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Comentário Bíblíco

0 profeta messiânico
S T A N L E Y M. H O R T O N

Tradução Benjamim de Souza

O CPAD

REIS BOOK’S DIGITAL

Todos os direitos reservados. Copyright © 2 0 0 2 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de D eus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina. T ítu lo do original em inglês: Isaiah Gospel Publishing H ouse, Springfield, M issouri Prim eira edição em inglês: 2 0 0 0 Tradução: Benjamim de Souza

Preparação dos originais: Joel D utra Revisão: Kleber C ruz Capa: Flam ir A m brósio Pojeto gráfico: Eduardo Souza Editoração: O lga Rocha dos Santos

CDD: 2 2 0 —Com entário Bíblico ISBN: 8 5 -2 6 3 -0 4 0 9 -7 Para maiores inform ações sobre livros, revistas, periódicos e os últimos lançamentos da CPAD, visite nosso site: h ttp ://w w w .cpad.com.br

As citações bíblicas foram extraídas da versão Alm eida Revista e Corrigida, edição de 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicação em contrário.

C asa Publicadora das A ssem bléias de Deus Caixa Postal 331 2 0 0 0 1 -9 7 0 , R io de Janeiro, RJ, Brasil 2'' edição/2003

Prólogo

Isaías é um dos mais ricos e mais lindos livros na Bíblia —tanto teológica como literariamente. Entre os livros do Vélho Testamento não há nenhum que mais utilize a linguagem hebraica, nenhum que tenha uma maior expressão da mensagem do Evangelho e da natu­ reza de Deus. Isaías, o profeta, é o primeiro teólogo do Velho Testamento. É apropriado que a CPAD deva pu­ blicar um comentário sobre Isaías produzido pelo prin­ cipal teólogo pentecostal do Velho Testamento. Stanley H orton é um maravilhoso exemplo de um erudito dirigido pelo Espírito. Ele conhece o Hebraico original e os pontos de vista dos eruditos e a voz do Espírito Santo, Ele tem despendido sua vida toda estu­ dando e ensinando a Bíblia, especialmente o Velho Tes­ tamento. Isaías tem sido um de seus mais intensos estu­ dos desde que ele o fez o foco de sua dissertação de doutorado. N ela ele mostrou que a perspectiva de todo o livro corresponde à autoria tradicional do profeta do oitavo século a.C. em Israel. Isso está em contraste com

muitos eruditos modernos, os quais teorizam um ou mais autores posteriores em Babilônia para os capítulos 40 a 66. Stanley Horton é um grande exemplo de humildade cristã e de­ monstra isso em seus escritos, apresentando gentilmente o que acre­ dita ser a verdade. Ao mesmo tempo, ele considera as diferentes in­ terpretações, permitindo aos leitores a escolha entre estas. Devido a Stanley H orton ter estado imerso no livro de Isaías por anos, ele tem um maravilhoso domínio de seu conteúdo. Sua leitura cuidadosa e reverente do texto traz a mensagem que Deus pretendia. Horton tem um dom para tratar do que realmente importa, trazen­ do de um modo simples e claro ao estudante da Bíblia as percepções dos eruditos. Este livro será de grande ajuda às pessoas leigas, as quais precisam deste grande livro de Isaías colocado em linguagem que possam entender. A obra do Dr. Horton demonstra uma sólida teologia bíblica que permite ao inspirado escritor da Bíblia dizer hoje o que ele pretendia em seus dias: o leitor é capaz de ouvir Isaías pregar a sua própria mensagem em seu próprio contexto antigo. Contudo, Horton mostra a relevância dos princípios divinos por trás dos textos antigos. Ele relaciona continuamente as profecias a Cristo. O livro finaliza com um apêndice de grandes temas teológicos em Isaías. Esta parte junta em um compacto mas profundo modo de compreen­ der muitas das maravilhosas verdades destacadas no livro. Para mim, é uma honra recomendar esta obra. Stanley Horton tem sido a maior influência em meu entendimento, trabalho e amor pelo Velho Testamento. Creio que os estudantes da Bíblia serão aben­ çoados pela espiritualidade e clareza da mensagem à medida que H orton a torna conhecida. Eu estou muito agradecido que o seu profundo conhecimento deste importante livro do Velho Testamento está finalmente publicado para abençoar a igreja, tanto dentro como fora da sala de aula.
R oger D. C otton, Tb.D.

Professor de Velho Testamento Seminário Teológico das Assembléias de Deus Estados Unidos da América

Prefácio

O livro de Isaías sempre foi um de meus favoritos. Eu lhe dei uma especial atenção em meus estudos de doutorado. M in h a dissertação, aceita pelo Central BaptistTheological Seminary (SeminárioTeológico Ba­ tista Central), era intitulada “A Defense on Historical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiab Referring to Babilon” (U m a Defesa sobre os Ele­ mentos Históricos da Autoria de Isaías a Respeito das Passagens no Livro de Isaías Referentes à Babilônia). O livro de Isaías era importante para os judeus na época anterior a Cristo. Quinze manuscritos hebraicos do livro de Isaías foram encontrados entre os Rolos do mar M orto. Jesus e os escritores do Novo Testamento também o consideravam importante, pois eles 411 ve­ zes fizeram citação de Isaías. As profecias de Isaías tive­ ram um profundo efeito sobre Jerusalém e Judá em seus

V lll

Comentário Bíblico: Isaías

dias. Elas continuam a abençoar todos aqueles que as estudam hoje. Em concordância com o uso tanto da ARC (versão de Almeida Revista e Corrigida da Bíblia de Estudo Pentecostal) como de outras versões (N V I e KJV por exemplo), a palavra SE N H O R é usada em letras maiúsculas e pequenas maiúsculas onde o hebraico do Velho Testamento tem o nome pessoal de Deus, Iahweh. O hebraico escre­ via apenas as consoantes Y H W H . As tradições posteriores seguiram o Novo Latim JH V H e adicionaram vogais do hebraico para “se­ nhor” para lembrá-los de ler Senhor em vez do nome divino. M as isto não foi jamais com a intenção de ler “Jeová”. Nas citações das Escrituras, as palavras que eu desejo enfatizar estão ressaltadas com itálicos. Para uma leitura mais fácil, as palavras hebraicas, aramaicas e gre­ gas estão todas transliteradas com caracteres do nosso alfabeto. Algumas poucas abreviações utilizadas: Gk.: Grego Heb.: Hebraico ARA: Almeida Revista e Atualizada ARC: Almeida Revista e Corrigida (Bíblia de Estudo Pentecos­ tal, CPAD) ASV: American Standard Version KJV: King James Version N V I: Nova Versão Internacional M eus especiais agradecimentos vão para Glen Ellard, Paul Zinter, e Leta Sapp na Gospel Publishing House e a todos aqueles que aju­ daram na preparação deste livro. Obrigado também a minha esposa, Evelyn, pelo seu encorajamento. Esta é uma versão revisada de um comentário originalmente acom­ panhado por textos hebraicos e publicado em 1955 pela The World Library Press Inc., Springfíeld, M o., Gregory Lint, editor executivo.

Sumário
P rólo go P refácio v vii I

S in o p s e ......................................................................................

In tro d u ç ã o ...................................................................................... 5 C e n á rio ............................................................................................ 5 O fim do rein o norte de I s r a e l............................. 7 Ju d á nos dias de I s a ía s ...............................................9 As invasões a s s ír ia s .................................................. 11 C ro n o lo g ia do tem po do p ro feta I s a ía s ..... 16 V isõ es críticas do livro de I s a ía s .................................. 17 U m a breve descrição d a m en sagem de Is a ía s ....... 2 7 In tro d u ç ã o ...... .................... .......................................... 2 7 Isaías: o p ro feta e sua m e n sa g e m ..................... 2 8 P ro fecias in ic ia is ......................................................... 2 9

A visão e ch am ad a de I s a ía s .................................... ...........2 9 A m ão irad a de D eus e sua m ão s a lv a d o r a ................... 3 0 Ju íz o sobre as nações e s tr a n g e ir a s ...................................... 31 Ju íz o e restauração p ara J u d á ...............................................3 2 E zequias e as invasões de S e n a q u e rib e .............................3 2 C o nfo rto e lib e r ta ç ã o .................................................................3 4 G ló ria p ara o povo de D eus; ju íz o p ara os o u tro s ..................................................................... 3 6 E sboço de I s a ía s ......................................................................................... 3 9 Isaías na versão A R C , N o tas e C o m e n tá rio s .............................51 A p ên d ice A: G randes tem as no liv ro de Is a ía s...................5 4 5 1. D eus, o S an to de I s r a e l................................................ 5 4 6 2 . D eus, o P oderoso de I s r a e l.................. .................... 5 4 7 3. D eus, o O n is c ie n te ......................................................... 5 4 8 4 . D eus, o C riad o r de t u d o ........................................... . 5 4 9 5. D eus, o R e d en to r e S a lv a d o r ...... ............................... 5 5 0 6. D eus, o R e stau rad o r de Israel e Jerusalém ...... 55 1 7. D eus, o S alv ad o r dos g e n tio s ................................... 5 5 2 8. O servo de D e u s.............................................................. 5 5 3 9 . O E sp írito S an to de D e u s......................................... 5 5 4 10. D eus m erece adoração p u r a .............................. ...... 5 5 8 A p ên d ice B: M a p a do Im p ério A s s ír io ................................ . 5 6 0 B ib lio g ra fia S e le c io n a d a .................................................................. 5 6 3 ín d ic e das E scritu ras ....... ....... .................... .................................... 5 6 5 ín d ic e R em issivo ............................................... ................................. 581

Data: Isaías foi o maior de todos os profetas da últim a metade do oitavo século a.C. Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias e, provavelmente, Manassés, senti­ ram o impacto de sua pregação profética. Cenário: Uma falsa prosperidade às expensas do go­ verno encorajou uma vida de corrupção e luxo acom­ panhada pela opressão do pobre e uma religiosida­ de sensual, imoral e pagã (2 Cr 26.16-18,20; 27.2; 2 8.1-27; 29.6-9). A Chamada de Isaías: Uma visão de Deus levou-o a uma visão de si mesmo e do pecado. A confissão o levou à purificação e consagração. A obra seria difí­ cil, mas lançou os fundamentos para o remanescen­ te retornar e preparar o caminho para a vinda do Messias (capítulo 6).

10— 17 8.1— 15— O Messias é Rei. 4 9 -5 5 Redenção Caps. 28 .5 O trono de justiça e amor.18-25. 5 6 -6 6 Glória Caps.1— 7 . 2 4 -3 5 Juízo Geral Caps. (Leia aqui Rm 8. 1-5 Juízo e Esperança Caps.8 9. 6 -1 2 O Deus Santo é Exaltado Caps. 32.Breve Esboço: Caps. 4 0 -4 8 Conforto A Grande Acusação: Um Pai de coração partido convida seus filhos a retornarem (cap. 11.) 16. Príncipe da Paz.1— 13 O Servo é a arma de Deus para levantar. 7. Ungido pelo Espírito. Deus Forte.1— 10 Descendente de Davi. Pai da Eter­ nidade.16 A Principal Pedra Angular. O Quadro Ampliado do Messias: Nascido de uma virgem. 36 -3 9 Ezequias Caps. Conselheiro. Maravilhoso. 49 . 5. libertar e reunir o povo. 13-23 Profecias Estrangeiras Caps.1— 12 O Servo divinamente escolhido e sustentado que bondosa e misericordiosamente restaura os judeus e traz a luz aos gentios. 18 42 . Emanuel —O Deus conosco. I).

Versos Principais: 6. 53.3. “O M onte Evereste da Profecia Messiânica”. compare com Mateus 24. 55.1 6-21 . 6. sanador e libertador do M es­ sias traz alegria. 59.22. 40. O ministério salvador.4— 1 1 52.12 54 55 6 1. A Certeza do Cumprimento da Palavra de Deus: 40.6-7. 50. 49.1— 11 O Servo. ensina e fortalece a outros.8. Ninguém é um fracasso quando vive de acordo com a vontade de Deus! . O Ser­ vo. A porta aberta de par a par àqueles que anseiam.35.13 a 53. ensinado por Deus.2. 45. O crescimento de Israel como um resultado da obra redentora do Servo.3 Sinopse 50. pelo seu sofrimento e morte vicária e substituta. 55. agrada a Deus e torna possível a sua incomparável salvação.) Grandes sermões expositivos estão quase já elaborados nos capítu­ los I. (Leia Lc 4 .

Em vez disso. Porém. a Assíria era o poder dominante. Contudo. A meta da Assíria era dominar a Babilônia e con­ quistar o Egito. Ao sul. Ele o colocou na encruzilhada do velho mundo. nos dias de Isaías.Introdução CENÁRIO Deus poderia ter colocado o seu povo. Para esse fim. em um distante e protegido oásis onde ninguém pu­ desse incomodá-lo. o Egito. seus reis habitual­ mente enviavam seus exércitos todos os anos para . comercial e religioso para toda a Mesopotâmia. Apêndice B). esse era um lugar onde os exércitos do mundo conhecido entravam em conflito. era uma grande e rica nação. junto ao rio N ilo. Babilônia. Ao nordeste. era o centro cultural. com suas cidades de Nínive e Assur nas proximidades do rio Tigre (ver mapa. Israel. no rio Eufrates. Essa “terra prome­ tida” seria um centro vital para a expansão e difusão do Evangelho quando Jesus veio à Terra.

Desde os tempos de Salomão. Adad-N irari III da Assíria pôs Damasco fora de combate. Como resultado. Jeoás então derrotou a Amazias em Bete-Semes. tomou todo o ouro e a prata do templo e do . capturando parte de seu ter­ ritório (e. Jeoás de Israel (798-781 a. Israel e Judá não tinham desfrutado de tal prosperidade. este mostra os judeus cativos sendo levado diante do rei Senaqueribe da Assíria por cordas atadas a anzóis gigantes colocados em seus maxilares.C. derrubou cerca de cento e oitenta metros do muro da cidade de Jerusalém. O Egito estava também enfraquecido por disputas in­ ternas. e seus sucessores eram fracos.) tornou a reaver os territórios cap­ turados por H azael de Damasco (2 Rs 13. Embora Israel e Judá pagassem tributo à Assíria por pou­ cos anos.2 ).8).12). algo que Amós já tinha profetizado para o reino norte de Israel (Am 4 .1 Os judeus são também representados como espetados em estacas diante dos muros da cidade. Depois. o reino da Assíria desintegrou-se em um grupo de cidades-estados (o caso quando Jonas foi para Nínive). Adad-N irari morreu em 783 a. Amazias de Judá (7 9 6 -7 6 7 a.) tomou o controle de Edom (2 Rs 14. Arqueólogos encontraram em Nínive o baixo-relevo da conquista de Laquis. Nos dias de Eliseu. sucessivas ocorrências da peste bubônica dizimaram o seu povo.C. Assim. todavia. Damasco causou problemas para o reino norte de Israel.C..2 Isaías. pilhar e destruir cidades e nações que ficavam no cami­ nho. 2 Rs 8. Os assírios eram notáveis pela sua crueldade e permaneciam inventando novos meios de torturar seus cativos.7) e desafiou Jeoás a guerrear contra si (2 Rs 14. Em 805 a.C. um protótipo da forma de punição capital chamada crucificação..conquistar. e uma derrota assíria seguiu-se a um eclipse do sol em 763 a. começou a profetizar naqueles que pareciam ser bons tempos. Eles tiveram problemas por causa da Armênia (U rartu) em sua fronteira norte. os dias de dominação da Síria tinham acabado. Porém.25).C. por cerca de cinqüenta anos Israel e Judá não tiveram problemas com invasões estrangeiras.g.

Após a morte de Jeroboão II. muros decorados e móveis com lindas gravuras em mar­ fim (cf.25). Ao mes­ mo tempo a corrupção moral e a injustiça econômica para com o pobre crescia.19). Am 3. Mercadores gananciosos os ludibri­ avam. A prosperidade já tinha começado a retornar ao reino norte de Israel quando Jeroboão II tomou o trono em 791 a. Isso tornou Amazias impopular e conspi­ radores o assassinaram em Laquis (2 Rs 14. Ambos desfrutavam de paz. O povo então colo­ cou seu filho Uzias (também chamado Azarias) no trono.C.Introdução palácio. demandando altos interesses. Mercadores introduziam ar­ tigos luxuosos do comércio com Tiro e Sidom. embora advertido por Amós e .9. 11. tanto quanto do co­ mércio do mar Vermelho via Eziom-Geber (m oderna Elate no Golfo de Acaba). o reino norte de Israel. Ele já ti­ nha sido co-regente com seu pai desde 790 a. 25. todos pronunciaram o juízo de Deus sobre os ricos que estavam ficando mais ricos às expensas dos pobres oprimidos. Oséias. 6. Sacerdotes corruptos tornaram a situação pior pela exi­ gência de m últiplos sacrifícios e por permitirem a mistura da idola­ tria e da im oralidade com o culto ao S E N H O R . O longo e próspero reinado de Jeroboão durou até 753 a. 2 Cr 26. e gozavam de ricas comidas e vinho.15.22.4). reconquistaram a maioria do ter­ ritório do império de Salomão entre o Egito e o rio Eufrates (2 Rs 14.C. e era equiparado pela prosperidade em Judá sob o reinado de Uzias (7 90 739). e levou os reféns. Os ricos desfrutavam de luxo. Encorajado pelo profeta Jonas (2 Rs 14. Isaías e M iquéias. edificavam grandes casas de pedras quadradas. 0 Fim do Reino Norte de Israel A era da prosperidade estava próxima de terminar.15). e vendiam alguns deles para a escravidão.C. e foram enriquecidos pelo controle das mais importantes rotas comerciais. Amós. ele conquistou vitórias e estendeu o controle político da entrada de Hamate no norte ao mar M orto no sudeste.

Oséias. Salmaneser V. Durante esse tempo ele fez uma aliança com Rezim de Damasco. Ele então foi morto por seus dois guarda-costas e cinqüenta homens gileaditas. Mas foi um erro colocar a sua confian­ ça no Egito. no primeiro ano de seu reinado. O filho de Tiglate-Pileser.C.. e invadiu Judá por duas vezes. assassinou Peca em 73 2 a. A primeira invasão foi bemsucedida (2 Cr 28. Oséias. No entanto. En­ tão Tiglate-Pileser da Assíria o colocou sobre o trono de Israel. estava cheio de devassidão. Como um de seus primeiros atos. tão logo Salmaneser vol­ tou para a Assíria. ele se voltou para o ocidente contra os filisteus. Em 742 a.C. reinou apenas cinco anos.C. Peca tomou conta do território de Gileade no lado ori­ ental do Jordão e reivindicou o reino. Samaria caiu em 722 a. O rei assírio então derrotou a Síria e matou Rezim. O filho de Jeroboão. Oséias. Salum reinou um mês e foi assassinado por Manaém. Em 724 a. cumprindo as profecias de seu fim defi­ nitivo por Amós. M anaém reinou dez anos. o rei Acaz de Judá —contra o conselho de Deus dado por Isaías —apelou por socorro aTiglate-Pileser III da Assíria. Porém. rei da Síria. Então o reino norte de Israel se tornou uma província da Assíria (que eles chamaram Samaria). pouco antes de Salmaneser mor­ rer. embora as altas e íngremes colinas de Samaria e suas grandes fortifica­ ções o tenham capacitado a resistir um cerco por aproximadamente três anos. ..C. Oséias deixou de pagar tributo à Assíria e fez uma aliança com Sô (Sibe) do Egito. M enaém morreu e seu filho Pecaías reinou por dois anos. pois este era fraco e não era de nenhuma valia. Salmaneser retornou e conquistou Israel. o último rei do reino norte de Israel. Ele também levou ca­ tivos os habitantes da parte mais setentrional de Israel. reinou somente seis meses e foi assassinado por Salum. Debaixo do juízo de Deus ele se degenerou rapidamente. Naquele tempo o rei Oséias de Israel deu garantias de sua lealdade como um vassalo da Assíria. Zacarias. Então Peca tomou o trono em Samaria e reinou mais oito anos. gunda invasão. Isaías e M iquéias. ele levou Oséias prisioneiro.5— Quando Peca e Rezim ameaçaram uma se­ 8).

Jotão levou o seu filho Acaz ao trono em 74 4 para reinar com ele como co-soberano. ver também vv.). Sargão II (7 2 1 -7 0 5 a. seu filho.).C. quando Tiglate-Pileser III usurpou o trono da Assíria em 745 a. em vistas da renovada ameaça da Assíria.C. Deus afligiu Uzias com lepra quando ele atreveu-se a oferecer incen­ so no altar de ouro que pertencia ao Santo dos Santos no templo.C. “Ele edificou a Porta Alta da Casa do S e­ n h o r ” (2 Cr 2 7 . Quando eles ameaçaram . Jotão.C. e “também debaixo de toda árvore verde” (2 Cr 28. e levou seu filho Ezequias ao trono para reinar como cosoberano com ele em 728 a. realizou outras reconstruções e derrotou os amonitas (vv. que o levou à sua própria queda.5-8). cultuava nos lugares altos e nos outeiros.3 -6 .C... Em suas crônicas ele diz que levou 2 7 . A primeira vez eles levaram muitos prisioneiros e mataram 120.O rei seguinte da A ssíria.) Judá nos Dias de Isaías Uma vez que o chamado de Isaías aconteceu no ano da morte do rei U zias (7 39 a. fez então uma campanha ao oeste e retom ou Sam aria em 7 2 0 a. ele tinha idade suficiente para estar ciente do orgulho de Uzias. Em 750 a. Por duas vezes Peca de Israel e Rezim de Damasco se juntaram para invadir Judá.3 (cf.000 soldados (2 Cr 28. Ele fez isso ainda que Azarias e oito outros sacerdotes tenham tentado corajosamente impedi-lo (2 Cr 2 6 . Ele era um bom rei.C. 3-5). Acaz reinou até 715 a. Semelhante aos reis de Israel ele m istu­ rou o culto de Baal com o culto do Senhor. 2 Rs 1 7 . mas também da parte de Israel e D a­ masco. mas era fraco.C. 2-3).4. Ele enfrentou ameaças não apenas da Assíria. Todavia. assumiu o trono e reinou até 731 a. substituindo-os por povos de outros países que tinha conquistado.5).3 ).C .10 -2 0). sacrificou seus filhos no fogo. Ele passou os onze anos restantes da sua vida sob quarentena em uma casa especialmente construída para ele (2 Rs 15.2 9 0 israelitas para o exílio.

222 5 ). contudo. Ezequias começou a contar de novo os anos do seu reinado. que o ajudasse e pagou tributo a ele (2 Cr 28 .1 8 ). Acaz também se voltou contra o S e n h o r . Estes não o socorreram. Cinco anos depois. Ezequias quebrou a aliança que Acaz tinha realizado com a Assíria e pediu ajuda ao Egito.C..C.13). Manassés logo se afastou de Deus e massacrou aqueles que resistiram à sua restauração da idola­ tria.1 0 -1 6 ).3 7 ). exceto Jerusalém (2 Rs 18. e em 701 Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. os assírios novamente ame­ açaram Jerusalém. .a segunda invasão. rei da Assíria. Tal como Oséias.C.C.21 ). Acaz permaneceu um débil vassalo da Assíria até a sua morte em 7 1 5 a. Logo depois que Acaz morreu. em 6 8 8 a. Acaz viu um altar e m andou fazer uma réplica deste e o colocou no pátio do templo (2 Rs 1 6 . Quando esta­ va lá. A tradição judaica diz q u e ele amarrou Isaías numa tora e o serrou ao meio (cf. Acaz man­ dou pedir a Tiglate-Pileser. Os fdisteus invadiram-no a partir dó oeste (2 C r 2 8 . apesar dos avisos de Isaías a respeito da inabilidade dos egípcios de socorrê-los.16 .. Deus foi misericordioso. em 68 6. de modo que os vinte e nove anos de seu reinado continuaram até 686 a.4 Poucos anos depois. Quando Tiglate-Pileser tom ou Damasco em 732 a. Ezequias calculou mal o poder do Egito e da Assíria. Manassés. fechou o templo e adorou a outros deuses (2 Cr 28. ele levou seu filho. em 696 a.6 mas seus exércitos foram destruídos pelo anjo do S enhor. e respondeu a oração de Ezequias. curando-o e outorgando-lhe mais quinze anos de vida. Os edomitas se livraram do jugo do reino de Judá e o invadiram a p artir do sul.C..1 7 . devido a um grande reavivamento espiritual e celebração da Páscoa. requereu que Acaz e outros viessem ali prestar-lhe homenagem.5 Então. O Egito foi derrotado. ao trono para reinar consigo. Deus julgou a Ezequias com uma enfermidade que deveria ser fatal. dizendo que colocariam um rei fantoche sobre o trono para forçar Judá a se juntar a eles contra a Assíria. Após a morte de Ezequias. Hb 1 1 .

e ele tinha que retornar e reconquistálas. Ele reuniu um massivo exército e corpo de engenheiros militares que.C. Jesus e seus discípu­ los falavam e pregavam em aramaico. Isso favoreceu o cumprimento das profecias a respeito da dispersão do povo de Israel (cf. Então os substituía com outros de outras cidades ou países já conquistados. falava-lhes quanto de taxas e tributos deveriam pagar a cada ano. Essa política pretendia tornar possível aos assírios realizar novas conquistas a cada ano. Dt 28. pela primeira vez na história. Ele tomava cativos os líderes políticos e religiosos. Seus sucessores e os babilônios seguiram a mesma política de levar os povos conquistados para o exílio.64). quando ele retornava para a Assíria. empalava pessoas (sobre estacas afiadas). tomava um juramento de lealdade daquelas pes­ soas que eram deixadas. ele instituiu uma nova tática.As Invasões Assírias A renovada ameaça assíria veio com a ascensão deTiglate-Pileser III ao trono da Assíria em 745 a. de modo que os judeus que retornaram após o exílio babilônico falavam aramaico em vez de hebraico em suas casas. Ele também mandava tirar a pele dos cativos ainda vivos. . Isso também ajudou a espalhar a língua aramaica. em vez de ter que guarnecer ou reforçar as guarnições militares. A princípio ele seguiu o costume de conquistadores anteriores. e deixava que eles voltassem e reconstruíssem as suas casas. muitas das ci­ dades conquistadas se rebelavam. Desse modo. e os estabelecia em um outro país conquistado. a fim de aterrorizar os povos das cidades próximas e fazer com que eles se rendessem. Após uma cidade render-se. empilhava cabeças deca­ pitadas. Com assusta­ dora rapidez. Os povos nativos ficavam sem os seus líderes e assim provavelmente não se rebelariam. Os líderes que eram levados cativos não viveriam com as pessoas que eles conheciam e não teriam uma base para igualmente fomentar uma rebelião. Ele estava determinado a restabe­ lecer o Império Assírio e restaurar sua glória e poder. usaram grandes maquinários para sitiar e derrubar as muralhas das cidades que eles atacavam. mestres e trabalhadores habilitados. a nova era das brutais conquistas assírias começou. No entanto. Assim.

Após derrotarem os armênios ao norte e os babilônios ao sudeste.24). de acordo com seus registros. Azuri de Asdode. TiglatePileser então avançou através da Galiléia e pela costa até Jope por volta do ano de 7 3 4.C. Sargão invadiu a Filístia. Dois anos antes de morrer. incluindo Assurbanipal. que queri­ am resistir. sitiou Asdode e esmagou a revolta. mas o fez depois sob o reinado de Acaz. que queriam se render. Novamente. Em 733 ele retornou pela Galiléia e assumiu o comando do território de Zebulom e Naftali.8 tomou Babilônia após a morte de Salmaneser.C.. Posteriormente os reis assírios. Sargão.C. Embora M anaém pagasse tributo à Assíria para prevenir a captura da parte meridional do reino norte de Israel.19. continuaram este processo (Ed 4. os quais uniram-se por casamento com os israelitas remanescentes e se tornaram samaritanos (2 Rs 17.). nas proximidades do rio Orontes. conquistou Samaria em 722.. em 738 a. Enquanto Sargão estava preocupado com revoltas no norte. Judá não pagava nenhum tributo naquele tempo. de acordo com os registros assírios. o Egito não foi de nenhuma ajuda. revoltou-se.7 o caldeu das terras do mar próximas do Golfo Pérsico.C. deportou acima de vinte e sete m il israelitas para lugares na Assíria e M édia. Seu filho.1-5). Salmaneser V (7 2 6 -7 2 2 a. Ele reinou ali .10).20. substituindo-os por povos da Síria e de Babilônia. o rei Tiglate-Pileser levou seus exércitos ao oeste até Hamate. Em 732 ele tomou Damasco e a destruiu. Em 711 a. Durante esse tempo tanto Israel como Judá estavam divididos entre facções pró-Assíria. Em 737 a. encorajado pelo Egito.9. Merodaque-Baladã.. Desta vez Judá ouviu a Isaías e sabiamente não se ajuntou a Asdode (Is 20. 2 Rs 15. e anti-Assíria. M anaém de Israel pagou pesados tributos para salvar Samaria e proteger o seu trono (ver 2 R s 15.T iro pagou um enorme tributo de 150 talentos (I talento eqüivalia a 12.600 gramas de prata). Tiglate-Pileser III foi coroado rei de Babilônia e tomou o nome Pulu (chamado Pul. e foi sucedido por Sargão II (7 2 1 -7 0 5 ). onde Tiglate-Pileser é chamado pelo seu nome babilônio Pul).19).

.como rei por 12 anos. ele se pôs em marcha naquela direção pelo . retomou Babilônia em apenas seis meses. Tendo em vista que Babilônia era muito importante para Senaqueribe. Ele se apoderou destes deuses e os levou para Nínive (ver Is 4 6 . Quando o rei elamita ficou doente em 689. nivelando-a ao chão e cavando valas a partir do rio para tornar seu lugar em um pântano. Senaqueribe considerou Ezequias o líder da rebelião nessa parte do mundo e capturou “todas as cida­ des fortificadas de Judá” (2 Rs 18. Fenícia. Moabe e Amom lhe pagavam tributos. Ele então demoliu a cidade. em Elteque.9 Quando Sargão foi assassinado numa escaramuça em uma guar­ nição na fronteira em 705 a.12 deixando Ezequias em Jerusalém aprisionado “como um pássaro em uma gaiola”. Babilônia capitulou.1 Então se dirigiu para o oeste. elamitas e arameus (contratados pelos nativos babilônios) o derrotou. E ntão M e ro d aq u e-B ala d ã tiro u proveito da au sên cia de Senaqueribe no oeste e assumiu novamente o controle de Babilônia. 1 Filístia. Neste processo. Bel e Nebo.10 Senaqueribe.. mas Ezequias e os exércitos de Judá se lhe opuseram. Senaqueribe continuou a ter problemas com Babilônia. um exército combinado de caldeus. Senaqueribe foi em direção à Babilônia. com o oeste estabelecido. Porém. Senaqueribe derrotou um exército egípcio enviado para ajudar e dispersou os mercenários que Ezequias havia contratado da Arábia. de 7 0 0 a 689 a. salvando apenas as estátuas de seus deuses principais. Devido ao fato dos sacerdotes da Babilônia terem usado ouro de seus templos para contratar os elamitas.C.14 Com Babilônia destruída. Após um cerco de nove meses. Sargão saiu de lá em 609 a. Senaqueribe esmagou os templos e os ído­ los.13) —de acordo com seus regis­ tros. ele deixou Jerusalém em 701 e derrotou Merodaque-Baladã.2 ). Merodaque-Baladã tomou novamen­ te Babilônia.1 . Em 703. a principal meta de Senaqueribe era ago­ ra o Egito.1 50 judeus. filho de Sargão (7 0 5 -6 8 1 ).C.C. Em 688 a.C.13 mas não conquistado. Em 691. 46 delas —e tomou cativos 20 0. buscando vingança.0 00 pessoas de Babilônia. Então. ele deportou mais de 2 0 8.

melhores análises de métodos de registros de informações históricas têm mostrado a idade de Tiraca como sendo . o qual foi o seu último título. Por isso. crido como sendo o ano da vitória de Senaqueribe sobre a Arábia e da subseqüente morte dos 185. se dirigindo através da Palestina meridional em direção ao Egito. Ele jamais se en­ controu com os egípcios. os egípcios posteriores atribuíram a morte repentina dos 185. Após conquistar o rei e a rainha da Arábia. deixando-o saber de suas intenções (2 Rs I9 . que era transmitida por roedores. um exército egípcio comandado pelo etíopeTiraca17par­ tiu em sua direção. Isso parece confirmar uma segunda invasão como necessária em 688. muito moço para liderar a batalha em 701 a. Senaqueribe mandou uma carta a Ezequias. chamou Senaqueribe de o rei da Arábia.C. o historiador grego do quinto século a.C.16 Ele tencionava capturar Jerusalém no caminho. o rei egípcio.1 1).000 de seus soldados (2 Rs 19. De acordo com seus registros.caminho da Arábia.35). na época da derrota egípcia em Elteque. talvez inicialmente por causa de alguns registros que parecem fazer de Tiraca. e contou uma história de ratões comendo as cordas dos arcos dos assírios..9 -I4 ). Pelo menos ele corroborou o fato de que os assírios e os egípcios não guerrearam naquela ocasião. 2 Cr 3 3 . Isso indica que foi nessa época que o anjo do S e n h o r trouxe morte repentina a 185.000 assírios pelo anjo do SENHOR. Desde aquela época. Seus registros não mencionam nenhuma outra campanha m ilitar de­ pois dessa (embora ele tivesse vivido mais sete anos).15 ele se proclamou rei da Arábia e continuou sua marcha em direção ao Egito. que tomou nota do que os guias lhe contaram. Aparentemente. Manassés lhe pagou tri­ buto (cf. seu filho e sucessor.000 à peste bubônica. Então Senaqueribe retornou a Nínive e permaneceu lá (v. sugeriu que Senaqueribe continuasse a mar­ cha para o oeste em 688. 36). Babilônia era muito importante para ser deixada como ruína e pântano. Esar-Hadom (681669). de modo que Esar-Hadom a reconstruiu e fez dela uma de suas capitais. M u ito s susten tam a id éia de duas invasões em Ju d á por Senaqueribe. No entanto. Heródoto.

6).3 3 ) —algo que Senaqueribe fez em 701. a narrativa bíblica (a partir do ponto de vista a respeito de 681 a. pessoal e inequívo­ ca”. Senaqueribe fez uma campanha m ilitar a cada ano de seu reinado até 688. onde ele rasga suas roupas e envia men­ sageiros a Isaías. Inconsciente da importância desses fatos.21 M ais importante é o fato que. e tem ocorrido uma mudança no pensamento de muitos.incoerente. Senaqueribe não diz nada a respeito da dependência do Egito (c f 36. Para dar sustentação a esse ponto de vista. e mal orientados por uma errada interpretação de algumas ins­ crições de Tiraca. Registros de Senaqueribe falam de uma campanha árabe naquele ano.C. Ele também reconhece que Ezequias reivindica ter recebido uma mensagem da parte de Deus (3 7. Ezequias respon­ de diferentemente de 37. Kitchen fez a seguinte observação: “Em outras palavras. Nessa ocasião ele próprio vai ao templo. coloca a carta diante do Senhor. Ain­ da perm anecem fortes argum entos para as duas invasões por Senaqueribe —uma em 701 a.1-2.9-20 mostra mudanças básicas no que Senaqueribe escreve e como Ezequias responde. e outra em 688 a.C.) menciona Tiraca pelo título que ele possuía naquela época (não como era em 7 0 1) —como é práti­ ca universal de vez em quando. Porém.C. e declara “uma fé franca. o retorno à conclusão de uma única invasão realmente parece ser uma reação em excesso.23 Depois de . da mesma forma que os prece­ dentes reis ladrões da Assíria. com múltiplas campanhas de Senaqueribe e outras mais —tudo desnecessariamente”.18 Todavia. ele nunca se ocupou com Tiraca. os estudiosos do Velho Testamento têm freqüente­ mente trombado uns contra os outros em sua avidez para diagnosticar erros históricos nos livros de Reis e Isaías.20 (ver o comentário em 36.) Nós vemos também que 37. crendo-se que mais de uma invasão seria desnecessária e até mesmo improvável. à parte da cronologia de Tiraca. nem chegou perto de Jerusalém ou edificou uma rampa de cerco contra esta —exatamente como Isaías profetizara (3 7 .1 e seguintes.22 E lógico que isso culminaria em uma campanha contra o Egito onde Tiraca seria o defensor.10 ).19 Esta explana­ ção é muito mais adequada ao relato histórico de Heródoto.

Após a morte de Ezequias em 686 a. Durante os quinze anos adicionais de paz prometidos a Ezequias.C. ele jamais empreendeu outra campanha militar. pois eles também estavam livres da opressão de Senaqueribe (2 Cr 32. Uma antiga tradição judaica diz que Isaías estava entre esse número e que Manassés mandou serrá-lo ao meio (cf.37). para reinar consigo. Essa foi provavelmente a razão pela qual os seus filhos o assassinaram (2 Rs 19. Hb 11. Ezequias seguiu o costume de seus predecessores e colocou seu filho Manassés no trono em 696 a. Muitos o resistiram. ao Senhor.16).25 Cronologia do T empo do Profeta Isaías 720 710 700 690 680 IS R A E L 722 JU D A U z ia s J o tã o 739 686 I 7 4 4 A caz I --------7 2 8 E zequias .688 a.24 Isso signi­ ficava que não havia tesouros ou despojos de guerra sendo trazidos para Nínive e a economia deve ter sofrido grandemente durante os sete anos finais de seu reinado.23). mesmo que este fosse um tempo de “conforto” (Is 40. e coisas preciosíssimas a Ezequias”. No entanto. de modo que ele “encheu Jerusalém de um ao outro extremo” com o sangue inocente de mártires (2 Rs 21. Manassés se afastou de Deus. Ele reintroduziu a idolatria com suas muitas práticas imorais.1).C.37).C. tornando-se um dos piores reis na história de Judá. muitas das nações circunvizinhas “traziam presentes a Jerusalém.

S. Doederlein. Devido haver uma “mudança de tom e foco no cap..2 8 .29 Em 1950 os crí­ ticos liberais eram “virtualm ente unânimes”30 em sua crença em ao menos um segundo Isaías.C. em 1775.1 .27 Duhm e M arti.. cada qual propôs um terceiro. a m aioria dos críticos alemães sustentava que Isaías não escrevera os capítulos 4 0 — Da mesma forma naquela época os escritos de 66. e continuou a ser uma voz para Deus durante as invasões assírias até por ocasião do reina­ do de Manassés.31 Gray. uma mudança sim ilar no cap.17 Introdução A S S ÍR IA 745 727 721 705 681 i 1 1 T ig la te -P ile s e r III 1 1 S a lm a n e se r V 1 1 1 Sen aq u erib e E sar-H adom |[P ul] 1 1 Sa rg ã o II 1 1 1 1 E G IT O 689 ' Sa b a k o 1 T 1 ira c a VISÕES CRÍTICAS D O LIVRO DE ISAÍAS Isaías começou a profetizar em 739 a. propôs que esses capítulos foram escritos por uma se­ gunda pessoa ou “D eutero-Isaías” em 54 0 a. R . mas uma com- . Isaías de I a 39 foi também fragmentado. Abraham ibn Ezra propôs algo semelhante a isso no inicio do século XII.. 40. por exemplo. quando Ciro já estava em seu caminho para Babilônia. quando m ui­ tos tiraram de Isaías a m aior parte de seu livro. e.1 3 ). para Isaías 56 a 66. em 1892.C. Por volta de 1900.26 e por causa de sua menção de Ciro (4 4 . ou “T nto-Isaías”. alguns críticos têm alegado que os capítulos 4 0 -6 0 não foram escritos por Isaías. 5 6 ”. 45 . disse: “O fato de que o livro de Isaías não é a obra do profeta Isaías.28 Logo. Driver e George Adam Sm ith popularizaram o ponto de vista dos críticos alemães na Inglaterra e na América.

Edward J. disse: “Quando todos os argumentos são dis­ postos em cada lado da questão. J. Allis. W illem A. Barlett. ele pode­ ria ainda avaliar o m aterial tão favoravelmente quanto pudesse se estivesse convencido de que Isaías o escreveu todo”. é fácil dizer que isso não importa. W olf.. concernentes à obra e pessoa do Messias. A. sabendo que se ele aceitar a teoria de dois ou três autores. O leitor é deixado a escolher por si mesmo. M errill F. Downer.. Robinson.32 Os conservadores também se precipitaram em afirm ar que não perderiam a sua fé se afinal de contas viesse a ser confirmado que havia um segundo Isaías. W. e. [e] o plano da salvação parecem variar com suas decisões sobre esse ponto”.. R. Wash W atts. Praticamente..Wordsworth.35 Esses incluem Joseph A. ou interpretação do livro”. Alec Motyer. rejeitar essa questão da autoria como sem im portân­ cia. o efeito é tremendo. John N. Oswald T. Kyle Yates. Armand Kaminka. Jr.36Watts afirmou algo que ainda é verdadeiro: “Nós não pode­ mos permitir. George L.38 Mesmo assim. deve ser o ponto de partida em todo criticismo detalhado.34 Ainda que muitos conservadores estivessem balançados pelos ar­ gumentos liberais. Benjamin R. por exemplo. . Alexander. VanGemeren. Young. Unger. alguns conservadores reconheciam que Deus é ca­ paz de conceder profecias a respeito de Ciro antecipadamente e que Isaías 4 0 a 66 compreende a época de Isaías e inclui muitas afirma­ ções a respeito das quais não poderiam ser ditas por exilados posteri­ ores ou pelos babilônios posteriores. John H. Raven. J. M argalioth. nós ainda somos deixados sem provas conclusivas. T hirtle.Thomas E. mais recentemente.pilação pós-exílio. Alguns também fa­ . Oswalt.. e H erbert M . Gleason Archer.. Teoricamente. James W.33 Esse consen­ so contra a unidade de Isaías ainda domina a literatura sobre Isaías. Interpretações de comentadores de ensinos concernentes ao destino de Israel. alguns críticos liberais ainda ignoram os fatos e as implicações óbvias da importância de Babilônia e sua destruição.37 Descobertas arqueológicas também confirmam o fato de que Isaías escreveu acerca de Babilônia em seus próprios dias.

40 A outra é que o ponto de vista básico dos capítulos 40 a 66 e as passagens que mencionam Babilônia nos capítulos I a 39 é aquele do exílio babilônico mais ou menos 540 a.42 Os assírios a fizeram uma de suas capitais. Aquela destruição causou choque a todas as nações em derredor —como seus registros demonstram —de forma que seria estranho se Isaías falhasse em mencioná-la. que contêm todos os sessenta e seis capítulos. A razão real.C. Os críticos liberais têm suposto que os capí­ tulos 4 0 a 66 não foram adicionados a Isaías até ao segundo século a. Babilônios.39 A principal base para dividir o livro de Isaías é histórica. contudo. usaram isto como uma razão para a destruição de Nínive.21 e 4 0 .C.43 .lham em aceitar como evidência a importante descoberta dos Rolos do mar M orto provenientes de antes da época de Cristo. ou depois.41 Babilônia. mandando para lá até mesmo alguns dos tributos que coletavam até que Senaqueribe a destruiu em 689 a. era proeminente nos dias de Isaías. Os pontos de vista que propõem mais que um Isaías são tentativas para negar o profético e o miraculoso. de modo que Isaías pouco saberia sobre ela e até deveria ter se preocupado me­ nos. M uitos críticos liberais ignoram a evidência em prol de um avivamento espiritual sob o reinado de Ezequias em 700 a.C.C. medos. provavel­ mente do segundo século a. porém. e citas relembravam a destruição de Babilônia e em 612 a.. é teológica —por causa da pressuposição contra o so­ brenatural.1). O capítulo 4 0 começa na últim a linha da coluna que com­ pleta o capítulo 39 —sem nenhuma indicação de que o antigo copista tinha alguma idéia de que este poderia ter sido escrito por outro alguém que não Isaías.C. e suas implicações a respeito de uma nova fé entre a audiência de Isaías e uma nova mensagem que ajudam a explicar as poucas mudanças que vemos no estilo de Isaías nos capítulos 4 0 a 66 (ver comentários sobre 36.C. H á dois principais argumentos históricos: U m é que Babilônia não era importante e estava fora do lim ite do seu conhecimento ou interesse durante as invasões assírias dos dias de Isaías.

Um outro grupo de passagens (56.11. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste e um pouco ao norte de Jerusalém.g. 57. a menção de árvores nativas da Palestina. Um analista.48 Os mercenários que Ezequias contratou estavam apavorados.5). nunca a superfície plana de Babilônia. As colinas e vales de Judá estão em vista. Antes de 701 a. especialmente ao seu fervor e paixão e à sua teologia mais desen­ volvida.46 os críticos liberais dão destaque especial às poucas diferen­ ças.7. Radday. Isaías estava em conflito com os partidários da guerra em Judá e os tinha advertido repetidamente. Rabshakeh) em tomar Jerusalém. o Espírito Santo estava habilitado a lembrá-los da estupidez da idolatria e dar-lhes uma nova mensagem a respeito da salvação do Senhor —através do sofrimento de seu Servo-Messias.. pôs o texto de Isaías no computador e descobriu variações lingüísticas.6. mas uma única diferença significativa —menos terminologia de guerra em 40 a 66. Durante os quinze anos adicionais de Ezequias. Radday utilizou-se desse artifício para dizer que um outro autor não poderia ter escrito todo o livro de Isaías. Os assírios derrotaram os egípcios em Elteque. os partidários da guerra estava desacreditados e o povo tomou uma posição de fé. tanto quanto sua escatologia e o grau maior de material so­ bre conforto versus juízo. há uma boa razão para a diferença na terminologia de guerra. Isaías estava habili­ tado a dar-lhes conforto.6) mostra clara­ mente que os muros de Jerusalém ainda estavam de pé e o templo e seus serviços ainda estavam funcionando. Após a cura maravilhosa de Ezequias e o fracasso do comandante das tropas de Senaqueribe (Heb. e muitas alusões históricas demandam um ponto de vista palestino e não se ajustam à Babilônia posterior (e.7. Y. 62.47 Todavia. 9. 66. 65.C. 60. Isso não mais era de conformidade após 701.45 Embora Isaías 4 0 a 66 tenha muitas similaridades em estilo com I a 39.M uitos críticos têm reconhecido que nem tudo em 4 0 a 66 se ajusta às condições em Babilônia durante a últim a parte do exílio. . Agora que eles tinham visto a profecia cum­ prida.44 As alusões geográficas..

. Ancient Near Eastern Texts Relating to the OU Testament. 12. James B. que Isaías algumas vezes utilizou “um estilo poético eleva­ do”.1 e 6.28. Porém. e algumas vezes “uma obra de prosa de ritmo mais varonil ou uma poesia um tanto menos engenhosa”.Qualquer escritor ou orador mostrará diferenças em estilo depen­ dendo do assunto e da audiência.16.. U m a ré­ plica com pleta está no Instituto O riental da Universidade de Chicago.4. é intoleravelmente estúpido e inimaginável negar que um úni­ co autor poderia produzir ambos os estilos”. Então.. Biblical Arcbeology in Focus (G rand Rapids: Baker Book House. nós não devemos esquecer que Jesus e os escritores do Novo Testamento consideraram a totalidade do livro de Isaías. . “há duas referências que pressupõem clara­ mente a personalidade histórica do próprio Isaías”. 2 Para estudos adicionais sobre o pano de fundo arqueológico..50 A últim a parte do livro de Isaías trata com as maldades que Manassés estava introduzindo. A mais conclusiva é João 12. como M otyer salienta.51 Contudo. Isaías continuou a apon­ tar adiante para a glória m ilenial porvir e igualmente para os novos céus e a nova terra.17. 19 82 ). (Princeton: Prmceton U niversity Press. aparecem pelo livro todo.20. e indicam sua autoria comum”. especialmente nos capítulos 40 a 55.18.49 È também verdade que “pelo menos quarenta ou cinqüenta sentenças ou frases. que é a citação de Isaías 53. Schoville.52 Essas incluem Mateus 3. Londres. Romanos 10.. CITAÇÕES 1 O baixo-relevo de seu palácio está no M useu Britânico.3.. 2a. apare­ cem em ambas as partes de Isaías. ed.. Lucas 3. ver Keith N. Ele nunca perdera de vista o que Deus tinha lhe dado no começo de seu ministério no capítulo 6 —Deus é o Santo de Israel e o Senhor da história do começo ao fim do livro. 19 55 ). Isto também é verdade. ed. “Esses dois estilos. Algumas vezes podemos tomar suas palavras como se referindo ao título tradi­ cional do livro. Atos 8. Além disso.38-41. Pritchard.10 como sendo do mesmo Isaías.

Oswalt T. B. A llis. 1 9 2 6 -2 7 ). Bulletín o f the American Schools o f Oriental Research 130 (abril de 1 9 5 3 ): 9. 3 vols. 7 Marduk-apla-iàdina. The Book O f Isaiah. 143. B.. 2 1 4. M otyer. 64. 7 o f An Interpretation o f the English Bible. 6 Ver comentários em 37. Ancient Records. 9 D aniel David Luckenbill. 1 9 4 8 ). 185. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 4 B. 1 9 2 4 ). W. 1 9 9 0 ). 2. 15 Luckenbill. Bibliotheca Sacra 80. Shultz. 10 Ibid. H . no. 14 Benjamin R . 175. trans. “T he Added Years o f H ezekiahs Life”. durante a Vigésima-Quinta Dinastia do Egito. 2. Rudolph Kittel. Sam uel J. 17 Tiraca reinou de 69 0 -6 6 4 a. 7 0 2 . Luckenbill. Paternoster Press.5 0 6 . . 4 1 2. 199 n.1. Eerdmans. vol. O utros que sustentam a teoria de um a única invasão incluem: John N. 1 9 8 5 ).1 2 0 . 11 D aniel David Luckenbill. 8 R aym ond Philip Dougherry.8 e 9 ). Downer. Edward J. 2 5 . 19 3 2 ).9. 10. B. Young. The Old Testament: Its Claims and Its Critics (Philadelphia: Presbiterian & Reform ed.. T hiele. The Book o f Isaiah: Chapters l~39 (G rand R apids: W m . Ancient Records. 1 9 8 3 ). A H istory o f the Hehrews. ed. 2. 176. 1 9 8 6 ). 2 vol.C. (G rand R apids: W m . Schultz. 2:1 2 0 . 13 Luckenbill. 6 e 7. idem. 19 69 ). Ver 39. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. The Bible in its World: The Bible and Archaeology Today (Exeter. como entre Esdras cap. por exemplo. 19 72 ). 5. O ld Testament Speaks. 16 Isso indica um intervalo de tempo de doze anos entre 2 Reis 19. 2 8 4 . 2 0 . 2 1 0 .152. W olf. 48. Prophecy o f Isaiah. The Propbets o f the Assyrian Period.8 e 19. 33. 19 77 ). 4a. 2: 355.1 3 3 . The Old Testament Speaks. W illiam E. 31 8 (abril de 1923): 2 6 5 -6 9 . Academ ie Books. 1 14. ed. Crowder (N ashville: Broadman Press. (San Francisco: Flarper. H ogg e E.3 H erbert M . J. Inglaterra. O swalt. 19 09 ). 18 Kenneth Kitchen. 5 Edwin R . Carroll.1 5 8 .14. Ancient Records. “M arduque deu um filho”. 2. A Bíblia várias vezes tem inter­ valos de tempo sim ilares. Eerdmans. Speirs (Londres: W ills & N orgate. Ancient Records.9 (ver também paralelos em Isaías 3 7 . 2 . 54 -55 . “N ew Light from E gypt on the Chronology and H istory o f Israel and Judah”. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Hope W. The Sealanâ o f Ancient Arábia (N ew Flaven: Yale U niversity Press. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. A lbright. 2. The Mysterious Numhers o f the Hehrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing Plouse. 12 Ibid.

Encyclopedia Americana. 4 1 5. Pfeiffer. 2. Ancient Records.. A Criticai and Exegetical Commentary o f the Book o f Isaiah TXXXIX . 19 8 8 ). S. 25 Para maiores estudos desse pano de fundo histórico do livro de Isaías. 2 . 20 H erodotus. 29 S. F. W olfgang Roth. Leupold. de W. Introduction to the Literature o f the Old Testament as Scripture (Philadelphia: Fortress Press. trans. 19 03 ). 23. 32 G.1 4 3 . 7a ed. Childs. E scócia:T & T Clark. para sua dedução a respeito de um T rito-Isaías. 27 R obert H . e depois em itiu um a edição final de seus anais term inando com a destruição de Babilônia em 6 8 9 . George Adam Sm ith.636. (P hiladelphia: W estm inster Press. N icoll (Nova York: A. 19 5 3 ). 2 8 0.. 17. Ver H . 1 8 9 8 ). 136. 21 J. 3a ed. Armstrong & Son. Introduction to the OldTestament. Ancient Records. 1 9 4 1 ). 3. (N ovaYork: H arper & Brothers Publishers. 24 Q uando Senaqueribe retornou em 68 8 a. W. 31 Ibid. Annals o f Sennacherib.C. 16. 131. 32 4 -7 0 . Gray. 19 71 ). The Book o f Isaiah em The Spositors Bihle. Luckenbill. An Introduction to the Literature o f the Old Testament.2 6 2 . The Book o f Isaiah: Chapters 1 -3 9 (G rand R apids: W m . 26 John N. 3a ed. Ver também B. Alec M otyer. ver Charles E Pfeiffer.C. 4 5 3 . (Edim burgo. cf. 1 9 7 9 ). Expositions o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. 30 John Bright. Eerdmans. 111. C. C. M anuel Kom roff (Nova Y ork:T udor Publishing Co. 2 9 8 3 0 9 . R .2 0 7 . B.7. 19 28 ). Driver. The H istory o f Israel. 1 9 93 ). 2 4 -2 7 . 2. 3 1 6-1 8.. 23 Ibid. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Oswalt. 22 Luckenbill..1 8 3 . ed. 2. 28 Ibid.: InterVarsity Press. “O ld Testament H istory. 19 81 ). History. 2. 19 8 6 ). Luckenbill. 19 8 7 ). A lbright.19 Outros que sustentam a teoria das duas campanhas incluem: John Bright. B. George Rawlinson. Alguns liberais hoje atribuem a m aioria de Isaías a escritos de discípu­ los após 5 2 0 a. ed. O Ins­ tituto O riental tem um a cópia. R. Including Archaeology and C hronology”. Ele não deixou nenhum inform e posterior exceto algum as poucas inscrições em edificações em N ínive e Assur. Isaiah (A tlanta: John Knox Press. ele inform ou da vitória sobre os árabes. Os registros de Senaqueribe dizem: “Eu levantei trincheiras ao redor dela [Jerusalém ]”. Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book House. The Kingdom o f God (N ova York: A bingdon-Cokesbury Press.

Alexander. discordam. 19 69 -72 ). Gleason L. 19 23 ). 53.3 1 9 (abril.2 3 7 . 195. 1975). 1994). Ver especialmente. 1947). 89. Who Wrote Isaiah? (G rand Rapids: W m . The Book o f Isaiah. 19 5 1 ). 2 4 2 . U nger. Escócia: T. J. Eerdmans. 34 Para um bom sum ário do consenso liberal contra a unidade de Isaías. 3 1 8 . W olf. Oswald T. A rm and Kaminka. Interpreting the Prophetic Word (Grand Rapids: Zondervan Publishing House. Eerdmans. rev. a Comissão Pontifícia Bíblica C atólica Rom ana afirm ou a unidade de Isaías e declarou ser insustentável a hipótese de um Deutero. & T. W illem A.3 6 0 -9 1 . . 19 5 8 ). reimpressão. Le Prophète Isáie (Paris: Librairie Orientaliste. John H. idem. The Indivisible Isaiah (Nova York: Yeshiva University. B. 10 2 . 19 49 ). (Chicago: M oody Press. 252. John N. (G rand Rapids: W m .8.: InterVarsity Press. Robinson. Interpreting Isaiah. 19 90 ). B. 75. 31 -37 . The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Introduction to the Literature. M argalioth (M argulies).T h o m as E. 3 6 3 -9 0 . “Book o f Isaiah” em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: T h e M oody Press. Archer. En-Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (E dim ­ burgo.B enjam inR .. 19 4 6 ). Commentary on the Prophecies o f Isaiah. W agner. 19 64 ). Alec M otyer. 19 16 ) . A Companion to Scripture Studies. no. Raven. Steinm uller.. 1993). 36 Joseph A. W ordsworth. G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. M uitos católicos hoje. W A. 2:15 0. 3 vols. ver Childs. ed. I9 5 0 ). Young. 25 -30 . Oswalt. James W T h irtle . 1925). 19 4 1). 33 Kyle M . The Unity o f Isaiah (Philadelphia: Presbyterian & Reform ed Publishing Co. Old Testament Introduction (Nova York: Fleming H . The Book o f Isaiah: Chapters 1-39 (G rand R apids: W m . 18 -28 . em I (1 8 7 5 . Bibliotheca Sacra 80. Downer. Allis. Rêvell Co. 1 9 3 9 ). A Survey o f Old Testament Introduction. 3 1 6 -1 8 . Clark. 2 vols. 111. W atts.ou Trito-Isaías. G. L. 2 5 0 -7 1 . 190 6). 35 Em 2 8 de junho de 1908. W. Preachingfrom the Prophets (N ashville: Broadman Press. TheBearing o f Archaeology on the OldTestament (NovaYork: AmericanTract Society. J. B. M errill F. 1986). 1 8 9 7 ).. 1 9 7 5 ). Was There a Second Isaiah? (Philadelphia: Am erican Baptist Publication Society. 1 :85 6-8 60. Ver John E.em The International Criticai Commentary (Edim burgo. Bartlett. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. Yates. A Survey o f Old Testament Teaching (N ashville: Broadman Press. 19 42 ). Escócia: T & T Clark. VanGemeren. xxxii. 1. contudo. Paul Geuthner. Academie Books. Jr. vol. R . “T h e AddedYears o f H ezekiahs Life”. julho. II: Special Introduction to the Old Testament (N ova York: Joseph F. Introductory Guide to the Old Testament (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Eerdmans. Edward J. idem.

Interpretation 12. R . 3 8 2. Ele inclui um a lista. Book o f Isaiah. 1. W alter Lock (Londres: M ethuem and Co. “T h e H istoricity o f the H ezekian Reform ”. . 2 0 0 -1 . A. Freeman. 49 M otyer. 48 Luckenbill^ Annals o f Sennacherih. 1 9 6 9 ). Isaiah: Chapters 1 -3 9 . para um a boa descrição da “Evidência interna da composição de Isaías II na Palestina”. Prophecy and the Monuments: O r Israel and the Nations. W ade.. Y. Prophecy o f Isaiah. “Studia biblica XXIII. Survey o f O ld Testament Introduction. em From the Pyramids to Paul. 46 H obart E. 38 Stanley M . Alem anha: H . trans. 2 :1 5 0 . R adday. Commentary on Isaiah. 3 1. em I (N ova York: M acm illan Co. sim plesmente sobre o fundam ento da evidência interna do próprio texto”. para questões que ele levanta concernentes à m etodo­ logia de Radday. 40 G. 3 7 5 -7 9 . 1959). 45 Ver Archer. Siebens. 23 . no 4 (outubro de 19 53 ): 460. reconhece a im portância das sim ilaridades em estilo. ed. 1 9 1 1). 92. 3 6 9 -7 2 . An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. 41 R . 3 8 2 -8 4 . xliv.7. sem aram aísm os e term os babilônicos. 2 :3 2 9 . Isaiah 1 -3 9 ”. Ele chama a atenção para o fato de que “a causa toda para D eutero. 43 James Frederick M cCurdy. The Book o f the Prophet Isaiah. “A Defense on H isto rical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiah R eferring to Babylon” (tese de douto­ rado em Teologia. 1:857. A. B. Ver O swalt. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. ed. The Unity o f Isaiah in the Light o f Statistical Linguistics (H ildesheim . G. 19 3 5 ). 1 9 1 1). A llis chama a atenção para o fato de que todos os sessenta e seis capítulos estão em hebraico “perfeitam ente refinado. M iquéias. 3 vol. em The Westminster Commentaries. 39 Siebens reconhece que “a reform a permaneceu efetiva pelo menos até o fim de seu reinado”. Leary (N ova York: T hom as N el­ son & Sons. A llis. 44 H arry Bultema. 47 Yehuda T.ou Trito. History. Central B aptistT heological Sem inary. 50 Archer. Gerstenberg.. “Book o f Isaiah”. Scott. H orton. por L.. 42 Young. que são “numerosas e im pressionantes”.1 8 -1 9 .Isaías cai por terra. W. 2 5 4. os quais caracterizam os conhecidos livros do período pósexílio”. 1 9 7 3 ). 1 9 8 1 ). O ld Testament Teaching. Survey o f the Old Testament Introduction..37 W atts. e destaca semelhanças literárias de Isaías 4 0 a 66 com o profeta do oitavo século.

52 Archer.2 -1 0 . . Allis. 38 7. Survey o f O ld Testament Introduction. 1:856. Os que retornaram desejavam restaurar a adoração pura e genuína.51 Ver 2 Crônicas 3 3 . “Book o f Isaiah”. N ão há nenhuma evidência de que a idolatria e os pecados sobre os quais Isaías escreve fos­ sem comuns após o retorno da Babilônia.

1. 29. Israel. Ele estava cercado no início de sua vida por uma prosperidade falsa e subsidiada pelo governo que encorajou a um luxo corrupto acom­ panhado por uma opressão do pobre e uma religião pagã. a retornar para Si: Ele iria redimi-los . especialmente para Acaz e Ezequias. julgada.16 -2 0. Deus não era apenas o juiz de Israel. contudo.2. 27. Ele inicia o seu livro com o que é freqüentemen­ te chamado de “A Grande Denúncia”. Ele era também um Pai de coração partido e desolado que convidara seus fi­ lhos. desolada.Uma Breve Descrição da Mensagem de Isaías Introdução Isaías vivia em Jerusalém e tinha recebido de Deus um ministério para os reis desta. sensual e imoral (2 Cr 26 .6-9). e deixada com um pequeno remanescente. 28. Judá era uma nação pecaminosa.

38 ). Isaías teve a oportunidade de viver tranqüilamente e escrever palavras de conforto para o povo de Judá enquanto ele olhava adiante para o ministério do Messias como o Servo Sofredor do SE N H O R .se eles estivessem envergonhados de sua idolatria. Isaías começou a profetizar em 739 a. Sear-Jasube ( “um rema­ nescente voltará”) e M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). Assim. arqueólogos descobriram um selo com a inscrição “Amoz. ele ministrou por mais de sessenta anos. deve ter tido um im ­ portante ministério. EsarHadom (3 7. Yeshayahu) significa “Yahweh [o Senhor] salva [ou é a fonte de salvação]”. o primeiro capítulo é uma introdu­ ção ao livro todo. Desde que Isaías veio rapidamente quando o rei mandou chamálo e já que o Senhor o mandou ir para fora da cidade se encontrar com Acaz (7. Isaías: 0 Profeta e Sua Mensagem O nome de Isaías (Heb.C.3). Amoz (Heb. Tradições ju ­ daicas posteriores especulavam que Isaías era relacionado de algum modo com a família real. Porém. o Escriba”. Os nomes deles ressaltavam a sua mensagem para Judá. ’amots. mas não há nenhuma evidência disso. o ano em que o rei Uzias morreu.C.C. em 701 a. e embora ela não tivesse escrito nenhum livro. Durante os quinze anos adicionais de paz que Deus deu a Ezequias. Seu pai. parece óbvio que Isaías fez de Jerusalém a sua resi­ dência. Alguns acreditam que isso signi­ fica que Amoz era um escriba proeminente com uma alta posição no governo. Então. Algumas pessoas supõem que ele já era um profeta antes daquele tempo. “forte”) não é mencionado em qualquer outro lugar da Bíblia.) e indica o nome do rei assírio seguinte.) como a morte de Senaqueribe (681 a. A Bíblia chama a sua esposa de profetisa. quando Manassés .. As condições que Isaías descreve com preende a época da p rim eira invasão de Senaqueribe.C. Isaías teve dois filhos. Cedo em seu ministério ele se tornou muito bem conhecido como um profeta de Deus. Desde que ele registra tanto a morte de Ezequias (6 8 6 a.

provavelmente congratulando-se de que não era um pecador seme­ lhante a Uzias. No entanto. Isaías foi para o templo. Isaías fala por Deus e declara: “A palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (4 0. H á muitas passagens poderosas no livro. Isaías se apresenta a si próprio.). M as os povos de Judá e Jerusalém fizeram o mal a si próprios.22. 55.2. 49. Por todo o livro. Observe especialmente os capí­ tulos I. Os principais versos para essa mensagem incluem 6. A Visão e a Chamada de Isaías Após introduzir sua mensagem. Então Deus pro­ videnciou a purificação e Isaías respondeu à voz de Deus e foi comissionado como profeta para advertir a um povo que seria endu­ recido pela sua mensagem e seria levado a juízo. Profecias Iniciais As profecias de Isaías estão arranjadas em uma forma que se man­ têm mostrando o contraste entre o presente pecado de Israel que requer julgamento e a esperança de Deus da prometida restauração futura. Porém. 53 e 55. em um tempo que somente Deus será exaltado. 40. provavelmente aparentado à família real. O que eles fize­ ram lhes será retribuído em um juízo especial.8). os escritos de Isaías trataram com a in sen satez da id o la tria que M anassés reintroduzira e advertiu a respeito do juízo de Deus.7 e 59. . navi') vem de uma antiga palavra que significa “orador”.assumiu o comando do reino e se afastou de Deus. Como um jovem e orgulhoso aristocra­ ta.6. Ele começou o seu ministério no ano em que o rei Uzias morreu como um leproso (7 39 a. 50. buscando a Deus e à sua palavra. 45. a visão da majestosa glória e santidade de Deus levou-o a ver a si próprio como um pecador. haveria uma mudança em seu ministério após o cumprimento da profecia e a vinda do juízo. A palavra “profeta” (Heb. Os líderes tinham esmagado o pobre. 6.C.3. Ele chama a atenção para as nações que virão a Jerusalém em paz.

16.1-6.8. Deus Forte.13 a 53. o M essias como um renovo ou ramo da linhagem de Davi. “Emanuel” ( “Deus conosco”). e 6 I . 4 2 . e o livro de Isaías oferece uma visão ampla a respeito do Messias.1-5. o Filho nascido de uma virgem. não para Acaz. os quais estavam ameaçando atacar Jerusalém e substituí-lo por um rei fantoche que os ajudasse a desafiar a Assíria. Conselheiro. 55. com nomes que mostram sua deidade (Maravilhoso.16. 32 . II.5.14).I-IO . receberiam o juízo de Deus. um Juiz justo. mas Acaz recusou porque já tinha decidido mandar tributo a Tiglate-Pileser III da Assíria para socorrê-lo. Deus prometeu que antes que essa criança atingisse a idade de ter responsabilidade.17. seria nascido de uma virgem (ver comentários sobre 7. Então Deus enviou Isaías e seu filho SearJasube ( “um remanescente voltará”) para falar ao rei Acaz de Judá não ficar amedrontado a respeito do rei Peca de Israel e do rei Rezim da Síria.4 -1 1. a mão irada do Deus de santidade. Deus ofere­ ceu a Acaz o privilégio de pedir um sinal sobrenatural para confirmar sua promessa. 5 0 . Emanuel é novamente mencionado em Isaías 8. M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). continuando em 9. Príncipe da Paz). viria no futuro com os sete Espíritos do SENHOR sobre si. sem o conhecimento deles. O segundo filho de Isaías. 49. faria eterno o trono de Davi. as terras daqueles dois reis seriam desamparadas. 54. e no devido tempo eles.15-18. despojariam e roubariam Judá.I I . Deus então prometeu um sinal. Porém. Deus usaria os assírios. porém. 28. mas para a totalidade da dinastia de Davi. justiça e juízo usaria a Assíria para trazer juízo em um futuro próximo. para punir Judá. Ele seria um Mestre. igualmente. sua mão salvadora usaria o Messias em um futuro distante.A Mão Irada de Deus e Sua Mão Salvadora Isaías profetizou que por causa do pecado de Judá. Pai da Eterni­ dade. O M essias.12. 52.I -I 2 .I . tornou-se uma advertência adicional de que den­ tro em breve os assírios atacariam. Em contraste. um Pacificador enchendo a terra com o .

2 Deus man­ dou Isaías ir sem roupas e descalço por três anos como um sinal de que a Assíria iria levar cativos os povos do Egito e de Cuxe. quando Senaqueribe nivelou Babilônia e fez dela um pântano. total.C. e Egito. Sua atenção. até mesmo maior do que o Deus de Israel. e para vir logo.conhecimento do SENHOR. Quando Sargão II tomou a cidade filistéia de Asdode. O resultado eventualmente seria um retorno de Israel que será semelhante a um novo êxodo. é primeiramente em sua relação com Judá. M oabe (por seu orgulho). Um a . Estabeleceu o modelo para os reis posteriores da Assíria por considerar a si próprio maior do que qualquer deus. O Egito teria uma discórdia interna (cum­ prida nos dias de Isaías) e se tornaria fraco.1 Então Isaías resume falando mais a respeito do rei. o qual exaltou a si mesmo e em quem Acaz colocou a sua confiança. que foi coroado rei em Babilônia dois anos antes de sua morte. Deus eventual­ mente teria uma testemunha ali. Ele levou prisioneiros para o exílio em vez de libertá-los para volta­ rem às suas casas. Juízo Sobre as Nações Estrangeiras Devido ao fato de Deus ser o Senhor do mundo todo e soberano sobre todas as nações. Cuxe (ou Etiópia). Então eles reconhecerão o próprio Deus como sua salvação e vão tirar água dos poços de salvação com alegria. Foi precipitado no Seol ou inferno. Damasco (e com ela o reino norte de Israel que tinha esquecido o Deus da salvação deles). Isaías tinha uma mensagem para as outras na­ ções. toda a sua glória foi deixada para trás e nem sequer teve um enterro digno. Seu juízo seria severo. é mencionada primeiro. Babilônia. ações de graça e brados de louvor. contudo. e uma Bandeira para as nações gentias que irão buscá-lo. como o centro líder da religião pagã no dias de Isaías. e tanto os egípcios como os assírios finalmente adorariam ao Senhor. Tiglate-Pileser III.. Todavia. Isso foi cumprido em 689 a. Outras nações estrangeiras sobre as quais Deus pronunciou juízo incluem Filístia.

o juízo irá tornar Judá uma vinha de bons frutos. Ezequias e as Invasões de Senaqueribe Em 701 a.palavra adicional contra Babilônia profetizava que esta se tornaria um deserto. rios no deserto. Em contraste com a vinha de uvas bravas mencionada em uma profecia anterior.C. Isto prepara para a demonstração da glória de Deus que irá eventualmente trazer uma festa de coisas espirituais para todas as nações. Tampouco é o juízo um fim em si mesmo. O livro de Isaías termina completamente o relato das invasões de Senaqueribe e depois fala a respeito da enfer­ midade de Ezequias.. um Rei irá reinar em justiça. Embora o juízo tivesse que vir. Samaria estava madura para o juízo e o povo de Judá era hipócrita em seu culto ao SE N H O R . e sua recusa em confiar no Senhor. Eles teriam que aprender do modo difícil. e alegria sem fim. sua rebelião contra Deus. da parte dos assírios. exceto Jerusalém. Juízo e Restauração para Judá Isaías é cuidadoso em mostrar que o juízo de Deus revela não sua arbitrariedade. muitas lições devem ser ensinadas pelos assírios. M as em um dia futuro. mas espatifado a maioria de seus ídolos. Em 689 a. mas a sua justiça. o propósito de Deus para Israel não mudaria. Cinco ais devem vir sobre Jerusalém e Judá por causa de sua hipocrisia. santidade.. Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. sua confiança no Egito. Pelos dias de Isaías.3 Profecias adicionais falam de juízo sobre Edom. Isaías recebeu a informação de que Babilônia tinha de fato caído. dando-lhes salvação. Isto será necessário antes que Jerusalém possa ser transfor­ mada em uma cidade de paz. Eles zombavam da mensagem de Isaías que intentava trazer a eles descanso e refrigério.C. Ele irá restau­ rar a terra e o povo de Israel. o tesoureiro de Jerusalém (Sebna) e Tiro. Arábia. o sinal miraculoso da sombra sobre o relógio de . Senaqueribe não tinha apenas destruído a cidade.

Para Senaqueribe. N essa ocasião ele enviou uma carta para Ezequias ameaçando começar de onde havia parado e advertindo-o a não confiar no S E N H O R —ao qual tratou de um modo não diferente dos deuses pagãos dos países que ele já tinha conquis­ tado. até mesmo maior do que o Deus de Israel. mas iriam tomar o caminho de volta pelo mesmo caminho pelo qual tinham vindo. que requereu a rendição de Jerusalém e falou ao povo para não ouvir a Ezequias e não colocar a sua confiança no Senhor.C. Babilônia era mais importante que a cidade de Jerusalém ou o Egito. Embora Isaías não indique o intervalo entre 701 e 688 a. essa enfermidade lhe sobreveio logo depois que Ezequias pegou o ouro do templo e pagou com isto tri­ buto a Senaqueribe de modo que este se desviasse de Jerusalém. Isso foi cumprido quando o anjo da morte m atou 1 8 5 . Então Isaías profeti­ zou que Deus defenderia Jerusalém.0 0 0 hom ens do exército de S en aqu erib e. e a promessa dos quinze anos adicionais de vida para Ezequias. pressupondo que Senaqueribe era maior do que qualquer deus. Porém. A notícia dessa profetizada promessa de proteção contra os assírios moveu Senaqueribe a enviar um exército sob as ordens de seu coman­ dante (Heb. a recuperação de Ezequias. que os assírios não entrariam na cidade. recu­ sou-se a responder e a se render. Ezequias levou a carta diante do SE N H O R . O rumor que eles ouviram era de que os caldeus tinham mvadido Babilônia..sol recuar dez graus. o povo tomou uma posição de fé. Então Senaqueribe retirou-se. e colocou a sua confiança no Senhor. tanto o comandante como Senaqueribe com seus exércitos partiram sem tomar Jerusalém. o contexto e os registros assírios encontrados pelos arqueólogos indi­ cam que Senaqueribe empreendeu uma segunda campanha em dire­ ção ao oeste após ter destruído Babilônia. retornando para Nínive pelo caminho que . Ele continuou a lhes falar que os deuses das outras nações não puderam livrá-los das mãos de Senaqueribe. Desse modo. Isaías profetizou que os assírios iriam ouvir um rumor e partir. a promessa de prote­ ção por causa dos assírios. exatamente como Isaías havia profetizado. rab-shakeh'). Porém.

Contudo. Ele é diferente dos ídolos que têm que ser fixados nos lugares para impedi-los de cair no chão. e ficou ali. para aqueles que esperam por Ele. Deus irá revelar a sua glória. o Criador. Isaías profetiza que alguém vindo do Norte. Isaías faloulhe que isso foi um erro. Olhando à frente. Emissários vieram e Ezequias mostrou-lhes todos os seus tesouros. e a segurança da verdade da palavra de Deus era o próprio Deus que criou o universo e que é muito maior que qualquer pessoa ou qualquer coisa que nele há. mas eles não podem fazer o trabalho que precisa ser feito —a obra de salvação e redenção. Ciro. Esar-Hadom. Isaías pediu ao povo para preparar o caminho para Deus retornar para o seu povo. Ele dá força para o abatido.tinha vindo. M as dentro de Israel havia e sempre houve um remanescente piedoso que é verda­ deiramente servo de Deus. até que dois de seus filhos o assassinaram e um outro filho. para a época do exílio de Israel na Babilônia. ungido para realizar a obra de enviar de volta os . Deus continua a falar para Israel parar de ficar amedrontado. A profecia tem se cumprido e Deus irá conti­ nuar a ser fiel. o incansável Guia para o seu povo. Ele tem um outro Servo. o qual irá cumprir a obra da salvação e restauração de Deus. Conforto e Libertação Após o povo de Jerusalém tomar uma posição de fé e Senaqueribe deixar Jerusalém não conquistada. e Ele tem feito de Israel seu servo. Ele é o Deus eterno. pois o tempo chegaria quando os babilônios se lembrariam disso e tomariam cativos alguns dos descendentes de Ezequias. O remanescente irá realizar uma obra para Deus. A garantia de confor­ to era a palavra de Deus. o Messias. como Isaías tinha profetizado. pois eles pecaram e não cumpriram a obra a que foram chamados para realizar. Israel como um todo fracassou. Isaías então remonta ao tempo quando os reis estavam mandando presentes a Ezequias por causa de sua cura maravilhosa. tomou o trono. o qual será um pastor de Deus.

Quando Deus restaurar Israel e realizar tanto a paz como o juízo. Deus irá repreender a Israel. de modo que eles não poderiam dar aos ídolos o crédito pelo seu retorno. mas eles ti­ nham de aprender que Deus não divide a sua glória com outro —não com deuses pagãos. Através dEle o remanescente piedoso é encorajado. e Ele irá colocar sobre eles o seu Espírito e sua bênção sobre os seus descendentes. Registros arqueológicos mos­ tram que eles o fizeram. Babilônia pensava de si mesma como um deus. a qual acon­ teceria em 689 a. Senaqueribe tinha levado pessoas de Judá para Babilônia para substituir os babilônios que ele tinha exilado.5 Isaías não diz mais nada a respeito da Babilônia ou Ciro após o capítulo 48. Então ele os convoca a partir. não com Babdônia. Ele irá agir e eles serão restaurados. o verdadeiro Servo sobre o qual Deus coloca o seu Espírito será enviado como uma aliança para o povo e uma luz para os gentios.C. Os céus e a terra passarão. Seu foco é no sofrimento do Servo-Messias. mas Ele os tem gravados nas palmas de suas mãos. mas a . Ele é a solução para o fracasso de Israel. Isaías então se volta para a destruição em seus próprios dias e extrai uma lição do fato de que os grandes deuses. Ele revela tanto o passado quanto o futuro e conclama a todos em todo o mundo para tornarem para Ele e serem salvos. Eles ainda são escolhidos de Deus. Eles pensam que Deus os esqueceu. de modo que houve um profetizado retorno a Judá cumprido nos dias de Isaías. mas promete apagar e lançar fora as suas transgressões por amor de Si mesmo. a segurança de sua alegria futura. muitos vão reconhecer que não há outro Deus. Por outro lado.)4 Porém. Isaías lhes diz que Deus profetizara muito tempo an­ tes.exilados para a sua própria terra —embora Ciro não conheça a Deus. Os assírios não destruíram Babilônia antes desse tempo. Seu propósito para com eles vai permanecer válido. Deus diz a Israel que eles jamais o carregaram —Ele os carregava. Bel e Nebo. Então Isaías se volta para profetizar acerca da queda. foram carregados em exaustos animais e levados para o cativeiro. (Desco­ bertas arqueológicas mostram que eles foram transportados para Nínive.

Ele sofre de boa vontade. Pelas suas feridas. mas não puderam destruí-lo. nós somos sarados. Eles não contribuíram ao propósito de Deus. O resultado do sofrimento. dores e culpa deles. maltratando o . Os estrangeiros que se vol­ tassem para o SE N H O R seriam também inclusos. O ponto alto do livro de Isaías descreve o Servo Sofredor de Deus. Eles o desprezam e pensam a respeito dEle como sen­ do ferido por Deus. Ele que enche a eternidade de tempo e espaço também vem habitar com aqueles de espírito contrito e humilde. será uma aliança e testemu­ nho para todos os povos. O Grande Davi. Glória para o Povo de Deus. M as Deus promete incluí-los em sua bênção. juízo para os Outros As bênçãos de Deus não são limitadas a Israel e àqueles cujas impurezas rituais eram removidas pela purificação e sacrifícios da lei. Deus afasta-se de­ les. Porém. morte e ressurreição do Messias é desenvolvimento e bênção para Sião com multidões adicionadas e livre graça para todos. Ele tomou sobre Si as enfermidades. ele teve que tratar com os fracassos dos líderes da época de Manassés. M as seus sofrimentos são vicários —completa­ mente em favor dos outros. Ele vive para ver os seus filhos espirituais e ver a vontade de Deus prosperar pelo seu poder. Isaías conclama a todos para busca­ rem ao Senhor enquanto Ele pode ser achado. Ele terá misericórdia e irá perdoar abundantemente. e após a sua morte expiatória.salvação de Deus seria para sempre. Os eunucos não poderiam tomar parte na adoração no templo. Isso contrasta com os líderes que malbaratam as formas de adora­ ção e se apressam em seguir seu próprio caminho. O chamado é para todos aqueles que têm sede para virem. Seus contemporâneos não compreendem o seu sofrimento. o Messias. Sião será restaurada e as boas novas serão que Deus reina. mas não lim ita a manifestação de sua presença ao céu. Para o fim do ministério de Isaías. o qual procede sabiamente. Deus assegura também que a sua pala­ vra irá cumprir o que lhe apraz.

realizou a salvação. Então Sião irá ouvir o cha­ mado para levantar e brilhar. pois o Espírito do Senhor está sobre Ele. Ele ora por libertação. Deus irá regozijar-se sobre eles. opressão e cobi­ ça. ungindo-o para pregar boas novas para o pobre. Seus pecados os têm separado de Deus. Estrangeiros irão ajudar na restauração de Sião. ainda que eles tivessem se rebelado e entristecido o seu Santo Espírito. os Redimidos do S E N H O R . Deus chama a atenção para o céu como o seu trono e para a terra como o escabelo de seus pés. Jesus aplicou isto a Si mesmo no início do seu ministério na Galiléia (Lc 4. bênção e alegria. Deus não deseja o tipo de jejum deles. Ele irá julgar o mal e estender a paz como um rio corrente para Jerusa­ . Ele quer adoração pura. Isaías continua a transmitir mais algumas profecias a respeito da salvação de Sião e do tempo futuro quando o seu povo irá responder ao seu salvador. e eles serão chama­ dos de o Povo Santo. O juízo deve vir antes que o reino milenial seja estabelecido. Finalmente. pois sua Luz tem vindo. os próprios braços de Deus. Deus dará paz e Ele será uma luz eterna para eles. como o livro de Apocalipse nos diz. Isto será durante os m il anos quando Satanás será aprisionado. para os quebrantados de coração e para os cativos. Isaías então louva a Deus por todas as boas coisas que Ele tem feito por seu povo. Deus então promete misericórdia. Ele busca um jejum que seja de pecado. restauração e glória.1 7-21 ). com alegria e muitas bênçãos que correspondem às condições da maravilhosa paz profetizada para o M ilênio. mas a Jerusalém atual também iria ter o seu cumprimento. Nova glória virá. Assim. Ele prometera que um Redentor viria a Sião para aqueles que se arrependessem. M as não houve ninguém que intercedesse. O Messias deles virá com as roupas salpicadas por haver pisado e esmagado sozinho as uvas no lagar do juízo de Deus.pobre até mesmo quando estão jejuando. O Messias então fala. Haveria um novo céu e uma nova terra. seu próprio poder. Eles o confessam e reco­ nhecem que têm voltado as costas a Deus.

Ancient Records. (P rinceton: Princeton U niversity Press. 2 . Bibliotheca Sacra 80. The Annals o f Sennacheríh (C hicago: U niversity o f Chicago Press. . no. 1 9 2 6 -2 7 ). Benjamin R . “T h e AddedYears o f H ezekiah s L ife”. 19 24 ). ed. 5 Ibid.1 5 2 . 4 Luckenbill. Downer. 19 55 ). ed. 2a. Ancient o f Assyria and Babylonia. 2 .2 5 2 . CITAÇÕES 1 D aniel D avid Luckenbill.. (Chicago: U niversity o f Chicago Press. 3 D aniel D avid Luckenbill.lém. 2 8 7 . Sua fama e glória serão declaradas entre as nações. 2 James B.1 5 2 . mas o julga­ mento dos ímpios será eterno. Aqueles que restarem após o juízo final virão e adorarão ao Senhor. Pritchard. 2 vols. 2. 2 4 3 . 84.. 2 5 5. 31 9 (julho de 1 9 2 3 ): 386. Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament.

1-5 2.30 A.1— 5. U m dia futuro de paz 2. Confiança tola 2. O Dia do S e n h o r 2. Orgulho requer juízo 2.22 . A raça humana é julgada. Adoração inaceitável LIO— 15 5.I — 31 1. Idolatria requer juízo 2.6-9 b.10-18 c.I 6— 20 6.6 1.5— 9 4. Povo rebelde 1. o SENHOR é exaltado 2. T ítulo: Isaías sob quatro reis I. U m chamado ao arrependimento I .1-4.I 2. Restauração através do juízo I .2— 4 3.6 -2 2 a.2 I — 31 B.Esboço de Isaías Juízo e Esperança 1 . Um a terra desolada 1. Judá: um povo rebelde I . Juízo de assombrar a terra 2.19-21 d.

1-30 1.1-16 a. Isaías é comissionado a um ministério difícil 6.6 C.7 I.1-7 a. U m cântico de amor 5. Um lamento triste 3. Deus oferece e promete um sinal 7.2-4 b. O cântico da vinha 5.7 2. Os Seis Ais 5.4-7 c.1-4. Juízo para as uvas bravas 5. Juízo bem merecido 3.1 1 -13 B.1-4 2.5. A confissão e purificação de Isaías 6.1— 12. Um a proteção nupcial 4. Síria e Efraim aliados contra Judá 7 . Isaías é chamado para um ministério difícil 6. A devastação de Judá 3. Judá e Jerusalém condenadas 3. U m dia de paz e restauração 4. Repreensões e promessas para Judá 7. A escolha entre bênção e desastre 3.1-3 b. As mulheres orgulhosas de Sião condenadas 3. A vinha e seus frutos 5.25.12 f. O sinal do Emanuel 7. O S enhor sentencia juízo sobre os líderes 3.1 -9 b. Um resultado do juízo 4 .26-30 O Deus Santo É Exaltado 6 . A visão que Isaías teve de Deus 6.1-13 1.2 b. Nações sob o controle de Deus trazem juízo 5.8-25 3.1. O mal de Judá é condenado 3.6 A.1 a. Durável até que apenas um remanescente permaneça 6 . A vinha explicada 5. O caos e a anarquia resultantes 3. O rei Acaz é desafiado a confiar em Deus 7.10.1— 9.8-10 4.2-6 a.16-24 h.26 i.11 e.8-9 d.14-16 .5-7 3. O Renovo e a proteção nupcial 4.1 4.10-13 c.3-6 c.13.14 g.3.

A Assíria como a navalha de Deus 7.17-25 b. Esperança para a Galiléia 9. O jugo da Assíria é quebrado 10. O Rei ungido pelo Espírito I I . Ais aos governantes injustos 10.20— 34 a.9-18 4.8-12 2.5 -1 1 b. Quatro razões para a ira de Deus 9.4 1. Deus usará a Assíria para trazer juízo 7 .1— 3 b.28— 32 d.17— 8.8 a. Um renovo dá fruto I I .33. Deus está no controle 10.13-17 3.1— 6 a. Como Deus estava com Israel 8.1-4 D.7 C. Deus punirá a Assíria no devido tempo 10.6 1.19-22 5.18-21 4. 4.4— 6 . A Assíria vem como uma inundação 8.12-19 2. O avanço assírio 10. 3.2. O Príncipe da Paz 9.24— 27 c.6— 9 U m novo êxodo I I . 5.I — 12.5-34 1.5-19 a.1-4 c.4.1-5 6. M aer-Salal-Hás-Baz 8.5-8 3. Louvor pela salvação 12.6. Juízo sobre o espiritismo 8.20— 23 b.5 A terra mudada pelo conhecimento do S enh or 11.I — 3 2. Juízo sobre o orgulho e a auto-suficiência 9. Assíria —a vara de Deus 10.8— 10. Assíria é usada sem saber 10 . Deixe o mundo inteiro saber 12.34 E. Esperança para o remanescente de Israel 10. Juízo sobre um povo extraviado 9. Assíria é usada e julgada 10. O Justo Juiz 1 1. A impiedade que consome por causa da ira de Deus 9.I 0— 16 U m dia de ação de graças para Israel e as nações 12. U m remanescente retorna ao Deus Forte 10.

I — 23 a.8 c.4— 11 a. Um dia quando as pessoas atentarão para Deus 17. A Assíria será esmagada na terra de Deus 14. O dia da ira do SE N H O R está próximo 13.1— 5 b.14 4. M oabe 1 5 .28— 32 3. A destruição de M oabe 15.9 d. A ira de Deus sobre a Babilônia 13. A destruição da Babilônia 13.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá 1 3 .23 1.9— I I d. Destruição súbita 17. Presentes trazidos ao S E N H O R 18. A colheita e a respiga 17.6 1.24— 7 2 2.11 6. A Filístia não escapará do juízo 14. Etiópia e Egito 18. O orgulho e a queda do rei da Babilônia 14.1— 3 5. Compaixão sobre Judá 14.1— 14.3— 8 c. Castigado por esquecer de Deus 17. Babilônia torna-se uma terra pantanosa 14. Um escárnio contra o rei da Babilônia 14.1 8 2 A.14— 22 2.18— 20 f. Israel é restaurada mas Babilônia é julgada I 4 .7.21— 23 B.1— 9 b. O orgulho de M oabe trouxe o desprezo 16. O remanescente de Jacó será pequeno 17.6— 13 c. M oabe contrastada com Sião 16.7 .1— 20.4— 6 b.12— 17 e. Juízo sobre muitas nações 14.6— 12 d.1— 5 c.14 1.1— 6 2.12— 14 C.10. Babilônia breve será subvertida 13. O rei da Babilônia carece de um enterro digno 14.1— 16.14 a.1— 2 b. Juízo sobre a Etiópia (Cuxe) 18. O Juízo por vir em breve 13.1— 22 a. Moabe será julgada dentro de três anos 16. U m dia de desolação 17. A recepção do rei da Babilônia no Sheol 14. Juízo sobre Damasco 17.24— 17.13.1— 3 .

9— 22 c. Um segundo cântico da vinha 27 . Cumprida a profecia da queda da Babilônia 2 I .12— 27.1— 15 4. Jerusalém julgada 22.1 Israel ferido para que possa dar fruto 27. Jerusalém será abatida 29. O 1.7— 13 E.1— 14 a.9— 14 .14— 23 C.3.I — 10 a.1— 14 5.23— 29 2.11. Isaías recebe notícias da queda da Babilônia 21.1— 6 D. Os seis ais 28.18 1. Juízo sobre a Arábia por vir em breve 21 . Juízo sobre o Egito 19.1 1. 2.12 3.13 U m cântico que expressa confiança 26.I — 5 b. O juízo prepara para um banquete m ilenial 25. a cidade de Davi 29 . A culpa de Jacó a ser expiada 27 . M anhã e noite para Edom 21.1— 18 Judá Merece o Juízo de Deus 2 4 . U m dia de castigo e cura para o Egito 19. Sebna e Eliaquim 22.1— 8 b.1— 29 a. Babilônia atacada 2 I . 3. a cidade desolada 24. O juízo prepara para o reinado de Deus em Jerusalém 24 .1— 33.1— 12 D.I — 23. Cumprimentos nos dias de Isaías 2 I .6— 10 2.1— 27. Ignorância e hipocrisia condenadas 29.1— 13 B.5— 8 c.16— 25 5.2— 6 b. Egito e Etiópia —uma falsa esperança 20 . juízo prepara para restauração e paz 26 . Os inimigos de Jerusalém serão frustrados 29. Lamentação sobre a ruína de Tiro 23.1 — 5 .2— 13 a. Os escarnecedores aprendem pelo método difícil 28.1— 4 b.1— I I Só Deus é digno de ser honrado 26. Ai de Efraim 28.15— 25 6. A sabedoria natural vem do SE N H O R 28. Os líderes bêbados 28.13— 17 4. A terra corrompida.1 0 3 A. Ai de Ariel.

2— 6 b.17— 4 2 2.1— 10 a. Ai daqueles que trabalham nas trevas 29 . A terra e o povo restaurados 35.7— 9 c.14 e. Pecadores aprendem uma lição 33.9 e. Juízo sobre todas as nações 34. Juízo até que o Espírito seja derramado 32.7 d. Quem pode habitar com um Deus santo? 33. U m chamado ao arrependimento 31. Os planejadores tolos 29.3. A tolice de confiar no Egito e não em Deus 3 I .27.28 e.29— 33 5.2— 4 2 a. Israel cantará quando o S enhor destruir a Assíria 30. Uma oração por libertação e a resposta de Deus 33.2— 35.1— 4 b. O p ró p rio D eu s p ro te g e rá Je ru s a lé m 3 1 .15. O deserto se alegrará 35.10 1.15— 4 2 a.I — 3 b. O SENHOR se levantará e julgará o inimigo 33. O Espírito derramado restabelecerá a paz 32.2 .17— 24 4.5 c. A destruição sobrenatural da Assíria 31.4 .1— 17 a.1.8. O controle de Deus sobre as nações 30. Ai dos povos rebeldes 30.18— 26 d.1— 33 a.15— 20 6.16 f. Confiar no Egito trará vergonha 30.2 a.6.15.9— 14 g. O Rei está vindo 33.I — 32.10— 13 d. Deus será gracioso e irá curar 30. Uma súplica que exalta a Deus 33. Juízo especial sobre Edom 34. Ai dos que buscam a ajuda do Egito 3 I .16 b. O propósito de Deus na história 33.1 F.1— 5 b. Uma viagem improdutiva a uma nação inútil 30.1— 8 f. A restauração que honra a Deus 29. A ira de Deus sobre as nações 34. O Rei justo 32. Ai da Assíria 33. A tristeza e angústia de Judá 33.5— 17 3.6— 17 c.

Deus volta-se para o seu povo 40. O Servo do S en h o r e a sua m issão 42.1— 2 2. Boas Novas para Judá e Jerusalém 40.1 2.2— 20 3.1— 37.1— 22 1.8 B.10— 13 . Ezequias mostra os seus tesouros 39. Encorajamento para pessoas que sofrem 35.22— 37.21 4.1 — 39.8 1.1— 9 4. Ezequias é restaurado 38. As cidades de Judá capturadas 36. Deus usa alguém do oriente 41.12— 31 B.1— 4 2.8 A. A grandeza de Deus contrastada com os ídolos 40.25 1.C.1— 11 2. 36. O Caminho Santo 35. As nações e os seus ídolos desafiados 41 .1— 31 1.5— 29 3. A oração de Ezequias e a resposta de Deus 37. Profetizada a morte de Senaqueribe 36. O exército de Senaqueribe é dizimado e Senaqueribe é morto 3 7 . O povo obedece a Ezequias 36. A embaixada de Merodaque-Baladã 39. A doença e a recuperação de Ezequias 38.1 2. Profecia de Isaías foi cumprida 37. O exílio babilônico profetizado 39. As ameaças de Senaqueribe 36.9 -3 8 1. Senaqueribe invade em 701 a.2 2 4 A.2— 22 D.9— 13 2.1— 8 1. As renovadas ameaças de Senaqueribe 37.14— 35 3.3— 7 c.8— 10 Ezequias e Senaqueribe 3 6 .3— 8 Conforto para Jerusalém e Judá 4 0 . U m cântico novo 42 .b.1 — 8 . A glória de Deus e o seu Servo 4 L I — 42. Uma sentença de morte 38.36— 38 C.

11 O Servo escolhido de Deus 49. Nenhuma esperança para Babilônia 47.5.1— 45. Jerusalém será habitada 44 .2 0 — 21 5. Deus assegura um alegre retorno 51.1— 13 c.25 a.12 1. O amoroso Salvador de Israel 43. Lembre-se do Fundador e da fundação 5 I .1— 13 2.8— 13 3. 5.22 A Redenção e o Servo Sofredor 4 9 .21— 45.14— 17 6. Nenhuma paz para os ímpios 48.18— 25 C. U m remanescente redimido é reunido 43.22 1. Israel cego e surdo 42. Servo traz restauração 49 .8— 26 O pecado de Israel e a falta de resposta 50.1— 3 O obediente Servo de Deus: o Messias 50.22— 28 5. O Espírito de Deus será derramado 44. As profecias testemunham pelo Deus verdadeiro 48 .25 1. Um novo êxodo da Babilônia 43 . O S e n h o r é superior às deidades da Babilônia 46 .14— 25 D.1 0 -1 1 B. Deus usará Ciro para restaurar Israel 45. O testemunho de Israel como servo de Deus 43 .1— 15 3.4— 9 A escolha: confie em Deus ou passe o tempo em tormento 5 0 . 3.1— 7 2.1— 52.1— 7 A restauração traz alegria 49 . A tolice da idolatria 44.13 5 A.1— 50. Deus julgará e guiará 42 .1— 48.6— 20 7. O 1.1 — 5 . O remanescente encorajado 5 1 .I — 8 2. A infidelidade de Israel 43 . 2.9— 16 . 4. Deus salvará Israel 45 .1— 19 4. U m mandamento para fugir da Babilônia 4 8 . A queda da Babilônia 46. Deus irá redimir e restaurar Israel 44.21— 28 b.14— 21 4.1— 5 6.

6— 9 A palavra de Deus trará alegria 55. Jerusalém será redimida 52.13 a. 3.13 O sofrimento espantoso 52.1— 12 C. Restauração e bênção para o arrependido 57.14.14— 21 a. 5.1.3— 6 d.7— 10 e. A bênção inclui eunucos e estrangeiros 56.10— 13 Glória para o Povo de Deus.15 O Messias menosprezado e rejeitado 53. 3.15 .17— 23 4. O cálice da ira de Deus escoado e removido 51.1— 8 2.11— 13 3.11— 15 Os servos de Deus serão justificados 54. 4.3. Bênção e juízo 56.1— 3 Sofrendo por outros 53. 2.1— 58.4— 6 5 .16.17 U m convite universal 55.1— 55. A idolatria não traz nenhum benefício 57.4— 8 A aliança de paz 54. O Redentor compassivo 54. sofrimento e a morte expiatória do Servo 52.9— 57.12 O Servo prudente será exaltado 52.14 1.1. A obra do Messias traz progresso e bênção 54.2 Uma aliança perpétua 55. 9. 8. 7 —9 6. Um a oferta aceitável pela culpa 53. M o r r e n d o p o r o u t r o s 5 3 . Prepare o caminho 57. Apóstatas advertidos a respeito do juízo 57.10— 12 D. Líderes estúpidos e gananciosos 56. O 1.13 1 .2 c.10 Jerusalém será restabelecida 54. 1 —3 2. 4. A idolatria persistente 57. Líderes ímpios e idólatras merecem juízo 56. Juízo sobre Outros 5 6 . Piores juízos virão 57.1— 66.9— 12 b.13— 53.14.24 A.3— 5 Deus perdoará livremente o arrependido 55. 7. 6.9. O p ro g re s s o ju b ilo s o 5 4 .

11 O contínuo interesse do M essias por Sião 62. O Salvador de Sião virá 62. 8. Sem justiça e sem paz 59. 4. A confissão. A adoração restaurada 60. 1 6 —2 1 Luz e glória vêm a Sião 60.12— 15 4 .1— 3 2.20. O propósito de Deus para transformar Sião 60.9— 15 a. 5.I — 63.12 O Sábado traz bênção 58. 6.1.4— 6 Alegrando-se na sua herança 61. Nenhuma paz para o ímpio 57. Filhos vindos de longe honram a Deus 60.1— 60.6 Ungido para pregar boas novas 61. Isaías confessa os pecados do povo 59.10— 63. 6.2 Jejum hipócrita 58.1— 3 6. Pecados reconhecidos 59.16— 19 c.10. Os estrangeiros reconstroem e honram a Sião 60. Conforto e paz para os que choram 57. 3. Os gentios restauram e servem a Sião 60.8. 5.15— 18 e.3— 5 Deus quer jejum do pecado 58.4— 2 2 a. O povo de Deus exibirá o seu esplendor 6 0 .21 Adoração hipócrita 58.13.7— 9 A alegria do M essias 61.9— 1 1 b.22 1. 2. A glória futura de Sião 62.6 .4.11. C. redenção e glória de Sião 59.1— 5 b.3 Resultados felizes 61. 7.10— 14 d.6— 9 c.2 Os sacerdotes do S e n h o r 61.1— 63. Andando nas trevas 59.9 c.4— 7 b. O 1. b. O pecado separa do Salvador 59.6— 10 Deus guiará 58.6 a. O p r ó p r io S e n h o r s a lv a rá 5 9 . Messias anuncia a sua missão 6 I .14 B. O S e n h o r prova o seu favor 62.4— 8 3.1.19— 22 5.

Misericórdia.15— 17 8.16 3. Corações endurecidos 63. Um a nova criação 65.1— 6 6. Deus é ainda o nosso Pai 63. alegria e juízo 65. O remanescente possuirá a terra 65.11— 16 4.8— 10 3. Jerusalém arruinada 64.17— 19 4.10— 12 E. bênção.1— 7 2.18— 24 .1— 66. O templo terreno e sua adoração são insuficientes 66.1— 9 5. A glória de Deus é vista 66. O juízo de fogo 66.7— 14 7. Louvor pela bondade de Deus 63.D.7— 15 2. A resposta graciosa de Deus 65. Isaías clama para Deus agir 64.24 1.12 1. A súbita ampliação de Sião 66. Deus julgará aqueles que o abandonaram 65.17— 25 5. Isaías ora por misericórdia e perdão 63.7— 64.

H c 2. a q u a l ele v iu a respeito de J u d á e J eru sa lém .Juízo e Esperança 1 . Este versículo é o título para a totalidade do li­ vro de Isaías. nos dias de U zias. Ez 7. reis de Ju d á . Judá: um povo rebelde I.1-5. Jotã o.10. hazab) é fre­ qüentemente usado a respeito de ver uma visão dada por Deus (como em Nm 24. O verbo “viu” (Heb.1 É chamado uma “visão” no sentido de que Deus a revelou a Isaías de um modo podero­ so e dramático. Jr 23. I Sm 3.I 7 .4. etc. “Sabendo primeiramente isto: . f i l h o de A moz.1.16. Dn I .I -3 I I. A caz e Hzequias.30 A. M q 3.TÍTULO: ISAÍAS SOB QUATRO REIS LI 1 Visão de Isaías.). Os 12.13.6. Aqui é usado para signifi­ car um recebim ento so b ren atu ral da p alavra reveladora de Deus. N a L I .3. 26.2. Ob I.

Por orgulho humano ele ousou oferecer incenso no altar de ouro —algo que somente aos sacerdotes era perm itido fazer. O Espírito Santo tornou as palavras de Deus “vividas. mas do Pai (Jo 14. Antes de morrer. pois ela foi e será a principal cidade a partir da qual Deus governa. Deus o condenou afligindo-o com lepra.20. mas apenas quando elas se rela­ cionam a Judá e Jerusalém. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem al­ gum. Uzias. Davi fixou este padrão de coregência em Israel. Se isto é verdade.10).21). muitos reis subseqüentes levaram um filho ao trono como co-regente para prevenir qualquer confusão semelhante. Igualmente. concre­ tas. então explicaria por que ele podia entrar e sair livremente do palácio. Isaías profetiza sobre outras nações. N ela estava o templo. Isaías teve um relacionamento vivo com Deus. Este é dirigido a Judá e Jerusalém. Jotão (um rei fraco) levou o seu filho Acaz ao trono como co-regente em 74 4 a.21). também chamado de Azarias (2 Rs 14. Por causa da época turbulenta. E é Jerusalém que comanda a atenção central.C.que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Estudos cuidadosos dos relatos bíblicos e a comparação com des­ cobertas arqueológicas indicam algumas superposições nos reinados dos reis mencionados no verso acima.21).2 Semelhante às palavras de Jesus. reinou de 790 a 739 a. U zias morreu em 739 e Jotão em 731. de modo . Jotão tinha permitido a Acaz liderar.C. as palavras de Isaías não eram só suas. M as em 750 ele entrou no Lugar Santo do templo. íntimas e reais” para Isaías. ele levou Salomão ao trono para dar fim às tentativas caóticas de outros para tomarem posse do trono. O nome “Isaías” quer dizer “Yahweh salva” ou “o Senhor é salva­ ção”3 e sugere o tema do livro. A tradição judaica diz que Isaías era aparentado com os reis de Judá. e no M ilênio o trono do Messias será ali localizado. e o seu filho Jotão assumiu o governo naquele momento (2 Cr 26. mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espíri­ to Santo” (2 Pe 1.

) A continuada turbulência também incitou Acaz a levar o seu filho. mas não poderia fazer nada para promovê-lo enquanto o ímpio Acaz ainda estivesse vivo. Isaías trouxe então a mensagem de Deus de morte e juízo.22. Ezequias pagou tributo para salvar Jerusalém.37).C. prometendo-lhe libertação da Assíria e mais quinze anos de reinado. Um a vida semelhantemente longa era incomum em uma época quando o perí­ odo médio de vida era menos de trinta e cinco anos. Ezequias.C . Ele considerou o seu co-reinado com o próprio pai como não digno de contagem.5 Isaías registrou a morte de Senaqueribe em 6 8 1 a. . Ezequias começou a contar novamente os anos do seu reinado. M as tais juízos de Deus eram condicionais. Porém. A tradição diz que Manassés prendeu Isaías amarrado em um tronco e o serrou ao meio (cf. Isto levou Senaqueribe a se insurgir contra ele em 701 a.C.16).6).C. Isaías e Senaqueribe se mantiveram vivos no reinado de Manassés. e viveu até 686 a.7 Se Isaías tivesse vinte anos aproximadamente quando começou a profetizar. nenhuma profecia de Isaías é clara­ mente identificada com o reinado de Jotão. Assim.4 Indubitavelmente. introduziu a idolatria e encheu Jeru­ salém com o sangue de mártires que resistiram àquela idolatria (2 Rs 21.que quando Uzias morreu e Isaías começou a profetizar. Deus o curou. ele cometeu o erro de que­ brar o tratado de Acaz com a Assíria.C.6 Manassés. voltou-se contra Deus. Deus deve tê-lo protegido até que fosse a hora da sua vida ser oferecida como a de Paulo (2 Tm 4. ele deveria es­ tar na faixa dos oitenta anos quando foi m artirizado. Quando Ezequias se arrependeu e orou. Acaz era então o atual soberano.C. (Veja quadro da cronolo­ gia. porém.) para reinar com ele. ao trono com ele em 728 ou 727 a. Ezequias queria o reavivamento.. Ezequias então levou o seu filho Manassés ao trono (em 696 ou 695 a. Quando Acaz morreu em 715 a. Assim. Hb 11. A sua recontagem foi provavelmente devido à grande celebração da Páscoa e ao reavivamento espiritual naquela época. p.

o povo da aliança. guiando-os. e p r e s t a o u v id o s . cf. Yahweh. e cumpridor da promessa. tinha apelado aos céus e à terra para testemunharem contra o povo quando ele colocou diante deles as bênçãos e as maldições da aliança (D t 30. Isaías começa com uma mensagem para Judá e Jerusalém.15. POVO REBELDE 1.6 é o Deus auto-existente. libertados pelo poder de Deus).22.28.o s .13. 31. Eles tinham esquecido que haviam sido . Dt 24.18. O burro sabe quem o comprou. voluntari­ osamente rejeitando o seu amor paternal e a sua orientação. Moisés. ensinando-os. m a s e le s p r e v a r i c a r a m c o n tr a m im . satisfazendo as suas necessidades. e esta­ belecendo o seu reino por intermédio deles. O SENHOR. está na posição enfática) tinham se “rebelado” contra Ele. 15.19. O boi sabe a quem pertence e quem lhe dá direção. o m e u p o v o n ã o e n te n d e. 32. iden­ tificam-nos como filhos redimidos. o manancial ou nascente da profecia israelita. ó céu s . Numa cena que é retratada como em uma sala de tribunal.1). e o j u m e n t o . 3 O b o i c o n h e c e o s e u p o s s u id o r . Eles já não agiam como um povo escolhido. apesar da provi­ são paternal e cuidado terno de Deus por seus filhos. M l 1. O fato de que “Israel não tem conhecimento” indica que eles já não tinham um relacionamento pessoal com Deus. aonde ir procurar comida e quem a provê (cf. m a s I s r a e l n ã o te m c o n h e c im e n to . tu ó ter r a .9 eles (o Heb. Que o povo não “entende” indica que eles não eram mais capazes de discernir o que é verdadeiro e direito. SI 77. Ele tinha “criado” os israelitas como seus filhos (Ê x 4. p o r q u e f a l a o S e ~ NHOR: C r i e i f i l h o s e e x a lc e i.6). um Deus justo e santo que fez os céus e terra apelava para que testemunhassem contra Israel.2-4 2 O u v i. a m a n je d o u r a d o s e u d o n o . Agora. o mantenedor ou guarda da aliança. Os animais domésticos que serviam às pessoas tinham mais senso que os israelitas.2.

Ele reflete o que Isaías viu na sua visão inaugural (cap. porém não resiste ao ataque. n e m liga d a s. d o p o v o c a r r e g a d o d a in iq ü id a d e d a s e m e n t e d e m a lig n o s . reputação e riqueza. s e n ã o f e r i d a s . 4 A i d a n a ç ã o p e c a d o r a . e ch a g a s p o d r e s . M as se tivessem até mesmo tanto bom senso quanto um boi ou um burro. Isaías responde com pesar clamando “A i” (Heb. Mas Israel rejeitou essas reivindicações. 6 D e s d e a p la n t a d o p é a té à ca b e ça n ã o h á n e le c o is a sã . b la s fe m a r a m d o S a n to d e I s r a e l. “Toda a cabeça está ferida” e “todo o coração” .3). Isaías se torna agora uma testemunha para as conseqüências do pecado de Israel. 3. 6) e enfatiza tanto o caráter de Deus como as suas reivindicações sobre Israel. d o s f i l h o s c o r r u p t o r e s ! D e ix a r a m o S e - NHOR. UMA TERRA DESOLADA 1. aparentemente pedindo por mais surra. eles nunca teriam se rebelado. boi. e in ch a ço s. n e m n e n h u m a d e la s a m o le c id a c o m ó leo. “O Santo de Israel” é um termo encontrado vinte e nove vezes em Isaías e só seis vezes no restante do Velho Testamento. “ah!”) para a nação pecadora e corrupta. v o lta r a m p a r a trá s. Eles se voltaram contra Ele. A nação está como uma pessoa que foi brutalmente assaltada por um ladrão. Deus queria que eles fossem um povo santo.redimidos e não mais reconheciam a Deus como a fonte da sua força. mas eles continuaram delibe­ radamente nas ações más dos seus pais e trataram o Santo de Israel com desprezo blasfemo. e se separaram dEle. n ã o e s p r e m id a s . Em vez de ser um povo santo eles são como um escravo chicoteado. Isaías pergunta por que eles querem ser sur­ rados novamente. e to d o o co ra çã o . se afastaram. Eles já não eram testemunhas para a glória de Deus. O culto aos ídolo pode também estar implícito (como em Ez 14.5-9 5 P o r q u e s e r ie is a in d a ca stig a d o s. f r a c o . rejeitando-o completa­ mente em uma total ingratidão. s e m a is v o s r e b ela r íeis P T o d a a ca b e ça e s tá e i f e r m a .10 A culpa deles é um fardo pesado.

e eles estão voluntariosa­ mente se dirigindo para um desastre mais extenso. a b r a s a d a s p e lo f o g o . “desde a planta do pé até à cabeça”. golpeando com aríetes. Nenhuma destas feridas está “espremida. o s e s t r a n h o s a d e v o r a m e m v o s s a p r e s e n ç a ..C.(inclusive a mente) está doente. O painel final mostra Senaqueribe no seu trono recebendo os . nem nenhuma delas amolecida [aliviada] com óleo [de oliveira]”. quando Senaqueribe destruiu qua­ renta e seis cidades de Judá. Como McKenna salienta: “Isaías nunca esquece que o pecado tem também dimensões sociais”. A terra de Judá está “assolada”: suas cidades “abrasadas pelo fogo” e seus campos “os estranhos devoram” na presença do próprio povo de Judá. Parece não haver nenhuma esperança por recuperação. Este retrata o cerco de Laquis. o qual não tem nenhum poder para fazer qualquer coisa a res­ peito disto. para substituir os 20 8 .0 0 0 prisioneiros que ele outrora tinha levado de lá. O corpo. está coberto com feridas abertas e supuradas. a v o s s a reg iã o . c o m o n u m a s u b v e r s ã o d e estra n h o s. o pensamento do povo e de seus líderes está errado e obstinadamente contrário à vontade de Deus. arcos e flechas. e subindo escadas para atacar a cida­ de.1 1 7 A v o s s a te r r a e s tá a s so la d a . mas para Babilônia. Arqueólogos descobriram um baixo-relevo de mais de vinte metros de comprimento adornando a parede de um quarto no palácio de Senaqueribe. Isaías agora lista as aflições específicas que Israel tem sofrido. nem ligada. O país está ferido e ninguém está ajudando.13 Esta peça mostra os soldados assírios com fundas. e e s tá d e v a s ta d a .12 Ele levou mais de 2 0 0 .0 0 0 prisionei­ ros. não para a Assíria como alguns têm admitido. A única situação histórica a que estas descrições correspondem é a da invasão assíria de 701 a. lanças. uma cidade situada apro­ ximadamente quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. a s v o s s a s c id a d e s. Em outras palavras.

cativos e o espólio de Laquis. Este baixo-relevo pretendia aparentemente chamar a atenção à sua captura de quarenta e seis cidades fortificadas de Judá. o Deus dos exércitos do céu.I 5 10 O u v i a p a la vra do SENHOR. vós p r ín cip es de Sodom a. com o cida de sitiada. ADORAÇÃO INACEITÁVEL I . Se Ele não tivesse feito assim.I 0 . 36 e 37 para mais detalhes das campanhas de Senaqueribe). com o a ch ou pan a no p epin al. Israel tinha se torna­ do como os príncipes de Sodoma e como o povo de Gomorra. e era . lim itou a destruição para salvar Jerusalém. M as ela foi deixada insegura. teria sido uma ruína completa “como Sodoma” e “como Gomorra”. com a intenção adicional de desviar a atenção do seu fracasso para tomar Jerusalém (veja v. Isaías compara isto às estruturas temporárias — galhos e tapetes ou estaca e toldo — que fazendeiros montam nos campos para vigiar as colheitas. p resta i o u v id o s à lei do nosso D eu s. Eu calei a Ezequias como um pássaro em uma gaiola”15 (Veja Caps. Sua inscrição chama Senaqueribe de “o rei do universo”. seu rei. M as houve sobreviventes. vós. que eu trouxe em submissão aos meus pés14 . 9 Se o SENHOR d os E x ército s n o s n ã o d eix a ra a lg u m r e m a n e s ­ cen te.. j á corn o S o d o m a se r ia m o s e sem elh a n tes a G om orra . Agora Isaías se volta para as pessoas cujo pecado e rebelião foram os responsáveis por Deus perm itir a devastação. o Deus pessoal de Israel. Em seus “Anais”. Pela misericórdia de Deus Jerusalém não foi capturada.. Senaqueribe colo­ cou isto deste modo: “Eu devastei a ampla província de Judá. 4. * E a filh a de Sião se f i c o u com o a cabana na vinha. E eles ainda poderiam ser salvos. o forte e orgulhoso Ezequias. 8). ó p o v o de G om orra. Yahweh. Senaqueribe não era responsável por alguns sobreviventes esca­ pando da devastação.

Os pagãos ao redor deles acreditavam que os seus deuses precisavam de sacrifícios e que os sacrifícios continuamente oferecidos aumentavam a possibilidade dos seus deuses responderem às suas orações. O “sangue de bezerros. de bodes” era coloca­ do no altar como uma expiação —um resgate pago pelo seu perdão e libertação. A adoração deles não era genuína. qu em re~ q u er eu isso de vossas m ãos. nem de bodes. Tudo o que eles estavam fazendo era desgastando o chão do átrio do templo pelo seu ato de “pisar”. diz o S e n h o r ? J á estou f a r t o dos holoca u stos de ca rn eiro s e da g o r d u r a de an im a is n édios. Praticado sem sinceridade os sacrifícios eram uma abominação a Deus. faltando alguma comunhão amorosa verdadeira com Ele. que viésseis p isa r os m eu s á trios? Tendo em vista que os seus corações não estavam buscando a Deus em fé e obediência. Em vez de obedecerem a Deus. o in cen so é p a r a m im abo~ . A “gordura” era uma expressão de dar-lhe o melhor deles. o ininterrupto aglomerar no templo não era o que Deus queria. A multiplicação destes sacrifícios fez Deus ter ânsia de vômito. 13 N ão tragais m a is oferta s debalde. de cordeiros. M as o Deus que fez os céus e a terra não precisa de nada. n em de cord eiros. 11 D e qu e m e serv e a m im a m u ltid ã o de vossos sa crifício s. 12 Q u a n d o v in d es p a ra com p a recerd es p era n te m im . e não f o l g o com o sa n gu e de bezerros.merecedor da mesma destruição como Sodoma e Gomorra. Foi so­ mente a graça de Deus que preservou um remanescente. Ele concedeu os sacrifícios da Lei para o benefício de seu povo —como um meio de restabelecer a comunhão com Ele e como o primeiro passo para caminhar com Ele. Este precisa­ va escutar a lei de Deus (Heb. Ele detesta religião quando esta é apenas uma formalidade e cerimônia. torah. Era pretendido que os “holocaustos” expressassem a exaltação de Deus e a dedicação à sua vontade. “instrução”). as pessoas estavam simplesmente multiplicando os seus sacrifícios a Ele.

Em vez de serem uma alegria para Ele e uma bênção para o povo. p o r q u e a s v o s s a s m ã o s es tã o ch e ia s d e s a n g u e. e s c o n d o d e v ó s o s o lh o s. e a s v o s s a s so le n id a d e s .1— 44). os sábados sagrados semanais e anuais (Lv 23. j á e s to u c a n s a d o d e a s so frer . Mas Deus os via como “iniqüidade”.. e o s sá b a d o s. Mãos estendidas com as palmas para cima em uma atitude de submissão e desejando receber algo do Senhor.m in a ç ã o . já não expressavam amor e dedicação a Ele. n em m e s m o o a ju n t a m e n t o s o le n e : Deus lhes ordenou que parassem as “ofertas debalde” ou ofertas vãs. Enfaticamente. e Ele não podia suportar suas atividades religiosas. 13 P e lo q u e. e a c o n v o c a ç ã o d a s c o n g r e g a çõ e s . n ã o p o s s o s u p o r t a r in iq ü id a d e. 14 A s v o s s a s F esta s d e L u a N o v a . essas festas religiosas tinham se tornado “pesadas” como um fardo que Deus estava “can­ sado de as sofrer”. n ã o a s o u ço . As celebrações na época da lua nova. de modo que Ele os aborrecia. porque Ele via os seus corações. adoração que era mera formalidade ou pretendida para persuadir Deus a deixá-los continuar em seus próprios caminhos obstinados. sim . O incenso tornava o átrio do templo perfumado. Deus não pode ser subornado ou enganado. a s a b o r r e c e a m in h a a lm a . as “convocações” (ou assembléias).. Deus não pode olhar com favor em tais falsas ações. os festivais de “lua nova” e as “solenidades” de Levítico 23 não mais honravam a Deus. e ta m b é m a s F esta s d a L u a N o v a . o que sugere que todas as suas atividades de adoração fossem repulsivas a Deus. . mas isto era repulsivo a Deus. q u a n d o e s t e n d e is a s m ã o s . ajuntamen­ to solene”) como “jejum e preparação ritual”. A Septuaginta traduz a última parte do verso ( “iniqüidade. tudo era pretendido para ser santo. j á m e s ã o p e s a d a s . q tia n d o m u lt ip lic a is a s v o s s a s o ra çõ es . não significavam nada quando as pessoas realmente estavam buscando o seu próprio cami­ nho e rejeitando o ensinamento de Deus.

mas têm que ajudar o oprimido. 11 A prendei a fa z e r o bem .6— .2 0 16 L a va i-vos.I 6 . Fazer o que é “reto” significa fazer o bem a outros. mas não é o bastan­ te. tratai da cau sa das viú vas. Eles têm que se lavar. Deve ser um arrependimento sincero que faz uma clara ruptura com os atos e hábitos pecaminosos. M as o lavar deve ser mais que um símbolo ou forma vazia. Mais importante ainda. Esta expressão notável descreve como as pessoas estavam oprimindo o pobre e usando de violência para adquirir o que elas queriam. Eles devem aprender a praticar “o que é reto”. Isto deve ser seguido por boas ações. M q 6.T g 1. a ju d a i o o p rim i­ do. Abandonar o pecado e o mal é o primeiro passo. Fazer “justiça” significa proceder honesta e eqüitativamente. Mas Deus fala para Israel que eles têm uma parte a realizar. tirai a m a ld a d e de vossos atos de dia n te dos m eu s olhos e cessa i de f a z e r m al. 13. Então eles poderão ser capazes de cessar “de fazer m al”. 5. p u r ifica i-v o s . pois Deus vê o coração. p ra tica i o qu e é reto. significa defender ativamente aqueles que não podem se defender: especificamente os órfãos e as viúvas. os quais não tinham ninguém para defendê-los e que eram freqüentemente as vítimas de esquemas e fraudes (cf SI 85. Ainda havia esperança. f a z e i ju s tiça ao ó f ã o . Também tem que incluir uma mudança interna. U M CHAMADO AO ARREPENDIMENTO I .M ultiplicar orações não consegue chamar a atenção de Deus quan­ do as mãos estão “cheias de sangue”. Eles não têm só que cessar da opressão e corrigir os opressores. Isto também significa evitar prejudicar a outros e fazer provi­ são para as necessidades dos desafortunados. As orações ainda poderiam ser ouvidas. mas as mãos estendidas em súplica deviam ser lavadas.27). As pessoas deviam perceber a sua condição e clamar como Davi fez no Salmo 51. o “fazei justiça” de Deus.8— Am 5.24. 8 . Davi pediu para Deus lavá-lo de toda a sua iniqüidade e purificálo do seu pecado.

O S e N H O R fa lo u is to . vamos fazer algo a respeito disto”. e le s s e t o r n a r ã o b r a n c o s c o m o a n e v e . eles ficarão tão brancos quanto o branco mais claro. A c o n tin u a d a re c u s a e re b e liã o s ig n ific a ria m q u e e m v e z d e c o m e ­ re m o f r u t o d a su a te r r a . e a r g ü i. Esta exortação con­ tinua nos versículos seguintes. Embora os invasores estrangeiros estivessem comendo o fruto da terra. o verda­ deiro arrependimento asseguraria que Deus tornaria possível ao seu povo que desfrutasse novamente dos seus frutos. c o m e r e is o b em d e sta terra . A promessa de Deus para lim par e renovar os seus corações e mentes está condicionada sobre a obediência de boa vontade (à ali­ ança ou concerto).m e . a Deus. s e r e c u s a r d e s e j v r d e s r e b eld es . Agora o SE N H O R resume as suas palavras que começaram no ver­ sículo 10. a in d a q u e s e ja m v e r m e lh o s c o m o o c a r m e s im . um branco que é branco por sua natureza. a e s p a d a ( d o s a s s írio s ) o s c o m e ria .1 1— eles poderiam retornar para casa. en tã o . e 32. Como o Filho Pró­ digo de Lucas 15. s e t o r n a r ã o c o m o a b r a n ca lã. a in d a q u e o s v o s s o s p e c a d o s s e ja m c o m o a e s c a r la ta . “Vinde. e a su a a u to r id a d e d iv in a e s tá p o r trá s d a s u a p a la v ra . s e r e is d e v o r a d o s à esp a d a . e argüi-me” é um termo legal que faz parte da cena de um tribunal. mais alvos do que a neve ou a lã. ou confessarem. Ê pressu­ posto que se eles admitirem isto. p o r q u e a b o ca d o SENHOR o d isse. Ele pode significar o seguinte: “Vamos ces­ sar os argumentos. Eles têm que fazer o que Deus pede que façam. então. 19 S e q u is er d es. d iz o S e n h o r . indicando que a própria natureza deles seria mudada pela graça de Deus. Deus está to­ mando a iniciativa. . receber as suas bênçãos.IS V inde. Eles têm que fazer mais do que falar sobre a sua situação. Os pecados deles são realmente “como a escarlata” —o tipo de tom mais profundo do vermelho —numa referência que apontava de volta para as mãos sangrentas do versículo 15. 20 M a s. e o u v ir d e s .

15). 7. O Evangelho. A degeneração do povo de Sião é comparada à “escória” —miné­ rio que não tem mais nenhum metal precioso em si e é de nenhum valor.2 I-3 I 21 C o m o s e f e z p r o s t it u t a a c id a d e f i e l ! E la q u e e s ta v a ch eia d e r e t id ã o ! A j u s t i ç a h a b ita v a n ela . h o m icid a s. Os habitantes de fato tinham se tornado “homicidas”. o teu v in h o s e m is t u r o u c o m á gu a . 22 A tu a p r a t a s e t o r n o u e m e s c ó r ia s . a g o ra . Nós podemos ter a vida eterna ou a morte eterna (Jo 3.1. RESTAURAÇÃO ATRAVÉS DO JUÍZO I. que tem sido m isturada com tanta água que está imprestável.8) Nós vemos o mesmo contraste no Novo Testamento (I Jo 3. Nós não podemos amar a Deus e nos agarrar ao mes­ mo tempo ao nosso pecado. a bebida comum dos filisteus). 6. os seus procedi­ mentos injustos entre cada um deles. Considerando que “justiça” e “reti­ dão” tinham uma vez marcado as relações de seu povo.14. Deus continua sua causa contra Jerusalém. m a s.5.16 Que contraste com o Deus que os amava e lhes convidara a que o amassem! (D t 6. E comparada mais adiante a “vinho” misturado com água (ou o Heb. 23 O s t e u s p r í n c i p e s sã o r e b e ld e s e c o m p a n h e ir o s d e la d r õ e s . que no tempo de Davi tinha começado como uma “cidade fiel”. Agora havia se tornado como uma esposa que tinha se rebaixado ao nível infiel de uma prostituta. Esta corrupção traz uma lamentação sobre a cidade. e n ã o ch ega p e r a n t e e le s a c a u s a d a s v iú v a s . exige uma escolha. n ã o f a z e m j u s ­ tiç a a o ó ifã o . igualmente. A corrupção de Sião tem resultado da deslealdade do povo para com Deus. . Não há nenhum lugar intermediário. e da rebelião e das práticas cor­ ruptas de seus governantes. agora a sua conduta tinha afundado ao mais baixo nível possível. pode significar cerveja.O povo tem que fazer a escolha: obedecer e comer ou rebelar-se e ser comido. ca d a u m d e le s a m a o s s u b o r n o s e c o r r e a p ó s s a lá r io s .16).

O s “p rín c ip e s ”. E les eram covardes e tiran o s. c o m o e r a m d a n tes. d a m esm a m an eira q u e o m e ta l é refin ad o e su a escó ria (im p u re z a s in ú te is ) é rem o vid a. A m ão de D eu s a ta c a rá n o vam en te.m e . A q u e le s q u e têm o p rim id o o d esam p arad o tê m p ro ce d id o d e m o d o tão r u im q u e E le ag o ra os co n ­ sid era — u m segm en to d o seu p ró p rio povo — seus in im ig o s. D eu s te m sid o p acien te. co n tu d o n a su a ira h á ta m b ém g raça. en fa tiz am as suas reiv in d icaçõ es e a sua a u to rid ad e . c o m o a n t ig a m e n t e . P o rém .e i to d a a im p u re z a . “C a d a u m d eles am a os su b o rn o s” em vez de am ar a ju s tiç a e as p esso as. . os ó rfão s e as viúvas (fre q ü e n te m e n te ch am ad o s d e v ítim as n a B íb lia). S e u ju íz o p rete n d e refin ar e p u rificar. “P o rta n to ” in d ic a q u e D eu s fará alg o so bre a situ ação . E les eram “ co m p an h eiro s de la d rõ e s ”.e i d o s m e u s in im ig o s . en tã o .t e . q u er dizer. p o rq u e ab so lv eriam os lad rõ es p o r u m su b o rn o .e i a c e r c a d o s m e u s a d v e r s á r io s . A o o b ra d o c a stig o d e D e u s c u lm in a r á e m restau ra ção . c id a d e f i e l . sobre aqueles q ue tin h a m o p rim id o o d esam p arad o . O s ju iz e s e co n se lh e iro s (o u líd e re s a d m in is tr a tiv o s ) serão re s titu íd o s . e t i r a r . o F o rte de Isra e l” . E le ag o ra revela o ju íz o q u e estas c o n d içõ es ex igiam . te c h a m a r ã o c id a d e d e j u s t i ç a . o S e n h o r d o U n iverso . d iz o S e n h o r D e u s d o s E x ér cito s . 25 E v o lt a r e i c o n t r a ti a m in h a m ã o e p u r i f i c a r e i in te ir a m e n te a s tu a s e s c ó r ia s . p o is isto in tro d u z o p ro cesso de p u rific aç ão do seu povo do s p ecad o s deles. q u e ad m in istra v am os vário s escritó rio s estatais e a g iam co m o ju iz es que d e c id e m os p ro cesso s. e. 24 P o r ta n to . 26 E te r e s t i t u i r e i o s t e u s ju i z e s . E le é u m a P essoa d iv in a. O s p rín cip es recusavam d e ix ar u m a viúva tra z e r o caso d e la à ju stiça. o F o rte d e I s r a ­ el: A h ! C o n s o l a r . e o s te u s c o n s e lh e ir o s . o SE N H O R [ YahweFjT o d o -p o d e ro so . e v in g a r m e . m as ag o ra a ira dE le trará san ta vingan ça sobre os seus in im igo s. eram “reb eld es” co n tra I )eu s. co m eçan d o a sua o p ressão co m os m ais fraco s e os m ais d e sam p arad o s. O s três títu lo s div in o s — “o S e n h o r \_há’ad on j.

23). 2. mas uma cidade justa e fiel. No fim o descrente. destruído” (por forças de fora de Israel) e “perecerá” (devido à sua própria falência espiritual interior).2. Dt 12. Os “carvalhos” sagrados e os “jar­ dins” eram lugares onde eram observados ritos pagãos em uma reli­ gião que envolvia adoração da natureza e cultos da fertilidade (cf. O reino norte de Israel tinha estado envolvido com eles e agora eles eram comuns em Judá. como Ele era antes do tempo do rei Saul. 29 P o r q u e v o s e n v e r g o n h a r e is p e lo s c a r v a lh o s q u e c o b iç a s te s e s e r e is c o n f u n d i d o s p e lo s j a r d i n s q u e esco lh estes. 27 S iã o s e r á r e m id a c o m j u í z o .nenhum rei é mencionado porque o SE N H O R é para ser o seu Rei. No dia de juízo futuro.25). Esta é a meta de Deus e terá seu cumprimento completo no M ilênio.17 . Eles serão fiéis a Ele. A idolatria sempre esteve envolvida no pecado de rebelião de Isra­ el. Isto implica que eles viverão em harmonia com uma preocupação pelo bem-estar uns dos outros. “será. O povo futuro de Sião deve ser o remanescente purificado e redimido que foi convertido ao Senhor. Os transgressores que rejeitam a autoridade dos ensinos de Deus e os pecadores que violam a lei de Deus serão removidos de entre o povo pelo fogo purificador (veja v. e o s q u e d e ix a r e m o S e n h o r s e r ã o c o n s u m id o s . o pecador que escolhe persis­ tir em pecado o receberá igualmente. O povo ainda pode escolher entre servir a Deus ou se rebelar contra Ele. Os seus atributos de “justi­ ça” e “retidão” os caracterizarão. I Rs 14. Jeru­ salém já não será uma prostituta.s M a s o s t r a n s g r e s s o r e s e o s p e c a d o r e s s e r ã o j u n t a m e n t e d e s t r u íd o s .. os pecadores serão confundidos e humi­ lhados porque os seus falsos deuses não lhes poderão ajudar a esca­ par dos castigos dos seus pecados.. e o s q u e v o lta m p a r a ela . o pecador. c o m ju s t iç a . Embora o julgamento de Deus seja dirigido contra o pecado.

O neopaganismo não pode esperar nada diferente.30 P o r q u e s e r e is c o m o o c a r v a lh o . Jotão. o ele­ mento transgressor —príncipe e súdito semelhantemente —tem se­ meado as sementes da sua própria destruição. a o q u a l c a e m a s f o lh a s . 31 £ o f o r t e s e t o r n a r á e m e s to p a . e c o m o a f l o r e s t a q u e n ã o te m á gu a . eles serão consumidos junto com a sua própria maldade. Quais são as principais coisas que sabemos a respeito de Uzias. e a m b o s a r d e r ã o ju n t a m e n t e . com os quais Deus comparava freqüentemente o seu povo (N m 24. Nada interromperá a destruição. Todos esses tais líderes ou príncipes serão como “estopa” —combustível para o fogo que eles próprios atearam! Esses líderes ímpios não serão parte do remanescente que sairá do fogo purificado.14 .29). e a s u a oh ra . Assim. O “forte” é o líder que buscou receber força e poder a partir da adoração de falsos deuses. Isto antecipa o lago de fogo que João viu (Ap 20 . Os 14). o destino deles será o das coisas mundanas nas quais eles tinham escolhido confiar. Quão irônico que o homem “forte se tornará em estopa. e Ezequias? 2.15 ). SI I. e sua obra. será muito tarde. e n ã o h a v e r á q u e m o s a p a gu e. em faísca”. toda a nação sofrerá e murchará (v. Ao invés. Acaz. Jr I I . Em contraste com a árvore e o jardim irrigado. Deus rejeita as práticas pecadoras de qualquer cul­ to ou falsa religião (não im porta qual o bem que eles possam tam­ bém fazer). Por que Deus chamou os céus e a terra para testemunharem con­ tra Israel? O que eles tinham visto? 3. Em escolhendo o paganismo. Uma vez que Deus traga este juízo.6. De que maneiras Israel tinha se tornado como Sodoma e Gomorra? 4. e m f a í s c a . QUESTÕES DE ESTUDO 1. Que esperança ofereceu Deus ao povo? .

2 S.). O hebraico escreve som ente as consoantes Y H W F I.CITAÇÕES 1 Edward }. (R io de Janeiro. “T h e Biblical Period”. Isto pode vir de um a antiga form a “do verbo hebraico que sign ifica ‘to rn ar’. (G rand R apids: W m . T hiele.. McKenna. 4 W illiam Foxwell A lbright. (' H obart E. Isaiah Z 9 (N ova York: M acm illan Co. 19 69 ). Charles. W idyapranaw a. em The Apocrypha and Pseudepigrapha o f the Old Testament (O xford. An H istórical Survey o f the Old Testament (N utley. ‘estar presente’ (. ed. 5 Edwin R . 9 O plural indica a responsabilidade individual de cada israelita para com Deus o Pai. 3 David L. Young. 64. H . 8 Estudiosos têm debatido a respeito do significado do nome divino Yahweh. 41. R ussell E. 2 :1 5 5 -6 2 . 7 Ver R obert H . The Book o f Isaiah. 19 90 ). 3. B. B. 1 9 6 2 ). RJ: CPAD. 55. ed. 1. 1.. 1 9 6 6 ). H orton. 176. 143. Isaiah 1-39. Freeman. Isto é um a declaração de que D eus é um ser autoexistente (o EU SO U ou EU SE R E I).. Eerdmans. N. 19 4 9 ). 144. W ord Books. ‘acontecer’.27 -29 . “O Deus U nico e Verdadeiro”. 1 9 8 3 ). . Stanley M . 193. Os seus pecados haviam quebrado a relação do concerto. Inglaterra: Clarendon Press. 3 vols. em Teologia Sistemática. um termo norm alm ente usado a respeito dos gentios. 2 8 1. 11 McKenna. 1 9 9 3 ). Eerdmans. em The Jews. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . 19 13). M errill. The Mysterious Numhers o f the Hebrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Eugene H . 1 9 9 6 ). An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press.J. 10 O hebraico goy. 1 9 6 9 -7 2 ). Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. 51.42. Isaiah 1— em The Communicators Commentary (D allas: 39. “T he M artyrdom o f Isaiah”. -3 13 U m a cópia de tamanho integral deste relevo pode ser vista no M useu O ri­ ental da Universidade de Chicago. 12 John M auchline. que faz todas as coisas existirem e escolheu estar fielm ente presente com um povo que Ele cham ou para S i”. Joyner. ed.: C raig Press. rev.

2 vols.1-4. 66 . Judá não tinha aprendido a lição do juízo de Deus sobre o reino norte de Israel. Ele continua a mostrar as vantagens da obediência.1-5 1 Visão qu e teve Isaías.1 7 . Inimigos idólatras os cercavam nos dias de Isaías.6 I. 15 Ibid. que muitos acreditam foram as profecias iniciais de Isaías. M as a grandeza do privilégio será completamente realizada na era milenial. n os ú ltim o s dias. B. a respeito de J u d á e de J eru sa lém : Este título é provavelmente para os capítulos 2 até 12. "'C f. Jeremias 3. Outros pensam que o título é para 2. Os versículos 2 a 4 estão repetidos em M iquéias 4. O Dia do S e n h o r 2. UM DIA FUTURO DE PAZ 2. 1 9 2 6 -2 7 ). quando “o . 17 Ver também 57. e co n co rrerã o a ele todas as nações.3.H D aniel D avid Luckenbill..1 O capítulo 2 começa com o futuro desejo universal para saber a verdade de Deus e chama a atenção aos privilégios presentes de Judá como os recebedores exclusivos da revelação divina. 2 £ a con tecerá. Israel.1 a 4 com algumas variações que o Espírito Santo inspirou para o benefício da audiência rural de M iquéias. Oséias 4. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Israel desfrutou o privilégio de adorar o SE N H O R em Jerusalém.1 até 4. 13.1 — onde Oséias vê pecados semelhantes no reino norte de 2. q u e se f i r m a r á o m o n te da C asa do S e n h o r n o cu m e dos m o n tes e se ex a lçará p o r cim a dos ou teiros. 2 :2 4 0 . f i lh o de A moz.6 . 2:3 2 7 . 65.5. os juízos advindos por causa de desobediência ou indiferença. 2 4 . e a certeza do triunfo da palavra de Deus. Ancient Records o f Assyria and Babylonia.6.

6.15). diretamente ao norte da Sião de Davi. A palavra “Lei” (Heb. mas considerada parte desta. e inclui toda a Palavra inspirada de Deus. Isaías retrata a futura preeminência desta figura­ tivamente por sua exaltação sobre o resto das montanhas da terra — incluindo todos os lugares altos onde os pagãos cultuavam e onde os israelitas freqüentemente cometiam seus deslizes (cf.monte da Casa do SE N H O R ” será exaltado e o mundo inteiro quererá dirigir-se para Jerusalém.32).8— 11). Jerusalém será o centro para a propagação da sua Palavra. s u b a m o s a o m o n t e d o S e n h o r . 3 E v i r ã o m u i t o s p o v o s . e a n d e m o s n a s s u a s v e r e d a s . Também é um cumprimento da promessa dada a Abraão de abençoar a todos os povos sobre a terra (Gn 12. Deus agora está atraindo a Si os povos (cf. Esta expectativa de conversão dos gentios é uma parte importante da pro­ fecia do Velho Testamento (Is 40.12. Deus os atrairá poderosamente a Jerusalém em um grande fluxo. e d e J e r u s a l é m a p a la v r a d o S e n h o r . Ag 2.7.20— 22. a conversão dos gentios tem um cumprimento prelim i­ nar na presente era da Igreja.18). O Espírito Santo está sentenciando-os e convencendo-os (Jo 16.3. e d ir ã o : Vinde. M as a promessa terá seu cumprimento comple­ to no M ilênio. 14. Jo 6.2 . At 9. à ca sa d o D e u s d e J a có . p o r q u e d e S iã o s a ir á a lei. uma elevação de cerca de 7 3 0 metros. Jr 3. Am 9.44. 12. Deus fará os gentios de muitas nações se encorajarem uns aos outros para subirem a Jerusalém para buscar o SE N H O R . Assim. onde o Evangelho está sendo espalhado ao redor do mundo. Com essa exaltação virá a conversão dos povos de todas as nações. e fazê-los a base das suas vidas enquanto andam “nas suas veredas”.9). Desse modo.16. p a ra q u e n o s e n s in e o q u e c o n c e r n e a o s s e u s c a m in h o s . aprender os seus caminhos. 22. Então o mundo inteiro será unido sob o comando de Jesus ressuscitado e glorificado (Is 11. não era muito alta.17. cf.2). torah') é melhor traduzida como “ensino” ou “instrução”.17. Zc 8. 4 5. A colina do templo. Ez 40.

Jacó nem sempre viveu à altura de seu novo nome. um nome que Esaú enfatizou. Deus confirmou o novo nome depois (Gn 35 .10 para uma reversão das imagens de Isaías aqui.3). O nome “Jacó” teve o significado prim ário de “apanhador de calcanhar” por causa das circunstâncias do seu nascimento (veja Gn 2 5 . n em a p r en d erã o m a is a g u e r r e a r . simbolizando uma vida plena de paz. Ele introduz o futuro para reforçar a mensagem de Deus para o presente. Jr 9. ele exorta a casa de Jacó (que realmente não merece o nome “Israel”) a vir e “andar na luz” dos ensinos e das bênçãos do SE N H O R .1 0 ). (Veja J1 3. e m f o i c e s . A mensagem primária de Isaías. cf.4 E ele ex e r cer á o se u ju íz o so b re a s n a çõ es e r e p r e en d er á a m u ito s p o v o s. assim como a de todos os profe­ tas. Ele decidirá qualquer disputa entre nações ou indivíduos.2 6 ). N o entanto. Isaías vai de um lado para o outro entre o futuro e o seu próprio tempo.) 5 Vinde.2 8 ). o mundo tem que primeiro sofrer grandes juízos. Os ins­ trumentos de guerra serão reciclados em instrumentos de agricultu­ ra. . fazendo dele o lutador de Deus e o príncipe de Deus. ó ca sa d e J a có .4). era ao seu próprio povo de seus dias. isto é. significando que ele “luta com Deus” ou “Deus luta” ou “Deus governa”. Assim. e tampouco o fez a nação de Israel. I Jo 3. Também tinha o significado de “suplantador” ou “en­ ganador” (veja Gn 2 7 . n ã o lev a n ta r á esp a d a n a çã o co n tr a n ação. Os povos de todas as nações farão isto algum dia. Contudo. os juízos da Grande Tribulação. A era milenial será um tempo de paz porque o SE N H O R será o Juiz soberano. e estes co n v e r te r ã o a s s u a s esp a d a s em e n x a d õ e s e a s su a s lan ça s. Eles têm a oportunidade e o privilégio de fazerem isto agora3 (Cf. indicando que o Reino será introduzido atra­ vés de juízo.3 6 . N a luz das bênçãos futuras da palavra profética de Deus. O Anjo do S E N H O R m udou o nome dele para “Israel” (Gn 32 . e a n d em o s n a lu z d o S e n h o r . provendo perfeita liberdade da guerra e de todo conflito.

. Ex 23 .1. riqueza e idolatria. Eles já não estavam confiando no SE N H O R . 1 E a s u a ter ra es tá ch eia d e p r a ta e o u ro .2-4). O orgulho e a confiança em coisas materiais continuou sendo um problema no reinado do rei seguinte. tomado emprestado dos filisteus no oeste. Idolatria Requer Juízo 2. p o r q u e s e en ch e­ r a m d o s c o s t u m e s d o O r ien te.5). Durante o tempo da prosperidade. O seu filho Jotão serviu ao S e n h o r (2 Cr 27. eles estavam seguindo su­ perstições ou “costumes do Oriente” (Assíria e Babilônia) e prati­ cando adivinhação como “agoureiros” (proibidos por Lei. veja também 2 Rs 16. Isaías não condena a riqueza em si. mas Acaz. M uito desta riqueza veio através da opressão ao pobre.6— 9 6 M a s tu d e sa m p a ra s te o teu p o v o .5. Israel estava menosprezando o privilégio de ser o povo escolhido de Deus4 e estava imitando as nações pagãs ao seu redor como substitutivo. o rei Uzias ficou poderoso.2.6-22 a. Dt 18. ta m b ém es tá ch eia d e c a v a lo s a s u a terra . se voltou à idolatria (2 Cr 28 .6). A riqueza que encheu a terra aponta para a prosperidade desen­ volvida durante o reinado de U zias e indica que esta profecia foi proferida antes da guerra siro-efraimita nos dias do rei Acaz ( 7 .16 ). Ezequias.2. 0 SENHOR É EXALTADO 2. A RAÇA HUMANA É JULGADA. e n ã o têm f i m o s s e u s tes o u ro s. O pro­ blema ficou pior pela fé deles na riqueza e pela confiança nas coisas materiais que eles poderiam comprar. filho de Jotão.10. Em vez de confiar no SENHOR. e sã o a g o u r e ir o s c o m o o s filis t e u s . Deus esta­ va a ponto de abandoná-los. mas o orgulho o conduziu à queda (2 Cr 2 6 .32 ). eles estavam confiando em cavalos. Nos dias de Isaías. Por causa disto. Como os pagãos. a ca sa d e J a c ó . e s e a s so cia m c o m o s f i l h o s d o s estra n h o s. carru­ agens (poder m ilitar). e o s s e u s c a r r o s n ã o têm f i m . Eles também estavam trocando apertos de mãos “com pagãos” para entrar em ali­ anças comerciais e matrimoniais (também proibido. 2 Cr 28. mas como as pessoas a adqui­ riram.14).

‘adham ) e indivíduos em particular Çisb'). Idolatria é um assunto sério. Ele está simplesmente expressando o resultado inevitável da idolatria: o juízo divino de Deus. Por causa disto. Em outras terras freqüentemente as pessoas buscavam refúgi­ os subterrâneos. Deus humi­ lhará a humanidade como um todo (Heb. 17). Os criminosos e fugitivos freqüentemente se escondiam nas ca­ vernas de pedra calcária dos penhascos da terra de Israel. o p o v o s e a b a te.1). M as eles não serão capazes de fazê-lo (cf. Devido a Isaías sentir a indignação de Deus sobre a idolatria. e n tr a n a s r o c h a s e esco n d e~ te n o p ó . lh es n ã o p erd oa rá s. não importando a classe. Ap 6. ele clama para que Ele não os perdoe. Ele não está comandando Deus aqui. Eles confiaram em coisas terrestres. in clin a ra m ~ se p e r a n t e a o b ra d a s s u a s m ã o s . Isaías dá agora um comando irônico a esses que se curvaram aos ídolos. d a p r e s e n ç a e s p a n to s a d o S e n h o r e d a g l ó r i a d a s u a m a je sta d e . 9 A li. tinham se curvado aos ídolos. deixe-os tentar escapar nesses refúgios. Jó 13. No Dia do Juízo futuro.g. Juntamente com o fato da sua terra estar cheia de riqueza. mas a terra e as pedras não pode­ . Davi fez isto quando o rei Saul o estava procurando para matá-lo (e.8 T a m b ém e s tá ch eia d e íd o lo s a s u a te r r a . p o r ta n to . d ia n t e d a q u ilo q u e f a b r i c a r a m o s s e u s d ed os. e o s n o b r e s s e h u m ilh a m . Chamar os ídolos de “nada” não significa que a idolatria é insig­ nificante. Todos. b. Orgulho Requer Juízo 2. ela está também “cheia de ídolos”. O termo “ído­ los” pode ser traduzido literalmente “nada” (cf.4.. A presença de ídolos em todos os lugares mostra as profundezas para as quais Israel tinha caído. Zc I I .10— 18 10 Vai. O uso deste termo por Isaías revela o seu desprezo pelos ídolos como sendo estes nada mais que o trabalho de mãos humanas.15). I Sm 22.

to d a a su a a rro g â n c ia e o rg u lh o h u m an o s c a irã o d e rep en te. Q u a n d o as p esso a s estiv erem face a face c o m D eu s. Gênesis I.2 1 ) durante os juízos que precedem o Milênio. “Naquele dia”.6 O dia de juízo próximo (ainda um dia do S e n h o r ) que Isaías vê agora é retratado em termos de uma tem­ pestade que varre pela terra. Reencarnação à parte do Hinduísmo é semelhante a uma visão da história. 2 Pe 3. Que Deus tem reservado um dia é uma evidência adicional da visão linear da Bíblia a respeito da história. p a ra qu e seja abatido. 13. ou “o dia do S e n h o r ” é lin­ guagem estritamente profética. O livro de Apoca­ lipse mostra que algum dia o universo terminará para dar lugar a um céu e terra novinhos em folha. Eles olham para os eventos do tempo como se repetindo sempre. como os hindus ainda hoje. 12 P orque o dia do SENHOR d os E x ércitos será co n tra todo o soberbo e a ltivo e con tra todo o que se ex alta.10). e a a ltivez dos v a rõ es será hum ilhada. As passagens escatológicas do Novo Testamento usam também tais frases (veja I Ts 5. Deus tem um plano com um começo e um fim. 11 O s olhos a ltivos dos h om en s serã o abatidos. Além do dia de juízo futuro que trará o M ilênio. dos cumes dos montes no nordeste (v. “S ó o SENHOR será e x altad o n a q u e le d ia ”.rão escondê-los. os profetas vi­ ram freqüentemente um dia de juízo próximo. Os pagãos antigos tinham uma visão cíclica da história. .1 9 .2. p o is n in g u é m se rá c a p a z d e se le v a n ta r d ia n te d o te rr o r e g ló r ia d a su a m a je s ta d e d iv in a. Os que escarneceram da “majestade’' do SE N H O R irão fugir diante da sua glória “quando Ele se levantar para assom­ brar a terra” (Is 2.I enfatiza que o universo teve um começo real.5 E Deus irá levar a cabo a consumação de seu plano. Porém. um dia de julgamento especialmente sobre Israel. e só o S e n h o r será ex a lta do naqu ele dia. “sobre aquele dia”.

16 e co n tr a tod os o s n a v io s d e T á rsis e co n tr a tod a s a s p in tu r a s d esejá veis. Deus também traria o juízo sobre os grandes navios mercantes que eram equipados para longas viagens e poderiam ir atéTársis (pro­ vavelmente Tartessus na Espanha à foz do rio Guadalquivir). distintos dos cedros comuns da América do N orte e do Brasil. Navios luxuosos e imponentes também iriam estar debaixo do juízo de Deus. 17 E a a ltiv ez d o h o m em se r á h u m ilh a d a . “Os carvalhos de Basã” (no nordeste das planícies férteis do mar da Galiléia) eram os melhores carvalhos.Basã) até aos portos no sudoeste (v. e co n tr a to d o s o s o u teir o s elev a d o s. mas eram freqüentem ente conectados com a idolatria. 13 e co n tr a tod os o s ce d ro s d o L íbano. 14 e co n tr a to d o s o s m o n tes altos. . 10. especialmente a idolatria dos líderes. Por conse­ guinte. Os montes e colinas a oeste do Jordão e as torres e muros fortifi­ cados das cidades se referem às defesas para as quais as pessoas apon­ tavam em orgulho e confiavam como proteções.3-9). 16. Tal tempestade seria muito destrutiva em objetos elevados. onde os navios mercantes eram ancorados no Golfo de Acaba. 18 E tod os o s íd o lo s to ta lm en te d esa p a recerã o. 13 e co n tr a tod a to r r e a lta e co n tr a tod o m u r o f i r m e . e co n tr a to d o s o s ca rv a lh o s d e B a sã . O orgulhoso é comparado aos cedros do Líbano. “todo o soberbo e altivo” e o que se exalta serão humilhados. a lto s e su b lim es.22) e dos fenícios. mas Deus usaria os invasores para atacá-los e trazer o seu juízo.7 Estes eram como os navios que foram o orgulho de Salomão (I Rs 9. e a a ltiv ez d o s v a r õ e s se aba terá. Estes cedros. provendo um a m aravilhosa som bra. Eles pensavam que estavam seguros. são verdadeiros cedros e eram altamente considerados como símbolos de poder e majestade (Ez 31 . como nos dias de Salomão).26. e só o SENHOR s e r á ex a lta d o n a q u ele dia.

co m o ta m b é m a te rra . T o d o esse ouro e p ra ta serão reco n h ecido s co m o in an im ad o s e sem valor. 20 N a q u ele dia. A aterra­ d o ra g ló ria e m ajestad e do S e n h o r farão os ado rado res de íd o lo s jo g a­ rem fora os seus íd o lo s com m ed o d ian te de Y ahw eh “às to u p eiras e aos m orcego s”. os h o m en s se m eterã o n a s co n ca v id a d es d a s ro ch a s e n a s ca v e r n a s da terra. p o r ca u sa da p r e s e n ça esp a n to sa do SENHOR e p o r ca u sa . O m esm o verb o é u sad o em Isaías 9 . p o r ca n sa da p r ese n ça esp a n to sa d o S e NHOR e p o r ca n sa da g ló r ia da su a m a jesta d e. E m o u tra s p alav ras. e n as cavern as d a te r r a ” q u a n d o E le se “le v a n ta r” (e n tr a r em a ç ã o ) no D ia d o Ju íz o . O versículo 2 0 desenvolve o p en sam en to do versículo 18. A g ló ria e m a je s ta d e do S e n h o r en ch erão de m e d o os ad o rad o re s de íd o lo s c os fa rã o fu g ir e se m e te r “n as c o n cav id ad es d as ro ch as.s e . O p av o r do Senhor in c lu i u m e stre m e c im e n to . p ara a escurid ão e esquecim ento.ã o p e la s f e n d a s d a s roch a s e p e la s ca v e r n a s d a s p en h a s.Isa ía s c o n c lu i e sta seção re p e tin d o e sse n c ia lm e n te o v e rsíc u lo I I . E les tin h am d ad o sua p rata e seu ouro p ara fazer os seus íd o lo s que eles pensavam p o d er p ro teger-lh es. u m d ia q u a n d o E le ir á “a sso m b ra r a te r r a ” . q u e r dizer. o verb o s in g u ­ la r (balaph) co m o p lu r a l “íd o lo s ” in d ic a q u e n e n h u m íd o lo p e rm a n e ­ cerá. serão a b a la d o s e a sso m b ra d o s. E les. M a s os seus íd o lo s n ão serão capazes de fazer q u a l­ quer co isa p ara p a ra r o terro r in sp irad o p ela g ló ria de D eus. N o v e rsíc u lo 1 8 .1 0 co m o s ig n ific a n d o “su b s­ t it u i” o u “s u p la n ta ” . O o rg u lh o h u m a n o será h u m ilh a d o .1 9 — 1 2 19 E n tã o. q u e f i z e r a m p a ra a n te eles se p r o stra r em . J u íz o d e A sso m b ra r a T e rra 2 . só o S e n h o r será ex altad o n a q u e le d ia e ir á s u p la n ta r os íd o lo s c o m p le ta m e n te . c. q u a n d o ele se le v a n ta r p a ra a s so m b r a r a terra. 21 E m e t e r . os h o m en s la n ça rã o à s to u p eira s e a o s m o rceg o s o s s e u s íd o lo s d e p r a ta e os s e u s íd o lo s d e ou ro.

e o an cião. do hom em cu jo fô lego está no seu n a riz . D e sta m a n e ira . O títu lo . a. todo o su sten to de p ã o e toda a sede de águ a. 2 o valente. são d e p e n d e n te s d e D eu s p a ra viver e resp irar. e o conselheiro. S e rá m u ito tard e. “o S enhor D eu s d o s E x é rc ito s ” (H e b . e o ju iz .I E m 3 . a o rd em é p a ra d e i­ x arem de c o lo c a r a c o n fia n ç a n o s seres h u m a n o s e a n ão d e p e n d e re m d o s recu rso s h u m an o s. M a s os seres h u m an o s. D e fato . “e d irão ao s m o n te s: C o b ri-n o s ! E aos o u te iro s: C a í so b re n ó s !”) . qu an do ele se leva n ta r p a ra a sso m ­ b ra r a terra. e o soldado. d. e o sábio en tre os a rtífices. 3. pois.1 — 3 1 P orque eis qu e o SENHOR D eu s dos E x ércitos tira rá de J e r u ­ sa lém e de Ju d á o bordão e o cajado.2 2 22 A fasta i-vos. E les n ão p o d em im p e d ir o ju íz o de D eu s. o povo tr a z r u ín a so b re si p ró p rio . O s 1 0 . M a s p erd er a su a c o n fi­ a n ç a n o s íd o lo s n ão os fa rão c o n fia r n o SENHOR. 3 o capitão de cinq üenta. O povo é c u lp a d o . c u jo títu lo d u p lo “ O SENHOR. Isto é p a ra le lo ao v e rsíc u lo 1 9 e re s sa lta co m o o te rr o r do S e ­ n h o r in fu n d e m e d o n as p esso as (c f. C o n fia n ç a T o la 2 . e n c o ra ja n d o -o s a u m a c o n fia n ç a n o S e n h o r em vez d isso . Ju d á e Je ru sa lé m C o n d e n a d a s 3 . e o eloqü en te.da g ló r ia da su a m ajestade. haadon Yahweh tsevaoth.8 . e o p rofeta . cao s e d esastre.1 —1 5 Isa ías tr a ta d o ju íz o de D e u s so b re o povo de Ju d á e seus líd e re s . e o ju íz o de D eu s é ju sto . 0 M AL DE JUDÁ É CONDENADO 3 .I -4 . o D e u s T o d o -p o d e ro s o ” em . e o adivinho. n ão im p o r ta q u ão p o d e ro ­ sos sejam . e seu p e c a d o te ste m u n h a c o n tra si. E ste ju íz o tra rá d e p o rta ç ã o . p orq u e em que se deve ele estim a r? A c o n fia n ç a d eles n o s íd o lo s era re a lm e n te u m a c o n fia n ç a n a h a ­ b ilid a d e h u m a n a . e o respeitável.

Esse apoio inclui as necessidades de comida e água. homens de posição que eram arrogantes. O apoio deles será ineficaz e eles próprios estarão perdidos. os capitães de cinqüenta que eram oficiais inferiores.. e cria n ça s g o v er n a r ã o sobre eles. O Caos e a Anarquia Resultantes 3. juizes que decidiram disputas legais.C. e sábios encantadores que sussurravam fórmulas ou encantos de magia. poderosos e ricos.14 diz como Nabucodonosor deportou to­ dos os oficiais e os homens de guerra como também todos os artesãos e artífices. Por causa da falência moral e espiritual do povo como um todo. adivinhos superstici­ osos que tinham o costume de se comunicar com o mundo dos espíri­ tos. Deus removerá todas as formas de apoio (indicado pelas formas masculinas e femininas da mesma palavra hebraica). despóticos. e.1 50 cativos que ele reivindica ter deportado em 701 a. Todos estes que eram considerados a coluna vertebral do país seriam levados embora. nos dias de Isaías. A forma hebraica do verbo “tirar” indica um cum­ primento próximo e certo. O povo tem dependido do apoio de heróis poderosos. Deus removeria todos aqueles com habilidades de liderança (idade. de água” este­ jam acabados está implícito.várias versões é derivado de “o Senhor Yahweh dos Exércitos”. artesãos especialistas ou artí­ fices que produziram materiais de guerra. Um cerco que durará até que “todo o sustento de pão. M as Deus ou os levará embora através da morte ou em cativeiro pelo inimigo. profetas que eram os conselheiros do rei (mas que eram desobedientes a Deus e mais preocupados a respeito da opinião pública).8 anciões sábios que eram os conselheiros do rei. O livro de 2 Reis 24 . Nós também podemos estar certos de que Senaqueribe os incluiu entre os 2 0 0. . 4— 7 4 e d a r-lh es-ei jo v e n s p o r p rín cip es.. pro­ vavelmente significando “dos exércitos de anjos”) enfatiza a autori••(Jade do S e n h o r . de guerreiros poderosos.9 b. Ele também levará embora os oficiais e soldados alistados no exército.

u m será con tra o outro. Estes farão esforços frenéticos. 6 Q u a n d o a lgu m f o r ter com seti irm ã o à casa de seu pai. 5 E o p o v o será op rim id o. mas a adultos sem experiência e entendimento. A liderança. na prática. o m en in o se a trev erá con tra o an cião. contra o seu próximo”. eles agarrarão qualquer homem que tenha roupas boas e pareça ter um pouco de respeito próprio para tentar fazer dele um líder sobre as cidades arruinadas de Judá. Isto provavelmente não se referia a crianças reais. caos e anarquia. s ê nosso p r ín cip e e tom a sob a tua m ão esta ru ín a.experiência. ou até mesmo cruéis. As pessoas tenta­ rão tirar vantagem umas das outras. Em vez de utilidade sociável e estima mútua. o menino levará vantagem dos anciãos. O homem agarrado clamará imediatamente que ele não tem ne­ nhuma habilidade ou recursos para ligar as feridas da nação. mas malsucedidos. e cada um. e sem real autoridade para liderança. e as pessoas desprezíveis se recusarão honrar a qualquer um. Estes indi­ víduos poderiam ser descuidados. Devido ao fato de estarem com fome e pobremente vestidos. e o v il con tra o nobre. e cada um . para restabelecer a ordem no meio do caos. 7 naqu ele dia. nem ta m p ou co há em m inha casa p ã o ou veste algu m a . seria deixada aos jovens e crianças. Eles poderiam ser arruaceiros. Em vez de respeito para com a idade ou a dignidade de pessoas honradas. haverá oposição mútua: “um será contra o outro. caprichosos. sem um senso de responsabilidade. Algumas pessoas estarão sinceramente preocupadas a respeito da situação caótica. leva n ta rá este a voz dizendo: N ão p osso ser m éd i­ co. dizendo: Tu ten s roupa. não m e p on h a is p o r p r ín cip e do povo. Ele não . A deportação dos líderes e operários qualificados resultará em um desarranjo da sociedade —violências. ou posição social). con tra o seu p ró x im o .

as que ele está usando é tudo o que tem. c.C. Então Isaías descreve a causa do desastre. 9 A a p a r ê n c ia d o s e u r o s to te s tific a c o n tr a eles . “A i” — um termo sem igual aos profetas e freqüentemente utilizado para introduzir uma passagem de julgamento. “Jerusalém tropeçou” e quase caiu. Agora Isaías descreve as causas do desastre por vir. As pessoas já não têm vergonha. tão seguro quanto se já tivesse acontecido. Eles sabem que qualquer tentativa de liderar será infrutífera. Ele usa formas de verbo de ação completa (o tempo hebraico perfeito). se recusarão a ser envolvidos. M as nesta situação lamentável. O termo fixa o contexto para a passa­ gem inteira.9 . “os olhos”) da glória do SE N H O R . O cerco terminará em derrota para Israel. Em outras palavras. Isto na verdade aconteceu durante a invasão de Senaqueribe em 701 a. Isto não virá por ne­ nhum mero acaso. e todas as pessoas ao redor vêem a . Tanto por palavras e ações ( “a sua língua e as suas obras”) eles se rebelaram contra o SE N H O R . Eles desafiaram a presen­ ça (literalmente. elas “publicam os seus pecados”. elas ostentavam os seus pecados como o fizeram as pessoas de Sodoma. Judá caiu. p o r q u a n t o a s u a lín~ g u a e a s s u a s o b ra s sã o c o n t r a o S e n h o r . Ele vê a rebelião deles e está magoado por isto. O olhar descarado em suas faces mostra a atitude delas para com Deus. e p u b lic a m o s s e u s p e c a d o s c o m o S o d o m a . N a realidade.8. n ã o o s d is s im u la m . Estes israelitas culpados merecem ouvir o termo bebreu ‘oy. Jesus também usou esta ter­ minologia profética (M t 23). A i d a s u a a lm a ! P orq u e sefa z e m m a l a s i m esm os. As pessoas ordinariamente buscam posições de liderança como uma honra. Juízo Bem Merecido 3.tem nenhuma comida ou roupas na sua casa. p a r a ir r it a r e m o s o lh o s d a s u a g ló r ia . pois apresenta o futuro como certo.s P o r q u e J e r u s a l é m tr o p e ç o u } e J u d á c a iu .

o “m al”. da carne ceifará a corrupção. Deus garante “aos justos” (as pessoas pi­ edosas cuja conduta e caráter o agradam) que tudo estará bem com eles. Em contraste com a recompensa do justo. A Escolha entre Bênção e Desastre 3. 11 A i d o ím p io ! M a l lh e irá . virá aos ímpios (especialmente para a liderança corrupta).8). Eles merecem e desfrutarão bênçãos por causa das suas obras justas. d. que são culpa­ dos de injustiças e maldades. Porque o que semeia na sua carne. U m Lamento Triste 3. H á um sentimento de pesar enquanto Ele reconhece que aqueles líderes jovens e sem experiência os oprimem . não a Deus. Os israelitas estão a ponto de sofrer as conseqüências de seus pecados. p o r q u e c o m e r ã o d o f r u t o d a s s u a s ob ra s. ou ruína. Deus pronuncia um ai sobre elas. e o “m al” que eles trouxeram “sobre si mesmos” lhes causará dano. do Espírito ceifará a vida eterna” (G1 6.11 10 D iz e i a o s j u s t o s q u e b em lh es irá . O coração de Deus está partido por causa do nosso pecado (como o livro de Oséias mostra tão claramente). e m u lh e r e s e s tã o à testa d o s e u g o v e r n o .10. mas há uma lei fundamental de retribuição que o Novo Testamento também reco­ nhece: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer. Deus ainda reconhece o povo como seu povo. e. isso também ceifará. A h ! P o v o m e u ! O s q u e te g u i a m te e n g a n a m e d e s tr o e m o c a m in h o d a s tu a s v e r e d a s . porque tudo o que o homem semear.sua atitude como também o seu estado degenerado. No meio destes juízos.12 12 O s o p r e s s o r e s d o m e u p o v o s ã o c r ia n ç a s . N o meio da situação de Israel que o estava conduzindo ao desastre. Deus ama o seu povo. Aqui o termo “bem” está na posição enfática no hebraico. mas o que semeia no Espírito. Assim.7. p o r q u e a r e c o m p e n s a d a s s u a s m ã o s s e lh e d a rá .

como os capatazes que eram os líderes dos escravos.10. o espólio do p o h re está em vossa s casas. O SE N H O R entra como o Juiz divino.1). Novamente Isaías retrata uma cena de tribunal. o D eu s dos E xércitos. Novamente Isaías enfatiza as responsabilidades da liderança. eles a consumiram. porém. “Povo” é plural no hebraico. quer dizer. possivelmente tanto o povo do norte de Israel e de Judá. mereceram então um julgamento especial. mas os líderes não zelaram por ela ou a vigiaram. Os 10. Ao invés disso. é q u e jb s te s v ó s que co n su m istes esta vin h a . M ulheres go­ vernando pode se referir a mulheres como o poder por trás dos governantes fracos. Jr 12. 14 O SENHOR v em em ju íz o co n tra os a n ciã os do seu p o v o e con tra os seu s p rín cip es.14 13 O SENHOR s e lev a n ta p a r a p le ite a r e sa i a j u l g a r os p o v o s.7. Não obstante. enriquecendo a si próprios. O SE N H O R Sentencia Juízo sobre os Líderes 3. A condenação primária é contra os governantes e líderes tribais ou anciões que oprimiam e tratavam o povo de Deus com injustiça. enquan­ to tentam tornar impossível para as pessoas seguirem os caminhos de obediência a Deus. Deus esperava que os líderes agissem justamente e ensinassem a justiça. Ele se levanta com santa indignação para conde­ nar depois que os próprios pecados dos povos tenham testemunhado contra eles. Quando eles falharam. A nação é a vinha de Deus que Ele plantou (cf. f. O hebraico para “destroem o caminho das tuas veredas” pode significar “eles destroem os caminhos de justiça”. 15 Q u e ten des vós que afligir~ o m eu p o v o e m o e r as f a c e s do p o b r e? — d iz o Se~ NHOR.13. Is 5. Eles têm . o contexto indica que é o povo de Deus que está em vista. eles confundem as pessoas sobre o que é certo. pode haver uma aplicação a todos os povos do mundo. Estes governantes fracos não advertem o povo do perigo e até mesmo os encorajam em sua rebelião contra Deus e em sua idolatria.

o SENHORf a r á tin h o sa a ca b eça d a s f i l h a s d e S iã o e o SENHOR p o r á a d esco b erto a su a nudez. Mulheres frívolas e amantes do luxo ajudaram a trazer essa situação (cf. fazendo tinir os ornamentos nos seus tornozelos ( “cascavelando com os pés”). como as da lepra. Deus não está superenfatizando a culpa das mulheres.impiedosamente oprimido o pobre (incluindo aqueles sem posição social ou distinção secular). Deus “fará tinhosa a cabeça das filhas de Sião” com feridas sarnentas. que por seu turno causará a calvície que trará o ostracismo delas. mas eles não estavam sós. q u a n d o a n d a m .1— 3). e. A vergonha delas ficará óbvia a todos. Os homens mostraram pela sua conduta que eles eram as causas primárias do desastre. Am 4. desejos sensuais e gestos de flerte. As mulheres contribuíram ao desastre pelo seu espírito arrogante. Deus os confronta com as suas culpas. Por causa do orgulho delas.16— 24 16 D i z a in d a m a is o SENHOR: P o r q u a n to a s f i l h a s d e S iã o s e e x a l t a m e a n d a m d e p e s c o ç o e r g u id o . Elas caminhavam com passos curtos anormais por causa do uso de cadeias no tornozelo em uma moda prescrita. e a ruína da nação humi­ lhará as mulheres orgulhosas e ricas. Quando as mulheres da nação são egocêntricas. De certo modo um tanto paralelo à seção precedente. atitudes arrogantes. e têm o lh a r e s im p u d e n te s . Todo o comportamento e vestidos delas só serviam para chamar a atenção para elas próprias. A imundície causa­ rá doença. Apenas metade de um capítulo fora dos sessenta seis neste livro lida expressamente com elas. g. o SE N H O R agora se dirige às mulheres. e c a s c a v e la n d o c o m o s p és. a nação está em direção à destruição. 17 p o rta n to . c o m o q u e v ã o d a n ç a n d o . em “afligir” e “moer” as faces deles (na sujeira). desconsiderando os seus direitos. . As Mulheres Orgulhosas de Sião Condenadas 3.

e o s a ty in e tes . e m lu g a r d e ch eir o su a ve. cilício . c a lv ície . “N a q u e le d ia ” é u m d ia d o SENHOR p r e lim in a r o c a s io n a d o p o r in v a s õ e s a ss íria s. 21 o s a n é is e a s j ó i a s p e n d e n t e s d o n a r iz . e m lu g a r d e e n c r e s p a d u r a d e ca b elo s. como o escravo mais pobre. A maioria das pessoas que ouviram Isaías fazer estas advertências viveu para compartilhar no juízo. em lugar das fragrâncias dos perfumes. h a v er á f e d o r . O ju íz o d o S e n h o r s e rá a re a l c a u s a d a s m u lh e re s p e rd e re m t o d a a s u a e le g â n c ia — lite r a lm e n te d a c a b e ç a a o s d e d o s d o s p és. e a s ca d eia s. n a p e le ja . 22 a s v e s t e s d e f e s t a . marcadas com ferro como escravos. tir a r á o SENHOR o e n fe ite d a s ligas. Agora o profeta se dirige a Judá. 20 o s d ia d em a s.f u m e s . Em vez de faixas ricas e ornamentadas. e a s a r r e c a d a s . e a s c a p in h a s d e lin h o f i n í s s i m a s .1 m ostra como isto afeta as mulheres. e te u s v a le n te s . e m lu g a r d e fo r m o s u r a . .18 N a q u ele d ia . e o s v éu s . 24 E s e r á q u e. terão uma corda ao redor delas. e o s m a n to s . e o s e n fe it e s d o s b ra ço s.26 23 T eu s v a r õ e s c a ir ã o à esp a d a . 4. 19 e o s p e n d e n te s .) Este é um quadro das mulheres que são levadas em cativeiro pela conquista dos assírios em 701 a. 23 o s esp elh o s. e. e a s to u ca s . Os homens são as vítim as da guerra. e. e a s co ifa s . em lu g a r d e v e s t e la rga . e a s v e s t e s r e s p la n ­ d e ce n te s .C. e a s redez in h as. h. (Os Rolos do mar M orto indi­ cam “vergonha” em vez de “marcar com ferro”. e a s lu e ta s. e q u eim a d u r a . Em vez de beleza.25. N ão há ninguém que tenha sido deixado para defender a nação ou proteger as mulheres. elas serão desfiguradas pela queimadura. haverá um fedor podre. A Devastação de Judá 3. e. provavel­ mente de pus em feridas abertas e úlceras. e a s m a n ilh a s . N ão somente a beleza e o vestuário elegante serão tirados. u m a co r d a . e a s c a ix in h a s d e p e . p o r cin to .

0 RENOVO E A PROTEÇÃO NUPCIAL 4. estas mulheres proverão para si próprias —se tão-somente o homem as deixe ser “cham adas” pelo nome dele.2 5 . casar-se com elas e lhes dar a sua proteção.s o m e n t e q u e r e m o s q u e s e ja m o s ch a m a d a s p e lo teu n o m e .2-6 Em Isaías. Como resultado do juízo profetizado em 3 . quer dizer. Um Resultado do Juízo 4 . 4. O resto deste capítulo salta à frente para a nova e restaurada Sião.2 6 . com o SENHOR habitando entre o seu povo e protegendo-lhe. i. la n ç a r ã o m ã o d e u m h o m e m . Como resultado.1 0 . Assentar no chão é um ato de lamentar a situação desolada e desamparada causada pela devastação. uma Sião purificada pelo sofrimento. “sete m ulheres” irão im plorar para um homem que se case com elas. tão poucos homens serão deixados depois do ataque assírio que a m aioria das mulheres jovens estará desprotegida e incapaz de conseguir um marido. e ela s e a s s e n ta r á n o ch ã o.26 E a s p o r t a s d a c id a d e g e m e r ã o e s e c a r p ir ã o . As portas de Jerusalém são descritas como estando em lamentação porque as multidões que normalmente se ajuntavam lá para reuni­ ões públicas e para negócios foram todas embora. As mulheres hebréias sentiam um a profunda desgraça se elas fossem deixadas solteiras ou sem filhos.10 Embora a lei exigisse a um m arido que provesse com ida e vestido para a sua esposa (Ex 2 1 .1 1 E s e te m u lh e r e s . o juízo não é o fim do plano de Deus. Ele é um Deus gracioso e fiel. tir a o n o s s o o p r ó b r io . d eso la d a .1 1 ). tã o . n a q u e le d ia . d iz e n d o : N ó s c o m e r e m o s d o n o s s o p ã o e n o s v e s t ir e m o s d e n o s s a s v es tes . . Esta renovada Sião será feita próspera e santa.

5. 6. Alguns afirmam que este é um termo coletivo para tudo que o SENHOR faz crescer em maravilhosa fertilidade. Isto não pode ser aplica­ do ao remanescente. co m o esp irito de ju s tiç a e co m o esp irito de ardor.12). Certamente nada aqui exclui a sua aplicação ao Messias.3. Um Dia de Paz e Restauração 4.a.15. e o f r u t o da terra. 33. pois eles são os sobreviventes que são distintos do Renovo aqui. O fruto será “excelente e formoso” para eles. Outros o aplicam à nação de Israel restaurada e espiritualmente regenerada ou ao remanescente purificado. o R en ovo do SENHOR será cheio de beleza e de g ló ria .2. ex celen te e fo r m o s o p a ra 05 que escapa­ rem de Israel.6. ‘adonai ) purificará as mulheres de Sião ( “filhas de Sião”) da sujeira do pecado delas.11 Ainda outros dizem que este é o M es­ sias e que Ele será um ramo ou renovo que dará fruto. O remanescente será santo. O “Renovo” (Heb. Estes serão registrados como verdadeiros cidadãos da santa Jerusalém. “Broto”. O SENHOR (Heb. O remanescente aqui referido não são aqueles deixados para trás depois da invasão de Senaqueribe ou de­ pois da destruição babilônica posterior.) 4 Q u a n d o o SENHOR la v a r a im u n d ícia das fi lh a s de Sião e lim p a r o sa n gu e de J eru sa lém do m eio dela. 3 E será qu e aq uele que f i c a r em Sião e qu e p e rm a n ece r em J eru sa lém será cham ado sa n to: todo a q u ele que es tiv er in scrito en tre os v iv o s em Jeru sa lém . Os eruditos têm opiniões discrepantes aqui. “Rebento”) do SENHOR é um termo que os profetas posteriores recorriam para referir-se ao M essi­ as (Jr 23. Zc 3.8. O Renovo dará fruto que os sobreviventes desfrutarão. tsemach. Um a rajada do vento do justo juízo de . mas aqueles que são deixa­ dos depois do Dia do Juízo futuro.16.2— 4 2 N a q u ele dia. contudo.12 (veja 2. Ele irá “limpar o sangue” cau­ sado pela violência e crimes.

“Proteção” tam­ bém poderia ser comparada com a de uma cerimônia de casamento. Porém.5. Durante o êxodo. A proteção de glória “será um tabernáculo para sombra contra o calor do dia” de um dia quente de solstício de verão. há uma diferença. dos poderes do mal. com Deus e seu povo reunidos em amor.16. 6 E h a v erá u m ta b er n á cu lo p a ra so m b ra co n tr a o ca lo r d o dia. Nós podemos ter um antegozo disto agora por intermédio de Jesus. “recâmara”. Durante o êxodo do Egito. Deus manifestou a sua glória e presen­ ça de dia em uma coluna de nuvem e de noite em uma coluna de I ogo. . O juízo de Deus restabelecerá a pureza e o seu Espírito trará santificação. e u m r e s p le n d o r d e f o g o ch a m eja n te d e n o ite.) Esta é a promessa incondicional de Deus.5. Esta será um “refúgio e esconderijo” dos elementos da tempestade. Ao remanescente piedoso é prometida uma restauração àquela original proximidade da presença de Deus. e u m a f u m a ç a . p o r q u e so b re tod a a g ló r ia h a v erá p roteçã o . os quais se ajuntam lá para adoração. que nos dá o Espírito Santo para estar sempre conosco. J1 2. traduzida como “tálamo”. dos inimigos humanos. Agora a glória está em cima da totalidade de Sião e de seu povo. a nuvem descansava somente em cima da arca. e p a r a r e fú g io e e s co n d e r ijo co n tr a a tem p esta d e e co n tr a a ch u va .I >rus abanará as chamas do seu fogo purificador. em vez de “proteção”. e de todas as vicissitudes da vida. A cidade inteira é um santuário.6 5 cr ia r á o SENHOR so b re tod a a h a b ita çã o d o m o n te d e S ião e so b re a s su a s co n g r eg a çõ e s u m a n u v e m d e dia. (Veja SI 19.13Além disso tudo. b. o nosso Emanuel ( “Deus conosco”). novamente criado por Deus. Uma Proteção N upcial 4. Jerusalém será uma vez mais um lugar onde as pessoas desfrutarão a comunhão com Deus. a glória de Deus re­ pousa como uma proteção sobre o trono de um rei.

rev. 23 0. 19 90 ). H orton. s Stanley M . De que modos este capítulo contrasta a recompensa do justo com o juízo do ímpio? 8. 2 Stanley M . Qual seria o resultado da deportação dos líderes e operários qua­ lificados? 7. H orton. Por que sete mulheres implorariam a um homem que se casasse com elas? 10. ed.QUESTÕES DE ESTUDO 1. Veja Stanley M . R J: CPAD.2 1 6 . I I . em Teologia Sistemática. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. Nosso Destino: O Ensino Biblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 3 N ós também. Eerdmans. 4 “Escolhido” para servir a Deus e levar o seu plano adiante. 1996). R J: CPAD. R J: CPAD. . B. Stanley M . (R io de Janeiro. The Lord is Savior: Faith ín National Crisis (G rand R apids: W m . W idyapranaw a. Quem é o Renovo do SENHOR? 11. 2 1 5 . Do que estavam dependendo as pessoas nos dias de Isaías? 6. H orton. 19 95 ). 1 9 9 8 ). O que Isaías esperava a conversão dos gentios encorajar Israel a fazer? 2. ed. O que promete Deus para o santo remanescente em Jerusalém? CITAÇÕES 1 S. 611. “As U ltim as C oisas”. Como o Dia do SENHOR se harmoniza com a visão bíblica linear da história? 4 . Por que o juízo de Deus viria sobre as mulheres? 9. O que os juízos do Dia do SENHOR farão os adoradores de ídolos fazerem? 5. H . Que juízo devem esperar aqueles que se empenham na falsa ado­ ração? 3. H orton.

O m eu am a do tem u m a vin h a n u m ou teiro fé r t il . O CÂNTICO DA VIN H A 5 . Wycliffe Bible Encyclopedia. Daniel David Luckenbill.2 1 A gora} ca n ta rei ao m eu am a do o câ n tico do m eu q u erid o a respeito da su a vinha. W idyapranawa. mas eles eram novamente populares.3 3 .1 -7 a. 12 O Livro da V ida pode estar im plícito (cf.1-30 I. H oward F. Pfeiffer. C.I . 33. H O rei Sau l tinha expulsado a m aioria deles ( I Sm 2 8 . 2 :1 6 6 2 .. E é possível que elas estivessem pedindo para serem adotados em lugar de serem tom a­ das como esposas. 2 vols. b a r a sempre tem Deus como o seu sujeito. 19 75 ). O cântico (vv. O uso da vinha como um símbolo teria conseguido chamar a atenção do povo de Israel. A Vinha e Seus Frutos 5.1. Ap 20. eds.3 ). 19 24 ). (C hicago: M oody Press.12). Êx 3 2 . 19. SI 69 . e John Rea. porque vinhedos férteis eram uma alegria . Dn I 2 . Só Ele pode criar vida nova.1 Veja Amós 5.18— 0 . The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 1— é uma parábola (ou alegoria) na qual o profeta age como um 7) cantor que canta sobre “a pessoa” que ele ama e a vinha do seu ama­ do. Vos. onde Amós trata com aqueles do reino norte de Israel 1 2 que pensavam que o dia do SENHOR o s exaltaria.2 8. 13 “C riar” (H eb. I Charles F. 10 Também é possível que estas sejam “viúvas que precisavam de um a seguran­ ça e proteção. Lord is Savior. Por que Deus traz juízo sobre o seu povo escolhido? Isaías res­ ponde por dar-nos “o cântico da vinha” e suas lições. Um Cântico de Amor 5. II Ibid. Antigam ente o destino das viúvas era trágico”. Este os julgaria e não haveria nenhuma escapatória um a vez que isto viesse.

4 4 ) .3 — 6 3 A gora. o d o n o d a v in h a . a m ais b a ix a era p a ra re c eb er o su co . q u e r d iz e r. E v en tu alm e n te . ex o rtava o povo d e Ju d á e Je ru ­ salém a d e c id ir o q u e d ev eria ser fe ito c o m a su a v in h a. O h e b raic o d iz lite r a lm e n te q u e a v in h a é p la n ta d a em “u m ch ifre de u m filh o d o ó le o ” . de m o d o q u e revo lver e a r a r a te r r a re q u e r ta m b é m re tira r as p e d r a s . 2 E a cerco u . ju lga i. u m a situ a ç ã o fa v o rá v e l e u m a s p e c to e n so la ra d o . m a s deu u va s bravas.3 U m a fo rte to rre de p e d r a fo i c o n stru íd a p a ra u m g u ard a v ig ia r a v in h a e p ro v er “u m lu g a r s o m b rio e fresco p a ra d e s c a n sa r” . e a p la n to u de ex celen tes vides. O d o n o d a v in h a fez to d a essa p re p a ra ­ ção co m d ev o ção a m o ro sa e tin h a g ra n d e s ex p ectativ as. en tre m im e a m in h a vinha. O s o u v in tes c am p estres de Isa ía s d evem te r s e n tid o a d ecep ção do d o n o . P e d ra c a lc á ria é p rev alecen te em Isra e l. A g o ra o am a d o .1 E le p la n to u as vid es e s c o lh id a s ( “ex celen tes v id e s ” ) . v o s p eço.3 3 . O s is ra e lita s c o n si­ d erav am tais v in h e d o s m u ito v a lio so s. e ed ifico u no m eio dela u m a torre e tam bém co n stru iu nela um lagar. o c a n to r d á vo z ao seu am ad o . p o is. e esperava q u e desse u va s boas. D e ­ p o is d a can ção . M t 2 1 . b. J u íz o p a r a as U v as B ravas 5 . as v id e ira s d eram ap en as “uvas b ra v a s” (p e q u e n a s u v as d e m á q u a lid a d e ). O a m ad o fez to d o o p o ssív e l p a r a a s se g u ra r u m a c o lh e ita ex celen ­ te. M a s em vez d as uvas b o as.4 U m la g a r estav a p ro n to — d u a s tin a s c o rta d a s d o p ró p rio le ito d a ro c h a firm e . A m a io r e m ais a lt a era p ara p is o te a r as uv as. e m u m a c o lm a q u e te m so lo rico .p a ra eles. o p ro fe ta e x p lic a o s s ím b o lo s e os a p lic a ao re la c io n a ­ m e n to en tre D e u s e o seu povo. . e a te rr a está ch eia d e p e­ d ras. e a lim p ou das pedras. q u e ele tin h a o d ir e ito de esp erar. ó m ora d ores de J eru sa lém e hom en s de Ju d á . q u e c o n ta a su a d ecep ção n a v in h a d e su a p r o p r ie d a d e (cf.2 u m a v a rie d ad e s u p e rio r q u e n o rm a lm e n te p ro d u z uvas v e rm e lh as sa b o ro ­ sas e d o c e s.

n ão m a is p o d a d a . 5 A gora. m a s crescerã o nela sa rça s e espinheiros. 5 rem o ven d o a ssim a p ro teção e p e r m itin ­ do ao s in tru so s e n tra r e p is o te a r to d o o lo c a l. E le é o am ad o q u e p la n to u a v in h a. A im p lic aç ão é q u e a fa lta deve estar n a p ró p ria vin h a.4 6 ). p a ra qu e sir v a de pa sto. S u a am o ro sa p rep aração e c u id a d o eram c o m p le to s e in c o n d ic io n ais. N ã o h á n a d a d e i­ x ad o p o r r e a liz a r a n ão se r d e s tr u i-la u m a vez q u e ela n ão p ro d u z iu a b o a c o lh e ita q u e d ev eria te r tid o . D a m esm a m an eira que n in g u é m p ô d e acu sar Jesus de p e cad o (Jo 8 . “S a rç a s e e s p in h e iro s ” crescerão e su fo c arão as v id e ira s e fa ­ rão d a li u m lu g a r d e sa g ra d á v e l. d errib a rei a su a parede. S ó D eu s p o d e faz er isso. v o s f a r e i sa b er o que eu hei de f a z e r à m in h a vinha: tira rei a su a sebe.4 Q u e m a is se p o d ia J a z e r à m in h a vinha. O d o n o d iz q u e a to r n a r ia em u m so lo im p ro d u tiv o ( “ a to rn a re i em d e s e r to ”). O d o n o d e c la ra q u e ele p ró p rio tir a n a a cerca ( “tira re i a su a seb e” ) e d e m o lir ia a p ared e de p ro te ç ã o ( “ d e rrib a re i a sua p a re d e ”) . c u ltiv a d a. esperando eu que desse u v a s boas. o u c u id a d a d e q u a lq u e r fo rm a . p a ra qu e seja p isa da. O s o u v in tes d e Isa ías teriam q u e a d m itir q u e a d ec isão d o d o n o era ap en as ju sta. e às n u v en s d a rei ord em que não derra m em ch u va sobre ela. qu e eu lhe não tenha f e i t o ? E com o. O d o n o ag o ra p r o n u n c ia o ju íz o so b re a v in h a . pois. assim ta m b ém n in g u ém p o d e ria acu sar o am ad o que p la n to u e c u id o u d a vinh a. Q u e o d o n o o rd e n ará às n uven s p a ra n ão cho verem so b re a v in h a ( “às n u ven s d a re i o rd e m q u e n ão d e rra m e m ch u v a so b re e la ” ) d e ix a claro o s ig n ific a d o d a p a rá b o la . O d o n o d a v in h a n ão p o d e ria ser cu lp ad o de q u a lq u e r fo rm a. não será podada nem cavada. . 6 e a to rn a rei em deserto. o d o n o d a v in h a faz p ergu n tas re tó ­ ricas a d ic io n ais que to rn a m óbvio q u e n a d a m ais p o d e ria ter sid o feito. veio a p r o d u z ir vivas bravas? S e m esp era r p o r u m a resp o sta.

Os ricos os reduziram a servos contratados ou meeiros. O jogo de pala­ vras no hebraico é impressionante: Ele procurou por mishpat (justiça) e viu míspach (a quebra da lei). Não há nenhum espaço deixado para pesso­ 34. e eis a q u i clam or. OS SEIS AIS 5. e os h o m en s de J u d á sã o a p la n ta das su a s d elícia s. 2.13— M q 2. m a is lugar. mas ao invés disso achou o pútrido fruto da injustiça (a lei violada pelos juizes) e um grito de gemido do oprimido pedindo socorro. Lv 25. Agora Isaías explica a parábola.7 7 P o rq u e a vin h a do S e n h o r d o s E x ército s é a ca sa de I sra el'. até que não haja. e a té as g r a n d e s e excelentes. Esses posseiros da terra fizeram os seus bens pro­ priedade de seus deuses. O povo de Judá e Jerusalém são as suas videiras es­ colhidas. O primeiro ai é contra os grileiros de terra que se enri­ quecem desconsiderando o direito sagrado de herança da terra (cf. A minoria rica possuía toda a terra.2). ju s tiça . e eis a q u i op ressã o. e esp ero u q u e ex ercessem ju íz o . Ele procurou pelo fruto da justiça e retidão. 9 A m eu s o u v id o s disse o SENHOR dos E x ércitos: E m verd a d e q u e m u ita s casas fi c a r ã o desertas. e fi q u e m com o ú n ico s m o ra d o res no m eio da terra ! O juízo do verso 2 é mostrado como sendo exatamente de acordo com a lista seguinte de seis ais em seis formas de “fruto” estragado e malcheiroso.8-25 8 Ai dos q u e a ju n ta m casa a casa.c. reú n em herdade a herdade. as de poucos recursos financeiros possuírem uma casa e terra. a terra de Deus —dada como uma herança a todo o seu povo. O amado é o próprio SENHOR Todo-poderoso. buscou tsedaqah (retidão) e viu tseaqah (um clamor por socorro). sem m oradores. . A Vinha Explicada 5.

ou o .. “Dez jeiras de vinha” é literalmente um grande campo que leva dez juntas de bois para arar em um dia. e u m ô m er de sem en te não d a rá m a is do qu e u m a efa. nem co n sid e­ ra m as obras das su a s m ãos. a colheita deles chegaria só a uma escassa quantidade de dez por cento daquilo que semearam. Eles vivem para a música e para o vinho dos seus banquetes e festas.O SENHOR tem ouvido o clamor das pessoas pobres e desapropri­ adas e deu uma palavra segura a Isaías: As mansões dos ricos ficarão "desertas” e vazias. a té que o vin h o os esq u en ta ! U m amor ao prazer que envolve intemperança e festejos com be­ bedeira traz o segundo ai. suco de uva). 11 Ai dos que se levan tam pela m a n h ã e segu em a bebediee! E se dem ora m a té à noite. 12 H arpas. e ta m b oris e p ífa n os.15). pois os ricos serão forçados a deixá-las por causa dos seus pecados (cf. e n ã o olham p a ra a obra do S e n h o r . Semear 22 0 quilos de semente produzirá uma colheita de menos de 2 2 quilos de grão.. 10 E dez je ir a s de vin h a não darão m a is do que u m bato. M as produzirá somente “um bato” (aproximadamente cinco galões e meio norte-americanos. Am 3. Em outras palavras. ou vinte e quatro litros) de vinho (mais precisamente. shekhar. Eles conti­ nuam festejando e se divertindo pelo dia e noite adentro “até que o vinho os esquenta” —totalmente bêbados —com vinho. e vin h o há n os seu s banquetes. Que eles se tornaram alcoólatras é mostra­ do pela necessidade deles por bebidas ( “seguem a bebediee” —Heb. Assim. eles não têm nenhuma consideração ou tempo para o SE N H O R ( “não olham. Exatamente quão ruim a desolação será é visto neste verso. Os grileiros de terra terminarão devastados e famintos. a obra do Senhor. provavelmente cerveja) logo no começo da manhã. Deus julgará a ganância deles. e alaúdes. nem consideram”).

a sep u ltu ra a u m en to u o seu apetite e a b riu a boca d esm esu ra d a m en te. e os olhos dos a ltivos se hum ilharão. e os qu e en tre eles fo lg a v a m a ela desceram . 13 P orta n to. O Sh“ol 6 é a m orada do ím pio morto. e os seu s n o b res terã o fo m e .trabalho de suas mãos. à sua soberania e para o curso dos eventos que trarão a sua obra de juízo. nesse trecho in d i­ cado como “sep ultura”. 13 E ntão.5. Como Isaías 10. todas as classes do povo serão abatidas e humilhadas (cf. os líderes ricos morrerão de fome ( “os nobres terão fome”) e as pessoas comuns morrerão de sede ( “e a sua multidão se secará de sede”). p o r f a l t a de en ten ­ d im en to . Devido a seus líderes não os terem instruído na lei de Deus e não os terem advertido contra a quebra desta. e a su a m u ltid ã o se seca r á de sede.6 profetiza. Deus breve usaria a Assíria para trazer este juízo. As massas que seguiram os seus falsos líderes descerão com eles para o Sheol. Eles passaram o seu tempo festejando. o povo perdeu o entendi­ mento e “será levado cativo”. Eles estão cegos aos atos do Senhor. Em contraste com as festi­ vidades e o divertimento.9. o p leb eu se abaterá. 14 P o r isso. e a g ló r ia deles. 2. e o n ob re se h u m ilh ará . . o m eu p o v o se rá leva d o cativo. agora o Sheol espera para festejar neles. Desse modo. “Os olhos dos altivos” opressores —as pessoas gananci­ osas e inescrupulosas —são escolhidos e separados para humilhação. Eles fizeram do prazer e do entretenimento os seus deuses. é m ostrado como um m onstro insaciável pronto para engolir as pessoas que são culpadas de pecados con­ tra Deus. e a su a m u ltid ã o. e a su a p om p a . O juízo cairá tanto sobre os líderes como sobre a massa das pessoas comuns. junto com “os que entre eles folgavam”.17). o qual corresponde ao grego H ades e a “inferno” na língua portuguesa.

. As cordas que os ligaram no princípio agora se tornaram cordas inquebráveis. e D e u s . c o m o s e f o s s e c o m c o r d a s d e c a r r o s ! Pecadores obstinados cuja incredulidade aberta desafia o SENHOR trazem o terceiro ai. o santo. o S a n to . p a r a q u e o co n h e ça m o s. 19 E d iz e m : A p r e s s e . Eles zombeteiramente se referem às advertências de Isaías a res­ peito do dia do juízo de Deus por vir em breve. Mas Deus “será exaltado em juízo” que Ele sustenta quando julga o culpado. De certo modo. As suas cargas de pecado e iniqüidade são tão pesadas que as cordas enganosas ( “cordas de vaidade”) que eles usam para puxar os seus fardos é muito pequena. Essas grandes propriedades e campos abastados tomados pelos ricos se tornarão terras de pasto. Também está claro que eles estão atados aos seus pecados e cul­ pas. será santificado em justiça”). de modo que eles têm que usar “cordas de carro”. s e r á s a n t ific a d o e m ju s t iç a . O pecado escraviza aqueles que se rendem a ele. eles desafiam Deus a tornar boas as advertências dEle de castigo futuro. Ninguém estará lá para cultivá-los. e o s lu g a r e s p is a d o s p e lo s g o r d o s s e r v i r ã o d e a lim e n to a f o r a s t e i r o s . p a r a q u e a v e ja m o s . Ele é santo e se mostrará a Si mesmo santo demonstrando a sua justiça ( “Deus. o s c o r d e ir o s s e p a s c e r ã o c o m o e m p a s t io s s e u s .s e e v e n h a o c o n s e lh o d o S a n to d e I s r a e l.16 M a s o SENHOR d o s E x é r cito s s e r á e x a lta d o e m ju í z o . 18 A i d o s q u e p u x a m p e la in iq ü id a d e c o m c o r d a s d e v a id a d e e p e lo p e ca d o . 17 E n tã o.s e e a ca b e a s u a o b ra . e a p r o x i m e . Cordeiros (ou cabras) vagarão sobre as ruínas do que os ricos desfru­ taram uma vez. Os ricos e os governantes violaram os princípios de juízo e justiça. Isaías de­ pois mostra que a justiça de Deus restaurará o povo através de sua graça divina.

e fa z e m do a m a rgo doce. 2 Pe 3. a m a rgo! A inversão das distinções morais traz o quarto ai. m a l! Q u e fa z e m da escu rid a d e luz.9.10— 15. 22 A i dos que são p o d ero so s pa ra beber vin ho e h om en s fo r ç o s o s p a ra m istu ra r bebida f o r t e ! .10). A atitude deles é como a atitude do mundo hoje com respeito ao álcool. Eles não enten­ dem a escolha de Deus do momento certo (cf. Eles puseram o ego e a própria sabedoria deles no trono e imaginam saberem melhor que Deus e o seu profeta. e da luz.1.Eles são indiferentes às profecias de Isaías. “luz” e “escuridade” a mora­ lidade pública. Eles menosprezam a Deus porque não o conhecem. à homossexualidade e outras perversões sexuais. A busca dos prazeres do pecado só pode trazer sofrimento e angústia. rejei­ tam a vontade de Deus. e o bem como sendo mal. 14). ao aborto. As pessoas auto-suficientes que dependem dos raciocínios das suas próprias mentes finitas. Quão triste é quando as pessoas torcem a verda­ de! Como é triste quando eles riem dos pecados pelos quais Cristo morreu. 21 A i dos que são sábios a seu s p r ó p rio s olhos e p r u d en tes dian te de si m esm os! Pessoas convencidas. rece­ bem o quinto ai. e egoisticamente buscam um estilo de vida secular. Isaías se achou freqüentemente em conflito com os conselheiros políticos dos reis de Judá (veja 28 . “Amargo” e “doce” pode ser comparado a moralidade pessoal. A totalida­ de da atitude da m aioria das pessoas tinha se tornado como con­ fundir amargo e doce ou luz e escuridão.9— 30. e do doce. 20 A i dos qu e ao m a l ch am am bem e ao bem. nada jamais irá acontecer. pensando que devido a nada ainda ter acontecido. ainda estão caminhando em direção ao juízo divino. escuridade. O povo e os seus mestres têm se tornado tão depravados que eles consideram o pecado como sendo normal. provavelmente governantes e políticos.

e o s s e u s c a d á v e r e s e r a m c o m o m o n t u r o n o m e io d a s r u a s . Com estes juizes e líderes. c o m t u d o isto n ã o t o r n o u a tr á s a s u a ira. e e s t e n d e u a m ã o c o n t r a e le e o f e r i u . A indulgência deles a respeito destas coisas os tornou insensíveis a qualquer coisa a não ser os seus própri­ os desejos. não pode obter justiça da parte deles. A podridão da raiz e o esvaecer das flores ilustram a plenitude da ruína. Líderes que deve­ riam ser os heróis no campo de batalha só poderiam ostentar de quanto vinho eles poderiam agüentar e como eles se superaram no "misturar bebida forte” (vinho com temperos. e a s m o n ta n h a s tr e m e r a m . 25 P elo q u e s e a c e n d e u a ir a d o SENHOR c o n tr a o s e u p o v o . c o m o p o d r i d ã o . 23 A i d o s q u e j u s t f i c a m o ím p io p o r p r e s e n t e s e a o j u s t o n e g a m ju s tiç a ! Para dar suporte às suas drogas e bebedeiras. ervas aromáticas. Como uma conclusão à lista de ais. A rejeição da lei e da instru­ ção do SE N H O R inclui a rejeição da sua palavra e a rejeição das profe­ cias de Isaías. e a p a lh a s e d e s fa z p e la ch a m a . 24 P e lo q u e. c o m o a lí n g u a d e f o g o c o n s o m e a e s to p a . A subitaneidade do juízo é comparada à palha e estopa secas que desaparecem depressa em chamas.Juizes bêbados e corruptos merecem o sexto ai. e a s u a f l o r s e e s v a e c e r á c o m o p ó . p o r q u a n t o r e je it a r a m a le i d o S e n h o r d o s E x é r c i t o s e d e s p r e z a r a m a p a l a v r a d o S a n to d e I s r a e l. m a s a in d a es tá a lç a d a a su a m ão. a s s im s e r á a s u a ra iz . Assim o pobre inocente.10). Deus fala da liberação da sua ira. Tal indulgência é exaltada por eles. “o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males” (I Tm 6. o suborno se tornou um modo de vida para os juizes. que não pode ser capaz de lhes dar um suborno. . e provavelmente drogas) para adquirir um teor muito mais elevado.

e e is q u e v i r ã o a p r e s s a ­ d a m en te.I ). provavelmente do grande terremoto no tempo de Uzias (Am I . alertas e prontos para marchar. Ele matou tantos em tão poucos minutos que corpos ficaram deitados nas ruas durante algum tempo. n e m s e lh e q u e b r a r á a c o r r e ia d o s s e u s sa p a to s. n ã o s e lh e d e s a ta r á o c in t o d o s s e u s lo m b os. trazer a invasão assíria descrita nos versos seguintes. Os guerreiros estão ajustados. Deus os designou como agentes da sua ira. 27 N ã o h a v e r á e n t r e e la s c a n sa d o . Isaías tira agora uma lição do passado. Ele assobiará para chamá-los e eles virão rapidamente. As sandálias deles são novas —nem mesmo uma correia quebrada de sandália os im pedirá. A sua mão nos dias de Isaías ainda estava estendida ( “ainda está alçada a sua mão”) contra Judá para desastres adicionais —isto é. NAÇÕES SOB 0 CONTROLE DE DEUS TRAZEM JUÍZO 5. As suas folgadas roupas exteriores são cingidas com cinto em preparação para a luta. O “estandarte”. n in g u é m to s q u e n e ja r á n e m d o r m ir á . quando alcançarem o seu objetivo. A ira de Deus não estava satisfeita. Apesar do tamanho daquele desastre.26-30 26 E e le a r v o r a r á o e s t a n d a r t e a n t e a s n a ç õ e s d e lo n g e e lh es a s so b ia r á d e s d e a e x t r e m id a d e d a te r r a . 3. Que . A marcha longa não os esgotará e eles esta­ rão prontos para a batalha. lembrado até mesmo na época de Zacarias (Zc 14.5). não para dorm ir. A Assíria e os aliados dela são estes guerreiros estrangeiros. Deus está a ponto de executar o seu juízo. A razão pela qual o inim igo virá tão rapidam ente é que eles estão bem preparados. n e m c la u d ic a n te . Eles vêm de uma terra que para os israelitas estava na “extremidade da terra”. este não era nada compara­ do aos resultados dos seus contínuos pecados.Como um clímax para os seis ais. ou bandeira. Este foi um desastre maior. que o SENHOR ergue bem alto é um sinal para os guerreiros de uma nação distante atacarem.

ru girã o. eis qu e só v er á treva s e ânsia. e a lu z se escu recerá em su a s assolações. co m o o bram ido do m a r. arcos retesados (Heb. e a rreb atarão a presa. Judá não poderá resistir. como Deus está usando os assírios. A aproximação dos exércitos assírios será irresistível. e não haverá q u em a livre. 30 E bram arão co n tra eles. O alvoroço e os gritos de batalha da chegada deles serão como o rugir de um leão. derukhoth. Por causa dos números e equipamentos do inimigo. mas o Egito foi derro­ tado e os soldados contratados fugiram todos. “curvados”) para a batalha. os cascos dos cavalos duros e sadios (as ferraduras de metal não eram usadas nos tempos antigos). e todos os seu s arcos. ru girã o com o fi lh o s de leão. u m redem oinho. Ezequias olhou para o Egito por ajuda e contratou os solda­ dos mercenários para ajudar a defender Judá. como um leão. multidões de rodas de carruagens zum­ bindo —fazendo um som parecido ao de um furacão ou tornado. se a lgu ém olh a r p a ra a terra. e. e as rod as dos seu s carros. Uma vez que o inimigo venha. retesados. e a levarão. Neste tempo o povo de Judá experimentará o caos de estar nesta situação desesperadora. será ouvido sobre a terra —como uma grande e irresistível onda do mar. sim . descuidada e festeira disposição de Judá e seus líderes! 28 A s su a s fle c h a s serã o agudas. 29 O seu ru gid o será co m o o do leão. Também. O equipamento do inimigo está nas melhores condições: flechas agudas. outro rugido. Agora.contraste com a desprevenida. as u n h a s dos seu s ca va los dir~se~iam de p ed ern eira . naqu ele dia. “como o bramido do mar”. eles se lançarão sobre a sua presa “e a levarão”. As figuras de trevas e de . qualquer ajuda humana na qual eles confiam não estará em nenhuma parte para ser achada.7 Os assírios então levaram muitos dos habitantes de Judá para o cativeiro.

De que modos Israel era como uma vinha? 2.5.1 1 .6 . 8 8 . 55 . 4 9 . No entanto. Ibid. “videira rara e escolhida”. no.1 5 . 2 A vide é em hebraico soreg. nós temos de nos lembrar que o propósito de Deus para com Israel ainda era um propósito remidor. 2 7 . 3 Relevos nas paredes do palácio assírio de Senaqueribe em N ínive descrevem a captura de Laquis e m ostram videiras derrubadas ao chão. O term o é usado somente aqui e em Gn 4 9 . A m aioria dos vinhedos tinha um sukkah ( “abrigo.27 . 1 5 . 7. Pv 5. 47.1 8 m ostra que esta significa . Bible Review 14.1 1.1 2 .1 8 . um exame de passagens tais como Jo 2 6 . Veja Carey Ellen W alsh.2 0 . “G ods V ineyard”.1 1 e Jr 2. “parede” pode se referir às paredes de sustentação que apóiam os terra­ ços. 5 Ou. 49. SI 30. Eles serão como um navio em uma tempestade que perdeu os seus mastros e olha para algum sinal de terra ou um raio de luz e não vê nenhum. 4 W alsh.1 0. 6 O Dr. barra­ ca tem porária”) como em Is 1.21.3.escuridão mostram a sua angústia. Todavia. Ela tam bém observa que a torre mostrava o prestígio do dono.8 QUESTÕES DE ESTUDO 1. 9 . “G ods V ineyard”.1 3 -1 5 .8. Laird H arris do Covenant Sem inary falou-me que a tradução de Sh"rol na ARC como “sepultura” é devido à sua interpretação. Como os seis ais descrevem e julgam o fruto de qualidade inferi­ or de Israel? 3. R . 4 (agosto de 1988): 45. Que tipo de exército Deus chamará para trazer juízo sobre o seu povo? CITAÇÕES 1 Arqueólogos têm descoberto que as pedras eram usadas para construir muros de sustentação que apoiavam terraços planos onde as videiras eram planta­ das sobre os mesmos. Is 38 ..

111. . M cKenna. 1 9 9 8 ). N o Novo Testamento ela é traduzida como Hades. Isaiah 1-39. RJ: CPAD. 2 1 David L. 19 93 ).: InterVarsity Press. ' D aniel David Luckenbill. 19 26— 7 ). que é sempre um lugar de punição. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 103. Veja Stanley M . em The Communicator’s Commentary (D allas: 1 W ord Books.“inferno”. H orton. Ver também J. Ancient Records o j Assyria and Bahylonia. 19 9 3 ). 144-45. 2 vols. Nosso Destino: O Ensino das Últimas Coisas (R io de Janeiro. 4 2 -4 8 . Alec M otyer. 2 :1 2 1 . (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press.

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I-I2. eu v i a o S en h or a ssen tado sob re u m alto e su b lim e trono. A VISÃO QUE ISAÍAS TEVE DE DEUS 6. os resultados futuros de sua profecia. finalmente. Isaías É Chamado Para Um Ministério Difícil 6. Alguns sugerem que Isaías profetizou antes des­ ta visão e que isto era uma confirmação da chamada . I. depois a sua comis­ são e.6 A. Isaías retorna para a sua visão inaugural e chamada para proclamar a sua autoridade para declarar um tal destino sombrio. e o seu séq u ito en chia o tem plo.1-4 1 N o an o em qu e m o r r eu o rei Uzias. Primeiro ele dá a época e o lugar da visão e seu efeito sobre si próprio.1— 13 Depois de dar uma advertência de tal magnitude.0 Deus Santo É Exaltado do 6.

autoridades e poderes no universo. Sendo a glória do Senhor tão poderosa e ater­ radora. porque Ele é um Espírito infinito (Jo I .1 A visão provavelmente veio antes da morte do rei Uzias em 739 a. Tiglate-Pileser III tinha estabelecido o Neo-Império Assírio e já estava focalizando a sua atenção sobre o Oeste. possivelmente por um M ediador entre Deus e a humanidade —nosso Senhor Jesus Cristo. e co m du a s cob ria m os p és.2 4 ).. a única coisa que Isaías pôde descrever. e assim o fez. quan­ do olhou de repente para além deste. 4 . Este era um tempo crítico para Israel e Judá. . que impedisse a sua visão do trono divino. tornou-se um leproso e o seu rei­ nado foi transferido para o seu filho Jotão. A visão do Senhor (Heb. ou véu. provavelmente em seus átrios. Isaías estava fora do templo. 1 ádonai ) “alto e sublim e” no seu trono ilustrava a sua soberania sobre todos os reis. cada u m tinha seis asas: com d u a s co b ria m o rosto. Ele só menciona o seu próprio nome quando isto é pertinente e relevante a um aconteci­ mento histórico”. o livro de Isaías não é estritamente cronológico e não há nenhuma evidência de que ele te­ nha profetizado antes desta época. Isaías não des­ creve a forma sobre o trono porque esta provavelmente desafiava qualquer descrição.. 2 O s sera fin s estavam a cim a dele. Em uma visão do templo divino. foi que as “abas de suas vestes enchiam o tem plo” (A R A ). I 8. e com du as voavam . McKenna sugere que “ele resu­ miu as suas profecias e declarou os seus temas nos primeiros cinco capítulos para mostrar a prioridade da mensagem sobre o mensageiro. Ele em breve conquistaria a Síria no N or­ te e faria Israel sujeitar-se. M as Deus se revelou aqui.C. Isaías não é um profeta em uma excursão do ego. N inguém jamais viu Deus na sua totalidade. Todavia. Uzias. aqui tradu­ zido como “seu séqüito enchia o tem plo”. por causa da sua presunção em entrar no Lugar Santo do templo. ele não viu nenhuma cortina.que ele tinha previamente recebido.

João 12. e Isaías viu as faces. Também é possível que o triplo “Santo” reflita a Trindade.3 Os serafins segura­ mente teriam sabido e teriam entendido que há uma Trindade. ou exérci­ tos]”. Santo. Eles se mantinham clamando uns para os outros: “Santo. enche toda a terra. Ele é transcendente sobre o seu universo e separado deste. mas deve­ ria ter sido vários. que no final das contas conduzirá a um novo céu e uma nova terra. 3 E cla m a va m u n s -para os outros. “Santo” tem o significado básico de ser separado. duas cobrindo os pés e a parte mais inferior do corpo para indicar hum il­ dade e reverência. Ele é separado do pecado e do mal. A repetição tripla de “Santo” dá ênfase suprema à santidade como a central e mais essencial característica do SE N H O R .) M as Ele também tem se separado de um modo positivo —para levar a cabo o seu plano divino e propósito de redenção e restauração. mãos e pés deles.Acima do Senhor. incluindo a manifestação do seu poder e a sua natureza santa. Certamente a Trindade estava presente na visão de Isaías. Eles refletiam o brilho deslumbrante da glória de Deus em tão elevado grau que pareciam estar em chamas. 4 E os u m b ra is das porta s se m overa m co m a voz do que cla m a ­ va. diz en do: Santo. embora o conceito jamais fosse completamente revelado no Velho Testamento. Os serafins proclamam que agora a sua glória.2 os serafins estavam voando. . Eles não são chamados anjos.41 fala a respeito de Isaías vendo a glória de Jesus. S anto é o SENHOR dos E x ércitos. e a casa se en ch eu de fu m a ç a . significando “os ardentes”. O nome serafim. Santo. M as eles também tinham asas: duas que cobriam continuamente a face para indicar a indignidade deles em olhar para Deus ou inquirir nos seus segredos divinos. (Isto não deixa nenhum espaço para o conceito de panteísmo. toda a terra está cheia da su a gló ria . Nós não somos informados de quantos serafins havia. e duas prontas para o vôo imediato e ininterrupto para fazer a vontade de Deus. Santo é o S e n h o r dos Exércitos [de hostes. pode indicar a pureza de tal ser.

A CONFISSÃO E PURIFICAÇÃO DE ISAÍAS 6. de modo que Isaías deve ter ficado cheio de medo. provavelmen­ te era um pouco virtuoso aos seus próprios olhos. isto provavel­ mente ocultou dos olhos de Isaías a visão de Deus no trono. . Em todo caso. 6 M as u m dos sera fin s v o o u p a ra brasa viva . Como disse Jesus: “M as o que sai da boca procede do coração. Isaías viu os umbrais e limiares da porta do templo tremerem. o SENHOR dos E x ércitos! Isaías era um jovem aristocrata que. disse eu : ai de m im . 7 e com ela tocou tocou os teu s lábios. Ele não era nem um pouco diferente do povo ao seu redor. Isaías percebeu de repente que ele também era um pecador.18). e a tua o teu pecado.4). e p u r fi c a d o m im trazen do n a m ã o u m a u m a tenaz. S I 24.Enquanto escutava os serafins.5-7 5 E ntão. Seguramente ele nunca esque­ ceu desta visão da santidade. 2. mas na presença santa de Deus. desprezando o rei Uzias por causa dos pecados deste. indicando um sacrifício. Os seus lábios profanos não puderam proferir uma oração por misericórdia. e os m eu s olhos v ira m o rei. U m fogo começou a queimar no altar neste momento. e sua fumaça encheu o tem­ plo. A fumaça também pode simbolizar a ira de Deus acesa contra o povo para o qual Isaías devia profetizar. pois este era todo um “povo de impuros lábios”. que tirara do a lta r com a m in h a boca e disse: E is qu e isto in iq ü idad e f o i tirada. acreditam alguns. esplendor e glória de Deus. Embora distinto do rei. O povo pensava que era impossível ver Deus e viver. qu e v o u p erecen d o ! P orque eu sou u m hom em de lábios im p u ro s e habito no m eio de u m p o v o de im p u ros lábios. Seus “lábios impuros” atestam um coração e mente sujos e é análogo ater “mãos sujas” (cf. e isso contamina o homem” (M t 15. totalmente indigno de entrar na presença do santo SE N H O R . A repetição de Isaías ao longo do livro do nome de Deus como “o Santo de Israel” indica que ele estava sempre cônscio da santidade de Deus. ( o verdadeiro Rei).

Deus podia dar-lhe esta salvação porque Cristo iria morrer e prover uma expiação suficiente para to­ das as pessoas de todos os tempos. I Jo 1. “Este povo” é uma expressão que normalmente insinua o desfavor de Deus.A brasa viva levada do altar por um serafim de fato estava quente. se oferecendo de boa vontade sem levar em conta a natureza ou dificuldade da missão. Com os seus pecados perdoados. Porém.9). pois o serafim a levou “com uma tenaz”. 9 Então. m a s não perceheis. a salvação que é nossa através do sacrifício de Cristo no Calvário. ele iria ficar desapontado. Isaías ouviu as palavras: “A quem enviarei. e quem há de ir p o r n ós? E ntão disse eu : e is -m e aqui. em verdade. Sua mensagem é uma série de imperati­ vos para eles se manterem ouvindo mas nunca entendendo.4 esta não o queimou mas limpou. M as eles têm que confessar o seu pecado e culpa como Isaías tinha feito (cf. ISAÍAS É COMISSIONADO A UM MINISTÉRIO DIFÍCIL 6. Isaías tem que corajosa e repetidamente falar ao povo as mensagens de Deus de . um fogo apai­ xonado tomou posse do coração de Isaías. e não en ten deis. Se Isaías pensasse que fora chamado a um grandioso ministério que fosse imediatamente mover a nação em direção a Deus. Ele recebeu a plena salvação que só Deus pode dar. disse ele: Vai e dize a este p o v o : O u vis. Ele respondeu imediata­ mente. de Ja to .7. isto é uma reflexão da Trindade. Ele agora se levan­ tou diante do SE N H O R como se nunca tivesse pecado. e quem há de ir por nós?” Alguns tomam “nós” como o plural de majestade. e vedes. R m 3. Em outras palavras. M as provavelmente. o u v i a voz do Senhor. Agora que não havia nada entre ele e o seu Deus. pois tinha sido feita a expiação pelos seus pe­ cados —eles foram tirados junto com a sua culpa. continu­ arem vendo mas nunca percebendo.8-10 8 D ep o is disto. 3. quando tocou os lábios de Isaías por ocasião da confissão do seu pecado.23. q u e dizia: A qu em envia~ rei. en v ia m e a m im .

Em vez de trazer restauração presente. M as a condição espiritual e moral das pessoas as tornarão incapazes de obedecer a lei de Deus. seus ouvidos muito endurecidos ou surdos para ouvir. e. “cobrir com substância ole­ osa.juízo presente e esperança futura. Jesus também citou Isaías a fim de advertir os seus discípulos da resistên­ cia empedernida do povo à verdade (e.15). . e en d u rece-lh e os o u vid o s. M as a pregação de Isaías faria os seus corações endurecidos serem ex­ postos e vindicaria como justo o juízo de Deus.14. Isaías fará o coração deste povo [Israel] ficar insensível —até mesmo mais indispos­ to a receber a mensagem de Deus. (Isto não significa que Deus propositadamente endureceu os seus corações. e a o u v ir co m os seu s ou vid os.g. Ele fechará (Heb. porque as suas obras eram más” (Jo 3. 10 E ngorda o cora ção deste povo. besuntar” ou “fechar com obstáculo”) os olhos deles de modo que não podem ver a verdade que lhes é apresentada. DURÁVEL ATÉ QUE APENAS UM REMANESCENTE PERMANEÇA 6. e a en ten d er com o seu coração. eles ficarão mais endurecidos.19). a mensagem de Isaías apenas irá endurecer mais o povo na sua rebelião e incredulidade.) O arrependimento poderia evitar a ruína próxima. e a terra seja assolada de todo. hasha. mas o povo não se arrependerá. ou reconhecer o seu poder soberano e autoridade — embora eles vejam as suas obras que demonstram que só Ele é Deus. Em vez de fazê-los perceber a sua condição endurecida. M t 13. receber a sua instrução.23). e. e fe c h a . 4.II-I3 11 Então. e os homens amaram mais as trevas do que a luz. O povo ainda está endurecido pelo seu pecado (R m 3. como disse Jesus: “Que a luz veio ao mundo. no m eio da terra. e a co n v erter-se. e nas casas não fi q u e m orador.. seja g ra n d e o desam paro. e a s e r sarado. efiq u em sem habitantes. não ven h a ele a v e r co m os seu s olhos. 12 E o SENHOR afaste dela os hom ens.lh e os olhos. S enhor? E respon deu : A té qu e se assolem as cidades. disse eu : até quando.

13 M as. a qual aparece nos capítulos 4 0 a 66. eles deveriam esperar por mais destruição —provavelmente significando a destruição futura pelos babilônicos sob o comando de Nabucodonosor. . Isaías teve uma audiência mudada e ele pôde oferecer uma nova mensagem. 5 3 . Isto foi cumprido quando Senaqueribe des­ truiu todas as cidades fortificadas de Judá (2 Rs 18. A com­ paração de “o carvalho. de acordo com os seus registros. Alguns entendem “o toco” como sendo a casa de Davi da qual o Messias virá (cf. Is I I . se ain da a décim a p a rte dela fi c a r . co m o o ca rva lh o e co m o a azin heira.150 pessoas cativas.13) e. d ep ois de se desfolharem . que. haverá reavivamento. Israel ainda era a herança do Senhor e Ele o preservará pela sua graça. assim a sa nta sem en te será a fir m e z a dela. M as até mes­ mo se somente “a décima parte” do povo é deixada. A resposta do Se­ nhor apontou a um tempo quando a destruição se espalharia pela terra. Ele clamou em angústia. A destruição de Senaqueribe deixaria alguns poucos. e Senaqueribe foi impedi­ do de destruir Jerusalém. Daquele ponto em diante. U m cum­ primento parcial veio quando o povo de Jerusalém tomou uma posi­ ção de fé com respeito à profecia de Isaías.2 ). Deus não tinha mudado o seu propó­ sito.I . levou 200. ainda fica o toco.3).. to rn a rá a s e r p a sta ­ da. querendo saber “até quando” ele teria que supor­ tar esta insensibilidade e endurecimento da nação. os campos seriam deixados desolados. as cidades seriam destruídas. conquanto o juízo sobre o pecado e a rebelião será severo. a sobra da qual a nova Sião virá. o significado parece ser que.. Ele ainda usaria o povo da sua aliança em seu grande plano para abençoar todos os povos sobre a terra (veja Gn 12.Isaías percebeu que o seu ministério seria difícil e impopular. ain da f i c a m fi r m e s .” —ARA)..Todavia. e o povo seria levado embora. Mas um toco impor­ tante será deixado —“a santa semente”.. como a azinheira” retrata a nação como uma floresta derrubada com apenas alguns tocos deixados de sobra ( “de­ pois de derrubados. Isaías não deixa um quadro sem esperança.

nos d ias de A caz. As ambições humanas não poderiam permanecer contra o seu poder e governo. B. 1 9 9 3 ). 111. Como Deus removeu o pecado de Isaías? 3.7 Isaías transmitiu estas profecias durante um tempo de turbulência política no decurso do reinado do rei Acaz (7 4 4 — 715 a. f i l h o de Jotã o. Mas Deus ainda estava no controle. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 19 93 ). Alec M otyer. 107. Isaiah 1-39. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Academ ie Books. 4 J. em The Communicators Commentary (D allas: W ord Books. possivelmente porque os tradutores queriam dizer que Deus era o Senhor acima dos serafins. ênfase de M cKenna.: InterVarsity Press. Nações estavam se elevando e caindo durante este período (veja 2 Rs I 6 .1— 9 1 S u cedeu .1-9. 0 REI ACAZ É DESAFIADO A CONFIAR EM DEUS 71-16 a. qu e R ezim . f i l h o de Uzias.C. Repreensões e Promessas para Judá 7. Qual seria o resultado da mensagem de Isaías? CITAÇÕES 1 D avid L. rei da Síria. rei de J u d á . f i l h o de R em alias. I. 78. e Peca. Qual foi a resposta de Isaías à sua visão de Deus e por que ele respondeu dessa forma? 2.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 1 9 8 5 ). .). “ao seu redor”. W olf.I — 2 0 ). p ois. Síria e Efraim Aliados Contra Judá 7. McKenna. 86. 2 A Septuaginta tem kuklõi autou. 3 H erbert M .

Isto que­ braria a aliança que Deus fizera com Davi (veja 2 Sm 7. (os sírios) para derrotá-lo e levá-lo prisioneiro para Damasco. que é chamado de “Efraim” depois da lide­ rança desta sua tribo. entretanto Judá sofreu perdas consideráveis.5). Eles tinham abandonado a sua confi­ ança em Deus e só tinham estado olhando para os seus próprios recursos. cf. Israel e Síria (Arã de Damasco) tinham sido inimigos. dizendo: A S íria f e z a lia n ça com E fraim . Esta tentativa falhou (2 Rs 16.000 soldados em Judá e levou os cativos para Samaria (2 Cr 28 . e queimou a seus filhos no fogo” (2 Cr 28. O Egito encorajou esta aliança porque queria um estado intermediário que servisse de pára-choque entre si e a Assíria.. com o se m o v em as á rvo res do bosque co m o vento..4—17). 2 Rs 16. mas a ame­ aça do Neo-Império Assírio de Tiglate-Pileser os fez se unirem em uma aliança contra ele.. fez imagens fundidas a baalins. Rezim e Peca marcharam contra Jerusalém pretendendo forçar Acaz a se unir. Quando o rei Acaz ouviu isto. Deus usou os arameus 4).rei de Israel. Dessa forma. mas Acaz recusou. A menção de “a casa de Davi” é significativa porque o propósito de Peca e Rezim não era apenas fazer Judá se unir com eles. se m o v eu o seu coração. su b ira m a Jeru sa lém . p a ra p eleja rem con tra ela. ele e o seu povo ficaram apavorados. O exército de Israel. e a Síria se reagruparam e levantaram um acam­ pamento em Israel próximo da fronteira de Judá e cerca de três dias de marcha a partir de Jerusalém. mas subverter a dinastia de Davi de quem Acaz era descendente.5— 8). . O rei Acaz “não fez o que era reto aos olhos do S E N H O R . e o cora çã o do seu povo. 2 E deram aviso à casa de D a vi. O rei Peca de Israel também matou 120. uma tentativa foi feita para conseguir que Judá se juntasse a essa aliança.2— Como resultado. Aparentemente.. E ntão.1-3. m a s nada p u d era m co n tra ela.

M as Deus os chamou de “dois pedaços de tições fumegantes” que poderiam produzir apenas um pouco de fumaça que logo seria extinta. Acaz deveria confiar em Deus. Acaz tem que manter a calma ( “aquieta-te”) e tem que deixar de ficar amedrontado. n em se desa­ n im e o teu cora çã o p o r ca u sa destes dois p ed a ço s de t iç õ e s fu m e ga n tes. Até mesmo de um ponto de vista puramente humano isto teria sido sábio. ao f i m do ca n a l do v iv eiro su perior. enquanto fazia planos para sua defesa durante o cerco da Síria e de Israel. M as Acaz se apavorou por causa dos inimigos que enxameavam próximos de Jerusalém. she’ar yashuv. e da Síria. tu e teu f i l h o S ea rJa su b e . A Assíria provocaria um exílio do qual só um remanescente. Quer dizer. Ele não podia ver qualquer outra coisa a não ser a ameaça imediata de Rezim e Peca.3 E ntão. A meta da Assíria era o Egito. voltaria. 4 E dize~lhe: A cautela~te e a q u ieta -te. e se Jerusalém se man­ tivesse quieta. escaparia à atenção. ao cam in h o do ca m p o do lavandeiro. disse o S en hor a Isaías: A gora. algo que Deus não aprovava. não esboçar nenhuma ação. s a í ao en co n tro de Acaz. . mas isto era aqui mais uma ameaça do que uma promessa. não tem as. Deus então ordenou a Isaías que encontrasse Acaz onde ele estava examinando o abastecimento de água de Jerusalém.1 Acaz precisava saber que o seu real perigo não era da parte de Samaria ou Damasco. Tiglate-Pileser III regularmente pegaria a estrada principal pelo litoral abaixo. a Assíria os conquistou logo em seguida. e o perigo passaria. De fato. mas da Assíria. A palavra do SE N H O R a Acaz era primeiro para adverti-lo para ter cuidado ( “Acautela-te”). Acaz estava pensando em apelar paraTiglatePileser III para salvar a cidade do ataque de Rezim e Peca. A presença do filho de Isaías Sear-Jasube (Heb. “um remanescente retornará”) era de fato uma idéia fundamental à mensagem de Isaías. pela graça de Deus. A raiva feroz desses dois reis fez Acaz pensar que eles eram um fogo perigoso. p o r ca u sa do a rd o r da ira de Rezim . e do fi lh o de R em alias.

7 A ssim d iz o S enhor D eu s: Isto n ã o su bsistirá. porém. Síria (A rã) e Efraim (Israel) estavam operando juntos. M as a única esperança de Judá era confiar no SE N H O R .2). . Rezim e Peca estavam errados em pensar que eles ou qualquer outro poderiam subverter a linhagem davídica e colocar um rei fantoche em Jerusalém para fazer Judá se juntar a eles contra a Assíria. não fic a r e is fir m e s . dentro de sessenta e cinco anos Efraim (Israel) já não seria um povo separado ou nação. E fraim será q u eb ra n tado e d eix a rá de s e r povo. e d en tro de sessenta e cin co anos. Acaz não precisou se preocupar a respeito do seu trono. de modo que o filho dele pode ter sido um parente de Rezim ou do rei de Tiro. Ele declarou que Rezim e Peca não teriam êxito. EmboraTiglate-Pileser III não destruísse Samaria. certam ente. 9 E ntretanto. e rep a rta m o -lo en tre nós. e o cabeça de D am asco. o f i l h o de R em a lias. n em ta m p ou co acon tecerá.C. “Tabeal” ( “o mau”) é um nome sírio. Deus assegurou a Acaz que o plano para depô-lo falharia. se o n ã o crerdes. estava no controle —não Israel ou Damasco. Damasco é a capital da Síria (Arã). e a to rm en tem o-lo . R ezim . a cab eça de E fraim será S am aria. M as a cabeça da S íria será D am asco. e o seu cabeça (ou chefe) é “Rezim”. Estes l í ês versículos são todos uma sentença causai. efa ça m o s rein a r no m eio dele o f i lh o de Tabeal. com E fraim e co m o f i lh o de R em alias. o rei Esar-Hadom fez o assentamento de colonos estrangeiros no território de Israel (Ed 4. por Salmaneser V E sessenta e cinco anos depois. Deus. Rezim nunca será o chefe sobre Jerusalém porque o contexto revela que esse Rezim jamais poderia ser mais do que ele era: Damasco breve seria destruída pela Assíria. dizendo: 6 Vamos su b ir con tra Ju d á .5 P orquanto a Síria teve con tra ti m a lign o conselho. Samaria foi destruída em 722 a. embora o plano viesse da Síria. e a cabeça de Sam aria.

aparentando que isto seria contra a Lei. a qual proíbe colocar Deus em tentação ( “nem tentarei ao S e n h o r ” ) . disse que se o povo de Judá e Jerusalém não ficassem firmes na sua fé (Heb. e Ele não pôs nenhum lim i­ te na natureza do sinal. p o rém . Como uma últi­ ma tentativa para fazer Acaz prestar atenção a esta advertência e exer­ citar fé. dizendo: 11 P ede p a r a t i ao SENHOR. u m sin al. Acaz recusou com simulada devoção. confiar. p e d e-o ou em b aix o nas p ro fu n d ez a s ou em cim a nas alturas.10— 13 10 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r com Acaz. Deus foi gracioso em lembrar a Acaz que Ele era o seu Deus. Acaz não estava preocu­ pado a respeito da Lei. “acreditar. disse: N ão o p ed irei.A liderança de Judá jamais pertenceria a Efraim. ainda falando a Judá. A sua real razão por recusar era que ele já tinha rejeitado o SE N H O R e tinha se decidido a pedir ajuda . Então Deus. Que amor maravilhoso Deus estava mostrando! 12 A caz. ta‘aminu. teamenu. Deus Oferece e Promete um Sinal 7.16). possivelmente em seguida à advertência precedente. das profundezas (do inferno) às alturas do céu. demandar que Deus mostre o seu poder sem razão (D t 6. Deus ainda não tinha abandonado Acaz. con­ tar com. ou a Peca. permanecer. A N V I apresenta o troca­ dilho na tradução inglesa. b. teu D eu s. Deus lhe disse que pedisse ao SE N H O R “um sinal” sobrenatu­ ral. O hebraico usa as formas hiph’il e niph’al do verbo ‘aman como um jogo de palavras. Ela enfatiza que a única esperança deles de escapar da ruína de Arã e Israel é tomar uma posição de fé em Deus. ter fé”) ele não ficaria firme (Heb. n em ten ta rei ao SENHOR. porque ele já tinha interrompido a sua obser­ vância pública e fechado o templo. “ter estabilidade. quer dizer. continuar”). Este poderia ser qualquer coisa. qualquer coi­ sa em toda a criação. quer dizer. confiando somente nEle. Pedir a Deus por um sinal não era tentar quan­ do o próprio Deus fez a oferta. Além disso. o Senhor falou novamente com ele. Quando Acaz não respondeu.

Assim. Por causa da ameaça contemporânea da Assíria. O rei Acaz. se esta forma é uma “promessa ou uma advertência. ó casa de D a v i! P ou co vos é a fad igardes os hom ens. um contemporâ­ neo e um que se refere ao nascimento de Jesus. Porém.7— 9). Deus estava testando Acaz. o Senhor dará de qualquer maneira um sinal sobrenatural —mas não a Acaz.14— 16 P ortanto. não somente para Acaz. A mensagem aqui está no plural. Ele retorna para o singular no versículo 16 porque o que se segue é dirigido de novo especificamente a Acaz. agora. e será o seu n om e E m anuel. Isaías falou então para a totalidade da di­ nastia davídica.2João Calvino. Outros propõem um cumprimento dual. ele disse: O u v i. como o representante atual.u) rei assírio. sen ão qu e ain da afad igareis tam bém ao m eu D eusP Inspirado pelo Senhor. o m esm o SENHOR v o s da rá u m sin al: eis qu e u m a v irgem con ceb erá . Note que Isaías disse “meu Deus”. tinha testado a paciência de homens ( “afadigardes os homens”). muitos comentaristas lim itam o cumprimento ao futuro próximo. c. Tiglate-Pileser — o que ele logo fez (2 Rs 16. por causa dos seus próprios planos.3 Apesar da incredulidade de Acaz e sua recusa de pedir um sinal. O Sinal do Emanuel 7. Acaz não estava pronto para se sujeitar à vontade de Deus. Ele não podia dizer “seu Deus” porque Acaz tinha rejeitado a Deus e a sua palavra. ou quem é indicado ou pretendido pelo filho Emanuel”. incluindo Isaías. Bishop Lowth e o batista John G ill foram antigos escritores que sustentaram uma interpretação messiânica.4 A partícula “portanto” refere-se atrás ao versículo 13 e indica que Deus dará um tipo diferente de sinal do que Ele ofereceu a Acaz . 13 E ntão..20 ). e da rá à lu z u m filh o . e a paciência de Deus também. Os comentaristas não concordam sobre a interpretação desta pas­ sagem. mas com o desejo de o impedir de pecar (Ex 20 .

A RC/ARA ) dirige atenção à importância da virgem e de seu filho. o que indica que o filho Emanuel é o Messias.5 Esta “não é mais uma matéria de convite mas de predição”.C. quando tinha a idade de vinte e cinco anos.1 Todavia. e isto não é dito a respeito do Emanuel. o Emanuel não poderia ser Ezequias. em Cantares de Salomão 6. Porém. 6.20 [plural]. “A profe­ . esta omissão ajusta-se com o fato de que a criança é nascida de uma virgem. 68. a terra de Judá é identificada como a terra do Emanuel. Ela irá chamar o nome de seu filho “Emanuel”. seu uso é distinto do hebraico usado para mulheres casadas ( “rainhas”) e “concubinas” e pode significar apenas “virgem”. uma vez que seus filhos são nomeados especificamente como seus.12e ele começou o seu pleno reinado em 715.8). Êx 2.19. de modo que ele já existia vivo naquele momento (7 3 2 a. Emanuel é a garantia da sobrevivência de Israel.13 Nem poderia ser a virgem tampouco a esposa de Isaías.14 Depois. nenhum pai é mencionado. Ao contrário da tradição judaica.15 O mesmo Filho nascido da virgem é o Filho maravilhoso em Isaías 9 e 11.8 Por exemplo. indicando uma virgem específica no plano de Deus. ’almah) é motivo de con­ trovérsia.8.no versículo IO. Em 8. Ct 1.). ou “Deus em nossa companhia”. Pv 30. SI 46 [sobrescrito.C . a palavra usada aqui ( Jalmaü ) parece ser específica a uma virgem na ida­ de de se casar. I Cr 15.3. é usada a respeito de virgens de qualquer idade.8. plu­ ral]. cujo significado é “Deus conosco”. Esta ocorre somente outras oito vezes no Velho Testamen­ to (Gn 24. Um a outra palavra.7 O sinal não se refere apenas a um nascimento sobre­ natural.9 Porém. mas também para as condições que cercam esse nascimento. bethulab.43. em 8. Ela é chamada “a” virgem. M as nunca é usada a respeito de uma mulher casada. O significado da palavra “virgem” (Heb.10 A partícula hebraica hinneh ( “Eis”.25.6 O plural “vos” significa que isto será um sinal para toda a casa de Davi.10.8. 1 pois Acaz o designou como co-regente em 728 a. Alguns comentaristas lim i­ tam a sua atenção ao contexto imediato e supõem que a criança nas­ ceu a Acaz ou Isaías.

. a terra de que te en fa d a s será desam parada dos seu s d ois reis. Subjacente a esta passagem está o contraste en­ tre o M essias e a condição degenerada da casa de Davi como encar­ nada em Acaz.2 0 ). até que ele saiba rejeita r o m a l e esco lh er o bem. Para Acaz esta deveria ter sido uma ad­ vertência de que a casa de Davi seria reduzida a um estado inferior como conseqüência das políticas de Acaz e daqueles futuros reis que seguiram o exemplo dele.”16 Note também que Mateus term ina o seu livro com Jesus dizendo: “E eis que eu estou convosco todos os dias. Ele continua sendo o Emanuel. Comer manteiga (a versão inglesa N IV indica curds. M as a passa­ gem é flexível —O Filho não precisa estar presente na destruição que Acaz testemunhará. a n tes qu e este m en in o saiba rejeita r o m a l e escolh er o bem . um tipo de iogurte) e mel silvestre mostra que a criança nascerá em pobreza. o M es­ sias (M t 1. Ele estaria compartilhan­ do na situação reduzida de seu povo. 16 M a verdade. Para o Filho significava que até que Ele chegasse a uma idade de responsabilidade. Mateus aplicou corretamente esta profecia a Jesus. Amém” (2 8 . 15 M anteiga e m el com erá . ou coalhada de leite de cabra. o qual é tanto o Protetor Libertador como o Divino Guerreiro.17 Alguns entendem a passagem como sig­ nificando que Emanuel deve estar de fato presente para suportar os resultados da recusa de Acaz a partir daquele momento.18 Outros pensam que o significado é que Emanuel na m aturidade recusará a política de Acaz e escolherá os meios do seu Pai divino (como na tentação de Jesus). até a consumação dos séculos.cia do Emanuel alcança um maior cumprimento no nascimento do Deus-Homem.23). A profecia da desolação de Damasco e Israel seria cumprida como se o Filho estivesse nascido naquele momento. “Deus conosco”.

Os vales desertos e as fendas das rochas. serão invadidas por forças inimigas. Deus “assobiará” para os exércitos da Assíria para serem os seus agen­ tes. O Egito se tornou a isca que atraiu a Assíria. uma vez fortalezas seguras para Davi. desde o dia em qu e I fr a i m se sep a rou de Ju d á . e em todos os espinhos. e eles serão como um enxame de abelhas se estabelecendo e devastan­ do Israel e Judá. DEUS USARÁ A ASSÍRIA PARA TRAZER JUÍZO 7. e sob re a casa de teu pai.) a Assíria era um poder mundial dominan­ te. Em 701 a. na q u ele dia.17-8. A Assíria como a Navalha de Deus 7. As cercas de .C. e o Egito provou ser impotente contra esta. o ponto é que Deus está no controle do Egito e da Assíria. A secessão das dez tribos foi um terrível golpe para Judá e aos reis da linhagem de Davi. “Naquele dia” é o dia do justo juízo de Deus sobre Judá. assobiará o S enhor às m osca s qu e há no ex trem o dos rio s do E gito e às abelhas que an dam na terra da A ssíria. Nem mesmo a parte mais remota da terra estará protegida dos assírios. os quais serão tão ineficazes quanto moscas. 18 P orque bá de a co n tecer que. e sob re o teu povo.C. p elo rei da A ssíria. Confiar no Egito também seria futil. a Assíria derrotou o Egito em Elteque. e em todas as flo r esta s. 19 e v irã o e p o u sa rã o todas n os va les desertos e nas f e n d a s das rochas. Os assírios a quem Acaz procurou por ajuda trarão eventualmente de­ vastação a Judá. Por esse tempo (735 a. aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. Ele só tem que assobiar para os exércitos egípcios. qu ais n u n ca v ie ­ ram .17— 25 11 M as o SENHORf a r á v ir sob re ti.2. Alguns vêem o uso das moscas e abelhas como referindo-se à cultura de abelhas na Assíria e às moscas que se instalaram na sujeira no Egito.. Porém. dias tais. Agora Deus vai trazer um golpe até pior.8 a.

os vinhedos não podem ser mantidos. E porque há tão poucas pessoas. na q u ele dia. e m a n teiga e m el co m erá todo aq uele qu e f i c a r de resto n o m eio da terra. qu e a lgu ém cr ia rá u m a va ca e du as ovelhas. isto era também uma humilhação literal dos homens de Judá levados em cativeiro. O rei assírio será alugado ( “navalha alugada”) porque a Assíria não era povo de Deus no mesmo sentido que Israel. O rei da Assíria será como a navalha de um barbeiro que trará o juízo de Deus. a cabeça e os cabelos dos p és e a té a barba tota lm en te tirará. levados como espólio pelos invasores assírios. era a maior humilhação imaginável naqueles dias. Raspar a cabeça. qu e todo o lu ga r em que h o u v er m il vid es do v a lo r de m il m oed a s de p rata será p a ra . p o r ca u sa da a b u n d â n cia do leite que elas hão de dar. co m erá m an teiga . Os grandes rebanhos terão ido. naqu ele dia. 23 S ucederá.19 21 E su ced erá . tam bém .cspinheiros que protegem os vinhedos serão tomadas. isto é. A referência de Isaías a uma “abundância do leite” é irônica por­ que é relativa a tão poucas pessoas que são deixadas para serem ali­ mentadas. 22 E a con tecerá que. as pernas e a barba. Enquanto o raspar se refere metaforica­ mente ao uso que Deus faz de um poder estrangeiro para castigar o seu povo. Alugado também indica que Deus estaria usando a Assíria apenas temporariamente. O remanescente deixado poderá manter só algumas provisões de víveres. refa rá o S en hor com u m a navalha alugada. assim como as lontes de água. que está além do rio. as pessoas terão que se manter na dieta facilmente pro­ duzida de “manteiga e m el”. 20 N aquele dia. Isso indica a desgraça completa e o despovoamento de todas as classes. com o rei da A ssíria.

Depois que Acaz se recusou a ouvir.) Animais selvagens irão tomar conta das áreas cultivadas. M as Deus ainda era fiel ao remanescente que permaneceu. M aer-Salal-H ás-Baz 8. Isto im plica que uma campanha m ilitar re­ . As colinas não poderão cultivar qualquer coisa. 25 E tam b ém a todos os m o n tes qu e co stu m a m ca v a r com en x adas. Deus disse a Isaías que levasse um grande rolo (provavelmente de couro)20 e escrevesse uma mensagem sobre ele com uma caneta comum ( “em estilo de ho­ mem”) em escrita nítida e usual que as pessoas poderiam facilmen­ te ler. 24 C om a rco e fle c h a s se en tra rá nele. As palavras da mensagem significavam “rápido-despojo-presa-segura”. p o rq u e as sa rça s e os espin h eiros co b rirã o toda a terra.9. só os bois e as ovelhas poderão ir lá e achar algo que comer para se manterem vivos. espinheiros” irão tomar conta.21 A idéia é repetida duas vezes em palavras hebraicas diferentes para ênfase. (N ote que Jeremias pagou só dezessete ciclos de prata por um campo inteiro. b. f i lh o de Jebereq uias. tom ei com igo f i é i s testem unhas. O povo de Judá pagou um preço terrível pelo pecado de Acaz. sa cerdote.1-4 1 D is s e -m e tam bém o SENHOR: Toma u m g r a n d e v o lu m e e escreve nele em estilo de hom em : A pressan d o-se ao despojo. p o r cau sa do tem o r da s sa rça s e dos espin heiros. a p ress o u -s e à presa.. Devido ao fato de haver tão poucas pessoas para trabalhar nos vinhedos bem cultivados com as suas muitas videiras caras.sa rça s e pa ra espinheiros. Colinas onde grãos e outras safras tinham crescido serão cobertas com sarças e espinheiros tão espessos que as pessoas terão medo de caminhar por eles por causa do perigo de serem arranhadas e corta­ das. a U rias. e a Z acarias. se n ão irá. de modo que estes se tornam em lugar para caçar. Jr 32.. m a s serv irã o p a ra se m a n d a rem p a ra lá os bois e p a ra serem p isa d os p ela s ovelhas. “sarças e. 2 Então.

2 Cr 34.3 ). dia n te do rei da A ssíria. A segunda testemunha. Isto é paralelo ao que foi dito do filho nascido da virgem e faz do filho de Isaías um sinal —embora não o sinal sobrenatural que seria dado a toda a casa de Davi no futuro.20.lh e o n o m e d e M a e r . de forma que quan­ do a profecia fosse cumprida eles poderiam confirmar que o SeN H O R e Isaías tinham razão. Antes que o menino pudesse dizer as palavras mais simples. mas não há tal costume na cultura hebraica. A prim eira testem unha. pode ter sido o sogro de Acaz (2 Cr 29 . 3 E J u i t e r c o m a p r o fe t is a . Isaías provavel­ mente explicou isto às duas “fiéis testemunhas”. At 21.S a la l. . e ela c o n c e b e u e d e u à lu z u m f i l h o . Agora o SE N H O R aplica o significado do nome quádruplo. é identificada por alguns como aquele que fez o altar para Acaz se­ guindo o padrão de im itação de um outro em Damasco (2 Rs I 6 .1 1).1 0 . A esposa de Isaías era uma profetisa.1.14. Alguns supõem que ela era chamada assim de cortesia devido ao fato de seu marido ser profeta. I Co 1 1. 7. provavelmente dentro do seu primeiro ano de vida. O S e n h o r disse a Isaías que desse ao menino o mesmo nome que Isaías tinha escrito no rolo. a Assíria saquearia Damasco e Samaria. 2 Rs 22. U rias. o nome quádruplo dele está em fino contraste com o nome quíntuplo do Messias no capítulo seguinte (9. an tes qu e o m en in o saiba d iz er m eu p a i ou m in h a m ãe.B a z . de forma que o seu filho seria uma testemunha contínua à verdade da profecia. embo­ ra isso possa im plicar que Judá também sofreria.9. se leva rã o as riquezas de D a m a sco e os despojos de S am a­ ria. De fato.14). O menino não é identificado com Emanuel (cf. cf.6).5). 4 Porque. Zacarias.lâmpago tom aria a riqueza e os bens de Damasco e Samaria. N a realidade. e o SENHOR m e d is se : P õ e .22.H á s . há profetisas tanto no Velho Testamento como no Novo (Êx 15.

Judá recusou as suaves águas correntes de Siloé. dizendo: 6 P or­ qu an to este p o v o desprezou as águ a s de S iloé qu e co rrem branda­ m en te e co m R ezim e com o f i l h o de R em a lias se alegrou. in u n d a n d o -o . O povo estava se regozi­ jando sobre as mortes de Rezim e Peca (ambos morreram em 732 a. ele alagaria tudo. 36 e 37). O exército dele alcançaria “até ao pescoço”. a Assíria destruiria a totalidade de Judá. Rejeitar as águas suaves de Siloé provavelmente significava rejeitar as promessas de Deus em tempos turbulentos. As “águas de Siloé” provavelmente são as águas que fluem da primavera de Giom.25). o sacerdote. co m toda a su a g ló ria . isto é. Peca é chamado de o filho de Remalias para nos lembrar que Peca não tinha nenhum direito ao trono de Israel. Ele não tomaria a cabeça. e a ex ten sã o de su a s asas en ch erá a la rgu ra da tu a terra. Deus é paciente e fala novamente através de Isaías para o povo depois que este se recusou a escutar a mensagem do versículo 4.). A invasão de Senaqueribe de 701 a. Zadoque. ungiu a Salomão ali (I Rs 1. e su b irá sob re todos os seu s leitos e tra n sb ord a rá p o r todas as su a s rib an ceiras. Como um grande pássaro de presa que desliza velozmente examinando sobre a terra. A Assíria Vem Como Uma Inundação 8. cumpriu esta profecia (veja caps. Contudo. Agora. Ele garante que a terra será restaurada no futuro. Como uma inundação. Jerusalém. inclusive Judá. . Alguns críticos mudam “ó Emanuel” para significar “pois Deus é conosco”. e irá p a ssa n d o p o r ele.c. f o r t e s e im petu osas.C. ó E m anuel. o rei da A ssíria. a terra ainda é a terra do Emanuel.C. Como muito freqüentemente em Isaías.39). 8 e p a ssa rá a J u d á . e chegará a té ao p esco ço . mas ainda não estava confiando em Deus. como o poderoso Eufrates ( “o R io ”). o rei do magnífico exército da Assíria o inundaria com imponência.5— 8 5 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r ain da com igo. Ele o tinha ganho por ter assassinado a Pecaías (2 Rs 15. 7 eis qu e o S enhor f a r á v i r sob re eles as águ a s do rio.

Apenas um ser humano. incredulidade e desconfiança do SE N H O R . e sereis quebran tados. Quando a Assíria conquistava nações. Todos eles estavam elevando o grito de batalha contra Judá. Assim. que pode ser traduzido “por causa do Emanuel”. p orq u e D eu s é conosco. to­ dos os que so is de lon gín q u as terras. ou seja. ó p ovos. Com uma poderosa unção sobre si. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. Porém. Deus iria atropelar o plano deles. n em ta m p ou co vos assom breis. Emanuel é o Messias. Isaías deve ter sentido a oposição dos incrédulos e cínicos. 3. A promessa do futuro Emanuel é a garantia de que Jerusalém sobreviveria e as nações que tentassem destruí-la eventualmente cairiam. dizendo: No Velho Testamento. 12 N ão cham eis co n ju ra çã o a tudo q u an to este p o v o cham a co n ­ ju r a çã o . Isaías foi advertido para que “não andasse pelo cammho deste povo”. nós temos uma ligação entre 7. Ele tinha que continuar declarando a palavra do SE N H O R com coragem. e não tem ais o seu temor. dai ou vidos. e ele será dissipado. a “forte mão” do Senhor é freqüentemente paralela ao grande poder do Espírito Santo. mas isso não é tudo o que Ele tem planejado. 10 T om ai ju n ta m e n ­ te conselho. Deus trará juízo sobre Judá. COMO DEUS ESTAVA COM ISRAEL 8. . cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. M as Deus o ungiu e lhe deu confiança. portanto. dizei a pa la vra. o exército assírio incluía tropas de muitas nações. na sua rebelião.14 e os capítulos 9 e I I . o exército da Assíria seria eventualmente “quebrantado”. e ela não su b sis­ tirá.mas isso não se ajusta ao contexto. 11 P orque assim o SENHOR m e disse co m u m a jo r t e m ão e m e en sin o u que não an dasse p elo cam in h o deste povo. perm itia freqüente­ mente que aqueles que foram conquistados se alistassem em seu exér­ cito e recuperassem algumas das suas próprias perdas no próximo lugar de conquista. “porque Deus é conosco”.9-18 9 A lvoroça i-vos.

Ele se tornará uma pedra de tropeço. fa­ zendo-os cair. e a sua advertência a Ezequias para não quebrar aquela aliança outrora feita. M as para aqueles que se recusam a confiar nEle. Acaz (2 Rs 18. a ele sa n tifica i. m a s serv irá de p ed ra de tropeço e de roch a de escân dalo às d u a s casas de Isra el. e seja ele o vosso tem or. Eles deviam considerar o santo SE N H O R . ou “conjuração”.13). 14). Os verbos aqui estão no plural e são endereçados a Isaías e aos discípulos que o escutavam. 13 E m u ito s d en tre eles tropeçarão. 14 E ntão. A advertência de Isaías contra a aliança com a Assíria. Para esses que ainda confiam nEle e respeitam a sua santidade. Samaria caiu em 722 a. durante o quarto ano do co-reinado de Ezequias com o seu pai. Este não era o real perigo para Jerusalém. A mesma derrota pelas mãos da Assíria espera tanto Israel como Judá.13 Ao S enhor dos E xércitos. eram ambas consideradas traição. e serã o q u ebran tados. Eles não deveriam temer ou apavorar-se com o que os incrédulos temiam. Indubitavelmente. Deus será um refúgio. exceto Jerusalém (2 Rs 18. e ter o mesmo tipo de temor e respeito que reconhece o seu maravilhoso poder e que confessa e abandona pecado.9). “M uitos dentre eles” provavelmente se refere tanto a Israel como Judá (v. pelos partidários da guerra em Judá. e cairão. Jerusa­ lém ficou presa como num beco sem saída pelos exércitos assírios sitiantes até que Deus a entregou. que era a conspiração de Peca e Rezim. os homens de Jerusalém estavam no . Então em 701. Isto im plica bên­ çãos de paz. Senaqueribe des­ truiu todas as cidades de Judá. alegria e comunhão com Ele. ele v o s será sa n tu á rio. e seja ele o vosso assom bro. e enlaçados. de laço e rede. aos m o ra d o res de Jeru sa lém . e presos. um lugar santo reservado.C. o décimo-quarto ano do pleno reinado de Ezequias.

( “monte Sião” aqui significa em Jerusalém.) Deus ainda podia cumprir as suas promessas. são as profecias escritas e os ensinos que Deus deu a Isaías até aquele momento. Ele não os deixou sem uma testemunha: Os nomes de Isaías e os dois filhos dele tinham significados simbólicos que continuariam lembrando as pessoas tanto da promessa de salvação como das advertências de juízos. com os fi lh o s que m e d eu o SENHOR. com o sin a is e m aravilh as em I sra el da p a rte do SENHOR dos E x ércitos. ou instrução. 17E esperarei ao SENHOR. Isaías declara então que confiará no SE N H O R para levar a cabo o seu plano.exército que enfrentou Senaqueribe e alguns deles foram mortos ou capturados. Assim. M uito embora o SE N H O R estivesse descontente com Judá. O “testemunho” e a “lei”. 18 E is-m e aqui. a Sião que Davi conquistara antes do templo ser construído no monte ao norte deste. quer dizer. que esco n d e o rosto da casa de Ja có . 16 Liga o testem u n ho e sela a lei en tre os m eu s discípulos. Hebreus . Ele não tinha deixado o seu povo. O ato de ligar e selar também protegeria as profecias dos incrédulos que poderiam querer destruir os manuscri­ tos ou negar que Isaías os escreveu. e a ele agua rdarei. Eles foram dados pelo Senhor dos Exércitos para informar o povo de que a sua presença ainda era manifestada no templo “no monte de Sião”. Isaías irá olhar para além das circunstâncias presentes e colocar a sua confiança em Deus — honrando assim as promessas de libertação. que habita no m o n te de Sião. Embora o S E N H O R esconda a sua face em desgosto “da casa de Jacó”. Eles deviam ser amarrados e selados para indicar que os eventos já tinham prova­ do a sua veracidade. Os discípulos de Isaías foram encarregados de preservá-los. não simplesmente na colina de Ofel. de Israel e Judá.

é somente para aqueles que aceitam a palavra de Deus e rejeitam a superstição pagã. o qual traz um maior cumprimento das promessas de Deus.ã o os m o rto s? A Lei de M oisés proibia consultar “médiuns e espíritas” (cf.2. Se tão-somente eles prestassem atenção às suas palavras da parte do Senhor eles iriam achar a verda­ deira luz. O cerco assírio trará fome.24). A “alva” ou alvorada. que ch ilreiam e m u rm u ra m en tre d e n tes . quando o juízo vier.19-22 19 Q u a n d o vos disserem : C o n su lta i os qu e têm esp íritos f a m i l i ­ a res e os adivinhos. a m a ld içoa rã o a o seu rei e ao seu D eu s. em vez de consultar a Deus. Contudo. D t I8 . eis q u e h a verá a n gú stia e escu ridão. ---não reco rrerá u m p o v o ao seu D eu s? A f a v o r dos v iv o s in te rro g a r . Quão tolo seria “consultar os mortos em favor dos que vivem”. ou bênção futura. ten do f o m e e en fu recen d o -se.31.I I). 20 A Lei e ao T estem un ho! Se eles não fa la r e m segu n d o esta p a la vra. 4.s e .6. JUÍZO SOBRE 0 ESPIRITISMO 8. aqueles que eram provavelmente a favor dos assírios e assim rejeitavam as profecias de Isaías estavam pondo pressão crescente no povo para fazer justamente isso. n u n ca v erã o a alva. eles não se arrependerão. e será que. Lv 19. 20. As pessoas que rejeitam as profecias de Isaías vagarão pela noite do juízo de Deus. e serã o en ten eb recid os com â n ­ sias e a rra sta d os p a ra a escu ridão.13 cita a partir deste verso e o aplica a Jesus. então. olhando p a ra cim a. “A lei” (instrução) e “testemunho” novamente referem-se à profe­ cia e aos ensinos de Isaías (veja 5. 22 E. E devido a não terem confiado em Deus. olhando p a ra a terra.22 21 E p a ssa rã o p ela terra d u ra m en te o p rim id o s efa m in to s . . o espiritismo e outras abominações idólatras.

. a terra de Z eb u lom e a terra de N cfta li. eles verão somente desesperada “angústia e escuridão”.22.24 O “caminho do m ar” era a rodovia que vinha do sudoeste.23 Quando olham para a terra (a marca da sua bênção) e os elementos materiais nos quais confiaram. Certamente isto significava também uma escuridão interior. além do Jord ã o. os quais ficam situados entre o mar da Galiléia e o mar M editerrâneo. n os p r im eiro s tem pos. eles amaldiçoarão ao seu rei que não os defendeu e ao seu Deus que não os guardou deste juízo. seria honrada no futuro. Em contraste com a escuridão mencionada em 8. (2 Rs 15. a G aliléia dos gen tios. Isto foi cumprido quando Jesus ministrou e escolheu os seus primeiros discípulos na Galiléia — a qual ainda era menosprezada pelo povo de Jerusalém. TiglatePileser III fez destes territórios uma província assíria.C. levou os seus habitantes para o exílio e trouxe os povos de outras nações para habi­ tar ali. n os ú ltim os. Ele en vileceu . 5. e ane­ xou parte da planície de Sarom próxima do mar Mediterrâneo. tinham sofrido grandemente por causa das invasões assírias de 734 a 732 a.1 5 0 do povo de Judá —um testemunho incontestável à certeza da palavra profética. Ele também tomou Gileade. ESPERANÇA PARA A GALILÉIA 9. a en ob receu ju n to ao ca m in h o do m ar.1-5 1 M as a terra q u e f o i a n gu stiada não será en ten ebrecida. M as a Galiléia. virá um dia quando a escuridão será levantada das vidas do povo de Deus. m as. de Damasco abaixo através Galiléia e depois para o mar M editerrâneo e costa abaixo em direção ao Egito. Iiles serão arrastados “para a escuridão” absoluta e para a melanco­ lia do exílio. Os registros de Senaqueribe reivindicam que foram levados como cativos 20 0 .29). onde o juízo de Deus primeiro humilhou o seu povo nos dias de Isaías.Ao invés disso. no outro lado do Jordão. Os território de Zebulom e N aftali.

Galiléia.25 H á uma conexão 73 óbvia entre este versículo e o “Filho” do versículo 6.6. 49. serv irã o de p a sto ao fo g o . vitória. 2).C. e so b re os q u e h a b ita va m n a regiã o da so m b ra da m o rte resp la n d eceu a luz. Alegria. prosperidade. Deus deu a Gideão a vitória depois de reduzir o exér­ cito dele de trinta e dois m il para trezentos homens (Jz 7. a presente libertação do “opressor” deles tam ­ bém será executada pelo S E N H O R . co m o se a legra m na ceifa e co m o ex u ltam q u an do se rep a rtem os despojos. Semelhantemente. Não haverá mais nenhum desejo para a guerra. a vara que lhe fe r ia os om bros e o cetro do seu opressor com o no dia dos midianitas. 3 Tu m u ltip lica ste este p o v o e a a legria lhe a u m en ta ste. 5 P orque toda a a rm a d u ra daqueles qu e p eleja va m co m ru íd o e as v estes qu e rola va m n o sa n gu e serã o queim adas.6). pois a vitória do SeN H O R sobre o pecado e seus conflitos será completa. P orque tu quebraste o ju g o que pesava sobre ele. O “dia dos m idianitas” refere-se ao dia da derrota dos midianitas por Gideão.2 O p o v o q u e a n dava em trev a s v iu u m a g r a n d e luz. a nação será aumen­ tada. todos se a legra rã o p era n te ti.) veria “uma grande luz”.26 e paz virão porque “resplande­ ceu a luz” (v. não pelo número ou habilidade do povo. . Em contraste com o pequeno remanescente. O s uniformes e equipamentos militares que derramaram sangue na guerra serão postos de lado e queimados. Jesus traria a luz da salvação aos gentios (Is 42. a parte mais em trevas da terra —cujo futuro parecia o mais sombrio quando Isaías transmitiu esta profecia (aproximada­ mente 733— 2 a.2 -2 5).

A realeza era simboli­ zada por um cetro sobre o ombro do rei. “Pai da Eternidade” poderia ser traduzido “Pai [ou.21 de um modo tal que isso só pode se referir a Deus.18). “Autor”] da Eternidade [ou. Ele virá a nós como um menino. U m conse­ lheiro era uma pessoa com uma determinada sabedoria dada por Deus. “do Universo”]. e uma paz que estará completamente em efeito no M ilênio. Emanuel. Isto também fala de seu cuidado fiel e amoroso.6.3. que é perpétuo.27). Isto se ajusta com João 1. bênção. e o seu n o m e será M a ra ­ vilh oso. integridade. Este Filho é um ser divino. Os nomes dados indicam as características essenciais dele. “Deus conosco”. O Messias acabará com opressão e a injustiça. Isaías usa a mesma frase em 10.7 6 P orq u e u m m en in o n o s n a sceu . Ele também é o “Príncipe da Paz”.27 Alguns críticos desejam interpretar “Deus Forte” como um “he­ rói divino” ou “piedoso”. onde o Verbo vivo é aquEle por intermédio de quem Deus fez tudo o que foi feito (cf. . harmonia.14. aquEle que traz a verdadeira paz —a qual inclui salvação. Porém. D eu s Forte.2). P r ín cip e da Paz. Êx 15 .11. M as Ele virá em primeiro lugar ao remanescente de Isra­ el. o qual passou pelas trevas e que será redimido. 0 PRÍNCIPE DA PAZ 9.I 6 ). “M a­ ravilhoso” e “Conselheiro” não são colocados juntos por eruditos hebreus antigos.6. Jesus insinua que Ele é o “Conselheiro” quando chama o Espírito Santo de “outro” Conselheiro (Jo I4 . também Hb 1. P ai da E tern idade. O governo estando “sobre os seus ombros” significa que Ele será rei. u m f i l h o se n o s d eu . “M aravilhoso” é um substantivo. C on selh eiro. e o p rin cip a d o está so h re os seu s om b ros. Jz 13. “U m filho” referese de volta a 7. e significa que Ele será uma maravilha sobrenatural (cf. e bemestar —uma paz que Jesus dá agora (Jo 14.

QUESTÕES DE ESTUDO 1.13. cf. mas ele não poderá subverter o reino do Senhor — este continuará nos novos céus e na nova terra. sob re o tron o de D a v i e n o seu reino. “não haverá fim” ao seu governo e paz.7 D o in crem en to deste p rin cip a d o e da paz. Lc 1.. Para que propósito Isaías levou Sear-Jasube com ele para se en­ contrar com Acaz? 2. n ã o ha verá f i m . cumprindo a aliança que dá o trono à linhagem de Davi para sempre (2 Sm 7.32.. Qual seria o resultado de Deus usar a Assíria para trazer juízo? 5.12. sua eterna capital. O reino reflete o caráter do Filho. Por que Acaz recusou-se a pedir um sinal? 3. desd e agora e p a ra sem p re.33). O governo do Filho será estabelecido “sobre o trono de Davi”. Em que base podemos aplicar o sinal do filho nascido de uma virgem a Jesus? 4. Por que o povo acusou Isaías de conspiração e traição? 7. O que manteria os discípulos de Isaías fiéis a Deus? . para sempre”). N ada será capaz de impedi-lo. a Nova Jerusalém. porque Ele é o Senhor dos Exércitos com todo o poder e com os exércitos do céu ao seu comando. Qual é o significado do nome Maer-Salal-Hás-Baz? 6. E verdade que Satanás será libertado por pouco tempo após o M ilê­ nio (Ap 20. Uma vez que o Filho vem reinar como o Rei desejado e legítimo. O “zelo do S e n h o r ” é a poderosa expressão do amor e determi­ nação que fazem parte da sua natureza —uma determinação para cumprir as suas promessas e alianças. Ele manterá o seu reino para sempre com justiça e retidão divinas ( “em juízo e em justiça. Devido a Ele ser o Rei divino. determinado no versículo 6.7— 10). pa ra o f i r m a r e o fo r t i f ic a r em ju íz o e em ju stiça . o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto.

2 O.6 e como eles são cumpridos em Jesus? CITAÇÕES 1 Por incrível que pareça. 4 H arry Bultema. 24. Isaíah’s Immanuel. 100. H anke. 11 Hayes e Irvine.: InterVarsity Press. ele teria usado o term o na’arah (o qual a R S V traduz em outro lugar como “m ulher jovem”). H indson. IsaiaVs Immanuel (Phillipsburg. H indson. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Irvine.: Presbyterian & Reform ed. N. 8 M otyer. Prophecy o f Isaiah. V eja H . 1 9 7 8 ). 85. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: A bingdon Press.6 é relacionado aos versos precedentes? 9. que significa “vir­ gem ”. Isaiah 1-12. 10 Se Isaías tivesse querido dizer “m ulher jovem” (R S V ). The Validity o f the Virgin Birth (G rand R apids: Zondervan Publishing House. M ateus também usa parthenos e especificamente declara: “Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta” (1 . 19 81 ). Commentary on Isaiah. Isaiah. Isto também é verdade a respeito da literatura não bíblica. trans.2 2 ). 7 Desde que Rezim e Peca estavam pretendendo substituir a fam ília davídica com o filho deTabeal. alguns entendem isto como sendo um encoraja­ m ento p ara A caz. 30. Alec M otyer. 1 9 6 3 ). 3 Para um a lista de com entários sustentando este ponto de vista. . Qual é o significado de cada um dos nomes dados ao Filho em Isaías 9. 1 3 5-3 6.8. a A liança D avídica estava em vista. H ayes e S tu a rt A.J. 84. 1 9 8 7 ). 123. 9 A Septuaginta traduz o hebraico ‘almah o grego parthenos. Ver John H . 23. 5 H indson. Acaz “perdeu um sinal im ediato”. 1 9 9 3 ). 82. ver Edward E. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. Bultem a mostra que por incredu­ lidade. Como o “Porque” no início de Isaías 9. 111. 3 9 -4 0 . Isaiah’s Immanuel. Kaiser. com sua prom es­ sa conduzindo ao M essias que faria eterno o trono de Davi. 108. 6 J.

21 Eu tomo estas palavras como imperativos.1 4 — aponta para “a ameaça im ediata”.1 ) pode ter sido referido ao “Em anuel” como uma repreensão para Acaz. M otyer acrescenta: “A promessa aguardava o seu tempo.” Siegfried H . 19 24 ). 7 a 11 m ostram “um a tensão entre o im ediato e o rem oto”. 48. W olfgang Roth. 2 R s 16.1 1 — 2 e 1 1 .1 5 0 pessoas cativas de Judá.2. Veja D an iel D avid Luckenbill. em Ancient Israel. M otyer. 2:1 2 0 .J. A cadem ie Books. Alguns as entendem como particípios e as traduzem como “a pilhagem está se apressando. Isaiah’s Immanuel. (C hicago: U niversity o f Chicago Press. o saque está acelerando”. 19 88 ). Interpreting the Propbetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. “T h e Divided M onarchy”. 19 90 ). Interpreting Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing H ouse. 12 — 16 2 13 apontam para “o futuro sem data. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 129. H ershel Shanks (Englewood C liffs. 13 A sugestão de R oth de que “virgem” está “se referindo possivelmente à virgem -que-ainda-seria-rainha do rei A caz” de form a que Emanuel é “o futuro rei Ezequias” não corresponde ao período bíblico (cf. N. Academ ie Books. 19 88 ). 17 Cf. mas que o Novo Testamento o aplica em um sentido m ais c o m p leto a Jesu s. 18 . H orn. 46. H in d so n m o stra que o nom e de M aer-Salal-H ás-B az “expressa juízo” em lugar da bênção im plícita no nome Emanuel. 18 M otyer m ostra que os caps. 1 9 2 6 -2 7 ). 9 0 -9 2 . . 2 vols. Esta é uma prova adicional de que Ezequias não é tido como “Em anuel”. 4 2 -4 4 . Ancient Records o f Assyria and Babylonia. W o lf sugere que “M aer-Salal-H ás-B az” (Veja Is 8 .2). W olf. veja H indson. 15 W ille m A.C. 8 .12 H orn diz “cerca de 7 2 9 a. ed. quando Senaqueribe. 7 . 20 Alguns entendem o hebraico como significando um a grande placa para ser escrita sobre ela com um estilete e erigida como um outdoor. levou 2 0 0 . mas a ameaça era im ediata”. Prophecy o f Isaiah. 131. 2 6 0 . lsaiah’s Immanuel. pois antes do seu nascim ento Judá e Israel serão espalhados e precisarão ser reunidos”. V anG em eren. 1 9 8 5 ). 16 Ibid. 19 Isto foi cum prido em 701 a. 87. H erbert M . H indson. 14 Para mais discussões a respeito da identidade da virgem. de acordo com os seus registros. Isaiah (A tlanta: John Knox Press.C. 33 .: Prentice-H all. P orém . idem.

rev. que. 19 90 ). “Os Seres Espirituais Criados”. 1 Alguns consideram esta passagem “uma continuação do sinal do Emanuel (Is 7 .4 As quatro seções desta profecia tratam dos pecados de Israel e cada uma é seguida por um refrão que confirma a necessidade de um juízo adicional. RJ: CPAD. m a s com ca n ta ria to rn a rem o s a ed ifica r. Quatro Razões para a Ira de Deus 9.8-10. I. 2 0 2 . indicando a certeza de cumprimento. e toda a nação breve verá isto acontecer. Deus proferiu a sua mensagem de juízo vindouro por Amós e Oséias. E fraim e os m o ra d o res de S am aria. 9JE todo este p o v o o saberá.8-12 8 O S en hor en v io u u m a p a la vra a Ja có . H . ed. 8 . 51.2 0 3 . dizem : 10 O s ladrilhos caíram . Stanley M . (R io de Janeiro. M acchia. 19 96 ). H orton. B. Eerdmans. JUÍZO SOBRE 0 ORGULHO E A AUTO-SUFICIÊNCIA 9. Deus já tinha trazido juízo sobre o seu povo. O povo de Efraim (Israel) e a principal cidade de . allon. W idyapranaw a. S. C. de modo que há lições também para eles.1 4 . co rta ra m -se as f i g u e i ­ ra s bravas. !J Gk. em Teologia Sistemática.rank D.I.8 )”. porém mais ainda está por vir. As mesmas condições também eram prevalecentes em Judá. “V iu” é o profético perfeito hebraico. The Lord is Savior: Faitb in National Crisis (G rand R apids: W m . em soberba e a ltivez de coração. ''' A pilhagem só poderia ser dividida depois de um a vitória. m a s p o r ced ros as su b stitu irem os. Algu­ mas declarações parecem se referir ao passado. como também por Miquéias e Isaías. ' O hebraico pode também significar que eles am aldiçoarão a própria situa­ ção deles pelo seu rei e o pelo seu Deus. e ela ca iu em Israel. ed. al­ guns eventos no passado refletem o que está por vir no futuro. outras ao futuro. “um outro do mesmo tip o ”.

Samaria dizem com “soberba e altivez de coração” que o juízo de Deus não os humilhará. como as dos palácios dos reis. 21 e 10. Tijolos de barro e vigas de sicômoro eram materiais de constru­ ção ordinários. que um terremoto ou a batida de aríetes do inimigo poderiam derrubar. Este orgulho e auto-suficiência é a primeira razão para a ira de Deus. Juízos anteriores não fizeram o povo retornar ao SE N H O R em ar­ rependimento ou buscar a Ele e à sua vontade. e p o r detrás. Eles não devem pensar que devido ao fato de terem se recuperado de juízos passados podem fazer como lhes apraz no futuro. Ainda desafiando a Deus. eles dizem que se edificarão novamente. especialmente durante o tempo do fraco rei Menaém que morreu em 742 a. e n em co m tu d o isto se ap artou a su a ira. JUÍZO SOBRE UM POVO EXTRAVIADO 9. M as estes juízos no passado não satisfizeram a ira de Deus. n em b u s co u ao SENHOR d os E x ércitos.4).I2. o sfilisteu s. este p o v o n ã o se v o lto u p a r a q u em o f e r i a . pronto a golpear o desafiante Israel com julgamentos adicionais. 12 P ela f r e n t e v irã o os siros. 17. o S enhor su scitará con tra ele os adversários de Rezim. Os “adversários de Rezim ” são os assírios.C. Eles usariam pedras esquadrejadas ( “cantaria”) e vigas de cedro. Repetidas vezes Deus . A mão de Deus “ainda está estendida” (um refrão que aparecerá mais quatro vezes: vv. A menção de “Pela frente virão os siros” (ou arameus) e os filisteus provavelmente se refere a invasões anteriores. desta vez usando a Assíria. e in stiga rá os seu s inim igos. 2. 11 Portanto. No seu orgulho o povo pensava que poderia re­ construir até melhor sem Deus. m a s ain d a está esten~ dida a su a m ão.13-17 13 C o n tu d o . e d evora rã o a Isra el co m a boca escan cara da.

eles enganavam os líderes com as suas men­ tiras.C. 14 P elo que o Senhor co rta rá de Isra el a cabeça e a cauda. Eles deveriam ter estado equipando a liderança com a Palavra de Deus. Ao invés disso. expressan­ do uma gama inteira listando simplesmente o máximo e mínimo. p o rq u e todos eles são hip ócrita s e m alfazejos.) 16 P orque os g u ia s deste p o v o são en ga nad ores. é a divisão dum assunto em partes distintas].) O tempo virá quando Deus já não tolerará a rebelião. por outro lado. mérisma. mas o povo perma­ neceu rebelde —a segunda razão para a ira de Deus.cíiamou o povo a se arrepender. o ra m o e o ju n co . o ramo e o junco” —são responsáveis pelo povo não buscar o SE N H O R . n u m m esm o dia. C om tudo isto não se ap artou a su a ira. e os que p o r eles são g u ia d o s sã o devorados. Juntos eles simbolizam que os líderes grandes e peque­ nos seriam derrubados. que por seu turno se desviava dos caminhos do Senhor ( “são devorados”). Os ramos da palma cresciam nos altos. Os líderes —referidos aqui como “cabeça e a cauda. Ele trará juízo súbito. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. Os líderes enganavam o povo. o junco. a atitude do Senhor . influenciando o povo. Os falsos pro­ fetas também pensavam que faziam parte da cabeça. Os próprios falsos profetas aparentemente tinham se tornado políticos em busca de dinheiro e popularidade. e o p ro feta q u e en sin a a fa ls id a d e é a ca u d a . (Isaías usava freqüentemente um dispositivo literário chamado merisma [N ota do Tradutor: Do Gr. M as eles são apenas “a cauda”. e toda boca p r o fere doidices. e não se co m p a d ecerá dos seu s ó -fã o s e das su a s viú va s. 15 ( O a n ciã o e o v a rã o de respeito são a cabeça. Eles serão destruídos “num mesmo dia”. abanando para tentar agradar o povo. crescia nos lugares baixios e pantanosos. ‘por­ ção’. possivelmente na queda de Samaria em 72 2 a. Ele foi paciente. 17 P elo qu e o SENHOR não se regoz i­ ja r á com os seu s jo v e n s. Os governantes são “a cabeça”. ‘fração’. Portanto.

A IMPIEDADE QUE CONSOME POR CAUSA DA IRA DE DEUS 9. Deus é o de­ fensor para os órfãos e viúvas. n in gu ém p o u p a rá ao seu irm ão. cada u m co m erá a ca rn e de seu braço. e E fraim a M anassés. As pessoas jovens deveriam ter sido uma alegria ao Senhor.mudará em relação a eles. Eles destruirão até mesmo os seus próprios parentes. 21 M an a ssés a E fraim . Deus usará o pró­ prio povo como instrumento da sua ira contra eles: N a sua maldade. e será o p ovo co m o p a sto do f o g o . mas eles também estão pecando e desagradando a Deus. em vez de ajudarem um ao outro. com a impiedade se espalhando como um fogo de floresta e destru­ indo o país. To­ das as pessoas são culpadas. Esta guerra civil se estendeu para além do reino norte de Israel a um desu­ mano ataque sobre Judá. mas até mesmo estes são tão descrentes e ímpios quanto o resto do povo. C om tu d o isto não se ap artou a su a ira. Esta é a terceira razão para a ira de Deus. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. e. a terra se escu recerá . falando a mesma linguagem vil.s P orque a im pieda de lavra co m o u m fo g o . ain da se não fa r ta r á . 19 P o r cau sa da ira do S enhor dos E x ércitos. Normalmente. 20 Se co r ta r da banda d ir e it a a in d a terá fo m e . ela se ateará no em a ran had o da flo r e s ta . ela devora as sa rça s e os espin h eiros. sim . a terra estará um caos. se co m er da banda esquerda. eles destruirão um ao outro. Aqueles que destroem um ao outro não estarão satisfeitos ( “não se fartará”). A santa ira de Deus será outra chama que “escurecerá” a terra. Com os líderes levados embora no juízo. vivendo como se Ele não existisse.I8 -2 I . A mão de juízo de Deus “ainda está esten­ dida” para trazer mais juízo sobre esse povo degenerado! 3. A dissensão tribal acontece- . e am bos eles serã o con tra Ju d á . e su b irã o ao alto espessas n u v en s de fu m a ç a . Todos os rastros de amor fraterno serão extintos.

1-4 1 A i dos que d ecreta m leis injustas. e dos escriv ã es qu e escrevem p erversid a d es. e especialmente às viúvas e órfãos (D t 14. Esta corrupção nos tribunais legais é a quarta razão para a ira de Deus. Novamente. Os governantes pensam que eles têm a Lei do seu lado. a qual fazia provisão ao pobre. e p a ra rou b a rem os ó -fã o s! U m ai é pronunciado sobre os legisladores que tornam a opressão legal e fácil. as viúvas. como o fizeram durante a guerra siro-efraimita. eles ou serão torturados cativos. AIS AOS GOVERNANTES INJUSTOS 10.29). 4. mas Isaías os desafia. a ira de Deus ainda arde e a sua “mão ainda está estendida” para trazer mais juízo. os oprimidos. há de vir de longe” (da Assíria).. Este será um dia quando a “assolação. 4 sem q u e cada u m se abata en tre os p reso s e caia en tre os m o rto s? C om tu d o isto a su a ira não se apartou. e p a ra arreb atarem o direito dos a flitos do m eu p ovo. e pa ra despojarem as viú vas. e as riquezas que eles ganharam a partir de práticas ímpias não os ajudarão. Esta injustiça contradizia a Lei de Moisés.. 3 M as que f a r e i s v ó s ou tros no dia da visita çã o e da assolação qu e há de v i r de lo n ge? A qu em reco rrereis p a ra ob ter so co rro e on d e d eix a r eis a vossa g ló ria . e quem os ajudará então? Será muito tarde para buscar o Senhor. 2 P ara p reju d ica rem os p o b res em ju íz o . ou estarão “entre os mortos”. Eles são extorsionários que fazem as suas vítimas entre os pobres. ao fraco.rá até mesmo entre as tribos de José. que obtiveram o direito hereditá­ rio da parte de Jacó e deveriam estar desfrutado a bênção de Abraão. Eles se unirão apenas para se voltarem contra o reino sulista de Judá. m a s ain d a está esten d id a a su a m ão. e os órfãos. O que farão eles quando o dia vier e Deus retribuir com juízo adicional? Eles estarão muito fracos para se levantarem contra Ele. . Ao invés disso.

Quais são as razões para o ai em 10. Deus está enviando os assírios contra o seu próprio povo. Assíria É Usada e Julgada 10. A Assíria não atentará ao fato de que ela é o agente de Deus que traz o juízo dEle sobre Israel e Judá. Eles não terão nenhuma misericórdia enquanto pisoteiam o povo e se apoderam de suas posses. O propósito deles é invadir e . in ten ta d estru ir e d esa rra iga r não p o u ca s nações. Agora um ai é pronunciado sobre os assírios — a ferram enta que Deus está usando para trazer juízo sobre o seu próprio povo.A VARA DE DEUS I0 . 7 a in d a qu e ele não cu id e assim . no seu coração. ASSÍRIA .1— 4? D. com o a lam a das ruas.1.5 -I9 a. Assíria É Usada Sem Saber 10.5-34 I.5— 11 5Ai da A ssíria. antes. A indignação de Deus é representada pelo bordão nas mãos da Assíria. nem o seu cora çã o assim o im a gin e. e o pon ha p a ra ser p isa do aos pés. o qual se tornou uma nação hipócrita e perversa.QUESTÕES DE ESTUDO 1. Que juízo o Senhor promete a Israel e quais são as razões para a sua ira? 2. p a ra que lhe roube a presa. 6 E n v iá -la -ei contra u m a nação hipócrita e con tra o p o vo do m eu f u r o r lhe darei ordem . a va ra da m in h a ira ! P orque a m in h a in d ign a ­ çã o é co m o bordão nas su a s m ãos. Os assírios cumprirão o signi­ ficado de Maer-Salal-Hás-Baz (veja 8. e lhe tom e o despojo.3).

.íssimilar as nações ao Império Assírio, com o plano para dominar o inundo.
s P orque diz: N ão são m eu s p rín cip es todos eles reis?

O auto-exaltado orgulho da Assíria é tão grande que declara to­ dos os seus oficiais do exército como sendo reis no seu próprio direilo. Eles pensam que são invencíveis. 9 N ão é C a ln o co m o C arq u em is? N ão é M am ate com o A rpade? E S a m a r ia co m o D a m a sco ? O rei assírio gabava-se a respeito de suas conquistas. Por volta de 717 a.C., as principais cidades na Ásia M enor ocidental tinham sido conquistadas pela Assíria. Carquemis, no rio Eufrates, uma antiga capital do Império H itita, foi conquistada por Sargão II em 717. Calno, localizada aproximadamente a oitenta e oito quilômetros ao sudoeste, foi conquistada porTiglate-Pileser III em 738 a.C. Arpade estava apenas a cerca de 10 quilômetros a noroeste de Calno, próxi­ ma da moderna Alepo. Hamate estava nas proximidades do rio Orontes. Damasco foi conquistada e destruída em 732. Samaria foi tomada e destruída em 72 2 por Salmaneser V (embora seu filho, Sargão II, depois tivesse tentado levar o crédito). Parecia como se nada pudesse parar a Assíria.
10A m inha m ão a lca n çou os rein o s dos ídolos, ain da qu e as su as im agen s de escu ltu ra eram m elh ores do qu e as de J eru sa lém e do qu e as d e S am aria.

Os reis da Assíria se exaltavam sobre os deuses dos países que eles conquistavam, e até mesmo sobre os seus próprios deuses. U m título que os governantes assírios tomavam para si próprios era “R ei do Universo”. Desse modo, o rei assírio acreditava que o seu poder tinha “se apoderado dos reinos dos ídolos”, deuses que ti­ nham o dever de ser os patronos e protetores dos países que eles tinham subjugado.

Os reinos pagãos faziam freqüentemente grandes ídolos de ouro e prata. O rei assírio sabe que há ídolos em Jerusalém e Samaria — ainda que Deus os tivesse proibido —mas os ídolos deles não são as bonitas e ornadas imagens dos outros países que a Assíria conquista­ ra. Os assírios falam deles com desprezo. Depois, quando Senaqueribe destruiu Babilônia, ele determinou a seus soldados que esmagassem os ídolos de Babilônia. As duas exceções foram as imagens de Bel e Nebo, as quais ele levou para N ínive.1
11 P orven tu ra , co m o f i z a S am aria e aos seu s ídolos, n ã o o f a r i a igu a lm en te a J eru sa lém e aos seu s íd olos?

O fato de que Samaria já tinha sido conquistada data esta profe­ cia depois de 7 2 2 a.C. Os “ídolos” de Samaria (Heb. ‘elilim, signifi­ cando “nadas”, “nulidades”, “inúteis”) tinham sido destruídos. As imagens de Jerusalém (Heb. ’a tsa b b i “ídolos ofensivos”) mereceram o mesmo tipo de juízo. Os assírios presumiram corretamente que na­ quele momento a maior parte do povo de Jerusalém estava confiando em imagens para protegê-los. Os assírios acreditavam que os seus próprios ídolos eram mais poderosos que os ídolos das outras na­ ções. Eles também pensavam que os seus ídolos eram maiores que o Senhor, o único Deus verdadeiro. b. Deus Punirá a Assíria no Devido Tempo 10.12— 19
12 P o r isso, a co n tecerá que, havendo o Senhor acabado toda a su a obra no m o n te Sião e em J eru sa lém , então, visita rei o f r u t o do a rro ga n te cora ção do rei da A ssíria e a p o m p a da a ltivez dos seu s olhos.

Embora Deus estivesse usando a Assíria, quando a obra do juízo de Deus sobre Judá estiver “acabado” (quebrado como a linha de um tecedor), o orgulho do rei de Assíria será castigado. Ele descobrirá então que não estava lidando com ídolos ou imagens esculpidas, mas com o Deus poderoso do céu e da terra.

13 P orquanto disse: C om a f o r ç a da m in h a m ã o f o z isto e com a m in h a sa bedoria, p o rq u e sou inteligente; eu rem o v i os lim ites dos p o v o s; e ro u b ei os seu s tesou ros; e, com o valente, abati aos que se sen ta va m sobre tronos. 14E achou a m in h a m ã o as riquezas dos p o v o s com o a u m nin ho; e, com o se a ju n ta m os ovos a b a n d on a ­ dos, assim eu a ju n tei toda a terra; e não h ou ve qu em m ovesse a asa, ou a b risse a boca, ou m u rm u ra sse.

O rei assírio atribuía suas conquistas e saques ao seu próprio poder c sabedoria, não reconhecendo a soberania de Deus. Ele fundia outras nações no Império Assírio. Isto era tão fácil quanto roubar ovos de um ninho abandonado. Note a maneira orgulhosa das expressões ' [eu] liz” e “minha” nestes versículos. “Valente” (no original, “poderoso”) é um termo usado pelos hebreus relativo a Deus (1.24) e pelo rei assírio a respeito dos seus deuses. O rei assírio reivindicava estar agindo como um deus poderoso na sua conquista de outros reis.
ls P orven tu ra , g lo r ia r - s e - á o m ach ado co n tra o qu e corta com ele? O u p r esu m irá a serra con tra o qu e p u x a p o r ela ? C o m o se o bordão m ov esse a os q u e o levan tam ou a va ra levan tasse o que não é u m p ed a ço de m a d eira !

A tolice da jactância do rei assírio é comparada a um “machado” ou uma “serra” gloriando-se contra aquele que os usa, ou a um “bor­ dão” (um cetro) tentando manipular aquele que o ergue, ou uma “vara” que tenta balançar uma pessoa viva “que não é um pedaço de madeira”. O ponto principal é que o Senhor é o Agente vivo e a Assíria é apenas o bastão que Ele está usando. A Assíria está debaixo do controle de Deus, muito embora eles não saibam disto. Deus pode usar qualquer um para realizar o seu plano.
16 Pelo que o SENHOR, o SENHOR dos E xércitos, f a r á d efin h a r os que en tre eles são g o rd o s, e, debaix o da su a gló ria , ateará u m incêndio, com o in cên d io de fo g o . 17 P orque a L uz de I sra el v irá a s e r com o f o g o e o seu Santo, co m o labareda, que abrase e co n su m a os seu s espin h eiros e as su a s sa rça s em u m dia.

“Pelo que”, devido às suas reivindicações exaltando a si próprios como deuses, Deus julgará a Assíria. O título de “o S e n h o r dos Exér­ citos” enfatiza novamente o seu poder e controle. Os soldados assírios eram saudáveis e fortes, mas o juízo de Deus sobre eles é comparado a uma doença que faz definhar e a um fogo que consome espinheiros e sarças. “Em um dia” indica um único dia no qual eles serão consumi­ dos, é provavelmente uma profecia a respeito do juízo trazido pelo anjo que executou 185.000 homens do exército de Senaqueribe (Is 37.36).
T a m b ém c o n s u m i r á a g l ó r i a d a s u a f l o r e s t a e d o s e u ca m p o f é r t i l , d e s d e a a lm a a té a o c o r p o ; e s e r á c o m o q u a n d o d e s m a ia o p o r t a - b a n d e ir a . 19 E o r e s t o d a s á r v o r e s d a s u a f l o r e s t a s e r á tã o p o u c o , q u e u m m e n in o a s p o d e r á co n ta r.

O exército assírio é comparado a uma floresta carbonizada e a um homem doente; tão poucas árvores são deixadas que até uma criança as poderia contar. Isto teve ao menos um cumprimento preliminar na morte dos 185.000, e um cumprimento mais completo quando Nínive foi destruída em 612 a.C. Finalmente, o cumprimento definitivo foi por ocasião do fim do Império assírio em 609.
2. ESPERANÇA PARA 0 REMANESCENTE DE ISRAEL 10.20-34

a. Um Remanescente Retorna ao Deus Forte 10.20— 23
20E a co n tecer á , n a q u ele d ia , q u e o s r e s íd u o s d e I s r a e l e o s es ca p a ­ d o s d a ca sa d e J a c ó n u n c a m a is se e s tr ib a r ã o so b r e o q u e o s f e r i u ; a n tes, s e es tr ib a r ã o s o b r e o SENHOR,
o

S a n to d e Isra el, em v erd a d e.

“Naquele dia” geralmente significa o Dia do S e n h o r . M as a indi­ cação de se estribar “sobre o que os feriu” parece referir-se ao tratado que Acaz fez com a Assíria. Depois da Assíria trazer o juízo de Deus sobre Israel e a Assíria, por sua vez, também é julgada, um remanes­ cente (ou resíduo) justo terá esperança em Deus.

21 O s resíduos se converterão, sim , os resíduos de Jacó, ao D eu s fo rte.

“Os resíduos se converterão” (Heb. sh'’aryashu v) é o nome do pri­ meiro filho de Isaías (7 .3). O remanescente inclui aqueles deixados depois da invasão de Senaqueribe de 701 a.C. O retorno não é do exílio ou cativeiro, mas do pecado e da rebelião “ao Deus forte” (Heb. ‘elgibbor), um dos nomes do Messias (Is 9.6). O remanescente é com­ posto daqueles que responderam a Isaías e ao rei Ezequias e tomaram uma posição de fé quando Deus curou a Ezequias e lhe deu mais quinze anos de vida (Is 38.5,6,21). 22 P orque ain da qu e o teu povo, ó Isra el, seja com o a a reia do m a r ; só u m resto dele se co n v erterá ; u m a d estru içã o está deter­ m inada, tra n sb ordan do de ju stiça . 23 P orque d eterm in a d a j á a destru ição, o S en hor JEOV Á dos E x ércitos a ex ecu ta rá n o m eio de toda esta terra. Esta profecia foi proferida enquanto os líderes e o povo ainda estavam se rebelando contra Deus, provavelmente antes da queda de Samaria em 722 a.C. Assim, é enfatizado novamente que o juízo será severo. Deus já tinha decretado juízo transbordando de justiça. A nação será terrivelmente reduzida em números e “só um resto... se converterá”. A redução em número deve referir-se ao grande número levado ao exílio pelos assírios. No versículo 22, o retorno pode in­ cluir aqueles que voltaram desse exílio. Será um juízo bem-merecido e justo, sobre “toda esta terra”. b. O Jugo da Assíria É Quebrado 10.24— 7 2
24 P elo que assim d iz o S en hor J e o v á dos E x ércitos: N ão temas, p o v o m eu , qu e habitas em Sião, a A ssíria, qu an do te f e r i r com a va ra e con tra ti lev a n ta r o seu bordão, à m a n eira dos egípcios; 25 p o rq u e daqui a bem p o u co se cu m p rirá a m in h a in d ign a çã o e a m in h a ira, p a ra os con su m ir.

O Senhor agora oferece uma afirmação reiterada de que o seu juízo contra os assírios entrará em vigor. O povo de Sião (Jerusalém)

tem que deixar de ficar com medo da Assíria, ainda que esta o ameace como o Egito o ameaçou (Êx 1.8— 10). O uso que Deus faz da Assíria é apenas temporário, pois a sua ira contra Sião terminará em breve. O seu propósito é provocar a sua purificação. Depois o seu juízo se voltará contra o Império Assírio e provocará a destruição deste.
26 Porque o SENHOR dos E xércitos suscitará contra ele u m fla gelo, com o a m atança de M id iã ju n to à rocha de O rebe e com o a sua vara sobre o mar, que contra ele se levantará, com o sucedeu aos egípcios.

Da mesma m aneira que Deus deu a vitória contra M idiã, e como Deus fez M oisés levantar a sua vara sobre o mar Vermelho para prover um caminho (Ex 14.16,19— 2 ), e como o S e n h o r também 2 lutou por eles (Ex 14.14), assim Ele trará o seu juízo sobre a Assíria. A referência à “rocha de Orebe” pode aludir ao escape de Orebe do campo de batalha, mas morrendo apesar disso, da mesma maneira que Senaqueribe escaparia do juízo do anjo da m orte sobre os 1 8 5 .0 0 0 , m as seria assassin ad o d ep ois de v o ltar p ara casa (3 7 .3 7 ,3 8 ). 27 E a co n tecerá naqu ele dia, qu e a su a carga será tirada do teu om bro, e o seu ju g o , do teu p escoço; e o ju g o será despedaçado p o r cau sa da unção. A carga e o jugo que a Assíria colocou sobre ombros e pescoço de Sião serão tirados pelo S E N H O R . A últim a frase, literalm ente, “o jugo será lançado fora [destruído] por causa do azeite de oliva”, tem sido interpretada de vários modos. Alguns interpretam o óleo como se referindo ao orgulho assírio, de forma que quando o juízo de Deus vier sobre esse orgulho, o jugo assírio sobre Sião será lan­ çado fora. Outros entendem o óleo como significando o povo bem alimentado e assim referir-se a Sião se tornando tão gorda ( “por causa da gordura” —A R A ), ou próspero, que eles despedaçam o jugo. Ainda outros intérpretes sugerem que o óleo refere-se ao

l lugido, o M essias; ou, desde que o óleo era usado para ungir sa­ cerdotes, reis e profetas, estes intérpretes se referem a este como a KJV (Versão King James) o faz, para a unção em si (quer dizer, a unção dada pelo Espírito Santo). O utra interpretação vê o óleo como um elemento preservador, pois Jerusalém foi preservada da destruição assíria. c. O Avanço Assírio 10.28— 32 28 J á vem ch egando a Aiate, j á v a i p a ssa n d o p o r M igrom e, em M icm ás, lança a su a bagagem . 29J á vã o passan do>j á se alojam , em G eb a ;já R a m á trem e, e G ibeá de S au l va i fu g in d o .30 C lam a alto com a tua voz, ó filh a de G a lim ! O u ve, ó L aís! O tu, p o b re A natote! 31 J á M a d m en a se f o i ; os m o ra d o res de G ebim vão f u g i n d o em bandos. 32 N este m esm o dia, p a ra rá em Nobe, a ce­ n a rá co m a su a m ã o ao m o n te da f i lh a de Sião, o ou teiro de Jeru sa lém . Isaías descreve um inim igo —os assírios —chegando a Jerusa­ lém aproximadamente de um ponto dezesseis quilôm etros a nor­ deste da cidade. Eles pararam em M icm ás, uns onze quilôm etros ao norte de Jerusalém, para arm azenar suprim entos e bagagem; • cruzaram a passagem (o desfiladeiro profundo e rochoso do Vadi Suw eim t) para Geba, aproxim adamente nove quilôm etros e meio a norte-nordeste de Jerusalém ; e então continuam em direção a Nobe, no monte Scopus bem ao norte do monte das Oliveiras. A li, às vistas de Jerusalém , eles a ameaçaram arrogantem ente. As outras cidades m encionadas podem não ter estado na linha direta de marcha, mas os povos destas estavam em pânico, gritando e fugindo, sabendo que os soldados assírios saqueariam a zona ru ­ ral. O tempo exato desta invasão não foi identificado. Sargão II não veio por esse caminho ou mesmo se aproxim ou de Jerusalém . Os registros de Senaqueribe não indicam que o seu exército p rin ­ cipal veio por este caminho. Porém, os registros dele indicam que o seu exército ou exércitos subiram mais de uma vez a Jerusalém

em 701 a.C., de modo que esta profecia pode ter sido cum prida algum tempo durante aquele ano. d. Deus Está no Controle 10.33,34
33 M as eis que o S en h or J eová dos E x ércitos desbastará os ra m os com violên cia , e os de alta estatu ra serã o cortados, e os a ltiv os serã o abatidos. 34 E co rta rá co m o f e r r o a espessura da flo r e s ta , e o L íbano ca irá p ela m ã o de u m poderoso.

Deus, o Santo de Israel, lim ita o que o povo pode fazer. Os ramos da floresta e o cedro alto e imponente do Líbano representam o exército assírio. O SE N H O R o s cortará abaixo. O golpe do machado deve se referir novamente aos 185.000 assírios que foram destruídos pelo anjo. Senaqueribe pensou que ele era um “valente” (1 0.13 ), mas ele cai diante do verdadeiro “Poderoso”. Alguns querem aplicar estes versos à destruição do orgulhoso em Judá, mas isto é pouco provável. Porém, o princípio pode ser aplica­ do a nações de todo ímpias e seculares. Deus pode cortar abaixo o orgulho e a arrogância delas.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. O que o uso que Deus faz da Assíria nos ensina sobre a sua soberama? 2. O que você aprende sobre o remanescente piedoso de Israel?

CITAÇÕES
1 D aniel David Luckenbill, The Annals o f Sennacheríb (C hicago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 4 ), 84; Ancient Records ofA ssyria and Babylonia, 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 6 -2 7 ), 2:1 5 2 , 185, 2 5 2 .

E. Um Renovo Dá Fruto II .I-I 2 .6
I. 0 REI UNGIDO PELO ESPÍRITO I I .I - 3

1 P orque brotará u m reben to do tron co de J essé , e das su a s raizes u m re n o v o fr u tifica r á .

Isaías viu o interesse de Deus pelo remanescente justo, mas este remanescente não seria capaz de cumprir o seu plano de redenção. Deus deixou Isaías olhar mais adiante para ver um outro quadro a respeito do Messias que o cumpriria. Os assírios quase destruíram Judá, mas os reis da linhagem de Davi permaneceram no trono até que os babilônios vieram e destruíram Jerusalém e o templo em 586 a.C. A imagem de uma árvore derrubada próximo às suas raízes, deixando somente um pequeno toco ou tronco, descreve a perda de poder real e a condição humilde dos descendentes de Davi. Mas ainda havia vida no tronco e nas raízes. Da raiz de Jessé brotaria “um rebento” que daria fruto. Que o renovo vem da raiz de Jessé indica que Ele seria um segundo Davi. Davi quer dizer “Amado”. Dessa forma, quando a voz do Pai vinda do céu identificou a Jesus como o seu “Filho amado” (M t 3.17), Ele estava insinuando que Jesus é o seu segundo Davi, o cumprimento do que Davi representava. Isaías já tinha profetizado que o Filho reinaria no trono de Davi (9.7). Agora ele deixa claro que o Filho seria também um descendente de Davi. “Renovo” (Heb. netser) em uma forma feminina tornou-se o nome de N azaré ( netsereth), assim “Jesus de Nazaré” ou “Jesus o Nazareno” no hebraico seria Yeshua Hannetseri. Hannetserí pode significar o “ho­ mem de Nazaré” ou “o homem do Renovo”. Assim, na providência de Deus, Jesus trouxe um cumprimento que M ateus 2.23 reconhece: “E chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cum­ prisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno”.
2 E rep ou sa rá sob re ele o E spírito do S enhor , e o E spírito de sabedoria e de in teligên cia , e o E spírito de conselho e de fo rta lez a , e o E spírito de con h ecim en to e de tem o r do SENHOR.

“E repousará sobre ele o Espírito do S e n h o r ” , o u seja, sobre o Renovo, da mesma maneira que o Espírito fez em Moisés, nos juizes, em Davi, e nos profetas —mas nesta ocasião de modo permanente (Jo 3.34). O Espírito é uma dádiva que descansa sobre Ele. O dom do Espírito junto com os seis aspectos ou ministérios do Espírito corresponde aos sete Espíritos em Apocalipse 4.5. “Sabedoria” no Velho Testamento é sabedoria prática que leva a efeito planos a con­ clusões bem-sucedidas (cf. Pv 8). “Inteligência” inclui conhecimento que permite à pessoa distinguir o certo do errado e a verdade da falsidade. “Conselho” inclui a habilidade para tomar decisões certas e resolver pro­ blemas. “Fortaleza” significa poder divino para levar a efeito as suas deci­ sões. “Conhecimento” aqui é o conhecimento do caráter e da natureza de Deus e o seu relacionamento com a humanidade. “O temor do Se­ nhor” é uma reverência que o obedece e reconhece o direito dEle à nossa veneração e adoração. É o princípio da sabedoria e do conhecimento (SI 111.IO; Pv 1.7). Isto está em contraste com os “que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos” (Is 5.21).
3 E deleitar~ se~ á n o t e m o r d o SENHOR e n ã o j u lg a r á se g u n d o a v ista d o s s e u s olhos, n em r e p r e en d er á seg tm d o o o u v ir d o s se u s o u v id o s;

Ele “deleitar-se-á no [Heb. haricho, “desfrutar o cheiro de”] temor do S e n h o r ” . Isto pode significar que Ele receberá com prazer o te­ mor do Senhor que lhe é dirigido. Além de ser um profeta, Ele será também um juiz. Mas distinto dos juizes humanos, Ele não terá que depender de evidências externas. Com percepção divina, Ele verá dentro das mentes e corações das pessoas (cf. Jo 2.25). Ele saberá o que é e o que não é verdade (cf. M t 7.21-23).
2 . 0 JUSTO JUIZ 11.4-5

4 m a s j u lg a r á co m ju s t iç a o s p o b res, e r e p r e en d er á co m eq ü id a d e o s m a n s o s da terra , e f e r i r á a terra co m a v a r a d e su a boca, e co m o so p ro d o s se u s lá b io s m a ta rá o ím pio.

O pobre e o necessitado, freqüentemente explorados ou negligen­ ciados, receberão justiça e proteção por causa da justiça dEle. “Justi­ ça” (Heb. tsedeq) também implica que Ele os porá na correta posição diante de Deus. Por outro lado, como Juiz Ele “ferirá a terra”, ou seja, os seus habiIantes ímpios, “com a vara de sua boca”, que é paralelo a “o sopro de seus lábios”. A palavra que ele fala será “a vara” que traz juízo.1 Ele não precisa de nada mais para realizar isto. O cumprimento disto olha à frente em direção à Batalha do Armagedom (Ap I9 .I5 ).2
5 E a ju s tiça será o cin to dos seu s lom bos; e a v erd a d e o cin to dos seu s rins.

Os cintos simbolizam o estar pronto para a ação. Ele não depende­ rá dos métodos ou até mesmo dos armamentos de guerra humanos. “Justiça... e verdade” para o propósito e promessas de Deus serão vistas em todas as suas ações. Ele é o exemplo para todos os líderes.
3. ATERRA MUDADA PELO CONHECIMENTO DO SENHOR 11.6-9

6 E m o ra rá o lobo com o cord eiro, e o leopardo com o cab rito se deitará, e o bezerro, e o f i lh o de leão, e a nédia ovelha v iv erã o ju n to s , e u m m en in o p eq u en o os g u ia rá . 7 A vaca e a u rsa p a sta rã o ju n ta s, e seu s fi lh o s ju n to s se deita rão; e o leão co m erá palha co m o o boi. 8 E b rin ca rá a cria n ça de p eito sob re a toca da áspide, e o j á d esm am ad o m eterá a m ã o n a cova do basilisco.

O reino deve ser introduzido pelo juízo (como o descreve Dn 2). Assim o juízo de I I .4 é seguido pelas condições mileniais descritas nos versículos 6— Elas serão melhores que as do Jardim do Eden. A 9. natureza dos animais será mudada e as crianças não precisarão ter medo até mesmo de cobras venenosas. Todos os efeitos da maldição infligidos na terra por causa do pecado de Adão serão findos. A criação “será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (R m 8.21).

4. naqu ele dia. Que Ele se levantará como uma bandeira ( “posta por pendão”) quer dizer que Ele será a garantia de vitória e aquEle ao redor de quem as nações se reunirão. mas é a real fonte da linhagem davídica.25). O seu lugar de descanso. e de Patros. KJV. p orq u e a terra se en cherá do con h ecim en to do Senhor . co m o as águ a s cob rem o mar. e de H am ate. A “raiz de Jessé” significa que o M essias não só descende de Davi.I0-I6 10 E acon tecerá . e da Etiópia. “estandarte”. e do Egito. . as nações buscarão o favor e a orientação dEle. a Sião milenial. 11 P orque há de acontecer. o conhecimento pessoal e salvador do S e n h o r estará em todos os lugares. e de Sinar. Esta é outra indicação do Velho Testamento de que o Rei messiânico não será um homem comum.15 (Heb. Quando a casa de Davi tiver recuperado a sua glória na pessoa do M essias. será gloriosa (A palavra Heb. A R A ) é a mesma palavra usada no nome de Deus em Exodo 17 . n a q u ele dia. e o lu ga r do seu rep ou so será glorioso. qu e as n a ções p ergu n ta rã o p ela raiz de Jessé. Em contraste com a condição de Jerusalém e o mundo nos dias de Isaías. como também no nosso. que o S en hor to rn a rá a esten d er a su a m ã o pa ra a d q u irir ou tra vez os resíd u os do seu p o vo que restarem da A ssíria. porque toda a terra será mudada (veja também 65. “ O S E N H O R é a minha Bandeira”. posta p o r p en d ã o dos povos. Yabwch Nissi). “Pendão” ( “bandeira”. kavod é a mesma usada a respeito da glória de Deus). e das ilhas do mar. e de Elão. “O monte da minha santidade” é o monte de Deus e quer dizer a Jerusalém milenial. a sua casa.9 N ão se f a r á m a l n em da n o a lgu m em todo o m o n te da m inha santidade . N V I. Ela será livre de qualquer um que possa causar mal ou dano. UM NOVO ÊXODO II. mas será um ser divino.

“Adquirir outra vez” (Heb. pois muitos permaneceram espalhados em várias direções —como os livros de Esdras.I . quer dizer. Portanto. Neemias e Ester indicam e como é mostrado no N o v o Testamento (A t 2. de todas as partes da terra. Assim como foi o caso no primeiro êxodo. qanoth) também pode significar resga­ te.C. Este era apenas um retorno parcial. T g I . M as todo ciúme e hostilidade entre as tribos tinham acabado depois que eles voltaram da Babilônia. 12 E levan tará u m p en d ã o en tre as nações. Ele quer trazê-los de volta para Si próprio (cf. onde Ioda a nação foi libertada da escravidão e levada para aTerra Promelida. não só das áreas onde eles se espalharam em tempos antigos. mas “desde os “quatro confins da terra”. Alguns entendem que a segunda vez se refere ao retorno de babilônia sob o edito de Ciro. “na­ 35 quele dia” deve referir-se à restauração no término desta era. e os disp ersos de J u d á co n grega rá desde os quatro co n fin s da terra. o próprio Senhor tornará a juntar o rema­ nescente justo do seu povo ( “os resíduos”) uma “outra vez”. e depois da rebelião de Bar Kochba de cerca de 132— d. Contudo.C. e a ju n ta rá os dester­ rados de Israel. O ver­ sículo 16 mostra que a prim eira vez foi no êxodo do Egito.5. O propósito de Deus não é só trazer as pessoas de volta à terra. Este será um êxodo novo e maior. Por Ele serão juntados os exilados de Israel e Judá.I ).Naquele dia milenial..4). E fraim não in v eja rá a J u d á e J u d á não o p rim irá a E fraim. I Pe I . O “pendão entre as nações” é o Messias. Ex 19. 13 E d esterra r-se-á a in veja de E fraim . Todas . Efraim e Judá estavam fre­ qüentemente contendendo. Nos tempos do Velho Testamento. e os a d versá rios de J u d á serão desarraigados. O retorno preparará para a renovação espiritual. houve uma maior dispersão após a destruição de Jerusalém em 70 d.

Deus fará uma estrada nítida e plana para o remanescente de seu povo voltar da Assíria. como indicam os registros de Esar-Hadom. Ele usará “a força do seu vento” para destruir o rio Eufrates. Houve um retorno parcial da Assíria nos dias de Isaías. Estas correntes contrastam com o único caminho através do mar Vermelho. e. deixando-o dividido em sete correntes rasas. Haverá um novo êxodo a partir da Assíria. indica uma obra com­ pleta —o povo pode atravessar “com calçados” sem ter que molhar os pés. o Israel restabelecido voará “sobre os om bros” da F ilístia no O cidente e conquistará os povos no O riente. 14 A ntes. com o su ced eu a I sra el no dia em q u e su b iu da terra do Egito. 6E h a verá ca m in h o p la n o p a ra os resíd u os do seu p o vo que resta rem da A ssíria. as associações tribais serão restabelecidas como Ezequiel profetizou. e m o v erá a su a m ã o con tra o rio com a f o r ç a do seu vento. N o M ilênio. sete. N e­ nhuma nação será capaz de frustrar os propósitos redentores de Deus.o .21). Ez 48. Da mesma maneira que Deus secou o mar Vermelho (Ex 14. M oabe e Amom. A menção da Assíria aqui pode indicar que é representativo de todos os lugares aos quais Israel foi espalhado por seus inimigos. 15 E o SENHOR d estru irá tota lm en te o braço de m a r do Egito. e os f i lh o s de A m om lhes obedecerão. em E dom e M oabe lançarão as m ãos. e o Príncipe da Paz governará sobre todos eles.as doze tribos consideravam a si próprias e umas às outras como sendo judeus. muito embora a terra vá ser dividida dife­ rentemente (em tiras correntes do oriente ao ocidente.1— 29). qu e qu a lq u er atravessa­ rá co m calçados. Ao leste de Judá estavam Edom. j u n ­ tos. Como uma águia poderosa. fe r in d o . voa rã o sob re os om b ros d o sfilis teu s ao O cid en te. . d iv id i-lo -á em sete corren tes. e o seu número.3mas aqui Isaías está olhan­ do à frente para o dia milenial. despojarão os fi lh o s do O rien te.

ain da q u e te ira ste con tra m im . a tua ira se retirou . UM DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS PARA ISRAEL E AS NAÇÕES 12. O povo respondeu. O medo terá acabado. o Deus fiel que age no interes se do seu povo. Isaías expressa a confiança dos redimidos. Esta seção de Isaías finaliza com um hino de ação de graças. reconhecendo que a ira dEle trouxe a disciplina que l ealmente veio do seu amor. libertação.1). 2 Eis que E )eus é a m in h a sa lvação.I) eles estarão confiando em Deus. Eles ficarão como os israelitas que viram os seus inimigos afogados no mar Vermelho. e eles cantarão a mesma canção (Êx 15. e tu m e consolaste. eu co n fia rei e não tem erei p o rq u e o S en hor J eová é a m in h a f o r ç a e o m eu câ n tico e se to rn o u a m in h a salvação. N este hino. Com a ira de Deus retirada.5. Ele será a sua força e o seu cântico porque Ele terá se torna . Por ocasião “daquele dia” (v . Louvor pela Salvação 12. eles estarão cheios de I(mvor por causa do conforto que Ele dá —um conforto que os ressegura da sua presença e bênção. o Deus eterno. eles exclamarão individualmente que Deus é “a minha salvação”. Yah.4 sendo o primeiro a dar graças a Deus. porque. não no homem. “Salvação” inclui as idéias de ajuda e prosperidade. com o rei. Yabweh) enfatiza que Ele é o Deus vivo e verdadeiro. Isaías experimentou isto no capítulo 6. A forma dupla “Senhor JEOVÁ” (Heb.1— 3 1 E dirás. H ou­ ve também um cumprimento preliminar disto após a libertação de Senaqueribe em cumprimento das profecias de Isaías (40. “N a­ quele dia” aponta adiante para o reinado milenial do Messias descrilo no capítulo I I . Ele é aquEle mesmo que os levou do Egito para a Ierra Prometida.2). ó Senhor. Depois que a ira de Deus é retirada de Israel.1-6 a. A forma imperativa hebraica indica um pedido: “Deixe a sua ira se retirar”. naqu ele dia: G raças te dou. para salvação. ajuda e bênção.

sa ib a -se isso em toda a terra. naqu ele dia: D a í g ra ça s ao SENHOR.13. As “coisas grandiosas” que Deus fez na sua majestade divina cla­ mam por cânticos de louvor acompanhados por instrumentos musi­ cais. O seu nome representa a sua natureza e caráter. Jr 2. tira reis águ a s das f o n t e s da salvação.3 8 ). p o rq u e f e z coisa s g ra n d io sa s.do a salvação deles de uma forma até mesmo bem maior. Estes poços têm a sua fonte no próprio Deus (cf.Todos os habi­ tantes de Jerusalém sobreviverão à crise assíria e se servirão dos po­ ços. As “fontes da salvação” não são poços comuns. Yeskua. Tal música é ainda um modo maravilhoso para espalhar as boas novas do poder e da graça . Por declarar que “excelso é o seu nome”. A s e g u n d a p a r te d e ste m a g n ífic o h in o é u m a c h a m a d a ativ a p a ra to d o s os p o vo s d a re m “g ra ç a s ao S e n h o r ”.14. Deixe o M undo Inteiro Saber 12. é outra forma do nome hebraico para Jesus. Yesbu’ah. Nos tempos do Novo Testamento. eles o honram pelo tipo de Deus que Ele é. b. fontes que nunca secam. 3 E vós.4— 6 4 E direis. to rn a i m a n ifesto s os seu s f e i t o s en tre os p o v o s e con ta i qu ão ex celso é o seu nom e. mas poços artesianos. enquanto tiravam água do tanque de Siloé. e é ta m b é m u m a c h âm ad a p a ra in v o ca r o u p ro c la m a r o seu n o m e e os seu s fe ito s g lo rio so s. Jo 4. Salvação. T o d as as n açõ es p re c is a m sa b er o q u e D eu s tem fe ito em sa lv a r e re s g a ta r o se u povo. E le m erece te r as n açõ es ju n ta s lo u v a n d o -o e h o n ra n d o -o . 5 C a n ta i ao SENHOR. S e u povo n ão deve m a n te r as b ê n ç ão s de D eu s p a ra si m esm o s. com alegria. Estas canções não devem ser cantadas em particular. 7 .10. No clima quente e seco na extremidade do deserto a água falava de vida e bênção. de modo que o mundo inteiro saiba. in voca i o seu nom e. os judeus cantavam a respeito dos poços de salvação durante a Festa dos Tabernáculos. mas em público.

17 onde “a espada do Espírito. A grandeza do “Santo de Israel”.. 3 Veja comentários sobre 13 . 6 E x ulta e can ta de goz o. H . Como o capítulo 12 expressa a confiança dos redimidos? 6.I I excede o primeiro êxodo? 5. E f 6 . que está no meio do povo santo c redimido de Sião. S. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 1 9 9 5 ). requer exultações e cânticos (Heb. B. W idyapranawa. Quais serão os resultados do seu governo e quando isto aconte­ cerá? 4.1 4 e 4 8 . Tal música desperta fé e esperança. ó habitante de Sião. RJ: CPAD. 2 Stanley M .. O que podemos entender do fato de que o Renovo é proveniente da raiz de Jessé? 2. . Isto deveria nos mover a um testemunho cristão alegre e corajoso. Eerdmans.2 0 . 73. p o rq u e g ra n d e é o S anto de Isra el no m eio de ti. “procla­ mando brados de alegria”). De que modos a “outra vez” de I I. 19 9 0 ). ronni. Esta é uma conclusão apropriada para os capítulos 7 a 12. O que fazem os sete Espíritos do SE N H O R ao Renovo? 3. QUESTÕES DE ESTUDO 1. O que requer as coisas que Deus tem feito? CITAÇÕES 1 Cf. é a palavra de Deus”. 2 8 0 -2 8 2 . The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . 4 Alguns entendem o que fala como sendo as doze tribos de Israel unificadas.ile Deus em um mundo escuro e sombrio. H orton.

I-23. nos capítulos seguintes. reconhecendo que o mal ainda existe no mundo. Nações estrangeiras são envol­ vidas no juízo de Deus e libertação de seu povo. estão entremeadas mensagens para o povo de Deus.I8 Após o maravilhoso hino de louvor. Estes capítulos tratam de na­ ções estrangeiras.23 Esta profecia é concernente à famosa e esplêndi­ da cidade da Babilônia dos próprios dias de Isaías. de modo que. Isaías se vol­ ta para o tema do juízo. Ao longo de todas elas nós vemos a glória do Deus soberano e Todopoderoso e a realidade das suas promessas. A. mas não em ordem cronológica e não como separadas dos procedimentos de Deus para com Judá e Jerusalém. Ele é o único Deus verdadeiro sobre toda a terra. A Destruição da Babilônia I3.I-I4. e .Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá I3.

4 Babilônia nunca consentiu ser incorporada ao Império Assírio. Até mesmo mais importante.5 Até mesmo quando a desunião interna da Babilônia a levou a submeter-se ao jugo assírio. Babilônia reivindicava a liderança religiosa e cultural do mundo nos dias de Isaías.8 . “uma boa capa babilônica” era alta­ mente cobiçada (Js 7. Babilônia ainda retinha impor­ tância política. religiosa e cultural da Babilônia a alegar grandeza. não tratou a Babilônia como um Estado de im portância secundária. A Assíria. em uma época posterior. Várias vezes Bel e Nabu são mencionados sem qualquer referência a qualquer outro deus. A possessão da Babilônia significava um grande negócio ao prestígio da Assíria. e eles eram extremamente pacientes com o povo da cida­ de. por todo o seu cruel poder militar. como se eles fossem os chefes ou os mais venerados deuses daquele rei assírio em particular.2 Bel e Nabu (N ebo) são freqüentemente men­ cionados pelos assírios nas listas de deuses cuja proteção eles busca­ vam ou a quem eles declaravam honra. os reis assírios tinham orgulho deles próprios em ser os protetores da Babilônia. é que o controle assírio sempre foi bastante tênue. Babilônia foi lembrada por Heródoto em sua história como “uma das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”.6 Outro fator que Isaías soube a respeito. N ão foi apenas a liderança comercial.3 Babilônia dominava a religião da Assíria.não à Babilônia posterior de Nabucodonosor. confirmando a importân­ cia da Babilônia. As cartas estatais da Assíria mostram que os assírios incluíram os deuses da Babilônia entre os seus próprios.1A Babilônia nos tem­ pos assírios era o maior centro de comércio e indústria no vale do T igre e do Eufrates (veja mapa.TiglatePileser III “deixou suas liberdades e seu território semelhantemente incólume”. Até que Senaqueribe finalmente destruiu a cidade. Desde tempos antigos ela era poderosa e bem organizada.21). Igualmente. Até mesmo no tempo da conquista de Jericó por Josué.7 Alguns reis assírios até mesmo enviavam parte do espólio das suas conquistas para Babilônia em vez de enviar tudo a Nínive. Apêndice B).

Certamente a destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a. sinal. ou vice-presidente. rei do universo. de modo que eles se contentavam com um título menor. Porém. Babilônia. Normalmente os reis assírios acrescentavam o nome de um país conquistado a uma lista dos que eles governavam.10Sargão fez o mesmo. e Deus lhe deu uma mensagem pesada para ela.Nenhum rei da Assíria ousou proclamar-se rei da Babilônia so­ mente com o pretexto de ter conquistado a cidade. Tiglate-Pileser III fez da Babilônia o primeiro grande objetivo no seu sonho de estabelecer um império mundial. deve ter parecido o auge das atrocidades da Assíria. Salmaneser V por exemplo. fez os reis assírios temerem desobedecer as demandas dos sacerdotes babilônicos de Marduque: Um legítimo rei da Babilônia deve ser reconhecido por Marduque.1 1 A Babilônia era o centro da atenção mundial nos dias de Isaías. .. O profeta viu o juízo da Babilônia como vindo no curso da sua própria vida. era representativa de qualquer poder mundial que se levantava em orgulhosa desobediência a Deus. a destruição da Babilônia aqui é um exemplo. rei da Assíria. Isto significava que o rei devia estar em Babilônia no Dia de Ano Novo a cada ano e realizar a ilustre.C.12 A profecia concernente a isto foi provavelmente colocada prim ei­ ro nestas séries por causa de sua importância.9 O reconhecimento assírio do deus babilônico Bel (identificado com M arduque) como o deus supremo. M as não até dois anos antes de sua morte que nós encon­ tramos uma Tábua de Ninrode declarando-o “rei da Babilônia”. se auto-proclamou “o rei poderoso. mas humilde. A maioria dos reis assírios não desejava fazer isto. ou precursor do juízo final. cerimônia de pegar as mãos de Bel— Marduque. da Babilônia.. rei das quatro regiões do mundo. Sua queda aponta ao futuro para a queda final do sistema mundial babilônico descrito nos capítulos 17 e 18 do livro de Apocalipse. mas ele era só “vice-rei”. desde o tempo da torre de Babel. e para Isaías deve ter parecido o clímax do juízo de Deus sobre o mun­ do através dos assírios. rei da Suméria e da Acádia”.

Deus ordena que uma bandeira seja elevada como um sinal para o ajuntamento de tropas. O orgulho e arrogância da Babilônia merecem juízo. declaração. 0 JUÍZO PORVIR EM BREVE I3. Ele também ordena uma ruidosa chamada e o acenar de mãos para encorajá-los a vir. onde os sinais facilmente po­ dem ser vistos. 2 A lçai u m a ba ndeira sob re o m o n te escalvado. de modo que “entrem pelas portas dos príncipes”.I-22 a. massa") signi­ fica “algo levantado”. . Isto refere-se a uma palavra. Nas pedras nuas de uma alta colina. A ânsia deles para a batalha se compara com a atitude da Assíria em 10.I. porque Ele trará o seu juízo sobre eles no devido tempo. Desse modo. “Eu” está na posição enfática.7— A vitória deles será realmente o triunfo de Deus 12. filh o de A moz. Deus comandará e intimará os guer­ reiros a quem Ele consagrou para levar a efeito a sua ira.1— 5 1 P eso da B abilôn ia que v iu Isaías. leva n ta i a voz p a ra eles e a cen a i-lh es com a m ão. A palavra “peso” ou “oráculo” ou “sentença” (Heb. os que ex ultam com a m inha majestade. ■ Eu dei ordens aos m eu s santificados. ainda que eles não a conheçam. Isaías antecipava o juízo sobre a Babilônia. sim . ele recebeu isto como uma visão profética ou mensagem. Isaías “viu” isto. p a ra q u e en trem p ela s p o rta s d os p rín cipes. j á cham ei os m eu s valen tes pa ra a m inha ira. provavelmente os portões da Babilônia. Eles são “santificados” no sentido de que Deus os consagrou para cumprir a sua vontade. Era uma men­ sagem carregada de pesado juízo. Eles eram chamados “portas dos príncipes” porque os ricos e poderosos babilônicos se consideravam os aristocratas do mundo naqueles dias. muito embora eles possam não conhecê-la. Aqueles que vêm contra a vontade desta se exultarão na majestade de Deus. quer dizer. A Ira de Deus sobre a Babilônia 13. ou pronunciamento da parte de Deus.

Deus está usando um exército terrestre para trazer juízo sobre a Babilônia e destruí-la. sem elh an te à de u m g r a n d e p o v o . vem do T odop o d ero so com o assolação. e o seu exército a destruiu.6— 13 6 U ivai. assolação) da parte de Shaddai (o Todo-Poderoso). Isaías diz que aquele dia virá como uma shod (destruição violenta. agora a Assíria e seus exércitos combinados de muitas terras distantes se tornam “os instrumentos” para trazer o juízo de Deus sobre a Babilônia. p a r a d e s tr u ir toda a q u ela terra. Usando outro jogo de palavras. O exército assírio era como uma avalanche. Tseva significando “hoste” ou “exército” (plural. pois o Dia do SE N H O R está perto de chegar. a voz do reb oliço de rein o s e de n a ções j á congregadas. Usando um jogo de palavras. o SENHOR e o s in s tr u m e n to s da su a in d ign a çã o. às vezes se refere a exércitos terrestres e às vezes a hostes angelicais. O SENHOR dos E x ércitos p a ssa em revista o ex ér­ cito de g u erra . tfv a ‘oth).13 O jogo de palavras enfatiza que Deus O . Aqui. Isaías ouve o barulho de muitas “nações já congregadas” para a guerra contra a Babilônia. Assim. p o rq u e o dia do S enhor está p erto .5). povo da Babilônia se lamentará. Como a Assíria era a vara na mão de Deus para trazer juízo sobre Israel (10. M as Deus está realmente no controle. b. se tornando cada vez maior à medida que avançava: Os assírios perm i­ tiram aos homens de cidades e nações conquistadas juntarem forças com eles para recuperarem algumas das suas próprias perdas por le­ varem os despojos do próximo lugar de conquista. O Dia da Ira do SE N H O R Está Próximo 13. Senaqueribe e os assírios exigiram a vitória sobre a Babilônia.4 J á se o u v e a g r ita r ia da m u ltid ã o sob re os m ontes. 3 J á v e m d u m a terra d e longe. d esd e a ex tre m id a d e d o céu . Isaías diz que Deus é Yahweh tíva oth e Ele está reunindo um tív a ‘ para a guerra.

NHOR Eles ficarão tão terrificados que perderão os sentidos. 7 P elo q u e todas as m ã os se debilitarão. s E a sso m b ra r-se-ã o . . convulsionados com a dor que se apoderará deles como as dores agudas de uma “mulher parturiente”. Pode ser que começando com este versículo (e. inflamados pela vergonha da sua derrota. baarets ) também pode significar “o planeta terra”. horrendo. Os seus rostos fica­ ram “flamejantes”. e apoderar~se~ão deles d ores e ais.pode manter as suas promessas. Babilônia não poderá resistir à destruição violenta do Dia do S E ­ que está próximo. o seu rosto será rosto fla m eja n te . torna-se um exemplo do juízo futuro que virá no D ia do S E N H O R final.C. e a sua coragem desaparecerá quando o coração dos homens se desanimar. eles estarão tão desmoralizados que as suas “mãos se debilita­ rão ’.m lugar do próximo) Isaías está falando do Dia do S e n h o r final. Isaías está olhando para “o dia do S e n h o r ” como algo iminente. co m o a m u lh er p a rtu rien te. Eles não poderão fazer qualquer coisa ou pensar em qual­ quer meio para se salvar. 9 Eis qu e o dia do SENHOR vem . Esta destruição súbita e violenta chocou e surpreendeu os babilônios. co m f u r o r e ira ardente. “A terra” (Heb. p a ra p ô r a terra em assola ção e d estru ir os p eca d o res dela.14 O que Isaías vê aqui é a ira de um Deus santo que é despejada. Em vez de pegarem em armas para se defen­ der. Aqui. depois que os assírios to­ maram o controle da Babilônia. tornando “a terra em assolação” e destruindo os pecadores sobre ela. e o cora çã o de todos os h om en s se desan im a rá. cada u m se espan tará do seu p r ó x im o . A destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a. eles a trataram com respeito e honra —até que o rei assírio Senaqueribe a destruiu. Durante anos. e se an gu stiarão.

a presunção do orgulhoso. 8. devido ao fato do mundo merecer o juízo de Deus. Este pode ter sido de fato na índia. 5. Eles to­ dos serão humilhados e abatidos por causa das suas obras más. O castigo aqui não é somente para Babilônia. a su a iniq üidade. 13 P elo qu e f a r e i estrem ecer os céu s. Portanto. e fa r e i cessa r a a rrogâ n cia dos atrevidos. O local de Ofir é hoje desconhecido. M uito do ouro de Salomão foi trazido de Ofir (I Rs 9. 12 F arei que u m hom em seja m a is p recio so do qu e o ou ro p u r o e m a is ra ro do qu e o o u ro f i n o de O fir. em seu furor e ira Ele fará os céus se estremecerem e a terra se mover do seu lugar. e a lua não f a r á resp la n ­ d ecer a su a luz.22). 11 E v isita rei sob re o m u n d o a m aldade. O juízo cairá sobre os indivíduos e a humanidade em geral. como Jerônimo e a Septuaginta sugerem.13). O futuro Dia do SE N H O R envolverá escuridão por sobre toda a terra (cf. especialmente “o ouro fino de Ofir”. O justo juízo de Deus será sobre a maldade do mundo —as enroscadas atividades do ímpio. só juízo sobre um mundo corrompido pelo pecado e maldade. O remanescente será pequeno —este é comparado à escassez de puro ouro. o so l se escu recerá ao nascer. . Am 5.30. e a arrogân­ cia dos tiranos que violentamente exercitam a sua autoridade. Não há nenhuma compaixão aqui. p o r ca u sa do f u r o r do SENHOR dos E x ércitos e p o r cau sa do dia da su a a rd en te ira. M t 24.22. e.10 P orque as estrela s dos céu s e os a stros não d eix a rã o b rilh a r a su a luz.1 1) em uma viagem de três anos (I Rs 10. e abaterei a soberba dos tiranos.18.29. sobre os ím pios. e a terra se m o v erá do seu lugar.12. Tal linguagem às vezes era usada a respeito de tremendas tempestades e terremotos. Ap 6. mas para toda a terra habitada. 1 0 .28.

todo o qu e f o r apanhado. confirma em seus registros que quando Senaqueribe destruiu a Babilônia. as su a s casas serã o saqueadas.. Os assírios instalaram vários povos cativos em Babilônia para substituir os 208. dizem que as praças públicas ficaram abarrotadas de cadáveres. violada.c. Babilônia Breve Será Subvertida 13. Esar-Hadom. cada u m v o lta rá p a ra o seu p o v o e cad a u m f u g i r á p a ra a su a terra. aqueles que não são babilônios fugirão para as suas próprias terras. Estes prova­ velmente incluíram a maioria dos 200. Era comum para eles mata­ rem os bebês. pilharem preciosidades das casas e estuprarem mulhe­ res. 15 Eodo o qu e f o r achado será traspassado e. os quais descrevem a destruição da Babilônia em 689 a. Os anais de Senaqueribe. Se eles eram achados se escondendo na cidade ou tentando escapar.C. A ove­ lha sem pastor ( “ovelha que ninguém recolhe”) indica que o seu suserano babilônico já não estava presente para os confinar.000 babilônios que Senaqueribe reivindicava ter tirado antes. e. ca irá à espada.C.16 16 E su a s cria n ça s serão despedaçadas p era n te os seu s olhos. Os assírios eram impiedosos e cruéis.14— 22 14 E cad a u m será co m o a co rça qu e f o g e e com o a ovelha que n in gu ém recolhe. eram todos eliminados.. Isaías agora retorna aos seus próprios dias e dá vários aspectos do juízo sobre a Babilônia por Senaqueribe em 689 a. não houve nenhum combate e nem tais atrocidades.18 Ciro se considerava um libertador das cidades que ele conquistara e não teria permitido esses tipos de comportamento. a m u lh er de cada u m .17 Quando Ciro e seus exércitos entraram em Babilônia em 539 a.15A figura de uma “corça que foge” demonstra quão rápido eles correram para escapar. Primeiro.150 cativos levados de Judá. Os babilônios não escaparam. M as neste momento Deus . o filho e sucessor de Senaqueribe.C. os povos ca­ tivos fugiram de volta às suas próprias terras.

O tratamento cruel e a matança impiedosa descritas neste verso eram típicas dos exércitos assírios. 17 Eis qu e eu d espertarei con tra eles os m edos.retirou a sua mão e permitiu aos assírios mostrarem a sua crueldade para o povo da Babilônia. Os exércitos posteriores dos medos e persas se consideravam os libertadores da Babilônia da anarquia de Nabonido e Belsazar. nem tampouco desejarão ouro”). nem ta m p ou co d esejarão ouro. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. Os assírios dirigiram oito campanhas contra a M édia um pouco antes da época de Isaías.22 lti E os seu s arcos d esped açarão os jo v e n s. Certamente. Ciro foi um tipo diferente de con­ quistador. só vingança.19 Os assírios no tempo de Senaqueribe rotularam todos os medos e persas de “M adai”. Depois Sargão II recebeu tributo deles e os manteve sob controle. Por outro lado.C. e não se com p a d ecerã o do f r u t o do ven tre.20 Os medos a quem Isaías se refe­ riu pode ser um termo geral para os exércitos combinados de Senaqueribe. Quando Isaías era jovem. Re­ gistros antigos mostram que em 539 a. ou seja. Isto não se ajus­ ta ao tempo posterior de Ciro.. Eles deram a Ciro até mesmo uma entrada triunfal completa com folhas de palmeiras. medos. eles podem ser designados como a parte do exército que não queria despojos (não fazendo nenhum “caso da prata. o seu olho não p o u p a rá os filh o s .C. o povo da Babilônia deu as boas-vindas ao exército dele deixando abertos os portões de cidade. desde que Heródoto falou dos exércitos de Senaqueribe como “as hostes árabes”21 depois que Senaqueribe atravessou a Arábia em 688 a. não é impossível que Isaías reconhe­ cesse especificamente o contingente medo do exército de Senaqueribe em 689. qu e não f a r ã o caso da prata. Tiglate-Pileser III fez uma conquista mais completa da qual ele chamava “os poderosos medos”.23 .

e os seu s dias não se prolon garão. Os verbos (v. e os sá tiros p u la rã o ali.20) são ativos. e a su a casa se en ch erá de h o rrív eis a n i­ m a is. A Babilônia. n em reed ifica d a de g era çã o em g era çã o . era realmente uma jóia ou “orna­ m ento” entre os reinos antigos. Ele não dá nenhuma esperança para a cidade neste momento. não passivos. Os caldeus sob o comando de Merodaque-Baladã a fez “a glória” de sua soberba. qu an do D eu s as tra n s­ torn ou . onde a repetição enfatiza que a destruição da Babilônia está para vir em breve. a g ló r ia e a soberba dos caldeus. 21 M as as f e r a s do deserto rep ou sa rã o ali. será com o S odom a e G om orra. 20 N u n ca m a is será habitada.25 Isto precisa ser conectado com a últi­ ma parte do versículo 22. Que os assírios não sejam mencionados aqui está em linha com o reconhecimento de Isaías de que um Deus santo estava usando os assírios para trazer o seu juízo divino. co m o tam bém os chacais. de modo que a sua destruição se compara com a de Sodoma e Gomorra. o o rn a m en to d os reinos. A captura da cidade pelos assírios não mudou essa expectati­ va. O mundo daqueles dias expressou horror e choque na sua súbita e total destruição por Senaqueribe. A ênfase do versículo 20 não é sobre um estado futuro.19 E B abilôn ia. Antes da sua destruição em 689 a. Até mesmo Senaqueribe tratou a cidade com considerável respei­ to até que ele finalmente decidiu que esta devia ser destruída. ela não ficará [continu­ ará] de geração em geração”. n os seu s p a lá cios de p ra z er. a expectativa da Babilônia era de uma longa e ininterrupta exis­ tência. nos dias de Isaías. 22 E as f e r a s qu e u iva m g r ita r ã o u m a s às o u tra s n o s seu s p a lá cios vazios. n em o árabe a rm a rá a li a su a tenda. n em ta m p ou co os p a sto res a li f a r ã o d eita r os seu s rebanhos. e a li habitarão os avestru zes. A cidade foi demolida.24 N inguém acre­ ditava que qualquer coisa pudesse destruí-la.. p o is bem p e rto j á vem chegando o seu tem po.C. mas nas . A primeira parte é lite­ ralmente: “Ela não se assentará para sempre.

e ain da elegerá a Israel. onde árabes e pastores a evitariam e onde animais selvagens fariam dela a sua morada.C. e o p o r á na su a p ró p ria terra.atuais esperanças da Babilônia. Ciro e Alexandre. Esar-Hadom a reconstruiu. Os seus capturadores serão os cativos. 2. que eles não esperavam. e a ju n ta r -se-ã o com eles os estranhos. suas ruínas ainda nos lembram que Deus destruirá a maldade. De modo que depois de um tempo. Nabucodonosor a aumentou. súbita e total destruição da Babilônia. A sua compaixão é um intenso amor cheio de misericórdia e afeto. mas não em qualquer outra época na história da Babilônia. e ela permaneceu uma grande cidade durante muitos sécu­ los —só sendo gradualmente desabitada depois que Bagdá tomou a liderança naquela parte do mundo.1. Em vez de nações tomando posse de Israel. Instalar os israelitas “na sua própria terra” poderia também significar proporcionar-lhes segurança. o Grande. as nações irão recolocar Israel na sua própria terra. ISRAEL É RESTAURADA MAS BABILÔNIA É JULGADA I4. 2E os p o v o s os receb erã o e os levarão aos seu s lugares. Isaías lembra a Israel (tam bém chamada Jacó) que o propósito de Deus não mudou.2 1 P orque o S enhor se com p a d ecerá de Ja có . a honraram. e Israel dominará so­ . Israel possuirá as nações. embora Saddam Hussein tenha tentado restabelecer partes da antiga Babilônia. e cativarão aqueles qu e os ca tiva ra m e d om in a rã o os seu s opressores.. n a terra do SENHOR. e na breve. Em vez de nações os levando cativos. Ele ainda é fiel.I-23 a. Assim. paz e descanso. e a casa de Isra el p o ssu irá esses p o v o s p o r serv o s e p o r servas.26Este era exatamente o caso em 689 a. A cidade era muito importante para ser deixada na condição descrita nestes versos. o significado não é que a cidade nunca seria habitada. e os povos das nações servirão a Israel. Antes de continuar com o julgamento sobre a Babilônia. e se achegarão à casa de Ja có . Compaixão sobre Judá 14. As condições serão o contrário do que eram nos dias de Isaías.27 Hoje.

29 Ele estabeleceu o Neo-Império Assírio e instituiu a política de levar os povos cativos para outras terras. 4 então. e d o teu trem or. p r o ferirá s este dito co n tra o rei da B abilôn ia. . o povo poderá proferir “este dito”. Embora N abucodonosor depois tenha instalado os judeus na Babilônia. Embora moldada após as orações funerárias reais do dia. Tiglate-Pileser III levava os povos para o exílio na esperança de controlá-los melhor. U m Escárnio Contra o Rei da Babilônia 14. este particular rei da Babilônia é identificado nos versículos 17— 0 como alguém que não deixou os seus cativos voltarem às suas 2 casas e ele próprio não recebeu um enterro apropriado com direito a tumba como os outros reis. £ Haverá um dia de alívio da opressão. O reino de Deus iniciado por Jesus trouxe alívio (M t 1 1. mas o M ilênio trará alívio completo. seu conteúdo é agudamente satíri­ co. n o d ia em q u e o S enhor v i e r a d a r -te d esca n so d o teu trabalho. revelando a verdade a respeito do rei. um conquistador diria aos habitantes de uma cidade quanto imposto ou tributo eles tinham de pagar e então os deixaria voltar e reconstruir as suas casas.bre os déspotas que uma vez os oprimiram. Deus ainda usará Israel no seu plano divino. Estes fatos correspondem a Tiglate-Pileser III. b. Antes do seu tempo. e da d u r a se r v id ã o co m q u e te f i z e r a m serv ir. e dirás: C om o cesso u o op resso r! A cid a d e d ou ra d a a ca b ou ! Quando esse dia vier.3— 8 a co n tece r á que. uma canção zombeteira contra o rei da Babilônia.28— 30). o único rei assírio nos dias de Isaías que levou o título “o Rei de Babilônia” e ascendeu a seu trono.28 O rei não é nomeado por­ que ele não merece ser lembrado. Porém. Porém. ele não os fez passar por tal sofrimento e trabalho força­ do. do tremor e do trabalho duro sofridos por aqueles que foram levados cativos pelos assírios.

34. Nenhum lenhador assírio vem para derrubar “as faias [ciprestes] . o q u e com ira d om in a va as nações..30 5 J á q u ebran tou o Senhor dom inadores. Tiglate-Pileser diz que esmagou qual oleiro ao barro todos os que não o obedeceram e os espalhou ao vento como um furacão.9. N a I . Tiglate-Pileser III e as suas forças eram extremos em sua brutali­ dade contra as nações. Zc I . pois até mesmo o mundo natural se alegra. 10. Agora Isaías zombeteiramente se dirige ao falecido rei por meio das árvores da floresta. Ele tomou o título “o Rei de Babilônia” em 729 a. 37. sem que a lgu ém o p ossa im pedir. n in gu ém sobe co n tra n ós p a ra n o s cortar. 7J á descansa. o bastão dos ím pios e o cetro dos O SE N H O R verdadeiramente é aquEle que quebra “o bastão [po­ der] dos ímpios [o povo culpado]” e “o cetro [autoridade adminis­ trativa] dos governantes”. Os detalhes desta passagem correspondem a ele.A morte dele cumpriu perfeitamente as profecias nos versos 18— 20. 8 A té as f a i a s se a legra m sob re ti. 6 A quele qu e f e r i a os p o v o s co m f u r o r . mas não se ajustam ao que nós sabemos dos reis babilônicos posteriores.. mas eles são julgados por seu turno (cf. Todos os anos o exército assírio saía em cam­ panhas militares e implacavelmente “feria os povos”. Ninguém po­ dia conter a sua cruel agressão.I I ) . dois anos antes de sua morte. 33. é p ersegu id o. O mundo se alegra com a morte desse opressor. Ele os usa para trazer o seu juízo. . “Júbilo” inclui gritos de alegria. Em seus registros. 10. agora.13. e os ced ros do Líbano. 2..C. e os cedros do Líbano” (cf.24). co m p ra ga in cessa n te . dizendo: D esd e que tu caíste.12). pois agora pode desfrutar de repouso e quietude (cf.I 5. j á está sossegada toda a terra ! —ex cla m a m com jú b ilo.

tendo se tornado em nada diferente de qualquer outro pecador. desp ertou p o r ti os m o rto s e todos os p r ín cip es da terra e f e z lev a n ta r do seu tron o a todos os reis das nações. os bichinhos. mas os seus tronos são sem nenhum sentido. Ele ti­ nha impressionado outros reis pela sua majestade e pelas suas reivin­ dicações de deidade. 10 E stes todos resp on d erã o e te d irã o: Tu tam bém a d oeceste co m o n ós e f o s t e sem elh a n te a nós. se estenderão. A Recepção do Rei da Babilônia no Sheol 14. Como parte de seu julgamento ele não teve um enterro apropriado. o rei do universo”. Os líderes são chamados no hebraico Jattudim . No Sheol (não a sepultura. “bodes”.9— 11 9 O in fern o. e os bichos te cobrirão. debaix o de ti. mas o inferno)31 os espíritos dos mor­ tos são despertados para encontrar o rei da Babilônia. ele foi trazido até ao Sheol ( “inferno”). Eles são retratados como sentados na escuri­ dão sobre tronos sombrios. Apesar de toda a sua pompa. Ele está agora sobre um leito de larvas e coberto de vermes. Eles tinham retido a sua identidade pessoal. . Tiglate-Pileser III era o rei mais poderoso do seu tempo. com­ parando-os a bodes que conduzem um rebanho.c. o rei poderoso. se tu rb o u p o r ti. Eles estão pasmos de que na sua morte ele se tornou tão fraco e tão ineficaz quanto eles. sendo reconhecidos uns pelos outros. Eles não mudaram. 11J á f o i derrib a d a no in fern o a tua soberba. p a ra te sa ir ao en co n tro na tu a vin d a . O seu corpo foi deixado sem nada da glória com a qual se vestia em vida. M as agora eles estão reduzidos a fraqueza. desde o p ro fu n d o . Estes incluíam os líderes e reis mortos por Tiglate-Pileser III e seus exércitos. Tiglate-Pileser III chamava a si mesmo de “o grande rei. co m o som d os teu s ala ú d es.

A ascensão do rei “ao céu” era somente pela sua arrogância e autoexaltação. ele está em contraste com Cristo. [eu] exal­ tarei.d. Como uma estrela da manhã em desvanecimento. O povo piedoso de Jerusalém só reconhecia um único Deus verdadeiro e um único lugar .18). determinou que se ascenderia ao céu. disseram que aplicar o nome a Satanás aqui era um grande erro. Lutero e Calvino. o nome Lúcifer foi aplicado ao diabo por Jerônimo (o tradutor da Vulgata latina) — reconhecendo que Satanás de fato caiu do céu (cf. A KJV (Versão King James) traduz “estrela da manhã” como “Lúcifer”. [eu] me assentarei”). f i lh a da a lv a ! C o m o f o s t e lan çado p o r terra. Satanás estava certamen­ te por trás do orgulho e da arrogância do rei.. versão latina da Bíblia Católica Romana. ó estrela da m anhã. tu que debilitavas as na ções! A pompa derrubada no Sheol é descrita como uma queda “do céu”. filha da alva”. da banda dos lados do N orte. Como a estrela d’alva que enfraquece na luz do amanhecer.. um termo tomado emprestado da Vulgata. exaltaria o seu trono acima das estrelas de Deus. ex a lta rei o m eu trono. m e assen tarei. tsaphon). O Orgulho e a Queda do Rei da Babilônia 14. Não obstante. contudo.. Por causa das arrogantes reivindicações do rei da Babilônia. Lc 10. e. ou seja.9). O rei é chamado de “a estrela da manhã. O monteTsaphon ( “Norte”) era tido pelos pagãos como sendo o assento dos principais deuses.16). cujo significado é “portador de luz”. em seus pensa­ mentos ambiciosos. Certamente Satanás não ficou tão fraco quanto as pessoas no inferno (Is 14. ele perdeu todo o seu brilho agora que está no inferno.12— 17 12 C o m o ca íste do céu. e.32 13 E tu dizias n o teu cora çã o: Eu su b irei ao céu. a cim a das estrelas de D eu s. Em seu coração. e se assentaria “no monte da congregação” (Heb. Note a repetição do pronome “Eu” ( “Eu subirei.. Ele que uma vez derrotou as nações está agora quebrado em pedaços sobre a terra. no m o n te da co n g re­ gação. a ver­ dadeira “resplandecente Estrela da manhã” (Ap 2 2 .

5. será levado até à mais baixa parte do Sheol —na realidade.4). quan­ do este enviou o seu principal oficial m ilitar para que tentasse conse­ guir a rendição de Jerusalém e para adverti-los a não escutarem o rei deles. Continuando o pensamento dos versículos 9— o auto-exaltado 12. 2 Ts 2 . co n sid era r-te-ã o . cf. até mesmo maior que o Deus de Israel —a quem ele classificou com os deuses das outras nações. Que pecado profundo era isto! Era como o pecado de Adão e Eva. “ao mais [íntimo] profundo do abismo”. etc. contu do.sobre a terra onde Ele estava se manifestando —o monte Sião (veja o Dt 12. 1 4 . SI 48. o pecado da torre de Babel.2 5 . Senaqueribe estava realmente reivindicando ser maior do que qualquer deus. Assim.2 2 . o rei da Babilônia também disse que ascenderia acima das nuvens mais altas. que estava tentando alcançar o ponto mais alto no céu. até mesmo maior que o único Deus verdadeiro. e d irã o: É este o va rã o q u e fa z i a estrem ecer a terra e qu e fa z i a trem er os rein os? . a audiência de Isaías reconheceria que o rei da Babilônia estava reivindicando ser maior que qualquer deus. 14 S u b irei a cim a das m a is altas n u v en s e serei sem elh a n te ao A ltíssim o.1 7 . Gn I I . e será o pecado do Anticristo (2 Ts 2.). 'elyon. ls E. Dn 4 . Por este ato ele se poria no mesmo nível que o “A l­ tíssim o” (Heb. um título que realmente só pertencia ao único Deus verdadeiro.2 4 . rei da Babilônia.2. ou confiarem no S E N H O R (3 6 .4 ). (A palavra “abismo” é usada aqui como um sinônimo para Sheol. N o seu orgulho. 1 -4 .1 8 — 20).1 8 -2 0 . Esta mesma arrogância foi depois exibida por Senaqueribe. ao m a is p r o fu n d o do abismo.)33 16 O s que te v irem te con tem plarã o. levado será s ao in fern o.1. acima de onde era imaginado que os deuses viviam. Ezequias.

“como corpo morto e pisado”. pois o corpo do rei não estava em uma sepultura.Agora Isaías dirige a nossa atenção ao fato de que o corpo de Tiglate-Pileser III jazeria insepulto. ja z em com honra. com o os qu e descem ao co v il de pedras. O Rei da Babilônia Carece de um Enterro Digno 1 4 .1 8 -2 0 T odos os reis das nações. co m o u m ren ovo ab om in ável. deixando cada um deles como um sertão. ou mausoléu. as tumbas eram consideradas importantes na honra ao morto. netser) é . ou deserto. Isto também confirma o fato de que Sheol não é a sepultura. 17 Q u e p u n h a o m u n d o com o u m deserto. com o corp o m orto e pisado. As pessoas olharão para o cadáver dele e dirão com surpresa e repugnân­ cia: “E este o varão que fazia tremer a terra e que fazia tremer os reinos?” “O varão” (Heb. não a Satanás. e. todos eles. Nos tempos bíblicos. como um vestido saturado de sangue das pessoas mortas pela espada. e é uma indicação a mais de que o significado primário desta passa­ gem se aplica a Tiglate-Pileser III. algo considerado humilhante pelo povo da antigüidade. Em contraste com todos os outros reis da época. Ele seria expulso “como um renovo abominável”. haisP) significa um indivíduo do sexo masculino. 19 M as tu és lan çado da tu a sepu ltu ra. Ele também instituiu a política de levar os povos ao exílio em vez de os deixar voltar e reconstruir as suas casas. e assolava as su a s cidadesP Q u e a seu s cativos não d eix a va ir soltos p a ra a casa delesP No estabelecimento do Neo-Império Assírio. “renovo” (Heb. Tiglate-Pileser III não seria enterrado regiamente em uma tumba mag­ nífica. Ironicamente. Tiglate-Pileser III despojava todas as coisas valiosas dos territórios que conquistava. co m o u m a v este de m o rto s atravessados à espada. cada u m na su a casa.

O co m an d o é tam b ém p ara p rep arar lu g ar p ara “a m atan ça p ara os filh o s” dele p o r causa d a cu lp a de seus pais. D eu s d e s a rra ig a rá o seu n o m e — o u seja. d iz o Sen hor .1 8 . m as c o n tra a p r ó p r ia B a b ilô n ia . seu p o d e r e a u to r id a d e — e n ão lh e d e ix a rá u m re m an e sc e n te co m o E le p ro m e te u a Isra el. A ú ltim a p a rte d o v e rsíc u lo a cim a. o v erd ad eiro R e i d o s reis e S e n h o r d o s senh o res! 20 C o m e le s n ã o te r e u n ir á s n a s e p u lt u r a . Q u e co n traste en tre a vergo n h a do tiran o . Jesus. f. p o d e ser to m a d a co m o u m im p e rativ o : “N u n c a m e n ­ cio n e o n o m e d este d esc en d en te de m a lfe ito re s. E sta r e s p o n s a b ilid a d e é a p o n ta d a c o n tra to d o s os reis d a A s síria cm Isa ía s 3 7 . Q ue eles n ão o u sem se levan tar “e p o ssu am a terra ” e en ch am a face da terra h ab itad a co m cid ad es — que serv iriam com o sím b o lo s d o p o d er e d a au to rid ad e deles.2 1 — 3 2 21 P r e p a r a i a m a ta n ça p a r a o s filh o s. e a g ló ria do ju sto R en o vo d a lin h ag e m de D avi. . e p o s s u a m a te r r a . d iz o SjENHOR d o s E x é r c i­ tos. e d e s a r r a ig a r e i d e B a b ilô n ia o n o m e. e o s r e s íd u o s . p o r q u e d e s t r u í s t e a tu a te r r a e m a ta s te o teu p o v o . p a r a q u e n ã o s e le v a n te m . O rei d a B a b ilô n ia n ão terá u m e n te rro d ig n o p o rq u e ele d e s tru iu a su a te r r a e m a to u o seu povo. “ a d e sc e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ão será n o m e a d a p a ra se m p re ”. e o n eto . a d e s c e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ã o s e r á n o m e a d a p a r a sem p re. O ju íz o de D eu s n ão é so m en te c o n tra o rei d a B a b ilô n ia .P ile s e r III n e sta p assag em . o ram o p o d re q u e se au to d en o m in av a “o rei d o u n iv e rso ”. T a lv e z esta seja u m a o u tr a raz ão p ela q u a l Isa ías n ão m e n c io n o u o n o m e d e T ig la te . B a b ilô n ia T o rn a -se u m a T e rra P a n ta n o sa 1 4 .I . e en ch a m o m u n d o d e cid a d es. e o f i l h o .a m esm a p alav ra u s a d a a resp eito d o M e s sia s em I I . 22 P o r q u e m e le v a n t a r e i c o n t r a eles. p o r c a u s a d a m a ld a d e d e s e u s p a ís . este rei d a B a b ilô n ia ”.

E s c ri­ to res m ais a n tig o s n o rm a lm e n te c o n e c ta ra m su a in u n d a ç ã o co m a n a rra tiv a d e H e ró d o to d o s u p o sto d esv io d o rio E u frates p o r C ir o . A d e s tru iç ã o d a B a b ilô n ia será ta l q u e só a n im a is in ferio res h a b i­ ta rã o n e la . são s ile n c io so s a re sp eito d isto . c o n tu d o . d iz o S e n h o r dos E xércitos. m as m e sm o a g o ra te m p o m a res e ja rd in s n as suas im e d iaç õ e s.35 QUESTÕES DE ESTUDO 1. Q u e d ec laraç õ e s m o stra m q u e a d e stru içã o d a B a b ilô n ia era p a ra v ir lo g o ? C o m o isto fo i cu m p rid o ? . isto n e m m e sm o te ria sid o n ecessário . M a s B a b ilô n ia n ão tin h a a in d a se to rn a d o u m p â n ta n o in a b itá v e l. a c id a d e d e H illa te m se s itu ­ ad o n a su a e x tre m id a d e m e r id io n a l. e v a r r ê la -ei co m va ssou ra de perdição.C . e cav o u trin c h e ira s a p a r tir d o rio p a ra in u n d a r a c id a d e e tr a n s fo r m á -la em u m p ân tan o . O u tro s su g e re m q u e a c id a d e g ra d u a lm e n te se to rn o u u m p â n ta ­ n o in a b itá v e l.. e d e v i­ d o ao fa to d o s b a b ilô n io s te re m d ad o as b o a s-v in d a s ao ex ército d ele. P o r q u e Isa ías in ic ia esta seção sobre p ro fecias estran g eiras co m a B a b ilô n ia? 2 .C .34 O s re g istro s de C iro . q u an d o S e n a q u e rib e d e m o liu a c i­ d ad e e in u n d o u o seu lo c a l. d e p o is d e lo n g a s eras.la “lag o as de á g u a s ” (o u p a n ta n a l) e v a rre r a c id a d e c o m a r íg id a “v a sso u ra de p e rd iç ã o ” se ria S e n a q u e rib e . O ag en te d e D eu s p a ra to r n á . O q u e c ara c te riz a v a a B a b ilô n ia nos d ias de Isaías? 3 . N ó s sab em o s ap en as de u m a o casião q u a n d o a B a b ilô n ia se to rn o u u m p â n ta n o in a b itá v e l — os p o u c o s an o s d e p o is de 6 8 9 a. D esd e o d é c im o -p rim e iro sé c u lo d .23 E red u z i-la -ei à p o ssessã o de co ru ja s e a lagoas de águas. E le a a rra s o u em 6 8 9 a .C .C . A área te m se to rn a d o m ais p a re ­ c id a c o m u m d e se rto d e sd e o te m p o d o s s e lê u c id a s n o terceiro sécu lo a .. O q u e p e r m itir á ao povo cativo n a B a b ilô n ia fu g ir d e v o lta às suas p ró p ria s terras? 4 ..

112. 19 0 0 ). como o de David L. trans. 2 1 4 . 151. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. O que mostra que este rei era apenas um homem? 8. 193. 3. vol. L. 2 2 1 .. Ás vezes eles estavam corretos. 1:383. The Passing o f the Empires. 2 vols. The Book o f Isaiah ÇChapters I-X X JÍIX ) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. 79. George Rawlinson. ed.. History. 19 35 ). às vezes não. que registrou o que os guias lhe contaram .. 182. 9 D aniel David Luckenbill. A. Robinson. Por exemplo. American Oriental Series. Communicators Commentary (D allas:W ord Books. 8 Pfeiffer. trans.C. 19 51 ). 171. 2 3 8 . ed.. Que evidência a partir do capítulo 14 e da arqueologia mostra que o rei da Babilônia era Tiglate-Pileser III? 6. Ele era um turista grego do século V a. H . 4 Gaston Cam ille Charles M aspero. 2 3 6 . M anuel K om roff (N ova Y ork:Tudor Publishing Co. 2 R obert H enry Pfeiffer. Isaiah 1— em The 39. 2 3 3 . 22 0. 19 93 ). 1 9 2 6 -2 7 ). 2 2 4. 14. M cClure. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. 90. 2 0 9 . Como este rei se exaltou? 7. 2:25. 55. 2 3 4 . 19 28 ). 66. Charles Boutftower. 10 Ibid. M cKenna. 109. 19 30 ). . State Letters o f Assyria. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. H eródoto não era um historiador no sentido m oderno do termo. até mesmo com entários conser­ vadores a esse respeito. 58.C. 1 Ibid. 138. 6 H erodotus.5. 1:297. 197. 78. 3 Ibid.. M . State Letters o f Assyria. 5 Ibid.C. 106. Como a destruição da Babilônia foi cumprida? CITAÇÕES 1 A m aioria dos com entários ignora isto e tenta aplicar esta profecia à con­ quista de Babilônia por Ciro. to 33 0 B. Sayce (Londres: Society for Prom oting C hristian Knowledge. A History o f Israel (O xford: Clarendon Press. 8 5 0 B. 137. 1:283. 98. 196. 2 9 . 1 12 Cf. 7T heodore H . 49. 129.

29 Flecker. 51. em The International Criticai Commentary (Edimburgo: T. Book o f Isaiah. 1:281. 1:281.U O jogo de palavras é m ais óbvio no hebraico antigo que grafava somente as consoantes. 1 9 3 5 ). 2 5 1 . A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. Book o f Isaiah. RJ: CPAD. George Livingstone Robinson. ed. & T Clark. 20 E.. 19 95 ). 19 Luckenbill. RJ: CPAD. 26 E. Joseph A. 18. 69. 14 Stanley M . 4 2 -4 8 . 1 9 4 9 ). 76. James W. History. 22 Cf. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. 16 D aniel David. trans. Flecker foi um dos prim eiros a identificar o rei aqui como T iglate-Pileser III. 2 5 2 -2 5 4 . 109. Isaiah 1— 173. 133. Irvine. 19 24 ). A N ew Translation o f Isaiah. 1:427. (Princeton: Princeton U niversity Press. 27 Saddam H ussein tem tentado restabelecer algum as das ruínas da antiga Babilônia. Boutflower. 109. 24 Boutflower. Flecker. State Letters o f Assyria. Pritchard. 1 9 1 6 ). Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: Abingdon Press. Eerdmans. 17T h irtle sugeriu que o Salm o 137 reflete os sentimentos passados dos cati­ vos que retornaram de Babilônia nos dias de Isaías. 28 John H . Ancient Near Eastern Texts. H orton.. 73. 19 87 ). Veja McKenna. Book o f Isaiah. 2a ed. 2:6. Ancient Records. 3 0 6. 31Veja Stanley M . rev. Alexander. 39. E. . 2 3 1. Old Testament Prohlems (Londres: M organ & Scott. Pritchard. Hayes e Stuart A. Boutflower m ostrou também bases razoáveis para isto. 316. Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. Commentary on the Book o f the Prophet Isaiah. 21 H erodotus. B. W illiam Pringle (G rand R apids: W m . Archaeological H istory o f Iran (Londres: H um phrey M ilford for the British Academy. H orton. Veja tam ­ bém George Buchanan Gray. Ancient Records. 9. 2 :2 4 5 . 18 James B. Oxford U niversity Press. 19 53 ). 19 54 ). 23 Ibid. cf. ed. Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 19 48 ). 19 01 ). 131. 25 João Calvino. The Annals o f Sennacherih (Chicago: U niversity o f Chicago Press. 1 9 9 8 ). 83.. 1 9 5 5 ). 30 Para m ais evidências disto veja Boutftower. 15 Luckenbill. 3 1 6. (G rand R apids: Baker Book House. T h irtle. Pfeiffer. H erzfeld. 73. A Criticai and Exegetical Commentary on the Book o f Isaiah I-XXXIX. The Book o f Isaiah. 13 0 -1 3 1 . Luckenbill. A New Translation o f Isaiah (Londres: E lliot Stock.

1 26 E ste é o con selh o qu e f o i d eterm in a d o sob re toda esta terra. Young. e. O propósito de Deus era castigar os assírios a seu devido tempo. Veja nota em 5. 2 vols. p a ra q u e o seu ju g o se a p arte deles.12. parecia que nada poderia pa­ rar a Assíria. e isto é expresso em forte terminologia. A ASSÍRIA SERÁ ESMAGADA NA TERRA DE DEUS 14. Commentary on the Prophecies o f Isaiah.36. A destruição dos 185. Isaías viu isto em 10. co m o d eterm in ei.000 homens do exército de Senaqueribe fez efetivamente isso (37. e a su a carga se d esvie dos seu s om bros. 2 7P orque o . como a de um juramento.32 Observe que o poder do rei term inou com a sua queda. 3 vols. assim se efetu ará. Alexander. 1:304.24— 17. Unger’s Bihle Dictionaiy (Chicago: M oody Press. Edward J. Cf. dizendo: C o m o p ensei.24-27 24 O SENHOR dos E x ércitos ju r o u . 1 9 6 9 -7 2 ).14. (G rand R apids: W m . a terra de Judá.37). 25 Q u ebra n ta rei a A ssíria na m in h a terra. B.14 I. na s m in h as m ontanhas. 33 Sti’ol não é a sepultura.C. a s­ sim su ced erá . em I (1 8 7 5 : reimpressão.Juízo Sobre Muitas Nações 14. 34 Joseph A. Senaqueribe jamais fez outra campanha m ilitar durante os anos restantes do seu reinado. 116. B. 1:441. 19 75 ). Deus se comprometeu a quebrar e destruir os assírios na sua pró­ pria terra. 35 M errill E Unger. 1957). O poder de Satanás ainda não term inou. e. e esta é a m ã o q u e está estend id a sob re todas as nações. a pisa rei.) a profecia foi cumprida. No ano seguinte (6 88 a. Eerdmans. mas o lugar dos espíritos dos m ortos. G rand R apids: Zondervan Publishing House. M as Deus tinha um firme propósito em quebrar a do­ minação assíria. The Book o f Isaiah. N a época em que Isaías profetizou.

Proveniente deste virá outro . seu poder sobre a Filístia estava quebrado..1 4 . Assim. A “raiz” e o “fruto” significavam a árvore inteira (cf.. pois. não o ano da acessão do novo rei. havia uma tentação para quebrar esse tratado. A FILÍSTIA NÃO ESCAPARÁ DO JUÍZO 14. o ano em que o rei Acaz mor­ reu.1. p orq u e da ra iz da cobra sa irá u m basilisco. Ele é o Senhor da história. Davi tinha subjugado os filisteus. Parecia ao povo que o poder assírio fora quebrado porque depois que Salmaneser V morreu em 72 2 a. mas era um erro proceder dessa forma. o in va lid a rá ? E a su a m ã o esten d id a está: quem . p ois. Isaías se volta agora para 715 a.C. (Como em 6. este parecia um bom tempo para se revoltar contra a Assíria. Judá os tinha man­ tido por muito tempo em sujeição.SENHOR dos E x ércitos o d eterm in o u .) Acaz tinha feito o tratado com a Assíria em desobediência a Deus (veja cap. porque o novo rei já estava no trono como um governante junto com o seu pai. M as com o tratado de Acaz. voadora. 2. p o r s e r quebrada a va ra qu e te f e r i a .C. Alguns entendem “a vara que. Nenhum ser humano ou poder terrestre pode impedi-lo de cumprir os seus pro­ pósitos. A sua mão está “estendida” para trazer juízo sobre as nações.. a datação é no ano que o rei morreu.28-32 28 N o an o em qu e m o rr eu o rei A caz.7).. e o seu f r u t o será u m a serp en te ardente. 29 N ão te alegres. Por conseguinte. Isaías pode ter tido em mente o poder da Assíria. Agora que ele se fora. um merisma semelhante em 9 . quem . feria” a Filístia como sendo a casa de Davi. a f a r á v o lta r atrá s? O propósito de Deus é estendido agora para toda a terra.1 5 ). Por outro lado. o rei Sargão II estava ocupado tratando das revoltas no outro extre­ mo de seu im pério e não pôde expulsar M erodaque-Baladã da Babilônia naquele momento. Judá se tornou subserviente à Assíria. h ou ve este peso. toda a F ilístia.

22). “Os primogênitos dos pobres” é uma tradução literal. e seria tolice de Judá unirse aos filisteus para tentar fazer isso. (Veja caps. todas as cidades e o povo da Filístia deveriam estar uivando e chorando. p a ra qu e os opressos do seu p o v o nela en co n trem abrigo. A “porta” representa a “cidade”. 31 U iva. pois. “Os opressos de seu povo” —até mesmo os mais pobres e mais humildes —acharão refugio seguro nela. ó p o rta . em vez de se alegrarem. 36 e 3 7 com respeito aos procedi­ mentos de Deus em relação a Senaqueribe. Os mensageiros filisteus aparentemente querem que Ezequias se una a eles na rebelião contra a Assíria.) . “Os necessitados” parece se referir ao povo de Jerusalém. Isto fala de Israel como o “primogênito de Deus” (Ex 4. 32 Q u e se respon derá. m a s f a r e i m o r r e r de f o m e a tua raiz. mas o juízo de Deus trará fome e morte aos filisteus. que “fundou-a” (Heb. p o rq u e do N orte vem u m a fu m a ç a . e serã o d estru íd o s os teu s resídu os. M as Jerusalém deve declarar a sua confiança em Deus.rei assírio traiçoeiro como uma serpente. ó cida de.2 30 E os p rim o g ên ito s dos p o b res serã o apascentados. estás toda d erre­ tida. e n in gu ém f i c a r á so li­ tá rio no tem po determ in ado. Esta não poderia ser parada. Sargão II não atacou Jerusalém e Senaqueribe fracassou em tomá-la. tu. e os n ecessi­ tados se deita rã o segu ros. yissad). deixando atrás de si a fumaça de cidades incendiadas. A expressão “do N orte vem uma fumaça” refere-se à vinda da Assíria como um exército poderoso. g rita . e ambas as palavras aqui são coletivas. porque eles serão derreti­ dos. ó F ilístia. Assim. totalmente desmoralizados e incapazes de resistir ao inimigo. a os m en sa geiros do p o v o ? Q u e o Senhor f u n d o u a Sião. cada um mais venenoso que o anterior.

f o i d estru íd a Q u ir de M oabe e f o i desfeita. Ele não tinha podido fazer isso enquanto o seu pai estava vivo. As cidades de M oabe não são mencionadas em qualquer padrão geográfico claro. Moabe tomou conta de algumas das cidades que antigamente eram israelitas. Ezequias estava livre para limpar o templo e celebrar a grande Páscoa descrita em 2 Crônicas 29. A forma destes capítulos é a de uma lamentação.1— Agora Isaías vê que essa ines­ 3). p o r N ebo e p o r M edeba. Isto aconteceu provavelmente durante o reinado do rei assírio Salmaneser. A Destruição de Moabe 15. todas as cabeças fi c a r ã o calvas.27.15) a Q uir (depois conhecida como Kerak) no sul. 2 Vai su bindo a B ajite. a. de Ar pelo rio Arnom no norte (N m 21. e aos lu gares altos. perada e súbita destruição será difundida.C. Nem teria ele sido capaz de destruir os lugares altos e os altares em Efraim e Manassés antes que Oséias fosse derrotado e Samaria levada ao exílio em 722 a.3 a 30.1— 16. Amós profetizou contra M oabe (Am 2.14 Os capítulos 15 e 16 tratam de M oabe (descendentes de Ló. Ezequias conside­ rou 715 como o verdadeiro primeiro ano do seu reinado. em u m a noite. Isto pode significar que Salmaneser lutou ao mesmo tempo em várias frentes. f o i destru ída A r de .1— 9 1Peso de M oabe. certam ente. e toda a barba será rapada.36.Também é provável que quando Acaz morreu em 715 a.37) localizado no lado oriental do mar M orto. Desse modo.C. MOABE 15.. M oabe foi conquistado por Davi. ou que ele enviou unidades menores para as várias cidades.C. M oabe e f o i d esfeita. o reino norte de Israel o controlava de vez em quando. C ertam en te■em u m a noite. M oabe u iv a rá . Após a morte de Jeroboão II de Israel (7 53 a. e a D ibom . muito embo­ ra ele tivesse reinado como rei com seu pai durante seis anos.). 3. Gn 19. . a ch orar. Depois.

ao leste do Jordão e aproximadamente vinte e dois qui­ lômetros a sudoeste de Amã. 3 C in g ira m -se de p a n o s de sa cos nas su a s ru a s. tinha sido concedida aos levitas (Js 2 1 . Seus habitantes irão para o seu templo dedicado a seu deus. p orq u e. p o r isso. a importante cidade sob o comando do rei Mesa. Eleale estava localizada cerca de três quilômetros a norte-nordeste de Hesbom. até J a z a se o u v e a su a voz. Camós. com o E leale. ela foi capturada pelo rei M esa de M oabe e ainda estava em mãos moabitas nos dias de Isaías. Usar vestes grosseiras ( “sacos”) feitas do cabelo de cabras pretas era outro sinal de tristeza.39 ). O lamento de M oabe sobre as cidades de Nebo (leste do rio Jordão) e de Medeba (sudeste da extremidade norte do mar M orto) mostra que eles estão destruídos. ou uivar. a su a alm a trem e d en tro deles. Os telhados e praças pú­ blicas estavam cheios com pessoas chorando. todos a n d a m u ív a n d o e choram a b u n d a n te­ m ente. Cabeças e barbas raspadas eram um sinal de profunda lamentação. anda g rita n d o . com o a n ovilha de três an os. Hesbom. e para os seus lugares altos a céu aberto localizados na colina fora da cidade para lamentar. nos seu s terraços e nas su a s praças. no cam in h o de H o ro n a im .Dibom. luto e desgraça. pox-que perderam a coragem. os a rm a d o s de M oabe cla m a m . fu g i r a m os seu s n ob res p a ra Z oar. 4 A ssim H esbom . p o rq u e v ã o cho­ ra n d o p ela su bida de L uíte. estava localizada cerca de cinco quilômetros ao norte do rio Arnom. 5 O m eu cora çã o clam a p o r cau sa de M oabe. Jaza estava localizada aproximadamente dezesseis quilôm etros a sudeste de Hesbom. Os soldados de M oabe gritam alarmados. junto com a vergonha por causa da derrota. O país inteiro estava com o aspecto abatido. Porém.

7 P elo que a a b u n d â n cia que a ju n ta ra m e o que g u a rd a ra m . cuja filha se tornou a ancestral dos moabitas. estão na direção da extremidade sudeste da porção principal do mar M orto. Rute. 6 P orque as á gu a s de N in rim serã o p u ra assola ção. Horonaim era outra cidade a caminho de Zoar. era uma colina. o levarão. . Js 13. assim como a de uma novilha de três anos na qual nunca foi posto jugo. p o rq u e se seco u o fe n o . cidadela. O amor de Deus ainda estava estendido para Moabe. onde a preocupação de Abraão era realmente por Ló. 8 P orque o p ra n to rod ea rá os lim ites de M oabe. embora o juízo deva vir sobre este.27). O povo de M oabe está fugindo para o sul a Zoar. e ain da até B eer-E lim chegará o seu ru gido. a pequena cidade que escapou da destruição de Sodom a e G omorra (Gn 19. Elas se tornaram áridas e desérticas. até JEglaim che­ g a r á o seu clam or. veio de Moabe. ao rib eiro dos sa lgu eiros. a caminho de Zoar.3.21.22). Ele parece ter um lugar especial em seu coração para Moabe. As fontes de Ninrim. Quando Saul perseguia a Davi. Luíte. “M eu coração” é paralelo a “[Eu] acrescentarei” (v. As riquezas acumuladas durante os tempos de prosperidade terão que ser removidas para preservação além do ribeiro dos salgueiros ao sul.9). d efin h ou a erva . ou fortaleza que poderia oferecer refúgio tem­ porário.leva n ta m u m lastim oso pranto. Deus está se lastimando por Moabe. Davi levou seus pais a Moabe para protegê-los. provavelmente o ribeiro ou vadi Numeira (veja N m 32. O coração de Deus está sempre quebrantado por causa dos pecados do povo e por causa do juízo que deve vir. provavelmente o vadi Zerek na fronteira meridional de Moabe. Deus enterrou Moisés em algum lugar em M oabe (D t 34.6). e não há v erd u ra algum a. possivelmente por causa da intercessão de Abraão por Sodoma em Gênesis 18. A fuga deles é rápida. a ancestral de Davi.

4. su ced erá qu e serã o as f i lh a s de M oa be ju n to aos v a u s de A rn om com o o p á ssa ro vagueante. uma fortaleza edomita no topo do monte próximo de Petra (onde remanescentes dos edomitas ainda existem). buscando ajuda. “Dimom” pode ter sido usado aqui para um jogo de palavras com a palavra hebraica para sangue (represa). 9 P orq u a n to as águ a s de D im o m estão cheias de sa n gu e. p o rq u e ain da a crescen ta rei m a is a D im o m : leões co n tra aq ueles que esca p a rem de M oabe e con tra as relíq u ia s da terra. R ia­ chos que correm com sangue não era juízo suficiente —pois Deus ainda enviará mais. O país inteiro estava lamentando por causa da destruição. onde o rei M esa de M oabe enviou 100. De Sela eles enviariam o tributo para Jerusalém. lan çado f o r a do ninho. b. Jerônimo disse que “Dimom” e “D ibom” eram usados de modo intercambiável. 2 D e ou tro m odo. desde Sela. H á alguns que interpretam o leão como sendo o exército assírio que continua atacando implacavelmente.1— 5 1 E nviai o co rd eiro ao d o m in a d o r da terra. rei de Israel). eles deverão enviar cordeiros como tributo “ao dominador da terra” (cf.O clamor por socorro penetrou os limites de Moabe.000 cordeiros como tributo a Acabe. Até mesmo naquela fortaleza eles não se sentiam seguros. As águas de Dimom constituem um riacho ao leste do mar M or­ to. . Eglaim pro­ vavelmente ficava no sul de Moabe.2). Nos Rolos do mar M orto e na Vulgata latina lê-se “D ibom” (veja 15. 2 Rs 3. no d eser­ to.Moabe Contrastada com Sião 16. Aqueles que escaparem do exército assírio serão atacados por leões. Beer-Elim ( “poço dos heróis”) ficava na fronteira norte. até ao m o n te da fi lh a de Sião. Voltando à situação do povo de M oabe nos vaus do rio Arnom. Os moabitas fugitivos iriam para o sul do mar M orto a Sela.

Será um juiz justo e será diligente na promoção da justiça. dando-lhes refúgio da destruição assíria. p o rq u e o hom em v iolen to terá f i m . A últim a parte deste verso (como também o v. tomem uma decisão governamental. Os mensageiros moabitas falam. sendo o verdadeiro e legítimo her­ deiro de Davi e cumprindo a aliança dada a ele. Eles instam para que Jerusalém não os traia entregandoos nas mãos do inimigo. m eio -d ia co m o a n oite. Eles querem que Ezequias e Je­ rusalém lhes dêem “conselho” (levem a efeito um plano). Sua condição lamentável mostra o quanto os moabitas precisam de ajuda. Os moabitas querem que Jerusalém deixe os seus fugitivos vive­ rem com eles. O Senhor os deixa saber que o tempo está vindo quando a extorsão e a destruição cessarão. ó M oabe. e apresenta um contraste. escon d e os d esterra d os e não descu bras os vagueantes. I 1. O contexto indica que o gover- . 4 H a b item en tre ti os m eu s desterrados. [cf. e sob re ele no ta b ern á cu lo de D a v i se a ssen ta rá em v erd a d e vim que ju lgu e. Os agressores perecerão. deixando-os vagar à toa. e se ap resse a f a z e r ju stiça . e os opressores são co n su m id o s sob re a terra. como Isaías tão freqüentemente o faz. e provejam um esconderijo seguro para os fugitivos. serv e-lh es de refú g io p era n te a f a c e do d estru id o r.2—4 ] O trono que “se firm ará” numa imutável aliança que guarda o amor (Heb. hesed) é o trono do Messias. Ele sentará sobre o trono em contínua fidelidade em Jerusalém.5) olha à frente para o futuro. e p õ e a tu a som bra no p in o do .Nos vaus do rio Arnom as mulheres fugitivas de Moabe eram como pássaros cujos ninhos foram espalhados. e bu squ e o ju íz o . a d estru içã o é desfeita. 5 P orque u m tron o se f i r m a r á em benignidade. 3 T om a conselho>ex ecu ta o ju íz o .

H a r e s e t e .n o d o M e s s ia s se e ste n d e rá aos g e n tio s . E z e q u ia s se to r n o u u m sím b o lo d o M e s s ia s e era e sp e ra d o q u e fiz e s ­ se o q u e era c o rreto . T o d o s eles la m e n ta m p o r cau sa d o s “ fu n d a m e n to s ” (lite r a lm e n te . H eb . a p r in c ip a l c id a d e n a p a r te su l de M o a b e ( c f 1 5 .5 .s P o r q u e o s c a m p o s d e H e s b o m e a v in h a d e S ib m a e n f r a q u e c e ­ ra m . . Isaías resp o n d e ao p ed id o dos m o a b ita s e ap o n ta p a ra o o rgu lh o co m o a cau sa d a d e s tru i­ ção de M o a b e . S u a s explosõ es de fú ria eram so m en te conversa vazia. to d o s u i v a r ã o . e d o s e u f u r o r . H e sb o m n o ex trem o n o rte d e M o a b e fo i o u tr o ra u m a c id a d e is ra e lita . M o a b e la m e n ta p o r si m e sm o (c f. O s b o lo s d e p assas q u e eles p ro d u z ira m fa z ia m p a rte da sua ad o ra ç ã o p a g ã (c f. M o a b e u i v a r á p o r M o a b e . O d e s tr u id o r a sso lo u os seus c a m p o s co m o ta m b é m as v i­ d e iras de S ib m a (ta m b é m c h am a d a S e b a m .8 ) .6 —1 2 6 O u v i m o s d a s o b e r b a d e M o a b e. c. o s s e u s r a m o s s e e s te n d e r a m e j á p a s s a r a m a lé m d o m a r. D e p o is de lid a r co m o fu tu ro m e io de salvação. “b o lo s de p a s sa s ” .1 ) . a s o b e r b ís s im a . N ã o s o c o rrid o s p o r essa ad o ração . p e rto d o m o n te N e b o n a p a r te n o rte de M o a b e ). A lg u n s a c re d ita m q u e este v ersícu lo sig n ific a q u e n o s d ias de Isaías. 7 P o r ta n to . O O rg u lh o d e M o a b e T ro u x e o D esp rez o 1 6 . v ã o c h e g a n d o a J a z e r . eles só p o d em la m e n ta r q u e e ste ja m im p ie d o s a m e n te b a tid o s e os seus v in h e d o s p ro d u to re s de p assas este ja m d e s tru íd o s . P o rta n to . e sta p ro m essa se a p lic a a M o a b e .1 ). o s s e n h o r e s d a s n a ç õ e s t a la r a m a s s u a s m e lh o r e s p l a n t a s . O s 3 . p o i s j á es tã o a b a la d o s. ‘ashisbe) de Q u ir-H a re s e te . a n d a m v a g u e a n d o p e lo d e s e r to . g e m e r e i s p e lo s f u n d a m e n t o s d e Q u ir . a s u a j a c t â n c i a é vã . O s arro g an tes m o ab itas ta m b ém re je itaram a fé expres­ sa n o versículo 5 . 1 5 . e d a s u a so b erb a . e d a s u a a l t i­ v ez . O s assírio s e as su as h o stes ( “os sen h o res das n a ç õ e s”) ta m b é m d e s tru íra m u m v in h e d o q u e se e s te n d ia em d ireção .

Lc 13.3 9 ) apro­ ximadamente dezesseis quilômetros a oeste de Amã. e j á na s vin h a s se não canta. O seu pesar e a sua dor nos dias de Noé.3 6 ). n em há jú b ilo a lgu m . em direção do leste ao deserto e rumo ao oeste para o mar M orto. Chares quer dizer um pedaço de cerâmica quebra­ .9). Ninguém está se alegrando nos pomares ou está cantando nos vinhedos. p o r Q u ir-H eres. também Jr 4 8 .6. 9 P elo que p ra n tea rei. e enten­ dem a referência do profeta ao seu próprio coração (Heb. “lira”) para Moabe e o seu interior para Quir-Heres como uma expressão de sarcasmo. co m o p ra n to de Jazer. uma outra antiga cidade israelita (Js 2 1 . regar~te~ei co m as m in h as lágrim as. ”Q uir-H eres” em he­ braico é qir chares. m e’ay. “intestinos”) fazendo um som semelhante a harpa (Heb. e o m eu interior. j á o p isa d o r não p isa rá as u v a s nos lagares. embora eles mereçam o juízo (cf. Moabe tinha se expandido em todas as direções. Deus acabou com o brado deles. parece mais provável que Deus esteja expressando a dor firmemente cravada que Ele sente (cf. assim ne­ nhum suco está fluindo para a cuba mais baixa. a compaixão de Jesus por Jerusalém. Alguns interpretam este versículo como Isaías falando. o H esh om e Eleale. cf. mas agora estava destruído. 10 E fu g iu o fo lg u e d o e a a legria do ca m p o f é r t i l . 11 P elo que m in h a s en tran h as soam p o r M oabe com o harpa. Todavia. p orq u e o jú b ilo dos teu s f r u t o s de v erã o e da tua sega desapareceu. desde que Deus está falando no verso 10. Gn 6. a vin h a de Sibm a. Alguns vêem isto como o cumprimento de “porque ain­ da acrescentarei mais a Dimom” (15.ao norte até Jazer. As frases "[Eu] pratearei” e “regar-te-ei com as minhas lágrimas” mostra novamente que o SE N H O R lamenta com M oabe sobre a perda de seus vinhedos e frutas de verão que pereceram no grito de batalha. kinnor. e ninguém está pisoteando as uvas nos lagares. Eu f i z cessa r o jú b ilo .34). Ele tem compaixão.

M oabe Será Julgada Dentro deTrês Anos 16. Hoje. que eles só esta­ rão se enfadando. Agora ele acrescenta que o Senhor a cumprirá “dentro em três anos”.14 13 E sta é a p a la vra q u e o S enhor fa lo u . e j á não será cidade . q u a n d o M oabe se apresentar. q u an do se ca n sa r n os altos. A Assíria cumpriu esta profecia. tais qu ais os a n os de assalariados.13. os árabes jordanianos ocupam aquele território. e o resídu o será p ou co. 4. agora. nada alcan çará. será en vilecid a a g ló r ia de M oabe. a glória de Moabe se tornará de pouca monta. m as u m m o n tã o de ru ínas. E is q u e D a m a sco será tirada. Aqueles que se desviam do SE N H O R para outras práticas reli­ giosas as acharão totalmente inúteis. Será óbvio quando os moabitas forem para os seus lugares altos adorar e buscar ajuda do seu principal deus. O SE N H O R é o único Deus ver­ dadeiro. 15).7 ). e en tra r n o seu sa n tu á rio a orar. e perderam a sua identidade nacional.I-3 1 P eso de D am asco. Não há mais nenhum moabita. . no passado. Camós. d. Isto significa exatamente três anos completos. p eq u en o e im potente. 12 E será que. Sua sobra será muito pequena e sem poder. unidos em casamento (provavel­ mente com árabes). con tra M oabe. com toda a su a g r a n d e m u ltid ã o . Dentro daquele tempo. A profecia anterior fora feita um pouco antes por Isaías (cap. 14 M as. o único que pode prover refúgio e salvação.da. dizendo: D en tro em três anos. JUÍZO SOBRE DAMASCO I7 . Os descen­ dentes de Moabe se espalharam. como seria declarado em um contrato comercial dado a alguém que fosse contratado para um trabalho. f a l o u o SENHOR. As suas orações no lugar santo dele não trarão vitória. e o nome provavelmente é um jogo de palavras irônico sobre o nome de Q uir-H eres (1 6 .

Esta profecia da destruição de Damasco foi cumprida através de Tiglate-Pileser III em 73 2 a. “removida ou afastada de [ser] uma cida­ de”) não significa que a destruição seria permanente.) A Bíblia menciona três cidades chamadas Aroer: uma em Judá (I Sm 30. não Aroer.Quando Isaías começou a profetizar. importante e rica cidade. 3 E a fo rta lez a de E fraim cessará. A glória deles terá acabado da mesma manei­ . serã o co m o a g ló r ia dos f i lh o s de Israel. Depois. as cidades sob o controle de Damasco. qu e se d eita rã o sem h a ver q u em os espante.5. musar m e’ir. mas que estaria simplesmente completa na ocasião. sua princi­ pal fortaleza. uma em M oabe (Js 12.28). Rezim.C. 2 As cida des de A roer serã o ab andon adas.25). Samaria. A mesma campanha m ilitar assíria que também tomou Damasco passou para a parte norte de M oabe e tomou as cidades de Aroer. e a fez parte da província assíria de Hamate. Damasco era uma grande. seria destruída. A campanha de Assíria de 734— 732 a.6). depor­ tou muitos de seus habitantes. com uma longa história. d iz o S enhor dos E xércitos. quer dizer. No entanto. a cidade foi novamente reconstruída. em 722. depois da liderança desta sua tribo). Se isto refere-se às cidades em Moabe e Amom. e uma em Amom (Js 13. Desse modo. indica “suas cidades”. executou o seu rei. com o tam bém o rein o de D a m a sco e o resíd u o da S íria. Desde que havia terra fértil e um bom abastecimento de água lá. Damasco e o remanescente da Síria tam­ bém estarão sem defesas.2).C. isto se ajustaria à situação depois que Tiglate-Pileser III despovoou parcialmente a área.3Ela não tinha mais nenhuma impor­ tância nos tempos do Velho Testamento. porém. “já não será cidade” (Heb. que tomou Damasco também tomou a parte norte de Israel (referida aqui como “Efraim”. hão de s e r p a ra os rebanhos. Israel não tinha mais nenhuma defesa em sua fronteira do norte. e novamente em 728— 727. O reino norte de Israel tinha se aliado com Damasco (veja 7. Ele saqueou a cidade. (A Septuaginta.

ra que a glória de Israel acabou. Esta era a palavra do SE N H O R dos Exércitos (Heb. Yahweh T fv a ‘oth, “o SE N H O R das Hostes [exércitos]”), o Único no controle definitivo dos exércitos da terra e do céu.
5. A COLHEITA E A RESPIGA I7 .4 -I I

a. O Remanescente de Jacó Será Pequeno 17.4— 6
4 E será d im in u íd a , naquele dia, a g ló r ia de Ja có, e a g o r d u r a da su a ca r n e desaparecerá.

Israel cometeu um erro terrível se aliando com Damasco. A falsa e mundana glória de Jacó (Israel) será reduzida a nada, como a gor­ dura em um homem faminto. 5 P orque será co m o o sega d or qu e colhe o trigo e, co m o seu braço, sega as espigas; e será tam bém co m o o qu e colhe espigas n o va le dos R efains. A glória de Israel é melhor comparada ao que é deixado depois que os grãos são colhidos e são respigadas as cabeças restantes de grãos. “Refaim” quer dizer “fantasmas”, uma ênfase adicional à tra­ gédia da queda de Israel. O vale estava logo ao sudeste de Jerusalém e outrora teve férteis campos de grãos. 6 M as ain d a fi c a r ã o n ele a lgu n s rabiscos, com o no sa cu d ir da oliveira : d u a s o u três az eiton as na m a is alta p o n ta dos ra m os e qu atro o u cin co.n os ra m os m a is ex terio res de u m a á r v o r e fr u t í fe r a , d iz o Senhor D eu s de Israel. Haverá um remanescente ( “alguns rabiscos”), mas será pequeno. Isto é comparado às poucas azeitonas — “duas ou três... quatro ou cinco” —deixados depois dos ceifeiros terem sacudido os galhos por causa das azeitonas restantes. b. U m Dia Quando as Pessoas Atentarão para Deus 17.7,8 7 N aquele dia, aten tará o h om em p a ra o seu C ria dor, e os seu s olhos olharão pa ra o S anto de Israel.

“Naquele dia” é o futuro Dia do SE N H O R . Deus tem um propósi­ to em perm itir a derrubada da glória de Israel: fazer as pessoas (Heb. ha adam, “o s homens”, i.e., “a humanidade” — não só Israel, mas o mundo inteiro), coletiva e individualmente, olharem atentamente para ( “em atenção a”, NASB) o seu Criador, que também é o Criador de Israel. Deus também usa Israel para conseguir que o mundo reconhe­ ça o único e verdadeiro Deus, que é “o Santo de Israel”.
8 E não aten ta rá pa ra os altares, obra das su a s m ãos, n em olhará p a ra o qu e fiz e r a m seu s dedos, n em pa ra os bosques, n em p a ra as im agen s do sol.

Quando retornarem para Deus depois do sofrimento, eles não procu­ rarão ajuda novamente nos altares pagãos ou nos ídolos. Para fazer uma aplicação aos seus próprios dias, Isaías especifica que os “postes-ídolos” (ARA —dedicados a Asera) e “os altares” de incenso portáteis usados na adoração pagã não mais serão respeitados. A Lei ordenava aos israelitas que os demolissem (Ex 34.13). Os “postes-ídolos” ou eram imagens de madeira de Asera ou uma “árvore da vida” estilizada, a qual ficava à entrada das casas de prostituição (cf. Dt 16.21). Estes eram bordéis de­ dicados à deusa Asera, a qual era considerada pelos cananeus como sen­ do a mãe de Baal e de sessenta e nove outros deuses.4 Podemos aplicar este adicional ao fato de que quando o povo se postar diante do tribunal do juízo de Deus, nada a não ser a confiança no SEN H O R ajudará. c. Um Dia de Desolação 17.9 9 N aquele dia, serão as su a s cidades f o r t e s com o os lugares ab an­ don ados no bosque ou sobre o cu m e da s m ontanhas, os qu ais fo r a m a b an don ados an te os fi lh o s de Isra el; e haverá assolação. Isaías fala novamente do juízo de Deus. Os cananeus foram expul­ sos outrora por causa da sua idolatria. A Lei proibia a adoração em santuários pagãos e lugares altos deixados pelos cananeus. Embora os israelitas muitas vezes se voltassem para tais lugares, sempre que eles estavam verdadeiramente servindo ao SE N H O R , esses lugares ficavam

desertos. No Dia do SE N H O R , a confiança nas “cidades fortes” será abandonada como os santuários idólatras em tempos de reavivamento. d. Castigado por Esquecer de Deus 17.10,11
10 P orq u a n to te esq u eceste do D eu s da tua sa lv a çã o e não te lem braste da rocha da tua fo rta lez a ; p elo que bem p la n ta r ás p la n ta s f o r m o s a s e as cerca rá s de sa rm en to s estran hos:

O juízo de Deus virá sobre Israel porque os seus corações e men­ tes já não estão focalizadas em seu Salvador —aquEle que os libertou do Egito, o Deus que é, e que tem sido, a “rocha”, a fortaleza inex­ pugnável deles. Eles têm estado muito ocupados plantando jardins5 para a adoração de falsos deuses. As videiras importadas ou “sarmentos estranhos” insinuam alianças estrangeiras que eram contrárias à von­ tade de Deus. Deste modo, o esquecimento de seu Deus era uma rebelião e uma traição.
11 N o dia em qu e as p la n ta res as cerca rá s e, p ela m an hã, fa r á s q u e a tu a sem en te brote; m a s a colheita v o a rá n o dia da tribula~ çã o e das d ores in sofríveis.

A sua plantação ou montagem (o Heb. pode significar cercar cui­ dadosamente) de um falso jardim e a atividade de fazer com que a semente floresça carrega uma falsa esperança de uma boa colheita. A colheita a partir da adoração pagã e do emaranhando das suas alian­ ças não importava em nada. Ao invés disso, eles colherão o juízo de Deus: o “dia da tribulação e das dores horríveis”. Também é possível que a plantação inclua os seus planos para se revoltarem contra a Assíria, possivelmente a revolta que foi esmagada por Tiglate-Pileser III em 734 a.C.
6. DESTRUIÇÃO SÚBITA 17.12-14

12 A i da m u ltid ã o dos g ra n d es p o v o s q u e bram am co m o bram am os m a res e do ru gid o das n a ções qu e ru gem co m o ru gem as im p etu osa s á gu a s!

Isaías se volta à súbita destruição do inimigo, a Assíria. “A i” (Heb. boi) pode significar “oh!”, e indica lamentação. Haverá um alvoroço ou “rugido” das nações como uma tempestade no mar ou um rio em fase de inundação. M uitas nações ( “águas”) tinham se juntado à Assíria.
13 B em ru girã o as nações, com o ru gem as m u ita s águas, m a s ele rep reen d ê-la s-á , e fu g ir ã o p a ra longe; e serã o cfu g en ta d a s com o a p ra ga n a d os m o n tes dia n te do v en to e co m o a bola d ia n te do tifã o .

As nações unidas sob o comando da Assíria virão como uma inun­ dação furiosa, mas Deus as repreenderá. Em vez de arrastarem tudo diante delas como esperavam, o SE N H O R falará uma palavra e elas serão varridas como a palha da espiga de cereais ( “como a pragana ao vento”) e os arbustos diante de uma ventania ou uma tempestade.
14 Ao anoitecer, eis qu e há p a vor: e an tes que am anheça, eles não serão. E sta é a p a rte daqueles qu e n o s despojam , e a so rte da q u e­ les que n os saqueiam .

O juízo de Deus acontecerá em uma noite. Esta profecia foi ca­ balmente cumprida no juízo do anjo da morte sobre os 185.000 homens do exército de Senaqueribe (2 Rs 19.35), um juízo mereci­ do por causa da aterrorização, pilhagem e saque de Judá por parte deles.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. 2. 3. 4. 5. Como e quando 14.25 foi cumprido? Que juízo viria sobre os filisteus e por quê? O que causaria a lamentação em Moabe? Por que Deus mostraria pesar sobre Moabe? O que queriam os moabitas de Ezequias e de Jerusalém?

Quais foram as causas da destruição de Moabe? O que aconteceria em três anos? Como a destruição de Damasco foi cumprida? O que acontecerá ao mesmo tempo à parte norte de M oabe e à parte do norte de Israel e por quê? 10. Que juízo virá sobre a Assíria?

6. 7. 8. 9.

CITAÇÕES
1 Ele não deixou nenhum registro tardio exceto algumas inscrições em edificações em Nínive e Assur. Veja D aniel David Luckenbill, Ancient Records o f Assyria and Babylonia, 2 vols. (Chicago: University o f Chicago Press, 1926— 7 ), 2:183. 2 2 Sargão abafou as revoltas filistéias em 7 1 9 e 711 a.C.; Senaqueribe abafou um a em 7 0 1. H erbert M . W olf, Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse Academ ie Books, 1 9 8 5 ), 116. 3 Charles E Pfeiffer, O ld Testament History (G rand R apids: Baker Book House, 19 87 ), 334. 4 Alguns cananeus a consideravam como sendo cônjuge de Baal. Veja W olf, Interpreting Isaiah, 120. 5 “Plantas formosas” provavelmente significa “plantas do jardim de A donis”. W illiam L. H olladay, A Concise Hehrew and Aramaic Lexicon o f the Old Testament (G rand Rapids: W m . B. Eerdmans, 19 86 ), 2 4 0.

C. Etiópia e Egito 18.1-20.6
I. JUÍZO SOBRE A ETIÓPIA (CUXE) I8 .I-6

1 Ai da terra qu e en som bra co m as su a s asas, q u e está além dos rios da E tiópia.

Isaías desloca-se agora da profecia de juízo sobre muitas nações (1 7 .1 2 ) para um ai específico para a Etiópia (Cuxe). A terra que

“ensombra com as suas asas” (Heb. tsiltsal, “grilos alados”) em ambos os lados “dos rios da Etiópia” —o N ilo azul e branco —é a terra de Cuxe, a qual não é a moderna Etiópia, mas o Sudão, ao sul do Egito. Em último plano, podemos notar que o faraó cusita, Piankhi, inva­ diu o Delta do Egito cerca de 725 a.C. e trouxe tudo menos uma pequena parte sob o seu controle. Ele estava preocupado a respeito das muitas tentativas assírias para controlar o comércio fenício com o Egito. 2 Q u e en v ia em b a ix a d ores p o r m a r em n a vio s de ju n c o sob re as águas, dizendo: Ide, m en sa geiros velozes, a u m a nação alta e polida, a u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; a u m a n a ção de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s dividem . Isaías ordena que os mensageiros passem “por mar”, quer dizer, ao longo da costa mediterrânea, em navios de junco. A eles é ordena­ do a irem a uma nação alta ou magra e “polida” (ou, de pele bronze­ ada). Este é um povo que evoca medo desde muito longe ( “desde o seu princípio”), uma nação se expandindo e pisoteando outros sob os pés, e “cuja terra os rios dividem” (Heb. casber~ba/‘u n‘harim, “cujos rios encharcam”). Alguns tomam isto como tendo uma aplicação geral a qualquer terra acessível através da água. Outros os tomam como sendo os assírios, pois a sua meta era conquistar o Egito e Cuxe.1Outros entendem o mar como sendo o rio N ilo (cf.N a 3.8), e o povo alto e polido como sendo os egípcios que, diferentemente dos povos semíticos, barbeavam-se.2
3 Vós, todos os habitantes do m u n d o, e vós, os m o ra d o res da terra, qu an do se a r v o r a r a bandeira n os m ontes, o v ereis; e, qviando se to ca r a trom beta, o ou vireis.

A chamada é para todos os povos do mundo. O levantamento de uma bandeira (estandarte) e o soprar de uma trombeta (de chifre de carneiro) era um sinal para as tropas entrarem em ação. Isaías quer que eles estejam prontos para ver e ouvir.

4 P orque assim m e disse o Se n h o r : E starei quieto, olhando desde a m in h a m orada, com o o a rd o r do so l resplan decente, com o a n u v em do orva lh o no ca lo r da sega,

Isaías então ouve a palavra do S e n h o r para ele. O tempo para a ação ainda não tinha chegado. Deus tem o seu momento certo, e é um erro passar à frente de Deus. O SE N H O R permanecerá “quieto” e nada fará a não ser ficar “olhando” do lugar de sua habitação, o templo, quando há “o ardor do sol resplandecente”, quando há uma “nuvem do orvalho no calor da sega”. Em outras palavras, o SE N H O R não oferecerá nenhum apoio a planos de rebelião contra a Assíria, muito embora Ele saiba o que está acontecendo e ainda esteja no controle definitivo da situação. Ezequias aprendeu isto de um modo difícil quando rejeitou as advertências proféticas de Isaías e fez uma aliança com o rei cusita do Egito. 5 P orque a n tes da sega, qu an do j á o ren ovo está p erfeito , e as u v a s verd es am a d u recem , então, p o d a rá os sa rm en tos, e tira rá os ram os, e os cortará. M as Deus tem o seu tempo para a ação. Ele não perm itirá a co­ lheita. Da mesma maneira que as uvas estão começando a amadure­ cer e o inimigo está esperando uma colheita, Ele levará facas de poda e cortará abaixo as videiras. Isto é o que aconteceu a Senaqueribe quando ele esperou tomar Jerusalém, mas ao invés disso foi ferido pelo anjo da morte, o qual tomou as vidas de 185.000 homens do seu exército. A palavra para os “sarmentos” ou brotos da videira (Heb. zalzal) parece ser um jogo de palavras sobre “ensombra com suas asas” (Heb. tsiltsal) do versículo I.
6 E les serã o deix a d os ju n to s às aves dos m on tes e aos a n im a is da terra; e so b re eles vera n ea rã o as a ves de rapina, e todos os a n i­ m a is da terra in v ern a rã o sob re eles.

Os assírios que fogem de volta à sua própria terra deixarão m ui­ tos cadáveres, os quais se tornarão um banquete para “as aves de

rapina” dos montes e para os selvagens “animais da terra”. Lá haverá tanta carnificina que terá comida suficiente para os pássaros ao longo do verão e para os animais selvagens ao longo do inverno.
2. PRESENTES TRAZIDOS AO SENHOR 18.7

7 N aquele tem po, tra rá u m p resen te ao Senhor dos E x ércitos u m p o v o alto e p o lid o e u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; u m a nação de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s divid em ; ao lu g a r do n o m e do Senhor dos E x ércitos, ao m o n te de Sião. O povo descrito em 18.2 enviará presentes ao SE N H O R dos Exér­ citos, “ao lugar do nome do SE N H O R dos Exércitos, ao monte de Sião”. Pode ter havido um cumprimento inicial disto nos presentes trazidos a Ezequias depois que Deus o curou (2 Cr 32.23). Porém, no final das contas, o mundo inteiro verá a glória do Senhor enquan­ to Jesus é estabelecido como o Rei messiânico no monte Sião.
3. JUÍZO SOBRE 0 EGITO I9 .I-I5

1 P eso do Egito. E is qu e o SENHOR v em cavalgan d o em u m a n u v em ligeira e v irá ao E gito; e os ídolos do E gito serã o m o v id os p era n te a su a fa c e , e o cora çã o dos egíp cios se d erreterá no m eio deles.

Antes que a Assíria viesse contra Judá em 701 a.C. o rei Ezequias estava voltando os olhos para o Egito por ajuda. O Egito outrora tinha escravizado o povo de Deus e era freqüentemente seu inimigo. Os egípcios adoravam a muitos deuses e acreditavam que o deus sol era maior que qualquer outro deus. Eles também adoravam a faraó. Porém, esta profecia sobre o Egito declara que o poder de Deus fará o Egito temer Judá (1 9 .1— 17). Deus será adorado no Egito (1 9 .1 8 — 22). O Egito e a Assíria se unirão em adoração com Israel; Deus os fará uma bênção. O SE N H O R está vindo para o Egito em uma nuvem luminosa e ligeira, fazendo tremer os ídolos do Egito ( “nadas”) e o

povo do Egito perder a coragem. Esta era uma advertência nos dias de Isaías para Ezequias e para o povo de Judá não escutarem ao enco­ rajamento egípcio para se rebelarem contra a Assíria. 2 P orque f a r e i com qu e os egípcios se levan tem co n tra os egípcios; e cada u m p eleja rá con tra o seu irm ã o e cada u m , co n tra o seu p r ó x im o ; cid a d e con tra cidade, rein o con tra reino. Deus incitará discórdia interna, provocando os egípcios para luta­ rem um contra o outro. Isto aconteceu nos anos 740s e 730s a.C., quando cidades do Egito se voltaram em suspeita umas contra as outras.
E o esp írito dos egípcios se esva ecerá den tro deles; eu d estru irei o seu conselho, e eles co n su lta rã o os seu s ídolos, e en ca n ta d ores, e adivinh os, e m ágicos.

O espírito deles estará agitado, devastado, em choque, e seus con­ selhos e planos serão confundidos por Deus. Com conselheiros hu­ manos contradizendo-se entre si, os egípcios se voltarão para os ído­ los (lit., “nulidades sem valor”), aos espíritos dos mortos, e aos mé­ diuns e espíritas que reivindicavam ser possuídos por tais espíritos.
4 E en trega rei os egípcios nas m ã os de u m sen h o r duro, e u m rei rigo ro so os d om in a rá, d iz o Senhor, o Senhor dos E xércitos.

Deus entregará os egípcios aos senhores severos e um rei feroz regerá sobre eles como um ditador. O faraó cusita (etíope) Piankhi tomou o controle de todo o Egito. Em 715 a.C., ele foi sucedido por outro senhor implacável, Shabako. Em 671, Esar-Hadom, da Assíria, conquistou o D elta do Egito até Mênfis, e em 663 Assurbanipal tomou Tebas, a capital do Egito. Deus continuou entregando o Egito para estes e outros conquistadores. J E fa lt a r ã o as águ a s do m ar, e o rio se esgota rá e secará. 6 T am bém o s rio s a p od recerã o; e se esgota rã o e seca rã o os can ais do E gito; a s ca n a s e os ju n c o s se m urcharão. 7A relv a qu e está

ju n to ao rio, ju n t o às rib a n ceira s dos rios, e tu d o o qu e f o i sem eado ju n to ao rio se secarão, e serã o arran cados, e não su b ­ sistirão. 8 F os p esca d ores gem erã o , e su sp ira rã o todos os qu e lan çam an z ol ao rio, e os que esten d em red e sobre as águ a s desfalecerão.

O Egito dependia do N ilo para a sua própria subsistência. O que as águas do N ilo não podiam irrigar nada mais era do que a areia do deserto. Onde o N ilo alagava e onde as suas águas pudessem ser usadas para irrigação, a terra era rica. Eles poderiam cultivar duas, e em alguns lugares, três colheitas por ano. Para o N ilo secar e os m ui­ tos córregos, canais e regatos na área do Delta terem diminuído ou secado era uma tragédia terrível. Os peixes morreriam e causariam um enorme mau cheiro. Os peixes no N ilo eram a fonte principal de proteína na dieta dos egípcios. A história egípcia registra várias vezes quando o N ilo não pôde irrigar a terra. 9 E en vergo n h a r-se-ã o os que trabalham em linho f i n o e os que tecem p a n o branco. 10E os seu s fu n d a m en to s serão despedaçados, e todos os que trabalham p o r salário fic a r ã o com tristeza na alm a. A fabricação de pano de linho fino era uma das principais indús­ trias no Egito. Os trabalhadores em linho e pano branco serão enver­ gonhados e ficarão lívidos, perdendo a esperança. Embora a N IV traduza a palavra hebraica skabtkotbeha como “traba­ lhadores em pano” Ç‘ The workers in cloth”'j, ou, tecedores, esta é melhor traduzida como “seus fundamentos” que serão despedaçados (v.IO). [Nota do Tradutor: A versão brasileira N V I omite esta primeira parte do versículo], A seca da terra afeta a todos, inclusive os pilares ou fundamentos da sociedade (egípcia) e os trabalhadores diaristas mais humildes que serão afligidos por esta reviravolta infeliz de eventos.
11 N a v erd a d e lo u co s são os p r ín cip es de Z oã; o conselho dos sábios con selh eiros de Faraó se em h ru teceu ; com o, pois, a Faraó direis: S ou f i l h o de sábios, fi lh o de a n tigos reis?

Zoã (também chamado deT ânis) era uma importante cidade no D elta do Egito. Seus líderes se vangloriavam a respeito da sua grande sabedoria. Eles seriam expostos como “loucos” (o Heb. aqui é uma exclamação), muito estúpidos para ver os resultados destas ações. Os conselheiros de faraó tinham uma reputação de sábios (cf. At 7.22), mas eles provaram ser tão estúpidos quanto o gado. Isaías lhes per­ gunta como podem dizer que são homens sábios, filhos, ou discípu­ los, dos “antigos reis?”
12 O n d e estão agora os teu s sábiosP A n u n ciem -te, agora, ou in fo r m e m -te do qu e o Senhor dos E x ércitos d eterm in o u con tra o Egito.
S e os homens sábios do Egito fossem realmente sábios, eles seri­ am capazes de anunciar o que o SE N H O R Todo-poderoso, o S E N H O R dos Exércitos, pretendia para o Egito, e Isaías os desafia a proceder assim. Está claro que eles não podem. Deus anulou a suposta sabedo­ ria deles.

13 L oucos se torn a ra m os p r ín cip es de TLoã, e en ga n a d os estão os p rín cip es de N cfe; eles ja r ã o er ra r o Egito, eles que são a p ed ra de esqu in a das su a s tribos.

Não só os líderes a Zoã tinham se tornado “loucos” ou tolos, os líderes em Mênfis (Heb. nopb) tinham falsas esperanças. Elas deveri­ am ter sido “a pedra de esquina” sustentando as “suas tribos” (Heb. stivate~ha “tribos, distritos, províncias”) do Egito. Ao invés disso, fi­ zeram com que eles errassem —um engano fatal.
14 O S e n h o r d erra m o u n o m eio dele u m p e rv er so espírito; e

eles fiz e r a m e r r a r o E gito to m toda a su a obra, co m o o bêbado qu an do se rev o lv e no seu vôm ito.

Porque os líderes do Egito estavam fazendo o povo errar, o SE­ NHOR aumentou o seu erro por derramar no meio deles um espírito atordoado e cambaleante.

todo aquele a q u em isso se a n u n cia r se assom brará. nem o superior nem o inferior. Alguns estudantes da Bíblia acreditam que o espírito cambaleante era um espírito de juízo que se misturou com os próprios espí­ ritos deles. O Egito e os seus líderes se colocaram em uma posição desesperada da qual eles não podem se desembaraçar. 11E a terra de J u d á será u m espan to p a ra o E gito. Nem tampouco os seus líde­ res ou as pessoas comuns. 15 E não a p roveita rá ao E gito obra a lgu m a qu e p ossa J a z e r a cabeça. Deus usará a terra de Judá. A situação inteira está fora de controle. podem fazer qualquer coisa sobre isto. o Egito será como mulheres desamparadas. controlando-os. tremendo em terror por causa da mão divina de juízo que Deus está movendo so­ bre eles. 4. UM DIA DE CASTIGO E CURA PARA 0 EGITO 19. Tal pes­ soa não poderia tomar decisões sábias ou dirigir o povo na direção certa. do que d eterm in o u con tra eles. os egípcios serã o co m o m u lh eres. Ele é um Deus santo e tem que julgar o pecado deles. e tem erã o p o r ca u sa do m o v im en to da m ã o do S enhor dos E xér­ citos. em tudo o que fazem. eles estão cambaleando como um homem tão bêbado que vomitou sobre si mesmo. Ao invés disso. p o r cau sa do p ro p ó sito do SENHOR dos E x ércitos. p orq u e ela se há de m o v er co n tra eles. Em vez do Egito aterrorizar Judá. Isaías agora olha adiante e proclama cinco profecias a respeito de um dia futuro quando o Egito já não será um poder dominante. e trem erão. Judá será um terror para o Egito. Isaías queria que Judá visse quão tolos eles eram em confiarno Egito para qualquer ajuda.16-25 16 N aquele tem po. . o ra m o ou o ju n co . a cau da. A simples menção de Judá trará assom­ bro por causa do que Deus está planejando contra o Egito.Por conseguinte.

Isaías viu o pilar como algo no futuro. Nos tempos do Novo Testa­ mento. . A Grande Pirâmide foi construída aproximadamente 1. “Cinco cidades na terra do Egito” se voltarão para o SeN H O R e “falarão a língua de Canaã [hebraico] e farão juramento ao SE N H O R ” . 20 E serv irá de sin a l e de testem unho ao Senhor dos E x ércitos na terra do Egito. um culto britânico de Israel estava proclamando que a Grande Pirâmide de Queops ( K h u fu ) era o pilar e que o compri­ mento de sua passagem principal significava que a idade presente teria seu fim definitivo em 1936. Toda colocação de tais datas é proi­ bida pela Bíblia (veja M c 13. o cumprimento completo contempla o futuro para o reino milenial por vir. mas também haverá adoração em um altar (um lugar de reconciliação com Deus e de pura adoração) no meio do Egito e um pilar de pedra ou monumento dedicado ao SE N H O R na sua fronteira. Não só haverá ali uma submissão ao SE N H O R . e ele lhes en via rá u m R ed en tor e u m P ro teto r que os livrará. mas bênção.32. Uma terceira profecia olha à frente para a vinda do Egito ao SeN HOR e um futuro Salvador.800 anos antes da épo­ ca de Isaías. o S enhor terá u m a lta r n o m eio da terra do J E gito. e u m a se ch am ará C id a d e da E festruifão.7. Po­ rém. Isto pode ter tido um cumprimento parcial quan­ do os judeus fugiram para o Egito e se estabeleceram lá depois que Nabucodonosor destruiu Jerusalém. à qual os gregos chamam Heliópolis. n a su a fr o n t e i r a . e u m m o n u m e n to se e r ig ir á a o S enhor. um grande contingente de judeus se instalou no Egito. At 1. p orq u e ao SENHOR clam arão p o r causa dos opresso­ res. I Ts 5. Um a segunda promessa do dia futuro não é apenas juízo./ 18 N aquele tem po.2). ! ‘ N a q u ele tem po.1. Uma destas cidades será chamada de “Cidade da Destrui­ ção” —um jogo de palavras sobre “a Cidade do Sol”.33. h a verá cin co cida des na terra do E gito que fa la r ã o a lín gu a de C a n a ã e f a r ã o ju r a m en to ao S enhor dos E x ércitos. Já em 1935.

. os quais cumprirão com dedicação. como em um torno. Eles não mais lutarão um contra o outro. 21 E o S enhor se d a rá a co n h ecer ao Egito. e Israel. u m a bênção no m eio da terra. I sra el será o terceiro co m os egípcios e os assírios. ao SE N H O R ” juntos. Por causa dos opressores. “um que contenderá por eles”). e os cu m prirão. e a A ssíria. 24 N aquele dia. No futuro Dia do SE N H O R isto não será mais assim. e os egípcios con h e­ cerã o ao SENHOR. um Ser poderoso que “os livrará”. eles “adorarão. e os cu ra rá . 23 N aquele dia haverá estrada do E gito a té à A ssíria. sim . dizendo: B en d ito seja o Egito. Os egípcios retornarão em arrependimento ao S E N H O R . o Egito e a Assíria eram inimigos. As quatro profecias apontam para a expectativa de um tempo de paz. Deus fará o seu juízo ferir o Egito. uma rodovia (uma estrada construída ou elevada) entre o Egito e a Assíria tornará possível para ambos ir de um lado para o outro livremente. e fa r ã o v o tos ao SENHOR. Judá estava com­ primido entre eles. e co n v e rter -se-ã o ao SENHOR. Nos dias de Isaías. m in h a herança. unidos em espírito porque foram aceitos e unidos pelo SE N H O R . Ao invés disso. . adorando-o e fazendo votos a Ele. rav. e os egípcios irão à A ssíria. m o s h i a e Protetor (Heb. e os egípcios a d ora rã o co m os a ssírios ao Sen h or . e ele m o v e r -s e -á às su a s ora ções e os cu rará. 25 P orque o SENHOR dos E x érci­ tos os abençoará. os egípcios clamarão por socorro ao SE N H O R e Ele lhes enviará um Salvador (Heb. obra de m in h a s m ãos. eles o ad orarã o com sa crifí­ cio s e ofertas. e os assírios v irã o ao Egito. Ao invés disso. Por seus atos poderosos o SE N H O R se fará conhecido ao Egito..O pilar será para “sinal” e “testemunho” ao SE N H O R no Egito. na q u ele dia. mas o propósito dEle será curar. m eu povo. e Ele será movido pelas suas orações e responderá “e os curará”. 22 E fe rirá o SENHOR aos egípcios. e os egípcios conhecerão o SE N H O R de um modo pessoal.

o Egito não manteve suas promessas a ele e. elas se visitarão entre si como amigos de confi­ ança. em 7 1 1 .UMA FALSA ESPERANÇA 20. reinou de 721 a 70 5 a. Deus abençoará a todos e os fará uma bênção para o resto do mundo. E por últim o. Ao invés disso.17). Isto está longe de ser cumprido hoje. O seu propósito básico para todas as famílias da terra tem sido sempre bênção (Gn 12.1-6 1 N o an o em qu e veio T artã a A sdode. tartan) tom ou a cidade de Asdode. Os registros de Sargão contam como A zuri.3).C. o com andante supremo de Sargão (H eb. m e n c io n a d o só a q u i no V elh o T e sta m e n to ( “Sargom ”). e g u e r r e o u con tra A sdode. Como diz Isaías. Juntas elas todas irão se tornar um novo povo de Deus com Israel tendo um lugar central como herança de Deus. cerca de 7 1 3 . será assim “naquele dia”. Egito e Assíria. EGITO E ETIÓPIA . rei da cidade filistéia de Asdode. Ele rei­ vindica Israel como a sua herança —embora muitos deles rejeitas­ sem aquEle que exclusivamente pode nos tornar herdeiros de Deus (veja R m 8. S a rg ã o II. e fez dela um a pro­ víncia assíria. o dia m ilenial quando Cristo reinará. recusou-se a pagar tributo para a A ssíria e enviou m ehlagens aos reis vizinhos para fazerem o mesmo.A quinta profecia promete um corpo unido que inclui Israel. rei da A ssíria. 5. cinqüenta e três quilôm etros a oeste de Jerusalém . pois Deus falará primeiro do Egito como seu povo — muito embora eles uma vez tenham recusado deixar o seu povo escolhido partir. envíando~ o Sargão. próxim a da costa m editerrânea. N o entanto. e a tom ou. Então Ele fala da Assíria como a obra das suas mãos —conquanto eles outrora tenham ado­ rado deuses feitos pelas suas próprias mãos. Israel “será o terceiro”.3 . O Egito o incitou neste ato de rebelião. Nações outrora inimigas mortais uma da outra se tornarão irmãs no S E N H O R e não mais invadirão uma à outra.

Esta humilhação..6 . e os ex ila d os da Etiópia. Antes. tan to m o ço s com o velhos. 3 E ntão.C. p elo m in istério de Isaías. disse o SENHOR: A ssim com o o m eu servo Isa ía s a n d ou três a n os n u e descalço. fariam quando despissem os seus cativos de tudo o que eles possuíssem.C. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. Estes países estavam unidos neste momento (desde 715 a. indo n u e descalço. incluindo as suas sandálias. o faraó etíope Shebitku enviou um exército contra Senaqueribe.5 Ezequias estava tentado a confiar no Egito. n u s e descalços.2f a l o u o SENHOR. p o r sin a l e p ro d ígio sob re o E gito e sob re a E tiópia. e eles acreditavam que podiam resistir à Assíria. mas aparentemente escu­ tou a Isaías neste momento particular e não se juntou na rebelião filistéia. mas foi derrotado em Elteque. Em fazendo isto ele estava se tornando um exemplo do que os conquistado­ res. em 701 a. Os assírios levariam os cativos do Egito e da Etiópia nus e descalços para o exílio. significa usar apenas uma tanga ou uma manta extremamente curta. Depois. E assim o fe z . O SE N H O R chama Isaías de “meu servo” por causa da obediência e fidelidade dele e porque Deus o estava usando para proferir profe­ cias que declaravam o seu poder. 4 a ssim o rei da A ssíria leva rá em ca tiveiro os p reso s do Egito. Isaías tinha estado vestindo aniagem como um sinal de lamento sobre os pecados do povo. O SE N H O R lhe disse para tirar isto e descalçar tam­ bém as suas sandálias. solta o cilício de teu s lom bos e descalça os sapatos dos teu s pés. traria grande vergonha para eles. f i l h o de A moz. p a ra vergon h a do Egito. especialmente com as “nádegas des­ cobertas” (que seriam visíveis quando eles se agachassem). tais como os assírios.4 Isaías lhes deu uma lição objetiva com antecedência sobre o que aconteceria a eles. “N u” não significa completamente nu aqui. p elo m esm o tem po. O fato de Isaías ir de um lado para outro “nu e descalço” seria uma advertência e um sinal relativo ao Egito e Etiópia. e com as nádegas descobertas.). glória e plano eternos. dizendo: Vai.

ao longo da costa. Com Etiópia e Egito derrotados pela Assíria. su a g ló ria . . ed. que confiaram na Etiópia (Cuxe) e no Egito para ajudá-los seriam envergonhados e amedrontados. Como Deus manterá os inimigos de Israel longe da sua esperada colheita? 3. “Isaiah notes”. aq uilo qu e b u sca m os p o r socorro. McKenna. Por que era importante para Israel escutar as advertências de Deus em contraste com escutar o Egito? 4. p a ra n os liv ra rm o s da f a c e do rei da A ssíria! C om o. pois. O que Deus quer que todos os povos do mundo vejam? 2. mas tam­ bém pelo povo de Judá. esca p a rem os n ó s? Os filisteus. como eles escapariam? O grito de desespero deles não só seria ecoado pelos filisteus. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Kenneth Barker (G rand R apids: Zondervan Bible Publishers. em The NIVStudy Bible.5 E a sso m b ra r-se-ã o e en v erg o n h a r-se-ã o p o r ca u sa dos etíopes. 19 85 ). 198. a menos que eles confiassem em Deus. 2 H erb ertW olf e John Stek. Não haveria nenhum escape. 1042. O que indicava que o Egito já não seria um poder dominante naquele dia? 5. su a esperança. Isaiah 1-39. Que mudanças virão ao Egito no dia m ilenial futuro? 6. e dos egípcios. Qual lição objetiva Isaías ensinou por andar de um lado a outro nu e descalço? CITAÇÕES 1 David L. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. 6 E ntão d irã o os m o ra ­ dores desta ilha naqu ele dia: Vede que tal é a nossa esperança. 19 9 3 ).

A ilustração dos tufões provenientes do Negueve indi­ ca que o escritor estava em Judá. ed. Alguns a colocam quarenta quilôm e­ tros a oeste de Jerusalém. Nos dias de Isaías esta seria a Assíria. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. ó M édia. ó Elão. 4 A localização de Elteque não é certa.. 19 69 ).I 0 a. qu e j á f i z cessa r todo o seu gem id o. C om o os tu fõ es de ven to do sul. Veja Pritchard. “O M ar” é o Golfo Pérsico a sudeste da Babilônia.1 2 Visão du ra se m e m a n ifesta : o p érfid o trata perfid a m en te. D. assim haverá destruição terrível para Babilônia proveniente “da terra horrível”. 5 Senaqueribe alegava que ele “pessoalmente capturou vivos os príncipes egíp­ cios com suas carruagens e tam bém as carruagens do rei da Etiópia”. A “terra do mar” é o que os assírios chamavam a mais baixa parte da região m editerrânea. CUMPRIDA A PROFECIA DA QUEDA DA BABILÔNIA 2 I .I — 5 1 P eso do deserto do mar.I . James B. sitia. 28 7. especialm ente a p arte dom inada por Merodaque-Baladã. ele v irá do deserto.3 Três fragmentos indicando o nome de Sargão e comemorando a sua vitória sobre Asdode foram descobertos em 1963. da terra horrível. 3a ed. qu e tudo assolam . e o d estru id o r an da d estru in do. Sobe. Cumprimentos nos Dias de Isaías 21. 28 7. Babilônia Atacada 2 I . O “Deserto do M ar” é o que a Babilônia se tor­ naria por causa do juízo de Deus.18 1. Ancient Near Eastern Texts.1-23. (Princeton: Princeton U niversity Press. Como os vendavais destruidores que varrem em direção a Judá vindos “do sul” (o deserto de Negueve ao sul de Berseba). uma terra a ser temida. Pritchard. 6 Sargão alegava que ele recebera presentes de Judá. .

5 E les p õ em a m esa. isto o enche de dor e perplexida­ de. A M édia pro­ vavelmente se uniu na batalha. Nós deveríamos sentir o mesmo sobre a destruição do sistema m undial babilônico profetiza­ do em Apocalipse 18 e 19. Ou isto pode se referir à derrota da Assíria em 591 a. uma revela­ ção que tem notícias ruins. M esm o assim. O “crepúsculo” que ele desejava. a visão o fez tremer. o crepú scu lo>que desejava. Isaías os vê em Babilônia preparando a mesa. é a Assíria. O pérfido ou traidor que trata perfidamente. e o h o rro r ap avoram e. O seu “coração [sua mente] está anelante”: estremecido e terrificado. lev a n ta ivos.2 Em 691 a. Depois Senaqueribe destruiu a Babilônia em vingança (em 689). 3 P elo que os m eu s lom bos estão cheios de g ra n d e en ferm ida de. esparramando tape­ tes. 4 O m eu coração está anelante.. estão de atalaia. que fora contratado pelos sacerdotes da Babilônia. e tão desfalecido.6. se m e torn ou em trem ores. ele não pode continuar olhando para isto. algo medonho. que não p osso ver. e u n ta i o escudo. porque ele já sabia que isto causaria dificuldades (veja 39. . quer dizer. Eles estão desprevenidos para o que está por vir. A Elão é dito que ataque. e provavelmente indica a Babilônia. co m em e bebem .Isaías vê uma “visão dura”. o Elão. . O ministério de Isaías nunca foi fácil. o destruidor ou saqueador que devasta tudo. p rín cip es. a n gú stias se apoderaram de m im com o as an gú stias da que dá a luz.7). nesta visão. provavelmente.C. era a destruição da Babilônia. comendo e bebendo —banqueteando. Os seus príncipes precisam se levantar e lubri­ ficar os escudos (assim as flechas e outras armas irão ricochetear ne­ les). derrotou Senaqueribe.C. O fim de “todo o seu gemido” indica uma vitória sobre a nação que causa a angústia. estou tão atribulado) que não p osso ouvir. Esta frase fala da necessidade deles de deixarem sua festança e se prepararem para a guerra. Quando ele vê a terrível destruição da Babdônia. um “horror” para ele.

e ca­ valeiros em burros ou camelos.2 . O vidente seria a “sen­ tinela”. .C. e ela qu e diga o que vir. A sentinela bradou a “um bando de homens”. Esta não é uma profecia. v êm u m b a n d o de h o m en s e ca v a le ir o s a os p a res.5 Isto refere-se à Assíria. KJV e NASB). E ntão. 7E. como em Isaías 33. ca íd a é ! E to d a s a s im a g en s d e e s cu ltu r a d o s s e u s d e u se s se q u eb ra ­ ra m co n tr a a terra . r e sp o n d eu e d isse: C a íd a é B a b ilô n ia . O texto hebraico diz “U m leão [ ‘aryeh] clam ou”3 (cf.6— 10 6 P orque assim m e disse o Senhor. Os Rolos do mar M orto como também os Siríacos indi­ cam “o vidente [ haro‘eh] clam ou” ou gritou. a gora . puxados por pa­ relhas de cavalos. por Senaqueribe. Em outra visão concernente à Babilônia. ele tinha que prestar atenção estrita. sob re a to rre de vigia estou em p é co n tin u a m en te de dia e d e g u a r d a m e p o n h o n oites inteiras. u m bando de ju m e n to s e u m bando de cam elos. E eis.4Ele era o “pérfido” (ou traidor) e o “destruidor” (ou saqueador) de 2 I . e todas as imagens de escultura dos seus deuses se quebraram contra a terra”. p õ e u m a sen tin ela. antes. é um registro de como Isaías recebeu as notícias da destruição da Babilônia em 689 a. Como um leão ele se levantou na sua força na torre de vigia todo o dia e permaneceu em pé como uma sentinela durante a noi­ te toda. Isaías Recebe Notícias da Queda da Babilônia 21. Quando ele visse carruagens.1.. a palavra de Deus para Isaías era postar uma sentinela para que esta o mantivesse informado do que visse. 8 E cla m o u com o u m leão: Senhor. os quais respondem de volta que “caída é Babilônia”. q u an do v i r u m bando com ca va leiros a par. ela que escu te a ten ta m en te co m g r a n d e cuidado.b. Eles estariam trazendo notícias importantes. parelhas de cavalos.. Vai.

Sargão II não fez isto.2 6 . “O filho da m inha eira” quer dizer o chão empilhado alto com grão. O grão não representa o povo de Isaías esmagado por sobre a eira. Ele até mesmo interpretou a sua própria entrada na Babilônia como uma vitória para os deuses da Babilônia.10 O he­ braico é literalmente “minha malhada” e “o filho da minha eira”.8.19).2 2 — 4 . Desde que a antiga Babilônia envolvia um sistema político. no fim dos tempos (Ap 14. retratando uma grande colheita —repre­ sentando as profecias de Isaías. Esta é a colheita de todas as suas obras.2 7 ). Isaías chama a atenção ao fato de que o povo tem visto a profecia cumprida (4 1 . isso vos anunciei”. e Ezequias o reconhecia como um destruidor de imagens (37. comercial e religioso. Isto é a vindicação e o cumprimento das profecias que ele proferira muito tempo antes. Então. ele entrou na Babilônia pacificamente e honrou a seus deuses. as quais ele levou para Nínive (Is 46).6 com exceção das de Bel e Nebo. em 2 contraste com a ineficácia dos ídolos.4 10 A h! M alhada m inha.11 Isaías quer dizer que Babilônia caiu exatamente como ele profetizara. 18.1 1). D eu s de Israel\ isso v o s a n u n ciei. Deus de Israel.Senaqueribe jactava-se da sua habilidade para destruir nações (3 7 . em justaposição a “o que ouvi do SENHOR dos Exércitos. ele era um politeísta que. desse modo o apóstolo João vê a queda desses aspectos do presente sistema m undial. como a N V I coloca isto e como outros igualmente pensam.7 Ciro não fez isto.8 No Novo Testamento. Os registros de Senaqueribe mostram que ele estava bravo com os sacerdo­ tes da Babilônia e mandou que seus soldados esmagassem as imagens. . e trigo da m in h a eira ! O q u e o u v i do Senhor dos E x ércitos. Nós não sabemos de nenhuma outra época quando as imagens dos deuses da Babilônia foram quebradas por um conquistador. de acordo com os seus próprios registros. “Babilônia” torna-se o termo para desig­ nar a totalidade do sistema mundial que é destinado a cair durante a Grande Tribulação. honrou os deuses da Babilônia.2).

Por causa de um ataque súbito. Eles precisarão trazer água para os fugitivos sedentos. Senaqueribe conquistou a Arábia em 688 a. 38. e. tam bém . se qu ereis pergu n ta r. com água. ó via n d a n tes dedanitas. haverá um repouso breve da dificul­ dade. eles irão para os “bosques da Arábia” para se esconder dos terríveis assírios. 15 P or­ q u efo g e m dia n te das espadas. vinde”). Is 34. e dia n te do a rco arm ado. precisaria encontrar .20.I 2 z1 P eso de D u m á . que h o u ve de n o ite? G uarda. Isto pode insinuar que até mesmo eles podem voltar a Deus e se arrepender. Isaías não os deixa sem esperança.5— 15). usada coletivamente nesta passagem para o país inteiro. os m o ra d o res da terra de T em a en co n tra ra m os que f u g i a m co m seu pão.2. dia n te da espada nua. “Dumá” ( “silêncio”) é um nome simbólico para Edom.C. No entanto. Arábia seria a próxima após a destruição da Babilônia. onde os descendentes de Esaú viviam.. p a ssa r eis a noite. a meio caminho entre Damasco e M eca. O povo de Tema. ou o quanto falta para a noite acabar. ao sul do mar M orto. Eles podem voltar novamente ( “voltai.12 14 Sai. mas também a noite. “Seir” é a área montanhosa de Edom. voltai. qu e h o u ve de n o ite? 12 E disse o g u a rd a : Vem a m an hã .1 3 -1 7 13 P eso con tra A rábia. Os dedanitas eram importantes comerciantes da Arábia (c f Ez 27. depois de haver destruído Babilônia no ano anterior. G rita m -m e de S eir: G uarda. a noite. M A N H Ã E NOITE PARA EDOM 2 I . e d ia n te do p eso da g u erra . N os bosques da A rábia. Quer dizer.I I . vinde. A resposta é que a manhã está vindo. 3. ao en co n tro dos sed en tos. pergu n ta i. JUÍZO SOBRE A ARÁBIA P O R V IR EM BREVE 2 1 . O guarda é perguntado sobre o que houve de noite. porém mais dificuldades estão a caminho e seguramente virão (cf.13).

15 17 E os restan tes dos n ú m eros d o sjlech eiro s. os va len tes dos filh os de Q uedar. um ano depois que Senaqueribe destruiu Babilônia. kevod. Isaías se volta para Jerusalém com uma série de quatro profecias.13 P orque assim m e disse o S enhor: D en tro de u m ano. S u a d e r­ r o ta d e ix a rá p o u co s d o s seu s céleb res a rq u e iro s e s o ld a d o s. Isto foi cumprido em 68 8 a. a tribo do norte da Arábia. arruinada. Isaías pronuncia outra profecia que especifica um período exato de tempo (cf.os fugitivos com pão. se referiram depois a ele por este título.. 16. JERUSALÉM JULGADA 2 2 . o seu mais recente. O s árab es p ro vavelm en te n ão a c re d ita v a m n e sta p ro fe c ia .C. p o rq u e assim o disse o SENHOR. Neste tempo ele passou pela Arábia em vez de seguir a rota mais fácil da costa mediterrânea abaixo. toda a g ló r ia de Q u ed a r desaparecerá. seria destruída. Os seus registros contam como ele derro­ tou os árabes e acrescentou “Rei da Arábia” à sua longa lista de títu­ los.14): dentro do período de um ano “a glória [Heb. D eu s de Israel. Em seus registros Senaqueribe disse que ele tomou m il camelos da rainha dos árabes em 688 a. A tr ib o dos árab es de Q u e d a r e ra b e m c o n h e c id a e ric a . Senaqueribe estava pronto para se mover em direção ao Egito. 4. serã o d im in u íd os.1 -1 4 .14 Com Babilônia fora do caminho. tal com o os an os de assalariados. “glória”] de Quedar”. M a s e sta fo ra p ro fe ri­ d a e g a ra n tid a p e lo SENHOR e fo i c u m p r id a em c ad a d e ta lh e . O “Vale da Visão” pode referir-se a um vale perto de Jerusalém (talvez o vale de H inom no oeste) onde Deus concedeu . Os egípcios.C. co m o fo i c o n firm ad o p e lo te ste m u n h o d o s a n ais d e S e n a q u e rib e . e os árabes deixaram as suas tendas e fugiram para uma área onde não havia nenhuma ali­ mentação ou lugares para beber. de acordo com o historiador grego Heródoto. Eles estarão fugindo das espadas e setas da intensa batalha.I-I4 Em 2 2 .

digo: D esv ia i de m im a vista. mais prová­ vel é que eles estavam se alegrando porque Senaqueribe aceitou tribu­ to de Ezequias e deixou Jerusalém intacta enquanto ele se movia em direção a Laquis (2 Rs 18. Porém. Q u e tens.12). a mensagem que segue é para toda a cidade de Jerusalém . . Isaías advertiu o povo. os teu s m o rto s não são m o rto s à espada.14— 16). Ele queria ser dei­ xado só para lamentar a destruição profetizada de seu amado povo. n em m o rrera m na g u erra .1). Eles tinham posto a sua confiança no ouro e na prata em vez de no Senhor. Pode ser que as pessoas subiram para os telhados gritando e se alegrando porque escaparam do juízo que os assírios trouxeram so­ bre Asdode e outras cidades filistéias (veja 20. agora. 4 P ortanto. Pode ser que se posicionando sobre o monte das Oliveiras e olhando para baixo. porque sabia que os resultados do tributo de Ezequias eram apenas temporários.2. cid a d e que salta de alegria. Ele não podia se unir aos festejos deles nos telhados. Eles pensaram que tinham esca­ pado da destruição advinda sobre as outras cidades de Judá. todos os que em ti se acharam f o r a m a m a rra d os ju n ta m en te e fu g ir a m p a ra longe. M as a alegria deles não era justificável. Je­ rusalém pareceria estar em um vale. N o entanto. e ch orarei a m a rga m en te. Alguns foram capturados e executados. cid a de turbvdenta.a Isaías visões sobrenaturais (cf. mas este não o escutou. não v o s ca n seis m a is em co n so la r-m e pela d estru içã o da f i lh a do m eu povo.16 3 T odos os teu s p rín cip es ju n ta m e n te fu g ir a m . J1 3. fo r a n i ligados p elo s arqu eiros. Os líderes judeus fugiram até mesmo antes dos assírios atacarem. Isto significaria que Isaías rece­ beu as suas visões lá. p a ra qu e a ssim tota l­ m en te su bisses a os telhados? 2 C id a d e cheia de aclam ações. 1 P eso do v a le da visão.

e de co n fu sã o é este da p a r te do Senhor J e o v á d os E x ércitos. . co m ca rro s de h om en s e ca v a lei­ ros. Q uir fornece guerreiros a pé com seus escudos descobertos e prontos para a batalha. carru­ agens. e de vex am e. com carruagens e postado os cavaleiros “às portas” das cidades ao longo do país. n a q u ele dia. violência. terror e confu­ são. Judá não podia se defender contra um exército tão vasto.Nenhum dos profetas era frio prenunciador da destruição. eles amavam o seu povo e os seus corações estavam quebrantados por causa do juízo que sobreviria sobre eles. no va le da visã o: u m d errib a r de m u ro s e u m cla m o r a té às m ontanhas. inclusive o Cedrom no leste de Jeru­ salém e o Hinom no oeste e no sul. 8 E se tira rá a cob ertu ra de J u d á . O inimigo tinha enchido os seus “mais formosos vales”. O resultado foi barulho. e Q u ir d escobre os escudos. A situação de Judá estava desesperadora. Os muros das cidades de Judá não puderam resistir ao ataque assírio. A Assíria já tinha tomado os postos fortificados avançados das cidades de Judá. Elão provê um contingente de arqueiros. Este era um dia triste quando o povo de Judá se uniu na briga contra a Assíria. e os ca va leiro s se p o rã o em ord em às portas. Seme­ lhante a Isaías. e. condutores de carruagem e cavalos como reforços para o exérci­ to assírio. Eles tinham falhado em escutar o que o Senhor disse no Vale da Visão. M uitas nações tinham se juntado à Assíria. o lh a r ás p a ra as a rm a s da casa do bosque. 5 P orque dia de alvoroço. 6 P orque E lão tom ou a aljava. 7 E será qu e os teu s m a is f o r m o s o s v a les se en ch erão de carros. Quaisquer aliados nos quais eles confiaram também já tinham sido derrotados. Ao leste da Assíria.

A descrição das medidas de defesa de Ezequias é dada em 2 Reis 2 0 . Jerusalém não estava preparada para um ataque ou um cerco. 11 T izestes tam bém u m reservatório en tre os dois m u ro s p a ra as águas do v iveiro velho. Ao invés disso. porq u a n to são m u ita s. provavelmen­ te o Poço de Siloé. entre a Sião de Davi e a colina ao oeste. 10 T am bém con ta reis as casas de J eru sa lém e derrib areis as casas.2— 5). p a ra o que o tinha feito . para as armas”.5). As apressadas preparações para a defesa incluíam a demolição de casas para que as pedras fossem usadas para “fortalecer os muros” (uma medida desesperada e vergonhosa que tornou sem teto alguns dos cidadãos de Jerusalém). aproximadamente cento e oitenta metros abaixo do ribeiro de Giom (2 Rs 20 .30). eles confiaram nas armas armazena­ das na “casa do bosque” construída por Salomão (I Rs 7. Âgua era essencial se houvesse de ter um cerco.. 2 Cr 32. os traba­ lhadores tinham indubitavelmente medo de ir para fora dos muros da cidade. Porém. os líderes de Jerusalém olha­ ram “. As “brechas da cidade” ou as brechas de suas defesas precisavam ser consertadas. Estas incluíram a construção do túnel de Siloé debaixo da cidade de . 9 E v ereis as brechas da cid a d e de D a vi. de modo que foram armazenadas “as águas do viveiro inferior”.. m a s não olhastes p a ra cim a. p a ra fo r t a le c e r os m u ros. “Os dois muros” podem ter estado ao fundo do Vale deTiropoeon.3— 8.2 0 e 2 Crônicas 32.20. Havia abundância de outras fontes de pedras nas redondezas de Jerusalém (cf. 2 Cr 32.O verbo hebraico pode significar que Deus também tinha removido a sua cobertura protetora de Judá. nem considerastes o que o f o r m o u desde a antigüidade. Ezequias conduziu um esforço combinado para preparar-se para a guerra. quer dizer. porque eles já não confiavam nEle para ser o seu Guardião. e a ju n ta reis as águ a s do v iv eiro inferior.

de modo que eles decidiram desfrutar o tempo que lhes restava. dando assim para Jerusalém um abastecimento de água protegido. dizendo: C erta m en te esta m a ld a d e não será ex p ia da a té qu e m orra is. Pau­ lo endossaria esse tipo de estilo de vida também —se não houvesse nenhuma ressurreição (I Co 15. Semelhante a outras tais advertências. Assim. O povo ignorou a Isaías. co m Sebna. SEBNA E ELIAQUIM 2 2 . a razão para esta falta de expiação era a recusa deles de se arrependerem. o m ord om o. v a i ter com este tesou reiro. co m e -s e carne. e b eb e-se vinho. porém. e d iz -se: C o m a m o s e bebam os.32). M as nestas preparações apressadas. d iz o SENHOR J e o v á d os E xércitos. vos convidará naquele dia ao choro. m a ta m -se v a ca s e d ego la m -se ovelhas. uma pressuposta esperança ainda estava lá se eles tivessem de se arrepender. 12 E o Senhor. Alguns pecados não seriam expiados.Jerusalém para trazer água do ribeiro de Giom para a Poço de Siloé. e ao rapar da cabeça. eles não olharam para o S eN H O R . 5. Deus queria que o povo de Jerusalém se humilhasse e se arrepen­ desse com evidências de sua tristeza —não por causa do perigo dos assírios. mas porque eles tinham se desviado do SE N H O R . Eles estavam pondo a sua confiança no que poderiam fazer no lugar do que Ele queria. e d iz e-lh e: . e ao cingidouro do cilício. 13 M as eis aqui g o z o e alegria\. e ao pranto.1 5 -2 5 15 A ssim d iz o SENHOR J e o v á d os E x ércitos: A nda. ocupando-se em festança fatalista e de­ leitando-se. p o rq u e a m a n h ã m orrerem os. Eles estavam cometendo um pecado de pre­ sunção após o outro. 14 M as o S enhor dos E x ércitos se d ecla rou a os m eu s ou vidos. Eles não viam qualquer esperança de derrotar os assírios. o SENHOR dos E xércitos.

16 Q u e é que ten s aqvú? O u a qu em ten s tu aqui. O termo “mordomo” vem de uma palavra raiz que significa “ser de uso”. inclusive as chaves dos tesouros reais. (Alguns comentaristas entendem isto como uma referência sarcástica à sua direção na escavação do túnel de Siloé [veja v. Ele seria enterrado sem qual­ . cin z ela n d o n a rocha u m a m ora d a p a ra si m esm o! Sebna estava usando a sua posição de mordomo para se elevar e progredir. em única vez no seu livro.II e comentário]. ali. m orrerá s. te f a r á rolar.17 18 C erta m en te. co m o se f a z r o la r u m a bola em terra larga e espaçosa. Ele é sarcasticamente chamado de um “homem forte”. Sebna seria lançado fora da cidade onde morreria. Sebna. e. p a ra que ca va sses aqui u m a sep u ltu ra . Porque Sebna tinha abusado de sua própria posição.Tem sido sugerido que ele possa ter sido a princi­ pal pessoa a persuadir Ezequias a buscar uma aliança com o Egito. não hebreu.Agora Isaías. ele estava dando a si mesmo a honra e o lugar na história devido a um rei. auto-suficiente. Ele tinha se feito útil. Ele não era um verdadeiro servo e estava traindo a confiança do rei. era gerente da casa real e guardião das cha­ ves. o op rób rio da casa do teu senhor. M as ele próprio não possuía nada e estava diretamente sob a responsabilidade do rei. ali. aca barão os ca rros da tu a g ló ria . N a preparação de uma tumba no alto sobre a face da ro­ cha. ca va n d o em lu ga r alto a su a se­ p u ltu ra . Ele subiu ao poder por ter aprendido como agradar o rei. pronuncia uma profecia contra uma pessoa particular em Jerusalém. mas isto não era “em lugar alto”. já que o seu nome é aramaico. o SE N H O R es­ tava a ponto de tirá-lo e expulsá-lo. possivelmente no exílio.) 17 Eis que o Senhor te a rro ja rá v iolen ta m en te com o u m hom em f o r t e e de todo te en volverá . “Como se faz rolar uma bola”. Ele era possivelmente um estrangeiro. um funcionário corrupto.

C. e en trega rei n a s su a s m ã o s o teu d om ín io. E liaquim se tornaria o que nós poderíam os chamar de o Pri­ meiro M inistro. qu e ch am arei a m eu serv o E lia q u im . e abrirá. exercitando os poderes de governo em nome do rei. As suas carruagens esplêndidas ( “car­ ros da tua glória”) eram parte da sua tentativa para se honrar como realeza. Deus o tiraria do seu ofício.filh o de H ilquias. e n in gu ém abrirá. Aparentemente. onde se encontrava no comando. Deus o poria no lugar de Sebna. e e s fo r çá -lo -e i com o teu talabarte. Je­ sus.4 1 — 4 ).3). 19 E d e m itir -te -e i do teu o fício e te a rra n ca rei do teu assento. Eliaquim era um verdadeiro servo do Senhor. As frases “a chave da casa de D avi” e “abrirá. lhe daria os símbolos do ofício de Sebna —a túnica e o talabarte —e o deixaria ser “como um pai” para o povo de Jerusalém e Judá. Ele era uma desgraça para o palácio de Ezequias. naqu ele dia. efech a r á . Naquele momento. O cumprimento completo do juízo de Deus sobre ele pode ter vindo depois da sua eventual degradação. Ele era o 4 ad m in istra d o r do p alácio quan do o o fic ial co m an d an te de Senaqueribe am eaçou Jerusalém em 701 a. 20 E será. Ele foi comissionado a amá-los e a tomar conta deles. e ele será co m o p a i p a ra os m o ra d o res de J eru sa lém e p a ra a casa de Ju d á .quer pompa real. Sebna teve uma mu­ dança de coração e depois aceitou uma mais baixa posição como secretário (3 6. A autoridade de E liaquim era quase incontestável. 22 E p o r e i a chave da casa de D a v i sobre o seu om bro. e ninguém fechará” descrevem o poder dele. Isto implica que ele seria responsável da mesma maneira que Sebna o fora. e n in gu ém fech a r á . 21 E r e v e s ti-lo -e i da tua túnica. tem agora em suas mãos a chave da casa de Davi . o R ei de reis. tanto quanto José o fez por Faraó (Gn 4 1 .

p o r q u e está a ssola d a . O hebraico aqui. 6.I 8 1 P eso d e T iro. Eliaquim estava mais preocupado pela casa de seu pai (os seus parentes) do que estava pela casa de Judá e pela casa do seu senhor. Deus viu que Eliaquim não se provaria merecedor de seu ofício.I . 24 E d ele p e n d e r á toda a g ló r ia da ca sa d e s e u p a i. e a ca rga q u e n ele esta v a se d esp r en d erá . a qual prom etia um ho­ mem para sempre no trono. não em qualquer homem ou mulher. Ele seria como um trono de honra para todos de sua família.(Ap 3 . Infelizmente. Ele man­ teria os negócios do palácio com firmeza contra os ventos da adver­ sidade. o s r e n o v o s e o s d escen d en tes. e d e n in g u é m m a is e n tr a r n ela . o SE N H O R teria que tirá-lo. p o r q u e o S en h o r o disse. 23 E f i x á . Aparentemente. todavia. d iz o S e n h o r d o s E x ércitos.e i co m o a u m p r e g o n u m lu g a r f i r m e .l o . d esd e a s ta ça s a té à s g a r r a fa s . e a glória e a reputação de sua fam ília penderia dele e do que ele fizesse (como de um prego de parede). Isaías teve de acrescentar um adendo a esta profecia. Ezequias. n a v io s d e T ársis. ele também seria tirado. o p r e g o p r eg a d o em h i g a r f i r m e se rá tira d o . U iva i. O povo começou a confiar nele em vez de confiar no SE N H O R . O propósito de Deus era tornar firme a posição de Eliaquim. O fardo seria muito grande para ele e. Nossa confian­ ça deve estar em Deus. LAMENTAÇÃO SOBRE A RUÍNA DE TIRO 2 3 . por seu turno. a p o n to d e n ã o h a v er n ela ca sa n en h u m a . d esd e a terra d e Q u itim lhes f o i isto revela d o . se r á a r ra n ca d o e ca irá . . to d o s os v a so s m en o res. como uma cavilha de tenda pregada em um “lugar firme”. 25 N a q u ele dia. poderia ser traduzi­ do como uma advertência de que. se as pessoas confiassem em Eliaquim em vez de confiar no SE N H O R (e em sua fraqueza humana Eliaquim as abandonou).7 ). e se r á co m o u m tro n o d e h on ra p a r a a ca sa d e seu p a i. cum prindo a aliança davidica.

no entanto. foi sitiada por Nabucodonosor e se tornou sujeita a ele. Os “navios de T ársis” eram grandes embarcações comerciais capazes de viajar aTársis. A planície de Tiro. quer eles tenham de fato ido tão longe ou não. na costa sudoeste da Espanha. especial­ mente no campo espiritual. Originalmente ela era com­ posta de duas ilhas pequenas. Társis provavelmente eraTartessus. rei de Tiro. as quais foram ligadas por H irão na época de Davi. 19. A influência de Tiro não era sempre boa. transformando a ilha em uma península. A cidade se rendeu a Sargão II nos dias de Isaías. construiu uma rampa feita de terra e pedra a partir do continente. Nos tempos do Novo Testamento ela tinha se tornado uma cidade de língua grega e uma igreja cristã estava esta­ belecida ali (A t 2 1 . A ilha de Chipre (Q uitim ) ouve as notícias de T iro sendo dom i­ nada e envia comunicados aos navios que planejam ir lá. Ela era orgulhosa de seu comércio mundial e simbolizava um espírito mercenário e materialista. a oeste de Gibraltar. Davi teve uma boa relação com Hirão. Tiro proveu artesãos qualificados e materiais para a construção do Tem­ plo de Salomão (I Rs 5. uma grande cidade comercial.Esta é a últim a das profecias de Isaías concernentes a nações es­ trangeiras. Tiro. ela foi reconstruída e recuperou a sua prosperidade.1— 12. o Grande. a esposa do rei Acabe. 18.C.31— 33. Porém.19. .2). Depois. na costa. Tiro estava localizada aproximadamente a cento e sessenta quilô­ metros ao norte de Jerusalém. Ale­ xandre. ficava situada em uma ilha cerca de um quilômetro da costa fenícia. En­ tão ele destruiu a cidade.18). Ela até mesmo tentou desarraigar a adoração do S eN H O R e substituí-la pela adoração a Baal de Tiro (I Rs 16. Jezabel. H irão de Tiro pode tê-la fundado como uma colônia fenícia.3 — 6). Então em 3 3 2 a. Ela eventualmente usara Acabe para introduzir o culto de Baal. era de cerca de vinte e quatro quilômetros de extensão e cerca de três quilômetros de largu­ ra. era a filha do rei de Sidom..

O mar tinha sido o sustento deT iro e Sidom. a qual depois de submeter-se a Sargão II não poderia contribuir com os negócios deT iro e Sidom. n em dei à luz.C. a decepcionante cessação dos negócios. . entre outros. no Delta do N ilo. dizendo: Eu não tiv e d ores de parto. nas “muitas águas” do mar Mediterrâneo. p orq u e o m ar. e ela era a f e i r a das nações. Todo o negócio era para ser interrom pido. n a vega n d o p elo mar. ó Sidom . Alguns entendem a “fortaleza do m ar” como sendo literal porque fala da perda de crianças. e muitos dos habitantes de Sidom contri­ buíram para o crescimento de Tiro por se mudarem para lá depois que Sidom foi destruída pelos invasores vindos do mar.Tiro dominava Sidom nos dias de Isaías. nem ain da cr iei jo v en s. n em ed u q u ei donzelas. Sidom. trazendo grande renda a Tiro pelo comércio internacional.2 C a la i-v o s. Isaías vê as águas do Mediterrâneo personificadas e as ouve falando. 4 E nvergon h a-te. ainda. qu e vin h a co m as m u ita s águas. a ilha de Chipre. e a ceifa do N ilo. e do vale fértil do Nilo. aproximada­ mente 1200 a. insinuando que Sidom tem que cessar o seu comércio com Tiro. trinta e cinco quilômetros ao norte. m ora d ores da ilha. Os navios deTiro. a ssim h a verá d ores q u an do se o u v irem as de Eiro. a fo r ta lez a do m ar. É dito a Tiro e a Sidom que estejam calados ( “calai-vos”). é para receber vergonha por causa do silêncio. Outros tomam a fortaleza como sendo Tiro. fa la . trans­ portavam colheitas e bens de Sior. a cidade-mãe de Tiro. v ó s a q u em en cheram os m erca ­ d ores de Sidom . Sidom. 3 E a su a p ro visã o era a sem en te do can al. e outros. 5 C o m o co m as n o va s d o Egito. nem poderia Tiro contribuir com o deles. Tiro era um movimentado porto internacional outrora ocupado pelos comerciantes marítimos de.

Q u em f o r m o u este d esígn io con tra Tiro. Eles também perderiam a sua fonte de madeira de construção. domina­ do por Cuxe (Etiópia). Tiro ficou assim orgulhosa e Deus planejou derrubá-la. exultante por causa de seu cres­ cimento. estava contra a Assíria. Esta conquista assíria da Fenícia e de Chipre afetaria o comércio deles. 6 P assai a T ársis e uivai.15). assim. 40.I). e. A destruição de Tiro fez os seus habitantes se tornarem refugia­ dos. na Espanha (naquele momento uma colônia próspera de Tiro. Este versículo pode significar que os refugiados estavam indo para Társis. seu comércio. O Egito. e seus empreendimentos coloni­ zadores ao redor do M editerrâneo (que incluía Cartago. Tiro contava com aproximadamente dois m il anos de idade nos dias de Isaías. a cidade que desafiou Roma). q u e a n d a va p u la n d o d e a leg ria ? C u ja a n tigü id a d e vem de dias rem o to s? P ois le v á -la -ã o os seu s p r ó ­ p r io s p é s p a ra longe a n d a rem a peregrin a r. Era uma cidade jovial. v. como também de resina (usada para mumificação). m o ra d o res da ilha. Tiro fundou colônias governadas por reis. sua riqueza. Os príncipes e as pessoas de elevada reputação terrena contribuíram para o seu comércio e sua riqueza. fazendo aquela cidade lamentar. O propósito . cf. 7 È esta a vossa cidade. cu jo s m erca d o res são p r ín cip e s 'e cu jo s n egocia n tes são os m a is nob res da terra ? 9 O SENHOR dos E x ércitos f o r m o u este desígn io p a ra d en eg rir a soberba de todo o o rn a m en to e e n v ilecer os m a is n ob res da terra. de modo que Isaías a chamou “a cidade coroada”. Os seus grãos eram transportados pelos navios deT iro para os portos ao redor do M editerrâneo. “Ilha” aqui pode referir-se às ilhas distantes e à costa do M editerrâneo (cf.O Egito se contorcerá de dor e angústia quando eles ouvirem as notícias da conquista. a cid a d e coroada. a sua renda.

está agora . sem ser dominada porTiro. Társis está livre. ó fi lh a de T ársis. não mais su­ jeita a Tiro. e também poderia ser traduzido. ó op rim id a donzela. cais] ao redor de ti”. levanta~te} p a ssa a Q u itim e m esm o a li não terás descanso. uma vez exaltada. A versão da Bíblia N V I indica “cultive” em vez de “passa” (Heb. Tiro. a cidade poderia ser chamada de “Filha de Sidom ”. margem). f i lh a de S idom . levando Isaías a querer dizer que Társis pode cultivar a sua própria terra agora. “Não mais tem porto” é a tradução mais difícil. NAB) indica que devido o poder deT iro estar quebrado. significando “mais nenhuma restrição” (como a de uma cinta. o que inclui a Fenícia. KJV).20 O seu juízo destruirá “suas fortalezas” —seus lugares de refúgio. Por causa das contribuições de Sidom para Tiro. j á não há cin to ao red o r de ti. “Ele [o S e n h o r ] estendeu a sua mão” indica julgamento. “passar por cima de” ou “atravessar”18) o que já é uma interpre­ tação. veja NASB. 12 E disse: N u n ca m a is p u la rá s de a legria.dEle era mostrar como é corrompida a auto-exaltação da glória hu­ mana e quão desprezíveis de fato são aqueles honrados por um mun­ do pagão. 10 P assa com o o N ilo p ela tua terra. A N IV indica “não mais tem porto”.1 9 11 E le esten d eu a su a m ã o soh re o m a r e tu rb o u os rein os. incl. a qual é literalmente Canaã. o SENHOR deu m a n d a d o co n tra C anaã. p a ra qu e se d estru íssem as su a s fo rta lez a s. As versões ARC e ARA indicam “já não há cinto [estaleiro. A tradução “atraves­ sar” (cf. o qual agita e turba os reinos. os habitantes de Társis podem atravessar por sua vizinhança tão livre­ mente quanto a passagem do N ilo pelo Egito. ’ivri. A N IV indica o mandado contra a Fenícia ( “a cidade mercantil”. “mais nenhuma força”.

13 E su ced erá . I Rs 14. Dur Yakin.1). Esta repetição do verso I indica a conclusão desta seção. n a vios de T ársis. Et 6. n o f i m de seten ta anos. Tiro não é mais nenhuma fortaleza que possa prover segurança para os seus próprios navios. esta passagem acrescenta que não há mais nenhuma “força”.) eram advertências. (quando ele levou embora 2 0 8 . O que Sargão II fez aos caldeus em 710— 709 a. a A ssíria a fu n d o u p a ra os q u e m o ra va m no d eserto. Seus refugiados atravessarão para Chipre (Q uitim ) mas não acharão ali nenhum “descanso”.29.oprimida. Os setenta anos podem ter sido cumpridos entre a campanha de Senaqueribe em 701 a. Contu­ do.C. q u e T iro será p o sta em esq u ecim en to p o r seten ta anos.0 0 0 cativos e depois a demoliu em 689 a. m as. leva n ta ra m as su a s fo r ta lez a s e e d fica r a m os seu s paços. Os refugiados de Tiro não poderiam achar conforto ou descanso onde quer que a Assíria estivesse no controle.C. e levou embora 90. p o rq u e é d estru íd a a vossa f o r ç a . “Os dias de um rei” é uma referência literal ao fato de os reis manterem registros diários (cf.C. Tiro vai cair em esquecimento “por setenta anos”. mas não ainda conquistada. é chamada de “donzela”. T iro será co m o a ca n çã o de u m a p rostitu ta . co n fo rm e os dias de u m rei. e a recupe­ . Em outras palavras.C. (quando ele demoliu a principal cidade deles. 14 U ivai. ne­ nhum forte ou lugar de refúgio. Isto pode referir-se ao fato de que a Assíria controlava Chipre e restringia os navios de Tiro de aportar ali. m a s j á está a r r u i­ n ada de todo. na q u ele dia. 13 Vede a terra dos ca ld eu s. p o v o qu e ain da não era p o v o . nenhum lugar de refúgio.000 cativos) e o que Senaqueribe fez à Babilônia em 703 a. Isaías olha à frente novamente para a destruição da terra dos babilônicos (caldeus) pelos assírios.

m a s o seu co m ércio será p a ra os qu e habitam p era n te o SENHOR. cerca de 630. Então Tiro tentaria se recuperar. Isto implica que Tiro será consagrada a um serviço nos moldes do que eram os sacerdotes. “ O SE N H O R 18 E será con sa gra d o ao S e n h o r o seu co m ércio e a su a g a n â n ­ cia de p ro stitu ta . rod eia a cidade . tirando vantagens financeiras delas pelas suas operações co­ merciais desonestas. após o juízo. n ã o se en tesou rará. n em se fe ch a r á . qodesh. ó p ro stitu ta en tregu e ao esq u e­ cim en to . p a ra que com a m stficie n te m e n te e tenham v estid o d u rá vel. toca bem . Olhando à frente. ou amor. Deus promete que. Porque Deus fará isto possível. o povo restaurado de Jerusalém du­ rante o M ilênio. compaixão. A comparação de Tiro com uma prostituta velha indica que ela não mostrará nenhuma piedade. o lucro deT iro —“o seu comércio e a sua ganância” —será consagrado [Heb.Tiro continuará agin­ do com “a sua ganância de prostituta”. visitará a T iro ”. “uma coisa santa”] ao Senhor. p a ra qu e haja m em ó ria de ti. Porém. seduzindo outras nações por lucro. depois que o poder da Assíria começou a declinar. como na canção da prostituta no versículo 16. e ela to rn a rá à su a g a n â n cia de p ro stitu ta e terá co m ércio com todos os rein o s qu e há sob re a f a c e da terra.ração deT iro. quer dizer. aT iro restau­ rada será capaz de prover comida e vestimenta para os que “habitam perante o S e n h o r ” . 17 P orque será n o f i m de seten ta a n os q u e o S enhor v isita rá a Tiro. mas estaria inalterada. Ele iria se ingerir na situ­ ação para permitir a restauração deTiro. quer dizer. ca n ta e rep ete a ária. A canção fala de uma prostituta velha que vai andando pela cida­ de tentando ganhar de volta os clientes por cantar canções das quais eles se lembrariam. . 16 T om a a harpa. Sua única preocupação será tirar proveito.

5-9. The Book o f Isaiah ( Cbapters I~XXXIX) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. isto pode significar que as provisões deT iro serão para todo o povo de Jerusalém. line 22. 3 M íllar Burrows. Egito. 60. Como Isaías reage à sua visão da destruição da Babilônia? Quando foram quebradas as imagens dos deuses da Babilônia? O que aconteceria com Edom e Arábia? Por que Isaías queria ser deixado só? Que preparações apressadas Jerusalém fez para sua defesa? Que preparações eles fracassaram em fazer? Por que Sebna seria substituído por Eliaquim e com que resulta­ do? 8.Desde que todos na Sião m ilenial serão chamados santos (4. Charles Boutflower. . 6. 1 9 3 0 ). em Wycliffe Bihle Encyclopedia (C hicago: M oody Press. ed. Desde que os materiais deTiro não seriam acumulados ou armazenados em uma tesouraria. I: Plate 16. 5. O que aconteceria a Tiro e quais seriam os resultados de sua restauração? CITAÇÕES 1 D. 2 O u seja.. Alem anha: D . as provisões para Jerusalém na era m ilenial serão abundantes e obteníveis (cf.W ernerScholl. 4. 3.3). Cf. contra a Assíria. 19 30 ). não Babilônia como alguns supõem. A llis. Társis e Chipre? 9. 1 9 5 0 ). 61. 1:857. et al. 7./«a!a(L eipzig. 15 7-5 8. 1 9 7 5 ). QUESTÕES DE ESTUDO 1.6. O tto Procksch. The Isaiah Manuscript and the Habakkuk Commentary (N ew Haven: Am erican Schools o f O riental Research. 2. Como a supressão do comércio de Tiro afetou Sidom. 4 Oswald T.. 26 1. “Book o f Isaiah”.7).

de m odo que o significado pode ser que Deus tenha ordenado que mercadores destruís­ sem as fortalezas d eT iro . M axw ell M iller e John H . e que Isaías também olha à frente “para a Babilônia escatológica e para o D ia do Se­ nhor”. Archaeology and the Bihle. Book o f Isaiah. trans. 13 George A. 9 J. em The C om m unicators Commentary (D allas: W ord Books. 2:35 8 Boutflower. N a Síria-Palestina. 1 9 4 1 ). 7a. H . Eerdmans. 149. 19 28 ).1 8 5 . 1 7 5 -7 6 . 1 9 9 0 ). . 2 :1 5 2 . Ancient Records ofA ssyría and Bahylonia. A H istory o f Ancient Israel and Judah (Philadelphia: W estm inster Press. M anuel K om roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 2 vols. 11 As notícias a respeito da destruição de Babilônia não teriam feito Isaías chamá-los de “m alhada m inha” significando “meu povo”. 19 A m aioria dos estudiosos são inclinados a aceitar a tradução mais difícil. 4 7 2. 1 9 2 6 -2 7 ). ed. 129. The Lord is Savior: Taith in National Crisis (G rand R apíds: W m . H ayes.. 1 9 8 6 ). Barton. 111. 149. Book o f Isaiah. 7 Ibid. 14 Boutflower. (P hiladelphia: American Sunday-School U nion. George Raw linson. 20 A palavra hebraica kenaan tam bém pode significar mercador.C.5 Boutflower. D avid L. J. B. Book o j Isaiah. Sargão foi m orto em um a batalha com o bárbaro Cim erianos em Tabal. 154. 1 9 93 ). W idyapranaw a. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 10 Por exem plo. 17 S. 353. 2 1 3. 4 0 0. Alec M otyer. M cK enna. Isaiah 1 -3 9 . 131. 6 D aniel David Luckenbill. 149. ed. 19 78 ). 18 The Prophets (Philadelphia: Jewish Publication Society o f America. 16 Em 70 5 a. 12 Boutflower. History. Book o f Isaiah. 10. 15 H erodotus. M o tyer reconhece que isto se refere a 68 9 a. 10.C. A m orte dele encorajou “um a revolta que se difundiu ao longo do im pério. 19 93 ). 133. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Ezequias era um dos prim eiros a se mover por trás da rebelião”.: InterVarsity Press.

A palavra “terra” pode significar “território. para o fim dos tempos.1— 13 1 E is q u e o S e n h o r esv a z ia a terra. especialmente para o juízo da Gran­ de Tribulação (cf.4) mostra que este juízo envolve uma desordem do mundo inteiro. Isto aponta para o futuro. Ap 8. país.I-35. A Cidade Desolada 24. e a deso~ la. A. 18. e d isp ersa os s e u s m o ra d o res.9. 15. mas o paralelism o com “m undo” (v.Judá Merece o Juízo de Deus 24. 19). . 16. nação”.1— 3.IO Nestes capítulos Isaías vê visões alternadas de juízo sobre os pecadores e louva a Deus pelos redimidos. I Ts 5. e tr a n s to r n a a su a su p er fície. 9. A Terra Corrompida.

Eles têm se recusado a reconhecer qualquer aliança relacionada com Deus. com o ao v en d ed o r. O juízo que cai sobre a terra é o resultado de corrupção “de seus moradores”. Outros o entendem também como sendo os israelitas —com o mundo todo sofrendo por causa do pecado deles. Ninguém escapará deste juízo. Do mais elevado ao mais inferior. p o rq u a n to tra n sgrid em as leis. co m o ao q u e p a ga u sura. violaram as suas leis. e os qu e habitam nela serã o desolados. ao servo. Eles não querem nenhuma comunhão com Ele (cf. co m o à su a senhora. a m a ld içã o co n so m e a terra. Isaías então identifica os seus pecados: Eles desobedece­ ram (aboliram ) as instruções de Deus. A terra é metaforizada. 2 Ts 2. Ele afetará toda a sociedade e cada pessoa imparcialmente. D e todo se esva z ia rá a terra e de todo será saqueada. Esta se torna a condição do mundo inteiro nos últimos dias. à serva . com o ao s e u sen h or. e p o u co s h o m en s restarão. 5 N a verdade. ao com prador. en fra q u ecem os m a is altos do p o v o da terra. . ao qu e em p resta. p o r isso. p orq u e o S enhor p r o n u n cio u esta pa la vra. m u d a m os esta tu tos e qu ebram a a lian ça eterna. e quebra­ ram os regulamentos dados a Noé (Gn 9. a terra está con ta m in a d a p o r ca u sa d os seu s m o ­ ra dores. A terra será devastada. ao qu e dá u su ra . o m u n d o en fra q u ece e se m urcha . A terra p ra n teia e se m u rch a .1— 16). 6 P o r isso. Os exércitos roubarão e saquearão tudo. Deus falou e a sua palavra será cumprida. todos so­ frerão. com o ao qu e tom a em p resta d o.9— 12). Ela murcha e sofre devastação. Alguns tomam o termo “os mais altos do povo da terra” como sendo os assírios. serã o qu eim ad os os m o ra d o res da terra.2 E o q u e su ced er ao p o v o su ced erá ao sa cerdote.

e d esca n sou a a legria da harpa. O suco de uva era um símbolo de prazeres inofensivos.1. O “vinho” não os relaxará e não os fará cantar. qiryath tohu.2 tem mudado para suspiros. secou. 10 D em o lid a está a cid a d e vazia.7). sumo de uvas antes da fermentação) estancou. “bebida fermentada”. “cidade do nada ou vazia”. Eles estão colhendo o que semearam (c f G1 6. a bebida f o r t e será am a rga p a ra os qu e a beberem . não a de outros. uma maldição devora a terra. os habitantes “serão desolados”. 1 C essou o fo lg u e d o dos tam boris. A alegria e os folguedos acompanhados por tamborins e harpas cessaram. Ap 19.. ( Tohu é a palavra usada em Gênesis 1.4. Zc 5.Por causa do pecado do povo. Deus é justo e não pode deixar o pecado impune. A ira de Deus arde contra eles e poucas pessoas serão deixadas (cf. tal des­ 2 truição mundial é possível. e su sp ira rã o todos os a legres de coração.2 para o estado da terra antes que . “A cidade vazia” (Heb. aca bou o ru íd o dos qu e p u la m 1 de prazer. 9 C om ca n ções não beberão vin h o. N V I brasileira] e ou­ tras bebidas alcoólicas) os fará sentir-se amargos em vez de alegres. 7 P ra n teia o m osto.3. “O mosto” (i.e. n in ­ g u é m j á p o d e entrar. todas as ca sa s fech a ra m . As videiras estão enfraquecidas e murchas. “A bebida forte” ( “Cerveja” [N IV inglesa. en fra q u ece a vid e.I I — 1 ). ou seja. A “festança” de 22. pois “os que habitam” naquela terra devem suportar a sua própria culpa. possivelmente genérico para as cidades do mundo ou da terra em vez de uma cidade específica) está sem habitantes e está demolida. O juízo não é arbitrário. eles têm que agüentar o fardo da sua própria culpa. Hoje.

12 N a cidade. A devastação deixada na cidade pelo juízo de Deus é horrível.) Todas as casas estão fechadas impedindo a entrada. É um quadro de desolação total. A cidade não é mais habitável e não há nenhuma proteção. Como o capítulo 2 4 é relacionado com os capítulos 13 a 23? 2. se foi. no m eio destes p ovos. qu an do está acabada a vin dim a. co m o a sa cu d id u ra da oliveira e co m o os rabiscos.Deus lha desse habitantes. e. 11 H á la stim oso cla m o r n a s ru a s p o r ca u sa do vin h o.6). 13 P orque será no in terio r da terra.IO). só f i c o u a desolação. inclusive a alegria da risada. As portas desoladas foram quebradas em pedaços. com estalidos. como as poucas azeitonas deixadas na árvore depois que eles batem os seus ramos ou as poucas uvas deixadas depois que os respigadores passaram pela vinha e pegaram o que os ceifeiros deixaram (c f 17. O remanescente deixado depois deste julgamento sobre o mundo será pequeno. “Toda a alegria”. A “cidade” é provavelmente coletivo para as cidades em geral (c f v. d e ster ro u -s e o g o z o da terra. Um cumprimento preli­ minar disto aconteceu quando Senaqueribe destruiu quarenta e seis cidades de Judá. Fora nas ruas —ou fora da cidade —há lamentação ( “lastimoso clamor”) por causa da falta de vinho. Toda a alegria que deleita os festeiros escureceu como quando o dia está findo. se quebra a p orta. Qual é o tempo do juízo mundial denominado no Novo Testa­ mento? . QUESTÕES DE ESTUDO 1. toda a a legria se escu receu .

o Deus de Israel. O que acontecerá a todos os que não se arrependerem e não retornarem a Deus? 4. “do mar”). Toda a humanidade precisa louvar e glorificar o único Deus ver­ dadeiro. m a s eu digo: em agreço. p o r ca u sa da g ló r ia d o S e n h o r cla m a r ã o d esd e o m ar. em a greço. 2 Cr 32. e em todas as partes da terra habita­ da. e eles bradam alegremente “desde o mar” (Heb. onde há um comando semelhante para se alegrar por causa do justo juízo de Deus. os p é r fid o s tratam p eifid a m en te.20.23).C. de Israel. Veja Apocalipse 18.14-23 14 E stes a lça r ã o a su a v o z e ca n ta r ã o co m a legria . O s brados de alegria vindos do Ocidente fizeram Isaías pedir aos povos que respondessem no Oriente glorificando o nome do SE N H O R nas ilhas e nas regiões costeiras.22. 13 P o r isso. ao n o m e do Senhor D eu s. que o povo reconheceu ter sido um juízo provocado pela soberania de Deus.. Em contraste com a falta de alegria entre os que estão sofrendo o juízo de Deus.3. ai de m im ! O s p é rfid o s tratam p e r fi d a m en te. A ocasião inicial dos brados de júbilo pode ter sido a morte de Sargão II em 705 a. . g l o r f i c a i ao SENHOR n os va les e nas ilhas do m ar. sim . Que cidade está arruinada? B. 16 D o s co n fin s da terra o u v im o s ca n ta r: g ló r ia ao J u sto . O Juízo Prepara para o Reinado de Deus em Jerusalém 24. o remanescente piedoso alça a voz por causa da majes­ tade do SE N H O R . miyyam. Outra ocasião pode ter sido a alegria de outras nações após a cura de Ezequias e a derrota de Senaqueribe (cf.

vem a canção: “glória ao Justo”.5 e 22 . e os fu n d a m e n to s da terra trem em . . (Compare a reação dele em 6. e o laço v êm sob re ti. Não é por acaso que os resultados do pecado os alcançarão (N ote a aliteração nas palavras hebraicas). O temor (Heb. O juízo de Deus trará uma mudança radical. Os profetas não eram pronunciadores incompassivos de juízo.18. 8. Con­ tudo. pachacfy. ou conjunto de armadilhas (Heb. de suas partes mais afastadas. os pecados do povo e a maldição terrível e o juízo sobre a terra e seus povos quebrantavam o seu cora­ ção (o Heb.I ).1 Não obstante. “asa”] da terra”. e a cova. ou seja. que descreve tentativas semelhantes de evasão que só vão de mal a pior. A traição e a deslealdade são de fato merecedoras de juízo. e o laço. quer dizer. O mesmo termo é usado a respeito do Servo Sofredor em 5 3 . pachat). como também no grande terremoto dos dias de Uzias (Am I . p o rq u e a s ja n e la s do alto se a b rira m . ele está chocado pelo que vê chegando.) Isaías conclui este pensamento descrevendo “as janelas do alto” se abrindo e os “fundamentos da terra” tremendo.19.4. kenaph.1 1.2). o laço o p ren d erá . Am 5. e o q u e su b ir da cova. tem notável aliteração nestes frases). pacb). (Cf. a cova (Heb. a Deus que revelou a sua justiça tanto no juízo como no perdão e restaura­ ção. Não haverá nenhum escape do juízo de Deus. o pensamento a respeito do juízo faz Isaías sentir intensa tristeza.1 1 (NASB). ó m o ra d o r da terra. “[Eu] emagreço” e “Ai de m im !” são expressões dos sentimentos de Isaías. Isto nos faz lem­ brar do que aconteceu no dilúvio na época de Noé (Gn 7 .) 17 O tem or.“Dos confins [Heb. estão esperando pelos habitantes da terra. M uito embora ele previsse os brados de júbilo futuros. 18 £ será qu e aquele qu e f u g i r da voz do tem o r ca irá na cova. Ele sabe que o juízo tem que vir antes da restauração e das alegrias mileniais. M as a visão do futuro não faz Isaías se alegrar.

3 15).19 D e todo se rá q u eb ra n ta d a a todo se m o v e r á a terra. E f 6. “os reis na terra”. p e r a n te o s s e u s a n ciã o s h a v erá g ló r ia . um longo tempo. dia do juízo do S e n h o r está vindo quando Ele castigará as forças satânicas. Isto também pode retratar a terra girando fora de sua órbita e sendo destruída. e serã o en cerra d os em u m cárcere. . e o s o l s e co r tfu n d ir á q u a n d o o SENHOR d o s E x ército s r e in a r n o m o n te d e S ião e em J e r u s a lé m . e os reis da terra sob re a terra.8). 22 E serã o a m o n ­ toados com o p r eso s em u m a m a sm orra . e furacões trarão juízo. Jd 6.1 — . e serã o visita d o s dep ois de m u ito s dias.17 . na q u ele dia. O 23 E a lu a se en v er g o n h a rá . o que mostra que o juízo é sobre a humanidade e sobre o presente sistema mundial iníquo. Terremotos. de todo se ro m p erá e de tod o v a cila r á a terra co m o o co m o a ch oça de n o ite. tornados.2 Deus criará um novo céu e uma nova terra (6 5. O mesmo juízo sobrevirá a todos em posição de grande autoridade. Ap 12.1 1 — 9. incapazes de controlar os seus próprios destinos.I). serão julgados e punidos. e a su a ela. nunca mais se levantará”. vacila. se rompe. em prisão.1 2. e. terra. como a estrutura temporária (ramos e esteiras ou estacas e toldos) instalada pelo fazendeiro da qual vigia o seu campo cultivado (c f 1. e balança —“como a choça de noite” sob o impacto do vento. 21 E será que. en tão. 20 D e éb rio e será m o v id a e rem o v id a tra n sgressã o se a g ra va rá so b re leva n ta rá . “De­ pois de muitos dias”. Ap 2 1. e ca ir á e n u n ca m a is se Cinco expressões enfatizam a severidade da terra estremecendo: A terra se divide. o SENHOR v isita rá os ex ército s do alto na altura. “os exércitos do alto na altura” (cf. temporais.1 1.7— 2 0 . Eles serão “amontoados como presos numa m asm orra” e serão mantidos em um cárcere. A trans­ gressão pesa tão gravemente sobre a terra que esta “cairá. move.

Quem gritará de alegria e por quê? 2. 19 95 ). 0 Juízo Prepara para Um Banquete Milenial 25. Isto antecipa a visão da glória de Deus que João viu em Apocalipse 4. exaltar~ te~ ei e lo u v a r e i o teu n om e•.3 Que esperança gloriosa os verdadeiros crentes têm! Q UESTÕES DE ESTU D O 1.29). M cKenna.4. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. 2 4 1. sim . 4 0 3. Que grupos serão castigados? CITAÇÕES 1 “Os pérfidos tratam perfidam ente. p o r q u e f i z e s t e m a ra v ilh a s. A visão a respeito do SE N H O R reinando gloriosamente inspira Isaías a louvá-lo. Isaiab 1-39. 1 9 9 3 ). 75. tu és o m e u D e u s . Eles estão envergonhados porque as pessoas os adoravam em vez de adora­ rem ao SE N H O R . que sozinho reinará “no monte de Sião e em Jerusa­ lém”. 1 9 7 8 ). 3 Stanley M .1— 12 2 Ó SENHOR. M t 24. The Prophets (P hiladelphia: Jewish Publication Society o f America. Ele reconhece o SE N H O R como o seu Deus de um modo . C. RJ: CPAD. H orton.A lua cheia e sol ficarão vermelhos de vergonha (cf. o s teu s co n selh o s a n tig o s sã o v e r d a d e e fir m e z a .9. 2 David L. onde “os anciões de algum modo representam a Igreja”. os pérfidos tratam perfidam ente” poderia ser traduzido como: “O incrédulo que agiu com incredulidade tem sido por seu turno tratado com perfídia”. N a presença dos anciões de seu povo a glória dEle será manifes­ tada (c f Êx 24. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro.10).

A presença de Deus já não o amedronta como o fez no capí­ tulo 6. u m a ru ín a . e sombra con­ tra o calor”. pois “o sopro dos opresso­ res”. O juízo de Deus fez de cidades ( “cidade” aqui é coletivo) um montão de pedras e inconquistáveis cidades fortificadas uma ruína. e da cid a d e f o r t e . violentas e hostis se arrependerão e temerão a Deus. necessitadas e desamparadas. cidades de nações poderosas. as nações violentas. é como uma tempestade que bate contra .pessoal. e elas nunca serão reconstruídas (cf. Os planos que Deus fez há muito tempo ( “conselhos antigos”) foram cumpridos por Ele. Agora ele exalta a Deus. 2 P orque da cid a d e fi z e s t e u m m on tã o de ped ra s. Sua proteção é necessária. Estes juízos preparam o caminho para vários resultados: “um povo poderoso” irá se arrepender e glorificará a Deus. e do p a ço d os estran hos. Deus também foi um “refúgio contra a tempestade. Isto nos fala que Deus irá derro­ tar todos os que se opõem ao seu propósito glorioso e justo. M l 1. louvando o seu nome por todas as coisas maravilhosas que Ele fez. 4 P o rq u efo ste a fo r ta le z a do p o b re e a fo r ta lez a do necessitado na su a a n gú stia . N a 1. refú g io con tra a tem p estad e e som bra con tra o ca lo r. Eles louvarão a Deus.9 para uma profecia semelhante contra Nínive. Os palácios fortificados dos estrangeiros não são mais as cidadelas que uma vez foram.8.3— para uma 5 profecia semelhante contra Edom). 3 P elo que te g lo r fí c a r á u m p o v o poderoso. onde eles pare­ cem estar oprimidos de todos os lados. e a cid a d e das n a ções fo r m id á v e is te tem erá. Deus está sempre preocupa­ do a respeito de pessoas pobres. reconhecendo que Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia”. p o rq u e o sopro dos o p ressores é co m o a tem pestade con tra o m uro. qu e não seja m ais cid a d e e ja m a is se to rn e a ed fica r.

signi­ fica pratos feitos com azeite de oliva). “será humi­ lhado” pelo S e n h o r . 6 E o S e n h o r dos E x ércitos dará.11. representa alta qualidade. com tu ta n o sg o rd o s e com vinhos p u ros.12. “Com tutanos gordos” ( “pratos gordurosos com tutano” — ARA . Isto pode indicar que a essência do significado de stimarím ( “coisas guardadas” ou “coisas preservadas”) está em mente. “tu humilhas. ou “vinhos nos abri­ gos” — K JV ). 5 C om o o ca lo r em lu ga r seco. Veja Jeremias 48. “Com vinhos puros” ( “o . “uma festa com animais gordos” (no Heb. literalmente “farta comida cheia de tuta­ no”. Como calor é minorado pelas nuvens. bem p u rifica d o s. O rico banquete. quer dizer. é uma palavra no hebraico (sfrmarim'). Este é um outro quadro do que está preparado para aqueles que vêm ao SE­ NHOR (c f 2 . takhnia.9). O mundo ainda tem muitas nações violentas e nós ainda precisamos da sua proteção. usualmente traduzida “abrigos” ou “sedimentos” de vinho. onde Moabe é comparado a sedimentos onde o gosto e o cheiro não mudaram. co m o se abranda o ca lo r p ela som bra da espessa n u vem . para os salvos de todas as línguas.uma parede. O juízo prepara para um banquete que acontecerá depois que Cristo retornar. tu abaterás o ím peto dos estra ­ nhos. as­ sim “o cântico dos tiranos”. Isto será um presente do S enhor —um grande ban­ quete milenial no monte S ião “a todos os povos”. Eles se tornam tão silenciosos quanto o calor em um deserto sem água. a todos os p o v o s u m a f e s t a com a n im a is gord o s. Ap 7. tu subjugas”) os brados orgulhosos de guerra. “Com carnes suculentas” —N V I). dos cruéis. “Vinhos puros” ( “vinho envelhecido” —N V I. u m a festa com vinhos p u ro s. o “ím peto” dos exércitos estrangei­ ros que se opõem a Ele. assim o câ n tico dos tira n os será hum ilhado. tribos e nações (cf. dos violentos. implica o melhor tipo de nutrientes. Deus derrota e silencia (Heb.2 -4 ). neste m onte.

Para aqueles que vierem ao monte Sião. 7 E destruirá. to­ dos os que o aguardavam (Heb. ou “coberta” (A R A ). “aguardaram esperançosa­ mente por Ele”) terão um testemunho maravilhoso. Ap 21.. “enxugará. naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso D e u s a quem aguardávamos. Então não haverá mais nenhuma morte. SI 22 . as lágrimas de todos os rostos” (cf. como um Pai amoroso. Isto faz referência à obra de Cristo e a restauração que virá quando Ele retornar para estabelecer o seu reino milenial. Isto será possível porque Ele “tirará o opróbrio do seu povo”. Isto inclui não só Israel que voltará ao SENHOR. que obscurece ou é tecido sobre os povos e nações pode se referir a tudo o que impede os povos de verem a glória de Deus. e muitas lágrimas devido aos assírios terem levado mais de duzentos m il cativos e os transplantado em outras terras.26— 29). e ele nos salvará. A “máscara do rosto”.melhor vinho” —N V I) significa que eles são filtrados ou refinados. exultarem os e nos alegraremos. Ou pode se referir a um véu que representa lamentação pelo pecado e seus tristes resultados que afe­ tam até mesmo o inocente. q iw w in u lo. Deus irá destruir essa coberta ou máscara.54. Isaías olha à frente para o cumprimento da promessa de Deus de que “aniquilará a mor­ te” na vitória. . porque o SENHOR o disse. na sua salvação. Havia muitas mortes causadas pela Assíria nos dias de Isaías. e Deus.. a máscara do rosto com que todos os povos andam cobertos e o véu com que todas as nações se escondem. e assim enxugará o Senhor eová as lágrimas de todos os rostos. 9 E.4). J s Aniquilará a m orte para sempre. mas os povos de todas as nações (c f . neste monte. não que sejam alcoólicos. o dia da restauração do reino pelo SENHOR. este é o Senhor . e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra. Deus reservou bênçãos maravilhosas para aqueles que são fiéis (cf. “E naquele dia”. a quem aguar­ dávamos. I Co 15.

m a s o SENHOR abaterá a su a altivez. como algo inútil. Eles não podem adquirir liber­ tação dos seus pecados e culpas nadando no monturo. co m o as esten d e o n a d a d o r p a ra n a dar. co m o se trilha a pa lh a no m on tu ro. . e aqui representa todos os inimigos de Deus. A comparação de nadar no monturo indica que Moabe. SE N H O R ( c f . O Espírito “des­ cansará”. e d e r r ib á -la s -á p o r terra. Deus derrubará e demolirá as fortalezas nas quais M oabe confi­ ava. 12 E a b a ix a rá as altas fo r ta le z a s dos teu s m u ro s e a b a tê-la s-á . não os salvará. (Cf. que re­ presenta o mundo pecador e os inimigos do povo de Deus. significa o poder do S e n h o r . é freqüentemente paralelo ao Espírito do S e n h o r .T t 2. quer dizer. M oabe será “trilhado debaixo dele” como palha no monturo. M oabe aparentemente se aliou com a Assíria nos dias de Isaías e pode ter sido usado pela A ssíria contra Judá. Deus derrubará todas as defesas que os seres humanos erigiram contra Ele. arrogante e adúltero povo de M oabe nos caps.13). I Co 1. Moabe freqüentemente causava perturbações a Judá e a Jerusalém (2 Rs 13.v. continuando com as suas práticas pecaminosas. 15 e 16.9.8 . A altivez deles será abatida. Ele se estabelecerá para ficar. quer dizer.10. e “a perícia das mãos deles”.20). I 10 P orque a m ão do SENHOR descan sará neste m on te.7. Em Ezequiel. a té ao pó. 2 T m 4 . ou as riquezas ganhas pelas habilidades humanas. o juízo sobre o ímpio. O povo de Deus nunca terá que se preocupar ou estar novamente com medo. a p esa r da p erícia das su a s m ãos. tentará se salvar.) S en h o r” “A mão do 11 E M oabe esten d erá as su a s m ã os p o r en tre eles. Em con­ traste com Sião. mas seus esforços serão fúteis. quer dizer.6). m a s M oabe será trilhado debaix o dele.1N o juízo futuro. Eles todos se alegrarão na salvação do Ts 1.

Ele é suficiente.1-27. A H istory o f Ancient Israel and Judah (P hiladelphia: W estm inster Press. 3 5 9. a que D eu s p ô s a sa lva çã o p o r m u r o s e an tem uros. se en to a rá este câ n tico n a terra de J u d á : U m a f o r t e cid a d e tem os. . Ele prote­ gerá o seu povo. Pelo que Isaías louva o Senhor? 2. 0 Juízo Prepara para Restauração e Paz 26.QUESTÕES DE ESTUDO 1. M axw ell M ille r e John H . permitindo vigiar a face externa da muralha e atirar contra os assaltantes que tentam escalá-la. Veja J. ou bastiães (parte da fortificação que avança e for­ ma ângulo saliente. baluarte).I -II . O que Deus fará para todos os povos da terra? 3. H ayes. D. 19 86 ). O cântico é uma canção de louvor que prepara Jerusalém para a sua transformação em uma cidade de paz à medida que Deus cumpre o seu propósito remidor. Qual é o objetivo da menção de Moabe? CITAÇÕES 1 M oabe declarou sua lealdade à Assíria e aparentemente enviou soldados para que acompanhassem Senaqueribe na sua marcha contra Judá.13 I. “Naquele dia” refere-se ao dia milenial por vir quando Judá e Jeru­ salém terão um cântico dado por Deus para cantar. O que Deus fará pelo seu povo e como este responderá? 4. A sua salvação será melhor que muros físicos e “antemuros” ( “ba­ luartes” —A RA ). N aquele dia. UM CÂNTICO QUE EXPRESSA CONFIANÇA 2 6 .

Um a antiga expressão de fé. p o rq u e o S enhor D eu s é u m a roch a etern a. . YahweF) chama a atenção para a fidelidade de seu nome e caráter de guarda da aliança. fiéis e de confiança). A figura do S E N H O R como uma “rocha” não só fala de força. 3 Tu co n serv a rá s em p a z aq u ele cu ja m en te está f i r m e em ti. A cidade será preparada por Deus para o seu povo. que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte” (T g 1. Nossa fé e confiança no SE N H O R devem ser contínuas. segurança e permanência (veja 17. e a d errib a rá a té ao pó. Aqui.2 A bri as portas. 5 P orque ele abate os q u e habitam em lugares sublim es. No meio das dificuldades e estresses. q u e observa a verdade. p a ra qu e en tre nela a n a ção ju sta . g oi) é freqüentemente usada a respeito dos gentios. Eles crêem e não duvidam —pois o que duvida “é semelhante à onda do mar. A palavra “nação” (Heb. Yah. e a cida de ex a lta da h u m ilh a rá a té ao chão. ou guarda. a verdade (ou. Deus provê “paz” perfeita (Heb.6). ou confiança. Deus os conservará em verdadeira paz (inclusive bem -estar espiri­ tual). p o rq u e ele co r fia em ti. significa qualquer pessoa que está correta com Deus.10). repetido para en­ fatizar a autenticidade da paz). impulsos e tendênci­ as) são inabaláveis e constantes porque a sua confiança está em Deus. O profeta pede que os portões sejam abertos para “a nação justa” que observa. não é suficiente. Os que têm firme confiança em Deus pedem aos outros para con­ fiar “no SE N H O R perpetuamente”. Força eterna e pro­ teção fazem parte da sua própria natureza. 4 C o n fia i n o SENHOR p erp etu a m en te. O termo duplo “Senhor Deus” (Heb. sbalom shalom. mas de proteção. Ele não fracassará porque Ele é “uma rocha eterna”. coisas verdadeiras. cujas mentes (incluindo pensamentos.

Quer dizer. Isto não significa que nós nunca tere­ mos dificuldades. problemas. no teu s n om e e na tu a m em ó ria está o desejo da n ossa alm a. mas Deus nos vê através deles. <A té no ca m in h o d os teu s ju íz o s. Ele fará ao orgu­ lho de todas as cidades exaltadas do mundo. Tudo o que nós precisamos fazer é andar com Ele. Ele é ativo. justo e direto para a sua meta. Eles também querem ver a sua natureza guardada na memória. Isto também é um desejo para vê-lo em manifestação pessoal. ou lutas. O SE N H O R que é o “Deus Justo” faz o caminho “plano”. um triunfo que eles não poderiam alcançar por si próprios. Os que estão aguardando esperançosamente pelo SE N H O R . O que Deus fez derrubando o orgulho de M oabe e deixando suas cidades em total ruína. 6 O p é a p isa rá : os p és dos a flitos e os p a sso s dos pobres. Ele abre um caminho quando parece não haver nenhum caminho. O desejo pelo nome do SE N H O R é um desejo para ver a sua natureza e caráter manifestos. as suas revelações passadas a respeito de quem Ele é. “decisões”). confi­ ando nEle. no prumo. Isaías agora se volta para o tempo de esperar pelo SE N H O R . O caminho do “justo” (os justos com Deus) é um caminho todo plano. 7 O ca m in h o do ju s t o é todo p la n o . SENHOR. mishpatekha. andando no caminho dos seus “juízos” (Heb. O juízo deve preparar o caminho para a restauração. ou que eles são fiéis no meio dos juízos que estão come­ çando a vir sobre a terra. Embora o povo de Deus esteja “aflito” (oprim ido) e “pobre” (de­ samparado e insignificante). te esperam os. livre de obstáculos. ele entrará em triunfo sobre as ruínas que Deus vai ocasionar.Deus não somente é uma rocha. . tu reta m en te p esa s o a n d a r do ju sto . Deus o faz ordenadamente. Isto pode significar ou que eles vivem em obediência à sua palavra.

Ap 15. até mesmo quando Deus lhes mostra gracioso favor e bondade.4). a tu a m ã o está ex altada. m a s n em p o r isso a vêem .9 C om m in h a alm a te desejei de noite e. Contudo. A m u d an ça p ara a p rim eira p essoa do sin g u lar m o stra que o p ro ­ feta teve esse m esm o desejo em expectativa igu alm en te “de n o ite ”. Isto terá seu futuro e cumprimento mais completo depois dos juízos da Grande Tribulação (cf. p o r ém c o n fu n d ir -s e -ã o p o r cau sa do z elo qu e ten s do teu p o v o . m ad ru garei a b u scar-te” in d ica as p ro ­ fu n d id ad es in terio res do seu desejo p elo SENHOR. onde a verdade de Deus é evidente. 10 A inda qu e se m o stre f a v o r ao ím pio. o ímpio não está pronto para aprender “a justiça”. os m o ra d o res do m u n d o ap ren d em ju stiça . “Os teus juízos na terra” são a motivação para fazer isto. v ê-la -ã o . p orq u e. praticando a iniqüidade e recusando reconhecer “a majestade do S en h or ” . ha ven do os teu s ju íz o s na terra. . O SENHOR erguerá a sua mão para agir. a té na terra da retidão ele p ra tica a in iq ü id a d e e não atenta p a ra a m a jesta d e do S e n h o r . Ele quer que o zelo de Deus pelo seu povo seja visto e quer que o fogo santo de Deus devore os seus inimigos (que também são os inimigos do povo de Deus).1 “M adrugarei a buscar-te” inclui a idéia de buscá-lo freqüente ou constantemente. ou seja. A frase “com o m eu espírito . que está d en tro de m im . n em p o r isso a p ren d e a ju s tiç a .. 11 S e n h o r . m a d ru g a rei a h u sca r-te.. com o m eu espírito. eles ainda agem injustamente. muito embora o ímpio não possa ver quão retos e justos eles são. e o f o g o co n su m irá os teu s adversários. Mas Isaías clama a Deus para deixá-los ver ( “Que vejam”. “Em uma “terra da retidão”. e o testemunho de obedientes buscadores do SENHOR se torna um modo por meio do qual os habitantes da terra “aprenderão justi­ ça”. N V I) de modo que eles se­ jam confundidos ou envergonhados. Os juízos de Deus são necessários. para trazer juízo. mas eles “nem por isso a vêem [reconhecem]”.

“Outros senhores” incluíam faraó e os várias governantes que do­ minaram . Deus tem feito tudo por eles. Israel durante o tempo dos juizes.2 M as o povo honra a Deus somente. 14 M orren d o eles. Ele os lançou para “todos os confins da terra”.fa lecen d o . A sua salvação é totalmente obra sua. 13 Ó S e n h o r . S enhor . a u m en ta ste esta gen te. tu n o s d a rás a paz.2. 13 Tu. e fez a memória deles ser apagada. p o r ti só. e eles não ressuscitarão. o u tro s sen h ores têm tido dom in io sob re nós. n os lem b ra m os do teu nom e. Esses antigos senhores se consideravam deuses. Em contraste com o juízo sobre o ímpio. D eu s nosso. ou serão levantados com os justos. Deus designará a paz para o seu povo e a estabelecerá.1 2 -2 7 . os visitaste. e os destruiu. Ou seja.1 12 SENHOR. SÓ DEUS É DIGNO DE SER HONRADO 2 6 . m as. que governarão e reinarão com Cristo durante o M ilênio. mas eles eram ape­ nas homens —e eles “não tornarão a viver”. tu a u m en ta ste esta gen te. Eles são espíritos mortos no Sheol. Deus os visitou com juízo. e destru íste. Ê para a sua glória que Deus aumentou a nação ( “aumentaste esta gente”). fiz e s te -te g lo r io s o . não ressu sci­ tarão. pa ra todos os co n fin s da terra. p o rq u e tu és o que fiz e s te em nós todas as n ossas obras. Agora todo o remanescente piedoso em Judá confessa o que Deus tem feito por eles. não to rn a rã o a v iv er. Deus é o Senhor da história e tem sido fiel e tem feito o seu povo guardar o seu nome na memória como o seu único verda­ deiro Líder. p o r isso. m a s longe os lançaste. Quem honra o nome e a memória do faraó do Êxodo? Os estudiosos discordam até mesmo sobre a identidade desse particular faraó. Ele os . e apagaste toda a sua m em ória.

mas por causa de quem Ele é. qu an do está p r ó x im a a su a hora. v ó s qu e habitais no pó. a ssim f o m o s nós p o r ca u sa da tua fa c e . d erra m a ra m a su a ora ção secreta. Deus os disciplinou e os trouxe de volta a Si mesmo. eles têm clamado como uma mulher nas dores agudas de parto. Eles quase não podiam sussurrar. mas como fizeram uma oração como um sussurro ( “oração secreta”). na própria época de Isaías. Então eles verdadeiramente reconhecerão a glória de Deus. e os governantes do mundo. nenhum bom resultado —só vento. tem d o res de p a rto e dá g r ito s n a s su a s dores. despertai e ex u ltai. (Houve alguma expansão do território de Judá nos dias de Isaías. 19 O s teu s m o rto s viverão. mas Isaías olha para o futuro para algo muito maior por ocasião do Milênio. Isaías “lembra” ao SENHOR de como os israelitas buscaram a Deus em tempos de dificuldades. Quando uma criança nasce a dor se transforma em alegria. livra m en to não tro u x em o s à terra.aumentou não por causa de quem os israelitas são. Por causa dos juízos dEle. v in d o sob re eles a tua co rre­ ção. ó D eu s. .C. no aperto. não caíram. n em ca íra m os m o ra d o res do m un do. Isto acontecia repeti­ damente durante o tempo dos juizes. ele e seu povo têm suportado sofrimento na presença do SENHOR.) 16 SENHOR. M as no sofrimento do seu povo não houve nenhum nascimento. os teu s m o rto s ressu scita rã o. m a s isso não f o i sen ã o v en to . Também aconteceu em uma revolta frustrada d e 7 I 2 a 7 I I a. apenas dor. ó Se n h o r ! Agora.12 ). Deus trataria dos assírios a seu devido tempo (1 0. os assírios. nenhuma salvação na terra. p o rq u e o teu orvalho. e a terra la n ça rá de si os m ortos. 18 B em con ceb em os nós e tiv em o s dores de parto. mas esse tempo ainda não tinha chegado. será co m o o orva lh o das erva s. 17 C o m o a m u lh er g rá v id a . te visita ra m . Não houve nenhuma liberta­ ção.

16.2). a morte não significa o fim. 20 Vai.10. até que o juízo “passe”.24). pois. quando as sepultu­ ras na terra se abrirem e os mortos se levantarem (cf. os mortos que pertencem ao S E N H O R ( “os teus mortos”) vive­ rão. até que pa sse a ira. uma planta sensível à luz. Jó 19. Fp 3.12. eles esperavam em Deus para guiálos nesta vida com o seu conselho e posteriormente levá-los para a glória do céu. Isto fala de uma abundância de vida aqui.Em contraste com os ímpios que são derrubados “até ao pó” (v.17). Dn 12. Semelhante a Salomão. literalmente “passe sobre” (a mesma palavra usada por ocasião da Páscoa em Ex 12. Isaías espera o seu corpo morto se levantar com eles. é traduzido me­ lhor aqui como “luzes” (margem da NASB). significando uma abun­ dância de luz que vem quando o sol da manhã aparece sobre o hori­ zonte.5). Dn 12. p o v o m eu .28. Para o povo de Deus.26. esco n d e-te só p o r u m m om en to. Como Asafe ( S I 73. Haverá uma chamada para o povo de Deus despertar e exultar de alegria ( “despertai e exultai”). I Co 1 5 .21.2). “Orvalho” é simbólico e diz respeito à bênção e favor de Deus. eles esperavam que o caminho de vida os conduzisse para o lugar acima para os sábios (aqueles que temem e adoram ao S e n h o r ) a fim de evitar o Sheol embaixo (quer dizer. IT s 4. Jo 5. mas a linguagem é muito individualista aqui. Porém.5 0 -5 3 . Como Davi ( S I 23. eles já tinham uma esperança de morar para sempre na casa do S e n h o r .2. Em 2 Reis 4.2 e indicariam assim estar no céu durante o tempo .39 “ervas” se refere à malva ÇMalva rotundifolía ). SI 16. Alguns aplicam isto à restaura­ ção nacional de Israel (como em Ez 36 e 37). M as agora a chamada é para o povo de Deus entrar nos seus quartos e fechar a porta “por um momento”. inferno).29.6). A expressão “orvalho das ervas” é a mesma na KJV A versão ARA indica “orvalho de vida”. Os quartos são tidos por alguns como sendo os mencionados por Jesus em João 14. entra nos teus qu artos e fech a as tuas p orta s sobre ti.23). M as a profecia de Isaías acrescenta uma outra espe­ rança —a esperança de ressurreição (cf. As portas serão abertas naquele alegre dia milenial (v.

Isaías viu um dia no porvir quando Deus os “castigará com a sua dura espada. . O “m ar” neste caso refere-se ao rio Nilo. Estas três nações eram as principais inimigas de Israel nos dias de Isaías. isto parece referir-se à Babilônia no rio Eufrates. Um exemplo disto é o juízo sobre os assírios. O castigo deles é um antegosto do castigo completo por vir sobre todas as nações ímpias durante a Grande Tribulação no fim dos tempos. ou “a arrogante”. Como a “serpente veloz”.6. 30.9). “Leviatã” é um termo usado a respeito de várias criaturas do mar ou monstros dos rios. Nada estará oculto de Deus. 21 P orque eis que o SENHOR sa irá do seu lu ga r p a ra ca stiga r os m o ra d o res da terra. tannin) é paralelo a Raabe. isto parece referir-se à Assíria nas margens do rio Tigre. O “dragão” ou monstro (Heb. que não durará muito tempo. um nome para o Egito (cf. grande e forte”.26) e o crocodilo (Jó 4 I . a serp en te veloz. Como a “serpente tortuosa”. onde Jesus instrui os seus ouvintes a como orar “em secreto” (A R A ). A terra cooperará por descobrir o sangue e os corpos dos mortos. por causa da sua iniqüidade”. Juntas elas são representativas de todos os inimigos que são contra Deus e o seu povo. g r a n d e e fo r te . A razão para que o povo de Deus feche as suas portas (e assim se aproximando do S e n h o r ) é que Deus virá “para castigar os morado­ res da terra. Aqui parece indicar que o povo de Deus escapará da terrível ira e juízo de Deus (cf. a serp en te tortu osa. 1 N aquele dia. e o leviatã. “a aflita”.7).I ). por toda a sua desonestidade e transgressão. I Ts 5. tais como a baleia (SI 104. o Senhor ca stiga rá com a su a d u ra espada.do juízo. A repetição enfatiza o caráter sobrenatural do castigo. e a terra des~ co b rirá o seu sa n gu e e não en co b rirá m a is aq u eles qu e fo r a m m ortos. o leviatã. Outros comparam isto a M ateus 6. p o r cau sa da su a iniq ü idad e. e m a ta rá o dragão qu e está n o mar.

Deus agora não tem nenhuma ira ou ressentimento contra esta vinha. “vinho que está es­ pumando à medida que fermenta”.3. a rega rei. 3 Eu. sim . U m Segundo Cântico da Vinha 27 . qu em m e p o ria sa rça s e esp in h ei ros dia n te de m im na g u e r r a ? Eu iria con tra eles e ju n ta m en te os qu eim aria. O SE N H O R 4 N ão há in d ign a çã o em m im . (Alguns manuscritos Heb. O seu amor fiel tem esperado até que Israel ponha a sua confiança nEle. p a ra qu e n in gu ém lhe f a ç a dano. can tai-lh e. Deus os convida a vir a Ele para refúgio ( “que se apodere da m inha força” —literalm ente no Heb. ISRAEL FERIDO PARA QUE POSSA DAR FRUTO 2 7 . a cada m om en to. porém. que f a ç a p a z com igo. Em contraste com a vinha do capítulo 5. trazem chamar. “que se . h a verá u m a vin h a de vin h o tinto.2— 6 2 N aquele dia. em contraste com as uvas bravas da vinha no capítulo 5.12 e em Amós 5 . o SENHOR. provisão e pro­ teção são contínuos.1 1. de n oite e de dia a gu a rd a rei. a g u a r d o e. Isto pode significar que Ele purificará o seu povo.4) que estão contra Deus. 3 O u que se ap od ere da m in h a f o r ç a e fa ç a p a z com igo. Se sarças e espinheiros aparecerem. “Naquele dia” olha à frente para o que Deus fará no futuro dis­ tante. é o guardião da vinha. Ele os arraigará e os queimará. isto não se ajusta à idéia de um vinhedo. Esta é uma vinha de beleza e delícia. N em tudo é desesperança para as “sarças e espinheiros” (v.2 -1 3 a. A expressão “vinho tinto” ( “frutífera” —N V I. O seu cuidado. “deliciosa” —A R A ) é traduzida como “desejá­ veis” em Isaías 32. Este é um outro cântico da vinha.) Este produz uma boa colheita de uvas doces.

Deste modo nós temos um cumprimento da promessa a Abraão em Gênesis 12. Podemos ir a Deus como a um Pai amoroso e Ele cuidará de nós. Como resultado.coloquem sob a m inha proteção”). 2 Nos dias do reino m ilenial por vir. O caminho da salvação está sempre aberto.3. 6 D ia s v irã o em q u e J a có la n ça rá raízes. A Culpa de Jacó a Ser Expiada 27. até mesmo para os que parecem como desagradáveis e irritantes sarças e espinheiros. b. Ele quer que todos os adversários se arrependam e façam paz consigo.7— 13 7 P o rven tu ra . Não im porta como eles falharam ou com que freqüência se desviaram do S E N H O R . f e r i u . um lu ­ gar de refúgio. porventura Deus já os feriu do modo que feriu os seus inimigos.o ele co m o f e r i u aos qu e o fe r ir a m ? O u m a to u -o ele a ssim co m o m a tou aos qu e p o r ele f o r a m m o rto s? Relembrando a história de Israel. Jacó. Deus sempre deixou uma sobra de seu povo Israel. a qual também é o mais ilustre Filho de Davi tornará isto possível. que teve a sua origem em Jacó. broto. flor e fruto —é formosamente desenvolvida. o suplantador e enganador. e flo r e s c e r á e brotará Isra el. O fruto pressupõe a justiça que influenciará a outros. será transform ada e será como uma videira cuja totalidade das partes —raiz. por exemplo. foi transformado quando lu ­ tou com o anjo e recebeu o novo nome de “Israel” (Gn 3 2 . o modo com o qual Ele subm ergiu todo o exército egípcio no m ar Vermelho? Porventura Ele já os matou do modo que matou os 185. o mundo inteiro será abençoado por seus “frutos”. a nação de Israel. como um lugar seguro. Ele foi gracioso para com eles e os amou. a mais excelente Se­ mente de Abraão.2 4 — 8 ).000 homens do exército de Senaqueribe? A resposta é não. Deus restaurará a Israel e o fará prosperar. e en ch erão de f r u t o a f a c e do m un do. Ele ainda procede assim. como. Como os capítulos 9 e I I mostraram. .

o trataste” —A R A ) traduz uma palavra hebraica usada só aqui e provavelmente significa “enxotando” ou “espantan­ do”. como uma rajada de “vento leste” do deserto. Ezequias pôs fim à falsa adoração (2 Rs 18. “Com m edida contendeste” ( “Com x ô! xô! . Parte disto envolverá a remoção da falsa adoração. mas lidar com eles de certo modo que os trouxesse de volta a Ele. e a li se deitarão. 10 P orque a cid a d e f o r t e está solitária. e d evora rã o os seu s ram os.. Os juízos de Deus sobre Israel no passado foram severos. e este será todo o f r u t o de se h a ver tira do o seu p eca d o. O propósito de Deus nunca foi destruí-los completamente. Os assírios sob o comando deTiglate-Pileser III. p a sta rã o os bezerros.s C om m ed id a co n ten d este com ela qu an do a rejeitaste. As “pedras do altar” que são “feitas em pedaços” ou podem ser alta­ res para a falsa adoração ou podem representar o antigo sistema sacrificial que será anulado. ali. assim os postes-ídolos a Asera (símbolos da ado­ ração de Asera. Alguns comentaristas entendem “a cidade forte” como signifi­ cando Jerusalém.. ele a tiro u co m o seu v en to fo r te . mas nesta conexão este termo é provavelmente um . De­ pois Senaqueribe levou o povo de Judá para o exílio. 9 P or isso. u m a habitação rejeita d a e ab andon ada co m o u m d eserto. no tem po do v en to leste. q u a n d o ele f i z e r a todas as p ed ra s do a lta r co m o p ed ra s de ca l f e i t a s em pedaços. que incluía prostituição) e os altares de incenso “não poderão ficar de pé”. e depois sob o de Sargão II.4). O amor e cuidado de Deus por seu povo inclui disciplina e sofri­ mento. levaram os habitantes do reino norte de Israel para o exílio. se ex p ia rá a in iq ü id a d e de Ja có . Ele irá lidar com eles de forma que “se expiará a iniqüidade de Jacó” e o seu pecado será tirado. os bosques e as im agen s do so l não p o d erã o f i c a r em pé. Eles foram o “vento forte” de Deus. Só então poderia Israel se tornar a vinha agradável e frutífera do versículo 2.

na q u ele dia. 12 E será. um ajunta­ mento do trigo bom. N ada será deixado deles (cf. quando os ramos se secarem e forem que­ brados. M uito embora Deus os tenha criado. z1 Q u a n d o os seu s ra m os se secarem . porque de tal modo entorpeceram as suas mentes e corações que até mesmo a sua graça salvadora não os al­ cançou. Nas cidades desertas. Deus trará uma colheita. Ap 16.19). os quais só não estão secos na estação chuvosa] do Egito” (o vadi El-Arish na borda do Egito). ó f i lh o s de Israel. as mulheres virão e usarão os galhos para fazer fogo. “Naquele dia”. aq uele qu e o f e z não se co m p a d ecerá dele e aquele qu e o f o r m o u não lhe m o stra rá n en h u m fa v o r . Eles não tinham nenhum entendimento de Deus. os lugares seguros dos inimigos de Deus e do seu povo. não tendo nenhuma percepção das verdades espirituais ou dos ca­ minhos de Deus. p o r isso. conquanto Deus os tenha formado com o cuidado como o de um hábil oleiro. 25. isto é. p o rq u e este p o v o não é p o v o de en ten d i­ m en to. também será trazida a restauração.coletivo para as cidades deste mundo (cf. de modo que “ali pastarão os bezerros” onde eles estiveram. e vós. Embora a intenção de Deus seja restabelecer a nação de Israel. Ele ajuntará “desde as correntes do rio [Eufrates]. o Dia do Juízo. qu e o SENHOR p a d eja rá o seu f r u t o desde as co rren tes do rio a té ao rio do E gito. sereis colh id os u m a um .2). Aque­ les que são deixados após o juízo são pessoas sem “entendimento”. As suas defesas não os salvarão do juízo de Deus. a partir da área total que uma vez foi dominada por Salomão nos dias da sua grandeza. Ele “não lhes mostrará nenhum favor”. debulhando o grão da palha. v in d o as m u lh eres. até ao rio [vadi —denominação árabe dos leitos de riachos interm i­ tentes do norte da África e do Oriente Próximo. Ele também estará inte­ . serã o quebrados. os acenderão. O verdadeiro povo de Israel será recolhido um por um e será recolocado na terra.

“um por um” (cf. Is 2. Que juízos estão a ponto de alcançar Israel? 8. Deles virá não só Israel. qu e se toca rá u m a g r a n d e trom beta. Estes dois países representam todos os lugares no mundo onde Israel sofre.26? A Salmos 16. Que esperança é dada ao remanescente futuro? . O que acontecerá aos opressores de Israel? 4. Quais as razões que Isaías concedeu para que buscassem o Se­ nhor? 3. mas outros que irão adorar ao S e n h o r (cf. Como 26. as parábolas de Jesus a respeito da Ovelha Perdida. 13 E será.2 ? 5. naqu ele dia.3). em Lucas 15). QUESTÕES DE ESTU D O 1. Como o cântico profético de 27. Isto também fará com que os exilados no Egito venham e adorem “ao S E N H O R no monte santo. da Dracma Perdida e do Filho Pródigo.ressado a respeito da salvação de cada indivíduo. em Jerusa­ lém”. hostilizado e perecendo na Assíria.10? A Daniel 12. em Jeru sa lém .19 se relaciona a Jó 19. A Assíria era o lugar onde os exilados de Israel estavam nos dias de Isaías. embora o Egito tenha sido o lugar da escravidão deles nos dias de Moisés. “U m a grande trombeta” será tocada.2— é diferente do cântico da 6 vinha no capítulo 5? 7. Que lições do cântico podem ser aplicadas aos nossos dias? 2. Ela chamará o povo de volta à casa para adorar —o povo que está desterrado.2. O que o leviatã simboliza? 6. e os qu e a n davam p erd id o s p ela terra da A ssíria e os qu e f o r a m desterrad os p a ra a terra do E gito to rn a rã o a v i r e ad orarã o ao SENHOR n o m o n te santo. sem lar.

Stanley M . ed. M as a coroa está enfraquecendo. “dom inados”) pelo vinho. Eles imaginam que são inconquistáveis e que o seu poder e posição lhes dá o privilégio de se satisfazerem. O o rg u lh o que os co n d u z iu a se diver tir d eix a-o s despreparados para o juízo que está para vir. 1996).2 4 7 . 2 Alguns comentadores acreditam que Isaías estava se referindo a reis atuais como T iglate-Pileser III e Sargão II.1-29 a. 2 4 6 . AI DE EFRAIM 28. Os líderes estão “vencidos” (H eb. H orton. como a bonita cidade de S a­ m aria está em um a colina íngrem e sobre a cabeça de seu fértil vale. a coroa de um vencedor. balume. Os seus líderes estão bêbados em um banquete que honra a Sam aria como uma “coroa”. rev.I-33. “A Criação do Universo e da H um anidade” em Teologia Sistemática. O livro de Isaías agora retorna ao tempo antes de a Assíria ter conquistado o reino norte de Israel e tomado Sam aria em 72 2 a. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le d os v en cid o s do vinho.1 A palavra profética de Deus para o reino norte de Israel é que este está maduro para o juízo. O “A i” os adverte. (R io de Janeiro.Os Seis Ais 28. ed. R J: CPAD.I I. Tanto a em briaguez . Os Líderes Bêbados 28 .CITAÇÕES 1 T im othy M unyon.1— 8 1 A i da coroa de soberba d os bêbados de B fra im } cu jo g lo r io so o rn a m en to é co m o a f l o r qu e ca i.C . E. O reino norte é chamado de “Efraim” porque Efraim era a sua principal tribo.

e o engole. ela o colhe. Ele não adiará o juízo. A vinda do exército assírio sob o comando de Salmaneser é comparada tanto à violenta destruição de uma chuva de pedras ( “queda de saraiva”) como a uma inundação. u m a to rm en ta de d estru içã o e com o u m a tem p estad e de im petu osas á gu a s q u e tra n sb ordam .II-I7). a coroa. v io len ­ ta m en te a d errib a rá p o r terra. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le será co m o o f i g o a n tes do verão.C. Is 5. A Assíria cumprirá o juízo de Deus sobre Samaria. 3 A coroa de soberba dos bêbados de E fraim será pisa da aos pés. v en d o o a lgu ém e ten d o -o ain d a na m ão. o homem “valente e poderoso” que o SE N H O R usa­ rá é a Assíria. Ironicamente. Samaria é comparada primeiro a uma flor caída. Tão logo uma pessoa veja tal figo. “será pisada aos pés”. Ironicamente. o SENHOR dos E x ércitos será p o r coroa g lo r io sa e p o r g r in a ld a f o r m o s a p a ra os resta n tes de seu p o v o . e não restará nada de Samaria. 2 E is que o SENHOR m a n d a rá u m hom em v a len te e p od eroso. o estoura na sua boca. 5 N aquele dia. 4 E a f l o r caíd a do seu g lo r io so orn a m en to. O p ró p rio SENHOR se to rn a ­ rá a coroa de u m vencedor glo rio so e u m a g rin a ld a b o n ita ou diad em a . clepoís a um figo maduro colhido antes do verão. que. N ovam ente Isaías o lh a p ara o d ia m ile n ia l futuro com o um co n­ traste co m a presente situação de Israel. E exatamente como Deus diz. Israel será completamente derrotado.como o orgulho inebriado dem andam o juízo de Deus (cf. um símbolo de vitória —a coroa do vence­ dor —e um símbolo do orgulho dos bêbedos de Efraim. co m o u m a queda de saraiva. o engole. Esta profe­ cia foi cumprida quando Salmaneser sitiou Sam aria por três anos e a cidade caiu em 72 2 a.

Ele também será a força para os que levam a batalha aos portões da cidade do inimigo (ou o significado pode ser os que nos portões de suas próprias cidades as defendem do inimigo). 8 P orque todas as su a s m esa s estão cheias de v ô m ito s e de tmun~ dícia.18). dará a sua força para habilitar a todos os que serão juizes ou governantes para fazer o que é certo. Estes mensageiros . de modo que cometiam erros nos seus julgamentos (c f Am 4. Aqueles que têm o SE N H O R como a sua força substituirão os governantes.2 M ais provavelmente. sacerdotes e profetas anteriores. Eles estão cambale­ ando embriagados para a destruição. 25. d esen ca m in h a m ~ se p o r ca u sa da b eb id a fo rte.10. Isto pode retratar Sam aria como no versículo I. eles estavam cheios de vinho e outra bebida fermentada (Lv 10. isto dá um passo à frente a um tempo posterior em uma mesa de banquete onde os líderes do partido da guerra em Jerusalém estavam celebrando o retorno de mensageiros ao Egito. a té o sa cerd ote e o p ro feta erra m p o r cau sa da b eb id a fo rte.1.1. M as tam b ém estes erra m p o r cau sa do vin h o e co m a bebida f o r t e se d esen ca m in h a m . Nos dias de Isaías eles estavam tão bêbados de vinho e cerveja que não podiam ver o direito.I)! 6 e será esp írito d e ju íz o p a ra o qu e se assen ta a ju l g a r e p o r fo r ta le z a p a ra os qu e fa z e m r e cu a r a p eleja a té à p orta .6). 6. A embriaguez extrema deles é absolutamente imunda e asquerosa. a n d a m erra d os na visã o e tropeçam n o ju íz o .24. como “um espírito de juízo”. são a b sorvid os do vinho. c f E f 5. Em vez de estarem cheios com o Espírito de Deus. N m 11. porém.para o remanescente de todo o Israel —um completo contraste com o orgulho e a presunção dos ornamentos que desvanecem como uma flor dos bêbedos de Efraim (v. não há n en h u m lu g a r lim po. Em todas as decisões o SE N H O R .29.9.

z te r sbam). se en sin a ria a ciên cia ? E a q u em se d a ria a en ten d er o qu e se o u v iu ? Ao d esm a m a d o e ao a rra n ca d o dos seios? Os líderes do partido da guerra. b. p ois'. a qual sugerem que o profeta de Deus não possui.3 . 11 P elo que. ze’er sham. Eles escarnecem de sua mensagem como se fosse conversa de bebê. Não consideram que a Bíblia é lógica. Eles estão alegando uma compreensão madura da situação mundial nos seus dias. M uitos incrédulos hoje são como eles. m a n d a m en to e m a is m an d a m en to. u m p o u co ali. f a l a r á a este povo. repetindo sílabas. ou dizem que é obsoleta. O mero pensamen­ to da celebração bêbeda deles era detestável a Isaías. qau laqau. Isaías responde dizendo que se eles não aprenderem a lição. com a sua língua acadiana. Deus usa­ ria o povo de uma outra língua para ensiná-los. tsau latsau. estão à vista. Os Escarnecedores Aprendem pelo M étodo D ifícil 2 8 . tsau latsau.9 -2 2 9 A quem . regra e m a is regra: u m p o u co aqui. como recitando o ABC (Heb. Os assírios. junto com os sacerdotes e profe­ tas que os apóiam. De fato. Nós precisamos testemu­ nhar a verdade da Bíblia. mas por nossas vidas. p o r lábios estra?ihos e p o r ou tra língua. qau laqau. Eles afirmavam compulsivamente que Isaías os estava tratando como se fossem crianças peque­ nas. a sua mensagem era simples e clara. pres­ tando atenção à mensagem simples na sua própria língua.vieram com a promessa de ajuda contra a Assíria. começam a escarnecer de Isaías: Eles querem que este saiba que eles não são bebês e não precisam dos seus conselhos. não só por nossas palavras. 10 P orque é m a n d a m en to sobre m an d a m en to. regra sob re regra.

e se quebrantem . 13 A ssim . de um modo arrogante e cínico. M as a mensagem apenas en­ durecerá os corações daqueles que a rejeitaram. A mensagem de Deus através de Isaías tinha a pretensão de trazer descanso —incluindo segurança e rejuvenescimento —para o seu povo. mas eles se recusaram a escutar. 4 O u v i. em Jerusalém.7. Deus tem uma palavra adicional para os governantes poderosos. e sejam presos. Deus os deixará con­ tinuarem com os seus planos. 8. pois. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. e se en lacem . inferno. apanhados em arm adilha e capturados. 10. p o rq u e p u sem o s a m en tira p o r n osso refú g io e debaix o da fa ls id a d e n os escon dem os. m a n d a m en to e m a is m an dam en to. 15 P orq u a n to dizeis: F iz em os co n certo com a m o rte e co m o in fer n o fi z e m o s alia n ça . a p a la vra do SENHOR lhes será m a n d a m en to soh re m an dam en to. m a s não q u isera m ouvir. que estão zombando da palavra de Deus e do profeta de Deus. Portanto. . a p a la vra do SENHOR. regra so ­ bre regra. Eles tinham rejeitado a sua aliança com o Senhor e estavam confiantes na habilidade humana. dai d escan so ao can sad o. mas eles falirão nos seus propósitos e serão derrotados. a palavra do SE N H O R continuará sendo uma mensagem simples e será cumprida pelos assírios. e caiam p a ra trás. q u an do p a ssa r o d ilú v io do açoite. pa ra que vão. não a sepultura)4 era de fato uma aliança com o Egito para ajuda contra o açoite opressivo da Assíria (cf. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e o acordo secreto deles com o inferno (Sheol. e este é o refrig ério .12 ao q u a l disse: Este é o descanso.5). não ch ega rá a nós. hom en s esca rn eced o res que d o m in a is este p o v o qu e está em Jeru sa lém . u m p o u co ali. ou príncipes. p ois. talvez encoraja­ dos por aqueles que dependiam de práticas ocultas para orientação.

valiosa.Contudo.11. p ed ra p recio sa de esqui~ na.1 1. e aquEle sobre o qual a Igreja é construída (A t 4 . porque Ele é a Pedra que os construtores rejeitaram (SI 1 18. buscando ajuda humana ou fugindo de inimigos humanos. da fundação (veja 8.22. qu e está bem f i r m e e fu n d a d a . 1 0 . a ssim d iz o S en h or JE O V Á : E is qu e eu a ssen tei em Sião u m a pedra. uma pedra já testada. Por causa da sua fé em Deus. aq uele qu e cr e r não se apresse.10. Eles descobrirão quão frá­ gil é o refúgio de mentiras deles. Os incrédulos fazem o mesmo hoje e se fazem a si mesmos bobos aos olhos de Deus. 16 P ortanto.42). M t 21. “bem firme e fundada”. As mentiras e esquemas dos príncipes de Jerusalém. Quando Ezequias tomou uma posição de fé. a parede deve ser demolida.20. 17 E regra rei o ju íz o p ela linha e a ju stiça . ele era como uma base que ficou firme (c f 36.24 ).4-8). e a sa ra iva v a rr er á o refú g io da m en tira .1 1.33. Rm 9. 17. u m a p ed ra j á p rova d a . . cf. 37.15— 0 ). I Co 3 . mishqaleth) era de fato um nível usado para conferir preci­ são horizontal (não um fio de prumo m oderno). O “pru­ mo” (Heb. Deus está assentando em Sião um fundamento de pedra. Aqueles que acreditam e confiam em Deus não terão que se apressar aqui e ali. eles descansarão nEle e desfrutarão a sua paz. uma pedra preciosa. O próprio Deus é a Pedra. e as águ a s co b rirã o o esconderijo. Em contraste com o ridículo refúgio deles de mentiras e falsidade. os quais planejavam rebelião contra a Assíria e confiavam no Egito. se­ rão testados pelo juízo e justiça de Deus.18. Ele estava presente como a fundação para o futuro cumpri­ mento do seu plano divino e do reino por vir.15.21. E f 2.14. M as Jesus Cristo é o cumprimento defini­ 2 tivo. eles estavam realmente pondo a mentira por seu refugio e se escondendo debaixo da falsidade.5 Quando uma pare­ de é testada pela linha de medir e o nível está torto. A linha de medir fazia a mensuração horizontalmente. p elo p ru m o . I Pe 2. Gn 49.

Os assírios atravessarão a terra repetidamente e trarão terror aos que escarneceram da mensagem de Isaías a respeito de descanso e refrigério. 15) não subsistirão quando o açoite da Assíria inundar a sua terra. 21 P orque o Senhor se levan tará. v o s arrebatará. vitórias que asseguraram o controle de Davi sobre Jerusalém. 16). Eles con­ fiaram no Egito. Eles rejeitaram a oferta de Deus de um lugar de descanso para o cansado (v. A cama e o cobertor que eles escolheram (para des­ canso e refrigério) refere-se às mentiras e falsidades do versículo 15 e envolvia o rompimento dos tratados que eles tinham feito. veja v. sereis o p rim id o s p o r ele. e p a ra ex ecu ta r o seu ato .11— 23. e . e se irará. q u an do o d ilú v io do a ço ite p a s­ sar. co m o no va le de G ibeão. pois a palavra de Deus.18 E o vo sso co n certo co m a m o rte se a n u la rá . q u e n in g u ém se p o d erá co ­ b r ir co m ele. “tal notícia”. o seu estran ho ato. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e a secreta “aliança com o inferno” (inferno.17— I Cr 14. não sepultura. p a ra f a z e r a su a obra. mas a ajuda do Egito não seria suficiente para pro­ teger Judá da Assíria. co m o no m o n te de P erazim . e o cobertor. tão estreito. O S E N H O R é o mesmo Deus que deu a Davi vitórias sobre os filisteus “no monte de Perazim” (veja 2 Sm 5. 19 D esd e qu e co m ece a passar. qu e n in gu ém se p o d e r á esten ­ d e r n ela . e será que so m en te o o u v ir ta l n otícia ca u sa rá g r a n d e turbação. 12). Todos serão arrasta­ dos e os escarnecedores serão derrotados. então. a provará verdadeira e seu cumprimento os terrificará. 20 P orq u e a ca m a será tão cu rta . Isto trará um fim ao escarnecer deles. p o rq u e todas as m an hãs p a ssa rá e todos os dias e todas as noites. a su a estran ha obra. e a vossa alian ça com o in fer n o não su b sistirá . a .

antes. ou . A Sabedoria N atural Vem do S enhor 28 . Assim também a destruição da Grande Tribulação virá no fim dos tempos. e esta j á está d eterm in a d a soh re toda a terra. é muito tarde para mudar isto. ou ao planeta Terra inteiro (o Heb. p a ra qu e vossa s ligad u ras se n ã o f a ç a m m a is f o r t e s . 24 P orven tu ra . Quatro imperativos os chamam a prestar uma cuidadosa atenção em Deus. Isto não pode ser mudado. Deus tem decretado destruição “sobre toda a terra”. referindo-se à nação. A destruição virá. p o rq u e j á o u v i o S en hor J eová dos E x ércitos f a l a r de u m a destru ição. M as os crentes precisam estar emitindo uma últim a chamada ao arrependimento. assim : q u an do j á tem g ra d a d o a su a su p e-fície.23— 29 23 In clin a i os o u v id o s e o u v i a m in h a voz. e sem eia com in h os. Não obstante. zombadoras ou desdenhadoras (cf. o u lança n ela do m elh o r trigo. eles poderiam ainda se voltar ao SE N H O R e parar o seu ajuntamento de força. um “estranho ato” —Ele trará juízo sobre o mesmo povo ao qual deu vitórias. 14) para que as suas cadeias não se façam “mais fortes”. nação” como “o planeta Terra”). pode significar tanto “país. então. p a ra sem ea r? O u ab re e esterroa todo o dia a su a terra ? 25 N ão é.10— 14) e continuou a conquista da Terra Prometida. Isaías não quer que o povo continue escarnecendo da mensagem. 22 A gora. Agora Deus fará uma “estranha obra”. c. espalha nela ervilha ca. não m a is escarn eça is. lavra todo o dia o lavrador. Isaías suplica às pessoas para que não se mostrem escarnecedoras. Ele é o mesmo Deus que fez o Sol ficar parado “no vale de Gibeão” de modo que Josué pudesse ter uma vitória so­ bre os amorreus (Js 10.nova capital nacional. pois. atendei bem e o u v i o m eu discurso. v.

o grão se espalharia e nunca esmiuçaria. n em se es­ m iu ça co m as rod as do seu carro. a verdadeira Fonte. A aplicação destas duas lições. 28 O trigo é esm iu ça d o. Isaías mostra que as várias sementes e grãos não são debulhados da mesma maneira. Isaías tira uma lição da agricultura para mostrar que Deus tem a restauração em mente. Por uma série de perguntas retóricas. “Cominho” ( Cuminum cym inum ) é uma planta da fam ília da cenoura com sementes aromáticas. co m u m a vara. Deus tirará do processo purificador um remanescente justo. cad a q u a l n o seu lu ga r? 26 O seu D eu s o en sin a e o in stru i a cerca do qu e há de ja z e r. A versão A R A in­ dica “endro” em vez de “ervilhaca”. Ele também está interessado em purificar. é que Deus levará os seus propósitos adiante à própria finalidade deles. Isaías lembra o povo a respeito de uma sabedoria prática que vem de Deus: ninguém ara a terra somente por arar. n em so b re os com in h os pa ssa roda de ca rro. “Ceva­ da” (A R A ). que tem a semente dividida. Esta sabedoria prática tam­ bém “procede do S e n h o r ” . eles preparam o chão de acordo com o tipo de semente. que é “maravilhoso em conselho e grande em obra”. 27 P orque a ervilh a ca não se trilha com in stru m en to de trilhar. ou parábolas. ou “espelta”. m a s n ã o se trilha co n tin u a m en te. n em se quebra co m os seu s cavalos. de acordo com as suas necessidades. Continuando a lição. “centeio” (K JV ). moído. . Nigella sativá). com u m p ed a ço de p a u . Tampouco alguém malha continuamente o grão de trigo que se pretende para fazer pão. é trigo emmer ( Triticum sativum). p o rq u e é m a ra vilh oso em con selho e g r a n d e em obra. este deve ser “esmiuçado”. não simplesmente juízo e destruição. não des­ truir. S e uma pessoa continuasse trilhando. O texto no hebraico indica que é provavelmente cominho preto (Lat. m as.ceva d a escolhida. se sa cod e a ervilh a ca e os com in h os. ou centeio. Isaías quer que os escarnecedores saibam que tudo isso requer louvo­ res a Deus por sua sabedoria e orientação. 29 A té isto p r o ced e do SENHOR dos E x ércitos.

a real Pessoa por trás do cerco de Jerusalém (em 7 0 1 a. Isaías está dizendo que o tempo pode passar e as formas religiosas e as cerimônias deles podem continuar. e seus habitantes lamentarão e se entristecerão porque Deus a transformará em um lugar onde o fogo do seu juízo consome com terrível calor. No entanto. e ela será p a ra m im co m o A riel.I e comentário). Outros entendem isto como significando “forna­ lha do altar”.I . Os líderes bêbados de Jerusalém e seu povo pensavam que Deus nunca deixaria alguma coisa acontecer a eles porque a cidade era sa­ grada. a cidade de Davi. Deus colocaria Jerusalém “em aperto” (opressão. Deus usará os assírios. 3 P orque te cerca rei co m o m eu arraial. contudo. “Ariel” pode significar “leão de Deus” como um nome simbólico para Jerusalém. Essas festas eram legítimas. A s cerimônias não impedirão o juízo de vir. e assim representava a cidade sagrada de Jerusalém.6 ( “lareira de Deus” —A RA ) o topo do altar onde o fogo continuamente consumia os sacrifícios.1 — 4 1 A i de A riel. .) será o SE N H O R . Isaías ainda pode estar falando com os zombadores. e leva n ta rei trin ch eira s co n tra ti. e te sitia rei co m ba lu a r­ tes. e h a verá p ra n to e tristeza.C. angústia).2. Dizendo para as pessoas acrescentarem “ano a ano” e deixar o ciclo das “festas” (as festas de Lv 23 com os seus sacrifícios e oferendas) continuar. mas tinham se tornado sem sentido porque o povo não tinha nenhuma fé genuína ou confiança no SE N H O R . “como A riel” (veja v. e su ced a m -se as festa s. A CIDADE DE DAVI 2 9 .I 4 a. da cid a d e de A riel. Jerusalém Será Abatida 2 9 . p o r ei a A riel em aperto. em qu e D a v i a ssen tou o seu a rra ia l! A crescen ta i an o a ano. AI DE ARIEL. 2 C ontu do.

Ele pode usar as forças da natureza para trazer o seu juízo. A referência primária é para a libertação de Senaqueribe. m as. Para os inimigos isto será um pesadelo. Os assírios eram de fato cruéis. 6 D o Senhor dos E x ércitos será s visita d a co m trovões. e será a tua voz debaix o da terra com o a de u m fe itice ir o . f a l a r ás d e debaix o da terra. embora a ameaça e a angústia fossem reais na ocasião. acordan do. e tem pestade. Yahweh tem um juízo maior para os inimigos de Jerusalém. será s abatida. e labareda de f o g o con su m idor. ou co m o o seq u ioso que . Depois de julgar Judá e Jerusalém.4 E ntão. isso acon tecerá. Depois da libertação a grande multidão dos seus inimigos parecerá como um sonho que é passado. e g r a n d e ru ído. Os Inimigos de Jerusalém Serão Frustrados 29 . sen te a su a alm a vazia. com o tam bém todos os que peleja rem con tra ela e con tra os seu s m u ro s e a p u serem em aperto. e a m u ltid ã o dos tiranos. O seu refúgio de mentiras não será de proveito algum. e a tua f a l a desde o p ó sa irá fr a c a . O Salmo 126 provavelmente foi escrito depois daquela libertação. e com terrem otos. co m o a p ra ga n a qu e p a ssa .7 8 S erá tam b ém co m o o fa m in t o que son ha q u e está com en do. O orgulho e a autoconfiança deles serão abatidos. Deus está no controle. e a tua f a l a assobiará desde o pó.5— 8 5 E a m u ltid ã o dos teu s in im igo s será co m o o p ó m iú d o. e a força deles se acabará de forma que a voz deles será como o resmungo da voz de um “feiticeiro” ( “de um fantasma” —A R A ) que sussurra debilmente “desde o pó”. em u m m o ­ m en to repen tin o. E com o o sonho e u m a visão da noite será a m u ltid ã o de todas as nações qu e hão de p eleja r con tra Ariel. e co m t t fã o de vento. b. Deus libertará Jerusalém. O “pó miúdo” e a “pragana que passa” falam de completo e súbito juízo.

mas não (como em 2 8 . de modo que as nações que lutam contra o monte de Sião serão desapontadas. eis q u e ain d a d esfa leci­ do se acha. m a s não de vin h o. ambos os quais reivindicam ser os líderes espirituais. . os quais eles endureceram contra Deus. os p ro feta s. m as. eles não pres­ tam atenção.6) por causa da sua confiança no Egito. Com efeito. ou estupefatos. Mas. A Assíria está em mente aqui. I Jo 1. Ignorância e H ipocrisia Condenadas 29. Ele diz quase sarcasticamen­ te para os habitantes de Jerusalém ficarem aturdidos.7) de vinho ou cerveja (insinuando uma condição espiritual até mesmo pior) —estão resistindo obstinadamente à mensagem de Isaías.9— 14 9 Tardai. acordan do. e v en d o u os vossos líderes. e ficarem pasmados. fo lg a i. Eles agem bêbados e cambaleiam porque o SE N H O R derramará sobre eles “um espírito de profundo sono”. c. e a su a alm a. ou maravilhados de uma maneira indecisa ( “ti­ tubeando”). e clam ai.9— 10). O povo e os seus líderes serão totalmente insensíveis à vontade de Deus (c f 6. e m a ra v ilh a i-vo s. serão feitos mais duros. 10 P orque o SENHOR d erra m ou sob re v ó s u m esp írito de p r o fu n ­ do son o e fe c h o u os vossos olhos. com sede. m a s não de b eb id a fo rte. eles escolheram se tornarem cegos à verdade (cf. Mas o princípio é válido também para outras nações. bêbados estão. muito embora estejam atordoados. os viden tes. Eles sentirão frustração quando não conquistarem e destru­ írem Jerusalém. Os seus corações. Os sonhos podem ser desapontadores. Eles estão bêbados e cambaleiam. A condição espiritual deles é o problema. a n d a m titubeando. a ssim será toda a m u ltid ã o das n a ções qu e p eleja rem con tra o m o n te de Sião. de modo que eles não podem ver o que é certo.son ha que está bebendo. Isaías agora retorna ao ai sobre Ariel. Ele fechará e selará os “olhos” dos falsos profetas e cobrirá as “cabeças” dos videntes.

mecanicamente. 15.8. 13 P orq u e o S en hor disse: P ois qu e este p o v o se a p rox im a de m im e. em qu e f o i in stru íd o. N a sua adoração. dizendo: O ra. p o rq u e a sa bedoria dos seu s sá bios p erecerá . e o en ten d im en to d os seu s p r u d en tes se esconderá. p o rq u e está selado. Se o livro é dado negligentemente a alguém que não sabe ler. Deus fará al­ gum a coisa m aravilhosa e sobrenatural que destruirá a sabedoria e a inteligência hum anas e fará com que estas pereçam porque são . u m a obra m a ra vilh osa e u m assom bro.6— 15). eles falam as palavras apropriadas e repetem orações que aprenderam por hábito. e ele dirá : N ão sei ler. Por causa desta hipocrisia e cegueira espiritual. 12 O u d á -se o livro ao qu e não sabe ler. È uma coisa terrível quando os líderes e o povo estão desinteressadas a respeito da Palavra de Deus. 14 eis q u e co n tin u a rei a f a z e r u m a obra m a ra vilh osa n o m eio deste p o v o . mas os seus corações estão longe de Deus (cf. Se este é dado a uma pessoa que sabe ler. ele recusa porque o livro está selado. este não tem o suficiente interesse sobre a revelação de Deus para conse­ guir alguém para lê-lo para si. e ele dirá: N ão posso. m a s o seu cora çã o se afasta p a ra lon ge de m im . Toda a revelação dada por Deus tinha se tornado para o povo como as palavras de um livro que está selado.9. e o seu tem o r p a ra co m igo co n siste só em m a n d a m en to s de hom ens. Por trás desta indiferença para com a revelação dada por Deus está a hipocrisia da religião que é meramente externa.7. Ele não se interessa o suficiente sobre o que Deus diz para quebrar o selo e lê-lo. lê isto. e obediência que é superficial. lê isto. co m a boca e com os lábios. M t 6.32.31. m e honra. Ez 33.11 P elo qu e toda a visã o v o s é co m o as p a la v ra s de u m livro sela d o qu e se dá ao qu e sabe ler. dizendo: O ra. M c 7. Eles todos estão espiritualmente cegos.

intocadas pela luz da ver­ dade de Deus (cf. poder de Deus. . Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens. e eles não acreditam que alguém os conheça ou saiba o que estão fazendo. 3.15— 16 15 A i dos que q u erem esco n d er p ro fu n d a m en te o seu p ro p ó sito do Sen h or ! Fazem as su a s obras às escu ra s e dizem : Q u em n os v ê ? E qu em n o s co n h ece? Outro ai mostra que não apenas os israelitas estão indiferentes para com a revelação dada por Deus. e os gregos buscam sabedoria. AI DAQUELES QUE TRABALHAM NAS TREVAS 2 9 . M as para os que são chamados. lhes pregamos a Cristo. que é escândalo para os judeus. Os Planejadores Tolos 29 . con­ tinuando por dizer: “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? V isto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria. Isaías provavelmente tinha em mente a confiança dos israelitas no Egito e os seus planos para se rebelarem contra a Assíria. Eles mantêm as suas obras na escuridão. e sabedoria de Deus. e a fraqueza de Deus é mais forte do que os hom ens” (I Co 1. eles pensam que podem es­ conder de fato o seu propósito de modo que o S E N H O R não os verá. E as pessoas irreligiosas de hoje ainda pensam que podem resolver os problemas do mundo.ineficazes. Jo 3 . tanto judeus como gregos. Eles querem levar a efeito os seus planos como se estivessem no controle. mas nós pregamos a C risto crucificado. e loucura para os gregos. aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Paulo citou este versículo ao escrever à igreja de Corinto. Porque os judeus pe­ dem sinal. Eles são tolos em pensar que podem se esconder de Deus. não Deus.1 5 -2 4 a.20— 2 5 ).1 9 ).

O Carmelo (i. os su rd o s o u v irã o as p a la vra s do livro. será transformado em um campo fértil” (Heb. As suas atitudes e pensamentos egotistas são estúpida perversidade. / Isaías diz. d en tre a escu rid ã o e d en tre as trevas. pessoas de ne­ nhuma reputação. todavia. e o va so f o r m a d o d is­ sesse do seu oleiro: N ada sabe. em cam po f é r t i l ? E o cam po f é r t i l não se rep u ta rá p o r u m bosque? Deus não mudou os seus planos. 18 E. em u m breve m om ento. b. A Restauração que Honra a Deus 29 . como o monte Carmelo dos dias de Isaías). A comunhão restaurada com Deus está incluída. Por causa desta restauração os humildes e mansos. O cego. o monte Carm elo) parecerá como um bosque ou parque. e.e. E o oleiro que lhe dá forma. terão nova e maior alegria no SE N H O R . que eles viraram as coisas de cabeça para baixo ( “tudo perverteis”). A verdade e as obras de Deus se tornarão reais para eles. Ambos serão mudados pelo SE N H O R .. Ele irá corrigir as coisas da maneira certa. o oposto da verdade. lakkarmel. O barro não pode fazer nada de si mesmo. e os n ecessita d os en tre os h om en s se alegra rão no S anto de Israel. O s necessi­ . Até mesmo o surdo ouvirá e obedecerá as palavras do livro da revelação divina. Em um breve momento (conforme Deus olha o tempo)./ 16 Vós tu d o p erv erteis. ironicamente. na q u ele dia. e a obra dissesse do seu a rtífice: N ão tn efoz . ou: “Tu não sabes o que estás fazendo”. As pessoas também serão mudadas. 19 E os m a n so s terão regoz ijo so b re regoz ijo n o SENHOR. o Líbano. as v erã o os olh os dos cegos. “no Carmelo” —um pomar com fruteiras e videiras.17— 24 17 P orven tu ra. não se con verterá o Líbano. o qual estava cego para a verdade por causa da escuridão e das trevas. co m o se o oleiro f o s s e igu a l ao barro. Isto é como um vaso de barro que diz ao oleiro: “Tu não me fizeste”. o qual era fortemente arborizado nos dias de Isaías. irá ver.

salvando-o pela graça através da fé. os qu e ar­ m a m laços ao qu e rep reen d e na p o rta e os qu e p õ em de p a rte o ju sto . 20 P orque o tirano é redu z ido a nada. não importa quem venha a ser ferido no processo (provavel­ mente incluindo os assírios como o cumprimento inicial). olhando para baixo a partir do céu. O povo de Jacó será transformado. ou põem de parte o caso do “justo” ou inocente (Heb. agora. o mesmo Deus que redimiu a Abraão. Jacó. o Deus que tem se dedicado a levar a cabo o seu plano e propósito de redenção (cf.3) e Ele as levará a efeito. “justo”) dispensado com um mero pretexto. en vergon ha do. agora. nem se descorará a sua face9 por qual­ quer temor de que as promessas não pudessem ser cumpridas. 22 P ortanto. envergonhado”.8 Aqueles que escarnecem. Rm 1 1 .2 5 -2 7 ). “r e t o ”.tados e pobres. Deus eliminará os profissionais legais que enganam as pessoas inocentes. tsaddiq. se descora rá a su a fa ce . “não será. e armam armadilhas para o defensor que no tribunal se opõe ao que é perver­ so. Quando Deus corrigir as coisas. agora. q u e rem iu a A braão. Deus fez promessas a Abraão (Gn 12. Os que querem criar problemas e ver o mal se tornar exuberante serão desarraigados. se alegrarão no verdadeiro Deus que é o Santo de Israel. a ssim d iz o SENHOR. e todos os que se dao à in iq ü idad e são desarraigados. e se con som e o escarnecedor. Ele dará um fim ao “tirano” (li­ teralmente “tirano”) que usa a riqueza e posição para adquirir o que quer. sem m otivo. a Palavra de Deus e os padrões bíblicos de moralidade serão destruídos e reduzidos a nada. nem . dizendo palavras que as fazem parecer culpadas. O SE N H O R é . ou ridicularizam. 21 os qu e fa z e m cu lp a d o ao hom em em u m a causa. os quais não têm nenhuma influência neste mundo. acerca da casa de J a có : J a có não será.

m a s não do m eu E spírito. A obra de Deus de purificar a nação os transformará. e os m u r m u r a d o r es ap ren d erã o d ou trin a . eles terão discernimento. d iz o SENHOR.23 M as. Em vez de serem rebeldes. reconhecendo que Deus é verdadeiramente o “Santo de Jacó”. AI DOS POVOS REBELDES 3 0 . Isaías vem agora com um ai que é pronunciado especificamente sobre os que descem ao Egito para pedir ajuda. Então eles tratarão o nome de Deus como santo. Eles se levantarão em reverente temor diante dEle como o seu Deus. Após lidar com princípios gerais nos dois capítulos anteriores. a situação corresponde melhor ao tempo de Ezequias.I ). A razão para a falta de vergonha e medo é que o povo de Israel não é apenas descendente de Jacó. No entanto.C. m a s n ã o de m im ! E qu e se co b rira m com u m a cobertu ra. no m eio dele. como os seus antepassados fizeram no deserto (veja Nm I I . .21). Ele os fará se arrepender e purificará a nação —tanto Judá quanto Israel. eles “apren­ derão doutrina” com uma ânsia de conhecer a Palavra e a vontade de Deus. é também “a obra” das mãos de Deus. e tem erã o ao D eu s de Israel.1— 5 1 Ai dos f i lh o s rebeldes. sa n tifica rã o o m eu nom e. q u a n d o v i r a seu s f i lh o s a obra das m in h a s m ãos. (2 Rs 17.4). Em vez de murmurar. 4. que tom a ra m conselho• . o Deus de Israel. Deus ainda está trabalhando para isto —agora através de Jesus Cristo e do Evangelho proclamado no poder do Espírito Santo. Confiar no Egito Trará Vergonha 30. quando Senaqueribe estava a caminho para atacálo em 701 a. e sa n tifica rã o o S anto de Ja có . 24 E os erra d o s de esp írito v irã o a ter en ten d im en to .1 -3 3 a. quando Oséias deixou de pagar tributo para a Assíria em cerca de 7 2 6 a. Alguns vêem isto como se referindo à embaixada de Oséias a So (provavelmente Osorkon IV ). p a ra a crescen ta rem p eca d o a pecado.C. (2 Rs 18.

Ao invés disso. Shebitku (7 0 2 — 70 690 a. O que im porta é que parece que o trata­ do está em efeito. A embaixada enviada ao Egito não orou nem buscou a orientação de Deus. 3 P orque a f o r ç a de Faraó se v o s to rn a rá em vergonha.O SE N H O R o s chama de “rebeldes” (Heb. SI 91 . Eles poderiam bus­ car a proteção e a cobertura do Espírito Santo (cf.C. em vez de buscarem refugio em Deus (cf.1. sofrim'). Em vez de refúgio na sombra do Egito. 36. p a ra se fo r tific a r e m com a f o r ç a de Faraó e pa ra co n fia rem na som b ra do Egito. provavelmente cer­ ca de oitenta quilômetros ao sul de Mênfis. 2 Q u e d escem ao Egito. Os “príncipes” e “embaixadores” podem ser tanto os de Ezequias como os de Faraó. “uma cobertura”) com o Egito. Deus sabia que o Egito estava perdendo o seu poder e não poderia parar a Assíria ou socorrer Judá. Em vez de força. em con fu sã o. O “Faraó” era o etíope Shabako (7 1 6 — 2 a.) ou o sucessor deste. .2).).C. e os seu s em b a ix a d ores chegaram a H anes. “Para acrescentarem pecado a pecado”. 4 P orque os seu s p r ín cip es estão em 7Loã. sem p erg u n ta rem à m in h a boca.6). haverá confusão e desgraça (cf. “derramar uma bebida como oferenda”10 como o ato final de um tratado ou aliança. eles não somente rejeita­ ram a ajuda do SE N H O R . a confiança deles no Faraó trará vergonha. Eles foram determinados a depender da força ou fortaleza de Faraó e receber refúgio na sombra do Egito. estão determinados a levar a cabo os planos para formar uma aliança (Heb. Eles obstinada­ mente o rejeitaram e recusaram buscar a sua ajuda. e a co n fia n ça na som b ra do Egito. Zc 4. Elas eram as principais cidades no Egito unido sob o governo da Vigésim a-Q uinta Dinastia (etíope). eles buscaram a ajuda do Egito. linsokh massekbah. Zoã estava no Delta e H anes11 estava no N ilo.6).

os seu s tesou ro s a u m p o v o qu e de nada lhes aproveitará. b. [N ota do Tradutor: A NIV.C. Eles estavam sendo levados em uma rota difícil —cheia de “aflição e de angústia”. p elo que cla m ei a cerca disto: N o esta rem quietos. que significa. nem de p ro v eito . P ara a terra de a fliçã o e de a n gú stia Çdonde v em a leoa. das áspides venenosas (ou víboras) e serpen­ tes abrasadoras e de bote ligeiro. mas trará somente “vergonha” e “opróbrio”. O Egito não pode ajudar nem pode ser vantajoso para eles. brasileira. A palavra de Deus é que todo o povo de Judá será envergonhado. havia o perigo dos leões. indica que Deus chama o Egito de “Raabe que nada faz”.6— 17 6 P eso dos a n im a is do sul. na língua inglesa. Esta mensagem trata dos burros e camelos que estavam levando as bagagens para os enviados ao Egito. Isto foi cumprido em 701 a. e eles queriam provavelmente evitar os filisteus ao longo da costa. A versão N V I. Uma Viagem Improdutiva a uma Nação Inútil 30. nada faz”]. e sob re as co rco v a s de cam elos. Por conseguinte. como também os presentes que buscavam o seu favor e proteção. n em de ajuda. a oeste de Jerusalém. de vergon h a e de opróbrio. esta rá a su a f o r ç a . em Elteque. mas esta era uma missão secreta. A versão ARA traz “Gabarola.3 E les se en vergo n h a rã o de u m p o v o qu e de n a da lhes servirá . indica “Monstro inofensivo”. antes. o hasilisco e a áspide a rd en te v oa d ora ) leva rã o às costa s de ju m en tin h o s as su a s fa z en d a s. 7 P orque o E gito os a ju d a rá em vã o e p a ra n en h u m f i m . quando Senaqueribe derrotou o exército egípcio. Os pobres burros e camelos sofre­ ram nesta viagem por nada. . Eles poderiam ter tomado a rota mais fácil do litoral. o leão. através do deserto de Negueve (o mesmo deserto ao sul de Judá onde os israelitas passa­ ram quarenta anos) —para o Egito. A ajuda do Egito é de nenhum valor e não levará a nada.

Eles disse­ ram aos profetas que deixassem de profetizar (falando por Deus so­ bre as suas justas demandas). porque ele não tem nenhum poder contra a Assíria. shaveth.o em u m liv r o . 9 P orq u e p o v o re b eld e é este. recusando-se a ouvir e obede­ cer o ensino do S E N H O R . pois o povo era incrédulo (simplesmente desiludido). p a r a se m p re e p e rp etu a m en te.9) disseram aos videntes que deixassem de ver as verdades e visões sobrenaturais. p a r a q u e f i q u e e s cr ito p a r a o tem p o v in d o u ro . queriam ouvir “coisas aprazíveis” e obviamente inofensivas. Eles igualmente queriam que estes profetizassem ilusões ( “enganadoras lisonjas”) —logros e coisas sem importância que lhes perm itiriam fazer como se lhes aprouvesse. d iz e i. Seus escritos se tornariam uma parte da Palavra de Deus para a eternidade —a inalterável Palavra de Deus. f i l h o s m en tir o so s. Deus lhe deu uma ordem para escrevê-las “em uma tábua” onde o público poderia vê-la.O significado disto é “arrogância” e “gabolice”. e poderia servir de testemunho. p o is. e a os p r o fe ta s: N ã o p r o fe tiz eis p a r a n ó s o q u e é re to . f i l h o s q u e n ã o q u erem o u v ir a lei d o SENHOR. “que senta quieta”).n o s co isa s a p ra z ív eis e ten d e p a r a n ó s en g a n a d o ra s liso n ja s. e s cr e v e isto em u m a tá b u a p e r a n te eles e a p o n ­ t a . A mesma atitude pode ser vista nos últimos dias desta era (2 Tm . 8 Vai. Estes “filhos mentirosos” e rebeldes (v. Porque os habitantes de Judá e Jerusalém não ouviram as adver­ tências de Isaías. Não se podia depositar confiança neles para passarem esta mensagem por meio da mera palavra falada. o qual seria preserva­ do para as gerações futuras. Ele também tem que escrevê-las “em um livro”. Era importante que a mensagem fosse escrita. mas o Egito não pode corresponder à sua jactância orgulhosa. 10 q u e d iz em a o s v id en tes : N ã o v e ja is. Assim ele é merecedor do nome “Raabe que nada faz” (Heb. Ao invés disso. a gora .

M uitos não querem pregações expositivas que declarem a ver­ dade da Palavra de Deus. Eles estavam procurando uma religião fácil. Eles estarão desprevenidos. . n ã o se com p a d ecerá . q u e j á f o r m a h a rriga desde o m a is alto sítio. q u eb ra n ­ do-o. Isaías não escutou o povo. 14 E ele o q u ebrará co m o se quebra o va so do oleiro. p o r isso. Eles não queriam ser abor­ recidos por Ele. quando o povo está determinado a desviar os pre­ gadores. E triste quando os pregadores levam o povo a se desviar. a p a rta i-v o s da vered a . que já forma barri­ ga” de alto a baixo.4 . eles seriam como uma “parede fendida. È. mas não poderiam dispor dEle. Ele é de fato o “Santo de Israel”. 12 P elo q u e assim d iz o S anto de Isra el: Visto qu e rejeita is esta p a la vra. e sob re isso vos estribais. e co n fia is na opressão e na p erversid a d e. e como rejeitaram a sua santidade na pervertida religião deles. quase para quebrar. Por causa das suas atitudes distorcidas e pervertidas e de seus pecados. esta m a ld a d e v o s será co m o a p a red e fe n d id a . n ã o se achará en tre os seu s p ed a ço s u m q u e s ir v a p a ra to m a r f o g o do la r o u tira r á gu a da poça. Ele sabia como eles tinham menosprezado e rejeitado a sua palavra profética. Eles queriam que os profetas abandonassem o modo prescrito por Deus. pronta a se desmoronar “em um momento”. Esta era severa. Nós podemos ser gratos a Deus por Ele ter ordenado a sua Palavra ser escrita em livro. z1 d e sv ia i-v o s do cam in ho. f a z e i que d ei­ x e de esta r o Santo de I sra el p era n te nós. e cu ja q u eda v irá su b ita ­ m ente. e. mas deu a resposta de Deus. em u m m om en to. como ti­ nham posto a confiança deles em um povo que os oprimia. até mesmo pior. se desviassem do caminho da justiça e não os aborreces­ sem com o Santo de Israel.3-4).

Em vez de confiar em Deus. o povo pôs a sua confiança em cava­ los. Deus queria salvá-los. e. Com cavalos ligeiros (provavelmente do Egito). a té qu e seja is d eix a d os co m o o m a stro no cu m e do m o n te e com o a ba n deira no outeiro. Eles não imaginavam o que os assírios poderiam fazer com eles. 2 8 . cisterna. pois isto traria fortaleza. antes. os seus perseguidores seriam mais rápi­ dos ainda —como que insinuando que eles não escapariam. p ortan to. que se os israelitas vivessem em obediência a Ele e às suas instruções. Ele já tinha apelado a eles para que retornassem em arrependimento e descansassem nEle (cf. A sua graça estava disponível. p o r isso. mas eles não a quiseram. mas se pensa­ vam que podiam ser rápidos. Como Isaías já ti­ nha dito. m a s não a quisestes. e: S obre ca va los ligeiros ca va lga rem os. os vossos p ersegu id o res serã o ligeiros. Ele tinha lhes pedido para que ficassem quietos diante dEle e para colocarem a sua confiança nEle. no so s­ sego e n a co n fia n ça . 17 M il h om en s f u g i r ã o ao g r it o de u m . e assim serem salvos de seus inimigos. Deus disse que eles de fato fugiriam. todos v ó s fu g ir e is .8). esta ria a vossa f o r ç a . 1' P orque assim d iz o S en hor JEOVÁ . Deus prometeu. eles planejavam escapar do juízo. até mesmo as sobras da parede não servirão para nenhum propósito útil.O juízo de Deus será severo: Ele quebrará as paredes tão comple­ tamente que não haverá um pedaço quebrado que seja grande o sufi­ ciente para levar brasas de um fogo para acender outro ou para tirar água de uma. o S anto de Isra el: Em v o s eo n verterd es e em rep ou sa rd es. Deus usaria os cruéis assírios para realizar isto. 16 M as dizeis: N ão. sob re ca va lo s fu g ir e m o s . esta ria a vossa sa lva çã o. M as Deus também os advertiu de que o contrário poderia ser verdade (D t . cinco perseguiriam cem (dos seus inimigos) e cem perseguiriam a dez m il (Lv 26. fu g ir e is . ao g r it o de cinco.12 Em outras palavras.12 ). através de Moisés.

c. o propósito de Deus para o seu povo não mudou. Nos dias de Isaías o povo se lamentaria. o SENHOR esp era rá p a ra ter m isericó rd ia de vós. de modo que o juízo sobre o seu povo será justo. Haverá um período de calamidade quando a adversidade será o pão e a aflição.32. Apesar da necessidade de juízo. em J eru sa lém . 19 P orq u e o p o v o habitará em Sião. o u v in d o -a . “Os que nele esperam” são o remanescente purificado. p o rq u e o Se~ NHOR é vim D eu s de eqüidade. n ã o chorarás m a is. a bebida deles —o que pode insinuar as rações escas­ . m a s os teu s in stru id o res n u n ca m a is fu g ir ã o de ti. será ex alçado p a ra se co m p a d ecer de vós. Portanto. te respon derá. B em ~ aventurados todos os que n ele esperam . viria o dia quando os habitantes de Sião em Jerusalém não mais se lamentariam ( “não chorarás mais”). 20 B em v o s d a rá o S en hor p ã o de a n gú stia e águ a de aperto.30). Ele é um Deus de justiça.18— 26 18 P o r isso. p o r isso. como misericordioso e compassivo. Ele adverte novamente os israelitas de que “m il homens fugirão ao grito de um ”. com o voa n d o com asas. Os que seriam deixados seriam como uma “bandeira no outeiro”: houve outrora habitante ali. antes. Ele então se levantará para exaltar a si mesmo pela revelação de sua natureza. e. certa m en te se com p a d ecerá de ti. Agora. por intermédio de Isaías. Eles serão abençoados a seu devido tempo se esperarem fielmente por Ele e por sua clemência. mas nada mais foi deixado —um resultado de terem abandonado a Deus. e que todos eles fugiriam “ao grito de cinco”. Ele esperará até depois do juízo a fim de ser misericordioso. à voz do teu cla m o r. Deus Será Gracioso e Irá Curar 3 0 . e. Então Deus ouvirá a voz dos seus clamores e lhes responderá sem qualquer demora. os teu s olhos v erã o a todos os teu s m estres. Por causa da graça de Deus.

an d a i nele. e eles já não serão encobertos pelo pecado. mas terão olhos para vê-lo. morekha pode ser tomado como singular ou plural). . Isaías identifica depois “o caminho”. e as la n ça rá sfo r a co m o u m p a n o im un do. Embora a ARC aqui indique “instruidores” (o Heb. mas os corrigirá sempre que eles se desviarem para uma ou para outra direção.23. para a ARC “fugirão”. A voz não só lhes mostrará o caminho. naqu ele dia. 23 Então. toda a atitude deles mudará. davar) por detrás. O povo já não rejeitará a palavra do Senhor. 22 E terás p o r con ta m in a d a s as cob ertu ra s das tuas escu ltu ra s de p ra ta e a coberta das tua s escu ltu ra s f u n d i d a s de ou ro. inúteis. yikkaneph. como o caminho de santidade (3 5.sas durante um cerco. Um a insinuação da Encarnação pode ser vista aqui. J12. e serão totalmente rejeitadas. dizendo: Este é o cam in ho. te da rá ch u va sobre a tu a sem en te com que sem ea res a terra. e d irá s a cada u m a delas: Fora daqui. o teu g a d o p a sta rá em lu ga res la rgos d e pasto. 21 E os teu s o u v id o s o u v irã o a p a la vra do qu e está p o r d etrá s de ti. imagens caras e esmeradamente fabricadas. porque Ele se importa com cada um deles. é melhor tomado como “fugirá”. o tempo virá quando o Ensinador deles (o Senhor. serão re­ conhecidas como imundas. se formos sen­ síveis ao Espírito Santo. Nós ainda podemos ouvir esta voz. sem vos d esvia rd es n em p a ra a direita n em pa ra a esquerda. onde a mesma pala­ vra hebraica usada é traduzida como “chuva temporã”. e esta será f é r t i l e cheia.8). Assim. uma vez que o título mais popular para Jesus entre o povo era “M estre”. Quando eles andarem no caminho de santidade guiados pela pala­ vra do SE N H O R . As imagens usadas para buscar orientação. K JV /ARC) não se esconderá nunca mais. mas eles individual­ mente ouvirão uma “palavra” (Heb. é melhor tomá-lo aqui como singular (o Heb. cf. e é singular). com o tam b ém p ã o da n ovid a d e da terra.

11 -21). Ele usa o oposto.2 0 ). Deveria ser observado. Haverá bastante forragem. e a lu z d o s o l sete vez es m a ior. 23 E haverá. um dia que trará a restauração e a cura do povo do Senhor. 19 .2 3 ). q u e fo r p a d e ja d o com a p á e cira n d a d o com a ciranda.1 2-18 ). Fenôme­ nos astrais incom uns são freqüentem ente usados para descrever os eventos futuros.1 9 . para descrever a Era M essiânica (veja tam ­ bém 6 0 . em todo o m o n te alto e em todo o ou teiro elevado. Tal é o caso com Isaías. Os montes e outeiros outrora estéreis serão bem aguados no dia da vitória do S e n h o r (cf. Inicialmente. isto se refere à destruição dos assírios. a intensificação da luz dos corpos celestes. contudo. a terra será restabelecida à sua fertilidade. 24 E os bois e os ju m en tin h o s qu e lavram a terra co m erã o g r ã o pu ro. qu an do ca irem as torres. M as eles serão restaurados até mesmo a um m aior brilho no dia do triunfo do Senhor. Deus dará a chuva necessária para grandes colheitas. O juízo escurecerá o Sol e a Lua. Até mesmo eles só comerão o que há de melhor. 2 . M as a expressão “no dia da grande m atança” terá o seu cum prim ento final na batalha do Armagedom (Ap 16.16. Isto é . rib eiro s e co rren tes de águas.Junto com as bênçãos espirituais. que este modo de referência aos corpos celestes não é restrito a Isaías. co m o a lu z d e se te dias. e haverá grandes pastos onde o gado pode pastar e se alimentar com segurança. As torres cairão. que descreve o D ia do S E N H O R por vir como um dia quando estas fontes lum inosas fa­ lharão (1 3 .1 0 . 2 4 . 26 E s e r á a lu z d a lu a co m o a lu z do sol. n o d ia em q u e o SENHOR lig a r a q u eb ra d u ra d o se u p o v o e c u r a r a chaga da su a f e r i d a . no dia da g ra n d e m atança. que terá sido esparramada e esmiuçada para os bois e jumentinhos comerem.

Lc 2 1 . M q 3.2 3 . “N aquele d ia”. É usada em um sentido seme­ lhante a “fogo” em ambos os testamentos. juntamente com as suas nações aliadas. e “a sua língua é como um fogo consum idor”. e a su a lín gu a é co m o u m j o g o co n su m id o r. 2 1 . Am 8. A sua ira é comparada ao lança­ mento de uma fumaça espessa.3). Ap 6 . 9.5 .2 0 .I I . como um símbolo do juízo de Deus. A respiração dEle é como uma inundação que transborda “até ao pescoço”. O Controle de Deus sobre as Nações 30.1 2 . Esta é uma term inologia comum entre os profetas (J1 2 .2 9 . p a ra p e n eir a r as n a ções co m p en eira de va idad e. Ap 9.). M t 2 4 . dando fim de tudo aquilo que é falso e inútil.3 1 (esta utilização também aparece em 3 4 . e u m jr e i o de j a z e r er ra r esta rá na s q u eix a d a s dos povos.1 7.3 1 .3 0 .1 6. . Ele arrastará os assírios. 8 . peneirando-os. e “A i” neste sentido (cf. Eles não podem escapar de seu juízo. quando Deus estava a ponto de lidar com os assírios e as nações aliadas com eles.como as frases proféticas comuns “D ia do S E N H O R ” . Então. '• d.2 5 . M l 4.9. tal como com uma “peneira”. e assim significa o próprio S E N H O R . etc. Ele está vindo como uma tempestade. Deus lhes perm itirá ir na direção errada. A t 2 . q u e chega a té ao pescoço. também um a figura do juízo de Deus por vir em 1 4 .28 27 Eis que o n o m e do SENHOR v em de lon ge a rd en d o na su a ira e lançando espessa fv im a ça .2. 28 e a su a resp ira çã o é co m o o rib eiro transbordan do.9 . Quer dizer. um “freio” (ou ré­ dea) os fará errar e se desviar. em vez de os guiar no caminho certo.20. M t 12.18.27. os seu s lábios estão cheios de in d ign a ~ ção. Os seus lábios falam abundantemente da sua indig­ nação. e de longe o seu nome é sinalizado. J1 2 . 7 . H b 3 .1 8.2 . O “nome do S e n h o r ” representa o seu caráter e natureza. 18.1 2.1 0 ). 19. Agora Isaías retorna aos seus próprios dias.6. Ele fala a palavra e o juízo vem. 2 2 .

Ele demonstrará o que o abaixamento do seu braço (sim bo­ lizando o seu poder) fará. co m com ba tes de agitação. com ba te­ rá co n tra eles. fogo consumidor.e. Israel Cantará quando o SE N H O R Destruir a Assíria 3 0 . mas entrando na presença do Deus que é a “Rocha de Israel”: a Força. qu e f e r i u com a vara. o povo de Deus cantará à noite enquanto eles celebram uma festa santa. Isaías agora continua a mensagem de juízo.5).2 9 -3 3 29 U m câ n tico haverá en tre vós. Com a Assíria julgada. à Rocha de Israel. A vara do S enhor sobre a Assíria é o “bordão do juízo” [Heb. musadah. indi­ . com o na noite em que se celebra u m a f e s t a santa. será desfeita em p ed a ço s a A ssíria. 31 Porque. M as agora é a vez deles serem julgados (cf. com indignação de ira. h a verá ta m b oris e harpas. com in d ign a çã o de ira. Eles eram a vara de Deus que Ele usava para castigar Israel e Judá (1 0. tendo a Assíria em vista. o Refugio. a Fortaleza e o Protetor de Israel. pa ra v ir ao m on te do Senhor . raios e trovoadas. um dilúvio e saraivada de pedras. 10. e a labareda do seu f o g o con su m id or. Os seus cora­ ções responderão com alegria como quando as pessoas que tocam flautins (“pífano”) sobem “ao monte do S e n h o r ” . e dilú vio. o monte do templo —não s ó indo ao templo. “fundação”]. A Páscoa era celebrada à noite. e. 32 E.12). Cada golpe da vara ou bordão será acompanhado por tamboris e harpas. instituído para castigar a Assíria. Deus usará a sua voz majestosa para quebrar os assírios. e alegria de coração. Deus na sua majestade fará a sua voz gloriosa e majestosa ser ouvida. 30 E o S e n h o r f a r á o u v ir a g ló r ia da su a voz e f a r á v e r o a b a ix a m en to do seu braço. a cad a p a n ca d a do bordão do ju íz o qu e o S en hor der. co m a voz do SENHOR. e p ed ra de saraiva. e raios. com o a daquela qu e sai tocando pífan o.

20). era um lugar de queima no vale de Hinom. AI DOS QUE BUSCAM A AJUDA DO EGITO 3 I .14 A Assíria está se dirigindo rumo a uma vergonhosa pira funerária. Ele desempenha bem a mesma função com o aramaico “Geena”. “a acenderá”.cando a alegria da vitória. e n o s ca ­ valeiros. O sopro do S E N H O R . a su a p ilh a é f o g o e tem m u ita lenha. sim . e n ã o bu sca m ao SENHOR. pensando que se tivessem . “Fogueira”. ou “Tofete”. A pira funerária já está preparada em um largo fosso. O Egito tinha se oferecido para ajudar porque eles queriam barrar a Assíria.I— 3 1 Ai dos que d escem ao E gito a b u sca r so co rro e se estribam em ca va lo s! T êm co n fia n ça em carros. Deus tem agora um outro “ai” específico para os partidários da guerra na época de Ezequias. Assim os representantes de Judá estavam indo para o Egito para aceitar a oferta. p orq u e sã o p od ero síssim o s. e n ã o atentam p a ra o S anto de Israel. ele a f e z p r o fu n d a e larga. Enxofre ardente é usado relativo ao lago de fogo no Novo Testamento e fala de terrível juízo (Ap 19. em ebulição. que é grande o bastante para tomar conta dos assírios. está p rep a ra d a p a ra o rei. “Com combates de agitação. eles estavam acostu­ mados a confiar em cavalos e carruagens. provavelmente envolvendo sacrifícios humanos a M oloque e outros ritos pagãos. “como torrente de enxofre”. o qual é uma alcunha para o lago de fogo.13 O nome tem as vogais hebraicas da palavra “vergo­ nha”. 5.I -3 2 . p o rq u e são m u itos. 33 P orque u m a fo g u e ir a está p rep a ra d a desde ontem .2 a. o assopro do S enhor com o to rren te de en x o fr e a acenderá. A Tolice de Confiar no Egito e não em Deus 3 1. combaterá contra eles” poderia ser também traduzido como “batalhas de tre­ mores ou peneiradas” para indicar igualmente o propósito de Deus em purificar o seu povo.

Os egípcios são meramente humanos. “e não Deus”. que está a ajudar. Judá precisava saber quão frágil os egíp­ cios eram e quão insuficientes os seus cavalos seriam. irá tropeçar. Esta estraté­ gia parecia-lhes sábia. Quando Ele se move em poder ( “estender a sua mão”).4.1 4 — 16). Os seus cavalos são “carne”. tan to o a u x ilia d o r com o o ajudado. o Egito. tendo somente vida física temporária. 3 P orque os egípcios são h om en s e não D eu s. Os políticos que buscavam a ajuda do Egito tinham questionado os modos e a sabedoria de Deus (2 9 . Ele proferiu a sua palavra —e porque Ele não muda. todos ca irã o p o r terra. e n ã o espírito. e todos ju n ta m e n te serão con su m id os. o juízo. ele se leva n ta rá co n tra a casa dos m a lfeito res e co n tra a a ju d a dos qu e p ra tica m a iniqüidade. Eles não tinham nenhum desejo de estar na sua presença. nem o adoraram nos seus corações. seriam vitoriosos. carne. M as Deus é o Único que é verdadeiramente sábio. que é ajudado. e f a r á v i r o m al. As suas palavras são sempre fiéis e verdadeiras (Ap 22. e Judá. Ele “fará vir o m al”. quer dizer. Isaías dá agora razões a mais por que não se pode confiar na força humana. cairá: eles “juntamente serão consumidos”. M as não atentaram para o S E N H O R .6). O próprio Deus Protegerá Jerusalém 31.5 4 P orque assim m e disse o SENHOR: C om o o leão e o fi lh o t e do leão ru gem sob re a su a presa .muitos cavalos com cavaleiros fortes. e. eles não são nenhum “espírito”. não retirará as suas palavras. q u an do o Senhor esten d er a m ão. e contra a ajuda que esses mal­ feitores estão esperando do Egito. tam bém ele é sábio. Agora Ele declara que “se levantará” contra os malfeitores. e os seu s cavalos. 2 T odavia. e não retira rá as su a s p a la vra s. ain da que se co n v o q u e co n tra ele . O SE N H O R está no controle. aqueles que buscam a ajuda do Egito. b.

“Como as aves que voam”.6. àq uele co n tra q u em os f i lh o s de Isra el se rebelaram tão p ro fu n d a m en te. A sua compaixão salvará Jerusalém desta vez.u m a m u ltid ã o de pastores. e. e os seu s íd olos de ouro. Ele paira sobre a cidade de Jerusalém para protegê-la. pois. para se converter a Ele. cad a u m la n ça rá f o r a 05 seu s íd olos de prata. não é o propósito de Deus deixar os assírios destruírem Jerusalém. Ele protegerá Jerusalém. mas ainda podem mudar os seus pensamentos e o seu modo de vida. Os partidários da guerra queriam a força de um grande exército de cavalos e carruagens e eles menosprezaram o poder de Deus. Eles estão em uma cova profunda. Como um leão que ruge sobre a sua presa. O hebraico indica profunda apostasia. O SE N H O R lutará contra Sião. a ssim o S enhor dos E x érci­ tos descerá p a ra p e le ja r p elo m o n te Sião e p elo seu outeiro. e não se espan tam das su a s vozes. trazendo assim a derrota aos egípcios. E Ele usará os assírios para fazer isto. .7 6 C o n v ertei-v o s. na q u ele dia. n em se abatem p ela su a m ultidão. Um Chamado ao Arrependimento 31. contra os seus planos. Eles pensavam no poder de Deus como nada além de alguns peque­ nos pássaros contra um grande exército. 7 Porque. Deus chama o povo de Israel para se arrepender. A “multidão de pastores” são os egípcios que estão procurando proteger Judá dos assírios —contra a vontade de Deus. a sa lvará. 5 C om o as aves voam . qu e fa b r ica r a m as vossas m ã os p a ra pecardes. Isaías lembra o povo de que o SE N H O R falou pessoalmente com ele. M as o seu poder é m aior do que qualquer outro. Todavia. ele a a m p a ra rá e a livrará. o SE N H O R considera Sião a sua possessão. assim o S enhor dos E x ércitos am p arará a J eru sa lém . passan do.15 c.

mas não de mortais. não de hom em . A fortaleza da Assíria (Heb. p a s sa r á a su a ro ch a d e refú g io .16 9 E.000 foram de fato colocados para realizar trabalho forçado.1— 8 1 R ein a rá u m R ei com jvistiça.Isaías olha à frente para o Dia do SE N H O R .C. cu jo f o g o está em S ião e c u ja fo r n a lh a . como foi o caso quan­ do Senaqueribe perdeu 185.000 soldados para o anjo da morte em 688 a. Agora nos próprios dias de Isaías. quando ídolos ( “nãodeuses”) de ouro e prata serão rejeitados como produtos do pecado. Eles serão devorados pela espada. ao invés disso. a co n su m irá . e f u g i r á p era n te a espada. como os exércitos do Egito. d e m ed o. não realizariam isto.8. 2 Rs 19. mas não de qualquer indivíduo humano ( “não de varão”). O Rei Justo 32. Os jovens homens assírios que sobra­ ram depois da destruição dos 185. e os seu s jo v e n s serã o derrotados. A Destruição Sobrenatural da Assíria 31.35). numa indicação do cumprimento de que “seus jovens serão derrotados”. “a Assíria cairá pela espada”. sa l’o.17Eles desafiaram o SENHOR. Os exércitos humanos. Lá o altar simboliza perdão para o arrependido e para os inimigos de Deus. . Senaqueribe viveu mais sete anos e jamais fez outra campanha m ilitar. forçou os seus soldados a trabalharem em seus projetos de edificação em N ínive. em J e r u s a lé m . e d om in a rã o os p rín cip es segu n d o o ju íz o . incluindo a sua força e o rei no qual eles confiam. irá morrer de medo. e a espada. d. e o s s e u s p r ín c ip e s d e ser ta r ã o a b a n d eira . “sua rocha”).9 8 E a A ssíria ca irá p ela espada e não p o r va rã o. (37. d iz o Senhor . cuja presença santa é como um fogo consumi­ dor em Jerusalém.36 . Os príncipes de Assíria abandonarão a bandeira deles e serão despedaçados. e. A destruição da Assíria seria sobrenatural.

9) serão abertos e verão a verdade. M as o Rei Messias será o “homem” que irá proteger assim como se protege do vento e da tempestade (ou inun­ dação). Ele mudará a percepção das pessoas. Ele verdadeira­ mente toma conta de seu povo. 3 E os olhos dos qu e vêem não olharão p a ra trás.. Os corações e mentes dos que são imprudentes e precipitados discernirão e entenderão o verdadeiro conhecimento. Eles estarão prontos para propagar a verdade com sabedoria. Ele será tão refrescante como a sombra de uma “grande rocha” em uma terra exausta e sedenta. Ouvidos que outrora se recusaram a escutar ouvirão e obedecerão. com justiça” e os príncipes tomarão as suas decisões “segundo o juízo”. e com o a som bra de u m a g r a n d e rocha em terra sedenta.Depois da narração a respeito do juízo de Deus. 1 E o cora ção dos im p ru d en tes en ten d erá a sabedoria. clara e francamente. Isaías novamente olha para o futuro quando o Rei Messias (caps. o que transformará cada aspecto da sociedade. estará como o seu Rei. 5 Ao lou co n u n ca m a is se ch am ará n ob re. 2 E será aq uele v a rã o co m o u m esco n d erijo con tra o vento. Alguns entendem isto como que eles se tornarão pedras. Olhos que uma vez foram cercados voluntariosamente em auto-ilusão (29. em linha com os princípios de justiça dEle.. e proverá água. e a lín gu a dos g a g o s esta rá p ro n ta p a r a ja la r distin tam en te. e co m o rib eiros de água s em lu gares secos. cada cidadão comum. Cada pessoa. como Deus que é a nossa Rocha e Refúgio. alunos que seguem os passos) do Senhor. . Os que são ga­ gos e hesitam falar serão rápidos no falar. 9 e I I ) “reinará. e com o u m refú g io con tra a tem pestade. e do a va ren to n u n ca m a is se d irá qu e ég en ero so . e os o u v id o s dos q u e o u vem estarã o atentos. Eles se tornarão verdadeiros discípulos (estudantes.

25. SI 24. Eles podem honrar até mesmo os sem escrúpulos que conseguem ter acesso a altas posições. e p a r a p r o fe r i r er r o s co n tr a o . e retém a comida do faminto e a água do sedento (cf. Os instrumentos e métodos do avarento são maus. S e n h o r . Ele “maquina invenções malignas”. Ele caracteristicamente “fala loucamente”: pecado. Aqui nós vemos a verdadeira natureza do tolo ímpio. e p a r a d e ix a r va z ia a a lm a do fa m in t o . lS M a s o n o b re p r o je ta co isa s n o b res e. prostituição e incesto] “para des­ truir os mansos com palavras falsas” e o necessitado cuja causa é justa e certa. O coração e a mente dele o fazem estar ocupado com o mal: causando dificuldades aos outros e ofendendo a Deus. 6 P o rq u e o lo u co f a l a lo u ca m e n te. e o seu co ra çã o p r a tica a in i­ q ü id a d e• p a r a u s a r d e h ip o crisia .3.A sociedade mundana honra freqüentemente os tolos (as pessoas ímpias. .1 1. M as isto tudo vai ser mudado. p a r a d e s t r u i r o s m a n s o s co m p a la v r a s f a ls a s . profere erros pervertidos concernentes ao S en h o r . ou seja. está em pé. m es m o q u a n d o o p o b r e ch ega a f a l a r r e ta m e n te . sacrilégio e estupidez.1 1. compõe esquemas do mal [conspira­ ções. Os que são nobres na sua atitude para com Deus e liberais na sua atitude para com os outros recomendam e projetam ações honradas. I S m 2 5 . p ela nobrez a.4). ' T a u ib cm t o d o s o s i n s t r u m e n t o s d o a v a r e n t o s ã o m a u s . A manipulação de processos legais por perjúrio pode estar implícita.28). e le m a q u in a i n v e n ç õ e s m a l ig n a s . Eles são aceitáveis diante de Deus (cf. e nestas se elevam e se mantêm de pé.27. incluindo tratamento infame. Ele “pratica a iniqüida­ de”. Pv 3. amorais) como nobres. Jr 17 . e p a r a fa z er co m q u e o sed en to v en h a a te r f a l t a d e bebida.

16— Am 4. e vós. . satisfeitas com as coisas como elas são (cf.1). despreocupadas) a respeito das advertências de Isaías. e cin gi com p a n o s de sa co os vossos lom bos. p orq u e a v in d im a se acabará. e o u v i a m in h a voz. A estas mulheres com placentes ( “em repouso”) é ordenado que estremeçam (ou se turbem ). e se sentem 26. Este era o tratam ento comum dado a pessoas levadas cativas ou feitas escravas. estas mulheres confiantes já não estarão seguras. se dispam e ponham ao redor das suas cinturas nada m ais que um pano grosseiro de saco. Isaías reco­ nhece o poder que elas podem exercer.) 11 Tremei. “seguras” (confiantes. d esp i-vos. ó m u lh e­ res qu e estais tão segu ras. Após alguns dias a mais que um ano. 10 P orque daqui a u m an o e dias v ireis a s e r turhadas. mas transtornadas e tremendo de medo. Elas têm que se preparar para os resultados dos seus próprios pecados. os profetas. As mulheres também precisam escutar a voz do profeta. confiando que as coisas nunca mudarão. e p o n d e-v o s nuas. Amós indica que os homens eram o mesmo em Samaria (Am 6. m u lh eres qu e estais em repou so.1 para a atitude das mulheres com respeito ao vinho. fi lh a s qu e estais tão segu ras. porque elas es­ tão à vontade. os tolos e os avarentos. e tu r b a i-v o s v ó s que estais tão segu ras. Elas são complacentes a respeito do pecado. A co­ lheita de uva certamente fracassará.f. Isaías advertiu os líderes. (Veja Am 4. Juízo até que o Espírito Seja Derramado 32. e a colheita dos frutos de verão não dará em nada. m u lh eres qu e estais em repouso. e a colheita não virá. 3.9— 14 9 L eva n ta i-vos. in clin a i os o u v id o s às m in h a s palavras. Em chamando as mulheres para se levantarem e escutarem a sua mensagem.1).

as suas m ultidões liquidadas.) A cidade cairá em silên­ cio. Elas se lamentarão.12 F eri os p eito s sob re os ca m p os d esejá veis e sob re as vid es J ru tu o sa s. na cidade desre­ grada e arrogante (um coletivo para as cidades de Judá) cheia de festança e pululante de prazer. A cidadela de O fel (H eb. Palácios fortificados serão abandonados. .’olam o que pode significar “por m uito tem po”. por causa do que acontecerá aos seus campos e vinhedos quando o inimigo vier. Espinheiros e sarças também se espraiarão por cima das “casas de alegria”. ou casas de divertimento. isto não é “eternam ente”). prova­ velmente rebanhos de ovelhas e cabras. e como o próxim o versículo m ostra. se tornando cheios de espinheiros e sarças em vez de boas safras. Eles seriam destruídos pelos assírios (2 Rs 18. pois os servos e os guardas serão capturados e m ortos ou levados ao exílio. O fe l e as torres da g u a r d a serv irã o de ca v ern a s etern a m en te. “eternam ente” (H eb. na cid a d e que anda p u la n d o de p ra z er Devido ao fato do exército invasor levar o povo cativo e despojar os campos. com o tam bém so b re todas as casas de alegria. p a ra a legria dos ju m e n to s m o n teses e pa ra pa sto dos ga d os. (A lguns com entaristas entendem este versículo como referindo-se a Sa­ m aria quando foi tom ada em 7 2 2 a. o ru íd o da cid a d e cessará. ’ophel) e as torres dos atalaias se tornarão campos baldios. M P orq u e o p a lá cio será abandonado. ou solo im ­ produtivo. batendo em seus peitos. trazidos pelas tribos vizi­ nhas de beduínos.13).a d .C . 13 S obre a terra do m eu p o v o v irã o espin h eiros e sarças. Os campos desertos serão um a alegria som en­ te para os jum entos monteses e um pasto para os “gados”. os campos serão deixados sem cultivo. nenhum cultivo irá ocorrer. .

o deserto se to rn a rá em cam po fé r t il.g. “jardim” ou “pomar”). H á um derramamento do Espírito que começou de fato no Dia de Pentecostes (J1 2. A Terra será renovada como preparação para as alegrias mileniais.4). como também a polui­ ção da atmosfera. salvação e prosperidade. Devido ao fato de que haverá uma justiça onde as pessoas estarão numa correta posição para com Deus e entre si. e o jardim parecerá como um parque arborizado ou bosque (cf. Os resultados do juízo de Deus sobre Israel e Judá não são defini­ tivos. e a operação da ju stiça . e a “jus­ tiça morará no campo fértil”. .15— 20 13 a té qu e se d erra m e sob re n ós o E spírito lá do alto.17). então. 17 E o efeito da ju s tiça será paz. e o ca m p o f é r t i l será rep u ta d o p o r u m bosque. haverá paz. como dom de Deus).28. p a ra sem pre. repouso tranqüilo e segurança confiante no SE N H O R . 29. O deserto se tornará um campo fértil (Heb. U m dia melhor está vindo —um dia de renovação. O Espírito Derramado Restabelecerá a Paz 32. karmel. Com o duplo fato de que “o juízo habitará no deserto”. A t 1. rep ou so e segu ra n ça . a renovação do mundo pelo Espírito Santo será completa. M as haverá uma efusão até maior do Espírito quando Jesus retornar para estabelecer o seu reino milenial na Terra. Isto dá a impressão de pretender que a conta­ minação causada pelo pecado e pela ganância. 2. serão tiradas pelo Espírito. M as esse dia não virá até depois que o Espírito do Senhor seja derramado em abundância Pentecostal “lá do alto” (do céu. Este bem-estar harmo­ nioso é muito diferente da falsa segurança sentida pelos pecadores nos dias de Isaías. lb E o ju íz o habitará no deserto. O Israel moderno ainda espera esse dia. e a ju s tiç a m o ra rá no cam p o fé r t il.8.

e. alegres e calmos. O quadro da semeadura em uma terra bem regada. A audiência de Isaías deve ser lembrada que o juízo tem que vir antes da restauração. O “bosque” refere-se à terra que está infectada pelo pecado. e caía o bosque. e em lu gares q u ietos de descanso.18 E o m eu p o v o habitará em m ora d a de paz. acaban do tu de tra ta r p e r fid a m e n te . A “saraiva” será o agente de juízo. O ai aqui é dirigido contra a Assíria. realização espiritual e uma boa vida —tudo vindo da parte de Deus. (As desleais. Isaías agora retorna ao ai que começou esta seção. imorais e . o povo de Deus habitará em moradias de paz. ‘ashre) inclui a idéia de uma abundância de felicidade. O princí­ pio visto aqui — depois do juízo vem a bênção — está em muitas passagens da Bíblia a respeito de juízo e bênçãos mileniais. Os lares serão luga­ res de descanso seguro que são imperturbáveis. será s despojado. 19 ain da q u e caía saraiva. “Bem-aventurados” (Heb. Depois de lembrar a Israel a respeito da promessa de Deus.1 1 A i de ti d esp oja d or qu e n ã o fo s te despojado e q u e ages p e r fid a m en te con tra os que não agiram p erfid a m en te con tra ti!A caban­ do tu de despojar. p erjid a m en te te tratarão. AI DA ASSÍRIA 33. Em vez de presunção sem sentido. 6. e de animais de fazenda que virtualmente cuidam de si próprios falam de boa vida para a comunidade agrícola dos dias de Isaías. e em m ora d a s bem segu ras. 20 B em -a v en tu ra d o s vós. os qu e sem ea is sob re todas as águ a s e qu e d a is liberdade ao p é do boi e do ju m en to . e a cid a d e seja in tei­ ra m en te abatida. “A cidade” é o mundo das pessoas que viraram as suas costas para Deus. lares de segurança e confiança. Isaías novamente contrasta a bênção de Deus com outra profecia de seu juízo.

Qual seria o resultado do “pão de angústia”? 1.12? Por que a aliança de Israel com a morte era tolice? Onde é encontrado o cumprimento final do fundamento ou pe­ dra de esquina? 6. destruída pela deslealdade e traição (cf. ela seria. Por que razões era errado para Judá ir ao Egito pedir ajuda? 13. Que esperança o dia futuro trará? 12. . Então com a ajuda a mais dos citas. N ínive foi destruída em 6 1 2 a.C.) Em seu início. 3.C. a A ssíria pôde marchar de país em país sem medo de retaliações. 2. QUESTÕES DE ESTUDO Como o povo de Israel desconsiderava a Lei? Que lição os assírios ensinariam a Israel e por quê? Como I Coríntios 14. Qual foi o propósito de Deus nesses juízos? 9. 4. Ela faria tratados e os quebraria.destrutivas táticas assírias de pilhagem serão vistas novamente no fim dos tempos. Que conclusão pode ser tirada de 28 .5 2 ). M t 2 6 . De que outra forma o povo expressava a sua rebelião contra o Senhor? 14. Por que até mesmo a pessoa educada não entende a palavra de Deus? 10. De que maneira o nome “A riel” corresponde a Jerusalém? 8. eles levaram a A ssíria a um fim definitivo em 60 6 a. Qual foi a real causa para o formalismo no qual o povo tinha caído? 11. traindo qualquer confiança posta nela durante seus esforços para criar estados vassalos.23— 29? 7.21 se aplica a Isaías 28. Que esperança Deus lhes deu e por que eles a recusaram? 15. por um a com binação de babilônios e m e­ dos. por seu turno. M as seu tempo viria.11. 5.

2 Alguns entendem isto como significando “as mesas sagradas no santuário onde sacrifícios são oferecidos” por sacerdotes bêbados. Eerdmans. fazendo-os perceber que eles estão separa­ dos de Deus e não podem entender a mensagem de D eus”. McKenna. I & II Corinthians (Springfield. Por que Isaías dá um aviso especial às “mulheres complacentes”? 21.1 1. desligados da sua bênção e debaixo do seu juízo. 1:859. 19 71 ). De modo que falar em línguas é necessário como um sinal de juízo para os incrédulos. Paulo [em I Co 1 4 .2 2 ] de­ pressa chama a atenção deles para Isaías 2 8 . 5 W illiam L. Quem é o destruidor e o que acontecerá a ele? CITAÇÕES 1 Oswald T.16. Isaías então tornou claro que por causa da incredulidade deles. Ezequiel 4 3 . Stanley M . 6 Cf.1 5 . Que razões a mais mostram que era errado para Judá buscar aju­ da do Egito? 18. 272. Qual será a obra do Espírito na era do futuro reino? 22.: Logion Press. A llis. em The Comrnunicators Commentary (Dallas: W ord Books. N o contexto da profecia de Isaías.2 1 . H olladay. Que garantia Deus deu de que Ele subverteria o exército assírio? 17. ‘‘Para que os coríntios não chegassem à conclusão de que não havia espaço para falar em línguas na adoração pública. De quem é o reinado que Isaías prevê e que espécie de reinado será o seu? 20. David L. Deus enviaria os conquistadores estrangeii‘os cuja língua eles não entenderiam . M o. H orton. “Book o f ísaiah ”. . mas cujas ações deixariam claro que esses israelitas estavam separados de Deus. Paulo aplica isto ao falar em línguas (idio m as) que eles não entendiam .1 6 . 4 Veja nota sobre 5. B. em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. ísaiah Z — 39. 222.14. a mensagem que era destinada a abençoar traria juízo. 1993). Quem defenderia Jerusalém e que resultados se seguiriam? 19. 1 9 9 9 ) 13 7-3 8. os orgulhosos israelitas estavam dizendo que Isaías os estava tratan­ do como bebês espirituais e eles estavam ressentidos com isto. 1 9 7 5 ). A Concise Hebrew and Aramaic lex icon o f the O ld Testament (G rand R apids: W m .

Ancient Records o f Assyria and Babylonia. Esta vem de um a palavra raiz que significa “cobrir”. 9 O hebraico é singular. 2 1 1 -2 1 3 .1 0 ) e a restauração da sorte em Salmos 14. co m o ta m b ém a n o ssa sa lv a çã o em tem p o s d e trib u la çã o. I 9 .1 0 . 2 vols. 17 Veja J. desse modo utilizando o plural aqui. A History o f Ancient Israel and Judab (Philadelphia: W estm inster Press. 14Veja Stanley M . 11 H anes era chamada H eliópolis pelos gregos. Contudo. 19 86 ). U M A ORAÇÃO PO R LIBERTAÇÃO E A RESPOSTA DE DEUS 3 3 .I ) usa o hebraico que é semelhante ao restabelecimento da prosperidade de Jó (Jó 4 2 . Veja comentários sobre 37.37. 8 Devido ao hebraico 'arits. 12 Por causa das raras chuvas.2 —6 2 Senhor . . U m a S ú p lic a q u e E x a lta a D e u s 3 3 . Assim o salmista estava falando a respeito do restabelecimento da prosperidade em lugar do retorno dos cativos. Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro.2 -2 4 a. 0 Propósito de Deus na História 33. mente deveria ser tomado como um coletivo para todos os tiranos cruéis. alguns entendem que isto signifique Satanás. H orton.31 . 15 M uitos viram um a aplicação deste versículo na Prim eira Guerra M undial. 13 Veja 2 Reis 2 3 . 16 Daniel David Luckenbill. McKenna. tem m is er icó r d ia d e n ó s ! P o r ti tem o s esp era d o. 10 N ão a palavra ordinária para “oferenda”. 2:183. 3 8 6 -8 7 . 1926-27). (Chicago: University o f Chicago Press. “tirano” ser singular. 1 9 9 8 ). H ayes. F. eles usavam cisternas para conservar o supri­ mento de água.2-35. RJ: CPAD. Isaías 1— 286. s ê tu o n o sso b ra ço ca d a m a n h ã . M axw ell M iller e John H .I I — 14.7 [ “Quando o Senhor restaurar a sorte do seu povo”. quando os aviões do general britânico Edm und H en ry A llenby sobrevoa­ ram Jerusalém. A A RC indica “Jacó” para significar o povo de Israel.7 “Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião” (SI I 2 6 . por causa do propósito desta oferenda de bebida. libertando-a dos turcos.10 I. Jeremias 7. o singular provavel­ 39. A R A ].

O quadro das pessoas se lançando sobre o espólio pode descrever o que aconteceu depois da destruição do exército de Senaqueribe.Isaías interpõe uma súplica ao SE N H O R por ajuda e libertação.1). à tua ex a lta ção as n a ções serã o dispersas. “ao ruído [da sua voz]”. .15). en ch eu a S ião d e retid ã o e d e ju s tiç a .35. A figura de gafanhotos e as suas larvas enxameando e desfolhando toda planta verde indica quão depressa e como a batalha terminará completamente.3. M as quando Deus revela quão exaltado Ele é. 2 roa. O barulho de um exército se aproximando faz as pessoas fugi­ rem. N m 10. Eles contemplaram ao SE N H O R para ser a sua força (Heb. Ao longo da história de Israel Ele tinha dispersado nações. Até mesmo Ezequias tinba se voltado para o Senhor (2 R s 19. quando estivessem apertados de todos os lados. 4 E ntão.20). indicou que a “aguda espada” que saía da boca de Jesus d estru iria sem elhantem ente os exércitos do Anticristo (Ap 19. Ele espalharia os exércitos dos assírios da mesma maneira (cf.4). a li saltará. as pessoas fogem e as nações se dispersam. Também pode representar o modo das pessoas penetrarem nas bên­ çãos da vitória do SE N H O R sobre o Anticristo e os seus exércitos (Ap 19. 3 A o ru íd o do tu m u lto. p o is hab ita n a s a ltu r a s. Deus é m aior que qualquer força que a humanidade possa produzir. 3 O SENHOR é ex a lça d o. Ainda havia um remanescente justo em Jerusalém esperando para o SE N H O R mover-se graciosamente em seu favor. f u g i r ã o os p o vo s. o vidente de Patmos. co m o os g a fa n h o to s saltam . Eles confiaram nEle para ser a sua salvação1 “em tempos de tribulação”.19. “braço”) e ajuda “cada manhã”. a ju n ta r -s e -á o vosso despojo com o se apanha o p u lgã o . SI 68. João.

o tempo milenial de Deus será caracterizado pela estabilidade (segurança provocada pela fidelidade de Deus) e uma abundância de. “salvação”. a b u n d â n cia d e sa lv a çã o • . sa b ed o ria e ciên cia . Isto pode também se referir aos funcio­ nários mencionados em Isaías 36.3. e os m en s a g e ir o s d e p a z estã o ch o ra n d o a m a rga m en te. Em contraste com os tempos de tribulação (v. (O plural no hebraico indica uma abundância de tudo o que a salvação significa e inclui a nossa herança plena em Cristo: nossos novos corpos e nosso reinado como reis e sacerdotes com Ele.A vitória do SE N H O R o exaltará e mostrará quão elevado Ele é —o verdadeiro Deus que habita no céu.7— 9 7 E is q u e o s s e u s em b a ix a d o res estã o cla m a n d o d e f o r a .22. sem dúvida o dom do Messias ( 1 1. reconhecendo quão exaltado Ele é. NIV. porque a Assíria quebrou o tratado que Ezequias fez que era presumido a proteger Jerusalém (2 Rs 18. Este é o seu propósito resolu­ to e Ele levará isto a efeito.) Também haverá uma abundância de “sabedoria e ciência”. A Tristeza e Angústia de Judá 33.C.2). Os seus enviados que buscavam a paz lamentam amargamente.14— 16). e o te m o r do S e n h o r se r á o se u tesou ro. “Os seus embaixadores” (N V I. b. “homens va­ lentes”) de Judá (Heb. Isaías insinua que as pessoas o louvarão. ‘erdlam .). A ignorância e a falta de sabedoria já não farão ninguém se desviar e se perder. . Este será um dom que Ele tem como um tesouro a ser dado aos que o amam e honram a sua impressionante santidade.2). 6 £ h a v erá esta b ilid a d e n o s teu s tem p os. O “temor do S e n h o r ” não será uma mera emoção humana. Agora Isaías retorna aos seus próprios tempos quando os assírios estavam destruindo as cidades de Judá e ameaçando Jerusalém (701 a. “heróis”. literalmente. Pela sua vitória Ele encherá a Sião de sua própria “retidão e justiça”. “heróis”) 2 lamentam e clamam aber­ tamente nas ruas porque eles não podem barrar o inimigo.

na costa sul do monte Carmelo. rejeitou e menosprezou as teste­ munhas. e não respeitou ou valorizou a qualquer pessoa.4). 9 A terra g e m e e p ra n teia . c. d iz o Sen hor . p r o d u z ir eis p ra gan a. as folhas das árvores e as plantas das áreas de bosque do Carmelo murcham e caem.10— 13 10 A gora. O tempo vem quando Deus vê que é o bastante e Ele se levanta em juízo que o exaltará. 11 C on ceb estes palha.8 A s estra d a s estão desoladas. m e leva n ta rei a m im m esm o. desprezou as cid a d es e a hom em n e­ n h u m estim a. O SE N H O R se Levantará e Julgará o Inimigo 33. 24. agora. os campos planos de Basã a nordeste do mar da Galiléia —tudo tem se tornado como o deserto de Arabá ao sul do mar M orto. A terra murcha e sofre com as pragas da lavoura (cf. e o vosso esp írito vos d evora rá co m o fo g o . A paz e a segurança acabaram e todas as pessoas têm medo de arriscar-se a sair. Agora eles têm que sofrer as conseqüências. B a sã e C a rm elo f o r a m sa cu ­ didos. O Líbano com suas montanhas bonitas e florestas de cedro. “As estradas estão desoladas” por causa da violência do inimigo — nenhum com erciante trazendo os bens necessários. Os assírios saquearam a terra. agora. m e levan tarei. Colher essas conseqüências é compara­ do a dar à luz ao que tinha sido concebido antes. o L íhano se en vergon h a e se m urcha. ele ro m p eu a alian ça. cessa m os q u e p a ssa m p ela s v er e­ das. O inim igo (Senaqueribe) quebrou o tratado. Devido a eles terem . Os exércitos assírios arruinaram a gleba cultivada. Os assírios tomaram as suas decisões no passado. S arom se to rn o u com o u m deserto. serei exaltado. a planície fértil de Sarom. e Ele está sempre no tempo certo. Deus tem o seu próprio tempo.

Os pecadores (que estavam vivendo como se não hou­ vesse nenhum Deus) estão tremendo com medo e perguntam quem pode viver na presença do “fogo consum idor” da santidade im u­ tável de Deus. 12 E os p o v o s serã o co m o os in cên d io s de cal\ com o espin hos co rta d o s a rderão n o fo g o . devido ao fato de que Deus irá julgar todas as na­ ções e porque Ele mostrou a disponibilidade da sua graça através de grandes libertações. as pessoas teriam pensado que foram salvas pela sua própria sabedoria. como o queimar de arbustos de espinho secos. o resultado será farelo e palha. Deus respon­ deu a oração.14 ]A O s p eca d o res de Sião se assom bra ram . v ó s os qu e estais longe\ o que tenho f e i t o .feito os seus planos sem consultar o SE N H O R . O juízo de Deus sobre os exércitos assírios (os quais eram com­ postos de uma multidão de povos) será intenso. Se Senaqueribe tivesse mantido o seu tratado e deixado Jerusalém por causa do tributo que Ezequias lhe deu. será o fogo que os devorará. os que estão “longe” (os gentios) e os “vizi­ nhos” (o povo de Judá) precisam prestar atenção ao que Ele tem feito e reconhecer o seu enorme poder. 13 O u vi. como o incêndio de cal. A sua própria respiração. Assim ficou óbvio que Deus era o Único em quem se podia confiar. e v ó s que estais vizin hos. con h ecei o m eu poder. . ou espírito. d. Q u em d en tre n ó s habitará com o f o g o co n su m i­ d o r? Q u em d en tre nós habitará co m as labaredas etern a s? O que Deus tem feito foi de fato observado pelos pecadores em Sião. e rápido. M as quando Senaqueribe quebrou o tratado e a situação parecia desesperadora. Pecadores Aprendem uma Lição 33 . M ais adiante. o trem o r su rp reen d eu os hipócritas.

f. etc.1. Devido ao rei não ser indicado. Ver a sua paz e a sua bênção está incluso. jogatinas.6). rejeitando qualquer tipo de exploração dos outros (isto incluiria fraude. qu e tapa os o u v id o s p a ra não o u v ir f a l a r de sa n gu e e fe c h a os olhos pa ra não v e r o m al. qu e sa cod e das su a s m ãos todo o p resen te. O Rei Está Vindo 33. que recusemos a escutar qualquer coisa que venha a prejudicar outras pessoas. A resposta para a pergunta deles requer o tipo de estilo de vida que o Velho Testamento enfatiza e o Espírito Santo torna possível aos crentes nascidos de novo. e as su a s á gu a s serã o certas. 16 este habitará na s a ltu ra s. que recusemos a olhar com simpatia a qualquer coisa desagradável a Ele. M as a conexão com o versículo precedente indica que o Rei é o M essias (veja 32.17— 4 2 17 O s teu s olhos v erã o o R ei na su a fo r m o s u r a e v erã o a terra qu e está longe.1— Ele reinará em distâncias longínquas. S I 45 . Terra.). o seu p ã o lhe será dado. . Ele quer que nós continuemos falando “o que é certo”. A pessoa que vive nesse tipo de comunhão com o S E N H O R verá agora pessoalmente “o Rei na sua formosura”.16 13 O qu e an da em ju s tiça e q u e f a l a com retidão. as fo r ta lez a s das rochas serã o o seu alto refú gio. Deus quer ver todas as pessoas do mundo continuando a viver em plena retidão.e. Quem Pode H abitar com um Deus Santo? 33. até aos confins da 7). cf.15. loterias. A pessoa que vive nesse tipo de retidão plena irá hab itar “nas alturas” —em comunhão com o SENHOR —tendo segurança como a das fortalezas elevadas e provisão inesgotável das necessidades diárias. qu e arrem essa p a ra lon ge de si o ga n h o de opressões. Ele também quer que nós recusemos subornos. alguns supõem ser Ezequias após a sua cura e durante os seus quinze anos adicionais de vida (2 Rs 20.

18 O teu coração considerará em assombro\ dizendo: O n de está o escrivãoP O n d e está o pa gad or? O n d e está o que conta as torres?

Naquele dia a mente de cada pessoa “considerará em assombro” o terror anterior: tal como foi causado pelos assírios. Eles estarão perguntando: “Onde está o escrivão”, quer dizer, o chefe dos escriturários (Heb. sopher), aquele que registrou os nomes dos levados cati­ vos; “onde está o pagador”, pesando e registrando o tributo; e “onde está o oficial” registrando o número das torres demolidas (ou a se­ rem demolidas)? O terror do inimigo estará findo.
19 N ão verá s m a is aq uele p o v o cru el, p o v o d e ja la tão p ro fu n d a , qu e não se p o d e perceber, e de lín gu a tão estranha, que não se p o d e entender.

As lições ensinadas pelos assírios com o seu idioma estrangeiro e língua estranha e gaga (2 8 .1 1 ) não precisarão ser aprendidas nova­ mente. Os assírios arrogantes serão castigados pelos seus pecados.
20 O lha p a ra Sião, a cid a d e das n ossas solen id ades; os teu s olhos verã o a Jeru sa lém , habitação quieta, tenda que não será d errib a da, cu ja s estacas n u n ca serã o arran cad as, e das su a s cord a s n e­ nh u m a se quebrará.

Quando eles vêem o Rei (v. 17), eles poderão olhar para Sião, a cidade onde entraram na presença do SE N H O R para celebrar as sole­ nidades (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos —os festejos dos pere­ grinos que os convocam para vir a Jerusalém, Êx 23.14— 17). A cida­ de santa será um lugar quieto e pacífico. Isaías compara isto a uma “tenda que não será derribada”, pois suas “estacas nunca serão ar­ rancadas”, e sua segurança pelas cordas de tenda que nunca serão quebradas.3 Isto, para o israelita antigo, retratava um estado ideal. Somente o Messias pode trazer tal paz.
21 M as o Sen hor ali n os será g ra n d io so , lu ga r de rio s e co r r en ­ tes largas; barco n en h u m de rem o p a ssa rá p o r eles, n em n a vio g r a n d e n a vega rá p o r eles.

M ais importante, “o SE N H O R ali nos será grandioso”, presente com o seu povo em majestade. A falta de embarcações nos “rios e correntes” parece indicar que eles têm tudo o que precisam porque o S e n h o r está lá (cf. SI 46.4— Ez 47.1-5). Não haverá nenhuma 5; necessidade de sair pelo mundo buscando as suas riquezas como os navios de Salomão fizeram (I Rs 10.22).
22 P orque o Senhor é o n osso J u iz ; o SENHOR é o n osso L egis­ lador; o Senhor é o n osso R ei; ele n os salvará.

O S e n h o r é suficiente para todas as necessidades: Ele é o Juiz, Legislador e Rei. Isaías enfatiza que Ele irá salvar, libertar, e dar to­ das as bênçãos da sua salvação. O louvor está contido neste versículo. Ele é digno de todo louvor!

23 A s tu a s cord a s estão f r o u x a s ; não p u d era m ter f i r m e o seu m astro, e vela não esten d era m ; então, a p resa de ab u n d a n tes despojos se rep a rtirá ; e a té os cox os rou b a rã o a presa. Alguns comentaristas entendem este versículo como uma descri­ ção da Assíria em termos de um navio que “entra nas santas águas de Sião” e é naufragado.4 M ais precisamente, o versículo retorna aos dias de Isaías e retrata Jerusalém como um navio em péssimas condi­ ções por causa dos ataques assírios, contudo vitorioso, dividindo o espólio. Embora manquejando, leva a pilhagem. O versículo anterior dá o segredo da sua vitória: Deus é o Rei.
24 E m o ra d o r n en h u m dirá : E n ferm o estou ; p o rq u e o p o v o que ha bitar nela será ab solvido da su a iniqüidade.

Isaías olha agora para o futuro. Porque Deus é o Rei na era milenial futura e proverá divina saúde, nenhum habitante de Jerusalém dirá: “enfermo estou”. Todo o seu pecado e culpa também será “perdoa­ do” (Heb. rísu ; levantado, quer dizer, tirado pela expiação que Deus proverá através de Jesus, o qual seria levantado na cruz). Haverá total bem-estar para os indivíduos e para a sociedade como um todo.

2. A IRA DE DEUS SOBRE AS NAÇÕES 3 4 .I-I7

a. Juízo sobre Todas as Nações 34.1— 4
1 C h ega i-v o s, nações, p a ra o u v ir; e vós, povos, escu ta i; ou ça a terra, e a su a plen itu de, o m u n d o e tu d o q u an to produz .

A chamada em 33.13 aos que estão distantes e próximos para escutar é seguida por outra chamada que é até mesmo mais compre­ ensiva. Agora não somente é para todos os povos do mundo escuta­ rem, mas todos os que estão nele ( “a terra, e sua plenitude”) e “tudo quanto produz”. O juízo futuro afetará as pessoas, o mundo animal e o mundo vegetal. Mudanças tremendas acontecerão. 2 P orque a in d ign a çã o do SENHOR está sob re todas as nações, e o s e u j u r o r sob re todo o ex ército delas; ele as d estru iu totalm ente, en tre g o u -a s à m atança. Deus é longânimo, paciente, mas o tempo virá quando a sua ira estará pronta para explodir sobre todas as nações.5 A sua “indigna­ ção”, o seu ardente “furor”, ficará contra os exércitos destas nações. Ele “as destruiu totalmente” (Heb. hecberimam, “dedique-os ao juízo de Deus”, quer dizer, à completa destruição, como Jericó; Js 6.17). Haverá ali matança total (cf. Ap 19.21). ? E os seu s m o rto s serã o arrem essa dos, e dos seu s co rp o s su b irá o m a u cheiro; e com o seu sa n gu e os m o n tes se derreterão. Esses mortos golpeados serão jogados fora, “arremessados”, não lhes sendo dado nenhum enterro apropriado, de forma que os seus corpos serão deixados a exalar mau cheiro e a deteriorar-se. Isto era considerado uma desgraça terrível. Como pecadores eles sofrem os resultados do seu pecado. O quadro de montes ensopados [Heb. namassu, “derretidos”] com o sangue deles indica a sanguinolenta ero­ são do solo pela morte súbita de tantas pessoas.
4 E todo o ex ército dos céu s se g a sta rá , e os céu s se en rola rã o

co m o u m livro, e todo o seu ex ército ca irá co m o ca i a fo lh a da v id e e co m o cai o f i g o da fig u e ir a .

O juízo afetará toda a criação. As estrelas, referidas aqui como “o exército dos céus”, serão dissolvidas, (H eb. namaqqu, “enco­ lhendo continuam ente”). O enrolar de um livro tem o mesmo significado da figura de enrolar um pergam inho de couro, ou seja, fechar o livro. As estrelas e os planetas cairão para a ruína como folhas murchas (cf. Ap 6 .1 2 — ) ou como figos secos. O Deus 14 que criou os céus e a Terra pode desintegrar todas as galáxias. O cum primento disto preparará o caminho para um novo céu e nova terra (Ap 2 0 .1 1; 2 1 .I ).6 b. Juízo Especial sobre Edom 34.5— 17 5 P orque a m in h a espada se em b ria gou n o s céu s; eis q u e sobre E dom d escerá e sob re o p o v o do m eu anátem a, pa ra ex ercer ju íz o . Agora Deus fala. A sua “espada” é usada para atacar os indiví­ duos. A sua espada divina trouxe juízo no céu (sobre as forças satâ­ nicas) e então focaliza em Edom como representante dos inimigos do povo de Deus. Deus os destruiu totalm ente (lit., eles estão de­ baixo da “condenação” ou “anátem a” de Deus — sentenciados à destruição). Edom (os descendentes de Esaú) recusou-se a deixar os israelitas sob o comando de M oisés passarem pelo seu território (N m 2 0 .1 4 — 1 ) e freqüentemente mostrava animosidade para com 2 Israel. Obadias os condenou pela conduta antagônica quando os árabes e os filisteus atacaram Judá e Jerusalém em 845 a.C. (2 Cr 2 1 .1 6 ,1 7 ). Ele também os tratou como representantes de todas as nações que sofrerão o juízo no D ia do SENHOR (O b 1 5 , 1 6 ). Amós falou a respeito da destruição de Edom (1 .1 1 ,1 2 ). Depois das de­ predações dos assírios e babilônios “os edomitas gradualm ente se moveram através da Arábia... onde eles foram conhecidos como idumeus. Pelo quarto século a.C.,... o território edomita... tinha

caído sob a dominação dos... nabateus”, um povo árabe que tinha se estabelecido ali.7 (Entre os descendentes dos idumeus estava o rei H erodes.) 6 A espada do SENHOR está cheia de sangue, está cheia da g o r d u ­ ra de sa n gu e de co rd eiro s e de bodes, da g o r d u r a d os rin s de ca rn eiro s; p o rq u e o SENHOR tem s a c r f í c i o em B ozra e g r a n d e m a ta n ça na terra de E dom. O sangue e a gordura dos sacrifícios sempre eram dedicados ao SE N H O R . A gordura era considerada a melhor parte da carne (cf. Lv 3.9-11,14— 16). Para estes pecadores cujos sacrifícios eram sem sen­ tido, o sangue e a gordura nutririam apenas a sua espada, tornandoa mais preparada para trazer juízo. A capital de Edom, Bozra, aproxi­ madamente quarenta e três quilômetros a sudeste do mar M orto, foi escolhida para um juízo especial. 7 E os u n icó rn io s descerã o co m eles, e os bezerros, com os to u ro s; e a su a terra beberá sa n gu e a té se fa r ta r , e o seu p ó de g o r d u r a se encherá. Até mesmo os “bois selvagens” (A R A ) serão mortos com os be­ zerros machos e touros que normalmente seriam sacrificados.8A ter­ ra beberá o sangue deles, “e o seu pó de gordura se encherá” —pois o sacrifício será juízo, não redenção.
8 P orque será o dia da vin ga n ça do SENHOR, an o de retribu ições, p ela luta de Sião.

Deus tem um dia de “vingança” (Heb. naqam, “recompensa”), um ano de “retribuições” ou determinação de reivindicações em nome de Sião, pois Sião tem tima causa ou “luta”, um caso contra Edom. Isto implica juízo sobre todos os que são inimigos de Deus e da sua Palavra.
9 E os seu s rib eiro s se tra n sfo rm a rã o em pez, e o seu pó, em en x ofre, e a su a terra, em p ez ardente.

Edom freqüentemente se opunha a Israel e Judá (O b 10). Os ribeiros de Edom se transformam em “pez” ou piche e o seu pó se tornando “em enxofre” flamejante e a terra transformando-se “em pez ardente” significa que a terra de Edom se tornaria como Sodoma e Gomorra.
10 N em de n oite n em d e dia, se apagará; p a ra sem p re a sua fu m a ç a su b irá ; de g era çã o em g era çã o será assolada, e de sécu lo em sécu lo n in gu ém p a ssa rá p o r ela.

A ruína de Edom é declarada enfaticamente como sendo para sempre. As pessoas não viverão lá ou até mesmo sequer continuarão a passar por ela. Provavelmente mesmo no M ilênio ela permanecerá como uma constante lembrança aos povos a respeito do santo juízo de Deus.
1' M as o p elica n o e a co ru ja a possu irã o, e o b u fo e o co rv o habitarão nela, e ele esten d erá sob re ela co rd el de co n fu sã o e n ív el d e vaidade.

Pássaros cerimonialmente imundos (provavelmente várias espéci­ es de corujas, pelicanos, gralhas e corvos) viverão lá. Deus estenderá sobre a terra a linha de medir ou “cordel [cf. 28.17; Am 7.7,8] de confusão” (Heb. tohu, “vazio”) e o prumo ou “nível de vaidade” (Heb. ‘avne bohu, “pedras sem formas” em contraste com pedras lavradas). Tohu e bohu são as mesmas palavras usadas em Gênesis 1.2 para des­ crever o estado da terra antes que Deus lhe desse forma (terra seca, continentes) e começasse a encher os lugares vazios de criaturas vivas. A terra de Edom se tornou um deserto, mas o seu julgamento final ainda está por vir.
12 E les ch am arã o ao rein o os seu s nobres, m a s n en h u m haverá, e todos os seu s p r ín cip es não serã o coisa nenhum a.

Nenhum do nobres estará por lá para proclamar o reino de Edom, e todos seus príncipes já não existirão.

13 E, n os seu s p a lá cios, crescerã o espinhos, u rtiga s e ca rd os nas su a s fo rta lez a s; e se rá u m a habitação de dragões e sa la p a ra os f i lh o s do avestruz.

Sem nenhuma pessoa presente, ervas daninhas, animais selvagens e pássaros irão tomar conta das deterioradas ruínas de palácios e fortalezas. Edom não mais será um reino.
14 E os cães bravos se en con trarã o com os ga to s bravos; e o sátiro clam ará ao seu com panheiro; e os an im ais n o tu rn os ali p ou sa rã o e acharão lu gar de rep ou so para si. 15 Ali, se an inhará a m élroa, e porá os seus ovos, e tira rá os seu s filh otes, e os recolherá debaixo da sua som bra; tam bém a li os abutres se ajuntarão u n s com os outros.

Animais selvagens e pássaros viverão lá, acasalando-se e cuidando de seus filhotes sem nenhuma perturbação de seres humanos. H á algumas controvérsias entre os estudiosos e eruditos sobre a identi­ dade de alguns dos animais. Tudo o que nós sabemos com certeza é que alguns deles são criaturas noturnas.
16 B u s c a i n o liv r o d o SENHOR e led e; n en h u m a d esta s co isa s fa lh a r á , n em u m a n e m o u tra f a lt a r á ; p o r q u e a su a p r ó p r ia b oca

o ord en ou , e o seu esp írito m esm o as a ju n tará.

Ao comando para escutar (3 4.1), Isaías adiciona agora o seguinte mandamento: “Buscai [Heb. dirshu, “buscai”] no livro do SE N H O R , e lede”. A referência parece estar considerando os versículos preceden­ tes. Isaías registrou as suas profecias. Estas saíram da sua boca pelo Espírito Santo de Deus, e pelo mesmo Espírito seriam cumpridas. Edom foi posteriormente dominado pelos árabes e depois, em 106 d.C., por Roma.9 Petra (Sela), sua cidade mais famosa, ainda é uma ruína. O juízo de Deus sobre as nações durante a Grande Tribulação virá seguramente da mesma maneira.
17 P orque ele m esm o la n çou as so rtes p o r eles, e a su a m ã o lhes rep a rtiu a terra co m o cord el; pa ra sem p re a p ossu irã o, d e g e r a ­ çã o em gera çã o h abitarão nela.

Deus lançou as sortes por eles e a repartiu para eles com o cordel (cf. v .II; 28.17; Am 7.7,8), quer dizer, dando-a aos animais selva­ gens e pássaros imundos por herança. Esta será sempre deles.

3. A T E R R A E 0 POVO RESTAURADOS 3 5 .1 -1 0
a. O Deserto se Alegrará 35.1,2
1 O deserto e os lu gares seco s se a legra rã o co m isso; e o erm o ex u lta rá e flo r e s c e r á co m o a rosa.

Outra bonita revelação de glória futura e bênção segue a profecia de juízo. Em contraste com a devastação que acontecerá a Edom, o povo de Deus verá o deserto e a terra seca regozijando-se com nova vida, florescendo como a “rosa” (ou asfódelo, um lírio com longas ramagens de flores). Alguns aplicam isto ao retorno da Babilônia sob o comando de Zorobabel, mas tal restauração jamais aconteceu na­ quela época. O juízo sobre a terra prepara para as bênçãos mileniais. 2 A b u n d a n tem en te flo r e s c e r á e tam bém regu rg ita rá de a legria e ex u lta rá ; a g ló r ia do L íbano se lhe deu, bem co m o a ex celên cia do C a rm elo e de S arom ; eles v erã o a g ló r ia do Senhor , a ex ce­ lên cia do n osso D eu s. O povo de Deus verá uma abundância de flores e o próprio deserto gritar entusiasticamente de alegria. A “glória do Líbano” é a sua flores­ ta. A “excelência do Carmelo e Sarom” é a sua fertilidade e frutos maravilhosos. Em vendo tudo isso no deserto, o povo redimido de Deus estará vendo a glória do SENHOR, “a excelência de nosso Deus” que veste a terra. b. Encorajamento para Pessoas que Sofrem 35.3— 7 3 C o n fo rta i as m ã os f r a c a s e fo r ta le c e i os jo elh o s trem entes. Os comandos aqui insinuam que o povo de Deus precisa de for­ ças para reivindicar o que Ele tem provido para eles. “M ãos fracas” pressupõem desânim o e falta de poder e hab ilidade. “Joelhos

irementes” indicam fraqueza que impede as pessoas de darem um passo à frente e buscarem a Deus.
4 D iz ei aos tu rb a d os de cora ção: E sfo rça i-v o s e não tem ais; eis qu e o vosso D eu s v irá com vin ga n ça , co m recom p en sa de D eu s; ele v irá , e v o s salvará.

Os que estão com os corações turbados e assombrados precisam ter alguém para lhes dizer para serem fortes, para deixar de estarem amedrontados, pois Deus está presente. Ele virá “com vingança” por­ que o seu povo tem sofrido e com retribuição divina pelo que os seus inimigos lhes fizeram. Pois Ele virá, salvá-los-á e os transformará. Corações e vidas mudados será algo até mesmo mais sobrenatural do que o deserto que floresce (veja v.2). 5 Então, os olhos d os cegos serã o abertos, e os o u v id o s dos su rd o s se abrirão. Então serão abertos os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos. Jesus usou esta passagem como evidência de que Ele é o Messias (M t 11.4,5; Lc 7.22). Presentemente a cura divina traz somente um antegosto disto. No entanto, quando Ele retornar haverá o cumpri­ mento cabal. Então a cura será mais que temporária; o corpo experi­ mentará plena redenção (R m 8.23). 6 Então, os cox os sa lta rã o co m o cervos, e a lín gu a dos m u d o s can tará, p o rq u e águ a s arreb en ta rã o no deserto, e ribeiros, no erm o. As pessoas mancas saltarão como os cervos e a língua dos mudos cantará de alegria. A restauração verá água jorrando aos borbotões como poços artesianos no deserto e como os ribeiros no deserto de Arabá, ao sul do mar M orto. 7 E a terra seca se tra n sfo rm a rá em tanques, e a terra seden ta em m a n a n cia is de águ a s; e n a s habitações em que ja z ia m os ch acais ha verá erv a com ca n a s e ju n co s.

A areia ardente do deserto será substituída por tanques de água e o solo sedento terá fontes artesianas ou mananciais de águas. No lugar onde estava a casa dos chacais haverá erva, canas e juncos de papiro —uma completa mudança, um milagre dado por Deus. c. O Caminho Santo 35.8— 10 ÃE ali h a verá u m alto cam in ho, u m cam in h o qu e se ch am ará O C a m in h o S anto; o im u n d o n ã o p a ssa rá p o r ele, m a s será p a ra o p o v o de D eu s, os cam in han tes, até m esm o os loucos, não errarão. O propósito de Deus em criar ribeiros no deserto é abençoar as pessoas. Por toda esta terra restaurada haverá um grande “caminho” (c f 19.23), chamado de “O Caminho Santo”. Nenhuma pessoa imunda viajará por ele. A N V I indica que “os insensatos não o tomarão” (ou, o significado pode ser que nenhum simplório será confundido ou se perderá nele ou errará o caminho; veja Ex 23.4 onde o verbo é usado a respeito de um jumento que está desgarrado vagando). De fato, este será para todos os redimidos, pois eles estão todos limpos (Jo 15.3), e ninguém que viaje nele, até mesmo um simplório, irá se perder ou en­ contrar perigo. Quão diferente das estradas nos tempos antigos fre­ qüentemente usadas por exércitos dos inimigos e onde os ladrões às vezes espreitavam (cf. a Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.30— 37). 9 Ali, não h a verá leão, n em a n im a l f e r o z su b irá a ele, n em se ach ará nele; m a s os rem id o s a n d a rã o p o r ele, Nos dias de Isaías as trilhas irregulares e acidentadas através do deserto eram ameaçadas por animais selvagens perigosos. Tudo isso será mudado. Nenhum leão ou “animal feroz” estará lá para ameaçar os que viajam no caminho santo. S ó os redimidos do SE N H O R viajarão nele. Os “redimidos” são os resgatados ou comprados de volta pelo g o ‘el, o “Parente-Redentor”. A responsabilidade primária do g o ‘d era resgatar o seu parente íntimo de alguma dificuldade, perigo ou dívida. Um aspecto disto era restabelecer a propriedade e os direitos de uma viúva. Isto era realizado pelo parente masculino mais próximo, que a

lomava como esposa. No livro de Rute, Boaz se tornou o g o ‘el. Quando I)eus é reconhecido como o g o ‘à de seu povo, Ele se posiciona em sua defesa e os vindica. Especialmente em Isaías (e nos Salmos, e nos livros dos profetas Jeremias, Oséias e Zacarias) Deus como o g o ‘el resgatou o seu povo da escravidão do Egito e os continua resgatando ou redimindo, desfazendo as suas transgressões “como a névoa” da manhã e os seus pecados “como a nuvem”. Então Ele chama: “Torna-te para mim, porque eu te remi” (44.22). Sempre que há arrependimento e o Espí­ rito é derramado nos tempos de refrigério, como prometido em Atos 3.19, nós podemos ter um antegosto das bênçãos do Caminho Santo que Ele proverá no M ilênio.10
10 E os resg a ta d o s d o SENHOR v o lta r ã o e v ir ã o a S ião co m jú b ilo ; e a leg r ia eter n a h a v erá so b re a su a ca b eça ; g o z o e a leg r ia a lca n ça rã o , e d eles f u g i r á a tristez a e o g e m id o .

Os resgatados são mais adiante definidos como os “resgatados do S e n h o r ” . Ele é o Redentor que pagou o preço pela redenção deles e os liberta da escravidão do pecado. Eles retornarão e entrarão em Sião com brados de júbilo, e a alegria eterna estará nas suas cabeças — uma coroa melhor que uma coroa de ouro. A alegria que os faz exultar e deliciar os alcançará. Eles não terão que buscar alegria; esta os al­ cançará. As dificuldades que atormentam ou produzem suspiros, ou gemi­ dos, fugirá deles. N ada perturbará a alegria dos resgatados. Deus terá feito uma restauração completa tanto dos povos como da terra. Os resultados do pecado terão sido removidos.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. Em que bases o remanescente justo fundamenta suas petições em 33 .2 -9 ? 2. Quais são as características da pessoa justa em 33.14— 16?

W idyapranaw a. Biblical Archaeology in Focus (G rand R apids: Baker Book H ouse. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 19 90 ). s Estas são as nações que serão deixadas depois que a Igreja for tom ada no tempo da ressurreição e arrebatamento.4. 7 Keith N. Eles pensavam que poderiam pecar e rejeitar as profecias de Jere­ mias e que Deus jam ais deixaria qualquer coisa acontecer a Jerusalém. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . Quem é o rei e o que nós aprendemos na parte posterior do capítulo 33 a respeito do reino? 4. 210. Qual é a relação entre a vingança de Deus e a sua salvação? 12.6— 10? CITAÇÕES 1 O hebraico fs h u a h pode tam bém significar libertação. O que estará envolvido no juízo final da Terra? 5.17? 8. H orton. Qual é o significado do juízo sobre Edom? 7. 4 8 5 . B.6 se aplica ao ministério de Jesus? (Veja M t 11. 2 9 8 . 6 Stanley M .16. Que conexão você vê entre 32. Esta era um a m á aplicação da profecia. 4 S. Schoville. O que no capítulo 35 olha à frente para o M ilênio? 11. Por que Isaías mencionam o livro do S e n h o r em 34. Lc 7.22) 10.5.5. 8 Alguns entendem que os bois selvagens e touros sim bolizam os exércitos das nações e os seus líderes. Eerdmans. . Como 35. H. 3 O povo no tempo de Jeremias pensava que isto se aplicava a Jerusalém nos seus dias. O que está subtendido na dissolução das estrelas e como isto poderia ser cumprido? 6. RJ: CPAD. 2 Alguns entendem que isto significa sacerdotes.3. 303. 1 9 8 2 ). 19 9 5 ).15 e 35. Que aplicações do capítulo 35 podemos fazer para os nossos dias? 9.

Biblical Archaeology. 10 O grego de Atos 3. 4 8 5 . .19 indica que esses tempos de refrigério estão disponí­ veis até Jesus vir novamente.* Schoville.

1 1 H a con teceu . AS CIDADES DE JUDÁ CAPTURADAS 36. Senaqueribe Invade em 701 a.1-39.13 a 20. A partir dos registros assírios está claro que a invasão de Senaqueribe foi em 701 a.21. n o an o d écim o -q u a rto do rei TLzequias. A.8 Os capítulos 36 a 39 às vezes têm sido chamados de o Livro de Ezequias.C. Os fatos são registrados aqui como um teste­ munho para a veracidade das profecias de Isaías.8 I. Devido a . 36. A maior parte do que está escrito aqui também é encontrado em 2 Reis 18. qu e S enaqueribe) rei da A ssíria} su b iu co n tra todas as cid a d es f o r t e s de J u d á e a s tom ou.C.1-37.Ezequias e Senaqueribe 36.

assim os vinte e nove anos do seu reinado duraram até 686. Ao mesmo tempo. Um a vez que Sargão II estava no trono da Assíria. A morte dele tornou possível a inauguração de uma nova era. o sexto ano desse coreinado foi 72 2 a. e se dirigiu ao oeste. Ezequias fez uma aliança com o Egito para a pro­ teção mútua deles contra a Assíria. apenas seis meses depois. Ezequias acei­ tou o tratado que o pai dele tinha feito (2 Rs 16. Em 2 Crônicas 29.7). M as quando Senaqueribe subiu ao trono assírio em 705 a. Ele deu uma especial atenção a Judá porque. no mês primeiro. foi declarado como sendo o primeiro ano de Ezequias —assim o “ano décim o-quarto” foi 701 a. quando Acaz morreu em 715 a. expulsando Merodaque-Baladã.. (2 Rs 18. Nenhuma dessas coisas teria sido permitida pelo ímpio rei Acaz. Quando o rei filisteu Padi de Ecron tentou impedir a cidade de se unir na revolta de Ezequias contra a Assíria.1 . na direção oposta de Israel — Ezequias decidiu romper com a Assíria e não enviou mais nenhum tributo (2 Rs 18.C. Isto foi seguido por um grande reavivamento e da celebração da Páscoa. O seu real objetivo era a riqueza do Egito.C. Tendo em vista que o Egito sob o comando de Piankhi parecia ter ganho força. Acaz. Ezequias começou a reinar no seu próprio direito. Ezequias tentou detê-lo. ele derrotou os filisteus e tomou o controle do território deles até Gaza (2 Rs 18.10). mas ele ia tomando o controle de países no caminho.C. Senaqueribe recuperou o controle da Babilônia. e 715 a. no ano primeiro do seu reinado. Ezequias o pôs em ca­ deias e o aprisionou em Jerusalém. Porém.. abriu as portas da Casa do SEN H O R e as reparou”.Ezequias ter reinado com o seu pai. No entanto.3 está escrito o seguinte: “Ele. o quarto ano do reinado de Senaqueribe. recome­ çando novamente a conta do seu reinado.7) e continuou pagando tributo. de acordo com os seus registros. e achou necessário dar a sua atenção à usurpação da Babilônia pelos caldeus —a qual estava ao leste.C.C.8).

Senaqueribe também escreveu que ele forçou Ezequias a libertar Padi. tudo o que me impuseres levarei”. dispersou as outras tro­ pas mercenárias que Ezequias tinha contratado.4 Deve ter sido nesta ocasião que Ezequias ficou doente e foi avisado por Isaías que iria morrer (38. o qual tinha procla­ mado a si próprio rei da Babilônia pela terceira vez. veja 2 Rs 20. ao rei E zequias co m u m g ra n d e ex ército. A Bíblia. Ezequias enviou uma mensagem a ele dizendo: “Pequei. tanto em 2 Reis como em Isaías. Senaqueribe exi­ biu trezentos talentos (aproximadamente dez toneladas métricas) de prata e trinta talentos de ouro. derrotou um exército egípcio em Elteque (aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém). retira-te de mim. M as a oração e as lágrimas de Ezequias trouxeram a promessa de Deus de mais quinze anos de vida e a garantia de que Deus livraria a ele e a Jerusalém “das mãos do rei da Assíria” (38. 2.6). o qual foi restabelecido depois ao trono dele em Ecron.146 pessoas cativas. e então virou a sua aten­ ção para as “cidades fortes de Judá” (atacando e capturando todas elas). conclui a história das campanhas de Senaqueribe e depois retorna para a doença de Ezequias como um pano de fundo para a vinda dos enviados de Merodaque-Baladã.2 Os anais de Senaqueribe declaram que ele capturou 46 delas e ainda muitas aldeias não fortificadas e levou 200. ju n to ao ca m in h o do cam p o do .5. desde L aquis a J e r u ­ salém . cerca de quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém.2-20 2 E ntão.Mas os anais de Senaqueribe contam como ele conquistou Ecrom.1).1.14— acrescenta que enquanto Senaqueribe estava si­ 16 tiando Laquis. o rei da A ssíria en v io u R absaqué. Ezequias declarou isto ao povo para encorajá-lo a que colocasse a sua fé no SE N H O R .3 2 Reis 18. AS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 36. os quais Ezequias pagou levando toda a prata do templo do SE N H O R como também dos tesouros do palácio real e tirando o ouro das portas e batentes das escadarias do templo. e ele p a ro u ju n to ao ca n o do tanque m a is alto.

4 E R absaq ué lhes disse: O ra.lavandeiro. Quando Senaqueribe ouviu que Ezequias estava falando ao povo que Deus os livraria. o m ord om o. que. Senaqueribe estava certo de que o “conselho e poder para a guer­ ra” de Ezequias já se tinham provado sem sentido diante dos seus exércitos. “R absaqué”. ele quebrou o seu tratado e enviou o seu comandante-em-chefe (Heb. Mas ele não se referiu a Ezequias como rei. rab-shakeh. ARA e A RC ) com um grande exército para Jerusalém. Eles pararam fora dos muros (vv.filh o de Asafe. 6 E is qu e co n fia s na q u ele bordão de can a quebrada. Sebna (que era o secretário. dizei a E zequias: A ssim d iz o g r a n d e rei. con fias. Eles pro­ vavelmente ousaram fazer isto em virtude do tratado anterior feito com Senaqueribe. ele apa­ rentemente decidiu que tinha cometido um erro deixando para trás uma cidade fortificada. assim é Faraó. e J o á . ou secretário que cuidava dos registros públicos) saíram para encontrá-lo. o rei da A ssíria: Q u e co n fia n ça é esta qu e tu m a n i­ f e s t a s ? 5 B em p osso eu dizer: teu con selh o e p o d er p a ra a g u e r r a são apenas vã s p a la vra s: em quem . provavel­ mente o secretário de Estado). . e lha fu r a r á . pois. Senaqueribe tinha os seus espiões e logo soube a respeito da doença de Ezequias e da sua recuperação. e Joá (o escrivão. Então ele prosseguiu com a mensagem de Senaqueribe. agora. p a ra com tod os os qu e nele co rfia m . 3 Então. lhe en tra rá p ela m ão. se a lgu ém se a p oia r nele. sa iu a ele E lia q u im . rei do Egito. Assim. Ele estava de fato dizendo que Ezequias era tolo em depen­ der de qualquer um para ajudá-lo na sua rebelião contra Senaqueribe.12) e Eliaquim (que tomava conta do palácio). o escrivã o.filh o de H ilquías. a saber. e Sebna. tentando demolir através de ridículo a confiança e fé que Ezequias tinha depositado no SE N H O R . no Egito.11. como tantos ditadores terrenos. o chanceler. qu e co n ­ tra m im te rebelasP O comandante-em-chefe chamava Senaqueribe de “o grande rei”.

A demanda para oferecer sacrifícios unicamente no templo em Jerusalém era proposi­ tada para ser um testemunho ao mundo pagão de que havia apenas um verdadeiro templo. de modo que poderiam ser encorajadas para que não escutassem a Ezequias. Ezequias tinha retirado os altares e lugares altos que antigamente foram dedicados a Baal (veja 2 Rs I 8 . pois. esses san tu ário s tin h am sido p o p u lares antes do reavivamento. A comparação de se apoiar em um “bordão de cana quebrada” (algo que não só quebraria mas perfura­ ria a mão do que neste se apóia) simbolizava que Faraó não só não poderia ajudar. con fia m os. mas eles adulteraram essa adoração incluindo os deuses pagãos dos altares.I — 4). 8 O ra. dá.I Senaqueribe também tinha razão em dizer que era tolice depen­ der do Egito. e dar~te~ei dois m il cavalos. agora. mas também tiraria vantagem dos que dependessem dele e se voltaria contra eles. Os israelitas os tinham transformado em lugares para adoração do SE N H O R . n osso D eu s. Dt 12. o rei da A ssíria. Contudo. Senaqueribe não entendeu o essencial. No entanto. Porém. esta oferta era um . se m e disseres: N o Senhor . e Senaqueribe esperava que houvesse ainda lá senti­ mento suficiente por estes entre as pessoas comuns. Tal adoração era uma abominação ao SE N H O R e Ezequias tinha razão em destruir esses santuários (cf.2-14). Durante o grande reavivamento. Ele provavelmente soube que Isaías tinha advertido o povo a não confiar no Egito. refén s ao m eu senhor. porque há somente um verdadeiro Deus. p o rv en tu ra . realmente zombando também de Deus. 7 M as. O comandante do exército assírio pediu então a Ezequias que fizes­ se uma barganha com Senaqueribe: ele conseguiria dois mil cavalos se este pudesse montar os cavaleiros neles. não é esse aq uele cu jo s altos e cu jo s altares E zequias tirou e disse a J u d á e a Jeru sa lém : Perante este altar vos inclinareis? Senaqueribe sabia o que estava acontecendo em Jerusalém e niti­ damente criticava Ezequias. se tu p u d e r e s d a r ca va leiros p a ra eles.

nas quais Deus dissera que a Assíria era uma vara na sua mão irada (1 0. sem o Senhor co n tra esta terra. Assim. Bel e Nebo. (Era comum aos assírios convidarem os povos conquistados a se alistarem no exército deles e recuperar as suas perdas no próximo lugar de conquista. Ciro foi bem-sucedido nisto e os habitantes da Babilônia abriram os portões da cidade e deram boas-vindas ao seu exército. O comandante sabia que Jerusalém não tinha bastante solda­ dos deixados para pôr dois mil deles nos cavalos. p o r ca u sa dos ca rro s e ca va leiro s? O comandante assírio enfatiza que Jerusalém não poderia resistir nem sequer a uma pequena unidade liderada pelo menor dos oficiais de Senaqueribe. ele estava falseando a verdade em uma tentativa para intim idar o povo. porém. não p o d en d o tu v o lta r o rosto a u m só p r ín cip e dos m ín im o s serv o s do m eu senhor. reivindicando que os deuses deles. Tudo o que ele queria era a rendição de Jerusalém.5 M as Senaqueribe não era tão sutil. a qual era contra a Assíria. dando ao próprio Ciro uma entrada triunfal completa com ramos de palmeira. p a ra destruí~ la ? O Senhor m esm o m e disse: S obe co n tra esta terra e d estró i-a . Sem dúvida que ele conhe­ cia as profecias anteriores de Isaías.) 9 C om o. Ele reivindicava que o SE N H O R o tinha enviado para que destruísse Judá. agora. Este era de fato um convite para rendição e alistamento no exército de Senaqueribe. Parte da guerra psicológica dos reis antigos era declarar que os deuses dos povos que eles estavam atacando tinham lhes enviado para que fizessem isto. tinham-no enviado para libertá-los do mau governo de Nabonido e Belsazar. Ciro fez isto quando estava chegando a Babilônia. co n fia s no Egito. ele não prestou atenção ao restante da profecia. en­ quanto este continuava a sua marcha para o Egito.5). 10 E su b i eu. Render-se e juntar-se ao exército assírio seria uma situação muito melhor do que depender do Egito “por causa dos carros e cavaleiros”. .escárnio.

m a n d o u -m e o m eu sen h o r só ao teu sen h o r e a ti. Ele percebeu que Ezequias e os líderes de Jerusalém não pretendiam ceder. dizendo: I rfa liv elm en te. Então ele e o seu exército sitiariam Jerusalém e cortariam o abastecimento de suprimentos. 12 M as R absaq ué disse: P orven tu ra . o Grande. 14 A ssim diz o rei: N ão v o s en ga n e E zequias.11 E ntão. antes. se p ô s em pé. do rei da A ssíria. e esta cid a d e não será en tregu e na s m ãos do rei da A ssíria. do comércio. aos o u v id o s do p o v o que está sob re os m uros. 13 R absaqué. p a ra d iz er estas p a la vra s? E não. e J o á a R absaqué: P ed im o ste qu e f a l e s aos teu s serv o s em siríaco. porque eles não queriam agitar os habitantes de Jerusalém que estavam sentados sobre os muros e que poderiam espalhar as ameaças do comandante por toda a cidade. disse E liaquim . e disse: O u v i as p a la vra s do g r a n d e rei. Ele estava espe­ rando que pudesse lançar o povo em pânico.6 Antes . aos h om en s que estão assen tados sob re os m u ros. M as era exatamente isso o que o comandante queria. e não nos f a l e s em ju d a ico . n os livra rá o SENHOR. As palavras do comandante-em-chefe claramente mostram que a doença de Ezequias veio após o seu pagamento de tributo. da educação superior e da comunicação política entre os países desde antes da época de Abraão até ao tempo de Alexandre. O aramaico era a língua dos negócios. e Sebna. p o rq u e não vos p o d e­ rá livrar. A delegação da parte de Ezequias pediu ao comandante-em-chefe dos assírios que falasse em aramaico ( “siríaco”). de modo que eles vies­ sem a pedir rendição. 15 N em ta m p ou co E zequias v o s f a ç a co n fia r no SeNHOR. p a ra qu e c o ­ m a m co n vo sco o seu esterco e bebam a su a u r in a ? A resposta do comandante foi até mesmo mais ameaçadora e rude. p o rq u e bem o en ten dem os. pois. e cla m ou em alta voz em ju d a ico. até que lá não houvesse mais nada para comer ou beber.

onde eles poderiam cultivar uvas e trigo da mesma forma como faziam na terra de Judá. A cura de Ezequias e a promessa de Deus fizeram a diferença (veja cap. Ele de fato estava chamando Ezequias de um enganador que não poderia ajudá-los. indubitavelmente esperando voltar triunfalmente do Egito. 16 N ão deis ou vid os a Ezequias. Deste modo os assírios esperavam desorientar e desmoralizar um povo —de modo que estes desistiriam de qualquer tendência para se rebelar. por declarar que Ezequias não os poderia livrar e que eles não deveriam deixar Ezequias persuadi-los a confiar no S e N H O R . No entanto. 38). terra de trigo e de m osto. p orq u e assim diz o rei da A ssíria: A lia i-v o s com igo e s a í a m im . Ele prometeu que os levaria a uma terra tão boa quanto a própria terra deles. Então ele levaria a efeito a política assíria de deslocar e reassentar populações inteiras. Se eles fizessem a paz com Senaqueribe. e com a cada u m da su a v id e e da su a f i g u e i r a e beba cada u m da á gu a da su a cistern a . Ele provavelmente tinha a Babilônia em mente.desse tempo ele estava confiando no Egito e não no SE N H O R . A in­ clusão do ouro e também da prata do templo mostrava que ele não estava confiando no S E N H O R quando fez o tratado com Senaqueribe. e era uma prática assíria trans­ ferir outros povos para tomar o lugar dos cativos que foram desloca­ dos.0 0 0 pessoas de lá. porque há pouco ele tinha removido 2 0 8 . ele os deixaria viver em paz até que voltasse desta campanha. . P orven tu ra . Novamente o comandante fala ao povo que não escute a Ezequias. terra de p ã o e d e vinhas. M as Senaqueribe tentou quebrar a confiança do povo nas promessas de Deus. os deu ses das n a ções livra ra m cad a u m a su a terra das m ã os do rei da A ssíria? 19 O n d e estão os d eu ses de H am a te e de A rpade? O n d e estão os d eu ses de S efa rv a im ? P orven tu ra . ele não reconhecia que o Senhor é fiel e que Ele pode livrar. 18 N ão v o s en ga n e E zequias. dizendo: O SENHOR n o s livrará. 17 a té que eu ven ha e v o s leve p a ra u m a terra co m o a vossa.

3. Portanto.C. em Jerusalém. e Arpade. p orq u e havia m a n d a d o do rei.livra ra m eles a S am aria das m in h a s m ã o s? 20 Q u a is são eles. d en tre todos os deu ses desses países. Ele não podia ima­ ginar que o Senhor Deus cultuado no pequeno país de Judá pudesse ser maior que os deuses adorados nos países que ele já havia conquis­ tado. Ele lembra Jerusalém que as cidades de Hamate.21 21 M as eles ca la r a m -se e não lhe resp on d era m pa la vra. Agora. p a ra qu e o S enhor livra sse a J eru sa lém das m in h a s m ã o s? Novamente a mensagem de Senaqueribe refere-se à declaração de Ezequias da promessa de 38. Por obedece­ rem ao rei. ele sugere que o SE N H O R não pode ser em nada diferente e não pode salvar Jerusalém das suas mãos. Deus de fato os livraria. os qu e livra ra m a su a terra das m in h a s m ãos.6. em sua arrogância ele ainda não entendia o essencial. Os egípcios não eram nenhuma ajuda. Os soldados mercenários que Ezequias tinha contratado foram dispersados. O povo não deu nenhuma resposta a estes insultos e ameaças. assim. Ele também estava sugerindo que seria muito melhor para Jerusalém se eles se rendessem. eles tomaram uma nova posição de fé. O povo de Judá que esperava poder derrotar os assírios fazendo uma aliança com o Egito tinha sido desacreditado. Senaqueribe insinua que ele é maior do que qualquer deus. Os deuses desses países não tinham sido capazes de salvar as suas terras do grande rei de Assíria. juntamente com ele. Ele logo seria capaz de . Até mes­ mo Samaria se tornou uma província assíria em 72 2 a. Contudo. e Sefarvaim foram todas conquistadas e os seus deuses não as ajudaram. confiarem em Deus. e. no rio Orontes. no norte da Síria. Ezequias tinha lhes ordenado que não respondessem. 0 POVO OBEDECE A EZEQUIAS 36. um novo cora­ ção e um novo espírito esperavam por Isaías. e alguns dos habitantes de Sefarvaim foram transferidos para ela. dizendo: N ão lhe respon dereis.

o escrivão. o m ordom o. O comandante-em-chefe tinha um exército grande. 2 E o rei en vio u a E liaquim. o chanceler. Ezequias também rasgou as suas roupas e vestiu-se de pano de saco (aniagem preta e grossa). As ameaças de Senaqueribe eram sérias.filh o de H ilquias. Ele percebia que a sua única esperança esta­ va no SE N H O R . e J o á . viera m a E zequias com as vestes rasgadas e lhe fiz e r a m sa b er as p a la vra s de R absaqué. e aos an ciãos dos sacerdotes. (A nova atitude da sua audiência e a nova mensagem explicam a mudança de estilo e vocabulário. e o recente partido da guerra. e de blasfêm i­ as. e a Sebna.8 22 E ntão. o m ord om o.filh o de A scfe. e se co b riu de sa co de p a n o gro sseiro . 3 E dissera m -lh e: A ssim diz E zequias: Este dia é dia de angústia. terá ou vid o as palavras . Ele sabia que o seu pai.lhes dar o conforto do capítulo 40 e dos seguintes. ten do o u v id o isso o rei E zequias. 4 P orventura. feito de pelo de cabra. E lia q u im . o profeta. Então informaram a Ezequias o que o comandante tinha dito. e de vitupérios. pronto para sitiar Jerusalém.22-37. p orq u e chegados são os filh o s ao parto. Acaz. f i lh o de Amoz. PROFETIZADA A MORTE DE SENAQUERIBE 36. Ele queria que o povo soubesse que ele ainda acreditava na promessa de Deus. 1 E a co n teceu que. ra sgou as su a s vestes. e Sebna. o escrivão. por causa da blasfêmia de Senaqueribe. a Isaías. e fo r ç a não há pa ra os dar à luz.) 4. e en tro u na C asa do SENHOR. Os três que tinham se reunido com o comandante então rasgaram as suas vestes — provavelmente eles rasgaram a frente de suas túnicas como um sinal de pesar e humilhação. Assim ele entrou publicamente no templo para buscar a ajuda prometida do SE N H O R . teu D eus. como um reco­ nhecimento mais extenso da seriedade da situação. que tinham confiado na Assíria. o SENHOR. cobertos de sacos de p a n o grosseiro. estavam errados.

A comparação de uma mãe grávida na hora do parto. Isaías tinha uma palavra confortante. tem ou vido. Ezequias esperava que Deus ouvisse e repreendesse Senaqueribe. estavam de fato ridicularizando o Deus vivo (em contraste com os deuses mortos de madeira. para afron tar o D eu s vivo e pa ra o vitu p era r com as pa la vras que o SENHOR.7 Ezequias lhe pediu que fizesse uma oração “pelo resto que ficou”. em quem “força não há para os dar à luz”. teu D eu s. a desgraça ameaçada pelo comandante assírio. Porém. morreriam a mãe e o bebê.l o . Eles deviam dizer para Ezequias que deixasse de ficar amedrontado a res­ peito da mensagem pela qual os “servos” (Heb. Reconhecendo que Isaías estava em contato com Deus. “filho de Amoz”. A delegação que tinha ido ao encontro do comandante-em-chefe e os principais sacerdotes seguiram o exemplo de Ezequias e vestiram pano de saco. significava que ela estava em uma situação desesperadora. seu amo. “meninos” sem discernimento) de Senaqueribe tinham blasfemado do SEN H O R . Era muito tarde para orar pela liberta­ ção das outras cidades de Judá. O rei os enviou então ao profeta Isaías.e i ca ir m o rto à espada n a su a terra. mas ainda havia um remanescente sobrevivendo em Jerusalém. 6 E Isa ía s lhes disse: A ssim d ireis a vosso am o: A ssim d iz o Senh or : N ão tem a s à vista das p a la vra s qu e ouviste. entregues pelo comandanteem-chefe. . Ezequias reco­ nhecia que as palavras de Senaqueribe. 7E is que p o r ei n ele u m espírito. Em tal caso. na are. J a z e oração p elo resto que fic o u .de Rabsaqué. a quem en viou o rei da Assíria. e f á . metal e pedra). e ele o u v irá u m r u m o r e volta rá p a ra a su a terra . a única esperança deles estava no SE N H O R . e a inabilidade deles para prestarem algum socorro. 5 E os serv o s do rei E zequias viera m a Isaías. com as qu ais os serv o s do rei da A ssíria de m im blasfem aram . Os servos de Ezequias foram ao encontro de Isaías e buscaram uma palavra da parte do SE N H O R . com uma mensagem reconhecendo o perigo.

8Este m ostra uma fila de homens e mulheres que saem da cidade com fardos nas suas costas. é razoável acreditar que Senaqueribe levou os prisioneiros das cidades de Judá para B abilônia.9 Os registros da segunda cam panha de Senaqueribe inform am m uito claramente que ele m atou alguns cativos e deportou o restante naquele tem ­ po. em 688 a. o comandante-em-chefe retornou e achou Senaqueribe lutando contra Libna.C. R absaqué e achou o rei da A ssíria p eleja n d o contra L ibna. mas um anjo do SE N H O R cuidaria para que ele não chegasse tão perto de Jerusalém e voltasse a Nínive. ameaçaria Ezequias e Jerusalém novamente..Deus poria um espírito em Senaqueribe e ele ouviria um certo rumor e voltaria à sua própria terra. p o rq u e o u v ira qu e j á se havia retira d o de L aquis. que retratava a captura de Laquis e seu povo. (L aquis ti­ nha sido tom ada e destruída. onde morreria (veja 37. pois.1 1 . Outro grupo leva sacos e outros artigos nas mãos. Quando não houve nenhuma rendição. com issionando os artistas para retratá-la. A frente deles estão os cativos que são em palados em estacas afiadas. e uma vez que ele precisou esmagar a revolta em Babilônia. de modo que ele voltaria à sua própria terra. ou mesmo o Egito.10 Desde que Senaqueribe já tinha determ inado que parte dos tributos trazidos a N ínive fossem levados para Babilônia.. Ele celebrou esta cam panha de 701 a. Arqueólogos acha­ ram um grande relevo de parede no palácio de Senaqueribe.36— 38). Senaqueribe. Vòltou. o que incluía Babilônia como uma de suas capitais.C.) En­ tão Senaqueribe ouviu falar a notícia a respeito de M erodaqueBaladã ter tomado Babilônia e se apressou em retornar para Nínive e para Babilônia. Alguns estão deixando tributo ou espólio. O “rumor” era a notícia de que Merodaque-Baladã estava novamente assumindo o poder na Babilônia. De Laquis ele foi para Libna. Babilônia era mais importante para Senaqueribe do que Jerusalém. Eventualmente ele morreria em sua própria terra. contu­ do. em N ínive.

2:121. 5 James B. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Por que Senaqueribe disse que Ezequias estava enganando os ha­ bitantes de Jerusalém? 3. 3 D aniel David Luckenbill. ed. 39 onde M erodaque-Baladã ouve falar a respeito da doença. O que Senaqueribe tinha realizado em Judá antes de ter enviado o seu comandante-em-chefe com um grande exército para Jerusa­ lém? 2.? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. 6 Observe que Isaías finaliza o relato das invasões de Senaqueribe antes de contar a respeito da doença de Ezequias.. 2 :1 1 9 -2 0 . 8 U m a cópia de tamanho natural disto pode ser vista no M useu O riental da Universidade de Chicago. teu D eus”. 19 55 ). 2 :1 2 0 . não “nosso D eus”. 3 0 6 . 4 Luckenbill. 7 Observe no v. Ancient Near Eastern Texts Relating to tbe Old Testament. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Por que Ezequias enviou pessoas vestidas em panos de saco ao encontro de Isaías? 6. (Princeton: Princeton U niversity Press.QUESTÕES DE ESTUDO 1. Que mensagem o Senhor proferiu e como esta foi cumprida? 7. Ancient Records.C.. 33. 1 9 2 6 -2 7 ). 2 a ed. 2 Ibid. Pritchard. Ancient Records o f Assyria and Eabylonía. . Que evidência há para uma segunda campanha de Senaqueribe em 688 a. 19 24 ). Como o povo respondeu à mensagem do comandante assírio e por que isto é significativo? 5. A descrição da doença também prepara para o cap. O que Senaqueribe pensava de si mesmo e a respeito do Senhor? 4. 2 vols. 3 1 5 -1 6 . 4 que estes representantes do estado e do tem plo dizem “o S en h o r .

como isto foi interrompido. 10 Luckenbill.C.9-38 I. 2 2 6 -2 8 . R obert H enry Pfeiffer. e então retorna para a reconstrução anterior do templo. no. 19 3 7 ). His Tmth Endureth: A Survey o f the Beginnings and o f OU Testament History in the Light o f Archaeological Discoveries (P hiladelphia: N ational Publishing Co. M uir. en viou m ensageiros a Ezequias. 187. 1 James W. 31 9 (julho de 1923): 2 6 9 . 19 16 ). até que finalmente destruiu Babilônia em 689 a. B. Revell. Isaías dá um passo à frente neste ponto para 688 a. James C. Isto era feito freqüentemente no livro dos Reis. 2 :1 1 8 .d.). Downer.. American Oriental Series.) Agora. T h irtle.8 e 37. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. The Bihle Comes Alive (N ova York: Flem ing H .9. (Veja também Esdras 4. 79. e conclui o relato a respeito de Senaqueribe e Ezequias. 13 4 -3 5 . Benjamin R . Ancient Records. rei da E tiópia. State Letters o f Assyria. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah 1 (Londres: M organ & Scott. A ssim que o u v iu isso.1 Ele expulsou Merodaque-Baladã e continuou em­ preendendo a guerra lá.9-13 9 E o u v iu d iz er qu e Eiraca. mas com um exército poderoso. Os registros de Senaqueribe mostram que ele esteve na Babilônia em 700. onde Esdras fala da sua tentativa de reconstruir a cidade. O Exército de Senaqueribe É Dizimado e Senaqueribe É Morto 37. AS RENOVADAS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 37.C. Os escritores do Velho Testamento freqüentemente completavam um relato e então voltavam e davam detalhes de um evento anterior. não em uma condição debilitada. “T he AddedYears o f H ezekiahs Life” Bibliotheca Sacra 80.9 Charles M arston. dizendo: H á um espaço de tempo cie cerca de doze anos entre 37.C. n. Isaías também faz uma pequena incursão aos eventos ocorridos en­ tre 701 e 688 a. 19 35 ). Isto pareceria estranho se Senaqueribe —tão implacável em retornar . vol. tinha sa íd o p a ra lhe fa z e r gu erra .

Senaqueribe estava livre para ir ao oeste em direção ao Egito. Senaqueribe mudou a sua atenção de Judá. Novamente Senaqueribe blasfemou de Deus e negou a profecia de Isaías (3 8 .. o qual era o seu mais recente título. Isto é confirmado no que Heródoto. Por isso ele enviou os mensageiros a Ezequias. Depois de derrotar a Arábia.C. dizendo: J eru sa lém não será en tregu e nas m ã os do rei da A ssíria.2 Inscrições fragmentárias de Senaqueribe contam a respeito de uma campanha árabe.5 Tiraca chegou primeiro ao Egito em 6 9 0/ 6 89 a. Ele chamou Deus de enganador e disse que Ezequias não deveria confiar nEle. contudo. . M as ele não queria que Ezequias pensasse que fora perdoado. ele alistou compulsoriamente no seu exército alguns dos árabes conquistados e deslocou-se para encontrar Tiraca.C. Senaqueribe tinha a firme expectativa de ocupar Jerusalém por este tempo. até mesmo depois de uma derrota desas­ trosa em 691 a. dizendo: N ão te en ga ­ n e o teu D eu s. o historiador grego.repetidas vezes à Babilônia. 10 A ssim fa la reis a E zequias.. Quando Tiraca pôs-se a caminho para encontrar as forças de Senaqueribe. que conta como Senaqueribe tomou à força os deuses do rei da Arábia e os trouxe para a Assíria.C. com a idade de vinte anos.4 diz que os egípcios chamavam Senaqueribe de “o rei da Arábia”. Isto é confirmado por um registro de Esar-Hadom. — deixasse Ezequias calado “como um pássaro engaiolado” em Jerusalém e nunca voltasse. depois da destruição da Babilônia em 689 a.C. Depois de conquistar a Arábia.6 ).3 Dessa forma. Senaqueribe aparentemente preten­ dia ir para Jerusalém e então descer pela costa para o Egito. rei de Ju d á . quando o seu irmão Shebitku o chamou para reinar com ele. Ele co-reinou com Shebitku até 684 e continuou reinando até 66 4 a. e proclamar a si próprio o rei da Arábia. M as nesta época ele passou pela Arábia e desceu pela parte sul da Judéia. em q u em confias.

e o rei de A rpade. 2. os reis anteriores da Assíria) tinham destruído não os puderam livrar. e o rei da cidade de S efarvaim . As nações citadas aqui ficavam na Mesopotâmia ocidental. estavam em E elassar? Ele acrescenta que os “deuses das nações” que os seus antepassados (i. Ele também estava dizendo que o Deus de Israel não poderia impedir que isto acontecesse a Jerusalém. 12 P orven tu ra . d estru in d o -a s to ta lm en te. Senaqueribe estava fazendo o seu melhor para estremecer a fé de Ezequias no SENHOR.2). as livra ra m os d eu ses das n a ções q u e m eu s p a is d estru íra m : Gozã. . veja comentário em 34. O último pode ser igual a Ava. e escapa rias tu ? Em dizendo que os reis de Assíria destruíram todos os países ( “colocou todas as terras sob condenação” . pois.1 9 ) com as adições de H ena e Iva.. Ezequias mostra uma atitude diferente da que tinha mostrado uns dez anos antes. e E zequias as esten d eu p era n te o SENHOR.14-35 14 R ecebendo.24). que . quando o comandante-em-chefe de Senaqueribe fez as suas ameaças. e os f i lh o s de E den. E zequias as ca rta s da s m ã os dos m en sa geiros e len d o -a s. na Babilônia (2 Rs 17. H en a e I v a ? Ele repete a lista de deuses (chamados de “reis”) da mensagem anterior (3 6 . e H a râ ’ e R ezefe. Senaqueribe estava falando que eles foram destruídos em consigna­ ção ao seu deus. su b iu à C asa do SENHOR. 13 O n d e está o rei de H am ate.11 Eis qu e j á ten s ou v id o o qu e f i z e r a m os reis da A ssíria a todas as terras. Ele viu a profecia cumprida.e. Ele levou a carta imediatamente e a estendeu dian­ te do S en h o r . Desta vez ele não ras­ gou as suas vestes ou vestiu pano de saco ou enviou mensageiros que rogassem a Isaías. A ORAÇÃO DE EZEQUIAS E A RESPOSTA DE DEUS 37.

Além disso. e olha. 19 E lan çara m no f o g o os seu s deuses. e o u v e. o s teu s ou vidos. não apenas o único e verdadeiro Deus sobre “todos os reinos da terra”. p o r isso. q u e os reis da A ssíria a ssola ram todos os p a íses e su a s terras. tu és o D eu s. q u e habitas en tre os q u eru b in s. as qu ais ele m a n d o u p a ra a fro n ta r o D eu s vivo.15 E o ro u E zequias ao SENHOR. sen ã o obra de m ã os de hom ens.8. e o u v e todas as p a la vra s de Senaqueribe. reconhecendo o SE N H O R como o SE N H O R dos Exércitos. formados pelas “mãos de homens”. 31.7). mas também como o Criador dos céus e da Terra. D eu s de Israel. de todos os rein o s da terra. Ele o reconheceu como o único Deus (um tema de Isaías). SENHOR.20. diferen­ te de todos os falsos deuses das outras nações. Ele confia em Deus e deseja que Deus seja honrado. Ele pede a Deus que preste plena atenção ao que Senaqueribe disse para desafiar e afrontar “o Deus vivo”. 17 In clin a . abre. Ezequias não nega que a Assíria destruiu todos os outros países. ó SENHOR. mas ape­ nas “madeira e pedra”. 18 Verdade é. dizendo: 16 Ó SENHOR dos E xércitos. Desta vez o próprio Ezequias ora. Ezequias reconhece que Deus é diferente dos ídolos. o Deus de Israel. ele sabia que Senaqueribe havia destruído os deu­ ses das outras nações. tu som en te. Isto era especialmente verdade a respeito dos . Ezequias se aproximou assim em uma atitude de fé que honrava a Deus pelo que Ele é. Em chamando Deus de “vivo”. m a d eira e p ed ra . p o rq u e deuses não eram . os destru íram . tu fi z e s t e os céu s e a terra. Ezequias reconhecia que aqueles ídolos não eram Deus. SENHOR. os teu s olhos. entronizado “entre os querubins”: o lugar mais santo no templo. Ele indubitavelmente sabia o que Isaías tinha dito sobre eles (veja 2.

mas como um testemunho para “todos os reinos da terra” de que Deus é Yahweh —o Deus que tirou Israel do Egito. o Deus fiel.C. para que todos os reinos da terra cotikeçam que só tu és o SENHOR. o guardião da aliança. a filh a de Jeru sa lém m en eia a cabeça p o r detrás de ti.). Deus chama Jerusalém de “a virgem” porque ela ainda não fora conquistada e permaneceria inconquistável pelos assírios.5 — 7). 23 A qu em a fro n ta ste e de q u em blasfem aste? E co n tra quem alçaste a voz e ergu este os teu s olhos ao a lto ? C o n tra o S anto de Israel. em cumprimento de uma profecia anterior de Isaías (3 7 . por causa de Jerusalém. rei da A ssíria. 24 P o r m eio de teu s serv o s cfr o n ta ste o Senhor. livra -n o s das su as mãos. te despreza. aos ú ltim o s recessos do L íbano. e de ti zom ba. Senaqueribe tinha enviado os seus servos não para que desafias­ sem e afrontassem somente a Ezequias. balançando a cabeça em desdém. A resposta de Deus veio por intermédio de Isaías. 22 esta é a p a la vra que o SENHOR fa l o u a respeito dele: A virgem . ó Senhor. 21 Então. Este insulto provavelmente se refere ao fato de Senaqueribe abandonar a sua campanha original em 701 a. As declarações .C. Não há nenhum outro Deus. à medida que eles se retiravam. e disseste: C om a m u ltid ã o dos m eu s ca rro s su b i eu aos cu m es dos m ontes.. m a n d ou dizer a E zequias: A ssim diz o Senhor .C. o D eu s de Israel: Q u a n to ao que m ep ed iste acerca de Senaqueribe.6(Esta é uma outra confirmação de que a carta foi escrita em uma segunda campanha ocidental de Senaqueribe em 688 a. fi lh o deA m oz. E zequias não quer som ente a lib e rtaç ão da opressão de Senaqueribe.muitos deuses secundários da Babilônia que foram despedaçados em 689 a. a filh a de Sião. Isaías. no bosque do seu ca m p o fé r t il . o Deus que era e é e sempre será. mas a Deus. nosso D eus. Ela os menosprezou e os ridicularizou. e co rta rei os seu s altos ced ro s e as su a s f a i a s escolh id as e en tra rei no seu cu m e m a is elevado. 20 A gora pois.

8 26 P orven tu ra. ele se vangloriava de que nada o poderia parar. Com as solas dos seus pés ele poderia secar todos os córregos e canais do rio Nilo. Foi a superintendência de Deus que perm itiu aos moradores esta­ rem “com as mãos caídas” (Heb. e o trigo q u eim ad o an tes do crescim ento. se cu m pre. e o f e n o d os telhados. co m as m ã o s caídas. e que ele tomaria conta das árvores dos bosques de seus campos fér­ teis. Nada está fora da soberania de Deus. seq u ei todos os rio s do Egito. não o u v iste que j á m u ito an tes eu f i z isso e que j á desde os dias a n tigos o tinha p en sa d o ? A gora. e. Ele amoldou as circunstân­ cias que tornaram possível a Senaqueribe destruir cidades (veja 10. O Egito seria uma presa fácil. p o rém . e eu qu is qu e f o s s e s tu qu e d estru ísses as cida des f o r t e s e as red u z isses a m o n tõ es assolados. Senaqueribe pensava que estava agindo como um deus.5— I I . 27 P or isso. Eles se tornaram como os brotos verdes e tenros da “erva do campo” que . A R A ) mais escolhidas. e a erv a verde. qitsre-yad. co m a s p la n ta s de m eu s pés. os seu s m ora dores. A indicação de cavar poços e beber deles pode se referir à campa­ nha dele pela Arábia. Ou seja. a n daram atem orizados e en vergon h a d os. 25 Eu ca vei e bebi as águas.dele significavam que ele pensava que poderia cortar os cedros mais altos do Líbano e as suas faias ( “ciprestes”. isso quer dizer que ele triunfaria em todas as batalhas. M as o verdadeiro Deus é o único que ordenou os eventos ( “eu fiz isso”). tão facilmente quanto um fazendeiro poderia represar uma pequena vala de irrigação empurrando um pouco de terra.7Agora que estava chegando perto do Egito. Como o oleiro que dá forma a um vaso. quer dizer. “desprovido de mãos”) de modo que eles andavam atemorizados e envergonhados. era m co m o a erv a do cam po. que conta como Deus usou a Assíria como a sua “vara” para trazer juízo). lit.

de modo que ele não viria a Jerusalém como ameaçara que faria. o resto ou remanescente do povo de Judá iria prosperar. . 31 Porque o que escapou da casa de Ju dá efico u de resto tornará a lançar raízes para baixo e dará f r u t o para cima. Para encorajar Ezequias. E semelhante às colheitas. o que daí proceder. caso especialmente verdadeiro a respeito da grama que poderia brotar de repente no lodo que cobria a esteira de junco que compunha os telhados planos das casas deles. Deus sabia exatamente o que Senaqueribe estava fazendo e o modo como ele estava se movimentando e se enfurecendo contra Deus. . Deus está no controle.facilmente poderiam ser cortados ou murchar. mas no tercei­ ro ano eles poderiam semear e colher campos de grãos e plantar vi­ nhedos e comer as suas uvas. agora Deus agiria: “Porei o meu anzol no teu nariz”. mas. semeai. e plantai vinhas e comei osfr u to s delas. fazendo Senaqueribe retroceder pelo caminho por onde ele viera. 2li Mas eu conheço o teu assentar e o teu sair e o teu entrar e o teu fu ror contra mim. 29 Por causa da tua raiva contra mim e porque a tua arrogância subiu até aos meus ouvidos. . No restante do ano e no ano que se seguiria (que provavelmente estava a ponto de começar) eles comeriam o que crescesse por si mesmo. . nem um pouco perturbado sobre o que Deus poderia fazer a ele. no segundo ano. . de volta pela Arábia. . Porque Senaqueribe estava se debatendo em raiva contra Deus e porque ele não estava. e segai. Deus prometeu um sinal. no terceiro ano. na sua insolência. E isto tc será por sinal: este ano se comerá o que espontaneamen­ te nascei] c. eis que porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio nos teus lábios e tefa r e i voltar pelo caminho por onde vieste.

q u an do se levan taram p ela m a ­ n h ã cedo. ta m p ou co v ir á p era n te ela co m escu d o. p o r a m o r de m im e p o r a m o r do m eu serv o D avi. Senaqueribe não entraria em Jerusalém. 33 P elo q u e assim d iz o SENHOR a cerca do rei da A ssíria: N ão en tra rá n esta cidade. mas por causa da aliança que Ele tinha feito com Davi (cf. . 2 Sm 7). ou leva n ta rá co n tra ela tranqueira. o que esca p o u .. pela Arábia) e não iria a Jerusalém. D eus não salvaria Jerusalém porque seus habitantes o mereces­ sem. p o r esse volta rá . eis qu e tu d o era m co rp o s m ortos. A PROFECIA DE ISAÍAS FOI CUMPRIDA 37. Deus sempre teria um remanescente. do m o n te de Sião. 3. d iz o Sen h o r . sa iu o a n jo do SENHOR e fe r iu . e Ele tem o poder para realizar isto. mas não faria assim desta vez. n em la n ça rá nela fle c h a algu m a .36-38 36 Então. 34 P elo ca m in h o p o r on d e vier.C. e. m a s nesta cida de não en tra rá . Tampouco ele “levantará contra ela tranqueira” ou rampa de cerco. Ele tinha feito algumas destas atividades em 701 a. A palavra de Deus era clara. 2 9 ) de que Senaqueribe retornaria pelo mesmo ca­ minho que veio (quer dizer. e. definida e enfática. n o a rra ia l dos assírios. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. O “restante” ou remanescente —pessoas que foram poupadas ou libertadas —sairia de Jerusalém.32 P orque de J eru sa lém sa irá o restante. O próprio zelo de Deus cuidaria disto. Ele não poderia chegar perto o suficiente para atirar uma flecha ou segurar um escudo para se proteger dos defensores de Jerusalém. 35 P orque eu a m p a ra rei esta cidade. a cen to e oiten ta e cin co m il. p a ra a livrar. Este é um ensino muito importante de Isaías. Ele repete a sua afirmação (do v.

. lá permaneceram apenas algumas poucas inscrições secundárias em edificações. concluindo com a captura e destruição da Babilônia em 689 a. e eles f u g i r a m pa ra a terra de A rarate. porque eles dependi­ am dos espólios de guerra para a sua própria prosperidade. Da mesma maneira que o afogamento dos egípcios no Êxodo não é mencionado em registros egípcios. estan d o ele p ro stra d o na casa de JSÍisroque.000 soldados. assim também esta derrota não foi registrada por Senaqueribe. seu filh o . ele jamais realizou outra.9 Â parte disto. provavelmente onde ele teve alguns consertos realizados. Ao invés disso. Isto deve ter chocado os habitantes de Nínive. Parece que Senaqueribe jamais se encontrou com Tiraca. eles os acharam não morrendo (como que através de pestilência) mas “mortos”. ele resumiu as suas proezas. insinuando uma peste bubônica.000 pessoas do exército assírio. Senaqueribe registrou que tinha capturado algumas carroças de mercadorias e tinha tenta­ do fazer parecer que isto era uma vitória.C. Até aquele tempo. rein o u em seu lugar. algumas das quais os arqueólogos descobriram. Ele fez diversas cópi­ as. o f e r ir a m à espada. Quando os restantes despertaram cedo na manhã seguinte. nada havia a não ser uma derrota total. rei da A ssíria. 38 E su ced eu que. A dram eleq ue e Sarezer.Naquela noite o anjo do S enhor matou 185. e E sar-H adom . emitindo um relatório anual das suas façanhas. No entanto. se retirou. o fato de que ele não fez mais nenhuma campanha atesta o registro bíblico. Em sua única derrota anterior em 6 9 1 a. Senaqueribe tinha realizado uma campanha m ilitar todos os anos do seu reinado. . e nenhum rei pagão antigo jamais registrou qualquer coisa como uma derrota. 37 A ssim S enaqueribe. seu s filh o s . seu deus.C. Devido ao fato dos egípcios não poderem imaginar tal morte súbita a não ser por uma pestilência. e voltou . Embora vivesse mais sete anos. eles espalharam uma história de que ratos comeram as cordas dos arcos dos assírios. e f i c o u em N ínive. e se f o i . M as com a morte dos 185.

2 0 7 . 5 H erodotus. George Raw linson. 3:63 6.C. 19 53 ). 9 Luckenbill. Como a resposta de Ezequias à carta de Senaqueribe em 688 a. 8 O term o hebraico ‘achriv é um a forma hiph’il im perfeita que indica ação incompleta. 7 W illiam Foxwell Albright. “Sen n ach erib s Invasion o f Judah ”. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press.C. 19 24 ). QUESTÕES DE ESTUDO 1. 133. adorando no templo de Nisroque. Senaqueribe estava prostrado de joelhos. 1 9 2 6 -2 7 ). Including Archaeology and C h ro n o lo gy”. Por que Deus iria defender Jerusalém e como isto foi cumprido? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. G oodspeed. Então eles fugiram para a terra de Ararate (a antiga Armênia. em The Encyclopedia Americana (N ova York: Am erican Corporation. 2 George S. foi diferente da sua resposta às ameaças do comandante-em-chefe em 701 a. 35. A crônica babilônica registrou a morte de Senaqueribe e a acessão de seu filho Esar-Hadom. . M an uel K om roff (Nova York: Tudor Publishm g Co.Em 681 a.? 2. 185. “O ldTestam ent H istory. agora parte da moderna Turquia).. 2 :1 5 2 . 2 vols. o seu deus. 6 Luckenbill. 131. History. 19 28 ).C. 4 H eródoto não foi um historiador no sentido m oderno do termo. Ancient Records. Senaqueribe ainda não tinha estado no Egito. Annals o f Sennacherih. 23.. mas ele conside­ rou a sua conquista do Egito como praticam ente term inada. 2 :1 5 8 . ed. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. Cumberland Presbyterian Quarterly I (junho de 19 02 ): 95. trans. Ele era um turista que registrou o que os guias lhe falaram. 3 D aniel David Luckenbill. Dois dos seus filhos “o feriram à espada”. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press.

EZEQUIAS É RESTAURADO 38. de q u e a n d ei dian te de ti em v erd a d e e co m co ra çã o p erfeito e f i z o qu e era reto aos teu s olhos. E zequias a d oeceu d u m a en ferm id a d e m orta l. 2.1-22 1.1Isaías veio a ele com uma forte mensagem para pôr a sua casa em ordem. 3 E disse: A h! SENHOR. M uitos têm especulado sobre a data da doença de Ezequias. o ouro do templo pertencia a Deus.C . Ezequias tinha ido longe demais. Ele fez a sua reivin- . No entanto. lem b ra -te.2-22 1 Então. e v eio a ele Isaías. Pior ainda. ele orou.1 1 N aqueles dias. Isto foi provavelmente depois que Ezequias tentou salvar Jerusalém tomando o ouro do tem­ plo e dando-o a Senaqueribe como tributo. p o rq u e m o rr erá s e não viverás. Ezequias sabia que Deus era longânimo. o p rofeta . mas confiou nEle depois disso e declarou a promessa de Deus de 38. A Doença e a Recuperação de Ezequias 38. Ele estava confiando no que ele próprio poderia fazer em vez de confiar no que Deus poderia realizar. ele queria que Deus se interessasse pela sua situação e fizesse algo sobre a mesma. Assim. f i l h o de A moz. Deus teria bases para não enviar o juízo pro­ fetizado. porque ele iria morrer. mostra que a doença aconte­ ceu em 701 a. e que quando o arrepen­ dimento era oferecido.C. p eço -te.6. UMA SENTENÇA DE MORTE 38. E ch orou E zequias m u itíssim o. Antes. o fato de que Ezequias não estava confiando em Deus quan­ do pagou tributo a Senaqueribe. e lhe disse: A ssim diz 0 SENHOR: P õ e em ord em a tu a casa. Pedir a Deus para se lembrar não quer dizer que Ezequias pensava que Deus tinha esquecido. v iro u Ezequias o rosto p a ra a parede e orou ao SENHOR.

A graça de Deus verdadeiramente estava além da expectativa de Ezequias. eis q u e a crescen ta rei a os teu s dias q u in z e anos.1 a 3 L I ). A ssim . 7 E isto te será da p a rte do Senhor co m o sin a l de qu e o SENHOR cu m p rirá esta p a la vra qu e fa l o u : 8 eis que f a r e i qu e a som bra dos g ra u s. Então Ezequias derramou o seu coração em lamentação diante de Deus. recu o u o so l dez g r a u s p elo s g r a u s qu e j á tinha andado. 6 E livrar~te~ei das m ã os do rei da A ssíria. fazendo o que era reto aos olhos de Deus (cf. As lágrimas indicavam um espírito humilde e arrependido. A promessa de Deus foi confirmada por um sinal sobrenatural. “palma da mão”) de Senaqueribe. v o lte dez g r a u s atrás. e a esta cidade. e lhe deu a promessa de mais “quinze anos” de vida. O pai de Ezequias. 4 E ntão. teu p a i: O u v i a tua ora ção e v i as tua s lágrim as. Assim. A promessa de salvar Ezequias e Jerusalém das “mãos” (Heb. foi realmente cumprida. Acaz. Este era um tempo de bênção e reavivamento..C. Ele de fato tinha restabeleci­ do o serviço do templo e tinha feito a convocação para uma grande celebração da Páscoa no começo do seu pleno reinado e tinha feito muito para livrar-se da idolatria (2 Cr 29. apesar de não parecer estar sob con­ trole seguro. dizendo: 5 Vai e dize a E zequias: A ssim d iz o S e n h o r . 30.3). Deus. qu e p a sso u co m o so l p elo s g r a u s do relógio de Acaz. por intermédio de Isaías e em linha com a sua aliança com Davi. ele viveu até 686 a.dicação sobre o fundamento de que ele tinha vivido diante do SeNHOR em fidelidade e com “coração perfeito”. 2 R s 18. o D eu s de D a vi. a ti. tinha construído um relógio de sol que con- .36. veio a p a la vra do SENHOR a Isaías. kaph. disse a Ezequias que tinha ouvido a sua oração e tinha visto as suas lágrimas. eu d efen d erei esta cidade. Deus defendeu “esta cidade”. com o seu fdho Manassés compar­ tilhando o trono como co-regente durante os últimos dez anos do seu reinado.

“Nes­ se caso. quando houve um a restauração da prosperidade depois que Senaqueribe par­ tiu e quando o povo enviou presentes a Ezequias. Eu disse: N a tra n q ü ilid ade de m eu s dias.m e . rei de Ju d á . O erudi­ to britânico. “peregrinações”. ARC.e i às p o rta s da sep u ltu ra . James W. desde que dez destes salmos não são atribuídos a Davi. por causa da sua cura m aravilhosa (2 Cr 32. M cK cnna sugere que Acaz pode ter trazido a idéia para o relógio de sol de Damasco quando estava buscando a ajuda da Assíria. A sombra iria retroceder “dez graus”. R S V ). Ezequias registrou os seus pensamen­ tos e sentimentos. ele passaria pelas “portas da sepultura” (Heb. Bcsha’are Sh‘‘ol. T hirtle. j á estou p r iv a d o do resto de m eu s anos. de q u an do a d oeceu e sa rou de su a en ferm ida de.23). chegando no que deveria ter sido o meado de sua vida. . N V I. foram acrescentados pelos escribas de Ezequias à coleção de salmos do templo para celebrar os quinze anos adicionais da vida de Ezequias. O Salmo 126 corresponde a 701 a.C. T h irtle também sugeriu que. Ele também entendia que. privando-o da vida longa que ele esperava ter. a escolha de Deus do relógio de sol de Acaz para dar um sinal a Ezequias é uma outra refutação direta do poder de Senaqueribe e da idolatria assíria. da mesma maneira que os “homens de E zequias” transcreveram provérbios adicionais de Salomão e os acrescentaram à coleção no livro de Provérbios (Pv 25.sistia em degraus por meio dos quais a sombra do sol mostraria o tempo durante o dia. Quando lhe foi dito que morreria.2 sugeriu que os Salmos 120 a 134.. ir . ele viu isto como algo prematuro. esses dez podem se referir aos dez graus que a som bra voltou atrás. devido a isto ser um juízo de Deus. os quinze cânticos dos degraus ( “romagem”. D epois da sua recuperação.”3 9 C â n tico de E zequias.1). “dentro dos portões do Sheol”. o lugar dos ímpios m ortos) onde não poderia comunicar-se com Deus. ARA “degraus”.

12 O tem po da m in h a vid a se f o i e f o i rem o v id o de m im . co rtei co m o tecelão a m in h a vid a : co m o qu e do tea r m e corta rá . p a ssa rei m a n sa m en te p o r todos os m eu s anos. Os seus próprios olhos ficaram fracos e cansados enquanto ele continuava olhando “ao alto”. q u eb rou todos os m eu s ossos. Ezequias se acalmou até a madrugada (cf. ó Senhor. 13 E u sossegu ei a té à m a d ru ga d a . assim . co m o choça de p a sto r. M as ele ain­ da esperava que Deus viesse “como um leão” para julgá-lo. a ssim e u ch ilreava e g em ia co m o a p om b a . m e acabarás. buscando o perdão de Deus e pedindo-lhe para vir e aliviar o seu sofrimento. Ele continuou tagarelando como os pássaros.11 E u disse: J á não v er ei m a is ao SENHOR n a terra d os viven tes. Ele teria cortado o fio da vida do modo como um tecelão corta uma linha do tear. Ele esperava que antes de o dia virar noite. Ele seria cortado da vida como a conhecia. desde a m a n h ã até à noite. p o r ca u sa da a m a rgu ra da m in h a alm a. Ezequias estava angustiado de que já não estaria “na terra dos vi­ ventes” para ver ou experimentar a presença do SE N H O R . ja m a is v erei o hom em com os m o ra d o res do m un do. e ainda esperava que Deus o entregasse à morte antes do fim do dia. quebran­ do todos seus ossos. . an do o p rim id o ! F ica p o r tn eu fia d o r. mas isto o tornou ainda mais fraco. Ele sentia a ira de Deus pairando sobre si.2). O tempo da sua vida seria tirado ou removido dele. co m o u m leão. 14 C o m o o g r o u o u a an dorinh a. Deus daria um fim nele. alça va os olhos ao alto. SI 131. desde a m a n h ã até à noite. assim o f e z . m e acabarás. como a caba­ na temporária de um pastor que é levada para longe dele. nem olharia os habitantes deste mundo. A sua vida era como o pano de um tecelão. 13 Q u e d irei? C o m o m o p ro m eteu . gemendo como uma pom­ ba. que é enrolado quando concluído.

p a ra m in h a paz. O próprio Deus o curou. Ezequias fez isto humilhando a vida do seu espírito. da mesma maneira como se eles jamais tivessem acontecido. do inferno). 16 Senhor. tão a m orosa m en te abraçaste a m inha alm a. e o tinha feito viver. p orta n to. cu r a -m e e fa z e . por causa da experiência de confrontar-se com a morte.15). Não haveria nenhum louvor ou ações de graças a Deus naquele lugar. Al ém disso. “Estas coisas” referem-se aos elementos ou fases que fizeram Ezequias se humilhar diante de Deus. Assim. para Ezequias dizer que Ele havia lançado “para trás das costas todos meus pecados” significa que Deus os apagou da exis­ tência. n em a m o rte g lo r ifi­ ca r -te. Ele caminharia “mansamen­ te”. o lugar dos ímpios mortos). toda a culpa de Ezequias tinha se acabado também. com estas coisa s se vive. como em uma procissão solene (cf. (na realidade Sheol. p o rém . O que poderia dizer Ezequias em relação à promessa dos versículos 5 e 6? Deus tinha falado. Verdadeiramente Deus o tinha curado. 11 E is que.4. Os que “descem à cova” (nova­ . E f 5. tu. 18 P orque não p o d e lo u v a r -te a sep u ltu ra . Deus tinha um propósito em permitir-lhe estar doente e experi­ mentar a amargura de enfrentar a morte. inferno. pois Deus literal­ mente o guardou da “cova da corrupção” (quer dizer. e em todas ela s está a vid a do m eu esp írito. Desde que Deus está em todos os lugares. Ezequias poderia ter baixado à “sepultura”.A resposta de Deus trouxe uma mudança súbita. SI 42. n em esperarã o em tu a v erd a d e os que d escem à cova. Era para o seu próprio bene­ fício (incluindo a sua paz e bem-estar) e para a bênção de integridade. Era uma experiência do amor e da graça de Deus. de modo que ele fora um exemplo aos outros.m e viver. Deus o perdoou completamente. qu e não caiu na co va da corru p çã o. p o rq u e lan çaste p a ra trá s das tu a s costas todos os m eu s pecados. eu estiv e em g r a n d e a m a rgu ra .

Isaías contou com os médicos da corte para colocarem “uma pasta de fi­ gos” na ferida ou inflamação. veja o registro completo em 2 Rs 20. e juntos o louvarão com música enquanto eles viverem. continuamente. p elo que. Assim ele se unirá a outros “na casa do S e n h o r ” . de­ pois das suas lágrimas e do perdão dos seus pecados). Naquele momento. 22 T am bém dissera E zequias: Q u a l será o sin a l de qu e hei de su b ir à C asa do S enhor P Isaías também volta a nos fazer lembrar do sinal miraculoso (v. No entanto. os vivo s. os restaurados à vida plena (como fora Ezequias. o p a i a os f i lh o s f a r á n o tó ria a tua verdade. A cura de Ezequias foi 1 . ou ponto de contato para ajudá-lo a expressar a sua fé. Os quinze anos adicionais dele seriam um tempo de oferecer ações de graças e de reavivamento. “Os vivos”. Eles estão eliminados para sempre de qualquer comu­ nhão com Deus. ele a faria uma vida de louvor a Deus. 20 O SENHOR v eio sa lv a r -m e. tornando conhecida a fidelidade de Deus.7— 1).8. darão graças e louvarão a Deus. esses te louvarão. em preparação para o capítulo 39.mente. Sheol) sob o juízo de Deus não podem esperar pela fidelida­ de de Deus. com o eu hoje f a ç o . 19 O s vivos. n ós o lo u v a rem o s todos os d ias de nossa vid a na C asa do SENHOR. Ezequias reconhece que Deus ainda continua pronto para libertálo. Deus tinha dado vida nova para Ezequias. e sarará. como um sím­ bolo.4 21 E d issera Isaías: T om em u m a pa sta de f i g o s e a p on h a m com o em p la sto sob re a chaga. tangendo eu m eu s in s­ tru m en tos. Isaías retorna ao tempo quando Ezequias estava doente. Tal experiência precisa ser passada adiante de pai para filho. Deus faria a cura. Agora.

alma.1-2 1 N aquele tem po. Leary (Nova York: Thom as N elson & Sons.J. EZEQUIAS MOSTRA OS SEUS TESOUROS 39. ed. 45 3 McKenna. Não é de admirar ele ter cantado com alegria quando adorava no templo. 39.em resposta a oração. R. mente e espírito. 3 6 1 . V eja D avid L. ca rta s e u m p resen te a E zequias. em From the Pyramids to Paul. G. em Ancient Israel. .1-8 I. 3. 3 6 9 . A Embaixada de Merodaque-Baladã 39. 4 A. H orn. en v io u M erod a q u e-B a la d ã . M cK en n a. Ele foi curado —corpo. 19 35 ). 2. e de fato foi milagrosa. 1 9 8 8 ). ed. QUESTÕES DE ESTUDO 1. “T he Historicity o f the H ezekian Reform ”. 1 9 1 6 ). 19 87 ). rei da B abilôn ia. D. Pfeiffer. 19 93 ). 135. f i l h o de B aladã. Siegfried H . 135. 4. N. “T h e D ivided M onarchy”. Siebens. 2 James W illiam T h irtle. Isaiah 1— 9 . Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book H ouse. O ld Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. 4 4 — . Isaiah 1— 365. Charles F. 254.: Prentice-H all. H crshcl Shanks (Englewood C liffs. 167. 133. L. em The 3 Com municators Commentary (D allas: W ord Books. Quais são os antecedentes da doença de Ezequias? Em que bases Deus deu a Ezequias mais quinze anos? Que garantia Deus deu para Ezequias? O que Ezequias enfatizou na sua resposta? CITAÇÕES 1 A lg u n s co n co rd am . p o rq u e tinha o u v id o d iz er qu e havia estado d oen te e qu e j á tinha con valescido.

e toda a su a casa de arm as.23). em 700 a. Merodaque-Baladã.1. manteve Senaqueribe em uma constante luta a respeito da Babilônia. Merodaque-Baladã tirou proveito da ajuda do partido anti-assírio na Babilônia e. e coisas preciosíssimas a Ezequias. Eles perceberam que a partida de Senaqueribe. K JV) —porque ele tinha ouvido falar do grande sinal da sombra que retrocedeu nos degraus do reló­ gio de sol. prova­ velmente na expectativa de que a doença deste e a promessa de Deus de libertação manteriam Senaqueribe no Oeste.3 O presente de Merodaque-Baladã era um sinal de respeito. n em em su a casa. Com Senaqueribe ocupa­ do no Oeste. 2 E E zequias se a legro u co m eles e lhes m o strou a casa do seu tesouro>e a prata.2Não obstante. Senaqueribe deixou a sua campanha ocidental. e tu d o q u an to se achava n os seu s tesou ros. ele não foi o único a enviar um presente. até que finalmente ele a destruiu em 689 a. depois disto. de modo que.4N o entanto.C.C. N IV.. e o ouro. a Ezequias. fazendo Merodaque-Baladã fugir para o Elão. Ezequias pode ter ficado lisonjeado. coisa n en h u m a houve. Estes devem ter incluído os presentes de outros reis e . n em em todo o seu dom ínio. g ü en to s. “oferta de comida”. junto com outros. unido a um príncipe caldeu.1 tomou o controle como rei da Babilônia e incitou a revolta. Ele se alegrou com os envia­ dos de Merodaque-Baladã e lhes mostrou todos os seus tesouros e armamentos. Shuzubu. minchah) é o nome do sacrifício chamado de “oferta de manjares” (Lv 2. “oferta de grãos”. rei de Judá.“N aquele tempo”. e. derrotou Shuzubu. e os m elh ores un~ . Porém. refere-se a 701 a. Ele en­ viou uma embaixada. significava que igualmente eles não precisariam mais ter medo dele. com “cartas e um presente”. quase reverência —a mesma palavra para “presente” (Heb. e as especiarias. Então.C. qu e E zequias lhes não m ostrasse. “E muitos traziam presentes a Jerusalém ao Senhor. ele colocou o seu filho primogênito no trono que tinha sido ocupado por Merodaque-Baladã. foi exaltado pe­ rante os olhos de todas as nações” (2 Cr 32. em cumprimento da profecia de Isaías.

e a liderança da Babilônia tomou nota: havia tesouro para ser usufru­ ído em Jerusalém e Judá. Ezequias adm itiu que tinha mostrado aos enviados tudo o que era necessário ou sensato. 2. O tempo seguramente viria quando tudo o que havia no palácio real de Jerusalém e na casa real . será levado p a ra B a b ilôn ia . n ã o f i c a r á coisa algu m a. 0 EXÍLIO BABILÔNICO PROFETIZADO 39.nações. da B abilôn ia. O orgulho de Ezequias em relação a todos os seus tesouros era pecado. disse Isa ía s a E zequias: O u v e a p a la vra do S enhor dos E x ércitos: 6 E is que v irã o dias em qu e tu d o q u an to h o u ver em tua casa. o p ro feta Isa ía s veio ao re i E zequias e lhe disse: Q u e f o i que aqueles hom ens disseram e donde vieram a ti? E disse Ezequias: D e u m a terra rem ota v iera m a m im . Os babilônios se lembrariam da riqueza em Jerusalém. com o que en tesou ra ra m teu s p a is a té ao dia de hoje.3-8 3 Então. Isaías fez duas perguntas: Ele queria saber o que os enviados dis­ seram e de onde eles vieram. Os enviados devem ter qu erid o que ele reconhecesse Merodaque-Baladã como o legítimo rei da Babilônia. Ezequias respondeu só a segunda per­ gunta. 4 E disse ele: Q u e f o i qu e v ira m em tua ca sa ? E disse E zequias: Viram tu d o q u an to há em m in h a casa. Então ele lhes deu uma excursão pelo palácio e pelo país de Judá. disse o Sen h or. Isaías tinha uma palavra severa da parte de Deus. Ezequias sabia quão importante era aquela cidade. Ezequias só disse que eles eram de uma terra remota —Babilônia. coisa n en h u m a há nos m eu s tesou ros qu e eu d eix a sse de lhes m ostrar. oTodo-poderoso SENHOR dos exércitos. Porém. 5 E ntão. o juízo de Deus viria. Indubitavelmente o relatório foi para Babilônia. e ele ficou encantado de que um presente tenha vindo de lá.

Hehrew Union College Annual 2 (1 9 2 5 ): 30. The Sealani o f Ancient Arabia (N ew Haven: Yale U niversity Press. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. D isse m ais: P orque haverá p a z e verdade em m eu s dias. uma vez que havia apenas uma fam ília real de Judá (Veja Dn 1. Isto foi cumprido por Nabucodonosor em três invasões. disse E zequias a Isaías: B oa é a p a la vra do S e n h o r que disseste. Isto foi cumprido. cf. 1 9 3 2 ). 1 9 2 4 ). 35.3). O que estava errado com o tratamento que Ezequias dispensou aos mensageiros de Merodaque-Baladã? 2. O lm stead. 5 Então. Quais seriam os resultados das ações de Ezequias? CITAÇÕES 1 R aym ond Philip Dougherty. 7 E dos teu s filh o s . “T h e C haldean D ynasty”. M q 4. 2 D aniel David Luckenbill. e ele hum ilde­ mente se submeteu a ela. tom arão. qu e p ro ced erem de ti e tu gera res. Os descendentes de E zequias tam bém seriam levados para babilônia e seriam feitos eunucos a serviço do rei da Babilônia. 597 e 586 a.10). Q UESTÕES DE ESTU D O 1. em 605. . A lb ert T. Ao dizer que a palavra do S e n h o r era “boa”. Isto o encorajou a que descansasse nas pro­ fecias anteriores de Isaías.C. e provavelmente incluía Daniel e os amigos dele.seria “levado para Babilônia” (cf. que o asseguravam de paz e da fidelidade de Deus em sua própria época. p a ra qu e seja m eu n u co s n o p a lá cio do rei da B abilônia. 61 . Ele também reconheceu que a profecia era para um futuro distante. Ezequias queria dizer que esta era apropriada para o que ele tinha feito.

Charles Boutflower. 2 vols. . The Book o f Isaiah ( Chapters I— X X X IX ) in the Light o f the Assyrian M onum ents (Londres: Society for Promoting Christian Knowledge. 141. 19 30 ).3 1 . 4 Veja 2 Crônicas 32 . 2 :1 5 4 -5 5 .3 D aniel David Luckenbill. 1 9 2 6 -2 7 ). (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. A ncient Records ofA ssyria and Babylonia.

o qual contém uma predição do exílio. a ser forjada pelo poder e sabedoria de Jeová.”1 I. proteção e mudança para melhor... A referência à ido­ latria não prova nada com respeito à data da predi­ ção. mas é suposto por alguns estar subtendido na relação deste capítulo com o anterior.I -I I 1 Consolai. Mas a promessa considera­ da em si mesma é uma promessa genérica de consola­ ção..Conforto para Jerusalém e Judá 40. consolai o meu povo. BOAS NOVAS PARA JUDÁ E JERUSALÉM 4 0 .. Deus Volta-se para o Seu Povo 4 0 .1 -3 1 “A específica aplicação deste capítulo ao retorno da Babilônia não tem nenhum fundamento no texto em si. diz o V 0550 Deus.1-48.22 A. . embora mais apropriada nos escritos de Isaías do que de um profeta no exílio babilônico.

Então. Isaías pôde proferir uma mensagem de conforto da parte do SENHOR. Agora ele po­ deria oferecer uma mensagem diferente. porque falam de libertação.2 O fato de que os capítulos 36 a 39 formam um prólogo histórico para o capí­ tulo 4 0 ajuda a mostrar que a mensagem de conforto no capítulo 40 é dirigida ao povo de Jerusalém em 70 0 a.5 Antes da invasão de Senaqueribe. Isto não era algo que se estivesse desejando tornar realidade. O partido da guerra tinha sido desacreditado pelo fra­ casso do Egito em prestar socorro. As palavras no hebraico são imperativos plurais. As profecias de Isaías tinham sido cumpridas. M as agora Deus o comissionou para entregar uma mensagem de conforto. assim a ordem é para todos os profetas. O que se segue em 4 0 a 66 é um a “m agnífica m ini-teologia do .4Isto reflete com precisão as realidades dos quinze anos adicionais da vida de Ezequias. nem tampouco era meramente conforto na tristeza.2 1 ). mas conforto que traz alegria.. e a força estava da banda dos seus opressores. Sobre a base de diferenças na mensagem. voltei-m e e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol. depois da retirada de Senaqueribe. redenção e glória.Os capítulos 4 0 a 66 às vezes têm sido chamados de “O Livro de Conforto”. Deste modo. restauração e paz. mas eles não tinham nenhum consolador” (Ec 4. durante os quais a paz prevaleceu. Os habitantes de Jerusalém ti­ nham tomando uma posição de fé (3 6 . Isaías teria con­ cordado com a queixa de Salom ão: “Depois. todavia.3U m erudito moderno em Haifa. alguns têm concluído que esta porção de Isaías provém de um outro autor em um período de tempo diferente. Ele encontrou apenas uma: Os capítulos 40 a 66 tinham signifi­ cativamente menos terminologia de guerra. sacerdotes e líderes declararem a mensagem de conforto.1 ). e eis que vi as lágrim as dos que foram oprim idos e dos que não têm consolador. testou o livro de Isaías em um computador para ver se havia qualquer dife­ rença significativa em estilo e vocabulário entre Isaías I a 39 e 40 a 66.C. os corações das pessoas foram mudados e elas se tornaram uma audiência diferente.

O contexto é rela­ tivo a emissários de um grande rei conquistador indo adiante dele e preparando uma estrada suficientemente magnificente para a um monarca poderoso. para endireitar uma vereda no deserto para Deus.19. o seu castigo foi aceito como suficiente. é de uma raiz que significa “juntar o dobro”. proveni­ ente da semente de Abraão e Davi”. Uma voz humana está clamando no deserto ordenando ao povo para que preparasse “o caminho do S e n h o r ” . kiphlayim). com o seu personagem principal. Alguns tomam isto como sendo uma porção dobrada de juízo. p o r todos os seu s pecados. o Servo do Senhor. A palavra “dobro” (Heb. porém. Houve um cumprimento nos dias de Isaías na libertação .10).23.6 2 Falai b en ign a m en te a J eru sa lém e b ra d a i-lh e qu e j á a su a serv id ã o é acabada. Ela tinha recebido “em dobro da mão do Senhor. 35. S en h o r.2 (cf.8. 16. 62.AT. Também é semelhante às estradas mileniais refe­ ridas em I I . A estrada é para Deus retornar ao seu povo —para vir em seu socorro. 43. de modo que simplesmente pode significar que cada lado se iguala: Assim o perdão toma conta de todos os pecados. Esta anunciava que o seu tempo de “servidão” (um a pala­ vra usada a respeito de serviço compulsório para pagar integralmente uma dívida) era findo. q u e a su a in iq ü idad e está ex piada e qu e j á receb eu em dobro da m ã o do SEN H OR . mas também poderia significar um perdão em dobro dado pela graça de Deus. 19.. Esta vereda é igual a uma mencionada em muitos registros antigos do Oriente Próximo. A mensagem de Deus era para o coração e a mente do povo de Jerusalém. 45 . Isto não tem nada a ver com as pessoas retornando à terra de Israel. Todos os pecados e culpa são findos.. Eles devem preparar a estrada ou vereda para o Rei dos reis. por todos os seus pe­ cados”. 3 Voz do qu e clam a n o deserto: P rep a ra i o ca m in h o do en d ireita i no erm o v ered a a nosso D eu s. retirando todos os obstáculos do caminho.

chasdo.5. montes rebai­ xados e todos os lugares desiguais. “toda a carne”). e todo o monte e todo o outeiro serão abatidos. e o que é áspero se aplainará.que Deus promoveu em Jerusalém e no reavivamento espiritual.8 A res­ posta é: “Toda a carne é [como a] erva”. “aliança de amor e fidelidade”) é como uma flor do campo que logo murcha. SI 90. como as flores do campo. à medida que Jerusalém ascendeu à nova vida tornada possível através da profecia cumprida. “A sua beleza”. A estrada é para ser feita plana. 6. Uma terceira voz pergunta o que haveria de proclamar. e toda a sua beleza. quan­ do ele preparou espiritualmente o caminho para o ministério de Jesus clamando por arrependimento (M t 3. e alguém disse: Q ue hei de clam ar? Toda a carne é erva . falado no céu e depois na terra.6). e o que está torcido se endireitará . Isto é uma metáfora enfatizando que a visita de Deus “requer preparação m ora l” 7 5 li a g l ó r i a d o SENHOR s c m a n i f e s t a r á . ou seja. Uma segunda voz ordena a alguém para clamar ( “clama”). Todo poder e glória humanos são tão provisórios! . “toda a carne juntamente” ou todo o gênero humano junto (Heb.3). A “glória do S e n h o r ” é o peso pleno da sua presença e poder. a vida deles na terra é temporária (cf.3). procla­ mar. Quando Deus se volta para o seu povo. O Novo Testamento reconhece um cumpri­ mento mais extenso desta profecia no ministério de João Batista. 4 Todo o vale será exaltado . 6 Voz qvie diz: Clama. kol basar. ou a glória deles (Heb. verá a sua gló­ ria (cf. Esta é a palavra do S e n h o r . Este versículo insinua que eles também irão experimen­ tar a glória. a revelação de quem Ele e. rudes ou ásperos serão alisados para se tornarem uma planície. com vales aterrados. e to d a a c a r n e j u n t a ­ m e n t e v e r á q u e f o i a b o c a d o SENHOR q u e isto d isse. Nós precisamos passar a palavra adiante e reconhecer o reinado universal de Deus. todos os povos do mundo.

devastadas pelos exércitos de Senaqueribe (cf. Porém. hálito do S e n h o r ” no princípio era o doador da vida (Gn 2. levanta a tua voz fortem en te. anunciador de boas-novas a Jerusalém . em lugar de boas-novas que são trazidas “a Sião” (como a ARC traduz). Em vez de olhar para as suas pró­ prias circunstâncias. o p o v o é er v a . famosos. “H álito ” aqui é a mesma palavra traduzida como “Espírito”. ou poderosos eles pos­ sam parecer. ele também traz juízo e morte. e c a e m a s f l o r e s . Jerusalém precisa levantar a sua voz e pro­ clamar as boas-novas com força e sem medo. “O .s e a e r v a . sobe tu a um m onte alto. 9 Tu. os seres humanos vêm e vão.12). N a v e r d a d e . nações e impérios ascendem e caem. . N K JV ). s o p r a n d o n e la s o h á lit o d o S e n h o r . mas a palavra de nosso D eus subsiste eternamente. uma coisa é certa “a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. “O povo” normalmente se refere ao povo de Deus. ARA. e caem asflo res.' S e c a . mas as minhas palavras não hão de passar” (M t 24. “N a verdade” enfatiza que eles também fazem parte de toda a carne. eles vão todos murchar e desaparecer gradualmente. Tu. não temas e dize às cidades de judá: Tis aqui está o vosso Deus. Ele é o Deus que cumpre a profecia.s Seca-se a erva. Jesus colocou isto até mesmo mais forte­ mente: “O céu e terra passarão. As boas-novas são dirigidas às arruinadas “cidades de Judá”. 2 Rs 18.35). Sião é que deve levar as boas-novas a outros (cf. Embora a erva murche e as flores enfraqueçam e caiam. A sua palavra é boas-novas e Sião não deve guardá-la para si mesma. Somente isto é sempre seguro e confiável. am m eiador de boas-novas a Sião. eles também são “erva”: não importa quão ricos. Porém. eles precisam olhar para Deus —o grande e bom Deus que libertou Jerusalém. Sião precisa se postar em um alto monte e proclamá-la. levanta-a. Outra voz clama para Sião.7).

o Deus fiel e guardador da aliança). o SENHOR (Yahweh.10 Senaqueribe tinha declarado que ele era m aior do . e recolh eu em u m a m ed id a o p ó da terra. e o “seu salário” ou recompensa que o acompanha é o seu próprio povo para quem Ele ganhou a vitória. en tre os braços. e o seu braço d o m in a rá . e to m o u a m ed id a dos céu s a os p a lm os'. Deus cuida das necessidades e problemas de cada indivíduo de um modo pessoal. Deus virá “como o forte”. mas também “carregará” ternamente os cordeirinhos.Nós precisamos olhar para o Deus que estes capítulos mostram como sendo “além de qualquer comparação”. e o seu salário. A GRANDEZA DE DEUS CONTRASTADA COM OS ÍDOLOS 40.12-31 12 Q u em m ed iu com o seu p u n h o as águas.9 10 E is qvie o S en hor JEOVÁ v irá com o o fo r te . recolh erá os cord eirin h o s e os leva rá no seu regaço. e p eso u os m o n tes e os o u teiro s em b a la n ças? Agora Isaías começa um a série de perguntas retóricas paralelas que chamam a atenção para o poder doTodo-poderoso Deus como o C riador. igualmente Ele “guiará mansamente” as que ainda amamentam os seus filhotes. Eles não poderiam vencer por si próprios. eis que o seu g a la rd ã o vem com ele. “O seu galardão” é a recompensa que Ele recebe por sua vitória. O “seu braço” representa o seu poder em ação —governando e no controle. a s qu e a m a m en ta m . d ia n te da su a fa ce . ap ascen ta rá o seu rebanho. 1 C o m o pastor. 2. Neste tempo de vitória e salvação o SENHOR vem não só com força e poder. mas com a ternura suave de um bom pastor que ama ternamente o seu rebanho. Os que confiam nEle não precisam ter medo. O seu braço forte não apenas o regerá. ele g u ia r á m an sam ente.

p a ra qu e lhe desse en ten dim en to. e deveria nos encorajar a que confiemos o futuro ao Senhor. AquEle que carrega os cordeiros é tão grande que todos os oceanos do mundo não são mais que “águas” que podem ser m edidas “na concha de sua m ão” (A R A ). como os reis pagãos. Agora o Senhor responde as perguntas de qualquer um que ainda poderia ter dúvidas. e lhe m ostra sse as vered a s do ju íz o . ruach. O caminho da justiça. Tudo isso im plica em m edilas para ajustar o seu propósito ou a função que Ele pretendia. Isto é tremendo. Ele sabe o que fazer. quem o regulou. e “pesou os montes e os outeiros em balanças”. depen­ diam de conselheiros. do conhecimento e da com­ preensão já é dEle. Ele não precisa de ninguém para ensiná-lo. “Espírito”). mediu a sua mente ou espírito. O SENHOR 15 E is que as n a ções são co n sid era d a s p o r ele co m o a g o ta de u m balde e com o o p ó m iú d o das ba la nças. ou seja. e lhe fiz e s s e n o tó rio o ca m in h o da ciên cia ? não precisa consultar a quem quer que seja. M as ele foi derrotado pelo Soberano Deus. como fazer e quando fazer. e lhe en sin a sse sabedoria. Ele de­ term inou exatamente a sua m edida. 13 Q u em g u io u o E spírito do en sin o u ? SE N H O R ? E qu e con selh eiro o A segunda pergunta é: Quem tem suficiente compreensão para determinar a medida do Espírito de Deus (Heb. recolhendo “em uma m edida o pó da terra” (ou um pequeno recipiente de m edir). C om quem to m o u conselho. 10 ) e ternam ente pastoreou o seu povo. e Ele tampouco precisa de instrução. pois nin­ guém tem mais esclarecimento e percepção do que Ele. . eis qu e lança p o r a í as ilhas co m o a u m a coisa peq u en íssim a . ou pode dizer-lhe o que fazer? Os deuses pagãos. o qual veio com poder (v.que qualquer deus (3 6 .2 0 ). Ele tom ou a m edida dos céus apenas com as palmas da sua mão. M as o Espírito de Deus tem toda a sabedoria.

Elas também são como o pó miúdo que se acumula em balanças entre as pesagens. f a r e i s sem elh a n te a D eu s o u co m que o com parareisP Depois de descrever a grandeza de Deus. 17 Todas as n a ções são co m o nada p era n te ele. Elas são consideradas “me­ nos do que nada”. nem as florestas do Líbano seriam suficientes para queimá-la. digna da sua grandeza. Que quadro notável da grandeza e do poder de Deus! l< N em todo o L íbano basta p a ra o fo g o . a Ele). p o is. e como uma coisa sem valor e inútil comparada a Ele.. “exibiria . lfi A q u em . uma gota que quase não vale a pena notar. fareis semelhantes a Deus ou com o que o comparareis [ou. em relação. em seguida. nem os seu s a n im a is ) bastam p a ra bolocaustos. Todas as nações do mundo são como uma gota deixa­ da na extremidade de um balde depois que o mesmo seja esvaziado e sacudido. sumariza a grandeza de Deus em uma série de comparações. o qual realmente não afeta a pesagem..1 8 — 20). Isaías pergunta: “A quem. Isaías viu isto quando Deus lhe concedeu profecias sobre a mor­ te de Senaqueribe. Ele é merecedor de mais do que qualquer coisa que a terra possa prover ou que os seres humanos possam fazer. ele co n sid era -a s m en o s do qu e nada e co m o u m a coisa vã.Isaías. depois que este fez tais ousadas reivindicações sobre a sua superioridade em relação aos deuses das nações que ele tinha conquistado (3 6 . Isaías resume por dizer que “todas as nações são como nada pe­ rante ele” (quer dizer. nem todos os seus animais seriam suficientes para compor este holocausto. “Ilhas” refere-se à totalidade dos continentes e ilhas da terra —o conjunto de sua massa de terra —que eqüivale a mero pó que não se fixa. Se uma pessoa fosse procurar uma oferenda o suficiente para exal­ tar o SENHOR.

Uma pessoa muito pobre para trazer ouro e prata para tal propó­ sito escolhe a madeira de uma árvore que “não se corrompe”. Isaías mostra quão absurda a idolatria realmente é. escolhe m a d eira qu e não se corrom p e. qu e não p o d e o ferecer tanto. Isaías disse isso no m eio de um m undo que acreditava na significância de ídolos. Os seguidores da Nova Era precisam ouvir esta mensagem hoje. Os pagãos acreditavam que um deus ou um espírito vivia no ídolo. o ourives reveste a escultura de placas de ouro batido. es­ portes. tal qual o ferro. M as na realidade o ídolo não era nada. Afinal de contas. exceto o que as mãos humanas o fizeram ser. posses. seria terrível se um deus chapeado de ouro fosse ao chão. 20 O em pobrecido. Os assírios e os babilônios dependiam deles. O ídolo pode ser feito de madeira. dinheiro.com ele”]?” Nenhuma imagem feita por mãos humanas pode repre­ sentar a sua grandeza e glória. etc. um deus que iria cair no chão? 21 P orven tu ra . e lhe dá uma forma. a rtífice sábio busca. não sabeisP P orven tu ra . Depois de ter esfriado. e o o u riv es a cob re de o u ro e ca d eia s de prata f u n d e p a ra ela. pedra. Um metalurgista derrete um metal mais barato. Seria terrível para um deus apodrecer. n ã o o u v is? O u desde o p rin cíp io se vos não n o t fic o u isso m esm o ? O u não atentastes p a ra os fu n d a m e n to s da terra ? .1 1 19 O a rtífice g r a v a a im agem . idéias. Quem quereria um deus oscilante. Ele consegue então que um artesão qualificado esculpa um ídolo com uma larga base plana. metal. instituições. ou barro. Então o prateiro faz “cadeias de prata” para sustentá-la. As­ sim também precisam os que colocam qualquer coisa “igual ou mais elevada que Deus” —outras pessoas. de modo que este não tombe. pa ra g r a v a r u m a im a ­ g e m qu e se não p o d e m over.

Is 10.12. Seguramente. cu jo s m o ra ­ dores são p a ra ele co m o ga fa n h oto s. Do ponto de vista dEle. as pessoas que vivem na terra são tão minús­ culas quanto gafanhotos. Ele faz “os príncipes” (incluindo todos os tipos de dignitários) voltar ao nada e os “juizes” da terra (Heb. Os dignitários e juizes da terra podem pensar que eles estão estabele­ cidos. SI I9 . mas Deus está realmente no controle. 25 A q u em p o is m e fa r e is sem elhante. Não há nenhum outro Deus. “juizes”) a virtual­ mente desaparecerem. Os “céus” (o universo todo) não são mais que gaze estendida como uma tenda diáfana para se viver dentro dela. Eles podem pensar que estão determinando as coisas.4). (Cf. desde os eventos de Gênesis I. “Ele é o que está assentado sobre o globo [disco.Isaías repreende os idólatras com quatro perguntas metricamentc arrumadas (ou seja. 23 o q u e f a z v o lta r ao nada os p r ín cip es e torn a coisa v ã os ju iz es da terra. mas tudo o que Deus tem de fazer é soprar sobre eles. os levará. Agora o próprio Deus repete a pergunta que Isaías fez no versícu­ lo 18. Então eles “secam-se” e o seu juízo os leva embora como um tufão. shoph‘te. eles deveriam saber e entender. n em se sem eiam . Como poderia qualquer outro deus ser igual ao Deus que enche e transcende o universo? A mesma . ele é o qu e esten d e os céus com o co rtin a e os desen rola co m o tenda p a ra n eles habitar.3. Ex 20. e u m tvfã o. em um estilo a-b-b-a). Deus é o Criador que se revelou desde o princípio. Eles deveriam ouvir o que tem sido contado (cf.) Ele tem estado presente desde que a terra foi fundada. arraigados.) 24 E n ã o se p la n ta m . 22 E le é o q u e está a ssen tado sob re o g lo b o da terra. e seca m -se. (Cf. com o pragana. pa ra qu e lhe seja sem elh a n ­ te:0 — d iz o Santo. esfera] da terra”. sopra sob re eles. n em se arra iga na terra o seu tron co corta do.I. “Os céus manifestam a glória de Deus”.

ó Israel: O m eu cam inho está encoberto ao S e n h o r . ó Jacó. SI 147. cercadas pelas cidades arruinadas de Judá em 700 a. n em se fa tig a ? N ão há esq u adrin haçã o d o seu en ten dim en to. qu em p r o d u z p o r con ta o s e u ex ército. Ele também conhece e cuida de nós individualmente (cf.4). Isto deveria fazê-los lembrar das promessas de Deus. Certamente. dizes.I 7 ).idéia de comparar qualquer coisa ou qualquer outro ao Deus que é "o Santo” é ridícula.31). Elas demonstram a grandeza de sua potência. Como eles podem dizer que este grande Deus que dá nomes às estre­ las não sabe o que estão fazendo ou que Ele esqueceu das suas pro­ messas e negligenciou a justiça devida a eles? Isto pode ter sido falado especificamente para as pessoas desanimadas. depois como Israel (veja Gn 32.2). nenhuma delas escapa do seu conhecimento. n en h u m a fa lta r á .s N ão sabes. e tu fa la s. Jesus (Jo 1. 2.30. não o u v iste que o etern o D eu s. n em se cansa. Os astrônomos moder­ nos não têm mais nomes para as estrelas. Deus as produz e rege todas elas e as conhece individualmente. e por Ele todas essas coisas consistem.C. e p ela fo rta lez a do seu poder. Isaías usa novamente um a pergunta retórica para chamar a aten­ ção para Deus como o Criador. pois. quem a todas cham a p elo seu n om e. o C ria d o r dos c o r f i n s da terra. M as Deus a todas “chama pelos seus nomes” (cf. força e poder. ou “subsistem” (C l I . e apenas dão um número para a maioria delas. p o r cau sa da g ra n d ez a das su a s fo r ç a s . o S e n h o r . A pessoa deveria ser capaz de olhar para a imensidade dos céus estrelados e perceber que nenhum peque­ no deus de lata poderia ter criado “estas coisas”. O Novo Testamento revela mais adiante que Deus fez todas estas criações pela Palavra Viva. Hb 1.13 27 P or que. .3.12 26 L evan tai ao alto o s olhos e ved e quem crio u estas coisas.I 6 . e o m eu ju íz o passa de largo pelo m eu D eu s? Agora Isaías fala com a nação como Jacó. M t 10.28).

eles deveriam ter escutado e aprendido. A partir da revelação passada de Deus. Ele “m ultiplica” comple­ tamente as suas forças.goweYHW H .14 2y D á v ig o r ao can sa d o e m u ltip lica as f o r ç a s ao qu e não tem n en h u m vigor. além de qualquer coisa que os seres humanos possam compreender. ca m i­ nh arão e não se fa tiga rã o . Para aqueles que não têm nenhuma força física. nas necessidades. A sua compreensão. incluin­ do a sua percepção e inteligência.Isaías desafia o povo. co rrerã o e não se ca n sa rã o. é inescrutável. e os jo v e n s certa m en te cairão. Os jovens “se cansarão e se fatigarão”. de toda a terra —sem qualquer exceção. E. nas injúrias. tropeçando e caindo. 30 O s jo v e n s se ca n sa rã o e se fa tig a rã o . Mas aqueles que “esperam no S e n h o r ” (H eb. como em S I 27. 37. A partir dos procedimentos de Deus para com eles no passado. 130. eles deveriam ter sabido. 31 M as os qu e esperam no S e n h o r ren o v a rã o as su a s f o r ç a s su b irã o com asas com o águias.14. quando estou fraco.. assim. por amor de Cristo. A palavra “eterno” (Heb.7. Ele nunca está cansado ou exausto.10). quer dizer. nas perseguições. o Criador dos confins da terra”. Até mesmo os “jovens” ou homens vigorosos (Heb. nas angústias.6) não se põem a . en­ tão. isto fala das névoas do passado. “espera pelo S e n h o r ”. bachurim. sou forte” (2 Co 12.. às quais a mente do homem nem mesmo pode começar a inquirir”. Porque. “atletas escolhidos”) podem se tor­ nar como o atleta que corre pelos campos do país e desiste antes de alcançar a meta.34. Nada que os deuses adora­ dos pelos pagãos poderiam ser comparados a Ele.5. e aponta para as névoas do futu­ ro. Deus dá força (poder e vigor) para os que estão cansados. olarnj “vem da raiz que significa ‘escondido’ ou ‘encoberto’. Ele é “o eterno Deus. Como o apóstolo Paulo disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas.

interior e espiritual. quando Ele se move. Então. 19 69 ). Q UESTÕES D E ESTU D O 1. 19 73 ). Deus é de fato a sua absoluta fonte de força —física. 5 George A.2 4 (apócrifo) identifica Isaías como aquele que “consolava os tristes de Sião ”. Knight. em Bihlical Criticism: Historical. O que as pessoas podem esperar dEle? CITAÇÕES 1 Joseph A. eles mantêm a sua espe­ rança no S e n h o r e pacientemente continuam confiando nEle por gra­ ça e ajuda (cf. Gerstenberg. 30— H o b art E. 2 vols. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. em I (1 8 7 5 . Ao invés disso. 2 Eclesiástico 4 8 .caminho na sua própria força. 19 80 ). O Dr. “T h e H istorical and Literary Criticism o f the O ldT estam ent”. F. B. Que características de Deus você encontra no capítulo 40? 4.15). cago: M o o dy Press. 19 7 5 ). 2 4 Yehuda T. reimpresso. 2 2 -2 3 . 2:93. Eles planam “com asas como águias”. E dEle continuam recebendo novas forças. H arrison. 7. Nada que os adorados deuses pagãos pudessem fãzer por eles. Literary and Textual (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 1984). Alemanha: H . caminharão “e não se fatigarão”.3— 5? 3. em H aifa. Eles corre­ rão e “não se cansarão”. An Introductian to the Old Testament Prophets (C h i­ 33. Veja também R . Alexander. eles se movem junto com Ele. Qual é a significação da estrada ou vereda em 40 . pp. R ad d ay era Prelecionador Sênior em Bíblia e Língua H ebraica no Technion. A. Por que Deus desafia o povo? 5. Instituto de Tecnologia de Israel. Servant Theology (G rand R apids: W m . Isaiah and the Computer (H ildesheim . K. subindo sobre as circunstâncias. Is 30. O que estava envolvido no conforto prometido para Jerusalém? 2. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. Radday. Freeman. 3 Veja Introdução. . Eerdmans. 196— 0 3 .

1 7 .5 ). H anson. A llis. 4 7 .1 6 . 23. povos.1 3) Ele chama as “ilhas” (inclusive as regi­ ões costeiras. ch eg u em o -n o s ju n t o s a ju íz o . 54. o Senhor da história.1 4 .1-42. 4 9 . ênfase de Kaiser. Deus. continua.3 . 1 9 7 2 ). 19 98 ).4 . 4 3 . DEUS USA ALGUÉM DO ORIENTE 4 I. Toward an O ld Testament Theology (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Isto acontece mais de cinqüenta vezes nas suas profecias”.I-4 1 C a la i-v o s p era n te m im . Ele. 3 . aparentemente referindo-se a Jerusalém (c f v..6 W alter C.2. 1 Kaiser. O swalt T. 1 12 O bserve com o Isaías lo u v a a D eus re p e tid am e n te com o o San to (4 1 . 51. 55 . litorâneas). que é a fonte de força para aqueles que em Israel esperam por Ele (4 0. 8 Os Rolos do mar M o rto do livro de Isaías tem “ela” em vez de “eu”. N ote especialmente 44 . 187. ó ilhas. 10 A llis mostra que “Isaías gosta da pergunta retórica. para se manterem em silêncio diante dEle. 2 0 5 . 7 W alter C. B. Em uma nova cena de sala de tribunal (veja 1.25 I. quer que “os povos” (Heb. Califórnia: W illiam Carey Library. ‘ummim. 48 . ren o v a i as f o r ç a s e ch ega i-vo s. Deus os . A Glória de Deus e o Seu Servo 41. 185. Isaiah 4 0 -6 6 (L ouisville: John Knox Press. referindo-se ao profeta que tem falado no nome do Senhor. Christian and the “O ld”Testament. Kaiser. 19 95 ). Paul D. Quer também que eles “renovem as forças” a partir de Deus como a sua fonte. 1 9 7 8 ). Christian and the “O ld”Testament.18.1 4 . Academ ie Books. 9 Kaiser. Jr. 4 8 . 25. The O ld Testament: Its Claims and Its Critics (P hiladelphia: Presbyterian & Reform ed. Cf. “povos”) se voltem para Ele. e en tão fa la i . 2 ). 13 Isaías chama a atenção para Deus como C riador aproximadamente vinte vezes. 185. N o entanto. “eu” parece preferível.7 .2 0 . ou seja. The Christian and the “O ld”Testament (Pasadena. Jr. Servant Theology.2 4. 14 Knight.31 ).5.. Kaiser. as partes habitadas da terra.

shalom. não porque ele é justo. no décimosegundo século d. o Justo. nunca tinha caminhado. Que ele os perseguirá indica que eles fogem diante dele.1 ’ Ele persegue-os e passa em paz p o r uma vereda cm que.).23.C. Os judeus. lcraolo. Ciro é nomeado em 44 . para segui-lo e servir-lhe (na batalha). Que ele “passa em paz” (Heb. Este conquistador não é nomeado.22. muito embora ele possa ser tomado como um símbolo do Messias.8. Ele se considerava um . o qual dará a últim a vitória.13.28 e 45. até o tempo de ibn Ezra. o Grande. Outros sugeriram Josué ou a nação de Israel. Que ele vem “do Oriente” mos­ tra que Isaías está na Palestina enquanto fala. chama este (C iro) do Oriente para o seu serviço (Heb. Deus é o que “suscitou do Oriente o justo”. 5. Ibn Ezra sugeriu Ciro.2. Deus lhe dará vitória e domínio que não pode ser impedido. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. Ciro foi um conquistador incomum.C. “para o pé de si”). ele não os destrói. Deus. Ed L I . Ciro conquistou a Babilônia e elaborou decretos que mandavam de volta os judeus para que reconstruíssem o seu templo (2 Cr 36.3). pensavam que ele era Abraão.chama para que se cheguem e se unam para uma decisão que é apro­ priada (em conformidade com a verdade). mas porque ele estará fazendo o que é certo por cumprir o propósito e o plano de Deus. quer dizer.7.. “Pragana” (palha ou resíduos de cereais) fala do juízo de Deus —levado a cabo por este que vem do leste. O que é dito sobre ele confirma que Ciro é referido aqui. com os seus pés. Eles têm o mesmo poder e sabedoria que Deus tem? 2 Q uem suscitou do O riente o ju sto e o chamou para o p é de si? Q uem deu as nações à sua fa c e e o fez dom inar sobre reis? Ele os entregou à sua espada como o pó e com o pragana arrebatada do vento. 6. “em paz”) significa que depois de os conquistar.1. o rei da Pérsia (5 5 9 — 530 a. ao seu arco.

e o que alisa com o martelo. com pregos. e Ele estará com a últim a geração. “As ilhas” (ou regiões costeiras. 6 Um ao outro ajudou. o Deus que guarda a aliança.. Então. Tão rápido ele avança que vai como se fora o vento’’. 7 E o artífice anim ou o ourives. Deus é o que age na história. Eles olham para o que Ciro está fazendo e se afas­ tam de Deus. eles tremem de medo. . as partes habitadas da terra) são convidadas a se aproximarem do único e verdadeiro Deus. ao que hate na safra. de terras mais distantes de Jerusalém. A última frase: “uma vereda em que. aproxim aram -se e vieram. AS NAÇÕES E OS SEUS ÍDOLOS DESAFIADOS 4 1 . Ou pode significar ‘“os seus pés (quase não) toca­ vam no chão’. mas elas tremem de medo. só Ele é Deus.2 4 Q u e m o p e r o u e j e z isso. não percebendo que Deus está por trás do que Ciro está fazendo. e ao seu companheiro disse: Esforça-te. Depois eles avançam. o SENHOR. Em vez de se voltarem ao verdadeiro Deus que revelou a Si pró­ prio. o p r i m e i r o . para que não venha a m over-se. os confins da terra tremeram. 2. Ele é o S e n h o r (Yahwehf o eterno. Ele é ativo e só Ele está realmente no controle. dizendo da coisa soldada: Boa é. se unindo contra Ciro. ofirm a . como os assírios e babilônios eram. Desde “os confins da terra”. confian­ do no que a força humana pode fazer. e u m esm o .libertador em vez de um saqueador.5 -2 9 ' As ilhas o viram e temeram. chamando-os pelo nome (proclamando a sua verdade a eles). pode significar que ele não tomou a rota normal para Babilônia. nunca tinha caminhado”. c h a m a n d o a s g e r a ç õ e s d e s d e o p r i n c i ­ p i o ? E u .. e c o m o s ú ltim o s . eles se unem e tentam ajudar e encorajar um ao outro. Ciro tomou uma rota indireta. Ele estava com a primeira geração.

T g 2. a quem elegisem en te de Abraão. não te assombres. Eles são os descenden­ tes de Abraão. e te sustento com a destra da minha justiça. e o escolheu. 9 tu. cf.19).7.5.O que as pessoas podem fazer é fabricar ídolos. Deus fala agora com Israel de um modo intimo e pessoal. a ti te escolhi e não te rejeitei. o enganador e suplantador. escolhido por Ele para realizar uma obra (cf. porque eu sou teu D eus. porque eu sou contigo. mas eles têm que fixála com pregos “para que não venha a mover-se”. Israel é servo de Deus. M as Deus é o que encoraja o seu povo: “Não temas. Os fabricantes de ídolos tentavam encorajar um ao outro.23.6). aquele a quem Deus deu a promessa. Ele se preocupa com os sentimentos do seu povo. M uito embora Deus os chame pelo antigo nome de “Jacó”. “M eu amigo” é literalmente “o que me ama”. porque eu sou contigo”. Que contraste com o poderoso Deus que nos fez e criou o universo! 8 Mas tu. Êx 19. Em con­ traste com os adoradores de ídolos. Eles são movidos por medo. Abraão foi chamado de U r do Caldeus. servo meu. Deus amava a Abraão. 10 não temas. eles ainda são considerados o seu povo escolhido. I Jo 4. de modo que cada um envolvido no processo de fabrica­ ção de um ídolo encoraja o próximo para usar melhor a sua habilida­ de. meu amigo. a quem tomei desde os confins da terra e te chamei dentre os seus mais excelentes e te disse: tu és o m eu servo. Israel foi tirado de Egito. Eles esperam que os ídolos fabricados e imóveis os ajudarão no meio dos temores e difi­ culdades da vida. Eles . eu te esforço. e te ajudo. Eles observam a sua obra e dizem: “Boa é”. não o tem rejeitado e não o rejeitará ou tratá-lo-á como refugo. O Deus que fez o povo de Israel seu servo. e Abraão respon­ deu amando a Deus (veja 2 Cr 20. ó Israel. tu Jacó.

ó bichinho de jacó.6.6). Ele é o Deus deles. diz o S e n h o r . tornar-se-ão nada. Hb 13. eu te ajudo. Deus os fará curvar as suas cabeças com vergonha. Em todas as circunstâncias. Ele prometeu ajudá-los e sustentá-los (ampará-los firmemente e apoiá-los) com a “destra da minha justiça” (implicando que Ele os conduzirá). o Deus deles. mas Deus lhes diz novamente que parem: Ele os ajudará.devem deixar de olhar daquele modo e com temor. todos os crentes podem reivindicar isto. Chamando o povo de Israel de “bichinho de Jacó”. e os que pelejarem contigo tornar-se-ão n a d a e como coisa que não é nada. os que guerrearem contigo. e o teu redentor é o Santo de Israel. Ele é o Redentor deles (Heb. que eu te ajudo. Jó 25. povozinho de Israel. o SENHOR teu Deus. Estar amedrontado é natural. Então eles não serão achados. 11 Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti. mas estão de fato lutando contra Deus. porque já não existirão sobre a terra. Deus declara quem Ele é. . 1' Porque eu. Deus fará com que sejam envergonhados e confundidos “os que se irritaram contra” o seu povo. Deus os está lembrando de quão fracos e desamparados eles são (cf SI 22. mas não os acharás. que eu te ajudo”.. deixe de ser medroso]. g o ‘e[). não sabendo onde achar ajuda e segurança. Ele é o SENHOR. e eles perecerão. Ele levará a cabo o seu propósito justo com um forte poder que assegura a vitória. (Ainda que dirigido a Israel. Ele fará com que os que pensam ter um caso contra Israel se tornarem como “nada”. Eles pensam que estão lutando con­ tra Israel. cf.5) hl Não temas. te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas. Ele quer que eles ajam com coragem e fé. e os que contenderem contigo perecerão. Ele con­ tinua declarando: “Não temas [lit. 12B uscá-los-ás. o San­ to de Israel. não importa quão difícil ou con­ fusa.

Nm 35.49. o s ouvirei . o bastante para dissolver montanhas e pulverizar colinas.48. n Eis que te preparei trilho novo. . deixando o grão cair no chão.1. o qual era também o vingador de sangue (cf. 10 Tu os p a d e ja r á s . Ele sempre estará lá para eles. 17 Os aflitos e necessitados buscam águas. se gloriando no Santo de Israel. eu. Israel é comparado a um trilho poderoso. Deus os lançará fora ( “os espalhará”) como um vento poderoso. 3. que tem dentes agudos. os m ontes trilharás e m oerás. Então Israel se alegrará no SENHOR.19 27. Como o “Santo de Israel”.9— 4. 11). R t 2. e não as há.1— 13. mas eu. Israel não terá que se livrar de seus inimigos. Em Israel o go ‘el era o parente redentor. Deus fará o insignificante bichinho em “trilho novo” —duas pran­ chas de madeira pesadas pregadas juntas por duas travessas e tendo pedaços afiados de ferro (como pontas) por baixo. Deus tem se dedicado a levar a efeito os seus propósitos para com Israel em relação ao seu grande plano de redenção. o S e n h o r lhes responderá e satisfará a necessidade deles. Isto era arrastado em cima dos talos de grãos cortados para separá-los e prepará-los para peneirar o grão. m a s tu te a l e g r a r á s n o SE N H O R c te g l o r i a r á s n o S a n t o d e I s r a e l. e o tu fã o os e s p a lh a ­ r á . O grão debulhado seria revolvido com a pá e o vento sopraria para longe a palha.2. Deus é reconhecido como R e­ dentor treze vezes em Isaías. e o v en to os le v a r á . A aridez sempre foi um problem a na m aior parte do O riente M édio.Começando com este versículo. e os outeiros tornarás como a palha. Lv 25. Quando o pobre desafortunado e o infeliz e o necessita­ do oprim ido estão a ponto de m orrer de sede. o S e n h o r . o D eus de Israel os não desampararei. e a sua língua se seca de sede.

quer dizer. como parte da res­ tauração pelo Espírito Santo no M ilênio.11. Juntos eles verão. Somente Ele pode criar —só Ele pode cumprir esta profecia. Nm 20. transformando o deserto em tanques de água e a terra seca em um lugar de onde brota água. Ele abrirá rios “em lugares altos” e fará “fontes no meio dos vales”. Ele é o mesmo Deus que deu a Israel água da rocha durante o êxodo (Êx 17. e j u n t a m e n t e e n t e n d a m q u e a m ã o d o S E N H O R fe z isso. co n ju n ta m en te. Se n h o r .6. 17). Dt 8. d iz o f i r m e s razões. “o Santo de Israel o criou”. tornarei o deserto em tanques de águas e a terra seca.” realizou isto. Ele satisfará a necessidade deles abundantemente em todos os luga­ res: milagrosamente. p o r ei no erm o a fa ia . milagrosamente. Deus plantará uma variedade de árvores no deserto e no “ermo” ou solo improdutivo (Heb. e a á rv o r e de sita. e s a i b a m . ou “a mão do SENHOR. trazei as vossas Em outra cena de tribunal. Deus. q u e to d o s v e ja m . “no Arabá”. o o lm eiro e o álam o. 19 P la n ta rei n o deserto o cedro. a área seca ao sul do mar M orto). e o S a n t o d e I s r a e l o O que Deus faz e como Ele o faz nesta restauração será um teste­ munho para o pobre e necessitado (do v. . d iz o R ei de Ja có. “Conjuntamente” também pode significar “todos ao mesmo tempo”. como o “Rei de Jacó” (como o verdadeiro Rei de Israel). 20 p a r a c r io u . A palavra “criar” no Velho Testamento sempre tem Deus como o sujeito.18A brirei rios em lugares altos efo n te s no m eio dos vales. baaravah. e a oliveira .15). considerarão e entenderão com discernimento que o grande po­ der. e a m u rta . sabe­ rão. 21 A presentai a vossa dem anda. diz para os idólatras que tragam o caso deles e qualquer argumento forte ou provas que eles possam ter pelos seus deuses. e c o n s id e r e m . em m ananciais.

ju n ta m en te. eles não tinham nenhum conceito do fluxo da história. as obras deles são totalmente inúteis (igualmente “me­ nos do que nada”). Isaías podia fazer este desafio porque Israel tinha visto as suas profecias a respeito da derrota de Senaqueribe cumpridas. o que isto significa para o futuro. qualquer coisa boa ou ruim — “fazei bem. Os deuses pagãos são desafiados a predizerem o futuro. p a ra qu e a ten tem os p a ra ela s e sa ib a m os o f i m delas. A visão linear bíblica da história. a b om in a çã o é qu em v o s escolhe. 24 Eis qu'e sois m en o s do que nada. e a vossa obra é m en os do que nada. a n u n cia i-n o s as coisa s passadas. ou fazei m al” —que as pessoas pudessem ter medo. O SENHOR resume isto dizendo que os deuses pagãos são “menos do que nada”. e tem um plano para uma consumação futura. O coletivo plural ( “nos”. como isto se amolda ao presente. por outro lado. todos os seres humanos devem poder observar isto conjuntamente (todos ao mes­ mo tempo). f a z e i bem ou fa z e i m al. mostra que o Deus que criou no princípio também trabalha agora.n o s o u v ir as coisa s fu tu r a s . “nós”) im ­ plica que para ser um espetáculo legítim o de poder. o vejam os. Eles são então desafiados a fazerem algo. Deixem os idólatras trazerem os seus deuses e contarem o que acontecerá. explicando o que aconteceu no passado ( “as coisas passa­ das”). . ou fa z e i. p a ra qu e n o s a s­ so m b rem o s e. ou deixe-os declararem simplesmente “as coisas futuras”. Porque os pagãos tinham uma visão cíclica da história (não reco­ nhecendo um começo ou um fim). p a ra qu e sa ib a­ m o s q u e so is deuses.22 T ragam e a n u n cie m -n o s as co isa s q u e hão de a co n tecer. 23 A n u n cia i-n o s as coisa s qu e ain da hão d e vir. Este seria um selo indicando que eles realmente são “deuses” —mas eles não podem profetizar. Os que escolhem adorar os deuses pagãos em vez do único e verdadeiro Deus são abomináveis a Ele.

falando isto de antemão de forma que o seu povo pode dizer: “Justo!” O veredicto está no favor de Deus por causa da profecia cumprida.IO).3Ele “virá sobre os magistrados”. de fato. a maioria das invasões era proveniente do Norte. nem tampou­ co quern ouça as vossas palavras. e ninguém absolutamente ouve as palavras deles. nem tampouco quem manifeste. O teor no hebraico mostra entusiasmo. ele entrará em Israel vindo “do N orte”. mas porque ele decretaria que os judeus voltassem e reconstruíssem o templo do SENHOR (Isto é muito diferente da reivindicação de Senaqueribe de que o SENHOR ti­ nha lhe enviado. Sem qualquer um outro se antecipando a Ele. 52. 2>Q uem anunciou isto desde o princípio. Só Deus verdadeiramente prevê o futuro. Assim. invocará o meu nome.7). Por causa do deserto diretamente ao leste de Israel e Judá. I . Mas entre os deuses pagãos —aqui. O que procede “do N orte” que Deus suscitou é Ciro. assim ele os pisará. desde o nascimento do sol. para que o possamos < saber. o hebraico é enfático —nem mesmo alguém diz qualquer coisa. e.25 Suscito a um do Norte. nenhum deles proclama qualquer coisa.9— I . Em contraste com os ídolos pagãos que não podem falar e não falam. os governa­ dores provinciais. é o que declarou isto “desde o princípio” para que o seu povo possa saber. não porque ele adorasse o SENHOR.2). eles não poderão resistir a ele. no Orien­ te (v. Ele invocará o nome de Deus. para que digamos: Ju sto é? Mas não há quem anuncie. 3 6 . e virá sobre os magistrados. Deus en­ viou um mensageiro com boas novas (veja 40. Deus foi o “primeiro” que falou palavras proféticas de libertação. embora Ciro viesse da Pérsia. e como a argamassa ou barro não podem resistir ao trabalhador ou ao oleiro. ou em outro tempo. e a Jerusalém darei um anunciador de boas-novas. como o oleiro pisa o barro. e ele há de vir. como sobre o lodo. O SENHOR 21 Evi sou o que prim eiro direi a Sião: Eis que ali estão.

Eles não podem revelar nada.17). as suas imagens de fu n d içã o são vento e nada. Todos os deuses pagãos são “vaidade”. “Olhe!”. e põe o seu Espírito Santo sobre Ele. a quem sustenho. As suas imagens fundidas são vento4 e vacuidade. “o meu servo” aqui (em contraposição ao “ser­ vo” de 4 1 . e as suas obras são (literalmente) “nada”.28 quando olhei. os deuses pagãos não têm “ninguém”. 3.1 -9 1 Eis aqui o meu Servo. as suas obras não são coisa algu­ ma. nenhum conselheiro que possa responder com até mes­ mo uma palavra. juízo produzirá entre os gentios. Agora a atenção é desviada dos ídolos para a glória do Servo do Quer dizer. “coisa alguma” (Heb.8 ) é o Messias. nEle se compraz a sua alma (e coração). Como é totalmente estúpido adorar qualquer coisa ou qualquer outro que não o único e verdadeiro Deus! Ele é o único em quem vale a pena confiar.17— aplica esta passagem a Jesus. o m eu Eleito. 0 SERVO DO SENHO R E A SUA MISSÃO 4 2 . “Veja!”) é uma ordem para olhar para Ele. . 29 Eis que todos são vaidade.6 Isto conecta “meu S en h o r. Nós tam­ 21 bém podemos ver um paralelo quando o Espírito desce sobre fesus como uma pomba e a voz do Pai declara do céu: “Este é meu Filho amado. sem nenhuma realidade. “Eis aqui” (Heb. Wm). hen. em quem me comprazo” (M t 3. nem mesmo entre estes con­ selheiros algum havia a quem perguntasse ou que m e respondesse palavra.5 M ateus 12. nenhum mensageiro. M as Deus tem um plano. mishpat) entre as nações. Ele produzirá “juízo” compassivo (Heb. em quem se compraz a minha alma. Em contraste. Nós podemos edificar as nossas vidas sobre a sua Palavra. pus o meu espírito sobre ele. Deus o Pai o sustenta firmemente. ninguém havia. fazendo deste o primeiro Cântico do Servo em Isaías.

Ele não desis­ tirá até que estabeleça “na terra o juízo”. 12. n em apagará o p a vio qu e f u m e g a . tampouco Ele será quebrantado ou desencorajado. O termo “servo” implica tanto obediência como autoridade delegada.6). o Messias não provocará derramamento de sangue ou ódio. de acordo com a verdade (Heb. 3 A ca n a trilhada não quebrará. depois enviou o Espírito Santo. e as ilhas a gu a rd a rã o a su a d ou trin a.I . toda a terra habitada) colocarão a sua esperança (ou “aguardarão”) na “sua doutrina” (Heb. 4 N ão fa lta r á .praça. Zc 4. Ele não jogará fora ninguém como inútil.7 As “ilhas” (quer dizer. Ele produzirá justiça “em verdade”. Isto é paralelo ao Salmo 2. N a realidade. leemeth ). O Messias não será uma luz brilhando vagamente nem se mostra­ rá fraco. Ao contrário dos cruzados que pensaram poder fazer o tra­ balho de Deus lutando. e agora por intermédio desse Espíri­ to sua obra será realizada (cf. Aguardar aqui implica . ■ Ele não será como os conquistadores terrenos. em verd a d e. M as Ele não apagará a luz da vida de qualquer pessoa. “instrução”). não se ex a lta rá.2 como também 6 I . Alguém quebra uma “cana trilhada” antes de descartá-la. p ro d u z irá o ju íz o . Ele será quieto e manso.servo” com passagens messiânicas anteriores em Isaías. Ele foi para a cruz. U m pavio que está apenas vaga­ mente fumegante é fácil de apagar. 9. Quer dizer. ou seja. que alardeiam quem eles são e fazem grandes anúncios de suas façanhas. as coisas e as pessoas que fazem os outros ficarem desencoraja­ dos não o impedirão de emitir luz e ser firme e forte. onde o Pai chama o Messias de seu Filho. a té q u e p on h a na terra o ju íz o . n em será quebrantado. 2 N ão clam ará. torah.7 e 1 1. n em f a r á o u v ir a su a voz na . e ao contrário dos muçulmanos que pensam ser a guerra santa (jihact) a vontade de Deus.7.

Semelhante a Ciro (41.em uma esperança que resiste. é iden­ tificado como o Criador dos “céus” e da “terra” e de “tudo” o mais (pessoas. Ele os tirará para a luz (cf. e f o r m o u a terra e a tu d o qu an to p rod u z . Ele “estendeu” os céus tão facilmente quanto uma pessoa estenderia uma cortina. te ch am ei em ju stiça .13). o Senhor . a aliança não será lim itada a Israel. e os esten d eu . Ele lhe dará “por concerto do povo” —a nova aliança (c f M l 3. 9.21). H b 8. mas Ele também abrirá “os olhos dos cegos” de modo que eles possam ver essa luz. 9. pois o servo será “para luz dos gentios” (i. Ele é o único que “dá a respiração ao povo” (como Ele fez a Adão) e vida ao espírito humano (incluindo a mente e a disposição).6). Além disso.e„ nações).5.12.2). que dá a respiração ao p o v o que nela está. (como o hebraico indica) para trazer justiça com êxito (como uma manifestação da sua graça). p a ra tira r da p risã o os p reso s e do cárcere.) 7pa ra a b rir os olhos dos cegos. e te gu a rd a rei. A aliança será feita nEle. animais e plantas) criado a partir destes. os qu e ja z em em trevas. (Veja Jo 1. Os prisioneiros que “jazem em trevas” da prisão do pecado. R m 5. . o Senhor . 6 Eu. 8. por Ele e para Ele. e o buscarão para ajuda e orientação. e te tom a rei p ela m ão.6-13. e permanecerão firmes até o fim (cf. Ele não será somente “luz” (v.15. protegendo-o e guardando-o. o Servo tem sido chamado por Deus o Pai “em justiça”: ou seja. o S e n h o r ( Yahweh).9. Novamente o único Deus verdadeiro.1. J A ssim d iz D eu s. M t 24. 6 1 . Deus o tomará pela mão. e o esp írito aos qu e a n d a m nela.1) —pelo qual o Servo levará os povos a um relacionamento correto com o SENHOR. Aqueles que aceitam a vontade do Messias irão colocar a sua esperança nEle. e te d a rei p o r co n certo do p o v o e p a ra lu z dos g en tio s. que cr io u os céus.

às im agen s de escultura. ex u ltem os q u e habitam na s rochas e cla m em do cu m e dos m ontes. v ó s o s q u e n a v ega is p e lo m a r e tu d o q u a n to há n ele. d esd e o f i m da terra . depois que a sua profecia de libertação dos assírios foi cumprida.) As “novas coisas” são profecias ainda não cumpridas. pois. Isto inclui gentios e israelitas.10-13 10 C a n ta i a o S e n h o r u m câ n tico n o v o e o seu lo u vo r. (Isaías está escrevendo isto provavelmen­ te em 700 a. UM CÂNTICO NOVO 42. Ele é também um Deus pessoal. Por causa da sua glória —por causa de quem Ele é —Ele merece todo o louvor. este é o m eu nom e. Deus declara o seu Nome de guarda da aliança. da mesma maneira que as primeiras coisas o foram. As “primeiras coisas” são os eventos previamente profetizados que agora estão cumpridos. Os ídolos não são nada e não merecem coisa alguma. vós. a ou trem não darei. ilh a s e s e u s hab itan tes.& Nome o que assegura a Israel que Ele estaria com eles. A ordem para cantar “ao SENHOR um cântico novo” pressupõe uma nova revelação ou um novo entendimento da sua palavra e do que Ele está a ponto de fazer (cf. 48.6). a n tes qu e ven h am à luz. mas certas de terem o seu cabal cumprimento. a m in h a g ló ria . e. 4. 11 A lcem a voz o deserto e as su a s cidades. nem o seu “louvor às imagens de escultura”. Ele não os dará a outro. n em o m eu louvor. A sua “glória” inclui o seu poder.s Eu so u o Senhor . autoridade e atributos. e n o va s coisa s eu vos an u n cio. Pode-se confiar na palavra profética de Deus.9 Ele não só é o único Deus verdadeiro. 43. O seu louvor deveria vir “desde o fim da terra”: proveniente daqueles que estão no mar e de todos os habitantes do mundo habitável. com as a ldeia s que Q u ed a r habita. .C. Yahweh.18.. vo~ lasfaço ouvir.19. 9 Eis q u e as p rim eira s coisas passaram .

DEUS JULGARÁ E GUIARÁ 42. Ele levantará um grito de guerra e “sujeitará os seus inimigos”. e os residentes de Sela (Petra). Ele fará tudo ime­ diatamente. estiv e em silên cio e m e co n tive. “M as. e as lagoas secarei. em Edom —antigos inimigos de Israel —devem se unir a eles no louvor a Deus. (Cf. e su jeita rá os seu s inim igos. Desde a eternidade Deus tem se contido ( “me calei. agora” Ele fala. d a rei g r ito s com o a qu e está de parto. clam ará. O próprio SENHOR sairá para batalhar como um herói.1— para desenvolvimento do tema do S e n h o r [Yabweh] 6 como “Guerreiro Divino”. me conti­ ve”). d espertará o zelo. As suas bênçãos são para todas as pessoas. e f a r á g r a n d e ru ído. 27.) 5. 12 D êem g ló r ia ao SE N H O R e a n u n ciem o seu lo u v o r nas ilhas.14-17 14 P o r m u ito tem po. e a todos assolarei. 13 O SEN H OR . De fato. m as.“O deserto e as suas cidades” (onde as pessoas então se manti­ nham em um nível de subsistência simples). Em outras palavras. co m o p o d e r o s o s a ir á . agora. Ele “fará grande ruído”. tem postergado esta ação de juízo e restauração.. co m o hom em de g u er r a . e to rn a rei os rio s em ilhas. “Como um homem de guerra despertará o zelo” dele —seu ardente amor que não permitirá o inimigo destruir os que o amam.4 e 63. . e ju n ta m en te devorarei. Ele se tornou como uma m ulher em trabalho de parto e não adiará isto para sempre: Quando fizer isto. Os seus brados são para dar “glória ao S e n h o r ” e anunciar o seu louvor às “ilhas” (a terra habitada). m e calei. 15 O s m o n tes e o u teiro s to rn a rei em deserto.. Ele é um Deus de livramento. a tribo árabe de Quedar e suas aldeias. e toda a su a erva fa r e i secar.

Isto nós podemos esperar que Ele continue a fazer. “M eu servo”. 16 E g u i a r e i o s c e g o s p o r u m c a m in h o q u e n u n c a c o n h e c e r a m . Isto é.s e . pode fazê-las ouvir e ver.s S u r d o s . em contraste com o seu juízo.Em contraste com as bênçãos que virão no M ilênio (4 1. 6. Os “cegos” são os espiritualmente cegos que se voltam para Ele. Deus fará isto. e somente Deus. Deus. 11 T o r n a r ã o a tr á s c c o n f u n d i r .1 8 -2 5 /. transformando “as trevas em luz” e tornando direi­ tas “as coisas tortas” à medida que eles o seguem. o u v i. nesta passagem. como também os rios e as lagoas. tornarão atrás e serão totalmente confundidos de vergonha. 19 Q u e m é cego . o lh a i. Em contraste com os que confiam em Deus. Ele “guiará os cegos” em caminhos novos. Deus pretendia . ceg o s. o juízo de Deus secará os montes. c o m o o s e r v o d o SENHOR? A chamada é para as pessoas surdas e cegas do mundo escutarem e olharem. Agora. M as Israel é cego como o resto do mundo. chamando as imagens de ouro e prata os seus deuses. a q u em e n v i o ? E q u em é c e g o c o m o o g a l a r d o a d o e cego . se refere a Israel. e vó s. ISRAEL CEGO E SURDO 4 2 .18 ). os pagãos que ainda “confiam em imagens de escultura”. e diz enfaticamente “nunca os desampararei”. O mundo precisa do que Deus tem dado para e através de Israel. outeiros e toda a sua vegetação. s e n ã o o m e u s e r v o o u s u r d o co rn o o m e u m e n s a g e ir o . to rn a r ei as tr e v a s e m lu z p e r a n t e e le s e a s c o is a s to r ta s f a r e i d ir e ita s .ã o d e v e r g o n h a o s q u e c o n fia m em im a g e n s d e e s c u lt u r a e d iz e m à s im a g e n s d e f u n d i ç ã o : Vós s o is n o s s o s d eu ses. E sta s c o is a s lh es f a r e i e n u n c a o s d e s a m p a r a r e i. f á lo s -e i ca m in h a r p o r v ered a s q u e n ã o co n h ecera m . embora seja o servo de Deus. p a r a q u e p o s s a is ver.

20 Tu vês muitas coisas. sua palavra lhes daria então novas oportunidades para as bênçãos que um Deus amoroso queria lhes dar. mas não presta atenção. e ninguém há que os livre.1-23 ). nada ouve. Seu povo (os pronomes “tu” e “teus” [oculto em “os (teus) ouvidos”] referem-se a Israel) tem visto milagres e profecias cumpridas. por amor da sua justiça (em linha com a sua natureza justa). “instrução”. e que ainda é o seu servo. A cegueira e surdez de Israel não são físicas. as Escrituras) grande e gloriosa. O povo que recebeu esta grande e gloriosa instrução está roubado e saqueado. mas não as guardas. se agradava dele p o r am or da sua justiça. 21 O S en hor No original (ver ARA. “ensi­ namento”. o qual foi recompensado por Deus. Esta é inteira­ mente digna de ser ouvida e obedecida. Eles estão desatentos ao que Deus quer que eles vejam e ouçam. todos estão enlaçados em cavernas e escondidos nas casas dos cárceres. en­ gran deceu -o pela lei e ofe z glorioso. ainda que tenha os ouvidos abertos. são postos p or presa. mas seu povo tinha ficado muito surdo para ouvir a mensagem.que Israel proclamasse a mensagem para o mundo. 22 Mas este é um povo roubado e saqueado. quer dizer. e ninguém diz: Restitui. fazer a sua “lei” (Heb. mas o povo “nada ouve”. Os seus ouvidos estão abertos.1 de forma que a maioria não 0 . Israel. p o r despojo. enlaçado (capturado e acorrentado) em cavernas e man­ tido escondido nas prisões. N IV e outras versões) o texto indica que foi do agrado do SENHOR. torah. Restos arqueológicos mostram que a maioria deles prosperou tanto durante os setenta anos do exílio babilômco. mas espirituais. Este não era o caso das pessoas levadas cativas para Babilônia por Nabucodonosor (veja Jr 29 . é agora tanto cego como surdo.

Eles tinham pecado contra Ele: eles não quiseram viver de acor­ do com os seus caminhos e não escutariam o seu ensino. teu Deus.2 4 ). 23 P elo qu e d erra m ou sobre eles a in d ign a ção da su a ira e a f o r ç a da g u e r r a e lhes p ô s labaredas em redor. não f o i o Senhor . O Velho Testamento como um todo tem um olhar para o futuro.6 ). Eles tinham se tornado rebeldes cujas vidas expressavam desprezo por Deus. m a s não p u sera m nisso o coração. Eles mereciam a ira de Deus e o juízo que Ele trouxe por inter­ médio dos assírios (1 0 . Ele está preocupado a respeito do que havia “de ser depois” e quer que as pessoas compartilhem dessa preocupação.. m a s n isso não a ten ta ­ ram . aos ro u b a d ores? P o rven tu ra .Tampouco prestaram atenção ao que o SENHOR esta­ va dizendo através dos profetas. aq uele con tra q u em p eca ra m e n os ca m in h os do q u al não q u eria m andar. ou recordando a advertência de M oisés de que “o SENHOR.5 . “restitui”). 24 Q u em en trego u J a có p o r d espojo e Isra el'. M esm o assim. não d a n d o o u v id o s à su a lei? O SENHOR estava por trás do que os assírios fizeram a Israel e Judá. um Deus zeloso” (D t 4 . O sofrimento descrito aqui era o atual resultado das invasões assírias de Israel e Judá nos próprios dias de Isaías. reconhecendo que Deus trará tanto juízo como restauração. 23 Q u em há en tre v ó s qu e ou ça isso? Q u e atenda e ou ça o qu e há de s e r d ep ois? Isaías indaga quem escutará. Pa­ recia que eles jamais iriam aprender. eles “não puseram nis­ to o coração”.e. eles não perceberam ou reconheceram que o juízo veio do SENHOR. Os cativos levados das cidades de Judá por Senaqueribe não tiveram ninguém como Ciro para mandá-los de volta (i.queira voltar para Jerusalém. e os q u eim ou . é um fogo que consome. A m isericórdia de Deus não m im a os pe­ cadores por perm itir-lhes que continuem no orgulho e em obstina­ .

Assim.4 ).da rebelião. 7 O u seja. 3 Deus é o que chama Ciro pelo nome (veja 4 5 . Veja F. Como Mateus 12. 9.18— e que tipo de cegueira este servo 25 tem? CITAÇÕES 1 Veja 4 1 . Pelo que o “cântico novo” louva o Senhor? 6.1 2.1 3 a 53 . Quem Deus está desafiando no capítulo 41 e por quê? 2. e alguns pagãos reivin­ dicavam que um espírito estava nas imagens. 7. N ão obstante. as imagens ocas estavam apenas cheias de ar. The Servant Songs (C h ica­ go: M oody Press.17— confirma que o Servo do Senhor em 21 42. Eerdmans. 19 84 ).1-7 é Jesus? 5. Knight. 1 1 QUESTÕES DE ESTUDO 1. 6 Cf. 2 George A. 9.2 5 . “um a ordem justa”. Quem é o servo em 42 .1 — veja também 4 9 . F. 4 3 — 5 . 28. 4 . Salmos 82. Duane Lindsey. O seu amor procura desafiá-los “ao arrependimento e à obediência conforme eles caminham de volta para a vida de rela­ cionamento com Deus”.1 — 50.3.4— 52 . Ciro veio do Leste e depois do N orte. estas não ti­ nham nenhum poder espiritual. 8. O que indica que o que vem “do Oriente” é Ciro? 3. 5 Isaías 4 2 . B. A sua justiça universal é outra razão para aceitá-lo como o único e verdadeiro Deus. o qual m enciona que ele vem do N orte. Como Isaías contrasta os ídolos com o verdadeiro Deus no capí­ tulo 41? 4. Servant Theology (G rand R apids: W m . 19 85 ). 4 A palavra hebraica ruach também significa “espírito”.

assim diz o SEN HO R que te criou. onde “Eu serei" é a m esma palavra em hebraico Çehyeh) como a palavra traduzida por “Eu sou" em 3. H anson. Deus lhes deu o nome “Israel’’.8). Ele formou a nação. nem a chama arderá em ti. cham ei-te pelo teu nome. Como escreveu Moisés. tu és meu.1 Ele os reivindica como sua pro­ priedade da mesma maneira que fez quando os tirou do Egito e os trouxe a Ele (Ex 19. 57.5. Israel passaria por águas. 43. Isaiah 40— (L ouisville: John Knox Press. Ele os amava porque os amava (D t 7. 9. 9 Veja Exodo 3. e.4). por­ que Ele os redimiu. e jamais seriam aniquilados. rios. porque eu te remi. quando pelos rios. mas Deus sempre estaria com eles.4).7— cf I Jo 4.12 .2 Eles sempre poderiam pôr a sua completa confiança nEle. 44. 2 Q uando passares pelas águas.8 Veja nota em 1. Ele os criou.2 para o significado de Yahweh. ó Israel: Não temas.2. e que te form ou. 54. . estarei contigo.14. Por causa do juízo de Deus. Deus não mudou o seu plano e propósito para o seu povo. Um Remanescente Redimido É Reunido 43. 1 Paul D. O nome indica que Ele continuará sendo o realizador dos seus planos — trabalhando ativamente entre as pessoas. não te queimarás. 1 66 C. os arqueólogos descobriram os restos de um banco judeu e de um a casa de hipoteca próxim o do Canal Chebar ao leste da Babilônia. Apesar da falta de resposta de Israel ao juízo de Deus. eles não te subm ergirão. 0 AMOROSO SALVADOR DE ISRAEL 4 3 . qviando passares pelo fogo. agora .25 I.1-45. 1 9 9 5 ). 10 Por exemplo. Ele lhes diz para deixarem de ficar temerosos. fogo e chamas. Eles nunca deveriam deixar a sua fé nEle (cf.1 -7 1Mas. ó Jacó.

tam bém fo s te g lo r ifiç a ­ do. porque Ele está com eles. e porque Ele o ama. a escolha da Igreja por Deus põe uma grande res­ ponsabilidade sobre os crentes. 4 E nquanto fo s t e p recio so aos m eu s olhos.3 P orque eu so u o SE N H O R . 6). que se revelou a Isaías (cap. Yahweh. Por causa da garantia do seu amor. esta responsabilidade não é pesada (cf. a E tiópia e Sebá. Semelhantemente. Porque Israel é valioso a Deus. O seu propósito é libertar a Israel. o fiel. Deus é o que Ele é: o SENHOR. Ele libertou o povo de Israel da escravidão às custas das pragas sobre o Egito (Ex 10. Ele é o Deus de Israel.30. p elo que dei os hom en s p o r ti. e eu te am ei. Quer dizer. o Egito. p ela tua alm a.1. o S anto de Israel. Porque Ele é o que é. M t 11. honrado por Ele. isto colocou uma grande responsabilidade sobre eles. 6 D irei ao N or­ te: D á . Ele lhes diz que deixem de estar amedrontados. pois. Ao mesmo tempo. e ao S ul: N ão retenhas. o Deus que guarda a aliança. A repetição desta idéia em diferentes palavras demonstra ênfase. o Santo de Israel. como resgate.28-30).31.7) e a destruição do exérci­ to deles (Êx 14. entretanto. 15. dei o E gito p o r teu resgate. o Salvador de Israel. p o r ti. Ele trará os . teu D eu s. Ele dará outros povos no lugar dele.28. mas quando o mundo lhe virou as cos­ tas. Agora Deus os aponta à frente. M as outras nações teriam que pagar o preço da escolha de Israel por Deus. o teu S a lva d o r. a um tempo quando Israel se espalharia em todas as direções. Deus amou o mundo. p o rq u e estou con tigo. o eterno. ou o atual Sudão) e Sebá (o norte da Etiópia incluindo M eroe) foram igual­ mente afetadas. A Etiópia (Cuxe. Ele poderia dar um país inteiro.3-10). tra rei a tua sem en te desde o O rien te e te a ju n ta rei desde o O cidente. trazei m eu s f i lh o s de lon ge e m in h a s fi lh a s das ex trem id a d es da terra. 5 N ão tem as. Ele escolheu Israel para preparar o caminho para um Redentor. Porém. e os povos.

e os surdos. formados pela sua mão poderosa —a nação que Ele fez.8 -1 3 lS Trazei o povo cego. e outras coisas antigas que Deus fez na história de Israel. Caso contrário. 9 Todas as nações se congreguem } e os povos se reúnam . e para que se diga: Verdade é. porque têm olhos e ouvidos.) 7 a todos os que são chamados pelo meu nome. Eles não são as testemunhas aceitáveis em um tribunal. eu osfiz . o cego e o surdo (veja 4 2 . até mesmo “das extremidades dn terra”. por incrível que possa parecer. Eles são os chamados pelo seu nome. Ou seja.seus descendentes que estarão vivos no fim dos tempos. efa z er-n o s ou vir as coisas anti­ ga s? Apresentem as suas testemunhas.C. deixe-os ouvir o que Deus fez e adm itir que isto é a verdade. . Em outra cena de tribunal. criados para a sua glória. eu os fo rm ei. onde Deus está falando a respeito de Israel. quem dentre eles pode anunciar isto. porque eles vieram somente do leste. que têm ouvidos. 2. sim. deixe-os mostrar que eles profetizaram e produziram eventos como o êxodo do Egito. M as eles 2 são voluntariosamente cegos e surdos. Ele não desistirá deles. para que se justifiquem . e para que se ouça.1. para terem o veredicto em seu favor. em um novo êxodo vindo de todas as direções. Com todas as nações reunidas. Eles têm que fazer isto para serem justificados. (Isto não se refere ao retorno da Babilônia em 538— 536 a.1 8 — 0 ) são tomados como testemunhas. e os que criei para minha glória. que tem olhos. 0 TESTEM U N H O DE ISRAEL COM O SERVO DE DEUS 4 3 .. A referência prim ária aqui está de volta a 43. eles são desafiados a produzir dentre eles alguém (algum deus ou o profeta de algum deus) que possa predizer o futuro e para m ostrar “as coisas antigas”. a libertação das mãos de Senaqueribe.

H b 13.22. 6. Deus tem feito gran­ des coisas em Israel. A palavra hebraica ‘el é a palavra co­ mum para Deus. 7. Quando os israelitas vieram ao Sinai eles não tinham nenhum ídolo entre eles. e d e u s e s tr a n h o n ã o h o u v e e n tr e vós. Ele os salvou então. eu s o u D e u s . etc. e d e p o is d e m im n e n h u m h a v e r á .1. 8.16). Os pagãos também acreditavam em deuses que tinham surgido ou nascido recentemente. Dizendo “Eu sou o S e n h o r [Y ahw eh]” . Ele é o Deus eterno que sempre foi. Deus não falhou. e nenhum viria depois dEle. Deus está fazendo-os lem ­ brar da sua revelação durante o tempo do êxodo (Ex 3. Ap 1. Os pagãos acreditavam que os deuses que eles adoravam tinham sido precedidos por outros deuses.). portanto. eu s o u o S e n h o r . a q u e m es c o lh i. é. Ele salvou a Israel e se fez ouvir entre os israelitas no monte Sinai. e será (Êx 3. e eu salveií. M l 3. e f o r a d e m i m n ã o h á S a lv a d o r . especialmente os que loram livres das mãos de Senaqueribe. Deus falou para Moisés o que Ele ia fazer. 12 E u a n u n c ie i. M as o úni­ co Deus verdadeiro declara que antes dEle “deus nenhum se for­ mou” ou foi criado. .12. Embora Israel tenha falhado.8. e. a qual enfatiza que só Ele é Deus. d i z o S e NJ-H >R. 15.6.2).10 V ó s s o is a s m in h a s te s te m u n h a s .8.17. de modo que eles podem saber. os seus servos escolhidos. d i z o SENHOR.15.14. 11 E u . Deus está falando aqui com o remanescente piedoso em Israel.7. e o m e u serv o . e m e c r e ia is . Ele os salvará agora —por­ que Ele é o Salvador e não há nenhum outro. devido a Israel ter experimentado isto. e e n t e n d a is q u e e u s o u o m e s m o . acreditar e con­ fiar nEle e podem saber que só Ele é Deus (veja 37. Eles são as suas testemunhas.14. e e u o f i z o u v ir . e q u e a n t e s d e m im d e u s n e n h u m se f o r m o u . o SENHOR diz que eles são teste­ munhas de quem Ele é: Deus Ç‘el). A salvação e a voz do SENHOR vieram somente dEle. p o is v ó s s o is a s m in h a s te s t e m u n h a s . p a r a q u e o s a ib a is . Eles são testemunhas da sua fidelidade.

se apagaram . eu sou o único Deus verdadeiro”. e está realizando isto por causa de Israel. pode significar “Desde que o tempo começou. kasdim. o Criador” e o “R ei” de Israel. Deus providenciou “no mar um caminho e nas águas impetuosas. “Desde o dia. os caldeus.14-21 14Assim diz o Senhor. “caldeus”) trazendo tesouros no rio Eufrates causaram gritos de ale­ gria quando eles chegaram. e ninguém poderá impedi-la ou “revertê-la”. eu sou Ele”. .13 A inda a n tes qu e h ou vesse dia. ninguém pode escapar da minha mão”. vosso Santo. Agora o SENHOR promete um novo êxodo. 3. estão ex tin tos e co m o u m pa vio. M as Deus derrubará os caldeus. e os seus navios serão usados por fugitivos procurando escapar. ou pode significar “Desde que eu sou o único Deus verdadeiro hoje. O juízo que Deus traz sobre a Babilônia é relacionado ao que Deus fará por Israel. UM NOVO ÊXODO DA BABILÔNIA 43. 17 o que tro u x e o ca rro e o cavalo. o Santo de Israel: P or a m or de vós. teu Redentor. isto é.3 15 Hu so u o S e n h o r . uma vereda”. desta vez da Babilônia. nos navios com que se vangloriavam . eu sou . Ele é esse tipo de Deus. O Deus que está fazendo isto é o “Santo de Israel”. e n in gu ém há que possa f a z e r esca p a r das m in h as m ãos. o ex ército e a f o r ç a : eles ju n ta m e n te se deita ram e n u n ca se leva n ta rã o. Novamente Isaías enfatiza que Ele é o “Santo. 16 A ssim d iz o Senhor :. Ele fez isso no êxodo quando abriu um caminho pelo mar Vermelho. o C ria d o r de Israel. Os navios dos babilônios (Heb. en viei inim igos contra a B abilônia e a todos J u rei descer com o fu gitiv o s. Deus fará a sua obra. q u em im p ed irá ? A expressão hebraica miyom ‘ani hu . u m a vered a . operan do eu. vosso Rei. o qu e p rep a ro u no m a r u m ca m in h o e nas á gu a s im petu osas.

r>Eis que fa r e i uma coisa nova. Deus tem uma nova libertação para o seu povo. porventura. porque os assírios só se preocuparam com os próprios babilônios. 21Esse povo que form ei para mim. Ele formou Israel para Si mesmo e seu propósito é para eles proclama- . Pode haver um cumprimento mais extenso no fim dos tempos.6. ao meu eleito. Houve um retorno nos dias de Isaías quando Senaqueribe destruiu Babilônia em 689 a. não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto. os dragões e os filhos do avestruz. Esar-Hadom. para dar dc beber ao meu povo. o tempo vem quando é necessário parar de lembrar e de dar atenção às coisas do passado. registrou o lato de que as pessoas ca­ tivas escaparam naquele tempo. sairá à luz. Os animais selvagens ou “do campo”. 20 Os animais do campo me servirão. para qvie m e desse louvor. aos novos milagres que obscurecerão os antigos. honrarão a Deus por causa dos rios no deserto que Deus concede para o benefício do povo que está retornando. Não obstante.1-31). Isaías pode estar olhando aqui para o retorno do exílio babilônico que ele profetizou em 39. 18 Não vos lembreis das coisas passadas.C. Deus quer que olhemos adian­ te.4 O filho dele. porque porei águas no deserto e rios no ermo. especialmente os que vivem em áreas de deserto. e rios no ermo. e.A vitória sobre as excelentes tropas de carruagem de Faraó no mar Vermelho é descrita dramaticamente (veja Ex 14. Deus fará um “caminho no deserto” e também “rios no ermo” (sertão). agora.5Contudo. Esta foi com­ pleta. O seu amoroso propósito mostra que Ele é um Deus bom. nem considereis as antigas. Ela está pronta para acontecer. Eles a conhecerão e a experimentarão.

24 N ão m e com p ra ste p o r d in h eiro can a arom ática. A ARC traduz o verbo hebraico aqui como “encheste” (mas como “fartou” em Lm 3. Deus coloca a ênfase sobre Si mesmo quando declara: “Não a mim. não era com a cana aromática (ou o óleo resultante desta) nem com a gordura de sacrifícios que eles enchiam a Deus. Mas eles não puderam disfarçar os seus pecado.rem o seu louvor.1 3). A INFIDELIDADE DE ISRAEL 43. mas real­ mente não os estavam oferecendo a Deus. n em te fa tig u e i co m incenso. nem m e h on raste com os teu s sa crifício s. Eles negligenciaram a Deus. eles o sobrecarregavam com os seus pecados. eram mesquinhos em sua adoração. m a s m e deste trabalho com os teu s p eca d o s e m e ca n sa ste com as tu a s m aldades. Estavam realmente cansados dEle. Eles realmente não estavam buscando a Deus. eles estavam cansados do Deus Santo que Ele é. tu tens invocado” (tradução literal). ó Ja có . Eles estavam utilizando formas religiosas sem fé em Deus e sem honrá-lo pelo que Ele é. 4. e as únicas coisas com as quais . de forma que podemos louvá-lo e convidar outros a louvá-lo. ao invés disso. 23 N ão m e trou x este o g a d o m iú d o dos teu s holocau stos.I 5 ) . m a s te cansaste . Estas eram as pessoas nos dias de Isaías para quem Deus falou a respeito de “pisar os meus átrios” (I . n em co m a g o r d u r a d os teu s sa crifício s m e encheste. de m im . mas Deus não lhes tinha pedido isto ( I . Estavam multiplicando sacrifícios e holocaustos.1 2). Nós também somos levados ao Senhor. Eles trouxeram os seus “holocaustos” e “sacrifícios”.22-28 22 C on tu d o<tu não m e in voca ste a m im . De fato. Eles estavam fazendo muitas orações (I . não te f i z s e r v ir co m ofertas.15). E aqui tem um toque de ironia. quer dizer. ó Israel.

enchiam (fartavam) a Deus eram os pecados que eram ruins o bas­ tante para fazerem alguém vomitar (cf. he’evadtanC) também pode significar “me constrangeste”. e os teu s in térp retes p rev a rica ra m co n tra m im . a p re­ sen ta a s tu a s razões. “M e cansaste” (Heb. Deve haver confissão. Isto é pura graça —que flui livremente da inesgotável mise­ ricórdia de Deus — a qual Deus está aqui oferecendo ao seu povo. o perdão é comple­ to: o registro é totalmente apagado. Entrar “em juízo juntamente” significa reconhecer o que a lei re­ quer e adm itir que a inocência não pode ser provada. Pecados repetidos e não confessados tornaram o juízo necessário. Deus jamais se lembrará dos seus pecados. . Em todo caso. p a ra que te p ossa ju stifica r. lembrando a Deus dos pecados. Ao mesmo tempo. 25Eu. eu m esm o . Mas antes de haver perdão divino. o pecador tem que entrar em juízo. Quer dizer. en trem os em ju íz o ju n ta m en te. mas por amor de Si mesmo. so u o que apago as tua s tra n sgressões p o r a m o r de m im e dos teu s p eca d o s m e não lem bro. Tam­ bém as suas “maldades” ou ofensas (a culpa com suas conseqüênci­ as) o cansaram.I 3 ). o primeiro pai implica . mas não devemos proceder dessa forma se queremos o perdão de Deus. é Deus somente quem pode apagar o pecado resultante de rebelião intencional —não porque isto seja merecido. os pecados deles o constrangeram a realizar uma obra de juízo. Alguns entendem isto como sendo Abraão ou Jacó. O “primeiro pai” provavelmente é Adão. 26 P r o cu r a lem b ra r-m e. Quando isto é feito. I. 27 T eu p r im eiro p a i p eco u . antes de o registro ser apagado. E muito fácil bloquearmos as coisas das quais não queremos nos lembrar. Somente quan­ do o pecador adm ite o seu pecado é que pode haver justificação que perdoa e apaga os registros das ofensas.

e quer que eles ouçam. Os corações deles não estavam abertos ao seu amor. o u v e ó Ja có . Deus ainda chama o povo de Isra­ el de “Jacó.também o primeiro pecado. seu “querido justo (íntegro)”. 2 A ssim d iz o SENHOR qu e te crio u . Isto também significava que Ele tem entregue Israel para ser desprezado e ultrajado pelo resto do mundo (c f Dt 28. e que te a ju d a rá : N ão tem as. Deus era o Criador deles. o que os formou desde o nascimento deles como uma nação. Tampouco os pecados do seu povo irão destruir o propósito de Deus.2 6 -2 9 ). Ele faria “de Jacó um anátema” (Heb. a quem escolhi. 0 ESPÍRITO DE DEUS SERÁ DERRAMADO 44.5). 5. ou seja. I Cr 24 . pois. 3 3 . a quem escolhi. e tu. Por causa desta rebelião Deus profanaria (ou colocaria em desgra­ ça) os maiorais do santuário (cf. serv o m eu . Elé os continuará ajudando. e tu. A destruição profetizada não será total. e te f o r m o u desde o ven tre.6 como algo que Deus abomina. “para a proscrição”). seu escolhido.15. Outra vez Ele lhes fala que eles têm que deixar de ficar amedrontados. porque é isso o que Ele quer que eles sejam (D t 32. como intermediários ou mediadores. e o desprezo e o ultraje não durarão para sempre. u m opróbrio.7).1-5 1 A gora. os seus sacerdotes (e provavelmente os seus profetas). E nos próprios dias de Isaías. Deus chama Israel de “Jesurum”. serv o m eu . J esu r u m . servo meu”. lacberem. ó Ja có . contudo. ó Isra el'.37 ). Temor covar­ de e fé não se misturam (c f 2 Tm 1. também tinham se rebelado contra Deus. 2S P elo q u e p r o fa n a rei os m a io ra is do sa n tu á rio e f a r e i de J a có u m an á tem a e de Isra el. A repetição de “servo” e “escolhi(do)” do versículo I indica que Deus . os portavozes de Israel.

2 5 -2 9 . 37. Eles também levarão o “nome” (caráter e natureza) de Israel.26. Ou seja.33.17. co m o sa lgu eiro s ju n t o a os rib eiro s das águas. tanto por escrito como falan­ do. 59. O derramamento inicial foi no Dia de Pentecostes (A t 2. Ele terá um remanescente justo de entre eles. Eles não mais continuarão a viver em uma terra espiritualmente seca. J1 2 . mas sobre os seus descendentes (cf.18).15. No entanto. 4 E brotarão en tre a erva . Isto não devia vir sobre as pessoas nos dias de Isaías. e aq uele se ch a m a rá do n om e de J a có . este derrama­ mento é no futuro. os judeus que não estavam vivendo para Deus serão transforma­ dos e se tornarão verdadeiros israelitas. declarando o seu relacionamento com o SENHOR. honrando a Deus e desfru­ tando os direitos e privilégios que Ele lhes dá.I). . Deus provocará uma mudança derramando o seu Espírito.29. sob re os teu s descen den tes. A restauração trará uma bênção nova. 5Este d irá : Eu so u do SENHOR.10 a I 3 . 32 .21.27. Isto trará bênçãos maravilhosas da parte de Deus. e aq uele ou tro escrev erá co m a su a m ã o: E u so u do Se~ NHOR.34.29). O aguaceiro será tão grande que será como inundação de rios sobre a terra seca. d erra m a rei o m eu E spírito sobre a tu a p o sterid a d e e a m in h a bênfão. Deus não permitirá que o fracasso de Israel o faça falhar. e p o r so b ren om e to m a rá o n o m e de Israel. 3 P orque d erra m a rei á gu a sob re o sedento. tor­ nando-se como água em um solo improdutivo. A obra do Espírito fará todo indivíduo testemunhar.não tem mudado e não mudará o seu pensamento a respeito deles (cf.4. Ez 36. M as haverá um cumprimento mais extenso para Israel na restauração milenial.14. Rm 1 1. 39. Zc 12. Jr 31. e rio s sob re a terra seca.

Em outra cena de tribunal. Ele é supremo. não v o .1 7. o Senhor dos E x ércitos. E qu em ch a m a rá co m o eu. Deus é o que tem dirigido a história de seu eterno povo (cf. E u so u o p r im eiro e eu so u o ú ltim o. Ele sabe o que está vindo também no futuro. Ele não foi formado por ninguém. Jr 31 . 66.. p o rv en tu ra . R ei de I sra el e seu R edentor. o últim o” Ele está enfatizando que só Ele é Deus.6. A TOLICE DA IDOLATRIA 44.14). 2 2 . O desafio é para os pagãos. indicada pelas perguntas e pela chama­ da para as testemunhas nos versículos que seguem.35-37). Ele proclamou isto. Novamente Isaías enfatiza o contraste entre o conceito pagão de muitos deuses e a existência do Deus de Israel: não havia nenhum deus antes dEle. Sempre que Israel esqueceu isso e se voltou para outros deuses ou outras coisas. eles bloquearam o fluxo da promessa de Deus. Ao contrário dos ídolos. e a n u n cia rá isso. . o SENHOR dos Exércitos. nem de ninguém. Ele não é dependente de nada. e o p o r á em ordem p era n te m im . tendo os exércitos do céu à sua disposição. Ele estabeleceu isto.6-20 6 A ssim d iz o SENHOR. o SENHOR agora reassegura a Israel de que Ele realmente é o Rei e Redentor deles. Deixe-os declarar o futuro se os assim chamados deuses deles podem revelá-lo.22. Chamando a si mesmo “o primeiro e. desde então. 8 N ão v o s assom breis.lo a n u n ciei? P orque v ó s so is as m in h as testem unhas. n em tem ais. H á ou tro D eu s além de m im ? N ã o! N ão há ou tra R ocha qu e eu conheça.l o f i z o u v ir e não v o .1 3 ): Ele é Deus manifes­ tado na carne (Jo 1.1. e f o r a dc m im não há D eu s. O Novo Testamento aplica isto a Jesus (Ap I. Ele pode cumprir as suas promessas. nenhum virá depois dEle. Ele sempre foi e sempre será. Só o Deus de Israel é onisciente.. desde qu e ord en ei u m povo etern o ? E sse qu e a n u n ­ cie as coisa s f u t u r a s e as qu e a in d a hão de vir.

sem benefício.s e to d o s e le v a n te m -s e . p o is o s m esm o s a r tífice s sã o d e e n tr e os h o m en s. Em contraste com a realidade do verdadeiro Deus. z1 E is q u e to d o s os s e u s s e g u id o r e s f i c a r ã o co n fu n d id o s . e eles são as suas testemunhas disto. os fabricantes de ídolos e os seus ídolos são “vaidade” ou nada (Heb.1 .4 . isto é. deixar de estar am edrontado. 10 Q u em f o r m a u m d eu s e f u n d e u m a im agem de escu ltu ra . eles serão confundidos (juntamente com os seus adoradores). um refúgio. e su a s m esm a s testem un has nada vêem .3 . perm anência e fidelidade. 9 T odos os a rtífices de im agen s de escu ltu ra são vaidade. Deus novamente dá ênfase de que não há nenhum outro Deus. dos seus inim igos (veja 3 5 . uma garantia de poder. 4 1 . “Todos os artífices de imagens de escultura” e “as suas mesmas testemunhas” se agradam no que é de nenhum préstimo: sem vantagem. que é de n en h u m p r éstim o ? A pergunta é um brilhante sarcasmo. . tohu.1 0 — 13. “vazio”). eles são sem sentido. e as su a s coisa s m a is d esejá veis sã o de n en h u m p réstim o . uma força. Deus tem proferido profecias que têm sido cum pridas. A produção e moldagem de um deus ou a fundição de um ídolo de metal só resulta em um ícone que não pode ajudar. ou seja. eles não são verdadeiras testemunhas e. a s s o m b r a r -s e -ã o e s e r ã o ju n t a m e n t e c o n f u n ­ d idos. n em en ten dem . dizendo-lhe que deixasse de tremer em terror. p a ra qu e eles sejam co n ­ fu n d id o s . quer dizer.Deus assegura novamente a Israel.2 ). a ju n te m . Eles nada vêem nem entendem. por conseguinte. Os ídolos são as suas próprias testemunhas. nenhum a “outra Rocha”. Ele é o único Deus verdadeiro. N ada é mais estúpido do que pensar um ser humano poder formar algo que pode se elevar ao nível de divindade e se tornar capaz de oferecer ajuda sobrenatural. 4 3 . ou seja.

não está indicada a palavra “ídolo”. a modela com “cepilho” (pequena plaina de alisar madeira). M as ele é apenas humano e fica faminto e sedento. faz um rascunho com a “almagra” (giz provavelmente vermelho).8 31 13 O ca rp in teiro esten d e a régu a. ele tem um braço forte porque aquece o ferro e dá forma ao machado. e desfalece. O ferreiro está fazendo a ferramenta. em p rega a alm agra. e faz isto “à semelhança de um homem”. p a ra f i c a r em casa. como no texto acima.28— ).Todos os que se unem a ídolos “ficarão confundidos” ou enver­ gonhados. segu n d o a f o r m a de u m hom em . O exemplo é um ídolo feito de madeira. a estende na forma de um homem. faz um contorno com um compas­ so (para fazer círculos). Da mesma forma o “ferreiro” (Heb. Em sua fraqueza e pecado. e f a z o seu d eu s à sem elh an ça de u m hom em . Os versículos seguintes estão cheio de tremenda sátira mostrando a tolice da idolatria. N o original hebraico. Os artífices que fizeram os ídolos são meramente huma­ nos. E eles são a fonte das idéias para os deuses que fazem. “um artífice de ferro”) o faz. e o f o r m a co m m artelos. e não bebe água. e m a rca com o com passo. O carpinteiro é tolo da mesma forma que o ferreiro. diante do tribunal do juízo de Deus).7 As ferramentas são necessárias: deve haver um machado para derrubar a árvore. Isaías primeiro chega ao reverso e “inverte os procedimentos que nós teríamos estado inclinados a se­ guir”. Ele pega uma régua de medir. 12 O f e r r e i r o f a z o m achado e trabalha na s brasas. Ele . Então todos eles ficarão assombrados e serão “confundi­ dos” ao mesmo tempo. Ele tem apenas a força e resistência para terminar a fabrica­ ção do machado. charasb barzel. e o lavra com a f o r ç a do seu braço. e a su a f o r ç a fa lta . Quão diferente do Senhor que nunca se cansa ou se fatiga e que de fato pode renovar a nossa força (Is 40. como eles podem fazer um Deus real? O tempo virá quando serão ajuntados (quer dizer. e aplaina com o cepilho. ele tem fo m e .

e então “do resto” (não uma parte especial). e “ajoelha di­ ante dela”. serv irã o ao hom em p a ra q u eim ar. tam bém se aquenta e diz: O ra. Ele corta o tronco no mei0. A primeira razão para cortar as árvores naqueles dias era prover combustível para aquecimento e para cozinhar. mas aper\as para ficar em um santuário na casa (Heb. Antçs disso. ele permite que algumas cres­ çam porque elas estão em uma floresta. bayith. tam héni f a z u m deus e se p ro stra dia n te dele.9 Que contraste em relação ao verdadeiro Deus que está presente em todos lugares. a ssa -a e fa r t a . 15 Então. j á v i o fo g o . Como Salomão disse a respeito de Deus: “Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter. ou u m ca rva lh o e esfo r ça -se con tra as ái~V res do bosque. e lhe d irige a su a oração. como o tnais bonito da espécie humana —não para reger o universo. se aquenta e coze o p ã o. O madeireiro os corta para si próprio.18). e diz: L ivra-m e. ou seja. e a chuva o faz crescer. porqua nto tu és o m eu deus. c^m a ou tra m eta d e co m e ca rn e. 16 M etade queim a. 14 T om ou p a ra si ced ros) ou tom a u m cipreste. um pagão faz um deus. u m a im agem de escu ltu ra . Isaías olha com ironia para a origem da madeira para fazer o ído­ lo. “casa”). j á m e aquentei. com isso. quanto menos esta casa que tenho edificado” (2 Cr 6. ele faz o . 17E ntão. Ou ele pode plantar perto um olmeiro para si mesmo.faz o melhor que pode para fazer isto semelhante à beleza ou glória da raça humana. Ele usa uma metade para cozinhar e se esquentar. e a O ch u va o f a z crescer. As árvores que são cortadas não são cortadas para serem deuses. a jo elh a -se dia n te dei\ e Se inclina. não se importando sobre que tipos de árvores são elas. p la n ta u m olm eiro.s e . M as do mesmo tron­ co. urna imagem de escultura. do rest0f a z u m deus. fa b r ic a u m a im agem de escu ltu ra e ajoelha d ia n te dela.

Então ele adora a parte que salvou do fogo. Parte se torna um ídolo. loyashiv ‘el libbo. 20 A p a scen ta -se de cinz a. Os adoradores de ídolo não conhecem nem discernem a verdade. e a co m i. p a ra qu e não vejam .seu ídolo. p o rq u e se lhe u n ta ra m os olhos. Ele está enganado. o seu cora çã o en ga n ad o o desviou . Ele vê o fogo e exclama sobre o seu calor. e coz i p ã o sobre as su a s brasas. enquanto adora o ídolo. O seu “coração enganado” (Heb. 19 E n en h u m deles tom a isto a peito. p a ra qu e não en ten d a m . Eles se tornaram como os seus ídolos. lhe faz orações e pede-lhe que o livre (ou salve). . inclui a mente) o desvia. pois isto é o seu deus. de modo que eles não têm suficiente conhecimento ou discernimento para fazer as perguntas certas a respeito da utilização do mesmo tronco para o fogo tanto quanto para a adoração. n em dizer: N ão há u m a m en tira na m in h a m ã o d ireita ? Parte do tronco se torna cinzas à m edida que o idólatra cozinha e se aquece. e assei sob re ela s carne. nem sabe o bastante para dizer ao ídolo que está na sua “mão direita” (do qual ele depende) que é falso. Que tolice! 18 N ada sabem . Deus untou os seus olhos e os seus corações. e j á não têm con h ecim en to n em en ten d im en to p a ra diz er: M eta d e queim ei. de m a n eira q u e não p o d e liv r a r a su a alm a. Assim. O contraste nem mesmo lhes ocorre. e fa r ia eu do resto u m a a b om in a çã o? A jo elh a r-m e-ia eu ao qu e sa iu du m a á rv o re? ^ O resultado é que nenhum dos adoradores de ídolos pára para pensar ou “toma isto a peito” (Heb. Ele não pode se livrar da adoração de um ído­ lo. de modo que os seus olhos e as suas mentes estão cerrados. ele está tentando se nutrir espiritualmente em pouco mais que cinzas. todo o deus que o pobre sujeito tem. “isto não retorna ao seu coração”). e o coração. nem en ten d em .

m eu serv o és. Deixe os montes se abrirem com um retumbante grito de alegria e a floresta com cada árvore individualm ente. Ele pagou o preço que eles não poderiam pagar. Israel não formou a Deus. tam bém vós. as p a rtes m a is baix as da terra. e Ele não os esquecerá.7. por causa do que o Senhor tem feito. DEUS IRÁ REDIMIR E RESTAURAR ISRAEL 44. ó I sra el. Jerusalém Será H abitada 44 . e. ó J a có . tu. A chamada é para os céus bra­ darem com alegria e “as partes mais baixas da terra” ( “profundezas da terra”.s e em Israel. o preço está pago. Ele os formou desde o seu princípio. Até mesmo antes deles se arrependerem. to r n a -te p a ra m im . p o rq u e o S en h or f e z isso.21— 28 21 L em b ra -te dessas co isa s. porque Ele os resgatou. bosques e todas as á rv o res em vós. ex u lta i vós. m on tes.25 a. vós. porque o SeN H O R não só resgatou. 22 D esfa ço as tu a s tra n sgressões co m o a névoa. e Ele os está cortejando para Si. p o rq u e o SENHOR rem iu a Ja có . retu m b a i com jú b ilo . A RA . Deus lhes assegura que eles ainda são os seus ser­ vos. ou seja. M as Ele promete uma maior libertação e restauração. Deus assegura a Israel que Ele desfez as suas transgressões “como a névoa” e os seus pecados “como a nuvem” (ou “uma massa de nuvens”). não m e esq u e­ ce r ei de ti. em sua superfície onde as montanhas e árvores estão)10 exultarem em triunfo. Deus formou a Israel. vós. eu te f o r m e i . 23 C a n ta i alegres. do nascimento deles como uma nação. . e g l o r f i c o u . Ele os resgatou do Egito. ó céus. co m o a n u v em . A chamada de Deus é para eles voltarem a Ele. Deus tinha livrado Jerusalém de Senaqueribe. p o rq u e eu te rem i. mas m ostrará a sua glória abertamente “em Is ra e l" . e os teu s pecados.21-45. I s r a e lp o r q u a n t o és m eu serv o .

claro. 18).17). Ele. A glória também corresponde ao tema principal de “céus novos e nova terra” (veja Is 65. q u e esten d o os céu s e espra io a terra p o r m im m esm o. 26 so u eu q u em co n firm a a p a la vra do seu serv o e cu m p re o con selho d os seu s m en sa geiros. Ele é o Criador de tudo: estendendo os céus. . Deus declara novamente quem Ele é e quais são os seus propósitos. prometendo vitória. 24 A ssim d iz o S enhor . e às cida des de J u d á : S ereis r eed fica d a s. Ele faz de bobos ( “enlouqueço os. fazendo da sabedoria deles um escárnio. Ele não só formou a nação de Israel. e que te f o r m o u desde o ven tre: Eu so u o Senhor qu e f a ç o todas as coisas. Só Ele fez isto. mas nenhuma que prediz o juízo que Deus fez cair sobre eles.. Este é o mesmo conceito que está expresso em Romanos 8. o eterno. Ele desfaz “os sinais” dos falsos profetas pagãos e dos adivinhos (fanfarrões que se jactam a respeito dos milagres que eles podem efetuar). Como um clímax para este capítulo. 25 q u e desfa ço os sin a is dos in v en to res de m en tira s e en lou q u eço os a d ivin h os. Arqueólogos acharam milhares de mensagens dos homens sábios e adivinhos da Assíria e da Babilônia que contam para os seus reis coisas boas. e eu leva n ta rei as su a s ru ín a s. M as a glória será manifesta em e através do Israel nacional quan­ do Jesus retornar e estabelecer o seu reino milenial. qu e f a ç o to rn a r a trás os sábios e tra n sto rn o a ciên cia deles.. durante a sua vida sobre a terra (Jo I. qu em d iz a J eru sa lém : T u será s habitada.”) os que fazem predições lançando sorte.O necessário cumprimento. Ele é o Parente-Redentor de Israel.22 —a criação envolvida no processo de restauração. teu R edentor. espraiando a terra. é Redentor e Criador. Ele faz “tornar atrás os sábios”.1 4. envolvia Cristo manifestando abertamente a glória do Pai.

para um futuro distante. e trouxe a cumprimento “o conselho dos seus mensageiros”. Deus fala a Ciro. su a m ão direita. os profetas). Deus secou a “profundeza” das águas para Israel cruzar o mar Vermelho. Houve um cumprimen­ to ulterior no retorno do exílio babilônico. Deus Usará Ciro para Restaurar Israel 45.12Isto foi logo em seguida a Ciro ter conquistado Babilônia em 539 a. e ao tem plo: F u n d a -te. As profecias predizem que Jerusa­ lém continuará sendo habitada. as cidades de Judá arruinadas por Senaqueribe serão reconstruídas.3. os ungidos de .23. b. 27 q u em d iz à p ro fu n d ez a : S eca-te. Ele cumprirá tudo o que apraz a Deus. p a ra ab ater as n a ções d ia n te de s u a ja c e .1— 13 1 A ssim d iz o SENHOR ao seu un gid o>a C iro.C. e eu seca rei os teu s rios.Em contraste. Jerusalém teve.3. Isto aponta à frente. e foi cumprido exata­ mente (2 Cr 36. dizendo tam bém a J eru sa lém : S ê ed ijica d a . O Deus que libertou Israel do Egito chama a Ciro11 de “meu pastor”. e ainda tem.2.4). Ed 1. a qu em tom o p ela . deixando-nos saber que todas as suas grandes vitórias eram realmente as vitórias de Deus. Até agora. levantadas. O historiador judeu Josefo disse que esta passagem foi mostrada a Ciro e o encorajou para que ele fizesse os seus decretos para mandar de volta os judeus para que reconstruíssem o templo deles. p a ra a b rir d ia n te dele as p orta s. eu solta rei os lom bos dos reis. Ele secará os rios diante de Israel quando este novo êxodo acontecer (esta imagem faz parte do tema principal do Exodo). 2S qu em diz de C iro : É m eu p a sto r e cu m p rirá tudo o qu e m e apraz. e ele dirá a palavra para Jerusalém ser reconstruída e a fundação do templo ser posta. e as p o rta s não se fech a rã o . Deus tem confirmado e levado a cabo “a palavra do seu servo” (genérico. 6. um lugar importante no plano de Deus.

e isto encorajou Ciro a fazer as proclamações encontradas em 2 Crônicas 36. em 539 a. Os povos que Ciro conquistasse não poderiam esconder dele os seus tesouros.23 e Esdras 1.Deus incluíam sacerdotes. completa. . e o estaria dirigindo para trazer libertação e restauração para Israel. 2 L u i r e i a d i a n t e d e ti. Deus queria que Ciro soubesse que Ele é “o S en h or .22. o rei rebelde da Babilônia.14 3 L te d a r e i o s t e s o u r o s d a s e s c u r i d a d e s e a s r i q u e z a s e n c o b e r t a s . lugares difíceis e outras barreiras se tornariam fáceis e mesmo portas de bronze e fer­ rolhos de ferro não poderiam impedir o progresso dele. o Deus de Israel”. Isaías seguramen­ te teria sabido sobre o costume e a história.1 3 “Soltarei os lombos dos reis” significava despojar os reis da sua armadura. Era uma demonstração pública que significava tirar dos reis o poder que eles tinham. com ramos de palm eira.C . que o chamou com antecedência “pelo nome”. o que era um costume assírio. reis. e e n d i r e i t a r e i o s c a m i n h o s t o r t o s . O antigo historiador grego Heródoto disse que os portões da Babilônia eram feitos de bronze. para abater as nações”. p a ra q u e p o ssa s sa b er q u e eu so u o S e n h o r . o D e u s d e I s r a e l. Porque Deus iria pessoalmente “diante” de Ciro. e conceder a Ciro uma entrada triunfal. Para habilitar Ciro a fazer isto. Deus o tomaria pela sua “mão direita. Deus pelo seu Espírito Santo o tinha reservado.2— 4. Embora Ciro não soubesse disto.10— 15). “messias”). meshiach. Deus usou os habitantes da Babilônia para escancarar os portões para o exército de Ciro. q u e b r a ­ r e i a s p o r t a s d e b r o n z e e d e s p e d a ç a r e i o s f e r r o l h o s d e fe r r o . profetas e patriarcas (veja SI 105. q u e te c h a m a p e l o t e u n o m e . Senaqueribe fez isto a M ushezibk-M arduque. A tradição judaica diz que Daniel levou esta profecia e a mostrou para Ciro. Agora Deus chama um rei pagão politeísta de seu “ungido” (Heb. abrindo portas e portões diante dele.

p u s .I5Ele não conhecia o único Deus verdadeiro antes de en trar em B ab ilô n ia. harmonia. e u a ti te c h a m a r e i p e lo teu n o m e . Como um politeísta. deu ao deus babilônico. integridade. e n ã o h á o u t r o . 5E u s o u o SENHOR. f o r a d e m i m . e u s o u o S e n h o r . ' E u f o r m o a lu z e c r io a s tr e v a s . a itid a q u e n ã o m e co n h ecesses..16 M as foi Deus quem verdadeiram ente o com issionou. realização e prosperidade. Ele iria chamar pessoalm ente a Ciro e o nom earia como seu ungido. e n ã o h á o u tr o .t e o teu s o b r e n o m e . Como um Deus santo. m e u e le it o . O palavra hebraica ra é uma palavra ’ geral incluindo calamidade e qualquer coisa desagradável ou indese­ jável. escolhido para cum prir o seu propósito para com Israel. O contraste aqui é entre “luz” e “trevas”. f a ç o t o d a s e s s a s c o is a s . incluindo bem-estar. na verdade. eu f a ç o a p a z e c r io o m a l. Porque Deus escolheu Is­ rael e fez de Israel o seu servo.4 P o r a m o r d e m e u s e r v o J a c ó e d e I s r a e l'. o S e n h o r . créditos pela sua vitó ria. por um lado. eu . a i n d a q u e t u m e n ã o c o n h e ç a s . Ciro falou aos babilônios que os deuses deles o tinham escolhido para lib ertá-lo s do mau governo de N abom do e Belsazar. Ele traz juízo. O oriente ou “nascente do sol” e o ocidente ou “o poente” ainda precisam saber disto. mas Deus nunca é o criador do mal moral. no entanto. saúde. e “paz” (Heb. m ) por outro. shalom . . Ele. O propósito de Deus em chamar Ciro e restabelecer Israel era trazer reconhecimento universal de que só Ele é Deus. até mesmo cala­ mitoso. M arduque. n ã o h á d e u s . e u te c i n g ir e i . 6 P a r a q u e s e s a ib a d e sd e o n a sce n te d o s o l e d esd e o p o e n t e q u e fo r a d e m im n ã o h á o u t r o . bên­ ção. o juízo que Ele envia pode ser severo. especialmente prosperidade espiritu­ al) e “m al” (Heb. “e não há outro”. Ela é usada algumas vezes a respeito do m al moral.

e a ju s tiç a fr u t ifiq u e ju n ta m en te. Deus está determinado a realizar isto do seu próprio modo. Tampouco o barro tem o direito de desafiá-lo ou questioná-lo con­ cernente ao que ele pretende fazer. e as n u v en s ch ovam ju s tiça . Zoroastro (Zaratustra) começou a ensinar uma religião dualística. d irá o barro ao qu e o f o r m o u : Q u e fa z e s ? O u a tua obra: N ão ten s m ã o s? O “ai” é dirigido a israelitas que questionavam os caminhos de Deus.. 9 Ai da q u ele qu e co n ten d e co m o seu C riador. desafiando o seu direito de fazer conforme Ele quer.Também deveria ser observado que no sexto século a. caco en tre ou tros ca cos de b a rro ! P orven tu ra .. a b ra -se a terra. céus. o SENHOR. ou se ele tem as “mãos” (i. Ele chama os céus para choverem “justiça” e para a terra se abrir para receber isto. o talento ou a habilidade) para fazê-lo. porque só Ele cria. de forma que juntos eles podem fazer a salvação e a justiça frutifica­ rem. O que Deus deseja não é trazer juízo. eu. Zoroastro afirmava que um deus bom con­ trolava o bem e o espírito. Cacos de cerâmica quebrada no chão não têm nenhum direito de desafiar o oleiro pelo que ele fez.e. Isto pode referir-se especificamente à desaprovação deles de Deus escolher usar um gentio como Ciro para libertá-los. as criei. Isto antecipa o que Isaías diz sobre o novo modo de vida que é o resultado da obra do Servo Sofredor. e p r o d u z a -se salvação. o Messias.C. enquanto um deus perverso controlava o mal e os elementos materiais —como também criou o universo físico enquanto o deus bom não estava olhando. 10 A i da q u ele qu e d iz ao p a i: Q u e é o que g e r a s ? E à m u lh er: Q u e dá s tu à lu z ? O mesmo princípio se aplica a qualquer um que venha a questio­ nar um homem ou uma mulher sobre os filhos que eles pretendem . ou logo após o tempo de Ciro. s D estila i vós. mas salvação. dessas alturas. Este versículo não deixa nenhum espaço para qualquer semelhante dualismo.

Eles estão seguros em suas mãos. o S anto de Israel. estes aparecem como perguntas. . d em a n d a i-m e a cerca de m eu s f i lh o s e acerca da obra das m in h as m ãos. aqui. em lugar de declarações.ter. Deus tem demonstrado a sua habilidade e compe­ tência pela sua obra na criação da terra. ele-ed ifica rá a m in h a cid a d e e so lta rá os m eu s cativos n ã o p o r p r eço nem p o r p resen tes. Os convites para questio­ nar e dar ordens (veja A R A ) são claramente irônicos. porque eles são os filhos (Êx 4 . 12 E u f i z a terra e cr iei nela o hom em . aq uele qu e o f o r m o u : P erg u n ta i-m e as co isa s f u t u r a s . eu o f i z . Perguntar para Deus uma tal pergunta é certamente impróprio. do ser humano. Deus é o que “formou” a Israel. porque Ele já tem demonstrado que é um Pai amoroso e um Oleiro hábil. Isto não significa que eles precisam ter medo. e dos céus com todos os seus exércitos (de estrelas) que estão lá por causa da sua ordem. 13 Eu o despertei em ju s tiça e todos os seu s ca m in h os en direita rei. Agora o SE N H O R aplica o principio acima a Israel. da palavra “criei” enfatiza a singularidade da sua criação dos seres humanos. Os que dizem isto não têm nenhuma confiança ou fé em Deus. O uso. porque eles são o barro e Ele é o Oleiro divino. N a realidade. em muitas ver­ sões contemporâneas. d iz o SENHOR dos E xércitos. assim.2 2 ) e Ele é o Pai. ( “Que é o que geras?” também poderia ser traduzido: “Que direi­ to tu tens para procriar filhos?”) 17 Algumas perguntas são imprópri­ as. Nós devemos submissão a Ele por direito de sua criação. inclusive a ARA. 11 A ssim d iz o S enhor . Estas significam que Israel não tem nenhum direito de questionar os propósitos de Deus com respeito aos eventos por vir. as m in h as m ã os esten d era m os céu s e a todos os seu s ex ército s dei as m in h as ordens. Ele é o Oleiro de Israel. Nem eles têm o direito para comandá-lo ou dar ordens a Ele com respeito à sua obra.

h om en s de alta estatura. e os sabeus. ativo em um relacionamento com eles. J a r . Como indica o contexto. tu és o D eu s qu e te ocultas. comentando que no passado Ele tinha estado escon­ dido deles. dizendo: D ev era s D eu s está em ti.14— 25 14 A ssim d iz o SENHOR: O trabalho do Egito. os bens e os povos de nações que outrora eram inimigos virão para Israel —reconhecendo que Deus está entre eles e que “não há outro que seja Deus” (A R A ).ã o as su a s sú plicas. indicando que eles vêm de boa vontade. c. Ele tinha se escondido em Israel. ao mesmo tempo. 15 V erdadeiramente. os seus planos ainda são um mistério a esses que não deixam o Espírito revelar a Si próprio a eles pela Palavra escrita. irã o a trás de ti. Deus Salvará Israel 45. e n en h u m o u tro d eu s há m ais. Eles eram conhecidos como um grande povo de comércio. de modo que os gentios não o conheceram. Mesmo assim. até mes­ mo comércio com a índia. Os sabeus eram o povo do que é agora o Iêmen. o D eu s de Israel.t e . Aqueles que vêm das nações gentias reconhecerão o Deus de Israel como o Salvador. O restante deste capítulo continua por declarar algo muito maior que a libertação da Babilônia. As cadeias ou “grilhões” destes povos são cadeias com as quais eles se vestiram. se submetendo ao SENHOR. trazendo as suas riquezas com eles. Como resultado da obra de restaura­ ção de Deus. e libertará o povo de Israel para voltar à sua própria terra. Deus será aquEle que o dirigirá de forma que ele se tornará o construtor de Jerusalém.Este mesmo Deus poderoso provará o seu poder levantando Ciro de um modo correto e endireitando todos os caminhos dele. ninguém precisará resgatá-los. A Etiópia (Cuxe) é agora o que é chamado o Sudão. se p a ssa rã o p a ra ti e serã o teu s. o Salvador. v irã o em g rilh õ es e d ia n te de ti se p ro stra rã o . e o co m ércio dos etíopes. Porque Deus moverá sobre Ciro. Ele estava se revelando a Israel. a Bíblia .

ó Pai. 17) é o fato de que Deus é o Criador dos céus e da terra. E Ele não os criou para o vazio. ó Pai. que f a l o a ju s tiç a e a n u n cio co isa s retas. onde está escrito que “Naquela mesma hora se ale­ grou Jesus no Espírito Santo. Também Ele não permitirá que os homens ímpios e cruéis o façam.C. n em em lu ga r a lgu m escu ro da terra. m a s a f o r m o u p a ra qu e f o s s e habitada: Eu so u o S enhor . e as revelaste às criancinhas. 16 E n v erg o n h a r-se-ã o e tam bém se co n fu n d ir ã o todos. Z P orque assim d iz o SENHOR que tem cria d o os céus. . que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes. porque só Ele é Deus.. ca irã o ju n ta m en te na a fro n ta os qu e fa b r ic a m im agens. assim é. e disse: Graças te dou. “Os que fabricam imagens” serão envergonhados e ficarão con­ fundidos. 19 N ão f a l e i em segredo. uma vez que eles adentrem para essa salvação. que no final das contas estarão sem um deus quando o S enhor fizer essas coisas acontecer.(cf. porque assim te aprouve”). aproximadamente 700 a. não a cr io u vazia. A garantia dessa “eterna salvação” (v. ele a estabeleceu. (Isto corresponde à época de Isaías. eu so u o SENHOR. p elo qu e não sereis en vergon h a dos. Lucas 10.) Em con­ traste. e eles18 ja­ mais serão “envergonhados nem confundidos”. n em co n fu n d id o s em todas as etern idades. com u m a etern a sa lvação. Senhor do céu e da terra. não aos tempos posteriores. o D eu s  q u e f o r m o u a terra e a fe z . Ele restabelecerá a sua criação e sempre terá um povo que o amará e o servirá. Não há ninguém mais que seja merecedor de adoração. não disse à d escen d ên cia de J a có : B u s ca i-m e em vão. “mas a formou para que fosse habitada”.21. indicando humilhação.19 Ele não mudou o seu propósito original.20 Ele não pretende destruir todas as pessoas sobre a terra. Essa expressão “não há outro” serve de aviso aos idólatras. 17M as Isra el é sa lvo p elo SENHOR. e não há outro. o S enhor tem uma “eterna salvação” para Israel.

Alguns aplicam isto às nações que entram no M ilênio: Eles se afastaram de seus ídolos para buscarem ao S E N H O R .Deus tem confirmado abertamente o seu propósito. ch ega i-v o s ju n to s . o que Deus diz vem da sua justiça e sempre está certo. Eles devem ad­ m itir que somente Deus declarou os seus eternos propósitos de salvação “desde a antigüidade”. e tom a i con selh o todos ju n to s . Ele nunca falou para os descendentes de Jacó que o buscassem “em vão” (no vazio ou sem sentido). saindo a proclamar em seu nome. O propósito de Deus sempre foi que Israel evangelizasse outras nações. e ch ega i-vos. 20 C o n g reg a i-v o s e vin d e. v ó s q u e escapastes das na ções. A convocação é para todos os fugitivos [os foragidos. outros os tomam como sendo gentios. Alguns consideram que os fugitivos são israelitas saindo das nações. Deus novamente desafia os adoradores de ídolos a tomarem “conselho todos juntos” (veja 4 1 . . os falsos profetas e as predições de astrólogos e outros aficionados no ocultismo. e reconhecem que os gentios que carregam imagens de escultura são ignorantes e “nada sabem” a respeito do que estão fazendo. qu em f e z o u v ir isso desde a a n tigü id a d e? Q u em .2 1 . não há f o r a de m im . n a da sabem os qu e co n d u z em em p ro cissã o as su as im a gen s de escu ltu ra . para se congregarem e chegarem para perto do SE N H O R . e rogam a u m d eu s que não p o d e salvar. D eu s ju s t o e S alvador. Com ironia. 21 A n unciai.2 2 ). digno de confiança. o a n u n ­ cio u ? P orven tu ra . desde então. Ele sempre concebeu a sua palavra para ser clara: em contraste com os oráculos pagãos. O mundo não tem nenhuma outra esperança. refugiados] que escaparam “das nações”. portanto. Ele é justo e. o S enhor ? E não há o u tro D eu s sen ã o eu . Só Ele é o Salvador. Eles percebem que têm orado a um deus que por sua própria natureza “não pode salvar”. f e i t a s de m ad eira. não sou eu.

pois Ele é acessível.16). . Ele revelou o seu propósito a Abraão para abençoar todas as famílias (nações) da terra (Gn 12. e p o r m im ju r a r á toda a língua. nós temos um novo e vivo (ressuscitado) Caminho. todos os que estão irritados contra Deus (porque adoram ídolos ou desejam apenas coi­ sas materiais) “até ele virão. Deus fez este mesmo tipo de juramento para confirmar a sua pro­ messa a Abraão (Gn 2 2 . todos os term o s da terra.3.21 Fp 2 . Isto nunca mudou.18. M uitos no mundo ainda estão olhando na direção errada.22 O lh a i p a ra m im e sereis salvos. Nós nos levantamos na sua justiça.1 1. S I 22.9). 2 não na nossa própria (c f Fp 3.1 1). Só no SE N H O R está a verdadeira justiça e a força para viver por ela. um Deus fiel. 65.5). Nós podemos entrar na sua presença.1 0 . Essa palavra é uma palavra justa de um Deus verdadeiramente justo. 23 P o r m im m esm o ten ho ju r a d o . Em contraste. Como um sinal evidente de submissão e obediên­ cia. um Deus em quem nós podemos confiar. 18. vós.1 0 . m a s serã o en vergon h a d os todos os qu e se irrita rem con tra ele. cf. sa iu da m in h a boca a p a la vra de ju s tiça e não to rn a rá atrás: qu e d ia n te de m im se dobrará todo o joelh o. O Novo Testamento deixa claro que a promessa vem através de Jesus e envolve reconhecê-lo como Senhor (R m 1 4 . e n ã o há outro. Agora Deus revela que a sua salvação não é só para Israel. Só Ele é a nossa fonte. mas serão envergonhados”. nosso Senhor Jesus (H b 10. mas para “os termos da terra”. p o rq u e eu so u D eu s. e por mim jurará toda a língua”.19— 2 ). a té ele virão.28. isto irá realizar o seu propósito: “Diante de mim se dobrará todo o joelho. Todos precisam se voltar para o S E N H O R e ser salvos. Isto pode significar que eles se arrependerão ou pelo menos terão oportunida­ de para se arrepender. 24 D e m im se dirá: D ev era s no Senhor há ju s tiç a e f o r ç a .27.

M as a “descendência de Israel” não irá recuar horrorizada em vergonha. Por que alguns israelitas questionaram Deus. vindicados. 3. apesar dos fracassos deles? 7. Eles serão justificados. enquanto cumprindo o seu destino (cf. 4. o “Deus conosco”. CITAÇÕES 1 Veja Gênesis 3 2 . O que Deus diz a respeito de Si mesmo no capítulo 45? 13. Como Deus vai usar Ciro? 11.1 0 . 3 5 . Q U ESTÕ ES DE ESTU D O Que garantia Deus dá para Israel e por quê? Em que sentido Deus faz Israel sua testemunha? O que Deus fará para pôr em execução um êxodo da Babilônia? Que evidência há para um êxodo da Babilônia nos dias de Isaías? Por que era necessário para Deus julgar a Israel? O que mostra que Deus não tinha mudado o seu plano para Israel. Deus promete estar individual e pessoal­ mente com eles.d ê n cia d e I sr a el. Qual será o resultado do derramamento do Espírito de Deus? 8. 2.2 2 — . Rm 1 1. Ele é o Emanuel. tratados como justos e louvarão a Deus e se gloriarão no S E N H O R . 5. O que Deus vai fazer por Ciro e por quê? 12. Como Deus mostrará a sua glória em Israel? 10. 2 O sujeito oculto “tu ” é singular. .26). Como Isaías contrasta o verdadeiro Deus com os ídolos no capí­ tulo 44? 9. 6. o nome significa “ele lutou com D eus” ou 32 “Deus luta” ou “Deus governa”. e qual foi a sua res­ posta a eles? 1.25 M a s n o SENHOR s e r á j u s t i f i c a d a e s e g l o r i a r á t o d a a d e s c e n .

McKenna. Leopold. 19 75 ). Cf. 4 1 . 2 8 2 -8 3 .9 onde Jesus desceu às mais baixas partes da terra para nascer de um a virgem. pág. David A. 19 96 ). . W ordsworth. Escócia: T & T Clark. 2 :1 7 8 . m uito em bora eles soubessem o que Ele tinha feito libertando Israel e lhe dando vitórias (Js 6. 5 Benjamin R . “Isaiah: Background”. 4 Oswald T. Eerdmans. 2 vols. Downer. Veja introdução. Alexander. “mais baixas partes da terra”. ed. E f 4. 10 A expressão hebraica tachtiyyoth ‘erets. 2 vols.. (G rand R apids: W m . 1 9 7 1). A llis. 3 1 9 (julho de 19 2 3 ): 38 6. 11 Isaías agora especificam ente nom eia C iro (cf. 2 :1 0 6 . 1:857. 17. Bibliotheca Sacra 80. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse.C. M as ele também diz que “o argumento p ara a autoria m últipla a p artir da menção de Ciro não está com pletam ente com pelindo”. “Book o f Isaiah”. 6 Isto foi feito a Jericó porque os seus habitantes eram maus: todos menos R aabe rejeitaram totalm ente a Deus. em I (1 8 7 5 reimpressão. Cf. a palavra “íd o lo ” não está no hebraico e a ironia parece ser a respeito de “ferramentas rudes e trabalhadores fracos” como “a fonte da qual o ídolo provém”. W. and FredericW . Leupold. 7 H. 9 U m tem plo ou santuário era freqüentemente cham ado a “casa” de um deus. 315.3 Alguns sugerem que este versículo se refere à expulsão de M erodaque-Baladã por Senaqueribe em 7 0 0 a. 4 0 ss”. 1 9 2 6 -2 7 ).1 0 ).2. uma frase poética contrastando terra com céu. Exposition o f Isaiah. Bush. H ubbard. ed. B. m ostra que alguns “teístas m inucio­ sos. 13 John E. 2a. A. 1 9 7 5 ). (C hicago: U niversity o f Chicago Press. M as os pagãos também m antinham ídolos em suas casas. 1. 1 9 3 9 ). 12 Josefo. Contudo.2 ). acreditam que o nome de Ciro indica um a data exílica para os caps.17 . W illiam S. 2:10 5. “T h e A dded Years o f H ezekiah s Life”. D aniel D avid Luckenbill. em OldTestament Survey. C. En Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (Edim burgo. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. A A R A indica fazer o machado e form ar o ídolo. em Wyclijfe Bible Encydopedía (C hicago: M o o dy Press. 8 A N V I e outras versões interpretam o versículo relativo a fazer um ídolo de m etal em lugar de um machado. 2:1 5 2 . LaSor. veja também Js 2 . Antiquities 11. Exposition o f Isaiah (G rand Rapids: Baker Book House.. no. 14 Joseph A. Ancient Records o f Assyria and Babylonia.

ed. em Teologia Sistemática. O SENHOR É SUPERIOR ÀS DEIDADES DA BABILÔNIA 46. Isaías agora retorna para os seus próprios dias. ‘sua’ ira [abatida] e ele teve m isericórdia (deles). as ca rga s d os vossos fa r d o s são ca n seira pa ra as bestas j á cansadas. 18 “V ó s” (o culto ) (v. Eerdmans. 20 T im othy M unyon.. por causa de (o fato de que) os santuários de todas as suas instalações estavam em ruínas e os habitantes da Sum éria e A cádia tinham se tornado como m ortos (vivos). (E ntão) ele pronunciou o nome de Ciro. Bel era o principal deus da . A terra não era habitada antes desse tempo. 17 George A. ed. D. “A Criação do Universo e da H um anidade”. Ele esquadrinhou e olhou (p o r) todos os países. M arduque) (n a procissão anual). os seu s íd olos são p ostos sob re os a n im ais. procurando um governante justo para conduzi-lo (i.22 I. sob re as bestas.I-I3 1 J á abatido está B e lN e b o j á se en eu rv o u . 315. 316. (R io de Janeiro. Servant Tbeology (G rand R apids: W m . Pritchard. (Princeton: Princeton U niversity Press. 19 69 ). em vez de os despedaçar como Senaqueribe o fez. retrocedeu (o seu) semblante.e. Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament.. H orton. 21 Paulo faz a citação aqui a partir da versão Septuaginta.4 5). ed.. RJ: CPAD.: pronunciou [seu] nom e) para ser o governador de todo o m undo”.15 James B. Ciro honrou e adorou os deuses da Babilônia. 16 Os registros de Ciro declaram : “M arduque.1Ciro não está mais em pers­ pectiva. para o tempo quando Senaqueribe destruiu Babilônia. rei de Anshan. 19 8 4 ). Ancient Near Eastern Texts. Knight. é plural e se refere a todo indivíduo israelita que tem 19 A dão foi o prim eiro homem ( I Co 15 .1-48. o declarou (lit. 2 2 8 -2 3 0 . A Queda da Babilônia 46. 3a. 1996). Stanley M . ed. 93. rev. F. 1 7 ) sido salvo. Pritchard. B.

e problemas internos manti­ veram o seu exército na sua terra. porém. foi restabelecer a prosperidade da Babilônia. Ao final de novembro. o filho de Bel) era o deus da produção literária.. Babilônia. especialmente Senaqueribe. era muito importante para ser esquecida e dei­ xada em sua condição arruinada.5 A oportunidade de Senaqueribe veio dois anos depois.Babilônia. onde permaneceram até que Esar-Hadom subiu ao trono.3 Os elamitas e outros aplicaram a Senaqueribe a sua primeira derrota. A estes Senaqueribe levou para a Assíria. da sabedoria. Os seus registros decla- . BelMarduque e Nebo. sem qualquer referência a nenhum outro deus. Só as imagens dos grandes deuses da Babilônia. quando o rei elamita estava inválido pela paralisia. Em 691 a. da aprendizagem e da astronomia.C. como confirma uma inscrição de Esar-Hadom. Freqüentemente os reis assírios usavam frases tais como “com a ajuda de Bel e Nebo” ou “possa Bel e Nebo abençoar a meu Senhor”. O exército de Senaqueribe encheu impiedosamente as praças públicas de cadáveres e demoliu a cidade. A primeira grande preocupação de Esar-Hadom. depois que ele tinha se estabelecido no trono da Assíria. a prata e as jóias de Bel-Marduque. como pagamento pela ajuda contra este. as máquinas assírias de cerco penetraram as defesas da Babilônia. Asur. Então. eles abriram os tesouros do grande Templo Esagila e enviaram para o Elão o ouro.2 Mesmo assim. ele encorajou os seus soldados a levarem os deuses dos templos e esmagá-los. As cartas estatais da Assíria fazem menção de Bel (normalmente comparado com Marduque. escaparam.4Isto despertou Senaqueribe contra os sacerdotes e ele decidiu livrar-se do problema destruindo comple­ tamente a cidade e seus templos. Nebo (ou Nabu. porque queria destruir o poder do sacerdócio babilônico. exatamente como se eles fossem os deuses principais da Assíria. os sacerdotes da Babilônia controlaram a cidade e causaram dificuldade para os assírios. também chamado Merodaque) e Nebo (N abu) mais freqüentemente que o seu próprio deus.

(Ou. Os grandes deuses da Babilônia “se encurvaram”.31.7 2J u n ta m en te se en cu rv a ra m e se abateram .3 1. 4 £ a té à velh ice eu serei o m esm o e ain da a té às cãs eu v o s trarei. v ó s a qu em tro u x e n o s braços desde o v en tre e levei desde a m adre. os deuses da Babilônia se tornaram uma responsabilidade ou obrigação. ó casa de J a có e todo o resíd u o da casa de Isra el. em lugar de salvadores.m e . Eles “se abateram”.11. os levará e os sustentará.9. mas Ele também os salvará —algo que os deuses ídolos não poderiam fazer sequer por si próprios. Is 40. e eu v o s levarei. a grande ima­ gem de Bel não foi destruída até o tempo de Xerxes. 3 O u v i. eu vos carreguei —desde o tempo em que nascestes —e eu os levarei enquanto viverem” (cf. Bel e Nebo não puderam se salvar ou se libertar do cativeiro. m a s a su a alm a en tro u em cativeiro. Deus não só levará a carga. o significado pode ser que os ídolos se curvam diante dos conquistadores assírios do mesmo modo que os adoradores se inclinam diante deles —sugerindo que os homens que conquista­ ram Babilônia eram maiores que Bel e Nebo. e eu v o s tra rei e vos gu a rd a rei. e fez desta o domicílio altivo de Nebo e M arduque [Bel]. incapazes de se ajudarem a si próprios. 32.12. na realidade. eu o f i z . a Babilônia era lembrada em uma era posterior como uma “das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”. e se encolheram diante dos assírios.) Os assírios então car­ regaram os deuses sobre bestas de carga cansadas. Assim. . 63.ram: “Ele conciliou a população daquela região por restabelecer à sua posição anterior os humilhados deuses da Babilônia. Ele ergueu a cidade real de suas perdas e ruínas. eles foram humilhados pe­ los assírios. Deus ordena a Israel que o ouça enquanto Ele tira disto uma lição para eles —para o resíduo ou remanescente. SI 28. ou se desmoronaram. quando os seus adoradores entraram em dificuldade. Ele até diz a eles: “V ós nunca tivestes que me carregar. não p u d era m livra rse da carga. ou seja. Dt 1.”6De acordo com Heródoto. Igualmente.9).

pesados. 7 S obre os om b ros o tom am . como Bel ou Nebo. Ele não tem nada em comum com eles. Para os rebeldes apóstatas em Israel. O ourives contratado (como o lenhador. eles também têm que erguê-los “sobre os ombros” para conse­ guirem levá-los ao seu templo e posicioná-los de pé em seu lugar. Novamente Isaías descreve com ironia a manufatura de ídolos. E não im porta como uma pessoa clame a ele. uma descrição retórica sim i­ lar em 4 4 . “resposta nenhuma dá. Então ele “não se move” do lugar onde está fixado. Hoje não fazemos ídolos de ouro e de prata. do seu lu ga r não se m o v e e. o SENHOR não é de qualquer forma como quaisquer dos falsos deuses. resposta n en h u m a dá. será posta a ou­ tros usos. assalaria m o ou rives. nem livra alguém da sua tribulação”. Como o Criador do universo pode ser representado por uma imagem feita pela mão do homem?8 6 G astam o o u ro da bolsa e p esa m a p ra ta n a s balanças. se reco rrem a ele. Assim o “deus” é apenas uma grande quantidade de me­ tal. a li está. o leva m e o p õ em no seu lu ga r. n em livra a lgu ém da su a tribulação. e m e com pa rareis.1 4 — 1 ). desta vez grandes deuses pagãos. Como é tola a adoração de um tal ídolo! È um desperdício de ouro e prata (cf.5A qu em m e fa r e is sem elhante. e dia n te dele se p rostra m e se inclina m . 2 8 L em b ra i-vos disto e ten d e â n im o. deixando alguma sobra na bolsa. p a ra qu e seja m os sem elh a n tes? Claramente. a qual não é diferente. M uito embora as pessoas se inclinem diante destes em adora­ ção.1 6 . e com qu em m e igualareis. e a porção deixada para trás. Deus enfatiza o que Ele tem dito sobre tal idolatria tanto quanto o que Ele está a ponto de dizer.1 7 ) transform ará uma porção em um deus. mas muitos de nós . Este é feito de uma quantia generosa de ouro e prata — “da bolsa” deles. ó p revarica dores. e ele f a z u m deus. re co n d u z i-o ao coração. veja 4 4 .

10 que anuncio ofi m desde o princípio e. Aqueles que são “duros” (fortes ou poderosos) de coração. A descrição se ajusta melhor aos conquistadores assírios. as coisas que ainda não sucederam . eu o determ inei e também o farei. e não estará ao longe.9 e provavelmente se refere a Senaqueribe. e a minha . mas Deus quer que eles escutem. propósito) “será firme”. o resultado. e ele honrou os deuses da Babilônia. porque assim o disse. A maioria dos comentaristas supõe que a “ave de rapina” ( “pássa­ ro voraz”. R m 12. e fa r e i toda a minha vontade. 12 O uvi-m e. desde terras remotas. e assim acontecerá.10 Os assírios eram a “vara” de Deus (1 0 . retratando um conquistador cruel. e o homem do meu 1 conselho. Ciro não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. será leva­ do a efeito. Os eventos anteriores na história de Israel mostram que só o Se­ nhor é Deus. que digo: o meu conselho será fir m e .5 ).1 4). Isto requer um coração tenro e uma mente disposta a receber a justiça de Deus. estão “longe da justiça” (cf. e não há outro D eus. Deus anunciou “o fim”. ó duros de coração. ou seja. o qual era cruel e arrebentou os deuses da Babilônia nos próprios dias de Isaías. do seu plano. não há outro semelhante a mim. teimosos nas suas mentes. desde a antigüidade. O seu plano (ou conselho. Ele ainda é e sempre será o “Eu Sou” (Ex 3. é Ciro. Porém. Desde o princípio. Ele fará tudo o que se propôs a fazer. vós que estais longe da justiça. e “não há outro” que seja semelhante a Ele. 9 L em brai-vos das coisas passadas desde a antigüidade: que eu sou D eus.3). KJV).podemos esbanjar nosso dinheiro em coisas que poderiam se tornar como deuses para nós. 1 que chamo a ave de rapina desde o O riente. Faço chegar a minha ju stiça.

ARC. Chamar Babilônia de uma “virgem” insinua que a mesma não tinha sido destruída e não esperava ser destruída.12 H á tam b ém a m esm a 2 imprevisibilidade. como pelo Espírito do Senhor” (2 Co 3. a minha glória. e assenta-te no pó.18). Assentar-se “no pó” fala de deposição e desapropriação. assentate no chão. mas porque eles a controla­ ram durante grande parte da vida de Isaías. mas estabelecerei em Síão a salvação e em Israel. pois registros antigos mostram que a destruição da cidade por Senaqueribe não foi esquecida.13Isto não poderia ter sido dito a respei­ to da Babilônia nos dias de Ciro. “em Sião”). com cara descoberta.C. Babilônia é chamada a “filha dos caldeus” (A R A . b‘tsiyyon. ó virgem filh a de Babilônia.14 .salvação não tardará. porque nunca mais serás chamada a tenra. assim eles não precisam estar longe da mesma.11 Isto está cronologicamente antes do capítulo 46. Ele fará chegar bem próximo a sua justiça. já não há trono.I -I 5 1 D esce. Ele pro­ mete estabelecer “em Sião a salvação” (Heb. Esta se torna uma realidade também para nós à m edida que “todos nós. subitaneidade e perfeição da destruição que ca­ racteriza a descrição da queda da Babilônia no capítulo 13. ó filha dos caldeus . N a realidade. Isaías retorna agora aos seus próprios dias e profere outra profe­ cia a respeito da d estru ição da B ab ilô n ia em 6 8 9 a.4 — 1 . Ele os quer restaurados à beleza e glória da sua imagem. KJV) não porque os caldeus fundaram a cidade.C . somos transformados de glória em glória na mesma imagem. por Senaqueribe. Deus tornará isto fácil para eles. H á uma forte seme­ lh an ça en tre 4 7 . refletindo como um espelho a glória do Senhor. 2. Deus olha para Israel como a sua “glória”. os babilônios usaram isto como uma desculpa para des­ truir Nínive em 612 a. NENHUMA ESPERANÇA PARA BABILÔNIA 4 7 . nem a delicada.1 —15 e 1 4 .

ó f i lh a dos caldeus.15 D esde que a passagem é uma personificação da própria B abilônia. em d estru í-la. Ele odeia o pecado. descob re a tua cabeça. ela já não mais desfrutará uma vida fácil como uma princesa. Ninguém será poupado. o Santo Por trás do juízo sobre a Babilônia está o Parente-Redentor de Israel. fez desta um pântano. fazendo desta uma de suas capitais.2 3 . .35. 2 Toma a m ó e m ó i a fa r in h a .. 3 A ssen ta -te silen ciosa e en tra na s trevas. obrigando a p atin h ar a qualquer um que quisesse cru­ zar o seu local ( c f 1 4 .19).á o teu op rób rio. Esta trará vergonha aos babilônios. N ada assim aconteceu quando Ciro tom ou a B abilônia e fez dela um a das suas c ap itais. e até mesmo enviando alguns dos seus espólios capturados para ela. Dt 32.. eles ainda estavam tratando a cidade da Babilônia com respeito. não reduziram Babilônia a uma província. d escobre as p ern a s e p a ssa os rios. mas ama o seu povo. A vingança de Deus é justiça divina (cf. e tendo que fazer coisas tais como atravessar com d ificuld ad e pelos rios ou canais da M esopotâm ia. e v e r . Contudo. Santo”) enfati­ za o poder e o interesse dEle sobre Israel. Rm 12. se vestindo pobrem ente.1). “passar os rio s” pode referir-se ao fato de que Senaqueribe. descalça os p és.. SE N H O R dos E x ércitos. p o rq u e n u n ca m ais será s ch am ada sen hora de reinos..C. A referência tripla para o SENHOR ( “Redentor..Os assírios. A tua vergon h a se descobrirá. 2 1 . Em 70 0 a. mas a reconheceram como um reino vassalo. trabalhando duro no torneam ento de mós pesa­ das. a princípio. tom a ­ rei vin ga n ça e não f a r e i acepção de hom em algum .s e . 4 O n om e do n osso R ed en to r é o de Israel. Os habitantes da B abilônia se to rn ariam como os m ais b ai­ xos escravos. Senhor dos Exércitos.

ou rainha eterna. Em 700 a. um título que os babilônios deram a uma deusa.14. foi considerada a “senhora de rei­ nos”. a aliança de Ezequias com Merodaque-Baladã poderia ter feito a condição dos judeus cativos até pior. “até sobre os velhos”.5. .C. reflete as condições em Babilônia logo após 701 a. a té agora não tom aste estas coisas em teu coração.16 N a própria Babilônia. quando Senaqueribe expulsou o caldeu Merodaque-Baladã. Ela se divinizou como a “se­ nhora para sempre”. A cidade da Babilônia do livro de Apocalipse será igual a esta (veja Ap 18. nos dias de Isaías. supunha que nada mais poderia mudar o seu estado exaltado. No exílio babilônico posterior. a Babilônia. n em te lem braste do f i m delas. A mão assíria sob o governo de Senaqueribe era mais pesada do que seria sob N abucodonosor.. como também o seu tratamento dos cativos. A falta de misericórdia em relação aos exilados. Babilônia se recusou a considerar as con­ seqüências de sua conduta imoral e corrupta.6). mas sua destruição por Senaqueribe a deixaria silenciosa.Babilônia.7). em seu orgulho. to rn ei p ro fa n a a m inh a h eran ça e os en tregu ei n a s tu a s m ãos. n ã o u sa ste com eles de m isericó rd ia e a té sob re os velh os fi z e s t e m u ito p esa d o o teu ju go . Sua glória se tornaria em trevas. Seria mais provável que Ele os tratasse como aliados do inimigo. “Eu serei” é o hebraico ‘ehyeh. 10.C. 6 M u ito m e agastei co n tra o m eu povo. A ira de Deus com o seu povo o fez usar os assírios como a sua vara (cf. traduzido como “Eu Sou” em Exodo 3. Os babilônios nativos não tinham nenhum amor pelos caldeus ou pelos amigos destes. Senaqueribe estava em perseguição de Merodaque-Baladã e não seria provável que ele mos­ trasse bondade aos cativos judeus na Babilônia. sob o governo de Nabucodonosor. 7 E dizias: E u serei sen h ora p a ra sem p re. os judeus de fato pros­ peraram..1 5 0 sobreviventes da sua campanha contra Judá. Então ele trouxe os 2 0 0 .

virão sobre ti. 10 Porque confiaste na tua maldade e disseste: N inguém me pode ver. 1 Pelo que sobre ti virá mal de que não saberás a origem.18 que os perverteu e os fez imaginar que era sabedoria pensar na Babilônia como um deus. Mesmo assim.C. não era completamente imprevisto.17 Desde que os habitantes abriram de par em par os portões e deram as boas-vindas a Ciro. que a não poderás afastar. dia: perda de filhos e viuvez. Ele não humilhou a cidade ou a envergonhou de qual­ quer forma. O que acon­ teceu em 539 a. ouve isto. pois. e não pode ser aplicado à conquista por Ciro em qual­ quer sentido. a destruição da Babilônia por Senaqueribe foi um choque. deveria ter havido um forte partido anti-Nabonido na cidade durante algum tempo. tanto para a Babilônia como para o resto do mundo. Sem se aperceberem disto. tu que és dada a delícias. isso te fez desviar. a tua sabedoria e a tua ciência. Isaías disse que isto viria. que habitas tão segura. A Babilônia prazerosa e amorosa se exaltou como se fosse um deus ou deusa. apesar da multidão de práticas ocultistas nas quais eles confiavam. não fica r ei viúva. p o r causa da abun~ dância dos teus m uitos encantamentos. que a não poderás conhecer. nem conhecerei a perda de filhos. Eles foram desviados porque tinham falso conhecimento ou “ciência”. Sua queda inesperada é comparada a uma mãe feita viúva e roubada de suas crianças.8 Agora. porque virá sobre ti de repente tão tempestuosa desolação. . e fora de m im não há outra. p or causa da m ultidão das tuas feitiçarias. e tal 1 destruição cairá sobre ti. e fora de mim não há outra. que dizes no teu coração: Eu sou. em toda a sua fo rça . os babilô­ nios estavam negando que houvesse qualquer autoridade moral aci­ ma deles. 9Mas ambas estas coisas virão sobre ti em um momento> no mesmo . e disseste no teu coração: Eu sou. Isto era para acontecer “em um momento”. eles estavam dizendo que os seus deuses eram sem poder. Por dizerem que “ninguém me pode ver”. Isaías chama a religião da Babilônia de “maldade”.

Eles serão todos lançados no fogo. Os resultados são temporários. e eles não poderiam afastá-lo pelos seus encantamentos mágicos ou pelo pagamento de um resgate. Babilônia nos dias de Isaías era o centro avançado da religião pagã e astrológica do mundo. pa ra se aquentarem . p o rven tu ra . Com ironia. 14 Eis que serão com o a pragana.O juízo calamitoso viria sobre a Babilônia. Antes. e sa lv e m -te do que há de v ir sob re ti. Isaías os desafia a continuar fazendo feitiços e a usar todos os supostos poderes do ocultismo dos seus carolas profissionais para tentar salvar a cidade. A desolação inesperada viria “de repente” sobre a cidade. te p o d es fo rtifica r. pa ra se assen tarem ju n to dele.C. os q u e co n tem p la v a m os astros. cad a q u a l irá va gu ea n d o p elo seu cam in ho. Eles dividiram o céu em quartos para obser­ var os movimentos das estrelas para fazer as suas predições. 15 A ssim serão p a ra con tigo aq ueles co m q u em trabalhaste. Ij C a n sa ste-te na m u ltid ã o d os teu s conselhos. pois. estas os cansam. 12 D e ix a -te esta r co m os teu s en ca n ta m en tos e com a m u ltid ã o das fe itiç a r ia s em q u e trabalhaste desde a tu a m ocidade. . n in gu ém te sa lvará. não poderão sa lv a r a su a vida do p o d e r da labareda. engolidos em um holocausto. agora. H oje as pessoas estão gastando bilhões de dólares fazendo novos medicamentos e tentando trazer um mundo melhor através da ciência. os p ro gn ostica d o res das lu a s n ovas.19 concernente aos deuses que Senaqueribe esmagou e queimou em 689 a. M as as práticas religiosas deles não os ajudam. e doenças que se pensava estarem debeladas estão voltando em uma forma mais forte. a v e r se p o d es tira r p ro veito ou se. n em fo g o . leva n tem -se. ela não será u m braseiro. As pessoas que confiam na ciência estão um pouco melhor que esses que se dedicam ao oculto. Isto concorda bem com 37. os teu s n egocia n tes desde a tu a m ocid a d e. os a g o u reiro s d os céu s. o f o g o os queim ará.

Eles n5o querem dizer o que dizem. “mas não em verdade” (ou fidelida­ de).3). o SE N H O R dos E x ércitos é o seu nom e. confiando em seus privilégios.1— 19 1 O u v i isto. suplantador”. um ritual vazio.19 2 E a té da sa n ta cida de tom am o n om e e se fi r m a m sob re o D eu s de Isra el. Eles são um pouco melhores que os babilônios que foram ilu­ didos pelos seus falsos deuses. Aque­ la destruição pode ser entendida como um exemplo que aponta à subversão do sistem a m undial babilônico no fim dos tempos (Ap I7 . AS PROFECIAS TESTEMUNHAM PELO DEUS VERDADEIRO 48. Estes comerciantes eram nações como o Elão e a M édia. para apoio. mas eles ainda são “Jacó” —“engana­ dor. qu e v o s cham ais do n o m e de Isra el e sa ístes das á gu a s de J u d á ) qu e ju r a is pelo n om e do S eisÍH O R e fa z e is m en çã o do D eu s de Israel\ m a s não em v erd a d e n em em ju stiça . 3.Aqueles com os quais a Babilônia negociou são os com ercian­ tes que iriam seguir o seu caminho e deixariam a cidade para so­ frer o juízo dela.I a 19. as quais ela tinha contratado anteriorm ente para a fazer a sua luta por ela. e não na justiça que se alinha com a Palavra de Deus. Eles se firmam no Deus de Israel. reconhecendo-o como o SENHOR dos Exércitos do céu. . Eles fazem juramentos “pelo nome do SENHOR” e fazem menção do Deus de Israel. que a chama de uma “santa cidade”. Agora Isaías discursa para Israel. o povo não era santo e estava aceitan­ do como verdadeiro o seu relacionamento com Deus. Agora o foco é estreitado ao povo de Jerusalém. casa de Ja có . A religião deles é só uma forma. mas o foco é sobre Judá. No entanto. Q uando Senaqueribe destruiu a Babilônia. Eles se chamam pelo “nome de Israel”. os aliados anteriores dela se espalharam em todas as direções.

p a ra que não digas: Eis qu e j á eu as sabia. as a n u n ciei. Deus concedeu profecias e as cumpriu sú­ bita e decisivamente. olha bem p a ra tu d o isto. o u a m in h a im agem de escu ltu ra. p r o n u n cio u -a s a m in h a boca. mas eram evidências do poder de Deus. 65. 6 J á o ten s o u vid o. M as agora Deus estava lhes mos­ trando algumas “coisas novas”. são cria d a s e não desde então. Freqüentemente eles recusavam a se humilhar. a p ressada m en te as f i z . te f a ç o o u v ir co isa s n o va s e ocultas.17). p a ra q u e não dissesses: O m eu ídolo f e z estas coisas. Esta é uma das razões pelas quais Deus profetizou eventos futuros. para impedir o seu povo de dar crédito aos ídolos de fazê-las acontecer. profecias que nenhum ser humano pelo seu próprio raciocínio poderia ter previsto.27. e a n tes deste dia não as ouviste. Ez 2. Deus sabia quão obstinado. Dt 9. e eu as f i z o u v ir. 4 P orque eu sabia qu e era s duro. 3P o r isso. Israel estava sem desculpa por atribuí-las a um ídolo. desde a a n tigü id a d e. 3. . d e bronze. Is 30. Em tempos anteriores. sim . e a tua testa. 65. A profecia cumprida é uma impor­ tante evidência da verdade da Palavra de Deus. Como nós prosseguimos lendo em Isaías. e é uma testemunha ao fato de que só Ele é Deus.13 a 53.As p rim eira s coisas. estas incluem verdades sobre o M essias e os novos céus e a nova terra (52. briguento e teimoso era o povo de Israel (cf. e a tu a cerviz . profecias previamente desconheci­ das. 7 A gora.4. to a n u n ciei desde en tão e to f i z o u v ir an tes qu e acontecesse. u m n erv o de fe r r o . q u e n u n ca conheceste. O povo tinha ouvido o que Deus fez no passado e precisava admi­ tir que o que Ele disse era verdade. não o a n u n cia reis? D esd e agora. p o rv en tu ra .7).2. Isto mostra que os cumprimentos não foram nenhum mero acaso. e pa ssaram . ou a m in h a im agem de f u n d i ç ã o as m an dou .12.1.

nem ta m p ou co desde en tã o f o i aberto o teu ou vido. Ele tinha refinado o seu povo ( “te p u rifiquei”) em um a fornalha. O Egito é regularm ente referido como um “forno” (D t 4 . muito embora a morte fosse a recompensa justa para o pecado. Deus sabia quão rebelde eles eram desde o tempo em que Ele trouxe a nação à existência (D t 31. não de fogo. 10 Eis q u e te p u rifiq u ei. como a prata é refinada.C. quando. Eles não estavam aber­ tos à verdade que Deus lhes dera.A palavra “criar” tem sempre Deus como o seu sujeito na Bíblia. os bab ilô­ nios faziam o reassentamento dos exilados. Isto se ajusta ao contexto de 700 a. m e co n terei p a ra contigo. Deus tinha sido paciente por causa do seu próprio nome. s N em tu as ouviste. ao passo que a Babilônia não é. p o r a m o r do m eu louvor.27). para que eles não digam arrogantemente que as conheciam antes. p a ra qu e te não ven h a a cortar. quer dizer. p r o v e i. reta rd a rei a m in h a ira e.51. P or a m o r do m eu nom e. Ele está prometendo coisas novas que só Ele pode fazer. Deus chama a atenção novamente para o começo de Israel como uma nação.2 0 . De forma que Ele poderia ser louvado. m a s não co m o a pra ta . p o rq u e eu sabia qu e p ro ced eria s m u ito p e fid a m e n te e qtie eras p r ev a rica d o r desde o ven tre. Senaqueribe deixou Jerusalém sem conquistá-la. N a realidade. mas de “afli­ ção” (n a m iséria eles sofreram como escravos no E gito).4 ) . Jr I I . em cumprimento da profecia de Isaías. n em tu as conh eceste. por causa da sua própria natureza como um Deus de graça e amor. Ele não tinha destruído o seu povo. Novamente Deus está insinuando que eles não tinham nenhuma desculpa na sua rebelião. mas não os escraviza- . O povo de Israel não ouviu nem entendeu. para que não falhem em reconhecê-las como sobrenaturais. I Rs 8. ou seja.te na fo r n a lh a da aflição..

eu o p rim eiro . Os exilados prosperaram na Babilônia (veja com entário em Is 4 2 . mas isto não é necessário. eu os ch am arei. todos vós. 14 A ju n ta i-vos. tem a n u n ­ ciad o estas coisa s? O SE N H O R o a m o u e ex ecu ta rá a su a v o n ta ­ de con tra a B abilôn ia. eu sou o m esm o. d en tre eles. Alguns aplicam o que é profetizado aqui a Ciro.2 2 ). Ele não pretende deixar o seu nome (e cará­ ter) ser “profanado”. O que é pretendido aqui é que o SENHOR ama a Israel. e a p a recerã o ju n to s .. Ele estava lá no princípio. e o seu braço será co n tra os caldeus. ó Israel. Jr 2 9 . Ele não muda. 11 P o r a m o r de m im ..17). O braço de poder do SENHOR “será contra os caldeus” ( “babilônios”. 13 T am bém a m in h a m ã o f u n d o u a terra. o fa r e i. Deus desafia o povo de “Jacó” para ser “Israel” como seu povo escolhido e para dar ouvidos a Ele. A chamada é ainda para Israel. ó J a có . p o rq u e com o seria p ro fa n a d o o m eu n o m e? E a m in h a g ló r ia n ã o a d a rei a outrem . e o u v i: Q u em . . [e] o últim o”. e tu. e para m ostrar o seu amor. p o r a m o r de m im . Estes resistem firmes e continuam a sua existên­ cia por causa da sua palavra (cf. N enhum ídolo tem profetizado o que vai acontecer à Babilônia. a q u em cham ei. nem dará a sua glória a outrem (inclusive Israel). Ele é o “Eu Sou”. Ele executará o seu propósito em Babilônia. eu tam bém o últim o. Ele fundou a terra pela sua pró­ pria “mão” (o seu poder) e “mediu os céus a palmos”. Deixe-os se ajuntar e ouvir. e a m in h a destra m ed iu os céu s a p a lm o s. Cl 3. Deus faz o que Ele quer fazer (as novas profecias do versículo 6) pela sua própria causa. Ele é maior que a terra e os céus. N V I). Ele é o Deus Eterno que é “o primeiro. 12 D á -m e ou vid os.2 8 ). e Ele nunca terá fim.vam (cf.

isto é. e os que p ro ced em das tuas en tran h as seria m tan tos com o os g r ã o s da a reia da praia. Ele é o ParenteRedentor deles que os livrará e os libertará. q u e te en sin a o q u e é ú t il e te g u ia p e lo ca m in h o em q u e d ev es andar. o Deus deles. Ele é o Deus Santo que deve tratar dos pecados deles. desde o tem po em q u e aquilo se fe z . O SENHOR chama novamente o seu povo: “Chegai-vos a mim e ouvi”. Deus tem feito as suas profecias publicamente através de uma sucessão de profetas. e fará prosperar o caminho deste para realizar o seu propósito de bênção e redenção. Deus declara novamente o que Ele é para Israel.20 Deus tem chamado a Israel. (Alguns comentaristas entendem isto como se referindo a Isaías. Yahweh. em vez de referir-se ao Messias. o teu D eu s. o seu n o m e n u n ca seria cortado. Ele também é o SENHOR que guarda a aliança. Então o Messias fala. eu estava ali. O S enhor o enviou e tem enviado o seu Espí­ rito. agora. e. e a tua ju stiça . A h! Se tivesses dado o u v id o s aos m eu s m a n d a m en to s! Então. Ele os guia pelo caminho certo. o teu R ed en tor. . eu o tenho dito. o S en hor J eová m e en v io u o seu E spírito. co m o as o n d a s do m ar. e o f a r e i vir. o S a n to d e I s ra e l: Eu so u o S e n h o r . e fa r e i p ró sp ero o seu cam inho. 19 T am bém a tua d escen d ên cia seria com o a areia.) 17 A ssim d iz o SENHOR. porque Ele tem estado presente com o seu povo.13 Eu. Porém. o que lhes “ensina o que é útil” para eles. 16 C h ega i-v o s a m im e o u v i isto: N ão f a l e i em segred o desde o p rin cíp io . seria a tua p a z com o o rio. como ser útil (ou eficaz). tam bém j á o cham ei. O pronome oblíquo átono “o” do versículo acima refere-se a Isra­ el. Cristãos cujas vidas são ineficazes precisam ouvir esta mensagem e seguir a Cristo de novo. n em d estru íd o da m in h a fa ce .

Deus quer que eles dêem ouvidos aos seus mandamentos. O retorno deles é com parado ao êxodo do Egito. O nome de Israel. que indica que os estrangeiros que fugissem da Babilônia escapariam do destino dos babilônios. toda razão para eles fugirem na véspera da sua destruição por Senaqueribe. e os descendentes deles seriam o cumprimento da promessa de que eles seriam tão numerosos quanto os grãos da areia da praia (Gn 22. quando M oisés feriu as rochas com a sua vara e “águas manavam delas” .21 Havia. nem destruído”.14. Israel se manterá vivo na luz da presença de Deus. 21 E J a có não tinha sede. “nunca seria cortado. UM MANDAMENTO PARA FUGIR DA BABILÔNIA 48. Os registros de EsarHadom declaram que as pessoas fugiram naquele momento. 32. quer dizer.22 A ordem está no plural: “Fujam vocês todos!” Todos os exilados eram para partir com brados de alegria e declarar a redenção do SeNHOR de Jacó (Israel) como seu servo prepara para o que se segue nos capítulos 49 a 57. E a n u n cia i com voz de jú b ilo . pois então a paz e o bem-estar deles estariam transbordando “como o rio”.20-21 20 S aí de B abilônia.49).12. dizei: O S en hor rem iu a seu serv o Jacó. A ordem para fugir normalmente significa fugir depressa. 4. Isto corresponde a 13. 41.fez -lh es co r r e r águ a da rocha. a justiça deles seria contínua e poderosa “como as ondas do mar”. Pois então a ira de Senaqueribe estava dirigida aos babilônios. especi­ almente como fugitivos que escapam para salvar suas vidas. f u g i de en tre os caldeus. e lev a i-o a té ao f i m da terra.17. no entanto. fe n d e n d o ele as rochas. Não havia nenhu­ ma razão para os judeus fugirem da Babilônia na véspera da entrada de Ciro na cidade. seu caráter e natureza como uma nação. q u an do o leva va p elo s d eserto s. as águ a s m a n a va m delas. e fa z e i o u v ir isso.

Como Deus é contrastado com os ídolos no capítulo 46? 3.6 ). nenhum bem-estar dado por Deus. o transgressor impenitente. 5. para “o ím pio”. 8. Deus tom ará conta do seu povo de um modo sobrenatural. Que lição Deus tira da captura de Senaqueribe das imagens de Bel e Nebo? 2. As pessoas hoje precisam fazer mais do que voltar para a igreja. Ex 1 7 . d iz o Sen h or . QU ESTÕES DE ESTU D O 1. Por que a Babilônia é chamada de “Filha Virgem”? 5. Eles tinham que se arrepender e voltar para Deus. cf. 7. 6. Isaías conclui esta seção do livro com uma advertência do SeNHOIl de que voltar para Judá não seria o bastante. Que juízo Deus profetiza sobre a Babilônia? Em que a Babilônia tem confiado? O que acontecerá às coisas nas quais Babilônia confia? Por que razões Deus concedeu profecias a Israel? 9. Que evidência há de que as pessoas fugiram da Babilônia nos dias de Isaías? .1 1 . e como Deus o usará? 4. A culpa ainda rouba a paz das pessoas. Como Deus vai usar Israel para ajudar a realizar o seu propósito de bênção e redenção? 11. NENHUMA PAZ PARA OS ÍMPIOS 48. Quem é a “ave de rapina” do Oriente.22 22 M a s o s ím p io s n ã o têm p a z . Não há nenhuma “paz”. Por que Deus retardou a sua ira e ao mesmo tempo purificou a Israel? 10.(N m 2 0 .

31 5. D aniel David Luckenbill. 2 vols. 18 A S ep tu agin ta trad uz o hebraico da’ath ( “co n h ecim en to ”) como o grego porneia. rev. 42. Le Prophète Isaie (P aris: L ib rairie O rien taliste. 4 W illiam Foxwell Albright. 19 24 ). Robinson. 316. H orton. The Book o f Isaiah. 17 Pritchard. . ed. R J: CPAD. (R io de Janeiro. 2 :9 9 . (Princeton: Princeton U niversity Press. 15 John R . s Luckenbill. em Teologia Sistemática. Ancient Near Eastern Texts. “A Palavra Inspirada de D eus”. 1:857. 2 :2 5 5 . 1 9 1 1). ed. 5:5 4 7 . (G rand R apids: Baker Book H ouse.2 2 5 . 1:43. 163. Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. 30 6. 53. 2 a ed. um term o geral p ara todos os tipos h ab ituais de pecado sexual.. “T h e Book o f Isaiah. 1:857. 12 George L. 27 3 D aniel David Luckenbill. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 19 30 ). 19 49 ). ed. 19 75 ). 66. 1926— ). A llis. em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. Prophecy and the Monuments (N ova York: M acm illan Co. Paul Geuthner. 15 Veja James B.CITAÇÕES 1 Oswald T.2 3 3 . veja também 2 :2 0 3 . 137. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. 14 James Frederick M cCurdy. 19 96 ). 19 56 ). Chapters 4 0 -6 6 ”.. 19 5 4 ). 6 Ibid. em The Interpreter’s Bihle (N ashville: A bingdon Press. ed.. George Raw linson. “Book o f Isaiah”. 3 0 6 . 16 M uilenburg adm ite isso. 1 9 2 8 ). rev. Charles Boutflower. ed. Stanley M . Ancient Records. Pritchard. 11 A llis. James M uilenburg.1 1 3 . 2 C f. 19 2 5 ). reconhecendo Babilônia como a sucessora de Nínive. 13 N o hebraico. History. 7 H erodotus. 2 :2 5 2 . “T h e Biblical Period”. 9 A rm and K am inka. ed. N abonido falou a respeito de Assurbanipal como “meu predecessor”. 69. H istory.. 2 :2 0 3 .2 0 0 . H iggins. M anuel Kom roff (N ova York: Tudor Publishing Co. trans. em The Jews. (Chicago: University o f Chicago Press. 10 Luckenbill. 2:3 2 9 . Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. Ancient Records. cidades são do gênero feminino. 70. 1 9 5 5 ). The Book o f Isaiah (Chapters I— XXXIX) in the Light o f theAssyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. “Book o f Isaiah”.

supondo que um a passagem não deveria m isturar salvação e juízo. . Cf. (C h icag o : U n iversity o f C hicago Press.C om pare este quadro com o do sistem a m un d ial da B ab ilô n ia em A po­ calipse 18. W illiam O. 244. 20 Joseph A. Porém. 19 5 1 ). veja tam bém 2 225. Alexander. 1 9 2 6 — 7 ). 21 Ciro foi um governante ilum inado. 2 :2 4 5 . 2:64. Isaías tipica­ mente m ostra um a percepção realista de ambos. 19 53 ). 19 Os m odernos críticos da form a tentam dividir este capítulo. Oesterly. Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. E. 22 D an iel D avid L uckenb ill. Inglaterra: Clarendon Press. A History of Israel (O xford. 2 vols. 2 :2 1 7 . Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing House.

é exaltado. A.11 I.A Redenção e o Servo Sofredor 49. N ada mais é dito a respeito da Babilônia ou de Ciro ou do conflito com deuses pagãos e práticas ocultas. d esd e a s en tra n h a s d e m in h a m ãe. Ele agora continua a explicar o plano de Deus.1-50. ilhas. Ele trará uma m aio r lib e rta ç ã o que a q u ela do E gito e da Babilônia.m e . O SERVO ESCOLHIDO DE DEUS 49. 0 Servo Traz Restauração 49.1-7 1 O u v i. e es cu ta i vós.I3 Isaías começa agora uma nova seção onde o Ser­ vo do SENHOR. Ele na verdade trará uma libertação do pecado. o Messias.I-S5. . f e z m en çã o d o m e u n om e. p o v o s d e lo n ­ g e : O SENHOR m e ch a m o u d esd e o v en tre.

17. H b 4. Ele está bem guardado na aljava de Deus. 4 1 .15).32). . O propósito de Deus em usá-lo é trazer glória a Si mesmo. O SENHOR que chamou o seu Servo o preparou como uma arma. Isaías vê o Messias aqui como a cabeça ou representante ideal de Israel. o Servo-Messias1 exorta a todos os povos do mundo para que prestem atenção. ARA. 2 E fez a m in h a boca com o u m a espada aguda. Como “uma flecha lim pa” ( “flecha poli­ da”. O Servo personifica o Israel ideal. a qual dá esta ênfase: a concepção do Messias é obra de Deus. Ele também é o Filho de Deus. Deus denomina o Servo “Israel”. Ele não mudou o seu plano eterno ou o seu propósito para salvar e abençoar. Deste modo. enquanto o Servo manifesta o divino es­ plendor de Deus. O que Ele está a ponto de anunciar é de importância extrema para os gentios. e m e p ô s co m o u m a fle c h a lim pa.I). quando o Israel natural falha. aq uele p o r qu em hei de s e r g lo r fic a d o . Ap 19. Isto também chama a atenção para Ele como o Messias enviado por Deus. para que tam­ bém o teu Filho te glorifique a ti” (Jo I 7 . glorifica a teu Filho. não de homem. resumindo em si mesmo a serventia que Deus pretendia para Israel. N V I). 2. quando será eficaz e irresistível. quando Jesus enfrentava a cruz Ele orou: “Pai. m e cob riu . Jesus foi tranqüilamente preparado durante os primeiros trinta anos da sua vida. 3 E m e disse: Tu és m eu servo. e reservado para o futuro.6. o Príncipe e Guerreiro de Deus.Em outra cena de tribunal. ou seja.8) quando Ele se torna o Israel de Deus. o Servo se torna o antítipo de Jacó (cf. 27. lo antes do seu nascimento indica o amor de Deus. Por conseguinte.2Assim. Ele é chamado desde o ventre (veja M t 1. é chegada a hora.31. A palavra dEle será tão efetiva quanto “uma espada aguda” (cf. co m a som bra da su a m ão.5.20— Lc 1.12. e. E f 6. e m e esco n d eu na su a aljava. e Isra el. em intimidade com o Pai. Yahweh é a primeira palavra da oração hebraica. Chamá23.

e o m eu ga la rd ã o. O M es­ sias também é designado para ser a “luz dos gentios”. Deus o honra e é a sua força. como a gali­ nha ajunta os seus pintos debaixo das asas. 6 D isse m ais: P ou co é qu e seja s o m eu servo. que m e f o r m o u desde o v en tre p a ra seu servo. e uma sobra será restaurada como parte da Igreja em conexão com a segunda vinda de nosso Senhor. 5 E. Os crentes judeus constituíram a primeira Igreja. Ele é para “ser” . cuja verdadeira humanidade sentia o que nós sentimos. e até quando vos sofrerei?” (M t 17. que matas os profetas. e o m eu D eu s será a m in h a fo r ç a . a os olhos do Senhor serei g lo r fica d o .10). e tu não quiseste!” (M t 2 3 .17) E novamente: “Je­ rusalém. no útero de M aria). o m eu direito está p era n te o S eNHOR. Ele ainda acredita que o Pai proverá a devida justiça3 e recompensa pela sua obra (cf. Este é o lado humano do Servo. todavia. Agora o Messias é claramente distinguido de Israel. Deus o “for­ mou desde o ventre” (especificamente.37 ) Em face ao fracasso aparente o Messias sente desânimo. tam bém te dei p a ra lu z d os g en tio s. e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos. Ele tem tido pouco resultado entre a sua própria nação. Jerusalém. contu do. M as isto não é o bas­ tante “para restaurares” a Israel da sua degradação e alienação. A restauração envolve conversão e salvação. agora. m a s I sra el não se d eix ou a ju n ta r. 53. O Servo gastou as suas forças e o resultado tem sido inútil e vão. Ele será eficaz. e disse: “O geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco. d iz o SENHOR. p era n te o m eu D eu s.4 M as eu disse: D eb a ld e tenho trabalhado. in ú til e vã m en te g a s ­ tei as m in h a s f o r ç a s . Ele clamou. p a ra seres a m in h a sa lva çã o a té à ex trem id a d e da terra. Ele é o Servo Sofredor que trará de volta ao SENHOR o errante Israel. qu e lhe to rn e a tra zer J a có . p a ra resta u ra res as tribos de J a có e to m a r es a tra zer os g u a r d a d o s de Isra el.

que se aplica à restauração dos estragos que o pecado causa).6. te ouvi e. não meramente “levar” (como indica a N V I). Ainda dirigindo-se ao Messias. e aos que estão em trevas: Aparecei.s Assim diz o SEN HO R: N o tempo favorável. Deus ainda c “o Redentor de Israel. lihyoth'). os príncipes diante de ti se inclinarão. O tempo do favor de Deus é o “dia da salvação”. A RESTAURAÇÃO TRA Z ALEGRIA 4 9 . o R edentor de I sr a elo sen Santo. no dia da salvação . reconhecendo que o Deus de Israel escolheu o Messias. que éfiel'. p o r am or do S e n h o r .23. 9 para dizeres aos presos: Saí. e te guardarei.1 9 2 0 ). I Co 1.(Heb. terão o seu pasto. Ele é a solução dos seus problemas (cf. ao que as nações abominam.23). . em todos os lugares altos. contudo reis e príncipes surgirão para reconhecê-lo e “se inclinarão” para adorar o Senhor. o seu Santo”. os verbos aqui são proféticos. O Messias encarnará a aliança do povo (Israel) para esta­ belecer a nação (ou a terra.24). o Heb. e te darei p o r concerto do povo. e do Santo de Israel. At 3. ao servo dos que dom i­ nam: O s reis o verão e se levantarão. onde Paulo aplica isto ao tempo do M essias). pode significar uma coisa ou outra) e restabelecer a herança que tinha ficado desolada (cf. ajudou e guardou (cf.2.8 -2 6 . para restaurares a terra e lhe dares em herança as herdades asso­ ladas. 2 Co 6. quando Deus ouviu. te ajudei. que te escolheu. Jesus deu a Grande Comissão para todos os crentes —judeus e gentios —para espa­ lharem as boas novas de que esta salvação chegou (M t 24. Ainda que Israel como uma nação desprezasse o Messias e até mesmo o abominasse. At 13. 2 8 . O pro­ pósito de Deus para a terra é recuperá-la (c f 42. à alma desprezada. 26.47. ' Assim diz o SENHOR . Eles pastarão nos caminhos e. 2.7).14.21.32. a salvação de Deus para o mundo inteiro (Lc 2.

sinirn).2). Por exemplo.17). e Ele as usará para trazer de volta o seu povo. água era sempre escassa. do N orte e do O cidente . porque o que se compadece deles os gu ia rá e os levará mansamente aos m ananciais das águas. 6 I .1. As veredas ( “caminhos”. Agora o S e n h o r fala e promete que toda a terra será mudada. Eles serão como um rebanho que tem a subsistência provida pelo Senhor em lugares inespera­ dos. Alguns (como o faz a N V I) a identificam com Assuã (antiga Siene) no alto Egito. e aqueles outros.O M essias libertará aqueles que estão presos e trará para a luz os que estão em trevas (cf. no Oriente. do Ocidente e da região de Sinim (Heb. Deus os conduzirá. SI 23. da terra de Sinim. nem que o sol os aflija.I ) . 10 N unca terão fo m e nem sede.4 Comentaristas mais antigos pensavam que esta era a China. 12 Eis que estes virão de longe. A provisão de Deus será completa. e as minhas 1 veredas serão exaltadas. Como um pastor. nem a calma nem o sol os afli­ girã o . como (norm alm ente) margens de estrada estéreis e encostas dos montes. A restauração futura será proveniente de todas as direções. mas do Norte. 1 E fa rei de todos os m eus montes um caminho. A sua proteção não permitirá que o calor ressecante dos ventos do deserto os abata (o significado pode se referir ao vapor aquecido que causa uma engana­ dora miragem). N V I) são as veredas de Deus. Os montes são os montes de Deus. guiando-os para junto de fontes de água (cf. po­ rém não será mais no M ilênio (cf. não só da Babilônia.16. e eles já não serão uma barreira. Este é o único lugar onde Sinim é mencionada na Bíblia. As condições comuns no anti­ go Israel serão mudadas.^ Os judeus cedo souberam a respeito da China (de onde . como em um novo êxodo. Ap 7. e eis que aqueles.

o trigo era im portado) e há alguma evidência de judeus na China antes do tempo de Cristo.
13 E xultai, ó céu s; e a leg ra -te tu, terra, e vós, m ontes, estalai de jú b ilo , p o rq u e o S enhor co n so lo u o seu p o v o e dos seu s a flito s se com padecerá.

As verdades precedentes trazem alegria. Com a proclamação de brados de louvor a Deus e gritos de alegria, os céus e toda a terra, especialmente os montes, proclamarão que o SENHOR confortou e tem tido compaixão do seu povo aflito. Embora Israel tivesse rejeita­ do o Messias, a luz finalmente penetrará os corações e as mentes do remanescente.
14 M a s S iã o diz : J á m e d esa m p a r o u o SENHOR; o S en h o r se esq u eceu d e m im .

Em resposta a esta profecia, Sião (personificada, representando o povo de Jerusalém nos dias de Isaías) protesta que o SENHOR (o Yahweh que guarda a aliança) a tem abandonado e que o SENHOR ( o Mestre Soberano) a esqueceu. Eles estavam insinuando que o S en h or não estava vivendo à altura do seu nome e natureza. Eles tinham esqueci­ do e abandonado a chamada deles para proclamarem as boas novas (4 0 .9 ). Eles não puderam entender o Evangelho, as boas novas que Isaías estava proclamando.
n P ode u m a m u lh er esq u ecer-se tan to do f i l h o qu e cria, qu e se n ão com p a d eça dele, do f i l h o do seu v en tre? M as, ain d a qu e esta se esquecesse, eu, todavia, m e não esq u ecerei de ti.

Sião não tinha nenhuma razão para ter autocomiseração (pena de si mesma). Deus poderia abandoná-los “por um pequeno momen­ to”, mas a sua “grande misericórdia” sempre estaria lá para eles (54.7). Ele responde que ainda que as mães pudessem se esquecer dos seus bebês, Deus não se esquecerá de Sião. O seu amor é maior que o amor de mãe, maior que o amor que ocupa o primeiro lugar entre todos na terra.

16 Eis que, na p a lm a da s m in h a s m ãos; te tenho gra v a d o ; os teu s m u ro s estão co n tin u a m en te p era n te m im .

Sião está gravada “na palm a das m ãos” de Deus, significando que esta estava sempre diante dos seus olhos e debaixo da sua pro­ teção. Ele sempre a veria e cuidaria dela. As muralhas da cidade ainda estavam de pé nos dias de Isaías, e Deus também as protege­ ria. O cumprimento final, contudo, será na Nova Jerusalém (c f 62.6; Ap 21.12-19).
17 O s teu s f i lh o s a p ressa d a m en te virão, m a s os teu s d estru id o res e os teu s a ssola d ores sa irã o p a ra f o r a de ti.

Então os “filhos” que vêm apressadamente para Sião são contras­ tados com os destruidores que partirão. Os Rolos do mar M orto registram “construtores” em vez de “filhos”. (As palavras hebraicas são quase as mesmas.) Como a NEB traduz isto: “Aqueles que estão a reconstruí-la o fazem mais depressa que os que a demoliram” (Tra­ dução literal da versão americana).
lti L evanta os teu s olhos ao red o r e olha; todos estes qu e se a ju n tam vêm a ti; v iv o eu, d iz o SENHOR, qu e de todos estes te vestirás, co m o d u m orn a m en to, e te cin g irá s deles co m o noiva.
O SENHOR em p en h a a su a p ró p r ia v id a de q u e os que se ju n ­ ta m a S iã o serão p a ra e la co m o o rn am e n to s q u e a d o rn a m u m a n o iva (c f. 5 2 .1 ).

19 Porque, n os teu s desertos, e n os teu s lu gares solitários, e na tua terra destru ída, te verá s, agora, apertada de m ora dores, e os que te d evora va m se cfa sta rã o p a ra longe de ti.

A terra não será imediatamente restabelecida por completo e terá, portanto, lugares despovoados. Assim, não haverá suficientes casas para os seus legítimos habitantes. M as os assírios que saquearam a terra em 701 a.C. estarão “longe”. Isto foi verdade quando o restante daqueles levados por Senaqueribe voltou da Babilônia em 689 a.C.

20 Até m esmo os filh o s da tua orfandade dirão aos teus ouvidos: M ui estreito ép a ra mim este lugar; aparta-te de mim, para que possa habitar nele.
Os exilados que retornam, os quais são numerosos, quererão se estabelecer e ter abundância de casas.

21 E dirás no teu coração: Q uem me gerou estes? Pois eu estava defilh a d a e solitária; entrara em cativeiro e me retirara; quem, então, me criou estes? Eis que eu f u i deixada sozinha; e estes onde estavam?
Jerusalém será pega de surpresa pelo retorno dos exilados. Eles tinham sido poupados quando Senaqueribe destruiu as cidades fortificadas de Judá e levou mais de duzentos mil cativos. Não era esperado que estes cativos retornassem. Isto está em contraste com o retorno posterior da Babilônia. Um grupo posterior teria o conforto da profecia de Jeremias (Jr 29.10).

22 Assim diz o SENHOR: Eis que levantarei a mão para as nações e, ante os povos, arvorarei a minha bandeira; então, tra­ rão os teus filh o s nos braços, e as tuas filh a s serão levadas sobre os ombros.
Agora Isaías olha para o futuro, para um retorno maior. Deus, o Soberano SENHOR, levantou a sua mão, sinalizando às nações que Ele está a ponto de agir. O Messias é a sua “bandeira”, ou insígnia, para os povos do mundo. Por sua causa, o povo de Sião será restabelecido (insinuando a conversão de nações gentias). N ada poderá impedir Deus de levar a cabo o seu plano.
E o s re is se rã o o s teu s aios, e a s su a s p r in ces a s, a s tu a s a m a s; d ia n te de ti, se in clin a rã o co m o rosto em terra e la m b erã o o p ó dos teu s pés, e sa b erá s q u e eu so u o SENHOR e q u e os q u e co n fia m em m im n ã o se rã o co n fu n d id o s.

Deus usará os reis e rainhas para produzirem a restauração de Sião no dia milenial futuro. Eles se sujeitarão a Sião, reconhecendo as

suas obrigações espirituais para com Israel. Em se inclinando e lam ­ bendo o pó dos seus pés,6 eles estarão reconhecendo a Sião como a noiva escolhida de Deus (cf. v. 18) e estarão realmente adorando a Ele, submetendo-se a Ele e ao mesmo tempo reconhecendo que “a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22). Como M otyer comenta: “O quadro é de subserviência política, mas a realidade é o reconheci­ mento de dívida espiritual”.7 Então o povo de Sião saberá em sua experiência que Deus é Yahweh, o Deus que guarda a aliança. Porque Ele é fiel, os que esperam e confiam nEle “não serão confundidos” ou envergonhados de ter tido essa esperança. A misericórdia e justiça triunfarão.

24 T irar-se-ia a presa ao valente? O u os presos justam ente esca­ pariam ?
A resposta para estas perguntas retóricas é não. tirar despojo de um guerreiro poderoso? Ou pode “valente” (Heb. tsaddiq, “um homem ju sto ” que tem seu lado8) conseguir escapar em segurança? A versão “tiran o ”. Quem pode o cativo do o direito do ARA indica

25 Mas assim diz o SENHOR: Por certo que os presos se tirarão ao valente; e a presa do tirano escapará ; porque eu contenderei com os que contendem contigo , e os teus filh o s eu remirei. O S e n h o r tem uma resposta diferente. Os cativos do guerreiro poderoso serão levados embora e serão tomados com segurança os despojos dos tiranos violentos. Deus entrará na batalha ao lado do seu povo. “Eu” está na posição enfática na sentença. Porque o poder de Deus é maior do que qualquer ditador humano, Ele será o vence­ dor e Ele salvará.

20 E sustentarei os teus opressores com a sua própria carne , e com o seu próprio sangue se embriagarão, como com mosto; e toda a carne saberá que eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Forte de Jacó.

A vitória de Deus fará os opressores de Israel se destruírem a si pró­ prios, provavelmente lutando entre si. Então todo o gênero humano (Heb. kol basar, “toda a carne”), ou seja, todos os povos do mundo, saberão que o SENHOR é o Salvador de Israel, o Parente-Redentor, o Deus-Pai pode­ roso de Jacó (cf. Gn 49.24,25). O mesmo Deus que revelou o seu plano para Israel continuará revelando-o para o mundo inteiro.
3. 0 PECADO DE ISRAEL E A FALTA DE RESPOSTA 50.1-3

1 A ssim d iz o SENHOR: O n d e está a carta de d iv ó rcio de vossa m ãe, p ela q u a l eu a rep u d iei? O u q u em é o m eu credor, a quem eu v o s tenha v en d id o ? Eis qu e p o r vossa s m a ld a d esfo stes v en d i­ dos, e p o r vossa s p rev a rica çõ es vossa m ã e f o i repudiada.

Agora Isaías continua o pensamento de 49 .14— O povo tem 16. enganado a si próprio. O SENHOR não se divorciou de seu povo nem o vendeu a credores. Não há papéis de divórcio (como a Lei requeria, Dt 24.1,3). Israel seria castigado pelos seus pecados. “Fostes vendi­ dos” é um modo de dizer que Deus lhes perm itiu ser subjugados pelos seus inimigos (cf. Dt 32.30; Jz 2.1 4). M as “Deus não tinha dissolvido completa e definitivamente o relacionamento de aliança”.9 A redenção ainda era possível e Deus queria a reconciliação. Os credores poderiam vender as crianças de um devedor para a escravidão (cf. 2 Rs 4.1). M as a idéia de que Deus tem credores é ridícula. Não obstante, os pecados do seu povo os colocava na posi­ ção de serem vendidos e aprisionados. Deus não queria isto. Os peca­ dos deles requeriam isto. 2 P o r q u e razão v im eu, e n in gu ém a p a receu ? C h a m ei, e n in ­ g u é m resp o n d eu ? T anto se en colh eu a m in h a m ão, q u e j á não p ossa re m ir ? O u não há m a is f o r ç a em m im p a ra liv ra r? Eis que, com a m in h a repreen são, f a ç o seca r o m ar, to rn o os rio s em deserto, a té qu e ch eirem m a l os seu s p eix es, p o is não têm água e m o rrem de sede. 3 E u v isto os céu s de n egrid ã o e p o r -lh e s -e i u m p a n o de sa co g ro sse iro p o r su a cobertu ra.

O problema não é que Deus é caprichoso ou que Ele esqueceu do seu povo. Antes, o problema é que ninguém lhe respondeu quando Ele veio querendo restabelecer o relacionamento deles consigo. N in­ guém respondeu quando Ele chamou. O povo agiu como se Deus não tivesse nenhum poder para redimir ou livrar. M as Ele nunca se rende. Ele é o Criador que pode falar uma pala­ vra de repreensão e pode fazer “secar o mar” (cf. Êx 14.21; SI 106.9), fazer os rios secarem, ou escurecer o céu (veja Ex 10.21).
4. 0 OBEDIENTE SERVO DE DEUS: 0 MESSIAS 50.4-9

4 O S en hor J eová m e d eu u m a lín gu a eru d ita , p a ra q u e eu saiba dizer, a seu tem po, u m a boa p a la vra ao qu e está cansado. E le d esp erta -m e todas as m anhãs, d esp erta -m e o o u v id o p a ra que ou ça com o aq ueles qu e aprendem . Em contraste com a rebelião de Israel, o Servo Sofredor do SeNHOR10 é fiel. Agora Ele fala (veja vv. 1 0 ,1 1).n O soberano SENHOR, e guarda da aliança, deu a Ele a língua de treinados eruditos. Quer dizer, pela graça de Deus Ele fala a palavra de Deus como um Profeta e é reconhecido como um Mestre. A sua palavra é capaz de sustentar o fraco e o cansado. Ele está acordado, e diariamente ouve a palavra de Deus. Ele está em comunicação constante com Deus, o Pai, e é sensível a Ele (cf. M c 1.35; Lc 6.12). Dessa forma, Ele pode comu­ nicar a palavra de Deus ao cansado. J O S en hor J eová m e a b riu os ou vid os; e eu não f u i rebelde; não m e retiro pa ra trás. O Servo enfatiza que o SENHOR está fazendo isto. Quando o so­ berano SENHOR e guarda da aliança diz ao M essias que o tempo do seu sofrimento é chegado, Ele não se rebelará ou recuará. Ele estará disposto e obediente. 6 As costas dou aos qu e m e f e r e m e a fa c e , aos que m e a rra n ca m os cabelos; não escon d o a f a c e dos qu e m e cfr o n ta m e m e cospem .

Isto descreve o que aconteceu a Jesus antes da cruz (c f M t 26.67; 27 .26,30; M c 1 5 .1 6 -2 0 ; Lc 18.32; Jo 18.22; I9 .I). A despeito do que os seus brutais inimigos fazem a Ele, e apesar do desprezo deles, Ele permanece submisso. ' Porque o Senhor JEOVÁ me ajuda, pelo que m e não confundo; p or isso, pus o meu rosto com o um seixo e sei que não serei confundido. Em meio ao seu sofrimento Ele pode suportar a dor porque o SENHOR o ajuda. A sua confiança no seu Pai o fez saber que Ele não seria superado pelo escárnio e mau trato. Fixar a sua lace como “sei­ xo” retrata a sua determinação de ir para a cruz, sabendo que a sua morte vergonhosa não terminaria em desesperança, mas em ressur­ reição, ascensão e exaltação (cf. Lc 9.51). ,s Perto está o que me justifica; quem contenderá com igo? C om ­ pareçam os juntam ente; quem c meu adversário? C hegue-se para mim. 9 Eis que o Senhor J e o v á me ajuda; quem há que me condene? Eis que todos eles, como vestes, se envelhecerão, e a traça os comerá. A linguagem é a de uma cena de tribunal. Deus o Pai está com o Messias de um modo poderoso. Porque Deus o Pai justifica o Servo como não tendo cometido nenhum pecado, ninguém pode condenar o Servo ou ser eficazmente o seu adversário. Os seus acusadores serão como um artigo de vestuário que se desintegra com a idade, ou que é consumido por traças. Eles não terão nenhum efeito duradouro. O Messias triunfará apesar de tudo o que eles fazem.
5. A ESCOLHA: CONFIE EM DEUS OU PASSE 0 TEMPO EM TORM ENTO 50.10,11

10 Q uem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Q uando andar em trevas e não tiver luz nenhuma, con ­ f i e no nom e do SENHOR e fir m e -s e sobre o seu Deus.

Isaías12agora exorta o povo a responder ao Servo e obedecer àquEle que supremamente obedeceu o seu Pai celestial.13Proceder dessa for­ ma será sair da escuridão e confiar “no nome do S e n h o r ” (cf. Rm 8.32-39). O “nome” indica caráter —e “não há nele treva nenhuma” ( I Jo 1.5). Aquele que vier para a sua luz irá firmar-se (H eb. yishsha’en, “apoiar-se, encostar-se”) sobre o seu Deus, entrando em uma relação pessoal com Ele, pois Deus verdadeiramente será “o seu Deus”.

11 Todos vós que acende is fo g o e vos cingis com faíscas, andai entre as labaredas do vosso fo g o e entre asfa ísca s que acendestes; isto vos vem da minha mão, e em torm entos jazereis.
Isaías agora se dirige ao mundo descrente. Aqueles que insistem em iluminar os seus próprios caminhos pelos seus próprios fogos sofrerão a mão de juízo de Deus. Eles pensam que são pessoas de esclarecimento por causa das suas filosofias humanísticas (incluindo as idéias da Nova Era hoje). M as eles jazerão em um lugar de tor­ mento por causa dos seus pecados (cf. 66.24). Este será um lugar abrasador, pois o fogo é freqüentemente um símbolo do juízo de Deus em Isaías (veja I . 3 I ; 5.24; 9 .1 8; 1 0 .1 6 ,1 7 ; 2 6 .1 1 ; 2 9 .6 ; 30.27,30; 47.14; 66.15,16; cf. I Co 3.13; H b 10.27; 12.29). Eles acendem uma falsa luz que se torna um fogo para destruí-los. Eles terminarão no lago de fogo —um contraste muito real com os seus falsos fogos (Ap 20.14,15).

QUESTÕES DE EST U D O
1. Que evidência no capítulo 49 mostra que o Servo Israel é de fato o Messias? 2. Quais são os dois mais importantes aspectos da missão do Servo? 3. Como 49.8— se aplica a Jesus? 13 4. Que garantia Deus dá de que Ele não esquecerá do povo de Sião?

5. Como Deus trará de volta os filhos e as filhas de Sião? 6. Como o capítulo 50 estende o pensamento de 40 .14— 16? 7. Como a resposta obediente do Servo contrasta com a do povo de Israel? 8. Qual é a atitude do Servo em meio ao seu sofrimento? 9. Que tipo de respostas haverá para a voz do Servo de Deus e que resultados se seguirão?

CITAÇÕES
Este é o segundo Cântico do Servo; Veja 42.1. E Duane Lmdsey, The Servant Songs (Chicago. M oody Press, 1 9 8 5 ), 66. O b­ serve que “Israel” era o nome de um indivíduo (Jacó) antes de se tornar o nome da nação. O Israel N acional não pode ser pretendido aqui, pois este Servo tem um a missão para Israel (veja v.5). O hebraico para “o meu direito” é mishpati : “m inha justiça”, ou “m inha causa” (R S V ), ou “meu direito ” (N R S V ; A R A ), ou “meu caso” (Jewish Publication Society). R . N. W hybray, Isaiah 4 0 — (G rand Raptds: W m . B. Eerdmans, 1981), 66 142. Embora a NIV, et al., m ude o hebraico para swenim (m encionado em Ez 2 9 .1 0 ; 3 0 .6 ), não há nenhuma evidência textual para tal m udança aqui. Joseph A. Alexander, C om m entary on the Prophecies o f Isaiah, 2 vols. em I (1 8 7 5 ; reimpressão, Grand R apids: Zondervan Publishing House, 1 9 7 5 ), 2:28 5. Francis Brown, S. R . Driver, e Charles A. Briggs, A H ebrcw andE nglish Lexicon o f the O ld Testament (O xford, Inglaterra: Clarendon Press, 1 9 5 1), 696. Em “teus pés”, no hebraico “teus” é fem inino singular, referindo-se a Sião. ). Alec M otyer, The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove, 111.: InterV arsity Press, 19 93 ), 395. A N V I pretere a tradução “os violentos” por causa do paralelismo com o v.25 e devido aos Rolos do m ar M orto, aVulgata, c a Siríaca trazem “os violentos”. A versão ARA traz “os tiranos”. A NEB traz “os cruéis”. Todavia, a Versão Barclay traz “Devem os cativos ser legitimamente salvos” (trad. lit.); e Rotherham traz “Pode o cativo de alguém no direito ser libertado?” (trad. lit.). Joe M . Sprinkle, “O ld Testament Perspectives on Divorce and Rem arriage”, Jou rn a l o f the E vangélical Theological Society 40, no. 4 (dezem bro de 1 9 9 7 ): 541.

Veja tam bém J. A. M otyer, The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove, 111.: InterVarsity Press, 19 93 ), 397. 10 Este é o terceiro Cântico do Servo; veja 42:1. 1 Alguns acreditam que Yahweh do v. I ainda está falando aqui e o Servo é 1 identificado com Ele. 12 Alguns entendem o que fala nos v v .I0 ,II como sendo Yahweh. F. Duane Lindsey, The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press, 1 9 8 5 ), 92. 13 Stanley M . Florton, A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro, RJ: CPAD, 19 95 ), 2 9 1 , 29 3.

B.

0 Remanescente Encorajado 51.1-52.12
I. LEMBRE-SE DO FUNDADOR E DA FUNDAÇÃO 51.1-8

Três temas seguem: Deus enfatiza as suas promessas ao remanes­ cente piedoso de Israel; a sua salvação está disponível para todos os povos do mundo; e nada pode impedi-lo de levar a cabo o seu propó­ sito de salvação. E imperativo que nós escutemos. Isaías primeiro se dirige ao remanescente piedoso que segue o que é certo aos olhos de Deus e que o busca. Olhando ao passado, em pesquisa laboriosa nos livros, para a rocha da qual eles foram corta­ dos, eles deveriam ser relembrados das bênçãos e da graça de Deus no passado.
1 O u v i-m e , v ó s q u e s e g u is a ju s t iç a , q u e b u sca is a o SENHOR; olh a i p a r a a roch a d o n d e jb s t e s co rta d o s e p a r a a ca v er n a d o p o ç o d e o n d e f o s t e s ca va d o s. 2 O lh a i p a r a A braão, v o sso p a i, e p a r a S ara, q u e v o s d eu à lu z ; p orq u e, sen d o ele só, e u o ch a m ei, e o a b e n ç o e i e o m u ltip liq u ei.

Usualmente as referências do Velho Testamento a uma “rocha” são referências a Deus. Quando Abraão pôs a sua fé em Deus, Deus o fez como um rochedo. Desse modo, o remanescente piedoso é ori-

entado a focalizar a lembrança em Abraão e Sara, não somente neles como indivíduos, mas no que Deus fez por eles. Eles deveriam se lembrar especialmente da promessa de abençoar, que incluía nume­ rosos descendentes (dada quando Sara era estéril e, no natural, isto parecia impossível). Então eles deveriam se concentrar no cumpri­ mento da promessa (c f Dt I.IO; 10.22). O Deus que fez uma gran­ de nação de tais pequenos começos ainda pode fazer o mesmo. Ele é um Deus fiel. Tudo o que Ele tem feito por eles é pura graça.
3 P orque o SENHOR co n so la rá a Sião>e co n so la rá a todos os seu s , lu gares assola dos; e f a r á o seu d eserto com o o É den e a sua solidão, co m o o ja r d im do SENHOR; goz o e a legria se acharão nela, a ções de g r a ça s e voz de m elodia.

O SENHOR tinha determinado confortar a Sião, insinuando tam­ bém que Ele já começou a fazer assim. As declarações paralelas enfatizam que Ele fará os lugares assolados e o deserto como o Jar­ dim do Eden. Não haverá mais nenhuma tristeza ou lamentação, pois este será um lugar de imperturbável alegria, com satisfação, ações de graças, e cânticos ao som de instrumentos musicais. Isto terá o seu grande cumprimento no M ilênio.1
4 A ten dei-m e, p o v o m eu e nação m in h a ! In clin a i os o u v id o s pa ra m im , p o rq u e de m im sa irá a lei, e o m eu ju íz o se estabelecerá com o lu z d os povos.

Deus fala agora. O remanescente piedoso em Sião precisa escutar, pois Ele dará instrução ( “lei”, Heb. fora/;) sobre como viver em rela­ ção certa com Ele e de um para com o outro. Ele também estabelece­ rá a sua justiça, ou juízo, “como luz dos povos”, como um guia, e não só para Israel, mas para todos os povos do mundo. “Juízo” aqui in­ clui o tipo de vida que o agrada. 5 P erto está a m in h a ju stiça , v em sa in d o a m in h a sa lvação, e os m eu s braços ju lg a r ã o os p o v o s; as ilhas m e a gu a rd a rã o e n o m eu braço esperarão.

Toda a criação. e os seus m oradores m orrerão como mosquitos.A “justiça” e a “salvação” de Deus são paralelas nesta sentença: um modo poético de dizer que elas estão intimamente conectadas. e a terra se enve­ lhecerá como uma veste. nem vos turbeis pelas suas injiírias. Eles experimentam a justiça e têm as instruções de Deus nos seus corações. muitas traduções to­ mam o hebreu como significando que estas morrerão “como mos­ quitos” ou moscas. trará a sua justiça. Os “braços” de Deus significam o seu poder pelo qual Ele julgará todas as nações. que foi feita por Deus. eles esperam por Ele para enviar o Messias. vós que conheceis a justiça.25-28). ycqawwu. 7 O uvi-m e. Como a ARC. esperando e confiando em seu poder para tornar a sua salva­ ção disponível para todo o mundo. (N ota doTradutor: A versão ARC anterior a 1995. Elas “aguardarão” (Heb. quer dizer. As “ilhas” incluem todos os continentes da terra. não temais o opróbrio dos homens. A terra será como uma veste que está velha e simplesmente cai aos pedaços (cf. e a m i­ nha ju stiça não será quebrantada.) Em contraste. “aguarda esperan­ çosamente”) por Deus. A sua salvação cumprirá todos os padrões requeridos por sua justiça. povo. porque os céus desaparecerão como a fu m a ça . As pessoas também morrerão. e levará a cabo as suas decisões. a salvação de Deus “durará para sempre” e a sua justi­ ça “não será quebrantada” ou destruída. mas a minha salvação durará para sempre. até mesmo as partes mais distantes. Os céus estrelados atuais são comparados a uma coluna de fumaça que é levada pelo vento e desaparece. ainda está debaixo do seu controle. Os novos céus. em cujo cora­ ção está a minha lei. traz “semelhantemente”. em lugar de “de modo semelhante” (K JV). SI 102. 6 Levantai os olhos para os cévis e olhai para a terra de baixo. a nova terra e a Nova Jerusalém nunca terão fim. Deus convida novamente o remanescente piedoso de Israel a escu­ tar. Eles têm que deixar de ficar amedrontados de abusos ou des- . vós.

9-16 9 D esperta. as águas do gra n d e abism o? E que f e z o caminho no fu n d o do mar. Pedir ao braço de Deus para desper­ tar não significa que Deus estava adormecido. e a minha salvação. incapazes de resistir ao juízo de Deus mais que a lã pode resistir à traça. para que passassem os rem idos? A resposta de Isaías e do povo de Deus expressam o desejo deles pela salvação que Ele prometeu. Aqueles que abusam e insultam o povo de Deus serão consumi­ dos. 89. Eles podem contar com isto “de geração em geração”. SI 87. com o nas gerações antigas. veste-te de força. 2. O mar Vermelho (Heb. e o bicho os comerá como à lã. é um clamor para Deus entrar em ação poderosa. 30. o monstro do mar.7. jó 9. cf. v o lta r ã o o s resga ta d o s do SENHOR e v ir ã o a S ião co m jú b ilo . a tristez a e o g e m id o f u g i r ã o . o oceano primordial de Gn 1. desperta corno nos dias passados. não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe e fe r iu o dragão? 10 Não és tu aquele que secou o m ar . DEUS ASSEGURA UM ALEGRE RETORNO 51. fohm. yam suph. hostis e insultantes dos incrédulos. . não im porta o que venha a acontecer. Antes. desperta. 11 A ssim . Mas o povo de Deus tem a garantia da sua justiça eterna e da sua salvação sem fim. ó braço do SENHOR.4. mas a minha ju stiça durará para sempre.prezos humanos. “mar de juncos”) é* comparado ao “grande abismo” (Heb.s Porque a traça os roerá com o a uma veste. Por que meros seres humanos deveriam impedi-los de defender o que é certo? . g o z o e a le­ g r i a a lca n ça rã o . e p e r p é tu a a legria h a v erá so b re a su a ca b eça . como Ele fez no êxodo do Egito (aqui chamado “Raabe”.13. Eles têm que deixar de ficar assustados e chocados pelas palavras injuriosas.10).2) por causa da impossibilidade de Israel cruzá-lo por quais­ quer meios naturais disponíveis a eles. de geração em geração.

eu sou aquele que vos consola.6-8)? Quando estão continuamente ame­ drontados a respeito do furor do “angustiador” (ou liquidatário). Eles também precisam perceber a própria relação deles com Deus: Deus se tornou deles. O povo de Israel necessita reconhecer quem Ele é: o Deus que os “consola” ou renova a confiança deles. Haverá um m aior cumprimento disto no fim dos tempos. eles estão esquecendo de Deus. que te criou) que estendeu os céus efu n d o u a terra. quando os cativos voltaram da Babilônia. como se sentenciados a irem . Estas emoções os procurarão e os “alcançarão”. Houve um cumprimento parcial disto em 689 a. incluindo po­ derosos opressores terrenos e ditadores.Os israelitas cantaram depois que cruzaram o mar Vermelho (Ex I 5 . que é m ortal . Por que deveriam ter medo de qualquer mortal. 12 E u . quem pois és tu. ou o filh o do homem. Aqueles que estão almejando a salvação de Deus olham adiante para um êxodo maior. e o seu pão lhe não faltará . e temes todo o dia o fu r o r do angustiador . Eles não mor­ rerão “na caverna” ou no calabouço. “badalando gritos de alegria”) a Sião. 40. quando se prepara para destruir? O nde está of u ­ ror daquele que te atribulava? Deus responde. 35. Aqueles que se encontram encolhidos nas prisões ou estirados diante do inimigo serão em breve postos em liberdade. todas as expressões de aflição terão fugido para longe (cf.2 como quando ele está preparado para destruir. 14 O exilado cativo depressa será solto e não m orrerá na caver­ na. que se tornará em fe n o ? l 'E te esqueces do SENHOR. não precisarão buscar gozo e alegria. rinnah.C. Devido a eles segui­ rem ao Senhor.I -2 I ). Com a alegria e o gozo consegui­ dos. os quais serão como a relva que logo murcha (cf. o qual —em contraste com o “feno” —“estendeu os céus e fundou a terra”. onde virão “com júbilo” (Heb.10). para qvie temas o homem.

qu e f e n d e o m ar. Deus ainda dirá para Sião que eles são o seu povo: a escolha de Deus não mudou e não mudará. Deus o cobri­ rá com a sua mão até chegar a hora em que Ele será revelado.para a cova (inferno). 0 CÁLICE DA IRA DE DEUS ESCOADO E REMOVIDO 51. p a ra p la n ta r os céus. . 3. bebeste e so r v este as fe z e s do cá lice da vacilação. N V I) indica que Deus deu o seu veredicto e o juízo virá. e p a ra d iz er a Sião: Tu és o m eu povo. com vigor e resolução. para que se movesse em ação (5 1 . Ele é o S e n h o r Todo-poderoso. O S enhor d os E x ércitos é o seu nome. O hebraico é confiança do seu povo. Ele ainda tem um lugar para Israel no seu plano e Ele sempre o terá. ó Jeru sa lém . renovando a 6 E p o n h o as m in h a s p a la vra s na tu a boca e te cu b ro com a som bra da m in h a m ão. o qual fala para Deus. qu e bebeste da m ã o do Senhor o cá lice do seu f u r o r . teu D eu s. desperta. Deus não precisa ser despertado ou 1 2 1 . e bra m em as su a s ondas. Esta pode ser uma declaração geral ou pode se referir aos prisioneiros de Senaqueribe que foram levados para a Babilônia. Deus tomará conta das suas necessidades. cito s”. O povo tinha clamado para que Deus despertasse. 15 P orque eu so u o Senhor . m ovido para agir (SI o “S e n h o r dos Exér­ do m ar falam de seu enfático.17-23 11 D esp erta . Jerusalém tem caído debaixo do furor da ira de Deus e a receberá em sua abundância. leva n ta -te. e p a ra f u n d a r a terra. ou uma nova ordem. Até mesmo a agitação das ondas contínuo poder e controle. M as é Jerusalém que realmente precisa fazer isso.9 ). Por seu intermédio Deus plantará de novo os céus e a terra em uma nova criação. Deus fala agora com o Servo.4 ). O “cálice da vacilação” (ou “que faz os homens cambalearem”.

17). v. 21 P elo que. deveria ter tido “os filhos [o povo]”. ó opressa e em briagada. Jerusalém. que pleitea rá a causa do seu p ovo: Eis que eu tom o da tua m ão o cálice da va cila ­ ção. Deus tem uma nova palavra para o seu povo que foi humilhado e recebeu o cálice da sua ira (cf. ch eios estão do f u r o r do S e n h o r e da rep reen sã o do teu D eu s.. o Yahweh que guarda a aliança. n en h u m há qu e a g u ie m a n sa m en ­ te. Ele pleiteia a causa deles. o u v e isto. de modo que eles desfaleceram e. de todos os f i lh o s qu e crio u . com o o a n tílop e na rede. Os habitantes de Jerusalém estão assim debaixo da ira e da repre­ ensão de Deus. n u n ca m a is dele beberás. e o qu ebran tam en to. 22 A ssim diz o teu Senhor. e. J eová.ls D e todos os fi lh o s qu e teve. O Soberano SENHOR. agora. e teu D eus. As calamidades estão em pare­ lha: “a fome e a espada” trazem devastação e destruição. m a s não de vinho. não podem escapar. ja z e m nas en trad as de todos os cam in hos. retratada como a mãe do seu povo. qu em terá com p a ix ã o de ti? A assolação. O profeta não pode confortar Jerusalém ou até mesmo mostrar simpatia. e a fo m e . “como antílope na rede”. todo o povo estava na mesma condição pecadora. Ele a traz à justiça e os defende. n en h u m qu e a tom e p ela m ão. e a espada! C om o te co n so la rei? A situação deles é desesperadora. M as não havia nenhum. 19 E ssas du a s coisas te a con tecera m . para que a guiasse de forma que ela pudesse ter evitado a ira de Deus. as fe z e s do cálice do m eu f u r o r . 20 J á os teu s f i lh o s desm aiaram . Está implícito que só Deus pode tratar disto. ainda é o Deus de Israel e tem uma palavra de encorajamento para eles. Deixe o povo ver que Deus tomou ..

em troca.9). cf. Eles têm que sacudir o “pó” . Jerusalém se tornará novamente uma cidade real. 2 S acode o pó. entristeceram [a Israel]”.22 acima). 5 1. caminhan­ do por cima de suas costas depois de eles terem sido forçados a se prostrarem no chão (cf. p orq u e n u n ­ ca m a is en tra rá em ti n em in circu n ciso n em im undo.o cálice da ira da “tua mão”. O cálice da ira de Deus será novamente despejado durante a Grande Tribulação (Ap 6. cid a d e santa.9). v e s te -te da tua fo rta lez a .2— ) providas por Deus. 17 e 21 acima). os quais os tinham tratado literalmente como a lama das ruas (c f 10.e i nas m ã o s d os qu e te en tristecera m .1). qu e dizem à tua alm a: A baix a-te. p a ra q u e p a ssem o s sob re ti. desperta. O povo nos dias de Isaías nunca teria que bebê-lo novamente (c£ w. pois Jesus tomou aquele cálice por nós (M t 26. 17 ) vem para Sião por causa da obra de redenção do S e n h o r . Ex 28 . ó J eru sa lém . Que tamanha graça! 23M as p ô . ó J eru sa lém .l o . 5 O povo de Deus cumprirá novamente a função sacerdotal que Ele pretendia anteriormente (Êx 19. 4. v este -te das tua s vestes fo r m o s a s .7. As belas “vestes formosas” são vestes sacerdotais (cf.11.9. so lta -te das ata du ras de teu pescoço.5— 15). 17. 5 1. 15. 16 .21. Após beber o cálice da ira de Deus. A terceira chamada para despertar (cf.17.42. a sua justiça pondo o cálice da ira “nas mãos dos que. e tu p u seste as costa s co m o chão e co m o ca m in h o aos viand antes.16. e o seu povo. Deus vai mostrar. I Ts 5. Jo 1 8 . I Pe 2. ó Sião.5.6). O desembaraço do “incircunciso” e “imundo” (ou sujo) indica que o povo terá igualmente uma santi­ dade interior. JERUSALÉM SERÁ REDIMIDA 5 2 1 -1 2 1 D esp erta . lev a n ta -te e a ssen ta -te. Os crentes não sofrerão essa ira.. ó ca tiva f i lh a de Sião.6. Jerusalém será de novo a “cidade santa”. reis-sacerdotes (Êx 19.. vv.

Rm 2. O S en h o r não ganhou nada tendo o seu povo sido levado para longe dEle. pela sua graça. a N V I indica “aqueles que o dominam zombam”). e a A ssíria sem razão o oprim iu . as cadeias do pecado. em tem p os p a ssad os. que os seus próprios opressores lamentam [R S Y CEV]. não havia nenhuma necessidade de pa­ gar um preço à Assíria para resgatá-los daquela escravidão. o nome de Deus é insultado ou blasfemado. p o r esta causa. NASB. A menção do Egito como o primeiro lugar da opressão de Israel e da Assíria como oprimindo-os “em tempos passados” (por ocasião da sua história) indica que esta passagem está tratando dos próprios dias de Isaías. o m eu p o v o sa berá o m eu nom e.24). Deus vai resgatá-los livremente. ARA. Quando o povo foi vendido em escravidão. agora. Desse modo. e o m eu n o m e é blasfem ado in cessa n tem en te todo o dia.(representando o pecado). provavelmente porque eles estão rejeitan­ do o fato de que merecem o seu juízo (cf. ta m ­ bém sem din heiro sereis resgatados. J P orque assim d iz o SENHOR: P o r n a d a fo stes ven d id os. 6 P ortanto. Deus vai deixar o seu povo saber o “nome” [dEle] (incluindo a sua natureza e caráter) na experiência deste.4 3 E. 4 P orque a ssim d iz o S en hor JEOVÁ: O m eu povo. a Assíria não pagou nenhum preço a Deus. Os seus dominadores “dão uivos” (alguns entendem isto como significando os “uivos” dos seus opressores [KJV. “Portanto” e “por esta causa” são sinônimos utilizados aqui para indicar ênfase. n a q u ele dia. d iz o SENHOR. p o rq u e eu m esm o so u o q u e digo: E is-m e aqui. ARC]. d iz o S enhor . O dia milenial . e soltar as antigas cadeias ( “ataduras”) que os tiranizavam. Assim. p a ra p e r e g r in a r lá. d esceu ao Egito. que tenho eu aqui que ja z e r . outros. “sem dinheiro”. p o is o m eu p o v o f o i tom ado sem n en h u m a razãoP O s q u e d om in a m sob re ele dão u ivos.

que a n u n cia o bem . Aqueles que estão assistindo.15). por causa dos pecados de seu povo como também pelo cerco dos assírios. qu e f a z o u v ir a paz. mas eles são formosos porque trazem um exultante brado de “boas-novas” de que “Deus reina”: Deus não está morto.está vindo. aguardam esperançosamente. que f a z o u v ir a sa lva çã o'. e ainda no controle.11 ). . Pois eles verão clara­ mente “quando o SENHOR voltar a Sião”. conforto e redenção de Deus. Os pés “suaves” ( “formosos”. Então saberão não só que Deus predisse o futuro.15 faz a citação deste versículo e o aplica ao Evangelho do Novo Testamento (cf. desertos de J er u sa lém ! P orque o S en hor co n so lo u o seu p o v o . rem iu a J eru sa lém . “Os montes” são os 12 montes de Deus. 9 C la m a i can tan do. quando Ele falará com eles e eles o verão. p o rq u e olho a olho verão. qu e d iz a Sião: O teu D eu s rein a ! Os versículos 7— são um hino de louvor. 7 Q u ã o su a v es são sob re os m o n tes os p é s do qu e a n u n cia as b o a s-n o v a s. uni­ dos em um ressonante e alto brado de alegria. Ele retorna como o con­ quistador triunfante. até mesmo o solo improdutivo irrompe em brados e cânticos de alegria. por causa da salvação. A RA ) podem estar machucados e san­ grando. Romanos 10. A aplicação específica aqui é às boas-novas sendo proclamadas nos montes ao redor de Jerusalém. solo improdutivo. ainda soberano. qu an do o Senhor v o lta r a Sião. M as agora. Deus ainda é o Rei do universo. 8 Eis a voz dos teu s atalaias! E les alçam a voz. também E f 6. Ele também é o que fez isto acontecer. os montes do mundo inteiro onde o Evangelho da paz (a bondade e a salvação de Deus) é proclamado (c f 49. ex u lta i ju n ta m en te. ju n ta m en te ex u lta m . A cidade de Jerusalém é chamada “desertos”.

Houve apenas um cumprimento parcial desta profecia quando Ciro permitiu aos judeus voltarem do exílio babilônico posterior (Ed 1. Quanto a Deus desnudar o seu “santo braço” significa que Ele irá demonstrar o seu poder e sua santa dedicação na sua obra de salva­ ção. coisa im u n da. p u r ifica i-v o s . e todos os co n fin s da terra v erã o a sa lva çã o do n osso D eus. sa í u ten sílio s do Sen em v o s i r e i s f u ­ o D eu s de Isra el Isaías não está na Babilônia. Por que o remanescente piedoso precisa olhar para Abraão e Sara? 2. p orq u e o S enh or irá dia n te de vós. 11 R etira i-vos. e será a vossa retaguarda. aqui. Nem sequer lhes seria permitido entrar no templo. O fato de que eles não devem sair “apressadamente” contrasta com a partida do Egito (Êx 12. Deus guardará os seus reis-sacerdotes.7— 10). não toqu eis do m eio dela. e também contrasta com a ordem inicial para fugir da Babilônia (4 8 . Eles têm que se man­ ter cerimonialmente puros.Tivessem eles tocado em uma “coisa imun­ da”. A chamada é uma convocação geral. retira i-v o s. tanto na frente como na retaguarda deles. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Por que o povo chamou a Deus para despertar e qual foi a sua resposta? .33. Como a justiça de Deus é relacionada à sua salvação? 3. instrumentos] do Senhor”. 39). 12 P orque não sa ireis apressadam ente. g in d o . Os judeus são reis-sacerdotes levando santos “utensílios [coisas.10 O S e n h o r d esn u d o u o seu sa n to braço p era n te os olhos de todas as n ações.2 0 ). v ó s qu e levais os NHOR. “Todos os confins da terra” verão isto e reconhecerão a sua grandeza. sa í daí. nem no exílio. não poderiam continuar portando os utensílios santos.

2 George A. 0 Sofrimento e a Morte Expiatória do Servo 52. 19 84 ). de modo que eles tentam fazer a aplicação disto a Israel. C. 2 (m aio de 1 9 6 3 ): 53 -54 . 0 SERVO PRUDENTE SERÁ EXALTADO 5213 13 Eis q u e o m eu serv o o p era rá co m p ru d ên cia .13-53. 156. ou a algum profeta. ou ao remanescente piedoso.1M as esta passagem “aponta para além de Israel como o . 4 F. Servant Theology (G rand R apids: W m .12 I. F. isto poderia também significar “no fim ” (N E B ) ou “para n ada”. The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press.4. no. 6. “T h e U n ity o f Isaiah”. De que modos nós podemos participar hoje no hino de louvor (5 2 . Por que Deus encobre o Servo? Por que o povo de Jerusalém tem necessidade de despertar? O que Deus quer fazer por eles? O que o povo de Jerusalém tem de fazer com respeito a esta terceira chamada para despertar? 8. e elevado. 5. Eerdmans. 3 H ebraico be’ephes. Bulletin o f tbe Evangelical Tbeological Society 6.7 -1 2 )? CITAÇÕES 1 J. até mesmo ao pró­ prio escritor. B. o qual continua pelo capítulo 53. Alguns críticos são hesitantes em aplicar isto a Jesus. 7. será en gra n d eci­ do. Duane Lindsey. Barton Payne. e m u i sublim e. 19 85 ). Knight. Este versículo é o começo do quarto cântico do Servo.

a exaltação só virá após a 1 humilhação e o sofrimento. expressada pela repetição tripla (cf. O Servo de Deus terá a sabedoria para realizar eficazmente o que Deus lhe envia a realizar. e os reis fe ch a r ã o a boca p o r cau sa dele. Certamente. Os versículos seguintes mostram que Ele sofre como um homem. porque Ele já não se parece um homem. m a is do q u e a d os o u tro s f i lh o s dos hom ens. A Septuaginta traduz a frase dessa forma: “Assim.47). (Alguns conectam esta palavra com uma origem árabe e a traduzem como “espanto”.21).4Este é um quadro sublime.3): Ele será “engrandecido” (como Deus é exaltado. aponta ao M essias”.14. muitas nações vão se maravilhar nEle”. h o rrifa rá m u ita s nações. 2.5 con­ tudo.6— 1 deixa claro.1 onde a mesma exaltação é aplicada a Deus). cf 2 Sm 22. 6. Quando eles o virem.2 Isaías retrata Israel como so­ frendo pelos seus próprios pecados. A totalidade da evidência é que este Servo é um indivíduo sem pecado. disponível para todos. chocados com a sua deformação. Isto resulta­ rá em uma exaltação suprema. e a su a f ig u r a . Lc 24. m a is do que a de o u tro qualquer. que sofre completamente pe­ los outros3 “em total obediência ao Pai”. A palavra “borrifar” é freqüentemente usada a respeito de borri­ far ou espargir o sangue de um sacrifício.) Em linha com a mensagem de salvação de Isaías. e aq u ilo qu e eles não o u v ira m entenderão. Os “muitos” são as pessoas que olham para Ele esperando que Ele fará a obra de redenção de Deus (cf. ficarão horrorizados. 0 SOFRIMENTO ESPANTOSO 52.servo do Senhor.15 14 C om o p a sm a ra m m u ito s à vista dele. “elevado”. 13 A ssim. esta profecia de um DeusHomem não se enquadra a ninguém mais a não ser Jesus. p o is a su a ap arên cia estava tão desfigu rada . Como Filipenses 2. o significado . p o rq u e aq u ilo q u e não lhes f o i a n u n cia d o verão. há alguns problemas. e colocado em posição “mui sublime” (c f 6. profundo e preciso do Messias.

As circunstâncias que cercaram o cumprimento de sua missão pareciam adversas. quer dizer. p a ra que o desejássem os. Rm 10. mas depois Ele enfrentou uma crescente opo­ sição. foi revelado sobrenaturalmente. o poder do SENHOR. o remanescente piedoso em Israel. Inicial­ mente.4 1 . O próprio Jesus teve que vir aos seus discípulos e explanar a verdade. O Servo foi crescendo como um “renovo”. Jesus teve um ano de aparente sucesso na Galiléia (o segundo ano do seu ministério).16). 10). sem qualquer semelhança de fertilidade que tornasse possível o crescimento. Jo 12. parece não haver nada especialmente atraente a respeito do Servo “para que o desejásse­ mos”. não tinham entendido ou até mesmo considerado antes. Mas Ele não é descrito como vindo semelhante a um Rei desta vez: não haverá nada maravilhoso ou espetacular sobre Ele. Antes. . sendo gentios. ou antes. e. subjuga­ dos pela grandeza da sua salvação —algo que eles. A comparação com o “renovo” e a “raiz” liga o Servo às profecias messiânicas anteriores de Isaías (veja I L I . 2 P orque f o i su b in d o com o ren o v o p era n te ele e com o ra iz de u m a terra seca.38.parece ser que “muitas nações” se beneficiarão do sacrifício do Servo e do derramamento do seu sangue. o relato ou as boas-novas que eles ouviram e que devem revelar (c f Lc 2 4 . isto é. fala. 3. 0 MESSIAS MENOSPREZADO E REJEITADO 53. ne­ nhuma evidência externa de realeza.1-3 1 Q u em d eu créd ito à nossa p rega çã o ? E a qu em se m a n ifesto u o braço do SENHORp Israel. nem mesmo eles acreditavam na “pregação”. dian­ te do SENHOR —em sua presença e sob a sua proteção. eles serão surpreendidos e ficarão respeitosamente calados. um broto tenro. O “braço”.2 5 . não tinha p a recer n em fo r m o s u r a . olhando n ó s pa ra ele j n en h u m a beleza víam os. M as Ele surge como em “terra seca”.6 “Os reis fecharão a boca”.

ou então eles o desamparavam (M t 26. (Tanto os termos . o ca stigo qu e nos traz a p a z estava sob re ele. experimentando o mesmo sofrimento que acompanha uma rigorosa doença ou enfermidade. p ela s su a s p isa d u ra s. f o m o s sarados. No severo sofrimento do Servo Ele é caracterizado como “des­ prezado e o mais indigno”. objeto do seu juízo. A explicação é enfática: Ele foi ferido pelas “nossas [rebeldes] transgressões” (contra Deus e a sua Palavra) e moído pelas “nossas iniqüidades”. Como isto deve ter ferido aquEle que tanto os amou! 4. makh‘ovoth.4-6 4 V erdadeiramente.3 jEra desprezado e o m a is indigno en tre os hom ens. ou abandonado. chalayenu. Não foi por qualquer pecado próprio que Ele sofreu. Ele era um homem de “dores” (Heb. Porém. incluindo a nossa culpa pecaminosa. M as a nação como um todo tinha pensado que Ele tinha sido “ferido de Deus”. as palavras hebraicas aqui referem-se ao seu próprio sofrimento físico que Ele suportou na cruz. SOFRENDO POR OUTROS 53. M ateus 8.17 aplica isto ao ministério de cura de Jesus. J M as ele f o i f e r i d o p ela s n ossas tra n sgressões e m oíd o p ela s nossas iniq üidades. Ele corajosa e voluntariamente escolheu tomar e levar sobre si o fardo pesado de “nossas enfermidades” (Heb. “dores físicas”). era desprezado. “nossas doenças”) e “nossas dores” (como no v. f e r i d o de D eu s e oprim ido. e n ós o rep u ta m os p o r aflito. quando Ele tirava as dores e as doenças.3). e não fiz e m o s dele caso algum . Aqueles que o menosprezavam acharam o seu sofrimento tão repulsivo que eles viraram as suas faces. ferido e humilhado até à morte. e. com o u m de quem os hom ens escondiam o rosto. hom em de dores. ele to m o u sobre si as n ossas en ferm id a d es e as nossas dores levou sobre si.56 ). ex perim entado n os trabalhos e. Ele pôde fazer isto porque iria morrer. As pessoas o desprezavam de um modo zombeteiro.

5. contudo. porque “todos nós andamos desgarrados como ovelhas”.4. Nós não podíamos pagar a penalidade por nossos próprios pecados. bênção e prazerosa comunhão com o SENHOR. Ele estava como um cordeiro “perante os seus tosquiadores” (cf.7-9 7 E le f o i oprim ido. m a s o SENHORf e z c a ir so b re ele a in iq ü id a d e de n ós todos.36).8).6 . mas também a restauração da comunhão com Deus (cf. ou como um escra­ vo chicoteado pelo feitor. chama Jesus de “o Cordeiro de D eus” em Jo 1 . m a s não a b riu a su a boca. o Batista. Deus fez todos os nossos pecados (incluindo a nossa culpa e o castigo que nós merecemos) caírem so­ bre Ele. co m o u m cordeiro. cf. Ele foi oprim ido como um a pessoa que é oprim ida por um credor que exige o pagam ento de um a dívida. MORRENDO POR OUTROS 53. SI 1 19. “Pelas suas pisaduras” (ou “açoites”. de modo que Deus “fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos”.176. 6 T odos n ós a n d a m os desga rrados co m o ovelhas. Ap 5. o cordeiro da Páscoa de Êx 12. M t 9.3. João.3 5. Isto inclui não só a cura física. f o i levado ao m a ta d ou ro e. T g 5. N a sua paciência e silêncio. S I 103. cad a u m se desvia va p elo seu cam in ho.2 9. 13. O sofrimento dEle foi vicário —totalmente por outros.25). ele não a b riu a boca. não fez nenhum a tentativa para se defen­ der.15. .) O castigo que estava sobre Ele era para assegurar a nossa paz. Todo o mundo precisa do Redentor. seu sacrifício foi substitutivo. I Pe 2.24.3. co m o a ovelha m u d a p era n te os seu s tosquiadores. andamos longe de Deus e extraviados no pecado (cf. as marcas deixadas por golpes) há cura para nós. incluindo o nosso eterno bem-estar. Ele não proferiu nenhuma palavra de reclamação.“ferido” como “m oído” são usados a respeito de situações nas quais a pessoa morre.

6. y ‘socheach. um a m orte m erecida pelo seu povo. ou seja. q u an do a su a alm a se p u s e r p o r ex p ia ção do pecado. I Pe 2. após a qual Ele foi conduzido à m or­ te. 9 E p u sera m a su a sep u ltu ra com os ím pios e co m o rico. e quem co n ta rá o tem po da su a v id a ? P orq u a n to f o i corta d o da terra d os v iv en tes e p ela tra n sgressã o do m eu p o v o f o i ele atingido. No entanto.10-12 10 T odavia. v erá a su a . “E quem contará [Heb. foi enterrado com honra por um homem rico (veja M t 27 . n em h o u ve en ga n o na su a boca.8 D a opressão e do ju íz o f o i tirado. fa z e n d o . como também por todas as pessoas do mundo.57— 60). ao SENHOR agra d ou o moê~lo. Ele era manso com os pecadores. Ele foi “co rtado” por violento sofrim ento e morte. “Da opressão” significa que Ele foi posto sob constrangim en­ to (assim como Jesus foi preso e colocado sob guarda como um crim inoso). quando Ele de fato morreu. com os criminosos condenados que foram crucificados com Ele. “considerará”7] o tempo da sua vida [Heb.9 Esta era a garantia de Deus de que as acusações de que Ele era um homem violento e enga­ nador eram falsas (cf. “os seus contem porâneos”]?” Eis como aV ersão de Berkeley expõe isto: “E quais de seus con­ temporâneos consideraria” (tradução literal). UMA OFERTA ACEITÁVEL PELA CULPA 53. Foi pretendido que a sua sepultura fosse “com os ímpios”.2 2). A versão A R A co­ loca assim: “E de sua linhagem quem dela cogitou?” Q uer dizer. na su a m o r te p ^ p orq u a n to n u n ca f e z injustiça. “a sua geração”. ninguém naquele momento entendeu o significado de tudo aqui­ lo (nem sequer os seus discípulos entenderam que Ele estava so­ frendo por eles). “Juízo ” refere-se ao julgam ento (em bora este fosse ilegal) e à injusta sentença. doro.o en ferm a r. e as suas palavras eram verdadeiras.

Que Ele veria a sua posteridade ou descendência (lit. Ele verá o resultado dos seus sofrimentos e “ficará satisfeito”. uma oferta de “expiação do pecado” (normalmente traduzido como “oferta pelo pecado” em ARA e KJV.16) por nós. poderia justificar [prover justificação para] “mui­ tos” —não apenas para um. 2 Co 5. Pelo derramar de seu sangue e o derramamento da sua vida. portanto. inclusive as conseqüên­ cias da culpa deles. I Co 1. “ver a semente”) significa que Ele se levantaria de entre os mortos e veria os seus filhos espiritu­ ais. 2 Co 5.9). o ju s t o . mas para todos os que viessem a Ele (R m I . de nenhu­ ma maneira nós merecíamos um tal sacrifício em nosso favor. era a sua vontade (Heb. . incluindo todo o seu ser.10Que Ele “prolongará os dias” dEle significa que Ele continuaria vivo depois da sua ressurreição. Ele poderia fazer isto porque “as iniqüidades deles levará sobre si”. Deus fez isto motivado por pura graça e amor (Jo 3.22. cf. O “conhecimento” do Servo significa que Ele conheceu o Pai de um modo amoroso e pessoal. 11 O tra b a lh o da su a a lm a ele v e r á e f i c a r á sa tisfeito . co m o seu co n h ecim en to . j u s t if ic a r á a m u ito s. O “prazer do S e n h o r ” ( “a vontade do Senhor”. A N V I acrescenta que “ele verá a luz [da vida]”. Deus fez da vida do Servo. o Messias. quer dizer. Esta oferta seria levada a uma conclusão eficaz “na sua mão”.p o sterid a d e. p o rq u e a s in iq ü id a d es d eles lev a r á so b re si. Mas a morte dEle não seria o fim.21). p r o lo n g a r á o s dias.I 7 . chaphets.21. pelo poder e administração do Servo. Deus não somente permitiu a morte do Servo. e o b om p r a z e r d o SENHOR p r o s ­ p e r a r á n a su a m ão.1 o que realmente foi 1 cumprido na sua ressurreição.30.. “Ele se agradou”) “moê-lo. ARA ) inclui os negócios ou assuntos do SE N H O R . Ele também sabia o que Ele estava fazendo no seu sacrifício por nós. e Ele sabia quem Ele era e é. Ser um “servo justo” significa que Ele era sem pecado e. o m e u servo. Fp 3. 3. foi realizada uma expiação suficiente por todos os nossos pecados e nossas culpas. fazendo-o enfermar”.

triunfan­ do sobre tudo isso. os quais estavam em um estado de rebelião (veja M c 15. M as quando o sangue foi espargido. O que as perguntas de 53.12 P elo q u e lhe d a r ei a p a r te d e m u ito s. não somente um mestre. e obedientemente.25 . que era o envoltório da arca da alian­ ça. tratado como um rebelde. Deus o recompensará ricamente. M q 7.7— 1 lança sobre Isaías 52. m a s ele lev o u so b re si o p e ca d o d e m u ito s e p e lo s tra n sg resso res in terced eu .25. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Ele estava livremente intercedendo pelos rebeldes e con­ tinuaria a fazê-lo dessa forma (cf. não simplesmente o nosso exem­ plo. ou seja. co m o s p o d er o so s. Deus já não olhava para a Lei quebrada. R m 8.34.34. Está claro a partir disso que Ele não era uma vítima das circuns­ tâncias. Tudo isto acontece porque Ele estava disposto a passar pela morte e se deixar ser identificado com os seres humanos. Ele de boa vontade. mas que eles tinham sido tirados (cf. r ep a r tirá e le o d esp ojo. levou o fardo dos pecados e a culpa de toda a raça humana. Também nisto Ele cumpriu a tipologia do pecado que oferece dois bodes no Dia da Expiação: um bode era sacrificado e o sangue era borrifado na cober­ tura de ouro (o propiciatório). O Servo triunfará.13— 1 15? 2. Hb 7. Lc 23.1 implicam? . O segundo bode era despachado para o deserto para declarar que os pecados não só estavam cobertos.1).28). I Jo 2.19). p o rq u a n to d erra m o u a su a a lm a n a m o r te e f o i co n ta d o co m o s tra n sg resso res. mas para o sangue da vida que a cobrira. Embora Ele se deixasse ser “contado com os transgressores”. Que luz Filipenses 2. N aquela arca estavam as tábuas de pedra da Lei. e. Toda a gran­ deza e o poder dos seus inimigos estarão entre os despojos da sua vitória. Is 4 3 . A quebra da Lei exigia juízo. de modo que nós podemos entrar livremente na presença de Deus e estar em perfeita relação com Ele. não meramente um mártir.

5 Edward J. 19 90 ). H arper. B. Propheeies o f Isaiah. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 4 VanGemeren. In terp retin g the P rophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. Eerdmans. Eerdmans. 2:3 0 3 . O que nesta passagem indica a sua ressurreição? 8. 4 2 6. 2 W ille m A. 3 :3 5 5 -5 6 . 4 3 6. 317. Como os sofrimentos do Servo são relacionados ao ministério de Jesus e à cruz? 5. V anG em eren. 1. Qual é a continuação do ministério do Servo? CITAÇÕES 1 N ote discussão em Sam uel J. Que lição a Bíblia quer que tiremos com o fato de Ele ser enter­ rado na sepultura de um homem rico? 7. Schultz. 111. Leopold. Prophecy o f Isaiah. C. Interpreting the Prophetic Word' 2 8 0. . 2:2 2 5 . Alec M otyer. violenta c suprema. A A RC e a 1 A R A om item esta parte. O que se pretende dizer quando chamamos o seu sofrimento de vicário e substitutivo? 6. 3 vols. Fxposition o f Isaiah (Grand R apids: Baker Book House. Young. 197 1). The Book o f Isaiah. Como a menção de renovo e raiz é diferente do que é descrito em 11.: InterV arsity Press. C f margem da NASB. 10? 4. 1 10 Stanley M . ( Grand R apids: W m . Veja M otyer. James M artin (G rand R apids: W m . 7 Como traduzido em Salm os 143. 1 Young.5. indicando que esta era real. lH “M o rte” é um plural relativo a ênfase no hebraico. A N V I segue tanto a Septuaginta como os Rolos do mar M orto. 280. The O ld Testament Speaks. 19 90 ). H orton. 1969). 3 Cf. Academie Books. trans. 19 93 ). 6 H. 3 :3 3 8 -3 9 . (San Francisco. Biblícal C om m entary on the. B. RJ: CPAD. J. Book o f Isaiah. Franz D elitzsch. 1 9 6 9 -7 2 ). 19 95 ). 3 0 9 -3 1 6 . ed. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 4a. 1 A Septuaginta indica algo como “para ele a luz se m anifesta”.3.

1 0 ) são feitos seus. O PROGRESSO JUBILOSO 54. norte e sul (Gn 2 8 .. com a semente possuindo as nações e . e as co rtin a s das tua s habitações se esten d a m . seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12. Uma segunda comparação clama pela ampliação do lugar da ha­ bitação de Sião ( “Amplia o lugar da tua tenda”). e a tua p o sterid a d e p o ssu irá as n a ções e f a r á qu e seja m habitadas as cid a d es assoladas. Duas compa­ rações ilustram a futura ampliação de Sião.2 7 aplica isto aos filhos espirituais da Jerusalém que está em cima (i. A promessa de Deus para Abraão era para uma numerosa semen­ te. não o im peças.14 ). qu e n ã o deste à lu z ! E x ulta de ■prazer com a legre ca n to e ex clam a.D. Primeiro. Este capítulo clama por respostas à obra do Servo.e. a Nova Jerusa­ lém no céu) —que também são (por fé) os filhos espirituais de Abraão. N a sua semente. 3 P orque tra n sb ord a rá s à m ã o d ireita e à esquerda. Agora Isaías vê uma expansão “à mão direita e à mão esquerda”. alonga as tu a s cord a s e f i r m a bem as tua s estacas. a mulher “esté­ ril” (a personificação de Sião) é para cantar e exultar porque os filhos do Servo (5 3 . leste. Isto indica a neces­ sidade de abrir espaço para o grande número de pessoas que virão sob as bênçãos que Deus tem para o seu povo.13 I. Deus prometeu a Jacó que a sua semente irromperia para oes­ te.3).1-3 1 C an ta alegrem ente.1-55. A Obra do Messias Traz Progresso e Bênção 54. Gálatas 4. por causa do sofri­ mento. ó estéril. A ênfase aqui está na natureza sobrenatural do relacionamento. d iz o Se n h o r .2 6. 2 A m plia o lu g a r da tu a tenda. morte expiatória e ressurreição do Servo. tu qu e não tiveste dores de p a rto ! P orque m a is sã o os f i lh o s da so litá ria do qu e os f i lh o s da casada.

7. para a época do M ilênio e ao futuro glorioso de Israel. . Isto aponta à frente. 6 Porque o SENHOR te chamou com o a uma m ulher desampara­ da e triste de espírito. da “mocidade” (provavelmente no Egito) à “viuvez” (dificuldades pos­ teriores). Ele também será reconhecido não só como o Deus de Israel. pois os pagãos acreditavam em m ui­ tos deuses. e não te envergo­ nhes. o que controla os exércitos do céu..7). por boas razões. porque não serás envergonhada. tudo será esquecido. 2. No Novo Testamento. como a uma m ulher da mocidade . O Senhor vai levar tudo. pode deixar de ficar amedrontado. Ele não é somente o Santo de Israel. um quadro semelhante é encontrado com Jesus sendo o Noivo da Igre­ ja.14.4-8 4 Não temas . Três sinônimos —“envergonhada”. etc. antes. A imagem de Deus como o “m arido” de Israel é empregada fre­ qüentemente (Jr 3. que é desprezada. N enhum deus pagão poderia reivindicar isso. Os 2. diz o teu Deus.povoando as suas “cidades assoladas”. A razão pela qual Israel não será envergonhado c que o Criador ainda é o seu marido. “confundida” e “opróbrio” —enfatizam que Israel não sofrerá nenhuma vergonha. Deus ainda é o Yahweh que guarda a aliança.). cada um com poder lim itado e freqüentemente em com­ petição entre si. Ele não o abandonou para sempre (veja v. porque não serás confundida. te esquecerás da vergo­ nha da tua mocidade e não te lembrarás mais do opróhrio da tua viu vez. S e n h o r dos Exércitos é o seu nome. ele será chama­ do o D eus de toda a terra. mas o Parente-Redentor de Israel. mas como “o Deus de toda a terra”. 0 REDENTOR COMPASSIVO 54. Israel. e o Santo de Israel é o teu Redentor. 5 Porque o teu C riador é o teu marido. A vergonha do passado.

1). A Palavra de Deus lhe dá segurança. “amor que guarda a aliança”) está por trás das suas misericórdias.s em grande ira. Da mesma forma. Os 11. como uma esposa jovem que é “desamparada”. A sua nova aliança será tão firme quanto a aliança feita com Noé. embora ele (Israel) seja como uma esposa abandonada e triste de espírito. como fiz” (Gn 8. 7 Por um pequeno momento. o teu Redentor..9). mas a minha henignidade não se desviará de ti. A sua ira foi como um rompi­ mento de represa. a promessa e o juramento de Deus para Israel é que a sua ira e repreensão terminaram.8. 3. O Dilúvio de Noé foi um ato de juízo sobre todo o mundo.A razão pela qual Israel pode reconhecer que Deus ainda é o seu marido é porque Ele o chamou de volta.21). assim ju rei que não me irarei mais contra ti. A sua bondade eterna (Heb.9. diz o S e n h o r . M as Deus ainda é o seu Deus. A ALIANÇA DE PAZ 54. 10 Porque as montanhas se desviarão e os outeiros tremerão. escondi afa c e de ti p o r vim m omento. ou rejeitada. mas com henignidade eterna m e compadecerei de ti.1). mas com grande m iseri­ córdia te recolherei. pois jurei que as águas de N oé não inundariam mais a terra. . Ele foi ferido pelo pecado e piela rebelião deles. Ele não se divorciou (veja 50. A promessa e aliança de Deus após o Dilúvio foi: “Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem. te deixei'. A sua compaixão é tão grande que Ele recolherá Israel a si.. e Ele “escondeu [a sua] face” (removeu a sua presen­ ça ativa) de entre eles —mas só durante um tempo muito curto. que se compadece de ti. chesed. . Agora a mulher estéril realmente pode cantar e gritar de alegria (54. diz o SENHOR. O tempo que Deus deixou Israel foi apenas “um pequeno momen­ to”.10 9 Porque isso será para mim como as águas de Noé. nem te repreenderei. e o concerto da minha paz não mudará. mas Ele permanece e sempre será o Parente-Redentor de Israel (cf.

JERUSALÉM SERÁ RESTABELECIDA 5 4 . nunca deixará Israel nem o deixará “o concerto da [sua] paz”.27) e fez a paz entre Deus e nós (R m 5. VanGemeren sugere que a mesma “incorpora todas as promessas de Deus”. H b 9. A fundação dessa gran­ de cidade será de safiras (não as modernas safiras. Como é maravilhoso saber que Ele é o Deus que tem compaixão por cada um de nós! 4. Ele deixou a sua paz para nós (Jo 14. o “concerto da minha paz” deve ser a nova aliança futura. pukh. cheia de glória. Novas montanhas e outeiros indubitavelmente surgiram. “antimônio preto”. As alianças de Deus sempre foram efetivadas por um sacrifício (cf. As “janelas” da cidade serão feitas de material cristalino. Ele a construirá com pedras preciosas estabelecidas sobre “safiras” (H eb. Embora alguns tomem isto como sendo “baluartes” (A R A ). M as. de pedras aprazíveis. posta em efeito pela morte de Jesus na cruz. arrojada com a torm enta e desconsolada! Eis 1 que eu porei as tuas pedras com todo o ornam ento e tefu n d a rei sobre safiras. Deus tem uma restau­ ração maravilhosa guardada para ela. E f 2.14— 18).1. Esta será firme e bonita —sem mais nenhuma instabilidade. A compaixão de Deus alcança a aflita cidade de Jerusalém. mesmo que montanhas e outeiros venham e vão.1Por intermédio de sua morte. arroja­ da pelas tempestades e sem nenhum conforto. 12 E as tuas janelas fa r e i cristalinas e as tuas portas. a “henignidade” de Deus. No fundo está o sacrifício do Servo-Messias.Grandes mudanças vieram com o Dilúvio. mas ricas lazuritas de cor azul celeste). ou “escudos” . o seu amor que guarda a aliança.15-18). As­ sim.1 1 -1 5 1 O oprimida. como outras versões indicam )2 para fazer a sua beleza se salientar. não a moderna turquesa. de rubins. e todos os teus termos.

m a s não será p o r m im . Os “filhos” (as crianças) são os habitantes da cidade. 13 E todos os teu s f i lh o s serã o d iscíp u los do Senhor . A Nova Jerusalém será bonita de um modo se­ melhante (Ap 21 . p a ra destruir. e a p a z de teu s f i lh o s será abundante. OS SERVOS DE DEUS SERÃO JUSTIFICADOS 54. mas Deus não causará guerra contra ela como Ele o fez quando os assírios e babilônios trouxeram o seu juízo. continuamente ensinados por Ele.3 Eles desfrutarão grande paz e bem-estar.17 16 Eis que eu criei o fe r r e ir o . A cidade será fundada e estabelecida na justiça de Deus (incluin­ do o seu amor e compaixão). quem se a ju n ta r co n tra ti. ca irá p o r a m o r de ti.) e outros como “pináculos” (A SV ) ou “janelas” (K JV ) que refletem a luz solar. os quais serão os discípulos do SENHOR. Pode haver ataques não provocados. e tam bém do espanto.. tam b ém cr iei o assolador. Deus cumprirá o seu propósito para com Israel.18 -2 1). Ela estará longe de qualquer opressão ou mal social e. “sóis”) provavelmente signifique escudos próprios para refletirem a luz do sol. As portas serão de rubi de vários tons e as paredes ou bordas dos edifícios serão de pedras preciosas. 14 C om ju stiça serás con firm a d a e estarás longe da opressão.16. este falhará. A palavra hebraica traduzida como “criei” só é usada a respeito de Deus e aqui enfatiza . 15 Eis qu e p o d erã o v i r a ju n ta r-s e. de medo e terror. 5. que p r o d u z a fe r r a m e n ta p a ra a su a obra. incluindo as bênçãos plenas da salvação que Deus tem guardado.(N V I. “Eu” está na posição enfática na oração. porq u e não chegará a ti.10 . qu e assopra as brasas no fo g o . portanto. Se houver algum ataque contra a cidade. o hebraico shimshoth (lit. p o r­ que j á não tem erás.

d iz o S e n h o r . cor ou condição social. v in h o e leite. uma porta está aberta de par a par para todos. v in d e à s á gu a s. H á bastante água para todos os que têm sede e vierem beber. Eles terão uma justiça que vem da parte do S e n h o r . A R A ) não será capaz de tirar de Sião o que Deus irá prover. vin d e. (Cf.1 1 deixa claro. Tudo isto fala de uma salvação preciosa.) 19 17 T oda f e r r a m e n t a p r ep a r a d a co n tr a ti n ã o p r o s p e r a r á . tu a co n d e n a r á s . (Veja Rm 4 . O SE N H O R chama a todos para virem — indiferentemente de raça. o M essi­ as.6).2 0 -2 5 . estes verdadeiros crentes são todos “servos do S e n h o r ” . Esta é a palavra declarada de Deus. provida por Ele.1. Agora Deus revela o seu propósito de um modo maravilhoso. os assoladores (os guerreiros).5— para a aplicação disto aos assírios. e toda lín g u a q u e se le v a n ta r co n tr a ti em ju íz o .7 e veja também 10.9). UM CONVITE UNIVERSAL 55. M t 5. v in d e e co m p ra i. e a destruição que eles trazem. Nem tampouco “toda língua” que se levanta para acusar no tribunal será capaz de se levantar contra o povo de Deus e tomar a “herança”. os direitos e as bênçãos que Ele lhe tem dado.2 1 O v ó s to d o s o s q u e ten d es sede.o seu controle soberano sobre os trabalhadores humanos. Eles terão uma herança que realmente é deles. esta é provida pela morte e ressurreição do Servo Sofredor. N a luz da salvação provida pelo Servo do capítulo 53. e v ó s q u e n ã o ten d es d in h eiro . Fp 3. co m p ra i e co m ei. O convite tem uma só condição: sede. Aqueles “que não [têm] dinheiro” podem vir porque o ServoMessias já pagou o preço completo: Ele morreu pelo mundo inteiro — . 45 . esta é a h era n ça d o s s e r v o s d o S e n h o r e a su a ju s t iç a q u e v e m de m im . sim . as armas. sem d in h eiro e se m p r eço . “Vinho e leite” implica provisão para todos os tipos de necessidades. 6. Como 5 3 . “Toda ferramenta” ( “toda arma”. plena e livre (cf.

Este concerto é a nova aliança posta em efeito pela morte sacrificial de Jesus. Lc 14). ouvi. obedecerem. mas também alegria e deleite na riqueza do que Deus provê (cf. a Parábola das Bodas em M t 22. e eles não buscam as bênçãos de Deus. “cortar” por um sacrifício] “um concerto perpé­ tuo” com todos os que vierem a Ele. As ordens são plurais e ampliam o pensamento do versículo I: Deixem todos os que estão sedentos escutarem. os países do Terceiro Mundo. o Servo Sofredor do capítulo 53. UMA ALIANÇA PERPÉTUA 55. Ou seja. Este novo concerto trará o cumprimento da aliança de amor prometida a Davi.6. Eles estão em uma corrida louca em busca de po­ der ou prazer. Os seus desejos egoístas os cegam para os valores bí­ blicos.inclusive as cidades do interior. O que eles tinham recebido não era nada mais que uma ilusão. esses que não têm nenhum dinheiro e nada para oferecer em troca. _ 7.7). ‘ekh/thah. Então eles poderiam comer uma comida real e achar não só satisfa­ ção. A chamada é para ouvir diligente e exclusivamente o SENHOR. e a vossa alma se deleite com a Os arrasados e empobrecidos pagãos estavam gastando as suas riquezas e trabalho em templos e deuses que não os podiam satisfa­ zer (4 6. Deus fará [Heb. e a “vossa alma” (todo o seu ser) será reavivada. aqui chamada “as firmes beneficências de Davi”. porque convoscofarei um concerto perpétuo. dando-vos asfir m es beneficências de Davi. M uitos hoje estão gastando o seu dinheiro e trabalho nas coisas vazias do mundo. virem ao SENHOR. estas promessas o asseguravam de que sempre haveria . e a vossa alma viverá.3-5 3 Inclinai os ouvidos e vinde a mim. 2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? O u vi-m e atentamente e com ei o que é bom.

4 Eis que eu o dei como testemunha aos povos.um homem dos seus descendentes para o trono (2 Sm 7. 5Eis que chamarás a um a nação que não conheces. 12. 89. Ap 2. o mandamento dado é para buscar “ao S e NHOR” intensamente com um desejo de adoração.14— SI 16. e do Santo de Israel.1. A ressurreição de Jesus o identifica com esta profecia (cf. como príncipe e govern a dor dos povos. como o Rei davídico.20— M q 1. M as a oportunidade não durará para sempre (cf.3. p or am or do SENHOR. A l­ . Ele será um “governador dos povos”. “E-me dado todo o poder no céu e na terra” (M t 28. 2 Co 6.6. Ele será achado por aqueles que buscam. Ele será uma testemunha da verdade (cf.18. e um a nação que nunca te conheceu correrá para ti.9. 8. Nações que não o conheceram correrão para Ele por causa da sua relação com Deus o Pai e porque o Santo de Israel o glorificou e o exaltou (cf. Jo 18. A Pessoa que Deus oferece como uma “testemunha aos povos” do mundo é o Messias.2). quer dizer. Is 9.8.4. etc. de todos os povos do mundo.34).27. 23. Nm 2 4 . Is 49. teu Deus. 19.15). DEUS PERDOARÁ LIVREMENTE 0 ARREPENDIDO 5 5 .4 Como Jesus disse. At 13. Estas beneficências serão cumpridas quando Jesus vier novamente.6 -9 0 Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar. cf. Jesus. Ag 2.37). Zc 8.7. invocai-o enquan­ to está perto. porque ele teglorificou. Fp 2.1 7 -1 9 .5. Ele também será o líder designado por Deus ou o príncipe soberano. Pela sua natureza.7. e para tornar o trono de Davi eterno enquanto Ele reina em Jerusalém no M ilênio e na Nova Jerusalém. “chamará a uma nação” (gentios) que Ele não conheceu ou teve algum contato durante o seu ministério terreno.28— 37).). Em vista do amor de Deus e da provisão da misericórdia e da liderança do Messias. Ele está perto dos que clamam a Ele.26. o qual cumpre a promessa de Deus a Davi.5.

p o rq u e g ra n d io so é em perdoar. que é “o caminho” (Jo 14. assim co m o os céu s são m a is altos do q u e a terra.19.23). aí estou eu no meio deles” (M t 18. to rn e p a ra o n osso D eu s. e os m eu s pen sa m en tos. eles são infinitamente mais altos. Pessoas cheias de delitos e que causam injustiça têm que aban­ donar os seus “pensamentos” (incluindo os seus planos e intenções). e brotar. Como disse Jesus: “Por­ que onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome. eles têm que primeiro deixar “o seu caminho”. 7 D eix e o ím pio o seu cam inho. 9. yashov. 05 m eu s cam in h os. qu e se com p a d ecerá dele. veja Hb 10. Deus transpôs o abismo que existia entre nós e Ele por um novo e vivo (ressuscitado) caminho: Jesus. m a is altos do qu e os vossos pen sa m en tos. Para os malfeitores culpados buscarem ao S E N H O R .20). Então eles podem tornar (Heb. assim co m o desce a ch u va e a n ev e d os céu s e p a ra lá não torn a m . No en­ tanto.guns sugerem que o hebraico pode ser traduzido da seguinte forma: “Buscai ao S E N H O R onde Ele pode ser achado”. Além disso.20). n em os v o sso s cam in h os. 8 P o rq u e os m eu s p e n s a m e n to s n ã o sã o o s v o sso s p e n s a m e n ­ tos. porque os pensamentos.6. planos. e o hom em m align o. o ímpio tem que abandonar os seus pensamentos. os seu s p en sa m en to s e se co n v erta ao Senhor .10-13 10 Porque. assim são os m eu s ca m in h os m a is altos do qu e os vossos cam inhos. Todos nós podemos aplicar isto à nossa própria vida. mudar o seu estilo de vida. “retornar”) para o S E N H O R para receberem livremente misericórdia e abundante graça e perdão. intenções e caminhos de Deus não somente são diferentes dos nossos. Isto poderia indicar reunião de pessoas que estão adorando a Ele. e . pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (R m 3. quer dizer. d iz o S e n h o r . A PALAVRA DE DEUS TRARÁ ALEGRIA 55. m a s rega m a terra e a fa z e m prod u z ir. 9 Porque.

12 P orque. e p ã o ao q u e com e. nós deveríamos buscar a Deus por causa da grande bênção que resultará.17. e tod a s a s á r v o r e s d o ca m p o b a terã o p a lm a s. isso s e r á p a r a o SlNHOR p o r n om e. shem. Esta faz com que toda a natureza pareça cantar e se regozijar. em lu g a r da sa rça . elas descem para ter um efeito im portan­ te. em pa z . uma expressão do nome de Deus — de sua .21).23. “nome”. tendo o efeito que Ele pretende (cf. o s m o n ­ tes e o s o u teir o s ex cla m a rã o d e p r a z e r p e r a n te a v o ssa f a c e . Essa maldição será removida e árvores perenes tomarão o lugar daqueles. A provisão de Deus de chuva e de neve não simplesmente descem e tornam para cima. Antes. Esta será o tipo de alegria e paz que Jesus dá — uma paz diferente de qualquer coisa que o mundo dá (Jo 14. Esta transfor­ mação de pessoas e da natureza será para o Senhor “por nome” (Heb. p o r sin a l etern o . s e r e is g u ia d o s . 53.18). e. Portanto.27). tornando possível o crescimento das plantas que suprem as neces­ sidades humanas. ou seja. 11 a ssim s e r á a p a la v r a q u e s a ir da m in h a boca. sa ir eis e. cr e s ce r á a f a i a . 7— 10) sairão da escravidão do pecado “com alegria” e serão conduzidos pelo S E N H O R “em paz” e bem-estar. Ela fará o que Deus deseja e terá sucesso.10). a n tes. cr es ce r á a m u r ta . A transformação olha à frente para o M ilênio quando toda a natureza será igualmente transforma­ da (R m 8. f a r á o q u e m e a p ra z e p r o s p e r a r á n a q u ilo p a r a que a en v iei.d a r s e m en te a o sem ea d o r. ela n ã o v o lta r á p a r a m im va z ia . A promessa final da Palavra de Deus (a Bíblia) é que os pecadores arrependidos (cf. A queda de Adão trouxe uma maldição sobre a terra de forma que esta produziu espinhos e cardos (Gn 3. Deus não fala a sua palavra para tê-la simplesmente ecoando de volta para Si. co m a legria . q u e n u n ca se a pa gará. 13 j Em lu g a r d o esp in h eiro. vv. Esta acertará em cheio o alvo. 45 .

natureza e caráter). 2 Alguns entendem isto como sendo sulfeto de chumbo escuro. 2 vols. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 19 75 ). A mesma palavra é usada a respeito da pintura dos olhos em 2 Reis 9. Q UESTÕES DE ESTU D O 1. 2 8 0.1 e por quê? 5. Para quem vem o convite de 55. O que está implícito em chamar Deus de marido de Israel como também o Deus de toda a Terra? 6. 1 9 9 0 ). Isto dará glória sempre a Deus e inspirará louvor. em I (1 8 7 5 . 2 :3 2 6 . Interpreting the Prophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing H ouse. Alexander. porque Ele é mere­ cedor. O que é esperado que Sião faça por causa da obra do Servo? 2. Quais as garantias que Deus dá aos pecadores arrependidos no capítulo 55? CITAÇÕES 1 W ille m A. 3 Alguns entendem que “filhos” significa “construtores” já que as consoan­ tes hebraicas são as mesmas. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. Academ ie Books. Este sinal nunca será eliminado. Como isto se relaciona com as promessas dadas a Abraão e Jacó? 3.30. 4 Joseph A. VanG em eren. O que você conclui sobre os pensamentos e a Palavra de Deus no capítulo 55? 7. . reimpresso. Quais são as promessas de Deus ao povo de Israel como seu “ma­ ndo”? 4. Isto será um sinal eterno e sobrenatural que prova a efetividade da palavra de Deus.

porque a minha salvação está prestes a vir. Bênção e Juízo 5 6.1-66.1 ). mas por graça. Embora a salvação prometida não seja através de obras. está próxima. e a m inha ju stiça . A completa e livre salvação do SE N H O R . as pessoas precisam ser lem- .1 N o entanto.24 A.14 I. mas traz res­ ponsabilidades como também bênçãos. oferecida a todos os que têm sede.Glória para o Povo de Deus.1-5 8. Juízo sobre Outros 56. O “vinho e leite” eram “sem dinheiro e sem preço” (5 5 .1-8 1 A ssim diz o Senhor : M antende o ju íz o e ja z e i ju stiça. a m a n jesta r-se. esta seção está proximamente conectada à profecia precedente e a conclui. Alguns entendem que este capítulo começa uma nova seção. A BÊNÇÃO INCLUI EUNUCOS E ESTRANGEIROS 56.

A implicação é que os estrangeiros entre eles têm estado e continuam envolvidos em ritos e cerimônias pagãos. por isso o mandamento era evitar “perpetrar algum [tipo de] m al”. O relacionamento deles com outros seres humanos também era importante. ben . Nos dias de Isaías. “o a filho da espécie humana”) que “lança mão disso” significa todo ser humano individual que guarda isso e continua seguro nessa posição. “O quebrantado de quebradura ou castrado não entrará na congregação do Senhor. antecipando a sua salvação e a revelação da sua justiça.7. n em ta m p o u co d iga o e u n u co : E is q u e eu so u u m a á r v o r e seca. 2 B e m -a v e n tu r a d o o h o m em q u e f i z e r isso.bradas de que Deus esperava boas obras (cf. guardar o sábado era importante (cf. a fim de fazermos a vontade de Deus em obediência a Ele).9— I .19— 27. mas com­ pare H b 4. 3).1. a porta estava sempre aberta para os estrangeiros ofere­ cerem a sua submissão ao SE N H O R . isto significava estar sob a autoridade da velha aliança. dham . e o f i l h o d o h om em q u e la n ça r m ã o disso. Jr 17. e porque era central à expressão da relação deles com o SE N H O R . e se juntarem a Israel para recebe­ .1. N o entanto. E n ã o f a l e o f i l h o d o es tr a n g e ir o q u e se h o u v e r ch ega d o a o SENHOR. d iz en d o : D e tod o m e a p a rta rá o SENHOR d o se u p o v o . N e­ nhum amonita ou moabita entrará na congregação do Senhor. O seu mandamento era para o povo colocar em prática o juízo e a justi­ ça. q u e se g u a r d a d e p r o fa n a r o sá b a d o e g u a r d a a su a m ã o d e p e r p e tr a r a lg u m m al. Porque o sábado era o coração como também o símbolo da velha aliança. G1 6. eter­ namente” (D t 23. nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SE N H O R . A Lei proibia duas classes de pessoas de entrar na assembléia sa­ grada do povo de Deus quando eles adorassem. 51. U m a bênção é pronunciada sobre as pessoas que continuam fa­ zendo isso constante e fielmente. O “homem” (Heb.9— 10). onde o descanso do sábado da nova aliança está I diariamente cessando por causa de nossas próprias obras.

ali pousarei eu. cf.29. Êx 12. mas Deus não. Eles não só se uniram com Israel. devido a muitas das promessas terem sido dadas especificamente para Israel (e possi­ velmente por causa do preconceito que poderia ter sido mostrado por alguns dos israelitas). mas também ao S E N H O R . Cada pessoa é valiosa para Ele. incapazes de produzir fruto. o teu Deus é o meu Deus” (R t 1. Deus lhes falou para não dizerem isso —insinuando que eles deveriam continuar con­ fiando em Deus. As pessoas podiam olhar para eles desse modo.49). Vai conosco. e a b ra ­ ç a m o m eu co n certo : 3 T a m b ém lhes d a rei n a m in h a ca sa e d en tro d o s m e u s m u r o s u m lu g a r e u m n om e. Também. 16). M oisés disse ao seu cunhado. de que o S E N H O R disse: Vo-lo darei. e esco lh em a q u ilo q u e m e agra d a . porque o Senhor falou bem sobre Israel” (N m 10. irei eu. alguns estrangeiros expressavam um receio de que Deus eventualmente os separaria do seu povo. e onde quer que pousares à noite. e Ele continuaria tomando conta deles. 4 P orq u e a ssim d iz o S e n h o r a resp eito d o s e u n u co s q u e g u a r ­ d a m o s m eu s sá bados. Ele nunca os trataria como cidadãos de segunda classe. Porém. Deus lhes falou para que não dissessem que eles eram uma “árvore seca”. Hobabe. porque o aumento de descendentes dos israelitas fiéis era freqüentemente um sinal de bênção. mas muitos outros disseram como Rute: “Aonde quer que tu fores.rem as bênçãos que Deus prometeu ao seu povo. m e lh o r d o q u e o d e f i l h o s e f i l h a s . e foram geralmente bem-vindos. e te fare­ mos bem.48. que era um gentio: “Nós caminhamos para aque­ le lugar.1 ). os quais eram considerados impuros e não lhes era perm itido entrar na as­ sembléia do S e n h o r (D t 2 3 . Hobabe recusou. u m n o m e e te r n o d a r ei a ca d a u m d eles q u e n u n ca se apa gará. Deus tinha uma promessa maravilhosa para os eunucos. os eunucos expressavam a sua decepção a respeito de não poderem ter filhos para continuarem a linhagem familiar deles. Ele espera que eles guardem não . o teu povo é o meu povo.

3— mas 5). to d o s os q u e g u a r d a r e m o sá bado. p o r ­ q u e a m in h a ca sa s e r á ch a m a d a C a sa d e O ra çã o p a r a to d o s os p o v o s.somente o sábado semanal. Ele sempre pretendeu que o seu templo fosse uma “Casa de Oração para todos os povos”. Os seus holocaustos (completamente queimados para indicar a completa dedicação do adorador e a completa exaltação do S e n h o r ) e os seus sacrifícios (oferecidos para buscar e experimentar a comunhão com Deus) serão bem agradáveis a Ele.13). n ã o o p r o fa n a n d o . S I 24 . ou seja.41— 2 Cr 6. e o s q u e a b ra ça rem o m e u co n certo . Deus espera que os estrangeiros que se unem a Ele o adorem. e uma continuação do nome deles melhor que através de filhos ou filhas. Ele também os levará ali e os fará se alegrarem no templo. mas as coisas que agradam ao S E N H O R . clamou (M t 21. N isto eles esta­ rão cumprindo o propósito de Deus. a sua Casa de Oração. se n d o d este m o d o s e r v o s seu s.3 e abracem fortemente o seu concerto. sejam seus servos fiéis. 6 E a o s f i l h o s d o s es tr a n g e ir o s q u e se ch ega rem a o SENHOR. um nome que não será removido ou eliminado e que “nunca se apa­ gará”. Eles também têm que escolher e continuarem escolhendo.32) e como Jesus pro­ 43. p a ra o s e r v ir e m e p a r a a m a r em o n o m e d o SENHOR. na sua presença. “um lugar e um nome”. o s seu s h o lo ca u sto s e o s s e u s s a c r f í c i o s se rã o a ceito s n o m e u altar. O nome que Deus dará será “um nome eterno”. 7 ta m b ém o s lev a r ei ao m eu sa n to m o n te e o s f e s t e j a r e i n a m in h a C a sa d e O r a çã o . Ele lhes daria uma porção ou posse “na minha casa e dentro dos meus muros”. Então Deus não só lhes perm itirá subir ao seu santo monte (cf. mas também os outros sábados de Levítico 23. Observe que o templo ainda existia quando Isaías . não os seus próprios caminhos. Então Deus daria aos eunucos um memorial. guardem o sábado. Eles terão um lugar escolhido na ressurreição e viverão para sempre com o SE N H O R . amem o seu nome (a sua natureza e caráter).2 Isto incluía manter fortemente o concerto de Deus. como Salomão reconheceu (I Rs 8.

tanto na Palestina como em todos os lugares onde fossem encontrados judeus no mundo conhe­ cido (Lc 2. O propósito de Deus é que todos os crentes se tornem um único povo reunido. I Rs 8. Pelos tempos do Novo Testamento os judeus de todas as doze tribos se reuniam nas sinagogas.escreveu isto. . 43. e elas ouvirão a minha voz.7).13 a. Isaías se desloca agora para o tempo depois dos quinze anos que Deus tinha acrescentado à vida de Ezequias. Deus prometeu: “Ainda ajuntarei outros”.36.C. O filho deste. Ele reconheceu a oração como sendo a principal função do templo (cf. LÍDERES ÍMPIOS E IDÓLATRAS MERECEM JUÍZO 56.36 mostra que Ana era da tribo do norte. Ele os ajuntará para Si mesmo. Ou­ tros se juntaram nas sinagogas que surgiram depois do exílio babilônico posterior. de Aser. cf. E f 2.42. e haverá um rebanho e um Pastor (Jo 10.11-22). Os exilados ou “dispersos de Israel” que estão espalhados são aqueles que se desviaram do S e n h o r . At 26. Líderes Estúpidos e Gananciosos 56.52). que ajunta os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.16. Além disso. Este se tornou um . se desviou do SENHOR e negligenciou o templo.35. Paulo falou de “as nossas doze tribos” como presentes nos seus dias. M uitas das dez tribos vieram e se uniram ao povo de Judá.29. As dez tribos não estavam perdidas. Estes provavelmente incluiriam os do reino norte de Israel. Manassés. Jesus tam­ bém prometeu isto: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. 2. como alguns falsos mestres susten­ tam.s Assim diz o Senhor J e o v á .9— 12 9 Vós todos os animais do campo. todas as feras dos bosques} vinde comer.9-57.30. também me convém agregar estas. o qual chegou ao fim quando Salmaneser destruiu Samaria em 722 a.

Os líderes de Israel se esqueceram das lições aprendidas nos dias de Ezequias. mas eles não têm nenhum discernimento e “nada compreendem”. sem o conhecimento de Deus e de seus caminhos. e “feras dos bosques” podem representar os inimigos que Deus usará novamente para julgar a Israel (cf.8. to d o s eles se to r n a m p a r a o seu ca m in h o ) ca d a u m p a ra a su a g a n â n cia .tempo para Deus trazer juízo. n ã o se p o d e m f a r t a r . onde os líderes caíram em padrões semelhantes depois do reavivamento da época de Josias). 11 E estes cã es sã o g u lo s o s . Festanças e intemperança eram a ordem do dia. n ã o p o d e m la d ra r. Como pastores eles deveriam guiar o povo. eles também são gananciosos. Eles são como “cães mudos”. Ez 34. incapazes de advertir o povo a respeito do perigo. quer através de violência. mas eles estão cegos para a verda­ de. Tudo o que estes líderes preguiçosos e infiéis fazem é dormir e sonhar. 7 . Eles usam qualquer seg­ mento do governo que está sob o controle deles para adquirir ganho para si próprios. tr a r em o s v in h o e b eb erem o s b e h id a fo r te . seja por intriga (cf. n a d a sa b em . Eles não se preocupam com a obra que o SE N H O R lhes deu para realizar. ca d a u m p o r su a p a rte. 10 T od os o s s e u s a ta la ia s sã o ceg o s. Eles convidam um ao outro para banquetes regados a m uita bebi­ da e supõem que a sua prosperidade e as suas festanças só continua­ rão e aumentarão. .18. 9. nunca satisfeitos com o que têm. estã o d eita d o s e a m a m o tosqvienejar.4Os “animais do campo”. 12 Vinde. Eles se desviaram do caminho de Deus para o seu próprio. Esses líderes não são apenas estúpidos (espiritualmente adorme­ cidos). guardando o povo de Deus e mantendo-os no caminho da justiça. to d o s sã o cã es m u d o s. Eles deveriam ser os guardas. e o d ia d e a m a n h ã se r á co m o este e a in d a m a io r e m a is fa m o s o . d iz em eles. animais selva­ gens do campo aberto. e eles sã o p a s to ­ r e s q u e n a d a co m p re en d e m .12). a n d a m a d o r m ecid o s.

15). “nas suas camas”.16. Os “homens compassivos” (Heb. e os h o m e n s co m p a ss iv o s sã o retira d o s. “povo da aliança de amor”. 17. em agudo contraste. Os corpos daqueles que viveram de um modo que agradava a Deus “descansarão nas suas camas”.9— onde o panoram a do sofrimen­ 13. sem q u e a lg u é m co n sid er e q u e o j u s t o é leva d o a n tes d o m al. Ap 14.b. ou seja. Quando os justos morrem eles entram em paz —a paz e o bemestar dados por Deus na sua presença. aqueles que se mantiveram fiéis.9.5A morte não era nenhuma derrota para eles. “o justo” (o remanescente piedoso) estava perecendo e ninguém parecia se importar ou notar. onde Manasses “derramou m uitíssim o sangue inocente.) 2 E le e n tr a r á em p a z . guardaram a aliança de amor e que continuaram expressando a mesma fé que louvava a Deus pelas libertações passadas) estavam perecendo. na presença de Deus no céu (SI 73. depois. En­ quanto os líderes estavam se viciando na luxúria e em um estilo de vida lascivo.1. to no lago de fogo é contrastado com a bem-aventurança daqueles que morrem no Senhor. M as ninguém pa­ recia entender que esses mortos estavam escapando de calamidades futuras. cf. “e. d esca n sa rã o n a s su a s ca m a s o s q u e h o u v e­ r e m a n d a d o n a su a retid ã o. Como o salmista Asafe escre­ veu: “Guiar-me-ás com o teu conselho”.2 1 P er ece o ju s to . ou seja. durante esta vida. Está im plícito que futuros desastres trariam sofrimento pior que a morte. até que encheu Jerusalém de um ao outro extremo”. ou como indica a N VI. quer dizer. (Cf. ‘znshe-chesed. 11. .24. Piores Juízos Virão 57. “acharão descanso na m orte” (Heb. Nos dias de Manasses a nação como um todo era estúpida. Veja 2 Reis 2 1 . al-mishkvotham. SI 16. em tumbas ou sepulturas). e n ã o há q u em co n sid er e isso em se u cora çã o. me receberás em glória”.

o que indi­ cava uma rebelião desdenhosa e descuidada contra o SENHOR e talvez também o menosprezo e o fazer gracejos a respeito dos piedosos. “Semente” ou descendência sig­ nifica aqueles que habitual e devotadamente tomavam parte nestes pecados. adultério e prostituição (conectada com a idolatria) se tornou comum. N a época de Manassés. shaqer. sem ente de adul­ tério e de prostituição. Deus os chama para chegarem perto e escutarem a sua ad­ vertência. D e quem fa z eis o vosso passatempo? C ontra quem escancarais a boca e deitais para fora a língua? Porventura . Isaías. vós. incluindo a idolatria). sem ente da falsidade. não sois filh o s da transgressão . nas aberturas dos penhascos? A idolatria está tão difundida que não há nenhuma parte do país onde não seja encontrada. Apóstatas Advertidos a Respeito do Juízo 57. “fazer troça de”). zombar ( “escancarando a boca”). A abominável matança de crianças como sacrifícios nos “ribei­ ros” ( “vadis” [margem de NASB] ribeiros ou vales de torrente: secos durante o verão. com vigor mordaz. condena os ímpios que causaram a morte do justo. uma torrente depois de uma chuva torrencial)6 em Judá e nas aberturas dos penhascos era parte da adoração de M oloque . Eles se tornaram descendência de mentirosos ou “semente da falsi­ dade” (Heb. “engano”. O “passatempo” era escarnecer ( “gracejar”. A prostituição luxuriosa debaixo das exu­ berantes árvores verdes era parte do culto cananeu da fertilidade — pretendia encorajar Baal a dar fertilidade aos seus animais e para a terra.c. em vez de serem filhos de Deus. 5 que vos esquentais com os ídolos debaixo de toda arvore verde e sacrificais os filh o s nos ribeiros. a feitiçaria (incluindo a consulta aos espíritos e a magia negra). e pôr a língua de fora. filhos da agoure ira.3— 6 ? Mas chegai-vos aqui.

confiar em falsos deuses não oferece nenhum fundamento permanente ou seguro. 2 0 . A Idolatria Persistente 57.35). sobre elas também derramas a tua libação e lhes ofere­ ces ofertas. Isto era comum durante o reinado de Manasses. ou mudar a sua atitude. . Jr 7.21. Provavelmente a nação está sendo tratada como se fosse uma prostituta. As pedras lisas e escorregadias dos ribeiros são características da “parte”. As pessoas também praticam aberta e desavergonhadamente as suas prostituições nos altos. Todo o seu empenho era uma tentativa para manipular os deuses de modo que eles dessem a sua fertilidade para as colheitas.7— 10 7 Sobre os m ontes altos e levantados pões a tua cama.2 -4 . 6). ou “sorte”.31. estas são a tua sorte. A repeti­ ção de “estas” dá ênfase ao lato de que a relação deles com os ídolos de Baal e M oloque não está fundamentada em terreno firme. e os montes eram também um símbolo dos seios femininos. 2 Rs 23 . Deus pergunta se Ele deveria se “contentar”.10. Sobre estas eles despejavam libações e colocavam ofertas de grãos. As pessoas supunham literalmente que os lugares mais altos as colocava mais próximas de seu deus. onde oferecem sacrifícios pagãos. levando em conta as práticas perversas deles. Os lugares altos no Velho Testamento eram geralmente escolhidos como lugares para a localização de rituais para cultos da fertilidade. Era suposto que satisfazer a M oloque evitava azar ou mesmo a morte. rebanhos e mulheres. contentar-m e-ia eu destas coisas? O hebraico daqui até o versículo 13 muda do plural para a segun­ da pessoa do singular. Lv 18. Isso seria contrário à sua natureza. o qual até mesmo sacrificou um de seus próprios filhos (2 Rs 21.3. 6 Nas pedras lisas dos ribeiros . d. 32. destes idólatras. estas. A resposta é óbvia: Ele não deve e não vai. c a eles sobes para oferecer sacrifícios. está a tua parte. O pecado demanda juízo.(cf.

secretamente eles estavam envolvidos na mesma prostituição religiosa como aque­ les que arrumavam as suas camas nos “montes altos e levantados”. Em vez de confiar no SE N H O R . de forma que eles não se tornaram fracos. te can saste. 9 E v a is ao rei com óleo e m u ltip lica s os teu s p erfu m es. e também tinham feito uma aliança com ídolos pagãos. en via s os teu s em b a ix a d ores p a ra lon ge e te abates a té a os in fern os. não adoeces. A expressão “te abates até aos infernos” (mais precisamente. o que bu scavas achaste. O lhar na nudez foi o que trouxe uma m aldição sobre Canaã.2 2. e sobes. alargas a tua cam a. Quer dizer. Empenhar-se em um grande número de viagens lhes deu vida nova. p o rq u e a ou tros.7). te descobres. a referência aos embaixadores implica no estabelecimen­ to de tratados com reis verdadeiros. m a s não dizes: N ão há esperança. eles acharam recursos para continuarem dando andamento à sua caminhada para o .s E d etrá s das p o rta s e das om b reira s p õ es os teu s m em oria is.7— 10). Israel cometeu prostituição espiritual. outros meramente fingiam servir ao S E N H O R . “ao rei”) refere-se aqui a fazer alianças estranhas.7 Isto pode significar que en­ quanto alguns praticaram a prostituição religiosa pagã abertamente (v. como fez Acaz ao estabelecer um tratado com TiglatePileser (2 Rs 16. “man­ dando descer até o Sheol” ou “rebaixando-se ao Sheol”) significa que eles tinham pecado ao ponto de merecerem a morte e o Sheol (inferno).8 10 N a tua com p rid a viagem .2 5). e fa z e s co n certo co m eles. Ir “ao rei” (Heb. o filho de Cam (Gn 9 . p o r isso. A N V I e outras versões tomam a referência literal “ao rei” (veja KJV NASB) como significando o deus Moloque. am as a su a cam a. lammelek. Os lembretes que eles punham detrás das portas e nos umbrais eram possivelmente símbolos fálicos. m a is do qu e a m im . onde q u er que a vês. No entanto.

A Idolatria não Traz nenhum Benefício 57. m a s o q u e co n fia em m im p o s s u ir á a terra e h erd a r á o m e u sa n to m on te. p a r a q u e m en tisses e n ã o te lem b ra sses d e m im . Zc 4 .). NASB. p o r q u e e u m e calo. Isto é. trad. Quando eles clamarem. até mesmo uma mera brisa “a todos levará”.) Somente a pessoa que confia e se refugia no S E N H O R possuirá . / N em me levasses em conta”. Isto pode ser um irônico paralelo ou eco de 40 . e m e n ã o tem es? O SE N H O R pergunta de quem eles realmente têm receio e temor de forma que eles lhe mentem e não se lembram dEle ou o conside­ ram (lit. Ele denunciará. 13 Q u a n d o cla m a res.28— onde 31. dá força renovada aos que esperam por Ele. M as eles nem mesmo podem salvar a si próprios. m a s o v e n to a tod os leva rá . Deus publicará. “Não me pusesses no teu coração”). quer dizer. Deus. e a v a id a d e o s a rreb a ta rá . Porque Deus demorou muito tempo para enviar juízo o povo não mais o temia.6 ].t e o s teu s co n g r eg a d o s. e. (Igualmente.11— 13 11 M a s d e q u em tiv este re ce io o u tem or. eles nem mesmo pensam no SE N H O R ( “não te lembrasses de mim. ou seja. a maioria dos judeus na época de Manassés se tornou apóstata. lit. a justiça deles —que era obviamente diferente da de Deus (mais ironia) —e Ele denunciará as suas obras.9 12 E u p u b lica r e i a tu a j u s t iç a e a s tu a s ob ra s. n e m n o teu co ra çã o m e p u s e s s e s ? N ã o é\ p o r v e n tu r a . um pouco de “vento”.inferno. Nem uma nem outra os ajudará ou lhes trará algum proveito. toda a ativida­ de humana que não depende do Espírito de Deus é em vão [cf. Ele lhes diz que deixem as suas coleções de deuses lhes salvarem. Assim. l i v r e m . e isso j á d esd e m u ito tem po. que nunca está cansado. pedindo a Deus por ajuda.. m a s n ã o te a p r o ­ veita rã o.

4.3. ap la in ai. 3. Esta não é uma visita temporária. 13). 56. M as Ele também habita com o que está “contrito” (Heb. a única segurança.15 14 E d ir -s e -á : A plainai. Que maravilhosa revelação de Deus é esta! b.7). Ele continua vivendo no interior para dar vida ao espírito dos humildes e aos corações dos esmagados. Prepare o Caminho 57. M u it° embora Deus seja trans­ cendente. onde Deus está retornando ao seu povo.13. tira i os trop eços do cam in h o do m eu povo.a terra como uma herança da parte de Deus e tomará posse (ou her­ dará) do seu santo monte em Jerusalém (veja 27. e as a lm a s q u e eu f i z . dificuldades e tristezas da vida). “o humilde de espírito”).16— 19 16 P orque p a ra sem p re n ã o con ten d erei. 15 P orque a ssim d iz o A lto e o Sublim e. p rep a ra i o ca m in h o. shfphal— ruach. Preparar a estrada. Ele também é imanente. qu e habita na etern id a d e e cu jo n o m e é S anto: Em u m alto e sa n to lu ga r habito e tam bém co m o co n trito e abatido de espírito. p o rq u e o esp írito p era n te a m in h a f a c e se en fra q u ece­ r ia . aquEle que habita a eternidade do tempo e do espaço e cujo nome (caráter e natureza) é Santo. Deus fala agora como aquEle que é exaltado e elevado sobre todos. Ele vive com o “abatido de espírito” (Heb. dakka‘. . “es­ magado” pelos fardos.14-21 a.14. construí-la e tirar os obstáculos do caminho do povo de Deus nos faz lembrar de 40. O lugar da sua santa habitação é no céu. n em co n tin u a m en te m e in d ign a rei. Conforto e Paz para os que Choram 57. Agora o caminho deve ser preparado para o povo de Deus vir e reivindicar a herança da terra e do “santo monte” de Deus (v. Deus é o único refúgio. p a ra v iv ifica r o esp írito dos abatidos e p a ra v iv ifica r o cora çã o dos con tritos. RESTAURAÇÃO E BÊNÇÃO PARA 0 ARREPENDIDO 57.

afastou a sua presença ativa e a sua bênção. Ele sabe os limites do povo que Ele criou (cf. Efésios . Ele escondeu a sua face. ta m b ém o s g u ia r e i e lhes to r n a r e i a d a r co n so la çõ es e a os s e u s p r a n tea d o res.Deus virá morar com o humilde e os oprimidos porque Ele não conduzirá um processo ( “contenderei”) contra Israel para sempre. Para os que lamentam. 17 P ela in iq ü id a d e da su a avareza. nem a sua indignação continuará. m a s. p a r a o s q u e e s tã o lon g e e p a r a o s q u e e s t ã o p e r t o . ou seja. na presença da sua ira. Ele criará louvor como “os frutos dos lábios” dos que lamentam: Ele tornará possível a eles que o louvem e anunciem “paz. m e in d ig n ei e os f e r i . Deus vê os seus caminhos e os sarará (salvar e restaurar) e os conduzirá. 18 E u v e jo os seu s ca m in h o s e os sa ra rei. para os que estão longe e para os que estão perto”. Apesar da rebelião de Israel. Porque o povo era culpado de buscar o lucro de modo ganancioso e contrário à Lei. Ele não pretende destruí-los totalmente. p a z . p a z . que mostra Ele curando por intermédio de Jesus). quer dizer.2. reb eld es. incrédulos. M as isto não fez com que o povo se arrependesse. a ira de Deus se moveu e Ele o feriu (Israel).14) e Ele sabe que os seus espíritos se enfraqueceriam diante dEle. e e u o s s a r a r e i. SI 103. seguindo a tudo que lhes agradava e indo onde quer que os seus próprios corações e mentes desejassem ir. d i z o SENHOR. se g u ir a m o ca m in h o d o seu coração. porque Ele os curará (cf. Eles con­ tinuaram seguindo “o caminho do seu coração”. Ele também tornará “a dar conso­ lações” (ou conforto espiritual) para eles. até mesmo aos que entre eles lamentam. Embora o tempo da sua ira possa ser longo. paz. M l 4. e s co n d im e e in d ig n e i-m e . rebel­ des. Deus toma a iniciativa por causa de quem Ele é. 19 E u c r io o s f r u t o s d o s lá b io s . Deus fará o que só Ele pode fazer. não porque os caminhos deles mudaram.

O povo precisa ouvir a declaração de Deus a respeito da sua rebelião.18 diz: “E. tom am p ra z er em sa b er os m eu s ca m in h os. têm p r a z e r em se ch ega r a D eus. indica todos os meios que deveriam ser utilizados para se estar seguro para que o povo ouça. eles não podem esperar as bên­ çãos de Deus ou a alegria da sua presença. porém feitos per­ 18 to pelo sangue de Cristo. por ele.12 1 C la m a em alta voz. Os pecadores estão em contraste com aqueles a quem Deus cura e restabelece. 2 T odavia. c. A palavra de Deus é que não há nenhuma paz para eles. ele [Jesus] evangelizou a paz a vós que estáveis longe [gentios] e aos que estavam perto [judeus]. qara tigaron.17. “proclamar a plenos pul­ mões”) e “levanta voz como a trombeta”.20. Porque. Efésios 2. e ser declarado culpado dos seus pecados. n ã o te detenhas. d iz o m eu D eu s. Os culpados que continuam nas suas impiedades são como um “mar bravo” —nunca calmo. p erg u n ta m -m e p elo s d ireitos da ju stiça . os seu s pecados. . co m o u m p o v o qu e p ra tica a ju s tiça e não deix a o d ireito do seu D eu s. ADORAÇÃO HIPÓCRITA 58. 21 O s ím pios. ambos [judeus e gentios] temos aces­ so ao Pai em um mesmo Espírito”. vindo. levan ta a voz co m o a trom b eta e a n u n cia ao m eu p o vo a su a tra n sgressã o e à casa de Ja có .1 1— aplica isto aos gentios que estão distante. “Clama em alta voz” (Heb. Nenhuma Paz para o ím pio 57. não têm paz.2 . 4. mas continuamente agitado ou lan­ çando para cima “lam a e lodo” [limo ou alga]. m e p ro cu ra m cada dia.21 20 M as os ím pios são co m o o m a r bravo que se não p o d e aq uietar e cu ja s á gu a s lan çam de si lam a e lodo.

p a r a f a z e r o u v ir a v o ssa v o z n o alto. Toda a sua adoração é meramente uma forma exterior. JEJUM HIPÓCRITA 58. Enquanto eles estão fazendo estes atos religiosos. especialmente sobre o jejuar sem obter resultados da parte de Deus. O único jejum que Deus ordenou na Lei foi no Dia da Expiação (um dia de jejum a cada ano). Eles agem “como um povo que pratica a justiça e não deixa o direito de seu Deus”. e tu n ã o a ten ta s p a r a isso ? P o r q u e a flig im o s a s n o ssa s a lm a s.3-5 3 d iz en d o : P o r q u e je ju a m o s nós. explorando as pessoas que estavam trabalhando duro para eles. sem reali­ dade. 4 E is que. a ch a is o v o sso p r ó p r io co n te n ta m e n to e req u ereis to d o o v o sso trabalho. sem poder (cf. Enquanto estavam jejuando.As práticas religiosas do povo parecem louváveis. e que mostra que eles querem que Deus venha para perto deles. n ã o j e j u e i s co m o hoje. eles estavam agindo como fei­ tores de escravos. até mesmo quando estão . Os jejuns que eles tinham estado observando eram jejuns adicionais. n o d ia em q u e je ju a is . je ju a is e p a r a d a rd es p u n h a d a s im p ia m en te. 2 Tm 3. Eles pedem a Deus decisões certas e parecem se encantar na proximidade de Deus. 5. Eles querem que todas as pessoas vejam como eles são piedosos. e tu o n ã o sa b es? E is que.5). Diariamente eles parecem buscar o S E N H O R e parecem se agradar de saber a respeito dos seus caminhos. pelos quais estavam tentando constranger Deus a lhes dar o que eles queriam. O jejum cuja finalidade são “contendas e debates” e o golpear com “punhadas” uns aos outros quer dizer que tudo o que eles que­ rem é conquistar o seu próprio caminho. provavelmente que­ rendo dizer que oferecem os sacrifícios que são pretendidos trazer para perto de Deus. p a ra co n ten d a s e debates. eles estão reclamando.

Deus queria justiça e liberdade para o seu povo. A Lei não lhes pedia propriamente que curvassem as suas cabeças. n ã o é ta m b ém q u e re p a r ta s o teu p ã o co m o f a ­ m in to e reco lh a s em ca sa os p o b r e s d e sterr a d o s? E.6-10 6 P o r v en tu r a . mas estas práticas tinham se degenerado em mero espetáculo. Jesus colocou isto claramente em M ateus 25 . o cu b ra s e n ã o te es co n d a s d a q u ele q u e é da tu a ca r n e ? Em vez de jejuar para conseguir algo para eles. Estas coisas eram modos que eles tentavam para expressar humildade diante do SE N H O R . e detestava que eles estivessem sendo explorados egoística e cruelmente. Ele ama o pobre e o oprimido.31— 46. dos trabalhadores e dos escravos. DEUS QUER JEJUM DO PECADO 58. q u e in c lin e a s u a c a b e ç a c o m o o j u n c o e e s te n d a d e b a i x o d e s i p a n o d e s a c o g r o s s e ir o e c i n z a ? C h a m a r i a s tu a isso j e j u m e d i a a p r a z í v e l a o SE N H O R ? As formas convencionais que as pessoas estavam buscando utilizar nos seus dias de jejum não agradavam a Deus. v e n d o o n u . 6.8). Por causa das discussões e brigas. Deus ainda quer isto. e q u e d eix es liv r e s o s q u eb ra n ta d os. q u e d esfa ça s a s a ta d u ra s d o ju g o . Assim. Deus queria que eles alimentassem o faminto. n ã o é este o j e ju m q u e esco lh i: q u e so ltes a s liga d u ­ ra s da im p ied a d e. abrigassem o pobre e vestissem aqueles que não tinham roupa suficiente.errados. . e q u e d esp ed a ces tod o o j u g o ? O que Deus queria não era um jejum (abstinência) de comida. A Lei nunca ordenou que usassem roupas de pano de saco e cinzas. 7 P o r v en tu r a . o jejum deles termina em contendas e debates e eles nunca conseguem chegar a Deus. I Tm 5. Eles deviam cuidar especialmente da própria carne e sangue destes (cf. 5 S e ria este o j e j u m q u e e u e s c o lh e r ia : q u e o h o m e m u m d i a a f l i j a a s u a a lm a . Ele não responde às suas orações. mas um jejum do pecado e da opressão do pobre.

verão resultados maravi­ lhosos. E m an te r u m je ju m é isso. g r ita r á s.Gálatas 6. a co n ­ tece rá isso se tira res d o m eio d e ti o ju g o . façamos o bem a todos. O sua gloriosa luz romperá de dentro deles “como a alva”. E do ó d io . vitela. O u m o strar U m o lh a r a b a tid o e am argo? N ã o : isto é u m je ju m . pois as derrotas na E lim p a batalha da vida serão esquecidas. cla m a rá s. m an ter A d esp en sa vazia? de suas feridas. Deus responderá. S e u m o lh o de trigo E carn e. C irc u n c id a r a sua vida.10 também nos exorta: “Então. e o SeNHOR te resp o n d erá . co n tu d o ain d a deles e a glória de Deus como a sua E n ch er b em A travessa co m peixe? retaguarda. e ele d irá : E is -m e a qu i. Aqueles que jejuam do pecado e da ganância. —R o b e r t H e rric k (I5 9 I-I6 7 4 ) Sempre que eles clamarem. isto . Negativamente. D e velh o s deb ates. N ã o de cereais. ro m p erá a tu a lu z co m o a a lva . É je ju a r d a co n ten d a. Deus estará lá. Sempre que eles gritarem por ajuda. o esten d er d o dedo e o f a l a r v a id a d e. mas principalmente aos domésticos da fé”. O u a n d a r esfarrap ad o . e ovelha? E d e s is tir do p rato com o Deus de justiça indo à frente D e carn e. Agora Isaías procede por ampliar o que deveria ser esperado. não só em um dia de jejum. pois este será um novo dia para eles. e que alimentam o faminto e dão abrigo e roupas para o pobre. Eles D e g o rd u ra d e carn es de marcharão adiante triunfalm ente. e a tu a j u s t iç a irá a d ia n te da tu a f a c e . d is tr i­ b uir. P ara a a lm a fam in ta. mas também no je­ jum do pecado e da ganância que de­ veriam ser guardados diariamente por todo indivíduo. enquanto temos tempo. e a g ló r ia d o SENHOR s e r á a tu a reta gu a rd a . 9 E ntão. F az er o p ecad o m o rrer de fom e. M o s tra r o co ração cheio de p esar. È je ju a r u m a h o ra. Nova carne surgirá de repente na cura É isto u m jeju m . 8 E ntão. e a tu a cu r a a p ressa ­ d a m e n te b rota rá .

As pessoas da época de Isaías precisavam fazer isto. a tu a lu z n a s ce r á n a s trev a s. e cham arte-ã o rep a ra d or das rotu ra s e resta u ra d or d e vered a s p a ra m orar. estabilidade e força. “U m jardim regado” e “um manancial cujas águas nunca faltam ” indicam provisão para cada necessidade. Positivamente. e a tu a e s cu r id ã o se r á co m o o m eio -d ia . As gerações futuras que responderem à ordem de Deus a respeito da justiça. do dedo estendido (do dano). humilhada. 10 e. como 1. quer dizer. Então a escuridão e obscuridade dos problemas da vida serão substituídas pela luz brilhante e plena.significa se libertar do jugo da opressão. Ele satisfará as suas ne­ cessidades (a “alm a”. misericórdia e compaixão amorosa construirão as ruínas antigas. os seus desejos. en tã o. seus desejos). DEUS GUIARÁ 58. e de falar falsa e maliciosamente para causar prejuízo ou perturbação. e se r á s co m o u m ja r d i m reg a d o e co m o u m m a n a n c ia l cu ja s á g u a s n u n ca f a lt a m . 7. e f a r t a r á a tu a a lm a em lu g a r es secos. e f o r t f i c a r á o s teu s ossos. tanto naturais como espirituais. ou seja.7— indica. Isto significa satisfazer a “alma aflita” (ou. para o faminto. e os “ossos”. isto significa gastar (doar) a si próprios (suas al­ mas. até mesmo em uma terra árida. infeliz). e serão chamados de “reparador de roturas” e “restaurador de veredas para morar”. se a b r ír es a tu a a lm a a o f a m i n t o e f a r t a r e s a a lm a aflita . Se nós formos reconstruir 9 . e íevan tarás os fu n d a m e n to s de gera çã o em gera çã o. Ossos fortes significariam força interior.12 11 E o SENHOR te g u ia r á co n tin u a m e n te . A orientação de Deus'será ininterrupta. 12 E os q u e d e ti p roced erem ed ifica rã o os lugares a n tiga m en te a sso­ lados. Aqueles dos versículos 9 e 10 elevarão as fundações de m ui­ tas gerações anteriores.11. o que vocês querem para si próprios. as suas necessida­ des).

Então. e te f a r e i ca v a lg a r so b re as a ltu r a s da terra e te su s te n ta r e i co m a h era n ça d e J a có . O sábado era uma oportunidade para eles expressarem deleite no serviço de Deus. falar a respeito de coisas que não têm nada que ver com o honrar ao S E N H O R . buscando o seu próprio prazer. n ã o se g u in d o o s teu s ca m in h o s. mente e força. alma. . usando-o como um dia para fazer o que lhes agradava. n em f a l a r a s tu a s p r ó p r ia s p a la vra s. de forma que eles pudessem adorar o S E N H O R e expressar o seu amor a Ele com todo o seu coração. ou seja.13. eles terão diaria­ mente um grande deleite no S E N H O R . 0 SÁBADO TRAZ BÊNÇÃO 58. p o r q u e a b oca do S e n h o r o disse. o sábado. Cavalgando “sobre as alturas da terra” e festejando “com a herança de Jacó” indica poder e vitória à medida que desfrutam as bênçãos da aliança dadas a Israel. Eles estavam abusando disto. com o sábado sendo uma grande delícia. mas para um dia de festa.10 8. ou “falar as [suas] pró­ prias palavras”. O dia de sábado era para ser “do S e n h o r ” ( L v 23. e se o h on ra res. temos que construí-la “sobre uma fundação que é tanto consistentemente moral como profundamente espiritual” ou as calamidades do passado serão repetidas. n em p r e te n d e n d o f a z e r a tu a p r ó p r ia vo n ta d e. teu p a i. Agora Isaías se volta não para um dia de jejum. separado dos outros dias. 14 en tã o. e s e ch a m a r es a o sá b a d o d eleito so e sa n to d ia do SENHOR d ig n o d e h on ra . Era também um tempo para uma santa convocação. Deus o queria para ser santo.14 13 S e d e sv ia r e s o teu p é d o sábado. onde a comunidade local devia vir junto para a adoração e o ensino. se deleitando nEle.3). te d eleita rá s n o SENHOR. e d e f a z e r a tu a v o n ta d e n o m e u sa n to dia. Este era para ser um dia honrado.a nossa nação hoje. e eles deviam honrá-lo por não fazer os seus própri­ os negócios. um importante sinal da aliança sob a Lei.

nunca ti­ veram a idéia de cessar (com o o “sábado” significa) de trabalhar durante .9 . assírios. quer cananeus. Qual é a relação entre boas obras e salvação? 2. 2 As palavras “escolhem” e “abraçam ” no hebraico indicam ação ininterrupta e persistente.QU ESTÕ ES DE ESTU D O 1. Por que o sábado era tão importante nos tempos do Velho Testa­ mento? 4. O q u e estav a e rra d o co m a ad o ra ç ã o d o povo? 10. A forma. O que aconteceu aos piedosos nos dias de Manassés e por quê? 6 .1 1. Que bênçãos são prometidas para aqueles que jejuam do pecado e da opressão? 13. o conteúdo e a teologia. egípcios. Como o fato de encontrar a nossa alegria no Senhor se relaciona ao descanso do sábado que Deus espera que busquemos diaria­ mente? (Veja H b 4 . 3 Os estrangeiros. todavia. O que Deus estava procurando durante o sábado? 14. Que tipo de jejum Deus realmente queria? 12. são consistentes com a unidade de todo o livro. ou babilônios. Em que bases os estrangeiros e eunucos são incluídos na bênção prometida? 3. a m aioria assumindo que os capítulos foram escritos por autores m últiplos.) CITAÇÕES 1 M uitos liberais que negam o sobrenatural tom am os capítulos 56 a 66 como um “Terceiro Isaías”. Q u a l fo i a a titu d e d o s id ó la tra s n a ép o c a de M a n a s s é s e co m o eles a d e m o n strav am ? 7. Por que os líderes na época de Manassés mereceram juízo? 5. Q u e m será re s ta b e le c id o e p o r quê? 9 . Por que Deus não aceitou os jejuns deles? 11. Quem não será restaurado e por que não? 8 .

Redenção e Glória de Sião 59. H anson.14. Ele está pronto e esperando.C. (2 Cr 33 . 19 93 ). o problema não está com Deus. B. }. A capacidade de Deus para “salvar” e “ouvir” as orações do seu povo não está de qualquer forma limitada. An O utline o f H ebrew H istory (G rand R apids: Baker Book House. 19 95 ). Como em 49. 111. Isaiah 56— (G rand R apids: W m . The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 2 0 7. 5Veja Stanley M . 4 6 .22 1 . 4 7 3.15. 66 Eerdmans. Barton Payne. Payne reconhece que Isaías repreendeu os pecados da época de Manassés. 7 M otyer acredita que estas eram as palavras do Senhor escritas “nos umbrais de tua casa e nas tuas portas (D t 6 . 2 M as as vossas iniqüidades fa z em divisão entre vós e o vosso Devis. H orton. 6 N ão havia nenhum desses “w adis” ou ribeiros tem porários na Babilônia.um dia em sete. e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós.1-60. 19 85 ). 0 PECADO SEPARA DO SALVADOR 59. 9 Isto foi pior durante os anos antes de Esar-H adom levar M anassés em ca­ deias para Babilônia em 6 7 9 a. 47. Nosso D estino: O Ensino B iílico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. A. 1 9 5 4 ). Isaiah 40~66 (L ouisville: John Knox Press. 4 -5. 19 98 ). 14 3-4 4.9 )” colocadas longe dos olhos. 8 Veja H orton. Veja G. para que não possa salvar. F. para não poder ouvir. 11Paul D. N osso D estino. R J: CPAD. Isaías retorna à situação nos dias de Manassés. agravado. .: InterVarsity Press.1 1). nem o seu ouvido.1-3 1 Eis que a mão do SEN HO R não está encolhida. 4 J. Depois de falar resumidamente de restauração futura. 4 2 -4 6 . mas com o povo. A Confissão. Knight. para que vos não ouça. Alec M otyer. 1 B.

que normalmente quer dizer ídolos. de iniqüidade.e. de modo que eles confiam na vaidade. Por causa desta corrupção eles não podem confiar no SeNHOR. Não há nenhuma inte­ gridade. Eles não só falam mentiras. especialmente no tempo de M anassés. Os seus pecados eram como uma parede que escondia a face de Deus (separava-os de sua presença) e os impedia de escutar e atender aos seus pedidos. concebem o trabalho e produzem a iniqüidade. nem ninguém que com pa­ reça em juízo pela verdade. Eles tentam fazer as suas reivindicações parece­ rem legais quando elas são realmente erradas.4 -8 4 N inguém há que clame pela justiça.1 2.. Então Israel é retratado como uma mulher grávi­ . “Mãos. suja com o derramamento de sangue por vingança) e “dedos [maculados] de iniqüidade” indica que o povo era impuro e não estava em condições para entrar na presença de Deus. mas com aqueles que viviam em Judá nos dias de Isaías.. Ninguém proclama o que é certo ou verdadeiro. Todos os pecados realmente são contra Deus. e a vossa língua pronuncia perversidade. Aqueles que bus­ cam as suas reivindicações em juízo não as buscam honestamente ou conscienciosamente. SEM JUSTIÇA E SEM PAZ 5 9 . contaminadas de sangue” (i. os vossos lábios falam falsamente. mas pode significar confiança “no que é nulo” (como na versão ARA ). mas palavras inúteis. e os vossos dedos. os pecados intencionais estavam separando o povo do seu Deus. falsas e enganosas. Violência. ! Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue .. mentiras e a proclamação de perversa impiedade eram parte daqueles pecados que os separavam de Deus.De fato. Este não foi o caso com os judeus no exílio babilônico posterior. Isaías agora descreve a excessiva pecaminosidade de Israel. que criou e ama a todas as pessoas. confiam na vaidade e andam falan­ do mentiras. rebelião.

ou seja. Quando um tal ovo “é quebrado”.6) até aos seus pés. traz a morte. nem se poderão cobrir com as suas obras. “delitos”. . iniqüidade e injustiça. “as suas obras são obras de iniqüidade. apertando-os. 8 Não conhecem o caminho da paz. aquele qvie com er dos ovos deles morrerá. nem há ju íz o nos seus passos. A idolatria nos dias de Manassés estava levan­ do a nação à desintegração social e a todos os tipos de injustiça. todo aque­ le que anda p o r elas não tem conhecimento da paz. Os seus pés se apressam para fazer o mal e matar as pessoas inocentes. Eles pensam e planejam perturbações. sai deles uma víbora. as suas obras são obras de iniqüidade. Todas as parte dos corpos destes pecadores estão envolvidas: das suas mãos (v. “injustiça”). As suas vidas são estradas de violência destrutiva e também a falência e o colapso da sociedade. ARA. talvez resistindo aos pecados. quer dizer. as sitas veredas tortuosas. 6 As suas teias não prestam para vestes. participar desses pecados. “sai deles uma víbo­ ra”. asfiz era m para si mesmos. e obra de violência há nas suas mãos”. Os seus planos provarão ser tão insuficientes para as suas necessi­ dades como uma coberta feita de teias de aranha. 7 Os seus pés correm para o mal e se apressam pa ra derramarem o sangue inocente. de forma que dá à luz “a iniqüidade” (Heb. e os seus planos ao tecer de teias de aranha. os seus pensam entos são pensam entos de in i­ qüidade. e até os seus pensamentos. N V I). Comer os ovos de uma víbora. torna as coisas piores. “maldade”. “m al”. 5 Chocam ovos de basilisco e tecem teias de aranha. Especificamente. Os seus pecados são comparados aos ovos de uma víbora. e. destrviifão e quebrantamento há nas suas estradas.da com o útero cheio de “trabalho” ( “o m al”. e obra de violência há nas suas mãos. ‘awen.

Tropeçar na escuridão e obscuridade “ao m eio-dia” mostra o grau de insensibilidade deles à luz da verdade espiritual. tro p eça m o s a o m e io . saudáveis e vigorosos. e ela está lo n g e d e nós. O constante tatear no escuro mostra a profundidade da sua ce­ gueira espiritual. 3. ISAÍAS CONFESSA OS PECADOS DO POVO 59. e a j u s t iç a n ã o n o s a lca n ça .9-15 a. p e la sa lva çã o . o j u í z o esta lo n ge d e n ó s.9— I I 9 P o r isso. Todo aquele que os segue. e não há nenhum juízo (porque eles não deixam Deus governá-los) ou justiça (porque eles rejeitam os justos propósi­ tos de Deus). e ele n ã o a p a rece. O estilo de vida deles não mostra nenhum “juízo” e é tortuoso. esp er a m o s p e la luz. Não há nem mesmo um vislumbre de luz ou brilho que venha mostrar a misericórdia de Deus a eles. identificandose com o seu povo. a n d a m o s a p a lp a n d o. Por causa dos seus próprios pecados. 11 T odos n ó s b r a m a m o s co m o u r s o s e c o n tin u a m e n te g e m e m o s co m o p o m b a s. o povo está debaixo da con­ denação de Deus. Em contraste com aqueles que são “fortes”. p e lo resp len d o r. sim . Isaías muda para a primeira pessoa do plural aqui. m a s a n d a m o s em escu rid ã o . lamentando sobre a situação deste e confessandoa. esp era m o s o ju íz o .d ia co m o n a s trev a s e n o s lu g a r es e s cu r o s s o m o s co m o m o rto s. .Eles não conhecem nem experimentaram “o caminho [o estilo de vida] da paz” com Deus que traz a sua bênção. e eis q u e só há trev a s. está emaranhado nas mesmas tramas e “não tem conhecimento [ou experimentação] da paz” (bênção e bem-estar que Deus dá) tampouco. os que tropeçam e tateiam no escuro estão “como mortos” —sem qual­ quer vida espiritual. 10 A p a lp a m os a s p a r ed e s co m o cego s. O resultado é “trevas”. co m o o s q u e n ã o têm olhos. Andando nas Trevas 59. e eles andam ao redor sem rumo e “em escuridão”. e aos seus cami­ nhos.

No entanto. e o r e t i r a r m o n o s d o n o ss o D e u s . H á completo colapso moral nas cidades. não há nenhum arrependimento por parte das pes­ soas. 14 P e lo q u e o j u í z o s e t o r n o u a t r á s . p o r q u e a v erd a d e a n d a tro p eça n d o p e la s r u a s. l j c o m o o p r e v a r ic a r . a ajuda de Deus. A justiça é retratada como estando “longe”. Elas estão de fato se rebelando e deslealmente negando ou desconhecendo o SENHOR. e c o n h e c e m o s a s n o s s a s in iq ü id a d e s . Isaías retrata Deus como o Juiz. A razão pela qual não há nenhum arrependimento é que em qualquer tentativa a justiça é rechaçada ( “tornou atrás”). e m e n t i r c o n t r a o S e n h o r . Gemer como pombas indica frustração por causa da falta de justiça e a ausência de liberta­ ção (incluindo salvação. Elas se desviam para longe do verdadei­ ro Deus em infidelidade. e o f a l a r d e o p r e s s ã o e r e b e liã o . b. e a eq ü id a d e n ã o p o d e en tra r. As suas palavras estão cheias de opressão e revolta que incluem apostasia espiritual.12— 15 12 P o r q u e a s n o s s a s tr a n s g r e s s õ e s se m u l t ip l i c a r a m p e r a n t e ti. As pessoas reconhecem que os pecados de transgressão estão com elas e sabem que são culpadas. e a eqüidade (incluindo retidão e justiça) não pode entrar. e o s n o s s o s p e c a d o s t e s t ific a m c o n t r a n ó s . p o r q u e a s n o s s a s t r a n s ­ g r e s s õ e s e s tã o c o n o sco . Pecados Reconhecidos 59. e os pecados do povo testemu­ nham individualmente contra este. e a bênção e prosperidade que Ele tinha dado para Israel anteriormente). e o c o n c e b e r e e x p e c to r a r do c o ra ç ã o p a la v r a s d ef a ls id a d e . e a j u s t i ç a se p ô s longe. A verdade (incluindo segurança e confiança) vacila e “anda tropeçando pelas ruas” (praças abertas ou feiras). incapaz de fazer qualquer coisa sobre a situação. .Bramar como ursos indica raiva por causa do pecado e seus resul­ tados nas vidas deles e na sociedade humana. Os seus corações e men­ tes são a fonte de sussurradas expressões de falsidade e engano.

15 S im . M ais lamentável de tudo. . ninguém para tornar Israel uma luz para as nações. ninguém para se levantar contra todo o pecado e maldade. e t o m o u v es tes d e v in g a n ç a p o r v e s t íd u r a . ' P o r q u e se re v e s tiu d e j u s t i ç a . a sua salvação era e é pura graça. privado de tudo como se ele fosse um prisioneiro de guerra. c o m o d e u m m a n to . e f o i m a l a o s se u s o lh o s q u e n ã o A verdade. a integridade e a confiança estão faltando. A natureza justa e o caráter de Deus são como uma “couraça” ou espécie de sobrepeliz de couros retorcidos ou malhas de ferro que co­ bria o corpo. v iu . A sua salvação é como um “elmo”. armadura feita de pedaços de metal sobrepostos. e q u e m se d e s v ia d o m a l a r r i s c a . ne­ nhuma defesa para o remanescente piedoso entre o seu povo.s e d e z elo . 4. c o m o d e u m a c o u r a ç a . e o SENHOR h ou v esse ju s tiç a . Verda­ deiramente.s e a o s e r d e s p o ja d o . 0 PRÓPRIO SEN HO R SALVARÁ 59. mas de um modo que a sua justiça o pudesse manter. e a s u a p r ó p r i a j u s t i ç a o s u stev e. p e l o q u e o s e u p r ó p r i o b r a ç o lh e t r o u x e a se u m s a lv a ç ã o .16-21 76 E v iu q u e n in g u é m h a v ia e m a r a v i l h o u . ninguém para intervir. ou capacete. o pecado tinha separado o povo como um todo de Deus. Porque Deus tinha prometido salvação. v.s e d e q u e n ã o h o u v e s ­ in te r c e s s o r . Assim. a v e r d a d e d e s fa le c e . e c o b r i u . pelo seu próprio poder e força Ele trouxe a salvação. e p ô s o e lm o d a s a l v a ç ã o n a s u a c a b e ç a . de modo que nada poderia mudar a sua mente ou . O próprio S e n h o r é impelido a surpreender-se e indignar-se de que “não houvesse um intercessor”. a segurança. ninguém para defender o pie­ doso em Israel.9) com desgosto porque “pareceu mal aos seus olhos que não houvesse justiça”. O SENHOR respondeu à confissão de Israel (cf. aquele que se desvia do mal torna-se uma presa e “arrisca-se a ser despojado”. O pecado contra o qual Ele se opõe não pode afetá-lo.

por causa da sua santidade. ou seja. Assim. o vento do SENHOR impelindo-o para a frente” (cf NVI). aos seus adversários. é como um manto ou capa. não somente os povos da Asia M e­ nor). de leste a oeste. às ilhas dará ele a sua recompensa. O mundo inteiro. Um grande vento impelindo a água do rio entre as margens altas onde o rio é estreito arrastaria tudo diante deste. Então. a todas as nações em todas as partes do mundo. Uma leve variação na N VI é: “Ele virá como o rio que é estreito. e reembolso ou represália “às ilhas” (ou “regiões costeiras”.14. os seus atos. Ele dará “recompensa aos seus inimigos”. “Ele” se reporta ao SENHOR na sua glória. O juízo de Deus é sempre de acordo com as obras do povo. 18 C onform e fo r em as obras deles. vindo o inimigo como uma cor­ rente de águas. ou paixão para salvar e ajudar. desde o nascente do sol. assim será a sua retribuição. irá reverenciar o S e n h o r e a sua glória.propósito de salvar. o texto diz que “Ele virá como uma inundação impelida pelo sopro do Senhor”. uma tradução alternativa toma um adversário como o . A parte final da metade deste versículo pode ser traduzida de dois modos. A palavra traduzida “estreita” também significa “adversário”. Primeiro. cada um com uma nuance diferente em significado. o seu propósito de “vingança” (recompensa e retribuição) era como “vestidura” e o seu zelo. 19 Então. Em Efésios 6. Isto retrata a irresistibilidade de Deus quando Ele vier. fu ro r. aos seus inimigos. o Espírito do SENEIOR arvorará contra ele a sua bandeira. tomando-se como referência a NVI. ou “inim igo”. O rio normalmente refere-se ao Eufrates. Todos eles vão receber o que merecem. Paulo usa esta metáfora de proteção espiritual e a aplica aos cristãos. “Impelindo-o para a frente” também pode significar “arvorar uma ban­ deira”. e recompensa. “Vento” também significa “sopro” ou “Espírito”. temerão o nom e do SENHOR desde o poente e a sua glória.

Esta é uma declaração do SE N H O R . o Messias. As suas palavras continuarão a estar na boca do Redentor e “na boca da [sua] posteridade” (Heb.10. Como resultado. R m 11. que está sob re ti. o Cristo. o Espírito derrota o adversário (juntamente com todo o mal no mundo) e faz o mundo inteiro reverenciar o S E N H O R e a sua glória. que afirma que o Re­ dentor “verá a sua semente” (K JV ). e as m in h as p a la vras. O termo “semente” refere-se outra vez a 53.10. Ambas as traduções mostram que o SE N H O R é vitorioso e toda a oposição será varrida e derrotada. Eles são chamados de “Jacó” ( “en­ ganador”) porque não estão vivendo à altura do nome “Israel” ( “o príncipe de Deus e lutador”). diz o SENEIOR. como indica a ARC [ou de acordo com a Septuaginta: “como um rio. “Quanto a m im ” enfatiza o compromisso de Deus para levar a efeito a sua promessa. com as pessoas que retrocedem da rebelião e se arrependem. n em da boca da p o sterid a d e da tua p osterid a d e. Sua semente espiritual.24). ou dos seus descendentes. O seu concerto é “com eles”. Deus então se dirige ao Redentor.sujeito: “vindo o inimigo como uma corrente de águas”. não se d esvia rã o da tua boca. Deus o Pai põe as suas palavras na boca do Redentor (veja Jo 14. n em da boca da tua posteridad e. diz o SENEIOR: o m eu E spírito. 20 JE v ir á u m R ed en to r a Sião e aos qu e se d esvia rem da tra n s­ g ressã o em Ja có . este é o m eu co n certo com eles. um grande ribeiro transbordante”]. uma garantia de que Ele cumprirá a sua palavra. d iz o Se n h o r . 21 Q u a n to a m im . Ele é o Ungido. “sua semente”) e na “boca da posteridade da tua posteridade”. zarakha. qu e p u s na tua boca.26). quer dizer. “o Espírito do SE N H O R arvorará contra ele a sua bandeira”. o Parente-Redentor virá a Sião (cf. Ou seja. desde agora e p a ra todo o sem pre. e especificamente para os israelitas que retrocedem da sua rebelião e se arrependem dos seus pecados. todos os . O seu Espírito está sobre o Redentor.

O m u n d o e os povos que nele estão p recisam da luz. Sião pode responder à ordem: “Levanta-te.1-3 1 L ev a n ta -te.1— Isto envolve a 5. de m odo que to d o s verão a sua g ló ria (cf. Isto foi antecipado pela chamada dada a todos em 55. expansão do Evangelho. com o seu governo sobre as nações convertidas ou povos que são abenço­ ados por Israel e agora levam o nome de Deus. Isaías agora se dirige à Sião do por­ vir. resplandece” ou.21 ).11. emite a luz da glória de Deus para outros. 5. e os reis. 3 L a s n a çõ es ca m in h a r ã o à tu a luz. os p o v o s . virão “ao resplendor que [lhe] nasceu”.2. 2 P orq u e eis q u e a s tr e v a s co b rira m a terra .12. LUZ E GLÓRIA VÊM A SIÃO 60. 9. O SENHOR vai ag ir co n tra essa escuridão. A luz de Deus se torna a luz de Sião. Nações e os seus reis. e a sua luz brilha por inter­ médio deles. encherá e transformará Sião. se tornará a proclamadora da mesma palavra (im ­ plicando que eles fazem assim pelo mesmo Espírito). resp la n d ece.16). para o fulgor do brilho da sua luz.2 A luz de Sião virá. relu zin d o sobre Sião .verdadeiros crentes. ou governantes de todo o mundo. o qual “se refere à restaura­ ção do reino das doze tribos de Davi sob o domínio do Messias. e a g ló r ia do S e n h o r v a i n a scen d o so b re ti. Depois de profetizar a respeito da vinda do Redentor e da perma­ nência do Espírito (5 9. A sobra de Edom . m a s so b re ti o S enhor v ir á su rg in d o . p o r q u e j á v e m a tu a luz. ao r e s p le n d o r q u e te n a sceu .20 . p ois “as trevas co b riram a te rra” e a escuridão envolve os povos do m undo. e a su a g ló r ia se v e r á so b re ti. e a escu rid ã o . Isto encontrará seu maior cumprimento no começo do Milênio. A luz atrairá todos eles para fora da sua escuridão. Assim. 42. Veja Amós 9.

ele verá as nações vindo.3 6. . e as riquezas das n a ções a ti virão. mas não sozinhas. p o rq u e a a b u n d â n cia do m a r se to rn a rá a ti. Caravanas de camelo faziam isso nos dias de Isaías. Quando o povo de Sião vir isto. Como o povo de Sião olha em todas as direções. todos v irã o de Sabá. ou de todo os povos do mundo que são deixados depois da tribulação e que virão a ser possuídos por Israel ou pertencerão a este. como são conhecidos hoje). Os estrangeiros estarão trazendo muitos presentes preciosos com eles à medida que vêm para Sião (cf. porque eles serão aliviados de todo o medo e dúvida. ficará radiante. juntamente com “todos [os que] virão de Sabá” (o lêmen) —retrata a riqueza das nações que são trazidas por terra para Sião.4-22 a. A ADORAÇÃO RESTAURADA 60. e o teu cora çã o estrem ecerá e se a larga rá. 6 A m u ltid ã o de ca m elos te cobrirá. o u ro e in cen so tra rão e p u b lica rã o os lo u v o res do Senhor. todos estes j á se a ju n taram e vêm a ti. os d ro m ed á rios d e M id iã e E fa. o v erá s e será s ilum ina do. Elas estarão trazendo com eles os filhos e as filhas de Sião dispersos. Outra razão para a grande alegria será a abundância das “riquezas das nações” trazidas por via do mar. Os seus corações estremecerão e se alargarão com alegria.[que Amós menciona] é representativa dos que são deixados dos an­ tigos inimigos de Israel. Ag 2. 5 E ntão. e tuas filh a s se cria rã o a teu lado. teu s fi lh o s virã o de longe.8).4— 7 4 L evanta em red o r os olhos e vê. Os Gentios Restauram e Servem a Sião 60.7. Junto com ouro e incenso (do lêmen do Sul e Somália. A massa de camelos cobrindo Sião —incluindo camelos machos jovens de M id iã (sudeste de Israel) e Efa (um a subtribo dos midianitas).

(Veja Ag 2. tive m isericó rd ia de ti. teu D eu s. o qual é o Santo de Israel. Navios com velas ondulando se parecem com nuvens contra o céu distante. na sa n tifica çã o do n o m e do SENHOR. Deus continuará glorificando e embelezando a sua esplêndida casa (i. às su a s ja n e la s? 9 C ertam en te. porque.. na m inh a henignidade. 7 T odas as ovelhas de Q u ed a r se con grega rã o ju n t o a ti. p a ra tra z er teu s f i lh o s de longe. o templo em Jerusalém). ou como pombas voando para casa. e. Filhos Vindos de Longe Honram a Deus 60. m as. p orq u a n to te g lo r ifico u . Os “estrangeiros” que vêm para Sião se tornarão cidadãos e ex­ pandirão e embelezarão a cidade.e. O gado subirá ao altar como holocausto com o favor de Deus. pois a ira de Deus será substituída . n o m eu f u r o r . indicando que a glória de Deus e o seu louvor estarão se espalhando sobre toda a terra. os n a vios de T ársis. exaltou) a Sião com esplendor. e do S anto de Israel. Os Estrangeiros Reconstroem e Honram a Sião 60. Rebanhos das tribos dos ismaelitas de Quedar e de Nebaiote se­ rão parte da riqueza das nações trazida para Sião no serviço de Deus. partes habitadas da terra] aguardarão [esperarão com expecta­ tiva] pelo SENHOR.eles trarão notícias da glória do SENHOR. O s grandes navios de Társis darão primeiro im­ portância para trazer os filhos de Sião com prata e ouro para honrar o nome e a pessoa do Deus de Sião.8. e os seu s reis te servirã o.) b.9.4 Por isso. a su a p rata e o seu ou ro com eles. e eu g lo r ifica r ei a casa da m in h a g ló ria . “As ilhas” [regiões cos­ teiras. te f e r i . p r i ­ m eiro.10— 14 10 E os fi lh o s dos estra n geiros ed ifica rã o os teu s m u ros. Eles fazem isto porque Deus “glorificou” (dotou de glória. com agra do su b irã o ao m eu altar. c.9 tS Q u em são estes qu e v êm voa n d o com o n u v en s e co m o pom ba s. e os ca rn eiro s de N ebaiote te serv irã o . as ilhas m e aguardarão.

porém. Nos tempos do Vélho Testamento.20-23. 13 A g l ó r i a d o L íb a n o v i r á a ti. o povo de Jerusalém construiu os muros naquela época. e g l o r i f i c a r e i o l u g a r e m q u e a s s e n t a m o s m e u s p é s. era chamado o lugar em que se assentavam os .14. Este também será o caso na Nova Jerusalém (Ap 21. p o rq u e os seus povos são a tra íd o s p e la lu z . Esta passagem tem tão extensas garantias que isto deve se aplicar aos tempos mileniais. 11 E a s t u a s p o r t a s e s t a r ã o a b e r t a s d e c o n t í n u o : n e m d e d ia n e m d e n o i t e s e f e c h a r ã o . Portas que “estarão abertas de contínuo” indica paz e segurança como também liberdade de acesso. n e n h u m a n aç ã o c o n tin u a r á e x istin d o a m en o s que se to rn e s u je ita a S iã o . As pessoas se tornarão concidadãs com o povo de Deus. incluindo os cedros do Líbano. O lugar onde Deus manifesta a sua presença completa e continuamente está no céu. Alguns aplicam a edificação dos muros à época de Neemias. os estrangeiros que vêm a Sião devem ter vindo também a Cristo. com os seus reis tornados súditos enquan­ to Sião triunfa.17-19). Assim. da mes­ ma maneira que os crentes gentios o são quando aceitam a Cristo nesta era (Ef 2. 14. p a r a q u e t r a g a m a.6— Zc 8. e s s a s n a ç õ e s d e t o d o s e r ã o a s s o la d a s . o s s e u s r e is. Pelas portas de Sião. e. os povos trarão as “riquezas das nações”. o p i n h e i r o e o b u x o c o n ju n t a m e n t e . c a rá te r sa n to e a m o r d o SENHOR (Z c 14. na luz da revelação do Novo Testamento. c o n d u z i d o s c o m e la s . ti a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s . p a r a o r n a r e m o l u g a r d o m e u s a n t u á r i o . N a re a lid a d e . (Veja Ag 2. O melhor da madeira das melhores árvores. 12 P o r q u e a n a ç ã o e o r e i n o q u e te n ã o s e r v i r e m p e r e c e r ã o .) 8. s im .25 ). irão embelezar o santo templo milenial do S e n h o r em Jerusa­ lém.19). Contudo. o templo em Jerusalém. especial­ mente a arca da aliança. Deus glorificará o “lugar em que assentam os [seus] pés”. a f a i a .pela sua graça e misericórdia.

35. o lugar dos pés de Deus na época milenial não será a arca da velha aliança. dela não sentiriam falta. desse modo. u m g o z o de g era çã o em gera ção. Porém. e ch a m a r-te-ã o a C idad e do SENHOR. A Jerusalém do M ilênio estará em agudo contraste com a Jerusa­ lém do passado. 16 E m a m a rá s o leite das n a ções e te a lim en ta rá s aos p eito s dos reis. Lm 2. mostrando o mais profundo respeito. e saberás qu e eu so u o S enhor . e reconhecerão que Jerusalém verdadeiramente é a Cidade do SENHOR.1). g c‘on. p o r ei em ti u m a ex celên cia p erp étu a . O reino milenial estará operando sob a nova alian­ ça do Calvário. M t 5. 14 T am bém v irã o a ti. a Sião do S an­ to de Israel. Então o povo de Sião saberá que Deus é o seu Salvador e o Parente-Redentor —não só o Santo de Israel. ou o escabelo (ou banco de descanso) dos seus pés (I Cr 28. ou até mesmo se lembrariam (Jr 3. in clin a n d o-se.seus pés. O Propósito de Deus para Transformar Sião 60. 132.5. SI 99. “majestade”] e a alegria de todas as gerações por vir. o teu Salvador. “imponência”. mas também o poderoso ou “Possante de Jacó”. os f i lh o s d os que te o p rim i­ ra m . e o teu R edentor.2. .15— 18 15 E m vez do desprezo e do a b orrecim en to a q u e fo s te votada.49). Os descendentes dos opressores anteriores de Sião se humilharão. Isaías usa a figura de “o leite das nações” e de reis para significar que eles todos vão nutrir Sião com cuidado amoroso e pessoal. At 7. de m odo qu e n in gu ém p a ssa va p o r ti.1. pertencente ao “Santo de Israel” (o nome favorito de Isaías para Deus). o s d. Agora a santidade do Senhor atrai.7. Jeremias também torna claro que a arca não mais seria necessária. e p r o str a r -se -ã o à p la n ta dos teu s p é s todos os qu e te des­ p rez a ram . Deus a fará a “excelência perpétua” [Heb. o P ossan te de Ja có. Deus também chama a terra de o escabelo de seus pés (66.16). mas toda a terra.

f e r r o . porque Ele manifestará a sua presença ali de um modo novo. madeira por bronze. sem nenhuma tristeza. o governo será mudado para paz e retidão. ou lamentação. IHN u n ca m a is se o u v irá de v io lên cia na tua terra. os muros da cidade serão chamados “salvação” ( Yeshuah. e. n em a tua lua m in gu a rá . Isto será provocado pelo governo do M essias-Rei (9.19— 2 2 19 N u n ca m a is te serv irá o so l p a ra lu z do dia. choro. e. 20N u n ca m a is se p o r á o teu sol. ferro por prata. e o teu D eu s. m a s a os teu s m u r o s ch am ará s sa lva çã o. a glória do SENHOR dará a ela uma sobrenatural "luz perpétua”. Em vez de violência. n o s teu s term os. e.17 P o r cob re tra rei ouro. a cidade estará cheia das bênçãos de salvação e o povo estará cheio de louvor ao SENHOR por essas bênçãos. Em contraste com o pecado e a corrupção anteriores. A cidade já não terá o sol e a lua por luz. Ao invés disso. m a s o S en hor será a tu a lu z perpétua.7). Com o SENHOR como o seu sol e lua. a tua gló ria . e pedras por ferro. n em co m o seu resp len d o r a lua te a lu m ia rá . ou seja. Assim. bronze:. Com o fato de que não haverá mais nenhuma escuridão. louvor. ruína e destruição. simplesmente outra forma da palavra hebraica para o nome de Jesus) e as portas. . e os dias do teu lu to fin d a r ã o . O Povo de Deus Exibirá o Seu Esplendor 60. como a fonte e manifestação da sua luz. singular do nome hebraico para o livro de Salmos). p o r pedra s. haverá luz constante. e j a r e i p a cífico s os teu s in sp etores e ju s to s . “louvor” ( tehillab. e p o r f e r r o tra rei -prata. de desolação ou d estru ição. e às tu a s p ortas. p o rq u e o S en h or será a tu a lu z p erp étu a . A transformação será completa. Que Deus mudará as coisas é mostrado pela substituição de bronze por ouro. os teu s exatores. vem a garantia de que “os dias do [seu] luto findarão”. p o r m ad eira.

O que as comparações usadas nos ensinam sobre a natureza do pecado? 3.2 7 ). Verdadei­ ramente. Também é possível traduzir “farei prontamente" por uma pala­ vra grafada do mesmo jeito. Ap 2 I. e o m ín im o.20. Por que os povos irão venerar a glória de Deus? .5 Nunca mais Deus precisará usar os inimigos para trazer juízo por causa dos pecados do seu povo (cf. QUESTÕES DE ESTUDO 1. será justo (Zc 14. não somente o de Jerusalém. 10. O pequeno renovo que Deus plan­ tou “virá a ser m il”. plantados pelo SENHOR. o SENHOR. a mesma palavra usada a respeito do Messias em I I . Eu. e até mesmo de escutar os clamores de seu povo? 2. a seu tem po o fa re i p ron ta m en te. “obras das [suas] mãos” (a manifestação do seu poder). Como Deus respondeu quando Ele viu que não havia nenhum intercessor? 4. p a ra sem p re herdarão a terra.I ) . O que Deus plantou crescerá. de forma que a sua glória e esplendor serão claramente exibidos para que todos possam vê-los. Deus garante que isto será feito prontamente “a seu tempo” —quando Ele julgar conveni­ ente. mas significando “desfrutar”. p a ra qu e eu seja g lo rifica d o . obra das m in h as m ãos. O pecado que causa a tristeza não mais existirá. Deus desfrutará o que Ele vê e faz durante o M ilênio. serã o ren o v o s p o r m im plan tados. netser. O que estava impedindo Deus de salvar.5. u m p o v o gra n d íssim o. mas de toda a terra.21. As pessoas serão “renovos” ou ramos (Heb. pois todos os po­ vos.6). os menores se tornarão uma vasta nação: nin­ guém será insignificante ou sem importância. 22 O m en o r v irá a s e r m il.21 E todos os do teu p o v o serã o ju sto s.

o qual é Ele mesmo o cum prim ento de todo o sistema sacrificial”. 10. Nosso D estino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 1:857. Que contrastes haverá entre a Jerusalém do M ilênio e a Jerusalém dos dias de Isaías? CITAÇÕES 1 O swald T.5. enviou-m e . H orton. Quem as nações trarão consigo para Sião e como o povo de Israel responderá? 8.6 I. 9. “O utros. “Book of Isaiah”.1-63. em W ydiffe Bible E ncydopedia (Chicago: M o o d y Press. 184. Jerusalém . 3 Stanley M . da m esm a m aneira que a Ceia do Senhor é um mem orial. O que está incluído na aliança de Deus com o arrependido? 6. porque o Se~ NHO R me ungiu para pregar boas-novas aos mansos. 186. J .. na base de que o livro de Hebreus trata a lei e o ritual do Velho Testamento como tipos e sombras. C. a presença pessoal de Jesus. 19 9 8 ).).1. O Messias Anuncia a Sua Missão 61. “Book of Isaiah". brilha. Quando Sião se levantar e resplandecer.2 1 O Espírito do Senhor J e o v á está sobre mim. R J: CPAD.9 -1 8 . H orton. cumpre estas profecias (veja H b 8.. 1 9 7 5 ). pois a tua luz chegou” (trad. UNGIDO PARA PREGAR BOAS NOVAS 61. 1 A m aioria dos pré-m ilenistas acha que estes sacrifícios são m em oriais. N osso D estino. lit. 187. 1:857. A llis. 2 A Septuaginta traz “Brilha. dizem que. O que farão os estrangeiros que vierem para Sião? 9. 5 A llis. como as nações do mun­ do irão responder? 7. não um substituto para o obra com pleta de Cristo.13 . I 8).

aqueles que se humilham diante de Deus. pode aludir àqueles israelitas que tinham vendido a si próprios sen­ do colocados em liberdade no Ano do Jubileu (Lv 2 5 . veja M t 5. . 1 Co 1. ou aflitos por qualquer razão.4 ). está claro que Ele ministrou pelo menos três anos e meio antes da cruz. Comparados. mansamente to­ mando um lugar inferior e reconhecendo as suas necessidades. portanto usados sinonimamente para referir-se a um ponto indefi­ nido no tempo. A sua procla­ mação era uma proclamação de liberdade para aqueles que estavam presos pelo pecado.1 e o ungido Rei messiânico de 1 1.26.3.2. Ele não estava pretendendo lim itar o seu m inistério a um dia ou a um ano.a r e s t a u r a r o s c o n t r i t o s d e c o r a ç ã o . (2 ) para “proclamar liberdade. A partir do Evangelho de João. Lc 4 .3 9 — cf. Isto também pode ser identificado com o tempo do favor de Deus: o dia da salvação (4 9 . 2 a a p r e g o a r o a n o a c e i t á v e l d o SENHOR e o d ia d a v i n g a n ç a d o n o s s o D e u s . ( I ) para “restaurar” os corações daqueles que estão quebrantados. “d ia” e “ano” estão em justaposição. O Espírito do Senhor estando sobre a Pessoa que aqui fala identifica-o como o ungido Servo do SENHOR de 42.16— 22).18. a c o n s o l a r t o d o s o s t r is t e s .) Ele é enviado com diligência amorosa e pessoal. agoniados. 43. jesus expressamente apli­ cou esta passagem a si próprio no início do seu ministério em Nazaré na Galiléia (Lc 4. Ag ora o Messias anuncia a sua missão. Aqui Ele fala como o Profeta ungido pregando “boas-novas aos mansos”. e abertura de pri­ são” aos que foram levados cativos e libertação aos encerrados na escuridão do pecado (incluindo a abertura dos olhos).17 ). Quando Jesus aplicou isto ao seu próprio m inisté­ rio. (G Novo Testamento os entende como pobres aos olhos do mundo e necessitados da ajuda de Deus.. a p r o c l a m a r li b e r d a d e a o s c a tiv o s e a a b ertu r a d e p r is ã o a o s p r e s o s.. “O ano aceitável do S e n h o r ” ( o u ano do favor do S e n h o r ) .8 ) e o ano da redenção de Deus (6 3 . Ez 4 6 .

Ele confortará aqueles que lamentam na sua tristeza. ou justo juízo. a f i m d e q tie s e c h a m e m á r v o r e s d e j u s t i ç a . Cinzas sobre a cabeça eram um sinal de lamentação e tristeza. N a sua primeira vinda. v e s t e d e l o u v o r p o r e s p i r i t o a n g u s t ia d o . um “ornamento” (Heb. p ‘ cer. e r e s t a u r a r ã o o s d e a n t e s d e s t r u í d o s . . 3. pois todas as lágrimas serão enxugadas. A terra e as cidades de Israel serão restauradas depois de muitas gerações de devastação. Ele veio ser um resgate pelo pecado (H b 9. M c 10. ao invés disso. 2. A “vingança”. OS SACERDOTES DO SENHOR 61. Nessa época.17). de Deus virá no fim dos tempos (Ap 6 a 19). d e s t r u í d a s d e g er a çã o em gera çã o . Ele não veio para condenar o mundo (Jo 3. O “óleo de gozo” é o óleo da unção que simbolizava o Espírito Santo. p a r a q u e e le s e j a g l o r f i c a d o . igualmente.3 3 a o r d e n a r a c e r c a d o s t r i s t e s d e S iã o q u e s e lh e s d ê o r n a m e n t o p o r c in z a .Jesus não continuou para citar “o dia de vingança do nosso Deus”. quando Jesus vem e triunfa sobre o Anticristo. ó le o d e g o z o p o r t r is t e z a .28. que culmina na batalha do Armagedom. porque eles exibirão a sua glória e esplendor. RESULTADOS FELIZES 61. As árvores com suas raízes profundas e seus galhos estendidos simbolizavam permanência e estabilidade. e r e n o v a r ã o a s c i d a d e s a s s o la d a s . os que estão “tristes em Sião” serão reconhecidos como “plantação do S e NHOR” . pois o conforto do Messias será especialmente para os que estão “tristes”1 lá. O Messias lhes dará. N a sua justiça dada por Deus. turbante ou toucado como usa­ vam os sacerdotes e os que celebravam um banquete).4-6 4 L e d f i c a r ã o o s lu g a r e s a n t i g a m e n t e a s s o la d o s . p la n t a ç ã o d o SENHOR. antes. Este versículo não diz quem fará o trabalho. mas o próximo sugere que Deus usará os gentios.45). Sião está em primeiro plano.

uma rica herança. que será restaurada para eles. e e s t r a n h o s s e r ã o o s v o s s o s la v r a d o r e s c o s v o s s o s v i n h a t e i r o s . cujos membros serão sacerdotes e ministros de Deus. e a b o r r e ç o a i n iq ü i d a d e . e x u l t a r ã o p e l a s u a p a r t e . “na sua glória” ou riquezas destas (Heb.) 4. p e l o q u e . ’olah.1 1 . Finda será a desonra anterior. O mundo tem amontoado vergonha sobre o povo de Sião. . Em vez de opressores estrangeiros governando em Sião. e isto lhes trará “perpétua alegria”. melhor traduzido como “roubo ofereci­ do em holocaustos” (Heb.s P o r q u e e u . O povo de Sião se alimentará das “riquezas das nações” e se gloriará. H itler é um exem­ plo disso. e v o s c h a m a r ã o m i n i s t r o s d e n o s s o D e u s . krvodam. “sua glória”). SEN HO R. usando-os para chamar a atenção para longe dos seus próprios problemas. n a s u a te r r a . esta­ rá dentro da “sua [própria] terra”. NASB. p o s s u i r ã o o d o b r o e t e r ã o p e r p é t u a a le g r ia . e u lh e s d a r e i s u a r e c o m p e n s a e m v e r d a d e e f a r e i u m c o n c e r t o e t e r n o O amor de Deus pela justiça assegura esta herança.5 E h a v erá estra n g eir o s q u e a p a scen ta rã o o s v o sso s reb a n h o s. A versão ARA traduz como “a iniqüidade do roubo”). ALEGRANDO-SE NA SUA HERANÇA 61. c o m e r e i s d a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s e n a s u a g l ó r i a v o s g l o r i a r e i s. cf. O anti-semitismo ainda é excessivo em muitas partes do mundo. Os ditadores e tiranos têm perseguido os judeus. como o faz o seu ódio pela “iniqüidade”.1 6 . Essa porção dobrada do herdeiro.7-9 7 P o r v o s s a d u p la v e r g o n h a e a f r o n t a . mas Israel terá uma porção em “dobro” que pertence ao herdeiro. a m o o j u í z o . o c o m e les .5 -7 . ou herdará.9 . (Veja Is 6 0 . eles esta­ rão trabalhando em Sião —para o seu povo. 6 M a s v ó s s e r e i s c h a m a d o s s a c e r d o t e s d o SEN HO R . ministrando as suas bênçãos a todos. enquanto eles exultam “pela sua parte”. O holocausto era oferecido com­ pletamente queimado e sua fumaça subia totalmente diante da pre­ .

. 9 E a su a p o s te r id a d e s e r á co n h ecid a e n tr e a s n a ções.2).10. co m o a terra p r o d u z os seu s ren ovos. H b I2 . e co m o o horto f a z b ro ta r o q u e n ele se sem eia. co m o u m n oivo que se a d orn a com ata vios e co m o n o iv a qu e se en jeita co m as su a s jó ia s. Este concerto futuro é a nova e melhor aliança selada pelo sangue de Jesus no Calvário (H b 9 .13). p o rq u e m e v estiu de vestes de sa lvação. Ele “lhes [dará] sua recompensa em verdade” e fará “um concerto eterno com eles”.11 10 R eg o z ija r-m e-ei m u ito no SENHOR. Não poderia haver nenhuma dedicação parcial.2 Estar vestido com salvação e justiça indica a sua natureza. e o s seu s d escen d en tes. indicando a exaltação completa do S E N H O R e a dedicação completa de si mesmo a Ele. mas isso é uma compreensão errônea. M uitas outras passagens do Velho Testamento mostram que Deus os fará uma bênção para todos (e. Alguns tradutores mudam “em holocaustos” para “com perversa impieda­ de” ou “crime” (Goodspeed). Os descendentes de Israel serão reconhecidos e amados entre as nações. Agora o Orador dos versículos I a 3 fala a respeito da sua alegria no (cf. m e cob riu com o m a n to de ju stiça . Zc 8. Ele é Salvação e Justiça como também o Portador da salvação. Senhor 11 Porque. salvação e justiça são como o turbante sacerdotal usado por um noivo. todos os “conhecerão como semente bendita do S e n h o r ” . Não há nenhuma outra nova aliança. NEle. n o m eio d o s p o v o s . Isso seria roubo do que pertence a Deus. Porque Deus é fiel. 5. e como as jóias com as quais uma noiva se adorna. to d o s q u a n to s o s v ir e m o s c o ­ n h ecerã o co m o s e m en te h en d ita d o SENHOR. Por causa do recebimento da herança deles na terra.g. a m in h a a lm a se alegra n o m eu D eu s.sença do S E N H O R .15 -18). A ALEGRIA DO MESSIAS 61. um povo que é escolhido por Ele. a ssim o S en h or JEOVÁ f a r á b ro ta r a ju s tiç a e o lo u v o r p a ra todas as nações.

e a su a salvação. m e não aquietarei.6 a.35. A G ló r ia F u tu r a d e S iã o 6 2 . é uma visão muito bonita ver que as sementes que foram plantadas em um campo ou jardim brotam de repente. O interesse do Ungido sobre Sião o fará continuar falando e agin­ do. O “nome novo” indica uma nova natureza e caráter dados pelo S en h o r (c f Ez 48. Esta é uma razão para a sua alegria. No entanto. 3. a tua glória . Eles são a coroa do S E N H O R . dando luz para o mundo e ateando fogo aos corações dos crentes. Ap 2. e chamar~te~ão p o r u m n om e novo. e eles são testemunha e evidência de que Ele é o Rei do Universo. 6. 0 CO N TÍN U O INTERESSE DO MESSIAS PO R SIÃO 62. a té qu e saia a su a ju s tiç a co m o u m resplendor. que a boca do SJENHOR nomeará.1 —5 1 P o r a m o r de Sião. m e não ca la rei e. O M essias será vitorioso sobre todos os poderes do mal. 3 E será s u m a coroa de g ló r ia na m ão do SENHOR e u m diadem a rea l na m ão do teu D eu s.N a primavera. p o r a m o r de Jeru sa lém . eles não usam a coroa. até que “saia a sua justiça como um resplendor” e a sua salvação “como uma tocha acesa”. . Nações e reis verão e serão atraídos para a justiça e glória de Sião. Da mesma forma o SE N H O R fará algo muito bonito à medida que Ele faz “brotar a justiça e o louvor” para todas as nações. A “coroa de glória” e o “diadema real na mão do teu Deus” indica o novo caráter real e a natureza do povo de Deus sendo sustentado e protegido por Ele.17. co m o u m a tocha acesa. 2 E as nações verão a tua ju stiça . O paralelo com o versículo 10 mostra que o louvor é por causa da salvação que o S eN H O R oferece por intermédio do sofrimento do Servo ressurrecto. e todos os reis.1-63.12).

que todo o dia e toda a noite se não calarão. de Sião. mas chamar~te~ão: H efzibá. As cidades antigas tinham muros para a sua própria prote­ ção. 5 Porque. e “Beulá”. Os guardas ficavam vigiando em torres. era tido como “desam­ parada” e “assolada”. não haja silêncio em vós. no passado. ou caráter. signifi­ cando “casada”. e. prontos para avisar as pessoas de qualquer perigo. como o noivo se alegra com a noiva. b. O país e o povo de Israel estarão juntos novamente de um modo que mostra o amor de Deus. assim teus filh o s se casarão contigo. os guardas são os profe­ .. O SENHOR mudará o seu relacionamento e a sua situação. O nome. ' nem estejais em silêncio. Estes antigos nomes recordavam a respeito do sofrimento e derrota passados.2. Isto corresponde ao Salmo 147. O deleite de Deus é comparado a um matrimônio e à alegria de uma lua-de-mel e ao amor. Os “filhos” que se casam com Sião sim­ bolizam o povo que habitará e cuidará da cidade. Seu novo nome e natureza serão “H efzibá”. com o o jovem se casa com a donzela. o paralelo com “assim se alegrará contigo o teu Deus” faz com que alguns traduzam “teus filhos” como “teus construtores”.4 N unca m ais te chamarão D esamparada. ó vós que fa z eis menção do Se~ N H O R. até que confirm e e até que ponha a Jerusalém p or louvor na terra. Como uma prova do seu favor. e com a tua terra o S e n h o r se casará.3 o que envolve só uma leve mudança vocálica porque as consoantes são as mesmas. assim se alegrará contigo o teu Deus. nem a tua terra se denom inará jam ais Assolada. o S e n h o r coloca “guardas” nos muros. Porém. e à tua terra. Neste contexto. onde Deus é o Construtor. O S e n h o r Prova o Seu Favor 62. que significa “minha delícia está nela”.6-9 6 Ó Jerusalém ! Sobre os teus m uros pu s guardas. Beulá'. porque o SEN H O R se agrada de ti.

a d a s p e d r a s . 2 1 . s J p i r o u o SEN H O R p e l a s u a m ã o d i r e i t a . e m q u e tr a b a lh a s te . o povo é orientado a passar pelas portas abertas e preparar o caminho. e p e l o b r a ç o d a s u a f o r ç a : N u n c a m a i s d a r e i o t e u t r i g o p o r c o m i d a a o s t e t is i n i m i ­ g o s .II). concernente à restau­ ração de Israel.) Estes profetas-guardas não deixarão de clamar a Deus para agir. Deus “jurou”.1 1 . O Salvador de Sião Virá 62. removendo as pedras. até que Ele cumpra a sua promessa de fazer de Jerusalém “louvor na terra”. n e m o s e s t r a n h o s b e b e r ã o o t e u m o s to . Quando Deus “se lem bra”. . c. p r e p a r a i o c a m i n h o a o p o v o . Isto é um modo de dizer que Ele entra em ação e faz algo sobre a situação.10— 63. a p la in a i. garantido pelo seu próprio poder e força. e beberá o suco de uva não fermentado em adoração festiva nos átrios do santo tem­ plo de Deus.tas (cf. porém. isto não significa que Ele esqueceu. Ela será a capital do mundo no M ilênio. fez um juram en­ to. O povo comerá o que eles trabalharam para conseguir. e levantar uma bandeira sobre os povos (incluindo os que vieram de longe para Sião). Como outra prova do seu favor. e o s q u e o c o lh e r e m b e b e r ã o n o s á t r i o s d o m e u s a n t u á r i o . a p la in a i a e s t r a d a l i m p a i . “N unca m ais” Ele usará os inimigos estrangeiros para trazer o seu juízo de form a que estes roubem do povo a sua comida (trigo para fazer pães) e bebida (suco de uva doce). Em resumo. Todos os obstáculos deverão ser removidos para Deus vir ao encontro do seu povo (v . Eles são os que continuam fazendo “menção do S e n h o r ” . 9 M a s o s q u e o a ju n ta r em o co m erã o e lo u v a r ã o a o SEN H O R. (O hebraico mazkirim também pode significar que os profetas continuam “fazendo Deus se lem brar”.6 10 P a ssa i. a r v o r a i a b a n d eir a a o s p ovos. onde o guarda é o próprio Isaías). p a s s a i p e la s p o r t a s .1 2 . aplainando a estrada.

está correto: “Salvação” é personificada aqui. v.10). O “povo san­ to”. ou caráter. Mateus mostra que ambas as profecias são cumpridas em Jesus. A sua resposta mostra que Ele é o U ngido — “Eu.5 combi­ na Isaías 62. 12 E chamar~lhes~ão p o v o santo. Porque .12). que também especifica que o Rei humilde vem. 1 Q u em é este q u e vem de E dom . qu e f a l o em ju stiça .6 ) estão na expectativa da vinda da Salvação como um Rei. pois Ele traz o seu galardão com Ele e a sua obra está diante dEle (c£ 40. eis qu e com ele vem o seu ga la rd ã o.11 com Zacarias 9. Os profetas-guardas (6 2 . enquanto per­ guntam quem é este Personagem que “é glorioso em sua vestidura” — usando vestidos em cores vividas —mas “tintos”. em lugar de “salvação” (ARA). inclui os povos (gentios) de todas as direções que vêm para a luz de Sião. C id a d e não desam parada.2). Jesus aplica isto à sua segunda vinda (Ap 22. O que Deus proclama é para o mundo inteiro. “tua salvação”]. Sião será assim um lugar de glória e proeminência. p o d ero so p a ra salvar. co m v estes tinta s? E ste qu e é g lo r io so em su a vestid u ra . A terra de Edom ( “vermelho”) e a cidade de Bozra ( “vindima”) representam o mundo que está contra Deus e se opõe ao seu povo. que falo em justiça. e a su a obra. os rem id o s do SENHOR. literalmente como sendo a salvação. yish ’ekh. qu e m archa com a sua g r a n d e f o r ç a ? Eu. e tu será s ch am ada P ro cu ra d a . chamada de “Procurada”. m archando vigorosamente com grande força. O nome novo. poderoso para salvar”. Para a “filha de Sião” (o povo de Jerusalém) os profetas-guardas devem dizer “a tua salvação vem” [Heb. d ia n te dele. de B ozra. Eles estão surpresos.9. ou manchados de verm elho (com o sangue dos seus inim igo s. Mateus 21. Assim. os “remidos do S e n h o r ” . talvez chocados.11 E is qu e o SENHOR f e z o u v ir a té às ex trem id a d es da terra: D iz ei à filh a de Sião: Eis qu e a tua sa lva çã o v em . uma cidade não mais desamparada ou abandonada (e jamais será novamente abandonada). Colocar “Salvador”. é descrito mais adiante.

a ser seguido pelo “ano dos meus redimidos [do M essias]”. M as “lagar” é figurativo.7 J E olhei. Somente Ele pode trazer salvação.5 O “ano” indica um período mais longo de tempo. e o seu sa n gu e sa lp icou as m in h as vestes. M as antes de salvar. representando povos —especificamente os inimigos tanto de Deus como do seu povo —não uvas. Ele declara que sozinho pisou no lagar. e m a n ch ei toda a m in h a vestidu ra . Ele julga os que são representados por Edom e Bozra. Só Ele é sem pecado e digno de ser . M uitos acreditam que o juízo será os sete anos daTribulação. e a su a f o r ç a d errib ei p o r terra.4 4 P orque o dia da vin ga n ça estava no m eu coração. os m il anos do reinado de Cristo na terra. com o as daquele qu e p isa u v a s n o lagar? 3E u sozin ho p isei no lagar. 6 E p ise i os p o v o s na m inha ira e os em b ria gu ei no m eu f u r o r . As suas roupas foram respingadas e manchadas com o sangue deles (cf. e espantei~ m e de não h a ver qu em m e su stivesse. e não havia q u em m e aju d asse. e os p isei na m in h a ira e os esm a gu ei no m eu f u r o r . O “dia da vingança” indica somente juízo feito depressa. e o m eu f u r o r m e susteve. Eles sofreram a ira do Cor­ deiro (Ap 6. não há nenhum lim ite à sua capacidade para salvar.I 3 . e dos p o v o s n in gu ém se achava com igo. Aqueles que Ele redimiu já estão redimidos antes do juízo.I 5 ).Ele é justo. Novamente o M essias reconhece que ninguém pode ajudá-lo. Ap I 9 . Quando perguntado por que as suas roupas estão da cor de san­ gue. 2 P o r qu e está verm elh a a tua v estid u ra ? E as tu a s vestes. o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro vindo para a batalha do Armagedom. respingadas como as daqueles que pisam as uvas na cuba superi­ or do lagar. e o an o dos m eu s red im id o s é chegado. p elo que o m eu braço m e tro u x e a salvação.16).6 ATribulação será seguida depois pelo M ilê­ nio.

a qual ainda é a ira do Cordeiro (Ap 6 . no ca­ pítulo 61.10. Como nós sabemos que a missão inspirada pelo Espírito. fazen­ do-os bêbados na sua ira. O que é necessário para Deus vir ao encontro do seu povo? 11.8 ) é relacionado à nova aliança que foi posta em efeito pela morte de Jesus? 6. a ira daquEle que morreu para lhes trazer a salvação. Quais são os incluídos nos redimidos do Senhor e qual é a rela­ ção deles para com Sião? 12. Quem fará Sião oferecer luz para o mundo e como isto será rea­ lizado? 8. e por que elas estão de tal modo manchadas? 13. Dn 2. Qual é a significação dos novos nomes e a comparação a um casamento? 9.11 nos mostra sobre a natureza do Messias? 7. Que conforto dará o Messias aos tristes em Sião? 4.8 Pelo seu próprio po­ der. Por que Jesus parou a sua citação no meio do versículo 2? 3. M uitas passagens mostram que o reino milenial e a sua paz devem ser introduzidos através do juízo (por exemplo. refere-se ao Messias? 2.16). Q UESTÕES D E EST U D O 1. trazendo a vingança divma. O que 61. Agora o sangue deles é derramado sobre a terra.45). Eles rejeitaram o seu sangue que foi derramado por eles. porque eles escolheram pagar a penalidade pelos seus próprios pecados. O que será envolvido na restauração de Israel para serem sacerdo­ tes do Senhor? 5. Ele traz salvação e pisoteia os povos pecadores do mundo. Quem são os guardas e qual é o trabalho deles? 10.o Juiz das nações. Por que o Messias está ali sozinho? . Quem é aquEle que vem com vestes tintas de vermelho. Como o concerto eterno (6 1 .44.

como um profeta-guarda (6 2. 4 9 7 s. H orton. eles são m eu povo.7-64. RJ: CPAD. 2 8 2. 4 Stanley M . 6 Stanley M . RJ: CPAD. f i lh o s qu e não m en tirã o. as suas gran­ des dádivas e a bondade para com a casa de Israel. Isaías O ra por Misericórdia e Perdão 63. 7 Ibid. Nosso Destino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 8 5 -9 5 . Isaías.7 -1 5 1 A s ben ign id a d es do Sen hor m en cio n a rei e os m u ito s lo u v o res do SENHOR. 19 95 ).12 I. LO UVO R PELA BONDADE DE DEUS 6 3 . a m aioria dos com entaris­ tas antigos entendem que quem fala aqui é Sião. Jesus cumpre ambas as funções por redim ir e julgar.. 19 9 -2 1 4 . A Vitória Final: Uma Investigação Exegétíca do Apocalipse (R io de Janeiro. 8 P orque dizia: C ertam en te. 10 8 -1 0 9 . 2. Ele começa por contar que está atento a respeito dos atos das “benignidades” de Deus (Heb. A ssim ele f o i seu Salvador. “imutável. Veja The Prophets (Philadephia: Jewish Publication Society o f America. D. co n so a n te tudo o qu e o SENHOR n os con cedeu . aliança de amor”). 3 Isto poderia ser traduzido como “A quele que a reedificou”. 1 9 9 8 ). agora começa uma oração por misericórdia e perdão que continua pelo capítulo 64. 5 Eles são redim idos por causa da obra realizada em Isaías 53.6). H orton. infalível. 2 1 0 . atos dignos de . 8 O hebraico g o ‘el significa tanto “o parente-redentor” como “o vingador de sangue”. e a g r a n d e bon dade p a ra com a casa de Israel. chasàe. 2 U m a vez que o M essias deve dar alegria e justiça. qu e u so u com eles segu n d o as su a s m isericó rd ia s e segu n d o a m u ltid ã o das su as benign idades. 19 78 ).CITAÇÕES 1 A mesma palavra é traduzida como “tristes” no v.

e os tom ou. se lem b rou dos dias da an tigü idade. “todos os dias da antigüidade”. Agora Isaías confessa os pecados do povo: “eles foram rebeldes. “Assim ele foi seu Salvador” (insinuando que Ele os salvou e repetidamente os livrou em várias situações). o Ungido. Ele os redimiu como um Parente-Redentor. Ele protegeu e tomou conta do seu povo durante a história deste. blasfêmias. Ele os con­ tava como seu povo e como seus filhos “que não mentirão”. 9 E m toda a a n gú stia deles f o i ele an gustiado. Deus não podia perm iti-los continuar em presunçosa ingratidão e indiferença ao seu amor. cólera. N o seu amor e compaixão. 11 Todavia. Deus estava pessoalmente presente com eles em cada situação angustiosa (como a escravidão no Egito e a opressão durante o tempo dos juizes). dizendo: O n d e está aq uele que os f e z su b ir do m a r com . para Ele. p elo seu a m o r e p ela su a com pa ix ã o.31 lista algumas das ações que entristecem o Espírito Santo de Deus: amargura. p elo que se lhes to rn o u em in im igo e ele m esm o p e le jo u con tra eles. e o A njo da sua p resen ça os sa lv o u . Deus os tratou como a sua família. que realiza a obra do Pai. mas repetidas vezes. gritaria. O “Anjo [ou Mensageiro] da sua presença” [ou face] não é nenhum anjo co­ mum. e m alícia de todos os tipos. Deus está pessoalmente presente nEle. de M oisés e do seu povo. e “em toda a angústia deles foi ele angustiado”. Foi neste sentido que Ele mesmo “pelejou contra eles”. ira. Ele usou exércitos humanos para trazer juízo na época dos juizes e dos assírios. e Ele é o M ediador divino entre Deus e a humanidade. e os co n d u z iu todos os dias da an tigüidade. como também depois. e contristaram o seu Espírito Santo” — não uma vez. ou serão infiéis. M as eles f o r a m rebeldes e co n trista ra m o seu E spirito S anto. concedendo-lhes muitas misericórdias nestes freqüentes atos do concerto de amor. o Messias. ele os rem iu .30. Ele “se lhes tornou em inimigo”.1 Efésios 4.louvor.

como Bezalel e Aoliabe (Ex 31. Como era diferente nos dias de Manasses. Nenhum obstáculo estava no caminho de Israel quando Deus os habilitou.10 ).I 7 ). 6. mas sobre outros também.3. “junco”) foram divididas (Ex 14.os p a sto res do seu reban h o? O n d e está o qu e p ô s no m eio deles o seu E spírito Santo. aqui. quando eles estavam tropeçando ao m eio-dia (5 9. . d e m od o que n u n ca trop eça ra m ? conduziu pelas profundezas úmidas do mar Verme­ lho. Suph. 35 . p a ra cr ia r u m n om e etern o ? Moisés experimentou o poder do SE N H O R . Presentemente. p a ra cria res um n o m e glorioso. provavelmente. a ssim g u ia s te ao teu povo. co m o o cavalo. e pergun­ tar por aquEle que lhes trouxe a todos pelo mar Vermelho. uma lembrança eterna do seu nome e caráter como Salva­ dor de seu povo.2. Conquanto “no deserto” (Heb. campo aberto onde um cavalo pode correr sem trope­ çar.30-35).16). Ele não só pôs o seu Espírito Santo sobre Moisés e sobre os setenta anciãos ÍNm I I. 13 A quele que os g u io u p elo s abism os. mídbbar. o E spírito do SENHOR lhes deu descan so. no deserto. O SE N H O R o s M C om o ao a n im a l qu e desce aos vales. Israel viu isto quando as águas do mar Vermelho (Heb. Estes juízos fizeram com que o remanescente piedoso entre o seu povo se lembrasse do tempo de M oisés e da sua liderança. significa plano. “no deserto”) não se refira sempre a terreno plano. o povo pergunta onde Deus está agora? Onde está a obra do seu Espírito Santo? 12 a q u ele cu jo braço g lo r io so ele f e z a n d a r à m ã o d ireita de M oisés? Q u e f e n d e u as águ a s dia n te deles. não cultivado. Israel continuou a lembrar da libertação do Egito pelo mar Vermelho como uma evidência primordial do poder e grandeza do SE N H O R .

e o seu zelo para preservar a sua honra) e as suas obras podero­ sas estão. DEUS É AINDA NOSSO PAI 63. ó SENHOR. Isaías expressa o desejo de ver novamente o poder e a glória que foram manifestados nos dias de M oisés e Josué. 13 A tenta desde os céu s e olha desde a tua santa egloriosa habitação. A orientação de Deus. trouxe glória ao seu nome. Tu. és n osso Pai.1). M as Deus é ainda o Pai e o Parente-Redentor de seu povo. Ele é o mesmo e sempre o será. “a ternura” de Deus e as suas “misericórdias” estão detidas por causa dos pecados de Israel. “desde a antigüidade” ou “desde a eternidade”). Isaías faz um apelo tendo por base o importante fato de que Deus é o Pai do seu povo. ain d a q u e A braão n os n ã o conhece. m e’olam. Através do Espírito Santo e dos líderes cheios do Espírito. O n d e estão o teu zelo e as tua s obras pod erosa s? A tern u ra das tuas entranhas e das tuas m isericórd ia s d etém -se pa ra com igo! Depois de se lembrar do que Deus fizera nos primórdios da na­ ção. nosso R ed en to r desde a a n tigü id a d e é o teu nom e. No entanto. deste modo. neste momento.2 como Deus prometera (Js 23. Por perguntar onde o seu zelo (o seu amor zeloso pelo seu povo. como Josué (N m 27. . Eles não podem clamar para Abraão (o pai terreno deles) socorrê-los. onde a sua santidade e glória estão constantemente em evi­ dência. Israel (Jacó). lhes foi dado “descanso” repetidas vezes.16 16 M as tu és n osso Pai. Ele nunca os rejeitará. 2. O seu nome e caráter são “desde a antigüidade” (Heb.Os israelitas que saíram do deserto eram como o gado que desce das colinas estéreis para os exuberantes pastos verdes da Terra Pro­ metida.18 ). pedindo-lhe que olhasse “desde os céus”. e I sra el não n o s reconhece. nem para o seu neto. pois eles nada sabem a respeito do sofrimento presente do povo. Isaías clama a Deus em oração.

19 T o rn a m o -n o s co m o aq ueles sob re q u em tu n u n ca d om in a ste e co m o aq ueles que n u n ca se ch am ara m p elo teu nom e. Deus nunca lhes tinha governado (seu povo no passado) e eles jamais tinham invocado o seu nome sobre eles. separado para a adoração e serviço do possuiu a sua herança naTerra Prometida por apenas pouco tempo. ou pode estar profetizando o que aconteceria quando os babilônios viessem. manifestar a sua presença. a mensagem de Deus só os torna mais duros. n ossos a d versá rios p isa ra m o teu sa n tu á rio. o povo escolhido por Ele. Mas Isaías transforma isto em um clamor para Deus fazê-los “vol­ tar”. p a ra que te não tem a m os? Faz voltar. Isaías lamenta que embora o povo de Israel fosse o povo de Deus desde muito tempo atrás. Afinal de contas. f o i p o ssu íd a p elo teu sa n to p ovo. Então os adversários e opressores “pisaram”. o santuário de Deus. Como Isaías 6. ou seja. ou profanaram. p o r a m o r dos teu s servos.1 7 -1 9 17 P o r que. 18 Só p o r u m p o u co de tem po. como ele previu em 39. eles são “as tribos da [tua] herança”.10 indica. quando os corações das pessoas estão endurecidos pelo pecado.5— 7. SE N H O R . Isaías não está culpando a Deus pelo desvio do povo dos seus caminhos e pelo endurecimento dos corações de modo que eles não o temem nem o reverenciam. Isaías pode estar expressando as condições no tempo de Manasses. o chamado pelo seu nome. quer dizer. que pode significar a terra santa de Deus. Israel como um povo santo. as trib os da tua herança.3. e assim declarar que eles pertenciam a Ele. n os f a z e s d esv ia r dos teu s ca m in h os? P or q u e en dvtreces o n osso coração. poder e graça no meio do seu povo. ó Senhor . Leupold sugere o seguinte: “ O espaço de tempo onde Deus efetivamente sustentou o seu povo foi comparativamente tão curto . CORAÇÕES ENDURECIDOS 6 3 .

As circunstâncias teriam sido diferentes. então o seu nome teria sido dado a conbecer “aos [seus] adversários” e as nações teriam tremido à sua presença. Isaías faz censuras sobre o passado. “como quando o fogo inflama a lenha e faz ferver as águas”. (Heb. quando Deus fazia coisas ines­ peradas e assombrosas que inspiravam temor reverenciai. . sobre a honra de Deus. então as montanhas teriam tremi­ do como o Sinai. d e scia s . É como se Ele “nunca tivesse dom inado” sobre o seu povo”. Ele quer dizer. p a r a f a z e r e s n o tó r io o teu n o m e a o s teu s a d v e r s á r io s . 2 C o m o q u a n d o o f o g o i n f l a m a a le n h a e f a z f e r v e r a s á g u a s . hi ) introduz uma condição contrária ao fato aqui. ou seja. Isaías sente que Deus não está fazendo nada. a s s im a s n a çõ es trem essem d a tu a p r e s e n ça ! Se Deus tivesse descido em poder. q u e n ã o e sp e r á v a m o s . Eles tinham quebrado a aliança.1-9 1 O h ! s e fe n d e s s e s os céu s e d cscesses! Se os m o n tes se esco a ssem d ia n te d a tu a fa c e ! Isaías apaixonadamente lamenta sobre o passado. Agora. q u e t r a b a lh e p a r a a q u e le q u e n e le e s p e r a . n em co m o u v id o s se p e r c e b e u . 3 Q u a n d o fa z i a s co is a s te r r ív e is . 4 P o rq u e d esd e a a n tig ü id a d e n ã o se o u v iu . 4.que quase não valia a pena considerar. Pois Deus desceu no Smai e os “montes se escoavam” diante da sua presença. M as ele insinua que ainda quer que Deus aja decisivamente. n e m c o m o s o lh o s s e v i u u m D e u s a lé m d e ti. e o povo de Deus teria respondido através de arrependimento! Isaías se preocupa pelo nome de Deus. e o s m o n t e s s e e s c o a v a m d i a n t e d a t u a fa ce . ISAÍAS CLAMA PARA DEUS AGIR 64.3 Os pecados de Israel tinham-no se­ parado das bênçãos e dos privilégios que Deus lhe dera.4 “Oh! se”. se tão-somente Deus tivesse descido. durante o reinado ímpio de Manassés.

) O fato de que só Ele é Deus pressupõe a sua soberania. e a s n o s s a s c u lp a s . (Veja a aplicação deste versí­ culo aos que amam o Senhor em I Co 2. A confissão continua: “Todos nós somos como o im undo” aos olhos de Deus. “age para abençoar”) que se alegrava enquanto “praticava justiça” (agia em justiça ou retidão). Eles não só acham alegria na justiça. são como “trapo da im undí­ cia” (lit. “encontra”. c o m o u m v e n t o . n e le s h á e t e r n i d a d e . p a r a q u e s e j a m o s s a lv o s . p o r q u e p e c a m o s . O resul­ tado é o juízo divino: Eles murcharam e caíram “como a folha”. e to d o s n ó s c a ím o s c o m o afo l h a . os cami­ nhos revelados na sua Palavra. e is q vie te ira s te . Porém. feitos para cumprir as exigências. Isaías se identifica com o povo e confessa que eles conti­ nuaram pecando ( “pecamos”) contra esses caminhos. pagada. n o s a r r e b a t a m .Isaías não esqueceu que Deus age a favor daquele “que nele espe­ ra” em expectativa de fé por Ele. que im pedia a pessoa de entrar no tem plo). e t o d a s a s n o s s a s j u s t i ­ ça s . Deus vem “ao encontro daquele” (Heb. Todos os atos justos do povo. d a q u e le s q u e s e le m b r a m d e t i n o s t e u s c a m i n h o s . Isto não quer dizer que essa rebelião há muito tempo continuada fosse alguma vez se encontrar com a salvação. muito embora soubessem que isto enfureceria a Deus. eles se lembram de Deus em seus caminhos. caminhos que se tornam claros para eles à medida que eles oram. . 6 M a s t o d o s n ó s s o m o s c o m o o im u n d o . Ele é o único Deus que responde. Quer dizer. eles têm uma rela­ ção pessoal com Ele enquanto seguem nos seus caminhos. a qual estava cerimonialmente suja de­ baixo da Lei.9. ou formas da sua religião. Ninguém no passado ou no presente ouviu ou viu (através de revela­ ção) qualquer outro Deus a não ser Ele. como uma peça de vestuário suja de sangue do período menstruai de uma mulher. co m o tra p o d a im u n d íc ia .. 5 S a is t e a o e n c o n t r o d a q u e le q u e s e a le g r a v a e p r a t i c a v a j u s t i ç a .

e que Ele não se lembre para sempre dos pecados que lhe . olha. obra das tuas mãos. fazendo-o “obra das [suas] mãos”. por m iseri­ córdia. nós.I 2 . 9 Não te enfureças tanto. M t 6 .5 <Mas. Seguramente Ele está preocupado so­ bre o povo que é a obra da sua mão. 89. e nenhuma pessoa se movia para se apegar a Deus (como Jacó fez quando ele lutou com o Anjo. fmugenu.16. N o m eio do ju íz o de D eus (provavelm ente na época de M anassés). o que chamou a nação à existência.3. tu és nosso Pai. Deus tinha escondido o seu rosto (afastado a sua manifesta presen­ ça e bênção) e fez com que a culpa dos seus pecados os fizesse “derreter” (Heb. p or causa das nossas iniqüidades.5. Gn 3 2 . Jr 18. Ele ainda é o Pai de Israel. Isto corresponde ao tempo de M anassés em vez do exílio babilônico posterior.16. Agora Isaías clama novamente a Deus.) Deus pode mudá-los apesar do que eles fizeram no passado. o barro. (A bonita imagem do SENHOR como o Oleiro e como o Pai é freqüentemente atestada —D t 32. ninguém estava invocando o nome de Deus. 7 E já ninguém há que invoque o teu nome. M l 2. ó SENHOR . Os 12.4). eis.10. Ele também é o Oleiro divino que amolda o barro. Is 29 .6 -8 . todos nós som os o teu po vo. reconhecendo que Deus não mudou. porque escondes de nós o teu rosto e nos fa z es derreter. G1 1. e todos nós. Isaías suplica a Deus que não deixe o pleno peso da sua ira cair sobre eles. que desperte e te detenha. nem perpetuam ente te lem­ bres da iniqüidade. trouxe desânimo e m orte.Então os seus pecados culpados os arrastam como o vento arrebata as folhas mortas. SI 68.6. 103. Cl I .26. 63. nós te pedimos.2 4 2 8 . R m 9. ó SEN HO R . agora. “dissolver”).6. o s nosso oleiro.21. ou seja. e tu.13.

e todas as nossas coisas m ais aprazíveis se torna­ ram em assolação. quer dizer. Sião está feita um deserto. levando em conta tudo isto.10-12 10 As tuas santas cidades estão feita s um deserto. inclusive Sião.causaram a indignação. 1 A nossa santa egloriosa casa. em que te louvavam nossos pais.5— ele vê em uma visão que as “santas cidades” (cidades da 7). os artigos pre­ ciosos do templo.9). 5. do templo que aconteceu nos dias de Manassés. 1 f o i queimada. será queimada a casa de santidade e beleza esplêndida de Israel. Este será o clímax da destruição.6 12 C onter-te-ias tvi ainda sobre estas calamidades. ou profanação. se tornarão uma pilha de pedregulho. M as os exilados não teriam dito o que nós lemos no versículo 12. serão feitas um deserto. santidade de Deus. pois Jerusalém será “assolada”. e nos afligirias tanto? S en h or? A resposta de Isaías a esta visão é perguntar a Deus se. toda a terra de Israel). o que mos­ trará a majestade do juízo de Deus. (Os exilados que voltaram da Babilônia não tiveram que dizer isto. Ele continuará se contendo (especialmente depois da oração do v. Devido ao que Isaías sabia que iria acontecer (39. permanecendo calado e castigando (humilhando e afligindo) ainda mais a Israel. Pedir a Deus para olhar para eles é um clamor pela sua graça e misericórdia: Deixe-o ver e reconhecer que eles ainda são o seu povo. JERUSALÉM ARRUINADA 64. ó Ficarias calado. e todas as “coisas mais aprazíveis”. onde os pais da nação louvavam a Deus. Alguns tomam isto como sendo o que os exilados disseram quan­ do voltaram da Babilônia.) . Jerusalém está assolada. Como um clímax para os seus sofrimentos.

5 O swald T. Leupold. Exposition o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse.16— e em que bases ele o faz? 18 4. 111. 1 9 9 3 ). 70. C ornelius Lam bregtse (G ran d R ap id s: Kregel Pub licatio n s. 4 J.C . 2 :1 4 8 . 19 93 ).: InterVarsity Press.QUESTÕES DE ESTUDO 1. Que ações de Deus no passado fazem Isaías ter expectativas? 5. 6 1 2 . H orton. 197 1 ). R J: CPAD. H a r r y B u ltem a. The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove. Qual é o apelo de Isaías em 63. . O que a Bíblia D iz Sobre o Espirito Santo (R io de Janeiro. Por que Isaías se refere a Deus como Pai e Oleiro? 7. Veja Stanley M . em Wycliffe Bible Encyclopeâía (C hicago: M o o dy Press. C om mentary on Isaiah. M as com o B ultem a d iz: “Isto m o stra quão pouco esses h o ­ m ens têm p e n e trad o no e s p írito d e sta p ro fe c ia ” . 1 9 7 5 ). 8. Alec M otyer. 6 M u ito s crítico s usam os versículos 10 e I I p ara argum entar que um auto r desconhecido escreveu isto após Jerusalém ter sido d estru íd a em 5 8 6 a. A llis. Que lições Israel deveria ter aprendido a partir do êxodo? 3. Qual era a condição de Jerusalém e do templo na parte final do reinado de Manassés? CITAÇÕES 1 O fato de que o E spírito Santo pode ser entristecido m ostra que Ele é uma Pessoa distinta. O que Isaías enfatiza na sua oração? 2. 518. 3 H . C. 1:857. O que é significativo a respeito da oração de confissão de Isaías? 6. 19 8 1). 2 O hebraico tenicbennu é freqüentativo. “Book o f Isaiah”. trans.

Eles eram responsáveis pela condição na qual estavam. Quer dizer. (Veja R m 10. A RESPOSTA GRACIOSA DE DEUS 6 5 .20. eles “de contínuo” o provocavam. Deus responde então à confissão e oração do capítulo 64. Em comparação. Rm 10. imagina­ ções e planos. dizen­ do que Ele se revelou (ou.) 3p o v o que m e irrita d ia n te da m in h a f a c e de con tín u o. Israel também estava muito centrado em si mesmo e muito interessado a respeito de seus próprios planos e desejos para responder.1 aos gen­ tios1 e 65. dizendo: “Eis-me aqui” (Heb. Alegria e Juízo 65.1-66. deixou-se buscar). ainda que eles não o buscassem. (Isto continuou nos .E. “diante da [sua] face”. Ele se deixou achar. 2 E stendi as m ã o s todo o dia a u m p o v o rebelde . sa crifi­ ca n d o em ja r d in s e q u eim a n d o in cen so so b re tijolos. o constante. Misericórdia. Bênção. (Cf. “Eis-me aqui”) para um Israel que “se não chamava do meu nome”.1 -7 1F u i bu scado p elo s qu e não p ergu n ta va m p o r m im . Deus toma a iniciativa e torna possível às pessoas o buscarem e o acharem. muito embora eles (Is­ rael em seus primórdios) não perguntassem por Ele. henneni. após os seu s p en sa m en to s.21. seguindo “os seus [próprios] pensamentos”. N a própria presença de Deus. Ele repetidamente fez ofertas ou propostas iniciais amigáveis.24 I.21. desafiando-o de fato. porque eles continuaram a andar em caminhos que Deus via não serem bons. e Paulo chama a atenção para o fato de que alguns o fazem.) Porém. a u m p o v o que se não cham a­ va do m eu n om e eu disse: E is-m e aqui.2 a Israel. f u i achado p o r aqueles qu e m e não bu scavam . qu e cam in ha p o r ca m in h o qu e não é bom . amoroso e urgente apelo de “todo o dia “de Deus para Israel os encontra teimosos na sua rebelião. onde Paulo aplica 65.

6 E is q u e está escrito d ia n te de m im : n ã o m e calarei.dias de Ezequiel. 5 E dizem : R etira -te.) Sacrificando “em jardins e queimando incenso sobre tijolos” era contrário à Lei e mostrava que o povo de Israel estava seguindo rituais pagãos. T E V ). p o rq u e so u m a is sa n to do que tu. novamente ao contrário da Lei (Lv 11. indica tentativas es­ píritas para contatar com os mortos. e p a ssa n d o as n o ites ju n to aos lu ga res secretos. às tumbas. As­ sim. cólera e causa furor (cf. (alguns sugerem “entre as fendas das rochas”. veja Ez 8. No hebraico. e co m en d o ca r n e de p o rco e caldo de coisas a b om in á veis n os seu s pratos. Estes pecados estão escritos em um livro (como um débito em uma conta). u m J o g o que arde todo o dia. Deus. d eita r-lh es-ei a recom p en sa no seu seio. Tais pessoas são “uma fumaça” nas narinas de Deus. a idéia da área nasal estar sendo fre­ qüentemente aquecida indica ira. um fogo ininterrupto “que arde todo o dia”. sim . Todas estas atividades eram uma abominação ao SE N H O R . E stes sã o u m a f u m a ç a n o m eu nariz. a Septuaginta diz: “em cavernas onde eles dormem por causa de so­ nhos”). Eles também seguiram idéias pagãs de santidade ou separação (o que nós chamaríamos de “tabus” hoje). dará um ponto final ao seu . Provavelmente eles se identi­ ficavam tanto com os falsos espíritos ou falsos deuses que pensavam que qualquer um que os tocasse estaria em dificuldade.7) e em im ita­ ção de práticas pagãs. Isto também aponta para a época de Manassés. a seu devido tempo. e não te ch egu es a m im . indica práticas ocultas. Eles também comeram carne de porco e fizeram sopa de “coisas abomináveis”. m a s eu pa garei. Passar a noite em vigília “junto aos lugares secretos”. 4 a ssen ta n d o -se ju n t o às sep u ltu ra s. Assentar-se “junto às sepulturas”. estas pessoas são objetos da ira de Deus.

u m herdeiro que p ossu a os m eu s m o n tes. Por causa deste remanes­ cente de servos que são uma bênção. Ou seja. berakhah. O “seio” aqui refere-se à dobra da vestimenta acima do cinto onde um objeto poderia ser colocado (cf.38). dizem : N ão o desperdices. e os m eu s serv o s habitarão ali. uma “bênção”) nele.13. . Devido a eles continuarem nas “iniqüidades de [seus] pais”. qu e q u eim aram in cen so n os m o n tes e m e a fro n ta ra m n os o u teiro s. SI 79. cf. Eles são semelhantes a “um cacho de uvas” com o suco ainda nele.silêncio e longanimidade e lhes pagará em plena medida.2) eram em desafio a Deus e mereciam pleno castigo. e os m eu s eleitos h erda rão a terra. 2.1 7 ).12. p o is há benção n ele . 7 as vossas in iq ü id a d es e ju n ta m en te as in iq ü idad es de vossos p a is j diz o SENHOR. Ne 5.8 -1 0 * A ssim d iz o Sen h or : C om o qu an do se acha m osto em u m cacho de uvas. Não havia nenhuma montanha na Babilônia. I Pe 4 . Ex 20. de modo que Israel tem alguma “bên­ ção” (Heb. As ofertas queimadas “nos montes [e] outeiros” (lugares altos. Isto igualmente corresponde ao tempo de Manassés. 9 E p ro d u z irei d escen d ên cia a J a có e a J u d á . Agora o S E N H O R dá uma resposta mais extensa. assim fa re i p o r a m o r de m eu s servos.5). 0 REMANESCENTE PO SSUIRÁ A TERRA 6 5 . Ele ainda tem verdadeiros servos em Israel. 15. eles colheriam agora o juízo tanto pelos seus próprios pecados quanto pelos pecados de seus pais (cf. este devia começar no meio do povo de Deus (cf. p a ra qu e os não d estru a a todos. p elo qu e lhes to rn a rei a m ed ir as su a s obras an tigas no seu seio. Deus fará de modo que “os não destrua a todos”. Lc 6. Esta seria a primeira forma de castigo que o S E N H O R faria na sua agenda de julgamento.

. NHOR O deus Destino não determinará o futuro dos israelitas.2e enchendo um copo de vinho misturado com temperos e drogas. O vale de Acor. que preparais uma mesa para a Fortuna e que misturais vinho para o Destino. que esqueceis do meu santo mon­ te”. na orla marítima ao sul do monte Carmelo. e o vale de Acor. A outrora fértil planície de Sarom. outrora um lugar de juízo (Js 7. a qual se tornou como o seco Arabá. será restaurada e terá pastos verdes.Deus produzirá descendência da sobra de Jacó e Judá e eles pos­ suirão a terra de Israel (à qual Deus se refere como “os meus mon­ tes”) como a herança deles. Isaías recorre a exem­ plos representativos. terão uma recom­ pensa diferente. e não ouvistes . l~ também vos destinarei a espada} e todos vos encurvareis à matança. meus servos”. ele quer dizer que de oeste a leste toda a terra será restaurada para a sobra ou remanescente. que vos esqueceis do meu santo monte. para o m eu povo que m e buscar. preparando uma mesa de oferecimentos de comida para a deusa Fortuna. Assim. se afastando para longe de seu culto no templo. perto de Jericó.11-16 11 Mas a vós que vos apartais do S e n h o r . mas fiz estes o que é m al aos m eus olhos e escolhest.es aquilo em que eu não tinha prazer. e viverão ali. falei. Caracteristicamente. porquanto chamei . “os meus eleitos. o S eos “destinará”. “Vós que vos apartais do SENHOR. será transformado em um 26 lugar de “repouso de gado”. para despejar como uni oferecimento de bebida para o deus Destino (ou Sorte). ao sul de Berseba.. 10 E Sarom servirá de curral de ovelhas.24— ). para a espada. Eles estão se encurvando à deusa . DEUS JULGARÁ AQUELES QUE 0 ABANDONARAM 65. e não respondestes. 3. Eles se voltaram para o culto pagão. Isto aponta ao futuro para o tempo do Milênio. de lugar de repouso de gado.

um novo nome (veja 62. e o S en hor JEOV Á v o s m ata rá. M as os infiéis clamarão com os corações chei­ os de angústia e dor. O plural “vós” muda para o singular quando a maldição conduz à morte como juízo de Deus. mas estão realmente se encurvando à matança. cf. eis qu e os