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Comentário Bíblíco

0 profeta messiânico
S T A N L E Y M. H O R T O N

Tradução Benjamim de Souza

O CPAD

REIS BOOK’S DIGITAL

Todos os direitos reservados. Copyright © 2 0 0 2 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de D eus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina. T ítu lo do original em inglês: Isaiah Gospel Publishing H ouse, Springfield, M issouri Prim eira edição em inglês: 2 0 0 0 Tradução: Benjamim de Souza

Preparação dos originais: Joel D utra Revisão: Kleber C ruz Capa: Flam ir A m brósio Pojeto gráfico: Eduardo Souza Editoração: O lga Rocha dos Santos

CDD: 2 2 0 —Com entário Bíblico ISBN: 8 5 -2 6 3 -0 4 0 9 -7 Para maiores inform ações sobre livros, revistas, periódicos e os últimos lançamentos da CPAD, visite nosso site: h ttp ://w w w .cpad.com.br

As citações bíblicas foram extraídas da versão Alm eida Revista e Corrigida, edição de 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicação em contrário.

C asa Publicadora das A ssem bléias de Deus Caixa Postal 331 2 0 0 0 1 -9 7 0 , R io de Janeiro, RJ, Brasil 2'' edição/2003

Prólogo

Isaías é um dos mais ricos e mais lindos livros na Bíblia —tanto teológica como literariamente. Entre os livros do Vélho Testamento não há nenhum que mais utilize a linguagem hebraica, nenhum que tenha uma maior expressão da mensagem do Evangelho e da natu­ reza de Deus. Isaías, o profeta, é o primeiro teólogo do Velho Testamento. É apropriado que a CPAD deva pu­ blicar um comentário sobre Isaías produzido pelo prin­ cipal teólogo pentecostal do Velho Testamento. Stanley H orton é um maravilhoso exemplo de um erudito dirigido pelo Espírito. Ele conhece o Hebraico original e os pontos de vista dos eruditos e a voz do Espírito Santo, Ele tem despendido sua vida toda estu­ dando e ensinando a Bíblia, especialmente o Velho Tes­ tamento. Isaías tem sido um de seus mais intensos estu­ dos desde que ele o fez o foco de sua dissertação de doutorado. N ela ele mostrou que a perspectiva de todo o livro corresponde à autoria tradicional do profeta do oitavo século a.C. em Israel. Isso está em contraste com

muitos eruditos modernos, os quais teorizam um ou mais autores posteriores em Babilônia para os capítulos 40 a 66. Stanley Horton é um grande exemplo de humildade cristã e de­ monstra isso em seus escritos, apresentando gentilmente o que acre­ dita ser a verdade. Ao mesmo tempo, ele considera as diferentes in­ terpretações, permitindo aos leitores a escolha entre estas. Devido a Stanley H orton ter estado imerso no livro de Isaías por anos, ele tem um maravilhoso domínio de seu conteúdo. Sua leitura cuidadosa e reverente do texto traz a mensagem que Deus pretendia. Horton tem um dom para tratar do que realmente importa, trazen­ do de um modo simples e claro ao estudante da Bíblia as percepções dos eruditos. Este livro será de grande ajuda às pessoas leigas, as quais precisam deste grande livro de Isaías colocado em linguagem que possam entender. A obra do Dr. Horton demonstra uma sólida teologia bíblica que permite ao inspirado escritor da Bíblia dizer hoje o que ele pretendia em seus dias: o leitor é capaz de ouvir Isaías pregar a sua própria mensagem em seu próprio contexto antigo. Contudo, Horton mostra a relevância dos princípios divinos por trás dos textos antigos. Ele relaciona continuamente as profecias a Cristo. O livro finaliza com um apêndice de grandes temas teológicos em Isaías. Esta parte junta em um compacto mas profundo modo de compreen­ der muitas das maravilhosas verdades destacadas no livro. Para mim, é uma honra recomendar esta obra. Stanley Horton tem sido a maior influência em meu entendimento, trabalho e amor pelo Velho Testamento. Creio que os estudantes da Bíblia serão aben­ çoados pela espiritualidade e clareza da mensagem à medida que H orton a torna conhecida. Eu estou muito agradecido que o seu profundo conhecimento deste importante livro do Velho Testamento está finalmente publicado para abençoar a igreja, tanto dentro como fora da sala de aula.
R oger D. C otton, Tb.D.

Professor de Velho Testamento Seminário Teológico das Assembléias de Deus Estados Unidos da América

Prefácio

O livro de Isaías sempre foi um de meus favoritos. Eu lhe dei uma especial atenção em meus estudos de doutorado. M in h a dissertação, aceita pelo Central BaptistTheological Seminary (SeminárioTeológico Ba­ tista Central), era intitulada “A Defense on Historical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiab Referring to Babilon” (U m a Defesa sobre os Ele­ mentos Históricos da Autoria de Isaías a Respeito das Passagens no Livro de Isaías Referentes à Babilônia). O livro de Isaías era importante para os judeus na época anterior a Cristo. Quinze manuscritos hebraicos do livro de Isaías foram encontrados entre os Rolos do mar M orto. Jesus e os escritores do Novo Testamento também o consideravam importante, pois eles 411 ve­ zes fizeram citação de Isaías. As profecias de Isaías tive­ ram um profundo efeito sobre Jerusalém e Judá em seus

V lll

Comentário Bíblico: Isaías

dias. Elas continuam a abençoar todos aqueles que as estudam hoje. Em concordância com o uso tanto da ARC (versão de Almeida Revista e Corrigida da Bíblia de Estudo Pentecostal) como de outras versões (N V I e KJV por exemplo), a palavra SE N H O R é usada em letras maiúsculas e pequenas maiúsculas onde o hebraico do Velho Testamento tem o nome pessoal de Deus, Iahweh. O hebraico escre­ via apenas as consoantes Y H W H . As tradições posteriores seguiram o Novo Latim JH V H e adicionaram vogais do hebraico para “se­ nhor” para lembrá-los de ler Senhor em vez do nome divino. M as isto não foi jamais com a intenção de ler “Jeová”. Nas citações das Escrituras, as palavras que eu desejo enfatizar estão ressaltadas com itálicos. Para uma leitura mais fácil, as palavras hebraicas, aramaicas e gre­ gas estão todas transliteradas com caracteres do nosso alfabeto. Algumas poucas abreviações utilizadas: Gk.: Grego Heb.: Hebraico ARA: Almeida Revista e Atualizada ARC: Almeida Revista e Corrigida (Bíblia de Estudo Pentecos­ tal, CPAD) ASV: American Standard Version KJV: King James Version N V I: Nova Versão Internacional M eus especiais agradecimentos vão para Glen Ellard, Paul Zinter, e Leta Sapp na Gospel Publishing House e a todos aqueles que aju­ daram na preparação deste livro. Obrigado também a minha esposa, Evelyn, pelo seu encorajamento. Esta é uma versão revisada de um comentário originalmente acom­ panhado por textos hebraicos e publicado em 1955 pela The World Library Press Inc., Springfíeld, M o., Gregory Lint, editor executivo.

Sumário
P rólo go P refácio v vii I

S in o p s e ......................................................................................

In tro d u ç ã o ...................................................................................... 5 C e n á rio ............................................................................................ 5 O fim do rein o norte de I s r a e l............................. 7 Ju d á nos dias de I s a ía s ...............................................9 As invasões a s s ír ia s .................................................. 11 C ro n o lo g ia do tem po do p ro feta I s a ía s ..... 16 V isõ es críticas do livro de I s a ía s .................................. 17 U m a breve descrição d a m en sagem de Is a ía s ....... 2 7 In tro d u ç ã o ...... .................... .......................................... 2 7 Isaías: o p ro feta e sua m e n sa g e m ..................... 2 8 P ro fecias in ic ia is ......................................................... 2 9

A visão e ch am ad a de I s a ía s .................................... ...........2 9 A m ão irad a de D eus e sua m ão s a lv a d o r a ................... 3 0 Ju íz o sobre as nações e s tr a n g e ir a s ...................................... 31 Ju íz o e restauração p ara J u d á ...............................................3 2 E zequias e as invasões de S e n a q u e rib e .............................3 2 C o nfo rto e lib e r ta ç ã o .................................................................3 4 G ló ria p ara o povo de D eus; ju íz o p ara os o u tro s ..................................................................... 3 6 E sboço de I s a ía s ......................................................................................... 3 9 Isaías na versão A R C , N o tas e C o m e n tá rio s .............................51 A p ên d ice A: G randes tem as no liv ro de Is a ía s...................5 4 5 1. D eus, o S an to de I s r a e l................................................ 5 4 6 2 . D eus, o P oderoso de I s r a e l.................. .................... 5 4 7 3. D eus, o O n is c ie n te ......................................................... 5 4 8 4 . D eus, o C riad o r de t u d o ........................................... . 5 4 9 5. D eus, o R e d en to r e S a lv a d o r ...... ............................... 5 5 0 6. D eus, o R e stau rad o r de Israel e Jerusalém ...... 55 1 7. D eus, o S alv ad o r dos g e n tio s ................................... 5 5 2 8. O servo de D e u s.............................................................. 5 5 3 9 . O E sp írito S an to de D e u s......................................... 5 5 4 10. D eus m erece adoração p u r a .............................. ...... 5 5 8 A p ên d ice B: M a p a do Im p ério A s s ír io ................................ . 5 6 0 B ib lio g ra fia S e le c io n a d a .................................................................. 5 6 3 ín d ic e das E scritu ras ....... ....... .................... .................................... 5 6 5 ín d ic e R em issivo ............................................... ................................. 581

Data: Isaías foi o maior de todos os profetas da últim a metade do oitavo século a.C. Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias e, provavelmente, Manassés, senti­ ram o impacto de sua pregação profética. Cenário: Uma falsa prosperidade às expensas do go­ verno encorajou uma vida de corrupção e luxo acom­ panhada pela opressão do pobre e uma religiosida­ de sensual, imoral e pagã (2 Cr 26.16-18,20; 27.2; 2 8.1-27; 29.6-9). A Chamada de Isaías: Uma visão de Deus levou-o a uma visão de si mesmo e do pecado. A confissão o levou à purificação e consagração. A obra seria difí­ cil, mas lançou os fundamentos para o remanescen­ te retornar e preparar o caminho para a vinda do Messias (capítulo 6).

Emanuel —O Deus conosco.18-25.1— 15— O Messias é Rei. 13-23 Profecias Estrangeiras Caps. I). 36 -3 9 Ezequias Caps.16 A Principal Pedra Angular.1— 12 O Servo divinamente escolhido e sustentado que bondosa e misericordiosamente restaura os judeus e traz a luz aos gentios.) 16.1— 7 . 1-5 Juízo e Esperança Caps. libertar e reunir o povo. 28 . 5 6 -6 6 Glória Caps. 5. 4 0 -4 8 Conforto A Grande Acusação: Um Pai de coração partido convida seus filhos a retornarem (cap. Maravilhoso. 6 -1 2 O Deus Santo é Exaltado Caps.Breve Esboço: Caps. 4 9 -5 5 Redenção Caps.1— 10 Descendente de Davi. Príncipe da Paz.10— 17 8.8 9. 49 . O Quadro Ampliado do Messias: Nascido de uma virgem. 32.1— 13 O Servo é a arma de Deus para levantar. 11. Pai da Eter­ nidade. Deus Forte. 18 42 . Conselheiro.5 O trono de justiça e amor. Ungido pelo Espírito. 2 4 -3 5 Juízo Geral Caps. 7. (Leia aqui Rm 8.

55.4— 1 1 52. ensina e fortalece a outros. 59.1 6-21 .6-7.3. 49. 55. 50.8.22.1— 11 O Servo. 6. 40. pelo seu sofrimento e morte vicária e substituta. Ninguém é um fracasso quando vive de acordo com a vontade de Deus! .3 Sinopse 50. O crescimento de Israel como um resultado da obra redentora do Servo. (Leia Lc 4 . A porta aberta de par a par àqueles que anseiam. 45. Versos Principais: 6. sanador e libertador do M es­ sias traz alegria.12 54 55 6 1. ensinado por Deus.35. A Certeza do Cumprimento da Palavra de Deus: 40. “O M onte Evereste da Profecia Messiânica”.2.) Grandes sermões expositivos estão quase já elaborados nos capítu­ los I. O ministério salvador.13 a 53. O Ser­ vo. 53. agrada a Deus e torna possível a sua incomparável salvação. compare com Mateus 24.

junto ao rio N ilo. o Egito. Em vez disso. Contudo. era uma grande e rica nação. nos dias de Isaías. Israel. a Assíria era o poder dominante. Ao nordeste. esse era um lugar onde os exércitos do mundo conhecido entravam em conflito.Introdução CENÁRIO Deus poderia ter colocado o seu povo. seus reis habitual­ mente enviavam seus exércitos todos os anos para . no rio Eufrates. Porém. era o centro cultural. Essa “terra prome­ tida” seria um centro vital para a expansão e difusão do Evangelho quando Jesus veio à Terra. Babilônia. A meta da Assíria era dominar a Babilônia e con­ quistar o Egito. comercial e religioso para toda a Mesopotâmia. Ele o colocou na encruzilhada do velho mundo. Para esse fim. com suas cidades de Nínive e Assur nas proximidades do rio Tigre (ver mapa. Apêndice B). em um distante e protegido oásis onde ninguém pu­ desse incomodá-lo. Ao sul.

Adad-N irari morreu em 783 a. algo que Amós já tinha profetizado para o reino norte de Israel (Am 4 .) tomou o controle de Edom (2 Rs 14. Assim. pilhar e destruir cidades e nações que ficavam no cami­ nho.C. Desde os tempos de Salomão.C.C. Em 805 a. Porém.g.C. Nos dias de Eliseu. derrubou cerca de cento e oitenta metros do muro da cidade de Jerusalém. O Egito estava também enfraquecido por disputas in­ ternas. começou a profetizar naqueles que pareciam ser bons tempos.C. Jeoás então derrotou a Amazias em Bete-Semes. este mostra os judeus cativos sendo levado diante do rei Senaqueribe da Assíria por cordas atadas a anzóis gigantes colocados em seus maxilares. sucessivas ocorrências da peste bubônica dizimaram o seu povo.1 Os judeus são também representados como espetados em estacas diante dos muros da cidade. Eles tiveram problemas por causa da Armênia (U rartu) em sua fronteira norte. Os assírios eram notáveis pela sua crueldade e permaneciam inventando novos meios de torturar seus cativos. e uma derrota assíria seguiu-se a um eclipse do sol em 763 a. Arqueólogos encontraram em Nínive o baixo-relevo da conquista de Laquis.7) e desafiou Jeoás a guerrear contra si (2 Rs 14.2 ). todavia. capturando parte de seu ter­ ritório (e. por cerca de cinqüenta anos Israel e Judá não tiveram problemas com invasões estrangeiras. os dias de dominação da Síria tinham acabado. Depois.8). tomou todo o ouro e a prata do templo e do .) tornou a reaver os territórios cap­ turados por H azael de Damasco (2 Rs 13. e seus sucessores eram fracos. Embora Israel e Judá pagassem tributo à Assíria por pou­ cos anos.12). 2 Rs 8. Adad-N irari III da Assíria pôs Damasco fora de combate.conquistar.2 Isaías..25). um protótipo da forma de punição capital chamada crucificação. Como resultado. o reino da Assíria desintegrou-se em um grupo de cidades-estados (o caso quando Jonas foi para Nínive). Israel e Judá não tinham desfrutado de tal prosperidade.. Amazias de Judá (7 9 6 -7 6 7 a. Damasco causou problemas para o reino norte de Israel. Jeoás de Israel (798-781 a.

tanto quanto do co­ mércio do mar Vermelho via Eziom-Geber (m oderna Elate no Golfo de Acaba).15). 25. o reino norte de Israel. Ele já ti­ nha sido co-regente com seu pai desde 790 a. Encorajado pelo profeta Jonas (2 Rs 14. e vendiam alguns deles para a escravidão. ele conquistou vitórias e estendeu o controle político da entrada de Hamate no norte ao mar M orto no sudeste. demandando altos interesses. Mercadores introduziam ar­ tigos luxuosos do comércio com Tiro e Sidom. e levou os reféns. O longo e próspero reinado de Jeroboão durou até 753 a. Isso tornou Amazias impopular e conspi­ radores o assassinaram em Laquis (2 Rs 14. Am 3.Introdução palácio. muros decorados e móveis com lindas gravuras em mar­ fim (cf.C. Ao mes­ mo tempo a corrupção moral e a injustiça econômica para com o pobre crescia. e era equiparado pela prosperidade em Judá sob o reinado de Uzias (7 90 739).25).C. 2 Cr 26. 0 Fim do Reino Norte de Israel A era da prosperidade estava próxima de terminar. Os ricos desfrutavam de luxo. A prosperidade já tinha começado a retornar ao reino norte de Israel quando Jeroboão II tomou o trono em 791 a. embora advertido por Amós e .22. Oséias. 6. Após a morte de Jeroboão II. Sacerdotes corruptos tornaram a situação pior pela exi­ gência de m últiplos sacrifícios e por permitirem a mistura da idola­ tria e da im oralidade com o culto ao S E N H O R . e foram enriquecidos pelo controle das mais importantes rotas comerciais.15. e gozavam de ricas comidas e vinho. todos pronunciaram o juízo de Deus sobre os ricos que estavam ficando mais ricos às expensas dos pobres oprimidos. Mercadores gananciosos os ludibri­ avam. Amós. Ambos desfrutavam de paz.9.19).4). edificavam grandes casas de pedras quadradas.C. Isaías e M iquéias. O povo então colo­ cou seu filho Uzias (também chamado Azarias) no trono. reconquistaram a maioria do ter­ ritório do império de Salomão entre o Egito e o rio Eufrates (2 Rs 14. 11.

Oséias. Salum reinou um mês e foi assassinado por Manaém. . reinou somente seis meses e foi assassinado por Salum.5— Quando Peca e Rezim ameaçaram uma se­ 8). estava cheio de devassidão. Como um de seus primeiros atos. Em 742 a. A primeira invasão foi bemsucedida (2 Cr 28. Em 724 a. O filho de Jeroboão. pois este era fraco e não era de nenhuma valia. Mas foi um erro colocar a sua confian­ ça no Egito. Debaixo do juízo de Deus ele se degenerou rapidamente.. Então Peca tomou o trono em Samaria e reinou mais oito anos.C. Oséias deixou de pagar tributo à Assíria e fez uma aliança com Sô (Sibe) do Egito. M anaém reinou dez anos.C. tão logo Salmaneser vol­ tou para a Assíria. cumprindo as profecias de seu fim defi­ nitivo por Amós. Porém. rei da Síria. Ele então foi morto por seus dois guarda-costas e cinqüenta homens gileaditas. Salmaneser V. pouco antes de Salmaneser mor­ rer.. embora as altas e íngremes colinas de Samaria e suas grandes fortifica­ ções o tenham capacitado a resistir um cerco por aproximadamente três anos. Zacarias. ele se voltou para o ocidente contra os filisteus. Peca tomou conta do território de Gileade no lado ori­ ental do Jordão e reivindicou o reino. e invadiu Judá por duas vezes. Isaías e M iquéias. o rei Acaz de Judá —contra o conselho de Deus dado por Isaías —apelou por socorro aTiglate-Pileser III da Assíria. Samaria caiu em 722 a. no primeiro ano de seu reinado. ele levou Oséias prisioneiro.C. o último rei do reino norte de Israel. Então o reino norte de Israel se tornou uma província da Assíria (que eles chamaram Samaria).C. Oséias. O filho de Tiglate-Pileser. Salmaneser retornou e conquistou Israel.Oséias. No entanto. reinou apenas cinco anos. O rei assírio então derrotou a Síria e matou Rezim. Naquele tempo o rei Oséias de Israel deu garantias de sua lealdade como um vassalo da Assíria. gunda invasão. Durante esse tempo ele fez uma aliança com Rezim de Damasco. assassinou Peca em 73 2 a. Ele também levou ca­ tivos os habitantes da parte mais setentrional de Israel. En­ tão Tiglate-Pileser da Assíria o colocou sobre o trono de Israel. M enaém morreu e seu filho Pecaías reinou por dois anos.

C. em vistas da renovada ameaça da Assíria. assumiu o trono e reinou até 731 a. Jotão levou o seu filho Acaz ao trono em 74 4 para reinar com ele como co-soberano.).C.C. e levou seu filho Ezequias ao trono para reinar como cosoberano com ele em 728 a. sacrificou seus filhos no fogo. quando Tiglate-Pileser III usurpou o trono da Assíria em 745 a.5-8). ver também vv.3 -6 .O rei seguinte da A ssíria. Deus afligiu Uzias com lepra quando ele atreveu-se a oferecer incen­ so no altar de ouro que pertencia ao Santo dos Santos no templo.C. Ele passou os onze anos restantes da sua vida sob quarentena em uma casa especialmente construída para ele (2 Rs 15. Todavia.10 -2 0). Ele enfrentou ameaças não apenas da Assíria. que o levou à sua própria queda.C.000 soldados (2 Cr 28. 2 Rs 1 7 .) Judá nos Dias de Isaías Uma vez que o chamado de Isaías aconteceu no ano da morte do rei U zias (7 39 a. “Ele edificou a Porta Alta da Casa do S e­ n h o r ” (2 Cr 2 7 .). e “também debaixo de toda árvore verde” (2 Cr 28.C. Sargão II (7 2 1 -7 0 5 a. cultuava nos lugares altos e nos outeiros.3 ). Acaz reinou até 715 a. fez então uma campanha ao oeste e retom ou Sam aria em 7 2 0 a. mas era fraco. Semelhante aos reis de Israel ele m istu­ rou o culto de Baal com o culto do Senhor. A primeira vez eles levaram muitos prisioneiros e mataram 120.5). realizou outras reconstruções e derrotou os amonitas (vv. substituindo-os por povos de outros países que tinha conquistado.. mas também da parte de Israel e D a­ masco. 3-5). ele tinha idade suficiente para estar ciente do orgulho de Uzias. Ele era um bom rei. seu filho..2 9 0 israelitas para o exílio. Em suas crônicas ele diz que levou 2 7 .C . Jotão.4.3 (cf. 2-3).C. Quando eles ameaçaram . Ele fez isso ainda que Azarias e oito outros sacerdotes tenham tentado corajosamente impedi-lo (2 Cr 2 6 . Em 750 a. Por duas vezes Peca de Israel e Rezim de Damasco se juntaram para invadir Judá.

. Os fdisteus invadiram-no a partir dó oeste (2 C r 2 8 .1 8 ). Ezequias quebrou a aliança que Acaz tinha realizado com a Assíria e pediu ajuda ao Egito. Quando Tiglate-Pileser tom ou Damasco em 732 a.5 Então.C.. apesar dos avisos de Isaías a respeito da inabilidade dos egípcios de socorrê-los. Acaz permaneceu um débil vassalo da Assíria até a sua morte em 7 1 5 a. requereu que Acaz e outros viessem ali prestar-lhe homenagem. Quando esta­ va lá. ele levou seu filho.C.16 .6 mas seus exércitos foram destruídos pelo anjo do S enhor. Hb 1 1 . O Egito foi derrotado. fechou o templo e adorou a outros deuses (2 Cr 28.C. ao trono para reinar consigo.a segunda invasão. contudo.1 7 . devido a um grande reavivamento espiritual e celebração da Páscoa. em 68 6.1 0 -1 6 ).21 ). que o ajudasse e pagou tributo a ele (2 Cr 28 .13). Manassés. Manassés logo se afastou de Deus e massacrou aqueles que resistiram à sua restauração da idola­ tria. Estes não o socorreram. Tal como Oséias. em 696 a.3 7 ). Cinco anos depois. exceto Jerusalém (2 Rs 18. rei da Assíria. Ezequias começou a contar de novo os anos do seu reinado. Acaz também se voltou contra o S e n h o r . dizendo que colocariam um rei fantoche sobre o trono para forçar Judá a se juntar a eles contra a Assíria.C. Após a morte de Ezequias. curando-o e outorgando-lhe mais quinze anos de vida. .4 Poucos anos depois. de modo que os vinte e nove anos de seu reinado continuaram até 686 a. e respondeu a oração de Ezequias. Logo depois que Acaz morreu. os assírios novamente ame­ açaram Jerusalém. em 6 8 8 a.. Deus julgou a Ezequias com uma enfermidade que deveria ser fatal. e em 701 Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. A tradição judaica diz q u e ele amarrou Isaías numa tora e o serrou ao meio (cf.C. Os edomitas se livraram do jugo do reino de Judá e o invadiram a p artir do sul. Acaz viu um altar e m andou fazer uma réplica deste e o colocou no pátio do templo (2 Rs 1 6 . Ezequias calculou mal o poder do Egito e da Assíria.222 5 ). Deus foi misericordioso. Acaz man­ dou pedir a Tiglate-Pileser.

Isso favoreceu o cumprimento das profecias a respeito da dispersão do povo de Israel (cf. empalava pessoas (sobre estacas afiadas). Após uma cidade render-se. Com assusta­ dora rapidez. a nova era das brutais conquistas assírias começou. Os líderes que eram levados cativos não viveriam com as pessoas que eles conheciam e não teriam uma base para igualmente fomentar uma rebelião. Assim. quando ele retornava para a Assíria. Então os substituía com outros de outras cidades ou países já conquistados. No entanto. mestres e trabalhadores habilitados. Ele também mandava tirar a pele dos cativos ainda vivos. Desse modo. empilhava cabeças deca­ pitadas. Ele estava determinado a restabe­ lecer o Império Assírio e restaurar sua glória e poder. a fim de aterrorizar os povos das cidades próximas e fazer com que eles se rendessem. Isso também ajudou a espalhar a língua aramaica. e ele tinha que retornar e reconquistálas. Seus sucessores e os babilônios seguiram a mesma política de levar os povos conquistados para o exílio. em vez de ter que guarnecer ou reforçar as guarnições militares.C. pela primeira vez na história. ele instituiu uma nova tática. . Dt 28. Ele reuniu um massivo exército e corpo de engenheiros militares que. muitas das ci­ dades conquistadas se rebelavam. usaram grandes maquinários para sitiar e derrubar as muralhas das cidades que eles atacavam. falava-lhes quanto de taxas e tributos deveriam pagar a cada ano.64). Ele tomava cativos os líderes políticos e religiosos. tomava um juramento de lealdade daquelas pes­ soas que eram deixadas. Essa política pretendia tornar possível aos assírios realizar novas conquistas a cada ano. de modo que os judeus que retornaram após o exílio babilônico falavam aramaico em vez de hebraico em suas casas. Os povos nativos ficavam sem os seus líderes e assim provavelmente não se rebelariam. e deixava que eles voltassem e reconstruíssem as suas casas. A princípio ele seguiu o costume de conquistadores anteriores.As Invasões Assírias A renovada ameaça assíria veio com a ascensão deTiglate-Pileser III ao trono da Assíria em 745 a. e os estabelecia em um outro país conquistado. Jesus e seus discípu­ los falavam e pregavam em aramaico.

Em 711 a. Desta vez Judá ouviu a Isaías e sabiamente não se ajuntou a Asdode (Is 20. onde Tiglate-Pileser é chamado pelo seu nome babilônio Pul). o Egito não foi de nenhuma ajuda.10). nas proximidades do rio Orontes. Novamente. revoltou-se. de acordo com os registros assírios. que queri­ am resistir. que queriam se render. Posteriormente os reis assírios.20. Azuri de Asdode.9. deportou acima de vinte e sete m il israelitas para lugares na Assíria e M édia.). Tiglate-Pileser III foi coroado rei de Babilônia e tomou o nome Pulu (chamado Pul.19). e anti-Assíria. Em 732 ele tomou Damasco e a destruiu.. Durante esse tempo tanto Israel como Judá estavam divididos entre facções pró-Assíria. substituindo-os por povos da Síria e de Babilônia. conquistou Samaria em 722.C. Judá não pagava nenhum tributo naquele tempo.T iro pagou um enorme tributo de 150 talentos (I talento eqüivalia a 12. encorajado pelo Egito.Após derrotarem os armênios ao norte e os babilônios ao sudeste. e foi sucedido por Sargão II (7 2 1 -7 0 5 ). Salmaneser V (7 2 6 -7 2 2 a. Seu filho. de acordo com seus registros.C..7 o caldeu das terras do mar próximas do Golfo Pérsico. Em 737 a. M anaém de Israel pagou pesados tributos para salvar Samaria e proteger o seu trono (ver 2 R s 15. Merodaque-Baladã.600 gramas de prata).19. Sargão invadiu a Filístia. TiglatePileser então avançou através da Galiléia e pela costa até Jope por volta do ano de 7 3 4.C. o rei Tiglate-Pileser levou seus exércitos ao oeste até Hamate. Ele reinou ali .24).C. Enquanto Sargão estava preocupado com revoltas no norte.1-5). Embora M anaém pagasse tributo à Assíria para prevenir a captura da parte meridional do reino norte de Israel.8 tomou Babilônia após a morte de Salmaneser. sitiou Asdode e esmagou a revolta. Em 733 ele retornou pela Galiléia e assumiu o comando do território de Zebulom e Naftali. continuaram este processo (Ed 4. os quais uniram-se por casamento com os israelitas remanescentes e se tornaram samaritanos (2 Rs 17. mas o fez depois sob o reinado de Acaz. Sargão. 2 Rs 15.. em 738 a. incluindo Assurbanipal. Dois anos antes de morrer.

1 50 judeus. Então.C.13) —de acordo com seus regis­ tros. ele deportou mais de 2 0 8.1 . filho de Sargão (7 0 5 -6 8 1 ). Ele então demoliu a cidade. a principal meta de Senaqueribe era ago­ ra o Egito. Senaqueribe derrotou um exército egípcio enviado para ajudar e dispersou os mercenários que Ezequias havia contratado da Arábia.C.C. ele deixou Jerusalém em 701 e derrotou Merodaque-Baladã. Quando o rei elamita ficou doente em 689. Ele se apoderou destes deuses e os levou para Nínive (ver Is 4 6 . Devido ao fato dos sacerdotes da Babilônia terem usado ouro de seus templos para contratar os elamitas. elamitas e arameus (contratados pelos nativos babilônios) o derrotou. Em 703. buscando vingança.0 00 pessoas de Babilônia. Senaqueribe continuou a ter problemas com Babilônia. mas Ezequias e os exércitos de Judá se lhe opuseram.14 Com Babilônia destruída. Moabe e Amom lhe pagavam tributos.1 Então se dirigiu para o oeste.10 Senaqueribe. 1 Filístia. um exército combinado de caldeus. em Elteque. Senaqueribe foi em direção à Babilônia. Senaqueribe esmagou os templos e os ído­ los. Após um cerco de nove meses. Neste processo.2 ). Merodaque-Baladã tomou novamen­ te Babilônia.. com o oeste estabelecido. Fenícia. Senaqueribe considerou Ezequias o líder da rebelião nessa parte do mundo e capturou “todas as cida­ des fortificadas de Judá” (2 Rs 18. Bel e Nebo..9 Quando Sargão foi assassinado numa escaramuça em uma guar­ nição na fronteira em 705 a.como rei por 12 anos.13 mas não conquistado. salvando apenas as estátuas de seus deuses principais.12 deixando Ezequias em Jerusalém aprisionado “como um pássaro em uma gaiola”. 46 delas —e tomou cativos 20 0. de 7 0 0 a 689 a. Sargão saiu de lá em 609 a. retomou Babilônia em apenas seis meses. Em 691. E ntão M e ro d aq u e-B ala d ã tiro u proveito da au sên cia de Senaqueribe no oeste e assumiu novamente o controle de Babilônia. nivelando-a ao chão e cavando valas a partir do rio para tornar seu lugar em um pântano. ele se pôs em marcha naquela direção pelo . Babilônia capitulou.C. Porém. Em 688 a. Tendo em vista que Babilônia era muito importante para Senaqueribe.

Babilônia era muito importante para ser deixada como ruína e pântano.9 -I4 ). seu filho e sucessor. Seus registros não mencionam nenhuma outra campanha m ilitar de­ pois dessa (embora ele tivesse vivido mais sete anos). chamou Senaqueribe de o rei da Arábia. se dirigindo através da Palestina meridional em direção ao Egito. Ele jamais se en­ controu com os egípcios.000 à peste bubônica.C. muito moço para liderar a batalha em 701 a. de modo que Esar-Hadom a reconstruiu e fez dela uma de suas capitais. 2 Cr 3 3 . Então Senaqueribe retornou a Nínive e permaneceu lá (v. e contou uma história de ratões comendo as cordas dos arcos dos assírios. M u ito s susten tam a id éia de duas invasões em Ju d á por Senaqueribe.1 1). Desde aquela época. Isso parece confirmar uma segunda invasão como necessária em 688. Após conquistar o rei e a rainha da Arábia.. De acordo com seus registros. 36). Esar-Hadom (681669). Isso indica que foi nessa época que o anjo do S e n h o r trouxe morte repentina a 185. o historiador grego do quinto século a.000 de seus soldados (2 Rs 19. os egípcios posteriores atribuíram a morte repentina dos 185. que era transmitida por roedores. talvez inicialmente por causa de alguns registros que parecem fazer de Tiraca. deixando-o saber de suas intenções (2 Rs I9 .000 assírios pelo anjo do SENHOR.35). o rei egípcio. que tomou nota do que os guias lhe contaram. crido como sendo o ano da vitória de Senaqueribe sobre a Arábia e da subseqüente morte dos 185. melhores análises de métodos de registros de informações históricas têm mostrado a idade de Tiraca como sendo . No entanto. um exército egípcio comandado pelo etíopeTiraca17par­ tiu em sua direção.16 Ele tencionava capturar Jerusalém no caminho. Por isso. o qual foi o seu último título.15 ele se proclamou rei da Arábia e continuou sua marcha em direção ao Egito. na época da derrota egípcia em Elteque.caminho da Arábia. Aparentemente. Pelo menos ele corroborou o fato de que os assírios e os egípcios não guerrearam naquela ocasião. Manassés lhe pagou tri­ buto (cf. Senaqueribe mandou uma carta a Ezequias. Heródoto. sugeriu que Senaqueribe continuasse a mar­ cha para o oeste em 688.C.

pessoal e inequívo­ ca”.C.19 Esta explana­ ção é muito mais adequada ao relato histórico de Heródoto.1-2. nem chegou perto de Jerusalém ou edificou uma rampa de cerco contra esta —exatamente como Isaías profetizara (3 7 . Nessa ocasião ele próprio vai ao templo. Senaqueribe não diz nada a respeito da dependência do Egito (c f 36. e mal orientados por uma errada interpretação de algumas ins­ crições de Tiraca. Ezequias respon­ de diferentemente de 37.23 Depois de . Para dar sustentação a esse ponto de vista. a narrativa bíblica (a partir do ponto de vista a respeito de 681 a.6). Registros de Senaqueribe falam de uma campanha árabe naquele ano.10 ).18 Todavia. e outra em 688 a. e tem ocorrido uma mudança no pensamento de muitos. com múltiplas campanhas de Senaqueribe e outras mais —tudo desnecessariamente”.C. Kitchen fez a seguinte observação: “Em outras palavras. o retorno à conclusão de uma única invasão realmente parece ser uma reação em excesso.20 (ver o comentário em 36.) menciona Tiraca pelo título que ele possuía naquela época (não como era em 7 0 1) —como é práti­ ca universal de vez em quando.9-20 mostra mudanças básicas no que Senaqueribe escreve e como Ezequias responde. Ain­ da perm anecem fortes argum entos para as duas invasões por Senaqueribe —uma em 701 a. Inconsciente da importância desses fatos.22 E lógico que isso culminaria em uma campanha contra o Egito onde Tiraca seria o defensor. da mesma forma que os prece­ dentes reis ladrões da Assíria. coloca a carta diante do Senhor. ele nunca se ocupou com Tiraca.incoerente. Porém. à parte da cronologia de Tiraca. e declara “uma fé franca. os estudiosos do Velho Testamento têm freqüente­ mente trombado uns contra os outros em sua avidez para diagnosticar erros históricos nos livros de Reis e Isaías. Senaqueribe fez uma campanha m ilitar a cada ano de seu reinado até 688.C. Ele também reconhece que Ezequias reivindica ter recebido uma mensagem da parte de Deus (3 7.) Nós vemos também que 37. onde ele rasga suas roupas e envia men­ sageiros a Isaías.1 e seguintes.21 M ais importante é o fato que. crendo-se que mais de uma invasão seria desnecessária e até mesmo improvável.3 3 ) —algo que Senaqueribe fez em 701.

C. ele jamais empreendeu outra campanha militar. para reinar consigo.C. tornando-se um dos piores reis na história de Judá.1).16). de modo que ele “encheu Jerusalém de um ao outro extremo” com o sangue inocente de mártires (2 Rs 21. No entanto.25 Cronologia do T empo do Profeta Isaías 720 710 700 690 680 IS R A E L 722 JU D A U z ia s J o tã o 739 686 I 7 4 4 A caz I --------7 2 8 E zequias . Após a morte de Ezequias em 686 a.688 a.23). e coisas preciosíssimas a Ezequias”. Manassés se afastou de Deus. Muitos o resistiram. pois eles também estavam livres da opressão de Senaqueribe (2 Cr 32. Durante os quinze anos adicionais de paz prometidos a Ezequias. Ele reintroduziu a idolatria com suas muitas práticas imorais. ao Senhor.24 Isso signi­ ficava que não havia tesouros ou despojos de guerra sendo trazidos para Nínive e a economia deve ter sofrido grandemente durante os sete anos finais de seu reinado. muitas das nações circunvizinhas “traziam presentes a Jerusalém. mesmo que este fosse um tempo de “conforto” (Is 40. Hb 11.C.37). Ezequias seguiu o costume de seus predecessores e colocou seu filho Manassés no trono em 696 a.37). Uma antiga tradição judaica diz que Isaías estava entre esse número e que Manassés mandou serrá-lo ao meio (cf. Essa foi provavelmente a razão pela qual os seus filhos o assassinaram (2 Rs 19.

Abraham ibn Ezra propôs algo semelhante a isso no inicio do século XII.31 Gray.C. propôs que esses capítulos foram escritos por uma se­ gunda pessoa ou “D eutero-Isaías” em 54 0 a. Driver e George Adam Sm ith popularizaram o ponto de vista dos críticos alemães na Inglaterra e na América.26 e por causa de sua menção de Ciro (4 4 . Isaías de I a 39 foi também fragmentado. e continuou a ser uma voz para Deus durante as invasões assírias até por ocasião do reina­ do de Manassés. quando Ciro já estava em seu caminho para Babilônia. por exemplo. mas uma com- . em 1892. disse: “O fato de que o livro de Isaías não é a obra do profeta Isaías. em 1775. a m aioria dos críticos alemães sustentava que Isaías não escrevera os capítulos 4 0 — Da mesma forma naquela época os escritos de 66. Por volta de 1900.2 8 . 5 6 ”. ou “T nto-Isaías”.27 Duhm e M arti..17 Introdução A S S ÍR IA 745 727 721 705 681 i 1 1 T ig la te -P ile s e r III 1 1 S a lm a n e se r V 1 1 1 Sen aq u erib e E sar-H adom |[P ul] 1 1 Sa rg ã o II 1 1 1 1 E G IT O 689 ' Sa b a k o 1 T 1 ira c a VISÕES CRÍTICAS D O LIVRO DE ISAÍAS Isaías começou a profetizar em 739 a.C. Doederlein. e. S. quando m ui­ tos tiraram de Isaías a m aior parte de seu livro.28 Logo.1 . cada qual propôs um terceiro.1 3 ). Devido haver uma “mudança de tom e foco no cap. 40.29 Em 1950 os crí­ ticos liberais eram “virtualm ente unânimes”30 em sua crença em ao menos um segundo Isaías. R . alguns críticos têm alegado que os capítulos 4 0 -6 0 não foram escritos por Isaías.. para Isaías 56 a 66. 45 . uma mudança sim ilar no cap..

sabendo que se ele aceitar a teoria de dois ou três autores. Downer.36Watts afirmou algo que ainda é verdadeiro: “Nós não pode­ mos permitir. ou interpretação do livro”. Interpretações de comentadores de ensinos concernentes ao destino de Israel.Wordsworth. Edward J. Oswald T.33 Esse consen­ so contra a unidade de Isaías ainda domina a literatura sobre Isaías. Allis. James W. [e] o plano da salvação parecem variar com suas decisões sobre esse ponto”. Alec Motyer. R. o efeito é tremendo. disse: “Quando todos os argumentos são dis­ postos em cada lado da questão. Alguns também fa­ . John H.38 Mesmo assim. Robinson. Gleason Archer. Unger. concernentes à obra e pessoa do Messias.34 Ainda que muitos conservadores estivessem balançados pelos ar­ gumentos liberais.37 Descobertas arqueológicas também confirmam o fato de que Isaías escreveu acerca de Babilônia em seus próprios dias. George L. ele pode­ ria ainda avaliar o m aterial tão favoravelmente quanto pudesse se estivesse convencido de que Isaías o escreveu todo”. VanGemeren. T hirtle. Jr. John N.. Praticamente.35 Esses incluem Joseph A. Teoricamente. J. Barlett. Alexander. Wash W atts. mais recentemente.. deve ser o ponto de partida em todo criticismo detalhado. J. por exemplo. é fácil dizer que isso não importa. nós ainda somos deixados sem provas conclusivas. M errill F. W olf.32 Os conservadores também se precipitaram em afirm ar que não perderiam a sua fé se afinal de contas viesse a ser confirmado que havia um segundo Isaías. O leitor é deixado a escolher por si mesmo... . alguns conservadores reconheciam que Deus é ca­ paz de conceder profecias a respeito de Ciro antecipadamente e que Isaías 4 0 a 66 compreende a época de Isaías e inclui muitas afirma­ ções a respeito das quais não poderiam ser ditas por exilados posteri­ ores ou pelos babilônios posteriores. Oswalt. Benjamin R. Young. Kyle Yates. W. W illem A. A.pilação pós-exílio. Raven.Thomas E. rejeitar essa questão da autoria como sem im portân­ cia. e. Armand Kaminka.. alguns críticos liberais ainda ignoram os fatos e as implicações óbvias da importância de Babilônia e sua destruição. M argalioth.. e H erbert M .

e citas relembravam a destruição de Babilônia e em 612 a. e suas implicações a respeito de uma nova fé entre a audiência de Isaías e uma nova mensagem que ajudam a explicar as poucas mudanças que vemos no estilo de Isaías nos capítulos 4 0 a 66 (ver comentários sobre 36. Babilônios. de modo que Isaías pouco saberia sobre ela e até deveria ter se preocupado me­ nos.42 Os assírios a fizeram uma de suas capitais.lham em aceitar como evidência a importante descoberta dos Rolos do mar M orto provenientes de antes da época de Cristo.41 Babilônia.C. contudo.39 A principal base para dividir o livro de Isaías é histórica.C. que contêm todos os sessenta e seis capítulos. A razão real. medos. ou depois.C. era proeminente nos dias de Isaías. usaram isto como uma razão para a destruição de Nínive. M uitos críticos liberais ignoram a evidência em prol de um avivamento espiritual sob o reinado de Ezequias em 700 a.43 .C.40 A outra é que o ponto de vista básico dos capítulos 40 a 66 e as passagens que mencionam Babilônia nos capítulos I a 39 é aquele do exílio babilônico mais ou menos 540 a. mandando para lá até mesmo alguns dos tributos que coletavam até que Senaqueribe a destruiu em 689 a.C. Os críticos liberais têm suposto que os capí­ tulos 4 0 a 66 não foram adicionados a Isaías até ao segundo século a. porém.1). provavel­ mente do segundo século a.21 e 4 0 . Aquela destruição causou choque a todas as nações em derredor —como seus registros demonstram —de forma que seria estranho se Isaías falhasse em mencioná-la. Os pontos de vista que propõem mais que um Isaías são tentativas para negar o profético e o miraculoso. H á dois principais argumentos históricos: U m é que Babilônia não era importante e estava fora do lim ite do seu conhecimento ou interesse durante as invasões assírias dos dias de Isaías. O capítulo 4 0 começa na últim a linha da coluna que com­ pleta o capítulo 39 —sem nenhuma indicação de que o antigo copista tinha alguma idéia de que este poderia ter sido escrito por outro alguém que não Isaías.. é teológica —por causa da pressuposição contra o so­ brenatural.C.

11.5).. Os assírios derrotaram os egípcios em Elteque.48 Os mercenários que Ezequias contratou estavam apavorados.C.44 As alusões geográficas. Y.7. Radday. Após a cura maravilhosa de Ezequias e o fracasso do comandante das tropas de Senaqueribe (Heb. 65.6. 62. a menção de árvores nativas da Palestina. os partidários da guerra estava desacreditados e o povo tomou uma posição de fé. Isaías estava habili­ tado a dar-lhes conforto. tanto quanto sua escatologia e o grau maior de material so­ bre conforto versus juízo. mas uma única diferença significativa —menos terminologia de guerra em 40 a 66. Radday utilizou-se desse artifício para dizer que um outro autor não poderia ter escrito todo o livro de Isaías.46 os críticos liberais dão destaque especial às poucas diferen­ ças.6) mostra clara­ mente que os muros de Jerusalém ainda estavam de pé e o templo e seus serviços ainda estavam funcionando. 60. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste e um pouco ao norte de Jerusalém. .45 Embora Isaías 4 0 a 66 tenha muitas similaridades em estilo com I a 39. 66. Antes de 701 a. Agora que eles tinham visto a profecia cum­ prida. Isaías estava em conflito com os partidários da guerra em Judá e os tinha advertido repetidamente. Rabshakeh) em tomar Jerusalém. e muitas alusões históricas demandam um ponto de vista palestino e não se ajustam à Babilônia posterior (e. o Espírito Santo estava habilitado a lembrá-los da estupidez da idolatria e dar-lhes uma nova mensagem a respeito da salvação do Senhor —através do sofrimento de seu Servo-Messias. Um outro grupo de passagens (56. Isso não mais era de conformidade após 701. pôs o texto de Isaías no computador e descobriu variações lingüísticas. 9. há uma boa razão para a diferença na terminologia de guerra.7. Um analista.47 Todavia.. Durante os quinze anos adicionais de Ezequias. especialmente ao seu fervor e paixão e à sua teologia mais desen­ volvida. 57. As colinas e vales de Judá estão em vista.g.M uitos críticos têm reconhecido que nem tudo em 4 0 a 66 se ajusta às condições em Babilônia durante a últim a parte do exílio. nunca a superfície plana de Babilônia.

“há duas referências que pressupõem clara­ mente a personalidade histórica do próprio Isaías”. Romanos 10. aparecem pelo livro todo. Isto também é verdade.1 e 6. especialmente nos capítulos 40 a 55. 19 82 ). 12..49 È também verdade que “pelo menos quarenta ou cinqüenta sentenças ou frases. Além disso.. Ele nunca perdera de vista o que Deus tinha lhe dado no começo de seu ministério no capítulo 6 —Deus é o Santo de Israel e o Senhor da história do começo ao fim do livro. Ancient Near Eastern Texts Relating to the OU Testament.4. U m a ré­ plica com pleta está no Instituto O riental da Universidade de Chicago.. apare­ cem em ambas as partes de Isaías.51 Contudo. 2 Para estudos adicionais sobre o pano de fundo arqueológico.52 Essas incluem Mateus 3. Lucas 3.16. Isaías continuou a apon­ tar adiante para a glória m ilenial porvir e igualmente para os novos céus e a nova terra. e algumas vezes “uma obra de prosa de ritmo mais varonil ou uma poesia um tanto menos engenhosa”. James B. CITAÇÕES 1 O baixo-relevo de seu palácio está no M useu Britânico.38-41. 19 55 ). Schoville..Qualquer escritor ou orador mostrará diferenças em estilo depen­ dendo do assunto e da audiência.28. é intoleravelmente estúpido e inimaginável negar que um úni­ co autor poderia produzir ambos os estilos”. Algumas vezes podemos tomar suas palavras como se referindo ao título tradi­ cional do livro. 2a. “Esses dois estilos.20. nós não devemos esquecer que Jesus e os escritores do Novo Testamento consideraram a totalidade do livro de Isaías.3.10 como sendo do mesmo Isaías.18. (Princeton: Prmceton U niversity Press. A mais conclusiva é João 12. ed. Pritchard. e indicam sua autoria comum”. .50 A últim a parte do livro de Isaías trata com as maldades que Manassés estava introduzindo.17.. Biblical Arcbeology in Focus (G rand Rapids: Baker Book House. Então.. como M otyer salienta. que Isaías algumas vezes utilizou “um estilo poético eleva­ do”. ver Keith N. Londres. que é a citação de Isaías 53.. ed. Porém. Atos 8.

175. 33.8 e 19. 2 1 0 . trans. 2 . Ancient Records. Academ ie Books. Ver 39. 4 1 2. A H istory o f the Hehrews. Eerdmans. Ancient Records. (G rand R apids: W m . 1 9 9 0 ). J. 18 Kenneth Kitchen. 2. Edward J. “T he Added Years o f H ezekiahs Life”. 7 Marduk-apla-iàdina. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 1 9 4 8 ). The Book o f Isaiah: Chapters l~39 (G rand R apids: W m . H ogg e E. The Old Testament Speaks. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. (San Francisco: Flarper. 9 D aniel David Luckenbill. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 2. durante a Vigésima-Quinta Dinastia do Egito. ed. 143. 2 5 . The Propbets o f the Assyrian Period. “M arduque deu um filho”. Sam uel J. Schultz. 10. 19 09 ). 2. 2. 11 D aniel David Luckenbill. Carroll. 185. 6 e 7. Speirs (Londres: W ills & N orgate. ed. Luckenbill. A llis. O swalt. 15 Luckenbill. idem. Downer.C. The Bible in its World: The Bible and Archaeology Today (Exeter. no. 176. 2. 19 72 ).1 5 8 . 1 9 2 6 -2 7 ). por exemplo. 4 B. 4a.9 (ver também paralelos em Isaías 3 7 . 2 0 . Crowder (N ashville: Broadman Press. “N ew Light from E gypt on the Chronology and H istory o f Israel and Judah”. Prophecy o f Isaiah. Shultz.1. 19 3 2 ). Bulletín o f the American Schools o f Oriental Research 130 (abril de 1 9 5 3 ): 9. The Mysterious Numhers o f the Hehrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing Plouse. 2 8 4 .152. 1 9 8 3 ). 13 Luckenbill. The Sealanâ o f Ancient Arábia (N ew Flaven: Yale U niversity Press. Bibliotheca Sacra 80. Ancient Records. 2: 355. H . 54 -55 . 199 n. 2 vol.. 7 o f An Interpretation o f the English Bible. 19 77 ).1 3 3 . W olf. Ancient Records. 16 Isso indica um intervalo de tempo de doze anos entre 2 Reis 19. T hiele. 1 9 8 5 ). The Old Testament: Its Claims and Its Critics (Philadelphia: Presbiterian & Reform ed. 48. 8 R aym ond Philip Dougherry. B. 14 Benjamin R . Rudolph Kittel. Hope W. 1 14. 17 Tiraca reinou de 69 0 -6 6 4 a.14.. W illiam E. 1 9 8 6 ). O utros que sustentam a teoria de um a única invasão incluem: John N. 3 vols. 5 Edwin R . vol. 19 69 ). Young. 6 Ver comentários em 37. B. A Bíblia várias vezes tem inter­ valos de tempo sim ilares. 10 Ibid.8 e 9 ). 1 9 2 4 ).3 H erbert M . 2 1 4. Oswalt T. Paternoster Press. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. W. The Book O f Isaiah. M otyer.1 2 0 . Inglaterra. 7 0 2 . B. Eerdmans. 5. A lbright. 12 Ibid. 31 8 (abril de 1923): 2 6 5 -6 9 . 2:1 2 0 . como entre Esdras cap. 64.9. O ld Testament Speaks. .5 0 6 .

N icoll (Nova York: A. Ele não deixou nenhum inform e posterior exceto algum as poucas inscrições em edificações em N ínive e Assur. 20 H erodotus. R . The Kingdom o f God (N ova York: A bingdon-Cokesbury Press. M anuel Kom roff (Nova Y ork:T udor Publishing Co. 19 03 ). 19 81 ).1 8 3 .. 4 5 3 . Driver. 2 . 19 8 6 ). (N ovaYork: H arper & Brothers Publishers. George Adam Sm ith. B. Isaiah (A tlanta: John Knox Press. 2. 17. “O ld Testament H istory. ed. 4 1 5. Oswalt. History. 2 4 -2 7 . 19 8 7 ). Introduction to the OldTestament. Ancient Records. 2 8 0. A lbright. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 32 4 -7 0 . B. e depois em itiu um a edição final de seus anais term inando com a destruição de Babilônia em 6 8 9 . 26 John N. Os registros de Senaqueribe dizem: “Eu levantei trincheiras ao redor dela [Jerusalém ]”. 22 Luckenbill. Ver H .. 1 9 93 ). Alec M otyer. Pfeiffer. 27 R obert H . Luckenbill. 23. Ver também B. 131.636.2 6 2 . O Ins­ tituto O riental tem um a cópia. 31 Ibid. trans. 24 Q uando Senaqueribe retornou em 68 8 a. 2. 136. 1 8 9 8 ). de W. 2. 28 Ibid. 3 1 6-1 8. (Edim burgo. S. 29 S. R. 19 8 8 ). The Book o f Isaiah em The Spositors Bihle. ed. 19 71 ).. Eerdmans.C. Introduction to the Literature o f the Old Testament as Scripture (Philadelphia: Fortress Press. Expositions o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. 19 28 ). Leupold. cf. 3a ed. W olfgang Roth. C. 7a ed. Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book House. Childs. 3a ed. 2 9 8 3 0 9 . para sua dedução a respeito de um T rito-Isaías. 2. Armstrong & Son. W. ele inform ou da vitória sobre os árabes. 25 Para maiores estudos desse pano de fundo histórico do livro de Isaías. 111.7. Luckenbill. E scócia:T & T Clark. 16. 1 9 7 9 ). A Criticai and Exegetical Commentary o f the Book o f Isaiah TXXXIX . 19 5 3 ). 3. An Introduction to the Literature o f the Old Testament. Ancient Records.1 4 3 . F. Alguns liberais hoje atribuem a m aioria de Isaías a escritos de discípu­ los após 5 2 0 a. 30 John Bright.19 Outros que sustentam a teoria das duas campanhas incluem: John Bright. The Book o f Isaiah: Chapters 1 -3 9 (G rand R apids: W m . (P hiladelphia: W estm inster Press. C. 21 J. Annals o f Sennacherib. ver Charles E Pfeiffer. 23 Ibid.2 0 7 . 32 G. Encyclopedia Americana. George Rawlinson. The H istory o f Israel. Gray. Including Archaeology and C hronology”. 1 9 4 1 ).C..: InterVarsity Press.

Ver John E. A rm and Kaminka. M argalioth (M argulies). The Book o f Isaiah: Chapters 1-39 (G rand R apids: W m . Young. 19 4 6 ). 75. Was There a Second Isaiah? (Philadelphia: Am erican Baptist Publication Society. Eerdmans.: InterVarsity Press. I9 5 0 ). B. 89. 33 Kyle M . idem. W atts. James W T h irtle .ou Trito-Isaías. A Survey o f Old Testament Introduction. II: Special Introduction to the Old Testament (N ova York: Joseph F. 19 90 ). 1 8 9 7 ). no. Escócia: T. Yates. Gleason L.8. 35 Em 2 8 de junho de 1908. Steinm uller. 252. 3 6 3 -9 0 . 19 5 1 ). 3 vols. 19 69 -72 ). Bartlett. 2 4 2 . 1.. John H. Alec M otyer. “T h e AddedYears o f H ezekiahs Life”. Preachingfrom the Prophets (N ashville: Broadman Press. B. xxxii. Downer. (G rand Rapids: W m . W A. 1 :85 6-8 60. A Survey o f Old Testament Teaching (N ashville: Broadman Press. Alexander. Escócia: T & T Clark. 1 9 7 5 ). VanGemeren. Oswald T. 1 9 3 9 ). reimpressão. Bibliotheca Sacra 80. J. Allis.T h o m as E. vol. Archer. 1947). 1975). L. Old Testament Introduction (Nova York: Fleming H . “Book o f Isaiah” em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: T h e M oody Press. Eerdmans. 1994).3 1 9 (abril. Interpreting the Prophetic Word (Grand Rapids: Zondervan Publishing House. Introduction to the Literature. U nger. G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. En-Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (E dim ­ burgo. 190 6). rev. 2 vols. 19 49 ). The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 19 23 ).em The International Criticai Commentary (Edim burgo. idem.. W olf. 19 42 ).. 2:15 0. The Book o f Isaiah. Rêvell Co. julho. contudo. . Who Wrote Isaiah? (G rand Rapids: W m . John N. M uitos católicos hoje. W. Ver especialmente. ed. Oswalt. M errill F.3 6 0 -9 1 . Jr. 195. Paul Geuthner. Eerdmans. 1986). 111. em I (1 8 7 5 . W ordsworth. 53. 34 Para um bom sum ário do consenso liberal contra a unidade de Isaías. J. (Chicago: M oody Press. Le Prophète Isáie (Paris: Librairie Orientaliste. W illem A. discordam. G. 3 1 6 -1 8 . 19 4 1).B enjam inR . 36 Joseph A. W agner.2 3 7 . 31 -37 . TheBearing o f Archaeology on the OldTestament (NovaYork: AmericanTract Society. 19 16 ) . 10 2 . a Comissão Pontifícia Bíblica C atólica Rom ana afirm ou a unidade de Isaías e declarou ser insustentável a hipótese de um Deutero. The Indivisible Isaiah (Nova York: Yeshiva University. & T. A Companion to Scripture Studies. 25 -30 . Introductory Guide to the Old Testament (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Edward J. Interpreting Isaiah. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. 19 5 8 ). 3 1 8 . ver Childs. Robinson. 18 -28 . R . Clark. Academie Books. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. B. 1925). 2 5 0 -7 1 . 1993). 19 64 ). The Unity o f Isaiah (Philadelphia: Presbyterian & Reform ed Publishing Co. Raven.

7.1 8 -1 9 . R . Isaiah 1 -3 9 ”. 44 H arry Bultema. Survey o f O ld Testament Introduction. 1:857. ed. Leary (N ova York: T hom as N el­ son & Sons. A llis. A. 1 9 8 1 ). 3 6 9 -7 2 . 3 8 2. 92. 39 Siebens reconhece que “a reform a permaneceu efetiva pelo menos até o fim de seu reinado”. xliv. Interpretation 12. reconhece a im portância das sim ilaridades em estilo. Siebens. Y. 38 Stanley M . W ade. que são “numerosas e im pressionantes”. W. e destaca semelhanças literárias de Isaías 4 0 a 66 com o profeta do oitavo século. W alter Lock (Londres: M ethuem and Co.. Ele inclui um a lista. ed. The Book o f the Prophet Isaiah. 1 9 7 3 ). Prophecy and the Monuments: O r Israel and the Nations. Central B aptistT heological Sem inary.37 W atts. “T h e H istoricity o f the H ezekian Reform ”. G. . Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications.. Isaiah: Chapters 1 -3 9 . 2 0 0 -1 . 3 8 2 -8 4 . An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. History. 1959). 40 G. 1 9 1 1). Alem anha: H . Freeman. O ld Testament Teaching. 1 9 6 9 ). The Unity o f Isaiah in the Light o f Statistical Linguistics (H ildesheim . 19 3 5 ). em I (N ova York: M acm illan Co. por L. no 4 (outubro de 19 53 ): 460. Ele chama a atenção para o fato de que “a causa toda para D eutero. “Book o f Isaiah”. 50 Archer. 3 vol. Commentary on Isaiah. para um a boa descrição da “Evidência interna da composição de Isaías II na Palestina”. 3 7 5 -7 9 .Isaías cai por terra. Gerstenberg. em From the Pyramids to Paul.. 1 9 1 1). “A Defense on H isto rical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiah R eferring to Babylon” (tese de douto­ rado em Teologia. para questões que ele levanta concernentes à m etodo­ logia de Radday. 42 Young. H orton. Ver O swalt. 2 :1 5 0 . trans. 46 H obart E. 41 R . 48 Luckenbill^ Annals o f Sennacherih. sim plesmente sobre o fundam ento da evidência interna do próprio texto”. 2 :3 2 9 . M iquéias. Prophecy o f Isaiah. Book o f Isaiah. B.. 47 Yehuda T. 43 James Frederick M cCurdy. sem aram aísm os e term os babilônicos. Survey o f the Old Testament Introduction. os quais caracterizam os conhecidos livros do período pósexílio”. 2 5 4. 23 . R adday. em The Westminster Commentaries.ou Trito. A. A llis chama a atenção para o fato de que todos os sessenta e seis capítulos estão em hebraico “perfeitam ente refinado. Scott. 45 Ver Archer. 3 1. “Studia biblica XXIII. 49 M otyer. 1.

“Book o f Isaiah”. N ão há nenhuma evidência de que a idolatria e os pecados sobre os quais Isaías escreve fos­ sem comuns após o retorno da Babilônia. Survey o f O ld Testament Introduction. 1:856. 38 7.2 -1 0 . Allis. .51 Ver 2 Crônicas 3 3 . 52 Archer. Os que retornaram desejavam restaurar a adoração pura e genuína.

Deus não era apenas o juiz de Israel. julgada. contudo. a retornar para Si: Ele iria redimi-los . 27. Ele era também um Pai de coração partido e desolado que convidara seus fi­ lhos.1. especialmente para Acaz e Ezequias. Judá era uma nação pecaminosa. Ele estava cercado no início de sua vida por uma prosperidade falsa e subsidiada pelo governo que encorajou a um luxo corrupto acom­ panhado por uma opressão do pobre e uma religião pagã. sensual e imoral (2 Cr 26 . e deixada com um pequeno remanescente. desolada.16 -2 0. 29.Uma Breve Descrição da Mensagem de Isaías Introdução Isaías vivia em Jerusalém e tinha recebido de Deus um ministério para os reis desta. 28.2. Israel. Ele inicia o seu livro com o que é freqüentemen­ te chamado de “A Grande Denúncia”.6-9).

C. Assim. Cedo em seu ministério ele se tornou muito bem conhecido como um profeta de Deus.se eles estivessem envergonhados de sua idolatria. Isaías teve dois filhos. Yeshayahu) significa “Yahweh [o Senhor] salva [ou é a fonte de salvação]”. parece óbvio que Isaías fez de Jerusalém a sua resi­ dência. Alguns acreditam que isso signi­ fica que Amoz era um escriba proeminente com uma alta posição no governo. Isaías começou a profetizar em 739 a. e embora ela não tivesse escrito nenhum livro. Desde que ele registra tanto a morte de Ezequias (6 8 6 a. o ano em que o rei Uzias morreu. “forte”) não é mencionado em qualquer outro lugar da Bíblia. quando Manassés . As condições que Isaías descreve com preende a época da p rim eira invasão de Senaqueribe. Tradições ju ­ daicas posteriores especulavam que Isaías era relacionado de algum modo com a família real..38 ). Algumas pessoas supõem que ele já era um profeta antes daquele tempo. deve ter tido um im ­ portante ministério. Isaías teve a oportunidade de viver tranqüilamente e escrever palavras de conforto para o povo de Judá enquanto ele olhava adiante para o ministério do Messias como o Servo Sofredor do SE N H O R . Desde que Isaías veio rapidamente quando o rei mandou chamálo e já que o Senhor o mandou ir para fora da cidade se encontrar com Acaz (7. Amoz (Heb.C. mas não há nenhuma evidência disso.3).) e indica o nome do rei assírio seguinte. ’amots. ele ministrou por mais de sessenta anos. Sear-Jasube ( “um rema­ nescente voltará”) e M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). Os nomes deles ressaltavam a sua mensagem para Judá. arqueólogos descobriram um selo com a inscrição “Amoz.) como a morte de Senaqueribe (681 a. em 701 a. Então. EsarHadom (3 7.C. Durante os quinze anos adicionais de paz que Deus deu a Ezequias. Porém. A Bíblia chama a sua esposa de profetisa. o Escriba”. Isaías: 0 Profeta e Sua Mensagem O nome de Isaías (Heb. Seu pai.C. o primeiro capítulo é uma introdu­ ção ao livro todo.

Porém. Como um jovem e orgulhoso aristocra­ ta. provavelmente congratulando-se de que não era um pecador seme­ lhante a Uzias. haveria uma mudança em seu ministério após o cumprimento da profecia e a vinda do juízo. 50. provavelmente aparentado à família real. 55. . Observe especialmente os capí­ tulos I. em um tempo que somente Deus será exaltado.8). O que eles fize­ ram lhes será retribuído em um juízo especial. a visão da majestosa glória e santidade de Deus levou-o a ver a si próprio como um pecador. Ele começou o seu ministério no ano em que o rei Uzias morreu como um leproso (7 39 a. Os líderes tinham esmagado o pobre. 53 e 55.7 e 59. buscando a Deus e à sua palavra. 49.22. Os principais versos para essa mensagem incluem 6. 40. A Visão e a Chamada de Isaías Após introduzir sua mensagem. M as os povos de Judá e Jerusalém fizeram o mal a si próprios. navi') vem de uma antiga palavra que significa “orador”.). Profecias Iniciais As profecias de Isaías estão arranjadas em uma forma que se man­ têm mostrando o contraste entre o presente pecado de Israel que requer julgamento e a esperança de Deus da prometida restauração futura. 45. Isaías se apresenta a si próprio. A palavra “profeta” (Heb. Isaías fala por Deus e declara: “A palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (4 0. No entanto. H á muitas passagens poderosas no livro.3.C. Então Deus pro­ videnciou a purificação e Isaías respondeu à voz de Deus e foi comissionado como profeta para advertir a um povo que seria endu­ recido pela sua mensagem e seria levado a juízo.assumiu o comando do reino e se afastou de Deus. Por todo o livro. os escritos de Isaías trataram com a in sen satez da id o la tria que M anassés reintroduzira e advertiu a respeito do juízo de Deus.2. 6. Ele chama a atenção para as nações que virão a Jerusalém em paz.6. Isaías foi para o templo.

receberiam o juízo de Deus. 55. igualmente. II.12. M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). Ele seria um Mestre.5. sua mão salvadora usaria o Messias em um futuro distante. despojariam e roubariam Judá. Em contraste. Emanuel é novamente mencionado em Isaías 8.I -I 2 . viria no futuro com os sete Espíritos do SENHOR sobre si. seria nascido de uma virgem (ver comentários sobre 7.14). a mão irada do Deus de santidade. Deus ofere­ ceu a Acaz o privilégio de pedir um sinal sobrenatural para confirmar sua promessa.A Mão Irada de Deus e Sua Mão Salvadora Isaías profetizou que por causa do pecado de Judá.I-IO .16. porém.15-18. Deus prometeu que antes que essa criança atingisse a idade de ter responsabilidade. o Filho nascido de uma virgem. Deus então prometeu um sinal.I I . Então Deus enviou Isaías e seu filho SearJasube ( “um remanescente voltará”) para falar ao rei Acaz de Judá não ficar amedrontado a respeito do rei Peca de Israel e do rei Rezim da Síria. as terras daqueles dois reis seriam desamparadas.8. Deus Forte. não para Acaz. O M essias.4 -1 1. 28. para punir Judá. 4 2 . Príncipe da Paz). mas Acaz recusou porque já tinha decidido mandar tributo a Tiglate-Pileser III da Assíria para socorrê-lo. 49. o M essias como um renovo ou ramo da linhagem de Davi. e no devido tempo eles.I . um Juiz justo. continuando em 9. Conselheiro. “Emanuel” ( “Deus conosco”). 5 0 . Deus usaria os assírios. faria eterno o trono de Davi.1-5. mas para a totalidade da dinastia de Davi.17. e o livro de Isaías oferece uma visão ampla a respeito do Messias. 16. um Pacificador enchendo a terra com o . tornou-se uma advertência adicional de que den­ tro em breve os assírios atacariam. Porém. 52.1-6. com nomes que mostram sua deidade (Maravilhoso. 32 . justiça e juízo usaria a Assíria para trazer juízo em um futuro próximo. sem o conhecimento deles. e 6 I . O segundo filho de Isaías. 54. Pai da Eterni­ dade. os quais estavam ameaçando atacar Jerusalém e substituí-lo por um rei fantoche que os ajudasse a desafiar a Assíria.13 a 53.

Foi precipitado no Seol ou inferno. Estabeleceu o modelo para os reis posteriores da Assíria por considerar a si próprio maior do que qualquer deus. M oabe (por seu orgulho). é primeiramente em sua relação com Judá. total. é mencionada primeiro. contudo. ações de graça e brados de louvor. que foi coroado rei em Babilônia dois anos antes de sua morte. e uma Bandeira para as nações gentias que irão buscá-lo. e tanto os egípcios como os assírios finalmente adorariam ao Senhor.C. o qual exaltou a si mesmo e em quem Acaz colocou a sua confiança. toda a sua glória foi deixada para trás e nem sequer teve um enterro digno. O Egito teria uma discórdia interna (cum­ prida nos dias de Isaías) e se tornaria fraco. Damasco (e com ela o reino norte de Israel que tinha esquecido o Deus da salvação deles). e para vir logo. e Egito. Então eles reconhecerão o próprio Deus como sua salvação e vão tirar água dos poços de salvação com alegria. como o centro líder da religião pagã no dias de Isaías. Ele levou prisioneiros para o exílio em vez de libertá-los para volta­ rem às suas casas. Deus eventual­ mente teria uma testemunha ali. Isso foi cumprido em 689 a. Juízo Sobre as Nações Estrangeiras Devido ao fato de Deus ser o Senhor do mundo todo e soberano sobre todas as nações. Cuxe (ou Etiópia). Seu juízo seria severo. O resultado eventualmente seria um retorno de Israel que será semelhante a um novo êxodo. Tiglate-Pileser III. Quando Sargão II tomou a cidade filistéia de Asdode. Sua atenção. Todavia. até mesmo maior do que o Deus de Israel. Um a . quando Senaqueribe nivelou Babilônia e fez dela um pântano.conhecimento do SENHOR. Isaías tinha uma mensagem para as outras na­ ções.2 Deus man­ dou Isaías ir sem roupas e descalço por três anos como um sinal de que a Assíria iria levar cativos os povos do Egito e de Cuxe. Babilônia. Outras nações estrangeiras sobre as quais Deus pronunciou juízo incluem Filístia..1 Então Isaías resume falando mais a respeito do rei.

Eles teriam que aprender do modo difícil. santidade. o tesoureiro de Jerusalém (Sebna) e Tiro. o juízo irá tornar Judá uma vinha de bons frutos. Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá.. Ele irá restau­ rar a terra e o povo de Israel.palavra adicional contra Babilônia profetizava que esta se tornaria um deserto. sua confiança no Egito. Eles zombavam da mensagem de Isaías que intentava trazer a eles descanso e refrigério. M as em um dia futuro. rios no deserto. Embora o juízo tivesse que vir. um Rei irá reinar em justiça. e alegria sem fim.C. Arábia. Tampouco é o juízo um fim em si mesmo. Isto será necessário antes que Jerusalém possa ser transfor­ mada em uma cidade de paz. da parte dos assírios. O livro de Isaías termina completamente o relato das invasões de Senaqueribe e depois fala a respeito da enfer­ midade de Ezequias. muitas lições devem ser ensinadas pelos assírios. exceto Jerusalém. Senaqueribe não tinha apenas destruído a cidade. Isto prepara para a demonstração da glória de Deus que irá eventualmente trazer uma festa de coisas espirituais para todas as nações. sua rebelião contra Deus. mas espatifado a maioria de seus ídolos. e sua recusa em confiar no Senhor. Ezequias e as Invasões de Senaqueribe Em 701 a. Isaías recebeu a informação de que Babilônia tinha de fato caído. Cinco ais devem vir sobre Jerusalém e Judá por causa de sua hipocrisia. Em contraste com a vinha de uvas bravas mencionada em uma profecia anterior.3 Profecias adicionais falam de juízo sobre Edom. mas a sua justiça. Em 689 a.C. o sinal miraculoso da sombra sobre o relógio de . Juízo e Restauração para Judá Isaías é cuidadoso em mostrar que o juízo de Deus revela não sua arbitrariedade. Samaria estava madura para o juízo e o povo de Judá era hipócrita em seu culto ao SE N H O R .. o propósito de Deus para Israel não mudaria. dando-lhes salvação. Pelos dias de Isaías.

o contexto e os registros assírios encontrados pelos arqueólogos indi­ cam que Senaqueribe empreendeu uma segunda campanha em dire­ ção ao oeste após ter destruído Babilônia.. Porém. Ele continuou a lhes falar que os deuses das outras nações não puderam livrá-los das mãos de Senaqueribe. que os assírios não entrariam na cidade. pressupondo que Senaqueribe era maior do que qualquer deus. Desse modo. Isso foi cumprido quando o anjo da morte m atou 1 8 5 . A notícia dessa profetizada promessa de proteção contra os assírios moveu Senaqueribe a enviar um exército sob as ordens de seu coman­ dante (Heb. Embora Isaías não indique o intervalo entre 701 e 688 a. mas iriam tomar o caminho de volta pelo mesmo caminho pelo qual tinham vindo. Isaías profetizou que os assírios iriam ouvir um rumor e partir. O rumor que eles ouviram era de que os caldeus tinham mvadido Babilônia. até mesmo maior do que o Deus de Israel.0 0 0 hom ens do exército de S en aqu erib e. o povo tomou uma posição de fé. tanto o comandante como Senaqueribe com seus exércitos partiram sem tomar Jerusalém. a recuperação de Ezequias. Porém.C. essa enfermidade lhe sobreveio logo depois que Ezequias pegou o ouro do templo e pagou com isto tri­ buto a Senaqueribe de modo que este se desviasse de Jerusalém. que requereu a rendição de Jerusalém e falou ao povo para não ouvir a Ezequias e não colocar a sua confiança no Senhor. e a promessa dos quinze anos adicionais de vida para Ezequias. Babilônia era mais importante que a cidade de Jerusalém ou o Egito. recu­ sou-se a responder e a se render. N essa ocasião ele enviou uma carta para Ezequias ameaçando começar de onde havia parado e advertindo-o a não confiar no S E N H O R —ao qual tratou de um modo não diferente dos deuses pagãos dos países que ele já tinha conquis­ tado. e colocou a sua confiança no Senhor. Ezequias levou a carta diante do SE N H O R . Então Isaías profeti­ zou que Deus defenderia Jerusalém. a promessa de prote­ ção por causa dos assírios. Para Senaqueribe. rab-shakeh'). Então Senaqueribe retirou-se.sol recuar dez graus. retornando para Nínive pelo caminho que . exatamente como Isaías havia profetizado.

Isaías faloulhe que isso foi um erro. A garantia de confor­ to era a palavra de Deus. A profecia tem se cumprido e Deus irá conti­ nuar a ser fiel. Ciro. até que dois de seus filhos o assassinaram e um outro filho. Emissários vieram e Ezequias mostrou-lhes todos os seus tesouros.tinha vindo. e ficou ali. para a época do exílio de Israel na Babilônia. O remanescente irá realizar uma obra para Deus. Isaías profetiza que alguém vindo do Norte. Ele dá força para o abatido. Ele tem um outro Servo. Deus irá revelar a sua glória. Olhando à frente. o Criador. M as dentro de Israel havia e sempre houve um remanescente piedoso que é verda­ deiramente servo de Deus. Ele é diferente dos ídolos que têm que ser fixados nos lugares para impedi-los de cair no chão. o qual irá cumprir a obra da salvação e restauração de Deus. Deus continua a falar para Israel parar de ficar amedrontado. mas eles não podem fazer o trabalho que precisa ser feito —a obra de salvação e redenção. o incansável Guia para o seu povo. o Messias. Esar-Hadom. Contudo. tomou o trono. e Ele tem feito de Israel seu servo. pois o tempo chegaria quando os babilônios se lembrariam disso e tomariam cativos alguns dos descendentes de Ezequias. pois eles pecaram e não cumpriram a obra a que foram chamados para realizar. ungido para realizar a obra de enviar de volta os . Ele é o Deus eterno. para aqueles que esperam por Ele. como Isaías tinha profetizado. Israel como um todo fracassou. Conforto e Libertação Após o povo de Jerusalém tomar uma posição de fé e Senaqueribe deixar Jerusalém não conquistada. e a segurança da verdade da palavra de Deus era o próprio Deus que criou o universo e que é muito maior que qualquer pessoa ou qualquer coisa que nele há. Isaías pediu ao povo para preparar o caminho para Deus retornar para o seu povo. o qual será um pastor de Deus. Isaías então remonta ao tempo quando os reis estavam mandando presentes a Ezequias por causa de sua cura maravilhosa.

Isaías lhes diz que Deus profetizara muito tempo an­ tes. Eles pensam que Deus os esqueceu. Ele irá agir e eles serão restaurados. mas Ele os tem gravados nas palmas de suas mãos. Então Isaías se volta para profetizar acerca da queda. Babilônia pensava de si mesma como um deus.)4 Porém. mas eles ti­ nham de aprender que Deus não divide a sua glória com outro —não com deuses pagãos. Ele é a solução para o fracasso de Israel.C. Por outro lado. Através dEle o remanescente piedoso é encorajado. Os céus e a terra passarão. de modo que houve um profetizado retorno a Judá cumprido nos dias de Isaías. Deus irá repreender a Israel. Bel e Nebo. mas promete apagar e lançar fora as suas transgressões por amor de Si mesmo. Ele revela tanto o passado quanto o futuro e conclama a todos em todo o mundo para tornarem para Ele e serem salvos. o verdadeiro Servo sobre o qual Deus coloca o seu Espírito será enviado como uma aliança para o povo e uma luz para os gentios. Quando Deus restaurar Israel e realizar tanto a paz como o juízo. foram carregados em exaustos animais e levados para o cativeiro. Então ele os convoca a partir. Os assírios não destruíram Babilônia antes desse tempo. Seu foco é no sofrimento do Servo-Messias. Isaías então se volta para a destruição em seus próprios dias e extrai uma lição do fato de que os grandes deuses.exilados para a sua própria terra —embora Ciro não conheça a Deus. e Ele irá colocar sobre eles o seu Espírito e sua bênção sobre os seus descendentes. a segurança de sua alegria futura. de modo que eles não poderiam dar aos ídolos o crédito pelo seu retorno. não com Babdônia. mas a . a qual acon­ teceria em 689 a. Seu propósito para com eles vai permanecer válido. muitos vão reconhecer que não há outro Deus.5 Isaías não diz mais nada a respeito da Babilônia ou Ciro após o capítulo 48. Deus diz a Israel que eles jamais o carregaram —Ele os carregava. Registros arqueológicos mos­ tram que eles o fizeram. Eles ainda são escolhidos de Deus. Senaqueribe tinha levado pessoas de Judá para Babilônia para substituir os babilônios que ele tinha exilado. (Desco­ bertas arqueológicas mostram que eles foram transportados para Nínive.

M as seus sofrimentos são vicários —completa­ mente em favor dos outros. Isso contrasta com os líderes que malbaratam as formas de adora­ ção e se apressam em seguir seu próprio caminho. O resultado do sofrimento. O Grande Davi. Ele tomou sobre Si as enfermidades. Deus assegura também que a sua pala­ vra irá cumprir o que lhe apraz. mas não puderam destruí-lo. Pelas suas feridas. Porém. Sião será restaurada e as boas novas serão que Deus reina. O ponto alto do livro de Isaías descreve o Servo Sofredor de Deus. Glória para o Povo de Deus. Ele sofre de boa vontade. mas não lim ita a manifestação de sua presença ao céu. e após a sua morte expiatória. ele teve que tratar com os fracassos dos líderes da época de Manassés. maltratando o . M as Deus promete incluí-los em sua bênção. Os estrangeiros que se vol­ tassem para o SE N H O R seriam também inclusos. o qual procede sabiamente. Eles não contribuíram ao propósito de Deus. Isaías conclama a todos para busca­ rem ao Senhor enquanto Ele pode ser achado. Deus afasta-se de­ les.salvação de Deus seria para sempre. será uma aliança e testemu­ nho para todos os povos. juízo para os Outros As bênçãos de Deus não são limitadas a Israel e àqueles cujas impurezas rituais eram removidas pela purificação e sacrifícios da lei. O chamado é para todos aqueles que têm sede para virem. o Messias. Ele terá misericórdia e irá perdoar abundantemente. Ele que enche a eternidade de tempo e espaço também vem habitar com aqueles de espírito contrito e humilde. Eles o desprezam e pensam a respeito dEle como sen­ do ferido por Deus. nós somos sarados. dores e culpa deles. Seus contemporâneos não compreendem o seu sofrimento. Para o fim do ministério de Isaías. morte e ressurreição do Messias é desenvolvimento e bênção para Sião com multidões adicionadas e livre graça para todos. Ele vive para ver os seus filhos espirituais e ver a vontade de Deus prosperar pelo seu poder. Os eunucos não poderiam tomar parte na adoração no templo.

ainda que eles tivessem se rebelado e entristecido o seu Santo Espírito. Isaías continua a transmitir mais algumas profecias a respeito da salvação de Sião e do tempo futuro quando o seu povo irá responder ao seu salvador. Ele quer adoração pura. bênção e alegria. mas a Jerusalém atual também iria ter o seu cumprimento. Finalmente. Jesus aplicou isto a Si mesmo no início do seu ministério na Galiléia (Lc 4. pois o Espírito do Senhor está sobre Ele. Deus não deseja o tipo de jejum deles. Isto será durante os m il anos quando Satanás será aprisionado. O Messias então fala. ungindo-o para pregar boas novas para o pobre. como o livro de Apocalipse nos diz.1 7-21 ). Deus então promete misericórdia.pobre até mesmo quando estão jejuando. os próprios braços de Deus. Seus pecados os têm separado de Deus. seu próprio poder. Eles o confessam e reco­ nhecem que têm voltado as costas a Deus. O Messias deles virá com as roupas salpicadas por haver pisado e esmagado sozinho as uvas no lagar do juízo de Deus. Ele prometera que um Redentor viria a Sião para aqueles que se arrependessem. Assim. com alegria e muitas bênçãos que correspondem às condições da maravilhosa paz profetizada para o M ilênio. Ele ora por libertação. M as não houve ninguém que intercedesse. Haveria um novo céu e uma nova terra. Deus irá regozijar-se sobre eles. restauração e glória. Ele irá julgar o mal e estender a paz como um rio corrente para Jerusa­ . e eles serão chama­ dos de o Povo Santo. Ele busca um jejum que seja de pecado. Então Sião irá ouvir o cha­ mado para levantar e brilhar. O juízo deve vir antes que o reino milenial seja estabelecido. pois sua Luz tem vindo. para os quebrantados de coração e para os cativos. opressão e cobi­ ça. Estrangeiros irão ajudar na restauração de Sião. realizou a salvação. Isaías então louva a Deus por todas as boas coisas que Ele tem feito por seu povo. os Redimidos do S E N H O R . Deus chama a atenção para o céu como o seu trono e para a terra como o escabelo de seus pés. Deus dará paz e Ele será uma luz eterna para eles. Nova glória virá.

CITAÇÕES 1 D aniel D avid Luckenbill. 3 D aniel D avid Luckenbill. 2 4 3 . Ancient o f Assyria and Babylonia. The Annals o f Sennacheríh (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 2 5 5. Aqueles que restarem após o juízo final virão e adorarão ao Senhor.1 5 2 . Bibliotheca Sacra 80. 19 55 ). ed. ed. 5 Ibid. 2 . Downer.lém. 2a. Benjamin R . “T h e AddedYears o f H ezekiah s L ife”. 2. 2 vols.. 1 9 2 6 -2 7 ).. 2 James B. 2 8 7 . . Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. 19 24 ). 31 9 (julho de 1 9 2 3 ): 386. (Chicago: U niversity o f Chicago Press. 2 . no. Ancient Records. mas o julga­ mento dos ímpios será eterno.2 5 2 . (P rinceton: Princeton U niversity Press. Pritchard. 4 Luckenbill. 84.1 5 2 . Sua fama e glória serão declaradas entre as nações.

O Dia do S e n h o r 2.6 1.10-18 c.2 I — 31 B.19-21 d.1-5 2.6-9 b. o SENHOR é exaltado 2.1— 5. Povo rebelde 1.I 2. U m dia futuro de paz 2. T ítulo: Isaías sob quatro reis I. Um a terra desolada 1.I — 31 1. Restauração através do juízo I .1-4.2— 4 3. Adoração inaceitável LIO— 15 5.6 -2 2 a. Confiança tola 2. U m chamado ao arrependimento I .30 A. Juízo de assombrar a terra 2. A raça humana é julgada. Idolatria requer juízo 2.Esboço de Isaías Juízo e Esperança 1 .5— 9 4.22 .I 6— 20 6. Orgulho requer juízo 2. Judá: um povo rebelde I .

U m dia de paz e restauração 4.16-24 h. As mulheres orgulhosas de Sião condenadas 3. Um lamento triste 3.8-9 d.13.10-13 c.1 -9 b.5.4-7 c. Repreensões e promessas para Judá 7. U m cântico de amor 5.1-4.1-13 1.26 i.6 C.1 1 -13 B.1 4. Deus oferece e promete um sinal 7. Um resultado do juízo 4 .1-7 a.3-6 c. A vinha e seus frutos 5. Isaías é chamado para um ministério difícil 6.12 f.2-4 b.10.2 b. Um a proteção nupcial 4. Juízo bem merecido 3. Judá e Jerusalém condenadas 3. Os Seis Ais 5.1-30 1.1— 12. O caos e a anarquia resultantes 3.8-10 4.8-25 3.1-4 2. A confissão e purificação de Isaías 6.14-16 . Síria e Efraim aliados contra Judá 7 .2-6 a.26-30 O Deus Santo É Exaltado 6 . O Renovo e a proteção nupcial 4. Durável até que apenas um remanescente permaneça 6 . O mal de Judá é condenado 3.7 I. A vinha explicada 5.25.1-16 a. A visão que Isaías teve de Deus 6. Isaías é comissionado a um ministério difícil 6. Juízo para as uvas bravas 5.14 g. O S enhor sentencia juízo sobre os líderes 3.11 e.1-3 b. A devastação de Judá 3.1 a. O cântico da vinha 5. Nações sob o controle de Deus trazem juízo 5.1— 9. O sinal do Emanuel 7.3.5-7 3.6 A. O rei Acaz é desafiado a confiar em Deus 7. A escolha entre bênção e desastre 3.1.7 2.

Juízo sobre o espiritismo 8. Deus usará a Assíria para trazer juízo 7 . A Assíria vem como uma inundação 8.6. Assíria é usada e julgada 10.19-22 5. 5. Juízo sobre o orgulho e a auto-suficiência 9.5 -1 1 b. O jugo da Assíria é quebrado 10. Assíria é usada sem saber 10 . Ais aos governantes injustos 10.8— 10.17— 8.1— 3 b.5-34 1.6— 9 U m novo êxodo I I . Como Deus estava com Israel 8.I — 12. Deus punirá a Assíria no devido tempo 10. Juízo sobre um povo extraviado 9.20— 23 b.5-8 3. Quatro razões para a ira de Deus 9. A impiedade que consome por causa da ira de Deus 9.1-4 c.7 C. M aer-Salal-Hás-Baz 8.17-25 b.24— 27 c.I 0— 16 U m dia de ação de graças para Israel e as nações 12.4.4— 6 .12-19 2.1— 6 a.1-4 D. O Justo Juiz 1 1.34 E. A Assíria como a navalha de Deus 7.18-21 4.33. Deixe o mundo inteiro saber 12. Louvor pela salvação 12. Assíria —a vara de Deus 10. Um renovo dá fruto I I . Esperança para a Galiléia 9. O Príncipe da Paz 9.1-5 6.13-17 3. O Rei ungido pelo Espírito I I . U m remanescente retorna ao Deus Forte 10.6 1.I — 3 2.4 1.5-19 a.2.28— 32 d.8-12 2. Deus está no controle 10.5 A terra mudada pelo conhecimento do S enh or 11.9-18 4.20— 34 a. Esperança para o remanescente de Israel 10. 4. 3.8 a. O avanço assírio 10.

Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá 1 3 .1— 16. M oabe contrastada com Sião 16.1— 3 . Destruição súbita 17. M oabe 1 5 . A Assíria será esmagada na terra de Deus 14.1— 22 a.1— 20.14 4.I — 23 a.3— 8 c. Um dia quando as pessoas atentarão para Deus 17.1— 9 b.1— 6 2.23 1.21— 23 B. Etiópia e Egito 18. Babilônia torna-se uma terra pantanosa 14.1— 5 c. A destruição da Babilônia 13. Compaixão sobre Judá 14.12— 14 C. Juízo sobre muitas nações 14.8 c.6— 12 d.9— I I d.11 6. Castigado por esquecer de Deus 17. O dia da ira do SE N H O R está próximo 13.1— 2 b.6— 13 c. U m dia de desolação 17. A destruição de M oabe 15.24— 17.1— 14.14 1. O orgulho de M oabe trouxe o desprezo 16. O remanescente de Jacó será pequeno 17.7. Moabe será julgada dentro de três anos 16. Juízo sobre a Etiópia (Cuxe) 18. Presentes trazidos ao S E N H O R 18.14 a.14— 22 2. Um escárnio contra o rei da Babilônia 14.28— 32 3.4— 11 a.7 . Babilônia breve será subvertida 13.9 d.12— 17 e.1— 3 5.1 8 2 A. A recepção do rei da Babilônia no Sheol 14. O rei da Babilônia carece de um enterro digno 14.13.6 1.24— 7 2 2. Israel é restaurada mas Babilônia é julgada I 4 . A Filístia não escapará do juízo 14. O Juízo por vir em breve 13.4— 6 b.18— 20 f. A ira de Deus sobre a Babilônia 13. A colheita e a respiga 17.10. Juízo sobre Damasco 17.1— 5 b. O orgulho e a queda do rei da Babilônia 14.

16— 25 5. Isaías recebe notícias da queda da Babilônia 21.1— 6 D. Um segundo cântico da vinha 27 .13— 17 4.2— 13 a.12 3. a cidade de Davi 29 .13 U m cântico que expressa confiança 26.1— 29 a.I — 23. Sebna e Eliaquim 22.1— 33.I — 10 a.9— 14 .3.1— 14 5.1— 13 B. Juízo sobre o Egito 19. 2.1 1. O juízo prepara para o reinado de Deus em Jerusalém 24 . A sabedoria natural vem do SE N H O R 28. 3. Ai de Efraim 28.9— 22 c. Babilônia atacada 2 I .1— 8 b.1 Israel ferido para que possa dar fruto 27. Ignorância e hipocrisia condenadas 29. Os líderes bêbados 28. Cumprida a profecia da queda da Babilônia 2 I . Jerusalém será abatida 29. Egito e Etiópia —uma falsa esperança 20 .1— 27. Cumprimentos nos dias de Isaías 2 I .1— 15 4.14— 23 C.15— 25 6.I — 5 b. a cidade desolada 24.7— 13 E.1— 14 a.18 1. Os inimigos de Jerusalém serão frustrados 29. Ai de Ariel. O juízo prepara para um banquete m ilenial 25.1— I I Só Deus é digno de ser honrado 26.6— 10 2. Os seis ais 28. juízo prepara para restauração e paz 26 . Jerusalém julgada 22. A terra corrompida. O 1.1— 18 Judá Merece o Juízo de Deus 2 4 .2— 6 b.1 0 3 A.23— 29 2.11. Lamentação sobre a ruína de Tiro 23.1— 12 D.5— 8 c. M anhã e noite para Edom 21. Os escarnecedores aprendem pelo método difícil 28.1 — 5 . A culpa de Jacó a ser expiada 27 . U m dia de castigo e cura para o Egito 19. Juízo sobre a Arábia por vir em breve 21 .12— 27.1— 4 b.

10— 13 d. Pecadores aprendem uma lição 33.7 d.16 f. Deus será gracioso e irá curar 30. O SENHOR se levantará e julgará o inimigo 33.7— 9 c.15.1— 4 b. Uma viagem improdutiva a uma nação inútil 30.15.29— 33 5.2— 4 2 a.10 1. A terra e o povo restaurados 35.1— 17 a. Ai da Assíria 33. O Rei justo 32.17— 24 4. O deserto se alegrará 35.2— 35.15— 20 6. A tristeza e angústia de Judá 33. A tolice de confiar no Egito e não em Deus 3 I . A destruição sobrenatural da Assíria 31. Juízo sobre todas as nações 34. Ai dos povos rebeldes 30.5 c.17— 4 2 2.9 e.1— 33 a.14 e. Uma oração por libertação e a resposta de Deus 33. O p ró p rio D eu s p ro te g e rá Je ru s a lé m 3 1 . Confiar no Egito trará vergonha 30. Juízo até que o Espírito seja derramado 32.6. U m chamado ao arrependimento 31. O propósito de Deus na história 33. Israel cantará quando o S enhor destruir a Assíria 30.I — 32. Os planejadores tolos 29.27.4 .28 e.2— 6 b.5— 17 3.9— 14 g.I — 3 b. O Espírito derramado restabelecerá a paz 32.1.2 a. Ai daqueles que trabalham nas trevas 29 . O Rei está vindo 33.8. A restauração que honra a Deus 29.2 . Uma súplica que exalta a Deus 33. O controle de Deus sobre as nações 30.1— 8 f.1— 5 b.16 b. Ai dos que buscam a ajuda do Egito 3 I .3.1 F.18— 26 d. Quem pode habitar com um Deus santo? 33.15— 4 2 a. A ira de Deus sobre as nações 34.1— 10 a. Juízo especial sobre Edom 34.6— 17 c.

9 -3 8 1.25 1.14— 35 3.2— 20 3.8— 10 Ezequias e Senaqueribe 3 6 . 36. Ezequias mostra os seus tesouros 39.36— 38 C. As cidades de Judá capturadas 36. Senaqueribe invade em 701 a.2 2 4 A.10— 13 .12— 31 B. A embaixada de Merodaque-Baladã 39.5— 29 3. A grandeza de Deus contrastada com os ídolos 40. O exílio babilônico profetizado 39. Ezequias é restaurado 38.9— 13 2.C. Boas Novas para Judá e Jerusalém 40. As renovadas ameaças de Senaqueribe 37. As nações e os seus ídolos desafiados 41 .1— 8 1. A glória de Deus e o seu Servo 4 L I — 42.1 2. A oração de Ezequias e a resposta de Deus 37. O Caminho Santo 35. As ameaças de Senaqueribe 36.1 — 39.21 4.1— 2 2. O Servo do S en h o r e a sua m issão 42. Encorajamento para pessoas que sofrem 35.1— 4 2.1 — 8 .1— 31 1.1— 9 4. U m cântico novo 42 .8 1. Deus volta-se para o seu povo 40. O povo obedece a Ezequias 36. Profecia de Isaías foi cumprida 37.b. Uma sentença de morte 38.22— 37. A doença e a recuperação de Ezequias 38.1— 37.3— 8 Conforto para Jerusalém e Judá 4 0 .1— 22 1. Deus usa alguém do oriente 41.8 A.1— 11 2.2— 22 D. Profetizada a morte de Senaqueribe 36. O exército de Senaqueribe é dizimado e Senaqueribe é morto 3 7 .3— 7 c.1 2.8 B.

25 1. U m remanescente redimido é reunido 43.22 A Redenção e o Servo Sofredor 4 9 .1 0 -1 1 B.22 1.1— 7 2.22— 28 5.13 5 A. 2. A tolice da idolatria 44. Deus salvará Israel 45 .12 1. Nenhuma paz para os ímpios 48.9— 16 .1— 7 A restauração traz alegria 49 . Deus usará Ciro para restaurar Israel 45. A infidelidade de Israel 43 .1— 15 3.I — 8 2.14— 25 D. Jerusalém será habitada 44 .21— 45.8— 13 3. Deus assegura um alegre retorno 51.1— 5 6. O remanescente encorajado 5 1 .1— 3 O obediente Servo de Deus: o Messias 50. Deus julgará e guiará 42 . U m mandamento para fugir da Babilônia 4 8 .18— 25 C. A queda da Babilônia 46. Israel cego e surdo 42. 3. As profecias testemunham pelo Deus verdadeiro 48 .1— 13 c. O 1.1— 48.5.1— 52.1— 45. O S e n h o r é superior às deidades da Babilônia 46 . O testemunho de Israel como servo de Deus 43 .14— 21 4.1 — 5 .4— 9 A escolha: confie em Deus ou passe o tempo em tormento 5 0 . O Espírito de Deus será derramado 44. Servo traz restauração 49 .2 0 — 21 5. O amoroso Salvador de Israel 43. Lembre-se do Fundador e da fundação 5 I . 4.11 O Servo escolhido de Deus 49.21— 28 b. 5. Deus irá redimir e restaurar Israel 44.1— 19 4.14— 17 6. Um novo êxodo da Babilônia 43 .1— 13 2. Nenhuma esperança para Babilônia 47.8— 26 O pecado de Israel e a falta de resposta 50.1— 50.25 a.6— 20 7.

Piores juízos virão 57. 3. Prepare o caminho 57.3— 5 Deus perdoará livremente o arrependido 55.3— 6 d.9— 12 b.10— 12 D. 1 —3 2. sofrimento e a morte expiatória do Servo 52. O 1. 7.9. 4.10— 13 Glória para o Povo de Deus.4— 6 5 .13— 53.1— 8 2.14 1.6— 9 A palavra de Deus trará alegria 55.13 a.17— 23 4.1. 8.15 O Messias menosprezado e rejeitado 53. Líderes estúpidos e gananciosos 56.17 U m convite universal 55. 9. A idolatria não traz nenhum benefício 57.15 . A bênção inclui eunucos e estrangeiros 56.10 Jerusalém será restabelecida 54.1— 58. Líderes ímpios e idólatras merecem juízo 56. 5.11— 13 3. O Redentor compassivo 54.1— 3 Sofrendo por outros 53.1— 66. O cálice da ira de Deus escoado e removido 51. 4. Bênção e juízo 56.11— 15 Os servos de Deus serão justificados 54.7— 10 e. Apóstatas advertidos a respeito do juízo 57. Um a oferta aceitável pela culpa 53.14. A obra do Messias traz progresso e bênção 54.13 1 . M o r r e n d o p o r o u t r o s 5 3 . Jerusalém será redimida 52.14— 21 a. 3.9— 57. 2.1— 12 C.14.24 A.2 c.16. Restauração e bênção para o arrependido 57.12 O Servo prudente será exaltado 52.1— 55. Juízo sobre Outros 5 6 .2 Uma aliança perpétua 55.3.1.4— 8 A aliança de paz 54. 7 —9 6.13 O sofrimento espantoso 52. 6. A idolatria persistente 57. O p ro g re s s o ju b ilo s o 5 4 .

6. 3.1— 63. Andando nas trevas 59.1.4— 8 3. Messias anuncia a sua missão 6 I .10.6— 10 Deus guiará 58.22 1. Filhos vindos de longe honram a Deus 60.10— 14 d. Conforto e paz para os que choram 57. Pecados reconhecidos 59.3— 5 Deus quer jejum do pecado 58.11 O contínuo interesse do M essias por Sião 62.1— 3 2.4— 7 b. Os estrangeiros reconstroem e honram a Sião 60. O propósito de Deus para transformar Sião 60. 2.9 c.6 . A adoração restaurada 60.I — 63.20.21 Adoração hipócrita 58. O Salvador de Sião virá 62. 8.15— 18 e.16— 19 c.6 Ungido para pregar boas novas 61.8. 5. Sem justiça e sem paz 59. 6.13.1— 60.1— 5 b.9— 15 a.6 a.1— 3 6. 5. C.4— 6 Alegrando-se na sua herança 61.12 O Sábado traz bênção 58.19— 22 5. 1 6 —2 1 Luz e glória vêm a Sião 60.4— 2 2 a.1.2 Jejum hipócrita 58. O povo de Deus exibirá o seu esplendor 6 0 .12— 15 4 .3 Resultados felizes 61. A confissão. O 1. 4.4. Os gentios restauram e servem a Sião 60.14 B. O pecado separa do Salvador 59.6— 9 c.2 Os sacerdotes do S e n h o r 61. b.10— 63. O S e n h o r prova o seu favor 62.9— 1 1 b. 7.11. redenção e glória de Sião 59. O p r ó p r io S e n h o r s a lv a rá 5 9 . A glória futura de Sião 62.7— 9 A alegria do M essias 61. Nenhuma paz para o ímpio 57. Isaías confessa os pecados do povo 59.

Jerusalém arruinada 64. O templo terreno e sua adoração são insuficientes 66.11— 16 4.1— 6 6. O remanescente possuirá a terra 65.8— 10 3. Corações endurecidos 63.7— 14 7.7— 64. A resposta graciosa de Deus 65. Louvor pela bondade de Deus 63. Um a nova criação 65.16 3. Misericórdia.17— 19 4. A súbita ampliação de Sião 66.D.10— 12 E. Isaías ora por misericórdia e perdão 63. O juízo de fogo 66.24 1.1— 66.17— 25 5.18— 24 . bênção.7— 15 2.1— 7 2. Deus é ainda o nosso Pai 63. Isaías clama para Deus agir 64. Deus julgará aqueles que o abandonaram 65. alegria e juízo 65. A glória de Deus é vista 66.1— 9 5.12 1.15— 17 8.

I Sm 3.16.I 7 .Juízo e Esperança 1 .I -3 I I.1 É chamado uma “visão” no sentido de que Deus a revelou a Isaías de um modo podero­ so e dramático. A caz e Hzequias. Os 12. a q u a l ele v iu a respeito de J u d á e J eru sa lém . f i l h o de A moz. 26.6.1. H c 2.3.1-5. Dn I . Ob I.TÍTULO: ISAÍAS SOB QUATRO REIS LI 1 Visão de Isaías. “Sabendo primeiramente isto: . Aqui é usado para signifi­ car um recebim ento so b ren atu ral da p alavra reveladora de Deus. Judá: um povo rebelde I.4.10. reis de Ju d á . hazab) é fre­ qüentemente usado a respeito de ver uma visão dada por Deus (como em Nm 24.2. nos dias de U zias.13. M q 3. Jotã o. O verbo “viu” (Heb. etc.). Este versículo é o título para a totalidade do li­ vro de Isaías. Jr 23.30 A. Ez 7. N a L I .

21).C.10). Davi fixou este padrão de coregência em Israel. Isaías teve um relacionamento vivo com Deus.2 Semelhante às palavras de Jesus. Igualmente. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem al­ gum. Antes de morrer. Jotão (um rei fraco) levou o seu filho Acaz ao trono como co-regente em 74 4 a. concre­ tas. mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espíri­ to Santo” (2 Pe 1. então explicaria por que ele podia entrar e sair livremente do palácio. as palavras de Isaías não eram só suas. Este é dirigido a Judá e Jerusalém.C. de modo .21). Estudos cuidadosos dos relatos bíblicos e a comparação com des­ cobertas arqueológicas indicam algumas superposições nos reinados dos reis mencionados no verso acima. e no M ilênio o trono do Messias será ali localizado.que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. mas do Pai (Jo 14. íntimas e reais” para Isaías. M as em 750 ele entrou no Lugar Santo do templo. N ela estava o templo. A tradição judaica diz que Isaías era aparentado com os reis de Judá. ele levou Salomão ao trono para dar fim às tentativas caóticas de outros para tomarem posse do trono. U zias morreu em 739 e Jotão em 731. O nome “Isaías” quer dizer “Yahweh salva” ou “o Senhor é salva­ ção”3 e sugere o tema do livro. E é Jerusalém que comanda a atenção central. Por causa da época turbulenta.20. muitos reis subseqüentes levaram um filho ao trono como co-regente para prevenir qualquer confusão semelhante. também chamado de Azarias (2 Rs 14. e o seu filho Jotão assumiu o governo naquele momento (2 Cr 26. Uzias. mas apenas quando elas se rela­ cionam a Judá e Jerusalém. Por orgulho humano ele ousou oferecer incenso no altar de ouro —algo que somente aos sacerdotes era perm itido fazer. Jotão tinha permitido a Acaz liderar. Deus o condenou afligindo-o com lepra. O Espírito Santo tornou as palavras de Deus “vividas. Se isto é verdade. pois ela foi e será a principal cidade a partir da qual Deus governa.21). Isaías profetiza sobre outras nações. reinou de 790 a 739 a.

C. M as tais juízos de Deus eram condicionais. Assim. A tradição diz que Manassés prendeu Isaías amarrado em um tronco e o serrou ao meio (cf.22.C.16). .C . introduziu a idolatria e encheu Jeru­ salém com o sangue de mártires que resistiram àquela idolatria (2 Rs 21.6). Um a vida semelhantemente longa era incomum em uma época quando o perí­ odo médio de vida era menos de trinta e cinco anos. Ezequias. e viveu até 686 a.C. Porém. Deus o curou. Acaz era então o atual soberano. Isto levou Senaqueribe a se insurgir contra ele em 701 a. Ezequias então levou o seu filho Manassés ao trono (em 696 ou 695 a.37).C. Quando Ezequias se arrependeu e orou. prometendo-lhe libertação da Assíria e mais quinze anos de reinado.. ao trono com ele em 728 ou 727 a.que quando Uzias morreu e Isaías começou a profetizar.) para reinar com ele. A sua recontagem foi provavelmente devido à grande celebração da Páscoa e ao reavivamento espiritual naquela época. Ele considerou o seu co-reinado com o próprio pai como não digno de contagem. nenhuma profecia de Isaías é clara­ mente identificada com o reinado de Jotão. Ezequias pagou tributo para salvar Jerusalém.) A continuada turbulência também incitou Acaz a levar o seu filho. Quando Acaz morreu em 715 a.6 Manassés. Ezequias queria o reavivamento. mas não poderia fazer nada para promovê-lo enquanto o ímpio Acaz ainda estivesse vivo. (Veja quadro da cronolo­ gia. Isaías e Senaqueribe se mantiveram vivos no reinado de Manassés. Hb 11.C. Ezequias começou a contar novamente os anos do seu reinado.5 Isaías registrou a morte de Senaqueribe em 6 8 1 a. porém. ele deveria es­ tar na faixa dos oitenta anos quando foi m artirizado.7 Se Isaías tivesse vinte anos aproximadamente quando começou a profetizar. p. ele cometeu o erro de que­ brar o tratado de Acaz com a Assíria. Assim. voltou-se contra Deus. Isaías trouxe então a mensagem de Deus de morte e juízo. Deus deve tê-lo protegido até que fosse a hora da sua vida ser oferecida como a de Paulo (2 Tm 4.4 Indubitavelmente.

15. POVO REBELDE 1.6 é o Deus auto-existente. cf. e esta­ belecendo o seu reino por intermédio deles. Isaías começa com uma mensagem para Judá e Jerusalém. Agora. está na posição enfática) tinham se “rebelado” contra Ele. 32. 31. tinha apelado aos céus e à terra para testemunharem contra o povo quando ele colocou diante deles as bênçãos e as maldições da aliança (D t 30. e cumpridor da promessa. Numa cena que é retratada como em uma sala de tribunal.28. libertados pelo poder de Deus). apesar da provi­ são paternal e cuidado terno de Deus por seus filhos. satisfazendo as suas necessidades.1).2. Yahweh. 3 O b o i c o n h e c e o s e u p o s s u id o r . tu ó ter r a . p o r q u e f a l a o S e ~ NHOR: C r i e i f i l h o s e e x a lc e i. O burro sabe quem o comprou.9 eles (o Heb. iden­ tificam-nos como filhos redimidos.18. O SENHOR. O fato de que “Israel não tem conhecimento” indica que eles já não tinham um relacionamento pessoal com Deus.o s . o m e u p o v o n ã o e n te n d e. Dt 24. o mantenedor ou guarda da aliança. O boi sabe a quem pertence e quem lhe dá direção. Ele tinha “criado” os israelitas como seus filhos (Ê x 4. SI 77. o manancial ou nascente da profecia israelita. ó céu s . e p r e s t a o u v id o s . o povo da aliança. Eles já não agiam como um povo escolhido. ensinando-os. m a s e le s p r e v a r i c a r a m c o n tr a m im . Eles tinham esquecido que haviam sido .22.6). um Deus justo e santo que fez os céus e terra apelava para que testemunhassem contra Israel. aonde ir procurar comida e quem a provê (cf. a m a n je d o u r a d o s e u d o n o . 15. Que o povo não “entende” indica que eles não eram mais capazes de discernir o que é verdadeiro e direito.13. M l 1. e o j u m e n t o . m a s I s r a e l n ã o te m c o n h e c im e n to .2-4 2 O u v i. voluntari­ osamente rejeitando o seu amor paternal e a sua orientação.19. guiando-os. Moisés. Os animais domésticos que serviam às pessoas tinham mais senso que os israelitas.

Isaías pergunta por que eles querem ser sur­ rados novamente. rejeitando-o completa­ mente em uma total ingratidão.redimidos e não mais reconheciam a Deus como a fonte da sua força. s e n ã o f e r i d a s . n ã o e s p r e m id a s . 4 A i d a n a ç ã o p e c a d o r a .3). Isaías responde com pesar clamando “A i” (Heb. Deus queria que eles fossem um povo santo. 6) e enfatiza tanto o caráter de Deus como as suas reivindicações sobre Israel. e se separaram dEle. aparentemente pedindo por mais surra. Eles se voltaram contra Ele. s e m a is v o s r e b ela r íeis P T o d a a ca b e ça e s tá e i f e r m a . e to d o o co ra çã o . eles nunca teriam se rebelado. 6 D e s d e a p la n t a d o p é a té à ca b e ça n ã o h á n e le c o is a sã . Ele reflete o que Isaías viu na sua visão inaugural (cap. d o p o v o c a r r e g a d o d a in iq ü id a d e d a s e m e n t e d e m a lig n o s . mas eles continuaram delibe­ radamente nas ações más dos seus pais e trataram o Santo de Israel com desprezo blasfemo. 3. b la s fe m a r a m d o S a n to d e I s r a e l. M as se tivessem até mesmo tanto bom senso quanto um boi ou um burro. “ah!”) para a nação pecadora e corrupta.10 A culpa deles é um fardo pesado. Em vez de ser um povo santo eles são como um escravo chicoteado. Mas Israel rejeitou essas reivindicações. e ch a g a s p o d r e s . d o s f i l h o s c o r r u p t o r e s ! D e ix a r a m o S e - NHOR. boi. Isaías se torna agora uma testemunha para as conseqüências do pecado de Israel.5-9 5 P o r q u e s e r ie is a in d a ca stig a d o s. reputação e riqueza. se afastaram. v o lta r a m p a r a trá s. n e m n e n h u m a d e la s a m o le c id a c o m ó leo. f r a c o . “O Santo de Israel” é um termo encontrado vinte e nove vezes em Isaías e só seis vezes no restante do Velho Testamento. n e m liga d a s. “Toda a cabeça está ferida” e “todo o coração” . UMA TERRA DESOLADA 1. e in ch a ço s. A nação está como uma pessoa que foi brutalmente assaltada por um ladrão. porém não resiste ao ataque. Eles já não eram testemunhas para a glória de Deus. O culto aos ídolo pode também estar implícito (como em Ez 14.

C. Nenhuma destas feridas está “espremida. e subindo escadas para atacar a cida­ de. A única situação histórica a que estas descrições correspondem é a da invasão assíria de 701 a.12 Ele levou mais de 2 0 0 . nem ligada. golpeando com aríetes. O corpo. arcos e flechas. Parece não haver nenhuma esperança por recuperação.0 0 0 prisionei­ ros. mas para Babilônia. c o m o n u m a s u b v e r s ã o d e estra n h o s. nem nenhuma delas amolecida [aliviada] com óleo [de oliveira]”. não para a Assíria como alguns têm admitido. Isaías agora lista as aflições específicas que Israel tem sofrido. Em outras palavras. a v o s s a reg iã o . a s v o s s a s c id a d e s.(inclusive a mente) está doente.. quando Senaqueribe destruiu qua­ renta e seis cidades de Judá.0 0 0 prisioneiros que ele outrora tinha levado de lá. Arqueólogos descobriram um baixo-relevo de mais de vinte metros de comprimento adornando a parede de um quarto no palácio de Senaqueribe. e e s tá d e v a s ta d a .1 1 7 A v o s s a te r r a e s tá a s so la d a . uma cidade situada apro­ ximadamente quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. Como McKenna salienta: “Isaías nunca esquece que o pecado tem também dimensões sociais”. lanças. O painel final mostra Senaqueribe no seu trono recebendo os . Este retrata o cerco de Laquis. o qual não tem nenhum poder para fazer qualquer coisa a res­ peito disto. o s e s t r a n h o s a d e v o r a m e m v o s s a p r e s e n ç a .13 Esta peça mostra os soldados assírios com fundas. “desde a planta do pé até à cabeça”. e eles estão voluntariosa­ mente se dirigindo para um desastre mais extenso. O país está ferido e ninguém está ajudando. para substituir os 20 8 . A terra de Judá está “assolada”: suas cidades “abrasadas pelo fogo” e seus campos “os estranhos devoram” na presença do próprio povo de Judá. a b r a s a d a s p e lo f o g o . está coberto com feridas abertas e supuradas. o pensamento do povo e de seus líderes está errado e obstinadamente contrário à vontade de Deus.

com a intenção adicional de desviar a atenção do seu fracasso para tomar Jerusalém (veja v. Este baixo-relevo pretendia aparentemente chamar a atenção à sua captura de quarenta e seis cidades fortificadas de Judá. Agora Isaías se volta para as pessoas cujo pecado e rebelião foram os responsáveis por Deus perm itir a devastação. teria sido uma ruína completa “como Sodoma” e “como Gomorra”. M as ela foi deixada insegura. Eu calei a Ezequias como um pássaro em uma gaiola”15 (Veja Caps. 4. 9 Se o SENHOR d os E x ército s n o s n ã o d eix a ra a lg u m r e m a n e s ­ cen te. que eu trouxe em submissão aos meus pés14 . Yahweh. com o cida de sitiada. Se Ele não tivesse feito assim.I 5 10 O u v i a p a la vra do SENHOR. E eles ainda poderiam ser salvos. ó p o v o de G om orra. Isaías compara isto às estruturas temporárias — galhos e tapetes ou estaca e toldo — que fazendeiros montam nos campos para vigiar as colheitas.. ADORAÇÃO INACEITÁVEL I . seu rei. Senaqueribe não era responsável por alguns sobreviventes esca­ pando da devastação. 8).. o Deus dos exércitos do céu. o forte e orgulhoso Ezequias. Sua inscrição chama Senaqueribe de “o rei do universo”. e era . Pela misericórdia de Deus Jerusalém não foi capturada. Em seus “Anais”. vós. M as houve sobreviventes. Senaqueribe colo­ cou isto deste modo: “Eu devastei a ampla província de Judá. lim itou a destruição para salvar Jerusalém. com o a ch ou pan a no p epin al. j á corn o S o d o m a se r ia m o s e sem elh a n tes a G om orra . Israel tinha se torna­ do como os príncipes de Sodoma e como o povo de Gomorra. * E a filh a de Sião se f i c o u com o a cabana na vinha. p resta i o u v id o s à lei do nosso D eu s. o Deus pessoal de Israel. 36 e 37 para mais detalhes das campanhas de Senaqueribe).I 0 . vós p r ín cip es de Sodom a.cativos e o espólio de Laquis.

que viésseis p isa r os m eu s á trios? Tendo em vista que os seus corações não estavam buscando a Deus em fé e obediência. Em vez de obedecerem a Deus. Foi so­ mente a graça de Deus que preservou um remanescente. A multiplicação destes sacrifícios fez Deus ter ânsia de vômito. Ele concedeu os sacrifícios da Lei para o benefício de seu povo —como um meio de restabelecer a comunhão com Ele e como o primeiro passo para caminhar com Ele. de cordeiros. o ininterrupto aglomerar no templo não era o que Deus queria. 12 Q u a n d o v in d es p a ra com p a recerd es p era n te m im . de bodes” era coloca­ do no altar como uma expiação —um resgate pago pelo seu perdão e libertação. faltando alguma comunhão amorosa verdadeira com Ele. 13 N ão tragais m a is oferta s debalde. M as o Deus que fez os céus e a terra não precisa de nada.merecedor da mesma destruição como Sodoma e Gomorra. Era pretendido que os “holocaustos” expressassem a exaltação de Deus e a dedicação à sua vontade. diz o S e n h o r ? J á estou f a r t o dos holoca u stos de ca rn eiro s e da g o r d u r a de an im a is n édios. nem de bodes. A “gordura” era uma expressão de dar-lhe o melhor deles. 11 D e qu e m e serv e a m im a m u ltid ã o de vossos sa crifício s. o in cen so é p a r a m im abo~ . torah. n em de cord eiros. Os pagãos ao redor deles acreditavam que os seus deuses precisavam de sacrifícios e que os sacrifícios continuamente oferecidos aumentavam a possibilidade dos seus deuses responderem às suas orações. as pessoas estavam simplesmente multiplicando os seus sacrifícios a Ele. e não f o l g o com o sa n gu e de bezerros. A adoração deles não era genuína. Tudo o que eles estavam fazendo era desgastando o chão do átrio do templo pelo seu ato de “pisar”. qu em re~ q u er eu isso de vossas m ãos. Praticado sem sinceridade os sacrifícios eram uma abominação a Deus. O “sangue de bezerros. Ele detesta religião quando esta é apenas uma formalidade e cerimônia. “instrução”). Este precisa­ va escutar a lei de Deus (Heb.

j á m e s ã o p e s a d a s . O incenso tornava o átrio do templo perfumado. e a c o n v o c a ç ã o d a s c o n g r e g a çõ e s . q tia n d o m u lt ip lic a is a s v o s s a s o ra çõ es . de modo que Ele os aborrecia. Deus não pode ser subornado ou enganado. j á e s to u c a n s a d o d e a s so frer . n ã o a s o u ço . os festivais de “lua nova” e as “solenidades” de Levítico 23 não mais honravam a Deus. 13 P e lo q u e. a s a b o r r e c e a m in h a a lm a . e s c o n d o d e v ó s o s o lh o s. n em m e s m o o a ju n t a m e n t o s o le n e : Deus lhes ordenou que parassem as “ofertas debalde” ou ofertas vãs. . essas festas religiosas tinham se tornado “pesadas” como um fardo que Deus estava “can­ sado de as sofrer”. adoração que era mera formalidade ou pretendida para persuadir Deus a deixá-los continuar em seus próprios caminhos obstinados. Em vez de serem uma alegria para Ele e uma bênção para o povo. e Ele não podia suportar suas atividades religiosas. ajuntamen­ to solene”) como “jejum e preparação ritual”.. e ta m b é m a s F esta s d a L u a N o v a . p o r q u e a s v o s s a s m ã o s es tã o ch e ia s d e s a n g u e. Mãos estendidas com as palmas para cima em uma atitude de submissão e desejando receber algo do Senhor. Mas Deus os via como “iniqüidade”. e o s sá b a d o s. porque Ele via os seus corações. mas isto era repulsivo a Deus. as “convocações” (ou assembléias). Enfaticamente. tudo era pretendido para ser santo.1— 44). n ã o p o s s o s u p o r t a r in iq ü id a d e. 14 A s v o s s a s F esta s d e L u a N o v a . As celebrações na época da lua nova.m in a ç ã o .. A Septuaginta traduz a última parte do verso ( “iniqüidade. o que sugere que todas as suas atividades de adoração fossem repulsivas a Deus. e a s v o s s a s so le n id a d e s . q u a n d o e s t e n d e is a s m ã o s . não significavam nada quando as pessoas realmente estavam buscando o seu próprio cami­ nho e rejeitando o ensinamento de Deus. sim . já não expressavam amor e dedicação a Ele. Deus não pode olhar com favor em tais falsas ações. os sábados sagrados semanais e anuais (Lv 23.

27). significa defender ativamente aqueles que não podem se defender: especificamente os órfãos e as viúvas. o “fazei justiça” de Deus. tirai a m a ld a d e de vossos atos de dia n te dos m eu s olhos e cessa i de f a z e r m al. 13. p ra tica i o qu e é reto. pois Deus vê o coração. a ju d a i o o p rim i­ do. mas as mãos estendidas em súplica deviam ser lavadas. M as o lavar deve ser mais que um símbolo ou forma vazia. tratai da cau sa das viú vas.M ultiplicar orações não consegue chamar a atenção de Deus quan­ do as mãos estão “cheias de sangue”. Deve ser um arrependimento sincero que faz uma clara ruptura com os atos e hábitos pecaminosos. As pessoas deviam perceber a sua condição e clamar como Davi fez no Salmo 51. Ainda havia esperança. Mas Deus fala para Israel que eles têm uma parte a realizar. M q 6. Abandonar o pecado e o mal é o primeiro passo. 5. Esta expressão notável descreve como as pessoas estavam oprimindo o pobre e usando de violência para adquirir o que elas queriam.I 6 . Eles não têm só que cessar da opressão e corrigir os opressores. Isto também significa evitar prejudicar a outros e fazer provi­ são para as necessidades dos desafortunados.8— Am 5. Então eles poderão ser capazes de cessar “de fazer m al”. os quais não tinham ninguém para defendê-los e que eram freqüentemente as vítimas de esquemas e fraudes (cf SI 85. U M CHAMADO AO ARREPENDIMENTO I . Também tem que incluir uma mudança interna. Fazer o que é “reto” significa fazer o bem a outros. Eles devem aprender a praticar “o que é reto”. 11 A prendei a fa z e r o bem . mas não é o bastan­ te. p u r ifica i-v o s . f a z e i ju s tiça ao ó f ã o .T g 1. Mais importante ainda.24. As orações ainda poderiam ser ouvidas. Eles têm que se lavar. Davi pediu para Deus lavá-lo de toda a sua iniqüidade e purificálo do seu pecado.2 0 16 L a va i-vos. mas têm que ajudar o oprimido. 8 . Fazer “justiça” significa proceder honesta e eqüitativamente. Isto deve ser seguido por boas ações.6— .

a in d a q u e o s v o s s o s p e c a d o s s e ja m c o m o a e s c a r la ta . A promessa de Deus para lim par e renovar os seus corações e mentes está condicionada sobre a obediência de boa vontade (à ali­ ança ou concerto). Os pecados deles são realmente “como a escarlata” —o tipo de tom mais profundo do vermelho —numa referência que apontava de volta para as mãos sangrentas do versículo 15. receber as suas bênçãos. Esta exortação con­ tinua nos versículos seguintes. Embora os invasores estrangeiros estivessem comendo o fruto da terra.1 1— eles poderiam retornar para casa. vamos fazer algo a respeito disto”. Como o Filho Pró­ digo de Lucas 15. d iz o S e n h o r . e o u v ir d e s . A c o n tin u a d a re c u s a e re b e liã o s ig n ific a ria m q u e e m v e z d e c o m e ­ re m o f r u t o d a su a te r r a . indicando que a própria natureza deles seria mudada pela graça de Deus.m e . um branco que é branco por sua natureza. a e s p a d a ( d o s a s s írio s ) o s c o m e ria . Agora o SE N H O R resume as suas palavras que começaram no ver­ sículo 10. o verda­ deiro arrependimento asseguraria que Deus tornaria possível ao seu povo que desfrutasse novamente dos seus frutos. c o m e r e is o b em d e sta terra . e le s s e t o r n a r ã o b r a n c o s c o m o a n e v e . então. e 32. mais alvos do que a neve ou a lã. p o r q u e a b o ca d o SENHOR o d isse. “Vinde.IS V inde. Ele pode significar o seguinte: “Vamos ces­ sar os argumentos. s e t o r n a r ã o c o m o a b r a n ca lã. 20 M a s. e argüi-me” é um termo legal que faz parte da cena de um tribunal. e a r g ü i. en tã o . s e r e c u s a r d e s e j v r d e s r e b eld es . ou confessarem. 19 S e q u is er d es. Eles têm que fazer mais do que falar sobre a sua situação. Eles têm que fazer o que Deus pede que façam. s e r e is d e v o r a d o s à esp a d a . Deus está to­ mando a iniciativa. a Deus. Ê pressu­ posto que se eles admitirem isto. O S e N H O R fa lo u is to . e a su a a u to r id a d e d iv in a e s tá p o r trá s d a s u a p a la v ra . a in d a q u e s e ja m v e r m e lh o s c o m o o c a r m e s im . . eles ficarão tão brancos quanto o branco mais claro.

Agora havia se tornado como uma esposa que tinha se rebaixado ao nível infiel de uma prostituta. que no tempo de Davi tinha começado como uma “cidade fiel”. Considerando que “justiça” e “reti­ dão” tinham uma vez marcado as relações de seu povo. 22 A tu a p r a t a s e t o r n o u e m e s c ó r ia s . h o m icid a s.8) Nós vemos o mesmo contraste no Novo Testamento (I Jo 3.16 Que contraste com o Deus que os amava e lhes convidara a que o amassem! (D t 6. E comparada mais adiante a “vinho” misturado com água (ou o Heb.O povo tem que fazer a escolha: obedecer e comer ou rebelar-se e ser comido. 7.14. . que tem sido m isturada com tanta água que está imprestável. Esta corrupção traz uma lamentação sobre a cidade. exige uma escolha.1. o teu v in h o s e m is t u r o u c o m á gu a . A degeneração do povo de Sião é comparada à “escória” —miné­ rio que não tem mais nenhum metal precioso em si e é de nenhum valor. Deus continua sua causa contra Jerusalém. Nós não podemos amar a Deus e nos agarrar ao mes­ mo tempo ao nosso pecado. 6. Nós podemos ter a vida eterna ou a morte eterna (Jo 3. 23 O s t e u s p r í n c i p e s sã o r e b e ld e s e c o m p a n h e ir o s d e la d r õ e s .5. pode significar cerveja. a bebida comum dos filisteus).16). ca d a u m d e le s a m a o s s u b o r n o s e c o r r e a p ó s s a lá r io s .2 I-3 I 21 C o m o s e f e z p r o s t it u t a a c id a d e f i e l ! E la q u e e s ta v a ch eia d e r e t id ã o ! A j u s t i ç a h a b ita v a n ela . a g o ra . n ã o f a z e m j u s ­ tiç a a o ó ifã o . igualmente. os seus procedi­ mentos injustos entre cada um deles. Não há nenhum lugar intermediário. RESTAURAÇÃO ATRAVÉS DO JUÍZO I. e da rebelião e das práticas cor­ ruptas de seus governantes. Os habitantes de fato tinham se tornado “homicidas”. e n ã o ch ega p e r a n t e e le s a c a u s a d a s v iú v a s . A corrupção de Sião tem resultado da deslealdade do povo para com Deus. agora a sua conduta tinha afundado ao mais baixo nível possível.15). m a s. O Evangelho.

e o s te u s c o n s e lh e ir o s . te c h a m a r ã o c id a d e d e j u s t i ç a . en tã o . d a m esm a m an eira q u e o m e ta l é refin ad o e su a escó ria (im p u re z a s in ú te is ) é rem o vid a. o F o rte d e I s r a ­ el: A h ! C o n s o l a r . o S e n h o r d o U n iverso . d iz o S e n h o r D e u s d o s E x ér cito s . . en fa tiz am as suas reiv in d icaçõ es e a sua a u to rid ad e . c id a d e f i e l . E les eram “ co m p an h eiro s de la d rõ e s ”. eram “reb eld es” co n tra I )eu s. P o rém .O s “p rín c ip e s ”. A o o b ra d o c a stig o d e D e u s c u lm in a r á e m restau ra ção . “P o rta n to ” in d ic a q u e D eu s fará alg o so bre a situ ação .t e .e i d o s m e u s in im ig o s . e t i r a r . A q u e le s q u e têm o p rim id o o d esam p arad o tê m p ro ce d id o d e m o d o tão r u im q u e E le ag o ra os co n ­ sid era — u m segm en to d o seu p ró p rio povo — seus in im ig o s. p o rq u e ab so lv eriam os lad rõ es p o r u m su b o rn o . q u e ad m in istra v am os vário s escritó rio s estatais e a g iam co m o ju iz es que d e c id e m os p ro cesso s. sobre aqueles q ue tin h a m o p rim id o o d esam p arad o . 24 P o r ta n to . D eu s te m sid o p acien te. o SE N H O R [ YahweFjT o d o -p o d e ro so .m e . e. c o m o a n t ig a m e n t e . E le é u m a P essoa d iv in a. A m ão de D eu s a ta c a rá n o vam en te. p o is isto in tro d u z o p ro cesso de p u rific aç ão do seu povo do s p ecad o s deles. co m eçan d o a sua o p ressão co m os m ais fraco s e os m ais d e sam p arad o s. co n tu d o n a su a ira h á ta m b ém g raça. c o m o e r a m d a n tes. O s ju iz e s e co n se lh e iro s (o u líd e re s a d m in is tr a tiv o s ) serão re s titu íd o s . 26 E te r e s t i t u i r e i o s t e u s ju i z e s . S e u ju íz o p rete n d e refin ar e p u rificar.e i a c e r c a d o s m e u s a d v e r s á r io s . m as ag o ra a ira dE le trará san ta vingan ça sobre os seus in im igo s.e i to d a a im p u re z a . O s três títu lo s div in o s — “o S e n h o r \_há’ad on j. 25 E v o lt a r e i c o n t r a ti a m in h a m ã o e p u r i f i c a r e i in te ir a m e n te a s tu a s e s c ó r ia s . O s p rín cip es recusavam d e ix ar u m a viúva tra z e r o caso d e la à ju stiça. E le ag o ra revela o ju íz o q u e estas c o n d içõ es ex igiam . os ó rfão s e as viúvas (fre q ü e n te m e n te ch am ad o s d e v ítim as n a B íb lia). o F o rte de Isra e l” . e v in g a r m e . q u er dizer. E les eram covardes e tiran o s. “C a d a u m d eles am a os su b o rn o s” em vez de am ar a ju s tiç a e as p esso as.

o pecador. Esta é a meta de Deus e terá seu cumprimento completo no M ilênio. “será.25). e o s q u e d e ix a r e m o S e n h o r s e r ã o c o n s u m id o s . O povo ainda pode escolher entre servir a Deus ou se rebelar contra Ele. Os “carvalhos” sagrados e os “jar­ dins” eram lugares onde eram observados ritos pagãos em uma reli­ gião que envolvia adoração da natureza e cultos da fertilidade (cf. 27 S iã o s e r á r e m id a c o m j u í z o . Os seus atributos de “justi­ ça” e “retidão” os caracterizarão..s M a s o s t r a n s g r e s s o r e s e o s p e c a d o r e s s e r ã o j u n t a m e n t e d e s t r u íd o s . c o m ju s t iç a . o pecador que escolhe persis­ tir em pecado o receberá igualmente. Eles serão fiéis a Ele.23). I Rs 14. e o s q u e v o lta m p a r a ela .. A idolatria sempre esteve envolvida no pecado de rebelião de Isra­ el. como Ele era antes do tempo do rei Saul. No fim o descrente. destruído” (por forças de fora de Israel) e “perecerá” (devido à sua própria falência espiritual interior).17 . O reino norte de Israel tinha estado envolvido com eles e agora eles eram comuns em Judá. Os transgressores que rejeitam a autoridade dos ensinos de Deus e os pecadores que violam a lei de Deus serão removidos de entre o povo pelo fogo purificador (veja v. os pecadores serão confundidos e humi­ lhados porque os seus falsos deuses não lhes poderão ajudar a esca­ par dos castigos dos seus pecados.2. Dt 12. Embora o julgamento de Deus seja dirigido contra o pecado. Isto implica que eles viverão em harmonia com uma preocupação pelo bem-estar uns dos outros. 29 P o r q u e v o s e n v e r g o n h a r e is p e lo s c a r v a lh o s q u e c o b iç a s te s e s e r e is c o n f u n d i d o s p e lo s j a r d i n s q u e esco lh estes. No dia de juízo futuro. Jeru­ salém já não será uma prostituta.nenhum rei é mencionado porque o SE N H O R é para ser o seu Rei. O povo futuro de Sião deve ser o remanescente purificado e redimido que foi convertido ao Senhor. 2. mas uma cidade justa e fiel.

e c o m o a f l o r e s t a q u e n ã o te m á gu a . SI I. Nada interromperá a destruição. Deus rejeita as práticas pecadoras de qualquer cul­ to ou falsa religião (não im porta qual o bem que eles possam tam­ bém fazer). e Ezequias? 2.29). 31 £ o f o r t e s e t o r n a r á e m e s to p a . toda a nação sofrerá e murchará (v. Os 14). Isto antecipa o lago de fogo que João viu (Ap 20 . e a s u a oh ra . Uma vez que Deus traga este juízo. será muito tarde.6. Quão irônico que o homem “forte se tornará em estopa. Ao invés. Que esperança ofereceu Deus ao povo? . eles serão consumidos junto com a sua própria maldade.30 P o r q u e s e r e is c o m o o c a r v a lh o . Jr I I . o ele­ mento transgressor —príncipe e súdito semelhantemente —tem se­ meado as sementes da sua própria destruição. com os quais Deus comparava freqüentemente o seu povo (N m 24. O neopaganismo não pode esperar nada diferente. Por que Deus chamou os céus e a terra para testemunharem con­ tra Israel? O que eles tinham visto? 3. Jotão. e a m b o s a r d e r ã o ju n t a m e n t e . Acaz. e sua obra. Quais são as principais coisas que sabemos a respeito de Uzias. De que maneiras Israel tinha se tornado como Sodoma e Gomorra? 4. o destino deles será o das coisas mundanas nas quais eles tinham escolhido confiar. Em contraste com a árvore e o jardim irrigado. e n ã o h a v e r á q u e m o s a p a gu e. QUESTÕES DE ESTUDO 1.14 . e m f a í s c a . O “forte” é o líder que buscou receber força e poder a partir da adoração de falsos deuses.15 ). a o q u a l c a e m a s f o lh a s . em faísca”. Assim. Em escolhendo o paganismo. Todos esses tais líderes ou príncipes serão como “estopa” —combustível para o fogo que eles próprios atearam! Esses líderes ímpios não serão parte do remanescente que sairá do fogo purificado.

8 Estudiosos têm debatido a respeito do significado do nome divino Yahweh. B. W idyapranaw a. 55. Stanley M . Isaiah Z 9 (N ova York: M acm illan Co. 1. 1 9 9 6 ). 2 8 1. 19 13). The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m .CITAÇÕES 1 Edward }. ed. The Book o f Isaiah. H . An H istórical Survey o f the Old Testament (N utley. 5 Edwin R . 11 McKenna. O hebraico escreve som ente as consoantes Y H W F I. Isto pode vir de um a antiga form a “do verbo hebraico que sign ifica ‘to rn ar’. 1 9 6 9 -7 2 ). 19 69 ). Inglaterra: Clarendon Press. um termo norm alm ente usado a respeito dos gentios. “T he M artyrdom o f Isaiah”. “T h e Biblical Period”. . ed.).42. 2 :1 5 5 -6 2 . 1 9 9 3 ). em Teologia Sistemática. 1 9 6 6 ). 51. 19 90 ). 3 David L. 3 vols. “O Deus U nico e Verdadeiro”. 1 9 8 3 ). 10 O hebraico goy.27 -29 . 19 4 9 ). 41. 9 O plural indica a responsabilidade individual de cada israelita para com Deus o Pai. B.. 2 S. em The Jews. Os seus pecados haviam quebrado a relação do concerto.J.: C raig Press. RJ: CPAD. Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. The Mysterious Numhers o f the Hebrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 143. (' H obart E. 4 W illiam Foxwell A lbright. em The Apocrypha and Pseudepigrapha o f the Old Testament (O xford. Eerdmans. 193. (R io de Janeiro. W ord Books. R ussell E.. (G rand R apids: W m . 12 John M auchline. ‘estar presente’ (. 1. ‘acontecer’. Eerdmans. H orton. 176. Isaiah 1-39. M errill. Joyner. Isto é um a declaração de que D eus é um ser autoexistente (o EU SO U ou EU SE R E I).. Eugene H . 64. N. ed. -3 13 U m a cópia de tamanho integral deste relevo pode ser vista no M useu O ri­ ental da Universidade de Chicago. rev. T hiele. 7 Ver R obert H . 3. Isaiah 1— em The Communicators Commentary (D allas: 39. McKenna. An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. Young. Charles. 1 9 6 2 ). Freeman. 144. que faz todas as coisas existirem e escolheu estar fielm ente presente com um povo que Ele cham ou para S i”.

e co n co rrerã o a ele todas as nações.6 I. Os versículos 2 a 4 estão repetidos em M iquéias 4. 66 . 1 9 2 6 -2 7 ).1 O capítulo 2 começa com o futuro desejo universal para saber a verdade de Deus e chama a atenção aos privilégios presentes de Judá como os recebedores exclusivos da revelação divina. "'C f. Ele continua a mostrar as vantagens da obediência. Ancient Records o f Assyria and Babylonia.6.5. f i lh o de A moz.1-5 1 Visão qu e teve Isaías. Judá não tinha aprendido a lição do juízo de Deus sobre o reino norte de Israel.H D aniel D avid Luckenbill. 17 Ver também 57.1 7 . (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 15 Ibid. 13. UM DIA FUTURO DE PAZ 2.. 2 :2 4 0 . n os ú ltim o s dias. B.6 . que muitos acreditam foram as profecias iniciais de Isaías.3. e a certeza do triunfo da palavra de Deus. 65. a respeito de J u d á e de J eru sa lém : Este título é provavelmente para os capítulos 2 até 12. Jeremias 3. 2 £ a con tecerá. q u e se f i r m a r á o m o n te da C asa do S e n h o r n o cu m e dos m o n tes e se ex a lçará p o r cim a dos ou teiros. Israel. Oséias 4. Inimigos idólatras os cercavam nos dias de Isaías. M as a grandeza do privilégio será completamente realizada na era milenial. O Dia do S e n h o r 2. 2 vols. os juízos advindos por causa de desobediência ou indiferença. Israel desfrutou o privilégio de adorar o SE N H O R em Jerusalém.1 a 4 com algumas variações que o Espírito Santo inspirou para o benefício da audiência rural de M iquéias. 2:3 2 7 . Outros pensam que o título é para 2. 2 4 .1-4.1 — onde Oséias vê pecados semelhantes no reino norte de 2.1 até 4. quando “o .

22.17. Ez 40. 14.monte da Casa do SE N H O R ” será exaltado e o mundo inteiro quererá dirigir-se para Jerusalém. A palavra “Lei” (Heb. O Espírito Santo está sentenciando-os e convencendo-os (Jo 16. Deus agora está atraindo a Si os povos (cf. At 9. e fazê-los a base das suas vidas enquanto andam “nas suas veredas”.44. Esta expectativa de conversão dos gentios é uma parte importante da pro­ fecia do Velho Testamento (Is 40.8— 11). Deus fará os gentios de muitas nações se encorajarem uns aos outros para subirem a Jerusalém para buscar o SE N H O R .3. s u b a m o s a o m o n t e d o S e n h o r . p a ra q u e n o s e n s in e o q u e c o n c e r n e a o s s e u s c a m in h o s . diretamente ao norte da Sião de Davi. Então o mundo inteiro será unido sob o comando de Jesus ressuscitado e glorificado (Is 11. uma elevação de cerca de 7 3 0 metros.17.12.2 .18). e d e J e r u s a l é m a p a la v r a d o S e n h o r . mas considerada parte desta. e a n d e m o s n a s s u a s v e r e d a s . A colina do templo. Jerusalém será o centro para a propagação da sua Palavra.7. 3 E v i r ã o m u i t o s p o v o s . Isaías retrata a futura preeminência desta figura­ tivamente por sua exaltação sobre o resto das montanhas da terra — incluindo todos os lugares altos onde os pagãos cultuavam e onde os israelitas freqüentemente cometiam seus deslizes (cf.16. Ag 2. Zc 8. 4 5. onde o Evangelho está sendo espalhado ao redor do mundo.9). não era muito alta.6. Também é um cumprimento da promessa dada a Abraão de abençoar a todos os povos sobre a terra (Gn 12. Com essa exaltação virá a conversão dos povos de todas as nações. Jr 3.15).2). à ca sa d o D e u s d e J a có . Assim. Deus os atrairá poderosamente a Jerusalém em um grande fluxo. Jo 6. torah') é melhor traduzida como “ensino” ou “instrução”. Am 9. p o r q u e d e S iã o s a ir á a lei. 12. e d ir ã o : Vinde. a conversão dos gentios tem um cumprimento prelim i­ nar na presente era da Igreja. aprender os seus caminhos. e inclui toda a Palavra inspirada de Deus. M as a promessa terá seu cumprimento comple­ to no M ilênio.20— 22. Desse modo. cf.32).

ele exorta a casa de Jacó (que realmente não merece o nome “Israel”) a vir e “andar na luz” dos ensinos e das bênçãos do SE N H O R . ó ca sa d e J a có . e estes co n v e r te r ã o a s s u a s esp a d a s em e n x a d õ e s e a s su a s lan ça s.10 para uma reversão das imagens de Isaías aqui. assim como a de todos os profe­ tas. Eles têm a oportunidade e o privilégio de fazerem isto agora3 (Cf. Ele decidirá qualquer disputa entre nações ou indivíduos. N o entanto. e a n d em o s n a lu z d o S e n h o r . n ã o lev a n ta r á esp a d a n a çã o co n tr a n ação. (Veja J1 3. isto é. Os ins­ trumentos de guerra serão reciclados em instrumentos de agricultu­ ra. Jr 9.2 8 ). Deus confirmou o novo nome depois (Gn 35 . o mundo tem que primeiro sofrer grandes juízos. indicando que o Reino será introduzido atra­ vés de juízo. n em a p r en d erã o m a is a g u e r r e a r . O Anjo do S E N H O R m udou o nome dele para “Israel” (Gn 32 .4 E ele ex e r cer á o se u ju íz o so b re a s n a çõ es e r e p r e en d er á a m u ito s p o v o s. simbolizando uma vida plena de paz. Jacó nem sempre viveu à altura de seu novo nome.1 0 ). A mensagem primária de Isaías. A era milenial será um tempo de paz porque o SE N H O R será o Juiz soberano. e tampouco o fez a nação de Israel.) 5 Vinde. N a luz das bênçãos futuras da palavra profética de Deus. Também tinha o significado de “suplantador” ou “en­ ganador” (veja Gn 2 7 . provendo perfeita liberdade da guerra e de todo conflito. I Jo 3. e m f o i c e s . . O nome “Jacó” teve o significado prim ário de “apanhador de calcanhar” por causa das circunstâncias do seu nascimento (veja Gn 2 5 .4). um nome que Esaú enfatizou.3 6 . os juízos da Grande Tribulação. significando que ele “luta com Deus” ou “Deus luta” ou “Deus governa”. Assim. Contudo. Isaías vai de um lado para o outro entre o futuro e o seu próprio tempo. Ele introduz o futuro para reforçar a mensagem de Deus para o presente.3). Os povos de todas as nações farão isto algum dia. fazendo dele o lutador de Deus e o príncipe de Deus.2 6 ). cf. era ao seu próprio povo de seus dias.

Em vez de confiar no SENHOR. Isaías não condena a riqueza em si. Ex 23 .10.2. Israel estava menosprezando o privilégio de ser o povo escolhido de Deus4 e estava imitando as nações pagãs ao seu redor como substitutivo.16 ). Idolatria Requer Juízo 2. O orgulho e a confiança em coisas materiais continuou sendo um problema no reinado do rei seguinte. se voltou à idolatria (2 Cr 28 .2. a ca sa d e J a c ó .5). e o s s e u s c a r r o s n ã o têm f i m . 2 Cr 28.32 ). o rei Uzias ficou poderoso. M uito desta riqueza veio através da opressão ao pobre.5. p o r q u e s e en ch e­ r a m d o s c o s t u m e s d o O r ien te. mas como as pessoas a adqui­ riram. mas o orgulho o conduziu à queda (2 Cr 2 6 . carru­ agens (poder m ilitar).6). Durante o tempo da prosperidade.14). ta m b ém es tá ch eia d e c a v a lo s a s u a terra .1. Deus esta­ va a ponto de abandoná-los. veja também 2 Rs 16. Dt 18. A riqueza que encheu a terra aponta para a prosperidade desen­ volvida durante o reinado de U zias e indica que esta profecia foi proferida antes da guerra siro-efraimita nos dias do rei Acaz ( 7 . eles estavam seguindo su­ perstições ou “costumes do Oriente” (Assíria e Babilônia) e prati­ cando adivinhação como “agoureiros” (proibidos por Lei. O seu filho Jotão serviu ao S e n h o r (2 Cr 27. eles estavam confiando em cavalos. tomado emprestado dos filisteus no oeste.2-4). mas Acaz. Eles já não estavam confiando no SE N H O R . riqueza e idolatria. e s e a s so cia m c o m o s f i l h o s d o s estra n h o s. Ezequias. Por causa disto. 0 SENHOR É EXALTADO 2. e n ã o têm f i m o s s e u s tes o u ro s. filho de Jotão. e sã o a g o u r e ir o s c o m o o s filis t e u s . Eles também estavam trocando apertos de mãos “com pagãos” para entrar em ali­ anças comerciais e matrimoniais (também proibido.6-22 a. O pro­ blema ficou pior pela fé deles na riqueza e pela confiança nas coisas materiais que eles poderiam comprar. Nos dias de Isaías.6— 9 6 M a s tu d e sa m p a ra s te o teu p o v o . A RAÇA HUMANA É JULGADA. Como os pagãos. . 1 E a s u a ter ra es tá ch eia d e p r a ta e o u ro .

Todos.15). d a p r e s e n ç a e s p a n to s a d o S e n h o r e d a g l ó r i a d a s u a m a je sta d e . O uso deste termo por Isaías revela o seu desprezo pelos ídolos como sendo estes nada mais que o trabalho de mãos humanas. Eles confiaram em coisas terrestres. Ele não está comandando Deus aqui. No Dia do Juízo futuro. A presença de ídolos em todos os lugares mostra as profundezas para as quais Israel tinha caído. M as eles não serão capazes de fazê-lo (cf. Devido a Isaías sentir a indignação de Deus sobre a idolatria. Jó 13. deixe-os tentar escapar nesses refúgios. b. Davi fez isto quando o rei Saul o estava procurando para matá-lo (e. tinham se curvado aos ídolos.1). lh es n ã o p erd oa rá s. Deus humi­ lhará a humanidade como um todo (Heb. Isaías dá agora um comando irônico a esses que se curvaram aos ídolos. 17).10— 18 10 Vai. O termo “ído­ los” pode ser traduzido literalmente “nada” (cf. Por causa disto.8 T a m b ém e s tá ch eia d e íd o lo s a s u a te r r a . ‘adham ) e indivíduos em particular Çisb'). Ap 6. Juntamente com o fato da sua terra estar cheia de riqueza. in clin a ra m ~ se p e r a n t e a o b ra d a s s u a s m ã o s . p o r ta n to .g. não importando a classe. e n tr a n a s r o c h a s e esco n d e~ te n o p ó . e o s n o b r e s s e h u m ilh a m . Os criminosos e fugitivos freqüentemente se escondiam nas ca­ vernas de pedra calcária dos penhascos da terra de Israel. ele clama para que Ele não os perdoe. ela está também “cheia de ídolos”. Ele está simplesmente expressando o resultado inevitável da idolatria: o juízo divino de Deus. Em outras terras freqüentemente as pessoas buscavam refúgi­ os subterrâneos. Orgulho Requer Juízo 2. I Sm 22. 9 A li. o p o v o s e a b a te. mas a terra e as pedras não pode­ . d ia n t e d a q u ilo q u e f a b r i c a r a m o s s e u s d ed os.4. Zc I I . Idolatria é um assunto sério.. Chamar os ídolos de “nada” não significa que a idolatria é insig­ nificante.

p a ra qu e seja abatido. “S ó o SENHOR será e x altad o n a q u e le d ia ”. Q u a n d o as p esso a s estiv erem face a face c o m D eu s. “Naquele dia”.6 O dia de juízo próximo (ainda um dia do S e n h o r ) que Isaías vê agora é retratado em termos de uma tem­ pestade que varre pela terra. Os que escarneceram da “majestade’' do SE N H O R irão fugir diante da sua glória “quando Ele se levantar para assom­ brar a terra” (Is 2. Deus tem um plano com um começo e um fim. Que Deus tem reservado um dia é uma evidência adicional da visão linear da Bíblia a respeito da história. Além do dia de juízo futuro que trará o M ilênio. 2 Pe 3. Porém.I enfatiza que o universo teve um começo real. e a a ltivez dos v a rõ es será hum ilhada.2 1 ) durante os juízos que precedem o Milênio. As passagens escatológicas do Novo Testamento usam também tais frases (veja I Ts 5. Reencarnação à parte do Hinduísmo é semelhante a uma visão da história.2. to d a a su a a rro g â n c ia e o rg u lh o h u m an o s c a irã o d e rep en te.10). e só o S e n h o r será ex a lta do naqu ele dia.1 9 . 12 P orque o dia do SENHOR d os E x ércitos será co n tra todo o soberbo e a ltivo e con tra todo o que se ex alta. como os hindus ainda hoje.5 E Deus irá levar a cabo a consumação de seu plano. O livro de Apoca­ lipse mostra que algum dia o universo terminará para dar lugar a um céu e terra novinhos em folha. Gênesis I. ou “o dia do S e n h o r ” é lin­ guagem estritamente profética. “sobre aquele dia”. p o is n in g u é m se rá c a p a z d e se le v a n ta r d ia n te d o te rr o r e g ló r ia d a su a m a je s ta d e d iv in a. Os pagãos antigos tinham uma visão cíclica da história.rão escondê-los. . 13. Eles olham para os eventos do tempo como se repetindo sempre. 11 O s olhos a ltivos dos h om en s serã o abatidos. um dia de julgamento especialmente sobre Israel. dos cumes dos montes no nordeste (v. os profetas vi­ ram freqüentemente um dia de juízo próximo.

16. Deus também traria o juízo sobre os grandes navios mercantes que eram equipados para longas viagens e poderiam ir atéTársis (pro­ vavelmente Tartessus na Espanha à foz do rio Guadalquivir). 14 e co n tr a to d o s o s m o n tes altos. mas eram freqüentem ente conectados com a idolatria. 10. especialmente a idolatria dos líderes. e co n tr a to d o s o s ca rv a lh o s d e B a sã . mas Deus usaria os invasores para atacá-los e trazer o seu juízo. provendo um a m aravilhosa som bra. 16 e co n tr a tod os o s n a v io s d e T á rsis e co n tr a tod a s a s p in tu r a s d esejá veis.Basã) até aos portos no sudoeste (v.7 Estes eram como os navios que foram o orgulho de Salomão (I Rs 9. Eles pensavam que estavam seguros. 13 e co n tr a tod os o s ce d ro s d o L íbano. 13 e co n tr a tod a to r r e a lta e co n tr a tod o m u r o f i r m e . a lto s e su b lim es. e a a ltiv ez d o s v a r õ e s se aba terá.22) e dos fenícios. Por conse­ guinte. Tal tempestade seria muito destrutiva em objetos elevados. Navios luxuosos e imponentes também iriam estar debaixo do juízo de Deus. “Os carvalhos de Basã” (no nordeste das planícies férteis do mar da Galiléia) eram os melhores carvalhos.3-9). Os montes e colinas a oeste do Jordão e as torres e muros fortifi­ cados das cidades se referem às defesas para as quais as pessoas apon­ tavam em orgulho e confiavam como proteções. e só o SENHOR s e r á ex a lta d o n a q u ele dia. e co n tr a to d o s o s o u teir o s elev a d o s. Estes cedros. são verdadeiros cedros e eram altamente considerados como símbolos de poder e majestade (Ez 31 . distintos dos cedros comuns da América do N orte e do Brasil. 18 E tod os o s íd o lo s to ta lm en te d esa p a recerã o. O orgulhoso é comparado aos cedros do Líbano.26. “todo o soberbo e altivo” e o que se exalta serão humilhados. 17 E a a ltiv ez d o h o m em se r á h u m ilh a d a . como nos dias de Salomão). onde os navios mercantes eram ancorados no Golfo de Acaba. .

ã o p e la s f e n d a s d a s roch a s e p e la s ca v e r n a s d a s p en h a s. N o v e rsíc u lo 1 8 .s e . q u e r dizer. os h o m en s se m eterã o n a s co n ca v id a d es d a s ro ch a s e n a s ca v e r n a s da terra. E les. e n as cavern as d a te r r a ” q u a n d o E le se “le v a n ta r” (e n tr a r em a ç ã o ) no D ia d o Ju íz o .1 9 — 1 2 19 E n tã o. p o r ca n sa da p r ese n ça esp a n to sa d o S e NHOR e p o r ca n sa da g ló r ia da su a m a jesta d e. T o d o esse ouro e p ra ta serão reco n h ecido s co m o in an im ad o s e sem valor. E m o u tra s p alav ras. O m esm o verb o é u sad o em Isaías 9 . u m d ia q u a n d o E le ir á “a sso m b ra r a te r r a ” . O versículo 2 0 desenvolve o p en sam en to do versículo 18. os h o m en s la n ça rã o à s to u p eira s e a o s m o rceg o s o s s e u s íd o lo s d e p r a ta e os s e u s íd o lo s d e ou ro. c. 21 E m e t e r . O o rg u lh o h u m a n o será h u m ilh a d o . q u e f i z e r a m p a ra a n te eles se p r o stra r em . J u íz o d e A sso m b ra r a T e rra 2 . O p av o r do Senhor in c lu i u m e stre m e c im e n to . só o S e n h o r será ex altad o n a q u e le d ia e ir á s u p la n ta r os íd o lo s c o m p le ta m e n te .1 0 co m o s ig n ific a n d o “su b s­ t it u i” o u “s u p la n ta ” . E les tin h am d ad o sua p rata e seu ouro p ara fazer os seus íd o lo s que eles pensavam p o d er p ro teger-lh es. M a s os seus íd o lo s n ão serão capazes de fazer q u a l­ quer co isa p ara p a ra r o terro r in sp irad o p ela g ló ria de D eus. q u a n d o ele se le v a n ta r p a ra a s so m b r a r a terra. p o r ca u sa da p r e s e n ça esp a n to sa do SENHOR e p o r ca u sa .Isa ía s c o n c lu i e sta seção re p e tin d o e sse n c ia lm e n te o v e rsíc u lo I I . co m o ta m b é m a te rra . o verb o s in g u ­ la r (balaph) co m o p lu r a l “íd o lo s ” in d ic a q u e n e n h u m íd o lo p e rm a n e ­ cerá. A g ló ria e m a je s ta d e do S e n h o r en ch erão de m e d o os ad o rad o re s de íd o lo s c os fa rã o fu g ir e se m e te r “n as c o n cav id ad es d as ro ch as. serão a b a la d o s e a sso m b ra d o s. p ara a escurid ão e esquecim ento. 20 N a q u ele dia. A aterra­ d o ra g ló ria e m ajestad e do S e n h o r farão os ado rado res de íd o lo s jo g a­ rem fora os seus íd o lo s com m ed o d ian te de Y ahw eh “às to u p eiras e aos m orcego s”.

O povo é c u lp a d o . 3 o capitão de cinq üenta. O s 1 0 . Isto é p a ra le lo ao v e rsíc u lo 1 9 e re s sa lta co m o o te rr o r do S e ­ n h o r in fu n d e m e d o n as p esso as (c f. d. M a s p erd er a su a c o n fi­ a n ç a n o s íd o lo s n ão os fa rão c o n fia r n o SENHOR. e o adivinho. E les n ão p o d em im p e d ir o ju íz o de D eu s. n ão im p o r ta q u ão p o d e ro ­ sos sejam .da g ló r ia da su a m ajestade. todo o su sten to de p ã o e toda a sede de águ a. a. 3. S e rá m u ito tard e. são d e p e n d e n te s d e D eu s p a ra viver e resp irar. e o p rofeta . e o respeitável. e n c o ra ja n d o -o s a u m a c o n fia n ç a n o S e n h o r em vez d isso . p orq u e em que se deve ele estim a r? A c o n fia n ç a d eles n o s íd o lo s era re a lm e n te u m a c o n fia n ç a n a h a ­ b ilid a d e h u m a n a .I E m 3 . D e sta m a n e ira . e o conselheiro. pois. a o rd em é p a ra d e i­ x arem de c o lo c a r a c o n fia n ç a n o s seres h u m a n o s e a n ão d e p e n d e re m d o s recu rso s h u m an o s. E ste ju íz o tra rá d e p o rta ç ã o . e o sábio en tre os a rtífices. e seu p e c a d o te ste m u n h a c o n tra si. cao s e d esastre. c u jo títu lo d u p lo “ O SENHOR.1 — 3 1 P orque eis qu e o SENHOR D eu s dos E x ércitos tira rá de J e r u ­ sa lém e de Ju d á o bordão e o cajado. o D e u s T o d o -p o d e ro s o ” em . e o an cião. C o n fia n ç a T o la 2 .2 2 22 A fasta i-vos. M a s os seres h u m an o s. 2 o valente. e o ju iz . 0 M AL DE JUDÁ É CONDENADO 3 . “o S enhor D eu s d o s E x é rc ito s ” (H e b . Ju d á e Je ru sa lé m C o n d e n a d a s 3 . e o ju íz o de D eu s é ju sto . O títu lo . do hom em cu jo fô lego está no seu n a riz . e o soldado. “e d irão ao s m o n te s: C o b ri-n o s ! E aos o u te iro s: C a í so b re n ó s !”) . haadon Yahweh tsevaoth. qu an do ele se leva n ta r p a ra a sso m ­ b ra r a terra. D e fato .1 —1 5 Isa ías tr a ta d o ju íz o de D e u s so b re o povo de Ju d á e seus líd e re s .I -4 .8 . e o eloqü en te. o povo tr a z r u ín a so b re si p ró p rio .

várias versões é derivado de “o Senhor Yahweh dos Exércitos”. O Caos e a Anarquia Resultantes 3. pro­ vavelmente significando “dos exércitos de anjos”) enfatiza a autori••(Jade do S e n h o r . profetas que eram os conselheiros do rei (mas que eram desobedientes a Deus e mais preocupados a respeito da opinião pública). Todos estes que eram considerados a coluna vertebral do país seriam levados embora. de guerreiros poderosos. os capitães de cinqüenta que eram oficiais inferiores. Deus removeria todos aqueles com habilidades de liderança (idade. A forma hebraica do verbo “tirar” indica um cum­ primento próximo e certo. nos dias de Isaías. juizes que decidiram disputas legais. Esse apoio inclui as necessidades de comida e água. despóticos. O povo tem dependido do apoio de heróis poderosos.. de água” este­ jam acabados está implícito.8 anciões sábios que eram os conselheiros do rei. e sábios encantadores que sussurravam fórmulas ou encantos de magia. poderosos e ricos. artesãos especialistas ou artí­ fices que produziram materiais de guerra. O livro de 2 Reis 24 . Deus removerá todas as formas de apoio (indicado pelas formas masculinas e femininas da mesma palavra hebraica). homens de posição que eram arrogantes. Por causa da falência moral e espiritual do povo como um todo.. e cria n ça s g o v er n a r ã o sobre eles. Ele também levará embora os oficiais e soldados alistados no exército. e.9 b. Um cerco que durará até que “todo o sustento de pão. 4— 7 4 e d a r-lh es-ei jo v e n s p o r p rín cip es. M as Deus ou os levará embora através da morte ou em cativeiro pelo inimigo.C. Nós também podemos estar certos de que Senaqueribe os incluiu entre os 2 0 0.1 50 cativos que ele reivindica ter deportado em 701 a. . adivinhos superstici­ osos que tinham o costume de se comunicar com o mundo dos espíri­ tos. O apoio deles será ineficaz e eles próprios estarão perdidos.14 diz como Nabucodonosor deportou to­ dos os oficiais e os homens de guerra como também todos os artesãos e artífices.

mas a adultos sem experiência e entendimento. caprichosos. A liderança. e sem real autoridade para liderança. e cada um. Eles poderiam ser arruaceiros. nem ta m p ou co há em m inha casa p ã o ou veste algu m a . contra o seu próximo”.experiência. Estes indi­ víduos poderiam ser descuidados. con tra o seu p ró x im o . não m e p on h a is p o r p r ín cip e do povo. 7 naqu ele dia. caos e anarquia. haverá oposição mútua: “um será contra o outro. u m será con tra o outro. dizendo: Tu ten s roupa. sem um senso de responsabilidade. Em vez de utilidade sociável e estima mútua. Devido ao fato de estarem com fome e pobremente vestidos. Estes farão esforços frenéticos. mas malsucedidos. para restabelecer a ordem no meio do caos. o menino levará vantagem dos anciãos. ou até mesmo cruéis. Isto provavelmente não se referia a crianças reais. As pessoas tenta­ rão tirar vantagem umas das outras. s ê nosso p r ín cip e e tom a sob a tua m ão esta ru ín a. 5 E o p o v o será op rim id o. 6 Q u a n d o a lgu m f o r ter com seti irm ã o à casa de seu pai. eles agarrarão qualquer homem que tenha roupas boas e pareça ter um pouco de respeito próprio para tentar fazer dele um líder sobre as cidades arruinadas de Judá. O homem agarrado clamará imediatamente que ele não tem ne­ nhuma habilidade ou recursos para ligar as feridas da nação. e cada um . Ele não . ou posição social). seria deixada aos jovens e crianças. A deportação dos líderes e operários qualificados resultará em um desarranjo da sociedade —violências. e as pessoas desprezíveis se recusarão honrar a qualquer um. Algumas pessoas estarão sinceramente preocupadas a respeito da situação caótica. Em vez de respeito para com a idade ou a dignidade de pessoas honradas. leva n ta rá este a voz dizendo: N ão p osso ser m éd i­ co. na prática. o m en in o se a trev erá con tra o an cião. e o v il con tra o nobre.

s P o r q u e J e r u s a l é m tr o p e ç o u } e J u d á c a iu . “Jerusalém tropeçou” e quase caiu.tem nenhuma comida ou roupas na sua casa. Ele usa formas de verbo de ação completa (o tempo hebraico perfeito). elas ostentavam os seus pecados como o fizeram as pessoas de Sodoma. M as nesta situação lamentável. Eles sabem que qualquer tentativa de liderar será infrutífera. As pessoas já não têm vergonha. “os olhos”) da glória do SE N H O R . Então Isaías descreve a causa do desastre. A i d a s u a a lm a ! P orq u e sefa z e m m a l a s i m esm os. Eles desafiaram a presen­ ça (literalmente. Tanto por palavras e ações ( “a sua língua e as suas obras”) eles se rebelaram contra o SE N H O R . Estes israelitas culpados merecem ouvir o termo bebreu ‘oy. Isto não virá por ne­ nhum mero acaso.8. se recusarão a ser envolvidos. e p u b lic a m o s s e u s p e c a d o s c o m o S o d o m a .C. Em outras palavras. O cerco terminará em derrota para Israel. c. n ã o o s d is s im u la m . pois apresenta o futuro como certo. As pessoas ordinariamente buscam posições de liderança como uma honra. e todas as pessoas ao redor vêem a . tão seguro quanto se já tivesse acontecido. elas “publicam os seus pecados”. O termo fixa o contexto para a passa­ gem inteira.9 . Jesus também usou esta ter­ minologia profética (M t 23). Ele vê a rebelião deles e está magoado por isto. p o r q u a n t o a s u a lín~ g u a e a s s u a s o b ra s sã o c o n t r a o S e n h o r . p a r a ir r it a r e m o s o lh o s d a s u a g ló r ia . Isto na verdade aconteceu durante a invasão de Senaqueribe em 701 a. as que ele está usando é tudo o que tem. Juízo Bem Merecido 3. 9 A a p a r ê n c ia d o s e u r o s to te s tific a c o n tr a eles . O olhar descarado em suas faces mostra a atitude delas para com Deus. N a realidade. “A i” — um termo sem igual aos profetas e freqüentemente utilizado para introduzir uma passagem de julgamento. Agora Isaías descreve as causas do desastre por vir. Judá caiu.

mas há uma lei fundamental de retribuição que o Novo Testamento também reco­ nhece: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer. Deus ama o seu povo. 11 A i d o ím p io ! M a l lh e irá . Assim. p o r q u e a r e c o m p e n s a d a s s u a s m ã o s s e lh e d a rá . porque tudo o que o homem semear. d. do Espírito ceifará a vida eterna” (G1 6. H á um sentimento de pesar enquanto Ele reconhece que aqueles líderes jovens e sem experiência os oprimem . que são culpa­ dos de injustiças e maldades. virá aos ímpios (especialmente para a liderança corrupta). No meio destes juízos. A Escolha entre Bênção e Desastre 3. p o r q u e c o m e r ã o d o f r u t o d a s s u a s ob ra s. e m u lh e r e s e s tã o à testa d o s e u g o v e r n o . ou ruína. o “m al”.sua atitude como também o seu estado degenerado.7. Deus ainda reconhece o povo como seu povo. Deus pronuncia um ai sobre elas. mas o que semeia no Espírito. O coração de Deus está partido por causa do nosso pecado (como o livro de Oséias mostra tão claramente). da carne ceifará a corrupção. N o meio da situação de Israel que o estava conduzindo ao desastre. Aqui o termo “bem” está na posição enfática no hebraico. e. Porque o que semeia na sua carne. e o “m al” que eles trouxeram “sobre si mesmos” lhes causará dano. Os israelitas estão a ponto de sofrer as conseqüências de seus pecados.11 10 D iz e i a o s j u s t o s q u e b em lh es irá . Deus garante “aos justos” (as pessoas pi­ edosas cuja conduta e caráter o agradam) que tudo estará bem com eles.8).10. isso também ceifará.12 12 O s o p r e s s o r e s d o m e u p o v o s ã o c r ia n ç a s . não a Deus. A h ! P o v o m e u ! O s q u e te g u i a m te e n g a n a m e d e s tr o e m o c a m in h o d a s tu a s v e r e d a s . U m Lamento Triste 3. Em contraste com a recompensa do justo. Eles merecem e desfrutarão bênçãos por causa das suas obras justas.

Quando eles falharam. o contexto indica que é o povo de Deus que está em vista.14 13 O SENHOR s e lev a n ta p a r a p le ite a r e sa i a j u l g a r os p o v o s. Não obstante. mereceram então um julgamento especial. quer dizer. O SE N H O R entra como o Juiz divino. é q u e jb s te s v ó s que co n su m istes esta vin h a .1). Is 5. 14 O SENHOR v em em ju íz o co n tra os a n ciã os do seu p o v o e con tra os seu s p rín cip es. f. o D eu s dos E xércitos. eles confundem as pessoas sobre o que é certo. 15 Q u e ten des vós que afligir~ o m eu p o v o e m o e r as f a c e s do p o b r e? — d iz o Se~ NHOR. enquan­ to tentam tornar impossível para as pessoas seguirem os caminhos de obediência a Deus. enriquecendo a si próprios.7. Ao invés disso. Estes governantes fracos não advertem o povo do perigo e até mesmo os encorajam em sua rebelião contra Deus e em sua idolatria. possivelmente tanto o povo do norte de Israel e de Judá. porém. Os 10. Ele se levanta com santa indignação para conde­ nar depois que os próprios pecados dos povos tenham testemunhado contra eles. Novamente Isaías enfatiza as responsabilidades da liderança. O hebraico para “destroem o caminho das tuas veredas” pode significar “eles destroem os caminhos de justiça”. “Povo” é plural no hebraico. eles a consumiram. Deus esperava que os líderes agissem justamente e ensinassem a justiça. mas os líderes não zelaram por ela ou a vigiaram. A condenação primária é contra os governantes e líderes tribais ou anciões que oprimiam e tratavam o povo de Deus com injustiça. o espólio do p o h re está em vossa s casas.como os capatazes que eram os líderes dos escravos. pode haver uma aplicação a todos os povos do mundo.13. Eles têm . O SE N H O R Sentencia Juízo sobre os Líderes 3.10. Jr 12. M ulheres go­ vernando pode se referir a mulheres como o poder por trás dos governantes fracos. Novamente Isaías retrata uma cena de tribunal. A nação é a vinha de Deus que Ele plantou (cf.

A vergonha delas ficará óbvia a todos. o SE N H O R agora se dirige às mulheres. mas eles não estavam sós. Quando as mulheres da nação são egocêntricas. Elas caminhavam com passos curtos anormais por causa do uso de cadeias no tornozelo em uma moda prescrita. Todo o comportamento e vestidos delas só serviam para chamar a atenção para elas próprias. Mulheres frívolas e amantes do luxo ajudaram a trazer essa situação (cf. Deus não está superenfatizando a culpa das mulheres. De certo modo um tanto paralelo à seção precedente. como as da lepra. em “afligir” e “moer” as faces deles (na sujeira). e. o SENHORf a r á tin h o sa a ca b eça d a s f i l h a s d e S iã o e o SENHOR p o r á a d esco b erto a su a nudez. A imundície causa­ rá doença. Deus os confronta com as suas culpas. e c a s c a v e la n d o c o m o s p és. que por seu turno causará a calvície que trará o ostracismo delas. As Mulheres Orgulhosas de Sião Condenadas 3. q u a n d o a n d a m . Am 4. g. atitudes arrogantes.16— 24 16 D i z a in d a m a is o SENHOR: P o r q u a n to a s f i l h a s d e S iã o s e e x a l t a m e a n d a m d e p e s c o ç o e r g u id o . Deus “fará tinhosa a cabeça das filhas de Sião” com feridas sarnentas.1— 3).impiedosamente oprimido o pobre (incluindo aqueles sem posição social ou distinção secular). Por causa do orgulho delas. Os homens mostraram pela sua conduta que eles eram as causas primárias do desastre. As mulheres contribuíram ao desastre pelo seu espírito arrogante. c o m o q u e v ã o d a n ç a n d o . e a ruína da nação humi­ lhará as mulheres orgulhosas e ricas. desejos sensuais e gestos de flerte. fazendo tinir os ornamentos nos seus tornozelos ( “cascavelando com os pés”). a nação está em direção à destruição. . Apenas metade de um capítulo fora dos sessenta seis neste livro lida expressamente com elas. e têm o lh a r e s im p u d e n te s . 17 p o rta n to . desconsiderando os seus direitos.

e a s redez in h as. Agora o profeta se dirige a Judá.C. 22 a s v e s t e s d e f e s t a . 19 e o s p e n d e n te s . Em vez de beleza. e a s c a ix in h a s d e p e . como o escravo mais pobre. e te u s v a le n te s . N ão há ninguém que tenha sido deixado para defender a nação ou proteger as mulheres. terão uma corda ao redor delas.26 23 T eu s v a r õ e s c a ir ã o à esp a d a . A maioria das pessoas que ouviram Isaías fazer estas advertências viveu para compartilhar no juízo. e o s a ty in e tes . 20 o s d ia d em a s. u m a co r d a .1 m ostra como isto afeta as mulheres. e. e m lu g a r d e ch eir o su a ve. (Os Rolos do mar M orto indi­ cam “vergonha” em vez de “marcar com ferro”.25.18 N a q u ele d ia . 24 E s e r á q u e. e o s v éu s . A Devastação de Judá 3. N ão somente a beleza e o vestuário elegante serão tirados. e o s m a n to s . e q u eim a d u r a . e. e a s v e s t e s r e s p la n ­ d e ce n te s . h. e a s ca d eia s. em lu g a r d e v e s t e la rga . n a p e le ja . c a lv ície . h a v er á f e d o r . O ju íz o d o S e n h o r s e rá a re a l c a u s a d a s m u lh e re s p e rd e re m t o d a a s u a e le g â n c ia — lite r a lm e n te d a c a b e ç a a o s d e d o s d o s p és. e a s c a p in h a s d e lin h o f i n í s s i m a s . e m lu g a r d e fo r m o s u r a . marcadas com ferro como escravos. em lugar das fragrâncias dos perfumes. Os homens são as vítim as da guerra. e a s to u ca s . e. 4. e a s co ifa s .) Este é um quadro das mulheres que são levadas em cativeiro pela conquista dos assírios em 701 a. elas serão desfiguradas pela queimadura. e o s e n fe it e s d o s b ra ço s.f u m e s . e a s a r r e c a d a s . tir a r á o SENHOR o e n fe ite d a s ligas. 21 o s a n é is e a s j ó i a s p e n d e n t e s d o n a r iz . provavel­ mente de pus em feridas abertas e úlceras. p o r cin to . Em vez de faixas ricas e ornamentadas. cilício . e a s m a n ilh a s . haverá um fedor podre. “N a q u e le d ia ” é u m d ia d o SENHOR p r e lim in a r o c a s io n a d o p o r in v a s õ e s a ss íria s. e a s lu e ta s. 23 o s esp elh o s. . e m lu g a r d e e n c r e s p a d u r a d e ca b elo s.

la n ç a r ã o m ã o d e u m h o m e m . casar-se com elas e lhes dar a sua proteção. 4. Como resultado. estas mulheres proverão para si próprias —se tão-somente o homem as deixe ser “cham adas” pelo nome dele. 0 RENOVO E A PROTEÇÃO NUPCIAL 4. Assentar no chão é um ato de lamentar a situação desolada e desamparada causada pela devastação.10 Embora a lei exigisse a um m arido que provesse com ida e vestido para a sua esposa (Ex 2 1 . Esta renovada Sião será feita próspera e santa. quer dizer. com o SENHOR habitando entre o seu povo e protegendo-lhe.2 6 . Um Resultado do Juízo 4 . e ela s e a s s e n ta r á n o ch ã o. “sete m ulheres” irão im plorar para um homem que se case com elas. d iz e n d o : N ó s c o m e r e m o s d o n o s s o p ã o e n o s v e s t ir e m o s d e n o s s a s v es tes . Como resultado do juízo profetizado em 3 . uma Sião purificada pelo sofrimento. i. tão poucos homens serão deixados depois do ataque assírio que a m aioria das mulheres jovens estará desprotegida e incapaz de conseguir um marido. o juízo não é o fim do plano de Deus.1 1 E s e te m u lh e r e s . tir a o n o s s o o p r ó b r io . Ele é um Deus gracioso e fiel.2 5 . As mulheres hebréias sentiam um a profunda desgraça se elas fossem deixadas solteiras ou sem filhos.2-6 Em Isaías. . tã o . O resto deste capítulo salta à frente para a nova e restaurada Sião. n a q u e le d ia .1 1 ). d eso la d a .1 0 . As portas de Jerusalém são descritas como estando em lamentação porque as multidões que normalmente se ajuntavam lá para reuni­ ões públicas e para negócios foram todas embora.s o m e n t e q u e r e m o s q u e s e ja m o s ch a m a d a s p e lo teu n o m e .26 E a s p o r t a s d a c id a d e g e m e r ã o e s e c a r p ir ã o .

O fruto será “excelente e formoso” para eles.11 Ainda outros dizem que este é o M es­ sias e que Ele será um ramo ou renovo que dará fruto. pois eles são os sobreviventes que são distintos do Renovo aqui. Outros o aplicam à nação de Israel restaurada e espiritualmente regenerada ou ao remanescente purificado. mas aqueles que são deixa­ dos depois do Dia do Juízo futuro.a. O SENHOR (Heb.3. contudo.6. O Renovo dará fruto que os sobreviventes desfrutarão. tsemach.12). O “Renovo” (Heb.15. Um Dia de Paz e Restauração 4. ‘adonai ) purificará as mulheres de Sião ( “filhas de Sião”) da sujeira do pecado delas. 6. “Rebento”) do SENHOR é um termo que os profetas posteriores recorriam para referir-se ao M essi­ as (Jr 23. Estes serão registrados como verdadeiros cidadãos da santa Jerusalém. co m o esp irito de ju s tiç a e co m o esp irito de ardor. Isto não pode ser aplica­ do ao remanescente.2— 4 2 N a q u ele dia. o R en ovo do SENHOR será cheio de beleza e de g ló ria . Um a rajada do vento do justo juízo de . O remanescente será santo.5. “Broto”. Ele irá “limpar o sangue” cau­ sado pela violência e crimes.16. 3 E será qu e aq uele que f i c a r em Sião e qu e p e rm a n ece r em J eru sa lém será cham ado sa n to: todo a q u ele que es tiv er in scrito en tre os v iv o s em Jeru sa lém .2.8. Zc 3.12 (veja 2.) 4 Q u a n d o o SENHOR la v a r a im u n d ícia das fi lh a s de Sião e lim p a r o sa n gu e de J eru sa lém do m eio dela. Alguns afirmam que este é um termo coletivo para tudo que o SENHOR faz crescer em maravilhosa fertilidade. 33. O remanescente aqui referido não são aqueles deixados para trás depois da invasão de Senaqueribe ou de­ pois da destruição babilônica posterior. e o f r u t o da terra. Os eruditos têm opiniões discrepantes aqui. Certamente nada aqui exclui a sua aplicação ao Messias. ex celen te e fo r m o s o p a ra 05 que escapa­ rem de Israel.

b. e p a r a r e fú g io e e s co n d e r ijo co n tr a a tem p esta d e e co n tr a a ch u va . A proteção de glória “será um tabernáculo para sombra contra o calor do dia” de um dia quente de solstício de verão. “recâmara”. Durante o êxodo do Egito.16. 6 E h a v erá u m ta b er n á cu lo p a ra so m b ra co n tr a o ca lo r d o dia.5. traduzida como “tálamo”.13Além disso tudo. o nosso Emanuel ( “Deus conosco”). p o r q u e so b re tod a a g ló r ia h a v erá p roteçã o .) Esta é a promessa incondicional de Deus. a glória de Deus re­ pousa como uma proteção sobre o trono de um rei. em vez de “proteção”. e de todas as vicissitudes da vida. há uma diferença. Ao remanescente piedoso é prometida uma restauração àquela original proximidade da presença de Deus. Jerusalém será uma vez mais um lugar onde as pessoas desfrutarão a comunhão com Deus. Agora a glória está em cima da totalidade de Sião e de seu povo. e u m r e s p le n d o r d e f o g o ch a m eja n te d e n o ite. J1 2. a nuvem descansava somente em cima da arca. os quais se ajuntam lá para adoração.I >rus abanará as chamas do seu fogo purificador. . Deus manifestou a sua glória e presen­ ça de dia em uma coluna de nuvem e de noite em uma coluna de I ogo.6 5 cr ia r á o SENHOR so b re tod a a h a b ita çã o d o m o n te d e S ião e so b re a s su a s co n g r eg a çõ e s u m a n u v e m d e dia. A cidade inteira é um santuário. e u m a f u m a ç a . dos inimigos humanos. dos poderes do mal. “Proteção” tam­ bém poderia ser comparada com a de uma cerimônia de casamento. Durante o êxodo. novamente criado por Deus. com Deus e seu povo reunidos em amor. Porém. Nós podemos ter um antegozo disto agora por intermédio de Jesus. Esta será um “refúgio e esconderijo” dos elementos da tempestade.5. O juízo de Deus restabelecerá a pureza e o seu Espírito trará santificação. Uma Proteção N upcial 4. (Veja SI 19. que nos dá o Espírito Santo para estar sempre conosco.

W idyapranaw a. Quem é o Renovo do SENHOR? 11. Como o Dia do SENHOR se harmoniza com a visão bíblica linear da história? 4 . H . 2 Stanley M . ed. (R io de Janeiro. The Lord is Savior: Faith ín National Crisis (G rand R apids: W m . Do que estavam dependendo as pessoas nos dias de Isaías? 6. Veja Stanley M . H orton. H orton. em Teologia Sistemática. 23 0. O que Isaías esperava a conversão dos gentios encorajar Israel a fazer? 2. “As U ltim as C oisas”. R J: CPAD. 19 90 ). s Stanley M . B.2 1 6 . 1 9 9 8 ). Stanley M . Por que o juízo de Deus viria sobre as mulheres? 9. Eerdmans. ed. 611. 19 95 ). 3 N ós também. De que modos este capítulo contrasta a recompensa do justo com o juízo do ímpio? 8. Nosso Destino: O Ensino Biblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. rev. Que juízo devem esperar aqueles que se empenham na falsa ado­ ração? 3. I I . O que os juízos do Dia do SENHOR farão os adoradores de ídolos fazerem? 5. R J: CPAD. . Por que sete mulheres implorariam a um homem que se casasse com elas? 10. R J: CPAD.QUESTÕES DE ESTUDO 1. H orton. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. H orton. 2 1 5 . O que promete Deus para o santo remanescente em Jerusalém? CITAÇÕES 1 S. 1996). Qual seria o resultado da deportação dos líderes e operários qua­ lificados? 7. 4 “Escolhido” para servir a Deus e levar o seu plano adiante.

1 Veja Amós 5. Êx 3 2 . Só Ele pode criar vida nova. (C hicago: M oody Press. II Ibid. O uso da vinha como um símbolo teria conseguido chamar a atenção do povo de Israel. 19 24 ). b a r a sempre tem Deus como o seu sujeito.3 ). O CÂNTICO DA VIN H A 5 .1. Este os julgaria e não haveria nenhuma escapatória um a vez que isto viesse. C. O m eu am a do tem u m a vin h a n u m ou teiro fé r t il . 13 “C riar” (H eb. H oward F. onde Amós trata com aqueles do reino norte de Israel 1 2 que pensavam que o dia do SENHOR o s exaltaria.2 1 A gora} ca n ta rei ao m eu am a do o câ n tico do m eu q u erid o a respeito da su a vinha. Ap 20. Vos. eds. 19 75 ). H O rei Sau l tinha expulsado a m aioria deles ( I Sm 2 8 . W idyapranawa. E é possível que elas estivessem pedindo para serem adotados em lugar de serem tom a­ das como esposas. O cântico (vv. A Vinha e Seus Frutos 5. 19. 10 Também é possível que estas sejam “viúvas que precisavam de um a seguran­ ça e proteção. 2 :1 6 6 2 .. SI 69 .2 8. I Charles F. porque vinhedos férteis eram uma alegria . mas eles eram novamente populares.12). Daniel David Luckenbill. e John Rea.3 3 . Dn I 2 . 2 vols. 1— é uma parábola (ou alegoria) na qual o profeta age como um 7) cantor que canta sobre “a pessoa” que ele ama e a vinha do seu ama­ do.1-30 I. Por que Deus traz juízo sobre o seu povo escolhido? Isaías res­ ponde por dar-nos “o cântico da vinha” e suas lições. 33.1 -7 a. Wycliffe Bible Encyclopedia.I . The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Lord is Savior. Pfeiffer. Antigam ente o destino das viúvas era trágico”.18— 0 . Um Cântico de Amor 5. 12 O Livro da V ida pode estar im plícito (cf.

u m a situ a ç ã o fa v o rá v e l e u m a s p e c to e n so la ra d o . . E v en tu alm e n te .1 E le p la n to u as vid es e s c o lh id a s ( “ex celen tes v id e s ” ) . J u íz o p a r a as U v as B ravas 5 . q u e ele tin h a o d ir e ito de esp erar.4 4 ) . O s o u v in tes c am p estres de Isa ía s d evem te r s e n tid o a d ecep ção do d o n o .4 U m la g a r estav a p ro n to — d u a s tin a s c o rta d a s d o p ró p rio le ito d a ro c h a firm e . e esperava q u e desse u va s boas. q u e r d iz e r. A m a io r e m ais a lt a era p ara p is o te a r as uv as. ó m ora d ores de J eru sa lém e hom en s de Ju d á . P e d ra c a lc á ria é p rev alecen te em Isra e l. M t 2 1 . ju lga i.p a ra eles. m a s deu u va s bravas.3 3 . e a lim p ou das pedras. 2 E a cerco u . b. ex o rtava o povo d e Ju d á e Je ru ­ salém a d e c id ir o q u e d ev eria ser fe ito c o m a su a v in h a. p o is. M a s em vez d as uvas b o as. a m ais b a ix a era p a ra re c eb er o su co . A g o ra o am a d o . e m u m a c o lm a q u e te m so lo rico .3 — 6 3 A gora. e a p la n to u de ex celen tes vides. O a m ad o fez to d o o p o ssív e l p a r a a s se g u ra r u m a c o lh e ita ex celen ­ te. e a te rr a está ch eia d e p e­ d ras. o c a n to r d á vo z ao seu am ad o . D e ­ p o is d a can ção . e ed ifico u no m eio dela u m a torre e tam bém co n stru iu nela um lagar. en tre m im e a m in h a vinha.2 u m a v a rie d ad e s u p e rio r q u e n o rm a lm e n te p ro d u z uvas v e rm e lh as sa b o ro ­ sas e d o c e s. O s is ra e lita s c o n si­ d erav am tais v in h e d o s m u ito v a lio so s. q u e c o n ta a su a d ecep ção n a v in h a d e su a p r o p r ie d a d e (cf.3 U m a fo rte to rre de p e d r a fo i c o n stru íd a p a ra u m g u ard a v ig ia r a v in h a e p ro v er “u m lu g a r s o m b rio e fresco p a ra d e s c a n sa r” . de m o d o q u e revo lver e a r a r a te r r a re q u e r ta m b é m re tira r as p e d r a s . v o s p eço. o p ro fe ta e x p lic a o s s ím b o lo s e os a p lic a ao re la c io n a ­ m e n to en tre D e u s e o seu povo. as v id e ira s d eram ap en as “uvas b ra v a s” (p e q u e n a s u v as d e m á q u a lid a d e ). o d o n o d a v in h a . O h e b raic o d iz lite r a lm e n te q u e a v in h a é p la n ta d a em “u m ch ifre de u m filh o d o ó le o ” . O d o n o d a v in h a fez to d a essa p re p a ra ­ ção co m d ev o ção a m o ro sa e tin h a g ra n d e s ex p ectativ as.

. S ó D eu s p o d e faz er isso. p a ra qu e seja p isa da. m a s crescerã o nela sa rça s e espinheiros. v o s f a r e i sa b er o que eu hei de f a z e r à m in h a vinha: tira rei a su a sebe. S u a am o ro sa p rep aração e c u id a d o eram c o m p le to s e in c o n d ic io n ais. O d o n o ag o ra p r o n u n c ia o ju íz o so b re a v in h a . o d o n o d a v in h a faz p ergu n tas re tó ­ ricas a d ic io n ais que to rn a m óbvio q u e n a d a m ais p o d e ria ter sid o feito. 5 A gora. d errib a rei a su a parede. O d o n o d iz q u e a to r n a r ia em u m so lo im p ro d u tiv o ( “ a to rn a re i em d e s e r to ”).4 Q u e m a is se p o d ia J a z e r à m in h a vinha. o u c u id a d a d e q u a lq u e r fo rm a . assim ta m b ém n in g u ém p o d e ria acu sar o am ad o que p la n to u e c u id o u d a vinh a. O d o n o d e c la ra q u e ele p ró p rio tir a n a a cerca ( “tira re i a su a seb e” ) e d e m o lir ia a p ared e de p ro te ç ã o ( “ d e rrib a re i a sua p a re d e ”) . N ã o h á n a d a d e i­ x ad o p o r r e a liz a r a n ão se r d e s tr u i-la u m a vez q u e ela n ão p ro d u z iu a b o a c o lh e ita q u e d ev eria te r tid o . O s o u v in tes d e Isa ías teriam q u e a d m itir q u e a d ec isão d o d o n o era ap en as ju sta.4 6 ). D a m esm a m an eira que n in g u é m p ô d e acu sar Jesus de p e cad o (Jo 8 . c u ltiv a d a. E le é o am ad o q u e p la n to u a v in h a. 5 rem o ven d o a ssim a p ro teção e p e r m itin ­ do ao s in tru so s e n tra r e p is o te a r to d o o lo c a l. 6 e a to rn a rei em deserto. e às n u v en s d a rei ord em que não derra m em ch u va sobre ela. veio a p r o d u z ir vivas bravas? S e m esp era r p o r u m a resp o sta. qu e eu lhe não tenha f e i t o ? E com o. não será podada nem cavada. n ão m a is p o d a d a . A im p lic aç ão é q u e a fa lta deve estar n a p ró p ria vin h a. “S a rç a s e e s p in h e iro s ” crescerão e su fo c arão as v id e ira s e fa ­ rão d a li u m lu g a r d e sa g ra d á v e l. esperando eu que desse u v a s boas. pois. p a ra qu e sir v a de pa sto. O d o n o d a v in h a n ão p o d e ria ser cu lp ad o de q u a lq u e r fo rm a. Q u e o d o n o o rd e n ará às n uven s p a ra n ão cho verem so b re a v in h a ( “às n u ven s d a re i o rd e m q u e n ão d e rra m e m ch u v a so b re e la ” ) d e ix a claro o s ig n ific a d o d a p a rá b o la .

c. A Vinha Explicada 5. Agora Isaías explica a parábola. . Não há nenhum espaço deixado para pesso­ 34. e eis a q u i clam or.2). m a is lugar. Ele procurou pelo fruto da justiça e retidão.13— M q 2. Lv 25. O amado é o próprio SENHOR Todo-poderoso. e fi q u e m com o ú n ico s m o ra d o res no m eio da terra ! O juízo do verso 2 é mostrado como sendo exatamente de acordo com a lista seguinte de seis ais em seis formas de “fruto” estragado e malcheiroso.8-25 8 Ai dos q u e a ju n ta m casa a casa. e a té as g r a n d e s e excelentes. OS SEIS AIS 5. A minoria rica possuía toda a terra. buscou tsedaqah (retidão) e viu tseaqah (um clamor por socorro). O primeiro ai é contra os grileiros de terra que se enri­ quecem desconsiderando o direito sagrado de herança da terra (cf. e esp ero u q u e ex ercessem ju íz o . mas ao invés disso achou o pútrido fruto da injustiça (a lei violada pelos juizes) e um grito de gemido do oprimido pedindo socorro.7 7 P o rq u e a vin h a do S e n h o r d o s E x ército s é a ca sa de I sra el'. Os ricos os reduziram a servos contratados ou meeiros. as de poucos recursos financeiros possuírem uma casa e terra. a terra de Deus —dada como uma herança a todo o seu povo. O jogo de pala­ vras no hebraico é impressionante: Ele procurou por mishpat (justiça) e viu míspach (a quebra da lei). até que não haja. O povo de Judá e Jerusalém são as suas videiras es­ colhidas. sem m oradores. reú n em herdade a herdade. Esses posseiros da terra fizeram os seus bens pro­ priedade de seus deuses. 9 A m eu s o u v id o s disse o SENHOR dos E x ércitos: E m verd a d e q u e m u ita s casas fi c a r ã o desertas. ju s tiça . e eis a q u i op ressã o. e os h o m en s de J u d á sã o a p la n ta das su a s d elícia s. 2.

e u m ô m er de sem en te não d a rá m a is do qu e u m a efa. Eles conti­ nuam festejando e se divertindo pelo dia e noite adentro “até que o vinho os esquenta” —totalmente bêbados —com vinho.15). Em outras palavras. e n ã o olham p a ra a obra do S e n h o r . Semear 22 0 quilos de semente produzirá uma colheita de menos de 2 2 quilos de grão. pois os ricos serão forçados a deixá-las por causa dos seus pecados (cf. Assim. suco de uva). shekhar. M as produzirá somente “um bato” (aproximadamente cinco galões e meio norte-americanos. nem co n sid e­ ra m as obras das su a s m ãos. Deus julgará a ganância deles. nem consideram”). Que eles se tornaram alcoólatras é mostra­ do pela necessidade deles por bebidas ( “seguem a bebediee” —Heb.. a té que o vin h o os esq u en ta ! U m amor ao prazer que envolve intemperança e festejos com be­ bedeira traz o segundo ai. a colheita deles chegaria só a uma escassa quantidade de dez por cento daquilo que semearam. Os grileiros de terra terminarão devastados e famintos. Eles vivem para a música e para o vinho dos seus banquetes e festas. Am 3. ou o .O SENHOR tem ouvido o clamor das pessoas pobres e desapropri­ adas e deu uma palavra segura a Isaías: As mansões dos ricos ficarão "desertas” e vazias. Exatamente quão ruim a desolação será é visto neste verso. ou vinte e quatro litros) de vinho (mais precisamente. eles não têm nenhuma consideração ou tempo para o SE N H O R ( “não olham. 11 Ai dos que se levan tam pela m a n h ã e segu em a bebediee! E se dem ora m a té à noite.. e alaúdes. e vin h o há n os seu s banquetes. 10 E dez je ir a s de vin h a não darão m a is do que u m bato. e ta m b oris e p ífa n os. 12 H arpas. provavelmente cerveja) logo no começo da manhã. a obra do Senhor. “Dez jeiras de vinha” é literalmente um grande campo que leva dez juntas de bois para arar em um dia.

O juízo cairá tanto sobre os líderes como sobre a massa das pessoas comuns. e a g ló r ia deles. 13 E ntão.5. Desse modo. 13 P orta n to. Deus breve usaria a Assíria para trazer este juízo. e a su a m u ltid ã o. Devido a seus líderes não os terem instruído na lei de Deus e não os terem advertido contra a quebra desta. todas as classes do povo serão abatidas e humilhadas (cf. à sua soberania e para o curso dos eventos que trarão a sua obra de juízo.17). Eles fizeram do prazer e do entretenimento os seus deuses. agora o Sheol espera para festejar neles. Eles passaram o seu tempo festejando. e os olhos dos a ltivos se hum ilharão. p o r f a l t a de en ten ­ d im en to . e os seu s n o b res terã o fo m e . e a su a m u ltid ã o se seca r á de sede. e a su a p om p a . 14 P o r isso. 2. o m eu p o v o se rá leva d o cativo. e o n ob re se h u m ilh ará . o p leb eu se abaterá. . Como Isaías 10.9. As massas que seguiram os seus falsos líderes descerão com eles para o Sheol. junto com “os que entre eles folgavam”. Em contraste com as festi­ vidades e o divertimento. “Os olhos dos altivos” opressores —as pessoas gananci­ osas e inescrupulosas —são escolhidos e separados para humilhação.trabalho de suas mãos. os líderes ricos morrerão de fome ( “os nobres terão fome”) e as pessoas comuns morrerão de sede ( “e a sua multidão se secará de sede”). O Sh“ol 6 é a m orada do ím pio morto. a sep u ltu ra a u m en to u o seu apetite e a b riu a boca d esm esu ra d a m en te. nesse trecho in d i­ cado como “sep ultura”.6 profetiza. o qual corresponde ao grego H ades e a “inferno” na língua portuguesa. é m ostrado como um m onstro insaciável pronto para engolir as pessoas que são culpadas de pecados con­ tra Deus. o povo perdeu o entendi­ mento e “será levado cativo”. e os qu e en tre eles fo lg a v a m a ela desceram . Eles estão cegos aos atos do Senhor.

Ele é santo e se mostrará a Si mesmo santo demonstrando a sua justiça ( “Deus. De certo modo. s e r á s a n t ific a d o e m ju s t iç a . As suas cargas de pecado e iniqüidade são tão pesadas que as cordas enganosas ( “cordas de vaidade”) que eles usam para puxar os seus fardos é muito pequena. 18 A i d o s q u e p u x a m p e la in iq ü id a d e c o m c o r d a s d e v a id a d e e p e lo p e ca d o . p a r a q u e a v e ja m o s . As cordas que os ligaram no princípio agora se tornaram cordas inquebráveis. eles desafiam Deus a tornar boas as advertências dEle de castigo futuro. o santo. Cordeiros (ou cabras) vagarão sobre as ruínas do que os ricos desfru­ taram uma vez. de modo que eles têm que usar “cordas de carro”. e o s lu g a r e s p is a d o s p e lo s g o r d o s s e r v i r ã o d e a lim e n to a f o r a s t e i r o s . O pecado escraviza aqueles que se rendem a ele. Os ricos e os governantes violaram os princípios de juízo e justiça. . c o m o s e f o s s e c o m c o r d a s d e c a r r o s ! Pecadores obstinados cuja incredulidade aberta desafia o SENHOR trazem o terceiro ai.s e e a ca b e a s u a o b ra . Também está claro que eles estão atados aos seus pecados e cul­ pas. Eles zombeteiramente se referem às advertências de Isaías a res­ peito do dia do juízo de Deus por vir em breve.16 M a s o SENHOR d o s E x é r cito s s e r á e x a lta d o e m ju í z o .s e e v e n h a o c o n s e lh o d o S a n to d e I s r a e l. o S a n to . será santificado em justiça”). Mas Deus “será exaltado em juízo” que Ele sustenta quando julga o culpado. 19 E d iz e m : A p r e s s e . o s c o r d e ir o s s e p a s c e r ã o c o m o e m p a s t io s s e u s . Essas grandes propriedades e campos abastados tomados pelos ricos se tornarão terras de pasto. 17 E n tã o. e D e u s . Ninguém estará lá para cultivá-los. e a p r o x i m e . Isaías de­ pois mostra que a justiça de Deus restaurará o povo através de sua graça divina. p a r a q u e o co n h e ça m o s.

A totalida­ de da atitude da m aioria das pessoas tinha se tornado como con­ fundir amargo e doce ou luz e escuridão. e fa z e m do a m a rgo doce. Eles não enten­ dem a escolha de Deus do momento certo (cf. nada jamais irá acontecer. A atitude deles é como a atitude do mundo hoje com respeito ao álcool. pensando que devido a nada ainda ter acontecido. O povo e os seus mestres têm se tornado tão depravados que eles consideram o pecado como sendo normal. Eles menosprezam a Deus porque não o conhecem. 20 A i dos qu e ao m a l ch am am bem e ao bem. e egoisticamente buscam um estilo de vida secular. 2 Pe 3.1. m a l! Q u e fa z e m da escu rid a d e luz. “luz” e “escuridade” a mora­ lidade pública. ainda estão caminhando em direção ao juízo divino. rece­ bem o quinto ai. e do doce. 21 A i dos que são sábios a seu s p r ó p rio s olhos e p r u d en tes dian te de si m esm os! Pessoas convencidas.9.Eles são indiferentes às profecias de Isaías. Eles puseram o ego e a própria sabedoria deles no trono e imaginam saberem melhor que Deus e o seu profeta. escuridade. Quão triste é quando as pessoas torcem a verda­ de! Como é triste quando eles riem dos pecados pelos quais Cristo morreu.9— 30. Isaías se achou freqüentemente em conflito com os conselheiros políticos dos reis de Judá (veja 28 . à homossexualidade e outras perversões sexuais.10— 15. e da luz. 22 A i dos que são p o d ero so s pa ra beber vin ho e h om en s fo r ç o s o s p a ra m istu ra r bebida f o r t e ! . provavelmente governantes e políticos. “Amargo” e “doce” pode ser comparado a moralidade pessoal. ao aborto. rejei­ tam a vontade de Deus.10). e o bem como sendo mal. 14). a m a rgo! A inversão das distinções morais traz o quarto ai. As pessoas auto-suficientes que dependem dos raciocínios das suas próprias mentes finitas. A busca dos prazeres do pecado só pode trazer sofrimento e angústia.

Tal indulgência é exaltada por eles. A podridão da raiz e o esvaecer das flores ilustram a plenitude da ruína. Deus fala da liberação da sua ira. Como uma conclusão à lista de ais.10). m a s a in d a es tá a lç a d a a su a m ão. e provavelmente drogas) para adquirir um teor muito mais elevado. A indulgência deles a respeito destas coisas os tornou insensíveis a qualquer coisa a não ser os seus própri­ os desejos. ervas aromáticas. a s s im s e r á a s u a ra iz . . e a p a lh a s e d e s fa z p e la ch a m a . e a s m o n ta n h a s tr e m e r a m . c o m o a lí n g u a d e f o g o c o n s o m e a e s to p a . Com estes juizes e líderes. c o m t u d o isto n ã o t o r n o u a tr á s a s u a ira. “o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males” (I Tm 6. Líderes que deve­ riam ser os heróis no campo de batalha só poderiam ostentar de quanto vinho eles poderiam agüentar e como eles se superaram no "misturar bebida forte” (vinho com temperos. c o m o p o d r i d ã o .Juizes bêbados e corruptos merecem o sexto ai. que não pode ser capaz de lhes dar um suborno. e e s t e n d e u a m ã o c o n t r a e le e o f e r i u . e o s s e u s c a d á v e r e s e r a m c o m o m o n t u r o n o m e io d a s r u a s . e a s u a f l o r s e e s v a e c e r á c o m o p ó . A rejeição da lei e da instru­ ção do SE N H O R inclui a rejeição da sua palavra e a rejeição das profe­ cias de Isaías. não pode obter justiça da parte deles. Assim o pobre inocente. 24 P e lo q u e. o suborno se tornou um modo de vida para os juizes. A subitaneidade do juízo é comparada à palha e estopa secas que desaparecem depressa em chamas. p o r q u a n t o r e je it a r a m a le i d o S e n h o r d o s E x é r c i t o s e d e s p r e z a r a m a p a l a v r a d o S a n to d e I s r a e l. 23 A i d o s q u e j u s t f i c a m o ím p io p o r p r e s e n t e s e a o j u s t o n e g a m ju s tiç a ! Para dar suporte às suas drogas e bebedeiras. 25 P elo q u e s e a c e n d e u a ir a d o SENHOR c o n tr a o s e u p o v o .

I ). lembrado até mesmo na época de Zacarias (Zc 14. Deus os designou como agentes da sua ira. provavelmente do grande terremoto no tempo de Uzias (Am I . Ele assobiará para chamá-los e eles virão rapidamente. n e m c la u d ic a n te . A ira de Deus não estava satisfeita.26-30 26 E e le a r v o r a r á o e s t a n d a r t e a n t e a s n a ç õ e s d e lo n g e e lh es a s so b ia r á d e s d e a e x t r e m id a d e d a te r r a . A sua mão nos dias de Isaías ainda estava estendida ( “ainda está alçada a sua mão”) contra Judá para desastres adicionais —isto é. Os guerreiros estão ajustados.Como um clímax para os seis ais. NAÇÕES SOB 0 CONTROLE DE DEUS TRAZEM JUÍZO 5. n in g u é m to s q u e n e ja r á n e m d o r m ir á .5). Ele matou tantos em tão poucos minutos que corpos ficaram deitados nas ruas durante algum tempo. n e m s e lh e q u e b r a r á a c o r r e ia d o s s e u s sa p a to s. Que . ou bandeira. Isaías tira agora uma lição do passado. A razão pela qual o inim igo virá tão rapidam ente é que eles estão bem preparados. A marcha longa não os esgotará e eles esta­ rão prontos para a batalha. quando alcançarem o seu objetivo. Este foi um desastre maior. O “estandarte”. e e is q u e v i r ã o a p r e s s a ­ d a m en te. As suas folgadas roupas exteriores são cingidas com cinto em preparação para a luta. A Assíria e os aliados dela são estes guerreiros estrangeiros. este não era nada compara­ do aos resultados dos seus contínuos pecados. Apesar do tamanho daquele desastre. n ã o s e lh e d e s a ta r á o c in t o d o s s e u s lo m b os. 3. Eles vêm de uma terra que para os israelitas estava na “extremidade da terra”. As sandálias deles são novas —nem mesmo uma correia quebrada de sandália os im pedirá. que o SENHOR ergue bem alto é um sinal para os guerreiros de uma nação distante atacarem. Deus está a ponto de executar o seu juízo. alertas e prontos para marchar. trazer a invasão assíria descrita nos versos seguintes. não para dorm ir. 27 N ã o h a v e r á e n t r e e la s c a n sa d o .

multidões de rodas de carruagens zum­ bindo —fazendo um som parecido ao de um furacão ou tornado. arcos retesados (Heb. eles se lançarão sobre a sua presa “e a levarão”. e a lu z se escu recerá em su a s assolações. sim .contraste com a desprevenida. e. “curvados”) para a batalha. ru girã o. Uma vez que o inimigo venha. Por causa dos números e equipamentos do inimigo. e a rreb atarão a presa. co m o o bram ido do m a r.7 Os assírios então levaram muitos dos habitantes de Judá para o cativeiro. As figuras de trevas e de . O equipamento do inimigo está nas melhores condições: flechas agudas. e não haverá q u em a livre. Neste tempo o povo de Judá experimentará o caos de estar nesta situação desesperadora. Agora. se a lgu ém olh a r p a ra a terra. 30 E bram arão co n tra eles. e as rod as dos seu s carros. O alvoroço e os gritos de batalha da chegada deles serão como o rugir de um leão. descuidada e festeira disposição de Judá e seus líderes! 28 A s su a s fle c h a s serã o agudas. naqu ele dia. os cascos dos cavalos duros e sadios (as ferraduras de metal não eram usadas nos tempos antigos). e todos os seu s arcos. mas o Egito foi derro­ tado e os soldados contratados fugiram todos. como um leão. Ezequias olhou para o Egito por ajuda e contratou os solda­ dos mercenários para ajudar a defender Judá. eis qu e só v er á treva s e ânsia. e a levarão. como Deus está usando os assírios. A aproximação dos exércitos assírios será irresistível. as u n h a s dos seu s ca va los dir~se~iam de p ed ern eira . retesados. “como o bramido do mar”. derukhoth. ru girã o com o fi lh o s de leão. Também. qualquer ajuda humana na qual eles confiam não estará em nenhuma parte para ser achada. Judá não poderá resistir. outro rugido. será ouvido sobre a terra —como uma grande e irresistível onda do mar. 29 O seu ru gid o será co m o o do leão. u m redem oinho.

3. “G ods V ineyard”. O term o é usado somente aqui e em Gn 4 9 . 2 7 . nós temos de nos lembrar que o propósito de Deus para com Israel ainda era um propósito remidor. 3 Relevos nas paredes do palácio assírio de Senaqueribe em N ínive descrevem a captura de Laquis e m ostram videiras derrubadas ao chão. 4 (agosto de 1988): 45. “parede” pode se referir às paredes de sustentação que apóiam os terra­ ços. Ibid.1 5 . Como os seis ais descrevem e julgam o fruto de qualidade inferi­ or de Israel? 3.1 0. Eles serão como um navio em uma tempestade que perdeu os seus mastros e olha para algum sinal de terra ou um raio de luz e não vê nenhum.1 1 e Jr 2.21. 47. Ela tam bém observa que a torre mostrava o prestígio do dono. 8 8 .. 4 9 . 6 O Dr. SI 30.1 1.27 . De que modos Israel era como uma vinha? 2.8.1 3 -1 5 .escuridão mostram a sua angústia. 5 Ou. 1 5 . Laird H arris do Covenant Sem inary falou-me que a tradução de Sh"rol na ARC como “sepultura” é devido à sua interpretação. um exame de passagens tais como Jo 2 6 .8 QUESTÕES DE ESTUDO 1. Todavia. No entanto. 49.1 8 . 2 A vide é em hebraico soreg. Is 38 . 9 . Veja Carey Ellen W alsh. no. “G ods V ineyard”. Que tipo de exército Deus chamará para trazer juízo sobre o seu povo? CITAÇÕES 1 Arqueólogos têm descoberto que as pedras eram usadas para construir muros de sustentação que apoiavam terraços planos onde as videiras eram planta­ das sobre os mesmos.1 8 m ostra que esta significa .6 . 4 W alsh. 55 . Bible Review 14.5. A m aioria dos vinhedos tinha um sukkah ( “abrigo.1 2 . Pv 5.2 0 . R .1 1 . 7. barra­ ca tem porária”) como em Is 1. “videira rara e escolhida”.

.“inferno”. H orton. Isaiah 1-39. 19 93 ). 2 :1 2 1 . 2 1 David L. 19 26— 7 ). Ancient Records o j Assyria and Bahylonia. ' D aniel David Luckenbill. M cKenna. Alec M otyer. 19 9 3 ). N o Novo Testamento ela é traduzida como Hades. que é sempre um lugar de punição. 4 2 -4 8 . 1 9 9 8 ). 103. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 111. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Veja Stanley M . 2 vols. RJ: CPAD. 144-45. em The Communicator’s Commentary (D allas: 1 W ord Books. Ver também J. Nosso Destino: O Ensino das Últimas Coisas (R io de Janeiro.: InterVarsity Press.

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1-4 1 N o an o em qu e m o r r eu o rei Uzias.0 Deus Santo É Exaltado do 6. Isaías É Chamado Para Um Ministério Difícil 6.6 A. Isaías retorna para a sua visão inaugural e chamada para proclamar a sua autoridade para declarar um tal destino sombrio. e o seu séq u ito en chia o tem plo. os resultados futuros de sua profecia. A VISÃO QUE ISAÍAS TEVE DE DEUS 6. finalmente. I. Primeiro ele dá a época e o lugar da visão e seu efeito sobre si próprio. Alguns sugerem que Isaías profetizou antes des­ ta visão e que isto era uma confirmação da chamada .I-I2.1— 13 Depois de dar uma advertência de tal magnitude. eu v i a o S en h or a ssen tado sob re u m alto e su b lim e trono. depois a sua comis­ são e.

M as Deus se revelou aqui. por causa da sua presunção em entrar no Lugar Santo do templo. Isaías não é um profeta em uma excursão do ego. Uzias. McKenna sugere que “ele resu­ miu as suas profecias e declarou os seus temas nos primeiros cinco capítulos para mostrar a prioridade da mensagem sobre o mensageiro..C. Isaías não des­ creve a forma sobre o trono porque esta provavelmente desafiava qualquer descrição. ou véu. o livro de Isaías não é estritamente cronológico e não há nenhuma evidência de que ele te­ nha profetizado antes desta época.1 A visão provavelmente veio antes da morte do rei Uzias em 739 a. e co m du a s cob ria m os p és. A visão do Senhor (Heb. Todavia. que impedisse a sua visão do trono divino. cada u m tinha seis asas: com d u a s co b ria m o rosto. e assim o fez.2 4 ). Isaías estava fora do templo. tornou-se um leproso e o seu rei­ nado foi transferido para o seu filho Jotão. Ele em breve conquistaria a Síria no N or­ te e faria Israel sujeitar-se. e com du as voavam . Este era um tempo crítico para Israel e Judá. autoridades e poderes no universo.. 1 ádonai ) “alto e sublim e” no seu trono ilustrava a sua soberania sobre todos os reis. provavelmente em seus átrios. Ele só menciona o seu próprio nome quando isto é pertinente e relevante a um aconteci­ mento histórico”. Tiglate-Pileser III tinha estabelecido o Neo-Império Assírio e já estava focalizando a sua atenção sobre o Oeste. Sendo a glória do Senhor tão poderosa e ater­ radora. a única coisa que Isaías pôde descrever. quan­ do olhou de repente para além deste. foi que as “abas de suas vestes enchiam o tem plo” (A R A ). ele não viu nenhuma cortina. aqui tradu­ zido como “seu séqüito enchia o tem plo”. Em uma visão do templo divino. N inguém jamais viu Deus na sua totalidade. .que ele tinha previamente recebido. 4 . I 8. possivelmente por um M ediador entre Deus e a humanidade —nosso Senhor Jesus Cristo. porque Ele é um Espírito infinito (Jo I . 2 O s sera fin s estavam a cim a dele.

4 E os u m b ra is das porta s se m overa m co m a voz do que cla m a ­ va. M as eles também tinham asas: duas que cobriam continuamente a face para indicar a indignidade deles em olhar para Deus ou inquirir nos seus segredos divinos. ou exérci­ tos]”. incluindo a manifestação do seu poder e a sua natureza santa. Nós não somos informados de quantos serafins havia. Ele é separado do pecado e do mal. Eles não são chamados anjos. Também é possível que o triplo “Santo” reflita a Trindade. Certamente a Trindade estava presente na visão de Isaías.2 os serafins estavam voando. Eles se mantinham clamando uns para os outros: “Santo. “Santo” tem o significado básico de ser separado.) M as Ele também tem se separado de um modo positivo —para levar a cabo o seu plano divino e propósito de redenção e restauração. Eles refletiam o brilho deslumbrante da glória de Deus em tão elevado grau que pareciam estar em chamas.41 fala a respeito de Isaías vendo a glória de Jesus. significando “os ardentes”. Ele é transcendente sobre o seu universo e separado deste. Santo. (Isto não deixa nenhum espaço para o conceito de panteísmo. João 12. enche toda a terra. O nome serafim. pode indicar a pureza de tal ser. toda a terra está cheia da su a gló ria .3 Os serafins segura­ mente teriam sabido e teriam entendido que há uma Trindade. Os serafins proclamam que agora a sua glória.Acima do Senhor. que no final das contas conduzirá a um novo céu e uma nova terra. e duas prontas para o vôo imediato e ininterrupto para fazer a vontade de Deus. e Isaías viu as faces. Santo. S anto é o SENHOR dos E x ércitos. embora o conceito jamais fosse completamente revelado no Velho Testamento. diz en do: Santo. Santo é o S e n h o r dos Exércitos [de hostes. mãos e pés deles. . 3 E cla m a va m u n s -para os outros. e a casa se en ch eu de fu m a ç a . mas deve­ ria ter sido vários. duas cobrindo os pés e a parte mais inferior do corpo para indicar hum il­ dade e reverência. A repetição tripla de “Santo” dá ênfase suprema à santidade como a central e mais essencial característica do SE N H O R .

de modo que Isaías deve ter ficado cheio de medo.Enquanto escutava os serafins. e p u r fi c a d o m im trazen do n a m ã o u m a u m a tenaz. Ele não era nem um pouco diferente do povo ao seu redor.4). e a tua o teu pecado. provavelmen­ te era um pouco virtuoso aos seus próprios olhos. A CONFISSÃO E PURIFICAÇÃO DE ISAÍAS 6. Isaías percebeu de repente que ele também era um pecador. 7 e com ela tocou tocou os teu s lábios. qu e v o u p erecen d o ! P orque eu sou u m hom em de lábios im p u ro s e habito no m eio de u m p o v o de im p u ros lábios. A fumaça também pode simbolizar a ira de Deus acesa contra o povo para o qual Isaías devia profetizar. o SENHOR dos E x ércitos! Isaías era um jovem aristocrata que. pois este era todo um “povo de impuros lábios”. A repetição de Isaías ao longo do livro do nome de Deus como “o Santo de Israel” indica que ele estava sempre cônscio da santidade de Deus. acreditam alguns. Em todo caso. esplendor e glória de Deus. disse eu : ai de m im . mas na presença santa de Deus. e isso contamina o homem” (M t 15. e os m eu s olhos v ira m o rei.5-7 5 E ntão. totalmente indigno de entrar na presença do santo SE N H O R . . Como disse Jesus: “M as o que sai da boca procede do coração. Embora distinto do rei. que tirara do a lta r com a m in h a boca e disse: E is qu e isto in iq ü idad e f o i tirada. 6 M as u m dos sera fin s v o o u p a ra brasa viva . ( o verdadeiro Rei). O povo pensava que era impossível ver Deus e viver. 2. desprezando o rei Uzias por causa dos pecados deste. Seguramente ele nunca esque­ ceu desta visão da santidade. indicando um sacrifício. S I 24. e sua fumaça encheu o tem­ plo. Seus “lábios impuros” atestam um coração e mente sujos e é análogo ater “mãos sujas” (cf.18). U m fogo começou a queimar no altar neste momento. Os seus lábios profanos não puderam proferir uma oração por misericórdia. isto provavel­ mente ocultou dos olhos de Isaías a visão de Deus no trono. Isaías viu os umbrais e limiares da porta do templo tremerem.

9 Então. Isaías tem que corajosa e repetidamente falar ao povo as mensagens de Deus de . continu­ arem vendo mas nunca percebendo. quando tocou os lábios de Isaías por ocasião da confissão do seu pecado. Se Isaías pensasse que fora chamado a um grandioso ministério que fosse imediatamente mover a nação em direção a Deus. e não en ten deis. Agora que não havia nada entre ele e o seu Deus.23. “Este povo” é uma expressão que normalmente insinua o desfavor de Deus.4 esta não o queimou mas limpou. M as provavelmente. isto é uma reflexão da Trindade. pois tinha sido feita a expiação pelos seus pe­ cados —eles foram tirados junto com a sua culpa. Com os seus pecados perdoados.A brasa viva levada do altar por um serafim de fato estava quente. Isaías ouviu as palavras: “A quem enviarei. M as eles têm que confessar o seu pecado e culpa como Isaías tinha feito (cf.7. disse ele: Vai e dize a este p o v o : O u vis. a salvação que é nossa através do sacrifício de Cristo no Calvário. Sua mensagem é uma série de imperati­ vos para eles se manterem ouvindo mas nunca entendendo. e quem há de ir p o r n ós? E ntão disse eu : e is -m e aqui. Ele recebeu a plena salvação que só Deus pode dar. Porém. en v ia m e a m im . Em outras palavras. Deus podia dar-lhe esta salvação porque Cristo iria morrer e prover uma expiação suficiente para to­ das as pessoas de todos os tempos. R m 3. e vedes. 3. Ele respondeu imediata­ mente. Ele agora se levan­ tou diante do SE N H O R como se nunca tivesse pecado. q u e dizia: A qu em envia~ rei.9). se oferecendo de boa vontade sem levar em conta a natureza ou dificuldade da missão. o u v i a voz do Senhor. ISAÍAS É COMISSIONADO A UM MINISTÉRIO DIFÍCIL 6. de Ja to . em verdade. pois o serafim a levou “com uma tenaz”.8-10 8 D ep o is disto. e quem há de ir por nós?” Alguns tomam “nós” como o plural de majestade. um fogo apai­ xonado tomou posse do coração de Isaías. ele iria ficar desapontado. m a s não perceheis. I Jo 1.

e a terra seja assolada de todo. 10 E ngorda o cora ção deste povo. Jesus também citou Isaías a fim de advertir os seus discípulos da resistên­ cia empedernida do povo à verdade (e. S enhor? E respon deu : A té qu e se assolem as cidades. Em vez de fazê-los perceber a sua condição endurecida. seja g ra n d e o desam paro. e en d u rece-lh e os o u vid o s.II-I3 11 Então. hasha. M as a condição espiritual e moral das pessoas as tornarão incapazes de obedecer a lei de Deus.. disse eu : até quando. Isaías fará o coração deste povo [Israel] ficar insensível —até mesmo mais indispos­ to a receber a mensagem de Deus. e a o u v ir co m os seu s ou vid os. (Isto não significa que Deus propositadamente endureceu os seus corações. . mas o povo não se arrependerá. M t 13. e a s e r sarado.lh e os olhos. “cobrir com substância ole­ osa. 4.14. como disse Jesus: “Que a luz veio ao mundo.19). e fe c h a .) O arrependimento poderia evitar a ruína próxima. seus ouvidos muito endurecidos ou surdos para ouvir. no m eio da terra. e. efiq u em sem habitantes. DURÁVEL ATÉ QUE APENAS UM REMANESCENTE PERMANEÇA 6.g. receber a sua instrução. ou reconhecer o seu poder soberano e autoridade — embora eles vejam as suas obras que demonstram que só Ele é Deus. Em vez de trazer restauração presente. O povo ainda está endurecido pelo seu pecado (R m 3. e nas casas não fi q u e m orador. Ele fechará (Heb. e a en ten d er com o seu coração.23).juízo presente e esperança futura. a mensagem de Isaías apenas irá endurecer mais o povo na sua rebelião e incredulidade.15). 12 E o SENHOR afaste dela os hom ens. não ven h a ele a v e r co m os seu s olhos. e. besuntar” ou “fechar com obstáculo”) os olhos deles de modo que não podem ver a verdade que lhes é apresentada. porque as suas obras eram más” (Jo 3. eles ficarão mais endurecidos. M as a pregação de Isaías faria os seus corações endurecidos serem ex­ postos e vindicaria como justo o juízo de Deus. e a co n v erter-se. e os homens amaram mais as trevas do que a luz.

.150 pessoas cativas. que.. Is I I . A destruição de Senaqueribe deixaria alguns poucos. Deus não tinha mudado o seu propó­ sito. de acordo com os seus registros.. e Senaqueribe foi impedi­ do de destruir Jerusalém. se ain da a décim a p a rte dela fi c a r . A com­ paração de “o carvalho. Mas um toco impor­ tante será deixado —“a santa semente”.Todavia. querendo saber “até quando” ele teria que supor­ tar esta insensibilidade e endurecimento da nação. conquanto o juízo sobre o pecado e a rebelião será severo. como a azinheira” retrata a nação como uma floresta derrubada com apenas alguns tocos deixados de sobra ( “de­ pois de derrubados. Ele ainda usaria o povo da sua aliança em seu grande plano para abençoar todos os povos sobre a terra (veja Gn 12. 5 3 . Alguns entendem “o toco” como sendo a casa de Davi da qual o Messias virá (cf. U m cum­ primento parcial veio quando o povo de Jerusalém tomou uma posi­ ção de fé com respeito à profecia de Isaías. co m o o ca rva lh o e co m o a azin heira. Daquele ponto em diante.. ain da f i c a m fi r m e s . Isaías teve uma audiência mudada e ele pôde oferecer uma nova mensagem. d ep ois de se desfolharem . levou 200. Ele clamou em angústia. A resposta do Se­ nhor apontou a um tempo quando a destruição se espalharia pela terra.13) e.2 ).3). M as até mes­ mo se somente “a décima parte” do povo é deixada. eles deveriam esperar por mais destruição —provavelmente significando a destruição futura pelos babilônicos sob o comando de Nabucodonosor.” —ARA). as cidades seriam destruídas. haverá reavivamento. e o povo seria levado embora. 13 M as.. Isaías não deixa um quadro sem esperança.Isaías percebeu que o seu ministério seria difícil e impopular. os campos seriam deixados desolados. Isto foi cumprido quando Senaqueribe des­ truiu todas as cidades fortificadas de Judá (2 Rs 18. ainda fica o toco. a qual aparece nos capítulos 4 0 a 66. a sobra da qual a nova Sião virá. to rn a rá a s e r p a sta ­ da. Israel ainda era a herança do Senhor e Ele o preservará pela sua graça. o significado parece ser que. assim a sa nta sem en te será a fir m e z a dela.I .

nos d ias de A caz. Síria e Efraim Aliados Contra Judá 7. 86. em The Communicators Commentary (D allas: W ord Books. Repreensões e Promessas para Judá 7. 1 9 8 5 ). Como Deus removeu o pecado de Isaías? 3.C. 0 REI ACAZ É DESAFIADO A CONFIAR EM DEUS 71-16 a. .1-9. 2 A Septuaginta tem kuklõi autou. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. e Peca. rei de J u d á .I — 2 0 ). 107.: InterVarsity Press. 111. Mas Deus ainda estava no controle. Nações estavam se elevando e caindo durante este período (veja 2 Rs I 6 . 3 H erbert M . B. Isaiah 1-39.7 Isaías transmitiu estas profecias durante um tempo de turbulência política no decurso do reinado do rei Acaz (7 4 4 — 715 a.1— 9 1 S u cedeu . I. 1 9 9 3 ). Alec M otyer.). p ois. 19 93 ). ênfase de M cKenna. Academ ie Books. Qual seria o resultado da mensagem de Isaías? CITAÇÕES 1 D avid L. As ambições humanas não poderiam permanecer contra o seu poder e governo. f i l h o de R em alias. rei da Síria. possivelmente porque os tradutores queriam dizer que Deus era o Senhor acima dos serafins. qu e R ezim .QUESTÕES DE ESTUDO 1. 4 J. f i l h o de Jotã o. f i l h o de Uzias. Qual foi a resposta de Isaías à sua visão de Deus e por que ele respondeu dessa forma? 2. McKenna. “ao seu redor”. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 78. W olf.

. que é chamado de “Efraim” depois da lide­ rança desta sua tribo. uma tentativa foi feita para conseguir que Judá se juntasse a essa aliança. mas a ame­ aça do Neo-Império Assírio de Tiglate-Pileser os fez se unirem em uma aliança contra ele. cf.5— 8). Esta tentativa falhou (2 Rs 16. com o se m o v em as á rvo res do bosque co m o vento. Rezim e Peca marcharam contra Jerusalém pretendendo forçar Acaz a se unir.rei de Israel.000 soldados em Judá e levou os cativos para Samaria (2 Cr 28 . p a ra p eleja rem con tra ela. mas Acaz recusou. e queimou a seus filhos no fogo” (2 Cr 28. Quando o rei Acaz ouviu isto. e o cora çã o do seu povo. Aparentemente. . 2 E deram aviso à casa de D a vi. Dessa forma. (os sírios) para derrotá-lo e levá-lo prisioneiro para Damasco. Eles tinham abandonado a sua confi­ ança em Deus e só tinham estado olhando para os seus próprios recursos. dizendo: A S íria f e z a lia n ça com E fraim . O rei Acaz “não fez o que era reto aos olhos do S E N H O R .. A menção de “a casa de Davi” é significativa porque o propósito de Peca e Rezim não era apenas fazer Judá se unir com eles. su b ira m a Jeru sa lém .2— Como resultado. O Egito encorajou esta aliança porque queria um estado intermediário que servisse de pára-choque entre si e a Assíria.. fez imagens fundidas a baalins.. se m o v eu o seu coração. E ntão. O rei Peca de Israel também matou 120. mas subverter a dinastia de Davi de quem Acaz era descendente. Israel e Síria (Arã de Damasco) tinham sido inimigos. m a s nada p u d era m co n tra ela. Deus usou os arameus 4). O exército de Israel. entretanto Judá sofreu perdas consideráveis.5).4—17). ele e o seu povo ficaram apavorados. e a Síria se reagruparam e levantaram um acam­ pamento em Israel próximo da fronteira de Judá e cerca de três dias de marcha a partir de Jerusalém.1-3. Isto que­ braria a aliança que Deus fizera com Davi (veja 2 Sm 7. 2 Rs 16.

pela graça de Deus. mas da Assíria. M as Acaz se apavorou por causa dos inimigos que enxameavam próximos de Jerusalém. e do fi lh o de R em alias. voltaria. A presença do filho de Isaías Sear-Jasube (Heb. algo que Deus não aprovava. e o perigo passaria. A Assíria provocaria um exílio do qual só um remanescente. Quer dizer.3 E ntão. Acaz deveria confiar em Deus. não tem as. A palavra do SE N H O R a Acaz era primeiro para adverti-lo para ter cuidado ( “Acautela-te”). tu e teu f i l h o S ea rJa su b e . e se Jerusalém se man­ tivesse quieta. she’ar yashuv. e da Síria. Deus então ordenou a Isaías que encontrasse Acaz onde ele estava examinando o abastecimento de água de Jerusalém. ao cam in h o do ca m p o do lavandeiro. a Assíria os conquistou logo em seguida. s a í ao en co n tro de Acaz. não esboçar nenhuma ação. escaparia à atenção. Acaz estava pensando em apelar paraTiglatePileser III para salvar a cidade do ataque de Rezim e Peca. Acaz tem que manter a calma ( “aquieta-te”) e tem que deixar de ficar amedrontado. p o r ca u sa do a rd o r da ira de Rezim . A raiva feroz desses dois reis fez Acaz pensar que eles eram um fogo perigoso. A meta da Assíria era o Egito.1 Acaz precisava saber que o seu real perigo não era da parte de Samaria ou Damasco. M as Deus os chamou de “dois pedaços de tições fumegantes” que poderiam produzir apenas um pouco de fumaça que logo seria extinta. . disse o S en hor a Isaías: A gora. “um remanescente retornará”) era de fato uma idéia fundamental à mensagem de Isaías. n em se desa­ n im e o teu cora çã o p o r ca u sa destes dois p ed a ço s de t iç õ e s fu m e ga n tes. Tiglate-Pileser III regularmente pegaria a estrada principal pelo litoral abaixo. 4 E dize~lhe: A cautela~te e a q u ieta -te. Ele não podia ver qualquer outra coisa a não ser a ameaça imediata de Rezim e Peca. mas isto era aqui mais uma ameaça do que uma promessa. enquanto fazia planos para sua defesa durante o cerco da Síria e de Israel. ao f i m do ca n a l do v iv eiro su perior. De fato. Até mesmo de um ponto de vista puramente humano isto teria sido sábio.

Síria (A rã) e Efraim (Israel) estavam operando juntos. Rezim e Peca estavam errados em pensar que eles ou qualquer outro poderiam subverter a linhagem davídica e colocar um rei fantoche em Jerusalém para fazer Judá se juntar a eles contra a Assíria. porém.5 P orquanto a Síria teve con tra ti m a lign o conselho. n em ta m p ou co acon tecerá. 7 A ssim d iz o S enhor D eu s: Isto n ã o su bsistirá. estava no controle —não Israel ou Damasco. “Tabeal” ( “o mau”) é um nome sírio. . certam ente. efa ça m o s rein a r no m eio dele o f i lh o de Tabeal. Deus assegurou a Acaz que o plano para depô-lo falharia. e a to rm en tem o-lo . dizendo: 6 Vamos su b ir con tra Ju d á . o rei Esar-Hadom fez o assentamento de colonos estrangeiros no território de Israel (Ed 4. M as a cabeça da S íria será D am asco. e a cabeça de Sam aria. Estes l í ês versículos são todos uma sentença causai. Samaria foi destruída em 722 a. e o cabeça de D am asco. EmboraTiglate-Pileser III não destruísse Samaria. se o n ã o crerdes. e d en tro de sessenta e cin co anos. dentro de sessenta e cinco anos Efraim (Israel) já não seria um povo separado ou nação. e rep a rta m o -lo en tre nós. o f i l h o de R em a lias. com E fraim e co m o f i lh o de R em alias.2).C. Deus. a cab eça de E fraim será S am aria. Acaz não precisou se preocupar a respeito do seu trono. não fic a r e is fir m e s . Rezim nunca será o chefe sobre Jerusalém porque o contexto revela que esse Rezim jamais poderia ser mais do que ele era: Damasco breve seria destruída pela Assíria. de modo que o filho dele pode ter sido um parente de Rezim ou do rei de Tiro. Damasco é a capital da Síria (Arã). R ezim . E fraim será q u eb ra n tado e d eix a rá de s e r povo. e o seu cabeça (ou chefe) é “Rezim”. Ele declarou que Rezim e Peca não teriam êxito. 9 E ntretanto. por Salmaneser V E sessenta e cinco anos depois. M as a única esperança de Judá era confiar no SE N H O R . embora o plano viesse da Síria.

possivelmente em seguida à advertência precedente. quer dizer. Quando Acaz não respondeu. O hebraico usa as formas hiph’il e niph’al do verbo ‘aman como um jogo de palavras. dizendo: 11 P ede p a r a t i ao SENHOR. Acaz não estava preocu­ pado a respeito da Lei. Como uma últi­ ma tentativa para fazer Acaz prestar atenção a esta advertência e exer­ citar fé. p e d e-o ou em b aix o nas p ro fu n d ez a s ou em cim a nas alturas. Deus Oferece e Promete um Sinal 7. permanecer. “acreditar. A N V I apresenta o troca­ dilho na tradução inglesa. quer dizer. Deus ainda não tinha abandonado Acaz. ta‘aminu.10— 13 10 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r com Acaz. ter fé”) ele não ficaria firme (Heb. confiar. Pedir a Deus por um sinal não era tentar quan­ do o próprio Deus fez a oferta. Acaz recusou com simulada devoção. porque ele já tinha interrompido a sua obser­ vância pública e fechado o templo. das profundezas (do inferno) às alturas do céu. a qual proíbe colocar Deus em tentação ( “nem tentarei ao S e n h o r ” ) . demandar que Deus mostre o seu poder sem razão (D t 6. u m sin al. disse: N ão o p ed irei. n em ten ta rei ao SENHOR. ainda falando a Judá. con­ tar com. Que amor maravilhoso Deus estava mostrando! 12 A caz. o Senhor falou novamente com ele. Então Deus. disse que se o povo de Judá e Jerusalém não ficassem firmes na sua fé (Heb. p o rém . confiando somente nEle. ou a Peca. qualquer coi­ sa em toda a criação. teamenu. aparentando que isto seria contra a Lei. Este poderia ser qualquer coisa. continuar”). Deus lhe disse que pedisse ao SE N H O R “um sinal” sobrenatu­ ral. b. Deus foi gracioso em lembrar a Acaz que Ele era o seu Deus. teu D eu s.A liderança de Judá jamais pertenceria a Efraim. A sua real razão por recusar era que ele já tinha rejeitado o SE N H O R e tinha se decidido a pedir ajuda . Ela enfatiza que a única esperança deles de escapar da ruína de Arã e Israel é tomar uma posição de fé em Deus. “ter estabilidade. e Ele não pôs nenhum lim i­ te na natureza do sinal.16). Além disso.

20 ). Acaz não estava pronto para se sujeitar à vontade de Deus. muitos comentaristas lim itam o cumprimento ao futuro próximo. e será o seu n om e E m anuel.u) rei assírio. c. A mensagem aqui está no plural.14— 16 P ortanto. Por causa da ameaça contemporânea da Assíria. ó casa de D a v i! P ou co vos é a fad igardes os hom ens. Os comentaristas não concordam sobre a interpretação desta pas­ sagem.4 A partícula “portanto” refere-se atrás ao versículo 13 e indica que Deus dará um tipo diferente de sinal do que Ele ofereceu a Acaz . Assim. o Senhor dará de qualquer maneira um sinal sobrenatural —mas não a Acaz. tinha testado a paciência de homens ( “afadigardes os homens”). como o representante atual. ele disse: O u v i. Note que Isaías disse “meu Deus”..7— 9). e a paciência de Deus também. incluindo Isaías. 13 E ntão. e da rá à lu z u m filh o . O rei Acaz. se esta forma é uma “promessa ou uma advertência. Bishop Lowth e o batista John G ill foram antigos escritores que sustentaram uma interpretação messiânica. Deus estava testando Acaz.3 Apesar da incredulidade de Acaz e sua recusa de pedir um sinal. agora. Tiglate-Pileser — o que ele logo fez (2 Rs 16. mas com o desejo de o impedir de pecar (Ex 20 . por causa dos seus próprios planos. Porém. um contemporâ­ neo e um que se refere ao nascimento de Jesus. O Sinal do Emanuel 7. Isaías falou então para a totalidade da di­ nastia davídica.2João Calvino. Outros propõem um cumprimento dual. o m esm o SENHOR v o s da rá u m sin al: eis qu e u m a v irgem con ceb erá . Ele retorna para o singular no versículo 16 porque o que se segue é dirigido de novo especificamente a Acaz. ou quem é indicado ou pretendido pelo filho Emanuel”. sen ão qu e ain da afad igareis tam bém ao m eu D eusP Inspirado pelo Senhor. não somente para Acaz. Ele não podia dizer “seu Deus” porque Acaz tinha rejeitado a Deus e a sua palavra.

Esta ocorre somente outras oito vezes no Velho Testamen­ to (Gn 24. Ela é chamada “a” virgem. esta omissão ajusta-se com o fato de que a criança é nascida de uma virgem.1 Todavia. indicando uma virgem específica no plano de Deus. cujo significado é “Deus conosco”. Um a outra palavra. a terra de Judá é identificada como a terra do Emanuel.8). uma vez que seus filhos são nomeados especificamente como seus. quando tinha a idade de vinte e cinco anos. em 8.43. mas também para as condições que cercam esse nascimento. de modo que ele já existia vivo naquele momento (7 3 2 a.15 O mesmo Filho nascido da virgem é o Filho maravilhoso em Isaías 9 e 11.8. o que indica que o filho Emanuel é o Messias.5 Esta “não é mais uma matéria de convite mas de predição”.9 Porém.13 Nem poderia ser a virgem tampouco a esposa de Isaías.8.12e ele começou o seu pleno reinado em 715.3.8. é usada a respeito de virgens de qualquer idade. I Cr 15.6 O plural “vos” significa que isto será um sinal para toda a casa de Davi.19.10.no versículo IO.C . plu­ ral]. Porém. em Cantares de Salomão 6. Em 8. A RC/ARA ) dirige atenção à importância da virgem e de seu filho. 1 pois Acaz o designou como co-regente em 728 a.14 Depois. e isto não é dito a respeito do Emanuel.10 A partícula hebraica hinneh ( “Eis”.7 O sinal não se refere apenas a um nascimento sobre­ natural. 6.20 [plural]. Êx 2. Ao contrário da tradição judaica. o Emanuel não poderia ser Ezequias.). nenhum pai é mencionado. ou “Deus em nossa companhia”. 68.C. bethulab. M as nunca é usada a respeito de uma mulher casada. “A profe­ . Pv 30. a palavra usada aqui ( Jalmaü ) parece ser específica a uma virgem na ida­ de de se casar.8 Por exemplo. Ela irá chamar o nome de seu filho “Emanuel”. Emanuel é a garantia da sobrevivência de Israel. ’almah) é motivo de con­ trovérsia. O significado da palavra “virgem” (Heb. Alguns comentaristas lim i­ tam a sua atenção ao contexto imediato e supõem que a criança nas­ ceu a Acaz ou Isaías.25. seu uso é distinto do hebraico usado para mulheres casadas ( “rainhas”) e “concubinas” e pode significar apenas “virgem”. Ct 1. SI 46 [sobrescrito.

Para o Filho significava que até que Ele chegasse a uma idade de responsabilidade.2 0 ). Ele continua sendo o Emanuel. 16 M a verdade. Para Acaz esta deveria ter sido uma ad­ vertência de que a casa de Davi seria reduzida a um estado inferior como conseqüência das políticas de Acaz e daqueles futuros reis que seguiram o exemplo dele.18 Outros pensam que o significado é que Emanuel na m aturidade recusará a política de Acaz e escolherá os meios do seu Pai divino (como na tentação de Jesus).”16 Note também que Mateus term ina o seu livro com Jesus dizendo: “E eis que eu estou convosco todos os dias.cia do Emanuel alcança um maior cumprimento no nascimento do Deus-Homem. Comer manteiga (a versão inglesa N IV indica curds. Amém” (2 8 . Ele estaria compartilhan­ do na situação reduzida de seu povo. M as a passa­ gem é flexível —O Filho não precisa estar presente na destruição que Acaz testemunhará. o M es­ sias (M t 1.17 Alguns entendem a passagem como sig­ nificando que Emanuel deve estar de fato presente para suportar os resultados da recusa de Acaz a partir daquele momento. . Mateus aplicou corretamente esta profecia a Jesus. a n tes qu e este m en in o saiba rejeita r o m a l e escolh er o bem . a terra de que te en fa d a s será desam parada dos seu s d ois reis. Subjacente a esta passagem está o contraste en­ tre o M essias e a condição degenerada da casa de Davi como encar­ nada em Acaz. ou coalhada de leite de cabra. até que ele saiba rejeita r o m a l e esco lh er o bem. o qual é tanto o Protetor Libertador como o Divino Guerreiro. um tipo de iogurte) e mel silvestre mostra que a criança nascerá em pobreza. 15 M anteiga e m el com erá . A profecia da desolação de Damasco e Israel seria cumprida como se o Filho estivesse nascido naquele momento. até a consumação dos séculos. “Deus conosco”.23).

assobiará o S enhor às m osca s qu e há no ex trem o dos rio s do E gito e às abelhas que an dam na terra da A ssíria. qu ais n u n ca v ie ­ ram . a Assíria derrotou o Egito em Elteque. O Egito se tornou a isca que atraiu a Assíria.2. 19 e v irã o e p o u sa rã o todas n os va les desertos e nas f e n d a s das rochas.8 a. o ponto é que Deus está no controle do Egito e da Assíria. Confiar no Egito também seria futil. Os assírios a quem Acaz procurou por ajuda trarão eventualmente de­ vastação a Judá. 18 P orque bá de a co n tecer que. A Assíria como a Navalha de Deus 7. desde o dia em qu e I fr a i m se sep a rou de Ju d á . serão invadidas por forças inimigas. Nem mesmo a parte mais remota da terra estará protegida dos assírios. A secessão das dez tribos foi um terrível golpe para Judá e aos reis da linhagem de Davi. Em 701 a. uma vez fortalezas seguras para Davi. p elo rei da A ssíria. dias tais. e em todas as flo r esta s. Ele só tem que assobiar para os exércitos egípcios. os quais serão tão ineficazes quanto moscas.17— 25 11 M as o SENHORf a r á v ir sob re ti.17-8.) a Assíria era um poder mundial dominan­ te.C. Agora Deus vai trazer um golpe até pior. aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém.. DEUS USARÁ A ASSÍRIA PARA TRAZER JUÍZO 7. e eles serão como um enxame de abelhas se estabelecendo e devastan­ do Israel e Judá. na q u ele dia. Deus “assobiará” para os exércitos da Assíria para serem os seus agen­ tes. e o Egito provou ser impotente contra esta. Por esse tempo (735 a. e sob re o teu povo.C. Os vales desertos e as fendas das rochas. e sob re a casa de teu pai. Alguns vêem o uso das moscas e abelhas como referindo-se à cultura de abelhas na Assíria e às moscas que se instalaram na sujeira no Egito. Porém. “Naquele dia” é o dia do justo juízo de Deus sobre Judá. As cercas de . e em todos os espinhos.

isto é. E porque há tão poucas pessoas. Isso indica a desgraça completa e o despovoamento de todas as classes. O remanescente deixado poderá manter só algumas provisões de víveres. na q u ele dia. 22 E a con tecerá que. assim como as lontes de água. Enquanto o raspar se refere metaforica­ mente ao uso que Deus faz de um poder estrangeiro para castigar o seu povo. os vinhedos não podem ser mantidos.cspinheiros que protegem os vinhedos serão tomadas. levados como espólio pelos invasores assírios. Os grandes rebanhos terão ido. co m erá m an teiga . Raspar a cabeça. Alugado também indica que Deus estaria usando a Assíria apenas temporariamente. A referência de Isaías a uma “abundância do leite” é irônica por­ que é relativa a tão poucas pessoas que são deixadas para serem ali­ mentadas. qu e a lgu ém cr ia rá u m a va ca e du as ovelhas. a cabeça e os cabelos dos p és e a té a barba tota lm en te tirará. naqu ele dia. refa rá o S en hor com u m a navalha alugada. qu e todo o lu ga r em que h o u v er m il vid es do v a lo r de m il m oed a s de p rata será p a ra . e m a n teiga e m el co m erá todo aq uele qu e f i c a r de resto n o m eio da terra. O rei assírio será alugado ( “navalha alugada”) porque a Assíria não era povo de Deus no mesmo sentido que Israel. que está além do rio. O rei da Assíria será como a navalha de um barbeiro que trará o juízo de Deus. isto era também uma humilhação literal dos homens de Judá levados em cativeiro. com o rei da A ssíria. 20 N aquele dia. era a maior humilhação imaginável naqueles dias. tam bém .19 21 E su ced erá . 23 S ucederá. as pessoas terão que se manter na dieta facilmente pro­ duzida de “manteiga e m el”. as pernas e a barba. p o r ca u sa da a b u n d â n cia do leite que elas hão de dar.

As palavras da mensagem significavam “rápido-despojo-presa-segura”. 2 Então. se n ão irá. Devido ao fato de haver tão poucas pessoas para trabalhar nos vinhedos bem cultivados com as suas muitas videiras caras. Colinas onde grãos e outras safras tinham crescido serão cobertas com sarças e espinheiros tão espessos que as pessoas terão medo de caminhar por eles por causa do perigo de serem arranhadas e corta­ das.1-4 1 D is s e -m e tam bém o SENHOR: Toma u m g r a n d e v o lu m e e escreve nele em estilo de hom em : A pressan d o-se ao despojo. “sarças e. espinheiros” irão tomar conta. Jr 32. só os bois e as ovelhas poderão ir lá e achar algo que comer para se manterem vivos.) Animais selvagens irão tomar conta das áreas cultivadas. Deus disse a Isaías que levasse um grande rolo (provavelmente de couro)20 e escrevesse uma mensagem sobre ele com uma caneta comum ( “em estilo de ho­ mem”) em escrita nítida e usual que as pessoas poderiam facilmen­ te ler. M aer-Salal-H ás-Baz 8.sa rça s e pa ra espinheiros. p o rq u e as sa rça s e os espin h eiros co b rirã o toda a terra. Isto im plica que uma campanha m ilitar re­ . m a s serv irã o p a ra se m a n d a rem p a ra lá os bois e p a ra serem p isa d os p ela s ovelhas.9. (N ote que Jeremias pagou só dezessete ciclos de prata por um campo inteiro. a p ress o u -s e à presa. 25 E tam b ém a todos os m o n tes qu e co stu m a m ca v a r com en x adas.21 A idéia é repetida duas vezes em palavras hebraicas diferentes para ênfase. sa cerdote. p o r cau sa do tem o r da s sa rça s e dos espin heiros. f i lh o de Jebereq uias. de modo que estes se tornam em lugar para caçar.. a U rias. 24 C om a rco e fle c h a s se en tra rá nele. Depois que Acaz se recusou a ouvir. As colinas não poderão cultivar qualquer coisa. b. M as Deus ainda era fiel ao remanescente que permaneceu. O povo de Judá pagou um preço terrível pelo pecado de Acaz.. e a Z acarias. tom ei com igo f i é i s testem unhas.

U rias. . de forma que quan­ do a profecia fosse cumprida eles poderiam confirmar que o SeN H O R e Isaías tinham razão. 2 Cr 34. é identificada por alguns como aquele que fez o altar para Acaz se­ guindo o padrão de im itação de um outro em Damasco (2 Rs I 6 . há profetisas tanto no Velho Testamento como no Novo (Êx 15. Alguns supõem que ela era chamada assim de cortesia devido ao fato de seu marido ser profeta.3 ). De fato. mas não há tal costume na cultura hebraica. Zacarias. cf.5). O menino não é identificado com Emanuel (cf.H á s . N a realidade.lh e o n o m e d e M a e r .S a la l. an tes qu e o m en in o saiba d iz er m eu p a i ou m in h a m ãe. o nome quádruplo dele está em fino contraste com o nome quíntuplo do Messias no capítulo seguinte (9.22. Antes que o menino pudesse dizer as palavras mais simples. Isto é paralelo ao que foi dito do filho nascido da virgem e faz do filho de Isaías um sinal —embora não o sinal sobrenatural que seria dado a toda a casa de Davi no futuro.1 1).1. a Assíria saquearia Damasco e Samaria.1 0 . se leva rã o as riquezas de D a m a sco e os despojos de S am a­ ria. de forma que o seu filho seria uma testemunha contínua à verdade da profecia. e ela c o n c e b e u e d e u à lu z u m f i l h o .9. e o SENHOR m e d is se : P õ e . A segunda testemunha.6).14. O S e n h o r disse a Isaías que desse ao menino o mesmo nome que Isaías tinha escrito no rolo.20. 3 E J u i t e r c o m a p r o fe t is a .lâmpago tom aria a riqueza e os bens de Damasco e Samaria. Isaías provavel­ mente explicou isto às duas “fiéis testemunhas”. pode ter sido o sogro de Acaz (2 Cr 29 . provavelmente dentro do seu primeiro ano de vida. dia n te do rei da A ssíria. I Co 1 1. 4 Porque. Agora o SE N H O R aplica o significado do nome quádruplo. embo­ ra isso possa im plicar que Judá também sofreria. A prim eira testem unha. A esposa de Isaías era uma profetisa.B a z .14). 7. 2 Rs 22. At 21.

cumpriu esta profecia (veja caps. Ele não tomaria a cabeça. ele alagaria tudo. o sacerdote. A invasão de Senaqueribe de 701 a. Como uma inundação. . mas ainda não estava confiando em Deus. in u n d a n d o -o . e chegará a té ao p esco ço . Zadoque. Jerusalém. Peca é chamado de o filho de Remalias para nos lembrar que Peca não tinha nenhum direito ao trono de Israel. e irá p a ssa n d o p o r ele. Ele garante que a terra será restaurada no futuro. Alguns críticos mudam “ó Emanuel” para significar “pois Deus é conosco”. o rei do magnífico exército da Assíria o inundaria com imponência. Deus é paciente e fala novamente através de Isaías para o povo depois que este se recusou a escutar a mensagem do versículo 4. O exército dele alcançaria “até ao pescoço”.5— 8 5 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r ain da com igo. Como muito freqüentemente em Isaías. Contudo. e a ex ten sã o de su a s asas en ch erá a la rgu ra da tu a terra. Como um grande pássaro de presa que desliza velozmente examinando sobre a terra. ó E m anuel. isto é.C. Agora. a terra ainda é a terra do Emanuel. o rei da A ssíria. dizendo: 6 P or­ qu an to este p o v o desprezou as águ a s de S iloé qu e co rrem branda­ m en te e co m R ezim e com o f i l h o de R em a lias se alegrou.).c. Rejeitar as águas suaves de Siloé provavelmente significava rejeitar as promessas de Deus em tempos turbulentos. 36 e 37). a Assíria destruiria a totalidade de Judá. Judá recusou as suaves águas correntes de Siloé. ungiu a Salomão ali (I Rs 1.25). As “águas de Siloé” provavelmente são as águas que fluem da primavera de Giom. inclusive Judá. e su b irá sob re todos os seu s leitos e tra n sb ord a rá p o r todas as su a s rib an ceiras. 7 eis qu e o S enhor f a r á v i r sob re eles as águ a s do rio. como o poderoso Eufrates ( “o R io ”). A Assíria Vem Como Uma Inundação 8. f o r t e s e im petu osas.39). O povo estava se regozi­ jando sobre as mortes de Rezim e Peca (ambos morreram em 732 a. Ele o tinha ganho por ter assassinado a Pecaías (2 Rs 15.C. co m toda a su a g ló ria . 8 e p a ssa rá a J u d á .

11 P orque assim o SENHOR m e disse co m u m a jo r t e m ão e m e en sin o u que não an dasse p elo cam in h o deste povo. 10 T om ai ju n ta m e n ­ te conselho.14 e os capítulos 9 e I I . nós temos uma ligação entre 7. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. o exército assírio incluía tropas de muitas nações.9-18 9 A lvoroça i-vos. Deus iria atropelar o plano deles. Com uma poderosa unção sobre si. na sua rebelião. dai ou vidos. . Assim.mas isso não se ajusta ao contexto. to­ dos os que so is de lon gín q u as terras. 3. Ele tinha que continuar declarando a palavra do SE N H O R com coragem. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. Isaías deve ter sentido a oposição dos incrédulos e cínicos. ou seja. Apenas um ser humano. “porque Deus é conosco”. incredulidade e desconfiança do SE N H O R . portanto. que pode ser traduzido “por causa do Emanuel”. M as Deus o ungiu e lhe deu confiança. Porém. a “forte mão” do Senhor é freqüentemente paralela ao grande poder do Espírito Santo. COMO DEUS ESTAVA COM ISRAEL 8. dizendo: No Velho Testamento. e não tem ais o seu temor. e sereis quebran tados. ó p ovos. Isaías foi advertido para que “não andasse pelo cammho deste povo”. 12 N ão cham eis co n ju ra çã o a tudo q u an to este p o v o cham a co n ­ ju r a çã o . dizei a pa la vra. Todos eles estavam elevando o grito de batalha contra Judá. n em ta m p ou co vos assom breis. perm itia freqüente­ mente que aqueles que foram conquistados se alistassem em seu exér­ cito e recuperassem algumas das suas próprias perdas no próximo lugar de conquista. e ela não su b sis­ tirá. p orq u e D eu s é conosco. mas isso não é tudo o que Ele tem planejado. Emanuel é o Messias. e ele será dissipado. o exército da Assíria seria eventualmente “quebrantado”. Quando a Assíria conquistava nações. A promessa do futuro Emanuel é a garantia de que Jerusalém sobreviveria e as nações que tentassem destruí-la eventualmente cairiam. Deus trará juízo sobre Judá.

e ter o mesmo tipo de temor e respeito que reconhece o seu maravilhoso poder e que confessa e abandona pecado. Eles deviam considerar o santo SE N H O R . Jerusa­ lém ficou presa como num beco sem saída pelos exércitos assírios sitiantes até que Deus a entregou.13 Ao S enhor dos E xércitos. exceto Jerusalém (2 Rs 18. e a sua advertência a Ezequias para não quebrar aquela aliança outrora feita. ele v o s será sa n tu á rio. fa­ zendo-os cair. Eles não deveriam temer ou apavorar-se com o que os incrédulos temiam. Indubitavelmente. aos m o ra d o res de Jeru sa lém . eram ambas consideradas traição. Ele se tornará uma pedra de tropeço. e cairão. Este não era o real perigo para Jerusalém. 14). “M uitos dentre eles” provavelmente se refere tanto a Israel como Judá (v. o décimo-quarto ano do pleno reinado de Ezequias. 13 E m u ito s d en tre eles tropeçarão. m a s serv irá de p ed ra de tropeço e de roch a de escân dalo às d u a s casas de Isra el. e presos. a ele sa n tifica i. Isto im plica bên­ çãos de paz. de laço e rede. pelos partidários da guerra em Judá. e seja ele o vosso tem or.9). Samaria caiu em 722 a.C. A advertência de Isaías contra a aliança com a Assíria. Deus será um refúgio. Senaqueribe des­ truiu todas as cidades de Judá. os homens de Jerusalém estavam no . 14 E ntão. M as para aqueles que se recusam a confiar nEle. e seja ele o vosso assom bro. Para esses que ainda confiam nEle e respeitam a sua santidade. A mesma derrota pelas mãos da Assíria espera tanto Israel como Judá. ou “conjuração”. Então em 701.13). alegria e comunhão com Ele. Acaz (2 Rs 18. e enlaçados. e serã o q u ebran tados. Os verbos aqui estão no plural e são endereçados a Isaías e aos discípulos que o escutavam. um lugar santo reservado. durante o quarto ano do co-reinado de Ezequias com o seu pai. que era a conspiração de Peca e Rezim.

) Deus ainda podia cumprir as suas promessas. com os fi lh o s que m e d eu o SENHOR. Eles foram dados pelo Senhor dos Exércitos para informar o povo de que a sua presença ainda era manifestada no templo “no monte de Sião”. que habita no m o n te de Sião. que esco n d e o rosto da casa de Ja có . O “testemunho” e a “lei”. Assim. ( “monte Sião” aqui significa em Jerusalém. ou instrução. quer dizer. Embora o S E N H O R esconda a sua face em desgosto “da casa de Jacó”. O ato de ligar e selar também protegeria as profecias dos incrédulos que poderiam querer destruir os manuscri­ tos ou negar que Isaías os escreveu. a Sião que Davi conquistara antes do templo ser construído no monte ao norte deste. Hebreus .exército que enfrentou Senaqueribe e alguns deles foram mortos ou capturados. Eles deviam ser amarrados e selados para indicar que os eventos já tinham prova­ do a sua veracidade. Os discípulos de Isaías foram encarregados de preservá-los. são as profecias escritas e os ensinos que Deus deu a Isaías até aquele momento. Ele não tinha deixado o seu povo. e a ele agua rdarei. 17E esperarei ao SENHOR. com o sin a is e m aravilh as em I sra el da p a rte do SENHOR dos E x ércitos. de Israel e Judá. M uito embora o SE N H O R estivesse descontente com Judá. não simplesmente na colina de Ofel. Ele não os deixou sem uma testemunha: Os nomes de Isaías e os dois filhos dele tinham significados simbólicos que continuariam lembrando as pessoas tanto da promessa de salvação como das advertências de juízos. 16 Liga o testem u n ho e sela a lei en tre os m eu s discípulos. Isaías declara então que confiará no SE N H O R para levar a cabo o seu plano. Isaías irá olhar para além das circunstâncias presentes e colocar a sua confiança em Deus — honrando assim as promessas de libertação. 18 E is-m e aqui.

n u n ca v erã o a alva. As pessoas que rejeitam as profecias de Isaías vagarão pela noite do juízo de Deus. eis q u e h a verá a n gú stia e escu ridão.31.6.13 cita a partir deste verso e o aplica a Jesus.19-22 19 Q u a n d o vos disserem : C o n su lta i os qu e têm esp íritos f a m i l i ­ a res e os adivinhos.22 21 E p a ssa rã o p ela terra d u ra m en te o p rim id o s efa m in to s . “A lei” (instrução) e “testemunho” novamente referem-se à profe­ cia e aos ensinos de Isaías (veja 5. o qual traz um maior cumprimento das promessas de Deus. . JUÍZO SOBRE 0 ESPIRITISMO 8. olhando p a ra a terra. E devido a não terem confiado em Deus. 20. o espiritismo e outras abominações idólatras. é somente para aqueles que aceitam a palavra de Deus e rejeitam a superstição pagã. que ch ilreiam e m u rm u ra m en tre d e n tes . 4. aqueles que eram provavelmente a favor dos assírios e assim rejeitavam as profecias de Isaías estavam pondo pressão crescente no povo para fazer justamente isso. olhando p a ra cim a. ---não reco rrerá u m p o v o ao seu D eu s? A f a v o r dos v iv o s in te rro g a r . 20 A Lei e ao T estem un ho! Se eles não fa la r e m segu n d o esta p a la vra. O cerco assírio trará fome. D t I8 . quando o juízo vier. ou bênção futura.ã o os m o rto s? A Lei de M oisés proibia consultar “médiuns e espíritas” (cf. em vez de consultar a Deus. Quão tolo seria “consultar os mortos em favor dos que vivem”. Lv 19. então. a m a ld içoa rã o a o seu rei e ao seu D eu s.I I). Se tão-somente eles prestassem atenção às suas palavras da parte do Senhor eles iriam achar a verda­ deira luz.24). A “alva” ou alvorada. eles não se arrependerão. e será que. 22 E. Contudo. e serã o en ten eb recid os com â n ­ sias e a rra sta d os p a ra a escu ridão.s e .2. ten do f o m e e en fu recen d o -se.

eles amaldiçoarão ao seu rei que não os defendeu e ao seu Deus que não os guardou deste juízo. os quais ficam situados entre o mar da Galiléia e o mar M editerrâneo. n os p r im eiro s tem pos. eles verão somente desesperada “angústia e escuridão”. Isto foi cumprido quando Jesus ministrou e escolheu os seus primeiros discípulos na Galiléia — a qual ainda era menosprezada pelo povo de Jerusalém. levou os seus habitantes para o exílio e trouxe os povos de outras nações para habi­ tar ali.22.1-5 1 M as a terra q u e f o i a n gu stiada não será en ten ebrecida. a terra de Z eb u lom e a terra de N cfta li. seria honrada no futuro. e ane­ xou parte da planície de Sarom próxima do mar Mediterrâneo. tinham sofrido grandemente por causa das invasões assírias de 734 a 732 a. Iiles serão arrastados “para a escuridão” absoluta e para a melanco­ lia do exílio.24 O “caminho do m ar” era a rodovia que vinha do sudoeste. .C. Ele também tomou Gileade. (2 Rs 15.1 5 0 do povo de Judá —um testemunho incontestável à certeza da palavra profética. virá um dia quando a escuridão será levantada das vidas do povo de Deus.29). Ele en vileceu . Certamente isto significava também uma escuridão interior. Em contraste com a escuridão mencionada em 8. de Damasco abaixo através Galiléia e depois para o mar M editerrâneo e costa abaixo em direção ao Egito. TiglatePileser III fez destes territórios uma província assíria.Ao invés disso. Os registros de Senaqueribe reivindicam que foram levados como cativos 20 0 . 5. M as a Galiléia. a en ob receu ju n to ao ca m in h o do m ar. além do Jord ã o.23 Quando olham para a terra (a marca da sua bênção) e os elementos materiais nos quais confiaram. ESPERANÇA PARA A GALILÉIA 9. onde o juízo de Deus primeiro humilhou o seu povo nos dias de Isaías. m as. Os território de Zebulom e N aftali. a G aliléia dos gen tios. n os ú ltim os. no outro lado do Jordão.

Em contraste com o pequeno remanescente. 2).25 H á uma conexão 73 óbvia entre este versículo e o “Filho” do versículo 6. O “dia dos m idianitas” refere-se ao dia da derrota dos midianitas por Gideão. e so b re os q u e h a b ita va m n a regiã o da so m b ra da m o rte resp la n d eceu a luz.C. Não haverá mais nenhum desejo para a guerra. a presente libertação do “opressor” deles tam ­ bém será executada pelo S E N H O R .6.) veria “uma grande luz”. Jesus traria a luz da salvação aos gentios (Is 42.2 O p o v o q u e a n dava em trev a s v iu u m a g r a n d e luz.6). a nação será aumen­ tada. 49. não pelo número ou habilidade do povo. serv irã o de p a sto ao fo g o . vitória. todos se a legra rã o p era n te ti. Galiléia. a parte mais em trevas da terra —cujo futuro parecia o mais sombrio quando Isaías transmitiu esta profecia (aproximada­ mente 733— 2 a.2 -2 5). O s uniformes e equipamentos militares que derramaram sangue na guerra serão postos de lado e queimados. P orque tu quebraste o ju g o que pesava sobre ele. prosperidade. 5 P orque toda a a rm a d u ra daqueles qu e p eleja va m co m ru íd o e as v estes qu e rola va m n o sa n gu e serã o queim adas. Semelhantemente. co m o se a legra m na ceifa e co m o ex u ltam q u an do se rep a rtem os despojos. Deus deu a Gideão a vitória depois de reduzir o exér­ cito dele de trinta e dois m il para trezentos homens (Jz 7. a vara que lhe fe r ia os om bros e o cetro do seu opressor com o no dia dos midianitas. pois a vitória do SeN H O R sobre o pecado e seus conflitos será completa. .26 e paz virão porque “resplande­ ceu a luz” (v. Alegria. 3 Tu m u ltip lica ste este p o v o e a a legria lhe a u m en ta ste.

e bemestar —uma paz que Jesus dá agora (Jo 14.27). Emanuel.6. que é perpétuo.6. Êx 15 . Este Filho é um ser divino. U m conse­ lheiro era uma pessoa com uma determinada sabedoria dada por Deus. Ele virá a nós como um menino. C on selh eiro. “M aravilhoso” é um substantivo. e significa que Ele será uma maravilha sobrenatural (cf. Jesus insinua que Ele é o “Conselheiro” quando chama o Espírito Santo de “outro” Conselheiro (Jo I4 . Porém. Ele também é o “Príncipe da Paz”.11.21 de um modo tal que isso só pode se referir a Deus. “Deus conosco”. o qual passou pelas trevas e que será redimido. aquEle que traz a verdadeira paz —a qual inclui salvação. “Pai da Eternidade” poderia ser traduzido “Pai [ou. onde o Verbo vivo é aquEle por intermédio de quem Deus fez tudo o que foi feito (cf. “Autor”] da Eternidade [ou.14. Os nomes dados indicam as características essenciais dele.2). O Messias acabará com opressão e a injustiça. também Hb 1. P r ín cip e da Paz. A realeza era simboli­ zada por um cetro sobre o ombro do rei. 0 PRÍNCIPE DA PAZ 9.27 Alguns críticos desejam interpretar “Deus Forte” como um “he­ rói divino” ou “piedoso”. “U m filho” referese de volta a 7.3.18).7 6 P orq u e u m m en in o n o s n a sceu . P ai da E tern idade. Jz 13.I 6 ). O governo estando “sobre os seus ombros” significa que Ele será rei. “M a­ ravilhoso” e “Conselheiro” não são colocados juntos por eruditos hebreus antigos. Isto se ajusta com João 1. integridade. D eu s Forte. e uma paz que estará completamente em efeito no M ilênio. e o seu n o m e será M a ra ­ vilh oso. u m f i l h o se n o s d eu . . e o p rin cip a d o está so h re os seu s om b ros. Isto também fala de seu cuidado fiel e amoroso. M as Ele virá em primeiro lugar ao remanescente de Isra­ el. harmonia. bênção. “do Universo”]. Isaías usa a mesma frase em 10.

determinado no versículo 6. QUESTÕES DE ESTUDO 1. “não haverá fim” ao seu governo e paz.7— 10). O “zelo do S e n h o r ” é a poderosa expressão do amor e determi­ nação que fazem parte da sua natureza —uma determinação para cumprir as suas promessas e alianças. porque Ele é o Senhor dos Exércitos com todo o poder e com os exércitos do céu ao seu comando. sob re o tron o de D a v i e n o seu reino. Por que Acaz recusou-se a pedir um sinal? 3. n ã o ha verá f i m .13. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto.7 D o in crem en to deste p rin cip a d o e da paz. N ada será capaz de impedi-lo. Devido a Ele ser o Rei divino. Qual é o significado do nome Maer-Salal-Hás-Baz? 6. desd e agora e p a ra sem p re. Uma vez que o Filho vem reinar como o Rei desejado e legítimo.. pa ra o f i r m a r e o fo r t i f ic a r em ju íz o e em ju stiça . Qual seria o resultado de Deus usar a Assíria para trazer juízo? 5. para sempre”). sua eterna capital. cf. mas ele não poderá subverter o reino do Senhor — este continuará nos novos céus e na nova terra. Ele manterá o seu reino para sempre com justiça e retidão divinas ( “em juízo e em justiça.. O reino reflete o caráter do Filho. O governo do Filho será estabelecido “sobre o trono de Davi”.12.32. cumprindo a aliança que dá o trono à linhagem de Davi para sempre (2 Sm 7. Lc 1. O que manteria os discípulos de Isaías fiéis a Deus? . Por que o povo acusou Isaías de conspiração e traição? 7. Em que base podemos aplicar o sinal do filho nascido de uma virgem a Jesus? 4. Para que propósito Isaías levou Sear-Jasube com ele para se en­ contrar com Acaz? 2. E verdade que Satanás será libertado por pouco tempo após o M ilê­ nio (Ap 20. a Nova Jerusalém.33).

. 84. Kaiser. alguns entendem isto como sendo um encoraja­ m ento p ara A caz. The Validity o f the Virgin Birth (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 1 9 6 3 ). ele teria usado o term o na’arah (o qual a R S V traduz em outro lugar como “m ulher jovem”). 6 J. V eja H . Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: A bingdon Press. Isto também é verdade a respeito da literatura não bíblica.: Presbyterian & Reform ed. 30. H ayes e S tu a rt A.8. 111. 82. N. 123. que significa “vir­ gem ”. com sua prom es­ sa conduzindo ao M essias que faria eterno o trono de Davi. 19 81 ). 10 Se Isaías tivesse querido dizer “m ulher jovem” (R S V ). 1 9 9 3 ). Bultem a mostra que por incredu­ lidade. Irvine. a A liança D avídica estava em vista. H indson. 24. Qual é o significado de cada um dos nomes dados ao Filho em Isaías 9. 108.: InterVarsity Press. 3 9 -4 0 .2 2 ). Isaíah’s Immanuel. Isaiah’s Immanuel. Alec M otyer. ver Edward E. 1 3 5-3 6. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. 11 Hayes e Irvine. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Isaiah. 8 M otyer. Ver John H .J. 7 Desde que Rezim e Peca estavam pretendendo substituir a fam ília davídica com o filho deTabeal. 2 O. 4 H arry Bultema. 3 Para um a lista de com entários sustentando este ponto de vista. 1 9 7 8 ). Isaiah 1-12. H anke. 1 9 8 7 ). H indson. trans. Commentary on Isaiah. M ateus também usa parthenos e especificamente declara: “Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta” (1 . 23. Prophecy o f Isaiah. Como o “Porque” no início de Isaías 9. IsaiaVs Immanuel (Phillipsburg. Acaz “perdeu um sinal im ediato”. 9 A Septuaginta traduz o hebraico ‘almah o grego parthenos. 100.6 e como eles são cumpridos em Jesus? CITAÇÕES 1 Por incrível que pareça.6 é relacionado aos versos precedentes? 9. 5 H indson. 85.

idem. 19 88 ). V anG em eren.1 5 0 pessoas cativas de Judá. H erbert M . Interpreting Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing H ouse.1 ) pode ter sido referido ao “Em anuel” como uma repreensão para Acaz. Veja D an iel D avid Luckenbill. P orém . 131.1 4 — aponta para “a ameaça im ediata”. 19 24 ). H in d so n m o stra que o nom e de M aer-Salal-H ás-B az “expressa juízo” em lugar da bênção im plícita no nome Emanuel. 18 M otyer m ostra que os caps. ed. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 7 a 11 m ostram “um a tensão entre o im ediato e o rem oto”. H orn. Prophecy o f Isaiah. quando Senaqueribe. M otyer acrescenta: “A promessa aguardava o seu tempo. 33 . 19 Isto foi cum prido em 701 a. H indson. Interpreting the Propbetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. levou 2 0 0 . 19 90 ). mas que o Novo Testamento o aplica em um sentido m ais c o m p leto a Jesu s. “T h e Divided M onarchy”. Isaiah (A tlanta: John Knox Press. 7 . 48. Alguns as entendem como particípios e as traduzem como “a pilhagem está se apressando. 15 W ille m A. Academ ie Books. o saque está acelerando”. 13 A sugestão de R oth de que “virgem” está “se referindo possivelmente à virgem -que-ainda-seria-rainha do rei A caz” de form a que Emanuel é “o futuro rei Ezequias” não corresponde ao período bíblico (cf. de acordo com os seus registros. veja H indson. 46. Esta é uma prova adicional de que Ezequias não é tido como “Em anuel”. em Ancient Israel.” Siegfried H . 18 . W o lf sugere que “M aer-Salal-H ás-B az” (Veja Is 8 .J. 16 Ibid. 8 . M otyer. 19 88 ). 14 Para mais discussões a respeito da identidade da virgem. 129. A cadem ie Books. 1 9 8 5 ). 12 — 16 2 13 apontam para “o futuro sem data. 2:1 2 0 . 2 R s 16. 87. pois antes do seu nascim ento Judá e Israel serão espalhados e precisarão ser reunidos”.: Prentice-H all. 4 2 -4 4 . . W olfgang Roth.12 H orn diz “cerca de 7 2 9 a. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 21 Eu tomo estas palavras como imperativos.2. 2 6 0 . 20 Alguns entendem o hebraico como significando um a grande placa para ser escrita sobre ela com um estilete e erigida como um outdoor. 1 9 2 6 -2 7 ). H ershel Shanks (Englewood C liffs. 17 Cf. lsaiah’s Immanuel. mas a ameaça era im ediata”. Isaiah’s Immanuel. 2 vols. W olf.1 1 — 2 e 1 1 . N. 9 0 -9 2 .C. (C hicago: U niversity o f Chicago Press.C.2).

Deus já tinha trazido juízo sobre o seu povo. co rta ra m -se as f i g u e i ­ ra s bravas. indicando a certeza de cumprimento. ' O hebraico pode também significar que eles am aldiçoarão a própria situa­ ção deles pelo seu rei e o pelo seu Deus. Stanley M .8-10. que. C. e ela ca iu em Israel.1 4 . W idyapranaw a.4 As quatro seções desta profecia tratam dos pecados de Israel e cada uma é seguida por um refrão que confirma a necessidade de um juízo adicional. 51. m a s com ca n ta ria to rn a rem o s a ed ifica r. de modo que há lições também para eles. porém mais ainda está por vir. ''' A pilhagem só poderia ser dividida depois de um a vitória. rev. m a s p o r ced ros as su b stitu irem os. As mesmas condições também eram prevalecentes em Judá.8-12 8 O S en hor en v io u u m a p a la vra a Ja có .2 0 3 .I. em soberba e a ltivez de coração. M acchia. 2 0 2 . 8 . O povo de Efraim (Israel) e a principal cidade de . em Teologia Sistemática. B. Eerdmans. ed. Algu­ mas declarações parecem se referir ao passado. The Lord is Savior: Faitb in National Crisis (G rand R apids: W m . JUÍZO SOBRE 0 ORGULHO E A AUTO-SUFICIÊNCIA 9. S. ed. RJ: CPAD. Deus proferiu a sua mensagem de juízo vindouro por Amós e Oséias. “V iu” é o profético perfeito hebraico.rank D. allon.8 )”. como também por Miquéias e Isaías. H . 19 90 ). (R io de Janeiro. 19 96 ). 9JE todo este p o v o o saberá. H orton. Quatro Razões para a Ira de Deus 9. E fraim e os m o ra d o res de S am aria. e toda a nação breve verá isto acontecer. al­ guns eventos no passado refletem o que está por vir no futuro. outras ao futuro. 1 Alguns consideram esta passagem “uma continuação do sinal do Emanuel (Is 7 . !J Gk. “um outro do mesmo tip o ”. dizem : 10 O s ladrilhos caíram . “Os Seres Espirituais Criados”. I.

21 e 10.C. A mão de Deus “ainda está estendida” (um refrão que aparecerá mais quatro vezes: vv. Os “adversários de Rezim ” são os assírios. m a s ain d a está esten~ dida a su a m ão. Este orgulho e auto-suficiência é a primeira razão para a ira de Deus. 12 P ela f r e n t e v irã o os siros. Repetidas vezes Deus .13-17 13 C o n tu d o . 2.4). n em b u s co u ao SENHOR d os E x ércitos. como as dos palácios dos reis. Ainda desafiando a Deus. eles dizem que se edificarão novamente. este p o v o n ã o se v o lto u p a r a q u em o f e r i a . desta vez usando a Assíria. Tijolos de barro e vigas de sicômoro eram materiais de constru­ ção ordinários. que um terremoto ou a batida de aríetes do inimigo poderiam derrubar. pronto a golpear o desafiante Israel com julgamentos adicionais. Eles não devem pensar que devido ao fato de terem se recuperado de juízos passados podem fazer como lhes apraz no futuro. No seu orgulho o povo pensava que poderia re­ construir até melhor sem Deus. e in stiga rá os seu s inim igos. o sfilisteu s. e n em co m tu d o isto se ap artou a su a ira. 17. especialmente durante o tempo do fraco rei Menaém que morreu em 742 a. Juízos anteriores não fizeram o povo retornar ao SE N H O R em ar­ rependimento ou buscar a Ele e à sua vontade. e p o r detrás.Samaria dizem com “soberba e altivez de coração” que o juízo de Deus não os humilhará.I2. M as estes juízos no passado não satisfizeram a ira de Deus. Eles usariam pedras esquadrejadas ( “cantaria”) e vigas de cedro. JUÍZO SOBRE UM POVO EXTRAVIADO 9. A menção de “Pela frente virão os siros” (ou arameus) e os filisteus provavelmente se refere a invasões anteriores. e d evora rã o a Isra el co m a boca escan cara da. 11 Portanto. o S enhor su scitará con tra ele os adversários de Rezim.

Os ramos da palma cresciam nos altos. é a divisão dum assunto em partes distintas]. influenciando o povo. o ra m o e o ju n co . o junco. mas o povo perma­ neceu rebelde —a segunda razão para a ira de Deus. Os líderes —referidos aqui como “cabeça e a cauda. 15 ( O a n ciã o e o v a rã o de respeito são a cabeça. (Isaías usava freqüentemente um dispositivo literário chamado merisma [N ota do Tradutor: Do Gr. p o rq u e todos eles são hip ócrita s e m alfazejos. e não se co m p a d ecerá dos seu s ó -fã o s e das su a s viú va s.) O tempo virá quando Deus já não tolerará a rebelião. expressan­ do uma gama inteira listando simplesmente o máximo e mínimo. C om tudo isto não se ap artou a su a ira. possivelmente na queda de Samaria em 72 2 a. Eles deveriam ter estado equipando a liderança com a Palavra de Deus. Ele trará juízo súbito. Os governantes são “a cabeça”. e os que p o r eles são g u ia d o s sã o devorados. abanando para tentar agradar o povo. M as eles são apenas “a cauda”. Ao invés disso. ‘fração’. 14 P elo que o Senhor co rta rá de Isra el a cabeça e a cauda. e o p ro feta q u e en sin a a fa ls id a d e é a ca u d a . crescia nos lugares baixios e pantanosos. Eles serão destruídos “num mesmo dia”. Juntos eles simbolizam que os líderes grandes e peque­ nos seriam derrubados. o ramo e o junco” —são responsáveis pelo povo não buscar o SE N H O R . mérisma. Ele foi paciente. que por seu turno se desviava dos caminhos do Senhor ( “são devorados”). n u m m esm o dia. 17 P elo qu e o SENHOR não se regoz i­ ja r á com os seu s jo v e n s. Portanto.) 16 P orque os g u ia s deste p o v o são en ga nad ores. e toda boca p r o fere doidices. por outro lado.C. eles enganavam os líderes com as suas men­ tiras. ‘por­ ção’.cíiamou o povo a se arrepender. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. Os líderes enganavam o povo. Os falsos pro­ fetas também pensavam que faziam parte da cabeça. a atitude do Senhor . Os próprios falsos profetas aparentemente tinham se tornado políticos em busca de dinheiro e popularidade.

mas até mesmo estes são tão descrentes e ímpios quanto o resto do povo.I8 -2 I . Aqueles que destroem um ao outro não estarão satisfeitos ( “não se fartará”). com a impiedade se espalhando como um fogo de floresta e destru­ indo o país. a terra estará um caos. e será o p ovo co m o p a sto do f o g o . m a s ain da está esten d id a a su a m ão. A mão de juízo de Deus “ainda está esten­ dida” para trazer mais juízo sobre esse povo degenerado! 3. sim . Eles destruirão até mesmo os seus próprios parentes. 20 Se co r ta r da banda d ir e it a a in d a terá fo m e . Com os líderes levados embora no juízo. To­ das as pessoas são culpadas. Esta guerra civil se estendeu para além do reino norte de Israel a um desu­ mano ataque sobre Judá. Deus é o de­ fensor para os órfãos e viúvas. Deus usará o pró­ prio povo como instrumento da sua ira contra eles: N a sua maldade.mudará em relação a eles. e E fraim a M anassés. A dissensão tribal acontece- . A santa ira de Deus será outra chama que “escurecerá” a terra. e. em vez de ajudarem um ao outro. vivendo como se Ele não existisse. falando a mesma linguagem vil. ela se ateará no em a ran had o da flo r e s ta . Todos os rastros de amor fraterno serão extintos. As pessoas jovens deveriam ter sido uma alegria ao Senhor. e su b irã o ao alto espessas n u v en s de fu m a ç a . a terra se escu recerá . 21 M an a ssés a E fraim . eles destruirão um ao outro. mas eles também estão pecando e desagradando a Deus. e am bos eles serã o con tra Ju d á . 19 P o r cau sa da ira do S enhor dos E x ércitos. se co m er da banda esquerda. cada u m co m erá a ca rn e de seu braço. A IMPIEDADE QUE CONSOME POR CAUSA DA IRA DE DEUS 9.s P orque a im pieda de lavra co m o u m fo g o . ain da se não fa r ta r á . Normalmente. n in gu ém p o u p a rá ao seu irm ão. ela devora as sa rça s e os espin h eiros. Esta é a terceira razão para a ira de Deus. C om tu d o isto não se ap artou a su a ira.

eles ou serão torturados cativos. Eles são extorsionários que fazem as suas vítimas entre os pobres. a ira de Deus ainda arde e a sua “mão ainda está estendida” para trazer mais juízo.29). os oprimidos. as viúvas. 4 sem q u e cada u m se abata en tre os p reso s e caia en tre os m o rto s? C om tu d o isto a su a ira não se apartou. a qual fazia provisão ao pobre. Esta corrupção nos tribunais legais é a quarta razão para a ira de Deus. O que farão eles quando o dia vier e Deus retribuir com juízo adicional? Eles estarão muito fracos para se levantarem contra Ele. Ao invés disso. 3 M as que f a r e i s v ó s ou tros no dia da visita çã o e da assolação qu e há de v i r de lo n ge? A qu em reco rrereis p a ra ob ter so co rro e on d e d eix a r eis a vossa g ló ria . AIS AOS GOVERNANTES INJUSTOS 10.. Novamente. e pa ra despojarem as viú vas. mas Isaías os desafia. Esta injustiça contradizia a Lei de Moisés. e as riquezas que eles ganharam a partir de práticas ímpias não os ajudarão. 2 P ara p reju d ica rem os p o b res em ju íz o .. e quem os ajudará então? Será muito tarde para buscar o Senhor. há de vir de longe” (da Assíria). . ou estarão “entre os mortos”. ao fraco.1-4 1 A i dos que d ecreta m leis injustas. e especialmente às viúvas e órfãos (D t 14.rá até mesmo entre as tribos de José. e p a ra arreb atarem o direito dos a flitos do m eu p ovo. e dos escriv ã es qu e escrevem p erversid a d es. e os órfãos. como o fizeram durante a guerra siro-efraimita. que obtiveram o direito hereditá­ rio da parte de Jacó e deveriam estar desfrutado a bênção de Abraão. e p a ra rou b a rem os ó -fã o s! U m ai é pronunciado sobre os legisladores que tornam a opressão legal e fácil. Eles se unirão apenas para se voltarem contra o reino sulista de Judá. 4. Este será um dia quando a “assolação. m a s ain d a está esten d id a a su a m ão. Os governantes pensam que eles têm a Lei do seu lado.

Assíria É Usada e Julgada 10. nem o seu cora çã o assim o im a gin e.1.A VARA DE DEUS I0 . e o pon ha p a ra ser p isa do aos pés. O propósito deles é invadir e . Que juízo o Senhor promete a Israel e quais são as razões para a sua ira? 2.1— 4? D. Eles não terão nenhuma misericórdia enquanto pisoteiam o povo e se apoderam de suas posses. com o a lam a das ruas. A indignação de Deus é representada pelo bordão nas mãos da Assíria.5-34 I.5— 11 5Ai da A ssíria. o qual se tornou uma nação hipócrita e perversa. 7 a in d a qu e ele não cu id e assim . ASSÍRIA . 6 E n v iá -la -ei contra u m a nação hipócrita e con tra o p o vo do m eu f u r o r lhe darei ordem . Agora um ai é pronunciado sobre os assírios — a ferram enta que Deus está usando para trazer juízo sobre o seu próprio povo. antes. Assíria É Usada Sem Saber 10. a va ra da m in h a ira ! P orque a m in h a in d ign a ­ çã o é co m o bordão nas su a s m ãos.3). in ten ta d estru ir e d esa rra iga r não p o u ca s nações. Quais são as razões para o ai em 10. Os assírios cumprirão o signi­ ficado de Maer-Salal-Hás-Baz (veja 8. p a ra que lhe roube a presa. e lhe tom e o despojo. no seu coração. Deus está enviando os assírios contra o seu próprio povo.5 -I9 a.QUESTÕES DE ESTUDO 1. A Assíria não atentará ao fato de que ela é o agente de Deus que traz o juízo dEle sobre Israel e Judá.

.íssimilar as nações ao Império Assírio, com o plano para dominar o inundo.
s P orque diz: N ão são m eu s p rín cip es todos eles reis?

O auto-exaltado orgulho da Assíria é tão grande que declara to­ dos os seus oficiais do exército como sendo reis no seu próprio direilo. Eles pensam que são invencíveis. 9 N ão é C a ln o co m o C arq u em is? N ão é M am ate com o A rpade? E S a m a r ia co m o D a m a sco ? O rei assírio gabava-se a respeito de suas conquistas. Por volta de 717 a.C., as principais cidades na Ásia M enor ocidental tinham sido conquistadas pela Assíria. Carquemis, no rio Eufrates, uma antiga capital do Império H itita, foi conquistada por Sargão II em 717. Calno, localizada aproximadamente a oitenta e oito quilômetros ao sudoeste, foi conquistada porTiglate-Pileser III em 738 a.C. Arpade estava apenas a cerca de 10 quilômetros a noroeste de Calno, próxi­ ma da moderna Alepo. Hamate estava nas proximidades do rio Orontes. Damasco foi conquistada e destruída em 732. Samaria foi tomada e destruída em 72 2 por Salmaneser V (embora seu filho, Sargão II, depois tivesse tentado levar o crédito). Parecia como se nada pudesse parar a Assíria.
10A m inha m ão a lca n çou os rein o s dos ídolos, ain da qu e as su as im agen s de escu ltu ra eram m elh ores do qu e as de J eru sa lém e do qu e as d e S am aria.

Os reis da Assíria se exaltavam sobre os deuses dos países que eles conquistavam, e até mesmo sobre os seus próprios deuses. U m título que os governantes assírios tomavam para si próprios era “R ei do Universo”. Desse modo, o rei assírio acreditava que o seu poder tinha “se apoderado dos reinos dos ídolos”, deuses que ti­ nham o dever de ser os patronos e protetores dos países que eles tinham subjugado.

Os reinos pagãos faziam freqüentemente grandes ídolos de ouro e prata. O rei assírio sabe que há ídolos em Jerusalém e Samaria — ainda que Deus os tivesse proibido —mas os ídolos deles não são as bonitas e ornadas imagens dos outros países que a Assíria conquista­ ra. Os assírios falam deles com desprezo. Depois, quando Senaqueribe destruiu Babilônia, ele determinou a seus soldados que esmagassem os ídolos de Babilônia. As duas exceções foram as imagens de Bel e Nebo, as quais ele levou para N ínive.1
11 P orven tu ra , co m o f i z a S am aria e aos seu s ídolos, n ã o o f a r i a igu a lm en te a J eru sa lém e aos seu s íd olos?

O fato de que Samaria já tinha sido conquistada data esta profe­ cia depois de 7 2 2 a.C. Os “ídolos” de Samaria (Heb. ‘elilim, signifi­ cando “nadas”, “nulidades”, “inúteis”) tinham sido destruídos. As imagens de Jerusalém (Heb. ’a tsa b b i “ídolos ofensivos”) mereceram o mesmo tipo de juízo. Os assírios presumiram corretamente que na­ quele momento a maior parte do povo de Jerusalém estava confiando em imagens para protegê-los. Os assírios acreditavam que os seus próprios ídolos eram mais poderosos que os ídolos das outras na­ ções. Eles também pensavam que os seus ídolos eram maiores que o Senhor, o único Deus verdadeiro. b. Deus Punirá a Assíria no Devido Tempo 10.12— 19
12 P o r isso, a co n tecerá que, havendo o Senhor acabado toda a su a obra no m o n te Sião e em J eru sa lém , então, visita rei o f r u t o do a rro ga n te cora ção do rei da A ssíria e a p o m p a da a ltivez dos seu s olhos.

Embora Deus estivesse usando a Assíria, quando a obra do juízo de Deus sobre Judá estiver “acabado” (quebrado como a linha de um tecedor), o orgulho do rei de Assíria será castigado. Ele descobrirá então que não estava lidando com ídolos ou imagens esculpidas, mas com o Deus poderoso do céu e da terra.

13 P orquanto disse: C om a f o r ç a da m in h a m ã o f o z isto e com a m in h a sa bedoria, p o rq u e sou inteligente; eu rem o v i os lim ites dos p o v o s; e ro u b ei os seu s tesou ros; e, com o valente, abati aos que se sen ta va m sobre tronos. 14E achou a m in h a m ã o as riquezas dos p o v o s com o a u m nin ho; e, com o se a ju n ta m os ovos a b a n d on a ­ dos, assim eu a ju n tei toda a terra; e não h ou ve qu em m ovesse a asa, ou a b risse a boca, ou m u rm u ra sse.

O rei assírio atribuía suas conquistas e saques ao seu próprio poder c sabedoria, não reconhecendo a soberania de Deus. Ele fundia outras nações no Império Assírio. Isto era tão fácil quanto roubar ovos de um ninho abandonado. Note a maneira orgulhosa das expressões ' [eu] liz” e “minha” nestes versículos. “Valente” (no original, “poderoso”) é um termo usado pelos hebreus relativo a Deus (1.24) e pelo rei assírio a respeito dos seus deuses. O rei assírio reivindicava estar agindo como um deus poderoso na sua conquista de outros reis.
ls P orven tu ra , g lo r ia r - s e - á o m ach ado co n tra o qu e corta com ele? O u p r esu m irá a serra con tra o qu e p u x a p o r ela ? C o m o se o bordão m ov esse a os q u e o levan tam ou a va ra levan tasse o que não é u m p ed a ço de m a d eira !

A tolice da jactância do rei assírio é comparada a um “machado” ou uma “serra” gloriando-se contra aquele que os usa, ou a um “bor­ dão” (um cetro) tentando manipular aquele que o ergue, ou uma “vara” que tenta balançar uma pessoa viva “que não é um pedaço de madeira”. O ponto principal é que o Senhor é o Agente vivo e a Assíria é apenas o bastão que Ele está usando. A Assíria está debaixo do controle de Deus, muito embora eles não saibam disto. Deus pode usar qualquer um para realizar o seu plano.
16 Pelo que o SENHOR, o SENHOR dos E xércitos, f a r á d efin h a r os que en tre eles são g o rd o s, e, debaix o da su a gló ria , ateará u m incêndio, com o in cên d io de fo g o . 17 P orque a L uz de I sra el v irá a s e r com o f o g o e o seu Santo, co m o labareda, que abrase e co n su m a os seu s espin h eiros e as su a s sa rça s em u m dia.

“Pelo que”, devido às suas reivindicações exaltando a si próprios como deuses, Deus julgará a Assíria. O título de “o S e n h o r dos Exér­ citos” enfatiza novamente o seu poder e controle. Os soldados assírios eram saudáveis e fortes, mas o juízo de Deus sobre eles é comparado a uma doença que faz definhar e a um fogo que consome espinheiros e sarças. “Em um dia” indica um único dia no qual eles serão consumi­ dos, é provavelmente uma profecia a respeito do juízo trazido pelo anjo que executou 185.000 homens do exército de Senaqueribe (Is 37.36).
T a m b ém c o n s u m i r á a g l ó r i a d a s u a f l o r e s t a e d o s e u ca m p o f é r t i l , d e s d e a a lm a a té a o c o r p o ; e s e r á c o m o q u a n d o d e s m a ia o p o r t a - b a n d e ir a . 19 E o r e s t o d a s á r v o r e s d a s u a f l o r e s t a s e r á tã o p o u c o , q u e u m m e n in o a s p o d e r á co n ta r.

O exército assírio é comparado a uma floresta carbonizada e a um homem doente; tão poucas árvores são deixadas que até uma criança as poderia contar. Isto teve ao menos um cumprimento preliminar na morte dos 185.000, e um cumprimento mais completo quando Nínive foi destruída em 612 a.C. Finalmente, o cumprimento definitivo foi por ocasião do fim do Império assírio em 609.
2. ESPERANÇA PARA 0 REMANESCENTE DE ISRAEL 10.20-34

a. Um Remanescente Retorna ao Deus Forte 10.20— 23
20E a co n tecer á , n a q u ele d ia , q u e o s r e s íd u o s d e I s r a e l e o s es ca p a ­ d o s d a ca sa d e J a c ó n u n c a m a is se e s tr ib a r ã o so b r e o q u e o s f e r i u ; a n tes, s e es tr ib a r ã o s o b r e o SENHOR,
o

S a n to d e Isra el, em v erd a d e.

“Naquele dia” geralmente significa o Dia do S e n h o r . M as a indi­ cação de se estribar “sobre o que os feriu” parece referir-se ao tratado que Acaz fez com a Assíria. Depois da Assíria trazer o juízo de Deus sobre Israel e a Assíria, por sua vez, também é julgada, um remanes­ cente (ou resíduo) justo terá esperança em Deus.

21 O s resíduos se converterão, sim , os resíduos de Jacó, ao D eu s fo rte.

“Os resíduos se converterão” (Heb. sh'’aryashu v) é o nome do pri­ meiro filho de Isaías (7 .3). O remanescente inclui aqueles deixados depois da invasão de Senaqueribe de 701 a.C. O retorno não é do exílio ou cativeiro, mas do pecado e da rebelião “ao Deus forte” (Heb. ‘elgibbor), um dos nomes do Messias (Is 9.6). O remanescente é com­ posto daqueles que responderam a Isaías e ao rei Ezequias e tomaram uma posição de fé quando Deus curou a Ezequias e lhe deu mais quinze anos de vida (Is 38.5,6,21). 22 P orque ain da qu e o teu povo, ó Isra el, seja com o a a reia do m a r ; só u m resto dele se co n v erterá ; u m a d estru içã o está deter­ m inada, tra n sb ordan do de ju stiça . 23 P orque d eterm in a d a j á a destru ição, o S en hor JEOV Á dos E x ércitos a ex ecu ta rá n o m eio de toda esta terra. Esta profecia foi proferida enquanto os líderes e o povo ainda estavam se rebelando contra Deus, provavelmente antes da queda de Samaria em 722 a.C. Assim, é enfatizado novamente que o juízo será severo. Deus já tinha decretado juízo transbordando de justiça. A nação será terrivelmente reduzida em números e “só um resto... se converterá”. A redução em número deve referir-se ao grande número levado ao exílio pelos assírios. No versículo 22, o retorno pode in­ cluir aqueles que voltaram desse exílio. Será um juízo bem-merecido e justo, sobre “toda esta terra”. b. O Jugo da Assíria É Quebrado 10.24— 7 2
24 P elo que assim d iz o S en hor J e o v á dos E x ércitos: N ão temas, p o v o m eu , qu e habitas em Sião, a A ssíria, qu an do te f e r i r com a va ra e con tra ti lev a n ta r o seu bordão, à m a n eira dos egípcios; 25 p o rq u e daqui a bem p o u co se cu m p rirá a m in h a in d ign a çã o e a m in h a ira, p a ra os con su m ir.

O Senhor agora oferece uma afirmação reiterada de que o seu juízo contra os assírios entrará em vigor. O povo de Sião (Jerusalém)

tem que deixar de ficar com medo da Assíria, ainda que esta o ameace como o Egito o ameaçou (Êx 1.8— 10). O uso que Deus faz da Assíria é apenas temporário, pois a sua ira contra Sião terminará em breve. O seu propósito é provocar a sua purificação. Depois o seu juízo se voltará contra o Império Assírio e provocará a destruição deste.
26 Porque o SENHOR dos E xércitos suscitará contra ele u m fla gelo, com o a m atança de M id iã ju n to à rocha de O rebe e com o a sua vara sobre o mar, que contra ele se levantará, com o sucedeu aos egípcios.

Da mesma m aneira que Deus deu a vitória contra M idiã, e como Deus fez M oisés levantar a sua vara sobre o mar Vermelho para prover um caminho (Ex 14.16,19— 2 ), e como o S e n h o r também 2 lutou por eles (Ex 14.14), assim Ele trará o seu juízo sobre a Assíria. A referência à “rocha de Orebe” pode aludir ao escape de Orebe do campo de batalha, mas morrendo apesar disso, da mesma maneira que Senaqueribe escaparia do juízo do anjo da m orte sobre os 1 8 5 .0 0 0 , m as seria assassin ad o d ep ois de v o ltar p ara casa (3 7 .3 7 ,3 8 ). 27 E a co n tecerá naqu ele dia, qu e a su a carga será tirada do teu om bro, e o seu ju g o , do teu p escoço; e o ju g o será despedaçado p o r cau sa da unção. A carga e o jugo que a Assíria colocou sobre ombros e pescoço de Sião serão tirados pelo S E N H O R . A últim a frase, literalm ente, “o jugo será lançado fora [destruído] por causa do azeite de oliva”, tem sido interpretada de vários modos. Alguns interpretam o óleo como se referindo ao orgulho assírio, de forma que quando o juízo de Deus vier sobre esse orgulho, o jugo assírio sobre Sião será lan­ çado fora. Outros entendem o óleo como significando o povo bem alimentado e assim referir-se a Sião se tornando tão gorda ( “por causa da gordura” —A R A ), ou próspero, que eles despedaçam o jugo. Ainda outros intérpretes sugerem que o óleo refere-se ao

l lugido, o M essias; ou, desde que o óleo era usado para ungir sa­ cerdotes, reis e profetas, estes intérpretes se referem a este como a KJV (Versão King James) o faz, para a unção em si (quer dizer, a unção dada pelo Espírito Santo). O utra interpretação vê o óleo como um elemento preservador, pois Jerusalém foi preservada da destruição assíria. c. O Avanço Assírio 10.28— 32 28 J á vem ch egando a Aiate, j á v a i p a ssa n d o p o r M igrom e, em M icm ás, lança a su a bagagem . 29J á vã o passan do>j á se alojam , em G eb a ;já R a m á trem e, e G ibeá de S au l va i fu g in d o .30 C lam a alto com a tua voz, ó filh a de G a lim ! O u ve, ó L aís! O tu, p o b re A natote! 31 J á M a d m en a se f o i ; os m o ra d o res de G ebim vão f u g i n d o em bandos. 32 N este m esm o dia, p a ra rá em Nobe, a ce­ n a rá co m a su a m ã o ao m o n te da f i lh a de Sião, o ou teiro de Jeru sa lém . Isaías descreve um inim igo —os assírios —chegando a Jerusa­ lém aproximadamente de um ponto dezesseis quilôm etros a nor­ deste da cidade. Eles pararam em M icm ás, uns onze quilôm etros ao norte de Jerusalém, para arm azenar suprim entos e bagagem; • cruzaram a passagem (o desfiladeiro profundo e rochoso do Vadi Suw eim t) para Geba, aproxim adamente nove quilôm etros e meio a norte-nordeste de Jerusalém ; e então continuam em direção a Nobe, no monte Scopus bem ao norte do monte das Oliveiras. A li, às vistas de Jerusalém , eles a ameaçaram arrogantem ente. As outras cidades m encionadas podem não ter estado na linha direta de marcha, mas os povos destas estavam em pânico, gritando e fugindo, sabendo que os soldados assírios saqueariam a zona ru ­ ral. O tempo exato desta invasão não foi identificado. Sargão II não veio por esse caminho ou mesmo se aproxim ou de Jerusalém . Os registros de Senaqueribe não indicam que o seu exército p rin ­ cipal veio por este caminho. Porém, os registros dele indicam que o seu exército ou exércitos subiram mais de uma vez a Jerusalém

em 701 a.C., de modo que esta profecia pode ter sido cum prida algum tempo durante aquele ano. d. Deus Está no Controle 10.33,34
33 M as eis que o S en h or J eová dos E x ércitos desbastará os ra m os com violên cia , e os de alta estatu ra serã o cortados, e os a ltiv os serã o abatidos. 34 E co rta rá co m o f e r r o a espessura da flo r e s ta , e o L íbano ca irá p ela m ã o de u m poderoso.

Deus, o Santo de Israel, lim ita o que o povo pode fazer. Os ramos da floresta e o cedro alto e imponente do Líbano representam o exército assírio. O SE N H O R o s cortará abaixo. O golpe do machado deve se referir novamente aos 185.000 assírios que foram destruídos pelo anjo. Senaqueribe pensou que ele era um “valente” (1 0.13 ), mas ele cai diante do verdadeiro “Poderoso”. Alguns querem aplicar estes versos à destruição do orgulhoso em Judá, mas isto é pouco provável. Porém, o princípio pode ser aplica­ do a nações de todo ímpias e seculares. Deus pode cortar abaixo o orgulho e a arrogância delas.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. O que o uso que Deus faz da Assíria nos ensina sobre a sua soberama? 2. O que você aprende sobre o remanescente piedoso de Israel?

CITAÇÕES
1 D aniel David Luckenbill, The Annals o f Sennacheríb (C hicago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 4 ), 84; Ancient Records ofA ssyria and Babylonia, 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 6 -2 7 ), 2:1 5 2 , 185, 2 5 2 .

E. Um Renovo Dá Fruto II .I-I 2 .6
I. 0 REI UNGIDO PELO ESPÍRITO I I .I - 3

1 P orque brotará u m reben to do tron co de J essé , e das su a s raizes u m re n o v o fr u tifica r á .

Isaías viu o interesse de Deus pelo remanescente justo, mas este remanescente não seria capaz de cumprir o seu plano de redenção. Deus deixou Isaías olhar mais adiante para ver um outro quadro a respeito do Messias que o cumpriria. Os assírios quase destruíram Judá, mas os reis da linhagem de Davi permaneceram no trono até que os babilônios vieram e destruíram Jerusalém e o templo em 586 a.C. A imagem de uma árvore derrubada próximo às suas raízes, deixando somente um pequeno toco ou tronco, descreve a perda de poder real e a condição humilde dos descendentes de Davi. Mas ainda havia vida no tronco e nas raízes. Da raiz de Jessé brotaria “um rebento” que daria fruto. Que o renovo vem da raiz de Jessé indica que Ele seria um segundo Davi. Davi quer dizer “Amado”. Dessa forma, quando a voz do Pai vinda do céu identificou a Jesus como o seu “Filho amado” (M t 3.17), Ele estava insinuando que Jesus é o seu segundo Davi, o cumprimento do que Davi representava. Isaías já tinha profetizado que o Filho reinaria no trono de Davi (9.7). Agora ele deixa claro que o Filho seria também um descendente de Davi. “Renovo” (Heb. netser) em uma forma feminina tornou-se o nome de N azaré ( netsereth), assim “Jesus de Nazaré” ou “Jesus o Nazareno” no hebraico seria Yeshua Hannetseri. Hannetserí pode significar o “ho­ mem de Nazaré” ou “o homem do Renovo”. Assim, na providência de Deus, Jesus trouxe um cumprimento que M ateus 2.23 reconhece: “E chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cum­ prisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno”.
2 E rep ou sa rá sob re ele o E spírito do S enhor , e o E spírito de sabedoria e de in teligên cia , e o E spírito de conselho e de fo rta lez a , e o E spírito de con h ecim en to e de tem o r do SENHOR.

“E repousará sobre ele o Espírito do S e n h o r ” , o u seja, sobre o Renovo, da mesma maneira que o Espírito fez em Moisés, nos juizes, em Davi, e nos profetas —mas nesta ocasião de modo permanente (Jo 3.34). O Espírito é uma dádiva que descansa sobre Ele. O dom do Espírito junto com os seis aspectos ou ministérios do Espírito corresponde aos sete Espíritos em Apocalipse 4.5. “Sabedoria” no Velho Testamento é sabedoria prática que leva a efeito planos a con­ clusões bem-sucedidas (cf. Pv 8). “Inteligência” inclui conhecimento que permite à pessoa distinguir o certo do errado e a verdade da falsidade. “Conselho” inclui a habilidade para tomar decisões certas e resolver pro­ blemas. “Fortaleza” significa poder divino para levar a efeito as suas deci­ sões. “Conhecimento” aqui é o conhecimento do caráter e da natureza de Deus e o seu relacionamento com a humanidade. “O temor do Se­ nhor” é uma reverência que o obedece e reconhece o direito dEle à nossa veneração e adoração. É o princípio da sabedoria e do conhecimento (SI 111.IO; Pv 1.7). Isto está em contraste com os “que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos” (Is 5.21).
3 E deleitar~ se~ á n o t e m o r d o SENHOR e n ã o j u lg a r á se g u n d o a v ista d o s s e u s olhos, n em r e p r e en d er á seg tm d o o o u v ir d o s se u s o u v id o s;

Ele “deleitar-se-á no [Heb. haricho, “desfrutar o cheiro de”] temor do S e n h o r ” . Isto pode significar que Ele receberá com prazer o te­ mor do Senhor que lhe é dirigido. Além de ser um profeta, Ele será também um juiz. Mas distinto dos juizes humanos, Ele não terá que depender de evidências externas. Com percepção divina, Ele verá dentro das mentes e corações das pessoas (cf. Jo 2.25). Ele saberá o que é e o que não é verdade (cf. M t 7.21-23).
2 . 0 JUSTO JUIZ 11.4-5

4 m a s j u lg a r á co m ju s t iç a o s p o b res, e r e p r e en d er á co m eq ü id a d e o s m a n s o s da terra , e f e r i r á a terra co m a v a r a d e su a boca, e co m o so p ro d o s se u s lá b io s m a ta rá o ím pio.

O pobre e o necessitado, freqüentemente explorados ou negligen­ ciados, receberão justiça e proteção por causa da justiça dEle. “Justi­ ça” (Heb. tsedeq) também implica que Ele os porá na correta posição diante de Deus. Por outro lado, como Juiz Ele “ferirá a terra”, ou seja, os seus habiIantes ímpios, “com a vara de sua boca”, que é paralelo a “o sopro de seus lábios”. A palavra que ele fala será “a vara” que traz juízo.1 Ele não precisa de nada mais para realizar isto. O cumprimento disto olha à frente em direção à Batalha do Armagedom (Ap I9 .I5 ).2
5 E a ju s tiça será o cin to dos seu s lom bos; e a v erd a d e o cin to dos seu s rins.

Os cintos simbolizam o estar pronto para a ação. Ele não depende­ rá dos métodos ou até mesmo dos armamentos de guerra humanos. “Justiça... e verdade” para o propósito e promessas de Deus serão vistas em todas as suas ações. Ele é o exemplo para todos os líderes.
3. ATERRA MUDADA PELO CONHECIMENTO DO SENHOR 11.6-9

6 E m o ra rá o lobo com o cord eiro, e o leopardo com o cab rito se deitará, e o bezerro, e o f i lh o de leão, e a nédia ovelha v iv erã o ju n to s , e u m m en in o p eq u en o os g u ia rá . 7 A vaca e a u rsa p a sta rã o ju n ta s, e seu s fi lh o s ju n to s se deita rão; e o leão co m erá palha co m o o boi. 8 E b rin ca rá a cria n ça de p eito sob re a toca da áspide, e o j á d esm am ad o m eterá a m ã o n a cova do basilisco.

O reino deve ser introduzido pelo juízo (como o descreve Dn 2). Assim o juízo de I I .4 é seguido pelas condições mileniais descritas nos versículos 6— Elas serão melhores que as do Jardim do Eden. A 9. natureza dos animais será mudada e as crianças não precisarão ter medo até mesmo de cobras venenosas. Todos os efeitos da maldição infligidos na terra por causa do pecado de Adão serão findos. A criação “será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (R m 8.21).

será gloriosa (A palavra Heb. qu e as n a ções p ergu n ta rã o p ela raiz de Jessé. e do Egito. porque toda a terra será mudada (veja também 65. e da Etiópia. mas será um ser divino. as nações buscarão o favor e a orientação dEle.15 (Heb. e o lu ga r do seu rep ou so será glorioso. “Pendão” ( “bandeira”. a Sião milenial. o conhecimento pessoal e salvador do S e n h o r estará em todos os lugares. posta p o r p en d ã o dos povos. O seu lugar de descanso. A R A ) é a mesma palavra usada no nome de Deus em Exodo 17 . Em contraste com a condição de Jerusalém e o mundo nos dias de Isaías. 11 P orque há de acontecer. “estandarte”.I0-I6 10 E acon tecerá . Ela será livre de qualquer um que possa causar mal ou dano. A “raiz de Jessé” significa que o M essias não só descende de Davi. e de Patros. 4. e de Sinar. co m o as águ a s cob rem o mar.25). p orq u e a terra se en cherá do con h ecim en to do Senhor . que o S en hor to rn a rá a esten d er a su a m ã o pa ra a d q u irir ou tra vez os resíd u os do seu p o vo que restarem da A ssíria. Que Ele se levantará como uma bandeira ( “posta por pendão”) quer dizer que Ele será a garantia de vitória e aquEle ao redor de quem as nações se reunirão. Quando a casa de Davi tiver recuperado a sua glória na pessoa do M essias. UM NOVO ÊXODO II. KJV. N V I. a sua casa. e das ilhas do mar. e de H am ate. kavod é a mesma usada a respeito da glória de Deus). Esta é outra indicação do Velho Testamento de que o Rei messiânico não será um homem comum. “O monte da minha santidade” é o monte de Deus e quer dizer a Jerusalém milenial. e de Elão. . naqu ele dia. Yabwch Nissi).9 N ão se f a r á m a l n em da n o a lgu m em todo o m o n te da m inha santidade . “ O S E N H O R é a minha Bandeira”. n a q u ele dia. mas é a real fonte da linhagem davídica. como também no nosso.

Nos tempos do Velho Testamento. o próprio Senhor tornará a juntar o rema­ nescente justo do seu povo ( “os resíduos”) uma “outra vez”. e os a d versá rios de J u d á serão desarraigados.Naquele dia milenial.5. Efraim e Judá estavam fre­ qüentemente contendendo. onde Ioda a nação foi libertada da escravidão e levada para aTerra Promelida. Neemias e Ester indicam e como é mostrado no N o v o Testamento (A t 2. I Pe I .4).I ). 13 E d esterra r-se-á a in veja de E fraim . qanoth) também pode significar resga­ te. houve uma maior dispersão após a destruição de Jerusalém em 70 d. Todas . Este era apenas um retorno parcial. Contudo. quer dizer. O retorno preparará para a renovação espiritual. Assim como foi o caso no primeiro êxodo. T g I . Ele quer trazê-los de volta para Si próprio (cf. O propósito de Deus não é só trazer as pessoas de volta à terra. mas “desde os “quatro confins da terra”. “Adquirir outra vez” (Heb. Portanto. O “pendão entre as nações” é o Messias. 12 E levan tará u m p en d ã o en tre as nações. O ver­ sículo 16 mostra que a prim eira vez foi no êxodo do Egito. e depois da rebelião de Bar Kochba de cerca de 132— d. e os disp ersos de J u d á co n grega rá desde os quatro co n fin s da terra. e a ju n ta rá os dester­ rados de Israel.. não só das áreas onde eles se espalharam em tempos antigos. de todas as partes da terra.I . M as todo ciúme e hostilidade entre as tribos tinham acabado depois que eles voltaram da Babilônia.C. Alguns entendem que a segunda vez se refere ao retorno de babilônia sob o edito de Ciro. E fraim não in v eja rá a J u d á e J u d á não o p rim irá a E fraim. Ex 19. pois muitos permaneceram espalhados em várias direções —como os livros de Esdras.C. Por Ele serão juntados os exilados de Israel e Judá. Este será um êxodo novo e maior. “na­ 35 quele dia” deve referir-se à restauração no término desta era.

e o seu número. M oabe e Amom. Haverá um novo êxodo a partir da Assíria. d iv id i-lo -á em sete corren tes. e m o v erá a su a m ã o con tra o rio com a f o r ç a do seu vento. como indicam os registros de Esar-Hadom. com o su ced eu a I sra el no dia em q u e su b iu da terra do Egito. Ez 48. A menção da Assíria aqui pode indicar que é representativo de todos os lugares aos quais Israel foi espalhado por seus inimigos. Ao leste de Judá estavam Edom. N e­ nhuma nação será capaz de frustrar os propósitos redentores de Deus. em E dom e M oabe lançarão as m ãos. as associações tribais serão restabelecidas como Ezequiel profetizou. 6E h a verá ca m in h o p la n o p a ra os resíd u os do seu p o vo que resta rem da A ssíria. j u n ­ tos. Deus fará uma estrada nítida e plana para o remanescente de seu povo voltar da Assíria. e os f i lh o s de A m om lhes obedecerão. fe r in d o .3mas aqui Isaías está olhan­ do à frente para o dia milenial. Ele usará “a força do seu vento” para destruir o rio Eufrates. voa rã o sob re os om b ros d o sfilis teu s ao O cid en te. muito embora a terra vá ser dividida dife­ rentemente (em tiras correntes do oriente ao ocidente. 15 E o SENHOR d estru irá tota lm en te o braço de m a r do Egito. deixando-o dividido em sete correntes rasas. indica uma obra com­ pleta —o povo pode atravessar “com calçados” sem ter que molhar os pés. e. Estas correntes contrastam com o único caminho através do mar Vermelho. Da mesma maneira que Deus secou o mar Vermelho (Ex 14. 14 A ntes. e o Príncipe da Paz governará sobre todos eles.1— 29).o . sete.21). despojarão os fi lh o s do O rien te. . N o M ilênio. Houve um retorno parcial da Assíria nos dias de Isaías. qu e qu a lq u er atravessa­ rá co m calçados. Como uma águia poderosa. o Israel restabelecido voará “sobre os om bros” da F ilístia no O cidente e conquistará os povos no O riente.as doze tribos consideravam a si próprias e umas às outras como sendo judeus.

ajuda e bênção. para salvação. UM DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS PARA ISRAEL E AS NAÇÕES 12. Eles ficarão como os israelitas que viram os seus inimigos afogados no mar Vermelho.1). ó Senhor. 2 Eis que E )eus é a m in h a sa lvação. Esta seção de Isaías finaliza com um hino de ação de graças. Por ocasião “daquele dia” (v . e tu m e consolaste. o Deus fiel que age no interes se do seu povo. H ou­ ve também um cumprimento preliminar disto após a libertação de Senaqueribe em cumprimento das profecias de Isaías (40.2). O povo respondeu. Louvor pela Salvação 12. Ele será a sua força e o seu cântico porque Ele terá se torna . o Deus eterno. N este hino.I) eles estarão confiando em Deus. O medo terá acabado.1-6 a. naqu ele dia: G raças te dou. Ele é aquEle mesmo que os levou do Egito para a Ierra Prometida. eles exclamarão individualmente que Deus é “a minha salvação”. Isaías experimentou isto no capítulo 6.1— 3 1 E dirás. A forma imperativa hebraica indica um pedido: “Deixe a sua ira se retirar”. “N a­ quele dia” aponta adiante para o reinado milenial do Messias descrilo no capítulo I I . A forma dupla “Senhor JEOVÁ” (Heb. Yabweh) enfatiza que Ele é o Deus vivo e verdadeiro. ain da q u e te ira ste con tra m im . eu co n fia rei e não tem erei p o rq u e o S en hor J eová é a m in h a f o r ç a e o m eu câ n tico e se to rn o u a m in h a salvação. eles estarão cheios de I(mvor por causa do conforto que Ele dá —um conforto que os ressegura da sua presença e bênção. não no homem. libertação.4 sendo o primeiro a dar graças a Deus. “Salvação” inclui as idéias de ajuda e prosperidade. Com a ira de Deus retirada. a tua ira se retirou . Yah. porque. com o rei. Depois que a ira de Deus é retirada de Israel. Isaías expressa a confiança dos redimidos. e eles cantarão a mesma canção (Êx 15. reconhecendo que a ira dEle trouxe a disciplina que l ealmente veio do seu amor.5.

Estes poços têm a sua fonte no próprio Deus (cf. tira reis águ a s das f o n t e s da salvação. 3 E vós. 5 C a n ta i ao SENHOR. b. Deixe o M undo Inteiro Saber 12. As “fontes da salvação” não são poços comuns. mas em público. enquanto tiravam água do tanque de Siloé. Tal música é ainda um modo maravilhoso para espalhar as boas novas do poder e da graça . Jo 4. to rn a i m a n ifesto s os seu s f e i t o s en tre os p o v o s e con ta i qu ão ex celso é o seu nom e.do a salvação deles de uma forma até mesmo bem maior. in voca i o seu nom e. 7 . eles o honram pelo tipo de Deus que Ele é. e é ta m b é m u m a c h âm ad a p a ra in v o ca r o u p ro c la m a r o seu n o m e e os seu s fe ito s g lo rio so s. E le m erece te r as n açõ es ju n ta s lo u v a n d o -o e h o n ra n d o -o . fontes que nunca secam. Salvação.14. S e u povo n ão deve m a n te r as b ê n ç ão s de D eu s p a ra si m esm o s. p o rq u e f e z coisa s g ra n d io sa s. mas poços artesianos. Por declarar que “excelso é o seu nome”. Estas canções não devem ser cantadas em particular.3 8 ). os judeus cantavam a respeito dos poços de salvação durante a Festa dos Tabernáculos. é outra forma do nome hebraico para Jesus. Nos tempos do Novo Testamento. Yeskua. Jr 2. Yesbu’ah. sa ib a -se isso em toda a terra.13. O seu nome representa a sua natureza e caráter. A s e g u n d a p a r te d e ste m a g n ífic o h in o é u m a c h a m a d a ativ a p a ra to d o s os p o vo s d a re m “g ra ç a s ao S e n h o r ”.4— 6 4 E direis. As “coisas grandiosas” que Deus fez na sua majestade divina cla­ mam por cânticos de louvor acompanhados por instrumentos musi­ cais. naqu ele dia: D a í g ra ça s ao SENHOR.10. com alegria.Todos os habi­ tantes de Jerusalém sobreviverão à crise assíria e se servirão dos po­ ços. de modo que o mundo inteiro saiba. No clima quente e seco na extremidade do deserto a água falava de vida e bênção. T o d as as n açõ es p re c is a m sa b er o q u e D eu s tem fe ito em sa lv a r e re s g a ta r o se u povo.

O que podemos entender do fato de que o Renovo é proveniente da raiz de Jessé? 2. é a palavra de Deus”.I I excede o primeiro êxodo? 5. QUESTÕES DE ESTUDO 1. B. O que requer as coisas que Deus tem feito? CITAÇÕES 1 Cf. Isto deveria nos mover a um testemunho cristão alegre e corajoso. Como o capítulo 12 expressa a confiança dos redimidos? 6. ronni..1 4 e 4 8 . 19 9 0 ). A grandeza do “Santo de Israel”. 3 Veja comentários sobre 13 .2 0 . 73. ó habitante de Sião. O que fazem os sete Espíritos do SE N H O R ao Renovo? 3.ile Deus em um mundo escuro e sombrio. De que modos a “outra vez” de I I. 2 Stanley M .. 2 8 0 -2 8 2 . S. requer exultações e cânticos (Heb. p o rq u e g ra n d e é o S anto de Isra el no m eio de ti. Esta é uma conclusão apropriada para os capítulos 7 a 12. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . W idyapranawa.17 onde “a espada do Espírito. Tal música desperta fé e esperança. RJ: CPAD. 1 9 9 5 ). Quais serão os resultados do seu governo e quando isto aconte­ cerá? 4. Eerdmans. H . E f 6 . “procla­ mando brados de alegria”). H orton. que está no meio do povo santo c redimido de Sião. 6 E x ulta e can ta de goz o. . A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 4 Alguns entendem o que fala como sendo as doze tribos de Israel unificadas.

A Destruição da Babilônia I3.I8 Após o maravilhoso hino de louvor.I-23. reconhecendo que o mal ainda existe no mundo. nos capítulos seguintes.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá I3. estão entremeadas mensagens para o povo de Deus. e . mas não em ordem cronológica e não como separadas dos procedimentos de Deus para com Judá e Jerusalém. Isaías se vol­ ta para o tema do juízo. Estes capítulos tratam de na­ ções estrangeiras. A. de modo que. Ao longo de todas elas nós vemos a glória do Deus soberano e Todopoderoso e a realidade das suas promessas. Ele é o único Deus verdadeiro sobre toda a terra. Nações estrangeiras são envol­ vidas no juízo de Deus e libertação de seu povo.23 Esta profecia é concernente à famosa e esplêndi­ da cidade da Babilônia dos próprios dias de Isaías.I-I4.

é que o controle assírio sempre foi bastante tênue. Apêndice B). religiosa e cultural da Babilônia a alegar grandeza. Babilônia reivindicava a liderança religiosa e cultural do mundo nos dias de Isaías. Babilônia ainda retinha impor­ tância política.1A Babilônia nos tem­ pos assírios era o maior centro de comércio e indústria no vale do T igre e do Eufrates (veja mapa. Até que Senaqueribe finalmente destruiu a cidade. os reis assírios tinham orgulho deles próprios em ser os protetores da Babilônia. em uma época posterior. Várias vezes Bel e Nabu são mencionados sem qualquer referência a qualquer outro deus. A Assíria. Até mesmo no tempo da conquista de Jericó por Josué.TiglatePileser III “deixou suas liberdades e seu território semelhantemente incólume”. Babilônia foi lembrada por Heródoto em sua história como “uma das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”. A possessão da Babilônia significava um grande negócio ao prestígio da Assíria. e eles eram extremamente pacientes com o povo da cida­ de.3 Babilônia dominava a religião da Assíria. não tratou a Babilônia como um Estado de im portância secundária.7 Alguns reis assírios até mesmo enviavam parte do espólio das suas conquistas para Babilônia em vez de enviar tudo a Nínive. Igualmente. “uma boa capa babilônica” era alta­ mente cobiçada (Js 7.2 Bel e Nabu (N ebo) são freqüentemente men­ cionados pelos assírios nas listas de deuses cuja proteção eles busca­ vam ou a quem eles declaravam honra.6 Outro fator que Isaías soube a respeito. Desde tempos antigos ela era poderosa e bem organizada. As cartas estatais da Assíria mostram que os assírios incluíram os deuses da Babilônia entre os seus próprios.não à Babilônia posterior de Nabucodonosor.8 .4 Babilônia nunca consentiu ser incorporada ao Império Assírio. como se eles fossem os chefes ou os mais venerados deuses daquele rei assírio em particular. Até mesmo mais importante.21). N ão foi apenas a liderança comercial. confirmando a importân­ cia da Babilônia. por todo o seu cruel poder militar.5 Até mesmo quando a desunião interna da Babilônia a levou a submeter-se ao jugo assírio.

C. Tiglate-Pileser III fez da Babilônia o primeiro grande objetivo no seu sonho de estabelecer um império mundial.1 1 A Babilônia era o centro da atenção mundial nos dias de Isaías.Nenhum rei da Assíria ousou proclamar-se rei da Babilônia so­ mente com o pretexto de ter conquistado a cidade. Normalmente os reis assírios acrescentavam o nome de um país conquistado a uma lista dos que eles governavam.. A maioria dos reis assírios não desejava fazer isto. se auto-proclamou “o rei poderoso.. cerimônia de pegar as mãos de Bel— Marduque. fez os reis assírios temerem desobedecer as demandas dos sacerdotes babilônicos de Marduque: Um legítimo rei da Babilônia deve ser reconhecido por Marduque. rei da Assíria. e Deus lhe deu uma mensagem pesada para ela.12 A profecia concernente a isto foi provavelmente colocada prim ei­ ro nestas séries por causa de sua importância. . Sua queda aponta ao futuro para a queda final do sistema mundial babilônico descrito nos capítulos 17 e 18 do livro de Apocalipse. de modo que eles se contentavam com um título menor. da Babilônia. O profeta viu o juízo da Babilônia como vindo no curso da sua própria vida. mas ele era só “vice-rei”. a destruição da Babilônia aqui é um exemplo. mas humilde.9 O reconhecimento assírio do deus babilônico Bel (identificado com M arduque) como o deus supremo. Certamente a destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a. ou vice-presidente. rei das quatro regiões do mundo. Porém. Babilônia. desde o tempo da torre de Babel. sinal. e para Isaías deve ter parecido o clímax do juízo de Deus sobre o mun­ do através dos assírios. M as não até dois anos antes de sua morte que nós encon­ tramos uma Tábua de Ninrode declarando-o “rei da Babilônia”. Salmaneser V por exemplo. rei da Suméria e da Acádia”. rei do universo. Isto significava que o rei devia estar em Babilônia no Dia de Ano Novo a cada ano e realizar a ilustre. era representativa de qualquer poder mundial que se levantava em orgulhosa desobediência a Deus. ou precursor do juízo final.10Sargão fez o mesmo. deve ter parecido o auge das atrocidades da Assíria.

Nas pedras nuas de uma alta colina.I. Era uma men­ sagem carregada de pesado juízo. filh o de A moz. ainda que eles não a conheçam. de modo que “entrem pelas portas dos príncipes”.7— A vitória deles será realmente o triunfo de Deus 12. ■ Eu dei ordens aos m eu s santificados. leva n ta i a voz p a ra eles e a cen a i-lh es com a m ão. Deus comandará e intimará os guer­ reiros a quem Ele consagrou para levar a efeito a sua ira. 0 JUÍZO PORVIR EM BREVE I3. onde os sinais facilmente po­ dem ser vistos. Eles eram chamados “portas dos príncipes” porque os ricos e poderosos babilônicos se consideravam os aristocratas do mundo naqueles dias.1— 5 1 P eso da B abilôn ia que v iu Isaías. os que ex ultam com a m inha majestade. A palavra “peso” ou “oráculo” ou “sentença” (Heb. O orgulho e arrogância da Babilônia merecem juízo. Isaías antecipava o juízo sobre a Babilônia. 2 A lçai u m a ba ndeira sob re o m o n te escalvado. Ele também ordena uma ruidosa chamada e o acenar de mãos para encorajá-los a vir. Deus ordena que uma bandeira seja elevada como um sinal para o ajuntamento de tropas. A ânsia deles para a batalha se compara com a atitude da Assíria em 10. Isaías “viu” isto.I-22 a. Isto refere-se a uma palavra. ele recebeu isto como uma visão profética ou mensagem. porque Ele trará o seu juízo sobre eles no devido tempo. ou pronunciamento da parte de Deus. provavelmente os portões da Babilônia. declaração. . A Ira de Deus sobre a Babilônia 13. “Eu” está na posição enfática. p a ra q u e en trem p ela s p o rta s d os p rín cipes. quer dizer. j á cham ei os m eu s valen tes pa ra a m inha ira. sim . Aqueles que vêm contra a vontade desta se exultarão na majestade de Deus. Eles são “santificados” no sentido de que Deus os consagrou para cumprir a sua vontade. massa") signi­ fica “algo levantado”. Desse modo. muito embora eles possam não conhecê-la.

Assim. d esd e a ex tre m id a d e d o céu . Isaías ouve o barulho de muitas “nações já congregadas” para a guerra contra a Babilônia. Deus está usando um exército terrestre para trazer juízo sobre a Babilônia e destruí-la. Usando um jogo de palavras. a voz do reb oliço de rein o s e de n a ções j á congregadas.6— 13 6 U ivai. e o seu exército a destruiu. Como a Assíria era a vara na mão de Deus para trazer juízo sobre Israel (10. p a r a d e s tr u ir toda a q u ela terra. O exército assírio era como uma avalanche. povo da Babilônia se lamentará. Aqui. pois o Dia do SE N H O R está perto de chegar. Senaqueribe e os assírios exigiram a vitória sobre a Babilônia. agora a Assíria e seus exércitos combinados de muitas terras distantes se tornam “os instrumentos” para trazer o juízo de Deus sobre a Babilônia. se tornando cada vez maior à medida que avançava: Os assírios perm i­ tiram aos homens de cidades e nações conquistadas juntarem forças com eles para recuperarem algumas das suas próprias perdas por le­ varem os despojos do próximo lugar de conquista.13 O jogo de palavras enfatiza que Deus O . M as Deus está realmente no controle.5). o SENHOR e o s in s tr u m e n to s da su a in d ign a çã o. p o rq u e o dia do S enhor está p erto .4 J á se o u v e a g r ita r ia da m u ltid ã o sob re os m ontes. 3 J á v e m d u m a terra d e longe. Isaías diz que Deus é Yahweh tíva oth e Ele está reunindo um tív a ‘ para a guerra. O Dia da Ira do SE N H O R Está Próximo 13. vem do T odop o d ero so com o assolação. às vezes se refere a exércitos terrestres e às vezes a hostes angelicais. assolação) da parte de Shaddai (o Todo-Poderoso). Tseva significando “hoste” ou “exército” (plural. Usando outro jogo de palavras. O SENHOR dos E x ércitos p a ssa em revista o ex ér­ cito de g u erra . sem elh an te à de u m g r a n d e p o v o . tfv a ‘oth). b. Isaías diz que aquele dia virá como uma shod (destruição violenta.

torna-se um exemplo do juízo futuro que virá no D ia do S E N H O R final. e se an gu stiarão. Os seus rostos fica­ ram “flamejantes”.m lugar do próximo) Isaías está falando do Dia do S e n h o r final. Pode ser que começando com este versículo (e. Em vez de pegarem em armas para se defen­ der. 9 Eis qu e o dia do SENHOR vem .pode manter as suas promessas. Babilônia não poderá resistir à destruição violenta do Dia do S E ­ que está próximo. Aqui. e apoderar~se~ão deles d ores e ais. convulsionados com a dor que se apoderará deles como as dores agudas de uma “mulher parturiente”. o seu rosto será rosto fla m eja n te . e a sua coragem desaparecerá quando o coração dos homens se desanimar. co m f u r o r e ira ardente. “A terra” (Heb. Isaías está olhando para “o dia do S e n h o r ” como algo iminente. inflamados pela vergonha da sua derrota. NHOR Eles ficarão tão terrificados que perderão os sentidos. cada u m se espan tará do seu p r ó x im o . depois que os assírios to­ maram o controle da Babilônia. horrendo. eles a trataram com respeito e honra —até que o rei assírio Senaqueribe a destruiu. Esta destruição súbita e violenta chocou e surpreendeu os babilônios.C. e o cora çã o de todos os h om en s se desan im a rá. Durante anos. . tornando “a terra em assolação” e destruindo os pecadores sobre ela. baarets ) também pode significar “o planeta terra”. co m o a m u lh er p a rtu rien te. eles estarão tão desmoralizados que as suas “mãos se debilita­ rão ’.14 O que Isaías vê aqui é a ira de um Deus santo que é despejada. 7 P elo q u e todas as m ã os se debilitarão. Eles não poderão fazer qualquer coisa ou pensar em qual­ quer meio para se salvar. s E a sso m b ra r-se-ã o . p a ra p ô r a terra em assola ção e d estru ir os p eca d o res dela. A destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a.

a su a iniq üidade.13). Este pode ter sido de fato na índia.28. Portanto. como Jerônimo e a Septuaginta sugerem. em seu furor e ira Ele fará os céus se estremecerem e a terra se mover do seu lugar. e abaterei a soberba dos tiranos. sobre os ím pios. O futuro Dia do SE N H O R envolverá escuridão por sobre toda a terra (cf. O remanescente será pequeno —este é comparado à escassez de puro ouro. mas para toda a terra habitada. 1 0 . e fa r e i cessa r a a rrogâ n cia dos atrevidos.22. a presunção do orgulhoso. O local de Ofir é hoje desconhecido.18. 12 F arei que u m hom em seja m a is p recio so do qu e o ou ro p u r o e m a is ra ro do qu e o o u ro f i n o de O fir. Am 5.1 1) em uma viagem de três anos (I Rs 10. e. O castigo aqui não é somente para Babilônia. . 13 P elo qu e f a r e i estrem ecer os céu s.12. e a lua não f a r á resp la n ­ d ecer a su a luz. M uito do ouro de Salomão foi trazido de Ofir (I Rs 9.10 P orque as estrela s dos céu s e os a stros não d eix a rã o b rilh a r a su a luz. Ap 6. O justo juízo de Deus será sobre a maldade do mundo —as enroscadas atividades do ímpio.22). Tal linguagem às vezes era usada a respeito de tremendas tempestades e terremotos. 5. p o r ca u sa do f u r o r do SENHOR dos E x ércitos e p o r cau sa do dia da su a a rd en te ira.30. M t 24. devido ao fato do mundo merecer o juízo de Deus. o so l se escu recerá ao nascer. especialmente “o ouro fino de Ofir”.29. 11 E v isita rei sob re o m u n d o a m aldade. só juízo sobre um mundo corrompido pelo pecado e maldade. Não há nenhuma compaixão aqui. e a terra se m o v erá do seu lugar. O juízo cairá sobre os indivíduos e a humanidade em geral. Eles to­ dos serão humilhados e abatidos por causa das suas obras más. e a arrogân­ cia dos tiranos que violentamente exercitam a sua autoridade. 8.

. aqueles que não são babilônios fugirão para as suas próprias terras. Estes prova­ velmente incluíram a maioria dos 200.18 Ciro se considerava um libertador das cidades que ele conquistara e não teria permitido esses tipos de comportamento. violada. Os assírios instalaram vários povos cativos em Babilônia para substituir os 208. A ove­ lha sem pastor ( “ovelha que ninguém recolhe”) indica que o seu suserano babilônico já não estava presente para os confinar. Primeiro.150 cativos levados de Judá.000 babilônios que Senaqueribe reivindicava ter tirado antes.C. Era comum para eles mata­ rem os bebês. cada u m v o lta rá p a ra o seu p o v o e cad a u m f u g i r á p a ra a su a terra.C. não houve nenhum combate e nem tais atrocidades.16 16 E su a s cria n ça s serão despedaçadas p era n te os seu s olhos. e.14— 22 14 E cad a u m será co m o a co rça qu e f o g e e com o a ovelha que n in gu ém recolhe. Os assírios eram impiedosos e cruéis. 15 Eodo o qu e f o r achado será traspassado e.. as su a s casas serã o saqueadas.15A figura de uma “corça que foge” demonstra quão rápido eles correram para escapar. a m u lh er de cada u m . eram todos eliminados.c. Babilônia Breve Será Subvertida 13. M as neste momento Deus . os quais descrevem a destruição da Babilônia em 689 a. Esar-Hadom. ca irá à espada. todo o qu e f o r apanhado. Isaías agora retorna aos seus próprios dias e dá vários aspectos do juízo sobre a Babilônia por Senaqueribe em 689 a. pilharem preciosidades das casas e estuprarem mulhe­ res. Os anais de Senaqueribe. Os babilônios não escaparam. dizem que as praças públicas ficaram abarrotadas de cadáveres.17 Quando Ciro e seus exércitos entraram em Babilônia em 539 a. Se eles eram achados se escondendo na cidade ou tentando escapar.C. confirma em seus registros que quando Senaqueribe destruiu a Babilônia. o filho e sucessor de Senaqueribe. os povos ca­ tivos fugiram de volta às suas próprias terras.

e não se com p a d ecerã o do f r u t o do ven tre. Certamente. nem ta m p ou co d esejarão ouro. Os exércitos posteriores dos medos e persas se consideravam os libertadores da Babilônia da anarquia de Nabonido e Belsazar. qu e não f a r ã o caso da prata.19 Os assírios no tempo de Senaqueribe rotularam todos os medos e persas de “M adai”.22 lti E os seu s arcos d esped açarão os jo v e n s. Por outro lado. Depois Sargão II recebeu tributo deles e os manteve sob controle. Isto não se ajus­ ta ao tempo posterior de Ciro. não é impossível que Isaías reconhe­ cesse especificamente o contingente medo do exército de Senaqueribe em 689. Ciro foi um tipo diferente de con­ quistador. o povo da Babilônia deu as boas-vindas ao exército dele deixando abertos os portões de cidade. eles podem ser designados como a parte do exército que não queria despojos (não fazendo nenhum “caso da prata. ou seja. o seu olho não p o u p a rá os filh o s . Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.20 Os medos a quem Isaías se refe­ riu pode ser um termo geral para os exércitos combinados de Senaqueribe. 17 Eis qu e eu d espertarei con tra eles os m edos. O tratamento cruel e a matança impiedosa descritas neste verso eram típicas dos exércitos assírios. Quando Isaías era jovem.C.C.. desde que Heródoto falou dos exércitos de Senaqueribe como “as hostes árabes”21 depois que Senaqueribe atravessou a Arábia em 688 a. só vingança. nem tampouco desejarão ouro”). Tiglate-Pileser III fez uma conquista mais completa da qual ele chamava “os poderosos medos”. Eles deram a Ciro até mesmo uma entrada triunfal completa com folhas de palmeiras. Re­ gistros antigos mostram que em 539 a.retirou a sua mão e permitiu aos assírios mostrarem a sua crueldade para o povo da Babilônia. medos. Os assírios dirigiram oito campanhas contra a M édia um pouco antes da época de Isaías.23 .

Que os assírios não sejam mencionados aqui está em linha com o reconhecimento de Isaías de que um Deus santo estava usando os assírios para trazer o seu juízo divino. A primeira parte é lite­ ralmente: “Ela não se assentará para sempre.25 Isto precisa ser conectado com a últi­ ma parte do versículo 22. e os sá tiros p u la rã o ali. Antes da sua destruição em 689 a. Até mesmo Senaqueribe tratou a cidade com considerável respei­ to até que ele finalmente decidiu que esta devia ser destruída. de modo que a sua destruição se compara com a de Sodoma e Gomorra. e os seu s dias não se prolon garão. a expectativa da Babilônia era de uma longa e ininterrupta exis­ tência. o o rn a m en to d os reinos.24 N inguém acre­ ditava que qualquer coisa pudesse destruí-la. A captura da cidade pelos assírios não mudou essa expectati­ va. qu an do D eu s as tra n s­ torn ou . será com o S odom a e G om orra. e a su a casa se en ch erá de h o rrív eis a n i­ m a is.20) são ativos. n em ta m p ou co os p a sto res a li f a r ã o d eita r os seu s rebanhos. ela não ficará [continu­ ará] de geração em geração”. e a li habitarão os avestru zes. Ele não dá nenhuma esperança para a cidade neste momento. A Babilônia. onde a repetição enfatiza que a destruição da Babilônia está para vir em breve. A ênfase do versículo 20 não é sobre um estado futuro. nos dias de Isaías. mas nas . era realmente uma jóia ou “orna­ m ento” entre os reinos antigos. A cidade foi demolida.19 E B abilôn ia. 22 E as f e r a s qu e u iva m g r ita r ã o u m a s às o u tra s n o s seu s p a lá cios vazios. 21 M as as f e r a s do deserto rep ou sa rã o ali. O mundo daqueles dias expressou horror e choque na sua súbita e total destruição por Senaqueribe. não passivos. co m o tam bém os chacais.C. Os verbos (v.. n em reed ifica d a de g era çã o em g era çã o . n os seu s p a lá cios de p ra z er. p o is bem p e rto j á vem chegando o seu tem po. Os caldeus sob o comando de Merodaque-Baladã a fez “a glória” de sua soberba. 20 N u n ca m a is será habitada. n em o árabe a rm a rá a li a su a tenda. a g ló r ia e a soberba dos caldeus.

onde árabes e pastores a evitariam e onde animais selvagens fariam dela a sua morada. A sua compaixão é um intenso amor cheio de misericórdia e afeto. que eles não esperavam. e a casa de Isra el p o ssu irá esses p o v o s p o r serv o s e p o r servas. o Grande.C.26Este era exatamente o caso em 689 a. Em vez de nações os levando cativos. As condições serão o contrário do que eram nos dias de Isaías. Ciro e Alexandre. Esar-Hadom a reconstruiu. e cativarão aqueles qu e os ca tiva ra m e d om in a rã o os seu s opressores. De modo que depois de um tempo. 2. e a ju n ta r -se-ã o com eles os estranhos. Compaixão sobre Judá 14. A cidade era muito importante para ser deixada na condição descrita nestes versos. suas ruínas ainda nos lembram que Deus destruirá a maldade. Ele ainda é fiel.2 1 P orque o S enhor se com p a d ecerá de Ja có . Antes de continuar com o julgamento sobre a Babilônia. 2E os p o v o s os receb erã o e os levarão aos seu s lugares. e Israel dominará so­ . paz e descanso. e se achegarão à casa de Ja có .I-23 a. Os seus capturadores serão os cativos. n a terra do SENHOR.atuais esperanças da Babilônia. e os povos das nações servirão a Israel. e ain da elegerá a Israel. Nabucodonosor a aumentou. Instalar os israelitas “na sua própria terra” poderia também significar proporcionar-lhes segurança. Em vez de nações tomando posse de Israel. mas não em qualquer outra época na história da Babilônia. Israel possuirá as nações. o significado não é que a cidade nunca seria habitada.. embora Saddam Hussein tenha tentado restabelecer partes da antiga Babilônia. ISRAEL É RESTAURADA MAS BABILÔNIA É JULGADA I4. as nações irão recolocar Israel na sua própria terra.1. súbita e total destruição da Babilônia. Isaías lembra a Israel (tam bém chamada Jacó) que o propósito de Deus não mudou. e o p o r á na su a p ró p ria terra. e ela permaneceu uma grande cidade durante muitos sécu­ los —só sendo gradualmente desabitada depois que Bagdá tomou a liderança naquela parte do mundo. e na breve. Assim.27 Hoje. a honraram.

n o d ia em q u e o S enhor v i e r a d a r -te d esca n so d o teu trabalho. p r o ferirá s este dito co n tra o rei da B abilôn ia. Embora N abucodonosor depois tenha instalado os judeus na Babilônia. Porém. Deus ainda usará Israel no seu plano divino. Embora moldada após as orações funerárias reais do dia. o povo poderá proferir “este dito”. uma canção zombeteira contra o rei da Babilônia. Tiglate-Pileser III levava os povos para o exílio na esperança de controlá-los melhor.28 O rei não é nomeado por­ que ele não merece ser lembrado. revelando a verdade a respeito do rei. e da d u r a se r v id ã o co m q u e te f i z e r a m serv ir. do tremor e do trabalho duro sofridos por aqueles que foram levados cativos pelos assírios.28— 30). £ Haverá um dia de alívio da opressão.29 Ele estabeleceu o Neo-Império Assírio e instituiu a política de levar os povos cativos para outras terras. Estes fatos correspondem a Tiglate-Pileser III. seu conteúdo é agudamente satíri­ co. . ele não os fez passar por tal sofrimento e trabalho força­ do. Porém. este particular rei da Babilônia é identificado nos versículos 17— 0 como alguém que não deixou os seus cativos voltarem às suas 2 casas e ele próprio não recebeu um enterro apropriado com direito a tumba como os outros reis. 4 então. o único rei assírio nos dias de Isaías que levou o título “o Rei de Babilônia” e ascendeu a seu trono. e dirás: C om o cesso u o op resso r! A cid a d e d ou ra d a a ca b ou ! Quando esse dia vier. um conquistador diria aos habitantes de uma cidade quanto imposto ou tributo eles tinham de pagar e então os deixaria voltar e reconstruir as suas casas. Antes do seu tempo. O reino de Deus iniciado por Jesus trouxe alívio (M t 1 1. mas o M ilênio trará alívio completo.bre os déspotas que uma vez os oprimiram. e d o teu trem or. U m Escárnio Contra o Rei da Babilônia 14. b.3— 8 a co n tece r á que.

10. Todos os anos o exército assírio saía em cam­ panhas militares e implacavelmente “feria os povos”. sem que a lgu ém o p ossa im pedir. O mundo se alegra com a morte desse opressor..12).C. 6 A quele qu e f e r i a os p o v o s co m f u r o r .I I ) . Nenhum lenhador assírio vem para derrubar “as faias [ciprestes] . o q u e com ira d om in a va as nações. 33. Tiglate-Pileser III e as suas forças eram extremos em sua brutali­ dade contra as nações. 10.24). “Júbilo” inclui gritos de alegria. . Ele tomou o título “o Rei de Babilônia” em 729 a. n in gu ém sobe co n tra n ós p a ra n o s cortar. pois agora pode desfrutar de repouso e quietude (cf. pois até mesmo o mundo natural se alegra. j á está sossegada toda a terra ! —ex cla m a m com jú b ilo. agora. mas eles são julgados por seu turno (cf.A morte dele cumpriu perfeitamente as profecias nos versos 18— 20. Em seus registros. Tiglate-Pileser diz que esmagou qual oleiro ao barro todos os que não o obedeceram e os espalhou ao vento como um furacão. Ninguém po­ dia conter a sua cruel agressão. 37. Agora Isaías zombeteiramente se dirige ao falecido rei por meio das árvores da floresta.9. 8 A té as f a i a s se a legra m sob re ti. dois anos antes de sua morte. 2. 7J á descansa. e os ced ros do Líbano. Zc I .30 5 J á q u ebran tou o Senhor dom inadores. é p ersegu id o. co m p ra ga in cessa n te . e os cedros do Líbano” (cf. dizendo: D esd e que tu caíste. N a I . Ele os usa para trazer o seu juízo.I 5. o bastão dos ím pios e o cetro dos O SE N H O R verdadeiramente é aquEle que quebra “o bastão [po­ der] dos ímpios [o povo culpado]” e “o cetro [autoridade adminis­ trativa] dos governantes”.34. Os detalhes desta passagem correspondem a ele.13... mas não se ajustam ao que nós sabemos dos reis babilônicos posteriores.

c. mas os seus tronos são sem nenhum sentido. co m o som d os teu s ala ú d es. Tiglate-Pileser III chamava a si mesmo de “o grande rei. o rei do universo”. Estes incluíam os líderes e reis mortos por Tiglate-Pileser III e seus exércitos. No Sheol (não a sepultura.9— 11 9 O in fern o. e os bichos te cobrirão. . mas o inferno)31 os espíritos dos mor­ tos são despertados para encontrar o rei da Babilônia. com­ parando-os a bodes que conduzem um rebanho. desp ertou p o r ti os m o rto s e todos os p r ín cip es da terra e f e z lev a n ta r do seu tron o a todos os reis das nações. Ele ti­ nha impressionado outros reis pela sua majestade e pelas suas reivin­ dicações de deidade. “bodes”. Eles tinham retido a sua identidade pessoal. Eles não mudaram. Como parte de seu julgamento ele não teve um enterro apropriado. O seu corpo foi deixado sem nada da glória com a qual se vestia em vida. desde o p ro fu n d o . ele foi trazido até ao Sheol ( “inferno”). o rei poderoso. p a ra te sa ir ao en co n tro na tu a vin d a . tendo se tornado em nada diferente de qualquer outro pecador. 10 E stes todos resp on d erã o e te d irã o: Tu tam bém a d oeceste co m o n ós e f o s t e sem elh a n te a nós. M as agora eles estão reduzidos a fraqueza. Eles estão pasmos de que na sua morte ele se tornou tão fraco e tão ineficaz quanto eles. Tiglate-Pileser III era o rei mais poderoso do seu tempo. os bichinhos. Eles são retratados como sentados na escuri­ dão sobre tronos sombrios. Apesar de toda a sua pompa. se tu rb o u p o r ti. Ele está agora sobre um leito de larvas e coberto de vermes. Os líderes são chamados no hebraico Jattudim . se estenderão. debaix o de ti. sendo reconhecidos uns pelos outros. 11J á f o i derrib a d a no in fern o a tua soberba. A Recepção do Rei da Babilônia no Sheol 14.

f i lh a da a lv a ! C o m o f o s t e lan çado p o r terra. [eu] me assentarei”).. a ver­ dadeira “resplandecente Estrela da manhã” (Ap 2 2 . ele está em contraste com Cristo. ex a lta rei o m eu trono. determinou que se ascenderia ao céu. O rei é chamado de “a estrela da manhã. da banda dos lados do N orte. a cim a das estrelas de D eu s. m e assen tarei. Como a estrela d’alva que enfraquece na luz do amanhecer. [eu] exal­ tarei. Satanás estava certamen­ te por trás do orgulho e da arrogância do rei. versão latina da Bíblia Católica Romana. O Orgulho e a Queda do Rei da Babilônia 14. e. Lc 10. no m o n te da co n g re­ gação. ó estrela da m anhã.16). ele perdeu todo o seu brilho agora que está no inferno. disseram que aplicar o nome a Satanás aqui era um grande erro. e se assentaria “no monte da congregação” (Heb. O monteTsaphon ( “Norte”) era tido pelos pagãos como sendo o assento dos principais deuses. Como uma estrela da manhã em desvanecimento. Por causa das arrogantes reivindicações do rei da Babilônia. e. ou seja.. exaltaria o seu trono acima das estrelas de Deus..9). um termo tomado emprestado da Vulgata. Lutero e Calvino. Note a repetição do pronome “Eu” ( “Eu subirei. em seus pensa­ mentos ambiciosos. Não obstante. tsaphon). A KJV (Versão King James) traduz “estrela da manhã” como “Lúcifer”.32 13 E tu dizias n o teu cora çã o: Eu su b irei ao céu. O povo piedoso de Jerusalém só reconhecia um único Deus verdadeiro e um único lugar .d.. o nome Lúcifer foi aplicado ao diabo por Jerônimo (o tradutor da Vulgata latina) — reconhecendo que Satanás de fato caiu do céu (cf. tu que debilitavas as na ções! A pompa derrubada no Sheol é descrita como uma queda “do céu”. filha da alva”. cujo significado é “portador de luz”. A ascensão do rei “ao céu” era somente pela sua arrogância e autoexaltação. contudo. Em seu coração. Certamente Satanás não ficou tão fraco quanto as pessoas no inferno (Is 14.12— 17 12 C o m o ca íste do céu. Ele que uma vez derrotou as nações está agora quebrado em pedaços sobre a terra.18).

e d irã o: É este o va rã o q u e fa z i a estrem ecer a terra e qu e fa z i a trem er os rein os? . o rei da Babilônia também disse que ascenderia acima das nuvens mais altas. 1 4 .1 8 — 20). Continuando o pensamento dos versículos 9— o auto-exaltado 12. etc.2 4 . Que pecado profundo era isto! Era como o pecado de Adão e Eva. um título que realmente só pertencia ao único Deus verdadeiro. ao m a is p r o fu n d o do abismo. rei da Babilônia.)33 16 O s que te v irem te con tem plarã o. Esta mesma arrogância foi depois exibida por Senaqueribe. “ao mais [íntimo] profundo do abismo”.4 ).4). Assim.). levado será s ao in fern o. Senaqueribe estava realmente reivindicando ser maior do que qualquer deus. cf. a audiência de Isaías reconheceria que o rei da Babilônia estava reivindicando ser maior que qualquer deus.2 2 . o pecado da torre de Babel.1. (A palavra “abismo” é usada aqui como um sinônimo para Sheol. SI 48.sobre a terra onde Ele estava se manifestando —o monte Sião (veja o Dt 12. que estava tentando alcançar o ponto mais alto no céu. será levado até à mais baixa parte do Sheol —na realidade. 'elyon. 2 Ts 2 .1 8 -2 0 .2. co n sid era r-te-ã o . até mesmo maior que o Deus de Israel —a quem ele classificou com os deuses das outras nações. N o seu orgulho.2 5 . Ezequias. e será o pecado do Anticristo (2 Ts 2.5. até mesmo maior que o único Deus verdadeiro. contu do. quan­ do este enviou o seu principal oficial m ilitar para que tentasse conse­ guir a rendição de Jerusalém e para adverti-los a não escutarem o rei deles. acima de onde era imaginado que os deuses viviam. ou confiarem no S E N H O R (3 6 . Por este ato ele se poria no mesmo nível que o “A l­ tíssim o” (Heb. 14 S u b irei a cim a das m a is altas n u v en s e serei sem elh a n te ao A ltíssim o. Dn 4 . Gn I I . ls E. 1 -4 .1 7 .

não a Satanás. e é uma indicação a mais de que o significado primário desta passa­ gem se aplica a Tiglate-Pileser III. co m o u m a v este de m o rto s atravessados à espada. Nos tempos bíblicos. Ele também instituiu a política de levar os povos ao exílio em vez de os deixar voltar e reconstruir as suas casas. “como corpo morto e pisado”. como um vestido saturado de sangue das pessoas mortas pela espada. 19 M as tu és lan çado da tu a sepu ltu ra. algo considerado humilhante pelo povo da antigüidade. haisP) significa um indivíduo do sexo masculino. com o corp o m orto e pisado. O Rei da Babilônia Carece de um Enterro Digno 1 4 . ja z em com honra. e. Ironicamente. ou deserto. co m o u m ren ovo ab om in ável. “renovo” (Heb. 17 Q u e p u n h a o m u n d o com o u m deserto. Isto também confirma o fato de que Sheol não é a sepultura. Em contraste com todos os outros reis da época. As pessoas olharão para o cadáver dele e dirão com surpresa e repugnân­ cia: “E este o varão que fazia tremer a terra e que fazia tremer os reinos?” “O varão” (Heb.Agora Isaías dirige a nossa atenção ao fato de que o corpo de Tiglate-Pileser III jazeria insepulto. deixando cada um deles como um sertão. ou mausoléu. Tiglate-Pileser III despojava todas as coisas valiosas dos territórios que conquistava.1 8 -2 0 T odos os reis das nações. todos eles. pois o corpo do rei não estava em uma sepultura. e assolava as su a s cidadesP Q u e a seu s cativos não d eix a va ir soltos p a ra a casa delesP No estabelecimento do Neo-Império Assírio. netser) é . Tiglate-Pileser III não seria enterrado regiamente em uma tumba mag­ nífica. Ele seria expulso “como um renovo abominável”. cada u m na su a casa. com o os qu e descem ao co v il de pedras. as tumbas eram consideradas importantes na honra ao morto.

p o r c a u s a d a m a ld a d e d e s e u s p a ís . D eu s d e s a rra ig a rá o seu n o m e — o u seja.I . p o r q u e d e s t r u í s t e a tu a te r r a e m a ta s te o teu p o v o . B a b ilô n ia T o rn a -se u m a T e rra P a n ta n o sa 1 4 . 22 P o r q u e m e le v a n t a r e i c o n t r a eles.1 8 . e a g ló ria do ju sto R en o vo d a lin h ag e m de D avi. d iz o SjENHOR d o s E x é r c i­ tos. e en ch a m o m u n d o d e cid a d es. f. o v erd ad eiro R e i d o s reis e S e n h o r d o s senh o res! 20 C o m e le s n ã o te r e u n ir á s n a s e p u lt u r a .2 1 — 3 2 21 P r e p a r a i a m a ta n ça p a r a o s filh o s. e d e s a r r a ig a r e i d e B a b ilô n ia o n o m e. . p o d e ser to m a d a co m o u m im p e rativ o : “N u n c a m e n ­ cio n e o n o m e d este d esc en d en te de m a lfe ito re s.a m esm a p alav ra u s a d a a resp eito d o M e s sia s em I I . o ram o p o d re q u e se au to d en o m in av a “o rei d o u n iv e rso ”. e p o s s u a m a te r r a . O co m an d o é tam b ém p ara p rep arar lu g ar p ara “a m atan ça p ara os filh o s” dele p o r causa d a cu lp a de seus pais. seu p o d e r e a u to r id a d e — e n ão lh e d e ix a rá u m re m an e sc e n te co m o E le p ro m e te u a Isra el. Jesus. O ju íz o de D eu s n ão é so m en te c o n tra o rei d a B a b ilô n ia . E sta r e s p o n s a b ilid a d e é a p o n ta d a c o n tra to d o s os reis d a A s síria cm Isa ía s 3 7 . m as c o n tra a p r ó p r ia B a b ilô n ia . a d e s c e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ã o s e r á n o m e a d a p a r a sem p re. e o s r e s íd u o s . e o f i l h o . A ú ltim a p a rte d o v e rsíc u lo a cim a. este rei d a B a b ilô n ia ”. Q ue eles n ão o u sem se levan tar “e p o ssu am a terra ” e en ch am a face da terra h ab itad a co m cid ad es — que serv iriam com o sím b o lo s d o p o d er e d a au to rid ad e deles. d iz o Sen hor . e o n eto . p a r a q u e n ã o s e le v a n te m . O rei d a B a b ilô n ia n ão terá u m e n te rro d ig n o p o rq u e ele d e s tru iu a su a te r r a e m a to u o seu povo. T a lv e z esta seja u m a o u tr a raz ão p ela q u a l Isa ías n ão m e n c io n o u o n o m e d e T ig la te . “ a d e sc e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ão será n o m e a d a p a ra se m p re ”. Q u e co n traste en tre a vergo n h a do tiran o .P ile s e r III n e sta p assag em .

d iz o S e n h o r dos E xércitos.la “lag o as de á g u a s ” (o u p a n ta n a l) e v a rre r a c id a d e c o m a r íg id a “v a sso u ra de p e rd iç ã o ” se ria S e n a q u e rib e . N ó s sab em o s ap en as de u m a o casião q u a n d o a B a b ilô n ia se to rn o u u m p â n ta n o in a b itá v e l — os p o u c o s an o s d e p o is de 6 8 9 a. P o r q u e Isa ías in ic ia esta seção sobre p ro fecias estran g eiras co m a B a b ilô n ia? 2 . d e p o is d e lo n g a s eras. O q u e c ara c te riz a v a a B a b ilô n ia nos d ias de Isaías? 3 .C ...C . e d e v i­ d o ao fa to d o s b a b ilô n io s te re m d ad o as b o a s-v in d a s ao ex ército d ele. m as m e sm o a g o ra te m p o m a res e ja rd in s n as suas im e d iaç õ e s.C . e cav o u trin c h e ira s a p a r tir d o rio p a ra in u n d a r a c id a d e e tr a n s fo r m á -la em u m p ân tan o . Q u e d ec laraç õ e s m o stra m q u e a d e stru içã o d a B a b ilô n ia era p a ra v ir lo g o ? C o m o isto fo i cu m p rid o ? . A área te m se to rn a d o m ais p a re ­ c id a c o m u m d e se rto d e sd e o te m p o d o s s e lê u c id a s n o terceiro sécu lo a . a c id a d e d e H illa te m se s itu ­ ad o n a su a e x tre m id a d e m e r id io n a l. O ag en te d e D eu s p a ra to r n á . A d e s tru iç ã o d a B a b ilô n ia será ta l q u e só a n im a is in ferio res h a b i­ ta rã o n e la . E le a a rra s o u em 6 8 9 a . E s c ri­ to res m ais a n tig o s n o rm a lm e n te c o n e c ta ra m su a in u n d a ç ã o co m a n a rra tiv a d e H e ró d o to d o s u p o sto d esv io d o rio E u frates p o r C ir o .34 O s re g istro s de C iro . e v a r r ê la -ei co m va ssou ra de perdição.C . c o n tu d o . O q u e p e r m itir á ao povo cativo n a B a b ilô n ia fu g ir d e v o lta às suas p ró p ria s terras? 4 . são s ile n c io so s a re sp eito d isto . M a s B a b ilô n ia n ão tin h a a in d a se to rn a d o u m p â n ta n o in a b itá v e l. isto n e m m e sm o te ria sid o n ecessário .35 QUESTÕES DE ESTUDO 1. q u an d o S e n a q u e rib e d e m o liu a c i­ d ad e e in u n d o u o seu lo c a l.23 E red u z i-la -ei à p o ssessã o de co ru ja s e a lagoas de águas. D esd e o d é c im o -p rim e iro sé c u lo d .. O u tro s su g e re m q u e a c id a d e g ra d u a lm e n te se to rn o u u m p â n ta ­ n o in a b itá v e l.

Como este rei se exaltou? 7. 1 Ibid. que registrou o que os guias lhe contaram . H eródoto não era um historiador no sentido m oderno do termo. Robinson. 171. 19 51 ). H . 19 30 ). Charles Boutftower.C. 2:25. 1 9 2 6 -2 7 ). trans. 2 R obert H enry Pfeiffer. 7T heodore H . 22 0. 3. 2 1 4 . Como a destruição da Babilônia foi cumprida? CITAÇÕES 1 A m aioria dos com entários ignora isto e tenta aplicar esta profecia à con­ quista de Babilônia por Ciro. The Book o f Isaiah ÇChapters I-X X JÍIX ) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. como o de David L. 14.C. até mesmo com entários conser­ vadores a esse respeito. 78. A History o f Israel (O xford: Clarendon Press. 1:297. Ás vezes eles estavam corretos. 6 H erodotus. O que mostra que este rei era apenas um homem? 8. 9 D aniel David Luckenbill. ed. 151.C. 19 28 ). M anuel K om roff (N ova Y ork:Tudor Publishing Co. M cClure. 2 2 1 . History. trans. 1:383... 55.5. State Letters o f Assyria. 8 5 0 B. 2 9 . The Passing o f the Empires. 3 Ibid. 196. 2 0 9 . 19 35 ). Isaiah 1— em The 39. Por exemplo. 2 2 4. Que evidência a partir do capítulo 14 e da arqueologia mostra que o rei da Babilônia era Tiglate-Pileser III? 6. A. Ele era um turista grego do século V a. 182. to 33 0 B. vol. 19 93 ). 58. . 98. 137. 2 3 3 . 49. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 2 3 8 . 66. L. 129. 79. ed. American Oriental Series. 109.. Sayce (Londres: Society for Prom oting C hristian Knowledge. às vezes não. 112. 8 Pfeiffer. 10 Ibid. M . 197. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society.. 90. 193. 1 12 Cf. State Letters o f Assyria. Communicators Commentary (D allas:W ord Books. 19 0 0 ). 1:283. 138. 2 3 4 .. M cKenna. 4 Gaston Cam ille Charles M aspero. George Rawlinson. 106. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 5 Ibid. 2 vols. 2 3 6 .

Book o f Isaiah. 21 H erodotus. 14 Stanley M . 131. 3 0 6. 1 9 1 6 ). 76. 16 D aniel David. 19 01 ). Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 2 5 1 . Luckenbill. Old Testament Prohlems (Londres: M organ & Scott. 3 1 6. Boutflower m ostrou também bases razoáveis para isto. 4 2 -4 8 . 69. 2 :2 4 5 . Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 2 5 2 -2 5 4 . Veja McKenna. Pritchard. E. The Book o f Isaiah. 13 0 -1 3 1 . B. 19 87 ).. 2:6. 73. Book o f Isaiah. 51. Oxford U niversity Press. 73. Flecker. 1 9 9 8 ). 22 Cf.U O jogo de palavras é m ais óbvio no hebraico antigo que grafava somente as consoantes. Book o f Isaiah. 17T h irtle sugeriu que o Salm o 137 reflete os sentimentos passados dos cati­ vos que retornaram de Babilônia nos dias de Isaías. Veja tam ­ bém George Buchanan Gray. H orton. & T Clark. James W. 2a ed.. 28 John H . Irvine. 1:427. 19 24 ). RJ: CPAD. Joseph A. 316. 109.. 2 3 1. Isaiah 1— 173. 15 Luckenbill. 23 Ibid. George Livingstone Robinson. 18. 1:281. 83. 19 Luckenbill. 9. H orton. (Princeton: Princeton U niversity Press. 19 95 ). Eerdmans. 20 E. cf. 1 9 3 5 ). 19 48 ). Hayes e Stuart A. 39. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: Abingdon Press. A N ew Translation o f Isaiah. Archaeological H istory o f Iran (Londres: H um phrey M ilford for the British Academy. 109. Alexander. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. Pritchard. A New Translation o f Isaiah (Londres: E lliot Stock. State Letters o f Assyria. Pfeiffer. 30 Para m ais evidências disto veja Boutftower. 29 Flecker. History. W illiam Pringle (G rand R apids: W m . 31Veja Stanley M . . 133. Flecker foi um dos prim eiros a identificar o rei aqui como T iglate-Pileser III. Ancient Records. trans. 26 E. 18 James B. Commentary on the Book o f the Prophet Isaiah. ed. H erzfeld. ed. Ancient Records. 25 João Calvino. Ancient Near Eastern Texts. T h irtle. 24 Boutflower. (G rand R apids: Baker Book House. RJ: CPAD. 1:281. 1 9 4 9 ). rev. 19 54 ). A Criticai and Exegetical Commentary on the Book o f Isaiah I-XXXIX. Boutflower. 19 53 ). 27 Saddam H ussein tem tentado restabelecer algum as das ruínas da antiga Babilônia. The Annals o f Sennacherih (Chicago: U niversity o f Chicago Press. 1 9 5 5 ). A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. em The International Criticai Commentary (Edimburgo: T.

(G rand R apids: W m . Unger’s Bihle Dictionaiy (Chicago: M oody Press.37).1 26 E ste é o con selh o qu e f o i d eterm in a d o sob re toda esta terra. dizendo: C o m o p ensei. A destruição dos 185.12. 34 Joseph A. M as Deus tinha um firme propósito em quebrar a do­ minação assíria. B.14.36. Senaqueribe jamais fez outra campanha m ilitar durante os anos restantes do seu reinado. 1 9 6 9 -7 2 ). Young. e esta é a m ã o q u e está estend id a sob re todas as nações. Eerdmans. e isto é expresso em forte terminologia.C. assim se efetu ará. O propósito de Deus era castigar os assírios a seu devido tempo. p a ra q u e o seu ju g o se a p arte deles.) a profecia foi cumprida.32 Observe que o poder do rei term inou com a sua queda. e. na s m in h as m ontanhas. The Book o f Isaiah. Deus se comprometeu a quebrar e destruir os assírios na sua pró­ pria terra.14 I. 33 Sti’ol não é a sepultura. B. como a de um juramento. 1957). 1:304. 19 75 ). co m o d eterm in ei. N a época em que Isaías profetizou. O poder de Satanás ainda não term inou. em I (1 8 7 5 : reimpressão. e a su a carga se d esvie dos seu s om bros. 2 vols. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. Alexander.Juízo Sobre Muitas Nações 14. a pisa rei. 1:441. Cf. a s­ sim su ced erá .24-27 24 O SENHOR dos E x ércitos ju r o u . No ano seguinte (6 88 a. mas o lugar dos espíritos dos m ortos. A ASSÍRIA SERÁ ESMAGADA NA TERRA DE DEUS 14. 3 vols.000 homens do exército de Senaqueribe fez efetivamente isso (37. 25 Q u ebra n ta rei a A ssíria na m in h a terra. 116. Isaías viu isto em 10. 2 7P orque o . e. parecia que nada poderia pa­ rar a Assíria.24— 17. 35 M errill E Unger. G rand R apids: Zondervan Publishing House. a terra de Judá. Edward J. Veja nota em 5.

) Acaz tinha feito o tratado com a Assíria em desobediência a Deus (veja cap..28-32 28 N o an o em qu e m o rr eu o rei A caz. A FILÍSTIA NÃO ESCAPARÁ DO JUÍZO 14. seu poder sobre a Filístia estava quebrado. p orq u e da ra iz da cobra sa irá u m basilisco.C. e o seu f r u t o será u m a serp en te ardente. Ele é o Senhor da história. o in va lid a rá ? E a su a m ã o esten d id a está: quem . Alguns entendem “a vara que. M as com o tratado de Acaz. Isaías se volta agora para 715 a. porque o novo rei já estava no trono como um governante junto com o seu pai. Assim.7).SENHOR dos E x ércitos o d eterm in o u ..C... pois. toda a F ilístia. (Como em 6. Isaías pode ter tido em mente o poder da Assíria. não o ano da acessão do novo rei. Por outro lado. Davi tinha subjugado os filisteus. mas era um erro proceder dessa forma. a datação é no ano que o rei morreu.1 5 ).1. A “raiz” e o “fruto” significavam a árvore inteira (cf. Proveniente deste virá outro . 29 N ão te alegres. este parecia um bom tempo para se revoltar contra a Assíria. A sua mão está “estendida” para trazer juízo sobre as nações. feria” a Filístia como sendo a casa de Davi. voadora. quem . Judá se tornou subserviente à Assíria. um merisma semelhante em 9 . o ano em que o rei Acaz mor­ reu. p ois. Judá os tinha man­ tido por muito tempo em sujeição. o rei Sargão II estava ocupado tratando das revoltas no outro extre­ mo de seu im pério e não pôde expulsar M erodaque-Baladã da Babilônia naquele momento. Agora que ele se fora. 2. havia uma tentação para quebrar esse tratado. h ou ve este peso. a f a r á v o lta r atrá s? O propósito de Deus é estendido agora para toda a terra. p o r s e r quebrada a va ra qu e te f e r i a . Por conseguinte. Parecia ao povo que o poder assírio fora quebrado porque depois que Salmaneser V morreu em 72 2 a.1 4 . Nenhum ser humano ou poder terrestre pode impedi-lo de cumprir os seus pro­ pósitos.

yissad). totalmente desmoralizados e incapazes de resistir ao inimigo. p a ra qu e os opressos do seu p o v o nela en co n trem abrigo. 31 U iva. ó cida de. 36 e 3 7 com respeito aos procedi­ mentos de Deus em relação a Senaqueribe. Esta não poderia ser parada. mas o juízo de Deus trará fome e morte aos filisteus. cada um mais venenoso que o anterior. A “porta” representa a “cidade”. p o rq u e do N orte vem u m a fu m a ç a . todas as cidades e o povo da Filístia deveriam estar uivando e chorando.22). ó F ilístia. tu. a os m en sa geiros do p o v o ? Q u e o Senhor f u n d o u a Sião. Sargão II não atacou Jerusalém e Senaqueribe fracassou em tomá-la. deixando atrás de si a fumaça de cidades incendiadas. “Os necessitados” parece se referir ao povo de Jerusalém. Isto fala de Israel como o “primogênito de Deus” (Ex 4. m a s f a r e i m o r r e r de f o m e a tua raiz. “Os primogênitos dos pobres” é uma tradução literal. A expressão “do N orte vem uma fumaça” refere-se à vinda da Assíria como um exército poderoso. e n in gu ém f i c a r á so li­ tá rio no tem po determ in ado. Os mensageiros filisteus aparentemente querem que Ezequias se una a eles na rebelião contra a Assíria. porque eles serão derreti­ dos. pois. “Os opressos de seu povo” —até mesmo os mais pobres e mais humildes —acharão refugio seguro nela. 32 Q u e se respon derá.rei assírio traiçoeiro como uma serpente. e os n ecessi­ tados se deita rã o segu ros.2 30 E os p rim o g ên ito s dos p o b res serã o apascentados. em vez de se alegrarem. ó p o rta . e ambas as palavras aqui são coletivas. (Veja caps. Assim. g rita . estás toda d erre­ tida. M as Jerusalém deve declarar a sua confiança em Deus. e serã o d estru íd o s os teu s resídu os. e seria tolice de Judá unirse aos filisteus para tentar fazer isso.) . que “fundou-a” (Heb.

A Destruição de Moabe 15. e a D ibom . M oabe e f o i d esfeita. . e aos lu gares altos. todas as cabeças fi c a r ã o calvas. muito embo­ ra ele tivesse reinado como rei com seu pai durante seis anos. Ezequias conside­ rou 715 como o verdadeiro primeiro ano do seu reinado. Nem teria ele sido capaz de destruir os lugares altos e os altares em Efraim e Manassés antes que Oséias fosse derrotado e Samaria levada ao exílio em 722 a.1— Agora Isaías vê que essa ines­ 3). 2 Vai su bindo a B ajite. e toda a barba será rapada.14 Os capítulos 15 e 16 tratam de M oabe (descendentes de Ló.15) a Q uir (depois conhecida como Kerak) no sul. Isto aconteceu provavelmente durante o reinado do rei assírio Salmaneser.C. Isto pode significar que Salmaneser lutou ao mesmo tempo em várias frentes.Também é provável que quando Acaz morreu em 715 a. de Ar pelo rio Arnom no norte (N m 21. o reino norte de Israel o controlava de vez em quando. 3.C. a ch orar. certam ente.C. p o r N ebo e p o r M edeba. A forma destes capítulos é a de uma lamentação. f o i destru ída A r de . Ezequias estava livre para limpar o templo e celebrar a grande Páscoa descrita em 2 Crônicas 29. Amós profetizou contra M oabe (Am 2. Depois. em u m a noite. f o i d estru íd a Q u ir de M oabe e f o i desfeita. M oabe foi conquistado por Davi. ou que ele enviou unidades menores para as várias cidades. Desse modo. As cidades de M oabe não são mencionadas em qualquer padrão geográfico claro.27. a. perada e súbita destruição será difundida. Após a morte de Jeroboão II de Israel (7 53 a. M oabe u iv a rá . MOABE 15.37) localizado no lado oriental do mar M orto. Ele não tinha podido fazer isso enquanto o seu pai estava vivo.1— 9 1Peso de M oabe.3 a 30. Moabe tomou conta de algumas das cidades que antigamente eram israelitas. Gn 19..).36.1— 16. C ertam en te■em u m a noite.

com o E leale. Eleale estava localizada cerca de três quilômetros a norte-nordeste de Hesbom. Jaza estava localizada aproximadamente dezesseis quilôm etros a sudeste de Hesbom. Usar vestes grosseiras ( “sacos”) feitas do cabelo de cabras pretas era outro sinal de tristeza. nos seu s terraços e nas su a s praças. estava localizada cerca de cinco quilômetros ao norte do rio Arnom. Seus habitantes irão para o seu templo dedicado a seu deus. no cam in h o de H o ro n a im . Hesbom. os a rm a d o s de M oabe cla m a m . e para os seus lugares altos a céu aberto localizados na colina fora da cidade para lamentar. ao leste do Jordão e aproximadamente vinte e dois qui­ lômetros a sudoeste de Amã. p o r isso. pox-que perderam a coragem. 3 C in g ira m -se de p a n o s de sa cos nas su a s ru a s. Cabeças e barbas raspadas eram um sinal de profunda lamentação. tinha sido concedida aos levitas (Js 2 1 . 4 A ssim H esbom . a importante cidade sob o comando do rei Mesa. Os telhados e praças pú­ blicas estavam cheios com pessoas chorando. O país inteiro estava com o aspecto abatido. a su a alm a trem e d en tro deles. ou uivar. com o a n ovilha de três an os.39 ). anda g rita n d o . até J a z a se o u v e a su a voz. todos a n d a m u ív a n d o e choram a b u n d a n te­ m ente. 5 O m eu cora çã o clam a p o r cau sa de M oabe. O lamento de M oabe sobre as cidades de Nebo (leste do rio Jordão) e de Medeba (sudeste da extremidade norte do mar M orto) mostra que eles estão destruídos.Dibom. Camós. p orq u e. p o rq u e v ã o cho­ ra n d o p ela su bida de L uíte. Porém. fu g i r a m os seu s n ob res p a ra Z oar. junto com a vergonha por causa da derrota. Os soldados de M oabe gritam alarmados. ela foi capturada pelo rei M esa de M oabe e ainda estava em mãos moabitas nos dias de Isaías. luto e desgraça.

As riquezas acumuladas durante os tempos de prosperidade terão que ser removidas para preservação além do ribeiro dos salgueiros ao sul. cidadela. A fuga deles é rápida. estão na direção da extremidade sudeste da porção principal do mar M orto.27). até JEglaim che­ g a r á o seu clam or. O amor de Deus ainda estava estendido para Moabe. Luíte. a ancestral de Davi. o levarão.6).3. Js 13. Elas se tornaram áridas e desérticas. onde a preocupação de Abraão era realmente por Ló. 6 P orque as á gu a s de N in rim serã o p u ra assola ção. era uma colina. O povo de M oabe está fugindo para o sul a Zoar. Ele parece ter um lugar especial em seu coração para Moabe. ao rib eiro dos sa lgu eiros. p o rq u e se seco u o fe n o . As fontes de Ninrim. Horonaim era outra cidade a caminho de Zoar. 8 P orque o p ra n to rod ea rá os lim ites de M oabe. ou fortaleza que poderia oferecer refúgio tem­ porário. e não há v erd u ra algum a.9). possivelmente por causa da intercessão de Abraão por Sodoma em Gênesis 18. cuja filha se tornou a ancestral dos moabitas. veio de Moabe. e ain da até B eer-E lim chegará o seu ru gido. Quando Saul perseguia a Davi. provavelmente o ribeiro ou vadi Numeira (veja N m 32. d efin h ou a erva . Rute. O coração de Deus está sempre quebrantado por causa dos pecados do povo e por causa do juízo que deve vir. Davi levou seus pais a Moabe para protegê-los. a pequena cidade que escapou da destruição de Sodom a e G omorra (Gn 19. 7 P elo que a a b u n d â n cia que a ju n ta ra m e o que g u a rd a ra m .leva n ta m u m lastim oso pranto. .22). “M eu coração” é paralelo a “[Eu] acrescentarei” (v. assim como a de uma novilha de três anos na qual nunca foi posto jugo. embora o juízo deva vir sobre este.21. a caminho de Zoar. Deus está se lastimando por Moabe. Deus enterrou Moisés em algum lugar em M oabe (D t 34. provavelmente o vadi Zerek na fronteira meridional de Moabe.

uma fortaleza edomita no topo do monte próximo de Petra (onde remanescentes dos edomitas ainda existem). no d eser­ to. 2 D e ou tro m odo. Os moabitas fugitivos iriam para o sul do mar M orto a Sela. Eglaim pro­ vavelmente ficava no sul de Moabe. O país inteiro estava lamentando por causa da destruição.O clamor por socorro penetrou os limites de Moabe. H á alguns que interpretam o leão como sendo o exército assírio que continua atacando implacavelmente.4. Voltando à situação do povo de M oabe nos vaus do rio Arnom.Moabe Contrastada com Sião 16. Beer-Elim ( “poço dos heróis”) ficava na fronteira norte. Jerônimo disse que “Dimom” e “D ibom” eram usados de modo intercambiável. R ia­ chos que correm com sangue não era juízo suficiente —pois Deus ainda enviará mais. eles deverão enviar cordeiros como tributo “ao dominador da terra” (cf. su ced erá qu e serã o as f i lh a s de M oa be ju n to aos v a u s de A rn om com o o p á ssa ro vagueante. rei de Israel). . Nos Rolos do mar M orto e na Vulgata latina lê-se “D ibom” (veja 15. buscando ajuda.1— 5 1 E nviai o co rd eiro ao d o m in a d o r da terra. Até mesmo naquela fortaleza eles não se sentiam seguros.2). lan çado f o r a do ninho. p o rq u e ain da a crescen ta rei m a is a D im o m : leões co n tra aq ueles que esca p a rem de M oabe e con tra as relíq u ia s da terra. 2 Rs 3. onde o rei M esa de M oabe enviou 100.000 cordeiros como tributo a Acabe. até ao m o n te da fi lh a de Sião. b. As águas de Dimom constituem um riacho ao leste do mar M or­ to. Aqueles que escaparem do exército assírio serão atacados por leões. desde Sela. “Dimom” pode ter sido usado aqui para um jogo de palavras com a palavra hebraica para sangue (represa). 9 P orq u a n to as águ a s de D im o m estão cheias de sa n gu e. De Sela eles enviariam o tributo para Jerusalém.

e se ap resse a f a z e r ju stiça . e os opressores são co n su m id o s sob re a terra. p o rq u e o hom em v iolen to terá f i m .2—4 ] O trono que “se firm ará” numa imutável aliança que guarda o amor (Heb.5) olha à frente para o futuro. sendo o verdadeiro e legítimo her­ deiro de Davi e cumprindo a aliança dada a ele. ó M oabe. I 1. Ele sentará sobre o trono em contínua fidelidade em Jerusalém.Nos vaus do rio Arnom as mulheres fugitivas de Moabe eram como pássaros cujos ninhos foram espalhados. e p õ e a tu a som bra no p in o do . 5 P orque u m tron o se f i r m a r á em benignidade. e apresenta um contraste. Será um juiz justo e será diligente na promoção da justiça. Eles instam para que Jerusalém não os traia entregandoos nas mãos do inimigo. como Isaías tão freqüentemente o faz. 3 T om a conselho>ex ecu ta o ju íz o . Os agressores perecerão. [cf. dando-lhes refúgio da destruição assíria. e provejam um esconderijo seguro para os fugitivos. O contexto indica que o gover- . escon d e os d esterra d os e não descu bras os vagueantes. 4 H a b item en tre ti os m eu s desterrados. A últim a parte deste verso (como também o v. tomem uma decisão governamental. O Senhor os deixa saber que o tempo está vindo quando a extorsão e a destruição cessarão. e sob re ele no ta b ern á cu lo de D a v i se a ssen ta rá em v erd a d e vim que ju lgu e. e bu squ e o ju íz o . Os mensageiros moabitas falam. a d estru içã o é desfeita. Os moabitas querem que Jerusalém deixe os seus fugitivos vive­ rem com eles. m eio -d ia co m o a n oite. Sua condição lamentável mostra o quanto os moabitas precisam de ajuda. deixando-os vagar à toa. serv e-lh es de refú g io p era n te a f a c e do d estru id o r. hesed) é o trono do Messias. Eles querem que Ezequias e Je­ rusalém lhes dêem “conselho” (levem a efeito um plano).

p e rto d o m o n te N e b o n a p a r te n o rte de M o a b e ).n o d o M e s s ia s se e ste n d e rá aos g e n tio s .8 ) . M o a b e u i v a r á p o r M o a b e .H a r e s e t e . “b o lo s de p a s sa s ” . O O rg u lh o d e M o a b e T ro u x e o D esp rez o 1 6 . v ã o c h e g a n d o a J a z e r . e d a s u a so b erb a . g e m e r e i s p e lo s f u n d a m e n t o s d e Q u ir . A lg u n s a c re d ita m q u e este v ersícu lo sig n ific a q u e n o s d ias de Isaías. 7 P o r ta n to . D e p o is de lid a r co m o fu tu ro m e io de salvação.s P o r q u e o s c a m p o s d e H e s b o m e a v in h a d e S ib m a e n f r a q u e c e ­ ra m . c. a n d a m v a g u e a n d o p e lo d e s e r to . H eb . a s u a j a c t â n c i a é vã . e d a s u a a l t i­ v ez . 1 5 . o s s e n h o r e s d a s n a ç õ e s t a la r a m a s s u a s m e lh o r e s p l a n t a s . O s b o lo s d e p assas q u e eles p ro d u z ira m fa z ia m p a rte da sua ad o ra ç ã o p a g ã (c f. p o i s j á es tã o a b a la d o s.1 ) .5 . T o d o s eles la m e n ta m p o r cau sa d o s “ fu n d a m e n to s ” (lite r a lm e n te . . a s o b e r b ís s im a . N ã o s o c o rrid o s p o r essa ad o ração .6 —1 2 6 O u v i m o s d a s o b e r b a d e M o a b e. a p r in c ip a l c id a d e n a p a r te su l de M o a b e ( c f 1 5 . O d e s tr u id o r a sso lo u os seus c a m p o s co m o ta m b é m as v i­ d e iras de S ib m a (ta m b é m c h am a d a S e b a m . M o a b e la m e n ta p o r si m e sm o (c f. eles só p o d em la m e n ta r q u e e ste ja m im p ie d o s a m e n te b a tid o s e os seus v in h e d o s p ro d u to re s de p assas este ja m d e s tru íd o s . ‘ashisbe) de Q u ir-H a re s e te . to d o s u i v a r ã o . O s 3 . E z e q u ia s se to r n o u u m sím b o lo d o M e s s ia s e era e sp e ra d o q u e fiz e s ­ se o q u e era c o rreto .1 ). O s assírio s e as su as h o stes ( “os sen h o res das n a ç õ e s”) ta m b é m d e s tru íra m u m v in h e d o q u e se e s te n d ia em d ireção . e sta p ro m essa se a p lic a a M o a b e . S u a s explosõ es de fú ria eram so m en te conversa vazia. O s arro g an tes m o ab itas ta m b ém re je itaram a fé expres­ sa n o versículo 5 . P o rta n to . o s s e u s r a m o s s e e s te n d e r a m e j á p a s s a r a m a lé m d o m a r. H e sb o m n o ex trem o n o rte d e M o a b e fo i o u tr o ra u m a c id a d e is ra e lita . Isaías resp o n d e ao p ed id o dos m o a b ita s e ap o n ta p a ra o o rgu lh o co m o a cau sa d a d e s tru i­ ção de M o a b e . e d o s e u f u r o r .

p orq u e o jú b ilo dos teu s f r u t o s de v erã o e da tua sega desapareceu. embora eles mereçam o juízo (cf. Ninguém está se alegrando nos pomares ou está cantando nos vinhedos.3 6 ). a compaixão de Jesus por Jerusalém. n em há jú b ilo a lgu m . em direção do leste ao deserto e rumo ao oeste para o mar M orto. e j á na s vin h a s se não canta. cf. e enten­ dem a referência do profeta ao seu próprio coração (Heb. o H esh om e Eleale.6. j á o p isa d o r não p isa rá as u v a s nos lagares. desde que Deus está falando no verso 10.9). Deus acabou com o brado deles. e ninguém está pisoteando as uvas nos lagares. Gn 6. e o m eu interior. também Jr 4 8 . uma outra antiga cidade israelita (Js 2 1 . 10 E fu g iu o fo lg u e d o e a a legria do ca m p o f é r t i l . assim ne­ nhum suco está fluindo para a cuba mais baixa. Ele tem compaixão. Todavia. ”Q uir-H eres” em he­ braico é qir chares. 9 P elo que p ra n tea rei. Eu f i z cessa r o jú b ilo . m e’ay. kinnor. p o r Q u ir-H eres. O seu pesar e a sua dor nos dias de Noé. Lc 13. “intestinos”) fazendo um som semelhante a harpa (Heb.3 9 ) apro­ ximadamente dezesseis quilômetros a oeste de Amã. Alguns interpretam este versículo como Isaías falando. “lira”) para Moabe e o seu interior para Quir-Heres como uma expressão de sarcasmo. Moabe tinha se expandido em todas as direções. As frases "[Eu] pratearei” e “regar-te-ei com as minhas lágrimas” mostra novamente que o SE N H O R lamenta com M oabe sobre a perda de seus vinhedos e frutas de verão que pereceram no grito de batalha. co m o p ra n to de Jazer.ao norte até Jazer. regar~te~ei co m as m in h as lágrim as. parece mais provável que Deus esteja expressando a dor firmemente cravada que Ele sente (cf. mas agora estava destruído.34). Alguns vêem isto como o cumprimento de “porque ain­ da acrescentarei mais a Dimom” (15. Chares quer dizer um pedaço de cerâmica quebra­ . 11 P elo que m in h a s en tran h as soam p o r M oabe com o harpa. a vin h a de Sibm a.

e perderam a sua identidade nacional. q u an do se ca n sa r n os altos. Isto significa exatamente três anos completos. Não há mais nenhum moabita. d. com toda a su a g r a n d e m u ltid ã o . o único que pode prover refúgio e salvação. Dentro daquele tempo. M oabe Será Julgada Dentro deTrês Anos 16. JUÍZO SOBRE DAMASCO I7 . 12 E será que. unidos em casamento (provavel­ mente com árabes). 4. e o nome provavelmente é um jogo de palavras irônico sobre o nome de Q uir-H eres (1 6 .14 13 E sta é a p a la vra q u e o S enhor fa lo u . O SE N H O R é o único Deus ver­ dadeiro. os árabes jordanianos ocupam aquele território. nada alcan çará. As suas orações no lugar santo dele não trarão vitória. q u a n d o M oabe se apresentar. con tra M oabe. f a l o u o SENHOR. 14 M as. m as u m m o n tã o de ru ínas. p eq u en o e im potente. será en vilecid a a g ló r ia de M oabe. A profecia anterior fora feita um pouco antes por Isaías (cap. Camós.I-3 1 P eso de D am asco.7 ). A Assíria cumpriu esta profecia. e en tra r n o seu sa n tu á rio a orar. E is q u e D a m a sco será tirada. Hoje.da. Aqueles que se desviam do SE N H O R para outras práticas reli­ giosas as acharão totalmente inúteis. Agora ele acrescenta que o Senhor a cumprirá “dentro em três anos”.13. que eles só esta­ rão se enfadando. . a glória de Moabe se tornará de pouca monta. tais qu ais os a n os de assalariados. agora. e o resídu o será p ou co. como seria declarado em um contrato comercial dado a alguém que fosse contratado para um trabalho. Será óbvio quando os moabitas forem para os seus lugares altos adorar e buscar ajuda do seu principal deus. e j á não será cidade . 15). no passado. Os descen­ dentes de Moabe se espalharam. dizendo: D en tro em três anos. Sua sobra será muito pequena e sem poder.

Se isto refere-se às cidades em Moabe e Amom. (A Septuaginta. 2 As cida des de A roer serã o ab andon adas. a cidade foi novamente reconstruída. qu e se d eita rã o sem h a ver q u em os espante.) A Bíblia menciona três cidades chamadas Aroer: uma em Judá (I Sm 30. Depois.6). as cidades sob o controle de Damasco. O reino norte de Israel tinha se aliado com Damasco (veja 7.Quando Isaías começou a profetizar. Esta profecia da destruição de Damasco foi cumprida através de Tiglate-Pileser III em 73 2 a. seria destruída. Damasco era uma grande. e uma em Amom (Js 13.25). mas que estaria simplesmente completa na ocasião. indica “suas cidades”. e novamente em 728— 727. A glória deles terá acabado da mesma manei­ . depor­ tou muitos de seus habitantes. em 722. não Aroer.C. com o tam bém o rein o de D a m a sco e o resíd u o da S íria. sua princi­ pal fortaleza. quer dizer. depois da liderança desta sua tribo). Ele saqueou a cidade. 3 E a fo rta lez a de E fraim cessará.28).C. “já não será cidade” (Heb. Samaria. executou o seu rei. isto se ajustaria à situação depois que Tiglate-Pileser III despovoou parcialmente a área. musar m e’ir. Damasco e o remanescente da Síria tam­ bém estarão sem defesas. porém. A campanha de Assíria de 734— 732 a. d iz o S enhor dos E xércitos. que tomou Damasco também tomou a parte norte de Israel (referida aqui como “Efraim”. “removida ou afastada de [ser] uma cida­ de”) não significa que a destruição seria permanente. No entanto. Rezim. serã o co m o a g ló r ia dos f i lh o s de Israel. importante e rica cidade. e a fez parte da província assíria de Hamate. Desse modo. uma em M oabe (Js 12.3Ela não tinha mais nenhuma impor­ tância nos tempos do Velho Testamento. A mesma campanha m ilitar assíria que também tomou Damasco passou para a parte norte de M oabe e tomou as cidades de Aroer. hão de s e r p a ra os rebanhos. Desde que havia terra fértil e um bom abastecimento de água lá. com uma longa história. Israel não tinha mais nenhuma defesa em sua fronteira do norte.5.2).

ra que a glória de Israel acabou. Esta era a palavra do SE N H O R dos Exércitos (Heb. Yahweh T fv a ‘oth, “o SE N H O R das Hostes [exércitos]”), o Único no controle definitivo dos exércitos da terra e do céu.
5. A COLHEITA E A RESPIGA I7 .4 -I I

a. O Remanescente de Jacó Será Pequeno 17.4— 6
4 E será d im in u íd a , naquele dia, a g ló r ia de Ja có, e a g o r d u r a da su a ca r n e desaparecerá.

Israel cometeu um erro terrível se aliando com Damasco. A falsa e mundana glória de Jacó (Israel) será reduzida a nada, como a gor­ dura em um homem faminto. 5 P orque será co m o o sega d or qu e colhe o trigo e, co m o seu braço, sega as espigas; e será tam bém co m o o qu e colhe espigas n o va le dos R efains. A glória de Israel é melhor comparada ao que é deixado depois que os grãos são colhidos e são respigadas as cabeças restantes de grãos. “Refaim” quer dizer “fantasmas”, uma ênfase adicional à tra­ gédia da queda de Israel. O vale estava logo ao sudeste de Jerusalém e outrora teve férteis campos de grãos. 6 M as ain d a fi c a r ã o n ele a lgu n s rabiscos, com o no sa cu d ir da oliveira : d u a s o u três az eiton as na m a is alta p o n ta dos ra m os e qu atro o u cin co.n os ra m os m a is ex terio res de u m a á r v o r e fr u t í fe r a , d iz o Senhor D eu s de Israel. Haverá um remanescente ( “alguns rabiscos”), mas será pequeno. Isto é comparado às poucas azeitonas — “duas ou três... quatro ou cinco” —deixados depois dos ceifeiros terem sacudido os galhos por causa das azeitonas restantes. b. U m Dia Quando as Pessoas Atentarão para Deus 17.7,8 7 N aquele dia, aten tará o h om em p a ra o seu C ria dor, e os seu s olhos olharão pa ra o S anto de Israel.

“Naquele dia” é o futuro Dia do SE N H O R . Deus tem um propósi­ to em perm itir a derrubada da glória de Israel: fazer as pessoas (Heb. ha adam, “o s homens”, i.e., “a humanidade” — não só Israel, mas o mundo inteiro), coletiva e individualmente, olharem atentamente para ( “em atenção a”, NASB) o seu Criador, que também é o Criador de Israel. Deus também usa Israel para conseguir que o mundo reconhe­ ça o único e verdadeiro Deus, que é “o Santo de Israel”.
8 E não aten ta rá pa ra os altares, obra das su a s m ãos, n em olhará p a ra o qu e fiz e r a m seu s dedos, n em pa ra os bosques, n em p a ra as im agen s do sol.

Quando retornarem para Deus depois do sofrimento, eles não procu­ rarão ajuda novamente nos altares pagãos ou nos ídolos. Para fazer uma aplicação aos seus próprios dias, Isaías especifica que os “postes-ídolos” (ARA —dedicados a Asera) e “os altares” de incenso portáteis usados na adoração pagã não mais serão respeitados. A Lei ordenava aos israelitas que os demolissem (Ex 34.13). Os “postes-ídolos” ou eram imagens de madeira de Asera ou uma “árvore da vida” estilizada, a qual ficava à entrada das casas de prostituição (cf. Dt 16.21). Estes eram bordéis de­ dicados à deusa Asera, a qual era considerada pelos cananeus como sen­ do a mãe de Baal e de sessenta e nove outros deuses.4 Podemos aplicar este adicional ao fato de que quando o povo se postar diante do tribunal do juízo de Deus, nada a não ser a confiança no SEN H O R ajudará. c. Um Dia de Desolação 17.9 9 N aquele dia, serão as su a s cidades f o r t e s com o os lugares ab an­ don ados no bosque ou sobre o cu m e da s m ontanhas, os qu ais fo r a m a b an don ados an te os fi lh o s de Isra el; e haverá assolação. Isaías fala novamente do juízo de Deus. Os cananeus foram expul­ sos outrora por causa da sua idolatria. A Lei proibia a adoração em santuários pagãos e lugares altos deixados pelos cananeus. Embora os israelitas muitas vezes se voltassem para tais lugares, sempre que eles estavam verdadeiramente servindo ao SE N H O R , esses lugares ficavam

desertos. No Dia do SE N H O R , a confiança nas “cidades fortes” será abandonada como os santuários idólatras em tempos de reavivamento. d. Castigado por Esquecer de Deus 17.10,11
10 P orq u a n to te esq u eceste do D eu s da tua sa lv a çã o e não te lem braste da rocha da tua fo rta lez a ; p elo que bem p la n ta r ás p la n ta s f o r m o s a s e as cerca rá s de sa rm en to s estran hos:

O juízo de Deus virá sobre Israel porque os seus corações e men­ tes já não estão focalizadas em seu Salvador —aquEle que os libertou do Egito, o Deus que é, e que tem sido, a “rocha”, a fortaleza inex­ pugnável deles. Eles têm estado muito ocupados plantando jardins5 para a adoração de falsos deuses. As videiras importadas ou “sarmentos estranhos” insinuam alianças estrangeiras que eram contrárias à von­ tade de Deus. Deste modo, o esquecimento de seu Deus era uma rebelião e uma traição.
11 N o dia em qu e as p la n ta res as cerca rá s e, p ela m an hã, fa r á s q u e a tu a sem en te brote; m a s a colheita v o a rá n o dia da tribula~ çã o e das d ores in sofríveis.

A sua plantação ou montagem (o Heb. pode significar cercar cui­ dadosamente) de um falso jardim e a atividade de fazer com que a semente floresça carrega uma falsa esperança de uma boa colheita. A colheita a partir da adoração pagã e do emaranhando das suas alian­ ças não importava em nada. Ao invés disso, eles colherão o juízo de Deus: o “dia da tribulação e das dores horríveis”. Também é possível que a plantação inclua os seus planos para se revoltarem contra a Assíria, possivelmente a revolta que foi esmagada por Tiglate-Pileser III em 734 a.C.
6. DESTRUIÇÃO SÚBITA 17.12-14

12 A i da m u ltid ã o dos g ra n d es p o v o s q u e bram am co m o bram am os m a res e do ru gid o das n a ções qu e ru gem co m o ru gem as im p etu osa s á gu a s!

Isaías se volta à súbita destruição do inimigo, a Assíria. “A i” (Heb. boi) pode significar “oh!”, e indica lamentação. Haverá um alvoroço ou “rugido” das nações como uma tempestade no mar ou um rio em fase de inundação. M uitas nações ( “águas”) tinham se juntado à Assíria.
13 B em ru girã o as nações, com o ru gem as m u ita s águas, m a s ele rep reen d ê-la s-á , e fu g ir ã o p a ra longe; e serã o cfu g en ta d a s com o a p ra ga n a d os m o n tes dia n te do v en to e co m o a bola d ia n te do tifã o .

As nações unidas sob o comando da Assíria virão como uma inun­ dação furiosa, mas Deus as repreenderá. Em vez de arrastarem tudo diante delas como esperavam, o SE N H O R falará uma palavra e elas serão varridas como a palha da espiga de cereais ( “como a pragana ao vento”) e os arbustos diante de uma ventania ou uma tempestade.
14 Ao anoitecer, eis qu e há p a vor: e an tes que am anheça, eles não serão. E sta é a p a rte daqueles qu e n o s despojam , e a so rte da q u e­ les que n os saqueiam .

O juízo de Deus acontecerá em uma noite. Esta profecia foi ca­ balmente cumprida no juízo do anjo da morte sobre os 185.000 homens do exército de Senaqueribe (2 Rs 19.35), um juízo mereci­ do por causa da aterrorização, pilhagem e saque de Judá por parte deles.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. 2. 3. 4. 5. Como e quando 14.25 foi cumprido? Que juízo viria sobre os filisteus e por quê? O que causaria a lamentação em Moabe? Por que Deus mostraria pesar sobre Moabe? O que queriam os moabitas de Ezequias e de Jerusalém?

Quais foram as causas da destruição de Moabe? O que aconteceria em três anos? Como a destruição de Damasco foi cumprida? O que acontecerá ao mesmo tempo à parte norte de M oabe e à parte do norte de Israel e por quê? 10. Que juízo virá sobre a Assíria?

6. 7. 8. 9.

CITAÇÕES
1 Ele não deixou nenhum registro tardio exceto algumas inscrições em edificações em Nínive e Assur. Veja D aniel David Luckenbill, Ancient Records o f Assyria and Babylonia, 2 vols. (Chicago: University o f Chicago Press, 1926— 7 ), 2:183. 2 2 Sargão abafou as revoltas filistéias em 7 1 9 e 711 a.C.; Senaqueribe abafou um a em 7 0 1. H erbert M . W olf, Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse Academ ie Books, 1 9 8 5 ), 116. 3 Charles E Pfeiffer, O ld Testament History (G rand R apids: Baker Book House, 19 87 ), 334. 4 Alguns cananeus a consideravam como sendo cônjuge de Baal. Veja W olf, Interpreting Isaiah, 120. 5 “Plantas formosas” provavelmente significa “plantas do jardim de A donis”. W illiam L. H olladay, A Concise Hehrew and Aramaic Lexicon o f the Old Testament (G rand Rapids: W m . B. Eerdmans, 19 86 ), 2 4 0.

C. Etiópia e Egito 18.1-20.6
I. JUÍZO SOBRE A ETIÓPIA (CUXE) I8 .I-6

1 Ai da terra qu e en som bra co m as su a s asas, q u e está além dos rios da E tiópia.

Isaías desloca-se agora da profecia de juízo sobre muitas nações (1 7 .1 2 ) para um ai específico para a Etiópia (Cuxe). A terra que

“ensombra com as suas asas” (Heb. tsiltsal, “grilos alados”) em ambos os lados “dos rios da Etiópia” —o N ilo azul e branco —é a terra de Cuxe, a qual não é a moderna Etiópia, mas o Sudão, ao sul do Egito. Em último plano, podemos notar que o faraó cusita, Piankhi, inva­ diu o Delta do Egito cerca de 725 a.C. e trouxe tudo menos uma pequena parte sob o seu controle. Ele estava preocupado a respeito das muitas tentativas assírias para controlar o comércio fenício com o Egito. 2 Q u e en v ia em b a ix a d ores p o r m a r em n a vio s de ju n c o sob re as águas, dizendo: Ide, m en sa geiros velozes, a u m a nação alta e polida, a u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; a u m a n a ção de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s dividem . Isaías ordena que os mensageiros passem “por mar”, quer dizer, ao longo da costa mediterrânea, em navios de junco. A eles é ordena­ do a irem a uma nação alta ou magra e “polida” (ou, de pele bronze­ ada). Este é um povo que evoca medo desde muito longe ( “desde o seu princípio”), uma nação se expandindo e pisoteando outros sob os pés, e “cuja terra os rios dividem” (Heb. casber~ba/‘u n‘harim, “cujos rios encharcam”). Alguns tomam isto como tendo uma aplicação geral a qualquer terra acessível através da água. Outros os tomam como sendo os assírios, pois a sua meta era conquistar o Egito e Cuxe.1Outros entendem o mar como sendo o rio N ilo (cf.N a 3.8), e o povo alto e polido como sendo os egípcios que, diferentemente dos povos semíticos, barbeavam-se.2
3 Vós, todos os habitantes do m u n d o, e vós, os m o ra d o res da terra, qu an do se a r v o r a r a bandeira n os m ontes, o v ereis; e, qviando se to ca r a trom beta, o ou vireis.

A chamada é para todos os povos do mundo. O levantamento de uma bandeira (estandarte) e o soprar de uma trombeta (de chifre de carneiro) era um sinal para as tropas entrarem em ação. Isaías quer que eles estejam prontos para ver e ouvir.

4 P orque assim m e disse o Se n h o r : E starei quieto, olhando desde a m in h a m orada, com o o a rd o r do so l resplan decente, com o a n u v em do orva lh o no ca lo r da sega,

Isaías então ouve a palavra do S e n h o r para ele. O tempo para a ação ainda não tinha chegado. Deus tem o seu momento certo, e é um erro passar à frente de Deus. O SE N H O R permanecerá “quieto” e nada fará a não ser ficar “olhando” do lugar de sua habitação, o templo, quando há “o ardor do sol resplandecente”, quando há uma “nuvem do orvalho no calor da sega”. Em outras palavras, o SE N H O R não oferecerá nenhum apoio a planos de rebelião contra a Assíria, muito embora Ele saiba o que está acontecendo e ainda esteja no controle definitivo da situação. Ezequias aprendeu isto de um modo difícil quando rejeitou as advertências proféticas de Isaías e fez uma aliança com o rei cusita do Egito. 5 P orque a n tes da sega, qu an do j á o ren ovo está p erfeito , e as u v a s verd es am a d u recem , então, p o d a rá os sa rm en tos, e tira rá os ram os, e os cortará. M as Deus tem o seu tempo para a ação. Ele não perm itirá a co­ lheita. Da mesma maneira que as uvas estão começando a amadure­ cer e o inimigo está esperando uma colheita, Ele levará facas de poda e cortará abaixo as videiras. Isto é o que aconteceu a Senaqueribe quando ele esperou tomar Jerusalém, mas ao invés disso foi ferido pelo anjo da morte, o qual tomou as vidas de 185.000 homens do seu exército. A palavra para os “sarmentos” ou brotos da videira (Heb. zalzal) parece ser um jogo de palavras sobre “ensombra com suas asas” (Heb. tsiltsal) do versículo I.
6 E les serã o deix a d os ju n to s às aves dos m on tes e aos a n im a is da terra; e so b re eles vera n ea rã o as a ves de rapina, e todos os a n i­ m a is da terra in v ern a rã o sob re eles.

Os assírios que fogem de volta à sua própria terra deixarão m ui­ tos cadáveres, os quais se tornarão um banquete para “as aves de

rapina” dos montes e para os selvagens “animais da terra”. Lá haverá tanta carnificina que terá comida suficiente para os pássaros ao longo do verão e para os animais selvagens ao longo do inverno.
2. PRESENTES TRAZIDOS AO SENHOR 18.7

7 N aquele tem po, tra rá u m p resen te ao Senhor dos E x ércitos u m p o v o alto e p o lid o e u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; u m a nação de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s divid em ; ao lu g a r do n o m e do Senhor dos E x ércitos, ao m o n te de Sião. O povo descrito em 18.2 enviará presentes ao SE N H O R dos Exér­ citos, “ao lugar do nome do SE N H O R dos Exércitos, ao monte de Sião”. Pode ter havido um cumprimento inicial disto nos presentes trazidos a Ezequias depois que Deus o curou (2 Cr 32.23). Porém, no final das contas, o mundo inteiro verá a glória do Senhor enquan­ to Jesus é estabelecido como o Rei messiânico no monte Sião.
3. JUÍZO SOBRE 0 EGITO I9 .I-I5

1 P eso do Egito. E is qu e o SENHOR v em cavalgan d o em u m a n u v em ligeira e v irá ao E gito; e os ídolos do E gito serã o m o v id os p era n te a su a fa c e , e o cora çã o dos egíp cios se d erreterá no m eio deles.

Antes que a Assíria viesse contra Judá em 701 a.C. o rei Ezequias estava voltando os olhos para o Egito por ajuda. O Egito outrora tinha escravizado o povo de Deus e era freqüentemente seu inimigo. Os egípcios adoravam a muitos deuses e acreditavam que o deus sol era maior que qualquer outro deus. Eles também adoravam a faraó. Porém, esta profecia sobre o Egito declara que o poder de Deus fará o Egito temer Judá (1 9 .1— 17). Deus será adorado no Egito (1 9 .1 8 — 22). O Egito e a Assíria se unirão em adoração com Israel; Deus os fará uma bênção. O SE N H O R está vindo para o Egito em uma nuvem luminosa e ligeira, fazendo tremer os ídolos do Egito ( “nadas”) e o

povo do Egito perder a coragem. Esta era uma advertência nos dias de Isaías para Ezequias e para o povo de Judá não escutarem ao enco­ rajamento egípcio para se rebelarem contra a Assíria. 2 P orque f a r e i com qu e os egípcios se levan tem co n tra os egípcios; e cada u m p eleja rá con tra o seu irm ã o e cada u m , co n tra o seu p r ó x im o ; cid a d e con tra cidade, rein o con tra reino. Deus incitará discórdia interna, provocando os egípcios para luta­ rem um contra o outro. Isto aconteceu nos anos 740s e 730s a.C., quando cidades do Egito se voltaram em suspeita umas contra as outras.
E o esp írito dos egípcios se esva ecerá den tro deles; eu d estru irei o seu conselho, e eles co n su lta rã o os seu s ídolos, e en ca n ta d ores, e adivinh os, e m ágicos.

O espírito deles estará agitado, devastado, em choque, e seus con­ selhos e planos serão confundidos por Deus. Com conselheiros hu­ manos contradizendo-se entre si, os egípcios se voltarão para os ído­ los (lit., “nulidades sem valor”), aos espíritos dos mortos, e aos mé­ diuns e espíritas que reivindicavam ser possuídos por tais espíritos.
4 E en trega rei os egípcios nas m ã os de u m sen h o r duro, e u m rei rigo ro so os d om in a rá, d iz o Senhor, o Senhor dos E xércitos.

Deus entregará os egípcios aos senhores severos e um rei feroz regerá sobre eles como um ditador. O faraó cusita (etíope) Piankhi tomou o controle de todo o Egito. Em 715 a.C., ele foi sucedido por outro senhor implacável, Shabako. Em 671, Esar-Hadom, da Assíria, conquistou o D elta do Egito até Mênfis, e em 663 Assurbanipal tomou Tebas, a capital do Egito. Deus continuou entregando o Egito para estes e outros conquistadores. J E fa lt a r ã o as águ a s do m ar, e o rio se esgota rá e secará. 6 T am bém o s rio s a p od recerã o; e se esgota rã o e seca rã o os can ais do E gito; a s ca n a s e os ju n c o s se m urcharão. 7A relv a qu e está

ju n to ao rio, ju n t o às rib a n ceira s dos rios, e tu d o o qu e f o i sem eado ju n to ao rio se secarão, e serã o arran cados, e não su b ­ sistirão. 8 F os p esca d ores gem erã o , e su sp ira rã o todos os qu e lan çam an z ol ao rio, e os que esten d em red e sobre as águ a s desfalecerão.

O Egito dependia do N ilo para a sua própria subsistência. O que as águas do N ilo não podiam irrigar nada mais era do que a areia do deserto. Onde o N ilo alagava e onde as suas águas pudessem ser usadas para irrigação, a terra era rica. Eles poderiam cultivar duas, e em alguns lugares, três colheitas por ano. Para o N ilo secar e os m ui­ tos córregos, canais e regatos na área do Delta terem diminuído ou secado era uma tragédia terrível. Os peixes morreriam e causariam um enorme mau cheiro. Os peixes no N ilo eram a fonte principal de proteína na dieta dos egípcios. A história egípcia registra várias vezes quando o N ilo não pôde irrigar a terra. 9 E en vergo n h a r-se-ã o os que trabalham em linho f i n o e os que tecem p a n o branco. 10E os seu s fu n d a m en to s serão despedaçados, e todos os que trabalham p o r salário fic a r ã o com tristeza na alm a. A fabricação de pano de linho fino era uma das principais indús­ trias no Egito. Os trabalhadores em linho e pano branco serão enver­ gonhados e ficarão lívidos, perdendo a esperança. Embora a N IV traduza a palavra hebraica skabtkotbeha como “traba­ lhadores em pano” Ç‘ The workers in cloth”'j, ou, tecedores, esta é melhor traduzida como “seus fundamentos” que serão despedaçados (v.IO). [Nota do Tradutor: A versão brasileira N V I omite esta primeira parte do versículo], A seca da terra afeta a todos, inclusive os pilares ou fundamentos da sociedade (egípcia) e os trabalhadores diaristas mais humildes que serão afligidos por esta reviravolta infeliz de eventos.
11 N a v erd a d e lo u co s são os p r ín cip es de Z oã; o conselho dos sábios con selh eiros de Faraó se em h ru teceu ; com o, pois, a Faraó direis: S ou f i l h o de sábios, fi lh o de a n tigos reis?

Zoã (também chamado deT ânis) era uma importante cidade no D elta do Egito. Seus líderes se vangloriavam a respeito da sua grande sabedoria. Eles seriam expostos como “loucos” (o Heb. aqui é uma exclamação), muito estúpidos para ver os resultados destas ações. Os conselheiros de faraó tinham uma reputação de sábios (cf. At 7.22), mas eles provaram ser tão estúpidos quanto o gado. Isaías lhes per­ gunta como podem dizer que são homens sábios, filhos, ou discípu­ los, dos “antigos reis?”
12 O n d e estão agora os teu s sábiosP A n u n ciem -te, agora, ou in fo r m e m -te do qu e o Senhor dos E x ércitos d eterm in o u con tra o Egito.
S e os homens sábios do Egito fossem realmente sábios, eles seri­ am capazes de anunciar o que o SE N H O R Todo-poderoso, o S E N H O R dos Exércitos, pretendia para o Egito, e Isaías os desafia a proceder assim. Está claro que eles não podem. Deus anulou a suposta sabedo­ ria deles.

13 L oucos se torn a ra m os p r ín cip es de TLoã, e en ga n a d os estão os p rín cip es de N cfe; eles ja r ã o er ra r o Egito, eles que são a p ed ra de esqu in a das su a s tribos.

Não só os líderes a Zoã tinham se tornado “loucos” ou tolos, os líderes em Mênfis (Heb. nopb) tinham falsas esperanças. Elas deveri­ am ter sido “a pedra de esquina” sustentando as “suas tribos” (Heb. stivate~ha “tribos, distritos, províncias”) do Egito. Ao invés disso, fi­ zeram com que eles errassem —um engano fatal.
14 O S e n h o r d erra m o u n o m eio dele u m p e rv er so espírito; e

eles fiz e r a m e r r a r o E gito to m toda a su a obra, co m o o bêbado qu an do se rev o lv e no seu vôm ito.

Porque os líderes do Egito estavam fazendo o povo errar, o SE­ NHOR aumentou o seu erro por derramar no meio deles um espírito atordoado e cambaleante.

Judá será um terror para o Egito. todo aquele a q u em isso se a n u n cia r se assom brará. nem o superior nem o inferior. A situação inteira está fora de controle. O Egito e os seus líderes se colocaram em uma posição desesperada da qual eles não podem se desembaraçar. Tal pes­ soa não poderia tomar decisões sábias ou dirigir o povo na direção certa. 11E a terra de J u d á será u m espan to p a ra o E gito.Por conseguinte. o Egito será como mulheres desamparadas. Isaías agora olha adiante e proclama cinco profecias a respeito de um dia futuro quando o Egito já não será um poder dominante. 15 E não a p roveita rá ao E gito obra a lgu m a qu e p ossa J a z e r a cabeça. Deus usará a terra de Judá. . podem fazer qualquer coisa sobre isto. os egípcios serã o co m o m u lh eres. Isaías queria que Judá visse quão tolos eles eram em confiarno Egito para qualquer ajuda. e tem erã o p o r ca u sa do m o v im en to da m ã o do S enhor dos E xér­ citos. tremendo em terror por causa da mão divina de juízo que Deus está movendo so­ bre eles. a cau da. e trem erão. p o r cau sa do p ro p ó sito do SENHOR dos E x ércitos. controlando-os. p orq u e ela se há de m o v er co n tra eles. UM DIA DE CASTIGO E CURA PARA 0 EGITO 19. A simples menção de Judá trará assom­ bro por causa do que Deus está planejando contra o Egito. o ra m o ou o ju n co . Em vez do Egito aterrorizar Judá. Nem tampouco os seus líde­ res ou as pessoas comuns. Alguns estudantes da Bíblia acreditam que o espírito cambaleante era um espírito de juízo que se misturou com os próprios espí­ ritos deles. Ao invés disso. em tudo o que fazem. Ele é um Deus santo e tem que julgar o pecado deles. do que d eterm in o u con tra eles. eles estão cambaleando como um homem tão bêbado que vomitou sobre si mesmo.16-25 16 N aquele tem po. 4.

. p orq u e ao SENHOR clam arão p o r causa dos opresso­ res. mas também haverá adoração em um altar (um lugar de reconciliação com Deus e de pura adoração) no meio do Egito e um pilar de pedra ou monumento dedicado ao SE N H O R na sua fronteira. e u m m o n u m e n to se e r ig ir á a o S enhor./ 18 N aquele tem po.32.2). Já em 1935. A Grande Pirâmide foi construída aproximadamente 1. n a su a fr o n t e i r a . mas bênção. e u m a se ch am ará C id a d e da E festruifão. I Ts 5. à qual os gregos chamam Heliópolis. e ele lhes en via rá u m R ed en tor e u m P ro teto r que os livrará. “Cinco cidades na terra do Egito” se voltarão para o SeN H O R e “falarão a língua de Canaã [hebraico] e farão juramento ao SE N H O R ” . Não só haverá ali uma submissão ao SE N H O R . Uma terceira profecia olha à frente para a vinda do Egito ao SeN HOR e um futuro Salvador. o S enhor terá u m a lta r n o m eio da terra do J E gito. 20 E serv irá de sin a l e de testem unho ao Senhor dos E x ércitos na terra do Egito. um culto britânico de Israel estava proclamando que a Grande Pirâmide de Queops ( K h u fu ) era o pilar e que o compri­ mento de sua passagem principal significava que a idade presente teria seu fim definitivo em 1936.1. At 1. ! ‘ N a q u ele tem po.7. h a verá cin co cida des na terra do E gito que fa la r ã o a lín gu a de C a n a ã e f a r ã o ju r a m en to ao S enhor dos E x ércitos. Um a segunda promessa do dia futuro não é apenas juízo. Uma destas cidades será chamada de “Cidade da Destrui­ ção” —um jogo de palavras sobre “a Cidade do Sol”. o cumprimento completo contempla o futuro para o reino milenial por vir. Po­ rém. Nos tempos do Novo Testa­ mento. Isto pode ter tido um cumprimento parcial quan­ do os judeus fugiram para o Egito e se estabeleceram lá depois que Nabucodonosor destruiu Jerusalém. Toda colocação de tais datas é proi­ bida pela Bíblia (veja M c 13. um grande contingente de judeus se instalou no Egito. Isaías viu o pilar como algo no futuro.33.800 anos antes da épo­ ca de Isaías.

e os assírios v irã o ao Egito. sim . m o s h i a e Protetor (Heb. 24 N aquele dia. Eles não mais lutarão um contra o outro. Ao invés disso. I sra el será o terceiro co m os egípcios e os assírios. e a A ssíria. e Israel. As quatro profecias apontam para a expectativa de um tempo de paz. 25 P orque o SENHOR dos E x érci­ tos os abençoará. m in h a herança. 21 E o S enhor se d a rá a co n h ecer ao Egito. obra de m in h a s m ãos. e co n v e rter -se-ã o ao SENHOR.. uma rodovia (uma estrada construída ou elevada) entre o Egito e a Assíria tornará possível para ambos ir de um lado para o outro livremente. Judá estava com­ primido entre eles. e fa r ã o v o tos ao SENHOR. e os egípcios a d ora rã o co m os a ssírios ao Sen h or . e os egípcios con h e­ cerã o ao SENHOR. ao SE N H O R ” juntos. adorando-o e fazendo votos a Ele. e ele m o v e r -s e -á às su a s ora ções e os cu rará. e Ele será movido pelas suas orações e responderá “e os curará”. unidos em espírito porque foram aceitos e unidos pelo SE N H O R .O pilar será para “sinal” e “testemunho” ao SE N H O R no Egito. rav. como em um torno. Os egípcios retornarão em arrependimento ao S E N H O R . m eu povo.. o Egito e a Assíria eram inimigos. . um Ser poderoso que “os livrará”. os quais cumprirão com dedicação. u m a bênção no m eio da terra. 23 N aquele dia haverá estrada do E gito a té à A ssíria. eles “adorarão. e os egípcios irão à A ssíria. na q u ele dia. Por seus atos poderosos o SE N H O R se fará conhecido ao Egito. mas o propósito dEle será curar. Ao invés disso. e os cu ra rá . e os egípcios conhecerão o SE N H O R de um modo pessoal. Nos dias de Isaías. 22 E fe rirá o SENHOR aos egípcios. e os cu m prirão. dizendo: B en d ito seja o Egito. “um que contenderá por eles”). Por causa dos opressores. No futuro Dia do SE N H O R isto não será mais assim. eles o ad orarã o com sa crifí­ cio s e ofertas. Deus fará o seu juízo ferir o Egito. os egípcios clamarão por socorro ao SE N H O R e Ele lhes enviará um Salvador (Heb.

3 . e fez dela um a pro­ víncia assíria. O Egito o incitou neste ato de rebelião. o com andante supremo de Sargão (H eb. rei da cidade filistéia de Asdode. Os registros de Sargão contam como A zuri. será assim “naquele dia”. Ele rei­ vindica Israel como a sua herança —embora muitos deles rejeitas­ sem aquEle que exclusivamente pode nos tornar herdeiros de Deus (veja R m 8. Deus abençoará a todos e os fará uma bênção para o resto do mundo. o dia m ilenial quando Cristo reinará. pois Deus falará primeiro do Egito como seu povo — muito embora eles uma vez tenham recusado deixar o seu povo escolhido partir.17). Ao invés disso. Como diz Isaías. tartan) tom ou a cidade de Asdode.A quinta profecia promete um corpo unido que inclui Israel. O seu propósito básico para todas as famílias da terra tem sido sempre bênção (Gn 12. EGITO E ETIÓPIA . o Egito não manteve suas promessas a ele e. cinqüenta e três quilôm etros a oeste de Jerusalém . rei da A ssíria. S a rg ã o II. Isto está longe de ser cumprido hoje. cerca de 7 1 3 .1-6 1 N o an o em qu e veio T artã a A sdode. e a tom ou. Então Ele fala da Assíria como a obra das suas mãos —conquanto eles outrora tenham ado­ rado deuses feitos pelas suas próprias mãos. E por últim o. Egito e Assíria.UMA FALSA ESPERANÇA 20. recusou-se a pagar tributo para a A ssíria e enviou m ehlagens aos reis vizinhos para fazerem o mesmo. envíando~ o Sargão. 5. reinou de 721 a 70 5 a. Nações outrora inimigas mortais uma da outra se tornarão irmãs no S E N H O R e não mais invadirão uma à outra. Israel “será o terceiro”. Juntas elas todas irão se tornar um novo povo de Deus com Israel tendo um lugar central como herança de Deus. em 7 1 1 . m e n c io n a d o só a q u i no V elh o T e sta m e n to ( “Sargom ”).C. N o entanto. elas se visitarão entre si como amigos de confi­ ança. e g u e r r e o u con tra A sdode. próxim a da costa m editerrânea.3).

Antes. glória e plano eternos. p elo m esm o tem po. Depois. O SE N H O R lhe disse para tirar isto e descalçar tam­ bém as suas sandálias. n u s e descalços. e eles acreditavam que podiam resistir à Assíria. Os assírios levariam os cativos do Egito e da Etiópia nus e descalços para o exílio. significa usar apenas uma tanga ou uma manta extremamente curta. indo n u e descalço. O fato de Isaías ir de um lado para outro “nu e descalço” seria uma advertência e um sinal relativo ao Egito e Etiópia.4 Isaías lhes deu uma lição objetiva com antecedência sobre o que aconteceria a eles. Isaías tinha estado vestindo aniagem como um sinal de lamento sobre os pecados do povo. o faraó etíope Shebitku enviou um exército contra Senaqueribe. O SE N H O R chama Isaías de “meu servo” por causa da obediência e fidelidade dele e porque Deus o estava usando para proferir profe­ cias que declaravam o seu poder. disse o SENHOR: A ssim com o o m eu servo Isa ía s a n d ou três a n os n u e descalço. e os ex ila d os da Etiópia.). e com as nádegas descobertas. solta o cilício de teu s lom bos e descalça os sapatos dos teu s pés. “N u” não significa completamente nu aqui. mas aparentemente escu­ tou a Isaías neste momento particular e não se juntou na rebelião filistéia. Estes países estavam unidos neste momento (desde 715 a. p elo m in istério de Isaías. E assim o fe z . em 701 a. 3 E ntão.. tan to m o ço s com o velhos.C.C. especialmente com as “nádegas des­ cobertas” (que seriam visíveis quando eles se agachassem).6 . incluindo as suas sandálias. p a ra vergon h a do Egito.2f a l o u o SENHOR. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. mas foi derrotado em Elteque. p o r sin a l e p ro d ígio sob re o E gito e sob re a E tiópia.5 Ezequias estava tentado a confiar no Egito. dizendo: Vai. traria grande vergonha para eles. Em fazendo isto ele estava se tornando um exemplo do que os conquistado­ res. fariam quando despissem os seus cativos de tudo o que eles possuíssem. 4 a ssim o rei da A ssíria leva rá em ca tiveiro os p reso s do Egito. tais como os assírios. Esta humilhação. f i l h o de A moz.

su a esperança. O que indicava que o Egito já não seria um poder dominante naquele dia? 5. 2 H erb ertW olf e John Stek. su a g ló ria . 19 9 3 ). p a ra n os liv ra rm o s da f a c e do rei da A ssíria! C om o. 6 E ntão d irã o os m o ra ­ dores desta ilha naqu ele dia: Vede que tal é a nossa esperança. Com Etiópia e Egito derrotados pela Assíria. Isaiah 1-39. ed. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. Qual lição objetiva Isaías ensinou por andar de um lado a outro nu e descalço? CITAÇÕES 1 David L. . O que Deus quer que todos os povos do mundo vejam? 2. Que mudanças virão ao Egito no dia m ilenial futuro? 6. que confiaram na Etiópia (Cuxe) e no Egito para ajudá-los seriam envergonhados e amedrontados. e dos egípcios. 19 85 ). Por que era importante para Israel escutar as advertências de Deus em contraste com escutar o Egito? 4. aq uilo qu e b u sca m os p o r socorro. 198. em The NIVStudy Bible.5 E a sso m b ra r-se-ã o e en v erg o n h a r-se-ã o p o r ca u sa dos etíopes. a menos que eles confiassem em Deus. 1042. ao longo da costa. esca p a rem os n ó s? Os filisteus. pois. McKenna. Não haveria nenhum escape. Kenneth Barker (G rand R apids: Zondervan Bible Publishers. como eles escapariam? O grito de desespero deles não só seria ecoado pelos filisteus. mas tam­ bém pelo povo de Judá. Como Deus manterá os inimigos de Israel longe da sua esperada colheita? 3. “Isaiah notes”. QUESTÕES DE ESTUDO 1.

1-23. qu e tudo assolam . ele v irá do deserto. Ancient Near Eastern Texts. 28 7. Alguns a colocam quarenta quilôm e­ tros a oeste de Jerusalém. Cumprimentos nos Dias de Isaías 21. Nos dias de Isaías esta seria a Assíria. CUMPRIDA A PROFECIA DA QUEDA DA BABILÔNIA 2 I . O “Deserto do M ar” é o que a Babilônia se tor­ naria por causa do juízo de Deus.I 0 a. ed. 3a ed. Veja Pritchard.1 2 Visão du ra se m e m a n ifesta : o p érfid o trata perfid a m en te. D. qu e j á f i z cessa r todo o seu gem id o. (Princeton: Princeton U niversity Press. James B. sitia. .I . “O M ar” é o Golfo Pérsico a sudeste da Babilônia. Babilônia Atacada 2 I ..I — 5 1 P eso do deserto do mar. Sobe. C om o os tu fõ es de ven to do sul. 6 Sargão alegava que ele recebera presentes de Judá. da terra horrível. A ilustração dos tufões provenientes do Negueve indi­ ca que o escritor estava em Judá.18 1. uma terra a ser temida. 4 A localização de Elteque não é certa. A “terra do mar” é o que os assírios chamavam a mais baixa parte da região m editerrânea. 19 69 ). e o d estru id o r an da d estru in do. 28 7. ó M édia. assim haverá destruição terrível para Babilônia proveniente “da terra horrível”. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. Como os vendavais destruidores que varrem em direção a Judá vindos “do sul” (o deserto de Negueve ao sul de Berseba). ó Elão.3 Três fragmentos indicando o nome de Sargão e comemorando a sua vitória sobre Asdode foram descobertos em 1963. especialm ente a p arte dom inada por Merodaque-Baladã. Pritchard. 5 Senaqueribe alegava que ele “pessoalmente capturou vivos os príncipes egíp­ cios com suas carruagens e tam bém as carruagens do rei da Etiópia”.

Os seus príncipes precisam se levantar e lubri­ ficar os escudos (assim as flechas e outras armas irão ricochetear ne­ les). comendo e bebendo —banqueteando. que não p osso ver. e u n ta i o escudo. isto o enche de dor e perplexida­ de. e provavelmente indica a Babilônia. e o h o rro r ap avoram e. O pérfido ou traidor que trata perfidamente. se m e torn ou em trem ores. O seu “coração [sua mente] está anelante”: estremecido e terrificado. provavelmente. um “horror” para ele. algo medonho. é a Assíria. ele não pode continuar olhando para isto. . O “crepúsculo” que ele desejava. Isaías os vê em Babilônia preparando a mesa. que fora contratado pelos sacerdotes da Babilônia. A M édia pro­ vavelmente se uniu na batalha. o Elão. derrotou Senaqueribe. era a destruição da Babilônia. estão de atalaia.Isaías vê uma “visão dura”. Nós deveríamos sentir o mesmo sobre a destruição do sistema m undial babilônico profetiza­ do em Apocalipse 18 e 19.. uma revela­ ção que tem notícias ruins. o crepú scu lo>que desejava. Depois Senaqueribe destruiu a Babilônia em vingança (em 689). a n gú stias se apoderaram de m im com o as an gú stias da que dá a luz. .7). lev a n ta ivos. o destruidor ou saqueador que devasta tudo. Eles estão desprevenidos para o que está por vir. O fim de “todo o seu gemido” indica uma vitória sobre a nação que causa a angústia.C. M esm o assim. 3 P elo que os m eu s lom bos estão cheios de g ra n d e en ferm ida de. O ministério de Isaías nunca foi fácil. e tão desfalecido. estou tão atribulado) que não p osso ouvir. a visão o fez tremer. p rín cip es. 4 O m eu coração está anelante. A Elão é dito que ataque.C. quer dizer. Quando ele vê a terrível destruição da Babdônia. porque ele já sabia que isto causaria dificuldades (veja 39. co m em e bebem . nesta visão.6. Esta frase fala da necessidade deles de deixarem sua festança e se prepararem para a guerra. Ou isto pode se referir à derrota da Assíria em 591 a. esparramando tape­ tes.2 Em 691 a. 5 E les p õ em a m esa.

Eles estariam trazendo notícias importantes. Quando ele visse carruagens. E eis. ca íd a é ! E to d a s a s im a g en s d e e s cu ltu r a d o s s e u s d e u se s se q u eb ra ­ ra m co n tr a a terra . ela que escu te a ten ta m en te co m g r a n d e cuidado. como em Isaías 33. e ela qu e diga o que vir. q u an do v i r u m bando com ca va leiros a par.. p õ e u m a sen tin ela. sob re a to rre de vigia estou em p é co n tin u a m en te de dia e d e g u a r d a m e p o n h o n oites inteiras. 8 E cla m o u com o u m leão: Senhor.4Ele era o “pérfido” (ou traidor) e o “destruidor” (ou saqueador) de 2 I . Como um leão ele se levantou na sua força na torre de vigia todo o dia e permaneceu em pé como uma sentinela durante a noi­ te toda.2 . parelhas de cavalos. e todas as imagens de escultura dos seus deuses se quebraram contra a terra”. .5 Isto refere-se à Assíria. v êm u m b a n d o de h o m en s e ca v a le ir o s a os p a res. O texto hebraico diz “U m leão [ ‘aryeh] clam ou”3 (cf. O vidente seria a “sen­ tinela”. a gora . Vai.. Os Rolos do mar M orto como também os Siríacos indi­ cam “o vidente [ haro‘eh] clam ou” ou gritou. ele tinha que prestar atenção estrita. 7E. Isaías Recebe Notícias da Queda da Babilônia 21. os quais respondem de volta que “caída é Babilônia”. u m bando de ju m e n to s e u m bando de cam elos. KJV e NASB). A sentinela bradou a “um bando de homens”. é um registro de como Isaías recebeu as notícias da destruição da Babilônia em 689 a. Esta não é uma profecia. antes. por Senaqueribe.1.b.6— 10 6 P orque assim m e disse o Senhor.C. E ntão. r e sp o n d eu e d isse: C a íd a é B a b ilô n ia . Em outra visão concernente à Babilônia. e ca­ valeiros em burros ou camelos. a palavra de Deus para Isaías era postar uma sentinela para que esta o mantivesse informado do que visse. puxados por pa­ relhas de cavalos.

“Babilônia” torna-se o termo para desig­ nar a totalidade do sistema mundial que é destinado a cair durante a Grande Tribulação. Esta é a colheita de todas as suas obras.2 2 — 4 .2). Os registros de Senaqueribe mostram que ele estava bravo com os sacerdo­ tes da Babilônia e mandou que seus soldados esmagassem as imagens.1 1). comercial e religioso. Isaías chama a atenção ao fato de que o povo tem visto a profecia cumprida (4 1 . e trigo da m in h a eira ! O q u e o u v i do Senhor dos E x ércitos. . e Ezequias o reconhecia como um destruidor de imagens (37. Desde que a antiga Babilônia envolvia um sistema político. retratando uma grande colheita —repre­ sentando as profecias de Isaías.2 7 ).10 O he­ braico é literalmente “minha malhada” e “o filho da minha eira”. O grão não representa o povo de Isaías esmagado por sobre a eira. como a N V I coloca isto e como outros igualmente pensam. Sargão II não fez isto. honrou os deuses da Babilônia.2 6 . D eu s de Israel\ isso v o s a n u n ciei.8. Ele até mesmo interpretou a sua própria entrada na Babilônia como uma vitória para os deuses da Babilônia. “O filho da m inha eira” quer dizer o chão empilhado alto com grão. em 2 contraste com a ineficácia dos ídolos. Isto é a vindicação e o cumprimento das profecias que ele proferira muito tempo antes. Deus de Israel. Nós não sabemos de nenhuma outra época quando as imagens dos deuses da Babilônia foram quebradas por um conquistador.6 com exceção das de Bel e Nebo.7 Ciro não fez isto. Então. ele era um politeísta que. de acordo com os seus próprios registros. desse modo o apóstolo João vê a queda desses aspectos do presente sistema m undial. isso vos anunciei”. no fim dos tempos (Ap 14. 18.19).11 Isaías quer dizer que Babilônia caiu exatamente como ele profetizara. as quais ele levou para Nínive (Is 46).4 10 A h! M alhada m inha. ele entrou na Babilônia pacificamente e honrou a seus deuses.Senaqueribe jactava-se da sua habilidade para destruir nações (3 7 .8 No Novo Testamento. em justaposição a “o que ouvi do SENHOR dos Exércitos.

que h o u ve de n o ite? G uarda.. com água.13). voltai. qu e h o u ve de n o ite? 12 E disse o g u a rd a : Vem a m an hã . G rita m -m e de S eir: G uarda. No entanto. os m o ra d o res da terra de T em a en co n tra ra m os que f u g i a m co m seu pão. N os bosques da A rábia. Arábia seria a próxima após a destruição da Babilônia. Os dedanitas eram importantes comerciantes da Arábia (c f Ez 27. a meio caminho entre Damasco e M eca. ó via n d a n tes dedanitas. “Seir” é a área montanhosa de Edom. dia n te da espada nua. e. “Dumá” ( “silêncio”) é um nome simbólico para Edom. 3. e d ia n te do p eso da g u erra . onde os descendentes de Esaú viviam. ou o quanto falta para a noite acabar. Senaqueribe conquistou a Arábia em 688 a. haverá um repouso breve da dificul­ dade. O guarda é perguntado sobre o que houve de noite. Eles precisarão trazer água para os fugitivos sedentos.12 14 Sai. a noite. vinde. Is 34. 38.C. tam bém . ao sul do mar M orto. vinde”). JUÍZO SOBRE A ARÁBIA P O R V IR EM BREVE 2 1 .I 2 z1 P eso de D u m á . M A N H Ã E NOITE PARA EDOM 2 I . depois de haver destruído Babilônia no ano anterior. mas também a noite. Por causa de um ataque súbito. 15 P or­ q u efo g e m dia n te das espadas. porém mais dificuldades estão a caminho e seguramente virão (cf.20. O povo de Tema. p a ssa r eis a noite. e dia n te do a rco arm ado. precisaria encontrar . se qu ereis pergu n ta r. Eles podem voltar novamente ( “voltai.1 3 -1 7 13 P eso con tra A rábia. pergu n ta i. ao en co n tro dos sed en tos. A resposta é que a manhã está vindo. usada coletivamente nesta passagem para o país inteiro. Isaías não os deixa sem esperança. Quer dizer. eles irão para os “bosques da Arábia” para se esconder dos terríveis assírios. Isto pode insinuar que até mesmo eles podem voltar a Deus e se arrepender.I I .2.5— 15).

a tribo do norte da Arábia. tal com o os an os de assalariados. Isto foi cumprido em 68 8 a. kevod. um ano depois que Senaqueribe destruiu Babilônia.os fugitivos com pão. A tr ib o dos árab es de Q u e d a r e ra b e m c o n h e c id a e ric a . Os seus registros contam como ele derro­ tou os árabes e acrescentou “Rei da Arábia” à sua longa lista de títu­ los.. seria destruída. p o rq u e assim o disse o SENHOR. M a s e sta fo ra p ro fe ri­ d a e g a ra n tid a p e lo SENHOR e fo i c u m p r id a em c ad a d e ta lh e . de acordo com o historiador grego Heródoto. 16. os va len tes dos filh os de Q uedar. co m o fo i c o n firm ad o p e lo te ste m u n h o d o s a n ais d e S e n a q u e rib e .C. Os egípcios. O s árab es p ro vavelm en te n ão a c re d ita v a m n e sta p ro fe c ia . Isaías se volta para Jerusalém com uma série de quatro profecias. toda a g ló r ia de Q u ed a r desaparecerá. “glória”] de Quedar”. se referiram depois a ele por este título.13 P orque assim m e disse o S enhor: D en tro de u m ano. Neste tempo ele passou pela Arábia em vez de seguir a rota mais fácil da costa mediterrânea abaixo.I-I4 Em 2 2 . JERUSALÉM JULGADA 2 2 . Senaqueribe estava pronto para se mover em direção ao Egito. Eles estarão fugindo das espadas e setas da intensa batalha. O “Vale da Visão” pode referir-se a um vale perto de Jerusalém (talvez o vale de H inom no oeste) onde Deus concedeu .15 17 E os restan tes dos n ú m eros d o sjlech eiro s.14 Com Babilônia fora do caminho.1 -1 4 . arruinada. o seu mais recente. S u a d e r­ r o ta d e ix a rá p o u co s d o s seu s céleb res a rq u e iro s e s o ld a d o s. Isaías pronuncia outra profecia que especifica um período exato de tempo (cf. D eu s de Israel. 4. Em seus registros Senaqueribe disse que ele tomou m il camelos da rainha dos árabes em 688 a.14): dentro do período de um ano “a glória [Heb. serã o d im in u íd os. e os árabes deixaram as suas tendas e fugiram para uma área onde não havia nenhuma ali­ mentação ou lugares para beber.C.

todos os que em ti se acharam f o r a m a m a rra d os ju n ta m en te e fu g ir a m p a ra longe. n em m o rrera m na g u erra .16 3 T odos os teu s p rín cip es ju n ta m e n te fu g ir a m . Je­ rusalém pareceria estar em um vale. Ele não podia se unir aos festejos deles nos telhados. J1 3. Alguns foram capturados e executados. digo: D esv ia i de m im a vista.2. fo r a n i ligados p elo s arqu eiros.a Isaías visões sobrenaturais (cf. agora. p a ra qu e a ssim tota l­ m en te su bisses a os telhados? 2 C id a d e cheia de aclam ações. Isto significaria que Isaías rece­ beu as suas visões lá. 4 P ortanto. Isaías advertiu o povo. . os teu s m o rto s não são m o rto s à espada.12). cid a d e que salta de alegria. Porém. porque sabia que os resultados do tributo de Ezequias eram apenas temporários. a mensagem que segue é para toda a cidade de Jerusalém . N o entanto. Pode ser que as pessoas subiram para os telhados gritando e se alegrando porque escaparam do juízo que os assírios trouxeram so­ bre Asdode e outras cidades filistéias (veja 20. Ele queria ser dei­ xado só para lamentar a destruição profetizada de seu amado povo. mais prová­ vel é que eles estavam se alegrando porque Senaqueribe aceitou tribu­ to de Ezequias e deixou Jerusalém intacta enquanto ele se movia em direção a Laquis (2 Rs 18.1).14— 16). Eles tinham posto a sua confiança no ouro e na prata em vez de no Senhor. Os líderes judeus fugiram até mesmo antes dos assírios atacarem. 1 P eso do v a le da visão. e ch orarei a m a rga m en te. Q u e tens. não v o s ca n seis m a is em co n so la r-m e pela d estru içã o da f i lh a do m eu povo. cid a de turbvdenta. Pode ser que se posicionando sobre o monte das Oliveiras e olhando para baixo. mas este não o escutou. Eles pensaram que tinham esca­ pado da destruição advinda sobre as outras cidades de Judá. M as a alegria deles não era justificável.

O inimigo tinha enchido os seus “mais formosos vales”. condutores de carruagem e cavalos como reforços para o exérci­ to assírio. inclusive o Cedrom no leste de Jeru­ salém e o Hinom no oeste e no sul. 7 E será qu e os teu s m a is f o r m o s o s v a les se en ch erão de carros. carru­ agens. O resultado foi barulho. e os ca va leiro s se p o rã o em ord em às portas. 8 E se tira rá a cob ertu ra de J u d á . violência.Nenhum dos profetas era frio prenunciador da destruição. Q uir fornece guerreiros a pé com seus escudos descobertos e prontos para a batalha. Elão provê um contingente de arqueiros. terror e confu­ são. A Assíria já tinha tomado os postos fortificados avançados das cidades de Judá. A situação de Judá estava desesperadora. Quaisquer aliados nos quais eles confiaram também já tinham sido derrotados. n a q u ele dia. eles amavam o seu povo e os seus corações estavam quebrantados por causa do juízo que sobreviria sobre eles. Ao leste da Assíria. co m ca rro s de h om en s e ca v a lei­ ros. Eles tinham falhado em escutar o que o Senhor disse no Vale da Visão. no va le da visã o: u m d errib a r de m u ro s e u m cla m o r a té às m ontanhas. 5 P orque dia de alvoroço. 6 P orque E lão tom ou a aljava. . Seme­ lhante a Isaías. com carruagens e postado os cavaleiros “às portas” das cidades ao longo do país. M uitas nações tinham se juntado à Assíria. e. Os muros das cidades de Judá não puderam resistir ao ataque assírio. Este era um dia triste quando o povo de Judá se uniu na briga contra a Assíria. e de vex am e. o lh a r ás p a ra as a rm a s da casa do bosque. e Q u ir d escobre os escudos. e de co n fu sã o é este da p a r te do Senhor J e o v á d os E x ércitos. Judá não podia se defender contra um exército tão vasto.

As apressadas preparações para a defesa incluíam a demolição de casas para que as pedras fossem usadas para “fortalecer os muros” (uma medida desesperada e vergonhosa que tornou sem teto alguns dos cidadãos de Jerusalém). Ezequias conduziu um esforço combinado para preparar-se para a guerra. p a ra o que o tinha feito . 11 T izestes tam bém u m reservatório en tre os dois m u ro s p a ra as águas do v iveiro velho. os traba­ lhadores tinham indubitavelmente medo de ir para fora dos muros da cidade. A descrição das medidas de defesa de Ezequias é dada em 2 Reis 2 0 . eles confiaram nas armas armazena­ das na “casa do bosque” construída por Salomão (I Rs 7. provavelmen­ te o Poço de Siloé. p a ra fo r t a le c e r os m u ros. As “brechas da cidade” ou as brechas de suas defesas precisavam ser consertadas. 2 Cr 32.O verbo hebraico pode significar que Deus também tinha removido a sua cobertura protetora de Judá. de modo que foram armazenadas “as águas do viveiro inferior”.2 0 e 2 Crônicas 32. Jerusalém não estava preparada para um ataque ou um cerco. aproximadamente cento e oitenta metros abaixo do ribeiro de Giom (2 Rs 20 . Havia abundância de outras fontes de pedras nas redondezas de Jerusalém (cf. Ao invés disso. entre a Sião de Davi e a colina ao oeste. quer dizer. porq u a n to são m u ita s. 9 E v ereis as brechas da cid a d e de D a vi. Âgua era essencial se houvesse de ter um cerco.. os líderes de Jerusalém olha­ ram “. m a s não olhastes p a ra cim a.5).30). “Os dois muros” podem ter estado ao fundo do Vale deTiropoeon. e a ju n ta reis as águ a s do v iv eiro inferior. 2 Cr 32. para as armas”. Estas incluíram a construção do túnel de Siloé debaixo da cidade de . 10 T am bém con ta reis as casas de J eru sa lém e derrib areis as casas.3— 8. porque eles já não confiavam nEle para ser o seu Guardião.. nem considerastes o que o f o r m o u desde a antigüidade. Porém.2— 5).20.

de modo que eles decidiram desfrutar o tempo que lhes restava. e b eb e-se vinho. v a i ter com este tesou reiro.32). Eles estavam pondo a sua confiança no que poderiam fazer no lugar do que Ele queria. Alguns pecados não seriam expiados. Assim. o SENHOR dos E xércitos. a razão para esta falta de expiação era a recusa deles de se arrependerem. uma pressuposta esperança ainda estava lá se eles tivessem de se arrepender. 5. Pau­ lo endossaria esse tipo de estilo de vida também —se não houvesse nenhuma ressurreição (I Co 15. ocupando-se em festança fatalista e de­ leitando-se. mas porque eles tinham se desviado do SE N H O R . o m ord om o. M as nestas preparações apressadas. 14 M as o S enhor dos E x ércitos se d ecla rou a os m eu s ou vidos. e ao cingidouro do cilício. e d iz e-lh e: . SEBNA E ELIAQUIM 2 2 . e ao pranto.Jerusalém para trazer água do ribeiro de Giom para a Poço de Siloé. d iz o SENHOR J e o v á d os E xércitos. Deus queria que o povo de Jerusalém se humilhasse e se arrepen­ desse com evidências de sua tristeza —não por causa do perigo dos assírios. porém. co m e -s e carne. 12 E o Senhor. dando assim para Jerusalém um abastecimento de água protegido. Semelhante a outras tais advertências. eles não olharam para o S eN H O R . co m Sebna. e d iz -se: C o m a m o s e bebam os. dizendo: C erta m en te esta m a ld a d e não será ex p ia da a té qu e m orra is. vos convidará naquele dia ao choro. O povo ignorou a Isaías. Eles não viam qualquer esperança de derrotar os assírios. e ao rapar da cabeça.1 5 -2 5 15 A ssim d iz o SENHOR J e o v á d os E x ércitos: A nda. 13 M as eis aqui g o z o e alegria\. p o rq u e a m a n h ã m orrerem os. Eles estavam cometendo um pecado de pre­ sunção após o outro. m a ta m -se v a ca s e d ego la m -se ovelhas.

ali. M as ele próprio não possuía nada e estava diretamente sob a responsabilidade do rei. ele estava dando a si mesmo a honra e o lugar na história devido a um rei. 16 Q u e é que ten s aqvú? O u a qu em ten s tu aqui. um funcionário corrupto. e. te f a r á rolar. N a preparação de uma tumba no alto sobre a face da ro­ cha.17 18 C erta m en te. Ele seria enterrado sem qual­ .) 17 Eis que o Senhor te a rro ja rá v iolen ta m en te com o u m hom em f o r t e e de todo te en volverá . auto-suficiente. Ele tinha se feito útil. já que o seu nome é aramaico. m orrerá s.II e comentário]. era gerente da casa real e guardião das cha­ ves. o op rób rio da casa do teu senhor. p a ra que ca va sses aqui u m a sep u ltu ra . co m o se f a z r o la r u m a bola em terra larga e espaçosa. Sebna seria lançado fora da cidade onde morreria. Ele é sarcasticamente chamado de um “homem forte”. O termo “mordomo” vem de uma palavra raiz que significa “ser de uso”. (Alguns comentaristas entendem isto como uma referência sarcástica à sua direção na escavação do túnel de Siloé [veja v.Tem sido sugerido que ele possa ter sido a princi­ pal pessoa a persuadir Ezequias a buscar uma aliança com o Egito. pronuncia uma profecia contra uma pessoa particular em Jerusalém. não hebreu. cin z ela n d o n a rocha u m a m ora d a p a ra si m esm o! Sebna estava usando a sua posição de mordomo para se elevar e progredir. ali. aca barão os ca rros da tu a g ló ria . Ele era possivelmente um estrangeiro.Agora Isaías. o SE N H O R es­ tava a ponto de tirá-lo e expulsá-lo. ca va n d o em lu ga r alto a su a se­ p u ltu ra . Ele subiu ao poder por ter aprendido como agradar o rei. “Como se faz rolar uma bola”. mas isto não era “em lugar alto”. inclusive as chaves dos tesouros reais. possivelmente no exílio. Porque Sebna tinha abusado de sua própria posição. Ele não era um verdadeiro servo e estava traindo a confiança do rei. Sebna. em única vez no seu livro.

e abrirá. e ele será co m o p a i p a ra os m o ra d o res de J eru sa lém e p a ra a casa de Ju d á . A autoridade de E liaquim era quase incontestável. e n in gu ém abrirá. As suas carruagens esplêndidas ( “car­ ros da tua glória”) eram parte da sua tentativa para se honrar como realeza. Naquele momento. As frases “a chave da casa de D avi” e “abrirá. e e s fo r çá -lo -e i com o teu talabarte.4 1 — 4 ).3). Isto implica que ele seria responsável da mesma maneira que Sebna o fora. e en trega rei n a s su a s m ã o s o teu d om ín io. onde se encontrava no comando. naqu ele dia. O cumprimento completo do juízo de Deus sobre ele pode ter vindo depois da sua eventual degradação. Deus o tiraria do seu ofício. Je­ sus. Ele foi comissionado a amá-los e a tomar conta deles. Aparentemente.C. qu e ch am arei a m eu serv o E lia q u im . 22 E p o r e i a chave da casa de D a v i sobre o seu om bro.quer pompa real. exercitando os poderes de governo em nome do rei. e ninguém fechará” descrevem o poder dele. 21 E r e v e s ti-lo -e i da tua túnica. 20 E será. Ele era uma desgraça para o palácio de Ezequias. tanto quanto José o fez por Faraó (Gn 4 1 . Deus o poria no lugar de Sebna. 19 E d e m itir -te -e i do teu o fício e te a rra n ca rei do teu assento. o R ei de reis. Sebna teve uma mu­ dança de coração e depois aceitou uma mais baixa posição como secretário (3 6. E liaquim se tornaria o que nós poderíam os chamar de o Pri­ meiro M inistro. Eliaquim era um verdadeiro servo do Senhor. efech a r á . Ele era o 4 ad m in istra d o r do p alácio quan do o o fic ial co m an d an te de Senaqueribe am eaçou Jerusalém em 701 a. lhe daria os símbolos do ofício de Sebna —a túnica e o talabarte —e o deixaria ser “como um pai” para o povo de Jerusalém e Judá. e n in gu ém fech a r á . tem agora em suas mãos a chave da casa de Davi .filh o de H ilquias.

e a ca rga q u e n ele esta v a se d esp r en d erá . 25 N a q u ele dia. . d esd e a s ta ça s a té à s g a r r a fa s .e i co m o a u m p r e g o n u m lu g a r f i r m e .7 ). se as pessoas confiassem em Eliaquim em vez de confiar no SE N H O R (e em sua fraqueza humana Eliaquim as abandonou). e a glória e a reputação de sua fam ília penderia dele e do que ele fizesse (como de um prego de parede).I . Eliaquim estava mais preocupado pela casa de seu pai (os seus parentes) do que estava pela casa de Judá e pela casa do seu senhor. n a v io s d e T ársis. 23 E f i x á . O hebraico aqui. Aparentemente. Ele seria como um trono de honra para todos de sua família. Infelizmente. d iz o S e n h o r d o s E x ércitos. todavia. to d o s os v a so s m en o res. não em qualquer homem ou mulher. p o r q u e está a ssola d a . Ele man­ teria os negócios do palácio com firmeza contra os ventos da adver­ sidade. Ezequias. poderia ser traduzi­ do como uma advertência de que. 6. o p r e g o p r eg a d o em h i g a r f i r m e se rá tira d o . e se r á co m o u m tro n o d e h on ra p a r a a ca sa d e seu p a i. 24 E d ele p e n d e r á toda a g ló r ia da ca sa d e s e u p a i. Nossa confian­ ça deve estar em Deus.I 8 1 P eso d e T iro. U iva i. p o r q u e o S en h o r o disse. e d e n in g u é m m a is e n tr a r n ela . cum prindo a aliança davidica.(Ap 3 . a p o n to d e n ã o h a v er n ela ca sa n en h u m a . o s r e n o v o s e o s d escen d en tes. d esd e a terra d e Q u itim lhes f o i isto revela d o . O povo começou a confiar nele em vez de confiar no SE N H O R . O fardo seria muito grande para ele e. O propósito de Deus era tornar firme a posição de Eliaquim.l o . ele também seria tirado. LAMENTAÇÃO SOBRE A RUÍNA DE TIRO 2 3 . se r á a r ra n ca d o e ca irá . a qual prom etia um ho­ mem para sempre no trono. o SE N H O R teria que tirá-lo. por seu turno. Isaías teve de acrescentar um adendo a esta profecia. Deus viu que Eliaquim não se provaria merecedor de seu ofício. como uma cavilha de tenda pregada em um “lugar firme”.

o Grande. A influência de Tiro não era sempre boa.2). Tiro.Esta é a últim a das profecias de Isaías concernentes a nações es­ trangeiras. construiu uma rampa feita de terra e pedra a partir do continente. quer eles tenham de fato ido tão longe ou não. H irão de Tiro pode tê-la fundado como uma colônia fenícia. A planície de Tiro. Tiro proveu artesãos qualificados e materiais para a construção do Tem­ plo de Salomão (I Rs 5. Depois. Porém. Os “navios de T ársis” eram grandes embarcações comerciais capazes de viajar aTársis. rei de Tiro.18). era de cerca de vinte e quatro quilômetros de extensão e cerca de três quilômetros de largu­ ra. a oeste de Gibraltar. Társis provavelmente eraTartessus. . as quais foram ligadas por H irão na época de Davi. Nos tempos do Novo Testamento ela tinha se tornado uma cidade de língua grega e uma igreja cristã estava esta­ belecida ali (A t 2 1 . Ela era orgulhosa de seu comércio mundial e simbolizava um espírito mercenário e materialista. uma grande cidade comercial. a esposa do rei Acabe. Tiro estava localizada aproximadamente a cento e sessenta quilô­ metros ao norte de Jerusalém.C. na costa sudoeste da Espanha. Originalmente ela era com­ posta de duas ilhas pequenas. Jezabel. na costa. Davi teve uma boa relação com Hirão. Ela eventualmente usara Acabe para introduzir o culto de Baal. foi sitiada por Nabucodonosor e se tornou sujeita a ele. transformando a ilha em uma península. A cidade se rendeu a Sargão II nos dias de Isaías.19. ficava situada em uma ilha cerca de um quilômetro da costa fenícia. A ilha de Chipre (Q uitim ) ouve as notícias de T iro sendo dom i­ nada e envia comunicados aos navios que planejam ir lá. Então em 3 3 2 a. 19. especial­ mente no campo espiritual.3 — 6).31— 33. ela foi reconstruída e recuperou a sua prosperidade. Ela até mesmo tentou desarraigar a adoração do S eN H O R e substituí-la pela adoração a Baal de Tiro (I Rs 16. Ale­ xandre.. era a filha do rei de Sidom. En­ tão ele destruiu a cidade. 18.1— 12. no entanto.

ó Sidom . insinuando que Sidom tem que cessar o seu comércio com Tiro. É dito a Tiro e a Sidom que estejam calados ( “calai-vos”). nas “muitas águas” do mar Mediterrâneo.C. p orq u e o m ar. Outros tomam a fortaleza como sendo Tiro. a qual depois de submeter-se a Sargão II não poderia contribuir com os negócios deT iro e Sidom. m ora d ores da ilha. e ela era a f e i r a das nações. Isaías vê as águas do Mediterrâneo personificadas e as ouve falando. entre outros. n em ed u q u ei donzelas. trinta e cinco quilômetros ao norte. dizendo: Eu não tiv e d ores de parto. 4 E nvergon h a-te. a decepcionante cessação dos negócios. é para receber vergonha por causa do silêncio. . n em dei à luz. e muitos dos habitantes de Sidom contri­ buíram para o crescimento de Tiro por se mudarem para lá depois que Sidom foi destruída pelos invasores vindos do mar. aproximada­ mente 1200 a. fa la . e do vale fértil do Nilo. O mar tinha sido o sustento deT iro e Sidom. no Delta do N ilo. ainda. Os navios deTiro. 3 E a su a p ro visã o era a sem en te do can al. nem poderia Tiro contribuir com o deles. Sidom. Tiro era um movimentado porto internacional outrora ocupado pelos comerciantes marítimos de.Tiro dominava Sidom nos dias de Isaías. qu e vin h a co m as m u ita s águas. a ilha de Chipre. nem ain da cr iei jo v en s. trans­ portavam colheitas e bens de Sior. Todo o negócio era para ser interrom pido. Alguns entendem a “fortaleza do m ar” como sendo literal porque fala da perda de crianças. 5 C o m o co m as n o va s d o Egito. a cidade-mãe de Tiro. Sidom. trazendo grande renda a Tiro pelo comércio internacional.2 C a la i-v o s. e a ceifa do N ilo. a fo r ta lez a do m ar. e outros. n a vega n d o p elo mar. v ó s a q u em en cheram os m erca ­ d ores de Sidom . a ssim h a verá d ores q u an do se o u v irem as de Eiro.

15). domina­ do por Cuxe (Etiópia). sua riqueza. A destruição de Tiro fez os seus habitantes se tornarem refugia­ dos. de modo que Isaías a chamou “a cidade coroada”. assim. como também de resina (usada para mumificação). a cid a d e coroada. “Ilha” aqui pode referir-se às ilhas distantes e à costa do M editerrâneo (cf. Os seus grãos eram transportados pelos navios deT iro para os portos ao redor do M editerrâneo.I). estava contra a Assíria. Tiro fundou colônias governadas por reis. seu comércio. e seus empreendimentos coloni­ zadores ao redor do M editerrâneo (que incluía Cartago. v. a cidade que desafiou Roma). m o ra d o res da ilha. Este versículo pode significar que os refugiados estavam indo para Társis. exultante por causa de seu cres­ cimento. 7 È esta a vossa cidade. fazendo aquela cidade lamentar. Eles também perderiam a sua fonte de madeira de construção. cu jo s m erca d o res são p r ín cip e s 'e cu jo s n egocia n tes são os m a is nob res da terra ? 9 O SENHOR dos E x ércitos f o r m o u este desígn io p a ra d en eg rir a soberba de todo o o rn a m en to e e n v ilecer os m a is n ob res da terra. Esta conquista assíria da Fenícia e de Chipre afetaria o comércio deles. 6 P assai a T ársis e uivai. Tiro contava com aproximadamente dois m il anos de idade nos dias de Isaías. Tiro ficou assim orgulhosa e Deus planejou derrubá-la. O propósito . O Egito. Os príncipes e as pessoas de elevada reputação terrena contribuíram para o seu comércio e sua riqueza. na Espanha (naquele momento uma colônia próspera de Tiro. 40. Era uma cidade jovial. Q u em f o r m o u este d esígn io con tra Tiro. a sua renda. e. q u e a n d a va p u la n d o d e a leg ria ? C u ja a n tigü id a d e vem de dias rem o to s? P ois le v á -la -ã o os seu s p r ó ­ p r io s p é s p a ra longe a n d a rem a peregrin a r.O Egito se contorcerá de dor e angústia quando eles ouvirem as notícias da conquista. cf.

a cidade poderia ser chamada de “Filha de Sidom ”. Tiro. Por causa das contribuições de Sidom para Tiro. “Não mais tem porto” é a tradução mais difícil. A tradução “atraves­ sar” (cf. NAB) indica que devido o poder deT iro estar quebrado. o qual agita e turba os reinos. 12 E disse: N u n ca m a is p u la rá s de a legria. A N IV indica “não mais tem porto”. p a ra qu e se d estru íssem as su a s fo rta lez a s. ó op rim id a donzela. veja NASB. A N IV indica o mandado contra a Fenícia ( “a cidade mercantil”.20 O seu juízo destruirá “suas fortalezas” —seus lugares de refúgio. levanta~te} p a ssa a Q u itim e m esm o a li não terás descanso. “passar por cima de” ou “atravessar”18) o que já é uma interpre­ tação.1 9 11 E le esten d eu a su a m ã o soh re o m a r e tu rb o u os rein os. “Ele [o S e n h o r ] estendeu a sua mão” indica julgamento. levando Isaías a querer dizer que Társis pode cultivar a sua própria terra agora. j á não há cin to ao red o r de ti. Társis está livre. A versão da Bíblia N V I indica “cultive” em vez de “passa” (Heb. ó fi lh a de T ársis.dEle era mostrar como é corrompida a auto-exaltação da glória hu­ mana e quão desprezíveis de fato são aqueles honrados por um mun­ do pagão. está agora . As versões ARC e ARA indicam “já não há cinto [estaleiro. o que inclui a Fenícia. “mais nenhuma força”. o SENHOR deu m a n d a d o co n tra C anaã. incl. os habitantes de Társis podem atravessar por sua vizinhança tão livre­ mente quanto a passagem do N ilo pelo Egito. não mais su­ jeita a Tiro. a qual é literalmente Canaã. cais] ao redor de ti”. sem ser dominada porTiro. significando “mais nenhuma restrição” (como a de uma cinta. 10 P assa com o o N ilo p ela tua terra. ’ivri. margem). f i lh a de S idom . KJV). e também poderia ser traduzido. uma vez exaltada.

Tiro não é mais nenhuma fortaleza que possa prover segurança para os seus próprios navios.C. e a recupe­ . 13 Vede a terra dos ca ld eu s. Esta repetição do verso I indica a conclusão desta seção. (quando ele levou embora 2 0 8 . “Os dias de um rei” é uma referência literal ao fato de os reis manterem registros diários (cf. n a vios de T ársis. p o v o qu e ain da não era p o v o .C. co n fo rm e os dias de u m rei. Em outras palavras. 13 E su ced erá . p o rq u e é d estru íd a a vossa f o r ç a .1). a A ssíria a fu n d o u p a ra os q u e m o ra va m no d eserto. (quando ele demoliu a principal cidade deles. Isaías olha à frente novamente para a destruição da terra dos babilônicos (caldeus) pelos assírios.0 0 0 cativos e depois a demoliu em 689 a. Seus refugiados atravessarão para Chipre (Q uitim ) mas não acharão ali nenhum “descanso”. Os setenta anos podem ter sido cumpridos entre a campanha de Senaqueribe em 701 a. m a s j á está a r r u i­ n ada de todo. Os refugiados de Tiro não poderiam achar conforto ou descanso onde quer que a Assíria estivesse no controle. T iro será co m o a ca n çã o de u m a p rostitu ta . nenhum lugar de refúgio. ne­ nhum forte ou lugar de refúgio. Dur Yakin. m as.29. e levou embora 90. Et 6. Tiro vai cair em esquecimento “por setenta anos”. esta passagem acrescenta que não há mais nenhuma “força”.) eram advertências.C. Contu­ do.000 cativos) e o que Senaqueribe fez à Babilônia em 703 a. Isto pode referir-se ao fato de que a Assíria controlava Chipre e restringia os navios de Tiro de aportar ali. n o f i m de seten ta anos.C. na q u ele dia. mas não ainda conquistada. é chamada de “donzela”. I Rs 14.oprimida. leva n ta ra m as su a s fo r ta lez a s e e d fica r a m os seu s paços. q u e T iro será p o sta em esq u ecim en to p o r seten ta anos. O que Sargão II fez aos caldeus em 710— 709 a. 14 U ivai.

e ela to rn a rá à su a g a n â n cia de p ro stitu ta e terá co m ércio com todos os rein o s qu e há sob re a f a c e da terra. rod eia a cidade . 17 P orque será n o f i m de seten ta a n os q u e o S enhor v isita rá a Tiro. m a s o seu co m ércio será p a ra os qu e habitam p era n te o SENHOR. 16 T om a a harpa. . n em se fe ch a r á . ó p ro stitu ta en tregu e ao esq u e­ cim en to . “ O SE N H O R 18 E será con sa gra d o ao S e n h o r o seu co m ércio e a su a g a n â n ­ cia de p ro stitu ta . “uma coisa santa”] ao Senhor. depois que o poder da Assíria começou a declinar. aT iro restau­ rada será capaz de prover comida e vestimenta para os que “habitam perante o S e n h o r ” . Porém. quer dizer. cerca de 630. Deus promete que.ração deT iro. ou amor. visitará a T iro ”. Isto implica que Tiro será consagrada a um serviço nos moldes do que eram os sacerdotes. ca n ta e rep ete a ária. p a ra qu e haja m em ó ria de ti. seduzindo outras nações por lucro. o povo restaurado de Jerusalém du­ rante o M ilênio. após o juízo. qodesh. Então Tiro tentaria se recuperar. A comparação de Tiro com uma prostituta velha indica que ela não mostrará nenhuma piedade. como na canção da prostituta no versículo 16. A canção fala de uma prostituta velha que vai andando pela cida­ de tentando ganhar de volta os clientes por cantar canções das quais eles se lembrariam. Ele iria se ingerir na situ­ ação para permitir a restauração deTiro. Sua única preocupação será tirar proveito. compaixão. mas estaria inalterada. Olhando à frente. p a ra que com a m stficie n te m e n te e tenham v estid o d u rá vel. tirando vantagens financeiras delas pelas suas operações co­ merciais desonestas. toca bem . Porque Deus fará isto possível. o lucro deT iro —“o seu comércio e a sua ganância” —será consagrado [Heb. n ã o se en tesou rará. quer dizer.Tiro continuará agin­ do com “a sua ganância de prostituta”.

não Babilônia como alguns supõem. 1:857. Cf. .7). 7. em Wycliffe Bihle Encyclopedia (C hicago: M oody Press. 1 9 5 0 ). line 22. The Isaiah Manuscript and the Habakkuk Commentary (N ew Haven: Am erican Schools o f O riental Research. contra a Assíria. as provisões para Jerusalém na era m ilenial serão abundantes e obteníveis (cf.5-9. Egito. 2 O u seja. 1 9 3 0 ). 61. 2. Charles Boutflower. 26 1. 4 Oswald T. isto pode significar que as provisões deT iro serão para todo o povo de Jerusalém. 19 30 ). Como a supressão do comércio de Tiro afetou Sidom. 60.6. ed.. 6. Társis e Chipre? 9. 3. 15 7-5 8./«a!a(L eipzig. O tto Procksch.3).Desde que todos na Sião m ilenial serão chamados santos (4. Desde que os materiais deTiro não seriam acumulados ou armazenados em uma tesouraria. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Como Isaías reage à sua visão da destruição da Babilônia? Quando foram quebradas as imagens dos deuses da Babilônia? O que aconteceria com Edom e Arábia? Por que Isaías queria ser deixado só? Que preparações apressadas Jerusalém fez para sua defesa? Que preparações eles fracassaram em fazer? Por que Sebna seria substituído por Eliaquim e com que resulta­ do? 8. “Book o f Isaiah”. A llis. O que aconteceria a Tiro e quais seriam os resultados de sua restauração? CITAÇÕES 1 D. 5. 1 9 7 5 ). 3 M íllar Burrows. 4. I: Plate 16. Alem anha: D .. et al.W ernerScholl. The Book o f Isaiah ( Cbapters I~XXXIX) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge.

Isaiah 1 -3 9 . . 149. History. J. 154. 131. e que Isaías também olha à frente “para a Babilônia escatológica e para o D ia do Se­ nhor”. 16 Em 70 5 a. 18 The Prophets (Philadelphia: Jewish Publication Society o f America.5 Boutflower. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 14 Boutflower. 19 93 ). 15 H erodotus. Book o f Isaiah. H ayes. Alec M otyer.C. 19 28 ). 13 George A. M axw ell M iller e John H . M anuel K om roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 19 A m aioria dos estudiosos são inclinados a aceitar a tradução mais difícil. 2:35 8 Boutflower. 1 9 8 6 ). 2 :1 5 2 . 4 7 2. 10. Barton. 1 9 4 1 ). Sargão foi m orto em um a batalha com o bárbaro Cim erianos em Tabal. M o tyer reconhece que isto se refere a 68 9 a. A m orte dele encorajou “um a revolta que se difundiu ao longo do im pério. 19 78 ).C. D avid L. 111. Book o f Isaiah. M cK enna. trans. A H istory o f Ancient Israel and Judah (Philadelphia: W estm inster Press. 1 9 93 ). 17 S. Book o j Isaiah. 7 Ibid. N a Síria-Palestina. Archaeology and the Bihle. Ezequias era um dos prim eiros a se mover por trás da rebelião”. 129. 6 D aniel David Luckenbill. 1 9 2 6 -2 7 ). Ancient Records ofA ssyría and Bahylonia.: InterVarsity Press. 133. 149. ed. Book o f Isaiah. George Raw linson.1 8 5 . 10 Por exem plo. 2 vols. 149. 1 7 5 -7 6 . 20 A palavra hebraica kenaan tam bém pode significar mercador. W idyapranaw a. de m odo que o significado pode ser que Deus tenha ordenado que mercadores destruís­ sem as fortalezas d eT iro .. (P hiladelphia: American Sunday-School U nion. ed. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 1 9 9 0 ). 4 0 0. 7a. 12 Boutflower. Eerdmans. 10. H . 353. The Lord is Savior: Taith in National Crisis (G rand R apíds: W m . 2 1 3. 11 As notícias a respeito da destruição de Babilônia não teriam feito Isaías chamá-los de “m alhada m inha” significando “meu povo”. 9 J. B. em The C om m unicators Commentary (D allas: W ord Books.

1— 13 1 E is q u e o S e n h o r esv a z ia a terra.I-35. A palavra “terra” pode significar “território. e tr a n s to r n a a su a su p er fície. e a deso~ la. país. Isto aponta para o futuro. e d isp ersa os s e u s m o ra d o res. especialmente para o juízo da Gran­ de Tribulação (cf. . 18. mas o paralelism o com “m undo” (v. nação”. 15. para o fim dos tempos. A. A Cidade Desolada 24.9.4) mostra que este juízo envolve uma desordem do mundo inteiro. I Ts 5. 16.1— 3. A Terra Corrompida.Judá Merece o Juízo de Deus 24. Ap 8. 9. 19).IO Nestes capítulos Isaías vê visões alternadas de juízo sobre os pecadores e louva a Deus pelos redimidos.

p orq u e o S enhor p r o n u n cio u esta pa la vra. 6 P o r isso. ao qu e dá u su ra . D e todo se esva z ia rá a terra e de todo será saqueada. ao qu e em p resta. m u d a m os esta tu tos e qu ebram a a lian ça eterna. com o ao v en d ed o r. e p o u co s h o m en s restarão. O juízo que cai sobre a terra é o resultado de corrupção “de seus moradores”. todos so­ frerão. a terra está con ta m in a d a p o r ca u sa d os seu s m o ­ ra dores. serã o qu eim ad os os m o ra d o res da terra.2 E o q u e su ced er ao p o v o su ced erá ao sa cerdote. .1— 16). e quebra­ ram os regulamentos dados a Noé (Gn 9. ao com prador. co m o ao q u e p a ga u sura. Os exércitos roubarão e saquearão tudo. violaram as suas leis. 5 N a verdade. Isaías então identifica os seus pecados: Eles desobedece­ ram (aboliram ) as instruções de Deus. Alguns tomam o termo “os mais altos do povo da terra” como sendo os assírios. Ele afetará toda a sociedade e cada pessoa imparcialmente. Eles não querem nenhuma comunhão com Ele (cf. Deus falou e a sua palavra será cumprida. à serva . o m u n d o en fra q u ece e se m urcha . Eles têm se recusado a reconhecer qualquer aliança relacionada com Deus. p o r isso. A terra será devastada. A terra p ra n teia e se m u rch a . A terra é metaforizada. en fra q u ecem os m a is altos do p o v o da terra. a m a ld içã o co n so m e a terra. Esta se torna a condição do mundo inteiro nos últimos dias. co m o à su a senhora. Ela murcha e sofre devastação. com o ao s e u sen h or. e os qu e habitam nela serã o desolados. Ninguém escapará deste juízo. Outros o entendem também como sendo os israelitas —com o mundo todo sofrendo por causa do pecado deles. p o rq u a n to tra n sgrid em as leis. Do mais elevado ao mais inferior. com o ao qu e tom a em p resta d o. 2 Ts 2.9— 12). ao servo.

secou. a bebida f o r t e será am a rga p a ra os qu e a beberem . Hoje. possivelmente genérico para as cidades do mundo ou da terra em vez de uma cidade específica) está sem habitantes e está demolida. qiryath tohu. A “festança” de 22. sumo de uvas antes da fermentação) estancou. 10 D em o lid a está a cid a d e vazia.2 tem mudado para suspiros. As videiras estão enfraquecidas e murchas. “O mosto” (i. A ira de Deus arde contra eles e poucas pessoas serão deixadas (cf. O “vinho” não os relaxará e não os fará cantar. N V I brasileira] e ou­ tras bebidas alcoólicas) os fará sentir-se amargos em vez de alegres. n in ­ g u é m j á p o d e entrar. en fra q u ece a vid e.I I — 1 ). 7 P ra n teia o m osto. Eles estão colhendo o que semearam (c f G1 6. O suco de uva era um símbolo de prazeres inofensivos. tal des­ 2 truição mundial é possível. e d esca n sou a a legria da harpa. pois “os que habitam” naquela terra devem suportar a sua própria culpa. “A cidade vazia” (Heb. 9 C om ca n ções não beberão vin h o. A alegria e os folguedos acompanhados por tamborins e harpas cessaram. não a de outros. os habitantes “serão desolados”.7). todas as ca sa s fech a ra m . “A bebida forte” ( “Cerveja” [N IV inglesa. 1 C essou o fo lg u e d o dos tam boris.1.2 para o estado da terra antes que . O juízo não é arbitrário. ou seja. aca bou o ru íd o dos qu e p u la m 1 de prazer.3. Zc 5. “cidade do nada ou vazia”. e su sp ira rã o todos os a legres de coração.4. uma maldição devora a terra.e. ( Tohu é a palavra usada em Gênesis 1. Ap 19.Por causa do pecado do povo. eles têm que agüentar o fardo da sua própria culpa. “bebida fermentada”. Deus é justo e não pode deixar o pecado impune..

“Toda a alegria”. É um quadro de desolação total. se foi. inclusive a alegria da risada. QUESTÕES DE ESTUDO 1.IO).) Todas as casas estão fechadas impedindo a entrada. A “cidade” é provavelmente coletivo para as cidades em geral (c f v. Qual é o tempo do juízo mundial denominado no Novo Testa­ mento? . 12 N a cidade. com estalidos. As portas desoladas foram quebradas em pedaços. co m o a sa cu d id u ra da oliveira e co m o os rabiscos. A cidade não é mais habitável e não há nenhuma proteção. toda a a legria se escu receu . Fora nas ruas —ou fora da cidade —há lamentação ( “lastimoso clamor”) por causa da falta de vinho. Como o capítulo 2 4 é relacionado com os capítulos 13 a 23? 2. como as poucas azeitonas deixadas na árvore depois que eles batem os seus ramos ou as poucas uvas deixadas depois que os respigadores passaram pela vinha e pegaram o que os ceifeiros deixaram (c f 17. O remanescente deixado depois deste julgamento sobre o mundo será pequeno. d e ster ro u -s e o g o z o da terra. Toda a alegria que deleita os festeiros escureceu como quando o dia está findo. se quebra a p orta.6). e. 11 H á la stim oso cla m o r n a s ru a s p o r ca u sa do vin h o. no m eio destes p ovos. só f i c o u a desolação. qu an do está acabada a vin dim a. 13 P orque será no in terio r da terra. A devastação deixada na cidade pelo juízo de Deus é horrível. Um cumprimento preli­ minar disto aconteceu quando Senaqueribe destruiu quarenta e seis cidades de Judá.Deus lha desse habitantes.

20. de Israel. ai de m im ! O s p é rfid o s tratam p e r fi d a m en te.. o Deus de Israel. O Juízo Prepara para o Reinado de Deus em Jerusalém 24. que o povo reconheceu ter sido um juízo provocado pela soberania de Deus.3. Veja Apocalipse 18. . “do mar”). sim . O que acontecerá a todos os que não se arrependerem e não retornarem a Deus? 4. os p é r fid o s tratam p eifid a m en te.22. o remanescente piedoso alça a voz por causa da majes­ tade do SE N H O R . g l o r f i c a i ao SENHOR n os va les e nas ilhas do m ar. 2 Cr 32. ao n o m e do Senhor D eu s. p o r ca u sa da g ló r ia d o S e n h o r cla m a r ã o d esd e o m ar. e em todas as partes da terra habita­ da. Outra ocasião pode ter sido a alegria de outras nações após a cura de Ezequias e a derrota de Senaqueribe (cf. em a greço. A ocasião inicial dos brados de júbilo pode ter sido a morte de Sargão II em 705 a.23). miyyam. 13 P o r isso. Toda a humanidade precisa louvar e glorificar o único Deus ver­ dadeiro. Em contraste com a falta de alegria entre os que estão sofrendo o juízo de Deus. 16 D o s co n fin s da terra o u v im o s ca n ta r: g ló r ia ao J u sto .C. onde há um comando semelhante para se alegrar por causa do justo juízo de Deus. O s brados de alegria vindos do Ocidente fizeram Isaías pedir aos povos que respondessem no Oriente glorificando o nome do SE N H O R nas ilhas e nas regiões costeiras. m a s eu digo: em agreço.14-23 14 E stes a lça r ã o a su a v o z e ca n ta r ã o co m a legria . Que cidade está arruinada? B. e eles bradam alegremente “desde o mar” (Heb.

“[Eu] emagreço” e “Ai de m im !” são expressões dos sentimentos de Isaías. como também no grande terremoto dos dias de Uzias (Am I . ou conjunto de armadilhas (Heb. o laço o p ren d erá .1 Não obstante.5 e 22 . Con­ tudo. kenaph. Não haverá nenhum escape do juízo de Deus. o pensamento a respeito do juízo faz Isaías sentir intensa tristeza. e o q u e su b ir da cova. pachat).18. .2). e o laço. A traição e a deslealdade são de fato merecedoras de juízo.) Isaías conclui este pensamento descrevendo “as janelas do alto” se abrindo e os “fundamentos da terra” tremendo. os pecados do povo e a maldição terrível e o juízo sobre a terra e seus povos quebrantavam o seu cora­ ção (o Heb.19. Isto nos faz lem­ brar do que aconteceu no dilúvio na época de Noé (Gn 7 . pachacfy. ó m o ra d o r da terra. que descreve tentativas semelhantes de evasão que só vão de mal a pior. (Cf. M as a visão do futuro não faz Isaías se alegrar. vem a canção: “glória ao Justo”. de suas partes mais afastadas. e os fu n d a m e n to s da terra trem em . M uito embora ele previsse os brados de júbilo futuros. Am 5.1 1 (NASB). Não é por acaso que os resultados do pecado os alcançarão (N ote a aliteração nas palavras hebraicas). (Compare a reação dele em 6. a Deus que revelou a sua justiça tanto no juízo como no perdão e restaura­ ção. pacb).1 1. Os profetas não eram pronunciadores incompassivos de juízo. e a cova.) 17 O tem or. “asa”] da terra”. 8. e o laço v êm sob re ti. O mesmo termo é usado a respeito do Servo Sofredor em 5 3 . Ele sabe que o juízo tem que vir antes da restauração e das alegrias mileniais. estão esperando pelos habitantes da terra. O juízo de Deus trará uma mudança radical. O temor (Heb. 18 £ será qu e aquele qu e f u g i r da voz do tem o r ca irá na cova. tem notável aliteração nestes frases). ele está chocado pelo que vê chegando. a cova (Heb. p o rq u e a s ja n e la s do alto se a b rira m .I ). ou seja.4. quer dizer.“Dos confins [Heb.

Isto também pode retratar a terra girando fora de sua órbita e sendo destruída. 21 E será que. “os exércitos do alto na altura” (cf. e a su a ela. p e r a n te o s s e u s a n ciã o s h a v erá g ló r ia . Eles serão “amontoados como presos numa m asm orra” e serão mantidos em um cárcere.19 D e todo se rá q u eb ra n ta d a a todo se m o v e r á a terra. E f 6. incapazes de controlar os seus próprios destinos. .1 1.1 2. e ca ir á e n u n ca m a is se Cinco expressões enfatizam a severidade da terra estremecendo: A terra se divide. e furacões trarão juízo. um longo tempo. e serã o visita d o s dep ois de m u ito s dias. e balança —“como a choça de noite” sob o impacto do vento.1 1 — 9. se rompe. dia do juízo do S e n h o r está vindo quando Ele castigará as forças satânicas. e. o SENHOR v isita rá os ex ército s do alto na altura. e o s o l s e co r tfu n d ir á q u a n d o o SENHOR d o s E x ército s r e in a r n o m o n te d e S ião e em J e r u s a lé m . de todo se ro m p erá e de tod o v a cila r á a terra co m o o co m o a ch oça de n o ite. vacila.1 — . nunca mais se levantará”. temporais. o que mostra que o juízo é sobre a humanidade e sobre o presente sistema mundial iníquo. Terremotos. Ap 12. O 23 E a lu a se en v er g o n h a rá . em prisão. 20 D e éb rio e será m o v id a e rem o v id a tra n sgressã o se a g ra va rá so b re leva n ta rá .7— 2 0 . e os reis da terra sob re a terra. 22 E serã o a m o n ­ toados com o p r eso s em u m a m a sm orra . en tão. “os reis na terra”. Ap 2 1. tornados.I). “De­ pois de muitos dias”.8). move. e serã o en cerra d os em u m cárcere.17 . na q u ele dia.2 Deus criará um novo céu e uma nova terra (6 5. serão julgados e punidos. Jd 6. O mesmo juízo sobrevirá a todos em posição de grande autoridade. A trans­ gressão pesa tão gravemente sobre a terra que esta “cairá. terra. como a estrutura temporária (ramos e esteiras ou estacas e toldos) instalada pelo fazendeiro da qual vigia o seu campo cultivado (c f 1. 3 15).

exaltar~ te~ ei e lo u v a r e i o teu n om e•. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books.29).A lua cheia e sol ficarão vermelhos de vergonha (cf.3 Que esperança gloriosa os verdadeiros crentes têm! Q UESTÕES DE ESTU D O 1. sim . Isto antecipa a visão da glória de Deus que João viu em Apocalipse 4. onde “os anciões de algum modo representam a Igreja”. 75. M cKenna. Quem gritará de alegria e por quê? 2.10). Isaiab 1-39. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. M t 24. N a presença dos anciões de seu povo a glória dEle será manifes­ tada (c f Êx 24.9. 2 4 1. 19 95 ).1— 12 2 Ó SENHOR. Ele reconhece o SE N H O R como o seu Deus de um modo . que sozinho reinará “no monte de Sião e em Jerusa­ lém”. 2 David L. 3 Stanley M . The Prophets (P hiladelphia: Jewish Publication Society o f America. 0 Juízo Prepara para Um Banquete Milenial 25. H orton.4. os pérfidos tratam perfidam ente” poderia ser traduzido como: “O incrédulo que agiu com incredulidade tem sido por seu turno tratado com perfídia”. A visão a respeito do SE N H O R reinando gloriosamente inspira Isaías a louvá-lo. C. tu és o m e u D e u s . o s teu s co n selh o s a n tig o s sã o v e r d a d e e fir m e z a . 4 0 3. RJ: CPAD. 1 9 7 8 ). p o r q u e f i z e s t e m a ra v ilh a s. Que grupos serão castigados? CITAÇÕES 1 “Os pérfidos tratam perfidam ente. Eles estão envergonhados porque as pessoas os adoravam em vez de adora­ rem ao SE N H O R . 1 9 9 3 ).

A presença de Deus já não o amedronta como o fez no capí­ tulo 6. as nações violentas. 2 P orque da cid a d e fi z e s t e u m m on tã o de ped ra s. e elas nunca serão reconstruídas (cf. 3 P elo que te g lo r fí c a r á u m p o v o poderoso. pois “o sopro dos opresso­ res”. qu e não seja m ais cid a d e e ja m a is se to rn e a ed fica r. onde eles pare­ cem estar oprimidos de todos os lados. Isto nos fala que Deus irá derro­ tar todos os que se opõem ao seu propósito glorioso e justo. refú g io con tra a tem p estad e e som bra con tra o ca lo r. e a cid a d e das n a ções fo r m id á v e is te tem erá.3— para uma 5 profecia semelhante contra Edom). Os planos que Deus fez há muito tempo ( “conselhos antigos”) foram cumpridos por Ele. O juízo de Deus fez de cidades ( “cidade” aqui é coletivo) um montão de pedras e inconquistáveis cidades fortificadas uma ruína. cidades de nações poderosas. necessitadas e desamparadas.pessoal. e sombra con­ tra o calor”.8. violentas e hostis se arrependerão e temerão a Deus. Sua proteção é necessária.9 para uma profecia semelhante contra Nínive. u m a ru ín a . e da cid a d e f o r t e . Deus também foi um “refúgio contra a tempestade. Estes juízos preparam o caminho para vários resultados: “um povo poderoso” irá se arrepender e glorificará a Deus. Os palácios fortificados dos estrangeiros não são mais as cidadelas que uma vez foram. p o rq u e o sopro dos o p ressores é co m o a tem pestade con tra o m uro. 4 P o rq u efo ste a fo r ta le z a do p o b re e a fo r ta lez a do necessitado na su a a n gú stia . é como uma tempestade que bate contra . Deus está sempre preocupa­ do a respeito de pessoas pobres. Eles louvarão a Deus. louvando o seu nome por todas as coisas maravilhosas que Ele fez. M l 1. e do p a ço d os estran hos. N a 1. Agora ele exalta a Deus. reconhecendo que Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia”.

“Com tutanos gordos” ( “pratos gordurosos com tutano” — ARA . neste m onte. signi­ fica pratos feitos com azeite de oliva).2 -4 ). O mundo ainda tem muitas nações violentas e nós ainda precisamos da sua proteção. dos violentos. para os salvos de todas as línguas. Deus derrota e silencia (Heb. Eles se tornam tão silenciosos quanto o calor em um deserto sem água. 5 C om o o ca lo r em lu ga r seco. a todos os p o v o s u m a f e s t a com a n im a is gord o s. usualmente traduzida “abrigos” ou “sedimentos” de vinho. 6 E o S e n h o r dos E x ércitos dará. é uma palavra no hebraico (sfrmarim'). “será humi­ lhado” pelo S e n h o r . assim o câ n tico dos tira n os será hum ilhado. Isto será um presente do S enhor —um grande ban­ quete milenial no monte S ião “a todos os povos”. Ap 7. “Vinhos puros” ( “vinho envelhecido” —N V I. Este é um outro quadro do que está preparado para aqueles que vêm ao SE­ NHOR (c f 2 . dos cruéis.11. bem p u rifica d o s. tu subjugas”) os brados orgulhosos de guerra. tribos e nações (cf.uma parede. literalmente “farta comida cheia de tuta­ no”. “Com vinhos puros” ( “o . Isto pode indicar que a essência do significado de stimarím ( “coisas guardadas” ou “coisas preservadas”) está em mente. ou “vinhos nos abri­ gos” — K JV ). quer dizer. u m a festa com vinhos p u ro s.9). as­ sim “o cântico dos tiranos”. onde Moabe é comparado a sedimentos onde o gosto e o cheiro não mudaram. “tu humilhas. com tu ta n o sg o rd o s e com vinhos p u ros. O rico banquete. “Com carnes suculentas” —N V I). Veja Jeremias 48. co m o se abranda o ca lo r p ela som bra da espessa n u vem . Como calor é minorado pelas nuvens. O juízo prepara para um banquete que acontecerá depois que Cristo retornar. “uma festa com animais gordos” (no Heb. takhnia. implica o melhor tipo de nutrientes. tu abaterás o ím peto dos estra ­ nhos. representa alta qualidade. o “ím peto” dos exércitos estrangei­ ros que se opõem a Ele.12.

e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra. e ele nos salvará.26— 29).4). Deus irá destruir essa coberta ou máscara.melhor vinho” —N V I) significa que eles são filtrados ou refinados. Isaías olha à frente para o cumprimento da promessa de Deus de que “aniquilará a mor­ te” na vitória.. Então não haverá mais nenhuma morte. e assim enxugará o Senhor eová as lágrimas de todos os rostos. mas os povos de todas as nações (c f . como um Pai amoroso. ou “coberta” (A R A ). na sua salvação. o dia da restauração do reino pelo SENHOR. SI 22 . este é o Senhor . A “máscara do rosto”. Para aqueles que vierem ao monte Sião. e muitas lágrimas devido aos assírios terem levado mais de duzentos m il cativos e os transplantado em outras terras. .54. 7 E destruirá. neste monte. porque o SENHOR o disse. I Co 15. não que sejam alcoólicos. Deus reservou bênçãos maravilhosas para aqueles que são fiéis (cf. “aguardaram esperançosa­ mente por Ele”) terão um testemunho maravilhoso. “E naquele dia”. Havia muitas mortes causadas pela Assíria nos dias de Isaías. “enxugará. exultarem os e nos alegraremos. naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso D e u s a quem aguardávamos. J s Aniquilará a m orte para sempre. a máscara do rosto com que todos os povos andam cobertos e o véu com que todas as nações se escondem. e Deus. Ou pode se referir a um véu que representa lamentação pelo pecado e seus tristes resultados que afe­ tam até mesmo o inocente. que obscurece ou é tecido sobre os povos e nações pode se referir a tudo o que impede os povos de verem a glória de Deus. q iw w in u lo. a quem aguar­ dávamos. Isto faz referência à obra de Cristo e a restauração que virá quando Ele retornar para estabelecer o seu reino milenial.. Isto será possível porque Ele “tirará o opróbrio do seu povo”. to­ dos os que o aguardavam (Heb. Isto inclui não só Israel que voltará ao SENHOR. Ap 21. as lágrimas de todos os rostos” (cf. 9 E.

T t 2. 2 T m 4 . co m o se trilha a pa lh a no m on tu ro. arrogante e adúltero povo de M oabe nos caps. 15 e 16. O povo de Deus nunca terá que se preocupar ou estar novamente com medo. m a s M oabe será trilhado debaix o dele. Eles não podem adquirir liber­ tação dos seus pecados e culpas nadando no monturo. m a s o SENHOR abaterá a su a altivez. tentará se salvar. Ele se estabelecerá para ficar. como algo inútil. ou as riquezas ganhas pelas habilidades humanas. e d e r r ib á -la s -á p o r terra. 12 E a b a ix a rá as altas fo r ta le z a s dos teu s m u ro s e a b a tê-la s-á . SE N H O R ( c f . I Co 1. A comparação de nadar no monturo indica que Moabe.1N o juízo futuro. Eles todos se alegrarão na salvação do Ts 1. é freqüentemente paralelo ao Espírito do S e n h o r . quer dizer. e aqui representa todos os inimigos de Deus. que re­ presenta o mundo pecador e os inimigos do povo de Deus. não os salvará. e “a perícia das mãos deles”. I 10 P orque a m ão do SENHOR descan sará neste m on te. a té ao pó.7.10. Deus derrubará e demolirá as fortalezas nas quais M oabe confi­ ava. (Cf. Deus derrubará todas as defesas que os seres humanos erigiram contra Ele.9. o juízo sobre o ímpio. mas seus esforços serão fúteis.v. O Espírito “des­ cansará”. significa o poder do S e n h o r . co m o as esten d e o n a d a d o r p a ra n a dar. . A altivez deles será abatida. a p esa r da p erícia das su a s m ãos.20).6).13). continuando com as suas práticas pecaminosas. M oabe será “trilhado debaixo dele” como palha no monturo. quer dizer. Em Ezequiel. Em con­ traste com Sião.) S en h o r” “A mão do 11 E M oabe esten d erá as su a s m ã os p o r en tre eles. quer dizer.8 . M oabe aparentemente se aliou com a Assíria nos dias de Isaías e pode ter sido usado pela A ssíria contra Judá. Moabe freqüentemente causava perturbações a Judá e a Jerusalém (2 Rs 13.

. O que Deus fará pelo seu povo e como este responderá? 4. H ayes. Veja J.13 I.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 3 5 9. 0 Juízo Prepara para Restauração e Paz 26. A H istory o f Ancient Israel and Judah (P hiladelphia: W estm inster Press. Ele é suficiente. se en to a rá este câ n tico n a terra de J u d á : U m a f o r t e cid a d e tem os. D. permitindo vigiar a face externa da muralha e atirar contra os assaltantes que tentam escalá-la. N aquele dia. Qual é o objetivo da menção de Moabe? CITAÇÕES 1 M oabe declarou sua lealdade à Assíria e aparentemente enviou soldados para que acompanhassem Senaqueribe na sua marcha contra Judá. O cântico é uma canção de louvor que prepara Jerusalém para a sua transformação em uma cidade de paz à medida que Deus cumpre o seu propósito remidor.I -II . O que Deus fará para todos os povos da terra? 3. a que D eu s p ô s a sa lva çã o p o r m u r o s e an tem uros. “Naquele dia” refere-se ao dia milenial por vir quando Judá e Jeru­ salém terão um cântico dado por Deus para cantar. A sua salvação será melhor que muros físicos e “antemuros” ( “ba­ luartes” —A RA ).1-27. Pelo que Isaías louva o Senhor? 2. baluarte). ou bastiães (parte da fortificação que avança e for­ ma ângulo saliente. Ele prote­ gerá o seu povo. UM CÂNTICO QUE EXPRESSA CONFIANÇA 2 6 . M axw ell M ille r e John H . 19 86 ).

cujas mentes (incluindo pensamentos. p o rq u e ele co r fia em ti. Nossa fé e confiança no SE N H O R devem ser contínuas. YahweF) chama a atenção para a fidelidade de seu nome e caráter de guarda da aliança. Deus provê “paz” perfeita (Heb. A cidade será preparada por Deus para o seu povo.6). Aqui. e a cida de ex a lta da h u m ilh a rá a té ao chão. g oi) é freqüentemente usada a respeito dos gentios. q u e observa a verdade. O profeta pede que os portões sejam abertos para “a nação justa” que observa. fiéis e de confiança). impulsos e tendênci­ as) são inabaláveis e constantes porque a sua confiança está em Deus. significa qualquer pessoa que está correta com Deus. Ele não fracassará porque Ele é “uma rocha eterna”. A palavra “nação” (Heb. O termo duplo “Senhor Deus” (Heb. 4 C o n fia i n o SENHOR p erp etu a m en te. 5 P orque ele abate os q u e habitam em lugares sublim es. Os que têm firme confiança em Deus pedem aos outros para con­ fiar “no SE N H O R perpetuamente”. e a d errib a rá a té ao pó. Deus os conservará em verdadeira paz (inclusive bem -estar espiri­ tual). segurança e permanência (veja 17. que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte” (T g 1. Um a antiga expressão de fé. p a ra qu e en tre nela a n a ção ju sta .2 A bri as portas. Yah. a verdade (ou. ou guarda.10). sbalom shalom. coisas verdadeiras. No meio das dificuldades e estresses. 3 Tu co n serv a rá s em p a z aq u ele cu ja m en te está f i r m e em ti. repetido para en­ fatizar a autenticidade da paz). . mas de proteção. Eles crêem e não duvidam —pois o que duvida “é semelhante à onda do mar. não é suficiente. ou confiança. p o rq u e o S enhor D eu s é u m a roch a etern a. A figura do S E N H O R como uma “rocha” não só fala de força. Força eterna e pro­ teção fazem parte da sua própria natureza.

problemas. O que Deus fez derrubando o orgulho de M oabe e deixando suas cidades em total ruína. te esperam os. Isto também é um desejo para vê-lo em manifestação pessoal. as suas revelações passadas a respeito de quem Ele é. Quer dizer. Ele fará ao orgu­ lho de todas as cidades exaltadas do mundo. Eles também querem ver a sua natureza guardada na memória. O juízo deve preparar o caminho para a restauração. ou que eles são fiéis no meio dos juízos que estão come­ çando a vir sobre a terra. 7 O ca m in h o do ju s t o é todo p la n o . Isto pode significar ou que eles vivem em obediência à sua palavra. mas Deus nos vê através deles. SENHOR. confi­ ando nEle. . Ele é ativo. O desejo pelo nome do SE N H O R é um desejo para ver a sua natureza e caráter manifestos. livre de obstáculos. Tudo o que nós precisamos fazer é andar com Ele. justo e direto para a sua meta.Deus não somente é uma rocha. O caminho do “justo” (os justos com Deus) é um caminho todo plano. O SE N H O R que é o “Deus Justo” faz o caminho “plano”. Isaías agora se volta para o tempo de esperar pelo SE N H O R . <A té no ca m in h o d os teu s ju íz o s. Ele abre um caminho quando parece não haver nenhum caminho. Isto não significa que nós nunca tere­ mos dificuldades. ele entrará em triunfo sobre as ruínas que Deus vai ocasionar. Deus o faz ordenadamente. no prumo. ou lutas. Os que estão aguardando esperançosamente pelo SE N H O R . no teu s n om e e na tu a m em ó ria está o desejo da n ossa alm a. mishpatekha. “decisões”). 6 O p é a p isa rá : os p és dos a flitos e os p a sso s dos pobres. um triunfo que eles não poderiam alcançar por si próprios. Embora o povo de Deus esteja “aflito” (oprim ido) e “pobre” (de­ samparado e insignificante). tu reta m en te p esa s o a n d a r do ju sto . andando no caminho dos seus “juízos” (Heb.

Ap 15. mas eles “nem por isso a vêem [reconhecem]”.. ha ven do os teu s ju íz o s na terra. praticando a iniqüidade e recusando reconhecer “a majestade do S en h or ” . onde a verdade de Deus é evidente. Mas Isaías clama a Deus para deixá-los ver ( “Que vejam”. eles ainda agem injustamente. para trazer juízo. 10 A inda qu e se m o stre f a v o r ao ím pio.4). “Os teus juízos na terra” são a motivação para fazer isto. m a d ru g a rei a h u sca r-te. os m o ra d o res do m u n d o ap ren d em ju stiça . Isto terá seu futuro e cumprimento mais completo depois dos juízos da Grande Tribulação (cf. 11 S e n h o r . a tu a m ã o está ex altada. n em p o r isso a p ren d e a ju s tiç a .9 C om m in h a alm a te desejei de noite e. A m u d an ça p ara a p rim eira p essoa do sin g u lar m o stra que o p ro ­ feta teve esse m esm o desejo em expectativa igu alm en te “de n o ite ”. e o testemunho de obedientes buscadores do SENHOR se torna um modo por meio do qual os habitantes da terra “aprenderão justi­ ça”. Ele quer que o zelo de Deus pelo seu povo seja visto e quer que o fogo santo de Deus devore os seus inimigos (que também são os inimigos do povo de Deus). Os juízos de Deus são necessários.. com o m eu espírito. até mesmo quando Deus lhes mostra gracioso favor e bondade. que está d en tro de m im . N V I) de modo que eles se­ jam confundidos ou envergonhados. m a s n em p o r isso a vêem . o ímpio não está pronto para aprender “a justiça”. m ad ru garei a b u scar-te” in d ica as p ro ­ fu n d id ad es in terio res do seu desejo p elo SENHOR. v ê-la -ã o .1 “M adrugarei a buscar-te” inclui a idéia de buscá-lo freqüente ou constantemente. Contudo. ou seja. “Em uma “terra da retidão”. A frase “com o m eu espírito . . a té na terra da retidão ele p ra tica a in iq ü id a d e e não atenta p a ra a m a jesta d e do S e n h o r . O SENHOR erguerá a sua mão para agir. p orq u e. p o r ém c o n fu n d ir -s e -ã o p o r cau sa do z elo qu e ten s do teu p o v o . muito embora o ímpio não possa ver quão retos e justos eles são. e o f o g o co n su m irá os teu s adversários.

não ressu sci­ tarão. “Outros senhores” incluíam faraó e os várias governantes que do­ minaram . tu n o s d a rás a paz. tu a u m en ta ste esta gen te. Israel durante o tempo dos juizes. Em contraste com o juízo sobre o ímpio. e fez a memória deles ser apagada. e destru íste.2 M as o povo honra a Deus somente. Deus os visitou com juízo. n os lem b ra m os do teu nom e. Ele os .fa lecen d o . e os destruiu. não to rn a rã o a v iv er. A sua salvação é totalmente obra sua. 13 Tu. p o rq u e tu és o que fiz e s te em nós todas as n ossas obras. S enhor . fiz e s te -te g lo r io s o . Ele os lançou para “todos os confins da terra”. Esses antigos senhores se consideravam deuses. a u m en ta ste esta gen te. os visitaste. m a s longe os lançaste. D eu s nosso. pa ra todos os co n fin s da terra. que governarão e reinarão com Cristo durante o M ilênio.1 2 -2 7 . mas eles eram ape­ nas homens —e eles “não tornarão a viver”. p o r isso. e apagaste toda a sua m em ória. e eles não ressuscitarão.2. Ê para a sua glória que Deus aumentou a nação ( “aumentaste esta gente”). o u tro s sen h ores têm tido dom in io sob re nós. Ou seja. ou serão levantados com os justos. Deus tem feito tudo por eles. p o r ti só.1 12 SENHOR. 14 M orren d o eles. Deus designará a paz para o seu povo e a estabelecerá. Quem honra o nome e a memória do faraó do Êxodo? Os estudiosos discordam até mesmo sobre a identidade desse particular faraó. 13 Ó S e n h o r . Eles são espíritos mortos no Sheol. Agora todo o remanescente piedoso em Judá confessa o que Deus tem feito por eles. Deus é o Senhor da história e tem sido fiel e tem feito o seu povo guardar o seu nome na memória como o seu único verda­ deiro Líder. m as. SÓ DEUS É DIGNO DE SER HONRADO 2 6 .

Também aconteceu em uma revolta frustrada d e 7 I 2 a 7 I I a. m a s isso não f o i sen ã o v en to . despertai e ex u ltai. mas Isaías olha para o futuro para algo muito maior por ocasião do Milênio. Não houve nenhuma liberta­ ção. Deus trataria dos assírios a seu devido tempo (1 0. nenhuma salvação na terra. a ssim f o m o s nós p o r ca u sa da tua fa c e . . Isto acontecia repeti­ damente durante o tempo dos juizes. ele e seu povo têm suportado sofrimento na presença do SENHOR. (Houve alguma expansão do território de Judá nos dias de Isaías. v ó s qu e habitais no pó. 19 O s teu s m o rto s viverão. 17 C o m o a m u lh er g rá v id a . ó Se n h o r ! Agora. M as no sofrimento do seu povo não houve nenhum nascimento. te visita ra m . Então eles verdadeiramente reconhecerão a glória de Deus. será co m o o orva lh o das erva s. Quando uma criança nasce a dor se transforma em alegria. na própria época de Isaías. ó D eu s. no aperto. eles têm clamado como uma mulher nas dores agudas de parto.12 ).aumentou não por causa de quem os israelitas são. qu an do está p r ó x im a a su a hora. mas por causa de quem Ele é. Deus os disciplinou e os trouxe de volta a Si mesmo. tem d o res de p a rto e dá g r ito s n a s su a s dores. nenhum bom resultado —só vento. apenas dor. mas como fizeram uma oração como um sussurro ( “oração secreta”). p o rq u e o teu orvalho.) 16 SENHOR.C. 18 B em con ceb em os nós e tiv em o s dores de parto. e os governantes do mundo. não caíram. os teu s m o rto s ressu scita rã o. d erra m a ra m a su a ora ção secreta. os assírios. Por causa dos juízos dEle. v in d o sob re eles a tua co rre­ ção. Eles quase não podiam sussurrar. livra m en to não tro u x em o s à terra. Isaías “lembra” ao SENHOR de como os israelitas buscaram a Deus em tempos de dificuldades. mas esse tempo ainda não tinha chegado. n em ca íra m os m o ra d o res do m un do. e a terra la n ça rá de si os m ortos.

12. Em 2 Reis 4. Jó 19. I Co 1 5 .21. é traduzido me­ lhor aqui como “luzes” (margem da NASB). Fp 3.17).39 “ervas” se refere à malva ÇMalva rotundifolía ). Os quartos são tidos por alguns como sendo os mencionados por Jesus em João 14. 20 Vai. entra nos teus qu artos e fech a as tuas p orta s sobre ti. SI 16.5). Dn 12. até que pa sse a ira. significando uma abun­ dância de luz que vem quando o sol da manhã aparece sobre o hori­ zonte.16. mas a linguagem é muito individualista aqui. eles esperavam que o caminho de vida os conduzisse para o lugar acima para os sábios (aqueles que temem e adoram ao S e n h o r ) a fim de evitar o Sheol embaixo (quer dizer. Porém.28. M as agora a chamada é para o povo de Deus entrar nos seus quartos e fechar a porta “por um momento”.2 e indicariam assim estar no céu durante o tempo . Haverá uma chamada para o povo de Deus despertar e exultar de alegria ( “despertai e exultai”). literalmente “passe sobre” (a mesma palavra usada por ocasião da Páscoa em Ex 12. a morte não significa o fim. As portas serão abertas naquele alegre dia milenial (v. “Orvalho” é simbólico e diz respeito à bênção e favor de Deus.29. esco n d e-te só p o r u m m om en to. p o v o m eu .10. quando as sepultu­ ras na terra se abrirem e os mortos se levantarem (cf.5 0 -5 3 .26. IT s 4. uma planta sensível à luz. M as a profecia de Isaías acrescenta uma outra espe­ rança —a esperança de ressurreição (cf.23). Alguns aplicam isto à restaura­ ção nacional de Israel (como em Ez 36 e 37). Isto fala de uma abundância de vida aqui. Semelhante a Salomão. os mortos que pertencem ao S E N H O R ( “os teus mortos”) vive­ rão. eles esperavam em Deus para guiálos nesta vida com o seu conselho e posteriormente levá-los para a glória do céu. Isaías espera o seu corpo morto se levantar com eles.2). eles já tinham uma esperança de morar para sempre na casa do S e n h o r . Como Davi ( S I 23.24).Em contraste com os ímpios que são derrubados “até ao pó” (v.2). Dn 12. Para o povo de Deus.2.6). inferno). Como Asafe ( S I 73. Jo 5. até que o juízo “passe”. pois. A expressão “orvalho das ervas” é a mesma na KJV A versão ARA indica “orvalho de vida”.

o leviatã. A repetição enfatiza o caráter sobrenatural do castigo. grande e forte”. e m a ta rá o dragão qu e está n o mar.I ). Estas três nações eram as principais inimigas de Israel nos dias de Isaías. isto parece referir-se à Assíria nas margens do rio Tigre.26) e o crocodilo (Jó 4 I . p o r cau sa da su a iniq ü idad e. O “m ar” neste caso refere-se ao rio Nilo. I Ts 5. Isaías viu um dia no porvir quando Deus os “castigará com a sua dura espada. 30. onde Jesus instrui os seus ouvintes a como orar “em secreto” (A R A ). Aqui parece indicar que o povo de Deus escapará da terrível ira e juízo de Deus (cf. a serp en te veloz. ou “a arrogante”. Como a “serpente veloz”. isto parece referir-se à Babilônia no rio Eufrates. e a terra des~ co b rirá o seu sa n gu e e não en co b rirá m a is aq u eles qu e fo r a m m ortos. O castigo deles é um antegosto do castigo completo por vir sobre todas as nações ímpias durante a Grande Tribulação no fim dos tempos. tannin) é paralelo a Raabe. “Leviatã” é um termo usado a respeito de várias criaturas do mar ou monstros dos rios. a serp en te tortu osa. Como a “serpente tortuosa”.6. Outros comparam isto a M ateus 6. . e o leviatã. “a aflita”.7).9).do juízo. 1 N aquele dia. por toda a sua desonestidade e transgressão. O “dragão” ou monstro (Heb. por causa da sua iniqüidade”. um nome para o Egito (cf. A razão para que o povo de Deus feche as suas portas (e assim se aproximando do S e n h o r ) é que Deus virá “para castigar os morado­ res da terra. 21 P orque eis que o SENHOR sa irá do seu lu ga r p a ra ca stiga r os m o ra d o res da terra. Um exemplo disto é o juízo sobre os assírios. Juntas elas são representativas de todos os inimigos que são contra Deus e o seu povo. tais como a baleia (SI 104. Nada estará oculto de Deus. o Senhor ca stiga rá com a su a d u ra espada. A terra cooperará por descobrir o sangue e os corpos dos mortos. g r a n d e e fo r te . que não durará muito tempo.

3 O u que se ap od ere da m in h a f o r ç a e fa ç a p a z com igo.4) que estão contra Deus. a g u a r d o e.1 1. provisão e pro­ teção são contínuos. Se sarças e espinheiros aparecerem. U m Segundo Cântico da Vinha 27 . 3 Eu.12 e em Amós 5 .) Este produz uma boa colheita de uvas doces. ISRAEL FERIDO PARA QUE POSSA DAR FRUTO 2 7 . Em contraste com a vinha do capítulo 5. qu em m e p o ria sa rça s e esp in h ei ros dia n te de m im na g u e r r a ? Eu iria con tra eles e ju n ta m en te os qu eim aria. a cada m om en to. isto não se ajusta à idéia de um vinhedo. “Naquele dia” olha à frente para o que Deus fará no futuro dis­ tante. Deus agora não tem nenhuma ira ou ressentimento contra esta vinha.2 -1 3 a. o SENHOR. trazem chamar. Isto pode significar que Ele purificará o seu povo. Este é um outro cântico da vinha.3. Ele os arraigará e os queimará. porém. Esta é uma vinha de beleza e delícia. “deliciosa” —A R A ) é traduzida como “desejá­ veis” em Isaías 32. em contraste com as uvas bravas da vinha no capítulo 5. a rega rei.2— 6 2 N aquele dia. p a ra qu e n in gu ém lhe f a ç a dano. sim . h a verá u m a vin h a de vin h o tinto. can tai-lh e. “que se . de n oite e de dia a gu a rd a rei. A expressão “vinho tinto” ( “frutífera” —N V I. que f a ç a p a z com igo. é o guardião da vinha. “vinho que está es­ pumando à medida que fermenta”. O seu amor fiel tem esperado até que Israel ponha a sua confiança nEle. (Alguns manuscritos Heb. Deus os convida a vir a Ele para refúgio ( “que se apodere da m inha força” —literalm ente no Heb. O SE N H O R 4 N ão há in d ign a çã o em m im . O seu cuidado. N em tudo é desesperança para as “sarças e espinheiros” (v.

flor e fruto —é formosamente desenvolvida.7— 13 7 P o rven tu ra . O fruto pressupõe a justiça que influenciará a outros. será transform ada e será como uma videira cuja totalidade das partes —raiz. a mais excelente Se­ mente de Abraão. e flo r e s c e r á e brotará Isra el. Deus sempre deixou uma sobra de seu povo Israel. por exemplo. um lu ­ gar de refúgio. e en ch erão de f r u t o a f a c e do m un do. o modo com o qual Ele subm ergiu todo o exército egípcio no m ar Vermelho? Porventura Ele já os matou do modo que matou os 185.2 4 — 8 ).000 homens do exército de Senaqueribe? A resposta é não. que teve a sua origem em Jacó. até mesmo para os que parecem como desagradáveis e irritantes sarças e espinheiros. a qual também é o mais ilustre Filho de Davi tornará isto possível. f e r i u . Ele foi gracioso para com eles e os amou. Deus restaurará a Israel e o fará prosperar. porventura Deus já os feriu do modo que feriu os seus inimigos. Deste modo nós temos um cumprimento da promessa a Abraão em Gênesis 12. b.3. o suplantador e enganador. broto. a nação de Israel. Como os capítulos 9 e I I mostraram. o mundo inteiro será abençoado por seus “frutos”. O caminho da salvação está sempre aberto. como um lugar seguro. A Culpa de Jacó a Ser Expiada 27. Jacó. . Não im porta como eles falharam ou com que freqüência se desviaram do S E N H O R . 6 D ia s v irã o em q u e J a có la n ça rá raízes.coloquem sob a m inha proteção”). 2 Nos dias do reino m ilenial por vir. como. Podemos ir a Deus como a um Pai amoroso e Ele cuidará de nós.o ele co m o f e r i u aos qu e o fe r ir a m ? O u m a to u -o ele a ssim co m o m a tou aos qu e p o r ele f o r a m m o rto s? Relembrando a história de Israel. Como resultado. foi transformado quando lu ­ tou com o anjo e recebeu o novo nome de “Israel” (Gn 3 2 . Ele quer que todos os adversários se arrependam e façam paz consigo. Ele ainda procede assim.

. e depois sob o de Sargão II.4). como uma rajada de “vento leste” do deserto. e este será todo o f r u t o de se h a ver tira do o seu p eca d o. O amor e cuidado de Deus por seu povo inclui disciplina e sofri­ mento. Só então poderia Israel se tornar a vinha agradável e frutífera do versículo 2. De­ pois Senaqueribe levou o povo de Judá para o exílio. Os assírios sob o comando deTiglate-Pileser III. As “pedras do altar” que são “feitas em pedaços” ou podem ser alta­ res para a falsa adoração ou podem representar o antigo sistema sacrificial que será anulado. Eles foram o “vento forte” de Deus. ali. Alguns comentaristas entendem “a cidade forte” como signifi­ cando Jerusalém. p a sta rã o os bezerros. mas lidar com eles de certo modo que os trouxesse de volta a Ele. levaram os habitantes do reino norte de Israel para o exílio. e a li se deitarão. 9 P or isso. Ele irá lidar com eles de forma que “se expiará a iniqüidade de Jacó” e o seu pecado será tirado. Parte disto envolverá a remoção da falsa adoração. q u a n d o ele f i z e r a todas as p ed ra s do a lta r co m o p ed ra s de ca l f e i t a s em pedaços. mas nesta conexão este termo é provavelmente um . no tem po do v en to leste. Ezequias pôs fim à falsa adoração (2 Rs 18. que incluía prostituição) e os altares de incenso “não poderão ficar de pé”. assim os postes-ídolos a Asera (símbolos da ado­ ração de Asera. Os juízos de Deus sobre Israel no passado foram severos.s C om m ed id a co n ten d este com ela qu an do a rejeitaste. o trataste” —A R A ) traduz uma palavra hebraica usada só aqui e provavelmente significa “enxotando” ou “espantan­ do”. u m a habitação rejeita d a e ab andon ada co m o u m d eserto. os bosques e as im agen s do so l não p o d erã o f i c a r em pé. ele a tiro u co m o seu v en to fo r te . e d evora rã o os seu s ram os. 10 P orque a cid a d e f o r t e está solitária. “Com m edida contendeste” ( “Com x ô! xô! .. O propósito de Deus nunca foi destruí-los completamente. se ex p ia rá a in iq ü id a d e de Ja có .

conquanto Deus os tenha formado com o cuidado como o de um hábil oleiro. Ele também estará inte­ . serã o quebrados. 25.19). os acenderão. N ada será deixado deles (cf. v in d o as m u lh eres. na q u ele dia. qu e o SENHOR p a d eja rá o seu f r u t o desde as co rren tes do rio a té ao rio do E gito. p o rq u e este p o v o não é p o v o de en ten d i­ m en to. o Dia do Juízo. Deus trará uma colheita. também será trazida a restauração. até ao rio [vadi —denominação árabe dos leitos de riachos interm i­ tentes do norte da África e do Oriente Próximo. p o r isso. Ele “não lhes mostrará nenhum favor”. não tendo nenhuma percepção das verdades espirituais ou dos ca­ minhos de Deus. Nas cidades desertas. Ele ajuntará “desde as correntes do rio [Eufrates]. porque de tal modo entorpeceram as suas mentes e corações que até mesmo a sua graça salvadora não os al­ cançou. As suas defesas não os salvarão do juízo de Deus. os quais só não estão secos na estação chuvosa] do Egito” (o vadi El-Arish na borda do Egito). z1 Q u a n d o os seu s ra m os se secarem . “Naquele dia”. aq uele qu e o f e z não se co m p a d ecerá dele e aquele qu e o f o r m o u não lhe m o stra rá n en h u m fa v o r . e vós. ó f i lh o s de Israel.2). debulhando o grão da palha. as mulheres virão e usarão os galhos para fazer fogo. Ap 16. Aque­ les que são deixados após o juízo são pessoas sem “entendimento”. os lugares seguros dos inimigos de Deus e do seu povo. isto é. Eles não tinham nenhum entendimento de Deus. O verdadeiro povo de Israel será recolhido um por um e será recolocado na terra. M uito embora Deus os tenha criado.coletivo para as cidades deste mundo (cf. de modo que “ali pastarão os bezerros” onde eles estiveram. quando os ramos se secarem e forem que­ brados. um ajunta­ mento do trigo bom. Embora a intenção de Deus seja restabelecer a nação de Israel. sereis colh id os u m a um . 12 E será. a partir da área total que uma vez foi dominada por Salomão nos dias da sua grandeza.

2 ? 5. Que esperança é dada ao remanescente futuro? . Que lições do cântico podem ser aplicadas aos nossos dias? 2. “um por um” (cf. sem lar.2. as parábolas de Jesus a respeito da Ovelha Perdida. Isto também fará com que os exilados no Egito venham e adorem “ao S E N H O R no monte santo. O que o leviatã simboliza? 6. “U m a grande trombeta” será tocada.19 se relaciona a Jó 19. em Jeru sa lém . Que juízos estão a ponto de alcançar Israel? 8. Is 2. em Lucas 15). hostilizado e perecendo na Assíria. mas outros que irão adorar ao S e n h o r (cf. naqu ele dia. Estes dois países representam todos os lugares no mundo onde Israel sofre.ressado a respeito da salvação de cada indivíduo.2— é diferente do cântico da 6 vinha no capítulo 5? 7. embora o Egito tenha sido o lugar da escravidão deles nos dias de Moisés.3). Como 26. Como o cântico profético de 27. e os qu e a n davam p erd id o s p ela terra da A ssíria e os qu e f o r a m desterrad os p a ra a terra do E gito to rn a rã o a v i r e ad orarã o ao SENHOR n o m o n te santo. Quais as razões que Isaías concedeu para que buscassem o Se­ nhor? 3.10? A Daniel 12.26? A Salmos 16. qu e se toca rá u m a g r a n d e trom beta. da Dracma Perdida e do Filho Pródigo. em Jerusa­ lém”. QUESTÕES DE ESTU D O 1. Deles virá não só Israel. 13 E será. Ela chamará o povo de volta à casa para adorar —o povo que está desterrado. A Assíria era o lugar onde os exilados de Israel estavam nos dias de Isaías. O que acontecerá aos opressores de Israel? 4.

1996). como a bonita cidade de S a­ m aria está em um a colina íngrem e sobre a cabeça de seu fértil vale. H orton. ed.I I.2 4 7 . qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le d os v en cid o s do vinho. R J: CPAD. rev.1-29 a.1 A palavra profética de Deus para o reino norte de Israel é que este está maduro para o juízo. Stanley M .CITAÇÕES 1 T im othy M unyon. (R io de Janeiro. 2 4 6 . O livro de Isaías agora retorna ao tempo antes de a Assíria ter conquistado o reino norte de Israel e tomado Sam aria em 72 2 a. Os seus líderes estão bêbados em um banquete que honra a Sam aria como uma “coroa”. balume. 2 Alguns comentadores acreditam que Isaías estava se referindo a reis atuais como T iglate-Pileser III e Sargão II. O reino norte é chamado de “Efraim” porque Efraim era a sua principal tribo.1— 8 1 A i da coroa de soberba d os bêbados de B fra im } cu jo g lo r io so o rn a m en to é co m o a f l o r qu e ca i. a coroa de um vencedor. E.C . Os líderes estão “vencidos” (H eb. Eles imaginam que são inconquistáveis e que o seu poder e posição lhes dá o privilégio de se satisfazerem. O o rg u lh o que os co n d u z iu a se diver tir d eix a-o s despreparados para o juízo que está para vir.I-33. M as a coroa está enfraquecendo. “A Criação do Universo e da H um anidade” em Teologia Sistemática. Tanto a em briaguez . O “A i” os adverte.Os Seis Ais 28. AI DE EFRAIM 28. ed. “dom inados”) pelo vinho. Os Líderes Bêbados 28 .

Is 5. que.C. N ovam ente Isaías o lh a p ara o d ia m ile n ia l futuro com o um co n­ traste co m a presente situação de Israel. Israel será completamente derrotado. Ele não adiará o juízo. a coroa.II-I7). qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le será co m o o f i g o a n tes do verão. 5 N aquele dia.como o orgulho inebriado dem andam o juízo de Deus (cf. v io len ­ ta m en te a d errib a rá p o r terra. o engole. Esta profe­ cia foi cumprida quando Salmaneser sitiou Sam aria por três anos e a cidade caiu em 72 2 a. clepoís a um figo maduro colhido antes do verão. v en d o o a lgu ém e ten d o -o ain d a na m ão. Ironicamente. Samaria é comparada primeiro a uma flor caída. “será pisada aos pés”. o SENHOR dos E x ércitos será p o r coroa g lo r io sa e p o r g r in a ld a f o r m o s a p a ra os resta n tes de seu p o v o . co m o u m a queda de saraiva. 3 A coroa de soberba dos bêbados de E fraim será pisa da aos pés. ela o colhe. 4 E a f l o r caíd a do seu g lo r io so orn a m en to. A Assíria cumprirá o juízo de Deus sobre Samaria. e o engole. o homem “valente e poderoso” que o SE N H O R usa­ rá é a Assíria. 2 E is que o SENHOR m a n d a rá u m hom em v a len te e p od eroso. Ironicamente. o estoura na sua boca. E exatamente como Deus diz. e não restará nada de Samaria. A vinda do exército assírio sob o comando de Salmaneser é comparada tanto à violenta destruição de uma chuva de pedras ( “queda de saraiva”) como a uma inundação. um símbolo de vitória —a coroa do vence­ dor —e um símbolo do orgulho dos bêbedos de Efraim. u m a to rm en ta de d estru içã o e com o u m a tem p estad e de im petu osas á gu a s q u e tra n sb ordam . Tão logo uma pessoa veja tal figo. O p ró p rio SENHOR se to rn a ­ rá a coroa de u m vencedor glo rio so e u m a g rin a ld a b o n ita ou diad em a .

6). Ele também será a força para os que levam a batalha aos portões da cidade do inimigo (ou o significado pode ser os que nos portões de suas próprias cidades as defendem do inimigo). Em todas as decisões o SE N H O R . Eles estão cambale­ ando embriagados para a destruição. M as tam b ém estes erra m p o r cau sa do vin h o e co m a bebida f o r t e se d esen ca m in h a m . de modo que cometiam erros nos seus julgamentos (c f Am 4. Em vez de estarem cheios com o Espírito de Deus. isto dá um passo à frente a um tempo posterior em uma mesa de banquete onde os líderes do partido da guerra em Jerusalém estavam celebrando o retorno de mensageiros ao Egito. Estes mensageiros . sacerdotes e profetas anteriores. c f E f 5. A embriaguez extrema deles é absolutamente imunda e asquerosa.9. como “um espírito de juízo”. dará a sua força para habilitar a todos os que serão juizes ou governantes para fazer o que é certo. Isto pode retratar Sam aria como no versículo I. não há n en h u m lu g a r lim po.10. d esen ca m in h a m ~ se p o r ca u sa da b eb id a fo rte.1. N m 11. Nos dias de Isaías eles estavam tão bêbados de vinho e cerveja que não podiam ver o direito.I)! 6 e será esp írito d e ju íz o p a ra o qu e se assen ta a ju l g a r e p o r fo r ta le z a p a ra os qu e fa z e m r e cu a r a p eleja a té à p orta . 25. 6. eles estavam cheios de vinho e outra bebida fermentada (Lv 10. a té o sa cerd ote e o p ro feta erra m p o r cau sa da b eb id a fo rte.24. Aqueles que têm o SE N H O R como a sua força substituirão os governantes. são a b sorvid os do vinho.2 M ais provavelmente. porém.1. a n d a m erra d os na visã o e tropeçam n o ju íz o .para o remanescente de todo o Israel —um completo contraste com o orgulho e a presunção dos ornamentos que desvanecem como uma flor dos bêbedos de Efraim (v.29.18). 8 P orque todas as su a s m esa s estão cheias de v ô m ito s e de tmun~ dícia.

qau laqau.9 -2 2 9 A quem . 10 P orque é m a n d a m en to sobre m an d a m en to. Não consideram que a Bíblia é lógica.vieram com a promessa de ajuda contra a Assíria. começam a escarnecer de Isaías: Eles querem que este saiba que eles não são bebês e não precisam dos seus conselhos. não só por nossas palavras. a qual sugerem que o profeta de Deus não possui. regra sob re regra. z te r sbam). M uitos incrédulos hoje são como eles. Os Escarnecedores Aprendem pelo M étodo D ifícil 2 8 . estão à vista. qau laqau. Eles estão alegando uma compreensão madura da situação mundial nos seus dias. pres­ tando atenção à mensagem simples na sua própria língua. m a n d a m en to e m a is m an d a m en to. repetindo sílabas. mas por nossas vidas. tsau latsau. O mero pensamen­ to da celebração bêbeda deles era detestável a Isaías. se en sin a ria a ciên cia ? E a q u em se d a ria a en ten d er o qu e se o u v iu ? Ao d esm a m a d o e ao a rra n ca d o dos seios? Os líderes do partido da guerra. p o r lábios estra?ihos e p o r ou tra língua. ou dizem que é obsoleta. Deus usa­ ria o povo de uma outra língua para ensiná-los.3 . Os assírios. De fato. junto com os sacerdotes e profe­ tas que os apóiam. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. u m p o u co ali. com a sua língua acadiana. ze’er sham. Nós precisamos testemu­ nhar a verdade da Bíblia. f a l a r á a este povo. Eles escarnecem de sua mensagem como se fosse conversa de bebê. a sua mensagem era simples e clara. 11 P elo que. tsau latsau. p ois'. b. Isaías responde dizendo que se eles não aprenderem a lição. como recitando o ABC (Heb. Eles afirmavam compulsivamente que Isaías os estava tratando como se fossem crianças peque­ nas.

pa ra que vão. em Jerusalém. não ch ega rá a nós.5). não a sepultura)4 era de fato uma aliança com o Egito para ajuda contra o açoite opressivo da Assíria (cf. que estão zombando da palavra de Deus e do profeta de Deus. e sejam presos. regra so ­ bre regra. q u an do p a ssa r o d ilú v io do açoite. 4 O u v i. apanhados em arm adilha e capturados. e se quebrantem . hom en s esca rn eced o res que d o m in a is este p o v o qu e está em Jeru sa lém . a p a la vra do SENHOR.12 ao q u a l disse: Este é o descanso. Deus tem uma palavra adicional para os governantes poderosos. de um modo arrogante e cínico. u m p o u co ali.7. pois. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. 13 A ssim . O “concerto com a m orte” que eles fizeram e o acordo secreto deles com o inferno (Sheol. M as a mensagem apenas en­ durecerá os corações daqueles que a rejeitaram. Portanto. 8. a p a la vra do SENHOR lhes será m a n d a m en to soh re m an dam en to. a palavra do SE N H O R continuará sendo uma mensagem simples e será cumprida pelos assírios. e se en lacem . e caiam p a ra trás. inferno. mas eles falirão nos seus propósitos e serão derrotados. Eles tinham rejeitado a sua aliança com o Senhor e estavam confiantes na habilidade humana. m a n d a m en to e m a is m an dam en to. p o rq u e p u sem o s a m en tira p o r n osso refú g io e debaix o da fa ls id a d e n os escon dem os. Deus os deixará con­ tinuarem com os seus planos. dai d escan so ao can sad o. 10. . m a s não q u isera m ouvir. 15 P orq u a n to dizeis: F iz em os co n certo com a m o rte e co m o in fer n o fi z e m o s alia n ça . ou príncipes. e este é o refrig ério . mas eles se recusaram a escutar. p ois. talvez encoraja­ dos por aqueles que dependiam de práticas ocultas para orientação. A mensagem de Deus através de Isaías tinha a pretensão de trazer descanso —incluindo segurança e rejuvenescimento —para o seu povo.

22.14.21. eles estavam realmente pondo a mentira por seu refugio e se escondendo debaixo da falsidade. p elo p ru m o . A linha de medir fazia a mensuração horizontalmente. se­ rão testados pelo juízo e justiça de Deus. O próprio Deus é a Pedra. aq uele qu e cr e r não se apresse. p ed ra p recio sa de esqui~ na. 17.33. M as Jesus Cristo é o cumprimento defini­ 2 tivo.11. qu e está bem f i r m e e fu n d a d a . 16 P ortanto.15. “bem firme e fundada”. eles descansarão nEle e desfrutarão a sua paz.Contudo. valiosa. Ele estava presente como a fundação para o futuro cumpri­ mento do seu plano divino e do reino por vir.4-8). e as águ a s co b rirã o o esconderijo. Os incrédulos fazem o mesmo hoje e se fazem a si mesmos bobos aos olhos de Deus. e a sa ra iva v a rr er á o refú g io da m en tira . e aquEle sobre o qual a Igreja é construída (A t 4 .20.1 1. M t 21. 37. mishqaleth) era de fato um nível usado para conferir preci­ são horizontal (não um fio de prumo m oderno).15— 0 ). Eles descobrirão quão frá­ gil é o refúgio de mentiras deles.18. As mentiras e esquemas dos príncipes de Jerusalém. Gn 49. Em contraste com o ridículo refúgio deles de mentiras e falsidade. I Co 3 . . Por causa da sua fé em Deus. Deus está assentando em Sião um fundamento de pedra. I Pe 2. buscando ajuda humana ou fugindo de inimigos humanos. os quais planejavam rebelião contra a Assíria e confiavam no Egito. porque Ele é a Pedra que os construtores rejeitaram (SI 1 18. Rm 9. uma pedra preciosa. da fundação (veja 8. 1 0 . uma pedra já testada. a parede deve ser demolida. ele era como uma base que ficou firme (c f 36. Quando Ezequias tomou uma posição de fé.1 1. E f 2. Aqueles que acreditam e confiam em Deus não terão que se apressar aqui e ali.5 Quando uma pare­ de é testada pela linha de medir e o nível está torto. cf.10. O “pru­ mo” (Heb. u m a p ed ra j á p rova d a . 17 E regra rei o ju íz o p ela linha e a ju stiça .42). a ssim d iz o S en h or JE O V Á : E is qu e eu a ssen tei em Sião u m a pedra.24 ).

mas a ajuda do Egito não seria suficiente para pro­ teger Judá da Assíria. e será que so m en te o o u v ir ta l n otícia ca u sa rá g r a n d e turbação. 16). Todos serão arrasta­ dos e os escarnecedores serão derrotados. não sepultura. o seu estran ho ato. v o s arrebatará. qu e n in gu ém se p o d e r á esten ­ d e r n ela . p a ra f a z e r a su a obra. veja v. Eles con­ fiaram no Egito. pois a palavra de Deus. vitórias que asseguraram o controle de Davi sobre Jerusalém. “tal notícia”. O S E N H O R é o mesmo Deus que deu a Davi vitórias sobre os filisteus “no monte de Perazim” (veja 2 Sm 5. sereis o p rim id o s p o r ele. a . a provará verdadeira e seu cumprimento os terrificará. co m o no va le de G ibeão.18 E o vo sso co n certo co m a m o rte se a n u la rá . 15) não subsistirão quando o açoite da Assíria inundar a sua terra. co m o no m o n te de P erazim . p o rq u e todas as m an hãs p a ssa rá e todos os dias e todas as noites. A cama e o cobertor que eles escolheram (para des­ canso e refrigério) refere-se às mentiras e falsidades do versículo 15 e envolvia o rompimento dos tratados que eles tinham feito. e se irará. tão estreito. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e a secreta “aliança com o inferno” (inferno. então. 20 P orq u e a ca m a será tão cu rta .17— I Cr 14. a su a estran ha obra. Isto trará um fim ao escarnecer deles. Os assírios atravessarão a terra repetidamente e trarão terror aos que escarneceram da mensagem de Isaías a respeito de descanso e refrigério.11— 23. q u an do o d ilú v io do a ço ite p a s­ sar. q u e n in g u ém se p o d erá co ­ b r ir co m ele. 19 D esd e qu e co m ece a passar. e p a ra ex ecu ta r o seu ato . 12). Eles rejeitaram a oferta de Deus de um lugar de descanso para o cansado (v. e . e a vossa alian ça com o in fer n o não su b sistirá . e o cobertor. 21 P orque o Senhor se levan tará.

14) para que as suas cadeias não se façam “mais fortes”.nova capital nacional. M as os crentes precisam estar emitindo uma últim a chamada ao arrependimento. p a ra sem ea r? O u ab re e esterroa todo o dia a su a terra ? 25 N ão é. Assim também a destruição da Grande Tribulação virá no fim dos tempos. 22 A gora. pois. Quatro imperativos os chamam a prestar uma cuidadosa atenção em Deus. eles poderiam ainda se voltar ao SE N H O R e parar o seu ajuntamento de força. A Sabedoria N atural Vem do S enhor 28 . Deus tem decretado destruição “sobre toda a terra”. assim : q u an do j á tem g ra d a d o a su a su p e-fície. 24 P orven tu ra . zombadoras ou desdenhadoras (cf. Isaías não quer que o povo continue escarnecendo da mensagem. c. lavra todo o dia o lavrador. Agora Deus fará uma “estranha obra”. é muito tarde para mudar isto. referindo-se à nação. v. atendei bem e o u v i o m eu discurso. não m a is escarn eça is. pode significar tanto “país. A destruição virá. antes. então. Isto não pode ser mudado. Isaías suplica às pessoas para que não se mostrem escarnecedoras. e sem eia com in h os. p a ra qu e vossa s ligad u ras se n ã o f a ç a m m a is f o r t e s . ou ao planeta Terra inteiro (o Heb. p o rq u e j á o u v i o S en hor J eová dos E x ércitos f a l a r de u m a destru ição. espalha nela ervilha ca. ou . Não obstante. Ele é o mesmo Deus que fez o Sol ficar parado “no vale de Gibeão” de modo que Josué pudesse ter uma vitória so­ bre os amorreus (Js 10.10— 14) e continuou a conquista da Terra Prometida. e esta j á está d eterm in a d a soh re toda a terra.23— 29 23 In clin a i os o u v id o s e o u v i a m in h a voz. um “estranho ato” —Ele trará juízo sobre o mesmo povo ao qual deu vitórias. nação” como “o planeta Terra”). o u lança n ela do m elh o r trigo.

A aplicação destas duas lições. não simplesmente juízo e destruição. . Isaías quer que os escarnecedores saibam que tudo isso requer louvo­ res a Deus por sua sabedoria e orientação. “centeio” (K JV ). de acordo com as suas necessidades. A versão A R A in­ dica “endro” em vez de “ervilhaca”. ou parábolas. é que Deus levará os seus propósitos adiante à própria finalidade deles. é trigo emmer ( Triticum sativum). Nigella sativá). n em se quebra co m os seu s cavalos. Tampouco alguém malha continuamente o grão de trigo que se pretende para fazer pão. este deve ser “esmiuçado”. Isaías tira uma lição da agricultura para mostrar que Deus tem a restauração em mente. que é “maravilhoso em conselho e grande em obra”. O texto no hebraico indica que é provavelmente cominho preto (Lat. Deus tirará do processo purificador um remanescente justo. Por uma série de perguntas retóricas. 29 A té isto p r o ced e do SENHOR dos E x ércitos. “Ceva­ da” (A R A ). Esta sabedoria prática tam­ bém “procede do S e n h o r ” . 27 P orque a ervilh a ca não se trilha com in stru m en to de trilhar. a verdadeira Fonte. n em so b re os com in h os pa ssa roda de ca rro. m a s n ã o se trilha co n tin u a m en te. co m u m a vara. Isaías lembra o povo a respeito de uma sabedoria prática que vem de Deus: ninguém ara a terra somente por arar. S e uma pessoa continuasse trilhando. Ele também está interessado em purificar. m as. o grão se espalharia e nunca esmiuçaria. com u m p ed a ço de p a u . Continuando a lição.ceva d a escolhida. n em se es­ m iu ça co m as rod as do seu carro. eles preparam o chão de acordo com o tipo de semente. ou “espelta”. que tem a semente dividida. cad a q u a l n o seu lu ga r? 26 O seu D eu s o en sin a e o in stru i a cerca do qu e há de ja z e r. ou centeio. p o rq u e é m a ra vilh oso em con selho e g r a n d e em obra. não des­ truir. Isaías mostra que as várias sementes e grãos não são debulhados da mesma maneira. “Cominho” ( Cuminum cym inum ) é uma planta da fam ília da cenoura com sementes aromáticas. se sa cod e a ervilh a ca e os com in h os. moído. 28 O trigo é esm iu ça d o.

Isaías ainda pode estar falando com os zombadores. AI DE ARIEL. No entanto. A CIDADE DE DAVI 2 9 . Dizendo para as pessoas acrescentarem “ano a ano” e deixar o ciclo das “festas” (as festas de Lv 23 com os seus sacrifícios e oferendas) continuar. e h a verá p ra n to e tristeza. . “como A riel” (veja v.6 ( “lareira de Deus” —A RA ) o topo do altar onde o fogo continuamente consumia os sacrifícios. da cid a d e de A riel.2.I . 2 C ontu do. p o r ei a A riel em aperto.I e comentário). Deus usará os assírios. Deus colocaria Jerusalém “em aperto” (opressão. Jerusalém Será Abatida 2 9 . a cidade de Davi.1 — 4 1 A i de A riel. A s cerimônias não impedirão o juízo de vir. angústia). e te sitia rei co m ba lu a r­ tes. em qu e D a v i a ssen tou o seu a rra ia l! A crescen ta i an o a ano. Essas festas eram legítimas. Os líderes bêbados de Jerusalém e seu povo pensavam que Deus nunca deixaria alguma coisa acontecer a eles porque a cidade era sa­ grada. mas tinham se tornado sem sentido porque o povo não tinha nenhuma fé genuína ou confiança no SE N H O R . e leva n ta rei trin ch eira s co n tra ti.I 4 a. e ela será p a ra m im co m o A riel. e su ced a m -se as festa s.C. Outros entendem isto como significando “forna­ lha do altar”. “Ariel” pode significar “leão de Deus” como um nome simbólico para Jerusalém.) será o SE N H O R . a real Pessoa por trás do cerco de Jerusalém (em 7 0 1 a. Isaías está dizendo que o tempo pode passar e as formas religiosas e as cerimônias deles podem continuar. contudo. e seus habitantes lamentarão e se entristecerão porque Deus a transformará em um lugar onde o fogo do seu juízo consome com terrível calor. 3 P orque te cerca rei co m o m eu arraial. e assim representava a cidade sagrada de Jerusalém.

O seu refúgio de mentiras não será de proveito algum. sen te a su a alm a vazia. Os Inimigos de Jerusalém Serão Frustrados 29 . e será a tua voz debaix o da terra com o a de u m fe itice ir o .4 E ntão. embora a ameaça e a angústia fossem reais na ocasião. Os assírios eram de fato cruéis. e co m t t fã o de vento. 6 D o Senhor dos E x ércitos será s visita d a co m trovões. Para os inimigos isto será um pesadelo. f a l a r ás d e debaix o da terra. Depois de julgar Judá e Jerusalém. e com terrem otos. e g r a n d e ru ído. com o tam bém todos os que peleja rem con tra ela e con tra os seu s m u ro s e a p u serem em aperto. e tem pestade. e labareda de f o g o con su m idor. A referência primária é para a libertação de Senaqueribe. Ele pode usar as forças da natureza para trazer o seu juízo. O Salmo 126 provavelmente foi escrito depois daquela libertação. Depois da libertação a grande multidão dos seus inimigos parecerá como um sonho que é passado. O orgulho e a autoconfiança deles serão abatidos. Deus está no controle. Deus libertará Jerusalém. acordan do. Yahweh tem um juízo maior para os inimigos de Jerusalém. isso acon tecerá. será s abatida. co m o a p ra ga n a qu e p a ssa . e a tua f a l a desde o p ó sa irá fr a c a . e a força deles se acabará de forma que a voz deles será como o resmungo da voz de um “feiticeiro” ( “de um fantasma” —A R A ) que sussurra debilmente “desde o pó”. m as. E com o o sonho e u m a visão da noite será a m u ltid ã o de todas as nações qu e hão de p eleja r con tra Ariel. ou co m o o seq u ioso que . e a m u ltid ã o dos tiranos. e a tua f a l a assobiará desde o pó.7 8 S erá tam b ém co m o o fa m in t o que son ha q u e está com en do. b. O “pó miúdo” e a “pragana que passa” falam de completo e súbito juízo. em u m m o ­ m en to repen tin o.5— 8 5 E a m u ltid ã o dos teu s in im igo s será co m o o p ó m iú d o.

9— 10). Ele diz quase sarcasticamen­ te para os habitantes de Jerusalém ficarem aturdidos. e clam ai. . com sede. m a s não de vin h o. eis q u e ain d a d esfa leci­ do se acha. a n d a m titubeando. A Assíria está em mente aqui. Mas. mas não (como em 2 8 . Eles sentirão frustração quando não conquistarem e destru­ írem Jerusalém. de modo que as nações que lutam contra o monte de Sião serão desapontadas. e m a ra v ilh a i-vo s. m a s não de b eb id a fo rte.son ha que está bebendo. muito embora estejam atordoados.6) por causa da sua confiança no Egito. 10 P orque o SENHOR d erra m ou sob re v ó s u m esp írito de p r o fu n ­ do son o e fe c h o u os vossos olhos. Os seus corações. serão feitos mais duros. I Jo 1. Mas o princípio é válido também para outras nações. Isaías agora retorna ao ai sobre Ariel.7) de vinho ou cerveja (insinuando uma condição espiritual até mesmo pior) —estão resistindo obstinadamente à mensagem de Isaías. Ignorância e H ipocrisia Condenadas 29. eles não pres­ tam atenção. Com efeito. os p ro feta s. os viden tes. A condição espiritual deles é o problema. acordan do. eles escolheram se tornarem cegos à verdade (cf. ou estupefatos. ambos os quais reivindicam ser os líderes espirituais. Ele fechará e selará os “olhos” dos falsos profetas e cobrirá as “cabeças” dos videntes. Os sonhos podem ser desapontadores. a ssim será toda a m u ltid ã o das n a ções qu e p eleja rem con tra o m o n te de Sião. e a su a alm a. c. Eles agem bêbados e cambaleiam porque o SE N H O R derramará sobre eles “um espírito de profundo sono”. bêbados estão. os quais eles endureceram contra Deus. fo lg a i.9— 14 9 Tardai. e v en d o u os vossos líderes. de modo que eles não podem ver o que é certo. ou maravilhados de uma maneira indecisa ( “ti­ tubeando”). m as. e ficarem pasmados. Eles estão bêbados e cambaleiam. O povo e os seus líderes serão totalmente insensíveis à vontade de Deus (c f 6.

e ele dirá : N ão sei ler.31. dizendo: O ra. em qu e f o i in stru íd o. mecanicamente. lê isto.11 P elo qu e toda a visã o v o s é co m o as p a la v ra s de u m livro sela d o qu e se dá ao qu e sabe ler. Toda a revelação dada por Deus tinha se tornado para o povo como as palavras de um livro que está selado. 14 eis q u e co n tin u a rei a f a z e r u m a obra m a ra vilh osa n o m eio deste p o v o . 12 O u d á -se o livro ao qu e não sabe ler. p o rq u e a sa bedoria dos seu s sá bios p erecerá . m e honra. Se o livro é dado negligentemente a alguém que não sabe ler. eles falam as palavras apropriadas e repetem orações que aprenderam por hábito. Por trás desta indiferença para com a revelação dada por Deus está a hipocrisia da religião que é meramente externa. p o rq u e está selado. Eles todos estão espiritualmente cegos. N a sua adoração.7. co m a boca e com os lábios. e o en ten d im en to d os seu s p r u d en tes se esconderá. e ele dirá: N ão posso.9.6— 15). Ez 33.8. Por causa desta hipocrisia e cegueira espiritual. Ele não se interessa o suficiente sobre o que Deus diz para quebrar o selo e lê-lo. M c 7. dizendo: O ra. ele recusa porque o livro está selado. e obediência que é superficial. m a s o seu cora çã o se afasta p a ra lon ge de m im . lê isto. e o seu tem o r p a ra co m igo co n siste só em m a n d a m en to s de hom ens. È uma coisa terrível quando os líderes e o povo estão desinteressadas a respeito da Palavra de Deus. Deus fará al­ gum a coisa m aravilhosa e sobrenatural que destruirá a sabedoria e a inteligência hum anas e fará com que estas pereçam porque são . 13 P orq u e o S en hor disse: P ois qu e este p o v o se a p rox im a de m im e. este não tem o suficiente interesse sobre a revelação de Deus para conse­ guir alguém para lê-lo para si.32. 15. u m a obra m a ra vilh osa e u m assom bro. Se este é dado a uma pessoa que sabe ler. M t 6. mas os seus corações estão longe de Deus (cf.

e eles não acreditam que alguém os conheça ou saiba o que estão fazendo. intocadas pela luz da ver­ dade de Deus (cf. Eles são tolos em pensar que podem se esconder de Deus.ineficazes. e a fraqueza de Deus é mais forte do que os hom ens” (I Co 1. Jo 3 . Isaías provavelmente tinha em mente a confiança dos israelitas no Egito e os seus planos para se rebelarem contra a Assíria. .15— 16 15 A i dos que q u erem esco n d er p ro fu n d a m en te o seu p ro p ó sito do Sen h or ! Fazem as su a s obras às escu ra s e dizem : Q u em n os v ê ? E qu em n o s co n h ece? Outro ai mostra que não apenas os israelitas estão indiferentes para com a revelação dada por Deus.1 9 ). mas nós pregamos a C risto crucificado. Porque os judeus pe­ dem sinal. Eles querem levar a efeito os seus planos como se estivessem no controle. tanto judeus como gregos. Eles mantêm as suas obras na escuridão. AI DAQUELES QUE TRABALHAM NAS TREVAS 2 9 . lhes pregamos a Cristo. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens. M as para os que são chamados.1 5 -2 4 a. Paulo citou este versículo ao escrever à igreja de Corinto. Os Planejadores Tolos 29 . 3. poder de Deus. que é escândalo para os judeus. eles pensam que podem es­ conder de fato o seu propósito de modo que o S E N H O R não os verá. e loucura para os gregos. e sabedoria de Deus.20— 2 5 ). não Deus. e os gregos buscam sabedoria. con­ tinuando por dizer: “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? V isto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria. E as pessoas irreligiosas de hoje ainda pensam que podem resolver os problemas do mundo. aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.

será transformado em um campo fértil” (Heb. em cam po f é r t i l ? E o cam po f é r t i l não se rep u ta rá p o r u m bosque? Deus não mudou os seus planos. 18 E./ 16 Vós tu d o p erv erteis. as v erã o os olh os dos cegos. d en tre a escu rid ã o e d en tre as trevas. Até mesmo o surdo ouvirá e obedecerá as palavras do livro da revelação divina. Ele irá corrigir as coisas da maneira certa. o qual era fortemente arborizado nos dias de Isaías. O Carmelo (i. lakkarmel. pessoas de ne­ nhuma reputação. o oposto da verdade. Isto é como um vaso de barro que diz ao oleiro: “Tu não me fizeste”. todavia. terão nova e maior alegria no SE N H O R . O cego. / Isaías diz. em u m breve m om ento.. A verdade e as obras de Deus se tornarão reais para eles. O barro não pode fazer nada de si mesmo. o qual estava cego para a verdade por causa da escuridão e das trevas. 19 E os m a n so s terão regoz ijo so b re regoz ijo n o SENHOR. ou: “Tu não sabes o que estás fazendo”. irá ver. Por causa desta restauração os humildes e mansos. A Restauração que Honra a Deus 29 . As pessoas também serão mudadas. como o monte Carmelo dos dias de Isaías). na q u ele dia. “no Carmelo” —um pomar com fruteiras e videiras. E o oleiro que lhe dá forma. e os n ecessita d os en tre os h om en s se alegra rão no S anto de Israel. Ambos serão mudados pelo SE N H O R . co m o se o oleiro f o s s e igu a l ao barro. o monte Carm elo) parecerá como um bosque ou parque. e a obra dissesse do seu a rtífice: N ão tn efoz . os su rd o s o u v irã o as p a la vra s do livro. O s necessi­ . b. não se con verterá o Líbano. que eles viraram as coisas de cabeça para baixo ( “tudo perverteis”).e.17— 24 17 P orven tu ra. ironicamente. e. A comunhão restaurada com Deus está incluída. e o va so f o r m a d o d is­ sesse do seu oleiro: N ada sabe. As suas atitudes e pensamentos egotistas são estúpida perversidade. o Líbano. Em um breve momento (conforme Deus olha o tempo).

20 P orque o tirano é redu z ido a nada.tados e pobres. q u e rem iu a A braão. acerca da casa de J a có : J a có não será. os quais não têm nenhuma influência neste mundo. os qu e ar­ m a m laços ao qu e rep reen d e na p o rta e os qu e p õ em de p a rte o ju sto . se alegrarão no verdadeiro Deus que é o Santo de Israel. Ele dará um fim ao “tirano” (li­ teralmente “tirano”) que usa a riqueza e posição para adquirir o que quer. 21 os qu e fa z e m cu lp a d o ao hom em em u m a causa. agora. Jacó. tsaddiq. agora. sem m otivo. Deus fez promessas a Abraão (Gn 12. e armam armadilhas para o defensor que no tribunal se opõe ao que é perver­ so. nem . 22 P ortanto. Quando Deus corrigir as coisas. “não será. o Deus que tem se dedicado a levar a cabo o seu plano e propósito de redenção (cf. salvando-o pela graça através da fé. ou ridicularizam. olhando para baixo a partir do céu. e todos os que se dao à in iq ü idad e são desarraigados. se descora rá a su a fa ce . envergonhado”. não importa quem venha a ser ferido no processo (provavel­ mente incluindo os assírios como o cumprimento inicial). a ssim d iz o SENHOR. agora. ou põem de parte o caso do “justo” ou inocente (Heb.8 Aqueles que escarnecem.3) e Ele as levará a efeito. e se con som e o escarnecedor. Rm 1 1 . Deus eliminará os profissionais legais que enganam as pessoas inocentes. o mesmo Deus que redimiu a Abraão. a Palavra de Deus e os padrões bíblicos de moralidade serão destruídos e reduzidos a nada.2 5 -2 7 ). dizendo palavras que as fazem parecer culpadas. Os que querem criar problemas e ver o mal se tornar exuberante serão desarraigados. en vergon ha do. nem se descorará a sua face9 por qual­ quer temor de que as promessas não pudessem ser cumpridas. O SE N H O R é . “r e t o ”. “justo”) dispensado com um mero pretexto. O povo de Jacó será transformado.

No entanto. . eles terão discernimento. no m eio dele. (2 Rs 18. quando Oséias deixou de pagar tributo para a Assíria em cerca de 7 2 6 a. A razão para a falta de vergonha e medo é que o povo de Israel não é apenas descendente de Jacó. A obra de Deus de purificar a nação os transformará. p a ra a crescen ta rem p eca d o a pecado. Deus ainda está trabalhando para isto —agora através de Jesus Cristo e do Evangelho proclamado no poder do Espírito Santo. é também “a obra” das mãos de Deus. Confiar no Egito Trará Vergonha 30. 4. e os m u r m u r a d o r es ap ren d erã o d ou trin a . e tem erã o ao D eu s de Israel. m a s não do m eu E spírito. que tom a ra m conselho• . Isaías vem agora com um ai que é pronunciado especificamente sobre os que descem ao Egito para pedir ajuda. o Deus de Israel. a situação corresponde melhor ao tempo de Ezequias. Após lidar com princípios gerais nos dois capítulos anteriores.I ). (2 Rs 17. Ele os fará se arrepender e purificará a nação —tanto Judá quanto Israel.4).C. m a s n ã o de m im ! E qu e se co b rira m com u m a cobertu ra.1 -3 3 a. como os seus antepassados fizeram no deserto (veja Nm I I . reconhecendo que Deus é verdadeiramente o “Santo de Jacó”. Eles se levantarão em reverente temor diante dEle como o seu Deus. sa n tifica rã o o m eu nom e. q u a n d o v i r a seu s f i lh o s a obra das m in h a s m ãos. e sa n tifica rã o o S anto de Ja có .1— 5 1 Ai dos f i lh o s rebeldes. eles “apren­ derão doutrina” com uma ânsia de conhecer a Palavra e a vontade de Deus. Então eles tratarão o nome de Deus como santo.23 M as. quando Senaqueribe estava a caminho para atacálo em 701 a. AI DOS POVOS REBELDES 3 0 . Em vez de serem rebeldes.21). Em vez de murmurar. d iz o SENHOR. Alguns vêem isto como se referindo à embaixada de Oséias a So (provavelmente Osorkon IV ).C. 24 E os erra d o s de esp írito v irã o a ter en ten d im en to .

sofrim'). e a co n fia n ça na som b ra do Egito. estão determinados a levar a cabo os planos para formar uma aliança (Heb. Zoã estava no Delta e H anes11 estava no N ilo. “derramar uma bebida como oferenda”10 como o ato final de um tratado ou aliança. sem p erg u n ta rem à m in h a boca. Zc 4. Em vez de força. Em vez de refúgio na sombra do Egito.) ou o sucessor deste.C. O que im porta é que parece que o trata­ do está em efeito.C. Elas eram as principais cidades no Egito unido sob o governo da Vigésim a-Q uinta Dinastia (etíope). Eles foram determinados a depender da força ou fortaleza de Faraó e receber refúgio na sombra do Egito. eles não somente rejeita­ ram a ajuda do SE N H O R . e os seu s em b a ix a d ores chegaram a H anes. 36. “Para acrescentarem pecado a pecado”. Os “príncipes” e “embaixadores” podem ser tanto os de Ezequias como os de Faraó. em con fu sã o. . a confiança deles no Faraó trará vergonha. Eles obstinada­ mente o rejeitaram e recusaram buscar a sua ajuda. eles buscaram a ajuda do Egito. 4 P orque os seu s p r ín cip es estão em 7Loã. em vez de buscarem refugio em Deus (cf. Ao invés disso.O SE N H O R o s chama de “rebeldes” (Heb. O “Faraó” era o etíope Shabako (7 1 6 — 2 a.6). 3 P orque a f o r ç a de Faraó se v o s to rn a rá em vergonha. “uma cobertura”) com o Egito. SI 91 .). linsokh massekbah.2). p a ra se fo r tific a r e m com a f o r ç a de Faraó e pa ra co n fia rem na som b ra do Egito. Eles poderiam bus­ car a proteção e a cobertura do Espírito Santo (cf. provavelmente cer­ ca de oitenta quilômetros ao sul de Mênfis. 2 Q u e d escem ao Egito. A embaixada enviada ao Egito não orou nem buscou a orientação de Deus. haverá confusão e desgraça (cf. Shebitku (7 0 2 — 70 690 a.1.6). Deus sabia que o Egito estava perdendo o seu poder e não poderia parar a Assíria ou socorrer Judá.

A ajuda do Egito é de nenhum valor e não levará a nada. quando Senaqueribe derrotou o exército egípcio. na língua inglesa. em Elteque. esta rá a su a f o r ç a . os seu s tesou ro s a u m p o v o qu e de nada lhes aproveitará. que significa. através do deserto de Negueve (o mesmo deserto ao sul de Judá onde os israelitas passa­ ram quarenta anos) —para o Egito. Isto foi cumprido em 701 a. indica “Monstro inofensivo”.3 E les se en vergo n h a rã o de u m p o v o qu e de n a da lhes servirá . P ara a terra de a fliçã o e de a n gú stia Çdonde v em a leoa. o leão. Eles estavam sendo levados em uma rota difícil —cheia de “aflição e de angústia”. Os pobres burros e camelos sofre­ ram nesta viagem por nada. das áspides venenosas (ou víboras) e serpen­ tes abrasadoras e de bote ligeiro. Por conseguinte. nem de p ro v eito . antes. A versão N V I. indica que Deus chama o Egito de “Raabe que nada faz”. [N ota do Tradutor: A NIV. A versão ARA traz “Gabarola. Uma Viagem Improdutiva a uma Nação Inútil 30. a oeste de Jerusalém. como também os presentes que buscavam o seu favor e proteção.C. p elo que cla m ei a cerca disto: N o esta rem quietos. o hasilisco e a áspide a rd en te v oa d ora ) leva rã o às costa s de ju m en tin h o s as su a s fa z en d a s.6— 17 6 P eso dos a n im a is do sul. de vergon h a e de opróbrio. mas esta era uma missão secreta. e sob re as co rco v a s de cam elos. Esta mensagem trata dos burros e camelos que estavam levando as bagagens para os enviados ao Egito. mas trará somente “vergonha” e “opróbrio”. b. Eles poderiam ter tomado a rota mais fácil do litoral. brasileira. O Egito não pode ajudar nem pode ser vantajoso para eles. . n em de ajuda. A palavra de Deus é que todo o povo de Judá será envergonhado. 7 P orque o E gito os a ju d a rá em vã o e p a ra n en h u m f i m . e eles queriam provavelmente evitar os filisteus ao longo da costa. nada faz”]. havia o perigo dos leões.

9) disseram aos videntes que deixassem de ver as verdades e visões sobrenaturais. p a r a se m p re e p e rp etu a m en te. Assim ele é merecedor do nome “Raabe que nada faz” (Heb. pois o povo era incrédulo (simplesmente desiludido). Deus lhe deu uma ordem para escrevê-las “em uma tábua” onde o público poderia vê-la. o qual seria preserva­ do para as gerações futuras. e a os p r o fe ta s: N ã o p r o fe tiz eis p a r a n ó s o q u e é re to . f i l h o s m en tir o so s. queriam ouvir “coisas aprazíveis” e obviamente inofensivas. Eles igualmente queriam que estes profetizassem ilusões ( “enganadoras lisonjas”) —logros e coisas sem importância que lhes perm itiriam fazer como se lhes aprouvesse. shaveth. A mesma atitude pode ser vista nos últimos dias desta era (2 Tm . 8 Vai. “que senta quieta”). Ele também tem que escrevê-las “em um livro”. e poderia servir de testemunho. Seus escritos se tornariam uma parte da Palavra de Deus para a eternidade —a inalterável Palavra de Deus. 9 P orq u e p o v o re b eld e é este.O significado disto é “arrogância” e “gabolice”. 10 q u e d iz em a o s v id en tes : N ã o v e ja is. p a r a q u e f i q u e e s cr ito p a r a o tem p o v in d o u ro . porque ele não tem nenhum poder contra a Assíria. f i l h o s q u e n ã o q u erem o u v ir a lei d o SENHOR. d iz e i. Não se podia depositar confiança neles para passarem esta mensagem por meio da mera palavra falada. Ao invés disso. recusando-se a ouvir e obede­ cer o ensino do S E N H O R . Porque os habitantes de Judá e Jerusalém não ouviram as adver­ tências de Isaías. Estes “filhos mentirosos” e rebeldes (v. e s cr e v e isto em u m a tá b u a p e r a n te eles e a p o n ­ t a .n o s co isa s a p ra z ív eis e ten d e p a r a n ó s en g a n a d o ra s liso n ja s. p o is. Era importante que a mensagem fosse escrita. mas o Egito não pode corresponder à sua jactância orgulhosa.o em u m liv r o . a gora . Eles disse­ ram aos profetas que deixassem de profetizar (falando por Deus so­ bre as suas justas demandas).

que já forma barri­ ga” de alto a baixo. Eles estavam procurando uma religião fácil. eles seriam como uma “parede fendida. Eles queriam que os profetas abandonassem o modo prescrito por Deus. . Isaías não escutou o povo. Nós podemos ser gratos a Deus por Ele ter ordenado a sua Palavra ser escrita em livro. e cu ja q u eda v irá su b ita ­ m ente. Ele sabia como eles tinham menosprezado e rejeitado a sua palavra profética. n ã o se com p a d ecerá . até mesmo pior. n ã o se achará en tre os seu s p ed a ço s u m q u e s ir v a p a ra to m a r f o g o do la r o u tira r á gu a da poça. como ti­ nham posto a confiança deles em um povo que os oprimia. E triste quando os pregadores levam o povo a se desviar. z1 d e sv ia i-v o s do cam in ho. È. f a z e i que d ei­ x e de esta r o Santo de I sra el p era n te nós. M uitos não querem pregações expositivas que declarem a ver­ dade da Palavra de Deus. e co n fia is na opressão e na p erversid a d e. Por causa das suas atitudes distorcidas e pervertidas e de seus pecados. e sob re isso vos estribais.3-4). 12 P elo q u e assim d iz o S anto de Isra el: Visto qu e rejeita is esta p a la vra. se desviassem do caminho da justiça e não os aborreces­ sem com o Santo de Israel. q u eb ra n ­ do-o. Esta era severa. quando o povo está determinado a desviar os pre­ gadores. Eles não queriam ser abor­ recidos por Ele. pronta a se desmoronar “em um momento”. esta m a ld a d e v o s será co m o a p a red e fe n d id a . q u e j á f o r m a h a rriga desde o m a is alto sítio. 14 E ele o q u ebrará co m o se quebra o va so do oleiro.4 . mas deu a resposta de Deus. e. em u m m om en to. quase para quebrar. p o r isso. Eles estarão desprevenidos. Ele é de fato o “Santo de Israel”. mas não poderiam dispor dEle. a p a rta i-v o s da vered a . e como rejeitaram a sua santidade na pervertida religião deles.

p ortan to. Eles não imaginavam o que os assírios poderiam fazer com eles. cinco perseguiriam cem (dos seus inimigos) e cem perseguiriam a dez m il (Lv 26. Deus usaria os cruéis assírios para realizar isto. o S anto de Isra el: Em v o s eo n verterd es e em rep ou sa rd es. e assim serem salvos de seus inimigos. cisterna. todos v ó s fu g ir e is . através de Moisés. antes. que se os israelitas vivessem em obediência a Ele e às suas instruções. a té qu e seja is d eix a d os co m o o m a stro no cu m e do m o n te e com o a ba n deira no outeiro. no so s­ sego e n a co n fia n ça . Deus prometeu. Deus disse que eles de fato fugiriam.8). e. Com cavalos ligeiros (provavelmente do Egito). Deus queria salvá-los. fu g ir e is . Em vez de confiar em Deus. e: S obre ca va los ligeiros ca va lga rem os. 2 8 . M as Deus também os advertiu de que o contrário poderia ser verdade (D t . 1' P orque assim d iz o S en hor JEOVÁ . os seus perseguidores seriam mais rápi­ dos ainda —como que insinuando que eles não escapariam. m a s não a quisestes. sob re ca va lo s fu g ir e m o s . Como Isaías já ti­ nha dito. 16 M as dizeis: N ão.O juízo de Deus será severo: Ele quebrará as paredes tão comple­ tamente que não haverá um pedaço quebrado que seja grande o sufi­ ciente para levar brasas de um fogo para acender outro ou para tirar água de uma. p o r isso. o povo pôs a sua confiança em cava­ los. 17 M il h om en s f u g i r ã o ao g r it o de u m . pois isto traria fortaleza. A sua graça estava disponível. até mesmo as sobras da parede não servirão para nenhum propósito útil. Ele já tinha apelado a eles para que retornassem em arrependimento e descansassem nEle (cf.12 Em outras palavras. Ele tinha lhes pedido para que ficassem quietos diante dEle e para colocarem a sua confiança nEle. eles planejavam escapar do juízo. esta ria a vossa sa lva çã o. esta ria a vossa f o r ç a .12 ). mas se pensa­ vam que podiam ser rápidos. ao g r it o de cinco. mas eles não a quiseram. os vossos p ersegu id o res serã o ligeiros.

o propósito de Deus para o seu povo não mudou. m a s os teu s in stru id o res n u n ca m a is fu g ir ã o de ti. com o voa n d o com asas. de modo que o juízo sobre o seu povo será justo. Eles serão abençoados a seu devido tempo se esperarem fielmente por Ele e por sua clemência. 20 B em v o s d a rá o S en hor p ã o de a n gú stia e águ a de aperto. Então Deus ouvirá a voz dos seus clamores e lhes responderá sem qualquer demora. e. Ele então se levantará para exaltar a si mesmo pela revelação de sua natureza. em J eru sa lém . e que todos eles fugiriam “ao grito de cinco”. n ã o chorarás m a is. Deus Será Gracioso e Irá Curar 3 0 . Nos dias de Isaías o povo se lamentaria. como misericordioso e compassivo. Ele é um Deus de justiça. Por causa da graça de Deus. p o rq u e o Se~ NHOR é vim D eu s de eqüidade. o SENHOR esp era rá p a ra ter m isericó rd ia de vós. a bebida deles —o que pode insinuar as rações escas­ . “Os que nele esperam” são o remanescente purificado.18— 26 18 P o r isso.32. c. Ele esperará até depois do juízo a fim de ser misericordioso. Agora. certa m en te se com p a d ecerá de ti. mas nada mais foi deixado —um resultado de terem abandonado a Deus. por intermédio de Isaías. e.30). p o r isso. te respon derá. à voz do teu cla m o r. viria o dia quando os habitantes de Sião em Jerusalém não mais se lamentariam ( “não chorarás mais”). o u v in d o -a . será ex alçado p a ra se co m p a d ecer de vós. B em ~ aventurados todos os que n ele esperam . Portanto. Apesar da necessidade de juízo. Haverá um período de calamidade quando a adversidade será o pão e a aflição. Ele adverte novamente os israelitas de que “m il homens fugirão ao grito de um ”. 19 P orq u e o p o v o habitará em Sião. os teu s olhos v erã o a todos os teu s m estres. antes. Os que seriam deixados seriam como uma “bandeira no outeiro”: houve outrora habitante ali.

o tempo virá quando o Ensinador deles (o Senhor. e d irá s a cada u m a delas: Fora daqui.8). an d a i nele. dizendo: Este é o cam in ho. . Isaías identifica depois “o caminho”.23. e é singular). mas eles individual­ mente ouvirão uma “palavra” (Heb. 23 Então. J12. K JV /ARC) não se esconderá nunca mais. se formos sen­ síveis ao Espírito Santo.sas durante um cerco. A voz não só lhes mostrará o caminho. As imagens usadas para buscar orientação. Assim. 22 E terás p o r con ta m in a d a s as cob ertu ra s das tuas escu ltu ra s de p ra ta e a coberta das tua s escu ltu ra s f u n d i d a s de ou ro. Quando eles andarem no caminho de santidade guiados pela pala­ vra do SE N H O R . para a ARC “fugirão”. te da rá ch u va sobre a tu a sem en te com que sem ea res a terra. com o tam b ém p ã o da n ovid a d e da terra. uma vez que o título mais popular para Jesus entre o povo era “M estre”. yikkaneph. mas terão olhos para vê-lo. e serão totalmente rejeitadas. Um a insinuação da Encarnação pode ser vista aqui. e eles já não serão encobertos pelo pecado. Nós ainda podemos ouvir esta voz. porque Ele se importa com cada um deles. inúteis. O povo já não rejeitará a palavra do Senhor. e esta será f é r t i l e cheia. 21 E os teu s o u v id o s o u v irã o a p a la vra do qu e está p o r d etrá s de ti. é melhor tomá-lo aqui como singular (o Heb. naqu ele dia. o teu g a d o p a sta rá em lu ga res la rgos d e pasto. como o caminho de santidade (3 5. e as la n ça rá sfo r a co m o u m p a n o im un do. morekha pode ser tomado como singular ou plural). Embora a ARC aqui indique “instruidores” (o Heb. sem vos d esvia rd es n em p a ra a direita n em pa ra a esquerda. mas os corrigirá sempre que eles se desviarem para uma ou para outra direção. onde a mesma pala­ vra hebraica usada é traduzida como “chuva temporã”. cf. toda a atitude deles mudará. serão re­ conhecidas como imundas. davar) por detrás. é melhor tomado como “fugirá”. imagens caras e esmeradamente fabricadas.

Ele usa o oposto. 2 4 . 23 E haverá. que este modo de referência aos corpos celestes não é restrito a Isaías. qu an do ca irem as torres. Os montes e outeiros outrora estéreis serão bem aguados no dia da vitória do S e n h o r (cf. que terá sido esparramada e esmiuçada para os bois e jumentinhos comerem. isto se refere à destruição dos assírios. M as a expressão “no dia da grande m atança” terá o seu cum prim ento final na batalha do Armagedom (Ap 16. Tal é o caso com Isaías. no dia da g ra n d e m atança.11 -21). 19 . O juízo escurecerá o Sol e a Lua.Junto com as bênçãos espirituais. um dia que trará a restauração e a cura do povo do Senhor. 2 . Deveria ser observado. n o d ia em q u e o SENHOR lig a r a q u eb ra d u ra d o se u p o v o e c u r a r a chaga da su a f e r i d a .2 3 ). M as eles serão restaurados até mesmo a um m aior brilho no dia do triunfo do Senhor. rib eiro s e co rren tes de águas.1 9 . 26 E s e r á a lu z d a lu a co m o a lu z do sol.1 2-18 ). Isto é . Haverá bastante forragem. em todo o m o n te alto e em todo o ou teiro elevado. e a lu z d o s o l sete vez es m a ior. Fenôme­ nos astrais incom uns são freqüentem ente usados para descrever os eventos futuros.2 0 ). Inicialmente.16. para descrever a Era M essiânica (veja tam ­ bém 6 0 . e haverá grandes pastos onde o gado pode pastar e se alimentar com segurança. Deus dará a chuva necessária para grandes colheitas.1 0 . que descreve o D ia do S E N H O R por vir como um dia quando estas fontes lum inosas fa­ lharão (1 3 . 24 E os bois e os ju m en tin h o s qu e lavram a terra co m erã o g r ã o pu ro. Até mesmo eles só comerão o que há de melhor. contudo. co m o a lu z d e se te dias. q u e fo r p a d e ja d o com a p á e cira n d a d o com a ciranda. a intensificação da luz dos corpos celestes. As torres cairão. a terra será restabelecida à sua fertilidade.

A t 2 .20. 18. p a ra p e n eir a r as n a ções co m p en eira de va idad e. 19. Os seus lábios falam abundantemente da sua indig­ nação. Deus lhes perm itirá ir na direção errada.1 6.I I . 8 .1 2. Então.2 9 . O Controle de Deus sobre as Nações 30.6. os seu s lábios estão cheios de in d ign a ~ ção.3).3 1 . também um a figura do juízo de Deus por vir em 1 4 .2 3 . um “freio” (ou ré­ dea) os fará errar e se desviar. . M t 12. Lc 2 1 .1 2 . Ele fala a palavra e o juízo vem.1 8. M l 4. juntamente com as suas nações aliadas. J1 2 .como as frases proféticas comuns “D ia do S E N H O R ” . tal como com uma “peneira”. Eles não podem escapar de seu juízo. H b 3 . A respiração dEle é como uma inundação que transborda “até ao pescoço”. O “nome do S e n h o r ” representa o seu caráter e natureza.9. Ele está vindo como uma tempestade.27. 2 2 .). quando Deus estava a ponto de lidar com os assírios e as nações aliadas com eles. Quer dizer. M q 3.1 0 ).18. Agora Isaías retorna aos seus próprios dias. Ele arrastará os assírios.28 27 Eis que o n o m e do SENHOR v em de lon ge a rd en d o na su a ira e lançando espessa fv im a ça .1 7. em vez de os guiar no caminho certo.2 5 . '• d. e de longe o seu nome é sinalizado. e a su a lín gu a é co m o u m j o g o co n su m id o r. A sua ira é comparada ao lança­ mento de uma fumaça espessa.9 .3 1 (esta utilização também aparece em 3 4 . e u m jr e i o de j a z e r er ra r esta rá na s q u eix a d a s dos povos. “N aquele d ia”. 9.5 . e assim significa o próprio S E N H O R . dando fim de tudo aquilo que é falso e inútil. 7 . etc. Ap 9. q u e chega a té ao pescoço. M t 2 4 .2 0 .3 0 . e “a sua língua é como um fogo consum idor”.2.2 . 2 1 . como um símbolo do juízo de Deus. É usada em um sentido seme­ lhante a “fogo” em ambos os testamentos. peneirando-os. Ap 6 . e “A i” neste sentido (cf. Am 8. Esta é uma term inologia comum entre os profetas (J1 2 . 28 e a su a resp ira çã o é co m o o rib eiro transbordan do.

Cada golpe da vara ou bordão será acompanhado por tamboris e harpas. M as agora é a vez deles serem julgados (cf.e. 10. Deus na sua majestade fará a sua voz gloriosa e majestosa ser ouvida. co m a voz do SENHOR. será desfeita em p ed a ço s a A ssíria. Israel Cantará quando o SE N H O R Destruir a Assíria 3 0 . musadah. fogo consumidor. 30 E o S e n h o r f a r á o u v ir a g ló r ia da su a voz e f a r á v e r o a b a ix a m en to do seu braço. à Rocha de Israel. com o a daquela qu e sai tocando pífan o. e raios. mas entrando na presença do Deus que é a “Rocha de Israel”: a Força. pa ra v ir ao m on te do Senhor . a cad a p a n ca d a do bordão do ju íz o qu e o S en hor der. com in d ign a çã o de ira. Deus usará a sua voz majestosa para quebrar os assírios. com o na noite em que se celebra u m a f e s t a santa. e a labareda do seu f o g o con su m id or.12). A vara do S enhor sobre a Assíria é o “bordão do juízo” [Heb. e. indi­ . Os seus cora­ ções responderão com alegria como quando as pessoas que tocam flautins (“pífano”) sobem “ao monte do S e n h o r ” . h a verá ta m b oris e harpas. “fundação”]. Com a Assíria julgada. e p ed ra de saraiva. raios e trovoadas. e dilú vio. um dilúvio e saraivada de pedras. tendo a Assíria em vista. a Fortaleza e o Protetor de Israel. o monte do templo —não s ó indo ao templo. Eles eram a vara de Deus que Ele usava para castigar Israel e Judá (1 0. A Páscoa era celebrada à noite.2 9 -3 3 29 U m câ n tico haverá en tre vós. com ba te­ rá co n tra eles. e alegria de coração. o Refugio.5). 32 E. Isaías agora continua a mensagem de juízo. 31 Porque. o povo de Deus cantará à noite enquanto eles celebram uma festa santa. qu e f e r i u com a vara. co m com ba tes de agitação. com indignação de ira. instituído para castigar a Assíria. Ele demonstrará o que o abaixamento do seu braço (sim bo­ lizando o seu poder) fará.

e n ã o atentam p a ra o S anto de Israel. o assopro do S enhor com o to rren te de en x o fr e a acenderá. está p rep a ra d a p a ra o rei.I— 3 1 Ai dos que d escem ao E gito a b u sca r so co rro e se estribam em ca va lo s! T êm co n fia n ça em carros.20).I -3 2 . era um lugar de queima no vale de Hinom. provavelmente envolvendo sacrifícios humanos a M oloque e outros ritos pagãos.2 a. “a acenderá”. AI DOS QUE BUSCAM A AJUDA DO EGITO 3 I . combaterá contra eles” poderia ser também traduzido como “batalhas de tre­ mores ou peneiradas” para indicar igualmente o propósito de Deus em purificar o seu povo. que é grande o bastante para tomar conta dos assírios. e n ã o bu sca m ao SENHOR. Deus tem agora um outro “ai” específico para os partidários da guerra na época de Ezequias. p o rq u e são m u itos. “Fogueira”. ou “Tofete”. pensando que se tivessem . O Egito tinha se oferecido para ajudar porque eles queriam barrar a Assíria. p orq u e sã o p od ero síssim o s. 33 P orque u m a fo g u e ir a está p rep a ra d a desde ontem .13 O nome tem as vogais hebraicas da palavra “vergo­ nha”. em ebulição. Ele desempenha bem a mesma função com o aramaico “Geena”. ele a f e z p r o fu n d a e larga. “como torrente de enxofre”. a su a p ilh a é f o g o e tem m u ita lenha. Assim os representantes de Judá estavam indo para o Egito para aceitar a oferta. Enxofre ardente é usado relativo ao lago de fogo no Novo Testamento e fala de terrível juízo (Ap 19. A Tolice de Confiar no Egito e não em Deus 3 1. A pira funerária já está preparada em um largo fosso.cando a alegria da vitória. O sopro do S E N H O R .14 A Assíria está se dirigindo rumo a uma vergonhosa pira funerária. e n o s ca ­ valeiros. “Com combates de agitação. eles estavam acostu­ mados a confiar em cavalos e carruagens. 5. sim . o qual é uma alcunha para o lago de fogo.

Ele “fará vir o m al”.1 4 — 16). Esta estraté­ gia parecia-lhes sábia. Os egípcios são meramente humanos.muitos cavalos com cavaleiros fortes. e. ele se leva n ta rá co n tra a casa dos m a lfeito res e co n tra a a ju d a dos qu e p ra tica m a iniqüidade. cairá: eles “juntamente serão consumidos”. e não retira rá as su a s p a la vra s. e contra a ajuda que esses mal­ feitores estão esperando do Egito. As suas palavras são sempre fiéis e verdadeiras (Ap 22. o juízo. 2 T odavia. M as Deus é o Único que é verdadeiramente sábio.6). que está a ajudar. O próprio Deus Protegerá Jerusalém 31. Os políticos que buscavam a ajuda do Egito tinham questionado os modos e a sabedoria de Deus (2 9 . tan to o a u x ilia d o r com o o ajudado. 3 P orque os egípcios são h om en s e não D eu s. eles não são nenhum “espírito”. tendo somente vida física temporária. Eles não tinham nenhum desejo de estar na sua presença. e os seu s cavalos. não retirará as suas palavras. quer dizer. nem o adoraram nos seus corações. e n ã o espírito. tam bém ele é sábio. e f a r á v i r o m al. q u an do o Senhor esten d er a m ão. b. e todos ju n ta m e n te serão con su m id os.5 4 P orque assim m e disse o SENHOR: C om o o leão e o fi lh o t e do leão ru gem sob re a su a presa . Isaías dá agora razões a mais por que não se pode confiar na força humana. o Egito. Judá precisava saber quão frágil os egíp­ cios eram e quão insuficientes os seus cavalos seriam. que é ajudado. “e não Deus”.4. O SE N H O R está no controle. seriam vitoriosos. irá tropeçar. Ele proferiu a sua palavra —e porque Ele não muda. Agora Ele declara que “se levantará” contra os malfeitores. Os seus cavalos são “carne”. ain da que se co n v o q u e co n tra ele . Quando Ele se move em poder ( “estender a sua mão”). carne. aqueles que buscam a ajuda do Egito. M as não atentaram para o S E N H O R . todos ca irã o p o r terra. e Judá.

Ele protegerá Jerusalém. qu e fa b r ica r a m as vossas m ã os p a ra pecardes.15 c. A “multidão de pastores” são os egípcios que estão procurando proteger Judá dos assírios —contra a vontade de Deus. Os partidários da guerra queriam a força de um grande exército de cavalos e carruagens e eles menosprezaram o poder de Deus.u m a m u ltid ã o de pastores. Todavia. contra os seus planos. M as o seu poder é m aior do que qualquer outro. Eles pensavam no poder de Deus como nada além de alguns peque­ nos pássaros contra um grande exército. Deus chama o povo de Israel para se arrepender. ele a a m p a ra rá e a livrará.7 6 C o n v ertei-v o s. na q u ele dia. Um Chamado ao Arrependimento 31. assim o S enhor dos E x ércitos am p arará a J eru sa lém . cad a u m la n ça rá f o r a 05 seu s íd olos de prata. a sa lvará. A sua compaixão salvará Jerusalém desta vez. trazendo assim a derrota aos egípcios. O hebraico indica profunda apostasia. “Como as aves que voam”. o SE N H O R considera Sião a sua possessão. e. Como um leão que ruge sobre a sua presa. para se converter a Ele. . 7 Porque. àq uele co n tra q u em os f i lh o s de Isra el se rebelaram tão p ro fu n d a m en te. não é o propósito de Deus deixar os assírios destruírem Jerusalém. e os seu s íd olos de ouro. e não se espan tam das su a s vozes. n em se abatem p ela su a m ultidão. E Ele usará os assírios para fazer isto. Eles estão em uma cova profunda. O SE N H O R lutará contra Sião.6. 5 C om o as aves voam . Ele paira sobre a cidade de Jerusalém para protegê-la. Isaías lembra o povo de que o SE N H O R falou pessoalmente com ele. passan do. pois. mas ainda podem mudar os seus pensamentos e o seu modo de vida. a ssim o S enhor dos E x érci­ tos descerá p a ra p e le ja r p elo m o n te Sião e p elo seu outeiro.

Agora nos próprios dias de Isaías. 2 Rs 19. forçou os seus soldados a trabalharem em seus projetos de edificação em N ínive.C. e f u g i r á p era n te a espada. e a espada. A destruição da Assíria seria sobrenatural. d e m ed o. e d om in a rã o os p rín cip es segu n d o o ju íz o .36 .8. e o s s e u s p r ín c ip e s d e ser ta r ã o a b a n d eira . . Os príncipes de Assíria abandonarão a bandeira deles e serão despedaçados. mas não de qualquer indivíduo humano ( “não de varão”). Eles serão devorados pela espada. em J e r u s a lé m . ao invés disso. mas não de mortais.17Eles desafiaram o SENHOR. Os jovens homens assírios que sobra­ ram depois da destruição dos 185. cuja presença santa é como um fogo consumi­ dor em Jerusalém. d.9 8 E a A ssíria ca irá p ela espada e não p o r va rã o. numa indicação do cumprimento de que “seus jovens serão derrotados”. A fortaleza da Assíria (Heb. e. sa l’o. como foi o caso quan­ do Senaqueribe perdeu 185.000 foram de fato colocados para realizar trabalho forçado.35). “sua rocha”). Lá o altar simboliza perdão para o arrependido e para os inimigos de Deus. (37. d iz o Senhor .16 9 E. O Rei Justo 32. p a s sa r á a su a ro ch a d e refú g io . quando ídolos ( “nãodeuses”) de ouro e prata serão rejeitados como produtos do pecado.000 soldados para o anjo da morte em 688 a. A Destruição Sobrenatural da Assíria 31.1— 8 1 R ein a rá u m R ei com jvistiça.Isaías olha à frente para o Dia do SE N H O R . “a Assíria cairá pela espada”. a co n su m irá . irá morrer de medo. Senaqueribe viveu mais sete anos e jamais fez outra campanha m ilitar. como os exércitos do Egito. cu jo f o g o está em S ião e c u ja fo r n a lh a . e os seu s jo v e n s serã o derrotados. incluindo a sua força e o rei no qual eles confiam. não de hom em . Os exércitos humanos. não realizariam isto.

9 e I I ) “reinará. como Deus que é a nossa Rocha e Refúgio. Ele será tão refrescante como a sombra de uma “grande rocha” em uma terra exausta e sedenta. alunos que seguem os passos) do Senhor. Eles estarão prontos para propagar a verdade com sabedoria. Ele mudará a percepção das pessoas. Ele verdadeira­ mente toma conta de seu povo.Depois da narração a respeito do juízo de Deus. em linha com os princípios de justiça dEle. e co m o rib eiros de água s em lu gares secos. e com o a som bra de u m a g r a n d e rocha em terra sedenta. Cada pessoa. 2 E será aq uele v a rã o co m o u m esco n d erijo con tra o vento. 5 Ao lou co n u n ca m a is se ch am ará n ob re.. 1 E o cora ção dos im p ru d en tes en ten d erá a sabedoria. . e os o u v id o s dos q u e o u vem estarã o atentos. Os que são ga­ gos e hesitam falar serão rápidos no falar. o que transformará cada aspecto da sociedade. e do a va ren to n u n ca m a is se d irá qu e ég en ero so . 3 E os olhos dos qu e vêem não olharão p a ra trás.. Alguns entendem isto como que eles se tornarão pedras. Isaías novamente olha para o futuro quando o Rei Messias (caps. com justiça” e os príncipes tomarão as suas decisões “segundo o juízo”. Eles se tornarão verdadeiros discípulos (estudantes. estará como o seu Rei. Ouvidos que outrora se recusaram a escutar ouvirão e obedecerão. Os corações e mentes dos que são imprudentes e precipitados discernirão e entenderão o verdadeiro conhecimento. clara e francamente. M as o Rei Messias será o “homem” que irá proteger assim como se protege do vento e da tempestade (ou inun­ dação).9) serão abertos e verão a verdade. e proverá água. cada cidadão comum. e a lín gu a dos g a g o s esta rá p ro n ta p a r a ja la r distin tam en te. e com o u m refú g io con tra a tem pestade. Olhos que uma vez foram cercados voluntariosamente em auto-ilusão (29.

25. Aqui nós vemos a verdadeira natureza do tolo ímpio. prostituição e incesto] “para des­ truir os mansos com palavras falsas” e o necessitado cuja causa é justa e certa. incluindo tratamento infame. lS M a s o n o b re p r o je ta co isa s n o b res e. m es m o q u a n d o o p o b r e ch ega a f a l a r r e ta m e n te . S e n h o r .1 1. Eles podem honrar até mesmo os sem escrúpulos que conseguem ter acesso a altas posições. e o seu co ra çã o p r a tica a in i­ q ü id a d e• p a r a u s a r d e h ip o crisia .3. Os instrumentos e métodos do avarento são maus.28). M as isto tudo vai ser mudado. p ela nobrez a. está em pé. e p a r a p r o fe r i r er r o s co n tr a o . . compõe esquemas do mal [conspira­ ções. e p a r a fa z er co m q u e o sed en to v en h a a te r f a l t a d e bebida.1 1. Ele caracteristicamente “fala loucamente”: pecado. SI 24. I S m 2 5 . Os que são nobres na sua atitude para com Deus e liberais na sua atitude para com os outros recomendam e projetam ações honradas. ' T a u ib cm t o d o s o s i n s t r u m e n t o s d o a v a r e n t o s ã o m a u s . e p a r a d e ix a r va z ia a a lm a do fa m in t o . Pv 3. e nestas se elevam e se mantêm de pé. Jr 17 . amorais) como nobres. p a r a d e s t r u i r o s m a n s o s co m p a la v r a s f a ls a s . ou seja. Ele “maquina invenções malignas”.27. e retém a comida do faminto e a água do sedento (cf. O coração e a mente dele o fazem estar ocupado com o mal: causando dificuldades aos outros e ofendendo a Deus.A sociedade mundana honra freqüentemente os tolos (as pessoas ímpias.4). Eles são aceitáveis diante de Deus (cf. Ele “pratica a iniqüida­ de”. e le m a q u in a i n v e n ç õ e s m a l ig n a s . 6 P o rq u e o lo u co f a l a lo u ca m e n te. sacrilégio e estupidez. profere erros pervertidos concernentes ao S en h o r . A manipulação de processos legais por perjúrio pode estar implícita.

1). 3. Isaías reco­ nhece o poder que elas podem exercer. e cin gi com p a n o s de sa co os vossos lom bos. mas transtornadas e tremendo de medo. . e a colheita não virá. confiando que as coisas nunca mudarão. A co­ lheita de uva certamente fracassará. e se sentem 26. e a colheita dos frutos de verão não dará em nada. Amós indica que os homens eram o mesmo em Samaria (Am 6.9— 14 9 L eva n ta i-vos.1 para a atitude das mulheres com respeito ao vinho. m u lh eres qu e estais em repouso. ó m u lh e­ res qu e estais tão segu ras. e p o n d e-v o s nuas. “seguras” (confiantes. se dispam e ponham ao redor das suas cinturas nada m ais que um pano grosseiro de saco.16— Am 4. p orq u e a v in d im a se acabará. os profetas. m u lh eres qu e estais em repou so. Após alguns dias a mais que um ano. Elas são complacentes a respeito do pecado. As mulheres também precisam escutar a voz do profeta. (Veja Am 4. e tu r b a i-v o s v ó s que estais tão segu ras. estas mulheres confiantes já não estarão seguras.) 11 Tremei. d esp i-vos. A estas mulheres com placentes ( “em repouso”) é ordenado que estremeçam (ou se turbem ). Isaías advertiu os líderes. os tolos e os avarentos. 10 P orque daqui a u m an o e dias v ireis a s e r turhadas.f. Este era o tratam ento comum dado a pessoas levadas cativas ou feitas escravas. satisfeitas com as coisas como elas são (cf. e o u v i a m in h a voz.1). e vós. despreocupadas) a respeito das advertências de Isaías. in clin a i os o u v id o s às m in h a s palavras. Juízo até que o Espírito Seja Derramado 32. Elas têm que se preparar para os resultados dos seus próprios pecados. porque elas es­ tão à vontade. fi lh a s qu e estais tão segu ras. Em chamando as mulheres para se levantarem e escutarem a sua mensagem.

13 S obre a terra do m eu p o v o v irã o espin h eiros e sarças.12 F eri os p eito s sob re os ca m p os d esejá veis e sob re as vid es J ru tu o sa s. Os campos desertos serão um a alegria som en­ te para os jum entos monteses e um pasto para os “gados”. p a ra a legria dos ju m e n to s m o n teses e pa ra pa sto dos ga d os. com o tam bém so b re todas as casas de alegria. trazidos pelas tribos vizi­ nhas de beduínos. “eternam ente” (H eb. ’ophel) e as torres dos atalaias se tornarão campos baldios. prova­ velmente rebanhos de ovelhas e cabras.C .13). os campos serão deixados sem cultivo.’olam o que pode significar “por m uito tem po”. O fe l e as torres da g u a r d a serv irã o de ca v ern a s etern a m en te. na cid a d e que anda p u la n d o de p ra z er Devido ao fato do exército invasor levar o povo cativo e despojar os campos. nenhum cultivo irá ocorrer. o ru íd o da cid a d e cessará. pois os servos e os guardas serão capturados e m ortos ou levados ao exílio. . Eles seriam destruídos pelos assírios (2 Rs 18. se tornando cheios de espinheiros e sarças em vez de boas safras.) A cidade cairá em silên­ cio.a d . ou casas de divertimento. . ou solo im ­ produtivo. Elas se lamentarão. e como o próxim o versículo m ostra. na cidade desre­ grada e arrogante (um coletivo para as cidades de Judá) cheia de festança e pululante de prazer. por causa do que acontecerá aos seus campos e vinhedos quando o inimigo vier. Palácios fortificados serão abandonados. (A lguns com entaristas entendem este versículo como referindo-se a Sa­ m aria quando foi tom ada em 7 2 2 a. batendo em seus peitos. Espinheiros e sarças também se espraiarão por cima das “casas de alegria”. M P orq u e o p a lá cio será abandonado. isto não é “eternam ente”). A cidadela de O fel (H eb. as suas m ultidões liquidadas.

g. A Terra será renovada como preparação para as alegrias mileniais. M as esse dia não virá até depois que o Espírito do Senhor seja derramado em abundância Pentecostal “lá do alto” (do céu. 17 E o efeito da ju s tiça será paz. H á um derramamento do Espírito que começou de fato no Dia de Pentecostes (J1 2. serão tiradas pelo Espírito. p a ra sem pre. U m dia melhor está vindo —um dia de renovação. lb E o ju íz o habitará no deserto. e a “jus­ tiça morará no campo fértil”.4). karmel. o deserto se to rn a rá em cam po fé r t il. e o jardim parecerá como um parque arborizado ou bosque (cf.15— 20 13 a té qu e se d erra m e sob re n ós o E spírito lá do alto. e a operação da ju stiça . repouso tranqüilo e segurança confiante no SE N H O R . e o ca m p o f é r t i l será rep u ta d o p o r u m bosque. M as haverá uma efusão até maior do Espírito quando Jesus retornar para estabelecer o seu reino milenial na Terra.17). Este bem-estar harmo­ nioso é muito diferente da falsa segurança sentida pelos pecadores nos dias de Isaías.8. A t 1. Isto dá a impressão de pretender que a conta­ minação causada pelo pecado e pela ganância. O Israel moderno ainda espera esse dia. O Espírito Derramado Restabelecerá a Paz 32. Devido ao fato de que haverá uma justiça onde as pessoas estarão numa correta posição para com Deus e entre si. Os resultados do juízo de Deus sobre Israel e Judá não são defini­ tivos. salvação e prosperidade. haverá paz. . rep ou so e segu ra n ça . a renovação do mundo pelo Espírito Santo será completa. como também a polui­ ção da atmosfera. como dom de Deus). 29. então. O deserto se tornará um campo fértil (Heb. e a ju s tiç a m o ra rá no cam p o fé r t il. 2.28. “jardim” ou “pomar”). Com o duplo fato de que “o juízo habitará no deserto”.

e caía o bosque. 6. e em lu gares q u ietos de descanso. “Bem-aventurados” (Heb. e em m ora d a s bem segu ras. Isaías agora retorna ao ai que começou esta seção. Depois de lembrar a Israel a respeito da promessa de Deus. “A cidade” é o mundo das pessoas que viraram as suas costas para Deus. O quadro da semeadura em uma terra bem regada. (As desleais. lares de segurança e confiança. p erjid a m en te te tratarão. ‘ashre) inclui a idéia de uma abundância de felicidade. os qu e sem ea is sob re todas as águ a s e qu e d a is liberdade ao p é do boi e do ju m en to . A audiência de Isaías deve ser lembrada que o juízo tem que vir antes da restauração. O “bosque” refere-se à terra que está infectada pelo pecado. Isaías novamente contrasta a bênção de Deus com outra profecia de seu juízo. realização espiritual e uma boa vida —tudo vindo da parte de Deus. imorais e . e a cid a d e seja in tei­ ra m en te abatida. o povo de Deus habitará em moradias de paz. Os lares serão luga­ res de descanso seguro que são imperturbáveis. e. O ai aqui é dirigido contra a Assíria. e de animais de fazenda que virtualmente cuidam de si próprios falam de boa vida para a comunidade agrícola dos dias de Isaías. AI DA ASSÍRIA 33. O princí­ pio visto aqui — depois do juízo vem a bênção — está em muitas passagens da Bíblia a respeito de juízo e bênçãos mileniais. 20 B em -a v en tu ra d o s vós. 19 ain da q u e caía saraiva. acaban do tu de tra ta r p e r fid a m e n te . Em vez de presunção sem sentido. alegres e calmos.18 E o m eu p o v o habitará em m ora d a de paz. será s despojado. A “saraiva” será o agente de juízo.1 1 A i de ti d esp oja d or qu e n ã o fo s te despojado e q u e ages p e r fid a m en te con tra os que não agiram p erfid a m en te con tra ti!A caban­ do tu de despojar.

5. . eles levaram a A ssíria a um fim definitivo em 60 6 a.C. Que esperança Deus lhes deu e por que eles a recusaram? 15. 4. De que maneira o nome “A riel” corresponde a Jerusalém? 8. a A ssíria pôde marchar de país em país sem medo de retaliações. destruída pela deslealdade e traição (cf. N ínive foi destruída em 6 1 2 a. Por que razões era errado para Judá ir ao Egito pedir ajuda? 13. traindo qualquer confiança posta nela durante seus esforços para criar estados vassalos. 2.5 2 ). Então com a ajuda a mais dos citas. Que esperança o dia futuro trará? 12. De que outra forma o povo expressava a sua rebelião contra o Senhor? 14.C. Qual foi a real causa para o formalismo no qual o povo tinha caído? 11. 3.23— 29? 7.11. Ela faria tratados e os quebraria.) Em seu início.12? Por que a aliança de Israel com a morte era tolice? Onde é encontrado o cumprimento final do fundamento ou pe­ dra de esquina? 6. QUESTÕES DE ESTUDO Como o povo de Israel desconsiderava a Lei? Que lição os assírios ensinariam a Israel e por quê? Como I Coríntios 14. Qual seria o resultado do “pão de angústia”? 1.destrutivas táticas assírias de pilhagem serão vistas novamente no fim dos tempos.21 se aplica a Isaías 28. M t 2 6 . por seu turno. ela seria. Qual foi o propósito de Deus nesses juízos? 9. M as seu tempo viria. por um a com binação de babilônios e m e­ dos. Que conclusão pode ser tirada de 28 . Por que até mesmo a pessoa educada não entende a palavra de Deus? 10.

os orgulhosos israelitas estavam dizendo que Isaías os estava tratan­ do como bebês espirituais e eles estavam ressentidos com isto.2 1 . 222. De quem é o reinado que Isaías prevê e que espécie de reinado será o seu? 20. A Concise Hebrew and Aramaic lex icon o f the O ld Testament (G rand R apids: W m . 1:859. 1 9 7 5 ). Qual será a obra do Espírito na era do futuro reino? 22. 1993). Paulo aplica isto ao falar em línguas (idio m as) que eles não entendiam . Isaías então tornou claro que por causa da incredulidade deles. em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press.1 5 . Ezequiel 4 3 .1 6 . desligados da sua bênção e debaixo do seu juízo. ísaiah Z — 39. 6 Cf. Por que Isaías dá um aviso especial às “mulheres complacentes”? 21.2 2 ] de­ pressa chama a atenção deles para Isaías 2 8 . David L. Que razões a mais mostram que era errado para Judá buscar aju­ da do Egito? 18. McKenna. 19 71 ). 4 Veja nota sobre 5. H olladay.1 1. H orton. 1 9 9 9 ) 13 7-3 8. a mensagem que era destinada a abençoar traria juízo. ‘‘Para que os coríntios não chegassem à conclusão de que não havia espaço para falar em línguas na adoração pública. B. De modo que falar em línguas é necessário como um sinal de juízo para os incrédulos. 272. Quem defenderia Jerusalém e que resultados se seguiriam? 19. Eerdmans. 2 Alguns entendem isto como significando “as mesas sagradas no santuário onde sacrifícios são oferecidos” por sacerdotes bêbados. em The Comrnunicators Commentary (Dallas: W ord Books.16. Stanley M . N o contexto da profecia de Isaías. Quem é o destruidor e o que acontecerá a ele? CITAÇÕES 1 Oswald T. 5 W illiam L. M o. A llis. I & II Corinthians (Springfield. “Book o f ísaiah ”. Paulo [em I Co 1 4 . Que garantia Deus deu de que Ele subverteria o exército assírio? 17.: Logion Press. fazendo-os perceber que eles estão separa­ dos de Deus e não podem entender a mensagem de D eus”. Deus enviaria os conquistadores estrangeii‘os cuja língua eles não entenderiam .14. . mas cujas ações deixariam claro que esses israelitas estavam separados de Deus.

Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. por causa do propósito desta oferenda de bebida. . desse modo utilizando o plural aqui.10 I.37.7 [ “Quando o Senhor restaurar a sorte do seu povo”. 1 9 9 8 ). H orton. U m a S ú p lic a q u e E x a lta a D e u s 3 3 . Assim o salmista estava falando a respeito do restabelecimento da prosperidade em lugar do retorno dos cativos. RJ: CPAD. A R A ]. mente deveria ser tomado como um coletivo para todos os tiranos cruéis. Veja comentários sobre 37.1 0 . H ayes. 11 H anes era chamada H eliópolis pelos gregos. 10 N ão a palavra ordinária para “oferenda”. co m o ta m b ém a n o ssa sa lv a çã o em tem p o s d e trib u la çã o.31 . Isaías 1— 286. 3 8 6 -8 7 . 2 1 1 -2 1 3 .I ) usa o hebraico que é semelhante ao restabelecimento da prosperidade de Jó (Jó 4 2 . M axw ell M iller e John H . I 9 . 0 Propósito de Deus na História 33. U M A ORAÇÃO PO R LIBERTAÇÃO E A RESPOSTA DE DEUS 3 3 . 17 Veja J. 12 Por causa das raras chuvas. o singular provavel­ 39.2-35. 2 vols. tem m is er icó r d ia d e n ó s ! P o r ti tem o s esp era d o. McKenna. 15 M uitos viram um a aplicação deste versículo na Prim eira Guerra M undial. Esta vem de um a palavra raiz que significa “cobrir”. F. (Chicago: University o f Chicago Press. “tirano” ser singular. libertando-a dos turcos. 14Veja Stanley M .2 —6 2 Senhor . A History o f Ancient Israel and Judab (Philadelphia: W estm inster Press. eles usavam cisternas para conservar o supri­ mento de água. alguns entendem que isto signifique Satanás.7 “Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião” (SI I 2 6 . 16 Daniel David Luckenbill. 1926-27). 8 Devido ao hebraico 'arits. 13 Veja 2 Reis 2 3 . quando os aviões do general britânico Edm und H en ry A llenby sobrevoa­ ram Jerusalém. 9 O hebraico é singular.I I — 14. A A RC indica “Jacó” para significar o povo de Israel. Contudo.2 -2 4 a. 2:183. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 19 86 ). s ê tu o n o sso b ra ço ca d a m a n h ã . Jeremias 7.1 0 ) e a restauração da sorte em Salmos 14.

Também pode representar o modo das pessoas penetrarem nas bên­ çãos da vitória do SE N H O R sobre o Anticristo e os seus exércitos (Ap 19. O quadro das pessoas se lançando sobre o espólio pode descrever o que aconteceu depois da destruição do exército de Senaqueribe. Eles contemplaram ao SE N H O R para ser a sua força (Heb.1). Deus é m aior que qualquer força que a humanidade possa produzir. 2 roa. o vidente de Patmos. 4 E ntão.19. à tua ex a lta ção as n a ções serã o dispersas. en ch eu a S ião d e retid ã o e d e ju s tiç a . p o is hab ita n a s a ltu r a s. 3 A o ru íd o do tu m u lto.4). Ao longo da história de Israel Ele tinha dispersado nações. O barulho de um exército se aproximando faz as pessoas fugi­ rem. M as quando Deus revela quão exaltado Ele é.20). Até mesmo Ezequias tinba se voltado para o Senhor (2 R s 19. a li saltará. “braço”) e ajuda “cada manhã”. Ele espalharia os exércitos dos assírios da mesma maneira (cf.Isaías interpõe uma súplica ao SE N H O R por ajuda e libertação. a ju n ta r -s e -á o vosso despojo com o se apanha o p u lgã o . quando estivessem apertados de todos os lados. Eles confiaram nEle para ser a sua salvação1 “em tempos de tribulação”. indicou que a “aguda espada” que saía da boca de Jesus d estru iria sem elhantem ente os exércitos do Anticristo (Ap 19. A figura de gafanhotos e as suas larvas enxameando e desfolhando toda planta verde indica quão depressa e como a batalha terminará completamente. N m 10.3. SI 68. . as pessoas fogem e as nações se dispersam. 3 O SENHOR é ex a lça d o. co m o os g a fa n h o to s saltam . João. f u g i r ã o os p o vo s. “ao ruído [da sua voz]”.15). Ainda havia um remanescente justo em Jerusalém esperando para o SE N H O R mover-se graciosamente em seu favor.35.

14— 16). Este é o seu propósito resolu­ to e Ele levará isto a efeito. “salvação”.).2). “homens va­ lentes”) de Judá (Heb. ‘erdlam . Pela sua vitória Ele encherá a Sião de sua própria “retidão e justiça”. A ignorância e a falta de sabedoria já não farão ninguém se desviar e se perder.2). b. Isto pode também se referir aos funcio­ nários mencionados em Isaías 36. “heróis”) 2 lamentam e clamam aber­ tamente nas ruas porque eles não podem barrar o inimigo.A vitória do SE N H O R o exaltará e mostrará quão elevado Ele é —o verdadeiro Deus que habita no céu. Agora Isaías retorna aos seus próprios tempos quando os assírios estavam destruindo as cidades de Judá e ameaçando Jerusalém (701 a. A Tristeza e Angústia de Judá 33. a b u n d â n cia d e sa lv a çã o • . porque a Assíria quebrou o tratado que Ezequias fez que era presumido a proteger Jerusalém (2 Rs 18.7— 9 7 E is q u e o s s e u s em b a ix a d o res estã o cla m a n d o d e f o r a . Em contraste com os tempos de tribulação (v. reconhecendo quão exaltado Ele é.3.C. “heróis”. Este será um dom que Ele tem como um tesouro a ser dado aos que o amam e honram a sua impressionante santidade.22. NIV. literalmente. (O plural no hebraico indica uma abundância de tudo o que a salvação significa e inclui a nossa herança plena em Cristo: nossos novos corpos e nosso reinado como reis e sacerdotes com Ele. o tempo milenial de Deus será caracterizado pela estabilidade (segurança provocada pela fidelidade de Deus) e uma abundância de. . 6 £ h a v erá esta b ilid a d e n o s teu s tem p os. O “temor do S e n h o r ” não será uma mera emoção humana. sem dúvida o dom do Messias ( 1 1. e os m en s a g e ir o s d e p a z estã o ch o ra n d o a m a rga m en te.) Também haverá uma abundância de “sabedoria e ciência”. Isaías insinua que as pessoas o louvarão. “Os seus embaixadores” (N V I. sa b ed o ria e ciên cia . Os seus enviados que buscavam a paz lamentam amargamente. e o te m o r do S e n h o r se r á o se u tesou ro.

as folhas das árvores e as plantas das áreas de bosque do Carmelo murcham e caem. Devido a eles terem . o L íhano se en vergon h a e se m urcha.10— 13 10 A gora. e o vosso esp írito vos d evora rá co m o fo g o . rejeitou e menosprezou as teste­ munhas. e Ele está sempre no tempo certo. O inim igo (Senaqueribe) quebrou o tratado.4). os campos planos de Basã a nordeste do mar da Galiléia —tudo tem se tornado como o deserto de Arabá ao sul do mar M orto. Os assírios saquearam a terra. desprezou as cid a d es e a hom em n e­ n h u m estim a. ele ro m p eu a alian ça. Agora eles têm que sofrer as conseqüências. “As estradas estão desoladas” por causa da violência do inimigo — nenhum com erciante trazendo os bens necessários. Os assírios tomaram as suas decisões no passado. a planície fértil de Sarom. agora. 9 A terra g e m e e p ra n teia . d iz o Sen hor . cessa m os q u e p a ssa m p ela s v er e­ das. B a sã e C a rm elo f o r a m sa cu ­ didos. na costa sul do monte Carmelo. A paz e a segurança acabaram e todas as pessoas têm medo de arriscar-se a sair.8 A s estra d a s estão desoladas. Deus tem o seu próprio tempo. Os exércitos assírios arruinaram a gleba cultivada. A terra murcha e sofre com as pragas da lavoura (cf. serei exaltado. c. S arom se to rn o u com o u m deserto. Colher essas conseqüências é compara­ do a dar à luz ao que tinha sido concebido antes. O SE N H O R se Levantará e Julgará o Inimigo 33. O Líbano com suas montanhas bonitas e florestas de cedro. agora. m e levan tarei. 11 C on ceb estes palha. p r o d u z ir eis p ra gan a. e não respeitou ou valorizou a qualquer pessoa. 24. O tempo vem quando Deus vê que é o bastante e Ele se levanta em juízo que o exaltará. m e leva n ta rei a m im m esm o.

Deus respon­ deu a oração. con h ecei o m eu poder. Pecadores Aprendem uma Lição 33 . será o fogo que os devorará. ou espírito. M ais adiante. Os pecadores (que estavam vivendo como se não hou­ vesse nenhum Deus) estão tremendo com medo e perguntam quem pode viver na presença do “fogo consum idor” da santidade im u­ tável de Deus. Assim ficou óbvio que Deus era o Único em quem se podia confiar. e rápido. Q u em d en tre n ó s habitará com o f o g o co n su m i­ d o r? Q u em d en tre nós habitará co m as labaredas etern a s? O que Deus tem feito foi de fato observado pelos pecadores em Sião. o trem o r su rp reen d eu os hipócritas. d. 12 E os p o v o s serã o co m o os in cên d io s de cal\ com o espin hos co rta d o s a rderão n o fo g o . o resultado será farelo e palha. v ó s os qu e estais longe\ o que tenho f e i t o . . O juízo de Deus sobre os exércitos assírios (os quais eram com­ postos de uma multidão de povos) será intenso. devido ao fato de que Deus irá julgar todas as na­ ções e porque Ele mostrou a disponibilidade da sua graça através de grandes libertações. e v ó s que estais vizin hos. 13 O u vi. as pessoas teriam pensado que foram salvas pela sua própria sabedoria. A sua própria respiração. M as quando Senaqueribe quebrou o tratado e a situação parecia desesperadora.14 ]A O s p eca d o res de Sião se assom bra ram . os que estão “longe” (os gentios) e os “vizi­ nhos” (o povo de Judá) precisam prestar atenção ao que Ele tem feito e reconhecer o seu enorme poder. como o queimar de arbustos de espinho secos.feito os seus planos sem consultar o SE N H O R . Se Senaqueribe tivesse mantido o seu tratado e deixado Jerusalém por causa do tributo que Ezequias lhe deu. como o incêndio de cal.

Terra. que recusemos a escutar qualquer coisa que venha a prejudicar outras pessoas. o seu p ã o lhe será dado. Ver a sua paz e a sua bênção está incluso. qu e tapa os o u v id o s p a ra não o u v ir f a l a r de sa n gu e e fe c h a os olhos pa ra não v e r o m al. e as su a s á gu a s serã o certas. qu e arrem essa p a ra lon ge de si o ga n h o de opressões.e.17— 4 2 17 O s teu s olhos v erã o o R ei na su a fo r m o s u r a e v erã o a terra qu e está longe. loterias.1— Ele reinará em distâncias longínquas. que recusemos a olhar com simpatia a qualquer coisa desagradável a Ele. Devido ao rei não ser indicado. O Rei Está Vindo 33. até aos confins da 7). f.1. Quem Pode H abitar com um Deus Santo? 33. as fo r ta lez a s das rochas serã o o seu alto refú gio. 16 este habitará na s a ltu ra s. . Ele quer que nós continuemos falando “o que é certo”.15.). cf. A pessoa que vive nesse tipo de retidão plena irá hab itar “nas alturas” —em comunhão com o SENHOR —tendo segurança como a das fortalezas elevadas e provisão inesgotável das necessidades diárias. rejeitando qualquer tipo de exploração dos outros (isto incluiria fraude. jogatinas. A pessoa que vive nesse tipo de comunhão com o S E N H O R verá agora pessoalmente “o Rei na sua formosura”. Ele também quer que nós recusemos subornos.6). A resposta para a pergunta deles requer o tipo de estilo de vida que o Velho Testamento enfatiza e o Espírito Santo torna possível aos crentes nascidos de novo. qu e sa cod e das su a s m ãos todo o p resen te. M as a conexão com o versículo precedente indica que o Rei é o M essias (veja 32. alguns supõem ser Ezequias após a sua cura e durante os seus quinze anos adicionais de vida (2 Rs 20. Deus quer ver todas as pessoas do mundo continuando a viver em plena retidão.16 13 O qu e an da em ju s tiça e q u e f a l a com retidão. etc. S I 45 .

18 O teu coração considerará em assombro\ dizendo: O n de está o escrivãoP O n d e está o pa gad or? O n d e está o que conta as torres?

Naquele dia a mente de cada pessoa “considerará em assombro” o terror anterior: tal como foi causado pelos assírios. Eles estarão perguntando: “Onde está o escrivão”, quer dizer, o chefe dos escriturários (Heb. sopher), aquele que registrou os nomes dos levados cati­ vos; “onde está o pagador”, pesando e registrando o tributo; e “onde está o oficial” registrando o número das torres demolidas (ou a se­ rem demolidas)? O terror do inimigo estará findo.
19 N ão verá s m a is aq uele p o v o cru el, p o v o d e ja la tão p ro fu n d a , qu e não se p o d e perceber, e de lín gu a tão estranha, que não se p o d e entender.

As lições ensinadas pelos assírios com o seu idioma estrangeiro e língua estranha e gaga (2 8 .1 1 ) não precisarão ser aprendidas nova­ mente. Os assírios arrogantes serão castigados pelos seus pecados.
20 O lha p a ra Sião, a cid a d e das n ossas solen id ades; os teu s olhos verã o a Jeru sa lém , habitação quieta, tenda que não será d errib a da, cu ja s estacas n u n ca serã o arran cad as, e das su a s cord a s n e­ nh u m a se quebrará.

Quando eles vêem o Rei (v. 17), eles poderão olhar para Sião, a cidade onde entraram na presença do SE N H O R para celebrar as sole­ nidades (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos —os festejos dos pere­ grinos que os convocam para vir a Jerusalém, Êx 23.14— 17). A cida­ de santa será um lugar quieto e pacífico. Isaías compara isto a uma “tenda que não será derribada”, pois suas “estacas nunca serão ar­ rancadas”, e sua segurança pelas cordas de tenda que nunca serão quebradas.3 Isto, para o israelita antigo, retratava um estado ideal. Somente o Messias pode trazer tal paz.
21 M as o Sen hor ali n os será g ra n d io so , lu ga r de rio s e co r r en ­ tes largas; barco n en h u m de rem o p a ssa rá p o r eles, n em n a vio g r a n d e n a vega rá p o r eles.

M ais importante, “o SE N H O R ali nos será grandioso”, presente com o seu povo em majestade. A falta de embarcações nos “rios e correntes” parece indicar que eles têm tudo o que precisam porque o S e n h o r está lá (cf. SI 46.4— Ez 47.1-5). Não haverá nenhuma 5; necessidade de sair pelo mundo buscando as suas riquezas como os navios de Salomão fizeram (I Rs 10.22).
22 P orque o Senhor é o n osso J u iz ; o SENHOR é o n osso L egis­ lador; o Senhor é o n osso R ei; ele n os salvará.

O S e n h o r é suficiente para todas as necessidades: Ele é o Juiz, Legislador e Rei. Isaías enfatiza que Ele irá salvar, libertar, e dar to­ das as bênçãos da sua salvação. O louvor está contido neste versículo. Ele é digno de todo louvor!

23 A s tu a s cord a s estão f r o u x a s ; não p u d era m ter f i r m e o seu m astro, e vela não esten d era m ; então, a p resa de ab u n d a n tes despojos se rep a rtirá ; e a té os cox os rou b a rã o a presa. Alguns comentaristas entendem este versículo como uma descri­ ção da Assíria em termos de um navio que “entra nas santas águas de Sião” e é naufragado.4 M ais precisamente, o versículo retorna aos dias de Isaías e retrata Jerusalém como um navio em péssimas condi­ ções por causa dos ataques assírios, contudo vitorioso, dividindo o espólio. Embora manquejando, leva a pilhagem. O versículo anterior dá o segredo da sua vitória: Deus é o Rei.
24 E m o ra d o r n en h u m dirá : E n ferm o estou ; p o rq u e o p o v o que ha bitar nela será ab solvido da su a iniqüidade.

Isaías olha agora para o futuro. Porque Deus é o Rei na era milenial futura e proverá divina saúde, nenhum habitante de Jerusalém dirá: “enfermo estou”. Todo o seu pecado e culpa também será “perdoa­ do” (Heb. rísu ; levantado, quer dizer, tirado pela expiação que Deus proverá através de Jesus, o qual seria levantado na cruz). Haverá total bem-estar para os indivíduos e para a sociedade como um todo.

2. A IRA DE DEUS SOBRE AS NAÇÕES 3 4 .I-I7

a. Juízo sobre Todas as Nações 34.1— 4
1 C h ega i-v o s, nações, p a ra o u v ir; e vós, povos, escu ta i; ou ça a terra, e a su a plen itu de, o m u n d o e tu d o q u an to produz .

A chamada em 33.13 aos que estão distantes e próximos para escutar é seguida por outra chamada que é até mesmo mais compre­ ensiva. Agora não somente é para todos os povos do mundo escuta­ rem, mas todos os que estão nele ( “a terra, e sua plenitude”) e “tudo quanto produz”. O juízo futuro afetará as pessoas, o mundo animal e o mundo vegetal. Mudanças tremendas acontecerão. 2 P orque a in d ign a çã o do SENHOR está sob re todas as nações, e o s e u j u r o r sob re todo o ex ército delas; ele as d estru iu totalm ente, en tre g o u -a s à m atança. Deus é longânimo, paciente, mas o tempo virá quando a sua ira estará pronta para explodir sobre todas as nações.5 A sua “indigna­ ção”, o seu ardente “furor”, ficará contra os exércitos destas nações. Ele “as destruiu totalmente” (Heb. hecberimam, “dedique-os ao juízo de Deus”, quer dizer, à completa destruição, como Jericó; Js 6.17). Haverá ali matança total (cf. Ap 19.21). ? E os seu s m o rto s serã o arrem essa dos, e dos seu s co rp o s su b irá o m a u cheiro; e com o seu sa n gu e os m o n tes se derreterão. Esses mortos golpeados serão jogados fora, “arremessados”, não lhes sendo dado nenhum enterro apropriado, de forma que os seus corpos serão deixados a exalar mau cheiro e a deteriorar-se. Isto era considerado uma desgraça terrível. Como pecadores eles sofrem os resultados do seu pecado. O quadro de montes ensopados [Heb. namassu, “derretidos”] com o sangue deles indica a sanguinolenta ero­ são do solo pela morte súbita de tantas pessoas.
4 E todo o ex ército dos céu s se g a sta rá , e os céu s se en rola rã o

co m o u m livro, e todo o seu ex ército ca irá co m o ca i a fo lh a da v id e e co m o cai o f i g o da fig u e ir a .

O juízo afetará toda a criação. As estrelas, referidas aqui como “o exército dos céus”, serão dissolvidas, (H eb. namaqqu, “enco­ lhendo continuam ente”). O enrolar de um livro tem o mesmo significado da figura de enrolar um pergam inho de couro, ou seja, fechar o livro. As estrelas e os planetas cairão para a ruína como folhas murchas (cf. Ap 6 .1 2 — ) ou como figos secos. O Deus 14 que criou os céus e a Terra pode desintegrar todas as galáxias. O cum primento disto preparará o caminho para um novo céu e nova terra (Ap 2 0 .1 1; 2 1 .I ).6 b. Juízo Especial sobre Edom 34.5— 17 5 P orque a m in h a espada se em b ria gou n o s céu s; eis q u e sobre E dom d escerá e sob re o p o v o do m eu anátem a, pa ra ex ercer ju íz o . Agora Deus fala. A sua “espada” é usada para atacar os indiví­ duos. A sua espada divina trouxe juízo no céu (sobre as forças satâ­ nicas) e então focaliza em Edom como representante dos inimigos do povo de Deus. Deus os destruiu totalm ente (lit., eles estão de­ baixo da “condenação” ou “anátem a” de Deus — sentenciados à destruição). Edom (os descendentes de Esaú) recusou-se a deixar os israelitas sob o comando de M oisés passarem pelo seu território (N m 2 0 .1 4 — 1 ) e freqüentemente mostrava animosidade para com 2 Israel. Obadias os condenou pela conduta antagônica quando os árabes e os filisteus atacaram Judá e Jerusalém em 845 a.C. (2 Cr 2 1 .1 6 ,1 7 ). Ele também os tratou como representantes de todas as nações que sofrerão o juízo no D ia do SENHOR (O b 1 5 , 1 6 ). Amós falou a respeito da destruição de Edom (1 .1 1 ,1 2 ). Depois das de­ predações dos assírios e babilônios “os edomitas gradualm ente se moveram através da Arábia... onde eles foram conhecidos como idumeus. Pelo quarto século a.C.,... o território edomita... tinha

caído sob a dominação dos... nabateus”, um povo árabe que tinha se estabelecido ali.7 (Entre os descendentes dos idumeus estava o rei H erodes.) 6 A espada do SENHOR está cheia de sangue, está cheia da g o r d u ­ ra de sa n gu e de co rd eiro s e de bodes, da g o r d u r a d os rin s de ca rn eiro s; p o rq u e o SENHOR tem s a c r f í c i o em B ozra e g r a n d e m a ta n ça na terra de E dom. O sangue e a gordura dos sacrifícios sempre eram dedicados ao SE N H O R . A gordura era considerada a melhor parte da carne (cf. Lv 3.9-11,14— 16). Para estes pecadores cujos sacrifícios eram sem sen­ tido, o sangue e a gordura nutririam apenas a sua espada, tornandoa mais preparada para trazer juízo. A capital de Edom, Bozra, aproxi­ madamente quarenta e três quilômetros a sudeste do mar M orto, foi escolhida para um juízo especial. 7 E os u n icó rn io s descerã o co m eles, e os bezerros, com os to u ro s; e a su a terra beberá sa n gu e a té se fa r ta r , e o seu p ó de g o r d u r a se encherá. Até mesmo os “bois selvagens” (A R A ) serão mortos com os be­ zerros machos e touros que normalmente seriam sacrificados.8A ter­ ra beberá o sangue deles, “e o seu pó de gordura se encherá” —pois o sacrifício será juízo, não redenção.
8 P orque será o dia da vin ga n ça do SENHOR, an o de retribu ições, p ela luta de Sião.

Deus tem um dia de “vingança” (Heb. naqam, “recompensa”), um ano de “retribuições” ou determinação de reivindicações em nome de Sião, pois Sião tem tima causa ou “luta”, um caso contra Edom. Isto implica juízo sobre todos os que são inimigos de Deus e da sua Palavra.
9 E os seu s rib eiro s se tra n sfo rm a rã o em pez, e o seu pó, em en x ofre, e a su a terra, em p ez ardente.

Edom freqüentemente se opunha a Israel e Judá (O b 10). Os ribeiros de Edom se transformam em “pez” ou piche e o seu pó se tornando “em enxofre” flamejante e a terra transformando-se “em pez ardente” significa que a terra de Edom se tornaria como Sodoma e Gomorra.
10 N em de n oite n em d e dia, se apagará; p a ra sem p re a sua fu m a ç a su b irá ; de g era çã o em g era çã o será assolada, e de sécu lo em sécu lo n in gu ém p a ssa rá p o r ela.

A ruína de Edom é declarada enfaticamente como sendo para sempre. As pessoas não viverão lá ou até mesmo sequer continuarão a passar por ela. Provavelmente mesmo no M ilênio ela permanecerá como uma constante lembrança aos povos a respeito do santo juízo de Deus.
1' M as o p elica n o e a co ru ja a possu irã o, e o b u fo e o co rv o habitarão nela, e ele esten d erá sob re ela co rd el de co n fu sã o e n ív el d e vaidade.

Pássaros cerimonialmente imundos (provavelmente várias espéci­ es de corujas, pelicanos, gralhas e corvos) viverão lá. Deus estenderá sobre a terra a linha de medir ou “cordel [cf. 28.17; Am 7.7,8] de confusão” (Heb. tohu, “vazio”) e o prumo ou “nível de vaidade” (Heb. ‘avne bohu, “pedras sem formas” em contraste com pedras lavradas). Tohu e bohu são as mesmas palavras usadas em Gênesis 1.2 para des­ crever o estado da terra antes que Deus lhe desse forma (terra seca, continentes) e começasse a encher os lugares vazios de criaturas vivas. A terra de Edom se tornou um deserto, mas o seu julgamento final ainda está por vir.
12 E les ch am arã o ao rein o os seu s nobres, m a s n en h u m haverá, e todos os seu s p r ín cip es não serã o coisa nenhum a.

Nenhum do nobres estará por lá para proclamar o reino de Edom, e todos seus príncipes já não existirão.

13 E, n os seu s p a lá cios, crescerã o espinhos, u rtiga s e ca rd os nas su a s fo rta lez a s; e se rá u m a habitação de dragões e sa la p a ra os f i lh o s do avestruz.

Sem nenhuma pessoa presente, ervas daninhas, animais selvagens e pássaros irão tomar conta das deterioradas ruínas de palácios e fortalezas. Edom não mais será um reino.
14 E os cães bravos se en con trarã o com os ga to s bravos; e o sátiro clam ará ao seu com panheiro; e os an im ais n o tu rn os ali p ou sa rã o e acharão lu gar de rep ou so para si. 15 Ali, se an inhará a m élroa, e porá os seus ovos, e tira rá os seu s filh otes, e os recolherá debaixo da sua som bra; tam bém a li os abutres se ajuntarão u n s com os outros.

Animais selvagens e pássaros viverão lá, acasalando-se e cuidando de seus filhotes sem nenhuma perturbação de seres humanos. H á algumas controvérsias entre os estudiosos e eruditos sobre a identi­ dade de alguns dos animais. Tudo o que nós sabemos com certeza é que alguns deles são criaturas noturnas.
16 B u s c a i n o liv r o d o SENHOR e led e; n en h u m a d esta s co isa s fa lh a r á , n em u m a n e m o u tra f a lt a r á ; p o r q u e a su a p r ó p r ia b oca

o ord en ou , e o seu esp írito m esm o as a ju n tará.

Ao comando para escutar (3 4.1), Isaías adiciona agora o seguinte mandamento: “Buscai [Heb. dirshu, “buscai”] no livro do SE N H O R , e lede”. A referência parece estar considerando os versículos preceden­ tes. Isaías registrou as suas profecias. Estas saíram da sua boca pelo Espírito Santo de Deus, e pelo mesmo Espírito seriam cumpridas. Edom foi posteriormente dominado pelos árabes e depois, em 106 d.C., por Roma.9 Petra (Sela), sua cidade mais famosa, ainda é uma ruína. O juízo de Deus sobre as nações durante a Grande Tribulação virá seguramente da mesma maneira.
17 P orque ele m esm o la n çou as so rtes p o r eles, e a su a m ã o lhes rep a rtiu a terra co m o cord el; pa ra sem p re a p ossu irã o, d e g e r a ­ çã o em gera çã o h abitarão nela.

Deus lançou as sortes por eles e a repartiu para eles com o cordel (cf. v .II; 28.17; Am 7.7,8), quer dizer, dando-a aos animais selva­ gens e pássaros imundos por herança. Esta será sempre deles.

3. A T E R R A E 0 POVO RESTAURADOS 3 5 .1 -1 0
a. O Deserto se Alegrará 35.1,2
1 O deserto e os lu gares seco s se a legra rã o co m isso; e o erm o ex u lta rá e flo r e s c e r á co m o a rosa.

Outra bonita revelação de glória futura e bênção segue a profecia de juízo. Em contraste com a devastação que acontecerá a Edom, o povo de Deus verá o deserto e a terra seca regozijando-se com nova vida, florescendo como a “rosa” (ou asfódelo, um lírio com longas ramagens de flores). Alguns aplicam isto ao retorno da Babilônia sob o comando de Zorobabel, mas tal restauração jamais aconteceu na­ quela época. O juízo sobre a terra prepara para as bênçãos mileniais. 2 A b u n d a n tem en te flo r e s c e r á e tam bém regu rg ita rá de a legria e ex u lta rá ; a g ló r ia do L íbano se lhe deu, bem co m o a ex celên cia do C a rm elo e de S arom ; eles v erã o a g ló r ia do Senhor , a ex ce­ lên cia do n osso D eu s. O povo de Deus verá uma abundância de flores e o próprio deserto gritar entusiasticamente de alegria. A “glória do Líbano” é a sua flores­ ta. A “excelência do Carmelo e Sarom” é a sua fertilidade e frutos maravilhosos. Em vendo tudo isso no deserto, o povo redimido de Deus estará vendo a glória do SENHOR, “a excelência de nosso Deus” que veste a terra. b. Encorajamento para Pessoas que Sofrem 35.3— 7 3 C o n fo rta i as m ã os f r a c a s e fo r ta le c e i os jo elh o s trem entes. Os comandos aqui insinuam que o povo de Deus precisa de for­ ças para reivindicar o que Ele tem provido para eles. “M ãos fracas” pressupõem desânim o e falta de poder e hab ilidade. “Joelhos

irementes” indicam fraqueza que impede as pessoas de darem um passo à frente e buscarem a Deus.
4 D iz ei aos tu rb a d os de cora ção: E sfo rça i-v o s e não tem ais; eis qu e o vosso D eu s v irá com vin ga n ça , co m recom p en sa de D eu s; ele v irá , e v o s salvará.

Os que estão com os corações turbados e assombrados precisam ter alguém para lhes dizer para serem fortes, para deixar de estarem amedrontados, pois Deus está presente. Ele virá “com vingança” por­ que o seu povo tem sofrido e com retribuição divina pelo que os seus inimigos lhes fizeram. Pois Ele virá, salvá-los-á e os transformará. Corações e vidas mudados será algo até mesmo mais sobrenatural do que o deserto que floresce (veja v.2). 5 Então, os olhos d os cegos serã o abertos, e os o u v id o s dos su rd o s se abrirão. Então serão abertos os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos. Jesus usou esta passagem como evidência de que Ele é o Messias (M t 11.4,5; Lc 7.22). Presentemente a cura divina traz somente um antegosto disto. No entanto, quando Ele retornar haverá o cumpri­ mento cabal. Então a cura será mais que temporária; o corpo experi­ mentará plena redenção (R m 8.23). 6 Então, os cox os sa lta rã o co m o cervos, e a lín gu a dos m u d o s can tará, p o rq u e águ a s arreb en ta rã o no deserto, e ribeiros, no erm o. As pessoas mancas saltarão como os cervos e a língua dos mudos cantará de alegria. A restauração verá água jorrando aos borbotões como poços artesianos no deserto e como os ribeiros no deserto de Arabá, ao sul do mar M orto. 7 E a terra seca se tra n sfo rm a rá em tanques, e a terra seden ta em m a n a n cia is de águ a s; e n a s habitações em que ja z ia m os ch acais ha verá erv a com ca n a s e ju n co s.

A areia ardente do deserto será substituída por tanques de água e o solo sedento terá fontes artesianas ou mananciais de águas. No lugar onde estava a casa dos chacais haverá erva, canas e juncos de papiro —uma completa mudança, um milagre dado por Deus. c. O Caminho Santo 35.8— 10 ÃE ali h a verá u m alto cam in ho, u m cam in h o qu e se ch am ará O C a m in h o S anto; o im u n d o n ã o p a ssa rá p o r ele, m a s será p a ra o p o v o de D eu s, os cam in han tes, até m esm o os loucos, não errarão. O propósito de Deus em criar ribeiros no deserto é abençoar as pessoas. Por toda esta terra restaurada haverá um grande “caminho” (c f 19.23), chamado de “O Caminho Santo”. Nenhuma pessoa imunda viajará por ele. A N V I indica que “os insensatos não o tomarão” (ou, o significado pode ser que nenhum simplório será confundido ou se perderá nele ou errará o caminho; veja Ex 23.4 onde o verbo é usado a respeito de um jumento que está desgarrado vagando). De fato, este será para todos os redimidos, pois eles estão todos limpos (Jo 15.3), e ninguém que viaje nele, até mesmo um simplório, irá se perder ou en­ contrar perigo. Quão diferente das estradas nos tempos antigos fre­ qüentemente usadas por exércitos dos inimigos e onde os ladrões às vezes espreitavam (cf. a Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.30— 37). 9 Ali, não h a verá leão, n em a n im a l f e r o z su b irá a ele, n em se ach ará nele; m a s os rem id o s a n d a rã o p o r ele, Nos dias de Isaías as trilhas irregulares e acidentadas através do deserto eram ameaçadas por animais selvagens perigosos. Tudo isso será mudado. Nenhum leão ou “animal feroz” estará lá para ameaçar os que viajam no caminho santo. S ó os redimidos do SE N H O R viajarão nele. Os “redimidos” são os resgatados ou comprados de volta pelo g o ‘el, o “Parente-Redentor”. A responsabilidade primária do g o ‘d era resgatar o seu parente íntimo de alguma dificuldade, perigo ou dívida. Um aspecto disto era restabelecer a propriedade e os direitos de uma viúva. Isto era realizado pelo parente masculino mais próximo, que a

lomava como esposa. No livro de Rute, Boaz se tornou o g o ‘el. Quando I)eus é reconhecido como o g o ‘à de seu povo, Ele se posiciona em sua defesa e os vindica. Especialmente em Isaías (e nos Salmos, e nos livros dos profetas Jeremias, Oséias e Zacarias) Deus como o g o ‘el resgatou o seu povo da escravidão do Egito e os continua resgatando ou redimindo, desfazendo as suas transgressões “como a névoa” da manhã e os seus pecados “como a nuvem”. Então Ele chama: “Torna-te para mim, porque eu te remi” (44.22). Sempre que há arrependimento e o Espí­ rito é derramado nos tempos de refrigério, como prometido em Atos 3.19, nós podemos ter um antegosto das bênçãos do Caminho Santo que Ele proverá no M ilênio.10
10 E os resg a ta d o s d o SENHOR v o lta r ã o e v ir ã o a S ião co m jú b ilo ; e a leg r ia eter n a h a v erá so b re a su a ca b eça ; g o z o e a leg r ia a lca n ça rã o , e d eles f u g i r á a tristez a e o g e m id o .

Os resgatados são mais adiante definidos como os “resgatados do S e n h o r ” . Ele é o Redentor que pagou o preço pela redenção deles e os liberta da escravidão do pecado. Eles retornarão e entrarão em Sião com brados de júbilo, e a alegria eterna estará nas suas cabeças — uma coroa melhor que uma coroa de ouro. A alegria que os faz exultar e deliciar os alcançará. Eles não terão que buscar alegria; esta os al­ cançará. As dificuldades que atormentam ou produzem suspiros, ou gemi­ dos, fugirá deles. N ada perturbará a alegria dos resgatados. Deus terá feito uma restauração completa tanto dos povos como da terra. Os resultados do pecado terão sido removidos.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. Em que bases o remanescente justo fundamenta suas petições em 33 .2 -9 ? 2. Quais são as características da pessoa justa em 33.14— 16?

Qual é a relação entre a vingança de Deus e a sua salvação? 12.16. Biblical Archaeology in Focus (G rand R apids: Baker Book H ouse. Como 35. H orton.5. 7 Keith N. Esta era um a m á aplicação da profecia. W idyapranaw a.17? 8.5. Qual é o significado do juízo sobre Edom? 7. B. O que está subtendido na dissolução das estrelas e como isto poderia ser cumprido? 6. 210. . Lc 7. O que no capítulo 35 olha à frente para o M ilênio? 11. Por que Isaías mencionam o livro do S e n h o r em 34.6— 10? CITAÇÕES 1 O hebraico fs h u a h pode tam bém significar libertação. 4 S.15 e 35. Que conexão você vê entre 32. Eerdmans. 2 Alguns entendem que isto significa sacerdotes. RJ: CPAD.22) 10.4. 3 O povo no tempo de Jeremias pensava que isto se aplicava a Jerusalém nos seus dias. H.3. Que aplicações do capítulo 35 podemos fazer para os nossos dias? 9. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . O que estará envolvido no juízo final da Terra? 5. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 8 Alguns entendem que os bois selvagens e touros sim bolizam os exércitos das nações e os seus líderes. 19 90 ). Quem é o rei e o que nós aprendemos na parte posterior do capítulo 33 a respeito do reino? 4. 4 8 5 . 6 Stanley M . 19 9 5 ). Eles pensavam que poderiam pecar e rejeitar as profecias de Jere­ mias e que Deus jam ais deixaria qualquer coisa acontecer a Jerusalém. 2 9 8 .6 se aplica ao ministério de Jesus? (Veja M t 11. 1 9 8 2 ). 303. Schoville. s Estas são as nações que serão deixadas depois que a Igreja for tom ada no tempo da ressurreição e arrebatamento.

10 O grego de Atos 3.* Schoville.19 indica que esses tempos de refrigério estão disponí­ veis até Jesus vir novamente. 4 8 5 . Biblical Archaeology. .

Devido a .21. A maior parte do que está escrito aqui também é encontrado em 2 Reis 18. n o an o d écim o -q u a rto do rei TLzequias.C.Ezequias e Senaqueribe 36.C. qu e S enaqueribe) rei da A ssíria} su b iu co n tra todas as cid a d es f o r t e s de J u d á e a s tom ou.8 I. Senaqueribe Invade em 701 a.1-39.8 Os capítulos 36 a 39 às vezes têm sido chamados de o Livro de Ezequias.13 a 20. 36.1 1 H a con teceu . A partir dos registros assírios está claro que a invasão de Senaqueribe foi em 701 a. Os fatos são registrados aqui como um teste­ munho para a veracidade das profecias de Isaías. AS CIDADES DE JUDÁ CAPTURADAS 36. A.1-37.

Nenhuma dessas coisas teria sido permitida pelo ímpio rei Acaz. e se dirigiu ao oeste. recome­ çando novamente a conta do seu reinado. quando Acaz morreu em 715 a.10). e achou necessário dar a sua atenção à usurpação da Babilônia pelos caldeus —a qual estava ao leste.C.C. abriu as portas da Casa do SEN H O R e as reparou”.1 . Ezequias tentou detê-lo. o sexto ano desse coreinado foi 72 2 a. A morte dele tornou possível a inauguração de uma nova era. ele derrotou os filisteus e tomou o controle do território deles até Gaza (2 Rs 18.C. Ezequias começou a reinar no seu próprio direito. expulsando Merodaque-Baladã.7) e continuou pagando tributo. Ao mesmo tempo. o quarto ano do reinado de Senaqueribe. Ezequias acei­ tou o tratado que o pai dele tinha feito (2 Rs 16.Ezequias ter reinado com o seu pai. Tendo em vista que o Egito sob o comando de Piankhi parecia ter ganho força. Acaz. Isto foi seguido por um grande reavivamento e da celebração da Páscoa. O seu real objetivo era a riqueza do Egito. e 715 a.C. Ezequias o pôs em ca­ deias e o aprisionou em Jerusalém. Quando o rei filisteu Padi de Ecron tentou impedir a cidade de se unir na revolta de Ezequias contra a Assíria. assim os vinte e nove anos do seu reinado duraram até 686. Em 2 Crônicas 29. M as quando Senaqueribe subiu ao trono assírio em 705 a. (2 Rs 18. Um a vez que Sargão II estava no trono da Assíria.C.. mas ele ia tomando o controle de países no caminho. Senaqueribe recuperou o controle da Babilônia. de acordo com os seus registros.8).. no mês primeiro. na direção oposta de Israel — Ezequias decidiu romper com a Assíria e não enviou mais nenhum tributo (2 Rs 18. Ele deu uma especial atenção a Judá porque. apenas seis meses depois. No entanto. Ezequias fez uma aliança com o Egito para a pro­ teção mútua deles contra a Assíria. foi declarado como sendo o primeiro ano de Ezequias —assim o “ano décim o-quarto” foi 701 a.7). Porém.3 está escrito o seguinte: “Ele. no ano primeiro do seu reinado.

AS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 36. veja 2 Rs 20.5. o qual tinha procla­ mado a si próprio rei da Babilônia pela terceira vez. Ezequias enviou uma mensagem a ele dizendo: “Pequei. ao rei E zequias co m u m g ra n d e ex ército.4 Deve ter sido nesta ocasião que Ezequias ficou doente e foi avisado por Isaías que iria morrer (38. e então virou a sua aten­ ção para as “cidades fortes de Judá” (atacando e capturando todas elas). desde L aquis a J e r u ­ salém .1). os quais Ezequias pagou levando toda a prata do templo do SE N H O R como também dos tesouros do palácio real e tirando o ouro das portas e batentes das escadarias do templo.1. Senaqueribe exi­ biu trezentos talentos (aproximadamente dez toneladas métricas) de prata e trinta talentos de ouro. cerca de quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. dispersou as outras tro­ pas mercenárias que Ezequias tinha contratado.Mas os anais de Senaqueribe contam como ele conquistou Ecrom. A Bíblia. tudo o que me impuseres levarei”. retira-te de mim.2 Os anais de Senaqueribe declaram que ele capturou 46 delas e ainda muitas aldeias não fortificadas e levou 200.146 pessoas cativas.2-20 2 E ntão. conclui a história das campanhas de Senaqueribe e depois retorna para a doença de Ezequias como um pano de fundo para a vinda dos enviados de Merodaque-Baladã. o rei da A ssíria en v io u R absaqué. Ezequias declarou isto ao povo para encorajá-lo a que colocasse a sua fé no SE N H O R . derrotou um exército egípcio em Elteque (aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém). ju n to ao ca m in h o do cam p o do . tanto em 2 Reis como em Isaías. e ele p a ro u ju n to ao ca n o do tanque m a is alto.14— acrescenta que enquanto Senaqueribe estava si­ 16 tiando Laquis. o qual foi restabelecido depois ao trono dele em Ecron. 2. Senaqueribe também escreveu que ele forçou Ezequias a libertar Padi.6). M as a oração e as lágrimas de Ezequias trouxeram a promessa de Deus de mais quinze anos de vida e a garantia de que Deus livraria a ele e a Jerusalém “das mãos do rei da Assíria” (38.3 2 Reis 18.

p a ra com tod os os qu e nele co rfia m . e lha fu r a r á . o m ord om o. qu e co n ­ tra m im te rebelasP O comandante-em-chefe chamava Senaqueribe de “o grande rei”.filh o de H ilquías. lhe en tra rá p ela m ão. Assim.lavandeiro. 3 Então. o chanceler. Mas ele não se referiu a Ezequias como rei. agora. o escrivã o. o rei da A ssíria: Q u e co n fia n ça é esta qu e tu m a n i­ f e s t a s ? 5 B em p osso eu dizer: teu con selh o e p o d er p a ra a g u e r r a são apenas vã s p a la vra s: em quem . rei do Egito. se a lgu ém se a p oia r nele.filh o de Asafe. Ele estava de fato dizendo que Ezequias era tolo em depen­ der de qualquer um para ajudá-lo na sua rebelião contra Senaqueribe. Senaqueribe estava certo de que o “conselho e poder para a guer­ ra” de Ezequias já se tinham provado sem sentido diante dos seus exércitos. a saber. Quando Senaqueribe ouviu que Ezequias estava falando ao povo que Deus os livraria. no Egito. con fias. e J o á . Sebna (que era o secretário. 4 E R absaq ué lhes disse: O ra. que. Senaqueribe tinha os seus espiões e logo soube a respeito da doença de Ezequias e da sua recuperação.11. ele apa­ rentemente decidiu que tinha cometido um erro deixando para trás uma cidade fortificada. ele quebrou o seu tratado e enviou o seu comandante-em-chefe (Heb. dizei a E zequias: A ssim d iz o g r a n d e rei. Eles pro­ vavelmente ousaram fazer isto em virtude do tratado anterior feito com Senaqueribe. e Sebna. Então ele prosseguiu com a mensagem de Senaqueribe. provavel­ mente o secretário de Estado). “R absaqué”. 6 E is qu e co n fia s na q u ele bordão de can a quebrada. rab-shakeh. e Joá (o escrivão. tentando demolir através de ridículo a confiança e fé que Ezequias tinha depositado no SE N H O R . como tantos ditadores terrenos. . ARA e A RC ) com um grande exército para Jerusalém. pois.12) e Eliaquim (que tomava conta do palácio). ou secretário que cuidava dos registros públicos) saíram para encontrá-lo. Eles pararam fora dos muros (vv. sa iu a ele E lia q u im . assim é Faraó.

e dar~te~ei dois m il cavalos.I Senaqueribe também tinha razão em dizer que era tolice depen­ der do Egito. esta oferta era um . A comparação de se apoiar em um “bordão de cana quebrada” (algo que não só quebraria mas perfura­ ria a mão do que neste se apóia) simbolizava que Faraó não só não poderia ajudar. A demanda para oferecer sacrifícios unicamente no templo em Jerusalém era proposi­ tada para ser um testemunho ao mundo pagão de que havia apenas um verdadeiro templo. e Senaqueribe esperava que houvesse ainda lá senti­ mento suficiente por estes entre as pessoas comuns. Ele provavelmente soube que Isaías tinha advertido o povo a não confiar no Egito. pois. realmente zombando também de Deus. Contudo. Senaqueribe não entendeu o essencial. 8 O ra. Tal adoração era uma abominação ao SE N H O R e Ezequias tinha razão em destruir esses santuários (cf. n osso D eu s. refén s ao m eu senhor. se m e disseres: N o Senhor . con fia m os. dá. se tu p u d e r e s d a r ca va leiros p a ra eles. esses san tu ário s tin h am sido p o p u lares antes do reavivamento. Os israelitas os tinham transformado em lugares para adoração do SE N H O R . mas também tiraria vantagem dos que dependessem dele e se voltaria contra eles.I — 4). 7 M as. No entanto. mas eles adulteraram essa adoração incluindo os deuses pagãos dos altares. o rei da A ssíria. agora. p o rv en tu ra . Durante o grande reavivamento.2-14). Dt 12. Porém. porque há somente um verdadeiro Deus. Ezequias tinha retirado os altares e lugares altos que antigamente foram dedicados a Baal (veja 2 Rs I 8 . não é esse aq uele cu jo s altos e cu jo s altares E zequias tirou e disse a J u d á e a Jeru sa lém : Perante este altar vos inclinareis? Senaqueribe sabia o que estava acontecendo em Jerusalém e niti­ damente criticava Ezequias. de modo que poderiam ser encorajadas para que não escutassem a Ezequias. O comandante do exército assírio pediu então a Ezequias que fizes­ se uma barganha com Senaqueribe: ele conseguiria dois mil cavalos se este pudesse montar os cavaleiros neles.

5). dando ao próprio Ciro uma entrada triunfal completa com ramos de palmeira. p a ra destruí~ la ? O Senhor m esm o m e disse: S obe co n tra esta terra e d estró i-a . não p o d en d o tu v o lta r o rosto a u m só p r ín cip e dos m ín im o s serv o s do m eu senhor. Este era de fato um convite para rendição e alistamento no exército de Senaqueribe. 10 E su b i eu. reivindicando que os deuses deles. en­ quanto este continuava a sua marcha para o Egito. Bel e Nebo. Ciro foi bem-sucedido nisto e os habitantes da Babilônia abriram os portões da cidade e deram boas-vindas ao seu exército. (Era comum aos assírios convidarem os povos conquistados a se alistarem no exército deles e recuperar as suas perdas no próximo lugar de conquista. Tudo o que ele queria era a rendição de Jerusalém. nas quais Deus dissera que a Assíria era uma vara na sua mão irada (1 0.escárnio. Ele reivindicava que o SE N H O R o tinha enviado para que destruísse Judá. Ciro fez isto quando estava chegando a Babilônia. Assim. co n fia s no Egito.) 9 C om o. Parte da guerra psicológica dos reis antigos era declarar que os deuses dos povos que eles estavam atacando tinham lhes enviado para que fizessem isto. porém. . Sem dúvida que ele conhe­ cia as profecias anteriores de Isaías. agora.5 M as Senaqueribe não era tão sutil. Render-se e juntar-se ao exército assírio seria uma situação muito melhor do que depender do Egito “por causa dos carros e cavaleiros”. tinham-no enviado para libertá-los do mau governo de Nabonido e Belsazar. ele não prestou atenção ao restante da profecia. a qual era contra a Assíria. sem o Senhor co n tra esta terra. p o r ca u sa dos ca rro s e ca va leiro s? O comandante assírio enfatiza que Jerusalém não poderia resistir nem sequer a uma pequena unidade liderada pelo menor dos oficiais de Senaqueribe. ele estava falseando a verdade em uma tentativa para intim idar o povo. O comandante sabia que Jerusalém não tinha bastante solda­ dos deixados para pôr dois mil deles nos cavalos.

da educação superior e da comunicação política entre os países desde antes da época de Abraão até ao tempo de Alexandre. disse E liaquim . Ele percebeu que Ezequias e os líderes de Jerusalém não pretendiam ceder. 13 R absaqué. dizendo: I rfa liv elm en te. e cla m ou em alta voz em ju d a ico. p o rq u e bem o en ten dem os. aos o u v id o s do p o v o que está sob re os m uros. Então ele e o seu exército sitiariam Jerusalém e cortariam o abastecimento de suprimentos. O aramaico era a língua dos negócios. p a ra qu e c o ­ m a m co n vo sco o seu esterco e bebam a su a u r in a ? A resposta do comandante foi até mesmo mais ameaçadora e rude. Ele estava espe­ rando que pudesse lançar o povo em pânico. e Sebna. 14 A ssim diz o rei: N ão v o s en ga n e E zequias. do rei da A ssíria. p a ra d iz er estas p a la vra s? E não. p o rq u e não vos p o d e­ rá livrar. e disse: O u v i as p a la vra s do g r a n d e rei. m a n d o u -m e o m eu sen h o r só ao teu sen h o r e a ti. pois. aos h om en s que estão assen tados sob re os m u ros. se p ô s em pé. 12 M as R absaq ué disse: P orven tu ra . antes.6 Antes . do comércio.11 E ntão. de modo que eles vies­ sem a pedir rendição. 15 N em ta m p ou co E zequias v o s f a ç a co n fia r no SeNHOR. A delegação da parte de Ezequias pediu ao comandante-em-chefe dos assírios que falasse em aramaico ( “siríaco”). e esta cid a d e não será en tregu e na s m ãos do rei da A ssíria. até que lá não houvesse mais nada para comer ou beber. e não nos f a l e s em ju d a ico . M as era exatamente isso o que o comandante queria. porque eles não queriam agitar os habitantes de Jerusalém que estavam sentados sobre os muros e que poderiam espalhar as ameaças do comandante por toda a cidade. As palavras do comandante-em-chefe claramente mostram que a doença de Ezequias veio após o seu pagamento de tributo. n os livra rá o SENHOR. o Grande. e J o á a R absaqué: P ed im o ste qu e f a l e s aos teu s serv o s em siríaco.

os deu ses das n a ções livra ra m cad a u m a su a terra das m ã os do rei da A ssíria? 19 O n d e estão os d eu ses de H am a te e de A rpade? O n d e estão os d eu ses de S efa rv a im ? P orven tu ra . ele os deixaria viver em paz até que voltasse desta campanha. No entanto. p orq u e assim diz o rei da A ssíria: A lia i-v o s com igo e s a í a m im . Ele de fato estava chamando Ezequias de um enganador que não poderia ajudá-los. por declarar que Ezequias não os poderia livrar e que eles não deveriam deixar Ezequias persuadi-los a confiar no S e N H O R . 16 N ão deis ou vid os a Ezequias. P orven tu ra . 38). terra de p ã o e d e vinhas. Deste modo os assírios esperavam desorientar e desmoralizar um povo —de modo que estes desistiriam de qualquer tendência para se rebelar. Se eles fizessem a paz com Senaqueribe. e com a cada u m da su a v id e e da su a f i g u e i r a e beba cada u m da á gu a da su a cistern a . . e era uma prática assíria trans­ ferir outros povos para tomar o lugar dos cativos que foram desloca­ dos. Ele provavelmente tinha a Babilônia em mente. A cura de Ezequias e a promessa de Deus fizeram a diferença (veja cap. 17 a té que eu ven ha e v o s leve p a ra u m a terra co m o a vossa. Então ele levaria a efeito a política assíria de deslocar e reassentar populações inteiras. Novamente o comandante fala ao povo que não escute a Ezequias.0 0 0 pessoas de lá. Ele prometeu que os levaria a uma terra tão boa quanto a própria terra deles. onde eles poderiam cultivar uvas e trigo da mesma forma como faziam na terra de Judá. M as Senaqueribe tentou quebrar a confiança do povo nas promessas de Deus. porque há pouco ele tinha removido 2 0 8 . 18 N ão v o s en ga n e E zequias. indubitavelmente esperando voltar triunfalmente do Egito. dizendo: O SENHOR n o s livrará. ele não reconhecia que o Senhor é fiel e que Ele pode livrar. terra de trigo e de m osto. A in­ clusão do ouro e também da prata do templo mostrava que ele não estava confiando no S E N H O R quando fez o tratado com Senaqueribe.desse tempo ele estava confiando no Egito e não no SE N H O R .

dizendo: N ão lhe respon dereis. Ele não podia ima­ ginar que o Senhor Deus cultuado no pequeno país de Judá pudesse ser maior que os deuses adorados nos países que ele já havia conquis­ tado. eles tomaram uma nova posição de fé. no rio Orontes. ele sugere que o SE N H O R não pode ser em nada diferente e não pode salvar Jerusalém das suas mãos. p orq u e havia m a n d a d o do rei.livra ra m eles a S am aria das m in h a s m ã o s? 20 Q u a is são eles. Ele logo seria capaz de . p a ra qu e o S enhor livra sse a J eru sa lém das m in h a s m ã o s? Novamente a mensagem de Senaqueribe refere-se à declaração de Ezequias da promessa de 38. O povo de Judá que esperava poder derrotar os assírios fazendo uma aliança com o Egito tinha sido desacreditado. O povo não deu nenhuma resposta a estes insultos e ameaças. Os soldados mercenários que Ezequias tinha contratado foram dispersados. Ele lembra Jerusalém que as cidades de Hamate. em Jerusalém. um novo cora­ ção e um novo espírito esperavam por Isaías.C. Ezequias tinha lhes ordenado que não respondessem.21 21 M as eles ca la r a m -se e não lhe resp on d era m pa la vra. assim.6. Até mes­ mo Samaria se tornou uma província assíria em 72 2 a. Contudo. d en tre todos os deu ses desses países. Os egípcios não eram nenhuma ajuda. e Sefarvaim foram todas conquistadas e os seus deuses não as ajudaram. 3. e. os qu e livra ra m a su a terra das m in h a s m ãos. e alguns dos habitantes de Sefarvaim foram transferidos para ela. Agora. e Arpade. Por obedece­ rem ao rei. juntamente com ele. no norte da Síria. 0 POVO OBEDECE A EZEQUIAS 36. Os deuses desses países não tinham sido capazes de salvar as suas terras do grande rei de Assíria. Portanto. em sua arrogância ele ainda não entendia o essencial. confiarem em Deus. Senaqueribe insinua que ele é maior do que qualquer deus. Ele também estava sugerindo que seria muito melhor para Jerusalém se eles se rendessem. Deus de fato os livraria.

terá ou vid o as palavras . (A nova atitude da sua audiência e a nova mensagem explicam a mudança de estilo e vocabulário. e Sebna. Acaz. feito de pelo de cabra. Ele percebia que a sua única esperança esta­ va no SE N H O R . E lia q u im . 1 E a co n teceu que. viera m a E zequias com as vestes rasgadas e lhe fiz e r a m sa b er as p a la vra s de R absaqué. e J o á . 3 E dissera m -lh e: A ssim diz E zequias: Este dia é dia de angústia.8 22 E ntão. o escrivão. estavam errados. por causa da blasfêmia de Senaqueribe. e aos an ciãos dos sacerdotes. Ele sabia que o seu pai. PROFETIZADA A MORTE DE SENAQUERIBE 36.) 4. o profeta. e se co b riu de sa co de p a n o gro sseiro . Então informaram a Ezequias o que o comandante tinha dito. o SENHOR.lhes dar o conforto do capítulo 40 e dos seguintes. Os três que tinham se reunido com o comandante então rasgaram as suas vestes — provavelmente eles rasgaram a frente de suas túnicas como um sinal de pesar e humilhação. O comandante-em-chefe tinha um exército grande. teu D eus. 2 E o rei en vio u a E liaquim. ten do o u v id o isso o rei E zequias. como um reco­ nhecimento mais extenso da seriedade da situação. o chanceler. e o recente partido da guerra. cobertos de sacos de p a n o grosseiro. que tinham confiado na Assíria. As ameaças de Senaqueribe eram sérias. ra sgou as su a s vestes. Ele queria que o povo soubesse que ele ainda acreditava na promessa de Deus. pronto para sitiar Jerusalém.22-37. Ezequias também rasgou as suas roupas e vestiu-se de pano de saco (aniagem preta e grossa). o m ordom o.filh o de H ilquias. e fo r ç a não há pa ra os dar à luz. e de blasfêm i­ as. e a Sebna. e en tro u na C asa do SENHOR. a Isaías. o m ord om o. p orq u e chegados são os filh o s ao parto. o escrivão. Assim ele entrou publicamente no templo para buscar a ajuda prometida do SE N H O R . f i lh o de Amoz. e de vitupérios. 4 P orventura.filh o de A scfe.

morreriam a mãe e o bebê.e i ca ir m o rto à espada n a su a terra. A comparação de uma mãe grávida na hora do parto. e a inabilidade deles para prestarem algum socorro. Porém.7 Ezequias lhe pediu que fizesse uma oração “pelo resto que ficou”. Reconhecendo que Isaías estava em contato com Deus. A delegação que tinha ido ao encontro do comandante-em-chefe e os principais sacerdotes seguiram o exemplo de Ezequias e vestiram pano de saco. Era muito tarde para orar pela liberta­ ção das outras cidades de Judá. teu D eu s. Os servos de Ezequias foram ao encontro de Isaías e buscaram uma palavra da parte do SE N H O R .de Rabsaqué. O rei os enviou então ao profeta Isaías. “filho de Amoz”. na are.l o . a única esperança deles estava no SE N H O R . Eles deviam dizer para Ezequias que deixasse de ficar amedrontado a res­ peito da mensagem pela qual os “servos” (Heb. a desgraça ameaçada pelo comandante assírio. metal e pedra). para afron tar o D eu s vivo e pa ra o vitu p era r com as pa la vras que o SENHOR. 7E is que p o r ei n ele u m espírito. e ele o u v irá u m r u m o r e volta rá p a ra a su a terra . com uma mensagem reconhecendo o perigo. J a z e oração p elo resto que fic o u . Em tal caso. entregues pelo comandanteem-chefe. significava que ela estava em uma situação desesperadora. Ezequias reco­ nhecia que as palavras de Senaqueribe. em quem “força não há para os dar à luz”. tem ou vido. “meninos” sem discernimento) de Senaqueribe tinham blasfemado do SEN H O R . 5 E os serv o s do rei E zequias viera m a Isaías. . e f á . Isaías tinha uma palavra confortante. mas ainda havia um remanescente sobrevivendo em Jerusalém. seu amo. a quem en viou o rei da Assíria. Ezequias esperava que Deus ouvisse e repreendesse Senaqueribe. estavam de fato ridicularizando o Deus vivo (em contraste com os deuses mortos de madeira. 6 E Isa ía s lhes disse: A ssim d ireis a vosso am o: A ssim d iz o Senh or : N ão tem a s à vista das p a la vra s qu e ouviste. com as qu ais os serv o s do rei da A ssíria de m im blasfem aram .

C. Vòltou.8Este m ostra uma fila de homens e mulheres que saem da cidade com fardos nas suas costas.10 Desde que Senaqueribe já tinha determ inado que parte dos tributos trazidos a N ínive fossem levados para Babilônia. Babilônia era mais importante para Senaqueribe do que Jerusalém. é razoável acreditar que Senaqueribe levou os prisioneiros das cidades de Judá para B abilônia. De Laquis ele foi para Libna. em N ínive. Quando não houve nenhuma rendição. ou mesmo o Egito. com issionando os artistas para retratá-la. Ele celebrou esta cam panha de 701 a. mas um anjo do SE N H O R cuidaria para que ele não chegasse tão perto de Jerusalém e voltasse a Nínive. de modo que ele voltaria à sua própria terra. A frente deles estão os cativos que são em palados em estacas afiadas. Eventualmente ele morreria em sua própria terra. Outro grupo leva sacos e outros artigos nas mãos..9 Os registros da segunda cam panha de Senaqueribe inform am m uito claramente que ele m atou alguns cativos e deportou o restante naquele tem ­ po. o comandante-em-chefe retornou e achou Senaqueribe lutando contra Libna. onde morreria (veja 37. (L aquis ti­ nha sido tom ada e destruída.1 1 . Alguns estão deixando tributo ou espólio.Deus poria um espírito em Senaqueribe e ele ouviria um certo rumor e voltaria à sua própria terra. p o rq u e o u v ira qu e j á se havia retira d o de L aquis. Arqueólogos acha­ ram um grande relevo de parede no palácio de Senaqueribe. o que incluía Babilônia como uma de suas capitais. ameaçaria Ezequias e Jerusalém novamente. R absaqué e achou o rei da A ssíria p eleja n d o contra L ibna.) En­ tão Senaqueribe ouviu falar a notícia a respeito de M erodaqueBaladã ter tomado Babilônia e se apressou em retornar para Nínive e para Babilônia. que retratava a captura de Laquis e seu povo. pois. e uma vez que ele precisou esmagar a revolta em Babilônia. em 688 a. O “rumor” era a notícia de que Merodaque-Baladã estava novamente assumindo o poder na Babilônia.C. Senaqueribe. contu­ do.36— 38)..

C. Pritchard. 8 U m a cópia de tamanho natural disto pode ser vista no M useu O riental da Universidade de Chicago. 19 24 ). A descrição da doença também prepara para o cap. Ancient Near Eastern Texts Relating to tbe Old Testament. 2:121. 2 Ibid. . O que Senaqueribe tinha realizado em Judá antes de ter enviado o seu comandante-em-chefe com um grande exército para Jerusa­ lém? 2. 6 Observe que Isaías finaliza o relato das invasões de Senaqueribe antes de contar a respeito da doença de Ezequias. Que evidência há para uma segunda campanha de Senaqueribe em 688 a. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press.. Como o povo respondeu à mensagem do comandante assírio e por que isto é significativo? 5. 4 Luckenbill. 3 D aniel David Luckenbill.. Por que Ezequias enviou pessoas vestidas em panos de saco ao encontro de Isaías? 6. Que mensagem o Senhor proferiu e como esta foi cumprida? 7.QUESTÕES DE ESTUDO 1. Por que Senaqueribe disse que Ezequias estava enganando os ha­ bitantes de Jerusalém? 3.? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. 5 James B. 39 onde M erodaque-Baladã ouve falar a respeito da doença. 2 vols. Ancient Records. teu D eus”. 3 0 6 . não “nosso D eus”. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 33. Ancient Records o f Assyria and Eabylonía. 19 55 ). 7 Observe no v. ed. 2 :1 2 0 . 1 9 2 6 -2 7 ). 2 a ed. 2 :1 1 9 -2 0 . 3 1 5 -1 6 . (Princeton: Princeton U niversity Press. 4 que estes representantes do estado e do tem plo dizem “o S en h o r . O que Senaqueribe pensava de si mesmo e a respeito do Senhor? 4.

C. 187.9-13 9 E o u v iu d iz er qu e Eiraca. 19 16 ). 79. até que finalmente destruiu Babilônia em 689 a. dizendo: H á um espaço de tempo cie cerca de doze anos entre 37. Downer. Isaías também faz uma pequena incursão aos eventos ocorridos en­ tre 701 e 688 a. A ssim que o u v iu isso. 2 2 6 -2 8 . não em uma condição debilitada. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah 1 (Londres: M organ & Scott. 19 35 ). mas com um exército poderoso.8 e 37. como isto foi interrompido. Os registros de Senaqueribe mostram que ele esteve na Babilônia em 700. Revell. tinha sa íd o p a ra lhe fa z e r gu erra . n. James C. 10 Luckenbill.9-38 I. Isaías dá um passo à frente neste ponto para 688 a.d. T h irtle. en viou m ensageiros a Ezequias. 19 3 7 ). M uir. O Exército de Senaqueribe É Dizimado e Senaqueribe É Morto 37. Isto pareceria estranho se Senaqueribe —tão implacável em retornar . 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. 1 James W. 2 :1 1 8 .1 Ele expulsou Merodaque-Baladã e continuou em­ preendendo a guerra lá. no. American Oriental Series. 13 4 -3 5 . Ancient Records. (Veja também Esdras 4.9 Charles M arston.9. onde Esdras fala da sua tentativa de reconstruir a cidade. Isto era feito freqüentemente no livro dos Reis. Benjamin R . e então retorna para a reconstrução anterior do templo. AS RENOVADAS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 37. “T he AddedYears o f H ezekiahs Life” Bibliotheca Sacra 80. B. 31 9 (julho de 1923): 2 6 9 .) Agora. His Tmth Endureth: A Survey o f the Beginnings and o f OU Testament History in the Light o f Archaeological Discoveries (P hiladelphia: N ational Publishing Co. The Bihle Comes Alive (N ova York: Flem ing H . rei da E tiópia. e conclui o relato a respeito de Senaqueribe e Ezequias.). Os escritores do Velho Testamento freqüentemente completavam um relato e então voltavam e davam detalhes de um evento anterior.C. R obert H enry Pfeiffer.C. State Letters o f Assyria.. vol.

o qual era o seu mais recente título. em q u em confias. Por isso ele enviou os mensageiros a Ezequias. Senaqueribe tinha a firme expectativa de ocupar Jerusalém por este tempo. Novamente Senaqueribe blasfemou de Deus e negou a profecia de Isaías (3 8 . Depois de conquistar a Arábia. M as ele não queria que Ezequias pensasse que fora perdoado. — deixasse Ezequias calado “como um pássaro engaiolado” em Jerusalém e nunca voltasse.. até mesmo depois de uma derrota desas­ trosa em 691 a. quando o seu irmão Shebitku o chamou para reinar com ele. depois da destruição da Babilônia em 689 a. Isto é confirmado no que Heródoto. e proclamar a si próprio o rei da Arábia. Senaqueribe aparentemente preten­ dia ir para Jerusalém e então descer pela costa para o Egito.4 diz que os egípcios chamavam Senaqueribe de “o rei da Arábia”.C. rei de Ju d á . Senaqueribe mudou a sua atenção de Judá. Ele chamou Deus de enganador e disse que Ezequias não deveria confiar nEle. Isto é confirmado por um registro de Esar-Hadom. contudo.3 Dessa forma. dizendo: J eru sa lém não será en tregu e nas m ã os do rei da A ssíria. M as nesta época ele passou pela Arábia e desceu pela parte sul da Judéia. Ele co-reinou com Shebitku até 684 e continuou reinando até 66 4 a. ele alistou compulsoriamente no seu exército alguns dos árabes conquistados e deslocou-se para encontrar Tiraca. Senaqueribe estava livre para ir ao oeste em direção ao Egito. dizendo: N ão te en ga ­ n e o teu D eu s. .C.6 ).repetidas vezes à Babilônia. com a idade de vinte anos..2 Inscrições fragmentárias de Senaqueribe contam a respeito de uma campanha árabe. o historiador grego. Quando Tiraca pôs-se a caminho para encontrar as forças de Senaqueribe.C.C. 10 A ssim fa la reis a E zequias.5 Tiraca chegou primeiro ao Egito em 6 9 0/ 6 89 a. que conta como Senaqueribe tomou à força os deuses do rei da Arábia e os trouxe para a Assíria. Depois de derrotar a Arábia.

que .14-35 14 R ecebendo. na Babilônia (2 Rs 17. Ezequias mostra uma atitude diferente da que tinha mostrado uns dez anos antes. e o rei da cidade de S efarvaim . veja comentário em 34. pois. os reis anteriores da Assíria) tinham destruído não os puderam livrar. Desta vez ele não ras­ gou as suas vestes ou vestiu pano de saco ou enviou mensageiros que rogassem a Isaías. A ORAÇÃO DE EZEQUIAS E A RESPOSTA DE DEUS 37. . H en a e I v a ? Ele repete a lista de deuses (chamados de “reis”) da mensagem anterior (3 6 . e escapa rias tu ? Em dizendo que os reis de Assíria destruíram todos os países ( “colocou todas as terras sob condenação” . as livra ra m os d eu ses das n a ções q u e m eu s p a is d estru íra m : Gozã. su b iu à C asa do SENHOR. e E zequias as esten d eu p era n te o SENHOR. Ele também estava dizendo que o Deus de Israel não poderia impedir que isto acontecesse a Jerusalém. E zequias as ca rta s da s m ã os dos m en sa geiros e len d o -a s. O último pode ser igual a Ava. e os f i lh o s de E den. As nações citadas aqui ficavam na Mesopotâmia ocidental. d estru in d o -a s to ta lm en te. estavam em E elassar? Ele acrescenta que os “deuses das nações” que os seus antepassados (i. 12 P orven tu ra . 13 O n d e está o rei de H am ate.. 2. Senaqueribe estava falando que eles foram destruídos em consigna­ ção ao seu deus.e.11 Eis qu e j á ten s ou v id o o qu e f i z e r a m os reis da A ssíria a todas as terras. Ele levou a carta imediatamente e a estendeu dian­ te do S en h o r . e H a râ ’ e R ezefe.1 9 ) com as adições de H ena e Iva.2). e o rei de A rpade. Senaqueribe estava fazendo o seu melhor para estremecer a fé de Ezequias no SENHOR. Ele viu a profecia cumprida. quando o comandante-em-chefe de Senaqueribe fez as suas ameaças.24).

20. p o rq u e deuses não eram . diferen­ te de todos os falsos deuses das outras nações. 31. tu és o D eu s. de todos os rein o s da terra. D eu s de Israel. ó SENHOR. m a d eira e p ed ra . não apenas o único e verdadeiro Deus sobre “todos os reinos da terra”.8. Ezequias se aproximou assim em uma atitude de fé que honrava a Deus pelo que Ele é. Ele pede a Deus que preste plena atenção ao que Senaqueribe disse para desafiar e afrontar “o Deus vivo”. as qu ais ele m a n d o u p a ra a fro n ta r o D eu s vivo. 18 Verdade é. Ele o reconheceu como o único Deus (um tema de Isaías). Em chamando Deus de “vivo”. os teu s olhos.7). formados pelas “mãos de homens”. Desta vez o próprio Ezequias ora. o Deus de Israel. q u e habitas en tre os q u eru b in s. reconhecendo o SE N H O R como o SE N H O R dos Exércitos. Isto era especialmente verdade a respeito dos . 17 In clin a . SENHOR. sen ã o obra de m ã os de hom ens. tu som en te. os destru íram . Ezequias reconhecia que aqueles ídolos não eram Deus. Além disso. ele sabia que Senaqueribe havia destruído os deu­ ses das outras nações. e o u v e todas as p a la vra s de Senaqueribe. mas também como o Criador dos céus e da Terra. dizendo: 16 Ó SENHOR dos E xércitos. p o r isso. q u e os reis da A ssíria a ssola ram todos os p a íses e su a s terras. mas ape­ nas “madeira e pedra”.15 E o ro u E zequias ao SENHOR. entronizado “entre os querubins”: o lugar mais santo no templo. SENHOR. abre. Ezequias não nega que a Assíria destruiu todos os outros países. 19 E lan çara m no f o g o os seu s deuses. Ele confia em Deus e deseja que Deus seja honrado. e o u v e. Ele indubitavelmente sabia o que Isaías tinha dito sobre eles (veja 2. e olha. tu fi z e s t e os céu s e a terra. Ezequias reconhece que Deus é diferente dos ídolos. o s teu s ou vidos.

em cumprimento de uma profecia anterior de Isaías (3 7 . a filh a de Jeru sa lém m en eia a cabeça p o r detrás de ti. no bosque do seu ca m p o fé r t il . nosso D eus. à medida que eles se retiravam. m a n d ou dizer a E zequias: A ssim diz o Senhor . rei da A ssíria.). a filh a de Sião. 22 esta é a p a la vra que o SENHOR fa l o u a respeito dele: A virgem .C. mas como um testemunho para “todos os reinos da terra” de que Deus é Yahweh —o Deus que tirou Israel do Egito. Não há nenhum outro Deus. o guardião da aliança. te despreza. Ela os menosprezou e os ridicularizou.muitos deuses secundários da Babilônia que foram despedaçados em 689 a. A resposta de Deus veio por intermédio de Isaías. 24 P o r m eio de teu s serv o s cfr o n ta ste o Senhor. Deus chama Jerusalém de “a virgem” porque ela ainda não fora conquistada e permaneceria inconquistável pelos assírios. 23 A qu em a fro n ta ste e de q u em blasfem aste? E co n tra quem alçaste a voz e ergu este os teu s olhos ao a lto ? C o n tra o S anto de Israel. o Deus que era e é e sempre será. ó Senhor. mas a Deus. e co rta rei os seu s altos ced ro s e as su a s f a i a s escolh id as e en tra rei no seu cu m e m a is elevado. Este insulto provavelmente se refere ao fato de Senaqueribe abandonar a sua campanha original em 701 a. o D eu s de Israel: Q u a n to ao que m ep ed iste acerca de Senaqueribe. E zequias não quer som ente a lib e rtaç ão da opressão de Senaqueribe.C. Isaías. balançando a cabeça em desdém. 21 Então.C. e disseste: C om a m u ltid ã o dos m eu s ca rro s su b i eu aos cu m es dos m ontes. o Deus fiel. livra -n o s das su as mãos. Senaqueribe tinha enviado os seus servos não para que desafias­ sem e afrontassem somente a Ezequias.5 — 7). As declarações . aos ú ltim o s recessos do L íbano..6(Esta é uma outra confirmação de que a carta foi escrita em uma segunda campanha ocidental de Senaqueribe em 688 a. fi lh o deA m oz. 20 A gora pois. e de ti zom ba. por causa de Jerusalém. para que todos os reinos da terra cotikeçam que só tu és o SENHOR.

isso quer dizer que ele triunfaria em todas as batalhas. p o rém . os seu s m ora dores. Como o oleiro que dá forma a um vaso. e eu qu is qu e f o s s e s tu qu e d estru ísses as cida des f o r t e s e as red u z isses a m o n tõ es assolados. ele se vangloriava de que nada o poderia parar. Eles se tornaram como os brotos verdes e tenros da “erva do campo” que . Nada está fora da soberania de Deus. A indicação de cavar poços e beber deles pode se referir à campa­ nha dele pela Arábia. “desprovido de mãos”) de modo que eles andavam atemorizados e envergonhados. se cu m pre. e o f e n o d os telhados. que conta como Deus usou a Assíria como a sua “vara” para trazer juízo). M as o verdadeiro Deus é o único que ordenou os eventos ( “eu fiz isso”). co m a s p la n ta s de m eu s pés. A R A ) mais escolhidas. e. e a erv a verde. Ou seja.dele significavam que ele pensava que poderia cortar os cedros mais altos do Líbano e as suas faias ( “ciprestes”.5— I I . Com as solas dos seus pés ele poderia secar todos os córregos e canais do rio Nilo. a n daram atem orizados e en vergon h a d os. 25 Eu ca vei e bebi as águas. qitsre-yad. e o trigo q u eim ad o an tes do crescim ento. tão facilmente quanto um fazendeiro poderia represar uma pequena vala de irrigação empurrando um pouco de terra. O Egito seria uma presa fácil.8 26 P orven tu ra. e que ele tomaria conta das árvores dos bosques de seus campos fér­ teis. não o u v iste que j á m u ito an tes eu f i z isso e que j á desde os dias a n tigos o tinha p en sa d o ? A gora. Ele amoldou as circunstân­ cias que tornaram possível a Senaqueribe destruir cidades (veja 10. lit. quer dizer. Foi a superintendência de Deus que perm itiu aos moradores esta­ rem “com as mãos caídas” (Heb. co m as m ã o s caídas.7Agora que estava chegando perto do Egito. era m co m o a erv a do cam po. Senaqueribe pensava que estava agindo como um deus. 27 P or isso. seq u ei todos os rio s do Egito.

. . mas. semeai. o resto ou remanescente do povo de Judá iria prosperar. Deus sabia exatamente o que Senaqueribe estava fazendo e o modo como ele estava se movimentando e se enfurecendo contra Deus. 31 Porque o que escapou da casa de Ju dá efico u de resto tornará a lançar raízes para baixo e dará f r u t o para cima. e segai. no terceiro ano. o que daí proceder. caso especialmente verdadeiro a respeito da grama que poderia brotar de repente no lodo que cobria a esteira de junco que compunha os telhados planos das casas deles. No restante do ano e no ano que se seguiria (que provavelmente estava a ponto de começar) eles comeriam o que crescesse por si mesmo. Deus prometeu um sinal. 2li Mas eu conheço o teu assentar e o teu sair e o teu entrar e o teu fu ror contra mim. na sua insolência. . . eis que porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio nos teus lábios e tefa r e i voltar pelo caminho por onde vieste. E semelhante às colheitas. de modo que ele não viria a Jerusalém como ameaçara que faria. no segundo ano. . fazendo Senaqueribe retroceder pelo caminho por onde ele viera. E isto tc será por sinal: este ano se comerá o que espontaneamen­ te nascei] c. Para encorajar Ezequias.facilmente poderiam ser cortados ou murchar. mas no tercei­ ro ano eles poderiam semear e colher campos de grãos e plantar vi­ nhedos e comer as suas uvas. nem um pouco perturbado sobre o que Deus poderia fazer a ele. agora Deus agiria: “Porei o meu anzol no teu nariz”. de volta pela Arábia. e plantai vinhas e comei osfr u to s delas. 29 Por causa da tua raiva contra mim e porque a tua arrogância subiu até aos meus ouvidos. Porque Senaqueribe estava se debatendo em raiva contra Deus e porque ele não estava. Deus está no controle. .

e. A palavra de Deus era clara. Tampouco ele “levantará contra ela tranqueira” ou rampa de cerco. definida e enfática. e. q u an do se levan taram p ela m a ­ n h ã cedo. d iz o Sen h o r . a cen to e oiten ta e cin co m il. 2 Sm 7). p o r esse volta rá . mas não faria assim desta vez. do m o n te de Sião.36-38 36 Então. e Ele tem o poder para realizar isto. n em la n ça rá nela fle c h a algu m a . ou leva n ta rá co n tra ela tranqueira. 33 P elo q u e assim d iz o SENHOR a cerca do rei da A ssíria: N ão en tra rá n esta cidade.C. . 2 9 ) de que Senaqueribe retornaria pelo mesmo ca­ minho que veio (quer dizer. 3. sa iu o a n jo do SENHOR e fe r iu . O “restante” ou remanescente —pessoas que foram poupadas ou libertadas —sairia de Jerusalém. Ele tinha feito algumas destas atividades em 701 a. m a s nesta cida de não en tra rá . A PROFECIA DE ISAÍAS FOI CUMPRIDA 37. ta m p ou co v ir á p era n te ela co m escu d o. 34 P elo ca m in h o p o r on d e vier. p a ra a livrar. mas por causa da aliança que Ele tinha feito com Davi (cf. Ele repete a sua afirmação (do v.. D eus não salvaria Jerusalém porque seus habitantes o mereces­ sem. O próprio zelo de Deus cuidaria disto. 35 P orque eu a m p a ra rei esta cidade. Senaqueribe não entraria em Jerusalém. o que esca p o u . p o r a m o r de m im e p o r a m o r do m eu serv o D avi.32 P orque de J eru sa lém sa irá o restante. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. Ele não poderia chegar perto o suficiente para atirar uma flecha ou segurar um escudo para se proteger dos defensores de Jerusalém. Deus sempre teria um remanescente. n o a rra ia l dos assírios. eis qu e tu d o era m co rp o s m ortos. pela Arábia) e não iria a Jerusalém. Este é um ensino muito importante de Isaías.

Em sua única derrota anterior em 6 9 1 a.9 Â parte disto. . e se f o i . algumas das quais os arqueólogos descobriram. No entanto. Devido ao fato dos egípcios não poderem imaginar tal morte súbita a não ser por uma pestilência. rei da A ssíria. assim também esta derrota não foi registrada por Senaqueribe. Ao invés disso.Naquela noite o anjo do S enhor matou 185. insinuando uma peste bubônica. lá permaneceram apenas algumas poucas inscrições secundárias em edificações.000 pessoas do exército assírio. porque eles dependi­ am dos espólios de guerra para a sua própria prosperidade. concluindo com a captura e destruição da Babilônia em 689 a. eles espalharam uma história de que ratos comeram as cordas dos arcos dos assírios. seu s filh o s . 37 A ssim S enaqueribe. Até aquele tempo. e eles f u g i r a m pa ra a terra de A rarate. emitindo um relatório anual das suas façanhas. o f e r ir a m à espada.000 soldados. e nenhum rei pagão antigo jamais registrou qualquer coisa como uma derrota. estan d o ele p ro stra d o na casa de JSÍisroque. provavelmente onde ele teve alguns consertos realizados.C. nada havia a não ser uma derrota total. se retirou. e E sar-H adom . Da mesma maneira que o afogamento dos egípcios no Êxodo não é mencionado em registros egípcios.. ele jamais realizou outra. Ele fez diversas cópi­ as. e voltou . Senaqueribe registrou que tinha capturado algumas carroças de mercadorias e tinha tenta­ do fazer parecer que isto era uma vitória. seu filh o . 38 E su ced eu que. eles os acharam não morrendo (como que através de pestilência) mas “mortos”. rein o u em seu lugar. seu deus. Embora vivesse mais sete anos. o fato de que ele não fez mais nenhuma campanha atesta o registro bíblico. e f i c o u em N ínive.C. M as com a morte dos 185. Isto deve ter chocado os habitantes de Nínive. ele resumiu as suas proezas. Quando os restantes despertaram cedo na manhã seguinte. Senaqueribe tinha realizado uma campanha m ilitar todos os anos do seu reinado. Parece que Senaqueribe jamais se encontrou com Tiraca. A dram eleq ue e Sarezer.

131. Ancient Records.C.C. 19 53 ). 133. Ele era um turista que registrou o que os guias lhe falaram.? 2. foi diferente da sua resposta às ameaças do comandante-em-chefe em 701 a. 8 O term o hebraico ‘achriv é um a forma hiph’il im perfeita que indica ação incompleta. Como a resposta de Ezequias à carta de Senaqueribe em 688 a. 6 Luckenbill. Including Archaeology and C h ro n o lo gy”. Cumberland Presbyterian Quarterly I (junho de 19 02 ): 95.. Dois dos seus filhos “o feriram à espada”. trans. 23. 1 9 2 6 -2 7 ). 2 George S. Senaqueribe estava prostrado de joelhos.. Senaqueribe ainda não tinha estado no Egito. adorando no templo de Nisroque. mas ele conside­ rou a sua conquista do Egito como praticam ente term inada.Em 681 a. 2 :1 5 8 . 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Então eles fugiram para a terra de Ararate (a antiga Armênia.C. Por que Deus iria defender Jerusalém e como isto foi cumprido? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. 3:63 6. QUESTÕES DE ESTUDO 1. agora parte da moderna Turquia). 19 28 ). Ancient Records o f Assyria and Babylonia. “O ldTestam ent H istory. 35. . Annals o f Sennacherih. 185. G oodspeed. M an uel K om roff (Nova York: Tudor Publishm g Co. 2 :1 5 2 . A crônica babilônica registrou a morte de Senaqueribe e a acessão de seu filho Esar-Hadom. 9 Luckenbill. ed. History. 3 D aniel David Luckenbill. 4 H eródoto não foi um historiador no sentido m oderno do termo. George Raw linson. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 19 24 ). em The Encyclopedia Americana (N ova York: Am erican Corporation. “Sen n ach erib s Invasion o f Judah ”. o seu deus. 2 0 7 . 5 H erodotus. 7 W illiam Foxwell Albright.

f i l h o de A moz. mostra que a doença aconte­ ceu em 701 a. v iro u Ezequias o rosto p a ra a parede e orou ao SENHOR. Ezequias tinha ido longe demais. M uitos têm especulado sobre a data da doença de Ezequias. o p rofeta .1Isaías veio a ele com uma forte mensagem para pôr a sua casa em ordem.2-22 1 Então. e lhe disse: A ssim diz 0 SENHOR: P õ e em ord em a tu a casa. p o rq u e m o rr erá s e não viverás. de q u e a n d ei dian te de ti em v erd a d e e co m co ra çã o p erfeito e f i z o qu e era reto aos teu s olhos. 2. ele orou. Deus teria bases para não enviar o juízo pro­ fetizado. o ouro do templo pertencia a Deus. ele queria que Deus se interessasse pela sua situação e fizesse algo sobre a mesma. A Doença e a Recuperação de Ezequias 38. e v eio a ele Isaías. Assim.C. No entanto. lem b ra -te. e que quando o arrepen­ dimento era oferecido.C . Pedir a Deus para se lembrar não quer dizer que Ezequias pensava que Deus tinha esquecido. mas confiou nEle depois disso e declarou a promessa de Deus de 38. porque ele iria morrer. p eço -te. Ele fez a sua reivin- . UMA SENTENÇA DE MORTE 38.6.1-22 1. EZEQUIAS É RESTAURADO 38. Isto foi provavelmente depois que Ezequias tentou salvar Jerusalém tomando o ouro do tem­ plo e dando-o a Senaqueribe como tributo. 3 E disse: A h! SENHOR. Ele estava confiando no que ele próprio poderia fazer em vez de confiar no que Deus poderia realizar. E zequias a d oeceu d u m a en ferm id a d e m orta l. E ch orou E zequias m u itíssim o. Ezequias sabia que Deus era longânimo. Pior ainda.1 1 N aqueles dias. o fato de que Ezequias não estava confiando em Deus quan­ do pagou tributo a Senaqueribe. Antes.

Assim. qu e p a sso u co m o so l p elo s g r a u s do relógio de Acaz. kaph. Ele de fato tinha restabeleci­ do o serviço do templo e tinha feito a convocação para uma grande celebração da Páscoa no começo do seu pleno reinado e tinha feito muito para livrar-se da idolatria (2 Cr 29. Acaz. Deus. teu p a i: O u v i a tua ora ção e v i as tua s lágrim as. recu o u o so l dez g r a u s p elo s g r a u s qu e j á tinha andado.C. Este era um tempo de bênção e reavivamento. 2 R s 18. disse a Ezequias que tinha ouvido a sua oração e tinha visto as suas lágrimas. 7 E isto te será da p a rte do Senhor co m o sin a l de qu e o SENHOR cu m p rirá esta p a la vra qu e fa l o u : 8 eis que f a r e i qu e a som bra dos g ra u s.1 a 3 L I ). v o lte dez g r a u s atrás.3). “palma da mão”) de Senaqueribe. com o seu fdho Manassés compar­ tilhando o trono como co-regente durante os últimos dez anos do seu reinado. por intermédio de Isaías e em linha com a sua aliança com Davi. foi realmente cumprida. A promessa de Deus foi confirmada por um sinal sobrenatural.36. e a esta cidade. 6 E livrar~te~ei das m ã os do rei da A ssíria. tinha construído um relógio de sol que con- . 4 E ntão. veio a p a la vra do SENHOR a Isaías. O pai de Ezequias. ele viveu até 686 a. e lhe deu a promessa de mais “quinze anos” de vida. A ssim .dicação sobre o fundamento de que ele tinha vivido diante do SeNHOR em fidelidade e com “coração perfeito”. fazendo o que era reto aos olhos de Deus (cf. dizendo: 5 Vai e dize a E zequias: A ssim d iz o S e n h o r . eis q u e a crescen ta rei a os teu s dias q u in z e anos. eu d efen d erei esta cidade. o D eu s de D a vi. 30. A promessa de salvar Ezequias e Jerusalém das “mãos” (Heb. Deus defendeu “esta cidade”. a ti. A graça de Deus verdadeiramente estava além da expectativa de Ezequias.. apesar de não parecer estar sob con­ trole seguro. As lágrimas indicavam um espírito humilde e arrependido. Então Ezequias derramou o seu coração em lamentação diante de Deus.

.e i às p o rta s da sep u ltu ra . foram acrescentados pelos escribas de Ezequias à coleção de salmos do templo para celebrar os quinze anos adicionais da vida de Ezequias. Quando lhe foi dito que morreria.C.23). desde que dez destes salmos não são atribuídos a Davi. Ezequias registrou os seus pensamen­ tos e sentimentos.1). “peregrinações”. “Nes­ se caso. Ele também entendia que. T h irtle também sugeriu que.m e . ir . os quinze cânticos dos degraus ( “romagem”. O Salmo 126 corresponde a 701 a. ele passaria pelas “portas da sepultura” (Heb. R S V ).”3 9 C â n tico de E zequias. rei de Ju d á . Bcsha’are Sh‘‘ol. j á estou p r iv a d o do resto de m eu s anos. O erudi­ to britânico. chegando no que deveria ter sido o meado de sua vida. esses dez podem se referir aos dez graus que a som bra voltou atrás. a escolha de Deus do relógio de sol de Acaz para dar um sinal a Ezequias é uma outra refutação direta do poder de Senaqueribe e da idolatria assíria. ARC. D epois da sua recuperação. . A sombra iria retroceder “dez graus”. Eu disse: N a tra n q ü ilid ade de m eu s dias. de q u an do a d oeceu e sa rou de su a en ferm ida de. T hirtle. o lugar dos ímpios m ortos) onde não poderia comunicar-se com Deus. ele viu isto como algo prematuro. ARA “degraus”. James W. devido a isto ser um juízo de Deus. “dentro dos portões do Sheol”. M cK cnna sugere que Acaz pode ter trazido a idéia para o relógio de sol de Damasco quando estava buscando a ajuda da Assíria.sistia em degraus por meio dos quais a sombra do sol mostraria o tempo durante o dia. N V I.2 sugeriu que os Salmos 120 a 134. por causa da sua cura m aravilhosa (2 Cr 32. privando-o da vida longa que ele esperava ter. quando houve um a restauração da prosperidade depois que Senaqueribe par­ tiu e quando o povo enviou presentes a Ezequias. da mesma maneira que os “homens de E zequias” transcreveram provérbios adicionais de Salomão e os acrescentaram à coleção no livro de Provérbios (Pv 25.

que é enrolado quando concluído. A sua vida era como o pano de um tecelão. mas isto o tornou ainda mais fraco. Deus daria um fim nele. M as ele ain­ da esperava que Deus viesse “como um leão” para julgá-lo. m e acabarás. buscando o perdão de Deus e pedindo-lhe para vir e aliviar o seu sofrimento. 14 C o m o o g r o u o u a an dorinh a. an do o p rim id o ! F ica p o r tn eu fia d o r. Ele teria cortado o fio da vida do modo como um tecelão corta uma linha do tear. 13 Q u e d irei? C o m o m o p ro m eteu . co m o u m leão. SI 131. Ele esperava que antes de o dia virar noite. alça va os olhos ao alto. desde a m a n h ã até à noite. 13 E u sossegu ei a té à m a d ru ga d a . desde a m a n h ã até à noite. quebran­ do todos seus ossos. co m o choça de p a sto r. O tempo da sua vida seria tirado ou removido dele. nem olharia os habitantes deste mundo. assim o f e z . q u eb rou todos os m eu s ossos. Ezequias se acalmou até a madrugada (cf. ó Senhor. m e acabarás. gemendo como uma pom­ ba. assim . Ele sentia a ira de Deus pairando sobre si. co rtei co m o tecelão a m in h a vid a : co m o qu e do tea r m e corta rá . p o r ca u sa da a m a rgu ra da m in h a alm a.2). Ezequias estava angustiado de que já não estaria “na terra dos vi­ ventes” para ver ou experimentar a presença do SE N H O R . ja m a is v erei o hom em com os m o ra d o res do m un do. como a caba­ na temporária de um pastor que é levada para longe dele. Ele seria cortado da vida como a conhecia.11 E u disse: J á não v er ei m a is ao SENHOR n a terra d os viven tes. 12 O tem po da m in h a vid a se f o i e f o i rem o v id o de m im . . Ele continuou tagarelando como os pássaros. p a ssa rei m a n sa m en te p o r todos os m eu s anos. a ssim e u ch ilreava e g em ia co m o a p om b a . e ainda esperava que Deus o entregasse à morte antes do fim do dia. Os seus próprios olhos ficaram fracos e cansados enquanto ele continuava olhando “ao alto”.

(na realidade Sheol. do inferno). p o rq u e lan çaste p a ra trá s das tu a s costas todos os m eu s pecados. para Ezequias dizer que Ele havia lançado “para trás das costas todos meus pecados” significa que Deus os apagou da exis­ tência. E f 5. p o rém .m e viver. Era para o seu próprio bene­ fício (incluindo a sua paz e bem-estar) e para a bênção de integridade. n em esperarã o em tu a v erd a d e os que d escem à cova. da mesma maneira como se eles jamais tivessem acontecido. 11 E is que. p orta n to. Deus tinha um propósito em permitir-lhe estar doente e experi­ mentar a amargura de enfrentar a morte. p a ra m in h a paz. cu r a -m e e fa z e . n em a m o rte g lo r ifi­ ca r -te. de modo que ele fora um exemplo aos outros. Assim. 16 Senhor. por causa da experiência de confrontar-se com a morte. Verdadeiramente Deus o tinha curado.A resposta de Deus trouxe uma mudança súbita. qu e não caiu na co va da corru p çã o. Ezequias fez isto humilhando a vida do seu espírito. e o tinha feito viver. Os que “descem à cova” (nova­ . Era uma experiência do amor e da graça de Deus. inferno. O próprio Deus o curou. eu estiv e em g r a n d e a m a rgu ra . toda a culpa de Ezequias tinha se acabado também. O que poderia dizer Ezequias em relação à promessa dos versículos 5 e 6? Deus tinha falado.4. tão a m orosa m en te abraçaste a m inha alm a. tu. como em uma procissão solene (cf.15). “Estas coisas” referem-se aos elementos ou fases que fizeram Ezequias se humilhar diante de Deus. SI 42. Desde que Deus está em todos os lugares. 18 P orque não p o d e lo u v a r -te a sep u ltu ra . o lugar dos ímpios mortos). Al ém disso. e em todas ela s está a vid a do m eu esp írito. Não haveria nenhum louvor ou ações de graças a Deus naquele lugar. Ezequias poderia ter baixado à “sepultura”. Ele caminharia “mansamen­ te”. Deus o perdoou completamente. pois Deus literal­ mente o guardou da “cova da corrupção” (quer dizer. com estas coisa s se vive.

19 O s vivos. de­ pois das suas lágrimas e do perdão dos seus pecados). veja o registro completo em 2 Rs 20.4 21 E d issera Isaías: T om em u m a pa sta de f i g o s e a p on h a m com o em p la sto sob re a chaga. Isaías contou com os médicos da corte para colocarem “uma pasta de fi­ gos” na ferida ou inflamação. A cura de Ezequias foi 1 . “Os vivos”. Deus faria a cura. Naquele momento. com o eu hoje f a ç o . tornando conhecida a fidelidade de Deus. continuamente. 22 T am bém dissera E zequias: Q u a l será o sin a l de qu e hei de su b ir à C asa do S enhor P Isaías também volta a nos fazer lembrar do sinal miraculoso (v. o p a i a os f i lh o s f a r á n o tó ria a tua verdade. os restaurados à vida plena (como fora Ezequias. esses te louvarão. Isaías retorna ao tempo quando Ezequias estava doente. Ezequias reconhece que Deus ainda continua pronto para libertálo. em preparação para o capítulo 39.7— 1). tangendo eu m eu s in s­ tru m en tos. 20 O SENHOR v eio sa lv a r -m e. darão graças e louvarão a Deus. p elo que. Os quinze anos adicionais dele seriam um tempo de oferecer ações de graças e de reavivamento. ou ponto de contato para ajudá-lo a expressar a sua fé. e juntos o louvarão com música enquanto eles viverem. Eles estão eliminados para sempre de qualquer comu­ nhão com Deus. ele a faria uma vida de louvor a Deus. Sheol) sob o juízo de Deus não podem esperar pela fidelida­ de de Deus. Deus tinha dado vida nova para Ezequias. No entanto.8. Agora. como um sím­ bolo. n ós o lo u v a rem o s todos os d ias de nossa vid a na C asa do SENHOR. Assim ele se unirá a outros “na casa do S e n h o r ” .mente. e sarará. Tal experiência precisa ser passada adiante de pai para filho. os vivo s.

mente e espírito. “T he Historicity o f the H ezekian Reform ”. ed. QUESTÕES DE ESTUDO 1. L. em From the Pyramids to Paul. em Ancient Israel. 3. Ele foi curado —corpo.em resposta a oração. Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book H ouse. ed. .1-8 I. 2 James W illiam T h irtle. H crshcl Shanks (Englewood C liffs. Siegfried H . 4. D. 135. Siebens. Não é de admirar ele ter cantado com alegria quando adorava no templo. e de fato foi milagrosa. 4 4 — . V eja D avid L.1-2 1 N aquele tem po. Isaiah 1— 9 . R. em The 3 Com municators Commentary (D allas: W ord Books. f i l h o de B aladã. 19 87 ). Leary (Nova York: Thom as N elson & Sons. 19 93 ). “T h e D ivided M onarchy”. 19 35 ). 133. 1 9 8 8 ). 254. en v io u M erod a q u e-B a la d ã . H orn. alma. N.: Prentice-H all. Pfeiffer. ca rta s e u m p resen te a E zequias. p o rq u e tinha o u v id o d iz er qu e havia estado d oen te e qu e j á tinha con valescido. 167. Isaiah 1— 365. EZEQUIAS MOSTRA OS SEUS TESOUROS 39. Quais são os antecedentes da doença de Ezequias? Em que bases Deus deu a Ezequias mais quinze anos? Que garantia Deus deu para Ezequias? O que Ezequias enfatizou na sua resposta? CITAÇÕES 1 A lg u n s co n co rd am . 3 6 1 . O ld Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. 1 9 1 6 ). 135. M cK en n a. 2. 39. 4 A. 45 3 McKenna. A Embaixada de Merodaque-Baladã 39. rei da B abilôn ia.J. G. 3 6 9 . Charles F.

“oferta de comida”. refere-se a 701 a. N IV. Estes devem ter incluído os presentes de outros reis e . Ele se alegrou com os envia­ dos de Merodaque-Baladã e lhes mostrou todos os seus tesouros e armamentos. derrotou Shuzubu. rei de Judá. Merodaque-Baladã. até que finalmente ele a destruiu em 689 a. minchah) é o nome do sacrifício chamado de “oferta de manjares” (Lv 2. de modo que. g ü en to s. Porém. K JV) —porque ele tinha ouvido falar do grande sinal da sombra que retrocedeu nos degraus do reló­ gio de sol.“N aquele tempo”. e os m elh ores un~ .. e coisas preciosíssimas a Ezequias. e tu d o q u an to se achava n os seu s tesou ros. n em em su a casa. Senaqueribe deixou a sua campanha ocidental. coisa n en h u m a houve.C. Merodaque-Baladã tirou proveito da ajuda do partido anti-assírio na Babilônia e.23). 2 E E zequias se a legro u co m eles e lhes m o strou a casa do seu tesouro>e a prata. prova­ velmente na expectativa de que a doença deste e a promessa de Deus de libertação manteriam Senaqueribe no Oeste. Então. e o ouro. Eles perceberam que a partida de Senaqueribe. unido a um príncipe caldeu. significava que igualmente eles não precisariam mais ter medo dele. junto com outros. e as especiarias. Com Senaqueribe ocupa­ do no Oeste. foi exaltado pe­ rante os olhos de todas as nações” (2 Cr 32. e. Ele en­ viou uma embaixada. Shuzubu.4N o entanto. ele colocou o seu filho primogênito no trono que tinha sido ocupado por Merodaque-Baladã.2Não obstante.1. quase reverência —a mesma palavra para “presente” (Heb. a Ezequias. depois disto. “E muitos traziam presentes a Jerusalém ao Senhor. manteve Senaqueribe em uma constante luta a respeito da Babilônia. n em em todo o seu dom ínio.C. fazendo Merodaque-Baladã fugir para o Elão. com “cartas e um presente”.C. qu e E zequias lhes não m ostrasse. “oferta de grãos”. ele não foi o único a enviar um presente. em cumprimento da profecia de Isaías. e toda a su a casa de arm as.3 O presente de Merodaque-Baladã era um sinal de respeito. em 700 a.1 tomou o controle como rei da Babilônia e incitou a revolta. Ezequias pode ter ficado lisonjeado.

Ezequias sabia quão importante era aquela cidade. e ele ficou encantado de que um presente tenha vindo de lá. da B abilôn ia. Indubitavelmente o relatório foi para Babilônia. 2. Ezequias adm itiu que tinha mostrado aos enviados tudo o que era necessário ou sensato. O orgulho de Ezequias em relação a todos os seus tesouros era pecado. Então ele lhes deu uma excursão pelo palácio e pelo país de Judá. 0 EXÍLIO BABILÔNICO PROFETIZADO 39. 4 E disse ele: Q u e f o i qu e v ira m em tua ca sa ? E disse E zequias: Viram tu d o q u an to há em m in h a casa. o juízo de Deus viria. Isaías fez duas perguntas: Ele queria saber o que os enviados dis­ seram e de onde eles vieram. disse o Sen h or. O tempo seguramente viria quando tudo o que havia no palácio real de Jerusalém e na casa real .nações. n ã o f i c a r á coisa algu m a. com o que en tesou ra ra m teu s p a is a té ao dia de hoje. Ezequias respondeu só a segunda per­ gunta. Porém. Os babilônios se lembrariam da riqueza em Jerusalém. coisa n en h u m a há nos m eu s tesou ros qu e eu d eix a sse de lhes m ostrar. o p ro feta Isa ía s veio ao re i E zequias e lhe disse: Q u e f o i que aqueles hom ens disseram e donde vieram a ti? E disse Ezequias: D e u m a terra rem ota v iera m a m im . disse Isa ía s a E zequias: O u v e a p a la vra do S enhor dos E x ércitos: 6 E is que v irã o dias em qu e tu d o q u an to h o u ver em tua casa. oTodo-poderoso SENHOR dos exércitos. Os enviados devem ter qu erid o que ele reconhecesse Merodaque-Baladã como o legítimo rei da Babilônia.3-8 3 Então. Ezequias só disse que eles eram de uma terra remota —Babilônia. e a liderança da Babilônia tomou nota: havia tesouro para ser usufru­ ído em Jerusalém e Judá. Isaías tinha uma palavra severa da parte de Deus. será levado p a ra B a b ilôn ia . 5 E ntão.

. Ele também reconheceu que a profecia era para um futuro distante. Hehrew Union College Annual 2 (1 9 2 5 ): 30. A lb ert T. Quais seriam os resultados das ações de Ezequias? CITAÇÕES 1 R aym ond Philip Dougherty. em 605. Isto foi cumprido. Ao dizer que a palavra do S e n h o r era “boa”. 1 9 3 2 ). 61 . 5 Então. disse E zequias a Isaías: B oa é a p a la vra do S e n h o r que disseste. 2 D aniel David Luckenbill.3). 1 9 2 4 ).seria “levado para Babilônia” (cf. cf. p a ra qu e seja m eu n u co s n o p a lá cio do rei da B abilônia. “T h e C haldean D ynasty”. uma vez que havia apenas uma fam ília real de Judá (Veja Dn 1. tom arão.10). Q UESTÕES DE ESTU D O 1. O lm stead. 597 e 586 a. e provavelmente incluía Daniel e os amigos dele. Os descendentes de E zequias tam bém seriam levados para babilônia e seriam feitos eunucos a serviço do rei da Babilônia. M q 4. e ele hum ilde­ mente se submeteu a ela. O que estava errado com o tratamento que Ezequias dispensou aos mensageiros de Merodaque-Baladã? 2. Ezequias queria dizer que esta era apropriada para o que ele tinha feito. Isto foi cumprido por Nabucodonosor em três invasões. 35.C. The Sealani o f Ancient Arabia (N ew Haven: Yale U niversity Press. 7 E dos teu s filh o s . que o asseguravam de paz e da fidelidade de Deus em sua própria época. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Isto o encorajou a que descansasse nas pro­ fecias anteriores de Isaías. D isse m ais: P orque haverá p a z e verdade em m eu s dias. qu e p ro ced erem de ti e tu gera res.

The Book o f Isaiah ( Chapters I— X X X IX ) in the Light o f the Assyrian M onum ents (Londres: Society for Promoting Christian Knowledge. 2 :1 5 4 -5 5 . 4 Veja 2 Crônicas 32 . (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press.3 D aniel David Luckenbill. A ncient Records ofA ssyria and Babylonia. 141. 1 9 2 6 -2 7 ). Charles Boutflower. 2 vols. 19 30 ).3 1 . .

1 -3 1 “A específica aplicação deste capítulo ao retorno da Babilônia não tem nenhum fundamento no texto em si.. o qual contém uma predição do exílio. mas é suposto por alguns estar subtendido na relação deste capítulo com o anterior. Mas a promessa considera­ da em si mesma é uma promessa genérica de consola­ ção..1-48. embora mais apropriada nos escritos de Isaías do que de um profeta no exílio babilônico. . A referência à ido­ latria não prova nada com respeito à data da predi­ ção.”1 I...I -I I 1 Consolai. proteção e mudança para melhor.22 A.Conforto para Jerusalém e Judá 40. Deus Volta-se para o Seu Povo 4 0 . BOAS NOVAS PARA JUDÁ E JERUSALÉM 4 0 . consolai o meu povo. diz o V 0550 Deus. a ser forjada pelo poder e sabedoria de Jeová.

As profecias de Isaías tinham sido cumpridas. sacerdotes e líderes declararem a mensagem de conforto. mas eles não tinham nenhum consolador” (Ec 4. Ele encontrou apenas uma: Os capítulos 40 a 66 tinham signifi­ cativamente menos terminologia de guerra.5 Antes da invasão de Senaqueribe. nem tampouco era meramente conforto na tristeza. Sobre a base de diferenças na mensagem. As palavras no hebraico são imperativos plurais. Isaías teria con­ cordado com a queixa de Salom ão: “Depois. e eis que vi as lágrim as dos que foram oprim idos e dos que não têm consolador.4Isto reflete com precisão as realidades dos quinze anos adicionais da vida de Ezequias. assim a ordem é para todos os profetas. testou o livro de Isaías em um computador para ver se havia qualquer dife­ rença significativa em estilo e vocabulário entre Isaías I a 39 e 40 a 66. Então. voltei-m e e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol.3U m erudito moderno em Haifa. Isaías pôde proferir uma mensagem de conforto da parte do SENHOR. e a força estava da banda dos seus opressores.Os capítulos 4 0 a 66 às vezes têm sido chamados de “O Livro de Conforto”. restauração e paz.C.. Agora ele po­ deria oferecer uma mensagem diferente.1 ). mas conforto que traz alegria. Os habitantes de Jerusalém ti­ nham tomando uma posição de fé (3 6 . O que se segue em 4 0 a 66 é um a “m agnífica m ini-teologia do . M as agora Deus o comissionou para entregar uma mensagem de conforto. os corações das pessoas foram mudados e elas se tornaram uma audiência diferente. O partido da guerra tinha sido desacreditado pelo fra­ casso do Egito em prestar socorro. depois da retirada de Senaqueribe.2 1 ). durante os quais a paz prevaleceu. porque falam de libertação. redenção e glória. Isto não era algo que se estivesse desejando tornar realidade.2 O fato de que os capítulos 36 a 39 formam um prólogo histórico para o capí­ tulo 4 0 ajuda a mostrar que a mensagem de conforto no capítulo 40 é dirigida ao povo de Jerusalém em 70 0 a. todavia. Deste modo. alguns têm concluído que esta porção de Isaías provém de um outro autor em um período de tempo diferente.

q u e a su a in iq ü idad e está ex piada e qu e j á receb eu em dobro da m ã o do SEN H OR .6 2 Falai b en ign a m en te a J eru sa lém e b ra d a i-lh e qu e j á a su a serv id ã o é acabada.2 (cf. é de uma raiz que significa “juntar o dobro”. A palavra “dobro” (Heb. Esta vereda é igual a uma mencionada em muitos registros antigos do Oriente Próximo. Todos os pecados e culpa são findos.. A estrada é para Deus retornar ao seu povo —para vir em seu socorro.. por todos os seus pe­ cados”. Alguns tomam isto como sendo uma porção dobrada de juízo. 45 . O contexto é rela­ tivo a emissários de um grande rei conquistador indo adiante dele e preparando uma estrada suficientemente magnificente para a um monarca poderoso. 3 Voz do qu e clam a n o deserto: P rep a ra i o ca m in h o do en d ireita i no erm o v ered a a nosso D eu s. retirando todos os obstáculos do caminho. 16. com o seu personagem principal. o seu castigo foi aceito como suficiente. A mensagem de Deus era para o coração e a mente do povo de Jerusalém. 19. 43. Também é semelhante às estradas mileniais refe­ ridas em I I . porém.AT. de modo que simplesmente pode significar que cada lado se iguala: Assim o perdão toma conta de todos os pecados.10). Esta anunciava que o seu tempo de “servidão” (um a pala­ vra usada a respeito de serviço compulsório para pagar integralmente uma dívida) era findo. Isto não tem nada a ver com as pessoas retornando à terra de Israel. o Servo do Senhor. proveni­ ente da semente de Abraão e Davi”. 62. Eles devem preparar a estrada ou vereda para o Rei dos reis. para endireitar uma vereda no deserto para Deus. Ela tinha recebido “em dobro da mão do Senhor.8.19. kiphlayim). Houve um cumprimento nos dias de Isaías na libertação . Uma voz humana está clamando no deserto ordenando ao povo para que preparasse “o caminho do S e n h o r ” . mas também poderia significar um perdão em dobro dado pela graça de Deus.23. p o r todos os seu s pecados. 35. S en h o r.

6 Voz qvie diz: Clama. A “glória do S e n h o r ” é o peso pleno da sua presença e poder. e to d a a c a r n e j u n t a ­ m e n t e v e r á q u e f o i a b o c a d o SENHOR q u e isto d isse. como as flores do campo. todos os povos do mundo. montes rebai­ xados e todos os lugares desiguais. kol basar. Este versículo insinua que eles também irão experimen­ tar a glória. Isto é uma metáfora enfatizando que a visita de Deus “requer preparação m ora l” 7 5 li a g l ó r i a d o SENHOR s c m a n i f e s t a r á .3). ou seja. “A sua beleza”. procla­ mar. verá a sua gló­ ria (cf. com vales aterrados. Uma segunda voz ordena a alguém para clamar ( “clama”). ou a glória deles (Heb. “toda a carne”).5. e alguém disse: Q ue hei de clam ar? Toda a carne é erva . “toda a carne juntamente” ou todo o gênero humano junto (Heb. e todo o monte e todo o outeiro serão abatidos. Quando Deus se volta para o seu povo. rudes ou ásperos serão alisados para se tornarem uma planície. a revelação de quem Ele e. 4 Todo o vale será exaltado . 6. e o que é áspero se aplainará. à medida que Jerusalém ascendeu à nova vida tornada possível através da profecia cumprida. Esta é a palavra do S e n h o r .que Deus promoveu em Jerusalém e no reavivamento espiritual. “aliança de amor e fidelidade”) é como uma flor do campo que logo murcha. e o que está torcido se endireitará .6).3). a vida deles na terra é temporária (cf. Todo poder e glória humanos são tão provisórios! . quan­ do ele preparou espiritualmente o caminho para o ministério de Jesus clamando por arrependimento (M t 3. Nós precisamos passar a palavra adiante e reconhecer o reinado universal de Deus. chasdo. A estrada é para ser feita plana.8 A res­ posta é: “Toda a carne é [como a] erva”. Uma terceira voz pergunta o que haveria de proclamar. e toda a sua beleza. O Novo Testamento reconhece um cumpri­ mento mais extenso desta profecia no ministério de João Batista. falado no céu e depois na terra. SI 90.

nações e impérios ascendem e caem. “O povo” normalmente se refere ao povo de Deus. N a v e r d a d e . .35).7). Embora a erva murche e as flores enfraqueçam e caiam. As boas-novas são dirigidas às arruinadas “cidades de Judá”. uma coisa é certa “a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. levanta a tua voz fortem en te. Ele é o Deus que cumpre a profecia. levanta-a. Sião é que deve levar as boas-novas a outros (cf. eles também são “erva”: não importa quão ricos. anunciador de boas-novas a Jerusalém . e c a e m a s f l o r e s . Jesus colocou isto até mesmo mais forte­ mente: “O céu e terra passarão. Outra voz clama para Sião. 9 Tu. o p o v o é er v a . famosos. Porém.12). eles vão todos murchar e desaparecer gradualmente.' S e c a . “N a verdade” enfatiza que eles também fazem parte de toda a carne. ele também traz juízo e morte. Em vez de olhar para as suas pró­ prias circunstâncias.s Seca-se a erva. mas a palavra de nosso D eus subsiste eternamente. Sião precisa se postar em um alto monte e proclamá-la. N K JV ). hálito do S e n h o r ” no princípio era o doador da vida (Gn 2. “H álito ” aqui é a mesma palavra traduzida como “Espírito”. e caem asflo res. ARA. em lugar de boas-novas que são trazidas “a Sião” (como a ARC traduz). Porém.s e a e r v a . Tu. sobe tu a um m onte alto. não temas e dize às cidades de judá: Tis aqui está o vosso Deus. devastadas pelos exércitos de Senaqueribe (cf. am m eiador de boas-novas a Sião. Somente isto é sempre seguro e confiável. ou poderosos eles pos­ sam parecer. Jerusalém precisa levantar a sua voz e pro­ clamar as boas-novas com força e sem medo. A sua palavra é boas-novas e Sião não deve guardá-la para si mesma. os seres humanos vêm e vão. “O . 2 Rs 18. s o p r a n d o n e la s o h á lit o d o S e n h o r . mas as minhas palavras não hão de passar” (M t 24. eles precisam olhar para Deus —o grande e bom Deus que libertou Jerusalém.

“O seu galardão” é a recompensa que Ele recebe por sua vitória. ele g u ia r á m an sam ente. eis que o seu g a la rd ã o vem com ele. e o seu salário. a s qu e a m a m en ta m . o Deus fiel e guardador da aliança). en tre os braços. Deus virá “como o forte”. 2. ap ascen ta rá o seu rebanho. O seu braço forte não apenas o regerá. Os que confiam nEle não precisam ter medo.12-31 12 Q u em m ed iu com o seu p u n h o as águas. o SENHOR (Yahweh.Nós precisamos olhar para o Deus que estes capítulos mostram como sendo “além de qualquer comparação”. 1 C o m o pastor. mas também “carregará” ternamente os cordeirinhos. Neste tempo de vitória e salvação o SENHOR vem não só com força e poder. mas com a ternura suave de um bom pastor que ama ternamente o seu rebanho. A GRANDEZA DE DEUS CONTRASTADA COM OS ÍDOLOS 40.9 10 E is qvie o S en hor JEOVÁ v irá com o o fo r te . O “seu braço” representa o seu poder em ação —governando e no controle.10 Senaqueribe tinha declarado que ele era m aior do . e o seu braço d o m in a rá . e p eso u os m o n tes e os o u teiro s em b a la n ças? Agora Isaías começa um a série de perguntas retóricas paralelas que chamam a atenção para o poder doTodo-poderoso Deus como o C riador. e o “seu salário” ou recompensa que o acompanha é o seu próprio povo para quem Ele ganhou a vitória. Eles não poderiam vencer por si próprios. e recolh eu em u m a m ed id a o p ó da terra. e to m o u a m ed id a dos céu s a os p a lm os'. recolh erá os cord eirin h o s e os leva rá no seu regaço. Deus cuida das necessidades e problemas de cada indivíduo de um modo pessoal. igualmente Ele “guiará mansamente” as que ainda amamentam os seus filhotes. d ia n te da su a fa ce .

Tudo isso im plica em m edilas para ajustar o seu propósito ou a função que Ele pretendia. C om quem to m o u conselho. e lhe en sin a sse sabedoria. e deveria nos encorajar a que confiemos o futuro ao Senhor. Agora o Senhor responde as perguntas de qualquer um que ainda poderia ter dúvidas. e Ele tampouco precisa de instrução. e lhe m ostra sse as vered a s do ju íz o . ou pode dizer-lhe o que fazer? Os deuses pagãos. O caminho da justiça. depen­ diam de conselheiros. e lhe fiz e s s e n o tó rio o ca m in h o da ciên cia ? não precisa consultar a quem quer que seja. Ele de­ term inou exatamente a sua m edida.que qualquer deus (3 6 . Ele não precisa de ninguém para ensiná-lo. mediu a sua mente ou espírito. M as ele foi derrotado pelo Soberano Deus. quem o regulou. eis qu e lança p o r a í as ilhas co m o a u m a coisa peq u en íssim a . O SENHOR 15 E is que as n a ções são co n sid era d a s p o r ele co m o a g o ta de u m balde e com o o p ó m iú d o das ba la nças. como os reis pagãos.2 0 ). ou seja. AquEle que carrega os cordeiros é tão grande que todos os oceanos do mundo não são mais que “águas” que podem ser m edidas “na concha de sua m ão” (A R A ). pois nin­ guém tem mais esclarecimento e percepção do que Ele. “Espírito”). . 10 ) e ternam ente pastoreou o seu povo. recolhendo “em uma m edida o pó da terra” (ou um pequeno recipiente de m edir). 13 Q u em g u io u o E spírito do en sin o u ? SE N H O R ? E qu e con selh eiro o A segunda pergunta é: Quem tem suficiente compreensão para determinar a medida do Espírito de Deus (Heb. p a ra qu e lhe desse en ten dim en to. Ele sabe o que fazer. Isto é tremendo. como fazer e quando fazer. e “pesou os montes e os outeiros em balanças”. ruach. M as o Espírito de Deus tem toda a sabedoria. do conhecimento e da com­ preensão já é dEle. Ele tom ou a m edida dos céus apenas com as palmas da sua mão. o qual veio com poder (v.

p o is. o qual realmente não afeta a pesagem. em seguida. Isaías resume por dizer que “todas as nações são como nada pe­ rante ele” (quer dizer. digna da sua grandeza. “exibiria . nem os seu s a n im a is ) bastam p a ra bolocaustos. Todas as nações do mundo são como uma gota deixa­ da na extremidade de um balde depois que o mesmo seja esvaziado e sacudido. Elas também são como o pó miúdo que se acumula em balanças entre as pesagens. Se uma pessoa fosse procurar uma oferenda o suficiente para exal­ tar o SENHOR. em relação.1 8 — 20). Isaías pergunta: “A quem.. lfi A q u em . depois que este fez tais ousadas reivindicações sobre a sua superioridade em relação aos deuses das nações que ele tinha conquistado (3 6 . “Ilhas” refere-se à totalidade dos continentes e ilhas da terra —o conjunto de sua massa de terra —que eqüivale a mero pó que não se fixa. sumariza a grandeza de Deus em uma série de comparações. nem todos os seus animais seriam suficientes para compor este holocausto. nem as florestas do Líbano seriam suficientes para queimá-la. uma gota que quase não vale a pena notar. f a r e i s sem elh a n te a D eu s o u co m que o com parareisP Depois de descrever a grandeza de Deus. Ele é merecedor de mais do que qualquer coisa que a terra possa prover ou que os seres humanos possam fazer.. Isaías viu isto quando Deus lhe concedeu profecias sobre a mor­ te de Senaqueribe. ele co n sid era -a s m en o s do qu e nada e co m o u m a coisa vã. fareis semelhantes a Deus ou com o que o comparareis [ou. Que quadro notável da grandeza e do poder de Deus! l< N em todo o L íbano basta p a ra o fo g o .Isaías. Elas são consideradas “me­ nos do que nada”. a Ele). 17 Todas as n a ções são co m o nada p era n te ele. e como uma coisa sem valor e inútil comparada a Ele.

com ele”]?” Nenhuma imagem feita por mãos humanas pode repre­ sentar a sua grandeza e glória. instituições. o ourives reveste a escultura de placas de ouro batido. As­ sim também precisam os que colocam qualquer coisa “igual ou mais elevada que Deus” —outras pessoas. exceto o que as mãos humanas o fizeram ser. 20 O em pobrecido. de modo que este não tombe. Então o prateiro faz “cadeias de prata” para sustentá-la. Os pagãos acreditavam que um deus ou um espírito vivia no ídolo. ou barro. es­ portes. Um metalurgista derrete um metal mais barato. e o o u riv es a cob re de o u ro e ca d eia s de prata f u n d e p a ra ela.1 1 19 O a rtífice g r a v a a im agem . Seria terrível para um deus apodrecer. Uma pessoa muito pobre para trazer ouro e prata para tal propó­ sito escolhe a madeira de uma árvore que “não se corrompe”. metal. M as na realidade o ídolo não era nada. Os seguidores da Nova Era precisam ouvir esta mensagem hoje. a rtífice sábio busca. pedra. posses. um deus que iria cair no chão? 21 P orven tu ra . O ídolo pode ser feito de madeira. qu e não p o d e o ferecer tanto. seria terrível se um deus chapeado de ouro fosse ao chão. Isaías mostra quão absurda a idolatria realmente é. Afinal de contas. Isaías disse isso no m eio de um m undo que acreditava na significância de ídolos. Quem quereria um deus oscilante. Depois de ter esfriado. etc. Os assírios e os babilônios dependiam deles. não sabeisP P orven tu ra . escolhe m a d eira qu e não se corrom p e. n ã o o u v is? O u desde o p rin cíp io se vos não n o t fic o u isso m esm o ? O u não atentastes p a ra os fu n d a m e n to s da terra ? . tal qual o ferro. e lhe dá uma forma. pa ra g r a v a r u m a im a ­ g e m qu e se não p o d e m over. idéias. dinheiro. Ele consegue então que um artesão qualificado esculpa um ídolo com uma larga base plana.

com o pragana. Ele faz “os príncipes” (incluindo todos os tipos de dignitários) voltar ao nada e os “juizes” da terra (Heb. sopra sob re eles. pa ra qu e lhe seja sem elh a n ­ te:0 — d iz o Santo.4). (Cf. Como poderia qualquer outro deus ser igual ao Deus que enche e transcende o universo? A mesma . cu jo s m o ra ­ dores são p a ra ele co m o ga fa n h oto s. mas Deus está realmente no controle. Is 10. as pessoas que vivem na terra são tão minús­ culas quanto gafanhotos. Os “céus” (o universo todo) não são mais que gaze estendida como uma tenda diáfana para se viver dentro dela. Deus é o Criador que se revelou desde o princípio. (Cf. Eles deveriam ouvir o que tem sido contado (cf. “Ele é o que está assentado sobre o globo [disco. Seguramente. Então eles “secam-se” e o seu juízo os leva embora como um tufão. 25 A q u em p o is m e fa r e is sem elhante. n em se arra iga na terra o seu tron co corta do. 22 E le é o q u e está a ssen tado sob re o g lo b o da terra. Do ponto de vista dEle. desde os eventos de Gênesis I. Não há nenhum outro Deus. em um estilo a-b-b-a). shoph‘te. “Os céus manifestam a glória de Deus”. arraigados. Agora o próprio Deus repete a pergunta que Isaías fez no versícu­ lo 18. e seca m -se. e u m tvfã o. Ex 20. mas tudo o que Deus tem de fazer é soprar sobre eles.) Ele tem estado presente desde que a terra foi fundada. SI I9 . eles deveriam saber e entender. Eles podem pensar que estão determinando as coisas.) 24 E n ã o se p la n ta m . n em se sem eiam . ele é o qu e esten d e os céus com o co rtin a e os desen rola co m o tenda p a ra n eles habitar.12. esfera] da terra”. os levará.I. 23 o q u e f a z v o lta r ao nada os p r ín cip es e torn a coisa v ã os ju iz es da terra. Os dignitários e juizes da terra podem pensar que eles estão estabele­ cidos. “juizes”) a virtual­ mente desaparecerem.3.Isaías repreende os idólatras com quatro perguntas metricamentc arrumadas (ou seja.

n en h u m a fa lta r á .I 6 . Os astrônomos moder­ nos não têm mais nomes para as estrelas.28). quem a todas cham a p elo seu n om e. Jesus (Jo 1.31).C. ó Israel: O m eu cam inho está encoberto ao S e n h o r . Hb 1. e tu fa la s. o S e n h o r . qu em p r o d u z p o r con ta o s e u ex ército.2). Ele também conhece e cuida de nós individualmente (cf.30. p o r cau sa da g ra n d ez a das su a s fo r ç a s . cercadas pelas cidades arruinadas de Judá em 700 a. M as Deus a todas “chama pelos seus nomes” (cf.idéia de comparar qualquer coisa ou qualquer outro ao Deus que é "o Santo” é ridícula. e apenas dão um número para a maioria delas. Isaías usa novamente um a pergunta retórica para chamar a aten­ ção para Deus como o Criador. e p ela fo rta lez a do seu poder. 2. força e poder. n em se fa tig a ? N ão há esq u adrin haçã o d o seu en ten dim en to. Elas demonstram a grandeza de sua potência.I 7 ).3. SI 147. não o u v iste que o etern o D eu s. Isto deveria fazê-los lembrar das promessas de Deus.12 26 L evan tai ao alto o s olhos e ved e quem crio u estas coisas.13 27 P or que. nenhuma delas escapa do seu conhecimento.s N ão sabes. pois. O Novo Testamento revela mais adiante que Deus fez todas estas criações pela Palavra Viva. dizes. A pessoa deveria ser capaz de olhar para a imensidade dos céus estrelados e perceber que nenhum peque­ no deus de lata poderia ter criado “estas coisas”. n em se cansa. ou “subsistem” (C l I . M t 10. . depois como Israel (veja Gn 32. Certamente. e por Ele todas essas coisas consistem. Deus as produz e rege todas elas e as conhece individualmente. Como eles podem dizer que este grande Deus que dá nomes às estre­ las não sabe o que estão fazendo ou que Ele esqueceu das suas pro­ messas e negligenciou a justiça devida a eles? Isto pode ter sido falado especificamente para as pessoas desanimadas. o C ria d o r dos c o r f i n s da terra. e o m eu ju íz o passa de largo pelo m eu D eu s? Agora Isaías fala com a nação como Jacó.4). ó Jacó.

bachurim. Porque. de toda a terra —sem qualquer exceção.. Ele nunca está cansado ou exausto. Ele é “o eterno Deus. Como o apóstolo Paulo disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas. além de qualquer coisa que os seres humanos possam compreender. como em S I 27. por amor de Cristo. Mas aqueles que “esperam no S e n h o r ” (H eb. olarnj “vem da raiz que significa ‘escondido’ ou ‘encoberto’. nas necessidades. Os jovens “se cansarão e se fatigarão”.14. 31 M as os qu e esperam no S e n h o r ren o v a rã o as su a s f o r ç a s su b irã o com asas com o águias. às quais a mente do homem nem mesmo pode começar a inquirir”. nas perseguições.Isaías desafia o povo. incluin­ do a sua percepção e inteligência. ca m i­ nh arão e não se fa tiga rã o . E. eles deveriam ter sabido. Para aqueles que não têm nenhuma força física. Ele “m ultiplica” comple­ tamente as suas forças. quando estou fraco.5. eles deveriam ter escutado e aprendido.6) não se põem a . A partir da revelação passada de Deus. o Criador dos confins da terra”. Nada que os deuses adora­ dos pelos pagãos poderiam ser comparados a Ele. co rrerã o e não se ca n sa rã o. Até mesmo os “jovens” ou homens vigorosos (Heb. 37. Deus dá força (poder e vigor) para os que estão cansados. 30 O s jo v e n s se ca n sa rã o e se fa tig a rã o . isto fala das névoas do passado. nas angústias.goweYHW H . nas injúrias. A partir dos procedimentos de Deus para com eles no passado. en­ tão. “espera pelo S e n h o r ”. 130. assim. sou forte” (2 Co 12. “atletas escolhidos”) podem se tor­ nar como o atleta que corre pelos campos do país e desiste antes de alcançar a meta. tropeçando e caindo. A palavra “eterno” (Heb. é inescrutável. e os jo v e n s certa m en te cairão.10).. A sua compreensão. e aponta para as névoas do futu­ ro.7.14 2y D á v ig o r ao can sa d o e m u ltip lica as f o r ç a s ao qu e não tem n en h u m vigor.34. quer dizer.

eles mantêm a sua espe­ rança no S e n h o r e pacientemente continuam confiando nEle por gra­ ça e ajuda (cf. Radday. em H aifa. K. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. Eerdmans. Eles planam “com asas como águias”. R ad d ay era Prelecionador Sênior em Bíblia e Língua H ebraica no Technion. quando Ele se move. An Introductian to the Old Testament Prophets (C h i­ 33. . Então.15). O que estava envolvido no conforto prometido para Jerusalém? 2. Ao invés disso. Gerstenberg. 2 2 -2 3 . 19 69 ). Freeman. B. em Bihlical Criticism: Historical. cago: M o o dy Press.3— 5? 3. Is 30.caminho na sua própria força. Que características de Deus você encontra no capítulo 40? 4. 3 Veja Introdução. O Dr. Qual é a significação da estrada ou vereda em 40 . “T h e H istorical and Literary Criticism o f the O ldT estam ent”. 7. Knight. 196— 0 3 . Literary and Textual (G rand R apids: Zondervan Publishing House. E dEle continuam recebendo novas forças. reimpresso. 30— H o b art E. 19 73 ). 19 7 5 ). subindo sobre as circunstâncias. 1984). F. Alexander. 2 vols. H arrison. caminharão “e não se fatigarão”. Eles corre­ rão e “não se cansarão”. Isaiah and the Computer (H ildesheim . Q UESTÕES D E ESTU D O 1. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 2:93. Servant Theology (G rand R apids: W m . interior e espiritual. A.2 4 (apócrifo) identifica Isaías como aquele que “consolava os tristes de Sião ”. 2 4 Yehuda T. Veja também R . Alemanha: H . pp. Deus é de fato a sua absoluta fonte de força —física. 2 Eclesiástico 4 8 . 5 George A. Nada que os adorados deuses pagãos pudessem fãzer por eles. Por que Deus desafia o povo? 5. eles se movem junto com Ele. 19 80 ). O que as pessoas podem esperar dEle? CITAÇÕES 1 Joseph A. Instituto de Tecnologia de Israel. em I (1 8 7 5 .

55 . Christian and the “O ld”Testament.1 3) Ele chama as “ilhas” (inclusive as regi­ ões costeiras. 54. O swalt T.5 ). Kaiser. 185.6 W alter C.25 I. litorâneas). aparentemente referindo-se a Jerusalém (c f v. DEUS USA ALGUÉM DO ORIENTE 4 I. N o entanto.7 . 9 Kaiser.1 6 . 4 8 . as partes habitadas da terra. 4 3 . Em uma nova cena de sala de tribunal (veja 1. 51. 8 Os Rolos do mar M o rto do livro de Isaías tem “ela” em vez de “eu”.5.31 ). Quer também que eles “renovem as forças” a partir de Deus como a sua fonte. 48 . continua. Ele. 3 . ren o v a i as f o r ç a s e ch ega i-vo s. referindo-se ao profeta que tem falado no nome do Senhor.18. 7 W alter C. que é a fonte de força para aqueles que em Israel esperam por Ele (4 0. Servant Theology. 14 Knight. N ote especialmente 44 . The Christian and the “O ld”Testament (Pasadena. 1 9 7 8 ). ‘ummim.3 .. Jr. Isaiah 4 0 -6 6 (L ouisville: John Knox Press. ó ilhas. 1 12 O bserve com o Isaías lo u v a a D eus re p e tid am e n te com o o San to (4 1 . povos. 19 98 ).1 4 .2 4. 25.2. A Glória de Deus e o Seu Servo 41. ênfase de Kaiser. 1 Kaiser.1 4 . 1 9 7 2 ). Deus os . Isto acontece mais de cinqüenta vezes nas suas profecias”. e en tão fa la i .I-4 1 C a la i-v o s p era n te m im . 2 ). Christian and the “O ld”Testament. Cf.2 0 . quer que “os povos” (Heb. para se manterem em silêncio diante dEle..4 . ou seja. H anson. 10 A llis mostra que “Isaías gosta da pergunta retórica.1-42. o Senhor da história. 2 0 5 . 13 Isaías chama a atenção para Deus como C riador aproximadamente vinte vezes. Toward an O ld Testament Theology (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 19 95 ). 185. Paul D. Califórnia: W illiam Carey Library. B. ch eg u em o -n o s ju n t o s a ju íz o . Kaiser. The O ld Testament: Its Claims and Its Critics (P hiladelphia: Presbyterian & Reform ed.1 7 . “povos”) se voltem para Ele. 4 7 . 187. 4 9 . 23. Deus. A llis. “eu” parece preferível. Jr. Academ ie Books.

Que ele os perseguirá indica que eles fogem diante dele. ele não os destrói.3). Deus é o que “suscitou do Oriente o justo”. quer dizer.8. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. muito embora ele possa ser tomado como um símbolo do Messias..13. pensavam que ele era Abraão.28 e 45. 5. o Grande.23. Os judeus. Deus. Ciro foi um conquistador incomum. no décimosegundo século d.C.1 ’ Ele persegue-os e passa em paz p o r uma vereda cm que. lcraolo.). Outros sugeriram Josué ou a nação de Israel.1. Este conquistador não é nomeado. com os seus pés. Que ele vem “do Oriente” mos­ tra que Isaías está na Palestina enquanto fala. não porque ele é justo. Ibn Ezra sugeriu Ciro. Ele se considerava um . Ciro é nomeado em 44 . “para o pé de si”).22. “em paz”) significa que depois de os conquistar. Eles têm o mesmo poder e sabedoria que Deus tem? 2 Q uem suscitou do O riente o ju sto e o chamou para o p é de si? Q uem deu as nações à sua fa c e e o fez dom inar sobre reis? Ele os entregou à sua espada como o pó e com o pragana arrebatada do vento. nunca tinha caminhado. o Justo. Deus lhe dará vitória e domínio que não pode ser impedido. até o tempo de ibn Ezra. mas porque ele estará fazendo o que é certo por cumprir o propósito e o plano de Deus.C. para segui-lo e servir-lhe (na batalha). chama este (C iro) do Oriente para o seu serviço (Heb. Ed L I . Ciro conquistou a Babilônia e elaborou decretos que mandavam de volta os judeus para que reconstruíssem o seu templo (2 Cr 36.2. 6. Que ele “passa em paz” (Heb. o rei da Pérsia (5 5 9 — 530 a. o qual dará a últim a vitória. “Pragana” (palha ou resíduos de cereais) fala do juízo de Deus —levado a cabo por este que vem do leste. ao seu arco. shalom.7.chama para que se cheguem e se unam para uma decisão que é apro­ priada (em conformidade com a verdade). O que é dito sobre ele confirma que Ciro é referido aqui.

Tão rápido ele avança que vai como se fora o vento’’. Desde “os confins da terra”. mas elas tremem de medo. as partes habitadas da terra) são convidadas a se aproximarem do único e verdadeiro Deus. e c o m o s ú ltim o s . como os assírios e babilônios eram. nunca tinha caminhado”. eles tremem de medo. Deus é o que age na história. não percebendo que Deus está por trás do que Ciro está fazendo. Em vez de se voltarem ao verdadeiro Deus que revelou a Si pró­ prio. o SENHOR.. e Ele estará com a últim a geração.. chamando-os pelo nome (proclamando a sua verdade a eles). com pregos. o Deus que guarda a aliança.libertador em vez de um saqueador. e u m esm o . Ele estava com a primeira geração. Eles olham para o que Ciro está fazendo e se afas­ tam de Deus. 6 Um ao outro ajudou. pode significar que ele não tomou a rota normal para Babilônia. 2. c h a m a n d o a s g e r a ç õ e s d e s d e o p r i n c i ­ p i o ? E u . Ciro tomou uma rota indireta. se unindo contra Ciro. Depois eles avançam. 7 E o artífice anim ou o ourives. . e ao seu companheiro disse: Esforça-te.5 -2 9 ' As ilhas o viram e temeram. dizendo da coisa soldada: Boa é. Ou pode significar ‘“os seus pés (quase não) toca­ vam no chão’. Ele é ativo e só Ele está realmente no controle.2 4 Q u e m o p e r o u e j e z isso. de terras mais distantes de Jerusalém. Ele é o S e n h o r (Yahwehf o eterno. confian­ do no que a força humana pode fazer. só Ele é Deus. os confins da terra tremeram. “As ilhas” (ou regiões costeiras. AS NAÇÕES E OS SEUS ÍDOLOS DESAFIADOS 4 1 . ao que hate na safra. aproxim aram -se e vieram. A última frase: “uma vereda em que. e o que alisa com o martelo. o p r i m e i r o . eles se unem e tentam ajudar e encorajar um ao outro. para que não venha a m over-se. ofirm a . Então.

ó Israel. eu te esforço. não o tem rejeitado e não o rejeitará ou tratá-lo-á como refugo. Os fabricantes de ídolos tentavam encorajar um ao outro. Que contraste com o poderoso Deus que nos fez e criou o universo! 8 Mas tu. Em con­ traste com os adoradores de ídolos.5. de modo que cada um envolvido no processo de fabrica­ ção de um ídolo encoraja o próximo para usar melhor a sua habilida­ de. a quem tomei desde os confins da terra e te chamei dentre os seus mais excelentes e te disse: tu és o m eu servo. Eles . porque eu sou contigo”.6). Eles são os descenden­ tes de Abraão. meu amigo. T g 2. a quem elegisem en te de Abraão. O Deus que fez o povo de Israel seu servo. e Abraão respon­ deu amando a Deus (veja 2 Cr 20. I Jo 4.7. aquele a quem Deus deu a promessa.19).O que as pessoas podem fazer é fabricar ídolos. Eles esperam que os ídolos fabricados e imóveis os ajudarão no meio dos temores e difi­ culdades da vida. M uito embora Deus os chame pelo antigo nome de “Jacó”. tu Jacó. Abraão foi chamado de U r do Caldeus. Israel é servo de Deus. eles ainda são considerados o seu povo escolhido. não te assombres. e o escolheu. 10 não temas. M as Deus é o que encoraja o seu povo: “Não temas. Israel foi tirado de Egito. Deus amava a Abraão. e te sustento com a destra da minha justiça. 9 tu. mas eles têm que fixála com pregos “para que não venha a mover-se”. Deus fala agora com Israel de um modo intimo e pessoal. Eles observam a sua obra e dizem: “Boa é”. e te ajudo. porque eu sou teu D eus. a ti te escolhi e não te rejeitei. servo meu. cf. escolhido por Ele para realizar uma obra (cf. Eles são movidos por medo.23. porque eu sou contigo. Ele se preocupa com os sentimentos do seu povo. Êx 19. o enganador e suplantador. “M eu amigo” é literalmente “o que me ama”.

povozinho de Israel. Ele prometeu ajudá-los e sustentá-los (ampará-los firmemente e apoiá-los) com a “destra da minha justiça” (implicando que Ele os conduzirá). Ele quer que eles ajam com coragem e fé. Então eles não serão achados.5) hl Não temas. mas estão de fato lutando contra Deus. Eles pensam que estão lutando con­ tra Israel. tornar-se-ão nada. . e eles perecerão. g o ‘e[). Ele é o SENHOR. Ele con­ tinua declarando: “Não temas [lit. Ele levará a cabo o seu propósito justo com um forte poder que assegura a vitória. Ele é o Deus deles. Deus os fará curvar as suas cabeças com vergonha. Deus declara quem Ele é. Jó 25. porque já não existirão sobre a terra.. te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas. que eu te ajudo. ó bichinho de jacó. (Ainda que dirigido a Israel. Chamando o povo de Israel de “bichinho de Jacó”. todos os crentes podem reivindicar isto. cf. Hb 13. o SENHOR teu Deus.6). Ele fará com que os que pensam ter um caso contra Israel se tornarem como “nada”. os que guerrearem contigo. 12B uscá-los-ás. e os que pelejarem contigo tornar-se-ão n a d a e como coisa que não é nada. e os que contenderem contigo perecerão. mas Deus lhes diz novamente que parem: Ele os ajudará. Ele é o Redentor deles (Heb. deixe de ser medroso]. 11 Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti. Deus fará com que sejam envergonhados e confundidos “os que se irritaram contra” o seu povo. Em todas as circunstâncias. não sabendo onde achar ajuda e segurança.devem deixar de olhar daquele modo e com temor. não importa quão difícil ou con­ fusa. eu te ajudo. Deus os está lembrando de quão fracos e desamparados eles são (cf SI 22. mas não os acharás. o San­ to de Israel. Estar amedrontado é natural. que eu te ajudo”.6. e o teu redentor é o Santo de Israel. diz o S e n h o r . o Deus deles. 1' Porque eu.

17 Os aflitos e necessitados buscam águas. e não as há. Israel não terá que se livrar de seus inimigos. eu. n Eis que te preparei trilho novo. Deus fará o insignificante bichinho em “trilho novo” —duas pran­ chas de madeira pesadas pregadas juntas por duas travessas e tendo pedaços afiados de ferro (como pontas) por baixo.49. e o tu fã o os e s p a lh a ­ r á . Isto era arrastado em cima dos talos de grãos cortados para separá-los e prepará-los para peneirar o grão. Deus tem se dedicado a levar a efeito os seus propósitos para com Israel em relação ao seu grande plano de redenção. Deus os lançará fora ( “os espalhará”) como um vento poderoso. Quando o pobre desafortunado e o infeliz e o necessita­ do oprim ido estão a ponto de m orrer de sede. Deus é reconhecido como R e­ dentor treze vezes em Isaías.Começando com este versículo. o D eus de Israel os não desampararei.9— 4. R t 2. Lv 25. . O grão debulhado seria revolvido com a pá e o vento sopraria para longe a palha. 10 Tu os p a d e ja r á s . Então Israel se alegrará no SENHOR. Como o “Santo de Israel”. o bastante para dissolver montanhas e pulverizar colinas. e o v en to os le v a r á . o S e n h o r . deixando o grão cair no chão. que tem dentes agudos. o s ouvirei . mas eu.19 27. Em Israel o go ‘el era o parente redentor. m a s tu te a l e g r a r á s n o SE N H O R c te g l o r i a r á s n o S a n t o d e I s r a e l. Ele sempre estará lá para eles. o S e n h o r lhes responderá e satisfará a necessidade deles. e a sua língua se seca de sede.48. se gloriando no Santo de Israel. A aridez sempre foi um problem a na m aior parte do O riente M édio. 3. Israel é comparado a um trilho poderoso. Nm 35.2. o qual era também o vingador de sangue (cf.1— 13. 11). os m ontes trilharás e m oerás.1. e os outeiros tornarás como a palha.

20 p a r a c r io u . tornarei o deserto em tanques de águas e a terra seca. d iz o f i r m e s razões. co n ju n ta m en te. q u e to d o s v e ja m . e o S a n t o d e I s r a e l o O que Deus faz e como Ele o faz nesta restauração será um teste­ munho para o pobre e necessitado (do v. a área seca ao sul do mar M orto). transformando o deserto em tanques de água e a terra seca em um lugar de onde brota água. 19 P la n ta rei n o deserto o cedro. como parte da res­ tauração pelo Espírito Santo no M ilênio. e j u n t a m e n t e e n t e n d a m q u e a m ã o d o S E N H O R fe z isso. p o r ei no erm o a fa ia . sabe­ rão. diz para os idólatras que tragam o caso deles e qualquer argumento forte ou provas que eles possam ter pelos seus deuses. A palavra “criar” no Velho Testamento sempre tem Deus como o sujeito. Ele abrirá rios “em lugares altos” e fará “fontes no meio dos vales”.18A brirei rios em lugares altos efo n te s no m eio dos vales. “Conjuntamente” também pode significar “todos ao mesmo tempo”. d iz o R ei de Ja có. Deus. 21 A presentai a vossa dem anda. Ele é o mesmo Deus que deu a Israel água da rocha durante o êxodo (Êx 17. e c o n s id e r e m . e a á rv o r e de sita. Nm 20. Deus plantará uma variedade de árvores no deserto e no “ermo” ou solo improdutivo (Heb. “o Santo de Israel o criou”. quer dizer. Somente Ele pode criar —só Ele pode cumprir esta profecia. e a m u rta . Dt 8.11. Se n h o r . em m ananciais. ou “a mão do SENHOR. e a oliveira . como o “Rei de Jacó” (como o verdadeiro Rei de Israel). trazei as vossas Em outra cena de tribunal. Juntos eles verão. baaravah. Ele satisfará a necessidade deles abundantemente em todos os luga­ res: milagrosamente. o o lm eiro e o álam o. 17).6. “no Arabá”. milagrosamente.” realizou isto. e s a i b a m . .15). considerarão e entenderão com discernimento que o grande po­ der.

Porque os pagãos tinham uma visão cíclica da história (não reco­ nhecendo um começo ou um fim). ou deixe-os declararem simplesmente “as coisas futuras”. f a z e i bem ou fa z e i m al. o que isto significa para o futuro. “nós”) im ­ plica que para ser um espetáculo legítim o de poder. Os que escolhem adorar os deuses pagãos em vez do único e verdadeiro Deus são abomináveis a Ele. e a vossa obra é m en os do que nada. Isaías podia fazer este desafio porque Israel tinha visto as suas profecias a respeito da derrota de Senaqueribe cumpridas. 24 Eis qu'e sois m en o s do que nada. ou fazei m al” —que as pessoas pudessem ter medo. ou fa z e i. O coletivo plural ( “nos”. o vejam os. Deixem os idólatras trazerem os seus deuses e contarem o que acontecerá. eles não tinham nenhum conceito do fluxo da história. mostra que o Deus que criou no princípio também trabalha agora. 23 A n u n cia i-n o s as coisa s qu e ain da hão d e vir. todos os seres humanos devem poder observar isto conjuntamente (todos ao mes­ mo tempo). a n u n cia i-n o s as coisa s passadas. a b om in a çã o é qu em v o s escolhe. as obras deles são totalmente inúteis (igualmente “me­ nos do que nada”). Os deuses pagãos são desafiados a predizerem o futuro. qualquer coisa boa ou ruim — “fazei bem. Eles são então desafiados a fazerem algo. p a ra qu e sa ib a­ m o s q u e so is deuses.n o s o u v ir as coisa s fu tu r a s . p a ra qu e n o s a s­ so m b rem o s e. e tem um plano para uma consumação futura. por outro lado. ju n ta m en te. Este seria um selo indicando que eles realmente são “deuses” —mas eles não podem profetizar.22 T ragam e a n u n cie m -n o s as co isa s q u e hão de a co n tecer. p a ra qu e a ten tem os p a ra ela s e sa ib a m os o f i m delas. A visão linear bíblica da história. . como isto se amolda ao presente. O SENHOR resume isto dizendo que os deuses pagãos são “menos do que nada”. explicando o que aconteceu no passado ( “as coisas passa­ das”).

eles não poderão resistir a ele. como sobre o lodo. nem tampou­ co quern ouça as vossas palavras. como o oleiro pisa o barro. falando isto de antemão de forma que o seu povo pode dizer: “Justo!” O veredicto está no favor de Deus por causa da profecia cumprida. ele entrará em Israel vindo “do N orte”. e a Jerusalém darei um anunciador de boas-novas.7). e como a argamassa ou barro não podem resistir ao trabalhador ou ao oleiro.3Ele “virá sobre os magistrados”. de fato. mas porque ele decretaria que os judeus voltassem e reconstruíssem o templo do SENHOR (Isto é muito diferente da reivindicação de Senaqueribe de que o SENHOR ti­ nha lhe enviado. Em contraste com os ídolos pagãos que não podem falar e não falam.9— I . O teor no hebraico mostra entusiasmo. e ele há de vir. nenhum deles proclama qualquer coisa. 52. Assim. o hebraico é enfático —nem mesmo alguém diz qualquer coisa. Deus en­ viou um mensageiro com boas novas (veja 40. Sem qualquer um outro se antecipando a Ele. 2>Q uem anunciou isto desde o princípio. não porque ele adorasse o SENHOR. no Orien­ te (v. para que digamos: Ju sto é? Mas não há quem anuncie. O SENHOR 21 Evi sou o que prim eiro direi a Sião: Eis que ali estão. é o que declarou isto “desde o princípio” para que o seu povo possa saber. Mas entre os deuses pagãos —aqui. Ele invocará o nome de Deus. os governa­ dores provinciais. assim ele os pisará. Por causa do deserto diretamente ao leste de Israel e Judá. e. Só Deus verdadeiramente prevê o futuro.IO). e virá sobre os magistrados. para que o possamos < saber. O que procede “do N orte” que Deus suscitou é Ciro. 3 6 . embora Ciro viesse da Pérsia. invocará o meu nome. desde o nascimento do sol. nem tampouco quem manifeste. a maioria das invasões era proveniente do Norte.25 Suscito a um do Norte. e ninguém absolutamente ouve as palavras deles. I . Deus foi o “primeiro” que falou palavras proféticas de libertação. ou em outro tempo.2).

Wm). e as suas obras são (literalmente) “nada”. “Olhe!”. As suas imagens fundidas são vento4 e vacuidade. as suas obras não são coisa algu­ ma. a quem sustenho. pus o meu espírito sobre ele. juízo produzirá entre os gentios.6 Isto conecta “meu S en h o r. ninguém havia. nenhum mensageiro.28 quando olhei. “Veja!”) é uma ordem para olhar para Ele.17— aplica esta passagem a Jesus. em quem me comprazo” (M t 3. nenhum conselheiro que possa responder com até mes­ mo uma palavra. Eles não podem revelar nada. hen. “Eis aqui” (Heb. sem nenhuma realidade. Ele produzirá “juízo” compassivo (Heb. e põe o seu Espírito Santo sobre Ele. mishpat) entre as nações. 29 Eis que todos são vaidade. Deus o Pai o sustenta firmemente. 3. Como é totalmente estúpido adorar qualquer coisa ou qualquer outro que não o único e verdadeiro Deus! Ele é o único em quem vale a pena confiar. o m eu Eleito. “o meu servo” aqui (em contraposição ao “ser­ vo” de 4 1 .1 -9 1 Eis aqui o meu Servo. Em contraste. “coisa alguma” (Heb. nEle se compraz a sua alma (e coração).8 ) é o Messias. as suas imagens de fu n d içã o são vento e nada. Nós tam­ 21 bém podemos ver um paralelo quando o Espírito desce sobre fesus como uma pomba e a voz do Pai declara do céu: “Este é meu Filho amado.5 M ateus 12. Nós podemos edificar as nossas vidas sobre a sua Palavra. 0 SERVO DO SENHO R E A SUA MISSÃO 4 2 . Todos os deuses pagãos são “vaidade”. em quem se compraz a minha alma. fazendo deste o primeiro Cântico do Servo em Isaías. os deuses pagãos não têm “ninguém”. . M as Deus tem um plano.17). nem mesmo entre estes con­ selheiros algum havia a quem perguntasse ou que m e respondesse palavra. Agora a atenção é desviada dos ídolos para a glória do Servo do Quer dizer.

as coisas e as pessoas que fazem os outros ficarem desencoraja­ dos não o impedirão de emitir luz e ser firme e forte.7 e 1 1. a té q u e p on h a na terra o ju íz o . em verd a d e. e ao contrário dos muçulmanos que pensam ser a guerra santa (jihact) a vontade de Deus. Ele produzirá justiça “em verdade”. p ro d u z irá o ju íz o .praça. “instrução”). leemeth ). 4 N ão fa lta r á .6). Ao contrário dos cruzados que pensaram poder fazer o tra­ balho de Deus lutando. tampouco Ele será quebrantado ou desencorajado. ou seja. Ele será quieto e manso. e as ilhas a gu a rd a rã o a su a d ou trin a. não se ex a lta rá. Alguém quebra uma “cana trilhada” antes de descartá-la. que alardeiam quem eles são e fazem grandes anúncios de suas façanhas. Quer dizer. M as Ele não apagará a luz da vida de qualquer pessoa.2 como também 6 I . O Messias não será uma luz brilhando vagamente nem se mostra­ rá fraco. Aguardar aqui implica . 9. U m pavio que está apenas vaga­ mente fumegante é fácil de apagar. n em f a r á o u v ir a su a voz na . 12. N a realidade. toda a terra habitada) colocarão a sua esperança (ou “aguardarão”) na “sua doutrina” (Heb. Zc 4. torah. depois enviou o Espírito Santo. n em será quebrantado. n em apagará o p a vio qu e f u m e g a . Ele não jogará fora ninguém como inútil. 3 A ca n a trilhada não quebrará.I . O termo “servo” implica tanto obediência como autoridade delegada. onde o Pai chama o Messias de seu Filho. ■ Ele não será como os conquistadores terrenos. e agora por intermédio desse Espíri­ to sua obra será realizada (cf.servo” com passagens messiânicas anteriores em Isaías. o Messias não provocará derramamento de sangue ou ódio. de acordo com a verdade (Heb. Ele foi para a cruz. Ele não desis­ tirá até que estabeleça “na terra o juízo”.7. 2 N ão clam ará. Isto é paralelo ao Salmo 2.7 As “ilhas” (quer dizer.

8. e f o r m o u a terra e a tu d o qu an to p rod u z . que dá a respiração ao p o v o que nela está. Os prisioneiros que “jazem em trevas” da prisão do pecado.6). e os esten d eu . 6 1 . Além disso. e te d a rei p o r co n certo do p o v o e p a ra lu z dos g en tio s. Ele os tirará para a luz (cf. J A ssim d iz D eu s. Deus o tomará pela mão. por Ele e para Ele. é iden­ tificado como o Criador dos “céus” e da “terra” e de “tudo” o mais (pessoas. Ele “estendeu” os céus tão facilmente quanto uma pessoa estenderia uma cortina. . p a ra tira r da p risã o os p reso s e do cárcere. e permanecerão firmes até o fim (cf. os qu e ja z em em trevas.2). te ch am ei em ju stiça . A aliança será feita nEle.9. M t 24. e o esp írito aos qu e a n d a m nela. pois o servo será “para luz dos gentios” (i.21).) 7pa ra a b rir os olhos dos cegos. que cr io u os céus. R m 5.e„ nações).13).6-13. (Veja Jo 1.em uma esperança que resiste. Aqueles que aceitam a vontade do Messias irão colocar a sua esperança nEle. e o buscarão para ajuda e orientação. H b 8. a aliança não será lim itada a Israel. Ele é o único que “dá a respiração ao povo” (como Ele fez a Adão) e vida ao espírito humano (incluindo a mente e a disposição). animais e plantas) criado a partir destes. o S e n h o r ( Yahweh). Novamente o único Deus verdadeiro. 9. 9. e te tom a rei p ela m ão. 6 Eu. protegendo-o e guardando-o. (como o hebraico indica) para trazer justiça com êxito (como uma manifestação da sua graça). o Servo tem sido chamado por Deus o Pai “em justiça”: ou seja. o Senhor .12.5. Ele lhe dará “por concerto do povo” —a nova aliança (c f M l 3. e te gu a rd a rei. Semelhante a Ciro (41.15.1. mas Ele também abrirá “os olhos dos cegos” de modo que eles possam ver essa luz. o Senhor . Ele não será somente “luz” (v.1) —pelo qual o Servo levará os povos a um relacionamento correto com o SENHOR.

ex u ltem os q u e habitam na s rochas e cla m em do cu m e dos m ontes. v ó s o s q u e n a v ega is p e lo m a r e tu d o q u a n to há n ele.18.6). e n o va s coisa s eu vos an u n cio.. Isto inclui gentios e israelitas. depois que a sua profecia de libertação dos assírios foi cumprida. 4.9 Ele não só é o único Deus verdadeiro.) As “novas coisas” são profecias ainda não cumpridas. Ele é também um Deus pessoal. 11 A lcem a voz o deserto e as su a s cidades. (Isaías está escrevendo isto provavelmen­ te em 700 a. As “primeiras coisas” são os eventos previamente profetizados que agora estão cumpridos. Os ídolos não são nada e não merecem coisa alguma. Yahweh. Deus declara o seu Nome de guarda da aliança. Por causa da sua glória —por causa de quem Ele é —Ele merece todo o louvor.19. às im agen s de escultura. vós. a m in h a g ló ria . com as a ldeia s que Q u ed a r habita. d esd e o f i m da terra . pois. 48. da mesma maneira que as primeiras coisas o foram.& Nome o que assegura a Israel que Ele estaria com eles. 43. mas certas de terem o seu cabal cumprimento. UM CÂNTICO NOVO 42. O seu louvor deveria vir “desde o fim da terra”: proveniente daqueles que estão no mar e de todos os habitantes do mundo habitável.C.10-13 10 C a n ta i a o S e n h o r u m câ n tico n o v o e o seu lo u vo r. Pode-se confiar na palavra profética de Deus. Ele não os dará a outro. n em o m eu louvor. autoridade e atributos. nem o seu “louvor às imagens de escultura”. A sua “glória” inclui o seu poder. ilh a s e s e u s hab itan tes. a n tes qu e ven h am à luz. 9 Eis q u e as p rim eira s coisas passaram . e. este é o m eu nom e. A ordem para cantar “ao SENHOR um cântico novo” pressupõe uma nova revelação ou um novo entendimento da sua palavra e do que Ele está a ponto de fazer (cf. a ou trem não darei.s Eu so u o Senhor . vo~ lasfaço ouvir. .

m as. Ele fará tudo ime­ diatamente. a tribo árabe de Quedar e suas aldeias. DEUS JULGARÁ E GUIARÁ 42. me conti­ ve”). m e calei. De fato..) 5.1— para desenvolvimento do tema do S e n h o r [Yabweh] 6 como “Guerreiro Divino”. e os residentes de Sela (Petra). em Edom —antigos inimigos de Israel —devem se unir a eles no louvor a Deus. Desde a eternidade Deus tem se contido ( “me calei. Os seus brados são para dar “glória ao S e n h o r ” e anunciar o seu louvor às “ilhas” (a terra habitada)..14-17 14 P o r m u ito tem po. Ele “fará grande ruído”. agora. Ele levantará um grito de guerra e “sujeitará os seus inimigos”. As suas bênçãos são para todas as pessoas. d espertará o zelo. O próprio SENHOR sairá para batalhar como um herói. 15 O s m o n tes e o u teiro s to rn a rei em deserto. 27. estiv e em silên cio e m e co n tive. Ele se tornou como uma m ulher em trabalho de parto e não adiará isto para sempre: Quando fizer isto. e toda a su a erva fa r e i secar. e f a r á g r a n d e ru ído. “M as. Ele é um Deus de livramento. agora” Ele fala. 12 D êem g ló r ia ao SE N H O R e a n u n ciem o seu lo u v o r nas ilhas. Em outras palavras. tem postergado esta ação de juízo e restauração. . e to rn a rei os rio s em ilhas. e ju n ta m en te devorarei. co m o hom em de g u er r a . d a rei g r ito s com o a qu e está de parto. “Como um homem de guerra despertará o zelo” dele —seu ardente amor que não permitirá o inimigo destruir os que o amam.“O deserto e as suas cidades” (onde as pessoas então se manti­ nham em um nível de subsistência simples). e as lagoas secarei. co m o p o d e r o s o s a ir á .4 e 63. 13 O SEN H OR . clam ará. e su jeita rá os seu s inim igos. e a todos assolarei. (Cf.

c o m o o s e r v o d o SENHOR? A chamada é para as pessoas surdas e cegas do mundo escutarem e olharem.Em contraste com as bênçãos que virão no M ilênio (4 1. em contraste com o seu juízo. Isto nós podemos esperar que Ele continue a fazer. se refere a Israel. Ele “guiará os cegos” em caminhos novos. a q u em e n v i o ? E q u em é c e g o c o m o o g a l a r d o a d o e cego . E sta s c o is a s lh es f a r e i e n u n c a o s d e s a m p a r a r e i. e vó s. 19 Q u e m é cego .s e . O mundo precisa do que Deus tem dado para e através de Israel. nesta passagem. os pagãos que ainda “confiam em imagens de escultura”. M as Israel é cego como o resto do mundo. Os “cegos” são os espiritualmente cegos que se voltam para Ele. Isto é. “M eu servo”.1 8 -2 5 /. 6. e somente Deus. ceg o s. transformando “as trevas em luz” e tornando direi­ tas “as coisas tortas” à medida que eles o seguem. ISRAEL CEGO E SURDO 4 2 . o u v i. 16 E g u i a r e i o s c e g o s p o r u m c a m in h o q u e n u n c a c o n h e c e r a m . o juízo de Deus secará os montes. 11 T o r n a r ã o a tr á s c c o n f u n d i r . o lh a i. como também os rios e as lagoas.ã o d e v e r g o n h a o s q u e c o n fia m em im a g e n s d e e s c u lt u r a e d iz e m à s im a g e n s d e f u n d i ç ã o : Vós s o is n o s s o s d eu ses. p a r a q u e p o s s a is ver. s e n ã o o m e u s e r v o o u s u r d o co rn o o m e u m e n s a g e ir o . Deus pretendia . Agora. embora seja o servo de Deus.18 ). chamando as imagens de ouro e prata os seus deuses. e diz enfaticamente “nunca os desampararei”. pode fazê-las ouvir e ver. Deus. f á lo s -e i ca m in h a r p o r v ered a s q u e n ã o co n h ecera m . outeiros e toda a sua vegetação. to rn a r ei as tr e v a s e m lu z p e r a n t e e le s e a s c o is a s to r ta s f a r e i d ir e ita s . Em contraste com os que confiam em Deus.s S u r d o s . tornarão atrás e serão totalmente confundidos de vergonha. Deus fará isto.

Israel. mas não presta atenção. por amor da sua justiça (em linha com a sua natureza justa). e que ainda é o seu servo. e ninguém diz: Restitui. Seu povo (os pronomes “tu” e “teus” [oculto em “os (teus) ouvidos”] referem-se a Israel) tem visto milagres e profecias cumpridas. são postos p or presa. N IV e outras versões) o texto indica que foi do agrado do SENHOR. é agora tanto cego como surdo. torah.que Israel proclamasse a mensagem para o mundo. mas o povo “nada ouve”. 20 Tu vês muitas coisas. 22 Mas este é um povo roubado e saqueado. quer dizer. mas não as guardas. en­ gran deceu -o pela lei e ofe z glorioso. nada ouve. p o r despojo. “instrução”. as Escrituras) grande e gloriosa. Eles estão desatentos ao que Deus quer que eles vejam e ouçam. ainda que tenha os ouvidos abertos. se agradava dele p o r am or da sua justiça. Os seus ouvidos estão abertos. Esta é inteira­ mente digna de ser ouvida e obedecida. fazer a sua “lei” (Heb. o qual foi recompensado por Deus.1-23 ). mas seu povo tinha ficado muito surdo para ouvir a mensagem. “ensi­ namento”. sua palavra lhes daria então novas oportunidades para as bênçãos que um Deus amoroso queria lhes dar. 21 O S en hor No original (ver ARA. mas espirituais. Este não era o caso das pessoas levadas cativas para Babilônia por Nabucodonosor (veja Jr 29 . todos estão enlaçados em cavernas e escondidos nas casas dos cárceres. O povo que recebeu esta grande e gloriosa instrução está roubado e saqueado. e ninguém há que os livre. enlaçado (capturado e acorrentado) em cavernas e man­ tido escondido nas prisões. Restos arqueológicos mostram que a maioria deles prosperou tanto durante os setenta anos do exílio babilômco.1 de forma que a maioria não 0 . A cegueira e surdez de Israel não são físicas.

Os cativos levados das cidades de Judá por Senaqueribe não tiveram ninguém como Ciro para mandá-los de volta (i. teu Deus. eles não perceberam ou reconheceram que o juízo veio do SENHOR.Tampouco prestaram atenção ao que o SENHOR esta­ va dizendo através dos profetas. O Velho Testamento como um todo tem um olhar para o futuro. um Deus zeloso” (D t 4 . aq uele con tra q u em p eca ra m e n os ca m in h os do q u al não q u eria m andar. aos ro u b a d ores? P o rven tu ra .. Eles tinham se tornado rebeldes cujas vidas expressavam desprezo por Deus. não d a n d o o u v id o s à su a lei? O SENHOR estava por trás do que os assírios fizeram a Israel e Judá. e os q u eim ou . 23 P elo qu e d erra m ou sobre eles a in d ign a ção da su a ira e a f o r ç a da g u e r r a e lhes p ô s labaredas em redor. reconhecendo que Deus trará tanto juízo como restauração.6 ). 24 Q u em en trego u J a có p o r d espojo e Isra el'. Eles tinham pecado contra Ele: eles não quiseram viver de acor­ do com os seus caminhos e não escutariam o seu ensino. Eles mereciam a ira de Deus e o juízo que Ele trouxe por inter­ médio dos assírios (1 0 . O sofrimento descrito aqui era o atual resultado das invasões assírias de Israel e Judá nos próprios dias de Isaías. “restitui”). eles “não puseram nis­ to o coração”.5 . M esm o assim. 23 Q u em há en tre v ó s qu e ou ça isso? Q u e atenda e ou ça o qu e há de s e r d ep ois? Isaías indaga quem escutará. m a s n isso não a ten ta ­ ram .queira voltar para Jerusalém. é um fogo que consome. Pa­ recia que eles jamais iriam aprender. Ele está preocupado a respeito do que havia “de ser depois” e quer que as pessoas compartilhem dessa preocupação. m a s não p u sera m nisso o coração.e. ou recordando a advertência de M oisés de que “o SENHOR. A m isericórdia de Deus não m im a os pe­ cadores por perm itir-lhes que continuem no orgulho e em obstina­ . não f o i o Senhor .2 4 ).

Duane Lindsey.1 3 a 53 . 8. Ciro veio do Leste e depois do N orte. Knight.4— 52 . “um a ordem justa”.1 — 50. The Servant Songs (C h ica­ go: M oody Press. e alguns pagãos reivin­ dicavam que um espírito estava nas imagens. Como Mateus 12. B.da rebelião. Salmos 82.2 5 .1 2. estas não ti­ nham nenhum poder espiritual.3.1-7 é Jesus? 5. 2 George A. Quem é o servo em 42 . Como Isaías contrasta os ídolos com o verdadeiro Deus no capí­ tulo 41? 4. 5 Isaías 4 2 . Pelo que o “cântico novo” louva o Senhor? 6. Veja F.4 ). 7 O u seja. as imagens ocas estavam apenas cheias de ar. F.1 — veja também 4 9 . 19 84 ). Assim.17— confirma que o Servo do Senhor em 21 42. 28. 1 1 QUESTÕES DE ESTUDO 1. 19 85 ). Servant Theology (G rand R apids: W m .18— e que tipo de cegueira este servo 25 tem? CITAÇÕES 1 Veja 4 1 . Quem Deus está desafiando no capítulo 41 e por quê? 2. 7. 3 Deus é o que chama Ciro pelo nome (veja 4 5 . Eerdmans. 4 . A sua justiça universal é outra razão para aceitá-lo como o único e verdadeiro Deus. o qual m enciona que ele vem do N orte. 9. 4 3 — 5 . O que indica que o que vem “do Oriente” é Ciro? 3. O seu amor procura desafiá-los “ao arrependimento e à obediência conforme eles caminham de volta para a vida de rela­ cionamento com Deus”. 6 Cf. N ão obstante. 9. 4 A palavra hebraica ruach também significa “espírito”.

1 66 C. eles não te subm ergirão. 57. cham ei-te pelo teu nome. Ele os criou. qviando passares pelo fogo. H anson.1-45.5. ó Jacó. 9 Veja Exodo 3. por­ que Ele os redimiu. 10 Por exemplo. Um Remanescente Redimido É Reunido 43.2 para o significado de Yahweh.1 -7 1Mas. O nome indica que Ele continuará sendo o realizador dos seus planos — trabalhando ativamente entre as pessoas.2. Por causa do juízo de Deus. 1 Paul D.8 Veja nota em 1. . Eles nunca deveriam deixar a sua fé nEle (cf. 9. Deus lhes deu o nome “Israel’’. e.7— cf I Jo 4. Como escreveu Moisés. Deus não mudou o seu plano e propósito para o seu povo. agora . 43. Ele os amava porque os amava (D t 7.4). 0 AMOROSO SALVADOR DE ISRAEL 4 3 . Ele formou a nação. 2 Q uando passares pelas águas.4).1 Ele os reivindica como sua pro­ priedade da mesma maneira que fez quando os tirou do Egito e os trouxe a Ele (Ex 19. e que te form ou.12 . 1 9 9 5 ). Israel passaria por águas. quando pelos rios. 54. Isaiah 40— (L ouisville: John Knox Press.25 I. assim diz o SEN HO R que te criou. fogo e chamas. Apesar da falta de resposta de Israel ao juízo de Deus.2 Eles sempre poderiam pôr a sua completa confiança nEle. mas Deus sempre estaria com eles. os arqueólogos descobriram os restos de um banco judeu e de um a casa de hipoteca próxim o do Canal Chebar ao leste da Babilônia.14. porque eu te remi. estarei contigo.8). tu és meu. onde “Eu serei" é a m esma palavra em hebraico Çehyeh) como a palavra traduzida por “Eu sou" em 3. nem a chama arderá em ti. e jamais seriam aniquilados. não te queimarás. rios. ó Israel: Não temas. Ele lhes diz para deixarem de ficar temerosos. 44.

p o rq u e estou con tigo. Por causa da garantia do seu amor. Yahweh. 6 D irei ao N or­ te: D á . Ele dará outros povos no lugar dele. Ele trará os . Ele é o Deus de Israel. 5 N ão tem as.1. e eu te am ei. mas quando o mundo lhe virou as cos­ tas.30. a E tiópia e Sebá. A Etiópia (Cuxe. esta responsabilidade não é pesada (cf. M as outras nações teriam que pagar o preço da escolha de Israel por Deus. trazei m eu s f i lh o s de lon ge e m in h a s fi lh a s das ex trem id a d es da terra. M t 11.3 P orque eu so u o SE N H O R . o eterno. Porque Ele é o que é. Semelhantemente.28-30). Agora Deus os aponta à frente. tam bém fo s te g lo r ifiç a ­ do. 4 E nquanto fo s t e p recio so aos m eu s olhos. e os povos. ou o atual Sudão) e Sebá (o norte da Etiópia incluindo M eroe) foram igual­ mente afetadas. o Egito. Ele libertou o povo de Israel da escravidão às custas das pragas sobre o Egito (Ex 10. entretanto. pois. e porque Ele o ama. o fiel. Deus amou o mundo. como resgate. p o r ti. Porque Israel é valioso a Deus. a escolha da Igreja por Deus põe uma grande res­ ponsabilidade sobre os crentes. porque Ele está com eles. O seu propósito é libertar a Israel. que se revelou a Isaías (cap. Porém. honrado por Ele.31.7) e a destruição do exérci­ to deles (Êx 14. dei o E gito p o r teu resgate. Quer dizer. Ele lhes diz que deixem de estar amedrontados. isto colocou uma grande responsabilidade sobre eles. Ele poderia dar um país inteiro. Ao mesmo tempo. teu D eu s. Deus é o que Ele é: o SENHOR. p ela tua alm a. o teu S a lva d o r. o Santo de Israel. a um tempo quando Israel se espalharia em todas as direções. o Salvador de Israel. tra rei a tua sem en te desde o O rien te e te a ju n ta rei desde o O cidente. 15.3-10). p elo que dei os hom en s p o r ti. o S anto de Israel. e ao S ul: N ão retenhas. A repetição desta idéia em diferentes palavras demonstra ênfase.28. o Deus que guarda a aliança. Ele escolheu Israel para preparar o caminho para um Redentor. 6).

quem dentre eles pode anunciar isto. que têm ouvidos. efa z er-n o s ou vir as coisas anti­ ga s? Apresentem as suas testemunhas. porque têm olhos e ouvidos. eles são desafiados a produzir dentre eles alguém (algum deus ou o profeta de algum deus) que possa predizer o futuro e para m ostrar “as coisas antigas”. que tem olhos. onde Deus está falando a respeito de Israel. 2.8 -1 3 lS Trazei o povo cego.seus descendentes que estarão vivos no fim dos tempos. e os surdos. 0 TESTEM U N H O DE ISRAEL COM O SERVO DE DEUS 4 3 . sim. para que se justifiquem . eu os fo rm ei. criados para a sua glória. A referência prim ária aqui está de volta a 43. Ele não desistirá deles. porque eles vieram somente do leste. deixe-os ouvir o que Deus fez e adm itir que isto é a verdade. formados pela sua mão poderosa —a nação que Ele fez. para terem o veredicto em seu favor. e para que se diga: Verdade é. eu osfiz . até mesmo “das extremidades dn terra”. Eles são os chamados pelo seu nome. Eles não são as testemunhas aceitáveis em um tribunal. 9 Todas as nações se congreguem } e os povos se reúnam . (Isto não se refere ao retorno da Babilônia em 538— 536 a. Caso contrário. Com todas as nações reunidas. em um novo êxodo vindo de todas as direções.1.C. M as eles 2 são voluntariosamente cegos e surdos. deixe-os mostrar que eles profetizaram e produziram eventos como o êxodo do Egito. e os que criei para minha glória.1 8 — 0 ) são tomados como testemunhas. Em outra cena de tribunal. por incrível que possa parecer.) 7 a todos os que são chamados pelo meu nome. . o cego e o surdo (veja 4 2 . e outras coisas antigas que Deus fez na história de Israel. e para que se ouça. a libertação das mãos de Senaqueribe. Ou seja. Eles têm que fazer isto para serem justificados..

é.10 V ó s s o is a s m in h a s te s te m u n h a s .12. etc. 6. A palavra hebraica ‘el é a palavra co­ mum para Deus. Deus falou para Moisés o que Ele ia fazer. Ele os salvou então. 12 E u a n u n c ie i. eu s o u D e u s .8.14. eu s o u o S e n h o r . Os pagãos também acreditavam em deuses que tinham surgido ou nascido recentemente.6.22.16). e d e u s e s tr a n h o n ã o h o u v e e n tr e vós. Ele é o Deus eterno que sempre foi.17. Embora Israel tenha falhado. Os pagãos acreditavam que os deuses que eles adoravam tinham sido precedidos por outros deuses. d i z o SENHOR. Dizendo “Eu sou o S e n h o r [Y ahw eh]” . e m e c r e ia is . Quando os israelitas vieram ao Sinai eles não tinham nenhum ídolo entre eles. portanto.8. e e n t e n d a is q u e e u s o u o m e s m o .7.15. devido a Israel ter experimentado isto. e eu salveií.2).1. e f o r a d e m i m n ã o h á S a lv a d o r . Ele os salvará agora —por­ que Ele é o Salvador e não há nenhum outro. e o m e u serv o . 11 E u . Deus não falhou.14. p a r a q u e o s a ib a is . Ap 1. Eles são as suas testemunhas. a qual enfatiza que só Ele é Deus. d i z o S e NJ-H >R. Ele salvou a Israel e se fez ouvir entre os israelitas no monte Sinai. H b 13. e nenhum viria depois dEle. a q u e m es c o lh i. p o is v ó s s o is a s m in h a s te s t e m u n h a s . e e u o f i z o u v ir . o SENHOR diz que eles são teste­ munhas de quem Ele é: Deus Ç‘el). e. 15. e d e p o is d e m im n e n h u m h a v e r á . M as o úni­ co Deus verdadeiro declara que antes dEle “deus nenhum se for­ mou” ou foi criado. de modo que eles podem saber. Deus tem feito gran­ des coisas em Israel. A salvação e a voz do SENHOR vieram somente dEle. Deus está falando aqui com o remanescente piedoso em Israel. 8. M l 3. Eles são testemunhas da sua fidelidade. os seus servos escolhidos. . e será (Êx 3. Deus está fazendo-os lem ­ brar da sua revelação durante o tempo do êxodo (Ex 3. acreditar e con­ fiar nEle e podem saber que só Ele é Deus (veja 37. especialmente os que loram livres das mãos de Senaqueribe. 7.). e q u e a n t e s d e m im d e u s n e n h u m se f o r m o u .

isto é. ou pode significar “Desde que eu sou o único Deus verdadeiro hoje. e ninguém poderá impedi-la ou “revertê-la”. os caldeus. estão ex tin tos e co m o u m pa vio. teu Redentor. ninguém pode escapar da minha mão”. desta vez da Babilônia. Ele fez isso no êxodo quando abriu um caminho pelo mar Vermelho.14-21 14Assim diz o Senhor. vosso Santo.13 A inda a n tes qu e h ou vesse dia. o qu e p rep a ro u no m a r u m ca m in h o e nas á gu a s im petu osas. u m a vered a . “caldeus”) trazendo tesouros no rio Eufrates causaram gritos de ale­ gria quando eles chegaram. e está realizando isto por causa de Israel. UM NOVO ÊXODO DA BABILÔNIA 43. pode significar “Desde que o tempo começou. en viei inim igos contra a B abilônia e a todos J u rei descer com o fu gitiv o s. Novamente Isaías enfatiza que Ele é o “Santo. uma vereda”. 16 A ssim d iz o Senhor :. Os navios dos babilônios (Heb. o ex ército e a f o r ç a : eles ju n ta m e n te se deita ram e n u n ca se leva n ta rã o.3 15 Hu so u o S e n h o r . o Criador” e o “R ei” de Israel. Deus fará a sua obra. kasdim. Agora o SENHOR promete um novo êxodo. q u em im p ed irá ? A expressão hebraica miyom ‘ani hu . operan do eu. eu sou . Deus providenciou “no mar um caminho e nas águas impetuosas. O Deus que está fazendo isto é o “Santo de Israel”. “Desde o dia. M as Deus derrubará os caldeus. . se apagaram . eu sou o único Deus verdadeiro”. e os seus navios serão usados por fugitivos procurando escapar. e n in gu ém há que possa f a z e r esca p a r das m in h as m ãos. vosso Rei. O juízo que Deus traz sobre a Babilônia é relacionado ao que Deus fará por Israel. o C ria d o r de Israel. o Santo de Israel: P or a m or de vós. Ele é esse tipo de Deus. 3. 17 o que tro u x e o ca rro e o cavalo. eu sou Ele”. nos navios com que se vangloriavam .

Deus fará um “caminho no deserto” e também “rios no ermo” (sertão). Pode haver um cumprimento mais extenso no fim dos tempos. especialmente os que vivem em áreas de deserto. para qvie m e desse louvor. registrou o lato de que as pessoas ca­ tivas escaparam naquele tempo. r>Eis que fa r e i uma coisa nova. Esta foi com­ pleta. 21Esse povo que form ei para mim. 20 Os animais do campo me servirão. sairá à luz. e.4 O filho dele. agora. O seu amoroso propósito mostra que Ele é um Deus bom.C. Deus quer que olhemos adian­ te. Houve um retorno nos dias de Isaías quando Senaqueribe destruiu Babilônia em 689 a.1-31). Esar-Hadom.6. porque porei águas no deserto e rios no ermo. não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto. para dar dc beber ao meu povo. Os animais selvagens ou “do campo”. Ele formou Israel para Si mesmo e seu propósito é para eles proclama- . aos novos milagres que obscurecerão os antigos. 18 Não vos lembreis das coisas passadas. Eles a conhecerão e a experimentarão. Ela está pronta para acontecer. Deus tem uma nova libertação para o seu povo. porque os assírios só se preocuparam com os próprios babilônios. os dragões e os filhos do avestruz. Isaías pode estar olhando aqui para o retorno do exílio babilônico que ele profetizou em 39.5Contudo. Não obstante. o tempo vem quando é necessário parar de lembrar e de dar atenção às coisas do passado.A vitória sobre as excelentes tropas de carruagem de Faraó no mar Vermelho é descrita dramaticamente (veja Ex 14. porventura. nem considereis as antigas. ao meu eleito. honrarão a Deus por causa dos rios no deserto que Deus concede para o benefício do povo que está retornando. e rios no ermo.

A INFIDELIDADE DE ISRAEL 43. m a s m e deste trabalho com os teu s p eca d o s e m e ca n sa ste com as tu a s m aldades. não te f i z s e r v ir co m ofertas. E aqui tem um toque de ironia. Eles negligenciaram a Deus. ó Israel. Deus coloca a ênfase sobre Si mesmo quando declara: “Não a mim. n em co m a g o r d u r a d os teu s sa crifício s m e encheste. Estavam realmente cansados dEle. mas real­ mente não os estavam oferecendo a Deus. A ARC traduz o verbo hebraico aqui como “encheste” (mas como “fartou” em Lm 3. Mas eles não puderam disfarçar os seus pecado. Estas eram as pessoas nos dias de Isaías para quem Deus falou a respeito de “pisar os meus átrios” (I . quer dizer. 23 N ão m e trou x este o g a d o m iú d o dos teu s holocau stos. n em te fa tig u e i co m incenso. Eles estavam utilizando formas religiosas sem fé em Deus e sem honrá-lo pelo que Ele é. eles estavam cansados do Deus Santo que Ele é.15). ó Ja có . Eles estavam fazendo muitas orações (I .I 5 ) . não era com a cana aromática (ou o óleo resultante desta) nem com a gordura de sacrifícios que eles enchiam a Deus. 4. m a s te cansaste .1 2). eram mesquinhos em sua adoração. De fato. eles o sobrecarregavam com os seus pecados. 24 N ão m e com p ra ste p o r d in h eiro can a arom ática. Estavam multiplicando sacrifícios e holocaustos. de forma que podemos louvá-lo e convidar outros a louvá-lo. Eles realmente não estavam buscando a Deus.rem o seu louvor. tu tens invocado” (tradução literal). e as únicas coisas com as quais . ao invés disso. Nós também somos levados ao Senhor. de m im . Eles trouxeram os seus “holocaustos” e “sacrifícios”. mas Deus não lhes tinha pedido isto ( I . nem m e h on raste com os teu s sa crifício s.1 3).22-28 22 C on tu d o<tu não m e in voca ste a m im .

Quer dizer. “M e cansaste” (Heb. Entrar “em juízo juntamente” significa reconhecer o que a lei re­ quer e adm itir que a inocência não pode ser provada. Isto é pura graça —que flui livremente da inesgotável mise­ ricórdia de Deus — a qual Deus está aqui oferecendo ao seu povo. Em todo caso.I 3 ). os pecados deles o constrangeram a realizar uma obra de juízo. eu m esm o . o primeiro pai implica . lembrando a Deus dos pecados. he’evadtanC) também pode significar “me constrangeste”. Somente quan­ do o pecador adm ite o seu pecado é que pode haver justificação que perdoa e apaga os registros das ofensas. Deus jamais se lembrará dos seus pecados. Deve haver confissão. mas por amor de Si mesmo. Ao mesmo tempo. 25Eu. e os teu s in térp retes p rev a rica ra m co n tra m im . Quando isto é feito. antes de o registro ser apagado. a p re­ sen ta a s tu a s razões. 27 T eu p r im eiro p a i p eco u . Alguns entendem isto como sendo Abraão ou Jacó. I. O “primeiro pai” provavelmente é Adão. . mas não devemos proceder dessa forma se queremos o perdão de Deus.enchiam (fartavam) a Deus eram os pecados que eram ruins o bas­ tante para fazerem alguém vomitar (cf. Mas antes de haver perdão divino. é Deus somente quem pode apagar o pecado resultante de rebelião intencional —não porque isto seja merecido. 26 P r o cu r a lem b ra r-m e. so u o que apago as tua s tra n sgressões p o r a m o r de m im e dos teu s p eca d o s m e não lem bro. Tam­ bém as suas “maldades” ou ofensas (a culpa com suas conseqüênci­ as) o cansaram. E muito fácil bloquearmos as coisas das quais não queremos nos lembrar. Pecados repetidos e não confessados tornaram o juízo necessário. p a ra que te p ossa ju stifica r. o perdão é comple­ to: o registro é totalmente apagado. o pecador tem que entrar em juízo. en trem os em ju íz o ju n ta m en te.

o u v e ó Ja có .2 6 -2 9 ). 2 A ssim d iz o SENHOR qu e te crio u . e te f o r m o u desde o ven tre. Outra vez Ele lhes fala que eles têm que deixar de ficar amedrontados.37 ). lacberem. também tinham se rebelado contra Deus. ó Isra el'. servo meu”. 5. serv o m eu . Deus era o Criador deles.1-5 1 A gora. ó Ja có . a quem escolhi. A destruição profetizada não será total. A repetição de “servo” e “escolhi(do)” do versículo I indica que Deus . os portavozes de Israel. serv o m eu . seu escolhido. Tampouco os pecados do seu povo irão destruir o propósito de Deus. “para a proscrição”). Elé os continuará ajudando. Os corações deles não estavam abertos ao seu amor. J esu r u m . e tu. e tu. o que os formou desde o nascimento deles como uma nação. Temor covar­ de e fé não se misturam (c f 2 Tm 1. e o desprezo e o ultraje não durarão para sempre.5). 2S P elo q u e p r o fa n a rei os m a io ra is do sa n tu á rio e f a r e i de J a có u m an á tem a e de Isra el. ou seja.15. E nos próprios dias de Isaías. u m opróbrio.também o primeiro pecado. como intermediários ou mediadores. os seus sacerdotes (e provavelmente os seus profetas). Por causa desta rebelião Deus profanaria (ou colocaria em desgra­ ça) os maiorais do santuário (cf. a quem escolhi. Ele faria “de Jacó um anátema” (Heb. 0 ESPÍRITO DE DEUS SERÁ DERRAMADO 44. seu “querido justo (íntegro)”. Deus chama Israel de “Jesurum”.6 como algo que Deus abomina. e quer que eles ouçam. porque é isso o que Ele quer que eles sejam (D t 32. Isto também significava que Ele tem entregue Israel para ser desprezado e ultrajado pelo resto do mundo (c f Dt 28. I Cr 24 . pois. e que te a ju d a rá : N ão tem as. Deus ainda chama o povo de Isra­ el de “Jacó. 3 3 . contudo.7).

tor­ nando-se como água em um solo improdutivo. A obra do Espírito fará todo indivíduo testemunhar.15. Deus provocará uma mudança derramando o seu Espírito.2 5 -2 9 .17.34. 59.18). mas sobre os seus descendentes (cf.4. declarando o seu relacionamento com o SENHOR. Zc 12. Deus não permitirá que o fracasso de Israel o faça falhar. A restauração trará uma bênção nova. 39. Isto não devia vir sobre as pessoas nos dias de Isaías. 3 P orque d erra m a rei á gu a sob re o sedento. Ez 36. No entanto. Ou seja. 5Este d irá : Eu so u do SENHOR. tanto por escrito como falan­ do. M as haverá um cumprimento mais extenso para Israel na restauração milenial. Ele terá um remanescente justo de entre eles.não tem mudado e não mudará o seu pensamento a respeito deles (cf. e aq uele se ch a m a rá do n om e de J a có . este derrama­ mento é no futuro.10 a I 3 . e aq uele ou tro escrev erá co m a su a m ã o: E u so u do Se~ NHOR. Eles também levarão o “nome” (caráter e natureza) de Israel. Jr 31.29. sob re os teu s descen den tes. 4 E brotarão en tre a erva . e rio s sob re a terra seca.I).29). Isto trará bênçãos maravilhosas da parte de Deus.14. d erra m a rei o m eu E spírito sobre a tu a p o sterid a d e e a m in h a bênfão.27. . co m o sa lgu eiro s ju n t o a os rib eiro s das águas.26. 32 . Eles não mais continuarão a viver em uma terra espiritualmente seca. 37.21. Rm 1 1. J1 2 . os judeus que não estavam vivendo para Deus serão transforma­ dos e se tornarão verdadeiros israelitas. honrando a Deus e desfru­ tando os direitos e privilégios que Ele lhes dá. e p o r so b ren om e to m a rá o n o m e de Israel. O derramamento inicial foi no Dia de Pentecostes (A t 2. O aguaceiro será tão grande que será como inundação de rios sobre a terra seca.33.

o SENHOR dos Exércitos.1 7. Ele não é dependente de nada. Ele sempre foi e sempre será. Ao contrário dos ídolos. Ele é supremo.35-37).. Novamente Isaías enfatiza o contraste entre o conceito pagão de muitos deuses e a existência do Deus de Israel: não havia nenhum deus antes dEle..6-20 6 A ssim d iz o SENHOR. n em tem ais. O desafio é para os pagãos. não v o . Deixe-os declarar o futuro se os assim chamados deuses deles podem revelá-lo. o últim o” Ele está enfatizando que só Ele é Deus.6. e f o r a dc m im não há D eu s. Só o Deus de Israel é onisciente.22. . A TOLICE DA IDOLATRIA 44. e a n u n cia rá isso. desde qu e ord en ei u m povo etern o ? E sse qu e a n u n ­ cie as coisa s f u t u r a s e as qu e a in d a hão de vir. Em outra cena de tribunal. tendo os exércitos do céu à sua disposição. Ele pode cumprir as suas promessas. Chamando a si mesmo “o primeiro e. O Novo Testamento aplica isto a Jesus (Ap I. H á ou tro D eu s além de m im ? N ã o! N ão há ou tra R ocha qu e eu conheça. Ele não foi formado por ninguém. o Senhor dos E x ércitos. eles bloquearam o fluxo da promessa de Deus. Deus é o que tem dirigido a história de seu eterno povo (cf.l o f i z o u v ir e não v o . p o rv en tu ra . Jr 31 . o SENHOR agora reassegura a Israel de que Ele realmente é o Rei e Redentor deles.14). 66. Ele estabeleceu isto. 8 N ão v o s assom breis. desde então. R ei de I sra el e seu R edentor. Ele sabe o que está vindo também no futuro. Ele proclamou isto.lo a n u n ciei? P orque v ó s so is as m in h as testem unhas.1 3 ): Ele é Deus manifes­ tado na carne (Jo 1. e o p o r á em ordem p era n te m im . nenhum virá depois dEle.1. indicada pelas perguntas e pela chama­ da para as testemunhas nos versículos que seguem. 2 2 . E u so u o p r im eiro e eu so u o ú ltim o. E qu em ch a m a rá co m o eu. Sempre que Israel esqueceu isso e se voltou para outros deuses ou outras coisas. nem de ninguém.

tohu. a ju n te m . que é de n en h u m p r éstim o ? A pergunta é um brilhante sarcasmo. 4 1 . nenhum a “outra Rocha”.4 . z1 E is q u e to d o s os s e u s s e g u id o r e s f i c a r ã o co n fu n d id o s . 4 3 . perm anência e fidelidade. por conseguinte. “vazio”). eles são sem sentido. quer dizer.1 . Deus novamente dá ênfase de que não há nenhum outro Deus. a s s o m b r a r -s e -ã o e s e r ã o ju n t a m e n t e c o n f u n ­ d idos. deixar de estar am edrontado. p a ra qu e eles sejam co n ­ fu n d id o s .2 ). os fabricantes de ídolos e os seus ídolos são “vaidade” ou nada (Heb. Eles nada vêem nem entendem. isto é. sem benefício. Deus tem proferido profecias que têm sido cum pridas. e as su a s coisa s m a is d esejá veis sã o de n en h u m p réstim o . e eles são as suas testemunhas disto. Ele é o único Deus verdadeiro. eles serão confundidos (juntamente com os seus adoradores). e su a s m esm a s testem un has nada vêem . ou seja. N ada é mais estúpido do que pensar um ser humano poder formar algo que pode se elevar ao nível de divindade e se tornar capaz de oferecer ajuda sobrenatural. ou seja.s e to d o s e le v a n te m -s e . dizendo-lhe que deixasse de tremer em terror. n em en ten dem . “Todos os artífices de imagens de escultura” e “as suas mesmas testemunhas” se agradam no que é de nenhum préstimo: sem vantagem. 10 Q u em f o r m a u m d eu s e f u n d e u m a im agem de escu ltu ra . Em contraste com a realidade do verdadeiro Deus. dos seus inim igos (veja 3 5 .Deus assegura novamente a Israel. uma força.1 0 — 13. Os ídolos são as suas próprias testemunhas. uma garantia de poder.3 . . p o is o s m esm o s a r tífice s sã o d e e n tr e os h o m en s. um refúgio. eles não são verdadeiras testemunhas e. 9 T odos os a rtífices de im agen s de escu ltu ra são vaidade. A produção e moldagem de um deus ou a fundição de um ídolo de metal só resulta em um ícone que não pode ajudar.

Ele . e não bebe água. e o lavra com a f o r ç a do seu braço. como no texto acima. O exemplo é um ídolo feito de madeira. charasb barzel.28— ). Em sua fraqueza e pecado. O ferreiro está fazendo a ferramenta. faz um rascunho com a “almagra” (giz provavelmente vermelho). em p rega a alm agra. a estende na forma de um homem. e f a z o seu d eu s à sem elh an ça de u m hom em . ele tem um braço forte porque aquece o ferro e dá forma ao machado.7 As ferramentas são necessárias: deve haver um machado para derrubar a árvore. não está indicada a palavra “ídolo”. faz um contorno com um compas­ so (para fazer círculos). e desfalece. como eles podem fazer um Deus real? O tempo virá quando serão ajuntados (quer dizer. Ele tem apenas a força e resistência para terminar a fabrica­ ção do machado. e m a rca com o com passo. e faz isto “à semelhança de um homem”. 12 O f e r r e i r o f a z o m achado e trabalha na s brasas. N o original hebraico. M as ele é apenas humano e fica faminto e sedento. Da mesma forma o “ferreiro” (Heb. diante do tribunal do juízo de Deus). Ele pega uma régua de medir.8 31 13 O ca rp in teiro esten d e a régu a. ele tem fo m e .Todos os que se unem a ídolos “ficarão confundidos” ou enver­ gonhados. Isaías primeiro chega ao reverso e “inverte os procedimentos que nós teríamos estado inclinados a se­ guir”. E eles são a fonte das idéias para os deuses que fazem. O carpinteiro é tolo da mesma forma que o ferreiro. “um artífice de ferro”) o faz. e aplaina com o cepilho. e o f o r m a co m m artelos. Os versículos seguintes estão cheio de tremenda sátira mostrando a tolice da idolatria. Os artífices que fizeram os ídolos são meramente huma­ nos. Quão diferente do Senhor que nunca se cansa ou se fatiga e que de fato pode renovar a nossa força (Is 40. Então todos eles ficarão assombrados e serão “confundi­ dos” ao mesmo tempo. a modela com “cepilho” (pequena plaina de alisar madeira). p a ra f i c a r em casa. e a su a f o r ç a fa lta . segu n d o a f o r m a de u m hom em .

Como Salomão disse a respeito de Deus: “Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter. fa b r ic a u m a im agem de escu ltu ra e ajoelha d ia n te dela. ele faz o . j á m e aquentei. Ou ele pode plantar perto um olmeiro para si mesmo. Ele corta o tronco no mei0. j á v i o fo g o . Ele usa uma metade para cozinhar e se esquentar. urna imagem de escultura. mas aper\as para ficar em um santuário na casa (Heb. e “ajoelha di­ ante dela”. não se importando sobre que tipos de árvores são elas. p la n ta u m olm eiro. “casa”). c^m a ou tra m eta d e co m e ca rn e. tam héni f a z u m deus e se p ro stra dia n te dele. M as do mesmo tron­ co. ele permite que algumas cres­ çam porque elas estão em uma floresta. 14 T om ou p a ra si ced ros) ou tom a u m cipreste. como o tnais bonito da espécie humana —não para reger o universo. e a chuva o faz crescer. serv irã o ao hom em p a ra q u eim ar. As árvores que são cortadas não são cortadas para serem deuses. porqua nto tu és o m eu deus.faz o melhor que pode para fazer isto semelhante à beleza ou glória da raça humana.s e .9 Que contraste em relação ao verdadeiro Deus que está presente em todos lugares. e lhe d irige a su a oração. com isso. e diz: L ivra-m e. a jo elh a -se dia n te dei\ e Se inclina. se aquenta e coze o p ã o. a ssa -a e fa r t a . e então “do resto” (não uma parte especial). ou u m ca rva lh o e esfo r ça -se con tra as ái~V res do bosque. do rest0f a z u m deus. 16 M etade queim a. um pagão faz um deus.18). Isaías olha com ironia para a origem da madeira para fazer o ído­ lo. A primeira razão para cortar as árvores naqueles dias era prover combustível para aquecimento e para cozinhar. Antçs disso. e a O ch u va o f a z crescer. 15 Então. quanto menos esta casa que tenho edificado” (2 Cr 6. u m a im agem de escu ltu ra . 17E ntão. bayith. O madeireiro os corta para si próprio. tam bém se aquenta e diz: O ra. ou seja.

de modo que eles não têm suficiente conhecimento ou discernimento para fazer as perguntas certas a respeito da utilização do mesmo tronco para o fogo tanto quanto para a adoração. p o rq u e se lhe u n ta ra m os olhos. enquanto adora o ídolo. Que tolice! 18 N ada sabem . Ele está enganado. p a ra qu e não en ten d a m . todo o deus que o pobre sujeito tem. nem sabe o bastante para dizer ao ídolo que está na sua “mão direita” (do qual ele depende) que é falso.seu ídolo. ele está tentando se nutrir espiritualmente em pouco mais que cinzas. Deus untou os seus olhos e os seus corações. Assim. e fa r ia eu do resto u m a a b om in a çã o? A jo elh a r-m e-ia eu ao qu e sa iu du m a á rv o re? ^ O resultado é que nenhum dos adoradores de ídolos pára para pensar ou “toma isto a peito” (Heb. de modo que os seus olhos e as suas mentes estão cerrados. e a co m i. o seu cora çã o en ga n ad o o desviou . Ele vê o fogo e exclama sobre o seu calor. p a ra qu e não vejam . nem en ten d em . inclui a mente) o desvia. n em dizer: N ão há u m a m en tira na m in h a m ã o d ireita ? Parte do tronco se torna cinzas à m edida que o idólatra cozinha e se aquece. e j á não têm con h ecim en to n em en ten d im en to p a ra diz er: M eta d e queim ei. O seu “coração enganado” (Heb. Ele não pode se livrar da adoração de um ído­ lo. de m a n eira q u e não p o d e liv r a r a su a alm a. pois isto é o seu deus. 19 E n en h u m deles tom a isto a peito. e assei sob re ela s carne. “isto não retorna ao seu coração”). lhe faz orações e pede-lhe que o livre (ou salve). loyashiv ‘el libbo. . O contraste nem mesmo lhes ocorre. Eles se tornaram como os seus ídolos. Então ele adora a parte que salvou do fogo. Os adoradores de ídolo não conhecem nem discernem a verdade. e o coração. Parte se torna um ídolo. 20 A p a scen ta -se de cinz a. e coz i p ã o sobre as su a s brasas.

Jerusalém Será H abitada 44 . p o rq u e eu te rem i. M as Ele promete uma maior libertação e restauração. tu. tam bém vós. mas m ostrará a sua glória abertamente “em Is ra e l" .25 a. DEUS IRÁ REDIMIR E RESTAURAR ISRAEL 44. Deus formou a Israel. e os teu s pecados. eu te f o r m e i . m on tes. e. vós. ó I sra el. Até mesmo antes deles se arrependerem. o preço está pago.s e em Israel. co m o a n u v em . Deus assegura a Israel que Ele desfez as suas transgressões “como a névoa” e os seus pecados “como a nuvem” (ou “uma massa de nuvens”). .7. retu m b a i com jú b ilo . Ele pagou o preço que eles não poderiam pagar. Deus lhes assegura que eles ainda são os seus ser­ vos. Ele os formou desde o seu princípio. Ele os resgatou do Egito. Deixe os montes se abrirem com um retumbante grito de alegria e a floresta com cada árvore individualm ente. as p a rtes m a is baix as da terra. em sua superfície onde as montanhas e árvores estão)10 exultarem em triunfo. não m e esq u e­ ce r ei de ti.21-45. bosques e todas as á rv o res em vós. I s r a e lp o r q u a n t o és m eu serv o . m eu serv o és. 23 C a n ta i alegres. 22 D esfa ço as tu a s tra n sgressões co m o a névoa. ó céus. Deus tinha livrado Jerusalém de Senaqueribe. e Ele os está cortejando para Si. ex u lta i vós. Israel não formou a Deus. do nascimento deles como uma nação. e g l o r f i c o u . p o rq u e o SENHOR rem iu a Ja có . p o rq u e o S en h or f e z isso. A chamada é para os céus bra­ darem com alegria e “as partes mais baixas da terra” ( “profundezas da terra”. vós.21— 28 21 L em b ra -te dessas co isa s. to r n a -te p a ra m im . e Ele não os esquecerá. porque o SeN H O R não só resgatou. porque Ele os resgatou. A RA . A chamada de Deus é para eles voltarem a Ele. ou seja. por causa do que o Senhor tem feito. ó J a có .

Ele faz “tornar atrás os sábios”. Ele é o Parente-Redentor de Israel.”) os que fazem predições lançando sorte. Só Ele fez isto. 18). é Redentor e Criador. fazendo da sabedoria deles um escárnio. mas nenhuma que prediz o juízo que Deus fez cair sobre eles.1 4.17). q u e esten d o os céu s e espra io a terra p o r m im m esm o. e eu leva n ta rei as su a s ru ín a s. Como um clímax para este capítulo. Ele faz de bobos ( “enlouqueço os.. Ele é o Criador de tudo: estendendo os céus. teu R edentor. claro. envolvia Cristo manifestando abertamente a glória do Pai. 25 q u e desfa ço os sin a is dos in v en to res de m en tira s e en lou q u eço os a d ivin h os. qu em d iz a J eru sa lém : T u será s habitada.. durante a sua vida sobre a terra (Jo I. Arqueólogos acharam milhares de mensagens dos homens sábios e adivinhos da Assíria e da Babilônia que contam para os seus reis coisas boas. 24 A ssim d iz o S enhor . Ele. o eterno. . A glória também corresponde ao tema principal de “céus novos e nova terra” (veja Is 65. qu e f a ç o to rn a r a trás os sábios e tra n sto rn o a ciên cia deles. Este é o mesmo conceito que está expresso em Romanos 8. Ele desfaz “os sinais” dos falsos profetas pagãos e dos adivinhos (fanfarrões que se jactam a respeito dos milagres que eles podem efetuar). e às cida des de J u d á : S ereis r eed fica d a s. Deus declara novamente quem Ele é e quais são os seus propósitos.O necessário cumprimento. prometendo vitória. M as a glória será manifesta em e através do Israel nacional quan­ do Jesus retornar e estabelecer o seu reino milenial. e que te f o r m o u desde o ven tre: Eu so u o Senhor qu e f a ç o todas as coisas. 26 so u eu q u em co n firm a a p a la vra do seu serv o e cu m p re o con selho d os seu s m en sa geiros. Ele não só formou a nação de Israel.22 —a criação envolvida no processo de restauração. espraiando a terra.

os ungidos de . 6. Ele cumprirá tudo o que apraz a Deus. 27 q u em d iz à p ro fu n d ez a : S eca-te. e eu seca rei os teu s rios. as cidades de Judá arruinadas por Senaqueribe serão reconstruídas. Ele secará os rios diante de Israel quando este novo êxodo acontecer (esta imagem faz parte do tema principal do Exodo). Até agora. e ao tem plo: F u n d a -te.Em contraste. Houve um cumprimen­ to ulterior no retorno do exílio babilônico. deixando-nos saber que todas as suas grandes vitórias eram realmente as vitórias de Deus. e ele dirá a palavra para Jerusalém ser reconstruída e a fundação do templo ser posta. Deus secou a “profundeza” das águas para Israel cruzar o mar Vermelho. Isto aponta à frente. e foi cumprido exata­ mente (2 Cr 36. a qu em tom o p ela . su a m ão direita. os profetas). eu solta rei os lom bos dos reis. Ed 1. dizendo tam bém a J eru sa lém : S ê ed ijica d a . 2S qu em diz de C iro : É m eu p a sto r e cu m p rirá tudo o qu e m e apraz. O historiador judeu Josefo disse que esta passagem foi mostrada a Ciro e o encorajou para que ele fizesse os seus decretos para mandar de volta os judeus para que reconstruíssem o templo deles. para um futuro distante.3. As profecias predizem que Jerusa­ lém continuará sendo habitada. levantadas. Deus Usará Ciro para Restaurar Israel 45. e trouxe a cumprimento “o conselho dos seus mensageiros”. p a ra ab ater as n a ções d ia n te de s u a ja c e .2.1— 13 1 A ssim d iz o SENHOR ao seu un gid o>a C iro.3.12Isto foi logo em seguida a Ciro ter conquistado Babilônia em 539 a. um lugar importante no plano de Deus.23. Deus tem confirmado e levado a cabo “a palavra do seu servo” (genérico. O Deus que libertou Israel do Egito chama a Ciro11 de “meu pastor”. e ainda tem.4). Jerusalém teve. e as p o rta s não se fech a rã o .C. Deus fala a Ciro. p a ra a b rir d ia n te dele as p orta s. b.

Era uma demonstração pública que significava tirar dos reis o poder que eles tinham. Senaqueribe fez isto a M ushezibk-M arduque. meshiach. abrindo portas e portões diante dele. Deus usou os habitantes da Babilônia para escancarar os portões para o exército de Ciro.23 e Esdras 1. . Deus pelo seu Espírito Santo o tinha reservado. o D e u s d e I s r a e l. completa.C . 2 L u i r e i a d i a n t e d e ti. com ramos de palm eira. Deus o tomaria pela sua “mão direita. p a ra q u e p o ssa s sa b er q u e eu so u o S e n h o r . o que era um costume assírio.1 3 “Soltarei os lombos dos reis” significava despojar os reis da sua armadura. Porque Deus iria pessoalmente “diante” de Ciro. q u e te c h a m a p e l o t e u n o m e . que o chamou com antecedência “pelo nome”. em 539 a. Para habilitar Ciro a fazer isto. “messias”).14 3 L te d a r e i o s t e s o u r o s d a s e s c u r i d a d e s e a s r i q u e z a s e n c o b e r t a s . O antigo historiador grego Heródoto disse que os portões da Babilônia eram feitos de bronze. para abater as nações”. e e n d i r e i t a r e i o s c a m i n h o s t o r t o s .2— 4. e conceder a Ciro uma entrada triunfal. Deus queria que Ciro soubesse que Ele é “o S en h or . profetas e patriarcas (veja SI 105. A tradição judaica diz que Daniel levou esta profecia e a mostrou para Ciro. o rei rebelde da Babilônia. Agora Deus chama um rei pagão politeísta de seu “ungido” (Heb.22. Embora Ciro não soubesse disto. lugares difíceis e outras barreiras se tornariam fáceis e mesmo portas de bronze e fer­ rolhos de ferro não poderiam impedir o progresso dele. Isaías seguramen­ te teria sabido sobre o costume e a história. e isto encorajou Ciro a fazer as proclamações encontradas em 2 Crônicas 36. reis.10— 15). o Deus de Israel”. Os povos que Ciro conquistasse não poderiam esconder dele os seus tesouros.Deus incluíam sacerdotes. e o estaria dirigindo para trazer libertação e restauração para Israel. q u e b r a ­ r e i a s p o r t a s d e b r o n z e e d e s p e d a ç a r e i o s f e r r o l h o s d e fe r r o .

shalom .I5Ele não conhecia o único Deus verdadeiro antes de en trar em B ab ilô n ia. mas Deus nunca é o criador do mal moral. Ele traz juízo. f a ç o t o d a s e s s a s c o is a s . eu . créditos pela sua vitó ria.. e n ã o h á o u t r o .t e o teu s o b r e n o m e . Ele iria chamar pessoalm ente a Ciro e o nom earia como seu ungido.16 M as foi Deus quem verdadeiram ente o com issionou. e n ã o h á o u tr o . f o r a d e m i m . harmonia. m ) por outro. “e não há outro”. deu ao deus babilônico. na verdade. o juízo que Ele envia pode ser severo. e u s o u o S e n h o r . p u s . O palavra hebraica ra é uma palavra ’ geral incluindo calamidade e qualquer coisa desagradável ou indese­ jável. realização e prosperidade. até mesmo cala­ mitoso. 6 P a r a q u e s e s a ib a d e sd e o n a sce n te d o s o l e d esd e o p o e n t e q u e fo r a d e m im n ã o h á o u t r o . e u a ti te c h a m a r e i p e lo teu n o m e . Como um Deus santo. Ciro falou aos babilônios que os deuses deles o tinham escolhido para lib ertá-lo s do mau governo de N abom do e Belsazar. a itid a q u e n ã o m e co n h ecesses. O propósito de Deus em chamar Ciro e restabelecer Israel era trazer reconhecimento universal de que só Ele é Deus. escolhido para cum prir o seu propósito para com Israel. a i n d a q u e t u m e n ã o c o n h e ç a s . e “paz” (Heb. por um lado. no entanto. . O contraste aqui é entre “luz” e “trevas”. M arduque. Como um politeísta. especialmente prosperidade espiritu­ al) e “m al” (Heb. Porque Deus escolheu Is­ rael e fez de Israel o seu servo. saúde.4 P o r a m o r d e m e u s e r v o J a c ó e d e I s r a e l'. bên­ ção. eu f a ç o a p a z e c r io o m a l. incluindo bem-estar. m e u e le it o . integridade. 5E u s o u o SENHOR. o S e n h o r . Ele. ' E u f o r m o a lu z e c r io a s tr e v a s . Ela é usada algumas vezes a respeito do m al moral. n ã o h á d e u s . e u te c i n g ir e i . O oriente ou “nascente do sol” e o ocidente ou “o poente” ainda precisam saber disto.

Este versículo não deixa nenhum espaço para qualquer semelhante dualismo.C. e as n u v en s ch ovam ju s tiça . Tampouco o barro tem o direito de desafiá-lo ou questioná-lo con­ cernente ao que ele pretende fazer. Ele chama os céus para choverem “justiça” e para a terra se abrir para receber isto.. a b ra -se a terra. Deus está determinado a realizar isto do seu próprio modo. de forma que juntos eles podem fazer a salvação e a justiça frutifica­ rem. enquanto um deus perverso controlava o mal e os elementos materiais —como também criou o universo físico enquanto o deus bom não estava olhando. O que Deus deseja não é trazer juízo. dessas alturas. ou se ele tem as “mãos” (i. ou logo após o tempo de Ciro. 10 A i da q u ele qu e d iz ao p a i: Q u e é o que g e r a s ? E à m u lh er: Q u e dá s tu à lu z ? O mesmo princípio se aplica a qualquer um que venha a questio­ nar um homem ou uma mulher sobre os filhos que eles pretendem .. e a ju s tiç a fr u t ifiq u e ju n ta m en te. d irá o barro ao qu e o f o r m o u : Q u e fa z e s ? O u a tua obra: N ão ten s m ã o s? O “ai” é dirigido a israelitas que questionavam os caminhos de Deus. Cacos de cerâmica quebrada no chão não têm nenhum direito de desafiar o oleiro pelo que ele fez.Também deveria ser observado que no sexto século a. Isto antecipa o que Isaías diz sobre o novo modo de vida que é o resultado da obra do Servo Sofredor. o talento ou a habilidade) para fazê-lo. Zoroastro afirmava que um deus bom con­ trolava o bem e o espírito. desafiando o seu direito de fazer conforme Ele quer. s D estila i vós. céus.e. o SENHOR. mas salvação. as criei. eu. caco en tre ou tros ca cos de b a rro ! P orven tu ra . Zoroastro (Zaratustra) começou a ensinar uma religião dualística. Isto pode referir-se especificamente à desaprovação deles de Deus escolher usar um gentio como Ciro para libertá-los. o Messias. e p r o d u z a -se salvação. 9 Ai da q u ele qu e co n ten d e co m o seu C riador. porque só Ele cria.

Deus tem demonstrado a sua habilidade e compe­ tência pela sua obra na criação da terra. N a realidade. 11 A ssim d iz o S enhor . Nem eles têm o direito para comandá-lo ou dar ordens a Ele com respeito à sua obra. Estas significam que Israel não tem nenhum direito de questionar os propósitos de Deus com respeito aos eventos por vir. d iz o SENHOR dos E xércitos. eu o f i z .ter. assim. aqui.2 2 ) e Ele é o Pai. ( “Que é o que geras?” também poderia ser traduzido: “Que direi­ to tu tens para procriar filhos?”) 17 Algumas perguntas são imprópri­ as. em lugar de declarações. Deus é o que “formou” a Israel. as m in h as m ã os esten d era m os céu s e a todos os seu s ex ército s dei as m in h as ordens. em muitas ver­ sões contemporâneas. O uso. Isto não significa que eles precisam ter medo. Nós devemos submissão a Ele por direito de sua criação. o S anto de Israel. 12 E u f i z a terra e cr iei nela o hom em . Ele é o Oleiro de Israel. aq uele qu e o f o r m o u : P erg u n ta i-m e as co isa s f u t u r a s . do ser humano. e dos céus com todos os seus exércitos (de estrelas) que estão lá por causa da sua ordem. porque Ele já tem demonstrado que é um Pai amoroso e um Oleiro hábil. Os convites para questio­ nar e dar ordens (veja A R A ) são claramente irônicos. Agora o SE N H O R aplica o principio acima a Israel. Perguntar para Deus uma tal pergunta é certamente impróprio. 13 Eu o despertei em ju s tiça e todos os seu s ca m in h os en direita rei. porque eles são os filhos (Êx 4 . inclusive a ARA. Eles estão seguros em suas mãos. Os que dizem isto não têm nenhuma confiança ou fé em Deus. porque eles são o barro e Ele é o Oleiro divino. estes aparecem como perguntas. d em a n d a i-m e a cerca de m eu s f i lh o s e acerca da obra das m in h as m ãos. ele-ed ifica rá a m in h a cid a d e e so lta rá os m eu s cativos n ã o p o r p r eço nem p o r p resen tes. . da palavra “criei” enfatiza a singularidade da sua criação dos seres humanos.

ninguém precisará resgatá-los. trazendo as suas riquezas com eles. Eles eram conhecidos como um grande povo de comércio. Como resultado da obra de restaura­ ção de Deus. o Salvador. Como indica o contexto. Ele tinha se escondido em Israel. e os sabeus. Mesmo assim. As cadeias ou “grilhões” destes povos são cadeias com as quais eles se vestiram. v irã o em g rilh õ es e d ia n te de ti se p ro stra rã o .t e . Deus será aquEle que o dirigirá de forma que ele se tornará o construtor de Jerusalém. e libertará o povo de Israel para voltar à sua própria terra. os seus planos ainda são um mistério a esses que não deixam o Espírito revelar a Si próprio a eles pela Palavra escrita. h om en s de alta estatura. e o co m ércio dos etíopes. c. ao mesmo tempo. comentando que no passado Ele tinha estado escon­ dido deles. Os sabeus eram o povo do que é agora o Iêmen. J a r . O restante deste capítulo continua por declarar algo muito maior que a libertação da Babilônia. Ele estava se revelando a Israel. dizendo: D ev era s D eu s está em ti. o D eu s de Israel. indicando que eles vêm de boa vontade. Aqueles que vêm das nações gentias reconhecerão o Deus de Israel como o Salvador. de modo que os gentios não o conheceram. e n en h u m o u tro d eu s há m ais.Este mesmo Deus poderoso provará o seu poder levantando Ciro de um modo correto e endireitando todos os caminhos dele. ativo em um relacionamento com eles. tu és o D eu s qu e te ocultas. até mes­ mo comércio com a índia. Porque Deus moverá sobre Ciro. A Etiópia (Cuxe) é agora o que é chamado o Sudão.14— 25 14 A ssim d iz o SENHOR: O trabalho do Egito. os bens e os povos de nações que outrora eram inimigos virão para Israel —reconhecendo que Deus está entre eles e que “não há outro que seja Deus” (A R A ). a Bíblia .ã o as su a s sú plicas. irã o a trás de ti. se submetendo ao SENHOR. 15 V erdadeiramente. se p a ssa rã o p a ra ti e serã o teu s. Deus Salvará Israel 45.

e eles18 ja­ mais serão “envergonhados nem confundidos”.) Em con­ traste. o S enhor tem uma “eterna salvação” para Israel. Z P orque assim d iz o SENHOR que tem cria d o os céus. n em em lu ga r a lgu m escu ro da terra. que no final das contas estarão sem um deus quando o S enhor fizer essas coisas acontecer. (Isto corresponde à época de Isaías. Não há ninguém mais que seja merecedor de adoração. Senhor do céu e da terra.21. que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes. com u m a etern a sa lvação. onde está escrito que “Naquela mesma hora se ale­ grou Jesus no Espírito Santo. m a s a f o r m o u p a ra qu e f o s s e habitada: Eu so u o S enhor . 17M as Isra el é sa lvo p elo SENHOR. Ele restabelecerá a sua criação e sempre terá um povo que o amará e o servirá. aproximadamente 700 a. . “mas a formou para que fosse habitada”. 19 N ão f a l e i em segredo. porque só Ele é Deus. indicando humilhação. não a cr io u vazia.C. assim é. e as revelaste às criancinhas. Lucas 10. ó Pai. E Ele não os criou para o vazio. Essa expressão “não há outro” serve de aviso aos idólatras. n em co n fu n d id o s em todas as etern idades. “Os que fabricam imagens” serão envergonhados e ficarão con­ fundidos. A garantia dessa “eterna salvação” (v. e não há outro.20 Ele não pretende destruir todas as pessoas sobre a terra. não aos tempos posteriores.. porque assim te aprouve”). eu so u o SENHOR. ele a estabeleceu. ó Pai.19 Ele não mudou o seu propósito original. não disse à d escen d ên cia de J a có : B u s ca i-m e em vão. p elo qu e não sereis en vergon h a dos.(cf. ca irã o ju n ta m en te na a fro n ta os qu e fa b r ic a m im agens. o D eu s  q u e f o r m o u a terra e a fe z . e disse: Graças te dou. que f a l o a ju s tiç a e a n u n cio co isa s retas. Também Ele não permitirá que os homens ímpios e cruéis o façam. uma vez que eles adentrem para essa salvação. 16 E n v erg o n h a r-se-ã o e tam bém se co n fu n d ir ã o todos. 17) é o fato de que Deus é o Criador dos céus e da terra.

v ó s q u e escapastes das na ções. os falsos profetas e as predições de astrólogos e outros aficionados no ocultismo. e ch ega i-vos. digno de confiança. ch ega i-v o s ju n to s . o a n u n ­ cio u ? P orven tu ra . não há f o r a de m im . n a da sabem os qu e co n d u z em em p ro cissã o as su as im a gen s de escu ltu ra . desde então. refugiados] que escaparam “das nações”. Eles percebem que têm orado a um deus que por sua própria natureza “não pode salvar”. qu em f e z o u v ir isso desde a a n tigü id a d e? Q u em . Alguns aplicam isto às nações que entram no M ilênio: Eles se afastaram de seus ídolos para buscarem ao S E N H O R . Só Ele é o Salvador. f e i t a s de m ad eira. . e reconhecem que os gentios que carregam imagens de escultura são ignorantes e “nada sabem” a respeito do que estão fazendo. outros os tomam como sendo gentios. portanto. Alguns consideram que os fugitivos são israelitas saindo das nações. Deus novamente desafia os adoradores de ídolos a tomarem “conselho todos juntos” (veja 4 1 .Deus tem confirmado abertamente o seu propósito. o S enhor ? E não há o u tro D eu s sen ã o eu . e tom a i con selh o todos ju n to s . 20 C o n g reg a i-v o s e vin d e. O propósito de Deus sempre foi que Israel evangelizasse outras nações. não sou eu. O mundo não tem nenhuma outra esperança. o que Deus diz vem da sua justiça e sempre está certo. e rogam a u m d eu s que não p o d e salvar. saindo a proclamar em seu nome.2 1 . para se congregarem e chegarem para perto do SE N H O R . Com ironia. 21 A n unciai. D eu s ju s t o e S alvador. Ele é justo e.2 2 ). Eles devem ad­ m itir que somente Deus declarou os seus eternos propósitos de salvação “desde a antigüidade”. A convocação é para todos os fugitivos [os foragidos. Ele sempre concebeu a sua palavra para ser clara: em contraste com os oráculos pagãos. Ele nunca falou para os descendentes de Jacó que o buscassem “em vão” (no vazio ou sem sentido).

65.3. mas serão envergonhados”. 18. todos os que estão irritados contra Deus (porque adoram ídolos ou desejam apenas coi­ sas materiais) “até ele virão.19— 2 ).1 1.22 O lh a i p a ra m im e sereis salvos. 2 não na nossa própria (c f Fp 3. 24 D e m im se dirá: D ev era s no Senhor há ju s tiç a e f o r ç a . Só no SE N H O R está a verdadeira justiça e a força para viver por ela. M uitos no mundo ainda estão olhando na direção errada. Deus fez este mesmo tipo de juramento para confirmar a sua pro­ messa a Abraão (Gn 2 2 . todos os term o s da terra.16). Agora Deus revela que a sua salvação não é só para Israel. Nós podemos entrar na sua presença.5). p o rq u e eu so u D eu s.1 0 . nosso Senhor Jesus (H b 10. isto irá realizar o seu propósito: “Diante de mim se dobrará todo o joelho. Ele revelou o seu propósito a Abraão para abençoar todas as famílias (nações) da terra (Gn 12. . Nós nos levantamos na sua justiça.1 1). Só Ele é a nossa fonte. Todos precisam se voltar para o S E N H O R e ser salvos. vós.28. cf.9).21 Fp 2 . Isto pode significar que eles se arrependerão ou pelo menos terão oportunida­ de para se arrepender.18. e n ã o há outro. e p o r m im ju r a r á toda a língua. Isto nunca mudou. 23 P o r m im m esm o ten ho ju r a d o . Essa palavra é uma palavra justa de um Deus verdadeiramente justo.1 0 . sa iu da m in h a boca a p a la vra de ju s tiça e não to rn a rá atrás: qu e d ia n te de m im se dobrará todo o joelh o. Em contraste. mas para “os termos da terra”. Como um sinal evidente de submissão e obediên­ cia. pois Ele é acessível. S I 22. e por mim jurará toda a língua”.27. a té ele virão. m a s serã o en vergon h a d os todos os qu e se irrita rem con tra ele. um Deus fiel. O Novo Testamento deixa claro que a promessa vem através de Jesus e envolve reconhecê-lo como Senhor (R m 1 4 . nós temos um novo e vivo (ressuscitado) Caminho. um Deus em quem nós podemos confiar.

tratados como justos e louvarão a Deus e se gloriarão no S E N H O R . Por que alguns israelitas questionaram Deus. 3 5 .26). 5.d ê n cia d e I sr a el. 4. vindicados. . 3. 2 O sujeito oculto “tu ” é singular. Ele é o Emanuel. Qual será o resultado do derramamento do Espírito de Deus? 8.2 2 — . o nome significa “ele lutou com D eus” ou 32 “Deus luta” ou “Deus governa”. e qual foi a sua res­ posta a eles? 1. Como Deus mostrará a sua glória em Israel? 10. 6. Como Isaías contrasta o verdadeiro Deus com os ídolos no capí­ tulo 44? 9. Deus promete estar individual e pessoal­ mente com eles. Eles serão justificados. CITAÇÕES 1 Veja Gênesis 3 2 . enquanto cumprindo o seu destino (cf. M as a “descendência de Israel” não irá recuar horrorizada em vergonha. Q U ESTÕ ES DE ESTU D O Que garantia Deus dá para Israel e por quê? Em que sentido Deus faz Israel sua testemunha? O que Deus fará para pôr em execução um êxodo da Babilônia? Que evidência há para um êxodo da Babilônia nos dias de Isaías? Por que era necessário para Deus julgar a Israel? O que mostra que Deus não tinha mudado o seu plano para Israel. o “Deus conosco”. 2. Como Deus vai usar Ciro? 11. O que Deus vai fazer por Ciro e por quê? 12. O que Deus diz a respeito de Si mesmo no capítulo 45? 13.1 0 .25 M a s n o SENHOR s e r á j u s t i f i c a d a e s e g l o r i a r á t o d a a d e s c e n . Rm 1 1. apesar dos fracassos deles? 7.

M as ele também diz que “o argumento p ara a autoria m últipla a p artir da menção de Ciro não está com pletam ente com pelindo”. 17. 13 John E. “Book o f Isaiah”. 1:857. (G rand R apids: W m . . D aniel D avid Luckenbill. 2 :1 0 6 . McKenna. Bibliotheca Sacra 80. E f 4. 2 vols. 2 :1 7 8 . “T h e A dded Years o f H ezekiah s Life”.. 10 A expressão hebraica tachtiyyoth ‘erets. Cf. “Isaiah: Background”. 315. 1. “mais baixas partes da terra”. Alexander. Exposition o f Isaiah. W ordsworth.1 0 ). 19 96 ). 2:10 5. LaSor. 6 Isto foi feito a Jericó porque os seus habitantes eram maus: todos menos R aabe rejeitaram totalm ente a Deus. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse.. Contudo.17 . En Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (Edim burgo. em I (1 8 7 5 reimpressão. veja também Js 2 . 4 Oswald T.3 Alguns sugerem que este versículo se refere à expulsão de M erodaque-Baladã por Senaqueribe em 7 0 0 a. Escócia: T & T Clark. W. uma frase poética contrastando terra com céu. (C hicago: U niversity o f Chicago Press. em Wyclijfe Bible Encydopedía (C hicago: M o o dy Press. 8 A N V I e outras versões interpretam o versículo relativo a fazer um ídolo de m etal em lugar de um machado. pág. Cf. W illiam S. 1 9 3 9 ). 2a. M as os pagãos também m antinham ídolos em suas casas. Leopold. Downer. ed. A A R A indica fazer o machado e form ar o ídolo. Exposition o f Isaiah (G rand Rapids: Baker Book House. H ubbard. Antiquities 11. C. 2 8 2 -8 3 . 2:1 5 2 .2. ed. 7 H. 5 Benjamin R . 4 1 .9 onde Jesus desceu às mais baixas partes da terra para nascer de um a virgem. 1 9 2 6 -2 7 ). 4 0 ss”. 3 1 9 (julho de 19 2 3 ): 38 6. A llis. m uito em bora eles soubessem o que Ele tinha feito libertando Israel e lhe dando vitórias (Js 6. m ostra que alguns “teístas m inucio­ sos. 19 75 ). B. 12 Josefo. and FredericW . 9 U m tem plo ou santuário era freqüentemente cham ado a “casa” de um deus. David A. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. em OldTestament Survey. 11 Isaías agora especificam ente nom eia C iro (cf. Eerdmans. acreditam que o nome de Ciro indica um a data exílica para os caps. Veja introdução. 1 9 7 1). 1 9 7 5 ). a palavra “íd o lo ” não está no hebraico e a ironia parece ser a respeito de “ferramentas rudes e trabalhadores fracos” como “a fonte da qual o ídolo provém”.C. 14 Joseph A. 2 vols. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. Bush. A. no.2 ). Leupold.

o declarou (lit. os seu s íd olos são p ostos sob re os a n im ais. (Princeton: Princeton U niversity Press.. Bel era o principal deus da . D.4 5). Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. Stanley M . Pritchard. ed.I-I3 1 J á abatido está B e lN e b o j á se en eu rv o u . Eerdmans.1-48. rev. as ca rga s d os vossos fa r d o s são ca n seira pa ra as bestas j á cansadas. 1 7 ) sido salvo. “A Criação do Universo e da H um anidade”. retrocedeu (o seu) semblante. ed. procurando um governante justo para conduzi-lo (i. (E ntão) ele pronunciou o nome de Ciro. ed. 316.e. Ele esquadrinhou e olhou (p o r) todos os países.. em Teologia Sistemática. 20 T im othy M unyon. 2 2 8 -2 3 0 .1Ciro não está mais em pers­ pectiva. H orton. F. é plural e se refere a todo indivíduo israelita que tem 19 A dão foi o prim eiro homem ( I Co 15 . 93. Ciro honrou e adorou os deuses da Babilônia. A Queda da Babilônia 46. 315. A terra não era habitada antes desse tempo. Servant Tbeology (G rand R apids: W m . Pritchard. Ancient Near Eastern Texts. por causa de (o fato de que) os santuários de todas as suas instalações estavam em ruínas e os habitantes da Sum éria e A cádia tinham se tornado como m ortos (vivos). B. para o tempo quando Senaqueribe destruiu Babilônia. 21 Paulo faz a citação aqui a partir da versão Septuaginta. O SENHOR É SUPERIOR ÀS DEIDADES DA BABILÔNIA 46. 19 8 4 ). em vez de os despedaçar como Senaqueribe o fez. rei de Anshan. (R io de Janeiro. 1996).: pronunciou [seu] nom e) para ser o governador de todo o m undo”. ‘sua’ ira [abatida] e ele teve m isericórdia (deles). sob re as bestas. M arduque) (n a procissão anual). 3a.22 I. 18 “V ó s” (o culto ) (v. 16 Os registros de Ciro declaram : “M arduque. Knight. ed. 19 69 ). Isaías agora retorna para os seus próprios dias.. 17 George A. RJ: CPAD.15 James B.

As cartas estatais da Assíria fazem menção de Bel (normalmente comparado com Marduque. Ao final de novembro. Nebo (ou Nabu.3 Os elamitas e outros aplicaram a Senaqueribe a sua primeira derrota. escaparam. porém. A estes Senaqueribe levou para a Assíria. Só as imagens dos grandes deuses da Babilônia. O exército de Senaqueribe encheu impiedosamente as praças públicas de cadáveres e demoliu a cidade. onde permaneceram até que Esar-Hadom subiu ao trono. depois que ele tinha se estabelecido no trono da Assíria.Babilônia. especialmente Senaqueribe. sem qualquer referência a nenhum outro deus. as máquinas assírias de cerco penetraram as defesas da Babilônia.2 Mesmo assim. da sabedoria. também chamado Merodaque) e Nebo (N abu) mais freqüentemente que o seu próprio deus. Freqüentemente os reis assírios usavam frases tais como “com a ajuda de Bel e Nebo” ou “possa Bel e Nebo abençoar a meu Senhor”. ele encorajou os seus soldados a levarem os deuses dos templos e esmagá-los. Asur. quando o rei elamita estava inválido pela paralisia. como pagamento pela ajuda contra este. Em 691 a. A primeira grande preocupação de Esar-Hadom.. exatamente como se eles fossem os deuses principais da Assíria. os sacerdotes da Babilônia controlaram a cidade e causaram dificuldade para os assírios. e problemas internos manti­ veram o seu exército na sua terra. Babilônia.5 A oportunidade de Senaqueribe veio dois anos depois. era muito importante para ser esquecida e dei­ xada em sua condição arruinada. Os seus registros decla- . como confirma uma inscrição de Esar-Hadom. eles abriram os tesouros do grande Templo Esagila e enviaram para o Elão o ouro. o filho de Bel) era o deus da produção literária. porque queria destruir o poder do sacerdócio babilônico. Então. BelMarduque e Nebo. foi restabelecer a prosperidade da Babilônia.C. da aprendizagem e da astronomia. a prata e as jóias de Bel-Marduque.4Isto despertou Senaqueribe contra os sacerdotes e ele decidiu livrar-se do problema destruindo comple­ tamente a cidade e seus templos.

. Eles “se abateram”.7 2J u n ta m en te se en cu rv a ra m e se abateram . m a s a su a alm a en tro u em cativeiro.ram: “Ele conciliou a população daquela região por restabelecer à sua posição anterior os humilhados deuses da Babilônia. eu vos carreguei —desde o tempo em que nascestes —e eu os levarei enquanto viverem” (cf. ou seja. Os grandes deuses da Babilônia “se encurvaram”. Igualmente. ó casa de J a có e todo o resíd u o da casa de Isra el.31. 4 £ a té à velh ice eu serei o m esm o e ain da a té às cãs eu v o s trarei.3 1. incapazes de se ajudarem a si próprios. quando os seus adoradores entraram em dificuldade.”6De acordo com Heródoto. na realidade. eles foram humilhados pe­ los assírios. ou se desmoronaram. a grande ima­ gem de Bel não foi destruída até o tempo de Xerxes.m e . (Ou. 3 O u v i.9. Deus não só levará a carga. e se encolheram diante dos assírios. em lugar de salvadores. os deuses da Babilônia se tornaram uma responsabilidade ou obrigação. v ó s a qu em tro u x e n o s braços desde o v en tre e levei desde a m adre. o significado pode ser que os ídolos se curvam diante dos conquistadores assírios do mesmo modo que os adoradores se inclinam diante deles —sugerindo que os homens que conquista­ ram Babilônia eram maiores que Bel e Nebo. Deus ordena a Israel que o ouça enquanto Ele tira disto uma lição para eles —para o resíduo ou remanescente. Ele até diz a eles: “V ós nunca tivestes que me carregar. 63. eu o f i z . mas Ele também os salvará —algo que os deuses ídolos não poderiam fazer sequer por si próprios. e fez desta o domicílio altivo de Nebo e M arduque [Bel]. SI 28.9). Assim. e eu v o s tra rei e vos gu a rd a rei.11. 32. Dt 1. Bel e Nebo não puderam se salvar ou se libertar do cativeiro. Ele ergueu a cidade real de suas perdas e ruínas. Is 40. a Babilônia era lembrada em uma era posterior como uma “das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”. não p u d era m livra rse da carga. os levará e os sustentará.) Os assírios então car­ regaram os deuses sobre bestas de carga cansadas. e eu v o s levarei.12.

o SENHOR não é de qualquer forma como quaisquer dos falsos deuses. E não im porta como uma pessoa clame a ele. “resposta nenhuma dá. e dia n te dele se p rostra m e se inclina m . Novamente Isaías descreve com ironia a manufatura de ídolos. e ele f a z u m deus. Para os rebeldes apóstatas em Israel. deixando alguma sobra na bolsa. ó p revarica dores. e com qu em m e igualareis. p a ra qu e seja m os sem elh a n tes? Claramente. Então ele “não se move” do lugar onde está fixado. O ourives contratado (como o lenhador. uma descrição retórica sim i­ lar em 4 4 . se reco rrem a ele. mas muitos de nós . Hoje não fazemos ídolos de ouro e de prata. veja 4 4 . será posta a ou­ tros usos. como Bel ou Nebo. nem livra alguém da sua tribulação”. M uito embora as pessoas se inclinem diante destes em adora­ ção. do seu lu ga r não se m o v e e. Como o Criador do universo pode ser representado por uma imagem feita pela mão do homem?8 6 G astam o o u ro da bolsa e p esa m a p ra ta n a s balanças. Ele não tem nada em comum com eles. n em livra a lgu ém da su a tribulação. Como é tola a adoração de um tal ídolo! È um desperdício de ouro e prata (cf.1 4 — 1 ).1 7 ) transform ará uma porção em um deus.1 6 . 7 S obre os om b ros o tom am . 2 8 L em b ra i-vos disto e ten d e â n im o.5A qu em m e fa r e is sem elhante. desta vez grandes deuses pagãos. e m e com pa rareis. eles também têm que erguê-los “sobre os ombros” para conse­ guirem levá-los ao seu templo e posicioná-los de pé em seu lugar. a li está. Assim o “deus” é apenas uma grande quantidade de me­ tal. resposta n en h u m a dá. e a porção deixada para trás. re co n d u z i-o ao coração. o leva m e o p õ em no seu lu ga r. assalaria m o ou rives. pesados. a qual não é diferente. Deus enfatiza o que Ele tem dito sobre tal idolatria tanto quanto o que Ele está a ponto de dizer. Este é feito de uma quantia generosa de ouro e prata — “da bolsa” deles.

12 O uvi-m e. KJV). Aqueles que são “duros” (fortes ou poderosos) de coração. o resultado.9 e provavelmente se refere a Senaqueribe. ou seja. e assim acontecerá. 10 que anuncio ofi m desde o princípio e. A descrição se ajusta melhor aos conquistadores assírios. Faço chegar a minha ju stiça. que digo: o meu conselho será fir m e . e “não há outro” que seja semelhante a Ele. as coisas que ainda não sucederam . e o homem do meu 1 conselho. Isto requer um coração tenro e uma mente disposta a receber a justiça de Deus. eu o determ inei e também o farei.1 4). e não estará ao longe. Ele fará tudo o que se propôs a fazer. propósito) “será firme”. e fa r e i toda a minha vontade.3). vós que estais longe da justiça. teimosos nas suas mentes. retratando um conquistador cruel. R m 12. estão “longe da justiça” (cf. Ele ainda é e sempre será o “Eu Sou” (Ex 3. mas Deus quer que eles escutem. e ele honrou os deuses da Babilônia. Deus anunciou “o fim”. desde terras remotas. O seu plano (ou conselho. Os eventos anteriores na história de Israel mostram que só o Se­ nhor é Deus.10 Os assírios eram a “vara” de Deus (1 0 . porque assim o disse. Ciro não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. e não há outro D eus.5 ). 1 que chamo a ave de rapina desde o O riente. não há outro semelhante a mim. o qual era cruel e arrebentou os deuses da Babilônia nos próprios dias de Isaías. 9 L em brai-vos das coisas passadas desde a antigüidade: que eu sou D eus. Porém. desde a antigüidade. Desde o princípio. será leva­ do a efeito. A maioria dos comentaristas supõe que a “ave de rapina” ( “pássa­ ro voraz”. e a minha .podemos esbanjar nosso dinheiro em coisas que poderiam se tornar como deuses para nós. do seu plano. é Ciro. ó duros de coração.

Deus tornará isto fácil para eles. pois registros antigos mostram que a destruição da cidade por Senaqueribe não foi esquecida. Chamar Babilônia de uma “virgem” insinua que a mesma não tinha sido destruída e não esperava ser destruída. nem a delicada. Babilônia é chamada a “filha dos caldeus” (A R A . “em Sião”).12 H á tam b ém a m esm a 2 imprevisibilidade. Isaías retorna agora aos seus próprios dias e profere outra profe­ cia a respeito da d estru ição da B ab ilô n ia em 6 8 9 a. ARC. assentate no chão. mas porque eles a controla­ ram durante grande parte da vida de Isaías. Ele fará chegar bem próximo a sua justiça.13Isto não poderia ter sido dito a respei­ to da Babilônia nos dias de Ciro. refletindo como um espelho a glória do Senhor.4 — 1 .salvação não tardará.C. 2. Ele pro­ mete estabelecer “em Sião a salvação” (Heb. a minha glória. N a realidade. assim eles não precisam estar longe da mesma. b‘tsiyyon. por Senaqueribe. ó virgem filh a de Babilônia.1 —15 e 1 4 . ó filha dos caldeus .11 Isto está cronologicamente antes do capítulo 46. porque nunca mais serás chamada a tenra. Ele os quer restaurados à beleza e glória da sua imagem. Deus olha para Israel como a sua “glória”. KJV) não porque os caldeus fundaram a cidade. com cara descoberta. Assentar-se “no pó” fala de deposição e desapropriação.14 .I -I 5 1 D esce. e assenta-te no pó. os babilônios usaram isto como uma desculpa para des­ truir Nínive em 612 a. como pelo Espírito do Senhor” (2 Co 3.18). NENHUMA ESPERANÇA PARA BABILÔNIA 4 7 . mas estabelecerei em Síão a salvação e em Israel. subitaneidade e perfeição da destruição que ca­ racteriza a descrição da queda da Babilônia no capítulo 13. já não há trono.C . Esta se torna uma realidade também para nós à m edida que “todos nós. somos transformados de glória em glória na mesma imagem. H á uma forte seme­ lh an ça en tre 4 7 .

4 O n om e do n osso R ed en to r é o de Israel. A referência tripla para o SENHOR ( “Redentor.á o teu op rób rio. mas ama o seu povo. o Santo Por trás do juízo sobre a Babilônia está o Parente-Redentor de Israel. Senhor dos Exércitos..2 3 .19). eles ainda estavam tratando a cidade da Babilônia com respeito. A vingança de Deus é justiça divina (cf.Os assírios. Ele odeia o pecado. e v e r . fazendo desta uma de suas capitais. Em 70 0 a. Contudo. e até mesmo enviando alguns dos seus espólios capturados para ela. SE N H O R dos E x ércitos. mas a reconheceram como um reino vassalo. descalça os p és.15 D esde que a passagem é uma personificação da própria B abilônia. Esta trará vergonha aos babilônios. Rm 12. 2 Toma a m ó e m ó i a fa r in h a . 3 A ssen ta -te silen ciosa e en tra na s trevas. N ada assim aconteceu quando Ciro tom ou a B abilônia e fez dela um a das suas c ap itais. Santo”) enfati­ za o poder e o interesse dEle sobre Israel.. p o rq u e n u n ca m ais será s ch am ada sen hora de reinos. trabalhando duro no torneam ento de mós pesa­ das. ó f i lh a dos caldeus.1). a princípio. se vestindo pobrem ente. tom a ­ rei vin ga n ça e não f a r e i acepção de hom em algum . Ninguém será poupado. em d estru í-la... Os habitantes da B abilônia se to rn ariam como os m ais b ai­ xos escravos.. A tua vergon h a se descobrirá. ela já não mais desfrutará uma vida fácil como uma princesa. fez desta um pântano. Dt 32. .s e .35. não reduziram Babilônia a uma província. “passar os rio s” pode referir-se ao fato de que Senaqueribe. descob re a tua cabeça. obrigando a p atin h ar a qualquer um que quisesse cru­ zar o seu local ( c f 1 4 . d escobre as p ern a s e p a ssa os rios. 2 1 .C. e tendo que fazer coisas tais como atravessar com d ificuld ad e pelos rios ou canais da M esopotâm ia.

16 N a própria Babilônia. mas sua destruição por Senaqueribe a deixaria silenciosa. Senaqueribe estava em perseguição de Merodaque-Baladã e não seria provável que ele mos­ trasse bondade aos cativos judeus na Babilônia. a aliança de Ezequias com Merodaque-Baladã poderia ter feito a condição dos judeus cativos até pior.1 5 0 sobreviventes da sua campanha contra Judá. traduzido como “Eu Sou” em Exodo 3. Então ele trouxe os 2 0 0 . A falta de misericórdia em relação aos exilados. os judeus de fato pros­ peraram. No exílio babilônico posterior. Em 700 a.. “até sobre os velhos”. reflete as condições em Babilônia logo após 701 a. quando Senaqueribe expulsou o caldeu Merodaque-Baladã. sob o governo de Nabucodonosor. 10. A cidade da Babilônia do livro de Apocalipse será igual a esta (veja Ap 18. n em te lem braste do f i m delas. Seria mais provável que Ele os tratasse como aliados do inimigo. Os babilônios nativos não tinham nenhum amor pelos caldeus ou pelos amigos destes.14.6). n ã o u sa ste com eles de m isericó rd ia e a té sob re os velh os fi z e s t e m u ito p esa d o o teu ju go .5. supunha que nada mais poderia mudar o seu estado exaltado. Babilônia se recusou a considerar as con­ seqüências de sua conduta imoral e corrupta. um título que os babilônios deram a uma deusa. to rn ei p ro fa n a a m inh a h eran ça e os en tregu ei n a s tu a s m ãos. “Eu serei” é o hebraico ‘ehyeh. nos dias de Isaías. ou rainha eterna. foi considerada a “senhora de rei­ nos”. 7 E dizias: E u serei sen h ora p a ra sem p re. Sua glória se tornaria em trevas. a Babilônia. como também o seu tratamento dos cativos. . Ela se divinizou como a “se­ nhora para sempre”.C. A mão assíria sob o governo de Senaqueribe era mais pesada do que seria sob N abucodonosor. a té agora não tom aste estas coisas em teu coração.C. A ira de Deus com o seu povo o fez usar os assírios como a sua vara (cf.Babilônia.7). 6 M u ito m e agastei co n tra o m eu povo. em seu orgulho..

e fora de mim não há outra. A Babilônia prazerosa e amorosa se exaltou como se fosse um deus ou deusa. pois.18 que os perverteu e os fez imaginar que era sabedoria pensar na Babilônia como um deus. e tal 1 destruição cairá sobre ti. Isaías chama a religião da Babilônia de “maldade”. não era completamente imprevisto. e não pode ser aplicado à conquista por Ciro em qual­ quer sentido. Isaías disse que isto viria. 10 Porque confiaste na tua maldade e disseste: N inguém me pode ver. e disseste no teu coração: Eu sou. a destruição da Babilônia por Senaqueribe foi um choque.17 Desde que os habitantes abriram de par em par os portões e deram as boas-vindas a Ciro. virão sobre ti. ouve isto. Ele não humilhou a cidade ou a envergonhou de qual­ quer forma. e fora de m im não há outra. que dizes no teu coração: Eu sou. Isto era para acontecer “em um momento”. que habitas tão segura. apesar da multidão de práticas ocultistas nas quais eles confiavam. Sem se aperceberem disto. em toda a sua fo rça . que a não poderás conhecer. Eles foram desviados porque tinham falso conhecimento ou “ciência”. p o r causa da abun~ dância dos teus m uitos encantamentos.C. os babilô­ nios estavam negando que houvesse qualquer autoridade moral aci­ ma deles. nem conhecerei a perda de filhos. porque virá sobre ti de repente tão tempestuosa desolação. 9Mas ambas estas coisas virão sobre ti em um momento> no mesmo . não fica r ei viúva. . Por dizerem que “ninguém me pode ver”. 1 Pelo que sobre ti virá mal de que não saberás a origem. que a não poderás afastar. dia: perda de filhos e viuvez. Sua queda inesperada é comparada a uma mãe feita viúva e roubada de suas crianças. deveria ter havido um forte partido anti-Nabonido na cidade durante algum tempo. a tua sabedoria e a tua ciência. Mesmo assim. p or causa da m ultidão das tuas feitiçarias. eles estavam dizendo que os seus deuses eram sem poder. tanto para a Babilônia como para o resto do mundo. O que acon­ teceu em 539 a. tu que és dada a delícias.8 Agora. isso te fez desviar.

ela não será u m braseiro. Babilônia nos dias de Isaías era o centro avançado da religião pagã e astrológica do mundo. a v e r se p o d es tira r p ro veito ou se. cad a q u a l irá va gu ea n d o p elo seu cam in ho. Isaías os desafia a continuar fazendo feitiços e a usar todos os supostos poderes do ocultismo dos seus carolas profissionais para tentar salvar a cidade. Com ironia. n in gu ém te sa lvará. p o rven tu ra . leva n tem -se. 15 A ssim serão p a ra con tigo aq ueles co m q u em trabalhaste. os a g o u reiro s d os céu s. pa ra se aquentarem . Eles serão todos lançados no fogo. Isto concorda bem com 37. não poderão sa lv a r a su a vida do p o d e r da labareda. As pessoas que confiam na ciência estão um pouco melhor que esses que se dedicam ao oculto. 12 D e ix a -te esta r co m os teu s en ca n ta m en tos e com a m u ltid ã o das fe itiç a r ia s em q u e trabalhaste desde a tu a m ocidade. Os resultados são temporários.O juízo calamitoso viria sobre a Babilônia. H oje as pessoas estão gastando bilhões de dólares fazendo novos medicamentos e tentando trazer um mundo melhor através da ciência. e eles não poderiam afastá-lo pelos seus encantamentos mágicos ou pelo pagamento de um resgate. te p o d es fo rtifica r. n em fo g o . M as as práticas religiosas deles não os ajudam. agora. pa ra se assen tarem ju n to dele. e sa lv e m -te do que há de v ir sob re ti. os teu s n egocia n tes desde a tu a m ocid a d e. engolidos em um holocausto. Ij C a n sa ste-te na m u ltid ã o d os teu s conselhos.C. Antes. os p ro gn ostica d o res das lu a s n ovas. A desolação inesperada viria “de repente” sobre a cidade. 14 Eis que serão com o a pragana. pois. o f o g o os queim ará. e doenças que se pensava estarem debeladas estão voltando em uma forma mais forte. os q u e co n tem p la v a m os astros. . Eles dividiram o céu em quartos para obser­ var os movimentos das estrelas para fazer as suas predições. estas os cansam.19 concernente aos deuses que Senaqueribe esmagou e queimou em 689 a.

Eles se firmam no Deus de Israel.19 2 E a té da sa n ta cida de tom am o n om e e se fi r m a m sob re o D eu s de Isra el. . confiando em seus privilégios. suplantador”. A religião deles é só uma forma. um ritual vazio.Aqueles com os quais a Babilônia negociou são os com ercian­ tes que iriam seguir o seu caminho e deixariam a cidade para so­ frer o juízo dela. Eles são um pouco melhores que os babilônios que foram ilu­ didos pelos seus falsos deuses. Estes comerciantes eram nações como o Elão e a M édia. Agora o foco é estreitado ao povo de Jerusalém. Aque­ la destruição pode ser entendida como um exemplo que aponta à subversão do sistem a m undial babilônico no fim dos tempos (Ap I7 . e não na justiça que se alinha com a Palavra de Deus. Eles se chamam pelo “nome de Israel”. que a chama de uma “santa cidade”. qu e v o s cham ais do n o m e de Isra el e sa ístes das á gu a s de J u d á ) qu e ju r a is pelo n om e do S eisÍH O R e fa z e is m en çã o do D eu s de Israel\ m a s não em v erd a d e n em em ju stiça . o SE N H O R dos E x ércitos é o seu nom e. Eles fazem juramentos “pelo nome do SENHOR” e fazem menção do Deus de Israel. Agora Isaías discursa para Israel.I a 19. No entanto. reconhecendo-o como o SENHOR dos Exércitos do céu. 3. Eles n5o querem dizer o que dizem. mas eles ainda são “Jacó” —“engana­ dor. AS PROFECIAS TESTEMUNHAM PELO DEUS VERDADEIRO 48. “mas não em verdade” (ou fidelida­ de).1— 19 1 O u v i isto. as quais ela tinha contratado anteriorm ente para a fazer a sua luta por ela. para apoio. casa de Ja có .3). Q uando Senaqueribe destruiu a Babilônia. o povo não era santo e estava aceitan­ do como verdadeiro o seu relacionamento com Deus. os aliados anteriores dela se espalharam em todas as direções. mas o foco é sobre Judá.

27. profecias previamente desconheci­ das. Freqüentemente eles recusavam a se humilhar. estas incluem verdades sobre o M essias e os novos céus e a nova terra (52. o u a m in h a im agem de escu ltu ra. 3P o r isso. Is 30. p o rv en tu ra . mas eram evidências do poder de Deus. e pa ssaram . A profecia cumprida é uma impor­ tante evidência da verdade da Palavra de Deus. as a n u n ciei. e a n tes deste dia não as ouviste. são cria d a s e não desde então. a p ressada m en te as f i z . Israel estava sem desculpa por atribuí-las a um ídolo. e eu as f i z o u v ir. p a ra q u e não dissesses: O m eu ídolo f e z estas coisas. briguento e teimoso era o povo de Israel (cf. Isto mostra que os cumprimentos não foram nenhum mero acaso. 65. M as agora Deus estava lhes mos­ trando algumas “coisas novas”.4. 4 P orque eu sabia qu e era s duro. ou a m in h a im agem de f u n d i ç ã o as m an dou . 6 J á o ten s o u vid o. p a ra que não digas: Eis qu e j á eu as sabia. 7 A gora. d e bronze. Dt 9. e é uma testemunha ao fato de que só Ele é Deus.17). . Em tempos anteriores. 65.7).13 a 53. e a tua testa. u m n erv o de fe r r o . Ez 2. q u e n u n ca conheceste. Deus concedeu profecias e as cumpriu sú­ bita e decisivamente.As p rim eira s coisas. Deus sabia quão obstinado. te f a ç o o u v ir co isa s n o va s e ocultas. profecias que nenhum ser humano pelo seu próprio raciocínio poderia ter previsto. para impedir o seu povo de dar crédito aos ídolos de fazê-las acontecer. Como nós prosseguimos lendo em Isaías. Esta é uma das razões pelas quais Deus profetizou eventos futuros. to a n u n ciei desde en tão e to f i z o u v ir an tes qu e acontecesse. e a tu a cerviz . 3. não o a n u n cia reis? D esd e agora. sim .12. O povo tinha ouvido o que Deus fez no passado e precisava admi­ tir que o que Ele disse era verdade. desde a a n tigü id a d e. olha bem p a ra tu d o isto.1. p r o n u n cio u -a s a m in h a boca.2.

Jr I I . O Egito é regularm ente referido como um “forno” (D t 4 . P or a m o r do m eu nom e. Deus tinha sido paciente por causa do seu próprio nome. quer dizer. quando. nem ta m p ou co desde en tã o f o i aberto o teu ou vido. para que não falhem em reconhecê-las como sobrenaturais. n em tu as conh eceste. Ele não tinha destruído o seu povo.27). p o r a m o r do m eu louvor. p r o v e i. s N em tu as ouviste.51. 10 Eis q u e te p u rifiq u ei. ou seja. mas de “afli­ ção” (n a m iséria eles sofreram como escravos no E gito). os bab ilô­ nios faziam o reassentamento dos exilados. reta rd a rei a m in h a ira e. Deus chama a atenção novamente para o começo de Israel como uma nação. N a realidade. não de fogo. De forma que Ele poderia ser louvado. p a ra qu e te não ven h a a cortar.2 0 .. m a s não co m o a pra ta . m e co n terei p a ra contigo.te na fo r n a lh a da aflição. como a prata é refinada.C. mas não os escraviza- .A palavra “criar” tem sempre Deus como o seu sujeito na Bíblia. Ele está prometendo coisas novas que só Ele pode fazer. O povo de Israel não ouviu nem entendeu. para que eles não digam arrogantemente que as conheciam antes. Novamente Deus está insinuando que eles não tinham nenhuma desculpa na sua rebelião. p o rq u e eu sabia qu e p ro ced eria s m u ito p e fid a m e n te e qtie eras p r ev a rica d o r desde o ven tre. em cumprimento da profecia de Isaías. ao passo que a Babilônia não é. Eles não estavam aber­ tos à verdade que Deus lhes dera. muito embora a morte fosse a recompensa justa para o pecado. I Rs 8. Senaqueribe deixou Jerusalém sem conquistá-la.4 ) . Ele tinha refinado o seu povo ( “te p u rifiquei”) em um a fornalha. Deus sabia quão rebelde eles eram desde o tempo em que Ele trouxe a nação à existência (D t 31. por causa da sua própria natureza como um Deus de graça e amor. Isto se ajusta ao contexto de 700 a.

p o r a m o r de m im . e o u v i: Q u em . N V I). p o rq u e com o seria p ro fa n a d o o m eu n o m e? E a m in h a g ló r ia n ã o a d a rei a outrem . Ele é o “Eu Sou”. 11 P o r a m o r de m im . Ele fundou a terra pela sua pró­ pria “mão” (o seu poder) e “mediu os céus a palmos”. ó Israel. Ele é maior que a terra e os céus.2 2 ).17). e para m ostrar o seu amor. e o seu braço será co n tra os caldeus. e Ele nunca terá fim. Ele não muda.. Ele estava lá no princípio. nem dará a sua glória a outrem (inclusive Israel). e a p a recerã o ju n to s . eu o p rim eiro . 12 D á -m e ou vid os. 13 T am bém a m in h a m ã o f u n d o u a terra. Deixe-os se ajuntar e ouvir.. e tu. Cl 3. Ele executará o seu propósito em Babilônia. Ele é o Deus Eterno que é “o primeiro. Ele não pretende deixar o seu nome (e cará­ ter) ser “profanado”.vam (cf. eu tam bém o últim o. todos vós. mas isto não é necessário. 14 A ju n ta i-vos. e a m in h a destra m ed iu os céu s a p a lm o s. eu os ch am arei. a q u em cham ei. O braço de poder do SENHOR “será contra os caldeus” ( “babilônios”. O que é pretendido aqui é que o SENHOR ama a Israel.2 8 ). Os exilados prosperaram na Babilônia (veja com entário em Is 4 2 . ó J a có . N enhum ídolo tem profetizado o que vai acontecer à Babilônia. tem a n u n ­ ciad o estas coisa s? O SE N H O R o a m o u e ex ecu ta rá a su a v o n ta ­ de con tra a B abilôn ia. [e] o últim o”. d en tre eles. o fa r e i. Alguns aplicam o que é profetizado aqui a Ciro. Jr 2 9 . Deus faz o que Ele quer fazer (as novas profecias do versículo 6) pela sua própria causa. Estes resistem firmes e continuam a sua existên­ cia por causa da sua palavra (cf. A chamada é ainda para Israel. . eu sou o m esm o. Deus desafia o povo de “Jacó” para ser “Israel” como seu povo escolhido e para dar ouvidos a Ele.

19 T am bém a tua d escen d ên cia seria com o a areia.20 Deus tem chamado a Israel. o S en hor J eová m e en v io u o seu E spírito. Ele os guia pelo caminho certo. agora. O S enhor o enviou e tem enviado o seu Espí­ rito. (Alguns comentaristas entendem isto como se referindo a Isaías. o seu n o m e n u n ca seria cortado. o que lhes “ensina o que é útil” para eles. desde o tem po em q u e aquilo se fe z . Deus tem feito as suas profecias publicamente através de uma sucessão de profetas. tam bém j á o cham ei. e fa r e i p ró sp ero o seu cam inho. co m o as o n d a s do m ar. Ele é o ParenteRedentor deles que os livrará e os libertará. . Ele é o Deus Santo que deve tratar dos pecados deles. q u e te en sin a o q u e é ú t il e te g u ia p e lo ca m in h o em q u e d ev es andar. e a tua ju stiça . o Deus deles. isto é. O SENHOR chama novamente o seu povo: “Chegai-vos a mim e ouvi”. Yahweh.) 17 A ssim d iz o SENHOR. 16 C h ega i-v o s a m im e o u v i isto: N ão f a l e i em segred o desde o p rin cíp io . o S a n to d e I s ra e l: Eu so u o S e n h o r .13 Eu. e os que p ro ced em das tuas en tran h as seria m tan tos com o os g r ã o s da a reia da praia. e. Cristãos cujas vidas são ineficazes precisam ouvir esta mensagem e seguir a Cristo de novo. eu estava ali. O pronome oblíquo átono “o” do versículo acima refere-se a Isra­ el. o teu R ed en tor. seria a tua p a z com o o rio. n em d estru íd o da m in h a fa ce . eu o tenho dito. e o f a r e i vir. Porém. como ser útil (ou eficaz). A h! Se tivesses dado o u v id o s aos m eu s m a n d a m en to s! Então. Ele também é o SENHOR que guarda a aliança. e fará prosperar o caminho deste para realizar o seu propósito de bênção e redenção. Então o Messias fala. porque Ele tem estado presente com o seu povo. o teu D eu s. em vez de referir-se ao Messias. Deus declara novamente o que Ele é para Israel.

Isto corresponde a 13. 32. Israel se manterá vivo na luz da presença de Deus.fez -lh es co r r e r águ a da rocha. no entanto. as águ a s m a n a va m delas. “nunca seria cortado. f u g i de en tre os caldeus. UM MANDAMENTO PARA FUGIR DA BABILÔNIA 48. Não havia nenhu­ ma razão para os judeus fugirem da Babilônia na véspera da entrada de Ciro na cidade.14. A ordem para fugir normalmente significa fugir depressa. E a n u n cia i com voz de jú b ilo . quer dizer. seu caráter e natureza como uma nação. 21 E J a có não tinha sede. 4. que indica que os estrangeiros que fugissem da Babilônia escapariam do destino dos babilônios. a justiça deles seria contínua e poderosa “como as ondas do mar”. O nome de Israel.12. Os registros de EsarHadom declaram que as pessoas fugiram naquele momento. e fa z e i o u v ir isso. fe n d e n d o ele as rochas. e lev a i-o a té ao f i m da terra. 41. toda razão para eles fugirem na véspera da sua destruição por Senaqueribe. nem destruído”.20-21 20 S aí de B abilônia. dizei: O S en hor rem iu a seu serv o Jacó. O retorno deles é com parado ao êxodo do Egito. Pois então a ira de Senaqueribe estava dirigida aos babilônios.17.Deus quer que eles dêem ouvidos aos seus mandamentos. q u an do o leva va p elo s d eserto s.22 A ordem está no plural: “Fujam vocês todos!” Todos os exilados eram para partir com brados de alegria e declarar a redenção do SeNHOR de Jacó (Israel) como seu servo prepara para o que se segue nos capítulos 49 a 57. especi­ almente como fugitivos que escapam para salvar suas vidas.49). pois então a paz e o bem-estar deles estariam transbordando “como o rio”. quando M oisés feriu as rochas com a sua vara e “águas manavam delas” . e os descendentes deles seriam o cumprimento da promessa de que eles seriam tão numerosos quanto os grãos da areia da praia (Gn 22.21 Havia.

Não há nenhuma “paz”. Como Deus vai usar Israel para ajudar a realizar o seu propósito de bênção e redenção? 11. nenhum bem-estar dado por Deus. Ex 1 7 .1 1 . Deus tom ará conta do seu povo de um modo sobrenatural. Como Deus é contrastado com os ídolos no capítulo 46? 3.(N m 2 0 . QU ESTÕES DE ESTU D O 1. 8. 7. cf. Isaías conclui esta seção do livro com uma advertência do SeNHOIl de que voltar para Judá não seria o bastante. Quem é a “ave de rapina” do Oriente. Eles tinham que se arrepender e voltar para Deus. Por que a Babilônia é chamada de “Filha Virgem”? 5. NENHUMA PAZ PARA OS ÍMPIOS 48.6 ). para “o ím pio”. d iz o Sen h or . A culpa ainda rouba a paz das pessoas. 5. Que lição Deus tira da captura de Senaqueribe das imagens de Bel e Nebo? 2. e como Deus o usará? 4. Que evidência há de que as pessoas fugiram da Babilônia nos dias de Isaías? . Que juízo Deus profetiza sobre a Babilônia? Em que a Babilônia tem confiado? O que acontecerá às coisas nas quais Babilônia confia? Por que razões Deus concedeu profecias a Israel? 9. Por que Deus retardou a sua ira e ao mesmo tempo purificou a Israel? 10.22 22 M a s o s ím p io s n ã o têm p a z . o transgressor impenitente. 6. As pessoas hoje precisam fazer mais do que voltar para a igreja.

(Princeton: Princeton U niversity Press. H orton.. rev. N abonido falou a respeito de Assurbanipal como “meu predecessor”. A llis. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. 2 a ed. Stanley M . ed. 2 :2 5 2 . em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. M anuel Kom roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 16 M uilenburg adm ite isso.CITAÇÕES 1 Oswald T. 163. 15 Veja James B. 1:857. 19 56 ). ed. 1:43.. 19 75 ). (R io de Janeiro. 14 James Frederick M cCurdy. 53. 6 Ibid. (Chicago: University o f Chicago Press.2 2 5 . Charles Boutflower. The Book o f Isaiah (Chapters I— XXXIX) in the Light o f theAssyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. 2 :2 0 3 . Ancient Records. 4 W illiam Foxwell Albright. 137. Chapters 4 0 -6 6 ”. ed. 2 C f. 1 9 1 1). 69. rev. (G rand R apids: Baker Book H ouse. 2 vols. Ancient Records. ed. Le Prophète Isaie (P aris: L ib rairie O rien taliste.1 1 3 . 2 :9 9 . H iggins. 15 John R . 18 A S ep tu agin ta trad uz o hebraico da’ath ( “co n h ecim en to ”) como o grego porneia. 12 George L. Paul Geuthner. H istory. s Luckenbill. Pritchard. 19 96 ). 19 24 ). 11 A llis.. 17 Pritchard. 42. um term o geral p ara todos os tipos h ab ituais de pecado sexual. 30 6. Robinson. 31 5. veja também 2 :2 0 3 . em The Jews. . 1 9 2 8 ). R J: CPAD. History. 7 H erodotus. cidades são do gênero feminino. reconhecendo Babilônia como a sucessora de Nínive. 70.2 3 3 . James M uilenburg. em Teologia Sistemática. 19 30 ). “T h e Book o f Isaiah. 2:3 2 9 . 19 49 ). 5:5 4 7 . trans. 316. Prophecy and the Monuments (N ova York: M acm illan Co. 2 :2 5 5 . 9 A rm and K am inka. “Book o f Isaiah”. 66. “T h e Biblical Period”. ed. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. The Book o f Isaiah. “Book o f Isaiah”. D aniel David Luckenbill. em The Interpreter’s Bihle (N ashville: A bingdon Press. 19 5 4 ). 19 2 5 ). 3 0 6 . Ancient Near Eastern Texts. 1 9 5 5 ). 1926— ). 1:857. ed. Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. “A Palavra Inspirada de D eus”.. 27 3 D aniel David Luckenbill. 13 N o hebraico.2 0 0 . George Raw linson. Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. 10 Luckenbill.

Porém. 2:64. 244. 1 9 2 6 — 7 ). 2 vols. Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing House. supondo que um a passagem não deveria m isturar salvação e juízo. veja tam bém 2 225. (C h icag o : U n iversity o f C hicago Press. Oesterly. Alexander. 20 Joseph A. 2 :2 4 5 . Ancient Records o f Assyria and Bahylonia.C om pare este quadro com o do sistem a m un d ial da B ab ilô n ia em A po­ calipse 18. W illiam O. E. 19 53 ). Inglaterra: Clarendon Press. Cf. 22 D an iel D avid L uckenb ill. 21 Ciro foi um governante ilum inado. 19 5 1 ). 2 :2 1 7 . Isaías tipica­ mente m ostra um a percepção realista de ambos. 19 Os m odernos críticos da form a tentam dividir este capítulo. . A History of Israel (O xford.

ilhas.1-50. .I-S5.m e . o Messias.A Redenção e o Servo Sofredor 49.I3 Isaías começa agora uma nova seção onde o Ser­ vo do SENHOR. N ada mais é dito a respeito da Babilônia ou de Ciro ou do conflito com deuses pagãos e práticas ocultas. f e z m en çã o d o m e u n om e. e es cu ta i vós.1-7 1 O u v i.11 I. Ele agora continua a explicar o plano de Deus. é exaltado. A. 0 Servo Traz Restauração 49. p o v o s d e lo n ­ g e : O SENHOR m e ch a m o u d esd e o v en tre. Ele na verdade trará uma libertação do pecado. O SERVO ESCOLHIDO DE DEUS 49. Ele trará uma m aio r lib e rta ç ã o que a q u ela do E gito e da Babilônia. d esd e a s en tra n h a s d e m in h a m ãe.

glorifica a teu Filho. 4 1 . . o Servo-Messias1 exorta a todos os povos do mundo para que prestem atenção. 3 E m e disse: Tu és m eu servo. e m e esco n d eu na su a aljava.6. Ele está bem guardado na aljava de Deus. E f 6. ARA. Yahweh é a primeira palavra da oração hebraica. N V I). em intimidade com o Pai. co m a som bra da su a m ão. Por conseguinte. quando Jesus enfrentava a cruz Ele orou: “Pai. Isaías vê o Messias aqui como a cabeça ou representante ideal de Israel.17. Isto também chama a atenção para Ele como o Messias enviado por Deus.Em outra cena de tribunal. O que Ele está a ponto de anunciar é de importância extrema para os gentios.5. Deus denomina o Servo “Israel”.8) quando Ele se torna o Israel de Deus. 27. Ele também é o Filho de Deus. e reservado para o futuro. O Servo personifica o Israel ideal. o Servo se torna o antítipo de Jacó (cf. é chegada a hora. Ele é chamado desde o ventre (veja M t 1. Deste modo. Ap 19. não de homem. 2 E fez a m in h a boca com o u m a espada aguda. Chamá23.32). quando o Israel natural falha. o Príncipe e Guerreiro de Deus. Ele não mudou o seu plano eterno ou o seu propósito para salvar e abençoar. A palavra dEle será tão efetiva quanto “uma espada aguda” (cf.I). aq uele p o r qu em hei de s e r g lo r fic a d o . m e cob riu . e Isra el. O propósito de Deus em usá-lo é trazer glória a Si mesmo. 2. lo antes do seu nascimento indica o amor de Deus. O SENHOR que chamou o seu Servo o preparou como uma arma. ou seja. resumindo em si mesmo a serventia que Deus pretendia para Israel. enquanto o Servo manifesta o divino es­ plendor de Deus. para que tam­ bém o teu Filho te glorifique a ti” (Jo I 7 . Como “uma flecha lim pa” ( “flecha poli­ da”.20— Lc 1. e.12. H b 4. quando será eficaz e irresistível.31.2Assim. Jesus foi tranqüilamente preparado durante os primeiros trinta anos da sua vida. e m e p ô s co m o u m a fle c h a lim pa. a qual dá esta ênfase: a concepção do Messias é obra de Deus.15).

Ele ainda acredita que o Pai proverá a devida justiça3 e recompensa pela sua obra (cf.17) E novamente: “Je­ rusalém. O Servo gastou as suas forças e o resultado tem sido inútil e vão. todavia. e disse: “O geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco. in ú til e vã m en te g a s ­ tei as m in h a s f o r ç a s . Ele é para “ser” . p a ra resta u ra res as tribos de J a có e to m a r es a tra zer os g u a r d a d o s de Isra el. e tu não quiseste!” (M t 2 3 . 5 E. Os crentes judeus constituíram a primeira Igreja. que matas os profetas. agora.10). que m e f o r m o u desde o v en tre p a ra seu servo. Ele é o Servo Sofredor que trará de volta ao SENHOR o errante Israel. Ele clamou. A restauração envolve conversão e salvação. 53. Agora o Messias é claramente distinguido de Israel. a os olhos do Senhor serei g lo r fica d o .4 M as eu disse: D eb a ld e tenho trabalhado. p era n te o m eu D eu s. Ele tem tido pouco resultado entre a sua própria nação. como a gali­ nha ajunta os seus pintos debaixo das asas. Este é o lado humano do Servo. Deus o honra e é a sua força. e o m eu ga la rd ã o. M as isto não é o bas­ tante “para restaurares” a Israel da sua degradação e alienação. Deus o “for­ mou desde o ventre” (especificamente. Ele será eficaz. e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos. contu do. O M es­ sias também é designado para ser a “luz dos gentios”. e até quando vos sofrerei?” (M t 17. d iz o SENHOR. cuja verdadeira humanidade sentia o que nós sentimos. 6 D isse m ais: P ou co é qu e seja s o m eu servo. o m eu direito está p era n te o S eNHOR. no útero de M aria). qu e lhe to rn e a tra zer J a có . tam bém te dei p a ra lu z d os g en tio s. e uma sobra será restaurada como parte da Igreja em conexão com a segunda vinda de nosso Senhor. Jerusalém. m a s I sra el não se d eix ou a ju n ta r.37 ) Em face ao fracasso aparente o Messias sente desânimo. p a ra seres a m in h a sa lva çã o a té à ex trem id a d e da terra. e o m eu D eu s será a m in h a fo r ç a .

os príncipes diante de ti se inclinarão. O tempo do favor de Deus é o “dia da salvação”. que se aplica à restauração dos estragos que o pecado causa). e te darei p o r concerto do povo. em todos os lugares altos.1 9 2 0 ).s Assim diz o SEN HO R: N o tempo favorável. e aos que estão em trevas: Aparecei. que éfiel'. pode significar uma coisa ou outra) e restabelecer a herança que tinha ficado desolada (cf. contudo reis e príncipes surgirão para reconhecê-lo e “se inclinarão” para adorar o Senhor. onde Paulo aplica isto ao tempo do M essias). Jesus deu a Grande Comissão para todos os crentes —judeus e gentios —para espa­ lharem as boas novas de que esta salvação chegou (M t 24. terão o seu pasto. At 13.32. o R edentor de I sr a elo sen Santo. Ainda que Israel como uma nação desprezasse o Messias e até mesmo o abominasse. te ajudei.14. 2 Co 6. Ainda dirigindo-se ao Messias. o seu Santo”. O pro­ pósito de Deus para a terra é recuperá-la (c f 42. reconhecendo que o Deus de Israel escolheu o Messias. I Co 1. ajudou e guardou (cf.(Heb.23.7). 2.24). a salvação de Deus para o mundo inteiro (Lc 2. ao servo dos que dom i­ nam: O s reis o verão e se levantarão. Eles pastarão nos caminhos e.6. à alma desprezada.2. no dia da salvação . 26.8 -2 6 . At 3. Ele é a solução dos seus problemas (cf.47. para restaurares a terra e lhe dares em herança as herdades asso­ ladas. e te guardarei. e do Santo de Israel. 2 8 . te ouvi e. que te escolheu. ao que as nações abominam. . 9 para dizeres aos presos: Saí. lihyoth'). ' Assim diz o SENHOR . p o r am or do S e n h o r . O Messias encarnará a aliança do povo (Israel) para esta­ belecer a nação (ou a terra. A RESTAURAÇÃO TRA Z ALEGRIA 4 9 . não meramente “levar” (como indica a N V I). quando Deus ouviu. Deus ainda c “o Redentor de Israel.23).21. os verbos aqui são proféticos. o Heb.

SI 23. Agora o S e n h o r fala e promete que toda a terra será mudada. A sua proteção não permitirá que o calor ressecante dos ventos do deserto os abata (o significado pode se referir ao vapor aquecido que causa uma engana­ dora miragem). e eles já não serão uma barreira. nem que o sol os aflija. po­ rém não será mais no M ilênio (cf. As veredas ( “caminhos”. e as minhas 1 veredas serão exaltadas. água era sempre escassa. Os montes são os montes de Deus.2).4 Comentaristas mais antigos pensavam que esta era a China. Ap 7.16. e Ele as usará para trazer de volta o seu povo. 6 I . 12 Eis que estes virão de longe. N V I) são as veredas de Deus. Este é o único lugar onde Sinim é mencionada na Bíblia. Alguns (como o faz a N V I) a identificam com Assuã (antiga Siene) no alto Egito. Deus os conduzirá.^ Os judeus cedo souberam a respeito da China (de onde . do N orte e do O cidente . 10 N unca terão fo m e nem sede. porque o que se compadece deles os gu ia rá e os levará mansamente aos m ananciais das águas. mas do Norte. nem a calma nem o sol os afli­ girã o . guiando-os para junto de fontes de água (cf. As condições comuns no anti­ go Israel serão mudadas. e aqueles outros.O M essias libertará aqueles que estão presos e trará para a luz os que estão em trevas (cf.I ) . e eis que aqueles. Como um pastor. sinirn). da terra de Sinim. Por exemplo. A provisão de Deus será completa. Eles serão como um rebanho que tem a subsistência provida pelo Senhor em lugares inespera­ dos.17).1. não só da Babilônia. como (norm alm ente) margens de estrada estéreis e encostas dos montes. 1 E fa rei de todos os m eus montes um caminho. como em um novo êxodo. no Oriente. A restauração futura será proveniente de todas as direções. do Ocidente e da região de Sinim (Heb.

o trigo era im portado) e há alguma evidência de judeus na China antes do tempo de Cristo.
13 E xultai, ó céu s; e a leg ra -te tu, terra, e vós, m ontes, estalai de jú b ilo , p o rq u e o S enhor co n so lo u o seu p o v o e dos seu s a flito s se com padecerá.

As verdades precedentes trazem alegria. Com a proclamação de brados de louvor a Deus e gritos de alegria, os céus e toda a terra, especialmente os montes, proclamarão que o SENHOR confortou e tem tido compaixão do seu povo aflito. Embora Israel tivesse rejeita­ do o Messias, a luz finalmente penetrará os corações e as mentes do remanescente.
14 M a s S iã o diz : J á m e d esa m p a r o u o SENHOR; o S en h o r se esq u eceu d e m im .

Em resposta a esta profecia, Sião (personificada, representando o povo de Jerusalém nos dias de Isaías) protesta que o SENHOR (o Yahweh que guarda a aliança) a tem abandonado e que o SENHOR ( o Mestre Soberano) a esqueceu. Eles estavam insinuando que o S en h or não estava vivendo à altura do seu nome e natureza. Eles tinham esqueci­ do e abandonado a chamada deles para proclamarem as boas novas (4 0 .9 ). Eles não puderam entender o Evangelho, as boas novas que Isaías estava proclamando.
n P ode u m a m u lh er esq u ecer-se tan to do f i l h o qu e cria, qu e se n ão com p a d eça dele, do f i l h o do seu v en tre? M as, ain d a qu e esta se esquecesse, eu, todavia, m e não esq u ecerei de ti.

Sião não tinha nenhuma razão para ter autocomiseração (pena de si mesma). Deus poderia abandoná-los “por um pequeno momen­ to”, mas a sua “grande misericórdia” sempre estaria lá para eles (54.7). Ele responde que ainda que as mães pudessem se esquecer dos seus bebês, Deus não se esquecerá de Sião. O seu amor é maior que o amor de mãe, maior que o amor que ocupa o primeiro lugar entre todos na terra.

16 Eis que, na p a lm a da s m in h a s m ãos; te tenho gra v a d o ; os teu s m u ro s estão co n tin u a m en te p era n te m im .

Sião está gravada “na palm a das m ãos” de Deus, significando que esta estava sempre diante dos seus olhos e debaixo da sua pro­ teção. Ele sempre a veria e cuidaria dela. As muralhas da cidade ainda estavam de pé nos dias de Isaías, e Deus também as protege­ ria. O cumprimento final, contudo, será na Nova Jerusalém (c f 62.6; Ap 21.12-19).
17 O s teu s f i lh o s a p ressa d a m en te virão, m a s os teu s d estru id o res e os teu s a ssola d ores sa irã o p a ra f o r a de ti.

Então os “filhos” que vêm apressadamente para Sião são contras­ tados com os destruidores que partirão. Os Rolos do mar M orto registram “construtores” em vez de “filhos”. (As palavras hebraicas são quase as mesmas.) Como a NEB traduz isto: “Aqueles que estão a reconstruí-la o fazem mais depressa que os que a demoliram” (Tra­ dução literal da versão americana).
lti L evanta os teu s olhos ao red o r e olha; todos estes qu e se a ju n tam vêm a ti; v iv o eu, d iz o SENHOR, qu e de todos estes te vestirás, co m o d u m orn a m en to, e te cin g irá s deles co m o noiva.
O SENHOR em p en h a a su a p ró p r ia v id a de q u e os que se ju n ­ ta m a S iã o serão p a ra e la co m o o rn am e n to s q u e a d o rn a m u m a n o iva (c f. 5 2 .1 ).

19 Porque, n os teu s desertos, e n os teu s lu gares solitários, e na tua terra destru ída, te verá s, agora, apertada de m ora dores, e os que te d evora va m se cfa sta rã o p a ra longe de ti.

A terra não será imediatamente restabelecida por completo e terá, portanto, lugares despovoados. Assim, não haverá suficientes casas para os seus legítimos habitantes. M as os assírios que saquearam a terra em 701 a.C. estarão “longe”. Isto foi verdade quando o restante daqueles levados por Senaqueribe voltou da Babilônia em 689 a.C.

20 Até m esmo os filh o s da tua orfandade dirão aos teus ouvidos: M ui estreito ép a ra mim este lugar; aparta-te de mim, para que possa habitar nele.
Os exilados que retornam, os quais são numerosos, quererão se estabelecer e ter abundância de casas.

21 E dirás no teu coração: Q uem me gerou estes? Pois eu estava defilh a d a e solitária; entrara em cativeiro e me retirara; quem, então, me criou estes? Eis que eu f u i deixada sozinha; e estes onde estavam?
Jerusalém será pega de surpresa pelo retorno dos exilados. Eles tinham sido poupados quando Senaqueribe destruiu as cidades fortificadas de Judá e levou mais de duzentos mil cativos. Não era esperado que estes cativos retornassem. Isto está em contraste com o retorno posterior da Babilônia. Um grupo posterior teria o conforto da profecia de Jeremias (Jr 29.10).

22 Assim diz o SENHOR: Eis que levantarei a mão para as nações e, ante os povos, arvorarei a minha bandeira; então, tra­ rão os teus filh o s nos braços, e as tuas filh a s serão levadas sobre os ombros.
Agora Isaías olha para o futuro, para um retorno maior. Deus, o Soberano SENHOR, levantou a sua mão, sinalizando às nações que Ele está a ponto de agir. O Messias é a sua “bandeira”, ou insígnia, para os povos do mundo. Por sua causa, o povo de Sião será restabelecido (insinuando a conversão de nações gentias). N ada poderá impedir Deus de levar a cabo o seu plano.
E o s re is se rã o o s teu s aios, e a s su a s p r in ces a s, a s tu a s a m a s; d ia n te de ti, se in clin a rã o co m o rosto em terra e la m b erã o o p ó dos teu s pés, e sa b erá s q u e eu so u o SENHOR e q u e os q u e co n fia m em m im n ã o se rã o co n fu n d id o s.

Deus usará os reis e rainhas para produzirem a restauração de Sião no dia milenial futuro. Eles se sujeitarão a Sião, reconhecendo as

suas obrigações espirituais para com Israel. Em se inclinando e lam ­ bendo o pó dos seus pés,6 eles estarão reconhecendo a Sião como a noiva escolhida de Deus (cf. v. 18) e estarão realmente adorando a Ele, submetendo-se a Ele e ao mesmo tempo reconhecendo que “a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22). Como M otyer comenta: “O quadro é de subserviência política, mas a realidade é o reconheci­ mento de dívida espiritual”.7 Então o povo de Sião saberá em sua experiência que Deus é Yahweh, o Deus que guarda a aliança. Porque Ele é fiel, os que esperam e confiam nEle “não serão confundidos” ou envergonhados de ter tido essa esperança. A misericórdia e justiça triunfarão.

24 T irar-se-ia a presa ao valente? O u os presos justam ente esca­ pariam ?
A resposta para estas perguntas retóricas é não. tirar despojo de um guerreiro poderoso? Ou pode “valente” (Heb. tsaddiq, “um homem ju sto ” que tem seu lado8) conseguir escapar em segurança? A versão “tiran o ”. Quem pode o cativo do o direito do ARA indica

25 Mas assim diz o SENHOR: Por certo que os presos se tirarão ao valente; e a presa do tirano escapará ; porque eu contenderei com os que contendem contigo , e os teus filh o s eu remirei. O S e n h o r tem uma resposta diferente. Os cativos do guerreiro poderoso serão levados embora e serão tomados com segurança os despojos dos tiranos violentos. Deus entrará na batalha ao lado do seu povo. “Eu” está na posição enfática na sentença. Porque o poder de Deus é maior do que qualquer ditador humano, Ele será o vence­ dor e Ele salvará.

20 E sustentarei os teus opressores com a sua própria carne , e com o seu próprio sangue se embriagarão, como com mosto; e toda a carne saberá que eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Forte de Jacó.

A vitória de Deus fará os opressores de Israel se destruírem a si pró­ prios, provavelmente lutando entre si. Então todo o gênero humano (Heb. kol basar, “toda a carne”), ou seja, todos os povos do mundo, saberão que o SENHOR é o Salvador de Israel, o Parente-Redentor, o Deus-Pai pode­ roso de Jacó (cf. Gn 49.24,25). O mesmo Deus que revelou o seu plano para Israel continuará revelando-o para o mundo inteiro.
3. 0 PECADO DE ISRAEL E A FALTA DE RESPOSTA 50.1-3

1 A ssim d iz o SENHOR: O n d e está a carta de d iv ó rcio de vossa m ãe, p ela q u a l eu a rep u d iei? O u q u em é o m eu credor, a quem eu v o s tenha v en d id o ? Eis qu e p o r vossa s m a ld a d esfo stes v en d i­ dos, e p o r vossa s p rev a rica çõ es vossa m ã e f o i repudiada.

Agora Isaías continua o pensamento de 49 .14— O povo tem 16. enganado a si próprio. O SENHOR não se divorciou de seu povo nem o vendeu a credores. Não há papéis de divórcio (como a Lei requeria, Dt 24.1,3). Israel seria castigado pelos seus pecados. “Fostes vendi­ dos” é um modo de dizer que Deus lhes perm itiu ser subjugados pelos seus inimigos (cf. Dt 32.30; Jz 2.1 4). M as “Deus não tinha dissolvido completa e definitivamente o relacionamento de aliança”.9 A redenção ainda era possível e Deus queria a reconciliação. Os credores poderiam vender as crianças de um devedor para a escravidão (cf. 2 Rs 4.1). M as a idéia de que Deus tem credores é ridícula. Não obstante, os pecados do seu povo os colocava na posi­ ção de serem vendidos e aprisionados. Deus não queria isto. Os peca­ dos deles requeriam isto. 2 P o r q u e razão v im eu, e n in gu ém a p a receu ? C h a m ei, e n in ­ g u é m resp o n d eu ? T anto se en colh eu a m in h a m ão, q u e j á não p ossa re m ir ? O u não há m a is f o r ç a em m im p a ra liv ra r? Eis que, com a m in h a repreen são, f a ç o seca r o m ar, to rn o os rio s em deserto, a té qu e ch eirem m a l os seu s p eix es, p o is não têm água e m o rrem de sede. 3 E u v isto os céu s de n egrid ã o e p o r -lh e s -e i u m p a n o de sa co g ro sse iro p o r su a cobertu ra.

O problema não é que Deus é caprichoso ou que Ele esqueceu do seu povo. Antes, o problema é que ninguém lhe respondeu quando Ele veio querendo restabelecer o relacionamento deles consigo. N in­ guém respondeu quando Ele chamou. O povo agiu como se Deus não tivesse nenhum poder para redimir ou livrar. M as Ele nunca se rende. Ele é o Criador que pode falar uma pala­ vra de repreensão e pode fazer “secar o mar” (cf. Êx 14.21; SI 106.9), fazer os rios secarem, ou escurecer o céu (veja Ex 10.21).
4. 0 OBEDIENTE SERVO DE DEUS: 0 MESSIAS 50.4-9

4 O S en hor J eová m e d eu u m a lín gu a eru d ita , p a ra q u e eu saiba dizer, a seu tem po, u m a boa p a la vra ao qu e está cansado. E le d esp erta -m e todas as m anhãs, d esp erta -m e o o u v id o p a ra que ou ça com o aq ueles qu e aprendem . Em contraste com a rebelião de Israel, o Servo Sofredor do SeNHOR10 é fiel. Agora Ele fala (veja vv. 1 0 ,1 1).n O soberano SENHOR, e guarda da aliança, deu a Ele a língua de treinados eruditos. Quer dizer, pela graça de Deus Ele fala a palavra de Deus como um Profeta e é reconhecido como um Mestre. A sua palavra é capaz de sustentar o fraco e o cansado. Ele está acordado, e diariamente ouve a palavra de Deus. Ele está em comunicação constante com Deus, o Pai, e é sensível a Ele (cf. M c 1.35; Lc 6.12). Dessa forma, Ele pode comu­ nicar a palavra de Deus ao cansado. J O S en hor J eová m e a b riu os ou vid os; e eu não f u i rebelde; não m e retiro pa ra trás. O Servo enfatiza que o SENHOR está fazendo isto. Quando o so­ berano SENHOR e guarda da aliança diz ao M essias que o tempo do seu sofrimento é chegado, Ele não se rebelará ou recuará. Ele estará disposto e obediente. 6 As costas dou aos qu e m e f e r e m e a fa c e , aos que m e a rra n ca m os cabelos; não escon d o a f a c e dos qu e m e cfr o n ta m e m e cospem .

Isto descreve o que aconteceu a Jesus antes da cruz (c f M t 26.67; 27 .26,30; M c 1 5 .1 6 -2 0 ; Lc 18.32; Jo 18.22; I9 .I). A despeito do que os seus brutais inimigos fazem a Ele, e apesar do desprezo deles, Ele permanece submisso. ' Porque o Senhor JEOVÁ me ajuda, pelo que m e não confundo; p or isso, pus o meu rosto com o um seixo e sei que não serei confundido. Em meio ao seu sofrimento Ele pode suportar a dor porque o SENHOR o ajuda. A sua confiança no seu Pai o fez saber que Ele não seria superado pelo escárnio e mau trato. Fixar a sua lace como “sei­ xo” retrata a sua determinação de ir para a cruz, sabendo que a sua morte vergonhosa não terminaria em desesperança, mas em ressur­ reição, ascensão e exaltação (cf. Lc 9.51). ,s Perto está o que me justifica; quem contenderá com igo? C om ­ pareçam os juntam ente; quem c meu adversário? C hegue-se para mim. 9 Eis que o Senhor J e o v á me ajuda; quem há que me condene? Eis que todos eles, como vestes, se envelhecerão, e a traça os comerá. A linguagem é a de uma cena de tribunal. Deus o Pai está com o Messias de um modo poderoso. Porque Deus o Pai justifica o Servo como não tendo cometido nenhum pecado, ninguém pode condenar o Servo ou ser eficazmente o seu adversário. Os seus acusadores serão como um artigo de vestuário que se desintegra com a idade, ou que é consumido por traças. Eles não terão nenhum efeito duradouro. O Messias triunfará apesar de tudo o que eles fazem.
5. A ESCOLHA: CONFIE EM DEUS OU PASSE 0 TEMPO EM TORM ENTO 50.10,11

10 Q uem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Q uando andar em trevas e não tiver luz nenhuma, con ­ f i e no nom e do SENHOR e fir m e -s e sobre o seu Deus.

Isaías12agora exorta o povo a responder ao Servo e obedecer àquEle que supremamente obedeceu o seu Pai celestial.13Proceder dessa for­ ma será sair da escuridão e confiar “no nome do S e n h o r ” (cf. Rm 8.32-39). O “nome” indica caráter —e “não há nele treva nenhuma” ( I Jo 1.5). Aquele que vier para a sua luz irá firmar-se (H eb. yishsha’en, “apoiar-se, encostar-se”) sobre o seu Deus, entrando em uma relação pessoal com Ele, pois Deus verdadeiramente será “o seu Deus”.

11 Todos vós que acende is fo g o e vos cingis com faíscas, andai entre as labaredas do vosso fo g o e entre asfa ísca s que acendestes; isto vos vem da minha mão, e em torm entos jazereis.
Isaías agora se dirige ao mundo descrente. Aqueles que insistem em iluminar os seus próprios caminhos pelos seus próprios fogos sofrerão a mão de juízo de Deus. Eles pensam que são pessoas de esclarecimento por causa das suas filosofias humanísticas (incluindo as idéias da Nova Era hoje). M as eles jazerão em um lugar de tor­ mento por causa dos seus pecados (cf. 66.24). Este será um lugar abrasador, pois o fogo é freqüentemente um símbolo do juízo de Deus em Isaías (veja I . 3 I ; 5.24; 9 .1 8; 1 0 .1 6 ,1 7 ; 2 6 .1 1 ; 2 9 .6 ; 30.27,30; 47.14; 66.15,16; cf. I Co 3.13; H b 10.27; 12.29). Eles acendem uma falsa luz que se torna um fogo para destruí-los. Eles terminarão no lago de fogo —um contraste muito real com os seus falsos fogos (Ap 20.14,15).

QUESTÕES DE EST U D O
1. Que evidência no capítulo 49 mostra que o Servo Israel é de fato o Messias? 2. Quais são os dois mais importantes aspectos da missão do Servo? 3. Como 49.8— se aplica a Jesus? 13 4. Que garantia Deus dá de que Ele não esquecerá do povo de Sião?

5. Como Deus trará de volta os filhos e as filhas de Sião? 6. Como o capítulo 50 estende o pensamento de 40 .14— 16? 7. Como a resposta obediente do Servo contrasta com a do povo de Israel? 8. Qual é a atitude do Servo em meio ao seu sofrimento? 9. Que tipo de respostas haverá para a voz do Servo de Deus e que resultados se seguirão?

CITAÇÕES
Este é o segundo Cântico do Servo; Veja 42.1. E Duane Lmdsey, The Servant Songs (Chicago. M oody Press, 1 9 8 5 ), 66. O b­ serve que “Israel” era o nome de um indivíduo (Jacó) antes de se tornar o nome da nação. O Israel N acional não pode ser pretendido aqui, pois este Servo tem um a missão para Israel (veja v.5). O hebraico para “o meu direito” é mishpati : “m inha justiça”, ou “m inha causa” (R S V ), ou “meu direito ” (N R S V ; A R A ), ou “meu caso” (Jewish Publication Society). R . N. W hybray, Isaiah 4 0 — (G rand Raptds: W m . B. Eerdmans, 1981), 66 142. Embora a NIV, et al., m ude o hebraico para swenim (m encionado em Ez 2 9 .1 0 ; 3 0 .6 ), não há nenhuma evidência textual para tal m udança aqui. Joseph A. Alexander, C om m entary on the Prophecies o f Isaiah, 2 vols. em I (1 8 7 5 ; reimpressão, Grand R apids: Zondervan Publishing House, 1 9 7 5 ), 2:28 5. Francis Brown, S. R . Driver, e Charles A. Briggs, A H ebrcw andE nglish Lexicon o f the O ld Testament (O xford, Inglaterra: Clarendon Press, 1 9 5 1), 696. Em “teus pés”, no hebraico “teus” é fem inino singular, referindo-se a Sião. ). Alec M otyer, The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove, 111.: InterV arsity Press, 19 93 ), 395. A N V I pretere a tradução “os violentos” por causa do paralelismo com o v.25 e devido aos Rolos do m ar M orto, aVulgata, c a Siríaca trazem “os violentos”. A versão ARA traz “os tiranos”. A NEB traz “os cruéis”. Todavia, a Versão Barclay traz “Devem os cativos ser legitimamente salvos” (trad. lit.); e Rotherham traz “Pode o cativo de alguém no direito ser libertado?” (trad. lit.). Joe M . Sprinkle, “O ld Testament Perspectives on Divorce and Rem arriage”, Jou rn a l o f the E vangélical Theological Society 40, no. 4 (dezem bro de 1 9 9 7 ): 541.

Veja tam bém J. A. M otyer, The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove, 111.: InterVarsity Press, 19 93 ), 397. 10 Este é o terceiro Cântico do Servo; veja 42:1. 1 Alguns acreditam que Yahweh do v. I ainda está falando aqui e o Servo é 1 identificado com Ele. 12 Alguns entendem o que fala nos v v .I0 ,II como sendo Yahweh. F. Duane Lindsey, The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press, 1 9 8 5 ), 92. 13 Stanley M . Florton, A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro, RJ: CPAD, 19 95 ), 2 9 1 , 29 3.

B.

0 Remanescente Encorajado 51.1-52.12
I. LEMBRE-SE DO FUNDADOR E DA FUNDAÇÃO 51.1-8

Três temas seguem: Deus enfatiza as suas promessas ao remanes­ cente piedoso de Israel; a sua salvação está disponível para todos os povos do mundo; e nada pode impedi-lo de levar a cabo o seu propó­ sito de salvação. E imperativo que nós escutemos. Isaías primeiro se dirige ao remanescente piedoso que segue o que é certo aos olhos de Deus e que o busca. Olhando ao passado, em pesquisa laboriosa nos livros, para a rocha da qual eles foram corta­ dos, eles deveriam ser relembrados das bênçãos e da graça de Deus no passado.
1 O u v i-m e , v ó s q u e s e g u is a ju s t iç a , q u e b u sca is a o SENHOR; olh a i p a r a a roch a d o n d e jb s t e s co rta d o s e p a r a a ca v er n a d o p o ç o d e o n d e f o s t e s ca va d o s. 2 O lh a i p a r a A braão, v o sso p a i, e p a r a S ara, q u e v o s d eu à lu z ; p orq u e, sen d o ele só, e u o ch a m ei, e o a b e n ç o e i e o m u ltip liq u ei.

Usualmente as referências do Velho Testamento a uma “rocha” são referências a Deus. Quando Abraão pôs a sua fé em Deus, Deus o fez como um rochedo. Desse modo, o remanescente piedoso é ori-

entado a focalizar a lembrança em Abraão e Sara, não somente neles como indivíduos, mas no que Deus fez por eles. Eles deveriam se lembrar especialmente da promessa de abençoar, que incluía nume­ rosos descendentes (dada quando Sara era estéril e, no natural, isto parecia impossível). Então eles deveriam se concentrar no cumpri­ mento da promessa (c f Dt I.IO; 10.22). O Deus que fez uma gran­ de nação de tais pequenos começos ainda pode fazer o mesmo. Ele é um Deus fiel. Tudo o que Ele tem feito por eles é pura graça.
3 P orque o SENHOR co n so la rá a Sião>e co n so la rá a todos os seu s , lu gares assola dos; e f a r á o seu d eserto com o o É den e a sua solidão, co m o o ja r d im do SENHOR; goz o e a legria se acharão nela, a ções de g r a ça s e voz de m elodia.

O SENHOR tinha determinado confortar a Sião, insinuando tam­ bém que Ele já começou a fazer assim. As declarações paralelas enfatizam que Ele fará os lugares assolados e o deserto como o Jar­ dim do Eden. Não haverá mais nenhuma tristeza ou lamentação, pois este será um lugar de imperturbável alegria, com satisfação, ações de graças, e cânticos ao som de instrumentos musicais. Isto terá o seu grande cumprimento no M ilênio.1
4 A ten dei-m e, p o v o m eu e nação m in h a ! In clin a i os o u v id o s pa ra m im , p o rq u e de m im sa irá a lei, e o m eu ju íz o se estabelecerá com o lu z d os povos.

Deus fala agora. O remanescente piedoso em Sião precisa escutar, pois Ele dará instrução ( “lei”, Heb. fora/;) sobre como viver em rela­ ção certa com Ele e de um para com o outro. Ele também estabelece­ rá a sua justiça, ou juízo, “como luz dos povos”, como um guia, e não só para Israel, mas para todos os povos do mundo. “Juízo” aqui in­ clui o tipo de vida que o agrada. 5 P erto está a m in h a ju stiça , v em sa in d o a m in h a sa lvação, e os m eu s braços ju lg a r ã o os p o v o s; as ilhas m e a gu a rd a rã o e n o m eu braço esperarão.

ainda está debaixo do seu controle. e levará a cabo as suas decisões. Eles experimentam a justiça e têm as instruções de Deus nos seus corações. povo. 6 Levantai os olhos para os cévis e olhai para a terra de baixo. Elas “aguardarão” (Heb. vós que conheceis a justiça. Como a ARC. mas a minha salvação durará para sempre. nem vos turbeis pelas suas injiírias. a salvação de Deus “durará para sempre” e a sua justi­ ça “não será quebrantada” ou destruída. Os novos céus. 7 O uvi-m e. Os céus estrelados atuais são comparados a uma coluna de fumaça que é levada pelo vento e desaparece. ycqawwu. Eles têm que deixar de ficar amedrontados de abusos ou des- . eles esperam por Ele para enviar o Messias. As pessoas também morrerão.A “justiça” e a “salvação” de Deus são paralelas nesta sentença: um modo poético de dizer que elas estão intimamente conectadas. que foi feita por Deus. esperando e confiando em seu poder para tornar a sua salva­ ção disponível para todo o mundo. (N ota doTradutor: A versão ARC anterior a 1995. e a m i­ nha ju stiça não será quebrantada. porque os céus desaparecerão como a fu m a ça . e a terra se enve­ lhecerá como uma veste. em lugar de “de modo semelhante” (K JV). Deus convida novamente o remanescente piedoso de Israel a escu­ tar. em cujo cora­ ção está a minha lei. A sua salvação cumprirá todos os padrões requeridos por sua justiça. As “ilhas” incluem todos os continentes da terra. muitas traduções to­ mam o hebreu como significando que estas morrerão “como mos­ quitos” ou moscas.25-28). quer dizer. A terra será como uma veste que está velha e simplesmente cai aos pedaços (cf. Os “braços” de Deus significam o seu poder pelo qual Ele julgará todas as nações. traz “semelhantemente”. vós. e os seus m oradores m orrerão como mosquitos. a nova terra e a Nova Jerusalém nunca terão fim. Toda a criação. não temais o opróbrio dos homens. trará a sua justiça. até mesmo as partes mais distantes.) Em contraste. “aguarda esperan­ çosamente”) por Deus. SI 102.

4. Antes. desperta. e p e r p é tu a a legria h a v erá so b re a su a ca b eça . Aqueles que abusam e insultam o povo de Deus serão consumi­ dos. Eles têm que deixar de ficar assustados e chocados pelas palavras injuriosas. cf. O mar Vermelho (Heb. é um clamor para Deus entrar em ação poderosa. o oceano primordial de Gn 1. 30.2) por causa da impossibilidade de Israel cruzá-lo por quais­ quer meios naturais disponíveis a eles. hostis e insultantes dos incrédulos. não im porta o que venha a acontecer. as águas do gra n d e abism o? E que f e z o caminho no fu n d o do mar. 2. 89. fohm. o monstro do mar. ó braço do SENHOR. veste-te de força. v o lta r ã o o s resga ta d o s do SENHOR e v ir ã o a S ião co m jú b ilo . Eles podem contar com isto “de geração em geração”. SI 87.10). desperta corno nos dias passados. 11 A ssim . a tristez a e o g e m id o f u g i r ã o . g o z o e a le­ g r i a a lca n ça rã o .9-16 9 D esperta. Por que meros seres humanos deveriam impedi-los de defender o que é certo? . como Ele fez no êxodo do Egito (aqui chamado “Raabe”. não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe e fe r iu o dragão? 10 Não és tu aquele que secou o m ar . “mar de juncos”) é* comparado ao “grande abismo” (Heb. e a minha salvação.7. mas a minha ju stiça durará para sempre. Mas o povo de Deus tem a garantia da sua justiça eterna e da sua salvação sem fim.prezos humanos. de geração em geração. Pedir ao braço de Deus para desper­ tar não significa que Deus estava adormecido.s Porque a traça os roerá com o a uma veste. DEUS ASSEGURA UM ALEGRE RETORNO 51. jó 9. yam suph. e o bicho os comerá como à lã. . com o nas gerações antigas. para que passassem os rem idos? A resposta de Isaías e do povo de Deus expressam o desejo deles pela salvação que Ele prometeu. incapazes de resistir ao juízo de Deus mais que a lã pode resistir à traça.13.

Com a alegria e o gozo consegui­ dos. quando os cativos voltaram da Babilônia. 12 E u . Por que deveriam ter medo de qualquer mortal. Eles também precisam perceber a própria relação deles com Deus: Deus se tornou deles. Devido a eles segui­ rem ao Senhor. 35. eu sou aquele que vos consola. Aqueles que se encontram encolhidos nas prisões ou estirados diante do inimigo serão em breve postos em liberdade. para qvie temas o homem. que te criou) que estendeu os céus efu n d o u a terra. que é m ortal . o qual —em contraste com o “feno” —“estendeu os céus e fundou a terra”. Haverá um m aior cumprimento disto no fim dos tempos. os quais serão como a relva que logo murcha (cf. ou o filh o do homem.10). rinnah. Aqueles que estão almejando a salvação de Deus olham adiante para um êxodo maior.2 como quando ele está preparado para destruir. como se sentenciados a irem . que se tornará em fe n o ? l 'E te esqueces do SENHOR.6-8)? Quando estão continuamente ame­ drontados a respeito do furor do “angustiador” (ou liquidatário). e o seu pão lhe não faltará . 14 O exilado cativo depressa será solto e não m orrerá na caver­ na. todas as expressões de aflição terão fugido para longe (cf. quando se prepara para destruir? O nde está of u ­ ror daquele que te atribulava? Deus responde. não precisarão buscar gozo e alegria. quem pois és tu. onde virão “com júbilo” (Heb. eles estão esquecendo de Deus. 40. Eles não mor­ rerão “na caverna” ou no calabouço. O povo de Israel necessita reconhecer quem Ele é: o Deus que os “consola” ou renova a confiança deles.C. incluindo po­ derosos opressores terrenos e ditadores. “badalando gritos de alegria”) a Sião. Estas emoções os procurarão e os “alcançarão”.I -2 I ).Os israelitas cantaram depois que cruzaram o mar Vermelho (Ex I 5 . Houve um cumprimento parcial disto em 689 a. e temes todo o dia o fu r o r do angustiador .

para que se movesse em ação (5 1 . O hebraico é confiança do seu povo. e p a ra d iz er a Sião: Tu és o m eu povo. leva n ta -te. Até mesmo a agitação das ondas contínuo poder e controle. Por seu intermédio Deus plantará de novo os céus e a terra em uma nova criação. o qual fala para Deus. ou uma nova ordem.17-23 11 D esp erta . Ele ainda tem um lugar para Israel no seu plano e Ele sempre o terá. O “cálice da vacilação” (ou “que faz os homens cambalearem”. bebeste e so r v este as fe z e s do cá lice da vacilação. e p a ra f u n d a r a terra. p a ra p la n ta r os céus. 3.para a cova (inferno). 15 P orque eu so u o Senhor . teu D eu s. O povo tinha clamado para que Deus despertasse. N V I) indica que Deus deu o seu veredicto e o juízo virá. O S enhor d os E x ércitos é o seu nome. Esta pode ser uma declaração geral ou pode se referir aos prisioneiros de Senaqueribe que foram levados para a Babilônia. e bra m em as su a s ondas.4 ). cito s”. m ovido para agir (SI o “S e n h o r dos Exér­ do m ar falam de seu enfático.9 ). Ele é o S e n h o r Todo-poderoso. com vigor e resolução. qu e f e n d e o m ar. qu e bebeste da m ã o do Senhor o cá lice do seu f u r o r . 0 CÁLICE DA IRA DE DEUS ESCOADO E REMOVIDO 51. . Deus tomará conta das suas necessidades. M as é Jerusalém que realmente precisa fazer isso. Deus não precisa ser despertado ou 1 2 1 . ó Jeru sa lém . renovando a 6 E p o n h o as m in h a s p a la vra s na tu a boca e te cu b ro com a som bra da m in h a m ão. Deus fala agora com o Servo. Jerusalém tem caído debaixo do furor da ira de Deus e a receberá em sua abundância. Deus ainda dirá para Sião que eles são o seu povo: a escolha de Deus não mudou e não mudará. Deus o cobri­ rá com a sua mão até chegar a hora em que Ele será revelado. desperta.

e a fo m e . e teu D eus. n en h u m há qu e a g u ie m a n sa m en ­ te. O Soberano SENHOR. Deus tem uma nova palavra para o seu povo que foi humilhado e recebeu o cálice da sua ira (cf. 19 E ssas du a s coisas te a con tecera m .ls D e todos os fi lh o s qu e teve. retratada como a mãe do seu povo. M as não havia nenhum. v. ainda é o Deus de Israel e tem uma palavra de encorajamento para eles. e. n en h u m qu e a tom e p ela m ão. n u n ca m a is dele beberás. Jerusalém. J eová. ja z e m nas en trad as de todos os cam in hos. 22 A ssim diz o teu Senhor. “como antílope na rede”. Ele a traz à justiça e os defende. O profeta não pode confortar Jerusalém ou até mesmo mostrar simpatia. 21 P elo que. qu em terá com p a ix ã o de ti? A assolação. que pleitea rá a causa do seu p ovo: Eis que eu tom o da tua m ão o cálice da va cila ­ ção. ó opressa e em briagada. com o o a n tílop e na rede. todo o povo estava na mesma condição pecadora. e o qu ebran tam en to.. Está implícito que só Deus pode tratar disto. as fe z e s do cálice do m eu f u r o r . Deixe o povo ver que Deus tomou . m a s não de vinho. para que a guiasse de forma que ela pudesse ter evitado a ira de Deus. não podem escapar. deveria ter tido “os filhos [o povo]”. agora. o u v e isto. 20 J á os teu s f i lh o s desm aiaram . o Yahweh que guarda a aliança.. ch eios estão do f u r o r do S e n h o r e da rep reen sã o do teu D eu s. Os habitantes de Jerusalém estão assim debaixo da ira e da repre­ ensão de Deus. As calamidades estão em pare­ lha: “a fome e a espada” trazem devastação e destruição. 17). de todos os f i lh o s qu e crio u . Ele pleiteia a causa deles. e a espada! C om o te co n so la rei? A situação deles é desesperadora. de modo que eles desfaleceram e.

2 S acode o pó.16. ó ca tiva f i lh a de Sião..6).17. desperta. O desembaraço do “incircunciso” e “imundo” (ou sujo) indica que o povo terá igualmente uma santi­ dade interior. 17. vv. Ex 28 . e tu p u seste as costa s co m o chão e co m o ca m in h o aos viand antes. O povo nos dias de Isaías nunca teria que bebê-lo novamente (c£ w. A terceira chamada para despertar (cf. 5 O povo de Deus cumprirá novamente a função sacerdotal que Ele pretendia anteriormente (Êx 19. a sua justiça pondo o cálice da ira “nas mãos dos que.11. lev a n ta -te e a ssen ta -te. so lta -te das ata du ras de teu pescoço.5— 15). Jo 1 8 . v este -te das tua s vestes fo r m o s a s . pois Jesus tomou aquele cálice por nós (M t 26. 15.22 acima). Os crentes não sofrerão essa ira. 5 1.5. 17 e 21 acima).o cálice da ira da “tua mão”. reis-sacerdotes (Êx 19. e o seu povo.e i nas m ã o s d os qu e te en tristecera m . Após beber o cálice da ira de Deus. JERUSALÉM SERÁ REDIMIDA 5 2 1 -1 2 1 D esp erta . Jerusalém se tornará novamente uma cidade real. ó J eru sa lém . p orq u e n u n ­ ca m a is en tra rá em ti n em in circu n ciso n em im undo. Eles têm que sacudir o “pó” . I Pe 2. entristeceram [a Israel]”. ó Sião. v e s te -te da tua fo rta lez a . os quais os tinham tratado literalmente como a lama das ruas (c f 10. I Ts 5. 5 1. em troca.9).9). 17 ) vem para Sião por causa da obra de redenção do S e n h o r . cid a d e santa. As belas “vestes formosas” são vestes sacerdotais (cf. O cálice da ira de Deus será novamente despejado durante a Grande Tribulação (Ap 6. Que tamanha graça! 23M as p ô . caminhan­ do por cima de suas costas depois de eles terem sido forçados a se prostrarem no chão (cf. Jerusalém será de novo a “cidade santa”.42. qu e dizem à tua alm a: A baix a-te.l o .9.. 16 . p a ra q u e p a ssem o s sob re ti.2— ) providas por Deus. Deus vai mostrar. ó J eru sa lém .1). 4.6.21. cf.7.

4 3 E. 4 P orque a ssim d iz o S en hor JEOVÁ: O m eu povo. Rm 2. p o is o m eu p o v o f o i tom ado sem n en h u m a razãoP O s q u e d om in a m sob re ele dão u ivos. e a A ssíria sem razão o oprim iu . Quando o povo foi vendido em escravidão. a N V I indica “aqueles que o dominam zombam”). a Assíria não pagou nenhum preço a Deus. que os seus próprios opressores lamentam [R S Y CEV]. e o m eu n o m e é blasfem ado in cessa n tem en te todo o dia. Deus vai resgatá-los livremente.(representando o pecado). não havia nenhuma necessidade de pa­ gar um preço à Assíria para resgatá-los daquela escravidão. p o r esta causa. e soltar as antigas cadeias ( “ataduras”) que os tiranizavam. d iz o S enhor . agora. NASB. d iz o SENHOR. outros. p o rq u e eu m esm o so u o q u e digo: E is-m e aqui. n a q u ele dia. Assim. as cadeias do pecado. Deus vai deixar o seu povo saber o “nome” [dEle] (incluindo a sua natureza e caráter) na experiência deste. ARC]. J P orque assim d iz o SENHOR: P o r n a d a fo stes ven d id os. o m eu p o v o sa berá o m eu nom e. ta m ­ bém sem din heiro sereis resgatados. Os seus dominadores “dão uivos” (alguns entendem isto como significando os “uivos” dos seus opressores [KJV. Desse modo. O dia milenial . d esceu ao Egito. ARA. O S en h o r não ganhou nada tendo o seu povo sido levado para longe dEle. p a ra p e r e g r in a r lá.24). pela sua graça. “Portanto” e “por esta causa” são sinônimos utilizados aqui para indicar ênfase. o nome de Deus é insultado ou blasfemado. “sem dinheiro”. que tenho eu aqui que ja z e r . 6 P ortanto. A menção do Egito como o primeiro lugar da opressão de Israel e da Assíria como oprimindo-os “em tempos passados” (por ocasião da sua história) indica que esta passagem está tratando dos próprios dias de Isaías. em tem p os p a ssad os. provavelmente porque eles estão rejeitan­ do o fato de que merecem o seu juízo (cf.

Ele também é o que fez isto acontecer. “Os montes” são os 12 montes de Deus. uni­ dos em um ressonante e alto brado de alegria. . também E f 6. solo improdutivo. Romanos 10. quando Ele falará com eles e eles o verão. e ainda no controle. A aplicação específica aqui é às boas-novas sendo proclamadas nos montes ao redor de Jerusalém. Deus ainda é o Rei do universo. M as agora. desertos de J er u sa lém ! P orque o S en hor co n so lo u o seu p o v o . Ele retorna como o con­ quistador triunfante. ainda soberano.15 faz a citação deste versículo e o aplica ao Evangelho do Novo Testamento (cf. qu e d iz a Sião: O teu D eu s rein a ! Os versículos 7— são um hino de louvor. rem iu a J eru sa lém . 8 Eis a voz dos teu s atalaias! E les alçam a voz. A RA ) podem estar machucados e san­ grando. conforto e redenção de Deus. Então saberão não só que Deus predisse o futuro. por causa da salvação.15). por causa dos pecados de seu povo como também pelo cerco dos assírios. aguardam esperançosamente. 7 Q u ã o su a v es são sob re os m o n tes os p é s do qu e a n u n cia as b o a s-n o v a s. ju n ta m en te ex u lta m . qu e f a z o u v ir a paz. Pois eles verão clara­ mente “quando o SENHOR voltar a Sião”. Os pés “suaves” ( “formosos”.está vindo. que a n u n cia o bem . 9 C la m a i can tan do. A cidade de Jerusalém é chamada “desertos”. os montes do mundo inteiro onde o Evangelho da paz (a bondade e a salvação de Deus) é proclamado (c f 49. mas eles são formosos porque trazem um exultante brado de “boas-novas” de que “Deus reina”: Deus não está morto. que f a z o u v ir a sa lva çã o'. Aqueles que estão assistindo. p o rq u e olho a olho verão. ex u lta i ju n ta m en te. qu an do o Senhor v o lta r a Sião.11 ). até mesmo o solo improdutivo irrompe em brados e cânticos de alegria.

nem no exílio.2 0 ).10 O S e n h o r d esn u d o u o seu sa n to braço p era n te os olhos de todas as n ações. coisa im u n da. aqui. “Todos os confins da terra” verão isto e reconhecerão a sua grandeza. sa í u ten sílio s do Sen em v o s i r e i s f u ­ o D eu s de Isra el Isaías não está na Babilônia. p u r ifica i-v o s . Deus guardará os seus reis-sacerdotes. não poderiam continuar portando os utensílios santos. e também contrasta com a ordem inicial para fugir da Babilônia (4 8 . Houve apenas um cumprimento parcial desta profecia quando Ciro permitiu aos judeus voltarem do exílio babilônico posterior (Ed 1. 11 R etira i-vos. Nem sequer lhes seria permitido entrar no templo.7— 10). g in d o . Quanto a Deus desnudar o seu “santo braço” significa que Ele irá demonstrar o seu poder e sua santa dedicação na sua obra de salva­ ção. instrumentos] do Senhor”. O fato de que eles não devem sair “apressadamente” contrasta com a partida do Egito (Êx 12. Os judeus são reis-sacerdotes levando santos “utensílios [coisas. e todos os co n fin s da terra v erã o a sa lva çã o do n osso D eus. tanto na frente como na retaguarda deles. p orq u e o S enh or irá dia n te de vós. v ó s qu e levais os NHOR. retira i-v o s.Tivessem eles tocado em uma “coisa imun­ da”. Eles têm que se man­ ter cerimonialmente puros. QUESTÕES DE ESTUDO 1. sa í daí. e será a vossa retaguarda.33. 12 P orque não sa ireis apressadam ente. não toqu eis do m eio dela. Como a justiça de Deus é relacionada à sua salvação? 3. A chamada é uma convocação geral. Por que o povo chamou a Deus para despertar e qual foi a sua resposta? . Por que o remanescente piedoso precisa olhar para Abraão e Sara? 2. 39).

Duane Lindsey. ou a algum profeta. o qual continua pelo capítulo 53. B. 4 F. The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press. Este versículo é o começo do quarto cântico do Servo.4. Eerdmans. Knight. C. até mesmo ao pró­ prio escritor.1M as esta passagem “aponta para além de Israel como o . De que modos nós podemos participar hoje no hino de louvor (5 2 . 19 85 ). será en gra n d eci­ do. ou ao remanescente piedoso. isto poderia também significar “no fim ” (N E B ) ou “para n ada”. F. 5. 0 Sofrimento e a Morte Expiatória do Servo 52. Barton Payne. 6. 19 84 ). 2 (m aio de 1 9 6 3 ): 53 -54 . Servant Theology (G rand R apids: W m . Alguns críticos são hesitantes em aplicar isto a Jesus. 3 H ebraico be’ephes.12 I.7 -1 2 )? CITAÇÕES 1 J. Bulletin o f tbe Evangelical Tbeological Society 6. e elevado. de modo que eles tentam fazer a aplicação disto a Israel. no. Por que Deus encobre o Servo? Por que o povo de Jerusalém tem necessidade de despertar? O que Deus quer fazer por eles? O que o povo de Jerusalém tem de fazer com respeito a esta terceira chamada para despertar? 8. 156. 0 SERVO PRUDENTE SERÁ EXALTADO 5213 13 Eis q u e o m eu serv o o p era rá co m p ru d ên cia . e m u i sublim e. 7. “T h e U n ity o f Isaiah”. 2 George A.13-53.

2.5 con­ tudo. A totalidade da evidência é que este Servo é um indivíduo sem pecado. a exaltação só virá após a 1 humilhação e o sofrimento. muitas nações vão se maravilhar nEle”. h o rrifa rá m u ita s nações. 0 SOFRIMENTO ESPANTOSO 52. Quando eles o virem. e a su a f ig u r a . Os “muitos” são as pessoas que olham para Ele esperando que Ele fará a obra de redenção de Deus (cf. p o is a su a ap arên cia estava tão desfigu rada . o significado .1 onde a mesma exaltação é aplicada a Deus). (Alguns conectam esta palavra com uma origem árabe e a traduzem como “espanto”.2 Isaías retrata Israel como so­ frendo pelos seus próprios pecados. A Septuaginta traduz a frase dessa forma: “Assim. p o rq u e aq u ilo q u e não lhes f o i a n u n cia d o verão. A palavra “borrifar” é freqüentemente usada a respeito de borri­ far ou espargir o sangue de um sacrifício. há alguns problemas. 13 A ssim.servo do Senhor.47). Como Filipenses 2. m a is do que a de o u tro qualquer. Isto resulta­ rá em uma exaltação suprema. que sofre completamente pe­ los outros3 “em total obediência ao Pai”. aponta ao M essias”.21).6— 1 deixa claro. porque Ele já não se parece um homem.4Este é um quadro sublime. e os reis fe ch a r ã o a boca p o r cau sa dele.) Em linha com a mensagem de salvação de Isaías. Lc 24.15 14 C om o p a sm a ra m m u ito s à vista dele. expressada pela repetição tripla (cf. e colocado em posição “mui sublime” (c f 6. disponível para todos. O Servo de Deus terá a sabedoria para realizar eficazmente o que Deus lhe envia a realizar. ficarão horrorizados. profundo e preciso do Messias. Os versículos seguintes mostram que Ele sofre como um homem.14. 6. m a is do q u e a d os o u tro s f i lh o s dos hom ens. cf 2 Sm 22. “elevado”. e aq u ilo qu e eles não o u v ira m entenderão. chocados com a sua deformação. esta profecia de um DeusHomem não se enquadra a ninguém mais a não ser Jesus.3): Ele será “engrandecido” (como Deus é exaltado. Certamente.

38. 0 MESSIAS MENOSPREZADO E REJEITADO 53. foi revelado sobrenaturalmente. p a ra que o desejássem os. nem mesmo eles acreditavam na “pregação”. O próprio Jesus teve que vir aos seus discípulos e explanar a verdade.1-3 1 Q u em d eu créd ito à nossa p rega çã o ? E a qu em se m a n ifesto u o braço do SENHORp Israel.4 1 . o remanescente piedoso em Israel. mas depois Ele enfrentou uma crescente opo­ sição.parece ser que “muitas nações” se beneficiarão do sacrifício do Servo e do derramamento do seu sangue. Rm 10. 3. M as Ele surge como em “terra seca”. ou antes. As circunstâncias que cercaram o cumprimento de sua missão pareciam adversas. A comparação com o “renovo” e a “raiz” liga o Servo às profecias messiânicas anteriores de Isaías (veja I L I . O “braço”. quer dizer. . Antes. ne­ nhuma evidência externa de realeza. Inicial­ mente. dian­ te do SENHOR —em sua presença e sob a sua proteção. olhando n ó s pa ra ele j n en h u m a beleza víam os. O Servo foi crescendo como um “renovo”. Jo 12. 10). 2 P orque f o i su b in d o com o ren o v o p era n te ele e com o ra iz de u m a terra seca. o poder do SENHOR. Jesus teve um ano de aparente sucesso na Galiléia (o segundo ano do seu ministério). sem qualquer semelhança de fertilidade que tornasse possível o crescimento. um broto tenro. sendo gentios. fala.2 5 . subjuga­ dos pela grandeza da sua salvação —algo que eles. e. não tinham entendido ou até mesmo considerado antes. Mas Ele não é descrito como vindo semelhante a um Rei desta vez: não haverá nada maravilhoso ou espetacular sobre Ele.6 “Os reis fecharão a boca”.16). o relato ou as boas-novas que eles ouviram e que devem revelar (c f Lc 2 4 . eles serão surpreendidos e ficarão respeitosamente calados. isto é. não tinha p a recer n em fo r m o s u r a . parece não haver nada especialmente atraente a respeito do Servo “para que o desejásse­ mos”.

ele to m o u sobre si as n ossas en ferm id a d es e as nossas dores levou sobre si. Porém.3). SOFRENDO POR OUTROS 53. chalayenu. era desprezado. f e r i d o de D eu s e oprim ido. incluindo a nossa culpa pecaminosa. e n ós o rep u ta m os p o r aflito. (Tanto os termos . As pessoas o desprezavam de um modo zombeteiro. “nossas doenças”) e “nossas dores” (como no v. J M as ele f o i f e r i d o p ela s n ossas tra n sgressões e m oíd o p ela s nossas iniq üidades. Não foi por qualquer pecado próprio que Ele sofreu. quando Ele tirava as dores e as doenças. as palavras hebraicas aqui referem-se ao seu próprio sofrimento físico que Ele suportou na cruz. M as a nação como um todo tinha pensado que Ele tinha sido “ferido de Deus”. A explicação é enfática: Ele foi ferido pelas “nossas [rebeldes] transgressões” (contra Deus e a sua Palavra) e moído pelas “nossas iniqüidades”. No severo sofrimento do Servo Ele é caracterizado como “des­ prezado e o mais indigno”. hom em de dores. Como isto deve ter ferido aquEle que tanto os amou! 4. makh‘ovoth. Aqueles que o menosprezavam acharam o seu sofrimento tão repulsivo que eles viraram as suas faces. ou então eles o desamparavam (M t 26. Ele corajosa e voluntariamente escolheu tomar e levar sobre si o fardo pesado de “nossas enfermidades” (Heb.56 ). ex perim entado n os trabalhos e. com o u m de quem os hom ens escondiam o rosto. objeto do seu juízo. experimentando o mesmo sofrimento que acompanha uma rigorosa doença ou enfermidade. Ele era um homem de “dores” (Heb. e não fiz e m o s dele caso algum . e. p ela s su a s p isa d u ra s.4-6 4 V erdadeiramente. M ateus 8. ferido e humilhado até à morte. f o m o s sarados. o ca stigo qu e nos traz a p a z estava sob re ele. “dores físicas”). ou abandonado.17 aplica isto ao ministério de cura de Jesus.3 jEra desprezado e o m a is indigno en tre os hom ens. Ele pôde fazer isto porque iria morrer.

Ele estava como um cordeiro “perante os seus tosquiadores” (cf. contudo.36). 13. O sofrimento dEle foi vicário —totalmente por outros. Ele foi oprim ido como um a pessoa que é oprim ida por um credor que exige o pagam ento de um a dívida. seu sacrifício foi substitutivo.6 . andamos longe de Deus e extraviados no pecado (cf.7-9 7 E le f o i oprim ido. m a s o SENHORf e z c a ir so b re ele a in iq ü id a d e de n ós todos. co m o a ovelha m u d a p era n te os seu s tosquiadores. João.8).24. as marcas deixadas por golpes) há cura para nós. o Batista.“ferido” como “m oído” são usados a respeito de situações nas quais a pessoa morre.) O castigo que estava sobre Ele era para assegurar a nossa paz. S I 103.176. mas também a restauração da comunhão com Deus (cf. Deus fez todos os nossos pecados (incluindo a nossa culpa e o castigo que nós merecemos) caírem so­ bre Ele. I Pe 2. incluindo o nosso eterno bem-estar. . não fez nenhum a tentativa para se defen­ der. T g 5. chama Jesus de “o Cordeiro de D eus” em Jo 1 . de modo que Deus “fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos”. M t 9. MORRENDO POR OUTROS 53.25). 5. co m o u m cordeiro. SI 1 19. Nós não podíamos pagar a penalidade por nossos próprios pecados. f o i levado ao m a ta d ou ro e. “Pelas suas pisaduras” (ou “açoites”. m a s não a b riu a su a boca. Ele não proferiu nenhuma palavra de reclamação. cf. Todo o mundo precisa do Redentor.2 9.15. 6 T odos n ós a n d a m os desga rrados co m o ovelhas. Ap 5.4. ou como um escra­ vo chicoteado pelo feitor. o cordeiro da Páscoa de Êx 12. bênção e prazerosa comunhão com o SENHOR. ele não a b riu a boca. Isto inclui não só a cura física. N a sua paciência e silêncio.3. cad a u m se desvia va p elo seu cam in ho.3 5.3. porque “todos nós andamos desgarrados como ovelhas”.

“Da opressão” significa que Ele foi posto sob constrangim en­ to (assim como Jesus foi preso e colocado sob guarda como um crim inoso). com os criminosos condenados que foram crucificados com Ele. “Juízo ” refere-se ao julgam ento (em bora este fosse ilegal) e à injusta sentença. Foi pretendido que a sua sepultura fosse “com os ímpios”. 6. ao SENHOR agra d ou o moê~lo. como também por todas as pessoas do mundo. “os seus contem porâneos”]?” Eis como aV ersão de Berkeley expõe isto: “E quais de seus con­ temporâneos consideraria” (tradução literal).2 2). 9 E p u sera m a su a sep u ltu ra com os ím pios e co m o rico. y ‘socheach. v erá a su a . UMA OFERTA ACEITÁVEL PELA CULPA 53.9 Esta era a garantia de Deus de que as acusações de que Ele era um homem violento e enga­ nador eram falsas (cf. na su a m o r te p ^ p orq u a n to n u n ca f e z injustiça. No entanto. n em h o u ve en ga n o na su a boca. I Pe 2.57— 60). após a qual Ele foi conduzido à m or­ te. “considerará”7] o tempo da sua vida [Heb. doro.10-12 10 T odavia. e as suas palavras eram verdadeiras.o en ferm a r. quando Ele de fato morreu. Ele era manso com os pecadores. q u an do a su a alm a se p u s e r p o r ex p ia ção do pecado. ou seja. e quem co n ta rá o tem po da su a v id a ? P orq u a n to f o i corta d o da terra d os v iv en tes e p ela tra n sgressã o do m eu p o v o f o i ele atingido. ninguém naquele momento entendeu o significado de tudo aqui­ lo (nem sequer os seus discípulos entenderam que Ele estava so­ frendo por eles).8 D a opressão e do ju íz o f o i tirado. “E quem contará [Heb. A versão A R A co­ loca assim: “E de sua linhagem quem dela cogitou?” Q uer dizer. “a sua geração”. foi enterrado com honra por um homem rico (veja M t 27 . fa z e n d o . Ele foi “co rtado” por violento sofrim ento e morte. um a m orte m erecida pelo seu povo.

Pelo derramar de seu sangue e o derramamento da sua vida. 2 Co 5. Ser um “servo justo” significa que Ele era sem pecado e. portanto. p o rq u e a s in iq ü id a d es d eles lev a r á so b re si. Que Ele veria a sua posteridade ou descendência (lit.22. Ele verá o resultado dos seus sofrimentos e “ficará satisfeito”. de nenhu­ ma maneira nós merecíamos um tal sacrifício em nosso favor.16) por nós. 3. A N V I acrescenta que “ele verá a luz [da vida]”. mas para todos os que viessem a Ele (R m I . co m o seu co n h ecim en to . 11 O tra b a lh o da su a a lm a ele v e r á e f i c a r á sa tisfeito . o Messias. chaphets. inclusive as conseqüên­ cias da culpa deles.p o sterid a d e. Deus não somente permitiu a morte do Servo.30. fazendo-o enfermar”. o m e u servo. Esta oferta seria levada a uma conclusão eficaz “na sua mão”.21). Deus fez isto motivado por pura graça e amor (Jo 3. incluindo todo o seu ser. e Ele sabia quem Ele era e é. j u s t if ic a r á a m u ito s. foi realizada uma expiação suficiente por todos os nossos pecados e nossas culpas. pelo poder e administração do Servo. p r o lo n g a r á o s dias. ARA ) inclui os negócios ou assuntos do SE N H O R .1 o que realmente foi 1 cumprido na sua ressurreição. Mas a morte dEle não seria o fim. poderia justificar [prover justificação para] “mui­ tos” —não apenas para um. “ver a semente”) significa que Ele se levantaria de entre os mortos e veria os seus filhos espiritu­ ais. . “Ele se agradou”) “moê-lo.10Que Ele “prolongará os dias” dEle significa que Ele continuaria vivo depois da sua ressurreição.I 7 .9). Ele poderia fazer isto porque “as iniqüidades deles levará sobre si”. cf. Deus fez da vida do Servo. O “conhecimento” do Servo significa que Ele conheceu o Pai de um modo amoroso e pessoal. era a sua vontade (Heb. I Co 1. o ju s t o . uma oferta de “expiação do pecado” (normalmente traduzido como “oferta pelo pecado” em ARA e KJV. O “prazer do S e n h o r ” ( “a vontade do Senhor”.. Ele também sabia o que Ele estava fazendo no seu sacrifício por nós. e o b om p r a z e r d o SENHOR p r o s ­ p e r a r á n a su a m ão. Fp 3. 2 Co 5. quer dizer.21.

25 . Tudo isto acontece porque Ele estava disposto a passar pela morte e se deixar ser identificado com os seres humanos.12 P elo q u e lhe d a r ei a p a r te d e m u ito s. Ele de boa vontade. Deus já não olhava para a Lei quebrada.7— 1 lança sobre Isaías 52. Hb 7. m a s ele lev o u so b re si o p e ca d o d e m u ito s e p e lo s tra n sg resso res in terced eu .1). triunfan­ do sobre tudo isso. Deus o recompensará ricamente. p o rq u a n to d erra m o u a su a a lm a n a m o r te e f o i co n ta d o co m o s tra n sg resso res. Que luz Filipenses 2. mas que eles tinham sido tirados (cf. levou o fardo dos pecados e a culpa de toda a raça humana. O que as perguntas de 53.1 implicam? . Is 4 3 . mas para o sangue da vida que a cobrira. Ele estava livremente intercedendo pelos rebeldes e con­ tinuaria a fazê-lo dessa forma (cf. Embora Ele se deixasse ser “contado com os transgressores”. Está claro a partir disso que Ele não era uma vítima das circuns­ tâncias. O segundo bode era despachado para o deserto para declarar que os pecados não só estavam cobertos. M q 7.28). e obedientemente. r ep a r tirá e le o d esp ojo. de modo que nós podemos entrar livremente na presença de Deus e estar em perfeita relação com Ele.34.19). O Servo triunfará. não somente um mestre. co m o s p o d er o so s. I Jo 2. QUESTÕES DE ESTUDO 1.13— 1 15? 2. que era o envoltório da arca da alian­ ça. M as quando o sangue foi espargido. Também nisto Ele cumpriu a tipologia do pecado que oferece dois bodes no Dia da Expiação: um bode era sacrificado e o sangue era borrifado na cober­ tura de ouro (o propiciatório). tratado como um rebelde. R m 8. não meramente um mártir. A quebra da Lei exigia juízo. Lc 23.34. não simplesmente o nosso exem­ plo. os quais estavam em um estado de rebelião (veja M c 15.25. e. Toda a gran­ deza e o poder dos seus inimigos estarão entre os despojos da sua vitória. N aquela arca estavam as tábuas de pedra da Lei. ou seja.

In terp retin g the P rophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. 2 W ille m A. Schultz. 111. 3 :3 5 5 -5 6 . 4 3 6. 3 0 9 -3 1 6 . The Book o f Isaiah. Veja M otyer. O que se pretende dizer quando chamamos o seu sofrimento de vicário e substitutivo? 6. Interpreting the Prophetic Word' 2 8 0. Como a menção de renovo e raiz é diferente do que é descrito em 11. 3 :3 3 8 -3 9 . A N V I segue tanto a Septuaginta como os Rolos do mar M orto. ( Grand R apids: W m . Eerdmans. Biblícal C om m entary on the. 1 Young. Propheeies o f Isaiah. The O ld Testament Speaks. lH “M o rte” é um plural relativo a ênfase no hebraico. indicando que esta era real. J. Prophecy o f Isaiah. James M artin (G rand R apids: W m . Que lição a Bíblia quer que tiremos com o fato de Ele ser enter­ rado na sepultura de um homem rico? 7. Fxposition o f Isaiah (Grand R apids: Baker Book House. B. Como os sofrimentos do Servo são relacionados ao ministério de Jesus e à cruz? 5. H orton. 3 vols. 1. (San Francisco. V anG em eren. B. violenta c suprema. O que nesta passagem indica a sua ressurreição? 8. 4 2 6. Book o f Isaiah. C. 280. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. RJ: CPAD. 7 Como traduzido em Salm os 143. 19 90 ). 1 9 6 9 -7 2 ).: InterV arsity Press. Qual é a continuação do ministério do Servo? CITAÇÕES 1 N ote discussão em Sam uel J. Franz D elitzsch. Eerdmans. 3 Cf. ed. 2:3 0 3 . 197 1). Young. 2:2 2 5 . 19 93 ). 4a. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 19 95 ). Leopold.3. Academie Books. 317. 1 10 Stanley M . . 4 VanGemeren. 1 A Septuaginta indica algo como “para ele a luz se m anifesta”. Alec M otyer. 19 90 ).5. 5 Edward J. 6 H. C f margem da NASB. trans. 10? 4. A A RC e a 1 A R A om item esta parte. 1969). H arper.

e as co rtin a s das tua s habitações se esten d a m . 2 A m plia o lu g a r da tu a tenda. A ênfase aqui está na natureza sobrenatural do relacionamento. não o im peças.13 I. a Nova Jerusa­ lém no céu) —que também são (por fé) os filhos espirituais de Abraão. norte e sul (Gn 2 8 .2 6. Gálatas 4.14 ). alonga as tu a s cord a s e f i r m a bem as tua s estacas. Uma segunda comparação clama pela ampliação do lugar da ha­ bitação de Sião ( “Amplia o lugar da tua tenda”). qu e n ã o deste à lu z ! E x ulta de ■prazer com a legre ca n to e ex clam a. O PROGRESSO JUBILOSO 54. seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12.2 7 aplica isto aos filhos espirituais da Jerusalém que está em cima (i.e. Este capítulo clama por respostas à obra do Servo. Duas compa­ rações ilustram a futura ampliação de Sião.3). Primeiro.D. N a sua semente. Deus prometeu a Jacó que a sua semente irromperia para oes­ te. A Obra do Messias Traz Progresso e Bênção 54. tu qu e não tiveste dores de p a rto ! P orque m a is sã o os f i lh o s da so litá ria do qu e os f i lh o s da casada. A promessa de Deus para Abraão era para uma numerosa semen­ te. leste. Agora Isaías vê uma expansão “à mão direita e à mão esquerda”. a mulher “esté­ ril” (a personificação de Sião) é para cantar e exultar porque os filhos do Servo (5 3 ..1 0 ) são feitos seus. com a semente possuindo as nações e . morte expiatória e ressurreição do Servo.1-3 1 C an ta alegrem ente.1-55. Isto indica a neces­ sidade de abrir espaço para o grande número de pessoas que virão sob as bênçãos que Deus tem para o seu povo. 3 P orque tra n sb ord a rá s à m ã o d ireita e à esquerda. d iz o Se n h o r . ó estéril. e a tua p o sterid a d e p o ssu irá as n a ções e f a r á qu e seja m habitadas as cid a d es assoladas. por causa do sofri­ mento.

porque não serás envergonhada. diz o teu Deus. Ele não é somente o Santo de Israel.14. No Novo Testamento. que é desprezada.7).povoando as suas “cidades assoladas”. 2. Três sinônimos —“envergonhada”. N enhum deus pagão poderia reivindicar isso. por boas razões. A razão pela qual Israel não será envergonhado c que o Criador ainda é o seu marido.. te esquecerás da vergo­ nha da tua mocidade e não te lembrarás mais do opróhrio da tua viu vez. S e n h o r dos Exércitos é o seu nome.4-8 4 Não temas . e não te envergo­ nhes. 0 REDENTOR COMPASSIVO 54. Ele não o abandonou para sempre (veja v. tudo será esquecido. 6 Porque o SENHOR te chamou com o a uma m ulher desampara­ da e triste de espírito. Os 2. pode deixar de ficar amedrontado. e o Santo de Israel é o teu Redentor. mas como “o Deus de toda a terra”. mas o Parente-Redentor de Israel. O Senhor vai levar tudo. cada um com poder lim itado e freqüentemente em com­ petição entre si. etc. Israel. Deus ainda é o Yahweh que guarda a aliança.7. Isto aponta à frente. porque não serás confundida. 5 Porque o teu C riador é o teu marido. como a uma m ulher da mocidade . . o que controla os exércitos do céu. ele será chama­ do o D eus de toda a terra. A vergonha do passado. da “mocidade” (provavelmente no Egito) à “viuvez” (dificuldades pos­ teriores). antes. “confundida” e “opróbrio” —enfatizam que Israel não sofrerá nenhuma vergonha. Ele também será reconhecido não só como o Deus de Israel. pois os pagãos acreditavam em m ui­ tos deuses. A imagem de Deus como o “m arido” de Israel é empregada fre­ qüentemente (Jr 3.). um quadro semelhante é encontrado com Jesus sendo o Noivo da Igre­ ja. para a época do M ilênio e ao futuro glorioso de Israel.

A razão pela qual Israel pode reconhecer que Deus ainda é o seu marido é porque Ele o chamou de volta.1). .9). diz o S e n h o r .. A sua nova aliança será tão firme quanto a aliança feita com Noé. Agora a mulher estéril realmente pode cantar e gritar de alegria (54. chesed. Da mesma forma. A ALIANÇA DE PAZ 54.s em grande ira. A sua bondade eterna (Heb. Ele foi ferido pelo pecado e piela rebelião deles. mas com grande m iseri­ córdia te recolherei. assim ju rei que não me irarei mais contra ti. mas a minha henignidade não se desviará de ti. como uma esposa jovem que é “desamparada”. que se compadece de ti. o teu Redentor. O Dilúvio de Noé foi um ato de juízo sobre todo o mundo. 10 Porque as montanhas se desviarão e os outeiros tremerão. A Palavra de Deus lhe dá segurança. O tempo que Deus deixou Israel foi apenas “um pequeno momen­ to”.21). Ele não se divorciou (veja 50. .9. escondi afa c e de ti p o r vim m omento. “amor que guarda a aliança”) está por trás das suas misericórdias. diz o SENHOR. 7 Por um pequeno momento. M as Deus ainda é o seu Deus.. pois jurei que as águas de N oé não inundariam mais a terra.1). e Ele “escondeu [a sua] face” (removeu a sua presen­ ça ativa) de entre eles —mas só durante um tempo muito curto. Os 11. ou rejeitada. A promessa e aliança de Deus após o Dilúvio foi: “Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem. 3. A sua ira foi como um rompi­ mento de represa. e o concerto da minha paz não mudará. mas Ele permanece e sempre será o Parente-Redentor de Israel (cf.8. te deixei'. mas com henignidade eterna m e compadecerei de ti. como fiz” (Gn 8. embora ele (Israel) seja como uma esposa abandonada e triste de espírito. nem te repreenderei. A sua compaixão é tão grande que Ele recolherá Israel a si.10 9 Porque isso será para mim como as águas de Noé. a promessa e o juramento de Deus para Israel é que a sua ira e repreensão terminaram.

1. arrojada com a torm enta e desconsolada! Eis 1 que eu porei as tuas pedras com todo o ornam ento e tefu n d a rei sobre safiras. VanGemeren sugere que a mesma “incorpora todas as promessas de Deus”.14— 18). arroja­ da pelas tempestades e sem nenhum conforto. de pedras aprazíveis. A compaixão de Deus alcança a aflita cidade de Jerusalém.Grandes mudanças vieram com o Dilúvio. o seu amor que guarda a aliança. “antimônio preto”. Esta será firme e bonita —sem mais nenhuma instabilidade. 12 E as tuas janelas fa r e i cristalinas e as tuas portas. como outras versões indicam )2 para fazer a sua beleza se salientar.27) e fez a paz entre Deus e nós (R m 5. nunca deixará Israel nem o deixará “o concerto da [sua] paz”. a “henignidade” de Deus. Ele deixou a sua paz para nós (Jo 14.1Por intermédio de sua morte. cheia de glória.15-18). As alianças de Deus sempre foram efetivadas por um sacrifício (cf. Novas montanhas e outeiros indubitavelmente surgiram. No fundo está o sacrifício do Servo-Messias. não a moderna turquesa. e todos os teus termos. Ele a construirá com pedras preciosas estabelecidas sobre “safiras” (H eb. mas ricas lazuritas de cor azul celeste). H b 9. o “concerto da minha paz” deve ser a nova aliança futura. As­ sim. de rubins. Deus tem uma restau­ ração maravilhosa guardada para ela. M as. pukh. posta em efeito pela morte de Jesus na cruz. E f 2. JERUSALÉM SERÁ RESTABELECIDA 5 4 . ou “escudos” . mesmo que montanhas e outeiros venham e vão. Embora alguns tomem isto como sendo “baluartes” (A R A ).1 1 -1 5 1 O oprimida. Como é maravilhoso saber que Ele é o Deus que tem compaixão por cada um de nós! 4. As “janelas” da cidade serão feitas de material cristalino. A fundação dessa gran­ de cidade será de safiras (não as modernas safiras.

) e outros como “pináculos” (A SV ) ou “janelas” (K JV ) que refletem a luz solar.10 . Se houver algum ataque contra a cidade. 5. p o r­ que j á não tem erás. ca irá p o r a m o r de ti. Ela estará longe de qualquer opressão ou mal social e.18 -2 1). As portas serão de rubi de vários tons e as paredes ou bordas dos edifícios serão de pedras preciosas. Pode haver ataques não provocados. este falhará. “Eu” está na posição enfática na oração.3 Eles desfrutarão grande paz e bem-estar. continuamente ensinados por Ele. qu e assopra as brasas no fo g o . e a p a z de teu s f i lh o s será abundante.. de medo e terror. 13 E todos os teu s f i lh o s serã o d iscíp u los do Senhor . portanto.(N V I. incluindo as bênçãos plenas da salvação que Deus tem guardado. os quais serão os discípulos do SENHOR. A palavra hebraica traduzida como “criei” só é usada a respeito de Deus e aqui enfatiza .16. o hebraico shimshoth (lit. mas Deus não causará guerra contra ela como Ele o fez quando os assírios e babilônios trouxeram o seu juízo. 15 Eis qu e p o d erã o v i r a ju n ta r-s e. A Nova Jerusalém será bonita de um modo se­ melhante (Ap 21 . Deus cumprirá o seu propósito para com Israel.17 16 Eis que eu criei o fe r r e ir o . OS SERVOS DE DEUS SERÃO JUSTIFICADOS 54. tam b ém cr iei o assolador. “sóis”) provavelmente signifique escudos próprios para refletirem a luz do sol. que p r o d u z a fe r r a m e n ta p a ra a su a obra. porq u e não chegará a ti. Os “filhos” (as crianças) são os habitantes da cidade. quem se a ju n ta r co n tra ti. p a ra destruir. A cidade será fundada e estabelecida na justiça de Deus (incluin­ do o seu amor e compaixão). m a s não será p o r m im . 14 C om ju stiça serás con firm a d a e estarás longe da opressão. e tam bém do espanto.

5— para a aplicação disto aos assírios. 45 . “Toda ferramenta” ( “toda arma”.1 1 deixa claro. v in d e e co m p ra i. (Veja Rm 4 .1. Nem tampouco “toda língua” que se levanta para acusar no tribunal será capaz de se levantar contra o povo de Deus e tomar a “herança”. cor ou condição social.2 0 -2 5 . uma porta está aberta de par a par para todos. tu a co n d e n a r á s . Agora Deus revela o seu propósito de um modo maravilhoso. d iz o S e n h o r . Fp 3. A R A ) não será capaz de tirar de Sião o que Deus irá prover. Tudo isto fala de uma salvação preciosa. e v ó s q u e n ã o ten d es d in h eiro . Esta é a palavra declarada de Deus.o seu controle soberano sobre os trabalhadores humanos. sem d in h eiro e se m p r eço .6). e a destruição que eles trazem. Eles terão uma herança que realmente é deles. os assoladores (os guerreiros). v in h o e leite.9). as armas. sim . estes verdadeiros crentes são todos “servos do S e n h o r ” .7 e veja também 10. H á bastante água para todos os que têm sede e vierem beber. provida por Ele.2 1 O v ó s to d o s o s q u e ten d es sede. N a luz da salvação provida pelo Servo do capítulo 53. esta é provida pela morte e ressurreição do Servo Sofredor. os direitos e as bênçãos que Ele lhe tem dado. co m p ra i e co m ei. UM CONVITE UNIVERSAL 55. plena e livre (cf. vin d e. O SE N H O R chama a todos para virem — indiferentemente de raça. esta é a h era n ça d o s s e r v o s d o S e n h o r e a su a ju s t iç a q u e v e m de m im . 6. (Cf. o M essi­ as. Eles terão uma justiça que vem da parte do S e n h o r . M t 5. O convite tem uma só condição: sede. “Vinho e leite” implica provisão para todos os tipos de necessidades.) 19 17 T oda f e r r a m e n t a p r ep a r a d a co n tr a ti n ã o p r o s p e r a r á . Aqueles “que não [têm] dinheiro” podem vir porque o ServoMessias já pagou o preço completo: Ele morreu pelo mundo inteiro — . Como 5 3 . e toda lín g u a q u e se le v a n ta r co n tr a ti em ju íz o . v in d e à s á gu a s.

3-5 3 Inclinai os ouvidos e vinde a mim. o Servo Sofredor do capítulo 53. e a vossa alma viverá. Lc 14).7). “cortar” por um sacrifício] “um concerto perpé­ tuo” com todos os que vierem a Ele. Este novo concerto trará o cumprimento da aliança de amor prometida a Davi. M uitos hoje estão gastando o seu dinheiro e trabalho nas coisas vazias do mundo. Os seus desejos egoístas os cegam para os valores bí­ blicos. virem ao SENHOR. UMA ALIANÇA PERPÉTUA 55. a Parábola das Bodas em M t 22. mas também alegria e deleite na riqueza do que Deus provê (cf. Deus fará [Heb. aqui chamada “as firmes beneficências de Davi”. e a vossa alma se deleite com a Os arrasados e empobrecidos pagãos estavam gastando as suas riquezas e trabalho em templos e deuses que não os podiam satisfa­ zer (4 6. _ 7. O que eles tinham recebido não era nada mais que uma ilusão. Ou seja. ouvi.inclusive as cidades do interior. esses que não têm nenhum dinheiro e nada para oferecer em troca. dando-vos asfir m es beneficências de Davi. e a “vossa alma” (todo o seu ser) será reavivada. Este concerto é a nova aliança posta em efeito pela morte sacrificial de Jesus. os países do Terceiro Mundo. As ordens são plurais e ampliam o pensamento do versículo I: Deixem todos os que estão sedentos escutarem. A chamada é para ouvir diligente e exclusivamente o SENHOR. Eles estão em uma corrida louca em busca de po­ der ou prazer. e eles não buscam as bênçãos de Deus. obedecerem. 2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? O u vi-m e atentamente e com ei o que é bom. Então eles poderiam comer uma comida real e achar não só satisfa­ ção. porque convoscofarei um concerto perpétuo. ‘ekh/thah.6. estas promessas o asseguravam de que sempre haveria .

37). etc. 5Eis que chamarás a um a nação que não conheces. M as a oportunidade não durará para sempre (cf.um homem dos seus descendentes para o trono (2 Sm 7. DEUS PERDOARÁ LIVREMENTE 0 ARREPENDIDO 5 5 . Zc 8.5. Fp 2. “E-me dado todo o poder no céu e na terra” (M t 28.8. At 13.6 -9 0 Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar. e do Santo de Israel. Nações que não o conheceram correrão para Ele por causa da sua relação com Deus o Pai e porque o Santo de Israel o glorificou e o exaltou (cf. e para tornar o trono de Davi eterno enquanto Ele reina em Jerusalém no M ilênio e na Nova Jerusalém. A Pessoa que Deus oferece como uma “testemunha aos povos” do mundo é o Messias. 2 Co 6.9. quer dizer. como príncipe e govern a dor dos povos. o qual cumpre a promessa de Deus a Davi.1. teu Deus. Is 9.15). 12.4 Como Jesus disse. Ele também será o líder designado por Deus ou o príncipe soberano.4. p or am or do SENHOR. 23. A l­ .28— 37). Jo 18. 4 Eis que eu o dei como testemunha aos povos. Nm 2 4 . Ele será achado por aqueles que buscam.3. 8. e um a nação que nunca te conheceu correrá para ti. A ressurreição de Jesus o identifica com esta profecia (cf. Jesus. Ele será uma testemunha da verdade (cf. Pela sua natureza.18.2). Ag 2. de todos os povos do mundo.20— M q 1.6. Estas beneficências serão cumpridas quando Jesus vier novamente. porque ele teglorificou. 19. 89.7.7. cf. como o Rei davídico. Ap 2.26.27. “chamará a uma nação” (gentios) que Ele não conheceu ou teve algum contato durante o seu ministério terreno.5.34).1 7 -1 9 . Is 49.).14— SI 16. Ele será um “governador dos povos”. invocai-o enquan­ to está perto. Em vista do amor de Deus e da provisão da misericórdia e da liderança do Messias. o mandamento dado é para buscar “ao S e NHOR” intensamente com um desejo de adoração. Ele está perto dos que clamam a Ele.

A PALAVRA DE DEUS TRARÁ ALEGRIA 55. 9 Porque. veja Hb 10. m a is altos do qu e os vossos pen sa m en tos. que é “o caminho” (Jo 14. No en­ tanto. e os m eu s pen sa m en tos. assim co m o os céu s são m a is altos do q u e a terra. Além disso. to rn e p a ra o n osso D eu s.19. mudar o seu estilo de vida. Pessoas cheias de delitos e que causam injustiça têm que aban­ donar os seus “pensamentos” (incluindo os seus planos e intenções). Todos nós podemos aplicar isto à nossa própria vida.20). n em os v o sso s cam in h os. pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (R m 3. e brotar. eles são infinitamente mais altos. e o hom em m align o. 7 D eix e o ím pio o seu cam inho. qu e se com p a d ecerá dele.guns sugerem que o hebraico pode ser traduzido da seguinte forma: “Buscai ao S E N H O R onde Ele pode ser achado”. assim co m o desce a ch u va e a n ev e d os céu s e p a ra lá não torn a m . 05 m eu s cam in h os. assim são os m eu s ca m in h os m a is altos do qu e os vossos cam inhos. Isto poderia indicar reunião de pessoas que estão adorando a Ele. Para os malfeitores culpados buscarem ao S E N H O R . d iz o S e n h o r . 9. yashov.10-13 10 Porque. Então eles podem tornar (Heb. porque os pensamentos. m a s rega m a terra e a fa z e m prod u z ir. o ímpio tem que abandonar os seus pensamentos. 8 P o rq u e os m eu s p e n s a m e n to s n ã o sã o o s v o sso s p e n s a m e n ­ tos. intenções e caminhos de Deus não somente são diferentes dos nossos.23). Como disse Jesus: “Por­ que onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome. quer dizer. Deus transpôs o abismo que existia entre nós e Ele por um novo e vivo (ressuscitado) caminho: Jesus.20). planos. “retornar”) para o S E N H O R para receberem livremente misericórdia e abundante graça e perdão. e . aí estou eu no meio deles” (M t 18. eles têm que primeiro deixar “o seu caminho”. p o rq u e g ra n d io so é em perdoar. os seu s p en sa m en to s e se co n v erta ao Senhor .6.

23. Essa maldição será removida e árvores perenes tomarão o lugar daqueles. uma expressão do nome de Deus — de sua . A queda de Adão trouxe uma maldição sobre a terra de forma que esta produziu espinhos e cardos (Gn 3. Antes.17. Esta acertará em cheio o alvo. 12 P orque. e tod a s a s á r v o r e s d o ca m p o b a terã o p a lm a s. isso s e r á p a r a o SlNHOR p o r n om e.27). cr e s ce r á a f a i a . Esta será o tipo de alegria e paz que Jesus dá — uma paz diferente de qualquer coisa que o mundo dá (Jo 14. A transformação olha à frente para o M ilênio quando toda a natureza será igualmente transforma­ da (R m 8. tendo o efeito que Ele pretende (cf.21). shem. 53. nós deveríamos buscar a Deus por causa da grande bênção que resultará. “nome”. a n tes.10). Esta transfor­ mação de pessoas e da natureza será para o Senhor “por nome” (Heb. e p ã o ao q u e com e. Esta faz com que toda a natureza pareça cantar e se regozijar. 13 j Em lu g a r d o esp in h eiro. f a r á o q u e m e a p ra z e p r o s p e r a r á n a q u ilo p a r a que a en v iei. co m a legria . ela n ã o v o lta r á p a r a m im va z ia . Deus não fala a sua palavra para tê-la simplesmente ecoando de volta para Si. o s m o n ­ tes e o s o u teir o s ex cla m a rã o d e p r a z e r p e r a n te a v o ssa f a c e . sa ir eis e. p o r sin a l etern o . cr es ce r á a m u r ta .d a r s e m en te a o sem ea d o r. 11 a ssim s e r á a p a la v r a q u e s a ir da m in h a boca. Portanto.18). elas descem para ter um efeito im portan­ te. A promessa final da Palavra de Deus (a Bíblia) é que os pecadores arrependidos (cf. e. s e r e is g u ia d o s . q u e n u n ca se a pa gará. em pa z . A provisão de Deus de chuva e de neve não simplesmente descem e tornam para cima. vv. 7— 10) sairão da escravidão do pecado “com alegria” e serão conduzidos pelo S E N H O R “em paz” e bem-estar. tornando possível o crescimento das plantas que suprem as neces­ sidades humanas. em lu g a r da sa rça . ou seja. 45 . Ela fará o que Deus deseja e terá sucesso.

Isto dará glória sempre a Deus e inspirará louvor. O que é esperado que Sião faça por causa da obra do Servo? 2. 1 9 9 0 ).natureza e caráter). Este sinal nunca será eliminado.30. Para quem vem o convite de 55. 2 vols. VanG em eren. reimpresso. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. O que você conclui sobre os pensamentos e a Palavra de Deus no capítulo 55? 7. 2 8 0. . Alexander. Academ ie Books. Quais as garantias que Deus dá aos pecadores arrependidos no capítulo 55? CITAÇÕES 1 W ille m A. 19 75 ). 2 :3 2 6 . Quais são as promessas de Deus ao povo de Israel como seu “ma­ ndo”? 4. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse.1 e por quê? 5. A mesma palavra é usada a respeito da pintura dos olhos em 2 Reis 9. 3 Alguns entendem que “filhos” significa “construtores” já que as consoan­ tes hebraicas são as mesmas. Isto será um sinal eterno e sobrenatural que prova a efetividade da palavra de Deus. O que está implícito em chamar Deus de marido de Israel como também o Deus de toda a Terra? 6. Como isto se relaciona com as promessas dadas a Abraão e Jacó? 3. em I (1 8 7 5 . Q UESTÕES DE ESTU D O 1. porque Ele é mere­ cedor. 4 Joseph A. Interpreting the Prophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing H ouse. 2 Alguns entendem isto como sendo sulfeto de chumbo escuro.

está próxima.1 N o entanto. esta seção está proximamente conectada à profecia precedente e a conclui. Bênção e Juízo 5 6. e a m inha ju stiça . Alguns entendem que este capítulo começa uma nova seção. oferecida a todos os que têm sede.1 ). as pessoas precisam ser lem- .1-66. A BÊNÇÃO INCLUI EUNUCOS E ESTRANGEIROS 56. porque a minha salvação está prestes a vir.Glória para o Povo de Deus. mas traz res­ ponsabilidades como também bênçãos. A completa e livre salvação do SE N H O R . a m a n jesta r-se.1-5 8.24 A. Juízo sobre Outros 56.14 I. mas por graça. Embora a salvação prometida não seja através de obras. O “vinho e leite” eram “sem dinheiro e sem preço” (5 5 .1-8 1 A ssim diz o Senhor : M antende o ju íz o e ja z e i ju stiça.

d iz en d o : D e tod o m e a p a rta rá o SENHOR d o se u p o v o . ben . por isso o mandamento era evitar “perpetrar algum [tipo de] m al”. G1 6. eter­ namente” (D t 23.7. e o f i l h o d o h om em q u e la n ça r m ã o disso. O “homem” (Heb. guardar o sábado era importante (cf. N o entanto. nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SE N H O R .1. 2 B e m -a v e n tu r a d o o h o m em q u e f i z e r isso. “O quebrantado de quebradura ou castrado não entrará na congregação do Senhor. Porque o sábado era o coração como também o símbolo da velha aliança.9— 10).19— 27.9— I . 51. O relacionamento deles com outros seres humanos também era importante. e se juntarem a Israel para recebe­ . onde o descanso do sábado da nova aliança está I diariamente cessando por causa de nossas próprias obras.bradas de que Deus esperava boas obras (cf. a porta estava sempre aberta para os estrangeiros ofere­ cerem a sua submissão ao SE N H O R . dham . antecipando a sua salvação e a revelação da sua justiça. A implicação é que os estrangeiros entre eles têm estado e continuam envolvidos em ritos e cerimônias pagãos. “o a filho da espécie humana”) que “lança mão disso” significa todo ser humano individual que guarda isso e continua seguro nessa posição. mas com­ pare H b 4. a fim de fazermos a vontade de Deus em obediência a Ele). isto significava estar sob a autoridade da velha aliança. E n ã o f a l e o f i l h o d o es tr a n g e ir o q u e se h o u v e r ch ega d o a o SENHOR. 3). Nos dias de Isaías. q u e se g u a r d a d e p r o fa n a r o sá b a d o e g u a r d a a su a m ã o d e p e r p e tr a r a lg u m m al. N e­ nhum amonita ou moabita entrará na congregação do Senhor. e porque era central à expressão da relação deles com o SE N H O R . Jr 17. U m a bênção é pronunciada sobre as pessoas que continuam fa­ zendo isso constante e fielmente. n em ta m p o u co d iga o e u n u co : E is q u e eu so u u m a á r v o r e seca.1. O seu mandamento era para o povo colocar em prática o juízo e a justi­ ça. A Lei proibia duas classes de pessoas de entrar na assembléia sa­ grada do povo de Deus quando eles adorassem.

mas também ao S E N H O R . mas muitos outros disseram como Rute: “Aonde quer que tu fores. ali pousarei eu. de que o S E N H O R disse: Vo-lo darei.29. e Ele continuaria tomando conta deles. os eunucos expressavam a sua decepção a respeito de não poderem ter filhos para continuarem a linhagem familiar deles. 16). e te fare­ mos bem. cf. 4 P orq u e a ssim d iz o S e n h o r a resp eito d o s e u n u co s q u e g u a r ­ d a m o s m eu s sá bados. porque o aumento de descendentes dos israelitas fiéis era freqüentemente um sinal de bênção. e foram geralmente bem-vindos. e a b ra ­ ç a m o m eu co n certo : 3 T a m b ém lhes d a rei n a m in h a ca sa e d en tro d o s m e u s m u r o s u m lu g a r e u m n om e. alguns estrangeiros expressavam um receio de que Deus eventualmente os separaria do seu povo. Eles não só se uniram com Israel. Cada pessoa é valiosa para Ele. Ele nunca os trataria como cidadãos de segunda classe. mas Deus não. os quais eram considerados impuros e não lhes era perm itido entrar na as­ sembléia do S e n h o r (D t 2 3 . porque o Senhor falou bem sobre Israel” (N m 10. Êx 12. As pessoas podiam olhar para eles desse modo. Ele espera que eles guardem não . Hobabe recusou. Deus lhes falou para não dizerem isso —insinuando que eles deveriam continuar con­ fiando em Deus. que era um gentio: “Nós caminhamos para aque­ le lugar. Porém. irei eu.48. Deus tinha uma promessa maravilhosa para os eunucos.49). m e lh o r d o q u e o d e f i l h o s e f i l h a s . o teu Deus é o meu Deus” (R t 1.rem as bênçãos que Deus prometeu ao seu povo. M oisés disse ao seu cunhado. e onde quer que pousares à noite. u m n o m e e te r n o d a r ei a ca d a u m d eles q u e n u n ca se apa gará. Deus lhes falou para que não dissessem que eles eram uma “árvore seca”.1 ). incapazes de produzir fruto. devido a muitas das promessas terem sido dadas especificamente para Israel (e possi­ velmente por causa do preconceito que poderia ter sido mostrado por alguns dos israelitas). o teu povo é o meu povo. Vai conosco. Também. Hobabe. e esco lh em a q u ilo q u e m e agra d a .

Então Deus daria aos eunucos um memorial.41— 2 Cr 6. não os seus próprios caminhos. Ele lhes daria uma porção ou posse “na minha casa e dentro dos meus muros”. e o s q u e a b ra ça rem o m e u co n certo . S I 24 . amem o seu nome (a sua natureza e caráter). um nome que não será removido ou eliminado e que “nunca se apa­ gará”. ou seja. Eles também têm que escolher e continuarem escolhendo. clamou (M t 21.3— mas 5). mas as coisas que agradam ao S E N H O R . Ele sempre pretendeu que o seu templo fosse uma “Casa de Oração para todos os povos”. p a ra o s e r v ir e m e p a r a a m a r em o n o m e d o SENHOR. Ele também os levará ali e os fará se alegrarem no templo.3 e abracem fortemente o seu concerto.13). n ã o o p r o fa n a n d o . Os seus holocaustos (completamente queimados para indicar a completa dedicação do adorador e a completa exaltação do S e n h o r ) e os seus sacrifícios (oferecidos para buscar e experimentar a comunhão com Deus) serão bem agradáveis a Ele. sejam seus servos fiéis.2 Isto incluía manter fortemente o concerto de Deus. na sua presença. mas também os outros sábados de Levítico 23. se n d o d este m o d o s e r v o s seu s. O nome que Deus dará será “um nome eterno”. N isto eles esta­ rão cumprindo o propósito de Deus.32) e como Jesus pro­ 43. o s seu s h o lo ca u sto s e o s s e u s s a c r f í c i o s se rã o a ceito s n o m e u altar. Eles terão um lugar escolhido na ressurreição e viverão para sempre com o SE N H O R . p o r ­ q u e a m in h a ca sa s e r á ch a m a d a C a sa d e O ra çã o p a r a to d o s os p o v o s. Deus espera que os estrangeiros que se unem a Ele o adorem. to d o s os q u e g u a r d a r e m o sá bado. 6 E a o s f i l h o s d o s es tr a n g e ir o s q u e se ch ega rem a o SENHOR. “um lugar e um nome”.somente o sábado semanal. Observe que o templo ainda existia quando Isaías . 7 ta m b ém o s lev a r ei ao m eu sa n to m o n te e o s f e s t e j a r e i n a m in h a C a sa d e O r a çã o . como Salomão reconheceu (I Rs 8. e uma continuação do nome deles melhor que através de filhos ou filhas. a sua Casa de Oração. guardem o sábado. Então Deus não só lhes perm itirá subir ao seu santo monte (cf.

s Assim diz o Senhor J e o v á . M uitas das dez tribos vieram e se uniram ao povo de Judá. o qual chegou ao fim quando Salmaneser destruiu Samaria em 722 a. Estes provavelmente incluiriam os do reino norte de Israel.9— 12 9 Vós todos os animais do campo. 43.escreveu isto. Líderes Estúpidos e Gananciosos 56. e elas ouvirão a minha voz. LÍDERES ÍMPIOS E IDÓLATRAS MERECEM JUÍZO 56. I Rs 8. como alguns falsos mestres susten­ tam. Os exilados ou “dispersos de Israel” que estão espalhados são aqueles que se desviaram do S e n h o r .7). tanto na Palestina como em todos os lugares onde fossem encontrados judeus no mundo conhe­ cido (Lc 2.9-57. As dez tribos não estavam perdidas. . Ele os ajuntará para Si mesmo.42.36.29. O propósito de Deus é que todos os crentes se tornem um único povo reunido.30. Ou­ tros se juntaram nas sinagogas que surgiram depois do exílio babilônico posterior.13 a. E f 2. 2. O filho deste. At 26.C. Este se tornou um . cf. Manassés.11-22). também me convém agregar estas. todas as feras dos bosques} vinde comer. Pelos tempos do Novo Testamento os judeus de todas as doze tribos se reuniam nas sinagogas.36 mostra que Ana era da tribo do norte.35. se desviou do SENHOR e negligenciou o templo.16. Além disso. de Aser. e haverá um rebanho e um Pastor (Jo 10. Paulo falou de “as nossas doze tribos” como presentes nos seus dias. Ele reconheceu a oração como sendo a principal função do templo (cf. Deus prometeu: “Ainda ajuntarei outros”. que ajunta os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.52). Isaías se desloca agora para o tempo depois dos quinze anos que Deus tinha acrescentado à vida de Ezequias. Jesus tam­ bém prometeu isto: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco.

. Os líderes de Israel se esqueceram das lições aprendidas nos dias de Ezequias.4Os “animais do campo”. Ez 34. nunca satisfeitos com o que têm. n ã o se p o d e m f a r t a r . quer através de violência. to d o s eles se to r n a m p a r a o seu ca m in h o ) ca d a u m p a ra a su a g a n â n cia . to d o s sã o cã es m u d o s. n a d a sa b em . tr a r em o s v in h o e b eb erem o s b e h id a fo r te . e o d ia d e a m a n h ã se r á co m o este e a in d a m a io r e m a is fa m o s o . Eles usam qualquer seg­ mento do governo que está sob o controle deles para adquirir ganho para si próprios. 7 . Eles se desviaram do caminho de Deus para o seu próprio. Tudo o que estes líderes preguiçosos e infiéis fazem é dormir e sonhar. sem o conhecimento de Deus e de seus caminhos. estã o d eita d o s e a m a m o tosqvienejar. guardando o povo de Deus e mantendo-os no caminho da justiça. 9. Eles são como “cães mudos”. Festanças e intemperança eram a ordem do dia. seja por intriga (cf. eles também são gananciosos. Esses líderes não são apenas estúpidos (espiritualmente adorme­ cidos). d iz em eles. 12 Vinde. Eles não se preocupam com a obra que o SE N H O R lhes deu para realizar. onde os líderes caíram em padrões semelhantes depois do reavivamento da época de Josias). ca d a u m p o r su a p a rte. e eles sã o p a s to ­ r e s q u e n a d a co m p re en d e m . mas eles estão cegos para a verda­ de.18. 10 T od os o s s e u s a ta la ia s sã o ceg o s. a n d a m a d o r m ecid o s. incapazes de advertir o povo a respeito do perigo. e “feras dos bosques” podem representar os inimigos que Deus usará novamente para julgar a Israel (cf. n ã o p o d e m la d ra r. Como pastores eles deveriam guiar o povo. Eles deveriam ser os guardas. 11 E estes cã es sã o g u lo s o s . Eles convidam um ao outro para banquetes regados a m uita bebi­ da e supõem que a sua prosperidade e as suas festanças só continua­ rão e aumentarão. mas eles não têm nenhum discernimento e “nada compreendem”. animais selva­ gens do campo aberto.tempo para Deus trazer juízo.8.12).

Nos dias de Manasses a nação como um todo era estúpida. “o justo” (o remanescente piedoso) estava perecendo e ninguém parecia se importar ou notar. al-mishkvotham. e os h o m e n s co m p a ss iv o s sã o retira d o s. Está im plícito que futuros desastres trariam sofrimento pior que a morte. 17. em agudo contraste.16. onde Manasses “derramou m uitíssim o sangue inocente. em tumbas ou sepulturas).1. me receberás em glória”. Como o salmista Asafe escre­ veu: “Guiar-me-ás com o teu conselho”. ou seja. to no lago de fogo é contrastado com a bem-aventurança daqueles que morrem no Senhor.9. durante esta vida.15). SI 16.9— onde o panoram a do sofrimen­ 13. Ap 14. “acharão descanso na m orte” (Heb.24.b. Piores Juízos Virão 57. ‘znshe-chesed. depois. “nas suas camas”. e n ã o há q u em co n sid er e isso em se u cora çã o. até que encheu Jerusalém de um ao outro extremo”. M as ninguém pa­ recia entender que esses mortos estavam escapando de calamidades futuras. quer dizer. En­ quanto os líderes estavam se viciando na luxúria e em um estilo de vida lascivo. cf. Quando os justos morrem eles entram em paz —a paz e o bemestar dados por Deus na sua presença. Veja 2 Reis 2 1 . na presença de Deus no céu (SI 73. Os “homens compassivos” (Heb.2 1 P er ece o ju s to . d esca n sa rã o n a s su a s ca m a s o s q u e h o u v e­ r e m a n d a d o n a su a retid ã o. (Cf. “e. .) 2 E le e n tr a r á em p a z . 11. guardaram a aliança de amor e que continuaram expressando a mesma fé que louvava a Deus pelas libertações passadas) estavam perecendo.5A morte não era nenhuma derrota para eles. Os corpos daqueles que viveram de um modo que agradava a Deus “descansarão nas suas camas”. ou seja. “povo da aliança de amor”. aqueles que se mantiveram fiéis. ou como indica a N VI. sem q u e a lg u é m co n sid er e q u e o j u s t o é leva d o a n tes d o m al.

D e quem fa z eis o vosso passatempo? C ontra quem escancarais a boca e deitais para fora a língua? Porventura . Apóstatas Advertidos a Respeito do Juízo 57. Isaías. O “passatempo” era escarnecer ( “gracejar”. sem ente de adul­ tério e de prostituição.3— 6 ? Mas chegai-vos aqui. com vigor mordaz. 5 que vos esquentais com os ídolos debaixo de toda arvore verde e sacrificais os filh o s nos ribeiros. “Semente” ou descendência sig­ nifica aqueles que habitual e devotadamente tomavam parte nestes pecados. uma torrente depois de uma chuva torrencial)6 em Judá e nas aberturas dos penhascos era parte da adoração de M oloque . nas aberturas dos penhascos? A idolatria está tão difundida que não há nenhuma parte do país onde não seja encontrada. e pôr a língua de fora. a feitiçaria (incluindo a consulta aos espíritos e a magia negra). condena os ímpios que causaram a morte do justo. “fazer troça de”). incluindo a idolatria). Deus os chama para chegarem perto e escutarem a sua ad­ vertência. adultério e prostituição (conectada com a idolatria) se tornou comum. o que indi­ cava uma rebelião desdenhosa e descuidada contra o SENHOR e talvez também o menosprezo e o fazer gracejos a respeito dos piedosos. filhos da agoure ira.c. “engano”. zombar ( “escancarando a boca”). não sois filh o s da transgressão . sem ente da falsidade. Eles se tornaram descendência de mentirosos ou “semente da falsi­ dade” (Heb. N a época de Manassés. A prostituição luxuriosa debaixo das exu­ berantes árvores verdes era parte do culto cananeu da fertilidade — pretendia encorajar Baal a dar fertilidade aos seus animais e para a terra. A abominável matança de crianças como sacrifícios nos “ribei­ ros” ( “vadis” [margem de NASB] ribeiros ou vales de torrente: secos durante o verão. shaqer. vós. em vez de serem filhos de Deus.

onde oferecem sacrifícios pagãos. Isto era comum durante o reinado de Manasses. estas são a tua sorte. Os lugares altos no Velho Testamento eram geralmente escolhidos como lugares para a localização de rituais para cultos da fertilidade. A Idolatria Persistente 57. contentar-m e-ia eu destas coisas? O hebraico daqui até o versículo 13 muda do plural para a segun­ da pessoa do singular. rebanhos e mulheres. As pedras lisas e escorregadias dos ribeiros são características da “parte”. Todo o seu empenho era uma tentativa para manipular os deuses de modo que eles dessem a sua fertilidade para as colheitas. As pessoas supunham literalmente que os lugares mais altos as colocava mais próximas de seu deus. e os montes eram também um símbolo dos seios femininos.7— 10 7 Sobre os m ontes altos e levantados pões a tua cama. . O pecado demanda juízo. Isso seria contrário à sua natureza. Sobre estas eles despejavam libações e colocavam ofertas de grãos. o qual até mesmo sacrificou um de seus próprios filhos (2 Rs 21.(cf. 6 Nas pedras lisas dos ribeiros . Provavelmente a nação está sendo tratada como se fosse uma prostituta. 6). As pessoas também praticam aberta e desavergonhadamente as suas prostituições nos altos. Lv 18. estas.21. 2 Rs 23 . c a eles sobes para oferecer sacrifícios.31. ou mudar a sua atitude. A repeti­ ção de “estas” dá ênfase ao lato de que a relação deles com os ídolos de Baal e M oloque não está fundamentada em terreno firme.10. levando em conta as práticas perversas deles. 32.2 -4 . d. Deus pergunta se Ele deveria se “contentar”. confiar em falsos deuses não oferece nenhum fundamento permanente ou seguro.35). está a tua parte. ou “sorte”. A resposta é óbvia: Ele não deve e não vai. Era suposto que satisfazer a M oloque evitava azar ou mesmo a morte. Jr 7. 2 0 . destes idólatras. sobre elas também derramas a tua libação e lhes ofere­ ces ofertas.3.

onde q u er que a vês. Quer dizer. e também tinham feito uma aliança com ídolos pagãos. lammelek. am as a su a cam a.2 5). No entanto. não adoeces. Em vez de confiar no SE N H O R . como fez Acaz ao estabelecer um tratado com TiglatePileser (2 Rs 16. 9 E v a is ao rei com óleo e m u ltip lica s os teu s p erfu m es. p o rq u e a ou tros. p o r isso.8 10 N a tua com p rid a viagem .2 2. m a is do qu e a m im . te can saste. A expressão “te abates até aos infernos” (mais precisamente. Ir “ao rei” (Heb.7— 10). te descobres. o filho de Cam (Gn 9 . Empenhar-se em um grande número de viagens lhes deu vida nova.7). alargas a tua cam a. A N V I e outras versões tomam a referência literal “ao rei” (veja KJV NASB) como significando o deus Moloque. e fa z e s co n certo co m eles. “ao rei”) refere-se aqui a fazer alianças estranhas. m a s não dizes: N ão há esperança. secretamente eles estavam envolvidos na mesma prostituição religiosa como aque­ les que arrumavam as suas camas nos “montes altos e levantados”. a referência aos embaixadores implica no estabelecimen­ to de tratados com reis verdadeiros. Israel cometeu prostituição espiritual. “man­ dando descer até o Sheol” ou “rebaixando-se ao Sheol”) significa que eles tinham pecado ao ponto de merecerem a morte e o Sheol (inferno). Os lembretes que eles punham detrás das portas e nos umbrais eram possivelmente símbolos fálicos. outros meramente fingiam servir ao S E N H O R . O lhar na nudez foi o que trouxe uma m aldição sobre Canaã.7 Isto pode significar que en­ quanto alguns praticaram a prostituição religiosa pagã abertamente (v.s E d etrá s das p o rta s e das om b reira s p õ es os teu s m em oria is. o que bu scavas achaste. de forma que eles não se tornaram fracos. eles acharam recursos para continuarem dando andamento à sua caminhada para o . e sobes. en via s os teu s em b a ix a d ores p a ra lon ge e te abates a té a os in fern os.

/ N em me levasses em conta”.11— 13 11 M a s d e q u em tiv este re ce io o u tem or. m a s o q u e co n fia em m im p o s s u ir á a terra e h erd a r á o m e u sa n to m on te.) Somente a pessoa que confia e se refugia no S E N H O R possuirá . a justiça deles —que era obviamente diferente da de Deus (mais ironia) —e Ele denunciará as suas obras.28— onde 31. p o r q u e e u m e calo.).t e o s teu s co n g r eg a d o s. e a v a id a d e o s a rreb a ta rá . l i v r e m . Zc 4 ..9 12 E u p u b lica r e i a tu a j u s t iç a e a s tu a s ob ra s. M as eles nem mesmo podem salvar a si próprios. e m e n ã o tem es? O SE N H O R pergunta de quem eles realmente têm receio e temor de forma que eles lhe mentem e não se lembram dEle ou o conside­ ram (lit. “Não me pusesses no teu coração”). Nem uma nem outra os ajudará ou lhes trará algum proveito. e. a maioria dos judeus na época de Manassés se tornou apóstata. e isso j á d esd e m u ito tem po. m a s n ã o te a p r o ­ veita rã o. Deus. eles nem mesmo pensam no SE N H O R ( “não te lembrasses de mim. NASB. um pouco de “vento”. A Idolatria não Traz nenhum Benefício 57. (Igualmente. n e m n o teu co ra çã o m e p u s e s s e s ? N ã o é\ p o r v e n tu r a . Deus publicará.inferno. Porque Deus demorou muito tempo para enviar juízo o povo não mais o temia. dá força renovada aos que esperam por Ele. Isto é. Ele denunciará. p a r a q u e m en tisses e n ã o te lem b ra sses d e m im . Assim. Isto pode ser um irônico paralelo ou eco de 40 .6 ]. 13 Q u a n d o cla m a res. pedindo a Deus por ajuda. toda a ativida­ de humana que não depende do Espírito de Deus é em vão [cf. até mesmo uma mera brisa “a todos levará”. lit. Ele lhes diz que deixem as suas coleções de deuses lhes salvarem. trad. Quando eles clamarem. quer dizer. m a s o v e n to a tod os leva rá . que nunca está cansado. ou seja.

onde Deus está retornando ao seu povo.3. “es­ magado” pelos fardos. qu e habita na etern id a d e e cu jo n o m e é S anto: Em u m alto e sa n to lu ga r habito e tam bém co m o co n trito e abatido de espírito. RESTAURAÇÃO E BÊNÇÃO PARA 0 ARREPENDIDO 57. p rep a ra i o ca m in h o. e as a lm a s q u e eu f i z . ap la in ai.15 14 E d ir -s e -á : A plainai. tira i os trop eços do cam in h o do m eu povo.a terra como uma herança da parte de Deus e tomará posse (ou her­ dará) do seu santo monte em Jerusalém (veja 27. Prepare o Caminho 57.16— 19 16 P orque p a ra sem p re n ã o con ten d erei. . Conforto e Paz para os que Choram 57.14. Ele também é imanente. 15 P orque a ssim d iz o A lto e o Sublim e. a única segurança. Ele continua vivendo no interior para dar vida ao espírito dos humildes e aos corações dos esmagados. Agora o caminho deve ser preparado para o povo de Deus vir e reivindicar a herança da terra e do “santo monte” de Deus (v. dakka‘.7). M u it° embora Deus seja trans­ cendente. 3. p a ra v iv ifica r o esp írito dos abatidos e p a ra v iv ifica r o cora çã o dos con tritos.14-21 a. O lugar da sua santa habitação é no céu. n em co n tin u a m en te m e in d ign a rei. M as Ele também habita com o que está “contrito” (Heb. 56. construí-la e tirar os obstáculos do caminho do povo de Deus nos faz lembrar de 40. shfphal— ruach.4. Ele vive com o “abatido de espírito” (Heb. Preparar a estrada. Esta não é uma visita temporária. Deus é o único refúgio. 13). p o rq u e o esp írito p era n te a m in h a f a c e se en fra q u ece­ r ia . Que maravilhosa revelação de Deus é esta! b.13. “o humilde de espírito”). aquEle que habita a eternidade do tempo e do espaço e cujo nome (caráter e natureza) é Santo. Deus fala agora como aquEle que é exaltado e elevado sobre todos. dificuldades e tristezas da vida).

Ele escondeu a sua face. reb eld es. p a z . nem a sua indignação continuará. e s co n d im e e in d ig n e i-m e . Eles con­ tinuaram seguindo “o caminho do seu coração”. 18 E u v e jo os seu s ca m in h o s e os sa ra rei. seguindo a tudo que lhes agradava e indo onde quer que os seus próprios corações e mentes desejassem ir. m e in d ig n ei e os f e r i . ta m b ém o s g u ia r e i e lhes to r n a r e i a d a r co n so la çõ es e a os s e u s p r a n tea d o res.Deus virá morar com o humilde e os oprimidos porque Ele não conduzirá um processo ( “contenderei”) contra Israel para sempre. p a z . 17 P ela in iq ü id a d e da su a avareza. Ele não pretende destruí-los totalmente. que mostra Ele curando por intermédio de Jesus). M as isto não fez com que o povo se arrependesse. Deus vê os seus caminhos e os sarará (salvar e restaurar) e os conduzirá. Ele criará louvor como “os frutos dos lábios” dos que lamentam: Ele tornará possível a eles que o louvem e anunciem “paz. se g u ir a m o ca m in h o d o seu coração. até mesmo aos que entre eles lamentam. afastou a sua presença ativa e a sua bênção. Ele sabe os limites do povo que Ele criou (cf. incrédulos. d i z o SENHOR. não porque os caminhos deles mudaram. quer dizer. Deus fará o que só Ele pode fazer. Deus toma a iniciativa por causa de quem Ele é. 19 E u c r io o s f r u t o s d o s lá b io s .14) e Ele sabe que os seus espíritos se enfraqueceriam diante dEle. Porque o povo era culpado de buscar o lucro de modo ganancioso e contrário à Lei. M l 4. Apesar da rebelião de Israel. p a r a o s q u e e s tã o lon g e e p a r a o s q u e e s t ã o p e r t o .2. ou seja. a ira de Deus se moveu e Ele o feriu (Israel). m a s. na presença da sua ira. paz. porque Ele os curará (cf. Embora o tempo da sua ira possa ser longo. SI 103. rebel­ des. Ele também tornará “a dar conso­ lações” (ou conforto espiritual) para eles. para os que estão longe e para os que estão perto”. e e u o s s a r a r e i. Para os que lamentam. Efésios .

“proclamar a plenos pul­ mões”) e “levanta voz como a trombeta”. d iz o m eu D eu s. vindo. 21 O s ím pios. Efésios 2. Os pecadores estão em contraste com aqueles a quem Deus cura e restabelece. m e p ro cu ra m cada dia. eles não podem esperar as bên­ çãos de Deus ou a alegria da sua presença. têm p r a z e r em se ch ega r a D eus. p erg u n ta m -m e p elo s d ireitos da ju stiça . 4. tom am p ra z er em sa b er os m eu s ca m in h os. . co m o u m p o v o qu e p ra tica a ju s tiça e não deix a o d ireito do seu D eu s. levan ta a voz co m o a trom b eta e a n u n cia ao m eu p o vo a su a tra n sgressã o e à casa de Ja có . ele [Jesus] evangelizou a paz a vós que estáveis longe [gentios] e aos que estavam perto [judeus]. por ele. indica todos os meios que deveriam ser utilizados para se estar seguro para que o povo ouça. os seu s pecados. A palavra de Deus é que não há nenhuma paz para eles. não têm paz. Nenhuma Paz para o ím pio 57. e ser declarado culpado dos seus pecados. “Clama em alta voz” (Heb.18 diz: “E. Os culpados que continuam nas suas impiedades são como um “mar bravo” —nunca calmo. Porque. ADORAÇÃO HIPÓCRITA 58.12 1 C la m a em alta voz. n ã o te detenhas.1 1— aplica isto aos gentios que estão distante. mas continuamente agitado ou lan­ çando para cima “lam a e lodo” [limo ou alga].21 20 M as os ím pios são co m o o m a r bravo que se não p o d e aq uietar e cu ja s á gu a s lan çam de si lam a e lodo.2 . ambos [judeus e gentios] temos aces­ so ao Pai em um mesmo Espírito”. 2 T odavia.20. porém feitos per­ 18 to pelo sangue de Cristo. O povo precisa ouvir a declaração de Deus a respeito da sua rebelião. qara tigaron. c.17.

As práticas religiosas do povo parecem louváveis. n o d ia em q u e je ju a is . p a r a f a z e r o u v ir a v o ssa v o z n o alto.5). especialmente sobre o jejuar sem obter resultados da parte de Deus. explorando as pessoas que estavam trabalhando duro para eles. Toda a sua adoração é meramente uma forma exterior. n ã o j e j u e i s co m o hoje. a ch a is o v o sso p r ó p r io co n te n ta m e n to e req u ereis to d o o v o sso trabalho. 5. O único jejum que Deus ordenou na Lei foi no Dia da Expiação (um dia de jejum a cada ano). 4 E is que. e tu o n ã o sa b es? E is que. pelos quais estavam tentando constranger Deus a lhes dar o que eles queriam. JEJUM HIPÓCRITA 58. até mesmo quando estão . e que mostra que eles querem que Deus venha para perto deles. sem reali­ dade. Eles pedem a Deus decisões certas e parecem se encantar na proximidade de Deus. je ju a is e p a r a d a rd es p u n h a d a s im p ia m en te. sem poder (cf. 2 Tm 3. O jejum cuja finalidade são “contendas e debates” e o golpear com “punhadas” uns aos outros quer dizer que tudo o que eles que­ rem é conquistar o seu próprio caminho. p a ra co n ten d a s e debates. eles estão reclamando. Os jejuns que eles tinham estado observando eram jejuns adicionais. Eles querem que todas as pessoas vejam como eles são piedosos. provavelmente que­ rendo dizer que oferecem os sacrifícios que são pretendidos trazer para perto de Deus.3-5 3 d iz en d o : P o r q u e je ju a m o s nós. Eles agem “como um povo que pratica a justiça e não deixa o direito de seu Deus”. Enquanto eles estão fazendo estes atos religiosos. Enquanto estavam jejuando. eles estavam agindo como fei­ tores de escravos. e tu n ã o a ten ta s p a r a isso ? P o r q u e a flig im o s a s n o ssa s a lm a s. Diariamente eles parecem buscar o S E N H O R e parecem se agradar de saber a respeito dos seus caminhos.

Deus queria justiça e liberdade para o seu povo. Deus queria que eles alimentassem o faminto. I Tm 5. Ele ama o pobre e o oprimido. 6. mas um jejum do pecado e da opressão do pobre. o jejum deles termina em contendas e debates e eles nunca conseguem chegar a Deus.8). e q u e d eix es liv r e s o s q u eb ra n ta d os. n ã o é este o j e ju m q u e esco lh i: q u e so ltes a s liga d u ­ ra s da im p ied a d e. . e q u e d esp ed a ces tod o o j u g o ? O que Deus queria não era um jejum (abstinência) de comida. mas estas práticas tinham se degenerado em mero espetáculo. A Lei não lhes pedia propriamente que curvassem as suas cabeças. e detestava que eles estivessem sendo explorados egoística e cruelmente. Eles deviam cuidar especialmente da própria carne e sangue destes (cf.6-10 6 P o r v en tu r a . Ele não responde às suas orações. Jesus colocou isto claramente em M ateus 25 . 5 S e ria este o j e j u m q u e e u e s c o lh e r ia : q u e o h o m e m u m d i a a f l i j a a s u a a lm a . abrigassem o pobre e vestissem aqueles que não tinham roupa suficiente.31— 46. o cu b ra s e n ã o te es co n d a s d a q u ele q u e é da tu a ca r n e ? Em vez de jejuar para conseguir algo para eles. dos trabalhadores e dos escravos. Assim. 7 P o r v en tu r a . Estas coisas eram modos que eles tentavam para expressar humildade diante do SE N H O R . Por causa das discussões e brigas.errados. A Lei nunca ordenou que usassem roupas de pano de saco e cinzas. DEUS QUER JEJUM DO PECADO 58. Deus ainda quer isto. q u e in c lin e a s u a c a b e ç a c o m o o j u n c o e e s te n d a d e b a i x o d e s i p a n o d e s a c o g r o s s e ir o e c i n z a ? C h a m a r i a s tu a isso j e j u m e d i a a p r a z í v e l a o SE N H O R ? As formas convencionais que as pessoas estavam buscando utilizar nos seus dias de jejum não agradavam a Deus. q u e d esfa ça s a s a ta d u ra s d o ju g o . n ã o é ta m b ém q u e re p a r ta s o teu p ã o co m o f a ­ m in to e reco lh a s em ca sa os p o b r e s d e sterr a d o s? E. v e n d o o n u .

façamos o bem a todos. É je ju a r d a co n ten d a. E m an te r u m je ju m é isso. mas também no je­ jum do pecado e da ganância que de­ veriam ser guardados diariamente por todo indivíduo. M o s tra r o co ração cheio de p esar. pois as derrotas na E lim p a batalha da vida serão esquecidas. isto . E do ó d io . vitela. e a tu a j u s t iç a irá a d ia n te da tu a f a c e . Aqueles que jejuam do pecado e da ganância. pois este será um novo dia para eles. S e u m o lh o de trigo E carn e. g r ita r á s. Sempre que eles gritarem por ajuda.Gálatas 6. O u a n d a r esfarrap ad o . P ara a a lm a fam in ta. N ã o de cereais. e ovelha? E d e s is tir do p rato com o Deus de justiça indo à frente D e carn e. O sua gloriosa luz romperá de dentro deles “como a alva”. m an ter A d esp en sa vazia? de suas feridas. verão resultados maravi­ lhosos. mas principalmente aos domésticos da fé”. O u m o strar U m o lh a r a b a tid o e am argo? N ã o : isto é u m je ju m . Deus estará lá. Eles D e g o rd u ra d e carn es de marcharão adiante triunfalm ente. cla m a rá s. È je ju a r u m a h o ra.10 também nos exorta: “Então. e a g ló r ia d o SENHOR s e r á a tu a reta gu a rd a . Agora Isaías procede por ampliar o que deveria ser esperado. e que alimentam o faminto e dão abrigo e roupas para o pobre. C irc u n c id a r a sua vida. 9 E ntão. —R o b e r t H e rric k (I5 9 I-I6 7 4 ) Sempre que eles clamarem. e a tu a cu r a a p ressa ­ d a m e n te b rota rá . co n tu d o ain d a deles e a glória de Deus como a sua E n ch er b em A travessa co m peixe? retaguarda. e o SeNHOR te resp o n d erá . e ele d irá : E is -m e a qu i. D e velh o s deb ates. o esten d er d o dedo e o f a l a r v a id a d e. enquanto temos tempo. Deus responderá. Nova carne surgirá de repente na cura É isto u m jeju m . Negativamente. d is tr i­ b uir. F az er o p ecad o m o rrer de fom e. a co n ­ tece rá isso se tira res d o m eio d e ti o ju g o . 8 E ntão. não só em um dia de jejum. ro m p erá a tu a lu z co m o a a lva .

Isto significa satisfazer a “alma aflita” (ou. isto significa gastar (doar) a si próprios (suas al­ mas. “U m jardim regado” e “um manancial cujas águas nunca faltam ” indicam provisão para cada necessidade. os seus desejos. e f o r t f i c a r á o s teu s ossos.7— indica. Aqueles dos versículos 9 e 10 elevarão as fundações de m ui­ tas gerações anteriores. 12 E os q u e d e ti p roced erem ed ifica rã o os lugares a n tiga m en te a sso­ lados. Então a escuridão e obscuridade dos problemas da vida serão substituídas pela luz brilhante e plena. para o faminto. As pessoas da época de Isaías precisavam fazer isto. As gerações futuras que responderem à ordem de Deus a respeito da justiça. as suas necessida­ des). 7. Ele satisfará as suas ne­ cessidades (a “alm a”. o que vocês querem para si próprios. seus desejos). e a tu a e s cu r id ã o se r á co m o o m eio -d ia . misericórdia e compaixão amorosa construirão as ruínas antigas. e íevan tarás os fu n d a m e n to s de gera çã o em gera çã o. A orientação de Deus'será ininterrupta. humilhada. infeliz).11.12 11 E o SENHOR te g u ia r á co n tin u a m e n te .significa se libertar do jugo da opressão. en tã o. DEUS GUIARÁ 58. Ossos fortes significariam força interior. Se nós formos reconstruir 9 . tanto naturais como espirituais. e os “ossos”. Positivamente. 10 e. e se r á s co m o u m ja r d i m reg a d o e co m o u m m a n a n c ia l cu ja s á g u a s n u n ca f a lt a m . ou seja. estabilidade e força. e cham arte-ã o rep a ra d or das rotu ra s e resta u ra d or d e vered a s p a ra m orar. se a b r ír es a tu a a lm a a o f a m i n t o e f a r t a r e s a a lm a aflita . do dedo estendido (do dano). quer dizer. e de falar falsa e maliciosamente para causar prejuízo ou perturbação. e serão chamados de “reparador de roturas” e “restaurador de veredas para morar”. a tu a lu z n a s ce r á n a s trev a s. como 1. e f a r t a r á a tu a a lm a em lu g a r es secos. até mesmo em uma terra árida.

Então. Agora Isaías se volta não para um dia de jejum. e se o h on ra res. mas para um dia de festa. Eles estavam abusando disto.a nossa nação hoje.13. onde a comunidade local devia vir junto para a adoração e o ensino. o sábado. te d eleita rá s n o SENHOR. usando-o como um dia para fazer o que lhes agradava. n em f a l a r a s tu a s p r ó p r ia s p a la vra s. se deleitando nEle. mente e força. e d e f a z e r a tu a v o n ta d e n o m e u sa n to dia. p o r q u e a b oca do S e n h o r o disse. 0 SÁBADO TRAZ BÊNÇÃO 58. O dia de sábado era para ser “do S e n h o r ” ( L v 23. falar a respeito de coisas que não têm nada que ver com o honrar ao S E N H O R . teu p a i. O sábado era uma oportunidade para eles expressarem deleite no serviço de Deus. . Deus o queria para ser santo. e te f a r e i ca v a lg a r so b re as a ltu r a s da terra e te su s te n ta r e i co m a h era n ça d e J a có . temos que construí-la “sobre uma fundação que é tanto consistentemente moral como profundamente espiritual” ou as calamidades do passado serão repetidas. Este era para ser um dia honrado. eles terão diaria­ mente um grande deleite no S E N H O R . separado dos outros dias. com o sábado sendo uma grande delícia. n ã o se g u in d o o s teu s ca m in h o s. n em p r e te n d e n d o f a z e r a tu a p r ó p r ia vo n ta d e. Cavalgando “sobre as alturas da terra” e festejando “com a herança de Jacó” indica poder e vitória à medida que desfrutam as bênçãos da aliança dadas a Israel.10 8. alma.14 13 S e d e sv ia r e s o teu p é d o sábado. de forma que eles pudessem adorar o S E N H O R e expressar o seu amor a Ele com todo o seu coração. ou “falar as [suas] pró­ prias palavras”. e s e ch a m a r es a o sá b a d o d eleito so e sa n to d ia do SENHOR d ig n o d e h on ra . 14 en tã o. e eles deviam honrá-lo por não fazer os seus própri­ os negócios. Era também um tempo para uma santa convocação. um importante sinal da aliança sob a Lei. buscando o seu próprio prazer.3). ou seja.

9 . são consistentes com a unidade de todo o livro.QU ESTÕ ES DE ESTU D O 1. Quem não será restaurado e por que não? 8 . ou babilônios. O que Deus estava procurando durante o sábado? 14. O que aconteceu aos piedosos nos dias de Manassés e por quê? 6 . o conteúdo e a teologia. todavia. Q u e m será re s ta b e le c id o e p o r quê? 9 .) CITAÇÕES 1 M uitos liberais que negam o sobrenatural tom am os capítulos 56 a 66 como um “Terceiro Isaías”. Por que os líderes na época de Manassés mereceram juízo? 5. O q u e estav a e rra d o co m a ad o ra ç ã o d o povo? 10. 2 As palavras “escolhem” e “abraçam ” no hebraico indicam ação ininterrupta e persistente. nunca ti­ veram a idéia de cessar (com o o “sábado” significa) de trabalhar durante . quer cananeus. A forma. Em que bases os estrangeiros e eunucos são incluídos na bênção prometida? 3. assírios. egípcios. Qual é a relação entre boas obras e salvação? 2. Como o fato de encontrar a nossa alegria no Senhor se relaciona ao descanso do sábado que Deus espera que busquemos diaria­ mente? (Veja H b 4 . a m aioria assumindo que os capítulos foram escritos por autores m últiplos.1 1. Por que o sábado era tão importante nos tempos do Velho Testa­ mento? 4. Que bênçãos são prometidas para aqueles que jejuam do pecado e da opressão? 13. 3 Os estrangeiros. Por que Deus não aceitou os jejuns deles? 11. Que tipo de jejum Deus realmente queria? 12. Q u a l fo i a a titu d e d o s id ó la tra s n a ép o c a de M a n a s s é s e co m o eles a d e m o n strav am ? 7.

4 J. 19 85 ). 47.14. 7 M otyer acredita que estas eram as palavras do Senhor escritas “nos umbrais de tua casa e nas tuas portas (D t 6 .: InterVarsity Press. An O utline o f H ebrew H istory (G rand R apids: Baker Book House.um dia em sete. Depois de falar resumidamente de restauração futura. Alec M otyer. 6 N ão havia nenhum desses “w adis” ou ribeiros tem porários na Babilônia. Barton Payne. Isaiah 40~66 (L ouisville: John Knox Press. 4 7 3. Isaiah 56— (G rand R apids: W m . Payne reconhece que Isaías repreendeu os pecados da época de Manassés. e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós. Ele está pronto e esperando. H orton. 4 6 . N osso D estino. para que vos não ouça. 2 0 7. 4 -5. A capacidade de Deus para “salvar” e “ouvir” as orações do seu povo não está de qualquer forma limitada. .1-60. 19 98 ). Knight. 1 9 5 4 ). The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove.C. 1 B. A Confissão. 14 3-4 4. 2 M as as vossas iniqüidades fa z em divisão entre vós e o vosso Devis. 111. 4 2 -4 6 . nem o seu ouvido. (2 Cr 33 . H anson.1-3 1 Eis que a mão do SEN HO R não está encolhida. F. para não poder ouvir. Isaías retorna à situação nos dias de Manassés. 11Paul D.22 1 .9 )” colocadas longe dos olhos. 66 Eerdmans. 9 Isto foi pior durante os anos antes de Esar-H adom levar M anassés em ca­ deias para Babilônia em 6 7 9 a. Nosso D estino: O Ensino B iílico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 5Veja Stanley M .15. Redenção e Glória de Sião 59. Veja G. Como em 49. o problema não está com Deus. 19 93 ). }. para que não possa salvar. mas com o povo.1 1). A. 0 PECADO SEPARA DO SALVADOR 59. 8 Veja H orton. 19 95 ). B. agravado. R J: CPAD.

que normalmente quer dizer ídolos. Não há nenhuma inte­ gridade.1 2. de modo que eles confiam na vaidade. Aqueles que bus­ cam as suas reivindicações em juízo não as buscam honestamente ou conscienciosamente. ! Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue . os vossos lábios falam falsamente. especialmente no tempo de M anassés. falsas e enganosas. confiam na vaidade e andam falan­ do mentiras..De fato.. contaminadas de sangue” (i. Todos os pecados realmente são contra Deus. mas com aqueles que viviam em Judá nos dias de Isaías. nem ninguém que com pa­ reça em juízo pela verdade. Este não foi o caso com os judeus no exílio babilônico posterior. Os seus pecados eram como uma parede que escondia a face de Deus (separava-os de sua presença) e os impedia de escutar e atender aos seus pedidos. e os vossos dedos. Ninguém proclama o que é certo ou verdadeiro. Eles não só falam mentiras. e a vossa língua pronuncia perversidade. Por causa desta corrupção eles não podem confiar no SeNHOR.e. Isaías agora descreve a excessiva pecaminosidade de Israel. de iniqüidade.4 -8 4 N inguém há que clame pela justiça. que criou e ama a todas as pessoas. rebelião. mas pode significar confiança “no que é nulo” (como na versão ARA ). “Mãos. Violência. mas palavras inúteis.. Então Israel é retratado como uma mulher grávi­ . SEM JUSTIÇA E SEM PAZ 5 9 . mentiras e a proclamação de perversa impiedade eram parte daqueles pecados que os separavam de Deus. suja com o derramamento de sangue por vingança) e “dedos [maculados] de iniqüidade” indica que o povo era impuro e não estava em condições para entrar na presença de Deus. concebem o trabalho e produzem a iniqüidade. Eles tentam fazer as suas reivindicações parece­ rem legais quando elas são realmente erradas. os pecados intencionais estavam separando o povo do seu Deus.

e. “sai deles uma víbo­ ra”. As suas vidas são estradas de violência destrutiva e também a falência e o colapso da sociedade. 7 Os seus pés correm para o mal e se apressam pa ra derramarem o sangue inocente. e até os seus pensamentos. Os seus pés se apressam para fazer o mal e matar as pessoas inocentes. 6 As suas teias não prestam para vestes. e obra de violência há nas suas mãos”. “injustiça”). participar desses pecados. destrviifão e quebrantamento há nas suas estradas. 8 Não conhecem o caminho da paz. as sitas veredas tortuosas. torna as coisas piores. 5 Chocam ovos de basilisco e tecem teias de aranha. as suas obras são obras de iniqüidade. Os seus planos provarão ser tão insuficientes para as suas necessi­ dades como uma coberta feita de teias de aranha. de forma que dá à luz “a iniqüidade” (Heb. Especificamente. Comer os ovos de uma víbora. Os seus pecados são comparados aos ovos de uma víbora. A idolatria nos dias de Manassés estava levan­ do a nação à desintegração social e a todos os tipos de injustiça. ‘awen.da com o útero cheio de “trabalho” ( “o m al”. traz a morte. iniqüidade e injustiça. Quando um tal ovo “é quebrado”. nem há ju íz o nos seus passos. Todas as parte dos corpos destes pecadores estão envolvidas: das suas mãos (v. apertando-os. os seus pensam entos são pensam entos de in i­ qüidade. nem se poderão cobrir com as suas obras. aquele qvie com er dos ovos deles morrerá. N V I). ou seja. “delitos”. “m al”. quer dizer.6) até aos seus pés. . e obra de violência há nas suas mãos. todo aque­ le que anda p o r elas não tem conhecimento da paz. asfiz era m para si mesmos. “maldade”. e os seus planos ao tecer de teias de aranha. talvez resistindo aos pecados. sai deles uma víbora. ARA. “as suas obras são obras de iniqüidade. Eles pensam e planejam perturbações.

está emaranhado nas mesmas tramas e “não tem conhecimento [ou experimentação] da paz” (bênção e bem-estar que Deus dá) tampouco. sim . . Tropeçar na escuridão e obscuridade “ao m eio-dia” mostra o grau de insensibilidade deles à luz da verdade espiritual.d ia co m o n a s trev a s e n o s lu g a r es e s cu r o s s o m o s co m o m o rto s. e aos seus cami­ nhos.9-15 a. identificandose com o seu povo. Não há nem mesmo um vislumbre de luz ou brilho que venha mostrar a misericórdia de Deus a eles. Isaías muda para a primeira pessoa do plural aqui. esp er a m o s p e la luz. tro p eça m o s a o m e io . 11 T odos n ó s b r a m a m o s co m o u r s o s e c o n tin u a m e n te g e m e m o s co m o p o m b a s.Eles não conhecem nem experimentaram “o caminho [o estilo de vida] da paz” com Deus que traz a sua bênção. Em contraste com aqueles que são “fortes”. saudáveis e vigorosos. p e lo resp len d o r. 10 A p a lp a m os a s p a r ed e s co m o cego s. os que tropeçam e tateiam no escuro estão “como mortos” —sem qual­ quer vida espiritual. 3. e eis q u e só há trev a s. e ele n ã o a p a rece. O resultado é “trevas”. Todo aquele que os segue. Andando nas Trevas 59. o j u í z o esta lo n ge d e n ó s. e a j u s t iç a n ã o n o s a lca n ça . O estilo de vida deles não mostra nenhum “juízo” e é tortuoso. ISAÍAS CONFESSA OS PECADOS DO POVO 59. esp era m o s o ju íz o . O constante tatear no escuro mostra a profundidade da sua ce­ gueira espiritual. e eles andam ao redor sem rumo e “em escuridão”. lamentando sobre a situação deste e confessandoa. m a s a n d a m o s em escu rid ã o . o povo está debaixo da con­ denação de Deus. p e la sa lva çã o . co m o o s q u e n ã o têm olhos. Por causa dos seus próprios pecados. a n d a m o s a p a lp a n d o.9— I I 9 P o r isso. e não há nenhum juízo (porque eles não deixam Deus governá-los) ou justiça (porque eles rejeitam os justos propósi­ tos de Deus). e ela está lo n g e d e nós.

Pecados Reconhecidos 59. e a j u s t i ç a se p ô s longe. Gemer como pombas indica frustração por causa da falta de justiça e a ausência de liberta­ ção (incluindo salvação. p o r q u e a v erd a d e a n d a tro p eça n d o p e la s r u a s. e a eq ü id a d e n ã o p o d e en tra r. A verdade (incluindo segurança e confiança) vacila e “anda tropeçando pelas ruas” (praças abertas ou feiras). . 14 P e lo q u e o j u í z o s e t o r n o u a t r á s .Bramar como ursos indica raiva por causa do pecado e seus resul­ tados nas vidas deles e na sociedade humana. e os pecados do povo testemu­ nham individualmente contra este.12— 15 12 P o r q u e a s n o s s a s tr a n s g r e s s õ e s se m u l t ip l i c a r a m p e r a n t e ti. a ajuda de Deus. l j c o m o o p r e v a r ic a r . não há nenhum arrependimento por parte das pes­ soas. e o s n o s s o s p e c a d o s t e s t ific a m c o n t r a n ó s . b. p o r q u e a s n o s s a s t r a n s ­ g r e s s õ e s e s tã o c o n o sco . As pessoas reconhecem que os pecados de transgressão estão com elas e sabem que são culpadas. No entanto. A razão pela qual não há nenhum arrependimento é que em qualquer tentativa a justiça é rechaçada ( “tornou atrás”). A justiça é retratada como estando “longe”. Os seus corações e men­ tes são a fonte de sussurradas expressões de falsidade e engano. e a eqüidade (incluindo retidão e justiça) não pode entrar. e o c o n c e b e r e e x p e c to r a r do c o ra ç ã o p a la v r a s d ef a ls id a d e . Elas se desviam para longe do verdadei­ ro Deus em infidelidade. Isaías retrata Deus como o Juiz. e a bênção e prosperidade que Ele tinha dado para Israel anteriormente). e m e n t i r c o n t r a o S e n h o r . Elas estão de fato se rebelando e deslealmente negando ou desconhecendo o SENHOR. e o f a l a r d e o p r e s s ã o e r e b e liã o . e c o n h e c e m o s a s n o s s a s in iq ü id a d e s . incapaz de fazer qualquer coisa sobre a situação. e o r e t i r a r m o n o s d o n o ss o D e u s . H á completo colapso moral nas cidades. As suas palavras estão cheias de opressão e revolta que incluem apostasia espiritual.

v. c o m o d e u m a c o u r a ç a . 4.15 S im . 0 PRÓPRIO SEN HO R SALVARÁ 59. ninguém para tornar Israel uma luz para as nações. a v e r d a d e d e s fa le c e . pelo seu próprio poder e força Ele trouxe a salvação. c o m o d e u m m a n to .9) com desgosto porque “pareceu mal aos seus olhos que não houvesse justiça”. ' P o r q u e se re v e s tiu d e j u s t i ç a . ninguém para defender o pie­ doso em Israel. Porque Deus tinha prometido salvação. e p ô s o e lm o d a s a l v a ç ã o n a s u a c a b e ç a . v iu . a integridade e a confiança estão faltando. . privado de tudo como se ele fosse um prisioneiro de guerra. A natureza justa e o caráter de Deus são como uma “couraça” ou espécie de sobrepeliz de couros retorcidos ou malhas de ferro que co­ bria o corpo. O SENHOR respondeu à confissão de Israel (cf. p e l o q u e o s e u p r ó p r i o b r a ç o lh e t r o u x e a se u m s a lv a ç ã o . Assim. aquele que se desvia do mal torna-se uma presa e “arrisca-se a ser despojado”. Verda­ deiramente. e f o i m a l a o s se u s o lh o s q u e n ã o A verdade. e o SENHOR h ou v esse ju s tiç a . M ais lamentável de tudo. e a s u a p r ó p r i a j u s t i ç a o s u stev e. a sua salvação era e é pura graça.s e a o s e r d e s p o ja d o . de modo que nada poderia mudar a sua mente ou . O pecado contra o qual Ele se opõe não pode afetá-lo. armadura feita de pedaços de metal sobrepostos. ne­ nhuma defesa para o remanescente piedoso entre o seu povo. e t o m o u v es tes d e v in g a n ç a p o r v e s t íd u r a . ninguém para intervir. A sua salvação é como um “elmo”.s e d e q u e n ã o h o u v e s ­ in te r c e s s o r . ou capacete.s e d e z elo . a segurança. ninguém para se levantar contra todo o pecado e maldade. e c o b r i u . O próprio S e n h o r é impelido a surpreender-se e indignar-se de que “não houvesse um intercessor”. mas de um modo que a sua justiça o pudesse manter. e q u e m se d e s v ia d o m a l a r r i s c a . o pecado tinha separado o povo como um todo de Deus.16-21 76 E v iu q u e n in g u é m h a v ia e m a r a v i l h o u .

Primeiro. e recompensa. às ilhas dará ele a sua recompensa. o texto diz que “Ele virá como uma inundação impelida pelo sopro do Senhor”.propósito de salvar. o seu propósito de “vingança” (recompensa e retribuição) era como “vestidura” e o seu zelo. aos seus adversários. O rio normalmente refere-se ao Eufrates. cada um com uma nuance diferente em significado. aos seus inimigos. Então. ou paixão para salvar e ajudar.14. 19 Então. A palavra traduzida “estreita” também significa “adversário”. assim será a sua retribuição. uma tradução alternativa toma um adversário como o . Isto retrata a irresistibilidade de Deus quando Ele vier. Ele dará “recompensa aos seus inimigos”. 18 C onform e fo r em as obras deles. e reembolso ou represália “às ilhas” (ou “regiões costeiras”. Todos eles vão receber o que merecem. os seus atos. o Espírito do SENEIOR arvorará contra ele a sua bandeira. desde o nascente do sol. ou “inim igo”. por causa da sua santidade. Um grande vento impelindo a água do rio entre as margens altas onde o rio é estreito arrastaria tudo diante deste. irá reverenciar o S e n h o r e a sua glória. o vento do SENHOR impelindo-o para a frente” (cf NVI). “Vento” também significa “sopro” ou “Espírito”. vindo o inimigo como uma cor­ rente de águas. Paulo usa esta metáfora de proteção espiritual e a aplica aos cristãos. Assim. tomando-se como referência a NVI. de leste a oeste. fu ro r. ou seja. temerão o nom e do SENHOR desde o poente e a sua glória. A parte final da metade deste versículo pode ser traduzida de dois modos. O juízo de Deus é sempre de acordo com as obras do povo. não somente os povos da Asia M e­ nor). Em Efésios 6. a todas as nações em todas as partes do mundo. “Impelindo-o para a frente” também pode significar “arvorar uma ban­ deira”. O mundo inteiro. Uma leve variação na N VI é: “Ele virá como o rio que é estreito. é como um manto ou capa. “Ele” se reporta ao SENHOR na sua glória.

Deus o Pai põe as suas palavras na boca do Redentor (veja Jo 14. o Parente-Redentor virá a Sião (cf. 21 Q u a n to a m im .sujeito: “vindo o inimigo como uma corrente de águas”. e especificamente para os israelitas que retrocedem da sua rebelião e se arrependem dos seus pecados. “o Espírito do SE N H O R arvorará contra ele a sua bandeira”. 20 JE v ir á u m R ed en to r a Sião e aos qu e se d esvia rem da tra n s­ g ressã o em Ja có . este é o m eu co n certo com eles. Deus então se dirige ao Redentor. As suas palavras continuarão a estar na boca do Redentor e “na boca da [sua] posteridade” (Heb. um grande ribeiro transbordante”]. diz o SENEIOR. com as pessoas que retrocedem da rebelião e se arrependem. qu e p u s na tua boca. R m 11. Ele é o Ungido. não se d esvia rã o da tua boca. zarakha.24). o Messias. quer dizer. Como resultado. uma garantia de que Ele cumprirá a sua palavra. que está sob re ti. Eles são chamados de “Jacó” ( “en­ ganador”) porque não estão vivendo à altura do nome “Israel” ( “o príncipe de Deus e lutador”). Ambas as traduções mostram que o SE N H O R é vitorioso e toda a oposição será varrida e derrotada. “Quanto a m im ” enfatiza o compromisso de Deus para levar a efeito a sua promessa. o Cristo. Ou seja. O seu Espírito está sobre o Redentor.26). n em da boca da p o sterid a d e da tua p osterid a d e. todos os . O termo “semente” refere-se outra vez a 53.10. diz o SENEIOR: o m eu E spírito. e as m in h as p a la vras. Esta é uma declaração do SE N H O R . d iz o Se n h o r .10. o Espírito derrota o adversário (juntamente com todo o mal no mundo) e faz o mundo inteiro reverenciar o S E N H O R e a sua glória. Sua semente espiritual. “sua semente”) e na “boca da posteridade da tua posteridade”. como indica a ARC [ou de acordo com a Septuaginta: “como um rio. O seu concerto é “com eles”. desde agora e p a ra todo o sem pre. ou dos seus descendentes. n em da boca da tua posteridad e. que afirma que o Re­ dentor “verá a sua semente” (K JV ).

p o r q u e j á v e m a tu a luz. ao r e s p le n d o r q u e te n a sceu . Veja Amós 9. A luz atrairá todos eles para fora da sua escuridão.2 A luz de Sião virá. 3 L a s n a çõ es ca m in h a r ã o à tu a luz.11.1-3 1 L ev a n ta -te. e a sua luz brilha por inter­ médio deles. A sobra de Edom .2. e a escu rid ã o . ou governantes de todo o mundo.12. relu zin d o sobre Sião . emite a luz da glória de Deus para outros.20 . Nações e os seus reis. O m u n d o e os povos que nele estão p recisam da luz. Assim. o qual “se refere à restaura­ ção do reino das doze tribos de Davi sob o domínio do Messias. 5. resp la n d ece. A luz de Deus se torna a luz de Sião. com o seu governo sobre as nações convertidas ou povos que são abenço­ ados por Israel e agora levam o nome de Deus. Isto encontrará seu maior cumprimento no começo do Milênio. 42. 2 P orq u e eis q u e a s tr e v a s co b rira m a terra . e a g ló r ia do S e n h o r v a i n a scen d o so b re ti. O SENHOR vai ag ir co n tra essa escuridão.verdadeiros crentes. 9. se tornará a proclamadora da mesma palavra (im ­ plicando que eles fazem assim pelo mesmo Espírito). Isaías agora se dirige à Sião do por­ vir. m a s so b re ti o S enhor v ir á su rg in d o . os p o v o s . encherá e transformará Sião. resplandece” ou. para o fulgor do brilho da sua luz. expansão do Evangelho. e os reis. Depois de profetizar a respeito da vinda do Redentor e da perma­ nência do Espírito (5 9. de m odo que to d o s verão a sua g ló ria (cf. e a su a g ló r ia se v e r á so b re ti. p ois “as trevas co b riram a te rra” e a escuridão envolve os povos do m undo. LUZ E GLÓRIA VÊM A SIÃO 60. Sião pode responder à ordem: “Levanta-te.1— Isto envolve a 5. Isto foi antecipado pela chamada dada a todos em 55.16).21 ). virão “ao resplendor que [lhe] nasceu”.

6 A m u ltid ã o de ca m elos te cobrirá.7. ficará radiante.4— 7 4 L evanta em red o r os olhos e vê. Quando o povo de Sião vir isto.4-22 a. 5 E ntão. como são conhecidos hoje). todos estes j á se a ju n taram e vêm a ti.3 6. e o teu cora çã o estrem ecerá e se a larga rá. porque eles serão aliviados de todo o medo e dúvida. os d ro m ed á rios d e M id iã e E fa. Caravanas de camelo faziam isso nos dias de Isaías. e tuas filh a s se cria rã o a teu lado. Ag 2. Elas estarão trazendo com eles os filhos e as filhas de Sião dispersos. todos v irã o de Sabá. A ADORAÇÃO RESTAURADA 60. ou de todo os povos do mundo que são deixados depois da tribulação e que virão a ser possuídos por Israel ou pertencerão a este. Como o povo de Sião olha em todas as direções.8). o u ro e in cen so tra rão e p u b lica rã o os lo u v o res do Senhor. ele verá as nações vindo. Junto com ouro e incenso (do lêmen do Sul e Somália. juntamente com “todos [os que] virão de Sabá” (o lêmen) —retrata a riqueza das nações que são trazidas por terra para Sião. mas não sozinhas. teu s fi lh o s virã o de longe. Os Gentios Restauram e Servem a Sião 60. Os estrangeiros estarão trazendo muitos presentes preciosos com eles à medida que vêm para Sião (cf. p o rq u e a a b u n d â n cia do m a r se to rn a rá a ti. .[que Amós menciona] é representativa dos que são deixados dos an­ tigos inimigos de Israel. Outra razão para a grande alegria será a abundância das “riquezas das nações” trazidas por via do mar. e as riquezas das n a ções a ti virão. A massa de camelos cobrindo Sião —incluindo camelos machos jovens de M id iã (sudeste de Israel) e Efa (um a subtribo dos midianitas). o v erá s e será s ilum ina do. Os seus corações estremecerão e se alargarão com alegria.

às su a s ja n e la s? 9 C ertam en te. p r i ­ m eiro. “As ilhas” [regiões cos­ teiras. o templo em Jerusalém). te f e r i . pois a ira de Deus será substituída . os n a vios de T ársis. m as. exaltou) a Sião com esplendor.10— 14 10 E os fi lh o s dos estra n geiros ed ifica rã o os teu s m u ros.9 tS Q u em são estes qu e v êm voa n d o com o n u v en s e co m o pom ba s. na m inh a henignidade. porque.9. O gado subirá ao altar como holocausto com o favor de Deus. na sa n tifica çã o do n o m e do SENHOR.e. a su a p rata e o seu ou ro com eles. e eu g lo r ifica r ei a casa da m in h a g ló ria . e os ca rn eiro s de N ebaiote te serv irã o . as ilhas m e aguardarão. O s grandes navios de Társis darão primeiro im­ portância para trazer os filhos de Sião com prata e ouro para honrar o nome e a pessoa do Deus de Sião. Eles fazem isto porque Deus “glorificou” (dotou de glória. e os seu s reis te servirã o.8. partes habitadas da terra] aguardarão [esperarão com expecta­ tiva] pelo SENHOR. n o m eu f u r o r .eles trarão notícias da glória do SENHOR. Rebanhos das tribos dos ismaelitas de Quedar e de Nebaiote se­ rão parte da riqueza das nações trazida para Sião no serviço de Deus.. com agra do su b irã o ao m eu altar. (Veja Ag 2. p a ra tra z er teu s f i lh o s de longe. e. e do S anto de Israel. 7 T odas as ovelhas de Q u ed a r se con grega rã o ju n t o a ti. Deus continuará glorificando e embelezando a sua esplêndida casa (i. Navios com velas ondulando se parecem com nuvens contra o céu distante.4 Por isso. o qual é o Santo de Israel. Os “estrangeiros” que vêm para Sião se tornarão cidadãos e ex­ pandirão e embelezarão a cidade. c. Os Estrangeiros Reconstroem e Honram a Sião 60. ou como pombas voando para casa. p orq u a n to te g lo r ifico u . Filhos Vindos de Longe Honram a Deus 60. teu D eu s.) b. indicando que a glória de Deus e o seu louvor estarão se espalhando sobre toda a terra. tive m isericó rd ia de ti.

s im . a f a i a . (Veja Ag 2. especial­ mente a arca da aliança. Pelas portas de Sião. da mes­ ma maneira que os crentes gentios o são quando aceitam a Cristo nesta era (Ef 2. p a r a o r n a r e m o l u g a r d o m e u s a n t u á r i o . Deus glorificará o “lugar em que assentam os [seus] pés”. Este também será o caso na Nova Jerusalém (Ap 21. p a r a q u e t r a g a m a. Esta passagem tem tão extensas garantias que isto deve se aplicar aos tempos mileniais. O melhor da madeira das melhores árvores. p o rq u e os seus povos são a tra íd o s p e la lu z . e. os povos trarão as “riquezas das nações”. 13 A g l ó r i a d o L íb a n o v i r á a ti.20-23. n e n h u m a n aç ã o c o n tin u a r á e x istin d o a m en o s que se to rn e s u je ita a S iã o . na luz da revelação do Novo Testamento. os estrangeiros que vêm a Sião devem ter vindo também a Cristo. irão embelezar o santo templo milenial do S e n h o r em Jerusa­ lém.) 8. Portas que “estarão abertas de contínuo” indica paz e segurança como também liberdade de acesso. ti a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s . 14. Assim.25 ). c o n d u z i d o s c o m e la s . Contudo. o povo de Jerusalém construiu os muros naquela época.pela sua graça e misericórdia. Nos tempos do Vélho Testamento.14. 11 E a s t u a s p o r t a s e s t a r ã o a b e r t a s d e c o n t í n u o : n e m d e d ia n e m d e n o i t e s e f e c h a r ã o . O lugar onde Deus manifesta a sua presença completa e continuamente está no céu.17-19). porém. As pessoas se tornarão concidadãs com o povo de Deus.6— Zc 8. N a re a lid a d e . Alguns aplicam a edificação dos muros à época de Neemias. o templo em Jerusalém. 12 P o r q u e a n a ç ã o e o r e i n o q u e te n ã o s e r v i r e m p e r e c e r ã o . com os seus reis tornados súditos enquan­ to Sião triunfa. c a rá te r sa n to e a m o r d o SENHOR (Z c 14. o s s e u s r e is. e s s a s n a ç õ e s d e t o d o s e r ã o a s s o la d a s .19). e g l o r i f i c a r e i o l u g a r e m q u e a s s e n t a m o s m e u s p é s. era chamado o lugar em que se assentavam os . o p i n h e i r o e o b u x o c o n ju n t a m e n t e . incluindo os cedros do Líbano.

ou o escabelo (ou banco de descanso) dos seus pés (I Cr 28. Os descendentes dos opressores anteriores de Sião se humilharão. o s d. A Jerusalém do M ilênio estará em agudo contraste com a Jerusa­ lém do passado. mas toda a terra. u m g o z o de g era çã o em gera ção. M t 5. Isaías usa a figura de “o leite das nações” e de reis para significar que eles todos vão nutrir Sião com cuidado amoroso e pessoal. pertencente ao “Santo de Israel” (o nome favorito de Isaías para Deus). e ch a m a r-te-ã o a C idad e do SENHOR.seus pés. os f i lh o s d os que te o p rim i­ ra m .5. in clin a n d o-se. 14 T am bém v irã o a ti. de m odo qu e n in gu ém p a ssa va p o r ti. o P ossan te de Ja có. O Propósito de Deus para Transformar Sião 60. Deus a fará a “excelência perpétua” [Heb.7. g c‘on.1.49). p o r ei em ti u m a ex celên cia p erp étu a . “imponência”. Agora a santidade do Senhor atrai. Então o povo de Sião saberá que Deus é o seu Salvador e o Parente-Redentor —não só o Santo de Israel. mas também o poderoso ou “Possante de Jacó”. Deus também chama a terra de o escabelo de seus pés (66.35. “majestade”] e a alegria de todas as gerações por vir. ou até mesmo se lembrariam (Jr 3. dela não sentiriam falta. 132.1). 16 E m a m a rá s o leite das n a ções e te a lim en ta rá s aos p eito s dos reis. Jeremias também torna claro que a arca não mais seria necessária.16). O reino milenial estará operando sob a nova alian­ ça do Calvário. At 7. e o teu R edentor. o teu Salvador. e saberás qu e eu so u o S enhor . o lugar dos pés de Deus na época milenial não será a arca da velha aliança. e reconhecerão que Jerusalém verdadeiramente é a Cidade do SENHOR. Lm 2.15— 18 15 E m vez do desprezo e do a b orrecim en to a q u e fo s te votada. e p r o str a r -se -ã o à p la n ta dos teu s p é s todos os qu e te des­ p rez a ram . Porém. SI 99. a Sião do S an­ to de Israel. desse modo.2. . mostrando o mais profundo respeito.

. ou seja. singular do nome hebraico para o livro de Salmos). e às tu a s p ortas. Isto será provocado pelo governo do M essias-Rei (9. e j a r e i p a cífico s os teu s in sp etores e ju s to s . haverá luz constante. p o r m ad eira. a glória do SENHOR dará a ela uma sobrenatural "luz perpétua”. n o s teu s term os. bronze:. porque Ele manifestará a sua presença ali de um modo novo.17 P o r cob re tra rei ouro. como a fonte e manifestação da sua luz. “louvor” ( tehillab. 20N u n ca m a is se p o r á o teu sol. e os dias do teu lu to fin d a r ã o . choro.19— 2 2 19 N u n ca m a is te serv irá o so l p a ra lu z do dia. de desolação ou d estru ição. m a s o S en hor será a tu a lu z perpétua. p o rq u e o S en h or será a tu a lu z p erp étu a . p o r pedra s. ruína e destruição. f e r r o . n em co m o seu resp len d o r a lua te a lu m ia rá . vem a garantia de que “os dias do [seu] luto findarão”. a tua gló ria . Com o fato de que não haverá mais nenhuma escuridão. e o teu D eu s. o governo será mudado para paz e retidão. ferro por prata. O Povo de Deus Exibirá o Seu Esplendor 60. ou lamentação. IHN u n ca m a is se o u v irá de v io lên cia na tua terra. louvor. A cidade já não terá o sol e a lua por luz. e. os teu s exatores. A transformação será completa. Com o SENHOR como o seu sol e lua. e p o r f e r r o tra rei -prata. e. Em contraste com o pecado e a corrupção anteriores. m a s a os teu s m u r o s ch am ará s sa lva çã o. Assim. Em vez de violência. sem nenhuma tristeza.7). os muros da cidade serão chamados “salvação” ( Yeshuah. e. Ao invés disso. a cidade estará cheia das bênçãos de salvação e o povo estará cheio de louvor ao SENHOR por essas bênçãos. Que Deus mudará as coisas é mostrado pela substituição de bronze por ouro. simplesmente outra forma da palavra hebraica para o nome de Jesus) e as portas. n em a tua lua m in gu a rá . e pedras por ferro. madeira por bronze.

O pecado que causa a tristeza não mais existirá. mas de toda a terra. Por que os povos irão venerar a glória de Deus? . a mesma palavra usada a respeito do Messias em I I . serã o ren o v o s p o r m im plan tados.21. pois todos os po­ vos. O que Deus plantou crescerá. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Deus desfrutará o que Ele vê e faz durante o M ilênio. Verdadei­ ramente. p a ra sem p re herdarão a terra. Eu. u m p o v o gra n d íssim o. Deus garante que isto será feito prontamente “a seu tempo” —quando Ele julgar conveni­ ente. plantados pelo SENHOR.21 E todos os do teu p o v o serã o ju sto s. a seu tem po o fa re i p ron ta m en te. O pequeno renovo que Deus plan­ tou “virá a ser m il”. Como Deus respondeu quando Ele viu que não havia nenhum intercessor? 4.20. O que estava impedindo Deus de salvar. o SENHOR. obra das m in h as m ãos. Ap 2 I.2 7 ). netser. O que as comparações usadas nos ensinam sobre a natureza do pecado? 3. não somente o de Jerusalém.I ) .5 Nunca mais Deus precisará usar os inimigos para trazer juízo por causa dos pecados do seu povo (cf. 22 O m en o r v irá a s e r m il. os menores se tornarão uma vasta nação: nin­ guém será insignificante ou sem importância. 10. “obras das [suas] mãos” (a manifestação do seu poder).6). mas significando “desfrutar”. e até mesmo de escutar os clamores de seu povo? 2. As pessoas serão “renovos” ou ramos (Heb. e o m ín im o.5. será justo (Zc 14. de forma que a sua glória e esplendor serão claramente exibidos para que todos possam vê-los. Também é possível traduzir “farei prontamente" por uma pala­ vra grafada do mesmo jeito. p a ra qu e eu seja g lo rifica d o .

não um substituto para o obra com pleta de Cristo. H orton. I 8). dizem que. UNGIDO PARA PREGAR BOAS NOVAS 61. 10. cumpre estas profecias (veja H b 8. H orton. N osso D estino. 1 9 7 5 ).9 -1 8 .1. C. 3 Stanley M . 1:857.. “Book of Isaiah”. 9. 2 A Septuaginta traz “Brilha. Jerusalém . Nosso D estino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 19 9 8 ). O que farão os estrangeiros que vierem para Sião? 9. A llis. lit. brilha. porque o Se~ NHO R me ungiu para pregar boas-novas aos mansos.13 . pois a tua luz chegou” (trad. 1 A m aioria dos pré-m ilenistas acha que estes sacrifícios são m em oriais. “O utros. em W ydiffe Bible E ncydopedia (Chicago: M o o d y Press. 184. Quando Sião se levantar e resplandecer. da m esm a m aneira que a Ceia do Senhor é um mem orial. O que está incluído na aliança de Deus com o arrependido? 6. enviou-m e .). na base de que o livro de Hebreus trata a lei e o ritual do Velho Testamento como tipos e sombras. como as nações do mun­ do irão responder? 7. 187.. o qual é Ele mesmo o cum prim ento de todo o sistema sacrificial”.2 1 O Espírito do Senhor J e o v á está sobre mim. 186. J . O Messias Anuncia a Sua Missão 61. Quem as nações trarão consigo para Sião e como o povo de Israel responderá? 8. a presença pessoal de Jesus. “Book of Isaiah".1-63.6 I. R J: CPAD. Que contrastes haverá entre a Jerusalém do M ilênio e a Jerusalém dos dias de Isaías? CITAÇÕES 1 O swald T. 5 A llis. 1:857.5.

( I ) para “restaurar” os corações daqueles que estão quebrantados. pode aludir àqueles israelitas que tinham vendido a si próprios sen­ do colocados em liberdade no Ano do Jubileu (Lv 2 5 . Ag ora o Messias anuncia a sua missão. A sua procla­ mação era uma proclamação de liberdade para aqueles que estavam presos pelo pecado.8 ) e o ano da redenção de Deus (6 3 . “O ano aceitável do S e n h o r ” ( o u ano do favor do S e n h o r ) . mansamente to­ mando um lugar inferior e reconhecendo as suas necessidades. Aqui Ele fala como o Profeta ungido pregando “boas-novas aos mansos”. “d ia” e “ano” estão em justaposição.18. veja M t 5. Isto também pode ser identificado com o tempo do favor de Deus: o dia da salvação (4 9 .17 ). (2 ) para “proclamar liberdade. Quando Jesus aplicou isto ao seu próprio m inisté­ rio. aqueles que se humilham diante de Deus. (G Novo Testamento os entende como pobres aos olhos do mundo e necessitados da ajuda de Deus. jesus expressamente apli­ cou esta passagem a si próprio no início do seu ministério em Nazaré na Galiléia (Lc 4.4 ). 1 Co 1.a r e s t a u r a r o s c o n t r i t o s d e c o r a ç ã o .) Ele é enviado com diligência amorosa e pessoal. Comparados.3. A partir do Evangelho de João. Ele não estava pretendendo lim itar o seu m inistério a um dia ou a um ano. a p r o c l a m a r li b e r d a d e a o s c a tiv o s e a a b ertu r a d e p r is ã o a o s p r e s o s. Ez 4 6 . O Espírito do Senhor estando sobre a Pessoa que aqui fala identifica-o como o ungido Servo do SENHOR de 42.16— 22).1 e o ungido Rei messiânico de 1 1. 43. está claro que Ele ministrou pelo menos três anos e meio antes da cruz.3 9 — cf. ou aflitos por qualquer razão.26. 2 a a p r e g o a r o a n o a c e i t á v e l d o SENHOR e o d ia d a v i n g a n ç a d o n o s s o D e u s .2. a c o n s o l a r t o d o s o s t r is t e s .. portanto usados sinonimamente para referir-se a um ponto indefi­ nido no tempo. e abertura de pri­ são” aos que foram levados cativos e libertação aos encerrados na escuridão do pecado (incluindo a abertura dos olhos). .. Lc 4 . agoniados.

e r e n o v a r ã o a s c i d a d e s a s s o la d a s . ó le o d e g o z o p o r t r is t e z a . turbante ou toucado como usa­ vam os sacerdotes e os que celebravam um banquete). d e s t r u í d a s d e g er a çã o em gera çã o . N a sua primeira vinda. As árvores com suas raízes profundas e seus galhos estendidos simbolizavam permanência e estabilidade. RESULTADOS FELIZES 61. Ele não veio para condenar o mundo (Jo 3.17). igualmente. M c 10. O Messias lhes dará. ao invés disso.Jesus não continuou para citar “o dia de vingança do nosso Deus”. Cinzas sobre a cabeça eram um sinal de lamentação e tristeza. A terra e as cidades de Israel serão restauradas depois de muitas gerações de devastação. Sião está em primeiro plano. p la n t a ç ã o d o SENHOR. O “óleo de gozo” é o óleo da unção que simbolizava o Espírito Santo. porque eles exibirão a sua glória e esplendor. de Deus virá no fim dos tempos (Ap 6 a 19). p a r a q u e e le s e j a g l o r f i c a d o . ou justo juízo. quando Jesus vem e triunfa sobre o Anticristo. Este versículo não diz quem fará o trabalho. Ele confortará aqueles que lamentam na sua tristeza. N a sua justiça dada por Deus. que culmina na batalha do Armagedom.28. A “vingança”. Nessa época. e r e s t a u r a r ã o o s d e a n t e s d e s t r u í d o s .4-6 4 L e d f i c a r ã o o s lu g a r e s a n t i g a m e n t e a s s o la d o s . p ‘ cer. a f i m d e q tie s e c h a m e m á r v o r e s d e j u s t i ç a . 3. v e s t e d e l o u v o r p o r e s p i r i t o a n g u s t ia d o . mas o próximo sugere que Deus usará os gentios. os que estão “tristes em Sião” serão reconhecidos como “plantação do S e NHOR” . antes.45). Ele veio ser um resgate pelo pecado (H b 9. 2. OS SACERDOTES DO SENHOR 61. . pois todas as lágrimas serão enxugadas. pois o conforto do Messias será especialmente para os que estão “tristes”1 lá.3 3 a o r d e n a r a c e r c a d o s t r i s t e s d e S iã o q u e s e lh e s d ê o r n a m e n t o p o r c in z a . um “ornamento” (Heb.

e x u l t a r ã o p e l a s u a p a r t e . (Veja Is 6 0 . O mundo tem amontoado vergonha sobre o povo de Sião.1 1 . mas Israel terá uma porção em “dobro” que pertence ao herdeiro. Os ditadores e tiranos têm perseguido os judeus. eles esta­ rão trabalhando em Sião —para o seu povo. NASB. e a b o r r e ç o a i n iq ü i d a d e . enquanto eles exultam “pela sua parte”. ministrando as suas bênçãos a todos. uma rica herança.7-9 7 P o r v o s s a d u p la v e r g o n h a e a f r o n t a . 6 M a s v ó s s e r e i s c h a m a d o s s a c e r d o t e s d o SEN HO R . ’olah. p o s s u i r ã o o d o b r o e t e r ã o p e r p é t u a a le g r ia . c o m e r e i s d a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s e n a s u a g l ó r i a v o s g l o r i a r e i s. a m o o j u í z o . cf. “sua glória”). ALEGRANDO-SE NA SUA HERANÇA 61. usando-os para chamar a atenção para longe dos seus próprios problemas. Em vez de opressores estrangeiros governando em Sião. Essa porção dobrada do herdeiro.1 6 . . e isto lhes trará “perpétua alegria”. que será restaurada para eles. krvodam. p e l o q u e . ou herdará. e e s t r a n h o s s e r ã o o s v o s s o s la v r a d o r e s c o s v o s s o s v i n h a t e i r o s . SEN HO R. Finda será a desonra anterior. O povo de Sião se alimentará das “riquezas das nações” e se gloriará. H itler é um exem­ plo disso. como o faz o seu ódio pela “iniqüidade”. O holocausto era oferecido com­ pletamente queimado e sua fumaça subia totalmente diante da pre­ .5 -7 . A versão ARA traduz como “a iniqüidade do roubo”).s P o r q u e e u . e v o s c h a m a r ã o m i n i s t r o s d e n o s s o D e u s . o c o m e les .) 4.5 E h a v erá estra n g eir o s q u e a p a scen ta rã o o s v o sso s reb a n h o s. esta­ rá dentro da “sua [própria] terra”. e u lh e s d a r e i s u a r e c o m p e n s a e m v e r d a d e e f a r e i u m c o n c e r t o e t e r n o O amor de Deus pela justiça assegura esta herança. “na sua glória” ou riquezas destas (Heb. cujos membros serão sacerdotes e ministros de Deus. melhor traduzido como “roubo ofereci­ do em holocaustos” (Heb. O anti-semitismo ainda é excessivo em muitas partes do mundo. n a s u a te r r a .9 .

Senhor 11 Porque. to d o s q u a n to s o s v ir e m o s c o ­ n h ecerã o co m o s e m en te h en d ita d o SENHOR. m e cob riu com o m a n to de ju stiça . Este concerto futuro é a nova e melhor aliança selada pelo sangue de Jesus no Calvário (H b 9 . p o rq u e m e v estiu de vestes de sa lvação. todos os “conhecerão como semente bendita do S e n h o r ” .11 10 R eg o z ija r-m e-ei m u ito no SENHOR.10.2 Estar vestido com salvação e justiça indica a sua natureza. salvação e justiça são como o turbante sacerdotal usado por um noivo. . e como as jóias com as quais uma noiva se adorna. M uitas outras passagens do Velho Testamento mostram que Deus os fará uma bênção para todos (e. Ele é Salvação e Justiça como também o Portador da salvação. n o m eio d o s p o v o s . Não há nenhuma outra nova aliança.15 -18).13). Agora o Orador dos versículos I a 3 fala a respeito da sua alegria no (cf. a ssim o S en h or JEOVÁ f a r á b ro ta r a ju s tiç a e o lo u v o r p a ra todas as nações. co m o a terra p r o d u z os seu s ren ovos. e o s seu s d escen d en tes. Zc 8. Isso seria roubo do que pertence a Deus. H b I2 . A ALEGRIA DO MESSIAS 61. 5. Porque Deus é fiel. Ele “lhes [dará] sua recompensa em verdade” e fará “um concerto eterno com eles”.2). Alguns tradutores mudam “em holocaustos” para “com perversa impieda­ de” ou “crime” (Goodspeed).g.sença do S E N H O R . Por causa do recebimento da herança deles na terra. e co m o o horto f a z b ro ta r o q u e n ele se sem eia. NEle. co m o u m n oivo que se a d orn a com ata vios e co m o n o iv a qu e se en jeita co m as su a s jó ia s. mas isso é uma compreensão errônea. indicando a exaltação completa do S E N H O R e a dedicação completa de si mesmo a Ele. um povo que é escolhido por Ele. Os descendentes de Israel serão reconhecidos e amados entre as nações. a m in h a a lm a se alegra n o m eu D eu s. 9 E a su a p o s te r id a d e s e r á co n h ecid a e n tr e a s n a ções. Não poderia haver nenhuma dedicação parcial.

N a primavera. 3. a té qu e saia a su a ju s tiç a co m o u m resplendor. Esta é uma razão para a sua alegria. e todos os reis.35. eles não usam a coroa. O M essias será vitorioso sobre todos os poderes do mal. m e não ca la rei e.6 a. e a su a salvação. A “coroa de glória” e o “diadema real na mão do teu Deus” indica o novo caráter real e a natureza do povo de Deus sendo sustentado e protegido por Ele. e chamar~te~ão p o r u m n om e novo. Da mesma forma o SE N H O R fará algo muito bonito à medida que Ele faz “brotar a justiça e o louvor” para todas as nações. Eles são a coroa do S E N H O R . p o r a m o r de Jeru sa lém . até que “saia a sua justiça como um resplendor” e a sua salvação “como uma tocha acesa”. .1 —5 1 P o r a m o r de Sião. que a boca do SJENHOR nomeará. é uma visão muito bonita ver que as sementes que foram plantadas em um campo ou jardim brotam de repente. O interesse do Ungido sobre Sião o fará continuar falando e agin­ do. m e não aquietarei. 2 E as nações verão a tua ju stiça . O “nome novo” indica uma nova natureza e caráter dados pelo S en h o r (c f Ez 48.1-63. 0 CO N TÍN U O INTERESSE DO MESSIAS PO R SIÃO 62. O paralelo com o versículo 10 mostra que o louvor é por causa da salvação que o S eN H O R oferece por intermédio do sofrimento do Servo ressurrecto. dando luz para o mundo e ateando fogo aos corações dos crentes. A G ló r ia F u tu r a d e S iã o 6 2 . co m o u m a tocha acesa. Ap 2.12). 3 E será s u m a coroa de g ló r ia na m ão do SENHOR e u m diadem a rea l na m ão do teu D eu s. Nações e reis verão e serão atraídos para a justiça e glória de Sião. e eles são testemunha e evidência de que Ele é o Rei do Universo. 6.17. a tua glória . No entanto.

Como uma prova do seu favor. porque o SEN H O R se agrada de ti. era tido como “desam­ parada” e “assolada”.2. de Sião.4 N unca m ais te chamarão D esamparada. Seu novo nome e natureza serão “H efzibá”.6-9 6 Ó Jerusalém ! Sobre os teus m uros pu s guardas. Estes antigos nomes recordavam a respeito do sofrimento e derrota passados. O S e n h o r Prova o Seu Favor 62. Os “filhos” que se casam com Sião sim­ bolizam o povo que habitará e cuidará da cidade. até que confirm e e até que ponha a Jerusalém p or louvor na terra. nem a tua terra se denom inará jam ais Assolada.. ou caráter. e. O país e o povo de Israel estarão juntos novamente de um modo que mostra o amor de Deus. prontos para avisar as pessoas de qualquer perigo. Porém. signifi­ cando “casada”. e “Beulá”. que significa “minha delícia está nela”. mas chamar~te~ão: H efzibá. Isto corresponde ao Salmo 147. Beulá'. onde Deus é o Construtor. como o noivo se alegra com a noiva. O SENHOR mudará o seu relacionamento e a sua situação. assim se alegrará contigo o teu Deus. 5 Porque. O deleite de Deus é comparado a um matrimônio e à alegria de uma lua-de-mel e ao amor. no passado. Neste contexto. o S e n h o r coloca “guardas” nos muros. ó vós que fa z eis menção do Se~ N H O R. b. O nome. ' nem estejais em silêncio. que todo o dia e toda a noite se não calarão. e à tua terra. com o o jovem se casa com a donzela. As cidades antigas tinham muros para a sua própria prote­ ção. e com a tua terra o S e n h o r se casará. o paralelo com “assim se alegrará contigo o teu Deus” faz com que alguns traduzam “teus filhos” como “teus construtores”.3 o que envolve só uma leve mudança vocálica porque as consoantes são as mesmas. assim teus filh o s se casarão contigo. Os guardas ficavam vigiando em torres. os guardas são os profe­ . não haja silêncio em vós.

s J p i r o u o SEN H O R p e l a s u a m ã o d i r e i t a . e levantar uma bandeira sobre os povos (incluindo os que vieram de longe para Sião). p r e p a r a i o c a m i n h o a o p o v o . p a s s a i p e la s p o r t a s . o povo é orientado a passar pelas portas abertas e preparar o caminho. concernente à restau­ ração de Israel. garantido pelo seu próprio poder e força.II). Eles são os que continuam fazendo “menção do S e n h o r ” . (O hebraico mazkirim também pode significar que os profetas continuam “fazendo Deus se lem brar”. onde o guarda é o próprio Isaías).1 2 . Todos os obstáculos deverão ser removidos para Deus vir ao encontro do seu povo (v . aplainando a estrada. Isto é um modo de dizer que Ele entra em ação e faz algo sobre a situação.6 10 P a ssa i.1 1 . até que Ele cumpra a sua promessa de fazer de Jerusalém “louvor na terra”. Em resumo. a p la in a i a e s t r a d a l i m p a i . n e m o s e s t r a n h o s b e b e r ã o o t e u m o s to . isto não significa que Ele esqueceu. porém. Quando Deus “se lem bra”. “N unca m ais” Ele usará os inimigos estrangeiros para trazer o seu juízo de form a que estes roubem do povo a sua comida (trigo para fazer pães) e bebida (suco de uva doce). e beberá o suco de uva não fermentado em adoração festiva nos átrios do santo tem­ plo de Deus. Como outra prova do seu favor. O povo comerá o que eles trabalharam para conseguir. Deus “jurou”.) Estes profetas-guardas não deixarão de clamar a Deus para agir. e m q u e tr a b a lh a s te . 9 M a s o s q u e o a ju n ta r em o co m erã o e lo u v a r ã o a o SEN H O R. a p la in a i. removendo as pedras. 2 1 .tas (cf.a d a s p e d r a s . Ela será a capital do mundo no M ilênio. O Salvador de Sião Virá 62. e p e l o b r a ç o d a s u a f o r ç a : N u n c a m a i s d a r e i o t e u t r i g o p o r c o m i d a a o s t e t is i n i m i ­ g o s . c. a r v o r a i a b a n d eir a a o s p ovos. e o s q u e o c o lh e r e m b e b e r ã o n o s á t r i o s d o m e u s a n t u á r i o .10— 63. fez um juram en­ to. .

inclui os povos (gentios) de todas as direções que vêm para a luz de Sião. enquanto per­ guntam quem é este Personagem que “é glorioso em sua vestidura” — usando vestidos em cores vividas —mas “tintos”. Os profetas-guardas (6 2 . que também especifica que o Rei humilde vem. ou manchados de verm elho (com o sangue dos seus inim igo s.2). v. pois Ele traz o seu galardão com Ele e a sua obra está diante dEle (c£ 40. co m v estes tinta s? E ste qu e é g lo r io so em su a vestid u ra . chamada de “Procurada”.6 ) estão na expectativa da vinda da Salvação como um Rei.5 combi­ na Isaías 62. O nome novo. uma cidade não mais desamparada ou abandonada (e jamais será novamente abandonada). é descrito mais adiante. eis qu e com ele vem o seu ga la rd ã o.12). Jesus aplica isto à sua segunda vinda (Ap 22. Colocar “Salvador”. Porque . C id a d e não desam parada. os “remidos do S e n h o r ” . A sua resposta mostra que Ele é o U ngido — “Eu. ou caráter. Assim. está correto: “Salvação” é personificada aqui. d ia n te dele. “tua salvação”].10). Mateus 21.9. e a su a obra. talvez chocados. literalmente como sendo a salvação. Mateus mostra que ambas as profecias são cumpridas em Jesus. os rem id o s do SENHOR. A terra de Edom ( “vermelho”) e a cidade de Bozra ( “vindima”) representam o mundo que está contra Deus e se opõe ao seu povo. em lugar de “salvação” (ARA). yish ’ekh. Para a “filha de Sião” (o povo de Jerusalém) os profetas-guardas devem dizer “a tua salvação vem” [Heb. p o d ero so p a ra salvar. e tu será s ch am ada P ro cu ra d a . qu e f a l o em ju stiça .11 com Zacarias 9. que falo em justiça. Eles estão surpresos. de B ozra. 12 E chamar~lhes~ão p o v o santo. qu e m archa com a sua g r a n d e f o r ç a ? Eu. poderoso para salvar”. Sião será assim um lugar de glória e proeminência. 1 Q u em é este q u e vem de E dom . m archando vigorosamente com grande força.11 E is qu e o SENHOR f e z o u v ir a té às ex trem id a d es da terra: D iz ei à filh a de Sião: Eis qu e a tua sa lva çã o v em . O “povo san­ to”. O que Deus proclama é para o mundo inteiro.

Quando perguntado por que as suas roupas estão da cor de san­ gue. Aqueles que Ele redimiu já estão redimidos antes do juízo. p elo que o m eu braço m e tro u x e a salvação. M uitos acreditam que o juízo será os sete anos daTribulação.16). M as “lagar” é figurativo. Ele julga os que são representados por Edom e Bozra. a ser seguido pelo “ano dos meus redimidos [do M essias]”.4 4 P orque o dia da vin ga n ça estava no m eu coração. e o seu sa n gu e sa lp icou as m in h as vestes. não há nenhum lim ite à sua capacidade para salvar. e os p isei na m in h a ira e os esm a gu ei no m eu f u r o r . representando povos —especificamente os inimigos tanto de Deus como do seu povo —não uvas. e o an o dos m eu s red im id o s é chegado.5 O “ano” indica um período mais longo de tempo. e m a n ch ei toda a m in h a vestidu ra . As suas roupas foram respingadas e manchadas com o sangue deles (cf. e dos p o v o s n in gu ém se achava com igo. 6 E p ise i os p o v o s na m inha ira e os em b ria gu ei no m eu f u r o r . Só Ele é sem pecado e digno de ser . o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro vindo para a batalha do Armagedom. Novamente o M essias reconhece que ninguém pode ajudá-lo. O “dia da vingança” indica somente juízo feito depressa. e o m eu f u r o r m e susteve. Ap I 9 . e espantei~ m e de não h a ver qu em m e su stivesse.7 J E olhei. respingadas como as daqueles que pisam as uvas na cuba superi­ or do lagar. e não havia q u em m e aju d asse. os m il anos do reinado de Cristo na terra. Ele declara que sozinho pisou no lagar.I 3 . e a su a f o r ç a d errib ei p o r terra.Ele é justo. com o as daquele qu e p isa u v a s n o lagar? 3E u sozin ho p isei no lagar.I 5 ).6 ATribulação será seguida depois pelo M ilê­ nio. Eles sofreram a ira do Cor­ deiro (Ap 6. Somente Ele pode trazer salvação. 2 P o r qu e está verm elh a a tua v estid u ra ? E as tu a s vestes. M as antes de salvar.

a qual ainda é a ira do Cordeiro (Ap 6 .8 Pelo seu próprio po­ der. O que será envolvido na restauração de Israel para serem sacerdo­ tes do Senhor? 5.45). Q UESTÕES D E EST U D O 1. e por que elas estão de tal modo manchadas? 13.8 ) é relacionado à nova aliança que foi posta em efeito pela morte de Jesus? 6. porque eles escolheram pagar a penalidade pelos seus próprios pecados. Por que o Messias está ali sozinho? . Quem é aquEle que vem com vestes tintas de vermelho. a ira daquEle que morreu para lhes trazer a salvação. Ele traz salvação e pisoteia os povos pecadores do mundo. no ca­ pítulo 61. Quem fará Sião oferecer luz para o mundo e como isto será rea­ lizado? 8. O que 61.11 nos mostra sobre a natureza do Messias? 7. trazendo a vingança divma. Qual é a significação dos novos nomes e a comparação a um casamento? 9. Como o concerto eterno (6 1 . Eles rejeitaram o seu sangue que foi derramado por eles. refere-se ao Messias? 2. Dn 2. Por que Jesus parou a sua citação no meio do versículo 2? 3. Como nós sabemos que a missão inspirada pelo Espírito.o Juiz das nações.10. O que é necessário para Deus vir ao encontro do seu povo? 11. Que conforto dará o Messias aos tristes em Sião? 4. M uitas passagens mostram que o reino milenial e a sua paz devem ser introduzidos através do juízo (por exemplo. Agora o sangue deles é derramado sobre a terra.44. Quais são os incluídos nos redimidos do Senhor e qual é a rela­ ção deles para com Sião? 12. Quem são os guardas e qual é o trabalho deles? 10.16). fazen­ do-os bêbados na sua ira.

A ssim ele f o i seu Salvador. as suas gran­ des dádivas e a bondade para com a casa de Israel. 8 5 -9 5 . como um profeta-guarda (6 2. 8 P orque dizia: C ertam en te. 19 9 -2 1 4 . chasàe. 4 9 7 s.12 I. “imutável. co n so a n te tudo o qu e o SENHOR n os con cedeu .. atos dignos de . Nosso Destino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 1 9 9 8 ).7-64. LO UVO R PELA BONDADE DE DEUS 6 3 . 2. A Vitória Final: Uma Investigação Exegétíca do Apocalipse (R io de Janeiro. f i lh o s qu e não m en tirã o. eles são m eu povo. Jesus cumpre ambas as funções por redim ir e julgar. Ele começa por contar que está atento a respeito dos atos das “benignidades” de Deus (Heb. 4 Stanley M . 10 8 -1 0 9 . 5 Eles são redim idos por causa da obra realizada em Isaías 53. 3 Isto poderia ser traduzido como “A quele que a reedificou”. 6 Stanley M . H orton. RJ: CPAD. infalível. qu e u so u com eles segu n d o as su a s m isericó rd ia s e segu n d o a m u ltid ã o das su as benign idades. aliança de amor”). 7 Ibid.7 -1 5 1 A s ben ign id a d es do Sen hor m en cio n a rei e os m u ito s lo u v o res do SENHOR.CITAÇÕES 1 A mesma palavra é traduzida como “tristes” no v. 8 O hebraico g o ‘el significa tanto “o parente-redentor” como “o vingador de sangue”. Veja The Prophets (Philadephia: Jewish Publication Society o f America. e a g r a n d e bon dade p a ra com a casa de Israel. RJ: CPAD. D. 19 78 ). Isaías O ra por Misericórdia e Perdão 63. 2 8 2. agora começa uma oração por misericórdia e perdão que continua pelo capítulo 64. 19 95 ).6). H orton. Isaías. 2 1 0 . 2 U m a vez que o M essias deve dar alegria e justiça. a m aioria dos com entaris­ tas antigos entendem que quem fala aqui é Sião.

Deus os tratou como a sua família. gritaria. “todos os dias da antigüidade”. O “Anjo [ou Mensageiro] da sua presença” [ou face] não é nenhum anjo co­ mum. que realiza a obra do Pai. como também depois. e contristaram o seu Espírito Santo” — não uma vez. cólera. Ele os redimiu como um Parente-Redentor. Ele usou exércitos humanos para trazer juízo na época dos juizes e dos assírios. concedendo-lhes muitas misericórdias nestes freqüentes atos do concerto de amor. e o A njo da sua p resen ça os sa lv o u . se lem b rou dos dias da an tigü idade. o Messias. Ele protegeu e tomou conta do seu povo durante a história deste. “Assim ele foi seu Salvador” (insinuando que Ele os salvou e repetidamente os livrou em várias situações). e “em toda a angústia deles foi ele angustiado”. N o seu amor e compaixão. Foi neste sentido que Ele mesmo “pelejou contra eles”. ele os rem iu . de M oisés e do seu povo.louvor. e Ele é o M ediador divino entre Deus e a humanidade. 9 E m toda a a n gú stia deles f o i ele an gustiado. Deus está pessoalmente presente nEle. Ele os con­ tava como seu povo e como seus filhos “que não mentirão”. ou serão infiéis. blasfêmias.31 lista algumas das ações que entristecem o Espírito Santo de Deus: amargura. dizendo: O n d e está aq uele que os f e z su b ir do m a r com . M as eles f o r a m rebeldes e co n trista ra m o seu E spirito S anto. e m alícia de todos os tipos. o Ungido. Deus estava pessoalmente presente com eles em cada situação angustiosa (como a escravidão no Egito e a opressão durante o tempo dos juizes). e os co n d u z iu todos os dias da an tigüidade. e os tom ou. mas repetidas vezes. p elo seu a m o r e p ela su a com pa ix ã o. Deus não podia perm iti-los continuar em presunçosa ingratidão e indiferença ao seu amor.30. para Ele. p elo que se lhes to rn o u em in im igo e ele m esm o p e le jo u con tra eles.1 Efésios 4. 11 Todavia. Agora Isaías confessa os pecados do povo: “eles foram rebeldes. Ele “se lhes tornou em inimigo”. ira.

quando eles estavam tropeçando ao m eio-dia (5 9. significa plano. Israel continuou a lembrar da libertação do Egito pelo mar Vermelho como uma evidência primordial do poder e grandeza do SE N H O R . o E spírito do SENHOR lhes deu descan so. Ele não só pôs o seu Espírito Santo sobre Moisés e sobre os setenta anciãos ÍNm I I. 6. Suph. Estes juízos fizeram com que o remanescente piedoso entre o seu povo se lembrasse do tempo de M oisés e da sua liderança. mídbbar. e pergun­ tar por aquEle que lhes trouxe a todos pelo mar Vermelho. aqui. 13 A quele que os g u io u p elo s abism os.16).3. 35 . “no deserto”) não se refira sempre a terreno plano. provavelmente. p a ra cr ia r u m n om e etern o ? Moisés experimentou o poder do SE N H O R . O SE N H O R o s M C om o ao a n im a l qu e desce aos vales. “junco”) foram divididas (Ex 14. p a ra cria res um n o m e glorioso. mas sobre outros também. Israel viu isto quando as águas do mar Vermelho (Heb.30-35). a ssim g u ia s te ao teu povo. Nenhum obstáculo estava no caminho de Israel quando Deus os habilitou.I 7 ). .os p a sto res do seu reban h o? O n d e está o qu e p ô s no m eio deles o seu E spírito Santo. co m o o cavalo. uma lembrança eterna do seu nome e caráter como Salva­ dor de seu povo. no deserto. Presentemente.2. Conquanto “no deserto” (Heb. não cultivado. campo aberto onde um cavalo pode correr sem trope­ çar.10 ). como Bezalel e Aoliabe (Ex 31. d e m od o que n u n ca trop eça ra m ? conduziu pelas profundezas úmidas do mar Verme­ lho. Como era diferente nos dias de Manasses. o povo pergunta onde Deus está agora? Onde está a obra do seu Espírito Santo? 12 a q u ele cu jo braço g lo r io so ele f e z a n d a r à m ã o d ireita de M oisés? Q u e f e n d e u as águ a s dia n te deles.

Os israelitas que saíram do deserto eram como o gado que desce das colinas estéreis para os exuberantes pastos verdes da Terra Pro­ metida. Isaías faz um apelo tendo por base o importante fato de que Deus é o Pai do seu povo. trouxe glória ao seu nome. neste momento. nem para o seu neto. . Israel (Jacó). “desde a antigüidade” ou “desde a eternidade”).16 16 M as tu és n osso Pai.18 ). “a ternura” de Deus e as suas “misericórdias” estão detidas por causa dos pecados de Israel. pois eles nada sabem a respeito do sofrimento presente do povo. nosso R ed en to r desde a a n tigü id a d e é o teu nom e. e I sra el não n o s reconhece. lhes foi dado “descanso” repetidas vezes. 2. M as Deus é ainda o Pai e o Parente-Redentor de seu povo. No entanto. ain d a q u e A braão n os n ã o conhece. O n d e estão o teu zelo e as tua s obras pod erosa s? A tern u ra das tuas entranhas e das tuas m isericórd ia s d etém -se pa ra com igo! Depois de se lembrar do que Deus fizera nos primórdios da na­ ção. Eles não podem clamar para Abraão (o pai terreno deles) socorrê-los. m e’olam. Através do Espírito Santo e dos líderes cheios do Espírito. ó SENHOR. O seu nome e caráter são “desde a antigüidade” (Heb.1). Por perguntar onde o seu zelo (o seu amor zeloso pelo seu povo. e o seu zelo para preservar a sua honra) e as suas obras podero­ sas estão. Ele é o mesmo e sempre o será. pedindo-lhe que olhasse “desde os céus”. deste modo. Tu. és n osso Pai. DEUS É AINDA NOSSO PAI 63.2 como Deus prometera (Js 23. A orientação de Deus. Isaías expressa o desejo de ver novamente o poder e a glória que foram manifestados nos dias de M oisés e Josué. como Josué (N m 27. Isaías clama a Deus em oração. 13 A tenta desde os céu s e olha desde a tua santa egloriosa habitação. onde a sua santidade e glória estão constantemente em evi­ dência. Ele nunca os rejeitará.

ou seja.10 indica. quer dizer. Israel como um povo santo. n os f a z e s d esv ia r dos teu s ca m in h os? P or q u e en dvtreces o n osso coração. SE N H O R . 19 T o rn a m o -n o s co m o aq ueles sob re q u em tu n u n ca d om in a ste e co m o aq ueles que n u n ca se ch am ara m p elo teu nom e. o chamado pelo seu nome. o povo escolhido por Ele. o santuário de Deus. Deus nunca lhes tinha governado (seu povo no passado) e eles jamais tinham invocado o seu nome sobre eles. p a ra que te não tem a m os? Faz voltar.5— 7.1 7 -1 9 17 P o r que. poder e graça no meio do seu povo. f o i p o ssu íd a p elo teu sa n to p ovo. quando os corações das pessoas estão endurecidos pelo pecado. como ele previu em 39. n ossos a d versá rios p isa ra m o teu sa n tu á rio. CORAÇÕES ENDURECIDOS 6 3 . 18 Só p o r u m p o u co de tem po. Como Isaías 6. Leupold sugere o seguinte: “ O espaço de tempo onde Deus efetivamente sustentou o seu povo foi comparativamente tão curto . a mensagem de Deus só os torna mais duros. manifestar a sua presença. ou profanaram. as trib os da tua herança. Afinal de contas. Isaías não está culpando a Deus pelo desvio do povo dos seus caminhos e pelo endurecimento dos corações de modo que eles não o temem nem o reverenciam. ó Senhor . que pode significar a terra santa de Deus. p o r a m o r dos teu s servos.3. separado para a adoração e serviço do possuiu a sua herança naTerra Prometida por apenas pouco tempo. Isaías lamenta que embora o povo de Israel fosse o povo de Deus desde muito tempo atrás. Isaías pode estar expressando as condições no tempo de Manasses. Mas Isaías transforma isto em um clamor para Deus fazê-los “vol­ tar”. eles são “as tribos da [tua] herança”. e assim declarar que eles pertenciam a Ele. ou pode estar profetizando o que aconteceria quando os babilônios viessem. Então os adversários e opressores “pisaram”.

que quase não valia a pena considerar. As circunstâncias teriam sido diferentes.1-9 1 O h ! s e fe n d e s s e s os céu s e d cscesses! Se os m o n tes se esco a ssem d ia n te d a tu a fa c e ! Isaías apaixonadamente lamenta sobre o passado. se tão-somente Deus tivesse descido. ISAÍAS CLAMA PARA DEUS AGIR 64. hi ) introduz uma condição contrária ao fato aqui. q u e t r a b a lh e p a r a a q u e le q u e n e le e s p e r a . q u e n ã o e sp e r á v a m o s . Isaías faz censuras sobre o passado. n e m c o m o s o lh o s s e v i u u m D e u s a lé m d e ti. Ele quer dizer. durante o reinado ímpio de Manassés. . É como se Ele “nunca tivesse dom inado” sobre o seu povo”. ou seja. então as montanhas teriam tremi­ do como o Sinai. a s s im a s n a çõ es trem essem d a tu a p r e s e n ça ! Se Deus tivesse descido em poder.3 Os pecados de Israel tinham-no se­ parado das bênçãos e dos privilégios que Deus lhe dera. então o seu nome teria sido dado a conbecer “aos [seus] adversários” e as nações teriam tremido à sua presença. 3 Q u a n d o fa z i a s co is a s te r r ív e is . e o povo de Deus teria respondido através de arrependimento! Isaías se preocupa pelo nome de Deus. Pois Deus desceu no Smai e os “montes se escoavam” diante da sua presença. Eles tinham quebrado a aliança. Isaías sente que Deus não está fazendo nada. 4.4 “Oh! se”. quando Deus fazia coisas ines­ peradas e assombrosas que inspiravam temor reverenciai. Agora. d e scia s . 4 P o rq u e d esd e a a n tig ü id a d e n ã o se o u v iu . (Heb. p a r a f a z e r e s n o tó r io o teu n o m e a o s teu s a d v e r s á r io s . M as ele insinua que ainda quer que Deus aja decisivamente. e o s m o n t e s s e e s c o a v a m d i a n t e d a t u a fa ce . “como quando o fogo inflama a lenha e faz ferver as águas”. sobre a honra de Deus. 2 C o m o q u a n d o o f o g o i n f l a m a a le n h a e f a z f e r v e r a s á g u a s . n em co m o u v id o s se p e r c e b e u .

O resul­ tado é o juízo divino: Eles murcharam e caíram “como a folha”. Ele é o único Deus que responde. Isto não quer dizer que essa rebelião há muito tempo continuada fosse alguma vez se encontrar com a salvação. eles têm uma rela­ ção pessoal com Ele enquanto seguem nos seus caminhos. e t o d a s a s n o s s a s j u s t i ­ ça s . e to d o s n ó s c a ím o s c o m o afo l h a .Isaías não esqueceu que Deus age a favor daquele “que nele espe­ ra” em expectativa de fé por Ele. p a r a q u e s e j a m o s s a lv o s . c o m o u m v e n t o . e a s n o s s a s c u lp a s . Isaías se identifica com o povo e confessa que eles conti­ nuaram pecando ( “pecamos”) contra esses caminhos. eles se lembram de Deus em seus caminhos. pagada. Porém. . muito embora soubessem que isto enfureceria a Deus.9. 5 S a is t e a o e n c o n t r o d a q u e le q u e s e a le g r a v a e p r a t i c a v a j u s t i ç a . são como “trapo da im undí­ cia” (lit. que im pedia a pessoa de entrar no tem plo). Quer dizer. co m o tra p o d a im u n d íc ia . p o r q u e p e c a m o s . feitos para cumprir as exigências. (Veja a aplicação deste versí­ culo aos que amam o Senhor em I Co 2. Deus vem “ao encontro daquele” (Heb. 6 M a s t o d o s n ó s s o m o s c o m o o im u n d o . e is q vie te ira s te . n e le s h á e t e r n i d a d e . como uma peça de vestuário suja de sangue do período menstruai de uma mulher. Eles não só acham alegria na justiça. ou formas da sua religião. a qual estava cerimonialmente suja de­ baixo da Lei. Todos os atos justos do povo.. A confissão continua: “Todos nós somos como o im undo” aos olhos de Deus. n o s a r r e b a t a m . “age para abençoar”) que se alegrava enquanto “praticava justiça” (agia em justiça ou retidão).) O fato de que só Ele é Deus pressupõe a sua soberania. “encontra”. os cami­ nhos revelados na sua Palavra. caminhos que se tornam claros para eles à medida que eles oram. Ninguém no passado ou no presente ouviu ou viu (através de revela­ ção) qualquer outro Deus a não ser Ele. d a q u e le s q u e s e le m b r a m d e t i n o s t e u s c a m i n h o s .

N o m eio do ju íz o de D eus (provavelm ente na época de M anassés). o s nosso oleiro. trouxe desânimo e m orte. G1 1. Ele também é o Oleiro divino que amolda o barro. olha. (A bonita imagem do SENHOR como o Oleiro e como o Pai é freqüentemente atestada —D t 32.5. Isaías suplica a Deus que não deixe o pleno peso da sua ira cair sobre eles. nem perpetuam ente te lem­ bres da iniqüidade. Deus tinha escondido o seu rosto (afastado a sua manifesta presen­ ça e bênção) e fez com que a culpa dos seus pecados os fizesse “derreter” (Heb. Os 12.6. nós. ou seja. que desperte e te detenha. 89.Então os seus pecados culpados os arrastam como o vento arrebata as folhas mortas. Agora Isaías clama novamente a Deus. M l 2. Is 29 . Gn 3 2 . e nenhuma pessoa se movia para se apegar a Deus (como Jacó fez quando ele lutou com o Anjo. “dissolver”). ó SEN HO R . ó SENHOR . M t 6 . fazendo-o “obra das [suas] mãos”.5 <Mas.13. Seguramente Ele está preocupado so­ bre o povo que é a obra da sua mão. e todos nós. 9 Não te enfureças tanto.) Deus pode mudá-los apesar do que eles fizeram no passado. R m 9. e que Ele não se lembre para sempre dos pecados que lhe .10. reconhecendo que Deus não mudou. Cl I .26. Isto corresponde ao tempo de M anassés em vez do exílio babilônico posterior.4). agora.6 -8 . eis. porque escondes de nós o teu rosto e nos fa z es derreter.16.I 2 . o que chamou a nação à existência. p or causa das nossas iniqüidades. todos nós som os o teu po vo. Jr 18.21.3. obra das tuas mãos. por m iseri­ córdia. SI 68. nós te pedimos. 7 E já ninguém há que invoque o teu nome. 103.2 4 2 8 . e tu. tu és nosso Pai. Ele ainda é o Pai de Israel. fmugenu. 63. o barro.6. ninguém estava invocando o nome de Deus.16.

causaram a indignação. inclusive Sião.5— ele vê em uma visão que as “santas cidades” (cidades da 7). santidade de Deus.10-12 10 As tuas santas cidades estão feita s um deserto. Jerusalém está assolada. e todas as “coisas mais aprazíveis”. se tornarão uma pilha de pedregulho. 1 A nossa santa egloriosa casa. serão feitas um deserto. será queimada a casa de santidade e beleza esplêndida de Israel. Este será o clímax da destruição. e todas as nossas coisas m ais aprazíveis se torna­ ram em assolação. o que mos­ trará a majestade do juízo de Deus. em que te louvavam nossos pais. Como um clímax para os seus sofrimentos. ou profanação.6 12 C onter-te-ias tvi ainda sobre estas calamidades.) . permanecendo calado e castigando (humilhando e afligindo) ainda mais a Israel. 5. (Os exilados que voltaram da Babilônia não tiveram que dizer isto. M as os exilados não teriam dito o que nós lemos no versículo 12. levando em conta tudo isto. onde os pais da nação louvavam a Deus. pois Jerusalém será “assolada”. Sião está feita um deserto. e nos afligirias tanto? S en h or? A resposta de Isaías a esta visão é perguntar a Deus se. 1 f o i queimada. Ele continuará se contendo (especialmente depois da oração do v. do templo que aconteceu nos dias de Manassés. quer dizer. toda a terra de Israel). Pedir a Deus para olhar para eles é um clamor pela sua graça e misericórdia: Deixe-o ver e reconhecer que eles ainda são o seu povo. ó Ficarias calado. Devido ao que Isaías sabia que iria acontecer (39.9). JERUSALÉM ARRUINADA 64. Alguns tomam isto como sendo o que os exilados disseram quan­ do voltaram da Babilônia. os artigos pre­ ciosos do templo.

16— e em que bases ele o faz? 18 4. O que a Bíblia D iz Sobre o Espirito Santo (R io de Janeiro. em Wycliffe Bible Encyclopeâía (C hicago: M o o dy Press. 70. The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove. 19 93 ).: InterVarsity Press. H a r r y B u ltem a. O que Isaías enfatiza na sua oração? 2. 8. C om mentary on Isaiah. A llis. 111. Por que Isaías se refere a Deus como Pai e Oleiro? 7. Alec M otyer.C . R J: CPAD. 1 9 9 3 ). Leupold. 5 O swald T. Que lições Israel deveria ter aprendido a partir do êxodo? 3. Exposition o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. C ornelius Lam bregtse (G ran d R ap id s: Kregel Pub licatio n s.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 2 :1 4 8 . 518. 197 1 ). M as com o B ultem a d iz: “Isto m o stra quão pouco esses h o ­ m ens têm p e n e trad o no e s p írito d e sta p ro fe c ia ” . Qual era a condição de Jerusalém e do templo na parte final do reinado de Manassés? CITAÇÕES 1 O fato de que o E spírito Santo pode ser entristecido m ostra que Ele é uma Pessoa distinta. 1:857. 4 J. 19 8 1). 3 H . 6 M u ito s crítico s usam os versículos 10 e I I p ara argum entar que um auto r desconhecido escreveu isto após Jerusalém ter sido d estru íd a em 5 8 6 a. Que ações de Deus no passado fazem Isaías ter expectativas? 5. O que é significativo a respeito da oração de confissão de Isaías? 6. Veja Stanley M . . Qual é o apelo de Isaías em 63. 1 9 7 5 ). C. H orton. 6 1 2 . trans. 2 O hebraico tenicbennu é freqüentativo. “Book o f Isaiah”.

E. o constante. Deus responde então à confissão e oração do capítulo 64. f u i achado p o r aqueles qu e m e não bu scavam . “diante da [sua] face”. (Cf. após os seu s p en sa m en to s. e Paulo chama a atenção para o fato de que alguns o fazem. Ele repetidamente fez ofertas ou propostas iniciais amigáveis. Em comparação. (Isto continuou nos . A RESPOSTA GRACIOSA DE DEUS 6 5 . 2 E stendi as m ã o s todo o dia a u m p o v o rebelde . imagina­ ções e planos. Eles eram responsáveis pela condição na qual estavam. seguindo “os seus [próprios] pensamentos”. Israel também estava muito centrado em si mesmo e muito interessado a respeito de seus próprios planos e desejos para responder.1-66. desafiando-o de fato. Misericórdia.24 I. deixou-se buscar).1 -7 1F u i bu scado p elo s qu e não p ergu n ta va m p o r m im .) Porém.1 aos gen­ tios1 e 65. Bênção. “Eis-me aqui”) para um Israel que “se não chamava do meu nome”.) 3p o v o que m e irrita d ia n te da m in h a f a c e de con tín u o. eles “de contínuo” o provocavam. a u m p o v o que se não cham a­ va do m eu n om e eu disse: E is-m e aqui. qu e cam in ha p o r ca m in h o qu e não é bom . ainda que eles não o buscassem. Quer dizer. dizen­ do que Ele se revelou (ou. (Veja R m 10.21. porque eles continuaram a andar em caminhos que Deus via não serem bons. Deus toma a iniciativa e torna possível às pessoas o buscarem e o acharem.21. muito embora eles (Is­ rael em seus primórdios) não perguntassem por Ele. Ele se deixou achar. amoroso e urgente apelo de “todo o dia “de Deus para Israel os encontra teimosos na sua rebelião. dizendo: “Eis-me aqui” (Heb. Alegria e Juízo 65. sa crifi­ ca n d o em ja r d in s e q u eim a n d o in cen so so b re tijolos.20. onde Paulo aplica 65. N a própria presença de Deus. Rm 10. henneni.2 a Israel.

cólera e causa furor (cf. Isto também aponta para a época de Manassés. Todas estas atividades eram uma abominação ao SE N H O R . Passar a noite em vigília “junto aos lugares secretos”. um fogo ininterrupto “que arde todo o dia”. m a s eu pa garei. a idéia da área nasal estar sendo fre­ qüentemente aquecida indica ira. dará um ponto final ao seu . 6 E is q u e está escrito d ia n te de m im : n ã o m e calarei. Eles também comeram carne de porco e fizeram sopa de “coisas abomináveis”.dias de Ezequiel. 5 E dizem : R etira -te. indica práticas ocultas. Provavelmente eles se identi­ ficavam tanto com os falsos espíritos ou falsos deuses que pensavam que qualquer um que os tocasse estaria em dificuldade. T E V ). p o rq u e so u m a is sa n to do que tu. u m J o g o que arde todo o dia. sim .7) e em im ita­ ção de práticas pagãs. 4 a ssen ta n d o -se ju n t o às sep u ltu ra s. e co m en d o ca r n e de p o rco e caldo de coisas a b om in á veis n os seu s pratos. Eles também seguiram idéias pagãs de santidade ou separação (o que nós chamaríamos de “tabus” hoje). As­ sim. a Septuaginta diz: “em cavernas onde eles dormem por causa de so­ nhos”). novamente ao contrário da Lei (Lv 11. às tumbas. Tais pessoas são “uma fumaça” nas narinas de Deus. e p a ssa n d o as n o ites ju n to aos lu ga res secretos. indica tentativas es­ píritas para contatar com os mortos. No hebraico.) Sacrificando “em jardins e queimando incenso sobre tijolos” era contrário à Lei e mostrava que o povo de Israel estava seguindo rituais pagãos. Assentar-se “junto às sepulturas”. Estes pecados estão escritos em um livro (como um débito em uma conta). Deus. a seu devido tempo. veja Ez 8. e não te ch egu es a m im . estas pessoas são objetos da ira de Deus. (alguns sugerem “entre as fendas das rochas”. d eita r-lh es-ei a recom p en sa no seu seio. E stes sã o u m a f u m a ç a n o m eu nariz.

Esta seria a primeira forma de castigo que o S E N H O R faria na sua agenda de julgamento.13. cf. O “seio” aqui refere-se à dobra da vestimenta acima do cinto onde um objeto poderia ser colocado (cf. Ne 5.8 -1 0 * A ssim d iz o Sen h or : C om o qu an do se acha m osto em u m cacho de uvas. . eles colheriam agora o juízo tanto pelos seus próprios pecados quanto pelos pecados de seus pais (cf. SI 79. p a ra qu e os não d estru a a todos. este devia começar no meio do povo de Deus (cf. Lc 6. de modo que Israel tem alguma “bên­ ção” (Heb. berakhah. As ofertas queimadas “nos montes [e] outeiros” (lugares altos. I Pe 4 .5). 2. 0 REMANESCENTE PO SSUIRÁ A TERRA 6 5 . uma “bênção”) nele. p o is há benção n ele . e os m eu s eleitos h erda rão a terra. Ou seja. Isto igualmente corresponde ao tempo de Manassés. Não havia nenhuma montanha na Babilônia. qu e q u eim aram in cen so n os m o n tes e m e a fro n ta ra m n os o u teiro s.1 7 ). e os m eu s serv o s habitarão ali.38). Deus fará de modo que “os não destrua a todos”. 15. 7 as vossas in iq ü id a d es e ju n ta m en te as in iq ü idad es de vossos p a is j diz o SENHOR. p elo qu e lhes to rn a rei a m ed ir as su a s obras an tigas no seu seio. Eles são semelhantes a “um cacho de uvas” com o suco ainda nele. Ex 20. 9 E p ro d u z irei d escen d ên cia a J a có e a J u d á .12.silêncio e longanimidade e lhes pagará em plena medida. Ele ainda tem verdadeiros servos em Israel. Agora o S E N H O R dá uma resposta mais extensa.2) eram em desafio a Deus e mereciam pleno castigo. Devido a eles continuarem nas “iniqüidades de [seus] pais”. assim fa re i p o r a m o r de m eu s servos. Por causa deste remanes­ cente de servos que são uma bênção. u m herdeiro que p ossu a os m eu s m o n tes. dizem : N ão o desperdices.

l~ também vos destinarei a espada} e todos vos encurvareis à matança. na orla marítima ao sul do monte Carmelo. que vos esqueceis do meu santo monte. falei. “os meus eleitos. Caracteristicamente. e não respondestes. terão uma recom­ pensa diferente. O vale de Acor. Isaías recorre a exem­ plos representativos. ele quer dizer que de oeste a leste toda a terra será restaurada para a sobra ou remanescente. será transformado em um 26 lugar de “repouso de gado”. que esqueceis do meu santo mon­ te”. para a espada. e o vale de Acor. 10 E Sarom servirá de curral de ovelhas. perto de Jericó. que preparais uma mesa para a Fortuna e que misturais vinho para o Destino. se afastando para longe de seu culto no templo. para despejar como uni oferecimento de bebida para o deus Destino (ou Sorte). meus servos”. A outrora fértil planície de Sarom. para o m eu povo que m e buscar. o S eos “destinará”. “Vós que vos apartais do SENHOR. Eles se voltaram para o culto pagão. DEUS JULGARÁ AQUELES QUE 0 ABANDONARAM 65. mas fiz estes o que é m al aos m eus olhos e escolhest. 3.11-16 11 Mas a vós que vos