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Comentário Bíblíco

0 profeta messiânico
S T A N L E Y M. H O R T O N

Tradução Benjamim de Souza

O CPAD

REIS BOOK’S DIGITAL

Todos os direitos reservados. Copyright © 2 0 0 2 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de D eus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina. T ítu lo do original em inglês: Isaiah Gospel Publishing H ouse, Springfield, M issouri Prim eira edição em inglês: 2 0 0 0 Tradução: Benjamim de Souza

Preparação dos originais: Joel D utra Revisão: Kleber C ruz Capa: Flam ir A m brósio Pojeto gráfico: Eduardo Souza Editoração: O lga Rocha dos Santos

CDD: 2 2 0 —Com entário Bíblico ISBN: 8 5 -2 6 3 -0 4 0 9 -7 Para maiores inform ações sobre livros, revistas, periódicos e os últimos lançamentos da CPAD, visite nosso site: h ttp ://w w w .cpad.com.br

As citações bíblicas foram extraídas da versão Alm eida Revista e Corrigida, edição de 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicação em contrário.

C asa Publicadora das A ssem bléias de Deus Caixa Postal 331 2 0 0 0 1 -9 7 0 , R io de Janeiro, RJ, Brasil 2'' edição/2003

Prólogo

Isaías é um dos mais ricos e mais lindos livros na Bíblia —tanto teológica como literariamente. Entre os livros do Vélho Testamento não há nenhum que mais utilize a linguagem hebraica, nenhum que tenha uma maior expressão da mensagem do Evangelho e da natu­ reza de Deus. Isaías, o profeta, é o primeiro teólogo do Velho Testamento. É apropriado que a CPAD deva pu­ blicar um comentário sobre Isaías produzido pelo prin­ cipal teólogo pentecostal do Velho Testamento. Stanley H orton é um maravilhoso exemplo de um erudito dirigido pelo Espírito. Ele conhece o Hebraico original e os pontos de vista dos eruditos e a voz do Espírito Santo, Ele tem despendido sua vida toda estu­ dando e ensinando a Bíblia, especialmente o Velho Tes­ tamento. Isaías tem sido um de seus mais intensos estu­ dos desde que ele o fez o foco de sua dissertação de doutorado. N ela ele mostrou que a perspectiva de todo o livro corresponde à autoria tradicional do profeta do oitavo século a.C. em Israel. Isso está em contraste com

muitos eruditos modernos, os quais teorizam um ou mais autores posteriores em Babilônia para os capítulos 40 a 66. Stanley Horton é um grande exemplo de humildade cristã e de­ monstra isso em seus escritos, apresentando gentilmente o que acre­ dita ser a verdade. Ao mesmo tempo, ele considera as diferentes in­ terpretações, permitindo aos leitores a escolha entre estas. Devido a Stanley H orton ter estado imerso no livro de Isaías por anos, ele tem um maravilhoso domínio de seu conteúdo. Sua leitura cuidadosa e reverente do texto traz a mensagem que Deus pretendia. Horton tem um dom para tratar do que realmente importa, trazen­ do de um modo simples e claro ao estudante da Bíblia as percepções dos eruditos. Este livro será de grande ajuda às pessoas leigas, as quais precisam deste grande livro de Isaías colocado em linguagem que possam entender. A obra do Dr. Horton demonstra uma sólida teologia bíblica que permite ao inspirado escritor da Bíblia dizer hoje o que ele pretendia em seus dias: o leitor é capaz de ouvir Isaías pregar a sua própria mensagem em seu próprio contexto antigo. Contudo, Horton mostra a relevância dos princípios divinos por trás dos textos antigos. Ele relaciona continuamente as profecias a Cristo. O livro finaliza com um apêndice de grandes temas teológicos em Isaías. Esta parte junta em um compacto mas profundo modo de compreen­ der muitas das maravilhosas verdades destacadas no livro. Para mim, é uma honra recomendar esta obra. Stanley Horton tem sido a maior influência em meu entendimento, trabalho e amor pelo Velho Testamento. Creio que os estudantes da Bíblia serão aben­ çoados pela espiritualidade e clareza da mensagem à medida que H orton a torna conhecida. Eu estou muito agradecido que o seu profundo conhecimento deste importante livro do Velho Testamento está finalmente publicado para abençoar a igreja, tanto dentro como fora da sala de aula.
R oger D. C otton, Tb.D.

Professor de Velho Testamento Seminário Teológico das Assembléias de Deus Estados Unidos da América

Prefácio

O livro de Isaías sempre foi um de meus favoritos. Eu lhe dei uma especial atenção em meus estudos de doutorado. M in h a dissertação, aceita pelo Central BaptistTheological Seminary (SeminárioTeológico Ba­ tista Central), era intitulada “A Defense on Historical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiab Referring to Babilon” (U m a Defesa sobre os Ele­ mentos Históricos da Autoria de Isaías a Respeito das Passagens no Livro de Isaías Referentes à Babilônia). O livro de Isaías era importante para os judeus na época anterior a Cristo. Quinze manuscritos hebraicos do livro de Isaías foram encontrados entre os Rolos do mar M orto. Jesus e os escritores do Novo Testamento também o consideravam importante, pois eles 411 ve­ zes fizeram citação de Isaías. As profecias de Isaías tive­ ram um profundo efeito sobre Jerusalém e Judá em seus

V lll

Comentário Bíblico: Isaías

dias. Elas continuam a abençoar todos aqueles que as estudam hoje. Em concordância com o uso tanto da ARC (versão de Almeida Revista e Corrigida da Bíblia de Estudo Pentecostal) como de outras versões (N V I e KJV por exemplo), a palavra SE N H O R é usada em letras maiúsculas e pequenas maiúsculas onde o hebraico do Velho Testamento tem o nome pessoal de Deus, Iahweh. O hebraico escre­ via apenas as consoantes Y H W H . As tradições posteriores seguiram o Novo Latim JH V H e adicionaram vogais do hebraico para “se­ nhor” para lembrá-los de ler Senhor em vez do nome divino. M as isto não foi jamais com a intenção de ler “Jeová”. Nas citações das Escrituras, as palavras que eu desejo enfatizar estão ressaltadas com itálicos. Para uma leitura mais fácil, as palavras hebraicas, aramaicas e gre­ gas estão todas transliteradas com caracteres do nosso alfabeto. Algumas poucas abreviações utilizadas: Gk.: Grego Heb.: Hebraico ARA: Almeida Revista e Atualizada ARC: Almeida Revista e Corrigida (Bíblia de Estudo Pentecos­ tal, CPAD) ASV: American Standard Version KJV: King James Version N V I: Nova Versão Internacional M eus especiais agradecimentos vão para Glen Ellard, Paul Zinter, e Leta Sapp na Gospel Publishing House e a todos aqueles que aju­ daram na preparação deste livro. Obrigado também a minha esposa, Evelyn, pelo seu encorajamento. Esta é uma versão revisada de um comentário originalmente acom­ panhado por textos hebraicos e publicado em 1955 pela The World Library Press Inc., Springfíeld, M o., Gregory Lint, editor executivo.

Sumário
P rólo go P refácio v vii I

S in o p s e ......................................................................................

In tro d u ç ã o ...................................................................................... 5 C e n á rio ............................................................................................ 5 O fim do rein o norte de I s r a e l............................. 7 Ju d á nos dias de I s a ía s ...............................................9 As invasões a s s ír ia s .................................................. 11 C ro n o lo g ia do tem po do p ro feta I s a ía s ..... 16 V isõ es críticas do livro de I s a ía s .................................. 17 U m a breve descrição d a m en sagem de Is a ía s ....... 2 7 In tro d u ç ã o ...... .................... .......................................... 2 7 Isaías: o p ro feta e sua m e n sa g e m ..................... 2 8 P ro fecias in ic ia is ......................................................... 2 9

A visão e ch am ad a de I s a ía s .................................... ...........2 9 A m ão irad a de D eus e sua m ão s a lv a d o r a ................... 3 0 Ju íz o sobre as nações e s tr a n g e ir a s ...................................... 31 Ju íz o e restauração p ara J u d á ...............................................3 2 E zequias e as invasões de S e n a q u e rib e .............................3 2 C o nfo rto e lib e r ta ç ã o .................................................................3 4 G ló ria p ara o povo de D eus; ju íz o p ara os o u tro s ..................................................................... 3 6 E sboço de I s a ía s ......................................................................................... 3 9 Isaías na versão A R C , N o tas e C o m e n tá rio s .............................51 A p ên d ice A: G randes tem as no liv ro de Is a ía s...................5 4 5 1. D eus, o S an to de I s r a e l................................................ 5 4 6 2 . D eus, o P oderoso de I s r a e l.................. .................... 5 4 7 3. D eus, o O n is c ie n te ......................................................... 5 4 8 4 . D eus, o C riad o r de t u d o ........................................... . 5 4 9 5. D eus, o R e d en to r e S a lv a d o r ...... ............................... 5 5 0 6. D eus, o R e stau rad o r de Israel e Jerusalém ...... 55 1 7. D eus, o S alv ad o r dos g e n tio s ................................... 5 5 2 8. O servo de D e u s.............................................................. 5 5 3 9 . O E sp írito S an to de D e u s......................................... 5 5 4 10. D eus m erece adoração p u r a .............................. ...... 5 5 8 A p ên d ice B: M a p a do Im p ério A s s ír io ................................ . 5 6 0 B ib lio g ra fia S e le c io n a d a .................................................................. 5 6 3 ín d ic e das E scritu ras ....... ....... .................... .................................... 5 6 5 ín d ic e R em issivo ............................................... ................................. 581

Data: Isaías foi o maior de todos os profetas da últim a metade do oitavo século a.C. Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias e, provavelmente, Manassés, senti­ ram o impacto de sua pregação profética. Cenário: Uma falsa prosperidade às expensas do go­ verno encorajou uma vida de corrupção e luxo acom­ panhada pela opressão do pobre e uma religiosida­ de sensual, imoral e pagã (2 Cr 26.16-18,20; 27.2; 2 8.1-27; 29.6-9). A Chamada de Isaías: Uma visão de Deus levou-o a uma visão de si mesmo e do pecado. A confissão o levou à purificação e consagração. A obra seria difí­ cil, mas lançou os fundamentos para o remanescen­ te retornar e preparar o caminho para a vinda do Messias (capítulo 6).

1— 10 Descendente de Davi. Emanuel —O Deus conosco. Pai da Eter­ nidade.1— 15— O Messias é Rei.) 16. Príncipe da Paz. 4 0 -4 8 Conforto A Grande Acusação: Um Pai de coração partido convida seus filhos a retornarem (cap. Conselheiro. Ungido pelo Espírito. Maravilhoso. 49 . libertar e reunir o povo. 2 4 -3 5 Juízo Geral Caps. O Quadro Ampliado do Messias: Nascido de uma virgem. 36 -3 9 Ezequias Caps.16 A Principal Pedra Angular. 6 -1 2 O Deus Santo é Exaltado Caps.18-25. 5.1— 13 O Servo é a arma de Deus para levantar.1— 7 . 13-23 Profecias Estrangeiras Caps. 28 . 5 6 -6 6 Glória Caps. Deus Forte.8 9. 1-5 Juízo e Esperança Caps. (Leia aqui Rm 8. 18 42 . 32.1— 12 O Servo divinamente escolhido e sustentado que bondosa e misericordiosamente restaura os judeus e traz a luz aos gentios.Breve Esboço: Caps. I). 4 9 -5 5 Redenção Caps. 7.5 O trono de justiça e amor.10— 17 8. 11.

ensina e fortalece a outros.3 Sinopse 50. compare com Mateus 24. sanador e libertador do M es­ sias traz alegria.22. O Ser­ vo. Versos Principais: 6. 55.12 54 55 6 1.3.) Grandes sermões expositivos estão quase já elaborados nos capítu­ los I. 6. (Leia Lc 4 . 49.6-7. 55. 53. A porta aberta de par a par àqueles que anseiam. Ninguém é um fracasso quando vive de acordo com a vontade de Deus! .2.1— 11 O Servo.4— 1 1 52.13 a 53. ensinado por Deus. 40. 45. agrada a Deus e torna possível a sua incomparável salvação.35. 59.8. 50. “O M onte Evereste da Profecia Messiânica”. O ministério salvador. pelo seu sofrimento e morte vicária e substituta. O crescimento de Israel como um resultado da obra redentora do Servo. A Certeza do Cumprimento da Palavra de Deus: 40.1 6-21 .

era uma grande e rica nação. esse era um lugar onde os exércitos do mundo conhecido entravam em conflito. seus reis habitual­ mente enviavam seus exércitos todos os anos para . Em vez disso. Israel. Apêndice B). era o centro cultural. Essa “terra prome­ tida” seria um centro vital para a expansão e difusão do Evangelho quando Jesus veio à Terra. no rio Eufrates. Porém. Contudo. a Assíria era o poder dominante.Introdução CENÁRIO Deus poderia ter colocado o seu povo. o Egito. com suas cidades de Nínive e Assur nas proximidades do rio Tigre (ver mapa. Ele o colocou na encruzilhada do velho mundo. nos dias de Isaías. comercial e religioso para toda a Mesopotâmia. em um distante e protegido oásis onde ninguém pu­ desse incomodá-lo. Ao nordeste. Para esse fim. Babilônia. Ao sul. A meta da Assíria era dominar a Babilônia e con­ quistar o Egito. junto ao rio N ilo.

e seus sucessores eram fracos.g. sucessivas ocorrências da peste bubônica dizimaram o seu povo. Como resultado. Jeoás então derrotou a Amazias em Bete-Semes. 2 Rs 8.C. todavia. tomou todo o ouro e a prata do templo e do . Desde os tempos de Salomão. pilhar e destruir cidades e nações que ficavam no cami­ nho.8). Nos dias de Eliseu.. Embora Israel e Judá pagassem tributo à Assíria por pou­ cos anos. Israel e Judá não tinham desfrutado de tal prosperidade.conquistar. Os assírios eram notáveis pela sua crueldade e permaneciam inventando novos meios de torturar seus cativos. este mostra os judeus cativos sendo levado diante do rei Senaqueribe da Assíria por cordas atadas a anzóis gigantes colocados em seus maxilares.C.2 ).) tomou o controle de Edom (2 Rs 14.1 Os judeus são também representados como espetados em estacas diante dos muros da cidade. Adad-N irari morreu em 783 a. O Egito estava também enfraquecido por disputas in­ ternas. começou a profetizar naqueles que pareciam ser bons tempos. Em 805 a. o reino da Assíria desintegrou-se em um grupo de cidades-estados (o caso quando Jonas foi para Nínive). por cerca de cinqüenta anos Israel e Judá não tiveram problemas com invasões estrangeiras.C. Damasco causou problemas para o reino norte de Israel. Eles tiveram problemas por causa da Armênia (U rartu) em sua fronteira norte. capturando parte de seu ter­ ritório (e.25). os dias de dominação da Síria tinham acabado.2 Isaías.C. Amazias de Judá (7 9 6 -7 6 7 a.7) e desafiou Jeoás a guerrear contra si (2 Rs 14.) tornou a reaver os territórios cap­ turados por H azael de Damasco (2 Rs 13.. Arqueólogos encontraram em Nínive o baixo-relevo da conquista de Laquis.C.12). derrubou cerca de cento e oitenta metros do muro da cidade de Jerusalém. e uma derrota assíria seguiu-se a um eclipse do sol em 763 a. algo que Amós já tinha profetizado para o reino norte de Israel (Am 4 . Jeoás de Israel (798-781 a. Assim. um protótipo da forma de punição capital chamada crucificação. Adad-N irari III da Assíria pôs Damasco fora de combate. Porém. Depois.

15. edificavam grandes casas de pedras quadradas. Ambos desfrutavam de paz. ele conquistou vitórias e estendeu o controle político da entrada de Hamate no norte ao mar M orto no sudeste.C. 11. e gozavam de ricas comidas e vinho. e era equiparado pela prosperidade em Judá sob o reinado de Uzias (7 90 739). 6.15). O longo e próspero reinado de Jeroboão durou até 753 a. O povo então colo­ cou seu filho Uzias (também chamado Azarias) no trono. muros decorados e móveis com lindas gravuras em mar­ fim (cf. e levou os reféns.C. Oséias. Após a morte de Jeroboão II. todos pronunciaram o juízo de Deus sobre os ricos que estavam ficando mais ricos às expensas dos pobres oprimidos.25). Isaías e M iquéias.C.9. e foram enriquecidos pelo controle das mais importantes rotas comerciais. Ao mes­ mo tempo a corrupção moral e a injustiça econômica para com o pobre crescia. tanto quanto do co­ mércio do mar Vermelho via Eziom-Geber (m oderna Elate no Golfo de Acaba). e vendiam alguns deles para a escravidão. Mercadores introduziam ar­ tigos luxuosos do comércio com Tiro e Sidom. Os ricos desfrutavam de luxo. Sacerdotes corruptos tornaram a situação pior pela exi­ gência de m últiplos sacrifícios e por permitirem a mistura da idola­ tria e da im oralidade com o culto ao S E N H O R .19). o reino norte de Israel. Encorajado pelo profeta Jonas (2 Rs 14. Mercadores gananciosos os ludibri­ avam. embora advertido por Amós e . demandando altos interesses. Isso tornou Amazias impopular e conspi­ radores o assassinaram em Laquis (2 Rs 14. Amós. Am 3.22. 2 Cr 26. Ele já ti­ nha sido co-regente com seu pai desde 790 a. 25. reconquistaram a maioria do ter­ ritório do império de Salomão entre o Egito e o rio Eufrates (2 Rs 14. A prosperidade já tinha começado a retornar ao reino norte de Israel quando Jeroboão II tomou o trono em 791 a.4). 0 Fim do Reino Norte de Israel A era da prosperidade estava próxima de terminar.Introdução palácio.

.5— Quando Peca e Rezim ameaçaram uma se­ 8). Zacarias. Salum reinou um mês e foi assassinado por Manaém. Então o reino norte de Israel se tornou uma província da Assíria (que eles chamaram Samaria). tão logo Salmaneser vol­ tou para a Assíria. Em 724 a.C. Então Peca tomou o trono em Samaria e reinou mais oito anos. o rei Acaz de Judá —contra o conselho de Deus dado por Isaías —apelou por socorro aTiglate-Pileser III da Assíria.C. O filho de Jeroboão. Mas foi um erro colocar a sua confian­ ça no Egito. O rei assírio então derrotou a Síria e matou Rezim.Oséias. Salmaneser V. Ele também levou ca­ tivos os habitantes da parte mais setentrional de Israel. rei da Síria. Naquele tempo o rei Oséias de Israel deu garantias de sua lealdade como um vassalo da Assíria. A primeira invasão foi bemsucedida (2 Cr 28. M enaém morreu e seu filho Pecaías reinou por dois anos. Oséias.C. Samaria caiu em 722 a. Debaixo do juízo de Deus ele se degenerou rapidamente.C. no primeiro ano de seu reinado. o último rei do reino norte de Israel. ele levou Oséias prisioneiro. Ele então foi morto por seus dois guarda-costas e cinqüenta homens gileaditas. Como um de seus primeiros atos. En­ tão Tiglate-Pileser da Assíria o colocou sobre o trono de Israel. . ele se voltou para o ocidente contra os filisteus. pois este era fraco e não era de nenhuma valia. Isaías e M iquéias.. estava cheio de devassidão. Durante esse tempo ele fez uma aliança com Rezim de Damasco. cumprindo as profecias de seu fim defi­ nitivo por Amós. No entanto. Porém. e invadiu Judá por duas vezes. Oséias deixou de pagar tributo à Assíria e fez uma aliança com Sô (Sibe) do Egito. Em 742 a. embora as altas e íngremes colinas de Samaria e suas grandes fortifica­ ções o tenham capacitado a resistir um cerco por aproximadamente três anos. Peca tomou conta do território de Gileade no lado ori­ ental do Jordão e reivindicou o reino. reinou somente seis meses e foi assassinado por Salum. reinou apenas cinco anos. O filho de Tiglate-Pileser. Oséias. gunda invasão. Salmaneser retornou e conquistou Israel. pouco antes de Salmaneser mor­ rer. assassinou Peca em 73 2 a. M anaém reinou dez anos.

Jotão. Semelhante aos reis de Israel ele m istu­ rou o culto de Baal com o culto do Senhor. em vistas da renovada ameaça da Assíria.3 (cf. assumiu o trono e reinou até 731 a.C. seu filho. fez então uma campanha ao oeste e retom ou Sam aria em 7 2 0 a. Em suas crônicas ele diz que levou 2 7 ..C.C. A primeira vez eles levaram muitos prisioneiros e mataram 120.C. quando Tiglate-Pileser III usurpou o trono da Assíria em 745 a. Acaz reinou até 715 a. sacrificou seus filhos no fogo.C. mas era fraco. Ele passou os onze anos restantes da sua vida sob quarentena em uma casa especialmente construída para ele (2 Rs 15.O rei seguinte da A ssíria.) Judá nos Dias de Isaías Uma vez que o chamado de Isaías aconteceu no ano da morte do rei U zias (7 39 a.10 -2 0).). Deus afligiu Uzias com lepra quando ele atreveu-se a oferecer incen­ so no altar de ouro que pertencia ao Santo dos Santos no templo. Por duas vezes Peca de Israel e Rezim de Damasco se juntaram para invadir Judá. e “também debaixo de toda árvore verde” (2 Cr 28.).000 soldados (2 Cr 28. ele tinha idade suficiente para estar ciente do orgulho de Uzias. Ele fez isso ainda que Azarias e oito outros sacerdotes tenham tentado corajosamente impedi-lo (2 Cr 2 6 . realizou outras reconstruções e derrotou os amonitas (vv. cultuava nos lugares altos e nos outeiros.C. 3-5).3 ). Ele era um bom rei. 2 Rs 1 7 .5-8). ver também vv. e levou seu filho Ezequias ao trono para reinar como cosoberano com ele em 728 a.2 9 0 israelitas para o exílio.. mas também da parte de Israel e D a­ masco. Todavia. que o levou à sua própria queda.3 -6 .C . Sargão II (7 2 1 -7 0 5 a.5). Em 750 a. “Ele edificou a Porta Alta da Casa do S e­ n h o r ” (2 Cr 2 7 . substituindo-os por povos de outros países que tinha conquistado.C.4. Jotão levou o seu filho Acaz ao trono em 74 4 para reinar com ele como co-soberano. 2-3). Ele enfrentou ameaças não apenas da Assíria. Quando eles ameaçaram .

C.222 5 ). . Logo depois que Acaz morreu. fechou o templo e adorou a outros deuses (2 Cr 28.C. devido a um grande reavivamento espiritual e celebração da Páscoa. rei da Assíria. ao trono para reinar consigo.21 ). Os fdisteus invadiram-no a partir dó oeste (2 C r 2 8 .5 Então. os assírios novamente ame­ açaram Jerusalém. contudo. Cinco anos depois. Acaz man­ dou pedir a Tiglate-Pileser.4 Poucos anos depois.C. Tal como Oséias.a segunda invasão. e em 701 Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. Os edomitas se livraram do jugo do reino de Judá e o invadiram a p artir do sul. Hb 1 1 . curando-o e outorgando-lhe mais quinze anos de vida. Após a morte de Ezequias. A tradição judaica diz q u e ele amarrou Isaías numa tora e o serrou ao meio (cf. em 696 a. requereu que Acaz e outros viessem ali prestar-lhe homenagem.1 8 ). O Egito foi derrotado. apesar dos avisos de Isaías a respeito da inabilidade dos egípcios de socorrê-los. Acaz viu um altar e m andou fazer uma réplica deste e o colocou no pátio do templo (2 Rs 1 6 .C.1 7 . de modo que os vinte e nove anos de seu reinado continuaram até 686 a. Ezequias calculou mal o poder do Egito e da Assíria. em 6 8 8 a.. Acaz permaneceu um débil vassalo da Assíria até a sua morte em 7 1 5 a. exceto Jerusalém (2 Rs 18. Acaz também se voltou contra o S e n h o r . Quando esta­ va lá. ele levou seu filho.. Manassés.1 0 -1 6 ). Deus julgou a Ezequias com uma enfermidade que deveria ser fatal.16 ..3 7 ).13).6 mas seus exércitos foram destruídos pelo anjo do S enhor. Quando Tiglate-Pileser tom ou Damasco em 732 a.C. que o ajudasse e pagou tributo a ele (2 Cr 28 . Ezequias começou a contar de novo os anos do seu reinado. Manassés logo se afastou de Deus e massacrou aqueles que resistiram à sua restauração da idola­ tria. Ezequias quebrou a aliança que Acaz tinha realizado com a Assíria e pediu ajuda ao Egito. Deus foi misericordioso. dizendo que colocariam um rei fantoche sobre o trono para forçar Judá a se juntar a eles contra a Assíria. Estes não o socorreram. em 68 6. e respondeu a oração de Ezequias.

muitas das ci­ dades conquistadas se rebelavam. Ele estava determinado a restabe­ lecer o Império Assírio e restaurar sua glória e poder. A princípio ele seguiu o costume de conquistadores anteriores. Ele tomava cativos os líderes políticos e religiosos. Ele também mandava tirar a pele dos cativos ainda vivos. e deixava que eles voltassem e reconstruíssem as suas casas.As Invasões Assírias A renovada ameaça assíria veio com a ascensão deTiglate-Pileser III ao trono da Assíria em 745 a.C. Isso favoreceu o cumprimento das profecias a respeito da dispersão do povo de Israel (cf. No entanto. Os líderes que eram levados cativos não viveriam com as pessoas que eles conheciam e não teriam uma base para igualmente fomentar uma rebelião. Assim. quando ele retornava para a Assíria. falava-lhes quanto de taxas e tributos deveriam pagar a cada ano. a fim de aterrorizar os povos das cidades próximas e fazer com que eles se rendessem. Ele reuniu um massivo exército e corpo de engenheiros militares que.64). . Desse modo. Isso também ajudou a espalhar a língua aramaica. Dt 28. a nova era das brutais conquistas assírias começou. e ele tinha que retornar e reconquistálas. tomava um juramento de lealdade daquelas pes­ soas que eram deixadas. mestres e trabalhadores habilitados. pela primeira vez na história. Seus sucessores e os babilônios seguiram a mesma política de levar os povos conquistados para o exílio. Após uma cidade render-se. ele instituiu uma nova tática. Então os substituía com outros de outras cidades ou países já conquistados. em vez de ter que guarnecer ou reforçar as guarnições militares. de modo que os judeus que retornaram após o exílio babilônico falavam aramaico em vez de hebraico em suas casas. Com assusta­ dora rapidez. Essa política pretendia tornar possível aos assírios realizar novas conquistas a cada ano. Jesus e seus discípu­ los falavam e pregavam em aramaico. e os estabelecia em um outro país conquistado. empalava pessoas (sobre estacas afiadas). Os povos nativos ficavam sem os seus líderes e assim provavelmente não se rebelariam. empilhava cabeças deca­ pitadas. usaram grandes maquinários para sitiar e derrubar as muralhas das cidades que eles atacavam.

.Após derrotarem os armênios ao norte e os babilônios ao sudeste. Judá não pagava nenhum tributo naquele tempo.10).24).C. mas o fez depois sob o reinado de Acaz. conquistou Samaria em 722. substituindo-os por povos da Síria e de Babilônia.7 o caldeu das terras do mar próximas do Golfo Pérsico. Posteriormente os reis assírios. Desta vez Judá ouviu a Isaías e sabiamente não se ajuntou a Asdode (Is 20.600 gramas de prata).C. Embora M anaém pagasse tributo à Assíria para prevenir a captura da parte meridional do reino norte de Israel. o Egito não foi de nenhuma ajuda.9.19. os quais uniram-se por casamento com os israelitas remanescentes e se tornaram samaritanos (2 Rs 17. revoltou-se. nas proximidades do rio Orontes. Sargão invadiu a Filístia.T iro pagou um enorme tributo de 150 talentos (I talento eqüivalia a 12. Em 733 ele retornou pela Galiléia e assumiu o comando do território de Zebulom e Naftali. continuaram este processo (Ed 4. Em 711 a. encorajado pelo Egito. Em 737 a.. incluindo Assurbanipal. que queri­ am resistir.C. Novamente.1-5). o rei Tiglate-Pileser levou seus exércitos ao oeste até Hamate.19). Seu filho.C. sitiou Asdode e esmagou a revolta. Enquanto Sargão estava preocupado com revoltas no norte. Tiglate-Pileser III foi coroado rei de Babilônia e tomou o nome Pulu (chamado Pul. deportou acima de vinte e sete m il israelitas para lugares na Assíria e M édia. Em 732 ele tomou Damasco e a destruiu. Azuri de Asdode. onde Tiglate-Pileser é chamado pelo seu nome babilônio Pul). TiglatePileser então avançou através da Galiléia e pela costa até Jope por volta do ano de 7 3 4. Merodaque-Baladã.). Sargão. Dois anos antes de morrer. em 738 a. e anti-Assíria. Ele reinou ali . M anaém de Israel pagou pesados tributos para salvar Samaria e proteger o seu trono (ver 2 R s 15.20. que queriam se render. Salmaneser V (7 2 6 -7 2 2 a. de acordo com os registros assírios. Durante esse tempo tanto Israel como Judá estavam divididos entre facções pró-Assíria. de acordo com seus registros.8 tomou Babilônia após a morte de Salmaneser. 2 Rs 15.. e foi sucedido por Sargão II (7 2 1 -7 0 5 ).

46 delas —e tomou cativos 20 0. Bel e Nebo..12 deixando Ezequias em Jerusalém aprisionado “como um pássaro em uma gaiola”. Tendo em vista que Babilônia era muito importante para Senaqueribe. Quando o rei elamita ficou doente em 689. elamitas e arameus (contratados pelos nativos babilônios) o derrotou. Fenícia. a principal meta de Senaqueribe era ago­ ra o Egito. Ele se apoderou destes deuses e os levou para Nínive (ver Is 4 6 . Em 703. Sargão saiu de lá em 609 a. ele se pôs em marcha naquela direção pelo . 1 Filístia.C. salvando apenas as estátuas de seus deuses principais.10 Senaqueribe. Devido ao fato dos sacerdotes da Babilônia terem usado ouro de seus templos para contratar os elamitas. Senaqueribe esmagou os templos e os ído­ los. nivelando-a ao chão e cavando valas a partir do rio para tornar seu lugar em um pântano.13 mas não conquistado.9 Quando Sargão foi assassinado numa escaramuça em uma guar­ nição na fronteira em 705 a. Porém. Senaqueribe continuou a ter problemas com Babilônia.14 Com Babilônia destruída. Senaqueribe foi em direção à Babilônia.1 . Moabe e Amom lhe pagavam tributos. Senaqueribe considerou Ezequias o líder da rebelião nessa parte do mundo e capturou “todas as cida­ des fortificadas de Judá” (2 Rs 18. ele deportou mais de 2 0 8. Após um cerco de nove meses.C. retomou Babilônia em apenas seis meses. Senaqueribe derrotou um exército egípcio enviado para ajudar e dispersou os mercenários que Ezequias havia contratado da Arábia. mas Ezequias e os exércitos de Judá se lhe opuseram. com o oeste estabelecido.C.13) —de acordo com seus regis­ tros.1 50 judeus. de 7 0 0 a 689 a. Babilônia capitulou. filho de Sargão (7 0 5 -6 8 1 ).1 Então se dirigiu para o oeste. Ele então demoliu a cidade. buscando vingança.. E ntão M e ro d aq u e-B ala d ã tiro u proveito da au sên cia de Senaqueribe no oeste e assumiu novamente o controle de Babilônia. em Elteque.2 ).0 00 pessoas de Babilônia.C. Então. ele deixou Jerusalém em 701 e derrotou Merodaque-Baladã. Merodaque-Baladã tomou novamen­ te Babilônia. um exército combinado de caldeus. Em 688 a. Neste processo.como rei por 12 anos. Em 691.

sugeriu que Senaqueribe continuasse a mar­ cha para o oeste em 688. Babilônia era muito importante para ser deixada como ruína e pântano. Então Senaqueribe retornou a Nínive e permaneceu lá (v. se dirigindo através da Palestina meridional em direção ao Egito. Após conquistar o rei e a rainha da Arábia. Heródoto. 36). seu filho e sucessor.C. Manassés lhe pagou tri­ buto (cf. talvez inicialmente por causa de alguns registros que parecem fazer de Tiraca.000 assírios pelo anjo do SENHOR. Senaqueribe mandou uma carta a Ezequias. um exército egípcio comandado pelo etíopeTiraca17par­ tiu em sua direção.35).16 Ele tencionava capturar Jerusalém no caminho. crido como sendo o ano da vitória de Senaqueribe sobre a Arábia e da subseqüente morte dos 185. No entanto. o qual foi o seu último título. De acordo com seus registros. de modo que Esar-Hadom a reconstruiu e fez dela uma de suas capitais. os egípcios posteriores atribuíram a morte repentina dos 185. Isso indica que foi nessa época que o anjo do S e n h o r trouxe morte repentina a 185. Esar-Hadom (681669).caminho da Arábia. deixando-o saber de suas intenções (2 Rs I9 . que tomou nota do que os guias lhe contaram. Isso parece confirmar uma segunda invasão como necessária em 688. 2 Cr 3 3 .C.15 ele se proclamou rei da Arábia e continuou sua marcha em direção ao Egito. Pelo menos ele corroborou o fato de que os assírios e os egípcios não guerrearam naquela ocasião.000 de seus soldados (2 Rs 19. Seus registros não mencionam nenhuma outra campanha m ilitar de­ pois dessa (embora ele tivesse vivido mais sete anos). Desde aquela época. o rei egípcio.9 -I4 ). Ele jamais se en­ controu com os egípcios. que era transmitida por roedores. e contou uma história de ratões comendo as cordas dos arcos dos assírios.1 1). Aparentemente. chamou Senaqueribe de o rei da Arábia. na época da derrota egípcia em Elteque. melhores análises de métodos de registros de informações históricas têm mostrado a idade de Tiraca como sendo . Por isso.. muito moço para liderar a batalha em 701 a. o historiador grego do quinto século a. M u ito s susten tam a id éia de duas invasões em Ju d á por Senaqueribe.000 à peste bubônica.

à parte da cronologia de Tiraca.19 Esta explana­ ção é muito mais adequada ao relato histórico de Heródoto.6). e outra em 688 a. Inconsciente da importância desses fatos. Nessa ocasião ele próprio vai ao templo. os estudiosos do Velho Testamento têm freqüente­ mente trombado uns contra os outros em sua avidez para diagnosticar erros históricos nos livros de Reis e Isaías. Ain­ da perm anecem fortes argum entos para as duas invasões por Senaqueribe —uma em 701 a.) Nós vemos também que 37. Ele também reconhece que Ezequias reivindica ter recebido uma mensagem da parte de Deus (3 7. Porém.9-20 mostra mudanças básicas no que Senaqueribe escreve e como Ezequias responde.C. da mesma forma que os prece­ dentes reis ladrões da Assíria. Para dar sustentação a esse ponto de vista. Senaqueribe fez uma campanha m ilitar a cada ano de seu reinado até 688.incoerente. Senaqueribe não diz nada a respeito da dependência do Egito (c f 36.1-2. e declara “uma fé franca. a narrativa bíblica (a partir do ponto de vista a respeito de 681 a. o retorno à conclusão de uma única invasão realmente parece ser uma reação em excesso. nem chegou perto de Jerusalém ou edificou uma rampa de cerco contra esta —exatamente como Isaías profetizara (3 7 .21 M ais importante é o fato que.22 E lógico que isso culminaria em uma campanha contra o Egito onde Tiraca seria o defensor. com múltiplas campanhas de Senaqueribe e outras mais —tudo desnecessariamente”.10 ). Ezequias respon­ de diferentemente de 37.) menciona Tiraca pelo título que ele possuía naquela época (não como era em 7 0 1) —como é práti­ ca universal de vez em quando. onde ele rasga suas roupas e envia men­ sageiros a Isaías. e mal orientados por uma errada interpretação de algumas ins­ crições de Tiraca.C.3 3 ) —algo que Senaqueribe fez em 701. coloca a carta diante do Senhor.1 e seguintes. crendo-se que mais de uma invasão seria desnecessária e até mesmo improvável.23 Depois de . Kitchen fez a seguinte observação: “Em outras palavras. ele nunca se ocupou com Tiraca. pessoal e inequívo­ ca”.18 Todavia.C. Registros de Senaqueribe falam de uma campanha árabe naquele ano. e tem ocorrido uma mudança no pensamento de muitos.20 (ver o comentário em 36.

ele jamais empreendeu outra campanha militar.C.16). e coisas preciosíssimas a Ezequias”. muitas das nações circunvizinhas “traziam presentes a Jerusalém.37). Muitos o resistiram. mesmo que este fosse um tempo de “conforto” (Is 40. Durante os quinze anos adicionais de paz prometidos a Ezequias. ao Senhor. Ezequias seguiu o costume de seus predecessores e colocou seu filho Manassés no trono em 696 a. Manassés se afastou de Deus. Essa foi provavelmente a razão pela qual os seus filhos o assassinaram (2 Rs 19. de modo que ele “encheu Jerusalém de um ao outro extremo” com o sangue inocente de mártires (2 Rs 21. No entanto. Uma antiga tradição judaica diz que Isaías estava entre esse número e que Manassés mandou serrá-lo ao meio (cf.23).25 Cronologia do T empo do Profeta Isaías 720 710 700 690 680 IS R A E L 722 JU D A U z ia s J o tã o 739 686 I 7 4 4 A caz I --------7 2 8 E zequias .1). pois eles também estavam livres da opressão de Senaqueribe (2 Cr 32. para reinar consigo.688 a. Hb 11. Após a morte de Ezequias em 686 a. Ele reintroduziu a idolatria com suas muitas práticas imorais. tornando-se um dos piores reis na história de Judá.C.C.37).24 Isso signi­ ficava que não havia tesouros ou despojos de guerra sendo trazidos para Nínive e a economia deve ter sofrido grandemente durante os sete anos finais de seu reinado.

por exemplo.. Doederlein. 40. em 1775. mas uma com- . Por volta de 1900. quando m ui­ tos tiraram de Isaías a m aior parte de seu livro.27 Duhm e M arti.C.1 3 ). e.. R . cada qual propôs um terceiro. 5 6 ”. em 1892. ou “T nto-Isaías”.1 . Isaías de I a 39 foi também fragmentado.17 Introdução A S S ÍR IA 745 727 721 705 681 i 1 1 T ig la te -P ile s e r III 1 1 S a lm a n e se r V 1 1 1 Sen aq u erib e E sar-H adom |[P ul] 1 1 Sa rg ã o II 1 1 1 1 E G IT O 689 ' Sa b a k o 1 T 1 ira c a VISÕES CRÍTICAS D O LIVRO DE ISAÍAS Isaías começou a profetizar em 739 a. disse: “O fato de que o livro de Isaías não é a obra do profeta Isaías. alguns críticos têm alegado que os capítulos 4 0 -6 0 não foram escritos por Isaías.2 8 . Driver e George Adam Sm ith popularizaram o ponto de vista dos críticos alemães na Inglaterra e na América.26 e por causa de sua menção de Ciro (4 4 . e continuou a ser uma voz para Deus durante as invasões assírias até por ocasião do reina­ do de Manassés. uma mudança sim ilar no cap. Devido haver uma “mudança de tom e foco no cap. 45 .28 Logo. Abraham ibn Ezra propôs algo semelhante a isso no inicio do século XII.. a m aioria dos críticos alemães sustentava que Isaías não escrevera os capítulos 4 0 — Da mesma forma naquela época os escritos de 66. S.31 Gray. quando Ciro já estava em seu caminho para Babilônia. propôs que esses capítulos foram escritos por uma se­ gunda pessoa ou “D eutero-Isaías” em 54 0 a. para Isaías 56 a 66.C.29 Em 1950 os crí­ ticos liberais eram “virtualm ente unânimes”30 em sua crença em ao menos um segundo Isaías.

disse: “Quando todos os argumentos são dis­ postos em cada lado da questão. [e] o plano da salvação parecem variar com suas decisões sobre esse ponto”. Alec Motyer.. ou interpretação do livro”. é fácil dizer que isso não importa. J. Teoricamente. Edward J. M argalioth. e H erbert M . John H. Young. Oswald T. sabendo que se ele aceitar a teoria de dois ou três autores. por exemplo. alguns conservadores reconheciam que Deus é ca­ paz de conceder profecias a respeito de Ciro antecipadamente e que Isaías 4 0 a 66 compreende a época de Isaías e inclui muitas afirma­ ções a respeito das quais não poderiam ser ditas por exilados posteri­ ores ou pelos babilônios posteriores. rejeitar essa questão da autoria como sem im portân­ cia. concernentes à obra e pessoa do Messias..pilação pós-exílio. Jr. Benjamin R. Downer. T hirtle. Robinson.36Watts afirmou algo que ainda é verdadeiro: “Nós não pode­ mos permitir. e. . Barlett. Armand Kaminka. Gleason Archer. mais recentemente. o efeito é tremendo... Interpretações de comentadores de ensinos concernentes ao destino de Israel.38 Mesmo assim. deve ser o ponto de partida em todo criticismo detalhado. George L. W illem A.. Raven.. W. R. A.34 Ainda que muitos conservadores estivessem balançados pelos ar­ gumentos liberais. Kyle Yates.32 Os conservadores também se precipitaram em afirm ar que não perderiam a sua fé se afinal de contas viesse a ser confirmado que havia um segundo Isaías. Unger. Oswalt. Allis. Wash W atts. John N. ele pode­ ria ainda avaliar o m aterial tão favoravelmente quanto pudesse se estivesse convencido de que Isaías o escreveu todo”.Thomas E. VanGemeren.Wordsworth. W olf. J. Praticamente. M errill F. O leitor é deixado a escolher por si mesmo. alguns críticos liberais ainda ignoram os fatos e as implicações óbvias da importância de Babilônia e sua destruição. Alexander. Alguns também fa­ .33 Esse consen­ so contra a unidade de Isaías ainda domina a literatura sobre Isaías. nós ainda somos deixados sem provas conclusivas.35 Esses incluem Joseph A.37 Descobertas arqueológicas também confirmam o fato de que Isaías escreveu acerca de Babilônia em seus próprios dias. James W.

de modo que Isaías pouco saberia sobre ela e até deveria ter se preocupado me­ nos.41 Babilônia. que contêm todos os sessenta e seis capítulos. porém. e suas implicações a respeito de uma nova fé entre a audiência de Isaías e uma nova mensagem que ajudam a explicar as poucas mudanças que vemos no estilo de Isaías nos capítulos 4 0 a 66 (ver comentários sobre 36. ou depois. mandando para lá até mesmo alguns dos tributos que coletavam até que Senaqueribe a destruiu em 689 a.39 A principal base para dividir o livro de Isaías é histórica.21 e 4 0 . M uitos críticos liberais ignoram a evidência em prol de um avivamento espiritual sob o reinado de Ezequias em 700 a.C. A razão real.lham em aceitar como evidência a importante descoberta dos Rolos do mar M orto provenientes de antes da época de Cristo.C. e citas relembravam a destruição de Babilônia e em 612 a. Os pontos de vista que propõem mais que um Isaías são tentativas para negar o profético e o miraculoso. Aquela destruição causou choque a todas as nações em derredor —como seus registros demonstram —de forma que seria estranho se Isaías falhasse em mencioná-la.C. era proeminente nos dias de Isaías. H á dois principais argumentos históricos: U m é que Babilônia não era importante e estava fora do lim ite do seu conhecimento ou interesse durante as invasões assírias dos dias de Isaías.C. Babilônios. provavel­ mente do segundo século a. medos.C. O capítulo 4 0 começa na últim a linha da coluna que com­ pleta o capítulo 39 —sem nenhuma indicação de que o antigo copista tinha alguma idéia de que este poderia ter sido escrito por outro alguém que não Isaías. é teológica —por causa da pressuposição contra o so­ brenatural.1). Os críticos liberais têm suposto que os capí­ tulos 4 0 a 66 não foram adicionados a Isaías até ao segundo século a. contudo. usaram isto como uma razão para a destruição de Nínive.40 A outra é que o ponto de vista básico dos capítulos 40 a 66 e as passagens que mencionam Babilônia nos capítulos I a 39 é aquele do exílio babilônico mais ou menos 540 a..42 Os assírios a fizeram uma de suas capitais.C.43 .

47 Todavia. Isso não mais era de conformidade após 701. Antes de 701 a. Um outro grupo de passagens (56. Isaías estava habili­ tado a dar-lhes conforto. 66.C..48 Os mercenários que Ezequias contratou estavam apavorados. Um analista. Isaías estava em conflito com os partidários da guerra em Judá e os tinha advertido repetidamente. há uma boa razão para a diferença na terminologia de guerra.6. especialmente ao seu fervor e paixão e à sua teologia mais desen­ volvida. 62. pôs o texto de Isaías no computador e descobriu variações lingüísticas.7. Agora que eles tinham visto a profecia cum­ prida. tanto quanto sua escatologia e o grau maior de material so­ bre conforto versus juízo. 9. Após a cura maravilhosa de Ezequias e o fracasso do comandante das tropas de Senaqueribe (Heb.46 os críticos liberais dão destaque especial às poucas diferen­ ças. a menção de árvores nativas da Palestina.. o Espírito Santo estava habilitado a lembrá-los da estupidez da idolatria e dar-lhes uma nova mensagem a respeito da salvação do Senhor —através do sofrimento de seu Servo-Messias.6) mostra clara­ mente que os muros de Jerusalém ainda estavam de pé e o templo e seus serviços ainda estavam funcionando. os partidários da guerra estava desacreditados e o povo tomou uma posição de fé.44 As alusões geográficas.7. nunca a superfície plana de Babilônia. As colinas e vales de Judá estão em vista. 60. Radday utilizou-se desse artifício para dizer que um outro autor não poderia ter escrito todo o livro de Isaías.g. Rabshakeh) em tomar Jerusalém.M uitos críticos têm reconhecido que nem tudo em 4 0 a 66 se ajusta às condições em Babilônia durante a últim a parte do exílio. Radday. 65. Y.11. e muitas alusões históricas demandam um ponto de vista palestino e não se ajustam à Babilônia posterior (e. mas uma única diferença significativa —menos terminologia de guerra em 40 a 66. Durante os quinze anos adicionais de Ezequias. Os assírios derrotaram os egípcios em Elteque. . 57. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste e um pouco ao norte de Jerusalém.45 Embora Isaías 4 0 a 66 tenha muitas similaridades em estilo com I a 39.5).

Porém.16.50 A últim a parte do livro de Isaías trata com as maldades que Manassés estava introduzindo. 2 Para estudos adicionais sobre o pano de fundo arqueológico. especialmente nos capítulos 40 a 55. 19 55 ).10 como sendo do mesmo Isaías. Pritchard. CITAÇÕES 1 O baixo-relevo de seu palácio está no M useu Britânico. e indicam sua autoria comum”. ed.52 Essas incluem Mateus 3. apare­ cem em ambas as partes de Isaías. Algumas vezes podemos tomar suas palavras como se referindo ao título tradi­ cional do livro.. A mais conclusiva é João 12.49 È também verdade que “pelo menos quarenta ou cinqüenta sentenças ou frases. Ancient Near Eastern Texts Relating to the OU Testament. Ele nunca perdera de vista o que Deus tinha lhe dado no começo de seu ministério no capítulo 6 —Deus é o Santo de Israel e o Senhor da história do começo ao fim do livro. Atos 8. (Princeton: Prmceton U niversity Press.18. que Isaías algumas vezes utilizou “um estilo poético eleva­ do”. 2a. como M otyer salienta. Biblical Arcbeology in Focus (G rand Rapids: Baker Book House. Londres. 12. ver Keith N.17. “Esses dois estilos. ed. Romanos 10. U m a ré­ plica com pleta está no Instituto O riental da Universidade de Chicago.20. aparecem pelo livro todo..51 Contudo.. nós não devemos esquecer que Jesus e os escritores do Novo Testamento consideraram a totalidade do livro de Isaías.. que é a citação de Isaías 53.1 e 6. .38-41. Schoville. Lucas 3. e algumas vezes “uma obra de prosa de ritmo mais varonil ou uma poesia um tanto menos engenhosa”.. 19 82 ).Qualquer escritor ou orador mostrará diferenças em estilo depen­ dendo do assunto e da audiência. Isto também é verdade.3. Isaías continuou a apon­ tar adiante para a glória m ilenial porvir e igualmente para os novos céus e a nova terra. “há duas referências que pressupõem clara­ mente a personalidade histórica do próprio Isaías”.. é intoleravelmente estúpido e inimaginável negar que um úni­ co autor poderia produzir ambos os estilos”. James B. Então..28.4. Além disso.

Ancient Records. como entre Esdras cap. Shultz. 1 9 9 0 ). A lbright. 1 9 2 6 -2 7 ). 64. O utros que sustentam a teoria de um a única invasão incluem: John N. Hope W.1 5 8 . 2. (San Francisco: Flarper. trans.8 e 9 ).1 3 3 .9 (ver também paralelos em Isaías 3 7 . 48. 2 vol. 175. . ed. 15 Luckenbill. Ancient Records. Luckenbill. 6 Ver comentários em 37. 7 0 2 . W illiam E. 2. Ancient Records. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 8 R aym ond Philip Dougherry. Speirs (Londres: W ills & N orgate. 2. 6 e 7.152. 5.14. 10 Ibid.9. 1 9 8 6 ). vol. durante a Vigésima-Quinta Dinastia do Egito.C. 19 69 ). 14 Benjamin R . O ld Testament Speaks. 2:1 2 0 . Bulletín o f the American Schools o f Oriental Research 130 (abril de 1 9 5 3 ): 9. 19 3 2 ). M otyer. 1 9 8 5 ). 4 B. “T he Added Years o f H ezekiahs Life”. 2 1 4. 4 1 2. J. 1 9 2 4 ). Young. Bibliotheca Sacra 80. 19 09 ). 1 14.1 2 0 . Edward J. 2 . no. 19 77 ). 11 D aniel David Luckenbill. (G rand R apids: W m . 4a. H ogg e E. B. Academ ie Books. 2 5 . B. 7 o f An Interpretation o f the English Bible. T hiele. Inglaterra. 31 8 (abril de 1923): 2 6 5 -6 9 . 19 72 ). A H istory o f the Hehrews. 2 1 0 . 1 9 4 8 ). A Bíblia várias vezes tem inter­ valos de tempo sim ilares.8 e 19. Paternoster Press. Ancient Records. Crowder (N ashville: Broadman Press.1.. 16 Isso indica um intervalo de tempo de doze anos entre 2 Reis 19. Prophecy o f Isaiah. 7 Marduk-apla-iàdina. 54 -55 . The Mysterious Numhers o f the Hehrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing Plouse. H . 17 Tiraca reinou de 69 0 -6 6 4 a. 3 vols. Downer. B. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. W olf. Schultz. 2. W. “M arduque deu um filho”.3 H erbert M . ed. Eerdmans. The Old Testament: Its Claims and Its Critics (Philadelphia: Presbiterian & Reform ed. “N ew Light from E gypt on the Chronology and H istory o f Israel and Judah”. 5 Edwin R . The Sealanâ o f Ancient Arábia (N ew Flaven: Yale U niversity Press. The Book O f Isaiah. 10. por exemplo. The Propbets o f the Assyrian Period. 13 Luckenbill.5 0 6 . Ver 39. The Bible in its World: The Bible and Archaeology Today (Exeter. Carroll. 18 Kenneth Kitchen. 2 0 . 33. 2 8 4 . Rudolph Kittel. 2. 12 Ibid. 2: 355.. A llis. Eerdmans. 143. idem. 9 D aniel David Luckenbill. 199 n. 185. Oswalt T. The Old Testament Speaks. Sam uel J. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. O swalt. 1 9 8 3 ). 176. The Book o f Isaiah: Chapters l~39 (G rand R apids: W m .

2 . 30 John Bright. Luckenbill. 22 Luckenbill.2 6 2 . Eerdmans. Luckenbill. Alec M otyer. A lbright. The H istory o f Israel. B. B. cf. George Rawlinson. 3 1 6-1 8. e depois em itiu um a edição final de seus anais term inando com a destruição de Babilônia em 6 8 9 . Introduction to the OldTestament. 131.C. 111. N icoll (Nova York: A.1 4 3 . 32 4 -7 0 . M anuel Kom roff (Nova Y ork:T udor Publishing Co. Os registros de Senaqueribe dizem: “Eu levantei trincheiras ao redor dela [Jerusalém ]”. de W. 2 8 0. para sua dedução a respeito de um T rito-Isaías. 16. Ver H .C.19 Outros que sustentam a teoria das duas campanhas incluem: John Bright. W. C. Driver.: InterVarsity Press. A Criticai and Exegetical Commentary o f the Book o f Isaiah TXXXIX . 21 J.. Gray. 19 81 ). 27 R obert H . 1 9 7 9 ). Isaiah (A tlanta: John Knox Press. Pfeiffer.2 0 7 . 19 71 ). 17. 19 5 3 ). 1 9 4 1 ). (N ovaYork: H arper & Brothers Publishers. trans. Oswalt. ed. 7a ed. The Book o f Isaiah: Chapters 1 -3 9 (G rand R apids: W m . 19 28 ). Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book House. 1 8 9 8 ). F. Armstrong & Son. Annals o f Sennacherib. History. Ancient Records. 3a ed. 2 4 -2 7 . ed.1 8 3 . W olfgang Roth. 136. ver Charles E Pfeiffer. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. ele inform ou da vitória sobre os árabes. 2 9 8 3 0 9 . 29 S. George Adam Sm ith. S. An Introduction to the Literature o f the Old Testament.. 2. 31 Ibid. The Book o f Isaiah em The Spositors Bihle. Ele não deixou nenhum inform e posterior exceto algum as poucas inscrições em edificações em N ínive e Assur. Childs. 32 G. 19 8 8 ). 23. 2. R . 28 Ibid. 2. (Edim burgo. 4 1 5. 3a ed. (P hiladelphia: W estm inster Press. Including Archaeology and C hronology”. 24 Q uando Senaqueribe retornou em 68 8 a. O Ins­ tituto O riental tem um a cópia. 19 8 6 ). Ver também B. C. 4 5 3 . E scócia:T & T Clark. R. 19 03 ). Alguns liberais hoje atribuem a m aioria de Isaías a escritos de discípu­ los após 5 2 0 a. Encyclopedia Americana.. The Kingdom o f God (N ova York: A bingdon-Cokesbury Press.. “O ld Testament H istory.7. Expositions o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. 23 Ibid. 20 H erodotus. Leupold. Ancient Records. 3. 19 8 7 ). 25 Para maiores estudos desse pano de fundo histórico do livro de Isaías. 26 John N. Introduction to the Literature o f the Old Testament as Scripture (Philadelphia: Fortress Press. 2. 1 9 93 ).636.

19 42 ). 75. J. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. U nger. M uitos católicos hoje. 2 4 2 . ed. TheBearing o f Archaeology on the OldTestament (NovaYork: AmericanTract Society. Introductory Guide to the Old Testament (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Yates. G. W agner. W A. contudo. G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. R .. B. reimpressão. W olf. 1975). Alexander. 1 :85 6-8 60. Interpreting Isaiah. 2 5 0 -7 1 . 1. 190 6). 2 vols. The Book o f Isaiah. W atts. idem.2 3 7 . Jr. B. (Chicago: M oody Press. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. 19 16 ) . julho. 1 8 9 7 ). 2:15 0.. Steinm uller. Ver John E. Bartlett. Paul Geuthner. & T. Oswald T. 111. W ordsworth. 195. 19 4 1). The Unity o f Isaiah (Philadelphia: Presbyterian & Reform ed Publishing Co. 1925). 18 -28 .: InterVarsity Press. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 36 Joseph A. 3 6 3 -9 0 . rev. John H. 1986). 33 Kyle M . W. Interpreting the Prophetic Word (Grand Rapids: Zondervan Publishing House. idem. Old Testament Introduction (Nova York: Fleming H . A Survey o f Old Testament Teaching (N ashville: Broadman Press. W illem A. 19 64 ). John N. M errill F.3 1 9 (abril. Eerdmans. Alec M otyer. A Companion to Scripture Studies. J. Eerdmans. (G rand Rapids: W m . Escócia: T & T Clark. B. 35 Em 2 8 de junho de 1908. 19 49 ). Rêvell Co.em The International Criticai Commentary (Edim burgo. Bibliotheca Sacra 80. 3 vols. The Book o f Isaiah: Chapters 1-39 (G rand R apids: W m . En-Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (E dim ­ burgo. Robinson. Who Wrote Isaiah? (G rand Rapids: W m . 19 5 8 ). “T h e AddedYears o f H ezekiahs Life”. A rm and Kaminka. 252. 3 1 6 -1 8 . Was There a Second Isaiah? (Philadelphia: Am erican Baptist Publication Society. Allis. Le Prophète Isáie (Paris: Librairie Orientaliste. Raven. Preachingfrom the Prophets (N ashville: Broadman Press. discordam. VanGemeren. Clark. Edward J. em I (1 8 7 5 . James W T h irtle . 1994). 19 23 ). Oswalt. L. A Survey o f Old Testament Introduction. 1947). no. Escócia: T. 19 90 ). 19 5 1 ). 34 Para um bom sum ário do consenso liberal contra a unidade de Isaías. 31 -37 . Ver especialmente. Gleason L. The Indivisible Isaiah (Nova York: Yeshiva University. 19 4 6 ).B enjam inR . 10 2 . M argalioth (M argulies). Archer. 1 9 7 5 ). Eerdmans. 3 1 8 . 1 9 3 9 ). Academie Books. . vol.. 89. 25 -30 . 19 69 -72 ). Young.3 6 0 -9 1 . Introduction to the Literature. 1993). I9 5 0 ).ou Trito-Isaías. Downer. xxxii. “Book o f Isaiah” em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: T h e M oody Press.8.T h o m as E. ver Childs. 53. II: Special Introduction to the Old Testament (N ova York: Joseph F. a Comissão Pontifícia Bíblica C atólica Rom ana afirm ou a unidade de Isaías e declarou ser insustentável a hipótese de um Deutero.

. Ele inclui um a lista. O ld Testament Teaching. Ver O swalt. 1 9 8 1 ). 3 6 9 -7 2 . no 4 (outubro de 19 53 ): 460. 1:857. Freeman. 1 9 6 9 ).1 8 -1 9 . reconhece a im portância das sim ilaridades em estilo. “T h e H istoricity o f the H ezekian Reform ”. The Book o f the Prophet Isaiah.37 W atts. Prophecy o f Isaiah. R . Central B aptistT heological Sem inary. 3 vol. sim plesmente sobre o fundam ento da evidência interna do próprio texto”. H orton. 1 9 1 1). em I (N ova York: M acm illan Co. em The Westminster Commentaries. 1959). ed. os quais caracterizam os conhecidos livros do período pósexílio”. W ade. 3 1.. xliv. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. 48 Luckenbill^ Annals o f Sennacherih. Alem anha: H . sem aram aísm os e term os babilônicos. 1. 3 8 2. A llis chama a atenção para o fato de que todos os sessenta e seis capítulos estão em hebraico “perfeitam ente refinado. 2 5 4. “Book o f Isaiah”.Isaías cai por terra. W. 2 :3 2 9 . por L. Y. Isaiah: Chapters 1 -3 9 . 40 G. 42 Young. 49 M otyer. 39 Siebens reconhece que “a reform a permaneceu efetiva pelo menos até o fim de seu reinado”. 23 . 2 :1 5 0 . R adday. A. Gerstenberg. 3 8 2 -8 4 . Isaiah 1 -3 9 ”. 19 3 5 ). 3 7 5 -7 9 . 43 James Frederick M cCurdy. Ele chama a atenção para o fato de que “a causa toda para D eutero. A. em From the Pyramids to Paul.. e destaca semelhanças literárias de Isaías 4 0 a 66 com o profeta do oitavo século. An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press.7. W alter Lock (Londres: M ethuem and Co. Leary (N ova York: T hom as N el­ son & Sons. 38 Stanley M . History. trans.. “Studia biblica XXIII. Siebens. 2 0 0 -1 . que são “numerosas e im pressionantes”. 47 Yehuda T.ou Trito. Scott. ed. Survey o f O ld Testament Introduction. The Unity o f Isaiah in the Light o f Statistical Linguistics (H ildesheim . 1 9 7 3 ). 50 Archer. Survey o f the Old Testament Introduction. 41 R . Book o f Isaiah. A llis. 46 H obart E. 45 Ver Archer. Prophecy and the Monuments: O r Israel and the Nations. 92. Commentary on Isaiah. Interpretation 12. 1 9 1 1). 44 H arry Bultema. B. para questões que ele levanta concernentes à m etodo­ logia de Radday. G. M iquéias. “A Defense on H isto rical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiah R eferring to Babylon” (tese de douto­ rado em Teologia.. para um a boa descrição da “Evidência interna da composição de Isaías II na Palestina”.

N ão há nenhuma evidência de que a idolatria e os pecados sobre os quais Isaías escreve fos­ sem comuns após o retorno da Babilônia. 1:856.51 Ver 2 Crônicas 3 3 . Os que retornaram desejavam restaurar a adoração pura e genuína. Allis. 52 Archer.2 -1 0 . . Survey o f O ld Testament Introduction. “Book o f Isaiah”. 38 7.

6-9). especialmente para Acaz e Ezequias. 27. Deus não era apenas o juiz de Israel. 28.Uma Breve Descrição da Mensagem de Isaías Introdução Isaías vivia em Jerusalém e tinha recebido de Deus um ministério para os reis desta. Ele era também um Pai de coração partido e desolado que convidara seus fi­ lhos.2. Ele estava cercado no início de sua vida por uma prosperidade falsa e subsidiada pelo governo que encorajou a um luxo corrupto acom­ panhado por uma opressão do pobre e uma religião pagã. Judá era uma nação pecaminosa. 29.16 -2 0. a retornar para Si: Ele iria redimi-los .1. desolada. Israel. contudo. julgada. e deixada com um pequeno remanescente. Ele inicia o seu livro com o que é freqüentemen­ te chamado de “A Grande Denúncia”. sensual e imoral (2 Cr 26 .

Desde que ele registra tanto a morte de Ezequias (6 8 6 a.) e indica o nome do rei assírio seguinte. Desde que Isaías veio rapidamente quando o rei mandou chamálo e já que o Senhor o mandou ir para fora da cidade se encontrar com Acaz (7. Durante os quinze anos adicionais de paz que Deus deu a Ezequias. EsarHadom (3 7. ele ministrou por mais de sessenta anos. mas não há nenhuma evidência disso. Então. arqueólogos descobriram um selo com a inscrição “Amoz. Os nomes deles ressaltavam a sua mensagem para Judá. em 701 a. Assim. Seu pai. Isaías: 0 Profeta e Sua Mensagem O nome de Isaías (Heb.se eles estivessem envergonhados de sua idolatria. Porém. o primeiro capítulo é uma introdu­ ção ao livro todo. A Bíblia chama a sua esposa de profetisa. parece óbvio que Isaías fez de Jerusalém a sua resi­ dência. Cedo em seu ministério ele se tornou muito bem conhecido como um profeta de Deus.C. ’amots. As condições que Isaías descreve com preende a época da p rim eira invasão de Senaqueribe.3). “forte”) não é mencionado em qualquer outro lugar da Bíblia. deve ter tido um im ­ portante ministério.C.C.C.38 ). Isaías teve dois filhos. Alguns acreditam que isso signi­ fica que Amoz era um escriba proeminente com uma alta posição no governo. Algumas pessoas supõem que ele já era um profeta antes daquele tempo. Sear-Jasube ( “um rema­ nescente voltará”) e M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). Amoz (Heb. e embora ela não tivesse escrito nenhum livro. Isaías começou a profetizar em 739 a.) como a morte de Senaqueribe (681 a. Yeshayahu) significa “Yahweh [o Senhor] salva [ou é a fonte de salvação]”. Tradições ju ­ daicas posteriores especulavam que Isaías era relacionado de algum modo com a família real. quando Manassés .. o Escriba”. o ano em que o rei Uzias morreu. Isaías teve a oportunidade de viver tranqüilamente e escrever palavras de conforto para o povo de Judá enquanto ele olhava adiante para o ministério do Messias como o Servo Sofredor do SE N H O R .

a visão da majestosa glória e santidade de Deus levou-o a ver a si próprio como um pecador. Profecias Iniciais As profecias de Isaías estão arranjadas em uma forma que se man­ têm mostrando o contraste entre o presente pecado de Israel que requer julgamento e a esperança de Deus da prometida restauração futura. No entanto.6. Observe especialmente os capí­ tulos I. provavelmente congratulando-se de que não era um pecador seme­ lhante a Uzias. 6. navi') vem de uma antiga palavra que significa “orador”. 50. Os líderes tinham esmagado o pobre. H á muitas passagens poderosas no livro. Como um jovem e orgulhoso aristocra­ ta. Isaías foi para o templo. Isaías fala por Deus e declara: “A palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (4 0. M as os povos de Judá e Jerusalém fizeram o mal a si próprios.7 e 59.8). Porém.3. Por todo o livro. os escritos de Isaías trataram com a in sen satez da id o la tria que M anassés reintroduzira e advertiu a respeito do juízo de Deus.2. 55. Ele começou o seu ministério no ano em que o rei Uzias morreu como um leproso (7 39 a. buscando a Deus e à sua palavra.22. 49. Ele chama a atenção para as nações que virão a Jerusalém em paz. O que eles fize­ ram lhes será retribuído em um juízo especial. 53 e 55.C.). provavelmente aparentado à família real. A palavra “profeta” (Heb. 40. A Visão e a Chamada de Isaías Após introduzir sua mensagem. 45. . Isaías se apresenta a si próprio. Os principais versos para essa mensagem incluem 6. Então Deus pro­ videnciou a purificação e Isaías respondeu à voz de Deus e foi comissionado como profeta para advertir a um povo que seria endu­ recido pela sua mensagem e seria levado a juízo. haveria uma mudança em seu ministério após o cumprimento da profecia e a vinda do juízo.assumiu o comando do reino e se afastou de Deus. em um tempo que somente Deus será exaltado.

4 2 . seria nascido de uma virgem (ver comentários sobre 7. viria no futuro com os sete Espíritos do SENHOR sobre si. a mão irada do Deus de santidade. receberiam o juízo de Deus. e no devido tempo eles. Emanuel é novamente mencionado em Isaías 8. O M essias. Então Deus enviou Isaías e seu filho SearJasube ( “um remanescente voltará”) para falar ao rei Acaz de Judá não ficar amedrontado a respeito do rei Peca de Israel e do rei Rezim da Síria.17. igualmente.1-6.I I . 52. o M essias como um renovo ou ramo da linhagem de Davi.1-5. mas Acaz recusou porque já tinha decidido mandar tributo a Tiglate-Pileser III da Assíria para socorrê-lo.A Mão Irada de Deus e Sua Mão Salvadora Isaías profetizou que por causa do pecado de Judá. Porém. Deus ofere­ ceu a Acaz o privilégio de pedir um sinal sobrenatural para confirmar sua promessa. 55. sua mão salvadora usaria o Messias em um futuro distante. sem o conhecimento deles. os quais estavam ameaçando atacar Jerusalém e substituí-lo por um rei fantoche que os ajudasse a desafiar a Assíria. M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). Ele seria um Mestre.I -I 2 . o Filho nascido de uma virgem. 32 . 16. “Emanuel” ( “Deus conosco”). Deus Forte. e o livro de Isaías oferece uma visão ampla a respeito do Messias.4 -1 1. 5 0 .8. Pai da Eterni­ dade. despojariam e roubariam Judá. com nomes que mostram sua deidade (Maravilhoso. Deus usaria os assírios.14).I .5. continuando em 9. 54. as terras daqueles dois reis seriam desamparadas. II. Príncipe da Paz). porém. tornou-se uma advertência adicional de que den­ tro em breve os assírios atacariam. justiça e juízo usaria a Assíria para trazer juízo em um futuro próximo. O segundo filho de Isaías. 49. 28. não para Acaz.15-18. faria eterno o trono de Davi.16.I-IO . mas para a totalidade da dinastia de Davi. Deus então prometeu um sinal. Deus prometeu que antes que essa criança atingisse a idade de ter responsabilidade. para punir Judá.13 a 53. e 6 I . um Juiz justo. Em contraste. Conselheiro.12. um Pacificador enchendo a terra com o .

é mencionada primeiro. Isaías tinha uma mensagem para as outras na­ ções. o qual exaltou a si mesmo e em quem Acaz colocou a sua confiança. Outras nações estrangeiras sobre as quais Deus pronunciou juízo incluem Filístia. e para vir logo. toda a sua glória foi deixada para trás e nem sequer teve um enterro digno. Deus eventual­ mente teria uma testemunha ali. O Egito teria uma discórdia interna (cum­ prida nos dias de Isaías) e se tornaria fraco. e uma Bandeira para as nações gentias que irão buscá-lo. que foi coroado rei em Babilônia dois anos antes de sua morte. Tiglate-Pileser III.1 Então Isaías resume falando mais a respeito do rei. M oabe (por seu orgulho).C. Isso foi cumprido em 689 a.2 Deus man­ dou Isaías ir sem roupas e descalço por três anos como um sinal de que a Assíria iria levar cativos os povos do Egito e de Cuxe. Estabeleceu o modelo para os reis posteriores da Assíria por considerar a si próprio maior do que qualquer deus. Babilônia. Quando Sargão II tomou a cidade filistéia de Asdode.. Então eles reconhecerão o próprio Deus como sua salvação e vão tirar água dos poços de salvação com alegria. quando Senaqueribe nivelou Babilônia e fez dela um pântano. como o centro líder da religião pagã no dias de Isaías.conhecimento do SENHOR. Damasco (e com ela o reino norte de Israel que tinha esquecido o Deus da salvação deles). Seu juízo seria severo. total. Cuxe (ou Etiópia). Sua atenção. contudo. Juízo Sobre as Nações Estrangeiras Devido ao fato de Deus ser o Senhor do mundo todo e soberano sobre todas as nações. e Egito. Ele levou prisioneiros para o exílio em vez de libertá-los para volta­ rem às suas casas. O resultado eventualmente seria um retorno de Israel que será semelhante a um novo êxodo. ações de graça e brados de louvor. Todavia. até mesmo maior do que o Deus de Israel. e tanto os egípcios como os assírios finalmente adorariam ao Senhor. Um a . é primeiramente em sua relação com Judá. Foi precipitado no Seol ou inferno.

sua confiança no Egito. e sua recusa em confiar no Senhor. o juízo irá tornar Judá uma vinha de bons frutos. O livro de Isaías termina completamente o relato das invasões de Senaqueribe e depois fala a respeito da enfer­ midade de Ezequias. da parte dos assírios.C. Pelos dias de Isaías.. Em 689 a. Cinco ais devem vir sobre Jerusalém e Judá por causa de sua hipocrisia. santidade. o tesoureiro de Jerusalém (Sebna) e Tiro. Juízo e Restauração para Judá Isaías é cuidadoso em mostrar que o juízo de Deus revela não sua arbitrariedade. Eles zombavam da mensagem de Isaías que intentava trazer a eles descanso e refrigério. Em contraste com a vinha de uvas bravas mencionada em uma profecia anterior. Ele irá restau­ rar a terra e o povo de Israel. mas a sua justiça. Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. e alegria sem fim. Samaria estava madura para o juízo e o povo de Judá era hipócrita em seu culto ao SE N H O R . dando-lhes salvação. Embora o juízo tivesse que vir.C. Isto prepara para a demonstração da glória de Deus que irá eventualmente trazer uma festa de coisas espirituais para todas as nações. Ezequias e as Invasões de Senaqueribe Em 701 a. Isaías recebeu a informação de que Babilônia tinha de fato caído. Isto será necessário antes que Jerusalém possa ser transfor­ mada em uma cidade de paz. um Rei irá reinar em justiça. mas espatifado a maioria de seus ídolos. Eles teriam que aprender do modo difícil. Senaqueribe não tinha apenas destruído a cidade. M as em um dia futuro. o sinal miraculoso da sombra sobre o relógio de . muitas lições devem ser ensinadas pelos assírios. o propósito de Deus para Israel não mudaria.. Arábia. Tampouco é o juízo um fim em si mesmo.palavra adicional contra Babilônia profetizava que esta se tornaria um deserto.3 Profecias adicionais falam de juízo sobre Edom. sua rebelião contra Deus. rios no deserto. exceto Jerusalém.

Porém. Embora Isaías não indique o intervalo entre 701 e 688 a. e colocou a sua confiança no Senhor. Porém. rab-shakeh'). até mesmo maior do que o Deus de Israel. a recuperação de Ezequias.sol recuar dez graus. que os assírios não entrariam na cidade. Ele continuou a lhes falar que os deuses das outras nações não puderam livrá-los das mãos de Senaqueribe. pressupondo que Senaqueribe era maior do que qualquer deus. N essa ocasião ele enviou uma carta para Ezequias ameaçando começar de onde havia parado e advertindo-o a não confiar no S E N H O R —ao qual tratou de um modo não diferente dos deuses pagãos dos países que ele já tinha conquis­ tado. A notícia dessa profetizada promessa de proteção contra os assírios moveu Senaqueribe a enviar um exército sob as ordens de seu coman­ dante (Heb. O rumor que eles ouviram era de que os caldeus tinham mvadido Babilônia. Isaías profetizou que os assírios iriam ouvir um rumor e partir. tanto o comandante como Senaqueribe com seus exércitos partiram sem tomar Jerusalém. Então Senaqueribe retirou-se.0 0 0 hom ens do exército de S en aqu erib e. exatamente como Isaías havia profetizado. Para Senaqueribe. Babilônia era mais importante que a cidade de Jerusalém ou o Egito. o contexto e os registros assírios encontrados pelos arqueólogos indi­ cam que Senaqueribe empreendeu uma segunda campanha em dire­ ção ao oeste após ter destruído Babilônia.. recu­ sou-se a responder e a se render. retornando para Nínive pelo caminho que . Ezequias levou a carta diante do SE N H O R . Então Isaías profeti­ zou que Deus defenderia Jerusalém. essa enfermidade lhe sobreveio logo depois que Ezequias pegou o ouro do templo e pagou com isto tri­ buto a Senaqueribe de modo que este se desviasse de Jerusalém. Desse modo. mas iriam tomar o caminho de volta pelo mesmo caminho pelo qual tinham vindo.C. Isso foi cumprido quando o anjo da morte m atou 1 8 5 . a promessa de prote­ ção por causa dos assírios. o povo tomou uma posição de fé. que requereu a rendição de Jerusalém e falou ao povo para não ouvir a Ezequias e não colocar a sua confiança no Senhor. e a promessa dos quinze anos adicionais de vida para Ezequias.

Olhando à frente. M as dentro de Israel havia e sempre houve um remanescente piedoso que é verda­ deiramente servo de Deus. O remanescente irá realizar uma obra para Deus. Conforto e Libertação Após o povo de Jerusalém tomar uma posição de fé e Senaqueribe deixar Jerusalém não conquistada. pois o tempo chegaria quando os babilônios se lembrariam disso e tomariam cativos alguns dos descendentes de Ezequias. e a segurança da verdade da palavra de Deus era o próprio Deus que criou o universo e que é muito maior que qualquer pessoa ou qualquer coisa que nele há. mas eles não podem fazer o trabalho que precisa ser feito —a obra de salvação e redenção. A profecia tem se cumprido e Deus irá conti­ nuar a ser fiel. Isaías profetiza que alguém vindo do Norte. pois eles pecaram e não cumpriram a obra a que foram chamados para realizar. ungido para realizar a obra de enviar de volta os . Emissários vieram e Ezequias mostrou-lhes todos os seus tesouros. Ele dá força para o abatido. o qual será um pastor de Deus. e ficou ali. Ciro. Ele tem um outro Servo. Isaías então remonta ao tempo quando os reis estavam mandando presentes a Ezequias por causa de sua cura maravilhosa. até que dois de seus filhos o assassinaram e um outro filho. para aqueles que esperam por Ele. Ele é o Deus eterno. Contudo.tinha vindo. o incansável Guia para o seu povo. Ele é diferente dos ídolos que têm que ser fixados nos lugares para impedi-los de cair no chão. Isaías faloulhe que isso foi um erro. como Isaías tinha profetizado. o qual irá cumprir a obra da salvação e restauração de Deus. Israel como um todo fracassou. o Messias. Isaías pediu ao povo para preparar o caminho para Deus retornar para o seu povo. para a época do exílio de Israel na Babilônia. o Criador. e Ele tem feito de Israel seu servo. A garantia de confor­ to era a palavra de Deus. Deus continua a falar para Israel parar de ficar amedrontado. Esar-Hadom. tomou o trono. Deus irá revelar a sua glória.

a qual acon­ teceria em 689 a. a segurança de sua alegria futura. mas a . Ele irá agir e eles serão restaurados. Então Isaías se volta para profetizar acerca da queda. Ele revela tanto o passado quanto o futuro e conclama a todos em todo o mundo para tornarem para Ele e serem salvos.)4 Porém. de modo que eles não poderiam dar aos ídolos o crédito pelo seu retorno. o verdadeiro Servo sobre o qual Deus coloca o seu Espírito será enviado como uma aliança para o povo e uma luz para os gentios. não com Babdônia. Deus diz a Israel que eles jamais o carregaram —Ele os carregava. e Ele irá colocar sobre eles o seu Espírito e sua bênção sobre os seus descendentes.exilados para a sua própria terra —embora Ciro não conheça a Deus. Ele é a solução para o fracasso de Israel. Então ele os convoca a partir. Eles pensam que Deus os esqueceu. de modo que houve um profetizado retorno a Judá cumprido nos dias de Isaías. Por outro lado. mas eles ti­ nham de aprender que Deus não divide a sua glória com outro —não com deuses pagãos. (Desco­ bertas arqueológicas mostram que eles foram transportados para Nínive.5 Isaías não diz mais nada a respeito da Babilônia ou Ciro após o capítulo 48.C. Deus irá repreender a Israel. Seu propósito para com eles vai permanecer válido. foram carregados em exaustos animais e levados para o cativeiro. Quando Deus restaurar Israel e realizar tanto a paz como o juízo. Babilônia pensava de si mesma como um deus. Registros arqueológicos mos­ tram que eles o fizeram. Os assírios não destruíram Babilônia antes desse tempo. muitos vão reconhecer que não há outro Deus. Senaqueribe tinha levado pessoas de Judá para Babilônia para substituir os babilônios que ele tinha exilado. Os céus e a terra passarão. Eles ainda são escolhidos de Deus. Bel e Nebo. Isaías lhes diz que Deus profetizara muito tempo an­ tes. Através dEle o remanescente piedoso é encorajado. Seu foco é no sofrimento do Servo-Messias. mas Ele os tem gravados nas palmas de suas mãos. Isaías então se volta para a destruição em seus próprios dias e extrai uma lição do fato de que os grandes deuses. mas promete apagar e lançar fora as suas transgressões por amor de Si mesmo.

Deus afasta-se de­ les. O Grande Davi. e após a sua morte expiatória. Os eunucos não poderiam tomar parte na adoração no templo. Ele sofre de boa vontade. O ponto alto do livro de Isaías descreve o Servo Sofredor de Deus. M as Deus promete incluí-los em sua bênção. Sião será restaurada e as boas novas serão que Deus reina. dores e culpa deles. maltratando o . Ele que enche a eternidade de tempo e espaço também vem habitar com aqueles de espírito contrito e humilde. nós somos sarados. Glória para o Povo de Deus. Deus assegura também que a sua pala­ vra irá cumprir o que lhe apraz. Ele terá misericórdia e irá perdoar abundantemente. Isaías conclama a todos para busca­ rem ao Senhor enquanto Ele pode ser achado. será uma aliança e testemu­ nho para todos os povos. mas não lim ita a manifestação de sua presença ao céu. juízo para os Outros As bênçãos de Deus não são limitadas a Israel e àqueles cujas impurezas rituais eram removidas pela purificação e sacrifícios da lei. O resultado do sofrimento. Ele tomou sobre Si as enfermidades. O chamado é para todos aqueles que têm sede para virem. mas não puderam destruí-lo. morte e ressurreição do Messias é desenvolvimento e bênção para Sião com multidões adicionadas e livre graça para todos.salvação de Deus seria para sempre. M as seus sofrimentos são vicários —completa­ mente em favor dos outros. ele teve que tratar com os fracassos dos líderes da época de Manassés. Para o fim do ministério de Isaías. Seus contemporâneos não compreendem o seu sofrimento. Pelas suas feridas. Os estrangeiros que se vol­ tassem para o SE N H O R seriam também inclusos. o qual procede sabiamente. Isso contrasta com os líderes que malbaratam as formas de adora­ ção e se apressam em seguir seu próprio caminho. Porém. Ele vive para ver os seus filhos espirituais e ver a vontade de Deus prosperar pelo seu poder. Eles não contribuíram ao propósito de Deus. o Messias. Eles o desprezam e pensam a respeito dEle como sen­ do ferido por Deus.

com alegria e muitas bênçãos que correspondem às condições da maravilhosa paz profetizada para o M ilênio. Jesus aplicou isto a Si mesmo no início do seu ministério na Galiléia (Lc 4. Assim. Isto será durante os m il anos quando Satanás será aprisionado. Então Sião irá ouvir o cha­ mado para levantar e brilhar. Ele ora por libertação. Seus pecados os têm separado de Deus. Ele busca um jejum que seja de pecado. realizou a salvação. os próprios braços de Deus. Deus então promete misericórdia. os Redimidos do S E N H O R . ungindo-o para pregar boas novas para o pobre. Haveria um novo céu e uma nova terra. Deus não deseja o tipo de jejum deles. opressão e cobi­ ça. Isaías então louva a Deus por todas as boas coisas que Ele tem feito por seu povo. Ele irá julgar o mal e estender a paz como um rio corrente para Jerusa­ . Deus irá regozijar-se sobre eles. Finalmente. mas a Jerusalém atual também iria ter o seu cumprimento. Isaías continua a transmitir mais algumas profecias a respeito da salvação de Sião e do tempo futuro quando o seu povo irá responder ao seu salvador. ainda que eles tivessem se rebelado e entristecido o seu Santo Espírito. seu próprio poder. M as não houve ninguém que intercedesse. Deus dará paz e Ele será uma luz eterna para eles.1 7-21 ). O juízo deve vir antes que o reino milenial seja estabelecido. pois o Espírito do Senhor está sobre Ele. como o livro de Apocalipse nos diz. Deus chama a atenção para o céu como o seu trono e para a terra como o escabelo de seus pés. para os quebrantados de coração e para os cativos. e eles serão chama­ dos de o Povo Santo. O Messias então fala. Ele prometera que um Redentor viria a Sião para aqueles que se arrependessem.pobre até mesmo quando estão jejuando. Nova glória virá. restauração e glória. Ele quer adoração pura. Eles o confessam e reco­ nhecem que têm voltado as costas a Deus. pois sua Luz tem vindo. Estrangeiros irão ajudar na restauração de Sião. O Messias deles virá com as roupas salpicadas por haver pisado e esmagado sozinho as uvas no lagar do juízo de Deus. bênção e alegria.

2 8 7 . Ancient Records..2 5 2 . ed. mas o julga­ mento dos ímpios será eterno. Bibliotheca Sacra 80. Sua fama e glória serão declaradas entre as nações. (P rinceton: Princeton U niversity Press. 84. 3 D aniel D avid Luckenbill. 2 . “T h e AddedYears o f H ezekiah s L ife”. Aqueles que restarem após o juízo final virão e adorarão ao Senhor. CITAÇÕES 1 D aniel D avid Luckenbill. 2. . 2 5 5. Downer. 2 4 3 .1 5 2 . 1 9 2 6 -2 7 ). 31 9 (julho de 1 9 2 3 ): 386. 5 Ibid. 2a. 19 24 ). Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. The Annals o f Sennacheríh (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 4 Luckenbill.1 5 2 . no. (Chicago: U niversity o f Chicago Press. Pritchard. Benjamin R .lém. 2 . Ancient o f Assyria and Babylonia. 2 vols. 19 55 ). ed.. 2 James B.

Povo rebelde 1.2— 4 3.Esboço de Isaías Juízo e Esperança 1 .6 -2 2 a.6 1.I — 31 1. Adoração inaceitável LIO— 15 5. Um a terra desolada 1. Orgulho requer juízo 2.2 I — 31 B. Idolatria requer juízo 2. Restauração através do juízo I .1-5 2.6-9 b. Confiança tola 2.19-21 d. U m chamado ao arrependimento I . O Dia do S e n h o r 2.22 .5— 9 4.I 6— 20 6.1-4. T ítulo: Isaías sob quatro reis I. Judá: um povo rebelde I .I 2. o SENHOR é exaltado 2. U m dia futuro de paz 2.30 A. A raça humana é julgada.10-18 c.1— 5. Juízo de assombrar a terra 2.

U m cântico de amor 5. Os Seis Ais 5. Juízo bem merecido 3. A confissão e purificação de Isaías 6.4-7 c.8-10 4.1— 9.1-30 1.3.8-25 3. O caos e a anarquia resultantes 3. U m dia de paz e restauração 4. Um resultado do juízo 4 .25. Judá e Jerusalém condenadas 3.1-13 1. As mulheres orgulhosas de Sião condenadas 3. A escolha entre bênção e desastre 3.1-4 2. Um a proteção nupcial 4.7 I.11 e. Isaías é comissionado a um ministério difícil 6.14 g. O sinal do Emanuel 7.7 2.5. Juízo para as uvas bravas 5. Deus oferece e promete um sinal 7.16-24 h.1-16 a.3-6 c.26-30 O Deus Santo É Exaltado 6 .1— 12.10.6 C. Durável até que apenas um remanescente permaneça 6 .6 A. O Renovo e a proteção nupcial 4.13. Isaías é chamado para um ministério difícil 6.1. O cântico da vinha 5.14-16 .2-6 a.1-3 b. Um lamento triste 3. Síria e Efraim aliados contra Judá 7 .1 -9 b.1 1 -13 B. A vinha e seus frutos 5.1-4.2-4 b. A vinha explicada 5. O S enhor sentencia juízo sobre os líderes 3.8-9 d. Nações sob o controle de Deus trazem juízo 5.1 4.12 f.2 b. A devastação de Judá 3. O rei Acaz é desafiado a confiar em Deus 7.5-7 3.26 i.1 a. A visão que Isaías teve de Deus 6. O mal de Judá é condenado 3.10-13 c.1-7 a. Repreensões e promessas para Judá 7.

Juízo sobre o espiritismo 8.I — 12. O Justo Juiz 1 1.19-22 5.6 1. 4.8 a.7 C. A Assíria vem como uma inundação 8.12-19 2. Deixe o mundo inteiro saber 12. A impiedade que consome por causa da ira de Deus 9. Juízo sobre um povo extraviado 9.6— 9 U m novo êxodo I I .5-34 1.1— 6 a.8-12 2. M aer-Salal-Hás-Baz 8. Deus usará a Assíria para trazer juízo 7 .5-19 a. U m remanescente retorna ao Deus Forte 10. Assíria —a vara de Deus 10. Quatro razões para a ira de Deus 9.5-8 3. O Rei ungido pelo Espírito I I . Assíria é usada e julgada 10.20— 34 a.17-25 b. Assíria é usada sem saber 10 .I — 3 2. Esperança para a Galiléia 9.33. Esperança para o remanescente de Israel 10. A Assíria como a navalha de Deus 7. Deus punirá a Assíria no devido tempo 10. Louvor pela salvação 12.1-4 c.28— 32 d.1-4 D. Como Deus estava com Israel 8. 5.4.8— 10. Um renovo dá fruto I I . O jugo da Assíria é quebrado 10. Juízo sobre o orgulho e a auto-suficiência 9.4— 6 .1-5 6. O avanço assírio 10.20— 23 b. O Príncipe da Paz 9.17— 8.1— 3 b.24— 27 c.18-21 4.5 -1 1 b.13-17 3.5 A terra mudada pelo conhecimento do S enh or 11.4 1. Ais aos governantes injustos 10.6.34 E.2.9-18 4.I 0— 16 U m dia de ação de graças para Israel e as nações 12. Deus está no controle 10. 3.

A Assíria será esmagada na terra de Deus 14. M oabe 1 5 .4— 6 b. Israel é restaurada mas Babilônia é julgada I 4 .7 . O remanescente de Jacó será pequeno 17. Juízo sobre muitas nações 14.14 a. Moabe será julgada dentro de três anos 16.I — 23 a. Castigado por esquecer de Deus 17.1— 3 . O Juízo por vir em breve 13.12— 17 e. Um escárnio contra o rei da Babilônia 14.28— 32 3.12— 14 C. Presentes trazidos ao S E N H O R 18. Juízo sobre Damasco 17.7. A colheita e a respiga 17.1— 22 a. A recepção do rei da Babilônia no Sheol 14.8 c.1— 2 b. Etiópia e Egito 18.1— 9 b.4— 11 a.18— 20 f. A destruição de M oabe 15. Juízo sobre a Etiópia (Cuxe) 18.24— 7 2 2.3— 8 c. Compaixão sobre Judá 14.21— 23 B.6— 12 d.9— I I d. O rei da Babilônia carece de um enterro digno 14.1— 6 2. O dia da ira do SE N H O R está próximo 13. O orgulho e a queda do rei da Babilônia 14.1— 14.1 8 2 A.23 1. A Filístia não escapará do juízo 14. A ira de Deus sobre a Babilônia 13. M oabe contrastada com Sião 16.1— 3 5.14— 22 2. Um dia quando as pessoas atentarão para Deus 17. Babilônia breve será subvertida 13.14 4. U m dia de desolação 17. O orgulho de M oabe trouxe o desprezo 16.13.1— 20. A destruição da Babilônia 13.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá 1 3 .24— 17.6— 13 c.10. Babilônia torna-se uma terra pantanosa 14.6 1.14 1.1— 16. Destruição súbita 17.1— 5 c.9 d.11 6.1— 5 b.

I — 10 a.1— 6 D.13— 17 4. Os inimigos de Jerusalém serão frustrados 29. U m dia de castigo e cura para o Egito 19.16— 25 5.1— 4 b. A culpa de Jacó a ser expiada 27 .14— 23 C.1 1. Babilônia atacada 2 I . Ai de Ariel. 3. Isaías recebe notícias da queda da Babilônia 21. M anhã e noite para Edom 21. Juízo sobre o Egito 19.13 U m cântico que expressa confiança 26.12— 27. Jerusalém será abatida 29. Ignorância e hipocrisia condenadas 29.1— 33. O juízo prepara para o reinado de Deus em Jerusalém 24 .1— 15 4.2— 13 a. 2.9— 22 c. Os líderes bêbados 28. Cumprimentos nos dias de Isaías 2 I . Sebna e Eliaquim 22.1— 12 D.1— 27. Egito e Etiópia —uma falsa esperança 20 .1— 29 a. O 1. juízo prepara para restauração e paz 26 . a cidade desolada 24. Um segundo cântico da vinha 27 .7— 13 E.I — 5 b. A sabedoria natural vem do SE N H O R 28. Os seis ais 28.1— I I Só Deus é digno de ser honrado 26.I — 23.1— 14 5.23— 29 2. Ai de Efraim 28.1 Israel ferido para que possa dar fruto 27.1— 13 B.6— 10 2. Jerusalém julgada 22.1— 14 a. Os escarnecedores aprendem pelo método difícil 28.1— 8 b. O juízo prepara para um banquete m ilenial 25.2— 6 b.1— 18 Judá Merece o Juízo de Deus 2 4 .15— 25 6.11.1 0 3 A.12 3. Cumprida a profecia da queda da Babilônia 2 I . a cidade de Davi 29 .9— 14 . A terra corrompida.3. Lamentação sobre a ruína de Tiro 23.5— 8 c. Juízo sobre a Arábia por vir em breve 21 .1 — 5 .18 1.

Uma oração por libertação e a resposta de Deus 33.3.1— 33 a. O deserto se alegrará 35.17— 4 2 2.I — 3 b. A ira de Deus sobre as nações 34. Juízo sobre todas as nações 34.6— 17 c.1.15. A destruição sobrenatural da Assíria 31.9— 14 g.2— 4 2 a. A tolice de confiar no Egito e não em Deus 3 I . Ai dos que buscam a ajuda do Egito 3 I . Confiar no Egito trará vergonha 30. Deus será gracioso e irá curar 30. O p ró p rio D eu s p ro te g e rá Je ru s a lé m 3 1 .4 .9 e. A tristeza e angústia de Judá 33.2 .1— 10 a. Ai daqueles que trabalham nas trevas 29 . Pecadores aprendem uma lição 33.27.8.16 f.I — 32. Uma súplica que exalta a Deus 33. U m chamado ao arrependimento 31.6. Israel cantará quando o S enhor destruir a Assíria 30. O Rei está vindo 33.18— 26 d.2 a.2— 6 b. Ai da Assíria 33. Uma viagem improdutiva a uma nação inútil 30.1— 8 f. O SENHOR se levantará e julgará o inimigo 33.15— 4 2 a. Quem pode habitar com um Deus santo? 33.2— 35.5— 17 3.16 b. O Espírito derramado restabelecerá a paz 32.28 e.15.17— 24 4.29— 33 5.7 d. A terra e o povo restaurados 35. O propósito de Deus na história 33.1— 17 a.14 e. A restauração que honra a Deus 29. Juízo até que o Espírito seja derramado 32.7— 9 c.10 1.15— 20 6. Os planejadores tolos 29.1— 5 b.1 F.10— 13 d. Ai dos povos rebeldes 30. O controle de Deus sobre as nações 30. Juízo especial sobre Edom 34.1— 4 b. O Rei justo 32.5 c.

O Caminho Santo 35.1— 31 1.5— 29 3. As cidades de Judá capturadas 36.8 1. Profetizada a morte de Senaqueribe 36. A grandeza de Deus contrastada com os ídolos 40. A glória de Deus e o seu Servo 4 L I — 42.b. U m cântico novo 42 .2— 22 D. A doença e a recuperação de Ezequias 38. A embaixada de Merodaque-Baladã 39.1— 4 2. Ezequias mostra os seus tesouros 39.22— 37.1 — 39.1— 9 4. O povo obedece a Ezequias 36.9 -3 8 1. Deus usa alguém do oriente 41.9— 13 2.2 2 4 A.36— 38 C.1— 37. Encorajamento para pessoas que sofrem 35.8 A. Deus volta-se para o seu povo 40. Profecia de Isaías foi cumprida 37.2— 20 3.1 — 8 .8— 10 Ezequias e Senaqueribe 3 6 .3— 7 c.1 2.1— 11 2. O Servo do S en h o r e a sua m issão 42.25 1. Ezequias é restaurado 38. As renovadas ameaças de Senaqueribe 37. As ameaças de Senaqueribe 36. Boas Novas para Judá e Jerusalém 40.8 B.3— 8 Conforto para Jerusalém e Judá 4 0 .10— 13 . As nações e os seus ídolos desafiados 41 .C.1— 8 1.14— 35 3.1 2. 36.1— 22 1. Senaqueribe invade em 701 a.12— 31 B.21 4. Uma sentença de morte 38. O exílio babilônico profetizado 39. A oração de Ezequias e a resposta de Deus 37. O exército de Senaqueribe é dizimado e Senaqueribe é morto 3 7 .1— 2 2.

1— 19 4.1— 45.1— 5 6.4— 9 A escolha: confie em Deus ou passe o tempo em tormento 5 0 .1— 13 c.6— 20 7. As profecias testemunham pelo Deus verdadeiro 48 .11 O Servo escolhido de Deus 49. 3. O 1.1 — 5 .1— 13 2.14— 25 D. Deus irá redimir e restaurar Israel 44.25 a.14— 21 4. O testemunho de Israel como servo de Deus 43 .22 A Redenção e o Servo Sofredor 4 9 .13 5 A.8— 26 O pecado de Israel e a falta de resposta 50. Jerusalém será habitada 44 . Israel cego e surdo 42.22— 28 5.8— 13 3. Deus assegura um alegre retorno 51.1— 52. Servo traz restauração 49 . U m mandamento para fugir da Babilônia 4 8 . 2.21— 28 b. Nenhuma paz para os ímpios 48.9— 16 . O S e n h o r é superior às deidades da Babilônia 46 . O Espírito de Deus será derramado 44.18— 25 C. 4.12 1.1— 50. Deus salvará Israel 45 . A tolice da idolatria 44. 5.25 1. Lembre-se do Fundador e da fundação 5 I . Um novo êxodo da Babilônia 43 .2 0 — 21 5.1— 48. Deus julgará e guiará 42 .1— 7 A restauração traz alegria 49 . Deus usará Ciro para restaurar Israel 45. O amoroso Salvador de Israel 43.1 0 -1 1 B. A infidelidade de Israel 43 .I — 8 2.1— 3 O obediente Servo de Deus: o Messias 50. U m remanescente redimido é reunido 43.21— 45.1— 7 2. O remanescente encorajado 5 1 .22 1.14— 17 6. Nenhuma esperança para Babilônia 47.1— 15 3. A queda da Babilônia 46.5.

12 O Servo prudente será exaltado 52. 7 —9 6. O 1.15 O Messias menosprezado e rejeitado 53. 3.14 1. 3.2 c.1— 66. Bênção e juízo 56. A idolatria persistente 57.1— 8 2.1.1— 12 C. O cálice da ira de Deus escoado e removido 51. Restauração e bênção para o arrependido 57.10 Jerusalém será restabelecida 54.7— 10 e. Juízo sobre Outros 5 6 . Líderes ímpios e idólatras merecem juízo 56. 7. Apóstatas advertidos a respeito do juízo 57. 4.17— 23 4.1.2 Uma aliança perpétua 55.10— 12 D. A obra do Messias traz progresso e bênção 54.13 1 . sofrimento e a morte expiatória do Servo 52.14— 21 a. Um a oferta aceitável pela culpa 53. Jerusalém será redimida 52. Piores juízos virão 57.9— 57. Líderes estúpidos e gananciosos 56. Prepare o caminho 57.14.11— 15 Os servos de Deus serão justificados 54. O p ro g re s s o ju b ilo s o 5 4 .13— 53. 9.6— 9 A palavra de Deus trará alegria 55. 4. O Redentor compassivo 54.15 .3.14.3— 6 d.4— 6 5 .16.1— 3 Sofrendo por outros 53.1— 58. 2. 8.13 a. M o r r e n d o p o r o u t r o s 5 3 .13 O sofrimento espantoso 52.17 U m convite universal 55. A idolatria não traz nenhum benefício 57. A bênção inclui eunucos e estrangeiros 56. 1 —3 2.1— 55.9.4— 8 A aliança de paz 54. 6.3— 5 Deus perdoará livremente o arrependido 55.11— 13 3.9— 12 b.10— 13 Glória para o Povo de Deus. 5.24 A.

3— 5 Deus quer jejum do pecado 58.16— 19 c.1— 5 b.19— 22 5. Sem justiça e sem paz 59. Os gentios restauram e servem a Sião 60.1— 3 6. Pecados reconhecidos 59.1. O propósito de Deus para transformar Sião 60.1— 3 2. 3.2 Os sacerdotes do S e n h o r 61.4— 7 b.6 Ungido para pregar boas novas 61.10.10— 63. 5. A glória futura de Sião 62. Os estrangeiros reconstroem e honram a Sião 60.4— 6 Alegrando-se na sua herança 61.15— 18 e. Nenhuma paz para o ímpio 57.12— 15 4 .7— 9 A alegria do M essias 61.4— 8 3. 6. O pecado separa do Salvador 59. Isaías confessa os pecados do povo 59. 1 6 —2 1 Luz e glória vêm a Sião 60.1. 2. C.9— 1 1 b.I — 63. 4.10— 14 d.11 O contínuo interesse do M essias por Sião 62.4.2 Jejum hipócrita 58.9— 15 a.20. A adoração restaurada 60.21 Adoração hipócrita 58.4— 2 2 a.13. 5. O p r ó p r io S e n h o r s a lv a rá 5 9 .22 1.14 B. b.9 c. 8. 6. A confissão.6— 10 Deus guiará 58. O 1.11. O S e n h o r prova o seu favor 62.6— 9 c.8.3 Resultados felizes 61. 7. O povo de Deus exibirá o seu esplendor 6 0 . Messias anuncia a sua missão 6 I . Andando nas trevas 59. Conforto e paz para os que choram 57.12 O Sábado traz bênção 58.6 a. Filhos vindos de longe honram a Deus 60. redenção e glória de Sião 59.1— 60.1— 63.6 . O Salvador de Sião virá 62.

1— 7 2. A súbita ampliação de Sião 66. Deus julgará aqueles que o abandonaram 65.16 3.12 1. bênção.8— 10 3. Louvor pela bondade de Deus 63.7— 64.10— 12 E.1— 9 5. O templo terreno e sua adoração são insuficientes 66.7— 14 7.17— 25 5. O juízo de fogo 66. Jerusalém arruinada 64. Isaías clama para Deus agir 64.17— 19 4.11— 16 4. Misericórdia. Isaías ora por misericórdia e perdão 63. Corações endurecidos 63.7— 15 2.D. O remanescente possuirá a terra 65. A glória de Deus é vista 66. Deus é ainda o nosso Pai 63.1— 66. Um a nova criação 65.15— 17 8. A resposta graciosa de Deus 65.24 1.18— 24 .1— 6 6. alegria e juízo 65.

I -3 I I. M q 3. “Sabendo primeiramente isto: .).I 7 . I Sm 3. Ob I.2. Aqui é usado para signifi­ car um recebim ento so b ren atu ral da p alavra reveladora de Deus.TÍTULO: ISAÍAS SOB QUATRO REIS LI 1 Visão de Isaías.1 É chamado uma “visão” no sentido de que Deus a revelou a Isaías de um modo podero­ so e dramático. f i l h o de A moz. Ez 7.13.Juízo e Esperança 1 . 26. Dn I . H c 2. Os 12. hazab) é fre­ qüentemente usado a respeito de ver uma visão dada por Deus (como em Nm 24. N a L I . a q u a l ele v iu a respeito de J u d á e J eru sa lém .4.16.30 A. Este versículo é o título para a totalidade do li­ vro de Isaías. O verbo “viu” (Heb.10. Jotã o.6. etc.3. reis de Ju d á .1.1-5. Jr 23. Judá: um povo rebelde I. A caz e Hzequias. nos dias de U zias.

e o seu filho Jotão assumiu o governo naquele momento (2 Cr 26. Igualmente. Antes de morrer. Isaías teve um relacionamento vivo com Deus.C. Davi fixou este padrão de coregência em Israel. Por orgulho humano ele ousou oferecer incenso no altar de ouro —algo que somente aos sacerdotes era perm itido fazer.21).20.10).21). reinou de 790 a 739 a. Uzias.21). as palavras de Isaías não eram só suas. Por causa da época turbulenta. pois ela foi e será a principal cidade a partir da qual Deus governa. e no M ilênio o trono do Messias será ali localizado. ele levou Salomão ao trono para dar fim às tentativas caóticas de outros para tomarem posse do trono. N ela estava o templo. muitos reis subseqüentes levaram um filho ao trono como co-regente para prevenir qualquer confusão semelhante. também chamado de Azarias (2 Rs 14. M as em 750 ele entrou no Lugar Santo do templo. Isaías profetiza sobre outras nações. E é Jerusalém que comanda a atenção central.que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Estudos cuidadosos dos relatos bíblicos e a comparação com des­ cobertas arqueológicas indicam algumas superposições nos reinados dos reis mencionados no verso acima. íntimas e reais” para Isaías. mas apenas quando elas se rela­ cionam a Judá e Jerusalém.2 Semelhante às palavras de Jesus. mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espíri­ to Santo” (2 Pe 1. O Espírito Santo tornou as palavras de Deus “vividas. O nome “Isaías” quer dizer “Yahweh salva” ou “o Senhor é salva­ ção”3 e sugere o tema do livro. de modo . então explicaria por que ele podia entrar e sair livremente do palácio. Deus o condenou afligindo-o com lepra. A tradição judaica diz que Isaías era aparentado com os reis de Judá.C. U zias morreu em 739 e Jotão em 731. concre­ tas. Jotão (um rei fraco) levou o seu filho Acaz ao trono como co-regente em 74 4 a. Se isto é verdade. Jotão tinha permitido a Acaz liderar. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem al­ gum. Este é dirigido a Judá e Jerusalém. mas do Pai (Jo 14.

ele cometeu o erro de que­ brar o tratado de Acaz com a Assíria. M as tais juízos de Deus eram condicionais. (Veja quadro da cronolo­ gia. Ezequias pagou tributo para salvar Jerusalém. voltou-se contra Deus. nenhuma profecia de Isaías é clara­ mente identificada com o reinado de Jotão.) A continuada turbulência também incitou Acaz a levar o seu filho. Um a vida semelhantemente longa era incomum em uma época quando o perí­ odo médio de vida era menos de trinta e cinco anos.16). mas não poderia fazer nada para promovê-lo enquanto o ímpio Acaz ainda estivesse vivo. introduziu a idolatria e encheu Jeru­ salém com o sangue de mártires que resistiram àquela idolatria (2 Rs 21. Assim.C . . porém. ele deveria es­ tar na faixa dos oitenta anos quando foi m artirizado.5 Isaías registrou a morte de Senaqueribe em 6 8 1 a.37).C. Ele considerou o seu co-reinado com o próprio pai como não digno de contagem. A tradição diz que Manassés prendeu Isaías amarrado em um tronco e o serrou ao meio (cf. Assim.4 Indubitavelmente.C. A sua recontagem foi provavelmente devido à grande celebração da Páscoa e ao reavivamento espiritual naquela época.22.que quando Uzias morreu e Isaías começou a profetizar.C.. Acaz era então o atual soberano.7 Se Isaías tivesse vinte anos aproximadamente quando começou a profetizar. Quando Ezequias se arrependeu e orou. Isto levou Senaqueribe a se insurgir contra ele em 701 a. Ezequias queria o reavivamento. Ezequias. Porém. ao trono com ele em 728 ou 727 a. Deus o curou.C. Ezequias então levou o seu filho Manassés ao trono (em 696 ou 695 a. Isaías e Senaqueribe se mantiveram vivos no reinado de Manassés.) para reinar com ele. prometendo-lhe libertação da Assíria e mais quinze anos de reinado.6). p.6 Manassés. Ezequias começou a contar novamente os anos do seu reinado. Hb 11. Isaías trouxe então a mensagem de Deus de morte e juízo. Deus deve tê-lo protegido até que fosse a hora da sua vida ser oferecida como a de Paulo (2 Tm 4. Quando Acaz morreu em 715 a.C. e viveu até 686 a.

2.6 é o Deus auto-existente. ensinando-os. Ele tinha “criado” os israelitas como seus filhos (Ê x 4. tinha apelado aos céus e à terra para testemunharem contra o povo quando ele colocou diante deles as bênçãos e as maldições da aliança (D t 30. O SENHOR. satisfazendo as suas necessidades. O boi sabe a quem pertence e quem lhe dá direção. Eles tinham esquecido que haviam sido . Que o povo não “entende” indica que eles não eram mais capazes de discernir o que é verdadeiro e direito. SI 77. a m a n je d o u r a d o s e u d o n o .o s .6). o manancial ou nascente da profecia israelita. o povo da aliança. aonde ir procurar comida e quem a provê (cf. Os animais domésticos que serviam às pessoas tinham mais senso que os israelitas. Moisés. e cumpridor da promessa. O fato de que “Israel não tem conhecimento” indica que eles já não tinham um relacionamento pessoal com Deus. e o j u m e n t o . M l 1. e p r e s t a o u v id o s . Eles já não agiam como um povo escolhido. tu ó ter r a .28. cf. Agora.19. 15. libertados pelo poder de Deus). ó céu s . um Deus justo e santo que fez os céus e terra apelava para que testemunhassem contra Israel. p o r q u e f a l a o S e ~ NHOR: C r i e i f i l h o s e e x a lc e i. o m e u p o v o n ã o e n te n d e. POVO REBELDE 1. m a s I s r a e l n ã o te m c o n h e c im e n to . O burro sabe quem o comprou. Numa cena que é retratada como em uma sala de tribunal. Isaías começa com uma mensagem para Judá e Jerusalém. apesar da provi­ são paternal e cuidado terno de Deus por seus filhos.9 eles (o Heb. 31.18. voluntari­ osamente rejeitando o seu amor paternal e a sua orientação. e esta­ belecendo o seu reino por intermédio deles. m a s e le s p r e v a r i c a r a m c o n tr a m im .22. está na posição enfática) tinham se “rebelado” contra Ele.13. o mantenedor ou guarda da aliança. 3 O b o i c o n h e c e o s e u p o s s u id o r . 32. guiando-os. Yahweh.15.1). iden­ tificam-nos como filhos redimidos. Dt 24.2-4 2 O u v i.

“Toda a cabeça está ferida” e “todo o coração” .redimidos e não mais reconheciam a Deus como a fonte da sua força. Em vez de ser um povo santo eles são como um escravo chicoteado. n e m n e n h u m a d e la s a m o le c id a c o m ó leo. UMA TERRA DESOLADA 1. e in ch a ço s. Ele reflete o que Isaías viu na sua visão inaugural (cap. rejeitando-o completa­ mente em uma total ingratidão. 6) e enfatiza tanto o caráter de Deus como as suas reivindicações sobre Israel. n ã o e s p r e m id a s . e to d o o co ra çã o .10 A culpa deles é um fardo pesado. Eles já não eram testemunhas para a glória de Deus. e ch a g a s p o d r e s . A nação está como uma pessoa que foi brutalmente assaltada por um ladrão. Mas Israel rejeitou essas reivindicações. Isaías se torna agora uma testemunha para as conseqüências do pecado de Israel.5-9 5 P o r q u e s e r ie is a in d a ca stig a d o s. b la s fe m a r a m d o S a n to d e I s r a e l. 4 A i d a n a ç ã o p e c a d o r a . n e m liga d a s. Isaías pergunta por que eles querem ser sur­ rados novamente. 3. mas eles continuaram delibe­ radamente nas ações más dos seus pais e trataram o Santo de Israel com desprezo blasfemo. “O Santo de Israel” é um termo encontrado vinte e nove vezes em Isaías e só seis vezes no restante do Velho Testamento. M as se tivessem até mesmo tanto bom senso quanto um boi ou um burro. d o p o v o c a r r e g a d o d a in iq ü id a d e d a s e m e n t e d e m a lig n o s . s e m a is v o s r e b ela r íeis P T o d a a ca b e ça e s tá e i f e r m a . e se separaram dEle. O culto aos ídolo pode também estar implícito (como em Ez 14. Eles se voltaram contra Ele. aparentemente pedindo por mais surra. eles nunca teriam se rebelado. f r a c o . v o lta r a m p a r a trá s. reputação e riqueza. d o s f i l h o s c o r r u p t o r e s ! D e ix a r a m o S e - NHOR. 6 D e s d e a p la n t a d o p é a té à ca b e ça n ã o h á n e le c o is a sã . Deus queria que eles fossem um povo santo.3). porém não resiste ao ataque. boi. se afastaram. s e n ã o f e r i d a s . Isaías responde com pesar clamando “A i” (Heb. “ah!”) para a nação pecadora e corrupta.

Nenhuma destas feridas está “espremida.(inclusive a mente) está doente.0 0 0 prisioneiros que ele outrora tinha levado de lá. O painel final mostra Senaqueribe no seu trono recebendo os . Como McKenna salienta: “Isaías nunca esquece que o pecado tem também dimensões sociais”. Parece não haver nenhuma esperança por recuperação. para substituir os 20 8 . O corpo. “desde a planta do pé até à cabeça”. e e s tá d e v a s ta d a . golpeando com aríetes.1 1 7 A v o s s a te r r a e s tá a s so la d a .C.0 0 0 prisionei­ ros.. A terra de Judá está “assolada”: suas cidades “abrasadas pelo fogo” e seus campos “os estranhos devoram” na presença do próprio povo de Judá. A única situação histórica a que estas descrições correspondem é a da invasão assíria de 701 a. quando Senaqueribe destruiu qua­ renta e seis cidades de Judá. a b r a s a d a s p e lo f o g o . o qual não tem nenhum poder para fazer qualquer coisa a res­ peito disto. Isaías agora lista as aflições específicas que Israel tem sofrido. uma cidade situada apro­ ximadamente quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. lanças.12 Ele levou mais de 2 0 0 . e eles estão voluntariosa­ mente se dirigindo para um desastre mais extenso. O país está ferido e ninguém está ajudando. a s v o s s a s c id a d e s. o pensamento do povo e de seus líderes está errado e obstinadamente contrário à vontade de Deus. mas para Babilônia. e subindo escadas para atacar a cida­ de. está coberto com feridas abertas e supuradas. arcos e flechas. Este retrata o cerco de Laquis. Em outras palavras. nem nenhuma delas amolecida [aliviada] com óleo [de oliveira]”. a v o s s a reg iã o . não para a Assíria como alguns têm admitido.13 Esta peça mostra os soldados assírios com fundas. c o m o n u m a s u b v e r s ã o d e estra n h o s. nem ligada. o s e s t r a n h o s a d e v o r a m e m v o s s a p r e s e n ç a . Arqueólogos descobriram um baixo-relevo de mais de vinte metros de comprimento adornando a parede de um quarto no palácio de Senaqueribe.

* E a filh a de Sião se f i c o u com o a cabana na vinha. Isaías compara isto às estruturas temporárias — galhos e tapetes ou estaca e toldo — que fazendeiros montam nos campos para vigiar as colheitas. Este baixo-relevo pretendia aparentemente chamar a atenção à sua captura de quarenta e seis cidades fortificadas de Judá.. Israel tinha se torna­ do como os príncipes de Sodoma e como o povo de Gomorra. lim itou a destruição para salvar Jerusalém. ó p o v o de G om orra. e era . o Deus pessoal de Israel. com o a ch ou pan a no p epin al. Senaqueribe colo­ cou isto deste modo: “Eu devastei a ampla província de Judá. com a intenção adicional de desviar a atenção do seu fracasso para tomar Jerusalém (veja v. j á corn o S o d o m a se r ia m o s e sem elh a n tes a G om orra .cativos e o espólio de Laquis.I 0 . vós. 8). Em seus “Anais”. seu rei. teria sido uma ruína completa “como Sodoma” e “como Gomorra”. Pela misericórdia de Deus Jerusalém não foi capturada. 4. 9 Se o SENHOR d os E x ército s n o s n ã o d eix a ra a lg u m r e m a n e s ­ cen te. 36 e 37 para mais detalhes das campanhas de Senaqueribe). vós p r ín cip es de Sodom a. Yahweh. com o cida de sitiada. o Deus dos exércitos do céu.. ADORAÇÃO INACEITÁVEL I . E eles ainda poderiam ser salvos. Agora Isaías se volta para as pessoas cujo pecado e rebelião foram os responsáveis por Deus perm itir a devastação. Eu calei a Ezequias como um pássaro em uma gaiola”15 (Veja Caps. p resta i o u v id o s à lei do nosso D eu s. M as ela foi deixada insegura. M as houve sobreviventes. o forte e orgulhoso Ezequias.I 5 10 O u v i a p a la vra do SENHOR. que eu trouxe em submissão aos meus pés14 . Sua inscrição chama Senaqueribe de “o rei do universo”. Senaqueribe não era responsável por alguns sobreviventes esca­ pando da devastação. Se Ele não tivesse feito assim.

13 N ão tragais m a is oferta s debalde. qu em re~ q u er eu isso de vossas m ãos. “instrução”). torah. Ele detesta religião quando esta é apenas uma formalidade e cerimônia.merecedor da mesma destruição como Sodoma e Gomorra. que viésseis p isa r os m eu s á trios? Tendo em vista que os seus corações não estavam buscando a Deus em fé e obediência. o ininterrupto aglomerar no templo não era o que Deus queria. 12 Q u a n d o v in d es p a ra com p a recerd es p era n te m im . A multiplicação destes sacrifícios fez Deus ter ânsia de vômito. Este precisa­ va escutar a lei de Deus (Heb. diz o S e n h o r ? J á estou f a r t o dos holoca u stos de ca rn eiro s e da g o r d u r a de an im a is n édios. A “gordura” era uma expressão de dar-lhe o melhor deles. as pessoas estavam simplesmente multiplicando os seus sacrifícios a Ele. Em vez de obedecerem a Deus. A adoração deles não era genuína. Foi so­ mente a graça de Deus que preservou um remanescente. faltando alguma comunhão amorosa verdadeira com Ele. Tudo o que eles estavam fazendo era desgastando o chão do átrio do templo pelo seu ato de “pisar”. O “sangue de bezerros. Ele concedeu os sacrifícios da Lei para o benefício de seu povo —como um meio de restabelecer a comunhão com Ele e como o primeiro passo para caminhar com Ele. de cordeiros. nem de bodes. o in cen so é p a r a m im abo~ . Praticado sem sinceridade os sacrifícios eram uma abominação a Deus. Os pagãos ao redor deles acreditavam que os seus deuses precisavam de sacrifícios e que os sacrifícios continuamente oferecidos aumentavam a possibilidade dos seus deuses responderem às suas orações. Era pretendido que os “holocaustos” expressassem a exaltação de Deus e a dedicação à sua vontade. de bodes” era coloca­ do no altar como uma expiação —um resgate pago pelo seu perdão e libertação. 11 D e qu e m e serv e a m im a m u ltid ã o de vossos sa crifício s. n em de cord eiros. e não f o l g o com o sa n gu e de bezerros. M as o Deus que fez os céus e a terra não precisa de nada.

ajuntamen­ to solene”) como “jejum e preparação ritual”. n ã o a s o u ço . e Ele não podia suportar suas atividades religiosas. 13 P e lo q u e. j á e s to u c a n s a d o d e a s so frer . e o s sá b a d o s. de modo que Ele os aborrecia.m in a ç ã o . Deus não pode olhar com favor em tais falsas ações. o que sugere que todas as suas atividades de adoração fossem repulsivas a Deus. Mas Deus os via como “iniqüidade”. A Septuaginta traduz a última parte do verso ( “iniqüidade. As celebrações na época da lua nova. j á m e s ã o p e s a d a s .. e a c o n v o c a ç ã o d a s c o n g r e g a çõ e s . e a s v o s s a s so le n id a d e s . os festivais de “lua nova” e as “solenidades” de Levítico 23 não mais honravam a Deus. adoração que era mera formalidade ou pretendida para persuadir Deus a deixá-los continuar em seus próprios caminhos obstinados. já não expressavam amor e dedicação a Ele. Mãos estendidas com as palmas para cima em uma atitude de submissão e desejando receber algo do Senhor. O incenso tornava o átrio do templo perfumado. Enfaticamente. tudo era pretendido para ser santo.. porque Ele via os seus corações. q u a n d o e s t e n d e is a s m ã o s . n em m e s m o o a ju n t a m e n t o s o le n e : Deus lhes ordenou que parassem as “ofertas debalde” ou ofertas vãs. e s c o n d o d e v ó s o s o lh o s. os sábados sagrados semanais e anuais (Lv 23. mas isto era repulsivo a Deus. 14 A s v o s s a s F esta s d e L u a N o v a . p o r q u e a s v o s s a s m ã o s es tã o ch e ia s d e s a n g u e. Deus não pode ser subornado ou enganado. não significavam nada quando as pessoas realmente estavam buscando o seu próprio cami­ nho e rejeitando o ensinamento de Deus. essas festas religiosas tinham se tornado “pesadas” como um fardo que Deus estava “can­ sado de as sofrer”. Em vez de serem uma alegria para Ele e uma bênção para o povo.1— 44). . as “convocações” (ou assembléias). q tia n d o m u lt ip lic a is a s v o s s a s o ra çõ es . a s a b o r r e c e a m in h a a lm a . e ta m b é m a s F esta s d a L u a N o v a . sim . n ã o p o s s o s u p o r t a r in iq ü id a d e.

Isto deve ser seguido por boas ações. M q 6. Mais importante ainda. os quais não tinham ninguém para defendê-los e que eram freqüentemente as vítimas de esquemas e fraudes (cf SI 85. Deve ser um arrependimento sincero que faz uma clara ruptura com os atos e hábitos pecaminosos. o “fazei justiça” de Deus.27).8— Am 5.T g 1. Eles não têm só que cessar da opressão e corrigir os opressores. Esta expressão notável descreve como as pessoas estavam oprimindo o pobre e usando de violência para adquirir o que elas queriam. Ainda havia esperança. Abandonar o pecado e o mal é o primeiro passo. 8 .I 6 . Isto também significa evitar prejudicar a outros e fazer provi­ são para as necessidades dos desafortunados. mas têm que ajudar o oprimido. 11 A prendei a fa z e r o bem . Então eles poderão ser capazes de cessar “de fazer m al”.24. 5. p u r ifica i-v o s . f a z e i ju s tiça ao ó f ã o . Também tem que incluir uma mudança interna. mas não é o bastan­ te. Davi pediu para Deus lavá-lo de toda a sua iniqüidade e purificálo do seu pecado. Eles devem aprender a praticar “o que é reto”. pois Deus vê o coração. M as o lavar deve ser mais que um símbolo ou forma vazia.6— . Mas Deus fala para Israel que eles têm uma parte a realizar.M ultiplicar orações não consegue chamar a atenção de Deus quan­ do as mãos estão “cheias de sangue”. 13. U M CHAMADO AO ARREPENDIMENTO I . Fazer o que é “reto” significa fazer o bem a outros. tirai a m a ld a d e de vossos atos de dia n te dos m eu s olhos e cessa i de f a z e r m al. Fazer “justiça” significa proceder honesta e eqüitativamente. significa defender ativamente aqueles que não podem se defender: especificamente os órfãos e as viúvas.2 0 16 L a va i-vos. Eles têm que se lavar. mas as mãos estendidas em súplica deviam ser lavadas. a ju d a i o o p rim i­ do. p ra tica i o qu e é reto. As orações ainda poderiam ser ouvidas. As pessoas deviam perceber a sua condição e clamar como Davi fez no Salmo 51. tratai da cau sa das viú vas.

vamos fazer algo a respeito disto”. s e t o r n a r ã o c o m o a b r a n ca lã. eles ficarão tão brancos quanto o branco mais claro. a Deus. receber as suas bênçãos. c o m e r e is o b em d e sta terra . então. e 32. p o r q u e a b o ca d o SENHOR o d isse. Como o Filho Pró­ digo de Lucas 15. 19 S e q u is er d es. indicando que a própria natureza deles seria mudada pela graça de Deus. d iz o S e n h o r . A promessa de Deus para lim par e renovar os seus corações e mentes está condicionada sobre a obediência de boa vontade (à ali­ ança ou concerto). A c o n tin u a d a re c u s a e re b e liã o s ig n ific a ria m q u e e m v e z d e c o m e ­ re m o f r u t o d a su a te r r a . Esta exortação con­ tinua nos versículos seguintes. Ele pode significar o seguinte: “Vamos ces­ sar os argumentos. um branco que é branco por sua natureza. a in d a q u e o s v o s s o s p e c a d o s s e ja m c o m o a e s c a r la ta . a in d a q u e s e ja m v e r m e lh o s c o m o o c a r m e s im .1 1— eles poderiam retornar para casa.IS V inde. . Agora o SE N H O R resume as suas palavras que começaram no ver­ sículo 10. o verda­ deiro arrependimento asseguraria que Deus tornaria possível ao seu povo que desfrutasse novamente dos seus frutos. Embora os invasores estrangeiros estivessem comendo o fruto da terra. 20 M a s.m e . Os pecados deles são realmente “como a escarlata” —o tipo de tom mais profundo do vermelho —numa referência que apontava de volta para as mãos sangrentas do versículo 15. Eles têm que fazer mais do que falar sobre a sua situação. e a r g ü i. en tã o . s e r e c u s a r d e s e j v r d e s r e b eld es . a e s p a d a ( d o s a s s írio s ) o s c o m e ria . O S e N H O R fa lo u is to . e o u v ir d e s . Ê pressu­ posto que se eles admitirem isto. s e r e is d e v o r a d o s à esp a d a . “Vinde. Eles têm que fazer o que Deus pede que façam. e le s s e t o r n a r ã o b r a n c o s c o m o a n e v e . e a su a a u to r id a d e d iv in a e s tá p o r trá s d a s u a p a la v ra . Deus está to­ mando a iniciativa. mais alvos do que a neve ou a lã. ou confessarem. e argüi-me” é um termo legal que faz parte da cena de um tribunal.

igualmente. RESTAURAÇÃO ATRAVÉS DO JUÍZO I. a bebida comum dos filisteus). Os habitantes de fato tinham se tornado “homicidas”. O Evangelho. ca d a u m d e le s a m a o s s u b o r n o s e c o r r e a p ó s s a lá r io s .O povo tem que fazer a escolha: obedecer e comer ou rebelar-se e ser comido. 7. Considerando que “justiça” e “reti­ dão” tinham uma vez marcado as relações de seu povo. agora a sua conduta tinha afundado ao mais baixo nível possível.1. Deus continua sua causa contra Jerusalém.16). E comparada mais adiante a “vinho” misturado com água (ou o Heb. n ã o f a z e m j u s ­ tiç a a o ó ifã o . Nós podemos ter a vida eterna ou a morte eterna (Jo 3. exige uma escolha. 22 A tu a p r a t a s e t o r n o u e m e s c ó r ia s .16 Que contraste com o Deus que os amava e lhes convidara a que o amassem! (D t 6. a g o ra . . pode significar cerveja. os seus procedi­ mentos injustos entre cada um deles. h o m icid a s. e n ã o ch ega p e r a n t e e le s a c a u s a d a s v iú v a s . o teu v in h o s e m is t u r o u c o m á gu a . 6. que tem sido m isturada com tanta água que está imprestável. e da rebelião e das práticas cor­ ruptas de seus governantes.14. Nós não podemos amar a Deus e nos agarrar ao mes­ mo tempo ao nosso pecado.5. m a s. 23 O s t e u s p r í n c i p e s sã o r e b e ld e s e c o m p a n h e ir o s d e la d r õ e s .15). Não há nenhum lugar intermediário. que no tempo de Davi tinha começado como uma “cidade fiel”. A corrupção de Sião tem resultado da deslealdade do povo para com Deus.2 I-3 I 21 C o m o s e f e z p r o s t it u t a a c id a d e f i e l ! E la q u e e s ta v a ch eia d e r e t id ã o ! A j u s t i ç a h a b ita v a n ela .8) Nós vemos o mesmo contraste no Novo Testamento (I Jo 3. Agora havia se tornado como uma esposa que tinha se rebaixado ao nível infiel de uma prostituta. A degeneração do povo de Sião é comparada à “escória” —miné­ rio que não tem mais nenhum metal precioso em si e é de nenhum valor. Esta corrupção traz uma lamentação sobre a cidade.

o S e n h o r d o U n iverso . “C a d a u m d eles am a os su b o rn o s” em vez de am ar a ju s tiç a e as p esso as. p o rq u e ab so lv eriam os lad rõ es p o r u m su b o rn o . o F o rte de Isra e l” .O s “p rín c ip e s ”. sobre aqueles q ue tin h a m o p rim id o o d esam p arad o . q u er dizer. O s ju iz e s e co n se lh e iro s (o u líd e re s a d m in is tr a tiv o s ) serão re s titu íd o s . o F o rte d e I s r a ­ el: A h ! C o n s o l a r . e o s te u s c o n s e lh e ir o s . E le é u m a P essoa d iv in a. S e u ju íz o p rete n d e refin ar e p u rificar. o SE N H O R [ YahweFjT o d o -p o d e ro so .e i a c e r c a d o s m e u s a d v e r s á r io s . O s p rín cip es recusavam d e ix ar u m a viúva tra z e r o caso d e la à ju stiça.t e . d iz o S e n h o r D e u s d o s E x ér cito s . co m eçan d o a sua o p ressão co m os m ais fraco s e os m ais d e sam p arad o s. A o o b ra d o c a stig o d e D e u s c u lm in a r á e m restau ra ção .e i to d a a im p u re z a . q u e ad m in istra v am os vário s escritó rio s estatais e a g iam co m o ju iz es que d e c id e m os p ro cesso s. en tã o . d a m esm a m an eira q u e o m e ta l é refin ad o e su a escó ria (im p u re z a s in ú te is ) é rem o vid a. os ó rfão s e as viúvas (fre q ü e n te m e n te ch am ad o s d e v ítim as n a B íb lia). A m ão de D eu s a ta c a rá n o vam en te. P o rém . D eu s te m sid o p acien te. c o m o e r a m d a n tes. “P o rta n to ” in d ic a q u e D eu s fará alg o so bre a situ ação . e v in g a r m e . 25 E v o lt a r e i c o n t r a ti a m in h a m ã o e p u r i f i c a r e i in te ir a m e n te a s tu a s e s c ó r ia s . e. E les eram “ co m p an h eiro s de la d rõ e s ”. e t i r a r . c o m o a n t ig a m e n t e . en fa tiz am as suas reiv in d icaçõ es e a sua a u to rid ad e . 24 P o r ta n to . O s três títu lo s div in o s — “o S e n h o r \_há’ad on j. m as ag o ra a ira dE le trará san ta vingan ça sobre os seus in im igo s. p o is isto in tro d u z o p ro cesso de p u rific aç ão do seu povo do s p ecad o s deles.m e .e i d o s m e u s in im ig o s . . te c h a m a r ã o c id a d e d e j u s t i ç a . A q u e le s q u e têm o p rim id o o d esam p arad o tê m p ro ce d id o d e m o d o tão r u im q u e E le ag o ra os co n ­ sid era — u m segm en to d o seu p ró p rio povo — seus in im ig o s. co n tu d o n a su a ira h á ta m b ém g raça. eram “reb eld es” co n tra I )eu s. E le ag o ra revela o ju íz o q u e estas c o n d içõ es ex igiam . 26 E te r e s t i t u i r e i o s t e u s ju i z e s . E les eram covardes e tiran o s. c id a d e f i e l .

Os “carvalhos” sagrados e os “jar­ dins” eram lugares onde eram observados ritos pagãos em uma reli­ gião que envolvia adoração da natureza e cultos da fertilidade (cf. destruído” (por forças de fora de Israel) e “perecerá” (devido à sua própria falência espiritual interior).. mas uma cidade justa e fiel. O povo futuro de Sião deve ser o remanescente purificado e redimido que foi convertido ao Senhor. No dia de juízo futuro. os pecadores serão confundidos e humi­ lhados porque os seus falsos deuses não lhes poderão ajudar a esca­ par dos castigos dos seus pecados. Jeru­ salém já não será uma prostituta. Esta é a meta de Deus e terá seu cumprimento completo no M ilênio.25). 2. Isto implica que eles viverão em harmonia com uma preocupação pelo bem-estar uns dos outros. c o m ju s t iç a . Eles serão fiéis a Ele. A idolatria sempre esteve envolvida no pecado de rebelião de Isra­ el. e o s q u e v o lta m p a r a ela . I Rs 14. e o s q u e d e ix a r e m o S e n h o r s e r ã o c o n s u m id o s . Embora o julgamento de Deus seja dirigido contra o pecado. o pecador que escolhe persis­ tir em pecado o receberá igualmente. 27 S iã o s e r á r e m id a c o m j u í z o . O reino norte de Israel tinha estado envolvido com eles e agora eles eram comuns em Judá. Dt 12.. 29 P o r q u e v o s e n v e r g o n h a r e is p e lo s c a r v a lh o s q u e c o b iç a s te s e s e r e is c o n f u n d i d o s p e lo s j a r d i n s q u e esco lh estes. o pecador.s M a s o s t r a n s g r e s s o r e s e o s p e c a d o r e s s e r ã o j u n t a m e n t e d e s t r u íd o s .23).nenhum rei é mencionado porque o SE N H O R é para ser o seu Rei. Os seus atributos de “justi­ ça” e “retidão” os caracterizarão.2. No fim o descrente. como Ele era antes do tempo do rei Saul. “será.17 . O povo ainda pode escolher entre servir a Deus ou se rebelar contra Ele. Os transgressores que rejeitam a autoridade dos ensinos de Deus e os pecadores que violam a lei de Deus serão removidos de entre o povo pelo fogo purificador (veja v.

Por que Deus chamou os céus e a terra para testemunharem con­ tra Israel? O que eles tinham visto? 3. eles serão consumidos junto com a sua própria maldade.29). Em escolhendo o paganismo. o ele­ mento transgressor —príncipe e súdito semelhantemente —tem se­ meado as sementes da sua própria destruição. e a s u a oh ra . e a m b o s a r d e r ã o ju n t a m e n t e . Todos esses tais líderes ou príncipes serão como “estopa” —combustível para o fogo que eles próprios atearam! Esses líderes ímpios não serão parte do remanescente que sairá do fogo purificado. e c o m o a f l o r e s t a q u e n ã o te m á gu a . QUESTÕES DE ESTUDO 1. e m f a í s c a . o destino deles será o das coisas mundanas nas quais eles tinham escolhido confiar. Acaz.6. Jr I I . em faísca”. SI I. a o q u a l c a e m a s f o lh a s . Jotão. e n ã o h a v e r á q u e m o s a p a gu e.30 P o r q u e s e r e is c o m o o c a r v a lh o . toda a nação sofrerá e murchará (v. Isto antecipa o lago de fogo que João viu (Ap 20 . Assim.15 ). será muito tarde. com os quais Deus comparava freqüentemente o seu povo (N m 24. Quão irônico que o homem “forte se tornará em estopa. Os 14).14 . Uma vez que Deus traga este juízo. e Ezequias? 2. O neopaganismo não pode esperar nada diferente. Quais são as principais coisas que sabemos a respeito de Uzias. Ao invés. O “forte” é o líder que buscou receber força e poder a partir da adoração de falsos deuses. De que maneiras Israel tinha se tornado como Sodoma e Gomorra? 4. e sua obra. Nada interromperá a destruição. Deus rejeita as práticas pecadoras de qualquer cul­ to ou falsa religião (não im porta qual o bem que eles possam tam­ bém fazer). Que esperança ofereceu Deus ao povo? . Em contraste com a árvore e o jardim irrigado. 31 £ o f o r t e s e t o r n a r á e m e s to p a .

‘acontecer’. M errill. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . Freeman. 4 W illiam Foxwell A lbright. um termo norm alm ente usado a respeito dos gentios. 11 McKenna. 144. em The Jews. que faz todas as coisas existirem e escolheu estar fielm ente presente com um povo que Ele cham ou para S i”. 1 9 9 6 ). H orton.. 2 :1 5 5 -6 2 . An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press.. Inglaterra: Clarendon Press.27 -29 . Isaiah 1-39. (G rand R apids: W m . Joyner. RJ: CPAD. B. Eugene H . Isto pode vir de um a antiga form a “do verbo hebraico que sign ifica ‘to rn ar’. 1 9 6 6 ). 1 9 6 2 ). Isaiah Z 9 (N ova York: M acm illan Co. 2 S. 55. 51. The Mysterious Numhers o f the Hebrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 19 4 9 ). 19 90 ). 10 O hebraico goy. 176. W idyapranaw a. H . 7 Ver R obert H . 1 9 8 3 ). “T he M artyrdom o f Isaiah”. “T h e Biblical Period”. O hebraico escreve som ente as consoantes Y H W F I. T hiele. Stanley M . B.CITAÇÕES 1 Edward }. (' H obart E. Isaiah 1— em The Communicators Commentary (D allas: 39. (R io de Janeiro. “O Deus U nico e Verdadeiro”. 1 9 6 9 -7 2 ). Os seus pecados haviam quebrado a relação do concerto. 3 vols. 1 9 9 3 ). . ed. 143. 3 David L. N.J. ed. 3. 1. em Teologia Sistemática. Charles. 193. ‘estar presente’ (. W ord Books. 12 John M auchline.: C raig Press. 64. R ussell E. -3 13 U m a cópia de tamanho integral deste relevo pode ser vista no M useu O ri­ ental da Universidade de Chicago. 19 69 ).42. rev. ed. Isto é um a declaração de que D eus é um ser autoexistente (o EU SO U ou EU SE R E I). 9 O plural indica a responsabilidade individual de cada israelita para com Deus o Pai. 19 13). Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. Eerdmans. em The Apocrypha and Pseudepigrapha o f the Old Testament (O xford. 1. 8 Estudiosos têm debatido a respeito do significado do nome divino Yahweh. McKenna. 5 Edwin R . 2 8 1. Eerdmans.. Young. The Book o f Isaiah. An H istórical Survey o f the Old Testament (N utley. 41.).

3. Os versículos 2 a 4 estão repetidos em M iquéias 4.. 66 . (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press.6 . Inimigos idólatras os cercavam nos dias de Isaías. 15 Ibid. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. "'C f.1 O capítulo 2 começa com o futuro desejo universal para saber a verdade de Deus e chama a atenção aos privilégios presentes de Judá como os recebedores exclusivos da revelação divina. 1 9 2 6 -2 7 ). f i lh o de A moz.1-5 1 Visão qu e teve Isaías. quando “o .1 até 4. 2 £ a con tecerá. Ele continua a mostrar as vantagens da obediência. q u e se f i r m a r á o m o n te da C asa do S e n h o r n o cu m e dos m o n tes e se ex a lçará p o r cim a dos ou teiros. 2 vols. 2 :2 4 0 . e co n co rrerã o a ele todas as nações. Judá não tinha aprendido a lição do juízo de Deus sobre o reino norte de Israel. Outros pensam que o título é para 2. UM DIA FUTURO DE PAZ 2. 13. Israel desfrutou o privilégio de adorar o SE N H O R em Jerusalém.1-4.6. Jeremias 3.5.1 a 4 com algumas variações que o Espírito Santo inspirou para o benefício da audiência rural de M iquéias. M as a grandeza do privilégio será completamente realizada na era milenial.6 I. O Dia do S e n h o r 2. 17 Ver também 57. 65.1 7 . 2:3 2 7 . e a certeza do triunfo da palavra de Deus. a respeito de J u d á e de J eru sa lém : Este título é provavelmente para os capítulos 2 até 12. que muitos acreditam foram as profecias iniciais de Isaías. Israel.1 — onde Oséias vê pecados semelhantes no reino norte de 2. Oséias 4.H D aniel D avid Luckenbill. os juízos advindos por causa de desobediência ou indiferença. 2 4 . n os ú ltim o s dias. B.

Isaías retrata a futura preeminência desta figura­ tivamente por sua exaltação sobre o resto das montanhas da terra — incluindo todos os lugares altos onde os pagãos cultuavam e onde os israelitas freqüentemente cometiam seus deslizes (cf. a conversão dos gentios tem um cumprimento prelim i­ nar na presente era da Igreja. Então o mundo inteiro será unido sob o comando de Jesus ressuscitado e glorificado (Is 11. Desse modo. O Espírito Santo está sentenciando-os e convencendo-os (Jo 16. Jerusalém será o centro para a propagação da sua Palavra. Esta expectativa de conversão dos gentios é uma parte importante da pro­ fecia do Velho Testamento (Is 40. diretamente ao norte da Sião de Davi. à ca sa d o D e u s d e J a có . Jo 6. Deus fará os gentios de muitas nações se encorajarem uns aos outros para subirem a Jerusalém para buscar o SE N H O R . Ez 40.2 .8— 11).32). e a n d e m o s n a s s u a s v e r e d a s .3. não era muito alta. Também é um cumprimento da promessa dada a Abraão de abençoar a todos os povos sobre a terra (Gn 12. s u b a m o s a o m o n t e d o S e n h o r .17. Deus os atrairá poderosamente a Jerusalém em um grande fluxo. p a ra q u e n o s e n s in e o q u e c o n c e r n e a o s s e u s c a m in h o s . aprender os seus caminhos.20— 22. e inclui toda a Palavra inspirada de Deus.7.6. A palavra “Lei” (Heb. cf. 12.16.44. uma elevação de cerca de 7 3 0 metros. Zc 8. Ag 2. e d e J e r u s a l é m a p a la v r a d o S e n h o r . Assim. M as a promessa terá seu cumprimento comple­ to no M ilênio. At 9. p o r q u e d e S iã o s a ir á a lei. torah') é melhor traduzida como “ensino” ou “instrução”. onde o Evangelho está sendo espalhado ao redor do mundo. Com essa exaltação virá a conversão dos povos de todas as nações.2).15). mas considerada parte desta. A colina do templo. Am 9. Jr 3. e fazê-los a base das suas vidas enquanto andam “nas suas veredas”.9).18).12. Deus agora está atraindo a Si os povos (cf. e d ir ã o : Vinde. 3 E v i r ã o m u i t o s p o v o s . 14.monte da Casa do SE N H O R ” será exaltado e o mundo inteiro quererá dirigir-se para Jerusalém. 22. 4 5.17.

1 0 ). um nome que Esaú enfatizou. Jacó nem sempre viveu à altura de seu novo nome.10 para uma reversão das imagens de Isaías aqui. O Anjo do S E N H O R m udou o nome dele para “Israel” (Gn 32 . Ele introduz o futuro para reforçar a mensagem de Deus para o presente. isto é.3). Também tinha o significado de “suplantador” ou “en­ ganador” (veja Gn 2 7 . o mundo tem que primeiro sofrer grandes juízos. Ele decidirá qualquer disputa entre nações ou indivíduos. Eles têm a oportunidade e o privilégio de fazerem isto agora3 (Cf.4 E ele ex e r cer á o se u ju íz o so b re a s n a çõ es e r e p r e en d er á a m u ito s p o v o s. n ã o lev a n ta r á esp a d a n a çã o co n tr a n ação. Os ins­ trumentos de guerra serão reciclados em instrumentos de agricultu­ ra. cf. Contudo. A era milenial será um tempo de paz porque o SE N H O R será o Juiz soberano. O nome “Jacó” teve o significado prim ário de “apanhador de calcanhar” por causa das circunstâncias do seu nascimento (veja Gn 2 5 . I Jo 3. N o entanto.2 6 ).4). . ó ca sa d e J a có . significando que ele “luta com Deus” ou “Deus luta” ou “Deus governa”. provendo perfeita liberdade da guerra e de todo conflito. e estes co n v e r te r ã o a s s u a s esp a d a s em e n x a d õ e s e a s su a s lan ça s. Assim. Isaías vai de um lado para o outro entre o futuro e o seu próprio tempo. e a n d em o s n a lu z d o S e n h o r . e m f o i c e s . Jr 9. assim como a de todos os profe­ tas. n em a p r en d erã o m a is a g u e r r e a r .3 6 . fazendo dele o lutador de Deus e o príncipe de Deus.) 5 Vinde. Deus confirmou o novo nome depois (Gn 35 . N a luz das bênçãos futuras da palavra profética de Deus. os juízos da Grande Tribulação. indicando que o Reino será introduzido atra­ vés de juízo. ele exorta a casa de Jacó (que realmente não merece o nome “Israel”) a vir e “andar na luz” dos ensinos e das bênçãos do SE N H O R . era ao seu próprio povo de seus dias. e tampouco o fez a nação de Israel. Os povos de todas as nações farão isto algum dia. A mensagem primária de Isaías.2 8 ). simbolizando uma vida plena de paz. (Veja J1 3.

Nos dias de Isaías. filho de Jotão. eles estavam seguindo su­ perstições ou “costumes do Oriente” (Assíria e Babilônia) e prati­ cando adivinhação como “agoureiros” (proibidos por Lei. Eles também estavam trocando apertos de mãos “com pagãos” para entrar em ali­ anças comerciais e matrimoniais (também proibido.2.6-22 a. Israel estava menosprezando o privilégio de ser o povo escolhido de Deus4 e estava imitando as nações pagãs ao seu redor como substitutivo. Em vez de confiar no SENHOR. Deus esta­ va a ponto de abandoná-los. veja também 2 Rs 16. mas Acaz. e n ã o têm f i m o s s e u s tes o u ro s. 1 E a s u a ter ra es tá ch eia d e p r a ta e o u ro . A RAÇA HUMANA É JULGADA. mas como as pessoas a adqui­ riram. Ex 23 . Ezequias.14). M uito desta riqueza veio através da opressão ao pobre. carru­ agens (poder m ilitar). 0 SENHOR É EXALTADO 2. e s e a s so cia m c o m o s f i l h o s d o s estra n h o s. A riqueza que encheu a terra aponta para a prosperidade desen­ volvida durante o reinado de U zias e indica que esta profecia foi proferida antes da guerra siro-efraimita nos dias do rei Acaz ( 7 . O orgulho e a confiança em coisas materiais continuou sendo um problema no reinado do rei seguinte. eles estavam confiando em cavalos.5. 2 Cr 28.1. Isaías não condena a riqueza em si.5). e sã o a g o u r e ir o s c o m o o s filis t e u s . Como os pagãos. O seu filho Jotão serviu ao S e n h o r (2 Cr 27. a ca sa d e J a c ó .16 ). o rei Uzias ficou poderoso. mas o orgulho o conduziu à queda (2 Cr 2 6 . O pro­ blema ficou pior pela fé deles na riqueza e pela confiança nas coisas materiais que eles poderiam comprar. Durante o tempo da prosperidade.2-4). se voltou à idolatria (2 Cr 28 .6— 9 6 M a s tu d e sa m p a ra s te o teu p o v o . Por causa disto. Idolatria Requer Juízo 2. Eles já não estavam confiando no SE N H O R .32 ). . Dt 18. riqueza e idolatria. ta m b ém es tá ch eia d e c a v a lo s a s u a terra .2. p o r q u e s e en ch e­ r a m d o s c o s t u m e s d o O r ien te.10. e o s s e u s c a r r o s n ã o têm f i m .6). tomado emprestado dos filisteus no oeste.

deixe-os tentar escapar nesses refúgios. Isaías dá agora um comando irônico a esses que se curvaram aos ídolos. b. A presença de ídolos em todos os lugares mostra as profundezas para as quais Israel tinha caído. Por causa disto.4. p o r ta n to . mas a terra e as pedras não pode­ . O termo “ído­ los” pode ser traduzido literalmente “nada” (cf. lh es n ã o p erd oa rá s.. No Dia do Juízo futuro. ele clama para que Ele não os perdoe. Chamar os ídolos de “nada” não significa que a idolatria é insig­ nificante. 17). Zc I I . Orgulho Requer Juízo 2.1). d ia n t e d a q u ilo q u e f a b r i c a r a m o s s e u s d ed os. o p o v o s e a b a te. e n tr a n a s r o c h a s e esco n d e~ te n o p ó . Todos. I Sm 22. M as eles não serão capazes de fazê-lo (cf. in clin a ra m ~ se p e r a n t e a o b ra d a s s u a s m ã o s .8 T a m b ém e s tá ch eia d e íd o lo s a s u a te r r a . ela está também “cheia de ídolos”. ‘adham ) e indivíduos em particular Çisb'). O uso deste termo por Isaías revela o seu desprezo pelos ídolos como sendo estes nada mais que o trabalho de mãos humanas. d a p r e s e n ç a e s p a n to s a d o S e n h o r e d a g l ó r i a d a s u a m a je sta d e . Davi fez isto quando o rei Saul o estava procurando para matá-lo (e. Deus humi­ lhará a humanidade como um todo (Heb.15).10— 18 10 Vai. não importando a classe. Devido a Isaías sentir a indignação de Deus sobre a idolatria. 9 A li.g. Eles confiaram em coisas terrestres. Ele está simplesmente expressando o resultado inevitável da idolatria: o juízo divino de Deus. Juntamente com o fato da sua terra estar cheia de riqueza. Jó 13. Em outras terras freqüentemente as pessoas buscavam refúgi­ os subterrâneos. e o s n o b r e s s e h u m ilh a m . Ele não está comandando Deus aqui. tinham se curvado aos ídolos. Ap 6. Idolatria é um assunto sério. Os criminosos e fugitivos freqüentemente se escondiam nas ca­ vernas de pedra calcária dos penhascos da terra de Israel.

e só o S e n h o r será ex a lta do naqu ele dia. “sobre aquele dia”. Porém. 12 P orque o dia do SENHOR d os E x ércitos será co n tra todo o soberbo e a ltivo e con tra todo o que se ex alta.2 1 ) durante os juízos que precedem o Milênio. to d a a su a a rro g â n c ia e o rg u lh o h u m an o s c a irã o d e rep en te.2. 13. “S ó o SENHOR será e x altad o n a q u e le d ia ”. .I enfatiza que o universo teve um começo real. dos cumes dos montes no nordeste (v. Além do dia de juízo futuro que trará o M ilênio.6 O dia de juízo próximo (ainda um dia do S e n h o r ) que Isaías vê agora é retratado em termos de uma tem­ pestade que varre pela terra. Deus tem um plano com um começo e um fim. um dia de julgamento especialmente sobre Israel. Os que escarneceram da “majestade’' do SE N H O R irão fugir diante da sua glória “quando Ele se levantar para assom­ brar a terra” (Is 2. Q u a n d o as p esso a s estiv erem face a face c o m D eu s. “Naquele dia”.5 E Deus irá levar a cabo a consumação de seu plano. Eles olham para os eventos do tempo como se repetindo sempre. Gênesis I. p o is n in g u é m se rá c a p a z d e se le v a n ta r d ia n te d o te rr o r e g ló r ia d a su a m a je s ta d e d iv in a.10). As passagens escatológicas do Novo Testamento usam também tais frases (veja I Ts 5. 2 Pe 3. Que Deus tem reservado um dia é uma evidência adicional da visão linear da Bíblia a respeito da história. como os hindus ainda hoje. O livro de Apoca­ lipse mostra que algum dia o universo terminará para dar lugar a um céu e terra novinhos em folha. Os pagãos antigos tinham uma visão cíclica da história. 11 O s olhos a ltivos dos h om en s serã o abatidos. os profetas vi­ ram freqüentemente um dia de juízo próximo. Reencarnação à parte do Hinduísmo é semelhante a uma visão da história. p a ra qu e seja abatido.rão escondê-los. e a a ltivez dos v a rõ es será hum ilhada. ou “o dia do S e n h o r ” é lin­ guagem estritamente profética.1 9 .

13 e co n tr a tod a to r r e a lta e co n tr a tod o m u r o f i r m e . especialmente a idolatria dos líderes. e só o SENHOR s e r á ex a lta d o n a q u ele dia. 18 E tod os o s íd o lo s to ta lm en te d esa p a recerã o. Estes cedros. e a a ltiv ez d o s v a r õ e s se aba terá. 16. O orgulhoso é comparado aos cedros do Líbano. Tal tempestade seria muito destrutiva em objetos elevados. 13 e co n tr a tod os o s ce d ro s d o L íbano. como nos dias de Salomão). provendo um a m aravilhosa som bra. e co n tr a to d o s o s ca rv a lh o s d e B a sã . 10. mas eram freqüentem ente conectados com a idolatria. . Os montes e colinas a oeste do Jordão e as torres e muros fortifi­ cados das cidades se referem às defesas para as quais as pessoas apon­ tavam em orgulho e confiavam como proteções. e co n tr a to d o s o s o u teir o s elev a d o s. 14 e co n tr a to d o s o s m o n tes altos. “Os carvalhos de Basã” (no nordeste das planícies férteis do mar da Galiléia) eram os melhores carvalhos. são verdadeiros cedros e eram altamente considerados como símbolos de poder e majestade (Ez 31 . 16 e co n tr a tod os o s n a v io s d e T á rsis e co n tr a tod a s a s p in tu r a s d esejá veis.26. 17 E a a ltiv ez d o h o m em se r á h u m ilh a d a .22) e dos fenícios.3-9). distintos dos cedros comuns da América do N orte e do Brasil.7 Estes eram como os navios que foram o orgulho de Salomão (I Rs 9. a lto s e su b lim es. Deus também traria o juízo sobre os grandes navios mercantes que eram equipados para longas viagens e poderiam ir atéTársis (pro­ vavelmente Tartessus na Espanha à foz do rio Guadalquivir). onde os navios mercantes eram ancorados no Golfo de Acaba. Por conse­ guinte.Basã) até aos portos no sudoeste (v. Eles pensavam que estavam seguros. “todo o soberbo e altivo” e o que se exalta serão humilhados. mas Deus usaria os invasores para atacá-los e trazer o seu juízo. Navios luxuosos e imponentes também iriam estar debaixo do juízo de Deus.

T o d o esse ouro e p ra ta serão reco n h ecido s co m o in an im ad o s e sem valor.ã o p e la s f e n d a s d a s roch a s e p e la s ca v e r n a s d a s p en h a s.1 0 co m o s ig n ific a n d o “su b s­ t it u i” o u “s u p la n ta ” . só o S e n h o r será ex altad o n a q u e le d ia e ir á s u p la n ta r os íd o lo s c o m p le ta m e n te . q u a n d o ele se le v a n ta r p a ra a s so m b r a r a terra. e n as cavern as d a te r r a ” q u a n d o E le se “le v a n ta r” (e n tr a r em a ç ã o ) no D ia d o Ju íz o . A g ló ria e m a je s ta d e do S e n h o r en ch erão de m e d o os ad o rad o re s de íd o lo s c os fa rã o fu g ir e se m e te r “n as c o n cav id ad es d as ro ch as.s e . 21 E m e t e r . u m d ia q u a n d o E le ir á “a sso m b ra r a te r r a ” .1 9 — 1 2 19 E n tã o. A aterra­ d o ra g ló ria e m ajestad e do S e n h o r farão os ado rado res de íd o lo s jo g a­ rem fora os seus íd o lo s com m ed o d ian te de Y ahw eh “às to u p eiras e aos m orcego s”. O o rg u lh o h u m a n o será h u m ilh a d o . q u e f i z e r a m p a ra a n te eles se p r o stra r em . co m o ta m b é m a te rra . E les. q u e r dizer.Isa ía s c o n c lu i e sta seção re p e tin d o e sse n c ia lm e n te o v e rsíc u lo I I . N o v e rsíc u lo 1 8 . O versículo 2 0 desenvolve o p en sam en to do versículo 18. os h o m en s la n ça rã o à s to u p eira s e a o s m o rceg o s o s s e u s íd o lo s d e p r a ta e os s e u s íd o lo s d e ou ro. serão a b a la d o s e a sso m b ra d o s. p o r ca u sa da p r e s e n ça esp a n to sa do SENHOR e p o r ca u sa . E les tin h am d ad o sua p rata e seu ouro p ara fazer os seus íd o lo s que eles pensavam p o d er p ro teger-lh es. O m esm o verb o é u sad o em Isaías 9 . 20 N a q u ele dia. p o r ca n sa da p r ese n ça esp a n to sa d o S e NHOR e p o r ca n sa da g ló r ia da su a m a jesta d e. J u íz o d e A sso m b ra r a T e rra 2 . M a s os seus íd o lo s n ão serão capazes de fazer q u a l­ quer co isa p ara p a ra r o terro r in sp irad o p ela g ló ria de D eus. c. E m o u tra s p alav ras. o verb o s in g u ­ la r (balaph) co m o p lu r a l “íd o lo s ” in d ic a q u e n e n h u m íd o lo p e rm a n e ­ cerá. O p av o r do Senhor in c lu i u m e stre m e c im e n to . os h o m en s se m eterã o n a s co n ca v id a d es d a s ro ch a s e n a s ca v e r n a s da terra. p ara a escurid ão e esquecim ento.

e o ju iz . M a s os seres h u m an o s. 3.da g ló r ia da su a m ajestade. 0 M AL DE JUDÁ É CONDENADO 3 . e o respeitável. E les n ão p o d em im p e d ir o ju íz o de D eu s. e o ju íz o de D eu s é ju sto . Ju d á e Je ru sa lé m C o n d e n a d a s 3 . do hom em cu jo fô lego está no seu n a riz . haadon Yahweh tsevaoth. e n c o ra ja n d o -o s a u m a c o n fia n ç a n o S e n h o r em vez d isso . todo o su sten to de p ã o e toda a sede de águ a.I E m 3 . são d e p e n d e n te s d e D eu s p a ra viver e resp irar. a o rd em é p a ra d e i­ x arem de c o lo c a r a c o n fia n ç a n o s seres h u m a n o s e a n ão d e p e n d e re m d o s recu rso s h u m an o s. O títu lo . “e d irão ao s m o n te s: C o b ri-n o s ! E aos o u te iro s: C a í so b re n ó s !”) . e o conselheiro. c u jo títu lo d u p lo “ O SENHOR. a.2 2 22 A fasta i-vos. qu an do ele se leva n ta r p a ra a sso m ­ b ra r a terra. O povo é c u lp a d o . pois.1 —1 5 Isa ías tr a ta d o ju íz o de D e u s so b re o povo de Ju d á e seus líd e re s . o D e u s T o d o -p o d e ro s o ” em . M a s p erd er a su a c o n fi­ a n ç a n o s íd o lo s n ão os fa rão c o n fia r n o SENHOR.1 — 3 1 P orque eis qu e o SENHOR D eu s dos E x ércitos tira rá de J e r u ­ sa lém e de Ju d á o bordão e o cajado. e o eloqü en te. e o soldado.8 . “o S enhor D eu s d o s E x é rc ito s ” (H e b . d. o povo tr a z r u ín a so b re si p ró p rio . Isto é p a ra le lo ao v e rsíc u lo 1 9 e re s sa lta co m o o te rr o r do S e ­ n h o r in fu n d e m e d o n as p esso as (c f. e o sábio en tre os a rtífices. S e rá m u ito tard e. D e sta m a n e ira . e o adivinho. 2 o valente. e seu p e c a d o te ste m u n h a c o n tra si. 3 o capitão de cinq üenta. O s 1 0 . e o p rofeta . E ste ju íz o tra rá d e p o rta ç ã o . D e fato .I -4 . e o an cião. p orq u e em que se deve ele estim a r? A c o n fia n ç a d eles n o s íd o lo s era re a lm e n te u m a c o n fia n ç a n a h a ­ b ilid a d e h u m a n a . cao s e d esastre. C o n fia n ç a T o la 2 . n ão im p o r ta q u ão p o d e ro ­ sos sejam .

Nós também podemos estar certos de que Senaqueribe os incluiu entre os 2 0 0. O livro de 2 Reis 24 .. os capitães de cinqüenta que eram oficiais inferiores. A forma hebraica do verbo “tirar” indica um cum­ primento próximo e certo.C. de água” este­ jam acabados está implícito. . homens de posição que eram arrogantes. Ele também levará embora os oficiais e soldados alistados no exército. Por causa da falência moral e espiritual do povo como um todo. nos dias de Isaías. de guerreiros poderosos. O apoio deles será ineficaz e eles próprios estarão perdidos..8 anciões sábios que eram os conselheiros do rei. adivinhos superstici­ osos que tinham o costume de se comunicar com o mundo dos espíri­ tos. O Caos e a Anarquia Resultantes 3. 4— 7 4 e d a r-lh es-ei jo v e n s p o r p rín cip es. e cria n ça s g o v er n a r ã o sobre eles. O povo tem dependido do apoio de heróis poderosos.9 b. Esse apoio inclui as necessidades de comida e água.14 diz como Nabucodonosor deportou to­ dos os oficiais e os homens de guerra como também todos os artesãos e artífices. juizes que decidiram disputas legais. Deus removerá todas as formas de apoio (indicado pelas formas masculinas e femininas da mesma palavra hebraica). Deus removeria todos aqueles com habilidades de liderança (idade. artesãos especialistas ou artí­ fices que produziram materiais de guerra. Um cerco que durará até que “todo o sustento de pão. Todos estes que eram considerados a coluna vertebral do país seriam levados embora. despóticos. e.várias versões é derivado de “o Senhor Yahweh dos Exércitos”. M as Deus ou os levará embora através da morte ou em cativeiro pelo inimigo. pro­ vavelmente significando “dos exércitos de anjos”) enfatiza a autori••(Jade do S e n h o r . e sábios encantadores que sussurravam fórmulas ou encantos de magia. poderosos e ricos. profetas que eram os conselheiros do rei (mas que eram desobedientes a Deus e mais preocupados a respeito da opinião pública).1 50 cativos que ele reivindica ter deportado em 701 a.

7 naqu ele dia. nem ta m p ou co há em m inha casa p ã o ou veste algu m a . seria deixada aos jovens e crianças. o m en in o se a trev erá con tra o an cião. u m será con tra o outro. Em vez de utilidade sociável e estima mútua. e o v il con tra o nobre. para restabelecer a ordem no meio do caos. mas malsucedidos. dizendo: Tu ten s roupa. ou posição social). na prática. As pessoas tenta­ rão tirar vantagem umas das outras. Estes indi­ víduos poderiam ser descuidados. leva n ta rá este a voz dizendo: N ão p osso ser m éd i­ co. haverá oposição mútua: “um será contra o outro. Algumas pessoas estarão sinceramente preocupadas a respeito da situação caótica. 6 Q u a n d o a lgu m f o r ter com seti irm ã o à casa de seu pai. Estes farão esforços frenéticos. Devido ao fato de estarem com fome e pobremente vestidos. e cada um . A liderança. mas a adultos sem experiência e entendimento. não m e p on h a is p o r p r ín cip e do povo. A deportação dos líderes e operários qualificados resultará em um desarranjo da sociedade —violências. e cada um. 5 E o p o v o será op rim id o. sem um senso de responsabilidade. con tra o seu p ró x im o .experiência. contra o seu próximo”. caprichosos. Em vez de respeito para com a idade ou a dignidade de pessoas honradas. Eles poderiam ser arruaceiros. eles agarrarão qualquer homem que tenha roupas boas e pareça ter um pouco de respeito próprio para tentar fazer dele um líder sobre as cidades arruinadas de Judá. Isto provavelmente não se referia a crianças reais. ou até mesmo cruéis. e as pessoas desprezíveis se recusarão honrar a qualquer um. s ê nosso p r ín cip e e tom a sob a tua m ão esta ru ín a. o menino levará vantagem dos anciãos. O homem agarrado clamará imediatamente que ele não tem ne­ nhuma habilidade ou recursos para ligar as feridas da nação. caos e anarquia. Ele não . e sem real autoridade para liderança.

Em outras palavras. Tanto por palavras e ações ( “a sua língua e as suas obras”) eles se rebelaram contra o SE N H O R . Isto não virá por ne­ nhum mero acaso.s P o r q u e J e r u s a l é m tr o p e ç o u } e J u d á c a iu . Juízo Bem Merecido 3. tão seguro quanto se já tivesse acontecido. O olhar descarado em suas faces mostra a atitude delas para com Deus. n ã o o s d is s im u la m . Então Isaías descreve a causa do desastre. Eles sabem que qualquer tentativa de liderar será infrutífera. “os olhos”) da glória do SE N H O R . elas “publicam os seus pecados”.8. 9 A a p a r ê n c ia d o s e u r o s to te s tific a c o n tr a eles . Agora Isaías descreve as causas do desastre por vir. “A i” — um termo sem igual aos profetas e freqüentemente utilizado para introduzir uma passagem de julgamento. elas ostentavam os seus pecados como o fizeram as pessoas de Sodoma. M as nesta situação lamentável. p o r q u a n t o a s u a lín~ g u a e a s s u a s o b ra s sã o c o n t r a o S e n h o r . se recusarão a ser envolvidos. Eles desafiaram a presen­ ça (literalmente.tem nenhuma comida ou roupas na sua casa. p a r a ir r it a r e m o s o lh o s d a s u a g ló r ia . N a realidade. As pessoas ordinariamente buscam posições de liderança como uma honra. Jesus também usou esta ter­ minologia profética (M t 23). Estes israelitas culpados merecem ouvir o termo bebreu ‘oy. as que ele está usando é tudo o que tem. O termo fixa o contexto para a passa­ gem inteira. As pessoas já não têm vergonha. Ele usa formas de verbo de ação completa (o tempo hebraico perfeito). pois apresenta o futuro como certo. Ele vê a rebelião deles e está magoado por isto. e p u b lic a m o s s e u s p e c a d o s c o m o S o d o m a . “Jerusalém tropeçou” e quase caiu. Isto na verdade aconteceu durante a invasão de Senaqueribe em 701 a.C. Judá caiu. c. A i d a s u a a lm a ! P orq u e sefa z e m m a l a s i m esm os. e todas as pessoas ao redor vêem a . O cerco terminará em derrota para Israel.9 .

Deus ainda reconhece o povo como seu povo. A Escolha entre Bênção e Desastre 3. não a Deus. que são culpa­ dos de injustiças e maldades. Em contraste com a recompensa do justo. Aqui o termo “bem” está na posição enfática no hebraico. U m Lamento Triste 3. N o meio da situação de Israel que o estava conduzindo ao desastre. ou ruína. isso também ceifará. virá aos ímpios (especialmente para a liderança corrupta). O coração de Deus está partido por causa do nosso pecado (como o livro de Oséias mostra tão claramente). e o “m al” que eles trouxeram “sobre si mesmos” lhes causará dano. p o r q u e a r e c o m p e n s a d a s s u a s m ã o s s e lh e d a rá . Assim. e.10.8). o “m al”. mas o que semeia no Espírito. Deus garante “aos justos” (as pessoas pi­ edosas cuja conduta e caráter o agradam) que tudo estará bem com eles. do Espírito ceifará a vida eterna” (G1 6. H á um sentimento de pesar enquanto Ele reconhece que aqueles líderes jovens e sem experiência os oprimem . 11 A i d o ím p io ! M a l lh e irá . A h ! P o v o m e u ! O s q u e te g u i a m te e n g a n a m e d e s tr o e m o c a m in h o d a s tu a s v e r e d a s . porque tudo o que o homem semear. Porque o que semeia na sua carne. Deus ama o seu povo. mas há uma lei fundamental de retribuição que o Novo Testamento também reco­ nhece: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer.11 10 D iz e i a o s j u s t o s q u e b em lh es irá .7. da carne ceifará a corrupção.12 12 O s o p r e s s o r e s d o m e u p o v o s ã o c r ia n ç a s .sua atitude como também o seu estado degenerado. p o r q u e c o m e r ã o d o f r u t o d a s s u a s ob ra s. Eles merecem e desfrutarão bênçãos por causa das suas obras justas. e m u lh e r e s e s tã o à testa d o s e u g o v e r n o . No meio destes juízos. d. Os israelitas estão a ponto de sofrer as conseqüências de seus pecados. Deus pronuncia um ai sobre elas.

possivelmente tanto o povo do norte de Israel e de Judá. o contexto indica que é o povo de Deus que está em vista.como os capatazes que eram os líderes dos escravos. enquan­ to tentam tornar impossível para as pessoas seguirem os caminhos de obediência a Deus.10. enriquecendo a si próprios. mas os líderes não zelaram por ela ou a vigiaram. Quando eles falharam. Novamente Isaías enfatiza as responsabilidades da liderança. porém. eles confundem as pessoas sobre o que é certo. mereceram então um julgamento especial. M ulheres go­ vernando pode se referir a mulheres como o poder por trás dos governantes fracos. f. 15 Q u e ten des vós que afligir~ o m eu p o v o e m o e r as f a c e s do p o b r e? — d iz o Se~ NHOR. é q u e jb s te s v ó s que co n su m istes esta vin h a . pode haver uma aplicação a todos os povos do mundo. o espólio do p o h re está em vossa s casas.7. Os 10.14 13 O SENHOR s e lev a n ta p a r a p le ite a r e sa i a j u l g a r os p o v o s. o D eu s dos E xércitos. “Povo” é plural no hebraico.1). eles a consumiram.13. Novamente Isaías retrata uma cena de tribunal. A nação é a vinha de Deus que Ele plantou (cf. Deus esperava que os líderes agissem justamente e ensinassem a justiça. 14 O SENHOR v em em ju íz o co n tra os a n ciã os do seu p o v o e con tra os seu s p rín cip es. A condenação primária é contra os governantes e líderes tribais ou anciões que oprimiam e tratavam o povo de Deus com injustiça. Não obstante. Ao invés disso. quer dizer. Ele se levanta com santa indignação para conde­ nar depois que os próprios pecados dos povos tenham testemunhado contra eles. O hebraico para “destroem o caminho das tuas veredas” pode significar “eles destroem os caminhos de justiça”. Eles têm . Estes governantes fracos não advertem o povo do perigo e até mesmo os encorajam em sua rebelião contra Deus e em sua idolatria. O SE N H O R Sentencia Juízo sobre os Líderes 3. O SE N H O R entra como o Juiz divino. Jr 12. Is 5.

Deus os confronta com as suas culpas.impiedosamente oprimido o pobre (incluindo aqueles sem posição social ou distinção secular). Am 4. Deus “fará tinhosa a cabeça das filhas de Sião” com feridas sarnentas. . Quando as mulheres da nação são egocêntricas. Deus não está superenfatizando a culpa das mulheres.1— 3).16— 24 16 D i z a in d a m a is o SENHOR: P o r q u a n to a s f i l h a s d e S iã o s e e x a l t a m e a n d a m d e p e s c o ç o e r g u id o . o SE N H O R agora se dirige às mulheres. c o m o q u e v ã o d a n ç a n d o . fazendo tinir os ornamentos nos seus tornozelos ( “cascavelando com os pés”). De certo modo um tanto paralelo à seção precedente. g. desejos sensuais e gestos de flerte. Os homens mostraram pela sua conduta que eles eram as causas primárias do desastre. Apenas metade de um capítulo fora dos sessenta seis neste livro lida expressamente com elas. As Mulheres Orgulhosas de Sião Condenadas 3. A imundície causa­ rá doença. como as da lepra. desconsiderando os seus direitos. atitudes arrogantes. Elas caminhavam com passos curtos anormais por causa do uso de cadeias no tornozelo em uma moda prescrita. e têm o lh a r e s im p u d e n te s . a nação está em direção à destruição. Todo o comportamento e vestidos delas só serviam para chamar a atenção para elas próprias. Por causa do orgulho delas. q u a n d o a n d a m . As mulheres contribuíram ao desastre pelo seu espírito arrogante. 17 p o rta n to . Mulheres frívolas e amantes do luxo ajudaram a trazer essa situação (cf. mas eles não estavam sós. que por seu turno causará a calvície que trará o ostracismo delas. e c a s c a v e la n d o c o m o s p és. e a ruína da nação humi­ lhará as mulheres orgulhosas e ricas. A vergonha delas ficará óbvia a todos. o SENHORf a r á tin h o sa a ca b eça d a s f i l h a s d e S iã o e o SENHOR p o r á a d esco b erto a su a nudez. e. em “afligir” e “moer” as faces deles (na sujeira).

e a s a r r e c a d a s . Em vez de beleza. e o s e n fe it e s d o s b ra ço s. provavel­ mente de pus em feridas abertas e úlceras. 23 o s esp elh o s.C. e a s redez in h as. 22 a s v e s t e s d e f e s t a .1 m ostra como isto afeta as mulheres.26 23 T eu s v a r õ e s c a ir ã o à esp a d a . como o escravo mais pobre. A Devastação de Judá 3. terão uma corda ao redor delas. e a s lu e ta s. (Os Rolos do mar M orto indi­ cam “vergonha” em vez de “marcar com ferro”. e o s a ty in e tes .) Este é um quadro das mulheres que são levadas em cativeiro pela conquista dos assírios em 701 a. n a p e le ja . e m lu g a r d e e n c r e s p a d u r a d e ca b elo s. elas serão desfiguradas pela queimadura. e a s c a p in h a s d e lin h o f i n í s s i m a s . e m lu g a r d e ch eir o su a ve. A maioria das pessoas que ouviram Isaías fazer estas advertências viveu para compartilhar no juízo. em lugar das fragrâncias dos perfumes. h. cilício .18 N a q u ele d ia . p o r cin to . em lu g a r d e v e s t e la rga . Os homens são as vítim as da guerra. e te u s v a le n te s . h a v er á f e d o r . 24 E s e r á q u e. Agora o profeta se dirige a Judá. e a s v e s t e s r e s p la n ­ d e ce n te s . marcadas com ferro como escravos. e o s m a n to s . e q u eim a d u r a . 20 o s d ia d em a s. e a s c a ix in h a s d e p e . 19 e o s p e n d e n te s . N ão somente a beleza e o vestuário elegante serão tirados. 21 o s a n é is e a s j ó i a s p e n d e n t e s d o n a r iz . haverá um fedor podre. .25. e. e a s m a n ilh a s . u m a co r d a . e a s ca d eia s. e m lu g a r d e fo r m o s u r a . “N a q u e le d ia ” é u m d ia d o SENHOR p r e lim in a r o c a s io n a d o p o r in v a s õ e s a ss íria s. tir a r á o SENHOR o e n fe ite d a s ligas. O ju íz o d o S e n h o r s e rá a re a l c a u s a d a s m u lh e re s p e rd e re m t o d a a s u a e le g â n c ia — lite r a lm e n te d a c a b e ç a a o s d e d o s d o s p és. e a s co ifa s . e o s v éu s . N ão há ninguém que tenha sido deixado para defender a nação ou proteger as mulheres. Em vez de faixas ricas e ornamentadas. e. e a s to u ca s . e.f u m e s . c a lv ície . 4.

26 E a s p o r t a s d a c id a d e g e m e r ã o e s e c a r p ir ã o . Ele é um Deus gracioso e fiel. casar-se com elas e lhes dar a sua proteção. uma Sião purificada pelo sofrimento. Um Resultado do Juízo 4 .2-6 Em Isaías.s o m e n t e q u e r e m o s q u e s e ja m o s ch a m a d a s p e lo teu n o m e . i. quer dizer.1 1 E s e te m u lh e r e s . n a q u e le d ia . Esta renovada Sião será feita próspera e santa. O resto deste capítulo salta à frente para a nova e restaurada Sião. estas mulheres proverão para si próprias —se tão-somente o homem as deixe ser “cham adas” pelo nome dele. . d iz e n d o : N ó s c o m e r e m o s d o n o s s o p ã o e n o s v e s t ir e m o s d e n o s s a s v es tes . e ela s e a s s e n ta r á n o ch ã o. tão poucos homens serão deixados depois do ataque assírio que a m aioria das mulheres jovens estará desprotegida e incapaz de conseguir um marido.1 0 .2 6 .2 5 . la n ç a r ã o m ã o d e u m h o m e m . As mulheres hebréias sentiam um a profunda desgraça se elas fossem deixadas solteiras ou sem filhos. Como resultado. Como resultado do juízo profetizado em 3 .10 Embora a lei exigisse a um m arido que provesse com ida e vestido para a sua esposa (Ex 2 1 . d eso la d a . o juízo não é o fim do plano de Deus. 4. 0 RENOVO E A PROTEÇÃO NUPCIAL 4. As portas de Jerusalém são descritas como estando em lamentação porque as multidões que normalmente se ajuntavam lá para reuni­ ões públicas e para negócios foram todas embora. tir a o n o s s o o p r ó b r io . com o SENHOR habitando entre o seu povo e protegendo-lhe. “sete m ulheres” irão im plorar para um homem que se case com elas. Assentar no chão é um ato de lamentar a situação desolada e desamparada causada pela devastação. tã o .1 1 ).

O remanescente aqui referido não são aqueles deixados para trás depois da invasão de Senaqueribe ou de­ pois da destruição babilônica posterior. O remanescente será santo.6. co m o esp irito de ju s tiç a e co m o esp irito de ardor. tsemach.11 Ainda outros dizem que este é o M es­ sias e que Ele será um ramo ou renovo que dará fruto. Um a rajada do vento do justo juízo de . 33. Ele irá “limpar o sangue” cau­ sado pela violência e crimes.5.a. Os eruditos têm opiniões discrepantes aqui. O Renovo dará fruto que os sobreviventes desfrutarão.16. Zc 3. O SENHOR (Heb.12 (veja 2. 6.2. 3 E será qu e aq uele que f i c a r em Sião e qu e p e rm a n ece r em J eru sa lém será cham ado sa n to: todo a q u ele que es tiv er in scrito en tre os v iv o s em Jeru sa lém .2— 4 2 N a q u ele dia. Alguns afirmam que este é um termo coletivo para tudo que o SENHOR faz crescer em maravilhosa fertilidade. Certamente nada aqui exclui a sua aplicação ao Messias. e o f r u t o da terra. Estes serão registrados como verdadeiros cidadãos da santa Jerusalém. mas aqueles que são deixa­ dos depois do Dia do Juízo futuro. O “Renovo” (Heb. o R en ovo do SENHOR será cheio de beleza e de g ló ria .8. Um Dia de Paz e Restauração 4.12). O fruto será “excelente e formoso” para eles. ex celen te e fo r m o s o p a ra 05 que escapa­ rem de Israel. Isto não pode ser aplica­ do ao remanescente. pois eles são os sobreviventes que são distintos do Renovo aqui. Outros o aplicam à nação de Israel restaurada e espiritualmente regenerada ou ao remanescente purificado.15.3. “Broto”.) 4 Q u a n d o o SENHOR la v a r a im u n d ícia das fi lh a s de Sião e lim p a r o sa n gu e de J eru sa lém do m eio dela. “Rebento”) do SENHOR é um termo que os profetas posteriores recorriam para referir-se ao M essi­ as (Jr 23. contudo. ‘adonai ) purificará as mulheres de Sião ( “filhas de Sião”) da sujeira do pecado delas.

há uma diferença. com Deus e seu povo reunidos em amor. a glória de Deus re­ pousa como uma proteção sobre o trono de um rei. em vez de “proteção”. Esta será um “refúgio e esconderijo” dos elementos da tempestade. Durante o êxodo do Egito. Agora a glória está em cima da totalidade de Sião e de seu povo. Durante o êxodo. e u m a f u m a ç a . (Veja SI 19.5. 6 E h a v erá u m ta b er n á cu lo p a ra so m b ra co n tr a o ca lo r d o dia. A cidade inteira é um santuário.13Além disso tudo. novamente criado por Deus.6 5 cr ia r á o SENHOR so b re tod a a h a b ita çã o d o m o n te d e S ião e so b re a s su a s co n g r eg a çõ e s u m a n u v e m d e dia. traduzida como “tálamo”. O juízo de Deus restabelecerá a pureza e o seu Espírito trará santificação. e de todas as vicissitudes da vida. “recâmara”. Uma Proteção N upcial 4. . “Proteção” tam­ bém poderia ser comparada com a de uma cerimônia de casamento. que nos dá o Espírito Santo para estar sempre conosco. e u m r e s p le n d o r d e f o g o ch a m eja n te d e n o ite. Nós podemos ter um antegozo disto agora por intermédio de Jesus. a nuvem descansava somente em cima da arca. e p a r a r e fú g io e e s co n d e r ijo co n tr a a tem p esta d e e co n tr a a ch u va .I >rus abanará as chamas do seu fogo purificador. dos inimigos humanos. b. p o r q u e so b re tod a a g ló r ia h a v erá p roteçã o . A proteção de glória “será um tabernáculo para sombra contra o calor do dia” de um dia quente de solstício de verão. Porém. Deus manifestou a sua glória e presen­ ça de dia em uma coluna de nuvem e de noite em uma coluna de I ogo.) Esta é a promessa incondicional de Deus. J1 2. o nosso Emanuel ( “Deus conosco”).16. Jerusalém será uma vez mais um lugar onde as pessoas desfrutarão a comunhão com Deus. dos poderes do mal.5. Ao remanescente piedoso é prometida uma restauração àquela original proximidade da presença de Deus. os quais se ajuntam lá para adoração.

Que juízo devem esperar aqueles que se empenham na falsa ado­ ração? 3.QUESTÕES DE ESTUDO 1. rev. I I . 1 9 9 8 ). H orton.2 1 6 . (R io de Janeiro. s Stanley M . H orton. 1996). Como o Dia do SENHOR se harmoniza com a visão bíblica linear da história? 4 . Quem é o Renovo do SENHOR? 11. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. R J: CPAD. 2 Stanley M . H orton. R J: CPAD. H . Nosso Destino: O Ensino Biblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. O que promete Deus para o santo remanescente em Jerusalém? CITAÇÕES 1 S. Por que o juízo de Deus viria sobre as mulheres? 9. De que modos este capítulo contrasta a recompensa do justo com o juízo do ímpio? 8. 4 “Escolhido” para servir a Deus e levar o seu plano adiante. Stanley M . 3 N ós também. W idyapranaw a. ed. 19 90 ). Veja Stanley M . Por que sete mulheres implorariam a um homem que se casasse com elas? 10. 2 1 5 . B. ed. . 19 95 ). O que Isaías esperava a conversão dos gentios encorajar Israel a fazer? 2. Eerdmans. The Lord is Savior: Faith ín National Crisis (G rand R apids: W m . Qual seria o resultado da deportação dos líderes e operários qua­ lificados? 7. H orton. “As U ltim as C oisas”. em Teologia Sistemática. O que os juízos do Dia do SENHOR farão os adoradores de ídolos fazerem? 5. Do que estavam dependendo as pessoas nos dias de Isaías? 6. 23 0. 611. R J: CPAD.

19. Um Cântico de Amor 5. C. onde Amós trata com aqueles do reino norte de Israel 1 2 que pensavam que o dia do SENHOR o s exaltaria. Vos. H oward F. II Ibid. Antigam ente o destino das viúvas era trágico”. A Vinha e Seus Frutos 5. Daniel David Luckenbill. 33. Este os julgaria e não haveria nenhuma escapatória um a vez que isto viesse. 13 “C riar” (H eb. W idyapranawa. b a r a sempre tem Deus como o seu sujeito. Êx 3 2 .2 1 A gora} ca n ta rei ao m eu am a do o câ n tico do m eu q u erid o a respeito da su a vinha. 19 75 ). 2 :1 6 6 2 . mas eles eram novamente populares. Lord is Savior. H O rei Sau l tinha expulsado a m aioria deles ( I Sm 2 8 . O m eu am a do tem u m a vin h a n u m ou teiro fé r t il . Ap 20. O cântico (vv..1. 12 O Livro da V ida pode estar im plícito (cf. Só Ele pode criar vida nova. E é possível que elas estivessem pedindo para serem adotados em lugar de serem tom a­ das como esposas.1 Veja Amós 5. 2 vols. SI 69 .1 -7 a. O uso da vinha como um símbolo teria conseguido chamar a atenção do povo de Israel. (C hicago: M oody Press. 10 Também é possível que estas sejam “viúvas que precisavam de um a seguran­ ça e proteção.3 3 .1-30 I. Dn I 2 .12). I Charles F.3 ).I . e John Rea. 19 24 ).2 8. eds. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press.18— 0 . Wycliffe Bible Encyclopedia. porque vinhedos férteis eram uma alegria . O CÂNTICO DA VIN H A 5 . Por que Deus traz juízo sobre o seu povo escolhido? Isaías res­ ponde por dar-nos “o cântico da vinha” e suas lições. 1— é uma parábola (ou alegoria) na qual o profeta age como um 7) cantor que canta sobre “a pessoa” que ele ama e a vinha do seu ama­ do. Pfeiffer.

q u e c o n ta a su a d ecep ção n a v in h a d e su a p r o p r ie d a d e (cf.1 E le p la n to u as vid es e s c o lh id a s ( “ex celen tes v id e s ” ) . . M t 2 1 . p o is. o p ro fe ta e x p lic a o s s ím b o lo s e os a p lic a ao re la c io n a ­ m e n to en tre D e u s e o seu povo. A m a io r e m ais a lt a era p ara p is o te a r as uv as.4 4 ) . as v id e ira s d eram ap en as “uvas b ra v a s” (p e q u e n a s u v as d e m á q u a lid a d e ). o c a n to r d á vo z ao seu am ad o . a m ais b a ix a era p a ra re c eb er o su co . o d o n o d a v in h a . e m u m a c o lm a q u e te m so lo rico . e a p la n to u de ex celen tes vides. u m a situ a ç ã o fa v o rá v e l e u m a s p e c to e n so la ra d o .3 3 . M a s em vez d as uvas b o as. e esperava q u e desse u va s boas. ó m ora d ores de J eru sa lém e hom en s de Ju d á . D e ­ p o is d a can ção . P e d ra c a lc á ria é p rev alecen te em Isra e l. E v en tu alm e n te . O a m ad o fez to d o o p o ssív e l p a r a a s se g u ra r u m a c o lh e ita ex celen ­ te. O d o n o d a v in h a fez to d a essa p re p a ra ­ ção co m d ev o ção a m o ro sa e tin h a g ra n d e s ex p ectativ as.p a ra eles. q u e ele tin h a o d ir e ito de esp erar. m a s deu u va s bravas. e a lim p ou das pedras. J u íz o p a r a as U v as B ravas 5 . A g o ra o am a d o .2 u m a v a rie d ad e s u p e rio r q u e n o rm a lm e n te p ro d u z uvas v e rm e lh as sa b o ro ­ sas e d o c e s. e a te rr a está ch eia d e p e­ d ras.3 — 6 3 A gora. O h e b raic o d iz lite r a lm e n te q u e a v in h a é p la n ta d a em “u m ch ifre de u m filh o d o ó le o ” . 2 E a cerco u .4 U m la g a r estav a p ro n to — d u a s tin a s c o rta d a s d o p ró p rio le ito d a ro c h a firm e .3 U m a fo rte to rre de p e d r a fo i c o n stru íd a p a ra u m g u ard a v ig ia r a v in h a e p ro v er “u m lu g a r s o m b rio e fresco p a ra d e s c a n sa r” . ju lga i. q u e r d iz e r. de m o d o q u e revo lver e a r a r a te r r a re q u e r ta m b é m re tira r as p e d r a s . ex o rtava o povo d e Ju d á e Je ru ­ salém a d e c id ir o q u e d ev eria ser fe ito c o m a su a v in h a. O s o u v in tes c am p estres de Isa ía s d evem te r s e n tid o a d ecep ção do d o n o . v o s p eço. e ed ifico u no m eio dela u m a torre e tam bém co n stru iu nela um lagar. b. O s is ra e lita s c o n si­ d erav am tais v in h e d o s m u ito v a lio so s. en tre m im e a m in h a vinha.

O d o n o d e c la ra q u e ele p ró p rio tir a n a a cerca ( “tira re i a su a seb e” ) e d e m o lir ia a p ared e de p ro te ç ã o ( “ d e rrib a re i a sua p a re d e ”) . veio a p r o d u z ir vivas bravas? S e m esp era r p o r u m a resp o sta. qu e eu lhe não tenha f e i t o ? E com o. p a ra qu e seja p isa da. A im p lic aç ão é q u e a fa lta deve estar n a p ró p ria vin h a. e às n u v en s d a rei ord em que não derra m em ch u va sobre ela. assim ta m b ém n in g u ém p o d e ria acu sar o am ad o que p la n to u e c u id o u d a vinh a. n ão m a is p o d a d a . 6 e a to rn a rei em deserto. o d o n o d a v in h a faz p ergu n tas re tó ­ ricas a d ic io n ais que to rn a m óbvio q u e n a d a m ais p o d e ria ter sid o feito. não será podada nem cavada. 5 rem o ven d o a ssim a p ro teção e p e r m itin ­ do ao s in tru so s e n tra r e p is o te a r to d o o lo c a l. O d o n o d a v in h a n ão p o d e ria ser cu lp ad o de q u a lq u e r fo rm a. Q u e o d o n o o rd e n ará às n uven s p a ra n ão cho verem so b re a v in h a ( “às n u ven s d a re i o rd e m q u e n ão d e rra m e m ch u v a so b re e la ” ) d e ix a claro o s ig n ific a d o d a p a rá b o la . E le é o am ad o q u e p la n to u a v in h a. O d o n o ag o ra p r o n u n c ia o ju íz o so b re a v in h a . . esperando eu que desse u v a s boas. S ó D eu s p o d e faz er isso. o u c u id a d a d e q u a lq u e r fo rm a . N ã o h á n a d a d e i­ x ad o p o r r e a liz a r a n ão se r d e s tr u i-la u m a vez q u e ela n ão p ro d u z iu a b o a c o lh e ita q u e d ev eria te r tid o . D a m esm a m an eira que n in g u é m p ô d e acu sar Jesus de p e cad o (Jo 8 . c u ltiv a d a. v o s f a r e i sa b er o que eu hei de f a z e r à m in h a vinha: tira rei a su a sebe.4 6 ). “S a rç a s e e s p in h e iro s ” crescerão e su fo c arão as v id e ira s e fa ­ rão d a li u m lu g a r d e sa g ra d á v e l. O d o n o d iz q u e a to r n a r ia em u m so lo im p ro d u tiv o ( “ a to rn a re i em d e s e r to ”). d errib a rei a su a parede. pois. O s o u v in tes d e Isa ías teriam q u e a d m itir q u e a d ec isão d o d o n o era ap en as ju sta. p a ra qu e sir v a de pa sto.4 Q u e m a is se p o d ia J a z e r à m in h a vinha. 5 A gora. S u a am o ro sa p rep aração e c u id a d o eram c o m p le to s e in c o n d ic io n ais. m a s crescerã o nela sa rça s e espinheiros.

9 A m eu s o u v id o s disse o SENHOR dos E x ércitos: E m verd a d e q u e m u ita s casas fi c a r ã o desertas. sem m oradores. Esses posseiros da terra fizeram os seus bens pro­ priedade de seus deuses. e os h o m en s de J u d á sã o a p la n ta das su a s d elícia s. A minoria rica possuía toda a terra. Lv 25. 2.7 7 P o rq u e a vin h a do S e n h o r d o s E x ército s é a ca sa de I sra el'. O povo de Judá e Jerusalém são as suas videiras es­ colhidas.2). ju s tiça .c. A Vinha Explicada 5. O primeiro ai é contra os grileiros de terra que se enri­ quecem desconsiderando o direito sagrado de herança da terra (cf. OS SEIS AIS 5. m a is lugar. e esp ero u q u e ex ercessem ju íz o . Ele procurou pelo fruto da justiça e retidão. e a té as g r a n d e s e excelentes. O amado é o próprio SENHOR Todo-poderoso. . e eis a q u i clam or.13— M q 2. e eis a q u i op ressã o. Os ricos os reduziram a servos contratados ou meeiros. mas ao invés disso achou o pútrido fruto da injustiça (a lei violada pelos juizes) e um grito de gemido do oprimido pedindo socorro. reú n em herdade a herdade. Não há nenhum espaço deixado para pesso­ 34.8-25 8 Ai dos q u e a ju n ta m casa a casa. as de poucos recursos financeiros possuírem uma casa e terra. até que não haja. e fi q u e m com o ú n ico s m o ra d o res no m eio da terra ! O juízo do verso 2 é mostrado como sendo exatamente de acordo com a lista seguinte de seis ais em seis formas de “fruto” estragado e malcheiroso. a terra de Deus —dada como uma herança a todo o seu povo. Agora Isaías explica a parábola. O jogo de pala­ vras no hebraico é impressionante: Ele procurou por mishpat (justiça) e viu míspach (a quebra da lei). buscou tsedaqah (retidão) e viu tseaqah (um clamor por socorro).

10 E dez je ir a s de vin h a não darão m a is do que u m bato. shekhar. 12 H arpas.. Semear 22 0 quilos de semente produzirá uma colheita de menos de 2 2 quilos de grão. Assim. Em outras palavras. Que eles se tornaram alcoólatras é mostra­ do pela necessidade deles por bebidas ( “seguem a bebediee” —Heb. e vin h o há n os seu s banquetes. pois os ricos serão forçados a deixá-las por causa dos seus pecados (cf. Exatamente quão ruim a desolação será é visto neste verso. provavelmente cerveja) logo no começo da manhã. a té que o vin h o os esq u en ta ! U m amor ao prazer que envolve intemperança e festejos com be­ bedeira traz o segundo ai. e n ã o olham p a ra a obra do S e n h o r . nem co n sid e­ ra m as obras das su a s m ãos. ou vinte e quatro litros) de vinho (mais precisamente. ou o . “Dez jeiras de vinha” é literalmente um grande campo que leva dez juntas de bois para arar em um dia. a obra do Senhor.15). e ta m b oris e p ífa n os. 11 Ai dos que se levan tam pela m a n h ã e segu em a bebediee! E se dem ora m a té à noite. a colheita deles chegaria só a uma escassa quantidade de dez por cento daquilo que semearam.O SENHOR tem ouvido o clamor das pessoas pobres e desapropri­ adas e deu uma palavra segura a Isaías: As mansões dos ricos ficarão "desertas” e vazias. Eles conti­ nuam festejando e se divertindo pelo dia e noite adentro “até que o vinho os esquenta” —totalmente bêbados —com vinho. eles não têm nenhuma consideração ou tempo para o SE N H O R ( “não olham. e u m ô m er de sem en te não d a rá m a is do qu e u m a efa. suco de uva). Eles vivem para a música e para o vinho dos seus banquetes e festas. nem consideram”). Deus julgará a ganância deles. Os grileiros de terra terminarão devastados e famintos. Am 3.. e alaúdes. M as produzirá somente “um bato” (aproximadamente cinco galões e meio norte-americanos.

6 profetiza. Como Isaías 10.9. e a su a m u ltid ã o. “Os olhos dos altivos” opressores —as pessoas gananci­ osas e inescrupulosas —são escolhidos e separados para humilhação. a sep u ltu ra a u m en to u o seu apetite e a b riu a boca d esm esu ra d a m en te. Deus breve usaria a Assíria para trazer este juízo. nesse trecho in d i­ cado como “sep ultura”. todas as classes do povo serão abatidas e humilhadas (cf. e os qu e en tre eles fo lg a v a m a ela desceram . o povo perdeu o entendi­ mento e “será levado cativo”. os líderes ricos morrerão de fome ( “os nobres terão fome”) e as pessoas comuns morrerão de sede ( “e a sua multidão se secará de sede”). e a su a p om p a . e os seu s n o b res terã o fo m e . Eles fizeram do prazer e do entretenimento os seus deuses. o qual corresponde ao grego H ades e a “inferno” na língua portuguesa. 14 P o r isso. O juízo cairá tanto sobre os líderes como sobre a massa das pessoas comuns. Eles passaram o seu tempo festejando. Eles estão cegos aos atos do Senhor. e a g ló r ia deles. e o n ob re se h u m ilh ará .5. é m ostrado como um m onstro insaciável pronto para engolir as pessoas que são culpadas de pecados con­ tra Deus. 13 P orta n to. O Sh“ol 6 é a m orada do ím pio morto. 2. p o r f a l t a de en ten ­ d im en to .17). 13 E ntão. o p leb eu se abaterá.trabalho de suas mãos. As massas que seguiram os seus falsos líderes descerão com eles para o Sheol. . o m eu p o v o se rá leva d o cativo. agora o Sheol espera para festejar neles. junto com “os que entre eles folgavam”. e os olhos dos a ltivos se hum ilharão. à sua soberania e para o curso dos eventos que trarão a sua obra de juízo. Devido a seus líderes não os terem instruído na lei de Deus e não os terem advertido contra a quebra desta. Desse modo. e a su a m u ltid ã o se seca r á de sede. Em contraste com as festi­ vidades e o divertimento.

Ninguém estará lá para cultivá-los. Também está claro que eles estão atados aos seus pecados e cul­ pas. 17 E n tã o. será santificado em justiça”). Isaías de­ pois mostra que a justiça de Deus restaurará o povo através de sua graça divina.16 M a s o SENHOR d o s E x é r cito s s e r á e x a lta d o e m ju í z o . o S a n to . e a p r o x i m e . Mas Deus “será exaltado em juízo” que Ele sustenta quando julga o culpado. o s c o r d e ir o s s e p a s c e r ã o c o m o e m p a s t io s s e u s . Eles zombeteiramente se referem às advertências de Isaías a res­ peito do dia do juízo de Deus por vir em breve. Cordeiros (ou cabras) vagarão sobre as ruínas do que os ricos desfru­ taram uma vez. de modo que eles têm que usar “cordas de carro”. e o s lu g a r e s p is a d o s p e lo s g o r d o s s e r v i r ã o d e a lim e n to a f o r a s t e i r o s . s e r á s a n t ific a d o e m ju s t iç a . p a r a q u e o co n h e ça m o s. As suas cargas de pecado e iniqüidade são tão pesadas que as cordas enganosas ( “cordas de vaidade”) que eles usam para puxar os seus fardos é muito pequena. O pecado escraviza aqueles que se rendem a ele. c o m o s e f o s s e c o m c o r d a s d e c a r r o s ! Pecadores obstinados cuja incredulidade aberta desafia o SENHOR trazem o terceiro ai. Os ricos e os governantes violaram os princípios de juízo e justiça. Essas grandes propriedades e campos abastados tomados pelos ricos se tornarão terras de pasto. eles desafiam Deus a tornar boas as advertências dEle de castigo futuro. e D e u s . De certo modo.s e e v e n h a o c o n s e lh o d o S a n to d e I s r a e l. . o santo. Ele é santo e se mostrará a Si mesmo santo demonstrando a sua justiça ( “Deus. 19 E d iz e m : A p r e s s e .s e e a ca b e a s u a o b ra . 18 A i d o s q u e p u x a m p e la in iq ü id a d e c o m c o r d a s d e v a id a d e e p e lo p e ca d o . As cordas que os ligaram no princípio agora se tornaram cordas inquebráveis. p a r a q u e a v e ja m o s .

10— 15. rejei­ tam a vontade de Deus.1. Isaías se achou freqüentemente em conflito com os conselheiros políticos dos reis de Judá (veja 28 . “Amargo” e “doce” pode ser comparado a moralidade pessoal. Eles não enten­ dem a escolha de Deus do momento certo (cf. ao aborto. 22 A i dos que são p o d ero so s pa ra beber vin ho e h om en s fo r ç o s o s p a ra m istu ra r bebida f o r t e ! . provavelmente governantes e políticos. A atitude deles é como a atitude do mundo hoje com respeito ao álcool. “luz” e “escuridade” a mora­ lidade pública. Eles menosprezam a Deus porque não o conhecem. escuridade. pensando que devido a nada ainda ter acontecido. Quão triste é quando as pessoas torcem a verda­ de! Como é triste quando eles riem dos pecados pelos quais Cristo morreu. O povo e os seus mestres têm se tornado tão depravados que eles consideram o pecado como sendo normal.10). e o bem como sendo mal.9— 30. e da luz. A totalida­ de da atitude da m aioria das pessoas tinha se tornado como con­ fundir amargo e doce ou luz e escuridão. m a l! Q u e fa z e m da escu rid a d e luz. nada jamais irá acontecer. e do doce. e fa z e m do a m a rgo doce. 2 Pe 3. 20 A i dos qu e ao m a l ch am am bem e ao bem. e egoisticamente buscam um estilo de vida secular. ainda estão caminhando em direção ao juízo divino. 14).Eles são indiferentes às profecias de Isaías. Eles puseram o ego e a própria sabedoria deles no trono e imaginam saberem melhor que Deus e o seu profeta.9. à homossexualidade e outras perversões sexuais. a m a rgo! A inversão das distinções morais traz o quarto ai. A busca dos prazeres do pecado só pode trazer sofrimento e angústia. As pessoas auto-suficientes que dependem dos raciocínios das suas próprias mentes finitas. 21 A i dos que são sábios a seu s p r ó p rio s olhos e p r u d en tes dian te de si m esm os! Pessoas convencidas. rece­ bem o quinto ai.

Assim o pobre inocente. A podridão da raiz e o esvaecer das flores ilustram a plenitude da ruína. e provavelmente drogas) para adquirir um teor muito mais elevado. o suborno se tornou um modo de vida para os juizes.Juizes bêbados e corruptos merecem o sexto ai. A rejeição da lei e da instru­ ção do SE N H O R inclui a rejeição da sua palavra e a rejeição das profe­ cias de Isaías. Líderes que deve­ riam ser os heróis no campo de batalha só poderiam ostentar de quanto vinho eles poderiam agüentar e como eles se superaram no "misturar bebida forte” (vinho com temperos. A subitaneidade do juízo é comparada à palha e estopa secas que desaparecem depressa em chamas. Com estes juizes e líderes. e e s t e n d e u a m ã o c o n t r a e le e o f e r i u . não pode obter justiça da parte deles. e a s m o n ta n h a s tr e m e r a m . e o s s e u s c a d á v e r e s e r a m c o m o m o n t u r o n o m e io d a s r u a s . c o m o a lí n g u a d e f o g o c o n s o m e a e s to p a . 25 P elo q u e s e a c e n d e u a ir a d o SENHOR c o n tr a o s e u p o v o . 23 A i d o s q u e j u s t f i c a m o ím p io p o r p r e s e n t e s e a o j u s t o n e g a m ju s tiç a ! Para dar suporte às suas drogas e bebedeiras. Tal indulgência é exaltada por eles. 24 P e lo q u e. e a p a lh a s e d e s fa z p e la ch a m a . . “o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males” (I Tm 6. ervas aromáticas. A indulgência deles a respeito destas coisas os tornou insensíveis a qualquer coisa a não ser os seus própri­ os desejos. p o r q u a n t o r e je it a r a m a le i d o S e n h o r d o s E x é r c i t o s e d e s p r e z a r a m a p a l a v r a d o S a n to d e I s r a e l.10). c o m t u d o isto n ã o t o r n o u a tr á s a s u a ira. que não pode ser capaz de lhes dar um suborno. m a s a in d a es tá a lç a d a a su a m ão. Como uma conclusão à lista de ais. Deus fala da liberação da sua ira. a s s im s e r á a s u a ra iz . c o m o p o d r i d ã o . e a s u a f l o r s e e s v a e c e r á c o m o p ó .

Como um clímax para os seis ais. este não era nada compara­ do aos resultados dos seus contínuos pecados. NAÇÕES SOB 0 CONTROLE DE DEUS TRAZEM JUÍZO 5. lembrado até mesmo na época de Zacarias (Zc 14. Deus está a ponto de executar o seu juízo. Apesar do tamanho daquele desastre.I ).5). ou bandeira. A Assíria e os aliados dela são estes guerreiros estrangeiros. n ã o s e lh e d e s a ta r á o c in t o d o s s e u s lo m b os. Ele matou tantos em tão poucos minutos que corpos ficaram deitados nas ruas durante algum tempo. Deus os designou como agentes da sua ira. 3. n e m c la u d ic a n te . provavelmente do grande terremoto no tempo de Uzias (Am I . n in g u é m to s q u e n e ja r á n e m d o r m ir á . As sandálias deles são novas —nem mesmo uma correia quebrada de sandália os im pedirá. A marcha longa não os esgotará e eles esta­ rão prontos para a batalha. Este foi um desastre maior. trazer a invasão assíria descrita nos versos seguintes. A sua mão nos dias de Isaías ainda estava estendida ( “ainda está alçada a sua mão”) contra Judá para desastres adicionais —isto é. A razão pela qual o inim igo virá tão rapidam ente é que eles estão bem preparados. e e is q u e v i r ã o a p r e s s a ­ d a m en te. quando alcançarem o seu objetivo. que o SENHOR ergue bem alto é um sinal para os guerreiros de uma nação distante atacarem. 27 N ã o h a v e r á e n t r e e la s c a n sa d o . não para dorm ir. Os guerreiros estão ajustados.26-30 26 E e le a r v o r a r á o e s t a n d a r t e a n t e a s n a ç õ e s d e lo n g e e lh es a s so b ia r á d e s d e a e x t r e m id a d e d a te r r a . A ira de Deus não estava satisfeita. Eles vêm de uma terra que para os israelitas estava na “extremidade da terra”. alertas e prontos para marchar. O “estandarte”. Ele assobiará para chamá-los e eles virão rapidamente. As suas folgadas roupas exteriores são cingidas com cinto em preparação para a luta. Isaías tira agora uma lição do passado. n e m s e lh e q u e b r a r á a c o r r e ia d o s s e u s sa p a to s. Que .

7 Os assírios então levaram muitos dos habitantes de Judá para o cativeiro. mas o Egito foi derro­ tado e os soldados contratados fugiram todos. como Deus está usando os assírios. “curvados”) para a batalha. u m redem oinho. A aproximação dos exércitos assírios será irresistível. O alvoroço e os gritos de batalha da chegada deles serão como o rugir de um leão. e a levarão. O equipamento do inimigo está nas melhores condições: flechas agudas. Ezequias olhou para o Egito por ajuda e contratou os solda­ dos mercenários para ajudar a defender Judá. e não haverá q u em a livre. ru girã o. e todos os seu s arcos. descuidada e festeira disposição de Judá e seus líderes! 28 A s su a s fle c h a s serã o agudas. sim . e as rod as dos seu s carros. retesados. Uma vez que o inimigo venha. As figuras de trevas e de . como um leão. será ouvido sobre a terra —como uma grande e irresistível onda do mar. os cascos dos cavalos duros e sadios (as ferraduras de metal não eram usadas nos tempos antigos). derukhoth. e a lu z se escu recerá em su a s assolações. se a lgu ém olh a r p a ra a terra. Neste tempo o povo de Judá experimentará o caos de estar nesta situação desesperadora. Agora. e a rreb atarão a presa. Por causa dos números e equipamentos do inimigo. 30 E bram arão co n tra eles. eis qu e só v er á treva s e ânsia. arcos retesados (Heb. outro rugido. “como o bramido do mar”.contraste com a desprevenida. 29 O seu ru gid o será co m o o do leão. e. naqu ele dia. ru girã o com o fi lh o s de leão. co m o o bram ido do m a r. Judá não poderá resistir. multidões de rodas de carruagens zum­ bindo —fazendo um som parecido ao de um furacão ou tornado. eles se lançarão sobre a sua presa “e a levarão”. qualquer ajuda humana na qual eles confiam não estará em nenhuma parte para ser achada. Também. as u n h a s dos seu s ca va los dir~se~iam de p ed ern eira .

1 5 . 2 A vide é em hebraico soreg. 9 . “G ods V ineyard”.1 5 . “videira rara e escolhida”. 7.21. no. Pv 5.1 1.1 3 -1 5 . Bible Review 14. O term o é usado somente aqui e em Gn 4 9 . SI 30. A m aioria dos vinhedos tinha um sukkah ( “abrigo. Is 38 . barra­ ca tem porária”) como em Is 1. 8 8 .8 QUESTÕES DE ESTUDO 1. No entanto.8. um exame de passagens tais como Jo 2 6 . Ela tam bém observa que a torre mostrava o prestígio do dono.escuridão mostram a sua angústia. 3 Relevos nas paredes do palácio assírio de Senaqueribe em N ínive descrevem a captura de Laquis e m ostram videiras derrubadas ao chão. De que modos Israel era como uma vinha? 2.1 0.6 . Laird H arris do Covenant Sem inary falou-me que a tradução de Sh"rol na ARC como “sepultura” é devido à sua interpretação. 5 Ou. 6 O Dr. 2 7 . Eles serão como um navio em uma tempestade que perdeu os seus mastros e olha para algum sinal de terra ou um raio de luz e não vê nenhum. R .27 . 49. 47.1 1 . 55 . 4 W alsh.1 2 .5.1 8 .2 0 . Veja Carey Ellen W alsh.1 8 m ostra que esta significa . Que tipo de exército Deus chamará para trazer juízo sobre o seu povo? CITAÇÕES 1 Arqueólogos têm descoberto que as pedras eram usadas para construir muros de sustentação que apoiavam terraços planos onde as videiras eram planta­ das sobre os mesmos. 4 (agosto de 1988): 45. Ibid.3. 4 9 . “parede” pode se referir às paredes de sustentação que apóiam os terra­ ços. “G ods V ineyard”. Todavia.. nós temos de nos lembrar que o propósito de Deus para com Israel ainda era um propósito remidor.1 1 e Jr 2. Como os seis ais descrevem e julgam o fruto de qualidade inferi­ or de Israel? 3.

em The Communicator’s Commentary (D allas: 1 W ord Books. N o Novo Testamento ela é traduzida como Hades. que é sempre um lugar de punição. Nosso Destino: O Ensino das Últimas Coisas (R io de Janeiro. 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Ver também J. M cKenna. Ancient Records o j Assyria and Bahylonia. ' D aniel David Luckenbill.“inferno”. H orton. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 2 1 David L. Isaiah 1-39. 2 :1 2 1 . 19 26— 7 ). 111. . 103. Alec M otyer. RJ: CPAD. Veja Stanley M . 144-45. 1 9 9 8 ).: InterVarsity Press. 19 93 ). 19 9 3 ). 4 2 -4 8 .

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1-4 1 N o an o em qu e m o r r eu o rei Uzias. Isaías retorna para a sua visão inaugural e chamada para proclamar a sua autoridade para declarar um tal destino sombrio. finalmente. os resultados futuros de sua profecia. depois a sua comis­ são e. A VISÃO QUE ISAÍAS TEVE DE DEUS 6. eu v i a o S en h or a ssen tado sob re u m alto e su b lim e trono.1— 13 Depois de dar uma advertência de tal magnitude. I.6 A. Alguns sugerem que Isaías profetizou antes des­ ta visão e que isto era uma confirmação da chamada .I-I2. Isaías É Chamado Para Um Ministério Difícil 6. Primeiro ele dá a época e o lugar da visão e seu efeito sobre si próprio.0 Deus Santo É Exaltado do 6. e o seu séq u ito en chia o tem plo.

4 . que impedisse a sua visão do trono divino. Tiglate-Pileser III tinha estabelecido o Neo-Império Assírio e já estava focalizando a sua atenção sobre o Oeste. Ele em breve conquistaria a Síria no N or­ te e faria Israel sujeitar-se. a única coisa que Isaías pôde descrever. quan­ do olhou de repente para além deste. Isaías não é um profeta em uma excursão do ego.que ele tinha previamente recebido.. tornou-se um leproso e o seu rei­ nado foi transferido para o seu filho Jotão. porque Ele é um Espírito infinito (Jo I . 2 O s sera fin s estavam a cim a dele. Este era um tempo crítico para Israel e Judá.. Todavia. possivelmente por um M ediador entre Deus e a humanidade —nosso Senhor Jesus Cristo. Uzias. Sendo a glória do Senhor tão poderosa e ater­ radora. aqui tradu­ zido como “seu séqüito enchia o tem plo”. Em uma visão do templo divino.C. Isaías não des­ creve a forma sobre o trono porque esta provavelmente desafiava qualquer descrição. McKenna sugere que “ele resu­ miu as suas profecias e declarou os seus temas nos primeiros cinco capítulos para mostrar a prioridade da mensagem sobre o mensageiro. Isaías estava fora do templo. M as Deus se revelou aqui. ou véu. por causa da sua presunção em entrar no Lugar Santo do templo. N inguém jamais viu Deus na sua totalidade. ele não viu nenhuma cortina. e co m du a s cob ria m os p és. cada u m tinha seis asas: com d u a s co b ria m o rosto. 1 ádonai ) “alto e sublim e” no seu trono ilustrava a sua soberania sobre todos os reis.1 A visão provavelmente veio antes da morte do rei Uzias em 739 a. I 8. o livro de Isaías não é estritamente cronológico e não há nenhuma evidência de que ele te­ nha profetizado antes desta época. . e assim o fez. A visão do Senhor (Heb. autoridades e poderes no universo. Ele só menciona o seu próprio nome quando isto é pertinente e relevante a um aconteci­ mento histórico”.2 4 ). foi que as “abas de suas vestes enchiam o tem plo” (A R A ). e com du as voavam . provavelmente em seus átrios.

.41 fala a respeito de Isaías vendo a glória de Jesus. pode indicar a pureza de tal ser.3 Os serafins segura­ mente teriam sabido e teriam entendido que há uma Trindade. incluindo a manifestação do seu poder e a sua natureza santa. Eles refletiam o brilho deslumbrante da glória de Deus em tão elevado grau que pareciam estar em chamas. 3 E cla m a va m u n s -para os outros. A repetição tripla de “Santo” dá ênfase suprema à santidade como a central e mais essencial característica do SE N H O R . e Isaías viu as faces.Acima do Senhor. M as eles também tinham asas: duas que cobriam continuamente a face para indicar a indignidade deles em olhar para Deus ou inquirir nos seus segredos divinos. e a casa se en ch eu de fu m a ç a . Santo. Ele é transcendente sobre o seu universo e separado deste. mas deve­ ria ter sido vários. embora o conceito jamais fosse completamente revelado no Velho Testamento. O nome serafim. Também é possível que o triplo “Santo” reflita a Trindade. João 12. que no final das contas conduzirá a um novo céu e uma nova terra. significando “os ardentes”. toda a terra está cheia da su a gló ria . enche toda a terra. 4 E os u m b ra is das porta s se m overa m co m a voz do que cla m a ­ va. Os serafins proclamam que agora a sua glória.) M as Ele também tem se separado de um modo positivo —para levar a cabo o seu plano divino e propósito de redenção e restauração.2 os serafins estavam voando. e duas prontas para o vôo imediato e ininterrupto para fazer a vontade de Deus. Eles se mantinham clamando uns para os outros: “Santo. (Isto não deixa nenhum espaço para o conceito de panteísmo. ou exérci­ tos]”. “Santo” tem o significado básico de ser separado. diz en do: Santo. duas cobrindo os pés e a parte mais inferior do corpo para indicar hum il­ dade e reverência. Ele é separado do pecado e do mal. Eles não são chamados anjos. S anto é o SENHOR dos E x ércitos. Nós não somos informados de quantos serafins havia. Santo é o S e n h o r dos Exércitos [de hostes. Santo. Certamente a Trindade estava presente na visão de Isaías. mãos e pés deles.

S I 24. A CONFISSÃO E PURIFICAÇÃO DE ISAÍAS 6. mas na presença santa de Deus. o SENHOR dos E x ércitos! Isaías era um jovem aristocrata que. disse eu : ai de m im . 2.4). A fumaça também pode simbolizar a ira de Deus acesa contra o povo para o qual Isaías devia profetizar. U m fogo começou a queimar no altar neste momento. esplendor e glória de Deus. e isso contamina o homem” (M t 15. provavelmen­ te era um pouco virtuoso aos seus próprios olhos. e os m eu s olhos v ira m o rei. Ele não era nem um pouco diferente do povo ao seu redor. Seguramente ele nunca esque­ ceu desta visão da santidade. Isaías viu os umbrais e limiares da porta do templo tremerem. 6 M as u m dos sera fin s v o o u p a ra brasa viva . qu e v o u p erecen d o ! P orque eu sou u m hom em de lábios im p u ro s e habito no m eio de u m p o v o de im p u ros lábios. . e a tua o teu pecado. que tirara do a lta r com a m in h a boca e disse: E is qu e isto in iq ü idad e f o i tirada. A repetição de Isaías ao longo do livro do nome de Deus como “o Santo de Israel” indica que ele estava sempre cônscio da santidade de Deus. isto provavel­ mente ocultou dos olhos de Isaías a visão de Deus no trono. pois este era todo um “povo de impuros lábios”.5-7 5 E ntão. totalmente indigno de entrar na presença do santo SE N H O R . Isaías percebeu de repente que ele também era um pecador. Os seus lábios profanos não puderam proferir uma oração por misericórdia. 7 e com ela tocou tocou os teu s lábios. acreditam alguns. Seus “lábios impuros” atestam um coração e mente sujos e é análogo ater “mãos sujas” (cf. desprezando o rei Uzias por causa dos pecados deste.18). O povo pensava que era impossível ver Deus e viver. e p u r fi c a d o m im trazen do n a m ã o u m a u m a tenaz. de modo que Isaías deve ter ficado cheio de medo. indicando um sacrifício. ( o verdadeiro Rei). e sua fumaça encheu o tem­ plo. Como disse Jesus: “M as o que sai da boca procede do coração.Enquanto escutava os serafins. Em todo caso. Embora distinto do rei.

pois o serafim a levou “com uma tenaz”. 9 Então.A brasa viva levada do altar por um serafim de fato estava quente. M as eles têm que confessar o seu pecado e culpa como Isaías tinha feito (cf. o u v i a voz do Senhor. en v ia m e a m im . isto é uma reflexão da Trindade. Isaías tem que corajosa e repetidamente falar ao povo as mensagens de Deus de . e quem há de ir por nós?” Alguns tomam “nós” como o plural de majestade. em verdade. pois tinha sido feita a expiação pelos seus pe­ cados —eles foram tirados junto com a sua culpa. q u e dizia: A qu em envia~ rei.4 esta não o queimou mas limpou.8-10 8 D ep o is disto. a salvação que é nossa através do sacrifício de Cristo no Calvário. e quem há de ir p o r n ós? E ntão disse eu : e is -m e aqui. ele iria ficar desapontado. disse ele: Vai e dize a este p o v o : O u vis. se oferecendo de boa vontade sem levar em conta a natureza ou dificuldade da missão. um fogo apai­ xonado tomou posse do coração de Isaías. Porém. m a s não perceheis. Ele respondeu imediata­ mente. Sua mensagem é uma série de imperati­ vos para eles se manterem ouvindo mas nunca entendendo. quando tocou os lábios de Isaías por ocasião da confissão do seu pecado. Se Isaías pensasse que fora chamado a um grandioso ministério que fosse imediatamente mover a nação em direção a Deus.7. Ele agora se levan­ tou diante do SE N H O R como se nunca tivesse pecado. Deus podia dar-lhe esta salvação porque Cristo iria morrer e prover uma expiação suficiente para to­ das as pessoas de todos os tempos. Com os seus pecados perdoados. M as provavelmente. continu­ arem vendo mas nunca percebendo. I Jo 1. 3. e vedes. Isaías ouviu as palavras: “A quem enviarei.9). de Ja to . R m 3. Em outras palavras. ISAÍAS É COMISSIONADO A UM MINISTÉRIO DIFÍCIL 6. “Este povo” é uma expressão que normalmente insinua o desfavor de Deus. Ele recebeu a plena salvação que só Deus pode dar. e não en ten deis.23. Agora que não havia nada entre ele e o seu Deus.

no m eio da terra. e.23). não ven h a ele a v e r co m os seu s olhos. e a o u v ir co m os seu s ou vid os. Ele fechará (Heb. M as a pregação de Isaías faria os seus corações endurecidos serem ex­ postos e vindicaria como justo o juízo de Deus. e a terra seja assolada de todo. como disse Jesus: “Que a luz veio ao mundo. seja g ra n d e o desam paro. e en d u rece-lh e os o u vid o s. S enhor? E respon deu : A té qu e se assolem as cidades. . ou reconhecer o seu poder soberano e autoridade — embora eles vejam as suas obras que demonstram que só Ele é Deus.II-I3 11 Então. M t 13. Isaías fará o coração deste povo [Israel] ficar insensível —até mesmo mais indispos­ to a receber a mensagem de Deus. e nas casas não fi q u e m orador. 12 E o SENHOR afaste dela os hom ens. (Isto não significa que Deus propositadamente endureceu os seus corações. efiq u em sem habitantes. “cobrir com substância ole­ osa. e a co n v erter-se. M as a condição espiritual e moral das pessoas as tornarão incapazes de obedecer a lei de Deus. Em vez de fazê-los perceber a sua condição endurecida.. O povo ainda está endurecido pelo seu pecado (R m 3. DURÁVEL ATÉ QUE APENAS UM REMANESCENTE PERMANEÇA 6.g. Jesus também citou Isaías a fim de advertir os seus discípulos da resistên­ cia empedernida do povo à verdade (e. mas o povo não se arrependerá. e.19). e os homens amaram mais as trevas do que a luz. hasha.lh e os olhos. porque as suas obras eram más” (Jo 3. e a s e r sarado. 10 E ngorda o cora ção deste povo. eles ficarão mais endurecidos. seus ouvidos muito endurecidos ou surdos para ouvir. Em vez de trazer restauração presente. e a en ten d er com o seu coração. receber a sua instrução.juízo presente e esperança futura. 4.15).14.) O arrependimento poderia evitar a ruína próxima. disse eu : até quando. e fe c h a . besuntar” ou “fechar com obstáculo”) os olhos deles de modo que não podem ver a verdade que lhes é apresentada. a mensagem de Isaías apenas irá endurecer mais o povo na sua rebelião e incredulidade.

conquanto o juízo sobre o pecado e a rebelião será severo. A com­ paração de “o carvalho.Todavia. como a azinheira” retrata a nação como uma floresta derrubada com apenas alguns tocos deixados de sobra ( “de­ pois de derrubados. co m o o ca rva lh o e co m o a azin heira. as cidades seriam destruídas.I . U m cum­ primento parcial veio quando o povo de Jerusalém tomou uma posi­ ção de fé com respeito à profecia de Isaías. A destruição de Senaqueribe deixaria alguns poucos.” —ARA). o significado parece ser que. Alguns entendem “o toco” como sendo a casa de Davi da qual o Messias virá (cf. Deus não tinha mudado o seu propó­ sito. M as até mes­ mo se somente “a décima parte” do povo é deixada. se ain da a décim a p a rte dela fi c a r . 5 3 . haverá reavivamento. e Senaqueribe foi impedi­ do de destruir Jerusalém. eles deveriam esperar por mais destruição —provavelmente significando a destruição futura pelos babilônicos sob o comando de Nabucodonosor. d ep ois de se desfolharem . Ele clamou em angústia. ainda fica o toco.. Israel ainda era a herança do Senhor e Ele o preservará pela sua graça. to rn a rá a s e r p a sta ­ da. os campos seriam deixados desolados. Isaías teve uma audiência mudada e ele pôde oferecer uma nova mensagem. ain da f i c a m fi r m e s . de acordo com os seus registros. querendo saber “até quando” ele teria que supor­ tar esta insensibilidade e endurecimento da nação.3). Ele ainda usaria o povo da sua aliança em seu grande plano para abençoar todos os povos sobre a terra (veja Gn 12.. Mas um toco impor­ tante será deixado —“a santa semente”. a sobra da qual a nova Sião virá.. . assim a sa nta sem en te será a fir m e z a dela. Isto foi cumprido quando Senaqueribe des­ truiu todas as cidades fortificadas de Judá (2 Rs 18. e o povo seria levado embora.. Isaías não deixa um quadro sem esperança. A resposta do Se­ nhor apontou a um tempo quando a destruição se espalharia pela terra. 13 M as.13) e. a qual aparece nos capítulos 4 0 a 66. Is I I . Daquele ponto em diante. que.2 ).Isaías percebeu que o seu ministério seria difícil e impopular. levou 200.150 pessoas cativas.

). Qual foi a resposta de Isaías à sua visão de Deus e por que ele respondeu dessa forma? 2. Nações estavam se elevando e caindo durante este período (veja 2 Rs I 6 . 107. Como Deus removeu o pecado de Isaías? 3.: InterVarsity Press. 4 J. rei da Síria. . nos d ias de A caz. “ao seu redor”.1-9.C. p ois.7 Isaías transmitiu estas profecias durante um tempo de turbulência política no decurso do reinado do rei Acaz (7 4 4 — 715 a. Mas Deus ainda estava no controle. McKenna. qu e R ezim .I — 2 0 ). 1 9 9 3 ). 2 A Septuaginta tem kuklõi autou. I. Repreensões e Promessas para Judá 7. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. B. f i l h o de Uzias.1— 9 1 S u cedeu . Academ ie Books.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 78. f i l h o de Jotã o. ênfase de M cKenna. e Peca. 3 H erbert M . 111. f i l h o de R em alias. 0 REI ACAZ É DESAFIADO A CONFIAR EM DEUS 71-16 a. 1 9 8 5 ). Alec M otyer. em The Communicators Commentary (D allas: W ord Books. Qual seria o resultado da mensagem de Isaías? CITAÇÕES 1 D avid L. rei de J u d á . possivelmente porque os tradutores queriam dizer que Deus era o Senhor acima dos serafins. 19 93 ). Síria e Efraim Aliados Contra Judá 7. Isaiah 1-39. As ambições humanas não poderiam permanecer contra o seu poder e governo. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. W olf. 86.

se m o v eu o seu coração.. uma tentativa foi feita para conseguir que Judá se juntasse a essa aliança. A menção de “a casa de Davi” é significativa porque o propósito de Peca e Rezim não era apenas fazer Judá se unir com eles. dizendo: A S íria f e z a lia n ça com E fraim . e a Síria se reagruparam e levantaram um acam­ pamento em Israel próximo da fronteira de Judá e cerca de três dias de marcha a partir de Jerusalém. cf. 2 Rs 16. p a ra p eleja rem con tra ela. Isto que­ braria a aliança que Deus fizera com Davi (veja 2 Sm 7.rei de Israel. Rezim e Peca marcharam contra Jerusalém pretendendo forçar Acaz a se unir. Dessa forma. O rei Acaz “não fez o que era reto aos olhos do S E N H O R . E ntão.5). O exército de Israel.2— Como resultado. m a s nada p u d era m co n tra ela. com o se m o v em as á rvo res do bosque co m o vento. mas a ame­ aça do Neo-Império Assírio de Tiglate-Pileser os fez se unirem em uma aliança contra ele. Israel e Síria (Arã de Damasco) tinham sido inimigos. . mas subverter a dinastia de Davi de quem Acaz era descendente. 2 E deram aviso à casa de D a vi. e queimou a seus filhos no fogo” (2 Cr 28.000 soldados em Judá e levou os cativos para Samaria (2 Cr 28 ..1-3. ele e o seu povo ficaram apavorados.5— 8). Aparentemente. Eles tinham abandonado a sua confi­ ança em Deus e só tinham estado olhando para os seus próprios recursos. Esta tentativa falhou (2 Rs 16. que é chamado de “Efraim” depois da lide­ rança desta sua tribo.. entretanto Judá sofreu perdas consideráveis. Quando o rei Acaz ouviu isto.4—17). Deus usou os arameus 4). su b ira m a Jeru sa lém .. fez imagens fundidas a baalins. O Egito encorajou esta aliança porque queria um estado intermediário que servisse de pára-choque entre si e a Assíria. mas Acaz recusou. O rei Peca de Israel também matou 120. e o cora çã o do seu povo. (os sírios) para derrotá-lo e levá-lo prisioneiro para Damasco.

e se Jerusalém se man­ tivesse quieta. Deus então ordenou a Isaías que encontrasse Acaz onde ele estava examinando o abastecimento de água de Jerusalém.1 Acaz precisava saber que o seu real perigo não era da parte de Samaria ou Damasco. A meta da Assíria era o Egito. Tiglate-Pileser III regularmente pegaria a estrada principal pelo litoral abaixo. Acaz deveria confiar em Deus. e da Síria. . M as Deus os chamou de “dois pedaços de tições fumegantes” que poderiam produzir apenas um pouco de fumaça que logo seria extinta.3 E ntão. e do fi lh o de R em alias. Acaz tem que manter a calma ( “aquieta-te”) e tem que deixar de ficar amedrontado. Quer dizer. she’ar yashuv. disse o S en hor a Isaías: A gora. e o perigo passaria. pela graça de Deus. voltaria. algo que Deus não aprovava. escaparia à atenção. ao cam in h o do ca m p o do lavandeiro. Até mesmo de um ponto de vista puramente humano isto teria sido sábio. não esboçar nenhuma ação. A Assíria provocaria um exílio do qual só um remanescente. p o r ca u sa do a rd o r da ira de Rezim . Ele não podia ver qualquer outra coisa a não ser a ameaça imediata de Rezim e Peca. tu e teu f i l h o S ea rJa su b e . a Assíria os conquistou logo em seguida. Acaz estava pensando em apelar paraTiglatePileser III para salvar a cidade do ataque de Rezim e Peca. s a í ao en co n tro de Acaz. A raiva feroz desses dois reis fez Acaz pensar que eles eram um fogo perigoso. mas da Assíria. A presença do filho de Isaías Sear-Jasube (Heb. n em se desa­ n im e o teu cora çã o p o r ca u sa destes dois p ed a ço s de t iç õ e s fu m e ga n tes. M as Acaz se apavorou por causa dos inimigos que enxameavam próximos de Jerusalém. não tem as. mas isto era aqui mais uma ameaça do que uma promessa. 4 E dize~lhe: A cautela~te e a q u ieta -te. A palavra do SE N H O R a Acaz era primeiro para adverti-lo para ter cuidado ( “Acautela-te”). “um remanescente retornará”) era de fato uma idéia fundamental à mensagem de Isaías. De fato. enquanto fazia planos para sua defesa durante o cerco da Síria e de Israel. ao f i m do ca n a l do v iv eiro su perior.

se o n ã o crerdes. 9 E ntretanto. Estes l í ês versículos são todos uma sentença causai.C. o f i l h o de R em a lias. porém. por Salmaneser V E sessenta e cinco anos depois. Acaz não precisou se preocupar a respeito do seu trono. a cab eça de E fraim será S am aria. efa ça m o s rein a r no m eio dele o f i lh o de Tabeal. de modo que o filho dele pode ter sido um parente de Rezim ou do rei de Tiro. Rezim e Peca estavam errados em pensar que eles ou qualquer outro poderiam subverter a linhagem davídica e colocar um rei fantoche em Jerusalém para fazer Judá se juntar a eles contra a Assíria. E fraim será q u eb ra n tado e d eix a rá de s e r povo. R ezim . estava no controle —não Israel ou Damasco.5 P orquanto a Síria teve con tra ti m a lign o conselho. n em ta m p ou co acon tecerá.2). o rei Esar-Hadom fez o assentamento de colonos estrangeiros no território de Israel (Ed 4. M as a cabeça da S íria será D am asco. Deus. Síria (A rã) e Efraim (Israel) estavam operando juntos. dentro de sessenta e cinco anos Efraim (Israel) já não seria um povo separado ou nação. Ele declarou que Rezim e Peca não teriam êxito. Deus assegurou a Acaz que o plano para depô-lo falharia. e o seu cabeça (ou chefe) é “Rezim”. . e d en tro de sessenta e cin co anos. com E fraim e co m o f i lh o de R em alias. M as a única esperança de Judá era confiar no SE N H O R . dizendo: 6 Vamos su b ir con tra Ju d á . Damasco é a capital da Síria (Arã). e o cabeça de D am asco. “Tabeal” ( “o mau”) é um nome sírio. Rezim nunca será o chefe sobre Jerusalém porque o contexto revela que esse Rezim jamais poderia ser mais do que ele era: Damasco breve seria destruída pela Assíria. Samaria foi destruída em 722 a. embora o plano viesse da Síria. e a cabeça de Sam aria. EmboraTiglate-Pileser III não destruísse Samaria. e rep a rta m o -lo en tre nós. e a to rm en tem o-lo . 7 A ssim d iz o S enhor D eu s: Isto n ã o su bsistirá. não fic a r e is fir m e s . certam ente.

u m sin al.16). Ela enfatiza que a única esperança deles de escapar da ruína de Arã e Israel é tomar uma posição de fé em Deus. Deus lhe disse que pedisse ao SE N H O R “um sinal” sobrenatu­ ral. “acreditar. Que amor maravilhoso Deus estava mostrando! 12 A caz. quer dizer. dizendo: 11 P ede p a r a t i ao SENHOR. p e d e-o ou em b aix o nas p ro fu n d ez a s ou em cim a nas alturas. p o rém . ter fé”) ele não ficaria firme (Heb. Acaz recusou com simulada devoção. “ter estabilidade. A sua real razão por recusar era que ele já tinha rejeitado o SE N H O R e tinha se decidido a pedir ajuda . ta‘aminu. O hebraico usa as formas hiph’il e niph’al do verbo ‘aman como um jogo de palavras. Deus ainda não tinha abandonado Acaz. Como uma últi­ ma tentativa para fazer Acaz prestar atenção a esta advertência e exer­ citar fé. Deus foi gracioso em lembrar a Acaz que Ele era o seu Deus. e Ele não pôs nenhum lim i­ te na natureza do sinal. o Senhor falou novamente com ele. teu D eu s. confiando somente nEle. permanecer. Deus Oferece e Promete um Sinal 7. con­ tar com. das profundezas (do inferno) às alturas do céu. a qual proíbe colocar Deus em tentação ( “nem tentarei ao S e n h o r ” ) . quer dizer. ou a Peca. porque ele já tinha interrompido a sua obser­ vância pública e fechado o templo. qualquer coi­ sa em toda a criação. n em ten ta rei ao SENHOR. Pedir a Deus por um sinal não era tentar quan­ do o próprio Deus fez a oferta.10— 13 10 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r com Acaz. demandar que Deus mostre o seu poder sem razão (D t 6. continuar”). b. confiar. aparentando que isto seria contra a Lei. teamenu. Quando Acaz não respondeu. possivelmente em seguida à advertência precedente. disse que se o povo de Judá e Jerusalém não ficassem firmes na sua fé (Heb. disse: N ão o p ed irei. A N V I apresenta o troca­ dilho na tradução inglesa. Além disso. Então Deus. Este poderia ser qualquer coisa.A liderança de Judá jamais pertenceria a Efraim. Acaz não estava preocu­ pado a respeito da Lei. ainda falando a Judá.

ou quem é indicado ou pretendido pelo filho Emanuel”. c.20 ). tinha testado a paciência de homens ( “afadigardes os homens”).u) rei assírio.2João Calvino. e será o seu n om e E m anuel. e da rá à lu z u m filh o .14— 16 P ortanto. como o representante atual. ó casa de D a v i! P ou co vos é a fad igardes os hom ens. Ele não podia dizer “seu Deus” porque Acaz tinha rejeitado a Deus e a sua palavra. Os comentaristas não concordam sobre a interpretação desta pas­ sagem. e a paciência de Deus também. incluindo Isaías.7— 9). ele disse: O u v i. Bishop Lowth e o batista John G ill foram antigos escritores que sustentaram uma interpretação messiânica. agora. O rei Acaz. Deus estava testando Acaz.4 A partícula “portanto” refere-se atrás ao versículo 13 e indica que Deus dará um tipo diferente de sinal do que Ele ofereceu a Acaz . se esta forma é uma “promessa ou uma advertência. Por causa da ameaça contemporânea da Assíria.. Tiglate-Pileser — o que ele logo fez (2 Rs 16. por causa dos seus próprios planos. O Sinal do Emanuel 7. Outros propõem um cumprimento dual. muitos comentaristas lim itam o cumprimento ao futuro próximo. Isaías falou então para a totalidade da di­ nastia davídica. um contemporâ­ neo e um que se refere ao nascimento de Jesus. mas com o desejo de o impedir de pecar (Ex 20 . sen ão qu e ain da afad igareis tam bém ao m eu D eusP Inspirado pelo Senhor. A mensagem aqui está no plural. Assim. o m esm o SENHOR v o s da rá u m sin al: eis qu e u m a v irgem con ceb erá . Porém. Ele retorna para o singular no versículo 16 porque o que se segue é dirigido de novo especificamente a Acaz. não somente para Acaz. o Senhor dará de qualquer maneira um sinal sobrenatural —mas não a Acaz. 13 E ntão.3 Apesar da incredulidade de Acaz e sua recusa de pedir um sinal. Note que Isaías disse “meu Deus”. Acaz não estava pronto para se sujeitar à vontade de Deus.

8 Por exemplo. mas também para as condições que cercam esse nascimento.20 [plural].8. quando tinha a idade de vinte e cinco anos. indicando uma virgem específica no plano de Deus. 68.no versículo IO.19.14 Depois. Esta ocorre somente outras oito vezes no Velho Testamen­ to (Gn 24. M as nunca é usada a respeito de uma mulher casada.8).5 Esta “não é mais uma matéria de convite mas de predição”. e isto não é dito a respeito do Emanuel. Ela irá chamar o nome de seu filho “Emanuel”. ou “Deus em nossa companhia”. Pv 30.13 Nem poderia ser a virgem tampouco a esposa de Isaías.C.8. é usada a respeito de virgens de qualquer idade. uma vez que seus filhos são nomeados especificamente como seus.6 O plural “vos” significa que isto será um sinal para toda a casa de Davi. nenhum pai é mencionado. Alguns comentaristas lim i­ tam a sua atenção ao contexto imediato e supõem que a criança nas­ ceu a Acaz ou Isaías. em Cantares de Salomão 6. a terra de Judá é identificada como a terra do Emanuel. A RC/ARA ) dirige atenção à importância da virgem e de seu filho.3. 1 pois Acaz o designou como co-regente em 728 a. Emanuel é a garantia da sobrevivência de Israel.12e ele começou o seu pleno reinado em 715. Em 8.25.10 A partícula hebraica hinneh ( “Eis”. bethulab.1 Todavia. de modo que ele já existia vivo naquele momento (7 3 2 a. O significado da palavra “virgem” (Heb. I Cr 15. a palavra usada aqui ( Jalmaü ) parece ser específica a uma virgem na ida­ de de se casar. plu­ ral]. Porém.15 O mesmo Filho nascido da virgem é o Filho maravilhoso em Isaías 9 e 11. Ao contrário da tradição judaica. em 8.).C . seu uso é distinto do hebraico usado para mulheres casadas ( “rainhas”) e “concubinas” e pode significar apenas “virgem”.8. Ct 1. o que indica que o filho Emanuel é o Messias.43. Êx 2. SI 46 [sobrescrito. “A profe­ . 6. o Emanuel não poderia ser Ezequias. esta omissão ajusta-se com o fato de que a criança é nascida de uma virgem. cujo significado é “Deus conosco”. Um a outra palavra. Ela é chamada “a” virgem.10.9 Porém.7 O sinal não se refere apenas a um nascimento sobre­ natural. ’almah) é motivo de con­ trovérsia.

15 M anteiga e m el com erá . Ele estaria compartilhan­ do na situação reduzida de seu povo. a n tes qu e este m en in o saiba rejeita r o m a l e escolh er o bem . Mateus aplicou corretamente esta profecia a Jesus. Para o Filho significava que até que Ele chegasse a uma idade de responsabilidade. “Deus conosco”. Comer manteiga (a versão inglesa N IV indica curds. A profecia da desolação de Damasco e Israel seria cumprida como se o Filho estivesse nascido naquele momento.”16 Note também que Mateus term ina o seu livro com Jesus dizendo: “E eis que eu estou convosco todos os dias. até a consumação dos séculos. o M es­ sias (M t 1.17 Alguns entendem a passagem como sig­ nificando que Emanuel deve estar de fato presente para suportar os resultados da recusa de Acaz a partir daquele momento.23). ou coalhada de leite de cabra.cia do Emanuel alcança um maior cumprimento no nascimento do Deus-Homem. . a terra de que te en fa d a s será desam parada dos seu s d ois reis. Para Acaz esta deveria ter sido uma ad­ vertência de que a casa de Davi seria reduzida a um estado inferior como conseqüência das políticas de Acaz e daqueles futuros reis que seguiram o exemplo dele. Subjacente a esta passagem está o contraste en­ tre o M essias e a condição degenerada da casa de Davi como encar­ nada em Acaz. até que ele saiba rejeita r o m a l e esco lh er o bem. um tipo de iogurte) e mel silvestre mostra que a criança nascerá em pobreza. o qual é tanto o Protetor Libertador como o Divino Guerreiro.18 Outros pensam que o significado é que Emanuel na m aturidade recusará a política de Acaz e escolherá os meios do seu Pai divino (como na tentação de Jesus).2 0 ). M as a passa­ gem é flexível —O Filho não precisa estar presente na destruição que Acaz testemunhará. 16 M a verdade. Ele continua sendo o Emanuel. Amém” (2 8 .

e o Egito provou ser impotente contra esta. o ponto é que Deus está no controle do Egito e da Assíria. Os vales desertos e as fendas das rochas. assobiará o S enhor às m osca s qu e há no ex trem o dos rio s do E gito e às abelhas que an dam na terra da A ssíria. na q u ele dia.17-8. Por esse tempo (735 a.8 a. Agora Deus vai trazer um golpe até pior. uma vez fortalezas seguras para Davi. 18 P orque bá de a co n tecer que. Os assírios a quem Acaz procurou por ajuda trarão eventualmente de­ vastação a Judá. O Egito se tornou a isca que atraiu a Assíria. DEUS USARÁ A ASSÍRIA PARA TRAZER JUÍZO 7. a Assíria derrotou o Egito em Elteque.) a Assíria era um poder mundial dominan­ te. Nem mesmo a parte mais remota da terra estará protegida dos assírios. Confiar no Egito também seria futil. aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. e sob re a casa de teu pai.2.17— 25 11 M as o SENHORf a r á v ir sob re ti. dias tais. 19 e v irã o e p o u sa rã o todas n os va les desertos e nas f e n d a s das rochas.C. p elo rei da A ssíria. serão invadidas por forças inimigas. os quais serão tão ineficazes quanto moscas. Ele só tem que assobiar para os exércitos egípcios. e eles serão como um enxame de abelhas se estabelecendo e devastan­ do Israel e Judá.. e sob re o teu povo. As cercas de . Alguns vêem o uso das moscas e abelhas como referindo-se à cultura de abelhas na Assíria e às moscas que se instalaram na sujeira no Egito. Deus “assobiará” para os exércitos da Assíria para serem os seus agen­ tes. A secessão das dez tribos foi um terrível golpe para Judá e aos reis da linhagem de Davi. e em todas as flo r esta s. qu ais n u n ca v ie ­ ram . A Assíria como a Navalha de Deus 7. e em todos os espinhos. Em 701 a. Porém. desde o dia em qu e I fr a i m se sep a rou de Ju d á . “Naquele dia” é o dia do justo juízo de Deus sobre Judá.C.

assim como as lontes de água. 22 E a con tecerá que. que está além do rio. na q u ele dia. tam bém . levados como espólio pelos invasores assírios. qu e a lgu ém cr ia rá u m a va ca e du as ovelhas. a cabeça e os cabelos dos p és e a té a barba tota lm en te tirará. qu e todo o lu ga r em que h o u v er m il vid es do v a lo r de m il m oed a s de p rata será p a ra . A referência de Isaías a uma “abundância do leite” é irônica por­ que é relativa a tão poucas pessoas que são deixadas para serem ali­ mentadas. Raspar a cabeça.19 21 E su ced erá . com o rei da A ssíria. Alugado também indica que Deus estaria usando a Assíria apenas temporariamente. naqu ele dia. isto era também uma humilhação literal dos homens de Judá levados em cativeiro. refa rá o S en hor com u m a navalha alugada. Os grandes rebanhos terão ido. 20 N aquele dia. era a maior humilhação imaginável naqueles dias. as pessoas terão que se manter na dieta facilmente pro­ duzida de “manteiga e m el”. e m a n teiga e m el co m erá todo aq uele qu e f i c a r de resto n o m eio da terra.cspinheiros que protegem os vinhedos serão tomadas. os vinhedos não podem ser mantidos. 23 S ucederá. as pernas e a barba. O remanescente deixado poderá manter só algumas provisões de víveres. O rei assírio será alugado ( “navalha alugada”) porque a Assíria não era povo de Deus no mesmo sentido que Israel. co m erá m an teiga . O rei da Assíria será como a navalha de um barbeiro que trará o juízo de Deus. isto é. Enquanto o raspar se refere metaforica­ mente ao uso que Deus faz de um poder estrangeiro para castigar o seu povo. Isso indica a desgraça completa e o despovoamento de todas as classes. E porque há tão poucas pessoas. p o r ca u sa da a b u n d â n cia do leite que elas hão de dar.

Isto im plica que uma campanha m ilitar re­ . 24 C om a rco e fle c h a s se en tra rá nele.1-4 1 D is s e -m e tam bém o SENHOR: Toma u m g r a n d e v o lu m e e escreve nele em estilo de hom em : A pressan d o-se ao despojo. 25 E tam b ém a todos os m o n tes qu e co stu m a m ca v a r com en x adas.. Jr 32. a p ress o u -s e à presa.sa rça s e pa ra espinheiros. Devido ao fato de haver tão poucas pessoas para trabalhar nos vinhedos bem cultivados com as suas muitas videiras caras.9. m a s serv irã o p a ra se m a n d a rem p a ra lá os bois e p a ra serem p isa d os p ela s ovelhas. As palavras da mensagem significavam “rápido-despojo-presa-segura”. 2 Então. (N ote que Jeremias pagou só dezessete ciclos de prata por um campo inteiro.21 A idéia é repetida duas vezes em palavras hebraicas diferentes para ênfase. f i lh o de Jebereq uias. “sarças e. b. espinheiros” irão tomar conta. O povo de Judá pagou um preço terrível pelo pecado de Acaz.. sa cerdote. p o r cau sa do tem o r da s sa rça s e dos espin heiros. só os bois e as ovelhas poderão ir lá e achar algo que comer para se manterem vivos. tom ei com igo f i é i s testem unhas.) Animais selvagens irão tomar conta das áreas cultivadas. se n ão irá. de modo que estes se tornam em lugar para caçar. Deus disse a Isaías que levasse um grande rolo (provavelmente de couro)20 e escrevesse uma mensagem sobre ele com uma caneta comum ( “em estilo de ho­ mem”) em escrita nítida e usual que as pessoas poderiam facilmen­ te ler. e a Z acarias. M as Deus ainda era fiel ao remanescente que permaneceu. As colinas não poderão cultivar qualquer coisa. p o rq u e as sa rça s e os espin h eiros co b rirã o toda a terra. Colinas onde grãos e outras safras tinham crescido serão cobertas com sarças e espinheiros tão espessos que as pessoas terão medo de caminhar por eles por causa do perigo de serem arranhadas e corta­ das. Depois que Acaz se recusou a ouvir. M aer-Salal-H ás-Baz 8. a U rias.

1 1).14).14.B a z . há profetisas tanto no Velho Testamento como no Novo (Êx 15. A esposa de Isaías era uma profetisa.3 ).22. Isaías provavel­ mente explicou isto às duas “fiéis testemunhas”. 3 E J u i t e r c o m a p r o fe t is a .5). 4 Porque. A prim eira testem unha. Isto é paralelo ao que foi dito do filho nascido da virgem e faz do filho de Isaías um sinal —embora não o sinal sobrenatural que seria dado a toda a casa de Davi no futuro. O S e n h o r disse a Isaías que desse ao menino o mesmo nome que Isaías tinha escrito no rolo. provavelmente dentro do seu primeiro ano de vida. de forma que quan­ do a profecia fosse cumprida eles poderiam confirmar que o SeN H O R e Isaías tinham razão.1. de forma que o seu filho seria uma testemunha contínua à verdade da profecia. O menino não é identificado com Emanuel (cf. Antes que o menino pudesse dizer as palavras mais simples. Agora o SE N H O R aplica o significado do nome quádruplo. I Co 1 1.6).S a la l. . e o SENHOR m e d is se : P õ e . embo­ ra isso possa im plicar que Judá também sofreria. 7. dia n te do rei da A ssíria.H á s . At 21. U rias. 2 Cr 34.lh e o n o m e d e M a e r . e ela c o n c e b e u e d e u à lu z u m f i l h o .9. mas não há tal costume na cultura hebraica. é identificada por alguns como aquele que fez o altar para Acaz se­ guindo o padrão de im itação de um outro em Damasco (2 Rs I 6 .lâmpago tom aria a riqueza e os bens de Damasco e Samaria. pode ter sido o sogro de Acaz (2 Cr 29 . Zacarias. o nome quádruplo dele está em fino contraste com o nome quíntuplo do Messias no capítulo seguinte (9. cf.1 0 . 2 Rs 22. a Assíria saquearia Damasco e Samaria.20. Alguns supõem que ela era chamada assim de cortesia devido ao fato de seu marido ser profeta. N a realidade. De fato. an tes qu e o m en in o saiba d iz er m eu p a i ou m in h a m ãe. se leva rã o as riquezas de D a m a sco e os despojos de S am a­ ria. A segunda testemunha.

in u n d a n d o -o . f o r t e s e im petu osas. mas ainda não estava confiando em Deus. Como uma inundação.C. Rejeitar as águas suaves de Siloé provavelmente significava rejeitar as promessas de Deus em tempos turbulentos. 36 e 37).5— 8 5 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r ain da com igo. dizendo: 6 P or­ qu an to este p o v o desprezou as águ a s de S iloé qu e co rrem branda­ m en te e co m R ezim e com o f i l h o de R em a lias se alegrou. Como um grande pássaro de presa que desliza velozmente examinando sobre a terra. a Assíria destruiria a totalidade de Judá. O exército dele alcançaria “até ao pescoço”.). Peca é chamado de o filho de Remalias para nos lembrar que Peca não tinha nenhum direito ao trono de Israel. Judá recusou as suaves águas correntes de Siloé. Agora. a terra ainda é a terra do Emanuel. como o poderoso Eufrates ( “o R io ”). Alguns críticos mudam “ó Emanuel” para significar “pois Deus é conosco”. Ele garante que a terra será restaurada no futuro. o sacerdote. isto é.C. O povo estava se regozi­ jando sobre as mortes de Rezim e Peca (ambos morreram em 732 a. ó E m anuel. e chegará a té ao p esco ço . Deus é paciente e fala novamente através de Isaías para o povo depois que este se recusou a escutar a mensagem do versículo 4. Ele o tinha ganho por ter assassinado a Pecaías (2 Rs 15. e irá p a ssa n d o p o r ele. ele alagaria tudo. A invasão de Senaqueribe de 701 a. inclusive Judá. Contudo. Como muito freqüentemente em Isaías.39). e su b irá sob re todos os seu s leitos e tra n sb ord a rá p o r todas as su a s rib an ceiras. Jerusalém. Ele não tomaria a cabeça. o rei do magnífico exército da Assíria o inundaria com imponência. cumpriu esta profecia (veja caps. Zadoque. ungiu a Salomão ali (I Rs 1. . co m toda a su a g ló ria . 8 e p a ssa rá a J u d á . 7 eis qu e o S enhor f a r á v i r sob re eles as águ a s do rio. o rei da A ssíria.c. e a ex ten sã o de su a s asas en ch erá a la rgu ra da tu a terra. A Assíria Vem Como Uma Inundação 8. As “águas de Siloé” provavelmente são as águas que fluem da primavera de Giom.25).

dizendo: No Velho Testamento. “porque Deus é conosco”. . perm itia freqüente­ mente que aqueles que foram conquistados se alistassem em seu exér­ cito e recuperassem algumas das suas próprias perdas no próximo lugar de conquista. Porém.9-18 9 A lvoroça i-vos.14 e os capítulos 9 e I I . ó p ovos. Deus iria atropelar o plano deles. Com uma poderosa unção sobre si. 10 T om ai ju n ta m e n ­ te conselho. que pode ser traduzido “por causa do Emanuel”. dai ou vidos. to­ dos os que so is de lon gín q u as terras. mas isso não é tudo o que Ele tem planejado. Todos eles estavam elevando o grito de batalha contra Judá. Emanuel é o Messias. e não tem ais o seu temor. Ele tinha que continuar declarando a palavra do SE N H O R com coragem. p orq u e D eu s é conosco. e ele será dissipado. o exército da Assíria seria eventualmente “quebrantado”. n em ta m p ou co vos assom breis. A promessa do futuro Emanuel é a garantia de que Jerusalém sobreviveria e as nações que tentassem destruí-la eventualmente cairiam. a “forte mão” do Senhor é freqüentemente paralela ao grande poder do Espírito Santo. 3. o exército assírio incluía tropas de muitas nações. dizei a pa la vra. Apenas um ser humano. Deus trará juízo sobre Judá. M as Deus o ungiu e lhe deu confiança. incredulidade e desconfiança do SE N H O R . Quando a Assíria conquistava nações. ou seja. portanto. COMO DEUS ESTAVA COM ISRAEL 8. nós temos uma ligação entre 7. 11 P orque assim o SENHOR m e disse co m u m a jo r t e m ão e m e en sin o u que não an dasse p elo cam in h o deste povo. Isaías deve ter sentido a oposição dos incrédulos e cínicos. e ela não su b sis­ tirá. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. e sereis quebran tados. Assim. na sua rebelião. 12 N ão cham eis co n ju ra çã o a tudo q u an to este p o v o cham a co n ­ ju r a çã o . Isaías foi advertido para que “não andasse pelo cammho deste povo”.mas isso não se ajusta ao contexto.

a ele sa n tifica i. e cairão. ou “conjuração”. 14). e serã o q u ebran tados. Para esses que ainda confiam nEle e respeitam a sua santidade. eram ambas consideradas traição. Ele se tornará uma pedra de tropeço. fa­ zendo-os cair. que era a conspiração de Peca e Rezim. A mesma derrota pelas mãos da Assíria espera tanto Israel como Judá.13). Deus será um refúgio. A advertência de Isaías contra a aliança com a Assíria. durante o quarto ano do co-reinado de Ezequias com o seu pai. M as para aqueles que se recusam a confiar nEle. e seja ele o vosso assom bro. 13 E m u ito s d en tre eles tropeçarão. aos m o ra d o res de Jeru sa lém . e enlaçados.13 Ao S enhor dos E xércitos. e presos.C. um lugar santo reservado. o décimo-quarto ano do pleno reinado de Ezequias. alegria e comunhão com Ele. Eles deviam considerar o santo SE N H O R . e seja ele o vosso tem or. “M uitos dentre eles” provavelmente se refere tanto a Israel como Judá (v.9). e ter o mesmo tipo de temor e respeito que reconhece o seu maravilhoso poder e que confessa e abandona pecado. ele v o s será sa n tu á rio. Então em 701. m a s serv irá de p ed ra de tropeço e de roch a de escân dalo às d u a s casas de Isra el. pelos partidários da guerra em Judá. Eles não deveriam temer ou apavorar-se com o que os incrédulos temiam. Jerusa­ lém ficou presa como num beco sem saída pelos exércitos assírios sitiantes até que Deus a entregou. Samaria caiu em 722 a. Indubitavelmente. 14 E ntão. Isto im plica bên­ çãos de paz. Acaz (2 Rs 18. Senaqueribe des­ truiu todas as cidades de Judá. de laço e rede. Os verbos aqui estão no plural e são endereçados a Isaías e aos discípulos que o escutavam. exceto Jerusalém (2 Rs 18. e a sua advertência a Ezequias para não quebrar aquela aliança outrora feita. Este não era o real perigo para Jerusalém. os homens de Jerusalém estavam no .

de Israel e Judá. Isaías irá olhar para além das circunstâncias presentes e colocar a sua confiança em Deus — honrando assim as promessas de libertação. não simplesmente na colina de Ofel. com os fi lh o s que m e d eu o SENHOR.exército que enfrentou Senaqueribe e alguns deles foram mortos ou capturados. quer dizer. ( “monte Sião” aqui significa em Jerusalém. que esco n d e o rosto da casa de Ja có .) Deus ainda podia cumprir as suas promessas. Isaías declara então que confiará no SE N H O R para levar a cabo o seu plano. são as profecias escritas e os ensinos que Deus deu a Isaías até aquele momento. 17E esperarei ao SENHOR. Hebreus . a Sião que Davi conquistara antes do templo ser construído no monte ao norte deste. Embora o S E N H O R esconda a sua face em desgosto “da casa de Jacó”. Ele não tinha deixado o seu povo. e a ele agua rdarei. 18 E is-m e aqui. Os discípulos de Isaías foram encarregados de preservá-los. O ato de ligar e selar também protegeria as profecias dos incrédulos que poderiam querer destruir os manuscri­ tos ou negar que Isaías os escreveu. M uito embora o SE N H O R estivesse descontente com Judá. O “testemunho” e a “lei”. Eles foram dados pelo Senhor dos Exércitos para informar o povo de que a sua presença ainda era manifestada no templo “no monte de Sião”. que habita no m o n te de Sião. 16 Liga o testem u n ho e sela a lei en tre os m eu s discípulos. Ele não os deixou sem uma testemunha: Os nomes de Isaías e os dois filhos dele tinham significados simbólicos que continuariam lembrando as pessoas tanto da promessa de salvação como das advertências de juízos. com o sin a is e m aravilh as em I sra el da p a rte do SENHOR dos E x ércitos. ou instrução. Eles deviam ser amarrados e selados para indicar que os eventos já tinham prova­ do a sua veracidade. Assim.

n u n ca v erã o a alva. JUÍZO SOBRE 0 ESPIRITISMO 8. “A lei” (instrução) e “testemunho” novamente referem-se à profe­ cia e aos ensinos de Isaías (veja 5. . 22 E.2. D t I8 . olhando p a ra a terra. Quão tolo seria “consultar os mortos em favor dos que vivem”. aqueles que eram provavelmente a favor dos assírios e assim rejeitavam as profecias de Isaías estavam pondo pressão crescente no povo para fazer justamente isso. ou bênção futura.s e . ten do f o m e e en fu recen d o -se. a m a ld içoa rã o a o seu rei e ao seu D eu s.22 21 E p a ssa rã o p ela terra d u ra m en te o p rim id o s efa m in to s . 20 A Lei e ao T estem un ho! Se eles não fa la r e m segu n d o esta p a la vra.ã o os m o rto s? A Lei de M oisés proibia consultar “médiuns e espíritas” (cf. eles não se arrependerão. 20.31. que ch ilreiam e m u rm u ra m en tre d e n tes .19-22 19 Q u a n d o vos disserem : C o n su lta i os qu e têm esp íritos f a m i l i ­ a res e os adivinhos. em vez de consultar a Deus. o qual traz um maior cumprimento das promessas de Deus.I I). 4. e serã o en ten eb recid os com â n ­ sias e a rra sta d os p a ra a escu ridão.6. ---não reco rrerá u m p o v o ao seu D eu s? A f a v o r dos v iv o s in te rro g a r . é somente para aqueles que aceitam a palavra de Deus e rejeitam a superstição pagã. As pessoas que rejeitam as profecias de Isaías vagarão pela noite do juízo de Deus. O cerco assírio trará fome. olhando p a ra cim a. E devido a não terem confiado em Deus. quando o juízo vier. A “alva” ou alvorada. Lv 19. Contudo. o espiritismo e outras abominações idólatras. Se tão-somente eles prestassem atenção às suas palavras da parte do Senhor eles iriam achar a verda­ deira luz.13 cita a partir deste verso e o aplica a Jesus. então. eis q u e h a verá a n gú stia e escu ridão. e será que.24).

seria honrada no futuro. de Damasco abaixo através Galiléia e depois para o mar M editerrâneo e costa abaixo em direção ao Egito. (2 Rs 15.22. . n os ú ltim os. levou os seus habitantes para o exílio e trouxe os povos de outras nações para habi­ tar ali. TiglatePileser III fez destes territórios uma província assíria. Os território de Zebulom e N aftali. eles amaldiçoarão ao seu rei que não os defendeu e ao seu Deus que não os guardou deste juízo. e ane­ xou parte da planície de Sarom próxima do mar Mediterrâneo. a terra de Z eb u lom e a terra de N cfta li. virá um dia quando a escuridão será levantada das vidas do povo de Deus. n os p r im eiro s tem pos.1-5 1 M as a terra q u e f o i a n gu stiada não será en ten ebrecida. m as.C. Em contraste com a escuridão mencionada em 8. além do Jord ã o. Os registros de Senaqueribe reivindicam que foram levados como cativos 20 0 . Iiles serão arrastados “para a escuridão” absoluta e para a melanco­ lia do exílio. M as a Galiléia. onde o juízo de Deus primeiro humilhou o seu povo nos dias de Isaías.Ao invés disso. tinham sofrido grandemente por causa das invasões assírias de 734 a 732 a.1 5 0 do povo de Judá —um testemunho incontestável à certeza da palavra profética.24 O “caminho do m ar” era a rodovia que vinha do sudoeste.29). Isto foi cumprido quando Jesus ministrou e escolheu os seus primeiros discípulos na Galiléia — a qual ainda era menosprezada pelo povo de Jerusalém. a G aliléia dos gen tios.23 Quando olham para a terra (a marca da sua bênção) e os elementos materiais nos quais confiaram. Certamente isto significava também uma escuridão interior. 5. os quais ficam situados entre o mar da Galiléia e o mar M editerrâneo. a en ob receu ju n to ao ca m in h o do m ar. no outro lado do Jordão. ESPERANÇA PARA A GALILÉIA 9. eles verão somente desesperada “angústia e escuridão”. Ele en vileceu . Ele também tomou Gileade.

vitória. a nação será aumen­ tada. P orque tu quebraste o ju g o que pesava sobre ele.6.25 H á uma conexão 73 óbvia entre este versículo e o “Filho” do versículo 6. todos se a legra rã o p era n te ti. 5 P orque toda a a rm a d u ra daqueles qu e p eleja va m co m ru íd o e as v estes qu e rola va m n o sa n gu e serã o queim adas. e so b re os q u e h a b ita va m n a regiã o da so m b ra da m o rte resp la n d eceu a luz. Jesus traria a luz da salvação aos gentios (Is 42. não pelo número ou habilidade do povo. Semelhantemente. Deus deu a Gideão a vitória depois de reduzir o exér­ cito dele de trinta e dois m il para trezentos homens (Jz 7. Em contraste com o pequeno remanescente. a vara que lhe fe r ia os om bros e o cetro do seu opressor com o no dia dos midianitas. 3 Tu m u ltip lica ste este p o v o e a a legria lhe a u m en ta ste. a presente libertação do “opressor” deles tam ­ bém será executada pelo S E N H O R .C.2 -2 5). 49. co m o se a legra m na ceifa e co m o ex u ltam q u an do se rep a rtem os despojos. a parte mais em trevas da terra —cujo futuro parecia o mais sombrio quando Isaías transmitiu esta profecia (aproximada­ mente 733— 2 a. O s uniformes e equipamentos militares que derramaram sangue na guerra serão postos de lado e queimados. 2). Alegria.6).) veria “uma grande luz”. . serv irã o de p a sto ao fo g o . Galiléia.2 O p o v o q u e a n dava em trev a s v iu u m a g r a n d e luz. O “dia dos m idianitas” refere-se ao dia da derrota dos midianitas por Gideão. prosperidade. Não haverá mais nenhum desejo para a guerra. pois a vitória do SeN H O R sobre o pecado e seus conflitos será completa.26 e paz virão porque “resplande­ ceu a luz” (v.

6.18).11.2). O governo estando “sobre os seus ombros” significa que Ele será rei. “Pai da Eternidade” poderia ser traduzido “Pai [ou. Jz 13. harmonia. M as Ele virá em primeiro lugar ao remanescente de Isra­ el.3.21 de um modo tal que isso só pode se referir a Deus. aquEle que traz a verdadeira paz —a qual inclui salvação. e uma paz que estará completamente em efeito no M ilênio. e o p rin cip a d o está so h re os seu s om b ros. Emanuel. “Autor”] da Eternidade [ou. Ele virá a nós como um menino. Porém. Ele também é o “Príncipe da Paz”. e bemestar —uma paz que Jesus dá agora (Jo 14. u m f i l h o se n o s d eu . U m conse­ lheiro era uma pessoa com uma determinada sabedoria dada por Deus. o qual passou pelas trevas e que será redimido. Jesus insinua que Ele é o “Conselheiro” quando chama o Espírito Santo de “outro” Conselheiro (Jo I4 .I 6 ). “M a­ ravilhoso” e “Conselheiro” não são colocados juntos por eruditos hebreus antigos. Isto também fala de seu cuidado fiel e amoroso. Êx 15 .6. Este Filho é um ser divino. onde o Verbo vivo é aquEle por intermédio de quem Deus fez tudo o que foi feito (cf. P r ín cip e da Paz. também Hb 1. bênção.27). “M aravilhoso” é um substantivo. C on selh eiro. Isto se ajusta com João 1. e significa que Ele será uma maravilha sobrenatural (cf. e o seu n o m e será M a ra ­ vilh oso.14. que é perpétuo. 0 PRÍNCIPE DA PAZ 9. O Messias acabará com opressão e a injustiça. A realeza era simboli­ zada por um cetro sobre o ombro do rei. integridade. “U m filho” referese de volta a 7. P ai da E tern idade. Isaías usa a mesma frase em 10. D eu s Forte. “Deus conosco”. . Os nomes dados indicam as características essenciais dele.7 6 P orq u e u m m en in o n o s n a sceu .27 Alguns críticos desejam interpretar “Deus Forte” como um “he­ rói divino” ou “piedoso”. “do Universo”].

“não haverá fim” ao seu governo e paz. O governo do Filho será estabelecido “sobre o trono de Davi”. sob re o tron o de D a v i e n o seu reino.13. Por que o povo acusou Isaías de conspiração e traição? 7.7 D o in crem en to deste p rin cip a d o e da paz. Qual é o significado do nome Maer-Salal-Hás-Baz? 6. Qual seria o resultado de Deus usar a Assíria para trazer juízo? 5. porque Ele é o Senhor dos Exércitos com todo o poder e com os exércitos do céu ao seu comando. desd e agora e p a ra sem p re. sua eterna capital. determinado no versículo 6. O que manteria os discípulos de Isaías fiéis a Deus? . cumprindo a aliança que dá o trono à linhagem de Davi para sempre (2 Sm 7. E verdade que Satanás será libertado por pouco tempo após o M ilê­ nio (Ap 20.12. a Nova Jerusalém.7— 10). Devido a Ele ser o Rei divino.. Em que base podemos aplicar o sinal do filho nascido de uma virgem a Jesus? 4. mas ele não poderá subverter o reino do Senhor — este continuará nos novos céus e na nova terra. O “zelo do S e n h o r ” é a poderosa expressão do amor e determi­ nação que fazem parte da sua natureza —uma determinação para cumprir as suas promessas e alianças. cf. QUESTÕES DE ESTUDO 1. n ã o ha verá f i m . pa ra o f i r m a r e o fo r t i f ic a r em ju íz o e em ju stiça . Uma vez que o Filho vem reinar como o Rei desejado e legítimo. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. para sempre”).33). Por que Acaz recusou-se a pedir um sinal? 3. Ele manterá o seu reino para sempre com justiça e retidão divinas ( “em juízo e em justiça. Para que propósito Isaías levou Sear-Jasube com ele para se en­ contrar com Acaz? 2..32. N ada será capaz de impedi-lo. Lc 1. O reino reflete o caráter do Filho.

Prophecy o f Isaiah. Kaiser. IsaiaVs Immanuel (Phillipsburg.2 2 ). Isaiah’s Immanuel. 1 9 9 3 ). 8 M otyer. Isaiah. H anke. 9 A Septuaginta traduz o hebraico ‘almah o grego parthenos. com sua prom es­ sa conduzindo ao M essias que faria eterno o trono de Davi.: Presbyterian & Reform ed. 100. 19 81 ). Alec M otyer. . H indson. a A liança D avídica estava em vista. 1 9 7 8 ). Isto também é verdade a respeito da literatura não bíblica. N. que significa “vir­ gem ”. Isaiah 1-12. 10 Se Isaías tivesse querido dizer “m ulher jovem” (R S V ). Isaíah’s Immanuel. H ayes e S tu a rt A. The Validity o f the Virgin Birth (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Bultem a mostra que por incredu­ lidade. 85. Acaz “perdeu um sinal im ediato”. alguns entendem isto como sendo um encoraja­ m ento p ara A caz. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 3 9 -4 0 . 1 3 5-3 6. 123. 4 H arry Bultema.6 e como eles são cumpridos em Jesus? CITAÇÕES 1 Por incrível que pareça. 7 Desde que Rezim e Peca estavam pretendendo substituir a fam ília davídica com o filho deTabeal. 24. Irvine. Commentary on Isaiah.6 é relacionado aos versos precedentes? 9. 6 J. 1 9 8 7 ). 11 Hayes e Irvine. 1 9 6 3 ). 108. Como o “Porque” no início de Isaías 9. Qual é o significado de cada um dos nomes dados ao Filho em Isaías 9. V eja H . 3 Para um a lista de com entários sustentando este ponto de vista. ele teria usado o term o na’arah (o qual a R S V traduz em outro lugar como “m ulher jovem”). ver Edward E. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. Ver John H .J. 23. 2 O. 30. 5 H indson. H indson. 84. 82. 111. trans. M ateus também usa parthenos e especificamente declara: “Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta” (1 . Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: A bingdon Press.8.: InterVarsity Press.

P orém . .1 1 — 2 e 1 1 . 21 Eu tomo estas palavras como imperativos.” Siegfried H .1 4 — aponta para “a ameaça im ediata”. 19 88 ). 17 Cf. 7 . (C hicago: U niversity o f Chicago Press. pois antes do seu nascim ento Judá e Israel serão espalhados e precisarão ser reunidos”. 13 A sugestão de R oth de que “virgem” está “se referindo possivelmente à virgem -que-ainda-seria-rainha do rei A caz” de form a que Emanuel é “o futuro rei Ezequias” não corresponde ao período bíblico (cf. 8 . H erbert M . Ancient Records o f Assyria and Babylonia. lsaiah’s Immanuel. mas que o Novo Testamento o aplica em um sentido m ais c o m p leto a Jesu s. Prophecy o f Isaiah. V anG em eren. M otyer.1 ) pode ter sido referido ao “Em anuel” como uma repreensão para Acaz. idem. 20 Alguns entendem o hebraico como significando um a grande placa para ser escrita sobre ela com um estilete e erigida como um outdoor. H indson.12 H orn diz “cerca de 7 2 9 a. 1 9 8 5 ).1 5 0 pessoas cativas de Judá. 12 — 16 2 13 apontam para “o futuro sem data. de acordo com os seus registros.C. 18 M otyer m ostra que os caps. Interpreting Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing H ouse. 15 W ille m A. 131. 46. 33 . 18 . H orn. Isaiah (A tlanta: John Knox Press. W olfgang Roth. M otyer acrescenta: “A promessa aguardava o seu tempo. N. W olf. 14 Para mais discussões a respeito da identidade da virgem. Interpreting the Propbetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. Alguns as entendem como particípios e as traduzem como “a pilhagem está se apressando. W o lf sugere que “M aer-Salal-H ás-B az” (Veja Is 8 . Isaiah’s Immanuel. Esta é uma prova adicional de que Ezequias não é tido como “Em anuel”. 129. Academ ie Books. quando Senaqueribe.: Prentice-H all. 2 R s 16. veja H indson. 87. 1 9 2 6 -2 7 ). 2 vols. 9 0 -9 2 . 19 Isto foi cum prido em 701 a. 4 2 -4 4 . The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. o saque está acelerando”. levou 2 0 0 . 16 Ibid. 7 a 11 m ostram “um a tensão entre o im ediato e o rem oto”. 19 88 ).2). em Ancient Israel. mas a ameaça era im ediata”.2. 19 90 ). 2 6 0 . H ershel Shanks (Englewood C liffs. 48.J. Veja D an iel D avid Luckenbill. ed. A cadem ie Books. H in d so n m o stra que o nom e de M aer-Salal-H ás-B az “expressa juízo” em lugar da bênção im plícita no nome Emanuel. “T h e Divided M onarchy”.C. 2:1 2 0 . 19 24 ).

1 4 .2 0 3 . 19 96 ). As mesmas condições também eram prevalecentes em Judá. allon. al­ guns eventos no passado refletem o que está por vir no futuro. (R io de Janeiro. ed. O povo de Efraim (Israel) e a principal cidade de . 1 Alguns consideram esta passagem “uma continuação do sinal do Emanuel (Is 7 . Algu­ mas declarações parecem se referir ao passado. Stanley M . H . que. 51. rev. E fraim e os m o ra d o res de S am aria. The Lord is Savior: Faitb in National Crisis (G rand R apids: W m . ''' A pilhagem só poderia ser dividida depois de um a vitória. e ela ca iu em Israel. RJ: CPAD. H orton. m a s com ca n ta ria to rn a rem o s a ed ifica r. ed. M acchia. de modo que há lições também para eles. !J Gk. JUÍZO SOBRE 0 ORGULHO E A AUTO-SUFICIÊNCIA 9. Quatro Razões para a Ira de Deus 9. Deus já tinha trazido juízo sobre o seu povo.8 )”. porém mais ainda está por vir. “Os Seres Espirituais Criados”. S. indicando a certeza de cumprimento.4 As quatro seções desta profecia tratam dos pecados de Israel e cada uma é seguida por um refrão que confirma a necessidade de um juízo adicional. 9JE todo este p o v o o saberá.8-10.8-12 8 O S en hor en v io u u m a p a la vra a Ja có . como também por Miquéias e Isaías. B. m a s p o r ced ros as su b stitu irem os. Deus proferiu a sua mensagem de juízo vindouro por Amós e Oséias. W idyapranaw a. “um outro do mesmo tip o ”. ' O hebraico pode também significar que eles am aldiçoarão a própria situa­ ção deles pelo seu rei e o pelo seu Deus. Eerdmans. e toda a nação breve verá isto acontecer. co rta ra m -se as f i g u e i ­ ra s bravas.I. em soberba e a ltivez de coração. 19 90 ). 2 0 2 . I. dizem : 10 O s ladrilhos caíram . 8 . em Teologia Sistemática. C. outras ao futuro.rank D. “V iu” é o profético perfeito hebraico.

C.4). desta vez usando a Assíria. 12 P ela f r e n t e v irã o os siros. A menção de “Pela frente virão os siros” (ou arameus) e os filisteus provavelmente se refere a invasões anteriores. JUÍZO SOBRE UM POVO EXTRAVIADO 9. eles dizem que se edificarão novamente. Os “adversários de Rezim ” são os assírios. Ainda desafiando a Deus. e n em co m tu d o isto se ap artou a su a ira. 2.13-17 13 C o n tu d o .Samaria dizem com “soberba e altivez de coração” que o juízo de Deus não os humilhará. No seu orgulho o povo pensava que poderia re­ construir até melhor sem Deus. este p o v o n ã o se v o lto u p a r a q u em o f e r i a . Juízos anteriores não fizeram o povo retornar ao SE N H O R em ar­ rependimento ou buscar a Ele e à sua vontade. n em b u s co u ao SENHOR d os E x ércitos. o S enhor su scitará con tra ele os adversários de Rezim. M as estes juízos no passado não satisfizeram a ira de Deus. A mão de Deus “ainda está estendida” (um refrão que aparecerá mais quatro vezes: vv. 11 Portanto.I2. 21 e 10. e d evora rã o a Isra el co m a boca escan cara da. Eles não devem pensar que devido ao fato de terem se recuperado de juízos passados podem fazer como lhes apraz no futuro. o sfilisteu s. que um terremoto ou a batida de aríetes do inimigo poderiam derrubar. Repetidas vezes Deus . m a s ain d a está esten~ dida a su a m ão. como as dos palácios dos reis. 17. e p o r detrás. pronto a golpear o desafiante Israel com julgamentos adicionais. Eles usariam pedras esquadrejadas ( “cantaria”) e vigas de cedro. Este orgulho e auto-suficiência é a primeira razão para a ira de Deus. especialmente durante o tempo do fraco rei Menaém que morreu em 742 a. Tijolos de barro e vigas de sicômoro eram materiais de constru­ ção ordinários. e in stiga rá os seu s inim igos.

Eles serão destruídos “num mesmo dia”. crescia nos lugares baixios e pantanosos. Os falsos pro­ fetas também pensavam que faziam parte da cabeça. expressan­ do uma gama inteira listando simplesmente o máximo e mínimo. n u m m esm o dia. o ramo e o junco” —são responsáveis pelo povo não buscar o SE N H O R . Os líderes enganavam o povo. Ao invés disso. Eles deveriam ter estado equipando a liderança com a Palavra de Deus. Os ramos da palma cresciam nos altos. eles enganavam os líderes com as suas men­ tiras. é a divisão dum assunto em partes distintas]. Ele trará juízo súbito. possivelmente na queda de Samaria em 72 2 a. e toda boca p r o fere doidices. p o rq u e todos eles são hip ócrita s e m alfazejos. e o p ro feta q u e en sin a a fa ls id a d e é a ca u d a . 15 ( O a n ciã o e o v a rã o de respeito são a cabeça. Juntos eles simbolizam que os líderes grandes e peque­ nos seriam derrubados. Os próprios falsos profetas aparentemente tinham se tornado políticos em busca de dinheiro e popularidade.) O tempo virá quando Deus já não tolerará a rebelião. mérisma. Os governantes são “a cabeça”. influenciando o povo. a atitude do Senhor . C om tudo isto não se ap artou a su a ira. Portanto. Ele foi paciente.C.) 16 P orque os g u ia s deste p o v o são en ga nad ores.cíiamou o povo a se arrepender. 17 P elo qu e o SENHOR não se regoz i­ ja r á com os seu s jo v e n s. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. abanando para tentar agradar o povo. (Isaías usava freqüentemente um dispositivo literário chamado merisma [N ota do Tradutor: Do Gr. o junco. M as eles são apenas “a cauda”. ‘por­ ção’. que por seu turno se desviava dos caminhos do Senhor ( “são devorados”). e não se co m p a d ecerá dos seu s ó -fã o s e das su a s viú va s. Os líderes —referidos aqui como “cabeça e a cauda. e os que p o r eles são g u ia d o s sã o devorados. ‘fração’. o ra m o e o ju n co . por outro lado. 14 P elo que o Senhor co rta rá de Isra el a cabeça e a cauda. mas o povo perma­ neceu rebelde —a segunda razão para a ira de Deus.

mudará em relação a eles. Esta guerra civil se estendeu para além do reino norte de Israel a um desu­ mano ataque sobre Judá. A mão de juízo de Deus “ainda está esten­ dida” para trazer mais juízo sobre esse povo degenerado! 3. A IMPIEDADE QUE CONSOME POR CAUSA DA IRA DE DEUS 9. se co m er da banda esquerda. sim . Esta é a terceira razão para a ira de Deus. com a impiedade se espalhando como um fogo de floresta e destru­ indo o país. ela devora as sa rça s e os espin h eiros. Deus usará o pró­ prio povo como instrumento da sua ira contra eles: N a sua maldade. a terra se escu recerá . 21 M an a ssés a E fraim . 19 P o r cau sa da ira do S enhor dos E x ércitos. e. eles destruirão um ao outro. Todos os rastros de amor fraterno serão extintos. A santa ira de Deus será outra chama que “escurecerá” a terra. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. ain da se não fa r ta r á .s P orque a im pieda de lavra co m o u m fo g o . e su b irã o ao alto espessas n u v en s de fu m a ç a . Com os líderes levados embora no juízo. a terra estará um caos.I8 -2 I . mas até mesmo estes são tão descrentes e ímpios quanto o resto do povo. falando a mesma linguagem vil. e am bos eles serã o con tra Ju d á . To­ das as pessoas são culpadas. Aqueles que destroem um ao outro não estarão satisfeitos ( “não se fartará”). C om tu d o isto não se ap artou a su a ira. 20 Se co r ta r da banda d ir e it a a in d a terá fo m e . mas eles também estão pecando e desagradando a Deus. Deus é o de­ fensor para os órfãos e viúvas. ela se ateará no em a ran had o da flo r e s ta . e será o p ovo co m o p a sto do f o g o . n in gu ém p o u p a rá ao seu irm ão. Normalmente. em vez de ajudarem um ao outro. cada u m co m erá a ca rn e de seu braço. vivendo como se Ele não existisse. As pessoas jovens deveriam ter sido uma alegria ao Senhor. Eles destruirão até mesmo os seus próprios parentes. e E fraim a M anassés. A dissensão tribal acontece- .

. 3 M as que f a r e i s v ó s ou tros no dia da visita çã o e da assolação qu e há de v i r de lo n ge? A qu em reco rrereis p a ra ob ter so co rro e on d e d eix a r eis a vossa g ló ria . eles ou serão torturados cativos. a ira de Deus ainda arde e a sua “mão ainda está estendida” para trazer mais juízo.1-4 1 A i dos que d ecreta m leis injustas. Novamente. e as riquezas que eles ganharam a partir de práticas ímpias não os ajudarão. 4 sem q u e cada u m se abata en tre os p reso s e caia en tre os m o rto s? C om tu d o isto a su a ira não se apartou. a qual fazia provisão ao pobre. mas Isaías os desafia. e especialmente às viúvas e órfãos (D t 14. as viúvas. Esta injustiça contradizia a Lei de Moisés. AIS AOS GOVERNANTES INJUSTOS 10. Este será um dia quando a “assolação.29). ao fraco. e os órfãos. e quem os ajudará então? Será muito tarde para buscar o Senhor. que obtiveram o direito hereditá­ rio da parte de Jacó e deveriam estar desfrutado a bênção de Abraão. Esta corrupção nos tribunais legais é a quarta razão para a ira de Deus. e p a ra arreb atarem o direito dos a flitos do m eu p ovo. como o fizeram durante a guerra siro-efraimita.rá até mesmo entre as tribos de José. e pa ra despojarem as viú vas. há de vir de longe” (da Assíria). Os governantes pensam que eles têm a Lei do seu lado. m a s ain d a está esten d id a a su a m ão. ou estarão “entre os mortos”. os oprimidos. 4.. 2 P ara p reju d ica rem os p o b res em ju íz o . e dos escriv ã es qu e escrevem p erversid a d es. e p a ra rou b a rem os ó -fã o s! U m ai é pronunciado sobre os legisladores que tornam a opressão legal e fácil. . Eles se unirão apenas para se voltarem contra o reino sulista de Judá. Ao invés disso. Eles são extorsionários que fazem as suas vítimas entre os pobres. O que farão eles quando o dia vier e Deus retribuir com juízo adicional? Eles estarão muito fracos para se levantarem contra Ele.

a va ra da m in h a ira ! P orque a m in h a in d ign a ­ çã o é co m o bordão nas su a s m ãos.5— 11 5Ai da A ssíria. Deus está enviando os assírios contra o seu próprio povo. no seu coração.QUESTÕES DE ESTUDO 1. Que juízo o Senhor promete a Israel e quais são as razões para a sua ira? 2.1— 4? D. Quais são as razões para o ai em 10.5-34 I.3). Os assírios cumprirão o signi­ ficado de Maer-Salal-Hás-Baz (veja 8.A VARA DE DEUS I0 . e o pon ha p a ra ser p isa do aos pés. nem o seu cora çã o assim o im a gin e.5 -I9 a. in ten ta d estru ir e d esa rra iga r não p o u ca s nações. O propósito deles é invadir e . Assíria É Usada Sem Saber 10.1. Eles não terão nenhuma misericórdia enquanto pisoteiam o povo e se apoderam de suas posses. A indignação de Deus é representada pelo bordão nas mãos da Assíria. ASSÍRIA . o qual se tornou uma nação hipócrita e perversa. Agora um ai é pronunciado sobre os assírios — a ferram enta que Deus está usando para trazer juízo sobre o seu próprio povo. antes. com o a lam a das ruas. Assíria É Usada e Julgada 10. e lhe tom e o despojo. 7 a in d a qu e ele não cu id e assim . 6 E n v iá -la -ei contra u m a nação hipócrita e con tra o p o vo do m eu f u r o r lhe darei ordem . p a ra que lhe roube a presa. A Assíria não atentará ao fato de que ela é o agente de Deus que traz o juízo dEle sobre Israel e Judá.

.íssimilar as nações ao Império Assírio, com o plano para dominar o inundo.
s P orque diz: N ão são m eu s p rín cip es todos eles reis?

O auto-exaltado orgulho da Assíria é tão grande que declara to­ dos os seus oficiais do exército como sendo reis no seu próprio direilo. Eles pensam que são invencíveis. 9 N ão é C a ln o co m o C arq u em is? N ão é M am ate com o A rpade? E S a m a r ia co m o D a m a sco ? O rei assírio gabava-se a respeito de suas conquistas. Por volta de 717 a.C., as principais cidades na Ásia M enor ocidental tinham sido conquistadas pela Assíria. Carquemis, no rio Eufrates, uma antiga capital do Império H itita, foi conquistada por Sargão II em 717. Calno, localizada aproximadamente a oitenta e oito quilômetros ao sudoeste, foi conquistada porTiglate-Pileser III em 738 a.C. Arpade estava apenas a cerca de 10 quilômetros a noroeste de Calno, próxi­ ma da moderna Alepo. Hamate estava nas proximidades do rio Orontes. Damasco foi conquistada e destruída em 732. Samaria foi tomada e destruída em 72 2 por Salmaneser V (embora seu filho, Sargão II, depois tivesse tentado levar o crédito). Parecia como se nada pudesse parar a Assíria.
10A m inha m ão a lca n çou os rein o s dos ídolos, ain da qu e as su as im agen s de escu ltu ra eram m elh ores do qu e as de J eru sa lém e do qu e as d e S am aria.

Os reis da Assíria se exaltavam sobre os deuses dos países que eles conquistavam, e até mesmo sobre os seus próprios deuses. U m título que os governantes assírios tomavam para si próprios era “R ei do Universo”. Desse modo, o rei assírio acreditava que o seu poder tinha “se apoderado dos reinos dos ídolos”, deuses que ti­ nham o dever de ser os patronos e protetores dos países que eles tinham subjugado.

Os reinos pagãos faziam freqüentemente grandes ídolos de ouro e prata. O rei assírio sabe que há ídolos em Jerusalém e Samaria — ainda que Deus os tivesse proibido —mas os ídolos deles não são as bonitas e ornadas imagens dos outros países que a Assíria conquista­ ra. Os assírios falam deles com desprezo. Depois, quando Senaqueribe destruiu Babilônia, ele determinou a seus soldados que esmagassem os ídolos de Babilônia. As duas exceções foram as imagens de Bel e Nebo, as quais ele levou para N ínive.1
11 P orven tu ra , co m o f i z a S am aria e aos seu s ídolos, n ã o o f a r i a igu a lm en te a J eru sa lém e aos seu s íd olos?

O fato de que Samaria já tinha sido conquistada data esta profe­ cia depois de 7 2 2 a.C. Os “ídolos” de Samaria (Heb. ‘elilim, signifi­ cando “nadas”, “nulidades”, “inúteis”) tinham sido destruídos. As imagens de Jerusalém (Heb. ’a tsa b b i “ídolos ofensivos”) mereceram o mesmo tipo de juízo. Os assírios presumiram corretamente que na­ quele momento a maior parte do povo de Jerusalém estava confiando em imagens para protegê-los. Os assírios acreditavam que os seus próprios ídolos eram mais poderosos que os ídolos das outras na­ ções. Eles também pensavam que os seus ídolos eram maiores que o Senhor, o único Deus verdadeiro. b. Deus Punirá a Assíria no Devido Tempo 10.12— 19
12 P o r isso, a co n tecerá que, havendo o Senhor acabado toda a su a obra no m o n te Sião e em J eru sa lém , então, visita rei o f r u t o do a rro ga n te cora ção do rei da A ssíria e a p o m p a da a ltivez dos seu s olhos.

Embora Deus estivesse usando a Assíria, quando a obra do juízo de Deus sobre Judá estiver “acabado” (quebrado como a linha de um tecedor), o orgulho do rei de Assíria será castigado. Ele descobrirá então que não estava lidando com ídolos ou imagens esculpidas, mas com o Deus poderoso do céu e da terra.

13 P orquanto disse: C om a f o r ç a da m in h a m ã o f o z isto e com a m in h a sa bedoria, p o rq u e sou inteligente; eu rem o v i os lim ites dos p o v o s; e ro u b ei os seu s tesou ros; e, com o valente, abati aos que se sen ta va m sobre tronos. 14E achou a m in h a m ã o as riquezas dos p o v o s com o a u m nin ho; e, com o se a ju n ta m os ovos a b a n d on a ­ dos, assim eu a ju n tei toda a terra; e não h ou ve qu em m ovesse a asa, ou a b risse a boca, ou m u rm u ra sse.

O rei assírio atribuía suas conquistas e saques ao seu próprio poder c sabedoria, não reconhecendo a soberania de Deus. Ele fundia outras nações no Império Assírio. Isto era tão fácil quanto roubar ovos de um ninho abandonado. Note a maneira orgulhosa das expressões ' [eu] liz” e “minha” nestes versículos. “Valente” (no original, “poderoso”) é um termo usado pelos hebreus relativo a Deus (1.24) e pelo rei assírio a respeito dos seus deuses. O rei assírio reivindicava estar agindo como um deus poderoso na sua conquista de outros reis.
ls P orven tu ra , g lo r ia r - s e - á o m ach ado co n tra o qu e corta com ele? O u p r esu m irá a serra con tra o qu e p u x a p o r ela ? C o m o se o bordão m ov esse a os q u e o levan tam ou a va ra levan tasse o que não é u m p ed a ço de m a d eira !

A tolice da jactância do rei assírio é comparada a um “machado” ou uma “serra” gloriando-se contra aquele que os usa, ou a um “bor­ dão” (um cetro) tentando manipular aquele que o ergue, ou uma “vara” que tenta balançar uma pessoa viva “que não é um pedaço de madeira”. O ponto principal é que o Senhor é o Agente vivo e a Assíria é apenas o bastão que Ele está usando. A Assíria está debaixo do controle de Deus, muito embora eles não saibam disto. Deus pode usar qualquer um para realizar o seu plano.
16 Pelo que o SENHOR, o SENHOR dos E xércitos, f a r á d efin h a r os que en tre eles são g o rd o s, e, debaix o da su a gló ria , ateará u m incêndio, com o in cên d io de fo g o . 17 P orque a L uz de I sra el v irá a s e r com o f o g o e o seu Santo, co m o labareda, que abrase e co n su m a os seu s espin h eiros e as su a s sa rça s em u m dia.

“Pelo que”, devido às suas reivindicações exaltando a si próprios como deuses, Deus julgará a Assíria. O título de “o S e n h o r dos Exér­ citos” enfatiza novamente o seu poder e controle. Os soldados assírios eram saudáveis e fortes, mas o juízo de Deus sobre eles é comparado a uma doença que faz definhar e a um fogo que consome espinheiros e sarças. “Em um dia” indica um único dia no qual eles serão consumi­ dos, é provavelmente uma profecia a respeito do juízo trazido pelo anjo que executou 185.000 homens do exército de Senaqueribe (Is 37.36).
T a m b ém c o n s u m i r á a g l ó r i a d a s u a f l o r e s t a e d o s e u ca m p o f é r t i l , d e s d e a a lm a a té a o c o r p o ; e s e r á c o m o q u a n d o d e s m a ia o p o r t a - b a n d e ir a . 19 E o r e s t o d a s á r v o r e s d a s u a f l o r e s t a s e r á tã o p o u c o , q u e u m m e n in o a s p o d e r á co n ta r.

O exército assírio é comparado a uma floresta carbonizada e a um homem doente; tão poucas árvores são deixadas que até uma criança as poderia contar. Isto teve ao menos um cumprimento preliminar na morte dos 185.000, e um cumprimento mais completo quando Nínive foi destruída em 612 a.C. Finalmente, o cumprimento definitivo foi por ocasião do fim do Império assírio em 609.
2. ESPERANÇA PARA 0 REMANESCENTE DE ISRAEL 10.20-34

a. Um Remanescente Retorna ao Deus Forte 10.20— 23
20E a co n tecer á , n a q u ele d ia , q u e o s r e s íd u o s d e I s r a e l e o s es ca p a ­ d o s d a ca sa d e J a c ó n u n c a m a is se e s tr ib a r ã o so b r e o q u e o s f e r i u ; a n tes, s e es tr ib a r ã o s o b r e o SENHOR,
o

S a n to d e Isra el, em v erd a d e.

“Naquele dia” geralmente significa o Dia do S e n h o r . M as a indi­ cação de se estribar “sobre o que os feriu” parece referir-se ao tratado que Acaz fez com a Assíria. Depois da Assíria trazer o juízo de Deus sobre Israel e a Assíria, por sua vez, também é julgada, um remanes­ cente (ou resíduo) justo terá esperança em Deus.

21 O s resíduos se converterão, sim , os resíduos de Jacó, ao D eu s fo rte.

“Os resíduos se converterão” (Heb. sh'’aryashu v) é o nome do pri­ meiro filho de Isaías (7 .3). O remanescente inclui aqueles deixados depois da invasão de Senaqueribe de 701 a.C. O retorno não é do exílio ou cativeiro, mas do pecado e da rebelião “ao Deus forte” (Heb. ‘elgibbor), um dos nomes do Messias (Is 9.6). O remanescente é com­ posto daqueles que responderam a Isaías e ao rei Ezequias e tomaram uma posição de fé quando Deus curou a Ezequias e lhe deu mais quinze anos de vida (Is 38.5,6,21). 22 P orque ain da qu e o teu povo, ó Isra el, seja com o a a reia do m a r ; só u m resto dele se co n v erterá ; u m a d estru içã o está deter­ m inada, tra n sb ordan do de ju stiça . 23 P orque d eterm in a d a j á a destru ição, o S en hor JEOV Á dos E x ércitos a ex ecu ta rá n o m eio de toda esta terra. Esta profecia foi proferida enquanto os líderes e o povo ainda estavam se rebelando contra Deus, provavelmente antes da queda de Samaria em 722 a.C. Assim, é enfatizado novamente que o juízo será severo. Deus já tinha decretado juízo transbordando de justiça. A nação será terrivelmente reduzida em números e “só um resto... se converterá”. A redução em número deve referir-se ao grande número levado ao exílio pelos assírios. No versículo 22, o retorno pode in­ cluir aqueles que voltaram desse exílio. Será um juízo bem-merecido e justo, sobre “toda esta terra”. b. O Jugo da Assíria É Quebrado 10.24— 7 2
24 P elo que assim d iz o S en hor J e o v á dos E x ércitos: N ão temas, p o v o m eu , qu e habitas em Sião, a A ssíria, qu an do te f e r i r com a va ra e con tra ti lev a n ta r o seu bordão, à m a n eira dos egípcios; 25 p o rq u e daqui a bem p o u co se cu m p rirá a m in h a in d ign a çã o e a m in h a ira, p a ra os con su m ir.

O Senhor agora oferece uma afirmação reiterada de que o seu juízo contra os assírios entrará em vigor. O povo de Sião (Jerusalém)

tem que deixar de ficar com medo da Assíria, ainda que esta o ameace como o Egito o ameaçou (Êx 1.8— 10). O uso que Deus faz da Assíria é apenas temporário, pois a sua ira contra Sião terminará em breve. O seu propósito é provocar a sua purificação. Depois o seu juízo se voltará contra o Império Assírio e provocará a destruição deste.
26 Porque o SENHOR dos E xércitos suscitará contra ele u m fla gelo, com o a m atança de M id iã ju n to à rocha de O rebe e com o a sua vara sobre o mar, que contra ele se levantará, com o sucedeu aos egípcios.

Da mesma m aneira que Deus deu a vitória contra M idiã, e como Deus fez M oisés levantar a sua vara sobre o mar Vermelho para prover um caminho (Ex 14.16,19— 2 ), e como o S e n h o r também 2 lutou por eles (Ex 14.14), assim Ele trará o seu juízo sobre a Assíria. A referência à “rocha de Orebe” pode aludir ao escape de Orebe do campo de batalha, mas morrendo apesar disso, da mesma maneira que Senaqueribe escaparia do juízo do anjo da m orte sobre os 1 8 5 .0 0 0 , m as seria assassin ad o d ep ois de v o ltar p ara casa (3 7 .3 7 ,3 8 ). 27 E a co n tecerá naqu ele dia, qu e a su a carga será tirada do teu om bro, e o seu ju g o , do teu p escoço; e o ju g o será despedaçado p o r cau sa da unção. A carga e o jugo que a Assíria colocou sobre ombros e pescoço de Sião serão tirados pelo S E N H O R . A últim a frase, literalm ente, “o jugo será lançado fora [destruído] por causa do azeite de oliva”, tem sido interpretada de vários modos. Alguns interpretam o óleo como se referindo ao orgulho assírio, de forma que quando o juízo de Deus vier sobre esse orgulho, o jugo assírio sobre Sião será lan­ çado fora. Outros entendem o óleo como significando o povo bem alimentado e assim referir-se a Sião se tornando tão gorda ( “por causa da gordura” —A R A ), ou próspero, que eles despedaçam o jugo. Ainda outros intérpretes sugerem que o óleo refere-se ao

l lugido, o M essias; ou, desde que o óleo era usado para ungir sa­ cerdotes, reis e profetas, estes intérpretes se referem a este como a KJV (Versão King James) o faz, para a unção em si (quer dizer, a unção dada pelo Espírito Santo). O utra interpretação vê o óleo como um elemento preservador, pois Jerusalém foi preservada da destruição assíria. c. O Avanço Assírio 10.28— 32 28 J á vem ch egando a Aiate, j á v a i p a ssa n d o p o r M igrom e, em M icm ás, lança a su a bagagem . 29J á vã o passan do>j á se alojam , em G eb a ;já R a m á trem e, e G ibeá de S au l va i fu g in d o .30 C lam a alto com a tua voz, ó filh a de G a lim ! O u ve, ó L aís! O tu, p o b re A natote! 31 J á M a d m en a se f o i ; os m o ra d o res de G ebim vão f u g i n d o em bandos. 32 N este m esm o dia, p a ra rá em Nobe, a ce­ n a rá co m a su a m ã o ao m o n te da f i lh a de Sião, o ou teiro de Jeru sa lém . Isaías descreve um inim igo —os assírios —chegando a Jerusa­ lém aproximadamente de um ponto dezesseis quilôm etros a nor­ deste da cidade. Eles pararam em M icm ás, uns onze quilôm etros ao norte de Jerusalém, para arm azenar suprim entos e bagagem; • cruzaram a passagem (o desfiladeiro profundo e rochoso do Vadi Suw eim t) para Geba, aproxim adamente nove quilôm etros e meio a norte-nordeste de Jerusalém ; e então continuam em direção a Nobe, no monte Scopus bem ao norte do monte das Oliveiras. A li, às vistas de Jerusalém , eles a ameaçaram arrogantem ente. As outras cidades m encionadas podem não ter estado na linha direta de marcha, mas os povos destas estavam em pânico, gritando e fugindo, sabendo que os soldados assírios saqueariam a zona ru ­ ral. O tempo exato desta invasão não foi identificado. Sargão II não veio por esse caminho ou mesmo se aproxim ou de Jerusalém . Os registros de Senaqueribe não indicam que o seu exército p rin ­ cipal veio por este caminho. Porém, os registros dele indicam que o seu exército ou exércitos subiram mais de uma vez a Jerusalém

em 701 a.C., de modo que esta profecia pode ter sido cum prida algum tempo durante aquele ano. d. Deus Está no Controle 10.33,34
33 M as eis que o S en h or J eová dos E x ércitos desbastará os ra m os com violên cia , e os de alta estatu ra serã o cortados, e os a ltiv os serã o abatidos. 34 E co rta rá co m o f e r r o a espessura da flo r e s ta , e o L íbano ca irá p ela m ã o de u m poderoso.

Deus, o Santo de Israel, lim ita o que o povo pode fazer. Os ramos da floresta e o cedro alto e imponente do Líbano representam o exército assírio. O SE N H O R o s cortará abaixo. O golpe do machado deve se referir novamente aos 185.000 assírios que foram destruídos pelo anjo. Senaqueribe pensou que ele era um “valente” (1 0.13 ), mas ele cai diante do verdadeiro “Poderoso”. Alguns querem aplicar estes versos à destruição do orgulhoso em Judá, mas isto é pouco provável. Porém, o princípio pode ser aplica­ do a nações de todo ímpias e seculares. Deus pode cortar abaixo o orgulho e a arrogância delas.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. O que o uso que Deus faz da Assíria nos ensina sobre a sua soberama? 2. O que você aprende sobre o remanescente piedoso de Israel?

CITAÇÕES
1 D aniel David Luckenbill, The Annals o f Sennacheríb (C hicago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 4 ), 84; Ancient Records ofA ssyria and Babylonia, 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 6 -2 7 ), 2:1 5 2 , 185, 2 5 2 .

E. Um Renovo Dá Fruto II .I-I 2 .6
I. 0 REI UNGIDO PELO ESPÍRITO I I .I - 3

1 P orque brotará u m reben to do tron co de J essé , e das su a s raizes u m re n o v o fr u tifica r á .

Isaías viu o interesse de Deus pelo remanescente justo, mas este remanescente não seria capaz de cumprir o seu plano de redenção. Deus deixou Isaías olhar mais adiante para ver um outro quadro a respeito do Messias que o cumpriria. Os assírios quase destruíram Judá, mas os reis da linhagem de Davi permaneceram no trono até que os babilônios vieram e destruíram Jerusalém e o templo em 586 a.C. A imagem de uma árvore derrubada próximo às suas raízes, deixando somente um pequeno toco ou tronco, descreve a perda de poder real e a condição humilde dos descendentes de Davi. Mas ainda havia vida no tronco e nas raízes. Da raiz de Jessé brotaria “um rebento” que daria fruto. Que o renovo vem da raiz de Jessé indica que Ele seria um segundo Davi. Davi quer dizer “Amado”. Dessa forma, quando a voz do Pai vinda do céu identificou a Jesus como o seu “Filho amado” (M t 3.17), Ele estava insinuando que Jesus é o seu segundo Davi, o cumprimento do que Davi representava. Isaías já tinha profetizado que o Filho reinaria no trono de Davi (9.7). Agora ele deixa claro que o Filho seria também um descendente de Davi. “Renovo” (Heb. netser) em uma forma feminina tornou-se o nome de N azaré ( netsereth), assim “Jesus de Nazaré” ou “Jesus o Nazareno” no hebraico seria Yeshua Hannetseri. Hannetserí pode significar o “ho­ mem de Nazaré” ou “o homem do Renovo”. Assim, na providência de Deus, Jesus trouxe um cumprimento que M ateus 2.23 reconhece: “E chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cum­ prisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno”.
2 E rep ou sa rá sob re ele o E spírito do S enhor , e o E spírito de sabedoria e de in teligên cia , e o E spírito de conselho e de fo rta lez a , e o E spírito de con h ecim en to e de tem o r do SENHOR.

“E repousará sobre ele o Espírito do S e n h o r ” , o u seja, sobre o Renovo, da mesma maneira que o Espírito fez em Moisés, nos juizes, em Davi, e nos profetas —mas nesta ocasião de modo permanente (Jo 3.34). O Espírito é uma dádiva que descansa sobre Ele. O dom do Espírito junto com os seis aspectos ou ministérios do Espírito corresponde aos sete Espíritos em Apocalipse 4.5. “Sabedoria” no Velho Testamento é sabedoria prática que leva a efeito planos a con­ clusões bem-sucedidas (cf. Pv 8). “Inteligência” inclui conhecimento que permite à pessoa distinguir o certo do errado e a verdade da falsidade. “Conselho” inclui a habilidade para tomar decisões certas e resolver pro­ blemas. “Fortaleza” significa poder divino para levar a efeito as suas deci­ sões. “Conhecimento” aqui é o conhecimento do caráter e da natureza de Deus e o seu relacionamento com a humanidade. “O temor do Se­ nhor” é uma reverência que o obedece e reconhece o direito dEle à nossa veneração e adoração. É o princípio da sabedoria e do conhecimento (SI 111.IO; Pv 1.7). Isto está em contraste com os “que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos” (Is 5.21).
3 E deleitar~ se~ á n o t e m o r d o SENHOR e n ã o j u lg a r á se g u n d o a v ista d o s s e u s olhos, n em r e p r e en d er á seg tm d o o o u v ir d o s se u s o u v id o s;

Ele “deleitar-se-á no [Heb. haricho, “desfrutar o cheiro de”] temor do S e n h o r ” . Isto pode significar que Ele receberá com prazer o te­ mor do Senhor que lhe é dirigido. Além de ser um profeta, Ele será também um juiz. Mas distinto dos juizes humanos, Ele não terá que depender de evidências externas. Com percepção divina, Ele verá dentro das mentes e corações das pessoas (cf. Jo 2.25). Ele saberá o que é e o que não é verdade (cf. M t 7.21-23).
2 . 0 JUSTO JUIZ 11.4-5

4 m a s j u lg a r á co m ju s t iç a o s p o b res, e r e p r e en d er á co m eq ü id a d e o s m a n s o s da terra , e f e r i r á a terra co m a v a r a d e su a boca, e co m o so p ro d o s se u s lá b io s m a ta rá o ím pio.

O pobre e o necessitado, freqüentemente explorados ou negligen­ ciados, receberão justiça e proteção por causa da justiça dEle. “Justi­ ça” (Heb. tsedeq) também implica que Ele os porá na correta posição diante de Deus. Por outro lado, como Juiz Ele “ferirá a terra”, ou seja, os seus habiIantes ímpios, “com a vara de sua boca”, que é paralelo a “o sopro de seus lábios”. A palavra que ele fala será “a vara” que traz juízo.1 Ele não precisa de nada mais para realizar isto. O cumprimento disto olha à frente em direção à Batalha do Armagedom (Ap I9 .I5 ).2
5 E a ju s tiça será o cin to dos seu s lom bos; e a v erd a d e o cin to dos seu s rins.

Os cintos simbolizam o estar pronto para a ação. Ele não depende­ rá dos métodos ou até mesmo dos armamentos de guerra humanos. “Justiça... e verdade” para o propósito e promessas de Deus serão vistas em todas as suas ações. Ele é o exemplo para todos os líderes.
3. ATERRA MUDADA PELO CONHECIMENTO DO SENHOR 11.6-9

6 E m o ra rá o lobo com o cord eiro, e o leopardo com o cab rito se deitará, e o bezerro, e o f i lh o de leão, e a nédia ovelha v iv erã o ju n to s , e u m m en in o p eq u en o os g u ia rá . 7 A vaca e a u rsa p a sta rã o ju n ta s, e seu s fi lh o s ju n to s se deita rão; e o leão co m erá palha co m o o boi. 8 E b rin ca rá a cria n ça de p eito sob re a toca da áspide, e o j á d esm am ad o m eterá a m ã o n a cova do basilisco.

O reino deve ser introduzido pelo juízo (como o descreve Dn 2). Assim o juízo de I I .4 é seguido pelas condições mileniais descritas nos versículos 6— Elas serão melhores que as do Jardim do Eden. A 9. natureza dos animais será mudada e as crianças não precisarão ter medo até mesmo de cobras venenosas. Todos os efeitos da maldição infligidos na terra por causa do pecado de Adão serão findos. A criação “será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (R m 8.21).

naqu ele dia. e da Etiópia. 11 P orque há de acontecer. mas será um ser divino. A R A ) é a mesma palavra usada no nome de Deus em Exodo 17 . posta p o r p en d ã o dos povos. e das ilhas do mar. e de Sinar. “estandarte”. qu e as n a ções p ergu n ta rã o p ela raiz de Jessé. A “raiz de Jessé” significa que o M essias não só descende de Davi.I0-I6 10 E acon tecerá . Quando a casa de Davi tiver recuperado a sua glória na pessoa do M essias. p orq u e a terra se en cherá do con h ecim en to do Senhor . Em contraste com a condição de Jerusalém e o mundo nos dias de Isaías. . Que Ele se levantará como uma bandeira ( “posta por pendão”) quer dizer que Ele será a garantia de vitória e aquEle ao redor de quem as nações se reunirão. como também no nosso. KJV. “O monte da minha santidade” é o monte de Deus e quer dizer a Jerusalém milenial. kavod é a mesma usada a respeito da glória de Deus). as nações buscarão o favor e a orientação dEle. que o S en hor to rn a rá a esten d er a su a m ã o pa ra a d q u irir ou tra vez os resíd u os do seu p o vo que restarem da A ssíria. n a q u ele dia.25). e de H am ate. Ela será livre de qualquer um que possa causar mal ou dano. e do Egito. UM NOVO ÊXODO II. a sua casa. será gloriosa (A palavra Heb. a Sião milenial. “Pendão” ( “bandeira”. e de Patros. “ O S E N H O R é a minha Bandeira”. 4. mas é a real fonte da linhagem davídica. e o lu ga r do seu rep ou so será glorioso. Yabwch Nissi). N V I.15 (Heb. co m o as águ a s cob rem o mar.9 N ão se f a r á m a l n em da n o a lgu m em todo o m o n te da m inha santidade . o conhecimento pessoal e salvador do S e n h o r estará em todos os lugares. Esta é outra indicação do Velho Testamento de que o Rei messiânico não será um homem comum. O seu lugar de descanso. e de Elão. porque toda a terra será mudada (veja também 65.

Este será um êxodo novo e maior. qanoth) também pode significar resga­ te. Este era apenas um retorno parcial. I Pe I .5.I . não só das áreas onde eles se espalharam em tempos antigos. Contudo. “Adquirir outra vez” (Heb. O ver­ sículo 16 mostra que a prim eira vez foi no êxodo do Egito. T g I . e a ju n ta rá os dester­ rados de Israel. 13 E d esterra r-se-á a in veja de E fraim . Neemias e Ester indicam e como é mostrado no N o v o Testamento (A t 2. 12 E levan tará u m p en d ã o en tre as nações. e os disp ersos de J u d á co n grega rá desde os quatro co n fin s da terra. O propósito de Deus não é só trazer as pessoas de volta à terra.C. Todas . O “pendão entre as nações” é o Messias. Alguns entendem que a segunda vez se refere ao retorno de babilônia sob o edito de Ciro. e os a d versá rios de J u d á serão desarraigados. Ele quer trazê-los de volta para Si próprio (cf. Efraim e Judá estavam fre­ qüentemente contendendo. E fraim não in v eja rá a J u d á e J u d á não o p rim irá a E fraim.. pois muitos permaneceram espalhados em várias direções —como os livros de Esdras. onde Ioda a nação foi libertada da escravidão e levada para aTerra Promelida. Ex 19. Assim como foi o caso no primeiro êxodo. quer dizer. o próprio Senhor tornará a juntar o rema­ nescente justo do seu povo ( “os resíduos”) uma “outra vez”. Portanto.I ).C. O retorno preparará para a renovação espiritual. M as todo ciúme e hostilidade entre as tribos tinham acabado depois que eles voltaram da Babilônia. e depois da rebelião de Bar Kochba de cerca de 132— d.Naquele dia milenial. de todas as partes da terra. mas “desde os “quatro confins da terra”. Nos tempos do Velho Testamento.4). “na­ 35 quele dia” deve referir-se à restauração no término desta era. houve uma maior dispersão após a destruição de Jerusalém em 70 d. Por Ele serão juntados os exilados de Israel e Judá.

e o Príncipe da Paz governará sobre todos eles. . o Israel restabelecido voará “sobre os om bros” da F ilístia no O cidente e conquistará os povos no O riente. A menção da Assíria aqui pode indicar que é representativo de todos os lugares aos quais Israel foi espalhado por seus inimigos. Da mesma maneira que Deus secou o mar Vermelho (Ex 14. e o seu número. e m o v erá a su a m ã o con tra o rio com a f o r ç a do seu vento. as associações tribais serão restabelecidas como Ezequiel profetizou.3mas aqui Isaías está olhan­ do à frente para o dia milenial. com o su ced eu a I sra el no dia em q u e su b iu da terra do Egito. muito embora a terra vá ser dividida dife­ rentemente (em tiras correntes do oriente ao ocidente. Houve um retorno parcial da Assíria nos dias de Isaías. Haverá um novo êxodo a partir da Assíria. e os f i lh o s de A m om lhes obedecerão. como indicam os registros de Esar-Hadom. despojarão os fi lh o s do O rien te. fe r in d o . voa rã o sob re os om b ros d o sfilis teu s ao O cid en te. 14 A ntes. Deus fará uma estrada nítida e plana para o remanescente de seu povo voltar da Assíria. d iv id i-lo -á em sete corren tes. N o M ilênio. j u n ­ tos. deixando-o dividido em sete correntes rasas. Ez 48. Estas correntes contrastam com o único caminho através do mar Vermelho. qu e qu a lq u er atravessa­ rá co m calçados. Ele usará “a força do seu vento” para destruir o rio Eufrates. indica uma obra com­ pleta —o povo pode atravessar “com calçados” sem ter que molhar os pés. e. em E dom e M oabe lançarão as m ãos. M oabe e Amom.o .as doze tribos consideravam a si próprias e umas às outras como sendo judeus. N e­ nhuma nação será capaz de frustrar os propósitos redentores de Deus. 6E h a verá ca m in h o p la n o p a ra os resíd u os do seu p o vo que resta rem da A ssíria. sete. 15 E o SENHOR d estru irá tota lm en te o braço de m a r do Egito. Ao leste de Judá estavam Edom.21). Como uma águia poderosa.1— 29).

não no homem. 2 Eis que E )eus é a m in h a sa lvação.I) eles estarão confiando em Deus. Com a ira de Deus retirada.2). “Salvação” inclui as idéias de ajuda e prosperidade. e eles cantarão a mesma canção (Êx 15. e tu m e consolaste. “N a­ quele dia” aponta adiante para o reinado milenial do Messias descrilo no capítulo I I . Ele é aquEle mesmo que os levou do Egito para a Ierra Prometida.5. ó Senhor. A forma dupla “Senhor JEOVÁ” (Heb. reconhecendo que a ira dEle trouxe a disciplina que l ealmente veio do seu amor. naqu ele dia: G raças te dou. Ele será a sua força e o seu cântico porque Ele terá se torna . Por ocasião “daquele dia” (v . porque. A forma imperativa hebraica indica um pedido: “Deixe a sua ira se retirar”. ain da q u e te ira ste con tra m im . O medo terá acabado. com o rei. libertação. Depois que a ira de Deus é retirada de Israel. Louvor pela Salvação 12. Esta seção de Isaías finaliza com um hino de ação de graças. Isaías experimentou isto no capítulo 6. O povo respondeu. UM DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS PARA ISRAEL E AS NAÇÕES 12.1— 3 1 E dirás.1). eles exclamarão individualmente que Deus é “a minha salvação”. para salvação.4 sendo o primeiro a dar graças a Deus. eles estarão cheios de I(mvor por causa do conforto que Ele dá —um conforto que os ressegura da sua presença e bênção. Yah. o Deus eterno. Isaías expressa a confiança dos redimidos. a tua ira se retirou . eu co n fia rei e não tem erei p o rq u e o S en hor J eová é a m in h a f o r ç a e o m eu câ n tico e se to rn o u a m in h a salvação. N este hino. H ou­ ve também um cumprimento preliminar disto após a libertação de Senaqueribe em cumprimento das profecias de Isaías (40. Yabweh) enfatiza que Ele é o Deus vivo e verdadeiro. ajuda e bênção.1-6 a. Eles ficarão como os israelitas que viram os seus inimigos afogados no mar Vermelho. o Deus fiel que age no interes se do seu povo.

A s e g u n d a p a r te d e ste m a g n ífic o h in o é u m a c h a m a d a ativ a p a ra to d o s os p o vo s d a re m “g ra ç a s ao S e n h o r ”. 5 C a n ta i ao SENHOR. As “fontes da salvação” não são poços comuns.Todos os habi­ tantes de Jerusalém sobreviverão à crise assíria e se servirão dos po­ ços. T o d as as n açõ es p re c is a m sa b er o q u e D eu s tem fe ito em sa lv a r e re s g a ta r o se u povo.13. Jo 4. Tal música é ainda um modo maravilhoso para espalhar as boas novas do poder e da graça . e é ta m b é m u m a c h âm ad a p a ra in v o ca r o u p ro c la m a r o seu n o m e e os seu s fe ito s g lo rio so s. sa ib a -se isso em toda a terra. Salvação.3 8 ).10. de modo que o mundo inteiro saiba. in voca i o seu nom e. mas poços artesianos. Nos tempos do Novo Testamento. E le m erece te r as n açõ es ju n ta s lo u v a n d o -o e h o n ra n d o -o . fontes que nunca secam. Deixe o M undo Inteiro Saber 12. to rn a i m a n ifesto s os seu s f e i t o s en tre os p o v o s e con ta i qu ão ex celso é o seu nom e. Yesbu’ah. Yeskua. 7 . é outra forma do nome hebraico para Jesus. 3 E vós. S e u povo n ão deve m a n te r as b ê n ç ão s de D eu s p a ra si m esm o s. eles o honram pelo tipo de Deus que Ele é. Estes poços têm a sua fonte no próprio Deus (cf. No clima quente e seco na extremidade do deserto a água falava de vida e bênção. mas em público. b. enquanto tiravam água do tanque de Siloé.14. p o rq u e f e z coisa s g ra n d io sa s. O seu nome representa a sua natureza e caráter. Jr 2.do a salvação deles de uma forma até mesmo bem maior. com alegria. Por declarar que “excelso é o seu nome”. naqu ele dia: D a í g ra ça s ao SENHOR. As “coisas grandiosas” que Deus fez na sua majestade divina cla­ mam por cânticos de louvor acompanhados por instrumentos musi­ cais.4— 6 4 E direis. tira reis águ a s das f o n t e s da salvação. Estas canções não devem ser cantadas em particular. os judeus cantavam a respeito dos poços de salvação durante a Festa dos Tabernáculos.

. A grandeza do “Santo de Israel”.ile Deus em um mundo escuro e sombrio. W idyapranawa. Esta é uma conclusão apropriada para os capítulos 7 a 12. que está no meio do povo santo c redimido de Sião. requer exultações e cânticos (Heb. H . S. 2 8 0 -2 8 2 . 19 9 0 ). 6 E x ulta e can ta de goz o. 4 Alguns entendem o que fala como sendo as doze tribos de Israel unificadas.. H orton. Eerdmans. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. E f 6 .. 2 Stanley M . é a palavra de Deus”. Quais serão os resultados do seu governo e quando isto aconte­ cerá? 4. Isto deveria nos mover a um testemunho cristão alegre e corajoso. Tal música desperta fé e esperança. ó habitante de Sião. Como o capítulo 12 expressa a confiança dos redimidos? 6.I I excede o primeiro êxodo? 5. QUESTÕES DE ESTUDO 1. p o rq u e g ra n d e é o S anto de Isra el no m eio de ti.1 4 e 4 8 .2 0 . ronni. O que requer as coisas que Deus tem feito? CITAÇÕES 1 Cf.17 onde “a espada do Espírito. De que modos a “outra vez” de I I. 1 9 9 5 ). RJ: CPAD. B. “procla­ mando brados de alegria”). 3 Veja comentários sobre 13 . The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . 73. O que podemos entender do fato de que o Renovo é proveniente da raiz de Jessé? 2. O que fazem os sete Espíritos do SE N H O R ao Renovo? 3.

nos capítulos seguintes. A Destruição da Babilônia I3.I-I4. Ao longo de todas elas nós vemos a glória do Deus soberano e Todopoderoso e a realidade das suas promessas. e . estão entremeadas mensagens para o povo de Deus. A. Isaías se vol­ ta para o tema do juízo. Ele é o único Deus verdadeiro sobre toda a terra.23 Esta profecia é concernente à famosa e esplêndi­ da cidade da Babilônia dos próprios dias de Isaías.I-23. Nações estrangeiras são envol­ vidas no juízo de Deus e libertação de seu povo. reconhecendo que o mal ainda existe no mundo.I8 Após o maravilhoso hino de louvor.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá I3. Estes capítulos tratam de na­ ções estrangeiras. mas não em ordem cronológica e não como separadas dos procedimentos de Deus para com Judá e Jerusalém. de modo que.

A Assíria.7 Alguns reis assírios até mesmo enviavam parte do espólio das suas conquistas para Babilônia em vez de enviar tudo a Nínive. Igualmente. como se eles fossem os chefes ou os mais venerados deuses daquele rei assírio em particular. em uma época posterior. As cartas estatais da Assíria mostram que os assírios incluíram os deuses da Babilônia entre os seus próprios.não à Babilônia posterior de Nabucodonosor. A possessão da Babilônia significava um grande negócio ao prestígio da Assíria.4 Babilônia nunca consentiu ser incorporada ao Império Assírio. confirmando a importân­ cia da Babilônia.TiglatePileser III “deixou suas liberdades e seu território semelhantemente incólume”. Desde tempos antigos ela era poderosa e bem organizada.1A Babilônia nos tem­ pos assírios era o maior centro de comércio e indústria no vale do T igre e do Eufrates (veja mapa. N ão foi apenas a liderança comercial.5 Até mesmo quando a desunião interna da Babilônia a levou a submeter-se ao jugo assírio. por todo o seu cruel poder militar.2 Bel e Nabu (N ebo) são freqüentemente men­ cionados pelos assírios nas listas de deuses cuja proteção eles busca­ vam ou a quem eles declaravam honra. religiosa e cultural da Babilônia a alegar grandeza. Babilônia ainda retinha impor­ tância política. Apêndice B). Até mesmo mais importante.6 Outro fator que Isaías soube a respeito.21).8 . e eles eram extremamente pacientes com o povo da cida­ de. Até mesmo no tempo da conquista de Jericó por Josué. “uma boa capa babilônica” era alta­ mente cobiçada (Js 7. Babilônia foi lembrada por Heródoto em sua história como “uma das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”. os reis assírios tinham orgulho deles próprios em ser os protetores da Babilônia. é que o controle assírio sempre foi bastante tênue. Até que Senaqueribe finalmente destruiu a cidade. Babilônia reivindicava a liderança religiosa e cultural do mundo nos dias de Isaías. não tratou a Babilônia como um Estado de im portância secundária.3 Babilônia dominava a religião da Assíria. Várias vezes Bel e Nabu são mencionados sem qualquer referência a qualquer outro deus.

O profeta viu o juízo da Babilônia como vindo no curso da sua própria vida. Porém. e para Isaías deve ter parecido o clímax do juízo de Deus sobre o mun­ do através dos assírios. Babilônia. rei da Assíria.9 O reconhecimento assírio do deus babilônico Bel (identificado com M arduque) como o deus supremo. cerimônia de pegar as mãos de Bel— Marduque. Salmaneser V por exemplo. Certamente a destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a.. Sua queda aponta ao futuro para a queda final do sistema mundial babilônico descrito nos capítulos 17 e 18 do livro de Apocalipse.10Sargão fez o mesmo. rei das quatro regiões do mundo.12 A profecia concernente a isto foi provavelmente colocada prim ei­ ro nestas séries por causa de sua importância. e Deus lhe deu uma mensagem pesada para ela. Isto significava que o rei devia estar em Babilônia no Dia de Ano Novo a cada ano e realizar a ilustre. fez os reis assírios temerem desobedecer as demandas dos sacerdotes babilônicos de Marduque: Um legítimo rei da Babilônia deve ser reconhecido por Marduque.1 1 A Babilônia era o centro da atenção mundial nos dias de Isaías. A maioria dos reis assírios não desejava fazer isto. rei da Suméria e da Acádia”. ou precursor do juízo final. . mas humilde. Tiglate-Pileser III fez da Babilônia o primeiro grande objetivo no seu sonho de estabelecer um império mundial. desde o tempo da torre de Babel. mas ele era só “vice-rei”. era representativa de qualquer poder mundial que se levantava em orgulhosa desobediência a Deus. ou vice-presidente. se auto-proclamou “o rei poderoso.C. sinal. da Babilônia. deve ter parecido o auge das atrocidades da Assíria. M as não até dois anos antes de sua morte que nós encon­ tramos uma Tábua de Ninrode declarando-o “rei da Babilônia”.Nenhum rei da Assíria ousou proclamar-se rei da Babilônia so­ mente com o pretexto de ter conquistado a cidade.. a destruição da Babilônia aqui é um exemplo. rei do universo. de modo que eles se contentavam com um título menor. Normalmente os reis assírios acrescentavam o nome de um país conquistado a uma lista dos que eles governavam.

massa") signi­ fica “algo levantado”. Isaías antecipava o juízo sobre a Babilônia. A Ira de Deus sobre a Babilônia 13. Isto refere-se a uma palavra. declaração. filh o de A moz.7— A vitória deles será realmente o triunfo de Deus 12. Isaías “viu” isto. p a ra q u e en trem p ela s p o rta s d os p rín cipes. ■ Eu dei ordens aos m eu s santificados. Era uma men­ sagem carregada de pesado juízo. quer dizer. os que ex ultam com a m inha majestade. Deus comandará e intimará os guer­ reiros a quem Ele consagrou para levar a efeito a sua ira. j á cham ei os m eu s valen tes pa ra a m inha ira. Deus ordena que uma bandeira seja elevada como um sinal para o ajuntamento de tropas. Desse modo. ou pronunciamento da parte de Deus. 2 A lçai u m a ba ndeira sob re o m o n te escalvado. O orgulho e arrogância da Babilônia merecem juízo. ele recebeu isto como uma visão profética ou mensagem. porque Ele trará o seu juízo sobre eles no devido tempo. . de modo que “entrem pelas portas dos príncipes”. A ânsia deles para a batalha se compara com a atitude da Assíria em 10. 0 JUÍZO PORVIR EM BREVE I3. A palavra “peso” ou “oráculo” ou “sentença” (Heb.1— 5 1 P eso da B abilôn ia que v iu Isaías. Nas pedras nuas de uma alta colina. Ele também ordena uma ruidosa chamada e o acenar de mãos para encorajá-los a vir. Eles eram chamados “portas dos príncipes” porque os ricos e poderosos babilônicos se consideravam os aristocratas do mundo naqueles dias.I. onde os sinais facilmente po­ dem ser vistos.I-22 a. Eles são “santificados” no sentido de que Deus os consagrou para cumprir a sua vontade. provavelmente os portões da Babilônia. muito embora eles possam não conhecê-la. “Eu” está na posição enfática. sim . leva n ta i a voz p a ra eles e a cen a i-lh es com a m ão. ainda que eles não a conheçam. Aqueles que vêm contra a vontade desta se exultarão na majestade de Deus.

Isaías ouve o barulho de muitas “nações já congregadas” para a guerra contra a Babilônia. se tornando cada vez maior à medida que avançava: Os assírios perm i­ tiram aos homens de cidades e nações conquistadas juntarem forças com eles para recuperarem algumas das suas próprias perdas por le­ varem os despojos do próximo lugar de conquista. assolação) da parte de Shaddai (o Todo-Poderoso). Isaías diz que Deus é Yahweh tíva oth e Ele está reunindo um tív a ‘ para a guerra. Aqui. a voz do reb oliço de rein o s e de n a ções j á congregadas. 3 J á v e m d u m a terra d e longe.5). o SENHOR e o s in s tr u m e n to s da su a in d ign a çã o. às vezes se refere a exércitos terrestres e às vezes a hostes angelicais. Senaqueribe e os assírios exigiram a vitória sobre a Babilônia. O SENHOR dos E x ércitos p a ssa em revista o ex ér­ cito de g u erra . Usando outro jogo de palavras. Deus está usando um exército terrestre para trazer juízo sobre a Babilônia e destruí-la.6— 13 6 U ivai. Tseva significando “hoste” ou “exército” (plural. M as Deus está realmente no controle. Isaías diz que aquele dia virá como uma shod (destruição violenta. p o rq u e o dia do S enhor está p erto .13 O jogo de palavras enfatiza que Deus O . e o seu exército a destruiu. p a r a d e s tr u ir toda a q u ela terra. sem elh an te à de u m g r a n d e p o v o .4 J á se o u v e a g r ita r ia da m u ltid ã o sob re os m ontes. tfv a ‘oth). O exército assírio era como uma avalanche. agora a Assíria e seus exércitos combinados de muitas terras distantes se tornam “os instrumentos” para trazer o juízo de Deus sobre a Babilônia. Como a Assíria era a vara na mão de Deus para trazer juízo sobre Israel (10. Assim. povo da Babilônia se lamentará. d esd e a ex tre m id a d e d o céu . O Dia da Ira do SE N H O R Está Próximo 13. b. vem do T odop o d ero so com o assolação. Usando um jogo de palavras. pois o Dia do SE N H O R está perto de chegar.

Pode ser que começando com este versículo (e. Em vez de pegarem em armas para se defen­ der. Isaías está olhando para “o dia do S e n h o r ” como algo iminente. o seu rosto será rosto fla m eja n te . e se an gu stiarão. Esta destruição súbita e violenta chocou e surpreendeu os babilônios. Babilônia não poderá resistir à destruição violenta do Dia do S E ­ que está próximo. NHOR Eles ficarão tão terrificados que perderão os sentidos. A destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a.14 O que Isaías vê aqui é a ira de um Deus santo que é despejada. Os seus rostos fica­ ram “flamejantes”.m lugar do próximo) Isaías está falando do Dia do S e n h o r final. p a ra p ô r a terra em assola ção e d estru ir os p eca d o res dela. convulsionados com a dor que se apoderará deles como as dores agudas de uma “mulher parturiente”. e a sua coragem desaparecerá quando o coração dos homens se desanimar. Aqui. Durante anos.C. baarets ) também pode significar “o planeta terra”. . tornando “a terra em assolação” e destruindo os pecadores sobre ela. e o cora çã o de todos os h om en s se desan im a rá. co m o a m u lh er p a rtu rien te. e apoderar~se~ão deles d ores e ais.pode manter as suas promessas. Eles não poderão fazer qualquer coisa ou pensar em qual­ quer meio para se salvar. depois que os assírios to­ maram o controle da Babilônia. eles estarão tão desmoralizados que as suas “mãos se debilita­ rão ’. eles a trataram com respeito e honra —até que o rei assírio Senaqueribe a destruiu. s E a sso m b ra r-se-ã o . co m f u r o r e ira ardente. cada u m se espan tará do seu p r ó x im o . inflamados pela vergonha da sua derrota. “A terra” (Heb. 7 P elo q u e todas as m ã os se debilitarão. 9 Eis qu e o dia do SENHOR vem . torna-se um exemplo do juízo futuro que virá no D ia do S E N H O R final. horrendo.

a presunção do orgulhoso. . Am 5.22).22. 5.1 1) em uma viagem de três anos (I Rs 10. M t 24. Ap 6. Este pode ter sido de fato na índia. e abaterei a soberba dos tiranos. e a lua não f a r á resp la n ­ d ecer a su a luz.28. O juízo cairá sobre os indivíduos e a humanidade em geral. M uito do ouro de Salomão foi trazido de Ofir (I Rs 9. O local de Ofir é hoje desconhecido.30.12. O justo juízo de Deus será sobre a maldade do mundo —as enroscadas atividades do ímpio. Eles to­ dos serão humilhados e abatidos por causa das suas obras más. e a terra se m o v erá do seu lugar.18. Tal linguagem às vezes era usada a respeito de tremendas tempestades e terremotos. especialmente “o ouro fino de Ofir”. O remanescente será pequeno —este é comparado à escassez de puro ouro. 11 E v isita rei sob re o m u n d o a m aldade. O castigo aqui não é somente para Babilônia.10 P orque as estrela s dos céu s e os a stros não d eix a rã o b rilh a r a su a luz. Não há nenhuma compaixão aqui. só juízo sobre um mundo corrompido pelo pecado e maldade. mas para toda a terra habitada. O futuro Dia do SE N H O R envolverá escuridão por sobre toda a terra (cf.13). como Jerônimo e a Septuaginta sugerem. 12 F arei que u m hom em seja m a is p recio so do qu e o ou ro p u r o e m a is ra ro do qu e o o u ro f i n o de O fir. e a arrogân­ cia dos tiranos que violentamente exercitam a sua autoridade. p o r ca u sa do f u r o r do SENHOR dos E x ércitos e p o r cau sa do dia da su a a rd en te ira. a su a iniq üidade. sobre os ím pios. e fa r e i cessa r a a rrogâ n cia dos atrevidos. 13 P elo qu e f a r e i estrem ecer os céu s. e. o so l se escu recerá ao nascer. em seu furor e ira Ele fará os céus se estremecerem e a terra se mover do seu lugar.29. devido ao fato do mundo merecer o juízo de Deus. 1 0 . Portanto. 8.

os povos ca­ tivos fugiram de volta às suas próprias terras. Primeiro. cada u m v o lta rá p a ra o seu p o v o e cad a u m f u g i r á p a ra a su a terra. todo o qu e f o r apanhado. M as neste momento Deus . confirma em seus registros que quando Senaqueribe destruiu a Babilônia.16 16 E su a s cria n ça s serão despedaçadas p era n te os seu s olhos.C. não houve nenhum combate e nem tais atrocidades. Se eles eram achados se escondendo na cidade ou tentando escapar.000 babilônios que Senaqueribe reivindicava ter tirado antes.C.15A figura de uma “corça que foge” demonstra quão rápido eles correram para escapar. os quais descrevem a destruição da Babilônia em 689 a.150 cativos levados de Judá. Os anais de Senaqueribe.17 Quando Ciro e seus exércitos entraram em Babilônia em 539 a. Os assírios instalaram vários povos cativos em Babilônia para substituir os 208. aqueles que não são babilônios fugirão para as suas próprias terras. 15 Eodo o qu e f o r achado será traspassado e. as su a s casas serã o saqueadas. a m u lh er de cada u m . Babilônia Breve Será Subvertida 13. o filho e sucessor de Senaqueribe. Os babilônios não escaparam. dizem que as praças públicas ficaram abarrotadas de cadáveres.C. violada.14— 22 14 E cad a u m será co m o a co rça qu e f o g e e com o a ovelha que n in gu ém recolhe. e.c. ca irá à espada.. Isaías agora retorna aos seus próprios dias e dá vários aspectos do juízo sobre a Babilônia por Senaqueribe em 689 a. A ove­ lha sem pastor ( “ovelha que ninguém recolhe”) indica que o seu suserano babilônico já não estava presente para os confinar. pilharem preciosidades das casas e estuprarem mulhe­ res. Era comum para eles mata­ rem os bebês. eram todos eliminados. Os assírios eram impiedosos e cruéis.. Estes prova­ velmente incluíram a maioria dos 200. Esar-Hadom.18 Ciro se considerava um libertador das cidades que ele conquistara e não teria permitido esses tipos de comportamento.

não é impossível que Isaías reconhe­ cesse especificamente o contingente medo do exército de Senaqueribe em 689. Por outro lado.19 Os assírios no tempo de Senaqueribe rotularam todos os medos e persas de “M adai”. Re­ gistros antigos mostram que em 539 a. Depois Sargão II recebeu tributo deles e os manteve sob controle.. qu e não f a r ã o caso da prata. Tiglate-Pileser III fez uma conquista mais completa da qual ele chamava “os poderosos medos”. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.23 .C. ou seja.20 Os medos a quem Isaías se refe­ riu pode ser um termo geral para os exércitos combinados de Senaqueribe.22 lti E os seu s arcos d esped açarão os jo v e n s. Os assírios dirigiram oito campanhas contra a M édia um pouco antes da época de Isaías. Isto não se ajus­ ta ao tempo posterior de Ciro. Certamente. Quando Isaías era jovem. o seu olho não p o u p a rá os filh o s . e não se com p a d ecerã o do f r u t o do ven tre. só vingança. medos. nem tampouco desejarão ouro”). 17 Eis qu e eu d espertarei con tra eles os m edos. desde que Heródoto falou dos exércitos de Senaqueribe como “as hostes árabes”21 depois que Senaqueribe atravessou a Arábia em 688 a. Os exércitos posteriores dos medos e persas se consideravam os libertadores da Babilônia da anarquia de Nabonido e Belsazar. O tratamento cruel e a matança impiedosa descritas neste verso eram típicas dos exércitos assírios.C. nem ta m p ou co d esejarão ouro. Ciro foi um tipo diferente de con­ quistador.retirou a sua mão e permitiu aos assírios mostrarem a sua crueldade para o povo da Babilônia. o povo da Babilônia deu as boas-vindas ao exército dele deixando abertos os portões de cidade. Eles deram a Ciro até mesmo uma entrada triunfal completa com folhas de palmeiras. eles podem ser designados como a parte do exército que não queria despojos (não fazendo nenhum “caso da prata.

e a su a casa se en ch erá de h o rrív eis a n i­ m a is. nos dias de Isaías.25 Isto precisa ser conectado com a últi­ ma parte do versículo 22. o o rn a m en to d os reinos. 22 E as f e r a s qu e u iva m g r ita r ã o u m a s às o u tra s n o s seu s p a lá cios vazios. a expectativa da Babilônia era de uma longa e ininterrupta exis­ tência. onde a repetição enfatiza que a destruição da Babilônia está para vir em breve.24 N inguém acre­ ditava que qualquer coisa pudesse destruí-la. O mundo daqueles dias expressou horror e choque na sua súbita e total destruição por Senaqueribe. a g ló r ia e a soberba dos caldeus.. Até mesmo Senaqueribe tratou a cidade com considerável respei­ to até que ele finalmente decidiu que esta devia ser destruída. ela não ficará [continu­ ará] de geração em geração”. não passivos. de modo que a sua destruição se compara com a de Sodoma e Gomorra. 21 M as as f e r a s do deserto rep ou sa rã o ali.20) são ativos. Ele não dá nenhuma esperança para a cidade neste momento. A primeira parte é lite­ ralmente: “Ela não se assentará para sempre. e os seu s dias não se prolon garão. n em reed ifica d a de g era çã o em g era çã o . A Babilônia. e os sá tiros p u la rã o ali. n em ta m p ou co os p a sto res a li f a r ã o d eita r os seu s rebanhos. Os verbos (v. n em o árabe a rm a rá a li a su a tenda. mas nas . n os seu s p a lá cios de p ra z er. A ênfase do versículo 20 não é sobre um estado futuro. A captura da cidade pelos assírios não mudou essa expectati­ va. co m o tam bém os chacais. Antes da sua destruição em 689 a. Que os assírios não sejam mencionados aqui está em linha com o reconhecimento de Isaías de que um Deus santo estava usando os assírios para trazer o seu juízo divino. p o is bem p e rto j á vem chegando o seu tem po. qu an do D eu s as tra n s­ torn ou . e a li habitarão os avestru zes.19 E B abilôn ia. A cidade foi demolida. era realmente uma jóia ou “orna­ m ento” entre os reinos antigos.C. 20 N u n ca m a is será habitada. será com o S odom a e G om orra. Os caldeus sob o comando de Merodaque-Baladã a fez “a glória” de sua soberba.

Israel possuirá as nações. e os povos das nações servirão a Israel. onde árabes e pastores a evitariam e onde animais selvagens fariam dela a sua morada. e a casa de Isra el p o ssu irá esses p o v o s p o r serv o s e p o r servas. o Grande. e a ju n ta r -se-ã o com eles os estranhos. e o p o r á na su a p ró p ria terra. A cidade era muito importante para ser deixada na condição descrita nestes versos. a honraram. súbita e total destruição da Babilônia.1. Ele ainda é fiel. ISRAEL É RESTAURADA MAS BABILÔNIA É JULGADA I4. Isaías lembra a Israel (tam bém chamada Jacó) que o propósito de Deus não mudou. e na breve.26Este era exatamente o caso em 689 a.C. embora Saddam Hussein tenha tentado restabelecer partes da antiga Babilônia. suas ruínas ainda nos lembram que Deus destruirá a maldade. Ciro e Alexandre. Esar-Hadom a reconstruiu..2 1 P orque o S enhor se com p a d ecerá de Ja có . e ain da elegerá a Israel.atuais esperanças da Babilônia. A sua compaixão é um intenso amor cheio de misericórdia e afeto. As condições serão o contrário do que eram nos dias de Isaías.I-23 a. Em vez de nações os levando cativos. Assim. Instalar os israelitas “na sua própria terra” poderia também significar proporcionar-lhes segurança. Os seus capturadores serão os cativos. Em vez de nações tomando posse de Israel. e se achegarão à casa de Ja có . o significado não é que a cidade nunca seria habitada. as nações irão recolocar Israel na sua própria terra. mas não em qualquer outra época na história da Babilônia. 2. que eles não esperavam. e ela permaneceu uma grande cidade durante muitos sécu­ los —só sendo gradualmente desabitada depois que Bagdá tomou a liderança naquela parte do mundo. Nabucodonosor a aumentou. De modo que depois de um tempo. e cativarão aqueles qu e os ca tiva ra m e d om in a rã o os seu s opressores. e Israel dominará so­ . Antes de continuar com o julgamento sobre a Babilônia. paz e descanso. Compaixão sobre Judá 14. n a terra do SENHOR. 2E os p o v o s os receb erã o e os levarão aos seu s lugares.27 Hoje.

Porém. o único rei assírio nos dias de Isaías que levou o título “o Rei de Babilônia” e ascendeu a seu trono. Deus ainda usará Israel no seu plano divino. revelando a verdade a respeito do rei.3— 8 a co n tece r á que. Porém. Embora N abucodonosor depois tenha instalado os judeus na Babilônia. O reino de Deus iniciado por Jesus trouxe alívio (M t 1 1.bre os déspotas que uma vez os oprimiram. do tremor e do trabalho duro sofridos por aqueles que foram levados cativos pelos assírios.29 Ele estabeleceu o Neo-Império Assírio e instituiu a política de levar os povos cativos para outras terras. e da d u r a se r v id ã o co m q u e te f i z e r a m serv ir. 4 então. e dirás: C om o cesso u o op resso r! A cid a d e d ou ra d a a ca b ou ! Quando esse dia vier. .28— 30). Embora moldada após as orações funerárias reais do dia. Tiglate-Pileser III levava os povos para o exílio na esperança de controlá-los melhor. este particular rei da Babilônia é identificado nos versículos 17— 0 como alguém que não deixou os seus cativos voltarem às suas 2 casas e ele próprio não recebeu um enterro apropriado com direito a tumba como os outros reis. £ Haverá um dia de alívio da opressão. uma canção zombeteira contra o rei da Babilônia. o povo poderá proferir “este dito”. n o d ia em q u e o S enhor v i e r a d a r -te d esca n so d o teu trabalho. um conquistador diria aos habitantes de uma cidade quanto imposto ou tributo eles tinham de pagar e então os deixaria voltar e reconstruir as suas casas. Antes do seu tempo. b. seu conteúdo é agudamente satíri­ co. Estes fatos correspondem a Tiglate-Pileser III. U m Escárnio Contra o Rei da Babilônia 14.28 O rei não é nomeado por­ que ele não merece ser lembrado. p r o ferirá s este dito co n tra o rei da B abilôn ia. ele não os fez passar por tal sofrimento e trabalho força­ do. e d o teu trem or. mas o M ilênio trará alívio completo.

pois agora pode desfrutar de repouso e quietude (cf. .I I ) . 33. 10. 6 A quele qu e f e r i a os p o v o s co m f u r o r .A morte dele cumpriu perfeitamente as profecias nos versos 18— 20. é p ersegu id o. sem que a lgu ém o p ossa im pedir. 7J á descansa. O mundo se alegra com a morte desse opressor. Zc I .I 5.30 5 J á q u ebran tou o Senhor dom inadores. n in gu ém sobe co n tra n ós p a ra n o s cortar. e os ced ros do Líbano. agora.9. 10.13.. Agora Isaías zombeteiramente se dirige ao falecido rei por meio das árvores da floresta. “Júbilo” inclui gritos de alegria.12).C. Tiglate-Pileser III e as suas forças eram extremos em sua brutali­ dade contra as nações.. mas não se ajustam ao que nós sabemos dos reis babilônicos posteriores. N a I . o bastão dos ím pios e o cetro dos O SE N H O R verdadeiramente é aquEle que quebra “o bastão [po­ der] dos ímpios [o povo culpado]” e “o cetro [autoridade adminis­ trativa] dos governantes”. Ele os usa para trazer o seu juízo. 2.. e os cedros do Líbano” (cf. dois anos antes de sua morte. pois até mesmo o mundo natural se alegra. 8 A té as f a i a s se a legra m sob re ti. Os detalhes desta passagem correspondem a ele.34. dizendo: D esd e que tu caíste. Tiglate-Pileser diz que esmagou qual oleiro ao barro todos os que não o obedeceram e os espalhou ao vento como um furacão. mas eles são julgados por seu turno (cf. Em seus registros. Todos os anos o exército assírio saía em cam­ panhas militares e implacavelmente “feria os povos”. Ninguém po­ dia conter a sua cruel agressão. Ele tomou o título “o Rei de Babilônia” em 729 a. co m p ra ga in cessa n te . Nenhum lenhador assírio vem para derrubar “as faias [ciprestes] . 37. o q u e com ira d om in a va as nações. j á está sossegada toda a terra ! —ex cla m a m com jú b ilo.24).

se estenderão. os bichinhos. O seu corpo foi deixado sem nada da glória com a qual se vestia em vida. . desp ertou p o r ti os m o rto s e todos os p r ín cip es da terra e f e z lev a n ta r do seu tron o a todos os reis das nações. o rei poderoso. tendo se tornado em nada diferente de qualquer outro pecador. sendo reconhecidos uns pelos outros. mas os seus tronos são sem nenhum sentido. Como parte de seu julgamento ele não teve um enterro apropriado. debaix o de ti.9— 11 9 O in fern o. se tu rb o u p o r ti. o rei do universo”.c. Tiglate-Pileser III chamava a si mesmo de “o grande rei. Apesar de toda a sua pompa. Tiglate-Pileser III era o rei mais poderoso do seu tempo. Eles são retratados como sentados na escuri­ dão sobre tronos sombrios. Ele está agora sobre um leito de larvas e coberto de vermes. No Sheol (não a sepultura. Ele ti­ nha impressionado outros reis pela sua majestade e pelas suas reivin­ dicações de deidade. Estes incluíam os líderes e reis mortos por Tiglate-Pileser III e seus exércitos. p a ra te sa ir ao en co n tro na tu a vin d a . M as agora eles estão reduzidos a fraqueza. “bodes”. e os bichos te cobrirão. 11J á f o i derrib a d a no in fern o a tua soberba. desde o p ro fu n d o . ele foi trazido até ao Sheol ( “inferno”). co m o som d os teu s ala ú d es. Eles não mudaram. mas o inferno)31 os espíritos dos mor­ tos são despertados para encontrar o rei da Babilônia. Os líderes são chamados no hebraico Jattudim . 10 E stes todos resp on d erã o e te d irã o: Tu tam bém a d oeceste co m o n ós e f o s t e sem elh a n te a nós. Eles tinham retido a sua identidade pessoal. A Recepção do Rei da Babilônia no Sheol 14. com­ parando-os a bodes que conduzem um rebanho. Eles estão pasmos de que na sua morte ele se tornou tão fraco e tão ineficaz quanto eles.

tu que debilitavas as na ções! A pompa derrubada no Sheol é descrita como uma queda “do céu”. cujo significado é “portador de luz”. Satanás estava certamen­ te por trás do orgulho e da arrogância do rei. Lc 10. O monteTsaphon ( “Norte”) era tido pelos pagãos como sendo o assento dos principais deuses. tsaphon). versão latina da Bíblia Católica Romana. Por causa das arrogantes reivindicações do rei da Babilônia.32 13 E tu dizias n o teu cora çã o: Eu su b irei ao céu. o nome Lúcifer foi aplicado ao diabo por Jerônimo (o tradutor da Vulgata latina) — reconhecendo que Satanás de fato caiu do céu (cf.12— 17 12 C o m o ca íste do céu. [eu] exal­ tarei.. disseram que aplicar o nome a Satanás aqui era um grande erro. contudo. O povo piedoso de Jerusalém só reconhecia um único Deus verdadeiro e um único lugar . ele está em contraste com Cristo. exaltaria o seu trono acima das estrelas de Deus. ó estrela da m anhã. e se assentaria “no monte da congregação” (Heb. f i lh a da a lv a ! C o m o f o s t e lan çado p o r terra. A KJV (Versão King James) traduz “estrela da manhã” como “Lúcifer”. m e assen tarei. [eu] me assentarei”). a cim a das estrelas de D eu s. Note a repetição do pronome “Eu” ( “Eu subirei. Como a estrela d’alva que enfraquece na luz do amanhecer. O rei é chamado de “a estrela da manhã. determinou que se ascenderia ao céu. A ascensão do rei “ao céu” era somente pela sua arrogância e autoexaltação. no m o n te da co n g re­ gação. ou seja. O Orgulho e a Queda do Rei da Babilônia 14. da banda dos lados do N orte. e.. Certamente Satanás não ficou tão fraco quanto as pessoas no inferno (Is 14. filha da alva”..18). Ele que uma vez derrotou as nações está agora quebrado em pedaços sobre a terra. e. ele perdeu todo o seu brilho agora que está no inferno. um termo tomado emprestado da Vulgata. ex a lta rei o m eu trono. Como uma estrela da manhã em desvanecimento. Em seu coração.d. Não obstante..9). a ver­ dadeira “resplandecente Estrela da manhã” (Ap 2 2 .16). Lutero e Calvino. em seus pensa­ mentos ambiciosos.

1 8 — 20). e d irã o: É este o va rã o q u e fa z i a estrem ecer a terra e qu e fa z i a trem er os rein os? . será levado até à mais baixa parte do Sheol —na realidade. 14 S u b irei a cim a das m a is altas n u v en s e serei sem elh a n te ao A ltíssim o. SI 48.4 ).1 8 -2 0 . rei da Babilônia.1 7 . ls E. Esta mesma arrogância foi depois exibida por Senaqueribe.).sobre a terra onde Ele estava se manifestando —o monte Sião (veja o Dt 12. Por este ato ele se poria no mesmo nível que o “A l­ tíssim o” (Heb. contu do. ao m a is p r o fu n d o do abismo. até mesmo maior que o único Deus verdadeiro. 'elyon. ou confiarem no S E N H O R (3 6 . Assim.2 4 . o rei da Babilônia também disse que ascenderia acima das nuvens mais altas. “ao mais [íntimo] profundo do abismo”. co n sid era r-te-ã o . 1 -4 . até mesmo maior que o Deus de Israel —a quem ele classificou com os deuses das outras nações. (A palavra “abismo” é usada aqui como um sinônimo para Sheol. Dn 4 . Gn I I . Ezequias.1. levado será s ao in fern o.5. Que pecado profundo era isto! Era como o pecado de Adão e Eva.2 2 . 2 Ts 2 . o pecado da torre de Babel. etc. um título que realmente só pertencia ao único Deus verdadeiro.4). Continuando o pensamento dos versículos 9— o auto-exaltado 12. cf. a audiência de Isaías reconheceria que o rei da Babilônia estava reivindicando ser maior que qualquer deus.2.)33 16 O s que te v irem te con tem plarã o. quan­ do este enviou o seu principal oficial m ilitar para que tentasse conse­ guir a rendição de Jerusalém e para adverti-los a não escutarem o rei deles. e será o pecado do Anticristo (2 Ts 2. acima de onde era imaginado que os deuses viviam.2 5 . N o seu orgulho. que estava tentando alcançar o ponto mais alto no céu. Senaqueribe estava realmente reivindicando ser maior do que qualquer deus. 1 4 .

17 Q u e p u n h a o m u n d o com o u m deserto. haisP) significa um indivíduo do sexo masculino. com o corp o m orto e pisado. as tumbas eram consideradas importantes na honra ao morto. e é uma indicação a mais de que o significado primário desta passa­ gem se aplica a Tiglate-Pileser III. netser) é . As pessoas olharão para o cadáver dele e dirão com surpresa e repugnân­ cia: “E este o varão que fazia tremer a terra e que fazia tremer os reinos?” “O varão” (Heb. Ele também instituiu a política de levar os povos ao exílio em vez de os deixar voltar e reconstruir as suas casas. “como corpo morto e pisado”. algo considerado humilhante pelo povo da antigüidade. 19 M as tu és lan çado da tu a sepu ltu ra. com o os qu e descem ao co v il de pedras. “renovo” (Heb. Ironicamente. ja z em com honra. Ele seria expulso “como um renovo abominável”. e assolava as su a s cidadesP Q u e a seu s cativos não d eix a va ir soltos p a ra a casa delesP No estabelecimento do Neo-Império Assírio. Em contraste com todos os outros reis da época. ou mausoléu. cada u m na su a casa.1 8 -2 0 T odos os reis das nações. co m o u m ren ovo ab om in ável. Tiglate-Pileser III não seria enterrado regiamente em uma tumba mag­ nífica. todos eles. não a Satanás. deixando cada um deles como um sertão. pois o corpo do rei não estava em uma sepultura. Tiglate-Pileser III despojava todas as coisas valiosas dos territórios que conquistava. Isto também confirma o fato de que Sheol não é a sepultura. Nos tempos bíblicos. ou deserto. O Rei da Babilônia Carece de um Enterro Digno 1 4 .Agora Isaías dirige a nossa atenção ao fato de que o corpo de Tiglate-Pileser III jazeria insepulto. e. como um vestido saturado de sangue das pessoas mortas pela espada. co m o u m a v este de m o rto s atravessados à espada.

e o f i l h o . D eu s d e s a rra ig a rá o seu n o m e — o u seja. e a g ló ria do ju sto R en o vo d a lin h ag e m de D avi. d iz o SjENHOR d o s E x é r c i­ tos. o v erd ad eiro R e i d o s reis e S e n h o r d o s senh o res! 20 C o m e le s n ã o te r e u n ir á s n a s e p u lt u r a . O ju íz o de D eu s n ão é so m en te c o n tra o rei d a B a b ilô n ia .I . 22 P o r q u e m e le v a n t a r e i c o n t r a eles. p a r a q u e n ã o s e le v a n te m .P ile s e r III n e sta p assag em . O co m an d o é tam b ém p ara p rep arar lu g ar p ara “a m atan ça p ara os filh o s” dele p o r causa d a cu lp a de seus pais. E sta r e s p o n s a b ilid a d e é a p o n ta d a c o n tra to d o s os reis d a A s síria cm Isa ía s 3 7 . o ram o p o d re q u e se au to d en o m in av a “o rei d o u n iv e rso ”. m as c o n tra a p r ó p r ia B a b ilô n ia . f. seu p o d e r e a u to r id a d e — e n ão lh e d e ix a rá u m re m an e sc e n te co m o E le p ro m e te u a Isra el. e p o s s u a m a te r r a . Q u e co n traste en tre a vergo n h a do tiran o . O rei d a B a b ilô n ia n ão terá u m e n te rro d ig n o p o rq u e ele d e s tru iu a su a te r r a e m a to u o seu povo. T a lv e z esta seja u m a o u tr a raz ão p ela q u a l Isa ías n ão m e n c io n o u o n o m e d e T ig la te . Jesus.2 1 — 3 2 21 P r e p a r a i a m a ta n ça p a r a o s filh o s. “ a d e sc e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ão será n o m e a d a p a ra se m p re ”. Q ue eles n ão o u sem se levan tar “e p o ssu am a terra ” e en ch am a face da terra h ab itad a co m cid ad es — que serv iriam com o sím b o lo s d o p o d er e d a au to rid ad e deles. e o n eto . d iz o Sen hor . p o d e ser to m a d a co m o u m im p e rativ o : “N u n c a m e n ­ cio n e o n o m e d este d esc en d en te de m a lfe ito re s. A ú ltim a p a rte d o v e rsíc u lo a cim a. p o r q u e d e s t r u í s t e a tu a te r r a e m a ta s te o teu p o v o .1 8 . e o s r e s íd u o s . B a b ilô n ia T o rn a -se u m a T e rra P a n ta n o sa 1 4 . .a m esm a p alav ra u s a d a a resp eito d o M e s sia s em I I . este rei d a B a b ilô n ia ”. e d e s a r r a ig a r e i d e B a b ilô n ia o n o m e. p o r c a u s a d a m a ld a d e d e s e u s p a ís . a d e s c e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ã o s e r á n o m e a d a p a r a sem p re. e en ch a m o m u n d o d e cid a d es.

m as m e sm o a g o ra te m p o m a res e ja rd in s n as suas im e d iaç õ e s. isto n e m m e sm o te ria sid o n ecessário . A d e s tru iç ã o d a B a b ilô n ia será ta l q u e só a n im a is in ferio res h a b i­ ta rã o n e la ..34 O s re g istro s de C iro . P o r q u e Isa ías in ic ia esta seção sobre p ro fecias estran g eiras co m a B a b ilô n ia? 2 . e d e v i­ d o ao fa to d o s b a b ilô n io s te re m d ad o as b o a s-v in d a s ao ex ército d ele.35 QUESTÕES DE ESTUDO 1. D esd e o d é c im o -p rim e iro sé c u lo d .C ..C .C . O q u e p e r m itir á ao povo cativo n a B a b ilô n ia fu g ir d e v o lta às suas p ró p ria s terras? 4 .23 E red u z i-la -ei à p o ssessã o de co ru ja s e a lagoas de águas. d e p o is d e lo n g a s eras. O q u e c ara c te riz a v a a B a b ilô n ia nos d ias de Isaías? 3 .C . Q u e d ec laraç õ e s m o stra m q u e a d e stru içã o d a B a b ilô n ia era p a ra v ir lo g o ? C o m o isto fo i cu m p rid o ? . e cav o u trin c h e ira s a p a r tir d o rio p a ra in u n d a r a c id a d e e tr a n s fo r m á -la em u m p ân tan o . A área te m se to rn a d o m ais p a re ­ c id a c o m u m d e se rto d e sd e o te m p o d o s s e lê u c id a s n o terceiro sécu lo a . d iz o S e n h o r dos E xércitos. N ó s sab em o s ap en as de u m a o casião q u a n d o a B a b ilô n ia se to rn o u u m p â n ta n o in a b itá v e l — os p o u c o s an o s d e p o is de 6 8 9 a. a c id a d e d e H illa te m se s itu ­ ad o n a su a e x tre m id a d e m e r id io n a l. q u an d o S e n a q u e rib e d e m o liu a c i­ d ad e e in u n d o u o seu lo c a l..la “lag o as de á g u a s ” (o u p a n ta n a l) e v a rre r a c id a d e c o m a r íg id a “v a sso u ra de p e rd iç ã o ” se ria S e n a q u e rib e . e v a r r ê la -ei co m va ssou ra de perdição. M a s B a b ilô n ia n ão tin h a a in d a se to rn a d o u m p â n ta n o in a b itá v e l. O ag en te d e D eu s p a ra to r n á . E s c ri­ to res m ais a n tig o s n o rm a lm e n te c o n e c ta ra m su a in u n d a ç ã o co m a n a rra tiv a d e H e ró d o to d o s u p o sto d esv io d o rio E u frates p o r C ir o . c o n tu d o . E le a a rra s o u em 6 8 9 a . são s ile n c io so s a re sp eito d isto . O u tro s su g e re m q u e a c id a d e g ra d u a lm e n te se to rn o u u m p â n ta ­ n o in a b itá v e l.

10 Ibid. 2 3 8 . Ele era um turista grego do século V a. to 33 0 B. Como a destruição da Babilônia foi cumprida? CITAÇÕES 1 A m aioria dos com entários ignora isto e tenta aplicar esta profecia à con­ quista de Babilônia por Ciro. 2 1 4 . Que evidência a partir do capítulo 14 e da arqueologia mostra que o rei da Babilônia era Tiglate-Pileser III? 6. H . 196. State Letters o f Assyria. 78.. 1:383. ed. 2 vols.C. 3. 1:283. Ás vezes eles estavam corretos. 1 9 2 6 -2 7 ). 2 3 6 . 151. trans. 2:25. Por exemplo. 19 28 ). 14. 1:297. 7T heodore H . 197. 19 35 ). 1 12 Cf. 2 3 4 . Robinson. 129.C. 66. 2 9 . 22 0. . American Oriental Series. 2 2 4. 2 2 1 . 193.. 182. Isaiah 1— em The 39. M cKenna. 9 D aniel David Luckenbill. 138. 137. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. History. 19 0 0 ). H eródoto não era um historiador no sentido m oderno do termo. Charles Boutftower. 1 Ibid. ed. The Passing o f the Empires. que registrou o que os guias lhe contaram . 4 Gaston Cam ille Charles M aspero. O que mostra que este rei era apenas um homem? 8. 106. vol. A History o f Israel (O xford: Clarendon Press. M anuel K om roff (N ova Y ork:Tudor Publishing Co.. 109. às vezes não. L. 6 H erodotus. State Letters o f Assyria. até mesmo com entários conser­ vadores a esse respeito. 2 0 9 . como o de David L. The Book o f Isaiah ÇChapters I-X X JÍIX ) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. A. 58. George Rawlinson. 8 Pfeiffer. Como este rei se exaltou? 7. 55. 49. M .C. 19 51 ). M cClure.. 19 30 ). 112. 5 Ibid. 79. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. Sayce (Londres: Society for Prom oting C hristian Knowledge. 19 93 ). 2 3 3 . Communicators Commentary (D allas:W ord Books.5. 8 5 0 B.. 171. 98. trans. 90. 3 Ibid. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 2 R obert H enry Pfeiffer.

Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. Archaeological H istory o f Iran (Londres: H um phrey M ilford for the British Academy. Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 19 53 ). & T Clark. 3 1 6. James W. 2 :2 4 5 . 13 0 -1 3 1 . 4 2 -4 8 . The Annals o f Sennacherih (Chicago: U niversity o f Chicago Press. em The International Criticai Commentary (Edimburgo: T. 19 48 ). 15 Luckenbill. 2 5 2 -2 5 4 . E. The Book o f Isaiah. 69. A Criticai and Exegetical Commentary on the Book o f Isaiah I-XXXIX. 20 E. Commentary on the Book o f the Prophet Isaiah. Alexander. 39. 2 3 1. 1 9 3 5 ). 3 0 6. 17T h irtle sugeriu que o Salm o 137 reflete os sentimentos passados dos cati­ vos que retornaram de Babilônia nos dias de Isaías. Flecker. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: Abingdon Press. Joseph A. George Livingstone Robinson. rev. 19 24 ). 1:427. 19 87 ). 29 Flecker. W illiam Pringle (G rand R apids: W m . Hayes e Stuart A. Veja tam ­ bém George Buchanan Gray. 2a ed. State Letters o f Assyria. 26 E. RJ: CPAD. 109.. Old Testament Prohlems (Londres: M organ & Scott. 18. H erzfeld. 24 Boutflower. Flecker foi um dos prim eiros a identificar o rei aqui como T iglate-Pileser III. 19 95 ). 31Veja Stanley M . trans. ed. Book o f Isaiah.. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. Veja McKenna. 19 01 ). 109. 19 54 ). H orton. 73. A New Translation o f Isaiah (Londres: E lliot Stock. 1 9 5 5 ). 1 9 4 9 ). 27 Saddam H ussein tem tentado restabelecer algum as das ruínas da antiga Babilônia. Isaiah 1— 173. 51. 131. Ancient Records. cf. Boutflower m ostrou também bases razoáveis para isto. 1 9 1 6 ). 2:6. (Princeton: Princeton U niversity Press. Pritchard. 18 James B. 30 Para m ais evidências disto veja Boutftower. 1:281. 76. 23 Ibid. Irvine. RJ: CPAD. 22 Cf. Oxford U niversity Press. 316. Book o f Isaiah. 1 9 9 8 ). (G rand R apids: Baker Book House. 9. 25 João Calvino. Luckenbill. 14 Stanley M . 19 Luckenbill. Pritchard. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. . Ancient Near Eastern Texts. H orton. Boutflower. T h irtle. 21 H erodotus. 83. 1:281. B. History.. Ancient Records. Pfeiffer. 16 D aniel David. Eerdmans. 28 John H . 133. ed. 2 5 1 . 73. Book o f Isaiah. A N ew Translation o f Isaiah.U O jogo de palavras é m ais óbvio no hebraico antigo que grafava somente as consoantes.

e. e. mas o lugar dos espíritos dos m ortos. O propósito de Deus era castigar os assírios a seu devido tempo. co m o d eterm in ei. 1:304. 1:441. 1 9 6 9 -7 2 ). Young. No ano seguinte (6 88 a. Alexander. assim se efetu ará. a terra de Judá. Edward J. 1957).37). O poder de Satanás ainda não term inou. B.1 26 E ste é o con selh o qu e f o i d eterm in a d o sob re toda esta terra.32 Observe que o poder do rei term inou com a sua queda. Isaías viu isto em 10.36. 116. 19 75 ). A destruição dos 185.12.Juízo Sobre Muitas Nações 14. a s­ sim su ced erá . G rand R apids: Zondervan Publishing House. 2 vols. na s m in h as m ontanhas. a pisa rei.C. The Book o f Isaiah. 33 Sti’ol não é a sepultura. Unger’s Bihle Dictionaiy (Chicago: M oody Press. e isto é expresso em forte terminologia. 35 M errill E Unger.000 homens do exército de Senaqueribe fez efetivamente isso (37. como a de um juramento. (G rand R apids: W m . Commentary on the Prophecies o f Isaiah. dizendo: C o m o p ensei.14. N a época em que Isaías profetizou. Senaqueribe jamais fez outra campanha m ilitar durante os anos restantes do seu reinado.14 I. Cf. e esta é a m ã o q u e está estend id a sob re todas as nações. A ASSÍRIA SERÁ ESMAGADA NA TERRA DE DEUS 14. Eerdmans. parecia que nada poderia pa­ rar a Assíria. p a ra q u e o seu ju g o se a p arte deles. Veja nota em 5. 2 7P orque o . 34 Joseph A.) a profecia foi cumprida. em I (1 8 7 5 : reimpressão.24-27 24 O SENHOR dos E x ércitos ju r o u . M as Deus tinha um firme propósito em quebrar a do­ minação assíria. e a su a carga se d esvie dos seu s om bros. B.24— 17. Deus se comprometeu a quebrar e destruir os assírios na sua pró­ pria terra. 3 vols. 25 Q u ebra n ta rei a A ssíria na m in h a terra.

a datação é no ano que o rei morreu. este parecia um bom tempo para se revoltar contra a Assíria. M as com o tratado de Acaz. não o ano da acessão do novo rei. A FILÍSTIA NÃO ESCAPARÁ DO JUÍZO 14. o in va lid a rá ? E a su a m ã o esten d id a está: quem .SENHOR dos E x ércitos o d eterm in o u .28-32 28 N o an o em qu e m o rr eu o rei A caz. Por conseguinte. p orq u e da ra iz da cobra sa irá u m basilisco. Nenhum ser humano ou poder terrestre pode impedi-lo de cumprir os seus pro­ pósitos. Por outro lado. pois. Ele é o Senhor da história. quem . e o seu f r u t o será u m a serp en te ardente.1 4 . Alguns entendem “a vara que. havia uma tentação para quebrar esse tratado. Davi tinha subjugado os filisteus.1 5 ).7). Assim. 2. p ois. Judá se tornou subserviente à Assíria..) Acaz tinha feito o tratado com a Assíria em desobediência a Deus (veja cap. porque o novo rei já estava no trono como um governante junto com o seu pai.C.. o ano em que o rei Acaz mor­ reu.C.. o rei Sargão II estava ocupado tratando das revoltas no outro extre­ mo de seu im pério e não pôde expulsar M erodaque-Baladã da Babilônia naquele momento. Proveniente deste virá outro . toda a F ilístia. Isaías pode ter tido em mente o poder da Assíria. A “raiz” e o “fruto” significavam a árvore inteira (cf. seu poder sobre a Filístia estava quebrado. (Como em 6. Agora que ele se fora. Isaías se volta agora para 715 a. p o r s e r quebrada a va ra qu e te f e r i a .. a f a r á v o lta r atrá s? O propósito de Deus é estendido agora para toda a terra. Parecia ao povo que o poder assírio fora quebrado porque depois que Salmaneser V morreu em 72 2 a. um merisma semelhante em 9 . h ou ve este peso. 29 N ão te alegres. Judá os tinha man­ tido por muito tempo em sujeição. mas era um erro proceder dessa forma. feria” a Filístia como sendo a casa de Davi. voadora.1. A sua mão está “estendida” para trazer juízo sobre as nações.

Assim. yissad). m a s f a r e i m o r r e r de f o m e a tua raiz. (Veja caps. “Os opressos de seu povo” —até mesmo os mais pobres e mais humildes —acharão refugio seguro nela. Isto fala de Israel como o “primogênito de Deus” (Ex 4. g rita . Sargão II não atacou Jerusalém e Senaqueribe fracassou em tomá-la. estás toda d erre­ tida.22). Os mensageiros filisteus aparentemente querem que Ezequias se una a eles na rebelião contra a Assíria. e seria tolice de Judá unirse aos filisteus para tentar fazer isso.) . e serã o d estru íd o s os teu s resídu os.rei assírio traiçoeiro como uma serpente. mas o juízo de Deus trará fome e morte aos filisteus. ó p o rta . A expressão “do N orte vem uma fumaça” refere-se à vinda da Assíria como um exército poderoso. M as Jerusalém deve declarar a sua confiança em Deus. A “porta” representa a “cidade”. e ambas as palavras aqui são coletivas. e n in gu ém f i c a r á so li­ tá rio no tem po determ in ado. pois. todas as cidades e o povo da Filístia deveriam estar uivando e chorando. que “fundou-a” (Heb. Esta não poderia ser parada. tu. deixando atrás de si a fumaça de cidades incendiadas. em vez de se alegrarem. 31 U iva.2 30 E os p rim o g ên ito s dos p o b res serã o apascentados. “Os primogênitos dos pobres” é uma tradução literal. 36 e 3 7 com respeito aos procedi­ mentos de Deus em relação a Senaqueribe. porque eles serão derreti­ dos. 32 Q u e se respon derá. cada um mais venenoso que o anterior. ó F ilístia. totalmente desmoralizados e incapazes de resistir ao inimigo. p o rq u e do N orte vem u m a fu m a ç a . “Os necessitados” parece se referir ao povo de Jerusalém. a os m en sa geiros do p o v o ? Q u e o Senhor f u n d o u a Sião. ó cida de. e os n ecessi­ tados se deita rã o segu ros. p a ra qu e os opressos do seu p o v o nela en co n trem abrigo.

Isto pode significar que Salmaneser lutou ao mesmo tempo em várias frentes. A Destruição de Moabe 15. f o i d estru íd a Q u ir de M oabe e f o i desfeita. Depois. todas as cabeças fi c a r ã o calvas. 2 Vai su bindo a B ajite. f o i destru ída A r de .Também é provável que quando Acaz morreu em 715 a. Ezequias conside­ rou 715 como o verdadeiro primeiro ano do seu reinado.1— Agora Isaías vê que essa ines­ 3). Após a morte de Jeroboão II de Israel (7 53 a. p o r N ebo e p o r M edeba. Ezequias estava livre para limpar o templo e celebrar a grande Páscoa descrita em 2 Crônicas 29. C ertam en te■em u m a noite. M oabe u iv a rá . Amós profetizou contra M oabe (Am 2. ou que ele enviou unidades menores para as várias cidades.1— 16. M oabe foi conquistado por Davi.14 Os capítulos 15 e 16 tratam de M oabe (descendentes de Ló. e toda a barba será rapada. de Ar pelo rio Arnom no norte (N m 21. e a D ibom . MOABE 15.1— 9 1Peso de M oabe. Ele não tinha podido fazer isso enquanto o seu pai estava vivo. . A forma destes capítulos é a de uma lamentação. Moabe tomou conta de algumas das cidades que antigamente eram israelitas.27. a.15) a Q uir (depois conhecida como Kerak) no sul. Isto aconteceu provavelmente durante o reinado do rei assírio Salmaneser. 3. em u m a noite. certam ente. o reino norte de Israel o controlava de vez em quando.37) localizado no lado oriental do mar M orto. Nem teria ele sido capaz de destruir os lugares altos e os altares em Efraim e Manassés antes que Oséias fosse derrotado e Samaria levada ao exílio em 722 a.C. e aos lu gares altos. As cidades de M oabe não são mencionadas em qualquer padrão geográfico claro.C.C. M oabe e f o i d esfeita. Desse modo.36. a ch orar.).3 a 30.. Gn 19. muito embo­ ra ele tivesse reinado como rei com seu pai durante seis anos. perada e súbita destruição será difundida.

todos a n d a m u ív a n d o e choram a b u n d a n te­ m ente. Seus habitantes irão para o seu templo dedicado a seu deus. 3 C in g ira m -se de p a n o s de sa cos nas su a s ru a s. tinha sido concedida aos levitas (Js 2 1 . Os telhados e praças pú­ blicas estavam cheios com pessoas chorando. p o r isso. Porém. ou uivar. O lamento de M oabe sobre as cidades de Nebo (leste do rio Jordão) e de Medeba (sudeste da extremidade norte do mar M orto) mostra que eles estão destruídos. a importante cidade sob o comando do rei Mesa. pox-que perderam a coragem. com o a n ovilha de três an os. p orq u e.39 ). junto com a vergonha por causa da derrota. ao leste do Jordão e aproximadamente vinte e dois qui­ lômetros a sudoeste de Amã. até J a z a se o u v e a su a voz. Eleale estava localizada cerca de três quilômetros a norte-nordeste de Hesbom. Usar vestes grosseiras ( “sacos”) feitas do cabelo de cabras pretas era outro sinal de tristeza. Jaza estava localizada aproximadamente dezesseis quilôm etros a sudeste de Hesbom. estava localizada cerca de cinco quilômetros ao norte do rio Arnom. com o E leale. 4 A ssim H esbom . nos seu s terraços e nas su a s praças. Camós. Os soldados de M oabe gritam alarmados. no cam in h o de H o ro n a im . fu g i r a m os seu s n ob res p a ra Z oar. Hesbom.Dibom. p o rq u e v ã o cho­ ra n d o p ela su bida de L uíte. e para os seus lugares altos a céu aberto localizados na colina fora da cidade para lamentar. luto e desgraça. Cabeças e barbas raspadas eram um sinal de profunda lamentação. os a rm a d o s de M oabe cla m a m . anda g rita n d o . 5 O m eu cora çã o clam a p o r cau sa de M oabe. a su a alm a trem e d en tro deles. O país inteiro estava com o aspecto abatido. ela foi capturada pelo rei M esa de M oabe e ainda estava em mãos moabitas nos dias de Isaías.

22). possivelmente por causa da intercessão de Abraão por Sodoma em Gênesis 18. embora o juízo deva vir sobre este.6). O amor de Deus ainda estava estendido para Moabe. 8 P orque o p ra n to rod ea rá os lim ites de M oabe. Rute. “M eu coração” é paralelo a “[Eu] acrescentarei” (v. Ele parece ter um lugar especial em seu coração para Moabe. Davi levou seus pais a Moabe para protegê-los. até JEglaim che­ g a r á o seu clam or. provavelmente o vadi Zerek na fronteira meridional de Moabe. assim como a de uma novilha de três anos na qual nunca foi posto jugo. a caminho de Zoar. veio de Moabe. O povo de M oabe está fugindo para o sul a Zoar. e não há v erd u ra algum a. Deus enterrou Moisés em algum lugar em M oabe (D t 34.9). provavelmente o ribeiro ou vadi Numeira (veja N m 32. 6 P orque as á gu a s de N in rim serã o p u ra assola ção.3. a pequena cidade que escapou da destruição de Sodom a e G omorra (Gn 19. 7 P elo que a a b u n d â n cia que a ju n ta ra m e o que g u a rd a ra m . estão na direção da extremidade sudeste da porção principal do mar M orto. p o rq u e se seco u o fe n o . e ain da até B eer-E lim chegará o seu ru gido. As riquezas acumuladas durante os tempos de prosperidade terão que ser removidas para preservação além do ribeiro dos salgueiros ao sul. cuja filha se tornou a ancestral dos moabitas. onde a preocupação de Abraão era realmente por Ló. era uma colina. d efin h ou a erva . As fontes de Ninrim. ou fortaleza que poderia oferecer refúgio tem­ porário. cidadela.21. Luíte. Elas se tornaram áridas e desérticas. ao rib eiro dos sa lgu eiros. . Horonaim era outra cidade a caminho de Zoar. o levarão. A fuga deles é rápida.leva n ta m u m lastim oso pranto.27). O coração de Deus está sempre quebrantado por causa dos pecados do povo e por causa do juízo que deve vir. Deus está se lastimando por Moabe. a ancestral de Davi. Quando Saul perseguia a Davi. Js 13.

uma fortaleza edomita no topo do monte próximo de Petra (onde remanescentes dos edomitas ainda existem). Jerônimo disse que “Dimom” e “D ibom” eram usados de modo intercambiável. As águas de Dimom constituem um riacho ao leste do mar M or­ to. . desde Sela. p o rq u e ain da a crescen ta rei m a is a D im o m : leões co n tra aq ueles que esca p a rem de M oabe e con tra as relíq u ia s da terra. R ia­ chos que correm com sangue não era juízo suficiente —pois Deus ainda enviará mais.4. Nos Rolos do mar M orto e na Vulgata latina lê-se “D ibom” (veja 15. até ao m o n te da fi lh a de Sião.O clamor por socorro penetrou os limites de Moabe. onde o rei M esa de M oabe enviou 100.2). H á alguns que interpretam o leão como sendo o exército assírio que continua atacando implacavelmente. 2 D e ou tro m odo. Aqueles que escaparem do exército assírio serão atacados por leões. eles deverão enviar cordeiros como tributo “ao dominador da terra” (cf. 9 P orq u a n to as águ a s de D im o m estão cheias de sa n gu e. Os moabitas fugitivos iriam para o sul do mar M orto a Sela.000 cordeiros como tributo a Acabe. rei de Israel). lan çado f o r a do ninho. Beer-Elim ( “poço dos heróis”) ficava na fronteira norte. no d eser­ to. 2 Rs 3. Voltando à situação do povo de M oabe nos vaus do rio Arnom. Eglaim pro­ vavelmente ficava no sul de Moabe. buscando ajuda. “Dimom” pode ter sido usado aqui para um jogo de palavras com a palavra hebraica para sangue (represa).Moabe Contrastada com Sião 16. De Sela eles enviariam o tributo para Jerusalém. O país inteiro estava lamentando por causa da destruição. su ced erá qu e serã o as f i lh a s de M oa be ju n to aos v a u s de A rn om com o o p á ssa ro vagueante. b.1— 5 1 E nviai o co rd eiro ao d o m in a d o r da terra. Até mesmo naquela fortaleza eles não se sentiam seguros.

hesed) é o trono do Messias. ó M oabe. e bu squ e o ju íz o . Os mensageiros moabitas falam. serv e-lh es de refú g io p era n te a f a c e do d estru id o r. a d estru içã o é desfeita. sendo o verdadeiro e legítimo her­ deiro de Davi e cumprindo a aliança dada a ele. 4 H a b item en tre ti os m eu s desterrados. 3 T om a conselho>ex ecu ta o ju íz o . dando-lhes refúgio da destruição assíria. Ele sentará sobre o trono em contínua fidelidade em Jerusalém.2—4 ] O trono que “se firm ará” numa imutável aliança que guarda o amor (Heb. I 1. escon d e os d esterra d os e não descu bras os vagueantes.5) olha à frente para o futuro.Nos vaus do rio Arnom as mulheres fugitivas de Moabe eram como pássaros cujos ninhos foram espalhados. Eles querem que Ezequias e Je­ rusalém lhes dêem “conselho” (levem a efeito um plano). Os agressores perecerão. 5 P orque u m tron o se f i r m a r á em benignidade. tomem uma decisão governamental. e sob re ele no ta b ern á cu lo de D a v i se a ssen ta rá em v erd a d e vim que ju lgu e. [cf. p o rq u e o hom em v iolen to terá f i m . Será um juiz justo e será diligente na promoção da justiça. Eles instam para que Jerusalém não os traia entregandoos nas mãos do inimigo. O contexto indica que o gover- . m eio -d ia co m o a n oite. como Isaías tão freqüentemente o faz. A últim a parte deste verso (como também o v. e se ap resse a f a z e r ju stiça . Os moabitas querem que Jerusalém deixe os seus fugitivos vive­ rem com eles. e apresenta um contraste. e p õ e a tu a som bra no p in o do . e os opressores são co n su m id o s sob re a terra. e provejam um esconderijo seguro para os fugitivos. Sua condição lamentável mostra o quanto os moabitas precisam de ajuda. deixando-os vagar à toa. O Senhor os deixa saber que o tempo está vindo quando a extorsão e a destruição cessarão.

p e rto d o m o n te N e b o n a p a r te n o rte de M o a b e ). a s o b e r b ís s im a . O s b o lo s d e p assas q u e eles p ro d u z ira m fa z ia m p a rte da sua ad o ra ç ã o p a g ã (c f. “b o lo s de p a s sa s ” . P o rta n to . e d a s u a so b erb a . O d e s tr u id o r a sso lo u os seus c a m p o s co m o ta m b é m as v i­ d e iras de S ib m a (ta m b é m c h am a d a S e b a m . e sta p ro m essa se a p lic a a M o a b e . e d o s e u f u r o r . S u a s explosõ es de fú ria eram so m en te conversa vazia. to d o s u i v a r ã o .8 ) . Isaías resp o n d e ao p ed id o dos m o a b ita s e ap o n ta p a ra o o rgu lh o co m o a cau sa d a d e s tru i­ ção de M o a b e . T o d o s eles la m e n ta m p o r cau sa d o s “ fu n d a m e n to s ” (lite r a lm e n te . . O s arro g an tes m o ab itas ta m b ém re je itaram a fé expres­ sa n o versículo 5 . 1 5 . O s 3 . v ã o c h e g a n d o a J a z e r . p o i s j á es tã o a b a la d o s. A lg u n s a c re d ita m q u e este v ersícu lo sig n ific a q u e n o s d ias de Isaías.1 ). c. a p r in c ip a l c id a d e n a p a r te su l de M o a b e ( c f 1 5 .1 ) . o s s e n h o r e s d a s n a ç õ e s t a la r a m a s s u a s m e lh o r e s p l a n t a s .s P o r q u e o s c a m p o s d e H e s b o m e a v in h a d e S ib m a e n f r a q u e c e ­ ra m .H a r e s e t e . ‘ashisbe) de Q u ir-H a re s e te .6 —1 2 6 O u v i m o s d a s o b e r b a d e M o a b e. g e m e r e i s p e lo s f u n d a m e n t o s d e Q u ir . e d a s u a a l t i­ v ez .n o d o M e s s ia s se e ste n d e rá aos g e n tio s . a s u a j a c t â n c i a é vã . O O rg u lh o d e M o a b e T ro u x e o D esp rez o 1 6 . M o a b e u i v a r á p o r M o a b e .5 . o s s e u s r a m o s s e e s te n d e r a m e j á p a s s a r a m a lé m d o m a r. H eb . H e sb o m n o ex trem o n o rte d e M o a b e fo i o u tr o ra u m a c id a d e is ra e lita . 7 P o r ta n to . a n d a m v a g u e a n d o p e lo d e s e r to . O s assírio s e as su as h o stes ( “os sen h o res das n a ç õ e s”) ta m b é m d e s tru íra m u m v in h e d o q u e se e s te n d ia em d ireção . M o a b e la m e n ta p o r si m e sm o (c f. N ã o s o c o rrid o s p o r essa ad o ração . eles só p o d em la m e n ta r q u e e ste ja m im p ie d o s a m e n te b a tid o s e os seus v in h e d o s p ro d u to re s de p assas este ja m d e s tru íd o s . D e p o is de lid a r co m o fu tu ro m e io de salvação. E z e q u ia s se to r n o u u m sím b o lo d o M e s s ia s e era e sp e ra d o q u e fiz e s ­ se o q u e era c o rreto .

Alguns interpretam este versículo como Isaías falando. e ninguém está pisoteando as uvas nos lagares. Deus acabou com o brado deles. As frases "[Eu] pratearei” e “regar-te-ei com as minhas lágrimas” mostra novamente que o SE N H O R lamenta com M oabe sobre a perda de seus vinhedos e frutas de verão que pereceram no grito de batalha.3 6 ). 9 P elo que p ra n tea rei.34). o H esh om e Eleale. O seu pesar e a sua dor nos dias de Noé. Eu f i z cessa r o jú b ilo . a compaixão de Jesus por Jerusalém. regar~te~ei co m as m in h as lágrim as.6. 10 E fu g iu o fo lg u e d o e a a legria do ca m p o f é r t i l . ”Q uir-H eres” em he­ braico é qir chares. a vin h a de Sibm a. cf. “intestinos”) fazendo um som semelhante a harpa (Heb. Todavia. parece mais provável que Deus esteja expressando a dor firmemente cravada que Ele sente (cf. uma outra antiga cidade israelita (Js 2 1 . p o r Q u ir-H eres. assim ne­ nhum suco está fluindo para a cuba mais baixa. Moabe tinha se expandido em todas as direções. Alguns vêem isto como o cumprimento de “porque ain­ da acrescentarei mais a Dimom” (15. 11 P elo que m in h a s en tran h as soam p o r M oabe com o harpa. e enten­ dem a referência do profeta ao seu próprio coração (Heb. mas agora estava destruído. e j á na s vin h a s se não canta. também Jr 4 8 .3 9 ) apro­ ximadamente dezesseis quilômetros a oeste de Amã.9). desde que Deus está falando no verso 10. n em há jú b ilo a lgu m . j á o p isa d o r não p isa rá as u v a s nos lagares. Ele tem compaixão. Gn 6. “lira”) para Moabe e o seu interior para Quir-Heres como uma expressão de sarcasmo.ao norte até Jazer. kinnor. Ninguém está se alegrando nos pomares ou está cantando nos vinhedos. p orq u e o jú b ilo dos teu s f r u t o s de v erã o e da tua sega desapareceu. Chares quer dizer um pedaço de cerâmica quebra­ . Lc 13. m e’ay. co m o p ra n to de Jazer. em direção do leste ao deserto e rumo ao oeste para o mar M orto. e o m eu interior. embora eles mereçam o juízo (cf.

13. m as u m m o n tã o de ru ínas. e o resídu o será p ou co. p eq u en o e im potente. Não há mais nenhum moabita. JUÍZO SOBRE DAMASCO I7 . Sua sobra será muito pequena e sem poder. Isto significa exatamente três anos completos. 14 M as. com toda a su a g r a n d e m u ltid ã o . Será óbvio quando os moabitas forem para os seus lugares altos adorar e buscar ajuda do seu principal deus. no passado. Hoje. O SE N H O R é o único Deus ver­ dadeiro.I-3 1 P eso de D am asco. 12 E será que. q u an do se ca n sa r n os altos. e perderam a sua identidade nacional. con tra M oabe. E is q u e D a m a sco será tirada. Os descen­ dentes de Moabe se espalharam. 4. a glória de Moabe se tornará de pouca monta. e j á não será cidade . Dentro daquele tempo. Aqueles que se desviam do SE N H O R para outras práticas reli­ giosas as acharão totalmente inúteis. que eles só esta­ rão se enfadando. e en tra r n o seu sa n tu á rio a orar. q u a n d o M oabe se apresentar. dizendo: D en tro em três anos. Camós. os árabes jordanianos ocupam aquele território. 15). A Assíria cumpriu esta profecia.da. A profecia anterior fora feita um pouco antes por Isaías (cap. . tais qu ais os a n os de assalariados. será en vilecid a a g ló r ia de M oabe. agora. e o nome provavelmente é um jogo de palavras irônico sobre o nome de Q uir-H eres (1 6 .14 13 E sta é a p a la vra q u e o S enhor fa lo u .7 ). As suas orações no lugar santo dele não trarão vitória. d. nada alcan çará. o único que pode prover refúgio e salvação. unidos em casamento (provavel­ mente com árabes). f a l o u o SENHOR. Agora ele acrescenta que o Senhor a cumprirá “dentro em três anos”. M oabe Será Julgada Dentro deTrês Anos 16. como seria declarado em um contrato comercial dado a alguém que fosse contratado para um trabalho.

indica “suas cidades”. com uma longa história. “já não será cidade” (Heb. Desse modo. “removida ou afastada de [ser] uma cida­ de”) não significa que a destruição seria permanente. Esta profecia da destruição de Damasco foi cumprida através de Tiglate-Pileser III em 73 2 a. quer dizer. não Aroer.C. Se isto refere-se às cidades em Moabe e Amom. com o tam bém o rein o de D a m a sco e o resíd u o da S íria. No entanto.6).3Ela não tinha mais nenhuma impor­ tância nos tempos do Velho Testamento. d iz o S enhor dos E xércitos. Samaria. Damasco e o remanescente da Síria tam­ bém estarão sem defesas. (A Septuaginta. sua princi­ pal fortaleza. serã o co m o a g ló r ia dos f i lh o s de Israel. a cidade foi novamente reconstruída. porém.25). e novamente em 728— 727. hão de s e r p a ra os rebanhos. e uma em Amom (Js 13. O reino norte de Israel tinha se aliado com Damasco (veja 7. 2 As cida des de A roer serã o ab andon adas. em 722. as cidades sob o controle de Damasco. A glória deles terá acabado da mesma manei­ . mas que estaria simplesmente completa na ocasião.) A Bíblia menciona três cidades chamadas Aroer: uma em Judá (I Sm 30. executou o seu rei. depois da liderança desta sua tribo). seria destruída.Quando Isaías começou a profetizar. musar m e’ir.28). qu e se d eita rã o sem h a ver q u em os espante.5. e a fez parte da província assíria de Hamate. 3 E a fo rta lez a de E fraim cessará. uma em M oabe (Js 12. que tomou Damasco também tomou a parte norte de Israel (referida aqui como “Efraim”. depor­ tou muitos de seus habitantes. Israel não tinha mais nenhuma defesa em sua fronteira do norte.2).C. importante e rica cidade. A mesma campanha m ilitar assíria que também tomou Damasco passou para a parte norte de M oabe e tomou as cidades de Aroer. Rezim. A campanha de Assíria de 734— 732 a. Damasco era uma grande. Ele saqueou a cidade. isto se ajustaria à situação depois que Tiglate-Pileser III despovoou parcialmente a área. Desde que havia terra fértil e um bom abastecimento de água lá. Depois.

ra que a glória de Israel acabou. Esta era a palavra do SE N H O R dos Exércitos (Heb. Yahweh T fv a ‘oth, “o SE N H O R das Hostes [exércitos]”), o Único no controle definitivo dos exércitos da terra e do céu.
5. A COLHEITA E A RESPIGA I7 .4 -I I

a. O Remanescente de Jacó Será Pequeno 17.4— 6
4 E será d im in u íd a , naquele dia, a g ló r ia de Ja có, e a g o r d u r a da su a ca r n e desaparecerá.

Israel cometeu um erro terrível se aliando com Damasco. A falsa e mundana glória de Jacó (Israel) será reduzida a nada, como a gor­ dura em um homem faminto. 5 P orque será co m o o sega d or qu e colhe o trigo e, co m o seu braço, sega as espigas; e será tam bém co m o o qu e colhe espigas n o va le dos R efains. A glória de Israel é melhor comparada ao que é deixado depois que os grãos são colhidos e são respigadas as cabeças restantes de grãos. “Refaim” quer dizer “fantasmas”, uma ênfase adicional à tra­ gédia da queda de Israel. O vale estava logo ao sudeste de Jerusalém e outrora teve férteis campos de grãos. 6 M as ain d a fi c a r ã o n ele a lgu n s rabiscos, com o no sa cu d ir da oliveira : d u a s o u três az eiton as na m a is alta p o n ta dos ra m os e qu atro o u cin co.n os ra m os m a is ex terio res de u m a á r v o r e fr u t í fe r a , d iz o Senhor D eu s de Israel. Haverá um remanescente ( “alguns rabiscos”), mas será pequeno. Isto é comparado às poucas azeitonas — “duas ou três... quatro ou cinco” —deixados depois dos ceifeiros terem sacudido os galhos por causa das azeitonas restantes. b. U m Dia Quando as Pessoas Atentarão para Deus 17.7,8 7 N aquele dia, aten tará o h om em p a ra o seu C ria dor, e os seu s olhos olharão pa ra o S anto de Israel.

“Naquele dia” é o futuro Dia do SE N H O R . Deus tem um propósi­ to em perm itir a derrubada da glória de Israel: fazer as pessoas (Heb. ha adam, “o s homens”, i.e., “a humanidade” — não só Israel, mas o mundo inteiro), coletiva e individualmente, olharem atentamente para ( “em atenção a”, NASB) o seu Criador, que também é o Criador de Israel. Deus também usa Israel para conseguir que o mundo reconhe­ ça o único e verdadeiro Deus, que é “o Santo de Israel”.
8 E não aten ta rá pa ra os altares, obra das su a s m ãos, n em olhará p a ra o qu e fiz e r a m seu s dedos, n em pa ra os bosques, n em p a ra as im agen s do sol.

Quando retornarem para Deus depois do sofrimento, eles não procu­ rarão ajuda novamente nos altares pagãos ou nos ídolos. Para fazer uma aplicação aos seus próprios dias, Isaías especifica que os “postes-ídolos” (ARA —dedicados a Asera) e “os altares” de incenso portáteis usados na adoração pagã não mais serão respeitados. A Lei ordenava aos israelitas que os demolissem (Ex 34.13). Os “postes-ídolos” ou eram imagens de madeira de Asera ou uma “árvore da vida” estilizada, a qual ficava à entrada das casas de prostituição (cf. Dt 16.21). Estes eram bordéis de­ dicados à deusa Asera, a qual era considerada pelos cananeus como sen­ do a mãe de Baal e de sessenta e nove outros deuses.4 Podemos aplicar este adicional ao fato de que quando o povo se postar diante do tribunal do juízo de Deus, nada a não ser a confiança no SEN H O R ajudará. c. Um Dia de Desolação 17.9 9 N aquele dia, serão as su a s cidades f o r t e s com o os lugares ab an­ don ados no bosque ou sobre o cu m e da s m ontanhas, os qu ais fo r a m a b an don ados an te os fi lh o s de Isra el; e haverá assolação. Isaías fala novamente do juízo de Deus. Os cananeus foram expul­ sos outrora por causa da sua idolatria. A Lei proibia a adoração em santuários pagãos e lugares altos deixados pelos cananeus. Embora os israelitas muitas vezes se voltassem para tais lugares, sempre que eles estavam verdadeiramente servindo ao SE N H O R , esses lugares ficavam

desertos. No Dia do SE N H O R , a confiança nas “cidades fortes” será abandonada como os santuários idólatras em tempos de reavivamento. d. Castigado por Esquecer de Deus 17.10,11
10 P orq u a n to te esq u eceste do D eu s da tua sa lv a çã o e não te lem braste da rocha da tua fo rta lez a ; p elo que bem p la n ta r ás p la n ta s f o r m o s a s e as cerca rá s de sa rm en to s estran hos:

O juízo de Deus virá sobre Israel porque os seus corações e men­ tes já não estão focalizadas em seu Salvador —aquEle que os libertou do Egito, o Deus que é, e que tem sido, a “rocha”, a fortaleza inex­ pugnável deles. Eles têm estado muito ocupados plantando jardins5 para a adoração de falsos deuses. As videiras importadas ou “sarmentos estranhos” insinuam alianças estrangeiras que eram contrárias à von­ tade de Deus. Deste modo, o esquecimento de seu Deus era uma rebelião e uma traição.
11 N o dia em qu e as p la n ta res as cerca rá s e, p ela m an hã, fa r á s q u e a tu a sem en te brote; m a s a colheita v o a rá n o dia da tribula~ çã o e das d ores in sofríveis.

A sua plantação ou montagem (o Heb. pode significar cercar cui­ dadosamente) de um falso jardim e a atividade de fazer com que a semente floresça carrega uma falsa esperança de uma boa colheita. A colheita a partir da adoração pagã e do emaranhando das suas alian­ ças não importava em nada. Ao invés disso, eles colherão o juízo de Deus: o “dia da tribulação e das dores horríveis”. Também é possível que a plantação inclua os seus planos para se revoltarem contra a Assíria, possivelmente a revolta que foi esmagada por Tiglate-Pileser III em 734 a.C.
6. DESTRUIÇÃO SÚBITA 17.12-14

12 A i da m u ltid ã o dos g ra n d es p o v o s q u e bram am co m o bram am os m a res e do ru gid o das n a ções qu e ru gem co m o ru gem as im p etu osa s á gu a s!

Isaías se volta à súbita destruição do inimigo, a Assíria. “A i” (Heb. boi) pode significar “oh!”, e indica lamentação. Haverá um alvoroço ou “rugido” das nações como uma tempestade no mar ou um rio em fase de inundação. M uitas nações ( “águas”) tinham se juntado à Assíria.
13 B em ru girã o as nações, com o ru gem as m u ita s águas, m a s ele rep reen d ê-la s-á , e fu g ir ã o p a ra longe; e serã o cfu g en ta d a s com o a p ra ga n a d os m o n tes dia n te do v en to e co m o a bola d ia n te do tifã o .

As nações unidas sob o comando da Assíria virão como uma inun­ dação furiosa, mas Deus as repreenderá. Em vez de arrastarem tudo diante delas como esperavam, o SE N H O R falará uma palavra e elas serão varridas como a palha da espiga de cereais ( “como a pragana ao vento”) e os arbustos diante de uma ventania ou uma tempestade.
14 Ao anoitecer, eis qu e há p a vor: e an tes que am anheça, eles não serão. E sta é a p a rte daqueles qu e n o s despojam , e a so rte da q u e­ les que n os saqueiam .

O juízo de Deus acontecerá em uma noite. Esta profecia foi ca­ balmente cumprida no juízo do anjo da morte sobre os 185.000 homens do exército de Senaqueribe (2 Rs 19.35), um juízo mereci­ do por causa da aterrorização, pilhagem e saque de Judá por parte deles.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. 2. 3. 4. 5. Como e quando 14.25 foi cumprido? Que juízo viria sobre os filisteus e por quê? O que causaria a lamentação em Moabe? Por que Deus mostraria pesar sobre Moabe? O que queriam os moabitas de Ezequias e de Jerusalém?

Quais foram as causas da destruição de Moabe? O que aconteceria em três anos? Como a destruição de Damasco foi cumprida? O que acontecerá ao mesmo tempo à parte norte de M oabe e à parte do norte de Israel e por quê? 10. Que juízo virá sobre a Assíria?

6. 7. 8. 9.

CITAÇÕES
1 Ele não deixou nenhum registro tardio exceto algumas inscrições em edificações em Nínive e Assur. Veja D aniel David Luckenbill, Ancient Records o f Assyria and Babylonia, 2 vols. (Chicago: University o f Chicago Press, 1926— 7 ), 2:183. 2 2 Sargão abafou as revoltas filistéias em 7 1 9 e 711 a.C.; Senaqueribe abafou um a em 7 0 1. H erbert M . W olf, Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse Academ ie Books, 1 9 8 5 ), 116. 3 Charles E Pfeiffer, O ld Testament History (G rand R apids: Baker Book House, 19 87 ), 334. 4 Alguns cananeus a consideravam como sendo cônjuge de Baal. Veja W olf, Interpreting Isaiah, 120. 5 “Plantas formosas” provavelmente significa “plantas do jardim de A donis”. W illiam L. H olladay, A Concise Hehrew and Aramaic Lexicon o f the Old Testament (G rand Rapids: W m . B. Eerdmans, 19 86 ), 2 4 0.

C. Etiópia e Egito 18.1-20.6
I. JUÍZO SOBRE A ETIÓPIA (CUXE) I8 .I-6

1 Ai da terra qu e en som bra co m as su a s asas, q u e está além dos rios da E tiópia.

Isaías desloca-se agora da profecia de juízo sobre muitas nações (1 7 .1 2 ) para um ai específico para a Etiópia (Cuxe). A terra que

“ensombra com as suas asas” (Heb. tsiltsal, “grilos alados”) em ambos os lados “dos rios da Etiópia” —o N ilo azul e branco —é a terra de Cuxe, a qual não é a moderna Etiópia, mas o Sudão, ao sul do Egito. Em último plano, podemos notar que o faraó cusita, Piankhi, inva­ diu o Delta do Egito cerca de 725 a.C. e trouxe tudo menos uma pequena parte sob o seu controle. Ele estava preocupado a respeito das muitas tentativas assírias para controlar o comércio fenício com o Egito. 2 Q u e en v ia em b a ix a d ores p o r m a r em n a vio s de ju n c o sob re as águas, dizendo: Ide, m en sa geiros velozes, a u m a nação alta e polida, a u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; a u m a n a ção de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s dividem . Isaías ordena que os mensageiros passem “por mar”, quer dizer, ao longo da costa mediterrânea, em navios de junco. A eles é ordena­ do a irem a uma nação alta ou magra e “polida” (ou, de pele bronze­ ada). Este é um povo que evoca medo desde muito longe ( “desde o seu princípio”), uma nação se expandindo e pisoteando outros sob os pés, e “cuja terra os rios dividem” (Heb. casber~ba/‘u n‘harim, “cujos rios encharcam”). Alguns tomam isto como tendo uma aplicação geral a qualquer terra acessível através da água. Outros os tomam como sendo os assírios, pois a sua meta era conquistar o Egito e Cuxe.1Outros entendem o mar como sendo o rio N ilo (cf.N a 3.8), e o povo alto e polido como sendo os egípcios que, diferentemente dos povos semíticos, barbeavam-se.2
3 Vós, todos os habitantes do m u n d o, e vós, os m o ra d o res da terra, qu an do se a r v o r a r a bandeira n os m ontes, o v ereis; e, qviando se to ca r a trom beta, o ou vireis.

A chamada é para todos os povos do mundo. O levantamento de uma bandeira (estandarte) e o soprar de uma trombeta (de chifre de carneiro) era um sinal para as tropas entrarem em ação. Isaías quer que eles estejam prontos para ver e ouvir.

4 P orque assim m e disse o Se n h o r : E starei quieto, olhando desde a m in h a m orada, com o o a rd o r do so l resplan decente, com o a n u v em do orva lh o no ca lo r da sega,

Isaías então ouve a palavra do S e n h o r para ele. O tempo para a ação ainda não tinha chegado. Deus tem o seu momento certo, e é um erro passar à frente de Deus. O SE N H O R permanecerá “quieto” e nada fará a não ser ficar “olhando” do lugar de sua habitação, o templo, quando há “o ardor do sol resplandecente”, quando há uma “nuvem do orvalho no calor da sega”. Em outras palavras, o SE N H O R não oferecerá nenhum apoio a planos de rebelião contra a Assíria, muito embora Ele saiba o que está acontecendo e ainda esteja no controle definitivo da situação. Ezequias aprendeu isto de um modo difícil quando rejeitou as advertências proféticas de Isaías e fez uma aliança com o rei cusita do Egito. 5 P orque a n tes da sega, qu an do j á o ren ovo está p erfeito , e as u v a s verd es am a d u recem , então, p o d a rá os sa rm en tos, e tira rá os ram os, e os cortará. M as Deus tem o seu tempo para a ação. Ele não perm itirá a co­ lheita. Da mesma maneira que as uvas estão começando a amadure­ cer e o inimigo está esperando uma colheita, Ele levará facas de poda e cortará abaixo as videiras. Isto é o que aconteceu a Senaqueribe quando ele esperou tomar Jerusalém, mas ao invés disso foi ferido pelo anjo da morte, o qual tomou as vidas de 185.000 homens do seu exército. A palavra para os “sarmentos” ou brotos da videira (Heb. zalzal) parece ser um jogo de palavras sobre “ensombra com suas asas” (Heb. tsiltsal) do versículo I.
6 E les serã o deix a d os ju n to s às aves dos m on tes e aos a n im a is da terra; e so b re eles vera n ea rã o as a ves de rapina, e todos os a n i­ m a is da terra in v ern a rã o sob re eles.

Os assírios que fogem de volta à sua própria terra deixarão m ui­ tos cadáveres, os quais se tornarão um banquete para “as aves de

rapina” dos montes e para os selvagens “animais da terra”. Lá haverá tanta carnificina que terá comida suficiente para os pássaros ao longo do verão e para os animais selvagens ao longo do inverno.
2. PRESENTES TRAZIDOS AO SENHOR 18.7

7 N aquele tem po, tra rá u m p resen te ao Senhor dos E x ércitos u m p o v o alto e p o lid o e u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; u m a nação de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s divid em ; ao lu g a r do n o m e do Senhor dos E x ércitos, ao m o n te de Sião. O povo descrito em 18.2 enviará presentes ao SE N H O R dos Exér­ citos, “ao lugar do nome do SE N H O R dos Exércitos, ao monte de Sião”. Pode ter havido um cumprimento inicial disto nos presentes trazidos a Ezequias depois que Deus o curou (2 Cr 32.23). Porém, no final das contas, o mundo inteiro verá a glória do Senhor enquan­ to Jesus é estabelecido como o Rei messiânico no monte Sião.
3. JUÍZO SOBRE 0 EGITO I9 .I-I5

1 P eso do Egito. E is qu e o SENHOR v em cavalgan d o em u m a n u v em ligeira e v irá ao E gito; e os ídolos do E gito serã o m o v id os p era n te a su a fa c e , e o cora çã o dos egíp cios se d erreterá no m eio deles.

Antes que a Assíria viesse contra Judá em 701 a.C. o rei Ezequias estava voltando os olhos para o Egito por ajuda. O Egito outrora tinha escravizado o povo de Deus e era freqüentemente seu inimigo. Os egípcios adoravam a muitos deuses e acreditavam que o deus sol era maior que qualquer outro deus. Eles também adoravam a faraó. Porém, esta profecia sobre o Egito declara que o poder de Deus fará o Egito temer Judá (1 9 .1— 17). Deus será adorado no Egito (1 9 .1 8 — 22). O Egito e a Assíria se unirão em adoração com Israel; Deus os fará uma bênção. O SE N H O R está vindo para o Egito em uma nuvem luminosa e ligeira, fazendo tremer os ídolos do Egito ( “nadas”) e o

povo do Egito perder a coragem. Esta era uma advertência nos dias de Isaías para Ezequias e para o povo de Judá não escutarem ao enco­ rajamento egípcio para se rebelarem contra a Assíria. 2 P orque f a r e i com qu e os egípcios se levan tem co n tra os egípcios; e cada u m p eleja rá con tra o seu irm ã o e cada u m , co n tra o seu p r ó x im o ; cid a d e con tra cidade, rein o con tra reino. Deus incitará discórdia interna, provocando os egípcios para luta­ rem um contra o outro. Isto aconteceu nos anos 740s e 730s a.C., quando cidades do Egito se voltaram em suspeita umas contra as outras.
E o esp írito dos egípcios se esva ecerá den tro deles; eu d estru irei o seu conselho, e eles co n su lta rã o os seu s ídolos, e en ca n ta d ores, e adivinh os, e m ágicos.

O espírito deles estará agitado, devastado, em choque, e seus con­ selhos e planos serão confundidos por Deus. Com conselheiros hu­ manos contradizendo-se entre si, os egípcios se voltarão para os ído­ los (lit., “nulidades sem valor”), aos espíritos dos mortos, e aos mé­ diuns e espíritas que reivindicavam ser possuídos por tais espíritos.
4 E en trega rei os egípcios nas m ã os de u m sen h o r duro, e u m rei rigo ro so os d om in a rá, d iz o Senhor, o Senhor dos E xércitos.

Deus entregará os egípcios aos senhores severos e um rei feroz regerá sobre eles como um ditador. O faraó cusita (etíope) Piankhi tomou o controle de todo o Egito. Em 715 a.C., ele foi sucedido por outro senhor implacável, Shabako. Em 671, Esar-Hadom, da Assíria, conquistou o D elta do Egito até Mênfis, e em 663 Assurbanipal tomou Tebas, a capital do Egito. Deus continuou entregando o Egito para estes e outros conquistadores. J E fa lt a r ã o as águ a s do m ar, e o rio se esgota rá e secará. 6 T am bém o s rio s a p od recerã o; e se esgota rã o e seca rã o os can ais do E gito; a s ca n a s e os ju n c o s se m urcharão. 7A relv a qu e está

ju n to ao rio, ju n t o às rib a n ceira s dos rios, e tu d o o qu e f o i sem eado ju n to ao rio se secarão, e serã o arran cados, e não su b ­ sistirão. 8 F os p esca d ores gem erã o , e su sp ira rã o todos os qu e lan çam an z ol ao rio, e os que esten d em red e sobre as águ a s desfalecerão.

O Egito dependia do N ilo para a sua própria subsistência. O que as águas do N ilo não podiam irrigar nada mais era do que a areia do deserto. Onde o N ilo alagava e onde as suas águas pudessem ser usadas para irrigação, a terra era rica. Eles poderiam cultivar duas, e em alguns lugares, três colheitas por ano. Para o N ilo secar e os m ui­ tos córregos, canais e regatos na área do Delta terem diminuído ou secado era uma tragédia terrível. Os peixes morreriam e causariam um enorme mau cheiro. Os peixes no N ilo eram a fonte principal de proteína na dieta dos egípcios. A história egípcia registra várias vezes quando o N ilo não pôde irrigar a terra. 9 E en vergo n h a r-se-ã o os que trabalham em linho f i n o e os que tecem p a n o branco. 10E os seu s fu n d a m en to s serão despedaçados, e todos os que trabalham p o r salário fic a r ã o com tristeza na alm a. A fabricação de pano de linho fino era uma das principais indús­ trias no Egito. Os trabalhadores em linho e pano branco serão enver­ gonhados e ficarão lívidos, perdendo a esperança. Embora a N IV traduza a palavra hebraica skabtkotbeha como “traba­ lhadores em pano” Ç‘ The workers in cloth”'j, ou, tecedores, esta é melhor traduzida como “seus fundamentos” que serão despedaçados (v.IO). [Nota do Tradutor: A versão brasileira N V I omite esta primeira parte do versículo], A seca da terra afeta a todos, inclusive os pilares ou fundamentos da sociedade (egípcia) e os trabalhadores diaristas mais humildes que serão afligidos por esta reviravolta infeliz de eventos.
11 N a v erd a d e lo u co s são os p r ín cip es de Z oã; o conselho dos sábios con selh eiros de Faraó se em h ru teceu ; com o, pois, a Faraó direis: S ou f i l h o de sábios, fi lh o de a n tigos reis?

Zoã (também chamado deT ânis) era uma importante cidade no D elta do Egito. Seus líderes se vangloriavam a respeito da sua grande sabedoria. Eles seriam expostos como “loucos” (o Heb. aqui é uma exclamação), muito estúpidos para ver os resultados destas ações. Os conselheiros de faraó tinham uma reputação de sábios (cf. At 7.22), mas eles provaram ser tão estúpidos quanto o gado. Isaías lhes per­ gunta como podem dizer que são homens sábios, filhos, ou discípu­ los, dos “antigos reis?”
12 O n d e estão agora os teu s sábiosP A n u n ciem -te, agora, ou in fo r m e m -te do qu e o Senhor dos E x ércitos d eterm in o u con tra o Egito.
S e os homens sábios do Egito fossem realmente sábios, eles seri­ am capazes de anunciar o que o SE N H O R Todo-poderoso, o S E N H O R dos Exércitos, pretendia para o Egito, e Isaías os desafia a proceder assim. Está claro que eles não podem. Deus anulou a suposta sabedo­ ria deles.

13 L oucos se torn a ra m os p r ín cip es de TLoã, e en ga n a d os estão os p rín cip es de N cfe; eles ja r ã o er ra r o Egito, eles que são a p ed ra de esqu in a das su a s tribos.

Não só os líderes a Zoã tinham se tornado “loucos” ou tolos, os líderes em Mênfis (Heb. nopb) tinham falsas esperanças. Elas deveri­ am ter sido “a pedra de esquina” sustentando as “suas tribos” (Heb. stivate~ha “tribos, distritos, províncias”) do Egito. Ao invés disso, fi­ zeram com que eles errassem —um engano fatal.
14 O S e n h o r d erra m o u n o m eio dele u m p e rv er so espírito; e

eles fiz e r a m e r r a r o E gito to m toda a su a obra, co m o o bêbado qu an do se rev o lv e no seu vôm ito.

Porque os líderes do Egito estavam fazendo o povo errar, o SE­ NHOR aumentou o seu erro por derramar no meio deles um espírito atordoado e cambaleante.

Por conseguinte. Ele é um Deus santo e tem que julgar o pecado deles. Deus usará a terra de Judá. e tem erã o p o r ca u sa do m o v im en to da m ã o do S enhor dos E xér­ citos. Judá será um terror para o Egito. Isaías agora olha adiante e proclama cinco profecias a respeito de um dia futuro quando o Egito já não será um poder dominante. O Egito e os seus líderes se colocaram em uma posição desesperada da qual eles não podem se desembaraçar. o ra m o ou o ju n co . UM DIA DE CASTIGO E CURA PARA 0 EGITO 19. p orq u e ela se há de m o v er co n tra eles. Alguns estudantes da Bíblia acreditam que o espírito cambaleante era um espírito de juízo que se misturou com os próprios espí­ ritos deles. 4. podem fazer qualquer coisa sobre isto. todo aquele a q u em isso se a n u n cia r se assom brará. Nem tampouco os seus líde­ res ou as pessoas comuns. tremendo em terror por causa da mão divina de juízo que Deus está movendo so­ bre eles. 15 E não a p roveita rá ao E gito obra a lgu m a qu e p ossa J a z e r a cabeça. do que d eterm in o u con tra eles. em tudo o que fazem. A simples menção de Judá trará assom­ bro por causa do que Deus está planejando contra o Egito. o Egito será como mulheres desamparadas.16-25 16 N aquele tem po. nem o superior nem o inferior. a cau da. os egípcios serã o co m o m u lh eres. A situação inteira está fora de controle. Ao invés disso. controlando-os. eles estão cambaleando como um homem tão bêbado que vomitou sobre si mesmo. Tal pes­ soa não poderia tomar decisões sábias ou dirigir o povo na direção certa. . e trem erão. Isaías queria que Judá visse quão tolos eles eram em confiarno Egito para qualquer ajuda. Em vez do Egito aterrorizar Judá. p o r cau sa do p ro p ó sito do SENHOR dos E x ércitos. 11E a terra de J u d á será u m espan to p a ra o E gito.

! ‘ N a q u ele tem po. A Grande Pirâmide foi construída aproximadamente 1. e ele lhes en via rá u m R ed en tor e u m P ro teto r que os livrará. “Cinco cidades na terra do Egito” se voltarão para o SeN H O R e “falarão a língua de Canaã [hebraico] e farão juramento ao SE N H O R ” .7. h a verá cin co cida des na terra do E gito que fa la r ã o a lín gu a de C a n a ã e f a r ã o ju r a m en to ao S enhor dos E x ércitos. um culto britânico de Israel estava proclamando que a Grande Pirâmide de Queops ( K h u fu ) era o pilar e que o compri­ mento de sua passagem principal significava que a idade presente teria seu fim definitivo em 1936. mas bênção. Um a segunda promessa do dia futuro não é apenas juízo. . n a su a fr o n t e i r a . p orq u e ao SENHOR clam arão p o r causa dos opresso­ res. Não só haverá ali uma submissão ao SE N H O R . Uma terceira profecia olha à frente para a vinda do Egito ao SeN HOR e um futuro Salvador. à qual os gregos chamam Heliópolis. um grande contingente de judeus se instalou no Egito. I Ts 5. Po­ rém. Já em 1935. Isto pode ter tido um cumprimento parcial quan­ do os judeus fugiram para o Egito e se estabeleceram lá depois que Nabucodonosor destruiu Jerusalém. 20 E serv irá de sin a l e de testem unho ao Senhor dos E x ércitos na terra do Egito. mas também haverá adoração em um altar (um lugar de reconciliação com Deus e de pura adoração) no meio do Egito e um pilar de pedra ou monumento dedicado ao SE N H O R na sua fronteira. e u m a se ch am ará C id a d e da E festruifão. Toda colocação de tais datas é proi­ bida pela Bíblia (veja M c 13. At 1. Isaías viu o pilar como algo no futuro. o cumprimento completo contempla o futuro para o reino milenial por vir. o S enhor terá u m a lta r n o m eio da terra do J E gito.800 anos antes da épo­ ca de Isaías.32. Nos tempos do Novo Testa­ mento.2). e u m m o n u m e n to se e r ig ir á a o S enhor. Uma destas cidades será chamada de “Cidade da Destrui­ ção” —um jogo de palavras sobre “a Cidade do Sol”.33./ 18 N aquele tem po.1.

u m a bênção no m eio da terra. m o s h i a e Protetor (Heb. na q u ele dia. 25 P orque o SENHOR dos E x érci­ tos os abençoará. ao SE N H O R ” juntos. e os assírios v irã o ao Egito. As quatro profecias apontam para a expectativa de um tempo de paz. m eu povo. Por causa dos opressores. 22 E fe rirá o SENHOR aos egípcios. mas o propósito dEle será curar. e os egípcios conhecerão o SE N H O R de um modo pessoal. I sra el será o terceiro co m os egípcios e os assírios. Judá estava com­ primido entre eles. e ele m o v e r -s e -á às su a s ora ções e os cu rará. sim . . 23 N aquele dia haverá estrada do E gito a té à A ssíria. eles o ad orarã o com sa crifí­ cio s e ofertas. um Ser poderoso que “os livrará”. e Ele será movido pelas suas orações e responderá “e os curará”.. m in h a herança. e fa r ã o v o tos ao SENHOR. uma rodovia (uma estrada construída ou elevada) entre o Egito e a Assíria tornará possível para ambos ir de um lado para o outro livremente. dizendo: B en d ito seja o Egito. e os egípcios con h e­ cerã o ao SENHOR. o Egito e a Assíria eram inimigos. os egípcios clamarão por socorro ao SE N H O R e Ele lhes enviará um Salvador (Heb. rav.. os quais cumprirão com dedicação. e os egípcios a d ora rã o co m os a ssírios ao Sen h or . e co n v e rter -se-ã o ao SENHOR. Ao invés disso. No futuro Dia do SE N H O R isto não será mais assim. 21 E o S enhor se d a rá a co n h ecer ao Egito. unidos em espírito porque foram aceitos e unidos pelo SE N H O R . eles “adorarão. e Israel. Por seus atos poderosos o SE N H O R se fará conhecido ao Egito. e os cu ra rá . Eles não mais lutarão um contra o outro. Deus fará o seu juízo ferir o Egito. e a A ssíria. e os cu m prirão. adorando-o e fazendo votos a Ele. obra de m in h a s m ãos. como em um torno. Ao invés disso.O pilar será para “sinal” e “testemunho” ao SE N H O R no Egito. e os egípcios irão à A ssíria. Os egípcios retornarão em arrependimento ao S E N H O R . 24 N aquele dia. Nos dias de Isaías. “um que contenderá por eles”).

S a rg ã o II. o com andante supremo de Sargão (H eb.3). cerca de 7 1 3 . Juntas elas todas irão se tornar um novo povo de Deus com Israel tendo um lugar central como herança de Deus. em 7 1 1 . reinou de 721 a 70 5 a. será assim “naquele dia”. rei da A ssíria. o Egito não manteve suas promessas a ele e. elas se visitarão entre si como amigos de confi­ ança.C.3 . Então Ele fala da Assíria como a obra das suas mãos —conquanto eles outrora tenham ado­ rado deuses feitos pelas suas próprias mãos. Nações outrora inimigas mortais uma da outra se tornarão irmãs no S E N H O R e não mais invadirão uma à outra.17). E por últim o. Deus abençoará a todos e os fará uma bênção para o resto do mundo. Ao invés disso. cinqüenta e três quilôm etros a oeste de Jerusalém . e a tom ou. Egito e Assíria. e g u e r r e o u con tra A sdode. recusou-se a pagar tributo para a A ssíria e enviou m ehlagens aos reis vizinhos para fazerem o mesmo. o dia m ilenial quando Cristo reinará. Ele rei­ vindica Israel como a sua herança —embora muitos deles rejeitas­ sem aquEle que exclusivamente pode nos tornar herdeiros de Deus (veja R m 8. EGITO E ETIÓPIA . pois Deus falará primeiro do Egito como seu povo — muito embora eles uma vez tenham recusado deixar o seu povo escolhido partir. O Egito o incitou neste ato de rebelião. envíando~ o Sargão. Os registros de Sargão contam como A zuri. rei da cidade filistéia de Asdode. tartan) tom ou a cidade de Asdode. Como diz Isaías.A quinta profecia promete um corpo unido que inclui Israel. 5.UMA FALSA ESPERANÇA 20.1-6 1 N o an o em qu e veio T artã a A sdode. O seu propósito básico para todas as famílias da terra tem sido sempre bênção (Gn 12. próxim a da costa m editerrânea. m e n c io n a d o só a q u i no V elh o T e sta m e n to ( “Sargom ”). Israel “será o terceiro”. N o entanto. e fez dela um a pro­ víncia assíria. Isto está longe de ser cumprido hoje.

f i l h o de A moz. O SE N H O R lhe disse para tirar isto e descalçar tam­ bém as suas sandálias.. mas foi derrotado em Elteque. Os assírios levariam os cativos do Egito e da Etiópia nus e descalços para o exílio. Antes. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. p a ra vergon h a do Egito. mas aparentemente escu­ tou a Isaías neste momento particular e não se juntou na rebelião filistéia. especialmente com as “nádegas des­ cobertas” (que seriam visíveis quando eles se agachassem). Isaías tinha estado vestindo aniagem como um sinal de lamento sobre os pecados do povo. 3 E ntão.C. indo n u e descalço. disse o SENHOR: A ssim com o o m eu servo Isa ía s a n d ou três a n os n u e descalço. e os ex ila d os da Etiópia. e com as nádegas descobertas.). p o r sin a l e p ro d ígio sob re o E gito e sob re a E tiópia. E assim o fe z . Estes países estavam unidos neste momento (desde 715 a. significa usar apenas uma tanga ou uma manta extremamente curta. O SE N H O R chama Isaías de “meu servo” por causa da obediência e fidelidade dele e porque Deus o estava usando para proferir profe­ cias que declaravam o seu poder. dizendo: Vai. p elo m in istério de Isaías. Esta humilhação. traria grande vergonha para eles. tan to m o ço s com o velhos.C.5 Ezequias estava tentado a confiar no Egito. solta o cilício de teu s lom bos e descalça os sapatos dos teu s pés. e eles acreditavam que podiam resistir à Assíria.6 . Em fazendo isto ele estava se tornando um exemplo do que os conquistado­ res. fariam quando despissem os seus cativos de tudo o que eles possuíssem. O fato de Isaías ir de um lado para outro “nu e descalço” seria uma advertência e um sinal relativo ao Egito e Etiópia. glória e plano eternos.4 Isaías lhes deu uma lição objetiva com antecedência sobre o que aconteceria a eles. Depois. incluindo as suas sandálias. 4 a ssim o rei da A ssíria leva rá em ca tiveiro os p reso s do Egito. tais como os assírios. n u s e descalços. o faraó etíope Shebitku enviou um exército contra Senaqueribe. “N u” não significa completamente nu aqui.2f a l o u o SENHOR. em 701 a. p elo m esm o tem po.

6 E ntão d irã o os m o ra ­ dores desta ilha naqu ele dia: Vede que tal é a nossa esperança. O que indicava que o Egito já não seria um poder dominante naquele dia? 5. Não haveria nenhum escape. a menos que eles confiassem em Deus. Por que era importante para Israel escutar as advertências de Deus em contraste com escutar o Egito? 4. p a ra n os liv ra rm o s da f a c e do rei da A ssíria! C om o. aq uilo qu e b u sca m os p o r socorro. e dos egípcios. esca p a rem os n ó s? Os filisteus. Kenneth Barker (G rand R apids: Zondervan Bible Publishers. 19 85 ). que confiaram na Etiópia (Cuxe) e no Egito para ajudá-los seriam envergonhados e amedrontados. su a esperança. Como Deus manterá os inimigos de Israel longe da sua esperada colheita? 3. Isaiah 1-39. O que Deus quer que todos os povos do mundo vejam? 2. Que mudanças virão ao Egito no dia m ilenial futuro? 6. 19 9 3 ). Com Etiópia e Egito derrotados pela Assíria. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. ao longo da costa. pois. . mas tam­ bém pelo povo de Judá. em The NIVStudy Bible. 198. ed. 2 H erb ertW olf e John Stek. como eles escapariam? O grito de desespero deles não só seria ecoado pelos filisteus. “Isaiah notes”. McKenna. 1042. QUESTÕES DE ESTUDO 1. su a g ló ria . Qual lição objetiva Isaías ensinou por andar de um lado a outro nu e descalço? CITAÇÕES 1 David L.5 E a sso m b ra r-se-ã o e en v erg o n h a r-se-ã o p o r ca u sa dos etíopes.

4 A localização de Elteque não é certa. C om o os tu fõ es de ven to do sul.I 0 a.3 Três fragmentos indicando o nome de Sargão e comemorando a sua vitória sobre Asdode foram descobertos em 1963.I — 5 1 P eso do deserto do mar.18 1. 19 69 ).1-23. 5 Senaqueribe alegava que ele “pessoalmente capturou vivos os príncipes egíp­ cios com suas carruagens e tam bém as carruagens do rei da Etiópia”. Ancient Near Eastern Texts. A ilustração dos tufões provenientes do Negueve indi­ ca que o escritor estava em Judá. qu e tudo assolam . 6 Sargão alegava que ele recebera presentes de Judá. ele v irá do deserto. Nos dias de Isaías esta seria a Assíria. Cumprimentos nos Dias de Isaías 21. e o d estru id o r an da d estru in do. sitia. Alguns a colocam quarenta quilôm e­ tros a oeste de Jerusalém. “O M ar” é o Golfo Pérsico a sudeste da Babilônia. O “Deserto do M ar” é o que a Babilônia se tor­ naria por causa do juízo de Deus. Pritchard.1 2 Visão du ra se m e m a n ifesta : o p érfid o trata perfid a m en te. uma terra a ser temida. ed. qu e j á f i z cessa r todo o seu gem id o. ó M édia. CUMPRIDA A PROFECIA DA QUEDA DA BABILÔNIA 2 I .. A “terra do mar” é o que os assírios chamavam a mais baixa parte da região m editerrânea. .I . James B. D. 28 7. especialm ente a p arte dom inada por Merodaque-Baladã. (Princeton: Princeton U niversity Press. 28 7. Babilônia Atacada 2 I . 3a ed. Veja Pritchard. assim haverá destruição terrível para Babilônia proveniente “da terra horrível”. Sobe. da terra horrível. ó Elão. Como os vendavais destruidores que varrem em direção a Judá vindos “do sul” (o deserto de Negueve ao sul de Berseba). Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament.

é a Assíria. algo medonho.C. que não p osso ver. Os seus príncipes precisam se levantar e lubri­ ficar os escudos (assim as flechas e outras armas irão ricochetear ne­ les). lev a n ta ivos. o Elão. que fora contratado pelos sacerdotes da Babilônia. A M édia pro­ vavelmente se uniu na batalha. e provavelmente indica a Babilônia. nesta visão. a n gú stias se apoderaram de m im com o as an gú stias da que dá a luz. derrotou Senaqueribe. provavelmente. p rín cip es. . O pérfido ou traidor que trata perfidamente.2 Em 691 a. 5 E les p õ em a m esa. e o h o rro r ap avoram e. comendo e bebendo —banqueteando. co m em e bebem . era a destruição da Babilônia. e tão desfalecido. quer dizer. estou tão atribulado) que não p osso ouvir. porque ele já sabia que isto causaria dificuldades (veja 39. 3 P elo que os m eu s lom bos estão cheios de g ra n d e en ferm ida de. a visão o fez tremer. uma revela­ ção que tem notícias ruins. esparramando tape­ tes. Isaías os vê em Babilônia preparando a mesa. um “horror” para ele. O seu “coração [sua mente] está anelante”: estremecido e terrificado. isto o enche de dor e perplexida­ de. O fim de “todo o seu gemido” indica uma vitória sobre a nação que causa a angústia. o crepú scu lo>que desejava.6. Quando ele vê a terrível destruição da Babdônia. o destruidor ou saqueador que devasta tudo.C.Isaías vê uma “visão dura”. e u n ta i o escudo. O “crepúsculo” que ele desejava. . A Elão é dito que ataque. 4 O m eu coração está anelante. Esta frase fala da necessidade deles de deixarem sua festança e se prepararem para a guerra.7).. Depois Senaqueribe destruiu a Babilônia em vingança (em 689). M esm o assim. ele não pode continuar olhando para isto. Ou isto pode se referir à derrota da Assíria em 591 a. estão de atalaia. se m e torn ou em trem ores. O ministério de Isaías nunca foi fácil. Eles estão desprevenidos para o que está por vir. Nós deveríamos sentir o mesmo sobre a destruição do sistema m undial babilônico profetiza­ do em Apocalipse 18 e 19.

p õ e u m a sen tin ela.5 Isto refere-se à Assíria..C.2 . O vidente seria a “sen­ tinela”. antes. é um registro de como Isaías recebeu as notícias da destruição da Babilônia em 689 a. Vai. r e sp o n d eu e d isse: C a íd a é B a b ilô n ia . Esta não é uma profecia. e ca­ valeiros em burros ou camelos. por Senaqueribe. Os Rolos do mar M orto como também os Siríacos indi­ cam “o vidente [ haro‘eh] clam ou” ou gritou. 8 E cla m o u com o u m leão: Senhor. O texto hebraico diz “U m leão [ ‘aryeh] clam ou”3 (cf. a gora . ela que escu te a ten ta m en te co m g r a n d e cuidado.b.. os quais respondem de volta que “caída é Babilônia”. a palavra de Deus para Isaías era postar uma sentinela para que esta o mantivesse informado do que visse. sob re a to rre de vigia estou em p é co n tin u a m en te de dia e d e g u a r d a m e p o n h o n oites inteiras. E ntão. Eles estariam trazendo notícias importantes. ca íd a é ! E to d a s a s im a g en s d e e s cu ltu r a d o s s e u s d e u se s se q u eb ra ­ ra m co n tr a a terra . v êm u m b a n d o de h o m en s e ca v a le ir o s a os p a res. parelhas de cavalos. KJV e NASB). 7E. Como um leão ele se levantou na sua força na torre de vigia todo o dia e permaneceu em pé como uma sentinela durante a noi­ te toda.1. Quando ele visse carruagens. e ela qu e diga o que vir. q u an do v i r u m bando com ca va leiros a par. u m bando de ju m e n to s e u m bando de cam elos. como em Isaías 33.6— 10 6 P orque assim m e disse o Senhor.4Ele era o “pérfido” (ou traidor) e o “destruidor” (ou saqueador) de 2 I . puxados por pa­ relhas de cavalos. E eis. e todas as imagens de escultura dos seus deuses se quebraram contra a terra”. A sentinela bradou a “um bando de homens”. . Isaías Recebe Notícias da Queda da Babilônia 21. ele tinha que prestar atenção estrita. Em outra visão concernente à Babilônia.

10 O he­ braico é literalmente “minha malhada” e “o filho da minha eira”.1 1).7 Ciro não fez isto. de acordo com os seus próprios registros. Isto é a vindicação e o cumprimento das profecias que ele proferira muito tempo antes. Isaías chama a atenção ao fato de que o povo tem visto a profecia cumprida (4 1 . Sargão II não fez isto. retratando uma grande colheita —repre­ sentando as profecias de Isaías. 18. honrou os deuses da Babilônia. . comercial e religioso.4 10 A h! M alhada m inha.2 2 — 4 . D eu s de Israel\ isso v o s a n u n ciei. desse modo o apóstolo João vê a queda desses aspectos do presente sistema m undial.8. e trigo da m in h a eira ! O q u e o u v i do Senhor dos E x ércitos. como a N V I coloca isto e como outros igualmente pensam. ele era um politeísta que. Esta é a colheita de todas as suas obras. em justaposição a “o que ouvi do SENHOR dos Exércitos.6 com exceção das de Bel e Nebo. as quais ele levou para Nínive (Is 46). Desde que a antiga Babilônia envolvia um sistema político. Ele até mesmo interpretou a sua própria entrada na Babilônia como uma vitória para os deuses da Babilônia. Então.8 No Novo Testamento. “Babilônia” torna-se o termo para desig­ nar a totalidade do sistema mundial que é destinado a cair durante a Grande Tribulação. em 2 contraste com a ineficácia dos ídolos. Os registros de Senaqueribe mostram que ele estava bravo com os sacerdo­ tes da Babilônia e mandou que seus soldados esmagassem as imagens. O grão não representa o povo de Isaías esmagado por sobre a eira. “O filho da m inha eira” quer dizer o chão empilhado alto com grão. no fim dos tempos (Ap 14.2 7 ).2). isso vos anunciei”.2 6 . Deus de Israel. ele entrou na Babilônia pacificamente e honrou a seus deuses.Senaqueribe jactava-se da sua habilidade para destruir nações (3 7 .11 Isaías quer dizer que Babilônia caiu exatamente como ele profetizara.19). Nós não sabemos de nenhuma outra época quando as imagens dos deuses da Babilônia foram quebradas por um conquistador. e Ezequias o reconhecia como um destruidor de imagens (37.

N os bosques da A rábia. JUÍZO SOBRE A ARÁBIA P O R V IR EM BREVE 2 1 .I 2 z1 P eso de D u m á . vinde”). mas também a noite. e dia n te do a rco arm ado. 15 P or­ q u efo g e m dia n te das espadas. p a ssa r eis a noite. ao sul do mar M orto. 38.. Arábia seria a próxima após a destruição da Babilônia. Por causa de um ataque súbito.2. que h o u ve de n o ite? G uarda. G rita m -m e de S eir: G uarda. Eles podem voltar novamente ( “voltai. Is 34.13).I I . tam bém . eles irão para os “bosques da Arábia” para se esconder dos terríveis assírios.5— 15). a meio caminho entre Damasco e M eca. O guarda é perguntado sobre o que houve de noite.20. Quer dizer. A resposta é que a manhã está vindo. Eles precisarão trazer água para os fugitivos sedentos. qu e h o u ve de n o ite? 12 E disse o g u a rd a : Vem a m an hã . ó via n d a n tes dedanitas. voltai.C. Senaqueribe conquistou a Arábia em 688 a. depois de haver destruído Babilônia no ano anterior. e. “Seir” é a área montanhosa de Edom. porém mais dificuldades estão a caminho e seguramente virão (cf. O povo de Tema. usada coletivamente nesta passagem para o país inteiro.12 14 Sai. vinde. e d ia n te do p eso da g u erra . haverá um repouso breve da dificul­ dade. “Dumá” ( “silêncio”) é um nome simbólico para Edom. No entanto. os m o ra d o res da terra de T em a en co n tra ra m os que f u g i a m co m seu pão. precisaria encontrar . ou o quanto falta para a noite acabar. pergu n ta i. a noite. ao en co n tro dos sed en tos. Isto pode insinuar que até mesmo eles podem voltar a Deus e se arrepender. Os dedanitas eram importantes comerciantes da Arábia (c f Ez 27. Isaías não os deixa sem esperança. M A N H Ã E NOITE PARA EDOM 2 I . com água. se qu ereis pergu n ta r. 3. dia n te da espada nua. onde os descendentes de Esaú viviam.1 3 -1 7 13 P eso con tra A rábia.

arruinada. Isaías se volta para Jerusalém com uma série de quatro profecias.C.14): dentro do período de um ano “a glória [Heb. Isto foi cumprido em 68 8 a. p o rq u e assim o disse o SENHOR. S u a d e r­ r o ta d e ix a rá p o u co s d o s seu s céleb res a rq u e iro s e s o ld a d o s. Eles estarão fugindo das espadas e setas da intensa batalha. seria destruída. tal com o os an os de assalariados. D eu s de Israel. co m o fo i c o n firm ad o p e lo te ste m u n h o d o s a n ais d e S e n a q u e rib e . toda a g ló r ia de Q u ed a r desaparecerá.I-I4 Em 2 2 . o seu mais recente. um ano depois que Senaqueribe destruiu Babilônia.1 -1 4 . de acordo com o historiador grego Heródoto. 16. Neste tempo ele passou pela Arábia em vez de seguir a rota mais fácil da costa mediterrânea abaixo. Isaías pronuncia outra profecia que especifica um período exato de tempo (cf. Senaqueribe estava pronto para se mover em direção ao Egito. A tr ib o dos árab es de Q u e d a r e ra b e m c o n h e c id a e ric a . Em seus registros Senaqueribe disse que ele tomou m il camelos da rainha dos árabes em 688 a.14 Com Babilônia fora do caminho.15 17 E os restan tes dos n ú m eros d o sjlech eiro s. serã o d im in u íd os. os va len tes dos filh os de Q uedar. Os seus registros contam como ele derro­ tou os árabes e acrescentou “Rei da Arábia” à sua longa lista de títu­ los. Os egípcios..C.13 P orque assim m e disse o S enhor: D en tro de u m ano.os fugitivos com pão. se referiram depois a ele por este título. O “Vale da Visão” pode referir-se a um vale perto de Jerusalém (talvez o vale de H inom no oeste) onde Deus concedeu . a tribo do norte da Arábia. JERUSALÉM JULGADA 2 2 . kevod. e os árabes deixaram as suas tendas e fugiram para uma área onde não havia nenhuma ali­ mentação ou lugares para beber. M a s e sta fo ra p ro fe ri­ d a e g a ra n tid a p e lo SENHOR e fo i c u m p r id a em c ad a d e ta lh e . “glória”] de Quedar”. O s árab es p ro vavelm en te n ão a c re d ita v a m n e sta p ro fe c ia . 4.

J1 3. Ele queria ser dei­ xado só para lamentar a destruição profetizada de seu amado povo. Porém.a Isaías visões sobrenaturais (cf. Ele não podia se unir aos festejos deles nos telhados. digo: D esv ia i de m im a vista.12). N o entanto.2. Eles pensaram que tinham esca­ pado da destruição advinda sobre as outras cidades de Judá. Isto significaria que Isaías rece­ beu as suas visões lá. p a ra qu e a ssim tota l­ m en te su bisses a os telhados? 2 C id a d e cheia de aclam ações. os teu s m o rto s não são m o rto s à espada. agora. Je­ rusalém pareceria estar em um vale. . porque sabia que os resultados do tributo de Ezequias eram apenas temporários.16 3 T odos os teu s p rín cip es ju n ta m e n te fu g ir a m .14— 16). cid a de turbvdenta. Isaías advertiu o povo. M as a alegria deles não era justificável. e ch orarei a m a rga m en te. Q u e tens. não v o s ca n seis m a is em co n so la r-m e pela d estru içã o da f i lh a do m eu povo. Alguns foram capturados e executados. Pode ser que se posicionando sobre o monte das Oliveiras e olhando para baixo. cid a d e que salta de alegria. fo r a n i ligados p elo s arqu eiros. 1 P eso do v a le da visão. mas este não o escutou. 4 P ortanto. todos os que em ti se acharam f o r a m a m a rra d os ju n ta m en te e fu g ir a m p a ra longe.1). Eles tinham posto a sua confiança no ouro e na prata em vez de no Senhor. Pode ser que as pessoas subiram para os telhados gritando e se alegrando porque escaparam do juízo que os assírios trouxeram so­ bre Asdode e outras cidades filistéias (veja 20. a mensagem que segue é para toda a cidade de Jerusalém . mais prová­ vel é que eles estavam se alegrando porque Senaqueribe aceitou tribu­ to de Ezequias e deixou Jerusalém intacta enquanto ele se movia em direção a Laquis (2 Rs 18. Os líderes judeus fugiram até mesmo antes dos assírios atacarem. n em m o rrera m na g u erra .

no va le da visã o: u m d errib a r de m u ro s e u m cla m o r a té às m ontanhas. Eles tinham falhado em escutar o que o Senhor disse no Vale da Visão. Os muros das cidades de Judá não puderam resistir ao ataque assírio. condutores de carruagem e cavalos como reforços para o exérci­ to assírio.Nenhum dos profetas era frio prenunciador da destruição. M uitas nações tinham se juntado à Assíria. 6 P orque E lão tom ou a aljava. violência. Este era um dia triste quando o povo de Judá se uniu na briga contra a Assíria. eles amavam o seu povo e os seus corações estavam quebrantados por causa do juízo que sobreviria sobre eles. n a q u ele dia. e. e os ca va leiro s se p o rã o em ord em às portas. e de vex am e. o lh a r ás p a ra as a rm a s da casa do bosque. com carruagens e postado os cavaleiros “às portas” das cidades ao longo do país. Seme­ lhante a Isaías. . 8 E se tira rá a cob ertu ra de J u d á . carru­ agens. Q uir fornece guerreiros a pé com seus escudos descobertos e prontos para a batalha. A Assíria já tinha tomado os postos fortificados avançados das cidades de Judá. inclusive o Cedrom no leste de Jeru­ salém e o Hinom no oeste e no sul. terror e confu­ são. co m ca rro s de h om en s e ca v a lei­ ros. Ao leste da Assíria. A situação de Judá estava desesperadora. Elão provê um contingente de arqueiros. 5 P orque dia de alvoroço. 7 E será qu e os teu s m a is f o r m o s o s v a les se en ch erão de carros. O resultado foi barulho. e Q u ir d escobre os escudos. O inimigo tinha enchido os seus “mais formosos vales”. e de co n fu sã o é este da p a r te do Senhor J e o v á d os E x ércitos. Judá não podia se defender contra um exército tão vasto. Quaisquer aliados nos quais eles confiaram também já tinham sido derrotados.

Estas incluíram a construção do túnel de Siloé debaixo da cidade de .2 0 e 2 Crônicas 32. p a ra fo r t a le c e r os m u ros. Âgua era essencial se houvesse de ter um cerco. entre a Sião de Davi e a colina ao oeste. “Os dois muros” podem ter estado ao fundo do Vale deTiropoeon. Havia abundância de outras fontes de pedras nas redondezas de Jerusalém (cf.20.5). para as armas”. aproximadamente cento e oitenta metros abaixo do ribeiro de Giom (2 Rs 20 . 10 T am bém con ta reis as casas de J eru sa lém e derrib areis as casas. Jerusalém não estava preparada para um ataque ou um cerco.2— 5). porq u a n to são m u ita s. os líderes de Jerusalém olha­ ram “..3— 8. os traba­ lhadores tinham indubitavelmente medo de ir para fora dos muros da cidade. 9 E v ereis as brechas da cid a d e de D a vi. e a ju n ta reis as águ a s do v iv eiro inferior. provavelmen­ te o Poço de Siloé.30). As “brechas da cidade” ou as brechas de suas defesas precisavam ser consertadas. p a ra o que o tinha feito .O verbo hebraico pode significar que Deus também tinha removido a sua cobertura protetora de Judá. de modo que foram armazenadas “as águas do viveiro inferior”. 11 T izestes tam bém u m reservatório en tre os dois m u ro s p a ra as águas do v iveiro velho. quer dizer. 2 Cr 32. A descrição das medidas de defesa de Ezequias é dada em 2 Reis 2 0 . Ao invés disso. Ezequias conduziu um esforço combinado para preparar-se para a guerra. m a s não olhastes p a ra cim a. porque eles já não confiavam nEle para ser o seu Guardião.. 2 Cr 32. As apressadas preparações para a defesa incluíam a demolição de casas para que as pedras fossem usadas para “fortalecer os muros” (uma medida desesperada e vergonhosa que tornou sem teto alguns dos cidadãos de Jerusalém). nem considerastes o que o f o r m o u desde a antigüidade. eles confiaram nas armas armazena­ das na “casa do bosque” construída por Salomão (I Rs 7. Porém.

12 E o Senhor. uma pressuposta esperança ainda estava lá se eles tivessem de se arrepender. Eles estavam pondo a sua confiança no que poderiam fazer no lugar do que Ele queria. Assim. O povo ignorou a Isaías. 13 M as eis aqui g o z o e alegria\. Eles não viam qualquer esperança de derrotar os assírios. dando assim para Jerusalém um abastecimento de água protegido. e ao pranto. Pau­ lo endossaria esse tipo de estilo de vida também —se não houvesse nenhuma ressurreição (I Co 15. mas porque eles tinham se desviado do SE N H O R .32). o m ord om o. d iz o SENHOR J e o v á d os E xércitos. Eles estavam cometendo um pecado de pre­ sunção após o outro. p o rq u e a m a n h ã m orrerem os. 5. eles não olharam para o S eN H O R . e b eb e-se vinho. ocupando-se em festança fatalista e de­ leitando-se. v a i ter com este tesou reiro. co m e -s e carne. e d iz -se: C o m a m o s e bebam os. 14 M as o S enhor dos E x ércitos se d ecla rou a os m eu s ou vidos. e d iz e-lh e: . o SENHOR dos E xércitos. e ao cingidouro do cilício. SEBNA E ELIAQUIM 2 2 . porém.Jerusalém para trazer água do ribeiro de Giom para a Poço de Siloé. de modo que eles decidiram desfrutar o tempo que lhes restava. Alguns pecados não seriam expiados. dizendo: C erta m en te esta m a ld a d e não será ex p ia da a té qu e m orra is. a razão para esta falta de expiação era a recusa deles de se arrependerem. m a ta m -se v a ca s e d ego la m -se ovelhas.1 5 -2 5 15 A ssim d iz o SENHOR J e o v á d os E x ércitos: A nda. e ao rapar da cabeça. M as nestas preparações apressadas. co m Sebna. Deus queria que o povo de Jerusalém se humilhasse e se arrepen­ desse com evidências de sua tristeza —não por causa do perigo dos assírios. Semelhante a outras tais advertências. vos convidará naquele dia ao choro.

ali. Sebna. inclusive as chaves dos tesouros reais. “Como se faz rolar uma bola”. não hebreu. p a ra que ca va sses aqui u m a sep u ltu ra . ca va n d o em lu ga r alto a su a se­ p u ltu ra . (Alguns comentaristas entendem isto como uma referência sarcástica à sua direção na escavação do túnel de Siloé [veja v.Tem sido sugerido que ele possa ter sido a princi­ pal pessoa a persuadir Ezequias a buscar uma aliança com o Egito. Ele não era um verdadeiro servo e estava traindo a confiança do rei. aca barão os ca rros da tu a g ló ria . pronuncia uma profecia contra uma pessoa particular em Jerusalém. M as ele próprio não possuía nada e estava diretamente sob a responsabilidade do rei. mas isto não era “em lugar alto”. Ele tinha se feito útil.17 18 C erta m en te. te f a r á rolar.Agora Isaías. era gerente da casa real e guardião das cha­ ves. co m o se f a z r o la r u m a bola em terra larga e espaçosa. já que o seu nome é aramaico. cin z ela n d o n a rocha u m a m ora d a p a ra si m esm o! Sebna estava usando a sua posição de mordomo para se elevar e progredir. o op rób rio da casa do teu senhor. um funcionário corrupto. O termo “mordomo” vem de uma palavra raiz que significa “ser de uso”. e. N a preparação de uma tumba no alto sobre a face da ro­ cha. o SE N H O R es­ tava a ponto de tirá-lo e expulsá-lo. Porque Sebna tinha abusado de sua própria posição. possivelmente no exílio. 16 Q u e é que ten s aqvú? O u a qu em ten s tu aqui. Ele era possivelmente um estrangeiro. Ele seria enterrado sem qual­ .II e comentário].) 17 Eis que o Senhor te a rro ja rá v iolen ta m en te com o u m hom em f o r t e e de todo te en volverá . ele estava dando a si mesmo a honra e o lugar na história devido a um rei. ali. Ele subiu ao poder por ter aprendido como agradar o rei. Sebna seria lançado fora da cidade onde morreria. em única vez no seu livro. m orrerá s. Ele é sarcasticamente chamado de um “homem forte”. auto-suficiente.

naqu ele dia. Je­ sus. e n in gu ém fech a r á . tanto quanto José o fez por Faraó (Gn 4 1 . 19 E d e m itir -te -e i do teu o fício e te a rra n ca rei do teu assento. O cumprimento completo do juízo de Deus sobre ele pode ter vindo depois da sua eventual degradação. e n in gu ém abrirá. tem agora em suas mãos a chave da casa de Davi . Ele era uma desgraça para o palácio de Ezequias. Eliaquim era um verdadeiro servo do Senhor.filh o de H ilquias. lhe daria os símbolos do ofício de Sebna —a túnica e o talabarte —e o deixaria ser “como um pai” para o povo de Jerusalém e Judá. e ninguém fechará” descrevem o poder dele.C. Sebna teve uma mu­ dança de coração e depois aceitou uma mais baixa posição como secretário (3 6. Aparentemente. Deus o poria no lugar de Sebna. Deus o tiraria do seu ofício. Isto implica que ele seria responsável da mesma maneira que Sebna o fora. E liaquim se tornaria o que nós poderíam os chamar de o Pri­ meiro M inistro. 20 E será. e ele será co m o p a i p a ra os m o ra d o res de J eru sa lém e p a ra a casa de Ju d á . As frases “a chave da casa de D avi” e “abrirá. As suas carruagens esplêndidas ( “car­ ros da tua glória”) eram parte da sua tentativa para se honrar como realeza. exercitando os poderes de governo em nome do rei. onde se encontrava no comando. Ele era o 4 ad m in istra d o r do p alácio quan do o o fic ial co m an d an te de Senaqueribe am eaçou Jerusalém em 701 a. qu e ch am arei a m eu serv o E lia q u im . e e s fo r çá -lo -e i com o teu talabarte.3). e en trega rei n a s su a s m ã o s o teu d om ín io. Naquele momento. Ele foi comissionado a amá-los e a tomar conta deles. 22 E p o r e i a chave da casa de D a v i sobre o seu om bro. A autoridade de E liaquim era quase incontestável. e abrirá.quer pompa real.4 1 — 4 ). 21 E r e v e s ti-lo -e i da tua túnica. efech a r á . o R ei de reis.

não em qualquer homem ou mulher. d esd e a s ta ça s a té à s g a r r a fa s . 25 N a q u ele dia.l o . ele também seria tirado. p o r q u e o S en h o r o disse. p o r q u e está a ssola d a . Ezequias. O hebraico aqui. o SE N H O R teria que tirá-lo. e a ca rga q u e n ele esta v a se d esp r en d erá . como uma cavilha de tenda pregada em um “lugar firme”. o p r e g o p r eg a d o em h i g a r f i r m e se rá tira d o . e se r á co m o u m tro n o d e h on ra p a r a a ca sa d e seu p a i. O fardo seria muito grande para ele e. Ele man­ teria os negócios do palácio com firmeza contra os ventos da adver­ sidade. to d o s os v a so s m en o res. Ele seria como um trono de honra para todos de sua família. se as pessoas confiassem em Eliaquim em vez de confiar no SE N H O R (e em sua fraqueza humana Eliaquim as abandonou). por seu turno. cum prindo a aliança davidica. 6. 24 E d ele p e n d e r á toda a g ló r ia da ca sa d e s e u p a i. . 23 E f i x á . Deus viu que Eliaquim não se provaria merecedor de seu ofício. a p o n to d e n ã o h a v er n ela ca sa n en h u m a . se r á a r ra n ca d o e ca irá .I . Infelizmente. LAMENTAÇÃO SOBRE A RUÍNA DE TIRO 2 3 . poderia ser traduzi­ do como uma advertência de que.e i co m o a u m p r e g o n u m lu g a r f i r m e . e a glória e a reputação de sua fam ília penderia dele e do que ele fizesse (como de um prego de parede). Nossa confian­ ça deve estar em Deus.I 8 1 P eso d e T iro. d iz o S e n h o r d o s E x ércitos. Isaías teve de acrescentar um adendo a esta profecia. U iva i. O povo começou a confiar nele em vez de confiar no SE N H O R .7 ). e d e n in g u é m m a is e n tr a r n ela . d esd e a terra d e Q u itim lhes f o i isto revela d o .(Ap 3 . O propósito de Deus era tornar firme a posição de Eliaquim. Eliaquim estava mais preocupado pela casa de seu pai (os seus parentes) do que estava pela casa de Judá e pela casa do seu senhor. Aparentemente. n a v io s d e T ársis. todavia. o s r e n o v o s e o s d escen d en tes. a qual prom etia um ho­ mem para sempre no trono.

Tiro estava localizada aproximadamente a cento e sessenta quilô­ metros ao norte de Jerusalém. En­ tão ele destruiu a cidade. especial­ mente no campo espiritual. era de cerca de vinte e quatro quilômetros de extensão e cerca de três quilômetros de largu­ ra.2). uma grande cidade comercial. H irão de Tiro pode tê-la fundado como uma colônia fenícia. quer eles tenham de fato ido tão longe ou não.18). na costa sudoeste da Espanha.C. construiu uma rampa feita de terra e pedra a partir do continente.Esta é a últim a das profecias de Isaías concernentes a nações es­ trangeiras. A cidade se rendeu a Sargão II nos dias de Isaías. Ale­ xandre. a esposa do rei Acabe. Tiro. Originalmente ela era com­ posta de duas ilhas pequenas. Ela eventualmente usara Acabe para introduzir o culto de Baal. era a filha do rei de Sidom.31— 33. Jezabel. Ela até mesmo tentou desarraigar a adoração do S eN H O R e substituí-la pela adoração a Baal de Tiro (I Rs 16. Davi teve uma boa relação com Hirão.. Porém. Então em 3 3 2 a.19. A ilha de Chipre (Q uitim ) ouve as notícias de T iro sendo dom i­ nada e envia comunicados aos navios que planejam ir lá. a oeste de Gibraltar. A influência de Tiro não era sempre boa. o Grande. ela foi reconstruída e recuperou a sua prosperidade. Depois. . no entanto.3 — 6). A planície de Tiro. ficava situada em uma ilha cerca de um quilômetro da costa fenícia. 19. rei de Tiro. Tiro proveu artesãos qualificados e materiais para a construção do Tem­ plo de Salomão (I Rs 5.1— 12. Os “navios de T ársis” eram grandes embarcações comerciais capazes de viajar aTársis. Ela era orgulhosa de seu comércio mundial e simbolizava um espírito mercenário e materialista. Nos tempos do Novo Testamento ela tinha se tornado uma cidade de língua grega e uma igreja cristã estava esta­ belecida ali (A t 2 1 . transformando a ilha em uma península. as quais foram ligadas por H irão na época de Davi. na costa. Társis provavelmente eraTartessus. foi sitiada por Nabucodonosor e se tornou sujeita a ele. 18.

ainda. n em ed u q u ei donzelas. Os navios deTiro. trinta e cinco quilômetros ao norte. a decepcionante cessação dos negócios. e do vale fértil do Nilo. a fo r ta lez a do m ar.Tiro dominava Sidom nos dias de Isaías. . ó Sidom . e a ceifa do N ilo. nem ain da cr iei jo v en s. 5 C o m o co m as n o va s d o Egito. Todo o negócio era para ser interrom pido. no Delta do N ilo. n a vega n d o p elo mar. a cidade-mãe de Tiro. Alguns entendem a “fortaleza do m ar” como sendo literal porque fala da perda de crianças. e outros. m ora d ores da ilha. 4 E nvergon h a-te. Isaías vê as águas do Mediterrâneo personificadas e as ouve falando. 3 E a su a p ro visã o era a sem en te do can al. é para receber vergonha por causa do silêncio. trazendo grande renda a Tiro pelo comércio internacional. trans­ portavam colheitas e bens de Sior. Tiro era um movimentado porto internacional outrora ocupado pelos comerciantes marítimos de.2 C a la i-v o s. e ela era a f e i r a das nações. nas “muitas águas” do mar Mediterrâneo. entre outros. fa la . aproximada­ mente 1200 a. e muitos dos habitantes de Sidom contri­ buíram para o crescimento de Tiro por se mudarem para lá depois que Sidom foi destruída pelos invasores vindos do mar. Sidom. n em dei à luz. a ilha de Chipre. a ssim h a verá d ores q u an do se o u v irem as de Eiro. p orq u e o m ar. a qual depois de submeter-se a Sargão II não poderia contribuir com os negócios deT iro e Sidom. dizendo: Eu não tiv e d ores de parto. qu e vin h a co m as m u ita s águas. É dito a Tiro e a Sidom que estejam calados ( “calai-vos”). v ó s a q u em en cheram os m erca ­ d ores de Sidom . insinuando que Sidom tem que cessar o seu comércio com Tiro. O mar tinha sido o sustento deT iro e Sidom.C. Outros tomam a fortaleza como sendo Tiro. Sidom. nem poderia Tiro contribuir com o deles.

A destruição de Tiro fez os seus habitantes se tornarem refugia­ dos. Era uma cidade jovial.I). cf. na Espanha (naquele momento uma colônia próspera de Tiro. 40. Eles também perderiam a sua fonte de madeira de construção.O Egito se contorcerá de dor e angústia quando eles ouvirem as notícias da conquista. O Egito. de modo que Isaías a chamou “a cidade coroada”. cu jo s m erca d o res são p r ín cip e s 'e cu jo s n egocia n tes são os m a is nob res da terra ? 9 O SENHOR dos E x ércitos f o r m o u este desígn io p a ra d en eg rir a soberba de todo o o rn a m en to e e n v ilecer os m a is n ob res da terra. Tiro ficou assim orgulhosa e Deus planejou derrubá-la. a sua renda. m o ra d o res da ilha. Os príncipes e as pessoas de elevada reputação terrena contribuíram para o seu comércio e sua riqueza. fazendo aquela cidade lamentar. sua riqueza. Esta conquista assíria da Fenícia e de Chipre afetaria o comércio deles. Os seus grãos eram transportados pelos navios deT iro para os portos ao redor do M editerrâneo. 6 P assai a T ársis e uivai. v. estava contra a Assíria. “Ilha” aqui pode referir-se às ilhas distantes e à costa do M editerrâneo (cf. O propósito . como também de resina (usada para mumificação). a cid a d e coroada. e. domina­ do por Cuxe (Etiópia). a cidade que desafiou Roma). Tiro fundou colônias governadas por reis. seu comércio. Q u em f o r m o u este d esígn io con tra Tiro. e seus empreendimentos coloni­ zadores ao redor do M editerrâneo (que incluía Cartago. q u e a n d a va p u la n d o d e a leg ria ? C u ja a n tigü id a d e vem de dias rem o to s? P ois le v á -la -ã o os seu s p r ó ­ p r io s p é s p a ra longe a n d a rem a peregrin a r. 7 È esta a vossa cidade. Tiro contava com aproximadamente dois m il anos de idade nos dias de Isaías. Este versículo pode significar que os refugiados estavam indo para Társis. exultante por causa de seu cres­ cimento.15). assim.

os habitantes de Társis podem atravessar por sua vizinhança tão livre­ mente quanto a passagem do N ilo pelo Egito. “Não mais tem porto” é a tradução mais difícil. não mais su­ jeita a Tiro. A versão da Bíblia N V I indica “cultive” em vez de “passa” (Heb. “Ele [o S e n h o r ] estendeu a sua mão” indica julgamento. a cidade poderia ser chamada de “Filha de Sidom ”. sem ser dominada porTiro. o SENHOR deu m a n d a d o co n tra C anaã. p a ra qu e se d estru íssem as su a s fo rta lez a s. ó op rim id a donzela.20 O seu juízo destruirá “suas fortalezas” —seus lugares de refúgio. margem). “mais nenhuma força”. uma vez exaltada. Tiro. 12 E disse: N u n ca m a is p u la rá s de a legria. j á não há cin to ao red o r de ti. 10 P assa com o o N ilo p ela tua terra.dEle era mostrar como é corrompida a auto-exaltação da glória hu­ mana e quão desprezíveis de fato são aqueles honrados por um mun­ do pagão. As versões ARC e ARA indicam “já não há cinto [estaleiro. a qual é literalmente Canaã. Por causa das contribuições de Sidom para Tiro. ’ivri. Társis está livre. f i lh a de S idom . significando “mais nenhuma restrição” (como a de uma cinta. NAB) indica que devido o poder deT iro estar quebrado. levando Isaías a querer dizer que Társis pode cultivar a sua própria terra agora. o qual agita e turba os reinos. A N IV indica “não mais tem porto”. ó fi lh a de T ársis. e também poderia ser traduzido. o que inclui a Fenícia. levanta~te} p a ssa a Q u itim e m esm o a li não terás descanso. KJV). está agora . veja NASB. A N IV indica o mandado contra a Fenícia ( “a cidade mercantil”. “passar por cima de” ou “atravessar”18) o que já é uma interpre­ tação. cais] ao redor de ti”. incl.1 9 11 E le esten d eu a su a m ã o soh re o m a r e tu rb o u os rein os. A tradução “atraves­ sar” (cf.

oprimida. Seus refugiados atravessarão para Chipre (Q uitim ) mas não acharão ali nenhum “descanso”. Et 6.C. na q u ele dia. p o v o qu e ain da não era p o v o . O que Sargão II fez aos caldeus em 710— 709 a. “Os dias de um rei” é uma referência literal ao fato de os reis manterem registros diários (cf. n o f i m de seten ta anos. leva n ta ra m as su a s fo r ta lez a s e e d fica r a m os seu s paços. m a s j á está a r r u i­ n ada de todo. e levou embora 90.C.0 0 0 cativos e depois a demoliu em 689 a. Em outras palavras. é chamada de “donzela”. n a vios de T ársis. Os refugiados de Tiro não poderiam achar conforto ou descanso onde quer que a Assíria estivesse no controle. nenhum lugar de refúgio. Isto pode referir-se ao fato de que a Assíria controlava Chipre e restringia os navios de Tiro de aportar ali. (quando ele levou embora 2 0 8 . 13 E su ced erá .) eram advertências. Esta repetição do verso I indica a conclusão desta seção. T iro será co m o a ca n çã o de u m a p rostitu ta . m as. Tiro não é mais nenhuma fortaleza que possa prover segurança para os seus próprios navios. I Rs 14. q u e T iro será p o sta em esq u ecim en to p o r seten ta anos.C. Contu­ do. co n fo rm e os dias de u m rei. a A ssíria a fu n d o u p a ra os q u e m o ra va m no d eserto. Isaías olha à frente novamente para a destruição da terra dos babilônicos (caldeus) pelos assírios. mas não ainda conquistada. Dur Yakin.C. 14 U ivai. Os setenta anos podem ter sido cumpridos entre a campanha de Senaqueribe em 701 a.29. p o rq u e é d estru íd a a vossa f o r ç a .000 cativos) e o que Senaqueribe fez à Babilônia em 703 a. (quando ele demoliu a principal cidade deles. Tiro vai cair em esquecimento “por setenta anos”. e a recupe­ . ne­ nhum forte ou lugar de refúgio. esta passagem acrescenta que não há mais nenhuma “força”. 13 Vede a terra dos ca ld eu s.1).

rod eia a cidade . Olhando à frente. ou amor. o lucro deT iro —“o seu comércio e a sua ganância” —será consagrado [Heb. mas estaria inalterada. . toca bem . Ele iria se ingerir na situ­ ação para permitir a restauração deTiro. p a ra qu e haja m em ó ria de ti. depois que o poder da Assíria começou a declinar. como na canção da prostituta no versículo 16. cerca de 630. m a s o seu co m ércio será p a ra os qu e habitam p era n te o SENHOR. Sua única preocupação será tirar proveito. Porque Deus fará isto possível. Isto implica que Tiro será consagrada a um serviço nos moldes do que eram os sacerdotes. Porém. 17 P orque será n o f i m de seten ta a n os q u e o S enhor v isita rá a Tiro. Deus promete que. após o juízo. n ã o se en tesou rará. ó p ro stitu ta en tregu e ao esq u e­ cim en to . 16 T om a a harpa. visitará a T iro ”. o povo restaurado de Jerusalém du­ rante o M ilênio. e ela to rn a rá à su a g a n â n cia de p ro stitu ta e terá co m ércio com todos os rein o s qu e há sob re a f a c e da terra. quer dizer. qodesh. compaixão. n em se fe ch a r á . aT iro restau­ rada será capaz de prover comida e vestimenta para os que “habitam perante o S e n h o r ” . “uma coisa santa”] ao Senhor. ca n ta e rep ete a ária. A canção fala de uma prostituta velha que vai andando pela cida­ de tentando ganhar de volta os clientes por cantar canções das quais eles se lembrariam. A comparação de Tiro com uma prostituta velha indica que ela não mostrará nenhuma piedade.ração deT iro. p a ra que com a m stficie n te m e n te e tenham v estid o d u rá vel. quer dizer. tirando vantagens financeiras delas pelas suas operações co­ merciais desonestas. Então Tiro tentaria se recuperar. “ O SE N H O R 18 E será con sa gra d o ao S e n h o r o seu co m ércio e a su a g a n â n ­ cia de p ro stitu ta . seduzindo outras nações por lucro.Tiro continuará agin­ do com “a sua ganância de prostituta”.

5-9.. 1 9 7 5 ). 1 9 5 0 ). 60. Como a supressão do comércio de Tiro afetou Sidom. Charles Boutflower.3). .7). 4 Oswald T. 3 M íllar Burrows. 2 O u seja. et al. contra a Assíria. as provisões para Jerusalém na era m ilenial serão abundantes e obteníveis (cf. Alem anha: D . 26 1. The Isaiah Manuscript and the Habakkuk Commentary (N ew Haven: Am erican Schools o f O riental Research. O tto Procksch. 7. 3. O que aconteceria a Tiro e quais seriam os resultados de sua restauração? CITAÇÕES 1 D.W ernerScholl. 19 30 ). I: Plate 16. ed. QUESTÕES DE ESTUDO 1.Desde que todos na Sião m ilenial serão chamados santos (4. em Wycliffe Bihle Encyclopedia (C hicago: M oody Press. 61. Como Isaías reage à sua visão da destruição da Babilônia? Quando foram quebradas as imagens dos deuses da Babilônia? O que aconteceria com Edom e Arábia? Por que Isaías queria ser deixado só? Que preparações apressadas Jerusalém fez para sua defesa? Que preparações eles fracassaram em fazer? Por que Sebna seria substituído por Eliaquim e com que resulta­ do? 8. Desde que os materiais deTiro não seriam acumulados ou armazenados em uma tesouraria. Egito. 5. isto pode significar que as provisões deT iro serão para todo o povo de Jerusalém. 4. 1 9 3 0 ).. 2. não Babilônia como alguns supõem. 1:857./«a!a(L eipzig. 6. A llis. line 22. 15 7-5 8. “Book o f Isaiah”. Társis e Chipre? 9. The Book o f Isaiah ( Cbapters I~XXXIX) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge.6. Cf.

(P hiladelphia: American Sunday-School U nion. Sargão foi m orto em um a batalha com o bárbaro Cim erianos em Tabal. George Raw linson. 6 D aniel David Luckenbill. ed. H . 133.5 Boutflower. B. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Ancient Records ofA ssyría and Bahylonia. ed. 4 7 2. Book o f Isaiah. 149. 2 :1 5 2 . Barton. 13 George A. de m odo que o significado pode ser que Deus tenha ordenado que mercadores destruís­ sem as fortalezas d eT iro . 129. em The C om m unicators Commentary (D allas: W ord Books. 7 Ibid. 17 S. 20 A palavra hebraica kenaan tam bém pode significar mercador. trans.C. 131. 19 28 ). 149. Book o f Isaiah. 1 9 2 6 -2 7 ). 154. Archaeology and the Bihle. J. 19 A m aioria dos estudiosos são inclinados a aceitar a tradução mais difícil. Isaiah 1 -3 9 . H ayes. 11 As notícias a respeito da destruição de Babilônia não teriam feito Isaías chamá-los de “m alhada m inha” significando “meu povo”. 1 9 93 ). 12 Boutflower.. Ezequias era um dos prim eiros a se mover por trás da rebelião”. D avid L. 15 H erodotus. 19 78 ). 1 9 9 0 ). Eerdmans. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 10.C. 2 vols. Book o f Isaiah. 10 Por exem plo. 16 Em 70 5 a. 10. 19 93 ). A H istory o f Ancient Israel and Judah (Philadelphia: W estm inster Press. 111. 2 1 3. Book o j Isaiah.1 8 5 . M o tyer reconhece que isto se refere a 68 9 a. History. A m orte dele encorajou “um a revolta que se difundiu ao longo do im pério. . M anuel K om roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 4 0 0.: InterVarsity Press. 1 9 8 6 ). 9 J. Alec M otyer. W idyapranaw a. 353. The Lord is Savior: Taith in National Crisis (G rand R apíds: W m . 149. e que Isaías também olha à frente “para a Babilônia escatológica e para o D ia do Se­ nhor”. 1 9 4 1 ). M axw ell M iller e John H . M cK enna. N a Síria-Palestina. 14 Boutflower. 7a. 18 The Prophets (Philadelphia: Jewish Publication Society o f America. 1 7 5 -7 6 . 2:35 8 Boutflower.

nação”. . e d isp ersa os s e u s m o ra d o res.Judá Merece o Juízo de Deus 24.1— 3. 15. A palavra “terra” pode significar “território. país. Isto aponta para o futuro. mas o paralelism o com “m undo” (v. 19). A. e a deso~ la.1— 13 1 E is q u e o S e n h o r esv a z ia a terra. Ap 8. 16. A Terra Corrompida. 9.9. e tr a n s to r n a a su a su p er fície. A Cidade Desolada 24. especialmente para o juízo da Gran­ de Tribulação (cf.I-35. I Ts 5. para o fim dos tempos.4) mostra que este juízo envolve uma desordem do mundo inteiro. 18.IO Nestes capítulos Isaías vê visões alternadas de juízo sobre os pecadores e louva a Deus pelos redimidos.

violaram as suas leis. p orq u e o S enhor p r o n u n cio u esta pa la vra. com o ao qu e tom a em p resta d o. com o ao v en d ed o r. à serva . serã o qu eim ad os os m o ra d o res da terra. Esta se torna a condição do mundo inteiro nos últimos dias. Eles não querem nenhuma comunhão com Ele (cf. en fra q u ecem os m a is altos do p o v o da terra. Alguns tomam o termo “os mais altos do povo da terra” como sendo os assírios. Deus falou e a sua palavra será cumprida. Ele afetará toda a sociedade e cada pessoa imparcialmente. o m u n d o en fra q u ece e se m urcha . . p o r isso. 2 Ts 2. ao qu e dá u su ra . Eles têm se recusado a reconhecer qualquer aliança relacionada com Deus. Isaías então identifica os seus pecados: Eles desobedece­ ram (aboliram ) as instruções de Deus. Os exércitos roubarão e saquearão tudo. ao servo. e os qu e habitam nela serã o desolados. todos so­ frerão. a terra está con ta m in a d a p o r ca u sa d os seu s m o ­ ra dores. Do mais elevado ao mais inferior. Ela murcha e sofre devastação. co m o à su a senhora.1— 16). e quebra­ ram os regulamentos dados a Noé (Gn 9.2 E o q u e su ced er ao p o v o su ced erá ao sa cerdote. m u d a m os esta tu tos e qu ebram a a lian ça eterna. a m a ld içã o co n so m e a terra. co m o ao q u e p a ga u sura. Ninguém escapará deste juízo. p o rq u a n to tra n sgrid em as leis. D e todo se esva z ia rá a terra e de todo será saqueada. 6 P o r isso. 5 N a verdade. A terra é metaforizada. ao com prador.9— 12). Outros o entendem também como sendo os israelitas —com o mundo todo sofrendo por causa do pecado deles. A terra p ra n teia e se m u rch a . O juízo que cai sobre a terra é o resultado de corrupção “de seus moradores”. A terra será devastada. e p o u co s h o m en s restarão. ao qu e em p resta. com o ao s e u sen h or.

Por causa do pecado do povo.I I — 1 ). todas as ca sa s fech a ra m .e. não a de outros. Ap 19. os habitantes “serão desolados”. N V I brasileira] e ou­ tras bebidas alcoólicas) os fará sentir-se amargos em vez de alegres. ou seja. “O mosto” (i.2 tem mudado para suspiros.4. pois “os que habitam” naquela terra devem suportar a sua própria culpa.. e su sp ira rã o todos os a legres de coração.7).2 para o estado da terra antes que . Deus é justo e não pode deixar o pecado impune. A “festança” de 22. aca bou o ru íd o dos qu e p u la m 1 de prazer. A alegria e os folguedos acompanhados por tamborins e harpas cessaram. e d esca n sou a a legria da harpa. 9 C om ca n ções não beberão vin h o. As videiras estão enfraquecidas e murchas. secou. n in ­ g u é m j á p o d e entrar. possivelmente genérico para as cidades do mundo ou da terra em vez de uma cidade específica) está sem habitantes e está demolida. tal des­ 2 truição mundial é possível. a bebida f o r t e será am a rga p a ra os qu e a beberem . uma maldição devora a terra. “A bebida forte” ( “Cerveja” [N IV inglesa. 10 D em o lid a está a cid a d e vazia. eles têm que agüentar o fardo da sua própria culpa. qiryath tohu. O “vinho” não os relaxará e não os fará cantar. 1 C essou o fo lg u e d o dos tam boris. O suco de uva era um símbolo de prazeres inofensivos.1. Eles estão colhendo o que semearam (c f G1 6. “A cidade vazia” (Heb.3. ( Tohu é a palavra usada em Gênesis 1. Hoje. 7 P ra n teia o m osto. O juízo não é arbitrário. Zc 5. “bebida fermentada”. A ira de Deus arde contra eles e poucas pessoas serão deixadas (cf. “cidade do nada ou vazia”. en fra q u ece a vid e. sumo de uvas antes da fermentação) estancou.

11 H á la stim oso cla m o r n a s ru a s p o r ca u sa do vin h o. Um cumprimento preli­ minar disto aconteceu quando Senaqueribe destruiu quarenta e seis cidades de Judá.6). no m eio destes p ovos. co m o a sa cu d id u ra da oliveira e co m o os rabiscos. O remanescente deixado depois deste julgamento sobre o mundo será pequeno. Toda a alegria que deleita os festeiros escureceu como quando o dia está findo. A cidade não é mais habitável e não há nenhuma proteção. “Toda a alegria”. e. Como o capítulo 2 4 é relacionado com os capítulos 13 a 23? 2. QUESTÕES DE ESTUDO 1.IO). Qual é o tempo do juízo mundial denominado no Novo Testa­ mento? . Fora nas ruas —ou fora da cidade —há lamentação ( “lastimoso clamor”) por causa da falta de vinho.) Todas as casas estão fechadas impedindo a entrada. A devastação deixada na cidade pelo juízo de Deus é horrível. 12 N a cidade. inclusive a alegria da risada. qu an do está acabada a vin dim a. As portas desoladas foram quebradas em pedaços. A “cidade” é provavelmente coletivo para as cidades em geral (c f v. só f i c o u a desolação.Deus lha desse habitantes. É um quadro de desolação total. com estalidos. como as poucas azeitonas deixadas na árvore depois que eles batem os seus ramos ou as poucas uvas deixadas depois que os respigadores passaram pela vinha e pegaram o que os ceifeiros deixaram (c f 17. toda a a legria se escu receu . 13 P orque será no in terio r da terra. se quebra a p orta. d e ster ro u -s e o g o z o da terra. se foi.

20. ai de m im ! O s p é rfid o s tratam p e r fi d a m en te.C. p o r ca u sa da g ló r ia d o S e n h o r cla m a r ã o d esd e o m ar. que o povo reconheceu ter sido um juízo provocado pela soberania de Deus. o Deus de Israel. 13 P o r isso. O s brados de alegria vindos do Ocidente fizeram Isaías pedir aos povos que respondessem no Oriente glorificando o nome do SE N H O R nas ilhas e nas regiões costeiras. 16 D o s co n fin s da terra o u v im o s ca n ta r: g ló r ia ao J u sto . O que acontecerá a todos os que não se arrependerem e não retornarem a Deus? 4. e em todas as partes da terra habita­ da. A ocasião inicial dos brados de júbilo pode ter sido a morte de Sargão II em 705 a. Outra ocasião pode ter sido a alegria de outras nações após a cura de Ezequias e a derrota de Senaqueribe (cf. 2 Cr 32. miyyam. Em contraste com a falta de alegria entre os que estão sofrendo o juízo de Deus.23). os p é r fid o s tratam p eifid a m en te. O Juízo Prepara para o Reinado de Deus em Jerusalém 24. o remanescente piedoso alça a voz por causa da majes­ tade do SE N H O R . “do mar”).. Veja Apocalipse 18. ao n o m e do Senhor D eu s.22. . onde há um comando semelhante para se alegrar por causa do justo juízo de Deus. sim .3. em a greço.14-23 14 E stes a lça r ã o a su a v o z e ca n ta r ã o co m a legria . Que cidade está arruinada? B. e eles bradam alegremente “desde o mar” (Heb. de Israel. g l o r f i c a i ao SENHOR n os va les e nas ilhas do m ar. Toda a humanidade precisa louvar e glorificar o único Deus ver­ dadeiro. m a s eu digo: em agreço.

Ele sabe que o juízo tem que vir antes da restauração e das alegrias mileniais. Os profetas não eram pronunciadores incompassivos de juízo. p o rq u e a s ja n e la s do alto se a b rira m . como também no grande terremoto dos dias de Uzias (Am I . e o q u e su b ir da cova. tem notável aliteração nestes frases).1 1. a Deus que revelou a sua justiça tanto no juízo como no perdão e restaura­ ção. estão esperando pelos habitantes da terra. . A traição e a deslealdade são de fato merecedoras de juízo. O juízo de Deus trará uma mudança radical.18. ele está chocado pelo que vê chegando. M as a visão do futuro não faz Isaías se alegrar.) Isaías conclui este pensamento descrevendo “as janelas do alto” se abrindo e os “fundamentos da terra” tremendo.1 1 (NASB). Isto nos faz lem­ brar do que aconteceu no dilúvio na época de Noé (Gn 7 . Con­ tudo. M uito embora ele previsse os brados de júbilo futuros. que descreve tentativas semelhantes de evasão que só vão de mal a pior. o pensamento a respeito do juízo faz Isaías sentir intensa tristeza. e o laço. a cova (Heb. O mesmo termo é usado a respeito do Servo Sofredor em 5 3 . quer dizer.5 e 22 . 18 £ será qu e aquele qu e f u g i r da voz do tem o r ca irá na cova. pachat). 8.) 17 O tem or. Não é por acaso que os resultados do pecado os alcançarão (N ote a aliteração nas palavras hebraicas). os pecados do povo e a maldição terrível e o juízo sobre a terra e seus povos quebrantavam o seu cora­ ção (o Heb. ou seja. O temor (Heb. pachacfy. de suas partes mais afastadas. kenaph.2). e o laço v êm sob re ti. ou conjunto de armadilhas (Heb.19. e a cova. vem a canção: “glória ao Justo”.“Dos confins [Heb. Não haverá nenhum escape do juízo de Deus. o laço o p ren d erá . “asa”] da terra”. pacb).I ). (Compare a reação dele em 6. “[Eu] emagreço” e “Ai de m im !” são expressões dos sentimentos de Isaías.1 Não obstante. e os fu n d a m e n to s da terra trem em . ó m o ra d o r da terra. (Cf. Am 5.4.

dia do juízo do S e n h o r está vindo quando Ele castigará as forças satânicas. como a estrutura temporária (ramos e esteiras ou estacas e toldos) instalada pelo fazendeiro da qual vigia o seu campo cultivado (c f 1. e balança —“como a choça de noite” sob o impacto do vento. terra. um longo tempo. Isto também pode retratar a terra girando fora de sua órbita e sendo destruída. e os reis da terra sob re a terra.1 — .1 1. Eles serão “amontoados como presos numa m asm orra” e serão mantidos em um cárcere. O 23 E a lu a se en v er g o n h a rá . e furacões trarão juízo. E f 6. em prisão. e a su a ela. A trans­ gressão pesa tão gravemente sobre a terra que esta “cairá.1 1 — 9. se rompe. Jd 6. O mesmo juízo sobrevirá a todos em posição de grande autoridade. o SENHOR v isita rá os ex ército s do alto na altura. e serã o en cerra d os em u m cárcere. “os reis na terra”. na q u ele dia. tornados. temporais. incapazes de controlar os seus próprios destinos.I). 21 E será que.7— 2 0 . Ap 2 1.8). 20 D e éb rio e será m o v id a e rem o v id a tra n sgressã o se a g ra va rá so b re leva n ta rá . 3 15).1 2.2 Deus criará um novo céu e uma nova terra (6 5. Terremotos. Ap 12.17 . vacila. p e r a n te o s s e u s a n ciã o s h a v erá g ló r ia . de todo se ro m p erá e de tod o v a cila r á a terra co m o o co m o a ch oça de n o ite.19 D e todo se rá q u eb ra n ta d a a todo se m o v e r á a terra. o que mostra que o juízo é sobre a humanidade e sobre o presente sistema mundial iníquo. e serã o visita d o s dep ois de m u ito s dias. nunca mais se levantará”. . serão julgados e punidos. e o s o l s e co r tfu n d ir á q u a n d o o SENHOR d o s E x ército s r e in a r n o m o n te d e S ião e em J e r u s a lé m . 22 E serã o a m o n ­ toados com o p r eso s em u m a m a sm orra . “De­ pois de muitos dias”. e. en tão. move. “os exércitos do alto na altura” (cf. e ca ir á e n u n ca m a is se Cinco expressões enfatizam a severidade da terra estremecendo: A terra se divide.

A lua cheia e sol ficarão vermelhos de vergonha (cf. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. 75. o s teu s co n selh o s a n tig o s sã o v e r d a d e e fir m e z a .4. 2 4 1. Ele reconhece o SE N H O R como o seu Deus de um modo . Quem gritará de alegria e por quê? 2. p o r q u e f i z e s t e m a ra v ilh a s. The Prophets (P hiladelphia: Jewish Publication Society o f America.3 Que esperança gloriosa os verdadeiros crentes têm! Q UESTÕES DE ESTU D O 1. os pérfidos tratam perfidam ente” poderia ser traduzido como: “O incrédulo que agiu com incredulidade tem sido por seu turno tratado com perfídia”. 2 David L. que sozinho reinará “no monte de Sião e em Jerusa­ lém”. 19 95 ). 3 Stanley M . A visão a respeito do SE N H O R reinando gloriosamente inspira Isaías a louvá-lo. 4 0 3. tu és o m e u D e u s . C. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro.29). M cKenna.9. 1 9 7 8 ). M t 24. Isto antecipa a visão da glória de Deus que João viu em Apocalipse 4. H orton. 1 9 9 3 ). RJ: CPAD. exaltar~ te~ ei e lo u v a r e i o teu n om e•. 0 Juízo Prepara para Um Banquete Milenial 25. Eles estão envergonhados porque as pessoas os adoravam em vez de adora­ rem ao SE N H O R . Isaiab 1-39.1— 12 2 Ó SENHOR. sim . onde “os anciões de algum modo representam a Igreja”. Que grupos serão castigados? CITAÇÕES 1 “Os pérfidos tratam perfidam ente. N a presença dos anciões de seu povo a glória dEle será manifes­ tada (c f Êx 24.10).

violentas e hostis se arrependerão e temerão a Deus.pessoal. louvando o seu nome por todas as coisas maravilhosas que Ele fez. 3 P elo que te g lo r fí c a r á u m p o v o poderoso. A presença de Deus já não o amedronta como o fez no capí­ tulo 6. e elas nunca serão reconstruídas (cf. Estes juízos preparam o caminho para vários resultados: “um povo poderoso” irá se arrepender e glorificará a Deus. e do p a ço d os estran hos. Sua proteção é necessária. onde eles pare­ cem estar oprimidos de todos os lados. refú g io con tra a tem p estad e e som bra con tra o ca lo r. Agora ele exalta a Deus.8. Os palácios fortificados dos estrangeiros não são mais as cidadelas que uma vez foram. cidades de nações poderosas. 2 P orque da cid a d e fi z e s t e u m m on tã o de ped ra s. qu e não seja m ais cid a d e e ja m a is se to rn e a ed fica r.3— para uma 5 profecia semelhante contra Edom). e da cid a d e f o r t e . Isto nos fala que Deus irá derro­ tar todos os que se opõem ao seu propósito glorioso e justo. reconhecendo que Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia”. M l 1. O juízo de Deus fez de cidades ( “cidade” aqui é coletivo) um montão de pedras e inconquistáveis cidades fortificadas uma ruína. necessitadas e desamparadas. N a 1. as nações violentas. pois “o sopro dos opresso­ res”. p o rq u e o sopro dos o p ressores é co m o a tem pestade con tra o m uro. é como uma tempestade que bate contra . Os planos que Deus fez há muito tempo ( “conselhos antigos”) foram cumpridos por Ele. e a cid a d e das n a ções fo r m id á v e is te tem erá. Deus também foi um “refúgio contra a tempestade.9 para uma profecia semelhante contra Nínive. 4 P o rq u efo ste a fo r ta le z a do p o b re e a fo r ta lez a do necessitado na su a a n gú stia . Eles louvarão a Deus. Deus está sempre preocupa­ do a respeito de pessoas pobres. u m a ru ín a . e sombra con­ tra o calor”.

Ap 7. Veja Jeremias 48. dos cruéis. é uma palavra no hebraico (sfrmarim'). 6 E o S e n h o r dos E x ércitos dará. a todos os p o v o s u m a f e s t a com a n im a is gord o s. neste m onte.11. as­ sim “o cântico dos tiranos”. Isto pode indicar que a essência do significado de stimarím ( “coisas guardadas” ou “coisas preservadas”) está em mente. O juízo prepara para um banquete que acontecerá depois que Cristo retornar. representa alta qualidade. O mundo ainda tem muitas nações violentas e nós ainda precisamos da sua proteção. tu subjugas”) os brados orgulhosos de guerra. “Com vinhos puros” ( “o . com tu ta n o sg o rd o s e com vinhos p u ros. onde Moabe é comparado a sedimentos onde o gosto e o cheiro não mudaram.9). co m o se abranda o ca lo r p ela som bra da espessa n u vem . literalmente “farta comida cheia de tuta­ no”. u m a festa com vinhos p u ro s. quer dizer. tu abaterás o ím peto dos estra ­ nhos. bem p u rifica d o s. Isto será um presente do S enhor —um grande ban­ quete milenial no monte S ião “a todos os povos”. ou “vinhos nos abri­ gos” — K JV ). usualmente traduzida “abrigos” ou “sedimentos” de vinho. takhnia. Este é um outro quadro do que está preparado para aqueles que vêm ao SE­ NHOR (c f 2 . para os salvos de todas as línguas. “Vinhos puros” ( “vinho envelhecido” —N V I. assim o câ n tico dos tira n os será hum ilhado. Eles se tornam tão silenciosos quanto o calor em um deserto sem água. o “ím peto” dos exércitos estrangei­ ros que se opõem a Ele. “Com carnes suculentas” —N V I).uma parede. “uma festa com animais gordos” (no Heb. O rico banquete.2 -4 ). signi­ fica pratos feitos com azeite de oliva).12. tribos e nações (cf. “Com tutanos gordos” ( “pratos gordurosos com tutano” — ARA . 5 C om o o ca lo r em lu ga r seco. dos violentos. Como calor é minorado pelas nuvens. implica o melhor tipo de nutrientes. “tu humilhas. “será humi­ lhado” pelo S e n h o r . Deus derrota e silencia (Heb.

54. a quem aguar­ dávamos. . SI 22 . 7 E destruirá.26— 29). a máscara do rosto com que todos os povos andam cobertos e o véu com que todas as nações se escondem. “E naquele dia”. “aguardaram esperançosa­ mente por Ele”) terão um testemunho maravilhoso. que obscurece ou é tecido sobre os povos e nações pode se referir a tudo o que impede os povos de verem a glória de Deus. “enxugará. Ap 21. na sua salvação. e muitas lágrimas devido aos assírios terem levado mais de duzentos m il cativos e os transplantado em outras terras. este é o Senhor . I Co 15. Então não haverá mais nenhuma morte. porque o SENHOR o disse.melhor vinho” —N V I) significa que eles são filtrados ou refinados. J s Aniquilará a m orte para sempre. exultarem os e nos alegraremos. q iw w in u lo. Ou pode se referir a um véu que representa lamentação pelo pecado e seus tristes resultados que afe­ tam até mesmo o inocente. e ele nos salvará. ou “coberta” (A R A ).4). Havia muitas mortes causadas pela Assíria nos dias de Isaías. não que sejam alcoólicos. naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso D e u s a quem aguardávamos. o dia da restauração do reino pelo SENHOR. Isto faz referência à obra de Cristo e a restauração que virá quando Ele retornar para estabelecer o seu reino milenial. as lágrimas de todos os rostos” (cf. to­ dos os que o aguardavam (Heb. Isto inclui não só Israel que voltará ao SENHOR. e assim enxugará o Senhor eová as lágrimas de todos os rostos. e Deus.. neste monte. A “máscara do rosto”.. mas os povos de todas as nações (c f . 9 E. Isto será possível porque Ele “tirará o opróbrio do seu povo”. Deus reservou bênçãos maravilhosas para aqueles que são fiéis (cf. e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra. como um Pai amoroso. Isaías olha à frente para o cumprimento da promessa de Deus de que “aniquilará a mor­ te” na vitória. Deus irá destruir essa coberta ou máscara. Para aqueles que vierem ao monte Sião.

12 E a b a ix a rá as altas fo r ta le z a s dos teu s m u ro s e a b a tê-la s-á . M oabe será “trilhado debaixo dele” como palha no monturo. M oabe aparentemente se aliou com a Assíria nos dias de Isaías e pode ter sido usado pela A ssíria contra Judá. 15 e 16. quer dizer. I Co 1. Ele se estabelecerá para ficar. Deus derrubará todas as defesas que os seres humanos erigiram contra Ele. A comparação de nadar no monturo indica que Moabe. a p esa r da p erícia das su a s m ãos. e d e r r ib á -la s -á p o r terra.T t 2. mas seus esforços serão fúteis. como algo inútil. e “a perícia das mãos deles”. e aqui representa todos os inimigos de Deus. Deus derrubará e demolirá as fortalezas nas quais M oabe confi­ ava. que re­ presenta o mundo pecador e os inimigos do povo de Deus. Em Ezequiel.8 . significa o poder do S e n h o r . (Cf. ou as riquezas ganhas pelas habilidades humanas. m a s M oabe será trilhado debaix o dele.6). a té ao pó. é freqüentemente paralelo ao Espírito do S e n h o r . O povo de Deus nunca terá que se preocupar ou estar novamente com medo.1N o juízo futuro. continuando com as suas práticas pecaminosas. 2 T m 4 . quer dizer.) S en h o r” “A mão do 11 E M oabe esten d erá as su a s m ã os p o r en tre eles. não os salvará. tentará se salvar.20). O Espírito “des­ cansará”. quer dizer.v. Eles não podem adquirir liber­ tação dos seus pecados e culpas nadando no monturo. Moabe freqüentemente causava perturbações a Judá e a Jerusalém (2 Rs 13. co m o as esten d e o n a d a d o r p a ra n a dar. A altivez deles será abatida. Em con­ traste com Sião.13). Eles todos se alegrarão na salvação do Ts 1.7. co m o se trilha a pa lh a no m on tu ro. m a s o SENHOR abaterá a su a altivez.9. arrogante e adúltero povo de M oabe nos caps. o juízo sobre o ímpio. SE N H O R ( c f .10. . I 10 P orque a m ão do SENHOR descan sará neste m on te.

13 I. ou bastiães (parte da fortificação que avança e for­ ma ângulo saliente. 19 86 ). A H istory o f Ancient Israel and Judah (P hiladelphia: W estm inster Press.QUESTÕES DE ESTUDO 1. Ele prote­ gerá o seu povo. UM CÂNTICO QUE EXPRESSA CONFIANÇA 2 6 . 0 Juízo Prepara para Restauração e Paz 26. se en to a rá este câ n tico n a terra de J u d á : U m a f o r t e cid a d e tem os. D. baluarte). Veja J. . O que Deus fará para todos os povos da terra? 3. Qual é o objetivo da menção de Moabe? CITAÇÕES 1 M oabe declarou sua lealdade à Assíria e aparentemente enviou soldados para que acompanhassem Senaqueribe na sua marcha contra Judá.1-27. Ele é suficiente. O cântico é uma canção de louvor que prepara Jerusalém para a sua transformação em uma cidade de paz à medida que Deus cumpre o seu propósito remidor. A sua salvação será melhor que muros físicos e “antemuros” ( “ba­ luartes” —A RA ). O que Deus fará pelo seu povo e como este responderá? 4. M axw ell M ille r e John H .I -II . 3 5 9. N aquele dia. H ayes. Pelo que Isaías louva o Senhor? 2. a que D eu s p ô s a sa lva çã o p o r m u r o s e an tem uros. permitindo vigiar a face externa da muralha e atirar contra os assaltantes que tentam escalá-la. “Naquele dia” refere-se ao dia milenial por vir quando Judá e Jeru­ salém terão um cântico dado por Deus para cantar.

Eles crêem e não duvidam —pois o que duvida “é semelhante à onda do mar. impulsos e tendênci­ as) são inabaláveis e constantes porque a sua confiança está em Deus. No meio das dificuldades e estresses. sbalom shalom.6). p o rq u e o S enhor D eu s é u m a roch a etern a. . Deus os conservará em verdadeira paz (inclusive bem -estar espiri­ tual).10). mas de proteção. g oi) é freqüentemente usada a respeito dos gentios. e a cida de ex a lta da h u m ilh a rá a té ao chão. Aqui. cujas mentes (incluindo pensamentos. A figura do S E N H O R como uma “rocha” não só fala de força. fiéis e de confiança). A cidade será preparada por Deus para o seu povo. que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte” (T g 1. A palavra “nação” (Heb. segurança e permanência (veja 17. ou guarda. Yah. a verdade (ou. q u e observa a verdade. repetido para en­ fatizar a autenticidade da paz). Nossa fé e confiança no SE N H O R devem ser contínuas. 3 Tu co n serv a rá s em p a z aq u ele cu ja m en te está f i r m e em ti. Força eterna e pro­ teção fazem parte da sua própria natureza. significa qualquer pessoa que está correta com Deus. e a d errib a rá a té ao pó. ou confiança. coisas verdadeiras. Um a antiga expressão de fé. Ele não fracassará porque Ele é “uma rocha eterna”. p o rq u e ele co r fia em ti. p a ra qu e en tre nela a n a ção ju sta . não é suficiente. O termo duplo “Senhor Deus” (Heb. 5 P orque ele abate os q u e habitam em lugares sublim es.2 A bri as portas. 4 C o n fia i n o SENHOR p erp etu a m en te. Os que têm firme confiança em Deus pedem aos outros para con­ fiar “no SE N H O R perpetuamente”. O profeta pede que os portões sejam abertos para “a nação justa” que observa. YahweF) chama a atenção para a fidelidade de seu nome e caráter de guarda da aliança. Deus provê “paz” perfeita (Heb.

Ele fará ao orgu­ lho de todas as cidades exaltadas do mundo. as suas revelações passadas a respeito de quem Ele é. Os que estão aguardando esperançosamente pelo SE N H O R . Deus o faz ordenadamente. no teu s n om e e na tu a m em ó ria está o desejo da n ossa alm a. problemas. ou lutas. 6 O p é a p isa rá : os p és dos a flitos e os p a sso s dos pobres. O juízo deve preparar o caminho para a restauração. justo e direto para a sua meta. O SE N H O R que é o “Deus Justo” faz o caminho “plano”. Embora o povo de Deus esteja “aflito” (oprim ido) e “pobre” (de­ samparado e insignificante). ele entrará em triunfo sobre as ruínas que Deus vai ocasionar. Quer dizer. Ele é ativo. livre de obstáculos. Tudo o que nós precisamos fazer é andar com Ele. O caminho do “justo” (os justos com Deus) é um caminho todo plano. Eles também querem ver a sua natureza guardada na memória. confi­ ando nEle. Isto pode significar ou que eles vivem em obediência à sua palavra. Ele abre um caminho quando parece não haver nenhum caminho. um triunfo que eles não poderiam alcançar por si próprios. O que Deus fez derrubando o orgulho de M oabe e deixando suas cidades em total ruína. te esperam os. Isaías agora se volta para o tempo de esperar pelo SE N H O R . mishpatekha. <A té no ca m in h o d os teu s ju íz o s. . ou que eles são fiéis no meio dos juízos que estão come­ çando a vir sobre a terra. 7 O ca m in h o do ju s t o é todo p la n o . O desejo pelo nome do SE N H O R é um desejo para ver a sua natureza e caráter manifestos. tu reta m en te p esa s o a n d a r do ju sto . Isto também é um desejo para vê-lo em manifestação pessoal. SENHOR. “decisões”). mas Deus nos vê através deles. Isto não significa que nós nunca tere­ mos dificuldades.Deus não somente é uma rocha. no prumo. andando no caminho dos seus “juízos” (Heb.

“Em uma “terra da retidão”. O SENHOR erguerá a sua mão para agir. onde a verdade de Deus é evidente. ha ven do os teu s ju íz o s na terra. A frase “com o m eu espírito . n em p o r isso a p ren d e a ju s tiç a . v ê-la -ã o . “Os teus juízos na terra” são a motivação para fazer isto. m a d ru g a rei a h u sca r-te.. Os juízos de Deus são necessários. Ele quer que o zelo de Deus pelo seu povo seja visto e quer que o fogo santo de Deus devore os seus inimigos (que também são os inimigos do povo de Deus). praticando a iniqüidade e recusando reconhecer “a majestade do S en h or ” .1 “M adrugarei a buscar-te” inclui a idéia de buscá-lo freqüente ou constantemente. m ad ru garei a b u scar-te” in d ica as p ro ­ fu n d id ad es in terio res do seu desejo p elo SENHOR. eles ainda agem injustamente. p o r ém c o n fu n d ir -s e -ã o p o r cau sa do z elo qu e ten s do teu p o v o . os m o ra d o res do m u n d o ap ren d em ju stiça . A m u d an ça p ara a p rim eira p essoa do sin g u lar m o stra que o p ro ­ feta teve esse m esm o desejo em expectativa igu alm en te “de n o ite ”. até mesmo quando Deus lhes mostra gracioso favor e bondade. o ímpio não está pronto para aprender “a justiça”. Contudo. mas eles “nem por isso a vêem [reconhecem]”. a tu a m ã o está ex altada. que está d en tro de m im . muito embora o ímpio não possa ver quão retos e justos eles são.4). e o f o g o co n su m irá os teu s adversários. para trazer juízo. . m a s n em p o r isso a vêem . 11 S e n h o r . p orq u e. a té na terra da retidão ele p ra tica a in iq ü id a d e e não atenta p a ra a m a jesta d e do S e n h o r . ou seja. com o m eu espírito..9 C om m in h a alm a te desejei de noite e. e o testemunho de obedientes buscadores do SENHOR se torna um modo por meio do qual os habitantes da terra “aprenderão justi­ ça”. Mas Isaías clama a Deus para deixá-los ver ( “Que vejam”. Isto terá seu futuro e cumprimento mais completo depois dos juízos da Grande Tribulação (cf. N V I) de modo que eles se­ jam confundidos ou envergonhados. 10 A inda qu e se m o stre f a v o r ao ím pio. Ap 15.

e apagaste toda a sua m em ória. Agora todo o remanescente piedoso em Judá confessa o que Deus tem feito por eles. a u m en ta ste esta gen te. tu n o s d a rás a paz.2. os visitaste. 14 M orren d o eles.1 2 -2 7 .1 12 SENHOR. p o r isso. o u tro s sen h ores têm tido dom in io sob re nós. e destru íste. n os lem b ra m os do teu nom e. e os destruiu. S enhor . fiz e s te -te g lo r io s o . e fez a memória deles ser apagada. não ressu sci­ tarão.fa lecen d o . 13 Ó S e n h o r . m as. ou serão levantados com os justos. Ele os lançou para “todos os confins da terra”. Quem honra o nome e a memória do faraó do Êxodo? Os estudiosos discordam até mesmo sobre a identidade desse particular faraó. SÓ DEUS É DIGNO DE SER HONRADO 2 6 . Deus tem feito tudo por eles. Ou seja. “Outros senhores” incluíam faraó e os várias governantes que do­ minaram . m a s longe os lançaste. não to rn a rã o a v iv er. p o rq u e tu és o que fiz e s te em nós todas as n ossas obras. Esses antigos senhores se consideravam deuses. Deus os visitou com juízo. p o r ti só. D eu s nosso. Ele os . A sua salvação é totalmente obra sua. Deus é o Senhor da história e tem sido fiel e tem feito o seu povo guardar o seu nome na memória como o seu único verda­ deiro Líder. e eles não ressuscitarão. que governarão e reinarão com Cristo durante o M ilênio. Eles são espíritos mortos no Sheol. tu a u m en ta ste esta gen te. Em contraste com o juízo sobre o ímpio. Israel durante o tempo dos juizes. pa ra todos os co n fin s da terra. Deus designará a paz para o seu povo e a estabelecerá. 13 Tu. mas eles eram ape­ nas homens —e eles “não tornarão a viver”.2 M as o povo honra a Deus somente. Ê para a sua glória que Deus aumentou a nação ( “aumentaste esta gente”).

nenhuma salvação na terra. 18 B em con ceb em os nós e tiv em o s dores de parto. tem d o res de p a rto e dá g r ito s n a s su a s dores. Também aconteceu em uma revolta frustrada d e 7 I 2 a 7 I I a. os assírios. Isto acontecia repeti­ damente durante o tempo dos juizes. v ó s qu e habitais no pó. n em ca íra m os m o ra d o res do m un do.12 ). mas como fizeram uma oração como um sussurro ( “oração secreta”). no aperto. Quando uma criança nasce a dor se transforma em alegria. 19 O s teu s m o rto s viverão. qu an do está p r ó x im a a su a hora. ele e seu povo têm suportado sofrimento na presença do SENHOR. eles têm clamado como uma mulher nas dores agudas de parto. não caíram. . mas esse tempo ainda não tinha chegado. d erra m a ra m a su a ora ção secreta. nenhum bom resultado —só vento.C. te visita ra m . a ssim f o m o s nós p o r ca u sa da tua fa c e . mas Isaías olha para o futuro para algo muito maior por ocasião do Milênio. livra m en to não tro u x em o s à terra. m a s isso não f o i sen ã o v en to . v in d o sob re eles a tua co rre­ ção. despertai e ex u ltai. Deus trataria dos assírios a seu devido tempo (1 0. Não houve nenhuma liberta­ ção. M as no sofrimento do seu povo não houve nenhum nascimento. os teu s m o rto s ressu scita rã o. (Houve alguma expansão do território de Judá nos dias de Isaías. e os governantes do mundo. e a terra la n ça rá de si os m ortos. 17 C o m o a m u lh er g rá v id a .aumentou não por causa de quem os israelitas são. Eles quase não podiam sussurrar. Deus os disciplinou e os trouxe de volta a Si mesmo. p o rq u e o teu orvalho. será co m o o orva lh o das erva s. Isaías “lembra” ao SENHOR de como os israelitas buscaram a Deus em tempos de dificuldades. apenas dor. ó D eu s. na própria época de Isaías. mas por causa de quem Ele é. Por causa dos juízos dEle.) 16 SENHOR. Então eles verdadeiramente reconhecerão a glória de Deus. ó Se n h o r ! Agora.

Haverá uma chamada para o povo de Deus despertar e exultar de alegria ( “despertai e exultai”). Isto fala de uma abundância de vida aqui.2).12.16.21. SI 16. Como Davi ( S I 23. Em 2 Reis 4.24).23). pois. entra nos teus qu artos e fech a as tuas p orta s sobre ti. uma planta sensível à luz. Semelhante a Salomão.2). Alguns aplicam isto à restaura­ ção nacional de Israel (como em Ez 36 e 37). inferno).28. a morte não significa o fim. p o v o m eu . os mortos que pertencem ao S E N H O R ( “os teus mortos”) vive­ rão. eles esperavam em Deus para guiálos nesta vida com o seu conselho e posteriormente levá-los para a glória do céu. A expressão “orvalho das ervas” é a mesma na KJV A versão ARA indica “orvalho de vida”. até que o juízo “passe”. Jo 5.5).26. I Co 1 5 . Dn 12.2. eles já tinham uma esperança de morar para sempre na casa do S e n h o r . M as a profecia de Isaías acrescenta uma outra espe­ rança —a esperança de ressurreição (cf. eles esperavam que o caminho de vida os conduzisse para o lugar acima para os sábios (aqueles que temem e adoram ao S e n h o r ) a fim de evitar o Sheol embaixo (quer dizer. é traduzido me­ lhor aqui como “luzes” (margem da NASB).17). esco n d e-te só p o r u m m om en to.39 “ervas” se refere à malva ÇMalva rotundifolía ). mas a linguagem é muito individualista aqui. Para o povo de Deus. Fp 3. Dn 12.29. “Orvalho” é simbólico e diz respeito à bênção e favor de Deus. significando uma abun­ dância de luz que vem quando o sol da manhã aparece sobre o hori­ zonte. literalmente “passe sobre” (a mesma palavra usada por ocasião da Páscoa em Ex 12. Porém.10. Os quartos são tidos por alguns como sendo os mencionados por Jesus em João 14. quando as sepultu­ ras na terra se abrirem e os mortos se levantarem (cf. Como Asafe ( S I 73. Isaías espera o seu corpo morto se levantar com eles. 20 Vai.5 0 -5 3 . Jó 19. As portas serão abertas naquele alegre dia milenial (v.Em contraste com os ímpios que são derrubados “até ao pó” (v. até que pa sse a ira. IT s 4.6). M as agora a chamada é para o povo de Deus entrar nos seus quartos e fechar a porta “por um momento”.2 e indicariam assim estar no céu durante o tempo .

6. p o r cau sa da su a iniq ü idad e. a serp en te tortu osa. 21 P orque eis que o SENHOR sa irá do seu lu ga r p a ra ca stiga r os m o ra d o res da terra. “a aflita”. 30. Estas três nações eram as principais inimigas de Israel nos dias de Isaías. Outros comparam isto a M ateus 6. onde Jesus instrui os seus ouvintes a como orar “em secreto” (A R A ). por causa da sua iniqüidade”. um nome para o Egito (cf. o Senhor ca stiga rá com a su a d u ra espada. Como a “serpente veloz”. e m a ta rá o dragão qu e está n o mar. Aqui parece indicar que o povo de Deus escapará da terrível ira e juízo de Deus (cf. Como a “serpente tortuosa”.do juízo. g r a n d e e fo r te .I ). e o leviatã. tais como a baleia (SI 104. Juntas elas são representativas de todos os inimigos que são contra Deus e o seu povo. Um exemplo disto é o juízo sobre os assírios. tannin) é paralelo a Raabe. isto parece referir-se à Babilônia no rio Eufrates. 1 N aquele dia.26) e o crocodilo (Jó 4 I . o leviatã. ou “a arrogante”. Nada estará oculto de Deus. O “m ar” neste caso refere-se ao rio Nilo. que não durará muito tempo. grande e forte”. isto parece referir-se à Assíria nas margens do rio Tigre. A repetição enfatiza o caráter sobrenatural do castigo. O castigo deles é um antegosto do castigo completo por vir sobre todas as nações ímpias durante a Grande Tribulação no fim dos tempos. . a serp en te veloz.7). e a terra des~ co b rirá o seu sa n gu e e não en co b rirá m a is aq u eles qu e fo r a m m ortos. A terra cooperará por descobrir o sangue e os corpos dos mortos. por toda a sua desonestidade e transgressão. A razão para que o povo de Deus feche as suas portas (e assim se aproximando do S e n h o r ) é que Deus virá “para castigar os morado­ res da terra. I Ts 5. “Leviatã” é um termo usado a respeito de várias criaturas do mar ou monstros dos rios.9). Isaías viu um dia no porvir quando Deus os “castigará com a sua dura espada. O “dragão” ou monstro (Heb.

é o guardião da vinha. ISRAEL FERIDO PARA QUE POSSA DAR FRUTO 2 7 . “vinho que está es­ pumando à medida que fermenta”. 3 Eu. 3 O u que se ap od ere da m in h a f o r ç a e fa ç a p a z com igo.2— 6 2 N aquele dia. Este é um outro cântico da vinha. a rega rei. Isto pode significar que Ele purificará o seu povo. U m Segundo Cântico da Vinha 27 . “Naquele dia” olha à frente para o que Deus fará no futuro dis­ tante. “deliciosa” —A R A ) é traduzida como “desejá­ veis” em Isaías 32. O SE N H O R 4 N ão há in d ign a çã o em m im .2 -1 3 a.) Este produz uma boa colheita de uvas doces. qu em m e p o ria sa rça s e esp in h ei ros dia n te de m im na g u e r r a ? Eu iria con tra eles e ju n ta m en te os qu eim aria. O seu amor fiel tem esperado até que Israel ponha a sua confiança nEle. Se sarças e espinheiros aparecerem.12 e em Amós 5 . “que se . Deus agora não tem nenhuma ira ou ressentimento contra esta vinha. de n oite e de dia a gu a rd a rei. h a verá u m a vin h a de vin h o tinto. Em contraste com a vinha do capítulo 5. (Alguns manuscritos Heb. Esta é uma vinha de beleza e delícia. isto não se ajusta à idéia de um vinhedo. O seu cuidado. a g u a r d o e. p a ra qu e n in gu ém lhe f a ç a dano. sim .4) que estão contra Deus. que f a ç a p a z com igo. porém. em contraste com as uvas bravas da vinha no capítulo 5. Deus os convida a vir a Ele para refúgio ( “que se apodere da m inha força” —literalm ente no Heb.1 1.3. N em tudo é desesperança para as “sarças e espinheiros” (v. o SENHOR. can tai-lh e. Ele os arraigará e os queimará. A expressão “vinho tinto” ( “frutífera” —N V I. a cada m om en to. trazem chamar. provisão e pro­ teção são contínuos.

f e r i u . Ele foi gracioso para com eles e os amou. a qual também é o mais ilustre Filho de Davi tornará isto possível. b. a mais excelente Se­ mente de Abraão. o mundo inteiro será abençoado por seus “frutos”.2 4 — 8 ). um lu ­ gar de refúgio.000 homens do exército de Senaqueribe? A resposta é não. por exemplo. como um lugar seguro. Ele ainda procede assim. o suplantador e enganador. Deste modo nós temos um cumprimento da promessa a Abraão em Gênesis 12. e en ch erão de f r u t o a f a c e do m un do. Não im porta como eles falharam ou com que freqüência se desviaram do S E N H O R . A Culpa de Jacó a Ser Expiada 27. que teve a sua origem em Jacó. flor e fruto —é formosamente desenvolvida. . Deus sempre deixou uma sobra de seu povo Israel. Ele quer que todos os adversários se arrependam e façam paz consigo. o modo com o qual Ele subm ergiu todo o exército egípcio no m ar Vermelho? Porventura Ele já os matou do modo que matou os 185. O fruto pressupõe a justiça que influenciará a outros. será transform ada e será como uma videira cuja totalidade das partes —raiz.3. Jacó. O caminho da salvação está sempre aberto. foi transformado quando lu ­ tou com o anjo e recebeu o novo nome de “Israel” (Gn 3 2 . e flo r e s c e r á e brotará Isra el.coloquem sob a m inha proteção”). como.o ele co m o f e r i u aos qu e o fe r ir a m ? O u m a to u -o ele a ssim co m o m a tou aos qu e p o r ele f o r a m m o rto s? Relembrando a história de Israel. 6 D ia s v irã o em q u e J a có la n ça rá raízes. Podemos ir a Deus como a um Pai amoroso e Ele cuidará de nós. porventura Deus já os feriu do modo que feriu os seus inimigos. broto. 2 Nos dias do reino m ilenial por vir. até mesmo para os que parecem como desagradáveis e irritantes sarças e espinheiros. Como os capítulos 9 e I I mostraram.7— 13 7 P o rven tu ra . Deus restaurará a Israel e o fará prosperar. a nação de Israel. Como resultado.

Ele irá lidar com eles de forma que “se expiará a iniqüidade de Jacó” e o seu pecado será tirado. Os juízos de Deus sobre Israel no passado foram severos. levaram os habitantes do reino norte de Israel para o exílio. mas lidar com eles de certo modo que os trouxesse de volta a Ele. O propósito de Deus nunca foi destruí-los completamente. As “pedras do altar” que são “feitas em pedaços” ou podem ser alta­ res para a falsa adoração ou podem representar o antigo sistema sacrificial que será anulado. q u a n d o ele f i z e r a todas as p ed ra s do a lta r co m o p ed ra s de ca l f e i t a s em pedaços.. assim os postes-ídolos a Asera (símbolos da ado­ ração de Asera. os bosques e as im agen s do so l não p o d erã o f i c a r em pé. 9 P or isso. O amor e cuidado de Deus por seu povo inclui disciplina e sofri­ mento. Só então poderia Israel se tornar a vinha agradável e frutífera do versículo 2. p a sta rã o os bezerros.4). De­ pois Senaqueribe levou o povo de Judá para o exílio. Alguns comentaristas entendem “a cidade forte” como signifi­ cando Jerusalém. e d evora rã o os seu s ram os. “Com m edida contendeste” ( “Com x ô! xô! . no tem po do v en to leste. e a li se deitarão. o trataste” —A R A ) traduz uma palavra hebraica usada só aqui e provavelmente significa “enxotando” ou “espantan­ do”. Os assírios sob o comando deTiglate-Pileser III. Eles foram o “vento forte” de Deus. Ezequias pôs fim à falsa adoração (2 Rs 18. Parte disto envolverá a remoção da falsa adoração. ali. 10 P orque a cid a d e f o r t e está solitária. como uma rajada de “vento leste” do deserto. e este será todo o f r u t o de se h a ver tira do o seu p eca d o. se ex p ia rá a in iq ü id a d e de Ja có . mas nesta conexão este termo é provavelmente um . u m a habitação rejeita d a e ab andon ada co m o u m d eserto.. que incluía prostituição) e os altares de incenso “não poderão ficar de pé”.s C om m ed id a co n ten d este com ela qu an do a rejeitaste. e depois sob o de Sargão II. ele a tiro u co m o seu v en to fo r te .

Nas cidades desertas. conquanto Deus os tenha formado com o cuidado como o de um hábil oleiro. p o r isso. sereis colh id os u m a um . não tendo nenhuma percepção das verdades espirituais ou dos ca­ minhos de Deus. na q u ele dia. os lugares seguros dos inimigos de Deus e do seu povo. 12 E será. de modo que “ali pastarão os bezerros” onde eles estiveram. qu e o SENHOR p a d eja rá o seu f r u t o desde as co rren tes do rio a té ao rio do E gito. a partir da área total que uma vez foi dominada por Salomão nos dias da sua grandeza. “Naquele dia”. p o rq u e este p o v o não é p o v o de en ten d i­ m en to. Ele também estará inte­ . Ele “não lhes mostrará nenhum favor”. isto é. porque de tal modo entorpeceram as suas mentes e corações que até mesmo a sua graça salvadora não os al­ cançou. As suas defesas não os salvarão do juízo de Deus. Eles não tinham nenhum entendimento de Deus. Ap 16. um ajunta­ mento do trigo bom.19). v in d o as m u lh eres. as mulheres virão e usarão os galhos para fazer fogo. os quais só não estão secos na estação chuvosa] do Egito” (o vadi El-Arish na borda do Egito).2). o Dia do Juízo. Embora a intenção de Deus seja restabelecer a nação de Israel. 25. serã o quebrados. debulhando o grão da palha. também será trazida a restauração. Ele ajuntará “desde as correntes do rio [Eufrates]. ó f i lh o s de Israel. z1 Q u a n d o os seu s ra m os se secarem . Deus trará uma colheita. O verdadeiro povo de Israel será recolhido um por um e será recolocado na terra. M uito embora Deus os tenha criado. quando os ramos se secarem e forem que­ brados. os acenderão. até ao rio [vadi —denominação árabe dos leitos de riachos interm i­ tentes do norte da África e do Oriente Próximo.coletivo para as cidades deste mundo (cf. N ada será deixado deles (cf. e vós. Aque­ les que são deixados após o juízo são pessoas sem “entendimento”. aq uele qu e o f e z não se co m p a d ecerá dele e aquele qu e o f o r m o u não lhe m o stra rá n en h u m fa v o r .

as parábolas de Jesus a respeito da Ovelha Perdida. O que acontecerá aos opressores de Israel? 4. Ela chamará o povo de volta à casa para adorar —o povo que está desterrado. qu e se toca rá u m a g r a n d e trom beta. embora o Egito tenha sido o lugar da escravidão deles nos dias de Moisés. Isto também fará com que os exilados no Egito venham e adorem “ao S E N H O R no monte santo.10? A Daniel 12.19 se relaciona a Jó 19. Quais as razões que Isaías concedeu para que buscassem o Se­ nhor? 3. Como 26. QUESTÕES DE ESTU D O 1. mas outros que irão adorar ao S e n h o r (cf. Que juízos estão a ponto de alcançar Israel? 8. “um por um” (cf. Deles virá não só Israel. Estes dois países representam todos os lugares no mundo onde Israel sofre. em Lucas 15).26? A Salmos 16. em Jerusa­ lém”. em Jeru sa lém .2. Is 2. hostilizado e perecendo na Assíria. Que esperança é dada ao remanescente futuro? . O que o leviatã simboliza? 6.3). 13 E será.2 ? 5. Que lições do cântico podem ser aplicadas aos nossos dias? 2. Como o cântico profético de 27. da Dracma Perdida e do Filho Pródigo. naqu ele dia.ressado a respeito da salvação de cada indivíduo. A Assíria era o lugar onde os exilados de Israel estavam nos dias de Isaías. sem lar.2— é diferente do cântico da 6 vinha no capítulo 5? 7. e os qu e a n davam p erd id o s p ela terra da A ssíria e os qu e f o r a m desterrad os p a ra a terra do E gito to rn a rã o a v i r e ad orarã o ao SENHOR n o m o n te santo. “U m a grande trombeta” será tocada.

qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le d os v en cid o s do vinho. balume. ed. H orton. Eles imaginam que são inconquistáveis e que o seu poder e posição lhes dá o privilégio de se satisfazerem. Os líderes estão “vencidos” (H eb.1-29 a. 1996).I-33. O “A i” os adverte. M as a coroa está enfraquecendo. a coroa de um vencedor. Stanley M . 2 Alguns comentadores acreditam que Isaías estava se referindo a reis atuais como T iglate-Pileser III e Sargão II. “dom inados”) pelo vinho.C . 2 4 6 . Os Líderes Bêbados 28 .1 A palavra profética de Deus para o reino norte de Israel é que este está maduro para o juízo.Os Seis Ais 28. como a bonita cidade de S a­ m aria está em um a colina íngrem e sobre a cabeça de seu fértil vale. (R io de Janeiro. Os seus líderes estão bêbados em um banquete que honra a Sam aria como uma “coroa”. rev. ed. O livro de Isaías agora retorna ao tempo antes de a Assíria ter conquistado o reino norte de Israel e tomado Sam aria em 72 2 a. E. O reino norte é chamado de “Efraim” porque Efraim era a sua principal tribo.CITAÇÕES 1 T im othy M unyon. “A Criação do Universo e da H um anidade” em Teologia Sistemática. O o rg u lh o que os co n d u z iu a se diver tir d eix a-o s despreparados para o juízo que está para vir.2 4 7 .1— 8 1 A i da coroa de soberba d os bêbados de B fra im } cu jo g lo r io so o rn a m en to é co m o a f l o r qu e ca i.I I. Tanto a em briaguez . R J: CPAD. AI DE EFRAIM 28.

e não restará nada de Samaria.C. co m o u m a queda de saraiva. Is 5. O p ró p rio SENHOR se to rn a ­ rá a coroa de u m vencedor glo rio so e u m a g rin a ld a b o n ita ou diad em a . Ele não adiará o juízo. 4 E a f l o r caíd a do seu g lo r io so orn a m en to. que. o homem “valente e poderoso” que o SE N H O R usa­ rá é a Assíria. 3 A coroa de soberba dos bêbados de E fraim será pisa da aos pés. 5 N aquele dia. Israel será completamente derrotado. e o engole. N ovam ente Isaías o lh a p ara o d ia m ile n ia l futuro com o um co n­ traste co m a presente situação de Israel. a coroa. A Assíria cumprirá o juízo de Deus sobre Samaria. v en d o o a lgu ém e ten d o -o ain d a na m ão. ela o colhe. u m a to rm en ta de d estru içã o e com o u m a tem p estad e de im petu osas á gu a s q u e tra n sb ordam . clepoís a um figo maduro colhido antes do verão. 2 E is que o SENHOR m a n d a rá u m hom em v a len te e p od eroso. Ironicamente.como o orgulho inebriado dem andam o juízo de Deus (cf. o engole. v io len ­ ta m en te a d errib a rá p o r terra. Esta profe­ cia foi cumprida quando Salmaneser sitiou Sam aria por três anos e a cidade caiu em 72 2 a.II-I7). o SENHOR dos E x ércitos será p o r coroa g lo r io sa e p o r g r in a ld a f o r m o s a p a ra os resta n tes de seu p o v o . um símbolo de vitória —a coroa do vence­ dor —e um símbolo do orgulho dos bêbedos de Efraim. o estoura na sua boca. E exatamente como Deus diz. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le será co m o o f i g o a n tes do verão. “será pisada aos pés”. Tão logo uma pessoa veja tal figo. Samaria é comparada primeiro a uma flor caída. A vinda do exército assírio sob o comando de Salmaneser é comparada tanto à violenta destruição de uma chuva de pedras ( “queda de saraiva”) como a uma inundação. Ironicamente.

6).1. Aqueles que têm o SE N H O R como a sua força substituirão os governantes. como “um espírito de juízo”. A embriaguez extrema deles é absolutamente imunda e asquerosa. 8 P orque todas as su a s m esa s estão cheias de v ô m ito s e de tmun~ dícia. são a b sorvid os do vinho.1. de modo que cometiam erros nos seus julgamentos (c f Am 4. 25.18). N m 11.2 M ais provavelmente. dará a sua força para habilitar a todos os que serão juizes ou governantes para fazer o que é certo.I)! 6 e será esp írito d e ju íz o p a ra o qu e se assen ta a ju l g a r e p o r fo r ta le z a p a ra os qu e fa z e m r e cu a r a p eleja a té à p orta .9. M as tam b ém estes erra m p o r cau sa do vin h o e co m a bebida f o r t e se d esen ca m in h a m . Estes mensageiros . porém. Em todas as decisões o SE N H O R . não há n en h u m lu g a r lim po. eles estavam cheios de vinho e outra bebida fermentada (Lv 10.10. Eles estão cambale­ ando embriagados para a destruição. isto dá um passo à frente a um tempo posterior em uma mesa de banquete onde os líderes do partido da guerra em Jerusalém estavam celebrando o retorno de mensageiros ao Egito. Ele também será a força para os que levam a batalha aos portões da cidade do inimigo (ou o significado pode ser os que nos portões de suas próprias cidades as defendem do inimigo). c f E f 5. sacerdotes e profetas anteriores. Nos dias de Isaías eles estavam tão bêbados de vinho e cerveja que não podiam ver o direito. a té o sa cerd ote e o p ro feta erra m p o r cau sa da b eb id a fo rte. Em vez de estarem cheios com o Espírito de Deus. d esen ca m in h a m ~ se p o r ca u sa da b eb id a fo rte. a n d a m erra d os na visã o e tropeçam n o ju íz o . 6.para o remanescente de todo o Israel —um completo contraste com o orgulho e a presunção dos ornamentos que desvanecem como uma flor dos bêbedos de Efraim (v.24. Isto pode retratar Sam aria como no versículo I.29.

Eles estão alegando uma compreensão madura da situação mundial nos seus dias. ou dizem que é obsoleta. Não consideram que a Bíblia é lógica. Isaías responde dizendo que se eles não aprenderem a lição. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. 10 P orque é m a n d a m en to sobre m an d a m en to. qau laqau. u m p o u co ali. qau laqau. começam a escarnecer de Isaías: Eles querem que este saiba que eles não são bebês e não precisam dos seus conselhos. b. tsau latsau. f a l a r á a este povo. a sua mensagem era simples e clara. Eles afirmavam compulsivamente que Isaías os estava tratando como se fossem crianças peque­ nas. não só por nossas palavras. Nós precisamos testemu­ nhar a verdade da Bíblia. p o r lábios estra?ihos e p o r ou tra língua. a qual sugerem que o profeta de Deus não possui. regra sob re regra. Os Escarnecedores Aprendem pelo M étodo D ifícil 2 8 . repetindo sílabas. Os assírios.vieram com a promessa de ajuda contra a Assíria. junto com os sacerdotes e profe­ tas que os apóiam.9 -2 2 9 A quem . estão à vista. 11 P elo que. De fato. z te r sbam). Eles escarnecem de sua mensagem como se fosse conversa de bebê. ze’er sham. se en sin a ria a ciên cia ? E a q u em se d a ria a en ten d er o qu e se o u v iu ? Ao d esm a m a d o e ao a rra n ca d o dos seios? Os líderes do partido da guerra. como recitando o ABC (Heb. M uitos incrédulos hoje são como eles. pres­ tando atenção à mensagem simples na sua própria língua. O mero pensamen­ to da celebração bêbeda deles era detestável a Isaías. m a n d a m en to e m a is m an d a m en to.3 . tsau latsau. Deus usa­ ria o povo de uma outra língua para ensiná-los. p ois'. com a sua língua acadiana. mas por nossas vidas.

e sejam presos. inferno. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e o acordo secreto deles com o inferno (Sheol. a p a la vra do SENHOR. Deus os deixará con­ tinuarem com os seus planos. m a s não q u isera m ouvir. não ch ega rá a nós. talvez encoraja­ dos por aqueles que dependiam de práticas ocultas para orientação. u m p o u co ali. p ois. A mensagem de Deus através de Isaías tinha a pretensão de trazer descanso —incluindo segurança e rejuvenescimento —para o seu povo. 8. 15 P orq u a n to dizeis: F iz em os co n certo com a m o rte e co m o in fer n o fi z e m o s alia n ça .7. não a sepultura)4 era de fato uma aliança com o Egito para ajuda contra o açoite opressivo da Assíria (cf. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. mas eles se recusaram a escutar. hom en s esca rn eced o res que d o m in a is este p o v o qu e está em Jeru sa lém . em Jerusalém. pois. p o rq u e p u sem o s a m en tira p o r n osso refú g io e debaix o da fa ls id a d e n os escon dem os. ou príncipes. 4 O u v i. apanhados em arm adilha e capturados. m a n d a m en to e m a is m an dam en to. . Deus tem uma palavra adicional para os governantes poderosos. 13 A ssim . q u an do p a ssa r o d ilú v io do açoite. Portanto.5). Eles tinham rejeitado a sua aliança com o Senhor e estavam confiantes na habilidade humana. e caiam p a ra trás. que estão zombando da palavra de Deus e do profeta de Deus. de um modo arrogante e cínico. M as a mensagem apenas en­ durecerá os corações daqueles que a rejeitaram. regra so ­ bre regra. e este é o refrig ério . a palavra do SE N H O R continuará sendo uma mensagem simples e será cumprida pelos assírios. a p a la vra do SENHOR lhes será m a n d a m en to soh re m an dam en to. e se quebrantem . dai d escan so ao can sad o. mas eles falirão nos seus propósitos e serão derrotados.12 ao q u a l disse: Este é o descanso. 10. pa ra que vão. e se en lacem .

Quando Ezequias tomou uma posição de fé. a ssim d iz o S en h or JE O V Á : E is qu e eu a ssen tei em Sião u m a pedra. da fundação (veja 8. p ed ra p recio sa de esqui~ na.5 Quando uma pare­ de é testada pela linha de medir e o nível está torto. M t 21. cf. Os incrédulos fazem o mesmo hoje e se fazem a si mesmos bobos aos olhos de Deus. uma pedra preciosa. e as águ a s co b rirã o o esconderijo. porque Ele é a Pedra que os construtores rejeitaram (SI 1 18. mishqaleth) era de fato um nível usado para conferir preci­ são horizontal (não um fio de prumo m oderno). Em contraste com o ridículo refúgio deles de mentiras e falsidade.1 1. E f 2.15. “bem firme e fundada”.18. Rm 9. .11. uma pedra já testada. Ele estava presente como a fundação para o futuro cumpri­ mento do seu plano divino e do reino por vir. 17. buscando ajuda humana ou fugindo de inimigos humanos.42).1 1.14. se­ rão testados pelo juízo e justiça de Deus. O “pru­ mo” (Heb. a parede deve ser demolida. 16 P ortanto.15— 0 ). I Pe 2. Gn 49. 37.24 ). I Co 3 .4-8).22. e a sa ra iva v a rr er á o refú g io da m en tira . O próprio Deus é a Pedra. eles estavam realmente pondo a mentira por seu refugio e se escondendo debaixo da falsidade. os quais planejavam rebelião contra a Assíria e confiavam no Egito. As mentiras e esquemas dos príncipes de Jerusalém. eles descansarão nEle e desfrutarão a sua paz. ele era como uma base que ficou firme (c f 36. aq uele qu e cr e r não se apresse. M as Jesus Cristo é o cumprimento defini­ 2 tivo. p elo p ru m o . Deus está assentando em Sião um fundamento de pedra. Aqueles que acreditam e confiam em Deus não terão que se apressar aqui e ali. e aquEle sobre o qual a Igreja é construída (A t 4 . 1 0 . Eles descobrirão quão frá­ gil é o refúgio de mentiras deles.21.33. u m a p ed ra j á p rova d a . Por causa da sua fé em Deus. qu e está bem f i r m e e fu n d a d a . 17 E regra rei o ju íz o p ela linha e a ju stiça . A linha de medir fazia a mensuração horizontalmente.20.10. valiosa.Contudo.

12). e o cobertor. a su a estran ha obra.17— I Cr 14.11— 23. sereis o p rim id o s p o r ele. Isto trará um fim ao escarnecer deles. 19 D esd e qu e co m ece a passar. Eles rejeitaram a oferta de Deus de um lugar de descanso para o cansado (v. e se irará. q u an do o d ilú v io do a ço ite p a s­ sar. 20 P orq u e a ca m a será tão cu rta . 21 P orque o Senhor se levan tará. qu e n in gu ém se p o d e r á esten ­ d e r n ela . não sepultura. o seu estran ho ato. p a ra f a z e r a su a obra. A cama e o cobertor que eles escolheram (para des­ canso e refrigério) refere-se às mentiras e falsidades do versículo 15 e envolvia o rompimento dos tratados que eles tinham feito. e a vossa alian ça com o in fer n o não su b sistirá . Todos serão arrasta­ dos e os escarnecedores serão derrotados. q u e n in g u ém se p o d erá co ­ b r ir co m ele. 16). pois a palavra de Deus. p o rq u e todas as m an hãs p a ssa rá e todos os dias e todas as noites. 15) não subsistirão quando o açoite da Assíria inundar a sua terra. e será que so m en te o o u v ir ta l n otícia ca u sa rá g r a n d e turbação.18 E o vo sso co n certo co m a m o rte se a n u la rá . a provará verdadeira e seu cumprimento os terrificará. O S E N H O R é o mesmo Deus que deu a Davi vitórias sobre os filisteus “no monte de Perazim” (veja 2 Sm 5. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e a secreta “aliança com o inferno” (inferno. e . Os assírios atravessarão a terra repetidamente e trarão terror aos que escarneceram da mensagem de Isaías a respeito de descanso e refrigério. vitórias que asseguraram o controle de Davi sobre Jerusalém. tão estreito. então. co m o no m o n te de P erazim . e p a ra ex ecu ta r o seu ato . a . v o s arrebatará. co m o no va le de G ibeão. veja v. “tal notícia”. mas a ajuda do Egito não seria suficiente para pro­ teger Judá da Assíria. Eles con­ fiaram no Egito.

nova capital nacional. não m a is escarn eça is. lavra todo o dia o lavrador. Deus tem decretado destruição “sobre toda a terra”. 14) para que as suas cadeias não se façam “mais fortes”. um “estranho ato” —Ele trará juízo sobre o mesmo povo ao qual deu vitórias. assim : q u an do j á tem g ra d a d o a su a su p e-fície. ou ao planeta Terra inteiro (o Heb. p a ra qu e vossa s ligad u ras se n ã o f a ç a m m a is f o r t e s . e sem eia com in h os. e esta j á está d eterm in a d a soh re toda a terra. atendei bem e o u v i o m eu discurso. Assim também a destruição da Grande Tribulação virá no fim dos tempos. p o rq u e j á o u v i o S en hor J eová dos E x ércitos f a l a r de u m a destru ição. v. A Sabedoria N atural Vem do S enhor 28 . Isaías não quer que o povo continue escarnecendo da mensagem. é muito tarde para mudar isto. A destruição virá. zombadoras ou desdenhadoras (cf. Isto não pode ser mudado. ou . 22 A gora. Isaías suplica às pessoas para que não se mostrem escarnecedoras. eles poderiam ainda se voltar ao SE N H O R e parar o seu ajuntamento de força.10— 14) e continuou a conquista da Terra Prometida. 24 P orven tu ra . p a ra sem ea r? O u ab re e esterroa todo o dia a su a terra ? 25 N ão é. o u lança n ela do m elh o r trigo. M as os crentes precisam estar emitindo uma últim a chamada ao arrependimento. pois. então. nação” como “o planeta Terra”). Ele é o mesmo Deus que fez o Sol ficar parado “no vale de Gibeão” de modo que Josué pudesse ter uma vitória so­ bre os amorreus (Js 10.23— 29 23 In clin a i os o u v id o s e o u v i a m in h a voz. antes. pode significar tanto “país. Agora Deus fará uma “estranha obra”. referindo-se à nação. Quatro imperativos os chamam a prestar uma cuidadosa atenção em Deus. c. espalha nela ervilha ca. Não obstante.

não simplesmente juízo e destruição. Isaías quer que os escarnecedores saibam que tudo isso requer louvo­ res a Deus por sua sabedoria e orientação. Deus tirará do processo purificador um remanescente justo. com u m p ed a ço de p a u . m a s n ã o se trilha co n tin u a m en te. Ele também está interessado em purificar. n em se quebra co m os seu s cavalos. que é “maravilhoso em conselho e grande em obra”. se sa cod e a ervilh a ca e os com in h os.ceva d a escolhida. é trigo emmer ( Triticum sativum). ou “espelta”. p o rq u e é m a ra vilh oso em con selho e g r a n d e em obra. 27 P orque a ervilh a ca não se trilha com in stru m en to de trilhar. Esta sabedoria prática tam­ bém “procede do S e n h o r ” . ou centeio. eles preparam o chão de acordo com o tipo de semente. Por uma série de perguntas retóricas. não des­ truir. Isaías tira uma lição da agricultura para mostrar que Deus tem a restauração em mente. Nigella sativá). moído. “Cominho” ( Cuminum cym inum ) é uma planta da fam ília da cenoura com sementes aromáticas. Continuando a lição. de acordo com as suas necessidades. ou parábolas. a verdadeira Fonte. que tem a semente dividida. A versão A R A in­ dica “endro” em vez de “ervilhaca”. n em se es­ m iu ça co m as rod as do seu carro. S e uma pessoa continuasse trilhando. “centeio” (K JV ). co m u m a vara. Isaías mostra que as várias sementes e grãos não são debulhados da mesma maneira. este deve ser “esmiuçado”. Tampouco alguém malha continuamente o grão de trigo que se pretende para fazer pão. A aplicação destas duas lições. 29 A té isto p r o ced e do SENHOR dos E x ércitos. . O texto no hebraico indica que é provavelmente cominho preto (Lat. 28 O trigo é esm iu ça d o. o grão se espalharia e nunca esmiuçaria. Isaías lembra o povo a respeito de uma sabedoria prática que vem de Deus: ninguém ara a terra somente por arar. “Ceva­ da” (A R A ). m as. é que Deus levará os seus propósitos adiante à própria finalidade deles. n em so b re os com in h os pa ssa roda de ca rro. cad a q u a l n o seu lu ga r? 26 O seu D eu s o en sin a e o in stru i a cerca do qu e há de ja z e r.

I 4 a. Deus colocaria Jerusalém “em aperto” (opressão. a real Pessoa por trás do cerco de Jerusalém (em 7 0 1 a.1 — 4 1 A i de A riel. e h a verá p ra n to e tristeza. e assim representava a cidade sagrada de Jerusalém. A CIDADE DE DAVI 2 9 .2.) será o SE N H O R . AI DE ARIEL. a cidade de Davi. Os líderes bêbados de Jerusalém e seu povo pensavam que Deus nunca deixaria alguma coisa acontecer a eles porque a cidade era sa­ grada.C. No entanto. Outros entendem isto como significando “forna­ lha do altar”. da cid a d e de A riel. . 2 C ontu do. e leva n ta rei trin ch eira s co n tra ti. “como A riel” (veja v. e te sitia rei co m ba lu a r­ tes. Deus usará os assírios. Isaías ainda pode estar falando com os zombadores.I . Essas festas eram legítimas. Isaías está dizendo que o tempo pode passar e as formas religiosas e as cerimônias deles podem continuar. angústia).I e comentário). e su ced a m -se as festa s. em qu e D a v i a ssen tou o seu a rra ia l! A crescen ta i an o a ano. “Ariel” pode significar “leão de Deus” como um nome simbólico para Jerusalém. 3 P orque te cerca rei co m o m eu arraial. Jerusalém Será Abatida 2 9 . e ela será p a ra m im co m o A riel. mas tinham se tornado sem sentido porque o povo não tinha nenhuma fé genuína ou confiança no SE N H O R . A s cerimônias não impedirão o juízo de vir. p o r ei a A riel em aperto.6 ( “lareira de Deus” —A RA ) o topo do altar onde o fogo continuamente consumia os sacrifícios. contudo. e seus habitantes lamentarão e se entristecerão porque Deus a transformará em um lugar onde o fogo do seu juízo consome com terrível calor. Dizendo para as pessoas acrescentarem “ano a ano” e deixar o ciclo das “festas” (as festas de Lv 23 com os seus sacrifícios e oferendas) continuar.

e será a tua voz debaix o da terra com o a de u m fe itice ir o . m as. e co m t t fã o de vento. A referência primária é para a libertação de Senaqueribe. e a tua f a l a desde o p ó sa irá fr a c a . acordan do. Os Inimigos de Jerusalém Serão Frustrados 29 . Yahweh tem um juízo maior para os inimigos de Jerusalém. e g r a n d e ru ído. Os assírios eram de fato cruéis. sen te a su a alm a vazia. ou co m o o seq u ioso que . O “pó miúdo” e a “pragana que passa” falam de completo e súbito juízo. isso acon tecerá. e labareda de f o g o con su m idor. O orgulho e a autoconfiança deles serão abatidos. E com o o sonho e u m a visão da noite será a m u ltid ã o de todas as nações qu e hão de p eleja r con tra Ariel. será s abatida. e a força deles se acabará de forma que a voz deles será como o resmungo da voz de um “feiticeiro” ( “de um fantasma” —A R A ) que sussurra debilmente “desde o pó”. e com terrem otos. Para os inimigos isto será um pesadelo. 6 D o Senhor dos E x ércitos será s visita d a co m trovões.7 8 S erá tam b ém co m o o fa m in t o que son ha q u e está com en do. Deus libertará Jerusalém. Deus está no controle. embora a ameaça e a angústia fossem reais na ocasião.5— 8 5 E a m u ltid ã o dos teu s in im igo s será co m o o p ó m iú d o. e a m u ltid ã o dos tiranos.4 E ntão. O Salmo 126 provavelmente foi escrito depois daquela libertação. co m o a p ra ga n a qu e p a ssa . b. e a tua f a l a assobiará desde o pó. O seu refúgio de mentiras não será de proveito algum. f a l a r ás d e debaix o da terra. com o tam bém todos os que peleja rem con tra ela e con tra os seu s m u ro s e a p u serem em aperto. Depois da libertação a grande multidão dos seus inimigos parecerá como um sonho que é passado. Ele pode usar as forças da natureza para trazer o seu juízo. em u m m o ­ m en to repen tin o. e tem pestade. Depois de julgar Judá e Jerusalém.

m a s não de b eb id a fo rte. ou estupefatos. Com efeito. os viden tes. muito embora estejam atordoados. I Jo 1. A Assíria está em mente aqui. eles não pres­ tam atenção. Eles sentirão frustração quando não conquistarem e destru­ írem Jerusalém. e clam ai. Mas. bêbados estão. a ssim será toda a m u ltid ã o das n a ções qu e p eleja rem con tra o m o n te de Sião. os p ro feta s. e ficarem pasmados. c. mas não (como em 2 8 . Mas o princípio é válido também para outras nações. . O povo e os seus líderes serão totalmente insensíveis à vontade de Deus (c f 6. a n d a m titubeando. de modo que eles não podem ver o que é certo.7) de vinho ou cerveja (insinuando uma condição espiritual até mesmo pior) —estão resistindo obstinadamente à mensagem de Isaías. Os seus corações. eles escolheram se tornarem cegos à verdade (cf. fo lg a i. com sede. e v en d o u os vossos líderes. e a su a alm a. serão feitos mais duros.6) por causa da sua confiança no Egito. os quais eles endureceram contra Deus. Isaías agora retorna ao ai sobre Ariel. de modo que as nações que lutam contra o monte de Sião serão desapontadas. ou maravilhados de uma maneira indecisa ( “ti­ tubeando”). Os sonhos podem ser desapontadores. A condição espiritual deles é o problema.9— 14 9 Tardai.son ha que está bebendo. e m a ra v ilh a i-vo s. Eles agem bêbados e cambaleiam porque o SE N H O R derramará sobre eles “um espírito de profundo sono”. Ignorância e H ipocrisia Condenadas 29. m as. acordan do. Eles estão bêbados e cambaleiam. ambos os quais reivindicam ser os líderes espirituais. eis q u e ain d a d esfa leci­ do se acha. 10 P orque o SENHOR d erra m ou sob re v ó s u m esp írito de p r o fu n ­ do son o e fe c h o u os vossos olhos.9— 10). Ele fechará e selará os “olhos” dos falsos profetas e cobrirá as “cabeças” dos videntes. Ele diz quase sarcasticamen­ te para os habitantes de Jerusalém ficarem aturdidos. m a s não de vin h o.

e ele dirá: N ão posso. lê isto. u m a obra m a ra vilh osa e u m assom bro. Toda a revelação dada por Deus tinha se tornado para o povo como as palavras de um livro que está selado. e o seu tem o r p a ra co m igo co n siste só em m a n d a m en to s de hom ens.6— 15). 14 eis q u e co n tin u a rei a f a z e r u m a obra m a ra vilh osa n o m eio deste p o v o . Deus fará al­ gum a coisa m aravilhosa e sobrenatural que destruirá a sabedoria e a inteligência hum anas e fará com que estas pereçam porque são . Se o livro é dado negligentemente a alguém que não sabe ler. m e honra. M t 6.8. mas os seus corações estão longe de Deus (cf. Ez 33. mecanicamente. eles falam as palavras apropriadas e repetem orações que aprenderam por hábito. e ele dirá : N ão sei ler. dizendo: O ra. 12 O u d á -se o livro ao qu e não sabe ler. co m a boca e com os lábios. Ele não se interessa o suficiente sobre o que Deus diz para quebrar o selo e lê-lo.9.32. Por causa desta hipocrisia e cegueira espiritual. Se este é dado a uma pessoa que sabe ler. p o rq u e está selado.7. lê isto. p o rq u e a sa bedoria dos seu s sá bios p erecerá . N a sua adoração. Eles todos estão espiritualmente cegos. 15. em qu e f o i in stru íd o. Por trás desta indiferença para com a revelação dada por Deus está a hipocrisia da religião que é meramente externa.31. ele recusa porque o livro está selado. este não tem o suficiente interesse sobre a revelação de Deus para conse­ guir alguém para lê-lo para si.11 P elo qu e toda a visã o v o s é co m o as p a la v ra s de u m livro sela d o qu e se dá ao qu e sabe ler. M c 7. 13 P orq u e o S en hor disse: P ois qu e este p o v o se a p rox im a de m im e. dizendo: O ra. È uma coisa terrível quando os líderes e o povo estão desinteressadas a respeito da Palavra de Deus. e obediência que é superficial. m a s o seu cora çã o se afasta p a ra lon ge de m im . e o en ten d im en to d os seu s p r u d en tes se esconderá.

. que é escândalo para os judeus.20— 2 5 ). Paulo citou este versículo ao escrever à igreja de Corinto. mas nós pregamos a C risto crucificado. lhes pregamos a Cristo. intocadas pela luz da ver­ dade de Deus (cf. 3. Eles querem levar a efeito os seus planos como se estivessem no controle. e eles não acreditam que alguém os conheça ou saiba o que estão fazendo. e a fraqueza de Deus é mais forte do que os hom ens” (I Co 1.15— 16 15 A i dos que q u erem esco n d er p ro fu n d a m en te o seu p ro p ó sito do Sen h or ! Fazem as su a s obras às escu ra s e dizem : Q u em n os v ê ? E qu em n o s co n h ece? Outro ai mostra que não apenas os israelitas estão indiferentes para com a revelação dada por Deus. AI DAQUELES QUE TRABALHAM NAS TREVAS 2 9 . e loucura para os gregos. Isaías provavelmente tinha em mente a confiança dos israelitas no Egito e os seus planos para se rebelarem contra a Assíria. aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens. Eles mantêm as suas obras na escuridão.ineficazes. Eles são tolos em pensar que podem se esconder de Deus. e os gregos buscam sabedoria.1 5 -2 4 a.1 9 ). M as para os que são chamados. e sabedoria de Deus. Jo 3 . Porque os judeus pe­ dem sinal. con­ tinuando por dizer: “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? V isto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria. não Deus. E as pessoas irreligiosas de hoje ainda pensam que podem resolver os problemas do mundo. tanto judeus como gregos. poder de Deus. eles pensam que podem es­ conder de fato o seu propósito de modo que o S E N H O R não os verá. Os Planejadores Tolos 29 .

O Carmelo (i. como o monte Carmelo dos dias de Isaías). não se con verterá o Líbano. todavia. lakkarmel. Até mesmo o surdo ouvirá e obedecerá as palavras do livro da revelação divina. A Restauração que Honra a Deus 29 . E o oleiro que lhe dá forma./ 16 Vós tu d o p erv erteis. ironicamente. e os n ecessita d os en tre os h om en s se alegra rão no S anto de Israel. “no Carmelo” —um pomar com fruteiras e videiras. que eles viraram as coisas de cabeça para baixo ( “tudo perverteis”). o monte Carm elo) parecerá como um bosque ou parque. e o va so f o r m a d o d is­ sesse do seu oleiro: N ada sabe. terão nova e maior alegria no SE N H O R . co m o se o oleiro f o s s e igu a l ao barro. O cego. A verdade e as obras de Deus se tornarão reais para eles. as v erã o os olh os dos cegos. A comunhão restaurada com Deus está incluída. Por causa desta restauração os humildes e mansos. 19 E os m a n so s terão regoz ijo so b re regoz ijo n o SENHOR. o qual era fortemente arborizado nos dias de Isaías. As suas atitudes e pensamentos egotistas são estúpida perversidade.. o qual estava cego para a verdade por causa da escuridão e das trevas. O s necessi­ . será transformado em um campo fértil” (Heb. o Líbano. em u m breve m om ento. b. Em um breve momento (conforme Deus olha o tempo). em cam po f é r t i l ? E o cam po f é r t i l não se rep u ta rá p o r u m bosque? Deus não mudou os seus planos. irá ver. 18 E. Isto é como um vaso de barro que diz ao oleiro: “Tu não me fizeste”. os su rd o s o u v irã o as p a la vra s do livro. As pessoas também serão mudadas.e. pessoas de ne­ nhuma reputação. o oposto da verdade.17— 24 17 P orven tu ra. e a obra dissesse do seu a rtífice: N ão tn efoz . ou: “Tu não sabes o que estás fazendo”. e. na q u ele dia. Ele irá corrigir as coisas da maneira certa. O barro não pode fazer nada de si mesmo. / Isaías diz. d en tre a escu rid ã o e d en tre as trevas. Ambos serão mudados pelo SE N H O R .

20 P orque o tirano é redu z ido a nada. o Deus que tem se dedicado a levar a cabo o seu plano e propósito de redenção (cf. Ele dará um fim ao “tirano” (li­ teralmente “tirano”) que usa a riqueza e posição para adquirir o que quer. en vergon ha do. se descora rá a su a fa ce . Quando Deus corrigir as coisas. olhando para baixo a partir do céu. e se con som e o escarnecedor. Deus fez promessas a Abraão (Gn 12. dizendo palavras que as fazem parecer culpadas. salvando-o pela graça através da fé. não importa quem venha a ser ferido no processo (provavel­ mente incluindo os assírios como o cumprimento inicial). Jacó. ou ridicularizam. a Palavra de Deus e os padrões bíblicos de moralidade serão destruídos e reduzidos a nada.2 5 -2 7 ). agora. envergonhado”. agora. tsaddiq. “r e t o ”. os quais não têm nenhuma influência neste mundo. 22 P ortanto.tados e pobres. sem m otivo. nem se descorará a sua face9 por qual­ quer temor de que as promessas não pudessem ser cumpridas. “não será.8 Aqueles que escarnecem. q u e rem iu a A braão.3) e Ele as levará a efeito. acerca da casa de J a có : J a có não será. ou põem de parte o caso do “justo” ou inocente (Heb. Deus eliminará os profissionais legais que enganam as pessoas inocentes. os qu e ar­ m a m laços ao qu e rep reen d e na p o rta e os qu e p õ em de p a rte o ju sto . O povo de Jacó será transformado. nem . 21 os qu e fa z e m cu lp a d o ao hom em em u m a causa. agora. e armam armadilhas para o defensor que no tribunal se opõe ao que é perver­ so. “justo”) dispensado com um mero pretexto. o mesmo Deus que redimiu a Abraão. Os que querem criar problemas e ver o mal se tornar exuberante serão desarraigados. O SE N H O R é . e todos os que se dao à in iq ü idad e são desarraigados. se alegrarão no verdadeiro Deus que é o Santo de Israel. a ssim d iz o SENHOR. Rm 1 1 .

e sa n tifica rã o o S anto de Ja có . que tom a ra m conselho• . Confiar no Egito Trará Vergonha 30. d iz o SENHOR.23 M as. No entanto. 4. Ele os fará se arrepender e purificará a nação —tanto Judá quanto Israel. m a s não do m eu E spírito. Em vez de serem rebeldes. m a s n ã o de m im ! E qu e se co b rira m com u m a cobertu ra. Em vez de murmurar.4).I ). p a ra a crescen ta rem p eca d o a pecado. o Deus de Israel. quando Senaqueribe estava a caminho para atacálo em 701 a. eles terão discernimento. Alguns vêem isto como se referindo à embaixada de Oséias a So (provavelmente Osorkon IV ).1— 5 1 Ai dos f i lh o s rebeldes. sa n tifica rã o o m eu nom e. Eles se levantarão em reverente temor diante dEle como o seu Deus.21). a situação corresponde melhor ao tempo de Ezequias. (2 Rs 18. e tem erã o ao D eu s de Israel.C. . reconhecendo que Deus é verdadeiramente o “Santo de Jacó”. AI DOS POVOS REBELDES 3 0 . é também “a obra” das mãos de Deus. eles “apren­ derão doutrina” com uma ânsia de conhecer a Palavra e a vontade de Deus. 24 E os erra d o s de esp írito v irã o a ter en ten d im en to . q u a n d o v i r a seu s f i lh o s a obra das m in h a s m ãos. Após lidar com princípios gerais nos dois capítulos anteriores. A razão para a falta de vergonha e medo é que o povo de Israel não é apenas descendente de Jacó.1 -3 3 a. Isaías vem agora com um ai que é pronunciado especificamente sobre os que descem ao Egito para pedir ajuda. no m eio dele. e os m u r m u r a d o r es ap ren d erã o d ou trin a . Então eles tratarão o nome de Deus como santo. (2 Rs 17. A obra de Deus de purificar a nação os transformará. Deus ainda está trabalhando para isto —agora através de Jesus Cristo e do Evangelho proclamado no poder do Espírito Santo. como os seus antepassados fizeram no deserto (veja Nm I I .C. quando Oséias deixou de pagar tributo para a Assíria em cerca de 7 2 6 a.

36. . O que im porta é que parece que o trata­ do está em efeito.1.6). Os “príncipes” e “embaixadores” podem ser tanto os de Ezequias como os de Faraó. O “Faraó” era o etíope Shabako (7 1 6 — 2 a. Shebitku (7 0 2 — 70 690 a. eles não somente rejeita­ ram a ajuda do SE N H O R . 2 Q u e d escem ao Egito.). em con fu sã o. a confiança deles no Faraó trará vergonha. 4 P orque os seu s p r ín cip es estão em 7Loã. e os seu s em b a ix a d ores chegaram a H anes. Em vez de força. Elas eram as principais cidades no Egito unido sob o governo da Vigésim a-Q uinta Dinastia (etíope). Eles foram determinados a depender da força ou fortaleza de Faraó e receber refúgio na sombra do Egito. sem p erg u n ta rem à m in h a boca.6). estão determinados a levar a cabo os planos para formar uma aliança (Heb. sofrim').2). SI 91 .C. e a co n fia n ça na som b ra do Egito. Zc 4. Ao invés disso.O SE N H O R o s chama de “rebeldes” (Heb. 3 P orque a f o r ç a de Faraó se v o s to rn a rá em vergonha. provavelmente cer­ ca de oitenta quilômetros ao sul de Mênfis. haverá confusão e desgraça (cf. “uma cobertura”) com o Egito. em vez de buscarem refugio em Deus (cf.) ou o sucessor deste. linsokh massekbah.C. Deus sabia que o Egito estava perdendo o seu poder e não poderia parar a Assíria ou socorrer Judá. p a ra se fo r tific a r e m com a f o r ç a de Faraó e pa ra co n fia rem na som b ra do Egito. “derramar uma bebida como oferenda”10 como o ato final de um tratado ou aliança. Zoã estava no Delta e H anes11 estava no N ilo. Em vez de refúgio na sombra do Egito. A embaixada enviada ao Egito não orou nem buscou a orientação de Deus. eles buscaram a ajuda do Egito. Eles obstinada­ mente o rejeitaram e recusaram buscar a sua ajuda. “Para acrescentarem pecado a pecado”. Eles poderiam bus­ car a proteção e a cobertura do Espírito Santo (cf.

mas trará somente “vergonha” e “opróbrio”. brasileira. Esta mensagem trata dos burros e camelos que estavam levando as bagagens para os enviados ao Egito. indica que Deus chama o Egito de “Raabe que nada faz”. 7 P orque o E gito os a ju d a rá em vã o e p a ra n en h u m f i m .3 E les se en vergo n h a rã o de u m p o v o qu e de n a da lhes servirá . indica “Monstro inofensivo”. e sob re as co rco v a s de cam elos. havia o perigo dos leões. A versão ARA traz “Gabarola.C. mas esta era uma missão secreta. A ajuda do Egito é de nenhum valor e não levará a nada. A versão N V I. na língua inglesa. antes. O Egito não pode ajudar nem pode ser vantajoso para eles. nada faz”]. . Uma Viagem Improdutiva a uma Nação Inútil 30. das áspides venenosas (ou víboras) e serpen­ tes abrasadoras e de bote ligeiro. Isto foi cumprido em 701 a. em Elteque. através do deserto de Negueve (o mesmo deserto ao sul de Judá onde os israelitas passa­ ram quarenta anos) —para o Egito. Por conseguinte. P ara a terra de a fliçã o e de a n gú stia Çdonde v em a leoa.6— 17 6 P eso dos a n im a is do sul. esta rá a su a f o r ç a . de vergon h a e de opróbrio. Eles poderiam ter tomado a rota mais fácil do litoral. que significa. o hasilisco e a áspide a rd en te v oa d ora ) leva rã o às costa s de ju m en tin h o s as su a s fa z en d a s. quando Senaqueribe derrotou o exército egípcio. n em de ajuda. o leão. Os pobres burros e camelos sofre­ ram nesta viagem por nada. nem de p ro v eito . A palavra de Deus é que todo o povo de Judá será envergonhado. p elo que cla m ei a cerca disto: N o esta rem quietos. [N ota do Tradutor: A NIV. os seu s tesou ro s a u m p o v o qu e de nada lhes aproveitará. a oeste de Jerusalém. b. e eles queriam provavelmente evitar os filisteus ao longo da costa. Eles estavam sendo levados em uma rota difícil —cheia de “aflição e de angústia”. como também os presentes que buscavam o seu favor e proteção.

p a r a q u e f i q u e e s cr ito p a r a o tem p o v in d o u ro . e poderia servir de testemunho. Ele também tem que escrevê-las “em um livro”.9) disseram aos videntes que deixassem de ver as verdades e visões sobrenaturais. e s cr e v e isto em u m a tá b u a p e r a n te eles e a p o n ­ t a . d iz e i. f i l h o s m en tir o so s. shaveth. Assim ele é merecedor do nome “Raabe que nada faz” (Heb. Não se podia depositar confiança neles para passarem esta mensagem por meio da mera palavra falada. mas o Egito não pode corresponder à sua jactância orgulhosa. “que senta quieta”). Seus escritos se tornariam uma parte da Palavra de Deus para a eternidade —a inalterável Palavra de Deus. 10 q u e d iz em a o s v id en tes : N ã o v e ja is. pois o povo era incrédulo (simplesmente desiludido). Deus lhe deu uma ordem para escrevê-las “em uma tábua” onde o público poderia vê-la.O significado disto é “arrogância” e “gabolice”. porque ele não tem nenhum poder contra a Assíria. e a os p r o fe ta s: N ã o p r o fe tiz eis p a r a n ó s o q u e é re to . f i l h o s q u e n ã o q u erem o u v ir a lei d o SENHOR. 8 Vai. A mesma atitude pode ser vista nos últimos dias desta era (2 Tm .n o s co isa s a p ra z ív eis e ten d e p a r a n ó s en g a n a d o ra s liso n ja s. queriam ouvir “coisas aprazíveis” e obviamente inofensivas.o em u m liv r o . Porque os habitantes de Judá e Jerusalém não ouviram as adver­ tências de Isaías. Estes “filhos mentirosos” e rebeldes (v. Ao invés disso. Eles igualmente queriam que estes profetizassem ilusões ( “enganadoras lisonjas”) —logros e coisas sem importância que lhes perm itiriam fazer como se lhes aprouvesse. a gora . recusando-se a ouvir e obede­ cer o ensino do S E N H O R . Eles disse­ ram aos profetas que deixassem de profetizar (falando por Deus so­ bre as suas justas demandas). p a r a se m p re e p e rp etu a m en te. p o is. o qual seria preserva­ do para as gerações futuras. Era importante que a mensagem fosse escrita. 9 P orq u e p o v o re b eld e é este.

z1 d e sv ia i-v o s do cam in ho. até mesmo pior. Ele é de fato o “Santo de Israel”. se desviassem do caminho da justiça e não os aborreces­ sem com o Santo de Israel. p o r isso.4 . 14 E ele o q u ebrará co m o se quebra o va so do oleiro. como ti­ nham posto a confiança deles em um povo que os oprimia. q u e j á f o r m a h a rriga desde o m a is alto sítio. mas deu a resposta de Deus. Eles não queriam ser abor­ recidos por Ele. Ele sabia como eles tinham menosprezado e rejeitado a sua palavra profética. Isaías não escutou o povo. e co n fia is na opressão e na p erversid a d e.3-4). e cu ja q u eda v irá su b ita ­ m ente. n ã o se achará en tre os seu s p ed a ço s u m q u e s ir v a p a ra to m a r f o g o do la r o u tira r á gu a da poça. a p a rta i-v o s da vered a . pronta a se desmoronar “em um momento”. Eles queriam que os profetas abandonassem o modo prescrito por Deus. . Por causa das suas atitudes distorcidas e pervertidas e de seus pecados. M uitos não querem pregações expositivas que declarem a ver­ dade da Palavra de Deus. e sob re isso vos estribais. 12 P elo q u e assim d iz o S anto de Isra el: Visto qu e rejeita is esta p a la vra. È. quase para quebrar. e. em u m m om en to. E triste quando os pregadores levam o povo a se desviar. q u eb ra n ­ do-o. mas não poderiam dispor dEle. Eles estarão desprevenidos. esta m a ld a d e v o s será co m o a p a red e fe n d id a . quando o povo está determinado a desviar os pre­ gadores. Eles estavam procurando uma religião fácil. que já forma barri­ ga” de alto a baixo. Esta era severa. f a z e i que d ei­ x e de esta r o Santo de I sra el p era n te nós. e como rejeitaram a sua santidade na pervertida religião deles. n ã o se com p a d ecerá . eles seriam como uma “parede fendida. Nós podemos ser gratos a Deus por Ele ter ordenado a sua Palavra ser escrita em livro.

Deus usaria os cruéis assírios para realizar isto. m a s não a quisestes. através de Moisés. antes. a té qu e seja is d eix a d os co m o o m a stro no cu m e do m o n te e com o a ba n deira no outeiro. e. cinco perseguiriam cem (dos seus inimigos) e cem perseguiriam a dez m il (Lv 26. Deus queria salvá-los. cisterna. 2 8 . Em vez de confiar em Deus. Com cavalos ligeiros (provavelmente do Egito). ao g r it o de cinco. Como Isaías já ti­ nha dito. todos v ó s fu g ir e is . eles planejavam escapar do juízo. os vossos p ersegu id o res serã o ligeiros. sob re ca va lo s fu g ir e m o s .12 ). 17 M il h om en s f u g i r ã o ao g r it o de u m . A sua graça estava disponível. esta ria a vossa sa lva çã o. Ele tinha lhes pedido para que ficassem quietos diante dEle e para colocarem a sua confiança nEle. pois isto traria fortaleza. mas eles não a quiseram.8). os seus perseguidores seriam mais rápi­ dos ainda —como que insinuando que eles não escapariam. o S anto de Isra el: Em v o s eo n verterd es e em rep ou sa rd es. no so s­ sego e n a co n fia n ça . e: S obre ca va los ligeiros ca va lga rem os. p ortan to. Ele já tinha apelado a eles para que retornassem em arrependimento e descansassem nEle (cf. esta ria a vossa f o r ç a .12 Em outras palavras. que se os israelitas vivessem em obediência a Ele e às suas instruções.O juízo de Deus será severo: Ele quebrará as paredes tão comple­ tamente que não haverá um pedaço quebrado que seja grande o sufi­ ciente para levar brasas de um fogo para acender outro ou para tirar água de uma. o povo pôs a sua confiança em cava­ los. M as Deus também os advertiu de que o contrário poderia ser verdade (D t . e assim serem salvos de seus inimigos. Deus disse que eles de fato fugiriam. fu g ir e is . mas se pensa­ vam que podiam ser rápidos. p o r isso. até mesmo as sobras da parede não servirão para nenhum propósito útil. 1' P orque assim d iz o S en hor JEOVÁ . Eles não imaginavam o que os assírios poderiam fazer com eles. 16 M as dizeis: N ão. Deus prometeu.

à voz do teu cla m o r. Portanto. Nos dias de Isaías o povo se lamentaria. de modo que o juízo sobre o seu povo será justo. Agora. e. mas nada mais foi deixado —um resultado de terem abandonado a Deus. e. p o rq u e o Se~ NHOR é vim D eu s de eqüidade. Deus Será Gracioso e Irá Curar 3 0 . Ele é um Deus de justiça.32. te respon derá. Ele esperará até depois do juízo a fim de ser misericordioso. Ele então se levantará para exaltar a si mesmo pela revelação de sua natureza. a bebida deles —o que pode insinuar as rações escas­ . B em ~ aventurados todos os que n ele esperam . por intermédio de Isaías. o u v in d o -a . 20 B em v o s d a rá o S en hor p ã o de a n gú stia e águ a de aperto.30). 19 P orq u e o p o v o habitará em Sião. em J eru sa lém . Haverá um período de calamidade quando a adversidade será o pão e a aflição. com o voa n d o com asas. m a s os teu s in stru id o res n u n ca m a is fu g ir ã o de ti. Ele adverte novamente os israelitas de que “m il homens fugirão ao grito de um ”. e que todos eles fugiriam “ao grito de cinco”. Então Deus ouvirá a voz dos seus clamores e lhes responderá sem qualquer demora. “Os que nele esperam” são o remanescente purificado. Os que seriam deixados seriam como uma “bandeira no outeiro”: houve outrora habitante ali. p o r isso. viria o dia quando os habitantes de Sião em Jerusalém não mais se lamentariam ( “não chorarás mais”). n ã o chorarás m a is. o SENHOR esp era rá p a ra ter m isericó rd ia de vós.18— 26 18 P o r isso. Por causa da graça de Deus. Apesar da necessidade de juízo. antes. certa m en te se com p a d ecerá de ti. como misericordioso e compassivo. o propósito de Deus para o seu povo não mudou. Eles serão abençoados a seu devido tempo se esperarem fielmente por Ele e por sua clemência. os teu s olhos v erã o a todos os teu s m estres. c. será ex alçado p a ra se co m p a d ecer de vós.

e é singular). Embora a ARC aqui indique “instruidores” (o Heb. mas os corrigirá sempre que eles se desviarem para uma ou para outra direção. mas terão olhos para vê-lo. 22 E terás p o r con ta m in a d a s as cob ertu ra s das tuas escu ltu ra s de p ra ta e a coberta das tua s escu ltu ra s f u n d i d a s de ou ro. porque Ele se importa com cada um deles. O povo já não rejeitará a palavra do Senhor. Isaías identifica depois “o caminho”. e d irá s a cada u m a delas: Fora daqui. se formos sen­ síveis ao Espírito Santo. e eles já não serão encobertos pelo pecado. e esta será f é r t i l e cheia.sas durante um cerco. naqu ele dia. yikkaneph.8). inúteis. serão re­ conhecidas como imundas. . para a ARC “fugirão”. cf. 23 Então. e serão totalmente rejeitadas. o teu g a d o p a sta rá em lu ga res la rgos d e pasto. J12. é melhor tomado como “fugirá”. como o caminho de santidade (3 5. e as la n ça rá sfo r a co m o u m p a n o im un do. K JV /ARC) não se esconderá nunca mais. com o tam b ém p ã o da n ovid a d e da terra. imagens caras e esmeradamente fabricadas. an d a i nele. onde a mesma pala­ vra hebraica usada é traduzida como “chuva temporã”. mas eles individual­ mente ouvirão uma “palavra” (Heb.23. Quando eles andarem no caminho de santidade guiados pela pala­ vra do SE N H O R . davar) por detrás. 21 E os teu s o u v id o s o u v irã o a p a la vra do qu e está p o r d etrá s de ti. Assim. é melhor tomá-lo aqui como singular (o Heb. o tempo virá quando o Ensinador deles (o Senhor. Nós ainda podemos ouvir esta voz. te da rá ch u va sobre a tu a sem en te com que sem ea res a terra. Um a insinuação da Encarnação pode ser vista aqui. toda a atitude deles mudará. As imagens usadas para buscar orientação. dizendo: Este é o cam in ho. sem vos d esvia rd es n em p a ra a direita n em pa ra a esquerda. A voz não só lhes mostrará o caminho. morekha pode ser tomado como singular ou plural). uma vez que o título mais popular para Jesus entre o povo era “M estre”.

Os montes e outeiros outrora estéreis serão bem aguados no dia da vitória do S e n h o r (cf. Fenôme­ nos astrais incom uns são freqüentem ente usados para descrever os eventos futuros.Junto com as bênçãos espirituais. n o d ia em q u e o SENHOR lig a r a q u eb ra d u ra d o se u p o v o e c u r a r a chaga da su a f e r i d a . Deus dará a chuva necessária para grandes colheitas. 2 . co m o a lu z d e se te dias. Tal é o caso com Isaías. isto se refere à destruição dos assírios.2 0 ).11 -21). 24 E os bois e os ju m en tin h o s qu e lavram a terra co m erã o g r ã o pu ro. 19 . 23 E haverá. Deveria ser observado. que este modo de referência aos corpos celestes não é restrito a Isaías.16. e a lu z d o s o l sete vez es m a ior. qu an do ca irem as torres. Ele usa o oposto. a intensificação da luz dos corpos celestes. M as eles serão restaurados até mesmo a um m aior brilho no dia do triunfo do Senhor. no dia da g ra n d e m atança. O juízo escurecerá o Sol e a Lua. para descrever a Era M essiânica (veja tam ­ bém 6 0 . um dia que trará a restauração e a cura do povo do Senhor. que terá sido esparramada e esmiuçada para os bois e jumentinhos comerem. 26 E s e r á a lu z d a lu a co m o a lu z do sol. rib eiro s e co rren tes de águas. 2 4 . M as a expressão “no dia da grande m atança” terá o seu cum prim ento final na batalha do Armagedom (Ap 16. que descreve o D ia do S E N H O R por vir como um dia quando estas fontes lum inosas fa­ lharão (1 3 . As torres cairão. Haverá bastante forragem. Isto é .1 0 . contudo.1 9 . q u e fo r p a d e ja d o com a p á e cira n d a d o com a ciranda.1 2-18 ). e haverá grandes pastos onde o gado pode pastar e se alimentar com segurança. Até mesmo eles só comerão o que há de melhor. Inicialmente. em todo o m o n te alto e em todo o ou teiro elevado. a terra será restabelecida à sua fertilidade.2 3 ).

Eles não podem escapar de seu juízo. juntamente com as suas nações aliadas. 8 .1 0 ). '• d. Ap 9.3 1 (esta utilização também aparece em 3 4 . Am 8.2 9 . também um a figura do juízo de Deus por vir em 1 4 . Ap 6 .9 .3). e “A i” neste sentido (cf. Quer dizer.1 8. Ele fala a palavra e o juízo vem. 18. H b 3 . Agora Isaías retorna aos seus próprios dias. tal como com uma “peneira”. e “a sua língua é como um fogo consum idor”.5 . e u m jr e i o de j a z e r er ra r esta rá na s q u eix a d a s dos povos. M t 2 4 .27. “N aquele d ia”. quando Deus estava a ponto de lidar com os assírios e as nações aliadas com eles.1 2 . É usada em um sentido seme­ lhante a “fogo” em ambos os testamentos. como um símbolo do juízo de Deus. Ele arrastará os assírios.como as frases proféticas comuns “D ia do S E N H O R ” . os seu s lábios estão cheios de in d ign a ~ ção. e assim significa o próprio S E N H O R .2 3 .2. Ele está vindo como uma tempestade. Lc 2 1 .2 . A respiração dEle é como uma inundação que transborda “até ao pescoço”.3 1 . dando fim de tudo aquilo que é falso e inútil.). e a su a lín gu a é co m o u m j o g o co n su m id o r. Então. M q 3. p a ra p e n eir a r as n a ções co m p en eira de va idad e. O “nome do S e n h o r ” representa o seu caráter e natureza. Deus lhes perm itirá ir na direção errada. J1 2 . q u e chega a té ao pescoço.3 0 .1 7. peneirando-os. 2 2 . M l 4.2 0 . 7 .9. 2 1 . e de longe o seu nome é sinalizado. A sua ira é comparada ao lança­ mento de uma fumaça espessa.I I .2 5 .1 2.1 6.20. 9.28 27 Eis que o n o m e do SENHOR v em de lon ge a rd en d o na su a ira e lançando espessa fv im a ça . 28 e a su a resp ira çã o é co m o o rib eiro transbordan do.18. etc. um “freio” (ou ré­ dea) os fará errar e se desviar.6. Os seus lábios falam abundantemente da sua indig­ nação. M t 12. O Controle de Deus sobre as Nações 30. A t 2 . Esta é uma term inologia comum entre os profetas (J1 2 . . 19. em vez de os guiar no caminho certo.

musadah.5). Deus na sua majestade fará a sua voz gloriosa e majestosa ser ouvida. pa ra v ir ao m on te do Senhor . com in d ign a çã o de ira. raios e trovoadas. A Páscoa era celebrada à noite. qu e f e r i u com a vara. com o na noite em que se celebra u m a f e s t a santa. e raios.e. Deus usará a sua voz majestosa para quebrar os assírios. a cad a p a n ca d a do bordão do ju íz o qu e o S en hor der. Eles eram a vara de Deus que Ele usava para castigar Israel e Judá (1 0. com ba te­ rá co n tra eles. tendo a Assíria em vista. A vara do S enhor sobre a Assíria é o “bordão do juízo” [Heb. e p ed ra de saraiva. e alegria de coração. 10. com indignação de ira. Ele demonstrará o que o abaixamento do seu braço (sim bo­ lizando o seu poder) fará. um dilúvio e saraivada de pedras. a Fortaleza e o Protetor de Israel. à Rocha de Israel.12). será desfeita em p ed a ço s a A ssíria. e. h a verá ta m b oris e harpas. indi­ . 31 Porque. e a labareda do seu f o g o con su m id or. com o a daquela qu e sai tocando pífan o. co m com ba tes de agitação. co m a voz do SENHOR. o monte do templo —não s ó indo ao templo. instituído para castigar a Assíria. “fundação”]. mas entrando na presença do Deus que é a “Rocha de Israel”: a Força. M as agora é a vez deles serem julgados (cf. e dilú vio. o Refugio. 32 E. fogo consumidor. Isaías agora continua a mensagem de juízo. Os seus cora­ ções responderão com alegria como quando as pessoas que tocam flautins (“pífano”) sobem “ao monte do S e n h o r ” . Israel Cantará quando o SE N H O R Destruir a Assíria 3 0 . 30 E o S e n h o r f a r á o u v ir a g ló r ia da su a voz e f a r á v e r o a b a ix a m en to do seu braço. Cada golpe da vara ou bordão será acompanhado por tamboris e harpas. o povo de Deus cantará à noite enquanto eles celebram uma festa santa.2 9 -3 3 29 U m câ n tico haverá en tre vós. Com a Assíria julgada.

provavelmente envolvendo sacrifícios humanos a M oloque e outros ritos pagãos. o qual é uma alcunha para o lago de fogo. Enxofre ardente é usado relativo ao lago de fogo no Novo Testamento e fala de terrível juízo (Ap 19. eles estavam acostu­ mados a confiar em cavalos e carruagens.14 A Assíria está se dirigindo rumo a uma vergonhosa pira funerária. A Tolice de Confiar no Egito e não em Deus 3 1. e n ã o bu sca m ao SENHOR.13 O nome tem as vogais hebraicas da palavra “vergo­ nha”. era um lugar de queima no vale de Hinom. 5. O sopro do S E N H O R . Ele desempenha bem a mesma função com o aramaico “Geena”. ele a f e z p r o fu n d a e larga. “a acenderá”. p o rq u e são m u itos. AI DOS QUE BUSCAM A AJUDA DO EGITO 3 I . combaterá contra eles” poderia ser também traduzido como “batalhas de tre­ mores ou peneiradas” para indicar igualmente o propósito de Deus em purificar o seu povo. e n o s ca ­ valeiros. está p rep a ra d a p a ra o rei. p orq u e sã o p od ero síssim o s.cando a alegria da vitória. Deus tem agora um outro “ai” específico para os partidários da guerra na época de Ezequias. “Com combates de agitação. 33 P orque u m a fo g u e ir a está p rep a ra d a desde ontem . “como torrente de enxofre”.20). sim . Assim os representantes de Judá estavam indo para o Egito para aceitar a oferta. “Fogueira”.I— 3 1 Ai dos que d escem ao E gito a b u sca r so co rro e se estribam em ca va lo s! T êm co n fia n ça em carros. ou “Tofete”.I -3 2 .2 a. pensando que se tivessem . o assopro do S enhor com o to rren te de en x o fr e a acenderá. que é grande o bastante para tomar conta dos assírios. A pira funerária já está preparada em um largo fosso. O Egito tinha se oferecido para ajudar porque eles queriam barrar a Assíria. a su a p ilh a é f o g o e tem m u ita lenha. em ebulição. e n ã o atentam p a ra o S anto de Israel.

cairá: eles “juntamente serão consumidos”. “e não Deus”. seriam vitoriosos. M as Deus é o Único que é verdadeiramente sábio. e os seu s cavalos. Agora Ele declara que “se levantará” contra os malfeitores. 2 T odavia. As suas palavras são sempre fiéis e verdadeiras (Ap 22. ain da que se co n v o q u e co n tra ele . tam bém ele é sábio. não retirará as suas palavras. carne. e não retira rá as su a s p a la vra s. aqueles que buscam a ajuda do Egito. eles não são nenhum “espírito”.5 4 P orque assim m e disse o SENHOR: C om o o leão e o fi lh o t e do leão ru gem sob re a su a presa . O próprio Deus Protegerá Jerusalém 31. Isaías dá agora razões a mais por que não se pode confiar na força humana. tendo somente vida física temporária.4. e Judá. todos ca irã o p o r terra. O SE N H O R está no controle.6). que está a ajudar. 3 P orque os egípcios são h om en s e não D eu s.muitos cavalos com cavaleiros fortes. q u an do o Senhor esten d er a m ão. Judá precisava saber quão frágil os egíp­ cios eram e quão insuficientes os seus cavalos seriam. que é ajudado. e todos ju n ta m e n te serão con su m id os. Os egípcios são meramente humanos. e n ã o espírito. o Egito. Esta estraté­ gia parecia-lhes sábia. e contra a ajuda que esses mal­ feitores estão esperando do Egito. b. M as não atentaram para o S E N H O R . nem o adoraram nos seus corações. Eles não tinham nenhum desejo de estar na sua presença. Quando Ele se move em poder ( “estender a sua mão”). o juízo.1 4 — 16). Os seus cavalos são “carne”. quer dizer. tan to o a u x ilia d o r com o o ajudado. e f a r á v i r o m al. e. irá tropeçar. Ele proferiu a sua palavra —e porque Ele não muda. ele se leva n ta rá co n tra a casa dos m a lfeito res e co n tra a a ju d a dos qu e p ra tica m a iniqüidade. Ele “fará vir o m al”. Os políticos que buscavam a ajuda do Egito tinham questionado os modos e a sabedoria de Deus (2 9 .

6. Eles estão em uma cova profunda. E Ele usará os assírios para fazer isto. 5 C om o as aves voam .7 6 C o n v ertei-v o s. não é o propósito de Deus deixar os assírios destruírem Jerusalém. O SE N H O R lutará contra Sião. e os seu s íd olos de ouro. contra os seus planos. Todavia. A “multidão de pastores” são os egípcios que estão procurando proteger Judá dos assírios —contra a vontade de Deus. e. Deus chama o povo de Israel para se arrepender. A sua compaixão salvará Jerusalém desta vez. na q u ele dia. 7 Porque. Um Chamado ao Arrependimento 31. cad a u m la n ça rá f o r a 05 seu s íd olos de prata. O hebraico indica profunda apostasia. . pois. n em se abatem p ela su a m ultidão. qu e fa b r ica r a m as vossas m ã os p a ra pecardes. Como um leão que ruge sobre a sua presa. Ele paira sobre a cidade de Jerusalém para protegê-la. e não se espan tam das su a s vozes. Ele protegerá Jerusalém. “Como as aves que voam”. para se converter a Ele.15 c. àq uele co n tra q u em os f i lh o s de Isra el se rebelaram tão p ro fu n d a m en te. Os partidários da guerra queriam a força de um grande exército de cavalos e carruagens e eles menosprezaram o poder de Deus. Isaías lembra o povo de que o SE N H O R falou pessoalmente com ele. a sa lvará. o SE N H O R considera Sião a sua possessão. M as o seu poder é m aior do que qualquer outro. assim o S enhor dos E x ércitos am p arará a J eru sa lém . a ssim o S enhor dos E x érci­ tos descerá p a ra p e le ja r p elo m o n te Sião e p elo seu outeiro.u m a m u ltid ã o de pastores. trazendo assim a derrota aos egípcios. Eles pensavam no poder de Deus como nada além de alguns peque­ nos pássaros contra um grande exército. mas ainda podem mudar os seus pensamentos e o seu modo de vida. passan do. ele a a m p a ra rá e a livrará.

Senaqueribe viveu mais sete anos e jamais fez outra campanha m ilitar.35). incluindo a sua força e o rei no qual eles confiam. d e m ed o.000 foram de fato colocados para realizar trabalho forçado. e o s s e u s p r ín c ip e s d e ser ta r ã o a b a n d eira . como foi o caso quan­ do Senaqueribe perdeu 185.000 soldados para o anjo da morte em 688 a.C.17Eles desafiaram o SENHOR. Eles serão devorados pela espada. como os exércitos do Egito.Isaías olha à frente para o Dia do SE N H O R . mas não de qualquer indivíduo humano ( “não de varão”). não realizariam isto. e a espada. A destruição da Assíria seria sobrenatural. A fortaleza da Assíria (Heb. . Agora nos próprios dias de Isaías. O Rei Justo 32.16 9 E. ao invés disso. sa l’o. e os seu s jo v e n s serã o derrotados. numa indicação do cumprimento de que “seus jovens serão derrotados”. “sua rocha”). Lá o altar simboliza perdão para o arrependido e para os inimigos de Deus. d. “a Assíria cairá pela espada”. mas não de mortais. em J e r u s a lé m . Os príncipes de Assíria abandonarão a bandeira deles e serão despedaçados. irá morrer de medo. cu jo f o g o está em S ião e c u ja fo r n a lh a . p a s sa r á a su a ro ch a d e refú g io . cuja presença santa é como um fogo consumi­ dor em Jerusalém. d iz o Senhor . (37. não de hom em . quando ídolos ( “nãodeuses”) de ouro e prata serão rejeitados como produtos do pecado.1— 8 1 R ein a rá u m R ei com jvistiça.36 . e f u g i r á p era n te a espada. Os exércitos humanos. e d om in a rã o os p rín cip es segu n d o o ju íz o . 2 Rs 19.8. forçou os seus soldados a trabalharem em seus projetos de edificação em N ínive. e. Os jovens homens assírios que sobra­ ram depois da destruição dos 185. a co n su m irá . A Destruição Sobrenatural da Assíria 31.9 8 E a A ssíria ca irá p ela espada e não p o r va rã o.

e co m o rib eiros de água s em lu gares secos. e os o u v id o s dos q u e o u vem estarã o atentos. 1 E o cora ção dos im p ru d en tes en ten d erá a sabedoria. Isaías novamente olha para o futuro quando o Rei Messias (caps. Os que são ga­ gos e hesitam falar serão rápidos no falar. Ele mudará a percepção das pessoas.Depois da narração a respeito do juízo de Deus. alunos que seguem os passos) do Senhor. estará como o seu Rei. .. Os corações e mentes dos que são imprudentes e precipitados discernirão e entenderão o verdadeiro conhecimento. em linha com os princípios de justiça dEle. 5 Ao lou co n u n ca m a is se ch am ará n ob re. e do a va ren to n u n ca m a is se d irá qu e ég en ero so .. Ouvidos que outrora se recusaram a escutar ouvirão e obedecerão. Ele será tão refrescante como a sombra de uma “grande rocha” em uma terra exausta e sedenta. e com o u m refú g io con tra a tem pestade. 9 e I I ) “reinará. o que transformará cada aspecto da sociedade. Cada pessoa. Eles estarão prontos para propagar a verdade com sabedoria. Ele verdadeira­ mente toma conta de seu povo. e com o a som bra de u m a g r a n d e rocha em terra sedenta. cada cidadão comum. com justiça” e os príncipes tomarão as suas decisões “segundo o juízo”. Alguns entendem isto como que eles se tornarão pedras. e proverá água. clara e francamente. 2 E será aq uele v a rã o co m o u m esco n d erijo con tra o vento. 3 E os olhos dos qu e vêem não olharão p a ra trás. Eles se tornarão verdadeiros discípulos (estudantes. M as o Rei Messias será o “homem” que irá proteger assim como se protege do vento e da tempestade (ou inun­ dação). e a lín gu a dos g a g o s esta rá p ro n ta p a r a ja la r distin tam en te. como Deus que é a nossa Rocha e Refúgio.9) serão abertos e verão a verdade. Olhos que uma vez foram cercados voluntariosamente em auto-ilusão (29.

Aqui nós vemos a verdadeira natureza do tolo ímpio.28). e le m a q u in a i n v e n ç õ e s m a l ig n a s . M as isto tudo vai ser mudado.4).1 1. . compõe esquemas do mal [conspira­ ções. e p a r a p r o fe r i r er r o s co n tr a o . e p a r a fa z er co m q u e o sed en to v en h a a te r f a l t a d e bebida. Eles são aceitáveis diante de Deus (cf.A sociedade mundana honra freqüentemente os tolos (as pessoas ímpias. Ele “maquina invenções malignas”. 6 P o rq u e o lo u co f a l a lo u ca m e n te. O coração e a mente dele o fazem estar ocupado com o mal: causando dificuldades aos outros e ofendendo a Deus. SI 24. profere erros pervertidos concernentes ao S en h o r . S e n h o r . ' T a u ib cm t o d o s o s i n s t r u m e n t o s d o a v a r e n t o s ã o m a u s . Os que são nobres na sua atitude para com Deus e liberais na sua atitude para com os outros recomendam e projetam ações honradas. ou seja. sacrilégio e estupidez. incluindo tratamento infame. m es m o q u a n d o o p o b r e ch ega a f a l a r r e ta m e n te .3.25. Pv 3. amorais) como nobres. e retém a comida do faminto e a água do sedento (cf. e o seu co ra çã o p r a tica a in i­ q ü id a d e• p a r a u s a r d e h ip o crisia . p a r a d e s t r u i r o s m a n s o s co m p a la v r a s f a ls a s . A manipulação de processos legais por perjúrio pode estar implícita. prostituição e incesto] “para des­ truir os mansos com palavras falsas” e o necessitado cuja causa é justa e certa. Eles podem honrar até mesmo os sem escrúpulos que conseguem ter acesso a altas posições. Os instrumentos e métodos do avarento são maus. I S m 2 5 . está em pé. lS M a s o n o b re p r o je ta co isa s n o b res e. p ela nobrez a.27. e nestas se elevam e se mantêm de pé. Ele caracteristicamente “fala loucamente”: pecado. Ele “pratica a iniqüida­ de”. Jr 17 .1 1. e p a r a d e ix a r va z ia a a lm a do fa m in t o .

porque elas es­ tão à vontade. Este era o tratam ento comum dado a pessoas levadas cativas ou feitas escravas. e cin gi com p a n o s de sa co os vossos lom bos. m u lh eres qu e estais em repouso. se dispam e ponham ao redor das suas cinturas nada m ais que um pano grosseiro de saco. Elas têm que se preparar para os resultados dos seus próprios pecados. 10 P orque daqui a u m an o e dias v ireis a s e r turhadas. Elas são complacentes a respeito do pecado.f. e vós. e tu r b a i-v o s v ó s que estais tão segu ras. e o u v i a m in h a voz. confiando que as coisas nunca mudarão. (Veja Am 4. ó m u lh e­ res qu e estais tão segu ras. in clin a i os o u v id o s às m in h a s palavras. Amós indica que os homens eram o mesmo em Samaria (Am 6. Em chamando as mulheres para se levantarem e escutarem a sua mensagem. Após alguns dias a mais que um ano.1).9— 14 9 L eva n ta i-vos. e a colheita não virá. “seguras” (confiantes. Isaías advertiu os líderes.1). e se sentem 26. Juízo até que o Espírito Seja Derramado 32.) 11 Tremei. e p o n d e-v o s nuas. fi lh a s qu e estais tão segu ras. . A co­ lheita de uva certamente fracassará. os tolos e os avarentos. os profetas. 3. p orq u e a v in d im a se acabará. A estas mulheres com placentes ( “em repouso”) é ordenado que estremeçam (ou se turbem ). estas mulheres confiantes já não estarão seguras. mas transtornadas e tremendo de medo. m u lh eres qu e estais em repou so.16— Am 4.1 para a atitude das mulheres com respeito ao vinho. satisfeitas com as coisas como elas são (cf. despreocupadas) a respeito das advertências de Isaías. As mulheres também precisam escutar a voz do profeta. Isaías reco­ nhece o poder que elas podem exercer. e a colheita dos frutos de verão não dará em nada. d esp i-vos.

e como o próxim o versículo m ostra.a d . trazidos pelas tribos vizi­ nhas de beduínos.C . por causa do que acontecerá aos seus campos e vinhedos quando o inimigo vier.12 F eri os p eito s sob re os ca m p os d esejá veis e sob re as vid es J ru tu o sa s. p a ra a legria dos ju m e n to s m o n teses e pa ra pa sto dos ga d os. ou casas de divertimento. as suas m ultidões liquidadas. prova­ velmente rebanhos de ovelhas e cabras. Elas se lamentarão. (A lguns com entaristas entendem este versículo como referindo-se a Sa­ m aria quando foi tom ada em 7 2 2 a. batendo em seus peitos. na cidade desre­ grada e arrogante (um coletivo para as cidades de Judá) cheia de festança e pululante de prazer. se tornando cheios de espinheiros e sarças em vez de boas safras. M P orq u e o p a lá cio será abandonado. .) A cidade cairá em silên­ cio. pois os servos e os guardas serão capturados e m ortos ou levados ao exílio. ou solo im ­ produtivo. . “eternam ente” (H eb. Palácios fortificados serão abandonados. isto não é “eternam ente”). 13 S obre a terra do m eu p o v o v irã o espin h eiros e sarças. A cidadela de O fel (H eb. Os campos desertos serão um a alegria som en­ te para os jum entos monteses e um pasto para os “gados”. ’ophel) e as torres dos atalaias se tornarão campos baldios. os campos serão deixados sem cultivo. Espinheiros e sarças também se espraiarão por cima das “casas de alegria”.13). na cid a d e que anda p u la n d o de p ra z er Devido ao fato do exército invasor levar o povo cativo e despojar os campos. com o tam bém so b re todas as casas de alegria. nenhum cultivo irá ocorrer. o ru íd o da cid a d e cessará.’olam o que pode significar “por m uito tem po”. O fe l e as torres da g u a r d a serv irã o de ca v ern a s etern a m en te. Eles seriam destruídos pelos assírios (2 Rs 18.

rep ou so e segu ra n ça . o deserto se to rn a rá em cam po fé r t il. Os resultados do juízo de Deus sobre Israel e Judá não são defini­ tivos. M as esse dia não virá até depois que o Espírito do Senhor seja derramado em abundância Pentecostal “lá do alto” (do céu. Devido ao fato de que haverá uma justiça onde as pessoas estarão numa correta posição para com Deus e entre si. M as haverá uma efusão até maior do Espírito quando Jesus retornar para estabelecer o seu reino milenial na Terra. karmel. A Terra será renovada como preparação para as alegrias mileniais.g. H á um derramamento do Espírito que começou de fato no Dia de Pentecostes (J1 2. e a ju s tiç a m o ra rá no cam p o fé r t il.28. Com o duplo fato de que “o juízo habitará no deserto”. então. a renovação do mundo pelo Espírito Santo será completa.4).15— 20 13 a té qu e se d erra m e sob re n ós o E spírito lá do alto. e o jardim parecerá como um parque arborizado ou bosque (cf. O Espírito Derramado Restabelecerá a Paz 32. salvação e prosperidade. O deserto se tornará um campo fértil (Heb. Este bem-estar harmo­ nioso é muito diferente da falsa segurança sentida pelos pecadores nos dias de Isaías. “jardim” ou “pomar”). como dom de Deus). 2. lb E o ju íz o habitará no deserto. . e a “jus­ tiça morará no campo fértil”. e o ca m p o f é r t i l será rep u ta d o p o r u m bosque. Isto dá a impressão de pretender que a conta­ minação causada pelo pecado e pela ganância. p a ra sem pre. 29. A t 1. O Israel moderno ainda espera esse dia. haverá paz. 17 E o efeito da ju s tiça será paz. e a operação da ju stiça . como também a polui­ ção da atmosfera.17). repouso tranqüilo e segurança confiante no SE N H O R .8. serão tiradas pelo Espírito. U m dia melhor está vindo —um dia de renovação.

alegres e calmos. AI DA ASSÍRIA 33. O ai aqui é dirigido contra a Assíria. A “saraiva” será o agente de juízo. Depois de lembrar a Israel a respeito da promessa de Deus. e caía o bosque. O quadro da semeadura em uma terra bem regada. e em m ora d a s bem segu ras. e a cid a d e seja in tei­ ra m en te abatida. O princí­ pio visto aqui — depois do juízo vem a bênção — está em muitas passagens da Bíblia a respeito de juízo e bênçãos mileniais. e de animais de fazenda que virtualmente cuidam de si próprios falam de boa vida para a comunidade agrícola dos dias de Isaías. ‘ashre) inclui a idéia de uma abundância de felicidade. será s despojado.18 E o m eu p o v o habitará em m ora d a de paz. Isaías novamente contrasta a bênção de Deus com outra profecia de seu juízo. acaban do tu de tra ta r p e r fid a m e n te . Em vez de presunção sem sentido. 20 B em -a v en tu ra d o s vós. Isaías agora retorna ao ai que começou esta seção. o povo de Deus habitará em moradias de paz. 19 ain da q u e caía saraiva. p erjid a m en te te tratarão. “Bem-aventurados” (Heb. (As desleais. imorais e . realização espiritual e uma boa vida —tudo vindo da parte de Deus. A audiência de Isaías deve ser lembrada que o juízo tem que vir antes da restauração.1 1 A i de ti d esp oja d or qu e n ã o fo s te despojado e q u e ages p e r fid a m en te con tra os que não agiram p erfid a m en te con tra ti!A caban­ do tu de despojar. os qu e sem ea is sob re todas as águ a s e qu e d a is liberdade ao p é do boi e do ju m en to . e em lu gares q u ietos de descanso. Os lares serão luga­ res de descanso seguro que são imperturbáveis. 6. O “bosque” refere-se à terra que está infectada pelo pecado. e. “A cidade” é o mundo das pessoas que viraram as suas costas para Deus. lares de segurança e confiança.

M as seu tempo viria. por um a com binação de babilônios e m e­ dos. por seu turno.5 2 ). Qual seria o resultado do “pão de angústia”? 1. Por que razões era errado para Judá ir ao Egito pedir ajuda? 13.23— 29? 7. N ínive foi destruída em 6 1 2 a. . Qual foi o propósito de Deus nesses juízos? 9. Que esperança Deus lhes deu e por que eles a recusaram? 15. traindo qualquer confiança posta nela durante seus esforços para criar estados vassalos. Por que até mesmo a pessoa educada não entende a palavra de Deus? 10. Que conclusão pode ser tirada de 28 . 3. a A ssíria pôde marchar de país em país sem medo de retaliações.11. Ela faria tratados e os quebraria. 5. ela seria.21 se aplica a Isaías 28. Que esperança o dia futuro trará? 12.destrutivas táticas assírias de pilhagem serão vistas novamente no fim dos tempos. QUESTÕES DE ESTUDO Como o povo de Israel desconsiderava a Lei? Que lição os assírios ensinariam a Israel e por quê? Como I Coríntios 14. De que maneira o nome “A riel” corresponde a Jerusalém? 8.12? Por que a aliança de Israel com a morte era tolice? Onde é encontrado o cumprimento final do fundamento ou pe­ dra de esquina? 6.C.C. 4. De que outra forma o povo expressava a sua rebelião contra o Senhor? 14. Qual foi a real causa para o formalismo no qual o povo tinha caído? 11. destruída pela deslealdade e traição (cf. M t 2 6 . eles levaram a A ssíria a um fim definitivo em 60 6 a. Então com a ajuda a mais dos citas. 2.) Em seu início.

1 5 . 5 W illiam L. a mensagem que era destinada a abençoar traria juízo. . 1:859.2 2 ] de­ pressa chama a atenção deles para Isaías 2 8 . M o. Stanley M . ísaiah Z — 39. Isaías então tornou claro que por causa da incredulidade deles. 272. Que garantia Deus deu de que Ele subverteria o exército assírio? 17. desligados da sua bênção e debaixo do seu juízo. Paulo [em I Co 1 4 .1 1. 19 71 ). Ezequiel 4 3 . 6 Cf. 2 Alguns entendem isto como significando “as mesas sagradas no santuário onde sacrifícios são oferecidos” por sacerdotes bêbados. David L. 1993). em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. os orgulhosos israelitas estavam dizendo que Isaías os estava tratan­ do como bebês espirituais e eles estavam ressentidos com isto. ‘‘Para que os coríntios não chegassem à conclusão de que não havia espaço para falar em línguas na adoração pública. Eerdmans. A llis. N o contexto da profecia de Isaías. “Book o f ísaiah ”.2 1 . fazendo-os perceber que eles estão separa­ dos de Deus e não podem entender a mensagem de D eus”. Deus enviaria os conquistadores estrangeii‘os cuja língua eles não entenderiam . De modo que falar em línguas é necessário como um sinal de juízo para os incrédulos. 222. 1 9 7 5 ). A Concise Hebrew and Aramaic lex icon o f the O ld Testament (G rand R apids: W m . H orton. 4 Veja nota sobre 5. B. Quem defenderia Jerusalém e que resultados se seguiriam? 19. De quem é o reinado que Isaías prevê e que espécie de reinado será o seu? 20.1 6 . I & II Corinthians (Springfield. 1 9 9 9 ) 13 7-3 8. Quem é o destruidor e o que acontecerá a ele? CITAÇÕES 1 Oswald T. em The Comrnunicators Commentary (Dallas: W ord Books. Que razões a mais mostram que era errado para Judá buscar aju­ da do Egito? 18.14. Por que Isaías dá um aviso especial às “mulheres complacentes”? 21. Qual será a obra do Espírito na era do futuro reino? 22.: Logion Press. mas cujas ações deixariam claro que esses israelitas estavam separados de Deus. Paulo aplica isto ao falar em línguas (idio m as) que eles não entendiam .16. H olladay. McKenna.

Isaías 1— 286. libertando-a dos turcos.2-35. A History o f Ancient Israel and Judab (Philadelphia: W estm inster Press. quando os aviões do general britânico Edm und H en ry A llenby sobrevoa­ ram Jerusalém. 11 H anes era chamada H eliópolis pelos gregos. 0 Propósito de Deus na História 33. por causa do propósito desta oferenda de bebida. Contudo. mente deveria ser tomado como um coletivo para todos os tiranos cruéis. I 9 . 17 Veja J. U m a S ú p lic a q u e E x a lta a D e u s 3 3 . desse modo utilizando o plural aqui. o singular provavel­ 39. 16 Daniel David Luckenbill. tem m is er icó r d ia d e n ó s ! P o r ti tem o s esp era d o.2 -2 4 a.7 “Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião” (SI I 2 6 . 8 Devido ao hebraico 'arits. Jeremias 7. (Chicago: University o f Chicago Press. 9 O hebraico é singular. alguns entendem que isto signifique Satanás. 15 M uitos viram um a aplicação deste versículo na Prim eira Guerra M undial. Esta vem de um a palavra raiz que significa “cobrir”. 19 86 ). co m o ta m b ém a n o ssa sa lv a çã o em tem p o s d e trib u la çã o. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 2 1 1 -2 1 3 . Veja comentários sobre 37. H orton.I I — 14. 1926-27). 2 vols. McKenna.31 . Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. A R A ].10 I. Assim o salmista estava falando a respeito do restabelecimento da prosperidade em lugar do retorno dos cativos. 12 Por causa das raras chuvas. 13 Veja 2 Reis 2 3 .I ) usa o hebraico que é semelhante ao restabelecimento da prosperidade de Jó (Jó 4 2 . eles usavam cisternas para conservar o supri­ mento de água. 1 9 9 8 ).2 —6 2 Senhor . U M A ORAÇÃO PO R LIBERTAÇÃO E A RESPOSTA DE DEUS 3 3 . “tirano” ser singular.1 0 . 3 8 6 -8 7 . . M axw ell M iller e John H . 14Veja Stanley M . 2:183. RJ: CPAD. F.37. 10 N ão a palavra ordinária para “oferenda”. s ê tu o n o sso b ra ço ca d a m a n h ã . H ayes. A A RC indica “Jacó” para significar o povo de Israel.7 [ “Quando o Senhor restaurar a sorte do seu povo”.1 0 ) e a restauração da sorte em Salmos 14.

“ao ruído [da sua voz]”. 2 roa. p o is hab ita n a s a ltu r a s. indicou que a “aguda espada” que saía da boca de Jesus d estru iria sem elhantem ente os exércitos do Anticristo (Ap 19.20).3. “braço”) e ajuda “cada manhã”. M as quando Deus revela quão exaltado Ele é.19. 3 O SENHOR é ex a lça d o. a ju n ta r -s e -á o vosso despojo com o se apanha o p u lgã o . 4 E ntão. à tua ex a lta ção as n a ções serã o dispersas. Ainda havia um remanescente justo em Jerusalém esperando para o SE N H O R mover-se graciosamente em seu favor. Ao longo da história de Israel Ele tinha dispersado nações. f u g i r ã o os p o vo s.4). . Eles contemplaram ao SE N H O R para ser a sua força (Heb. as pessoas fogem e as nações se dispersam. Eles confiaram nEle para ser a sua salvação1 “em tempos de tribulação”. Ele espalharia os exércitos dos assírios da mesma maneira (cf. quando estivessem apertados de todos os lados. a li saltará. SI 68.1). Também pode representar o modo das pessoas penetrarem nas bên­ çãos da vitória do SE N H O R sobre o Anticristo e os seus exércitos (Ap 19.15). João. O barulho de um exército se aproximando faz as pessoas fugi­ rem. en ch eu a S ião d e retid ã o e d e ju s tiç a . A figura de gafanhotos e as suas larvas enxameando e desfolhando toda planta verde indica quão depressa e como a batalha terminará completamente. O quadro das pessoas se lançando sobre o espólio pode descrever o que aconteceu depois da destruição do exército de Senaqueribe. Deus é m aior que qualquer força que a humanidade possa produzir. Até mesmo Ezequias tinba se voltado para o Senhor (2 R s 19. N m 10. 3 A o ru íd o do tu m u lto.35. o vidente de Patmos.Isaías interpõe uma súplica ao SE N H O R por ajuda e libertação. co m o os g a fa n h o to s saltam .

2).3. Agora Isaías retorna aos seus próprios tempos quando os assírios estavam destruindo as cidades de Judá e ameaçando Jerusalém (701 a. ‘erdlam .). “salvação”. A ignorância e a falta de sabedoria já não farão ninguém se desviar e se perder. b. .7— 9 7 E is q u e o s s e u s em b a ix a d o res estã o cla m a n d o d e f o r a . reconhecendo quão exaltado Ele é. Em contraste com os tempos de tribulação (v. Pela sua vitória Ele encherá a Sião de sua própria “retidão e justiça”. e os m en s a g e ir o s d e p a z estã o ch o ra n d o a m a rga m en te. A Tristeza e Angústia de Judá 33. O “temor do S e n h o r ” não será uma mera emoção humana.2). sa b ed o ria e ciên cia .) Também haverá uma abundância de “sabedoria e ciência”. Este será um dom que Ele tem como um tesouro a ser dado aos que o amam e honram a sua impressionante santidade. “heróis”. porque a Assíria quebrou o tratado que Ezequias fez que era presumido a proteger Jerusalém (2 Rs 18. “heróis”) 2 lamentam e clamam aber­ tamente nas ruas porque eles não podem barrar o inimigo. NIV.14— 16). Isaías insinua que as pessoas o louvarão. e o te m o r do S e n h o r se r á o se u tesou ro. “Os seus embaixadores” (N V I. a b u n d â n cia d e sa lv a çã o • . (O plural no hebraico indica uma abundância de tudo o que a salvação significa e inclui a nossa herança plena em Cristo: nossos novos corpos e nosso reinado como reis e sacerdotes com Ele. Os seus enviados que buscavam a paz lamentam amargamente. 6 £ h a v erá esta b ilid a d e n o s teu s tem p os. Este é o seu propósito resolu­ to e Ele levará isto a efeito. Isto pode também se referir aos funcio­ nários mencionados em Isaías 36. “homens va­ lentes”) de Judá (Heb. sem dúvida o dom do Messias ( 1 1. literalmente.22.A vitória do SE N H O R o exaltará e mostrará quão elevado Ele é —o verdadeiro Deus que habita no céu. o tempo milenial de Deus será caracterizado pela estabilidade (segurança provocada pela fidelidade de Deus) e uma abundância de.C.

S arom se to rn o u com o u m deserto. m e levan tarei. agora. cessa m os q u e p a ssa m p ela s v er e­ das. d iz o Sen hor . O tempo vem quando Deus vê que é o bastante e Ele se levanta em juízo que o exaltará. ele ro m p eu a alian ça. agora. c. as folhas das árvores e as plantas das áreas de bosque do Carmelo murcham e caem. Os assírios tomaram as suas decisões no passado. B a sã e C a rm elo f o r a m sa cu ­ didos. “As estradas estão desoladas” por causa da violência do inimigo — nenhum com erciante trazendo os bens necessários.10— 13 10 A gora. O SE N H O R se Levantará e Julgará o Inimigo 33. A paz e a segurança acabaram e todas as pessoas têm medo de arriscar-se a sair. serei exaltado. p r o d u z ir eis p ra gan a. a planície fértil de Sarom. os campos planos de Basã a nordeste do mar da Galiléia —tudo tem se tornado como o deserto de Arabá ao sul do mar M orto. Os assírios saquearam a terra. Deus tem o seu próprio tempo. 24. O Líbano com suas montanhas bonitas e florestas de cedro. A terra murcha e sofre com as pragas da lavoura (cf.4). m e leva n ta rei a m im m esm o. e o vosso esp írito vos d evora rá co m o fo g o .8 A s estra d a s estão desoladas. Devido a eles terem . desprezou as cid a d es e a hom em n e­ n h u m estim a. e não respeitou ou valorizou a qualquer pessoa. O inim igo (Senaqueribe) quebrou o tratado. Colher essas conseqüências é compara­ do a dar à luz ao que tinha sido concebido antes. o L íhano se en vergon h a e se m urcha. 11 C on ceb estes palha. 9 A terra g e m e e p ra n teia . Agora eles têm que sofrer as conseqüências. Os exércitos assírios arruinaram a gleba cultivada. e Ele está sempre no tempo certo. na costa sul do monte Carmelo. rejeitou e menosprezou as teste­ munhas.

será o fogo que os devorará. e rápido. Pecadores Aprendem uma Lição 33 . devido ao fato de que Deus irá julgar todas as na­ ções e porque Ele mostrou a disponibilidade da sua graça através de grandes libertações. os que estão “longe” (os gentios) e os “vizi­ nhos” (o povo de Judá) precisam prestar atenção ao que Ele tem feito e reconhecer o seu enorme poder. Os pecadores (que estavam vivendo como se não hou­ vesse nenhum Deus) estão tremendo com medo e perguntam quem pode viver na presença do “fogo consum idor” da santidade im u­ tável de Deus. Q u em d en tre n ó s habitará com o f o g o co n su m i­ d o r? Q u em d en tre nós habitará co m as labaredas etern a s? O que Deus tem feito foi de fato observado pelos pecadores em Sião. con h ecei o m eu poder. O juízo de Deus sobre os exércitos assírios (os quais eram com­ postos de uma multidão de povos) será intenso. Se Senaqueribe tivesse mantido o seu tratado e deixado Jerusalém por causa do tributo que Ezequias lhe deu.14 ]A O s p eca d o res de Sião se assom bra ram . o trem o r su rp reen d eu os hipócritas. as pessoas teriam pensado que foram salvas pela sua própria sabedoria. o resultado será farelo e palha. Assim ficou óbvio que Deus era o Único em quem se podia confiar. A sua própria respiração. como o incêndio de cal. M ais adiante. Deus respon­ deu a oração. ou espírito. d. 13 O u vi. e v ó s que estais vizin hos. . M as quando Senaqueribe quebrou o tratado e a situação parecia desesperadora. v ó s os qu e estais longe\ o que tenho f e i t o .feito os seus planos sem consultar o SE N H O R . 12 E os p o v o s serã o co m o os in cên d io s de cal\ com o espin hos co rta d o s a rderão n o fo g o . como o queimar de arbustos de espinho secos.

Terra. rejeitando qualquer tipo de exploração dos outros (isto incluiria fraude. Devido ao rei não ser indicado.15. A pessoa que vive nesse tipo de comunhão com o S E N H O R verá agora pessoalmente “o Rei na sua formosura”. .16 13 O qu e an da em ju s tiça e q u e f a l a com retidão. que recusemos a escutar qualquer coisa que venha a prejudicar outras pessoas. que recusemos a olhar com simpatia a qualquer coisa desagradável a Ele. A pessoa que vive nesse tipo de retidão plena irá hab itar “nas alturas” —em comunhão com o SENHOR —tendo segurança como a das fortalezas elevadas e provisão inesgotável das necessidades diárias. qu e tapa os o u v id o s p a ra não o u v ir f a l a r de sa n gu e e fe c h a os olhos pa ra não v e r o m al. 16 este habitará na s a ltu ra s. alguns supõem ser Ezequias após a sua cura e durante os seus quinze anos adicionais de vida (2 Rs 20. Deus quer ver todas as pessoas do mundo continuando a viver em plena retidão. jogatinas. Ver a sua paz e a sua bênção está incluso. Quem Pode H abitar com um Deus Santo? 33.). as fo r ta lez a s das rochas serã o o seu alto refú gio. loterias. Ele quer que nós continuemos falando “o que é certo”. qu e sa cod e das su a s m ãos todo o p resen te. f. e as su a s á gu a s serã o certas. etc. até aos confins da 7).17— 4 2 17 O s teu s olhos v erã o o R ei na su a fo r m o s u r a e v erã o a terra qu e está longe. O Rei Está Vindo 33. S I 45 .e. cf. o seu p ã o lhe será dado.1— Ele reinará em distâncias longínquas. M as a conexão com o versículo precedente indica que o Rei é o M essias (veja 32.6). Ele também quer que nós recusemos subornos. A resposta para a pergunta deles requer o tipo de estilo de vida que o Velho Testamento enfatiza e o Espírito Santo torna possível aos crentes nascidos de novo. qu e arrem essa p a ra lon ge de si o ga n h o de opressões.1.

18 O teu coração considerará em assombro\ dizendo: O n de está o escrivãoP O n d e está o pa gad or? O n d e está o que conta as torres?

Naquele dia a mente de cada pessoa “considerará em assombro” o terror anterior: tal como foi causado pelos assírios. Eles estarão perguntando: “Onde está o escrivão”, quer dizer, o chefe dos escriturários (Heb. sopher), aquele que registrou os nomes dos levados cati­ vos; “onde está o pagador”, pesando e registrando o tributo; e “onde está o oficial” registrando o número das torres demolidas (ou a se­ rem demolidas)? O terror do inimigo estará findo.
19 N ão verá s m a is aq uele p o v o cru el, p o v o d e ja la tão p ro fu n d a , qu e não se p o d e perceber, e de lín gu a tão estranha, que não se p o d e entender.

As lições ensinadas pelos assírios com o seu idioma estrangeiro e língua estranha e gaga (2 8 .1 1 ) não precisarão ser aprendidas nova­ mente. Os assírios arrogantes serão castigados pelos seus pecados.
20 O lha p a ra Sião, a cid a d e das n ossas solen id ades; os teu s olhos verã o a Jeru sa lém , habitação quieta, tenda que não será d errib a da, cu ja s estacas n u n ca serã o arran cad as, e das su a s cord a s n e­ nh u m a se quebrará.

Quando eles vêem o Rei (v. 17), eles poderão olhar para Sião, a cidade onde entraram na presença do SE N H O R para celebrar as sole­ nidades (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos —os festejos dos pere­ grinos que os convocam para vir a Jerusalém, Êx 23.14— 17). A cida­ de santa será um lugar quieto e pacífico. Isaías compara isto a uma “tenda que não será derribada”, pois suas “estacas nunca serão ar­ rancadas”, e sua segurança pelas cordas de tenda que nunca serão quebradas.3 Isto, para o israelita antigo, retratava um estado ideal. Somente o Messias pode trazer tal paz.
21 M as o Sen hor ali n os será g ra n d io so , lu ga r de rio s e co r r en ­ tes largas; barco n en h u m de rem o p a ssa rá p o r eles, n em n a vio g r a n d e n a vega rá p o r eles.

M ais importante, “o SE N H O R ali nos será grandioso”, presente com o seu povo em majestade. A falta de embarcações nos “rios e correntes” parece indicar que eles têm tudo o que precisam porque o S e n h o r está lá (cf. SI 46.4— Ez 47.1-5). Não haverá nenhuma 5; necessidade de sair pelo mundo buscando as suas riquezas como os navios de Salomão fizeram (I Rs 10.22).
22 P orque o Senhor é o n osso J u iz ; o SENHOR é o n osso L egis­ lador; o Senhor é o n osso R ei; ele n os salvará.

O S e n h o r é suficiente para todas as necessidades: Ele é o Juiz, Legislador e Rei. Isaías enfatiza que Ele irá salvar, libertar, e dar to­ das as bênçãos da sua salvação. O louvor está contido neste versículo. Ele é digno de todo louvor!

23 A s tu a s cord a s estão f r o u x a s ; não p u d era m ter f i r m e o seu m astro, e vela não esten d era m ; então, a p resa de ab u n d a n tes despojos se rep a rtirá ; e a té os cox os rou b a rã o a presa. Alguns comentaristas entendem este versículo como uma descri­ ção da Assíria em termos de um navio que “entra nas santas águas de Sião” e é naufragado.4 M ais precisamente, o versículo retorna aos dias de Isaías e retrata Jerusalém como um navio em péssimas condi­ ções por causa dos ataques assírios, contudo vitorioso, dividindo o espólio. Embora manquejando, leva a pilhagem. O versículo anterior dá o segredo da sua vitória: Deus é o Rei.
24 E m o ra d o r n en h u m dirá : E n ferm o estou ; p o rq u e o p o v o que ha bitar nela será ab solvido da su a iniqüidade.

Isaías olha agora para o futuro. Porque Deus é o Rei na era milenial futura e proverá divina saúde, nenhum habitante de Jerusalém dirá: “enfermo estou”. Todo o seu pecado e culpa também será “perdoa­ do” (Heb. rísu ; levantado, quer dizer, tirado pela expiação que Deus proverá através de Jesus, o qual seria levantado na cruz). Haverá total bem-estar para os indivíduos e para a sociedade como um todo.

2. A IRA DE DEUS SOBRE AS NAÇÕES 3 4 .I-I7

a. Juízo sobre Todas as Nações 34.1— 4
1 C h ega i-v o s, nações, p a ra o u v ir; e vós, povos, escu ta i; ou ça a terra, e a su a plen itu de, o m u n d o e tu d o q u an to produz .

A chamada em 33.13 aos que estão distantes e próximos para escutar é seguida por outra chamada que é até mesmo mais compre­ ensiva. Agora não somente é para todos os povos do mundo escuta­ rem, mas todos os que estão nele ( “a terra, e sua plenitude”) e “tudo quanto produz”. O juízo futuro afetará as pessoas, o mundo animal e o mundo vegetal. Mudanças tremendas acontecerão. 2 P orque a in d ign a çã o do SENHOR está sob re todas as nações, e o s e u j u r o r sob re todo o ex ército delas; ele as d estru iu totalm ente, en tre g o u -a s à m atança. Deus é longânimo, paciente, mas o tempo virá quando a sua ira estará pronta para explodir sobre todas as nações.5 A sua “indigna­ ção”, o seu ardente “furor”, ficará contra os exércitos destas nações. Ele “as destruiu totalmente” (Heb. hecberimam, “dedique-os ao juízo de Deus”, quer dizer, à completa destruição, como Jericó; Js 6.17). Haverá ali matança total (cf. Ap 19.21). ? E os seu s m o rto s serã o arrem essa dos, e dos seu s co rp o s su b irá o m a u cheiro; e com o seu sa n gu e os m o n tes se derreterão. Esses mortos golpeados serão jogados fora, “arremessados”, não lhes sendo dado nenhum enterro apropriado, de forma que os seus corpos serão deixados a exalar mau cheiro e a deteriorar-se. Isto era considerado uma desgraça terrível. Como pecadores eles sofrem os resultados do seu pecado. O quadro de montes ensopados [Heb. namassu, “derretidos”] com o sangue deles indica a sanguinolenta ero­ são do solo pela morte súbita de tantas pessoas.
4 E todo o ex ército dos céu s se g a sta rá , e os céu s se en rola rã o

co m o u m livro, e todo o seu ex ército ca irá co m o ca i a fo lh a da v id e e co m o cai o f i g o da fig u e ir a .

O juízo afetará toda a criação. As estrelas, referidas aqui como “o exército dos céus”, serão dissolvidas, (H eb. namaqqu, “enco­ lhendo continuam ente”). O enrolar de um livro tem o mesmo significado da figura de enrolar um pergam inho de couro, ou seja, fechar o livro. As estrelas e os planetas cairão para a ruína como folhas murchas (cf. Ap 6 .1 2 — ) ou como figos secos. O Deus 14 que criou os céus e a Terra pode desintegrar todas as galáxias. O cum primento disto preparará o caminho para um novo céu e nova terra (Ap 2 0 .1 1; 2 1 .I ).6 b. Juízo Especial sobre Edom 34.5— 17 5 P orque a m in h a espada se em b ria gou n o s céu s; eis q u e sobre E dom d escerá e sob re o p o v o do m eu anátem a, pa ra ex ercer ju íz o . Agora Deus fala. A sua “espada” é usada para atacar os indiví­ duos. A sua espada divina trouxe juízo no céu (sobre as forças satâ­ nicas) e então focaliza em Edom como representante dos inimigos do povo de Deus. Deus os destruiu totalm ente (lit., eles estão de­ baixo da “condenação” ou “anátem a” de Deus — sentenciados à destruição). Edom (os descendentes de Esaú) recusou-se a deixar os israelitas sob o comando de M oisés passarem pelo seu território (N m 2 0 .1 4 — 1 ) e freqüentemente mostrava animosidade para com 2 Israel. Obadias os condenou pela conduta antagônica quando os árabes e os filisteus atacaram Judá e Jerusalém em 845 a.C. (2 Cr 2 1 .1 6 ,1 7 ). Ele também os tratou como representantes de todas as nações que sofrerão o juízo no D ia do SENHOR (O b 1 5 , 1 6 ). Amós falou a respeito da destruição de Edom (1 .1 1 ,1 2 ). Depois das de­ predações dos assírios e babilônios “os edomitas gradualm ente se moveram através da Arábia... onde eles foram conhecidos como idumeus. Pelo quarto século a.C.,... o território edomita... tinha

caído sob a dominação dos... nabateus”, um povo árabe que tinha se estabelecido ali.7 (Entre os descendentes dos idumeus estava o rei H erodes.) 6 A espada do SENHOR está cheia de sangue, está cheia da g o r d u ­ ra de sa n gu e de co rd eiro s e de bodes, da g o r d u r a d os rin s de ca rn eiro s; p o rq u e o SENHOR tem s a c r f í c i o em B ozra e g r a n d e m a ta n ça na terra de E dom. O sangue e a gordura dos sacrifícios sempre eram dedicados ao SE N H O R . A gordura era considerada a melhor parte da carne (cf. Lv 3.9-11,14— 16). Para estes pecadores cujos sacrifícios eram sem sen­ tido, o sangue e a gordura nutririam apenas a sua espada, tornandoa mais preparada para trazer juízo. A capital de Edom, Bozra, aproxi­ madamente quarenta e três quilômetros a sudeste do mar M orto, foi escolhida para um juízo especial. 7 E os u n icó rn io s descerã o co m eles, e os bezerros, com os to u ro s; e a su a terra beberá sa n gu e a té se fa r ta r , e o seu p ó de g o r d u r a se encherá. Até mesmo os “bois selvagens” (A R A ) serão mortos com os be­ zerros machos e touros que normalmente seriam sacrificados.8A ter­ ra beberá o sangue deles, “e o seu pó de gordura se encherá” —pois o sacrifício será juízo, não redenção.
8 P orque será o dia da vin ga n ça do SENHOR, an o de retribu ições, p ela luta de Sião.

Deus tem um dia de “vingança” (Heb. naqam, “recompensa”), um ano de “retribuições” ou determinação de reivindicações em nome de Sião, pois Sião tem tima causa ou “luta”, um caso contra Edom. Isto implica juízo sobre todos os que são inimigos de Deus e da sua Palavra.
9 E os seu s rib eiro s se tra n sfo rm a rã o em pez, e o seu pó, em en x ofre, e a su a terra, em p ez ardente.

Edom freqüentemente se opunha a Israel e Judá (O b 10). Os ribeiros de Edom se transformam em “pez” ou piche e o seu pó se tornando “em enxofre” flamejante e a terra transformando-se “em pez ardente” significa que a terra de Edom se tornaria como Sodoma e Gomorra.
10 N em de n oite n em d e dia, se apagará; p a ra sem p re a sua fu m a ç a su b irá ; de g era çã o em g era çã o será assolada, e de sécu lo em sécu lo n in gu ém p a ssa rá p o r ela.

A ruína de Edom é declarada enfaticamente como sendo para sempre. As pessoas não viverão lá ou até mesmo sequer continuarão a passar por ela. Provavelmente mesmo no M ilênio ela permanecerá como uma constante lembrança aos povos a respeito do santo juízo de Deus.
1' M as o p elica n o e a co ru ja a possu irã o, e o b u fo e o co rv o habitarão nela, e ele esten d erá sob re ela co rd el de co n fu sã o e n ív el d e vaidade.

Pássaros cerimonialmente imundos (provavelmente várias espéci­ es de corujas, pelicanos, gralhas e corvos) viverão lá. Deus estenderá sobre a terra a linha de medir ou “cordel [cf. 28.17; Am 7.7,8] de confusão” (Heb. tohu, “vazio”) e o prumo ou “nível de vaidade” (Heb. ‘avne bohu, “pedras sem formas” em contraste com pedras lavradas). Tohu e bohu são as mesmas palavras usadas em Gênesis 1.2 para des­ crever o estado da terra antes que Deus lhe desse forma (terra seca, continentes) e começasse a encher os lugares vazios de criaturas vivas. A terra de Edom se tornou um deserto, mas o seu julgamento final ainda está por vir.
12 E les ch am arã o ao rein o os seu s nobres, m a s n en h u m haverá, e todos os seu s p r ín cip es não serã o coisa nenhum a.

Nenhum do nobres estará por lá para proclamar o reino de Edom, e todos seus príncipes já não existirão.

13 E, n os seu s p a lá cios, crescerã o espinhos, u rtiga s e ca rd os nas su a s fo rta lez a s; e se rá u m a habitação de dragões e sa la p a ra os f i lh o s do avestruz.

Sem nenhuma pessoa presente, ervas daninhas, animais selvagens e pássaros irão tomar conta das deterioradas ruínas de palácios e fortalezas. Edom não mais será um reino.
14 E os cães bravos se en con trarã o com os ga to s bravos; e o sátiro clam ará ao seu com panheiro; e os an im ais n o tu rn os ali p ou sa rã o e acharão lu gar de rep ou so para si. 15 Ali, se an inhará a m élroa, e porá os seus ovos, e tira rá os seu s filh otes, e os recolherá debaixo da sua som bra; tam bém a li os abutres se ajuntarão u n s com os outros.

Animais selvagens e pássaros viverão lá, acasalando-se e cuidando de seus filhotes sem nenhuma perturbação de seres humanos. H á algumas controvérsias entre os estudiosos e eruditos sobre a identi­ dade de alguns dos animais. Tudo o que nós sabemos com certeza é que alguns deles são criaturas noturnas.
16 B u s c a i n o liv r o d o SENHOR e led e; n en h u m a d esta s co isa s fa lh a r á , n em u m a n e m o u tra f a lt a r á ; p o r q u e a su a p r ó p r ia b oca

o ord en ou , e o seu esp írito m esm o as a ju n tará.

Ao comando para escutar (3 4.1), Isaías adiciona agora o seguinte mandamento: “Buscai [Heb. dirshu, “buscai”] no livro do SE N H O R , e lede”. A referência parece estar considerando os versículos preceden­ tes. Isaías registrou as suas profecias. Estas saíram da sua boca pelo Espírito Santo de Deus, e pelo mesmo Espírito seriam cumpridas. Edom foi posteriormente dominado pelos árabes e depois, em 106 d.C., por Roma.9 Petra (Sela), sua cidade mais famosa, ainda é uma ruína. O juízo de Deus sobre as nações durante a Grande Tribulação virá seguramente da mesma maneira.
17 P orque ele m esm o la n çou as so rtes p o r eles, e a su a m ã o lhes rep a rtiu a terra co m o cord el; pa ra sem p re a p ossu irã o, d e g e r a ­ çã o em gera çã o h abitarão nela.

Deus lançou as sortes por eles e a repartiu para eles com o cordel (cf. v .II; 28.17; Am 7.7,8), quer dizer, dando-a aos animais selva­ gens e pássaros imundos por herança. Esta será sempre deles.

3. A T E R R A E 0 POVO RESTAURADOS 3 5 .1 -1 0
a. O Deserto se Alegrará 35.1,2
1 O deserto e os lu gares seco s se a legra rã o co m isso; e o erm o ex u lta rá e flo r e s c e r á co m o a rosa.

Outra bonita revelação de glória futura e bênção segue a profecia de juízo. Em contraste com a devastação que acontecerá a Edom, o povo de Deus verá o deserto e a terra seca regozijando-se com nova vida, florescendo como a “rosa” (ou asfódelo, um lírio com longas ramagens de flores). Alguns aplicam isto ao retorno da Babilônia sob o comando de Zorobabel, mas tal restauração jamais aconteceu na­ quela época. O juízo sobre a terra prepara para as bênçãos mileniais. 2 A b u n d a n tem en te flo r e s c e r á e tam bém regu rg ita rá de a legria e ex u lta rá ; a g ló r ia do L íbano se lhe deu, bem co m o a ex celên cia do C a rm elo e de S arom ; eles v erã o a g ló r ia do Senhor , a ex ce­ lên cia do n osso D eu s. O povo de Deus verá uma abundância de flores e o próprio deserto gritar entusiasticamente de alegria. A “glória do Líbano” é a sua flores­ ta. A “excelência do Carmelo e Sarom” é a sua fertilidade e frutos maravilhosos. Em vendo tudo isso no deserto, o povo redimido de Deus estará vendo a glória do SENHOR, “a excelência de nosso Deus” que veste a terra. b. Encorajamento para Pessoas que Sofrem 35.3— 7 3 C o n fo rta i as m ã os f r a c a s e fo r ta le c e i os jo elh o s trem entes. Os comandos aqui insinuam que o povo de Deus precisa de for­ ças para reivindicar o que Ele tem provido para eles. “M ãos fracas” pressupõem desânim o e falta de poder e hab ilidade. “Joelhos

irementes” indicam fraqueza que impede as pessoas de darem um passo à frente e buscarem a Deus.
4 D iz ei aos tu rb a d os de cora ção: E sfo rça i-v o s e não tem ais; eis qu e o vosso D eu s v irá com vin ga n ça , co m recom p en sa de D eu s; ele v irá , e v o s salvará.

Os que estão com os corações turbados e assombrados precisam ter alguém para lhes dizer para serem fortes, para deixar de estarem amedrontados, pois Deus está presente. Ele virá “com vingança” por­ que o seu povo tem sofrido e com retribuição divina pelo que os seus inimigos lhes fizeram. Pois Ele virá, salvá-los-á e os transformará. Corações e vidas mudados será algo até mesmo mais sobrenatural do que o deserto que floresce (veja v.2). 5 Então, os olhos d os cegos serã o abertos, e os o u v id o s dos su rd o s se abrirão. Então serão abertos os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos. Jesus usou esta passagem como evidência de que Ele é o Messias (M t 11.4,5; Lc 7.22). Presentemente a cura divina traz somente um antegosto disto. No entanto, quando Ele retornar haverá o cumpri­ mento cabal. Então a cura será mais que temporária; o corpo experi­ mentará plena redenção (R m 8.23). 6 Então, os cox os sa lta rã o co m o cervos, e a lín gu a dos m u d o s can tará, p o rq u e águ a s arreb en ta rã o no deserto, e ribeiros, no erm o. As pessoas mancas saltarão como os cervos e a língua dos mudos cantará de alegria. A restauração verá água jorrando aos borbotões como poços artesianos no deserto e como os ribeiros no deserto de Arabá, ao sul do mar M orto. 7 E a terra seca se tra n sfo rm a rá em tanques, e a terra seden ta em m a n a n cia is de águ a s; e n a s habitações em que ja z ia m os ch acais ha verá erv a com ca n a s e ju n co s.

A areia ardente do deserto será substituída por tanques de água e o solo sedento terá fontes artesianas ou mananciais de águas. No lugar onde estava a casa dos chacais haverá erva, canas e juncos de papiro —uma completa mudança, um milagre dado por Deus. c. O Caminho Santo 35.8— 10 ÃE ali h a verá u m alto cam in ho, u m cam in h o qu e se ch am ará O C a m in h o S anto; o im u n d o n ã o p a ssa rá p o r ele, m a s será p a ra o p o v o de D eu s, os cam in han tes, até m esm o os loucos, não errarão. O propósito de Deus em criar ribeiros no deserto é abençoar as pessoas. Por toda esta terra restaurada haverá um grande “caminho” (c f 19.23), chamado de “O Caminho Santo”. Nenhuma pessoa imunda viajará por ele. A N V I indica que “os insensatos não o tomarão” (ou, o significado pode ser que nenhum simplório será confundido ou se perderá nele ou errará o caminho; veja Ex 23.4 onde o verbo é usado a respeito de um jumento que está desgarrado vagando). De fato, este será para todos os redimidos, pois eles estão todos limpos (Jo 15.3), e ninguém que viaje nele, até mesmo um simplório, irá se perder ou en­ contrar perigo. Quão diferente das estradas nos tempos antigos fre­ qüentemente usadas por exércitos dos inimigos e onde os ladrões às vezes espreitavam (cf. a Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.30— 37). 9 Ali, não h a verá leão, n em a n im a l f e r o z su b irá a ele, n em se ach ará nele; m a s os rem id o s a n d a rã o p o r ele, Nos dias de Isaías as trilhas irregulares e acidentadas através do deserto eram ameaçadas por animais selvagens perigosos. Tudo isso será mudado. Nenhum leão ou “animal feroz” estará lá para ameaçar os que viajam no caminho santo. S ó os redimidos do SE N H O R viajarão nele. Os “redimidos” são os resgatados ou comprados de volta pelo g o ‘el, o “Parente-Redentor”. A responsabilidade primária do g o ‘d era resgatar o seu parente íntimo de alguma dificuldade, perigo ou dívida. Um aspecto disto era restabelecer a propriedade e os direitos de uma viúva. Isto era realizado pelo parente masculino mais próximo, que a

lomava como esposa. No livro de Rute, Boaz se tornou o g o ‘el. Quando I)eus é reconhecido como o g o ‘à de seu povo, Ele se posiciona em sua defesa e os vindica. Especialmente em Isaías (e nos Salmos, e nos livros dos profetas Jeremias, Oséias e Zacarias) Deus como o g o ‘el resgatou o seu povo da escravidão do Egito e os continua resgatando ou redimindo, desfazendo as suas transgressões “como a névoa” da manhã e os seus pecados “como a nuvem”. Então Ele chama: “Torna-te para mim, porque eu te remi” (44.22). Sempre que há arrependimento e o Espí­ rito é derramado nos tempos de refrigério, como prometido em Atos 3.19, nós podemos ter um antegosto das bênçãos do Caminho Santo que Ele proverá no M ilênio.10
10 E os resg a ta d o s d o SENHOR v o lta r ã o e v ir ã o a S ião co m jú b ilo ; e a leg r ia eter n a h a v erá so b re a su a ca b eça ; g o z o e a leg r ia a lca n ça rã o , e d eles f u g i r á a tristez a e o g e m id o .

Os resgatados são mais adiante definidos como os “resgatados do S e n h o r ” . Ele é o Redentor que pagou o preço pela redenção deles e os liberta da escravidão do pecado. Eles retornarão e entrarão em Sião com brados de júbilo, e a alegria eterna estará nas suas cabeças — uma coroa melhor que uma coroa de ouro. A alegria que os faz exultar e deliciar os alcançará. Eles não terão que buscar alegria; esta os al­ cançará. As dificuldades que atormentam ou produzem suspiros, ou gemi­ dos, fugirá deles. N ada perturbará a alegria dos resgatados. Deus terá feito uma restauração completa tanto dos povos como da terra. Os resultados do pecado terão sido removidos.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. Em que bases o remanescente justo fundamenta suas petições em 33 .2 -9 ? 2. Quais são as características da pessoa justa em 33.14— 16?

16. Quem é o rei e o que nós aprendemos na parte posterior do capítulo 33 a respeito do reino? 4.15 e 35. W idyapranaw a. Qual é o significado do juízo sobre Edom? 7.4. Lc 7. Schoville. RJ: CPAD.22) 10. 19 9 5 ). 3 O povo no tempo de Jeremias pensava que isto se aplicava a Jerusalém nos seus dias. 7 Keith N. 210. 6 Stanley M . Como 35.6 se aplica ao ministério de Jesus? (Veja M t 11. Biblical Archaeology in Focus (G rand R apids: Baker Book H ouse.17? 8. Qual é a relação entre a vingança de Deus e a sua salvação? 12. Por que Isaías mencionam o livro do S e n h o r em 34. O que no capítulo 35 olha à frente para o M ilênio? 11. 1 9 8 2 ). 303. Esta era um a m á aplicação da profecia. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . 4 8 5 .5. 8 Alguns entendem que os bois selvagens e touros sim bolizam os exércitos das nações e os seus líderes. . H orton. Que conexão você vê entre 32. Eerdmans. 2 Alguns entendem que isto significa sacerdotes. Que aplicações do capítulo 35 podemos fazer para os nossos dias? 9. H.5. O que está subtendido na dissolução das estrelas e como isto poderia ser cumprido? 6. O que estará envolvido no juízo final da Terra? 5. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. Eles pensavam que poderiam pecar e rejeitar as profecias de Jere­ mias e que Deus jam ais deixaria qualquer coisa acontecer a Jerusalém. 2 9 8 . s Estas são as nações que serão deixadas depois que a Igreja for tom ada no tempo da ressurreição e arrebatamento. B.6— 10? CITAÇÕES 1 O hebraico fs h u a h pode tam bém significar libertação. 19 90 ). 4 S.3.

19 indica que esses tempos de refrigério estão disponí­ veis até Jesus vir novamente.* Schoville. . Biblical Archaeology. 4 8 5 . 10 O grego de Atos 3.

1-39.Ezequias e Senaqueribe 36. Senaqueribe Invade em 701 a.21.8 I. n o an o d écim o -q u a rto do rei TLzequias.13 a 20.1-37.8 Os capítulos 36 a 39 às vezes têm sido chamados de o Livro de Ezequias.C. Os fatos são registrados aqui como um teste­ munho para a veracidade das profecias de Isaías.1 1 H a con teceu . AS CIDADES DE JUDÁ CAPTURADAS 36. qu e S enaqueribe) rei da A ssíria} su b iu co n tra todas as cid a d es f o r t e s de J u d á e a s tom ou. A maior parte do que está escrito aqui também é encontrado em 2 Reis 18. A partir dos registros assírios está claro que a invasão de Senaqueribe foi em 701 a.C. A. 36. Devido a .

Senaqueribe recuperou o controle da Babilônia.1 . e se dirigiu ao oeste. Ezequias começou a reinar no seu próprio direito.7) e continuou pagando tributo. recome­ çando novamente a conta do seu reinado. foi declarado como sendo o primeiro ano de Ezequias —assim o “ano décim o-quarto” foi 701 a.Ezequias ter reinado com o seu pai. Ezequias acei­ tou o tratado que o pai dele tinha feito (2 Rs 16. Acaz.C. O seu real objetivo era a riqueza do Egito. quando Acaz morreu em 715 a.C. Tendo em vista que o Egito sob o comando de Piankhi parecia ter ganho força. Ele deu uma especial atenção a Judá porque.10). Em 2 Crônicas 29.. Isto foi seguido por um grande reavivamento e da celebração da Páscoa.C. na direção oposta de Israel — Ezequias decidiu romper com a Assíria e não enviou mais nenhum tributo (2 Rs 18..3 está escrito o seguinte: “Ele. ele derrotou os filisteus e tomou o controle do território deles até Gaza (2 Rs 18. abriu as portas da Casa do SEN H O R e as reparou”. M as quando Senaqueribe subiu ao trono assírio em 705 a. Porém. apenas seis meses depois. de acordo com os seus registros. No entanto. no mês primeiro. expulsando Merodaque-Baladã. Ezequias o pôs em ca­ deias e o aprisionou em Jerusalém. Um a vez que Sargão II estava no trono da Assíria. Quando o rei filisteu Padi de Ecron tentou impedir a cidade de se unir na revolta de Ezequias contra a Assíria. Ezequias tentou detê-lo. Ao mesmo tempo. (2 Rs 18. no ano primeiro do seu reinado.C. mas ele ia tomando o controle de países no caminho. o quarto ano do reinado de Senaqueribe. assim os vinte e nove anos do seu reinado duraram até 686. Nenhuma dessas coisas teria sido permitida pelo ímpio rei Acaz.C. e achou necessário dar a sua atenção à usurpação da Babilônia pelos caldeus —a qual estava ao leste. Ezequias fez uma aliança com o Egito para a pro­ teção mútua deles contra a Assíria. e 715 a. o sexto ano desse coreinado foi 72 2 a.8). A morte dele tornou possível a inauguração de uma nova era.7).

o rei da A ssíria en v io u R absaqué. conclui a história das campanhas de Senaqueribe e depois retorna para a doença de Ezequias como um pano de fundo para a vinda dos enviados de Merodaque-Baladã. M as a oração e as lágrimas de Ezequias trouxeram a promessa de Deus de mais quinze anos de vida e a garantia de que Deus livraria a ele e a Jerusalém “das mãos do rei da Assíria” (38. o qual foi restabelecido depois ao trono dele em Ecron. veja 2 Rs 20. Ezequias declarou isto ao povo para encorajá-lo a que colocasse a sua fé no SE N H O R . dispersou as outras tro­ pas mercenárias que Ezequias tinha contratado.2-20 2 E ntão. A Bíblia.146 pessoas cativas.5.4 Deve ter sido nesta ocasião que Ezequias ficou doente e foi avisado por Isaías que iria morrer (38.Mas os anais de Senaqueribe contam como ele conquistou Ecrom. desde L aquis a J e r u ­ salém . cerca de quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. os quais Ezequias pagou levando toda a prata do templo do SE N H O R como também dos tesouros do palácio real e tirando o ouro das portas e batentes das escadarias do templo.2 Os anais de Senaqueribe declaram que ele capturou 46 delas e ainda muitas aldeias não fortificadas e levou 200. tudo o que me impuseres levarei”. e ele p a ro u ju n to ao ca n o do tanque m a is alto.6). retira-te de mim. Senaqueribe também escreveu que ele forçou Ezequias a libertar Padi. ao rei E zequias co m u m g ra n d e ex ército.1).1. tanto em 2 Reis como em Isaías. o qual tinha procla­ mado a si próprio rei da Babilônia pela terceira vez. ju n to ao ca m in h o do cam p o do .14— acrescenta que enquanto Senaqueribe estava si­ 16 tiando Laquis.3 2 Reis 18. AS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 36. e então virou a sua aten­ ção para as “cidades fortes de Judá” (atacando e capturando todas elas). derrotou um exército egípcio em Elteque (aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém). 2. Senaqueribe exi­ biu trezentos talentos (aproximadamente dez toneladas métricas) de prata e trinta talentos de ouro. Ezequias enviou uma mensagem a ele dizendo: “Pequei.

con fias.filh o de Asafe. Sebna (que era o secretário. provavel­ mente o secretário de Estado).12) e Eliaquim (que tomava conta do palácio). sa iu a ele E lia q u im . no Egito.lavandeiro. Eles pro­ vavelmente ousaram fazer isto em virtude do tratado anterior feito com Senaqueribe. 6 E is qu e co n fia s na q u ele bordão de can a quebrada. lhe en tra rá p ela m ão. Assim. tentando demolir através de ridículo a confiança e fé que Ezequias tinha depositado no SE N H O R . Mas ele não se referiu a Ezequias como rei. rab-shakeh. 4 E R absaq ué lhes disse: O ra. ele apa­ rentemente decidiu que tinha cometido um erro deixando para trás uma cidade fortificada. ARA e A RC ) com um grande exército para Jerusalém. Quando Senaqueribe ouviu que Ezequias estava falando ao povo que Deus os livraria. o m ord om o. assim é Faraó. o rei da A ssíria: Q u e co n fia n ça é esta qu e tu m a n i­ f e s t a s ? 5 B em p osso eu dizer: teu con selh o e p o d er p a ra a g u e r r a são apenas vã s p a la vra s: em quem . Senaqueribe estava certo de que o “conselho e poder para a guer­ ra” de Ezequias já se tinham provado sem sentido diante dos seus exércitos. pois.filh o de H ilquías. ou secretário que cuidava dos registros públicos) saíram para encontrá-lo. Senaqueribe tinha os seus espiões e logo soube a respeito da doença de Ezequias e da sua recuperação. ele quebrou o seu tratado e enviou o seu comandante-em-chefe (Heb. Eles pararam fora dos muros (vv. e J o á . 3 Então. qu e co n ­ tra m im te rebelasP O comandante-em-chefe chamava Senaqueribe de “o grande rei”. o chanceler. como tantos ditadores terrenos. e Sebna. dizei a E zequias: A ssim d iz o g r a n d e rei. p a ra com tod os os qu e nele co rfia m . se a lgu ém se a p oia r nele. Ele estava de fato dizendo que Ezequias era tolo em depen­ der de qualquer um para ajudá-lo na sua rebelião contra Senaqueribe. que. Então ele prosseguiu com a mensagem de Senaqueribe. o escrivã o. e Joá (o escrivão. “R absaqué”. agora. a saber. . e lha fu r a r á .11. rei do Egito.

pois.2-14). 7 M as. se m e disseres: N o Senhor . refén s ao m eu senhor. Contudo. o rei da A ssíria. Senaqueribe não entendeu o essencial. Ele provavelmente soube que Isaías tinha advertido o povo a não confiar no Egito.I — 4). agora. Durante o grande reavivamento. A comparação de se apoiar em um “bordão de cana quebrada” (algo que não só quebraria mas perfura­ ria a mão do que neste se apóia) simbolizava que Faraó não só não poderia ajudar. e Senaqueribe esperava que houvesse ainda lá senti­ mento suficiente por estes entre as pessoas comuns. Dt 12. e dar~te~ei dois m il cavalos. A demanda para oferecer sacrifícios unicamente no templo em Jerusalém era proposi­ tada para ser um testemunho ao mundo pagão de que havia apenas um verdadeiro templo. não é esse aq uele cu jo s altos e cu jo s altares E zequias tirou e disse a J u d á e a Jeru sa lém : Perante este altar vos inclinareis? Senaqueribe sabia o que estava acontecendo em Jerusalém e niti­ damente criticava Ezequias. mas eles adulteraram essa adoração incluindo os deuses pagãos dos altares. Tal adoração era uma abominação ao SE N H O R e Ezequias tinha razão em destruir esses santuários (cf. p o rv en tu ra . Os israelitas os tinham transformado em lugares para adoração do SE N H O R . 8 O ra. porque há somente um verdadeiro Deus. No entanto. Porém. n osso D eu s. de modo que poderiam ser encorajadas para que não escutassem a Ezequias. Ezequias tinha retirado os altares e lugares altos que antigamente foram dedicados a Baal (veja 2 Rs I 8 . esses san tu ário s tin h am sido p o p u lares antes do reavivamento. mas também tiraria vantagem dos que dependessem dele e se voltaria contra eles. dá. se tu p u d e r e s d a r ca va leiros p a ra eles. realmente zombando também de Deus.I Senaqueribe também tinha razão em dizer que era tolice depen­ der do Egito. con fia m os. O comandante do exército assírio pediu então a Ezequias que fizes­ se uma barganha com Senaqueribe: ele conseguiria dois mil cavalos se este pudesse montar os cavaleiros neles. esta oferta era um .

p a ra destruí~ la ? O Senhor m esm o m e disse: S obe co n tra esta terra e d estró i-a .escárnio. Render-se e juntar-se ao exército assírio seria uma situação muito melhor do que depender do Egito “por causa dos carros e cavaleiros”. ele estava falseando a verdade em uma tentativa para intim idar o povo. 10 E su b i eu. Parte da guerra psicológica dos reis antigos era declarar que os deuses dos povos que eles estavam atacando tinham lhes enviado para que fizessem isto. Sem dúvida que ele conhe­ cia as profecias anteriores de Isaías. co n fia s no Egito. a qual era contra a Assíria. tinham-no enviado para libertá-los do mau governo de Nabonido e Belsazar.5). Ciro foi bem-sucedido nisto e os habitantes da Babilônia abriram os portões da cidade e deram boas-vindas ao seu exército. O comandante sabia que Jerusalém não tinha bastante solda­ dos deixados para pôr dois mil deles nos cavalos. Assim. Este era de fato um convite para rendição e alistamento no exército de Senaqueribe. (Era comum aos assírios convidarem os povos conquistados a se alistarem no exército deles e recuperar as suas perdas no próximo lugar de conquista. . não p o d en d o tu v o lta r o rosto a u m só p r ín cip e dos m ín im o s serv o s do m eu senhor. nas quais Deus dissera que a Assíria era uma vara na sua mão irada (1 0. sem o Senhor co n tra esta terra. agora.) 9 C om o. Ciro fez isto quando estava chegando a Babilônia. Bel e Nebo. dando ao próprio Ciro uma entrada triunfal completa com ramos de palmeira. p o r ca u sa dos ca rro s e ca va leiro s? O comandante assírio enfatiza que Jerusalém não poderia resistir nem sequer a uma pequena unidade liderada pelo menor dos oficiais de Senaqueribe. Ele reivindicava que o SE N H O R o tinha enviado para que destruísse Judá. reivindicando que os deuses deles. ele não prestou atenção ao restante da profecia. Tudo o que ele queria era a rendição de Jerusalém.5 M as Senaqueribe não era tão sutil. en­ quanto este continuava a sua marcha para o Egito. porém.

12 M as R absaq ué disse: P orven tu ra . dizendo: I rfa liv elm en te. e esta cid a d e não será en tregu e na s m ãos do rei da A ssíria. p a ra d iz er estas p a la vra s? E não. até que lá não houvesse mais nada para comer ou beber. 15 N em ta m p ou co E zequias v o s f a ç a co n fia r no SeNHOR. e cla m ou em alta voz em ju d a ico. e disse: O u v i as p a la vra s do g r a n d e rei. A delegação da parte de Ezequias pediu ao comandante-em-chefe dos assírios que falasse em aramaico ( “siríaco”). e Sebna. m a n d o u -m e o m eu sen h o r só ao teu sen h o r e a ti.11 E ntão. O aramaico era a língua dos negócios. p o rq u e não vos p o d e­ rá livrar. de modo que eles vies­ sem a pedir rendição. aos o u v id o s do p o v o que está sob re os m uros. o Grande. se p ô s em pé. Ele percebeu que Ezequias e os líderes de Jerusalém não pretendiam ceder. n os livra rá o SENHOR. Então ele e o seu exército sitiariam Jerusalém e cortariam o abastecimento de suprimentos. aos h om en s que estão assen tados sob re os m u ros. e J o á a R absaqué: P ed im o ste qu e f a l e s aos teu s serv o s em siríaco. do comércio. 13 R absaqué. do rei da A ssíria. pois. porque eles não queriam agitar os habitantes de Jerusalém que estavam sentados sobre os muros e que poderiam espalhar as ameaças do comandante por toda a cidade. antes. Ele estava espe­ rando que pudesse lançar o povo em pânico. disse E liaquim . p o rq u e bem o en ten dem os. e não nos f a l e s em ju d a ico .6 Antes . M as era exatamente isso o que o comandante queria. 14 A ssim diz o rei: N ão v o s en ga n e E zequias. As palavras do comandante-em-chefe claramente mostram que a doença de Ezequias veio após o seu pagamento de tributo. p a ra qu e c o ­ m a m co n vo sco o seu esterco e bebam a su a u r in a ? A resposta do comandante foi até mesmo mais ameaçadora e rude. da educação superior e da comunicação política entre os países desde antes da época de Abraão até ao tempo de Alexandre.

ele os deixaria viver em paz até que voltasse desta campanha. . P orven tu ra . A in­ clusão do ouro e também da prata do templo mostrava que ele não estava confiando no S E N H O R quando fez o tratado com Senaqueribe. indubitavelmente esperando voltar triunfalmente do Egito. por declarar que Ezequias não os poderia livrar e que eles não deveriam deixar Ezequias persuadi-los a confiar no S e N H O R . Novamente o comandante fala ao povo que não escute a Ezequias. Deste modo os assírios esperavam desorientar e desmoralizar um povo —de modo que estes desistiriam de qualquer tendência para se rebelar. os deu ses das n a ções livra ra m cad a u m a su a terra das m ã os do rei da A ssíria? 19 O n d e estão os d eu ses de H am a te e de A rpade? O n d e estão os d eu ses de S efa rv a im ? P orven tu ra . Ele prometeu que os levaria a uma terra tão boa quanto a própria terra deles. onde eles poderiam cultivar uvas e trigo da mesma forma como faziam na terra de Judá. p orq u e assim diz o rei da A ssíria: A lia i-v o s com igo e s a í a m im . A cura de Ezequias e a promessa de Deus fizeram a diferença (veja cap. terra de p ã o e d e vinhas. 17 a té que eu ven ha e v o s leve p a ra u m a terra co m o a vossa. Então ele levaria a efeito a política assíria de deslocar e reassentar populações inteiras. terra de trigo e de m osto. Ele de fato estava chamando Ezequias de um enganador que não poderia ajudá-los. 16 N ão deis ou vid os a Ezequias. 38).0 0 0 pessoas de lá. ele não reconhecia que o Senhor é fiel e que Ele pode livrar. No entanto.desse tempo ele estava confiando no Egito e não no SE N H O R . e com a cada u m da su a v id e e da su a f i g u e i r a e beba cada u m da á gu a da su a cistern a . porque há pouco ele tinha removido 2 0 8 . e era uma prática assíria trans­ ferir outros povos para tomar o lugar dos cativos que foram desloca­ dos. Ele provavelmente tinha a Babilônia em mente. 18 N ão v o s en ga n e E zequias. Se eles fizessem a paz com Senaqueribe. dizendo: O SENHOR n o s livrará. M as Senaqueribe tentou quebrar a confiança do povo nas promessas de Deus.

6. assim. ele sugere que o SE N H O R não pode ser em nada diferente e não pode salvar Jerusalém das suas mãos. Os soldados mercenários que Ezequias tinha contratado foram dispersados. O povo não deu nenhuma resposta a estes insultos e ameaças. eles tomaram uma nova posição de fé.C. Ele logo seria capaz de . 3. e alguns dos habitantes de Sefarvaim foram transferidos para ela. Por obedece­ rem ao rei. Agora. d en tre todos os deu ses desses países. dizendo: N ão lhe respon dereis. em sua arrogância ele ainda não entendia o essencial. e. Senaqueribe insinua que ele é maior do que qualquer deus. Ezequias tinha lhes ordenado que não respondessem. Ele lembra Jerusalém que as cidades de Hamate. Portanto. 0 POVO OBEDECE A EZEQUIAS 36.livra ra m eles a S am aria das m in h a s m ã o s? 20 Q u a is são eles. um novo cora­ ção e um novo espírito esperavam por Isaías. Contudo. no norte da Síria. p a ra qu e o S enhor livra sse a J eru sa lém das m in h a s m ã o s? Novamente a mensagem de Senaqueribe refere-se à declaração de Ezequias da promessa de 38. confiarem em Deus. Os egípcios não eram nenhuma ajuda. em Jerusalém. juntamente com ele. os qu e livra ra m a su a terra das m in h a s m ãos. p orq u e havia m a n d a d o do rei. O povo de Judá que esperava poder derrotar os assírios fazendo uma aliança com o Egito tinha sido desacreditado. Ele não podia ima­ ginar que o Senhor Deus cultuado no pequeno país de Judá pudesse ser maior que os deuses adorados nos países que ele já havia conquis­ tado. e Sefarvaim foram todas conquistadas e os seus deuses não as ajudaram. no rio Orontes. Ele também estava sugerindo que seria muito melhor para Jerusalém se eles se rendessem. e Arpade. Os deuses desses países não tinham sido capazes de salvar as suas terras do grande rei de Assíria. Deus de fato os livraria.21 21 M as eles ca la r a m -se e não lhe resp on d era m pa la vra. Até mes­ mo Samaria se tornou uma província assíria em 72 2 a.

e aos an ciãos dos sacerdotes. 3 E dissera m -lh e: A ssim diz E zequias: Este dia é dia de angústia. feito de pelo de cabra. estavam errados. Os três que tinham se reunido com o comandante então rasgaram as suas vestes — provavelmente eles rasgaram a frente de suas túnicas como um sinal de pesar e humilhação.8 22 E ntão. Então informaram a Ezequias o que o comandante tinha dito. e Sebna. E lia q u im . Ele queria que o povo soubesse que ele ainda acreditava na promessa de Deus. cobertos de sacos de p a n o grosseiro. o chanceler. teu D eus. 2 E o rei en vio u a E liaquim. As ameaças de Senaqueribe eram sérias. e J o á . (A nova atitude da sua audiência e a nova mensagem explicam a mudança de estilo e vocabulário.) 4. f i lh o de Amoz. o escrivão. ten do o u v id o isso o rei E zequias. Assim ele entrou publicamente no templo para buscar a ajuda prometida do SE N H O R . e o recente partido da guerra.22-37. a Isaías. Ele percebia que a sua única esperança esta­ va no SE N H O R . e a Sebna. terá ou vid o as palavras . e de vitupérios. como um reco­ nhecimento mais extenso da seriedade da situação. pronto para sitiar Jerusalém. o profeta. viera m a E zequias com as vestes rasgadas e lhe fiz e r a m sa b er as p a la vra s de R absaqué. o m ordom o.filh o de A scfe. Ezequias também rasgou as suas roupas e vestiu-se de pano de saco (aniagem preta e grossa). PROFETIZADA A MORTE DE SENAQUERIBE 36.lhes dar o conforto do capítulo 40 e dos seguintes. Ele sabia que o seu pai. e en tro u na C asa do SENHOR. ra sgou as su a s vestes. Acaz. que tinham confiado na Assíria. e fo r ç a não há pa ra os dar à luz. e se co b riu de sa co de p a n o gro sseiro . O comandante-em-chefe tinha um exército grande. e de blasfêm i­ as. o SENHOR. p orq u e chegados são os filh o s ao parto. o m ord om o.filh o de H ilquias. 4 P orventura. 1 E a co n teceu que. o escrivão. por causa da blasfêmia de Senaqueribe.

teu D eu s. na are. A comparação de uma mãe grávida na hora do parto. Os servos de Ezequias foram ao encontro de Isaías e buscaram uma palavra da parte do SE N H O R . e f á . J a z e oração p elo resto que fic o u . a quem en viou o rei da Assíria. . Eles deviam dizer para Ezequias que deixasse de ficar amedrontado a res­ peito da mensagem pela qual os “servos” (Heb. seu amo. Isaías tinha uma palavra confortante. para afron tar o D eu s vivo e pa ra o vitu p era r com as pa la vras que o SENHOR. 7E is que p o r ei n ele u m espírito. a única esperança deles estava no SE N H O R . com uma mensagem reconhecendo o perigo. Era muito tarde para orar pela liberta­ ção das outras cidades de Judá. mas ainda havia um remanescente sobrevivendo em Jerusalém. “meninos” sem discernimento) de Senaqueribe tinham blasfemado do SEN H O R . significava que ela estava em uma situação desesperadora. metal e pedra). com as qu ais os serv o s do rei da A ssíria de m im blasfem aram . O rei os enviou então ao profeta Isaías. estavam de fato ridicularizando o Deus vivo (em contraste com os deuses mortos de madeira. A delegação que tinha ido ao encontro do comandante-em-chefe e os principais sacerdotes seguiram o exemplo de Ezequias e vestiram pano de saco. 6 E Isa ía s lhes disse: A ssim d ireis a vosso am o: A ssim d iz o Senh or : N ão tem a s à vista das p a la vra s qu e ouviste. “filho de Amoz”.de Rabsaqué. entregues pelo comandanteem-chefe. e a inabilidade deles para prestarem algum socorro.e i ca ir m o rto à espada n a su a terra. morreriam a mãe e o bebê. Ezequias esperava que Deus ouvisse e repreendesse Senaqueribe.7 Ezequias lhe pediu que fizesse uma oração “pelo resto que ficou”. Reconhecendo que Isaías estava em contato com Deus. 5 E os serv o s do rei E zequias viera m a Isaías. em quem “força não há para os dar à luz”.l o . Ezequias reco­ nhecia que as palavras de Senaqueribe. Em tal caso. a desgraça ameaçada pelo comandante assírio. tem ou vido. Porém. e ele o u v irá u m r u m o r e volta rá p a ra a su a terra .

Senaqueribe. Babilônia era mais importante para Senaqueribe do que Jerusalém. onde morreria (veja 37. é razoável acreditar que Senaqueribe levou os prisioneiros das cidades de Judá para B abilônia. O “rumor” era a notícia de que Merodaque-Baladã estava novamente assumindo o poder na Babilônia. Eventualmente ele morreria em sua própria terra. em N ínive. com issionando os artistas para retratá-la.. Outro grupo leva sacos e outros artigos nas mãos. R absaqué e achou o rei da A ssíria p eleja n d o contra L ibna. Quando não houve nenhuma rendição.Deus poria um espírito em Senaqueribe e ele ouviria um certo rumor e voltaria à sua própria terra. ou mesmo o Egito. pois. Vòltou. o que incluía Babilônia como uma de suas capitais. e uma vez que ele precisou esmagar a revolta em Babilônia. de modo que ele voltaria à sua própria terra..) En­ tão Senaqueribe ouviu falar a notícia a respeito de M erodaqueBaladã ter tomado Babilônia e se apressou em retornar para Nínive e para Babilônia. Alguns estão deixando tributo ou espólio. em 688 a. p o rq u e o u v ira qu e j á se havia retira d o de L aquis. Ele celebrou esta cam panha de 701 a. De Laquis ele foi para Libna. que retratava a captura de Laquis e seu povo. o comandante-em-chefe retornou e achou Senaqueribe lutando contra Libna. mas um anjo do SE N H O R cuidaria para que ele não chegasse tão perto de Jerusalém e voltasse a Nínive. ameaçaria Ezequias e Jerusalém novamente.9 Os registros da segunda cam panha de Senaqueribe inform am m uito claramente que ele m atou alguns cativos e deportou o restante naquele tem ­ po.10 Desde que Senaqueribe já tinha determ inado que parte dos tributos trazidos a N ínive fossem levados para Babilônia. A frente deles estão os cativos que são em palados em estacas afiadas. contu­ do.C. (L aquis ti­ nha sido tom ada e destruída.36— 38).1 1 .C. Arqueólogos acha­ ram um grande relevo de parede no palácio de Senaqueribe.8Este m ostra uma fila de homens e mulheres que saem da cidade com fardos nas suas costas.

2 :1 1 9 -2 0 . Que mensagem o Senhor proferiu e como esta foi cumprida? 7. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 39 onde M erodaque-Baladã ouve falar a respeito da doença. Ancient Records. teu D eus”. A descrição da doença também prepara para o cap. O que Senaqueribe pensava de si mesmo e a respeito do Senhor? 4. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 2 vols. 7 Observe no v.. 2 a ed. 8 U m a cópia de tamanho natural disto pode ser vista no M useu O riental da Universidade de Chicago. 1 9 2 6 -2 7 ). Ancient Near Eastern Texts Relating to tbe Old Testament. O que Senaqueribe tinha realizado em Judá antes de ter enviado o seu comandante-em-chefe com um grande exército para Jerusa­ lém? 2. ed. Como o povo respondeu à mensagem do comandante assírio e por que isto é significativo? 5. 3 D aniel David Luckenbill. Por que Ezequias enviou pessoas vestidas em panos de saco ao encontro de Isaías? 6. 33. 4 que estes representantes do estado e do tem plo dizem “o S en h o r . . Por que Senaqueribe disse que Ezequias estava enganando os ha­ bitantes de Jerusalém? 3. 2:121. 19 24 ).C. Pritchard. 6 Observe que Isaías finaliza o relato das invasões de Senaqueribe antes de contar a respeito da doença de Ezequias. (Princeton: Princeton U niversity Press. 3 0 6 . 4 Luckenbill. 2 :1 2 0 .. 19 55 ). 5 James B.QUESTÕES DE ESTUDO 1.? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. 3 1 5 -1 6 . não “nosso D eus”. Ancient Records o f Assyria and Eabylonía. Que evidência há para uma segunda campanha de Senaqueribe em 688 a. 2 Ibid.

American Oriental Series. como isto foi interrompido.8 e 37. “T he AddedYears o f H ezekiahs Life” Bibliotheca Sacra 80.C. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah 1 (Londres: M organ & Scott. 19 16 ). rei da E tiópia. 2 2 6 -2 8 . 187. en viou m ensageiros a Ezequias.) Agora. tinha sa íd o p a ra lhe fa z e r gu erra . até que finalmente destruiu Babilônia em 689 a. Isaías dá um passo à frente neste ponto para 688 a. Revell. O Exército de Senaqueribe É Dizimado e Senaqueribe É Morto 37.9. e então retorna para a reconstrução anterior do templo. (Veja também Esdras 4. Isaías também faz uma pequena incursão aos eventos ocorridos en­ tre 701 e 688 a. 19 35 ).9 Charles M arston.). 10 Luckenbill. Os registros de Senaqueribe mostram que ele esteve na Babilônia em 700. A ssim que o u v iu isso. T h irtle. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. Ancient Records.C. M uir. mas com um exército poderoso.d. Benjamin R . R obert H enry Pfeiffer. n.9-38 I. 19 3 7 ).9-13 9 E o u v iu d iz er qu e Eiraca. 13 4 -3 5 . His Tmth Endureth: A Survey o f the Beginnings and o f OU Testament History in the Light o f Archaeological Discoveries (P hiladelphia: N ational Publishing Co. Isto era feito freqüentemente no livro dos Reis. 1 James W. e conclui o relato a respeito de Senaqueribe e Ezequias.C. Isto pareceria estranho se Senaqueribe —tão implacável em retornar . no. dizendo: H á um espaço de tempo cie cerca de doze anos entre 37.. Downer. 31 9 (julho de 1923): 2 6 9 . James C. não em uma condição debilitada. Os escritores do Velho Testamento freqüentemente completavam um relato e então voltavam e davam detalhes de um evento anterior. 79. The Bihle Comes Alive (N ova York: Flem ing H . AS RENOVADAS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 37.1 Ele expulsou Merodaque-Baladã e continuou em­ preendendo a guerra lá. vol. 2 :1 1 8 . B. State Letters o f Assyria. onde Esdras fala da sua tentativa de reconstruir a cidade.

5 Tiraca chegou primeiro ao Egito em 6 9 0/ 6 89 a. Senaqueribe mudou a sua atenção de Judá. ele alistou compulsoriamente no seu exército alguns dos árabes conquistados e deslocou-se para encontrar Tiraca.3 Dessa forma. o qual era o seu mais recente título.C. dizendo: N ão te en ga ­ n e o teu D eu s. Ele chamou Deus de enganador e disse que Ezequias não deveria confiar nEle. Novamente Senaqueribe blasfemou de Deus e negou a profecia de Isaías (3 8 . Depois de conquistar a Arábia. rei de Ju d á . e proclamar a si próprio o rei da Arábia..C. Senaqueribe estava livre para ir ao oeste em direção ao Egito. Ele co-reinou com Shebitku até 684 e continuou reinando até 66 4 a. Senaqueribe aparentemente preten­ dia ir para Jerusalém e então descer pela costa para o Egito. Por isso ele enviou os mensageiros a Ezequias. Senaqueribe tinha a firme expectativa de ocupar Jerusalém por este tempo.C.6 ). quando o seu irmão Shebitku o chamou para reinar com ele. que conta como Senaqueribe tomou à força os deuses do rei da Arábia e os trouxe para a Assíria. Isto é confirmado por um registro de Esar-Hadom. Depois de derrotar a Arábia. dizendo: J eru sa lém não será en tregu e nas m ã os do rei da A ssíria. M as ele não queria que Ezequias pensasse que fora perdoado. o historiador grego.C.2 Inscrições fragmentárias de Senaqueribe contam a respeito de uma campanha árabe. Isto é confirmado no que Heródoto.4 diz que os egípcios chamavam Senaqueribe de “o rei da Arábia”. — deixasse Ezequias calado “como um pássaro engaiolado” em Jerusalém e nunca voltasse. M as nesta época ele passou pela Arábia e desceu pela parte sul da Judéia. com a idade de vinte anos.repetidas vezes à Babilônia. em q u em confias. contudo. 10 A ssim fa la reis a E zequias. Quando Tiraca pôs-se a caminho para encontrar as forças de Senaqueribe. depois da destruição da Babilônia em 689 a. . até mesmo depois de uma derrota desas­ trosa em 691 a..

2).11 Eis qu e j á ten s ou v id o o qu e f i z e r a m os reis da A ssíria a todas as terras. A ORAÇÃO DE EZEQUIAS E A RESPOSTA DE DEUS 37. Ele viu a profecia cumprida. O último pode ser igual a Ava.24). Ele também estava dizendo que o Deus de Israel não poderia impedir que isto acontecesse a Jerusalém. H en a e I v a ? Ele repete a lista de deuses (chamados de “reis”) da mensagem anterior (3 6 . E zequias as ca rta s da s m ã os dos m en sa geiros e len d o -a s. As nações citadas aqui ficavam na Mesopotâmia ocidental. Ezequias mostra uma atitude diferente da que tinha mostrado uns dez anos antes. su b iu à C asa do SENHOR. e H a râ ’ e R ezefe. 2.e. veja comentário em 34.1 9 ) com as adições de H ena e Iva. 13 O n d e está o rei de H am ate. pois. e os f i lh o s de E den. e E zequias as esten d eu p era n te o SENHOR. as livra ra m os d eu ses das n a ções q u e m eu s p a is d estru íra m : Gozã. . Senaqueribe estava fazendo o seu melhor para estremecer a fé de Ezequias no SENHOR. e o rei da cidade de S efarvaim . Ele levou a carta imediatamente e a estendeu dian­ te do S en h o r . os reis anteriores da Assíria) tinham destruído não os puderam livrar. Desta vez ele não ras­ gou as suas vestes ou vestiu pano de saco ou enviou mensageiros que rogassem a Isaías. na Babilônia (2 Rs 17. quando o comandante-em-chefe de Senaqueribe fez as suas ameaças.14-35 14 R ecebendo. 12 P orven tu ra . d estru in d o -a s to ta lm en te. e o rei de A rpade. e escapa rias tu ? Em dizendo que os reis de Assíria destruíram todos os países ( “colocou todas as terras sob condenação” . estavam em E elassar? Ele acrescenta que os “deuses das nações” que os seus antepassados (i.. Senaqueribe estava falando que eles foram destruídos em consigna­ ção ao seu deus. que .

e o u v e. entronizado “entre os querubins”: o lugar mais santo no templo. o s teu s ou vidos. formados pelas “mãos de homens”. de todos os rein o s da terra. e o u v e todas as p a la vra s de Senaqueribe. as qu ais ele m a n d o u p a ra a fro n ta r o D eu s vivo. e olha. 19 E lan çara m no f o g o os seu s deuses. mas também como o Criador dos céus e da Terra. 31. SENHOR. Ezequias se aproximou assim em uma atitude de fé que honrava a Deus pelo que Ele é. Ezequias não nega que a Assíria destruiu todos os outros países. m a d eira e p ed ra . sen ã o obra de m ã os de hom ens. D eu s de Israel. ele sabia que Senaqueribe havia destruído os deu­ ses das outras nações. q u e os reis da A ssíria a ssola ram todos os p a íses e su a s terras. tu és o D eu s. os destru íram . p o rq u e deuses não eram . Ele indubitavelmente sabia o que Isaías tinha dito sobre eles (veja 2. Ezequias reconhecia que aqueles ídolos não eram Deus. tu som en te. diferen­ te de todos os falsos deuses das outras nações. Ele o reconheceu como o único Deus (um tema de Isaías). p o r isso. os teu s olhos. mas ape­ nas “madeira e pedra”.20. reconhecendo o SE N H O R como o SE N H O R dos Exércitos. tu fi z e s t e os céu s e a terra. abre. não apenas o único e verdadeiro Deus sobre “todos os reinos da terra”.15 E o ro u E zequias ao SENHOR. Em chamando Deus de “vivo”.8. ó SENHOR. Além disso. SENHOR. Desta vez o próprio Ezequias ora. Ezequias reconhece que Deus é diferente dos ídolos.7). dizendo: 16 Ó SENHOR dos E xércitos. 17 In clin a . Isto era especialmente verdade a respeito dos . Ele confia em Deus e deseja que Deus seja honrado. q u e habitas en tre os q u eru b in s. o Deus de Israel. Ele pede a Deus que preste plena atenção ao que Senaqueribe disse para desafiar e afrontar “o Deus vivo”. 18 Verdade é.

23 A qu em a fro n ta ste e de q u em blasfem aste? E co n tra quem alçaste a voz e ergu este os teu s olhos ao a lto ? C o n tra o S anto de Israel. e disseste: C om a m u ltid ã o dos m eu s ca rro s su b i eu aos cu m es dos m ontes. rei da A ssíria. a filh a de Sião. 24 P o r m eio de teu s serv o s cfr o n ta ste o Senhor. livra -n o s das su as mãos. em cumprimento de uma profecia anterior de Isaías (3 7 . no bosque do seu ca m p o fé r t il . para que todos os reinos da terra cotikeçam que só tu és o SENHOR. fi lh o deA m oz. à medida que eles se retiravam. Senaqueribe tinha enviado os seus servos não para que desafias­ sem e afrontassem somente a Ezequias.6(Esta é uma outra confirmação de que a carta foi escrita em uma segunda campanha ocidental de Senaqueribe em 688 a. e co rta rei os seu s altos ced ro s e as su a s f a i a s escolh id as e en tra rei no seu cu m e m a is elevado.5 — 7).C.C. o D eu s de Israel: Q u a n to ao que m ep ed iste acerca de Senaqueribe. o guardião da aliança..). balançando a cabeça em desdém. ó Senhor. Este insulto provavelmente se refere ao fato de Senaqueribe abandonar a sua campanha original em 701 a. aos ú ltim o s recessos do L íbano. Isaías. Não há nenhum outro Deus. 22 esta é a p a la vra que o SENHOR fa l o u a respeito dele: A virgem . 20 A gora pois.muitos deuses secundários da Babilônia que foram despedaçados em 689 a. por causa de Jerusalém. o Deus fiel. As declarações . mas como um testemunho para “todos os reinos da terra” de que Deus é Yahweh —o Deus que tirou Israel do Egito. E zequias não quer som ente a lib e rtaç ão da opressão de Senaqueribe. A resposta de Deus veio por intermédio de Isaías. mas a Deus. m a n d ou dizer a E zequias: A ssim diz o Senhor . a filh a de Jeru sa lém m en eia a cabeça p o r detrás de ti.C. Deus chama Jerusalém de “a virgem” porque ela ainda não fora conquistada e permaneceria inconquistável pelos assírios. o Deus que era e é e sempre será. Ela os menosprezou e os ridicularizou. nosso D eus. 21 Então. te despreza. e de ti zom ba.

Como o oleiro que dá forma a um vaso. co m a s p la n ta s de m eu s pés. e. co m as m ã o s caídas. O Egito seria uma presa fácil. e eu qu is qu e f o s s e s tu qu e d estru ísses as cida des f o r t e s e as red u z isses a m o n tõ es assolados. quer dizer. 25 Eu ca vei e bebi as águas. e que ele tomaria conta das árvores dos bosques de seus campos fér­ teis. Eles se tornaram como os brotos verdes e tenros da “erva do campo” que . não o u v iste que j á m u ito an tes eu f i z isso e que j á desde os dias a n tigos o tinha p en sa d o ? A gora. A R A ) mais escolhidas. tão facilmente quanto um fazendeiro poderia represar uma pequena vala de irrigação empurrando um pouco de terra. e a erv a verde. lit. Com as solas dos seus pés ele poderia secar todos os córregos e canais do rio Nilo. e o trigo q u eim ad o an tes do crescim ento. seq u ei todos os rio s do Egito. era m co m o a erv a do cam po. A indicação de cavar poços e beber deles pode se referir à campa­ nha dele pela Arábia. Ou seja. Senaqueribe pensava que estava agindo como um deus. os seu s m ora dores.5— I I . Nada está fora da soberania de Deus. se cu m pre. Foi a superintendência de Deus que perm itiu aos moradores esta­ rem “com as mãos caídas” (Heb. a n daram atem orizados e en vergon h a d os. e o f e n o d os telhados.7Agora que estava chegando perto do Egito.8 26 P orven tu ra. “desprovido de mãos”) de modo que eles andavam atemorizados e envergonhados. ele se vangloriava de que nada o poderia parar.dele significavam que ele pensava que poderia cortar os cedros mais altos do Líbano e as suas faias ( “ciprestes”. Ele amoldou as circunstân­ cias que tornaram possível a Senaqueribe destruir cidades (veja 10. 27 P or isso. que conta como Deus usou a Assíria como a sua “vara” para trazer juízo). qitsre-yad. p o rém . M as o verdadeiro Deus é o único que ordenou os eventos ( “eu fiz isso”). isso quer dizer que ele triunfaria em todas as batalhas.

fazendo Senaqueribe retroceder pelo caminho por onde ele viera. Para encorajar Ezequias. 31 Porque o que escapou da casa de Ju dá efico u de resto tornará a lançar raízes para baixo e dará f r u t o para cima. nem um pouco perturbado sobre o que Deus poderia fazer a ele. E isto tc será por sinal: este ano se comerá o que espontaneamen­ te nascei] c. . na sua insolência. no terceiro ano. 2li Mas eu conheço o teu assentar e o teu sair e o teu entrar e o teu fu ror contra mim. de modo que ele não viria a Jerusalém como ameaçara que faria. e segai. . mas. Deus está no controle. E semelhante às colheitas. . No restante do ano e no ano que se seguiria (que provavelmente estava a ponto de começar) eles comeriam o que crescesse por si mesmo. o que daí proceder. eis que porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio nos teus lábios e tefa r e i voltar pelo caminho por onde vieste. . semeai. agora Deus agiria: “Porei o meu anzol no teu nariz”. Deus prometeu um sinal. mas no tercei­ ro ano eles poderiam semear e colher campos de grãos e plantar vi­ nhedos e comer as suas uvas.facilmente poderiam ser cortados ou murchar. de volta pela Arábia. Deus sabia exatamente o que Senaqueribe estava fazendo e o modo como ele estava se movimentando e se enfurecendo contra Deus. caso especialmente verdadeiro a respeito da grama que poderia brotar de repente no lodo que cobria a esteira de junco que compunha os telhados planos das casas deles. . 29 Por causa da tua raiva contra mim e porque a tua arrogância subiu até aos meus ouvidos. Porque Senaqueribe estava se debatendo em raiva contra Deus e porque ele não estava. no segundo ano. e plantai vinhas e comei osfr u to s delas. . o resto ou remanescente do povo de Judá iria prosperar.

d iz o Sen h o r . D eus não salvaria Jerusalém porque seus habitantes o mereces­ sem. 34 P elo ca m in h o p o r on d e vier. n o a rra ia l dos assírios.. Tampouco ele “levantará contra ela tranqueira” ou rampa de cerco. a cen to e oiten ta e cin co m il. 33 P elo q u e assim d iz o SENHOR a cerca do rei da A ssíria: N ão en tra rá n esta cidade. Ele tinha feito algumas destas atividades em 701 a. Senaqueribe não entraria em Jerusalém. .32 P orque de J eru sa lém sa irá o restante. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. e. e. definida e enfática. o que esca p o u . A PROFECIA DE ISAÍAS FOI CUMPRIDA 37. q u an do se levan taram p ela m a ­ n h ã cedo. mas não faria assim desta vez. 3. n em la n ça rá nela fle c h a algu m a . eis qu e tu d o era m co rp o s m ortos. 2 9 ) de que Senaqueribe retornaria pelo mesmo ca­ minho que veio (quer dizer.36-38 36 Então. 2 Sm 7). m a s nesta cida de não en tra rá . p a ra a livrar. e Ele tem o poder para realizar isto. Este é um ensino muito importante de Isaías.C. pela Arábia) e não iria a Jerusalém. 35 P orque eu a m p a ra rei esta cidade. Ele repete a sua afirmação (do v. ou leva n ta rá co n tra ela tranqueira. p o r a m o r de m im e p o r a m o r do m eu serv o D avi. O próprio zelo de Deus cuidaria disto. do m o n te de Sião. Ele não poderia chegar perto o suficiente para atirar uma flecha ou segurar um escudo para se proteger dos defensores de Jerusalém. A palavra de Deus era clara. Deus sempre teria um remanescente. ta m p ou co v ir á p era n te ela co m escu d o. sa iu o a n jo do SENHOR e fe r iu . p o r esse volta rá . O “restante” ou remanescente —pessoas que foram poupadas ou libertadas —sairia de Jerusalém. mas por causa da aliança que Ele tinha feito com Davi (cf.

e voltou . e E sar-H adom . seu deus. Quando os restantes despertaram cedo na manhã seguinte. estan d o ele p ro stra d o na casa de JSÍisroque.C. e f i c o u em N ínive. Isto deve ter chocado os habitantes de Nínive. Senaqueribe tinha realizado uma campanha m ilitar todos os anos do seu reinado.000 soldados. 37 A ssim S enaqueribe. Ele fez diversas cópi­ as.Naquela noite o anjo do S enhor matou 185. Da mesma maneira que o afogamento dos egípcios no Êxodo não é mencionado em registros egípcios. eles espalharam uma história de que ratos comeram as cordas dos arcos dos assírios. provavelmente onde ele teve alguns consertos realizados. 38 E su ced eu que. o f e r ir a m à espada. . seu s filh o s . o fato de que ele não fez mais nenhuma campanha atesta o registro bíblico. Devido ao fato dos egípcios não poderem imaginar tal morte súbita a não ser por uma pestilência. concluindo com a captura e destruição da Babilônia em 689 a. lá permaneceram apenas algumas poucas inscrições secundárias em edificações. emitindo um relatório anual das suas façanhas. M as com a morte dos 185. Senaqueribe registrou que tinha capturado algumas carroças de mercadorias e tinha tenta­ do fazer parecer que isto era uma vitória.. Parece que Senaqueribe jamais se encontrou com Tiraca.000 pessoas do exército assírio. Ao invés disso. insinuando uma peste bubônica. Embora vivesse mais sete anos. nada havia a não ser uma derrota total. porque eles dependi­ am dos espólios de guerra para a sua própria prosperidade. A dram eleq ue e Sarezer. assim também esta derrota não foi registrada por Senaqueribe. e se f o i . seu filh o . e eles f u g i r a m pa ra a terra de A rarate.C. ele jamais realizou outra. algumas das quais os arqueólogos descobriram.9 Â parte disto. Até aquele tempo. eles os acharam não morrendo (como que através de pestilência) mas “mortos”. Em sua única derrota anterior em 6 9 1 a. rein o u em seu lugar. e nenhum rei pagão antigo jamais registrou qualquer coisa como uma derrota. rei da A ssíria. se retirou. No entanto. ele resumiu as suas proezas.

19 28 ). 7 W illiam Foxwell Albright. 19 53 ). 23. 6 Luckenbill. 131. A crônica babilônica registrou a morte de Senaqueribe e a acessão de seu filho Esar-Hadom.C. 3 D aniel David Luckenbill.Em 681 a. “Sen n ach erib s Invasion o f Judah ”. G oodspeed. 3:63 6. M an uel K om roff (Nova York: Tudor Publishm g Co. 2 :1 5 2 . Senaqueribe ainda não tinha estado no Egito. “O ldTestam ent H istory. 185. Including Archaeology and C h ro n o lo gy”. Como a resposta de Ezequias à carta de Senaqueribe em 688 a.? 2. . 19 24 ). 2 0 7 . Ele era um turista que registrou o que os guias lhe falaram. 2 :1 5 8 .C. 2 vols. 2 George S. agora parte da moderna Turquia).C. 4 H eródoto não foi um historiador no sentido m oderno do termo. 35. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Annals o f Sennacherih. Cumberland Presbyterian Quarterly I (junho de 19 02 ): 95. Por que Deus iria defender Jerusalém e como isto foi cumprido? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. Senaqueribe estava prostrado de joelhos. adorando no templo de Nisroque. Ancient Records. History. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 133. 5 H erodotus. Dois dos seus filhos “o feriram à espada”. foi diferente da sua resposta às ameaças do comandante-em-chefe em 701 a. mas ele conside­ rou a sua conquista do Egito como praticam ente term inada. o seu deus.. QUESTÕES DE ESTUDO 1. 1 9 2 6 -2 7 ). 8 O term o hebraico ‘achriv é um a forma hiph’il im perfeita que indica ação incompleta. em The Encyclopedia Americana (N ova York: Am erican Corporation. George Raw linson. 9 Luckenbill. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. trans. ed.. Então eles fugiram para a terra de Ararate (a antiga Armênia.

o fato de que Ezequias não estava confiando em Deus quan­ do pagou tributo a Senaqueribe. ele queria que Deus se interessasse pela sua situação e fizesse algo sobre a mesma. Antes. e v eio a ele Isaías. A Doença e a Recuperação de Ezequias 38. porque ele iria morrer. EZEQUIAS É RESTAURADO 38. No entanto. lem b ra -te.C. Assim. mostra que a doença aconte­ ceu em 701 a. Isto foi provavelmente depois que Ezequias tentou salvar Jerusalém tomando o ouro do tem­ plo e dando-o a Senaqueribe como tributo.1 1 N aqueles dias. f i l h o de A moz. mas confiou nEle depois disso e declarou a promessa de Deus de 38. o p rofeta . e lhe disse: A ssim diz 0 SENHOR: P õ e em ord em a tu a casa. e que quando o arrepen­ dimento era oferecido. Pior ainda.6. E ch orou E zequias m u itíssim o. 2. v iro u Ezequias o rosto p a ra a parede e orou ao SENHOR. p eço -te. Ezequias sabia que Deus era longânimo. 3 E disse: A h! SENHOR.1Isaías veio a ele com uma forte mensagem para pôr a sua casa em ordem. p o rq u e m o rr erá s e não viverás. ele orou.2-22 1 Então. Deus teria bases para não enviar o juízo pro­ fetizado. E zequias a d oeceu d u m a en ferm id a d e m orta l. Ezequias tinha ido longe demais. Pedir a Deus para se lembrar não quer dizer que Ezequias pensava que Deus tinha esquecido. Ele fez a sua reivin- . Ele estava confiando no que ele próprio poderia fazer em vez de confiar no que Deus poderia realizar. M uitos têm especulado sobre a data da doença de Ezequias. UMA SENTENÇA DE MORTE 38.C .1-22 1. de q u e a n d ei dian te de ti em v erd a d e e co m co ra çã o p erfeito e f i z o qu e era reto aos teu s olhos. o ouro do templo pertencia a Deus.

Deus.C. 2 R s 18. fazendo o que era reto aos olhos de Deus (cf. por intermédio de Isaías e em linha com a sua aliança com Davi. Deus defendeu “esta cidade”. Assim. apesar de não parecer estar sob con­ trole seguro.3). A promessa de salvar Ezequias e Jerusalém das “mãos” (Heb. A ssim .dicação sobre o fundamento de que ele tinha vivido diante do SeNHOR em fidelidade e com “coração perfeito”. a ti. e a esta cidade. kaph.1 a 3 L I ). eis q u e a crescen ta rei a os teu s dias q u in z e anos. Ele de fato tinha restabeleci­ do o serviço do templo e tinha feito a convocação para uma grande celebração da Páscoa no começo do seu pleno reinado e tinha feito muito para livrar-se da idolatria (2 Cr 29. 7 E isto te será da p a rte do Senhor co m o sin a l de qu e o SENHOR cu m p rirá esta p a la vra qu e fa l o u : 8 eis que f a r e i qu e a som bra dos g ra u s. dizendo: 5 Vai e dize a E zequias: A ssim d iz o S e n h o r . 6 E livrar~te~ei das m ã os do rei da A ssíria. “palma da mão”) de Senaqueribe. O pai de Ezequias. A promessa de Deus foi confirmada por um sinal sobrenatural. As lágrimas indicavam um espírito humilde e arrependido. teu p a i: O u v i a tua ora ção e v i as tua s lágrim as. 30. recu o u o so l dez g r a u s p elo s g r a u s qu e j á tinha andado. 4 E ntão. qu e p a sso u co m o so l p elo s g r a u s do relógio de Acaz. o D eu s de D a vi. A graça de Deus verdadeiramente estava além da expectativa de Ezequias. Acaz. ele viveu até 686 a. Então Ezequias derramou o seu coração em lamentação diante de Deus. veio a p a la vra do SENHOR a Isaías. Este era um tempo de bênção e reavivamento. e lhe deu a promessa de mais “quinze anos” de vida. disse a Ezequias que tinha ouvido a sua oração e tinha visto as suas lágrimas.. com o seu fdho Manassés compar­ tilhando o trono como co-regente durante os últimos dez anos do seu reinado. foi realmente cumprida. tinha construído um relógio de sol que con- . eu d efen d erei esta cidade.36. v o lte dez g r a u s atrás.

James W. O Salmo 126 corresponde a 701 a.e i às p o rta s da sep u ltu ra . Ezequias registrou os seus pensamen­ tos e sentimentos. Quando lhe foi dito que morreria. O erudi­ to britânico. os quinze cânticos dos degraus ( “romagem”.”3 9 C â n tico de E zequias. “peregrinações”. da mesma maneira que os “homens de E zequias” transcreveram provérbios adicionais de Salomão e os acrescentaram à coleção no livro de Provérbios (Pv 25. T h irtle também sugeriu que. quando houve um a restauração da prosperidade depois que Senaqueribe par­ tiu e quando o povo enviou presentes a Ezequias.23). N V I. privando-o da vida longa que ele esperava ter.C. Ele também entendia que. ARC. T hirtle. D epois da sua recuperação. M cK cnna sugere que Acaz pode ter trazido a idéia para o relógio de sol de Damasco quando estava buscando a ajuda da Assíria. ele viu isto como algo prematuro. .m e . desde que dez destes salmos não são atribuídos a Davi. de q u an do a d oeceu e sa rou de su a en ferm ida de. ele passaria pelas “portas da sepultura” (Heb. chegando no que deveria ter sido o meado de sua vida. ir . rei de Ju d á . a escolha de Deus do relógio de sol de Acaz para dar um sinal a Ezequias é uma outra refutação direta do poder de Senaqueribe e da idolatria assíria. esses dez podem se referir aos dez graus que a som bra voltou atrás.1). R S V ). foram acrescentados pelos escribas de Ezequias à coleção de salmos do templo para celebrar os quinze anos adicionais da vida de Ezequias. j á estou p r iv a d o do resto de m eu s anos.. Eu disse: N a tra n q ü ilid ade de m eu s dias. devido a isto ser um juízo de Deus.sistia em degraus por meio dos quais a sombra do sol mostraria o tempo durante o dia. Bcsha’are Sh‘‘ol.2 sugeriu que os Salmos 120 a 134. “dentro dos portões do Sheol”. ARA “degraus”. o lugar dos ímpios m ortos) onde não poderia comunicar-se com Deus. por causa da sua cura m aravilhosa (2 Cr 32. A sombra iria retroceder “dez graus”. “Nes­ se caso.

. co m o u m leão. M as ele ain­ da esperava que Deus viesse “como um leão” para julgá-lo. A sua vida era como o pano de um tecelão. alça va os olhos ao alto.11 E u disse: J á não v er ei m a is ao SENHOR n a terra d os viven tes. m e acabarás. ja m a is v erei o hom em com os m o ra d o res do m un do. SI 131. e ainda esperava que Deus o entregasse à morte antes do fim do dia. mas isto o tornou ainda mais fraco. q u eb rou todos os m eu s ossos. O tempo da sua vida seria tirado ou removido dele. quebran­ do todos seus ossos. an do o p rim id o ! F ica p o r tn eu fia d o r.2). Ele continuou tagarelando como os pássaros. Ele seria cortado da vida como a conhecia. a ssim e u ch ilreava e g em ia co m o a p om b a . Deus daria um fim nele. ó Senhor. Ele esperava que antes de o dia virar noite. p o r ca u sa da a m a rgu ra da m in h a alm a. m e acabarás. 13 Q u e d irei? C o m o m o p ro m eteu . 12 O tem po da m in h a vid a se f o i e f o i rem o v id o de m im . desde a m a n h ã até à noite. como a caba­ na temporária de um pastor que é levada para longe dele. buscando o perdão de Deus e pedindo-lhe para vir e aliviar o seu sofrimento. gemendo como uma pom­ ba. 13 E u sossegu ei a té à m a d ru ga d a . 14 C o m o o g r o u o u a an dorinh a. Ezequias estava angustiado de que já não estaria “na terra dos vi­ ventes” para ver ou experimentar a presença do SE N H O R . Ele teria cortado o fio da vida do modo como um tecelão corta uma linha do tear. co rtei co m o tecelão a m in h a vid a : co m o qu e do tea r m e corta rá . Ezequias se acalmou até a madrugada (cf. p a ssa rei m a n sa m en te p o r todos os m eu s anos. Ele sentia a ira de Deus pairando sobre si. Os seus próprios olhos ficaram fracos e cansados enquanto ele continuava olhando “ao alto”. co m o choça de p a sto r. que é enrolado quando concluído. nem olharia os habitantes deste mundo. desde a m a n h ã até à noite. assim . assim o f e z .

Desde que Deus está em todos os lugares. Não haveria nenhum louvor ou ações de graças a Deus naquele lugar. inferno. do inferno). 16 Senhor. 18 P orque não p o d e lo u v a r -te a sep u ltu ra . E f 5. Deus tinha um propósito em permitir-lhe estar doente e experi­ mentar a amargura de enfrentar a morte. por causa da experiência de confrontar-se com a morte. Era uma experiência do amor e da graça de Deus. da mesma maneira como se eles jamais tivessem acontecido.15). de modo que ele fora um exemplo aos outros.4. “Estas coisas” referem-se aos elementos ou fases que fizeram Ezequias se humilhar diante de Deus. para Ezequias dizer que Ele havia lançado “para trás das costas todos meus pecados” significa que Deus os apagou da exis­ tência. Al ém disso. (na realidade Sheol. cu r a -m e e fa z e . o lugar dos ímpios mortos). Era para o seu próprio bene­ fício (incluindo a sua paz e bem-estar) e para a bênção de integridade. Ezequias poderia ter baixado à “sepultura”.m e viver. Verdadeiramente Deus o tinha curado. como em uma procissão solene (cf. e o tinha feito viver. SI 42. Assim. qu e não caiu na co va da corru p çã o. 11 E is que. n em a m o rte g lo r ifi­ ca r -te. pois Deus literal­ mente o guardou da “cova da corrupção” (quer dizer. Os que “descem à cova” (nova­ . com estas coisa s se vive. tu. Ele caminharia “mansamen­ te”. tão a m orosa m en te abraçaste a m inha alm a. n em esperarã o em tu a v erd a d e os que d escem à cova. p a ra m in h a paz. O próprio Deus o curou. Ezequias fez isto humilhando a vida do seu espírito.A resposta de Deus trouxe uma mudança súbita. p o rq u e lan çaste p a ra trá s das tu a s costas todos os m eu s pecados. eu estiv e em g r a n d e a m a rgu ra . O que poderia dizer Ezequias em relação à promessa dos versículos 5 e 6? Deus tinha falado. Deus o perdoou completamente. toda a culpa de Ezequias tinha se acabado também. e em todas ela s está a vid a do m eu esp írito. p o rém . p orta n to.

Os quinze anos adicionais dele seriam um tempo de oferecer ações de graças e de reavivamento. tornando conhecida a fidelidade de Deus. continuamente. e juntos o louvarão com música enquanto eles viverem. tangendo eu m eu s in s­ tru m en tos. “Os vivos”. Eles estão eliminados para sempre de qualquer comu­ nhão com Deus. darão graças e louvarão a Deus. os vivo s. em preparação para o capítulo 39. Deus faria a cura. Agora. n ós o lo u v a rem o s todos os d ias de nossa vid a na C asa do SENHOR. e sarará. Deus tinha dado vida nova para Ezequias. Assim ele se unirá a outros “na casa do S e n h o r ” .mente.8. Tal experiência precisa ser passada adiante de pai para filho. os restaurados à vida plena (como fora Ezequias. de­ pois das suas lágrimas e do perdão dos seus pecados). Sheol) sob o juízo de Deus não podem esperar pela fidelida­ de de Deus. esses te louvarão. o p a i a os f i lh o s f a r á n o tó ria a tua verdade.4 21 E d issera Isaías: T om em u m a pa sta de f i g o s e a p on h a m com o em p la sto sob re a chaga. A cura de Ezequias foi 1 . 19 O s vivos. Naquele momento. Ezequias reconhece que Deus ainda continua pronto para libertálo. Isaías retorna ao tempo quando Ezequias estava doente. com o eu hoje f a ç o .7— 1). 20 O SENHOR v eio sa lv a r -m e. veja o registro completo em 2 Rs 20. p elo que. Isaías contou com os médicos da corte para colocarem “uma pasta de fi­ gos” na ferida ou inflamação. 22 T am bém dissera E zequias: Q u a l será o sin a l de qu e hei de su b ir à C asa do S enhor P Isaías também volta a nos fazer lembrar do sinal miraculoso (v. como um sím­ bolo. ele a faria uma vida de louvor a Deus. No entanto. ou ponto de contato para ajudá-lo a expressar a sua fé.

J. 133. Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book H ouse. L. V eja D avid L. 45 3 McKenna. A Embaixada de Merodaque-Baladã 39. 4 A. 39. Não é de admirar ele ter cantado com alegria quando adorava no templo. QUESTÕES DE ESTUDO 1. “T he Historicity o f the H ezekian Reform ”. 3. rei da B abilôn ia. 4. mente e espírito. 2. Ele foi curado —corpo. alma. Quais são os antecedentes da doença de Ezequias? Em que bases Deus deu a Ezequias mais quinze anos? Que garantia Deus deu para Ezequias? O que Ezequias enfatizou na sua resposta? CITAÇÕES 1 A lg u n s co n co rd am . M cK en n a. ed. Isaiah 1— 9 . em Ancient Israel. 19 35 ). 3 6 1 . 254. D. O ld Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. em The 3 Com municators Commentary (D allas: W ord Books. en v io u M erod a q u e-B a la d ã . 135. EZEQUIAS MOSTRA OS SEUS TESOUROS 39.em resposta a oração. N. H crshcl Shanks (Englewood C liffs. 3 6 9 . ca rta s e u m p resen te a E zequias.1-2 1 N aquele tem po. 19 93 ). 19 87 ). 167. ed. “T h e D ivided M onarchy”. f i l h o de B aladã. Leary (Nova York: Thom as N elson & Sons. 1 9 1 6 ).1-8 I.: Prentice-H all. e de fato foi milagrosa. em From the Pyramids to Paul. R. Pfeiffer. Isaiah 1— 365. H orn. . Siegfried H . Charles F. Siebens. 135. 1 9 8 8 ). p o rq u e tinha o u v id o d iz er qu e havia estado d oen te e qu e j á tinha con valescido. 2 James W illiam T h irtle. G. 4 4 — .

Senaqueribe deixou a sua campanha ocidental. Com Senaqueribe ocupa­ do no Oeste. com “cartas e um presente”. ele não foi o único a enviar um presente.1. Estes devem ter incluído os presentes de outros reis e . e toda a su a casa de arm as. K JV) —porque ele tinha ouvido falar do grande sinal da sombra que retrocedeu nos degraus do reló­ gio de sol. 2 E E zequias se a legro u co m eles e lhes m o strou a casa do seu tesouro>e a prata.4N o entanto. coisa n en h u m a houve. derrotou Shuzubu. “oferta de grãos”. Ezequias pode ter ficado lisonjeado.. e os m elh ores un~ . unido a um príncipe caldeu. n em em su a casa. e o ouro.C. n em em todo o seu dom ínio. Shuzubu. em cumprimento da profecia de Isaías. Eles perceberam que a partida de Senaqueribe.3 O presente de Merodaque-Baladã era um sinal de respeito. em 700 a. e as especiarias. Merodaque-Baladã. manteve Senaqueribe em uma constante luta a respeito da Babilônia.1 tomou o controle como rei da Babilônia e incitou a revolta.“N aquele tempo”. até que finalmente ele a destruiu em 689 a. a Ezequias. e tu d o q u an to se achava n os seu s tesou ros. Ele se alegrou com os envia­ dos de Merodaque-Baladã e lhes mostrou todos os seus tesouros e armamentos. quase reverência —a mesma palavra para “presente” (Heb. Ele en­ viou uma embaixada. Merodaque-Baladã tirou proveito da ajuda do partido anti-assírio na Babilônia e.C. e. g ü en to s. foi exaltado pe­ rante os olhos de todas as nações” (2 Cr 32. prova­ velmente na expectativa de que a doença deste e a promessa de Deus de libertação manteriam Senaqueribe no Oeste.2Não obstante. rei de Judá. qu e E zequias lhes não m ostrasse. “oferta de comida”. refere-se a 701 a. ele colocou o seu filho primogênito no trono que tinha sido ocupado por Merodaque-Baladã. “E muitos traziam presentes a Jerusalém ao Senhor. N IV. Porém. e coisas preciosíssimas a Ezequias. fazendo Merodaque-Baladã fugir para o Elão. Então. depois disto.C. minchah) é o nome do sacrifício chamado de “oferta de manjares” (Lv 2.23). significava que igualmente eles não precisariam mais ter medo dele. de modo que. junto com outros.

Ezequias respondeu só a segunda per­ gunta. O tempo seguramente viria quando tudo o que havia no palácio real de Jerusalém e na casa real . Os enviados devem ter qu erid o que ele reconhecesse Merodaque-Baladã como o legítimo rei da Babilônia. 4 E disse ele: Q u e f o i qu e v ira m em tua ca sa ? E disse E zequias: Viram tu d o q u an to há em m in h a casa. com o que en tesou ra ra m teu s p a is a té ao dia de hoje. Os babilônios se lembrariam da riqueza em Jerusalém. será levado p a ra B a b ilôn ia .3-8 3 Então. n ã o f i c a r á coisa algu m a. disse o Sen h or. coisa n en h u m a há nos m eu s tesou ros qu e eu d eix a sse de lhes m ostrar. e a liderança da Babilônia tomou nota: havia tesouro para ser usufru­ ído em Jerusalém e Judá. Então ele lhes deu uma excursão pelo palácio e pelo país de Judá. 5 E ntão. Ezequias sabia quão importante era aquela cidade. Ezequias só disse que eles eram de uma terra remota —Babilônia. oTodo-poderoso SENHOR dos exércitos. disse Isa ía s a E zequias: O u v e a p a la vra do S enhor dos E x ércitos: 6 E is que v irã o dias em qu e tu d o q u an to h o u ver em tua casa. 0 EXÍLIO BABILÔNICO PROFETIZADO 39. O orgulho de Ezequias em relação a todos os seus tesouros era pecado. o juízo de Deus viria. Indubitavelmente o relatório foi para Babilônia. 2.nações. e ele ficou encantado de que um presente tenha vindo de lá. da B abilôn ia. o p ro feta Isa ía s veio ao re i E zequias e lhe disse: Q u e f o i que aqueles hom ens disseram e donde vieram a ti? E disse Ezequias: D e u m a terra rem ota v iera m a m im . Porém. Isaías fez duas perguntas: Ele queria saber o que os enviados dis­ seram e de onde eles vieram. Ezequias adm itiu que tinha mostrado aos enviados tudo o que era necessário ou sensato. Isaías tinha uma palavra severa da parte de Deus.

cf. Q UESTÕES DE ESTU D O 1. Ele também reconheceu que a profecia era para um futuro distante. 5 Então. Isto foi cumprido. Ao dizer que a palavra do S e n h o r era “boa”. Os descendentes de E zequias tam bém seriam levados para babilônia e seriam feitos eunucos a serviço do rei da Babilônia. A lb ert T.C. . uma vez que havia apenas uma fam ília real de Judá (Veja Dn 1. O lm stead. The Sealani o f Ancient Arabia (N ew Haven: Yale U niversity Press. Quais seriam os resultados das ações de Ezequias? CITAÇÕES 1 R aym ond Philip Dougherty. que o asseguravam de paz e da fidelidade de Deus em sua própria época. 2 D aniel David Luckenbill. tom arão. 61 . e provavelmente incluía Daniel e os amigos dele. 1 9 3 2 ). em 605. Isto o encorajou a que descansasse nas pro­ fecias anteriores de Isaías. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press.10). 35. D isse m ais: P orque haverá p a z e verdade em m eu s dias. e ele hum ilde­ mente se submeteu a ela. Isto foi cumprido por Nabucodonosor em três invasões. 7 E dos teu s filh o s . qu e p ro ced erem de ti e tu gera res. disse E zequias a Isaías: B oa é a p a la vra do S e n h o r que disseste. “T h e C haldean D ynasty”. p a ra qu e seja m eu n u co s n o p a lá cio do rei da B abilônia. 597 e 586 a. O que estava errado com o tratamento que Ezequias dispensou aos mensageiros de Merodaque-Baladã? 2. Ezequias queria dizer que esta era apropriada para o que ele tinha feito. 1 9 2 4 ).3). M q 4.seria “levado para Babilônia” (cf. Hehrew Union College Annual 2 (1 9 2 5 ): 30.

4 Veja 2 Crônicas 32 . 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 141.3 D aniel David Luckenbill.3 1 . 1 9 2 6 -2 7 ). 19 30 ). 2 :1 5 4 -5 5 . A ncient Records ofA ssyria and Babylonia. Charles Boutflower. . The Book o f Isaiah ( Chapters I— X X X IX ) in the Light o f the Assyrian M onum ents (Londres: Society for Promoting Christian Knowledge.

diz o V 0550 Deus.1 -3 1 “A específica aplicação deste capítulo ao retorno da Babilônia não tem nenhum fundamento no texto em si. o qual contém uma predição do exílio. a ser forjada pelo poder e sabedoria de Jeová. mas é suposto por alguns estar subtendido na relação deste capítulo com o anterior. .Conforto para Jerusalém e Judá 40. Mas a promessa considera­ da em si mesma é uma promessa genérica de consola­ ção.. proteção e mudança para melhor. Deus Volta-se para o Seu Povo 4 0 . consolai o meu povo. A referência à ido­ latria não prova nada com respeito à data da predi­ ção.. BOAS NOVAS PARA JUDÁ E JERUSALÉM 4 0 .1-48.22 A...”1 I.I -I I 1 Consolai. embora mais apropriada nos escritos de Isaías do que de um profeta no exílio babilônico.

Isto não era algo que se estivesse desejando tornar realidade. e eis que vi as lágrim as dos que foram oprim idos e dos que não têm consolador. todavia. alguns têm concluído que esta porção de Isaías provém de um outro autor em um período de tempo diferente. testou o livro de Isaías em um computador para ver se havia qualquer dife­ rença significativa em estilo e vocabulário entre Isaías I a 39 e 40 a 66. Sobre a base de diferenças na mensagem. Então. O partido da guerra tinha sido desacreditado pelo fra­ casso do Egito em prestar socorro. Deste modo. assim a ordem é para todos os profetas. Ele encontrou apenas uma: Os capítulos 40 a 66 tinham signifi­ cativamente menos terminologia de guerra. Os habitantes de Jerusalém ti­ nham tomando uma posição de fé (3 6 . restauração e paz. depois da retirada de Senaqueribe. As palavras no hebraico são imperativos plurais. porque falam de libertação. O que se segue em 4 0 a 66 é um a “m agnífica m ini-teologia do .5 Antes da invasão de Senaqueribe. As profecias de Isaías tinham sido cumpridas. e a força estava da banda dos seus opressores.C. sacerdotes e líderes declararem a mensagem de conforto.2 1 ).2 O fato de que os capítulos 36 a 39 formam um prólogo histórico para o capí­ tulo 4 0 ajuda a mostrar que a mensagem de conforto no capítulo 40 é dirigida ao povo de Jerusalém em 70 0 a.. os corações das pessoas foram mudados e elas se tornaram uma audiência diferente. durante os quais a paz prevaleceu. mas conforto que traz alegria. mas eles não tinham nenhum consolador” (Ec 4.4Isto reflete com precisão as realidades dos quinze anos adicionais da vida de Ezequias.1 ). M as agora Deus o comissionou para entregar uma mensagem de conforto. voltei-m e e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol.Os capítulos 4 0 a 66 às vezes têm sido chamados de “O Livro de Conforto”.3U m erudito moderno em Haifa. redenção e glória. nem tampouco era meramente conforto na tristeza. Agora ele po­ deria oferecer uma mensagem diferente. Isaías teria con­ cordado com a queixa de Salom ão: “Depois. Isaías pôde proferir uma mensagem de conforto da parte do SENHOR.

mas também poderia significar um perdão em dobro dado pela graça de Deus. retirando todos os obstáculos do caminho. 3 Voz do qu e clam a n o deserto: P rep a ra i o ca m in h o do en d ireita i no erm o v ered a a nosso D eu s. o seu castigo foi aceito como suficiente. Uma voz humana está clamando no deserto ordenando ao povo para que preparasse “o caminho do S e n h o r ” . Esta anunciava que o seu tempo de “servidão” (um a pala­ vra usada a respeito de serviço compulsório para pagar integralmente uma dívida) era findo. A palavra “dobro” (Heb. 35. 16. Isto não tem nada a ver com as pessoas retornando à terra de Israel. q u e a su a in iq ü idad e está ex piada e qu e j á receb eu em dobro da m ã o do SEN H OR .10). p o r todos os seu s pecados.AT.6 2 Falai b en ign a m en te a J eru sa lém e b ra d a i-lh e qu e j á a su a serv id ã o é acabada. kiphlayim). 62. O contexto é rela­ tivo a emissários de um grande rei conquistador indo adiante dele e preparando uma estrada suficientemente magnificente para a um monarca poderoso. Todos os pecados e culpa são findos. porém. A mensagem de Deus era para o coração e a mente do povo de Jerusalém.23.. o Servo do Senhor. 43. proveni­ ente da semente de Abraão e Davi”. Houve um cumprimento nos dias de Isaías na libertação . de modo que simplesmente pode significar que cada lado se iguala: Assim o perdão toma conta de todos os pecados. com o seu personagem principal. Eles devem preparar a estrada ou vereda para o Rei dos reis. é de uma raiz que significa “juntar o dobro”. Esta vereda é igual a uma mencionada em muitos registros antigos do Oriente Próximo. Também é semelhante às estradas mileniais refe­ ridas em I I .2 (cf. S en h o r.8. 45 . por todos os seus pe­ cados”.. para endireitar uma vereda no deserto para Deus. A estrada é para Deus retornar ao seu povo —para vir em seu socorro.19. Alguns tomam isto como sendo uma porção dobrada de juízo. Ela tinha recebido “em dobro da mão do Senhor. 19.

e o que está torcido se endireitará . Quando Deus se volta para o seu povo. Uma terceira voz pergunta o que haveria de proclamar. procla­ mar. Todo poder e glória humanos são tão provisórios! . rudes ou ásperos serão alisados para se tornarem uma planície. montes rebai­ xados e todos os lugares desiguais.3). kol basar. Nós precisamos passar a palavra adiante e reconhecer o reinado universal de Deus. O Novo Testamento reconhece um cumpri­ mento mais extenso desta profecia no ministério de João Batista.5. e alguém disse: Q ue hei de clam ar? Toda a carne é erva . Isto é uma metáfora enfatizando que a visita de Deus “requer preparação m ora l” 7 5 li a g l ó r i a d o SENHOR s c m a n i f e s t a r á . e to d a a c a r n e j u n t a ­ m e n t e v e r á q u e f o i a b o c a d o SENHOR q u e isto d isse. todos os povos do mundo. 4 Todo o vale será exaltado . 6. chasdo. Uma segunda voz ordena a alguém para clamar ( “clama”). 6 Voz qvie diz: Clama. à medida que Jerusalém ascendeu à nova vida tornada possível através da profecia cumprida. e o que é áspero se aplainará. com vales aterrados. SI 90. ou a glória deles (Heb. e todo o monte e todo o outeiro serão abatidos. ou seja. “A sua beleza”. Esta é a palavra do S e n h o r .8 A res­ posta é: “Toda a carne é [como a] erva”. quan­ do ele preparou espiritualmente o caminho para o ministério de Jesus clamando por arrependimento (M t 3.3). como as flores do campo. “toda a carne”). “aliança de amor e fidelidade”) é como uma flor do campo que logo murcha. A “glória do S e n h o r ” é o peso pleno da sua presença e poder. e toda a sua beleza. Este versículo insinua que eles também irão experimen­ tar a glória. falado no céu e depois na terra. verá a sua gló­ ria (cf.6). a vida deles na terra é temporária (cf. “toda a carne juntamente” ou todo o gênero humano junto (Heb. A estrada é para ser feita plana. a revelação de quem Ele e.que Deus promoveu em Jerusalém e no reavivamento espiritual.

sobe tu a um m onte alto. 9 Tu. am m eiador de boas-novas a Sião. Sião é que deve levar as boas-novas a outros (cf. famosos. não temas e dize às cidades de judá: Tis aqui está o vosso Deus. Porém. As boas-novas são dirigidas às arruinadas “cidades de Judá”.' S e c a . os seres humanos vêm e vão. Embora a erva murche e as flores enfraqueçam e caiam. devastadas pelos exércitos de Senaqueribe (cf. levanta-a. Porém. 2 Rs 18. e caem asflo res. “H álito ” aqui é a mesma palavra traduzida como “Espírito”. eles precisam olhar para Deus —o grande e bom Deus que libertou Jerusalém.s e a e r v a . “N a verdade” enfatiza que eles também fazem parte de toda a carne. A sua palavra é boas-novas e Sião não deve guardá-la para si mesma. nações e impérios ascendem e caem. s o p r a n d o n e la s o h á lit o d o S e n h o r . levanta a tua voz fortem en te. eles também são “erva”: não importa quão ricos. . o p o v o é er v a . Somente isto é sempre seguro e confiável. Outra voz clama para Sião. hálito do S e n h o r ” no princípio era o doador da vida (Gn 2. “O .s Seca-se a erva. Ele é o Deus que cumpre a profecia.12). mas a palavra de nosso D eus subsiste eternamente. “O povo” normalmente se refere ao povo de Deus.7). mas as minhas palavras não hão de passar” (M t 24. em lugar de boas-novas que são trazidas “a Sião” (como a ARC traduz). eles vão todos murchar e desaparecer gradualmente. uma coisa é certa “a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. anunciador de boas-novas a Jerusalém . Jerusalém precisa levantar a sua voz e pro­ clamar as boas-novas com força e sem medo.35). e c a e m a s f l o r e s . Em vez de olhar para as suas pró­ prias circunstâncias. N K JV ). ou poderosos eles pos­ sam parecer. ARA. Tu. N a v e r d a d e . Jesus colocou isto até mesmo mais forte­ mente: “O céu e terra passarão. Sião precisa se postar em um alto monte e proclamá-la. ele também traz juízo e morte.

ele g u ia r á m an sam ente. Os que confiam nEle não precisam ter medo. A GRANDEZA DE DEUS CONTRASTADA COM OS ÍDOLOS 40. o SENHOR (Yahweh. e o “seu salário” ou recompensa que o acompanha é o seu próprio povo para quem Ele ganhou a vitória. Neste tempo de vitória e salvação o SENHOR vem não só com força e poder. O “seu braço” representa o seu poder em ação —governando e no controle. recolh erá os cord eirin h o s e os leva rá no seu regaço. igualmente Ele “guiará mansamente” as que ainda amamentam os seus filhotes. 2.9 10 E is qvie o S en hor JEOVÁ v irá com o o fo r te . e to m o u a m ed id a dos céu s a os p a lm os'. d ia n te da su a fa ce .12-31 12 Q u em m ed iu com o seu p u n h o as águas. a s qu e a m a m en ta m . e recolh eu em u m a m ed id a o p ó da terra. e p eso u os m o n tes e os o u teiro s em b a la n ças? Agora Isaías começa um a série de perguntas retóricas paralelas que chamam a atenção para o poder doTodo-poderoso Deus como o C riador. O seu braço forte não apenas o regerá. Deus cuida das necessidades e problemas de cada indivíduo de um modo pessoal. mas também “carregará” ternamente os cordeirinhos. Eles não poderiam vencer por si próprios. eis que o seu g a la rd ã o vem com ele. ap ascen ta rá o seu rebanho. o Deus fiel e guardador da aliança). Deus virá “como o forte”. mas com a ternura suave de um bom pastor que ama ternamente o seu rebanho. “O seu galardão” é a recompensa que Ele recebe por sua vitória. en tre os braços.Nós precisamos olhar para o Deus que estes capítulos mostram como sendo “além de qualquer comparação”. 1 C o m o pastor. e o seu salário.10 Senaqueribe tinha declarado que ele era m aior do . e o seu braço d o m in a rá .

10 ) e ternam ente pastoreou o seu povo. 13 Q u em g u io u o E spírito do en sin o u ? SE N H O R ? E qu e con selh eiro o A segunda pergunta é: Quem tem suficiente compreensão para determinar a medida do Espírito de Deus (Heb. o qual veio com poder (v. AquEle que carrega os cordeiros é tão grande que todos os oceanos do mundo não são mais que “águas” que podem ser m edidas “na concha de sua m ão” (A R A ). mediu a sua mente ou espírito. pois nin­ guém tem mais esclarecimento e percepção do que Ele. depen­ diam de conselheiros. C om quem to m o u conselho. Agora o Senhor responde as perguntas de qualquer um que ainda poderia ter dúvidas. ou seja. . Ele não precisa de ninguém para ensiná-lo.que qualquer deus (3 6 . recolhendo “em uma m edida o pó da terra” (ou um pequeno recipiente de m edir). M as o Espírito de Deus tem toda a sabedoria. e lhe fiz e s s e n o tó rio o ca m in h o da ciên cia ? não precisa consultar a quem quer que seja. e deveria nos encorajar a que confiemos o futuro ao Senhor. e lhe m ostra sse as vered a s do ju íz o . e “pesou os montes e os outeiros em balanças”. como fazer e quando fazer. Ele de­ term inou exatamente a sua m edida. Isto é tremendo. O SENHOR 15 E is que as n a ções são co n sid era d a s p o r ele co m o a g o ta de u m balde e com o o p ó m iú d o das ba la nças. ruach. como os reis pagãos. e Ele tampouco precisa de instrução.2 0 ). O caminho da justiça. eis qu e lança p o r a í as ilhas co m o a u m a coisa peq u en íssim a . M as ele foi derrotado pelo Soberano Deus. p a ra qu e lhe desse en ten dim en to. do conhecimento e da com­ preensão já é dEle. Tudo isso im plica em m edilas para ajustar o seu propósito ou a função que Ele pretendia. “Espírito”). Ele tom ou a m edida dos céus apenas com as palmas da sua mão. e lhe en sin a sse sabedoria. Ele sabe o que fazer. ou pode dizer-lhe o que fazer? Os deuses pagãos. quem o regulou.

. digna da sua grandeza. Isaías viu isto quando Deus lhe concedeu profecias sobre a mor­ te de Senaqueribe. em seguida. Que quadro notável da grandeza e do poder de Deus! l< N em todo o L íbano basta p a ra o fo g o . Todas as nações do mundo são como uma gota deixa­ da na extremidade de um balde depois que o mesmo seja esvaziado e sacudido. uma gota que quase não vale a pena notar.1 8 — 20). nem os seu s a n im a is ) bastam p a ra bolocaustos. 17 Todas as n a ções são co m o nada p era n te ele. Elas também são como o pó miúdo que se acumula em balanças entre as pesagens. e como uma coisa sem valor e inútil comparada a Ele. “exibiria . lfi A q u em .Isaías. fareis semelhantes a Deus ou com o que o comparareis [ou. depois que este fez tais ousadas reivindicações sobre a sua superioridade em relação aos deuses das nações que ele tinha conquistado (3 6 . em relação. sumariza a grandeza de Deus em uma série de comparações.. nem as florestas do Líbano seriam suficientes para queimá-la. Elas são consideradas “me­ nos do que nada”. o qual realmente não afeta a pesagem. p o is. Se uma pessoa fosse procurar uma oferenda o suficiente para exal­ tar o SENHOR. a Ele). nem todos os seus animais seriam suficientes para compor este holocausto. Isaías pergunta: “A quem. “Ilhas” refere-se à totalidade dos continentes e ilhas da terra —o conjunto de sua massa de terra —que eqüivale a mero pó que não se fixa. Ele é merecedor de mais do que qualquer coisa que a terra possa prover ou que os seres humanos possam fazer. ele co n sid era -a s m en o s do qu e nada e co m o u m a coisa vã. Isaías resume por dizer que “todas as nações são como nada pe­ rante ele” (quer dizer. f a r e i s sem elh a n te a D eu s o u co m que o com parareisP Depois de descrever a grandeza de Deus.

pedra. Uma pessoa muito pobre para trazer ouro e prata para tal propó­ sito escolhe a madeira de uma árvore que “não se corrompe”. Isaías mostra quão absurda a idolatria realmente é. exceto o que as mãos humanas o fizeram ser. posses. de modo que este não tombe. etc. Os pagãos acreditavam que um deus ou um espírito vivia no ídolo. ou barro. M as na realidade o ídolo não era nada. Os seguidores da Nova Era precisam ouvir esta mensagem hoje. Depois de ter esfriado. qu e não p o d e o ferecer tanto. 20 O em pobrecido. Afinal de contas. es­ portes. idéias. Isaías disse isso no m eio de um m undo que acreditava na significância de ídolos. Um metalurgista derrete um metal mais barato. e lhe dá uma forma. pa ra g r a v a r u m a im a ­ g e m qu e se não p o d e m over. e o o u riv es a cob re de o u ro e ca d eia s de prata f u n d e p a ra ela. não sabeisP P orven tu ra . dinheiro.1 1 19 O a rtífice g r a v a a im agem . tal qual o ferro. escolhe m a d eira qu e não se corrom p e. o ourives reveste a escultura de placas de ouro batido. metal. seria terrível se um deus chapeado de ouro fosse ao chão. a rtífice sábio busca. Ele consegue então que um artesão qualificado esculpa um ídolo com uma larga base plana. Quem quereria um deus oscilante. Os assírios e os babilônios dependiam deles.com ele”]?” Nenhuma imagem feita por mãos humanas pode repre­ sentar a sua grandeza e glória. Então o prateiro faz “cadeias de prata” para sustentá-la. O ídolo pode ser feito de madeira. um deus que iria cair no chão? 21 P orven tu ra . n ã o o u v is? O u desde o p rin cíp io se vos não n o t fic o u isso m esm o ? O u não atentastes p a ra os fu n d a m e n to s da terra ? . Seria terrível para um deus apodrecer. As­ sim também precisam os que colocam qualquer coisa “igual ou mais elevada que Deus” —outras pessoas. instituições.

Ex 20. esfera] da terra”. os levará. Deus é o Criador que se revelou desde o princípio.) Ele tem estado presente desde que a terra foi fundada. sopra sob re eles. Os dignitários e juizes da terra podem pensar que eles estão estabele­ cidos.12. 22 E le é o q u e está a ssen tado sob re o g lo b o da terra. mas Deus está realmente no controle. desde os eventos de Gênesis I. Do ponto de vista dEle. cu jo s m o ra ­ dores são p a ra ele co m o ga fa n h oto s. n em se sem eiam . pa ra qu e lhe seja sem elh a n ­ te:0 — d iz o Santo. “juizes”) a virtual­ mente desaparecerem.I. ele é o qu e esten d e os céus com o co rtin a e os desen rola co m o tenda p a ra n eles habitar.) 24 E n ã o se p la n ta m . as pessoas que vivem na terra são tão minús­ culas quanto gafanhotos. 25 A q u em p o is m e fa r e is sem elhante.Isaías repreende os idólatras com quatro perguntas metricamentc arrumadas (ou seja. Is 10. (Cf. SI I9 . eles deveriam saber e entender. (Cf. Ele faz “os príncipes” (incluindo todos os tipos de dignitários) voltar ao nada e os “juizes” da terra (Heb.4). “Os céus manifestam a glória de Deus”. 23 o q u e f a z v o lta r ao nada os p r ín cip es e torn a coisa v ã os ju iz es da terra. arraigados. Seguramente. Então eles “secam-se” e o seu juízo os leva embora como um tufão. mas tudo o que Deus tem de fazer é soprar sobre eles. Eles podem pensar que estão determinando as coisas. em um estilo a-b-b-a). shoph‘te. e u m tvfã o. Eles deveriam ouvir o que tem sido contado (cf. Não há nenhum outro Deus. Agora o próprio Deus repete a pergunta que Isaías fez no versícu­ lo 18. n em se arra iga na terra o seu tron co corta do.3. Os “céus” (o universo todo) não são mais que gaze estendida como uma tenda diáfana para se viver dentro dela. “Ele é o que está assentado sobre o globo [disco. com o pragana. e seca m -se. Como poderia qualquer outro deus ser igual ao Deus que enche e transcende o universo? A mesma .

13 27 P or que.28). ó Israel: O m eu cam inho está encoberto ao S e n h o r . Isto deveria fazê-los lembrar das promessas de Deus. o S e n h o r .I 6 .I 7 ). Ele também conhece e cuida de nós individualmente (cf. p o r cau sa da g ra n d ez a das su a s fo r ç a s . pois. 2.4). Isaías usa novamente um a pergunta retórica para chamar a aten­ ção para Deus como o Criador. dizes.s N ão sabes. O Novo Testamento revela mais adiante que Deus fez todas estas criações pela Palavra Viva. n em se fa tig a ? N ão há esq u adrin haçã o d o seu en ten dim en to. n en h u m a fa lta r á .30. SI 147. nenhuma delas escapa do seu conhecimento. não o u v iste que o etern o D eu s. Deus as produz e rege todas elas e as conhece individualmente.idéia de comparar qualquer coisa ou qualquer outro ao Deus que é "o Santo” é ridícula.31). Jesus (Jo 1. depois como Israel (veja Gn 32. qu em p r o d u z p o r con ta o s e u ex ército. cercadas pelas cidades arruinadas de Judá em 700 a. ó Jacó. .2). Como eles podem dizer que este grande Deus que dá nomes às estre­ las não sabe o que estão fazendo ou que Ele esqueceu das suas pro­ messas e negligenciou a justiça devida a eles? Isto pode ter sido falado especificamente para as pessoas desanimadas. n em se cansa. ou “subsistem” (C l I .12 26 L evan tai ao alto o s olhos e ved e quem crio u estas coisas. Certamente. e o m eu ju íz o passa de largo pelo m eu D eu s? Agora Isaías fala com a nação como Jacó. M t 10. e por Ele todas essas coisas consistem.C.3. e tu fa la s. Elas demonstram a grandeza de sua potência. M as Deus a todas “chama pelos seus nomes” (cf. força e poder. e p ela fo rta lez a do seu poder. Os astrônomos moder­ nos não têm mais nomes para as estrelas. quem a todas cham a p elo seu n om e. o C ria d o r dos c o r f i n s da terra. Hb 1. e apenas dão um número para a maioria delas. A pessoa deveria ser capaz de olhar para a imensidade dos céus estrelados e perceber que nenhum peque­ no deus de lata poderia ter criado “estas coisas”.

às quais a mente do homem nem mesmo pode começar a inquirir”. Ele “m ultiplica” comple­ tamente as suas forças. nas necessidades. en­ tão. é inescrutável. quando estou fraco. assim.14. nas angústias..Isaías desafia o povo. Nada que os deuses adora­ dos pelos pagãos poderiam ser comparados a Ele.. nas injúrias. Os jovens “se cansarão e se fatigarão”. incluin­ do a sua percepção e inteligência. o Criador dos confins da terra”. eles deveriam ter escutado e aprendido. por amor de Cristo. Ele nunca está cansado ou exausto. A partir dos procedimentos de Deus para com eles no passado. quer dizer. Como o apóstolo Paulo disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas. de toda a terra —sem qualquer exceção. bachurim.goweYHW H . Deus dá força (poder e vigor) para os que estão cansados. co rrerã o e não se ca n sa rã o. sou forte” (2 Co 12. 30 O s jo v e n s se ca n sa rã o e se fa tig a rã o . e os jo v e n s certa m en te cairão. tropeçando e caindo. Para aqueles que não têm nenhuma força física. Mas aqueles que “esperam no S e n h o r ” (H eb. Até mesmo os “jovens” ou homens vigorosos (Heb. 31 M as os qu e esperam no S e n h o r ren o v a rã o as su a s f o r ç a s su b irã o com asas com o águias. A sua compreensão.5.34. olarnj “vem da raiz que significa ‘escondido’ ou ‘encoberto’.10). ca m i­ nh arão e não se fa tiga rã o . eles deveriam ter sabido. como em S I 27. nas perseguições.7. Porque. isto fala das névoas do passado. E. e aponta para as névoas do futu­ ro. “espera pelo S e n h o r ”. “atletas escolhidos”) podem se tor­ nar como o atleta que corre pelos campos do país e desiste antes de alcançar a meta. 37. além de qualquer coisa que os seres humanos possam compreender. Ele é “o eterno Deus. A partir da revelação passada de Deus. A palavra “eterno” (Heb.14 2y D á v ig o r ao can sa d o e m u ltip lica as f o r ç a s ao qu e não tem n en h u m vigor.6) não se põem a . 130.

Nada que os adorados deuses pagãos pudessem fãzer por eles. “T h e H istorical and Literary Criticism o f the O ldT estam ent”. A. 2 vols. Eles corre­ rão e “não se cansarão”. Q UESTÕES D E ESTU D O 1. reimpresso. H arrison. subindo sobre as circunstâncias. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 196— 0 3 . Gerstenberg. Alemanha: H . 5 George A.15). O que as pessoas podem esperar dEle? CITAÇÕES 1 Joseph A. B. Que características de Deus você encontra no capítulo 40? 4.caminho na sua própria força. 19 7 5 ). quando Ele se move. Ao invés disso. caminharão “e não se fatigarão”. Is 30. interior e espiritual.2 4 (apócrifo) identifica Isaías como aquele que “consolava os tristes de Sião ”. 1984). 2 2 -2 3 . Radday. 3 Veja Introdução. cago: M o o dy Press. em I (1 8 7 5 . 7. R ad d ay era Prelecionador Sênior em Bíblia e Língua H ebraica no Technion. Eles planam “com asas como águias”. 2:93. eles se movem junto com Ele. Freeman. Por que Deus desafia o povo? 5. Isaiah and the Computer (H ildesheim . 19 73 ). Deus é de fato a sua absoluta fonte de força —física. em H aifa. 30— H o b art E. Eerdmans. eles mantêm a sua espe­ rança no S e n h o r e pacientemente continuam confiando nEle por gra­ ça e ajuda (cf. Literary and Textual (G rand R apids: Zondervan Publishing House. pp. Servant Theology (G rand R apids: W m . Veja também R . K. 2 Eclesiástico 4 8 . Instituto de Tecnologia de Israel. F. . 19 80 ). 19 69 ). O que estava envolvido no conforto prometido para Jerusalém? 2. Então. An Introductian to the Old Testament Prophets (C h i­ 33. 2 4 Yehuda T. Qual é a significação da estrada ou vereda em 40 . em Bihlical Criticism: Historical.3— 5? 3. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. Alexander. Knight. E dEle continuam recebendo novas forças. O Dr.

185.18. A Glória de Deus e o Seu Servo 41.. Isto acontece mais de cinqüenta vezes nas suas profecias”.1-42. 2 0 5 . Quer também que eles “renovem as forças” a partir de Deus como a sua fonte.2 4. ren o v a i as f o r ç a s e ch ega i-vo s. 9 Kaiser.5. que é a fonte de força para aqueles que em Israel esperam por Ele (4 0. 54. 4 3 . as partes habitadas da terra. Jr. 4 7 .25 I. 13 Isaías chama a atenção para Deus como C riador aproximadamente vinte vezes. Cf. H anson. e en tão fa la i . Califórnia: W illiam Carey Library.. ó ilhas. O swalt T.2. Isaiah 4 0 -6 6 (L ouisville: John Knox Press. 2 ). o Senhor da história. 14 Knight. Toward an O ld Testament Theology (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 185. Ele. 1 Kaiser. Deus. A llis. 10 A llis mostra que “Isaías gosta da pergunta retórica.1 3) Ele chama as “ilhas” (inclusive as regi­ ões costeiras. 3 .2 0 .6 W alter C. ch eg u em o -n o s ju n t o s a ju íz o .5 ). The Christian and the “O ld”Testament (Pasadena. 1 12 O bserve com o Isaías lo u v a a D eus re p e tid am e n te com o o San to (4 1 . 19 98 ). 4 8 . The O ld Testament: Its Claims and Its Critics (P hiladelphia: Presbyterian & Reform ed. 55 . Paul D. “eu” parece preferível. 1 9 7 2 ). quer que “os povos” (Heb. DEUS USA ALGUÉM DO ORIENTE 4 I. Kaiser. referindo-se ao profeta que tem falado no nome do Senhor. povos. “povos”) se voltem para Ele. N o entanto. Servant Theology. ênfase de Kaiser.4 . litorâneas).1 4 . Christian and the “O ld”Testament. 7 W alter C. Deus os . B.1 7 . 4 9 .3 .7 . 48 . 23. ‘ummim. 19 95 ). Jr. continua. Christian and the “O ld”Testament. 1 9 7 8 ). para se manterem em silêncio diante dEle.1 6 . 51.1 4 . N ote especialmente 44 . 187. 25.31 ). 8 Os Rolos do mar M o rto do livro de Isaías tem “ela” em vez de “eu”. aparentemente referindo-se a Jerusalém (c f v. Em uma nova cena de sala de tribunal (veja 1. Academ ie Books. ou seja. Kaiser.I-4 1 C a la i-v o s p era n te m im .

23. para segui-lo e servir-lhe (na batalha). Ciro é nomeado em 44 . Eles têm o mesmo poder e sabedoria que Deus tem? 2 Q uem suscitou do O riente o ju sto e o chamou para o p é de si? Q uem deu as nações à sua fa c e e o fez dom inar sobre reis? Ele os entregou à sua espada como o pó e com o pragana arrebatada do vento. muito embora ele possa ser tomado como um símbolo do Messias. 6.2. o Grande. Outros sugeriram Josué ou a nação de Israel.1 ’ Ele persegue-os e passa em paz p o r uma vereda cm que. Deus.C. Deus lhe dará vitória e domínio que não pode ser impedido. O que é dito sobre ele confirma que Ciro é referido aqui. Deus é o que “suscitou do Oriente o justo”.1. ele não os destrói.28 e 45. Que ele “passa em paz” (Heb.3).C. chama este (C iro) do Oriente para o seu serviço (Heb. o rei da Pérsia (5 5 9 — 530 a. lcraolo. 5. mas porque ele estará fazendo o que é certo por cumprir o propósito e o plano de Deus. “Pragana” (palha ou resíduos de cereais) fala do juízo de Deus —levado a cabo por este que vem do leste. Ibn Ezra sugeriu Ciro. Que ele os perseguirá indica que eles fogem diante dele.. “para o pé de si”). “em paz”) significa que depois de os conquistar.13. não porque ele é justo. pensavam que ele era Abraão. shalom. quer dizer. o Justo. ao seu arco.chama para que se cheguem e se unam para uma decisão que é apro­ priada (em conformidade com a verdade). com os seus pés.8.22. Ed L I .7. nunca tinha caminhado. Ciro conquistou a Babilônia e elaborou decretos que mandavam de volta os judeus para que reconstruíssem o seu templo (2 Cr 36. Os judeus. até o tempo de ibn Ezra. Que ele vem “do Oriente” mos­ tra que Isaías está na Palestina enquanto fala. Ciro foi um conquistador incomum. Ele se considerava um . no décimosegundo século d. Este conquistador não é nomeado. o qual dará a últim a vitória.). Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.

Depois eles avançam.. o SENHOR. AS NAÇÕES E OS SEUS ÍDOLOS DESAFIADOS 4 1 . dizendo da coisa soldada: Boa é.. Eles olham para o que Ciro está fazendo e se afas­ tam de Deus. Ele é ativo e só Ele está realmente no controle. Então. só Ele é Deus. A última frase: “uma vereda em que.libertador em vez de um saqueador. . para que não venha a m over-se. Desde “os confins da terra”. Em vez de se voltarem ao verdadeiro Deus que revelou a Si pró­ prio. como os assírios e babilônios eram. os confins da terra tremeram. mas elas tremem de medo. as partes habitadas da terra) são convidadas a se aproximarem do único e verdadeiro Deus. o Deus que guarda a aliança. Ciro tomou uma rota indireta. de terras mais distantes de Jerusalém. pode significar que ele não tomou a rota normal para Babilônia. não percebendo que Deus está por trás do que Ciro está fazendo. e c o m o s ú ltim o s . Deus é o que age na história. o p r i m e i r o . e Ele estará com a últim a geração.2 4 Q u e m o p e r o u e j e z isso. se unindo contra Ciro. eles tremem de medo. chamando-os pelo nome (proclamando a sua verdade a eles). Ele estava com a primeira geração. aproxim aram -se e vieram. e o que alisa com o martelo. confian­ do no que a força humana pode fazer. 7 E o artífice anim ou o ourives. ofirm a . nunca tinha caminhado”. eles se unem e tentam ajudar e encorajar um ao outro. c h a m a n d o a s g e r a ç õ e s d e s d e o p r i n c i ­ p i o ? E u . e ao seu companheiro disse: Esforça-te. Tão rápido ele avança que vai como se fora o vento’’. ao que hate na safra. Ele é o S e n h o r (Yahwehf o eterno. Ou pode significar ‘“os seus pés (quase não) toca­ vam no chão’. com pregos. e u m esm o . 2. “As ilhas” (ou regiões costeiras.5 -2 9 ' As ilhas o viram e temeram. 6 Um ao outro ajudou.

Em con­ traste com os adoradores de ídolos. Que contraste com o poderoso Deus que nos fez e criou o universo! 8 Mas tu. M uito embora Deus os chame pelo antigo nome de “Jacó”. mas eles têm que fixála com pregos “para que não venha a mover-se”. eles ainda são considerados o seu povo escolhido. não te assombres. I Jo 4. a ti te escolhi e não te rejeitei. M as Deus é o que encoraja o seu povo: “Não temas. e o escolheu. “M eu amigo” é literalmente “o que me ama”. meu amigo. aquele a quem Deus deu a promessa. eu te esforço. cf.5.7. O Deus que fez o povo de Israel seu servo. T g 2. porque eu sou contigo. Israel é servo de Deus. Eles . e Abraão respon­ deu amando a Deus (veja 2 Cr 20.6). porque eu sou teu D eus. a quem elegisem en te de Abraão. Eles esperam que os ídolos fabricados e imóveis os ajudarão no meio dos temores e difi­ culdades da vida. a quem tomei desde os confins da terra e te chamei dentre os seus mais excelentes e te disse: tu és o m eu servo. Abraão foi chamado de U r do Caldeus. Eles observam a sua obra e dizem: “Boa é”.O que as pessoas podem fazer é fabricar ídolos. de modo que cada um envolvido no processo de fabrica­ ção de um ídolo encoraja o próximo para usar melhor a sua habilida­ de. o enganador e suplantador. e te sustento com a destra da minha justiça. Êx 19. Ele se preocupa com os sentimentos do seu povo. tu Jacó. porque eu sou contigo”. Eles são os descenden­ tes de Abraão. Os fabricantes de ídolos tentavam encorajar um ao outro. Deus amava a Abraão.23. e te ajudo. servo meu. Eles são movidos por medo. escolhido por Ele para realizar uma obra (cf. não o tem rejeitado e não o rejeitará ou tratá-lo-á como refugo. ó Israel.19). 9 tu. Israel foi tirado de Egito. Deus fala agora com Israel de um modo intimo e pessoal. 10 não temas.

porque já não existirão sobre a terra. Estar amedrontado é natural. e os que pelejarem contigo tornar-se-ão n a d a e como coisa que não é nada. os que guerrearem contigo. e os que contenderem contigo perecerão. mas estão de fato lutando contra Deus. Ele prometeu ajudá-los e sustentá-los (ampará-los firmemente e apoiá-los) com a “destra da minha justiça” (implicando que Ele os conduzirá). Deus fará com que sejam envergonhados e confundidos “os que se irritaram contra” o seu povo. Jó 25. mas não os acharás. que eu te ajudo. ó bichinho de jacó. . tornar-se-ão nada. Ele é o Redentor deles (Heb. Então eles não serão achados.5) hl Não temas. o San­ to de Israel.6). Deus os está lembrando de quão fracos e desamparados eles são (cf SI 22. 1' Porque eu. Eles pensam que estão lutando con­ tra Israel. mas Deus lhes diz novamente que parem: Ele os ajudará. deixe de ser medroso]. o Deus deles. Hb 13. Chamando o povo de Israel de “bichinho de Jacó”. e eles perecerão. cf.. o SENHOR teu Deus. Deus os fará curvar as suas cabeças com vergonha. eu te ajudo. diz o S e n h o r . e o teu redentor é o Santo de Israel. não sabendo onde achar ajuda e segurança. Ele con­ tinua declarando: “Não temas [lit. Deus declara quem Ele é. todos os crentes podem reivindicar isto. (Ainda que dirigido a Israel. que eu te ajudo”.devem deixar de olhar daquele modo e com temor. 11 Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti. g o ‘e[). Ele quer que eles ajam com coragem e fé.6. Ele é o SENHOR. Em todas as circunstâncias. não importa quão difícil ou con­ fusa. Ele fará com que os que pensam ter um caso contra Israel se tornarem como “nada”. 12B uscá-los-ás. Ele levará a cabo o seu propósito justo com um forte poder que assegura a vitória. povozinho de Israel. Ele é o Deus deles. te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas.

n Eis que te preparei trilho novo. Em Israel o go ‘el era o parente redentor. o s ouvirei .9— 4. A aridez sempre foi um problem a na m aior parte do O riente M édio.49. mas eu.Começando com este versículo. deixando o grão cair no chão. m a s tu te a l e g r a r á s n o SE N H O R c te g l o r i a r á s n o S a n t o d e I s r a e l.19 27. o S e n h o r . eu. 3. Israel é comparado a um trilho poderoso. Então Israel se alegrará no SENHOR. 11). o D eus de Israel os não desampararei. e os outeiros tornarás como a palha. R t 2. Israel não terá que se livrar de seus inimigos. se gloriando no Santo de Israel. Deus tem se dedicado a levar a efeito os seus propósitos para com Israel em relação ao seu grande plano de redenção. e o v en to os le v a r á . Deus é reconhecido como R e­ dentor treze vezes em Isaías. o bastante para dissolver montanhas e pulverizar colinas. Como o “Santo de Israel”.2. 10 Tu os p a d e ja r á s . e não as há. o S e n h o r lhes responderá e satisfará a necessidade deles. Deus fará o insignificante bichinho em “trilho novo” —duas pran­ chas de madeira pesadas pregadas juntas por duas travessas e tendo pedaços afiados de ferro (como pontas) por baixo. os m ontes trilharás e m oerás. o qual era também o vingador de sangue (cf. Isto era arrastado em cima dos talos de grãos cortados para separá-los e prepará-los para peneirar o grão. Ele sempre estará lá para eles.48. e o tu fã o os e s p a lh a ­ r á . O grão debulhado seria revolvido com a pá e o vento sopraria para longe a palha. 17 Os aflitos e necessitados buscam águas. . Quando o pobre desafortunado e o infeliz e o necessita­ do oprim ido estão a ponto de m orrer de sede. e a sua língua se seca de sede. Deus os lançará fora ( “os espalhará”) como um vento poderoso. Lv 25.1— 13. Nm 35.1. que tem dentes agudos.

sabe­ rão. d iz o f i r m e s razões. diz para os idólatras que tragam o caso deles e qualquer argumento forte ou provas que eles possam ter pelos seus deuses. trazei as vossas Em outra cena de tribunal. A palavra “criar” no Velho Testamento sempre tem Deus como o sujeito. Dt 8. e c o n s id e r e m . e j u n t a m e n t e e n t e n d a m q u e a m ã o d o S E N H O R fe z isso. considerarão e entenderão com discernimento que o grande po­ der. q u e to d o s v e ja m . “o Santo de Israel o criou”. 17). e s a i b a m . milagrosamente. “no Arabá”. como parte da res­ tauração pelo Espírito Santo no M ilênio. . a área seca ao sul do mar M orto). ou “a mão do SENHOR. baaravah. d iz o R ei de Ja có. Se n h o r . em m ananciais. tornarei o deserto em tanques de águas e a terra seca. Nm 20. Ele satisfará a necessidade deles abundantemente em todos os luga­ res: milagrosamente. Somente Ele pode criar —só Ele pode cumprir esta profecia. 20 p a r a c r io u . Deus plantará uma variedade de árvores no deserto e no “ermo” ou solo improdutivo (Heb. co n ju n ta m en te. Juntos eles verão. quer dizer.” realizou isto. 19 P la n ta rei n o deserto o cedro. e a m u rta . e a oliveira . Ele abrirá rios “em lugares altos” e fará “fontes no meio dos vales”. Ele é o mesmo Deus que deu a Israel água da rocha durante o êxodo (Êx 17. transformando o deserto em tanques de água e a terra seca em um lugar de onde brota água. o o lm eiro e o álam o. p o r ei no erm o a fa ia . “Conjuntamente” também pode significar “todos ao mesmo tempo”.15). Deus. e a á rv o r e de sita.18A brirei rios em lugares altos efo n te s no m eio dos vales. e o S a n t o d e I s r a e l o O que Deus faz e como Ele o faz nesta restauração será um teste­ munho para o pobre e necessitado (do v. 21 A presentai a vossa dem anda.6. como o “Rei de Jacó” (como o verdadeiro Rei de Israel).11.

a b om in a çã o é qu em v o s escolhe. mostra que o Deus que criou no princípio também trabalha agora. qualquer coisa boa ou ruim — “fazei bem. Isaías podia fazer este desafio porque Israel tinha visto as suas profecias a respeito da derrota de Senaqueribe cumpridas. e a vossa obra é m en os do que nada. “nós”) im ­ plica que para ser um espetáculo legítim o de poder. p a ra qu e sa ib a­ m o s q u e so is deuses. o vejam os. Eles são então desafiados a fazerem algo. 24 Eis qu'e sois m en o s do que nada. A visão linear bíblica da história. Este seria um selo indicando que eles realmente são “deuses” —mas eles não podem profetizar. O SENHOR resume isto dizendo que os deuses pagãos são “menos do que nada”. explicando o que aconteceu no passado ( “as coisas passa­ das”). . por outro lado. o que isto significa para o futuro. ju n ta m en te. p a ra qu e a ten tem os p a ra ela s e sa ib a m os o f i m delas. Os deuses pagãos são desafiados a predizerem o futuro. Os que escolhem adorar os deuses pagãos em vez do único e verdadeiro Deus são abomináveis a Ele. e tem um plano para uma consumação futura.22 T ragam e a n u n cie m -n o s as co isa s q u e hão de a co n tecer. eles não tinham nenhum conceito do fluxo da história. 23 A n u n cia i-n o s as coisa s qu e ain da hão d e vir. ou deixe-os declararem simplesmente “as coisas futuras”. Porque os pagãos tinham uma visão cíclica da história (não reco­ nhecendo um começo ou um fim).n o s o u v ir as coisa s fu tu r a s . ou fa z e i. as obras deles são totalmente inúteis (igualmente “me­ nos do que nada”). p a ra qu e n o s a s­ so m b rem o s e. Deixem os idólatras trazerem os seus deuses e contarem o que acontecerá. todos os seres humanos devem poder observar isto conjuntamente (todos ao mes­ mo tempo). f a z e i bem ou fa z e i m al. a n u n cia i-n o s as coisa s passadas. ou fazei m al” —que as pessoas pudessem ter medo. O coletivo plural ( “nos”. como isto se amolda ao presente.

assim ele os pisará.2).IO). O teor no hebraico mostra entusiasmo. embora Ciro viesse da Pérsia. Mas entre os deuses pagãos —aqui. no Orien­ te (v.3Ele “virá sobre os magistrados”. ou em outro tempo. é o que declarou isto “desde o princípio” para que o seu povo possa saber. I .9— I . e como a argamassa ou barro não podem resistir ao trabalhador ou ao oleiro. 3 6 . não porque ele adorasse o SENHOR.25 Suscito a um do Norte. invocará o meu nome. nenhum deles proclama qualquer coisa. e a Jerusalém darei um anunciador de boas-novas. e. Só Deus verdadeiramente prevê o futuro. eles não poderão resistir a ele. mas porque ele decretaria que os judeus voltassem e reconstruíssem o templo do SENHOR (Isto é muito diferente da reivindicação de Senaqueribe de que o SENHOR ti­ nha lhe enviado. para que digamos: Ju sto é? Mas não há quem anuncie. para que o possamos < saber.7). falando isto de antemão de forma que o seu povo pode dizer: “Justo!” O veredicto está no favor de Deus por causa da profecia cumprida. de fato. o hebraico é enfático —nem mesmo alguém diz qualquer coisa. Por causa do deserto diretamente ao leste de Israel e Judá. O que procede “do N orte” que Deus suscitou é Ciro. e ninguém absolutamente ouve as palavras deles. nem tampouco quem manifeste. como sobre o lodo. desde o nascimento do sol. Assim. e ele há de vir. Deus foi o “primeiro” que falou palavras proféticas de libertação. como o oleiro pisa o barro. Sem qualquer um outro se antecipando a Ele. 2>Q uem anunciou isto desde o princípio. a maioria das invasões era proveniente do Norte. ele entrará em Israel vindo “do N orte”. Em contraste com os ídolos pagãos que não podem falar e não falam. Deus en­ viou um mensageiro com boas novas (veja 40. nem tampou­ co quern ouça as vossas palavras. Ele invocará o nome de Deus. 52. O SENHOR 21 Evi sou o que prim eiro direi a Sião: Eis que ali estão. e virá sobre os magistrados. os governa­ dores provinciais.

sem nenhuma realidade.1 -9 1 Eis aqui o meu Servo.8 ) é o Messias. M as Deus tem um plano. 0 SERVO DO SENHO R E A SUA MISSÃO 4 2 . o m eu Eleito. Nós podemos edificar as nossas vidas sobre a sua Palavra. as suas imagens de fu n d içã o são vento e nada. “o meu servo” aqui (em contraposição ao “ser­ vo” de 4 1 . 29 Eis que todos são vaidade. e as suas obras são (literalmente) “nada”. nEle se compraz a sua alma (e coração). em quem me comprazo” (M t 3. as suas obras não são coisa algu­ ma. Todos os deuses pagãos são “vaidade”. e põe o seu Espírito Santo sobre Ele. “Olhe!”. “Eis aqui” (Heb. Nós tam­ 21 bém podemos ver um paralelo quando o Espírito desce sobre fesus como uma pomba e a voz do Pai declara do céu: “Este é meu Filho amado. As suas imagens fundidas são vento4 e vacuidade. pus o meu espírito sobre ele. mishpat) entre as nações. em quem se compraz a minha alma. nenhum mensageiro.6 Isto conecta “meu S en h o r. Ele produzirá “juízo” compassivo (Heb. a quem sustenho. Em contraste. Eles não podem revelar nada. os deuses pagãos não têm “ninguém”.5 M ateus 12. Como é totalmente estúpido adorar qualquer coisa ou qualquer outro que não o único e verdadeiro Deus! Ele é o único em quem vale a pena confiar.17— aplica esta passagem a Jesus. nem mesmo entre estes con­ selheiros algum havia a quem perguntasse ou que m e respondesse palavra. “coisa alguma” (Heb. Wm). “Veja!”) é uma ordem para olhar para Ele. . Agora a atenção é desviada dos ídolos para a glória do Servo do Quer dizer. Deus o Pai o sustenta firmemente. ninguém havia. nenhum conselheiro que possa responder com até mes­ mo uma palavra.17). fazendo deste o primeiro Cântico do Servo em Isaías. hen. juízo produzirá entre os gentios. 3.28 quando olhei.

Quer dizer. as coisas e as pessoas que fazem os outros ficarem desencoraja­ dos não o impedirão de emitir luz e ser firme e forte. N a realidade. em verd a d e. ou seja. toda a terra habitada) colocarão a sua esperança (ou “aguardarão”) na “sua doutrina” (Heb. Ao contrário dos cruzados que pensaram poder fazer o tra­ balho de Deus lutando. n em será quebrantado.7 e 1 1. Ele foi para a cruz. 9. Ele produzirá justiça “em verdade”. e ao contrário dos muçulmanos que pensam ser a guerra santa (jihact) a vontade de Deus.2 como também 6 I . leemeth ). e as ilhas a gu a rd a rã o a su a d ou trin a. M as Ele não apagará a luz da vida de qualquer pessoa.I . ■ Ele não será como os conquistadores terrenos. n em apagará o p a vio qu e f u m e g a . Isto é paralelo ao Salmo 2. “instrução”). onde o Pai chama o Messias de seu Filho. Ele não jogará fora ninguém como inútil. 3 A ca n a trilhada não quebrará. 4 N ão fa lta r á . e agora por intermédio desse Espíri­ to sua obra será realizada (cf. depois enviou o Espírito Santo. 2 N ão clam ará. U m pavio que está apenas vaga­ mente fumegante é fácil de apagar.praça. Ele não desis­ tirá até que estabeleça “na terra o juízo”. p ro d u z irá o ju íz o . 12. a té q u e p on h a na terra o ju íz o . que alardeiam quem eles são e fazem grandes anúncios de suas façanhas. tampouco Ele será quebrantado ou desencorajado. de acordo com a verdade (Heb. O Messias não será uma luz brilhando vagamente nem se mostra­ rá fraco.servo” com passagens messiânicas anteriores em Isaías. torah.7 As “ilhas” (quer dizer. O termo “servo” implica tanto obediência como autoridade delegada. não se ex a lta rá.6). Alguém quebra uma “cana trilhada” antes de descartá-la. n em f a r á o u v ir a su a voz na . Ele será quieto e manso.7. Aguardar aqui implica . Zc 4. o Messias não provocará derramamento de sangue ou ódio.

2). Ele não será somente “luz” (v. 9. e te d a rei p o r co n certo do p o v o e p a ra lu z dos g en tio s. o S e n h o r ( Yahweh). Ele “estendeu” os céus tão facilmente quanto uma pessoa estenderia uma cortina. A aliança será feita nEle. o Senhor . que dá a respiração ao p o v o que nela está.6). p a ra tira r da p risã o os p reso s e do cárcere.6-13.e„ nações). Ele lhe dará “por concerto do povo” —a nova aliança (c f M l 3. J A ssim d iz D eu s. por Ele e para Ele. Deus o tomará pela mão.9. 8.5. te ch am ei em ju stiça .em uma esperança que resiste. animais e plantas) criado a partir destes. e o esp írito aos qu e a n d a m nela. M t 24. os qu e ja z em em trevas. Além disso. Aqueles que aceitam a vontade do Messias irão colocar a sua esperança nEle. 6 Eu. Semelhante a Ciro (41.12. pois o servo será “para luz dos gentios” (i. e permanecerão firmes até o fim (cf.) 7pa ra a b rir os olhos dos cegos. 9.1) —pelo qual o Servo levará os povos a um relacionamento correto com o SENHOR. (como o hebraico indica) para trazer justiça com êxito (como uma manifestação da sua graça). (Veja Jo 1. Ele os tirará para a luz (cf. R m 5. a aliança não será lim itada a Israel. é iden­ tificado como o Criador dos “céus” e da “terra” e de “tudo” o mais (pessoas. Novamente o único Deus verdadeiro. e te gu a rd a rei. H b 8. o Servo tem sido chamado por Deus o Pai “em justiça”: ou seja. que cr io u os céus. o Senhor .13). Ele é o único que “dá a respiração ao povo” (como Ele fez a Adão) e vida ao espírito humano (incluindo a mente e a disposição). e o buscarão para ajuda e orientação.1. protegendo-o e guardando-o. . e os esten d eu . 6 1 . Os prisioneiros que “jazem em trevas” da prisão do pecado. e f o r m o u a terra e a tu d o qu an to p rod u z . mas Ele também abrirá “os olhos dos cegos” de modo que eles possam ver essa luz.15.21). e te tom a rei p ela m ão.

Isto inclui gentios e israelitas. a m in h a g ló ria . e. UM CÂNTICO NOVO 42.C. depois que a sua profecia de libertação dos assírios foi cumprida. mas certas de terem o seu cabal cumprimento.19. a ou trem não darei.s Eu so u o Senhor . 43. 11 A lcem a voz o deserto e as su a s cidades. este é o m eu nom e. Por causa da sua glória —por causa de quem Ele é —Ele merece todo o louvor. As “primeiras coisas” são os eventos previamente profetizados que agora estão cumpridos. (Isaías está escrevendo isto provavelmen­ te em 700 a. e n o va s coisa s eu vos an u n cio.& Nome o que assegura a Israel que Ele estaria com eles.6).) As “novas coisas” são profecias ainda não cumpridas. às im agen s de escultura.18. Deus declara o seu Nome de guarda da aliança. vo~ lasfaço ouvir. ex u ltem os q u e habitam na s rochas e cla m em do cu m e dos m ontes. n em o m eu louvor. ilh a s e s e u s hab itan tes. nem o seu “louvor às imagens de escultura”. a n tes qu e ven h am à luz. 48. com as a ldeia s que Q u ed a r habita. autoridade e atributos. Pode-se confiar na palavra profética de Deus.10-13 10 C a n ta i a o S e n h o r u m câ n tico n o v o e o seu lo u vo r. da mesma maneira que as primeiras coisas o foram. . O seu louvor deveria vir “desde o fim da terra”: proveniente daqueles que estão no mar e de todos os habitantes do mundo habitável. pois. A sua “glória” inclui o seu poder. Yahweh. A ordem para cantar “ao SENHOR um cântico novo” pressupõe uma nova revelação ou um novo entendimento da sua palavra e do que Ele está a ponto de fazer (cf.. 9 Eis q u e as p rim eira s coisas passaram . v ó s o s q u e n a v ega is p e lo m a r e tu d o q u a n to há n ele. Os ídolos não são nada e não merecem coisa alguma. 4. Ele não os dará a outro. vós. d esd e o f i m da terra . Ele é também um Deus pessoal.9 Ele não só é o único Deus verdadeiro.

As suas bênçãos são para todas as pessoas. Ele levantará um grito de guerra e “sujeitará os seus inimigos”. 27. “M as. e as lagoas secarei. Em outras palavras. Ele se tornou como uma m ulher em trabalho de parto e não adiará isto para sempre: Quando fizer isto. co m o p o d e r o s o s a ir á .14-17 14 P o r m u ito tem po.“O deserto e as suas cidades” (onde as pessoas então se manti­ nham em um nível de subsistência simples). e ju n ta m en te devorarei. “Como um homem de guerra despertará o zelo” dele —seu ardente amor que não permitirá o inimigo destruir os que o amam. . e to rn a rei os rio s em ilhas. Os seus brados são para dar “glória ao S e n h o r ” e anunciar o seu louvor às “ilhas” (a terra habitada). 13 O SEN H OR . e f a r á g r a n d e ru ído.. De fato. m as. a tribo árabe de Quedar e suas aldeias. (Cf. m e calei. DEUS JULGARÁ E GUIARÁ 42. Ele fará tudo ime­ diatamente. e toda a su a erva fa r e i secar. 12 D êem g ló r ia ao SE N H O R e a n u n ciem o seu lo u v o r nas ilhas. O próprio SENHOR sairá para batalhar como um herói. agora” Ele fala.4 e 63. d espertará o zelo. em Edom —antigos inimigos de Israel —devem se unir a eles no louvor a Deus.1— para desenvolvimento do tema do S e n h o r [Yabweh] 6 como “Guerreiro Divino”. e su jeita rá os seu s inim igos. tem postergado esta ação de juízo e restauração. co m o hom em de g u er r a . Ele é um Deus de livramento. e os residentes de Sela (Petra).) 5.. e a todos assolarei. 15 O s m o n tes e o u teiro s to rn a rei em deserto. agora. Desde a eternidade Deus tem se contido ( “me calei. Ele “fará grande ruído”. estiv e em silên cio e m e co n tive. clam ará. me conti­ ve”). d a rei g r ito s com o a qu e está de parto.

1 8 -2 5 /. embora seja o servo de Deus. e vó s. Em contraste com os que confiam em Deus.Em contraste com as bênçãos que virão no M ilênio (4 1. 19 Q u e m é cego . Isto nós podemos esperar que Ele continue a fazer. s e n ã o o m e u s e r v o o u s u r d o co rn o o m e u m e n s a g e ir o . a q u em e n v i o ? E q u em é c e g o c o m o o g a l a r d o a d o e cego . o lh a i. tornarão atrás e serão totalmente confundidos de vergonha. E sta s c o is a s lh es f a r e i e n u n c a o s d e s a m p a r a r e i. c o m o o s e r v o d o SENHOR? A chamada é para as pessoas surdas e cegas do mundo escutarem e olharem. 6. transformando “as trevas em luz” e tornando direi­ tas “as coisas tortas” à medida que eles o seguem. e somente Deus.18 ). Deus pretendia .s e . Os “cegos” são os espiritualmente cegos que se voltam para Ele. p a r a q u e p o s s a is ver. o juízo de Deus secará os montes. e diz enfaticamente “nunca os desampararei”. chamando as imagens de ouro e prata os seus deuses. Deus. os pagãos que ainda “confiam em imagens de escultura”. em contraste com o seu juízo. M as Israel é cego como o resto do mundo. Isto é. 11 T o r n a r ã o a tr á s c c o n f u n d i r . ISRAEL CEGO E SURDO 4 2 . “M eu servo”. nesta passagem. como também os rios e as lagoas. ceg o s. Ele “guiará os cegos” em caminhos novos. outeiros e toda a sua vegetação. se refere a Israel. Deus fará isto.ã o d e v e r g o n h a o s q u e c o n fia m em im a g e n s d e e s c u lt u r a e d iz e m à s im a g e n s d e f u n d i ç ã o : Vós s o is n o s s o s d eu ses. to rn a r ei as tr e v a s e m lu z p e r a n t e e le s e a s c o is a s to r ta s f a r e i d ir e ita s .s S u r d o s . pode fazê-las ouvir e ver. O mundo precisa do que Deus tem dado para e através de Israel. f á lo s -e i ca m in h a r p o r v ered a s q u e n ã o co n h ecera m . o u v i. Agora. 16 E g u i a r e i o s c e g o s p o r u m c a m in h o q u e n u n c a c o n h e c e r a m .

nada ouve. Esta é inteira­ mente digna de ser ouvida e obedecida. Os seus ouvidos estão abertos. Israel. “instrução”. p o r despojo. e que ainda é o seu servo.1 de forma que a maioria não 0 . 20 Tu vês muitas coisas. as Escrituras) grande e gloriosa. fazer a sua “lei” (Heb. Este não era o caso das pessoas levadas cativas para Babilônia por Nabucodonosor (veja Jr 29 . Seu povo (os pronomes “tu” e “teus” [oculto em “os (teus) ouvidos”] referem-se a Israel) tem visto milagres e profecias cumpridas. sua palavra lhes daria então novas oportunidades para as bênçãos que um Deus amoroso queria lhes dar. quer dizer.que Israel proclamasse a mensagem para o mundo. se agradava dele p o r am or da sua justiça. por amor da sua justiça (em linha com a sua natureza justa). Restos arqueológicos mostram que a maioria deles prosperou tanto durante os setenta anos do exílio babilômco. torah. e ninguém diz: Restitui. mas espirituais. é agora tanto cego como surdo. O povo que recebeu esta grande e gloriosa instrução está roubado e saqueado. mas não as guardas. mas o povo “nada ouve”. todos estão enlaçados em cavernas e escondidos nas casas dos cárceres. são postos p or presa. ainda que tenha os ouvidos abertos. mas não presta atenção. A cegueira e surdez de Israel não são físicas. “ensi­ namento”. mas seu povo tinha ficado muito surdo para ouvir a mensagem. Eles estão desatentos ao que Deus quer que eles vejam e ouçam. o qual foi recompensado por Deus. N IV e outras versões) o texto indica que foi do agrado do SENHOR. 21 O S en hor No original (ver ARA. enlaçado (capturado e acorrentado) em cavernas e man­ tido escondido nas prisões. 22 Mas este é um povo roubado e saqueado. e ninguém há que os livre. en­ gran deceu -o pela lei e ofe z glorioso.1-23 ).

2 4 ).5 .6 ). eles “não puseram nis­ to o coração”. Eles mereciam a ira de Deus e o juízo que Ele trouxe por inter­ médio dos assírios (1 0 .e. Pa­ recia que eles jamais iriam aprender. aq uele con tra q u em p eca ra m e n os ca m in h os do q u al não q u eria m andar. reconhecendo que Deus trará tanto juízo como restauração. 23 Q u em há en tre v ó s qu e ou ça isso? Q u e atenda e ou ça o qu e há de s e r d ep ois? Isaías indaga quem escutará. Eles tinham pecado contra Ele: eles não quiseram viver de acor­ do com os seus caminhos e não escutariam o seu ensino. aos ro u b a d ores? P o rven tu ra . um Deus zeloso” (D t 4 . Eles tinham se tornado rebeldes cujas vidas expressavam desprezo por Deus. 23 P elo qu e d erra m ou sobre eles a in d ign a ção da su a ira e a f o r ç a da g u e r r a e lhes p ô s labaredas em redor. 24 Q u em en trego u J a có p o r d espojo e Isra el'. O sofrimento descrito aqui era o atual resultado das invasões assírias de Israel e Judá nos próprios dias de Isaías. não f o i o Senhor . M esm o assim. é um fogo que consome. Ele está preocupado a respeito do que havia “de ser depois” e quer que as pessoas compartilhem dessa preocupação. ou recordando a advertência de M oisés de que “o SENHOR. “restitui”).queira voltar para Jerusalém.Tampouco prestaram atenção ao que o SENHOR esta­ va dizendo através dos profetas. teu Deus. e os q u eim ou . A m isericórdia de Deus não m im a os pe­ cadores por perm itir-lhes que continuem no orgulho e em obstina­ .. eles não perceberam ou reconheceram que o juízo veio do SENHOR. não d a n d o o u v id o s à su a lei? O SENHOR estava por trás do que os assírios fizeram a Israel e Judá. O Velho Testamento como um todo tem um olhar para o futuro. Os cativos levados das cidades de Judá por Senaqueribe não tiveram ninguém como Ciro para mandá-los de volta (i. m a s n isso não a ten ta ­ ram . m a s não p u sera m nisso o coração.

19 85 ). 4 A palavra hebraica ruach também significa “espírito”.2 5 . A sua justiça universal é outra razão para aceitá-lo como o único e verdadeiro Deus. Pelo que o “cântico novo” louva o Senhor? 6. 8.4— 52 .18— e que tipo de cegueira este servo 25 tem? CITAÇÕES 1 Veja 4 1 . 19 84 ).1 — 50. The Servant Songs (C h ica­ go: M oody Press. N ão obstante.4 ). 9. 6 Cf. Como Isaías contrasta os ídolos com o verdadeiro Deus no capí­ tulo 41? 4. F. Assim. 3 Deus é o que chama Ciro pelo nome (veja 4 5 .17— confirma que o Servo do Senhor em 21 42.da rebelião.3. “um a ordem justa”. Salmos 82. Veja F. estas não ti­ nham nenhum poder espiritual. Servant Theology (G rand R apids: W m . Ciro veio do Leste e depois do N orte. Knight. O que indica que o que vem “do Oriente” é Ciro? 3. Duane Lindsey.1 2.1 — veja também 4 9 . 28. O seu amor procura desafiá-los “ao arrependimento e à obediência conforme eles caminham de volta para a vida de rela­ cionamento com Deus”. as imagens ocas estavam apenas cheias de ar. 9.1 3 a 53 .1-7 é Jesus? 5. e alguns pagãos reivin­ dicavam que um espírito estava nas imagens. 5 Isaías 4 2 . 4 . o qual m enciona que ele vem do N orte. B. Quem Deus está desafiando no capítulo 41 e por quê? 2. 2 George A. Eerdmans. 4 3 — 5 . 1 1 QUESTÕES DE ESTUDO 1. 7 O u seja. Quem é o servo em 42 . Como Mateus 12. 7.

1 9 9 5 ).4).2 para o significado de Yahweh. Ele lhes diz para deixarem de ficar temerosos. 0 AMOROSO SALVADOR DE ISRAEL 4 3 .8 Veja nota em 1. 9 Veja Exodo 3. qviando passares pelo fogo. 9.1 Ele os reivindica como sua pro­ priedade da mesma maneira que fez quando os tirou do Egito e os trouxe a Ele (Ex 19.8). Apesar da falta de resposta de Israel ao juízo de Deus. não te queimarás. 43.1 -7 1Mas. tu és meu. 1 Paul D. quando pelos rios. os arqueólogos descobriram os restos de um banco judeu e de um a casa de hipoteca próxim o do Canal Chebar ao leste da Babilônia. porque eu te remi. Israel passaria por águas. ó Israel: Não temas. e jamais seriam aniquilados. rios. ó Jacó. 44.7— cf I Jo 4. Deus lhes deu o nome “Israel’’. assim diz o SEN HO R que te criou. por­ que Ele os redimiu.2. nem a chama arderá em ti. 57. Eles nunca deveriam deixar a sua fé nEle (cf. e. O nome indica que Ele continuará sendo o realizador dos seus planos — trabalhando ativamente entre as pessoas. 1 66 C. estarei contigo. Ele formou a nação. Deus não mudou o seu plano e propósito para o seu povo. Ele os criou. Isaiah 40— (L ouisville: John Knox Press. Como escreveu Moisés. onde “Eu serei" é a m esma palavra em hebraico Çehyeh) como a palavra traduzida por “Eu sou" em 3. fogo e chamas.5. agora . . 2 Q uando passares pelas águas. 10 Por exemplo. cham ei-te pelo teu nome.14. Ele os amava porque os amava (D t 7. e que te form ou.2 Eles sempre poderiam pôr a sua completa confiança nEle.4). 54.25 I. eles não te subm ergirão. H anson.1-45. Um Remanescente Redimido É Reunido 43.12 . mas Deus sempre estaria com eles. Por causa do juízo de Deus.

a um tempo quando Israel se espalharia em todas as direções. Ele poderia dar um país inteiro. M as outras nações teriam que pagar o preço da escolha de Israel por Deus.28-30). Porque Israel é valioso a Deus. o S anto de Israel. dei o E gito p o r teu resgate. o Deus que guarda a aliança. esta responsabilidade não é pesada (cf.1. teu D eu s. o Santo de Israel. mas quando o mundo lhe virou as cos­ tas. o fiel.31. Porém. Agora Deus os aponta à frente. p o r ti. honrado por Ele. 6 D irei ao N or­ te: D á . ou o atual Sudão) e Sebá (o norte da Etiópia incluindo M eroe) foram igual­ mente afetadas. A repetição desta idéia em diferentes palavras demonstra ênfase. que se revelou a Isaías (cap. Semelhantemente. Ele trará os . o Egito. p o rq u e estou con tigo. o teu S a lva d o r. trazei m eu s f i lh o s de lon ge e m in h a s fi lh a s das ex trem id a d es da terra. O seu propósito é libertar a Israel. tam bém fo s te g lo r ifiç a ­ do. porque Ele está com eles. tra rei a tua sem en te desde o O rien te e te a ju n ta rei desde o O cidente.3 P orque eu so u o SE N H O R . e os povos. M t 11. 15. isto colocou uma grande responsabilidade sobre eles. Ele libertou o povo de Israel da escravidão às custas das pragas sobre o Egito (Ex 10. pois. Ele escolheu Israel para preparar o caminho para um Redentor. Deus amou o mundo. Yahweh. Ele dará outros povos no lugar dele.30. a escolha da Igreja por Deus põe uma grande res­ ponsabilidade sobre os crentes. 6).3-10). p elo que dei os hom en s p o r ti. como resgate. Ele é o Deus de Israel. e porque Ele o ama. a E tiópia e Sebá. p ela tua alm a. e ao S ul: N ão retenhas. Ao mesmo tempo. entretanto. 4 E nquanto fo s t e p recio so aos m eu s olhos. Ele lhes diz que deixem de estar amedrontados. Deus é o que Ele é: o SENHOR. Porque Ele é o que é. e eu te am ei. o eterno.28. A Etiópia (Cuxe. 5 N ão tem as. Quer dizer. o Salvador de Israel.7) e a destruição do exérci­ to deles (Êx 14. Por causa da garantia do seu amor.

até mesmo “das extremidades dn terra”. que tem olhos. 9 Todas as nações se congreguem } e os povos se reúnam .1 8 — 0 ) são tomados como testemunhas. quem dentre eles pode anunciar isto.8 -1 3 lS Trazei o povo cego. para terem o veredicto em seu favor. (Isto não se refere ao retorno da Babilônia em 538— 536 a. que têm ouvidos. eu os fo rm ei. porque eles vieram somente do leste. o cego e o surdo (veja 4 2 .. efa z er-n o s ou vir as coisas anti­ ga s? Apresentem as suas testemunhas. e outras coisas antigas que Deus fez na história de Israel. e para que se diga: Verdade é. criados para a sua glória. Eles são os chamados pelo seu nome. Eles não são as testemunhas aceitáveis em um tribunal. M as eles 2 são voluntariosamente cegos e surdos. deixe-os mostrar que eles profetizaram e produziram eventos como o êxodo do Egito. a libertação das mãos de Senaqueribe. sim. Em outra cena de tribunal. eles são desafiados a produzir dentre eles alguém (algum deus ou o profeta de algum deus) que possa predizer o futuro e para m ostrar “as coisas antigas”. onde Deus está falando a respeito de Israel. Eles têm que fazer isto para serem justificados. Ele não desistirá deles. por incrível que possa parecer. A referência prim ária aqui está de volta a 43. e os surdos. Com todas as nações reunidas. eu osfiz . Caso contrário.1. . para que se justifiquem .C. em um novo êxodo vindo de todas as direções. e para que se ouça.seus descendentes que estarão vivos no fim dos tempos. e os que criei para minha glória. Ou seja.) 7 a todos os que são chamados pelo meu nome. 0 TESTEM U N H O DE ISRAEL COM O SERVO DE DEUS 4 3 . porque têm olhos e ouvidos. deixe-os ouvir o que Deus fez e adm itir que isto é a verdade. 2. formados pela sua mão poderosa —a nação que Ele fez.

o SENHOR diz que eles são teste­ munhas de quem Ele é: Deus Ç‘el). 8. etc. Ele os salvará agora —por­ que Ele é o Salvador e não há nenhum outro. devido a Israel ter experimentado isto. e será (Êx 3. de modo que eles podem saber. e q u e a n t e s d e m im d e u s n e n h u m se f o r m o u . e d e u s e s tr a n h o n ã o h o u v e e n tr e vós. os seus servos escolhidos. Ele é o Deus eterno que sempre foi. Deus está fazendo-os lem ­ brar da sua revelação durante o tempo do êxodo (Ex 3. Ele os salvou então. Eles são as suas testemunhas.). d i z o S e NJ-H >R.8. A salvação e a voz do SENHOR vieram somente dEle. M l 3.14.16). e m e c r e ia is . Deus falou para Moisés o que Ele ia fazer. 11 E u . e eu salveií. p a r a q u e o s a ib a is . A palavra hebraica ‘el é a palavra co­ mum para Deus. M as o úni­ co Deus verdadeiro declara que antes dEle “deus nenhum se for­ mou” ou foi criado. 6. Ap 1. H b 13. portanto. eu s o u o S e n h o r . e. Deus tem feito gran­ des coisas em Israel. p o is v ó s s o is a s m in h a s te s t e m u n h a s .12. Deus não falhou. Embora Israel tenha falhado.8. Dizendo “Eu sou o S e n h o r [Y ahw eh]” . Deus está falando aqui com o remanescente piedoso em Israel.17. a qual enfatiza que só Ele é Deus.7.1. e e n t e n d a is q u e e u s o u o m e s m o . Quando os israelitas vieram ao Sinai eles não tinham nenhum ídolo entre eles.15.10 V ó s s o is a s m in h a s te s te m u n h a s .22. 12 E u a n u n c ie i. d i z o SENHOR.2).14. é. e o m e u serv o .6. e nenhum viria depois dEle. e d e p o is d e m im n e n h u m h a v e r á . 7. 15. Os pagãos acreditavam que os deuses que eles adoravam tinham sido precedidos por outros deuses. . e f o r a d e m i m n ã o h á S a lv a d o r . e e u o f i z o u v ir . acreditar e con­ fiar nEle e podem saber que só Ele é Deus (veja 37. Eles são testemunhas da sua fidelidade. Os pagãos também acreditavam em deuses que tinham surgido ou nascido recentemente. Ele salvou a Israel e se fez ouvir entre os israelitas no monte Sinai. eu s o u D e u s . a q u e m es c o lh i. especialmente os que loram livres das mãos de Senaqueribe.

en viei inim igos contra a B abilônia e a todos J u rei descer com o fu gitiv o s.13 A inda a n tes qu e h ou vesse dia. Agora o SENHOR promete um novo êxodo. e n in gu ém há que possa f a z e r esca p a r das m in h as m ãos. O juízo que Deus traz sobre a Babilônia é relacionado ao que Deus fará por Israel.3 15 Hu so u o S e n h o r . 17 o que tro u x e o ca rro e o cavalo. estão ex tin tos e co m o u m pa vio. operan do eu.14-21 14Assim diz o Senhor. eu sou Ele”. 16 A ssim d iz o Senhor :. e os seus navios serão usados por fugitivos procurando escapar. UM NOVO ÊXODO DA BABILÔNIA 43. isto é. Deus providenciou “no mar um caminho e nas águas impetuosas. o C ria d o r de Israel. teu Redentor. “caldeus”) trazendo tesouros no rio Eufrates causaram gritos de ale­ gria quando eles chegaram. pode significar “Desde que o tempo começou. eu sou . desta vez da Babilônia. kasdim. eu sou o único Deus verdadeiro”. nos navios com que se vangloriavam . o qu e p rep a ro u no m a r u m ca m in h o e nas á gu a s im petu osas. ninguém pode escapar da minha mão”. “Desde o dia. Novamente Isaías enfatiza que Ele é o “Santo. u m a vered a . Ele fez isso no êxodo quando abriu um caminho pelo mar Vermelho. . M as Deus derrubará os caldeus. Os navios dos babilônios (Heb. o Criador” e o “R ei” de Israel. o Santo de Israel: P or a m or de vós. o ex ército e a f o r ç a : eles ju n ta m e n te se deita ram e n u n ca se leva n ta rã o. Deus fará a sua obra. e está realizando isto por causa de Israel. vosso Santo. e ninguém poderá impedi-la ou “revertê-la”. Ele é esse tipo de Deus. ou pode significar “Desde que eu sou o único Deus verdadeiro hoje. se apagaram . q u em im p ed irá ? A expressão hebraica miyom ‘ani hu . os caldeus. O Deus que está fazendo isto é o “Santo de Israel”. uma vereda”. 3. vosso Rei.

e rios no ermo. Deus quer que olhemos adian­ te. porventura. Eles a conhecerão e a experimentarão. e. Os animais selvagens ou “do campo”. porque os assírios só se preocuparam com os próprios babilônios. Não obstante.1-31). r>Eis que fa r e i uma coisa nova. Esar-Hadom. Houve um retorno nos dias de Isaías quando Senaqueribe destruiu Babilônia em 689 a. especialmente os que vivem em áreas de deserto. registrou o lato de que as pessoas ca­ tivas escaparam naquele tempo. os dragões e os filhos do avestruz. Ela está pronta para acontecer. Pode haver um cumprimento mais extenso no fim dos tempos. 20 Os animais do campo me servirão. Deus fará um “caminho no deserto” e também “rios no ermo” (sertão). sairá à luz.C. ao meu eleito. Deus tem uma nova libertação para o seu povo. Isaías pode estar olhando aqui para o retorno do exílio babilônico que ele profetizou em 39. 21Esse povo que form ei para mim. agora. Esta foi com­ pleta. 18 Não vos lembreis das coisas passadas. Ele formou Israel para Si mesmo e seu propósito é para eles proclama- . aos novos milagres que obscurecerão os antigos. não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto.6.5Contudo.A vitória sobre as excelentes tropas de carruagem de Faraó no mar Vermelho é descrita dramaticamente (veja Ex 14. o tempo vem quando é necessário parar de lembrar e de dar atenção às coisas do passado. O seu amoroso propósito mostra que Ele é um Deus bom.4 O filho dele. para dar dc beber ao meu povo. nem considereis as antigas. honrarão a Deus por causa dos rios no deserto que Deus concede para o benefício do povo que está retornando. porque porei águas no deserto e rios no ermo. para qvie m e desse louvor.

quer dizer. ó Israel. Estavam multiplicando sacrifícios e holocaustos. n em te fa tig u e i co m incenso. Deus coloca a ênfase sobre Si mesmo quando declara: “Não a mim. n em co m a g o r d u r a d os teu s sa crifício s m e encheste. m a s te cansaste . ao invés disso. de m im . Nós também somos levados ao Senhor. Eles trouxeram os seus “holocaustos” e “sacrifícios”.22-28 22 C on tu d o<tu não m e in voca ste a m im . A INFIDELIDADE DE ISRAEL 43. não era com a cana aromática (ou o óleo resultante desta) nem com a gordura de sacrifícios que eles enchiam a Deus. nem m e h on raste com os teu s sa crifício s. Estavam realmente cansados dEle. tu tens invocado” (tradução literal). E aqui tem um toque de ironia. mas real­ mente não os estavam oferecendo a Deus. não te f i z s e r v ir co m ofertas. eles estavam cansados do Deus Santo que Ele é.I 5 ) . Eles realmente não estavam buscando a Deus. eram mesquinhos em sua adoração. m a s m e deste trabalho com os teu s p eca d o s e m e ca n sa ste com as tu a s m aldades. Eles negligenciaram a Deus.1 2). 4. ó Ja có . A ARC traduz o verbo hebraico aqui como “encheste” (mas como “fartou” em Lm 3.1 3).rem o seu louvor. 24 N ão m e com p ra ste p o r d in h eiro can a arom ática.15). mas Deus não lhes tinha pedido isto ( I . de forma que podemos louvá-lo e convidar outros a louvá-lo. De fato. Eles estavam utilizando formas religiosas sem fé em Deus e sem honrá-lo pelo que Ele é. Estas eram as pessoas nos dias de Isaías para quem Deus falou a respeito de “pisar os meus átrios” (I . Eles estavam fazendo muitas orações (I . Mas eles não puderam disfarçar os seus pecado. 23 N ão m e trou x este o g a d o m iú d o dos teu s holocau stos. eles o sobrecarregavam com os seus pecados. e as únicas coisas com as quais .

e os teu s in térp retes p rev a rica ra m co n tra m im .I 3 ). mas por amor de Si mesmo.enchiam (fartavam) a Deus eram os pecados que eram ruins o bas­ tante para fazerem alguém vomitar (cf. Quer dizer. Quando isto é feito. lembrando a Deus dos pecados. o perdão é comple­ to: o registro é totalmente apagado. o primeiro pai implica . Mas antes de haver perdão divino. Deus jamais se lembrará dos seus pecados. Somente quan­ do o pecador adm ite o seu pecado é que pode haver justificação que perdoa e apaga os registros das ofensas. mas não devemos proceder dessa forma se queremos o perdão de Deus. os pecados deles o constrangeram a realizar uma obra de juízo. “M e cansaste” (Heb. Em todo caso. O “primeiro pai” provavelmente é Adão. en trem os em ju íz o ju n ta m en te. so u o que apago as tua s tra n sgressões p o r a m o r de m im e dos teu s p eca d o s m e não lem bro. a p re­ sen ta a s tu a s razões. 27 T eu p r im eiro p a i p eco u . é Deus somente quem pode apagar o pecado resultante de rebelião intencional —não porque isto seja merecido. eu m esm o . . Entrar “em juízo juntamente” significa reconhecer o que a lei re­ quer e adm itir que a inocência não pode ser provada. Tam­ bém as suas “maldades” ou ofensas (a culpa com suas conseqüênci­ as) o cansaram. o pecador tem que entrar em juízo. I. E muito fácil bloquearmos as coisas das quais não queremos nos lembrar. Deve haver confissão. Ao mesmo tempo. antes de o registro ser apagado. 25Eu. Pecados repetidos e não confessados tornaram o juízo necessário. 26 P r o cu r a lem b ra r-m e. Isto é pura graça —que flui livremente da inesgotável mise­ ricórdia de Deus — a qual Deus está aqui oferecendo ao seu povo. Alguns entendem isto como sendo Abraão ou Jacó. he’evadtanC) também pode significar “me constrangeste”. p a ra que te p ossa ju stifica r.

“para a proscrição”). também tinham se rebelado contra Deus. 2 A ssim d iz o SENHOR qu e te crio u . servo meu”. o que os formou desde o nascimento deles como uma nação. Deus ainda chama o povo de Isra­ el de “Jacó. u m opróbrio.15. e o desprezo e o ultraje não durarão para sempre. A repetição de “servo” e “escolhi(do)” do versículo I indica que Deus . ó Isra el'. Os corações deles não estavam abertos ao seu amor. e te f o r m o u desde o ven tre.37 ). Outra vez Ele lhes fala que eles têm que deixar de ficar amedrontados. e tu. ó Ja có .2 6 -2 9 ). I Cr 24 .7). ou seja. Deus chama Israel de “Jesurum”. Elé os continuará ajudando. os portavozes de Israel. Ele faria “de Jacó um anátema” (Heb. contudo. como intermediários ou mediadores. os seus sacerdotes (e provavelmente os seus profetas). 5.5). seu “querido justo (íntegro)”. 3 3 . e tu. e que te a ju d a rá : N ão tem as. seu escolhido. J esu r u m . 0 ESPÍRITO DE DEUS SERÁ DERRAMADO 44. serv o m eu .1-5 1 A gora. porque é isso o que Ele quer que eles sejam (D t 32. Deus era o Criador deles. pois. serv o m eu . e quer que eles ouçam. o u v e ó Ja có . lacberem. Temor covar­ de e fé não se misturam (c f 2 Tm 1.também o primeiro pecado. Isto também significava que Ele tem entregue Israel para ser desprezado e ultrajado pelo resto do mundo (c f Dt 28. A destruição profetizada não será total. 2S P elo q u e p r o fa n a rei os m a io ra is do sa n tu á rio e f a r e i de J a có u m an á tem a e de Isra el. E nos próprios dias de Isaías. a quem escolhi. a quem escolhi. Tampouco os pecados do seu povo irão destruir o propósito de Deus. Por causa desta rebelião Deus profanaria (ou colocaria em desgra­ ça) os maiorais do santuário (cf.6 como algo que Deus abomina.

17. honrando a Deus e desfru­ tando os direitos e privilégios que Ele lhes dá.34.21. este derrama­ mento é no futuro. Jr 31. J1 2 . 39. Isto trará bênçãos maravilhosas da parte de Deus.I). A obra do Espírito fará todo indivíduo testemunhar. . tor­ nando-se como água em um solo improdutivo. 4 E brotarão en tre a erva .29). 3 P orque d erra m a rei á gu a sob re o sedento.2 5 -2 9 . 37. Ele terá um remanescente justo de entre eles. co m o sa lgu eiro s ju n t o a os rib eiro s das águas. 32 .4. Ez 36. No entanto. Zc 12.33. Eles não mais continuarão a viver em uma terra espiritualmente seca. sob re os teu s descen den tes. 5Este d irá : Eu so u do SENHOR.18). O aguaceiro será tão grande que será como inundação de rios sobre a terra seca. 59.29. mas sobre os seus descendentes (cf. O derramamento inicial foi no Dia de Pentecostes (A t 2. Deus não permitirá que o fracasso de Israel o faça falhar. e rio s sob re a terra seca. Rm 1 1. d erra m a rei o m eu E spírito sobre a tu a p o sterid a d e e a m in h a bênfão. A restauração trará uma bênção nova. M as haverá um cumprimento mais extenso para Israel na restauração milenial. e aq uele ou tro escrev erá co m a su a m ã o: E u so u do Se~ NHOR. e aq uele se ch a m a rá do n om e de J a có . Deus provocará uma mudança derramando o seu Espírito.15. Isto não devia vir sobre as pessoas nos dias de Isaías. Ou seja.27. declarando o seu relacionamento com o SENHOR.não tem mudado e não mudará o seu pensamento a respeito deles (cf.14. tanto por escrito como falan­ do.10 a I 3 .26. e p o r so b ren om e to m a rá o n o m e de Israel. os judeus que não estavam vivendo para Deus serão transforma­ dos e se tornarão verdadeiros israelitas. Eles também levarão o “nome” (caráter e natureza) de Israel.

p o rv en tu ra .l o f i z o u v ir e não v o . Novamente Isaías enfatiza o contraste entre o conceito pagão de muitos deuses e a existência do Deus de Israel: não havia nenhum deus antes dEle. Só o Deus de Israel é onisciente. Deus é o que tem dirigido a história de seu eterno povo (cf. desde qu e ord en ei u m povo etern o ? E sse qu e a n u n ­ cie as coisa s f u t u r a s e as qu e a in d a hão de vir. indicada pelas perguntas e pela chama­ da para as testemunhas nos versículos que seguem.22. Ele estabeleceu isto.1 3 ): Ele é Deus manifes­ tado na carne (Jo 1. Ele é supremo. Ele pode cumprir as suas promessas.1.6-20 6 A ssim d iz o SENHOR. A TOLICE DA IDOLATRIA 44. e o p o r á em ordem p era n te m im . Ele não é dependente de nada. não v o . O Novo Testamento aplica isto a Jesus (Ap I. H á ou tro D eu s além de m im ? N ã o! N ão há ou tra R ocha qu e eu conheça.lo a n u n ciei? P orque v ó s so is as m in h as testem unhas. O desafio é para os pagãos. 66. Ele sabe o que está vindo também no futuro. Jr 31 .6.. Deixe-os declarar o futuro se os assim chamados deuses deles podem revelá-lo. o SENHOR agora reassegura a Israel de que Ele realmente é o Rei e Redentor deles.1 7. eles bloquearam o fluxo da promessa de Deus.. e a n u n cia rá isso. Ele não foi formado por ninguém. tendo os exércitos do céu à sua disposição. o SENHOR dos Exércitos. Ele proclamou isto. E u so u o p r im eiro e eu so u o ú ltim o. o Senhor dos E x ércitos.14). E qu em ch a m a rá co m o eu. Em outra cena de tribunal. desde então. Chamando a si mesmo “o primeiro e. e f o r a dc m im não há D eu s. 8 N ão v o s assom breis. Sempre que Israel esqueceu isso e se voltou para outros deuses ou outras coisas. o últim o” Ele está enfatizando que só Ele é Deus. 2 2 . Ao contrário dos ídolos.35-37). nem de ninguém. nenhum virá depois dEle. n em tem ais. R ei de I sra el e seu R edentor. . Ele sempre foi e sempre será.

Deus novamente dá ênfase de que não há nenhum outro Deus. p a ra qu e eles sejam co n ­ fu n d id o s . que é de n en h u m p r éstim o ? A pergunta é um brilhante sarcasmo.4 . p o is o s m esm o s a r tífice s sã o d e e n tr e os h o m en s. os fabricantes de ídolos e os seus ídolos são “vaidade” ou nada (Heb.s e to d o s e le v a n te m -s e . 4 1 . “Todos os artífices de imagens de escultura” e “as suas mesmas testemunhas” se agradam no que é de nenhum préstimo: sem vantagem. por conseguinte. isto é. e eles são as suas testemunhas disto. um refúgio. dos seus inim igos (veja 3 5 . n em en ten dem . Ele é o único Deus verdadeiro. sem benefício.1 0 — 13.Deus assegura novamente a Israel. ou seja. Deus tem proferido profecias que têm sido cum pridas. Eles nada vêem nem entendem. z1 E is q u e to d o s os s e u s s e g u id o r e s f i c a r ã o co n fu n d id o s . “vazio”).3 .1 . a ju n te m . dizendo-lhe que deixasse de tremer em terror. Os ídolos são as suas próprias testemunhas. nenhum a “outra Rocha”. uma força. uma garantia de poder. eles serão confundidos (juntamente com os seus adoradores). deixar de estar am edrontado. 4 3 . eles são sem sentido. quer dizer. e su a s m esm a s testem un has nada vêem . a s s o m b r a r -s e -ã o e s e r ã o ju n t a m e n t e c o n f u n ­ d idos. N ada é mais estúpido do que pensar um ser humano poder formar algo que pode se elevar ao nível de divindade e se tornar capaz de oferecer ajuda sobrenatural. tohu. e as su a s coisa s m a is d esejá veis sã o de n en h u m p réstim o . . 10 Q u em f o r m a u m d eu s e f u n d e u m a im agem de escu ltu ra . A produção e moldagem de um deus ou a fundição de um ídolo de metal só resulta em um ícone que não pode ajudar. perm anência e fidelidade. Em contraste com a realidade do verdadeiro Deus. ou seja.2 ). eles não são verdadeiras testemunhas e. 9 T odos os a rtífices de im agen s de escu ltu ra são vaidade.

O exemplo é um ídolo feito de madeira. Os artífices que fizeram os ídolos são meramente huma­ nos. Então todos eles ficarão assombrados e serão “confundi­ dos” ao mesmo tempo. Ele tem apenas a força e resistência para terminar a fabrica­ ção do machado. O ferreiro está fazendo a ferramenta. charasb barzel. e o f o r m a co m m artelos. faz um contorno com um compas­ so (para fazer círculos). como no texto acima. e a su a f o r ç a fa lta .Todos os que se unem a ídolos “ficarão confundidos” ou enver­ gonhados. e faz isto “à semelhança de um homem”. não está indicada a palavra “ídolo”.28— ). Isaías primeiro chega ao reverso e “inverte os procedimentos que nós teríamos estado inclinados a se­ guir”.8 31 13 O ca rp in teiro esten d e a régu a. e m a rca com o com passo. a modela com “cepilho” (pequena plaina de alisar madeira). N o original hebraico. 12 O f e r r e i r o f a z o m achado e trabalha na s brasas. ele tem um braço forte porque aquece o ferro e dá forma ao machado. em p rega a alm agra. e não bebe água. Ele . ele tem fo m e . M as ele é apenas humano e fica faminto e sedento. O carpinteiro é tolo da mesma forma que o ferreiro. Ele pega uma régua de medir. faz um rascunho com a “almagra” (giz provavelmente vermelho). Em sua fraqueza e pecado. segu n d o a f o r m a de u m hom em .7 As ferramentas são necessárias: deve haver um machado para derrubar a árvore. e o lavra com a f o r ç a do seu braço. Da mesma forma o “ferreiro” (Heb. diante do tribunal do juízo de Deus). E eles são a fonte das idéias para os deuses que fazem. p a ra f i c a r em casa. e aplaina com o cepilho. como eles podem fazer um Deus real? O tempo virá quando serão ajuntados (quer dizer. “um artífice de ferro”) o faz. a estende na forma de um homem. e desfalece. e f a z o seu d eu s à sem elh an ça de u m hom em . Quão diferente do Senhor que nunca se cansa ou se fatiga e que de fato pode renovar a nossa força (Is 40. Os versículos seguintes estão cheio de tremenda sátira mostrando a tolice da idolatria.

u m a im agem de escu ltu ra . como o tnais bonito da espécie humana —não para reger o universo.faz o melhor que pode para fazer isto semelhante à beleza ou glória da raça humana. p la n ta u m olm eiro. a ssa -a e fa r t a .s e . quanto menos esta casa que tenho edificado” (2 Cr 6. Isaías olha com ironia para a origem da madeira para fazer o ído­ lo. Antçs disso. fa b r ic a u m a im agem de escu ltu ra e ajoelha d ia n te dela.18). M as do mesmo tron­ co. do rest0f a z u m deus. porqua nto tu és o m eu deus. a jo elh a -se dia n te dei\ e Se inclina. A primeira razão para cortar as árvores naqueles dias era prover combustível para aquecimento e para cozinhar. e a O ch u va o f a z crescer. ou seja. e a chuva o faz crescer. 14 T om ou p a ra si ced ros) ou tom a u m cipreste. e lhe d irige a su a oração. ele permite que algumas cres­ çam porque elas estão em uma floresta. Como Salomão disse a respeito de Deus: “Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter. Ou ele pode plantar perto um olmeiro para si mesmo. O madeireiro os corta para si próprio. bayith. ele faz o . com isso. um pagão faz um deus. “casa”). tam héni f a z u m deus e se p ro stra dia n te dele. 17E ntão. serv irã o ao hom em p a ra q u eim ar. não se importando sobre que tipos de árvores são elas. e então “do resto” (não uma parte especial). Ele usa uma metade para cozinhar e se esquentar. c^m a ou tra m eta d e co m e ca rn e. ou u m ca rva lh o e esfo r ça -se con tra as ái~V res do bosque. 15 Então. mas aper\as para ficar em um santuário na casa (Heb. se aquenta e coze o p ã o. urna imagem de escultura. j á m e aquentei. j á v i o fo g o .9 Que contraste em relação ao verdadeiro Deus que está presente em todos lugares. Ele corta o tronco no mei0. e diz: L ivra-m e. As árvores que são cortadas não são cortadas para serem deuses. tam bém se aquenta e diz: O ra. 16 M etade queim a. e “ajoelha di­ ante dela”.

Que tolice! 18 N ada sabem . e o coração. Os adoradores de ídolo não conhecem nem discernem a verdade. p a ra qu e não vejam . lhe faz orações e pede-lhe que o livre (ou salve). . nem en ten d em . loyashiv ‘el libbo. n em dizer: N ão há u m a m en tira na m in h a m ã o d ireita ? Parte do tronco se torna cinzas à m edida que o idólatra cozinha e se aquece. ele está tentando se nutrir espiritualmente em pouco mais que cinzas. p a ra qu e não en ten d a m . Parte se torna um ídolo. O seu “coração enganado” (Heb. e coz i p ã o sobre as su a s brasas. p o rq u e se lhe u n ta ra m os olhos. o seu cora çã o en ga n ad o o desviou . todo o deus que o pobre sujeito tem. nem sabe o bastante para dizer ao ídolo que está na sua “mão direita” (do qual ele depende) que é falso. Eles se tornaram como os seus ídolos. Ele vê o fogo e exclama sobre o seu calor. de modo que eles não têm suficiente conhecimento ou discernimento para fazer as perguntas certas a respeito da utilização do mesmo tronco para o fogo tanto quanto para a adoração. Ele não pode se livrar da adoração de um ído­ lo. Ele está enganado. e a co m i. O contraste nem mesmo lhes ocorre. e fa r ia eu do resto u m a a b om in a çã o? A jo elh a r-m e-ia eu ao qu e sa iu du m a á rv o re? ^ O resultado é que nenhum dos adoradores de ídolos pára para pensar ou “toma isto a peito” (Heb. de modo que os seus olhos e as suas mentes estão cerrados. Então ele adora a parte que salvou do fogo. enquanto adora o ídolo. e j á não têm con h ecim en to n em en ten d im en to p a ra diz er: M eta d e queim ei. Deus untou os seus olhos e os seus corações. inclui a mente) o desvia. e assei sob re ela s carne. de m a n eira q u e não p o d e liv r a r a su a alm a. 20 A p a scen ta -se de cinz a. “isto não retorna ao seu coração”). pois isto é o seu deus. 19 E n en h u m deles tom a isto a peito. Assim.seu ídolo.

21— 28 21 L em b ra -te dessas co isa s. to r n a -te p a ra m im . m on tes. Deus formou a Israel. tam bém vós. Ele os resgatou do Egito. A RA . co m o a n u v em . ex u lta i vós. ó J a có . A chamada de Deus é para eles voltarem a Ele. Ele pagou o preço que eles não poderiam pagar. vós. I s r a e lp o r q u a n t o és m eu serv o . e g l o r f i c o u . Ele os formou desde o seu princípio. do nascimento deles como uma nação. por causa do que o Senhor tem feito. em sua superfície onde as montanhas e árvores estão)10 exultarem em triunfo. Deus lhes assegura que eles ainda são os seus ser­ vos. tu.25 a. p o rq u e o S en h or f e z isso. A chamada é para os céus bra­ darem com alegria e “as partes mais baixas da terra” ( “profundezas da terra”. Deixe os montes se abrirem com um retumbante grito de alegria e a floresta com cada árvore individualm ente. 22 D esfa ço as tu a s tra n sgressões co m o a névoa. p o rq u e o SENHOR rem iu a Ja có . porque Ele os resgatou. não m e esq u e­ ce r ei de ti. Deus tinha livrado Jerusalém de Senaqueribe. m eu serv o és.21-45. Até mesmo antes deles se arrependerem. as p a rtes m a is baix as da terra. e os teu s pecados. e Ele não os esquecerá. Israel não formou a Deus. Deus assegura a Israel que Ele desfez as suas transgressões “como a névoa” e os seus pecados “como a nuvem” (ou “uma massa de nuvens”). 23 C a n ta i alegres.s e em Israel. ou seja. ó I sra el. retu m b a i com jú b ilo . porque o SeN H O R não só resgatou. e Ele os está cortejando para Si. ó céus. eu te f o r m e i . p o rq u e eu te rem i. e. Jerusalém Será H abitada 44 . . DEUS IRÁ REDIMIR E RESTAURAR ISRAEL 44. M as Ele promete uma maior libertação e restauração. o preço está pago.7. vós. mas m ostrará a sua glória abertamente “em Is ra e l" . bosques e todas as á rv o res em vós.

teu R edentor. Ele. M as a glória será manifesta em e através do Israel nacional quan­ do Jesus retornar e estabelecer o seu reino milenial. Ele faz de bobos ( “enlouqueço os. qu em d iz a J eru sa lém : T u será s habitada. Ele faz “tornar atrás os sábios”. 26 so u eu q u em co n firm a a p a la vra do seu serv o e cu m p re o con selho d os seu s m en sa geiros. Ele não só formou a nação de Israel.O necessário cumprimento. qu e f a ç o to rn a r a trás os sábios e tra n sto rn o a ciên cia deles. Deus declara novamente quem Ele é e quais são os seus propósitos.. envolvia Cristo manifestando abertamente a glória do Pai.17). fazendo da sabedoria deles um escárnio. espraiando a terra. Arqueólogos acharam milhares de mensagens dos homens sábios e adivinhos da Assíria e da Babilônia que contam para os seus reis coisas boas.”) os que fazem predições lançando sorte. q u e esten d o os céu s e espra io a terra p o r m im m esm o. . e eu leva n ta rei as su a s ru ín a s.. Ele desfaz “os sinais” dos falsos profetas pagãos e dos adivinhos (fanfarrões que se jactam a respeito dos milagres que eles podem efetuar).1 4. A glória também corresponde ao tema principal de “céus novos e nova terra” (veja Is 65. 24 A ssim d iz o S enhor . é Redentor e Criador. e que te f o r m o u desde o ven tre: Eu so u o Senhor qu e f a ç o todas as coisas. Como um clímax para este capítulo. Ele é o Parente-Redentor de Israel. Ele é o Criador de tudo: estendendo os céus. prometendo vitória.22 —a criação envolvida no processo de restauração. durante a sua vida sobre a terra (Jo I. o eterno. claro. Este é o mesmo conceito que está expresso em Romanos 8. Só Ele fez isto. mas nenhuma que prediz o juízo que Deus fez cair sobre eles. 25 q u e desfa ço os sin a is dos in v en to res de m en tira s e en lou q u eço os a d ivin h os. e às cida des de J u d á : S ereis r eed fica d a s. 18).

1— 13 1 A ssim d iz o SENHOR ao seu un gid o>a C iro. dizendo tam bém a J eru sa lém : S ê ed ijica d a . levantadas. as cidades de Judá arruinadas por Senaqueribe serão reconstruídas. Deus tem confirmado e levado a cabo “a palavra do seu servo” (genérico. p a ra ab ater as n a ções d ia n te de s u a ja c e .4). 27 q u em d iz à p ro fu n d ez a : S eca-te. e eu seca rei os teu s rios.2. Ele cumprirá tudo o que apraz a Deus. e ainda tem. e ele dirá a palavra para Jerusalém ser reconstruída e a fundação do templo ser posta. para um futuro distante. Jerusalém teve. Até agora. su a m ão direita.12Isto foi logo em seguida a Ciro ter conquistado Babilônia em 539 a.C. eu solta rei os lom bos dos reis. Isto aponta à frente. 2S qu em diz de C iro : É m eu p a sto r e cu m p rirá tudo o qu e m e apraz. Deus fala a Ciro. a qu em tom o p ela .Em contraste. Ele secará os rios diante de Israel quando este novo êxodo acontecer (esta imagem faz parte do tema principal do Exodo). os ungidos de . e trouxe a cumprimento “o conselho dos seus mensageiros”. deixando-nos saber que todas as suas grandes vitórias eram realmente as vitórias de Deus. Deus secou a “profundeza” das águas para Israel cruzar o mar Vermelho. e as p o rta s não se fech a rã o . Houve um cumprimen­ to ulterior no retorno do exílio babilônico. e foi cumprido exata­ mente (2 Cr 36. um lugar importante no plano de Deus. b. Ed 1. 6. O historiador judeu Josefo disse que esta passagem foi mostrada a Ciro e o encorajou para que ele fizesse os seus decretos para mandar de volta os judeus para que reconstruíssem o templo deles. p a ra a b rir d ia n te dele as p orta s. Deus Usará Ciro para Restaurar Israel 45. O Deus que libertou Israel do Egito chama a Ciro11 de “meu pastor”. os profetas).3. e ao tem plo: F u n d a -te.23. As profecias predizem que Jerusa­ lém continuará sendo habitada.3.

Deus pelo seu Espírito Santo o tinha reservado. lugares difíceis e outras barreiras se tornariam fáceis e mesmo portas de bronze e fer­ rolhos de ferro não poderiam impedir o progresso dele. abrindo portas e portões diante dele. Isaías seguramen­ te teria sabido sobre o costume e a história. Senaqueribe fez isto a M ushezibk-M arduque. Agora Deus chama um rei pagão politeísta de seu “ungido” (Heb. A tradição judaica diz que Daniel levou esta profecia e a mostrou para Ciro. reis. p a ra q u e p o ssa s sa b er q u e eu so u o S e n h o r . Deus o tomaria pela sua “mão direita. o rei rebelde da Babilônia. “messias”).Deus incluíam sacerdotes. profetas e patriarcas (veja SI 105. com ramos de palm eira. meshiach.14 3 L te d a r e i o s t e s o u r o s d a s e s c u r i d a d e s e a s r i q u e z a s e n c o b e r t a s . . Os povos que Ciro conquistasse não poderiam esconder dele os seus tesouros. completa.1 3 “Soltarei os lombos dos reis” significava despojar os reis da sua armadura. Deus usou os habitantes da Babilônia para escancarar os portões para o exército de Ciro. 2 L u i r e i a d i a n t e d e ti.22. q u e te c h a m a p e l o t e u n o m e .2— 4. Para habilitar Ciro a fazer isto. e o estaria dirigindo para trazer libertação e restauração para Israel.10— 15). Deus queria que Ciro soubesse que Ele é “o S en h or . Era uma demonstração pública que significava tirar dos reis o poder que eles tinham. o Deus de Israel”. e conceder a Ciro uma entrada triunfal.C . Embora Ciro não soubesse disto. que o chamou com antecedência “pelo nome”. O antigo historiador grego Heródoto disse que os portões da Babilônia eram feitos de bronze. o que era um costume assírio. e e n d i r e i t a r e i o s c a m i n h o s t o r t o s . o D e u s d e I s r a e l. para abater as nações”. Porque Deus iria pessoalmente “diante” de Ciro.23 e Esdras 1. e isto encorajou Ciro a fazer as proclamações encontradas em 2 Crônicas 36. em 539 a. q u e b r a ­ r e i a s p o r t a s d e b r o n z e e d e s p e d a ç a r e i o s f e r r o l h o s d e fe r r o .

m ) por outro. saúde. Ela é usada algumas vezes a respeito do m al moral.t e o teu s o b r e n o m e . o S e n h o r . eu f a ç o a p a z e c r io o m a l.4 P o r a m o r d e m e u s e r v o J a c ó e d e I s r a e l'. Ele traz juízo. por um lado. Porque Deus escolheu Is­ rael e fez de Israel o seu servo. integridade. M arduque. harmonia. Como um politeísta. eu . créditos pela sua vitó ria.. O palavra hebraica ra é uma palavra ’ geral incluindo calamidade e qualquer coisa desagradável ou indese­ jável. na verdade.16 M as foi Deus quem verdadeiram ente o com issionou. Ele iria chamar pessoalm ente a Ciro e o nom earia como seu ungido. e n ã o h á o u tr o .I5Ele não conhecia o único Deus verdadeiro antes de en trar em B ab ilô n ia. a i n d a q u e t u m e n ã o c o n h e ç a s . e u a ti te c h a m a r e i p e lo teu n o m e . e “paz” (Heb. . incluindo bem-estar. e u te c i n g ir e i . O contraste aqui é entre “luz” e “trevas”. m e u e le it o . a itid a q u e n ã o m e co n h ecesses. f o r a d e m i m . p u s . bên­ ção. f a ç o t o d a s e s s a s c o is a s . mas Deus nunca é o criador do mal moral. 5E u s o u o SENHOR. O oriente ou “nascente do sol” e o ocidente ou “o poente” ainda precisam saber disto. Como um Deus santo. ' E u f o r m o a lu z e c r io a s tr e v a s . no entanto. escolhido para cum prir o seu propósito para com Israel. n ã o h á d e u s . o juízo que Ele envia pode ser severo. e n ã o h á o u t r o . “e não há outro”. deu ao deus babilônico. até mesmo cala­ mitoso. realização e prosperidade. 6 P a r a q u e s e s a ib a d e sd e o n a sce n te d o s o l e d esd e o p o e n t e q u e fo r a d e m im n ã o h á o u t r o . O propósito de Deus em chamar Ciro e restabelecer Israel era trazer reconhecimento universal de que só Ele é Deus. especialmente prosperidade espiritu­ al) e “m al” (Heb. Ele. Ciro falou aos babilônios que os deuses deles o tinham escolhido para lib ertá-lo s do mau governo de N abom do e Belsazar. shalom . e u s o u o S e n h o r .

C. s D estila i vós. desafiando o seu direito de fazer conforme Ele quer. mas salvação. 10 A i da q u ele qu e d iz ao p a i: Q u e é o que g e r a s ? E à m u lh er: Q u e dá s tu à lu z ? O mesmo princípio se aplica a qualquer um que venha a questio­ nar um homem ou uma mulher sobre os filhos que eles pretendem .. ou se ele tem as “mãos” (i. Zoroastro afirmava que um deus bom con­ trolava o bem e o espírito. céus.. o Messias. a b ra -se a terra. eu. as criei. Tampouco o barro tem o direito de desafiá-lo ou questioná-lo con­ cernente ao que ele pretende fazer. d irá o barro ao qu e o f o r m o u : Q u e fa z e s ? O u a tua obra: N ão ten s m ã o s? O “ai” é dirigido a israelitas que questionavam os caminhos de Deus. o SENHOR. porque só Ele cria. Cacos de cerâmica quebrada no chão não têm nenhum direito de desafiar o oleiro pelo que ele fez. de forma que juntos eles podem fazer a salvação e a justiça frutifica­ rem. Este versículo não deixa nenhum espaço para qualquer semelhante dualismo.Também deveria ser observado que no sexto século a. e a ju s tiç a fr u t ifiq u e ju n ta m en te. enquanto um deus perverso controlava o mal e os elementos materiais —como também criou o universo físico enquanto o deus bom não estava olhando.e. Zoroastro (Zaratustra) começou a ensinar uma religião dualística. Deus está determinado a realizar isto do seu próprio modo. caco en tre ou tros ca cos de b a rro ! P orven tu ra . O que Deus deseja não é trazer juízo. e p r o d u z a -se salvação. dessas alturas. e as n u v en s ch ovam ju s tiça . Isto antecipa o que Isaías diz sobre o novo modo de vida que é o resultado da obra do Servo Sofredor. 9 Ai da q u ele qu e co n ten d e co m o seu C riador. Isto pode referir-se especificamente à desaprovação deles de Deus escolher usar um gentio como Ciro para libertá-los. o talento ou a habilidade) para fazê-lo. Ele chama os céus para choverem “justiça” e para a terra se abrir para receber isto. ou logo após o tempo de Ciro.

Deus tem demonstrado a sua habilidade e compe­ tência pela sua obra na criação da terra.2 2 ) e Ele é o Pai. eu o f i z . as m in h as m ã os esten d era m os céu s e a todos os seu s ex ército s dei as m in h as ordens. Agora o SE N H O R aplica o principio acima a Israel. Estas significam que Israel não tem nenhum direito de questionar os propósitos de Deus com respeito aos eventos por vir. porque Ele já tem demonstrado que é um Pai amoroso e um Oleiro hábil. d iz o SENHOR dos E xércitos. Perguntar para Deus uma tal pergunta é certamente impróprio. 13 Eu o despertei em ju s tiça e todos os seu s ca m in h os en direita rei. ele-ed ifica rá a m in h a cid a d e e so lta rá os m eu s cativos n ã o p o r p r eço nem p o r p resen tes. e dos céus com todos os seus exércitos (de estrelas) que estão lá por causa da sua ordem. Deus é o que “formou” a Israel. ( “Que é o que geras?” também poderia ser traduzido: “Que direi­ to tu tens para procriar filhos?”) 17 Algumas perguntas são imprópri­ as. assim. Os convites para questio­ nar e dar ordens (veja A R A ) são claramente irônicos. em lugar de declarações. Isto não significa que eles precisam ter medo. . em muitas ver­ sões contemporâneas. do ser humano. Eles estão seguros em suas mãos. inclusive a ARA. o S anto de Israel. estes aparecem como perguntas. 12 E u f i z a terra e cr iei nela o hom em . Nós devemos submissão a Ele por direito de sua criação. Nem eles têm o direito para comandá-lo ou dar ordens a Ele com respeito à sua obra.ter. N a realidade. porque eles são o barro e Ele é o Oleiro divino. Os que dizem isto não têm nenhuma confiança ou fé em Deus. d em a n d a i-m e a cerca de m eu s f i lh o s e acerca da obra das m in h as m ãos. O uso. porque eles são os filhos (Êx 4 . Ele é o Oleiro de Israel. 11 A ssim d iz o S enhor . da palavra “criei” enfatiza a singularidade da sua criação dos seres humanos. aq uele qu e o f o r m o u : P erg u n ta i-m e as co isa s f u t u r a s . aqui.

se p a ssa rã o p a ra ti e serã o teu s. Os sabeus eram o povo do que é agora o Iêmen. o Salvador.ã o as su a s sú plicas. e n en h u m o u tro d eu s há m ais. c. O restante deste capítulo continua por declarar algo muito maior que a libertação da Babilônia.t e . dizendo: D ev era s D eu s está em ti. As cadeias ou “grilhões” destes povos são cadeias com as quais eles se vestiram. se submetendo ao SENHOR. Eles eram conhecidos como um grande povo de comércio. trazendo as suas riquezas com eles. A Etiópia (Cuxe) é agora o que é chamado o Sudão. tu és o D eu s qu e te ocultas. Deus será aquEle que o dirigirá de forma que ele se tornará o construtor de Jerusalém. Como resultado da obra de restaura­ ção de Deus. ao mesmo tempo. J a r . os seus planos ainda são um mistério a esses que não deixam o Espírito revelar a Si próprio a eles pela Palavra escrita. Mesmo assim. até mes­ mo comércio com a índia. ativo em um relacionamento com eles. 15 V erdadeiramente. e libertará o povo de Israel para voltar à sua própria terra. comentando que no passado Ele tinha estado escon­ dido deles. o D eu s de Israel. Porque Deus moverá sobre Ciro. ninguém precisará resgatá-los. Como indica o contexto. Ele tinha se escondido em Israel. de modo que os gentios não o conheceram. os bens e os povos de nações que outrora eram inimigos virão para Israel —reconhecendo que Deus está entre eles e que “não há outro que seja Deus” (A R A ). e os sabeus. irã o a trás de ti. e o co m ércio dos etíopes. a Bíblia . Deus Salvará Israel 45.Este mesmo Deus poderoso provará o seu poder levantando Ciro de um modo correto e endireitando todos os caminhos dele. Aqueles que vêm das nações gentias reconhecerão o Deus de Israel como o Salvador. v irã o em g rilh õ es e d ia n te de ti se p ro stra rã o . indicando que eles vêm de boa vontade.14— 25 14 A ssim d iz o SENHOR: O trabalho do Egito. Ele estava se revelando a Israel. h om en s de alta estatura.

C. indicando humilhação. que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes. Essa expressão “não há outro” serve de aviso aos idólatras. e eles18 ja­ mais serão “envergonhados nem confundidos”. (Isto corresponde à época de Isaías. não aos tempos posteriores. o S enhor tem uma “eterna salvação” para Israel.. não a cr io u vazia. 17M as Isra el é sa lvo p elo SENHOR. com u m a etern a sa lvação. 17) é o fato de que Deus é o Criador dos céus e da terra. e disse: Graças te dou. . uma vez que eles adentrem para essa salvação. e as revelaste às criancinhas.19 Ele não mudou o seu propósito original. e não há outro.) Em con­ traste. que f a l o a ju s tiç a e a n u n cio co isa s retas.20 Ele não pretende destruir todas as pessoas sobre a terra. Z P orque assim d iz o SENHOR que tem cria d o os céus. Lucas 10. assim é. “mas a formou para que fosse habitada”. “Os que fabricam imagens” serão envergonhados e ficarão con­ fundidos. E Ele não os criou para o vazio. n em co n fu n d id o s em todas as etern idades. A garantia dessa “eterna salvação” (v. o D eu s  q u e f o r m o u a terra e a fe z . 16 E n v erg o n h a r-se-ã o e tam bém se co n fu n d ir ã o todos. p elo qu e não sereis en vergon h a dos. n em em lu ga r a lgu m escu ro da terra.(cf. que no final das contas estarão sem um deus quando o S enhor fizer essas coisas acontecer. onde está escrito que “Naquela mesma hora se ale­ grou Jesus no Espírito Santo. m a s a f o r m o u p a ra qu e f o s s e habitada: Eu so u o S enhor . eu so u o SENHOR. ó Pai. porque assim te aprouve”). ca irã o ju n ta m en te na a fro n ta os qu e fa b r ic a m im agens. Também Ele não permitirá que os homens ímpios e cruéis o façam.21. ó Pai. aproximadamente 700 a. 19 N ão f a l e i em segredo. não disse à d escen d ên cia de J a có : B u s ca i-m e em vão. porque só Ele é Deus. Ele restabelecerá a sua criação e sempre terá um povo que o amará e o servirá. ele a estabeleceu. Senhor do céu e da terra. Não há ninguém mais que seja merecedor de adoração.

o a n u n ­ cio u ? P orven tu ra . desde então. . 21 A n unciai. e tom a i con selh o todos ju n to s . O propósito de Deus sempre foi que Israel evangelizasse outras nações. D eu s ju s t o e S alvador. não há f o r a de m im . Ele é justo e. digno de confiança. o S enhor ? E não há o u tro D eu s sen ã o eu . e ch ega i-vos. Eles devem ad­ m itir que somente Deus declarou os seus eternos propósitos de salvação “desde a antigüidade”. Ele nunca falou para os descendentes de Jacó que o buscassem “em vão” (no vazio ou sem sentido). f e i t a s de m ad eira. Alguns consideram que os fugitivos são israelitas saindo das nações. saindo a proclamar em seu nome.2 1 .2 2 ). qu em f e z o u v ir isso desde a a n tigü id a d e? Q u em . Ele sempre concebeu a sua palavra para ser clara: em contraste com os oráculos pagãos. não sou eu. e reconhecem que os gentios que carregam imagens de escultura são ignorantes e “nada sabem” a respeito do que estão fazendo. Com ironia. o que Deus diz vem da sua justiça e sempre está certo. os falsos profetas e as predições de astrólogos e outros aficionados no ocultismo. Deus novamente desafia os adoradores de ídolos a tomarem “conselho todos juntos” (veja 4 1 . ch ega i-v o s ju n to s . refugiados] que escaparam “das nações”. A convocação é para todos os fugitivos [os foragidos. 20 C o n g reg a i-v o s e vin d e. O mundo não tem nenhuma outra esperança. Só Ele é o Salvador. e rogam a u m d eu s que não p o d e salvar. v ó s q u e escapastes das na ções. outros os tomam como sendo gentios. Eles percebem que têm orado a um deus que por sua própria natureza “não pode salvar”. portanto. para se congregarem e chegarem para perto do SE N H O R . Alguns aplicam isto às nações que entram no M ilênio: Eles se afastaram de seus ídolos para buscarem ao S E N H O R .Deus tem confirmado abertamente o seu propósito. n a da sabem os qu e co n d u z em em p ro cissã o as su as im a gen s de escu ltu ra .

Agora Deus revela que a sua salvação não é só para Israel.28. 24 D e m im se dirá: D ev era s no Senhor há ju s tiç a e f o r ç a . um Deus em quem nós podemos confiar. mas para “os termos da terra”. cf.21 Fp 2 . todos os term o s da terra.16). Em contraste. 65. vós. Como um sinal evidente de submissão e obediên­ cia. 23 P o r m im m esm o ten ho ju r a d o . Deus fez este mesmo tipo de juramento para confirmar a sua pro­ messa a Abraão (Gn 2 2 . e por mim jurará toda a língua”. pois Ele é acessível.1 1). m a s serã o en vergon h a d os todos os qu e se irrita rem con tra ele.27. Essa palavra é uma palavra justa de um Deus verdadeiramente justo. Nós nos levantamos na sua justiça. Ele revelou o seu propósito a Abraão para abençoar todas as famílias (nações) da terra (Gn 12.1 0 . e n ã o há outro.3. nós temos um novo e vivo (ressuscitado) Caminho.1 1. um Deus fiel.9). S I 22. M uitos no mundo ainda estão olhando na direção errada. todos os que estão irritados contra Deus (porque adoram ídolos ou desejam apenas coi­ sas materiais) “até ele virão. Só no SE N H O R está a verdadeira justiça e a força para viver por ela. O Novo Testamento deixa claro que a promessa vem através de Jesus e envolve reconhecê-lo como Senhor (R m 1 4 . Todos precisam se voltar para o S E N H O R e ser salvos. p o rq u e eu so u D eu s.1 0 . mas serão envergonhados”. e p o r m im ju r a r á toda a língua.18. Isto pode significar que eles se arrependerão ou pelo menos terão oportunida­ de para se arrepender. .5).19— 2 ). a té ele virão. sa iu da m in h a boca a p a la vra de ju s tiça e não to rn a rá atrás: qu e d ia n te de m im se dobrará todo o joelh o. Nós podemos entrar na sua presença. 2 não na nossa própria (c f Fp 3. nosso Senhor Jesus (H b 10. Isto nunca mudou. Só Ele é a nossa fonte. 18. isto irá realizar o seu propósito: “Diante de mim se dobrará todo o joelho.22 O lh a i p a ra m im e sereis salvos.

Como Deus vai usar Ciro? 11.25 M a s n o SENHOR s e r á j u s t i f i c a d a e s e g l o r i a r á t o d a a d e s c e n . Deus promete estar individual e pessoal­ mente com eles. CITAÇÕES 1 Veja Gênesis 3 2 . Q U ESTÕ ES DE ESTU D O Que garantia Deus dá para Israel e por quê? Em que sentido Deus faz Israel sua testemunha? O que Deus fará para pôr em execução um êxodo da Babilônia? Que evidência há para um êxodo da Babilônia nos dias de Isaías? Por que era necessário para Deus julgar a Israel? O que mostra que Deus não tinha mudado o seu plano para Israel. Como Isaías contrasta o verdadeiro Deus com os ídolos no capí­ tulo 44? 9.d ê n cia d e I sr a el. 6. o “Deus conosco”. Como Deus mostrará a sua glória em Israel? 10. O que Deus diz a respeito de Si mesmo no capítulo 45? 13. 2. Ele é o Emanuel. M as a “descendência de Israel” não irá recuar horrorizada em vergonha. . O que Deus vai fazer por Ciro e por quê? 12. apesar dos fracassos deles? 7.26). 4. enquanto cumprindo o seu destino (cf. Rm 1 1. 3. tratados como justos e louvarão a Deus e se gloriarão no S E N H O R . o nome significa “ele lutou com D eus” ou 32 “Deus luta” ou “Deus governa”. 5. 3 5 . vindicados. Eles serão justificados. Qual será o resultado do derramamento do Espírito de Deus? 8. Por que alguns israelitas questionaram Deus.2 2 — . e qual foi a sua res­ posta a eles? 1.1 0 . 2 O sujeito oculto “tu ” é singular.

315. . 7 H. H ubbard. A. 14 Joseph A. Exposition o f Isaiah (G rand Rapids: Baker Book House. B. E f 4. uma frase poética contrastando terra com céu. 2 vols. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 2a.2. 1 9 3 9 ). 2:10 5. 2 8 2 -8 3 . Contudo. (C hicago: U niversity o f Chicago Press.3 Alguns sugerem que este versículo se refere à expulsão de M erodaque-Baladã por Senaqueribe em 7 0 0 a.. McKenna.C. Escócia: T & T Clark. 13 John E.2 ). ed. 10 A expressão hebraica tachtiyyoth ‘erets. 12 Josefo. 4 0 ss”. pág. “Isaiah: Background”. “Book o f Isaiah”. Leopold. Veja introdução. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. em I (1 8 7 5 reimpressão.17 . Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. M as ele também diz que “o argumento p ara a autoria m últipla a p artir da menção de Ciro não está com pletam ente com pelindo”. 17. C. and FredericW .. acreditam que o nome de Ciro indica um a data exílica para os caps. Eerdmans. 1 9 7 1). 8 A N V I e outras versões interpretam o versículo relativo a fazer um ídolo de m etal em lugar de um machado. Alexander. 5 Benjamin R . 2 :1 7 8 . a palavra “íd o lo ” não está no hebraico e a ironia parece ser a respeito de “ferramentas rudes e trabalhadores fracos” como “a fonte da qual o ídolo provém”. W ordsworth. Cf. no.9 onde Jesus desceu às mais baixas partes da terra para nascer de um a virgem. m ostra que alguns “teístas m inucio­ sos. “T h e A dded Years o f H ezekiah s Life”. Downer. 4 1 . Leupold. 1 9 7 5 ). 4 Oswald T. Bibliotheca Sacra 80. 11 Isaías agora especificam ente nom eia C iro (cf. M as os pagãos também m antinham ídolos em suas casas. Cf. em Wyclijfe Bible Encydopedía (C hicago: M o o dy Press. David A. En Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (Edim burgo. Bush. 9 U m tem plo ou santuário era freqüentemente cham ado a “casa” de um deus. em OldTestament Survey. “mais baixas partes da terra”. D aniel D avid Luckenbill.1 0 ). 19 96 ). 1 9 2 6 -2 7 ). 3 1 9 (julho de 19 2 3 ): 38 6. 2 vols. 6 Isto foi feito a Jericó porque os seus habitantes eram maus: todos menos R aabe rejeitaram totalm ente a Deus. veja também Js 2 . A llis. A A R A indica fazer o machado e form ar o ídolo. LaSor. 1:857. W illiam S. 19 75 ). ed. 2 :1 0 6 . (G rand R apids: W m . W. 2:1 5 2 . m uito em bora eles soubessem o que Ele tinha feito libertando Israel e lhe dando vitórias (Js 6. Antiquities 11. 1. Exposition o f Isaiah.

: pronunciou [seu] nom e) para ser o governador de todo o m undo”. Servant Tbeology (G rand R apids: W m . ed. 315. em Teologia Sistemática. por causa de (o fato de que) os santuários de todas as suas instalações estavam em ruínas e os habitantes da Sum éria e A cádia tinham se tornado como m ortos (vivos). 19 69 ).22 I. em vez de os despedaçar como Senaqueribe o fez. Isaías agora retorna para os seus próprios dias. 1 7 ) sido salvo. Knight. ‘sua’ ira [abatida] e ele teve m isericórdia (deles). Ancient Near Eastern Texts. os seu s íd olos são p ostos sob re os a n im ais. ed. 2 2 8 -2 3 0 . ed. RJ: CPAD. (E ntão) ele pronunciou o nome de Ciro. ed. Pritchard. o declarou (lit. 21 Paulo faz a citação aqui a partir da versão Septuaginta. Ciro honrou e adorou os deuses da Babilônia. procurando um governante justo para conduzi-lo (i.1-48. Bel era o principal deus da . é plural e se refere a todo indivíduo israelita que tem 19 A dão foi o prim eiro homem ( I Co 15 . (Princeton: Princeton U niversity Press. 19 8 4 ). 316. B. Pritchard. as ca rga s d os vossos fa r d o s são ca n seira pa ra as bestas j á cansadas.. retrocedeu (o seu) semblante. Eerdmans. F. 93. Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament.4 5). 20 T im othy M unyon... O SENHOR É SUPERIOR ÀS DEIDADES DA BABILÔNIA 46. 3a. “A Criação do Universo e da H um anidade”. rev. 18 “V ó s” (o culto ) (v. D. 17 George A. rei de Anshan. H orton. 1996).e. M arduque) (n a procissão anual).I-I3 1 J á abatido está B e lN e b o j á se en eu rv o u .1Ciro não está mais em pers­ pectiva. Stanley M . A terra não era habitada antes desse tempo. sob re as bestas. (R io de Janeiro. A Queda da Babilônia 46.15 James B. para o tempo quando Senaqueribe destruiu Babilônia. Ele esquadrinhou e olhou (p o r) todos os países. 16 Os registros de Ciro declaram : “M arduque.

2 Mesmo assim. Em 691 a.Babilônia. sem qualquer referência a nenhum outro deus. como pagamento pela ajuda contra este. eles abriram os tesouros do grande Templo Esagila e enviaram para o Elão o ouro.4Isto despertou Senaqueribe contra os sacerdotes e ele decidiu livrar-se do problema destruindo comple­ tamente a cidade e seus templos. onde permaneceram até que Esar-Hadom subiu ao trono. porém. porque queria destruir o poder do sacerdócio babilônico. da sabedoria. foi restabelecer a prosperidade da Babilônia. ele encorajou os seus soldados a levarem os deuses dos templos e esmagá-los. especialmente Senaqueribe.C. e problemas internos manti­ veram o seu exército na sua terra. Nebo (ou Nabu. depois que ele tinha se estabelecido no trono da Assíria. os sacerdotes da Babilônia controlaram a cidade e causaram dificuldade para os assírios. Asur. Ao final de novembro. Então. as máquinas assírias de cerco penetraram as defesas da Babilônia. Freqüentemente os reis assírios usavam frases tais como “com a ajuda de Bel e Nebo” ou “possa Bel e Nebo abençoar a meu Senhor”.. Só as imagens dos grandes deuses da Babilônia. Os seus registros decla- . quando o rei elamita estava inválido pela paralisia.3 Os elamitas e outros aplicaram a Senaqueribe a sua primeira derrota. BelMarduque e Nebo. escaparam. As cartas estatais da Assíria fazem menção de Bel (normalmente comparado com Marduque. da aprendizagem e da astronomia. O exército de Senaqueribe encheu impiedosamente as praças públicas de cadáveres e demoliu a cidade. A estes Senaqueribe levou para a Assíria. exatamente como se eles fossem os deuses principais da Assíria. Babilônia. era muito importante para ser esquecida e dei­ xada em sua condição arruinada. a prata e as jóias de Bel-Marduque. como confirma uma inscrição de Esar-Hadom. também chamado Merodaque) e Nebo (N abu) mais freqüentemente que o seu próprio deus.5 A oportunidade de Senaqueribe veio dois anos depois. A primeira grande preocupação de Esar-Hadom. o filho de Bel) era o deus da produção literária.

32.12. eu vos carreguei —desde o tempo em que nascestes —e eu os levarei enquanto viverem” (cf. quando os seus adoradores entraram em dificuldade. e se encolheram diante dos assírios. mas Ele também os salvará —algo que os deuses ídolos não poderiam fazer sequer por si próprios. SI 28.7 2J u n ta m en te se en cu rv a ra m e se abateram . Ele até diz a eles: “V ós nunca tivestes que me carregar. a grande ima­ gem de Bel não foi destruída até o tempo de Xerxes.ram: “Ele conciliou a população daquela região por restabelecer à sua posição anterior os humilhados deuses da Babilônia.3 1. Assim.9). e eu v o s levarei. incapazes de se ajudarem a si próprios. Bel e Nebo não puderam se salvar ou se libertar do cativeiro.31. Deus não só levará a carga. eles foram humilhados pe­ los assírios. os levará e os sustentará. v ó s a qu em tro u x e n o s braços desde o v en tre e levei desde a m adre. em lugar de salvadores. 3 O u v i. o significado pode ser que os ídolos se curvam diante dos conquistadores assírios do mesmo modo que os adoradores se inclinam diante deles —sugerindo que os homens que conquista­ ram Babilônia eram maiores que Bel e Nebo.9. 63. Eles “se abateram”.) Os assírios então car­ regaram os deuses sobre bestas de carga cansadas.m e .”6De acordo com Heródoto. 4 £ a té à velh ice eu serei o m esm o e ain da a té às cãs eu v o s trarei. Deus ordena a Israel que o ouça enquanto Ele tira disto uma lição para eles —para o resíduo ou remanescente. ou se desmoronaram. eu o f i z . Ele ergueu a cidade real de suas perdas e ruínas. e eu v o s tra rei e vos gu a rd a rei. m a s a su a alm a en tro u em cativeiro. na realidade. os deuses da Babilônia se tornaram uma responsabilidade ou obrigação. Igualmente.11. não p u d era m livra rse da carga. Os grandes deuses da Babilônia “se encurvaram”. e fez desta o domicílio altivo de Nebo e M arduque [Bel]. (Ou. a Babilônia era lembrada em uma era posterior como uma “das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”. Dt 1. Is 40. . ou seja. ó casa de J a có e todo o resíd u o da casa de Isra el.

n em livra a lgu ém da su a tribulação. e m e com pa rareis. e a porção deixada para trás. o leva m e o p õ em no seu lu ga r. Este é feito de uma quantia generosa de ouro e prata — “da bolsa” deles. mas muitos de nós . nem livra alguém da sua tribulação”. Novamente Isaías descreve com ironia a manufatura de ídolos. como Bel ou Nebo. Deus enfatiza o que Ele tem dito sobre tal idolatria tanto quanto o que Ele está a ponto de dizer. Como o Criador do universo pode ser representado por uma imagem feita pela mão do homem?8 6 G astam o o u ro da bolsa e p esa m a p ra ta n a s balanças. eles também têm que erguê-los “sobre os ombros” para conse­ guirem levá-los ao seu templo e posicioná-los de pé em seu lugar. E não im porta como uma pessoa clame a ele. M uito embora as pessoas se inclinem diante destes em adora­ ção. deixando alguma sobra na bolsa. pesados. se reco rrem a ele.1 4 — 1 ). e ele f a z u m deus. resposta n en h u m a dá. 7 S obre os om b ros o tom am .1 6 . do seu lu ga r não se m o v e e. Ele não tem nada em comum com eles.5A qu em m e fa r e is sem elhante. 2 8 L em b ra i-vos disto e ten d e â n im o. veja 4 4 . p a ra qu e seja m os sem elh a n tes? Claramente. será posta a ou­ tros usos. o SENHOR não é de qualquer forma como quaisquer dos falsos deuses. a qual não é diferente. Hoje não fazemos ídolos de ouro e de prata. Para os rebeldes apóstatas em Israel. O ourives contratado (como o lenhador. e dia n te dele se p rostra m e se inclina m . Então ele “não se move” do lugar onde está fixado. “resposta nenhuma dá. ó p revarica dores. desta vez grandes deuses pagãos. assalaria m o ou rives. a li está.1 7 ) transform ará uma porção em um deus. uma descrição retórica sim i­ lar em 4 4 . re co n d u z i-o ao coração. e com qu em m e igualareis. Assim o “deus” é apenas uma grande quantidade de me­ tal. Como é tola a adoração de um tal ídolo! È um desperdício de ouro e prata (cf.

é Ciro. 10 que anuncio ofi m desde o princípio e. Faço chegar a minha ju stiça. que digo: o meu conselho será fir m e .9 e provavelmente se refere a Senaqueribe. e o homem do meu 1 conselho. vós que estais longe da justiça.3). não há outro semelhante a mim. Ciro não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.5 ). ou seja. propósito) “será firme”. mas Deus quer que eles escutem. O seu plano (ou conselho. desde a antigüidade. Ele fará tudo o que se propôs a fazer. Desde o princípio. retratando um conquistador cruel. 9 L em brai-vos das coisas passadas desde a antigüidade: que eu sou D eus. Aqueles que são “duros” (fortes ou poderosos) de coração. 1 que chamo a ave de rapina desde o O riente.podemos esbanjar nosso dinheiro em coisas que poderiam se tornar como deuses para nós. A descrição se ajusta melhor aos conquistadores assírios. e fa r e i toda a minha vontade. desde terras remotas.1 4). e “não há outro” que seja semelhante a Ele. teimosos nas suas mentes. eu o determ inei e também o farei. e não há outro D eus. 12 O uvi-m e. o qual era cruel e arrebentou os deuses da Babilônia nos próprios dias de Isaías.10 Os assírios eram a “vara” de Deus (1 0 . porque assim o disse. Os eventos anteriores na história de Israel mostram que só o Se­ nhor é Deus. Ele ainda é e sempre será o “Eu Sou” (Ex 3. e não estará ao longe. Isto requer um coração tenro e uma mente disposta a receber a justiça de Deus. do seu plano. A maioria dos comentaristas supõe que a “ave de rapina” ( “pássa­ ro voraz”. KJV). e a minha . Porém. as coisas que ainda não sucederam . e ele honrou os deuses da Babilônia. e assim acontecerá. ó duros de coração. será leva­ do a efeito. Deus anunciou “o fim”. R m 12. o resultado. estão “longe da justiça” (cf.

por Senaqueribe. os babilônios usaram isto como uma desculpa para des­ truir Nínive em 612 a. já não há trono. “em Sião”). pois registros antigos mostram que a destruição da cidade por Senaqueribe não foi esquecida.I -I 5 1 D esce. Assentar-se “no pó” fala de deposição e desapropriação. Esta se torna uma realidade também para nós à m edida que “todos nós. H á uma forte seme­ lh an ça en tre 4 7 . porque nunca mais serás chamada a tenra. Ele os quer restaurados à beleza e glória da sua imagem. Ele fará chegar bem próximo a sua justiça. b‘tsiyyon. ó filha dos caldeus . refletindo como um espelho a glória do Senhor. como pelo Espírito do Senhor” (2 Co 3. 2.11 Isto está cronologicamente antes do capítulo 46. mas estabelecerei em Síão a salvação e em Israel.C . e assenta-te no pó. assentate no chão.13Isto não poderia ter sido dito a respei­ to da Babilônia nos dias de Ciro. Chamar Babilônia de uma “virgem” insinua que a mesma não tinha sido destruída e não esperava ser destruída. assim eles não precisam estar longe da mesma. com cara descoberta.4 — 1 .12 H á tam b ém a m esm a 2 imprevisibilidade. Deus tornará isto fácil para eles. a minha glória.salvação não tardará. nem a delicada. Deus olha para Israel como a sua “glória”. somos transformados de glória em glória na mesma imagem. Ele pro­ mete estabelecer “em Sião a salvação” (Heb. ARC.C.18). Babilônia é chamada a “filha dos caldeus” (A R A . N a realidade. NENHUMA ESPERANÇA PARA BABILÔNIA 4 7 . Isaías retorna agora aos seus próprios dias e profere outra profe­ cia a respeito da d estru ição da B ab ilô n ia em 6 8 9 a.14 . KJV) não porque os caldeus fundaram a cidade.1 —15 e 1 4 . mas porque eles a controla­ ram durante grande parte da vida de Isaías. ó virgem filh a de Babilônia. subitaneidade e perfeição da destruição que ca­ racteriza a descrição da queda da Babilônia no capítulo 13.

obrigando a p atin h ar a qualquer um que quisesse cru­ zar o seu local ( c f 1 4 .15 D esde que a passagem é uma personificação da própria B abilônia. p o rq u e n u n ca m ais será s ch am ada sen hora de reinos. Rm 12.C. e até mesmo enviando alguns dos seus espólios capturados para ela. e v e r . Santo”) enfati­ za o poder e o interesse dEle sobre Israel. 3 A ssen ta -te silen ciosa e en tra na s trevas. 2 1 . fez desta um pântano.19). o Santo Por trás do juízo sobre a Babilônia está o Parente-Redentor de Israel. SE N H O R dos E x ércitos. descob re a tua cabeça. A vingança de Deus é justiça divina (cf. N ada assim aconteceu quando Ciro tom ou a B abilônia e fez dela um a das suas c ap itais. tom a ­ rei vin ga n ça e não f a r e i acepção de hom em algum . Os habitantes da B abilônia se to rn ariam como os m ais b ai­ xos escravos. a princípio. Ele odeia o pecado.. em d estru í-la.s e . ó f i lh a dos caldeus.. Esta trará vergonha aos babilônios. se vestindo pobrem ente.á o teu op rób rio. A tua vergon h a se descobrirá. 4 O n om e do n osso R ed en to r é o de Israel. 2 Toma a m ó e m ó i a fa r in h a . eles ainda estavam tratando a cidade da Babilônia com respeito.. Contudo.2 3 . Senhor dos Exércitos. trabalhando duro no torneam ento de mós pesa­ das.35. d escobre as p ern a s e p a ssa os rios. Ninguém será poupado. Dt 32. Em 70 0 a.1).Os assírios. e tendo que fazer coisas tais como atravessar com d ificuld ad e pelos rios ou canais da M esopotâm ia. não reduziram Babilônia a uma província. “passar os rio s” pode referir-se ao fato de que Senaqueribe. mas a reconheceram como um reino vassalo. fazendo desta uma de suas capitais. mas ama o seu povo. ela já não mais desfrutará uma vida fácil como uma princesa. descalça os p és. A referência tripla para o SENHOR ( “Redentor.. ..

como também o seu tratamento dos cativos.C.C.6).Babilônia.5.. em seu orgulho. Sua glória se tornaria em trevas. nos dias de Isaías. Seria mais provável que Ele os tratasse como aliados do inimigo. Em 700 a. A falta de misericórdia em relação aos exilados.14. Ela se divinizou como a “se­ nhora para sempre”.1 5 0 sobreviventes da sua campanha contra Judá. n em te lem braste do f i m delas. A cidade da Babilônia do livro de Apocalipse será igual a esta (veja Ap 18. 7 E dizias: E u serei sen h ora p a ra sem p re. 6 M u ito m e agastei co n tra o m eu povo. Então ele trouxe os 2 0 0 . A mão assíria sob o governo de Senaqueribe era mais pesada do que seria sob N abucodonosor. 10. um título que os babilônios deram a uma deusa. a Babilônia. Senaqueribe estava em perseguição de Merodaque-Baladã e não seria provável que ele mos­ trasse bondade aos cativos judeus na Babilônia. “Eu serei” é o hebraico ‘ehyeh. n ã o u sa ste com eles de m isericó rd ia e a té sob re os velh os fi z e s t e m u ito p esa d o o teu ju go . to rn ei p ro fa n a a m inh a h eran ça e os en tregu ei n a s tu a s m ãos. ou rainha eterna. os judeus de fato pros­ peraram. a aliança de Ezequias com Merodaque-Baladã poderia ter feito a condição dos judeus cativos até pior. Os babilônios nativos não tinham nenhum amor pelos caldeus ou pelos amigos destes. foi considerada a “senhora de rei­ nos”. quando Senaqueribe expulsou o caldeu Merodaque-Baladã. Babilônia se recusou a considerar as con­ seqüências de sua conduta imoral e corrupta. a té agora não tom aste estas coisas em teu coração. No exílio babilônico posterior. traduzido como “Eu Sou” em Exodo 3.16 N a própria Babilônia. reflete as condições em Babilônia logo após 701 a. sob o governo de Nabucodonosor. supunha que nada mais poderia mudar o seu estado exaltado. “até sobre os velhos”. mas sua destruição por Senaqueribe a deixaria silenciosa. A ira de Deus com o seu povo o fez usar os assírios como a sua vara (cf.. .7).

Sem se aperceberem disto. Isaías chama a religião da Babilônia de “maldade”. 10 Porque confiaste na tua maldade e disseste: N inguém me pode ver. isso te fez desviar. p o r causa da abun~ dância dos teus m uitos encantamentos. virão sobre ti. e disseste no teu coração: Eu sou. dia: perda de filhos e viuvez. e fora de mim não há outra. deveria ter havido um forte partido anti-Nabonido na cidade durante algum tempo. ouve isto. e fora de m im não há outra. A Babilônia prazerosa e amorosa se exaltou como se fosse um deus ou deusa. Ele não humilhou a cidade ou a envergonhou de qual­ quer forma. tanto para a Babilônia como para o resto do mundo. e não pode ser aplicado à conquista por Ciro em qual­ quer sentido. tu que és dada a delícias. Sua queda inesperada é comparada a uma mãe feita viúva e roubada de suas crianças. Isaías disse que isto viria. não fica r ei viúva. apesar da multidão de práticas ocultistas nas quais eles confiavam. que dizes no teu coração: Eu sou. porque virá sobre ti de repente tão tempestuosa desolação. os babilô­ nios estavam negando que houvesse qualquer autoridade moral aci­ ma deles. que habitas tão segura. e tal 1 destruição cairá sobre ti. eles estavam dizendo que os seus deuses eram sem poder. O que acon­ teceu em 539 a. que a não poderás afastar. 9Mas ambas estas coisas virão sobre ti em um momento> no mesmo . . Por dizerem que “ninguém me pode ver”. pois. em toda a sua fo rça . p or causa da m ultidão das tuas feitiçarias. que a não poderás conhecer. Isto era para acontecer “em um momento”. não era completamente imprevisto. a destruição da Babilônia por Senaqueribe foi um choque.8 Agora.18 que os perverteu e os fez imaginar que era sabedoria pensar na Babilônia como um deus.17 Desde que os habitantes abriram de par em par os portões e deram as boas-vindas a Ciro. Mesmo assim.C. Eles foram desviados porque tinham falso conhecimento ou “ciência”. a tua sabedoria e a tua ciência. 1 Pelo que sobre ti virá mal de que não saberás a origem. nem conhecerei a perda de filhos.

p o rven tu ra . e eles não poderiam afastá-lo pelos seus encantamentos mágicos ou pelo pagamento de um resgate. os a g o u reiro s d os céu s. os teu s n egocia n tes desde a tu a m ocid a d e. pa ra se aquentarem . M as as práticas religiosas deles não os ajudam. Isto concorda bem com 37. leva n tem -se.19 concernente aos deuses que Senaqueribe esmagou e queimou em 689 a. estas os cansam. Eles dividiram o céu em quartos para obser­ var os movimentos das estrelas para fazer as suas predições.C. 12 D e ix a -te esta r co m os teu s en ca n ta m en tos e com a m u ltid ã o das fe itiç a r ia s em q u e trabalhaste desde a tu a m ocidade. 15 A ssim serão p a ra con tigo aq ueles co m q u em trabalhaste. cad a q u a l irá va gu ea n d o p elo seu cam in ho. engolidos em um holocausto. A desolação inesperada viria “de repente” sobre a cidade. Antes. As pessoas que confiam na ciência estão um pouco melhor que esses que se dedicam ao oculto. e sa lv e m -te do que há de v ir sob re ti. os q u e co n tem p la v a m os astros. Com ironia. não poderão sa lv a r a su a vida do p o d e r da labareda. te p o d es fo rtifica r. Babilônia nos dias de Isaías era o centro avançado da religião pagã e astrológica do mundo. .O juízo calamitoso viria sobre a Babilônia. pa ra se assen tarem ju n to dele. Os resultados são temporários. pois. n in gu ém te sa lvará. o f o g o os queim ará. e doenças que se pensava estarem debeladas estão voltando em uma forma mais forte. a v e r se p o d es tira r p ro veito ou se. H oje as pessoas estão gastando bilhões de dólares fazendo novos medicamentos e tentando trazer um mundo melhor através da ciência. agora. Eles serão todos lançados no fogo. Ij C a n sa ste-te na m u ltid ã o d os teu s conselhos. ela não será u m braseiro. n em fo g o . Isaías os desafia a continuar fazendo feitiços e a usar todos os supostos poderes do ocultismo dos seus carolas profissionais para tentar salvar a cidade. os p ro gn ostica d o res das lu a s n ovas. 14 Eis que serão com o a pragana.

A religião deles é só uma forma. No entanto. qu e v o s cham ais do n o m e de Isra el e sa ístes das á gu a s de J u d á ) qu e ju r a is pelo n om e do S eisÍH O R e fa z e is m en çã o do D eu s de Israel\ m a s não em v erd a d e n em em ju stiça . os aliados anteriores dela se espalharam em todas as direções.3). 3. “mas não em verdade” (ou fidelida­ de). o povo não era santo e estava aceitan­ do como verdadeiro o seu relacionamento com Deus. confiando em seus privilégios. mas o foco é sobre Judá.19 2 E a té da sa n ta cida de tom am o n om e e se fi r m a m sob re o D eu s de Isra el. . reconhecendo-o como o SENHOR dos Exércitos do céu. Estes comerciantes eram nações como o Elão e a M édia. mas eles ainda são “Jacó” —“engana­ dor. um ritual vazio. as quais ela tinha contratado anteriorm ente para a fazer a sua luta por ela. AS PROFECIAS TESTEMUNHAM PELO DEUS VERDADEIRO 48. Eles são um pouco melhores que os babilônios que foram ilu­ didos pelos seus falsos deuses. Eles n5o querem dizer o que dizem. e não na justiça que se alinha com a Palavra de Deus.I a 19. Eles fazem juramentos “pelo nome do SENHOR” e fazem menção do Deus de Israel. para apoio. Agora Isaías discursa para Israel. Agora o foco é estreitado ao povo de Jerusalém.1— 19 1 O u v i isto. casa de Ja có . que a chama de uma “santa cidade”. o SE N H O R dos E x ércitos é o seu nom e. Eles se firmam no Deus de Israel. Q uando Senaqueribe destruiu a Babilônia. Aque­ la destruição pode ser entendida como um exemplo que aponta à subversão do sistem a m undial babilônico no fim dos tempos (Ap I7 .Aqueles com os quais a Babilônia negociou são os com ercian­ tes que iriam seguir o seu caminho e deixariam a cidade para so­ frer o juízo dela. suplantador”. Eles se chamam pelo “nome de Israel”.

Is 30. briguento e teimoso era o povo de Israel (cf. . 3P o r isso. o u a m in h a im agem de escu ltu ra. d e bronze. Deus concedeu profecias e as cumpriu sú­ bita e decisivamente.17). 3. e a tua testa.2. ou a m in h a im agem de f u n d i ç ã o as m an dou . e pa ssaram . profecias que nenhum ser humano pelo seu próprio raciocínio poderia ter previsto. desde a a n tigü id a d e. te f a ç o o u v ir co isa s n o va s e ocultas. p r o n u n cio u -a s a m in h a boca.12. Dt 9. p o rv en tu ra . 6 J á o ten s o u vid o. A profecia cumprida é uma impor­ tante evidência da verdade da Palavra de Deus. e a n tes deste dia não as ouviste.4. 7 A gora. a p ressada m en te as f i z . 65. to a n u n ciei desde en tão e to f i z o u v ir an tes qu e acontecesse. mas eram evidências do poder de Deus. 4 P orque eu sabia qu e era s duro. Esta é uma das razões pelas quais Deus profetizou eventos futuros. e é uma testemunha ao fato de que só Ele é Deus. estas incluem verdades sobre o M essias e os novos céus e a nova terra (52. são cria d a s e não desde então. olha bem p a ra tu d o isto. Israel estava sem desculpa por atribuí-las a um ídolo. M as agora Deus estava lhes mos­ trando algumas “coisas novas”. Isto mostra que os cumprimentos não foram nenhum mero acaso. Ez 2.27. profecias previamente desconheci­ das.7). u m n erv o de fe r r o . para impedir o seu povo de dar crédito aos ídolos de fazê-las acontecer. p a ra que não digas: Eis qu e j á eu as sabia.As p rim eira s coisas. Como nós prosseguimos lendo em Isaías. Deus sabia quão obstinado. e a tu a cerviz . e eu as f i z o u v ir. q u e n u n ca conheceste.1. não o a n u n cia reis? D esd e agora. Freqüentemente eles recusavam a se humilhar. p a ra q u e não dissesses: O m eu ídolo f e z estas coisas. Em tempos anteriores.13 a 53. as a n u n ciei. sim . 65. O povo tinha ouvido o que Deus fez no passado e precisava admi­ tir que o que Ele disse era verdade.

mas não os escraviza- . m a s não co m o a pra ta . muito embora a morte fosse a recompensa justa para o pecado. nem ta m p ou co desde en tã o f o i aberto o teu ou vido. O Egito é regularm ente referido como um “forno” (D t 4 . não de fogo. Novamente Deus está insinuando que eles não tinham nenhuma desculpa na sua rebelião. p o r a m o r do m eu louvor.. ou seja. reta rd a rei a m in h a ira e. como a prata é refinada. Deus tinha sido paciente por causa do seu próprio nome. mas de “afli­ ção” (n a m iséria eles sofreram como escravos no E gito). Ele não tinha destruído o seu povo. ao passo que a Babilônia não é. Ele tinha refinado o seu povo ( “te p u rifiquei”) em um a fornalha. 10 Eis q u e te p u rifiq u ei. P or a m o r do m eu nom e. I Rs 8. para que não falhem em reconhecê-las como sobrenaturais. por causa da sua própria natureza como um Deus de graça e amor. quando.27). Deus chama a atenção novamente para o começo de Israel como uma nação.51.2 0 .A palavra “criar” tem sempre Deus como o seu sujeito na Bíblia.4 ) . os bab ilô­ nios faziam o reassentamento dos exilados. p a ra qu e te não ven h a a cortar. para que eles não digam arrogantemente que as conheciam antes.te na fo r n a lh a da aflição. n em tu as conh eceste. p o rq u e eu sabia qu e p ro ced eria s m u ito p e fid a m e n te e qtie eras p r ev a rica d o r desde o ven tre. Isto se ajusta ao contexto de 700 a. Senaqueribe deixou Jerusalém sem conquistá-la.C. O povo de Israel não ouviu nem entendeu. N a realidade. Ele está prometendo coisas novas que só Ele pode fazer. De forma que Ele poderia ser louvado. m e co n terei p a ra contigo. quer dizer. p r o v e i. s N em tu as ouviste. Deus sabia quão rebelde eles eram desde o tempo em que Ele trouxe a nação à existência (D t 31. Eles não estavam aber­ tos à verdade que Deus lhes dera. em cumprimento da profecia de Isaías. Jr I I .

Estes resistem firmes e continuam a sua existên­ cia por causa da sua palavra (cf. Deus desafia o povo de “Jacó” para ser “Israel” como seu povo escolhido e para dar ouvidos a Ele. Ele é o Deus Eterno que é “o primeiro. mas isto não é necessário.17). . eu tam bém o últim o.vam (cf. Ele não muda. a q u em cham ei. N enhum ídolo tem profetizado o que vai acontecer à Babilônia. Ele é maior que a terra e os céus. eu os ch am arei.. eu o p rim eiro . e o u v i: Q u em . Ele é o “Eu Sou”. 11 P o r a m o r de m im . O braço de poder do SENHOR “será contra os caldeus” ( “babilônios”. 14 A ju n ta i-vos. e tu. N V I).2 8 ). p o r a m o r de m im . Jr 2 9 . ó J a có . A chamada é ainda para Israel.2 2 ). Cl 3. e para m ostrar o seu amor. Ele estava lá no princípio. e a m in h a destra m ed iu os céu s a p a lm o s. nem dará a sua glória a outrem (inclusive Israel). p o rq u e com o seria p ro fa n a d o o m eu n o m e? E a m in h a g ló r ia n ã o a d a rei a outrem . todos vós. Deixe-os se ajuntar e ouvir. Ele não pretende deixar o seu nome (e cará­ ter) ser “profanado”. 13 T am bém a m in h a m ã o f u n d o u a terra. [e] o últim o”. e Ele nunca terá fim. d en tre eles. eu sou o m esm o. Os exilados prosperaram na Babilônia (veja com entário em Is 4 2 .. Ele executará o seu propósito em Babilônia. ó Israel. Deus faz o que Ele quer fazer (as novas profecias do versículo 6) pela sua própria causa. Alguns aplicam o que é profetizado aqui a Ciro. e a p a recerã o ju n to s . Ele fundou a terra pela sua pró­ pria “mão” (o seu poder) e “mediu os céus a palmos”. o fa r e i. e o seu braço será co n tra os caldeus. tem a n u n ­ ciad o estas coisa s? O SE N H O R o a m o u e ex ecu ta rá a su a v o n ta ­ de con tra a B abilôn ia. 12 D á -m e ou vid os. O que é pretendido aqui é que o SENHOR ama a Israel.

O S enhor o enviou e tem enviado o seu Espí­ rito. Yahweh. o seu n o m e n u n ca seria cortado. agora. e. seria a tua p a z com o o rio. como ser útil (ou eficaz). o teu D eu s. e a tua ju stiça .13 Eu. Ele também é o SENHOR que guarda a aliança. Ele os guia pelo caminho certo. eu estava ali. e os que p ro ced em das tuas en tran h as seria m tan tos com o os g r ã o s da a reia da praia. o S a n to d e I s ra e l: Eu so u o S e n h o r . 19 T am bém a tua d escen d ên cia seria com o a areia. em vez de referir-se ao Messias. co m o as o n d a s do m ar. desde o tem po em q u e aquilo se fe z . e fa r e i p ró sp ero o seu cam inho. n em d estru íd o da m in h a fa ce . Ele é o Deus Santo que deve tratar dos pecados deles. o S en hor J eová m e en v io u o seu E spírito. A h! Se tivesses dado o u v id o s aos m eu s m a n d a m en to s! Então. Então o Messias fala. Deus declara novamente o que Ele é para Israel. tam bém j á o cham ei. o Deus deles. o que lhes “ensina o que é útil” para eles. e fará prosperar o caminho deste para realizar o seu propósito de bênção e redenção. o teu R ed en tor. Cristãos cujas vidas são ineficazes precisam ouvir esta mensagem e seguir a Cristo de novo. porque Ele tem estado presente com o seu povo. Ele é o ParenteRedentor deles que os livrará e os libertará. eu o tenho dito.) 17 A ssim d iz o SENHOR. 16 C h ega i-v o s a m im e o u v i isto: N ão f a l e i em segred o desde o p rin cíp io . . (Alguns comentaristas entendem isto como se referindo a Isaías. Porém. O pronome oblíquo átono “o” do versículo acima refere-se a Isra­ el. e o f a r e i vir. Deus tem feito as suas profecias publicamente através de uma sucessão de profetas. O SENHOR chama novamente o seu povo: “Chegai-vos a mim e ouvi”.20 Deus tem chamado a Israel. q u e te en sin a o q u e é ú t il e te g u ia p e lo ca m in h o em q u e d ev es andar. isto é.

22 A ordem está no plural: “Fujam vocês todos!” Todos os exilados eram para partir com brados de alegria e declarar a redenção do SeNHOR de Jacó (Israel) como seu servo prepara para o que se segue nos capítulos 49 a 57. E a n u n cia i com voz de jú b ilo . q u an do o leva va p elo s d eserto s. “nunca seria cortado. UM MANDAMENTO PARA FUGIR DA BABILÔNIA 48. no entanto. 41. a justiça deles seria contínua e poderosa “como as ondas do mar”. fe n d e n d o ele as rochas. quer dizer. e fa z e i o u v ir isso. Isto corresponde a 13. seu caráter e natureza como uma nação. Pois então a ira de Senaqueribe estava dirigida aos babilônios.21 Havia. 4.49). que indica que os estrangeiros que fugissem da Babilônia escapariam do destino dos babilônios. dizei: O S en hor rem iu a seu serv o Jacó. 21 E J a có não tinha sede. e lev a i-o a té ao f i m da terra. e os descendentes deles seriam o cumprimento da promessa de que eles seriam tão numerosos quanto os grãos da areia da praia (Gn 22. Não havia nenhu­ ma razão para os judeus fugirem da Babilônia na véspera da entrada de Ciro na cidade.20-21 20 S aí de B abilônia. O nome de Israel. nem destruído”. pois então a paz e o bem-estar deles estariam transbordando “como o rio”.14. O retorno deles é com parado ao êxodo do Egito. 32. quando M oisés feriu as rochas com a sua vara e “águas manavam delas” .12. Israel se manterá vivo na luz da presença de Deus. toda razão para eles fugirem na véspera da sua destruição por Senaqueribe.fez -lh es co r r e r águ a da rocha. as águ a s m a n a va m delas. A ordem para fugir normalmente significa fugir depressa.Deus quer que eles dêem ouvidos aos seus mandamentos. f u g i de en tre os caldeus. especi­ almente como fugitivos que escapam para salvar suas vidas.17. Os registros de EsarHadom declaram que as pessoas fugiram naquele momento.

1 1 . Que juízo Deus profetiza sobre a Babilônia? Em que a Babilônia tem confiado? O que acontecerá às coisas nas quais Babilônia confia? Por que razões Deus concedeu profecias a Israel? 9. Como Deus é contrastado com os ídolos no capítulo 46? 3. Que lição Deus tira da captura de Senaqueribe das imagens de Bel e Nebo? 2. cf. Ex 1 7 . 5. Por que Deus retardou a sua ira e ao mesmo tempo purificou a Israel? 10. Eles tinham que se arrepender e voltar para Deus.6 ). Como Deus vai usar Israel para ajudar a realizar o seu propósito de bênção e redenção? 11. Não há nenhuma “paz”. o transgressor impenitente. Quem é a “ave de rapina” do Oriente.(N m 2 0 . A culpa ainda rouba a paz das pessoas. Que evidência há de que as pessoas fugiram da Babilônia nos dias de Isaías? . QU ESTÕES DE ESTU D O 1. nenhum bem-estar dado por Deus. Deus tom ará conta do seu povo de um modo sobrenatural. As pessoas hoje precisam fazer mais do que voltar para a igreja. 6. Por que a Babilônia é chamada de “Filha Virgem”? 5. Isaías conclui esta seção do livro com uma advertência do SeNHOIl de que voltar para Judá não seria o bastante. para “o ím pio”. 8. NENHUMA PAZ PARA OS ÍMPIOS 48. e como Deus o usará? 4. d iz o Sen h or .22 22 M a s o s ím p io s n ã o têm p a z . 7.

5:5 4 7 . “T h e Biblical Period”. ed. Stanley M . 70. 2 :9 9 . 17 Pritchard. s Luckenbill. ed. em Teologia Sistemática.. um term o geral p ara todos os tipos h ab ituais de pecado sexual.. 66. Robinson. 14 James Frederick M cCurdy. rev. trans. 18 A S ep tu agin ta trad uz o hebraico da’ath ( “co n h ecim en to ”) como o grego porneia. “Book o f Isaiah”. D aniel David Luckenbill. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press.CITAÇÕES 1 Oswald T. 19 49 ). 1 9 2 8 ). 1:857. 69. ed. James M uilenburg. ed. 163. ed. H orton. 1 9 1 1). 19 2 5 ). Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. 30 6. 2:3 2 9 . 7 H erodotus. ed. em The Interpreter’s Bihle (N ashville: A bingdon Press. (Princeton: Princeton U niversity Press. 2 :2 0 3 . 2 :2 5 2 . Ancient Near Eastern Texts. 1:43. 1926— ). Prophecy and the Monuments (N ova York: M acm illan Co. 2 C f. . “Book o f Isaiah”. N abonido falou a respeito de Assurbanipal como “meu predecessor”. 2 a ed. 19 30 ). 42. 31 5. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. 15 John R . em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. em The Jews. Le Prophète Isaie (P aris: L ib rairie O rien taliste. 19 96 ). H istory. 19 56 ). 12 George L. M anuel Kom roff (N ova York: Tudor Publishing Co. cidades são do gênero feminino.. 1 9 5 5 ). 13 N o hebraico. 6 Ibid. George Raw linson. 19 75 ). (R io de Janeiro.1 1 3 . Ancient Records. rev. 316. R J: CPAD. veja também 2 :2 0 3 .2 2 5 . History. (Chicago: University o f Chicago Press. “A Palavra Inspirada de D eus”. 2 :2 5 5 .. 1:857. The Book o f Isaiah. 3 0 6 .2 3 3 . reconhecendo Babilônia como a sucessora de Nínive. 19 24 ). 16 M uilenburg adm ite isso. Paul Geuthner. 2 vols. The Book o f Isaiah (Chapters I— XXXIX) in the Light o f theAssyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. Charles Boutflower. 137. H iggins. Chapters 4 0 -6 6 ”. Ancient Records. 27 3 D aniel David Luckenbill. Pritchard. 11 A llis. “T h e Book o f Isaiah. 10 Luckenbill. Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. 9 A rm and K am inka. 15 Veja James B. 53. 19 5 4 ). (G rand R apids: Baker Book H ouse. 4 W illiam Foxwell Albright.2 0 0 . A llis.

21 Ciro foi um governante ilum inado. 22 D an iel D avid L uckenb ill. W illiam O. 19 53 ). E. 2:64. 1 9 2 6 — 7 ). Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. Isaías tipica­ mente m ostra um a percepção realista de ambos. veja tam bém 2 225. A History of Israel (O xford. 2 :2 4 5 . (C h icag o : U n iversity o f C hicago Press. 19 Os m odernos críticos da form a tentam dividir este capítulo. . Porém. 20 Joseph A. 244. Cf. Oesterly. Alexander. 19 5 1 ). supondo que um a passagem não deveria m isturar salvação e juízo. Inglaterra: Clarendon Press.C om pare este quadro com o do sistem a m un d ial da B ab ilô n ia em A po­ calipse 18. 2 vols. Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing House. 2 :2 1 7 .

ilhas. Ele agora continua a explicar o plano de Deus. e es cu ta i vós. .I-S5.11 I. f e z m en çã o d o m e u n om e. é exaltado. Ele na verdade trará uma libertação do pecado. 0 Servo Traz Restauração 49.1-7 1 O u v i.A Redenção e o Servo Sofredor 49. d esd e a s en tra n h a s d e m in h a m ãe. O SERVO ESCOLHIDO DE DEUS 49.I3 Isaías começa agora uma nova seção onde o Ser­ vo do SENHOR.m e . o Messias. Ele trará uma m aio r lib e rta ç ã o que a q u ela do E gito e da Babilônia. N ada mais é dito a respeito da Babilônia ou de Ciro ou do conflito com deuses pagãos e práticas ocultas.1-50. p o v o s d e lo n ­ g e : O SENHOR m e ch a m o u d esd e o v en tre. A.

o Servo-Messias1 exorta a todos os povos do mundo para que prestem atenção. Chamá23. e Isra el.12. glorifica a teu Filho. o Servo se torna o antítipo de Jacó (cf. 2. quando o Israel natural falha. m e cob riu . Ele não mudou o seu plano eterno ou o seu propósito para salvar e abençoar. e m e esco n d eu na su a aljava. E f 6. Isto também chama a atenção para Ele como o Messias enviado por Deus. é chegada a hora. O que Ele está a ponto de anunciar é de importância extrema para os gentios.Em outra cena de tribunal.20— Lc 1.2Assim. Ele também é o Filho de Deus. H b 4.32). O Servo personifica o Israel ideal. resumindo em si mesmo a serventia que Deus pretendia para Israel. Deste modo. Como “uma flecha lim pa” ( “flecha poli­ da”.I). enquanto o Servo manifesta o divino es­ plendor de Deus. 4 1 . Yahweh é a primeira palavra da oração hebraica. aq uele p o r qu em hei de s e r g lo r fic a d o . para que tam­ bém o teu Filho te glorifique a ti” (Jo I 7 .5.17. e m e p ô s co m o u m a fle c h a lim pa. Por conseguinte. Jesus foi tranqüilamente preparado durante os primeiros trinta anos da sua vida. N V I). 2 E fez a m in h a boca com o u m a espada aguda.6.15). lo antes do seu nascimento indica o amor de Deus. quando Jesus enfrentava a cruz Ele orou: “Pai. co m a som bra da su a m ão.31. o Príncipe e Guerreiro de Deus. Ap 19. e. ou seja. A palavra dEle será tão efetiva quanto “uma espada aguda” (cf. Isaías vê o Messias aqui como a cabeça ou representante ideal de Israel. O SENHOR que chamou o seu Servo o preparou como uma arma. quando será eficaz e irresistível. 27.8) quando Ele se torna o Israel de Deus. e reservado para o futuro. em intimidade com o Pai. ARA. 3 E m e disse: Tu és m eu servo. Deus denomina o Servo “Israel”. não de homem. a qual dá esta ênfase: a concepção do Messias é obra de Deus. . O propósito de Deus em usá-lo é trazer glória a Si mesmo. Ele está bem guardado na aljava de Deus. Ele é chamado desde o ventre (veja M t 1.

cuja verdadeira humanidade sentia o que nós sentimos. e até quando vos sofrerei?” (M t 17. 53. Ele tem tido pouco resultado entre a sua própria nação. Ele clamou. o m eu direito está p era n te o S eNHOR. in ú til e vã m en te g a s ­ tei as m in h a s f o r ç a s . M as isto não é o bas­ tante “para restaurares” a Israel da sua degradação e alienação. A restauração envolve conversão e salvação. agora. Deus o honra e é a sua força. a os olhos do Senhor serei g lo r fica d o . que m e f o r m o u desde o v en tre p a ra seu servo. Deus o “for­ mou desde o ventre” (especificamente. Ele será eficaz. O M es­ sias também é designado para ser a “luz dos gentios”. e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos. Os crentes judeus constituíram a primeira Igreja. Agora o Messias é claramente distinguido de Israel. Este é o lado humano do Servo. todavia.17) E novamente: “Je­ rusalém. contu do. tam bém te dei p a ra lu z d os g en tio s. Ele ainda acredita que o Pai proverá a devida justiça3 e recompensa pela sua obra (cf. m a s I sra el não se d eix ou a ju n ta r.37 ) Em face ao fracasso aparente o Messias sente desânimo. que matas os profetas.4 M as eu disse: D eb a ld e tenho trabalhado. Ele é o Servo Sofredor que trará de volta ao SENHOR o errante Israel. e tu não quiseste!” (M t 2 3 . no útero de M aria). 5 E. como a gali­ nha ajunta os seus pintos debaixo das asas. e o m eu ga la rd ã o. qu e lhe to rn e a tra zer J a có . e o m eu D eu s será a m in h a fo r ç a . e disse: “O geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco. p era n te o m eu D eu s. d iz o SENHOR.10). Jerusalém. Ele é para “ser” . p a ra seres a m in h a sa lva çã o a té à ex trem id a d e da terra. 6 D isse m ais: P ou co é qu e seja s o m eu servo. O Servo gastou as suas forças e o resultado tem sido inútil e vão. p a ra resta u ra res as tribos de J a có e to m a r es a tra zer os g u a r d a d o s de Isra el. e uma sobra será restaurada como parte da Igreja em conexão com a segunda vinda de nosso Senhor.

14. para restaurares a terra e lhe dares em herança as herdades asso­ ladas. O tempo do favor de Deus é o “dia da salvação”. te ajudei. que se aplica à restauração dos estragos que o pecado causa). Jesus deu a Grande Comissão para todos os crentes —judeus e gentios —para espa­ lharem as boas novas de que esta salvação chegou (M t 24. que éfiel'. Ainda que Israel como uma nação desprezasse o Messias e até mesmo o abominasse. 26. 2.47.1 9 2 0 ). 2 8 . em todos os lugares altos. que te escolheu. Ainda dirigindo-se ao Messias. 9 para dizeres aos presos: Saí. Deus ainda c “o Redentor de Israel. te ouvi e. Ele é a solução dos seus problemas (cf. os príncipes diante de ti se inclinarão. A RESTAURAÇÃO TRA Z ALEGRIA 4 9 . e te guardarei. terão o seu pasto.32. e te darei p o r concerto do povo. e aos que estão em trevas: Aparecei. I Co 1. no dia da salvação . o R edentor de I sr a elo sen Santo. . At 3.7). ao que as nações abominam. a salvação de Deus para o mundo inteiro (Lc 2.24). At 13.s Assim diz o SEN HO R: N o tempo favorável. ajudou e guardou (cf. O Messias encarnará a aliança do povo (Israel) para esta­ belecer a nação (ou a terra. onde Paulo aplica isto ao tempo do M essias). reconhecendo que o Deus de Israel escolheu o Messias. o seu Santo”. não meramente “levar” (como indica a N V I). Eles pastarão nos caminhos e. contudo reis e príncipes surgirão para reconhecê-lo e “se inclinarão” para adorar o Senhor. ' Assim diz o SENHOR .(Heb.2.21. o Heb.23). p o r am or do S e n h o r .23. à alma desprezada. ao servo dos que dom i­ nam: O s reis o verão e se levantarão. e do Santo de Israel. O pro­ pósito de Deus para a terra é recuperá-la (c f 42.6. pode significar uma coisa ou outra) e restabelecer a herança que tinha ficado desolada (cf. 2 Co 6. quando Deus ouviu.8 -2 6 . lihyoth'). os verbos aqui são proféticos.

nem que o sol os aflija. Agora o S e n h o r fala e promete que toda a terra será mudada.O M essias libertará aqueles que estão presos e trará para a luz os que estão em trevas (cf. Este é o único lugar onde Sinim é mencionada na Bíblia. 12 Eis que estes virão de longe. As veredas ( “caminhos”. As condições comuns no anti­ go Israel serão mudadas. água era sempre escassa. A restauração futura será proveniente de todas as direções. mas do Norte. e eis que aqueles. N V I) são as veredas de Deus. no Oriente.I ) . e eles já não serão uma barreira. A provisão de Deus será completa.16. guiando-os para junto de fontes de água (cf. po­ rém não será mais no M ilênio (cf. não só da Babilônia. e as minhas 1 veredas serão exaltadas. do N orte e do O cidente . como em um novo êxodo. do Ocidente e da região de Sinim (Heb. 6 I . Os montes são os montes de Deus. 1 E fa rei de todos os m eus montes um caminho.^ Os judeus cedo souberam a respeito da China (de onde .2). e aqueles outros. Eles serão como um rebanho que tem a subsistência provida pelo Senhor em lugares inespera­ dos. A sua proteção não permitirá que o calor ressecante dos ventos do deserto os abata (o significado pode se referir ao vapor aquecido que causa uma engana­ dora miragem).1. Ap 7.4 Comentaristas mais antigos pensavam que esta era a China. porque o que se compadece deles os gu ia rá e os levará mansamente aos m ananciais das águas.17). Deus os conduzirá. Como um pastor. 10 N unca terão fo m e nem sede. e Ele as usará para trazer de volta o seu povo. sinirn). Por exemplo. SI 23. nem a calma nem o sol os afli­ girã o . como (norm alm ente) margens de estrada estéreis e encostas dos montes. Alguns (como o faz a N V I) a identificam com Assuã (antiga Siene) no alto Egito. da terra de Sinim.

o trigo era im portado) e há alguma evidência de judeus na China antes do tempo de Cristo.
13 E xultai, ó céu s; e a leg ra -te tu, terra, e vós, m ontes, estalai de jú b ilo , p o rq u e o S enhor co n so lo u o seu p o v o e dos seu s a flito s se com padecerá.

As verdades precedentes trazem alegria. Com a proclamação de brados de louvor a Deus e gritos de alegria, os céus e toda a terra, especialmente os montes, proclamarão que o SENHOR confortou e tem tido compaixão do seu povo aflito. Embora Israel tivesse rejeita­ do o Messias, a luz finalmente penetrará os corações e as mentes do remanescente.
14 M a s S iã o diz : J á m e d esa m p a r o u o SENHOR; o S en h o r se esq u eceu d e m im .

Em resposta a esta profecia, Sião (personificada, representando o povo de Jerusalém nos dias de Isaías) protesta que o SENHOR (o Yahweh que guarda a aliança) a tem abandonado e que o SENHOR ( o Mestre Soberano) a esqueceu. Eles estavam insinuando que o S en h or não estava vivendo à altura do seu nome e natureza. Eles tinham esqueci­ do e abandonado a chamada deles para proclamarem as boas novas (4 0 .9 ). Eles não puderam entender o Evangelho, as boas novas que Isaías estava proclamando.
n P ode u m a m u lh er esq u ecer-se tan to do f i l h o qu e cria, qu e se n ão com p a d eça dele, do f i l h o do seu v en tre? M as, ain d a qu e esta se esquecesse, eu, todavia, m e não esq u ecerei de ti.

Sião não tinha nenhuma razão para ter autocomiseração (pena de si mesma). Deus poderia abandoná-los “por um pequeno momen­ to”, mas a sua “grande misericórdia” sempre estaria lá para eles (54.7). Ele responde que ainda que as mães pudessem se esquecer dos seus bebês, Deus não se esquecerá de Sião. O seu amor é maior que o amor de mãe, maior que o amor que ocupa o primeiro lugar entre todos na terra.

16 Eis que, na p a lm a da s m in h a s m ãos; te tenho gra v a d o ; os teu s m u ro s estão co n tin u a m en te p era n te m im .

Sião está gravada “na palm a das m ãos” de Deus, significando que esta estava sempre diante dos seus olhos e debaixo da sua pro­ teção. Ele sempre a veria e cuidaria dela. As muralhas da cidade ainda estavam de pé nos dias de Isaías, e Deus também as protege­ ria. O cumprimento final, contudo, será na Nova Jerusalém (c f 62.6; Ap 21.12-19).
17 O s teu s f i lh o s a p ressa d a m en te virão, m a s os teu s d estru id o res e os teu s a ssola d ores sa irã o p a ra f o r a de ti.

Então os “filhos” que vêm apressadamente para Sião são contras­ tados com os destruidores que partirão. Os Rolos do mar M orto registram “construtores” em vez de “filhos”. (As palavras hebraicas são quase as mesmas.) Como a NEB traduz isto: “Aqueles que estão a reconstruí-la o fazem mais depressa que os que a demoliram” (Tra­ dução literal da versão americana).
lti L evanta os teu s olhos ao red o r e olha; todos estes qu e se a ju n tam vêm a ti; v iv o eu, d iz o SENHOR, qu e de todos estes te vestirás, co m o d u m orn a m en to, e te cin g irá s deles co m o noiva.
O SENHOR em p en h a a su a p ró p r ia v id a de q u e os que se ju n ­ ta m a S iã o serão p a ra e la co m o o rn am e n to s q u e a d o rn a m u m a n o iva (c f. 5 2 .1 ).

19 Porque, n os teu s desertos, e n os teu s lu gares solitários, e na tua terra destru ída, te verá s, agora, apertada de m ora dores, e os que te d evora va m se cfa sta rã o p a ra longe de ti.

A terra não será imediatamente restabelecida por completo e terá, portanto, lugares despovoados. Assim, não haverá suficientes casas para os seus legítimos habitantes. M as os assírios que saquearam a terra em 701 a.C. estarão “longe”. Isto foi verdade quando o restante daqueles levados por Senaqueribe voltou da Babilônia em 689 a.C.

20 Até m esmo os filh o s da tua orfandade dirão aos teus ouvidos: M ui estreito ép a ra mim este lugar; aparta-te de mim, para que possa habitar nele.
Os exilados que retornam, os quais são numerosos, quererão se estabelecer e ter abundância de casas.

21 E dirás no teu coração: Q uem me gerou estes? Pois eu estava defilh a d a e solitária; entrara em cativeiro e me retirara; quem, então, me criou estes? Eis que eu f u i deixada sozinha; e estes onde estavam?
Jerusalém será pega de surpresa pelo retorno dos exilados. Eles tinham sido poupados quando Senaqueribe destruiu as cidades fortificadas de Judá e levou mais de duzentos mil cativos. Não era esperado que estes cativos retornassem. Isto está em contraste com o retorno posterior da Babilônia. Um grupo posterior teria o conforto da profecia de Jeremias (Jr 29.10).

22 Assim diz o SENHOR: Eis que levantarei a mão para as nações e, ante os povos, arvorarei a minha bandeira; então, tra­ rão os teus filh o s nos braços, e as tuas filh a s serão levadas sobre os ombros.
Agora Isaías olha para o futuro, para um retorno maior. Deus, o Soberano SENHOR, levantou a sua mão, sinalizando às nações que Ele está a ponto de agir. O Messias é a sua “bandeira”, ou insígnia, para os povos do mundo. Por sua causa, o povo de Sião será restabelecido (insinuando a conversão de nações gentias). N ada poderá impedir Deus de levar a cabo o seu plano.
E o s re is se rã o o s teu s aios, e a s su a s p r in ces a s, a s tu a s a m a s; d ia n te de ti, se in clin a rã o co m o rosto em terra e la m b erã o o p ó dos teu s pés, e sa b erá s q u e eu so u o SENHOR e q u e os q u e co n fia m em m im n ã o se rã o co n fu n d id o s.

Deus usará os reis e rainhas para produzirem a restauração de Sião no dia milenial futuro. Eles se sujeitarão a Sião, reconhecendo as

suas obrigações espirituais para com Israel. Em se inclinando e lam ­ bendo o pó dos seus pés,6 eles estarão reconhecendo a Sião como a noiva escolhida de Deus (cf. v. 18) e estarão realmente adorando a Ele, submetendo-se a Ele e ao mesmo tempo reconhecendo que “a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22). Como M otyer comenta: “O quadro é de subserviência política, mas a realidade é o reconheci­ mento de dívida espiritual”.7 Então o povo de Sião saberá em sua experiência que Deus é Yahweh, o Deus que guarda a aliança. Porque Ele é fiel, os que esperam e confiam nEle “não serão confundidos” ou envergonhados de ter tido essa esperança. A misericórdia e justiça triunfarão.

24 T irar-se-ia a presa ao valente? O u os presos justam ente esca­ pariam ?
A resposta para estas perguntas retóricas é não. tirar despojo de um guerreiro poderoso? Ou pode “valente” (Heb. tsaddiq, “um homem ju sto ” que tem seu lado8) conseguir escapar em segurança? A versão “tiran o ”. Quem pode o cativo do o direito do ARA indica

25 Mas assim diz o SENHOR: Por certo que os presos se tirarão ao valente; e a presa do tirano escapará ; porque eu contenderei com os que contendem contigo , e os teus filh o s eu remirei. O S e n h o r tem uma resposta diferente. Os cativos do guerreiro poderoso serão levados embora e serão tomados com segurança os despojos dos tiranos violentos. Deus entrará na batalha ao lado do seu povo. “Eu” está na posição enfática na sentença. Porque o poder de Deus é maior do que qualquer ditador humano, Ele será o vence­ dor e Ele salvará.

20 E sustentarei os teus opressores com a sua própria carne , e com o seu próprio sangue se embriagarão, como com mosto; e toda a carne saberá que eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Forte de Jacó.

A vitória de Deus fará os opressores de Israel se destruírem a si pró­ prios, provavelmente lutando entre si. Então todo o gênero humano (Heb. kol basar, “toda a carne”), ou seja, todos os povos do mundo, saberão que o SENHOR é o Salvador de Israel, o Parente-Redentor, o Deus-Pai pode­ roso de Jacó (cf. Gn 49.24,25). O mesmo Deus que revelou o seu plano para Israel continuará revelando-o para o mundo inteiro.
3. 0 PECADO DE ISRAEL E A FALTA DE RESPOSTA 50.1-3

1 A ssim d iz o SENHOR: O n d e está a carta de d iv ó rcio de vossa m ãe, p ela q u a l eu a rep u d iei? O u q u em é o m eu credor, a quem eu v o s tenha v en d id o ? Eis qu e p o r vossa s m a ld a d esfo stes v en d i­ dos, e p o r vossa s p rev a rica çõ es vossa m ã e f o i repudiada.

Agora Isaías continua o pensamento de 49 .14— O povo tem 16. enganado a si próprio. O SENHOR não se divorciou de seu povo nem o vendeu a credores. Não há papéis de divórcio (como a Lei requeria, Dt 24.1,3). Israel seria castigado pelos seus pecados. “Fostes vendi­ dos” é um modo de dizer que Deus lhes perm itiu ser subjugados pelos seus inimigos (cf. Dt 32.30; Jz 2.1 4). M as “Deus não tinha dissolvido completa e definitivamente o relacionamento de aliança”.9 A redenção ainda era possível e Deus queria a reconciliação. Os credores poderiam vender as crianças de um devedor para a escravidão (cf. 2 Rs 4.1). M as a idéia de que Deus tem credores é ridícula. Não obstante, os pecados do seu povo os colocava na posi­ ção de serem vendidos e aprisionados. Deus não queria isto. Os peca­ dos deles requeriam isto. 2 P o r q u e razão v im eu, e n in gu ém a p a receu ? C h a m ei, e n in ­ g u é m resp o n d eu ? T anto se en colh eu a m in h a m ão, q u e j á não p ossa re m ir ? O u não há m a is f o r ç a em m im p a ra liv ra r? Eis que, com a m in h a repreen são, f a ç o seca r o m ar, to rn o os rio s em deserto, a té qu e ch eirem m a l os seu s p eix es, p o is não têm água e m o rrem de sede. 3 E u v isto os céu s de n egrid ã o e p o r -lh e s -e i u m p a n o de sa co g ro sse iro p o r su a cobertu ra.

O problema não é que Deus é caprichoso ou que Ele esqueceu do seu povo. Antes, o problema é que ninguém lhe respondeu quando Ele veio querendo restabelecer o relacionamento deles consigo. N in­ guém respondeu quando Ele chamou. O povo agiu como se Deus não tivesse nenhum poder para redimir ou livrar. M as Ele nunca se rende. Ele é o Criador que pode falar uma pala­ vra de repreensão e pode fazer “secar o mar” (cf. Êx 14.21; SI 106.9), fazer os rios secarem, ou escurecer o céu (veja Ex 10.21).
4. 0 OBEDIENTE SERVO DE DEUS: 0 MESSIAS 50.4-9

4 O S en hor J eová m e d eu u m a lín gu a eru d ita , p a ra q u e eu saiba dizer, a seu tem po, u m a boa p a la vra ao qu e está cansado. E le d esp erta -m e todas as m anhãs, d esp erta -m e o o u v id o p a ra que ou ça com o aq ueles qu e aprendem . Em contraste com a rebelião de Israel, o Servo Sofredor do SeNHOR10 é fiel. Agora Ele fala (veja vv. 1 0 ,1 1).n O soberano SENHOR, e guarda da aliança, deu a Ele a língua de treinados eruditos. Quer dizer, pela graça de Deus Ele fala a palavra de Deus como um Profeta e é reconhecido como um Mestre. A sua palavra é capaz de sustentar o fraco e o cansado. Ele está acordado, e diariamente ouve a palavra de Deus. Ele está em comunicação constante com Deus, o Pai, e é sensível a Ele (cf. M c 1.35; Lc 6.12). Dessa forma, Ele pode comu­ nicar a palavra de Deus ao cansado. J O S en hor J eová m e a b riu os ou vid os; e eu não f u i rebelde; não m e retiro pa ra trás. O Servo enfatiza que o SENHOR está fazendo isto. Quando o so­ berano SENHOR e guarda da aliança diz ao M essias que o tempo do seu sofrimento é chegado, Ele não se rebelará ou recuará. Ele estará disposto e obediente. 6 As costas dou aos qu e m e f e r e m e a fa c e , aos que m e a rra n ca m os cabelos; não escon d o a f a c e dos qu e m e cfr o n ta m e m e cospem .

Isto descreve o que aconteceu a Jesus antes da cruz (c f M t 26.67; 27 .26,30; M c 1 5 .1 6 -2 0 ; Lc 18.32; Jo 18.22; I9 .I). A despeito do que os seus brutais inimigos fazem a Ele, e apesar do desprezo deles, Ele permanece submisso. ' Porque o Senhor JEOVÁ me ajuda, pelo que m e não confundo; p or isso, pus o meu rosto com o um seixo e sei que não serei confundido. Em meio ao seu sofrimento Ele pode suportar a dor porque o SENHOR o ajuda. A sua confiança no seu Pai o fez saber que Ele não seria superado pelo escárnio e mau trato. Fixar a sua lace como “sei­ xo” retrata a sua determinação de ir para a cruz, sabendo que a sua morte vergonhosa não terminaria em desesperança, mas em ressur­ reição, ascensão e exaltação (cf. Lc 9.51). ,s Perto está o que me justifica; quem contenderá com igo? C om ­ pareçam os juntam ente; quem c meu adversário? C hegue-se para mim. 9 Eis que o Senhor J e o v á me ajuda; quem há que me condene? Eis que todos eles, como vestes, se envelhecerão, e a traça os comerá. A linguagem é a de uma cena de tribunal. Deus o Pai está com o Messias de um modo poderoso. Porque Deus o Pai justifica o Servo como não tendo cometido nenhum pecado, ninguém pode condenar o Servo ou ser eficazmente o seu adversário. Os seus acusadores serão como um artigo de vestuário que se desintegra com a idade, ou que é consumido por traças. Eles não terão nenhum efeito duradouro. O Messias triunfará apesar de tudo o que eles fazem.
5. A ESCOLHA: CONFIE EM DEUS OU PASSE 0 TEMPO EM TORM ENTO 50.10,11

10 Q uem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Q uando andar em trevas e não tiver luz nenhuma, con ­ f i e no nom e do SENHOR e fir m e -s e sobre o seu Deus.

Isaías12agora exorta o povo a responder ao Servo e obedecer àquEle que supremamente obedeceu o seu Pai celestial.13Proceder dessa for­ ma será sair da escuridão e confiar “no nome do S e n h o r ” (cf. Rm 8.32-39). O “nome” indica caráter —e “não há nele treva nenhuma” ( I Jo 1.5). Aquele que vier para a sua luz irá firmar-se (H eb. yishsha’en, “apoiar-se, encostar-se”) sobre o seu Deus, entrando em uma relação pessoal com Ele, pois Deus verdadeiramente será “o seu Deus”.

11 Todos vós que acende is fo g o e vos cingis com faíscas, andai entre as labaredas do vosso fo g o e entre asfa ísca s que acendestes; isto vos vem da minha mão, e em torm entos jazereis.
Isaías agora se dirige ao mundo descrente. Aqueles que insistem em iluminar os seus próprios caminhos pelos seus próprios fogos sofrerão a mão de juízo de Deus. Eles pensam que são pessoas de esclarecimento por causa das suas filosofias humanísticas (incluindo as idéias da Nova Era hoje). M as eles jazerão em um lugar de tor­ mento por causa dos seus pecados (cf. 66.24). Este será um lugar abrasador, pois o fogo é freqüentemente um símbolo do juízo de Deus em Isaías (veja I . 3 I ; 5.24; 9 .1 8; 1 0 .1 6 ,1 7 ; 2 6 .1 1 ; 2 9 .6 ; 30.27,30; 47.14; 66.15,16; cf. I Co 3.13; H b 10.27; 12.29). Eles acendem uma falsa luz que se torna um fogo para destruí-los. Eles terminarão no lago de fogo —um contraste muito real com os seus falsos fogos (Ap 20.14,15).

QUESTÕES DE EST U D O
1. Que evidência no capítulo 49 mostra que o Servo Israel é de fato o Messias? 2. Quais são os dois mais importantes aspectos da missão do Servo? 3. Como 49.8— se aplica a Jesus? 13 4. Que garantia Deus dá de que Ele não esquecerá do povo de Sião?

5. Como Deus trará de volta os filhos e as filhas de Sião? 6. Como o capítulo 50 estende o pensamento de 40 .14— 16? 7. Como a resposta obediente do Servo contrasta com a do povo de Israel? 8. Qual é a atitude do Servo em meio ao seu sofrimento? 9. Que tipo de respostas haverá para a voz do Servo de Deus e que resultados se seguirão?

CITAÇÕES
Este é o segundo Cântico do Servo; Veja 42.1. E Duane Lmdsey, The Servant Songs (Chicago. M oody Press, 1 9 8 5 ), 66. O b­ serve que “Israel” era o nome de um indivíduo (Jacó) antes de se tornar o nome da nação. O Israel N acional não pode ser pretendido aqui, pois este Servo tem um a missão para Israel (veja v.5). O hebraico para “o meu direito” é mishpati : “m inha justiça”, ou “m inha causa” (R S V ), ou “meu direito ” (N R S V ; A R A ), ou “meu caso” (Jewish Publication Society). R . N. W hybray, Isaiah 4 0 — (G rand Raptds: W m . B. Eerdmans, 1981), 66 142. Embora a NIV, et al., m ude o hebraico para swenim (m encionado em Ez 2 9 .1 0 ; 3 0 .6 ), não há nenhuma evidência textual para tal m udança aqui. Joseph A. Alexander, C om m entary on the Prophecies o f Isaiah, 2 vols. em I (1 8 7 5 ; reimpressão, Grand R apids: Zondervan Publishing House, 1 9 7 5 ), 2:28 5. Francis Brown, S. R . Driver, e Charles A. Briggs, A H ebrcw andE nglish Lexicon o f the O ld Testament (O xford, Inglaterra: Clarendon Press, 1 9 5 1), 696. Em “teus pés”, no hebraico “teus” é fem inino singular, referindo-se a Sião. ). Alec M otyer, The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove, 111.: InterV arsity Press, 19 93 ), 395. A N V I pretere a tradução “os violentos” por causa do paralelismo com o v.25 e devido aos Rolos do m ar M orto, aVulgata, c a Siríaca trazem “os violentos”. A versão ARA traz “os tiranos”. A NEB traz “os cruéis”. Todavia, a Versão Barclay traz “Devem os cativos ser legitimamente salvos” (trad. lit.); e Rotherham traz “Pode o cativo de alguém no direito ser libertado?” (trad. lit.). Joe M . Sprinkle, “O ld Testament Perspectives on Divorce and Rem arriage”, Jou rn a l o f the E vangélical Theological Society 40, no. 4 (dezem bro de 1 9 9 7 ): 541.

Veja tam bém J. A. M otyer, The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove, 111.: InterVarsity Press, 19 93 ), 397. 10 Este é o terceiro Cântico do Servo; veja 42:1. 1 Alguns acreditam que Yahweh do v. I ainda está falando aqui e o Servo é 1 identificado com Ele. 12 Alguns entendem o que fala nos v v .I0 ,II como sendo Yahweh. F. Duane Lindsey, The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press, 1 9 8 5 ), 92. 13 Stanley M . Florton, A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro, RJ: CPAD, 19 95 ), 2 9 1 , 29 3.

B.

0 Remanescente Encorajado 51.1-52.12
I. LEMBRE-SE DO FUNDADOR E DA FUNDAÇÃO 51.1-8

Três temas seguem: Deus enfatiza as suas promessas ao remanes­ cente piedoso de Israel; a sua salvação está disponível para todos os povos do mundo; e nada pode impedi-lo de levar a cabo o seu propó­ sito de salvação. E imperativo que nós escutemos. Isaías primeiro se dirige ao remanescente piedoso que segue o que é certo aos olhos de Deus e que o busca. Olhando ao passado, em pesquisa laboriosa nos livros, para a rocha da qual eles foram corta­ dos, eles deveriam ser relembrados das bênçãos e da graça de Deus no passado.
1 O u v i-m e , v ó s q u e s e g u is a ju s t iç a , q u e b u sca is a o SENHOR; olh a i p a r a a roch a d o n d e jb s t e s co rta d o s e p a r a a ca v er n a d o p o ç o d e o n d e f o s t e s ca va d o s. 2 O lh a i p a r a A braão, v o sso p a i, e p a r a S ara, q u e v o s d eu à lu z ; p orq u e, sen d o ele só, e u o ch a m ei, e o a b e n ç o e i e o m u ltip liq u ei.

Usualmente as referências do Velho Testamento a uma “rocha” são referências a Deus. Quando Abraão pôs a sua fé em Deus, Deus o fez como um rochedo. Desse modo, o remanescente piedoso é ori-

entado a focalizar a lembrança em Abraão e Sara, não somente neles como indivíduos, mas no que Deus fez por eles. Eles deveriam se lembrar especialmente da promessa de abençoar, que incluía nume­ rosos descendentes (dada quando Sara era estéril e, no natural, isto parecia impossível). Então eles deveriam se concentrar no cumpri­ mento da promessa (c f Dt I.IO; 10.22). O Deus que fez uma gran­ de nação de tais pequenos começos ainda pode fazer o mesmo. Ele é um Deus fiel. Tudo o que Ele tem feito por eles é pura graça.
3 P orque o SENHOR co n so la rá a Sião>e co n so la rá a todos os seu s , lu gares assola dos; e f a r á o seu d eserto com o o É den e a sua solidão, co m o o ja r d im do SENHOR; goz o e a legria se acharão nela, a ções de g r a ça s e voz de m elodia.

O SENHOR tinha determinado confortar a Sião, insinuando tam­ bém que Ele já começou a fazer assim. As declarações paralelas enfatizam que Ele fará os lugares assolados e o deserto como o Jar­ dim do Eden. Não haverá mais nenhuma tristeza ou lamentação, pois este será um lugar de imperturbável alegria, com satisfação, ações de graças, e cânticos ao som de instrumentos musicais. Isto terá o seu grande cumprimento no M ilênio.1
4 A ten dei-m e, p o v o m eu e nação m in h a ! In clin a i os o u v id o s pa ra m im , p o rq u e de m im sa irá a lei, e o m eu ju íz o se estabelecerá com o lu z d os povos.

Deus fala agora. O remanescente piedoso em Sião precisa escutar, pois Ele dará instrução ( “lei”, Heb. fora/;) sobre como viver em rela­ ção certa com Ele e de um para com o outro. Ele também estabelece­ rá a sua justiça, ou juízo, “como luz dos povos”, como um guia, e não só para Israel, mas para todos os povos do mundo. “Juízo” aqui in­ clui o tipo de vida que o agrada. 5 P erto está a m in h a ju stiça , v em sa in d o a m in h a sa lvação, e os m eu s braços ju lg a r ã o os p o v o s; as ilhas m e a gu a rd a rã o e n o m eu braço esperarão.

mas a minha salvação durará para sempre. e a m i­ nha ju stiça não será quebrantada. SI 102. ycqawwu. porque os céus desaparecerão como a fu m a ça . Toda a criação. 7 O uvi-m e. a salvação de Deus “durará para sempre” e a sua justi­ ça “não será quebrantada” ou destruída. (N ota doTradutor: A versão ARC anterior a 1995. Os “braços” de Deus significam o seu poder pelo qual Ele julgará todas as nações. Deus convida novamente o remanescente piedoso de Israel a escu­ tar. traz “semelhantemente”. A terra será como uma veste que está velha e simplesmente cai aos pedaços (cf. não temais o opróbrio dos homens. Eles têm que deixar de ficar amedrontados de abusos ou des- . eles esperam por Ele para enviar o Messias. Eles experimentam a justiça e têm as instruções de Deus nos seus corações. A sua salvação cumprirá todos os padrões requeridos por sua justiça. Os céus estrelados atuais são comparados a uma coluna de fumaça que é levada pelo vento e desaparece. em lugar de “de modo semelhante” (K JV). ainda está debaixo do seu controle. povo.) Em contraste. até mesmo as partes mais distantes. Como a ARC. muitas traduções to­ mam o hebreu como significando que estas morrerão “como mos­ quitos” ou moscas. nem vos turbeis pelas suas injiírias. “aguarda esperan­ çosamente”) por Deus. Elas “aguardarão” (Heb. vós. e os seus m oradores m orrerão como mosquitos. As pessoas também morrerão. 6 Levantai os olhos para os cévis e olhai para a terra de baixo. Os novos céus. em cujo cora­ ção está a minha lei. trará a sua justiça. e levará a cabo as suas decisões.25-28). vós que conheceis a justiça. esperando e confiando em seu poder para tornar a sua salva­ ção disponível para todo o mundo. a nova terra e a Nova Jerusalém nunca terão fim. e a terra se enve­ lhecerá como uma veste. As “ilhas” incluem todos os continentes da terra. que foi feita por Deus.A “justiça” e a “salvação” de Deus são paralelas nesta sentença: um modo poético de dizer que elas estão intimamente conectadas. quer dizer.

g o z o e a le­ g r i a a lca n ça rã o . não im porta o que venha a acontecer. 11 A ssim .s Porque a traça os roerá com o a uma veste.13. e a minha salvação. Pedir ao braço de Deus para desper­ tar não significa que Deus estava adormecido. v o lta r ã o o s resga ta d o s do SENHOR e v ir ã o a S ião co m jú b ilo . Por que meros seres humanos deveriam impedi-los de defender o que é certo? . o monstro do mar. SI 87. hostis e insultantes dos incrédulos. DEUS ASSEGURA UM ALEGRE RETORNO 51. Aqueles que abusam e insultam o povo de Deus serão consumi­ dos. cf. veste-te de força. .9-16 9 D esperta. 2.prezos humanos. mas a minha ju stiça durará para sempre.4. O mar Vermelho (Heb.10). Antes. “mar de juncos”) é* comparado ao “grande abismo” (Heb. é um clamor para Deus entrar em ação poderosa. yam suph. Mas o povo de Deus tem a garantia da sua justiça eterna e da sua salvação sem fim. a tristez a e o g e m id o f u g i r ã o . ó braço do SENHOR. 30. as águas do gra n d e abism o? E que f e z o caminho no fu n d o do mar. com o nas gerações antigas. Eles podem contar com isto “de geração em geração”. Eles têm que deixar de ficar assustados e chocados pelas palavras injuriosas. incapazes de resistir ao juízo de Deus mais que a lã pode resistir à traça.7. não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe e fe r iu o dragão? 10 Não és tu aquele que secou o m ar . de geração em geração. jó 9. e p e r p é tu a a legria h a v erá so b re a su a ca b eça . desperta corno nos dias passados. fohm. para que passassem os rem idos? A resposta de Isaías e do povo de Deus expressam o desejo deles pela salvação que Ele prometeu. como Ele fez no êxodo do Egito (aqui chamado “Raabe”. o oceano primordial de Gn 1. e o bicho os comerá como à lã.2) por causa da impossibilidade de Israel cruzá-lo por quais­ quer meios naturais disponíveis a eles. 89. desperta.

2 como quando ele está preparado para destruir. que se tornará em fe n o ? l 'E te esqueces do SENHOR. que é m ortal . ou o filh o do homem.C. Eles não mor­ rerão “na caverna” ou no calabouço. Estas emoções os procurarão e os “alcançarão”. não precisarão buscar gozo e alegria. e temes todo o dia o fu r o r do angustiador .6-8)? Quando estão continuamente ame­ drontados a respeito do furor do “angustiador” (ou liquidatário). Por que deveriam ter medo de qualquer mortal. Aqueles que estão almejando a salvação de Deus olham adiante para um êxodo maior. quando se prepara para destruir? O nde está of u ­ ror daquele que te atribulava? Deus responde.I -2 I ). eu sou aquele que vos consola. todas as expressões de aflição terão fugido para longe (cf. rinnah. 12 E u . Haverá um m aior cumprimento disto no fim dos tempos. para qvie temas o homem. 14 O exilado cativo depressa será solto e não m orrerá na caver­ na. O povo de Israel necessita reconhecer quem Ele é: o Deus que os “consola” ou renova a confiança deles. os quais serão como a relva que logo murcha (cf. onde virão “com júbilo” (Heb. eles estão esquecendo de Deus. incluindo po­ derosos opressores terrenos e ditadores. que te criou) que estendeu os céus efu n d o u a terra. o qual —em contraste com o “feno” —“estendeu os céus e fundou a terra”. Devido a eles segui­ rem ao Senhor. Aqueles que se encontram encolhidos nas prisões ou estirados diante do inimigo serão em breve postos em liberdade. e o seu pão lhe não faltará . como se sentenciados a irem . quem pois és tu. Eles também precisam perceber a própria relação deles com Deus: Deus se tornou deles.10). 35. “badalando gritos de alegria”) a Sião. 40.Os israelitas cantaram depois que cruzaram o mar Vermelho (Ex I 5 . Com a alegria e o gozo consegui­ dos. quando os cativos voltaram da Babilônia. Houve um cumprimento parcial disto em 689 a.

leva n ta -te. M as é Jerusalém que realmente precisa fazer isso. ou uma nova ordem.17-23 11 D esp erta . O S enhor d os E x ércitos é o seu nome. 3. . Por seu intermédio Deus plantará de novo os céus e a terra em uma nova criação. com vigor e resolução. Deus fala agora com o Servo. Deus ainda dirá para Sião que eles são o seu povo: a escolha de Deus não mudou e não mudará. teu D eu s. N V I) indica que Deus deu o seu veredicto e o juízo virá. Deus não precisa ser despertado ou 1 2 1 .9 ). o qual fala para Deus. Ele é o S e n h o r Todo-poderoso. 0 CÁLICE DA IRA DE DEUS ESCOADO E REMOVIDO 51. Esta pode ser uma declaração geral ou pode se referir aos prisioneiros de Senaqueribe que foram levados para a Babilônia. O povo tinha clamado para que Deus despertasse. qu e f e n d e o m ar. Jerusalém tem caído debaixo do furor da ira de Deus e a receberá em sua abundância. e bra m em as su a s ondas. cito s”. e p a ra f u n d a r a terra. O hebraico é confiança do seu povo. Ele ainda tem um lugar para Israel no seu plano e Ele sempre o terá. bebeste e so r v este as fe z e s do cá lice da vacilação. para que se movesse em ação (5 1 .para a cova (inferno). m ovido para agir (SI o “S e n h o r dos Exér­ do m ar falam de seu enfático. 15 P orque eu so u o Senhor . e p a ra d iz er a Sião: Tu és o m eu povo. qu e bebeste da m ã o do Senhor o cá lice do seu f u r o r . renovando a 6 E p o n h o as m in h a s p a la vra s na tu a boca e te cu b ro com a som bra da m in h a m ão. desperta. Deus tomará conta das suas necessidades. Deus o cobri­ rá com a sua mão até chegar a hora em que Ele será revelado. O “cálice da vacilação” (ou “que faz os homens cambalearem”.4 ). ó Jeru sa lém . p a ra p la n ta r os céus. Até mesmo a agitação das ondas contínuo poder e controle.

todo o povo estava na mesma condição pecadora. 22 A ssim diz o teu Senhor. Deixe o povo ver que Deus tomou . n en h u m há qu e a g u ie m a n sa m en ­ te.. As calamidades estão em pare­ lha: “a fome e a espada” trazem devastação e destruição. as fe z e s do cálice do m eu f u r o r . ch eios estão do f u r o r do S e n h o r e da rep reen sã o do teu D eu s. O profeta não pode confortar Jerusalém ou até mesmo mostrar simpatia. ó opressa e em briagada. que pleitea rá a causa do seu p ovo: Eis que eu tom o da tua m ão o cálice da va cila ­ ção. 21 P elo que. e teu D eus. ja z e m nas en trad as de todos os cam in hos. v. Está implícito que só Deus pode tratar disto. de modo que eles desfaleceram e. não podem escapar. Ele a traz à justiça e os defende. J eová. agora. o u v e isto. qu em terá com p a ix ã o de ti? A assolação. com o o a n tílop e na rede. e a fo m e . 20 J á os teu s f i lh o s desm aiaram .ls D e todos os fi lh o s qu e teve. 19 E ssas du a s coisas te a con tecera m . o Yahweh que guarda a aliança. e a espada! C om o te co n so la rei? A situação deles é desesperadora. M as não havia nenhum. n en h u m qu e a tom e p ela m ão. O Soberano SENHOR. deveria ter tido “os filhos [o povo]”. 17). ainda é o Deus de Israel e tem uma palavra de encorajamento para eles. “como antílope na rede”. n u n ca m a is dele beberás. e. e o qu ebran tam en to. retratada como a mãe do seu povo. de todos os f i lh o s qu e crio u . Os habitantes de Jerusalém estão assim debaixo da ira e da repre­ ensão de Deus. Jerusalém. Deus tem uma nova palavra para o seu povo que foi humilhado e recebeu o cálice da sua ira (cf. Ele pleiteia a causa deles. m a s não de vinho.. para que a guiasse de forma que ela pudesse ter evitado a ira de Deus.

2 S acode o pó. I Pe 2. Jerusalém será de novo a “cidade santa”. 5 1.11. As belas “vestes formosas” são vestes sacerdotais (cf.22 acima).1).2— ) providas por Deus. Eles têm que sacudir o “pó” .o cálice da ira da “tua mão”. 4. pois Jesus tomou aquele cálice por nós (M t 26. cf. cid a d e santa. O cálice da ira de Deus será novamente despejado durante a Grande Tribulação (Ap 6. Os crentes não sofrerão essa ira. O desembaraço do “incircunciso” e “imundo” (ou sujo) indica que o povo terá igualmente uma santi­ dade interior. 16 .l o .. v este -te das tua s vestes fo r m o s a s . qu e dizem à tua alm a: A baix a-te. v e s te -te da tua fo rta lez a . Ex 28 . lev a n ta -te e a ssen ta -te. A terceira chamada para despertar (cf.9. 15. e o seu povo. O povo nos dias de Isaías nunca teria que bebê-lo novamente (c£ w. ó J eru sa lém .9). Deus vai mostrar. em troca. ó Sião. 17. JERUSALÉM SERÁ REDIMIDA 5 2 1 -1 2 1 D esp erta .16.6).42. vv. 5 1.9). so lta -te das ata du ras de teu pescoço.17.7. 17 ) vem para Sião por causa da obra de redenção do S e n h o r .21. e tu p u seste as costa s co m o chão e co m o ca m in h o aos viand antes. Jo 1 8 . os quais os tinham tratado literalmente como a lama das ruas (c f 10.e i nas m ã o s d os qu e te en tristecera m .6. Jerusalém se tornará novamente uma cidade real. a sua justiça pondo o cálice da ira “nas mãos dos que. desperta.. ó ca tiva f i lh a de Sião. 17 e 21 acima). p orq u e n u n ­ ca m a is en tra rá em ti n em in circu n ciso n em im undo.5— 15). Que tamanha graça! 23M as p ô . 5 O povo de Deus cumprirá novamente a função sacerdotal que Ele pretendia anteriormente (Êx 19. p a ra q u e p a ssem o s sob re ti. ó J eru sa lém . I Ts 5. caminhan­ do por cima de suas costas depois de eles terem sido forçados a se prostrarem no chão (cf.5. entristeceram [a Israel]”. reis-sacerdotes (Êx 19. Após beber o cálice da ira de Deus.

24). a Assíria não pagou nenhum preço a Deus. “Portanto” e “por esta causa” são sinônimos utilizados aqui para indicar ênfase. p o is o m eu p o v o f o i tom ado sem n en h u m a razãoP O s q u e d om in a m sob re ele dão u ivos. NASB. e a A ssíria sem razão o oprim iu . não havia nenhuma necessidade de pa­ gar um preço à Assíria para resgatá-los daquela escravidão. p o r esta causa. em tem p os p a ssad os. e o m eu n o m e é blasfem ado in cessa n tem en te todo o dia. Deus vai deixar o seu povo saber o “nome” [dEle] (incluindo a sua natureza e caráter) na experiência deste. d esceu ao Egito. “sem dinheiro”. agora. Rm 2. p o rq u e eu m esm o so u o q u e digo: E is-m e aqui. que os seus próprios opressores lamentam [R S Y CEV]. Quando o povo foi vendido em escravidão. Desse modo. d iz o S enhor . 6 P ortanto. que tenho eu aqui que ja z e r . outros. o m eu p o v o sa berá o m eu nom e. a N V I indica “aqueles que o dominam zombam”). d iz o SENHOR. e soltar as antigas cadeias ( “ataduras”) que os tiranizavam. ta m ­ bém sem din heiro sereis resgatados. O S en h o r não ganhou nada tendo o seu povo sido levado para longe dEle. Deus vai resgatá-los livremente. A menção do Egito como o primeiro lugar da opressão de Israel e da Assíria como oprimindo-os “em tempos passados” (por ocasião da sua história) indica que esta passagem está tratando dos próprios dias de Isaías. n a q u ele dia. p a ra p e r e g r in a r lá.4 3 E. O dia milenial . Os seus dominadores “dão uivos” (alguns entendem isto como significando os “uivos” dos seus opressores [KJV. 4 P orque a ssim d iz o S en hor JEOVÁ: O m eu povo. ARC]. ARA. as cadeias do pecado. pela sua graça.(representando o pecado). provavelmente porque eles estão rejeitan­ do o fato de que merecem o seu juízo (cf. Assim. J P orque assim d iz o SENHOR: P o r n a d a fo stes ven d id os. o nome de Deus é insultado ou blasfemado.

Pois eles verão clara­ mente “quando o SENHOR voltar a Sião”.15 faz a citação deste versículo e o aplica ao Evangelho do Novo Testamento (cf. Os pés “suaves” ( “formosos”. “Os montes” são os 12 montes de Deus. Então saberão não só que Deus predisse o futuro. 9 C la m a i can tan do. os montes do mundo inteiro onde o Evangelho da paz (a bondade e a salvação de Deus) é proclamado (c f 49. A aplicação específica aqui é às boas-novas sendo proclamadas nos montes ao redor de Jerusalém. por causa da salvação. que a n u n cia o bem . ex u lta i ju n ta m en te. 8 Eis a voz dos teu s atalaias! E les alçam a voz. p o rq u e olho a olho verão. A cidade de Jerusalém é chamada “desertos”. ju n ta m en te ex u lta m . A RA ) podem estar machucados e san­ grando. Romanos 10. Deus ainda é o Rei do universo. desertos de J er u sa lém ! P orque o S en hor co n so lo u o seu p o v o . Aqueles que estão assistindo. .11 ). quando Ele falará com eles e eles o verão. mas eles são formosos porque trazem um exultante brado de “boas-novas” de que “Deus reina”: Deus não está morto. rem iu a J eru sa lém . Ele também é o que fez isto acontecer.está vindo. ainda soberano. qu e d iz a Sião: O teu D eu s rein a ! Os versículos 7— são um hino de louvor. Ele retorna como o con­ quistador triunfante. conforto e redenção de Deus. qu an do o Senhor v o lta r a Sião. uni­ dos em um ressonante e alto brado de alegria. que f a z o u v ir a sa lva çã o'. até mesmo o solo improdutivo irrompe em brados e cânticos de alegria. por causa dos pecados de seu povo como também pelo cerco dos assírios. 7 Q u ã o su a v es são sob re os m o n tes os p é s do qu e a n u n cia as b o a s-n o v a s. qu e f a z o u v ir a paz. e ainda no controle. solo improdutivo. M as agora.15). também E f 6. aguardam esperançosamente.

Como a justiça de Deus é relacionada à sua salvação? 3. v ó s qu e levais os NHOR. p orq u e o S enh or irá dia n te de vós. g in d o .2 0 ). e também contrasta com a ordem inicial para fugir da Babilônia (4 8 . sa í u ten sílio s do Sen em v o s i r e i s f u ­ o D eu s de Isra el Isaías não está na Babilônia. “Todos os confins da terra” verão isto e reconhecerão a sua grandeza. retira i-v o s. coisa im u n da. tanto na frente como na retaguarda deles. não toqu eis do m eio dela. 11 R etira i-vos.7— 10). Nem sequer lhes seria permitido entrar no templo. Por que o povo chamou a Deus para despertar e qual foi a sua resposta? . nem no exílio.33. Por que o remanescente piedoso precisa olhar para Abraão e Sara? 2.Tivessem eles tocado em uma “coisa imun­ da”. Os judeus são reis-sacerdotes levando santos “utensílios [coisas. não poderiam continuar portando os utensílios santos. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Quanto a Deus desnudar o seu “santo braço” significa que Ele irá demonstrar o seu poder e sua santa dedicação na sua obra de salva­ ção. 12 P orque não sa ireis apressadam ente. aqui. A chamada é uma convocação geral. Deus guardará os seus reis-sacerdotes. e será a vossa retaguarda. Eles têm que se man­ ter cerimonialmente puros. 39). Houve apenas um cumprimento parcial desta profecia quando Ciro permitiu aos judeus voltarem do exílio babilônico posterior (Ed 1. p u r ifica i-v o s . O fato de que eles não devem sair “apressadamente” contrasta com a partida do Egito (Êx 12.10 O S e n h o r d esn u d o u o seu sa n to braço p era n te os olhos de todas as n ações. e todos os co n fin s da terra v erã o a sa lva çã o do n osso D eus. instrumentos] do Senhor”. sa í daí.

19 85 ). será en gra n d eci­ do.4. B. isto poderia também significar “no fim ” (N E B ) ou “para n ada”.7 -1 2 )? CITAÇÕES 1 J.1M as esta passagem “aponta para além de Israel como o . 5. The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press. Eerdmans. 6. de modo que eles tentam fazer a aplicação disto a Israel. C. no. 156. Knight. 4 F.12 I. 0 Sofrimento e a Morte Expiatória do Servo 52. 2 George A.13-53. Barton Payne. e m u i sublim e. até mesmo ao pró­ prio escritor. Este versículo é o começo do quarto cântico do Servo. 3 H ebraico be’ephes. Bulletin o f tbe Evangelical Tbeological Society 6. Servant Theology (G rand R apids: W m . ou a algum profeta. Duane Lindsey. 7. e elevado. 0 SERVO PRUDENTE SERÁ EXALTADO 5213 13 Eis q u e o m eu serv o o p era rá co m p ru d ên cia . 19 84 ). “T h e U n ity o f Isaiah”. De que modos nós podemos participar hoje no hino de louvor (5 2 . 2 (m aio de 1 9 6 3 ): 53 -54 . Alguns críticos são hesitantes em aplicar isto a Jesus. F. o qual continua pelo capítulo 53. Por que Deus encobre o Servo? Por que o povo de Jerusalém tem necessidade de despertar? O que Deus quer fazer por eles? O que o povo de Jerusalém tem de fazer com respeito a esta terceira chamada para despertar? 8. ou ao remanescente piedoso.

chocados com a sua deformação. aponta ao M essias”. Os “muitos” são as pessoas que olham para Ele esperando que Ele fará a obra de redenção de Deus (cf. o significado . muitas nações vão se maravilhar nEle”. p o rq u e aq u ilo q u e não lhes f o i a n u n cia d o verão. 6.3): Ele será “engrandecido” (como Deus é exaltado. (Alguns conectam esta palavra com uma origem árabe e a traduzem como “espanto”. que sofre completamente pe­ los outros3 “em total obediência ao Pai”.5 con­ tudo.) Em linha com a mensagem de salvação de Isaías. expressada pela repetição tripla (cf. m a is do que a de o u tro qualquer. 13 A ssim. há alguns problemas. h o rrifa rá m u ita s nações. e a su a f ig u r a . A palavra “borrifar” é freqüentemente usada a respeito de borri­ far ou espargir o sangue de um sacrifício. e aq u ilo qu e eles não o u v ira m entenderão.14. porque Ele já não se parece um homem. a exaltação só virá após a 1 humilhação e o sofrimento. Isto resulta­ rá em uma exaltação suprema.21). ficarão horrorizados. m a is do q u e a d os o u tro s f i lh o s dos hom ens. Quando eles o virem.15 14 C om o p a sm a ra m m u ito s à vista dele. e os reis fe ch a r ã o a boca p o r cau sa dele. e colocado em posição “mui sublime” (c f 6. p o is a su a ap arên cia estava tão desfigu rada .6— 1 deixa claro. disponível para todos.2 Isaías retrata Israel como so­ frendo pelos seus próprios pecados.servo do Senhor. Como Filipenses 2. Os versículos seguintes mostram que Ele sofre como um homem. A totalidade da evidência é que este Servo é um indivíduo sem pecado. A Septuaginta traduz a frase dessa forma: “Assim. cf 2 Sm 22.4Este é um quadro sublime. 0 SOFRIMENTO ESPANTOSO 52. Lc 24. esta profecia de um DeusHomem não se enquadra a ninguém mais a não ser Jesus.1 onde a mesma exaltação é aplicada a Deus). “elevado”.47). 2. Certamente. O Servo de Deus terá a sabedoria para realizar eficazmente o que Deus lhe envia a realizar. profundo e preciso do Messias.

sem qualquer semelhança de fertilidade que tornasse possível o crescimento. 3. quer dizer.1-3 1 Q u em d eu créd ito à nossa p rega çã o ? E a qu em se m a n ifesto u o braço do SENHORp Israel.parece ser que “muitas nações” se beneficiarão do sacrifício do Servo e do derramamento do seu sangue. parece não haver nada especialmente atraente a respeito do Servo “para que o desejásse­ mos”. o relato ou as boas-novas que eles ouviram e que devem revelar (c f Lc 2 4 . A comparação com o “renovo” e a “raiz” liga o Servo às profecias messiânicas anteriores de Isaías (veja I L I . olhando n ó s pa ra ele j n en h u m a beleza víam os. sendo gentios. o poder do SENHOR. um broto tenro.16). fala. não tinham entendido ou até mesmo considerado antes. 2 P orque f o i su b in d o com o ren o v o p era n te ele e com o ra iz de u m a terra seca. não tinha p a recer n em fo r m o s u r a . subjuga­ dos pela grandeza da sua salvação —algo que eles. Jo 12. dian­ te do SENHOR —em sua presença e sob a sua proteção. o remanescente piedoso em Israel. nem mesmo eles acreditavam na “pregação”. e. Rm 10. Inicial­ mente.38. isto é. mas depois Ele enfrentou uma crescente opo­ sição. ne­ nhuma evidência externa de realeza. M as Ele surge como em “terra seca”. O Servo foi crescendo como um “renovo”. Antes. O “braço”.4 1 . ou antes. eles serão surpreendidos e ficarão respeitosamente calados. 10). As circunstâncias que cercaram o cumprimento de sua missão pareciam adversas. . Mas Ele não é descrito como vindo semelhante a um Rei desta vez: não haverá nada maravilhoso ou espetacular sobre Ele. Jesus teve um ano de aparente sucesso na Galiléia (o segundo ano do seu ministério). p a ra que o desejássem os. foi revelado sobrenaturalmente. O próprio Jesus teve que vir aos seus discípulos e explanar a verdade.6 “Os reis fecharão a boca”. 0 MESSIAS MENOSPREZADO E REJEITADO 53.2 5 .

quando Ele tirava as dores e as doenças. M ateus 8. Aqueles que o menosprezavam acharam o seu sofrimento tão repulsivo que eles viraram as suas faces. experimentando o mesmo sofrimento que acompanha uma rigorosa doença ou enfermidade. era desprezado. hom em de dores. as palavras hebraicas aqui referem-se ao seu próprio sofrimento físico que Ele suportou na cruz. “nossas doenças”) e “nossas dores” (como no v. o ca stigo qu e nos traz a p a z estava sob re ele. f e r i d o de D eu s e oprim ido. Ele pôde fazer isto porque iria morrer. Ele era um homem de “dores” (Heb. ferido e humilhado até à morte. A explicação é enfática: Ele foi ferido pelas “nossas [rebeldes] transgressões” (contra Deus e a sua Palavra) e moído pelas “nossas iniqüidades”. As pessoas o desprezavam de um modo zombeteiro. e n ós o rep u ta m os p o r aflito. p ela s su a s p isa d u ra s. Como isto deve ter ferido aquEle que tanto os amou! 4. objeto do seu juízo. ele to m o u sobre si as n ossas en ferm id a d es e as nossas dores levou sobre si. com o u m de quem os hom ens escondiam o rosto. ou abandonado. J M as ele f o i f e r i d o p ela s n ossas tra n sgressões e m oíd o p ela s nossas iniq üidades. makh‘ovoth. Não foi por qualquer pecado próprio que Ele sofreu. incluindo a nossa culpa pecaminosa. “dores físicas”). ex perim entado n os trabalhos e. No severo sofrimento do Servo Ele é caracterizado como “des­ prezado e o mais indigno”.56 ). Ele corajosa e voluntariamente escolheu tomar e levar sobre si o fardo pesado de “nossas enfermidades” (Heb.3). Porém. ou então eles o desamparavam (M t 26. SOFRENDO POR OUTROS 53.17 aplica isto ao ministério de cura de Jesus.3 jEra desprezado e o m a is indigno en tre os hom ens. e não fiz e m o s dele caso algum . M as a nação como um todo tinha pensado que Ele tinha sido “ferido de Deus”.4-6 4 V erdadeiramente. f o m o s sarados. chalayenu. e. (Tanto os termos .

15. Ap 5. m a s o SENHORf e z c a ir so b re ele a in iq ü id a d e de n ós todos. não fez nenhum a tentativa para se defen­ der. 13. seu sacrifício foi substitutivo. as marcas deixadas por golpes) há cura para nós. mas também a restauração da comunhão com Deus (cf. cf. porque “todos nós andamos desgarrados como ovelhas”.3.) O castigo que estava sobre Ele era para assegurar a nossa paz. Isto inclui não só a cura física. ou como um escra­ vo chicoteado pelo feitor. 5. MORRENDO POR OUTROS 53. O sofrimento dEle foi vicário —totalmente por outros. co m o a ovelha m u d a p era n te os seu s tosquiadores.25). Nós não podíamos pagar a penalidade por nossos próprios pecados. o Batista. . contudo. bênção e prazerosa comunhão com o SENHOR.“ferido” como “m oído” são usados a respeito de situações nas quais a pessoa morre. Ele estava como um cordeiro “perante os seus tosquiadores” (cf. ele não a b riu a boca. M t 9.3. incluindo o nosso eterno bem-estar.6 . Ele foi oprim ido como um a pessoa que é oprim ida por um credor que exige o pagam ento de um a dívida. co m o u m cordeiro. N a sua paciência e silêncio.8).3 5.2 9.4. João.176.7-9 7 E le f o i oprim ido.24. cad a u m se desvia va p elo seu cam in ho. Deus fez todos os nossos pecados (incluindo a nossa culpa e o castigo que nós merecemos) caírem so­ bre Ele.36). SI 1 19. T g 5. Ele não proferiu nenhuma palavra de reclamação. de modo que Deus “fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos”. andamos longe de Deus e extraviados no pecado (cf. f o i levado ao m a ta d ou ro e. Todo o mundo precisa do Redentor. m a s não a b riu a su a boca. I Pe 2. “Pelas suas pisaduras” (ou “açoites”. chama Jesus de “o Cordeiro de D eus” em Jo 1 . 6 T odos n ós a n d a m os desga rrados co m o ovelhas. o cordeiro da Páscoa de Êx 12. S I 103.

“considerará”7] o tempo da sua vida [Heb. na su a m o r te p ^ p orq u a n to n u n ca f e z injustiça. e as suas palavras eram verdadeiras. e quem co n ta rá o tem po da su a v id a ? P orq u a n to f o i corta d o da terra d os v iv en tes e p ela tra n sgressã o do m eu p o v o f o i ele atingido. foi enterrado com honra por um homem rico (veja M t 27 . Foi pretendido que a sua sepultura fosse “com os ímpios”. “Da opressão” significa que Ele foi posto sob constrangim en­ to (assim como Jesus foi preso e colocado sob guarda como um crim inoso). com os criminosos condenados que foram crucificados com Ele. fa z e n d o . Ele foi “co rtado” por violento sofrim ento e morte.57— 60). doro. v erá a su a . quando Ele de fato morreu. “a sua geração”. ou seja. “E quem contará [Heb. Ele era manso com os pecadores. ninguém naquele momento entendeu o significado de tudo aqui­ lo (nem sequer os seus discípulos entenderam que Ele estava so­ frendo por eles). q u an do a su a alm a se p u s e r p o r ex p ia ção do pecado. A versão A R A co­ loca assim: “E de sua linhagem quem dela cogitou?” Q uer dizer. “os seus contem porâneos”]?” Eis como aV ersão de Berkeley expõe isto: “E quais de seus con­ temporâneos consideraria” (tradução literal).o en ferm a r.9 Esta era a garantia de Deus de que as acusações de que Ele era um homem violento e enga­ nador eram falsas (cf. após a qual Ele foi conduzido à m or­ te. UMA OFERTA ACEITÁVEL PELA CULPA 53. 9 E p u sera m a su a sep u ltu ra com os ím pios e co m o rico. como também por todas as pessoas do mundo. ao SENHOR agra d ou o moê~lo.8 D a opressão e do ju íz o f o i tirado. n em h o u ve en ga n o na su a boca. um a m orte m erecida pelo seu povo.10-12 10 T odavia. No entanto. “Juízo ” refere-se ao julgam ento (em bora este fosse ilegal) e à injusta sentença. I Pe 2. y ‘socheach. 6.2 2).

Que Ele veria a sua posteridade ou descendência (lit. foi realizada uma expiação suficiente por todos os nossos pecados e nossas culpas. Pelo derramar de seu sangue e o derramamento da sua vida. I Co 1. Esta oferta seria levada a uma conclusão eficaz “na sua mão”.21. de nenhu­ ma maneira nós merecíamos um tal sacrifício em nosso favor. “Ele se agradou”) “moê-lo. incluindo todo o seu ser. p r o lo n g a r á o s dias. “ver a semente”) significa que Ele se levantaria de entre os mortos e veria os seus filhos espiritu­ ais. j u s t if ic a r á a m u ito s. e o b om p r a z e r d o SENHOR p r o s ­ p e r a r á n a su a m ão.I 7 .22. . O “prazer do S e n h o r ” ( “a vontade do Senhor”. cf.1 o que realmente foi 1 cumprido na sua ressurreição. Mas a morte dEle não seria o fim. ARA ) inclui os negócios ou assuntos do SE N H O R . 3.30. Ser um “servo justo” significa que Ele era sem pecado e. era a sua vontade (Heb. pelo poder e administração do Servo.16) por nós. e Ele sabia quem Ele era e é. Deus fez da vida do Servo.9). o Messias. mas para todos os que viessem a Ele (R m I .p o sterid a d e. poderia justificar [prover justificação para] “mui­ tos” —não apenas para um. Fp 3. A N V I acrescenta que “ele verá a luz [da vida]”. 2 Co 5. uma oferta de “expiação do pecado” (normalmente traduzido como “oferta pelo pecado” em ARA e KJV. Ele também sabia o que Ele estava fazendo no seu sacrifício por nós. inclusive as conseqüên­ cias da culpa deles. co m o seu co n h ecim en to . Ele poderia fazer isto porque “as iniqüidades deles levará sobre si”. 11 O tra b a lh o da su a a lm a ele v e r á e f i c a r á sa tisfeito .21). O “conhecimento” do Servo significa que Ele conheceu o Pai de um modo amoroso e pessoal. o m e u servo. Ele verá o resultado dos seus sofrimentos e “ficará satisfeito”. Deus não somente permitiu a morte do Servo. p o rq u e a s in iq ü id a d es d eles lev a r á so b re si. Deus fez isto motivado por pura graça e amor (Jo 3. chaphets. quer dizer. fazendo-o enfermar”..10Que Ele “prolongará os dias” dEle significa que Ele continuaria vivo depois da sua ressurreição. 2 Co 5. portanto. o ju s t o .

7— 1 lança sobre Isaías 52. Toda a gran­ deza e o poder dos seus inimigos estarão entre os despojos da sua vitória. Embora Ele se deixasse ser “contado com os transgressores”.25 . p o rq u a n to d erra m o u a su a a lm a n a m o r te e f o i co n ta d o co m o s tra n sg resso res. M q 7. r ep a r tirá e le o d esp ojo. mas para o sangue da vida que a cobrira. R m 8. Deus o recompensará ricamente.25. os quais estavam em um estado de rebelião (veja M c 15. Lc 23. e. N aquela arca estavam as tábuas de pedra da Lei. O que as perguntas de 53. A quebra da Lei exigia juízo. Ele de boa vontade. que era o envoltório da arca da alian­ ça.34.34. ou seja. QUESTÕES DE ESTUDO 1.12 P elo q u e lhe d a r ei a p a r te d e m u ito s. mas que eles tinham sido tirados (cf. triunfan­ do sobre tudo isso. Que luz Filipenses 2. O segundo bode era despachado para o deserto para declarar que os pecados não só estavam cobertos. M as quando o sangue foi espargido.19). e obedientemente. não somente um mestre.13— 1 15? 2. tratado como um rebelde. O Servo triunfará. m a s ele lev o u so b re si o p e ca d o d e m u ito s e p e lo s tra n sg resso res in terced eu . Deus já não olhava para a Lei quebrada. Tudo isto acontece porque Ele estava disposto a passar pela morte e se deixar ser identificado com os seres humanos. levou o fardo dos pecados e a culpa de toda a raça humana. não meramente um mártir. I Jo 2. co m o s p o d er o so s. Is 4 3 . não simplesmente o nosso exem­ plo. Está claro a partir disso que Ele não era uma vítima das circuns­ tâncias. de modo que nós podemos entrar livremente na presença de Deus e estar em perfeita relação com Ele. Também nisto Ele cumpriu a tipologia do pecado que oferece dois bodes no Dia da Expiação: um bode era sacrificado e o sangue era borrifado na cober­ tura de ouro (o propiciatório). Ele estava livremente intercedendo pelos rebeldes e con­ tinuaria a fazê-lo dessa forma (cf. Hb 7.28).1 implicam? .1).

5. 10? 4. 4a. ed. O que nesta passagem indica a sua ressurreição? 8. Como a menção de renovo e raiz é diferente do que é descrito em 11. 1 A Septuaginta indica algo como “para ele a luz se m anifesta”. 19 93 ). 6 H. Eerdmans. 3 :3 3 8 -3 9 . 4 2 6. 197 1). 111. 317. lH “M o rte” é um plural relativo a ênfase no hebraico. H arper. 2:3 0 3 . A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. Qual é a continuação do ministério do Servo? CITAÇÕES 1 N ote discussão em Sam uel J. violenta c suprema. James M artin (G rand R apids: W m . 3 0 9 -3 1 6 . O que se pretende dizer quando chamamos o seu sofrimento de vicário e substitutivo? 6. Propheeies o f Isaiah. Biblícal C om m entary on the. Que lição a Bíblia quer que tiremos com o fato de Ele ser enter­ rado na sepultura de um homem rico? 7. J. 2 W ille m A. Interpreting the Prophetic Word' 2 8 0. RJ: CPAD.3. 1 10 Stanley M . Book o f Isaiah. B. Alec M otyer. In terp retin g the P rophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. Leopold. Academie Books. 19 95 ). Prophecy o f Isaiah. Eerdmans. The Book o f Isaiah.: InterV arsity Press. 1 9 6 9 -7 2 ). Young. 19 90 ). Schultz. C f margem da NASB. 5 Edward J. 7 Como traduzido em Salm os 143. 280. indicando que esta era real. C. A N V I segue tanto a Septuaginta como os Rolos do mar M orto. B. A A RC e a 1 A R A om item esta parte. ( Grand R apids: W m . H orton. 3 Cf. . 1969). 3 vols. The O ld Testament Speaks. 3 :3 5 5 -5 6 . V anG em eren. Fxposition o f Isaiah (Grand R apids: Baker Book House. 2:2 2 5 . trans. 4 VanGemeren. 1. Veja M otyer. Como os sofrimentos do Servo são relacionados ao ministério de Jesus e à cruz? 5. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Franz D elitzsch. 19 90 ). (San Francisco. 4 3 6. 1 Young.

13 I. tu qu e não tiveste dores de p a rto ! P orque m a is sã o os f i lh o s da so litá ria do qu e os f i lh o s da casada. Isto indica a neces­ sidade de abrir espaço para o grande número de pessoas que virão sob as bênçãos que Deus tem para o seu povo. A Obra do Messias Traz Progresso e Bênção 54. norte e sul (Gn 2 8 . N a sua semente. Deus prometeu a Jacó que a sua semente irromperia para oes­ te. leste.14 ).1 0 ) são feitos seus.2 7 aplica isto aos filhos espirituais da Jerusalém que está em cima (i. por causa do sofri­ mento.2 6.. 2 A m plia o lu g a r da tu a tenda. com a semente possuindo as nações e . morte expiatória e ressurreição do Servo. e a tua p o sterid a d e p o ssu irá as n a ções e f a r á qu e seja m habitadas as cid a d es assoladas. d iz o Se n h o r . Primeiro. Agora Isaías vê uma expansão “à mão direita e à mão esquerda”.3). A promessa de Deus para Abraão era para uma numerosa semen­ te.D. Este capítulo clama por respostas à obra do Servo.1-3 1 C an ta alegrem ente. e as co rtin a s das tua s habitações se esten d a m . O PROGRESSO JUBILOSO 54. a mulher “esté­ ril” (a personificação de Sião) é para cantar e exultar porque os filhos do Servo (5 3 . a Nova Jerusa­ lém no céu) —que também são (por fé) os filhos espirituais de Abraão. seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12. Gálatas 4. ó estéril.1-55. A ênfase aqui está na natureza sobrenatural do relacionamento. não o im peças. Uma segunda comparação clama pela ampliação do lugar da ha­ bitação de Sião ( “Amplia o lugar da tua tenda”). alonga as tu a s cord a s e f i r m a bem as tua s estacas.e. qu e n ã o deste à lu z ! E x ulta de ■prazer com a legre ca n to e ex clam a. Duas compa­ rações ilustram a futura ampliação de Sião. 3 P orque tra n sb ord a rá s à m ã o d ireita e à esquerda.

). . Israel.7. e o Santo de Israel é o teu Redentor.povoando as suas “cidades assoladas”. Deus ainda é o Yahweh que guarda a aliança. pode deixar de ficar amedrontado. para a época do M ilênio e ao futuro glorioso de Israel. antes. 6 Porque o SENHOR te chamou com o a uma m ulher desampara­ da e triste de espírito. um quadro semelhante é encontrado com Jesus sendo o Noivo da Igre­ ja. mas o Parente-Redentor de Israel. Isto aponta à frente. que é desprezada. mas como “o Deus de toda a terra”. por boas razões. tudo será esquecido. A imagem de Deus como o “m arido” de Israel é empregada fre­ qüentemente (Jr 3. cada um com poder lim itado e freqüentemente em com­ petição entre si. diz o teu Deus. No Novo Testamento.7). Ele não o abandonou para sempre (veja v. porque não serás confundida. Três sinônimos —“envergonhada”. “confundida” e “opróbrio” —enfatizam que Israel não sofrerá nenhuma vergonha. te esquecerás da vergo­ nha da tua mocidade e não te lembrarás mais do opróhrio da tua viu vez. ele será chama­ do o D eus de toda a terra. etc. como a uma m ulher da mocidade . Os 2. porque não serás envergonhada. 2. o que controla os exércitos do céu. N enhum deus pagão poderia reivindicar isso..14. S e n h o r dos Exércitos é o seu nome. Ele não é somente o Santo de Israel. A vergonha do passado. da “mocidade” (provavelmente no Egito) à “viuvez” (dificuldades pos­ teriores). 5 Porque o teu C riador é o teu marido. Ele também será reconhecido não só como o Deus de Israel. 0 REDENTOR COMPASSIVO 54. pois os pagãos acreditavam em m ui­ tos deuses.4-8 4 Não temas . O Senhor vai levar tudo. e não te envergo­ nhes. A razão pela qual Israel não será envergonhado c que o Criador ainda é o seu marido.

a promessa e o juramento de Deus para Israel é que a sua ira e repreensão terminaram.9. o teu Redentor. como uma esposa jovem que é “desamparada”. embora ele (Israel) seja como uma esposa abandonada e triste de espírito. diz o S e n h o r . te deixei'. A ALIANÇA DE PAZ 54.A razão pela qual Israel pode reconhecer que Deus ainda é o seu marido é porque Ele o chamou de volta. mas Ele permanece e sempre será o Parente-Redentor de Israel (cf. mas a minha henignidade não se desviará de ti. “amor que guarda a aliança”) está por trás das suas misericórdias. e o concerto da minha paz não mudará. 3. A sua bondade eterna (Heb. mas com grande m iseri­ córdia te recolherei. A Palavra de Deus lhe dá segurança. Os 11. O Dilúvio de Noé foi um ato de juízo sobre todo o mundo. 7 Por um pequeno momento. . diz o SENHOR. O tempo que Deus deixou Israel foi apenas “um pequeno momen­ to”.1). A promessa e aliança de Deus após o Dilúvio foi: “Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem.8. ou rejeitada. A sua compaixão é tão grande que Ele recolherá Israel a si. M as Deus ainda é o seu Deus. 10 Porque as montanhas se desviarão e os outeiros tremerão. A sua ira foi como um rompi­ mento de represa. mas com henignidade eterna m e compadecerei de ti. como fiz” (Gn 8.1).. escondi afa c e de ti p o r vim m omento. nem te repreenderei. Ele não se divorciou (veja 50. Da mesma forma. pois jurei que as águas de N oé não inundariam mais a terra. assim ju rei que não me irarei mais contra ti.. A sua nova aliança será tão firme quanto a aliança feita com Noé. Agora a mulher estéril realmente pode cantar e gritar de alegria (54.21). e Ele “escondeu [a sua] face” (removeu a sua presen­ ça ativa) de entre eles —mas só durante um tempo muito curto.10 9 Porque isso será para mim como as águas de Noé.9). que se compadece de ti. .s em grande ira. chesed. Ele foi ferido pelo pecado e piela rebelião deles.

de pedras aprazíveis. M as. o seu amor que guarda a aliança. mesmo que montanhas e outeiros venham e vão.14— 18). Ele a construirá com pedras preciosas estabelecidas sobre “safiras” (H eb. Como é maravilhoso saber que Ele é o Deus que tem compaixão por cada um de nós! 4. nunca deixará Israel nem o deixará “o concerto da [sua] paz”. E f 2. A compaixão de Deus alcança a aflita cidade de Jerusalém. Novas montanhas e outeiros indubitavelmente surgiram. posta em efeito pela morte de Jesus na cruz.27) e fez a paz entre Deus e nós (R m 5. Embora alguns tomem isto como sendo “baluartes” (A R A ).1 1 -1 5 1 O oprimida. Deus tem uma restau­ ração maravilhosa guardada para ela. As “janelas” da cidade serão feitas de material cristalino. arrojada com a torm enta e desconsolada! Eis 1 que eu porei as tuas pedras com todo o ornam ento e tefu n d a rei sobre safiras.1Por intermédio de sua morte. mas ricas lazuritas de cor azul celeste). As­ sim. e todos os teus termos. A fundação dessa gran­ de cidade será de safiras (não as modernas safiras. H b 9. 12 E as tuas janelas fa r e i cristalinas e as tuas portas. não a moderna turquesa. o “concerto da minha paz” deve ser a nova aliança futura. VanGemeren sugere que a mesma “incorpora todas as promessas de Deus”. como outras versões indicam )2 para fazer a sua beleza se salientar. cheia de glória. de rubins. As alianças de Deus sempre foram efetivadas por um sacrifício (cf. a “henignidade” de Deus. ou “escudos” . Ele deixou a sua paz para nós (Jo 14. pukh. Esta será firme e bonita —sem mais nenhuma instabilidade. JERUSALÉM SERÁ RESTABELECIDA 5 4 .Grandes mudanças vieram com o Dilúvio.15-18). “antimônio preto”. No fundo está o sacrifício do Servo-Messias. arroja­ da pelas tempestades e sem nenhum conforto.1.

os quais serão os discípulos do SENHOR. p o r­ que j á não tem erás. de medo e terror.) e outros como “pináculos” (A SV ) ou “janelas” (K JV ) que refletem a luz solar. Se houver algum ataque contra a cidade. porq u e não chegará a ti. mas Deus não causará guerra contra ela como Ele o fez quando os assírios e babilônios trouxeram o seu juízo.16. e a p a z de teu s f i lh o s será abundante. 15 Eis qu e p o d erã o v i r a ju n ta r-s e. incluindo as bênçãos plenas da salvação que Deus tem guardado.(N V I. m a s não será p o r m im . p a ra destruir. Pode haver ataques não provocados. tam b ém cr iei o assolador. Deus cumprirá o seu propósito para com Israel. Ela estará longe de qualquer opressão ou mal social e. Os “filhos” (as crianças) são os habitantes da cidade. ca irá p o r a m o r de ti. A cidade será fundada e estabelecida na justiça de Deus (incluin­ do o seu amor e compaixão). As portas serão de rubi de vários tons e as paredes ou bordas dos edifícios serão de pedras preciosas.. portanto. que p r o d u z a fe r r a m e n ta p a ra a su a obra. qu e assopra as brasas no fo g o .10 . OS SERVOS DE DEUS SERÃO JUSTIFICADOS 54. A Nova Jerusalém será bonita de um modo se­ melhante (Ap 21 . “sóis”) provavelmente signifique escudos próprios para refletirem a luz do sol.3 Eles desfrutarão grande paz e bem-estar. quem se a ju n ta r co n tra ti. 13 E todos os teu s f i lh o s serã o d iscíp u los do Senhor .17 16 Eis que eu criei o fe r r e ir o .18 -2 1). continuamente ensinados por Ele. o hebraico shimshoth (lit. 14 C om ju stiça serás con firm a d a e estarás longe da opressão. A palavra hebraica traduzida como “criei” só é usada a respeito de Deus e aqui enfatiza . “Eu” está na posição enfática na oração. e tam bém do espanto. 5. este falhará.

Nem tampouco “toda língua” que se levanta para acusar no tribunal será capaz de se levantar contra o povo de Deus e tomar a “herança”. Fp 3. (Cf. H á bastante água para todos os que têm sede e vierem beber. sem d in h eiro e se m p r eço . Como 5 3 . esta é a h era n ça d o s s e r v o s d o S e n h o r e a su a ju s t iç a q u e v e m de m im . Esta é a palavra declarada de Deus. e toda lín g u a q u e se le v a n ta r co n tr a ti em ju íz o . cor ou condição social. e v ó s q u e n ã o ten d es d in h eiro .5— para a aplicação disto aos assírios. v in d e e co m p ra i. “Vinho e leite” implica provisão para todos os tipos de necessidades. provida por Ele. estes verdadeiros crentes são todos “servos do S e n h o r ” .9). 6. uma porta está aberta de par a par para todos. O SE N H O R chama a todos para virem — indiferentemente de raça. os direitos e as bênçãos que Ele lhe tem dado.1 1 deixa claro.6). Agora Deus revela o seu propósito de um modo maravilhoso. Eles terão uma herança que realmente é deles. d iz o S e n h o r .) 19 17 T oda f e r r a m e n t a p r ep a r a d a co n tr a ti n ã o p r o s p e r a r á . M t 5.1. tu a co n d e n a r á s . co m p ra i e co m ei. N a luz da salvação provida pelo Servo do capítulo 53. os assoladores (os guerreiros). “Toda ferramenta” ( “toda arma”. Eles terão uma justiça que vem da parte do S e n h o r . v in d e à s á gu a s. (Veja Rm 4 . v in h o e leite. O convite tem uma só condição: sede. A R A ) não será capaz de tirar de Sião o que Deus irá prover. 45 .7 e veja também 10. vin d e. plena e livre (cf. e a destruição que eles trazem. Aqueles “que não [têm] dinheiro” podem vir porque o ServoMessias já pagou o preço completo: Ele morreu pelo mundo inteiro — . esta é provida pela morte e ressurreição do Servo Sofredor. sim . UM CONVITE UNIVERSAL 55.2 0 -2 5 . o M essi­ as. Tudo isto fala de uma salvação preciosa. as armas.o seu controle soberano sobre os trabalhadores humanos.2 1 O v ó s to d o s o s q u e ten d es sede.

‘ekh/thah.3-5 3 Inclinai os ouvidos e vinde a mim. Deus fará [Heb. esses que não têm nenhum dinheiro e nada para oferecer em troca. O que eles tinham recebido não era nada mais que uma ilusão. Eles estão em uma corrida louca em busca de po­ der ou prazer.6. Ou seja. Este novo concerto trará o cumprimento da aliança de amor prometida a Davi.7). A chamada é para ouvir diligente e exclusivamente o SENHOR. aqui chamada “as firmes beneficências de Davi”. a Parábola das Bodas em M t 22. obedecerem. Este concerto é a nova aliança posta em efeito pela morte sacrificial de Jesus. o Servo Sofredor do capítulo 53. Os seus desejos egoístas os cegam para os valores bí­ blicos. e a vossa alma se deleite com a Os arrasados e empobrecidos pagãos estavam gastando as suas riquezas e trabalho em templos e deuses que não os podiam satisfa­ zer (4 6. Então eles poderiam comer uma comida real e achar não só satisfa­ ção. porque convoscofarei um concerto perpétuo. e a “vossa alma” (todo o seu ser) será reavivada. estas promessas o asseguravam de que sempre haveria . As ordens são plurais e ampliam o pensamento do versículo I: Deixem todos os que estão sedentos escutarem.inclusive as cidades do interior. UMA ALIANÇA PERPÉTUA 55. 2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? O u vi-m e atentamente e com ei o que é bom. mas também alegria e deleite na riqueza do que Deus provê (cf. e eles não buscam as bênçãos de Deus. ouvi. Lc 14). _ 7. virem ao SENHOR. M uitos hoje estão gastando o seu dinheiro e trabalho nas coisas vazias do mundo. os países do Terceiro Mundo. e a vossa alma viverá. “cortar” por um sacrifício] “um concerto perpé­ tuo” com todos os que vierem a Ele. dando-vos asfir m es beneficências de Davi.

“E-me dado todo o poder no céu e na terra” (M t 28.3.5. o qual cumpre a promessa de Deus a Davi. de todos os povos do mundo.5. o mandamento dado é para buscar “ao S e NHOR” intensamente com um desejo de adoração. 12. Zc 8.6 -9 0 Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar. 5Eis que chamarás a um a nação que não conheces. 23. Is 9. Fp 2.). Jesus.1 7 -1 9 .27. Ap 2. Is 49.9.1. Pela sua natureza. “chamará a uma nação” (gentios) que Ele não conheceu ou teve algum contato durante o seu ministério terreno.7.28— 37).26. etc. Nações que não o conheceram correrão para Ele por causa da sua relação com Deus o Pai e porque o Santo de Israel o glorificou e o exaltou (cf. Em vista do amor de Deus e da provisão da misericórdia e da liderança do Messias. 2 Co 6. Ele está perto dos que clamam a Ele. teu Deus. e para tornar o trono de Davi eterno enquanto Ele reina em Jerusalém no M ilênio e na Nova Jerusalém.20— M q 1.7. A Pessoa que Deus oferece como uma “testemunha aos povos” do mundo é o Messias.um homem dos seus descendentes para o trono (2 Sm 7. Jo 18.15). DEUS PERDOARÁ LIVREMENTE 0 ARREPENDIDO 5 5 . como príncipe e govern a dor dos povos.37). Estas beneficências serão cumpridas quando Jesus vier novamente.4. e do Santo de Israel. 89. cf.2). Ele também será o líder designado por Deus ou o príncipe soberano.34). Ele será uma testemunha da verdade (cf. A ressurreição de Jesus o identifica com esta profecia (cf. 19. quer dizer. 8. invocai-o enquan­ to está perto. Nm 2 4 . porque ele teglorificou.8. A l­ .6. Ag 2.14— SI 16. Ele será um “governador dos povos”. 4 Eis que eu o dei como testemunha aos povos. At 13. e um a nação que nunca te conheceu correrá para ti.18. como o Rei davídico. M as a oportunidade não durará para sempre (cf. p or am or do SENHOR. Ele será achado por aqueles que buscam.4 Como Jesus disse.

m a s rega m a terra e a fa z e m prod u z ir. assim co m o os céu s são m a is altos do q u e a terra. assim são os m eu s ca m in h os m a is altos do qu e os vossos cam inhos. Todos nós podemos aplicar isto à nossa própria vida. e o hom em m align o.6. e . Além disso. assim co m o desce a ch u va e a n ev e d os céu s e p a ra lá não torn a m . No en­ tanto. eles são infinitamente mais altos.guns sugerem que o hebraico pode ser traduzido da seguinte forma: “Buscai ao S E N H O R onde Ele pode ser achado”. Isto poderia indicar reunião de pessoas que estão adorando a Ele.10-13 10 Porque. 8 P o rq u e os m eu s p e n s a m e n to s n ã o sã o o s v o sso s p e n s a m e n ­ tos. Então eles podem tornar (Heb. intenções e caminhos de Deus não somente são diferentes dos nossos. Para os malfeitores culpados buscarem ao S E N H O R . “retornar”) para o S E N H O R para receberem livremente misericórdia e abundante graça e perdão. que é “o caminho” (Jo 14. qu e se com p a d ecerá dele. e brotar.20). eles têm que primeiro deixar “o seu caminho”. e os m eu s pen sa m en tos. to rn e p a ra o n osso D eu s. planos. mudar o seu estilo de vida. Deus transpôs o abismo que existia entre nós e Ele por um novo e vivo (ressuscitado) caminho: Jesus. aí estou eu no meio deles” (M t 18. Pessoas cheias de delitos e que causam injustiça têm que aban­ donar os seus “pensamentos” (incluindo os seus planos e intenções).19. porque os pensamentos. Como disse Jesus: “Por­ que onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome. p o rq u e g ra n d io so é em perdoar. m a is altos do qu e os vossos pen sa m en tos. quer dizer. 05 m eu s cam in h os.23). A PALAVRA DE DEUS TRARÁ ALEGRIA 55.20). veja Hb 10. 9 Porque. yashov. 9. o ímpio tem que abandonar os seus pensamentos. os seu s p en sa m en to s e se co n v erta ao Senhor . n em os v o sso s cam in h os. pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (R m 3. 7 D eix e o ím pio o seu cam inho. d iz o S e n h o r .

em pa z . q u e n u n ca se a pa gará. shem. tendo o efeito que Ele pretende (cf. em lu g a r da sa rça .17. Antes.d a r s e m en te a o sem ea d o r. “nome”. a n tes. ou seja. o s m o n ­ tes e o s o u teir o s ex cla m a rã o d e p r a z e r p e r a n te a v o ssa f a c e . f a r á o q u e m e a p ra z e p r o s p e r a r á n a q u ilo p a r a que a en v iei.18). Essa maldição será removida e árvores perenes tomarão o lugar daqueles. Portanto. 53. A queda de Adão trouxe uma maldição sobre a terra de forma que esta produziu espinhos e cardos (Gn 3. uma expressão do nome de Deus — de sua .27). co m a legria . 11 a ssim s e r á a p a la v r a q u e s a ir da m in h a boca. sa ir eis e. 45 . elas descem para ter um efeito im portan­ te. vv. p o r sin a l etern o . Esta será o tipo de alegria e paz que Jesus dá — uma paz diferente de qualquer coisa que o mundo dá (Jo 14. A transformação olha à frente para o M ilênio quando toda a natureza será igualmente transforma­ da (R m 8. Esta transfor­ mação de pessoas e da natureza será para o Senhor “por nome” (Heb.10). A promessa final da Palavra de Deus (a Bíblia) é que os pecadores arrependidos (cf. cr e s ce r á a f a i a . Esta faz com que toda a natureza pareça cantar e se regozijar.23. e p ã o ao q u e com e. 13 j Em lu g a r d o esp in h eiro. tornando possível o crescimento das plantas que suprem as neces­ sidades humanas.21). Ela fará o que Deus deseja e terá sucesso. A provisão de Deus de chuva e de neve não simplesmente descem e tornam para cima. Deus não fala a sua palavra para tê-la simplesmente ecoando de volta para Si. nós deveríamos buscar a Deus por causa da grande bênção que resultará. e. ela n ã o v o lta r á p a r a m im va z ia . 12 P orque. cr es ce r á a m u r ta . e tod a s a s á r v o r e s d o ca m p o b a terã o p a lm a s. isso s e r á p a r a o SlNHOR p o r n om e. Esta acertará em cheio o alvo. 7— 10) sairão da escravidão do pecado “com alegria” e serão conduzidos pelo S E N H O R “em paz” e bem-estar. s e r e is g u ia d o s .

Alexander. . Commentary on the Prophecies o f Isaiah. VanG em eren. 2 vols.30. Quais são as promessas de Deus ao povo de Israel como seu “ma­ ndo”? 4. Como isto se relaciona com as promessas dadas a Abraão e Jacó? 3. O que você conclui sobre os pensamentos e a Palavra de Deus no capítulo 55? 7. Este sinal nunca será eliminado. 2 Alguns entendem isto como sendo sulfeto de chumbo escuro.natureza e caráter).1 e por quê? 5. A mesma palavra é usada a respeito da pintura dos olhos em 2 Reis 9. Academ ie Books. reimpresso. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. Para quem vem o convite de 55. 1 9 9 0 ). O que está implícito em chamar Deus de marido de Israel como também o Deus de toda a Terra? 6. 4 Joseph A. 3 Alguns entendem que “filhos” significa “construtores” já que as consoan­ tes hebraicas são as mesmas. porque Ele é mere­ cedor. Q UESTÕES DE ESTU D O 1. 2 :3 2 6 . Quais as garantias que Deus dá aos pecadores arrependidos no capítulo 55? CITAÇÕES 1 W ille m A. O que é esperado que Sião faça por causa da obra do Servo? 2. Isto será um sinal eterno e sobrenatural que prova a efetividade da palavra de Deus. 2 8 0. 19 75 ). Isto dará glória sempre a Deus e inspirará louvor. Interpreting the Prophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing H ouse. em I (1 8 7 5 .

mas por graça.1 ). porque a minha salvação está prestes a vir. Bênção e Juízo 5 6.24 A. Juízo sobre Outros 56. as pessoas precisam ser lem- . oferecida a todos os que têm sede. está próxima.1-8 1 A ssim diz o Senhor : M antende o ju íz o e ja z e i ju stiça. Alguns entendem que este capítulo começa uma nova seção. mas traz res­ ponsabilidades como também bênçãos.1-66.Glória para o Povo de Deus.1 N o entanto.1-5 8. Embora a salvação prometida não seja através de obras. esta seção está proximamente conectada à profecia precedente e a conclui.14 I. a m a n jesta r-se. A BÊNÇÃO INCLUI EUNUCOS E ESTRANGEIROS 56. A completa e livre salvação do SE N H O R . e a m inha ju stiça . O “vinho e leite” eram “sem dinheiro e sem preço” (5 5 .

por isso o mandamento era evitar “perpetrar algum [tipo de] m al”. e o f i l h o d o h om em q u e la n ça r m ã o disso. antecipando a sua salvação e a revelação da sua justiça.7. U m a bênção é pronunciada sobre as pessoas que continuam fa­ zendo isso constante e fielmente. A Lei proibia duas classes de pessoas de entrar na assembléia sa­ grada do povo de Deus quando eles adorassem. eter­ namente” (D t 23.19— 27. ben .bradas de que Deus esperava boas obras (cf. A implicação é que os estrangeiros entre eles têm estado e continuam envolvidos em ritos e cerimônias pagãos.9— I . a porta estava sempre aberta para os estrangeiros ofere­ cerem a sua submissão ao SE N H O R . O “homem” (Heb. E n ã o f a l e o f i l h o d o es tr a n g e ir o q u e se h o u v e r ch ega d o a o SENHOR. Porque o sábado era o coração como também o símbolo da velha aliança. q u e se g u a r d a d e p r o fa n a r o sá b a d o e g u a r d a a su a m ã o d e p e r p e tr a r a lg u m m al. onde o descanso do sábado da nova aliança está I diariamente cessando por causa de nossas próprias obras. dham . 51.9— 10). “O quebrantado de quebradura ou castrado não entrará na congregação do Senhor. O seu mandamento era para o povo colocar em prática o juízo e a justi­ ça. G1 6. n em ta m p o u co d iga o e u n u co : E is q u e eu so u u m a á r v o r e seca. N o entanto.1. “o a filho da espécie humana”) que “lança mão disso” significa todo ser humano individual que guarda isso e continua seguro nessa posição. e porque era central à expressão da relação deles com o SE N H O R . guardar o sábado era importante (cf. N e­ nhum amonita ou moabita entrará na congregação do Senhor. d iz en d o : D e tod o m e a p a rta rá o SENHOR d o se u p o v o . nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SE N H O R . mas com­ pare H b 4.1. 2 B e m -a v e n tu r a d o o h o m em q u e f i z e r isso. O relacionamento deles com outros seres humanos também era importante. e se juntarem a Israel para recebe­ . 3). Nos dias de Isaías. a fim de fazermos a vontade de Deus em obediência a Ele). Jr 17. isto significava estar sob a autoridade da velha aliança.

Deus lhes falou para que não dissessem que eles eram uma “árvore seca”. e onde quer que pousares à noite. os eunucos expressavam a sua decepção a respeito de não poderem ter filhos para continuarem a linhagem familiar deles. e foram geralmente bem-vindos. Hobabe recusou. e te fare­ mos bem. incapazes de produzir fruto. e a b ra ­ ç a m o m eu co n certo : 3 T a m b ém lhes d a rei n a m in h a ca sa e d en tro d o s m e u s m u r o s u m lu g a r e u m n om e. Vai conosco. Porém. o teu Deus é o meu Deus” (R t 1. ali pousarei eu.rem as bênçãos que Deus prometeu ao seu povo. alguns estrangeiros expressavam um receio de que Deus eventualmente os separaria do seu povo. M oisés disse ao seu cunhado.29. Também. mas Deus não. mas muitos outros disseram como Rute: “Aonde quer que tu fores. Hobabe. e Ele continuaria tomando conta deles. m e lh o r d o q u e o d e f i l h o s e f i l h a s . porque o Senhor falou bem sobre Israel” (N m 10. irei eu. Ele nunca os trataria como cidadãos de segunda classe. u m n o m e e te r n o d a r ei a ca d a u m d eles q u e n u n ca se apa gará.49). Êx 12. devido a muitas das promessas terem sido dadas especificamente para Israel (e possi­ velmente por causa do preconceito que poderia ter sido mostrado por alguns dos israelitas). Deus tinha uma promessa maravilhosa para os eunucos. mas também ao S E N H O R . os quais eram considerados impuros e não lhes era perm itido entrar na as­ sembléia do S e n h o r (D t 2 3 . Ele espera que eles guardem não . Cada pessoa é valiosa para Ele. e esco lh em a q u ilo q u e m e agra d a . de que o S E N H O R disse: Vo-lo darei. 16). que era um gentio: “Nós caminhamos para aque­ le lugar. porque o aumento de descendentes dos israelitas fiéis era freqüentemente um sinal de bênção. Deus lhes falou para não dizerem isso —insinuando que eles deveriam continuar con­ fiando em Deus. cf. As pessoas podiam olhar para eles desse modo. 4 P orq u e a ssim d iz o S e n h o r a resp eito d o s e u n u co s q u e g u a r ­ d a m o s m eu s sá bados.1 ). Eles não só se uniram com Israel.48. o teu povo é o meu povo.

n ã o o p r o fa n a n d o . sejam seus servos fiéis.13). e uma continuação do nome deles melhor que através de filhos ou filhas. Deus espera que os estrangeiros que se unem a Ele o adorem. a sua Casa de Oração. 7 ta m b ém o s lev a r ei ao m eu sa n to m o n te e o s f e s t e j a r e i n a m in h a C a sa d e O r a çã o . Os seus holocaustos (completamente queimados para indicar a completa dedicação do adorador e a completa exaltação do S e n h o r ) e os seus sacrifícios (oferecidos para buscar e experimentar a comunhão com Deus) serão bem agradáveis a Ele. 6 E a o s f i l h o s d o s es tr a n g e ir o s q u e se ch ega rem a o SENHOR.32) e como Jesus pro­ 43. mas as coisas que agradam ao S E N H O R . “um lugar e um nome”. Eles terão um lugar escolhido na ressurreição e viverão para sempre com o SE N H O R . um nome que não será removido ou eliminado e que “nunca se apa­ gará”. não os seus próprios caminhos.41— 2 Cr 6. to d o s os q u e g u a r d a r e m o sá bado. S I 24 . mas também os outros sábados de Levítico 23.somente o sábado semanal. como Salomão reconheceu (I Rs 8. p o r ­ q u e a m in h a ca sa s e r á ch a m a d a C a sa d e O ra çã o p a r a to d o s os p o v o s.3— mas 5). Então Deus não só lhes perm itirá subir ao seu santo monte (cf.3 e abracem fortemente o seu concerto. O nome que Deus dará será “um nome eterno”. o s seu s h o lo ca u sto s e o s s e u s s a c r f í c i o s se rã o a ceito s n o m e u altar. Ele lhes daria uma porção ou posse “na minha casa e dentro dos meus muros”. guardem o sábado. Então Deus daria aos eunucos um memorial. Ele também os levará ali e os fará se alegrarem no templo. na sua presença. Ele sempre pretendeu que o seu templo fosse uma “Casa de Oração para todos os povos”. clamou (M t 21. N isto eles esta­ rão cumprindo o propósito de Deus. se n d o d este m o d o s e r v o s seu s. e o s q u e a b ra ça rem o m e u co n certo . Eles também têm que escolher e continuarem escolhendo. amem o seu nome (a sua natureza e caráter).2 Isto incluía manter fortemente o concerto de Deus. p a ra o s e r v ir e m e p a r a a m a r em o n o m e d o SENHOR. Observe que o templo ainda existia quando Isaías . ou seja.

29. Deus prometeu: “Ainda ajuntarei outros”. As dez tribos não estavam perdidas.36 mostra que Ana era da tribo do norte. Jesus tam­ bém prometeu isto: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. Manassés. como alguns falsos mestres susten­ tam.9-57. 43. Estes provavelmente incluiriam os do reino norte de Israel.C. At 26. Ele os ajuntará para Si mesmo. LÍDERES ÍMPIOS E IDÓLATRAS MERECEM JUÍZO 56. cf.9— 12 9 Vós todos os animais do campo.36.30. Este se tornou um . Isaías se desloca agora para o tempo depois dos quinze anos que Deus tinha acrescentado à vida de Ezequias. E f 2. e haverá um rebanho e um Pastor (Jo 10. .s Assim diz o Senhor J e o v á . 2. M uitas das dez tribos vieram e se uniram ao povo de Judá. o qual chegou ao fim quando Salmaneser destruiu Samaria em 722 a. que ajunta os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram. Ele reconheceu a oração como sendo a principal função do templo (cf.16. Os exilados ou “dispersos de Israel” que estão espalhados são aqueles que se desviaram do S e n h o r . O filho deste. Além disso.35. Líderes Estúpidos e Gananciosos 56.42. I Rs 8. se desviou do SENHOR e negligenciou o templo. Ou­ tros se juntaram nas sinagogas que surgiram depois do exílio babilônico posterior. tanto na Palestina como em todos os lugares onde fossem encontrados judeus no mundo conhe­ cido (Lc 2. O propósito de Deus é que todos os crentes se tornem um único povo reunido.escreveu isto.7).13 a. todas as feras dos bosques} vinde comer. Pelos tempos do Novo Testamento os judeus de todas as doze tribos se reuniam nas sinagogas. e elas ouvirão a minha voz. também me convém agregar estas.11-22). de Aser. Paulo falou de “as nossas doze tribos” como presentes nos seus dias.52).

tr a r em o s v in h o e b eb erem o s b e h id a fo r te . Eles deveriam ser os guardas. Ez 34. animais selva­ gens do campo aberto. Eles usam qualquer seg­ mento do governo que está sob o controle deles para adquirir ganho para si próprios.8. 9. mas eles estão cegos para a verda­ de. e o d ia d e a m a n h ã se r á co m o este e a in d a m a io r e m a is fa m o s o . eles também são gananciosos. seja por intriga (cf.4Os “animais do campo”. quer através de violência. 11 E estes cã es sã o g u lo s o s . n ã o p o d e m la d ra r. to d o s eles se to r n a m p a r a o seu ca m in h o ) ca d a u m p a ra a su a g a n â n cia . d iz em eles.18. guardando o povo de Deus e mantendo-os no caminho da justiça. n ã o se p o d e m f a r t a r . Eles se desviaram do caminho de Deus para o seu próprio. mas eles não têm nenhum discernimento e “nada compreendem”.tempo para Deus trazer juízo. . Como pastores eles deveriam guiar o povo. Os líderes de Israel se esqueceram das lições aprendidas nos dias de Ezequias. a n d a m a d o r m ecid o s. 12 Vinde. e “feras dos bosques” podem representar os inimigos que Deus usará novamente para julgar a Israel (cf. Eles convidam um ao outro para banquetes regados a m uita bebi­ da e supõem que a sua prosperidade e as suas festanças só continua­ rão e aumentarão. nunca satisfeitos com o que têm. onde os líderes caíram em padrões semelhantes depois do reavivamento da época de Josias). 7 . Eles são como “cães mudos”. ca d a u m p o r su a p a rte. estã o d eita d o s e a m a m o tosqvienejar. 10 T od os o s s e u s a ta la ia s sã o ceg o s. e eles sã o p a s to ­ r e s q u e n a d a co m p re en d e m . Eles não se preocupam com a obra que o SE N H O R lhes deu para realizar. Esses líderes não são apenas estúpidos (espiritualmente adorme­ cidos). Tudo o que estes líderes preguiçosos e infiéis fazem é dormir e sonhar. to d o s sã o cã es m u d o s. sem o conhecimento de Deus e de seus caminhos.12). n a d a sa b em . incapazes de advertir o povo a respeito do perigo. Festanças e intemperança eram a ordem do dia.

M as ninguém pa­ recia entender que esses mortos estavam escapando de calamidades futuras. em agudo contraste. sem q u e a lg u é m co n sid er e q u e o j u s t o é leva d o a n tes d o m al. Piores Juízos Virão 57. até que encheu Jerusalém de um ao outro extremo”.9— onde o panoram a do sofrimen­ 13. “o justo” (o remanescente piedoso) estava perecendo e ninguém parecia se importar ou notar. Veja 2 Reis 2 1 . Os corpos daqueles que viveram de um modo que agradava a Deus “descansarão nas suas camas”. durante esta vida. na presença de Deus no céu (SI 73. quer dizer.15). onde Manasses “derramou m uitíssim o sangue inocente.2 1 P er ece o ju s to . Como o salmista Asafe escre­ veu: “Guiar-me-ás com o teu conselho”. 17. me receberás em glória”. cf.24. ou como indica a N VI. Ap 14. Quando os justos morrem eles entram em paz —a paz e o bemestar dados por Deus na sua presença. “nas suas camas”. guardaram a aliança de amor e que continuaram expressando a mesma fé que louvava a Deus pelas libertações passadas) estavam perecendo. 11. En­ quanto os líderes estavam se viciando na luxúria e em um estilo de vida lascivo. Os “homens compassivos” (Heb. SI 16. d esca n sa rã o n a s su a s ca m a s o s q u e h o u v e­ r e m a n d a d o n a su a retid ã o. . depois. ou seja. to no lago de fogo é contrastado com a bem-aventurança daqueles que morrem no Senhor. ou seja.5A morte não era nenhuma derrota para eles.) 2 E le e n tr a r á em p a z . ‘znshe-chesed. Nos dias de Manasses a nação como um todo era estúpida. “povo da aliança de amor”.1. e os h o m e n s co m p a ss iv o s sã o retira d o s. e n ã o há q u em co n sid er e isso em se u cora çã o.9. aqueles que se mantiveram fiéis. Está im plícito que futuros desastres trariam sofrimento pior que a morte.16. “acharão descanso na m orte” (Heb. al-mishkvotham. “e. (Cf.b. em tumbas ou sepulturas).

em vez de serem filhos de Deus. “Semente” ou descendência sig­ nifica aqueles que habitual e devotadamente tomavam parte nestes pecados. e pôr a língua de fora. “fazer troça de”).3— 6 ? Mas chegai-vos aqui. “engano”. incluindo a idolatria). nas aberturas dos penhascos? A idolatria está tão difundida que não há nenhuma parte do país onde não seja encontrada. a feitiçaria (incluindo a consulta aos espíritos e a magia negra). Apóstatas Advertidos a Respeito do Juízo 57. A abominável matança de crianças como sacrifícios nos “ribei­ ros” ( “vadis” [margem de NASB] ribeiros ou vales de torrente: secos durante o verão. 5 que vos esquentais com os ídolos debaixo de toda arvore verde e sacrificais os filh o s nos ribeiros. Deus os chama para chegarem perto e escutarem a sua ad­ vertência. sem ente da falsidade. N a época de Manassés. o que indi­ cava uma rebelião desdenhosa e descuidada contra o SENHOR e talvez também o menosprezo e o fazer gracejos a respeito dos piedosos. adultério e prostituição (conectada com a idolatria) se tornou comum. A prostituição luxuriosa debaixo das exu­ berantes árvores verdes era parte do culto cananeu da fertilidade — pretendia encorajar Baal a dar fertilidade aos seus animais e para a terra. Isaías. com vigor mordaz. vós. Eles se tornaram descendência de mentirosos ou “semente da falsi­ dade” (Heb. O “passatempo” era escarnecer ( “gracejar”. D e quem fa z eis o vosso passatempo? C ontra quem escancarais a boca e deitais para fora a língua? Porventura . shaqer. sem ente de adul­ tério e de prostituição.c. filhos da agoure ira. zombar ( “escancarando a boca”). condena os ímpios que causaram a morte do justo. não sois filh o s da transgressão . uma torrente depois de uma chuva torrencial)6 em Judá e nas aberturas dos penhascos era parte da adoração de M oloque .

Isso seria contrário à sua natureza. Provavelmente a nação está sendo tratada como se fosse uma prostituta. Jr 7. As pessoas também praticam aberta e desavergonhadamente as suas prostituições nos altos. rebanhos e mulheres.10. c a eles sobes para oferecer sacrifícios. A resposta é óbvia: Ele não deve e não vai. As pessoas supunham literalmente que os lugares mais altos as colocava mais próximas de seu deus. onde oferecem sacrifícios pagãos. Todo o seu empenho era uma tentativa para manipular os deuses de modo que eles dessem a sua fertilidade para as colheitas.31. .21.7— 10 7 Sobre os m ontes altos e levantados pões a tua cama. Lv 18. 2 0 . contentar-m e-ia eu destas coisas? O hebraico daqui até o versículo 13 muda do plural para a segun­ da pessoa do singular. 6). destes idólatras. As pedras lisas e escorregadias dos ribeiros são características da “parte”.(cf. ou “sorte”. ou mudar a sua atitude. A repeti­ ção de “estas” dá ênfase ao lato de que a relação deles com os ídolos de Baal e M oloque não está fundamentada em terreno firme. A Idolatria Persistente 57. 6 Nas pedras lisas dos ribeiros . 32. Isto era comum durante o reinado de Manasses. Sobre estas eles despejavam libações e colocavam ofertas de grãos.3. Era suposto que satisfazer a M oloque evitava azar ou mesmo a morte. sobre elas também derramas a tua libação e lhes ofere­ ces ofertas. 2 Rs 23 . o qual até mesmo sacrificou um de seus próprios filhos (2 Rs 21. e os montes eram também um símbolo dos seios femininos. d. O pecado demanda juízo. Deus pergunta se Ele deveria se “contentar”.35). estas. levando em conta as práticas perversas deles. confiar em falsos deuses não oferece nenhum fundamento permanente ou seguro. está a tua parte.2 -4 . estas são a tua sorte. Os lugares altos no Velho Testamento eram geralmente escolhidos como lugares para a localização de rituais para cultos da fertilidade.

“ao rei”) refere-se aqui a fazer alianças estranhas.8 10 N a tua com p rid a viagem . No entanto.2 5). O lhar na nudez foi o que trouxe uma m aldição sobre Canaã.s E d etrá s das p o rta s e das om b reira s p õ es os teu s m em oria is. o filho de Cam (Gn 9 . Ir “ao rei” (Heb. secretamente eles estavam envolvidos na mesma prostituição religiosa como aque­ les que arrumavam as suas camas nos “montes altos e levantados”. Em vez de confiar no SE N H O R .7 Isto pode significar que en­ quanto alguns praticaram a prostituição religiosa pagã abertamente (v. e fa z e s co n certo co m eles. te can saste. de forma que eles não se tornaram fracos. en via s os teu s em b a ix a d ores p a ra lon ge e te abates a té a os in fern os. m a s não dizes: N ão há esperança. am as a su a cam a. a referência aos embaixadores implica no estabelecimen­ to de tratados com reis verdadeiros. eles acharam recursos para continuarem dando andamento à sua caminhada para o . A N V I e outras versões tomam a referência literal “ao rei” (veja KJV NASB) como significando o deus Moloque. como fez Acaz ao estabelecer um tratado com TiglatePileser (2 Rs 16. Os lembretes que eles punham detrás das portas e nos umbrais eram possivelmente símbolos fálicos. m a is do qu e a m im . “man­ dando descer até o Sheol” ou “rebaixando-se ao Sheol”) significa que eles tinham pecado ao ponto de merecerem a morte e o Sheol (inferno).2 2. lammelek. p o r isso. A expressão “te abates até aos infernos” (mais precisamente. e também tinham feito uma aliança com ídolos pagãos. p o rq u e a ou tros. Israel cometeu prostituição espiritual.7). Empenhar-se em um grande número de viagens lhes deu vida nova. onde q u er que a vês. alargas a tua cam a. outros meramente fingiam servir ao S E N H O R . 9 E v a is ao rei com óleo e m u ltip lica s os teu s p erfu m es. o que bu scavas achaste. te descobres. não adoeces. e sobes. Quer dizer.7— 10).

) Somente a pessoa que confia e se refugia no S E N H O R possuirá . p a r a q u e m en tisses e n ã o te lem b ra sses d e m im . m a s o q u e co n fia em m im p o s s u ir á a terra e h erd a r á o m e u sa n to m on te. p o r q u e e u m e calo.9 12 E u p u b lica r e i a tu a j u s t iç a e a s tu a s ob ra s. e a v a id a d e o s a rreb a ta rá . quer dizer. n e m n o teu co ra çã o m e p u s e s s e s ? N ã o é\ p o r v e n tu r a . e m e n ã o tem es? O SE N H O R pergunta de quem eles realmente têm receio e temor de forma que eles lhe mentem e não se lembram dEle ou o conside­ ram (lit. Porque Deus demorou muito tempo para enviar juízo o povo não mais o temia. m a s o v e n to a tod os leva rá .. trad. / N em me levasses em conta”. até mesmo uma mera brisa “a todos levará”. Isto pode ser um irônico paralelo ou eco de 40 . Deus publicará. Isto é. dá força renovada aos que esperam por Ele. Ele lhes diz que deixem as suas coleções de deuses lhes salvarem. pedindo a Deus por ajuda. que nunca está cansado. NASB. A Idolatria não Traz nenhum Benefício 57. Zc 4 . a justiça deles —que era obviamente diferente da de Deus (mais ironia) —e Ele denunciará as suas obras. toda a ativida­ de humana que não depende do Espírito de Deus é em vão [cf. e isso j á d esd e m u ito tem po. lit.6 ].t e o s teu s co n g r eg a d o s. ou seja.). Ele denunciará. l i v r e m .11— 13 11 M a s d e q u em tiv este re ce io o u tem or. Nem uma nem outra os ajudará ou lhes trará algum proveito.inferno. e. um pouco de “vento”. (Igualmente.28— onde 31. M as eles nem mesmo podem salvar a si próprios. 13 Q u a n d o cla m a res. eles nem mesmo pensam no SE N H O R ( “não te lembrasses de mim. Assim. m a s n ã o te a p r o ­ veita rã o. a maioria dos judeus na época de Manassés se tornou apóstata. Deus. Quando eles clamarem. “Não me pusesses no teu coração”).

onde Deus está retornando ao seu povo.16— 19 16 P orque p a ra sem p re n ã o con ten d erei. Preparar a estrada. Esta não é uma visita temporária. p o rq u e o esp írito p era n te a m in h a f a c e se en fra q u ece­ r ia . tira i os trop eços do cam in h o do m eu povo. shfphal— ruach. dificuldades e tristezas da vida). M u it° embora Deus seja trans­ cendente. RESTAURAÇÃO E BÊNÇÃO PARA 0 ARREPENDIDO 57.13.14-21 a.3. construí-la e tirar os obstáculos do caminho do povo de Deus nos faz lembrar de 40.15 14 E d ir -s e -á : A plainai.14. Deus é o único refúgio. p rep a ra i o ca m in h o. p a ra v iv ifica r o esp írito dos abatidos e p a ra v iv ifica r o cora çã o dos con tritos.4. M as Ele também habita com o que está “contrito” (Heb. ap la in ai.a terra como uma herança da parte de Deus e tomará posse (ou her­ dará) do seu santo monte em Jerusalém (veja 27. 56. Que maravilhosa revelação de Deus é esta! b. . 13). 15 P orque a ssim d iz o A lto e o Sublim e. a única segurança. Ele continua vivendo no interior para dar vida ao espírito dos humildes e aos corações dos esmagados. Ele também é imanente. “es­ magado” pelos fardos. dakka‘. n em co n tin u a m en te m e in d ign a rei. 3.7). Prepare o Caminho 57. Conforto e Paz para os que Choram 57. qu e habita na etern id a d e e cu jo n o m e é S anto: Em u m alto e sa n to lu ga r habito e tam bém co m o co n trito e abatido de espírito. Agora o caminho deve ser preparado para o povo de Deus vir e reivindicar a herança da terra e do “santo monte” de Deus (v. aquEle que habita a eternidade do tempo e do espaço e cujo nome (caráter e natureza) é Santo. “o humilde de espírito”). Deus fala agora como aquEle que é exaltado e elevado sobre todos. Ele vive com o “abatido de espírito” (Heb. e as a lm a s q u e eu f i z . O lugar da sua santa habitação é no céu.

quer dizer. Efésios .2. para os que estão longe e para os que estão perto”. 19 E u c r io o s f r u t o s d o s lá b io s . m a s. Eles con­ tinuaram seguindo “o caminho do seu coração”. Deus vê os seus caminhos e os sarará (salvar e restaurar) e os conduzirá. rebel­ des. SI 103. e s co n d im e e in d ig n e i-m e . Embora o tempo da sua ira possa ser longo. 17 P ela in iq ü id a d e da su a avareza. m e in d ig n ei e os f e r i . reb eld es. que mostra Ele curando por intermédio de Jesus). afastou a sua presença ativa e a sua bênção. Ele também tornará “a dar conso­ lações” (ou conforto espiritual) para eles. na presença da sua ira. paz. Apesar da rebelião de Israel. 18 E u v e jo os seu s ca m in h o s e os sa ra rei. Ele não pretende destruí-los totalmente. porque Ele os curará (cf. p a z . M l 4. nem a sua indignação continuará. Porque o povo era culpado de buscar o lucro de modo ganancioso e contrário à Lei. e e u o s s a r a r e i. ou seja. Ele escondeu a sua face. Deus fará o que só Ele pode fazer. M as isto não fez com que o povo se arrependesse. Para os que lamentam. se g u ir a m o ca m in h o d o seu coração. até mesmo aos que entre eles lamentam. a ira de Deus se moveu e Ele o feriu (Israel). d i z o SENHOR.Deus virá morar com o humilde e os oprimidos porque Ele não conduzirá um processo ( “contenderei”) contra Israel para sempre. não porque os caminhos deles mudaram. ta m b ém o s g u ia r e i e lhes to r n a r e i a d a r co n so la çõ es e a os s e u s p r a n tea d o res. p a r a o s q u e e s tã o lon g e e p a r a o s q u e e s t ã o p e r t o . p a z . Deus toma a iniciativa por causa de quem Ele é. incrédulos. seguindo a tudo que lhes agradava e indo onde quer que os seus próprios corações e mentes desejassem ir.14) e Ele sabe que os seus espíritos se enfraqueceriam diante dEle. Ele criará louvor como “os frutos dos lábios” dos que lamentam: Ele tornará possível a eles que o louvem e anunciem “paz. Ele sabe os limites do povo que Ele criou (cf.

Os pecadores estão em contraste com aqueles a quem Deus cura e restabelece. indica todos os meios que deveriam ser utilizados para se estar seguro para que o povo ouça. Nenhuma Paz para o ím pio 57. tom am p ra z er em sa b er os m eu s ca m in h os. eles não podem esperar as bên­ çãos de Deus ou a alegria da sua presença. ele [Jesus] evangelizou a paz a vós que estáveis longe [gentios] e aos que estavam perto [judeus]. porém feitos per­ 18 to pelo sangue de Cristo. n ã o te detenhas.21 20 M as os ím pios são co m o o m a r bravo que se não p o d e aq uietar e cu ja s á gu a s lan çam de si lam a e lodo. 4.18 diz: “E. m e p ro cu ra m cada dia. Porque. Efésios 2.12 1 C la m a em alta voz. co m o u m p o v o qu e p ra tica a ju s tiça e não deix a o d ireito do seu D eu s. os seu s pecados. 2 T odavia. ADORAÇÃO HIPÓCRITA 58. p erg u n ta m -m e p elo s d ireitos da ju stiça . “Clama em alta voz” (Heb. .2 .20. mas continuamente agitado ou lan­ çando para cima “lam a e lodo” [limo ou alga]. não têm paz. 21 O s ím pios. “proclamar a plenos pul­ mões”) e “levanta voz como a trombeta”. Os culpados que continuam nas suas impiedades são como um “mar bravo” —nunca calmo. por ele. vindo. ambos [judeus e gentios] temos aces­ so ao Pai em um mesmo Espírito”. e ser declarado culpado dos seus pecados. têm p r a z e r em se ch ega r a D eus.17. levan ta a voz co m o a trom b eta e a n u n cia ao m eu p o vo a su a tra n sgressã o e à casa de Ja có . qara tigaron. c.1 1— aplica isto aos gentios que estão distante. O povo precisa ouvir a declaração de Deus a respeito da sua rebelião. d iz o m eu D eu s. A palavra de Deus é que não há nenhuma paz para eles.

3-5 3 d iz en d o : P o r q u e je ju a m o s nós. 5. O único jejum que Deus ordenou na Lei foi no Dia da Expiação (um dia de jejum a cada ano). Eles querem que todas as pessoas vejam como eles são piedosos. p a ra co n ten d a s e debates.As práticas religiosas do povo parecem louváveis. Eles agem “como um povo que pratica a justiça e não deixa o direito de seu Deus”.5). até mesmo quando estão . provavelmente que­ rendo dizer que oferecem os sacrifícios que são pretendidos trazer para perto de Deus. Eles pedem a Deus decisões certas e parecem se encantar na proximidade de Deus. sem reali­ dade. O jejum cuja finalidade são “contendas e debates” e o golpear com “punhadas” uns aos outros quer dizer que tudo o que eles que­ rem é conquistar o seu próprio caminho. e tu n ã o a ten ta s p a r a isso ? P o r q u e a flig im o s a s n o ssa s a lm a s. n o d ia em q u e je ju a is . e que mostra que eles querem que Deus venha para perto deles. p a r a f a z e r o u v ir a v o ssa v o z n o alto. JEJUM HIPÓCRITA 58. 4 E is que. eles estão reclamando. n ã o j e j u e i s co m o hoje. especialmente sobre o jejuar sem obter resultados da parte de Deus. explorando as pessoas que estavam trabalhando duro para eles. Toda a sua adoração é meramente uma forma exterior. a ch a is o v o sso p r ó p r io co n te n ta m e n to e req u ereis to d o o v o sso trabalho. je ju a is e p a r a d a rd es p u n h a d a s im p ia m en te. 2 Tm 3. Diariamente eles parecem buscar o S E N H O R e parecem se agradar de saber a respeito dos seus caminhos. Os jejuns que eles tinham estado observando eram jejuns adicionais. sem poder (cf. e tu o n ã o sa b es? E is que. pelos quais estavam tentando constranger Deus a lhes dar o que eles queriam. Enquanto estavam jejuando. Enquanto eles estão fazendo estes atos religiosos. eles estavam agindo como fei­ tores de escravos.

Por causa das discussões e brigas. e detestava que eles estivessem sendo explorados egoística e cruelmente. 6. n ã o é ta m b ém q u e re p a r ta s o teu p ã o co m o f a ­ m in to e reco lh a s em ca sa os p o b r e s d e sterr a d o s? E. dos trabalhadores e dos escravos.31— 46. A Lei não lhes pedia propriamente que curvassem as suas cabeças. 5 S e ria este o j e j u m q u e e u e s c o lh e r ia : q u e o h o m e m u m d i a a f l i j a a s u a a lm a . Assim. mas um jejum do pecado e da opressão do pobre. Jesus colocou isto claramente em M ateus 25 . Deus queria que eles alimentassem o faminto. Ele não responde às suas orações. v e n d o o n u . Deus queria justiça e liberdade para o seu povo. Ele ama o pobre e o oprimido. q u e d esfa ça s a s a ta d u ra s d o ju g o . Estas coisas eram modos que eles tentavam para expressar humildade diante do SE N H O R . I Tm 5. e q u e d eix es liv r e s o s q u eb ra n ta d os. Eles deviam cuidar especialmente da própria carne e sangue destes (cf. abrigassem o pobre e vestissem aqueles que não tinham roupa suficiente. DEUS QUER JEJUM DO PECADO 58.6-10 6 P o r v en tu r a . mas estas práticas tinham se degenerado em mero espetáculo. q u e in c lin e a s u a c a b e ç a c o m o o j u n c o e e s te n d a d e b a i x o d e s i p a n o d e s a c o g r o s s e ir o e c i n z a ? C h a m a r i a s tu a isso j e j u m e d i a a p r a z í v e l a o SE N H O R ? As formas convencionais que as pessoas estavam buscando utilizar nos seus dias de jejum não agradavam a Deus.8). n ã o é este o j e ju m q u e esco lh i: q u e so ltes a s liga d u ­ ra s da im p ied a d e.errados. A Lei nunca ordenou que usassem roupas de pano de saco e cinzas. 7 P o r v en tu r a . e q u e d esp ed a ces tod o o j u g o ? O que Deus queria não era um jejum (abstinência) de comida. Deus ainda quer isto. o jejum deles termina em contendas e debates e eles nunca conseguem chegar a Deus. . o cu b ra s e n ã o te es co n d a s d a q u ele q u e é da tu a ca r n e ? Em vez de jejuar para conseguir algo para eles.

não só em um dia de jejum. P ara a a lm a fam in ta. verão resultados maravi­ lhosos. e o SeNHOR te resp o n d erá . a co n ­ tece rá isso se tira res d o m eio d e ti o ju g o . 8 E ntão. M o s tra r o co ração cheio de p esar. e a g ló r ia d o SENHOR s e r á a tu a reta gu a rd a . cla m a rá s. N ã o de cereais. E do ó d io . g r ita r á s. Deus estará lá. pois este será um novo dia para eles. façamos o bem a todos. e a tu a j u s t iç a irá a d ia n te da tu a f a c e . S e u m o lh o de trigo E carn e. Deus responderá. isto . O sua gloriosa luz romperá de dentro deles “como a alva”. enquanto temos tempo. Eles D e g o rd u ra d e carn es de marcharão adiante triunfalm ente. Agora Isaías procede por ampliar o que deveria ser esperado. ro m p erá a tu a lu z co m o a a lva .Gálatas 6. Aqueles que jejuam do pecado e da ganância. d is tr i­ b uir. Nova carne surgirá de repente na cura É isto u m jeju m . vitela. È je ju a r u m a h o ra. mas também no je­ jum do pecado e da ganância que de­ veriam ser guardados diariamente por todo indivíduo. O u a n d a r esfarrap ad o . —R o b e r t H e rric k (I5 9 I-I6 7 4 ) Sempre que eles clamarem. e ovelha? E d e s is tir do p rato com o Deus de justiça indo à frente D e carn e. C irc u n c id a r a sua vida. mas principalmente aos domésticos da fé”. e que alimentam o faminto e dão abrigo e roupas para o pobre. E m an te r u m je ju m é isso. 9 E ntão. Sempre que eles gritarem por ajuda. e a tu a cu r a a p ressa ­ d a m e n te b rota rá . D e velh o s deb ates. e ele d irá : E is -m e a qu i. O u m o strar U m o lh a r a b a tid o e am argo? N ã o : isto é u m je ju m . Negativamente. É je ju a r d a co n ten d a. o esten d er d o dedo e o f a l a r v a id a d e. pois as derrotas na E lim p a batalha da vida serão esquecidas. m an ter A d esp en sa vazia? de suas feridas.10 também nos exorta: “Então. co n tu d o ain d a deles e a glória de Deus como a sua E n ch er b em A travessa co m peixe? retaguarda. F az er o p ecad o m o rrer de fom e.

ou seja. “U m jardim regado” e “um manancial cujas águas nunca faltam ” indicam provisão para cada necessidade. Positivamente. seus desejos). 10 e. Então a escuridão e obscuridade dos problemas da vida serão substituídas pela luz brilhante e plena. e cham arte-ã o rep a ra d or das rotu ra s e resta u ra d or d e vered a s p a ra m orar. e f a r t a r á a tu a a lm a em lu g a r es secos. As pessoas da época de Isaías precisavam fazer isto. 12 E os q u e d e ti p roced erem ed ifica rã o os lugares a n tiga m en te a sso­ lados. do dedo estendido (do dano).significa se libertar do jugo da opressão. se a b r ír es a tu a a lm a a o f a m i n t o e f a r t a r e s a a lm a aflita . estabilidade e força. misericórdia e compaixão amorosa construirão as ruínas antigas. e de falar falsa e maliciosamente para causar prejuízo ou perturbação. e se r á s co m o u m ja r d i m reg a d o e co m o u m m a n a n c ia l cu ja s á g u a s n u n ca f a lt a m . infeliz). e os “ossos”. DEUS GUIARÁ 58. e f o r t f i c a r á o s teu s ossos. Ele satisfará as suas ne­ cessidades (a “alm a”.12 11 E o SENHOR te g u ia r á co n tin u a m e n te . Se nós formos reconstruir 9 . o que vocês querem para si próprios. 7. Ossos fortes significariam força interior. e serão chamados de “reparador de roturas” e “restaurador de veredas para morar”.11. as suas necessida­ des). os seus desejos. isto significa gastar (doar) a si próprios (suas al­ mas. tanto naturais como espirituais. e íevan tarás os fu n d a m e n to s de gera çã o em gera çã o. A orientação de Deus'será ininterrupta. para o faminto. en tã o. Isto significa satisfazer a “alma aflita” (ou. a tu a lu z n a s ce r á n a s trev a s. e a tu a e s cu r id ã o se r á co m o o m eio -d ia .7— indica. Aqueles dos versículos 9 e 10 elevarão as fundações de m ui­ tas gerações anteriores. quer dizer. As gerações futuras que responderem à ordem de Deus a respeito da justiça. até mesmo em uma terra árida. humilhada. como 1.

um importante sinal da aliança sob a Lei. 0 SÁBADO TRAZ BÊNÇÃO 58. O sábado era uma oportunidade para eles expressarem deleite no serviço de Deus. se deleitando nEle. 14 en tã o. Deus o queria para ser santo.a nossa nação hoje. mas para um dia de festa. te d eleita rá s n o SENHOR. usando-o como um dia para fazer o que lhes agradava. Agora Isaías se volta não para um dia de jejum. o sábado. n ã o se g u in d o o s teu s ca m in h o s. ou seja. separado dos outros dias. teu p a i. buscando o seu próprio prazer. n em p r e te n d e n d o f a z e r a tu a p r ó p r ia vo n ta d e. e se o h on ra res. eles terão diaria­ mente um grande deleite no S E N H O R . Este era para ser um dia honrado. Cavalgando “sobre as alturas da terra” e festejando “com a herança de Jacó” indica poder e vitória à medida que desfrutam as bênçãos da aliança dadas a Israel. e s e ch a m a r es a o sá b a d o d eleito so e sa n to d ia do SENHOR d ig n o d e h on ra . n em f a l a r a s tu a s p r ó p r ia s p a la vra s. de forma que eles pudessem adorar o S E N H O R e expressar o seu amor a Ele com todo o seu coração. e eles deviam honrá-lo por não fazer os seus própri­ os negócios. Então. com o sábado sendo uma grande delícia. ou “falar as [suas] pró­ prias palavras”. temos que construí-la “sobre uma fundação que é tanto consistentemente moral como profundamente espiritual” ou as calamidades do passado serão repetidas. O dia de sábado era para ser “do S e n h o r ” ( L v 23. Era também um tempo para uma santa convocação. onde a comunidade local devia vir junto para a adoração e o ensino. e d e f a z e r a tu a v o n ta d e n o m e u sa n to dia. e te f a r e i ca v a lg a r so b re as a ltu r a s da terra e te su s te n ta r e i co m a h era n ça d e J a có .10 8. falar a respeito de coisas que não têm nada que ver com o honrar ao S E N H O R . mente e força. p o r q u e a b oca do S e n h o r o disse.3).14 13 S e d e sv ia r e s o teu p é d o sábado. Eles estavam abusando disto. . alma.13.

3 Os estrangeiros. O q u e estav a e rra d o co m a ad o ra ç ã o d o povo? 10.1 1. A forma. a m aioria assumindo que os capítulos foram escritos por autores m últiplos. Quem não será restaurado e por que não? 8 . Que tipo de jejum Deus realmente queria? 12. quer cananeus. o conteúdo e a teologia. Q u a l fo i a a titu d e d o s id ó la tra s n a ép o c a de M a n a s s é s e co m o eles a d e m o n strav am ? 7.) CITAÇÕES 1 M uitos liberais que negam o sobrenatural tom am os capítulos 56 a 66 como um “Terceiro Isaías”. O que aconteceu aos piedosos nos dias de Manassés e por quê? 6 . Como o fato de encontrar a nossa alegria no Senhor se relaciona ao descanso do sábado que Deus espera que busquemos diaria­ mente? (Veja H b 4 . Por que o sábado era tão importante nos tempos do Velho Testa­ mento? 4. nunca ti­ veram a idéia de cessar (com o o “sábado” significa) de trabalhar durante . Em que bases os estrangeiros e eunucos são incluídos na bênção prometida? 3. O que Deus estava procurando durante o sábado? 14. assírios.QU ESTÕ ES DE ESTU D O 1. são consistentes com a unidade de todo o livro. egípcios. 2 As palavras “escolhem” e “abraçam ” no hebraico indicam ação ininterrupta e persistente. Por que Deus não aceitou os jejuns deles? 11. Que bênçãos são prometidas para aqueles que jejuam do pecado e da opressão? 13. todavia. ou babilônios.9 . Qual é a relação entre boas obras e salvação? 2. Q u e m será re s ta b e le c id o e p o r quê? 9 . Por que os líderes na época de Manassés mereceram juízo? 5.

Ele está pronto e esperando. A Confissão. H orton. 4 J. }. 9 Isto foi pior durante os anos antes de Esar-H adom levar M anassés em ca­ deias para Babilônia em 6 7 9 a. Como em 49. mas com o povo.22 1 . N osso D estino. B. Barton Payne. . Nosso D estino: O Ensino B iílico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 66 Eerdmans. H anson. 4 2 -4 6 . Alec M otyer. 4 -5. para que vos não ouça. 6 N ão havia nenhum desses “w adis” ou ribeiros tem porários na Babilônia. R J: CPAD.14. 2 0 7. Isaiah 56— (G rand R apids: W m .1-3 1 Eis que a mão do SEN HO R não está encolhida.: InterVarsity Press. Veja G. 4 7 3. Depois de falar resumidamente de restauração futura. para não poder ouvir. A. agravado. 19 93 ). 8 Veja H orton. nem o seu ouvido. para que não possa salvar.C. 1 B. 14 3-4 4. 111. 11Paul D.9 )” colocadas longe dos olhos. Payne reconhece que Isaías repreendeu os pecados da época de Manassés. o problema não está com Deus. 0 PECADO SEPARA DO SALVADOR 59. F.1-60. 4 6 . 19 85 ).1 1). Isaías retorna à situação nos dias de Manassés. 19 95 ). 7 M otyer acredita que estas eram as palavras do Senhor escritas “nos umbrais de tua casa e nas tuas portas (D t 6 . 19 98 ). Isaiah 40~66 (L ouisville: John Knox Press. An O utline o f H ebrew H istory (G rand R apids: Baker Book House. 1 9 5 4 ). 2 M as as vossas iniqüidades fa z em divisão entre vós e o vosso Devis.15. 47. 5Veja Stanley M . (2 Cr 33 . A capacidade de Deus para “salvar” e “ouvir” as orações do seu povo não está de qualquer forma limitada.um dia em sete. Knight. e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Redenção e Glória de Sião 59.

. concebem o trabalho e produzem a iniqüidade.. SEM JUSTIÇA E SEM PAZ 5 9 . Violência. suja com o derramamento de sangue por vingança) e “dedos [maculados] de iniqüidade” indica que o povo era impuro e não estava em condições para entrar na presença de Deus. mas pode significar confiança “no que é nulo” (como na versão ARA ). que normalmente quer dizer ídolos. e a vossa língua pronuncia perversidade. Aqueles que bus­ cam as suas reivindicações em juízo não as buscam honestamente ou conscienciosamente. que criou e ama a todas as pessoas. contaminadas de sangue” (i. ! Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue .e. de iniqüidade. Ninguém proclama o que é certo ou verdadeiro. confiam na vaidade e andam falan­ do mentiras. os vossos lábios falam falsamente. os pecados intencionais estavam separando o povo do seu Deus. mas palavras inúteis. Todos os pecados realmente são contra Deus. nem ninguém que com pa­ reça em juízo pela verdade. Eles tentam fazer as suas reivindicações parece­ rem legais quando elas são realmente erradas. mentiras e a proclamação de perversa impiedade eram parte daqueles pecados que os separavam de Deus. “Mãos.1 2. falsas e enganosas. especialmente no tempo de M anassés. e os vossos dedos. Este não foi o caso com os judeus no exílio babilônico posterior. Os seus pecados eram como uma parede que escondia a face de Deus (separava-os de sua presença) e os impedia de escutar e atender aos seus pedidos. Por causa desta corrupção eles não podem confiar no SeNHOR. Não há nenhuma inte­ gridade. Então Israel é retratado como uma mulher grávi­ ..4 -8 4 N inguém há que clame pela justiça. rebelião. Eles não só falam mentiras.De fato. Isaías agora descreve a excessiva pecaminosidade de Israel. de modo que eles confiam na vaidade. mas com aqueles que viviam em Judá nos dias de Isaías.

6 As suas teias não prestam para vestes. “as suas obras são obras de iniqüidade. “sai deles uma víbo­ ra”. e obra de violência há nas suas mãos”. as sitas veredas tortuosas. “m al”. ARA. Os seus pés se apressam para fazer o mal e matar as pessoas inocentes. aquele qvie com er dos ovos deles morrerá. apertando-os. e obra de violência há nas suas mãos. e os seus planos ao tecer de teias de aranha. 5 Chocam ovos de basilisco e tecem teias de aranha. Os seus planos provarão ser tão insuficientes para as suas necessi­ dades como uma coberta feita de teias de aranha. 7 Os seus pés correm para o mal e se apressam pa ra derramarem o sangue inocente. asfiz era m para si mesmos. 8 Não conhecem o caminho da paz. Os seus pecados são comparados aos ovos de uma víbora. quer dizer. iniqüidade e injustiça. “injustiça”). Quando um tal ovo “é quebrado”. torna as coisas piores. e. talvez resistindo aos pecados. Eles pensam e planejam perturbações. e até os seus pensamentos. as suas obras são obras de iniqüidade. As suas vidas são estradas de violência destrutiva e também a falência e o colapso da sociedade. nem há ju íz o nos seus passos. traz a morte. N V I). Todas as parte dos corpos destes pecadores estão envolvidas: das suas mãos (v. Especificamente.6) até aos seus pés.da com o útero cheio de “trabalho” ( “o m al”. destrviifão e quebrantamento há nas suas estradas. sai deles uma víbora. participar desses pecados. os seus pensam entos são pensam entos de in i­ qüidade. “maldade”. . de forma que dá à luz “a iniqüidade” (Heb. ou seja. “delitos”. nem se poderão cobrir com as suas obras. Comer os ovos de uma víbora. A idolatria nos dias de Manassés estava levan­ do a nação à desintegração social e a todos os tipos de injustiça. todo aque­ le que anda p o r elas não tem conhecimento da paz. ‘awen.

e ele n ã o a p a rece. esp er a m o s p e la luz. e aos seus cami­ nhos.Eles não conhecem nem experimentaram “o caminho [o estilo de vida] da paz” com Deus que traz a sua bênção. os que tropeçam e tateiam no escuro estão “como mortos” —sem qual­ quer vida espiritual.d ia co m o n a s trev a s e n o s lu g a r es e s cu r o s s o m o s co m o m o rto s. p e lo resp len d o r. 10 A p a lp a m os a s p a r ed e s co m o cego s. p e la sa lva çã o . Por causa dos seus próprios pecados. e ela está lo n g e d e nós. sim . Isaías muda para a primeira pessoa do plural aqui. e eles andam ao redor sem rumo e “em escuridão”. e não há nenhum juízo (porque eles não deixam Deus governá-los) ou justiça (porque eles rejeitam os justos propósi­ tos de Deus). o povo está debaixo da con­ denação de Deus. identificandose com o seu povo. saudáveis e vigorosos. esp era m o s o ju íz o .9-15 a. Tropeçar na escuridão e obscuridade “ao m eio-dia” mostra o grau de insensibilidade deles à luz da verdade espiritual. e a j u s t iç a n ã o n o s a lca n ça . lamentando sobre a situação deste e confessandoa. m a s a n d a m o s em escu rid ã o . Todo aquele que os segue. co m o o s q u e n ã o têm olhos.9— I I 9 P o r isso. . Não há nem mesmo um vislumbre de luz ou brilho que venha mostrar a misericórdia de Deus a eles. ISAÍAS CONFESSA OS PECADOS DO POVO 59. Em contraste com aqueles que são “fortes”. 11 T odos n ó s b r a m a m o s co m o u r s o s e c o n tin u a m e n te g e m e m o s co m o p o m b a s. Andando nas Trevas 59. está emaranhado nas mesmas tramas e “não tem conhecimento [ou experimentação] da paz” (bênção e bem-estar que Deus dá) tampouco. tro p eça m o s a o m e io . O estilo de vida deles não mostra nenhum “juízo” e é tortuoso. O resultado é “trevas”. 3. o j u í z o esta lo n ge d e n ó s. e eis q u e só há trev a s. O constante tatear no escuro mostra a profundidade da sua ce­ gueira espiritual. a n d a m o s a p a lp a n d o.

No entanto. H á completo colapso moral nas cidades. e o r e t i r a r m o n o s d o n o ss o D e u s . A razão pela qual não há nenhum arrependimento é que em qualquer tentativa a justiça é rechaçada ( “tornou atrás”). e o c o n c e b e r e e x p e c to r a r do c o ra ç ã o p a la v r a s d ef a ls id a d e . . e o f a l a r d e o p r e s s ã o e r e b e liã o .12— 15 12 P o r q u e a s n o s s a s tr a n s g r e s s õ e s se m u l t ip l i c a r a m p e r a n t e ti. p o r q u e a v erd a d e a n d a tro p eça n d o p e la s r u a s. Pecados Reconhecidos 59. A verdade (incluindo segurança e confiança) vacila e “anda tropeçando pelas ruas” (praças abertas ou feiras). b. não há nenhum arrependimento por parte das pes­ soas. incapaz de fazer qualquer coisa sobre a situação. Gemer como pombas indica frustração por causa da falta de justiça e a ausência de liberta­ ção (incluindo salvação. e a eq ü id a d e n ã o p o d e en tra r.Bramar como ursos indica raiva por causa do pecado e seus resul­ tados nas vidas deles e na sociedade humana. 14 P e lo q u e o j u í z o s e t o r n o u a t r á s . Elas se desviam para longe do verdadei­ ro Deus em infidelidade. e a eqüidade (incluindo retidão e justiça) não pode entrar. l j c o m o o p r e v a r ic a r . a ajuda de Deus. e m e n t i r c o n t r a o S e n h o r . Isaías retrata Deus como o Juiz. Os seus corações e men­ tes são a fonte de sussurradas expressões de falsidade e engano. A justiça é retratada como estando “longe”. e os pecados do povo testemu­ nham individualmente contra este. p o r q u e a s n o s s a s t r a n s ­ g r e s s õ e s e s tã o c o n o sco . As suas palavras estão cheias de opressão e revolta que incluem apostasia espiritual. As pessoas reconhecem que os pecados de transgressão estão com elas e sabem que são culpadas. e o s n o s s o s p e c a d o s t e s t ific a m c o n t r a n ó s . e c o n h e c e m o s a s n o s s a s in iq ü id a d e s . e a bênção e prosperidade que Ele tinha dado para Israel anteriormente). e a j u s t i ç a se p ô s longe. Elas estão de fato se rebelando e deslealmente negando ou desconhecendo o SENHOR.

ou capacete. v iu .9) com desgosto porque “pareceu mal aos seus olhos que não houvesse justiça”. a integridade e a confiança estão faltando. ninguém para se levantar contra todo o pecado e maldade. p e l o q u e o s e u p r ó p r i o b r a ç o lh e t r o u x e a se u m s a lv a ç ã o . 4. a sua salvação era e é pura graça. ne­ nhuma defesa para o remanescente piedoso entre o seu povo. e o SENHOR h ou v esse ju s tiç a . . A natureza justa e o caráter de Deus são como uma “couraça” ou espécie de sobrepeliz de couros retorcidos ou malhas de ferro que co­ bria o corpo. ninguém para defender o pie­ doso em Israel. armadura feita de pedaços de metal sobrepostos. mas de um modo que a sua justiça o pudesse manter. c o m o d e u m m a n to .s e a o s e r d e s p o ja d o . Porque Deus tinha prometido salvação. O próprio S e n h o r é impelido a surpreender-se e indignar-se de que “não houvesse um intercessor”.s e d e q u e n ã o h o u v e s ­ in te r c e s s o r . aquele que se desvia do mal torna-se uma presa e “arrisca-se a ser despojado”. ninguém para tornar Israel uma luz para as nações. O SENHOR respondeu à confissão de Israel (cf. e p ô s o e lm o d a s a l v a ç ã o n a s u a c a b e ç a . A sua salvação é como um “elmo”. a segurança.16-21 76 E v iu q u e n in g u é m h a v ia e m a r a v i l h o u . ' P o r q u e se re v e s tiu d e j u s t i ç a . 0 PRÓPRIO SEN HO R SALVARÁ 59. e f o i m a l a o s se u s o lh o s q u e n ã o A verdade. Verda­ deiramente. de modo que nada poderia mudar a sua mente ou . M ais lamentável de tudo. Assim. v. a v e r d a d e d e s fa le c e . o pecado tinha separado o povo como um todo de Deus.15 S im . e a s u a p r ó p r i a j u s t i ç a o s u stev e. e t o m o u v es tes d e v in g a n ç a p o r v e s t íd u r a . privado de tudo como se ele fosse um prisioneiro de guerra. c o m o d e u m a c o u r a ç a . e q u e m se d e s v ia d o m a l a r r i s c a .s e d e z elo . O pecado contra o qual Ele se opõe não pode afetá-lo. e c o b r i u . ninguém para intervir. pelo seu próprio poder e força Ele trouxe a salvação.

o vento do SENHOR impelindo-o para a frente” (cf NVI).propósito de salvar. 19 Então. O juízo de Deus é sempre de acordo com as obras do povo. 18 C onform e fo r em as obras deles. temerão o nom e do SENHOR desde o poente e a sua glória.14. irá reverenciar o S e n h o r e a sua glória. ou “inim igo”. ou seja. Todos eles vão receber o que merecem. uma tradução alternativa toma um adversário como o . “Vento” também significa “sopro” ou “Espírito”. O rio normalmente refere-se ao Eufrates. e reembolso ou represália “às ilhas” (ou “regiões costeiras”. Ele dará “recompensa aos seus inimigos”. desde o nascente do sol. Um grande vento impelindo a água do rio entre as margens altas onde o rio é estreito arrastaria tudo diante deste. de leste a oeste. Primeiro. o texto diz que “Ele virá como uma inundação impelida pelo sopro do Senhor”. é como um manto ou capa. Assim. Em Efésios 6. não somente os povos da Asia M e­ nor). “Ele” se reporta ao SENHOR na sua glória. assim será a sua retribuição. Então. A parte final da metade deste versículo pode ser traduzida de dois modos. o seu propósito de “vingança” (recompensa e retribuição) era como “vestidura” e o seu zelo. os seus atos. o Espírito do SENEIOR arvorará contra ele a sua bandeira. vindo o inimigo como uma cor­ rente de águas. Uma leve variação na N VI é: “Ele virá como o rio que é estreito. por causa da sua santidade. Isto retrata a irresistibilidade de Deus quando Ele vier. aos seus inimigos. “Impelindo-o para a frente” também pode significar “arvorar uma ban­ deira”. ou paixão para salvar e ajudar. e recompensa. aos seus adversários. às ilhas dará ele a sua recompensa. fu ro r. tomando-se como referência a NVI. O mundo inteiro. a todas as nações em todas as partes do mundo. Paulo usa esta metáfora de proteção espiritual e a aplica aos cristãos. cada um com uma nuance diferente em significado. A palavra traduzida “estreita” também significa “adversário”.

este é o m eu co n certo com eles. desde agora e p a ra todo o sem pre. e especificamente para os israelitas que retrocedem da sua rebelião e se arrependem dos seus pecados. Ele é o Ungido. Deus o Pai põe as suas palavras na boca do Redentor (veja Jo 14. qu e p u s na tua boca. “o Espírito do SE N H O R arvorará contra ele a sua bandeira”. O termo “semente” refere-se outra vez a 53. diz o SENEIOR. quer dizer. n em da boca da p o sterid a d e da tua p osterid a d e. o Cristo. não se d esvia rã o da tua boca. zarakha. uma garantia de que Ele cumprirá a sua palavra. 21 Q u a n to a m im . O seu Espírito está sobre o Redentor. ou dos seus descendentes.24). Deus então se dirige ao Redentor. Ou seja. todos os . e as m in h as p a la vras. Ambas as traduções mostram que o SE N H O R é vitorioso e toda a oposição será varrida e derrotada. o Messias. diz o SENEIOR: o m eu E spírito. “sua semente”) e na “boca da posteridade da tua posteridade”. Como resultado. As suas palavras continuarão a estar na boca do Redentor e “na boca da [sua] posteridade” (Heb. “Quanto a m im ” enfatiza o compromisso de Deus para levar a efeito a sua promessa. R m 11. d iz o Se n h o r . Eles são chamados de “Jacó” ( “en­ ganador”) porque não estão vivendo à altura do nome “Israel” ( “o príncipe de Deus e lutador”). o Parente-Redentor virá a Sião (cf. O seu concerto é “com eles”. 20 JE v ir á u m R ed en to r a Sião e aos qu e se d esvia rem da tra n s­ g ressã o em Ja có .10.26). que está sob re ti.sujeito: “vindo o inimigo como uma corrente de águas”. Sua semente espiritual. como indica a ARC [ou de acordo com a Septuaginta: “como um rio.10. com as pessoas que retrocedem da rebelião e se arrependem. Esta é uma declaração do SE N H O R . um grande ribeiro transbordante”]. que afirma que o Re­ dentor “verá a sua semente” (K JV ). o Espírito derrota o adversário (juntamente com todo o mal no mundo) e faz o mundo inteiro reverenciar o S E N H O R e a sua glória. n em da boca da tua posteridad e.

O SENHOR vai ag ir co n tra essa escuridão. virão “ao resplendor que [lhe] nasceu”. 9.2. para o fulgor do brilho da sua luz. Nações e os seus reis. Sião pode responder à ordem: “Levanta-te.verdadeiros crentes. Isto encontrará seu maior cumprimento no começo do Milênio. LUZ E GLÓRIA VÊM A SIÃO 60. e a g ló r ia do S e n h o r v a i n a scen d o so b re ti. e a sua luz brilha por inter­ médio deles. de m odo que to d o s verão a sua g ló ria (cf. A luz atrairá todos eles para fora da sua escuridão. Veja Amós 9. e a escu rid ã o . 3 L a s n a çõ es ca m in h a r ã o à tu a luz.12.2 A luz de Sião virá. e os reis. 5. p ois “as trevas co b riram a te rra” e a escuridão envolve os povos do m undo. ou governantes de todo o mundo. resp la n d ece. Isaías agora se dirige à Sião do por­ vir. Depois de profetizar a respeito da vinda do Redentor e da perma­ nência do Espírito (5 9. ao r e s p le n d o r q u e te n a sceu . O m u n d o e os povos que nele estão p recisam da luz. Assim. p o r q u e j á v e m a tu a luz. resplandece” ou. os p o v o s . expansão do Evangelho. o qual “se refere à restaura­ ção do reino das doze tribos de Davi sob o domínio do Messias. se tornará a proclamadora da mesma palavra (im ­ plicando que eles fazem assim pelo mesmo Espírito). encherá e transformará Sião.1-3 1 L ev a n ta -te. 2 P orq u e eis q u e a s tr e v a s co b rira m a terra . Isto foi antecipado pela chamada dada a todos em 55. m a s so b re ti o S enhor v ir á su rg in d o . A sobra de Edom .16).20 . relu zin d o sobre Sião . 42. A luz de Deus se torna a luz de Sião. com o seu governo sobre as nações convertidas ou povos que são abenço­ ados por Israel e agora levam o nome de Deus. emite a luz da glória de Deus para outros.21 ).11.1— Isto envolve a 5. e a su a g ló r ia se v e r á so b re ti.

4-22 a.3 6. 5 E ntão. Os Gentios Restauram e Servem a Sião 60. Como o povo de Sião olha em todas as direções. . Os estrangeiros estarão trazendo muitos presentes preciosos com eles à medida que vêm para Sião (cf. Elas estarão trazendo com eles os filhos e as filhas de Sião dispersos. Ag 2. e as riquezas das n a ções a ti virão. Caravanas de camelo faziam isso nos dias de Isaías. A massa de camelos cobrindo Sião —incluindo camelos machos jovens de M id iã (sudeste de Israel) e Efa (um a subtribo dos midianitas). mas não sozinhas. porque eles serão aliviados de todo o medo e dúvida. e o teu cora çã o estrem ecerá e se a larga rá. Junto com ouro e incenso (do lêmen do Sul e Somália. o v erá s e será s ilum ina do. teu s fi lh o s virã o de longe. Outra razão para a grande alegria será a abundância das “riquezas das nações” trazidas por via do mar. A ADORAÇÃO RESTAURADA 60. ou de todo os povos do mundo que são deixados depois da tribulação e que virão a ser possuídos por Israel ou pertencerão a este.8). 6 A m u ltid ã o de ca m elos te cobrirá. e tuas filh a s se cria rã o a teu lado. Os seus corações estremecerão e se alargarão com alegria. ficará radiante. como são conhecidos hoje). p o rq u e a a b u n d â n cia do m a r se to rn a rá a ti. Quando o povo de Sião vir isto.7. o u ro e in cen so tra rão e p u b lica rã o os lo u v o res do Senhor. os d ro m ed á rios d e M id iã e E fa. todos v irã o de Sabá.[que Amós menciona] é representativa dos que são deixados dos an­ tigos inimigos de Israel. ele verá as nações vindo. juntamente com “todos [os que] virão de Sabá” (o lêmen) —retrata a riqueza das nações que são trazidas por terra para Sião.4— 7 4 L evanta em red o r os olhos e vê. todos estes j á se a ju n taram e vêm a ti.

ou como pombas voando para casa.e.8. p r i ­ m eiro.) b. às su a s ja n e la s? 9 C ertam en te. a su a p rata e o seu ou ro com eles. e os seu s reis te servirã o. e. O gado subirá ao altar como holocausto com o favor de Deus. Filhos Vindos de Longe Honram a Deus 60. Rebanhos das tribos dos ismaelitas de Quedar e de Nebaiote se­ rão parte da riqueza das nações trazida para Sião no serviço de Deus. Os “estrangeiros” que vêm para Sião se tornarão cidadãos e ex­ pandirão e embelezarão a cidade. os n a vios de T ársis. e do S anto de Israel. as ilhas m e aguardarão. o templo em Jerusalém).eles trarão notícias da glória do SENHOR. te f e r i . n o m eu f u r o r . c.10— 14 10 E os fi lh o s dos estra n geiros ed ifica rã o os teu s m u ros. “As ilhas” [regiões cos­ teiras. tive m isericó rd ia de ti.4 Por isso. 7 T odas as ovelhas de Q u ed a r se con grega rã o ju n t o a ti. indicando que a glória de Deus e o seu louvor estarão se espalhando sobre toda a terra. pois a ira de Deus será substituída . p orq u a n to te g lo r ifico u . o qual é o Santo de Israel. Navios com velas ondulando se parecem com nuvens contra o céu distante. O s grandes navios de Társis darão primeiro im­ portância para trazer os filhos de Sião com prata e ouro para honrar o nome e a pessoa do Deus de Sião.9.. na m inh a henignidade. Deus continuará glorificando e embelezando a sua esplêndida casa (i.9 tS Q u em são estes qu e v êm voa n d o com o n u v en s e co m o pom ba s. teu D eu s. m as. com agra do su b irã o ao m eu altar. Os Estrangeiros Reconstroem e Honram a Sião 60. e eu g lo r ifica r ei a casa da m in h a g ló ria . Eles fazem isto porque Deus “glorificou” (dotou de glória. porque. p a ra tra z er teu s f i lh o s de longe. na sa n tifica çã o do n o m e do SENHOR. (Veja Ag 2. partes habitadas da terra] aguardarão [esperarão com expecta­ tiva] pelo SENHOR. e os ca rn eiro s de N ebaiote te serv irã o . exaltou) a Sião com esplendor.

os estrangeiros que vêm a Sião devem ter vindo também a Cristo. incluindo os cedros do Líbano. Este também será o caso na Nova Jerusalém (Ap 21. ti a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s . o templo em Jerusalém. o povo de Jerusalém construiu os muros naquela época.20-23. e g l o r i f i c a r e i o l u g a r e m q u e a s s e n t a m o s m e u s p é s. Assim. As pessoas se tornarão concidadãs com o povo de Deus. especial­ mente a arca da aliança. O lugar onde Deus manifesta a sua presença completa e continuamente está no céu. na luz da revelação do Novo Testamento. O melhor da madeira das melhores árvores. e s s a s n a ç õ e s d e t o d o s e r ã o a s s o la d a s . p a r a q u e t r a g a m a. o s s e u s r e is. N a re a lid a d e . (Veja Ag 2.25 ). 11 E a s t u a s p o r t a s e s t a r ã o a b e r t a s d e c o n t í n u o : n e m d e d ia n e m d e n o i t e s e f e c h a r ã o . c o n d u z i d o s c o m e la s . Portas que “estarão abertas de contínuo” indica paz e segurança como também liberdade de acesso. porém. 12 P o r q u e a n a ç ã o e o r e i n o q u e te n ã o s e r v i r e m p e r e c e r ã o . Esta passagem tem tão extensas garantias que isto deve se aplicar aos tempos mileniais.17-19). os povos trarão as “riquezas das nações”. Alguns aplicam a edificação dos muros à época de Neemias. Deus glorificará o “lugar em que assentam os [seus] pés”. Contudo. Pelas portas de Sião.pela sua graça e misericórdia. e.6— Zc 8. era chamado o lugar em que se assentavam os . irão embelezar o santo templo milenial do S e n h o r em Jerusa­ lém. p o rq u e os seus povos são a tra íd o s p e la lu z . c a rá te r sa n to e a m o r d o SENHOR (Z c 14. o p i n h e i r o e o b u x o c o n ju n t a m e n t e . n e n h u m a n aç ã o c o n tin u a r á e x istin d o a m en o s que se to rn e s u je ita a S iã o .19).) 8.14. p a r a o r n a r e m o l u g a r d o m e u s a n t u á r i o . 13 A g l ó r i a d o L íb a n o v i r á a ti. 14. da mes­ ma maneira que os crentes gentios o são quando aceitam a Cristo nesta era (Ef 2. s im . a f a i a . com os seus reis tornados súditos enquan­ to Sião triunfa. Nos tempos do Vélho Testamento.

o teu Salvador. o P ossan te de Ja có.1). Jeremias também torna claro que a arca não mais seria necessária.5.15— 18 15 E m vez do desprezo e do a b orrecim en to a q u e fo s te votada. 132. mas toda a terra. O Propósito de Deus para Transformar Sião 60. 16 E m a m a rá s o leite das n a ções e te a lim en ta rá s aos p eito s dos reis. “imponência”. Porém. mas também o poderoso ou “Possante de Jacó”. e saberás qu e eu so u o S enhor .35. desse modo. p o r ei em ti u m a ex celên cia p erp étu a . O reino milenial estará operando sob a nova alian­ ça do Calvário. Os descendentes dos opressores anteriores de Sião se humilharão. Deus a fará a “excelência perpétua” [Heb. Então o povo de Sião saberá que Deus é o seu Salvador e o Parente-Redentor —não só o Santo de Israel. o s d. ou o escabelo (ou banco de descanso) dos seus pés (I Cr 28. e p r o str a r -se -ã o à p la n ta dos teu s p é s todos os qu e te des­ p rez a ram . u m g o z o de g era çã o em gera ção. de m odo qu e n in gu ém p a ssa va p o r ti. SI 99. “majestade”] e a alegria de todas as gerações por vir. Lm 2.seus pés. e reconhecerão que Jerusalém verdadeiramente é a Cidade do SENHOR. ou até mesmo se lembrariam (Jr 3.1. 14 T am bém v irã o a ti.16). a Sião do S an­ to de Israel. os f i lh o s d os que te o p rim i­ ra m . Isaías usa a figura de “o leite das nações” e de reis para significar que eles todos vão nutrir Sião com cuidado amoroso e pessoal. e ch a m a r-te-ã o a C idad e do SENHOR. A Jerusalém do M ilênio estará em agudo contraste com a Jerusa­ lém do passado.7. o lugar dos pés de Deus na época milenial não será a arca da velha aliança. Deus também chama a terra de o escabelo de seus pés (66. Agora a santidade do Senhor atrai. e o teu R edentor. in clin a n d o-se. dela não sentiriam falta.2. g c‘on. . mostrando o mais profundo respeito. M t 5.49). pertencente ao “Santo de Israel” (o nome favorito de Isaías para Deus). At 7.

ruína e destruição. e. Com o SENHOR como o seu sol e lua. a cidade estará cheia das bênçãos de salvação e o povo estará cheio de louvor ao SENHOR por essas bênçãos. Que Deus mudará as coisas é mostrado pela substituição de bronze por ouro. e j a r e i p a cífico s os teu s in sp etores e ju s to s . bronze:. simplesmente outra forma da palavra hebraica para o nome de Jesus) e as portas. ferro por prata.17 P o r cob re tra rei ouro. Em contraste com o pecado e a corrupção anteriores. choro. n em co m o seu resp len d o r a lua te a lu m ia rá . como a fonte e manifestação da sua luz. Com o fato de que não haverá mais nenhuma escuridão. Assim. o governo será mudado para paz e retidão. ou seja. ou lamentação. louvor. IHN u n ca m a is se o u v irá de v io lên cia na tua terra. m a s a os teu s m u r o s ch am ará s sa lva çã o. p o r pedra s. “louvor” ( tehillab. e às tu a s p ortas. os muros da cidade serão chamados “salvação” ( Yeshuah. p o r m ad eira. p o rq u e o S en h or será a tu a lu z p erp étu a . n o s teu s term os. A transformação será completa. e o teu D eu s.19— 2 2 19 N u n ca m a is te serv irá o so l p a ra lu z do dia. a glória do SENHOR dará a ela uma sobrenatural "luz perpétua”. e pedras por ferro. vem a garantia de que “os dias do [seu] luto findarão”. madeira por bronze. a tua gló ria . de desolação ou d estru ição. n em a tua lua m in gu a rá . singular do nome hebraico para o livro de Salmos). O Povo de Deus Exibirá o Seu Esplendor 60. . e os dias do teu lu to fin d a r ã o . A cidade já não terá o sol e a lua por luz.7). os teu s exatores. e. m a s o S en hor será a tu a lu z perpétua. 20N u n ca m a is se p o r á o teu sol. e p o r f e r r o tra rei -prata. Ao invés disso. porque Ele manifestará a sua presença ali de um modo novo. haverá luz constante. f e r r o . sem nenhuma tristeza. Isto será provocado pelo governo do M essias-Rei (9. e. Em vez de violência.

I ) . As pessoas serão “renovos” ou ramos (Heb. netser. serã o ren o v o s p o r m im plan tados. “obras das [suas] mãos” (a manifestação do seu poder). 22 O m en o r v irá a s e r m il. p a ra qu e eu seja g lo rifica d o . O que estava impedindo Deus de salvar. obra das m in h as m ãos.21 E todos os do teu p o v o serã o ju sto s. e o m ín im o. O pequeno renovo que Deus plan­ tou “virá a ser m il”. 10. Por que os povos irão venerar a glória de Deus? . a seu tem po o fa re i p ron ta m en te. Eu. O que Deus plantou crescerá. o SENHOR. será justo (Zc 14.6). pois todos os po­ vos. O que as comparações usadas nos ensinam sobre a natureza do pecado? 3. Verdadei­ ramente.5 Nunca mais Deus precisará usar os inimigos para trazer juízo por causa dos pecados do seu povo (cf.21. Também é possível traduzir “farei prontamente" por uma pala­ vra grafada do mesmo jeito. plantados pelo SENHOR. O pecado que causa a tristeza não mais existirá. e até mesmo de escutar os clamores de seu povo? 2. u m p o v o gra n d íssim o. os menores se tornarão uma vasta nação: nin­ guém será insignificante ou sem importância. mas de toda a terra.2 7 ).20.5. Como Deus respondeu quando Ele viu que não havia nenhum intercessor? 4. Deus garante que isto será feito prontamente “a seu tempo” —quando Ele julgar conveni­ ente. mas significando “desfrutar”. Deus desfrutará o que Ele vê e faz durante o M ilênio. p a ra sem p re herdarão a terra. Ap 2 I. não somente o de Jerusalém. de forma que a sua glória e esplendor serão claramente exibidos para que todos possam vê-los. a mesma palavra usada a respeito do Messias em I I . QUESTÕES DE ESTUDO 1.

H orton..2 1 O Espírito do Senhor J e o v á está sobre mim. 5 A llis.5. “Book of Isaiah".. enviou-m e . A llis. O que farão os estrangeiros que vierem para Sião? 9. O Messias Anuncia a Sua Missão 61.13 .6 I. 184. 187. não um substituto para o obra com pleta de Cristo. Quem as nações trarão consigo para Sião e como o povo de Israel responderá? 8. Jerusalém . I 8). “O utros. em W ydiffe Bible E ncydopedia (Chicago: M o o d y Press. 186. 1:857. dizem que. H orton. 1 A m aioria dos pré-m ilenistas acha que estes sacrifícios são m em oriais. da m esm a m aneira que a Ceia do Senhor é um mem orial. o qual é Ele mesmo o cum prim ento de todo o sistema sacrificial”. 9.1. a presença pessoal de Jesus.9 -1 8 . Quando Sião se levantar e resplandecer.). brilha. porque o Se~ NHO R me ungiu para pregar boas-novas aos mansos. 1:857. pois a tua luz chegou” (trad. 3 Stanley M . na base de que o livro de Hebreus trata a lei e o ritual do Velho Testamento como tipos e sombras. N osso D estino. 1 9 7 5 ). 10. Nosso D estino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. cumpre estas profecias (veja H b 8. Que contrastes haverá entre a Jerusalém do M ilênio e a Jerusalém dos dias de Isaías? CITAÇÕES 1 O swald T. R J: CPAD.1-63. O que está incluído na aliança de Deus com o arrependido? 6. 2 A Septuaginta traz “Brilha. “Book of Isaiah”. J . C. como as nações do mun­ do irão responder? 7. UNGIDO PARA PREGAR BOAS NOVAS 61. lit. 19 9 8 ).

18.2. “O ano aceitável do S e n h o r ” ( o u ano do favor do S e n h o r ) . a c o n s o l a r t o d o s o s t r is t e s . 2 a a p r e g o a r o a n o a c e i t á v e l d o SENHOR e o d ia d a v i n g a n ç a d o n o s s o D e u s . 43.26. ou aflitos por qualquer razão. Quando Jesus aplicou isto ao seu próprio m inisté­ rio. mansamente to­ mando um lugar inferior e reconhecendo as suas necessidades.3. Isto também pode ser identificado com o tempo do favor de Deus: o dia da salvação (4 9 . O Espírito do Senhor estando sobre a Pessoa que aqui fala identifica-o como o ungido Servo do SENHOR de 42.16— 22).a r e s t a u r a r o s c o n t r i t o s d e c o r a ç ã o . Lc 4 . “d ia” e “ano” estão em justaposição.4 ).) Ele é enviado com diligência amorosa e pessoal. . jesus expressamente apli­ cou esta passagem a si próprio no início do seu ministério em Nazaré na Galiléia (Lc 4. A partir do Evangelho de João. A sua procla­ mação era uma proclamação de liberdade para aqueles que estavam presos pelo pecado. portanto usados sinonimamente para referir-se a um ponto indefi­ nido no tempo. Ele não estava pretendendo lim itar o seu m inistério a um dia ou a um ano. pode aludir àqueles israelitas que tinham vendido a si próprios sen­ do colocados em liberdade no Ano do Jubileu (Lv 2 5 .3 9 — cf. aqueles que se humilham diante de Deus. agoniados.17 ). Comparados..1 e o ungido Rei messiânico de 1 1. a p r o c l a m a r li b e r d a d e a o s c a tiv o s e a a b ertu r a d e p r is ã o a o s p r e s o s. Ez 4 6 . está claro que Ele ministrou pelo menos três anos e meio antes da cruz. Ag ora o Messias anuncia a sua missão. (2 ) para “proclamar liberdade.. Aqui Ele fala como o Profeta ungido pregando “boas-novas aos mansos”. veja M t 5. e abertura de pri­ são” aos que foram levados cativos e libertação aos encerrados na escuridão do pecado (incluindo a abertura dos olhos). 1 Co 1.8 ) e o ano da redenção de Deus (6 3 . (G Novo Testamento os entende como pobres aos olhos do mundo e necessitados da ajuda de Deus. ( I ) para “restaurar” os corações daqueles que estão quebrantados.

4-6 4 L e d f i c a r ã o o s lu g a r e s a n t i g a m e n t e a s s o la d o s .3 3 a o r d e n a r a c e r c a d o s t r i s t e s d e S iã o q u e s e lh e s d ê o r n a m e n t o p o r c in z a . Ele veio ser um resgate pelo pecado (H b 9. mas o próximo sugere que Deus usará os gentios.28. turbante ou toucado como usa­ vam os sacerdotes e os que celebravam um banquete). A terra e as cidades de Israel serão restauradas depois de muitas gerações de devastação. A “vingança”. O Messias lhes dará. e r e s t a u r a r ã o o s d e a n t e s d e s t r u í d o s . e r e n o v a r ã o a s c i d a d e s a s s o la d a s . um “ornamento” (Heb. d e s t r u í d a s d e g er a çã o em gera çã o .17). que culmina na batalha do Armagedom. . a f i m d e q tie s e c h a m e m á r v o r e s d e j u s t i ç a . Ele confortará aqueles que lamentam na sua tristeza. antes. quando Jesus vem e triunfa sobre o Anticristo. v e s t e d e l o u v o r p o r e s p i r i t o a n g u s t ia d o .45). Cinzas sobre a cabeça eram um sinal de lamentação e tristeza. 2. N a sua primeira vinda. ó le o d e g o z o p o r t r is t e z a . As árvores com suas raízes profundas e seus galhos estendidos simbolizavam permanência e estabilidade. porque eles exibirão a sua glória e esplendor. OS SACERDOTES DO SENHOR 61. ou justo juízo. Ele não veio para condenar o mundo (Jo 3. de Deus virá no fim dos tempos (Ap 6 a 19). RESULTADOS FELIZES 61. 3. p a r a q u e e le s e j a g l o r f i c a d o .Jesus não continuou para citar “o dia de vingança do nosso Deus”. p ‘ cer. igualmente. os que estão “tristes em Sião” serão reconhecidos como “plantação do S e NHOR” . N a sua justiça dada por Deus. p la n t a ç ã o d o SENHOR. pois todas as lágrimas serão enxugadas. Sião está em primeiro plano. Nessa época. O “óleo de gozo” é o óleo da unção que simbolizava o Espírito Santo. Este versículo não diz quem fará o trabalho. M c 10. pois o conforto do Messias será especialmente para os que estão “tristes”1 lá. ao invés disso.

que será restaurada para eles. p e l o q u e . ministrando as suas bênçãos a todos.1 1 . ALEGRANDO-SE NA SUA HERANÇA 61. . 6 M a s v ó s s e r e i s c h a m a d o s s a c e r d o t e s d o SEN HO R . krvodam. ’olah. A versão ARA traduz como “a iniqüidade do roubo”). c o m e r e i s d a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s e n a s u a g l ó r i a v o s g l o r i a r e i s. ou herdará. uma rica herança.1 6 . eles esta­ rão trabalhando em Sião —para o seu povo. cf.5 -7 . O holocausto era oferecido com­ pletamente queimado e sua fumaça subia totalmente diante da pre­ . O mundo tem amontoado vergonha sobre o povo de Sião. e a b o r r e ç o a i n iq ü i d a d e . “na sua glória” ou riquezas destas (Heb. n a s u a te r r a . O anti-semitismo ainda é excessivo em muitas partes do mundo. SEN HO R. como o faz o seu ódio pela “iniqüidade”. esta­ rá dentro da “sua [própria] terra”. (Veja Is 6 0 . usando-os para chamar a atenção para longe dos seus próprios problemas. NASB. o c o m e les . e u lh e s d a r e i s u a r e c o m p e n s a e m v e r d a d e e f a r e i u m c o n c e r t o e t e r n o O amor de Deus pela justiça assegura esta herança.7-9 7 P o r v o s s a d u p la v e r g o n h a e a f r o n t a . Os ditadores e tiranos têm perseguido os judeus. Em vez de opressores estrangeiros governando em Sião. p o s s u i r ã o o d o b r o e t e r ã o p e r p é t u a a le g r ia . O povo de Sião se alimentará das “riquezas das nações” e se gloriará. mas Israel terá uma porção em “dobro” que pertence ao herdeiro. melhor traduzido como “roubo ofereci­ do em holocaustos” (Heb.) 4. Essa porção dobrada do herdeiro. e x u l t a r ã o p e l a s u a p a r t e . cujos membros serão sacerdotes e ministros de Deus. H itler é um exem­ plo disso. “sua glória”). enquanto eles exultam “pela sua parte”. Finda será a desonra anterior.5 E h a v erá estra n g eir o s q u e a p a scen ta rã o o s v o sso s reb a n h o s. e isto lhes trará “perpétua alegria”. e e s t r a n h o s s e r ã o o s v o s s o s la v r a d o r e s c o s v o s s o s v i n h a t e i r o s .9 .s P o r q u e e u . a m o o j u í z o . e v o s c h a m a r ã o m i n i s t r o s d e n o s s o D e u s .

mas isso é uma compreensão errônea.2).11 10 R eg o z ija r-m e-ei m u ito no SENHOR. um povo que é escolhido por Ele. e como as jóias com as quais uma noiva se adorna. Por causa do recebimento da herança deles na terra.10. Não há nenhuma outra nova aliança.13). Porque Deus é fiel. Senhor 11 Porque. Ele “lhes [dará] sua recompensa em verdade” e fará “um concerto eterno com eles”. Alguns tradutores mudam “em holocaustos” para “com perversa impieda­ de” ou “crime” (Goodspeed). indicando a exaltação completa do S E N H O R e a dedicação completa de si mesmo a Ele. to d o s q u a n to s o s v ir e m o s c o ­ n h ecerã o co m o s e m en te h en d ita d o SENHOR. Isso seria roubo do que pertence a Deus. a m in h a a lm a se alegra n o m eu D eu s. Não poderia haver nenhuma dedicação parcial. Ele é Salvação e Justiça como também o Portador da salvação.sença do S E N H O R . . co m o u m n oivo que se a d orn a com ata vios e co m o n o iv a qu e se en jeita co m as su a s jó ia s. H b I2 . todos os “conhecerão como semente bendita do S e n h o r ” . m e cob riu com o m a n to de ju stiça . 9 E a su a p o s te r id a d e s e r á co n h ecid a e n tr e a s n a ções. e co m o o horto f a z b ro ta r o q u e n ele se sem eia. Zc 8. e o s seu s d escen d en tes. n o m eio d o s p o v o s . Agora o Orador dos versículos I a 3 fala a respeito da sua alegria no (cf. 5. a ssim o S en h or JEOVÁ f a r á b ro ta r a ju s tiç a e o lo u v o r p a ra todas as nações. salvação e justiça são como o turbante sacerdotal usado por um noivo. co m o a terra p r o d u z os seu s ren ovos. NEle. A ALEGRIA DO MESSIAS 61. Este concerto futuro é a nova e melhor aliança selada pelo sangue de Jesus no Calvário (H b 9 . Os descendentes de Israel serão reconhecidos e amados entre as nações. p o rq u e m e v estiu de vestes de sa lvação.2 Estar vestido com salvação e justiça indica a sua natureza. M uitas outras passagens do Velho Testamento mostram que Deus os fará uma bênção para todos (e.g.15 -18).

co m o u m a tocha acesa. a té qu e saia a su a ju s tiç a co m o u m resplendor. m e não ca la rei e. e eles são testemunha e evidência de que Ele é o Rei do Universo.1-63. e chamar~te~ão p o r u m n om e novo.1 —5 1 P o r a m o r de Sião. e todos os reis. O M essias será vitorioso sobre todos os poderes do mal. . 2 E as nações verão a tua ju stiça . é uma visão muito bonita ver que as sementes que foram plantadas em um campo ou jardim brotam de repente. Esta é uma razão para a sua alegria. dando luz para o mundo e ateando fogo aos corações dos crentes. No entanto. Da mesma forma o SE N H O R fará algo muito bonito à medida que Ele faz “brotar a justiça e o louvor” para todas as nações. que a boca do SJENHOR nomeará.N a primavera. p o r a m o r de Jeru sa lém . e a su a salvação. 3 E será s u m a coroa de g ló r ia na m ão do SENHOR e u m diadem a rea l na m ão do teu D eu s. a tua glória . A “coroa de glória” e o “diadema real na mão do teu Deus” indica o novo caráter real e a natureza do povo de Deus sendo sustentado e protegido por Ele. eles não usam a coroa. O “nome novo” indica uma nova natureza e caráter dados pelo S en h o r (c f Ez 48.6 a.12). O paralelo com o versículo 10 mostra que o louvor é por causa da salvação que o S eN H O R oferece por intermédio do sofrimento do Servo ressurrecto. Ap 2. 3. 6. Nações e reis verão e serão atraídos para a justiça e glória de Sião. até que “saia a sua justiça como um resplendor” e a sua salvação “como uma tocha acesa”.35. m e não aquietarei. 0 CO N TÍN U O INTERESSE DO MESSIAS PO R SIÃO 62. O interesse do Ungido sobre Sião o fará continuar falando e agin­ do. Eles são a coroa do S E N H O R .17. A G ló r ia F u tu r a d e S iã o 6 2 .

os guardas são os profe­ . O S e n h o r Prova o Seu Favor 62. Porém. Estes antigos nomes recordavam a respeito do sofrimento e derrota passados. assim teus filh o s se casarão contigo. mas chamar~te~ão: H efzibá. que significa “minha delícia está nela”. porque o SEN H O R se agrada de ti. Isto corresponde ao Salmo 147. ' nem estejais em silêncio. e com a tua terra o S e n h o r se casará.2. O país e o povo de Israel estarão juntos novamente de um modo que mostra o amor de Deus. 5 Porque. como o noivo se alegra com a noiva. era tido como “desam­ parada” e “assolada”.. O SENHOR mudará o seu relacionamento e a sua situação. com o o jovem se casa com a donzela.4 N unca m ais te chamarão D esamparada. Como uma prova do seu favor. de Sião. e à tua terra. o paralelo com “assim se alegrará contigo o teu Deus” faz com que alguns traduzam “teus filhos” como “teus construtores”. Neste contexto. e “Beulá”. Seu novo nome e natureza serão “H efzibá”. até que confirm e e até que ponha a Jerusalém p or louvor na terra. b. nem a tua terra se denom inará jam ais Assolada. As cidades antigas tinham muros para a sua própria prote­ ção. signifi­ cando “casada”. e. Os “filhos” que se casam com Sião sim­ bolizam o povo que habitará e cuidará da cidade. que todo o dia e toda a noite se não calarão. assim se alegrará contigo o teu Deus. Beulá'. não haja silêncio em vós. O nome. ou caráter.6-9 6 Ó Jerusalém ! Sobre os teus m uros pu s guardas. O deleite de Deus é comparado a um matrimônio e à alegria de uma lua-de-mel e ao amor.3 o que envolve só uma leve mudança vocálica porque as consoantes são as mesmas. ó vós que fa z eis menção do Se~ N H O R. no passado. Os guardas ficavam vigiando em torres. prontos para avisar as pessoas de qualquer perigo. o S e n h o r coloca “guardas” nos muros. onde Deus é o Construtor.

e p e l o b r a ç o d a s u a f o r ç a : N u n c a m a i s d a r e i o t e u t r i g o p o r c o m i d a a o s t e t is i n i m i ­ g o s .1 2 .1 1 . Quando Deus “se lem bra”.II).6 10 P a ssa i. (O hebraico mazkirim também pode significar que os profetas continuam “fazendo Deus se lem brar”.) Estes profetas-guardas não deixarão de clamar a Deus para agir. e m q u e tr a b a lh a s te . e beberá o suco de uva não fermentado em adoração festiva nos átrios do santo tem­ plo de Deus. até que Ele cumpra a sua promessa de fazer de Jerusalém “louvor na terra”. “N unca m ais” Ele usará os inimigos estrangeiros para trazer o seu juízo de form a que estes roubem do povo a sua comida (trigo para fazer pães) e bebida (suco de uva doce). Isto é um modo de dizer que Ele entra em ação e faz algo sobre a situação. Eles são os que continuam fazendo “menção do S e n h o r ” .10— 63. onde o guarda é o próprio Isaías). a p la in a i. Deus “jurou”.tas (cf. e levantar uma bandeira sobre os povos (incluindo os que vieram de longe para Sião). Em resumo. a r v o r a i a b a n d eir a a o s p ovos. s J p i r o u o SEN H O R p e l a s u a m ã o d i r e i t a . p r e p a r a i o c a m i n h o a o p o v o . Como outra prova do seu favor. Ela será a capital do mundo no M ilênio. . concernente à restau­ ração de Israel.a d a s p e d r a s . a p la in a i a e s t r a d a l i m p a i . garantido pelo seu próprio poder e força. O povo comerá o que eles trabalharam para conseguir. fez um juram en­ to. porém. 9 M a s o s q u e o a ju n ta r em o co m erã o e lo u v a r ã o a o SEN H O R. O Salvador de Sião Virá 62. 2 1 . removendo as pedras. p a s s a i p e la s p o r t a s . n e m o s e s t r a n h o s b e b e r ã o o t e u m o s to . Todos os obstáculos deverão ser removidos para Deus vir ao encontro do seu povo (v . aplainando a estrada. isto não significa que Ele esqueceu. e o s q u e o c o lh e r e m b e b e r ã o n o s á t r i o s d o m e u s a n t u á r i o . c. o povo é orientado a passar pelas portas abertas e preparar o caminho.

eis qu e com ele vem o seu ga la rd ã o. ou caráter. m archando vigorosamente com grande força. Colocar “Salvador”. yish ’ekh. está correto: “Salvação” é personificada aqui. os “remidos do S e n h o r ” . “tua salvação”]. e a su a obra. Eles estão surpresos. Sião será assim um lugar de glória e proeminência. que também especifica que o Rei humilde vem.10). pois Ele traz o seu galardão com Ele e a sua obra está diante dEle (c£ 40. qu e m archa com a sua g r a n d e f o r ç a ? Eu. talvez chocados. inclui os povos (gentios) de todas as direções que vêm para a luz de Sião. O nome novo. Jesus aplica isto à sua segunda vinda (Ap 22. Mateus 21. Assim.12). chamada de “Procurada”. de B ozra. A sua resposta mostra que Ele é o U ngido — “Eu. v. Mateus mostra que ambas as profecias são cumpridas em Jesus. 1 Q u em é este q u e vem de E dom . Para a “filha de Sião” (o povo de Jerusalém) os profetas-guardas devem dizer “a tua salvação vem” [Heb. co m v estes tinta s? E ste qu e é g lo r io so em su a vestid u ra . os rem id o s do SENHOR.6 ) estão na expectativa da vinda da Salvação como um Rei. uma cidade não mais desamparada ou abandonada (e jamais será novamente abandonada). ou manchados de verm elho (com o sangue dos seus inim igo s. que falo em justiça. A terra de Edom ( “vermelho”) e a cidade de Bozra ( “vindima”) representam o mundo que está contra Deus e se opõe ao seu povo. d ia n te dele. e tu será s ch am ada P ro cu ra d a . C id a d e não desam parada. em lugar de “salvação” (ARA).9. enquanto per­ guntam quem é este Personagem que “é glorioso em sua vestidura” — usando vestidos em cores vividas —mas “tintos”. é descrito mais adiante.11 E is qu e o SENHOR f e z o u v ir a té às ex trem id a d es da terra: D iz ei à filh a de Sião: Eis qu e a tua sa lva çã o v em . literalmente como sendo a salvação. poderoso para salvar”. 12 E chamar~lhes~ão p o v o santo. qu e f a l o em ju stiça .2). Os profetas-guardas (6 2 .5 combi­ na Isaías 62. O que Deus proclama é para o mundo inteiro. p o d ero so p a ra salvar. Porque .11 com Zacarias 9. O “povo san­ to”.

6 E p ise i os p o v o s na m inha ira e os em b ria gu ei no m eu f u r o r . o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro vindo para a batalha do Armagedom. respingadas como as daqueles que pisam as uvas na cuba superi­ or do lagar. Só Ele é sem pecado e digno de ser . M uitos acreditam que o juízo será os sete anos daTribulação. Somente Ele pode trazer salvação. O “dia da vingança” indica somente juízo feito depressa. 2 P o r qu e está verm elh a a tua v estid u ra ? E as tu a s vestes. M as antes de salvar. não há nenhum lim ite à sua capacidade para salvar. e não havia q u em m e aju d asse.5 O “ano” indica um período mais longo de tempo.6 ATribulação será seguida depois pelo M ilê­ nio. e espantei~ m e de não h a ver qu em m e su stivesse.7 J E olhei.16).Ele é justo.4 4 P orque o dia da vin ga n ça estava no m eu coração. e o m eu f u r o r m e susteve. e o an o dos m eu s red im id o s é chegado.I 3 . Ele declara que sozinho pisou no lagar. Ap I 9 . M as “lagar” é figurativo. os m il anos do reinado de Cristo na terra. Aqueles que Ele redimiu já estão redimidos antes do juízo. Eles sofreram a ira do Cor­ deiro (Ap 6. e dos p o v o s n in gu ém se achava com igo. com o as daquele qu e p isa u v a s n o lagar? 3E u sozin ho p isei no lagar. representando povos —especificamente os inimigos tanto de Deus como do seu povo —não uvas. p elo que o m eu braço m e tro u x e a salvação. e a su a f o r ç a d errib ei p o r terra. e os p isei na m in h a ira e os esm a gu ei no m eu f u r o r . e o seu sa n gu e sa lp icou as m in h as vestes. a ser seguido pelo “ano dos meus redimidos [do M essias]”.I 5 ). Ele julga os que são representados por Edom e Bozra. Novamente o M essias reconhece que ninguém pode ajudá-lo. e m a n ch ei toda a m in h a vestidu ra . As suas roupas foram respingadas e manchadas com o sangue deles (cf. Quando perguntado por que as suas roupas estão da cor de san­ gue.

11 nos mostra sobre a natureza do Messias? 7. Ele traz salvação e pisoteia os povos pecadores do mundo. Por que Jesus parou a sua citação no meio do versículo 2? 3. no ca­ pítulo 61. O que será envolvido na restauração de Israel para serem sacerdo­ tes do Senhor? 5. trazendo a vingança divma. porque eles escolheram pagar a penalidade pelos seus próprios pecados. Q UESTÕES D E EST U D O 1. Por que o Messias está ali sozinho? . Agora o sangue deles é derramado sobre a terra.16).8 ) é relacionado à nova aliança que foi posta em efeito pela morte de Jesus? 6. Quem são os guardas e qual é o trabalho deles? 10. Qual é a significação dos novos nomes e a comparação a um casamento? 9.44. M uitas passagens mostram que o reino milenial e a sua paz devem ser introduzidos através do juízo (por exemplo.10. fazen­ do-os bêbados na sua ira. O que 61.o Juiz das nações.8 Pelo seu próprio po­ der. Que conforto dará o Messias aos tristes em Sião? 4. Quem fará Sião oferecer luz para o mundo e como isto será rea­ lizado? 8. Eles rejeitaram o seu sangue que foi derramado por eles. Quem é aquEle que vem com vestes tintas de vermelho. e por que elas estão de tal modo manchadas? 13. Como nós sabemos que a missão inspirada pelo Espírito. O que é necessário para Deus vir ao encontro do seu povo? 11. Como o concerto eterno (6 1 . refere-se ao Messias? 2. a ira daquEle que morreu para lhes trazer a salvação. a qual ainda é a ira do Cordeiro (Ap 6 . Quais são os incluídos nos redimidos do Senhor e qual é a rela­ ção deles para com Sião? 12.45). Dn 2.

e a g r a n d e bon dade p a ra com a casa de Israel. RJ: CPAD. a m aioria dos com entaris­ tas antigos entendem que quem fala aqui é Sião. 19 9 -2 1 4 . 19 95 ). 6 Stanley M . RJ: CPAD. Nosso Destino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 4 9 7 s.7 -1 5 1 A s ben ign id a d es do Sen hor m en cio n a rei e os m u ito s lo u v o res do SENHOR.. Ele começa por contar que está atento a respeito dos atos das “benignidades” de Deus (Heb. 8 5 -9 5 . 7 Ibid.CITAÇÕES 1 A mesma palavra é traduzida como “tristes” no v. A ssim ele f o i seu Salvador. D. 10 8 -1 0 9 .7-64. Isaías. 2 1 0 . f i lh o s qu e não m en tirã o. A Vitória Final: Uma Investigação Exegétíca do Apocalipse (R io de Janeiro. 1 9 9 8 ). 8 O hebraico g o ‘el significa tanto “o parente-redentor” como “o vingador de sangue”. infalível. 2. 2 U m a vez que o M essias deve dar alegria e justiça. “imutável. aliança de amor”). 5 Eles são redim idos por causa da obra realizada em Isaías 53. 4 Stanley M . agora começa uma oração por misericórdia e perdão que continua pelo capítulo 64. co n so a n te tudo o qu e o SENHOR n os con cedeu . Veja The Prophets (Philadephia: Jewish Publication Society o f America. 2 8 2. 19 78 ). qu e u so u com eles segu n d o as su a s m isericó rd ia s e segu n d o a m u ltid ã o das su as benign idades. chasàe. atos dignos de . Jesus cumpre ambas as funções por redim ir e julgar. como um profeta-guarda (6 2. 8 P orque dizia: C ertam en te. as suas gran­ des dádivas e a bondade para com a casa de Israel.12 I. Isaías O ra por Misericórdia e Perdão 63. 3 Isto poderia ser traduzido como “A quele que a reedificou”. LO UVO R PELA BONDADE DE DEUS 6 3 . H orton. H orton.6). eles são m eu povo.

cólera. p elo que se lhes to rn o u em in im igo e ele m esm o p e le jo u con tra eles.louvor. Ele os redimiu como um Parente-Redentor.1 Efésios 4. Ele usou exércitos humanos para trazer juízo na época dos juizes e dos assírios. ira. o Messias. como também depois. o Ungido. que realiza a obra do Pai. e os tom ou. Ele os con­ tava como seu povo e como seus filhos “que não mentirão”. gritaria. Deus os tratou como a sua família. e os co n d u z iu todos os dias da an tigüidade. concedendo-lhes muitas misericórdias nestes freqüentes atos do concerto de amor. ou serão infiéis. mas repetidas vezes. e “em toda a angústia deles foi ele angustiado”. blasfêmias. Ele “se lhes tornou em inimigo”. dizendo: O n d e está aq uele que os f e z su b ir do m a r com . Deus está pessoalmente presente nEle. O “Anjo [ou Mensageiro] da sua presença” [ou face] não é nenhum anjo co­ mum. “todos os dias da antigüidade”. e Ele é o M ediador divino entre Deus e a humanidade. N o seu amor e compaixão. de M oisés e do seu povo. ele os rem iu . Agora Isaías confessa os pecados do povo: “eles foram rebeldes. Deus não podia perm iti-los continuar em presunçosa ingratidão e indiferença ao seu amor. Deus estava pessoalmente presente com eles em cada situação angustiosa (como a escravidão no Egito e a opressão durante o tempo dos juizes). se lem b rou dos dias da an tigü idade. e o A njo da sua p resen ça os sa lv o u . 11 Todavia. “Assim ele foi seu Salvador” (insinuando que Ele os salvou e repetidamente os livrou em várias situações).31 lista algumas das ações que entristecem o Espírito Santo de Deus: amargura.30. e contristaram o seu Espírito Santo” — não uma vez. M as eles f o r a m rebeldes e co n trista ra m o seu E spirito S anto. Ele protegeu e tomou conta do seu povo durante a história deste. Foi neste sentido que Ele mesmo “pelejou contra eles”. p elo seu a m o r e p ela su a com pa ix ã o. e m alícia de todos os tipos. 9 E m toda a a n gú stia deles f o i ele an gustiado. para Ele.

uma lembrança eterna do seu nome e caráter como Salva­ dor de seu povo. significa plano. O SE N H O R o s M C om o ao a n im a l qu e desce aos vales. p a ra cria res um n o m e glorioso. campo aberto onde um cavalo pode correr sem trope­ çar. Israel viu isto quando as águas do mar Vermelho (Heb.3. Presentemente. Nenhum obstáculo estava no caminho de Israel quando Deus os habilitou. mídbbar. Suph. no deserto. aqui. 13 A quele que os g u io u p elo s abism os. e pergun­ tar por aquEle que lhes trouxe a todos pelo mar Vermelho. a ssim g u ia s te ao teu povo.16). quando eles estavam tropeçando ao m eio-dia (5 9.30-35). d e m od o que n u n ca trop eça ra m ? conduziu pelas profundezas úmidas do mar Verme­ lho. o E spírito do SENHOR lhes deu descan so. Conquanto “no deserto” (Heb. provavelmente.2. 6. “no deserto”) não se refira sempre a terreno plano. co m o o cavalo. p a ra cr ia r u m n om e etern o ? Moisés experimentou o poder do SE N H O R . 35 .10 ). . Israel continuou a lembrar da libertação do Egito pelo mar Vermelho como uma evidência primordial do poder e grandeza do SE N H O R .os p a sto res do seu reban h o? O n d e está o qu e p ô s no m eio deles o seu E spírito Santo. Ele não só pôs o seu Espírito Santo sobre Moisés e sobre os setenta anciãos ÍNm I I. não cultivado. como Bezalel e Aoliabe (Ex 31. Como era diferente nos dias de Manasses.I 7 ). Estes juízos fizeram com que o remanescente piedoso entre o seu povo se lembrasse do tempo de M oisés e da sua liderança. “junco”) foram divididas (Ex 14. o povo pergunta onde Deus está agora? Onde está a obra do seu Espírito Santo? 12 a q u ele cu jo braço g lo r io so ele f e z a n d a r à m ã o d ireita de M oisés? Q u e f e n d e u as águ a s dia n te deles. mas sobre outros também.

Isaías expressa o desejo de ver novamente o poder e a glória que foram manifestados nos dias de M oisés e Josué. O seu nome e caráter são “desde a antigüidade” (Heb.1). Através do Espírito Santo e dos líderes cheios do Espírito. Ele nunca os rejeitará. pedindo-lhe que olhasse “desde os céus”. DEUS É AINDA NOSSO PAI 63. “desde a antigüidade” ou “desde a eternidade”). deste modo. lhes foi dado “descanso” repetidas vezes. A orientação de Deus. Ele é o mesmo e sempre o será. és n osso Pai. O n d e estão o teu zelo e as tua s obras pod erosa s? A tern u ra das tuas entranhas e das tuas m isericórd ia s d etém -se pa ra com igo! Depois de se lembrar do que Deus fizera nos primórdios da na­ ção. Isaías faz um apelo tendo por base o importante fato de que Deus é o Pai do seu povo. e o seu zelo para preservar a sua honra) e as suas obras podero­ sas estão. m e’olam. onde a sua santidade e glória estão constantemente em evi­ dência. 13 A tenta desde os céu s e olha desde a tua santa egloriosa habitação. Por perguntar onde o seu zelo (o seu amor zeloso pelo seu povo. Tu. “a ternura” de Deus e as suas “misericórdias” estão detidas por causa dos pecados de Israel. . ain d a q u e A braão n os n ã o conhece. como Josué (N m 27. nosso R ed en to r desde a a n tigü id a d e é o teu nom e. Eles não podem clamar para Abraão (o pai terreno deles) socorrê-los. trouxe glória ao seu nome. 2. pois eles nada sabem a respeito do sofrimento presente do povo.18 ). ó SENHOR. M as Deus é ainda o Pai e o Parente-Redentor de seu povo. No entanto. Isaías clama a Deus em oração.2 como Deus prometera (Js 23.16 16 M as tu és n osso Pai. neste momento. nem para o seu neto.Os israelitas que saíram do deserto eram como o gado que desce das colinas estéreis para os exuberantes pastos verdes da Terra Pro­ metida. Israel (Jacó). e I sra el não n o s reconhece.

ou pode estar profetizando o que aconteceria quando os babilônios viessem. Israel como um povo santo. ou profanaram. e assim declarar que eles pertenciam a Ele. Deus nunca lhes tinha governado (seu povo no passado) e eles jamais tinham invocado o seu nome sobre eles.3.5— 7. as trib os da tua herança. como ele previu em 39. Leupold sugere o seguinte: “ O espaço de tempo onde Deus efetivamente sustentou o seu povo foi comparativamente tão curto . Como Isaías 6. quer dizer. o chamado pelo seu nome. ou seja. separado para a adoração e serviço do possuiu a sua herança naTerra Prometida por apenas pouco tempo. Isaías lamenta que embora o povo de Israel fosse o povo de Deus desde muito tempo atrás. o santuário de Deus. que pode significar a terra santa de Deus.1 7 -1 9 17 P o r que. eles são “as tribos da [tua] herança”. Afinal de contas. 19 T o rn a m o -n o s co m o aq ueles sob re q u em tu n u n ca d om in a ste e co m o aq ueles que n u n ca se ch am ara m p elo teu nom e. o povo escolhido por Ele. Mas Isaías transforma isto em um clamor para Deus fazê-los “vol­ tar”. manifestar a sua presença. ó Senhor . SE N H O R . n ossos a d versá rios p isa ra m o teu sa n tu á rio. Isaías não está culpando a Deus pelo desvio do povo dos seus caminhos e pelo endurecimento dos corações de modo que eles não o temem nem o reverenciam. Então os adversários e opressores “pisaram”. CORAÇÕES ENDURECIDOS 6 3 .10 indica. 18 Só p o r u m p o u co de tem po. p o r a m o r dos teu s servos. a mensagem de Deus só os torna mais duros. poder e graça no meio do seu povo. quando os corações das pessoas estão endurecidos pelo pecado. f o i p o ssu íd a p elo teu sa n to p ovo. Isaías pode estar expressando as condições no tempo de Manasses. p a ra que te não tem a m os? Faz voltar. n os f a z e s d esv ia r dos teu s ca m in h os? P or q u e en dvtreces o n osso coração.

3 Os pecados de Israel tinham-no se­ parado das bênçãos e dos privilégios que Deus lhe dera. quando Deus fazia coisas ines­ peradas e assombrosas que inspiravam temor reverenciai. Eles tinham quebrado a aliança. M as ele insinua que ainda quer que Deus aja decisivamente. q u e n ã o e sp e r á v a m o s . então o seu nome teria sido dado a conbecer “aos [seus] adversários” e as nações teriam tremido à sua presença. ISAÍAS CLAMA PARA DEUS AGIR 64.1-9 1 O h ! s e fe n d e s s e s os céu s e d cscesses! Se os m o n tes se esco a ssem d ia n te d a tu a fa c e ! Isaías apaixonadamente lamenta sobre o passado. durante o reinado ímpio de Manassés. Isaías faz censuras sobre o passado. 4 P o rq u e d esd e a a n tig ü id a d e n ã o se o u v iu . (Heb. 2 C o m o q u a n d o o f o g o i n f l a m a a le n h a e f a z f e r v e r a s á g u a s . As circunstâncias teriam sido diferentes. 3 Q u a n d o fa z i a s co is a s te r r ív e is . hi ) introduz uma condição contrária ao fato aqui. q u e t r a b a lh e p a r a a q u e le q u e n e le e s p e r a . ou seja. p a r a f a z e r e s n o tó r io o teu n o m e a o s teu s a d v e r s á r io s .que quase não valia a pena considerar. n e m c o m o s o lh o s s e v i u u m D e u s a lé m d e ti. se tão-somente Deus tivesse descido. . n em co m o u v id o s se p e r c e b e u . 4. então as montanhas teriam tremi­ do como o Sinai. Ele quer dizer. Isaías sente que Deus não está fazendo nada. e o povo de Deus teria respondido através de arrependimento! Isaías se preocupa pelo nome de Deus.4 “Oh! se”. “como quando o fogo inflama a lenha e faz ferver as águas”. d e scia s . sobre a honra de Deus. É como se Ele “nunca tivesse dom inado” sobre o seu povo”. e o s m o n t e s s e e s c o a v a m d i a n t e d a t u a fa ce . Pois Deus desceu no Smai e os “montes se escoavam” diante da sua presença. a s s im a s n a çõ es trem essem d a tu a p r e s e n ça ! Se Deus tivesse descido em poder. Agora.

p o r q u e p e c a m o s . os cami­ nhos revelados na sua Palavra. e t o d a s a s n o s s a s j u s t i ­ ça s . “age para abençoar”) que se alegrava enquanto “praticava justiça” (agia em justiça ou retidão). caminhos que se tornam claros para eles à medida que eles oram. . O resul­ tado é o juízo divino: Eles murcharam e caíram “como a folha”. e a s n o s s a s c u lp a s . Isaías se identifica com o povo e confessa que eles conti­ nuaram pecando ( “pecamos”) contra esses caminhos. feitos para cumprir as exigências. que im pedia a pessoa de entrar no tem plo). eles têm uma rela­ ção pessoal com Ele enquanto seguem nos seus caminhos. A confissão continua: “Todos nós somos como o im undo” aos olhos de Deus. Quer dizer. Todos os atos justos do povo. e to d o s n ó s c a ím o s c o m o afo l h a . e is q vie te ira s te .. 5 S a is t e a o e n c o n t r o d a q u e le q u e s e a le g r a v a e p r a t i c a v a j u s t i ç a . a qual estava cerimonialmente suja de­ baixo da Lei. p a r a q u e s e j a m o s s a lv o s . 6 M a s t o d o s n ó s s o m o s c o m o o im u n d o . n e le s h á e t e r n i d a d e . como uma peça de vestuário suja de sangue do período menstruai de uma mulher. Isto não quer dizer que essa rebelião há muito tempo continuada fosse alguma vez se encontrar com a salvação. muito embora soubessem que isto enfureceria a Deus. eles se lembram de Deus em seus caminhos. c o m o u m v e n t o .) O fato de que só Ele é Deus pressupõe a sua soberania.9. Eles não só acham alegria na justiça. ou formas da sua religião. co m o tra p o d a im u n d íc ia . “encontra”. d a q u e le s q u e s e le m b r a m d e t i n o s t e u s c a m i n h o s . n o s a r r e b a t a m . Porém. Ninguém no passado ou no presente ouviu ou viu (através de revela­ ção) qualquer outro Deus a não ser Ele. Deus vem “ao encontro daquele” (Heb. Ele é o único Deus que responde. são como “trapo da im undí­ cia” (lit. (Veja a aplicação deste versí­ culo aos que amam o Senhor em I Co 2. pagada.Isaías não esqueceu que Deus age a favor daquele “que nele espe­ ra” em expectativa de fé por Ele.

13. nem perpetuam ente te lem­ bres da iniqüidade. Cl I .10. Jr 18.5.I 2 .16. olha. Isto corresponde ao tempo de M anassés em vez do exílio babilônico posterior. Seguramente Ele está preocupado so­ bre o povo que é a obra da sua mão. 103. e tu. 7 E já ninguém há que invoque o teu nome. ó SENHOR . R m 9.6. G1 1. M t 6 . e todos nós. M l 2.5 <Mas. fazendo-o “obra das [suas] mãos”. o que chamou a nação à existência.26. nós te pedimos. Isaías suplica a Deus que não deixe o pleno peso da sua ira cair sobre eles.2 4 2 8 . porque escondes de nós o teu rosto e nos fa z es derreter. o barro.6. N o m eio do ju íz o de D eus (provavelm ente na época de M anassés). trouxe desânimo e m orte. (A bonita imagem do SENHOR como o Oleiro e como o Pai é freqüentemente atestada —D t 32. agora. 63. Is 29 . nós. Deus tinha escondido o seu rosto (afastado a sua manifesta presen­ ça e bênção) e fez com que a culpa dos seus pecados os fizesse “derreter” (Heb. ninguém estava invocando o nome de Deus. todos nós som os o teu po vo. Ele também é o Oleiro divino que amolda o barro. obra das tuas mãos.3. 89.Então os seus pecados culpados os arrastam como o vento arrebata as folhas mortas. p or causa das nossas iniqüidades. fmugenu. que desperte e te detenha. eis. 9 Não te enfureças tanto.16. e que Ele não se lembre para sempre dos pecados que lhe .) Deus pode mudá-los apesar do que eles fizeram no passado. Gn 3 2 . Agora Isaías clama novamente a Deus.4).21. reconhecendo que Deus não mudou. tu és nosso Pai. ó SEN HO R . e nenhuma pessoa se movia para se apegar a Deus (como Jacó fez quando ele lutou com o Anjo. “dissolver”). o s nosso oleiro. Ele ainda é o Pai de Israel. Os 12.6 -8 . SI 68. por m iseri­ córdia. ou seja.

Este será o clímax da destruição. Sião está feita um deserto. M as os exilados não teriam dito o que nós lemos no versículo 12. quer dizer. (Os exilados que voltaram da Babilônia não tiveram que dizer isto. Jerusalém está assolada. o que mos­ trará a majestade do juízo de Deus. toda a terra de Israel). Devido ao que Isaías sabia que iria acontecer (39. santidade de Deus. Como um clímax para os seus sofrimentos. 1 f o i queimada. e todas as nossas coisas m ais aprazíveis se torna­ ram em assolação. ou profanação.5— ele vê em uma visão que as “santas cidades” (cidades da 7). pois Jerusalém será “assolada”.causaram a indignação. ó Ficarias calado. será queimada a casa de santidade e beleza esplêndida de Israel. Alguns tomam isto como sendo o que os exilados disseram quan­ do voltaram da Babilônia. Pedir a Deus para olhar para eles é um clamor pela sua graça e misericórdia: Deixe-o ver e reconhecer que eles ainda são o seu povo. JERUSALÉM ARRUINADA 64. os artigos pre­ ciosos do templo.10-12 10 As tuas santas cidades estão feita s um deserto. onde os pais da nação louvavam a Deus.) . em que te louvavam nossos pais. Ele continuará se contendo (especialmente depois da oração do v. se tornarão uma pilha de pedregulho. do templo que aconteceu nos dias de Manassés. inclusive Sião. 1 A nossa santa egloriosa casa. e nos afligirias tanto? S en h or? A resposta de Isaías a esta visão é perguntar a Deus se.9). levando em conta tudo isto.6 12 C onter-te-ias tvi ainda sobre estas calamidades. 5. serão feitas um deserto. permanecendo calado e castigando (humilhando e afligindo) ainda mais a Israel. e todas as “coisas mais aprazíveis”.

Leupold. H a r r y B u ltem a. 1 9 7 5 ). 8. O que a Bíblia D iz Sobre o Espirito Santo (R io de Janeiro. 197 1 ).QUESTÕES DE ESTUDO 1. 2 :1 4 8 . Veja Stanley M . .C . O que Isaías enfatiza na sua oração? 2. 19 8 1). H orton.16— e em que bases ele o faz? 18 4. C ornelius Lam bregtse (G ran d R ap id s: Kregel Pub licatio n s. 4 J. O que é significativo a respeito da oração de confissão de Isaías? 6. 3 H . 5 O swald T. 111. The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove. 2 O hebraico tenicbennu é freqüentativo. M as com o B ultem a d iz: “Isto m o stra quão pouco esses h o ­ m ens têm p e n e trad o no e s p írito d e sta p ro fe c ia ” . 6 M u ito s crítico s usam os versículos 10 e I I p ara argum entar que um auto r desconhecido escreveu isto após Jerusalém ter sido d estru íd a em 5 8 6 a. Exposition o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. 19 93 ). Que ações de Deus no passado fazem Isaías ter expectativas? 5. C om mentary on Isaiah. Qual era a condição de Jerusalém e do templo na parte final do reinado de Manassés? CITAÇÕES 1 O fato de que o E spírito Santo pode ser entristecido m ostra que Ele é uma Pessoa distinta. “Book o f Isaiah”. C. 6 1 2 . 1:857. R J: CPAD. 1 9 9 3 ). 70. trans. Por que Isaías se refere a Deus como Pai e Oleiro? 7. Que lições Israel deveria ter aprendido a partir do êxodo? 3. 518. Qual é o apelo de Isaías em 63. em Wycliffe Bible Encyclopeâía (C hicago: M o o dy Press. A llis. Alec M otyer.: InterVarsity Press.

muito embora eles (Is­ rael em seus primórdios) não perguntassem por Ele. (Cf. qu e cam in ha p o r ca m in h o qu e não é bom . “Eis-me aqui”) para um Israel que “se não chamava do meu nome”. sa crifi­ ca n d o em ja r d in s e q u eim a n d o in cen so so b re tijolos.1 aos gen­ tios1 e 65. 2 E stendi as m ã o s todo o dia a u m p o v o rebelde .21. eles “de contínuo” o provocavam. henneni. dizen­ do que Ele se revelou (ou. Eles eram responsáveis pela condição na qual estavam. Israel também estava muito centrado em si mesmo e muito interessado a respeito de seus próprios planos e desejos para responder. Ele se deixou achar. A RESPOSTA GRACIOSA DE DEUS 6 5 .1 -7 1F u i bu scado p elo s qu e não p ergu n ta va m p o r m im . e Paulo chama a atenção para o fato de que alguns o fazem. Misericórdia.) 3p o v o que m e irrita d ia n te da m in h a f a c e de con tín u o. dizendo: “Eis-me aqui” (Heb. amoroso e urgente apelo de “todo o dia “de Deus para Israel os encontra teimosos na sua rebelião. Ele repetidamente fez ofertas ou propostas iniciais amigáveis. deixou-se buscar). Alegria e Juízo 65.1-66. N a própria presença de Deus. porque eles continuaram a andar em caminhos que Deus via não serem bons.2 a Israel. seguindo “os seus [próprios] pensamentos”. (Veja R m 10.20. o constante. Deus toma a iniciativa e torna possível às pessoas o buscarem e o acharem. Quer dizer. ainda que eles não o buscassem.E. Rm 10.24 I. Deus responde então à confissão e oração do capítulo 64.) Porém. desafiando-o de fato. a u m p o v o que se não cham a­ va do m eu n om e eu disse: E is-m e aqui. após os seu s p en sa m en to s. Bênção. “diante da [sua] face”. f u i achado p o r aqueles qu e m e não bu scavam .21. Em comparação. imagina­ ções e planos. (Isto continuou nos . onde Paulo aplica 65.

dará um ponto final ao seu . e p a ssa n d o as n o ites ju n to aos lu ga res secretos. indica tentativas es­ píritas para contatar com os mortos. indica práticas ocultas. veja Ez 8. a seu devido tempo. e não te ch egu es a m im . As­ sim. sim .dias de Ezequiel. Assentar-se “junto às sepulturas”. 6 E is q u e está escrito d ia n te de m im : n ã o m e calarei.) Sacrificando “em jardins e queimando incenso sobre tijolos” era contrário à Lei e mostrava que o povo de Israel estava seguindo rituais pagãos. (alguns sugerem “entre as fendas das rochas”.7) e em im ita­ ção de práticas pagãs. E stes sã o u m a f u m a ç a n o m eu nariz. às tumbas. Provavelmente eles se identi­ ficavam tanto com os falsos espíritos ou falsos deuses que pensavam que qualquer um que os tocasse estaria em dificuldade. Isto também aponta para a época de Manassés. p o rq u e so u m a is sa n to do que tu. u m J o g o que arde todo o dia. m a s eu pa garei. Todas estas atividades eram uma abominação ao SE N H O R . 5 E dizem : R etira -te. um fogo ininterrupto “que arde