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Comentário Bíblíco

0 profeta messiânico
S T A N L E Y M. H O R T O N

Tradução Benjamim de Souza

O CPAD

REIS BOOK’S DIGITAL

Todos os direitos reservados. Copyright © 2 0 0 2 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de D eus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina. T ítu lo do original em inglês: Isaiah Gospel Publishing H ouse, Springfield, M issouri Prim eira edição em inglês: 2 0 0 0 Tradução: Benjamim de Souza

Preparação dos originais: Joel D utra Revisão: Kleber C ruz Capa: Flam ir A m brósio Pojeto gráfico: Eduardo Souza Editoração: O lga Rocha dos Santos

CDD: 2 2 0 —Com entário Bíblico ISBN: 8 5 -2 6 3 -0 4 0 9 -7 Para maiores inform ações sobre livros, revistas, periódicos e os últimos lançamentos da CPAD, visite nosso site: h ttp ://w w w .cpad.com.br

As citações bíblicas foram extraídas da versão Alm eida Revista e Corrigida, edição de 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicação em contrário.

C asa Publicadora das A ssem bléias de Deus Caixa Postal 331 2 0 0 0 1 -9 7 0 , R io de Janeiro, RJ, Brasil 2'' edição/2003

Prólogo

Isaías é um dos mais ricos e mais lindos livros na Bíblia —tanto teológica como literariamente. Entre os livros do Vélho Testamento não há nenhum que mais utilize a linguagem hebraica, nenhum que tenha uma maior expressão da mensagem do Evangelho e da natu­ reza de Deus. Isaías, o profeta, é o primeiro teólogo do Velho Testamento. É apropriado que a CPAD deva pu­ blicar um comentário sobre Isaías produzido pelo prin­ cipal teólogo pentecostal do Velho Testamento. Stanley H orton é um maravilhoso exemplo de um erudito dirigido pelo Espírito. Ele conhece o Hebraico original e os pontos de vista dos eruditos e a voz do Espírito Santo, Ele tem despendido sua vida toda estu­ dando e ensinando a Bíblia, especialmente o Velho Tes­ tamento. Isaías tem sido um de seus mais intensos estu­ dos desde que ele o fez o foco de sua dissertação de doutorado. N ela ele mostrou que a perspectiva de todo o livro corresponde à autoria tradicional do profeta do oitavo século a.C. em Israel. Isso está em contraste com

muitos eruditos modernos, os quais teorizam um ou mais autores posteriores em Babilônia para os capítulos 40 a 66. Stanley Horton é um grande exemplo de humildade cristã e de­ monstra isso em seus escritos, apresentando gentilmente o que acre­ dita ser a verdade. Ao mesmo tempo, ele considera as diferentes in­ terpretações, permitindo aos leitores a escolha entre estas. Devido a Stanley H orton ter estado imerso no livro de Isaías por anos, ele tem um maravilhoso domínio de seu conteúdo. Sua leitura cuidadosa e reverente do texto traz a mensagem que Deus pretendia. Horton tem um dom para tratar do que realmente importa, trazen­ do de um modo simples e claro ao estudante da Bíblia as percepções dos eruditos. Este livro será de grande ajuda às pessoas leigas, as quais precisam deste grande livro de Isaías colocado em linguagem que possam entender. A obra do Dr. Horton demonstra uma sólida teologia bíblica que permite ao inspirado escritor da Bíblia dizer hoje o que ele pretendia em seus dias: o leitor é capaz de ouvir Isaías pregar a sua própria mensagem em seu próprio contexto antigo. Contudo, Horton mostra a relevância dos princípios divinos por trás dos textos antigos. Ele relaciona continuamente as profecias a Cristo. O livro finaliza com um apêndice de grandes temas teológicos em Isaías. Esta parte junta em um compacto mas profundo modo de compreen­ der muitas das maravilhosas verdades destacadas no livro. Para mim, é uma honra recomendar esta obra. Stanley Horton tem sido a maior influência em meu entendimento, trabalho e amor pelo Velho Testamento. Creio que os estudantes da Bíblia serão aben­ çoados pela espiritualidade e clareza da mensagem à medida que H orton a torna conhecida. Eu estou muito agradecido que o seu profundo conhecimento deste importante livro do Velho Testamento está finalmente publicado para abençoar a igreja, tanto dentro como fora da sala de aula.
R oger D. C otton, Tb.D.

Professor de Velho Testamento Seminário Teológico das Assembléias de Deus Estados Unidos da América

Prefácio

O livro de Isaías sempre foi um de meus favoritos. Eu lhe dei uma especial atenção em meus estudos de doutorado. M in h a dissertação, aceita pelo Central BaptistTheological Seminary (SeminárioTeológico Ba­ tista Central), era intitulada “A Defense on Historical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiab Referring to Babilon” (U m a Defesa sobre os Ele­ mentos Históricos da Autoria de Isaías a Respeito das Passagens no Livro de Isaías Referentes à Babilônia). O livro de Isaías era importante para os judeus na época anterior a Cristo. Quinze manuscritos hebraicos do livro de Isaías foram encontrados entre os Rolos do mar M orto. Jesus e os escritores do Novo Testamento também o consideravam importante, pois eles 411 ve­ zes fizeram citação de Isaías. As profecias de Isaías tive­ ram um profundo efeito sobre Jerusalém e Judá em seus

V lll

Comentário Bíblico: Isaías

dias. Elas continuam a abençoar todos aqueles que as estudam hoje. Em concordância com o uso tanto da ARC (versão de Almeida Revista e Corrigida da Bíblia de Estudo Pentecostal) como de outras versões (N V I e KJV por exemplo), a palavra SE N H O R é usada em letras maiúsculas e pequenas maiúsculas onde o hebraico do Velho Testamento tem o nome pessoal de Deus, Iahweh. O hebraico escre­ via apenas as consoantes Y H W H . As tradições posteriores seguiram o Novo Latim JH V H e adicionaram vogais do hebraico para “se­ nhor” para lembrá-los de ler Senhor em vez do nome divino. M as isto não foi jamais com a intenção de ler “Jeová”. Nas citações das Escrituras, as palavras que eu desejo enfatizar estão ressaltadas com itálicos. Para uma leitura mais fácil, as palavras hebraicas, aramaicas e gre­ gas estão todas transliteradas com caracteres do nosso alfabeto. Algumas poucas abreviações utilizadas: Gk.: Grego Heb.: Hebraico ARA: Almeida Revista e Atualizada ARC: Almeida Revista e Corrigida (Bíblia de Estudo Pentecos­ tal, CPAD) ASV: American Standard Version KJV: King James Version N V I: Nova Versão Internacional M eus especiais agradecimentos vão para Glen Ellard, Paul Zinter, e Leta Sapp na Gospel Publishing House e a todos aqueles que aju­ daram na preparação deste livro. Obrigado também a minha esposa, Evelyn, pelo seu encorajamento. Esta é uma versão revisada de um comentário originalmente acom­ panhado por textos hebraicos e publicado em 1955 pela The World Library Press Inc., Springfíeld, M o., Gregory Lint, editor executivo.

Sumário
P rólo go P refácio v vii I

S in o p s e ......................................................................................

In tro d u ç ã o ...................................................................................... 5 C e n á rio ............................................................................................ 5 O fim do rein o norte de I s r a e l............................. 7 Ju d á nos dias de I s a ía s ...............................................9 As invasões a s s ír ia s .................................................. 11 C ro n o lo g ia do tem po do p ro feta I s a ía s ..... 16 V isõ es críticas do livro de I s a ía s .................................. 17 U m a breve descrição d a m en sagem de Is a ía s ....... 2 7 In tro d u ç ã o ...... .................... .......................................... 2 7 Isaías: o p ro feta e sua m e n sa g e m ..................... 2 8 P ro fecias in ic ia is ......................................................... 2 9

A visão e ch am ad a de I s a ía s .................................... ...........2 9 A m ão irad a de D eus e sua m ão s a lv a d o r a ................... 3 0 Ju íz o sobre as nações e s tr a n g e ir a s ...................................... 31 Ju íz o e restauração p ara J u d á ...............................................3 2 E zequias e as invasões de S e n a q u e rib e .............................3 2 C o nfo rto e lib e r ta ç ã o .................................................................3 4 G ló ria p ara o povo de D eus; ju íz o p ara os o u tro s ..................................................................... 3 6 E sboço de I s a ía s ......................................................................................... 3 9 Isaías na versão A R C , N o tas e C o m e n tá rio s .............................51 A p ên d ice A: G randes tem as no liv ro de Is a ía s...................5 4 5 1. D eus, o S an to de I s r a e l................................................ 5 4 6 2 . D eus, o P oderoso de I s r a e l.................. .................... 5 4 7 3. D eus, o O n is c ie n te ......................................................... 5 4 8 4 . D eus, o C riad o r de t u d o ........................................... . 5 4 9 5. D eus, o R e d en to r e S a lv a d o r ...... ............................... 5 5 0 6. D eus, o R e stau rad o r de Israel e Jerusalém ...... 55 1 7. D eus, o S alv ad o r dos g e n tio s ................................... 5 5 2 8. O servo de D e u s.............................................................. 5 5 3 9 . O E sp írito S an to de D e u s......................................... 5 5 4 10. D eus m erece adoração p u r a .............................. ...... 5 5 8 A p ên d ice B: M a p a do Im p ério A s s ír io ................................ . 5 6 0 B ib lio g ra fia S e le c io n a d a .................................................................. 5 6 3 ín d ic e das E scritu ras ....... ....... .................... .................................... 5 6 5 ín d ic e R em issivo ............................................... ................................. 581

Data: Isaías foi o maior de todos os profetas da últim a metade do oitavo século a.C. Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias e, provavelmente, Manassés, senti­ ram o impacto de sua pregação profética. Cenário: Uma falsa prosperidade às expensas do go­ verno encorajou uma vida de corrupção e luxo acom­ panhada pela opressão do pobre e uma religiosida­ de sensual, imoral e pagã (2 Cr 26.16-18,20; 27.2; 2 8.1-27; 29.6-9). A Chamada de Isaías: Uma visão de Deus levou-o a uma visão de si mesmo e do pecado. A confissão o levou à purificação e consagração. A obra seria difí­ cil, mas lançou os fundamentos para o remanescen­ te retornar e preparar o caminho para a vinda do Messias (capítulo 6).

8 9. 2 4 -3 5 Juízo Geral Caps. I). 1-5 Juízo e Esperança Caps.1— 12 O Servo divinamente escolhido e sustentado que bondosa e misericordiosamente restaura os judeus e traz a luz aos gentios.16 A Principal Pedra Angular.Breve Esboço: Caps. 13-23 Profecias Estrangeiras Caps.1— 7 . 36 -3 9 Ezequias Caps. 28 . Maravilhoso. 5. Conselheiro. Ungido pelo Espírito. 4 9 -5 5 Redenção Caps.10— 17 8. libertar e reunir o povo. 11. Emanuel —O Deus conosco.1— 15— O Messias é Rei. Príncipe da Paz.1— 13 O Servo é a arma de Deus para levantar.1— 10 Descendente de Davi. 32. 4 0 -4 8 Conforto A Grande Acusação: Um Pai de coração partido convida seus filhos a retornarem (cap. Deus Forte. 49 . O Quadro Ampliado do Messias: Nascido de uma virgem. Pai da Eter­ nidade. 18 42 .) 16. 5 6 -6 6 Glória Caps.5 O trono de justiça e amor.18-25. (Leia aqui Rm 8. 7. 6 -1 2 O Deus Santo é Exaltado Caps.

50. 45. pelo seu sofrimento e morte vicária e substituta.12 54 55 6 1.22. Versos Principais: 6.1— 11 O Servo. 40. 53. 55. “O M onte Evereste da Profecia Messiânica”. O crescimento de Israel como um resultado da obra redentora do Servo. A Certeza do Cumprimento da Palavra de Deus: 40.2. 49. (Leia Lc 4 . 6. 55. compare com Mateus 24. A porta aberta de par a par àqueles que anseiam. ensinado por Deus.3 Sinopse 50.35.8. 59. ensina e fortalece a outros. sanador e libertador do M es­ sias traz alegria.) Grandes sermões expositivos estão quase já elaborados nos capítu­ los I. agrada a Deus e torna possível a sua incomparável salvação.13 a 53. O Ser­ vo.4— 1 1 52. O ministério salvador.1 6-21 . Ninguém é um fracasso quando vive de acordo com a vontade de Deus! .6-7.3.

esse era um lugar onde os exércitos do mundo conhecido entravam em conflito. Em vez disso. Apêndice B).Introdução CENÁRIO Deus poderia ter colocado o seu povo. Contudo. nos dias de Isaías. Israel. A meta da Assíria era dominar a Babilônia e con­ quistar o Egito. em um distante e protegido oásis onde ninguém pu­ desse incomodá-lo. Para esse fim. junto ao rio N ilo. Ao nordeste. comercial e religioso para toda a Mesopotâmia. Ao sul. Babilônia. era uma grande e rica nação. no rio Eufrates. Porém. Essa “terra prome­ tida” seria um centro vital para a expansão e difusão do Evangelho quando Jesus veio à Terra. a Assíria era o poder dominante. seus reis habitual­ mente enviavam seus exércitos todos os anos para . o Egito. era o centro cultural. com suas cidades de Nínive e Assur nas proximidades do rio Tigre (ver mapa. Ele o colocou na encruzilhada do velho mundo.

2 Rs 8. tomou todo o ouro e a prata do templo e do . Desde os tempos de Salomão.2 ). Arqueólogos encontraram em Nínive o baixo-relevo da conquista de Laquis.25).1 Os judeus são também representados como espetados em estacas diante dos muros da cidade. capturando parte de seu ter­ ritório (e. Jeoás então derrotou a Amazias em Bete-Semes. este mostra os judeus cativos sendo levado diante do rei Senaqueribe da Assíria por cordas atadas a anzóis gigantes colocados em seus maxilares. pilhar e destruir cidades e nações que ficavam no cami­ nho. Israel e Judá não tinham desfrutado de tal prosperidade.C. e uma derrota assíria seguiu-se a um eclipse do sol em 763 a.g. Nos dias de Eliseu.C. os dias de dominação da Síria tinham acabado. O Egito estava também enfraquecido por disputas in­ ternas. começou a profetizar naqueles que pareciam ser bons tempos. Assim. todavia.12). Em 805 a. Depois. Jeoás de Israel (798-781 a. algo que Amós já tinha profetizado para o reino norte de Israel (Am 4 .2 Isaías. Como resultado. Porém. Embora Israel e Judá pagassem tributo à Assíria por pou­ cos anos.C.) tornou a reaver os territórios cap­ turados por H azael de Damasco (2 Rs 13.conquistar. Os assírios eram notáveis pela sua crueldade e permaneciam inventando novos meios de torturar seus cativos. e seus sucessores eram fracos.C. derrubou cerca de cento e oitenta metros do muro da cidade de Jerusalém. por cerca de cinqüenta anos Israel e Judá não tiveram problemas com invasões estrangeiras. Adad-N irari morreu em 783 a. Adad-N irari III da Assíria pôs Damasco fora de combate. Eles tiveram problemas por causa da Armênia (U rartu) em sua fronteira norte. o reino da Assíria desintegrou-se em um grupo de cidades-estados (o caso quando Jonas foi para Nínive). sucessivas ocorrências da peste bubônica dizimaram o seu povo..8). um protótipo da forma de punição capital chamada crucificação..C. Damasco causou problemas para o reino norte de Israel. Amazias de Judá (7 9 6 -7 6 7 a.) tomou o controle de Edom (2 Rs 14.7) e desafiou Jeoás a guerrear contra si (2 Rs 14.

e vendiam alguns deles para a escravidão. embora advertido por Amós e . e era equiparado pela prosperidade em Judá sob o reinado de Uzias (7 90 739). Ele já ti­ nha sido co-regente com seu pai desde 790 a. Sacerdotes corruptos tornaram a situação pior pela exi­ gência de m últiplos sacrifícios e por permitirem a mistura da idola­ tria e da im oralidade com o culto ao S E N H O R . Amós. Am 3. edificavam grandes casas de pedras quadradas.C. Mercadores introduziam ar­ tigos luxuosos do comércio com Tiro e Sidom. o reino norte de Israel. e foram enriquecidos pelo controle das mais importantes rotas comerciais. Ambos desfrutavam de paz. O povo então colo­ cou seu filho Uzias (também chamado Azarias) no trono. muros decorados e móveis com lindas gravuras em mar­ fim (cf. Após a morte de Jeroboão II.4). Isaías e M iquéias. tanto quanto do co­ mércio do mar Vermelho via Eziom-Geber (m oderna Elate no Golfo de Acaba). 0 Fim do Reino Norte de Israel A era da prosperidade estava próxima de terminar.15). Ao mes­ mo tempo a corrupção moral e a injustiça econômica para com o pobre crescia. O longo e próspero reinado de Jeroboão durou até 753 a.C. Isso tornou Amazias impopular e conspi­ radores o assassinaram em Laquis (2 Rs 14. demandando altos interesses.25).C.15.9.Introdução palácio. 2 Cr 26.19). Encorajado pelo profeta Jonas (2 Rs 14. 25. 6. A prosperidade já tinha começado a retornar ao reino norte de Israel quando Jeroboão II tomou o trono em 791 a. todos pronunciaram o juízo de Deus sobre os ricos que estavam ficando mais ricos às expensas dos pobres oprimidos. Oséias. reconquistaram a maioria do ter­ ritório do império de Salomão entre o Egito e o rio Eufrates (2 Rs 14. e levou os reféns. e gozavam de ricas comidas e vinho. ele conquistou vitórias e estendeu o controle político da entrada de Hamate no norte ao mar M orto no sudeste. Mercadores gananciosos os ludibri­ avam. 11. Os ricos desfrutavam de luxo.22.

Em 742 a.. No entanto. Salmaneser retornou e conquistou Israel. estava cheio de devassidão. reinou apenas cinco anos. Peca tomou conta do território de Gileade no lado ori­ ental do Jordão e reivindicou o reino. Ele então foi morto por seus dois guarda-costas e cinqüenta homens gileaditas. tão logo Salmaneser vol­ tou para a Assíria. embora as altas e íngremes colinas de Samaria e suas grandes fortifica­ ções o tenham capacitado a resistir um cerco por aproximadamente três anos. Ele também levou ca­ tivos os habitantes da parte mais setentrional de Israel. Mas foi um erro colocar a sua confian­ ça no Egito. e invadiu Judá por duas vezes. no primeiro ano de seu reinado. Salum reinou um mês e foi assassinado por Manaém. Oséias.. M enaém morreu e seu filho Pecaías reinou por dois anos. Naquele tempo o rei Oséias de Israel deu garantias de sua lealdade como um vassalo da Assíria. pois este era fraco e não era de nenhuma valia. Oséias. pouco antes de Salmaneser mor­ rer. Debaixo do juízo de Deus ele se degenerou rapidamente. o último rei do reino norte de Israel.C. O filho de Jeroboão. assassinou Peca em 73 2 a. Então Peca tomou o trono em Samaria e reinou mais oito anos. O rei assírio então derrotou a Síria e matou Rezim. cumprindo as profecias de seu fim defi­ nitivo por Amós.5— Quando Peca e Rezim ameaçaram uma se­ 8). Salmaneser V. . Como um de seus primeiros atos. rei da Síria. Oséias deixou de pagar tributo à Assíria e fez uma aliança com Sô (Sibe) do Egito. M anaém reinou dez anos. Então o reino norte de Israel se tornou uma província da Assíria (que eles chamaram Samaria). Porém.C. o rei Acaz de Judá —contra o conselho de Deus dado por Isaías —apelou por socorro aTiglate-Pileser III da Assíria. O filho de Tiglate-Pileser.C. ele levou Oséias prisioneiro. reinou somente seis meses e foi assassinado por Salum.C. Isaías e M iquéias. Em 724 a. ele se voltou para o ocidente contra os filisteus. Samaria caiu em 722 a. Zacarias. gunda invasão. A primeira invasão foi bemsucedida (2 Cr 28. En­ tão Tiglate-Pileser da Assíria o colocou sobre o trono de Israel. Durante esse tempo ele fez uma aliança com Rezim de Damasco.Oséias.

Todavia. Ele enfrentou ameaças não apenas da Assíria.C.5-8).2 9 0 israelitas para o exílio. cultuava nos lugares altos e nos outeiros.C. Em suas crônicas ele diz que levou 2 7 . Ele era um bom rei.C. ele tinha idade suficiente para estar ciente do orgulho de Uzias. Por duas vezes Peca de Israel e Rezim de Damasco se juntaram para invadir Judá. Acaz reinou até 715 a. Jotão..C. Em 750 a. realizou outras reconstruções e derrotou os amonitas (vv..). fez então uma campanha ao oeste e retom ou Sam aria em 7 2 0 a. 2 Rs 1 7 . “Ele edificou a Porta Alta da Casa do S e­ n h o r ” (2 Cr 2 7 .3 (cf.) Judá nos Dias de Isaías Uma vez que o chamado de Isaías aconteceu no ano da morte do rei U zias (7 39 a.4. mas também da parte de Israel e D a­ masco. seu filho.000 soldados (2 Cr 28.C. assumiu o trono e reinou até 731 a. substituindo-os por povos de outros países que tinha conquistado. Semelhante aos reis de Israel ele m istu­ rou o culto de Baal com o culto do Senhor.3 -6 . ver também vv.10 -2 0).). Sargão II (7 2 1 -7 0 5 a. Jotão levou o seu filho Acaz ao trono em 74 4 para reinar com ele como co-soberano. e “também debaixo de toda árvore verde” (2 Cr 28. Ele passou os onze anos restantes da sua vida sob quarentena em uma casa especialmente construída para ele (2 Rs 15.3 ). sacrificou seus filhos no fogo. e levou seu filho Ezequias ao trono para reinar como cosoberano com ele em 728 a. quando Tiglate-Pileser III usurpou o trono da Assíria em 745 a. Ele fez isso ainda que Azarias e oito outros sacerdotes tenham tentado corajosamente impedi-lo (2 Cr 2 6 . Deus afligiu Uzias com lepra quando ele atreveu-se a oferecer incen­ so no altar de ouro que pertencia ao Santo dos Santos no templo. A primeira vez eles levaram muitos prisioneiros e mataram 120. 3-5). 2-3).C.O rei seguinte da A ssíria. mas era fraco. Quando eles ameaçaram . em vistas da renovada ameaça da Assíria.5).C.C . que o levou à sua própria queda.

C. . Manassés.. que o ajudasse e pagou tributo a ele (2 Cr 28 . Estes não o socorreram. de modo que os vinte e nove anos de seu reinado continuaram até 686 a.a segunda invasão. Hb 1 1 . e respondeu a oração de Ezequias. curando-o e outorgando-lhe mais quinze anos de vida. Cinco anos depois. Acaz viu um altar e m andou fazer uma réplica deste e o colocou no pátio do templo (2 Rs 1 6 . Acaz man­ dou pedir a Tiglate-Pileser.1 0 -1 6 ). ele levou seu filho. Acaz também se voltou contra o S e n h o r . Manassés logo se afastou de Deus e massacrou aqueles que resistiram à sua restauração da idola­ tria. Logo depois que Acaz morreu. contudo.1 7 . Quando Tiglate-Pileser tom ou Damasco em 732 a.C. Ezequias quebrou a aliança que Acaz tinha realizado com a Assíria e pediu ajuda ao Egito.4 Poucos anos depois.3 7 ). Ezequias começou a contar de novo os anos do seu reinado. ao trono para reinar consigo.21 ). Acaz permaneceu um débil vassalo da Assíria até a sua morte em 7 1 5 a. devido a um grande reavivamento espiritual e celebração da Páscoa. os assírios novamente ame­ açaram Jerusalém.1 8 ).C.16 .222 5 ). fechou o templo e adorou a outros deuses (2 Cr 28. Os edomitas se livraram do jugo do reino de Judá e o invadiram a p artir do sul. em 68 6. dizendo que colocariam um rei fantoche sobre o trono para forçar Judá a se juntar a eles contra a Assíria. exceto Jerusalém (2 Rs 18. A tradição judaica diz q u e ele amarrou Isaías numa tora e o serrou ao meio (cf. requereu que Acaz e outros viessem ali prestar-lhe homenagem. apesar dos avisos de Isaías a respeito da inabilidade dos egípcios de socorrê-los. Os fdisteus invadiram-no a partir dó oeste (2 C r 2 8 . Após a morte de Ezequias. e em 701 Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. Deus julgou a Ezequias com uma enfermidade que deveria ser fatal..C.6 mas seus exércitos foram destruídos pelo anjo do S enhor.. Quando esta­ va lá. Tal como Oséias. Ezequias calculou mal o poder do Egito e da Assíria.C.13). em 696 a.5 Então. em 6 8 8 a. O Egito foi derrotado. Deus foi misericordioso. rei da Assíria.

Ele estava determinado a restabe­ lecer o Império Assírio e restaurar sua glória e poder. falava-lhes quanto de taxas e tributos deveriam pagar a cada ano. Isso também ajudou a espalhar a língua aramaica. Seus sucessores e os babilônios seguiram a mesma política de levar os povos conquistados para o exílio. e ele tinha que retornar e reconquistálas. Os líderes que eram levados cativos não viveriam com as pessoas que eles conheciam e não teriam uma base para igualmente fomentar uma rebelião. tomava um juramento de lealdade daquelas pes­ soas que eram deixadas.64). empilhava cabeças deca­ pitadas. A princípio ele seguiu o costume de conquistadores anteriores. Desse modo.As Invasões Assírias A renovada ameaça assíria veio com a ascensão deTiglate-Pileser III ao trono da Assíria em 745 a. mestres e trabalhadores habilitados. ele instituiu uma nova tática. Então os substituía com outros de outras cidades ou países já conquistados. Jesus e seus discípu­ los falavam e pregavam em aramaico. Ele também mandava tirar a pele dos cativos ainda vivos. e deixava que eles voltassem e reconstruíssem as suas casas. Assim. pela primeira vez na história. em vez de ter que guarnecer ou reforçar as guarnições militares. Após uma cidade render-se. e os estabelecia em um outro país conquistado.C. usaram grandes maquinários para sitiar e derrubar as muralhas das cidades que eles atacavam. empalava pessoas (sobre estacas afiadas). Com assusta­ dora rapidez. muitas das ci­ dades conquistadas se rebelavam. Essa política pretendia tornar possível aos assírios realizar novas conquistas a cada ano. Ele tomava cativos os líderes políticos e religiosos. No entanto. Os povos nativos ficavam sem os seus líderes e assim provavelmente não se rebelariam. a fim de aterrorizar os povos das cidades próximas e fazer com que eles se rendessem. . de modo que os judeus que retornaram após o exílio babilônico falavam aramaico em vez de hebraico em suas casas. Ele reuniu um massivo exército e corpo de engenheiros militares que. Dt 28. quando ele retornava para a Assíria. Isso favoreceu o cumprimento das profecias a respeito da dispersão do povo de Israel (cf. a nova era das brutais conquistas assírias começou.

7 o caldeu das terras do mar próximas do Golfo Pérsico. incluindo Assurbanipal.1-5). Dois anos antes de morrer. conquistou Samaria em 722. onde Tiglate-Pileser é chamado pelo seu nome babilônio Pul). substituindo-os por povos da Síria e de Babilônia.). Merodaque-Baladã.C. Enquanto Sargão estava preocupado com revoltas no norte. Ele reinou ali . nas proximidades do rio Orontes. Embora M anaém pagasse tributo à Assíria para prevenir a captura da parte meridional do reino norte de Israel.20. 2 Rs 15. os quais uniram-se por casamento com os israelitas remanescentes e se tornaram samaritanos (2 Rs 17. de acordo com seus registros.9. mas o fez depois sob o reinado de Acaz. Em 711 a. Em 737 a. encorajado pelo Egito.C.19.T iro pagou um enorme tributo de 150 talentos (I talento eqüivalia a 12. Seu filho. Sargão. Desta vez Judá ouviu a Isaías e sabiamente não se ajuntou a Asdode (Is 20. que queriam se render. em 738 a. continuaram este processo (Ed 4.24).. M anaém de Israel pagou pesados tributos para salvar Samaria e proteger o seu trono (ver 2 R s 15. e anti-Assíria.19).10). Azuri de Asdode.. Em 733 ele retornou pela Galiléia e assumiu o comando do território de Zebulom e Naftali.Após derrotarem os armênios ao norte e os babilônios ao sudeste.8 tomou Babilônia após a morte de Salmaneser. que queri­ am resistir. Durante esse tempo tanto Israel como Judá estavam divididos entre facções pró-Assíria. Posteriormente os reis assírios. de acordo com os registros assírios. sitiou Asdode e esmagou a revolta. Salmaneser V (7 2 6 -7 2 2 a. TiglatePileser então avançou através da Galiléia e pela costa até Jope por volta do ano de 7 3 4.600 gramas de prata). Judá não pagava nenhum tributo naquele tempo..C. revoltou-se. o rei Tiglate-Pileser levou seus exércitos ao oeste até Hamate. Novamente. Em 732 ele tomou Damasco e a destruiu. deportou acima de vinte e sete m il israelitas para lugares na Assíria e M édia. e foi sucedido por Sargão II (7 2 1 -7 0 5 ). Tiglate-Pileser III foi coroado rei de Babilônia e tomou o nome Pulu (chamado Pul. Sargão invadiu a Filístia. o Egito não foi de nenhuma ajuda.C.

Ele então demoliu a cidade. nivelando-a ao chão e cavando valas a partir do rio para tornar seu lugar em um pântano. Porém.como rei por 12 anos. Senaqueribe considerou Ezequias o líder da rebelião nessa parte do mundo e capturou “todas as cida­ des fortificadas de Judá” (2 Rs 18. filho de Sargão (7 0 5 -6 8 1 ).C. Então.1 50 judeus. um exército combinado de caldeus. Senaqueribe esmagou os templos e os ído­ los. retomou Babilônia em apenas seis meses. Bel e Nebo. ele deixou Jerusalém em 701 e derrotou Merodaque-Baladã. Devido ao fato dos sacerdotes da Babilônia terem usado ouro de seus templos para contratar os elamitas. Em 688 a. Neste processo. Tendo em vista que Babilônia era muito importante para Senaqueribe.2 ). ele deportou mais de 2 0 8.C. 46 delas —e tomou cativos 20 0.1 Então se dirigiu para o oeste.C. em Elteque. a principal meta de Senaqueribe era ago­ ra o Egito. Ele se apoderou destes deuses e os levou para Nínive (ver Is 4 6 . 1 Filístia.C. Em 703.9 Quando Sargão foi assassinado numa escaramuça em uma guar­ nição na fronteira em 705 a. Fenícia. salvando apenas as estátuas de seus deuses principais. mas Ezequias e os exércitos de Judá se lhe opuseram. Senaqueribe derrotou um exército egípcio enviado para ajudar e dispersou os mercenários que Ezequias havia contratado da Arábia.13) —de acordo com seus regis­ tros. Babilônia capitulou. ele se pôs em marcha naquela direção pelo .0 00 pessoas de Babilônia. E ntão M e ro d aq u e-B ala d ã tiro u proveito da au sên cia de Senaqueribe no oeste e assumiu novamente o controle de Babilônia. com o oeste estabelecido. Após um cerco de nove meses. Moabe e Amom lhe pagavam tributos. Em 691. Merodaque-Baladã tomou novamen­ te Babilônia. Sargão saiu de lá em 609 a. buscando vingança. Senaqueribe continuou a ter problemas com Babilônia.10 Senaqueribe.. Senaqueribe foi em direção à Babilônia. de 7 0 0 a 689 a.14 Com Babilônia destruída.13 mas não conquistado. Quando o rei elamita ficou doente em 689.12 deixando Ezequias em Jerusalém aprisionado “como um pássaro em uma gaiola”.. elamitas e arameus (contratados pelos nativos babilônios) o derrotou.1 .

De acordo com seus registros. deixando-o saber de suas intenções (2 Rs I9 . o qual foi o seu último título. o historiador grego do quinto século a. No entanto. muito moço para liderar a batalha em 701 a.000 de seus soldados (2 Rs 19.9 -I4 ). Ele jamais se en­ controu com os egípcios. um exército egípcio comandado pelo etíopeTiraca17par­ tiu em sua direção. sugeriu que Senaqueribe continuasse a mar­ cha para o oeste em 688. 2 Cr 3 3 . talvez inicialmente por causa de alguns registros que parecem fazer de Tiraca.C.caminho da Arábia. Aparentemente.000 assírios pelo anjo do SENHOR. Após conquistar o rei e a rainha da Arábia.1 1). se dirigindo através da Palestina meridional em direção ao Egito. seu filho e sucessor. Seus registros não mencionam nenhuma outra campanha m ilitar de­ pois dessa (embora ele tivesse vivido mais sete anos). Heródoto.16 Ele tencionava capturar Jerusalém no caminho. Manassés lhe pagou tri­ buto (cf. Então Senaqueribe retornou a Nínive e permaneceu lá (v. e contou uma história de ratões comendo as cordas dos arcos dos assírios. que era transmitida por roedores.15 ele se proclamou rei da Arábia e continuou sua marcha em direção ao Egito. Isso indica que foi nessa época que o anjo do S e n h o r trouxe morte repentina a 185. Desde aquela época. chamou Senaqueribe de o rei da Arábia. melhores análises de métodos de registros de informações históricas têm mostrado a idade de Tiraca como sendo . Babilônia era muito importante para ser deixada como ruína e pântano. Pelo menos ele corroborou o fato de que os assírios e os egípcios não guerrearam naquela ocasião. de modo que Esar-Hadom a reconstruiu e fez dela uma de suas capitais. crido como sendo o ano da vitória de Senaqueribe sobre a Arábia e da subseqüente morte dos 185. M u ito s susten tam a id éia de duas invasões em Ju d á por Senaqueribe.35). 36). os egípcios posteriores atribuíram a morte repentina dos 185. Esar-Hadom (681669). Isso parece confirmar uma segunda invasão como necessária em 688. na época da derrota egípcia em Elteque. Senaqueribe mandou uma carta a Ezequias. que tomou nota do que os guias lhe contaram.. Por isso.C. o rei egípcio.000 à peste bubônica.

3 3 ) —algo que Senaqueribe fez em 701. ele nunca se ocupou com Tiraca. e outra em 688 a.10 ). da mesma forma que os prece­ dentes reis ladrões da Assíria. Senaqueribe fez uma campanha m ilitar a cada ano de seu reinado até 688.) Nós vemos também que 37. e declara “uma fé franca. nem chegou perto de Jerusalém ou edificou uma rampa de cerco contra esta —exatamente como Isaías profetizara (3 7 . onde ele rasga suas roupas e envia men­ sageiros a Isaías.1-2. à parte da cronologia de Tiraca. Ezequias respon­ de diferentemente de 37.C. a narrativa bíblica (a partir do ponto de vista a respeito de 681 a.6). pessoal e inequívo­ ca”. Senaqueribe não diz nada a respeito da dependência do Egito (c f 36. com múltiplas campanhas de Senaqueribe e outras mais —tudo desnecessariamente”. Kitchen fez a seguinte observação: “Em outras palavras.18 Todavia. Para dar sustentação a esse ponto de vista.1 e seguintes. crendo-se que mais de uma invasão seria desnecessária e até mesmo improvável. e tem ocorrido uma mudança no pensamento de muitos.23 Depois de . Porém. coloca a carta diante do Senhor.9-20 mostra mudanças básicas no que Senaqueribe escreve e como Ezequias responde. Inconsciente da importância desses fatos.) menciona Tiraca pelo título que ele possuía naquela época (não como era em 7 0 1) —como é práti­ ca universal de vez em quando.22 E lógico que isso culminaria em uma campanha contra o Egito onde Tiraca seria o defensor. Registros de Senaqueribe falam de uma campanha árabe naquele ano. Nessa ocasião ele próprio vai ao templo.C. e mal orientados por uma errada interpretação de algumas ins­ crições de Tiraca. o retorno à conclusão de uma única invasão realmente parece ser uma reação em excesso.incoerente.20 (ver o comentário em 36.C. os estudiosos do Velho Testamento têm freqüente­ mente trombado uns contra os outros em sua avidez para diagnosticar erros históricos nos livros de Reis e Isaías.21 M ais importante é o fato que. Ele também reconhece que Ezequias reivindica ter recebido uma mensagem da parte de Deus (3 7.19 Esta explana­ ção é muito mais adequada ao relato histórico de Heródoto. Ain­ da perm anecem fortes argum entos para as duas invasões por Senaqueribe —uma em 701 a.

688 a. Ezequias seguiu o costume de seus predecessores e colocou seu filho Manassés no trono em 696 a.25 Cronologia do T empo do Profeta Isaías 720 710 700 690 680 IS R A E L 722 JU D A U z ia s J o tã o 739 686 I 7 4 4 A caz I --------7 2 8 E zequias .C.1). Ele reintroduziu a idolatria com suas muitas práticas imorais. e coisas preciosíssimas a Ezequias”.24 Isso signi­ ficava que não havia tesouros ou despojos de guerra sendo trazidos para Nínive e a economia deve ter sofrido grandemente durante os sete anos finais de seu reinado. ao Senhor. No entanto.C. Hb 11. Manassés se afastou de Deus.37). Muitos o resistiram. Essa foi provavelmente a razão pela qual os seus filhos o assassinaram (2 Rs 19.16). Durante os quinze anos adicionais de paz prometidos a Ezequias. Após a morte de Ezequias em 686 a. mesmo que este fosse um tempo de “conforto” (Is 40.C. pois eles também estavam livres da opressão de Senaqueribe (2 Cr 32. muitas das nações circunvizinhas “traziam presentes a Jerusalém. para reinar consigo. Uma antiga tradição judaica diz que Isaías estava entre esse número e que Manassés mandou serrá-lo ao meio (cf. ele jamais empreendeu outra campanha militar.37). tornando-se um dos piores reis na história de Judá. de modo que ele “encheu Jerusalém de um ao outro extremo” com o sangue inocente de mártires (2 Rs 21.23).

17 Introdução A S S ÍR IA 745 727 721 705 681 i 1 1 T ig la te -P ile s e r III 1 1 S a lm a n e se r V 1 1 1 Sen aq u erib e E sar-H adom |[P ul] 1 1 Sa rg ã o II 1 1 1 1 E G IT O 689 ' Sa b a k o 1 T 1 ira c a VISÕES CRÍTICAS D O LIVRO DE ISAÍAS Isaías começou a profetizar em 739 a. disse: “O fato de que o livro de Isaías não é a obra do profeta Isaías. por exemplo. e.27 Duhm e M arti.1 . S. propôs que esses capítulos foram escritos por uma se­ gunda pessoa ou “D eutero-Isaías” em 54 0 a..26 e por causa de sua menção de Ciro (4 4 . em 1892. Driver e George Adam Sm ith popularizaram o ponto de vista dos críticos alemães na Inglaterra e na América. mas uma com- . em 1775. Por volta de 1900. Devido haver uma “mudança de tom e foco no cap. 5 6 ”. cada qual propôs um terceiro.28 Logo.C. para Isaías 56 a 66.2 8 .C. ou “T nto-Isaías”. quando Ciro já estava em seu caminho para Babilônia. Abraham ibn Ezra propôs algo semelhante a isso no inicio do século XII. Doederlein. Isaías de I a 39 foi também fragmentado. quando m ui­ tos tiraram de Isaías a m aior parte de seu livro. uma mudança sim ilar no cap. a m aioria dos críticos alemães sustentava que Isaías não escrevera os capítulos 4 0 — Da mesma forma naquela época os escritos de 66. 45 .31 Gray. 40.29 Em 1950 os crí­ ticos liberais eram “virtualm ente unânimes”30 em sua crença em ao menos um segundo Isaías. R .. e continuou a ser uma voz para Deus durante as invasões assírias até por ocasião do reina­ do de Manassés. alguns críticos têm alegado que os capítulos 4 0 -6 0 não foram escritos por Isaías..1 3 ).

Oswalt.37 Descobertas arqueológicas também confirmam o fato de que Isaías escreveu acerca de Babilônia em seus próprios dias. Armand Kaminka. .33 Esse consen­ so contra a unidade de Isaías ainda domina a literatura sobre Isaías. Robinson.32 Os conservadores também se precipitaram em afirm ar que não perderiam a sua fé se afinal de contas viesse a ser confirmado que havia um segundo Isaías. Jr. Alec Motyer. John H.. Alguns também fa­ .38 Mesmo assim. O leitor é deixado a escolher por si mesmo. o efeito é tremendo.pilação pós-exílio. disse: “Quando todos os argumentos são dis­ postos em cada lado da questão. W. M errill F. M argalioth. Unger. John N. W illem A. Gleason Archer. e H erbert M . alguns conservadores reconheciam que Deus é ca­ paz de conceder profecias a respeito de Ciro antecipadamente e que Isaías 4 0 a 66 compreende a época de Isaías e inclui muitas afirma­ ções a respeito das quais não poderiam ser ditas por exilados posteri­ ores ou pelos babilônios posteriores. rejeitar essa questão da autoria como sem im portân­ cia. deve ser o ponto de partida em todo criticismo detalhado. ele pode­ ria ainda avaliar o m aterial tão favoravelmente quanto pudesse se estivesse convencido de que Isaías o escreveu todo”. W olf. Raven. por exemplo. Downer. VanGemeren. alguns críticos liberais ainda ignoram os fatos e as implicações óbvias da importância de Babilônia e sua destruição.Wordsworth. ou interpretação do livro”. sabendo que se ele aceitar a teoria de dois ou três autores.. Teoricamente. Edward J. A. Praticamente.. James W. T hirtle. George L.. [e] o plano da salvação parecem variar com suas decisões sobre esse ponto”. nós ainda somos deixados sem provas conclusivas. Alexander.. mais recentemente. Allis. Benjamin R. J.36Watts afirmou algo que ainda é verdadeiro: “Nós não pode­ mos permitir. e. R. Wash W atts. Oswald T. J. é fácil dizer que isso não importa.35 Esses incluem Joseph A. Young. Kyle Yates. Barlett..34 Ainda que muitos conservadores estivessem balançados pelos ar­ gumentos liberais.Thomas E. concernentes à obra e pessoa do Messias. Interpretações de comentadores de ensinos concernentes ao destino de Israel.

provavel­ mente do segundo século a.C.43 . contudo.lham em aceitar como evidência a importante descoberta dos Rolos do mar M orto provenientes de antes da época de Cristo.C. Os pontos de vista que propõem mais que um Isaías são tentativas para negar o profético e o miraculoso. é teológica —por causa da pressuposição contra o so­ brenatural. e citas relembravam a destruição de Babilônia e em 612 a.41 Babilônia.39 A principal base para dividir o livro de Isaías é histórica.1).40 A outra é que o ponto de vista básico dos capítulos 40 a 66 e as passagens que mencionam Babilônia nos capítulos I a 39 é aquele do exílio babilônico mais ou menos 540 a. M uitos críticos liberais ignoram a evidência em prol de um avivamento espiritual sob o reinado de Ezequias em 700 a. O capítulo 4 0 começa na últim a linha da coluna que com­ pleta o capítulo 39 —sem nenhuma indicação de que o antigo copista tinha alguma idéia de que este poderia ter sido escrito por outro alguém que não Isaías..C.21 e 4 0 .42 Os assírios a fizeram uma de suas capitais. que contêm todos os sessenta e seis capítulos.C. de modo que Isaías pouco saberia sobre ela e até deveria ter se preocupado me­ nos. Aquela destruição causou choque a todas as nações em derredor —como seus registros demonstram —de forma que seria estranho se Isaías falhasse em mencioná-la. ou depois. era proeminente nos dias de Isaías. Babilônios. A razão real. e suas implicações a respeito de uma nova fé entre a audiência de Isaías e uma nova mensagem que ajudam a explicar as poucas mudanças que vemos no estilo de Isaías nos capítulos 4 0 a 66 (ver comentários sobre 36. Os críticos liberais têm suposto que os capí­ tulos 4 0 a 66 não foram adicionados a Isaías até ao segundo século a.C. medos. H á dois principais argumentos históricos: U m é que Babilônia não era importante e estava fora do lim ite do seu conhecimento ou interesse durante as invasões assírias dos dias de Isaías. mandando para lá até mesmo alguns dos tributos que coletavam até que Senaqueribe a destruiu em 689 a.C. porém. usaram isto como uma razão para a destruição de Nínive.

Um outro grupo de passagens (56. a menção de árvores nativas da Palestina. Após a cura maravilhosa de Ezequias e o fracasso do comandante das tropas de Senaqueribe (Heb.46 os críticos liberais dão destaque especial às poucas diferen­ ças.5).6. 9. Isaías estava em conflito com os partidários da guerra em Judá e os tinha advertido repetidamente. especialmente ao seu fervor e paixão e à sua teologia mais desen­ volvida. mas uma única diferença significativa —menos terminologia de guerra em 40 a 66.C.7.45 Embora Isaías 4 0 a 66 tenha muitas similaridades em estilo com I a 39. pôs o texto de Isaías no computador e descobriu variações lingüísticas. Agora que eles tinham visto a profecia cum­ prida. há uma boa razão para a diferença na terminologia de guerra. 66. nunca a superfície plana de Babilônia. Isso não mais era de conformidade após 701.g.44 As alusões geográficas. os partidários da guerra estava desacreditados e o povo tomou uma posição de fé.48 Os mercenários que Ezequias contratou estavam apavorados. Os assírios derrotaram os egípcios em Elteque. 60. Rabshakeh) em tomar Jerusalém. 57. 65.11. e muitas alusões históricas demandam um ponto de vista palestino e não se ajustam à Babilônia posterior (e. Radday. o Espírito Santo estava habilitado a lembrá-los da estupidez da idolatria e dar-lhes uma nova mensagem a respeito da salvação do Senhor —através do sofrimento de seu Servo-Messias. Radday utilizou-se desse artifício para dizer que um outro autor não poderia ter escrito todo o livro de Isaías.47 Todavia. .6) mostra clara­ mente que os muros de Jerusalém ainda estavam de pé e o templo e seus serviços ainda estavam funcionando. Antes de 701 a. Y..M uitos críticos têm reconhecido que nem tudo em 4 0 a 66 se ajusta às condições em Babilônia durante a últim a parte do exílio. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste e um pouco ao norte de Jerusalém.. Durante os quinze anos adicionais de Ezequias. tanto quanto sua escatologia e o grau maior de material so­ bre conforto versus juízo.7. Um analista. Isaías estava habili­ tado a dar-lhes conforto. As colinas e vales de Judá estão em vista. 62.

Schoville. Porém.4. aparecem pelo livro todo. “há duas referências que pressupõem clara­ mente a personalidade histórica do próprio Isaías”.17.16.18.50 A últim a parte do livro de Isaías trata com as maldades que Manassés estava introduzindo. Lucas 3.52 Essas incluem Mateus 3. 12. apare­ cem em ambas as partes de Isaías. Ele nunca perdera de vista o que Deus tinha lhe dado no começo de seu ministério no capítulo 6 —Deus é o Santo de Israel e o Senhor da história do começo ao fim do livro. que é a citação de Isaías 53. Então.38-41..49 È também verdade que “pelo menos quarenta ou cinqüenta sentenças ou frases. Isaías continuou a apon­ tar adiante para a glória m ilenial porvir e igualmente para os novos céus e a nova terra.51 Contudo. ed. que Isaías algumas vezes utilizou “um estilo poético eleva­ do”. ver Keith N. Atos 8. 2a. Romanos 10.10 como sendo do mesmo Isaías.. e indicam sua autoria comum”. Biblical Arcbeology in Focus (G rand Rapids: Baker Book House.. e algumas vezes “uma obra de prosa de ritmo mais varonil ou uma poesia um tanto menos engenhosa”. Ancient Near Eastern Texts Relating to the OU Testament. (Princeton: Prmceton U niversity Press. como M otyer salienta. “Esses dois estilos. A mais conclusiva é João 12.1 e 6.28. Londres. CITAÇÕES 1 O baixo-relevo de seu palácio está no M useu Britânico. 2 Para estudos adicionais sobre o pano de fundo arqueológico. 19 55 ). é intoleravelmente estúpido e inimaginável negar que um úni­ co autor poderia produzir ambos os estilos”. especialmente nos capítulos 40 a 55.. 19 82 ).20. Algumas vezes podemos tomar suas palavras como se referindo ao título tradi­ cional do livro.. James B. nós não devemos esquecer que Jesus e os escritores do Novo Testamento consideraram a totalidade do livro de Isaías. Isto também é verdade. ed. . U m a ré­ plica com pleta está no Instituto O riental da Universidade de Chicago..Qualquer escritor ou orador mostrará diferenças em estilo depen­ dendo do assunto e da audiência.3. Além disso.. Pritchard.

1 2 0 . M otyer.1 3 3 . Prophecy o f Isaiah. 5 Edwin R . 8 R aym ond Philip Dougherry. 12 Ibid. 19 09 ). 31 8 (abril de 1923): 2 6 5 -6 9 . Schultz. The Propbets o f the Assyrian Period. Young. 199 n. 15 Luckenbill. Eerdmans. 2 1 4. no. O utros que sustentam a teoria de um a única invasão incluem: John N. The Old Testament: Its Claims and Its Critics (Philadelphia: Presbiterian & Reform ed. “N ew Light from E gypt on the Chronology and H istory o f Israel and Judah”. Shultz. B. 2 1 0 . 1 9 2 6 -2 7 ). 10. 2. Paternoster Press. 7 o f An Interpretation o f the English Bible. 13 Luckenbill. (San Francisco: Flarper. 2. 6 Ver comentários em 37. (G rand R apids: W m . 19 69 ). Ancient Records. A llis. . 1 9 2 4 ). W illiam E. Speirs (Londres: W ills & N orgate. The Sealanâ o f Ancient Arábia (N ew Flaven: Yale U niversity Press. 4 B. 14 Benjamin R . 2. 2 vol. The Bible in its World: The Bible and Archaeology Today (Exeter. idem. 19 72 ). 176. The Old Testament Speaks. H ogg e E. 1 9 4 8 ). 2 0 . Ver 39. T hiele. Sam uel J. Luckenbill. H . W. 4a. B. 18 Kenneth Kitchen. 1 9 8 6 ). 2 . The Book O f Isaiah.1 5 8 .5 0 6 . Ancient Records.. 6 e 7. trans.9 (ver também paralelos em Isaías 3 7 . 2: 355. 64. A H istory o f the Hehrews.. J. 4 1 2. 185. ed. 1 9 9 0 ). 33. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse.8 e 9 ). 19 3 2 ). 48. 7 Marduk-apla-iàdina. The Mysterious Numhers o f the Hehrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing Plouse. W olf. 1 9 8 3 ). 17 Tiraca reinou de 69 0 -6 6 4 a.1. 7 0 2 . Downer. Carroll.9. 2 8 4 .3 H erbert M . The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. B. por exemplo.8 e 19.152. 2 5 . 9 D aniel David Luckenbill. Eerdmans.C. O swalt. A Bíblia várias vezes tem inter­ valos de tempo sim ilares. “M arduque deu um filho”. vol. The Book o f Isaiah: Chapters l~39 (G rand R apids: W m . Bulletín o f the American Schools o f Oriental Research 130 (abril de 1 9 5 3 ): 9. 11 D aniel David Luckenbill. 143. 175. ed. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. durante a Vigésima-Quinta Dinastia do Egito.14. Oswalt T. Hope W. Inglaterra. 19 77 ). Rudolph Kittel. Ancient Records. 54 -55 . 2. Bibliotheca Sacra 80. “T he Added Years o f H ezekiahs Life”. Academ ie Books. como entre Esdras cap. A lbright. 2. 1 9 8 5 ). Edward J. O ld Testament Speaks. 5. Crowder (N ashville: Broadman Press. 16 Isso indica um intervalo de tempo de doze anos entre 2 Reis 19. 2:1 2 0 . 3 vols. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. Ancient Records. 1 14. 10 Ibid.

E scócia:T & T Clark. Childs. The Kingdom o f God (N ova York: A bingdon-Cokesbury Press. 22 Luckenbill. 3a ed. O Ins­ tituto O riental tem um a cópia. 2 8 0. 2. Oswalt. N icoll (Nova York: A. W olfgang Roth. Os registros de Senaqueribe dizem: “Eu levantei trincheiras ao redor dela [Jerusalém ]”. George Rawlinson. 29 S. 23 Ibid.. 19 8 7 ). ed. (Edim burgo. Luckenbill. Annals o f Sennacherib. 4 5 3 . R . e depois em itiu um a edição final de seus anais term inando com a destruição de Babilônia em 6 8 9 . The Book o f Isaiah: Chapters 1 -3 9 (G rand R apids: W m . 1 8 9 8 ). 16.. 2. Introduction to the Literature o f the Old Testament as Scripture (Philadelphia: Fortress Press. An Introduction to the Literature o f the Old Testament. George Adam Sm ith. 19 8 8 ). The Book o f Isaiah em The Spositors Bihle. 19 71 ). The H istory o f Israel. 2 4 -2 7 . C.7. ver Charles E Pfeiffer. Ancient Records. 2 9 8 3 0 9 . Alguns liberais hoje atribuem a m aioria de Isaías a escritos de discípu­ los após 5 2 0 a. 30 John Bright.1 4 3 .19 Outros que sustentam a teoria das duas campanhas incluem: John Bright. A Criticai and Exegetical Commentary o f the Book o f Isaiah TXXXIX . 31 Ibid. 2 . 24 Q uando Senaqueribe retornou em 68 8 a. Eerdmans. Ele não deixou nenhum inform e posterior exceto algum as poucas inscrições em edificações em N ínive e Assur. Expositions o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse.1 8 3 .C. Encyclopedia Americana. ele inform ou da vitória sobre os árabes. Pfeiffer. Leupold. S. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Ver H . 1 9 4 1 ). W. 32 G. History.: InterVarsity Press.. 17. 131. 3 1 6-1 8. 32 4 -7 0 . B. Driver. 3. 25 Para maiores estudos desse pano de fundo histórico do livro de Isaías. B. 2. Alec M otyer. Ver também B. Armstrong & Son. Introduction to the OldTestament. 26 John N. Luckenbill. Ancient Records. 7a ed. 1 9 7 9 ). (N ovaYork: H arper & Brothers Publishers.636. 19 03 ). 4 1 5. (P hiladelphia: W estm inster Press. Gray. 111. 28 Ibid. F. para sua dedução a respeito de um T rito-Isaías. A lbright. 3a ed. Isaiah (A tlanta: John Knox Press. 21 J. M anuel Kom roff (Nova Y ork:T udor Publishing Co. 19 8 6 ).2 0 7 . de W.2 6 2 . 19 5 3 ). 27 R obert H . 2. R.C. 136. 1 9 93 ). Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book House. 19 81 ). “O ld Testament H istory. C. 23. trans.. 20 H erodotus. ed. Including Archaeology and C hronology”. 19 28 ). cf.

Escócia: T & T Clark. J. 89. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. 19 64 ). W agner.8. M uitos católicos hoje. Yates. W illem A. “Book o f Isaiah” em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: T h e M oody Press. Introduction to the Literature.2 3 7 . 111. 33 Kyle M . Ver John E. W ordsworth. 19 5 8 ). Interpreting the Prophetic Word (Grand Rapids: Zondervan Publishing House. 2 5 0 -7 1 . Alec M otyer. 3 vols. En-Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (E dim ­ burgo. Alexander. 3 6 3 -9 0 . W atts. 3 1 6 -1 8 . M errill F. B. 190 6).em The International Criticai Commentary (Edim burgo. U nger. 3 1 8 . Ver especialmente. R . Le Prophète Isáie (Paris: Librairie Orientaliste. & T. W olf. Steinm uller. Raven. xxxii. ed. 75. contudo. 19 42 ). Jr. VanGemeren. B. Edward J. Gleason L. Archer.. Clark. 19 4 6 ). A Companion to Scripture Studies. John H. Downer. G. Bibliotheca Sacra 80. rev. no.. 252. idem. 35 Em 2 8 de junho de 1908. Eerdmans. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Eerdmans. 53. Young. 19 16 ) . 2:15 0. 1 9 3 9 ). Eerdmans. A Survey o f Old Testament Introduction. Interpreting Isaiah. vol. 25 -30 . Escócia: T.T h o m as E. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott.3 1 9 (abril. The Indivisible Isaiah (Nova York: Yeshiva University. II: Special Introduction to the Old Testament (N ova York: Joseph F. discordam. Robinson. . 19 4 1). G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. a Comissão Pontifícia Bíblica C atólica Rom ana afirm ou a unidade de Isaías e declarou ser insustentável a hipótese de um Deutero. 19 23 ). 1 9 7 5 ). Academie Books. (Chicago: M oody Press. W A. reimpressão. 2 vols. (G rand Rapids: W m . The Book o f Isaiah. 1 8 9 7 ). A Survey o f Old Testament Teaching (N ashville: Broadman Press. Allis. Bartlett. Oswald T. Was There a Second Isaiah? (Philadelphia: Am erican Baptist Publication Society. julho. 19 5 1 ). 1. John N. 1947). 31 -37 . “T h e AddedYears o f H ezekiahs Life”. The Book o f Isaiah: Chapters 1-39 (G rand R apids: W m . Who Wrote Isaiah? (G rand Rapids: W m . em I (1 8 7 5 . Old Testament Introduction (Nova York: Fleming H . James W T h irtle . 19 69 -72 ). W. A rm and Kaminka. ver Childs. TheBearing o f Archaeology on the OldTestament (NovaYork: AmericanTract Society. L. Introductory Guide to the Old Testament (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Oswalt.. 195. 19 90 ). The Unity o f Isaiah (Philadelphia: Presbyterian & Reform ed Publishing Co. 10 2 . I9 5 0 ). Paul Geuthner. J. 19 49 ). 1994). 1925).B enjam inR . 1993).: InterVarsity Press. 18 -28 . 34 Para um bom sum ário do consenso liberal contra a unidade de Isaías. 36 Joseph A. 1 :85 6-8 60.ou Trito-Isaías. Preachingfrom the Prophets (N ashville: Broadman Press. idem.3 6 0 -9 1 . 1986). 2 4 2 . M argalioth (M argulies). 1975). Rêvell Co. B.

19 3 5 ). G. Ele chama a atenção para o fato de que “a causa toda para D eutero. 1 9 6 9 ). 2 0 0 -1 . 1 9 1 1). 1959). Gerstenberg. “Book o f Isaiah”. R . Prophecy and the Monuments: O r Israel and the Nations. Interpretation 12. 1 9 1 1). e destaca semelhanças literárias de Isaías 4 0 a 66 com o profeta do oitavo século. Prophecy o f Isaiah. 43 James Frederick M cCurdy.7. W. The Unity o f Isaiah in the Light o f Statistical Linguistics (H ildesheim . 42 Young. A. 46 H obart E. 3 1.ou Trito. A. sem aram aísm os e term os babilônicos. por L. 23 . 40 G. Isaiah: Chapters 1 -3 9 .. History. 2 5 4. 3 6 9 -7 2 . 45 Ver Archer. ed. reconhece a im portância das sim ilaridades em estilo. Alem anha: H . 47 Yehuda T. 1 9 7 3 ).1 8 -1 9 . para questões que ele levanta concernentes à m etodo­ logia de Radday. The Book o f the Prophet Isaiah. 2 :1 5 0 . An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. A llis. 44 H arry Bultema. Leary (N ova York: T hom as N el­ son & Sons. O ld Testament Teaching. Isaiah 1 -3 9 ”. 1. 38 Stanley M . 1:857. Book o f Isaiah. “Studia biblica XXIII. 39 Siebens reconhece que “a reform a permaneceu efetiva pelo menos até o fim de seu reinado”. Central B aptistT heological Sem inary. Survey o f the Old Testament Introduction. Ver O swalt. Y. em The Westminster Commentaries.. Scott. 3 8 2 -8 4 . Siebens. Survey o f O ld Testament Introduction. R adday. para um a boa descrição da “Evidência interna da composição de Isaías II na Palestina”.. os quais caracterizam os conhecidos livros do período pósexílio”. Ele inclui um a lista. H orton. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. em From the Pyramids to Paul. 41 R . “T h e H istoricity o f the H ezekian Reform ”. W ade. trans. ed. 3 vol.. M iquéias. xliv. “A Defense on H isto rical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiah R eferring to Babylon” (tese de douto­ rado em Teologia. 92. Commentary on Isaiah.37 W atts. A llis chama a atenção para o fato de que todos os sessenta e seis capítulos estão em hebraico “perfeitam ente refinado. 3 8 2. 49 M otyer. sim plesmente sobre o fundam ento da evidência interna do próprio texto”. no 4 (outubro de 19 53 ): 460. 48 Luckenbill^ Annals o f Sennacherih.Isaías cai por terra. W alter Lock (Londres: M ethuem and Co. 50 Archer. 2 :3 2 9 . B. que são “numerosas e im pressionantes”. . Freeman. em I (N ova York: M acm illan Co. 3 7 5 -7 9 . 1 9 8 1 ).

52 Archer. Allis.2 -1 0 . 38 7. N ão há nenhuma evidência de que a idolatria e os pecados sobre os quais Isaías escreve fos­ sem comuns após o retorno da Babilônia. Survey o f O ld Testament Introduction. 1:856.51 Ver 2 Crônicas 3 3 . “Book o f Isaiah”. Os que retornaram desejavam restaurar a adoração pura e genuína. .

Ele estava cercado no início de sua vida por uma prosperidade falsa e subsidiada pelo governo que encorajou a um luxo corrupto acom­ panhado por uma opressão do pobre e uma religião pagã. Judá era uma nação pecaminosa. 28. Ele era também um Pai de coração partido e desolado que convidara seus fi­ lhos.1. 27. Ele inicia o seu livro com o que é freqüentemen­ te chamado de “A Grande Denúncia”. julgada. desolada.16 -2 0. contudo. sensual e imoral (2 Cr 26 . a retornar para Si: Ele iria redimi-los .6-9). especialmente para Acaz e Ezequias.2.Uma Breve Descrição da Mensagem de Isaías Introdução Isaías vivia em Jerusalém e tinha recebido de Deus um ministério para os reis desta. Israel. Deus não era apenas o juiz de Israel. 29. e deixada com um pequeno remanescente.

3). em 701 a. o primeiro capítulo é uma introdu­ ção ao livro todo. mas não há nenhuma evidência disso.) e indica o nome do rei assírio seguinte. Assim. Cedo em seu ministério ele se tornou muito bem conhecido como um profeta de Deus. Isaías teve dois filhos. parece óbvio que Isaías fez de Jerusalém a sua resi­ dência. Então. Durante os quinze anos adicionais de paz que Deus deu a Ezequias. Yeshayahu) significa “Yahweh [o Senhor] salva [ou é a fonte de salvação]”. As condições que Isaías descreve com preende a época da p rim eira invasão de Senaqueribe. EsarHadom (3 7. Desde que ele registra tanto a morte de Ezequias (6 8 6 a. ’amots. Amoz (Heb.C. Alguns acreditam que isso signi­ fica que Amoz era um escriba proeminente com uma alta posição no governo. e embora ela não tivesse escrito nenhum livro.38 ).C.. Isaías: 0 Profeta e Sua Mensagem O nome de Isaías (Heb. Os nomes deles ressaltavam a sua mensagem para Judá.C. quando Manassés . Porém. Tradições ju ­ daicas posteriores especulavam que Isaías era relacionado de algum modo com a família real. Seu pai. Isaías teve a oportunidade de viver tranqüilamente e escrever palavras de conforto para o povo de Judá enquanto ele olhava adiante para o ministério do Messias como o Servo Sofredor do SE N H O R . Sear-Jasube ( “um rema­ nescente voltará”) e M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). A Bíblia chama a sua esposa de profetisa. arqueólogos descobriram um selo com a inscrição “Amoz.se eles estivessem envergonhados de sua idolatria. deve ter tido um im ­ portante ministério. “forte”) não é mencionado em qualquer outro lugar da Bíblia. o ano em que o rei Uzias morreu.) como a morte de Senaqueribe (681 a.C. o Escriba”. ele ministrou por mais de sessenta anos. Isaías começou a profetizar em 739 a. Desde que Isaías veio rapidamente quando o rei mandou chamálo e já que o Senhor o mandou ir para fora da cidade se encontrar com Acaz (7. Algumas pessoas supõem que ele já era um profeta antes daquele tempo.

H á muitas passagens poderosas no livro.C. provavelmente congratulando-se de que não era um pecador seme­ lhante a Uzias. a visão da majestosa glória e santidade de Deus levou-o a ver a si próprio como um pecador. Observe especialmente os capí­ tulos I.7 e 59. A palavra “profeta” (Heb. Ele chama a atenção para as nações que virão a Jerusalém em paz. Ele começou o seu ministério no ano em que o rei Uzias morreu como um leproso (7 39 a.assumiu o comando do reino e se afastou de Deus. Os líderes tinham esmagado o pobre. No entanto.22.3. Isaías foi para o templo. Isaías fala por Deus e declara: “A palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (4 0. haveria uma mudança em seu ministério após o cumprimento da profecia e a vinda do juízo.8). 53 e 55. Profecias Iniciais As profecias de Isaías estão arranjadas em uma forma que se man­ têm mostrando o contraste entre o presente pecado de Israel que requer julgamento e a esperança de Deus da prometida restauração futura. O que eles fize­ ram lhes será retribuído em um juízo especial. A Visão e a Chamada de Isaías Após introduzir sua mensagem. Como um jovem e orgulhoso aristocra­ ta. Porém. Os principais versos para essa mensagem incluem 6.6. Por todo o livro. 45. . 6.2. 49. os escritos de Isaías trataram com a in sen satez da id o la tria que M anassés reintroduzira e advertiu a respeito do juízo de Deus. Isaías se apresenta a si próprio.). em um tempo que somente Deus será exaltado. navi') vem de uma antiga palavra que significa “orador”. provavelmente aparentado à família real. 55. 40. 50. M as os povos de Judá e Jerusalém fizeram o mal a si próprios. Então Deus pro­ videnciou a purificação e Isaías respondeu à voz de Deus e foi comissionado como profeta para advertir a um povo que seria endu­ recido pela sua mensagem e seria levado a juízo. buscando a Deus e à sua palavra.

I I . tornou-se uma advertência adicional de que den­ tro em breve os assírios atacariam.14). um Pacificador enchendo a terra com o . sua mão salvadora usaria o Messias em um futuro distante. Deus usaria os assírios. Príncipe da Paz). mas Acaz recusou porque já tinha decidido mandar tributo a Tiglate-Pileser III da Assíria para socorrê-lo. Conselheiro.I -I 2 . e 6 I .I-IO . “Emanuel” ( “Deus conosco”). os quais estavam ameaçando atacar Jerusalém e substituí-lo por um rei fantoche que os ajudasse a desafiar a Assíria. Porém.16. Deus então prometeu um sinal.1-5. O M essias. 28. Em contraste.I . receberiam o juízo de Deus. não para Acaz.4 -1 1. 54. justiça e juízo usaria a Assíria para trazer juízo em um futuro próximo.8. um Juiz justo. porém.17. mas para a totalidade da dinastia de Davi. Ele seria um Mestre. Então Deus enviou Isaías e seu filho SearJasube ( “um remanescente voltará”) para falar ao rei Acaz de Judá não ficar amedrontado a respeito do rei Peca de Israel e do rei Rezim da Síria. M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). despojariam e roubariam Judá. 49. as terras daqueles dois reis seriam desamparadas. para punir Judá.15-18.1-6. faria eterno o trono de Davi. e o livro de Isaías oferece uma visão ampla a respeito do Messias. Pai da Eterni­ dade. 52. sem o conhecimento deles. igualmente.12. seria nascido de uma virgem (ver comentários sobre 7. a mão irada do Deus de santidade.5. com nomes que mostram sua deidade (Maravilhoso. Deus ofere­ ceu a Acaz o privilégio de pedir um sinal sobrenatural para confirmar sua promessa.13 a 53. o Filho nascido de uma virgem. 4 2 . Emanuel é novamente mencionado em Isaías 8. Deus prometeu que antes que essa criança atingisse a idade de ter responsabilidade. II. viria no futuro com os sete Espíritos do SENHOR sobre si. 16. 55. O segundo filho de Isaías. continuando em 9.A Mão Irada de Deus e Sua Mão Salvadora Isaías profetizou que por causa do pecado de Judá. 5 0 . o M essias como um renovo ou ramo da linhagem de Davi. Deus Forte. e no devido tempo eles. 32 .

C. Babilônia. e para vir logo. Cuxe (ou Etiópia). Seu juízo seria severo. Juízo Sobre as Nações Estrangeiras Devido ao fato de Deus ser o Senhor do mundo todo e soberano sobre todas as nações. até mesmo maior do que o Deus de Israel. Um a . contudo. Quando Sargão II tomou a cidade filistéia de Asdode. como o centro líder da religião pagã no dias de Isaías. e uma Bandeira para as nações gentias que irão buscá-lo. o qual exaltou a si mesmo e em quem Acaz colocou a sua confiança. é primeiramente em sua relação com Judá. Isso foi cumprido em 689 a. toda a sua glória foi deixada para trás e nem sequer teve um enterro digno. O Egito teria uma discórdia interna (cum­ prida nos dias de Isaías) e se tornaria fraco. Sua atenção. Todavia. Então eles reconhecerão o próprio Deus como sua salvação e vão tirar água dos poços de salvação com alegria. Outras nações estrangeiras sobre as quais Deus pronunciou juízo incluem Filístia.. Ele levou prisioneiros para o exílio em vez de libertá-los para volta­ rem às suas casas.1 Então Isaías resume falando mais a respeito do rei. Isaías tinha uma mensagem para as outras na­ ções. total. e tanto os egípcios como os assírios finalmente adorariam ao Senhor. M oabe (por seu orgulho). Estabeleceu o modelo para os reis posteriores da Assíria por considerar a si próprio maior do que qualquer deus. Foi precipitado no Seol ou inferno. Damasco (e com ela o reino norte de Israel que tinha esquecido o Deus da salvação deles).conhecimento do SENHOR. O resultado eventualmente seria um retorno de Israel que será semelhante a um novo êxodo. Deus eventual­ mente teria uma testemunha ali.2 Deus man­ dou Isaías ir sem roupas e descalço por três anos como um sinal de que a Assíria iria levar cativos os povos do Egito e de Cuxe. ações de graça e brados de louvor. quando Senaqueribe nivelou Babilônia e fez dela um pântano. que foi coroado rei em Babilônia dois anos antes de sua morte. é mencionada primeiro. Tiglate-Pileser III. e Egito.

Samaria estava madura para o juízo e o povo de Judá era hipócrita em seu culto ao SE N H O R . muitas lições devem ser ensinadas pelos assírios. Isto será necessário antes que Jerusalém possa ser transfor­ mada em uma cidade de paz. e alegria sem fim. o juízo irá tornar Judá uma vinha de bons frutos. exceto Jerusalém. Em 689 a. santidade. rios no deserto. Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. M as em um dia futuro. Ezequias e as Invasões de Senaqueribe Em 701 a.palavra adicional contra Babilônia profetizava que esta se tornaria um deserto.C. e sua recusa em confiar no Senhor. sua rebelião contra Deus. Cinco ais devem vir sobre Jerusalém e Judá por causa de sua hipocrisia. Isaías recebeu a informação de que Babilônia tinha de fato caído. Em contraste com a vinha de uvas bravas mencionada em uma profecia anterior. Eles teriam que aprender do modo difícil. Isto prepara para a demonstração da glória de Deus que irá eventualmente trazer uma festa de coisas espirituais para todas as nações. o tesoureiro de Jerusalém (Sebna) e Tiro. Embora o juízo tivesse que vir. o propósito de Deus para Israel não mudaria.. mas espatifado a maioria de seus ídolos.C. Juízo e Restauração para Judá Isaías é cuidadoso em mostrar que o juízo de Deus revela não sua arbitrariedade. O livro de Isaías termina completamente o relato das invasões de Senaqueribe e depois fala a respeito da enfer­ midade de Ezequias. sua confiança no Egito. um Rei irá reinar em justiça. dando-lhes salvação. Arábia. Pelos dias de Isaías. o sinal miraculoso da sombra sobre o relógio de . Senaqueribe não tinha apenas destruído a cidade. da parte dos assírios.3 Profecias adicionais falam de juízo sobre Edom. Tampouco é o juízo um fim em si mesmo.. mas a sua justiça. Ele irá restau­ rar a terra e o povo de Israel. Eles zombavam da mensagem de Isaías que intentava trazer a eles descanso e refrigério.

e colocou a sua confiança no Senhor. Babilônia era mais importante que a cidade de Jerusalém ou o Egito. Então Isaías profeti­ zou que Deus defenderia Jerusalém.. Isaías profetizou que os assírios iriam ouvir um rumor e partir. o contexto e os registros assírios encontrados pelos arqueólogos indi­ cam que Senaqueribe empreendeu uma segunda campanha em dire­ ção ao oeste após ter destruído Babilônia. o povo tomou uma posição de fé. rab-shakeh'). Desse modo. pressupondo que Senaqueribe era maior do que qualquer deus. Ele continuou a lhes falar que os deuses das outras nações não puderam livrá-los das mãos de Senaqueribe. A notícia dessa profetizada promessa de proteção contra os assírios moveu Senaqueribe a enviar um exército sob as ordens de seu coman­ dante (Heb. retornando para Nínive pelo caminho que . Embora Isaías não indique o intervalo entre 701 e 688 a. que os assírios não entrariam na cidade. essa enfermidade lhe sobreveio logo depois que Ezequias pegou o ouro do templo e pagou com isto tri­ buto a Senaqueribe de modo que este se desviasse de Jerusalém. Isso foi cumprido quando o anjo da morte m atou 1 8 5 . Porém. Para Senaqueribe. e a promessa dos quinze anos adicionais de vida para Ezequias. até mesmo maior do que o Deus de Israel. a recuperação de Ezequias.C. exatamente como Isaías havia profetizado. N essa ocasião ele enviou uma carta para Ezequias ameaçando começar de onde havia parado e advertindo-o a não confiar no S E N H O R —ao qual tratou de um modo não diferente dos deuses pagãos dos países que ele já tinha conquis­ tado. O rumor que eles ouviram era de que os caldeus tinham mvadido Babilônia. mas iriam tomar o caminho de volta pelo mesmo caminho pelo qual tinham vindo.0 0 0 hom ens do exército de S en aqu erib e.sol recuar dez graus. recu­ sou-se a responder e a se render. tanto o comandante como Senaqueribe com seus exércitos partiram sem tomar Jerusalém. a promessa de prote­ ção por causa dos assírios. Porém. Então Senaqueribe retirou-se. que requereu a rendição de Jerusalém e falou ao povo para não ouvir a Ezequias e não colocar a sua confiança no Senhor. Ezequias levou a carta diante do SE N H O R .

Deus irá revelar a sua glória. Israel como um todo fracassou. Ele dá força para o abatido. tomou o trono. ungido para realizar a obra de enviar de volta os . A garantia de confor­ to era a palavra de Deus. Conforto e Libertação Após o povo de Jerusalém tomar uma posição de fé e Senaqueribe deixar Jerusalém não conquistada. Esar-Hadom. o Criador. e a segurança da verdade da palavra de Deus era o próprio Deus que criou o universo e que é muito maior que qualquer pessoa ou qualquer coisa que nele há. como Isaías tinha profetizado. mas eles não podem fazer o trabalho que precisa ser feito —a obra de salvação e redenção. até que dois de seus filhos o assassinaram e um outro filho. Ele é diferente dos ídolos que têm que ser fixados nos lugares para impedi-los de cair no chão. o incansável Guia para o seu povo. o qual irá cumprir a obra da salvação e restauração de Deus. Contudo. Isaías então remonta ao tempo quando os reis estavam mandando presentes a Ezequias por causa de sua cura maravilhosa. e ficou ali. A profecia tem se cumprido e Deus irá conti­ nuar a ser fiel. O remanescente irá realizar uma obra para Deus. Isaías profetiza que alguém vindo do Norte. Ele tem um outro Servo. Ciro. o qual será um pastor de Deus. pois o tempo chegaria quando os babilônios se lembrariam disso e tomariam cativos alguns dos descendentes de Ezequias. Ele é o Deus eterno. para aqueles que esperam por Ele. pois eles pecaram e não cumpriram a obra a que foram chamados para realizar. Deus continua a falar para Israel parar de ficar amedrontado. para a época do exílio de Israel na Babilônia. Olhando à frente. Isaías pediu ao povo para preparar o caminho para Deus retornar para o seu povo. e Ele tem feito de Israel seu servo. o Messias. Emissários vieram e Ezequias mostrou-lhes todos os seus tesouros. M as dentro de Israel havia e sempre houve um remanescente piedoso que é verda­ deiramente servo de Deus.tinha vindo. Isaías faloulhe que isso foi um erro.

a qual acon­ teceria em 689 a.C. Os assírios não destruíram Babilônia antes desse tempo. Ele revela tanto o passado quanto o futuro e conclama a todos em todo o mundo para tornarem para Ele e serem salvos. Bel e Nebo. mas promete apagar e lançar fora as suas transgressões por amor de Si mesmo. Através dEle o remanescente piedoso é encorajado. Senaqueribe tinha levado pessoas de Judá para Babilônia para substituir os babilônios que ele tinha exilado. e Ele irá colocar sobre eles o seu Espírito e sua bênção sobre os seus descendentes. (Desco­ bertas arqueológicas mostram que eles foram transportados para Nínive. não com Babdônia. Isaías lhes diz que Deus profetizara muito tempo an­ tes. Babilônia pensava de si mesma como um deus. mas Ele os tem gravados nas palmas de suas mãos. Deus diz a Israel que eles jamais o carregaram —Ele os carregava.)4 Porém. Eles pensam que Deus os esqueceu. a segurança de sua alegria futura. Registros arqueológicos mos­ tram que eles o fizeram.5 Isaías não diz mais nada a respeito da Babilônia ou Ciro após o capítulo 48. o verdadeiro Servo sobre o qual Deus coloca o seu Espírito será enviado como uma aliança para o povo e uma luz para os gentios. de modo que houve um profetizado retorno a Judá cumprido nos dias de Isaías. muitos vão reconhecer que não há outro Deus. foram carregados em exaustos animais e levados para o cativeiro. Então ele os convoca a partir. Eles ainda são escolhidos de Deus. Quando Deus restaurar Israel e realizar tanto a paz como o juízo.exilados para a sua própria terra —embora Ciro não conheça a Deus. Isaías então se volta para a destruição em seus próprios dias e extrai uma lição do fato de que os grandes deuses. mas a . Seu foco é no sofrimento do Servo-Messias. Por outro lado. de modo que eles não poderiam dar aos ídolos o crédito pelo seu retorno. Seu propósito para com eles vai permanecer válido. Deus irá repreender a Israel. Ele é a solução para o fracasso de Israel. Então Isaías se volta para profetizar acerca da queda. Os céus e a terra passarão. Ele irá agir e eles serão restaurados. mas eles ti­ nham de aprender que Deus não divide a sua glória com outro —não com deuses pagãos.

mas não lim ita a manifestação de sua presença ao céu. O Grande Davi. Para o fim do ministério de Isaías. Ele terá misericórdia e irá perdoar abundantemente. mas não puderam destruí-lo. Isaías conclama a todos para busca­ rem ao Senhor enquanto Ele pode ser achado. Isso contrasta com os líderes que malbaratam as formas de adora­ ção e se apressam em seguir seu próprio caminho. Glória para o Povo de Deus. nós somos sarados. Eles o desprezam e pensam a respeito dEle como sen­ do ferido por Deus. Ele que enche a eternidade de tempo e espaço também vem habitar com aqueles de espírito contrito e humilde. O chamado é para todos aqueles que têm sede para virem. ele teve que tratar com os fracassos dos líderes da época de Manassés. Ele sofre de boa vontade. Sião será restaurada e as boas novas serão que Deus reina. Os estrangeiros que se vol­ tassem para o SE N H O R seriam também inclusos. Seus contemporâneos não compreendem o seu sofrimento. e após a sua morte expiatória. o Messias. juízo para os Outros As bênçãos de Deus não são limitadas a Israel e àqueles cujas impurezas rituais eram removidas pela purificação e sacrifícios da lei. Ele tomou sobre Si as enfermidades. M as Deus promete incluí-los em sua bênção. Porém. Eles não contribuíram ao propósito de Deus. será uma aliança e testemu­ nho para todos os povos. maltratando o . morte e ressurreição do Messias é desenvolvimento e bênção para Sião com multidões adicionadas e livre graça para todos.salvação de Deus seria para sempre. M as seus sofrimentos são vicários —completa­ mente em favor dos outros. Deus afasta-se de­ les. Deus assegura também que a sua pala­ vra irá cumprir o que lhe apraz. Os eunucos não poderiam tomar parte na adoração no templo. Ele vive para ver os seus filhos espirituais e ver a vontade de Deus prosperar pelo seu poder. O resultado do sofrimento. O ponto alto do livro de Isaías descreve o Servo Sofredor de Deus. dores e culpa deles. Pelas suas feridas. o qual procede sabiamente.

Nova glória virá. como o livro de Apocalipse nos diz. e eles serão chama­ dos de o Povo Santo. Então Sião irá ouvir o cha­ mado para levantar e brilhar. Deus não deseja o tipo de jejum deles. Ele prometera que um Redentor viria a Sião para aqueles que se arrependessem. Eles o confessam e reco­ nhecem que têm voltado as costas a Deus. realizou a salvação. Ele irá julgar o mal e estender a paz como um rio corrente para Jerusa­ . pois sua Luz tem vindo.1 7-21 ). Estrangeiros irão ajudar na restauração de Sião. bênção e alegria.pobre até mesmo quando estão jejuando. Seus pecados os têm separado de Deus. Isaías continua a transmitir mais algumas profecias a respeito da salvação de Sião e do tempo futuro quando o seu povo irá responder ao seu salvador. Deus irá regozijar-se sobre eles. Deus então promete misericórdia. com alegria e muitas bênçãos que correspondem às condições da maravilhosa paz profetizada para o M ilênio. Deus dará paz e Ele será uma luz eterna para eles. Isto será durante os m il anos quando Satanás será aprisionado. mas a Jerusalém atual também iria ter o seu cumprimento. Ele quer adoração pura. O Messias então fala. ungindo-o para pregar boas novas para o pobre. M as não houve ninguém que intercedesse. os próprios braços de Deus. Haveria um novo céu e uma nova terra. Deus chama a atenção para o céu como o seu trono e para a terra como o escabelo de seus pés. Assim. os Redimidos do S E N H O R . O juízo deve vir antes que o reino milenial seja estabelecido. Isaías então louva a Deus por todas as boas coisas que Ele tem feito por seu povo. seu próprio poder. Finalmente. Jesus aplicou isto a Si mesmo no início do seu ministério na Galiléia (Lc 4. Ele ora por libertação. O Messias deles virá com as roupas salpicadas por haver pisado e esmagado sozinho as uvas no lagar do juízo de Deus. restauração e glória. ainda que eles tivessem se rebelado e entristecido o seu Santo Espírito. pois o Espírito do Senhor está sobre Ele. para os quebrantados de coração e para os cativos. Ele busca um jejum que seja de pecado. opressão e cobi­ ça.

Aqueles que restarem após o juízo final virão e adorarão ao Senhor. mas o julga­ mento dos ímpios será eterno. 3 D aniel D avid Luckenbill.2 5 2 . 2. 4 Luckenbill. 2 . Bibliotheca Sacra 80. Sua fama e glória serão declaradas entre as nações. no. (P rinceton: Princeton U niversity Press. “T h e AddedYears o f H ezekiah s L ife”. The Annals o f Sennacheríh (C hicago: U niversity o f Chicago Press. ed. 1 9 2 6 -2 7 ). Downer.1 5 2 . Pritchard.lém.. 84. 2 5 5.1 5 2 . 2 . CITAÇÕES 1 D aniel D avid Luckenbill. 31 9 (julho de 1 9 2 3 ): 386. 19 24 ). 19 55 ). 2a. Ancient o f Assyria and Babylonia. ed. 2 8 7 . 2 4 3 . 2 vols. (Chicago: U niversity o f Chicago Press.. Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. . Benjamin R . 2 James B. Ancient Records. 5 Ibid.

Judá: um povo rebelde I . Um a terra desolada 1. A raça humana é julgada.I 2.5— 9 4.22 .6-9 b.I — 31 1.2— 4 3.1-5 2.6 1. Juízo de assombrar a terra 2. Idolatria requer juízo 2. o SENHOR é exaltado 2. U m dia futuro de paz 2.6 -2 2 a. O Dia do S e n h o r 2. Orgulho requer juízo 2.19-21 d. Confiança tola 2.2 I — 31 B. Povo rebelde 1.10-18 c.1— 5. T ítulo: Isaías sob quatro reis I. Adoração inaceitável LIO— 15 5. Restauração através do juízo I .30 A.I 6— 20 6.1-4. U m chamado ao arrependimento I .Esboço de Isaías Juízo e Esperança 1 .

4-7 c.1-30 1. A confissão e purificação de Isaías 6.1-16 a.7 I.12 f. O Renovo e a proteção nupcial 4.25. Juízo bem merecido 3.5-7 3.3. Isaías é chamado para um ministério difícil 6.1— 12.8-9 d. O mal de Judá é condenado 3.2-6 a. O rei Acaz é desafiado a confiar em Deus 7.1 a. Síria e Efraim aliados contra Judá 7 . A escolha entre bênção e desastre 3.1 -9 b.7 2.14-16 .1-3 b.5.26 i.1— 9. Judá e Jerusalém condenadas 3. Deus oferece e promete um sinal 7.26-30 O Deus Santo É Exaltado 6 .1-7 a.1-4 2. Nações sob o controle de Deus trazem juízo 5. O sinal do Emanuel 7. A vinha e seus frutos 5. Um lamento triste 3.8-10 4. Um resultado do juízo 4 . U m cântico de amor 5.10.1-4.3-6 c. Isaías é comissionado a um ministério difícil 6.10-13 c.2 b. A visão que Isaías teve de Deus 6. As mulheres orgulhosas de Sião condenadas 3. Durável até que apenas um remanescente permaneça 6 . Um a proteção nupcial 4.8-25 3.6 A. A vinha explicada 5. U m dia de paz e restauração 4.1-13 1. A devastação de Judá 3. Os Seis Ais 5. O caos e a anarquia resultantes 3. O cântico da vinha 5.6 C.1 1 -13 B.1.2-4 b.11 e.14 g.1 4.13. O S enhor sentencia juízo sobre os líderes 3.16-24 h. Juízo para as uvas bravas 5. Repreensões e promessas para Judá 7.

3.12-19 2.34 E.4.9-18 4.8-12 2.8— 10.1-4 c. 5. Esperança para o remanescente de Israel 10.13-17 3. Ais aos governantes injustos 10.2. Deus está no controle 10.18-21 4.6. Juízo sobre o espiritismo 8.4 1. A impiedade que consome por causa da ira de Deus 9. U m remanescente retorna ao Deus Forte 10.5-8 3. 4. Deixe o mundo inteiro saber 12. A Assíria como a navalha de Deus 7. Louvor pela salvação 12. Um renovo dá fruto I I . Assíria —a vara de Deus 10. Assíria é usada e julgada 10.24— 27 c. Como Deus estava com Israel 8. Juízo sobre um povo extraviado 9. Deus usará a Assíria para trazer juízo 7 . Assíria é usada sem saber 10 .7 C.20— 23 b. O jugo da Assíria é quebrado 10. O Príncipe da Paz 9.8 a.I 0— 16 U m dia de ação de graças para Israel e as nações 12. O avanço assírio 10. M aer-Salal-Hás-Baz 8. Esperança para a Galiléia 9.28— 32 d.4— 6 . Juízo sobre o orgulho e a auto-suficiência 9.1-4 D.6 1.17-25 b.5 A terra mudada pelo conhecimento do S enh or 11.I — 12.6— 9 U m novo êxodo I I .5 -1 1 b.1— 3 b. A Assíria vem como uma inundação 8.20— 34 a. O Justo Juiz 1 1.1— 6 a.17— 8. Quatro razões para a ira de Deus 9.I — 3 2.5-34 1.19-22 5. O Rei ungido pelo Espírito I I .5-19 a.33.1-5 6. Deus punirá a Assíria no devido tempo 10.

Babilônia breve será subvertida 13.14— 22 2.1— 16.10. Juízo sobre Damasco 17.14 4.9— I I d.6 1. Juízo sobre muitas nações 14. O remanescente de Jacó será pequeno 17.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá 1 3 . A colheita e a respiga 17.1— 5 c.1— 3 5.7. Um escárnio contra o rei da Babilônia 14. Presentes trazidos ao S E N H O R 18. Israel é restaurada mas Babilônia é julgada I 4 .1— 22 a.14 a. O dia da ira do SE N H O R está próximo 13.28— 32 3.7 . Compaixão sobre Judá 14.8 c. O orgulho de M oabe trouxe o desprezo 16.1— 20.12— 17 e. Moabe será julgada dentro de três anos 16.1— 2 b.23 1.13.9 d.21— 23 B.3— 8 c.6— 13 c. Etiópia e Egito 18.6— 12 d.18— 20 f.11 6.4— 6 b.I — 23 a.1— 6 2. A Filístia não escapará do juízo 14.12— 14 C. M oabe 1 5 . A recepção do rei da Babilônia no Sheol 14. A destruição de M oabe 15.1— 5 b.14 1. O orgulho e a queda do rei da Babilônia 14. O rei da Babilônia carece de um enterro digno 14.1— 14. A ira de Deus sobre a Babilônia 13. A destruição da Babilônia 13. Destruição súbita 17. M oabe contrastada com Sião 16. Um dia quando as pessoas atentarão para Deus 17.24— 17.1— 3 .1— 9 b. A Assíria será esmagada na terra de Deus 14. Juízo sobre a Etiópia (Cuxe) 18.24— 7 2 2. Castigado por esquecer de Deus 17.4— 11 a. Babilônia torna-se uma terra pantanosa 14. U m dia de desolação 17. O Juízo por vir em breve 13.1 8 2 A.

1 1. Um segundo cântico da vinha 27 .3.1 Israel ferido para que possa dar fruto 27. M anhã e noite para Edom 21.7— 13 E. O 1.9— 22 c.9— 14 . A sabedoria natural vem do SE N H O R 28.1— 14 a. Ai de Efraim 28. Egito e Etiópia —uma falsa esperança 20 . Sebna e Eliaquim 22. Os inimigos de Jerusalém serão frustrados 29.I — 10 a. Jerusalém será abatida 29.18 1.1— 8 b.11. Juízo sobre o Egito 19.13 U m cântico que expressa confiança 26. a cidade de Davi 29 .I — 5 b.1— 33. O juízo prepara para o reinado de Deus em Jerusalém 24 .2— 13 a. Babilônia atacada 2 I . 2.1— 12 D.15— 25 6. Os seis ais 28.16— 25 5. Os escarnecedores aprendem pelo método difícil 28.1— 13 B. O juízo prepara para um banquete m ilenial 25. Juízo sobre a Arábia por vir em breve 21 .1 0 3 A. U m dia de castigo e cura para o Egito 19.5— 8 c.14— 23 C.23— 29 2.12 3.1— 14 5. Os líderes bêbados 28. Lamentação sobre a ruína de Tiro 23.1— 4 b.1— 18 Judá Merece o Juízo de Deus 2 4 . juízo prepara para restauração e paz 26 .1— 27. Jerusalém julgada 22. Ignorância e hipocrisia condenadas 29.1— 6 D. a cidade desolada 24. A culpa de Jacó a ser expiada 27 . 3. A terra corrompida.2— 6 b.6— 10 2. Cumprimentos nos dias de Isaías 2 I .13— 17 4.1— 15 4.I — 23. Cumprida a profecia da queda da Babilônia 2 I .1— 29 a. Ai de Ariel.1— I I Só Deus é digno de ser honrado 26.12— 27.1 — 5 . Isaías recebe notícias da queda da Babilônia 21.

1— 8 f.1— 10 a.10— 13 d. Israel cantará quando o S enhor destruir a Assíria 30. Juízo especial sobre Edom 34. O Rei está vindo 33.4 .17— 24 4.15. Quem pode habitar com um Deus santo? 33.2— 6 b. A tristeza e angústia de Judá 33. U m chamado ao arrependimento 31.5 c.6— 17 c. O SENHOR se levantará e julgará o inimigo 33. Ai dos povos rebeldes 30.7— 9 c.7 d.1— 17 a. Pecadores aprendem uma lição 33. Juízo até que o Espírito seja derramado 32. O Rei justo 32.I — 3 b. Os planejadores tolos 29.29— 33 5.16 f. O deserto se alegrará 35.6.17— 4 2 2.2— 4 2 a.14 e. O Espírito derramado restabelecerá a paz 32.1— 5 b.3. Ai daqueles que trabalham nas trevas 29 .10 1.28 e.2 a.1— 4 b. A ira de Deus sobre as nações 34.15— 4 2 a.1— 33 a. Ai dos que buscam a ajuda do Egito 3 I . Uma viagem improdutiva a uma nação inútil 30. Ai da Assíria 33.8. Confiar no Egito trará vergonha 30.27. Deus será gracioso e irá curar 30.15. A destruição sobrenatural da Assíria 31. A terra e o povo restaurados 35.9— 14 g.18— 26 d.9 e. O p ró p rio D eu s p ro te g e rá Je ru s a lé m 3 1 .15— 20 6.I — 32. Juízo sobre todas as nações 34.1.2— 35. O controle de Deus sobre as nações 30.5— 17 3. O propósito de Deus na história 33. A tolice de confiar no Egito e não em Deus 3 I .1 F. A restauração que honra a Deus 29.16 b. Uma oração por libertação e a resposta de Deus 33. Uma súplica que exalta a Deus 33.2 .

1— 22 1. Deus usa alguém do oriente 41.1— 31 1. O exílio babilônico profetizado 39. A grandeza de Deus contrastada com os ídolos 40.12— 31 B.9— 13 2. A glória de Deus e o seu Servo 4 L I — 42. A doença e a recuperação de Ezequias 38. U m cântico novo 42 .1— 9 4. 36.3— 8 Conforto para Jerusalém e Judá 4 0 . O povo obedece a Ezequias 36. Uma sentença de morte 38.1 — 8 .2— 22 D.1— 37.3— 7 c. Profetizada a morte de Senaqueribe 36.1— 8 1.5— 29 3.8 A. Ezequias é restaurado 38. Ezequias mostra os seus tesouros 39. O Servo do S en h o r e a sua m issão 42. A oração de Ezequias e a resposta de Deus 37.1 2.22— 37.1— 2 2. Encorajamento para pessoas que sofrem 35.1 — 39. A embaixada de Merodaque-Baladã 39.25 1. As renovadas ameaças de Senaqueribe 37.10— 13 . As nações e os seus ídolos desafiados 41 .1— 4 2.2 2 4 A.8 1. O Caminho Santo 35. Deus volta-se para o seu povo 40. Senaqueribe invade em 701 a.8 B.C.8— 10 Ezequias e Senaqueribe 3 6 . O exército de Senaqueribe é dizimado e Senaqueribe é morto 3 7 .2— 20 3. Profecia de Isaías foi cumprida 37. As cidades de Judá capturadas 36.1 2.9 -3 8 1.21 4.14— 35 3.36— 38 C. As ameaças de Senaqueribe 36. Boas Novas para Judá e Jerusalém 40.b.1— 11 2.

1 0 -1 1 B. O 1.11 O Servo escolhido de Deus 49. O remanescente encorajado 5 1 . Deus assegura um alegre retorno 51. Nenhuma paz para os ímpios 48. Nenhuma esperança para Babilônia 47.6— 20 7.21— 45.2 0 — 21 5.1 — 5 .22— 28 5.18— 25 C.22 A Redenção e o Servo Sofredor 4 9 .1— 7 A restauração traz alegria 49 . A queda da Babilônia 46.25 a. Deus julgará e guiará 42 . Jerusalém será habitada 44 .1— 48. A tolice da idolatria 44.1— 7 2.1— 5 6. 3.12 1. Lembre-se do Fundador e da fundação 5 I . O S e n h o r é superior às deidades da Babilônia 46 .14— 25 D. A infidelidade de Israel 43 .I — 8 2. O Espírito de Deus será derramado 44. O amoroso Salvador de Israel 43. Israel cego e surdo 42. O testemunho de Israel como servo de Deus 43 .1— 52.25 1.5. Um novo êxodo da Babilônia 43 .8— 26 O pecado de Israel e a falta de resposta 50. Deus usará Ciro para restaurar Israel 45.1— 13 2.1— 45.1— 50.21— 28 b.8— 13 3.14— 21 4. 4.1— 15 3.13 5 A.22 1. Deus irá redimir e restaurar Israel 44.1— 13 c.1— 19 4. U m mandamento para fugir da Babilônia 4 8 . U m remanescente redimido é reunido 43. Servo traz restauração 49 . Deus salvará Israel 45 .1— 3 O obediente Servo de Deus: o Messias 50. 2. As profecias testemunham pelo Deus verdadeiro 48 .14— 17 6.9— 16 . 5.4— 9 A escolha: confie em Deus ou passe o tempo em tormento 5 0 .

10 Jerusalém será restabelecida 54.9.1— 58.17— 23 4. 7 —9 6.4— 8 A aliança de paz 54.17 U m convite universal 55.10— 12 D.7— 10 e.1— 66. O Redentor compassivo 54. 2. O cálice da ira de Deus escoado e removido 51.9— 57. 4. A idolatria persistente 57. 4.15 O Messias menosprezado e rejeitado 53.14. sofrimento e a morte expiatória do Servo 52. O p ro g re s s o ju b ilo s o 5 4 . Líderes ímpios e idólatras merecem juízo 56. M o r r e n d o p o r o u t r o s 5 3 . Jerusalém será redimida 52.14 1. 3. 8.11— 15 Os servos de Deus serão justificados 54. A bênção inclui eunucos e estrangeiros 56.2 c.1— 12 C.9— 12 b.13 a. 3. A obra do Messias traz progresso e bênção 54. A idolatria não traz nenhum benefício 57.1.13 O sofrimento espantoso 52.1— 8 2. O 1.2 Uma aliança perpétua 55.11— 13 3. 9. 6.3— 6 d.1— 55.13 1 .24 A. Juízo sobre Outros 5 6 .1— 3 Sofrendo por outros 53.1. Bênção e juízo 56. 7. Um a oferta aceitável pela culpa 53. Líderes estúpidos e gananciosos 56.12 O Servo prudente será exaltado 52.13— 53.10— 13 Glória para o Povo de Deus.6— 9 A palavra de Deus trará alegria 55.3— 5 Deus perdoará livremente o arrependido 55.16. Piores juízos virão 57.3.14— 21 a.14. 1 —3 2. Apóstatas advertidos a respeito do juízo 57.4— 6 5 . Prepare o caminho 57. Restauração e bênção para o arrependido 57.15 . 5.

9— 1 1 b.16— 19 c. Andando nas trevas 59. 3.15— 18 e. Nenhuma paz para o ímpio 57.4— 7 b.4— 2 2 a.21 Adoração hipócrita 58. A confissão.2 Os sacerdotes do S e n h o r 61.4— 8 3.1— 3 2. O povo de Deus exibirá o seu esplendor 6 0 .22 1.13.1— 60.4.20. O pecado separa do Salvador 59. Sem justiça e sem paz 59.9— 15 a. Isaías confessa os pecados do povo 59. 6. 4.1.12 O Sábado traz bênção 58.11.14 B. 2. O propósito de Deus para transformar Sião 60. redenção e glória de Sião 59.9 c. Conforto e paz para os que choram 57. 5.8.6 a.2 Jejum hipócrita 58. 8. Filhos vindos de longe honram a Deus 60. 6.6— 9 c.1— 5 b. O p r ó p r io S e n h o r s a lv a rá 5 9 .12— 15 4 .3 Resultados felizes 61. O 1. Pecados reconhecidos 59.1— 63. O S e n h o r prova o seu favor 62.11 O contínuo interesse do M essias por Sião 62.1. Os estrangeiros reconstroem e honram a Sião 60.10.4— 6 Alegrando-se na sua herança 61.10— 14 d. Messias anuncia a sua missão 6 I . Os gentios restauram e servem a Sião 60.19— 22 5.3— 5 Deus quer jejum do pecado 58.7— 9 A alegria do M essias 61. 7.6 Ungido para pregar boas novas 61.I — 63. 5. C.10— 63. A glória futura de Sião 62. 1 6 —2 1 Luz e glória vêm a Sião 60. A adoração restaurada 60.1— 3 6.6— 10 Deus guiará 58. O Salvador de Sião virá 62. b.6 .

O templo terreno e sua adoração são insuficientes 66. Misericórdia.15— 17 8.D.8— 10 3. Louvor pela bondade de Deus 63. Jerusalém arruinada 64. Deus é ainda o nosso Pai 63.18— 24 .7— 14 7.17— 19 4. Corações endurecidos 63. A resposta graciosa de Deus 65.1— 9 5.7— 64. Deus julgará aqueles que o abandonaram 65. Isaías clama para Deus agir 64. O juízo de fogo 66.17— 25 5.1— 66. O remanescente possuirá a terra 65.16 3.11— 16 4.1— 7 2.24 1. A glória de Deus é vista 66.10— 12 E.7— 15 2. alegria e juízo 65. bênção. Isaías ora por misericórdia e perdão 63. Um a nova criação 65.12 1. A súbita ampliação de Sião 66.1— 6 6.

hazab) é fre­ qüentemente usado a respeito de ver uma visão dada por Deus (como em Nm 24. N a L I . Ob I. Jotã o.). Os 12. I Sm 3.3.TÍTULO: ISAÍAS SOB QUATRO REIS LI 1 Visão de Isaías.30 A.6.I -3 I I. Dn I .13.1 É chamado uma “visão” no sentido de que Deus a revelou a Isaías de um modo podero­ so e dramático. etc. A caz e Hzequias. f i l h o de A moz.10. M q 3.1. Aqui é usado para signifi­ car um recebim ento so b ren atu ral da p alavra reveladora de Deus. H c 2. Jr 23.Juízo e Esperança 1 . “Sabendo primeiramente isto: . 26. reis de Ju d á . a q u a l ele v iu a respeito de J u d á e J eru sa lém . Ez 7. Este versículo é o título para a totalidade do li­ vro de Isaías. Judá: um povo rebelde I.I 7 .1-5.4. O verbo “viu” (Heb.16.2. nos dias de U zias.

de modo . Jotão (um rei fraco) levou o seu filho Acaz ao trono como co-regente em 74 4 a. Estudos cuidadosos dos relatos bíblicos e a comparação com des­ cobertas arqueológicas indicam algumas superposições nos reinados dos reis mencionados no verso acima.10). e no M ilênio o trono do Messias será ali localizado. Antes de morrer. A tradição judaica diz que Isaías era aparentado com os reis de Judá. as palavras de Isaías não eram só suas. Davi fixou este padrão de coregência em Israel.20.C. Este é dirigido a Judá e Jerusalém.C. Isaías profetiza sobre outras nações. E é Jerusalém que comanda a atenção central. Uzias. também chamado de Azarias (2 Rs 14. Por causa da época turbulenta.21). Igualmente.2 Semelhante às palavras de Jesus. concre­ tas. U zias morreu em 739 e Jotão em 731. mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espíri­ to Santo” (2 Pe 1. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem al­ gum. O Espírito Santo tornou as palavras de Deus “vividas. Isaías teve um relacionamento vivo com Deus. O nome “Isaías” quer dizer “Yahweh salva” ou “o Senhor é salva­ ção”3 e sugere o tema do livro. mas do Pai (Jo 14.21). então explicaria por que ele podia entrar e sair livremente do palácio. Jotão tinha permitido a Acaz liderar. N ela estava o templo. Deus o condenou afligindo-o com lepra. e o seu filho Jotão assumiu o governo naquele momento (2 Cr 26.21). Por orgulho humano ele ousou oferecer incenso no altar de ouro —algo que somente aos sacerdotes era perm itido fazer. muitos reis subseqüentes levaram um filho ao trono como co-regente para prevenir qualquer confusão semelhante. íntimas e reais” para Isaías. ele levou Salomão ao trono para dar fim às tentativas caóticas de outros para tomarem posse do trono. Se isto é verdade. M as em 750 ele entrou no Lugar Santo do templo. reinou de 790 a 739 a.que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. mas apenas quando elas se rela­ cionam a Judá e Jerusalém. pois ela foi e será a principal cidade a partir da qual Deus governa.

6 Manassés. ele cometeu o erro de que­ brar o tratado de Acaz com a Assíria. Hb 11. Ezequias então levou o seu filho Manassés ao trono (em 696 ou 695 a.) para reinar com ele. Deus deve tê-lo protegido até que fosse a hora da sua vida ser oferecida como a de Paulo (2 Tm 4.37). Ezequias pagou tributo para salvar Jerusalém. mas não poderia fazer nada para promovê-lo enquanto o ímpio Acaz ainda estivesse vivo.6). Porém. M as tais juízos de Deus eram condicionais. Isaías trouxe então a mensagem de Deus de morte e juízo.que quando Uzias morreu e Isaías começou a profetizar. A tradição diz que Manassés prendeu Isaías amarrado em um tronco e o serrou ao meio (cf. nenhuma profecia de Isaías é clara­ mente identificada com o reinado de Jotão.) A continuada turbulência também incitou Acaz a levar o seu filho. A sua recontagem foi provavelmente devido à grande celebração da Páscoa e ao reavivamento espiritual naquela época. Assim. Um a vida semelhantemente longa era incomum em uma época quando o perí­ odo médio de vida era menos de trinta e cinco anos.7 Se Isaías tivesse vinte anos aproximadamente quando começou a profetizar. ao trono com ele em 728 ou 727 a.C . . Deus o curou. Ezequias começou a contar novamente os anos do seu reinado.C.C.16). Isto levou Senaqueribe a se insurgir contra ele em 701 a.C. porém. Ezequias queria o reavivamento. Quando Ezequias se arrependeu e orou. Ezequias..C. e viveu até 686 a. (Veja quadro da cronolo­ gia.4 Indubitavelmente. introduziu a idolatria e encheu Jeru­ salém com o sangue de mártires que resistiram àquela idolatria (2 Rs 21. Quando Acaz morreu em 715 a. Ele considerou o seu co-reinado com o próprio pai como não digno de contagem. voltou-se contra Deus. p. Assim. prometendo-lhe libertação da Assíria e mais quinze anos de reinado. Isaías e Senaqueribe se mantiveram vivos no reinado de Manassés.C. Acaz era então o atual soberano. ele deveria es­ tar na faixa dos oitenta anos quando foi m artirizado.22.5 Isaías registrou a morte de Senaqueribe em 6 8 1 a.

Isaías começa com uma mensagem para Judá e Jerusalém.2. iden­ tificam-nos como filhos redimidos. 3 O b o i c o n h e c e o s e u p o s s u id o r . e cumpridor da promessa. o povo da aliança. p o r q u e f a l a o S e ~ NHOR: C r i e i f i l h o s e e x a lc e i. Ele tinha “criado” os israelitas como seus filhos (Ê x 4. Eles já não agiam como um povo escolhido. o mantenedor ou guarda da aliança. e p r e s t a o u v id o s .9 eles (o Heb. O SENHOR. Moisés. a m a n je d o u r a d o s e u d o n o .22.13. Dt 24. ó céu s . aonde ir procurar comida e quem a provê (cf.1).6 é o Deus auto-existente. m a s e le s p r e v a r i c a r a m c o n tr a m im . satisfazendo as suas necessidades. O boi sabe a quem pertence e quem lhe dá direção. POVO REBELDE 1. tu ó ter r a . e esta­ belecendo o seu reino por intermédio deles. e o j u m e n t o . apesar da provi­ são paternal e cuidado terno de Deus por seus filhos. Numa cena que é retratada como em uma sala de tribunal. m a s I s r a e l n ã o te m c o n h e c im e n to . Eles tinham esquecido que haviam sido . 32. o manancial ou nascente da profecia israelita. Agora.18. O burro sabe quem o comprou.o s .6).2-4 2 O u v i. SI 77. o m e u p o v o n ã o e n te n d e. M l 1. O fato de que “Israel não tem conhecimento” indica que eles já não tinham um relacionamento pessoal com Deus.28. Os animais domésticos que serviam às pessoas tinham mais senso que os israelitas. está na posição enfática) tinham se “rebelado” contra Ele. guiando-os. Yahweh. libertados pelo poder de Deus). 31.19. tinha apelado aos céus e à terra para testemunharem contra o povo quando ele colocou diante deles as bênçãos e as maldições da aliança (D t 30. ensinando-os. 15. um Deus justo e santo que fez os céus e terra apelava para que testemunhassem contra Israel. Que o povo não “entende” indica que eles não eram mais capazes de discernir o que é verdadeiro e direito. cf. voluntari­ osamente rejeitando o seu amor paternal e a sua orientação.15.

Isaías responde com pesar clamando “A i” (Heb. Eles já não eram testemunhas para a glória de Deus.3). e ch a g a s p o d r e s . “ah!”) para a nação pecadora e corrupta.redimidos e não mais reconheciam a Deus como a fonte da sua força. 3. 4 A i d a n a ç ã o p e c a d o r a . s e n ã o f e r i d a s . b la s fe m a r a m d o S a n to d e I s r a e l. A nação está como uma pessoa que foi brutalmente assaltada por um ladrão. “Toda a cabeça está ferida” e “todo o coração” . rejeitando-o completa­ mente em uma total ingratidão. n e m liga d a s. eles nunca teriam se rebelado. n ã o e s p r e m id a s . s e m a is v o s r e b ela r íeis P T o d a a ca b e ça e s tá e i f e r m a . M as se tivessem até mesmo tanto bom senso quanto um boi ou um burro. porém não resiste ao ataque.5-9 5 P o r q u e s e r ie is a in d a ca stig a d o s. “O Santo de Israel” é um termo encontrado vinte e nove vezes em Isaías e só seis vezes no restante do Velho Testamento. Mas Israel rejeitou essas reivindicações. d o s f i l h o s c o r r u p t o r e s ! D e ix a r a m o S e - NHOR. aparentemente pedindo por mais surra. Deus queria que eles fossem um povo santo. v o lta r a m p a r a trá s. e se separaram dEle. reputação e riqueza.10 A culpa deles é um fardo pesado. Eles se voltaram contra Ele. e in ch a ço s. Em vez de ser um povo santo eles são como um escravo chicoteado. UMA TERRA DESOLADA 1. n e m n e n h u m a d e la s a m o le c id a c o m ó leo. mas eles continuaram delibe­ radamente nas ações más dos seus pais e trataram o Santo de Israel com desprezo blasfemo. d o p o v o c a r r e g a d o d a in iq ü id a d e d a s e m e n t e d e m a lig n o s . boi. Isaías se torna agora uma testemunha para as conseqüências do pecado de Israel. Ele reflete o que Isaías viu na sua visão inaugural (cap. 6) e enfatiza tanto o caráter de Deus como as suas reivindicações sobre Israel. se afastaram. 6 D e s d e a p la n t a d o p é a té à ca b e ça n ã o h á n e le c o is a sã . f r a c o . Isaías pergunta por que eles querem ser sur­ rados novamente. O culto aos ídolo pode também estar implícito (como em Ez 14. e to d o o co ra çã o .

A única situação histórica a que estas descrições correspondem é a da invasão assíria de 701 a. A terra de Judá está “assolada”: suas cidades “abrasadas pelo fogo” e seus campos “os estranhos devoram” na presença do próprio povo de Judá.(inclusive a mente) está doente.C. uma cidade situada apro­ ximadamente quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. para substituir os 20 8 . Este retrata o cerco de Laquis. está coberto com feridas abertas e supuradas.13 Esta peça mostra os soldados assírios com fundas.0 0 0 prisioneiros que ele outrora tinha levado de lá. e subindo escadas para atacar a cida­ de. a s v o s s a s c id a d e s. Parece não haver nenhuma esperança por recuperação. Nenhuma destas feridas está “espremida. a b r a s a d a s p e lo f o g o . Em outras palavras. golpeando com aríetes. Arqueólogos descobriram um baixo-relevo de mais de vinte metros de comprimento adornando a parede de um quarto no palácio de Senaqueribe.. c o m o n u m a s u b v e r s ã o d e estra n h o s.12 Ele levou mais de 2 0 0 . o pensamento do povo e de seus líderes está errado e obstinadamente contrário à vontade de Deus. nem nenhuma delas amolecida [aliviada] com óleo [de oliveira]”.1 1 7 A v o s s a te r r a e s tá a s so la d a . arcos e flechas. mas para Babilônia.0 0 0 prisionei­ ros. O país está ferido e ninguém está ajudando. “desde a planta do pé até à cabeça”. o s e s t r a n h o s a d e v o r a m e m v o s s a p r e s e n ç a . lanças. Isaías agora lista as aflições específicas que Israel tem sofrido. Como McKenna salienta: “Isaías nunca esquece que o pecado tem também dimensões sociais”. a v o s s a reg iã o . e e s tá d e v a s ta d a . não para a Assíria como alguns têm admitido. quando Senaqueribe destruiu qua­ renta e seis cidades de Judá. o qual não tem nenhum poder para fazer qualquer coisa a res­ peito disto. e eles estão voluntariosa­ mente se dirigindo para um desastre mais extenso. O corpo. O painel final mostra Senaqueribe no seu trono recebendo os . nem ligada.

vós.. p resta i o u v id o s à lei do nosso D eu s. Se Ele não tivesse feito assim. Este baixo-relevo pretendia aparentemente chamar a atenção à sua captura de quarenta e seis cidades fortificadas de Judá. seu rei. M as ela foi deixada insegura. Yahweh. Agora Isaías se volta para as pessoas cujo pecado e rebelião foram os responsáveis por Deus perm itir a devastação. e era . o forte e orgulhoso Ezequias.I 5 10 O u v i a p a la vra do SENHOR. vós p r ín cip es de Sodom a. * E a filh a de Sião se f i c o u com o a cabana na vinha. 36 e 37 para mais detalhes das campanhas de Senaqueribe). Senaqueribe colo­ cou isto deste modo: “Eu devastei a ampla província de Judá. com o cida de sitiada. Eu calei a Ezequias como um pássaro em uma gaiola”15 (Veja Caps.cativos e o espólio de Laquis. M as houve sobreviventes. Isaías compara isto às estruturas temporárias — galhos e tapetes ou estaca e toldo — que fazendeiros montam nos campos para vigiar as colheitas. com a intenção adicional de desviar a atenção do seu fracasso para tomar Jerusalém (veja v. o Deus dos exércitos do céu. j á corn o S o d o m a se r ia m o s e sem elh a n tes a G om orra . 4. Pela misericórdia de Deus Jerusalém não foi capturada. que eu trouxe em submissão aos meus pés14 .. com o a ch ou pan a no p epin al. Senaqueribe não era responsável por alguns sobreviventes esca­ pando da devastação. ó p o v o de G om orra. Em seus “Anais”. teria sido uma ruína completa “como Sodoma” e “como Gomorra”. 8). Israel tinha se torna­ do como os príncipes de Sodoma e como o povo de Gomorra. o Deus pessoal de Israel. lim itou a destruição para salvar Jerusalém. E eles ainda poderiam ser salvos.I 0 . Sua inscrição chama Senaqueribe de “o rei do universo”. 9 Se o SENHOR d os E x ército s n o s n ã o d eix a ra a lg u m r e m a n e s ­ cen te. ADORAÇÃO INACEITÁVEL I .

Praticado sem sinceridade os sacrifícios eram uma abominação a Deus. 11 D e qu e m e serv e a m im a m u ltid ã o de vossos sa crifício s. 12 Q u a n d o v in d es p a ra com p a recerd es p era n te m im . Ele detesta religião quando esta é apenas uma formalidade e cerimônia. O “sangue de bezerros. “instrução”). o ininterrupto aglomerar no templo não era o que Deus queria. e não f o l g o com o sa n gu e de bezerros. A adoração deles não era genuína. Tudo o que eles estavam fazendo era desgastando o chão do átrio do templo pelo seu ato de “pisar”. Em vez de obedecerem a Deus. n em de cord eiros. faltando alguma comunhão amorosa verdadeira com Ele. as pessoas estavam simplesmente multiplicando os seus sacrifícios a Ele. de bodes” era coloca­ do no altar como uma expiação —um resgate pago pelo seu perdão e libertação. o in cen so é p a r a m im abo~ . nem de bodes. torah. Os pagãos ao redor deles acreditavam que os seus deuses precisavam de sacrifícios e que os sacrifícios continuamente oferecidos aumentavam a possibilidade dos seus deuses responderem às suas orações. Ele concedeu os sacrifícios da Lei para o benefício de seu povo —como um meio de restabelecer a comunhão com Ele e como o primeiro passo para caminhar com Ele. 13 N ão tragais m a is oferta s debalde. de cordeiros. Foi so­ mente a graça de Deus que preservou um remanescente. A multiplicação destes sacrifícios fez Deus ter ânsia de vômito. Este precisa­ va escutar a lei de Deus (Heb. A “gordura” era uma expressão de dar-lhe o melhor deles. diz o S e n h o r ? J á estou f a r t o dos holoca u stos de ca rn eiro s e da g o r d u r a de an im a is n édios. qu em re~ q u er eu isso de vossas m ãos. que viésseis p isa r os m eu s á trios? Tendo em vista que os seus corações não estavam buscando a Deus em fé e obediência.merecedor da mesma destruição como Sodoma e Gomorra. M as o Deus que fez os céus e a terra não precisa de nada. Era pretendido que os “holocaustos” expressassem a exaltação de Deus e a dedicação à sua vontade.

j á m e s ã o p e s a d a s .1— 44). As celebrações na época da lua nova. Em vez de serem uma alegria para Ele e uma bênção para o povo. as “convocações” (ou assembléias). ajuntamen­ to solene”) como “jejum e preparação ritual”. e ta m b é m a s F esta s d a L u a N o v a . j á e s to u c a n s a d o d e a s so frer . Deus não pode olhar com favor em tais falsas ações. e s c o n d o d e v ó s o s o lh o s. sim . O incenso tornava o átrio do templo perfumado. e a s v o s s a s so le n id a d e s . mas isto era repulsivo a Deus. o que sugere que todas as suas atividades de adoração fossem repulsivas a Deus. não significavam nada quando as pessoas realmente estavam buscando o seu próprio cami­ nho e rejeitando o ensinamento de Deus. tudo era pretendido para ser santo. Mãos estendidas com as palmas para cima em uma atitude de submissão e desejando receber algo do Senhor. e Ele não podia suportar suas atividades religiosas. . Mas Deus os via como “iniqüidade”. n em m e s m o o a ju n t a m e n t o s o le n e : Deus lhes ordenou que parassem as “ofertas debalde” ou ofertas vãs. os sábados sagrados semanais e anuais (Lv 23. q tia n d o m u lt ip lic a is a s v o s s a s o ra çõ es . A Septuaginta traduz a última parte do verso ( “iniqüidade. p o r q u e a s v o s s a s m ã o s es tã o ch e ia s d e s a n g u e. de modo que Ele os aborrecia. 13 P e lo q u e.. Deus não pode ser subornado ou enganado. porque Ele via os seus corações. já não expressavam amor e dedicação a Ele. n ã o a s o u ço . 14 A s v o s s a s F esta s d e L u a N o v a . Enfaticamente. a s a b o r r e c e a m in h a a lm a . n ã o p o s s o s u p o r t a r in iq ü id a d e. os festivais de “lua nova” e as “solenidades” de Levítico 23 não mais honravam a Deus. adoração que era mera formalidade ou pretendida para persuadir Deus a deixá-los continuar em seus próprios caminhos obstinados. q u a n d o e s t e n d e is a s m ã o s . e a c o n v o c a ç ã o d a s c o n g r e g a çõ e s .m in a ç ã o . e o s sá b a d o s. essas festas religiosas tinham se tornado “pesadas” como um fardo que Deus estava “can­ sado de as sofrer”..

Eles têm que se lavar. Também tem que incluir uma mudança interna.24. 8 . Isto deve ser seguido por boas ações. M q 6. Então eles poderão ser capazes de cessar “de fazer m al”.M ultiplicar orações não consegue chamar a atenção de Deus quan­ do as mãos estão “cheias de sangue”. 13. mas não é o bastan­ te.27). o “fazei justiça” de Deus. Deve ser um arrependimento sincero que faz uma clara ruptura com os atos e hábitos pecaminosos. mas têm que ajudar o oprimido. tratai da cau sa das viú vas. Davi pediu para Deus lavá-lo de toda a sua iniqüidade e purificálo do seu pecado. Eles não têm só que cessar da opressão e corrigir os opressores.2 0 16 L a va i-vos. 11 A prendei a fa z e r o bem . f a z e i ju s tiça ao ó f ã o . a ju d a i o o p rim i­ do. Eles devem aprender a praticar “o que é reto”. U M CHAMADO AO ARREPENDIMENTO I .T g 1. 5. Abandonar o pecado e o mal é o primeiro passo. Mais importante ainda. M as o lavar deve ser mais que um símbolo ou forma vazia. p u r ifica i-v o s . As orações ainda poderiam ser ouvidas. tirai a m a ld a d e de vossos atos de dia n te dos m eu s olhos e cessa i de f a z e r m al.6— .I 6 . significa defender ativamente aqueles que não podem se defender: especificamente os órfãos e as viúvas. Fazer “justiça” significa proceder honesta e eqüitativamente. Mas Deus fala para Israel que eles têm uma parte a realizar. mas as mãos estendidas em súplica deviam ser lavadas.8— Am 5. os quais não tinham ninguém para defendê-los e que eram freqüentemente as vítimas de esquemas e fraudes (cf SI 85. Fazer o que é “reto” significa fazer o bem a outros. Esta expressão notável descreve como as pessoas estavam oprimindo o pobre e usando de violência para adquirir o que elas queriam. Isto também significa evitar prejudicar a outros e fazer provi­ são para as necessidades dos desafortunados. As pessoas deviam perceber a sua condição e clamar como Davi fez no Salmo 51. Ainda havia esperança. pois Deus vê o coração. p ra tica i o qu e é reto.

a in d a q u e o s v o s s o s p e c a d o s s e ja m c o m o a e s c a r la ta . então. Como o Filho Pró­ digo de Lucas 15. . A c o n tin u a d a re c u s a e re b e liã o s ig n ific a ria m q u e e m v e z d e c o m e ­ re m o f r u t o d a su a te r r a . s e r e c u s a r d e s e j v r d e s r e b eld es . o verda­ deiro arrependimento asseguraria que Deus tornaria possível ao seu povo que desfrutasse novamente dos seus frutos. receber as suas bênçãos. O S e N H O R fa lo u is to .IS V inde. e 32. mais alvos do que a neve ou a lã. a Deus. Ê pressu­ posto que se eles admitirem isto. Os pecados deles são realmente “como a escarlata” —o tipo de tom mais profundo do vermelho —numa referência que apontava de volta para as mãos sangrentas do versículo 15. Eles têm que fazer mais do que falar sobre a sua situação. Embora os invasores estrangeiros estivessem comendo o fruto da terra. s e r e is d e v o r a d o s à esp a d a . s e t o r n a r ã o c o m o a b r a n ca lã. 19 S e q u is er d es. vamos fazer algo a respeito disto”. 20 M a s. A promessa de Deus para lim par e renovar os seus corações e mentes está condicionada sobre a obediência de boa vontade (à ali­ ança ou concerto). Esta exortação con­ tinua nos versículos seguintes. e a su a a u to r id a d e d iv in a e s tá p o r trá s d a s u a p a la v ra . “Vinde. a e s p a d a ( d o s a s s írio s ) o s c o m e ria . indicando que a própria natureza deles seria mudada pela graça de Deus. p o r q u e a b o ca d o SENHOR o d isse. e a r g ü i.1 1— eles poderiam retornar para casa. a in d a q u e s e ja m v e r m e lh o s c o m o o c a r m e s im . en tã o . e argüi-me” é um termo legal que faz parte da cena de um tribunal. e o u v ir d e s . eles ficarão tão brancos quanto o branco mais claro. d iz o S e n h o r .m e . ou confessarem. c o m e r e is o b em d e sta terra . Deus está to­ mando a iniciativa. um branco que é branco por sua natureza. Agora o SE N H O R resume as suas palavras que começaram no ver­ sículo 10. Ele pode significar o seguinte: “Vamos ces­ sar os argumentos. e le s s e t o r n a r ã o b r a n c o s c o m o a n e v e . Eles têm que fazer o que Deus pede que façam.

E comparada mais adiante a “vinho” misturado com água (ou o Heb. 6. Esta corrupção traz uma lamentação sobre a cidade. ca d a u m d e le s a m a o s s u b o r n o s e c o r r e a p ó s s a lá r io s .O povo tem que fazer a escolha: obedecer e comer ou rebelar-se e ser comido.15). RESTAURAÇÃO ATRAVÉS DO JUÍZO I. os seus procedi­ mentos injustos entre cada um deles. Deus continua sua causa contra Jerusalém. pode significar cerveja. e da rebelião e das práticas cor­ ruptas de seus governantes. a bebida comum dos filisteus). e n ã o ch ega p e r a n t e e le s a c a u s a d a s v iú v a s . O Evangelho. exige uma escolha. Considerando que “justiça” e “reti­ dão” tinham uma vez marcado as relações de seu povo. o teu v in h o s e m is t u r o u c o m á gu a . agora a sua conduta tinha afundado ao mais baixo nível possível. Nós podemos ter a vida eterna ou a morte eterna (Jo 3. que no tempo de Davi tinha começado como uma “cidade fiel”. igualmente. 23 O s t e u s p r í n c i p e s sã o r e b e ld e s e c o m p a n h e ir o s d e la d r õ e s . . 7.8) Nós vemos o mesmo contraste no Novo Testamento (I Jo 3. a g o ra . Não há nenhum lugar intermediário. Agora havia se tornado como uma esposa que tinha se rebaixado ao nível infiel de uma prostituta. n ã o f a z e m j u s ­ tiç a a o ó ifã o . Nós não podemos amar a Deus e nos agarrar ao mes­ mo tempo ao nosso pecado. Os habitantes de fato tinham se tornado “homicidas”. m a s. A degeneração do povo de Sião é comparada à “escória” —miné­ rio que não tem mais nenhum metal precioso em si e é de nenhum valor.16).1.16 Que contraste com o Deus que os amava e lhes convidara a que o amassem! (D t 6. h o m icid a s.2 I-3 I 21 C o m o s e f e z p r o s t it u t a a c id a d e f i e l ! E la q u e e s ta v a ch eia d e r e t id ã o ! A j u s t i ç a h a b ita v a n ela . 22 A tu a p r a t a s e t o r n o u e m e s c ó r ia s .5. que tem sido m isturada com tanta água que está imprestável.14. A corrupção de Sião tem resultado da deslealdade do povo para com Deus.

e. “C a d a u m d eles am a os su b o rn o s” em vez de am ar a ju s tiç a e as p esso as.e i to d a a im p u re z a . en tã o . o SE N H O R [ YahweFjT o d o -p o d e ro so . . 24 P o r ta n to . co m eçan d o a sua o p ressão co m os m ais fraco s e os m ais d e sam p arad o s. “P o rta n to ” in d ic a q u e D eu s fará alg o so bre a situ ação . e o s te u s c o n s e lh e ir o s . m as ag o ra a ira dE le trará san ta vingan ça sobre os seus in im igo s. S e u ju íz o p rete n d e refin ar e p u rificar. A q u e le s q u e têm o p rim id o o d esam p arad o tê m p ro ce d id o d e m o d o tão r u im q u e E le ag o ra os co n ­ sid era — u m segm en to d o seu p ró p rio povo — seus in im ig o s. sobre aqueles q ue tin h a m o p rim id o o d esam p arad o . p o is isto in tro d u z o p ro cesso de p u rific aç ão do seu povo do s p ecad o s deles. c o m o a n t ig a m e n t e . co n tu d o n a su a ira h á ta m b ém g raça. D eu s te m sid o p acien te. E le é u m a P essoa d iv in a. o F o rte d e I s r a ­ el: A h ! C o n s o l a r . E le ag o ra revela o ju íz o q u e estas c o n d içõ es ex igiam .e i a c e r c a d o s m e u s a d v e r s á r io s . O s p rín cip es recusavam d e ix ar u m a viúva tra z e r o caso d e la à ju stiça. P o rém . d a m esm a m an eira q u e o m e ta l é refin ad o e su a escó ria (im p u re z a s in ú te is ) é rem o vid a. os ó rfão s e as viúvas (fre q ü e n te m e n te ch am ad o s d e v ítim as n a B íb lia).t e .O s “p rín c ip e s ”. E les eram “ co m p an h eiro s de la d rõ e s ”. 25 E v o lt a r e i c o n t r a ti a m in h a m ã o e p u r i f i c a r e i in te ir a m e n te a s tu a s e s c ó r ia s . p o rq u e ab so lv eriam os lad rõ es p o r u m su b o rn o . d iz o S e n h o r D e u s d o s E x ér cito s . O s ju iz e s e co n se lh e iro s (o u líd e re s a d m in is tr a tiv o s ) serão re s titu íd o s .e i d o s m e u s in im ig o s . o S e n h o r d o U n iverso . te c h a m a r ã o c id a d e d e j u s t i ç a . E les eram covardes e tiran o s. q u e ad m in istra v am os vário s escritó rio s estatais e a g iam co m o ju iz es que d e c id e m os p ro cesso s. A o o b ra d o c a stig o d e D e u s c u lm in a r á e m restau ra ção . 26 E te r e s t i t u i r e i o s t e u s ju i z e s . q u er dizer. eram “reb eld es” co n tra I )eu s.m e . c o m o e r a m d a n tes. e t i r a r . o F o rte de Isra e l” . e v in g a r m e . O s três títu lo s div in o s — “o S e n h o r \_há’ad on j. c id a d e f i e l . A m ão de D eu s a ta c a rá n o vam en te. en fa tiz am as suas reiv in d icaçõ es e a sua a u to rid ad e .

os pecadores serão confundidos e humi­ lhados porque os seus falsos deuses não lhes poderão ajudar a esca­ par dos castigos dos seus pecados.nenhum rei é mencionado porque o SE N H O R é para ser o seu Rei.23). O povo futuro de Sião deve ser o remanescente purificado e redimido que foi convertido ao Senhor. e o s q u e v o lta m p a r a ela ...2.25). Jeru­ salém já não será uma prostituta. Isto implica que eles viverão em harmonia com uma preocupação pelo bem-estar uns dos outros. Embora o julgamento de Deus seja dirigido contra o pecado. Esta é a meta de Deus e terá seu cumprimento completo no M ilênio. No fim o descrente. 29 P o r q u e v o s e n v e r g o n h a r e is p e lo s c a r v a lh o s q u e c o b iç a s te s e s e r e is c o n f u n d i d o s p e lo s j a r d i n s q u e esco lh estes. c o m ju s t iç a .17 . A idolatria sempre esteve envolvida no pecado de rebelião de Isra­ el. o pecador. Dt 12. “será. mas uma cidade justa e fiel. I Rs 14. o pecador que escolhe persis­ tir em pecado o receberá igualmente. O povo ainda pode escolher entre servir a Deus ou se rebelar contra Ele. Os “carvalhos” sagrados e os “jar­ dins” eram lugares onde eram observados ritos pagãos em uma reli­ gião que envolvia adoração da natureza e cultos da fertilidade (cf. e o s q u e d e ix a r e m o S e n h o r s e r ã o c o n s u m id o s . destruído” (por forças de fora de Israel) e “perecerá” (devido à sua própria falência espiritual interior).s M a s o s t r a n s g r e s s o r e s e o s p e c a d o r e s s e r ã o j u n t a m e n t e d e s t r u íd o s . como Ele era antes do tempo do rei Saul. No dia de juízo futuro. Os seus atributos de “justi­ ça” e “retidão” os caracterizarão. 2. 27 S iã o s e r á r e m id a c o m j u í z o . Eles serão fiéis a Ele. O reino norte de Israel tinha estado envolvido com eles e agora eles eram comuns em Judá. Os transgressores que rejeitam a autoridade dos ensinos de Deus e os pecadores que violam a lei de Deus serão removidos de entre o povo pelo fogo purificador (veja v.

eles serão consumidos junto com a sua própria maldade. Todos esses tais líderes ou príncipes serão como “estopa” —combustível para o fogo que eles próprios atearam! Esses líderes ímpios não serão parte do remanescente que sairá do fogo purificado. toda a nação sofrerá e murchará (v. 31 £ o f o r t e s e t o r n a r á e m e s to p a . e Ezequias? 2. Em contraste com a árvore e o jardim irrigado.6.29). O neopaganismo não pode esperar nada diferente.15 ). Jotão. O “forte” é o líder que buscou receber força e poder a partir da adoração de falsos deuses. Que esperança ofereceu Deus ao povo? . será muito tarde. Quais são as principais coisas que sabemos a respeito de Uzias. e a m b o s a r d e r ã o ju n t a m e n t e . Por que Deus chamou os céus e a terra para testemunharem con­ tra Israel? O que eles tinham visto? 3. Em escolhendo o paganismo. Ao invés. Os 14). e a s u a oh ra . QUESTÕES DE ESTUDO 1. com os quais Deus comparava freqüentemente o seu povo (N m 24. Quão irônico que o homem “forte se tornará em estopa. Nada interromperá a destruição. Isto antecipa o lago de fogo que João viu (Ap 20 . Assim. e sua obra. Acaz.14 . Deus rejeita as práticas pecadoras de qualquer cul­ to ou falsa religião (não im porta qual o bem que eles possam tam­ bém fazer). Jr I I . o ele­ mento transgressor —príncipe e súdito semelhantemente —tem se­ meado as sementes da sua própria destruição. a o q u a l c a e m a s f o lh a s . e c o m o a f l o r e s t a q u e n ã o te m á gu a . e n ã o h a v e r á q u e m o s a p a gu e.30 P o r q u e s e r e is c o m o o c a r v a lh o . o destino deles será o das coisas mundanas nas quais eles tinham escolhido confiar. De que maneiras Israel tinha se tornado como Sodoma e Gomorra? 4. em faísca”. e m f a í s c a . SI I. Uma vez que Deus traga este juízo.

W ord Books. H . 8 Estudiosos têm debatido a respeito do significado do nome divino Yahweh. 19 4 9 ). um termo norm alm ente usado a respeito dos gentios. 1 9 8 3 ). 19 13). ‘estar presente’ (. Stanley M . que faz todas as coisas existirem e escolheu estar fielm ente presente com um povo que Ele cham ou para S i”.. Eerdmans.27 -29 .. Young. 12 John M auchline. W idyapranaw a. 9 O plural indica a responsabilidade individual de cada israelita para com Deus o Pai. Os seus pecados haviam quebrado a relação do concerto.). ed. “O Deus U nico e Verdadeiro”. H orton. 1 9 6 6 ). 2 :1 5 5 -6 2 . Isaiah 1-39. 144. B. 2 S. ed. 1 9 9 6 ). 3 vols. Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. 55. 1 9 6 9 -7 2 ). Eerdmans. 193. McKenna. (' H obart E. -3 13 U m a cópia de tamanho integral deste relevo pode ser vista no M useu O ri­ ental da Universidade de Chicago. 2 8 1. Joyner. The Book o f Isaiah. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . 1 9 9 3 ). em Teologia Sistemática. T hiele. (G rand R apids: W m . 19 69 ). em The Jews. Isaiah Z 9 (N ova York: M acm illan Co. rev. An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. An H istórical Survey o f the Old Testament (N utley. Inglaterra: Clarendon Press. Charles. 41. 11 McKenna. “T he M artyrdom o f Isaiah”. (R io de Janeiro. Isto pode vir de um a antiga form a “do verbo hebraico que sign ifica ‘to rn ar’. Isto é um a declaração de que D eus é um ser autoexistente (o EU SO U ou EU SE R E I). 1. 5 Edwin R . 176. The Mysterious Numhers o f the Hebrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing House. “T h e Biblical Period”. 64.J. 3 David L.CITAÇÕES 1 Edward }. 7 Ver R obert H . 1 9 6 2 ). B. Isaiah 1— em The Communicators Commentary (D allas: 39.. ‘acontecer’.: C raig Press. 10 O hebraico goy. M errill. 4 W illiam Foxwell A lbright. ed. . N.42. 19 90 ). 1. 3. O hebraico escreve som ente as consoantes Y H W F I. R ussell E. Eugene H . 51. em The Apocrypha and Pseudepigrapha o f the Old Testament (O xford. 143. RJ: CPAD. Freeman.

Os versículos 2 a 4 estão repetidos em M iquéias 4. 13. O Dia do S e n h o r 2.1-4. Israel desfrutou o privilégio de adorar o SE N H O R em Jerusalém.1 até 4.1-5 1 Visão qu e teve Isaías. Oséias 4.3. Outros pensam que o título é para 2. os juízos advindos por causa de desobediência ou indiferença. e co n co rrerã o a ele todas as nações. 17 Ver também 57. "'C f. M as a grandeza do privilégio será completamente realizada na era milenial. Ancient Records o f Assyria and Babylonia.1 a 4 com algumas variações que o Espírito Santo inspirou para o benefício da audiência rural de M iquéias. 65. 1 9 2 6 -2 7 ). Jeremias 3.5. UM DIA FUTURO DE PAZ 2.. 2:3 2 7 .1 7 . 2 vols.6. n os ú ltim o s dias.1 O capítulo 2 começa com o futuro desejo universal para saber a verdade de Deus e chama a atenção aos privilégios presentes de Judá como os recebedores exclusivos da revelação divina.6 I. 66 . e a certeza do triunfo da palavra de Deus. que muitos acreditam foram as profecias iniciais de Isaías. 15 Ibid. Ele continua a mostrar as vantagens da obediência.6 . quando “o . (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Judá não tinha aprendido a lição do juízo de Deus sobre o reino norte de Israel. q u e se f i r m a r á o m o n te da C asa do S e n h o r n o cu m e dos m o n tes e se ex a lçará p o r cim a dos ou teiros. 2 £ a con tecerá. Israel. Inimigos idólatras os cercavam nos dias de Isaías. f i lh o de A moz.1 — onde Oséias vê pecados semelhantes no reino norte de 2.H D aniel D avid Luckenbill. B. 2 :2 4 0 . 2 4 . a respeito de J u d á e de J eru sa lém : Este título é provavelmente para os capítulos 2 até 12.

e d ir ã o : Vinde. Jo 6. onde o Evangelho está sendo espalhado ao redor do mundo. s u b a m o s a o m o n t e d o S e n h o r . Ez 40. aprender os seus caminhos. At 9.6. Isaías retrata a futura preeminência desta figura­ tivamente por sua exaltação sobre o resto das montanhas da terra — incluindo todos os lugares altos onde os pagãos cultuavam e onde os israelitas freqüentemente cometiam seus deslizes (cf.7.32). a conversão dos gentios tem um cumprimento prelim i­ nar na presente era da Igreja. 4 5. Deus os atrairá poderosamente a Jerusalém em um grande fluxo. A palavra “Lei” (Heb. e fazê-los a base das suas vidas enquanto andam “nas suas veredas”.20— 22. Assim. M as a promessa terá seu cumprimento comple­ to no M ilênio. cf.15). Então o mundo inteiro será unido sob o comando de Jesus ressuscitado e glorificado (Is 11. 14.2 . Desse modo. 12.17.8— 11). Também é um cumprimento da promessa dada a Abraão de abençoar a todos os povos sobre a terra (Gn 12.2). 3 E v i r ã o m u i t o s p o v o s . Com essa exaltação virá a conversão dos povos de todas as nações.12. e inclui toda a Palavra inspirada de Deus. e d e J e r u s a l é m a p a la v r a d o S e n h o r . torah') é melhor traduzida como “ensino” ou “instrução”.44. à ca sa d o D e u s d e J a có . O Espírito Santo está sentenciando-os e convencendo-os (Jo 16. 22. não era muito alta. mas considerada parte desta.9). Am 9. Esta expectativa de conversão dos gentios é uma parte importante da pro­ fecia do Velho Testamento (Is 40.3. Jr 3.16.18). e a n d e m o s n a s s u a s v e r e d a s . Ag 2. Deus fará os gentios de muitas nações se encorajarem uns aos outros para subirem a Jerusalém para buscar o SE N H O R . Jerusalém será o centro para a propagação da sua Palavra. Zc 8. A colina do templo. p o r q u e d e S iã o s a ir á a lei. p a ra q u e n o s e n s in e o q u e c o n c e r n e a o s s e u s c a m in h o s .monte da Casa do SE N H O R ” será exaltado e o mundo inteiro quererá dirigir-se para Jerusalém. diretamente ao norte da Sião de Davi. uma elevação de cerca de 7 3 0 metros.17. Deus agora está atraindo a Si os povos (cf.

N o entanto.4 E ele ex e r cer á o se u ju íz o so b re a s n a çõ es e r e p r e en d er á a m u ito s p o v o s. cf. um nome que Esaú enfatizou. os juízos da Grande Tribulação. era ao seu próprio povo de seus dias. significando que ele “luta com Deus” ou “Deus luta” ou “Deus governa”. I Jo 3. Os povos de todas as nações farão isto algum dia.2 6 ). A mensagem primária de Isaías. Isaías vai de um lado para o outro entre o futuro e o seu próprio tempo.4).1 0 ). e tampouco o fez a nação de Israel. . indicando que o Reino será introduzido atra­ vés de juízo.) 5 Vinde. e estes co n v e r te r ã o a s s u a s esp a d a s em e n x a d õ e s e a s su a s lan ça s. Eles têm a oportunidade e o privilégio de fazerem isto agora3 (Cf. simbolizando uma vida plena de paz. o mundo tem que primeiro sofrer grandes juízos.3 6 . (Veja J1 3. n ã o lev a n ta r á esp a d a n a çã o co n tr a n ação. Deus confirmou o novo nome depois (Gn 35 . Assim. A era milenial será um tempo de paz porque o SE N H O R será o Juiz soberano.10 para uma reversão das imagens de Isaías aqui. ele exorta a casa de Jacó (que realmente não merece o nome “Israel”) a vir e “andar na luz” dos ensinos e das bênçãos do SE N H O R . Jr 9. N a luz das bênçãos futuras da palavra profética de Deus. Contudo. fazendo dele o lutador de Deus e o príncipe de Deus. ó ca sa d e J a có . e m f o i c e s . assim como a de todos os profe­ tas.2 8 ). isto é.3). O Anjo do S E N H O R m udou o nome dele para “Israel” (Gn 32 . provendo perfeita liberdade da guerra e de todo conflito. Os ins­ trumentos de guerra serão reciclados em instrumentos de agricultu­ ra. e a n d em o s n a lu z d o S e n h o r . Também tinha o significado de “suplantador” ou “en­ ganador” (veja Gn 2 7 . Ele decidirá qualquer disputa entre nações ou indivíduos. O nome “Jacó” teve o significado prim ário de “apanhador de calcanhar” por causa das circunstâncias do seu nascimento (veja Gn 2 5 . Ele introduz o futuro para reforçar a mensagem de Deus para o presente. Jacó nem sempre viveu à altura de seu novo nome. n em a p r en d erã o m a is a g u e r r e a r .

10. Durante o tempo da prosperidade. O seu filho Jotão serviu ao S e n h o r (2 Cr 27. 0 SENHOR É EXALTADO 2. 2 Cr 28. Isaías não condena a riqueza em si. veja também 2 Rs 16. Como os pagãos.1. Ex 23 . Nos dias de Isaías.2-4).14). Dt 18. eles estavam confiando em cavalos. 1 E a s u a ter ra es tá ch eia d e p r a ta e o u ro . mas Acaz. eles estavam seguindo su­ perstições ou “costumes do Oriente” (Assíria e Babilônia) e prati­ cando adivinhação como “agoureiros” (proibidos por Lei.6).2. e n ã o têm f i m o s s e u s tes o u ro s. e o s s e u s c a r r o s n ã o têm f i m . Deus esta­ va a ponto de abandoná-los.6-22 a. A RAÇA HUMANA É JULGADA. p o r q u e s e en ch e­ r a m d o s c o s t u m e s d o O r ien te. e s e a s so cia m c o m o s f i l h o s d o s estra n h o s. M uito desta riqueza veio através da opressão ao pobre. . Por causa disto. a ca sa d e J a c ó . Idolatria Requer Juízo 2. filho de Jotão.2. Em vez de confiar no SENHOR. riqueza e idolatria. Eles também estavam trocando apertos de mãos “com pagãos” para entrar em ali­ anças comerciais e matrimoniais (também proibido. mas o orgulho o conduziu à queda (2 Cr 2 6 . tomado emprestado dos filisteus no oeste.5). ta m b ém es tá ch eia d e c a v a lo s a s u a terra . O orgulho e a confiança em coisas materiais continuou sendo um problema no reinado do rei seguinte. Ezequias. o rei Uzias ficou poderoso. mas como as pessoas a adqui­ riram.6— 9 6 M a s tu d e sa m p a ra s te o teu p o v o . Eles já não estavam confiando no SE N H O R . Israel estava menosprezando o privilégio de ser o povo escolhido de Deus4 e estava imitando as nações pagãs ao seu redor como substitutivo. e sã o a g o u r e ir o s c o m o o s filis t e u s . A riqueza que encheu a terra aponta para a prosperidade desen­ volvida durante o reinado de U zias e indica que esta profecia foi proferida antes da guerra siro-efraimita nos dias do rei Acaz ( 7 . se voltou à idolatria (2 Cr 28 .5.32 ). carru­ agens (poder m ilitar).16 ). O pro­ blema ficou pior pela fé deles na riqueza e pela confiança nas coisas materiais que eles poderiam comprar.

Ele não está comandando Deus aqui. A presença de ídolos em todos os lugares mostra as profundezas para as quais Israel tinha caído.15). o p o v o s e a b a te. Ap 6. Devido a Isaías sentir a indignação de Deus sobre a idolatria. in clin a ra m ~ se p e r a n t e a o b ra d a s s u a s m ã o s . Em outras terras freqüentemente as pessoas buscavam refúgi­ os subterrâneos.4. deixe-os tentar escapar nesses refúgios. O termo “ído­ los” pode ser traduzido literalmente “nada” (cf. Todos.10— 18 10 Vai. Juntamente com o fato da sua terra estar cheia de riqueza. ele clama para que Ele não os perdoe. não importando a classe. d a p r e s e n ç a e s p a n to s a d o S e n h o r e d a g l ó r i a d a s u a m a je sta d e . O uso deste termo por Isaías revela o seu desprezo pelos ídolos como sendo estes nada mais que o trabalho de mãos humanas. lh es n ã o p erd oa rá s.8 T a m b ém e s tá ch eia d e íd o lo s a s u a te r r a . Orgulho Requer Juízo 2. I Sm 22. Ele está simplesmente expressando o resultado inevitável da idolatria: o juízo divino de Deus. ‘adham ) e indivíduos em particular Çisb'). Eles confiaram em coisas terrestres.1). e n tr a n a s r o c h a s e esco n d e~ te n o p ó .. tinham se curvado aos ídolos. b. Davi fez isto quando o rei Saul o estava procurando para matá-lo (e. Idolatria é um assunto sério. e o s n o b r e s s e h u m ilh a m . Deus humi­ lhará a humanidade como um todo (Heb. Chamar os ídolos de “nada” não significa que a idolatria é insig­ nificante. Jó 13. M as eles não serão capazes de fazê-lo (cf. Isaías dá agora um comando irônico a esses que se curvaram aos ídolos. No Dia do Juízo futuro. p o r ta n to . 9 A li. Por causa disto. Zc I I . mas a terra e as pedras não pode­ .g. 17). ela está também “cheia de ídolos”. d ia n t e d a q u ilo q u e f a b r i c a r a m o s s e u s d ed os. Os criminosos e fugitivos freqüentemente se escondiam nas ca­ vernas de pedra calcária dos penhascos da terra de Israel.

Reencarnação à parte do Hinduísmo é semelhante a uma visão da história.2 1 ) durante os juízos que precedem o Milênio. como os hindus ainda hoje. Q u a n d o as p esso a s estiv erem face a face c o m D eu s. to d a a su a a rro g â n c ia e o rg u lh o h u m an o s c a irã o d e rep en te.5 E Deus irá levar a cabo a consumação de seu plano. 11 O s olhos a ltivos dos h om en s serã o abatidos.rão escondê-los. Que Deus tem reservado um dia é uma evidência adicional da visão linear da Bíblia a respeito da história. .I enfatiza que o universo teve um começo real. Eles olham para os eventos do tempo como se repetindo sempre. Deus tem um plano com um começo e um fim. “sobre aquele dia”. O livro de Apoca­ lipse mostra que algum dia o universo terminará para dar lugar a um céu e terra novinhos em folha. um dia de julgamento especialmente sobre Israel. 2 Pe 3. os profetas vi­ ram freqüentemente um dia de juízo próximo. “S ó o SENHOR será e x altad o n a q u e le d ia ”.1 9 . Os que escarneceram da “majestade’' do SE N H O R irão fugir diante da sua glória “quando Ele se levantar para assom­ brar a terra” (Is 2. e só o S e n h o r será ex a lta do naqu ele dia. e a a ltivez dos v a rõ es será hum ilhada. Porém. 12 P orque o dia do SENHOR d os E x ércitos será co n tra todo o soberbo e a ltivo e con tra todo o que se ex alta. 13. p o is n in g u é m se rá c a p a z d e se le v a n ta r d ia n te d o te rr o r e g ló r ia d a su a m a je s ta d e d iv in a. As passagens escatológicas do Novo Testamento usam também tais frases (veja I Ts 5. Além do dia de juízo futuro que trará o M ilênio.6 O dia de juízo próximo (ainda um dia do S e n h o r ) que Isaías vê agora é retratado em termos de uma tem­ pestade que varre pela terra. dos cumes dos montes no nordeste (v. ou “o dia do S e n h o r ” é lin­ guagem estritamente profética. Os pagãos antigos tinham uma visão cíclica da história. p a ra qu e seja abatido.10). “Naquele dia”.2. Gênesis I.

Basã) até aos portos no sudoeste (v. 14 e co n tr a to d o s o s m o n tes altos. e co n tr a to d o s o s ca rv a lh o s d e B a sã . e só o SENHOR s e r á ex a lta d o n a q u ele dia.22) e dos fenícios. mas eram freqüentem ente conectados com a idolatria. “Os carvalhos de Basã” (no nordeste das planícies férteis do mar da Galiléia) eram os melhores carvalhos. 17 E a a ltiv ez d o h o m em se r á h u m ilh a d a . Os montes e colinas a oeste do Jordão e as torres e muros fortifi­ cados das cidades se referem às defesas para as quais as pessoas apon­ tavam em orgulho e confiavam como proteções. mas Deus usaria os invasores para atacá-los e trazer o seu juízo. “todo o soberbo e altivo” e o que se exalta serão humilhados. 13 e co n tr a tod a to r r e a lta e co n tr a tod o m u r o f i r m e .26.3-9). 16 e co n tr a tod os o s n a v io s d e T á rsis e co n tr a tod a s a s p in tu r a s d esejá veis. como nos dias de Salomão). . Eles pensavam que estavam seguros. especialmente a idolatria dos líderes. Tal tempestade seria muito destrutiva em objetos elevados. 13 e co n tr a tod os o s ce d ro s d o L íbano. distintos dos cedros comuns da América do N orte e do Brasil. a lto s e su b lim es. são verdadeiros cedros e eram altamente considerados como símbolos de poder e majestade (Ez 31 . 18 E tod os o s íd o lo s to ta lm en te d esa p a recerã o. Navios luxuosos e imponentes também iriam estar debaixo do juízo de Deus. Por conse­ guinte. 10. O orgulhoso é comparado aos cedros do Líbano. e a a ltiv ez d o s v a r õ e s se aba terá. onde os navios mercantes eram ancorados no Golfo de Acaba. Estes cedros. 16. Deus também traria o juízo sobre os grandes navios mercantes que eram equipados para longas viagens e poderiam ir atéTársis (pro­ vavelmente Tartessus na Espanha à foz do rio Guadalquivir). e co n tr a to d o s o s o u teir o s elev a d o s. provendo um a m aravilhosa som bra.7 Estes eram como os navios que foram o orgulho de Salomão (I Rs 9.

s e . O versículo 2 0 desenvolve o p en sam en to do versículo 18. O m esm o verb o é u sad o em Isaías 9 .1 0 co m o s ig n ific a n d o “su b s­ t it u i” o u “s u p la n ta ” . N o v e rsíc u lo 1 8 . T o d o esse ouro e p ra ta serão reco n h ecido s co m o in an im ad o s e sem valor. J u íz o d e A sso m b ra r a T e rra 2 .1 9 — 1 2 19 E n tã o.ã o p e la s f e n d a s d a s roch a s e p e la s ca v e r n a s d a s p en h a s. A g ló ria e m a je s ta d e do S e n h o r en ch erão de m e d o os ad o rad o re s de íd o lo s c os fa rã o fu g ir e se m e te r “n as c o n cav id ad es d as ro ch as. 21 E m e t e r . p o r ca n sa da p r ese n ça esp a n to sa d o S e NHOR e p o r ca n sa da g ló r ia da su a m a jesta d e. q u a n d o ele se le v a n ta r p a ra a s so m b r a r a terra. p ara a escurid ão e esquecim ento. q u e r dizer. c. M a s os seus íd o lo s n ão serão capazes de fazer q u a l­ quer co isa p ara p a ra r o terro r in sp irad o p ela g ló ria de D eus. O p av o r do Senhor in c lu i u m e stre m e c im e n to . os h o m en s la n ça rã o à s to u p eira s e a o s m o rceg o s o s s e u s íd o lo s d e p r a ta e os s e u s íd o lo s d e ou ro. co m o ta m b é m a te rra . q u e f i z e r a m p a ra a n te eles se p r o stra r em . 20 N a q u ele dia. E m o u tra s p alav ras. A aterra­ d o ra g ló ria e m ajestad e do S e n h o r farão os ado rado res de íd o lo s jo g a­ rem fora os seus íd o lo s com m ed o d ian te de Y ahw eh “às to u p eiras e aos m orcego s”.Isa ía s c o n c lu i e sta seção re p e tin d o e sse n c ia lm e n te o v e rsíc u lo I I . E les. só o S e n h o r será ex altad o n a q u e le d ia e ir á s u p la n ta r os íd o lo s c o m p le ta m e n te . O o rg u lh o h u m a n o será h u m ilh a d o . e n as cavern as d a te r r a ” q u a n d o E le se “le v a n ta r” (e n tr a r em a ç ã o ) no D ia d o Ju íz o . os h o m en s se m eterã o n a s co n ca v id a d es d a s ro ch a s e n a s ca v e r n a s da terra. u m d ia q u a n d o E le ir á “a sso m b ra r a te r r a ” . E les tin h am d ad o sua p rata e seu ouro p ara fazer os seus íd o lo s que eles pensavam p o d er p ro teger-lh es. p o r ca u sa da p r e s e n ça esp a n to sa do SENHOR e p o r ca u sa . serão a b a la d o s e a sso m b ra d o s. o verb o s in g u ­ la r (balaph) co m o p lu r a l “íd o lo s ” in d ic a q u e n e n h u m íd o lo p e rm a n e ­ cerá.

pois. e o adivinho. a o rd em é p a ra d e i­ x arem de c o lo c a r a c o n fia n ç a n o s seres h u m a n o s e a n ão d e p e n d e re m d o s recu rso s h u m an o s. e n c o ra ja n d o -o s a u m a c o n fia n ç a n o S e n h o r em vez d isso . são d e p e n d e n te s d e D eu s p a ra viver e resp irar. o D e u s T o d o -p o d e ro s o ” em .I -4 . e o respeitável. D e sta m a n e ira . e o an cião. M a s os seres h u m an o s. C o n fia n ç a T o la 2 . E les n ão p o d em im p e d ir o ju íz o de D eu s. qu an do ele se leva n ta r p a ra a sso m ­ b ra r a terra. do hom em cu jo fô lego está no seu n a riz . D e fato . 2 o valente. a. p orq u e em que se deve ele estim a r? A c o n fia n ç a d eles n o s íd o lo s era re a lm e n te u m a c o n fia n ç a n a h a ­ b ilid a d e h u m a n a . haadon Yahweh tsevaoth.da g ló r ia da su a m ajestade. 3 o capitão de cinq üenta. o povo tr a z r u ín a so b re si p ró p rio . Isto é p a ra le lo ao v e rsíc u lo 1 9 e re s sa lta co m o o te rr o r do S e ­ n h o r in fu n d e m e d o n as p esso as (c f.8 . e o p rofeta .2 2 22 A fasta i-vos.I E m 3 .1 —1 5 Isa ías tr a ta d o ju íz o de D e u s so b re o povo de Ju d á e seus líd e re s . e o sábio en tre os a rtífices. e o conselheiro. “e d irão ao s m o n te s: C o b ri-n o s ! E aos o u te iro s: C a í so b re n ó s !”) . M a s p erd er a su a c o n fi­ a n ç a n o s íd o lo s n ão os fa rão c o n fia r n o SENHOR. d. E ste ju íz o tra rá d e p o rta ç ã o . 3. S e rá m u ito tard e. O títu lo . e o eloqü en te. 0 M AL DE JUDÁ É CONDENADO 3 .1 — 3 1 P orque eis qu e o SENHOR D eu s dos E x ércitos tira rá de J e r u ­ sa lém e de Ju d á o bordão e o cajado. O s 1 0 . e o soldado. n ão im p o r ta q u ão p o d e ro ­ sos sejam . “o S enhor D eu s d o s E x é rc ito s ” (H e b . e o ju íz o de D eu s é ju sto . todo o su sten to de p ã o e toda a sede de águ a. Ju d á e Je ru sa lé m C o n d e n a d a s 3 . O povo é c u lp a d o . e seu p e c a d o te ste m u n h a c o n tra si. e o ju iz . cao s e d esastre. c u jo títu lo d u p lo “ O SENHOR.

9 b. . O apoio deles será ineficaz e eles próprios estarão perdidos.. nos dias de Isaías. 4— 7 4 e d a r-lh es-ei jo v e n s p o r p rín cip es. de água” este­ jam acabados está implícito.C. e. artesãos especialistas ou artí­ fices que produziram materiais de guerra. O livro de 2 Reis 24 .14 diz como Nabucodonosor deportou to­ dos os oficiais e os homens de guerra como também todos os artesãos e artífices.. O Caos e a Anarquia Resultantes 3. homens de posição que eram arrogantes.1 50 cativos que ele reivindica ter deportado em 701 a.8 anciões sábios que eram os conselheiros do rei. Um cerco que durará até que “todo o sustento de pão. Deus removeria todos aqueles com habilidades de liderança (idade. Por causa da falência moral e espiritual do povo como um todo. poderosos e ricos. Todos estes que eram considerados a coluna vertebral do país seriam levados embora. adivinhos superstici­ osos que tinham o costume de se comunicar com o mundo dos espíri­ tos. Nós também podemos estar certos de que Senaqueribe os incluiu entre os 2 0 0. Ele também levará embora os oficiais e soldados alistados no exército. M as Deus ou os levará embora através da morte ou em cativeiro pelo inimigo. juizes que decidiram disputas legais. Esse apoio inclui as necessidades de comida e água. e sábios encantadores que sussurravam fórmulas ou encantos de magia. profetas que eram os conselheiros do rei (mas que eram desobedientes a Deus e mais preocupados a respeito da opinião pública). e cria n ça s g o v er n a r ã o sobre eles. despóticos. Deus removerá todas as formas de apoio (indicado pelas formas masculinas e femininas da mesma palavra hebraica). os capitães de cinqüenta que eram oficiais inferiores. A forma hebraica do verbo “tirar” indica um cum­ primento próximo e certo. de guerreiros poderosos. pro­ vavelmente significando “dos exércitos de anjos”) enfatiza a autori••(Jade do S e n h o r .várias versões é derivado de “o Senhor Yahweh dos Exércitos”. O povo tem dependido do apoio de heróis poderosos.

As pessoas tenta­ rão tirar vantagem umas das outras. Ele não . O homem agarrado clamará imediatamente que ele não tem ne­ nhuma habilidade ou recursos para ligar as feridas da nação. sem um senso de responsabilidade. A deportação dos líderes e operários qualificados resultará em um desarranjo da sociedade —violências. ou posição social). caos e anarquia. Eles poderiam ser arruaceiros. u m será con tra o outro. e sem real autoridade para liderança. 6 Q u a n d o a lgu m f o r ter com seti irm ã o à casa de seu pai. na prática. leva n ta rá este a voz dizendo: N ão p osso ser m éd i­ co. seria deixada aos jovens e crianças. e cada um . Estes farão esforços frenéticos. con tra o seu p ró x im o . o menino levará vantagem dos anciãos. dizendo: Tu ten s roupa. e cada um. caprichosos. A liderança. nem ta m p ou co há em m inha casa p ã o ou veste algu m a . Em vez de respeito para com a idade ou a dignidade de pessoas honradas. Em vez de utilidade sociável e estima mútua. 5 E o p o v o será op rim id o. não m e p on h a is p o r p r ín cip e do povo. mas a adultos sem experiência e entendimento. Algumas pessoas estarão sinceramente preocupadas a respeito da situação caótica. haverá oposição mútua: “um será contra o outro. contra o seu próximo”. eles agarrarão qualquer homem que tenha roupas boas e pareça ter um pouco de respeito próprio para tentar fazer dele um líder sobre as cidades arruinadas de Judá. Devido ao fato de estarem com fome e pobremente vestidos. e as pessoas desprezíveis se recusarão honrar a qualquer um. Estes indi­ víduos poderiam ser descuidados.experiência. o m en in o se a trev erá con tra o an cião. Isto provavelmente não se referia a crianças reais. para restabelecer a ordem no meio do caos. s ê nosso p r ín cip e e tom a sob a tua m ão esta ru ín a. ou até mesmo cruéis. mas malsucedidos. 7 naqu ele dia. e o v il con tra o nobre.

Então Isaías descreve a causa do desastre. Isto não virá por ne­ nhum mero acaso. M as nesta situação lamentável. O termo fixa o contexto para a passa­ gem inteira. “Jerusalém tropeçou” e quase caiu. O olhar descarado em suas faces mostra a atitude delas para com Deus. elas ostentavam os seus pecados como o fizeram as pessoas de Sodoma. Eles desafiaram a presen­ ça (literalmente. n ã o o s d is s im u la m .tem nenhuma comida ou roupas na sua casa. p a r a ir r it a r e m o s o lh o s d a s u a g ló r ia . Tanto por palavras e ações ( “a sua língua e as suas obras”) eles se rebelaram contra o SE N H O R . Estes israelitas culpados merecem ouvir o termo bebreu ‘oy. Isto na verdade aconteceu durante a invasão de Senaqueribe em 701 a. Ele vê a rebelião deles e está magoado por isto. p o r q u a n t o a s u a lín~ g u a e a s s u a s o b ra s sã o c o n t r a o S e n h o r . se recusarão a ser envolvidos.C.9 . c. Ele usa formas de verbo de ação completa (o tempo hebraico perfeito).8. e todas as pessoas ao redor vêem a . Agora Isaías descreve as causas do desastre por vir. As pessoas já não têm vergonha. Jesus também usou esta ter­ minologia profética (M t 23). pois apresenta o futuro como certo. Em outras palavras. A i d a s u a a lm a ! P orq u e sefa z e m m a l a s i m esm os. N a realidade.s P o r q u e J e r u s a l é m tr o p e ç o u } e J u d á c a iu . tão seguro quanto se já tivesse acontecido. Juízo Bem Merecido 3. Judá caiu. Eles sabem que qualquer tentativa de liderar será infrutífera. e p u b lic a m o s s e u s p e c a d o s c o m o S o d o m a . “os olhos”) da glória do SE N H O R . 9 A a p a r ê n c ia d o s e u r o s to te s tific a c o n tr a eles . as que ele está usando é tudo o que tem. “A i” — um termo sem igual aos profetas e freqüentemente utilizado para introduzir uma passagem de julgamento. elas “publicam os seus pecados”. As pessoas ordinariamente buscam posições de liderança como uma honra. O cerco terminará em derrota para Israel.

Os israelitas estão a ponto de sofrer as conseqüências de seus pecados. Deus ainda reconhece o povo como seu povo.8).7.10. que são culpa­ dos de injustiças e maldades. do Espírito ceifará a vida eterna” (G1 6. 11 A i d o ím p io ! M a l lh e irá . A Escolha entre Bênção e Desastre 3. Deus pronuncia um ai sobre elas. e. Eles merecem e desfrutarão bênçãos por causa das suas obras justas. e o “m al” que eles trouxeram “sobre si mesmos” lhes causará dano. No meio destes juízos.11 10 D iz e i a o s j u s t o s q u e b em lh es irá . mas o que semeia no Espírito. e m u lh e r e s e s tã o à testa d o s e u g o v e r n o . porque tudo o que o homem semear. Deus garante “aos justos” (as pessoas pi­ edosas cuja conduta e caráter o agradam) que tudo estará bem com eles. Aqui o termo “bem” está na posição enfática no hebraico.sua atitude como também o seu estado degenerado. H á um sentimento de pesar enquanto Ele reconhece que aqueles líderes jovens e sem experiência os oprimem . p o r q u e c o m e r ã o d o f r u t o d a s s u a s ob ra s. A h ! P o v o m e u ! O s q u e te g u i a m te e n g a n a m e d e s tr o e m o c a m in h o d a s tu a s v e r e d a s . N o meio da situação de Israel que o estava conduzindo ao desastre. U m Lamento Triste 3. virá aos ímpios (especialmente para a liderança corrupta). o “m al”.12 12 O s o p r e s s o r e s d o m e u p o v o s ã o c r ia n ç a s . d. ou ruína. p o r q u e a r e c o m p e n s a d a s s u a s m ã o s s e lh e d a rá . da carne ceifará a corrupção. O coração de Deus está partido por causa do nosso pecado (como o livro de Oséias mostra tão claramente). Deus ama o seu povo. não a Deus. Assim. Porque o que semeia na sua carne. mas há uma lei fundamental de retribuição que o Novo Testamento também reco­ nhece: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer. isso também ceifará. Em contraste com a recompensa do justo.

enriquecendo a si próprios. 15 Q u e ten des vós que afligir~ o m eu p o v o e m o e r as f a c e s do p o b r e? — d iz o Se~ NHOR. é q u e jb s te s v ó s que co n su m istes esta vin h a .7. mereceram então um julgamento especial. eles confundem as pessoas sobre o que é certo. Não obstante. 14 O SENHOR v em em ju íz o co n tra os a n ciã os do seu p o v o e con tra os seu s p rín cip es. M ulheres go­ vernando pode se referir a mulheres como o poder por trás dos governantes fracos. mas os líderes não zelaram por ela ou a vigiaram. Deus esperava que os líderes agissem justamente e ensinassem a justiça. porém. enquan­ to tentam tornar impossível para as pessoas seguirem os caminhos de obediência a Deus. O SE N H O R Sentencia Juízo sobre os Líderes 3. Novamente Isaías enfatiza as responsabilidades da liderança. A condenação primária é contra os governantes e líderes tribais ou anciões que oprimiam e tratavam o povo de Deus com injustiça.como os capatazes que eram os líderes dos escravos. A nação é a vinha de Deus que Ele plantou (cf. f. O hebraico para “destroem o caminho das tuas veredas” pode significar “eles destroem os caminhos de justiça”. Os 10. Is 5. pode haver uma aplicação a todos os povos do mundo. o espólio do p o h re está em vossa s casas.1). Ao invés disso. Quando eles falharam. eles a consumiram.14 13 O SENHOR s e lev a n ta p a r a p le ite a r e sa i a j u l g a r os p o v o s. O SE N H O R entra como o Juiz divino. possivelmente tanto o povo do norte de Israel e de Judá. Estes governantes fracos não advertem o povo do perigo e até mesmo os encorajam em sua rebelião contra Deus e em sua idolatria.13. “Povo” é plural no hebraico. o contexto indica que é o povo de Deus que está em vista. o D eu s dos E xércitos. Jr 12. Eles têm . Ele se levanta com santa indignação para conde­ nar depois que os próprios pecados dos povos tenham testemunhado contra eles.10. Novamente Isaías retrata uma cena de tribunal. quer dizer.

q u a n d o a n d a m . Todo o comportamento e vestidos delas só serviam para chamar a atenção para elas próprias. Mulheres frívolas e amantes do luxo ajudaram a trazer essa situação (cf. Am 4. Deus os confronta com as suas culpas.16— 24 16 D i z a in d a m a is o SENHOR: P o r q u a n to a s f i l h a s d e S iã o s e e x a l t a m e a n d a m d e p e s c o ç o e r g u id o . que por seu turno causará a calvície que trará o ostracismo delas. o SE N H O R agora se dirige às mulheres. Deus “fará tinhosa a cabeça das filhas de Sião” com feridas sarnentas. em “afligir” e “moer” as faces deles (na sujeira). o SENHORf a r á tin h o sa a ca b eça d a s f i l h a s d e S iã o e o SENHOR p o r á a d esco b erto a su a nudez. A vergonha delas ficará óbvia a todos. Apenas metade de um capítulo fora dos sessenta seis neste livro lida expressamente com elas. fazendo tinir os ornamentos nos seus tornozelos ( “cascavelando com os pés”).impiedosamente oprimido o pobre (incluindo aqueles sem posição social ou distinção secular). Deus não está superenfatizando a culpa das mulheres. . desejos sensuais e gestos de flerte. 17 p o rta n to . c o m o q u e v ã o d a n ç a n d o . como as da lepra. Por causa do orgulho delas. e a ruína da nação humi­ lhará as mulheres orgulhosas e ricas. e c a s c a v e la n d o c o m o s p és. De certo modo um tanto paralelo à seção precedente. Os homens mostraram pela sua conduta que eles eram as causas primárias do desastre.1— 3). Elas caminhavam com passos curtos anormais por causa do uso de cadeias no tornozelo em uma moda prescrita. a nação está em direção à destruição. g. As mulheres contribuíram ao desastre pelo seu espírito arrogante. A imundície causa­ rá doença. atitudes arrogantes. Quando as mulheres da nação são egocêntricas. mas eles não estavam sós. desconsiderando os seus direitos. e têm o lh a r e s im p u d e n te s . As Mulheres Orgulhosas de Sião Condenadas 3. e.

Em vez de beleza. como o escravo mais pobre. em lugar das fragrâncias dos perfumes.f u m e s . haverá um fedor podre. Em vez de faixas ricas e ornamentadas. e a s ca d eia s. e o s v éu s . Os homens são as vítim as da guerra.26 23 T eu s v a r õ e s c a ir ã o à esp a d a . e. N ão somente a beleza e o vestuário elegante serão tirados. 21 o s a n é is e a s j ó i a s p e n d e n t e s d o n a r iz . e o s m a n to s .18 N a q u ele d ia . provavel­ mente de pus em feridas abertas e úlceras. p o r cin to . e a s a r r e c a d a s . h. h a v er á f e d o r . e a s redez in h as. elas serão desfiguradas pela queimadura. e a s m a n ilh a s . c a lv ície . 23 o s esp elh o s.25. tir a r á o SENHOR o e n fe ite d a s ligas.) Este é um quadro das mulheres que são levadas em cativeiro pela conquista dos assírios em 701 a. cilício . e q u eim a d u r a . e m lu g a r d e e n c r e s p a d u r a d e ca b elo s. e te u s v a le n te s . e a s v e s t e s r e s p la n ­ d e ce n te s . A maioria das pessoas que ouviram Isaías fazer estas advertências viveu para compartilhar no juízo. e. O ju íz o d o S e n h o r s e rá a re a l c a u s a d a s m u lh e re s p e rd e re m t o d a a s u a e le g â n c ia — lite r a lm e n te d a c a b e ç a a o s d e d o s d o s p és. marcadas com ferro como escravos. 20 o s d ia d em a s. terão uma corda ao redor delas. u m a co r d a . Agora o profeta se dirige a Judá. e a s co ifa s .1 m ostra como isto afeta as mulheres. (Os Rolos do mar M orto indi­ cam “vergonha” em vez de “marcar com ferro”.C. e o s e n fe it e s d o s b ra ço s. e o s a ty in e tes . e a s c a p in h a s d e lin h o f i n í s s i m a s . e a s to u ca s . e. . 24 E s e r á q u e. 19 e o s p e n d e n te s . e a s c a ix in h a s d e p e . e m lu g a r d e fo r m o s u r a . A Devastação de Judá 3. 4. e a s lu e ta s. 22 a s v e s t e s d e f e s t a . n a p e le ja . “N a q u e le d ia ” é u m d ia d o SENHOR p r e lim in a r o c a s io n a d o p o r in v a s õ e s a ss íria s. em lu g a r d e v e s t e la rga . N ão há ninguém que tenha sido deixado para defender a nação ou proteger as mulheres. e m lu g a r d e ch eir o su a ve.

1 1 ). la n ç a r ã o m ã o d e u m h o m e m . Esta renovada Sião será feita próspera e santa. d iz e n d o : N ó s c o m e r e m o s d o n o s s o p ã o e n o s v e s t ir e m o s d e n o s s a s v es tes .26 E a s p o r t a s d a c id a d e g e m e r ã o e s e c a r p ir ã o . As portas de Jerusalém são descritas como estando em lamentação porque as multidões que normalmente se ajuntavam lá para reuni­ ões públicas e para negócios foram todas embora. tir a o n o s s o o p r ó b r io . Como resultado do juízo profetizado em 3 . casar-se com elas e lhes dar a sua proteção. Como resultado. tão poucos homens serão deixados depois do ataque assírio que a m aioria das mulheres jovens estará desprotegida e incapaz de conseguir um marido.2 5 .1 1 E s e te m u lh e r e s . As mulheres hebréias sentiam um a profunda desgraça se elas fossem deixadas solteiras ou sem filhos. 4. n a q u e le d ia . com o SENHOR habitando entre o seu povo e protegendo-lhe.2 6 . o juízo não é o fim do plano de Deus.1 0 . estas mulheres proverão para si próprias —se tão-somente o homem as deixe ser “cham adas” pelo nome dele. Ele é um Deus gracioso e fiel. “sete m ulheres” irão im plorar para um homem que se case com elas. .2-6 Em Isaías. uma Sião purificada pelo sofrimento.s o m e n t e q u e r e m o s q u e s e ja m o s ch a m a d a s p e lo teu n o m e . quer dizer. tã o .10 Embora a lei exigisse a um m arido que provesse com ida e vestido para a sua esposa (Ex 2 1 . Assentar no chão é um ato de lamentar a situação desolada e desamparada causada pela devastação. Um Resultado do Juízo 4 . e ela s e a s s e n ta r á n o ch ã o. d eso la d a . i. 0 RENOVO E A PROTEÇÃO NUPCIAL 4. O resto deste capítulo salta à frente para a nova e restaurada Sião.

33. co m o esp irito de ju s tiç a e co m o esp irito de ardor. o R en ovo do SENHOR será cheio de beleza e de g ló ria . ex celen te e fo r m o s o p a ra 05 que escapa­ rem de Israel. Isto não pode ser aplica­ do ao remanescente.5. e o f r u t o da terra. 3 E será qu e aq uele que f i c a r em Sião e qu e p e rm a n ece r em J eru sa lém será cham ado sa n to: todo a q u ele que es tiv er in scrito en tre os v iv o s em Jeru sa lém .12 (veja 2. O “Renovo” (Heb.3. “Broto”. Um Dia de Paz e Restauração 4. “Rebento”) do SENHOR é um termo que os profetas posteriores recorriam para referir-se ao M essi­ as (Jr 23. Certamente nada aqui exclui a sua aplicação ao Messias.a. Estes serão registrados como verdadeiros cidadãos da santa Jerusalém. Alguns afirmam que este é um termo coletivo para tudo que o SENHOR faz crescer em maravilhosa fertilidade. ‘adonai ) purificará as mulheres de Sião ( “filhas de Sião”) da sujeira do pecado delas.15. contudo.16. 6. O fruto será “excelente e formoso” para eles. tsemach.11 Ainda outros dizem que este é o M es­ sias e que Ele será um ramo ou renovo que dará fruto.) 4 Q u a n d o o SENHOR la v a r a im u n d ícia das fi lh a s de Sião e lim p a r o sa n gu e de J eru sa lém do m eio dela. Zc 3. pois eles são os sobreviventes que são distintos do Renovo aqui. Ele irá “limpar o sangue” cau­ sado pela violência e crimes.8.6. O SENHOR (Heb. O Renovo dará fruto que os sobreviventes desfrutarão. Outros o aplicam à nação de Israel restaurada e espiritualmente regenerada ou ao remanescente purificado.2. O remanescente será santo. O remanescente aqui referido não são aqueles deixados para trás depois da invasão de Senaqueribe ou de­ pois da destruição babilônica posterior.12). mas aqueles que são deixa­ dos depois do Dia do Juízo futuro. Um a rajada do vento do justo juízo de .2— 4 2 N a q u ele dia. Os eruditos têm opiniões discrepantes aqui.

6 5 cr ia r á o SENHOR so b re tod a a h a b ita çã o d o m o n te d e S ião e so b re a s su a s co n g r eg a çõ e s u m a n u v e m d e dia. novamente criado por Deus.5. com Deus e seu povo reunidos em amor. a glória de Deus re­ pousa como uma proteção sobre o trono de um rei. “recâmara”.5.13Além disso tudo. e p a r a r e fú g io e e s co n d e r ijo co n tr a a tem p esta d e e co n tr a a ch u va . o nosso Emanuel ( “Deus conosco”).I >rus abanará as chamas do seu fogo purificador. O juízo de Deus restabelecerá a pureza e o seu Espírito trará santificação. p o r q u e so b re tod a a g ló r ia h a v erá p roteçã o . há uma diferença. A cidade inteira é um santuário. Uma Proteção N upcial 4. Durante o êxodo.16. e de todas as vicissitudes da vida. b. os quais se ajuntam lá para adoração. dos inimigos humanos. em vez de “proteção”. 6 E h a v erá u m ta b er n á cu lo p a ra so m b ra co n tr a o ca lo r d o dia. Jerusalém será uma vez mais um lugar onde as pessoas desfrutarão a comunhão com Deus. Durante o êxodo do Egito. J1 2. (Veja SI 19. que nos dá o Espírito Santo para estar sempre conosco. Esta será um “refúgio e esconderijo” dos elementos da tempestade. Agora a glória está em cima da totalidade de Sião e de seu povo. e u m r e s p le n d o r d e f o g o ch a m eja n te d e n o ite. . Ao remanescente piedoso é prometida uma restauração àquela original proximidade da presença de Deus. Deus manifestou a sua glória e presen­ ça de dia em uma coluna de nuvem e de noite em uma coluna de I ogo.) Esta é a promessa incondicional de Deus. Porém. a nuvem descansava somente em cima da arca. traduzida como “tálamo”. dos poderes do mal. Nós podemos ter um antegozo disto agora por intermédio de Jesus. e u m a f u m a ç a . A proteção de glória “será um tabernáculo para sombra contra o calor do dia” de um dia quente de solstício de verão. “Proteção” tam­ bém poderia ser comparada com a de uma cerimônia de casamento.

H . (R io de Janeiro. R J: CPAD. O que os juízos do Dia do SENHOR farão os adoradores de ídolos fazerem? 5.QUESTÕES DE ESTUDO 1. em Teologia Sistemática. The Lord is Savior: Faith ín National Crisis (G rand R apids: W m . Por que o juízo de Deus viria sobre as mulheres? 9. Que juízo devem esperar aqueles que se empenham na falsa ado­ ração? 3. I I . Qual seria o resultado da deportação dos líderes e operários qua­ lificados? 7. ed. O que promete Deus para o santo remanescente em Jerusalém? CITAÇÕES 1 S. s Stanley M . O que Isaías esperava a conversão dos gentios encorajar Israel a fazer? 2. rev. R J: CPAD. 2 1 5 . Veja Stanley M . H orton. H orton. W idyapranaw a. 19 90 ). Do que estavam dependendo as pessoas nos dias de Isaías? 6. R J: CPAD. B. 1 9 9 8 ). 19 95 ). 4 “Escolhido” para servir a Deus e levar o seu plano adiante. Stanley M . 2 Stanley M . A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. Nosso Destino: O Ensino Biblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. Quem é o Renovo do SENHOR? 11. Por que sete mulheres implorariam a um homem que se casasse com elas? 10. H orton. Eerdmans. 23 0. 1996). ed. “As U ltim as C oisas”. 3 N ós também. .2 1 6 . H orton. De que modos este capítulo contrasta a recompensa do justo com o juízo do ímpio? 8. Como o Dia do SENHOR se harmoniza com a visão bíblica linear da história? 4 . 611.

O cântico (vv. O CÂNTICO DA VIN H A 5 . Um Cântico de Amor 5. 19. 13 “C riar” (H eb. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Vos. 12 O Livro da V ida pode estar im plícito (cf. e John Rea.I . E é possível que elas estivessem pedindo para serem adotados em lugar de serem tom a­ das como esposas. A Vinha e Seus Frutos 5. 2 vols.18— 0 . 10 Também é possível que estas sejam “viúvas que precisavam de um a seguran­ ça e proteção.1. Lord is Savior. II Ibid.. Só Ele pode criar vida nova. 33. (C hicago: M oody Press. eds. I Charles F. O uso da vinha como um símbolo teria conseguido chamar a atenção do povo de Israel. Pfeiffer.3 3 .3 ). Daniel David Luckenbill. Antigam ente o destino das viúvas era trágico”. W idyapranawa. H oward F. O m eu am a do tem u m a vin h a n u m ou teiro fé r t il . 19 24 ). 1— é uma parábola (ou alegoria) na qual o profeta age como um 7) cantor que canta sobre “a pessoa” que ele ama e a vinha do seu ama­ do. porque vinhedos férteis eram uma alegria . b a r a sempre tem Deus como o seu sujeito. 2 :1 6 6 2 .1 -7 a. Wycliffe Bible Encyclopedia.1 Veja Amós 5. mas eles eram novamente populares. SI 69 . C. H O rei Sau l tinha expulsado a m aioria deles ( I Sm 2 8 . Dn I 2 . 19 75 ).2 8. Por que Deus traz juízo sobre o seu povo escolhido? Isaías res­ ponde por dar-nos “o cântico da vinha” e suas lições. Ap 20.1-30 I. onde Amós trata com aqueles do reino norte de Israel 1 2 que pensavam que o dia do SENHOR o s exaltaria.2 1 A gora} ca n ta rei ao m eu am a do o câ n tico do m eu q u erid o a respeito da su a vinha. Este os julgaria e não haveria nenhuma escapatória um a vez que isto viesse. Êx 3 2 .12).

E v en tu alm e n te . e a p la n to u de ex celen tes vides. D e ­ p o is d a can ção . O d o n o d a v in h a fez to d a essa p re p a ra ­ ção co m d ev o ção a m o ro sa e tin h a g ra n d e s ex p ectativ as. O s is ra e lita s c o n si­ d erav am tais v in h e d o s m u ito v a lio so s. m a s deu u va s bravas. o d o n o d a v in h a . e ed ifico u no m eio dela u m a torre e tam bém co n stru iu nela um lagar. A m a io r e m ais a lt a era p ara p is o te a r as uv as. a m ais b a ix a era p a ra re c eb er o su co .3 U m a fo rte to rre de p e d r a fo i c o n stru íd a p a ra u m g u ard a v ig ia r a v in h a e p ro v er “u m lu g a r s o m b rio e fresco p a ra d e s c a n sa r” . P e d ra c a lc á ria é p rev alecen te em Isra e l. as v id e ira s d eram ap en as “uvas b ra v a s” (p e q u e n a s u v as d e m á q u a lid a d e ). en tre m im e a m in h a vinha. de m o d o q u e revo lver e a r a r a te r r a re q u e r ta m b é m re tira r as p e d r a s . q u e c o n ta a su a d ecep ção n a v in h a d e su a p r o p r ie d a d e (cf. 2 E a cerco u . O a m ad o fez to d o o p o ssív e l p a r a a s se g u ra r u m a c o lh e ita ex celen ­ te. v o s p eço. O h e b raic o d iz lite r a lm e n te q u e a v in h a é p la n ta d a em “u m ch ifre de u m filh o d o ó le o ” .3 3 .4 U m la g a r estav a p ro n to — d u a s tin a s c o rta d a s d o p ró p rio le ito d a ro c h a firm e .p a ra eles. ex o rtava o povo d e Ju d á e Je ru ­ salém a d e c id ir o q u e d ev eria ser fe ito c o m a su a v in h a. b. M t 2 1 . u m a situ a ç ã o fa v o rá v e l e u m a s p e c to e n so la ra d o . O s o u v in tes c am p estres de Isa ía s d evem te r s e n tid o a d ecep ção do d o n o . M a s em vez d as uvas b o as. ó m ora d ores de J eru sa lém e hom en s de Ju d á . . p o is. A g o ra o am a d o . e esperava q u e desse u va s boas.1 E le p la n to u as vid es e s c o lh id a s ( “ex celen tes v id e s ” ) . J u íz o p a r a as U v as B ravas 5 . q u e ele tin h a o d ir e ito de esp erar.4 4 ) . e a lim p ou das pedras. e m u m a c o lm a q u e te m so lo rico . o c a n to r d á vo z ao seu am ad o . q u e r d iz e r.2 u m a v a rie d ad e s u p e rio r q u e n o rm a lm e n te p ro d u z uvas v e rm e lh as sa b o ro ­ sas e d o c e s. ju lga i. o p ro fe ta e x p lic a o s s ím b o lo s e os a p lic a ao re la c io n a ­ m e n to en tre D e u s e o seu povo. e a te rr a está ch eia d e p e­ d ras.3 — 6 3 A gora.

D a m esm a m an eira que n in g u é m p ô d e acu sar Jesus de p e cad o (Jo 8 . c u ltiv a d a. o u c u id a d a d e q u a lq u e r fo rm a . d errib a rei a su a parede. 5 A gora. . veio a p r o d u z ir vivas bravas? S e m esp era r p o r u m a resp o sta. O d o n o d iz q u e a to r n a r ia em u m so lo im p ro d u tiv o ( “ a to rn a re i em d e s e r to ”).4 Q u e m a is se p o d ia J a z e r à m in h a vinha. o d o n o d a v in h a faz p ergu n tas re tó ­ ricas a d ic io n ais que to rn a m óbvio q u e n a d a m ais p o d e ria ter sid o feito. 6 e a to rn a rei em deserto. esperando eu que desse u v a s boas. N ã o h á n a d a d e i­ x ad o p o r r e a liz a r a n ão se r d e s tr u i-la u m a vez q u e ela n ão p ro d u z iu a b o a c o lh e ita q u e d ev eria te r tid o . S u a am o ro sa p rep aração e c u id a d o eram c o m p le to s e in c o n d ic io n ais. 5 rem o ven d o a ssim a p ro teção e p e r m itin ­ do ao s in tru so s e n tra r e p is o te a r to d o o lo c a l. p a ra qu e seja p isa da. assim ta m b ém n in g u ém p o d e ria acu sar o am ad o que p la n to u e c u id o u d a vinh a. e às n u v en s d a rei ord em que não derra m em ch u va sobre ela. não será podada nem cavada.4 6 ). O s o u v in tes d e Isa ías teriam q u e a d m itir q u e a d ec isão d o d o n o era ap en as ju sta. “S a rç a s e e s p in h e iro s ” crescerão e su fo c arão as v id e ira s e fa ­ rão d a li u m lu g a r d e sa g ra d á v e l. m a s crescerã o nela sa rça s e espinheiros. E le é o am ad o q u e p la n to u a v in h a. S ó D eu s p o d e faz er isso. O d o n o d a v in h a n ão p o d e ria ser cu lp ad o de q u a lq u e r fo rm a. pois. v o s f a r e i sa b er o que eu hei de f a z e r à m in h a vinha: tira rei a su a sebe. n ão m a is p o d a d a . O d o n o d e c la ra q u e ele p ró p rio tir a n a a cerca ( “tira re i a su a seb e” ) e d e m o lir ia a p ared e de p ro te ç ã o ( “ d e rrib a re i a sua p a re d e ”) . qu e eu lhe não tenha f e i t o ? E com o. O d o n o ag o ra p r o n u n c ia o ju íz o so b re a v in h a . p a ra qu e sir v a de pa sto. A im p lic aç ão é q u e a fa lta deve estar n a p ró p ria vin h a. Q u e o d o n o o rd e n ará às n uven s p a ra n ão cho verem so b re a v in h a ( “às n u ven s d a re i o rd e m q u e n ão d e rra m e m ch u v a so b re e la ” ) d e ix a claro o s ig n ific a d o d a p a rá b o la .

ju s tiça .2). e os h o m en s de J u d á sã o a p la n ta das su a s d elícia s.13— M q 2. sem m oradores. 2. as de poucos recursos financeiros possuírem uma casa e terra. e eis a q u i clam or. Não há nenhum espaço deixado para pesso­ 34. O povo de Judá e Jerusalém são as suas videiras es­ colhidas. até que não haja.8-25 8 Ai dos q u e a ju n ta m casa a casa.7 7 P o rq u e a vin h a do S e n h o r d o s E x ército s é a ca sa de I sra el'. Os ricos os reduziram a servos contratados ou meeiros. Esses posseiros da terra fizeram os seus bens pro­ priedade de seus deuses. mas ao invés disso achou o pútrido fruto da injustiça (a lei violada pelos juizes) e um grito de gemido do oprimido pedindo socorro. Agora Isaías explica a parábola. O amado é o próprio SENHOR Todo-poderoso. . m a is lugar. e eis a q u i op ressã o. e a té as g r a n d e s e excelentes. e fi q u e m com o ú n ico s m o ra d o res no m eio da terra ! O juízo do verso 2 é mostrado como sendo exatamente de acordo com a lista seguinte de seis ais em seis formas de “fruto” estragado e malcheiroso. reú n em herdade a herdade. Lv 25. Ele procurou pelo fruto da justiça e retidão. a terra de Deus —dada como uma herança a todo o seu povo. A Vinha Explicada 5. A minoria rica possuía toda a terra. O jogo de pala­ vras no hebraico é impressionante: Ele procurou por mishpat (justiça) e viu míspach (a quebra da lei). 9 A m eu s o u v id o s disse o SENHOR dos E x ércitos: E m verd a d e q u e m u ita s casas fi c a r ã o desertas.c. O primeiro ai é contra os grileiros de terra que se enri­ quecem desconsiderando o direito sagrado de herança da terra (cf. e esp ero u q u e ex ercessem ju íz o . OS SEIS AIS 5. buscou tsedaqah (retidão) e viu tseaqah (um clamor por socorro).

ou vinte e quatro litros) de vinho (mais precisamente. Em outras palavras. pois os ricos serão forçados a deixá-las por causa dos seus pecados (cf. eles não têm nenhuma consideração ou tempo para o SE N H O R ( “não olham. e u m ô m er de sem en te não d a rá m a is do qu e u m a efa. e n ã o olham p a ra a obra do S e n h o r . e vin h o há n os seu s banquetes. suco de uva). M as produzirá somente “um bato” (aproximadamente cinco galões e meio norte-americanos. nem consideram”). a té que o vin h o os esq u en ta ! U m amor ao prazer que envolve intemperança e festejos com be­ bedeira traz o segundo ai. shekhar. Os grileiros de terra terminarão devastados e famintos. Assim.. Exatamente quão ruim a desolação será é visto neste verso. Eles conti­ nuam festejando e se divertindo pelo dia e noite adentro “até que o vinho os esquenta” —totalmente bêbados —com vinho.15). e ta m b oris e p ífa n os.. ou o . Eles vivem para a música e para o vinho dos seus banquetes e festas. a colheita deles chegaria só a uma escassa quantidade de dez por cento daquilo que semearam. “Dez jeiras de vinha” é literalmente um grande campo que leva dez juntas de bois para arar em um dia. Deus julgará a ganância deles. 11 Ai dos que se levan tam pela m a n h ã e segu em a bebediee! E se dem ora m a té à noite. e alaúdes.O SENHOR tem ouvido o clamor das pessoas pobres e desapropri­ adas e deu uma palavra segura a Isaías: As mansões dos ricos ficarão "desertas” e vazias. Am 3. provavelmente cerveja) logo no começo da manhã. 10 E dez je ir a s de vin h a não darão m a is do que u m bato. Semear 22 0 quilos de semente produzirá uma colheita de menos de 2 2 quilos de grão. a obra do Senhor. nem co n sid e­ ra m as obras das su a s m ãos. Que eles se tornaram alcoólatras é mostra­ do pela necessidade deles por bebidas ( “seguem a bebediee” —Heb. 12 H arpas.

à sua soberania e para o curso dos eventos que trarão a sua obra de juízo. 14 P o r isso.17).6 profetiza. Deus breve usaria a Assíria para trazer este juízo. agora o Sheol espera para festejar neles. As massas que seguiram os seus falsos líderes descerão com eles para o Sheol. e a su a m u ltid ã o se seca r á de sede. o qual corresponde ao grego H ades e a “inferno” na língua portuguesa. todas as classes do povo serão abatidas e humilhadas (cf.9. 13 E ntão. . nesse trecho in d i­ cado como “sep ultura”. Devido a seus líderes não os terem instruído na lei de Deus e não os terem advertido contra a quebra desta. e os qu e en tre eles fo lg a v a m a ela desceram . 2. e os olhos dos a ltivos se hum ilharão. O Sh“ol 6 é a m orada do ím pio morto. Desse modo. o povo perdeu o entendi­ mento e “será levado cativo”. é m ostrado como um m onstro insaciável pronto para engolir as pessoas que são culpadas de pecados con­ tra Deus.5. e a su a m u ltid ã o. o m eu p o v o se rá leva d o cativo. a sep u ltu ra a u m en to u o seu apetite e a b riu a boca d esm esu ra d a m en te. os líderes ricos morrerão de fome ( “os nobres terão fome”) e as pessoas comuns morrerão de sede ( “e a sua multidão se secará de sede”). Eles fizeram do prazer e do entretenimento os seus deuses. e os seu s n o b res terã o fo m e . p o r f a l t a de en ten ­ d im en to . Eles passaram o seu tempo festejando. e a su a p om p a . Eles estão cegos aos atos do Senhor. Como Isaías 10. e o n ob re se h u m ilh ará . O juízo cairá tanto sobre os líderes como sobre a massa das pessoas comuns.trabalho de suas mãos. o p leb eu se abaterá. Em contraste com as festi­ vidades e o divertimento. “Os olhos dos altivos” opressores —as pessoas gananci­ osas e inescrupulosas —são escolhidos e separados para humilhação. e a g ló r ia deles. junto com “os que entre eles folgavam”. 13 P orta n to.

19 E d iz e m : A p r e s s e . p a r a q u e o co n h e ça m o s. o s c o r d e ir o s s e p a s c e r ã o c o m o e m p a s t io s s e u s . As cordas que os ligaram no princípio agora se tornaram cordas inquebráveis. s e r á s a n t ific a d o e m ju s t iç a . e D e u s . o S a n to . Eles zombeteiramente se referem às advertências de Isaías a res­ peito do dia do juízo de Deus por vir em breve.s e e v e n h a o c o n s e lh o d o S a n to d e I s r a e l. Ele é santo e se mostrará a Si mesmo santo demonstrando a sua justiça ( “Deus.16 M a s o SENHOR d o s E x é r cito s s e r á e x a lta d o e m ju í z o . eles desafiam Deus a tornar boas as advertências dEle de castigo futuro. c o m o s e f o s s e c o m c o r d a s d e c a r r o s ! Pecadores obstinados cuja incredulidade aberta desafia o SENHOR trazem o terceiro ai. 17 E n tã o. e o s lu g a r e s p is a d o s p e lo s g o r d o s s e r v i r ã o d e a lim e n to a f o r a s t e i r o s . p a r a q u e a v e ja m o s . Os ricos e os governantes violaram os princípios de juízo e justiça. O pecado escraviza aqueles que se rendem a ele. de modo que eles têm que usar “cordas de carro”. Também está claro que eles estão atados aos seus pecados e cul­ pas. Essas grandes propriedades e campos abastados tomados pelos ricos se tornarão terras de pasto. Ninguém estará lá para cultivá-los. . o santo. 18 A i d o s q u e p u x a m p e la in iq ü id a d e c o m c o r d a s d e v a id a d e e p e lo p e ca d o . Cordeiros (ou cabras) vagarão sobre as ruínas do que os ricos desfru­ taram uma vez. Isaías de­ pois mostra que a justiça de Deus restaurará o povo através de sua graça divina. e a p r o x i m e . As suas cargas de pecado e iniqüidade são tão pesadas que as cordas enganosas ( “cordas de vaidade”) que eles usam para puxar os seus fardos é muito pequena. De certo modo. Mas Deus “será exaltado em juízo” que Ele sustenta quando julga o culpado. será santificado em justiça”).s e e a ca b e a s u a o b ra .

O povo e os seus mestres têm se tornado tão depravados que eles consideram o pecado como sendo normal. Quão triste é quando as pessoas torcem a verda­ de! Como é triste quando eles riem dos pecados pelos quais Cristo morreu. e do doce. Eles puseram o ego e a própria sabedoria deles no trono e imaginam saberem melhor que Deus e o seu profeta. Eles não enten­ dem a escolha de Deus do momento certo (cf. a m a rgo! A inversão das distinções morais traz o quarto ai. “Amargo” e “doce” pode ser comparado a moralidade pessoal. m a l! Q u e fa z e m da escu rid a d e luz. rece­ bem o quinto ai. Isaías se achou freqüentemente em conflito com os conselheiros políticos dos reis de Judá (veja 28 . à homossexualidade e outras perversões sexuais. e o bem como sendo mal. 22 A i dos que são p o d ero so s pa ra beber vin ho e h om en s fo r ç o s o s p a ra m istu ra r bebida f o r t e ! . e fa z e m do a m a rgo doce.10). A busca dos prazeres do pecado só pode trazer sofrimento e angústia. ao aborto.Eles são indiferentes às profecias de Isaías. 14).1. 20 A i dos qu e ao m a l ch am am bem e ao bem. 2 Pe 3. e egoisticamente buscam um estilo de vida secular. “luz” e “escuridade” a mora­ lidade pública.9— 30. escuridade. Eles menosprezam a Deus porque não o conhecem. nada jamais irá acontecer. 21 A i dos que são sábios a seu s p r ó p rio s olhos e p r u d en tes dian te de si m esm os! Pessoas convencidas. As pessoas auto-suficientes que dependem dos raciocínios das suas próprias mentes finitas. rejei­ tam a vontade de Deus. e da luz. pensando que devido a nada ainda ter acontecido. A atitude deles é como a atitude do mundo hoje com respeito ao álcool. A totalida­ de da atitude da m aioria das pessoas tinha se tornado como con­ fundir amargo e doce ou luz e escuridão. ainda estão caminhando em direção ao juízo divino.10— 15. provavelmente governantes e políticos.9.

m a s a in d a es tá a lç a d a a su a m ão. c o m o p o d r i d ã o . a s s im s e r á a s u a ra iz . Como uma conclusão à lista de ais.Juizes bêbados e corruptos merecem o sexto ai. 24 P e lo q u e. . Deus fala da liberação da sua ira. p o r q u a n t o r e je it a r a m a le i d o S e n h o r d o s E x é r c i t o s e d e s p r e z a r a m a p a l a v r a d o S a n to d e I s r a e l. e a p a lh a s e d e s fa z p e la ch a m a . ervas aromáticas. não pode obter justiça da parte deles. “o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males” (I Tm 6. e o s s e u s c a d á v e r e s e r a m c o m o m o n t u r o n o m e io d a s r u a s .10). c o m o a lí n g u a d e f o g o c o n s o m e a e s to p a . A indulgência deles a respeito destas coisas os tornou insensíveis a qualquer coisa a não ser os seus própri­ os desejos. A subitaneidade do juízo é comparada à palha e estopa secas que desaparecem depressa em chamas. e a s m o n ta n h a s tr e m e r a m . o suborno se tornou um modo de vida para os juizes. Líderes que deve­ riam ser os heróis no campo de batalha só poderiam ostentar de quanto vinho eles poderiam agüentar e como eles se superaram no "misturar bebida forte” (vinho com temperos. 23 A i d o s q u e j u s t f i c a m o ím p io p o r p r e s e n t e s e a o j u s t o n e g a m ju s tiç a ! Para dar suporte às suas drogas e bebedeiras. A rejeição da lei e da instru­ ção do SE N H O R inclui a rejeição da sua palavra e a rejeição das profe­ cias de Isaías. e e s t e n d e u a m ã o c o n t r a e le e o f e r i u . Com estes juizes e líderes. c o m t u d o isto n ã o t o r n o u a tr á s a s u a ira. Assim o pobre inocente. e provavelmente drogas) para adquirir um teor muito mais elevado. A podridão da raiz e o esvaecer das flores ilustram a plenitude da ruína. 25 P elo q u e s e a c e n d e u a ir a d o SENHOR c o n tr a o s e u p o v o . Tal indulgência é exaltada por eles. que não pode ser capaz de lhes dar um suborno. e a s u a f l o r s e e s v a e c e r á c o m o p ó .

Os guerreiros estão ajustados. n e m c la u d ic a n te . A Assíria e os aliados dela são estes guerreiros estrangeiros. alertas e prontos para marchar. Apesar do tamanho daquele desastre. trazer a invasão assíria descrita nos versos seguintes. A razão pela qual o inim igo virá tão rapidam ente é que eles estão bem preparados. A sua mão nos dias de Isaías ainda estava estendida ( “ainda está alçada a sua mão”) contra Judá para desastres adicionais —isto é. ou bandeira. quando alcançarem o seu objetivo. n ã o s e lh e d e s a ta r á o c in t o d o s s e u s lo m b os. Deus está a ponto de executar o seu juízo. 3.5).Como um clímax para os seis ais. O “estandarte”. As suas folgadas roupas exteriores são cingidas com cinto em preparação para a luta. A marcha longa não os esgotará e eles esta­ rão prontos para a batalha. Ele matou tantos em tão poucos minutos que corpos ficaram deitados nas ruas durante algum tempo.I ). A ira de Deus não estava satisfeita. Este foi um desastre maior. NAÇÕES SOB 0 CONTROLE DE DEUS TRAZEM JUÍZO 5. Que . Eles vêm de uma terra que para os israelitas estava na “extremidade da terra”. este não era nada compara­ do aos resultados dos seus contínuos pecados. lembrado até mesmo na época de Zacarias (Zc 14. n e m s e lh e q u e b r a r á a c o r r e ia d o s s e u s sa p a to s. Deus os designou como agentes da sua ira. 27 N ã o h a v e r á e n t r e e la s c a n sa d o . Isaías tira agora uma lição do passado.26-30 26 E e le a r v o r a r á o e s t a n d a r t e a n t e a s n a ç õ e s d e lo n g e e lh es a s so b ia r á d e s d e a e x t r e m id a d e d a te r r a . As sandálias deles são novas —nem mesmo uma correia quebrada de sandália os im pedirá. n in g u é m to s q u e n e ja r á n e m d o r m ir á . e e is q u e v i r ã o a p r e s s a ­ d a m en te. Ele assobiará para chamá-los e eles virão rapidamente. provavelmente do grande terremoto no tempo de Uzias (Am I . não para dorm ir. que o SENHOR ergue bem alto é um sinal para os guerreiros de uma nação distante atacarem.

ru girã o. e a levarão. Judá não poderá resistir. mas o Egito foi derro­ tado e os soldados contratados fugiram todos.contraste com a desprevenida. eles se lançarão sobre a sua presa “e a levarão”. Por causa dos números e equipamentos do inimigo. e a lu z se escu recerá em su a s assolações. e todos os seu s arcos. 30 E bram arão co n tra eles. Neste tempo o povo de Judá experimentará o caos de estar nesta situação desesperadora. O alvoroço e os gritos de batalha da chegada deles serão como o rugir de um leão. Agora. O equipamento do inimigo está nas melhores condições: flechas agudas. eis qu e só v er á treva s e ânsia. “como o bramido do mar”. como Deus está usando os assírios. as u n h a s dos seu s ca va los dir~se~iam de p ed ern eira . será ouvido sobre a terra —como uma grande e irresistível onda do mar. Ezequias olhou para o Egito por ajuda e contratou os solda­ dos mercenários para ajudar a defender Judá. “curvados”) para a batalha. ru girã o com o fi lh o s de leão. outro rugido. se a lgu ém olh a r p a ra a terra. como um leão. Também. sim . qualquer ajuda humana na qual eles confiam não estará em nenhuma parte para ser achada. 29 O seu ru gid o será co m o o do leão. naqu ele dia. e. As figuras de trevas e de . e as rod as dos seu s carros. co m o o bram ido do m a r. derukhoth. A aproximação dos exércitos assírios será irresistível. descuidada e festeira disposição de Judá e seus líderes! 28 A s su a s fle c h a s serã o agudas. e não haverá q u em a livre. e a rreb atarão a presa. retesados. Uma vez que o inimigo venha. multidões de rodas de carruagens zum­ bindo —fazendo um som parecido ao de um furacão ou tornado.7 Os assírios então levaram muitos dos habitantes de Judá para o cativeiro. u m redem oinho. arcos retesados (Heb. os cascos dos cavalos duros e sadios (as ferraduras de metal não eram usadas nos tempos antigos).

2 0 . Is 38 . 4 (agosto de 1988): 45. “parede” pode se referir às paredes de sustentação que apóiam os terra­ ços. 2 7 . 3 Relevos nas paredes do palácio assírio de Senaqueribe em N ínive descrevem a captura de Laquis e m ostram videiras derrubadas ao chão..8. 1 5 .1 3 -1 5 .1 1 . 5 Ou. um exame de passagens tais como Jo 2 6 . 9 .3. Laird H arris do Covenant Sem inary falou-me que a tradução de Sh"rol na ARC como “sepultura” é devido à sua interpretação.27 .1 1. O term o é usado somente aqui e em Gn 4 9 . 4 9 .5. No entanto. 6 O Dr. Que tipo de exército Deus chamará para trazer juízo sobre o seu povo? CITAÇÕES 1 Arqueólogos têm descoberto que as pedras eram usadas para construir muros de sustentação que apoiavam terraços planos onde as videiras eram planta­ das sobre os mesmos. Pv 5. 4 W alsh. 7. “G ods V ineyard”.1 1 e Jr 2. barra­ ca tem porária”) como em Is 1. R . Bible Review 14. 8 8 . Veja Carey Ellen W alsh.1 0.1 8 m ostra que esta significa .21. A m aioria dos vinhedos tinha um sukkah ( “abrigo. Todavia. “videira rara e escolhida”. De que modos Israel era como uma vinha? 2. Ela tam bém observa que a torre mostrava o prestígio do dono.1 5 . Como os seis ais descrevem e julgam o fruto de qualidade inferi­ or de Israel? 3. 55 .escuridão mostram a sua angústia. Eles serão como um navio em uma tempestade que perdeu os seus mastros e olha para algum sinal de terra ou um raio de luz e não vê nenhum. no. nós temos de nos lembrar que o propósito de Deus para com Israel ainda era um propósito remidor.1 2 . 2 A vide é em hebraico soreg. SI 30. Ibid. 49.8 QUESTÕES DE ESTUDO 1.1 8 .6 . “G ods V ineyard”. 47.

19 93 ). Isaiah 1-39. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Ver também J. Veja Stanley M . (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. H orton. Ancient Records o j Assyria and Bahylonia. 2 vols. 4 2 -4 8 . RJ: CPAD. 2 :1 2 1 . 111. 19 9 3 ). N o Novo Testamento ela é traduzida como Hades. 144-45. . ' D aniel David Luckenbill. Alec M otyer. M cKenna.“inferno”. 19 26— 7 ). 2 1 David L. que é sempre um lugar de punição.: InterVarsity Press. 103. em The Communicator’s Commentary (D allas: 1 W ord Books. 1 9 9 8 ). Nosso Destino: O Ensino das Últimas Coisas (R io de Janeiro.

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depois a sua comis­ são e. Isaías É Chamado Para Um Ministério Difícil 6. I.I-I2. eu v i a o S en h or a ssen tado sob re u m alto e su b lim e trono.1— 13 Depois de dar uma advertência de tal magnitude. Alguns sugerem que Isaías profetizou antes des­ ta visão e que isto era uma confirmação da chamada . A VISÃO QUE ISAÍAS TEVE DE DEUS 6.0 Deus Santo É Exaltado do 6. Primeiro ele dá a época e o lugar da visão e seu efeito sobre si próprio. e o seu séq u ito en chia o tem plo. os resultados futuros de sua profecia.1-4 1 N o an o em qu e m o r r eu o rei Uzias. finalmente.6 A. Isaías retorna para a sua visão inaugural e chamada para proclamar a sua autoridade para declarar um tal destino sombrio.

tornou-se um leproso e o seu rei­ nado foi transferido para o seu filho Jotão. cada u m tinha seis asas: com d u a s co b ria m o rosto. foi que as “abas de suas vestes enchiam o tem plo” (A R A ). 1 ádonai ) “alto e sublim e” no seu trono ilustrava a sua soberania sobre todos os reis. porque Ele é um Espírito infinito (Jo I . quan­ do olhou de repente para além deste.C. e assim o fez.1 A visão provavelmente veio antes da morte do rei Uzias em 739 a.. Este era um tempo crítico para Israel e Judá. por causa da sua presunção em entrar no Lugar Santo do templo. Em uma visão do templo divino. Todavia. Uzias. Ele só menciona o seu próprio nome quando isto é pertinente e relevante a um aconteci­ mento histórico”. e co m du a s cob ria m os p és. . aqui tradu­ zido como “seu séqüito enchia o tem plo”. Isaías não des­ creve a forma sobre o trono porque esta provavelmente desafiava qualquer descrição.2 4 ). que impedisse a sua visão do trono divino. a única coisa que Isaías pôde descrever. Isaías estava fora do templo. Sendo a glória do Senhor tão poderosa e ater­ radora. M as Deus se revelou aqui. N inguém jamais viu Deus na sua totalidade. I 8. possivelmente por um M ediador entre Deus e a humanidade —nosso Senhor Jesus Cristo.que ele tinha previamente recebido. Isaías não é um profeta em uma excursão do ego. ele não viu nenhuma cortina. e com du as voavam . McKenna sugere que “ele resu­ miu as suas profecias e declarou os seus temas nos primeiros cinco capítulos para mostrar a prioridade da mensagem sobre o mensageiro. o livro de Isaías não é estritamente cronológico e não há nenhuma evidência de que ele te­ nha profetizado antes desta época. Tiglate-Pileser III tinha estabelecido o Neo-Império Assírio e já estava focalizando a sua atenção sobre o Oeste. provavelmente em seus átrios. A visão do Senhor (Heb. 4 . 2 O s sera fin s estavam a cim a dele. Ele em breve conquistaria a Síria no N or­ te e faria Israel sujeitar-se. autoridades e poderes no universo.. ou véu.

41 fala a respeito de Isaías vendo a glória de Jesus. João 12. Santo. S anto é o SENHOR dos E x ércitos. A repetição tripla de “Santo” dá ênfase suprema à santidade como a central e mais essencial característica do SE N H O R . duas cobrindo os pés e a parte mais inferior do corpo para indicar hum il­ dade e reverência. mãos e pés deles.) M as Ele também tem se separado de um modo positivo —para levar a cabo o seu plano divino e propósito de redenção e restauração. M as eles também tinham asas: duas que cobriam continuamente a face para indicar a indignidade deles em olhar para Deus ou inquirir nos seus segredos divinos. enche toda a terra. embora o conceito jamais fosse completamente revelado no Velho Testamento. ou exérci­ tos]”. e Isaías viu as faces. que no final das contas conduzirá a um novo céu e uma nova terra. pode indicar a pureza de tal ser. (Isto não deixa nenhum espaço para o conceito de panteísmo. Eles se mantinham clamando uns para os outros: “Santo. 3 E cla m a va m u n s -para os outros. “Santo” tem o significado básico de ser separado. incluindo a manifestação do seu poder e a sua natureza santa. toda a terra está cheia da su a gló ria . mas deve­ ria ter sido vários. Também é possível que o triplo “Santo” reflita a Trindade. Ele é transcendente sobre o seu universo e separado deste. Santo. significando “os ardentes”. Eles refletiam o brilho deslumbrante da glória de Deus em tão elevado grau que pareciam estar em chamas. e a casa se en ch eu de fu m a ç a . Santo é o S e n h o r dos Exércitos [de hostes. diz en do: Santo. Eles não são chamados anjos. Certamente a Trindade estava presente na visão de Isaías. Ele é separado do pecado e do mal. 4 E os u m b ra is das porta s se m overa m co m a voz do que cla m a ­ va. Os serafins proclamam que agora a sua glória. e duas prontas para o vôo imediato e ininterrupto para fazer a vontade de Deus. . O nome serafim.3 Os serafins segura­ mente teriam sabido e teriam entendido que há uma Trindade. Nós não somos informados de quantos serafins havia.Acima do Senhor.2 os serafins estavam voando.

esplendor e glória de Deus. . Embora distinto do rei. A CONFISSÃO E PURIFICAÇÃO DE ISAÍAS 6. e isso contamina o homem” (M t 15. provavelmen­ te era um pouco virtuoso aos seus próprios olhos. Isaías viu os umbrais e limiares da porta do templo tremerem. e p u r fi c a d o m im trazen do n a m ã o u m a u m a tenaz. de modo que Isaías deve ter ficado cheio de medo. mas na presença santa de Deus. e sua fumaça encheu o tem­ plo. 2. disse eu : ai de m im . U m fogo começou a queimar no altar neste momento.Enquanto escutava os serafins. Isaías percebeu de repente que ele também era um pecador. isto provavel­ mente ocultou dos olhos de Isaías a visão de Deus no trono. Em todo caso. e a tua o teu pecado. ( o verdadeiro Rei). Como disse Jesus: “M as o que sai da boca procede do coração. A fumaça também pode simbolizar a ira de Deus acesa contra o povo para o qual Isaías devia profetizar. Seguramente ele nunca esque­ ceu desta visão da santidade.18). e os m eu s olhos v ira m o rei. 7 e com ela tocou tocou os teu s lábios. S I 24. A repetição de Isaías ao longo do livro do nome de Deus como “o Santo de Israel” indica que ele estava sempre cônscio da santidade de Deus. que tirara do a lta r com a m in h a boca e disse: E is qu e isto in iq ü idad e f o i tirada. Os seus lábios profanos não puderam proferir uma oração por misericórdia. indicando um sacrifício. Ele não era nem um pouco diferente do povo ao seu redor. o SENHOR dos E x ércitos! Isaías era um jovem aristocrata que. O povo pensava que era impossível ver Deus e viver. Seus “lábios impuros” atestam um coração e mente sujos e é análogo ater “mãos sujas” (cf. 6 M as u m dos sera fin s v o o u p a ra brasa viva .5-7 5 E ntão. acreditam alguns.4). qu e v o u p erecen d o ! P orque eu sou u m hom em de lábios im p u ro s e habito no m eio de u m p o v o de im p u ros lábios. pois este era todo um “povo de impuros lábios”. desprezando o rei Uzias por causa dos pecados deste. totalmente indigno de entrar na presença do santo SE N H O R .

Com os seus pecados perdoados. M as provavelmente. Agora que não havia nada entre ele e o seu Deus. disse ele: Vai e dize a este p o v o : O u vis. pois tinha sido feita a expiação pelos seus pe­ cados —eles foram tirados junto com a sua culpa.8-10 8 D ep o is disto. a salvação que é nossa através do sacrifício de Cristo no Calvário. quando tocou os lábios de Isaías por ocasião da confissão do seu pecado. o u v i a voz do Senhor. Em outras palavras. M as eles têm que confessar o seu pecado e culpa como Isaías tinha feito (cf. en v ia m e a m im . ele iria ficar desapontado.7.9). Isaías tem que corajosa e repetidamente falar ao povo as mensagens de Deus de . de Ja to . 3. R m 3.23.4 esta não o queimou mas limpou. 9 Então. Se Isaías pensasse que fora chamado a um grandioso ministério que fosse imediatamente mover a nação em direção a Deus. Ele respondeu imediata­ mente. um fogo apai­ xonado tomou posse do coração de Isaías. Deus podia dar-lhe esta salvação porque Cristo iria morrer e prover uma expiação suficiente para to­ das as pessoas de todos os tempos. isto é uma reflexão da Trindade. e não en ten deis. continu­ arem vendo mas nunca percebendo. e vedes. q u e dizia: A qu em envia~ rei. Sua mensagem é uma série de imperati­ vos para eles se manterem ouvindo mas nunca entendendo. Porém. “Este povo” é uma expressão que normalmente insinua o desfavor de Deus. ISAÍAS É COMISSIONADO A UM MINISTÉRIO DIFÍCIL 6. se oferecendo de boa vontade sem levar em conta a natureza ou dificuldade da missão. em verdade. Isaías ouviu as palavras: “A quem enviarei. Ele agora se levan­ tou diante do SE N H O R como se nunca tivesse pecado. pois o serafim a levou “com uma tenaz”. I Jo 1. m a s não perceheis. e quem há de ir p o r n ós? E ntão disse eu : e is -m e aqui.A brasa viva levada do altar por um serafim de fato estava quente. Ele recebeu a plena salvação que só Deus pode dar. e quem há de ir por nós?” Alguns tomam “nós” como o plural de majestade.

hasha. 12 E o SENHOR afaste dela os hom ens. não ven h a ele a v e r co m os seu s olhos. Em vez de trazer restauração presente. M t 13. e fe c h a . (Isto não significa que Deus propositadamente endureceu os seus corações.19). . Em vez de fazê-los perceber a sua condição endurecida. ou reconhecer o seu poder soberano e autoridade — embora eles vejam as suas obras que demonstram que só Ele é Deus. M as a condição espiritual e moral das pessoas as tornarão incapazes de obedecer a lei de Deus. porque as suas obras eram más” (Jo 3. seus ouvidos muito endurecidos ou surdos para ouvir. O povo ainda está endurecido pelo seu pecado (R m 3.14.. e a s e r sarado.lh e os olhos. e en d u rece-lh e os o u vid o s.juízo presente e esperança futura. M as a pregação de Isaías faria os seus corações endurecidos serem ex­ postos e vindicaria como justo o juízo de Deus. Isaías fará o coração deste povo [Israel] ficar insensível —até mesmo mais indispos­ to a receber a mensagem de Deus. besuntar” ou “fechar com obstáculo”) os olhos deles de modo que não podem ver a verdade que lhes é apresentada.) O arrependimento poderia evitar a ruína próxima. como disse Jesus: “Que a luz veio ao mundo. e a o u v ir co m os seu s ou vid os. “cobrir com substância ole­ osa. receber a sua instrução.g. DURÁVEL ATÉ QUE APENAS UM REMANESCENTE PERMANEÇA 6. e a terra seja assolada de todo.II-I3 11 Então. e a en ten d er com o seu coração. no m eio da terra. e.15). eles ficarão mais endurecidos. Jesus também citou Isaías a fim de advertir os seus discípulos da resistên­ cia empedernida do povo à verdade (e. Ele fechará (Heb. e os homens amaram mais as trevas do que a luz. a mensagem de Isaías apenas irá endurecer mais o povo na sua rebelião e incredulidade. e nas casas não fi q u e m orador. e a co n v erter-se. 10 E ngorda o cora ção deste povo. S enhor? E respon deu : A té qu e se assolem as cidades. mas o povo não se arrependerá.23). efiq u em sem habitantes. seja g ra n d e o desam paro. disse eu : até quando. e. 4.

A com­ paração de “o carvalho. Alguns entendem “o toco” como sendo a casa de Davi da qual o Messias virá (cf. haverá reavivamento. 5 3 . Ele clamou em angústia. levou 200.I . Is I I .Isaías percebeu que o seu ministério seria difícil e impopular. ain da f i c a m fi r m e s . d ep ois de se desfolharem . querendo saber “até quando” ele teria que supor­ tar esta insensibilidade e endurecimento da nação. U m cum­ primento parcial veio quando o povo de Jerusalém tomou uma posi­ ção de fé com respeito à profecia de Isaías. e Senaqueribe foi impedi­ do de destruir Jerusalém..” —ARA). A resposta do Se­ nhor apontou a um tempo quando a destruição se espalharia pela terra. se ain da a décim a p a rte dela fi c a r . 13 M as.2 ). eles deveriam esperar por mais destruição —provavelmente significando a destruição futura pelos babilônicos sob o comando de Nabucodonosor. co m o o ca rva lh o e co m o a azin heira.. como a azinheira” retrata a nação como uma floresta derrubada com apenas alguns tocos deixados de sobra ( “de­ pois de derrubados. que. Mas um toco impor­ tante será deixado —“a santa semente”. e o povo seria levado embora. Deus não tinha mudado o seu propó­ sito. . Isto foi cumprido quando Senaqueribe des­ truiu todas as cidades fortificadas de Judá (2 Rs 18.. o significado parece ser que. ainda fica o toco. as cidades seriam destruídas. Ele ainda usaria o povo da sua aliança em seu grande plano para abençoar todos os povos sobre a terra (veja Gn 12. a qual aparece nos capítulos 4 0 a 66.13) e. Isaías teve uma audiência mudada e ele pôde oferecer uma nova mensagem.Todavia. conquanto o juízo sobre o pecado e a rebelião será severo. Isaías não deixa um quadro sem esperança. a sobra da qual a nova Sião virá. A destruição de Senaqueribe deixaria alguns poucos. os campos seriam deixados desolados. Israel ainda era a herança do Senhor e Ele o preservará pela sua graça.150 pessoas cativas.3).. assim a sa nta sem en te será a fir m e z a dela. M as até mes­ mo se somente “a décima parte” do povo é deixada. Daquele ponto em diante. de acordo com os seus registros. to rn a rá a s e r p a sta ­ da.

1— 9 1 S u cedeu . rei da Síria. 0 REI ACAZ É DESAFIADO A CONFIAR EM DEUS 71-16 a. ênfase de M cKenna.: InterVarsity Press. f i l h o de R em alias. 4 J. I. Academ ie Books. 3 H erbert M .1-9. As ambições humanas não poderiam permanecer contra o seu poder e governo. W olf. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove.). 19 93 ). Repreensões e Promessas para Judá 7.I — 2 0 ). Qual seria o resultado da mensagem de Isaías? CITAÇÕES 1 D avid L. “ao seu redor”. B. rei de J u d á . . nos d ias de A caz. em The Communicators Commentary (D allas: W ord Books. Alec M otyer. qu e R ezim . possivelmente porque os tradutores queriam dizer que Deus era o Senhor acima dos serafins. Qual foi a resposta de Isaías à sua visão de Deus e por que ele respondeu dessa forma? 2. Nações estavam se elevando e caindo durante este período (veja 2 Rs I 6 . Mas Deus ainda estava no controle. Como Deus removeu o pecado de Isaías? 3. 111. Síria e Efraim Aliados Contra Judá 7. 1 9 8 5 ). 1 9 9 3 ). f i l h o de Jotã o. Isaiah 1-39. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 86. 107.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 2 A Septuaginta tem kuklõi autou.C. McKenna. 78. e Peca.7 Isaías transmitiu estas profecias durante um tempo de turbulência política no decurso do reinado do rei Acaz (7 4 4 — 715 a. f i l h o de Uzias. p ois.

que é chamado de “Efraim” depois da lide­ rança desta sua tribo. E ntão. O Egito encorajou esta aliança porque queria um estado intermediário que servisse de pára-choque entre si e a Assíria. Dessa forma. Israel e Síria (Arã de Damasco) tinham sido inimigos. p a ra p eleja rem con tra ela. Isto que­ braria a aliança que Deus fizera com Davi (veja 2 Sm 7. e o cora çã o do seu povo. A menção de “a casa de Davi” é significativa porque o propósito de Peca e Rezim não era apenas fazer Judá se unir com eles..000 soldados em Judá e levou os cativos para Samaria (2 Cr 28 . ele e o seu povo ficaram apavorados.2— Como resultado.. . Eles tinham abandonado a sua confi­ ança em Deus e só tinham estado olhando para os seus próprios recursos.rei de Israel. Quando o rei Acaz ouviu isto. Rezim e Peca marcharam contra Jerusalém pretendendo forçar Acaz a se unir. Aparentemente. fez imagens fundidas a baalins..1-3. com o se m o v em as á rvo res do bosque co m o vento. mas a ame­ aça do Neo-Império Assírio de Tiglate-Pileser os fez se unirem em uma aliança contra ele. Esta tentativa falhou (2 Rs 16. su b ira m a Jeru sa lém . O exército de Israel. se m o v eu o seu coração. dizendo: A S íria f e z a lia n ça com E fraim . e a Síria se reagruparam e levantaram um acam­ pamento em Israel próximo da fronteira de Judá e cerca de três dias de marcha a partir de Jerusalém. mas subverter a dinastia de Davi de quem Acaz era descendente. cf. m a s nada p u d era m co n tra ela.5— 8). uma tentativa foi feita para conseguir que Judá se juntasse a essa aliança.4—17).. O rei Peca de Israel também matou 120. e queimou a seus filhos no fogo” (2 Cr 28. 2 E deram aviso à casa de D a vi. entretanto Judá sofreu perdas consideráveis. mas Acaz recusou. O rei Acaz “não fez o que era reto aos olhos do S E N H O R . Deus usou os arameus 4).5). 2 Rs 16. (os sírios) para derrotá-lo e levá-lo prisioneiro para Damasco.

“um remanescente retornará”) era de fato uma idéia fundamental à mensagem de Isaías. ao cam in h o do ca m p o do lavandeiro. Acaz tem que manter a calma ( “aquieta-te”) e tem que deixar de ficar amedrontado. s a í ao en co n tro de Acaz. ao f i m do ca n a l do v iv eiro su perior. mas isto era aqui mais uma ameaça do que uma promessa. pela graça de Deus. não tem as. Até mesmo de um ponto de vista puramente humano isto teria sido sábio. tu e teu f i l h o S ea rJa su b e . algo que Deus não aprovava. não esboçar nenhuma ação. e o perigo passaria. disse o S en hor a Isaías: A gora. mas da Assíria. e da Síria.1 Acaz precisava saber que o seu real perigo não era da parte de Samaria ou Damasco. 4 E dize~lhe: A cautela~te e a q u ieta -te. M as Deus os chamou de “dois pedaços de tições fumegantes” que poderiam produzir apenas um pouco de fumaça que logo seria extinta. . a Assíria os conquistou logo em seguida. A Assíria provocaria um exílio do qual só um remanescente. she’ar yashuv. enquanto fazia planos para sua defesa durante o cerco da Síria e de Israel. escaparia à atenção. voltaria. p o r ca u sa do a rd o r da ira de Rezim . n em se desa­ n im e o teu cora çã o p o r ca u sa destes dois p ed a ço s de t iç õ e s fu m e ga n tes. Acaz estava pensando em apelar paraTiglatePileser III para salvar a cidade do ataque de Rezim e Peca. A palavra do SE N H O R a Acaz era primeiro para adverti-lo para ter cuidado ( “Acautela-te”). Tiglate-Pileser III regularmente pegaria a estrada principal pelo litoral abaixo. A presença do filho de Isaías Sear-Jasube (Heb. A raiva feroz desses dois reis fez Acaz pensar que eles eram um fogo perigoso. De fato. Ele não podia ver qualquer outra coisa a não ser a ameaça imediata de Rezim e Peca. A meta da Assíria era o Egito. Deus então ordenou a Isaías que encontrasse Acaz onde ele estava examinando o abastecimento de água de Jerusalém. e se Jerusalém se man­ tivesse quieta.3 E ntão. Quer dizer. M as Acaz se apavorou por causa dos inimigos que enxameavam próximos de Jerusalém. Acaz deveria confiar em Deus. e do fi lh o de R em alias.

embora o plano viesse da Síria. Rezim e Peca estavam errados em pensar que eles ou qualquer outro poderiam subverter a linhagem davídica e colocar um rei fantoche em Jerusalém para fazer Judá se juntar a eles contra a Assíria. por Salmaneser V E sessenta e cinco anos depois. Deus. e a to rm en tem o-lo . e d en tro de sessenta e cin co anos. n em ta m p ou co acon tecerá. Estes l í ês versículos são todos uma sentença causai. porém. o rei Esar-Hadom fez o assentamento de colonos estrangeiros no território de Israel (Ed 4. E fraim será q u eb ra n tado e d eix a rá de s e r povo. dizendo: 6 Vamos su b ir con tra Ju d á . e o seu cabeça (ou chefe) é “Rezim”. Deus assegurou a Acaz que o plano para depô-lo falharia. com E fraim e co m o f i lh o de R em alias. certam ente. M as a única esperança de Judá era confiar no SE N H O R . Damasco é a capital da Síria (Arã).2). dentro de sessenta e cinco anos Efraim (Israel) já não seria um povo separado ou nação.5 P orquanto a Síria teve con tra ti m a lign o conselho. estava no controle —não Israel ou Damasco. efa ça m o s rein a r no m eio dele o f i lh o de Tabeal. EmboraTiglate-Pileser III não destruísse Samaria. Síria (A rã) e Efraim (Israel) estavam operando juntos. a cab eça de E fraim será S am aria. de modo que o filho dele pode ter sido um parente de Rezim ou do rei de Tiro. “Tabeal” ( “o mau”) é um nome sírio. não fic a r e is fir m e s . e o cabeça de D am asco.C. se o n ã o crerdes. e a cabeça de Sam aria. . o f i l h o de R em a lias. e rep a rta m o -lo en tre nós. Ele declarou que Rezim e Peca não teriam êxito. 9 E ntretanto. R ezim . Rezim nunca será o chefe sobre Jerusalém porque o contexto revela que esse Rezim jamais poderia ser mais do que ele era: Damasco breve seria destruída pela Assíria. Samaria foi destruída em 722 a. M as a cabeça da S íria será D am asco. 7 A ssim d iz o S enhor D eu s: Isto n ã o su bsistirá. Acaz não precisou se preocupar a respeito do seu trono.

demandar que Deus mostre o seu poder sem razão (D t 6. teu D eu s. Quando Acaz não respondeu. A sua real razão por recusar era que ele já tinha rejeitado o SE N H O R e tinha se decidido a pedir ajuda . Deus ainda não tinha abandonado Acaz. ter fé”) ele não ficaria firme (Heb. b. Ela enfatiza que a única esperança deles de escapar da ruína de Arã e Israel é tomar uma posição de fé em Deus. n em ten ta rei ao SENHOR. aparentando que isto seria contra a Lei. con­ tar com. Deus lhe disse que pedisse ao SE N H O R “um sinal” sobrenatu­ ral. dizendo: 11 P ede p a r a t i ao SENHOR. disse que se o povo de Judá e Jerusalém não ficassem firmes na sua fé (Heb. porque ele já tinha interrompido a sua obser­ vância pública e fechado o templo. a qual proíbe colocar Deus em tentação ( “nem tentarei ao S e n h o r ” ) . possivelmente em seguida à advertência precedente. p e d e-o ou em b aix o nas p ro fu n d ez a s ou em cim a nas alturas.10— 13 10 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r com Acaz. Este poderia ser qualquer coisa. Pedir a Deus por um sinal não era tentar quan­ do o próprio Deus fez a oferta. quer dizer. permanecer. p o rém . quer dizer. ta‘aminu. confiando somente nEle.A liderança de Judá jamais pertenceria a Efraim. ou a Peca. u m sin al. qualquer coi­ sa em toda a criação. A N V I apresenta o troca­ dilho na tradução inglesa. teamenu. e Ele não pôs nenhum lim i­ te na natureza do sinal. Que amor maravilhoso Deus estava mostrando! 12 A caz.16). disse: N ão o p ed irei. O hebraico usa as formas hiph’il e niph’al do verbo ‘aman como um jogo de palavras. Acaz não estava preocu­ pado a respeito da Lei. Acaz recusou com simulada devoção. Deus foi gracioso em lembrar a Acaz que Ele era o seu Deus. continuar”). confiar. das profundezas (do inferno) às alturas do céu. Além disso. Deus Oferece e Promete um Sinal 7. o Senhor falou novamente com ele. “acreditar. Então Deus. “ter estabilidade. ainda falando a Judá. Como uma últi­ ma tentativa para fazer Acaz prestar atenção a esta advertência e exer­ citar fé.

. e a paciência de Deus também. Bishop Lowth e o batista John G ill foram antigos escritores que sustentaram uma interpretação messiânica.7— 9). incluindo Isaías. Acaz não estava pronto para se sujeitar à vontade de Deus. 13 E ntão. sen ão qu e ain da afad igareis tam bém ao m eu D eusP Inspirado pelo Senhor. Deus estava testando Acaz. O Sinal do Emanuel 7.20 ). ó casa de D a v i! P ou co vos é a fad igardes os hom ens. Assim.4 A partícula “portanto” refere-se atrás ao versículo 13 e indica que Deus dará um tipo diferente de sinal do que Ele ofereceu a Acaz .u) rei assírio. Isaías falou então para a totalidade da di­ nastia davídica. Porém. se esta forma é uma “promessa ou uma advertência. A mensagem aqui está no plural. por causa dos seus próprios planos. Tiglate-Pileser — o que ele logo fez (2 Rs 16. e da rá à lu z u m filh o . tinha testado a paciência de homens ( “afadigardes os homens”). c. Ele retorna para o singular no versículo 16 porque o que se segue é dirigido de novo especificamente a Acaz. mas com o desejo de o impedir de pecar (Ex 20 . não somente para Acaz.14— 16 P ortanto. como o representante atual. um contemporâ­ neo e um que se refere ao nascimento de Jesus. agora. e será o seu n om e E m anuel.3 Apesar da incredulidade de Acaz e sua recusa de pedir um sinal. O rei Acaz. Por causa da ameaça contemporânea da Assíria.2João Calvino. ou quem é indicado ou pretendido pelo filho Emanuel”. ele disse: O u v i. Note que Isaías disse “meu Deus”. Ele não podia dizer “seu Deus” porque Acaz tinha rejeitado a Deus e a sua palavra. o m esm o SENHOR v o s da rá u m sin al: eis qu e u m a v irgem con ceb erá . Outros propõem um cumprimento dual. o Senhor dará de qualquer maneira um sinal sobrenatural —mas não a Acaz. muitos comentaristas lim itam o cumprimento ao futuro próximo. Os comentaristas não concordam sobre a interpretação desta pas­ sagem.

Alguns comentaristas lim i­ tam a sua atenção ao contexto imediato e supõem que a criança nas­ ceu a Acaz ou Isaías.6 O plural “vos” significa que isto será um sinal para toda a casa de Davi. Esta ocorre somente outras oito vezes no Velho Testamen­ to (Gn 24.C .10. ’almah) é motivo de con­ trovérsia. o Emanuel não poderia ser Ezequias.no versículo IO. cujo significado é “Deus conosco”. Ela é chamada “a” virgem. Êx 2. M as nunca é usada a respeito de uma mulher casada. a terra de Judá é identificada como a terra do Emanuel. “A profe­ .5 Esta “não é mais uma matéria de convite mas de predição”. uma vez que seus filhos são nomeados especificamente como seus.8). Um a outra palavra. O significado da palavra “virgem” (Heb. Em 8. ou “Deus em nossa companhia”. Emanuel é a garantia da sobrevivência de Israel. SI 46 [sobrescrito.25.10 A partícula hebraica hinneh ( “Eis”.9 Porém.8. é usada a respeito de virgens de qualquer idade.8.7 O sinal não se refere apenas a um nascimento sobre­ natural. Ct 1. 6. Pv 30.C. mas também para as condições que cercam esse nascimento.1 Todavia.19. Ao contrário da tradição judaica. I Cr 15. nenhum pai é mencionado. quando tinha a idade de vinte e cinco anos. bethulab. 68. Ela irá chamar o nome de seu filho “Emanuel”.8.). o que indica que o filho Emanuel é o Messias. a palavra usada aqui ( Jalmaü ) parece ser específica a uma virgem na ida­ de de se casar. e isto não é dito a respeito do Emanuel.3. Porém.13 Nem poderia ser a virgem tampouco a esposa de Isaías. seu uso é distinto do hebraico usado para mulheres casadas ( “rainhas”) e “concubinas” e pode significar apenas “virgem”. 1 pois Acaz o designou como co-regente em 728 a. indicando uma virgem específica no plano de Deus. plu­ ral].12e ele começou o seu pleno reinado em 715. em 8.8 Por exemplo.14 Depois. A RC/ARA ) dirige atenção à importância da virgem e de seu filho. esta omissão ajusta-se com o fato de que a criança é nascida de uma virgem. em Cantares de Salomão 6.15 O mesmo Filho nascido da virgem é o Filho maravilhoso em Isaías 9 e 11.20 [plural].43. de modo que ele já existia vivo naquele momento (7 3 2 a.

cia do Emanuel alcança um maior cumprimento no nascimento do Deus-Homem. a n tes qu e este m en in o saiba rejeita r o m a l e escolh er o bem . M as a passa­ gem é flexível —O Filho não precisa estar presente na destruição que Acaz testemunhará. o qual é tanto o Protetor Libertador como o Divino Guerreiro. Ele continua sendo o Emanuel.2 0 ). até a consumação dos séculos. o M es­ sias (M t 1. Mateus aplicou corretamente esta profecia a Jesus. A profecia da desolação de Damasco e Israel seria cumprida como se o Filho estivesse nascido naquele momento.”16 Note também que Mateus term ina o seu livro com Jesus dizendo: “E eis que eu estou convosco todos os dias. 16 M a verdade. Para o Filho significava que até que Ele chegasse a uma idade de responsabilidade. ou coalhada de leite de cabra. a terra de que te en fa d a s será desam parada dos seu s d ois reis. Subjacente a esta passagem está o contraste en­ tre o M essias e a condição degenerada da casa de Davi como encar­ nada em Acaz. 15 M anteiga e m el com erá .18 Outros pensam que o significado é que Emanuel na m aturidade recusará a política de Acaz e escolherá os meios do seu Pai divino (como na tentação de Jesus). Ele estaria compartilhan­ do na situação reduzida de seu povo.17 Alguns entendem a passagem como sig­ nificando que Emanuel deve estar de fato presente para suportar os resultados da recusa de Acaz a partir daquele momento. um tipo de iogurte) e mel silvestre mostra que a criança nascerá em pobreza. Comer manteiga (a versão inglesa N IV indica curds. Amém” (2 8 . Para Acaz esta deveria ter sido uma ad­ vertência de que a casa de Davi seria reduzida a um estado inferior como conseqüência das políticas de Acaz e daqueles futuros reis que seguiram o exemplo dele. até que ele saiba rejeita r o m a l e esco lh er o bem. “Deus conosco”.23). .

Os assírios a quem Acaz procurou por ajuda trarão eventualmente de­ vastação a Judá.17— 25 11 M as o SENHORf a r á v ir sob re ti. uma vez fortalezas seguras para Davi.C. aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. e sob re a casa de teu pai. desde o dia em qu e I fr a i m se sep a rou de Ju d á . Agora Deus vai trazer um golpe até pior. Porém. assobiará o S enhor às m osca s qu e há no ex trem o dos rio s do E gito e às abelhas que an dam na terra da A ssíria. e o Egito provou ser impotente contra esta. e em todas as flo r esta s. A Assíria como a Navalha de Deus 7. e em todos os espinhos. dias tais. os quais serão tão ineficazes quanto moscas. O Egito se tornou a isca que atraiu a Assíria. e eles serão como um enxame de abelhas se estabelecendo e devastan­ do Israel e Judá. na q u ele dia. Alguns vêem o uso das moscas e abelhas como referindo-se à cultura de abelhas na Assíria e às moscas que se instalaram na sujeira no Egito. 18 P orque bá de a co n tecer que. DEUS USARÁ A ASSÍRIA PARA TRAZER JUÍZO 7. a Assíria derrotou o Egito em Elteque. Os vales desertos e as fendas das rochas. Deus “assobiará” para os exércitos da Assíria para serem os seus agen­ tes. qu ais n u n ca v ie ­ ram . Por esse tempo (735 a. 19 e v irã o e p o u sa rã o todas n os va les desertos e nas f e n d a s das rochas.17-8. Nem mesmo a parte mais remota da terra estará protegida dos assírios. Ele só tem que assobiar para os exércitos egípcios.8 a. Confiar no Egito também seria futil.C.2. As cercas de . o ponto é que Deus está no controle do Egito e da Assíria. “Naquele dia” é o dia do justo juízo de Deus sobre Judá.. serão invadidas por forças inimigas. Em 701 a.) a Assíria era um poder mundial dominan­ te. p elo rei da A ssíria. A secessão das dez tribos foi um terrível golpe para Judá e aos reis da linhagem de Davi. e sob re o teu povo.

23 S ucederá. co m erá m an teiga . refa rá o S en hor com u m a navalha alugada. p o r ca u sa da a b u n d â n cia do leite que elas hão de dar. 20 N aquele dia. 22 E a con tecerá que. na q u ele dia. os vinhedos não podem ser mantidos. isto era também uma humilhação literal dos homens de Judá levados em cativeiro. a cabeça e os cabelos dos p és e a té a barba tota lm en te tirará. O rei assírio será alugado ( “navalha alugada”) porque a Assíria não era povo de Deus no mesmo sentido que Israel. Alugado também indica que Deus estaria usando a Assíria apenas temporariamente. E porque há tão poucas pessoas. Enquanto o raspar se refere metaforica­ mente ao uso que Deus faz de um poder estrangeiro para castigar o seu povo.19 21 E su ced erá . naqu ele dia. era a maior humilhação imaginável naqueles dias.cspinheiros que protegem os vinhedos serão tomadas. com o rei da A ssíria. O rei da Assíria será como a navalha de um barbeiro que trará o juízo de Deus. assim como as lontes de água. Os grandes rebanhos terão ido. qu e a lgu ém cr ia rá u m a va ca e du as ovelhas. as pessoas terão que se manter na dieta facilmente pro­ duzida de “manteiga e m el”. isto é. e m a n teiga e m el co m erá todo aq uele qu e f i c a r de resto n o m eio da terra. qu e todo o lu ga r em que h o u v er m il vid es do v a lo r de m il m oed a s de p rata será p a ra . as pernas e a barba. tam bém . levados como espólio pelos invasores assírios. Raspar a cabeça. que está além do rio. O remanescente deixado poderá manter só algumas provisões de víveres. A referência de Isaías a uma “abundância do leite” é irônica por­ que é relativa a tão poucas pessoas que são deixadas para serem ali­ mentadas. Isso indica a desgraça completa e o despovoamento de todas as classes.

Devido ao fato de haver tão poucas pessoas para trabalhar nos vinhedos bem cultivados com as suas muitas videiras caras. só os bois e as ovelhas poderão ir lá e achar algo que comer para se manterem vivos. 24 C om a rco e fle c h a s se en tra rá nele. 2 Então.) Animais selvagens irão tomar conta das áreas cultivadas. Jr 32. Isto im plica que uma campanha m ilitar re­ . sa cerdote. M aer-Salal-H ás-Baz 8. (N ote que Jeremias pagou só dezessete ciclos de prata por um campo inteiro. a U rias. tom ei com igo f i é i s testem unhas.. b. As colinas não poderão cultivar qualquer coisa. p o rq u e as sa rça s e os espin h eiros co b rirã o toda a terra. m a s serv irã o p a ra se m a n d a rem p a ra lá os bois e p a ra serem p isa d os p ela s ovelhas. p o r cau sa do tem o r da s sa rça s e dos espin heiros. a p ress o u -s e à presa..1-4 1 D is s e -m e tam bém o SENHOR: Toma u m g r a n d e v o lu m e e escreve nele em estilo de hom em : A pressan d o-se ao despojo. e a Z acarias. Deus disse a Isaías que levasse um grande rolo (provavelmente de couro)20 e escrevesse uma mensagem sobre ele com uma caneta comum ( “em estilo de ho­ mem”) em escrita nítida e usual que as pessoas poderiam facilmen­ te ler. f i lh o de Jebereq uias. As palavras da mensagem significavam “rápido-despojo-presa-segura”. Colinas onde grãos e outras safras tinham crescido serão cobertas com sarças e espinheiros tão espessos que as pessoas terão medo de caminhar por eles por causa do perigo de serem arranhadas e corta­ das. “sarças e. O povo de Judá pagou um preço terrível pelo pecado de Acaz. Depois que Acaz se recusou a ouvir. de modo que estes se tornam em lugar para caçar. M as Deus ainda era fiel ao remanescente que permaneceu.9.21 A idéia é repetida duas vezes em palavras hebraicas diferentes para ênfase. espinheiros” irão tomar conta. se n ão irá. 25 E tam b ém a todos os m o n tes qu e co stu m a m ca v a r com en x adas.sa rça s e pa ra espinheiros.

7. a Assíria saquearia Damasco e Samaria. provavelmente dentro do seu primeiro ano de vida. A prim eira testem unha. U rias. Agora o SE N H O R aplica o significado do nome quádruplo. e ela c o n c e b e u e d e u à lu z u m f i l h o . de forma que o seu filho seria uma testemunha contínua à verdade da profecia.1 0 .9.B a z . Antes que o menino pudesse dizer as palavras mais simples.S a la l.22. 4 Porque. Isaías provavel­ mente explicou isto às duas “fiéis testemunhas”. Zacarias.1. Isto é paralelo ao que foi dito do filho nascido da virgem e faz do filho de Isaías um sinal —embora não o sinal sobrenatural que seria dado a toda a casa de Davi no futuro. 2 Cr 34. O S e n h o r disse a Isaías que desse ao menino o mesmo nome que Isaías tinha escrito no rolo. . o nome quádruplo dele está em fino contraste com o nome quíntuplo do Messias no capítulo seguinte (9. A esposa de Isaías era uma profetisa. embo­ ra isso possa im plicar que Judá também sofreria.6). cf. e o SENHOR m e d is se : P õ e .1 1).20. At 21. De fato. dia n te do rei da A ssíria.lh e o n o m e d e M a e r .14). O menino não é identificado com Emanuel (cf. N a realidade.3 ). se leva rã o as riquezas de D a m a sco e os despojos de S am a­ ria. 2 Rs 22.lâmpago tom aria a riqueza e os bens de Damasco e Samaria. mas não há tal costume na cultura hebraica. A segunda testemunha.5). an tes qu e o m en in o saiba d iz er m eu p a i ou m in h a m ãe.H á s . 3 E J u i t e r c o m a p r o fe t is a . Alguns supõem que ela era chamada assim de cortesia devido ao fato de seu marido ser profeta. I Co 1 1. há profetisas tanto no Velho Testamento como no Novo (Êx 15.14. é identificada por alguns como aquele que fez o altar para Acaz se­ guindo o padrão de im itação de um outro em Damasco (2 Rs I 6 . de forma que quan­ do a profecia fosse cumprida eles poderiam confirmar que o SeN H O R e Isaías tinham razão. pode ter sido o sogro de Acaz (2 Cr 29 .

o rei do magnífico exército da Assíria o inundaria com imponência. dizendo: 6 P or­ qu an to este p o v o desprezou as águ a s de S iloé qu e co rrem branda­ m en te e co m R ezim e com o f i l h o de R em a lias se alegrou.c. Peca é chamado de o filho de Remalias para nos lembrar que Peca não tinha nenhum direito ao trono de Israel.5— 8 5 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r ain da com igo. mas ainda não estava confiando em Deus. ó E m anuel. A Assíria Vem Como Uma Inundação 8. o rei da A ssíria. O povo estava se regozi­ jando sobre as mortes de Rezim e Peca (ambos morreram em 732 a. Como muito freqüentemente em Isaías. f o r t e s e im petu osas. Contudo. co m toda a su a g ló ria . isto é. ungiu a Salomão ali (I Rs 1. e irá p a ssa n d o p o r ele. Rejeitar as águas suaves de Siloé provavelmente significava rejeitar as promessas de Deus em tempos turbulentos. e su b irá sob re todos os seu s leitos e tra n sb ord a rá p o r todas as su a s rib an ceiras. ele alagaria tudo. 7 eis qu e o S enhor f a r á v i r sob re eles as águ a s do rio. como o poderoso Eufrates ( “o R io ”). inclusive Judá. Alguns críticos mudam “ó Emanuel” para significar “pois Deus é conosco”. Como um grande pássaro de presa que desliza velozmente examinando sobre a terra. 36 e 37).25). As “águas de Siloé” provavelmente são as águas que fluem da primavera de Giom. Jerusalém. Agora. Ele o tinha ganho por ter assassinado a Pecaías (2 Rs 15. Zadoque. Como uma inundação. O exército dele alcançaria “até ao pescoço”. 8 e p a ssa rá a J u d á .C.39). a terra ainda é a terra do Emanuel. . in u n d a n d o -o . Ele não tomaria a cabeça. A invasão de Senaqueribe de 701 a.C.). a Assíria destruiria a totalidade de Judá. Judá recusou as suaves águas correntes de Siloé. Deus é paciente e fala novamente através de Isaías para o povo depois que este se recusou a escutar a mensagem do versículo 4. e a ex ten sã o de su a s asas en ch erá a la rgu ra da tu a terra. o sacerdote. e chegará a té ao p esco ço . Ele garante que a terra será restaurada no futuro. cumpriu esta profecia (veja caps.

portanto. que pode ser traduzido “por causa do Emanuel”. . e ela não su b sis­ tirá. dizei a pa la vra. na sua rebelião. incredulidade e desconfiança do SE N H O R .mas isso não se ajusta ao contexto. Isaías deve ter sentido a oposição dos incrédulos e cínicos. to­ dos os que so is de lon gín q u as terras. perm itia freqüente­ mente que aqueles que foram conquistados se alistassem em seu exér­ cito e recuperassem algumas das suas próprias perdas no próximo lugar de conquista. dai ou vidos. M as Deus o ungiu e lhe deu confiança. Com uma poderosa unção sobre si. a “forte mão” do Senhor é freqüentemente paralela ao grande poder do Espírito Santo. e sereis quebran tados. Isaías foi advertido para que “não andasse pelo cammho deste povo”. Porém.14 e os capítulos 9 e I I . Assim. Todos eles estavam elevando o grito de batalha contra Judá. mas isso não é tudo o que Ele tem planejado. o exército assírio incluía tropas de muitas nações. Deus trará juízo sobre Judá. 11 P orque assim o SENHOR m e disse co m u m a jo r t e m ão e m e en sin o u que não an dasse p elo cam in h o deste povo. p orq u e D eu s é conosco. ó p ovos. Quando a Assíria conquistava nações. e ele será dissipado. 12 N ão cham eis co n ju ra çã o a tudo q u an to este p o v o cham a co n ­ ju r a çã o . ou seja. A promessa do futuro Emanuel é a garantia de que Jerusalém sobreviveria e as nações que tentassem destruí-la eventualmente cairiam. Apenas um ser humano. Ele tinha que continuar declarando a palavra do SE N H O R com coragem. nós temos uma ligação entre 7. 10 T om ai ju n ta m e n ­ te conselho. o exército da Assíria seria eventualmente “quebrantado”.9-18 9 A lvoroça i-vos. e não tem ais o seu temor. 3. “porque Deus é conosco”. n em ta m p ou co vos assom breis. COMO DEUS ESTAVA COM ISRAEL 8. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. Deus iria atropelar o plano deles. dizendo: No Velho Testamento. Emanuel é o Messias. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços.

que era a conspiração de Peca e Rezim. pelos partidários da guerra em Judá. durante o quarto ano do co-reinado de Ezequias com o seu pai. Jerusa­ lém ficou presa como num beco sem saída pelos exércitos assírios sitiantes até que Deus a entregou. m a s serv irá de p ed ra de tropeço e de roch a de escân dalo às d u a s casas de Isra el. Os verbos aqui estão no plural e são endereçados a Isaías e aos discípulos que o escutavam. “M uitos dentre eles” provavelmente se refere tanto a Israel como Judá (v. Isto im plica bên­ çãos de paz. fa­ zendo-os cair.13). alegria e comunhão com Ele. ele v o s será sa n tu á rio. Eles não deveriam temer ou apavorar-se com o que os incrédulos temiam. 14). um lugar santo reservado. Eles deviam considerar o santo SE N H O R . a ele sa n tifica i. Então em 701. e ter o mesmo tipo de temor e respeito que reconhece o seu maravilhoso poder e que confessa e abandona pecado. Ele se tornará uma pedra de tropeço. Samaria caiu em 722 a. Senaqueribe des­ truiu todas as cidades de Judá.13 Ao S enhor dos E xércitos. de laço e rede. e enlaçados. exceto Jerusalém (2 Rs 18. eram ambas consideradas traição. Este não era o real perigo para Jerusalém. 13 E m u ito s d en tre eles tropeçarão. o décimo-quarto ano do pleno reinado de Ezequias. aos m o ra d o res de Jeru sa lém . e a sua advertência a Ezequias para não quebrar aquela aliança outrora feita. M as para aqueles que se recusam a confiar nEle. e serã o q u ebran tados.9). Para esses que ainda confiam nEle e respeitam a sua santidade. ou “conjuração”. e seja ele o vosso assom bro. Acaz (2 Rs 18. 14 E ntão. Indubitavelmente. e seja ele o vosso tem or. e cairão. A mesma derrota pelas mãos da Assíria espera tanto Israel como Judá. os homens de Jerusalém estavam no . e presos.C. A advertência de Isaías contra a aliança com a Assíria. Deus será um refúgio.

quer dizer.) Deus ainda podia cumprir as suas promessas. com os fi lh o s que m e d eu o SENHOR. Isaías irá olhar para além das circunstâncias presentes e colocar a sua confiança em Deus — honrando assim as promessas de libertação. Os discípulos de Isaías foram encarregados de preservá-los. ou instrução. são as profecias escritas e os ensinos que Deus deu a Isaías até aquele momento.exército que enfrentou Senaqueribe e alguns deles foram mortos ou capturados. 18 E is-m e aqui. não simplesmente na colina de Ofel. que habita no m o n te de Sião. 17E esperarei ao SENHOR. Embora o S E N H O R esconda a sua face em desgosto “da casa de Jacó”. Eles foram dados pelo Senhor dos Exércitos para informar o povo de que a sua presença ainda era manifestada no templo “no monte de Sião”. O ato de ligar e selar também protegeria as profecias dos incrédulos que poderiam querer destruir os manuscri­ tos ou negar que Isaías os escreveu. Ele não os deixou sem uma testemunha: Os nomes de Isaías e os dois filhos dele tinham significados simbólicos que continuariam lembrando as pessoas tanto da promessa de salvação como das advertências de juízos. de Israel e Judá. Hebreus . M uito embora o SE N H O R estivesse descontente com Judá. Ele não tinha deixado o seu povo. 16 Liga o testem u n ho e sela a lei en tre os m eu s discípulos. que esco n d e o rosto da casa de Ja có . O “testemunho” e a “lei”. com o sin a is e m aravilh as em I sra el da p a rte do SENHOR dos E x ércitos. ( “monte Sião” aqui significa em Jerusalém. a Sião que Davi conquistara antes do templo ser construído no monte ao norte deste. Eles deviam ser amarrados e selados para indicar que os eventos já tinham prova­ do a sua veracidade. Isaías declara então que confiará no SE N H O R para levar a cabo o seu plano. e a ele agua rdarei. Assim.

22 21 E p a ssa rã o p ela terra d u ra m en te o p rim id o s efa m in to s . ou bênção futura. Lv 19. E devido a não terem confiado em Deus. ---não reco rrerá u m p o v o ao seu D eu s? A f a v o r dos v iv o s in te rro g a r . o qual traz um maior cumprimento das promessas de Deus. ten do f o m e e en fu recen d o -se. então. o espiritismo e outras abominações idólatras.24). que ch ilreiam e m u rm u ra m en tre d e n tes .I I). 20 A Lei e ao T estem un ho! Se eles não fa la r e m segu n d o esta p a la vra.ã o os m o rto s? A Lei de M oisés proibia consultar “médiuns e espíritas” (cf. olhando p a ra a terra. Se tão-somente eles prestassem atenção às suas palavras da parte do Senhor eles iriam achar a verda­ deira luz. O cerco assírio trará fome. e será que. . quando o juízo vier. e serã o en ten eb recid os com â n ­ sias e a rra sta d os p a ra a escu ridão. n u n ca v erã o a alva. 22 E. 20. JUÍZO SOBRE 0 ESPIRITISMO 8.s e . aqueles que eram provavelmente a favor dos assírios e assim rejeitavam as profecias de Isaías estavam pondo pressão crescente no povo para fazer justamente isso. A “alva” ou alvorada. a m a ld içoa rã o a o seu rei e ao seu D eu s. em vez de consultar a Deus.13 cita a partir deste verso e o aplica a Jesus.19-22 19 Q u a n d o vos disserem : C o n su lta i os qu e têm esp íritos f a m i l i ­ a res e os adivinhos.2. eles não se arrependerão. é somente para aqueles que aceitam a palavra de Deus e rejeitam a superstição pagã. Contudo.31. “A lei” (instrução) e “testemunho” novamente referem-se à profe­ cia e aos ensinos de Isaías (veja 5.6. eis q u e h a verá a n gú stia e escu ridão. olhando p a ra cim a. As pessoas que rejeitam as profecias de Isaías vagarão pela noite do juízo de Deus. 4. D t I8 . Quão tolo seria “consultar os mortos em favor dos que vivem”.

os quais ficam situados entre o mar da Galiléia e o mar M editerrâneo. M as a Galiléia. Em contraste com a escuridão mencionada em 8. Ele também tomou Gileade.22. a G aliléia dos gen tios. Iiles serão arrastados “para a escuridão” absoluta e para a melanco­ lia do exílio.1-5 1 M as a terra q u e f o i a n gu stiada não será en ten ebrecida. Os registros de Senaqueribe reivindicam que foram levados como cativos 20 0 .23 Quando olham para a terra (a marca da sua bênção) e os elementos materiais nos quais confiaram. levou os seus habitantes para o exílio e trouxe os povos de outras nações para habi­ tar ali. m as. onde o juízo de Deus primeiro humilhou o seu povo nos dias de Isaías.1 5 0 do povo de Judá —um testemunho incontestável à certeza da palavra profética.C. a terra de Z eb u lom e a terra de N cfta li. virá um dia quando a escuridão será levantada das vidas do povo de Deus. TiglatePileser III fez destes territórios uma província assíria.Ao invés disso. eles amaldiçoarão ao seu rei que não os defendeu e ao seu Deus que não os guardou deste juízo.24 O “caminho do m ar” era a rodovia que vinha do sudoeste. e ane­ xou parte da planície de Sarom próxima do mar Mediterrâneo. Os território de Zebulom e N aftali. eles verão somente desesperada “angústia e escuridão”. Certamente isto significava também uma escuridão interior. n os p r im eiro s tem pos. 5. . Isto foi cumprido quando Jesus ministrou e escolheu os seus primeiros discípulos na Galiléia — a qual ainda era menosprezada pelo povo de Jerusalém.29). (2 Rs 15. seria honrada no futuro. Ele en vileceu . no outro lado do Jordão. além do Jord ã o. ESPERANÇA PARA A GALILÉIA 9. tinham sofrido grandemente por causa das invasões assírias de 734 a 732 a. n os ú ltim os. a en ob receu ju n to ao ca m in h o do m ar. de Damasco abaixo através Galiléia e depois para o mar M editerrâneo e costa abaixo em direção ao Egito.

Em contraste com o pequeno remanescente. Deus deu a Gideão a vitória depois de reduzir o exér­ cito dele de trinta e dois m il para trezentos homens (Jz 7. a parte mais em trevas da terra —cujo futuro parecia o mais sombrio quando Isaías transmitiu esta profecia (aproximada­ mente 733— 2 a.2 -2 5). co m o se a legra m na ceifa e co m o ex u ltam q u an do se rep a rtem os despojos.) veria “uma grande luz”. Alegria. prosperidade.6. serv irã o de p a sto ao fo g o . 2).2 O p o v o q u e a n dava em trev a s v iu u m a g r a n d e luz.C.26 e paz virão porque “resplande­ ceu a luz” (v. todos se a legra rã o p era n te ti. O s uniformes e equipamentos militares que derramaram sangue na guerra serão postos de lado e queimados. pois a vitória do SeN H O R sobre o pecado e seus conflitos será completa. 5 P orque toda a a rm a d u ra daqueles qu e p eleja va m co m ru íd o e as v estes qu e rola va m n o sa n gu e serã o queim adas. 49. a presente libertação do “opressor” deles tam ­ bém será executada pelo S E N H O R .25 H á uma conexão 73 óbvia entre este versículo e o “Filho” do versículo 6. P orque tu quebraste o ju g o que pesava sobre ele. Galiléia. e so b re os q u e h a b ita va m n a regiã o da so m b ra da m o rte resp la n d eceu a luz. vitória. Semelhantemente. a nação será aumen­ tada. O “dia dos m idianitas” refere-se ao dia da derrota dos midianitas por Gideão. . a vara que lhe fe r ia os om bros e o cetro do seu opressor com o no dia dos midianitas. 3 Tu m u ltip lica ste este p o v o e a a legria lhe a u m en ta ste. não pelo número ou habilidade do povo. Não haverá mais nenhum desejo para a guerra. Jesus traria a luz da salvação aos gentios (Is 42.6).

e bemestar —uma paz que Jesus dá agora (Jo 14.14. O governo estando “sobre os seus ombros” significa que Ele será rei.2). e uma paz que estará completamente em efeito no M ilênio. U m conse­ lheiro era uma pessoa com uma determinada sabedoria dada por Deus. “U m filho” referese de volta a 7.6. onde o Verbo vivo é aquEle por intermédio de quem Deus fez tudo o que foi feito (cf. Emanuel. P ai da E tern idade. Este Filho é um ser divino. Ele também é o “Príncipe da Paz”. Porém. Os nomes dados indicam as características essenciais dele. integridade. u m f i l h o se n o s d eu . aquEle que traz a verdadeira paz —a qual inclui salvação. Ele virá a nós como um menino. Jz 13.27). Isto também fala de seu cuidado fiel e amoroso.18). “Autor”] da Eternidade [ou. Isto se ajusta com João 1. “M a­ ravilhoso” e “Conselheiro” não são colocados juntos por eruditos hebreus antigos. “M aravilhoso” é um substantivo. harmonia.27 Alguns críticos desejam interpretar “Deus Forte” como um “he­ rói divino” ou “piedoso”.3. A realeza era simboli­ zada por um cetro sobre o ombro do rei. Jesus insinua que Ele é o “Conselheiro” quando chama o Espírito Santo de “outro” Conselheiro (Jo I4 . bênção. P r ín cip e da Paz. “do Universo”]. D eu s Forte. “Pai da Eternidade” poderia ser traduzido “Pai [ou.6. e significa que Ele será uma maravilha sobrenatural (cf.21 de um modo tal que isso só pode se referir a Deus. também Hb 1. e o p rin cip a d o está so h re os seu s om b ros. o qual passou pelas trevas e que será redimido. M as Ele virá em primeiro lugar ao remanescente de Isra­ el. . Êx 15 . C on selh eiro. O Messias acabará com opressão e a injustiça.11. Isaías usa a mesma frase em 10. que é perpétuo. e o seu n o m e será M a ra ­ vilh oso.7 6 P orq u e u m m en in o n o s n a sceu . 0 PRÍNCIPE DA PAZ 9.I 6 ). “Deus conosco”.

7 D o in crem en to deste p rin cip a d o e da paz. sua eterna capital. “não haverá fim” ao seu governo e paz. O “zelo do S e n h o r ” é a poderosa expressão do amor e determi­ nação que fazem parte da sua natureza —uma determinação para cumprir as suas promessas e alianças. Qual seria o resultado de Deus usar a Assíria para trazer juízo? 5. O reino reflete o caráter do Filho. Devido a Ele ser o Rei divino. Lc 1.7— 10). sob re o tron o de D a v i e n o seu reino.. Uma vez que o Filho vem reinar como o Rei desejado e legítimo.32. cumprindo a aliança que dá o trono à linhagem de Davi para sempre (2 Sm 7. para sempre”). desd e agora e p a ra sem p re. pa ra o f i r m a r e o fo r t i f ic a r em ju íz o e em ju stiça . o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto.12. O que manteria os discípulos de Isaías fiéis a Deus? . n ã o ha verá f i m . Qual é o significado do nome Maer-Salal-Hás-Baz? 6. cf. Para que propósito Isaías levou Sear-Jasube com ele para se en­ contrar com Acaz? 2. N ada será capaz de impedi-lo.13. Por que o povo acusou Isaías de conspiração e traição? 7. porque Ele é o Senhor dos Exércitos com todo o poder e com os exércitos do céu ao seu comando. a Nova Jerusalém. determinado no versículo 6. E verdade que Satanás será libertado por pouco tempo após o M ilê­ nio (Ap 20. Ele manterá o seu reino para sempre com justiça e retidão divinas ( “em juízo e em justiça. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Por que Acaz recusou-se a pedir um sinal? 3.33). Em que base podemos aplicar o sinal do filho nascido de uma virgem a Jesus? 4. mas ele não poderá subverter o reino do Senhor — este continuará nos novos céus e na nova terra.. O governo do Filho será estabelecido “sobre o trono de Davi”.

H anke. 1 9 7 8 ). Isto também é verdade a respeito da literatura não bíblica. 8 M otyer. 6 J. Alec M otyer. 11 Hayes e Irvine. Commentary on Isaiah. 111. a A liança D avídica estava em vista. 1 9 8 7 ).: Presbyterian & Reform ed. 123.6 é relacionado aos versos precedentes? 9. 10 Se Isaías tivesse querido dizer “m ulher jovem” (R S V ). 1 9 9 3 ).: InterVarsity Press. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications.8. 3 9 -4 0 . H indson. The Validity o f the Virgin Birth (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Acaz “perdeu um sinal im ediato”. com sua prom es­ sa conduzindo ao M essias que faria eterno o trono de Davi.2 2 ). N. ele teria usado o term o na’arah (o qual a R S V traduz em outro lugar como “m ulher jovem”). Isaiah. Prophecy o f Isaiah. 24. Bultem a mostra que por incredu­ lidade. alguns entendem isto como sendo um encoraja­ m ento p ara A caz. M ateus também usa parthenos e especificamente declara: “Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta” (1 . 1 3 5-3 6. 7 Desde que Rezim e Peca estavam pretendendo substituir a fam ília davídica com o filho deTabeal. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 108. 23. Qual é o significado de cada um dos nomes dados ao Filho em Isaías 9. 85. 5 H indson.J.6 e como eles são cumpridos em Jesus? CITAÇÕES 1 Por incrível que pareça. que significa “vir­ gem ”. Ver John H . Kaiser. . Isaíah’s Immanuel. 3 Para um a lista de com entários sustentando este ponto de vista. 82. Como o “Porque” no início de Isaías 9. 4 H arry Bultema. IsaiaVs Immanuel (Phillipsburg. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: A bingdon Press. V eja H . 84. 1 9 6 3 ). H indson. Isaiah’s Immanuel. ver Edward E. trans. 30. Irvine. Isaiah 1-12. 2 O. 9 A Septuaginta traduz o hebraico ‘almah o grego parthenos. H ayes e S tu a rt A. 19 81 ). 100.

M otyer. M otyer acrescenta: “A promessa aguardava o seu tempo. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Interpreting Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing H ouse.1 1 — 2 e 1 1 . H in d so n m o stra que o nom e de M aer-Salal-H ás-B az “expressa juízo” em lugar da bênção im plícita no nome Emanuel. 2 vols. Isaiah (A tlanta: John Knox Press. 46. W o lf sugere que “M aer-Salal-H ás-B az” (Veja Is 8 . 19 Isto foi cum prido em 701 a. H indson.1 5 0 pessoas cativas de Judá. 21 Eu tomo estas palavras como imperativos. Interpreting the Propbetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. 7 . 48. 16 Ibid. quando Senaqueribe. V anG em eren. Prophecy o f Isaiah. Veja D an iel D avid Luckenbill. idem. W olf. 2 6 0 . 8 . em Ancient Israel.12 H orn diz “cerca de 7 2 9 a. . de acordo com os seus registros. 33 .1 ) pode ter sido referido ao “Em anuel” como uma repreensão para Acaz. 19 90 ). pois antes do seu nascim ento Judá e Israel serão espalhados e precisarão ser reunidos”.2. “T h e Divided M onarchy”. 19 88 ).: Prentice-H all. levou 2 0 0 . 4 2 -4 4 . Ancient Records o f Assyria and Babylonia. Alguns as entendem como particípios e as traduzem como “a pilhagem está se apressando. 12 — 16 2 13 apontam para “o futuro sem data.C. 20 Alguns entendem o hebraico como significando um a grande placa para ser escrita sobre ela com um estilete e erigida como um outdoor. 129. mas que o Novo Testamento o aplica em um sentido m ais c o m p leto a Jesu s.J. 87. H orn. Esta é uma prova adicional de que Ezequias não é tido como “Em anuel”. 13 A sugestão de R oth de que “virgem” está “se referindo possivelmente à virgem -que-ainda-seria-rainha do rei A caz” de form a que Emanuel é “o futuro rei Ezequias” não corresponde ao período bíblico (cf. lsaiah’s Immanuel. W olfgang Roth. 18 M otyer m ostra que os caps.C. 7 a 11 m ostram “um a tensão entre o im ediato e o rem oto”. veja H indson. o saque está acelerando”. 9 0 -9 2 . A cadem ie Books.2). 1 9 8 5 ). 14 Para mais discussões a respeito da identidade da virgem. 1 9 2 6 -2 7 ). 131. 2 R s 16. H ershel Shanks (Englewood C liffs. H erbert M . 19 24 ). 2:1 2 0 .1 4 — aponta para “a ameaça im ediata”. (C hicago: U niversity o f Chicago Press. ed. 17 Cf.” Siegfried H . P orém . N. Academ ie Books. Isaiah’s Immanuel. 15 W ille m A. 19 88 ). 18 . mas a ameaça era im ediata”.

Deus já tinha trazido juízo sobre o seu povo. m a s p o r ced ros as su b stitu irem os. e ela ca iu em Israel. co rta ra m -se as f i g u e i ­ ra s bravas. E fraim e os m o ra d o res de S am aria. de modo que há lições também para eles. S. The Lord is Savior: Faitb in National Crisis (G rand R apids: W m . “V iu” é o profético perfeito hebraico. ''' A pilhagem só poderia ser dividida depois de um a vitória. Quatro Razões para a Ira de Deus 9. ed. “Os Seres Espirituais Criados”. Eerdmans. allon. Deus proferiu a sua mensagem de juízo vindouro por Amós e Oséias.rank D.I. W idyapranaw a.4 As quatro seções desta profecia tratam dos pecados de Israel e cada uma é seguida por um refrão que confirma a necessidade de um juízo adicional. B. Algu­ mas declarações parecem se referir ao passado. !J Gk. JUÍZO SOBRE 0 ORGULHO E A AUTO-SUFICIÊNCIA 9. C. m a s com ca n ta ria to rn a rem o s a ed ifica r. 2 0 2 . O povo de Efraim (Israel) e a principal cidade de . ed.1 4 . “um outro do mesmo tip o ”. al­ guns eventos no passado refletem o que está por vir no futuro. dizem : 10 O s ladrilhos caíram . que. As mesmas condições também eram prevalecentes em Judá. como também por Miquéias e Isaías. 8 . ' O hebraico pode também significar que eles am aldiçoarão a própria situa­ ção deles pelo seu rei e o pelo seu Deus. I. RJ: CPAD. 51. H . e toda a nação breve verá isto acontecer.8 )”. H orton. outras ao futuro. em Teologia Sistemática. (R io de Janeiro. M acchia. 19 90 ). Stanley M . 19 96 ). 1 Alguns consideram esta passagem “uma continuação do sinal do Emanuel (Is 7 . 9JE todo este p o v o o saberá.8-12 8 O S en hor en v io u u m a p a la vra a Ja có . em soberba e a ltivez de coração. indicando a certeza de cumprimento. rev. porém mais ainda está por vir.8-10.2 0 3 .

A menção de “Pela frente virão os siros” (ou arameus) e os filisteus provavelmente se refere a invasões anteriores.C. e d evora rã o a Isra el co m a boca escan cara da. m a s ain d a está esten~ dida a su a m ão. Os “adversários de Rezim ” são os assírios. Tijolos de barro e vigas de sicômoro eram materiais de constru­ ção ordinários. n em b u s co u ao SENHOR d os E x ércitos. 17. 12 P ela f r e n t e v irã o os siros. este p o v o n ã o se v o lto u p a r a q u em o f e r i a . M as estes juízos no passado não satisfizeram a ira de Deus.Samaria dizem com “soberba e altivez de coração” que o juízo de Deus não os humilhará. pronto a golpear o desafiante Israel com julgamentos adicionais.I2. Eles usariam pedras esquadrejadas ( “cantaria”) e vigas de cedro.13-17 13 C o n tu d o . No seu orgulho o povo pensava que poderia re­ construir até melhor sem Deus. o sfilisteu s. Eles não devem pensar que devido ao fato de terem se recuperado de juízos passados podem fazer como lhes apraz no futuro. 2. que um terremoto ou a batida de aríetes do inimigo poderiam derrubar. especialmente durante o tempo do fraco rei Menaém que morreu em 742 a. desta vez usando a Assíria. A mão de Deus “ainda está estendida” (um refrão que aparecerá mais quatro vezes: vv. Este orgulho e auto-suficiência é a primeira razão para a ira de Deus. Juízos anteriores não fizeram o povo retornar ao SE N H O R em ar­ rependimento ou buscar a Ele e à sua vontade.4). Repetidas vezes Deus . 11 Portanto. 21 e 10. JUÍZO SOBRE UM POVO EXTRAVIADO 9. Ainda desafiando a Deus. o S enhor su scitará con tra ele os adversários de Rezim. e p o r detrás. e n em co m tu d o isto se ap artou a su a ira. como as dos palácios dos reis. e in stiga rá os seu s inim igos. eles dizem que se edificarão novamente.

C. Ele trará juízo súbito. ‘por­ ção’. Ele foi paciente. Portanto. é a divisão dum assunto em partes distintas]. o junco. possivelmente na queda de Samaria em 72 2 a. por outro lado. Eles deveriam ter estado equipando a liderança com a Palavra de Deus. 17 P elo qu e o SENHOR não se regoz i­ ja r á com os seu s jo v e n s. Os falsos pro­ fetas também pensavam que faziam parte da cabeça. Os líderes —referidos aqui como “cabeça e a cauda. crescia nos lugares baixios e pantanosos. p o rq u e todos eles são hip ócrita s e m alfazejos. o ra m o e o ju n co . eles enganavam os líderes com as suas men­ tiras.cíiamou o povo a se arrepender. 15 ( O a n ciã o e o v a rã o de respeito são a cabeça. a atitude do Senhor . e toda boca p r o fere doidices. mas o povo perma­ neceu rebelde —a segunda razão para a ira de Deus. ‘fração’.) O tempo virá quando Deus já não tolerará a rebelião. influenciando o povo. Os ramos da palma cresciam nos altos. (Isaías usava freqüentemente um dispositivo literário chamado merisma [N ota do Tradutor: Do Gr. n u m m esm o dia. expressan­ do uma gama inteira listando simplesmente o máximo e mínimo. abanando para tentar agradar o povo. Ao invés disso. Os próprios falsos profetas aparentemente tinham se tornado políticos em busca de dinheiro e popularidade. Juntos eles simbolizam que os líderes grandes e peque­ nos seriam derrubados. o ramo e o junco” —são responsáveis pelo povo não buscar o SE N H O R . 14 P elo que o Senhor co rta rá de Isra el a cabeça e a cauda. mérisma. M as eles são apenas “a cauda”. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. que por seu turno se desviava dos caminhos do Senhor ( “são devorados”).) 16 P orque os g u ia s deste p o v o são en ga nad ores. Os líderes enganavam o povo. e não se co m p a d ecerá dos seu s ó -fã o s e das su a s viú va s. C om tudo isto não se ap artou a su a ira. e o p ro feta q u e en sin a a fa ls id a d e é a ca u d a . Eles serão destruídos “num mesmo dia”. Os governantes são “a cabeça”. e os que p o r eles são g u ia d o s sã o devorados.

To­ das as pessoas são culpadas. e. vivendo como se Ele não existisse. Esta guerra civil se estendeu para além do reino norte de Israel a um desu­ mano ataque sobre Judá. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. n in gu ém p o u p a rá ao seu irm ão. a terra estará um caos. Deus usará o pró­ prio povo como instrumento da sua ira contra eles: N a sua maldade. 21 M an a ssés a E fraim . Todos os rastros de amor fraterno serão extintos. 20 Se co r ta r da banda d ir e it a a in d a terá fo m e . mas eles também estão pecando e desagradando a Deus. Deus é o de­ fensor para os órfãos e viúvas. Com os líderes levados embora no juízo. A santa ira de Deus será outra chama que “escurecerá” a terra. e será o p ovo co m o p a sto do f o g o . cada u m co m erá a ca rn e de seu braço. e am bos eles serã o con tra Ju d á . Esta é a terceira razão para a ira de Deus. Normalmente. ela se ateará no em a ran had o da flo r e s ta . ela devora as sa rça s e os espin h eiros. 19 P o r cau sa da ira do S enhor dos E x ércitos. e E fraim a M anassés. Eles destruirão até mesmo os seus próprios parentes. e su b irã o ao alto espessas n u v en s de fu m a ç a . As pessoas jovens deveriam ter sido uma alegria ao Senhor. em vez de ajudarem um ao outro. falando a mesma linguagem vil. com a impiedade se espalhando como um fogo de floresta e destru­ indo o país. eles destruirão um ao outro. A IMPIEDADE QUE CONSOME POR CAUSA DA IRA DE DEUS 9. A mão de juízo de Deus “ainda está esten­ dida” para trazer mais juízo sobre esse povo degenerado! 3.s P orque a im pieda de lavra co m o u m fo g o . ain da se não fa r ta r á .I8 -2 I . sim . Aqueles que destroem um ao outro não estarão satisfeitos ( “não se fartará”).mudará em relação a eles. a terra se escu recerá . se co m er da banda esquerda. A dissensão tribal acontece- . C om tu d o isto não se ap artou a su a ira. mas até mesmo estes são tão descrentes e ímpios quanto o resto do povo.

Eles são extorsionários que fazem as suas vítimas entre os pobres. ao fraco.1-4 1 A i dos que d ecreta m leis injustas. e quem os ajudará então? Será muito tarde para buscar o Senhor. . as viúvas.rá até mesmo entre as tribos de José.29). há de vir de longe” (da Assíria). O que farão eles quando o dia vier e Deus retribuir com juízo adicional? Eles estarão muito fracos para se levantarem contra Ele. e p a ra rou b a rem os ó -fã o s! U m ai é pronunciado sobre os legisladores que tornam a opressão legal e fácil. como o fizeram durante a guerra siro-efraimita. ou estarão “entre os mortos”. os oprimidos. Os governantes pensam que eles têm a Lei do seu lado. Ao invés disso. e pa ra despojarem as viú vas. Eles se unirão apenas para se voltarem contra o reino sulista de Judá. a qual fazia provisão ao pobre. AIS AOS GOVERNANTES INJUSTOS 10. e especialmente às viúvas e órfãos (D t 14. Novamente. 4 sem q u e cada u m se abata en tre os p reso s e caia en tre os m o rto s? C om tu d o isto a su a ira não se apartou. Esta injustiça contradizia a Lei de Moisés.. e dos escriv ã es qu e escrevem p erversid a d es. que obtiveram o direito hereditá­ rio da parte de Jacó e deveriam estar desfrutado a bênção de Abraão. Este será um dia quando a “assolação. mas Isaías os desafia. m a s ain d a está esten d id a a su a m ão. e os órfãos. Esta corrupção nos tribunais legais é a quarta razão para a ira de Deus. 3 M as que f a r e i s v ó s ou tros no dia da visita çã o e da assolação qu e há de v i r de lo n ge? A qu em reco rrereis p a ra ob ter so co rro e on d e d eix a r eis a vossa g ló ria .. a ira de Deus ainda arde e a sua “mão ainda está estendida” para trazer mais juízo. eles ou serão torturados cativos. e p a ra arreb atarem o direito dos a flitos do m eu p ovo. e as riquezas que eles ganharam a partir de práticas ímpias não os ajudarão. 4. 2 P ara p reju d ica rem os p o b res em ju íz o .

7 a in d a qu e ele não cu id e assim .1.5-34 I. Os assírios cumprirão o signi­ ficado de Maer-Salal-Hás-Baz (veja 8. A Assíria não atentará ao fato de que ela é o agente de Deus que traz o juízo dEle sobre Israel e Judá. Deus está enviando os assírios contra o seu próprio povo. A indignação de Deus é representada pelo bordão nas mãos da Assíria. 6 E n v iá -la -ei contra u m a nação hipócrita e con tra o p o vo do m eu f u r o r lhe darei ordem . O propósito deles é invadir e . Assíria É Usada e Julgada 10. e lhe tom e o despojo.1— 4? D. Que juízo o Senhor promete a Israel e quais são as razões para a sua ira? 2. nem o seu cora çã o assim o im a gin e. no seu coração. p a ra que lhe roube a presa.QUESTÕES DE ESTUDO 1. a va ra da m in h a ira ! P orque a m in h a in d ign a ­ çã o é co m o bordão nas su a s m ãos. o qual se tornou uma nação hipócrita e perversa. Quais são as razões para o ai em 10. Agora um ai é pronunciado sobre os assírios — a ferram enta que Deus está usando para trazer juízo sobre o seu próprio povo.A VARA DE DEUS I0 . ASSÍRIA . com o a lam a das ruas.5— 11 5Ai da A ssíria.3). in ten ta d estru ir e d esa rra iga r não p o u ca s nações.5 -I9 a. e o pon ha p a ra ser p isa do aos pés. Assíria É Usada Sem Saber 10. antes. Eles não terão nenhuma misericórdia enquanto pisoteiam o povo e se apoderam de suas posses.

.íssimilar as nações ao Império Assírio, com o plano para dominar o inundo.
s P orque diz: N ão são m eu s p rín cip es todos eles reis?

O auto-exaltado orgulho da Assíria é tão grande que declara to­ dos os seus oficiais do exército como sendo reis no seu próprio direilo. Eles pensam que são invencíveis. 9 N ão é C a ln o co m o C arq u em is? N ão é M am ate com o A rpade? E S a m a r ia co m o D a m a sco ? O rei assírio gabava-se a respeito de suas conquistas. Por volta de 717 a.C., as principais cidades na Ásia M enor ocidental tinham sido conquistadas pela Assíria. Carquemis, no rio Eufrates, uma antiga capital do Império H itita, foi conquistada por Sargão II em 717. Calno, localizada aproximadamente a oitenta e oito quilômetros ao sudoeste, foi conquistada porTiglate-Pileser III em 738 a.C. Arpade estava apenas a cerca de 10 quilômetros a noroeste de Calno, próxi­ ma da moderna Alepo. Hamate estava nas proximidades do rio Orontes. Damasco foi conquistada e destruída em 732. Samaria foi tomada e destruída em 72 2 por Salmaneser V (embora seu filho, Sargão II, depois tivesse tentado levar o crédito). Parecia como se nada pudesse parar a Assíria.
10A m inha m ão a lca n çou os rein o s dos ídolos, ain da qu e as su as im agen s de escu ltu ra eram m elh ores do qu e as de J eru sa lém e do qu e as d e S am aria.

Os reis da Assíria se exaltavam sobre os deuses dos países que eles conquistavam, e até mesmo sobre os seus próprios deuses. U m título que os governantes assírios tomavam para si próprios era “R ei do Universo”. Desse modo, o rei assírio acreditava que o seu poder tinha “se apoderado dos reinos dos ídolos”, deuses que ti­ nham o dever de ser os patronos e protetores dos países que eles tinham subjugado.

Os reinos pagãos faziam freqüentemente grandes ídolos de ouro e prata. O rei assírio sabe que há ídolos em Jerusalém e Samaria — ainda que Deus os tivesse proibido —mas os ídolos deles não são as bonitas e ornadas imagens dos outros países que a Assíria conquista­ ra. Os assírios falam deles com desprezo. Depois, quando Senaqueribe destruiu Babilônia, ele determinou a seus soldados que esmagassem os ídolos de Babilônia. As duas exceções foram as imagens de Bel e Nebo, as quais ele levou para N ínive.1
11 P orven tu ra , co m o f i z a S am aria e aos seu s ídolos, n ã o o f a r i a igu a lm en te a J eru sa lém e aos seu s íd olos?

O fato de que Samaria já tinha sido conquistada data esta profe­ cia depois de 7 2 2 a.C. Os “ídolos” de Samaria (Heb. ‘elilim, signifi­ cando “nadas”, “nulidades”, “inúteis”) tinham sido destruídos. As imagens de Jerusalém (Heb. ’a tsa b b i “ídolos ofensivos”) mereceram o mesmo tipo de juízo. Os assírios presumiram corretamente que na­ quele momento a maior parte do povo de Jerusalém estava confiando em imagens para protegê-los. Os assírios acreditavam que os seus próprios ídolos eram mais poderosos que os ídolos das outras na­ ções. Eles também pensavam que os seus ídolos eram maiores que o Senhor, o único Deus verdadeiro. b. Deus Punirá a Assíria no Devido Tempo 10.12— 19
12 P o r isso, a co n tecerá que, havendo o Senhor acabado toda a su a obra no m o n te Sião e em J eru sa lém , então, visita rei o f r u t o do a rro ga n te cora ção do rei da A ssíria e a p o m p a da a ltivez dos seu s olhos.

Embora Deus estivesse usando a Assíria, quando a obra do juízo de Deus sobre Judá estiver “acabado” (quebrado como a linha de um tecedor), o orgulho do rei de Assíria será castigado. Ele descobrirá então que não estava lidando com ídolos ou imagens esculpidas, mas com o Deus poderoso do céu e da terra.

13 P orquanto disse: C om a f o r ç a da m in h a m ã o f o z isto e com a m in h a sa bedoria, p o rq u e sou inteligente; eu rem o v i os lim ites dos p o v o s; e ro u b ei os seu s tesou ros; e, com o valente, abati aos que se sen ta va m sobre tronos. 14E achou a m in h a m ã o as riquezas dos p o v o s com o a u m nin ho; e, com o se a ju n ta m os ovos a b a n d on a ­ dos, assim eu a ju n tei toda a terra; e não h ou ve qu em m ovesse a asa, ou a b risse a boca, ou m u rm u ra sse.

O rei assírio atribuía suas conquistas e saques ao seu próprio poder c sabedoria, não reconhecendo a soberania de Deus. Ele fundia outras nações no Império Assírio. Isto era tão fácil quanto roubar ovos de um ninho abandonado. Note a maneira orgulhosa das expressões ' [eu] liz” e “minha” nestes versículos. “Valente” (no original, “poderoso”) é um termo usado pelos hebreus relativo a Deus (1.24) e pelo rei assírio a respeito dos seus deuses. O rei assírio reivindicava estar agindo como um deus poderoso na sua conquista de outros reis.
ls P orven tu ra , g lo r ia r - s e - á o m ach ado co n tra o qu e corta com ele? O u p r esu m irá a serra con tra o qu e p u x a p o r ela ? C o m o se o bordão m ov esse a os q u e o levan tam ou a va ra levan tasse o que não é u m p ed a ço de m a d eira !

A tolice da jactância do rei assírio é comparada a um “machado” ou uma “serra” gloriando-se contra aquele que os usa, ou a um “bor­ dão” (um cetro) tentando manipular aquele que o ergue, ou uma “vara” que tenta balançar uma pessoa viva “que não é um pedaço de madeira”. O ponto principal é que o Senhor é o Agente vivo e a Assíria é apenas o bastão que Ele está usando. A Assíria está debaixo do controle de Deus, muito embora eles não saibam disto. Deus pode usar qualquer um para realizar o seu plano.
16 Pelo que o SENHOR, o SENHOR dos E xércitos, f a r á d efin h a r os que en tre eles são g o rd o s, e, debaix o da su a gló ria , ateará u m incêndio, com o in cên d io de fo g o . 17 P orque a L uz de I sra el v irá a s e r com o f o g o e o seu Santo, co m o labareda, que abrase e co n su m a os seu s espin h eiros e as su a s sa rça s em u m dia.

“Pelo que”, devido às suas reivindicações exaltando a si próprios como deuses, Deus julgará a Assíria. O título de “o S e n h o r dos Exér­ citos” enfatiza novamente o seu poder e controle. Os soldados assírios eram saudáveis e fortes, mas o juízo de Deus sobre eles é comparado a uma doença que faz definhar e a um fogo que consome espinheiros e sarças. “Em um dia” indica um único dia no qual eles serão consumi­ dos, é provavelmente uma profecia a respeito do juízo trazido pelo anjo que executou 185.000 homens do exército de Senaqueribe (Is 37.36).
T a m b ém c o n s u m i r á a g l ó r i a d a s u a f l o r e s t a e d o s e u ca m p o f é r t i l , d e s d e a a lm a a té a o c o r p o ; e s e r á c o m o q u a n d o d e s m a ia o p o r t a - b a n d e ir a . 19 E o r e s t o d a s á r v o r e s d a s u a f l o r e s t a s e r á tã o p o u c o , q u e u m m e n in o a s p o d e r á co n ta r.

O exército assírio é comparado a uma floresta carbonizada e a um homem doente; tão poucas árvores são deixadas que até uma criança as poderia contar. Isto teve ao menos um cumprimento preliminar na morte dos 185.000, e um cumprimento mais completo quando Nínive foi destruída em 612 a.C. Finalmente, o cumprimento definitivo foi por ocasião do fim do Império assírio em 609.
2. ESPERANÇA PARA 0 REMANESCENTE DE ISRAEL 10.20-34

a. Um Remanescente Retorna ao Deus Forte 10.20— 23
20E a co n tecer á , n a q u ele d ia , q u e o s r e s íd u o s d e I s r a e l e o s es ca p a ­ d o s d a ca sa d e J a c ó n u n c a m a is se e s tr ib a r ã o so b r e o q u e o s f e r i u ; a n tes, s e es tr ib a r ã o s o b r e o SENHOR,
o

S a n to d e Isra el, em v erd a d e.

“Naquele dia” geralmente significa o Dia do S e n h o r . M as a indi­ cação de se estribar “sobre o que os feriu” parece referir-se ao tratado que Acaz fez com a Assíria. Depois da Assíria trazer o juízo de Deus sobre Israel e a Assíria, por sua vez, também é julgada, um remanes­ cente (ou resíduo) justo terá esperança em Deus.

21 O s resíduos se converterão, sim , os resíduos de Jacó, ao D eu s fo rte.

“Os resíduos se converterão” (Heb. sh'’aryashu v) é o nome do pri­ meiro filho de Isaías (7 .3). O remanescente inclui aqueles deixados depois da invasão de Senaqueribe de 701 a.C. O retorno não é do exílio ou cativeiro, mas do pecado e da rebelião “ao Deus forte” (Heb. ‘elgibbor), um dos nomes do Messias (Is 9.6). O remanescente é com­ posto daqueles que responderam a Isaías e ao rei Ezequias e tomaram uma posição de fé quando Deus curou a Ezequias e lhe deu mais quinze anos de vida (Is 38.5,6,21). 22 P orque ain da qu e o teu povo, ó Isra el, seja com o a a reia do m a r ; só u m resto dele se co n v erterá ; u m a d estru içã o está deter­ m inada, tra n sb ordan do de ju stiça . 23 P orque d eterm in a d a j á a destru ição, o S en hor JEOV Á dos E x ércitos a ex ecu ta rá n o m eio de toda esta terra. Esta profecia foi proferida enquanto os líderes e o povo ainda estavam se rebelando contra Deus, provavelmente antes da queda de Samaria em 722 a.C. Assim, é enfatizado novamente que o juízo será severo. Deus já tinha decretado juízo transbordando de justiça. A nação será terrivelmente reduzida em números e “só um resto... se converterá”. A redução em número deve referir-se ao grande número levado ao exílio pelos assírios. No versículo 22, o retorno pode in­ cluir aqueles que voltaram desse exílio. Será um juízo bem-merecido e justo, sobre “toda esta terra”. b. O Jugo da Assíria É Quebrado 10.24— 7 2
24 P elo que assim d iz o S en hor J e o v á dos E x ércitos: N ão temas, p o v o m eu , qu e habitas em Sião, a A ssíria, qu an do te f e r i r com a va ra e con tra ti lev a n ta r o seu bordão, à m a n eira dos egípcios; 25 p o rq u e daqui a bem p o u co se cu m p rirá a m in h a in d ign a çã o e a m in h a ira, p a ra os con su m ir.

O Senhor agora oferece uma afirmação reiterada de que o seu juízo contra os assírios entrará em vigor. O povo de Sião (Jerusalém)

tem que deixar de ficar com medo da Assíria, ainda que esta o ameace como o Egito o ameaçou (Êx 1.8— 10). O uso que Deus faz da Assíria é apenas temporário, pois a sua ira contra Sião terminará em breve. O seu propósito é provocar a sua purificação. Depois o seu juízo se voltará contra o Império Assírio e provocará a destruição deste.
26 Porque o SENHOR dos E xércitos suscitará contra ele u m fla gelo, com o a m atança de M id iã ju n to à rocha de O rebe e com o a sua vara sobre o mar, que contra ele se levantará, com o sucedeu aos egípcios.

Da mesma m aneira que Deus deu a vitória contra M idiã, e como Deus fez M oisés levantar a sua vara sobre o mar Vermelho para prover um caminho (Ex 14.16,19— 2 ), e como o S e n h o r também 2 lutou por eles (Ex 14.14), assim Ele trará o seu juízo sobre a Assíria. A referência à “rocha de Orebe” pode aludir ao escape de Orebe do campo de batalha, mas morrendo apesar disso, da mesma maneira que Senaqueribe escaparia do juízo do anjo da m orte sobre os 1 8 5 .0 0 0 , m as seria assassin ad o d ep ois de v o ltar p ara casa (3 7 .3 7 ,3 8 ). 27 E a co n tecerá naqu ele dia, qu e a su a carga será tirada do teu om bro, e o seu ju g o , do teu p escoço; e o ju g o será despedaçado p o r cau sa da unção. A carga e o jugo que a Assíria colocou sobre ombros e pescoço de Sião serão tirados pelo S E N H O R . A últim a frase, literalm ente, “o jugo será lançado fora [destruído] por causa do azeite de oliva”, tem sido interpretada de vários modos. Alguns interpretam o óleo como se referindo ao orgulho assírio, de forma que quando o juízo de Deus vier sobre esse orgulho, o jugo assírio sobre Sião será lan­ çado fora. Outros entendem o óleo como significando o povo bem alimentado e assim referir-se a Sião se tornando tão gorda ( “por causa da gordura” —A R A ), ou próspero, que eles despedaçam o jugo. Ainda outros intérpretes sugerem que o óleo refere-se ao

l lugido, o M essias; ou, desde que o óleo era usado para ungir sa­ cerdotes, reis e profetas, estes intérpretes se referem a este como a KJV (Versão King James) o faz, para a unção em si (quer dizer, a unção dada pelo Espírito Santo). O utra interpretação vê o óleo como um elemento preservador, pois Jerusalém foi preservada da destruição assíria. c. O Avanço Assírio 10.28— 32 28 J á vem ch egando a Aiate, j á v a i p a ssa n d o p o r M igrom e, em M icm ás, lança a su a bagagem . 29J á vã o passan do>j á se alojam , em G eb a ;já R a m á trem e, e G ibeá de S au l va i fu g in d o .30 C lam a alto com a tua voz, ó filh a de G a lim ! O u ve, ó L aís! O tu, p o b re A natote! 31 J á M a d m en a se f o i ; os m o ra d o res de G ebim vão f u g i n d o em bandos. 32 N este m esm o dia, p a ra rá em Nobe, a ce­ n a rá co m a su a m ã o ao m o n te da f i lh a de Sião, o ou teiro de Jeru sa lém . Isaías descreve um inim igo —os assírios —chegando a Jerusa­ lém aproximadamente de um ponto dezesseis quilôm etros a nor­ deste da cidade. Eles pararam em M icm ás, uns onze quilôm etros ao norte de Jerusalém, para arm azenar suprim entos e bagagem; • cruzaram a passagem (o desfiladeiro profundo e rochoso do Vadi Suw eim t) para Geba, aproxim adamente nove quilôm etros e meio a norte-nordeste de Jerusalém ; e então continuam em direção a Nobe, no monte Scopus bem ao norte do monte das Oliveiras. A li, às vistas de Jerusalém , eles a ameaçaram arrogantem ente. As outras cidades m encionadas podem não ter estado na linha direta de marcha, mas os povos destas estavam em pânico, gritando e fugindo, sabendo que os soldados assírios saqueariam a zona ru ­ ral. O tempo exato desta invasão não foi identificado. Sargão II não veio por esse caminho ou mesmo se aproxim ou de Jerusalém . Os registros de Senaqueribe não indicam que o seu exército p rin ­ cipal veio por este caminho. Porém, os registros dele indicam que o seu exército ou exércitos subiram mais de uma vez a Jerusalém

em 701 a.C., de modo que esta profecia pode ter sido cum prida algum tempo durante aquele ano. d. Deus Está no Controle 10.33,34
33 M as eis que o S en h or J eová dos E x ércitos desbastará os ra m os com violên cia , e os de alta estatu ra serã o cortados, e os a ltiv os serã o abatidos. 34 E co rta rá co m o f e r r o a espessura da flo r e s ta , e o L íbano ca irá p ela m ã o de u m poderoso.

Deus, o Santo de Israel, lim ita o que o povo pode fazer. Os ramos da floresta e o cedro alto e imponente do Líbano representam o exército assírio. O SE N H O R o s cortará abaixo. O golpe do machado deve se referir novamente aos 185.000 assírios que foram destruídos pelo anjo. Senaqueribe pensou que ele era um “valente” (1 0.13 ), mas ele cai diante do verdadeiro “Poderoso”. Alguns querem aplicar estes versos à destruição do orgulhoso em Judá, mas isto é pouco provável. Porém, o princípio pode ser aplica­ do a nações de todo ímpias e seculares. Deus pode cortar abaixo o orgulho e a arrogância delas.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. O que o uso que Deus faz da Assíria nos ensina sobre a sua soberama? 2. O que você aprende sobre o remanescente piedoso de Israel?

CITAÇÕES
1 D aniel David Luckenbill, The Annals o f Sennacheríb (C hicago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 4 ), 84; Ancient Records ofA ssyria and Babylonia, 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 6 -2 7 ), 2:1 5 2 , 185, 2 5 2 .

E. Um Renovo Dá Fruto II .I-I 2 .6
I. 0 REI UNGIDO PELO ESPÍRITO I I .I - 3

1 P orque brotará u m reben to do tron co de J essé , e das su a s raizes u m re n o v o fr u tifica r á .

Isaías viu o interesse de Deus pelo remanescente justo, mas este remanescente não seria capaz de cumprir o seu plano de redenção. Deus deixou Isaías olhar mais adiante para ver um outro quadro a respeito do Messias que o cumpriria. Os assírios quase destruíram Judá, mas os reis da linhagem de Davi permaneceram no trono até que os babilônios vieram e destruíram Jerusalém e o templo em 586 a.C. A imagem de uma árvore derrubada próximo às suas raízes, deixando somente um pequeno toco ou tronco, descreve a perda de poder real e a condição humilde dos descendentes de Davi. Mas ainda havia vida no tronco e nas raízes. Da raiz de Jessé brotaria “um rebento” que daria fruto. Que o renovo vem da raiz de Jessé indica que Ele seria um segundo Davi. Davi quer dizer “Amado”. Dessa forma, quando a voz do Pai vinda do céu identificou a Jesus como o seu “Filho amado” (M t 3.17), Ele estava insinuando que Jesus é o seu segundo Davi, o cumprimento do que Davi representava. Isaías já tinha profetizado que o Filho reinaria no trono de Davi (9.7). Agora ele deixa claro que o Filho seria também um descendente de Davi. “Renovo” (Heb. netser) em uma forma feminina tornou-se o nome de N azaré ( netsereth), assim “Jesus de Nazaré” ou “Jesus o Nazareno” no hebraico seria Yeshua Hannetseri. Hannetserí pode significar o “ho­ mem de Nazaré” ou “o homem do Renovo”. Assim, na providência de Deus, Jesus trouxe um cumprimento que M ateus 2.23 reconhece: “E chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cum­ prisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno”.
2 E rep ou sa rá sob re ele o E spírito do S enhor , e o E spírito de sabedoria e de in teligên cia , e o E spírito de conselho e de fo rta lez a , e o E spírito de con h ecim en to e de tem o r do SENHOR.

“E repousará sobre ele o Espírito do S e n h o r ” , o u seja, sobre o Renovo, da mesma maneira que o Espírito fez em Moisés, nos juizes, em Davi, e nos profetas —mas nesta ocasião de modo permanente (Jo 3.34). O Espírito é uma dádiva que descansa sobre Ele. O dom do Espírito junto com os seis aspectos ou ministérios do Espírito corresponde aos sete Espíritos em Apocalipse 4.5. “Sabedoria” no Velho Testamento é sabedoria prática que leva a efeito planos a con­ clusões bem-sucedidas (cf. Pv 8). “Inteligência” inclui conhecimento que permite à pessoa distinguir o certo do errado e a verdade da falsidade. “Conselho” inclui a habilidade para tomar decisões certas e resolver pro­ blemas. “Fortaleza” significa poder divino para levar a efeito as suas deci­ sões. “Conhecimento” aqui é o conhecimento do caráter e da natureza de Deus e o seu relacionamento com a humanidade. “O temor do Se­ nhor” é uma reverência que o obedece e reconhece o direito dEle à nossa veneração e adoração. É o princípio da sabedoria e do conhecimento (SI 111.IO; Pv 1.7). Isto está em contraste com os “que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos” (Is 5.21).
3 E deleitar~ se~ á n o t e m o r d o SENHOR e n ã o j u lg a r á se g u n d o a v ista d o s s e u s olhos, n em r e p r e en d er á seg tm d o o o u v ir d o s se u s o u v id o s;

Ele “deleitar-se-á no [Heb. haricho, “desfrutar o cheiro de”] temor do S e n h o r ” . Isto pode significar que Ele receberá com prazer o te­ mor do Senhor que lhe é dirigido. Além de ser um profeta, Ele será também um juiz. Mas distinto dos juizes humanos, Ele não terá que depender de evidências externas. Com percepção divina, Ele verá dentro das mentes e corações das pessoas (cf. Jo 2.25). Ele saberá o que é e o que não é verdade (cf. M t 7.21-23).
2 . 0 JUSTO JUIZ 11.4-5

4 m a s j u lg a r á co m ju s t iç a o s p o b res, e r e p r e en d er á co m eq ü id a d e o s m a n s o s da terra , e f e r i r á a terra co m a v a r a d e su a boca, e co m o so p ro d o s se u s lá b io s m a ta rá o ím pio.

O pobre e o necessitado, freqüentemente explorados ou negligen­ ciados, receberão justiça e proteção por causa da justiça dEle. “Justi­ ça” (Heb. tsedeq) também implica que Ele os porá na correta posição diante de Deus. Por outro lado, como Juiz Ele “ferirá a terra”, ou seja, os seus habiIantes ímpios, “com a vara de sua boca”, que é paralelo a “o sopro de seus lábios”. A palavra que ele fala será “a vara” que traz juízo.1 Ele não precisa de nada mais para realizar isto. O cumprimento disto olha à frente em direção à Batalha do Armagedom (Ap I9 .I5 ).2
5 E a ju s tiça será o cin to dos seu s lom bos; e a v erd a d e o cin to dos seu s rins.

Os cintos simbolizam o estar pronto para a ação. Ele não depende­ rá dos métodos ou até mesmo dos armamentos de guerra humanos. “Justiça... e verdade” para o propósito e promessas de Deus serão vistas em todas as suas ações. Ele é o exemplo para todos os líderes.
3. ATERRA MUDADA PELO CONHECIMENTO DO SENHOR 11.6-9

6 E m o ra rá o lobo com o cord eiro, e o leopardo com o cab rito se deitará, e o bezerro, e o f i lh o de leão, e a nédia ovelha v iv erã o ju n to s , e u m m en in o p eq u en o os g u ia rá . 7 A vaca e a u rsa p a sta rã o ju n ta s, e seu s fi lh o s ju n to s se deita rão; e o leão co m erá palha co m o o boi. 8 E b rin ca rá a cria n ça de p eito sob re a toca da áspide, e o j á d esm am ad o m eterá a m ã o n a cova do basilisco.

O reino deve ser introduzido pelo juízo (como o descreve Dn 2). Assim o juízo de I I .4 é seguido pelas condições mileniais descritas nos versículos 6— Elas serão melhores que as do Jardim do Eden. A 9. natureza dos animais será mudada e as crianças não precisarão ter medo até mesmo de cobras venenosas. Todos os efeitos da maldição infligidos na terra por causa do pecado de Adão serão findos. A criação “será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (R m 8.21).

que o S en hor to rn a rá a esten d er a su a m ã o pa ra a d q u irir ou tra vez os resíd u os do seu p o vo que restarem da A ssíria. Quando a casa de Davi tiver recuperado a sua glória na pessoa do M essias. as nações buscarão o favor e a orientação dEle. será gloriosa (A palavra Heb.25). e de Elão. mas é a real fonte da linhagem davídica. . UM NOVO ÊXODO II. e das ilhas do mar.I0-I6 10 E acon tecerá . Yabwch Nissi). 11 P orque há de acontecer. A “raiz de Jessé” significa que o M essias não só descende de Davi. e de H am ate. posta p o r p en d ã o dos povos. co m o as águ a s cob rem o mar. “estandarte”. como também no nosso. e de Sinar. Ela será livre de qualquer um que possa causar mal ou dano. N V I. qu e as n a ções p ergu n ta rã o p ela raiz de Jessé.9 N ão se f a r á m a l n em da n o a lgu m em todo o m o n te da m inha santidade . Que Ele se levantará como uma bandeira ( “posta por pendão”) quer dizer que Ele será a garantia de vitória e aquEle ao redor de quem as nações se reunirão. porque toda a terra será mudada (veja também 65. A R A ) é a mesma palavra usada no nome de Deus em Exodo 17 . e da Etiópia. KJV. “O monte da minha santidade” é o monte de Deus e quer dizer a Jerusalém milenial.15 (Heb. 4. Em contraste com a condição de Jerusalém e o mundo nos dias de Isaías. p orq u e a terra se en cherá do con h ecim en to do Senhor . naqu ele dia. o conhecimento pessoal e salvador do S e n h o r estará em todos os lugares. kavod é a mesma usada a respeito da glória de Deus). O seu lugar de descanso. e do Egito. “ O S E N H O R é a minha Bandeira”. e de Patros. a Sião milenial. n a q u ele dia. Esta é outra indicação do Velho Testamento de que o Rei messiânico não será um homem comum. “Pendão” ( “bandeira”. e o lu ga r do seu rep ou so será glorioso. mas será um ser divino. a sua casa.

Assim como foi o caso no primeiro êxodo. Este era apenas um retorno parcial. houve uma maior dispersão após a destruição de Jerusalém em 70 d.I . “Adquirir outra vez” (Heb. Contudo. Por Ele serão juntados os exilados de Israel e Judá. e os disp ersos de J u d á co n grega rá desde os quatro co n fin s da terra. não só das áreas onde eles se espalharam em tempos antigos. e os a d versá rios de J u d á serão desarraigados. 13 E d esterra r-se-á a in veja de E fraim . qanoth) também pode significar resga­ te. Efraim e Judá estavam fre­ qüentemente contendendo. O “pendão entre as nações” é o Messias. quer dizer. de todas as partes da terra. 12 E levan tará u m p en d ã o en tre as nações.4).. T g I . M as todo ciúme e hostilidade entre as tribos tinham acabado depois que eles voltaram da Babilônia. o próprio Senhor tornará a juntar o rema­ nescente justo do seu povo ( “os resíduos”) uma “outra vez”.5. Ele quer trazê-los de volta para Si próprio (cf. Ex 19. Alguns entendem que a segunda vez se refere ao retorno de babilônia sob o edito de Ciro. O propósito de Deus não é só trazer as pessoas de volta à terra. Nos tempos do Velho Testamento.I ). O retorno preparará para a renovação espiritual. pois muitos permaneceram espalhados em várias direções —como os livros de Esdras. Todas . I Pe I . Portanto. O ver­ sículo 16 mostra que a prim eira vez foi no êxodo do Egito. e depois da rebelião de Bar Kochba de cerca de 132— d. Neemias e Ester indicam e como é mostrado no N o v o Testamento (A t 2. e a ju n ta rá os dester­ rados de Israel.Naquele dia milenial.C. onde Ioda a nação foi libertada da escravidão e levada para aTerra Promelida. “na­ 35 quele dia” deve referir-se à restauração no término desta era. Este será um êxodo novo e maior. mas “desde os “quatro confins da terra”.C. E fraim não in v eja rá a J u d á e J u d á não o p rim irá a E fraim.

e o seu número. Houve um retorno parcial da Assíria nos dias de Isaías. em E dom e M oabe lançarão as m ãos. Ele usará “a força do seu vento” para destruir o rio Eufrates. 6E h a verá ca m in h o p la n o p a ra os resíd u os do seu p o vo que resta rem da A ssíria. M oabe e Amom. Como uma águia poderosa. Haverá um novo êxodo a partir da Assíria.21). Deus fará uma estrada nítida e plana para o remanescente de seu povo voltar da Assíria. Ez 48. 15 E o SENHOR d estru irá tota lm en te o braço de m a r do Egito. j u n ­ tos. despojarão os fi lh o s do O rien te. fe r in d o . Ao leste de Judá estavam Edom. voa rã o sob re os om b ros d o sfilis teu s ao O cid en te. como indicam os registros de Esar-Hadom. . 14 A ntes. N o M ilênio. e. as associações tribais serão restabelecidas como Ezequiel profetizou. o Israel restabelecido voará “sobre os om bros” da F ilístia no O cidente e conquistará os povos no O riente. Estas correntes contrastam com o único caminho através do mar Vermelho.o . A menção da Assíria aqui pode indicar que é representativo de todos os lugares aos quais Israel foi espalhado por seus inimigos. muito embora a terra vá ser dividida dife­ rentemente (em tiras correntes do oriente ao ocidente.3mas aqui Isaías está olhan­ do à frente para o dia milenial. com o su ced eu a I sra el no dia em q u e su b iu da terra do Egito. e m o v erá a su a m ã o con tra o rio com a f o r ç a do seu vento. d iv id i-lo -á em sete corren tes. N e­ nhuma nação será capaz de frustrar os propósitos redentores de Deus. deixando-o dividido em sete correntes rasas. e o Príncipe da Paz governará sobre todos eles. indica uma obra com­ pleta —o povo pode atravessar “com calçados” sem ter que molhar os pés.as doze tribos consideravam a si próprias e umas às outras como sendo judeus.1— 29). Da mesma maneira que Deus secou o mar Vermelho (Ex 14. e os f i lh o s de A m om lhes obedecerão. qu e qu a lq u er atravessa­ rá co m calçados. sete.

2). Eles ficarão como os israelitas que viram os seus inimigos afogados no mar Vermelho. O medo terá acabado. Isaías expressa a confiança dos redimidos. para salvação. Com a ira de Deus retirada. N este hino. O povo respondeu. e eles cantarão a mesma canção (Êx 15. A forma imperativa hebraica indica um pedido: “Deixe a sua ira se retirar”.I) eles estarão confiando em Deus. Depois que a ira de Deus é retirada de Israel. Louvor pela Salvação 12. Isaías experimentou isto no capítulo 6. ajuda e bênção. reconhecendo que a ira dEle trouxe a disciplina que l ealmente veio do seu amor. eu co n fia rei e não tem erei p o rq u e o S en hor J eová é a m in h a f o r ç a e o m eu câ n tico e se to rn o u a m in h a salvação. porque. libertação. não no homem. o Deus eterno.1-6 a. naqu ele dia: G raças te dou. e tu m e consolaste. A forma dupla “Senhor JEOVÁ” (Heb. Esta seção de Isaías finaliza com um hino de ação de graças. a tua ira se retirou . Ele será a sua força e o seu cântico porque Ele terá se torna . “N a­ quele dia” aponta adiante para o reinado milenial do Messias descrilo no capítulo I I . com o rei. 2 Eis que E )eus é a m in h a sa lvação.4 sendo o primeiro a dar graças a Deus. Por ocasião “daquele dia” (v . H ou­ ve também um cumprimento preliminar disto após a libertação de Senaqueribe em cumprimento das profecias de Isaías (40. ó Senhor.1— 3 1 E dirás. ain da q u e te ira ste con tra m im . Yah. Ele é aquEle mesmo que os levou do Egito para a Ierra Prometida.5.1). o Deus fiel que age no interes se do seu povo. eles estarão cheios de I(mvor por causa do conforto que Ele dá —um conforto que os ressegura da sua presença e bênção. UM DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS PARA ISRAEL E AS NAÇÕES 12. eles exclamarão individualmente que Deus é “a minha salvação”. Yabweh) enfatiza que Ele é o Deus vivo e verdadeiro. “Salvação” inclui as idéias de ajuda e prosperidade.

3 E vós. e é ta m b é m u m a c h âm ad a p a ra in v o ca r o u p ro c la m a r o seu n o m e e os seu s fe ito s g lo rio so s. Por declarar que “excelso é o seu nome”. enquanto tiravam água do tanque de Siloé. Yeskua. O seu nome representa a sua natureza e caráter. Jr 2. Deixe o M undo Inteiro Saber 12.Todos os habi­ tantes de Jerusalém sobreviverão à crise assíria e se servirão dos po­ ços. eles o honram pelo tipo de Deus que Ele é. Yesbu’ah. os judeus cantavam a respeito dos poços de salvação durante a Festa dos Tabernáculos.do a salvação deles de uma forma até mesmo bem maior.13. As “fontes da salvação” não são poços comuns. fontes que nunca secam. de modo que o mundo inteiro saiba. As “coisas grandiosas” que Deus fez na sua majestade divina cla­ mam por cânticos de louvor acompanhados por instrumentos musi­ cais. mas em público. Nos tempos do Novo Testamento. to rn a i m a n ifesto s os seu s f e i t o s en tre os p o v o s e con ta i qu ão ex celso é o seu nom e. 7 . p o rq u e f e z coisa s g ra n d io sa s. b. mas poços artesianos. Jo 4.4— 6 4 E direis.14. A s e g u n d a p a r te d e ste m a g n ífic o h in o é u m a c h a m a d a ativ a p a ra to d o s os p o vo s d a re m “g ra ç a s ao S e n h o r ”. Estes poços têm a sua fonte no próprio Deus (cf. E le m erece te r as n açõ es ju n ta s lo u v a n d o -o e h o n ra n d o -o . No clima quente e seco na extremidade do deserto a água falava de vida e bênção.3 8 ). in voca i o seu nom e. Tal música é ainda um modo maravilhoso para espalhar as boas novas do poder e da graça . tira reis águ a s das f o n t e s da salvação. é outra forma do nome hebraico para Jesus. Salvação. com alegria.10. Estas canções não devem ser cantadas em particular. sa ib a -se isso em toda a terra. 5 C a n ta i ao SENHOR. naqu ele dia: D a í g ra ça s ao SENHOR. S e u povo n ão deve m a n te r as b ê n ç ão s de D eu s p a ra si m esm o s. T o d as as n açõ es p re c is a m sa b er o q u e D eu s tem fe ito em sa lv a r e re s g a ta r o se u povo.

Como o capítulo 12 expressa a confiança dos redimidos? 6. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m .. .17 onde “a espada do Espírito. De que modos a “outra vez” de I I. 19 9 0 ). QUESTÕES DE ESTUDO 1. 2 8 0 -2 8 2 . H . B. O que fazem os sete Espíritos do SE N H O R ao Renovo? 3. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro.2 0 . p o rq u e g ra n d e é o S anto de Isra el no m eio de ti. “procla­ mando brados de alegria”). H orton. S. Esta é uma conclusão apropriada para os capítulos 7 a 12.. A grandeza do “Santo de Israel”.1 4 e 4 8 . 2 Stanley M . Quais serão os resultados do seu governo e quando isto aconte­ cerá? 4. que está no meio do povo santo c redimido de Sião. O que podemos entender do fato de que o Renovo é proveniente da raiz de Jessé? 2. O que requer as coisas que Deus tem feito? CITAÇÕES 1 Cf. RJ: CPAD. Isto deveria nos mover a um testemunho cristão alegre e corajoso. E f 6 . requer exultações e cânticos (Heb. 6 E x ulta e can ta de goz o. 3 Veja comentários sobre 13 . ronni. 73. Tal música desperta fé e esperança. é a palavra de Deus”.ile Deus em um mundo escuro e sombrio. W idyapranawa. ó habitante de Sião.I I excede o primeiro êxodo? 5. 1 9 9 5 ). 4 Alguns entendem o que fala como sendo as doze tribos de Israel unificadas. Eerdmans.

23 Esta profecia é concernente à famosa e esplêndi­ da cidade da Babilônia dos próprios dias de Isaías. nos capítulos seguintes. Ao longo de todas elas nós vemos a glória do Deus soberano e Todopoderoso e a realidade das suas promessas. mas não em ordem cronológica e não como separadas dos procedimentos de Deus para com Judá e Jerusalém.I-I4. de modo que. estão entremeadas mensagens para o povo de Deus. e .Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá I3. reconhecendo que o mal ainda existe no mundo. A. Nações estrangeiras são envol­ vidas no juízo de Deus e libertação de seu povo.I8 Após o maravilhoso hino de louvor. A Destruição da Babilônia I3.I-23. Ele é o único Deus verdadeiro sobre toda a terra. Estes capítulos tratam de na­ ções estrangeiras. Isaías se vol­ ta para o tema do juízo.

A possessão da Babilônia significava um grande negócio ao prestígio da Assíria. Babilônia foi lembrada por Heródoto em sua história como “uma das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”.3 Babilônia dominava a religião da Assíria.5 Até mesmo quando a desunião interna da Babilônia a levou a submeter-se ao jugo assírio.não à Babilônia posterior de Nabucodonosor. e eles eram extremamente pacientes com o povo da cida­ de. por todo o seu cruel poder militar. “uma boa capa babilônica” era alta­ mente cobiçada (Js 7. Igualmente. como se eles fossem os chefes ou os mais venerados deuses daquele rei assírio em particular.8 . Babilônia ainda retinha impor­ tância política. Até mesmo no tempo da conquista de Jericó por Josué.7 Alguns reis assírios até mesmo enviavam parte do espólio das suas conquistas para Babilônia em vez de enviar tudo a Nínive.TiglatePileser III “deixou suas liberdades e seu território semelhantemente incólume”. é que o controle assírio sempre foi bastante tênue. religiosa e cultural da Babilônia a alegar grandeza.2 Bel e Nabu (N ebo) são freqüentemente men­ cionados pelos assírios nas listas de deuses cuja proteção eles busca­ vam ou a quem eles declaravam honra. confirmando a importân­ cia da Babilônia. em uma época posterior. As cartas estatais da Assíria mostram que os assírios incluíram os deuses da Babilônia entre os seus próprios. Apêndice B).21).4 Babilônia nunca consentiu ser incorporada ao Império Assírio.6 Outro fator que Isaías soube a respeito. A Assíria. Babilônia reivindicava a liderança religiosa e cultural do mundo nos dias de Isaías. Várias vezes Bel e Nabu são mencionados sem qualquer referência a qualquer outro deus. Até que Senaqueribe finalmente destruiu a cidade. os reis assírios tinham orgulho deles próprios em ser os protetores da Babilônia. Até mesmo mais importante. N ão foi apenas a liderança comercial. Desde tempos antigos ela era poderosa e bem organizada. não tratou a Babilônia como um Estado de im portância secundária.1A Babilônia nos tem­ pos assírios era o maior centro de comércio e indústria no vale do T igre e do Eufrates (veja mapa.

sinal. deve ter parecido o auge das atrocidades da Assíria. Certamente a destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a. rei das quatro regiões do mundo. cerimônia de pegar as mãos de Bel— Marduque.. rei do universo. rei da Assíria. desde o tempo da torre de Babel.10Sargão fez o mesmo. e Deus lhe deu uma mensagem pesada para ela. Porém. mas humilde. da Babilônia. fez os reis assírios temerem desobedecer as demandas dos sacerdotes babilônicos de Marduque: Um legítimo rei da Babilônia deve ser reconhecido por Marduque. rei da Suméria e da Acádia”. M as não até dois anos antes de sua morte que nós encon­ tramos uma Tábua de Ninrode declarando-o “rei da Babilônia”. Tiglate-Pileser III fez da Babilônia o primeiro grande objetivo no seu sonho de estabelecer um império mundial.12 A profecia concernente a isto foi provavelmente colocada prim ei­ ro nestas séries por causa de sua importância. se auto-proclamou “o rei poderoso. A maioria dos reis assírios não desejava fazer isto. ou precursor do juízo final.Nenhum rei da Assíria ousou proclamar-se rei da Babilônia so­ mente com o pretexto de ter conquistado a cidade.1 1 A Babilônia era o centro da atenção mundial nos dias de Isaías.9 O reconhecimento assírio do deus babilônico Bel (identificado com M arduque) como o deus supremo. de modo que eles se contentavam com um título menor.C. Normalmente os reis assírios acrescentavam o nome de um país conquistado a uma lista dos que eles governavam. e para Isaías deve ter parecido o clímax do juízo de Deus sobre o mun­ do através dos assírios. Sua queda aponta ao futuro para a queda final do sistema mundial babilônico descrito nos capítulos 17 e 18 do livro de Apocalipse. era representativa de qualquer poder mundial que se levantava em orgulhosa desobediência a Deus. Babilônia. Isto significava que o rei devia estar em Babilônia no Dia de Ano Novo a cada ano e realizar a ilustre. . mas ele era só “vice-rei”. O profeta viu o juízo da Babilônia como vindo no curso da sua própria vida. Salmaneser V por exemplo. ou vice-presidente.. a destruição da Babilônia aqui é um exemplo.

O orgulho e arrogância da Babilônia merecem juízo. os que ex ultam com a m inha majestade. sim . Era uma men­ sagem carregada de pesado juízo. porque Ele trará o seu juízo sobre eles no devido tempo. 0 JUÍZO PORVIR EM BREVE I3. Deus comandará e intimará os guer­ reiros a quem Ele consagrou para levar a efeito a sua ira. leva n ta i a voz p a ra eles e a cen a i-lh es com a m ão. ele recebeu isto como uma visão profética ou mensagem. “Eu” está na posição enfática. j á cham ei os m eu s valen tes pa ra a m inha ira. A palavra “peso” ou “oráculo” ou “sentença” (Heb. Ele também ordena uma ruidosa chamada e o acenar de mãos para encorajá-los a vir. Isaías antecipava o juízo sobre a Babilônia. Desse modo. . massa") signi­ fica “algo levantado”.1— 5 1 P eso da B abilôn ia que v iu Isaías. onde os sinais facilmente po­ dem ser vistos. A Ira de Deus sobre a Babilônia 13. Aqueles que vêm contra a vontade desta se exultarão na majestade de Deus. provavelmente os portões da Babilônia. quer dizer. ou pronunciamento da parte de Deus. ■ Eu dei ordens aos m eu s santificados. Deus ordena que uma bandeira seja elevada como um sinal para o ajuntamento de tropas. A ânsia deles para a batalha se compara com a atitude da Assíria em 10. Isto refere-se a uma palavra.I. filh o de A moz. muito embora eles possam não conhecê-la. Nas pedras nuas de uma alta colina. Eles são “santificados” no sentido de que Deus os consagrou para cumprir a sua vontade.I-22 a. de modo que “entrem pelas portas dos príncipes”. Eles eram chamados “portas dos príncipes” porque os ricos e poderosos babilônicos se consideravam os aristocratas do mundo naqueles dias. declaração. Isaías “viu” isto.7— A vitória deles será realmente o triunfo de Deus 12. ainda que eles não a conheçam. 2 A lçai u m a ba ndeira sob re o m o n te escalvado. p a ra q u e en trem p ela s p o rta s d os p rín cipes.

O SENHOR dos E x ércitos p a ssa em revista o ex ér­ cito de g u erra . Usando um jogo de palavras. Deus está usando um exército terrestre para trazer juízo sobre a Babilônia e destruí-la. p a r a d e s tr u ir toda a q u ela terra. vem do T odop o d ero so com o assolação. sem elh an te à de u m g r a n d e p o v o . Assim.4 J á se o u v e a g r ita r ia da m u ltid ã o sob re os m ontes. agora a Assíria e seus exércitos combinados de muitas terras distantes se tornam “os instrumentos” para trazer o juízo de Deus sobre a Babilônia. o SENHOR e o s in s tr u m e n to s da su a in d ign a çã o. Aqui. a voz do reb oliço de rein o s e de n a ções j á congregadas.6— 13 6 U ivai. pois o Dia do SE N H O R está perto de chegar.5). d esd e a ex tre m id a d e d o céu . e o seu exército a destruiu. povo da Babilônia se lamentará. Senaqueribe e os assírios exigiram a vitória sobre a Babilônia. Isaías diz que Deus é Yahweh tíva oth e Ele está reunindo um tív a ‘ para a guerra. assolação) da parte de Shaddai (o Todo-Poderoso). Isaías diz que aquele dia virá como uma shod (destruição violenta. O Dia da Ira do SE N H O R Está Próximo 13. M as Deus está realmente no controle. às vezes se refere a exércitos terrestres e às vezes a hostes angelicais. se tornando cada vez maior à medida que avançava: Os assírios perm i­ tiram aos homens de cidades e nações conquistadas juntarem forças com eles para recuperarem algumas das suas próprias perdas por le­ varem os despojos do próximo lugar de conquista. Usando outro jogo de palavras. Isaías ouve o barulho de muitas “nações já congregadas” para a guerra contra a Babilônia. Como a Assíria era a vara na mão de Deus para trazer juízo sobre Israel (10.13 O jogo de palavras enfatiza que Deus O . 3 J á v e m d u m a terra d e longe. Tseva significando “hoste” ou “exército” (plural. tfv a ‘oth). O exército assírio era como uma avalanche. p o rq u e o dia do S enhor está p erto . b.

co m o a m u lh er p a rtu rien te. Isaías está olhando para “o dia do S e n h o r ” como algo iminente. NHOR Eles ficarão tão terrificados que perderão os sentidos. s E a sso m b ra r-se-ã o . 9 Eis qu e o dia do SENHOR vem . 7 P elo q u e todas as m ã os se debilitarão.pode manter as suas promessas. e apoderar~se~ão deles d ores e ais. torna-se um exemplo do juízo futuro que virá no D ia do S E N H O R final. horrendo. A destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a. “A terra” (Heb. co m f u r o r e ira ardente. cada u m se espan tará do seu p r ó x im o . Esta destruição súbita e violenta chocou e surpreendeu os babilônios. Eles não poderão fazer qualquer coisa ou pensar em qual­ quer meio para se salvar. Pode ser que começando com este versículo (e. e a sua coragem desaparecerá quando o coração dos homens se desanimar. p a ra p ô r a terra em assola ção e d estru ir os p eca d o res dela. depois que os assírios to­ maram o controle da Babilônia. . Em vez de pegarem em armas para se defen­ der. inflamados pela vergonha da sua derrota. eles a trataram com respeito e honra —até que o rei assírio Senaqueribe a destruiu. eles estarão tão desmoralizados que as suas “mãos se debilita­ rão ’.m lugar do próximo) Isaías está falando do Dia do S e n h o r final. o seu rosto será rosto fla m eja n te . baarets ) também pode significar “o planeta terra”.C. Babilônia não poderá resistir à destruição violenta do Dia do S E ­ que está próximo. Os seus rostos fica­ ram “flamejantes”. convulsionados com a dor que se apoderará deles como as dores agudas de uma “mulher parturiente”.14 O que Isaías vê aqui é a ira de um Deus santo que é despejada. e se an gu stiarão. Durante anos. Aqui. e o cora çã o de todos os h om en s se desan im a rá. tornando “a terra em assolação” e destruindo os pecadores sobre ela.

e a lua não f a r á resp la n ­ d ecer a su a luz. mas para toda a terra habitada. Ap 6.22). 12 F arei que u m hom em seja m a is p recio so do qu e o ou ro p u r o e m a is ra ro do qu e o o u ro f i n o de O fir. e a arrogân­ cia dos tiranos que violentamente exercitam a sua autoridade. O local de Ofir é hoje desconhecido. e fa r e i cessa r a a rrogâ n cia dos atrevidos. Eles to­ dos serão humilhados e abatidos por causa das suas obras más. 13 P elo qu e f a r e i estrem ecer os céu s. M uito do ouro de Salomão foi trazido de Ofir (I Rs 9.12. Este pode ter sido de fato na índia. Portanto. especialmente “o ouro fino de Ofir”. o so l se escu recerá ao nascer. a su a iniq üidade. Tal linguagem às vezes era usada a respeito de tremendas tempestades e terremotos. 1 0 . O futuro Dia do SE N H O R envolverá escuridão por sobre toda a terra (cf. e a terra se m o v erá do seu lugar.1 1) em uma viagem de três anos (I Rs 10. Am 5. em seu furor e ira Ele fará os céus se estremecerem e a terra se mover do seu lugar. Não há nenhuma compaixão aqui. 5. como Jerônimo e a Septuaginta sugerem. M t 24. O castigo aqui não é somente para Babilônia.30.13).10 P orque as estrela s dos céu s e os a stros não d eix a rã o b rilh a r a su a luz. 8. 11 E v isita rei sob re o m u n d o a m aldade. . a presunção do orgulhoso. p o r ca u sa do f u r o r do SENHOR dos E x ércitos e p o r cau sa do dia da su a a rd en te ira. devido ao fato do mundo merecer o juízo de Deus.28.22.18.29. sobre os ím pios. O justo juízo de Deus será sobre a maldade do mundo —as enroscadas atividades do ímpio. O remanescente será pequeno —este é comparado à escassez de puro ouro. O juízo cairá sobre os indivíduos e a humanidade em geral. e abaterei a soberba dos tiranos. só juízo sobre um mundo corrompido pelo pecado e maldade. e.

cada u m v o lta rá p a ra o seu p o v o e cad a u m f u g i r á p a ra a su a terra.15A figura de uma “corça que foge” demonstra quão rápido eles correram para escapar. Era comum para eles mata­ rem os bebês. Isaías agora retorna aos seus próprios dias e dá vários aspectos do juízo sobre a Babilônia por Senaqueribe em 689 a. Primeiro. Os anais de Senaqueribe. dizem que as praças públicas ficaram abarrotadas de cadáveres. Se eles eram achados se escondendo na cidade ou tentando escapar.C. ca irá à espada. aqueles que não são babilônios fugirão para as suas próprias terras. M as neste momento Deus .150 cativos levados de Judá. Esar-Hadom..16 16 E su a s cria n ça s serão despedaçadas p era n te os seu s olhos. o filho e sucessor de Senaqueribe.000 babilônios que Senaqueribe reivindicava ter tirado antes. os povos ca­ tivos fugiram de volta às suas próprias terras. todo o qu e f o r apanhado. os quais descrevem a destruição da Babilônia em 689 a.. A ove­ lha sem pastor ( “ovelha que ninguém recolhe”) indica que o seu suserano babilônico já não estava presente para os confinar. 15 Eodo o qu e f o r achado será traspassado e.c.17 Quando Ciro e seus exércitos entraram em Babilônia em 539 a. a m u lh er de cada u m . e. confirma em seus registros que quando Senaqueribe destruiu a Babilônia. Babilônia Breve Será Subvertida 13.C.C.14— 22 14 E cad a u m será co m o a co rça qu e f o g e e com o a ovelha que n in gu ém recolhe. violada.18 Ciro se considerava um libertador das cidades que ele conquistara e não teria permitido esses tipos de comportamento. Os assírios eram impiedosos e cruéis. não houve nenhum combate e nem tais atrocidades. Os babilônios não escaparam. as su a s casas serã o saqueadas. eram todos eliminados. Os assírios instalaram vários povos cativos em Babilônia para substituir os 208. pilharem preciosidades das casas e estuprarem mulhe­ res. Estes prova­ velmente incluíram a maioria dos 200.

23 . Ciro foi um tipo diferente de con­ quistador. e não se com p a d ecerã o do f r u t o do ven tre. O tratamento cruel e a matança impiedosa descritas neste verso eram típicas dos exércitos assírios. nem ta m p ou co d esejarão ouro. eles podem ser designados como a parte do exército que não queria despojos (não fazendo nenhum “caso da prata. Tiglate-Pileser III fez uma conquista mais completa da qual ele chamava “os poderosos medos”. o povo da Babilônia deu as boas-vindas ao exército dele deixando abertos os portões de cidade.20 Os medos a quem Isaías se refe­ riu pode ser um termo geral para os exércitos combinados de Senaqueribe. Quando Isaías era jovem.C. não é impossível que Isaías reconhe­ cesse especificamente o contingente medo do exército de Senaqueribe em 689.22 lti E os seu s arcos d esped açarão os jo v e n s. desde que Heródoto falou dos exércitos de Senaqueribe como “as hostes árabes”21 depois que Senaqueribe atravessou a Arábia em 688 a. qu e não f a r ã o caso da prata.C. medos. Re­ gistros antigos mostram que em 539 a. ou seja. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.retirou a sua mão e permitiu aos assírios mostrarem a sua crueldade para o povo da Babilônia. 17 Eis qu e eu d espertarei con tra eles os m edos. Os exércitos posteriores dos medos e persas se consideravam os libertadores da Babilônia da anarquia de Nabonido e Belsazar.. Isto não se ajus­ ta ao tempo posterior de Ciro. Eles deram a Ciro até mesmo uma entrada triunfal completa com folhas de palmeiras.19 Os assírios no tempo de Senaqueribe rotularam todos os medos e persas de “M adai”. Os assírios dirigiram oito campanhas contra a M édia um pouco antes da época de Isaías. só vingança. Por outro lado. Certamente. o seu olho não p o u p a rá os filh o s . Depois Sargão II recebeu tributo deles e os manteve sob controle. nem tampouco desejarão ouro”).

A Babilônia.19 E B abilôn ia. não passivos. n os seu s p a lá cios de p ra z er.24 N inguém acre­ ditava que qualquer coisa pudesse destruí-la. e a li habitarão os avestru zes. ela não ficará [continu­ ará] de geração em geração”. era realmente uma jóia ou “orna­ m ento” entre os reinos antigos. o o rn a m en to d os reinos. p o is bem p e rto j á vem chegando o seu tem po.. nos dias de Isaías. 22 E as f e r a s qu e u iva m g r ita r ã o u m a s às o u tra s n o s seu s p a lá cios vazios. e os sá tiros p u la rã o ali. Que os assírios não sejam mencionados aqui está em linha com o reconhecimento de Isaías de que um Deus santo estava usando os assírios para trazer o seu juízo divino. a g ló r ia e a soberba dos caldeus. Os caldeus sob o comando de Merodaque-Baladã a fez “a glória” de sua soberba. O mundo daqueles dias expressou horror e choque na sua súbita e total destruição por Senaqueribe.C. será com o S odom a e G om orra. n em ta m p ou co os p a sto res a li f a r ã o d eita r os seu s rebanhos. A captura da cidade pelos assírios não mudou essa expectati­ va. 20 N u n ca m a is será habitada. n em o árabe a rm a rá a li a su a tenda. de modo que a sua destruição se compara com a de Sodoma e Gomorra.25 Isto precisa ser conectado com a últi­ ma parte do versículo 22. Antes da sua destruição em 689 a. co m o tam bém os chacais. e os seu s dias não se prolon garão. A ênfase do versículo 20 não é sobre um estado futuro. Até mesmo Senaqueribe tratou a cidade com considerável respei­ to até que ele finalmente decidiu que esta devia ser destruída. qu an do D eu s as tra n s­ torn ou . Os verbos (v.20) são ativos. onde a repetição enfatiza que a destruição da Babilônia está para vir em breve. Ele não dá nenhuma esperança para a cidade neste momento. n em reed ifica d a de g era çã o em g era çã o . 21 M as as f e r a s do deserto rep ou sa rã o ali. e a su a casa se en ch erá de h o rrív eis a n i­ m a is. a expectativa da Babilônia era de uma longa e ininterrupta exis­ tência. A primeira parte é lite­ ralmente: “Ela não se assentará para sempre. A cidade foi demolida. mas nas .

mas não em qualquer outra época na história da Babilônia. e os povos das nações servirão a Israel. súbita e total destruição da Babilônia. e o p o r á na su a p ró p ria terra. e ela permaneceu uma grande cidade durante muitos sécu­ los —só sendo gradualmente desabitada depois que Bagdá tomou a liderança naquela parte do mundo. Ciro e Alexandre. Esar-Hadom a reconstruiu. Em vez de nações tomando posse de Israel. 2. e cativarão aqueles qu e os ca tiva ra m e d om in a rã o os seu s opressores.26Este era exatamente o caso em 689 a.C. o significado não é que a cidade nunca seria habitada. Os seus capturadores serão os cativos. n a terra do SENHOR.. Ele ainda é fiel. embora Saddam Hussein tenha tentado restabelecer partes da antiga Babilônia.atuais esperanças da Babilônia. Instalar os israelitas “na sua própria terra” poderia também significar proporcionar-lhes segurança. De modo que depois de um tempo. Antes de continuar com o julgamento sobre a Babilônia. que eles não esperavam. e Israel dominará so­ . As condições serão o contrário do que eram nos dias de Isaías. Israel possuirá as nações. paz e descanso. ISRAEL É RESTAURADA MAS BABILÔNIA É JULGADA I4. 2E os p o v o s os receb erã o e os levarão aos seu s lugares. e na breve. e se achegarão à casa de Ja có .27 Hoje.2 1 P orque o S enhor se com p a d ecerá de Ja có . as nações irão recolocar Israel na sua própria terra. A sua compaixão é um intenso amor cheio de misericórdia e afeto. Compaixão sobre Judá 14. e a casa de Isra el p o ssu irá esses p o v o s p o r serv o s e p o r servas. A cidade era muito importante para ser deixada na condição descrita nestes versos. Assim. suas ruínas ainda nos lembram que Deus destruirá a maldade. Isaías lembra a Israel (tam bém chamada Jacó) que o propósito de Deus não mudou. e ain da elegerá a Israel. e a ju n ta r -se-ã o com eles os estranhos. Em vez de nações os levando cativos.I-23 a. a honraram.1. o Grande. onde árabes e pastores a evitariam e onde animais selvagens fariam dela a sua morada. Nabucodonosor a aumentou.

Embora N abucodonosor depois tenha instalado os judeus na Babilônia. um conquistador diria aos habitantes de uma cidade quanto imposto ou tributo eles tinham de pagar e então os deixaria voltar e reconstruir as suas casas. Tiglate-Pileser III levava os povos para o exílio na esperança de controlá-los melhor. e da d u r a se r v id ã o co m q u e te f i z e r a m serv ir. e dirás: C om o cesso u o op resso r! A cid a d e d ou ra d a a ca b ou ! Quando esse dia vier. e d o teu trem or. O reino de Deus iniciado por Jesus trouxe alívio (M t 1 1. Embora moldada após as orações funerárias reais do dia. o povo poderá proferir “este dito”. ele não os fez passar por tal sofrimento e trabalho força­ do. n o d ia em q u e o S enhor v i e r a d a r -te d esca n so d o teu trabalho. 4 então. . p r o ferirá s este dito co n tra o rei da B abilôn ia. Antes do seu tempo. £ Haverá um dia de alívio da opressão.29 Ele estabeleceu o Neo-Império Assírio e instituiu a política de levar os povos cativos para outras terras. revelando a verdade a respeito do rei. Porém. seu conteúdo é agudamente satíri­ co. U m Escárnio Contra o Rei da Babilônia 14.28 O rei não é nomeado por­ que ele não merece ser lembrado. este particular rei da Babilônia é identificado nos versículos 17— 0 como alguém que não deixou os seus cativos voltarem às suas 2 casas e ele próprio não recebeu um enterro apropriado com direito a tumba como os outros reis. b. mas o M ilênio trará alívio completo. Deus ainda usará Israel no seu plano divino. o único rei assírio nos dias de Isaías que levou o título “o Rei de Babilônia” e ascendeu a seu trono.3— 8 a co n tece r á que. uma canção zombeteira contra o rei da Babilônia. Estes fatos correspondem a Tiglate-Pileser III. Porém.bre os déspotas que uma vez os oprimiram. do tremor e do trabalho duro sofridos por aqueles que foram levados cativos pelos assírios.28— 30).

I 5. 37. sem que a lgu ém o p ossa im pedir. Todos os anos o exército assírio saía em cam­ panhas militares e implacavelmente “feria os povos”. 7J á descansa. 10. mas não se ajustam ao que nós sabemos dos reis babilônicos posteriores. é p ersegu id o. ..9. “Júbilo” inclui gritos de alegria. 8 A té as f a i a s se a legra m sob re ti. Ele tomou o título “o Rei de Babilônia” em 729 a.. 6 A quele qu e f e r i a os p o v o s co m f u r o r .24). o q u e com ira d om in a va as nações. e os ced ros do Líbano.C. e os cedros do Líbano” (cf. Os detalhes desta passagem correspondem a ele.30 5 J á q u ebran tou o Senhor dom inadores. j á está sossegada toda a terra ! —ex cla m a m com jú b ilo. pois até mesmo o mundo natural se alegra. Tiglate-Pileser III e as suas forças eram extremos em sua brutali­ dade contra as nações.. Ele os usa para trazer o seu juízo. Em seus registros. pois agora pode desfrutar de repouso e quietude (cf. dizendo: D esd e que tu caíste.34.12).I I ) . n in gu ém sobe co n tra n ós p a ra n o s cortar. dois anos antes de sua morte.13.A morte dele cumpriu perfeitamente as profecias nos versos 18— 20. Nenhum lenhador assírio vem para derrubar “as faias [ciprestes] . 33. Tiglate-Pileser diz que esmagou qual oleiro ao barro todos os que não o obedeceram e os espalhou ao vento como um furacão. mas eles são julgados por seu turno (cf. 2. o bastão dos ím pios e o cetro dos O SE N H O R verdadeiramente é aquEle que quebra “o bastão [po­ der] dos ímpios [o povo culpado]” e “o cetro [autoridade adminis­ trativa] dos governantes”. N a I . Ninguém po­ dia conter a sua cruel agressão. Zc I . Agora Isaías zombeteiramente se dirige ao falecido rei por meio das árvores da floresta. agora. O mundo se alegra com a morte desse opressor. co m p ra ga in cessa n te . 10.

se tu rb o u p o r ti. O seu corpo foi deixado sem nada da glória com a qual se vestia em vida. 11J á f o i derrib a d a no in fern o a tua soberba. e os bichos te cobrirão.c. mas o inferno)31 os espíritos dos mor­ tos são despertados para encontrar o rei da Babilônia. desp ertou p o r ti os m o rto s e todos os p r ín cip es da terra e f e z lev a n ta r do seu tron o a todos os reis das nações. mas os seus tronos são sem nenhum sentido. Ele está agora sobre um leito de larvas e coberto de vermes. os bichinhos. Eles tinham retido a sua identidade pessoal. Tiglate-Pileser III era o rei mais poderoso do seu tempo. se estenderão. Eles são retratados como sentados na escuri­ dão sobre tronos sombrios. tendo se tornado em nada diferente de qualquer outro pecador. o rei poderoso. o rei do universo”. sendo reconhecidos uns pelos outros. Como parte de seu julgamento ele não teve um enterro apropriado. p a ra te sa ir ao en co n tro na tu a vin d a . Os líderes são chamados no hebraico Jattudim . com­ parando-os a bodes que conduzem um rebanho. ele foi trazido até ao Sheol ( “inferno”).9— 11 9 O in fern o. Apesar de toda a sua pompa. Ele ti­ nha impressionado outros reis pela sua majestade e pelas suas reivin­ dicações de deidade. 10 E stes todos resp on d erã o e te d irã o: Tu tam bém a d oeceste co m o n ós e f o s t e sem elh a n te a nós. M as agora eles estão reduzidos a fraqueza. Estes incluíam os líderes e reis mortos por Tiglate-Pileser III e seus exércitos. Eles estão pasmos de que na sua morte ele se tornou tão fraco e tão ineficaz quanto eles. “bodes”. debaix o de ti. . Eles não mudaram. Tiglate-Pileser III chamava a si mesmo de “o grande rei. No Sheol (não a sepultura. co m o som d os teu s ala ú d es. A Recepção do Rei da Babilônia no Sheol 14. desde o p ro fu n d o .

contudo. versão latina da Bíblia Católica Romana. Como uma estrela da manhã em desvanecimento.12— 17 12 C o m o ca íste do céu. Lc 10. ou seja.. filha da alva”.32 13 E tu dizias n o teu cora çã o: Eu su b irei ao céu. Como a estrela d’alva que enfraquece na luz do amanhecer. A ascensão do rei “ao céu” era somente pela sua arrogância e autoexaltação. a ver­ dadeira “resplandecente Estrela da manhã” (Ap 2 2 . disseram que aplicar o nome a Satanás aqui era um grande erro. O rei é chamado de “a estrela da manhã. tu que debilitavas as na ções! A pompa derrubada no Sheol é descrita como uma queda “do céu”. f i lh a da a lv a ! C o m o f o s t e lan çado p o r terra. A KJV (Versão King James) traduz “estrela da manhã” como “Lúcifer”.d.9).. Lutero e Calvino.. O monteTsaphon ( “Norte”) era tido pelos pagãos como sendo o assento dos principais deuses. ó estrela da m anhã. o nome Lúcifer foi aplicado ao diabo por Jerônimo (o tradutor da Vulgata latina) — reconhecendo que Satanás de fato caiu do céu (cf. cujo significado é “portador de luz”.18). Em seu coração. e. e se assentaria “no monte da congregação” (Heb. Não obstante. Por causa das arrogantes reivindicações do rei da Babilônia. ele perdeu todo o seu brilho agora que está no inferno. ele está em contraste com Cristo. a cim a das estrelas de D eu s. em seus pensa­ mentos ambiciosos. determinou que se ascenderia ao céu. O Orgulho e a Queda do Rei da Babilônia 14. [eu] exal­ tarei. O povo piedoso de Jerusalém só reconhecia um único Deus verdadeiro e um único lugar . no m o n te da co n g re­ gação. Satanás estava certamen­ te por trás do orgulho e da arrogância do rei. tsaphon). Ele que uma vez derrotou as nações está agora quebrado em pedaços sobre a terra. Certamente Satanás não ficou tão fraco quanto as pessoas no inferno (Is 14. m e assen tarei. da banda dos lados do N orte.. ex a lta rei o m eu trono. Note a repetição do pronome “Eu” ( “Eu subirei. exaltaria o seu trono acima das estrelas de Deus. e. [eu] me assentarei”). um termo tomado emprestado da Vulgata.16).

“ao mais [íntimo] profundo do abismo”.2 4 . N o seu orgulho. Ezequias. um título que realmente só pertencia ao único Deus verdadeiro.2.). co n sid era r-te-ã o . contu do. Assim. quan­ do este enviou o seu principal oficial m ilitar para que tentasse conse­ guir a rendição de Jerusalém e para adverti-los a não escutarem o rei deles. a audiência de Isaías reconheceria que o rei da Babilônia estava reivindicando ser maior que qualquer deus. Esta mesma arrogância foi depois exibida por Senaqueribe.2 5 .4 ). cf. Por este ato ele se poria no mesmo nível que o “A l­ tíssim o” (Heb. até mesmo maior que o Deus de Israel —a quem ele classificou com os deuses das outras nações.1 7 . ls E. e será o pecado do Anticristo (2 Ts 2. o rei da Babilônia também disse que ascenderia acima das nuvens mais altas. (A palavra “abismo” é usada aqui como um sinônimo para Sheol. ao m a is p r o fu n d o do abismo. acima de onde era imaginado que os deuses viviam. Que pecado profundo era isto! Era como o pecado de Adão e Eva.4). SI 48. até mesmo maior que o único Deus verdadeiro. levado será s ao in fern o. o pecado da torre de Babel. que estava tentando alcançar o ponto mais alto no céu. Gn I I .5. rei da Babilônia.1 8 -2 0 .1. etc. 2 Ts 2 . ou confiarem no S E N H O R (3 6 . 14 S u b irei a cim a das m a is altas n u v en s e serei sem elh a n te ao A ltíssim o.)33 16 O s que te v irem te con tem plarã o. 1 -4 . Senaqueribe estava realmente reivindicando ser maior do que qualquer deus. 1 4 . será levado até à mais baixa parte do Sheol —na realidade.sobre a terra onde Ele estava se manifestando —o monte Sião (veja o Dt 12. 'elyon.2 2 .1 8 — 20). e d irã o: É este o va rã o q u e fa z i a estrem ecer a terra e qu e fa z i a trem er os rein os? . Continuando o pensamento dos versículos 9— o auto-exaltado 12. Dn 4 .

as tumbas eram consideradas importantes na honra ao morto. ja z em com honra.1 8 -2 0 T odos os reis das nações. deixando cada um deles como um sertão. co m o u m a v este de m o rto s atravessados à espada. As pessoas olharão para o cadáver dele e dirão com surpresa e repugnân­ cia: “E este o varão que fazia tremer a terra e que fazia tremer os reinos?” “O varão” (Heb. com o os qu e descem ao co v il de pedras. 19 M as tu és lan çado da tu a sepu ltu ra. Isto também confirma o fato de que Sheol não é a sepultura. e. O Rei da Babilônia Carece de um Enterro Digno 1 4 . não a Satanás. pois o corpo do rei não estava em uma sepultura. “renovo” (Heb. cada u m na su a casa. e é uma indicação a mais de que o significado primário desta passa­ gem se aplica a Tiglate-Pileser III. Ele também instituiu a política de levar os povos ao exílio em vez de os deixar voltar e reconstruir as suas casas. haisP) significa um indivíduo do sexo masculino. Ironicamente. Ele seria expulso “como um renovo abominável”. Tiglate-Pileser III não seria enterrado regiamente em uma tumba mag­ nífica.Agora Isaías dirige a nossa atenção ao fato de que o corpo de Tiglate-Pileser III jazeria insepulto. Em contraste com todos os outros reis da época. e assolava as su a s cidadesP Q u e a seu s cativos não d eix a va ir soltos p a ra a casa delesP No estabelecimento do Neo-Império Assírio. 17 Q u e p u n h a o m u n d o com o u m deserto. Tiglate-Pileser III despojava todas as coisas valiosas dos territórios que conquistava. Nos tempos bíblicos. co m o u m ren ovo ab om in ável. “como corpo morto e pisado”. algo considerado humilhante pelo povo da antigüidade. ou deserto. ou mausoléu. todos eles. como um vestido saturado de sangue das pessoas mortas pela espada. com o corp o m orto e pisado. netser) é .

e o n eto . .2 1 — 3 2 21 P r e p a r a i a m a ta n ça p a r a o s filh o s. e en ch a m o m u n d o d e cid a d es. 22 P o r q u e m e le v a n t a r e i c o n t r a eles. p o r q u e d e s t r u í s t e a tu a te r r a e m a ta s te o teu p o v o . e d e s a r r a ig a r e i d e B a b ilô n ia o n o m e. o v erd ad eiro R e i d o s reis e S e n h o r d o s senh o res! 20 C o m e le s n ã o te r e u n ir á s n a s e p u lt u r a . d iz o Sen hor . Jesus.1 8 . E sta r e s p o n s a b ilid a d e é a p o n ta d a c o n tra to d o s os reis d a A s síria cm Isa ía s 3 7 . f. seu p o d e r e a u to r id a d e — e n ão lh e d e ix a rá u m re m an e sc e n te co m o E le p ro m e te u a Isra el. O rei d a B a b ilô n ia n ão terá u m e n te rro d ig n o p o rq u e ele d e s tru iu a su a te r r a e m a to u o seu povo. D eu s d e s a rra ig a rá o seu n o m e — o u seja. O ju íz o de D eu s n ão é so m en te c o n tra o rei d a B a b ilô n ia . m as c o n tra a p r ó p r ia B a b ilô n ia . p o r c a u s a d a m a ld a d e d e s e u s p a ís .I . e a g ló ria do ju sto R en o vo d a lin h ag e m de D avi. este rei d a B a b ilô n ia ”. e p o s s u a m a te r r a . B a b ilô n ia T o rn a -se u m a T e rra P a n ta n o sa 1 4 . p a r a q u e n ã o s e le v a n te m .P ile s e r III n e sta p assag em . “ a d e sc e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ão será n o m e a d a p a ra se m p re ”. O co m an d o é tam b ém p ara p rep arar lu g ar p ara “a m atan ça p ara os filh o s” dele p o r causa d a cu lp a de seus pais. A ú ltim a p a rte d o v e rsíc u lo a cim a. e o s r e s íd u o s . e o f i l h o . p o d e ser to m a d a co m o u m im p e rativ o : “N u n c a m e n ­ cio n e o n o m e d este d esc en d en te de m a lfe ito re s. Q ue eles n ão o u sem se levan tar “e p o ssu am a terra ” e en ch am a face da terra h ab itad a co m cid ad es — que serv iriam com o sím b o lo s d o p o d er e d a au to rid ad e deles. d iz o SjENHOR d o s E x é r c i­ tos. o ram o p o d re q u e se au to d en o m in av a “o rei d o u n iv e rso ”. Q u e co n traste en tre a vergo n h a do tiran o . a d e s c e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ã o s e r á n o m e a d a p a r a sem p re.a m esm a p alav ra u s a d a a resp eito d o M e s sia s em I I . T a lv e z esta seja u m a o u tr a raz ão p ela q u a l Isa ías n ão m e n c io n o u o n o m e d e T ig la te .

O u tro s su g e re m q u e a c id a d e g ra d u a lm e n te se to rn o u u m p â n ta ­ n o in a b itá v e l. c o n tu d o .. O q u e c ara c te riz a v a a B a b ilô n ia nos d ias de Isaías? 3 .. são s ile n c io so s a re sp eito d isto . P o r q u e Isa ías in ic ia esta seção sobre p ro fecias estran g eiras co m a B a b ilô n ia? 2 . A d e s tru iç ã o d a B a b ilô n ia será ta l q u e só a n im a is in ferio res h a b i­ ta rã o n e la . q u an d o S e n a q u e rib e d e m o liu a c i­ d ad e e in u n d o u o seu lo c a l.34 O s re g istro s de C iro . Q u e d ec laraç õ e s m o stra m q u e a d e stru içã o d a B a b ilô n ia era p a ra v ir lo g o ? C o m o isto fo i cu m p rid o ? . e v a r r ê la -ei co m va ssou ra de perdição. isto n e m m e sm o te ria sid o n ecessário . A área te m se to rn a d o m ais p a re ­ c id a c o m u m d e se rto d e sd e o te m p o d o s s e lê u c id a s n o terceiro sécu lo a .C . d e p o is d e lo n g a s eras. E s c ri­ to res m ais a n tig o s n o rm a lm e n te c o n e c ta ra m su a in u n d a ç ã o co m a n a rra tiv a d e H e ró d o to d o s u p o sto d esv io d o rio E u frates p o r C ir o .23 E red u z i-la -ei à p o ssessã o de co ru ja s e a lagoas de águas. M a s B a b ilô n ia n ão tin h a a in d a se to rn a d o u m p â n ta n o in a b itá v e l. N ó s sab em o s ap en as de u m a o casião q u a n d o a B a b ilô n ia se to rn o u u m p â n ta n o in a b itá v e l — os p o u c o s an o s d e p o is de 6 8 9 a. e d e v i­ d o ao fa to d o s b a b ilô n io s te re m d ad o as b o a s-v in d a s ao ex ército d ele. m as m e sm o a g o ra te m p o m a res e ja rd in s n as suas im e d iaç õ e s. O q u e p e r m itir á ao povo cativo n a B a b ilô n ia fu g ir d e v o lta às suas p ró p ria s terras? 4 .C . e cav o u trin c h e ira s a p a r tir d o rio p a ra in u n d a r a c id a d e e tr a n s fo r m á -la em u m p ân tan o . a c id a d e d e H illa te m se s itu ­ ad o n a su a e x tre m id a d e m e r id io n a l.C . D esd e o d é c im o -p rim e iro sé c u lo d ..la “lag o as de á g u a s ” (o u p a n ta n a l) e v a rre r a c id a d e c o m a r íg id a “v a sso u ra de p e rd iç ã o ” se ria S e n a q u e rib e .35 QUESTÕES DE ESTUDO 1. E le a a rra s o u em 6 8 9 a .C . d iz o S e n h o r dos E xércitos. O ag en te d e D eu s p a ra to r n á .

M cKenna. 2 0 9 . 5 Ibid. 6 H erodotus. 129. 2 1 4 . 2 3 4 . 137. 14. Robinson. 197. The Passing o f the Empires. 2 vols. 19 93 ). 2 2 4. Como este rei se exaltou? 7. 19 35 ). 49. 66. 2 9 .C. 2 3 6 . H eródoto não era um historiador no sentido m oderno do termo. State Letters o f Assyria.. 182. 1:383. Que evidência a partir do capítulo 14 e da arqueologia mostra que o rei da Babilônia era Tiglate-Pileser III? 6. 1:283. American Oriental Series.. até mesmo com entários conser­ vadores a esse respeito. to 33 0 B. 1 12 Cf. 79.5. 196. Como a destruição da Babilônia foi cumprida? CITAÇÕES 1 A m aioria dos com entários ignora isto e tenta aplicar esta profecia à con­ quista de Babilônia por Ciro. ed. George Rawlinson. 193. Ás vezes eles estavam corretos. Isaiah 1— em The 39. 2 2 1 . 1:297.. M cClure. 22 0. 8 Pfeiffer. 78. 151. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. Charles Boutftower. A. 106. às vezes não. M anuel K om roff (N ova Y ork:Tudor Publishing Co. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press.. 3 Ibid. A History o f Israel (O xford: Clarendon Press. 19 28 ). Communicators Commentary (D allas:W ord Books. 2:25. 2 3 3 . 9 D aniel David Luckenbill. 19 30 ). Ele era um turista grego do século V a. M . 138. Sayce (Londres: Society for Prom oting C hristian Knowledge. 2 3 8 . 1 Ibid. 19 0 0 ). 112. 2 R obert H enry Pfeiffer. que registrou o que os guias lhe contaram . trans. como o de David L. 55. ed. 4 Gaston Cam ille Charles M aspero. vol. History. 3. L. 109. O que mostra que este rei era apenas um homem? 8. .. Por exemplo. 171. 98. 19 51 ). 58. 7T heodore H . 10 Ibid. 1 9 2 6 -2 7 ).C. 8 5 0 B. trans. The Book o f Isaiah ÇChapters I-X X JÍIX ) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. 90. H .C. State Letters o f Assyria.

1 9 3 5 ). 19 53 ). 16 D aniel David. em The International Criticai Commentary (Edimburgo: T. 19 48 ). 3 1 6. 26 E. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: Abingdon Press. 1 9 1 6 ).. 1:427.. Book o f Isaiah. Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. T h irtle. Boutflower m ostrou também bases razoáveis para isto. Joseph A. Hayes e Stuart A. A Criticai and Exegetical Commentary on the Book o f Isaiah I-XXXIX. Eerdmans. James W. 73. 17T h irtle sugeriu que o Salm o 137 reflete os sentimentos passados dos cati­ vos que retornaram de Babilônia nos dias de Isaías. 31Veja Stanley M . 22 Cf. 109. Old Testament Prohlems (Londres: M organ & Scott. The Book o f Isaiah. B. Pfeiffer. 76. State Letters o f Assyria. History. Commentary on the Book o f the Prophet Isaiah. Flecker. 73. Ancient Near Eastern Texts. 1 9 9 8 ). 20 E. 83. 133. Book o f Isaiah. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. E. Ancient Records.. 316. 1:281. The Annals o f Sennacherih (Chicago: U niversity o f Chicago Press. 29 Flecker. ed. 2a ed. 131. 21 H erodotus. Isaiah 1— 173. 18. Pritchard. 13 0 -1 3 1 . rev. 109. 1:281. Flecker foi um dos prim eiros a identificar o rei aqui como T iglate-Pileser III. Veja McKenna. Pritchard. Irvine. Book o f Isaiah. cf. 3 0 6. (Princeton: Princeton U niversity Press. 2 :2 4 5 . 1 9 4 9 ). 51. H erzfeld. 39. 19 95 ). 14 Stanley M . Oxford U niversity Press. 1 9 5 5 ). 18 James B. W illiam Pringle (G rand R apids: W m . trans. A New Translation o f Isaiah (Londres: E lliot Stock. George Livingstone Robinson. ed. 19 87 ). RJ: CPAD. 19 54 ). Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. 9. 25 João Calvino. & T Clark. Ancient Records. 2 3 1. 19 Luckenbill. 69. A N ew Translation o f Isaiah. 19 24 ). Luckenbill. H orton. Boutflower. 27 Saddam H ussein tem tentado restabelecer algum as das ruínas da antiga Babilônia. 2:6. 23 Ibid. 30 Para m ais evidências disto veja Boutftower. Alexander. 15 Luckenbill. H orton. Veja tam ­ bém George Buchanan Gray. 24 Boutflower. 2 5 2 -2 5 4 . RJ: CPAD. (G rand R apids: Baker Book House. 19 01 ). 4 2 -4 8 . .U O jogo de palavras é m ais óbvio no hebraico antigo que grafava somente as consoantes. Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. Archaeological H istory o f Iran (Londres: H um phrey M ilford for the British Academy. 2 5 1 . 28 John H .

Juízo Sobre Muitas Nações 14.37).24— 17. 3 vols.36. Edward J. Senaqueribe jamais fez outra campanha m ilitar durante os anos restantes do seu reinado. N a época em que Isaías profetizou. parecia que nada poderia pa­ rar a Assíria. 25 Q u ebra n ta rei a A ssíria na m in h a terra. Eerdmans.24-27 24 O SENHOR dos E x ércitos ju r o u .) a profecia foi cumprida. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. a terra de Judá. 34 Joseph A. 19 75 ).14. co m o d eterm in ei. A destruição dos 185. e a su a carga se d esvie dos seu s om bros. p a ra q u e o seu ju g o se a p arte deles.32 Observe que o poder do rei term inou com a sua queda. O propósito de Deus era castigar os assírios a seu devido tempo. Veja nota em 5. e. M as Deus tinha um firme propósito em quebrar a do­ minação assíria. e isto é expresso em forte terminologia. (G rand R apids: W m . mas o lugar dos espíritos dos m ortos. em I (1 8 7 5 : reimpressão. Young.000 homens do exército de Senaqueribe fez efetivamente isso (37. a pisa rei. Alexander.C. O poder de Satanás ainda não term inou. dizendo: C o m o p ensei. 33 Sti’ol não é a sepultura. B. 1:304. 1957). Deus se comprometeu a quebrar e destruir os assírios na sua pró­ pria terra. 116. 1 9 6 9 -7 2 ).12. 2 vols. Cf. 2 7P orque o . G rand R apids: Zondervan Publishing House. na s m in h as m ontanhas. 35 M errill E Unger.1 26 E ste é o con selh o qu e f o i d eterm in a d o sob re toda esta terra. 1:441. The Book o f Isaiah. A ASSÍRIA SERÁ ESMAGADA NA TERRA DE DEUS 14. e. assim se efetu ará. e esta é a m ã o q u e está estend id a sob re todas as nações. Isaías viu isto em 10. a s­ sim su ced erá .14 I. Unger’s Bihle Dictionaiy (Chicago: M oody Press. B. No ano seguinte (6 88 a. como a de um juramento.

A sua mão está “estendida” para trazer juízo sobre as nações.28-32 28 N o an o em qu e m o rr eu o rei A caz. quem .SENHOR dos E x ércitos o d eterm in o u . Alguns entendem “a vara que. A FILÍSTIA NÃO ESCAPARÁ DO JUÍZO 14. voadora. h ou ve este peso.1 5 ). e o seu f r u t o será u m a serp en te ardente. Proveniente deste virá outro . Davi tinha subjugado os filisteus. toda a F ilístia. Por outro lado... não o ano da acessão do novo rei.7). o ano em que o rei Acaz mor­ reu. Nenhum ser humano ou poder terrestre pode impedi-lo de cumprir os seus pro­ pósitos. Agora que ele se fora. p o r s e r quebrada a va ra qu e te f e r i a . Isaías se volta agora para 715 a. o in va lid a rá ? E a su a m ã o esten d id a está: quem .1 4 . mas era um erro proceder dessa forma. a f a r á v o lta r atrá s? O propósito de Deus é estendido agora para toda a terra. 2. porque o novo rei já estava no trono como um governante junto com o seu pai. este parecia um bom tempo para se revoltar contra a Assíria.1. Judá os tinha man­ tido por muito tempo em sujeição. p orq u e da ra iz da cobra sa irá u m basilisco. um merisma semelhante em 9 . pois. feria” a Filístia como sendo a casa de Davi.C. Parecia ao povo que o poder assírio fora quebrado porque depois que Salmaneser V morreu em 72 2 a. o rei Sargão II estava ocupado tratando das revoltas no outro extre­ mo de seu im pério e não pôde expulsar M erodaque-Baladã da Babilônia naquele momento.C. havia uma tentação para quebrar esse tratado. seu poder sobre a Filístia estava quebrado. Assim. a datação é no ano que o rei morreu. Isaías pode ter tido em mente o poder da Assíria. (Como em 6. Por conseguinte.. M as com o tratado de Acaz. 29 N ão te alegres.. A “raiz” e o “fruto” significavam a árvore inteira (cf. p ois. Judá se tornou subserviente à Assíria. Ele é o Senhor da história.) Acaz tinha feito o tratado com a Assíria em desobediência a Deus (veja cap.

yissad). Isto fala de Israel como o “primogênito de Deus” (Ex 4. a os m en sa geiros do p o v o ? Q u e o Senhor f u n d o u a Sião. pois. 32 Q u e se respon derá. mas o juízo de Deus trará fome e morte aos filisteus. Assim. e os n ecessi­ tados se deita rã o segu ros. ó p o rta . em vez de se alegrarem. Os mensageiros filisteus aparentemente querem que Ezequias se una a eles na rebelião contra a Assíria. A “porta” representa a “cidade”. e seria tolice de Judá unirse aos filisteus para tentar fazer isso. tu.22). que “fundou-a” (Heb.) . p o rq u e do N orte vem u m a fu m a ç a . m a s f a r e i m o r r e r de f o m e a tua raiz. 36 e 3 7 com respeito aos procedi­ mentos de Deus em relação a Senaqueribe. deixando atrás de si a fumaça de cidades incendiadas. “Os primogênitos dos pobres” é uma tradução literal. todas as cidades e o povo da Filístia deveriam estar uivando e chorando. M as Jerusalém deve declarar a sua confiança em Deus. cada um mais venenoso que o anterior. “Os necessitados” parece se referir ao povo de Jerusalém. A expressão “do N orte vem uma fumaça” refere-se à vinda da Assíria como um exército poderoso. “Os opressos de seu povo” —até mesmo os mais pobres e mais humildes —acharão refugio seguro nela. Esta não poderia ser parada. estás toda d erre­ tida. 31 U iva. porque eles serão derreti­ dos. e n in gu ém f i c a r á so li­ tá rio no tem po determ in ado. p a ra qu e os opressos do seu p o v o nela en co n trem abrigo.2 30 E os p rim o g ên ito s dos p o b res serã o apascentados. e serã o d estru íd o s os teu s resídu os. g rita . e ambas as palavras aqui são coletivas. Sargão II não atacou Jerusalém e Senaqueribe fracassou em tomá-la. ó F ilístia. (Veja caps.rei assírio traiçoeiro como uma serpente. totalmente desmoralizados e incapazes de resistir ao inimigo. ó cida de.

f o i d estru íd a Q u ir de M oabe e f o i desfeita.36.1— 9 1Peso de M oabe.1— Agora Isaías vê que essa ines­ 3). a ch orar. C ertam en te■em u m a noite. certam ente. p o r N ebo e p o r M edeba. Após a morte de Jeroboão II de Israel (7 53 a. A Destruição de Moabe 15. ou que ele enviou unidades menores para as várias cidades. 2 Vai su bindo a B ajite.). 3. perada e súbita destruição será difundida.Também é provável que quando Acaz morreu em 715 a. f o i destru ída A r de . M oabe e f o i d esfeita.C.3 a 30. As cidades de M oabe não são mencionadas em qualquer padrão geográfico claro. Moabe tomou conta de algumas das cidades que antigamente eram israelitas. Amós profetizou contra M oabe (Am 2. e aos lu gares altos. Ele não tinha podido fazer isso enquanto o seu pai estava vivo.27. muito embo­ ra ele tivesse reinado como rei com seu pai durante seis anos.1— 16.37) localizado no lado oriental do mar M orto. Ezequias estava livre para limpar o templo e celebrar a grande Páscoa descrita em 2 Crônicas 29. Nem teria ele sido capaz de destruir os lugares altos e os altares em Efraim e Manassés antes que Oséias fosse derrotado e Samaria levada ao exílio em 722 a. Depois. Gn 19. MOABE 15. M oabe foi conquistado por Davi.. M oabe u iv a rá . Ezequias conside­ rou 715 como o verdadeiro primeiro ano do seu reinado. Isto pode significar que Salmaneser lutou ao mesmo tempo em várias frentes. e a D ibom . todas as cabeças fi c a r ã o calvas.C.15) a Q uir (depois conhecida como Kerak) no sul. Desse modo. A forma destes capítulos é a de uma lamentação. em u m a noite. a. .14 Os capítulos 15 e 16 tratam de M oabe (descendentes de Ló. Isto aconteceu provavelmente durante o reinado do rei assírio Salmaneser.C. e toda a barba será rapada. o reino norte de Israel o controlava de vez em quando. de Ar pelo rio Arnom no norte (N m 21.

Os soldados de M oabe gritam alarmados. 3 C in g ira m -se de p a n o s de sa cos nas su a s ru a s. todos a n d a m u ív a n d o e choram a b u n d a n te­ m ente. anda g rita n d o . fu g i r a m os seu s n ob res p a ra Z oar. Hesbom. 5 O m eu cora çã o clam a p o r cau sa de M oabe. Seus habitantes irão para o seu templo dedicado a seu deus. ao leste do Jordão e aproximadamente vinte e dois qui­ lômetros a sudoeste de Amã. p orq u e. ela foi capturada pelo rei M esa de M oabe e ainda estava em mãos moabitas nos dias de Isaías. com o a n ovilha de três an os. p o r isso. e para os seus lugares altos a céu aberto localizados na colina fora da cidade para lamentar. Camós. no cam in h o de H o ro n a im .Dibom. junto com a vergonha por causa da derrota. Porém. os a rm a d o s de M oabe cla m a m . ou uivar. estava localizada cerca de cinco quilômetros ao norte do rio Arnom. pox-que perderam a coragem. nos seu s terraços e nas su a s praças. O país inteiro estava com o aspecto abatido. até J a z a se o u v e a su a voz. p o rq u e v ã o cho­ ra n d o p ela su bida de L uíte. Os telhados e praças pú­ blicas estavam cheios com pessoas chorando.39 ). luto e desgraça. Jaza estava localizada aproximadamente dezesseis quilôm etros a sudeste de Hesbom. 4 A ssim H esbom . com o E leale. Eleale estava localizada cerca de três quilômetros a norte-nordeste de Hesbom. tinha sido concedida aos levitas (Js 2 1 . Usar vestes grosseiras ( “sacos”) feitas do cabelo de cabras pretas era outro sinal de tristeza. O lamento de M oabe sobre as cidades de Nebo (leste do rio Jordão) e de Medeba (sudeste da extremidade norte do mar M orto) mostra que eles estão destruídos. a su a alm a trem e d en tro deles. a importante cidade sob o comando do rei Mesa. Cabeças e barbas raspadas eram um sinal de profunda lamentação.

estão na direção da extremidade sudeste da porção principal do mar M orto. veio de Moabe. assim como a de uma novilha de três anos na qual nunca foi posto jugo. Elas se tornaram áridas e desérticas. O amor de Deus ainda estava estendido para Moabe. As riquezas acumuladas durante os tempos de prosperidade terão que ser removidas para preservação além do ribeiro dos salgueiros ao sul. ao rib eiro dos sa lgu eiros. possivelmente por causa da intercessão de Abraão por Sodoma em Gênesis 18. embora o juízo deva vir sobre este. cidadela.leva n ta m u m lastim oso pranto. era uma colina. cuja filha se tornou a ancestral dos moabitas. e não há v erd u ra algum a. Rute. Quando Saul perseguia a Davi. a pequena cidade que escapou da destruição de Sodom a e G omorra (Gn 19. p o rq u e se seco u o fe n o . “M eu coração” é paralelo a “[Eu] acrescentarei” (v.6). d efin h ou a erva . o levarão. Davi levou seus pais a Moabe para protegê-los.9). Deus enterrou Moisés em algum lugar em M oabe (D t 34. Deus está se lastimando por Moabe. 7 P elo que a a b u n d â n cia que a ju n ta ra m e o que g u a rd a ra m . ou fortaleza que poderia oferecer refúgio tem­ porário.3. 8 P orque o p ra n to rod ea rá os lim ites de M oabe. Luíte. 6 P orque as á gu a s de N in rim serã o p u ra assola ção. A fuga deles é rápida. e ain da até B eer-E lim chegará o seu ru gido. Horonaim era outra cidade a caminho de Zoar. As fontes de Ninrim. provavelmente o ribeiro ou vadi Numeira (veja N m 32. Ele parece ter um lugar especial em seu coração para Moabe. a caminho de Zoar. onde a preocupação de Abraão era realmente por Ló. provavelmente o vadi Zerek na fronteira meridional de Moabe.22).21. . O povo de M oabe está fugindo para o sul a Zoar.27). Js 13. até JEglaim che­ g a r á o seu clam or. O coração de Deus está sempre quebrantado por causa dos pecados do povo e por causa do juízo que deve vir. a ancestral de Davi.

2 D e ou tro m odo. desde Sela. R ia­ chos que correm com sangue não era juízo suficiente —pois Deus ainda enviará mais. As águas de Dimom constituem um riacho ao leste do mar M or­ to. Os moabitas fugitivos iriam para o sul do mar M orto a Sela. De Sela eles enviariam o tributo para Jerusalém. Beer-Elim ( “poço dos heróis”) ficava na fronteira norte. . no d eser­ to. Voltando à situação do povo de M oabe nos vaus do rio Arnom. até ao m o n te da fi lh a de Sião. Aqueles que escaparem do exército assírio serão atacados por leões. p o rq u e ain da a crescen ta rei m a is a D im o m : leões co n tra aq ueles que esca p a rem de M oabe e con tra as relíq u ia s da terra.4. “Dimom” pode ter sido usado aqui para um jogo de palavras com a palavra hebraica para sangue (represa). Eglaim pro­ vavelmente ficava no sul de Moabe. eles deverão enviar cordeiros como tributo “ao dominador da terra” (cf. onde o rei M esa de M oabe enviou 100. O país inteiro estava lamentando por causa da destruição. 9 P orq u a n to as águ a s de D im o m estão cheias de sa n gu e. 2 Rs 3. buscando ajuda. su ced erá qu e serã o as f i lh a s de M oa be ju n to aos v a u s de A rn om com o o p á ssa ro vagueante. lan çado f o r a do ninho. H á alguns que interpretam o leão como sendo o exército assírio que continua atacando implacavelmente. Nos Rolos do mar M orto e na Vulgata latina lê-se “D ibom” (veja 15. rei de Israel).1— 5 1 E nviai o co rd eiro ao d o m in a d o r da terra.000 cordeiros como tributo a Acabe. Até mesmo naquela fortaleza eles não se sentiam seguros. Jerônimo disse que “Dimom” e “D ibom” eram usados de modo intercambiável. b.Moabe Contrastada com Sião 16.O clamor por socorro penetrou os limites de Moabe. uma fortaleza edomita no topo do monte próximo de Petra (onde remanescentes dos edomitas ainda existem).2).

e provejam um esconderijo seguro para os fugitivos. Sua condição lamentável mostra o quanto os moabitas precisam de ajuda. 5 P orque u m tron o se f i r m a r á em benignidade. I 1. dando-lhes refúgio da destruição assíria.2—4 ] O trono que “se firm ará” numa imutável aliança que guarda o amor (Heb. deixando-os vagar à toa. hesed) é o trono do Messias. e os opressores são co n su m id o s sob re a terra.Nos vaus do rio Arnom as mulheres fugitivas de Moabe eram como pássaros cujos ninhos foram espalhados. serv e-lh es de refú g io p era n te a f a c e do d estru id o r. Os mensageiros moabitas falam. Eles instam para que Jerusalém não os traia entregandoos nas mãos do inimigo. como Isaías tão freqüentemente o faz. e bu squ e o ju íz o . 4 H a b item en tre ti os m eu s desterrados. e se ap resse a f a z e r ju stiça . ó M oabe. a d estru içã o é desfeita. Eles querem que Ezequias e Je­ rusalém lhes dêem “conselho” (levem a efeito um plano). e apresenta um contraste. Os agressores perecerão. sendo o verdadeiro e legítimo her­ deiro de Davi e cumprindo a aliança dada a ele. A últim a parte deste verso (como também o v. 3 T om a conselho>ex ecu ta o ju íz o . Será um juiz justo e será diligente na promoção da justiça. O Senhor os deixa saber que o tempo está vindo quando a extorsão e a destruição cessarão. tomem uma decisão governamental. p o rq u e o hom em v iolen to terá f i m . e p õ e a tu a som bra no p in o do . Os moabitas querem que Jerusalém deixe os seus fugitivos vive­ rem com eles. e sob re ele no ta b ern á cu lo de D a v i se a ssen ta rá em v erd a d e vim que ju lgu e. Ele sentará sobre o trono em contínua fidelidade em Jerusalém. escon d e os d esterra d os e não descu bras os vagueantes. O contexto indica que o gover- .5) olha à frente para o futuro. m eio -d ia co m o a n oite. [cf.

“b o lo s de p a s sa s ” . E z e q u ia s se to r n o u u m sím b o lo d o M e s s ia s e era e sp e ra d o q u e fiz e s ­ se o q u e era c o rreto .H a r e s e t e .5 .s P o r q u e o s c a m p o s d e H e s b o m e a v in h a d e S ib m a e n f r a q u e c e ­ ra m . O s arro g an tes m o ab itas ta m b ém re je itaram a fé expres­ sa n o versículo 5 . p o i s j á es tã o a b a la d o s. c. a s u a j a c t â n c i a é vã . O d e s tr u id o r a sso lo u os seus c a m p o s co m o ta m b é m as v i­ d e iras de S ib m a (ta m b é m c h am a d a S e b a m . o s s e n h o r e s d a s n a ç õ e s t a la r a m a s s u a s m e lh o r e s p l a n t a s .6 —1 2 6 O u v i m o s d a s o b e r b a d e M o a b e. T o d o s eles la m e n ta m p o r cau sa d o s “ fu n d a m e n to s ” (lite r a lm e n te .n o d o M e s s ia s se e ste n d e rá aos g e n tio s . O s 3 . 1 5 . O s assírio s e as su as h o stes ( “os sen h o res das n a ç õ e s”) ta m b é m d e s tru íra m u m v in h e d o q u e se e s te n d ia em d ireção . 7 P o r ta n to . ‘ashisbe) de Q u ir-H a re s e te . eles só p o d em la m e n ta r q u e e ste ja m im p ie d o s a m e n te b a tid o s e os seus v in h e d o s p ro d u to re s de p assas este ja m d e s tru íd o s . N ã o s o c o rrid o s p o r essa ad o ração . e d a s u a so b erb a .8 ) . M o a b e u i v a r á p o r M o a b e . O O rg u lh o d e M o a b e T ro u x e o D esp rez o 1 6 .1 ). M o a b e la m e n ta p o r si m e sm o (c f. S u a s explosõ es de fú ria eram so m en te conversa vazia. . a p r in c ip a l c id a d e n a p a r te su l de M o a b e ( c f 1 5 . H eb .1 ) . o s s e u s r a m o s s e e s te n d e r a m e j á p a s s a r a m a lé m d o m a r. v ã o c h e g a n d o a J a z e r . g e m e r e i s p e lo s f u n d a m e n t o s d e Q u ir . e sta p ro m essa se a p lic a a M o a b e . to d o s u i v a r ã o . A lg u n s a c re d ita m q u e este v ersícu lo sig n ific a q u e n o s d ias de Isaías. e d o s e u f u r o r . p e rto d o m o n te N e b o n a p a r te n o rte de M o a b e ). D e p o is de lid a r co m o fu tu ro m e io de salvação. O s b o lo s d e p assas q u e eles p ro d u z ira m fa z ia m p a rte da sua ad o ra ç ã o p a g ã (c f. Isaías resp o n d e ao p ed id o dos m o a b ita s e ap o n ta p a ra o o rgu lh o co m o a cau sa d a d e s tru i­ ção de M o a b e . P o rta n to . a s o b e r b ís s im a . H e sb o m n o ex trem o n o rte d e M o a b e fo i o u tr o ra u m a c id a d e is ra e lita . e d a s u a a l t i­ v ez . a n d a m v a g u e a n d o p e lo d e s e r to .

3 9 ) apro­ ximadamente dezesseis quilômetros a oeste de Amã. co m o p ra n to de Jazer. n em há jú b ilo a lgu m . embora eles mereçam o juízo (cf.3 6 ). p o r Q u ir-H eres. e o m eu interior. e enten­ dem a referência do profeta ao seu próprio coração (Heb. O seu pesar e a sua dor nos dias de Noé. j á o p isa d o r não p isa rá as u v a s nos lagares. Ele tem compaixão. a compaixão de Jesus por Jerusalém. e ninguém está pisoteando as uvas nos lagares. mas agora estava destruído. Ninguém está se alegrando nos pomares ou está cantando nos vinhedos. “lira”) para Moabe e o seu interior para Quir-Heres como uma expressão de sarcasmo. kinnor. “intestinos”) fazendo um som semelhante a harpa (Heb. 9 P elo que p ra n tea rei. 11 P elo que m in h a s en tran h as soam p o r M oabe com o harpa. Alguns interpretam este versículo como Isaías falando. em direção do leste ao deserto e rumo ao oeste para o mar M orto. cf. parece mais provável que Deus esteja expressando a dor firmemente cravada que Ele sente (cf.34). p orq u e o jú b ilo dos teu s f r u t o s de v erã o e da tua sega desapareceu. Lc 13. assim ne­ nhum suco está fluindo para a cuba mais baixa. a vin h a de Sibm a.6. Chares quer dizer um pedaço de cerâmica quebra­ .ao norte até Jazer. desde que Deus está falando no verso 10. 10 E fu g iu o fo lg u e d o e a a legria do ca m p o f é r t i l . e j á na s vin h a s se não canta. Moabe tinha se expandido em todas as direções. uma outra antiga cidade israelita (Js 2 1 . m e’ay. Eu f i z cessa r o jú b ilo . também Jr 4 8 .9). o H esh om e Eleale. Gn 6. Todavia. Deus acabou com o brado deles. As frases "[Eu] pratearei” e “regar-te-ei com as minhas lágrimas” mostra novamente que o SE N H O R lamenta com M oabe sobre a perda de seus vinhedos e frutas de verão que pereceram no grito de batalha. Alguns vêem isto como o cumprimento de “porque ain­ da acrescentarei mais a Dimom” (15. regar~te~ei co m as m in h as lágrim as. ”Q uir-H eres” em he­ braico é qir chares.

os árabes jordanianos ocupam aquele território. Dentro daquele tempo.7 ). Os descen­ dentes de Moabe se espalharam. agora. 12 E será que. e o nome provavelmente é um jogo de palavras irônico sobre o nome de Q uir-H eres (1 6 . con tra M oabe. e perderam a sua identidade nacional. como seria declarado em um contrato comercial dado a alguém que fosse contratado para um trabalho. M oabe Será Julgada Dentro deTrês Anos 16. a glória de Moabe se tornará de pouca monta. JUÍZO SOBRE DAMASCO I7 . . e o resídu o será p ou co. As suas orações no lugar santo dele não trarão vitória. que eles só esta­ rão se enfadando. e j á não será cidade . Aqueles que se desviam do SE N H O R para outras práticas reli­ giosas as acharão totalmente inúteis. Não há mais nenhum moabita. nada alcan çará. unidos em casamento (provavel­ mente com árabes). com toda a su a g r a n d e m u ltid ã o . A Assíria cumpriu esta profecia. no passado.13. 15). m as u m m o n tã o de ru ínas. Sua sobra será muito pequena e sem poder. A profecia anterior fora feita um pouco antes por Isaías (cap. Agora ele acrescenta que o Senhor a cumprirá “dentro em três anos”. p eq u en o e im potente.da. O SE N H O R é o único Deus ver­ dadeiro. Camós. dizendo: D en tro em três anos.14 13 E sta é a p a la vra q u e o S enhor fa lo u . q u a n d o M oabe se apresentar. será en vilecid a a g ló r ia de M oabe. Isto significa exatamente três anos completos. f a l o u o SENHOR. Hoje. e en tra r n o seu sa n tu á rio a orar. o único que pode prover refúgio e salvação. Será óbvio quando os moabitas forem para os seus lugares altos adorar e buscar ajuda do seu principal deus. 4.I-3 1 P eso de D am asco. d. E is q u e D a m a sco será tirada. 14 M as. q u an do se ca n sa r n os altos. tais qu ais os a n os de assalariados.

Quando Isaías começou a profetizar.28). Israel não tinha mais nenhuma defesa em sua fronteira do norte. Samaria. e a fez parte da província assíria de Hamate. porém.3Ela não tinha mais nenhuma impor­ tância nos tempos do Velho Testamento. 2 As cida des de A roer serã o ab andon adas.) A Bíblia menciona três cidades chamadas Aroer: uma em Judá (I Sm 30. 3 E a fo rta lez a de E fraim cessará. d iz o S enhor dos E xércitos. No entanto. executou o seu rei. Damasco e o remanescente da Síria tam­ bém estarão sem defesas. que tomou Damasco também tomou a parte norte de Israel (referida aqui como “Efraim”. não Aroer. com uma longa história. Rezim. “já não será cidade” (Heb. qu e se d eita rã o sem h a ver q u em os espante. com o tam bém o rein o de D a m a sco e o resíd u o da S íria. musar m e’ir. A mesma campanha m ilitar assíria que também tomou Damasco passou para a parte norte de M oabe e tomou as cidades de Aroer. Desde que havia terra fértil e um bom abastecimento de água lá. as cidades sob o controle de Damasco.2). Se isto refere-se às cidades em Moabe e Amom. isto se ajustaria à situação depois que Tiglate-Pileser III despovoou parcialmente a área. serã o co m o a g ló r ia dos f i lh o s de Israel. Ele saqueou a cidade.6). sua princi­ pal fortaleza. uma em M oabe (Js 12. “removida ou afastada de [ser] uma cida­ de”) não significa que a destruição seria permanente. depor­ tou muitos de seus habitantes. depois da liderança desta sua tribo).25). Damasco era uma grande.C. A glória deles terá acabado da mesma manei­ . e novamente em 728— 727. indica “suas cidades”. importante e rica cidade.C. em 722. A campanha de Assíria de 734— 732 a. a cidade foi novamente reconstruída. Depois. O reino norte de Israel tinha se aliado com Damasco (veja 7. Desse modo. hão de s e r p a ra os rebanhos. (A Septuaginta. mas que estaria simplesmente completa na ocasião. e uma em Amom (Js 13. Esta profecia da destruição de Damasco foi cumprida através de Tiglate-Pileser III em 73 2 a.5. seria destruída. quer dizer.

ra que a glória de Israel acabou. Esta era a palavra do SE N H O R dos Exércitos (Heb. Yahweh T fv a ‘oth, “o SE N H O R das Hostes [exércitos]”), o Único no controle definitivo dos exércitos da terra e do céu.
5. A COLHEITA E A RESPIGA I7 .4 -I I

a. O Remanescente de Jacó Será Pequeno 17.4— 6
4 E será d im in u íd a , naquele dia, a g ló r ia de Ja có, e a g o r d u r a da su a ca r n e desaparecerá.

Israel cometeu um erro terrível se aliando com Damasco. A falsa e mundana glória de Jacó (Israel) será reduzida a nada, como a gor­ dura em um homem faminto. 5 P orque será co m o o sega d or qu e colhe o trigo e, co m o seu braço, sega as espigas; e será tam bém co m o o qu e colhe espigas n o va le dos R efains. A glória de Israel é melhor comparada ao que é deixado depois que os grãos são colhidos e são respigadas as cabeças restantes de grãos. “Refaim” quer dizer “fantasmas”, uma ênfase adicional à tra­ gédia da queda de Israel. O vale estava logo ao sudeste de Jerusalém e outrora teve férteis campos de grãos. 6 M as ain d a fi c a r ã o n ele a lgu n s rabiscos, com o no sa cu d ir da oliveira : d u a s o u três az eiton as na m a is alta p o n ta dos ra m os e qu atro o u cin co.n os ra m os m a is ex terio res de u m a á r v o r e fr u t í fe r a , d iz o Senhor D eu s de Israel. Haverá um remanescente ( “alguns rabiscos”), mas será pequeno. Isto é comparado às poucas azeitonas — “duas ou três... quatro ou cinco” —deixados depois dos ceifeiros terem sacudido os galhos por causa das azeitonas restantes. b. U m Dia Quando as Pessoas Atentarão para Deus 17.7,8 7 N aquele dia, aten tará o h om em p a ra o seu C ria dor, e os seu s olhos olharão pa ra o S anto de Israel.

“Naquele dia” é o futuro Dia do SE N H O R . Deus tem um propósi­ to em perm itir a derrubada da glória de Israel: fazer as pessoas (Heb. ha adam, “o s homens”, i.e., “a humanidade” — não só Israel, mas o mundo inteiro), coletiva e individualmente, olharem atentamente para ( “em atenção a”, NASB) o seu Criador, que também é o Criador de Israel. Deus também usa Israel para conseguir que o mundo reconhe­ ça o único e verdadeiro Deus, que é “o Santo de Israel”.
8 E não aten ta rá pa ra os altares, obra das su a s m ãos, n em olhará p a ra o qu e fiz e r a m seu s dedos, n em pa ra os bosques, n em p a ra as im agen s do sol.

Quando retornarem para Deus depois do sofrimento, eles não procu­ rarão ajuda novamente nos altares pagãos ou nos ídolos. Para fazer uma aplicação aos seus próprios dias, Isaías especifica que os “postes-ídolos” (ARA —dedicados a Asera) e “os altares” de incenso portáteis usados na adoração pagã não mais serão respeitados. A Lei ordenava aos israelitas que os demolissem (Ex 34.13). Os “postes-ídolos” ou eram imagens de madeira de Asera ou uma “árvore da vida” estilizada, a qual ficava à entrada das casas de prostituição (cf. Dt 16.21). Estes eram bordéis de­ dicados à deusa Asera, a qual era considerada pelos cananeus como sen­ do a mãe de Baal e de sessenta e nove outros deuses.4 Podemos aplicar este adicional ao fato de que quando o povo se postar diante do tribunal do juízo de Deus, nada a não ser a confiança no SEN H O R ajudará. c. Um Dia de Desolação 17.9 9 N aquele dia, serão as su a s cidades f o r t e s com o os lugares ab an­ don ados no bosque ou sobre o cu m e da s m ontanhas, os qu ais fo r a m a b an don ados an te os fi lh o s de Isra el; e haverá assolação. Isaías fala novamente do juízo de Deus. Os cananeus foram expul­ sos outrora por causa da sua idolatria. A Lei proibia a adoração em santuários pagãos e lugares altos deixados pelos cananeus. Embora os israelitas muitas vezes se voltassem para tais lugares, sempre que eles estavam verdadeiramente servindo ao SE N H O R , esses lugares ficavam

desertos. No Dia do SE N H O R , a confiança nas “cidades fortes” será abandonada como os santuários idólatras em tempos de reavivamento. d. Castigado por Esquecer de Deus 17.10,11
10 P orq u a n to te esq u eceste do D eu s da tua sa lv a çã o e não te lem braste da rocha da tua fo rta lez a ; p elo que bem p la n ta r ás p la n ta s f o r m o s a s e as cerca rá s de sa rm en to s estran hos:

O juízo de Deus virá sobre Israel porque os seus corações e men­ tes já não estão focalizadas em seu Salvador —aquEle que os libertou do Egito, o Deus que é, e que tem sido, a “rocha”, a fortaleza inex­ pugnável deles. Eles têm estado muito ocupados plantando jardins5 para a adoração de falsos deuses. As videiras importadas ou “sarmentos estranhos” insinuam alianças estrangeiras que eram contrárias à von­ tade de Deus. Deste modo, o esquecimento de seu Deus era uma rebelião e uma traição.
11 N o dia em qu e as p la n ta res as cerca rá s e, p ela m an hã, fa r á s q u e a tu a sem en te brote; m a s a colheita v o a rá n o dia da tribula~ çã o e das d ores in sofríveis.

A sua plantação ou montagem (o Heb. pode significar cercar cui­ dadosamente) de um falso jardim e a atividade de fazer com que a semente floresça carrega uma falsa esperança de uma boa colheita. A colheita a partir da adoração pagã e do emaranhando das suas alian­ ças não importava em nada. Ao invés disso, eles colherão o juízo de Deus: o “dia da tribulação e das dores horríveis”. Também é possível que a plantação inclua os seus planos para se revoltarem contra a Assíria, possivelmente a revolta que foi esmagada por Tiglate-Pileser III em 734 a.C.
6. DESTRUIÇÃO SÚBITA 17.12-14

12 A i da m u ltid ã o dos g ra n d es p o v o s q u e bram am co m o bram am os m a res e do ru gid o das n a ções qu e ru gem co m o ru gem as im p etu osa s á gu a s!

Isaías se volta à súbita destruição do inimigo, a Assíria. “A i” (Heb. boi) pode significar “oh!”, e indica lamentação. Haverá um alvoroço ou “rugido” das nações como uma tempestade no mar ou um rio em fase de inundação. M uitas nações ( “águas”) tinham se juntado à Assíria.
13 B em ru girã o as nações, com o ru gem as m u ita s águas, m a s ele rep reen d ê-la s-á , e fu g ir ã o p a ra longe; e serã o cfu g en ta d a s com o a p ra ga n a d os m o n tes dia n te do v en to e co m o a bola d ia n te do tifã o .

As nações unidas sob o comando da Assíria virão como uma inun­ dação furiosa, mas Deus as repreenderá. Em vez de arrastarem tudo diante delas como esperavam, o SE N H O R falará uma palavra e elas serão varridas como a palha da espiga de cereais ( “como a pragana ao vento”) e os arbustos diante de uma ventania ou uma tempestade.
14 Ao anoitecer, eis qu e há p a vor: e an tes que am anheça, eles não serão. E sta é a p a rte daqueles qu e n o s despojam , e a so rte da q u e­ les que n os saqueiam .

O juízo de Deus acontecerá em uma noite. Esta profecia foi ca­ balmente cumprida no juízo do anjo da morte sobre os 185.000 homens do exército de Senaqueribe (2 Rs 19.35), um juízo mereci­ do por causa da aterrorização, pilhagem e saque de Judá por parte deles.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. 2. 3. 4. 5. Como e quando 14.25 foi cumprido? Que juízo viria sobre os filisteus e por quê? O que causaria a lamentação em Moabe? Por que Deus mostraria pesar sobre Moabe? O que queriam os moabitas de Ezequias e de Jerusalém?

Quais foram as causas da destruição de Moabe? O que aconteceria em três anos? Como a destruição de Damasco foi cumprida? O que acontecerá ao mesmo tempo à parte norte de M oabe e à parte do norte de Israel e por quê? 10. Que juízo virá sobre a Assíria?

6. 7. 8. 9.

CITAÇÕES
1 Ele não deixou nenhum registro tardio exceto algumas inscrições em edificações em Nínive e Assur. Veja D aniel David Luckenbill, Ancient Records o f Assyria and Babylonia, 2 vols. (Chicago: University o f Chicago Press, 1926— 7 ), 2:183. 2 2 Sargão abafou as revoltas filistéias em 7 1 9 e 711 a.C.; Senaqueribe abafou um a em 7 0 1. H erbert M . W olf, Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse Academ ie Books, 1 9 8 5 ), 116. 3 Charles E Pfeiffer, O ld Testament History (G rand R apids: Baker Book House, 19 87 ), 334. 4 Alguns cananeus a consideravam como sendo cônjuge de Baal. Veja W olf, Interpreting Isaiah, 120. 5 “Plantas formosas” provavelmente significa “plantas do jardim de A donis”. W illiam L. H olladay, A Concise Hehrew and Aramaic Lexicon o f the Old Testament (G rand Rapids: W m . B. Eerdmans, 19 86 ), 2 4 0.

C. Etiópia e Egito 18.1-20.6
I. JUÍZO SOBRE A ETIÓPIA (CUXE) I8 .I-6

1 Ai da terra qu e en som bra co m as su a s asas, q u e está além dos rios da E tiópia.

Isaías desloca-se agora da profecia de juízo sobre muitas nações (1 7 .1 2 ) para um ai específico para a Etiópia (Cuxe). A terra que

“ensombra com as suas asas” (Heb. tsiltsal, “grilos alados”) em ambos os lados “dos rios da Etiópia” —o N ilo azul e branco —é a terra de Cuxe, a qual não é a moderna Etiópia, mas o Sudão, ao sul do Egito. Em último plano, podemos notar que o faraó cusita, Piankhi, inva­ diu o Delta do Egito cerca de 725 a.C. e trouxe tudo menos uma pequena parte sob o seu controle. Ele estava preocupado a respeito das muitas tentativas assírias para controlar o comércio fenício com o Egito. 2 Q u e en v ia em b a ix a d ores p o r m a r em n a vio s de ju n c o sob re as águas, dizendo: Ide, m en sa geiros velozes, a u m a nação alta e polida, a u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; a u m a n a ção de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s dividem . Isaías ordena que os mensageiros passem “por mar”, quer dizer, ao longo da costa mediterrânea, em navios de junco. A eles é ordena­ do a irem a uma nação alta ou magra e “polida” (ou, de pele bronze­ ada). Este é um povo que evoca medo desde muito longe ( “desde o seu princípio”), uma nação se expandindo e pisoteando outros sob os pés, e “cuja terra os rios dividem” (Heb. casber~ba/‘u n‘harim, “cujos rios encharcam”). Alguns tomam isto como tendo uma aplicação geral a qualquer terra acessível através da água. Outros os tomam como sendo os assírios, pois a sua meta era conquistar o Egito e Cuxe.1Outros entendem o mar como sendo o rio N ilo (cf.N a 3.8), e o povo alto e polido como sendo os egípcios que, diferentemente dos povos semíticos, barbeavam-se.2
3 Vós, todos os habitantes do m u n d o, e vós, os m o ra d o res da terra, qu an do se a r v o r a r a bandeira n os m ontes, o v ereis; e, qviando se to ca r a trom beta, o ou vireis.

A chamada é para todos os povos do mundo. O levantamento de uma bandeira (estandarte) e o soprar de uma trombeta (de chifre de carneiro) era um sinal para as tropas entrarem em ação. Isaías quer que eles estejam prontos para ver e ouvir.

4 P orque assim m e disse o Se n h o r : E starei quieto, olhando desde a m in h a m orada, com o o a rd o r do so l resplan decente, com o a n u v em do orva lh o no ca lo r da sega,

Isaías então ouve a palavra do S e n h o r para ele. O tempo para a ação ainda não tinha chegado. Deus tem o seu momento certo, e é um erro passar à frente de Deus. O SE N H O R permanecerá “quieto” e nada fará a não ser ficar “olhando” do lugar de sua habitação, o templo, quando há “o ardor do sol resplandecente”, quando há uma “nuvem do orvalho no calor da sega”. Em outras palavras, o SE N H O R não oferecerá nenhum apoio a planos de rebelião contra a Assíria, muito embora Ele saiba o que está acontecendo e ainda esteja no controle definitivo da situação. Ezequias aprendeu isto de um modo difícil quando rejeitou as advertências proféticas de Isaías e fez uma aliança com o rei cusita do Egito. 5 P orque a n tes da sega, qu an do j á o ren ovo está p erfeito , e as u v a s verd es am a d u recem , então, p o d a rá os sa rm en tos, e tira rá os ram os, e os cortará. M as Deus tem o seu tempo para a ação. Ele não perm itirá a co­ lheita. Da mesma maneira que as uvas estão começando a amadure­ cer e o inimigo está esperando uma colheita, Ele levará facas de poda e cortará abaixo as videiras. Isto é o que aconteceu a Senaqueribe quando ele esperou tomar Jerusalém, mas ao invés disso foi ferido pelo anjo da morte, o qual tomou as vidas de 185.000 homens do seu exército. A palavra para os “sarmentos” ou brotos da videira (Heb. zalzal) parece ser um jogo de palavras sobre “ensombra com suas asas” (Heb. tsiltsal) do versículo I.
6 E les serã o deix a d os ju n to s às aves dos m on tes e aos a n im a is da terra; e so b re eles vera n ea rã o as a ves de rapina, e todos os a n i­ m a is da terra in v ern a rã o sob re eles.

Os assírios que fogem de volta à sua própria terra deixarão m ui­ tos cadáveres, os quais se tornarão um banquete para “as aves de

rapina” dos montes e para os selvagens “animais da terra”. Lá haverá tanta carnificina que terá comida suficiente para os pássaros ao longo do verão e para os animais selvagens ao longo do inverno.
2. PRESENTES TRAZIDOS AO SENHOR 18.7

7 N aquele tem po, tra rá u m p resen te ao Senhor dos E x ércitos u m p o v o alto e p o lid o e u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; u m a nação de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s divid em ; ao lu g a r do n o m e do Senhor dos E x ércitos, ao m o n te de Sião. O povo descrito em 18.2 enviará presentes ao SE N H O R dos Exér­ citos, “ao lugar do nome do SE N H O R dos Exércitos, ao monte de Sião”. Pode ter havido um cumprimento inicial disto nos presentes trazidos a Ezequias depois que Deus o curou (2 Cr 32.23). Porém, no final das contas, o mundo inteiro verá a glória do Senhor enquan­ to Jesus é estabelecido como o Rei messiânico no monte Sião.
3. JUÍZO SOBRE 0 EGITO I9 .I-I5

1 P eso do Egito. E is qu e o SENHOR v em cavalgan d o em u m a n u v em ligeira e v irá ao E gito; e os ídolos do E gito serã o m o v id os p era n te a su a fa c e , e o cora çã o dos egíp cios se d erreterá no m eio deles.

Antes que a Assíria viesse contra Judá em 701 a.C. o rei Ezequias estava voltando os olhos para o Egito por ajuda. O Egito outrora tinha escravizado o povo de Deus e era freqüentemente seu inimigo. Os egípcios adoravam a muitos deuses e acreditavam que o deus sol era maior que qualquer outro deus. Eles também adoravam a faraó. Porém, esta profecia sobre o Egito declara que o poder de Deus fará o Egito temer Judá (1 9 .1— 17). Deus será adorado no Egito (1 9 .1 8 — 22). O Egito e a Assíria se unirão em adoração com Israel; Deus os fará uma bênção. O SE N H O R está vindo para o Egito em uma nuvem luminosa e ligeira, fazendo tremer os ídolos do Egito ( “nadas”) e o

povo do Egito perder a coragem. Esta era uma advertência nos dias de Isaías para Ezequias e para o povo de Judá não escutarem ao enco­ rajamento egípcio para se rebelarem contra a Assíria. 2 P orque f a r e i com qu e os egípcios se levan tem co n tra os egípcios; e cada u m p eleja rá con tra o seu irm ã o e cada u m , co n tra o seu p r ó x im o ; cid a d e con tra cidade, rein o con tra reino. Deus incitará discórdia interna, provocando os egípcios para luta­ rem um contra o outro. Isto aconteceu nos anos 740s e 730s a.C., quando cidades do Egito se voltaram em suspeita umas contra as outras.
E o esp írito dos egípcios se esva ecerá den tro deles; eu d estru irei o seu conselho, e eles co n su lta rã o os seu s ídolos, e en ca n ta d ores, e adivinh os, e m ágicos.

O espírito deles estará agitado, devastado, em choque, e seus con­ selhos e planos serão confundidos por Deus. Com conselheiros hu­ manos contradizendo-se entre si, os egípcios se voltarão para os ído­ los (lit., “nulidades sem valor”), aos espíritos dos mortos, e aos mé­ diuns e espíritas que reivindicavam ser possuídos por tais espíritos.
4 E en trega rei os egípcios nas m ã os de u m sen h o r duro, e u m rei rigo ro so os d om in a rá, d iz o Senhor, o Senhor dos E xércitos.

Deus entregará os egípcios aos senhores severos e um rei feroz regerá sobre eles como um ditador. O faraó cusita (etíope) Piankhi tomou o controle de todo o Egito. Em 715 a.C., ele foi sucedido por outro senhor implacável, Shabako. Em 671, Esar-Hadom, da Assíria, conquistou o D elta do Egito até Mênfis, e em 663 Assurbanipal tomou Tebas, a capital do Egito. Deus continuou entregando o Egito para estes e outros conquistadores. J E fa lt a r ã o as águ a s do m ar, e o rio se esgota rá e secará. 6 T am bém o s rio s a p od recerã o; e se esgota rã o e seca rã o os can ais do E gito; a s ca n a s e os ju n c o s se m urcharão. 7A relv a qu e está

ju n to ao rio, ju n t o às rib a n ceira s dos rios, e tu d o o qu e f o i sem eado ju n to ao rio se secarão, e serã o arran cados, e não su b ­ sistirão. 8 F os p esca d ores gem erã o , e su sp ira rã o todos os qu e lan çam an z ol ao rio, e os que esten d em red e sobre as águ a s desfalecerão.

O Egito dependia do N ilo para a sua própria subsistência. O que as águas do N ilo não podiam irrigar nada mais era do que a areia do deserto. Onde o N ilo alagava e onde as suas águas pudessem ser usadas para irrigação, a terra era rica. Eles poderiam cultivar duas, e em alguns lugares, três colheitas por ano. Para o N ilo secar e os m ui­ tos córregos, canais e regatos na área do Delta terem diminuído ou secado era uma tragédia terrível. Os peixes morreriam e causariam um enorme mau cheiro. Os peixes no N ilo eram a fonte principal de proteína na dieta dos egípcios. A história egípcia registra várias vezes quando o N ilo não pôde irrigar a terra. 9 E en vergo n h a r-se-ã o os que trabalham em linho f i n o e os que tecem p a n o branco. 10E os seu s fu n d a m en to s serão despedaçados, e todos os que trabalham p o r salário fic a r ã o com tristeza na alm a. A fabricação de pano de linho fino era uma das principais indús­ trias no Egito. Os trabalhadores em linho e pano branco serão enver­ gonhados e ficarão lívidos, perdendo a esperança. Embora a N IV traduza a palavra hebraica skabtkotbeha como “traba­ lhadores em pano” Ç‘ The workers in cloth”'j, ou, tecedores, esta é melhor traduzida como “seus fundamentos” que serão despedaçados (v.IO). [Nota do Tradutor: A versão brasileira N V I omite esta primeira parte do versículo], A seca da terra afeta a todos, inclusive os pilares ou fundamentos da sociedade (egípcia) e os trabalhadores diaristas mais humildes que serão afligidos por esta reviravolta infeliz de eventos.
11 N a v erd a d e lo u co s são os p r ín cip es de Z oã; o conselho dos sábios con selh eiros de Faraó se em h ru teceu ; com o, pois, a Faraó direis: S ou f i l h o de sábios, fi lh o de a n tigos reis?

Zoã (também chamado deT ânis) era uma importante cidade no D elta do Egito. Seus líderes se vangloriavam a respeito da sua grande sabedoria. Eles seriam expostos como “loucos” (o Heb. aqui é uma exclamação), muito estúpidos para ver os resultados destas ações. Os conselheiros de faraó tinham uma reputação de sábios (cf. At 7.22), mas eles provaram ser tão estúpidos quanto o gado. Isaías lhes per­ gunta como podem dizer que são homens sábios, filhos, ou discípu­ los, dos “antigos reis?”
12 O n d e estão agora os teu s sábiosP A n u n ciem -te, agora, ou in fo r m e m -te do qu e o Senhor dos E x ércitos d eterm in o u con tra o Egito.
S e os homens sábios do Egito fossem realmente sábios, eles seri­ am capazes de anunciar o que o SE N H O R Todo-poderoso, o S E N H O R dos Exércitos, pretendia para o Egito, e Isaías os desafia a proceder assim. Está claro que eles não podem. Deus anulou a suposta sabedo­ ria deles.

13 L oucos se torn a ra m os p r ín cip es de TLoã, e en ga n a d os estão os p rín cip es de N cfe; eles ja r ã o er ra r o Egito, eles que são a p ed ra de esqu in a das su a s tribos.

Não só os líderes a Zoã tinham se tornado “loucos” ou tolos, os líderes em Mênfis (Heb. nopb) tinham falsas esperanças. Elas deveri­ am ter sido “a pedra de esquina” sustentando as “suas tribos” (Heb. stivate~ha “tribos, distritos, províncias”) do Egito. Ao invés disso, fi­ zeram com que eles errassem —um engano fatal.
14 O S e n h o r d erra m o u n o m eio dele u m p e rv er so espírito; e

eles fiz e r a m e r r a r o E gito to m toda a su a obra, co m o o bêbado qu an do se rev o lv e no seu vôm ito.

Porque os líderes do Egito estavam fazendo o povo errar, o SE­ NHOR aumentou o seu erro por derramar no meio deles um espírito atordoado e cambaleante.

Alguns estudantes da Bíblia acreditam que o espírito cambaleante era um espírito de juízo que se misturou com os próprios espí­ ritos deles. nem o superior nem o inferior. o Egito será como mulheres desamparadas. A situação inteira está fora de controle. do que d eterm in o u con tra eles. Tal pes­ soa não poderia tomar decisões sábias ou dirigir o povo na direção certa. todo aquele a q u em isso se a n u n cia r se assom brará. p o r cau sa do p ro p ó sito do SENHOR dos E x ércitos. e tem erã o p o r ca u sa do m o v im en to da m ã o do S enhor dos E xér­ citos. Deus usará a terra de Judá. a cau da. O Egito e os seus líderes se colocaram em uma posição desesperada da qual eles não podem se desembaraçar. e trem erão. . 11E a terra de J u d á será u m espan to p a ra o E gito. Isaías queria que Judá visse quão tolos eles eram em confiarno Egito para qualquer ajuda. 4. eles estão cambaleando como um homem tão bêbado que vomitou sobre si mesmo. tremendo em terror por causa da mão divina de juízo que Deus está movendo so­ bre eles. Ao invés disso. UM DIA DE CASTIGO E CURA PARA 0 EGITO 19. Ele é um Deus santo e tem que julgar o pecado deles. Isaías agora olha adiante e proclama cinco profecias a respeito de um dia futuro quando o Egito já não será um poder dominante. o ra m o ou o ju n co . A simples menção de Judá trará assom­ bro por causa do que Deus está planejando contra o Egito. 15 E não a p roveita rá ao E gito obra a lgu m a qu e p ossa J a z e r a cabeça. podem fazer qualquer coisa sobre isto.Por conseguinte. p orq u e ela se há de m o v er co n tra eles. os egípcios serã o co m o m u lh eres. Em vez do Egito aterrorizar Judá. em tudo o que fazem.16-25 16 N aquele tem po. Judá será um terror para o Egito. controlando-os. Nem tampouco os seus líde­ res ou as pessoas comuns.

Uma terceira profecia olha à frente para a vinda do Egito ao SeN HOR e um futuro Salvador. Uma destas cidades será chamada de “Cidade da Destrui­ ção” —um jogo de palavras sobre “a Cidade do Sol”. Já em 1935. n a su a fr o n t e i r a . .800 anos antes da épo­ ca de Isaías.1.33.2). e u m a se ch am ará C id a d e da E festruifão. mas bênção. um grande contingente de judeus se instalou no Egito. I Ts 5. o S enhor terá u m a lta r n o m eio da terra do J E gito.32. Isaías viu o pilar como algo no futuro. à qual os gregos chamam Heliópolis. e u m m o n u m e n to se e r ig ir á a o S enhor./ 18 N aquele tem po.7. Não só haverá ali uma submissão ao SE N H O R . ! ‘ N a q u ele tem po. um culto britânico de Israel estava proclamando que a Grande Pirâmide de Queops ( K h u fu ) era o pilar e que o compri­ mento de sua passagem principal significava que a idade presente teria seu fim definitivo em 1936. Po­ rém. Nos tempos do Novo Testa­ mento. e ele lhes en via rá u m R ed en tor e u m P ro teto r que os livrará. A Grande Pirâmide foi construída aproximadamente 1. o cumprimento completo contempla o futuro para o reino milenial por vir. p orq u e ao SENHOR clam arão p o r causa dos opresso­ res. 20 E serv irá de sin a l e de testem unho ao Senhor dos E x ércitos na terra do Egito. Toda colocação de tais datas é proi­ bida pela Bíblia (veja M c 13. h a verá cin co cida des na terra do E gito que fa la r ã o a lín gu a de C a n a ã e f a r ã o ju r a m en to ao S enhor dos E x ércitos. “Cinco cidades na terra do Egito” se voltarão para o SeN H O R e “falarão a língua de Canaã [hebraico] e farão juramento ao SE N H O R ” . Isto pode ter tido um cumprimento parcial quan­ do os judeus fugiram para o Egito e se estabeleceram lá depois que Nabucodonosor destruiu Jerusalém. Um a segunda promessa do dia futuro não é apenas juízo. mas também haverá adoração em um altar (um lugar de reconciliação com Deus e de pura adoração) no meio do Egito e um pilar de pedra ou monumento dedicado ao SE N H O R na sua fronteira. At 1.

Ao invés disso. 24 N aquele dia. e os egípcios conhecerão o SE N H O R de um modo pessoal. e co n v e rter -se-ã o ao SENHOR. uma rodovia (uma estrada construída ou elevada) entre o Egito e a Assíria tornará possível para ambos ir de um lado para o outro livremente. e Israel.O pilar será para “sinal” e “testemunho” ao SE N H O R no Egito. ao SE N H O R ” juntos. rav. unidos em espírito porque foram aceitos e unidos pelo SE N H O R . sim . e a A ssíria. dizendo: B en d ito seja o Egito. Nos dias de Isaías. e os assírios v irã o ao Egito. e fa r ã o v o tos ao SENHOR. Ao invés disso. As quatro profecias apontam para a expectativa de um tempo de paz. Os egípcios retornarão em arrependimento ao S E N H O R . No futuro Dia do SE N H O R isto não será mais assim. Por causa dos opressores. 23 N aquele dia haverá estrada do E gito a té à A ssíria. m o s h i a e Protetor (Heb. como em um torno. os quais cumprirão com dedicação. mas o propósito dEle será curar. obra de m in h a s m ãos. e os cu m prirão. e ele m o v e r -s e -á às su a s ora ções e os cu rará. 22 E fe rirá o SENHOR aos egípcios. Deus fará o seu juízo ferir o Egito. Por seus atos poderosos o SE N H O R se fará conhecido ao Egito. Judá estava com­ primido entre eles... eles o ad orarã o com sa crifí­ cio s e ofertas. m in h a herança. Eles não mais lutarão um contra o outro. e os egípcios irão à A ssíria. e Ele será movido pelas suas orações e responderá “e os curará”. na q u ele dia. um Ser poderoso que “os livrará”. 25 P orque o SENHOR dos E x érci­ tos os abençoará. m eu povo. u m a bênção no m eio da terra. . eles “adorarão. adorando-o e fazendo votos a Ele. o Egito e a Assíria eram inimigos. e os egípcios a d ora rã o co m os a ssírios ao Sen h or . os egípcios clamarão por socorro ao SE N H O R e Ele lhes enviará um Salvador (Heb. “um que contenderá por eles”). e os cu ra rá . e os egípcios con h e­ cerã o ao SENHOR. 21 E o S enhor se d a rá a co n h ecer ao Egito. I sra el será o terceiro co m os egípcios e os assírios.

Então Ele fala da Assíria como a obra das suas mãos —conquanto eles outrora tenham ado­ rado deuses feitos pelas suas próprias mãos. tartan) tom ou a cidade de Asdode. cerca de 7 1 3 . será assim “naquele dia”. recusou-se a pagar tributo para a A ssíria e enviou m ehlagens aos reis vizinhos para fazerem o mesmo. S a rg ã o II. Egito e Assíria.1-6 1 N o an o em qu e veio T artã a A sdode. Os registros de Sargão contam como A zuri.17). Ele rei­ vindica Israel como a sua herança —embora muitos deles rejeitas­ sem aquEle que exclusivamente pode nos tornar herdeiros de Deus (veja R m 8. O seu propósito básico para todas as famílias da terra tem sido sempre bênção (Gn 12. O Egito o incitou neste ato de rebelião. pois Deus falará primeiro do Egito como seu povo — muito embora eles uma vez tenham recusado deixar o seu povo escolhido partir. e fez dela um a pro­ víncia assíria. rei da cidade filistéia de Asdode. e a tom ou.C. Como diz Isaías. em 7 1 1 . m e n c io n a d o só a q u i no V elh o T e sta m e n to ( “Sargom ”).3). rei da A ssíria. Isto está longe de ser cumprido hoje. o com andante supremo de Sargão (H eb. Israel “será o terceiro”. N o entanto.3 . e g u e r r e o u con tra A sdode. 5. reinou de 721 a 70 5 a. EGITO E ETIÓPIA . o dia m ilenial quando Cristo reinará. próxim a da costa m editerrânea. o Egito não manteve suas promessas a ele e. Deus abençoará a todos e os fará uma bênção para o resto do mundo.UMA FALSA ESPERANÇA 20. Nações outrora inimigas mortais uma da outra se tornarão irmãs no S E N H O R e não mais invadirão uma à outra.A quinta profecia promete um corpo unido que inclui Israel. elas se visitarão entre si como amigos de confi­ ança. E por últim o. cinqüenta e três quilôm etros a oeste de Jerusalém . Ao invés disso. Juntas elas todas irão se tornar um novo povo de Deus com Israel tendo um lugar central como herança de Deus. envíando~ o Sargão.

p a ra vergon h a do Egito.). Isaías tinha estado vestindo aniagem como um sinal de lamento sobre os pecados do povo. fariam quando despissem os seus cativos de tudo o que eles possuíssem. n u s e descalços.4 Isaías lhes deu uma lição objetiva com antecedência sobre o que aconteceria a eles. Estes países estavam unidos neste momento (desde 715 a. O fato de Isaías ir de um lado para outro “nu e descalço” seria uma advertência e um sinal relativo ao Egito e Etiópia. e os ex ila d os da Etiópia. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. p elo m esm o tem po.. disse o SENHOR: A ssim com o o m eu servo Isa ía s a n d ou três a n os n u e descalço. solta o cilício de teu s lom bos e descalça os sapatos dos teu s pés. Em fazendo isto ele estava se tornando um exemplo do que os conquistado­ res. glória e plano eternos. O SE N H O R chama Isaías de “meu servo” por causa da obediência e fidelidade dele e porque Deus o estava usando para proferir profe­ cias que declaravam o seu poder. em 701 a. traria grande vergonha para eles. Depois. p o r sin a l e p ro d ígio sob re o E gito e sob re a E tiópia. Esta humilhação. incluindo as suas sandálias.C. f i l h o de A moz. o faraó etíope Shebitku enviou um exército contra Senaqueribe. 4 a ssim o rei da A ssíria leva rá em ca tiveiro os p reso s do Egito. especialmente com as “nádegas des­ cobertas” (que seriam visíveis quando eles se agachassem). dizendo: Vai. E assim o fe z . p elo m in istério de Isaías. Os assírios levariam os cativos do Egito e da Etiópia nus e descalços para o exílio. Antes.5 Ezequias estava tentado a confiar no Egito. “N u” não significa completamente nu aqui.C. 3 E ntão. e eles acreditavam que podiam resistir à Assíria. mas foi derrotado em Elteque. tais como os assírios.2f a l o u o SENHOR. significa usar apenas uma tanga ou uma manta extremamente curta. O SE N H O R lhe disse para tirar isto e descalçar tam­ bém as suas sandálias. tan to m o ço s com o velhos. indo n u e descalço.6 . e com as nádegas descobertas. mas aparentemente escu­ tou a Isaías neste momento particular e não se juntou na rebelião filistéia.

Kenneth Barker (G rand R apids: Zondervan Bible Publishers. p a ra n os liv ra rm o s da f a c e do rei da A ssíria! C om o. su a esperança. McKenna. QUESTÕES DE ESTUDO 1. mas tam­ bém pelo povo de Judá. 198. em The NIVStudy Bible. pois. e dos egípcios. Qual lição objetiva Isaías ensinou por andar de um lado a outro nu e descalço? CITAÇÕES 1 David L. como eles escapariam? O grito de desespero deles não só seria ecoado pelos filisteus. que confiaram na Etiópia (Cuxe) e no Egito para ajudá-los seriam envergonhados e amedrontados. a menos que eles confiassem em Deus. 19 9 3 ).5 E a sso m b ra r-se-ã o e en v erg o n h a r-se-ã o p o r ca u sa dos etíopes. ao longo da costa. Com Etiópia e Egito derrotados pela Assíria. su a g ló ria . esca p a rem os n ó s? Os filisteus. Como Deus manterá os inimigos de Israel longe da sua esperada colheita? 3. 19 85 ). 2 H erb ertW olf e John Stek. Por que era importante para Israel escutar as advertências de Deus em contraste com escutar o Egito? 4. O que indicava que o Egito já não seria um poder dominante naquele dia? 5. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. aq uilo qu e b u sca m os p o r socorro. “Isaiah notes”. ed. Isaiah 1-39. Não haveria nenhum escape. Que mudanças virão ao Egito no dia m ilenial futuro? 6. O que Deus quer que todos os povos do mundo vejam? 2. 1042. 6 E ntão d irã o os m o ra ­ dores desta ilha naqu ele dia: Vede que tal é a nossa esperança. .

Sobe.I . 28 7.18 1. 28 7. e o d estru id o r an da d estru in do. Alguns a colocam quarenta quilôm e­ tros a oeste de Jerusalém. ó M édia.1-23. D. A ilustração dos tufões provenientes do Negueve indi­ ca que o escritor estava em Judá. Como os vendavais destruidores que varrem em direção a Judá vindos “do sul” (o deserto de Negueve ao sul de Berseba). Veja Pritchard. O “Deserto do M ar” é o que a Babilônia se tor­ naria por causa do juízo de Deus. da terra horrível. 3a ed. Pritchard. 5 Senaqueribe alegava que ele “pessoalmente capturou vivos os príncipes egíp­ cios com suas carruagens e tam bém as carruagens do rei da Etiópia”. C om o os tu fõ es de ven to do sul. sitia. Nos dias de Isaías esta seria a Assíria.. Ancient Near Eastern Texts. especialm ente a p arte dom inada por Merodaque-Baladã. 4 A localização de Elteque não é certa. ele v irá do deserto.I 0 a. “O M ar” é o Golfo Pérsico a sudeste da Babilônia. A “terra do mar” é o que os assírios chamavam a mais baixa parte da região m editerrânea. Cumprimentos nos Dias de Isaías 21.3 Três fragmentos indicando o nome de Sargão e comemorando a sua vitória sobre Asdode foram descobertos em 1963. ó Elão. assim haverá destruição terrível para Babilônia proveniente “da terra horrível”. James B.1 2 Visão du ra se m e m a n ifesta : o p érfid o trata perfid a m en te. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. CUMPRIDA A PROFECIA DA QUEDA DA BABILÔNIA 2 I . ed. 19 69 ). uma terra a ser temida. (Princeton: Princeton U niversity Press. Babilônia Atacada 2 I . . qu e j á f i z cessa r todo o seu gem id o.I — 5 1 P eso do deserto do mar. 6 Sargão alegava que ele recebera presentes de Judá. qu e tudo assolam .

a visão o fez tremer. O pérfido ou traidor que trata perfidamente. comendo e bebendo —banqueteando. se m e torn ou em trem ores. . que não p osso ver. Esta frase fala da necessidade deles de deixarem sua festança e se prepararem para a guerra. O ministério de Isaías nunca foi fácil. e tão desfalecido. ele não pode continuar olhando para isto. porque ele já sabia que isto causaria dificuldades (veja 39.6. Os seus príncipes precisam se levantar e lubri­ ficar os escudos (assim as flechas e outras armas irão ricochetear ne­ les). o crepú scu lo>que desejava. 3 P elo que os m eu s lom bos estão cheios de g ra n d e en ferm ida de. Nós deveríamos sentir o mesmo sobre a destruição do sistema m undial babilônico profetiza­ do em Apocalipse 18 e 19.Isaías vê uma “visão dura”. que fora contratado pelos sacerdotes da Babilônia. O fim de “todo o seu gemido” indica uma vitória sobre a nação que causa a angústia. 4 O m eu coração está anelante. nesta visão. algo medonho. e o h o rro r ap avoram e. estou tão atribulado) que não p osso ouvir. Quando ele vê a terrível destruição da Babdônia. O “crepúsculo” que ele desejava. Isaías os vê em Babilônia preparando a mesa. o destruidor ou saqueador que devasta tudo.7). e provavelmente indica a Babilônia. derrotou Senaqueribe. um “horror” para ele. o Elão. co m em e bebem . O seu “coração [sua mente] está anelante”: estremecido e terrificado.2 Em 691 a. uma revela­ ção que tem notícias ruins. era a destruição da Babilônia. A M édia pro­ vavelmente se uniu na batalha. estão de atalaia.C. M esm o assim. quer dizer. provavelmente. a n gú stias se apoderaram de m im com o as an gú stias da que dá a luz. lev a n ta ivos. . A Elão é dito que ataque. esparramando tape­ tes. Ou isto pode se referir à derrota da Assíria em 591 a. Eles estão desprevenidos para o que está por vir. e u n ta i o escudo. é a Assíria. 5 E les p õ em a m esa.C.. Depois Senaqueribe destruiu a Babilônia em vingança (em 689). isto o enche de dor e perplexida­ de. p rín cip es.

Quando ele visse carruagens. 8 E cla m o u com o u m leão: Senhor. e ca­ valeiros em burros ou camelos. q u an do v i r u m bando com ca va leiros a par. v êm u m b a n d o de h o m en s e ca v a le ir o s a os p a res. E eis. O texto hebraico diz “U m leão [ ‘aryeh] clam ou”3 (cf. ca íd a é ! E to d a s a s im a g en s d e e s cu ltu r a d o s s e u s d e u se s se q u eb ra ­ ra m co n tr a a terra . puxados por pa­ relhas de cavalos. r e sp o n d eu e d isse: C a íd a é B a b ilô n ia .5 Isto refere-se à Assíria. ela que escu te a ten ta m en te co m g r a n d e cuidado.C.2 . Os Rolos do mar M orto como também os Siríacos indi­ cam “o vidente [ haro‘eh] clam ou” ou gritou. . 7E. KJV e NASB).1. os quais respondem de volta que “caída é Babilônia”. a gora .b. Eles estariam trazendo notícias importantes.4Ele era o “pérfido” (ou traidor) e o “destruidor” (ou saqueador) de 2 I . antes. parelhas de cavalos. a palavra de Deus para Isaías era postar uma sentinela para que esta o mantivesse informado do que visse. Como um leão ele se levantou na sua força na torre de vigia todo o dia e permaneceu em pé como uma sentinela durante a noi­ te toda. O vidente seria a “sen­ tinela”. ele tinha que prestar atenção estrita.. Em outra visão concernente à Babilônia.6— 10 6 P orque assim m e disse o Senhor. sob re a to rre de vigia estou em p é co n tin u a m en te de dia e d e g u a r d a m e p o n h o n oites inteiras. e todas as imagens de escultura dos seus deuses se quebraram contra a terra”. A sentinela bradou a “um bando de homens”. Isaías Recebe Notícias da Queda da Babilônia 21. é um registro de como Isaías recebeu as notícias da destruição da Babilônia em 689 a. e ela qu e diga o que vir. por Senaqueribe. Vai. u m bando de ju m e n to s e u m bando de cam elos. p õ e u m a sen tin ela. E ntão.. como em Isaías 33. Esta não é uma profecia.

10 O he­ braico é literalmente “minha malhada” e “o filho da minha eira”. comercial e religioso. 18.4 10 A h! M alhada m inha. retratando uma grande colheita —repre­ sentando as profecias de Isaías. ele era um politeísta que.6 com exceção das de Bel e Nebo. D eu s de Israel\ isso v o s a n u n ciei. . no fim dos tempos (Ap 14. Desde que a antiga Babilônia envolvia um sistema político. e trigo da m in h a eira ! O q u e o u v i do Senhor dos E x ércitos. ele entrou na Babilônia pacificamente e honrou a seus deuses. em 2 contraste com a ineficácia dos ídolos.2 7 ). Nós não sabemos de nenhuma outra época quando as imagens dos deuses da Babilônia foram quebradas por um conquistador.2 6 .19). em justaposição a “o que ouvi do SENHOR dos Exércitos. desse modo o apóstolo João vê a queda desses aspectos do presente sistema m undial. e Ezequias o reconhecia como um destruidor de imagens (37.2). honrou os deuses da Babilônia. Deus de Israel. Esta é a colheita de todas as suas obras. O grão não representa o povo de Isaías esmagado por sobre a eira. Então. Ele até mesmo interpretou a sua própria entrada na Babilônia como uma vitória para os deuses da Babilônia.11 Isaías quer dizer que Babilônia caiu exatamente como ele profetizara. de acordo com os seus próprios registros. Isto é a vindicação e o cumprimento das profecias que ele proferira muito tempo antes.8 No Novo Testamento. “Babilônia” torna-se o termo para desig­ nar a totalidade do sistema mundial que é destinado a cair durante a Grande Tribulação.2 2 — 4 .8.1 1). “O filho da m inha eira” quer dizer o chão empilhado alto com grão. isso vos anunciei”. Sargão II não fez isto. Isaías chama a atenção ao fato de que o povo tem visto a profecia cumprida (4 1 . as quais ele levou para Nínive (Is 46).7 Ciro não fez isto.Senaqueribe jactava-se da sua habilidade para destruir nações (3 7 . Os registros de Senaqueribe mostram que ele estava bravo com os sacerdo­ tes da Babilônia e mandou que seus soldados esmagassem as imagens. como a N V I coloca isto e como outros igualmente pensam.

C. 15 P or­ q u efo g e m dia n te das espadas. 3. usada coletivamente nesta passagem para o país inteiro. JUÍZO SOBRE A ARÁBIA P O R V IR EM BREVE 2 1 . Senaqueribe conquistou a Arábia em 688 a. eles irão para os “bosques da Arábia” para se esconder dos terríveis assírios. N os bosques da A rábia.2. a meio caminho entre Damasco e M eca. Arábia seria a próxima após a destruição da Babilônia. haverá um repouso breve da dificul­ dade. ó via n d a n tes dedanitas. Isaías não os deixa sem esperança. precisaria encontrar . O guarda é perguntado sobre o que houve de noite.12 14 Sai. Eles podem voltar novamente ( “voltai. “Seir” é a área montanhosa de Edom. vinde”). Os dedanitas eram importantes comerciantes da Arábia (c f Ez 27. Eles precisarão trazer água para os fugitivos sedentos. voltai. e. M A N H Ã E NOITE PARA EDOM 2 I . 38. com água. No entanto. pergu n ta i. a noite. O povo de Tema. Quer dizer. vinde. dia n te da espada nua. depois de haver destruído Babilônia no ano anterior. os m o ra d o res da terra de T em a en co n tra ra m os que f u g i a m co m seu pão. tam bém .5— 15). A resposta é que a manhã está vindo. qu e h o u ve de n o ite? 12 E disse o g u a rd a : Vem a m an hã . Por causa de um ataque súbito. Isto pode insinuar que até mesmo eles podem voltar a Deus e se arrepender.I I . G rita m -m e de S eir: G uarda.1 3 -1 7 13 P eso con tra A rábia. Is 34. que h o u ve de n o ite? G uarda.I 2 z1 P eso de D u m á . “Dumá” ( “silêncio”) é um nome simbólico para Edom.13). se qu ereis pergu n ta r. p a ssa r eis a noite. onde os descendentes de Esaú viviam. porém mais dificuldades estão a caminho e seguramente virão (cf. ao sul do mar M orto. e d ia n te do p eso da g u erra .20. mas também a noite.. ou o quanto falta para a noite acabar. ao en co n tro dos sed en tos. e dia n te do a rco arm ado.

Eles estarão fugindo das espadas e setas da intensa batalha. D eu s de Israel. tal com o os an os de assalariados. se referiram depois a ele por este título. toda a g ló r ia de Q u ed a r desaparecerá. Senaqueribe estava pronto para se mover em direção ao Egito.14 Com Babilônia fora do caminho. 16. M a s e sta fo ra p ro fe ri­ d a e g a ra n tid a p e lo SENHOR e fo i c u m p r id a em c ad a d e ta lh e .. os va len tes dos filh os de Q uedar.13 P orque assim m e disse o S enhor: D en tro de u m ano. p o rq u e assim o disse o SENHOR. A tr ib o dos árab es de Q u e d a r e ra b e m c o n h e c id a e ric a . o seu mais recente.15 17 E os restan tes dos n ú m eros d o sjlech eiro s. O s árab es p ro vavelm en te n ão a c re d ita v a m n e sta p ro fe c ia . Neste tempo ele passou pela Arábia em vez de seguir a rota mais fácil da costa mediterrânea abaixo. O “Vale da Visão” pode referir-se a um vale perto de Jerusalém (talvez o vale de H inom no oeste) onde Deus concedeu . arruinada.14): dentro do período de um ano “a glória [Heb. co m o fo i c o n firm ad o p e lo te ste m u n h o d o s a n ais d e S e n a q u e rib e . “glória”] de Quedar”. e os árabes deixaram as suas tendas e fugiram para uma área onde não havia nenhuma ali­ mentação ou lugares para beber. de acordo com o historiador grego Heródoto.C. um ano depois que Senaqueribe destruiu Babilônia. Em seus registros Senaqueribe disse que ele tomou m il camelos da rainha dos árabes em 688 a. Isto foi cumprido em 68 8 a. a tribo do norte da Arábia. S u a d e r­ r o ta d e ix a rá p o u co s d o s seu s céleb res a rq u e iro s e s o ld a d o s. serã o d im in u íd os. Os egípcios. Isaías se volta para Jerusalém com uma série de quatro profecias.os fugitivos com pão. Os seus registros contam como ele derro­ tou os árabes e acrescentou “Rei da Arábia” à sua longa lista de títu­ los. JERUSALÉM JULGADA 2 2 .C. seria destruída. Isaías pronuncia outra profecia que especifica um período exato de tempo (cf.I-I4 Em 2 2 .1 -1 4 . kevod. 4.

e ch orarei a m a rga m en te. a mensagem que segue é para toda a cidade de Jerusalém . agora. não v o s ca n seis m a is em co n so la r-m e pela d estru içã o da f i lh a do m eu povo.1). Eles tinham posto a sua confiança no ouro e na prata em vez de no Senhor. . Isto significaria que Isaías rece­ beu as suas visões lá. porque sabia que os resultados do tributo de Ezequias eram apenas temporários. Porém.16 3 T odos os teu s p rín cip es ju n ta m e n te fu g ir a m .2. cid a d e que salta de alegria. 4 P ortanto. todos os que em ti se acharam f o r a m a m a rra d os ju n ta m en te e fu g ir a m p a ra longe. p a ra qu e a ssim tota l­ m en te su bisses a os telhados? 2 C id a d e cheia de aclam ações. Isaías advertiu o povo.12). N o entanto. Q u e tens. Ele não podia se unir aos festejos deles nos telhados. Ele queria ser dei­ xado só para lamentar a destruição profetizada de seu amado povo. 1 P eso do v a le da visão. cid a de turbvdenta. J1 3. n em m o rrera m na g u erra . Je­ rusalém pareceria estar em um vale.a Isaías visões sobrenaturais (cf. Pode ser que se posicionando sobre o monte das Oliveiras e olhando para baixo. mais prová­ vel é que eles estavam se alegrando porque Senaqueribe aceitou tribu­ to de Ezequias e deixou Jerusalém intacta enquanto ele se movia em direção a Laquis (2 Rs 18. os teu s m o rto s não são m o rto s à espada. digo: D esv ia i de m im a vista. Alguns foram capturados e executados. Pode ser que as pessoas subiram para os telhados gritando e se alegrando porque escaparam do juízo que os assírios trouxeram so­ bre Asdode e outras cidades filistéias (veja 20. fo r a n i ligados p elo s arqu eiros. mas este não o escutou.14— 16). M as a alegria deles não era justificável. Eles pensaram que tinham esca­ pado da destruição advinda sobre as outras cidades de Judá. Os líderes judeus fugiram até mesmo antes dos assírios atacarem.

e Q u ir d escobre os escudos. Eles tinham falhado em escutar o que o Senhor disse no Vale da Visão. 8 E se tira rá a cob ertu ra de J u d á . e. o lh a r ás p a ra as a rm a s da casa do bosque. . O inimigo tinha enchido os seus “mais formosos vales”. eles amavam o seu povo e os seus corações estavam quebrantados por causa do juízo que sobreviria sobre eles. co m ca rro s de h om en s e ca v a lei­ ros. Ao leste da Assíria. e de co n fu sã o é este da p a r te do Senhor J e o v á d os E x ércitos. 5 P orque dia de alvoroço. O resultado foi barulho. Elão provê um contingente de arqueiros. A situação de Judá estava desesperadora.Nenhum dos profetas era frio prenunciador da destruição. com carruagens e postado os cavaleiros “às portas” das cidades ao longo do país. terror e confu­ são. inclusive o Cedrom no leste de Jeru­ salém e o Hinom no oeste e no sul. Judá não podia se defender contra um exército tão vasto. e os ca va leiro s se p o rã o em ord em às portas. A Assíria já tinha tomado os postos fortificados avançados das cidades de Judá. 7 E será qu e os teu s m a is f o r m o s o s v a les se en ch erão de carros. condutores de carruagem e cavalos como reforços para o exérci­ to assírio. 6 P orque E lão tom ou a aljava. M uitas nações tinham se juntado à Assíria. carru­ agens. e de vex am e. no va le da visã o: u m d errib a r de m u ro s e u m cla m o r a té às m ontanhas. Este era um dia triste quando o povo de Judá se uniu na briga contra a Assíria. Quaisquer aliados nos quais eles confiaram também já tinham sido derrotados. violência. Os muros das cidades de Judá não puderam resistir ao ataque assírio. Q uir fornece guerreiros a pé com seus escudos descobertos e prontos para a batalha. n a q u ele dia. Seme­ lhante a Isaías.

os líderes de Jerusalém olha­ ram “.2— 5). Jerusalém não estava preparada para um ataque ou um cerco. 10 T am bém con ta reis as casas de J eru sa lém e derrib areis as casas. para as armas”. eles confiaram nas armas armazena­ das na “casa do bosque” construída por Salomão (I Rs 7. porque eles já não confiavam nEle para ser o seu Guardião.5). p a ra fo r t a le c e r os m u ros.20. quer dizer. 2 Cr 32. Ao invés disso. p a ra o que o tinha feito . Estas incluíram a construção do túnel de Siloé debaixo da cidade de . m a s não olhastes p a ra cim a. “Os dois muros” podem ter estado ao fundo do Vale deTiropoeon. 11 T izestes tam bém u m reservatório en tre os dois m u ro s p a ra as águas do v iveiro velho. nem considerastes o que o f o r m o u desde a antigüidade.2 0 e 2 Crônicas 32. porq u a n to são m u ita s. Ezequias conduziu um esforço combinado para preparar-se para a guerra... aproximadamente cento e oitenta metros abaixo do ribeiro de Giom (2 Rs 20 . 9 E v ereis as brechas da cid a d e de D a vi.30).3— 8. As apressadas preparações para a defesa incluíam a demolição de casas para que as pedras fossem usadas para “fortalecer os muros” (uma medida desesperada e vergonhosa que tornou sem teto alguns dos cidadãos de Jerusalém). 2 Cr 32. e a ju n ta reis as águ a s do v iv eiro inferior. As “brechas da cidade” ou as brechas de suas defesas precisavam ser consertadas.O verbo hebraico pode significar que Deus também tinha removido a sua cobertura protetora de Judá. Âgua era essencial se houvesse de ter um cerco. de modo que foram armazenadas “as águas do viveiro inferior”. entre a Sião de Davi e a colina ao oeste. Havia abundância de outras fontes de pedras nas redondezas de Jerusalém (cf. os traba­ lhadores tinham indubitavelmente medo de ir para fora dos muros da cidade. A descrição das medidas de defesa de Ezequias é dada em 2 Reis 2 0 . Porém. provavelmen­ te o Poço de Siloé.

e d iz -se: C o m a m o s e bebam os. Eles estavam pondo a sua confiança no que poderiam fazer no lugar do que Ele queria. a razão para esta falta de expiação era a recusa deles de se arrependerem. co m e -s e carne. Assim. Deus queria que o povo de Jerusalém se humilhasse e se arrepen­ desse com evidências de sua tristeza —não por causa do perigo dos assírios. SEBNA E ELIAQUIM 2 2 . co m Sebna. dando assim para Jerusalém um abastecimento de água protegido. e d iz e-lh e: . p o rq u e a m a n h ã m orrerem os. M as nestas preparações apressadas. 13 M as eis aqui g o z o e alegria\. Semelhante a outras tais advertências. e b eb e-se vinho. m a ta m -se v a ca s e d ego la m -se ovelhas. 14 M as o S enhor dos E x ércitos se d ecla rou a os m eu s ou vidos. mas porque eles tinham se desviado do SE N H O R . v a i ter com este tesou reiro. o m ord om o. porém. ocupando-se em festança fatalista e de­ leitando-se. 5. Alguns pecados não seriam expiados. uma pressuposta esperança ainda estava lá se eles tivessem de se arrepender. Pau­ lo endossaria esse tipo de estilo de vida também —se não houvesse nenhuma ressurreição (I Co 15.Jerusalém para trazer água do ribeiro de Giom para a Poço de Siloé. e ao cingidouro do cilício. eles não olharam para o S eN H O R . e ao pranto. Eles estavam cometendo um pecado de pre­ sunção após o outro.32). O povo ignorou a Isaías. Eles não viam qualquer esperança de derrotar os assírios. de modo que eles decidiram desfrutar o tempo que lhes restava. d iz o SENHOR J e o v á d os E xércitos. dizendo: C erta m en te esta m a ld a d e não será ex p ia da a té qu e m orra is. o SENHOR dos E xércitos. 12 E o Senhor. vos convidará naquele dia ao choro. e ao rapar da cabeça.1 5 -2 5 15 A ssim d iz o SENHOR J e o v á d os E x ércitos: A nda.

já que o seu nome é aramaico. possivelmente no exílio. um funcionário corrupto. o op rób rio da casa do teu senhor. O termo “mordomo” vem de uma palavra raiz que significa “ser de uso”. mas isto não era “em lugar alto”. Ele seria enterrado sem qual­ .Agora Isaías. Ele tinha se feito útil. te f a r á rolar. o SE N H O R es­ tava a ponto de tirá-lo e expulsá-lo. m orrerá s. Ele não era um verdadeiro servo e estava traindo a confiança do rei. não hebreu. Sebna seria lançado fora da cidade onde morreria. 16 Q u e é que ten s aqvú? O u a qu em ten s tu aqui.II e comentário]. M as ele próprio não possuía nada e estava diretamente sob a responsabilidade do rei. ali. pronuncia uma profecia contra uma pessoa particular em Jerusalém. em única vez no seu livro.17 18 C erta m en te. p a ra que ca va sses aqui u m a sep u ltu ra . ali.Tem sido sugerido que ele possa ter sido a princi­ pal pessoa a persuadir Ezequias a buscar uma aliança com o Egito. cin z ela n d o n a rocha u m a m ora d a p a ra si m esm o! Sebna estava usando a sua posição de mordomo para se elevar e progredir. e. aca barão os ca rros da tu a g ló ria . ele estava dando a si mesmo a honra e o lugar na história devido a um rei. N a preparação de uma tumba no alto sobre a face da ro­ cha. era gerente da casa real e guardião das cha­ ves. Ele subiu ao poder por ter aprendido como agradar o rei. (Alguns comentaristas entendem isto como uma referência sarcástica à sua direção na escavação do túnel de Siloé [veja v. co m o se f a z r o la r u m a bola em terra larga e espaçosa.) 17 Eis que o Senhor te a rro ja rá v iolen ta m en te com o u m hom em f o r t e e de todo te en volverá . Ele é sarcasticamente chamado de um “homem forte”. Sebna. inclusive as chaves dos tesouros reais. auto-suficiente. Porque Sebna tinha abusado de sua própria posição. Ele era possivelmente um estrangeiro. ca va n d o em lu ga r alto a su a se­ p u ltu ra . “Como se faz rolar uma bola”.

Isto implica que ele seria responsável da mesma maneira que Sebna o fora. E liaquim se tornaria o que nós poderíam os chamar de o Pri­ meiro M inistro. 19 E d e m itir -te -e i do teu o fício e te a rra n ca rei do teu assento. e n in gu ém abrirá. 22 E p o r e i a chave da casa de D a v i sobre o seu om bro. lhe daria os símbolos do ofício de Sebna —a túnica e o talabarte —e o deixaria ser “como um pai” para o povo de Jerusalém e Judá. Sebna teve uma mu­ dança de coração e depois aceitou uma mais baixa posição como secretário (3 6. e abrirá. 21 E r e v e s ti-lo -e i da tua túnica. Ele era uma desgraça para o palácio de Ezequias.3). Naquele momento. As suas carruagens esplêndidas ( “car­ ros da tua glória”) eram parte da sua tentativa para se honrar como realeza.quer pompa real. Aparentemente. tem agora em suas mãos a chave da casa de Davi . exercitando os poderes de governo em nome do rei. Ele era o 4 ad m in istra d o r do p alácio quan do o o fic ial co m an d an te de Senaqueribe am eaçou Jerusalém em 701 a. tanto quanto José o fez por Faraó (Gn 4 1 . e en trega rei n a s su a s m ã o s o teu d om ín io. qu e ch am arei a m eu serv o E lia q u im .C. O cumprimento completo do juízo de Deus sobre ele pode ter vindo depois da sua eventual degradação.filh o de H ilquias. Deus o poria no lugar de Sebna.4 1 — 4 ). o R ei de reis. e e s fo r çá -lo -e i com o teu talabarte. onde se encontrava no comando. 20 E será. Ele foi comissionado a amá-los e a tomar conta deles. e n in gu ém fech a r á . Eliaquim era um verdadeiro servo do Senhor. e ninguém fechará” descrevem o poder dele. efech a r á . A autoridade de E liaquim era quase incontestável. Deus o tiraria do seu ofício. e ele será co m o p a i p a ra os m o ra d o res de J eru sa lém e p a ra a casa de Ju d á . naqu ele dia. As frases “a chave da casa de D avi” e “abrirá. Je­ sus.

ele também seria tirado. Ele man­ teria os negócios do palácio com firmeza contra os ventos da adver­ sidade. O povo começou a confiar nele em vez de confiar no SE N H O R . d iz o S e n h o r d o s E x ércitos.(Ap 3 . todavia. Isaías teve de acrescentar um adendo a esta profecia.I 8 1 P eso d e T iro.7 ). Aparentemente. Eliaquim estava mais preocupado pela casa de seu pai (os seus parentes) do que estava pela casa de Judá e pela casa do seu senhor. LAMENTAÇÃO SOBRE A RUÍNA DE TIRO 2 3 . como uma cavilha de tenda pregada em um “lugar firme”. d esd e a terra d e Q u itim lhes f o i isto revela d o . não em qualquer homem ou mulher. n a v io s d e T ársis. . 24 E d ele p e n d e r á toda a g ló r ia da ca sa d e s e u p a i. Nossa confian­ ça deve estar em Deus. Ele seria como um trono de honra para todos de sua família. se as pessoas confiassem em Eliaquim em vez de confiar no SE N H O R (e em sua fraqueza humana Eliaquim as abandonou). p o r q u e o S en h o r o disse. e se r á co m o u m tro n o d e h on ra p a r a a ca sa d e seu p a i. o p r e g o p r eg a d o em h i g a r f i r m e se rá tira d o . 23 E f i x á . Ezequias. e a ca rga q u e n ele esta v a se d esp r en d erá . o s r e n o v o s e o s d escen d en tes. poderia ser traduzi­ do como uma advertência de que.I .e i co m o a u m p r e g o n u m lu g a r f i r m e . O hebraico aqui.l o . 6. cum prindo a aliança davidica. 25 N a q u ele dia. p o r q u e está a ssola d a . a p o n to d e n ã o h a v er n ela ca sa n en h u m a . se r á a r ra n ca d o e ca irá . U iva i. e d e n in g u é m m a is e n tr a r n ela . d esd e a s ta ça s a té à s g a r r a fa s . o SE N H O R teria que tirá-lo. e a glória e a reputação de sua fam ília penderia dele e do que ele fizesse (como de um prego de parede). a qual prom etia um ho­ mem para sempre no trono. O fardo seria muito grande para ele e. Infelizmente. to d o s os v a so s m en o res. por seu turno. O propósito de Deus era tornar firme a posição de Eliaquim. Deus viu que Eliaquim não se provaria merecedor de seu ofício.

foi sitiada por Nabucodonosor e se tornou sujeita a ele.2). Tiro.3 — 6).19. a oeste de Gibraltar.Esta é a últim a das profecias de Isaías concernentes a nações es­ trangeiras. 19. A influência de Tiro não era sempre boa. A cidade se rendeu a Sargão II nos dias de Isaías. Társis provavelmente eraTartessus. transformando a ilha em uma península.31— 33. 18. a esposa do rei Acabe. Originalmente ela era com­ posta de duas ilhas pequenas. Ela era orgulhosa de seu comércio mundial e simbolizava um espírito mercenário e materialista. Ale­ xandre. uma grande cidade comercial. .18). as quais foram ligadas por H irão na época de Davi. En­ tão ele destruiu a cidade. rei de Tiro.. Tiro proveu artesãos qualificados e materiais para a construção do Tem­ plo de Salomão (I Rs 5. Davi teve uma boa relação com Hirão. na costa sudoeste da Espanha. na costa. Os “navios de T ársis” eram grandes embarcações comerciais capazes de viajar aTársis. especial­ mente no campo espiritual. era de cerca de vinte e quatro quilômetros de extensão e cerca de três quilômetros de largu­ ra. Tiro estava localizada aproximadamente a cento e sessenta quilô­ metros ao norte de Jerusalém. A planície de Tiro. Jezabel. quer eles tenham de fato ido tão longe ou não. o Grande. H irão de Tiro pode tê-la fundado como uma colônia fenícia. ela foi reconstruída e recuperou a sua prosperidade. no entanto.C. Ela até mesmo tentou desarraigar a adoração do S eN H O R e substituí-la pela adoração a Baal de Tiro (I Rs 16. Nos tempos do Novo Testamento ela tinha se tornado uma cidade de língua grega e uma igreja cristã estava esta­ belecida ali (A t 2 1 . construiu uma rampa feita de terra e pedra a partir do continente. Então em 3 3 2 a. era a filha do rei de Sidom. Depois. Porém. A ilha de Chipre (Q uitim ) ouve as notícias de T iro sendo dom i­ nada e envia comunicados aos navios que planejam ir lá.1— 12. Ela eventualmente usara Acabe para introduzir o culto de Baal. ficava situada em uma ilha cerca de um quilômetro da costa fenícia.

É dito a Tiro e a Sidom que estejam calados ( “calai-vos”). O mar tinha sido o sustento deT iro e Sidom. a qual depois de submeter-se a Sargão II não poderia contribuir com os negócios deT iro e Sidom. a ilha de Chipre. Alguns entendem a “fortaleza do m ar” como sendo literal porque fala da perda de crianças. . 3 E a su a p ro visã o era a sem en te do can al. v ó s a q u em en cheram os m erca ­ d ores de Sidom . m ora d ores da ilha. e a ceifa do N ilo. no Delta do N ilo. Outros tomam a fortaleza como sendo Tiro. Isaías vê as águas do Mediterrâneo personificadas e as ouve falando. a ssim h a verá d ores q u an do se o u v irem as de Eiro.2 C a la i-v o s. a cidade-mãe de Tiro. insinuando que Sidom tem que cessar o seu comércio com Tiro.Tiro dominava Sidom nos dias de Isaías. a decepcionante cessação dos negócios. nem ain da cr iei jo v en s. e ela era a f e i r a das nações. Todo o negócio era para ser interrom pido. a fo r ta lez a do m ar. entre outros. p orq u e o m ar. aproximada­ mente 1200 a. n em dei à luz. qu e vin h a co m as m u ita s águas. Sidom. ó Sidom . e do vale fértil do Nilo. 5 C o m o co m as n o va s d o Egito. Os navios deTiro. e outros. trans­ portavam colheitas e bens de Sior. trinta e cinco quilômetros ao norte. fa la .C. Sidom. 4 E nvergon h a-te. dizendo: Eu não tiv e d ores de parto. ainda. n em ed u q u ei donzelas. é para receber vergonha por causa do silêncio. trazendo grande renda a Tiro pelo comércio internacional. nem poderia Tiro contribuir com o deles. n a vega n d o p elo mar. e muitos dos habitantes de Sidom contri­ buíram para o crescimento de Tiro por se mudarem para lá depois que Sidom foi destruída pelos invasores vindos do mar. nas “muitas águas” do mar Mediterrâneo. Tiro era um movimentado porto internacional outrora ocupado pelos comerciantes marítimos de.

Tiro ficou assim orgulhosa e Deus planejou derrubá-la. 7 È esta a vossa cidade. sua riqueza. “Ilha” aqui pode referir-se às ilhas distantes e à costa do M editerrâneo (cf. seu comércio. a cidade que desafiou Roma). Os príncipes e as pessoas de elevada reputação terrena contribuíram para o seu comércio e sua riqueza. fazendo aquela cidade lamentar. O Egito. e seus empreendimentos coloni­ zadores ao redor do M editerrâneo (que incluía Cartago. 6 P assai a T ársis e uivai. Q u em f o r m o u este d esígn io con tra Tiro. cf. exultante por causa de seu cres­ cimento. Tiro contava com aproximadamente dois m il anos de idade nos dias de Isaías. a cid a d e coroada.O Egito se contorcerá de dor e angústia quando eles ouvirem as notícias da conquista. assim. Os seus grãos eram transportados pelos navios deT iro para os portos ao redor do M editerrâneo. e. domina­ do por Cuxe (Etiópia). m o ra d o res da ilha.15). como também de resina (usada para mumificação). v. q u e a n d a va p u la n d o d e a leg ria ? C u ja a n tigü id a d e vem de dias rem o to s? P ois le v á -la -ã o os seu s p r ó ­ p r io s p é s p a ra longe a n d a rem a peregrin a r. Esta conquista assíria da Fenícia e de Chipre afetaria o comércio deles. Eles também perderiam a sua fonte de madeira de construção. a sua renda. na Espanha (naquele momento uma colônia próspera de Tiro. Este versículo pode significar que os refugiados estavam indo para Társis.I). Era uma cidade jovial. de modo que Isaías a chamou “a cidade coroada”. A destruição de Tiro fez os seus habitantes se tornarem refugia­ dos. 40. estava contra a Assíria. cu jo s m erca d o res são p r ín cip e s 'e cu jo s n egocia n tes são os m a is nob res da terra ? 9 O SENHOR dos E x ércitos f o r m o u este desígn io p a ra d en eg rir a soberba de todo o o rn a m en to e e n v ilecer os m a is n ob res da terra. O propósito . Tiro fundou colônias governadas por reis.

A N IV indica o mandado contra a Fenícia ( “a cidade mercantil”. As versões ARC e ARA indicam “já não há cinto [estaleiro. “Não mais tem porto” é a tradução mais difícil. não mais su­ jeita a Tiro. o qual agita e turba os reinos. margem). cais] ao redor de ti”. a cidade poderia ser chamada de “Filha de Sidom ”. uma vez exaltada. NAB) indica que devido o poder deT iro estar quebrado. “mais nenhuma força”. j á não há cin to ao red o r de ti.20 O seu juízo destruirá “suas fortalezas” —seus lugares de refúgio. o SENHOR deu m a n d a d o co n tra C anaã.1 9 11 E le esten d eu a su a m ã o soh re o m a r e tu rb o u os rein os. 10 P assa com o o N ilo p ela tua terra. e também poderia ser traduzido. o que inclui a Fenícia. ó op rim id a donzela. está agora . levando Isaías a querer dizer que Társis pode cultivar a sua própria terra agora. Tiro. levanta~te} p a ssa a Q u itim e m esm o a li não terás descanso. ’ivri. os habitantes de Társis podem atravessar por sua vizinhança tão livre­ mente quanto a passagem do N ilo pelo Egito. ó fi lh a de T ársis. Por causa das contribuições de Sidom para Tiro. veja NASB. f i lh a de S idom .dEle era mostrar como é corrompida a auto-exaltação da glória hu­ mana e quão desprezíveis de fato são aqueles honrados por um mun­ do pagão. significando “mais nenhuma restrição” (como a de uma cinta. sem ser dominada porTiro. 12 E disse: N u n ca m a is p u la rá s de a legria. Társis está livre. A versão da Bíblia N V I indica “cultive” em vez de “passa” (Heb. incl. A N IV indica “não mais tem porto”. p a ra qu e se d estru íssem as su a s fo rta lez a s. “Ele [o S e n h o r ] estendeu a sua mão” indica julgamento. “passar por cima de” ou “atravessar”18) o que já é uma interpre­ tação. A tradução “atraves­ sar” (cf. KJV). a qual é literalmente Canaã.

n o f i m de seten ta anos.C. e levou embora 90. é chamada de “donzela”.1). “Os dias de um rei” é uma referência literal ao fato de os reis manterem registros diários (cf. p o v o qu e ain da não era p o v o . T iro será co m o a ca n çã o de u m a p rostitu ta . (quando ele levou embora 2 0 8 . Contu­ do.29. ne­ nhum forte ou lugar de refúgio. e a recupe­ . Os setenta anos podem ter sido cumpridos entre a campanha de Senaqueribe em 701 a.) eram advertências. Esta repetição do verso I indica a conclusão desta seção. 13 E su ced erá .oprimida. 13 Vede a terra dos ca ld eu s. m as. mas não ainda conquistada. nenhum lugar de refúgio.C. Isaías olha à frente novamente para a destruição da terra dos babilônicos (caldeus) pelos assírios. co n fo rm e os dias de u m rei. esta passagem acrescenta que não há mais nenhuma “força”. n a vios de T ársis. O que Sargão II fez aos caldeus em 710— 709 a. Isto pode referir-se ao fato de que a Assíria controlava Chipre e restringia os navios de Tiro de aportar ali. leva n ta ra m as su a s fo r ta lez a s e e d fica r a m os seu s paços. m a s j á está a r r u i­ n ada de todo. Seus refugiados atravessarão para Chipre (Q uitim ) mas não acharão ali nenhum “descanso”. na q u ele dia. Tiro vai cair em esquecimento “por setenta anos”. I Rs 14. Em outras palavras. a A ssíria a fu n d o u p a ra os q u e m o ra va m no d eserto.C.C. Dur Yakin. 14 U ivai.000 cativos) e o que Senaqueribe fez à Babilônia em 703 a. p o rq u e é d estru íd a a vossa f o r ç a . (quando ele demoliu a principal cidade deles. Et 6. Tiro não é mais nenhuma fortaleza que possa prover segurança para os seus próprios navios. q u e T iro será p o sta em esq u ecim en to p o r seten ta anos.0 0 0 cativos e depois a demoliu em 689 a. Os refugiados de Tiro não poderiam achar conforto ou descanso onde quer que a Assíria estivesse no controle.

. 17 P orque será n o f i m de seten ta a n os q u e o S enhor v isita rá a Tiro. aT iro restau­ rada será capaz de prover comida e vestimenta para os que “habitam perante o S e n h o r ” . após o juízo. Deus promete que. o lucro deT iro —“o seu comércio e a sua ganância” —será consagrado [Heb. A canção fala de uma prostituta velha que vai andando pela cida­ de tentando ganhar de volta os clientes por cantar canções das quais eles se lembrariam. como na canção da prostituta no versículo 16. o povo restaurado de Jerusalém du­ rante o M ilênio. Sua única preocupação será tirar proveito. quer dizer. Olhando à frente. ó p ro stitu ta en tregu e ao esq u e­ cim en to .Tiro continuará agin­ do com “a sua ganância de prostituta”. Porém. “ O SE N H O R 18 E será con sa gra d o ao S e n h o r o seu co m ércio e a su a g a n â n ­ cia de p ro stitu ta . p a ra que com a m stficie n te m e n te e tenham v estid o d u rá vel. seduzindo outras nações por lucro. Isto implica que Tiro será consagrada a um serviço nos moldes do que eram os sacerdotes. n ã o se en tesou rará. p a ra qu e haja m em ó ria de ti. n em se fe ch a r á . 16 T om a a harpa.ração deT iro. Então Tiro tentaria se recuperar. rod eia a cidade . tirando vantagens financeiras delas pelas suas operações co­ merciais desonestas. Ele iria se ingerir na situ­ ação para permitir a restauração deTiro. visitará a T iro ”. compaixão. cerca de 630. ou amor. Porque Deus fará isto possível. A comparação de Tiro com uma prostituta velha indica que ela não mostrará nenhuma piedade. depois que o poder da Assíria começou a declinar. ca n ta e rep ete a ária. e ela to rn a rá à su a g a n â n cia de p ro stitu ta e terá co m ércio com todos os rein o s qu e há sob re a f a c e da terra. toca bem . “uma coisa santa”] ao Senhor. qodesh. m a s o seu co m ércio será p a ra os qu e habitam p era n te o SENHOR. mas estaria inalterada. quer dizer.

19 30 ).6./«a!a(L eipzig. A llis. I: Plate 16. Como Isaías reage à sua visão da destruição da Babilônia? Quando foram quebradas as imagens dos deuses da Babilônia? O que aconteceria com Edom e Arábia? Por que Isaías queria ser deixado só? Que preparações apressadas Jerusalém fez para sua defesa? Que preparações eles fracassaram em fazer? Por que Sebna seria substituído por Eliaquim e com que resulta­ do? 8. QUESTÕES DE ESTUDO 1. não Babilônia como alguns supõem. 1 9 3 0 ). . 4 Oswald T. 7. The Isaiah Manuscript and the Habakkuk Commentary (N ew Haven: Am erican Schools o f O riental Research. 4. Egito. O que aconteceria a Tiro e quais seriam os resultados de sua restauração? CITAÇÕES 1 D. Charles Boutflower. et al. O tto Procksch. The Book o f Isaiah ( Cbapters I~XXXIX) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge.5-9. 1 9 7 5 ). 5.. 1:857. Desde que os materiais deTiro não seriam acumulados ou armazenados em uma tesouraria. 15 7-5 8.Desde que todos na Sião m ilenial serão chamados santos (4. 26 1. Cf. “Book o f Isaiah”. contra a Assíria. 2. as provisões para Jerusalém na era m ilenial serão abundantes e obteníveis (cf. em Wycliffe Bihle Encyclopedia (C hicago: M oody Press. 60. 3. isto pode significar que as provisões deT iro serão para todo o povo de Jerusalém.7). 1 9 5 0 ). 3 M íllar Burrows. line 22. 61.3).W ernerScholl. 6. Alem anha: D . 2 O u seja. Társis e Chipre? 9. Como a supressão do comércio de Tiro afetou Sidom. ed..

149. 7a. 7 Ibid. N a Síria-Palestina. 17 S. 149. A m orte dele encorajou “um a revolta que se difundiu ao longo do im pério.5 Boutflower.: InterVarsity Press. trans. The Lord is Savior: Taith in National Crisis (G rand R apíds: W m . 1 9 4 1 ). ed. George Raw linson. 16 Em 70 5 a. 131. 19 78 ).C. e que Isaías também olha à frente “para a Babilônia escatológica e para o D ia do Se­ nhor”. H . 9 J. 1 9 9 0 ). 129. de m odo que o significado pode ser que Deus tenha ordenado que mercadores destruís­ sem as fortalezas d eT iro . 6 D aniel David Luckenbill. M o tyer reconhece que isto se refere a 68 9 a. 15 H erodotus. 20 A palavra hebraica kenaan tam bém pode significar mercador. Book o f Isaiah. 4 7 2. Eerdmans. 2 vols. Sargão foi m orto em um a batalha com o bárbaro Cim erianos em Tabal. B. Ezequias era um dos prim eiros a se mover por trás da rebelião”. Archaeology and the Bihle. . 19 93 ). 1 9 2 6 -2 7 ). D avid L. M axw ell M iller e John H . 12 Boutflower. M cK enna. (P hiladelphia: American Sunday-School U nion.C. 1 9 8 6 ). Ancient Records ofA ssyría and Bahylonia. 18 The Prophets (Philadelphia: Jewish Publication Society o f America. H ayes. Book o f Isaiah. 149.. 19 A m aioria dos estudiosos são inclinados a aceitar a tradução mais difícil. 11 As notícias a respeito da destruição de Babilônia não teriam feito Isaías chamá-los de “m alhada m inha” significando “meu povo”. M anuel K om roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 14 Boutflower. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Isaiah 1 -3 9 . 4 0 0. W idyapranaw a. 13 George A. 1 7 5 -7 6 . 19 28 ). ed. Barton. 2 :1 5 2 . 10. em The C om m unicators Commentary (D allas: W ord Books.1 8 5 . 353. 10 Por exem plo. J. Book o f Isaiah. 1 9 93 ). 10. 154. Alec M otyer. 133. A H istory o f Ancient Israel and Judah (Philadelphia: W estm inster Press. 111. History. 2:35 8 Boutflower. Book o j Isaiah. 2 1 3.

1— 3. especialmente para o juízo da Gran­ de Tribulação (cf.IO Nestes capítulos Isaías vê visões alternadas de juízo sobre os pecadores e louva a Deus pelos redimidos. e a deso~ la. 15.9.4) mostra que este juízo envolve uma desordem do mundo inteiro. 19).I-35. para o fim dos tempos. mas o paralelism o com “m undo” (v. nação”. Isto aponta para o futuro. A Cidade Desolada 24. e d isp ersa os s e u s m o ra d o res. e tr a n s to r n a a su a su p er fície. 9. 18. A palavra “terra” pode significar “território.Judá Merece o Juízo de Deus 24.1— 13 1 E is q u e o S e n h o r esv a z ia a terra. . A. I Ts 5. país. 16. Ap 8. A Terra Corrompida.

ao com prador. . e os qu e habitam nela serã o desolados. Eles não querem nenhuma comunhão com Ele (cf. p orq u e o S enhor p r o n u n cio u esta pa la vra. co m o ao q u e p a ga u sura. p o rq u a n to tra n sgrid em as leis. violaram as suas leis. Ele afetará toda a sociedade e cada pessoa imparcialmente. en fra q u ecem os m a is altos do p o v o da terra. Ela murcha e sofre devastação. a m a ld içã o co n so m e a terra. ao servo. 2 Ts 2.9— 12). 6 P o r isso. 5 N a verdade. Do mais elevado ao mais inferior.1— 16). Isaías então identifica os seus pecados: Eles desobedece­ ram (aboliram ) as instruções de Deus. Outros o entendem também como sendo os israelitas —com o mundo todo sofrendo por causa do pecado deles. A terra é metaforizada. Ninguém escapará deste juízo. e p o u co s h o m en s restarão. Esta se torna a condição do mundo inteiro nos últimos dias.2 E o q u e su ced er ao p o v o su ced erá ao sa cerdote. O juízo que cai sobre a terra é o resultado de corrupção “de seus moradores”. A terra p ra n teia e se m u rch a . A terra será devastada. Alguns tomam o termo “os mais altos do povo da terra” como sendo os assírios. co m o à su a senhora. e quebra­ ram os regulamentos dados a Noé (Gn 9. a terra está con ta m in a d a p o r ca u sa d os seu s m o ­ ra dores. p o r isso. Os exércitos roubarão e saquearão tudo. ao qu e dá u su ra . Deus falou e a sua palavra será cumprida. o m u n d o en fra q u ece e se m urcha . à serva . m u d a m os esta tu tos e qu ebram a a lian ça eterna. Eles têm se recusado a reconhecer qualquer aliança relacionada com Deus. com o ao v en d ed o r. com o ao qu e tom a em p resta d o. com o ao s e u sen h or. D e todo se esva z ia rá a terra e de todo será saqueada. ao qu e em p resta. serã o qu eim ad os os m o ra d o res da terra. todos so­ frerão.

aca bou o ru íd o dos qu e p u la m 1 de prazer. n in ­ g u é m j á p o d e entrar.2 para o estado da terra antes que . O juízo não é arbitrário. “bebida fermentada”. ( Tohu é a palavra usada em Gênesis 1. tal des­ 2 truição mundial é possível. A “festança” de 22.3. a bebida f o r t e será am a rga p a ra os qu e a beberem . os habitantes “serão desolados”.e. possivelmente genérico para as cidades do mundo ou da terra em vez de uma cidade específica) está sem habitantes e está demolida.2 tem mudado para suspiros.. sumo de uvas antes da fermentação) estancou. A alegria e os folguedos acompanhados por tamborins e harpas cessaram. N V I brasileira] e ou­ tras bebidas alcoólicas) os fará sentir-se amargos em vez de alegres. Hoje. pois “os que habitam” naquela terra devem suportar a sua própria culpa. “O mosto” (i. secou.I I — 1 ). qiryath tohu. Zc 5.7). não a de outros. “cidade do nada ou vazia”. 10 D em o lid a está a cid a d e vazia. O suco de uva era um símbolo de prazeres inofensivos. Deus é justo e não pode deixar o pecado impune. 1 C essou o fo lg u e d o dos tam boris. 9 C om ca n ções não beberão vin h o.4. As videiras estão enfraquecidas e murchas. uma maldição devora a terra. Eles estão colhendo o que semearam (c f G1 6.1. A ira de Deus arde contra eles e poucas pessoas serão deixadas (cf. en fra q u ece a vid e. O “vinho” não os relaxará e não os fará cantar. e su sp ira rã o todos os a legres de coração. “A bebida forte” ( “Cerveja” [N IV inglesa. todas as ca sa s fech a ra m . “A cidade vazia” (Heb. ou seja.Por causa do pecado do povo. e d esca n sou a a legria da harpa. 7 P ra n teia o m osto. Ap 19. eles têm que agüentar o fardo da sua própria culpa.

É um quadro de desolação total. qu an do está acabada a vin dim a. se foi. com estalidos. A cidade não é mais habitável e não há nenhuma proteção. QUESTÕES DE ESTUDO 1.) Todas as casas estão fechadas impedindo a entrada. O remanescente deixado depois deste julgamento sobre o mundo será pequeno.Deus lha desse habitantes.6). d e ster ro u -s e o g o z o da terra. e. Um cumprimento preli­ minar disto aconteceu quando Senaqueribe destruiu quarenta e seis cidades de Judá. co m o a sa cu d id u ra da oliveira e co m o os rabiscos. “Toda a alegria”. Toda a alegria que deleita os festeiros escureceu como quando o dia está findo. 11 H á la stim oso cla m o r n a s ru a s p o r ca u sa do vin h o. Como o capítulo 2 4 é relacionado com os capítulos 13 a 23? 2. A “cidade” é provavelmente coletivo para as cidades em geral (c f v. 12 N a cidade. Qual é o tempo do juízo mundial denominado no Novo Testa­ mento? . se quebra a p orta. A devastação deixada na cidade pelo juízo de Deus é horrível. inclusive a alegria da risada. As portas desoladas foram quebradas em pedaços. no m eio destes p ovos. Fora nas ruas —ou fora da cidade —há lamentação ( “lastimoso clamor”) por causa da falta de vinho. toda a a legria se escu receu . como as poucas azeitonas deixadas na árvore depois que eles batem os seus ramos ou as poucas uvas deixadas depois que os respigadores passaram pela vinha e pegaram o que os ceifeiros deixaram (c f 17.IO). só f i c o u a desolação. 13 P orque será no in terio r da terra.

o remanescente piedoso alça a voz por causa da majes­ tade do SE N H O R . . sim . O que acontecerá a todos os que não se arrependerem e não retornarem a Deus? 4.. de Israel. 13 P o r isso. em a greço. A ocasião inicial dos brados de júbilo pode ter sido a morte de Sargão II em 705 a.20. “do mar”). o Deus de Israel. ai de m im ! O s p é rfid o s tratam p e r fi d a m en te. ao n o m e do Senhor D eu s.3.22. e eles bradam alegremente “desde o mar” (Heb. miyyam.C. os p é r fid o s tratam p eifid a m en te. Toda a humanidade precisa louvar e glorificar o único Deus ver­ dadeiro. Que cidade está arruinada? B. Outra ocasião pode ter sido a alegria de outras nações após a cura de Ezequias e a derrota de Senaqueribe (cf. e em todas as partes da terra habita­ da. 16 D o s co n fin s da terra o u v im o s ca n ta r: g ló r ia ao J u sto . p o r ca u sa da g ló r ia d o S e n h o r cla m a r ã o d esd e o m ar. Em contraste com a falta de alegria entre os que estão sofrendo o juízo de Deus.23). O s brados de alegria vindos do Ocidente fizeram Isaías pedir aos povos que respondessem no Oriente glorificando o nome do SE N H O R nas ilhas e nas regiões costeiras. onde há um comando semelhante para se alegrar por causa do justo juízo de Deus. 2 Cr 32. g l o r f i c a i ao SENHOR n os va les e nas ilhas do m ar. Veja Apocalipse 18. O Juízo Prepara para o Reinado de Deus em Jerusalém 24. m a s eu digo: em agreço. que o povo reconheceu ter sido um juízo provocado pela soberania de Deus.14-23 14 E stes a lça r ã o a su a v o z e ca n ta r ã o co m a legria .

4. Con­ tudo.“Dos confins [Heb. ou conjunto de armadilhas (Heb. a Deus que revelou a sua justiça tanto no juízo como no perdão e restaura­ ção. e a cova. o laço o p ren d erá .1 1. ele está chocado pelo que vê chegando. o pensamento a respeito do juízo faz Isaías sentir intensa tristeza. Isto nos faz lem­ brar do que aconteceu no dilúvio na época de Noé (Gn 7 .5 e 22 . Os profetas não eram pronunciadores incompassivos de juízo. (Cf. Não é por acaso que os resultados do pecado os alcançarão (N ote a aliteração nas palavras hebraicas). e o q u e su b ir da cova.2). pachat). e o laço. (Compare a reação dele em 6. “[Eu] emagreço” e “Ai de m im !” são expressões dos sentimentos de Isaías.19. 18 £ será qu e aquele qu e f u g i r da voz do tem o r ca irá na cova. O mesmo termo é usado a respeito do Servo Sofredor em 5 3 . p o rq u e a s ja n e la s do alto se a b rira m . que descreve tentativas semelhantes de evasão que só vão de mal a pior. Ele sabe que o juízo tem que vir antes da restauração e das alegrias mileniais. M uito embora ele previsse os brados de júbilo futuros. a cova (Heb. 8. pacb). “asa”] da terra”. O juízo de Deus trará uma mudança radical. e o laço v êm sob re ti. tem notável aliteração nestes frases). ou seja. Não haverá nenhum escape do juízo de Deus.1 Não obstante. O temor (Heb. de suas partes mais afastadas. e os fu n d a m e n to s da terra trem em . vem a canção: “glória ao Justo”. quer dizer. kenaph. ó m o ra d o r da terra.) 17 O tem or.I ). .1 1 (NASB). os pecados do povo e a maldição terrível e o juízo sobre a terra e seus povos quebrantavam o seu cora­ ção (o Heb.18. estão esperando pelos habitantes da terra. pachacfy. como também no grande terremoto dos dias de Uzias (Am I . A traição e a deslealdade são de fato merecedoras de juízo.) Isaías conclui este pensamento descrevendo “as janelas do alto” se abrindo e os “fundamentos da terra” tremendo. M as a visão do futuro não faz Isaías se alegrar. Am 5.

19 D e todo se rá q u eb ra n ta d a a todo se m o v e r á a terra. A trans­ gressão pesa tão gravemente sobre a terra que esta “cairá.1 — . vacila. na q u ele dia. e os reis da terra sob re a terra. e balança —“como a choça de noite” sob o impacto do vento. O mesmo juízo sobrevirá a todos em posição de grande autoridade.1 1 — 9. 22 E serã o a m o n ­ toados com o p r eso s em u m a m a sm orra . Eles serão “amontoados como presos numa m asm orra” e serão mantidos em um cárcere.1 1. “os reis na terra”.I). se rompe. e serã o visita d o s dep ois de m u ito s dias.1 2. terra. serão julgados e punidos. incapazes de controlar os seus próprios destinos. e ca ir á e n u n ca m a is se Cinco expressões enfatizam a severidade da terra estremecendo: A terra se divide.17 . e serã o en cerra d os em u m cárcere. E f 6. p e r a n te o s s e u s a n ciã o s h a v erá g ló r ia . nunca mais se levantará”. tornados. Ap 12. 21 E será que. dia do juízo do S e n h o r está vindo quando Ele castigará as forças satânicas. “os exércitos do alto na altura” (cf. um longo tempo. de todo se ro m p erá e de tod o v a cila r á a terra co m o o co m o a ch oça de n o ite. . Ap 2 1. e a su a ela. temporais. “De­ pois de muitos dias”. Terremotos. e furacões trarão juízo.7— 2 0 . 20 D e éb rio e será m o v id a e rem o v id a tra n sgressã o se a g ra va rá so b re leva n ta rá . move.8). en tão. em prisão. 3 15). Jd 6. o SENHOR v isita rá os ex ército s do alto na altura. e o s o l s e co r tfu n d ir á q u a n d o o SENHOR d o s E x ército s r e in a r n o m o n te d e S ião e em J e r u s a lé m .2 Deus criará um novo céu e uma nova terra (6 5. o que mostra que o juízo é sobre a humanidade e sobre o presente sistema mundial iníquo. Isto também pode retratar a terra girando fora de sua órbita e sendo destruída. e. O 23 E a lu a se en v er g o n h a rá . como a estrutura temporária (ramos e esteiras ou estacas e toldos) instalada pelo fazendeiro da qual vigia o seu campo cultivado (c f 1.

0 Juízo Prepara para Um Banquete Milenial 25.3 Que esperança gloriosa os verdadeiros crentes têm! Q UESTÕES DE ESTU D O 1. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. sim . onde “os anciões de algum modo representam a Igreja”. 1 9 9 3 ). exaltar~ te~ ei e lo u v a r e i o teu n om e•. p o r q u e f i z e s t e m a ra v ilh a s. os pérfidos tratam perfidam ente” poderia ser traduzido como: “O incrédulo que agiu com incredulidade tem sido por seu turno tratado com perfídia”.4. 75. M cKenna. C.9. tu és o m e u D e u s . Eles estão envergonhados porque as pessoas os adoravam em vez de adora­ rem ao SE N H O R . RJ: CPAD. Quem gritará de alegria e por quê? 2. N a presença dos anciões de seu povo a glória dEle será manifes­ tada (c f Êx 24. que sozinho reinará “no monte de Sião e em Jerusa­ lém”. 19 95 ). H orton. 2 David L. o s teu s co n selh o s a n tig o s sã o v e r d a d e e fir m e z a . Isaiab 1-39. Que grupos serão castigados? CITAÇÕES 1 “Os pérfidos tratam perfidam ente.10). The Prophets (P hiladelphia: Jewish Publication Society o f America. Isto antecipa a visão da glória de Deus que João viu em Apocalipse 4.1— 12 2 Ó SENHOR.29). 3 Stanley M . 4 0 3. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. 2 4 1. M t 24. Ele reconhece o SE N H O R como o seu Deus de um modo .A lua cheia e sol ficarão vermelhos de vergonha (cf. 1 9 7 8 ). A visão a respeito do SE N H O R reinando gloriosamente inspira Isaías a louvá-lo.

Deus está sempre preocupa­ do a respeito de pessoas pobres. violentas e hostis se arrependerão e temerão a Deus.3— para uma 5 profecia semelhante contra Edom). p o rq u e o sopro dos o p ressores é co m o a tem pestade con tra o m uro. Agora ele exalta a Deus.8. é como uma tempestade que bate contra . Estes juízos preparam o caminho para vários resultados: “um povo poderoso” irá se arrepender e glorificará a Deus. u m a ru ín a . onde eles pare­ cem estar oprimidos de todos os lados. N a 1. qu e não seja m ais cid a d e e ja m a is se to rn e a ed fica r. as nações violentas. Isto nos fala que Deus irá derro­ tar todos os que se opõem ao seu propósito glorioso e justo. Sua proteção é necessária. M l 1. e elas nunca serão reconstruídas (cf.pessoal. pois “o sopro dos opresso­ res”. refú g io con tra a tem p estad e e som bra con tra o ca lo r. louvando o seu nome por todas as coisas maravilhosas que Ele fez. O juízo de Deus fez de cidades ( “cidade” aqui é coletivo) um montão de pedras e inconquistáveis cidades fortificadas uma ruína. e a cid a d e das n a ções fo r m id á v e is te tem erá. necessitadas e desamparadas. e da cid a d e f o r t e . A presença de Deus já não o amedronta como o fez no capí­ tulo 6.9 para uma profecia semelhante contra Nínive. Os palácios fortificados dos estrangeiros não são mais as cidadelas que uma vez foram. Deus também foi um “refúgio contra a tempestade. 4 P o rq u efo ste a fo r ta le z a do p o b re e a fo r ta lez a do necessitado na su a a n gú stia . reconhecendo que Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia”. e do p a ço d os estran hos. cidades de nações poderosas. 3 P elo que te g lo r fí c a r á u m p o v o poderoso. Eles louvarão a Deus. 2 P orque da cid a d e fi z e s t e u m m on tã o de ped ra s. e sombra con­ tra o calor”. Os planos que Deus fez há muito tempo ( “conselhos antigos”) foram cumpridos por Ele.

“será humi­ lhado” pelo S e n h o r . “Com tutanos gordos” ( “pratos gordurosos com tutano” — ARA . onde Moabe é comparado a sedimentos onde o gosto e o cheiro não mudaram. ou “vinhos nos abri­ gos” — K JV ). tu abaterás o ím peto dos estra ­ nhos. bem p u rifica d o s. O juízo prepara para um banquete que acontecerá depois que Cristo retornar. “Vinhos puros” ( “vinho envelhecido” —N V I. u m a festa com vinhos p u ro s. co m o se abranda o ca lo r p ela som bra da espessa n u vem . Como calor é minorado pelas nuvens. é uma palavra no hebraico (sfrmarim').uma parede. Ap 7. com tu ta n o sg o rd o s e com vinhos p u ros. usualmente traduzida “abrigos” ou “sedimentos” de vinho.9). implica o melhor tipo de nutrientes.2 -4 ). tribos e nações (cf. signi­ fica pratos feitos com azeite de oliva). O mundo ainda tem muitas nações violentas e nós ainda precisamos da sua proteção. 5 C om o o ca lo r em lu ga r seco. a todos os p o v o s u m a f e s t a com a n im a is gord o s. literalmente “farta comida cheia de tuta­ no”. Eles se tornam tão silenciosos quanto o calor em um deserto sem água. representa alta qualidade. “Com vinhos puros” ( “o . “Com carnes suculentas” —N V I). as­ sim “o cântico dos tiranos”. takhnia. “uma festa com animais gordos” (no Heb. para os salvos de todas as línguas.12. quer dizer. o “ím peto” dos exércitos estrangei­ ros que se opõem a Ele. Este é um outro quadro do que está preparado para aqueles que vêm ao SE­ NHOR (c f 2 . “tu humilhas. tu subjugas”) os brados orgulhosos de guerra.11. Isto será um presente do S enhor —um grande ban­ quete milenial no monte S ião “a todos os povos”. dos cruéis. O rico banquete. dos violentos. Veja Jeremias 48. Deus derrota e silencia (Heb. 6 E o S e n h o r dos E x ércitos dará. neste m onte. Isto pode indicar que a essência do significado de stimarím ( “coisas guardadas” ou “coisas preservadas”) está em mente. assim o câ n tico dos tira n os será hum ilhado.

9 E. Isto será possível porque Ele “tirará o opróbrio do seu povo”. e ele nos salvará. e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra. q iw w in u lo.4). “enxugará. e Deus. naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso D e u s a quem aguardávamos. exultarem os e nos alegraremos. o dia da restauração do reino pelo SENHOR. não que sejam alcoólicos. ou “coberta” (A R A ). as lágrimas de todos os rostos” (cf. “E naquele dia”.melhor vinho” —N V I) significa que eles são filtrados ou refinados. Deus irá destruir essa coberta ou máscara. como um Pai amoroso. to­ dos os que o aguardavam (Heb. neste monte. I Co 15. mas os povos de todas as nações (c f .. e assim enxugará o Senhor eová as lágrimas de todos os rostos.54. Isaías olha à frente para o cumprimento da promessa de Deus de que “aniquilará a mor­ te” na vitória. Isto inclui não só Israel que voltará ao SENHOR. 7 E destruirá. na sua salvação. Ap 21. Havia muitas mortes causadas pela Assíria nos dias de Isaías. A “máscara do rosto”. . Então não haverá mais nenhuma morte. e muitas lágrimas devido aos assírios terem levado mais de duzentos m il cativos e os transplantado em outras terras. J s Aniquilará a m orte para sempre. “aguardaram esperançosa­ mente por Ele”) terão um testemunho maravilhoso. Ou pode se referir a um véu que representa lamentação pelo pecado e seus tristes resultados que afe­ tam até mesmo o inocente. este é o Senhor . porque o SENHOR o disse. SI 22 . que obscurece ou é tecido sobre os povos e nações pode se referir a tudo o que impede os povos de verem a glória de Deus. a máscara do rosto com que todos os povos andam cobertos e o véu com que todas as nações se escondem. a quem aguar­ dávamos. Deus reservou bênçãos maravilhosas para aqueles que são fiéis (cf. Isto faz referência à obra de Cristo e a restauração que virá quando Ele retornar para estabelecer o seu reino milenial.26— 29). Para aqueles que vierem ao monte Sião..

) S en h o r” “A mão do 11 E M oabe esten d erá as su a s m ã os p o r en tre eles. Deus derrubará todas as defesas que os seres humanos erigiram contra Ele. . quer dizer. Eles não podem adquirir liber­ tação dos seus pecados e culpas nadando no monturo. como algo inútil. arrogante e adúltero povo de M oabe nos caps. I 10 P orque a m ão do SENHOR descan sará neste m on te. 15 e 16.1N o juízo futuro. A comparação de nadar no monturo indica que Moabe. m a s o SENHOR abaterá a su a altivez. ou as riquezas ganhas pelas habilidades humanas. M oabe será “trilhado debaixo dele” como palha no monturo. significa o poder do S e n h o r . co m o se trilha a pa lh a no m on tu ro. o juízo sobre o ímpio. O povo de Deus nunca terá que se preocupar ou estar novamente com medo.7. SE N H O R ( c f . mas seus esforços serão fúteis.T t 2. 12 E a b a ix a rá as altas fo r ta le z a s dos teu s m u ro s e a b a tê-la s-á . Moabe freqüentemente causava perturbações a Judá e a Jerusalém (2 Rs 13. quer dizer. e aqui representa todos os inimigos de Deus. não os salvará. (Cf. e d e r r ib á -la s -á p o r terra. a p esa r da p erícia das su a s m ãos. e “a perícia das mãos deles”.13).20).6).v. Em Ezequiel. Eles todos se alegrarão na salvação do Ts 1. é freqüentemente paralelo ao Espírito do S e n h o r . quer dizer. O Espírito “des­ cansará”. 2 T m 4 . M oabe aparentemente se aliou com a Assíria nos dias de Isaías e pode ter sido usado pela A ssíria contra Judá. Deus derrubará e demolirá as fortalezas nas quais M oabe confi­ ava. I Co 1. Em con­ traste com Sião. A altivez deles será abatida. a té ao pó. que re­ presenta o mundo pecador e os inimigos do povo de Deus.10. co m o as esten d e o n a d a d o r p a ra n a dar. continuando com as suas práticas pecaminosas.8 . m a s M oabe será trilhado debaix o dele. tentará se salvar. Ele se estabelecerá para ficar.9.

I -II . 3 5 9. N aquele dia. O cântico é uma canção de louvor que prepara Jerusalém para a sua transformação em uma cidade de paz à medida que Deus cumpre o seu propósito remidor. a que D eu s p ô s a sa lva çã o p o r m u r o s e an tem uros. Ele é suficiente. Qual é o objetivo da menção de Moabe? CITAÇÕES 1 M oabe declarou sua lealdade à Assíria e aparentemente enviou soldados para que acompanhassem Senaqueribe na sua marcha contra Judá. . A H istory o f Ancient Israel and Judah (P hiladelphia: W estm inster Press. M axw ell M ille r e John H . Pelo que Isaías louva o Senhor? 2. permitindo vigiar a face externa da muralha e atirar contra os assaltantes que tentam escalá-la. Veja J. O que Deus fará para todos os povos da terra? 3. Ele prote­ gerá o seu povo. se en to a rá este câ n tico n a terra de J u d á : U m a f o r t e cid a d e tem os. “Naquele dia” refere-se ao dia milenial por vir quando Judá e Jeru­ salém terão um cântico dado por Deus para cantar. 19 86 ). 0 Juízo Prepara para Restauração e Paz 26.1-27. baluarte).QUESTÕES DE ESTUDO 1. O que Deus fará pelo seu povo e como este responderá? 4. ou bastiães (parte da fortificação que avança e for­ ma ângulo saliente. H ayes. A sua salvação será melhor que muros físicos e “antemuros” ( “ba­ luartes” —A RA ). UM CÂNTICO QUE EXPRESSA CONFIANÇA 2 6 .13 I. D.

p o rq u e o S enhor D eu s é u m a roch a etern a. a verdade (ou. p a ra qu e en tre nela a n a ção ju sta .6). A palavra “nação” (Heb.10). g oi) é freqüentemente usada a respeito dos gentios. ou confiança. . 5 P orque ele abate os q u e habitam em lugares sublim es. p o rq u e ele co r fia em ti. Deus provê “paz” perfeita (Heb. e a d errib a rá a té ao pó. Força eterna e pro­ teção fazem parte da sua própria natureza. O profeta pede que os portões sejam abertos para “a nação justa” que observa. YahweF) chama a atenção para a fidelidade de seu nome e caráter de guarda da aliança. 4 C o n fia i n o SENHOR p erp etu a m en te. segurança e permanência (veja 17. fiéis e de confiança). A cidade será preparada por Deus para o seu povo. impulsos e tendênci­ as) são inabaláveis e constantes porque a sua confiança está em Deus. e a cida de ex a lta da h u m ilh a rá a té ao chão. cujas mentes (incluindo pensamentos. Ele não fracassará porque Ele é “uma rocha eterna”. significa qualquer pessoa que está correta com Deus. 3 Tu co n serv a rá s em p a z aq u ele cu ja m en te está f i r m e em ti. Aqui. Eles crêem e não duvidam —pois o que duvida “é semelhante à onda do mar. mas de proteção. A figura do S E N H O R como uma “rocha” não só fala de força. sbalom shalom. coisas verdadeiras. Os que têm firme confiança em Deus pedem aos outros para con­ fiar “no SE N H O R perpetuamente”. O termo duplo “Senhor Deus” (Heb. ou guarda. q u e observa a verdade. repetido para en­ fatizar a autenticidade da paz). Um a antiga expressão de fé. Yah.2 A bri as portas. que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte” (T g 1. Nossa fé e confiança no SE N H O R devem ser contínuas. não é suficiente. No meio das dificuldades e estresses. Deus os conservará em verdadeira paz (inclusive bem -estar espiri­ tual).

ele entrará em triunfo sobre as ruínas que Deus vai ocasionar. O SE N H O R que é o “Deus Justo” faz o caminho “plano”. Deus o faz ordenadamente. Embora o povo de Deus esteja “aflito” (oprim ido) e “pobre” (de­ samparado e insignificante). ou que eles são fiéis no meio dos juízos que estão come­ çando a vir sobre a terra. te esperam os. . andando no caminho dos seus “juízos” (Heb. no teu s n om e e na tu a m em ó ria está o desejo da n ossa alm a. “decisões”). Os que estão aguardando esperançosamente pelo SE N H O R . confi­ ando nEle. mas Deus nos vê através deles. no prumo. O desejo pelo nome do SE N H O R é um desejo para ver a sua natureza e caráter manifestos. O que Deus fez derrubando o orgulho de M oabe e deixando suas cidades em total ruína. Quer dizer. livre de obstáculos. Ele é ativo. problemas. SENHOR. tu reta m en te p esa s o a n d a r do ju sto . Isto não significa que nós nunca tere­ mos dificuldades. Eles também querem ver a sua natureza guardada na memória. Ele fará ao orgu­ lho de todas as cidades exaltadas do mundo. 7 O ca m in h o do ju s t o é todo p la n o . Isaías agora se volta para o tempo de esperar pelo SE N H O R .Deus não somente é uma rocha. mishpatekha. justo e direto para a sua meta. <A té no ca m in h o d os teu s ju íz o s. um triunfo que eles não poderiam alcançar por si próprios. O caminho do “justo” (os justos com Deus) é um caminho todo plano. ou lutas. Ele abre um caminho quando parece não haver nenhum caminho. 6 O p é a p isa rá : os p és dos a flitos e os p a sso s dos pobres. O juízo deve preparar o caminho para a restauração. Tudo o que nós precisamos fazer é andar com Ele. as suas revelações passadas a respeito de quem Ele é. Isto pode significar ou que eles vivem em obediência à sua palavra. Isto também é um desejo para vê-lo em manifestação pessoal.

11 S e n h o r . praticando a iniqüidade e recusando reconhecer “a majestade do S en h or ” . e o testemunho de obedientes buscadores do SENHOR se torna um modo por meio do qual os habitantes da terra “aprenderão justi­ ça”. Ap 15. Isto terá seu futuro e cumprimento mais completo depois dos juízos da Grande Tribulação (cf.9 C om m in h a alm a te desejei de noite e. ha ven do os teu s ju íz o s na terra. até mesmo quando Deus lhes mostra gracioso favor e bondade. Ele quer que o zelo de Deus pelo seu povo seja visto e quer que o fogo santo de Deus devore os seus inimigos (que também são os inimigos do povo de Deus). A frase “com o m eu espírito . p orq u e. que está d en tro de m im . 10 A inda qu e se m o stre f a v o r ao ím pio. com o m eu espírito. A m u d an ça p ara a p rim eira p essoa do sin g u lar m o stra que o p ro ­ feta teve esse m esm o desejo em expectativa igu alm en te “de n o ite ”. o ímpio não está pronto para aprender “a justiça”. “Os teus juízos na terra” são a motivação para fazer isto. muito embora o ímpio não possa ver quão retos e justos eles são.4).. m a d ru g a rei a h u sca r-te. n em p o r isso a p ren d e a ju s tiç a . N V I) de modo que eles se­ jam confundidos ou envergonhados. onde a verdade de Deus é evidente. a té na terra da retidão ele p ra tica a in iq ü id a d e e não atenta p a ra a m a jesta d e do S e n h o r . “Em uma “terra da retidão”. e o f o g o co n su m irá os teu s adversários. ou seja.1 “M adrugarei a buscar-te” inclui a idéia de buscá-lo freqüente ou constantemente. p o r ém c o n fu n d ir -s e -ã o p o r cau sa do z elo qu e ten s do teu p o v o . m a s n em p o r isso a vêem . a tu a m ã o está ex altada. eles ainda agem injustamente. Os juízos de Deus são necessários. .. v ê-la -ã o . Contudo. mas eles “nem por isso a vêem [reconhecem]”. m ad ru garei a b u scar-te” in d ica as p ro ­ fu n d id ad es in terio res do seu desejo p elo SENHOR. Mas Isaías clama a Deus para deixá-los ver ( “Que vejam”. O SENHOR erguerá a sua mão para agir. para trazer juízo. os m o ra d o res do m u n d o ap ren d em ju stiça .

D eu s nosso. pa ra todos os co n fin s da terra. m as.1 12 SENHOR. p o r isso. 14 M orren d o eles. Eles são espíritos mortos no Sheol. Quem honra o nome e a memória do faraó do Êxodo? Os estudiosos discordam até mesmo sobre a identidade desse particular faraó. 13 Tu. p o rq u e tu és o que fiz e s te em nós todas as n ossas obras. Ou seja. Esses antigos senhores se consideravam deuses. “Outros senhores” incluíam faraó e os várias governantes que do­ minaram . Deus é o Senhor da história e tem sido fiel e tem feito o seu povo guardar o seu nome na memória como o seu único verda­ deiro Líder. o u tro s sen h ores têm tido dom in io sob re nós. não ressu sci­ tarão. Deus tem feito tudo por eles. mas eles eram ape­ nas homens —e eles “não tornarão a viver”. Em contraste com o juízo sobre o ímpio. a u m en ta ste esta gen te. Ele os lançou para “todos os confins da terra”. e eles não ressuscitarão. Agora todo o remanescente piedoso em Judá confessa o que Deus tem feito por eles. tu n o s d a rás a paz. S enhor . SÓ DEUS É DIGNO DE SER HONRADO 2 6 . não to rn a rã o a v iv er. fiz e s te -te g lo r io s o . 13 Ó S e n h o r . Deus os visitou com juízo.2 M as o povo honra a Deus somente. n os lem b ra m os do teu nom e. e destru íste. Israel durante o tempo dos juizes. e os destruiu. Ê para a sua glória que Deus aumentou a nação ( “aumentaste esta gente”). m a s longe os lançaste. Ele os . p o r ti só. tu a u m en ta ste esta gen te. ou serão levantados com os justos. que governarão e reinarão com Cristo durante o M ilênio. os visitaste.fa lecen d o . A sua salvação é totalmente obra sua.1 2 -2 7 . Deus designará a paz para o seu povo e a estabelecerá. e fez a memória deles ser apagada. e apagaste toda a sua m em ória.2.

livra m en to não tro u x em o s à terra. ó D eu s. eles têm clamado como uma mulher nas dores agudas de parto. mas por causa de quem Ele é. v in d o sob re eles a tua co rre­ ção. Então eles verdadeiramente reconhecerão a glória de Deus.C. M as no sofrimento do seu povo não houve nenhum nascimento. será co m o o orva lh o das erva s. e os governantes do mundo. Deus os disciplinou e os trouxe de volta a Si mesmo. na própria época de Isaías. despertai e ex u ltai. Isto acontecia repeti­ damente durante o tempo dos juizes. nenhuma salvação na terra. não caíram. qu an do está p r ó x im a a su a hora. no aperto. 17 C o m o a m u lh er g rá v id a . te visita ra m . n em ca íra m os m o ra d o res do m un do.aumentou não por causa de quem os israelitas são.12 ). 18 B em con ceb em os nós e tiv em o s dores de parto. . os assírios. p o rq u e o teu orvalho. e a terra la n ça rá de si os m ortos. d erra m a ra m a su a ora ção secreta. mas como fizeram uma oração como um sussurro ( “oração secreta”). mas esse tempo ainda não tinha chegado. Não houve nenhuma liberta­ ção. nenhum bom resultado —só vento. os teu s m o rto s ressu scita rã o. Eles quase não podiam sussurrar. tem d o res de p a rto e dá g r ito s n a s su a s dores. Também aconteceu em uma revolta frustrada d e 7 I 2 a 7 I I a. v ó s qu e habitais no pó. Quando uma criança nasce a dor se transforma em alegria. ó Se n h o r ! Agora. 19 O s teu s m o rto s viverão. (Houve alguma expansão do território de Judá nos dias de Isaías. Por causa dos juízos dEle. Isaías “lembra” ao SENHOR de como os israelitas buscaram a Deus em tempos de dificuldades. mas Isaías olha para o futuro para algo muito maior por ocasião do Milênio. ele e seu povo têm suportado sofrimento na presença do SENHOR. apenas dor. a ssim f o m o s nós p o r ca u sa da tua fa c e . Deus trataria dos assírios a seu devido tempo (1 0.) 16 SENHOR. m a s isso não f o i sen ã o v en to .

significando uma abun­ dância de luz que vem quando o sol da manhã aparece sobre o hori­ zonte. entra nos teus qu artos e fech a as tuas p orta s sobre ti.26. até que pa sse a ira. os mortos que pertencem ao S E N H O R ( “os teus mortos”) vive­ rão.23). inferno). mas a linguagem é muito individualista aqui. até que o juízo “passe”. quando as sepultu­ ras na terra se abrirem e os mortos se levantarem (cf. Os quartos são tidos por alguns como sendo os mencionados por Jesus em João 14.12. p o v o m eu . Como Asafe ( S I 73. Dn 12. IT s 4. Isto fala de uma abundância de vida aqui. eles esperavam em Deus para guiálos nesta vida com o seu conselho e posteriormente levá-los para a glória do céu. uma planta sensível à luz.2). Isaías espera o seu corpo morto se levantar com eles. “Orvalho” é simbólico e diz respeito à bênção e favor de Deus.2. eles esperavam que o caminho de vida os conduzisse para o lugar acima para os sábios (aqueles que temem e adoram ao S e n h o r ) a fim de evitar o Sheol embaixo (quer dizer. Jo 5. literalmente “passe sobre” (a mesma palavra usada por ocasião da Páscoa em Ex 12. A expressão “orvalho das ervas” é a mesma na KJV A versão ARA indica “orvalho de vida”. Alguns aplicam isto à restaura­ ção nacional de Israel (como em Ez 36 e 37).29. eles já tinham uma esperança de morar para sempre na casa do S e n h o r . Semelhante a Salomão.24).21. Jó 19. Porém.28.5 0 -5 3 . Haverá uma chamada para o povo de Deus despertar e exultar de alegria ( “despertai e exultai”). I Co 1 5 . é traduzido me­ lhor aqui como “luzes” (margem da NASB).2). M as agora a chamada é para o povo de Deus entrar nos seus quartos e fechar a porta “por um momento”.2 e indicariam assim estar no céu durante o tempo . As portas serão abertas naquele alegre dia milenial (v.39 “ervas” se refere à malva ÇMalva rotundifolía ). 20 Vai. pois. Fp 3.6).5). SI 16. Em 2 Reis 4. Para o povo de Deus.16. Dn 12. a morte não significa o fim. M as a profecia de Isaías acrescenta uma outra espe­ rança —a esperança de ressurreição (cf.10.17). Como Davi ( S I 23.Em contraste com os ímpios que são derrubados “até ao pó” (v. esco n d e-te só p o r u m m om en to.

O “dragão” ou monstro (Heb. g r a n d e e fo r te . I Ts 5. isto parece referir-se à Assíria nas margens do rio Tigre.26) e o crocodilo (Jó 4 I . O “m ar” neste caso refere-se ao rio Nilo. Como a “serpente tortuosa”. 21 P orque eis que o SENHOR sa irá do seu lu ga r p a ra ca stiga r os m o ra d o res da terra.9). Outros comparam isto a M ateus 6.do juízo. O castigo deles é um antegosto do castigo completo por vir sobre todas as nações ímpias durante a Grande Tribulação no fim dos tempos. que não durará muito tempo.I ). Um exemplo disto é o juízo sobre os assírios. a serp en te veloz. Isaías viu um dia no porvir quando Deus os “castigará com a sua dura espada. p o r cau sa da su a iniq ü idad e. A terra cooperará por descobrir o sangue e os corpos dos mortos. um nome para o Egito (cf. 1 N aquele dia. ou “a arrogante”. A repetição enfatiza o caráter sobrenatural do castigo. o leviatã. por toda a sua desonestidade e transgressão. o Senhor ca stiga rá com a su a d u ra espada. e a terra des~ co b rirá o seu sa n gu e e não en co b rirá m a is aq u eles qu e fo r a m m ortos. . “Leviatã” é um termo usado a respeito de várias criaturas do mar ou monstros dos rios. 30.6. Juntas elas são representativas de todos os inimigos que são contra Deus e o seu povo. Como a “serpente veloz”. e m a ta rá o dragão qu e está n o mar. onde Jesus instrui os seus ouvintes a como orar “em secreto” (A R A ). “a aflita”.7). A razão para que o povo de Deus feche as suas portas (e assim se aproximando do S e n h o r ) é que Deus virá “para castigar os morado­ res da terra. e o leviatã. Estas três nações eram as principais inimigas de Israel nos dias de Isaías. isto parece referir-se à Babilônia no rio Eufrates. por causa da sua iniqüidade”. a serp en te tortu osa. Nada estará oculto de Deus. Aqui parece indicar que o povo de Deus escapará da terrível ira e juízo de Deus (cf. tannin) é paralelo a Raabe. tais como a baleia (SI 104. grande e forte”.

) Este produz uma boa colheita de uvas doces. o SENHOR. O seu cuidado. U m Segundo Cântico da Vinha 27 . Em contraste com a vinha do capítulo 5.3. N em tudo é desesperança para as “sarças e espinheiros” (v. sim . can tai-lh e. (Alguns manuscritos Heb. provisão e pro­ teção são contínuos. h a verá u m a vin h a de vin h o tinto.2 -1 3 a. “deliciosa” —A R A ) é traduzida como “desejá­ veis” em Isaías 32. Ele os arraigará e os queimará.1 1. Se sarças e espinheiros aparecerem. “que se . “Naquele dia” olha à frente para o que Deus fará no futuro dis­ tante.4) que estão contra Deus. que f a ç a p a z com igo. O SE N H O R 4 N ão há in d ign a çã o em m im . trazem chamar. A expressão “vinho tinto” ( “frutífera” —N V I. O seu amor fiel tem esperado até que Israel ponha a sua confiança nEle. Esta é uma vinha de beleza e delícia. “vinho que está es­ pumando à medida que fermenta”. de n oite e de dia a gu a rd a rei. Deus os convida a vir a Ele para refúgio ( “que se apodere da m inha força” —literalm ente no Heb. a g u a r d o e. a rega rei. 3 O u que se ap od ere da m in h a f o r ç a e fa ç a p a z com igo.12 e em Amós 5 .2— 6 2 N aquele dia. isto não se ajusta à idéia de um vinhedo. Este é um outro cântico da vinha. 3 Eu. qu em m e p o ria sa rça s e esp in h ei ros dia n te de m im na g u e r r a ? Eu iria con tra eles e ju n ta m en te os qu eim aria. Isto pode significar que Ele purificará o seu povo. em contraste com as uvas bravas da vinha no capítulo 5. ISRAEL FERIDO PARA QUE POSSA DAR FRUTO 2 7 . Deus agora não tem nenhuma ira ou ressentimento contra esta vinha. a cada m om en to. porém. p a ra qu e n in gu ém lhe f a ç a dano. é o guardião da vinha.

porventura Deus já os feriu do modo que feriu os seus inimigos. que teve a sua origem em Jacó. Como resultado. e en ch erão de f r u t o a f a c e do m un do. a nação de Israel.o ele co m o f e r i u aos qu e o fe r ir a m ? O u m a to u -o ele a ssim co m o m a tou aos qu e p o r ele f o r a m m o rto s? Relembrando a história de Israel. a mais excelente Se­ mente de Abraão. Deste modo nós temos um cumprimento da promessa a Abraão em Gênesis 12. Podemos ir a Deus como a um Pai amoroso e Ele cuidará de nós. O caminho da salvação está sempre aberto. um lu ­ gar de refúgio. 2 Nos dias do reino m ilenial por vir. como um lugar seguro. flor e fruto —é formosamente desenvolvida. . b. f e r i u . Como os capítulos 9 e I I mostraram. O fruto pressupõe a justiça que influenciará a outros.000 homens do exército de Senaqueribe? A resposta é não. broto.coloquem sob a m inha proteção”). Deus restaurará a Israel e o fará prosperar.2 4 — 8 ). A Culpa de Jacó a Ser Expiada 27. Deus sempre deixou uma sobra de seu povo Israel. foi transformado quando lu ­ tou com o anjo e recebeu o novo nome de “Israel” (Gn 3 2 . como. o modo com o qual Ele subm ergiu todo o exército egípcio no m ar Vermelho? Porventura Ele já os matou do modo que matou os 185. o mundo inteiro será abençoado por seus “frutos”. Ele quer que todos os adversários se arrependam e façam paz consigo.3. Ele foi gracioso para com eles e os amou. Jacó. será transform ada e será como uma videira cuja totalidade das partes —raiz. Ele ainda procede assim. Não im porta como eles falharam ou com que freqüência se desviaram do S E N H O R . por exemplo. 6 D ia s v irã o em q u e J a có la n ça rá raízes. o suplantador e enganador. a qual também é o mais ilustre Filho de Davi tornará isto possível. e flo r e s c e r á e brotará Isra el. até mesmo para os que parecem como desagradáveis e irritantes sarças e espinheiros.7— 13 7 P o rven tu ra .

que incluía prostituição) e os altares de incenso “não poderão ficar de pé”. u m a habitação rejeita d a e ab andon ada co m o u m d eserto. ele a tiro u co m o seu v en to fo r te . ali. assim os postes-ídolos a Asera (símbolos da ado­ ração de Asera. e este será todo o f r u t o de se h a ver tira do o seu p eca d o.. “Com m edida contendeste” ( “Com x ô! xô! . mas nesta conexão este termo é provavelmente um . Alguns comentaristas entendem “a cidade forte” como signifi­ cando Jerusalém. 9 P or isso. os bosques e as im agen s do so l não p o d erã o f i c a r em pé. levaram os habitantes do reino norte de Israel para o exílio. no tem po do v en to leste. 10 P orque a cid a d e f o r t e está solitária. Ele irá lidar com eles de forma que “se expiará a iniqüidade de Jacó” e o seu pecado será tirado. Eles foram o “vento forte” de Deus. e d evora rã o os seu s ram os. Os assírios sob o comando deTiglate-Pileser III. q u a n d o ele f i z e r a todas as p ed ra s do a lta r co m o p ed ra s de ca l f e i t a s em pedaços..4). As “pedras do altar” que são “feitas em pedaços” ou podem ser alta­ res para a falsa adoração ou podem representar o antigo sistema sacrificial que será anulado. De­ pois Senaqueribe levou o povo de Judá para o exílio. e a li se deitarão. O propósito de Deus nunca foi destruí-los completamente.s C om m ed id a co n ten d este com ela qu an do a rejeitaste. como uma rajada de “vento leste” do deserto. Só então poderia Israel se tornar a vinha agradável e frutífera do versículo 2. o trataste” —A R A ) traduz uma palavra hebraica usada só aqui e provavelmente significa “enxotando” ou “espantan­ do”. e depois sob o de Sargão II. p a sta rã o os bezerros. se ex p ia rá a in iq ü id a d e de Ja có . Ezequias pôs fim à falsa adoração (2 Rs 18. Os juízos de Deus sobre Israel no passado foram severos. mas lidar com eles de certo modo que os trouxesse de volta a Ele. Parte disto envolverá a remoção da falsa adoração. O amor e cuidado de Deus por seu povo inclui disciplina e sofri­ mento.

Ele ajuntará “desde as correntes do rio [Eufrates]. os acenderão. e vós. os lugares seguros dos inimigos de Deus e do seu povo. debulhando o grão da palha. Deus trará uma colheita. ó f i lh o s de Israel. de modo que “ali pastarão os bezerros” onde eles estiveram. conquanto Deus os tenha formado com o cuidado como o de um hábil oleiro.19). Nas cidades desertas. O verdadeiro povo de Israel será recolhido um por um e será recolocado na terra. “Naquele dia”. Ele também estará inte­ . 25. Eles não tinham nenhum entendimento de Deus. também será trazida a restauração. N ada será deixado deles (cf. os quais só não estão secos na estação chuvosa] do Egito” (o vadi El-Arish na borda do Egito). quando os ramos se secarem e forem que­ brados. a partir da área total que uma vez foi dominada por Salomão nos dias da sua grandeza. um ajunta­ mento do trigo bom.2). Ap 16. na q u ele dia. porque de tal modo entorpeceram as suas mentes e corações que até mesmo a sua graça salvadora não os al­ cançou. z1 Q u a n d o os seu s ra m os se secarem . sereis colh id os u m a um . serã o quebrados. isto é. o Dia do Juízo. Embora a intenção de Deus seja restabelecer a nação de Israel. aq uele qu e o f e z não se co m p a d ecerá dele e aquele qu e o f o r m o u não lhe m o stra rá n en h u m fa v o r . até ao rio [vadi —denominação árabe dos leitos de riachos interm i­ tentes do norte da África e do Oriente Próximo. 12 E será. v in d o as m u lh eres. Aque­ les que são deixados após o juízo são pessoas sem “entendimento”. Ele “não lhes mostrará nenhum favor”. não tendo nenhuma percepção das verdades espirituais ou dos ca­ minhos de Deus. qu e o SENHOR p a d eja rá o seu f r u t o desde as co rren tes do rio a té ao rio do E gito. As suas defesas não os salvarão do juízo de Deus. p o rq u e este p o v o não é p o v o de en ten d i­ m en to. M uito embora Deus os tenha criado.coletivo para as cidades deste mundo (cf. p o r isso. as mulheres virão e usarão os galhos para fazer fogo.

e os qu e a n davam p erd id o s p ela terra da A ssíria e os qu e f o r a m desterrad os p a ra a terra do E gito to rn a rã o a v i r e ad orarã o ao SENHOR n o m o n te santo. Que juízos estão a ponto de alcançar Israel? 8. as parábolas de Jesus a respeito da Ovelha Perdida. qu e se toca rá u m a g r a n d e trom beta. sem lar. O que acontecerá aos opressores de Israel? 4. QUESTÕES DE ESTU D O 1. naqu ele dia. 13 E será. Como o cântico profético de 27.19 se relaciona a Jó 19. em Jeru sa lém . Quais as razões que Isaías concedeu para que buscassem o Se­ nhor? 3.10? A Daniel 12. mas outros que irão adorar ao S e n h o r (cf. O que o leviatã simboliza? 6. da Dracma Perdida e do Filho Pródigo. A Assíria era o lugar onde os exilados de Israel estavam nos dias de Isaías. “um por um” (cf. Isto também fará com que os exilados no Egito venham e adorem “ao S E N H O R no monte santo. embora o Egito tenha sido o lugar da escravidão deles nos dias de Moisés. Estes dois países representam todos os lugares no mundo onde Israel sofre. Como 26. em Jerusa­ lém”. hostilizado e perecendo na Assíria. Ela chamará o povo de volta à casa para adorar —o povo que está desterrado. Que lições do cântico podem ser aplicadas aos nossos dias? 2.3).2— é diferente do cântico da 6 vinha no capítulo 5? 7. Que esperança é dada ao remanescente futuro? . Deles virá não só Israel. “U m a grande trombeta” será tocada.2. em Lucas 15).26? A Salmos 16. Is 2.ressado a respeito da salvação de cada indivíduo.2 ? 5.

a coroa de um vencedor. E. balume. 1996).1— 8 1 A i da coroa de soberba d os bêbados de B fra im } cu jo g lo r io so o rn a m en to é co m o a f l o r qu e ca i.C . “A Criação do Universo e da H um anidade” em Teologia Sistemática. O reino norte é chamado de “Efraim” porque Efraim era a sua principal tribo. ed. “dom inados”) pelo vinho. Stanley M . Os líderes estão “vencidos” (H eb.1-29 a. 2 Alguns comentadores acreditam que Isaías estava se referindo a reis atuais como T iglate-Pileser III e Sargão II. O o rg u lh o que os co n d u z iu a se diver tir d eix a-o s despreparados para o juízo que está para vir. 2 4 6 .1 A palavra profética de Deus para o reino norte de Israel é que este está maduro para o juízo.CITAÇÕES 1 T im othy M unyon. Os Líderes Bêbados 28 .Os Seis Ais 28. Eles imaginam que são inconquistáveis e que o seu poder e posição lhes dá o privilégio de se satisfazerem. Tanto a em briaguez . H orton. O “A i” os adverte. (R io de Janeiro. AI DE EFRAIM 28. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le d os v en cid o s do vinho. ed. Os seus líderes estão bêbados em um banquete que honra a Sam aria como uma “coroa”.I-33. R J: CPAD. como a bonita cidade de S a­ m aria está em um a colina íngrem e sobre a cabeça de seu fértil vale.2 4 7 .I I. O livro de Isaías agora retorna ao tempo antes de a Assíria ter conquistado o reino norte de Israel e tomado Sam aria em 72 2 a. M as a coroa está enfraquecendo. rev.

e o engole. Tão logo uma pessoa veja tal figo. 2 E is que o SENHOR m a n d a rá u m hom em v a len te e p od eroso. v en d o o a lgu ém e ten d o -o ain d a na m ão. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le será co m o o f i g o a n tes do verão. e não restará nada de Samaria. 3 A coroa de soberba dos bêbados de E fraim será pisa da aos pés. A Assíria cumprirá o juízo de Deus sobre Samaria. co m o u m a queda de saraiva. clepoís a um figo maduro colhido antes do verão. 4 E a f l o r caíd a do seu g lo r io so orn a m en to.como o orgulho inebriado dem andam o juízo de Deus (cf. A vinda do exército assírio sob o comando de Salmaneser é comparada tanto à violenta destruição de uma chuva de pedras ( “queda de saraiva”) como a uma inundação. o estoura na sua boca. Ele não adiará o juízo. Ironicamente.II-I7).C. Ironicamente. E exatamente como Deus diz. Israel será completamente derrotado. “será pisada aos pés”. Samaria é comparada primeiro a uma flor caída. Esta profe­ cia foi cumprida quando Salmaneser sitiou Sam aria por três anos e a cidade caiu em 72 2 a. N ovam ente Isaías o lh a p ara o d ia m ile n ia l futuro com o um co n­ traste co m a presente situação de Israel. um símbolo de vitória —a coroa do vence­ dor —e um símbolo do orgulho dos bêbedos de Efraim. u m a to rm en ta de d estru içã o e com o u m a tem p estad e de im petu osas á gu a s q u e tra n sb ordam . o engole. a coroa. 5 N aquele dia. o SENHOR dos E x ércitos será p o r coroa g lo r io sa e p o r g r in a ld a f o r m o s a p a ra os resta n tes de seu p o v o . o homem “valente e poderoso” que o SE N H O R usa­ rá é a Assíria. Is 5. v io len ­ ta m en te a d errib a rá p o r terra. ela o colhe. que. O p ró p rio SENHOR se to rn a ­ rá a coroa de u m vencedor glo rio so e u m a g rin a ld a b o n ita ou diad em a .

29. isto dá um passo à frente a um tempo posterior em uma mesa de banquete onde os líderes do partido da guerra em Jerusalém estavam celebrando o retorno de mensageiros ao Egito. Ele também será a força para os que levam a batalha aos portões da cidade do inimigo (ou o significado pode ser os que nos portões de suas próprias cidades as defendem do inimigo). d esen ca m in h a m ~ se p o r ca u sa da b eb id a fo rte. Isto pode retratar Sam aria como no versículo I.1. como “um espírito de juízo”. Eles estão cambale­ ando embriagados para a destruição.6). c f E f 5. A embriaguez extrema deles é absolutamente imunda e asquerosa.2 M ais provavelmente. a n d a m erra d os na visã o e tropeçam n o ju íz o . não há n en h u m lu g a r lim po.1.18). Estes mensageiros . 6. 25. Aqueles que têm o SE N H O R como a sua força substituirão os governantes. são a b sorvid os do vinho. M as tam b ém estes erra m p o r cau sa do vin h o e co m a bebida f o r t e se d esen ca m in h a m . a té o sa cerd ote e o p ro feta erra m p o r cau sa da b eb id a fo rte. de modo que cometiam erros nos seus julgamentos (c f Am 4. dará a sua força para habilitar a todos os que serão juizes ou governantes para fazer o que é certo. porém. 8 P orque todas as su a s m esa s estão cheias de v ô m ito s e de tmun~ dícia. N m 11.24. Em todas as decisões o SE N H O R . sacerdotes e profetas anteriores.I)! 6 e será esp írito d e ju íz o p a ra o qu e se assen ta a ju l g a r e p o r fo r ta le z a p a ra os qu e fa z e m r e cu a r a p eleja a té à p orta . Nos dias de Isaías eles estavam tão bêbados de vinho e cerveja que não podiam ver o direito.10.para o remanescente de todo o Israel —um completo contraste com o orgulho e a presunção dos ornamentos que desvanecem como uma flor dos bêbedos de Efraim (v. eles estavam cheios de vinho e outra bebida fermentada (Lv 10. Em vez de estarem cheios com o Espírito de Deus.9.

ze’er sham. Isaías responde dizendo que se eles não aprenderem a lição. Eles escarnecem de sua mensagem como se fosse conversa de bebê. começam a escarnecer de Isaías: Eles querem que este saiba que eles não são bebês e não precisam dos seus conselhos. b. qau laqau. se en sin a ria a ciên cia ? E a q u em se d a ria a en ten d er o qu e se o u v iu ? Ao d esm a m a d o e ao a rra n ca d o dos seios? Os líderes do partido da guerra. p ois'. Nós precisamos testemu­ nhar a verdade da Bíblia. ou dizem que é obsoleta.3 . mas por nossas vidas. tsau latsau. 10 P orque é m a n d a m en to sobre m an d a m en to. junto com os sacerdotes e profe­ tas que os apóiam. Eles afirmavam compulsivamente que Isaías os estava tratando como se fossem crianças peque­ nas. qau laqau. m a n d a m en to e m a is m an d a m en to. regra sob re regra.9 -2 2 9 A quem . 11 P elo que. Eles estão alegando uma compreensão madura da situação mundial nos seus dias. u m p o u co ali. M uitos incrédulos hoje são como eles. repetindo sílabas. estão à vista. a sua mensagem era simples e clara. a qual sugerem que o profeta de Deus não possui. De fato. z te r sbam). Não consideram que a Bíblia é lógica. p o r lábios estra?ihos e p o r ou tra língua. com a sua língua acadiana. tsau latsau. f a l a r á a este povo. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. O mero pensamen­ to da celebração bêbeda deles era detestável a Isaías. não só por nossas palavras. pres­ tando atenção à mensagem simples na sua própria língua. Deus usa­ ria o povo de uma outra língua para ensiná-los. Os assírios. como recitando o ABC (Heb.vieram com a promessa de ajuda contra a Assíria. Os Escarnecedores Aprendem pelo M étodo D ifícil 2 8 .

4 O u v i. não a sepultura)4 era de fato uma aliança com o Egito para ajuda contra o açoite opressivo da Assíria (cf. m a n d a m en to e m a is m an dam en to. p o rq u e p u sem o s a m en tira p o r n osso refú g io e debaix o da fa ls id a d e n os escon dem os. Deus tem uma palavra adicional para os governantes poderosos. a p a la vra do SENHOR lhes será m a n d a m en to soh re m an dam en to. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. não ch ega rá a nós. inferno. dai d escan so ao can sad o. a palavra do SE N H O R continuará sendo uma mensagem simples e será cumprida pelos assírios. e caiam p a ra trás. apanhados em arm adilha e capturados. ou príncipes. . mas eles falirão nos seus propósitos e serão derrotados. m a s não q u isera m ouvir. 15 P orq u a n to dizeis: F iz em os co n certo com a m o rte e co m o in fer n o fi z e m o s alia n ça . 10. Deus os deixará con­ tinuarem com os seus planos. u m p o u co ali. p ois. e se quebrantem . Portanto. a p a la vra do SENHOR. A mensagem de Deus através de Isaías tinha a pretensão de trazer descanso —incluindo segurança e rejuvenescimento —para o seu povo. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e o acordo secreto deles com o inferno (Sheol. Eles tinham rejeitado a sua aliança com o Senhor e estavam confiantes na habilidade humana.5).7. pa ra que vão. q u an do p a ssa r o d ilú v io do açoite. e se en lacem . 8. talvez encoraja­ dos por aqueles que dependiam de práticas ocultas para orientação. e sejam presos. que estão zombando da palavra de Deus e do profeta de Deus. regra so ­ bre regra. mas eles se recusaram a escutar.12 ao q u a l disse: Este é o descanso. M as a mensagem apenas en­ durecerá os corações daqueles que a rejeitaram. 13 A ssim . e este é o refrig ério . em Jerusalém. pois. de um modo arrogante e cínico. hom en s esca rn eced o res que d o m in a is este p o v o qu e está em Jeru sa lém .

22.33. Rm 9. 1 0 .15— 0 ).20. buscando ajuda humana ou fugindo de inimigos humanos. . M t 21. se­ rão testados pelo juízo e justiça de Deus. mishqaleth) era de fato um nível usado para conferir preci­ são horizontal (não um fio de prumo m oderno). 37. eles estavam realmente pondo a mentira por seu refugio e se escondendo debaixo da falsidade. 17 E regra rei o ju íz o p ela linha e a ju stiça . porque Ele é a Pedra que os construtores rejeitaram (SI 1 18. O “pru­ mo” (Heb. p elo p ru m o .Contudo. os quais planejavam rebelião contra a Assíria e confiavam no Egito. Os incrédulos fazem o mesmo hoje e se fazem a si mesmos bobos aos olhos de Deus. I Pe 2. Deus está assentando em Sião um fundamento de pedra. p ed ra p recio sa de esqui~ na.5 Quando uma pare­ de é testada pela linha de medir e o nível está torto.14.4-8).1 1. uma pedra preciosa. uma pedra já testada. valiosa. eles descansarão nEle e desfrutarão a sua paz.11.1 1. E f 2. da fundação (veja 8. e as águ a s co b rirã o o esconderijo. Em contraste com o ridículo refúgio deles de mentiras e falsidade.15. As mentiras e esquemas dos príncipes de Jerusalém. e a sa ra iva v a rr er á o refú g io da m en tira . Aqueles que acreditam e confiam em Deus não terão que se apressar aqui e ali.21. Gn 49. I Co 3 . “bem firme e fundada”. qu e está bem f i r m e e fu n d a d a .10. O próprio Deus é a Pedra. Eles descobrirão quão frá­ gil é o refúgio de mentiras deles. aq uele qu e cr e r não se apresse. Ele estava presente como a fundação para o futuro cumpri­ mento do seu plano divino e do reino por vir. a parede deve ser demolida. Quando Ezequias tomou uma posição de fé. cf.42). ele era como uma base que ficou firme (c f 36. A linha de medir fazia a mensuração horizontalmente.24 ). M as Jesus Cristo é o cumprimento defini­ 2 tivo.18. 17. e aquEle sobre o qual a Igreja é construída (A t 4 . a ssim d iz o S en h or JE O V Á : E is qu e eu a ssen tei em Sião u m a pedra. 16 P ortanto. Por causa da sua fé em Deus. u m a p ed ra j á p rova d a .

v o s arrebatará.18 E o vo sso co n certo co m a m o rte se a n u la rá . q u e n in g u ém se p o d erá co ­ b r ir co m ele. mas a ajuda do Egito não seria suficiente para pro­ teger Judá da Assíria. Eles con­ fiaram no Egito. e . 12). co m o no va le de G ibeão. 16). Os assírios atravessarão a terra repetidamente e trarão terror aos que escarneceram da mensagem de Isaías a respeito de descanso e refrigério. 20 P orq u e a ca m a será tão cu rta . a . O “concerto com a m orte” que eles fizeram e a secreta “aliança com o inferno” (inferno. a provará verdadeira e seu cumprimento os terrificará. Eles rejeitaram a oferta de Deus de um lugar de descanso para o cansado (v.11— 23. e o cobertor. e p a ra ex ecu ta r o seu ato . a su a estran ha obra. 21 P orque o Senhor se levan tará. não sepultura. e será que so m en te o o u v ir ta l n otícia ca u sa rá g r a n d e turbação. vitórias que asseguraram o controle de Davi sobre Jerusalém. O S E N H O R é o mesmo Deus que deu a Davi vitórias sobre os filisteus “no monte de Perazim” (veja 2 Sm 5. 19 D esd e qu e co m ece a passar. Isto trará um fim ao escarnecer deles. Todos serão arrasta­ dos e os escarnecedores serão derrotados. 15) não subsistirão quando o açoite da Assíria inundar a sua terra.17— I Cr 14. tão estreito. veja v. sereis o p rim id o s p o r ele. q u an do o d ilú v io do a ço ite p a s­ sar. p a ra f a z e r a su a obra. e a vossa alian ça com o in fer n o não su b sistirá . p o rq u e todas as m an hãs p a ssa rá e todos os dias e todas as noites. o seu estran ho ato. então. “tal notícia”. A cama e o cobertor que eles escolheram (para des­ canso e refrigério) refere-se às mentiras e falsidades do versículo 15 e envolvia o rompimento dos tratados que eles tinham feito. co m o no m o n te de P erazim . e se irará. pois a palavra de Deus. qu e n in gu ém se p o d e r á esten ­ d e r n ela .

pois. Ele é o mesmo Deus que fez o Sol ficar parado “no vale de Gibeão” de modo que Josué pudesse ter uma vitória so­ bre os amorreus (Js 10. referindo-se à nação. e sem eia com in h os. 22 A gora. Deus tem decretado destruição “sobre toda a terra”. então. ou ao planeta Terra inteiro (o Heb. assim : q u an do j á tem g ra d a d o a su a su p e-fície. é muito tarde para mudar isto. Não obstante. p o rq u e j á o u v i o S en hor J eová dos E x ércitos f a l a r de u m a destru ição. lavra todo o dia o lavrador. Quatro imperativos os chamam a prestar uma cuidadosa atenção em Deus. nação” como “o planeta Terra”). antes. A Sabedoria N atural Vem do S enhor 28 . pode significar tanto “país.nova capital nacional. zombadoras ou desdenhadoras (cf. Isaías não quer que o povo continue escarnecendo da mensagem. A destruição virá. v. um “estranho ato” —Ele trará juízo sobre o mesmo povo ao qual deu vitórias. Isto não pode ser mudado. p a ra sem ea r? O u ab re e esterroa todo o dia a su a terra ? 25 N ão é. atendei bem e o u v i o m eu discurso. Assim também a destruição da Grande Tribulação virá no fim dos tempos. 14) para que as suas cadeias não se façam “mais fortes”. não m a is escarn eça is. espalha nela ervilha ca.23— 29 23 In clin a i os o u v id o s e o u v i a m in h a voz. c. 24 P orven tu ra . Isaías suplica às pessoas para que não se mostrem escarnecedoras. ou . p a ra qu e vossa s ligad u ras se n ã o f a ç a m m a is f o r t e s . Agora Deus fará uma “estranha obra”. e esta j á está d eterm in a d a soh re toda a terra. o u lança n ela do m elh o r trigo. eles poderiam ainda se voltar ao SE N H O R e parar o seu ajuntamento de força. M as os crentes precisam estar emitindo uma últim a chamada ao arrependimento.10— 14) e continuou a conquista da Terra Prometida.

Deus tirará do processo purificador um remanescente justo. não des­ truir. com u m p ed a ço de p a u . O texto no hebraico indica que é provavelmente cominho preto (Lat. este deve ser “esmiuçado”. n em se es­ m iu ça co m as rod as do seu carro. n em se quebra co m os seu s cavalos. . Continuando a lição. ou centeio. moído. n em so b re os com in h os pa ssa roda de ca rro. Isaías quer que os escarnecedores saibam que tudo isso requer louvo­ res a Deus por sua sabedoria e orientação. se sa cod e a ervilh a ca e os com in h os. o grão se espalharia e nunca esmiuçaria.ceva d a escolhida. que tem a semente dividida. não simplesmente juízo e destruição. Esta sabedoria prática tam­ bém “procede do S e n h o r ” . é trigo emmer ( Triticum sativum). ou “espelta”. Por uma série de perguntas retóricas. Isaías mostra que as várias sementes e grãos não são debulhados da mesma maneira. A aplicação destas duas lições. 28 O trigo é esm iu ça d o. Isaías tira uma lição da agricultura para mostrar que Deus tem a restauração em mente. A versão A R A in­ dica “endro” em vez de “ervilhaca”. co m u m a vara. é que Deus levará os seus propósitos adiante à própria finalidade deles. ou parábolas. “Ceva­ da” (A R A ). m a s n ã o se trilha co n tin u a m en te. Ele também está interessado em purificar. “Cominho” ( Cuminum cym inum ) é uma planta da fam ília da cenoura com sementes aromáticas. eles preparam o chão de acordo com o tipo de semente. que é “maravilhoso em conselho e grande em obra”. “centeio” (K JV ). Tampouco alguém malha continuamente o grão de trigo que se pretende para fazer pão. S e uma pessoa continuasse trilhando. cad a q u a l n o seu lu ga r? 26 O seu D eu s o en sin a e o in stru i a cerca do qu e há de ja z e r. de acordo com as suas necessidades. 29 A té isto p r o ced e do SENHOR dos E x ércitos. 27 P orque a ervilh a ca não se trilha com in stru m en to de trilhar. a verdadeira Fonte. p o rq u e é m a ra vilh oso em con selho e g r a n d e em obra. Isaías lembra o povo a respeito de uma sabedoria prática que vem de Deus: ninguém ara a terra somente por arar. Nigella sativá). m as.

I 4 a. Deus usará os assírios. Dizendo para as pessoas acrescentarem “ano a ano” e deixar o ciclo das “festas” (as festas de Lv 23 com os seus sacrifícios e oferendas) continuar.I . angústia). a real Pessoa por trás do cerco de Jerusalém (em 7 0 1 a. Essas festas eram legítimas. Outros entendem isto como significando “forna­ lha do altar”. e seus habitantes lamentarão e se entristecerão porque Deus a transformará em um lugar onde o fogo do seu juízo consome com terrível calor. A s cerimônias não impedirão o juízo de vir. e assim representava a cidade sagrada de Jerusalém. Deus colocaria Jerusalém “em aperto” (opressão. e h a verá p ra n to e tristeza. mas tinham se tornado sem sentido porque o povo não tinha nenhuma fé genuína ou confiança no SE N H O R . a cidade de Davi.2. Jerusalém Será Abatida 2 9 .C. e te sitia rei co m ba lu a r­ tes. Isaías ainda pode estar falando com os zombadores.) será o SE N H O R . p o r ei a A riel em aperto. 2 C ontu do. “Ariel” pode significar “leão de Deus” como um nome simbólico para Jerusalém. 3 P orque te cerca rei co m o m eu arraial.1 — 4 1 A i de A riel. e su ced a m -se as festa s.I e comentário).6 ( “lareira de Deus” —A RA ) o topo do altar onde o fogo continuamente consumia os sacrifícios. Os líderes bêbados de Jerusalém e seu povo pensavam que Deus nunca deixaria alguma coisa acontecer a eles porque a cidade era sa­ grada. . A CIDADE DE DAVI 2 9 . Isaías está dizendo que o tempo pode passar e as formas religiosas e as cerimônias deles podem continuar. “como A riel” (veja v. e ela será p a ra m im co m o A riel. em qu e D a v i a ssen tou o seu a rra ia l! A crescen ta i an o a ano. contudo. e leva n ta rei trin ch eira s co n tra ti. No entanto. AI DE ARIEL. da cid a d e de A riel.

Depois da libertação a grande multidão dos seus inimigos parecerá como um sonho que é passado. sen te a su a alm a vazia. e com terrem otos. e co m t t fã o de vento. O orgulho e a autoconfiança deles serão abatidos. m as. A referência primária é para a libertação de Senaqueribe.7 8 S erá tam b ém co m o o fa m in t o que son ha q u e está com en do. ou co m o o seq u ioso que . co m o a p ra ga n a qu e p a ssa . com o tam bém todos os que peleja rem con tra ela e con tra os seu s m u ro s e a p u serem em aperto. Depois de julgar Judá e Jerusalém.5— 8 5 E a m u ltid ã o dos teu s in im igo s será co m o o p ó m iú d o. será s abatida. 6 D o Senhor dos E x ércitos será s visita d a co m trovões. Yahweh tem um juízo maior para os inimigos de Jerusalém. e a tua f a l a assobiará desde o pó. Os assírios eram de fato cruéis. acordan do. e será a tua voz debaix o da terra com o a de u m fe itice ir o . O “pó miúdo” e a “pragana que passa” falam de completo e súbito juízo. isso acon tecerá. O seu refúgio de mentiras não será de proveito algum. e g r a n d e ru ído. Os Inimigos de Jerusalém Serão Frustrados 29 . e labareda de f o g o con su m idor. E com o o sonho e u m a visão da noite será a m u ltid ã o de todas as nações qu e hão de p eleja r con tra Ariel. Deus libertará Jerusalém. embora a ameaça e a angústia fossem reais na ocasião. em u m m o ­ m en to repen tin o. e tem pestade. Deus está no controle. e a m u ltid ã o dos tiranos. Para os inimigos isto será um pesadelo.4 E ntão. e a tua f a l a desde o p ó sa irá fr a c a . b. e a força deles se acabará de forma que a voz deles será como o resmungo da voz de um “feiticeiro” ( “de um fantasma” —A R A ) que sussurra debilmente “desde o pó”. O Salmo 126 provavelmente foi escrito depois daquela libertação. f a l a r ás d e debaix o da terra. Ele pode usar as forças da natureza para trazer o seu juízo.

ambos os quais reivindicam ser os líderes espirituais. 10 P orque o SENHOR d erra m ou sob re v ó s u m esp írito de p r o fu n ­ do son o e fe c h o u os vossos olhos. os viden tes. os p ro feta s. eis q u e ain d a d esfa leci­ do se acha. eles escolheram se tornarem cegos à verdade (cf. Os seus corações. Ele diz quase sarcasticamen­ te para os habitantes de Jerusalém ficarem aturdidos. Eles sentirão frustração quando não conquistarem e destru­ írem Jerusalém. os quais eles endureceram contra Deus.7) de vinho ou cerveja (insinuando uma condição espiritual até mesmo pior) —estão resistindo obstinadamente à mensagem de Isaías. eles não pres­ tam atenção. I Jo 1. A Assíria está em mente aqui. e m a ra v ilh a i-vo s. e ficarem pasmados. Isaías agora retorna ao ai sobre Ariel. e v en d o u os vossos líderes. A condição espiritual deles é o problema. a ssim será toda a m u ltid ã o das n a ções qu e p eleja rem con tra o m o n te de Sião. serão feitos mais duros. . mas não (como em 2 8 . Ele fechará e selará os “olhos” dos falsos profetas e cobrirá as “cabeças” dos videntes. m a s não de b eb id a fo rte. Ignorância e H ipocrisia Condenadas 29. Mas o princípio é válido também para outras nações. Com efeito. muito embora estejam atordoados. ou estupefatos. Mas. c. bêbados estão. Eles agem bêbados e cambaleiam porque o SE N H O R derramará sobre eles “um espírito de profundo sono”. m as. com sede.6) por causa da sua confiança no Egito.9— 10). Eles estão bêbados e cambaleiam. de modo que as nações que lutam contra o monte de Sião serão desapontadas. e a su a alm a. fo lg a i. de modo que eles não podem ver o que é certo. m a s não de vin h o. acordan do. a n d a m titubeando. O povo e os seus líderes serão totalmente insensíveis à vontade de Deus (c f 6.9— 14 9 Tardai. ou maravilhados de uma maneira indecisa ( “ti­ tubeando”).son ha que está bebendo. Os sonhos podem ser desapontadores. e clam ai.

Toda a revelação dada por Deus tinha se tornado para o povo como as palavras de um livro que está selado.11 P elo qu e toda a visã o v o s é co m o as p a la v ra s de u m livro sela d o qu e se dá ao qu e sabe ler. eles falam as palavras apropriadas e repetem orações que aprenderam por hábito. Deus fará al­ gum a coisa m aravilhosa e sobrenatural que destruirá a sabedoria e a inteligência hum anas e fará com que estas pereçam porque são . N a sua adoração. dizendo: O ra. 14 eis q u e co n tin u a rei a f a z e r u m a obra m a ra vilh osa n o m eio deste p o v o . Ez 33. este não tem o suficiente interesse sobre a revelação de Deus para conse­ guir alguém para lê-lo para si. M c 7. u m a obra m a ra vilh osa e u m assom bro.6— 15).32. em qu e f o i in stru íd o. Por causa desta hipocrisia e cegueira espiritual. lê isto. Se o livro é dado negligentemente a alguém que não sabe ler. p o rq u e a sa bedoria dos seu s sá bios p erecerá . e o en ten d im en to d os seu s p r u d en tes se esconderá. lê isto. Ele não se interessa o suficiente sobre o que Deus diz para quebrar o selo e lê-lo. e ele dirá : N ão sei ler. p o rq u e está selado. Se este é dado a uma pessoa que sabe ler. e ele dirá: N ão posso. mecanicamente. M t 6. ele recusa porque o livro está selado. m a s o seu cora çã o se afasta p a ra lon ge de m im . dizendo: O ra.8. 12 O u d á -se o livro ao qu e não sabe ler. Eles todos estão espiritualmente cegos. mas os seus corações estão longe de Deus (cf. co m a boca e com os lábios.9. 13 P orq u e o S en hor disse: P ois qu e este p o v o se a p rox im a de m im e.31.7. 15. e o seu tem o r p a ra co m igo co n siste só em m a n d a m en to s de hom ens. e obediência que é superficial. m e honra. È uma coisa terrível quando os líderes e o povo estão desinteressadas a respeito da Palavra de Deus. Por trás desta indiferença para com a revelação dada por Deus está a hipocrisia da religião que é meramente externa.

AI DAQUELES QUE TRABALHAM NAS TREVAS 2 9 .ineficazes. eles pensam que podem es­ conder de fato o seu propósito de modo que o S E N H O R não os verá. Eles mantêm as suas obras na escuridão. não Deus. . mas nós pregamos a C risto crucificado. lhes pregamos a Cristo. E as pessoas irreligiosas de hoje ainda pensam que podem resolver os problemas do mundo. Isaías provavelmente tinha em mente a confiança dos israelitas no Egito e os seus planos para se rebelarem contra a Assíria. 3. Jo 3 . con­ tinuando por dizer: “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? V isto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria. poder de Deus. Os Planejadores Tolos 29 . tanto judeus como gregos.1 9 ). e a fraqueza de Deus é mais forte do que os hom ens” (I Co 1. e sabedoria de Deus. e eles não acreditam que alguém os conheça ou saiba o que estão fazendo. M as para os que são chamados. intocadas pela luz da ver­ dade de Deus (cf. Eles querem levar a efeito os seus planos como se estivessem no controle. Porque os judeus pe­ dem sinal.20— 2 5 ).15— 16 15 A i dos que q u erem esco n d er p ro fu n d a m en te o seu p ro p ó sito do Sen h or ! Fazem as su a s obras às escu ra s e dizem : Q u em n os v ê ? E qu em n o s co n h ece? Outro ai mostra que não apenas os israelitas estão indiferentes para com a revelação dada por Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens. e loucura para os gregos. aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Eles são tolos em pensar que podem se esconder de Deus. Paulo citou este versículo ao escrever à igreja de Corinto. e os gregos buscam sabedoria. que é escândalo para os judeus.1 5 -2 4 a.

/ Isaías diz. em u m breve m om ento. ou: “Tu não sabes o que estás fazendo”. e os n ecessita d os en tre os h om en s se alegra rão no S anto de Israel. 18 E. 19 E os m a n so s terão regoz ijo so b re regoz ijo n o SENHOR. que eles viraram as coisas de cabeça para baixo ( “tudo perverteis”).. A Restauração que Honra a Deus 29 . Até mesmo o surdo ouvirá e obedecerá as palavras do livro da revelação divina. na q u ele dia. o monte Carm elo) parecerá como um bosque ou parque. Em um breve momento (conforme Deus olha o tempo). ironicamente. todavia. irá ver. o oposto da verdade. será transformado em um campo fértil” (Heb. E o oleiro que lhe dá forma./ 16 Vós tu d o p erv erteis. e o va so f o r m a d o d is­ sesse do seu oleiro: N ada sabe. d en tre a escu rid ã o e d en tre as trevas. o Líbano. o qual estava cego para a verdade por causa da escuridão e das trevas. b. Ele irá corrigir as coisas da maneira certa. lakkarmel. As suas atitudes e pensamentos egotistas são estúpida perversidade. A comunhão restaurada com Deus está incluída. O s necessi­ . As pessoas também serão mudadas.17— 24 17 P orven tu ra. as v erã o os olh os dos cegos. Ambos serão mudados pelo SE N H O R . como o monte Carmelo dos dias de Isaías). e a obra dissesse do seu a rtífice: N ão tn efoz . pessoas de ne­ nhuma reputação. O barro não pode fazer nada de si mesmo. os su rd o s o u v irã o as p a la vra s do livro. O cego. em cam po f é r t i l ? E o cam po f é r t i l não se rep u ta rá p o r u m bosque? Deus não mudou os seus planos. não se con verterá o Líbano. “no Carmelo” —um pomar com fruteiras e videiras. terão nova e maior alegria no SE N H O R . Isto é como um vaso de barro que diz ao oleiro: “Tu não me fizeste”.e. O Carmelo (i. o qual era fortemente arborizado nos dias de Isaías. A verdade e as obras de Deus se tornarão reais para eles. Por causa desta restauração os humildes e mansos. e. co m o se o oleiro f o s s e igu a l ao barro.

22 P ortanto. dizendo palavras que as fazem parecer culpadas. acerca da casa de J a có : J a có não será. a ssim d iz o SENHOR. O SE N H O R é . o Deus que tem se dedicado a levar a cabo o seu plano e propósito de redenção (cf. não importa quem venha a ser ferido no processo (provavel­ mente incluindo os assírios como o cumprimento inicial). Deus fez promessas a Abraão (Gn 12. q u e rem iu a A braão. os quais não têm nenhuma influência neste mundo. agora. se descora rá a su a fa ce . e se con som e o escarnecedor. os qu e ar­ m a m laços ao qu e rep reen d e na p o rta e os qu e p õ em de p a rte o ju sto . ou ridicularizam. ou põem de parte o caso do “justo” ou inocente (Heb. sem m otivo. se alegrarão no verdadeiro Deus que é o Santo de Israel.8 Aqueles que escarnecem. e todos os que se dao à in iq ü idad e são desarraigados. envergonhado”. e armam armadilhas para o defensor que no tribunal se opõe ao que é perver­ so. tsaddiq. Jacó. a Palavra de Deus e os padrões bíblicos de moralidade serão destruídos e reduzidos a nada. Os que querem criar problemas e ver o mal se tornar exuberante serão desarraigados. 21 os qu e fa z e m cu lp a d o ao hom em em u m a causa. “r e t o ”. Quando Deus corrigir as coisas. en vergon ha do. “não será.tados e pobres.2 5 -2 7 ). “justo”) dispensado com um mero pretexto. o mesmo Deus que redimiu a Abraão. nem . O povo de Jacó será transformado.3) e Ele as levará a efeito. Rm 1 1 . salvando-o pela graça através da fé. olhando para baixo a partir do céu. nem se descorará a sua face9 por qual­ quer temor de que as promessas não pudessem ser cumpridas. Ele dará um fim ao “tirano” (li­ teralmente “tirano”) que usa a riqueza e posição para adquirir o que quer. Deus eliminará os profissionais legais que enganam as pessoas inocentes. 20 P orque o tirano é redu z ido a nada. agora. agora.

A razão para a falta de vergonha e medo é que o povo de Israel não é apenas descendente de Jacó. m a s não do m eu E spírito. eles terão discernimento. que tom a ra m conselho• . Eles se levantarão em reverente temor diante dEle como o seu Deus. Isaías vem agora com um ai que é pronunciado especificamente sobre os que descem ao Egito para pedir ajuda. sa n tifica rã o o m eu nom e. Então eles tratarão o nome de Deus como santo. Alguns vêem isto como se referindo à embaixada de Oséias a So (provavelmente Osorkon IV ). (2 Rs 18.C. e os m u r m u r a d o r es ap ren d erã o d ou trin a .23 M as. . é também “a obra” das mãos de Deus.21).1 -3 3 a. A obra de Deus de purificar a nação os transformará. a situação corresponde melhor ao tempo de Ezequias. Em vez de serem rebeldes.1— 5 1 Ai dos f i lh o s rebeldes.I ). No entanto. q u a n d o v i r a seu s f i lh o s a obra das m in h a s m ãos. AI DOS POVOS REBELDES 3 0 . e sa n tifica rã o o S anto de Ja có . Ele os fará se arrepender e purificará a nação —tanto Judá quanto Israel. p a ra a crescen ta rem p eca d o a pecado. o Deus de Israel. Em vez de murmurar. 24 E os erra d o s de esp írito v irã o a ter en ten d im en to . reconhecendo que Deus é verdadeiramente o “Santo de Jacó”. m a s n ã o de m im ! E qu e se co b rira m com u m a cobertu ra. Deus ainda está trabalhando para isto —agora através de Jesus Cristo e do Evangelho proclamado no poder do Espírito Santo. 4. como os seus antepassados fizeram no deserto (veja Nm I I .C.4). d iz o SENHOR. eles “apren­ derão doutrina” com uma ânsia de conhecer a Palavra e a vontade de Deus. quando Senaqueribe estava a caminho para atacálo em 701 a. e tem erã o ao D eu s de Israel. quando Oséias deixou de pagar tributo para a Assíria em cerca de 7 2 6 a. no m eio dele. Após lidar com princípios gerais nos dois capítulos anteriores. Confiar no Egito Trará Vergonha 30. (2 Rs 17.

Zoã estava no Delta e H anes11 estava no N ilo. em vez de buscarem refugio em Deus (cf.C. Em vez de força. e a co n fia n ça na som b ra do Egito. Os “príncipes” e “embaixadores” podem ser tanto os de Ezequias como os de Faraó. Em vez de refúgio na sombra do Egito.). linsokh massekbah. Eles poderiam bus­ car a proteção e a cobertura do Espírito Santo (cf.O SE N H O R o s chama de “rebeldes” (Heb. Eles foram determinados a depender da força ou fortaleza de Faraó e receber refúgio na sombra do Egito. “Para acrescentarem pecado a pecado”. e os seu s em b a ix a d ores chegaram a H anes. SI 91 . 36. em con fu sã o.6). 4 P orque os seu s p r ín cip es estão em 7Loã. Eles obstinada­ mente o rejeitaram e recusaram buscar a sua ajuda. provavelmente cer­ ca de oitenta quilômetros ao sul de Mênfis.2). 2 Q u e d escem ao Egito. eles buscaram a ajuda do Egito. a confiança deles no Faraó trará vergonha. “uma cobertura”) com o Egito. sem p erg u n ta rem à m in h a boca. Elas eram as principais cidades no Egito unido sob o governo da Vigésim a-Q uinta Dinastia (etíope). O que im porta é que parece que o trata­ do está em efeito. 3 P orque a f o r ç a de Faraó se v o s to rn a rá em vergonha. . eles não somente rejeita­ ram a ajuda do SE N H O R . “derramar uma bebida como oferenda”10 como o ato final de um tratado ou aliança.6).) ou o sucessor deste. p a ra se fo r tific a r e m com a f o r ç a de Faraó e pa ra co n fia rem na som b ra do Egito. O “Faraó” era o etíope Shabako (7 1 6 — 2 a. Ao invés disso. Shebitku (7 0 2 — 70 690 a. Deus sabia que o Egito estava perdendo o seu poder e não poderia parar a Assíria ou socorrer Judá. haverá confusão e desgraça (cf. sofrim').1. Zc 4. A embaixada enviada ao Egito não orou nem buscou a orientação de Deus. estão determinados a levar a cabo os planos para formar uma aliança (Heb.C.

que significa. de vergon h a e de opróbrio. A ajuda do Egito é de nenhum valor e não levará a nada. nada faz”]. em Elteque. através do deserto de Negueve (o mesmo deserto ao sul de Judá onde os israelitas passa­ ram quarenta anos) —para o Egito. a oeste de Jerusalém. Esta mensagem trata dos burros e camelos que estavam levando as bagagens para os enviados ao Egito. nem de p ro v eito . O Egito não pode ajudar nem pode ser vantajoso para eles. como também os presentes que buscavam o seu favor e proteção. brasileira. mas trará somente “vergonha” e “opróbrio”. o leão. A versão ARA traz “Gabarola. na língua inglesa.C. esta rá a su a f o r ç a . p elo que cla m ei a cerca disto: N o esta rem quietos. Eles poderiam ter tomado a rota mais fácil do litoral. [N ota do Tradutor: A NIV. das áspides venenosas (ou víboras) e serpen­ tes abrasadoras e de bote ligeiro. . indica “Monstro inofensivo”. Por conseguinte. o hasilisco e a áspide a rd en te v oa d ora ) leva rã o às costa s de ju m en tin h o s as su a s fa z en d a s.3 E les se en vergo n h a rã o de u m p o v o qu e de n a da lhes servirá . 7 P orque o E gito os a ju d a rá em vã o e p a ra n en h u m f i m . Os pobres burros e camelos sofre­ ram nesta viagem por nada. n em de ajuda. A palavra de Deus é que todo o povo de Judá será envergonhado. b. e sob re as co rco v a s de cam elos. havia o perigo dos leões. Eles estavam sendo levados em uma rota difícil —cheia de “aflição e de angústia”. Uma Viagem Improdutiva a uma Nação Inútil 30. e eles queriam provavelmente evitar os filisteus ao longo da costa. A versão N V I. os seu s tesou ro s a u m p o v o qu e de nada lhes aproveitará. indica que Deus chama o Egito de “Raabe que nada faz”. P ara a terra de a fliçã o e de a n gú stia Çdonde v em a leoa. quando Senaqueribe derrotou o exército egípcio. Isto foi cumprido em 701 a.6— 17 6 P eso dos a n im a is do sul. antes. mas esta era uma missão secreta.

Seus escritos se tornariam uma parte da Palavra de Deus para a eternidade —a inalterável Palavra de Deus. shaveth. Não se podia depositar confiança neles para passarem esta mensagem por meio da mera palavra falada. queriam ouvir “coisas aprazíveis” e obviamente inofensivas. Porque os habitantes de Judá e Jerusalém não ouviram as adver­ tências de Isaías. e a os p r o fe ta s: N ã o p r o fe tiz eis p a r a n ó s o q u e é re to . p o is. p a r a se m p re e p e rp etu a m en te. Eles igualmente queriam que estes profetizassem ilusões ( “enganadoras lisonjas”) —logros e coisas sem importância que lhes perm itiriam fazer como se lhes aprouvesse. recusando-se a ouvir e obede­ cer o ensino do S E N H O R . Deus lhe deu uma ordem para escrevê-las “em uma tábua” onde o público poderia vê-la. e s cr e v e isto em u m a tá b u a p e r a n te eles e a p o n ­ t a . mas o Egito não pode corresponder à sua jactância orgulhosa. Eles disse­ ram aos profetas que deixassem de profetizar (falando por Deus so­ bre as suas justas demandas).9) disseram aos videntes que deixassem de ver as verdades e visões sobrenaturais. A mesma atitude pode ser vista nos últimos dias desta era (2 Tm .o em u m liv r o . 9 P orq u e p o v o re b eld e é este. o qual seria preserva­ do para as gerações futuras.O significado disto é “arrogância” e “gabolice”. 10 q u e d iz em a o s v id en tes : N ã o v e ja is. f i l h o s m en tir o so s. Era importante que a mensagem fosse escrita.n o s co isa s a p ra z ív eis e ten d e p a r a n ó s en g a n a d o ra s liso n ja s. porque ele não tem nenhum poder contra a Assíria. pois o povo era incrédulo (simplesmente desiludido). “que senta quieta”). 8 Vai. a gora . Ele também tem que escrevê-las “em um livro”. d iz e i. Ao invés disso. Assim ele é merecedor do nome “Raabe que nada faz” (Heb. f i l h o s q u e n ã o q u erem o u v ir a lei d o SENHOR. p a r a q u e f i q u e e s cr ito p a r a o tem p o v in d o u ro . e poderia servir de testemunho. Estes “filhos mentirosos” e rebeldes (v.

p o r isso. Esta era severa. mas não poderiam dispor dEle. esta m a ld a d e v o s será co m o a p a red e fe n d id a . e sob re isso vos estribais. mas deu a resposta de Deus. Por causa das suas atitudes distorcidas e pervertidas e de seus pecados.4 . . Ele é de fato o “Santo de Israel”. e. n ã o se achará en tre os seu s p ed a ço s u m q u e s ir v a p a ra to m a r f o g o do la r o u tira r á gu a da poça. pronta a se desmoronar “em um momento”. e cu ja q u eda v irá su b ita ­ m ente. 12 P elo q u e assim d iz o S anto de Isra el: Visto qu e rejeita is esta p a la vra. q u e j á f o r m a h a rriga desde o m a is alto sítio. e co n fia is na opressão e na p erversid a d e. e como rejeitaram a sua santidade na pervertida religião deles. M uitos não querem pregações expositivas que declarem a ver­ dade da Palavra de Deus. Eles queriam que os profetas abandonassem o modo prescrito por Deus. 14 E ele o q u ebrará co m o se quebra o va so do oleiro. z1 d e sv ia i-v o s do cam in ho. n ã o se com p a d ecerá . f a z e i que d ei­ x e de esta r o Santo de I sra el p era n te nós. em u m m om en to. Isaías não escutou o povo. até mesmo pior. È.3-4). como ti­ nham posto a confiança deles em um povo que os oprimia. eles seriam como uma “parede fendida. q u eb ra n ­ do-o. a p a rta i-v o s da vered a . Eles não queriam ser abor­ recidos por Ele. Eles estarão desprevenidos. que já forma barri­ ga” de alto a baixo. se desviassem do caminho da justiça e não os aborreces­ sem com o Santo de Israel. quando o povo está determinado a desviar os pre­ gadores. quase para quebrar. E triste quando os pregadores levam o povo a se desviar. Eles estavam procurando uma religião fácil. Ele sabia como eles tinham menosprezado e rejeitado a sua palavra profética. Nós podemos ser gratos a Deus por Ele ter ordenado a sua Palavra ser escrita em livro.

através de Moisés. cisterna. Ele já tinha apelado a eles para que retornassem em arrependimento e descansassem nEle (cf. que se os israelitas vivessem em obediência a Ele e às suas instruções. A sua graça estava disponível. Como Isaías já ti­ nha dito. 17 M il h om en s f u g i r ã o ao g r it o de u m . Deus queria salvá-los. no so s­ sego e n a co n fia n ça .12 ). m a s não a quisestes. Deus disse que eles de fato fugiriam. cinco perseguiriam cem (dos seus inimigos) e cem perseguiriam a dez m il (Lv 26.12 Em outras palavras. e. esta ria a vossa sa lva çã o. mas se pensa­ vam que podiam ser rápidos. antes. mas eles não a quiseram. Com cavalos ligeiros (provavelmente do Egito). 16 M as dizeis: N ão. até mesmo as sobras da parede não servirão para nenhum propósito útil. pois isto traria fortaleza. sob re ca va lo s fu g ir e m o s . Em vez de confiar em Deus. todos v ó s fu g ir e is . Ele tinha lhes pedido para que ficassem quietos diante dEle e para colocarem a sua confiança nEle. M as Deus também os advertiu de que o contrário poderia ser verdade (D t . e assim serem salvos de seus inimigos. os vossos p ersegu id o res serã o ligeiros. a té qu e seja is d eix a d os co m o o m a stro no cu m e do m o n te e com o a ba n deira no outeiro. esta ria a vossa f o r ç a . p ortan to. e: S obre ca va los ligeiros ca va lga rem os. ao g r it o de cinco. p o r isso. os seus perseguidores seriam mais rápi­ dos ainda —como que insinuando que eles não escapariam.O juízo de Deus será severo: Ele quebrará as paredes tão comple­ tamente que não haverá um pedaço quebrado que seja grande o sufi­ ciente para levar brasas de um fogo para acender outro ou para tirar água de uma. 2 8 . eles planejavam escapar do juízo. Eles não imaginavam o que os assírios poderiam fazer com eles. Deus usaria os cruéis assírios para realizar isto. o S anto de Isra el: Em v o s eo n verterd es e em rep ou sa rd es. o povo pôs a sua confiança em cava­ los.8). Deus prometeu. 1' P orque assim d iz o S en hor JEOVÁ . fu g ir e is .

te respon derá. 20 B em v o s d a rá o S en hor p ã o de a n gú stia e águ a de aperto. viria o dia quando os habitantes de Sião em Jerusalém não mais se lamentariam ( “não chorarás mais”). Por causa da graça de Deus. e. e. de modo que o juízo sobre o seu povo será justo. Eles serão abençoados a seu devido tempo se esperarem fielmente por Ele e por sua clemência. à voz do teu cla m o r. será ex alçado p a ra se co m p a d ecer de vós. certa m en te se com p a d ecerá de ti. Nos dias de Isaías o povo se lamentaria. Ele esperará até depois do juízo a fim de ser misericordioso. Haverá um período de calamidade quando a adversidade será o pão e a aflição. por intermédio de Isaías. os teu s olhos v erã o a todos os teu s m estres. p o rq u e o Se~ NHOR é vim D eu s de eqüidade. B em ~ aventurados todos os que n ele esperam . a bebida deles —o que pode insinuar as rações escas­ . o SENHOR esp era rá p a ra ter m isericó rd ia de vós. m a s os teu s in stru id o res n u n ca m a is fu g ir ã o de ti. “Os que nele esperam” são o remanescente purificado. e que todos eles fugiriam “ao grito de cinco”. Agora. Apesar da necessidade de juízo. Ele então se levantará para exaltar a si mesmo pela revelação de sua natureza. em J eru sa lém . Ele é um Deus de justiça. o u v in d o -a . Ele adverte novamente os israelitas de que “m il homens fugirão ao grito de um ”. Portanto.18— 26 18 P o r isso.32. Deus Será Gracioso e Irá Curar 3 0 . com o voa n d o com asas. mas nada mais foi deixado —um resultado de terem abandonado a Deus. antes. Os que seriam deixados seriam como uma “bandeira no outeiro”: houve outrora habitante ali. 19 P orq u e o p o v o habitará em Sião.30). Então Deus ouvirá a voz dos seus clamores e lhes responderá sem qualquer demora. c. p o r isso. n ã o chorarás m a is. como misericordioso e compassivo. o propósito de Deus para o seu povo não mudou.

toda a atitude deles mudará. imagens caras e esmeradamente fabricadas. com o tam b ém p ã o da n ovid a d e da terra. mas os corrigirá sempre que eles se desviarem para uma ou para outra direção. Nós ainda podemos ouvir esta voz. para a ARC “fugirão”.sas durante um cerco. e esta será f é r t i l e cheia. naqu ele dia. te da rá ch u va sobre a tu a sem en te com que sem ea res a terra. Isaías identifica depois “o caminho”. 23 Então. e eles já não serão encobertos pelo pecado. dizendo: Este é o cam in ho. onde a mesma pala­ vra hebraica usada é traduzida como “chuva temporã”. e d irá s a cada u m a delas: Fora daqui. o tempo virá quando o Ensinador deles (o Senhor. morekha pode ser tomado como singular ou plural). Embora a ARC aqui indique “instruidores” (o Heb. se formos sen­ síveis ao Espírito Santo. O povo já não rejeitará a palavra do Senhor. sem vos d esvia rd es n em p a ra a direita n em pa ra a esquerda. J12. uma vez que o título mais popular para Jesus entre o povo era “M estre”. é melhor tomá-lo aqui como singular (o Heb. 21 E os teu s o u v id o s o u v irã o a p a la vra do qu e está p o r d etrá s de ti. davar) por detrás. inúteis. serão re­ conhecidas como imundas. porque Ele se importa com cada um deles. como o caminho de santidade (3 5. é melhor tomado como “fugirá”.23. yikkaneph.8). mas terão olhos para vê-lo. o teu g a d o p a sta rá em lu ga res la rgos d e pasto. an d a i nele. Assim. 22 E terás p o r con ta m in a d a s as cob ertu ra s das tuas escu ltu ra s de p ra ta e a coberta das tua s escu ltu ra s f u n d i d a s de ou ro. e serão totalmente rejeitadas. e as la n ça rá sfo r a co m o u m p a n o im un do. As imagens usadas para buscar orientação. cf. . Um a insinuação da Encarnação pode ser vista aqui. Quando eles andarem no caminho de santidade guiados pela pala­ vra do SE N H O R . mas eles individual­ mente ouvirão uma “palavra” (Heb. A voz não só lhes mostrará o caminho. e é singular). K JV /ARC) não se esconderá nunca mais.

1 2-18 ). M as eles serão restaurados até mesmo a um m aior brilho no dia do triunfo do Senhor.16. Deveria ser observado. a intensificação da luz dos corpos celestes. qu an do ca irem as torres. Isto é . para descrever a Era M essiânica (veja tam ­ bém 6 0 . Inicialmente. que este modo de referência aos corpos celestes não é restrito a Isaías.2 3 ). q u e fo r p a d e ja d o com a p á e cira n d a d o com a ciranda. M as a expressão “no dia da grande m atança” terá o seu cum prim ento final na batalha do Armagedom (Ap 16. Fenôme­ nos astrais incom uns são freqüentem ente usados para descrever os eventos futuros. Tal é o caso com Isaías.1 9 . Até mesmo eles só comerão o que há de melhor. isto se refere à destruição dos assírios. no dia da g ra n d e m atança. co m o a lu z d e se te dias. e haverá grandes pastos onde o gado pode pastar e se alimentar com segurança. e a lu z d o s o l sete vez es m a ior. n o d ia em q u e o SENHOR lig a r a q u eb ra d u ra d o se u p o v o e c u r a r a chaga da su a f e r i d a .11 -21). 24 E os bois e os ju m en tin h o s qu e lavram a terra co m erã o g r ã o pu ro. em todo o m o n te alto e em todo o ou teiro elevado. a terra será restabelecida à sua fertilidade. rib eiro s e co rren tes de águas. O juízo escurecerá o Sol e a Lua. Deus dará a chuva necessária para grandes colheitas. 26 E s e r á a lu z d a lu a co m o a lu z do sol.2 0 ). que descreve o D ia do S E N H O R por vir como um dia quando estas fontes lum inosas fa­ lharão (1 3 . Ele usa o oposto. que terá sido esparramada e esmiuçada para os bois e jumentinhos comerem. contudo. um dia que trará a restauração e a cura do povo do Senhor. 2 4 .1 0 . 23 E haverá. Os montes e outeiros outrora estéreis serão bem aguados no dia da vitória do S e n h o r (cf. As torres cairão. Haverá bastante forragem.Junto com as bênçãos espirituais. 19 . 2 .

28 e a su a resp ira çã o é co m o o rib eiro transbordan do. 7 .6.1 2. Am 8.2 3 . 2 2 .2 0 . dando fim de tudo aquilo que é falso e inútil. q u e chega a té ao pescoço. e de longe o seu nome é sinalizado. p a ra p e n eir a r as n a ções co m p en eira de va idad e. também um a figura do juízo de Deus por vir em 1 4 .como as frases proféticas comuns “D ia do S E N H O R ” . Ele está vindo como uma tempestade. '• d. os seu s lábios estão cheios de in d ign a ~ ção. tal como com uma “peneira”. etc. 9.18. Lc 2 1 .3 1 (esta utilização também aparece em 3 4 . juntamente com as suas nações aliadas.1 8.20. M t 12. M q 3. A sua ira é comparada ao lança­ mento de uma fumaça espessa.1 2 . Então. Ap 9.).28 27 Eis que o n o m e do SENHOR v em de lon ge a rd en d o na su a ira e lançando espessa fv im a ça . H b 3 .9 . Ap 6 . e “A i” neste sentido (cf. .1 7. quando Deus estava a ponto de lidar com os assírios e as nações aliadas com eles. O Controle de Deus sobre as Nações 30. Ele arrastará os assírios. 18.1 0 ).2.9. É usada em um sentido seme­ lhante a “fogo” em ambos os testamentos. peneirando-os.3 1 . e “a sua língua é como um fogo consum idor”.2 . e a su a lín gu a é co m o u m j o g o co n su m id o r.5 . como um símbolo do juízo de Deus.3). M t 2 4 . M l 4. Quer dizer. “N aquele d ia”.27. 19. em vez de os guiar no caminho certo. Agora Isaías retorna aos seus próprios dias. Deus lhes perm itirá ir na direção errada. Esta é uma term inologia comum entre os profetas (J1 2 . A t 2 . 2 1 . 8 . um “freio” (ou ré­ dea) os fará errar e se desviar. Eles não podem escapar de seu juízo.1 6.I I .2 5 . A respiração dEle é como uma inundação que transborda “até ao pescoço”.2 9 . e u m jr e i o de j a z e r er ra r esta rá na s q u eix a d a s dos povos. Ele fala a palavra e o juízo vem. O “nome do S e n h o r ” representa o seu caráter e natureza.3 0 . Os seus lábios falam abundantemente da sua indig­ nação. J1 2 . e assim significa o próprio S E N H O R .

um dilúvio e saraivada de pedras. Ele demonstrará o que o abaixamento do seu braço (sim bo­ lizando o seu poder) fará. M as agora é a vez deles serem julgados (cf. com in d ign a çã o de ira. com ba te­ rá co n tra eles. Com a Assíria julgada.12). Deus na sua majestade fará a sua voz gloriosa e majestosa ser ouvida. h a verá ta m b oris e harpas. e. a cad a p a n ca d a do bordão do ju íz o qu e o S en hor der. e raios. 31 Porque. “fundação”]. a Fortaleza e o Protetor de Israel. mas entrando na presença do Deus que é a “Rocha de Israel”: a Força. co m a voz do SENHOR. e dilú vio.2 9 -3 3 29 U m câ n tico haverá en tre vós. Eles eram a vara de Deus que Ele usava para castigar Israel e Judá (1 0. Israel Cantará quando o SE N H O R Destruir a Assíria 3 0 . e a labareda do seu f o g o con su m id or. pa ra v ir ao m on te do Senhor . 10. 30 E o S e n h o r f a r á o u v ir a g ló r ia da su a voz e f a r á v e r o a b a ix a m en to do seu braço. será desfeita em p ed a ço s a A ssíria. fogo consumidor. Isaías agora continua a mensagem de juízo. Os seus cora­ ções responderão com alegria como quando as pessoas que tocam flautins (“pífano”) sobem “ao monte do S e n h o r ” . A Páscoa era celebrada à noite. com o na noite em que se celebra u m a f e s t a santa. Deus usará a sua voz majestosa para quebrar os assírios.5). o Refugio. qu e f e r i u com a vara. co m com ba tes de agitação. tendo a Assíria em vista. instituído para castigar a Assíria. musadah.e. o monte do templo —não s ó indo ao templo. e p ed ra de saraiva. A vara do S enhor sobre a Assíria é o “bordão do juízo” [Heb. Cada golpe da vara ou bordão será acompanhado por tamboris e harpas. e alegria de coração. raios e trovoadas. com indignação de ira. 32 E. à Rocha de Israel. com o a daquela qu e sai tocando pífan o. o povo de Deus cantará à noite enquanto eles celebram uma festa santa. indi­ .

a su a p ilh a é f o g o e tem m u ita lenha. o qual é uma alcunha para o lago de fogo. A pira funerária já está preparada em um largo fosso. que é grande o bastante para tomar conta dos assírios. em ebulição. pensando que se tivessem . “como torrente de enxofre”. p o rq u e são m u itos. “Fogueira”. o assopro do S enhor com o to rren te de en x o fr e a acenderá.20). O Egito tinha se oferecido para ajudar porque eles queriam barrar a Assíria. Enxofre ardente é usado relativo ao lago de fogo no Novo Testamento e fala de terrível juízo (Ap 19. está p rep a ra d a p a ra o rei. Deus tem agora um outro “ai” específico para os partidários da guerra na época de Ezequias. era um lugar de queima no vale de Hinom.13 O nome tem as vogais hebraicas da palavra “vergo­ nha”. provavelmente envolvendo sacrifícios humanos a M oloque e outros ritos pagãos.2 a.cando a alegria da vitória. “Com combates de agitação. O sopro do S E N H O R . A Tolice de Confiar no Egito e não em Deus 3 1. “a acenderá”.I— 3 1 Ai dos que d escem ao E gito a b u sca r so co rro e se estribam em ca va lo s! T êm co n fia n ça em carros.I -3 2 . p orq u e sã o p od ero síssim o s.14 A Assíria está se dirigindo rumo a uma vergonhosa pira funerária. 5. sim . e n o s ca ­ valeiros. ele a f e z p r o fu n d a e larga. eles estavam acostu­ mados a confiar em cavalos e carruagens. combaterá contra eles” poderia ser também traduzido como “batalhas de tre­ mores ou peneiradas” para indicar igualmente o propósito de Deus em purificar o seu povo. Assim os representantes de Judá estavam indo para o Egito para aceitar a oferta. 33 P orque u m a fo g u e ir a está p rep a ra d a desde ontem . AI DOS QUE BUSCAM A AJUDA DO EGITO 3 I . Ele desempenha bem a mesma função com o aramaico “Geena”. e n ã o atentam p a ra o S anto de Israel. ou “Tofete”. e n ã o bu sca m ao SENHOR.

Os políticos que buscavam a ajuda do Egito tinham questionado os modos e a sabedoria de Deus (2 9 . e todos ju n ta m e n te serão con su m id os. “e não Deus”. Judá precisava saber quão frágil os egíp­ cios eram e quão insuficientes os seus cavalos seriam. Agora Ele declara que “se levantará” contra os malfeitores. b. 2 T odavia. ele se leva n ta rá co n tra a casa dos m a lfeito res e co n tra a a ju d a dos qu e p ra tica m a iniqüidade. nem o adoraram nos seus corações.4. As suas palavras são sempre fiéis e verdadeiras (Ap 22. tan to o a u x ilia d o r com o o ajudado. O próprio Deus Protegerá Jerusalém 31.5 4 P orque assim m e disse o SENHOR: C om o o leão e o fi lh o t e do leão ru gem sob re a su a presa . e. Ele proferiu a sua palavra —e porque Ele não muda. q u an do o Senhor esten d er a m ão. e contra a ajuda que esses mal­ feitores estão esperando do Egito. seriam vitoriosos. Esta estraté­ gia parecia-lhes sábia. irá tropeçar. e f a r á v i r o m al. o Egito.6). carne. e os seu s cavalos. que é ajudado. ain da que se co n v o q u e co n tra ele . Os seus cavalos são “carne”. 3 P orque os egípcios são h om en s e não D eu s. M as não atentaram para o S E N H O R . cairá: eles “juntamente serão consumidos”. que está a ajudar. tam bém ele é sábio.1 4 — 16). Eles não tinham nenhum desejo de estar na sua presença. tendo somente vida física temporária. o juízo. e n ã o espírito.muitos cavalos com cavaleiros fortes. todos ca irã o p o r terra. aqueles que buscam a ajuda do Egito. M as Deus é o Único que é verdadeiramente sábio. O SE N H O R está no controle. quer dizer. e Judá. Os egípcios são meramente humanos. eles não são nenhum “espírito”. Quando Ele se move em poder ( “estender a sua mão”). não retirará as suas palavras. e não retira rá as su a s p a la vra s. Isaías dá agora razões a mais por que não se pode confiar na força humana. Ele “fará vir o m al”.

O hebraico indica profunda apostasia.u m a m u ltid ã o de pastores. o SE N H O R considera Sião a sua possessão. qu e fa b r ica r a m as vossas m ã os p a ra pecardes. Como um leão que ruge sobre a sua presa. contra os seus planos. E Ele usará os assírios para fazer isto.6. Um Chamado ao Arrependimento 31. Eles estão em uma cova profunda. e. Ele protegerá Jerusalém. 5 C om o as aves voam . àq uele co n tra q u em os f i lh o s de Isra el se rebelaram tão p ro fu n d a m en te. . M as o seu poder é m aior do que qualquer outro. 7 Porque. na q u ele dia. passan do. não é o propósito de Deus deixar os assírios destruírem Jerusalém. Os partidários da guerra queriam a força de um grande exército de cavalos e carruagens e eles menosprezaram o poder de Deus. Deus chama o povo de Israel para se arrepender. para se converter a Ele. pois. mas ainda podem mudar os seus pensamentos e o seu modo de vida.15 c. O SE N H O R lutará contra Sião. trazendo assim a derrota aos egípcios. n em se abatem p ela su a m ultidão. cad a u m la n ça rá f o r a 05 seu s íd olos de prata. Todavia. “Como as aves que voam”. a sa lvará. assim o S enhor dos E x ércitos am p arará a J eru sa lém . Isaías lembra o povo de que o SE N H O R falou pessoalmente com ele.7 6 C o n v ertei-v o s. Ele paira sobre a cidade de Jerusalém para protegê-la. A sua compaixão salvará Jerusalém desta vez. ele a a m p a ra rá e a livrará. A “multidão de pastores” são os egípcios que estão procurando proteger Judá dos assírios —contra a vontade de Deus. e os seu s íd olos de ouro. Eles pensavam no poder de Deus como nada além de alguns peque­ nos pássaros contra um grande exército. a ssim o S enhor dos E x érci­ tos descerá p a ra p e le ja r p elo m o n te Sião e p elo seu outeiro. e não se espan tam das su a s vozes.

8. Os príncipes de Assíria abandonarão a bandeira deles e serão despedaçados. cu jo f o g o está em S ião e c u ja fo r n a lh a . e os seu s jo v e n s serã o derrotados. cuja presença santa é como um fogo consumi­ dor em Jerusalém. p a s sa r á a su a ro ch a d e refú g io . “sua rocha”). Eles serão devorados pela espada.16 9 E. ao invés disso. mas não de mortais. . em J e r u s a lé m .C.1— 8 1 R ein a rá u m R ei com jvistiça. O Rei Justo 32. 2 Rs 19.000 foram de fato colocados para realizar trabalho forçado.Isaías olha à frente para o Dia do SE N H O R . mas não de qualquer indivíduo humano ( “não de varão”). e. Senaqueribe viveu mais sete anos e jamais fez outra campanha m ilitar. Lá o altar simboliza perdão para o arrependido e para os inimigos de Deus. d. e a espada.9 8 E a A ssíria ca irá p ela espada e não p o r va rã o. “a Assíria cairá pela espada”.35). e d om in a rã o os p rín cip es segu n d o o ju íz o . numa indicação do cumprimento de que “seus jovens serão derrotados”. Os jovens homens assírios que sobra­ ram depois da destruição dos 185. d e m ed o.36 . A destruição da Assíria seria sobrenatural.17Eles desafiaram o SENHOR. a co n su m irá . e f u g i r á p era n te a espada. e o s s e u s p r ín c ip e s d e ser ta r ã o a b a n d eira . Os exércitos humanos.000 soldados para o anjo da morte em 688 a. A fortaleza da Assíria (Heb. incluindo a sua força e o rei no qual eles confiam. d iz o Senhor . irá morrer de medo. não de hom em . (37. como os exércitos do Egito. A Destruição Sobrenatural da Assíria 31. sa l’o. forçou os seus soldados a trabalharem em seus projetos de edificação em N ínive. como foi o caso quan­ do Senaqueribe perdeu 185. não realizariam isto. Agora nos próprios dias de Isaías. quando ídolos ( “nãodeuses”) de ouro e prata serão rejeitados como produtos do pecado.

M as o Rei Messias será o “homem” que irá proteger assim como se protege do vento e da tempestade (ou inun­ dação). e os o u v id o s dos q u e o u vem estarã o atentos. com justiça” e os príncipes tomarão as suas decisões “segundo o juízo”. como Deus que é a nossa Rocha e Refúgio. clara e francamente. Eles estarão prontos para propagar a verdade com sabedoria. Alguns entendem isto como que eles se tornarão pedras..9) serão abertos e verão a verdade. em linha com os princípios de justiça dEle. estará como o seu Rei. Olhos que uma vez foram cercados voluntariosamente em auto-ilusão (29. e com o a som bra de u m a g r a n d e rocha em terra sedenta. . e co m o rib eiros de água s em lu gares secos. Os corações e mentes dos que são imprudentes e precipitados discernirão e entenderão o verdadeiro conhecimento. Eles se tornarão verdadeiros discípulos (estudantes. Ouvidos que outrora se recusaram a escutar ouvirão e obedecerão. e proverá água. o que transformará cada aspecto da sociedade. 3 E os olhos dos qu e vêem não olharão p a ra trás. 5 Ao lou co n u n ca m a is se ch am ará n ob re. Isaías novamente olha para o futuro quando o Rei Messias (caps. Ele mudará a percepção das pessoas. Cada pessoa. 2 E será aq uele v a rã o co m o u m esco n d erijo con tra o vento. Ele será tão refrescante como a sombra de uma “grande rocha” em uma terra exausta e sedenta. e do a va ren to n u n ca m a is se d irá qu e ég en ero so . cada cidadão comum. Os que são ga­ gos e hesitam falar serão rápidos no falar. 9 e I I ) “reinará. 1 E o cora ção dos im p ru d en tes en ten d erá a sabedoria. e com o u m refú g io con tra a tem pestade. Ele verdadeira­ mente toma conta de seu povo. alunos que seguem os passos) do Senhor. e a lín gu a dos g a g o s esta rá p ro n ta p a r a ja la r distin tam en te.Depois da narração a respeito do juízo de Deus..

6 P o rq u e o lo u co f a l a lo u ca m e n te. e p a r a p r o fe r i r er r o s co n tr a o . Aqui nós vemos a verdadeira natureza do tolo ímpio. Pv 3. . Os que são nobres na sua atitude para com Deus e liberais na sua atitude para com os outros recomendam e projetam ações honradas.4). Ele caracteristicamente “fala loucamente”: pecado.3. Jr 17 . I S m 2 5 . m es m o q u a n d o o p o b r e ch ega a f a l a r r e ta m e n te . Eles podem honrar até mesmo os sem escrúpulos que conseguem ter acesso a altas posições. p ela nobrez a. A manipulação de processos legais por perjúrio pode estar implícita.27. p a r a d e s t r u i r o s m a n s o s co m p a la v r a s f a ls a s . Eles são aceitáveis diante de Deus (cf.A sociedade mundana honra freqüentemente os tolos (as pessoas ímpias.1 1. e retém a comida do faminto e a água do sedento (cf. incluindo tratamento infame. profere erros pervertidos concernentes ao S en h o r . Ele “pratica a iniqüida­ de”. está em pé. e p a r a d e ix a r va z ia a a lm a do fa m in t o . Os instrumentos e métodos do avarento são maus. SI 24. e nestas se elevam e se mantêm de pé. S e n h o r . e le m a q u in a i n v e n ç õ e s m a l ig n a s . ou seja. M as isto tudo vai ser mudado. e o seu co ra çã o p r a tica a in i­ q ü id a d e• p a r a u s a r d e h ip o crisia . Ele “maquina invenções malignas”. ' T a u ib cm t o d o s o s i n s t r u m e n t o s d o a v a r e n t o s ã o m a u s . O coração e a mente dele o fazem estar ocupado com o mal: causando dificuldades aos outros e ofendendo a Deus.25.1 1. amorais) como nobres. lS M a s o n o b re p r o je ta co isa s n o b res e.28). compõe esquemas do mal [conspira­ ções. prostituição e incesto] “para des­ truir os mansos com palavras falsas” e o necessitado cuja causa é justa e certa. e p a r a fa z er co m q u e o sed en to v en h a a te r f a l t a d e bebida. sacrilégio e estupidez.

A co­ lheita de uva certamente fracassará. e o u v i a m in h a voz.f. e cin gi com p a n o s de sa co os vossos lom bos. e a colheita dos frutos de verão não dará em nada. As mulheres também precisam escutar a voz do profeta. satisfeitas com as coisas como elas são (cf.1 para a atitude das mulheres com respeito ao vinho. Juízo até que o Espírito Seja Derramado 32. estas mulheres confiantes já não estarão seguras. d esp i-vos. m u lh eres qu e estais em repou so. os profetas. 3.1). Isaías advertiu os líderes. 10 P orque daqui a u m an o e dias v ireis a s e r turhadas. mas transtornadas e tremendo de medo. se dispam e ponham ao redor das suas cinturas nada m ais que um pano grosseiro de saco. confiando que as coisas nunca mudarão. p orq u e a v in d im a se acabará. despreocupadas) a respeito das advertências de Isaías.9— 14 9 L eva n ta i-vos. ó m u lh e­ res qu e estais tão segu ras. Em chamando as mulheres para se levantarem e escutarem a sua mensagem. A estas mulheres com placentes ( “em repouso”) é ordenado que estremeçam (ou se turbem ). Amós indica que os homens eram o mesmo em Samaria (Am 6. Após alguns dias a mais que um ano. Elas são complacentes a respeito do pecado. Isaías reco­ nhece o poder que elas podem exercer. e p o n d e-v o s nuas. porque elas es­ tão à vontade. e vós. e a colheita não virá. os tolos e os avarentos.1). Elas têm que se preparar para os resultados dos seus próprios pecados.16— Am 4. “seguras” (confiantes. e se sentem 26. m u lh eres qu e estais em repouso.) 11 Tremei. Este era o tratam ento comum dado a pessoas levadas cativas ou feitas escravas. in clin a i os o u v id o s às m in h a s palavras. . (Veja Am 4. e tu r b a i-v o s v ó s que estais tão segu ras. fi lh a s qu e estais tão segu ras.

13 S obre a terra do m eu p o v o v irã o espin h eiros e sarças. pois os servos e os guardas serão capturados e m ortos ou levados ao exílio. Espinheiros e sarças também se espraiarão por cima das “casas de alegria”.) A cidade cairá em silên­ cio. trazidos pelas tribos vizi­ nhas de beduínos. .C . o ru íd o da cid a d e cessará. batendo em seus peitos.a d . as suas m ultidões liquidadas. Os campos desertos serão um a alegria som en­ te para os jum entos monteses e um pasto para os “gados”. Eles seriam destruídos pelos assírios (2 Rs 18. ou casas de divertimento. (A lguns com entaristas entendem este versículo como referindo-se a Sa­ m aria quando foi tom ada em 7 2 2 a. na cidade desre­ grada e arrogante (um coletivo para as cidades de Judá) cheia de festança e pululante de prazer. M P orq u e o p a lá cio será abandonado. se tornando cheios de espinheiros e sarças em vez de boas safras.13). isto não é “eternam ente”). Palácios fortificados serão abandonados. ’ophel) e as torres dos atalaias se tornarão campos baldios. nenhum cultivo irá ocorrer. ou solo im ­ produtivo. O fe l e as torres da g u a r d a serv irã o de ca v ern a s etern a m en te. prova­ velmente rebanhos de ovelhas e cabras. por causa do que acontecerá aos seus campos e vinhedos quando o inimigo vier. os campos serão deixados sem cultivo. e como o próxim o versículo m ostra. p a ra a legria dos ju m e n to s m o n teses e pa ra pa sto dos ga d os.12 F eri os p eito s sob re os ca m p os d esejá veis e sob re as vid es J ru tu o sa s. Elas se lamentarão. A cidadela de O fel (H eb. “eternam ente” (H eb. .’olam o que pode significar “por m uito tem po”. com o tam bém so b re todas as casas de alegria. na cid a d e que anda p u la n d o de p ra z er Devido ao fato do exército invasor levar o povo cativo e despojar os campos.

como dom de Deus). rep ou so e segu ra n ça . como também a polui­ ção da atmosfera. O Espírito Derramado Restabelecerá a Paz 32. lb E o ju íz o habitará no deserto. M as haverá uma efusão até maior do Espírito quando Jesus retornar para estabelecer o seu reino milenial na Terra. p a ra sem pre. a renovação do mundo pelo Espírito Santo será completa. A t 1. 17 E o efeito da ju s tiça será paz. U m dia melhor está vindo —um dia de renovação. e a “jus­ tiça morará no campo fértil”. serão tiradas pelo Espírito.15— 20 13 a té qu e se d erra m e sob re n ós o E spírito lá do alto. Devido ao fato de que haverá uma justiça onde as pessoas estarão numa correta posição para com Deus e entre si. H á um derramamento do Espírito que começou de fato no Dia de Pentecostes (J1 2. e o ca m p o f é r t i l será rep u ta d o p o r u m bosque.28. karmel. e a operação da ju stiça . A Terra será renovada como preparação para as alegrias mileniais.17). repouso tranqüilo e segurança confiante no SE N H O R .g. Este bem-estar harmo­ nioso é muito diferente da falsa segurança sentida pelos pecadores nos dias de Isaías. salvação e prosperidade. e o jardim parecerá como um parque arborizado ou bosque (cf. 2. O deserto se tornará um campo fértil (Heb. O Israel moderno ainda espera esse dia. e a ju s tiç a m o ra rá no cam p o fé r t il. M as esse dia não virá até depois que o Espírito do Senhor seja derramado em abundância Pentecostal “lá do alto” (do céu. então. Os resultados do juízo de Deus sobre Israel e Judá não são defini­ tivos. . o deserto se to rn a rá em cam po fé r t il.8. Isto dá a impressão de pretender que a conta­ minação causada pelo pecado e pela ganância.4). haverá paz. 29. Com o duplo fato de que “o juízo habitará no deserto”. “jardim” ou “pomar”).

e em lu gares q u ietos de descanso. Em vez de presunção sem sentido. “Bem-aventurados” (Heb. O “bosque” refere-se à terra que está infectada pelo pecado.18 E o m eu p o v o habitará em m ora d a de paz. ‘ashre) inclui a idéia de uma abundância de felicidade. e. Isaías novamente contrasta a bênção de Deus com outra profecia de seu juízo. o povo de Deus habitará em moradias de paz. 20 B em -a v en tu ra d o s vós. Isaías agora retorna ao ai que começou esta seção.1 1 A i de ti d esp oja d or qu e n ã o fo s te despojado e q u e ages p e r fid a m en te con tra os que não agiram p erfid a m en te con tra ti!A caban­ do tu de despojar. lares de segurança e confiança. alegres e calmos. realização espiritual e uma boa vida —tudo vindo da parte de Deus. e em m ora d a s bem segu ras. Os lares serão luga­ res de descanso seguro que são imperturbáveis. 6. e de animais de fazenda que virtualmente cuidam de si próprios falam de boa vida para a comunidade agrícola dos dias de Isaías. (As desleais. imorais e . Depois de lembrar a Israel a respeito da promessa de Deus. O princí­ pio visto aqui — depois do juízo vem a bênção — está em muitas passagens da Bíblia a respeito de juízo e bênçãos mileniais. e a cid a d e seja in tei­ ra m en te abatida. os qu e sem ea is sob re todas as águ a s e qu e d a is liberdade ao p é do boi e do ju m en to . A audiência de Isaías deve ser lembrada que o juízo tem que vir antes da restauração. e caía o bosque. A “saraiva” será o agente de juízo. será s despojado. 19 ain da q u e caía saraiva. acaban do tu de tra ta r p e r fid a m e n te . O ai aqui é dirigido contra a Assíria. AI DA ASSÍRIA 33. “A cidade” é o mundo das pessoas que viraram as suas costas para Deus. O quadro da semeadura em uma terra bem regada. p erjid a m en te te tratarão.

por um a com binação de babilônios e m e­ dos.21 se aplica a Isaías 28. 4. Qual foi a real causa para o formalismo no qual o povo tinha caído? 11. QUESTÕES DE ESTUDO Como o povo de Israel desconsiderava a Lei? Que lição os assírios ensinariam a Israel e por quê? Como I Coríntios 14. Que esperança o dia futuro trará? 12.C. . Que esperança Deus lhes deu e por que eles a recusaram? 15.5 2 ). destruída pela deslealdade e traição (cf. M t 2 6 .destrutivas táticas assírias de pilhagem serão vistas novamente no fim dos tempos. 2. Qual foi o propósito de Deus nesses juízos? 9. a A ssíria pôde marchar de país em país sem medo de retaliações. M as seu tempo viria. Por que até mesmo a pessoa educada não entende a palavra de Deus? 10. traindo qualquer confiança posta nela durante seus esforços para criar estados vassalos. De que outra forma o povo expressava a sua rebelião contra o Senhor? 14.C. Por que razões era errado para Judá ir ao Egito pedir ajuda? 13. N ínive foi destruída em 6 1 2 a. Então com a ajuda a mais dos citas. Qual seria o resultado do “pão de angústia”? 1. 5. De que maneira o nome “A riel” corresponde a Jerusalém? 8. ela seria.) Em seu início.12? Por que a aliança de Israel com a morte era tolice? Onde é encontrado o cumprimento final do fundamento ou pe­ dra de esquina? 6.23— 29? 7. eles levaram a A ssíria a um fim definitivo em 60 6 a.11. 3. Que conclusão pode ser tirada de 28 . por seu turno. Ela faria tratados e os quebraria.

os orgulhosos israelitas estavam dizendo que Isaías os estava tratan­ do como bebês espirituais e eles estavam ressentidos com isto. em The Comrnunicators Commentary (Dallas: W ord Books. B. em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press.2 1 .14. 19 71 ). 1 9 7 5 ).1 6 . De modo que falar em línguas é necessário como um sinal de juízo para os incrédulos. H orton. N o contexto da profecia de Isaías. Que garantia Deus deu de que Ele subverteria o exército assírio? 17. H olladay. desligados da sua bênção e debaixo do seu juízo. Quem é o destruidor e o que acontecerá a ele? CITAÇÕES 1 Oswald T.1 1. . Que razões a mais mostram que era errado para Judá buscar aju­ da do Egito? 18. I & II Corinthians (Springfield. A llis. Qual será a obra do Espírito na era do futuro reino? 22. “Book o f ísaiah ”. Stanley M . McKenna. Quem defenderia Jerusalém e que resultados se seguiriam? 19. ‘‘Para que os coríntios não chegassem à conclusão de que não havia espaço para falar em línguas na adoração pública. 272. Por que Isaías dá um aviso especial às “mulheres complacentes”? 21.: Logion Press. Ezequiel 4 3 .16. M o. mas cujas ações deixariam claro que esses israelitas estavam separados de Deus. A Concise Hebrew and Aramaic lex icon o f the O ld Testament (G rand R apids: W m .1 5 . 1 9 9 9 ) 13 7-3 8. 1:859. 5 W illiam L. David L. 2 Alguns entendem isto como significando “as mesas sagradas no santuário onde sacrifícios são oferecidos” por sacerdotes bêbados. 4 Veja nota sobre 5. Paulo [em I Co 1 4 . 6 Cf. 1993). Eerdmans. Paulo aplica isto ao falar em línguas (idio m as) que eles não entendiam . Deus enviaria os conquistadores estrangeii‘os cuja língua eles não entenderiam . Isaías então tornou claro que por causa da incredulidade deles. 222. a mensagem que era destinada a abençoar traria juízo. fazendo-os perceber que eles estão separa­ dos de Deus e não podem entender a mensagem de D eus”. De quem é o reinado que Isaías prevê e que espécie de reinado será o seu? 20. ísaiah Z — 39.2 2 ] de­ pressa chama a atenção deles para Isaías 2 8 .

por causa do propósito desta oferenda de bebida.1 0 . 14Veja Stanley M . 15 M uitos viram um a aplicação deste versículo na Prim eira Guerra M undial.7 [ “Quando o Senhor restaurar a sorte do seu povo”. Jeremias 7. H ayes.I I — 14. I 9 . o singular provavel­ 39. eles usavam cisternas para conservar o supri­ mento de água. McKenna. (Chicago: University o f Chicago Press. 13 Veja 2 Reis 2 3 . . 19 86 ). Assim o salmista estava falando a respeito do restabelecimento da prosperidade em lugar do retorno dos cativos. 12 Por causa das raras chuvas. 2 vols. U m a S ú p lic a q u e E x a lta a D e u s 3 3 . libertando-a dos turcos. quando os aviões do general britânico Edm und H en ry A llenby sobrevoa­ ram Jerusalém. A History o f Ancient Israel and Judab (Philadelphia: W estm inster Press. s ê tu o n o sso b ra ço ca d a m a n h ã . 17 Veja J.I ) usa o hebraico que é semelhante ao restabelecimento da prosperidade de Jó (Jó 4 2 . 3 8 6 -8 7 .2-35. Isaías 1— 286. desse modo utilizando o plural aqui.37. 1 9 9 8 ). Contudo. Esta vem de um a palavra raiz que significa “cobrir”.10 I. co m o ta m b ém a n o ssa sa lv a çã o em tem p o s d e trib u la çã o.2 -2 4 a. RJ: CPAD. 1926-27). F.1 0 ) e a restauração da sorte em Salmos 14. 2:183.2 —6 2 Senhor . U M A ORAÇÃO PO R LIBERTAÇÃO E A RESPOSTA DE DEUS 3 3 . A R A ]. Veja comentários sobre 37.7 “Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião” (SI I 2 6 . alguns entendem que isto signifique Satanás. 16 Daniel David Luckenbill. 8 Devido ao hebraico 'arits. Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. “tirano” ser singular.31 . 2 1 1 -2 1 3 . mente deveria ser tomado como um coletivo para todos os tiranos cruéis. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. tem m is er icó r d ia d e n ó s ! P o r ti tem o s esp era d o. 10 N ão a palavra ordinária para “oferenda”. H orton. 0 Propósito de Deus na História 33. 11 H anes era chamada H eliópolis pelos gregos. 9 O hebraico é singular. M axw ell M iller e John H . A A RC indica “Jacó” para significar o povo de Israel.

.3. Ainda havia um remanescente justo em Jerusalém esperando para o SE N H O R mover-se graciosamente em seu favor. SI 68.1). co m o os g a fa n h o to s saltam . 3 A o ru íd o do tu m u lto. “braço”) e ajuda “cada manhã”. O quadro das pessoas se lançando sobre o espólio pode descrever o que aconteceu depois da destruição do exército de Senaqueribe. a ju n ta r -s e -á o vosso despojo com o se apanha o p u lgã o .15). Deus é m aior que qualquer força que a humanidade possa produzir. O barulho de um exército se aproximando faz as pessoas fugi­ rem. 3 O SENHOR é ex a lça d o. Eles confiaram nEle para ser a sua salvação1 “em tempos de tribulação”. Ao longo da história de Israel Ele tinha dispersado nações. Eles contemplaram ao SE N H O R para ser a sua força (Heb. João. Até mesmo Ezequias tinba se voltado para o Senhor (2 R s 19.35. as pessoas fogem e as nações se dispersam. p o is hab ita n a s a ltu r a s. 2 roa. Também pode representar o modo das pessoas penetrarem nas bên­ çãos da vitória do SE N H O R sobre o Anticristo e os seus exércitos (Ap 19.19. Ele espalharia os exércitos dos assírios da mesma maneira (cf. quando estivessem apertados de todos os lados.Isaías interpõe uma súplica ao SE N H O R por ajuda e libertação. a li saltará. f u g i r ã o os p o vo s. M as quando Deus revela quão exaltado Ele é. 4 E ntão. “ao ruído [da sua voz]”. A figura de gafanhotos e as suas larvas enxameando e desfolhando toda planta verde indica quão depressa e como a batalha terminará completamente. en ch eu a S ião d e retid ã o e d e ju s tiç a .4). o vidente de Patmos.20). N m 10. indicou que a “aguda espada” que saía da boca de Jesus d estru iria sem elhantem ente os exércitos do Anticristo (Ap 19. à tua ex a lta ção as n a ções serã o dispersas.

a b u n d â n cia d e sa lv a çã o • . ‘erdlam .2). Isaías insinua que as pessoas o louvarão. Em contraste com os tempos de tribulação (v. o tempo milenial de Deus será caracterizado pela estabilidade (segurança provocada pela fidelidade de Deus) e uma abundância de.22. “homens va­ lentes”) de Judá (Heb. e os m en s a g e ir o s d e p a z estã o ch o ra n d o a m a rga m en te. Os seus enviados que buscavam a paz lamentam amargamente. Este será um dom que Ele tem como um tesouro a ser dado aos que o amam e honram a sua impressionante santidade. .14— 16). “salvação”. Agora Isaías retorna aos seus próprios tempos quando os assírios estavam destruindo as cidades de Judá e ameaçando Jerusalém (701 a.C. NIV. “heróis”) 2 lamentam e clamam aber­ tamente nas ruas porque eles não podem barrar o inimigo. A ignorância e a falta de sabedoria já não farão ninguém se desviar e se perder.2).) Também haverá uma abundância de “sabedoria e ciência”.3. (O plural no hebraico indica uma abundância de tudo o que a salvação significa e inclui a nossa herança plena em Cristo: nossos novos corpos e nosso reinado como reis e sacerdotes com Ele. Este é o seu propósito resolu­ to e Ele levará isto a efeito. porque a Assíria quebrou o tratado que Ezequias fez que era presumido a proteger Jerusalém (2 Rs 18. reconhecendo quão exaltado Ele é. sa b ed o ria e ciên cia . Pela sua vitória Ele encherá a Sião de sua própria “retidão e justiça”. e o te m o r do S e n h o r se r á o se u tesou ro.).A vitória do SE N H O R o exaltará e mostrará quão elevado Ele é —o verdadeiro Deus que habita no céu. O “temor do S e n h o r ” não será uma mera emoção humana. Isto pode também se referir aos funcio­ nários mencionados em Isaías 36. literalmente.7— 9 7 E is q u e o s s e u s em b a ix a d o res estã o cla m a n d o d e f o r a . b. “heróis”. “Os seus embaixadores” (N V I. 6 £ h a v erá esta b ilid a d e n o s teu s tem p os. sem dúvida o dom do Messias ( 1 1. A Tristeza e Angústia de Judá 33.

p r o d u z ir eis p ra gan a. m e levan tarei. S arom se to rn o u com o u m deserto. os campos planos de Basã a nordeste do mar da Galiléia —tudo tem se tornado como o deserto de Arabá ao sul do mar M orto. 11 C on ceb estes palha. O inim igo (Senaqueribe) quebrou o tratado. B a sã e C a rm elo f o r a m sa cu ­ didos. c. Colher essas conseqüências é compara­ do a dar à luz ao que tinha sido concebido antes. rejeitou e menosprezou as teste­ munhas. O SE N H O R se Levantará e Julgará o Inimigo 33. 9 A terra g e m e e p ra n teia . desprezou as cid a d es e a hom em n e­ n h u m estim a. e Ele está sempre no tempo certo. Os assírios saquearam a terra. na costa sul do monte Carmelo. m e leva n ta rei a m im m esm o. O tempo vem quando Deus vê que é o bastante e Ele se levanta em juízo que o exaltará. cessa m os q u e p a ssa m p ela s v er e­ das. A terra murcha e sofre com as pragas da lavoura (cf. Os assírios tomaram as suas decisões no passado. Agora eles têm que sofrer as conseqüências.4). Devido a eles terem . ele ro m p eu a alian ça. o L íhano se en vergon h a e se m urcha.10— 13 10 A gora. O Líbano com suas montanhas bonitas e florestas de cedro. e não respeitou ou valorizou a qualquer pessoa.8 A s estra d a s estão desoladas. Os exércitos assírios arruinaram a gleba cultivada. as folhas das árvores e as plantas das áreas de bosque do Carmelo murcham e caem. a planície fértil de Sarom. “As estradas estão desoladas” por causa da violência do inimigo — nenhum com erciante trazendo os bens necessários. d iz o Sen hor . serei exaltado. agora. agora. e o vosso esp írito vos d evora rá co m o fo g o . A paz e a segurança acabaram e todas as pessoas têm medo de arriscar-se a sair. 24. Deus tem o seu próprio tempo.

13 O u vi. Os pecadores (que estavam vivendo como se não hou­ vesse nenhum Deus) estão tremendo com medo e perguntam quem pode viver na presença do “fogo consum idor” da santidade im u­ tável de Deus. e v ó s que estais vizin hos. Pecadores Aprendem uma Lição 33 . O juízo de Deus sobre os exércitos assírios (os quais eram com­ postos de uma multidão de povos) será intenso. devido ao fato de que Deus irá julgar todas as na­ ções e porque Ele mostrou a disponibilidade da sua graça através de grandes libertações. Se Senaqueribe tivesse mantido o seu tratado e deixado Jerusalém por causa do tributo que Ezequias lhe deu. A sua própria respiração. e rápido. 12 E os p o v o s serã o co m o os in cên d io s de cal\ com o espin hos co rta d o s a rderão n o fo g o . Deus respon­ deu a oração. Q u em d en tre n ó s habitará com o f o g o co n su m i­ d o r? Q u em d en tre nós habitará co m as labaredas etern a s? O que Deus tem feito foi de fato observado pelos pecadores em Sião. M ais adiante. o resultado será farelo e palha. como o incêndio de cal. Assim ficou óbvio que Deus era o Único em quem se podia confiar. os que estão “longe” (os gentios) e os “vizi­ nhos” (o povo de Judá) precisam prestar atenção ao que Ele tem feito e reconhecer o seu enorme poder. as pessoas teriam pensado que foram salvas pela sua própria sabedoria. M as quando Senaqueribe quebrou o tratado e a situação parecia desesperadora. v ó s os qu e estais longe\ o que tenho f e i t o . con h ecei o m eu poder. o trem o r su rp reen d eu os hipócritas. será o fogo que os devorará.14 ]A O s p eca d o res de Sião se assom bra ram . ou espírito. d.feito os seus planos sem consultar o SE N H O R . . como o queimar de arbustos de espinho secos.

que recusemos a olhar com simpatia a qualquer coisa desagradável a Ele.15. A pessoa que vive nesse tipo de comunhão com o S E N H O R verá agora pessoalmente “o Rei na sua formosura”. 16 este habitará na s a ltu ra s. Terra. até aos confins da 7). A pessoa que vive nesse tipo de retidão plena irá hab itar “nas alturas” —em comunhão com o SENHOR —tendo segurança como a das fortalezas elevadas e provisão inesgotável das necessidades diárias.1. O Rei Está Vindo 33. etc. o seu p ã o lhe será dado. Ver a sua paz e a sua bênção está incluso. Deus quer ver todas as pessoas do mundo continuando a viver em plena retidão.e. Devido ao rei não ser indicado. f.17— 4 2 17 O s teu s olhos v erã o o R ei na su a fo r m o s u r a e v erã o a terra qu e está longe. alguns supõem ser Ezequias após a sua cura e durante os seus quinze anos adicionais de vida (2 Rs 20. Quem Pode H abitar com um Deus Santo? 33. rejeitando qualquer tipo de exploração dos outros (isto incluiria fraude. qu e tapa os o u v id o s p a ra não o u v ir f a l a r de sa n gu e e fe c h a os olhos pa ra não v e r o m al. S I 45 . A resposta para a pergunta deles requer o tipo de estilo de vida que o Velho Testamento enfatiza e o Espírito Santo torna possível aos crentes nascidos de novo. loterias. qu e sa cod e das su a s m ãos todo o p resen te. as fo r ta lez a s das rochas serã o o seu alto refú gio.16 13 O qu e an da em ju s tiça e q u e f a l a com retidão. jogatinas. Ele quer que nós continuemos falando “o que é certo”. que recusemos a escutar qualquer coisa que venha a prejudicar outras pessoas. M as a conexão com o versículo precedente indica que o Rei é o M essias (veja 32. qu e arrem essa p a ra lon ge de si o ga n h o de opressões.1— Ele reinará em distâncias longínquas. .6).). e as su a s á gu a s serã o certas. cf. Ele também quer que nós recusemos subornos.

18 O teu coração considerará em assombro\ dizendo: O n de está o escrivãoP O n d e está o pa gad or? O n d e está o que conta as torres?

Naquele dia a mente de cada pessoa “considerará em assombro” o terror anterior: tal como foi causado pelos assírios. Eles estarão perguntando: “Onde está o escrivão”, quer dizer, o chefe dos escriturários (Heb. sopher), aquele que registrou os nomes dos levados cati­ vos; “onde está o pagador”, pesando e registrando o tributo; e “onde está o oficial” registrando o número das torres demolidas (ou a se­ rem demolidas)? O terror do inimigo estará findo.
19 N ão verá s m a is aq uele p o v o cru el, p o v o d e ja la tão p ro fu n d a , qu e não se p o d e perceber, e de lín gu a tão estranha, que não se p o d e entender.

As lições ensinadas pelos assírios com o seu idioma estrangeiro e língua estranha e gaga (2 8 .1 1 ) não precisarão ser aprendidas nova­ mente. Os assírios arrogantes serão castigados pelos seus pecados.
20 O lha p a ra Sião, a cid a d e das n ossas solen id ades; os teu s olhos verã o a Jeru sa lém , habitação quieta, tenda que não será d errib a da, cu ja s estacas n u n ca serã o arran cad as, e das su a s cord a s n e­ nh u m a se quebrará.

Quando eles vêem o Rei (v. 17), eles poderão olhar para Sião, a cidade onde entraram na presença do SE N H O R para celebrar as sole­ nidades (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos —os festejos dos pere­ grinos que os convocam para vir a Jerusalém, Êx 23.14— 17). A cida­ de santa será um lugar quieto e pacífico. Isaías compara isto a uma “tenda que não será derribada”, pois suas “estacas nunca serão ar­ rancadas”, e sua segurança pelas cordas de tenda que nunca serão quebradas.3 Isto, para o israelita antigo, retratava um estado ideal. Somente o Messias pode trazer tal paz.
21 M as o Sen hor ali n os será g ra n d io so , lu ga r de rio s e co r r en ­ tes largas; barco n en h u m de rem o p a ssa rá p o r eles, n em n a vio g r a n d e n a vega rá p o r eles.

M ais importante, “o SE N H O R ali nos será grandioso”, presente com o seu povo em majestade. A falta de embarcações nos “rios e correntes” parece indicar que eles têm tudo o que precisam porque o S e n h o r está lá (cf. SI 46.4— Ez 47.1-5). Não haverá nenhuma 5; necessidade de sair pelo mundo buscando as suas riquezas como os navios de Salomão fizeram (I Rs 10.22).
22 P orque o Senhor é o n osso J u iz ; o SENHOR é o n osso L egis­ lador; o Senhor é o n osso R ei; ele n os salvará.

O S e n h o r é suficiente para todas as necessidades: Ele é o Juiz, Legislador e Rei. Isaías enfatiza que Ele irá salvar, libertar, e dar to­ das as bênçãos da sua salvação. O louvor está contido neste versículo. Ele é digno de todo louvor!

23 A s tu a s cord a s estão f r o u x a s ; não p u d era m ter f i r m e o seu m astro, e vela não esten d era m ; então, a p resa de ab u n d a n tes despojos se rep a rtirá ; e a té os cox os rou b a rã o a presa. Alguns comentaristas entendem este versículo como uma descri­ ção da Assíria em termos de um navio que “entra nas santas águas de Sião” e é naufragado.4 M ais precisamente, o versículo retorna aos dias de Isaías e retrata Jerusalém como um navio em péssimas condi­ ções por causa dos ataques assírios, contudo vitorioso, dividindo o espólio. Embora manquejando, leva a pilhagem. O versículo anterior dá o segredo da sua vitória: Deus é o Rei.
24 E m o ra d o r n en h u m dirá : E n ferm o estou ; p o rq u e o p o v o que ha bitar nela será ab solvido da su a iniqüidade.

Isaías olha agora para o futuro. Porque Deus é o Rei na era milenial futura e proverá divina saúde, nenhum habitante de Jerusalém dirá: “enfermo estou”. Todo o seu pecado e culpa também será “perdoa­ do” (Heb. rísu ; levantado, quer dizer, tirado pela expiação que Deus proverá através de Jesus, o qual seria levantado na cruz). Haverá total bem-estar para os indivíduos e para a sociedade como um todo.

2. A IRA DE DEUS SOBRE AS NAÇÕES 3 4 .I-I7

a. Juízo sobre Todas as Nações 34.1— 4
1 C h ega i-v o s, nações, p a ra o u v ir; e vós, povos, escu ta i; ou ça a terra, e a su a plen itu de, o m u n d o e tu d o q u an to produz .

A chamada em 33.13 aos que estão distantes e próximos para escutar é seguida por outra chamada que é até mesmo mais compre­ ensiva. Agora não somente é para todos os povos do mundo escuta­ rem, mas todos os que estão nele ( “a terra, e sua plenitude”) e “tudo quanto produz”. O juízo futuro afetará as pessoas, o mundo animal e o mundo vegetal. Mudanças tremendas acontecerão. 2 P orque a in d ign a çã o do SENHOR está sob re todas as nações, e o s e u j u r o r sob re todo o ex ército delas; ele as d estru iu totalm ente, en tre g o u -a s à m atança. Deus é longânimo, paciente, mas o tempo virá quando a sua ira estará pronta para explodir sobre todas as nações.5 A sua “indigna­ ção”, o seu ardente “furor”, ficará contra os exércitos destas nações. Ele “as destruiu totalmente” (Heb. hecberimam, “dedique-os ao juízo de Deus”, quer dizer, à completa destruição, como Jericó; Js 6.17). Haverá ali matança total (cf. Ap 19.21). ? E os seu s m o rto s serã o arrem essa dos, e dos seu s co rp o s su b irá o m a u cheiro; e com o seu sa n gu e os m o n tes se derreterão. Esses mortos golpeados serão jogados fora, “arremessados”, não lhes sendo dado nenhum enterro apropriado, de forma que os seus corpos serão deixados a exalar mau cheiro e a deteriorar-se. Isto era considerado uma desgraça terrível. Como pecadores eles sofrem os resultados do seu pecado. O quadro de montes ensopados [Heb. namassu, “derretidos”] com o sangue deles indica a sanguinolenta ero­ são do solo pela morte súbita de tantas pessoas.
4 E todo o ex ército dos céu s se g a sta rá , e os céu s se en rola rã o

co m o u m livro, e todo o seu ex ército ca irá co m o ca i a fo lh a da v id e e co m o cai o f i g o da fig u e ir a .

O juízo afetará toda a criação. As estrelas, referidas aqui como “o exército dos céus”, serão dissolvidas, (H eb. namaqqu, “enco­ lhendo continuam ente”). O enrolar de um livro tem o mesmo significado da figura de enrolar um pergam inho de couro, ou seja, fechar o livro. As estrelas e os planetas cairão para a ruína como folhas murchas (cf. Ap 6 .1 2 — ) ou como figos secos. O Deus 14 que criou os céus e a Terra pode desintegrar todas as galáxias. O cum primento disto preparará o caminho para um novo céu e nova terra (Ap 2 0 .1 1; 2 1 .I ).6 b. Juízo Especial sobre Edom 34.5— 17 5 P orque a m in h a espada se em b ria gou n o s céu s; eis q u e sobre E dom d escerá e sob re o p o v o do m eu anátem a, pa ra ex ercer ju íz o . Agora Deus fala. A sua “espada” é usada para atacar os indiví­ duos. A sua espada divina trouxe juízo no céu (sobre as forças satâ­ nicas) e então focaliza em Edom como representante dos inimigos do povo de Deus. Deus os destruiu totalm ente (lit., eles estão de­ baixo da “condenação” ou “anátem a” de Deus — sentenciados à destruição). Edom (os descendentes de Esaú) recusou-se a deixar os israelitas sob o comando de M oisés passarem pelo seu território (N m 2 0 .1 4 — 1 ) e freqüentemente mostrava animosidade para com 2 Israel. Obadias os condenou pela conduta antagônica quando os árabes e os filisteus atacaram Judá e Jerusalém em 845 a.C. (2 Cr 2 1 .1 6 ,1 7 ). Ele também os tratou como representantes de todas as nações que sofrerão o juízo no D ia do SENHOR (O b 1 5 , 1 6 ). Amós falou a respeito da destruição de Edom (1 .1 1 ,1 2 ). Depois das de­ predações dos assírios e babilônios “os edomitas gradualm ente se moveram através da Arábia... onde eles foram conhecidos como idumeus. Pelo quarto século a.C.,... o território edomita... tinha

caído sob a dominação dos... nabateus”, um povo árabe que tinha se estabelecido ali.7 (Entre os descendentes dos idumeus estava o rei H erodes.) 6 A espada do SENHOR está cheia de sangue, está cheia da g o r d u ­ ra de sa n gu e de co rd eiro s e de bodes, da g o r d u r a d os rin s de ca rn eiro s; p o rq u e o SENHOR tem s a c r f í c i o em B ozra e g r a n d e m a ta n ça na terra de E dom. O sangue e a gordura dos sacrifícios sempre eram dedicados ao SE N H O R . A gordura era considerada a melhor parte da carne (cf. Lv 3.9-11,14— 16). Para estes pecadores cujos sacrifícios eram sem sen­ tido, o sangue e a gordura nutririam apenas a sua espada, tornandoa mais preparada para trazer juízo. A capital de Edom, Bozra, aproxi­ madamente quarenta e três quilômetros a sudeste do mar M orto, foi escolhida para um juízo especial. 7 E os u n icó rn io s descerã o co m eles, e os bezerros, com os to u ro s; e a su a terra beberá sa n gu e a té se fa r ta r , e o seu p ó de g o r d u r a se encherá. Até mesmo os “bois selvagens” (A R A ) serão mortos com os be­ zerros machos e touros que normalmente seriam sacrificados.8A ter­ ra beberá o sangue deles, “e o seu pó de gordura se encherá” —pois o sacrifício será juízo, não redenção.
8 P orque será o dia da vin ga n ça do SENHOR, an o de retribu ições, p ela luta de Sião.

Deus tem um dia de “vingança” (Heb. naqam, “recompensa”), um ano de “retribuições” ou determinação de reivindicações em nome de Sião, pois Sião tem tima causa ou “luta”, um caso contra Edom. Isto implica juízo sobre todos os que são inimigos de Deus e da sua Palavra.
9 E os seu s rib eiro s se tra n sfo rm a rã o em pez, e o seu pó, em en x ofre, e a su a terra, em p ez ardente.

Edom freqüentemente se opunha a Israel e Judá (O b 10). Os ribeiros de Edom se transformam em “pez” ou piche e o seu pó se tornando “em enxofre” flamejante e a terra transformando-se “em pez ardente” significa que a terra de Edom se tornaria como Sodoma e Gomorra.
10 N em de n oite n em d e dia, se apagará; p a ra sem p re a sua fu m a ç a su b irá ; de g era çã o em g era çã o será assolada, e de sécu lo em sécu lo n in gu ém p a ssa rá p o r ela.

A ruína de Edom é declarada enfaticamente como sendo para sempre. As pessoas não viverão lá ou até mesmo sequer continuarão a passar por ela. Provavelmente mesmo no M ilênio ela permanecerá como uma constante lembrança aos povos a respeito do santo juízo de Deus.
1' M as o p elica n o e a co ru ja a possu irã o, e o b u fo e o co rv o habitarão nela, e ele esten d erá sob re ela co rd el de co n fu sã o e n ív el d e vaidade.

Pássaros cerimonialmente imundos (provavelmente várias espéci­ es de corujas, pelicanos, gralhas e corvos) viverão lá. Deus estenderá sobre a terra a linha de medir ou “cordel [cf. 28.17; Am 7.7,8] de confusão” (Heb. tohu, “vazio”) e o prumo ou “nível de vaidade” (Heb. ‘avne bohu, “pedras sem formas” em contraste com pedras lavradas). Tohu e bohu são as mesmas palavras usadas em Gênesis 1.2 para des­ crever o estado da terra antes que Deus lhe desse forma (terra seca, continentes) e começasse a encher os lugares vazios de criaturas vivas. A terra de Edom se tornou um deserto, mas o seu julgamento final ainda está por vir.
12 E les ch am arã o ao rein o os seu s nobres, m a s n en h u m haverá, e todos os seu s p r ín cip es não serã o coisa nenhum a.

Nenhum do nobres estará por lá para proclamar o reino de Edom, e todos seus príncipes já não existirão.

13 E, n os seu s p a lá cios, crescerã o espinhos, u rtiga s e ca rd os nas su a s fo rta lez a s; e se rá u m a habitação de dragões e sa la p a ra os f i lh o s do avestruz.

Sem nenhuma pessoa presente, ervas daninhas, animais selvagens e pássaros irão tomar conta das deterioradas ruínas de palácios e fortalezas. Edom não mais será um reino.
14 E os cães bravos se en con trarã o com os ga to s bravos; e o sátiro clam ará ao seu com panheiro; e os an im ais n o tu rn os ali p ou sa rã o e acharão lu gar de rep ou so para si. 15 Ali, se an inhará a m élroa, e porá os seus ovos, e tira rá os seu s filh otes, e os recolherá debaixo da sua som bra; tam bém a li os abutres se ajuntarão u n s com os outros.

Animais selvagens e pássaros viverão lá, acasalando-se e cuidando de seus filhotes sem nenhuma perturbação de seres humanos. H á algumas controvérsias entre os estudiosos e eruditos sobre a identi­ dade de alguns dos animais. Tudo o que nós sabemos com certeza é que alguns deles são criaturas noturnas.
16 B u s c a i n o liv r o d o SENHOR e led e; n en h u m a d esta s co isa s fa lh a r á , n em u m a n e m o u tra f a lt a r á ; p o r q u e a su a p r ó p r ia b oca

o ord en ou , e o seu esp írito m esm o as a ju n tará.

Ao comando para escutar (3 4.1), Isaías adiciona agora o seguinte mandamento: “Buscai [Heb. dirshu, “buscai”] no livro do SE N H O R , e lede”. A referência parece estar considerando os versículos preceden­ tes. Isaías registrou as suas profecias. Estas saíram da sua boca pelo Espírito Santo de Deus, e pelo mesmo Espírito seriam cumpridas. Edom foi posteriormente dominado pelos árabes e depois, em 106 d.C., por Roma.9 Petra (Sela), sua cidade mais famosa, ainda é uma ruína. O juízo de Deus sobre as nações durante a Grande Tribulação virá seguramente da mesma maneira.
17 P orque ele m esm o la n çou as so rtes p o r eles, e a su a m ã o lhes rep a rtiu a terra co m o cord el; pa ra sem p re a p ossu irã o, d e g e r a ­ çã o em gera çã o h abitarão nela.

Deus lançou as sortes por eles e a repartiu para eles com o cordel (cf. v .II; 28.17; Am 7.7,8), quer dizer, dando-a aos animais selva­ gens e pássaros imundos por herança. Esta será sempre deles.

3. A T E R R A E 0 POVO RESTAURADOS 3 5 .1 -1 0
a. O Deserto se Alegrará 35.1,2
1 O deserto e os lu gares seco s se a legra rã o co m isso; e o erm o ex u lta rá e flo r e s c e r á co m o a rosa.

Outra bonita revelação de glória futura e bênção segue a profecia de juízo. Em contraste com a devastação que acontecerá a Edom, o povo de Deus verá o deserto e a terra seca regozijando-se com nova vida, florescendo como a “rosa” (ou asfódelo, um lírio com longas ramagens de flores). Alguns aplicam isto ao retorno da Babilônia sob o comando de Zorobabel, mas tal restauração jamais aconteceu na­ quela época. O juízo sobre a terra prepara para as bênçãos mileniais. 2 A b u n d a n tem en te flo r e s c e r á e tam bém regu rg ita rá de a legria e ex u lta rá ; a g ló r ia do L íbano se lhe deu, bem co m o a ex celên cia do C a rm elo e de S arom ; eles v erã o a g ló r ia do Senhor , a ex ce­ lên cia do n osso D eu s. O povo de Deus verá uma abundância de flores e o próprio deserto gritar entusiasticamente de alegria. A “glória do Líbano” é a sua flores­ ta. A “excelência do Carmelo e Sarom” é a sua fertilidade e frutos maravilhosos. Em vendo tudo isso no deserto, o povo redimido de Deus estará vendo a glória do SENHOR, “a excelência de nosso Deus” que veste a terra. b. Encorajamento para Pessoas que Sofrem 35.3— 7 3 C o n fo rta i as m ã os f r a c a s e fo r ta le c e i os jo elh o s trem entes. Os comandos aqui insinuam que o povo de Deus precisa de for­ ças para reivindicar o que Ele tem provido para eles. “M ãos fracas” pressupõem desânim o e falta de poder e hab ilidade. “Joelhos

irementes” indicam fraqueza que impede as pessoas de darem um passo à frente e buscarem a Deus.
4 D iz ei aos tu rb a d os de cora ção: E sfo rça i-v o s e não tem ais; eis qu e o vosso D eu s v irá com vin ga n ça , co m recom p en sa de D eu s; ele v irá , e v o s salvará.

Os que estão com os corações turbados e assombrados precisam ter alguém para lhes dizer para serem fortes, para deixar de estarem amedrontados, pois Deus está presente. Ele virá “com vingança” por­ que o seu povo tem sofrido e com retribuição divina pelo que os seus inimigos lhes fizeram. Pois Ele virá, salvá-los-á e os transformará. Corações e vidas mudados será algo até mesmo mais sobrenatural do que o deserto que floresce (veja v.2). 5 Então, os olhos d os cegos serã o abertos, e os o u v id o s dos su rd o s se abrirão. Então serão abertos os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos. Jesus usou esta passagem como evidência de que Ele é o Messias (M t 11.4,5; Lc 7.22). Presentemente a cura divina traz somente um antegosto disto. No entanto, quando Ele retornar haverá o cumpri­ mento cabal. Então a cura será mais que temporária; o corpo experi­ mentará plena redenção (R m 8.23). 6 Então, os cox os sa lta rã o co m o cervos, e a lín gu a dos m u d o s can tará, p o rq u e águ a s arreb en ta rã o no deserto, e ribeiros, no erm o. As pessoas mancas saltarão como os cervos e a língua dos mudos cantará de alegria. A restauração verá água jorrando aos borbotões como poços artesianos no deserto e como os ribeiros no deserto de Arabá, ao sul do mar M orto. 7 E a terra seca se tra n sfo rm a rá em tanques, e a terra seden ta em m a n a n cia is de águ a s; e n a s habitações em que ja z ia m os ch acais ha verá erv a com ca n a s e ju n co s.

A areia ardente do deserto será substituída por tanques de água e o solo sedento terá fontes artesianas ou mananciais de águas. No lugar onde estava a casa dos chacais haverá erva, canas e juncos de papiro —uma completa mudança, um milagre dado por Deus. c. O Caminho Santo 35.8— 10 ÃE ali h a verá u m alto cam in ho, u m cam in h o qu e se ch am ará O C a m in h o S anto; o im u n d o n ã o p a ssa rá p o r ele, m a s será p a ra o p o v o de D eu s, os cam in han tes, até m esm o os loucos, não errarão. O propósito de Deus em criar ribeiros no deserto é abençoar as pessoas. Por toda esta terra restaurada haverá um grande “caminho” (c f 19.23), chamado de “O Caminho Santo”. Nenhuma pessoa imunda viajará por ele. A N V I indica que “os insensatos não o tomarão” (ou, o significado pode ser que nenhum simplório será confundido ou se perderá nele ou errará o caminho; veja Ex 23.4 onde o verbo é usado a respeito de um jumento que está desgarrado vagando). De fato, este será para todos os redimidos, pois eles estão todos limpos (Jo 15.3), e ninguém que viaje nele, até mesmo um simplório, irá se perder ou en­ contrar perigo. Quão diferente das estradas nos tempos antigos fre­ qüentemente usadas por exércitos dos inimigos e onde os ladrões às vezes espreitavam (cf. a Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.30— 37). 9 Ali, não h a verá leão, n em a n im a l f e r o z su b irá a ele, n em se ach ará nele; m a s os rem id o s a n d a rã o p o r ele, Nos dias de Isaías as trilhas irregulares e acidentadas através do deserto eram ameaçadas por animais selvagens perigosos. Tudo isso será mudado. Nenhum leão ou “animal feroz” estará lá para ameaçar os que viajam no caminho santo. S ó os redimidos do SE N H O R viajarão nele. Os “redimidos” são os resgatados ou comprados de volta pelo g o ‘el, o “Parente-Redentor”. A responsabilidade primária do g o ‘d era resgatar o seu parente íntimo de alguma dificuldade, perigo ou dívida. Um aspecto disto era restabelecer a propriedade e os direitos de uma viúva. Isto era realizado pelo parente masculino mais próximo, que a

lomava como esposa. No livro de Rute, Boaz se tornou o g o ‘el. Quando I)eus é reconhecido como o g o ‘à de seu povo, Ele se posiciona em sua defesa e os vindica. Especialmente em Isaías (e nos Salmos, e nos livros dos profetas Jeremias, Oséias e Zacarias) Deus como o g o ‘el resgatou o seu povo da escravidão do Egito e os continua resgatando ou redimindo, desfazendo as suas transgressões “como a névoa” da manhã e os seus pecados “como a nuvem”. Então Ele chama: “Torna-te para mim, porque eu te remi” (44.22). Sempre que há arrependimento e o Espí­ rito é derramado nos tempos de refrigério, como prometido em Atos 3.19, nós podemos ter um antegosto das bênçãos do Caminho Santo que Ele proverá no M ilênio.10
10 E os resg a ta d o s d o SENHOR v o lta r ã o e v ir ã o a S ião co m jú b ilo ; e a leg r ia eter n a h a v erá so b re a su a ca b eça ; g o z o e a leg r ia a lca n ça rã o , e d eles f u g i r á a tristez a e o g e m id o .

Os resgatados são mais adiante definidos como os “resgatados do S e n h o r ” . Ele é o Redentor que pagou o preço pela redenção deles e os liberta da escravidão do pecado. Eles retornarão e entrarão em Sião com brados de júbilo, e a alegria eterna estará nas suas cabeças — uma coroa melhor que uma coroa de ouro. A alegria que os faz exultar e deliciar os alcançará. Eles não terão que buscar alegria; esta os al­ cançará. As dificuldades que atormentam ou produzem suspiros, ou gemi­ dos, fugirá deles. N ada perturbará a alegria dos resgatados. Deus terá feito uma restauração completa tanto dos povos como da terra. Os resultados do pecado terão sido removidos.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. Em que bases o remanescente justo fundamenta suas petições em 33 .2 -9 ? 2. Quais são as características da pessoa justa em 33.14— 16?

6 se aplica ao ministério de Jesus? (Veja M t 11.15 e 35. 19 90 ). 4 S. RJ: CPAD. 2 9 8 . 3 O povo no tempo de Jeremias pensava que isto se aplicava a Jerusalém nos seus dias.4. 19 9 5 ). O que estará envolvido no juízo final da Terra? 5.3. 4 8 5 . Qual é o significado do juízo sobre Edom? 7. Como 35.6— 10? CITAÇÕES 1 O hebraico fs h u a h pode tam bém significar libertação. Schoville. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. s Estas são as nações que serão deixadas depois que a Igreja for tom ada no tempo da ressurreição e arrebatamento. B. W idyapranaw a.16. O que no capítulo 35 olha à frente para o M ilênio? 11. 8 Alguns entendem que os bois selvagens e touros sim bolizam os exércitos das nações e os seus líderes. . Por que Isaías mencionam o livro do S e n h o r em 34. Lc 7. Biblical Archaeology in Focus (G rand R apids: Baker Book H ouse.22) 10.5. Qual é a relação entre a vingança de Deus e a sua salvação? 12. 303. 1 9 8 2 ). H. 7 Keith N. Esta era um a m á aplicação da profecia. Que conexão você vê entre 32. O que está subtendido na dissolução das estrelas e como isto poderia ser cumprido? 6. 2 Alguns entendem que isto significa sacerdotes.5.17? 8. Quem é o rei e o que nós aprendemos na parte posterior do capítulo 33 a respeito do reino? 4. 210. H orton. Eles pensavam que poderiam pecar e rejeitar as profecias de Jere­ mias e que Deus jam ais deixaria qualquer coisa acontecer a Jerusalém. Eerdmans. 6 Stanley M . The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . Que aplicações do capítulo 35 podemos fazer para os nossos dias? 9.

* Schoville. . 4 8 5 . 10 O grego de Atos 3.19 indica que esses tempos de refrigério estão disponí­ veis até Jesus vir novamente. Biblical Archaeology.

C.13 a 20.1 1 H a con teceu .1-39.1-37.8 I.8 Os capítulos 36 a 39 às vezes têm sido chamados de o Livro de Ezequias.Ezequias e Senaqueribe 36. qu e S enaqueribe) rei da A ssíria} su b iu co n tra todas as cid a d es f o r t e s de J u d á e a s tom ou. A maior parte do que está escrito aqui também é encontrado em 2 Reis 18.C. 36. Senaqueribe Invade em 701 a. AS CIDADES DE JUDÁ CAPTURADAS 36. Devido a . n o an o d écim o -q u a rto do rei TLzequias.21. Os fatos são registrados aqui como um teste­ munho para a veracidade das profecias de Isaías. A partir dos registros assírios está claro que a invasão de Senaqueribe foi em 701 a. A.

Ele deu uma especial atenção a Judá porque. e se dirigiu ao oeste. na direção oposta de Israel — Ezequias decidiu romper com a Assíria e não enviou mais nenhum tributo (2 Rs 18. quando Acaz morreu em 715 a. foi declarado como sendo o primeiro ano de Ezequias —assim o “ano décim o-quarto” foi 701 a. no mês primeiro. ele derrotou os filisteus e tomou o controle do território deles até Gaza (2 Rs 18.8).7). Tendo em vista que o Egito sob o comando de Piankhi parecia ter ganho força. Ezequias começou a reinar no seu próprio direito. assim os vinte e nove anos do seu reinado duraram até 686. Ezequias tentou detê-lo.C. e achou necessário dar a sua atenção à usurpação da Babilônia pelos caldeus —a qual estava ao leste. O seu real objetivo era a riqueza do Egito.C. Ezequias acei­ tou o tratado que o pai dele tinha feito (2 Rs 16.C. e 715 a.3 está escrito o seguinte: “Ele. Ezequias o pôs em ca­ deias e o aprisionou em Jerusalém.1 . Em 2 Crônicas 29. Quando o rei filisteu Padi de Ecron tentou impedir a cidade de se unir na revolta de Ezequias contra a Assíria. expulsando Merodaque-Baladã.. M as quando Senaqueribe subiu ao trono assírio em 705 a. mas ele ia tomando o controle de países no caminho. de acordo com os seus registros. apenas seis meses depois. Ao mesmo tempo.10).C.Ezequias ter reinado com o seu pai. Isto foi seguido por um grande reavivamento e da celebração da Páscoa. Senaqueribe recuperou o controle da Babilônia. (2 Rs 18. Nenhuma dessas coisas teria sido permitida pelo ímpio rei Acaz. no ano primeiro do seu reinado.. Acaz. Ezequias fez uma aliança com o Egito para a pro­ teção mútua deles contra a Assíria.C. abriu as portas da Casa do SEN H O R e as reparou”.7) e continuou pagando tributo. A morte dele tornou possível a inauguração de uma nova era. o sexto ano desse coreinado foi 72 2 a. Um a vez que Sargão II estava no trono da Assíria. No entanto. o quarto ano do reinado de Senaqueribe. recome­ çando novamente a conta do seu reinado. Porém.

ju n to ao ca m in h o do cam p o do . conclui a história das campanhas de Senaqueribe e depois retorna para a doença de Ezequias como um pano de fundo para a vinda dos enviados de Merodaque-Baladã.146 pessoas cativas.1). veja 2 Rs 20. M as a oração e as lágrimas de Ezequias trouxeram a promessa de Deus de mais quinze anos de vida e a garantia de que Deus livraria a ele e a Jerusalém “das mãos do rei da Assíria” (38. e ele p a ro u ju n to ao ca n o do tanque m a is alto.2 Os anais de Senaqueribe declaram que ele capturou 46 delas e ainda muitas aldeias não fortificadas e levou 200. os quais Ezequias pagou levando toda a prata do templo do SE N H O R como também dos tesouros do palácio real e tirando o ouro das portas e batentes das escadarias do templo. o rei da A ssíria en v io u R absaqué.2-20 2 E ntão.14— acrescenta que enquanto Senaqueribe estava si­ 16 tiando Laquis. desde L aquis a J e r u ­ salém .Mas os anais de Senaqueribe contam como ele conquistou Ecrom. o qual tinha procla­ mado a si próprio rei da Babilônia pela terceira vez. dispersou as outras tro­ pas mercenárias que Ezequias tinha contratado. Senaqueribe exi­ biu trezentos talentos (aproximadamente dez toneladas métricas) de prata e trinta talentos de ouro. derrotou um exército egípcio em Elteque (aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém). Ezequias declarou isto ao povo para encorajá-lo a que colocasse a sua fé no SE N H O R .6). tudo o que me impuseres levarei”. 2. tanto em 2 Reis como em Isaías. ao rei E zequias co m u m g ra n d e ex ército. o qual foi restabelecido depois ao trono dele em Ecron. cerca de quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém.1.3 2 Reis 18.5. Ezequias enviou uma mensagem a ele dizendo: “Pequei. A Bíblia. AS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 36.4 Deve ter sido nesta ocasião que Ezequias ficou doente e foi avisado por Isaías que iria morrer (38. e então virou a sua aten­ ção para as “cidades fortes de Judá” (atacando e capturando todas elas). retira-te de mim. Senaqueribe também escreveu que ele forçou Ezequias a libertar Padi.

Eles pararam fora dos muros (vv. o escrivã o. Sebna (que era o secretário. provavel­ mente o secretário de Estado).filh o de H ilquías. ele quebrou o seu tratado e enviou o seu comandante-em-chefe (Heb. dizei a E zequias: A ssim d iz o g r a n d e rei. se a lgu ém se a p oia r nele. Senaqueribe estava certo de que o “conselho e poder para a guer­ ra” de Ezequias já se tinham provado sem sentido diante dos seus exércitos. tentando demolir através de ridículo a confiança e fé que Ezequias tinha depositado no SE N H O R . pois. Mas ele não se referiu a Ezequias como rei. e Joá (o escrivão. agora. e lha fu r a r á . Quando Senaqueribe ouviu que Ezequias estava falando ao povo que Deus os livraria. Assim. o rei da A ssíria: Q u e co n fia n ça é esta qu e tu m a n i­ f e s t a s ? 5 B em p osso eu dizer: teu con selh o e p o d er p a ra a g u e r r a são apenas vã s p a la vra s: em quem . qu e co n ­ tra m im te rebelasP O comandante-em-chefe chamava Senaqueribe de “o grande rei”. o m ord om o. que. como tantos ditadores terrenos. “R absaqué”. assim é Faraó. sa iu a ele E lia q u im . a saber. ele apa­ rentemente decidiu que tinha cometido um erro deixando para trás uma cidade fortificada. 6 E is qu e co n fia s na q u ele bordão de can a quebrada.lavandeiro. lhe en tra rá p ela m ão. con fias. rab-shakeh. . e Sebna. ou secretário que cuidava dos registros públicos) saíram para encontrá-lo. 3 Então. ARA e A RC ) com um grande exército para Jerusalém. no Egito.12) e Eliaquim (que tomava conta do palácio). p a ra com tod os os qu e nele co rfia m . o chanceler. e J o á . rei do Egito. 4 E R absaq ué lhes disse: O ra. Ele estava de fato dizendo que Ezequias era tolo em depen­ der de qualquer um para ajudá-lo na sua rebelião contra Senaqueribe.filh o de Asafe. Eles pro­ vavelmente ousaram fazer isto em virtude do tratado anterior feito com Senaqueribe.11. Senaqueribe tinha os seus espiões e logo soube a respeito da doença de Ezequias e da sua recuperação. Então ele prosseguiu com a mensagem de Senaqueribe.

A demanda para oferecer sacrifícios unicamente no templo em Jerusalém era proposi­ tada para ser um testemunho ao mundo pagão de que havia apenas um verdadeiro templo. realmente zombando também de Deus. se m e disseres: N o Senhor . esses san tu ário s tin h am sido p o p u lares antes do reavivamento. pois. esta oferta era um . Ezequias tinha retirado os altares e lugares altos que antigamente foram dedicados a Baal (veja 2 Rs I 8 . n osso D eu s. Tal adoração era uma abominação ao SE N H O R e Ezequias tinha razão em destruir esses santuários (cf. refén s ao m eu senhor.I Senaqueribe também tinha razão em dizer que era tolice depen­ der do Egito. p o rv en tu ra . Dt 12. Porém. con fia m os. 8 O ra. e dar~te~ei dois m il cavalos. agora. e Senaqueribe esperava que houvesse ainda lá senti­ mento suficiente por estes entre as pessoas comuns. porque há somente um verdadeiro Deus. A comparação de se apoiar em um “bordão de cana quebrada” (algo que não só quebraria mas perfura­ ria a mão do que neste se apóia) simbolizava que Faraó não só não poderia ajudar.I — 4). de modo que poderiam ser encorajadas para que não escutassem a Ezequias. O comandante do exército assírio pediu então a Ezequias que fizes­ se uma barganha com Senaqueribe: ele conseguiria dois mil cavalos se este pudesse montar os cavaleiros neles. Durante o grande reavivamento. 7 M as. dá. o rei da A ssíria. Contudo. mas também tiraria vantagem dos que dependessem dele e se voltaria contra eles. mas eles adulteraram essa adoração incluindo os deuses pagãos dos altares. Senaqueribe não entendeu o essencial.2-14). Os israelitas os tinham transformado em lugares para adoração do SE N H O R . se tu p u d e r e s d a r ca va leiros p a ra eles. No entanto. não é esse aq uele cu jo s altos e cu jo s altares E zequias tirou e disse a J u d á e a Jeru sa lém : Perante este altar vos inclinareis? Senaqueribe sabia o que estava acontecendo em Jerusalém e niti­ damente criticava Ezequias. Ele provavelmente soube que Isaías tinha advertido o povo a não confiar no Egito.

Ciro fez isto quando estava chegando a Babilônia. ele estava falseando a verdade em uma tentativa para intim idar o povo.5). nas quais Deus dissera que a Assíria era uma vara na sua mão irada (1 0.) 9 C om o. tinham-no enviado para libertá-los do mau governo de Nabonido e Belsazar. Tudo o que ele queria era a rendição de Jerusalém.escárnio. dando ao próprio Ciro uma entrada triunfal completa com ramos de palmeira. p a ra destruí~ la ? O Senhor m esm o m e disse: S obe co n tra esta terra e d estró i-a . Sem dúvida que ele conhe­ cia as profecias anteriores de Isaías. porém. Render-se e juntar-se ao exército assírio seria uma situação muito melhor do que depender do Egito “por causa dos carros e cavaleiros”.5 M as Senaqueribe não era tão sutil. sem o Senhor co n tra esta terra. en­ quanto este continuava a sua marcha para o Egito. Assim. Parte da guerra psicológica dos reis antigos era declarar que os deuses dos povos que eles estavam atacando tinham lhes enviado para que fizessem isto. a qual era contra a Assíria. reivindicando que os deuses deles. não p o d en d o tu v o lta r o rosto a u m só p r ín cip e dos m ín im o s serv o s do m eu senhor. p o r ca u sa dos ca rro s e ca va leiro s? O comandante assírio enfatiza que Jerusalém não poderia resistir nem sequer a uma pequena unidade liderada pelo menor dos oficiais de Senaqueribe. Ciro foi bem-sucedido nisto e os habitantes da Babilônia abriram os portões da cidade e deram boas-vindas ao seu exército. Este era de fato um convite para rendição e alistamento no exército de Senaqueribe. co n fia s no Egito. (Era comum aos assírios convidarem os povos conquistados a se alistarem no exército deles e recuperar as suas perdas no próximo lugar de conquista. . Bel e Nebo. Ele reivindicava que o SE N H O R o tinha enviado para que destruísse Judá. 10 E su b i eu. O comandante sabia que Jerusalém não tinha bastante solda­ dos deixados para pôr dois mil deles nos cavalos. agora. ele não prestou atenção ao restante da profecia.

p a ra qu e c o ­ m a m co n vo sco o seu esterco e bebam a su a u r in a ? A resposta do comandante foi até mesmo mais ameaçadora e rude. até que lá não houvesse mais nada para comer ou beber. e Sebna. disse E liaquim . Ele percebeu que Ezequias e os líderes de Jerusalém não pretendiam ceder. do rei da A ssíria. 15 N em ta m p ou co E zequias v o s f a ç a co n fia r no SeNHOR. Ele estava espe­ rando que pudesse lançar o povo em pânico. n os livra rá o SENHOR.6 Antes . do comércio. 14 A ssim diz o rei: N ão v o s en ga n e E zequias. p a ra d iz er estas p a la vra s? E não. As palavras do comandante-em-chefe claramente mostram que a doença de Ezequias veio após o seu pagamento de tributo. porque eles não queriam agitar os habitantes de Jerusalém que estavam sentados sobre os muros e que poderiam espalhar as ameaças do comandante por toda a cidade. A delegação da parte de Ezequias pediu ao comandante-em-chefe dos assírios que falasse em aramaico ( “siríaco”). e J o á a R absaqué: P ed im o ste qu e f a l e s aos teu s serv o s em siríaco. o Grande. m a n d o u -m e o m eu sen h o r só ao teu sen h o r e a ti. dizendo: I rfa liv elm en te. aos h om en s que estão assen tados sob re os m u ros.11 E ntão. p o rq u e bem o en ten dem os. Então ele e o seu exército sitiariam Jerusalém e cortariam o abastecimento de suprimentos. 12 M as R absaq ué disse: P orven tu ra . e cla m ou em alta voz em ju d a ico. aos o u v id o s do p o v o que está sob re os m uros. e esta cid a d e não será en tregu e na s m ãos do rei da A ssíria. O aramaico era a língua dos negócios. 13 R absaqué. e não nos f a l e s em ju d a ico . M as era exatamente isso o que o comandante queria. antes. pois. e disse: O u v i as p a la vra s do g r a n d e rei. de modo que eles vies­ sem a pedir rendição. p o rq u e não vos p o d e­ rá livrar. da educação superior e da comunicação política entre os países desde antes da época de Abraão até ao tempo de Alexandre. se p ô s em pé.

e com a cada u m da su a v id e e da su a f i g u e i r a e beba cada u m da á gu a da su a cistern a .desse tempo ele estava confiando no Egito e não no SE N H O R .0 0 0 pessoas de lá. ele não reconhecia que o Senhor é fiel e que Ele pode livrar. 18 N ão v o s en ga n e E zequias. dizendo: O SENHOR n o s livrará. Novamente o comandante fala ao povo que não escute a Ezequias. Se eles fizessem a paz com Senaqueribe. p orq u e assim diz o rei da A ssíria: A lia i-v o s com igo e s a í a m im . porque há pouco ele tinha removido 2 0 8 . 17 a té que eu ven ha e v o s leve p a ra u m a terra co m o a vossa. Então ele levaria a efeito a política assíria de deslocar e reassentar populações inteiras. M as Senaqueribe tentou quebrar a confiança do povo nas promessas de Deus. ele os deixaria viver em paz até que voltasse desta campanha. 38). P orven tu ra . indubitavelmente esperando voltar triunfalmente do Egito. onde eles poderiam cultivar uvas e trigo da mesma forma como faziam na terra de Judá. . terra de trigo e de m osto. A in­ clusão do ouro e também da prata do templo mostrava que ele não estava confiando no S E N H O R quando fez o tratado com Senaqueribe. Ele provavelmente tinha a Babilônia em mente. e era uma prática assíria trans­ ferir outros povos para tomar o lugar dos cativos que foram desloca­ dos. Ele de fato estava chamando Ezequias de um enganador que não poderia ajudá-los. Ele prometeu que os levaria a uma terra tão boa quanto a própria terra deles. A cura de Ezequias e a promessa de Deus fizeram a diferença (veja cap. Deste modo os assírios esperavam desorientar e desmoralizar um povo —de modo que estes desistiriam de qualquer tendência para se rebelar. 16 N ão deis ou vid os a Ezequias. por declarar que Ezequias não os poderia livrar e que eles não deveriam deixar Ezequias persuadi-los a confiar no S e N H O R . No entanto. os deu ses das n a ções livra ra m cad a u m a su a terra das m ã os do rei da A ssíria? 19 O n d e estão os d eu ses de H am a te e de A rpade? O n d e estão os d eu ses de S efa rv a im ? P orven tu ra . terra de p ã o e d e vinhas.

confiarem em Deus.livra ra m eles a S am aria das m in h a s m ã o s? 20 Q u a is são eles.6. Os soldados mercenários que Ezequias tinha contratado foram dispersados. O povo não deu nenhuma resposta a estes insultos e ameaças. p a ra qu e o S enhor livra sse a J eru sa lém das m in h a s m ã o s? Novamente a mensagem de Senaqueribe refere-se à declaração de Ezequias da promessa de 38. juntamente com ele. os qu e livra ra m a su a terra das m in h a s m ãos. Ezequias tinha lhes ordenado que não respondessem. Até mes­ mo Samaria se tornou uma província assíria em 72 2 a. e Sefarvaim foram todas conquistadas e os seus deuses não as ajudaram. 0 POVO OBEDECE A EZEQUIAS 36. ele sugere que o SE N H O R não pode ser em nada diferente e não pode salvar Jerusalém das suas mãos. em sua arrogância ele ainda não entendia o essencial. um novo cora­ ção e um novo espírito esperavam por Isaías. e Arpade. Deus de fato os livraria. d en tre todos os deu ses desses países.21 21 M as eles ca la r a m -se e não lhe resp on d era m pa la vra. Ele não podia ima­ ginar que o Senhor Deus cultuado no pequeno país de Judá pudesse ser maior que os deuses adorados nos países que ele já havia conquis­ tado.C. 3. Os egípcios não eram nenhuma ajuda. Senaqueribe insinua que ele é maior do que qualquer deus. e alguns dos habitantes de Sefarvaim foram transferidos para ela. eles tomaram uma nova posição de fé. p orq u e havia m a n d a d o do rei. Por obedece­ rem ao rei. Ele logo seria capaz de . Ele também estava sugerindo que seria muito melhor para Jerusalém se eles se rendessem. Os deuses desses países não tinham sido capazes de salvar as suas terras do grande rei de Assíria. Ele lembra Jerusalém que as cidades de Hamate. assim. em Jerusalém. O povo de Judá que esperava poder derrotar os assírios fazendo uma aliança com o Egito tinha sido desacreditado. Agora. Contudo. dizendo: N ão lhe respon dereis. e. Portanto. no rio Orontes. no norte da Síria.

e fo r ç a não há pa ra os dar à luz. As ameaças de Senaqueribe eram sérias. Assim ele entrou publicamente no templo para buscar a ajuda prometida do SE N H O R . PROFETIZADA A MORTE DE SENAQUERIBE 36. o chanceler. cobertos de sacos de p a n o grosseiro. e de blasfêm i­ as. o profeta. ten do o u v id o isso o rei E zequias. Ele sabia que o seu pai. ra sgou as su a s vestes. 3 E dissera m -lh e: A ssim diz E zequias: Este dia é dia de angústia. o SENHOR. feito de pelo de cabra.) 4. viera m a E zequias com as vestes rasgadas e lhe fiz e r a m sa b er as p a la vra s de R absaqué. terá ou vid o as palavras . e aos an ciãos dos sacerdotes. o m ordom o. e a Sebna. o m ord om o. pronto para sitiar Jerusalém. Ele percebia que a sua única esperança esta­ va no SE N H O R .8 22 E ntão. e J o á . que tinham confiado na Assíria. e Sebna. Os três que tinham se reunido com o comandante então rasgaram as suas vestes — provavelmente eles rasgaram a frente de suas túnicas como um sinal de pesar e humilhação. e se co b riu de sa co de p a n o gro sseiro . como um reco­ nhecimento mais extenso da seriedade da situação. estavam errados. Ezequias também rasgou as suas roupas e vestiu-se de pano de saco (aniagem preta e grossa). a Isaías. o escrivão.filh o de A scfe. e de vitupérios. Então informaram a Ezequias o que o comandante tinha dito. 4 P orventura. e en tro u na C asa do SENHOR. o escrivão.22-37. Ele queria que o povo soubesse que ele ainda acreditava na promessa de Deus. teu D eus. (A nova atitude da sua audiência e a nova mensagem explicam a mudança de estilo e vocabulário.lhes dar o conforto do capítulo 40 e dos seguintes. O comandante-em-chefe tinha um exército grande. e o recente partido da guerra. 1 E a co n teceu que. f i lh o de Amoz. Acaz. E lia q u im . por causa da blasfêmia de Senaqueribe. 2 E o rei en vio u a E liaquim.filh o de H ilquias. p orq u e chegados são os filh o s ao parto.

em quem “força não há para os dar à luz”. teu D eu s. com as qu ais os serv o s do rei da A ssíria de m im blasfem aram . . Em tal caso. entregues pelo comandanteem-chefe. A comparação de uma mãe grávida na hora do parto.7 Ezequias lhe pediu que fizesse uma oração “pelo resto que ficou”. e ele o u v irá u m r u m o r e volta rá p a ra a su a terra . Ezequias reco­ nhecia que as palavras de Senaqueribe.e i ca ir m o rto à espada n a su a terra. 5 E os serv o s do rei E zequias viera m a Isaías. com uma mensagem reconhecendo o perigo. Eles deviam dizer para Ezequias que deixasse de ficar amedrontado a res­ peito da mensagem pela qual os “servos” (Heb. J a z e oração p elo resto que fic o u . e f á . metal e pedra). “filho de Amoz”. a desgraça ameaçada pelo comandante assírio. tem ou vido. A delegação que tinha ido ao encontro do comandante-em-chefe e os principais sacerdotes seguiram o exemplo de Ezequias e vestiram pano de saco. na are. “meninos” sem discernimento) de Senaqueribe tinham blasfemado do SEN H O R . Reconhecendo que Isaías estava em contato com Deus. Isaías tinha uma palavra confortante. Era muito tarde para orar pela liberta­ ção das outras cidades de Judá.de Rabsaqué. 7E is que p o r ei n ele u m espírito. e a inabilidade deles para prestarem algum socorro. para afron tar o D eu s vivo e pa ra o vitu p era r com as pa la vras que o SENHOR. morreriam a mãe e o bebê. significava que ela estava em uma situação desesperadora. seu amo. mas ainda havia um remanescente sobrevivendo em Jerusalém. 6 E Isa ía s lhes disse: A ssim d ireis a vosso am o: A ssim d iz o Senh or : N ão tem a s à vista das p a la vra s qu e ouviste. Porém.l o . estavam de fato ridicularizando o Deus vivo (em contraste com os deuses mortos de madeira. O rei os enviou então ao profeta Isaías. Ezequias esperava que Deus ouvisse e repreendesse Senaqueribe. a única esperança deles estava no SE N H O R . a quem en viou o rei da Assíria. Os servos de Ezequias foram ao encontro de Isaías e buscaram uma palavra da parte do SE N H O R .

C.8Este m ostra uma fila de homens e mulheres que saem da cidade com fardos nas suas costas.. que retratava a captura de Laquis e seu povo. Senaqueribe.C. Quando não houve nenhuma rendição. Arqueólogos acha­ ram um grande relevo de parede no palácio de Senaqueribe. é razoável acreditar que Senaqueribe levou os prisioneiros das cidades de Judá para B abilônia. ou mesmo o Egito. mas um anjo do SE N H O R cuidaria para que ele não chegasse tão perto de Jerusalém e voltasse a Nínive. onde morreria (veja 37. e uma vez que ele precisou esmagar a revolta em Babilônia. Eventualmente ele morreria em sua própria terra. em N ínive. O “rumor” era a notícia de que Merodaque-Baladã estava novamente assumindo o poder na Babilônia. Alguns estão deixando tributo ou espólio. R absaqué e achou o rei da A ssíria p eleja n d o contra L ibna. contu­ do. Ele celebrou esta cam panha de 701 a. pois. Vòltou.Deus poria um espírito em Senaqueribe e ele ouviria um certo rumor e voltaria à sua própria terra. o que incluía Babilônia como uma de suas capitais.10 Desde que Senaqueribe já tinha determ inado que parte dos tributos trazidos a N ínive fossem levados para Babilônia. De Laquis ele foi para Libna. ameaçaria Ezequias e Jerusalém novamente. Babilônia era mais importante para Senaqueribe do que Jerusalém. com issionando os artistas para retratá-la. (L aquis ti­ nha sido tom ada e destruída. de modo que ele voltaria à sua própria terra. em 688 a. A frente deles estão os cativos que são em palados em estacas afiadas.1 1 .. o comandante-em-chefe retornou e achou Senaqueribe lutando contra Libna.) En­ tão Senaqueribe ouviu falar a notícia a respeito de M erodaqueBaladã ter tomado Babilônia e se apressou em retornar para Nínive e para Babilônia. Outro grupo leva sacos e outros artigos nas mãos.9 Os registros da segunda cam panha de Senaqueribe inform am m uito claramente que ele m atou alguns cativos e deportou o restante naquele tem ­ po.36— 38). p o rq u e o u v ira qu e j á se havia retira d o de L aquis.

Que mensagem o Senhor proferiu e como esta foi cumprida? 7. 3 D aniel David Luckenbill. 2 :1 2 0 . 3 0 6 .. 2 Ibid. A descrição da doença também prepara para o cap. 2 vols. Por que Ezequias enviou pessoas vestidas em panos de saco ao encontro de Isaías? 6.C. O que Senaqueribe tinha realizado em Judá antes de ter enviado o seu comandante-em-chefe com um grande exército para Jerusa­ lém? 2. 33. Ancient Near Eastern Texts Relating to tbe Old Testament. 5 James B. teu D eus”.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 19 24 ). 1 9 2 6 -2 7 ). 3 1 5 -1 6 . 8 U m a cópia de tamanho natural disto pode ser vista no M useu O riental da Universidade de Chicago. Que evidência há para uma segunda campanha de Senaqueribe em 688 a.? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. Por que Senaqueribe disse que Ezequias estava enganando os ha­ bitantes de Jerusalém? 3.. . 2:121. 2 a ed. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. O que Senaqueribe pensava de si mesmo e a respeito do Senhor? 4. Ancient Records. 4 Luckenbill. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. ed. (Princeton: Princeton U niversity Press. 19 55 ). Ancient Records o f Assyria and Eabylonía. 2 :1 1 9 -2 0 . 4 que estes representantes do estado e do tem plo dizem “o S en h o r . 39 onde M erodaque-Baladã ouve falar a respeito da doença. 6 Observe que Isaías finaliza o relato das invasões de Senaqueribe antes de contar a respeito da doença de Ezequias. Como o povo respondeu à mensagem do comandante assírio e por que isto é significativo? 5. Pritchard. não “nosso D eus”. 7 Observe no v.

Downer. en viou m ensageiros a Ezequias. Isto pareceria estranho se Senaqueribe —tão implacável em retornar . 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. n. American Oriental Series.C.9 Charles M arston. e então retorna para a reconstrução anterior do templo. 19 16 ). 2 :1 1 8 . AS RENOVADAS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 37. (Veja também Esdras 4. Os registros de Senaqueribe mostram que ele esteve na Babilônia em 700. Isaías dá um passo à frente neste ponto para 688 a. Os escritores do Velho Testamento freqüentemente completavam um relato e então voltavam e davam detalhes de um evento anterior. B. “T he AddedYears o f H ezekiahs Life” Bibliotheca Sacra 80. O Exército de Senaqueribe É Dizimado e Senaqueribe É Morto 37. His Tmth Endureth: A Survey o f the Beginnings and o f OU Testament History in the Light o f Archaeological Discoveries (P hiladelphia: N ational Publishing Co. até que finalmente destruiu Babilônia em 689 a.d. 1 James W. State Letters o f Assyria. James C. onde Esdras fala da sua tentativa de reconstruir a cidade. rei da E tiópia. R obert H enry Pfeiffer. 19 35 ). e conclui o relato a respeito de Senaqueribe e Ezequias. Ancient Records. A ssim que o u v iu isso. Isto era feito freqüentemente no livro dos Reis. 187. The Bihle Comes Alive (N ova York: Flem ing H . no.9-38 I. 2 2 6 -2 8 .9.9-13 9 E o u v iu d iz er qu e Eiraca. 13 4 -3 5 . Revell.C. 79.8 e 37.) Agora. 10 Luckenbill. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah 1 (Londres: M organ & Scott.1 Ele expulsou Merodaque-Baladã e continuou em­ preendendo a guerra lá. não em uma condição debilitada. como isto foi interrompido. dizendo: H á um espaço de tempo cie cerca de doze anos entre 37.C. vol.. Isaías também faz uma pequena incursão aos eventos ocorridos en­ tre 701 e 688 a. 31 9 (julho de 1923): 2 6 9 . tinha sa íd o p a ra lhe fa z e r gu erra . 19 3 7 ). M uir. T h irtle. Benjamin R . mas com um exército poderoso.).

. — deixasse Ezequias calado “como um pássaro engaiolado” em Jerusalém e nunca voltasse. e proclamar a si próprio o rei da Arábia. em q u em confias.5 Tiraca chegou primeiro ao Egito em 6 9 0/ 6 89 a. rei de Ju d á . Senaqueribe aparentemente preten­ dia ir para Jerusalém e então descer pela costa para o Egito. M as nesta época ele passou pela Arábia e desceu pela parte sul da Judéia.C. o historiador grego.repetidas vezes à Babilônia. Novamente Senaqueribe blasfemou de Deus e negou a profecia de Isaías (3 8 . .6 ). dizendo: N ão te en ga ­ n e o teu D eu s. ele alistou compulsoriamente no seu exército alguns dos árabes conquistados e deslocou-se para encontrar Tiraca. Por isso ele enviou os mensageiros a Ezequias. o qual era o seu mais recente título.C. depois da destruição da Babilônia em 689 a. Senaqueribe mudou a sua atenção de Judá. com a idade de vinte anos. 10 A ssim fa la reis a E zequias. Senaqueribe tinha a firme expectativa de ocupar Jerusalém por este tempo. Ele co-reinou com Shebitku até 684 e continuou reinando até 66 4 a.C.2 Inscrições fragmentárias de Senaqueribe contam a respeito de uma campanha árabe. Quando Tiraca pôs-se a caminho para encontrar as forças de Senaqueribe. até mesmo depois de uma derrota desas­ trosa em 691 a.C. quando o seu irmão Shebitku o chamou para reinar com ele. M as ele não queria que Ezequias pensasse que fora perdoado.3 Dessa forma. Ele chamou Deus de enganador e disse que Ezequias não deveria confiar nEle. dizendo: J eru sa lém não será en tregu e nas m ã os do rei da A ssíria. Senaqueribe estava livre para ir ao oeste em direção ao Egito. Isto é confirmado por um registro de Esar-Hadom.4 diz que os egípcios chamavam Senaqueribe de “o rei da Arábia”. que conta como Senaqueribe tomou à força os deuses do rei da Arábia e os trouxe para a Assíria. Depois de conquistar a Arábia. contudo. Isto é confirmado no que Heródoto.. Depois de derrotar a Arábia.

E zequias as ca rta s da s m ã os dos m en sa geiros e len d o -a s. Desta vez ele não ras­ gou as suas vestes ou vestiu pano de saco ou enviou mensageiros que rogassem a Isaías. Ele também estava dizendo que o Deus de Israel não poderia impedir que isto acontecesse a Jerusalém. os reis anteriores da Assíria) tinham destruído não os puderam livrar. quando o comandante-em-chefe de Senaqueribe fez as suas ameaças. d estru in d o -a s to ta lm en te. veja comentário em 34. 12 P orven tu ra .11 Eis qu e j á ten s ou v id o o qu e f i z e r a m os reis da A ssíria a todas as terras. . As nações citadas aqui ficavam na Mesopotâmia ocidental. e E zequias as esten d eu p era n te o SENHOR.2).14-35 14 R ecebendo. e escapa rias tu ? Em dizendo que os reis de Assíria destruíram todos os países ( “colocou todas as terras sob condenação” . Ele viu a profecia cumprida. O último pode ser igual a Ava. estavam em E elassar? Ele acrescenta que os “deuses das nações” que os seus antepassados (i. pois.. na Babilônia (2 Rs 17. e H a râ ’ e R ezefe. 13 O n d e está o rei de H am ate. e os f i lh o s de E den. as livra ra m os d eu ses das n a ções q u e m eu s p a is d estru íra m : Gozã. Ele levou a carta imediatamente e a estendeu dian­ te do S en h o r .1 9 ) com as adições de H ena e Iva. H en a e I v a ? Ele repete a lista de deuses (chamados de “reis”) da mensagem anterior (3 6 . A ORAÇÃO DE EZEQUIAS E A RESPOSTA DE DEUS 37. Senaqueribe estava fazendo o seu melhor para estremecer a fé de Ezequias no SENHOR.24).e. Ezequias mostra uma atitude diferente da que tinha mostrado uns dez anos antes. que . e o rei de A rpade. su b iu à C asa do SENHOR. e o rei da cidade de S efarvaim . 2. Senaqueribe estava falando que eles foram destruídos em consigna­ ção ao seu deus.

Ezequias reconhecia que aqueles ídolos não eram Deus. Isto era especialmente verdade a respeito dos .20. Ele o reconheceu como o único Deus (um tema de Isaías). ó SENHOR. não apenas o único e verdadeiro Deus sobre “todos os reinos da terra”. e o u v e todas as p a la vra s de Senaqueribe. e olha.8. Ele confia em Deus e deseja que Deus seja honrado. 17 In clin a . os destru íram . sen ã o obra de m ã os de hom ens. Em chamando Deus de “vivo”. p o rq u e deuses não eram . Ele indubitavelmente sabia o que Isaías tinha dito sobre eles (veja 2.15 E o ro u E zequias ao SENHOR. diferen­ te de todos os falsos deuses das outras nações. mas também como o Criador dos céus e da Terra. ele sabia que Senaqueribe havia destruído os deu­ ses das outras nações. Desta vez o próprio Ezequias ora. p o r isso. Ezequias reconhece que Deus é diferente dos ídolos. SENHOR.7). 19 E lan çara m no f o g o os seu s deuses. tu és o D eu s. q u e habitas en tre os q u eru b in s. Além disso. reconhecendo o SE N H O R como o SE N H O R dos Exércitos. 18 Verdade é. m a d eira e p ed ra . Ele pede a Deus que preste plena atenção ao que Senaqueribe disse para desafiar e afrontar “o Deus vivo”. Ezequias se aproximou assim em uma atitude de fé que honrava a Deus pelo que Ele é. tu fi z e s t e os céu s e a terra. o Deus de Israel. mas ape­ nas “madeira e pedra”. entronizado “entre os querubins”: o lugar mais santo no templo. Ezequias não nega que a Assíria destruiu todos os outros países. q u e os reis da A ssíria a ssola ram todos os p a íses e su a s terras. formados pelas “mãos de homens”. 31. tu som en te. dizendo: 16 Ó SENHOR dos E xércitos. os teu s olhos. e o u v e. o s teu s ou vidos. D eu s de Israel. de todos os rein o s da terra. as qu ais ele m a n d o u p a ra a fro n ta r o D eu s vivo. abre. SENHOR.

te despreza. e disseste: C om a m u ltid ã o dos m eu s ca rro s su b i eu aos cu m es dos m ontes. no bosque do seu ca m p o fé r t il . 23 A qu em a fro n ta ste e de q u em blasfem aste? E co n tra quem alçaste a voz e ergu este os teu s olhos ao a lto ? C o n tra o S anto de Israel. rei da A ssíria. fi lh o deA m oz. livra -n o s das su as mãos. em cumprimento de uma profecia anterior de Isaías (3 7 . Não há nenhum outro Deus. e co rta rei os seu s altos ced ro s e as su a s f a i a s escolh id as e en tra rei no seu cu m e m a is elevado.C.6(Esta é uma outra confirmação de que a carta foi escrita em uma segunda campanha ocidental de Senaqueribe em 688 a. m a n d ou dizer a E zequias: A ssim diz o Senhor . e de ti zom ba. balançando a cabeça em desdém. Isaías. 24 P o r m eio de teu s serv o s cfr o n ta ste o Senhor. As declarações . A resposta de Deus veio por intermédio de Isaías. E zequias não quer som ente a lib e rtaç ão da opressão de Senaqueribe. Deus chama Jerusalém de “a virgem” porque ela ainda não fora conquistada e permaneceria inconquistável pelos assírios. 22 esta é a p a la vra que o SENHOR fa l o u a respeito dele: A virgem . a filh a de Sião. para que todos os reinos da terra cotikeçam que só tu és o SENHOR. nosso D eus. 20 A gora pois. à medida que eles se retiravam. Senaqueribe tinha enviado os seus servos não para que desafias­ sem e afrontassem somente a Ezequias. o Deus que era e é e sempre será.). aos ú ltim o s recessos do L íbano.C. por causa de Jerusalém. Este insulto provavelmente se refere ao fato de Senaqueribe abandonar a sua campanha original em 701 a. Ela os menosprezou e os ridicularizou. ó Senhor. o guardião da aliança.C. o Deus fiel.. o D eu s de Israel: Q u a n to ao que m ep ed iste acerca de Senaqueribe.5 — 7).muitos deuses secundários da Babilônia que foram despedaçados em 689 a. mas a Deus. a filh a de Jeru sa lém m en eia a cabeça p o r detrás de ti. mas como um testemunho para “todos os reinos da terra” de que Deus é Yahweh —o Deus que tirou Israel do Egito. 21 Então.

e que ele tomaria conta das árvores dos bosques de seus campos fér­ teis. lit. que conta como Deus usou a Assíria como a sua “vara” para trazer juízo).7Agora que estava chegando perto do Egito. O Egito seria uma presa fácil. Com as solas dos seus pés ele poderia secar todos os córregos e canais do rio Nilo. A R A ) mais escolhidas.5— I I . tão facilmente quanto um fazendeiro poderia represar uma pequena vala de irrigação empurrando um pouco de terra. Como o oleiro que dá forma a um vaso. Foi a superintendência de Deus que perm itiu aos moradores esta­ rem “com as mãos caídas” (Heb. qitsre-yad. Nada está fora da soberania de Deus. e. M as o verdadeiro Deus é o único que ordenou os eventos ( “eu fiz isso”). Senaqueribe pensava que estava agindo como um deus. co m as m ã o s caídas. seq u ei todos os rio s do Egito. quer dizer. ele se vangloriava de que nada o poderia parar. era m co m o a erv a do cam po. e eu qu is qu e f o s s e s tu qu e d estru ísses as cida des f o r t e s e as red u z isses a m o n tõ es assolados. e o trigo q u eim ad o an tes do crescim ento. a n daram atem orizados e en vergon h a d os.8 26 P orven tu ra. não o u v iste que j á m u ito an tes eu f i z isso e que j á desde os dias a n tigos o tinha p en sa d o ? A gora. 25 Eu ca vei e bebi as águas. p o rém . A indicação de cavar poços e beber deles pode se referir à campa­ nha dele pela Arábia. 27 P or isso.dele significavam que ele pensava que poderia cortar os cedros mais altos do Líbano e as suas faias ( “ciprestes”. os seu s m ora dores. Ou seja. “desprovido de mãos”) de modo que eles andavam atemorizados e envergonhados. Ele amoldou as circunstân­ cias que tornaram possível a Senaqueribe destruir cidades (veja 10. e a erv a verde. se cu m pre. e o f e n o d os telhados. Eles se tornaram como os brotos verdes e tenros da “erva do campo” que . co m a s p la n ta s de m eu s pés. isso quer dizer que ele triunfaria em todas as batalhas.

o resto ou remanescente do povo de Judá iria prosperar. de volta pela Arábia. no segundo ano. mas. semeai. de modo que ele não viria a Jerusalém como ameaçara que faria. 29 Por causa da tua raiva contra mim e porque a tua arrogância subiu até aos meus ouvidos. . 31 Porque o que escapou da casa de Ju dá efico u de resto tornará a lançar raízes para baixo e dará f r u t o para cima. mas no tercei­ ro ano eles poderiam semear e colher campos de grãos e plantar vi­ nhedos e comer as suas uvas. Deus prometeu um sinal. Deus sabia exatamente o que Senaqueribe estava fazendo e o modo como ele estava se movimentando e se enfurecendo contra Deus.facilmente poderiam ser cortados ou murchar. caso especialmente verdadeiro a respeito da grama que poderia brotar de repente no lodo que cobria a esteira de junco que compunha os telhados planos das casas deles. E isto tc será por sinal: este ano se comerá o que espontaneamen­ te nascei] c. . nem um pouco perturbado sobre o que Deus poderia fazer a ele. e plantai vinhas e comei osfr u to s delas. e segai. . 2li Mas eu conheço o teu assentar e o teu sair e o teu entrar e o teu fu ror contra mim. . No restante do ano e no ano que se seguiria (que provavelmente estava a ponto de começar) eles comeriam o que crescesse por si mesmo. . no terceiro ano. fazendo Senaqueribe retroceder pelo caminho por onde ele viera. Deus está no controle. E semelhante às colheitas. agora Deus agiria: “Porei o meu anzol no teu nariz”. Porque Senaqueribe estava se debatendo em raiva contra Deus e porque ele não estava. eis que porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio nos teus lábios e tefa r e i voltar pelo caminho por onde vieste. . na sua insolência. Para encorajar Ezequias. o que daí proceder.

O “restante” ou remanescente —pessoas que foram poupadas ou libertadas —sairia de Jerusalém. m a s nesta cida de não en tra rá . A palavra de Deus era clara. Ele tinha feito algumas destas atividades em 701 a. 2 Sm 7). mas não faria assim desta vez. 3. 35 P orque eu a m p a ra rei esta cidade.32 P orque de J eru sa lém sa irá o restante. p o r esse volta rá . n o a rra ia l dos assírios. eis qu e tu d o era m co rp o s m ortos. D eus não salvaria Jerusalém porque seus habitantes o mereces­ sem. o que esca p o u . p a ra a livrar. Este é um ensino muito importante de Isaías. p o r a m o r de m im e p o r a m o r do m eu serv o D avi.36-38 36 Então. n em la n ça rá nela fle c h a algu m a . A PROFECIA DE ISAÍAS FOI CUMPRIDA 37. e. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. Deus sempre teria um remanescente. ..C. ou leva n ta rá co n tra ela tranqueira. e. e Ele tem o poder para realizar isto. do m o n te de Sião. pela Arábia) e não iria a Jerusalém. 33 P elo q u e assim d iz o SENHOR a cerca do rei da A ssíria: N ão en tra rá n esta cidade. Tampouco ele “levantará contra ela tranqueira” ou rampa de cerco. ta m p ou co v ir á p era n te ela co m escu d o. d iz o Sen h o r . Senaqueribe não entraria em Jerusalém. q u an do se levan taram p ela m a ­ n h ã cedo. 34 P elo ca m in h o p o r on d e vier. mas por causa da aliança que Ele tinha feito com Davi (cf. a cen to e oiten ta e cin co m il. sa iu o a n jo do SENHOR e fe r iu . 2 9 ) de que Senaqueribe retornaria pelo mesmo ca­ minho que veio (quer dizer. Ele não poderia chegar perto o suficiente para atirar uma flecha ou segurar um escudo para se proteger dos defensores de Jerusalém. Ele repete a sua afirmação (do v. O próprio zelo de Deus cuidaria disto. definida e enfática.

Senaqueribe registrou que tinha capturado algumas carroças de mercadorias e tinha tenta­ do fazer parecer que isto era uma vitória. Senaqueribe tinha realizado uma campanha m ilitar todos os anos do seu reinado.000 pessoas do exército assírio. rei da A ssíria. seu filh o . lá permaneceram apenas algumas poucas inscrições secundárias em edificações. e nenhum rei pagão antigo jamais registrou qualquer coisa como uma derrota. Ele fez diversas cópi­ as. Isto deve ter chocado os habitantes de Nínive. emitindo um relatório anual das suas façanhas. rein o u em seu lugar. nada havia a não ser uma derrota total. eles os acharam não morrendo (como que através de pestilência) mas “mortos”. 38 E su ced eu que. seu deus. . se retirou. Da mesma maneira que o afogamento dos egípcios no Êxodo não é mencionado em registros egípcios.C.9 Â parte disto. A dram eleq ue e Sarezer. ele jamais realizou outra.Naquela noite o anjo do S enhor matou 185. insinuando uma peste bubônica. provavelmente onde ele teve alguns consertos realizados.C. Até aquele tempo. seu s filh o s . e voltou . concluindo com a captura e destruição da Babilônia em 689 a. M as com a morte dos 185. e f i c o u em N ínive.. e E sar-H adom . Ao invés disso. o f e r ir a m à espada. ele resumiu as suas proezas. Parece que Senaqueribe jamais se encontrou com Tiraca.000 soldados. Embora vivesse mais sete anos. Quando os restantes despertaram cedo na manhã seguinte. o fato de que ele não fez mais nenhuma campanha atesta o registro bíblico. estan d o ele p ro stra d o na casa de JSÍisroque. Em sua única derrota anterior em 6 9 1 a. assim também esta derrota não foi registrada por Senaqueribe. e eles f u g i r a m pa ra a terra de A rarate. algumas das quais os arqueólogos descobriram. porque eles dependi­ am dos espólios de guerra para a sua própria prosperidade. No entanto. Devido ao fato dos egípcios não poderem imaginar tal morte súbita a não ser por uma pestilência. 37 A ssim S enaqueribe. e se f o i . eles espalharam uma história de que ratos comeram as cordas dos arcos dos assírios.

Cumberland Presbyterian Quarterly I (junho de 19 02 ): 95. Senaqueribe ainda não tinha estado no Egito. . 1 9 2 6 -2 7 ). George Raw linson. QUESTÕES DE ESTUDO 1.. 19 24 ). The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 4 H eródoto não foi um historiador no sentido m oderno do termo. 2 George S. “Sen n ach erib s Invasion o f Judah ”. 8 O term o hebraico ‘achriv é um a forma hiph’il im perfeita que indica ação incompleta. Senaqueribe estava prostrado de joelhos.C. 9 Luckenbill. adorando no templo de Nisroque. 19 28 ). Ele era um turista que registrou o que os guias lhe falaram.. M an uel K om roff (Nova York: Tudor Publishm g Co. Ancient Records. 2 :1 5 2 . foi diferente da sua resposta às ameaças do comandante-em-chefe em 701 a. o seu deus. 2 vols. ed. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. History.Em 681 a. A crônica babilônica registrou a morte de Senaqueribe e a acessão de seu filho Esar-Hadom. Annals o f Sennacherih. 3 D aniel David Luckenbill. 131. 2 :1 5 8 . “O ldTestam ent H istory. 185. 35. Dois dos seus filhos “o feriram à espada”. 23. Por que Deus iria defender Jerusalém e como isto foi cumprido? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill.C. 7 W illiam Foxwell Albright.? 2. 3:63 6. trans.C. 5 H erodotus. G oodspeed. 6 Luckenbill. Então eles fugiram para a terra de Ararate (a antiga Armênia. 2 0 7 . 133. mas ele conside­ rou a sua conquista do Egito como praticam ente term inada. em The Encyclopedia Americana (N ova York: Am erican Corporation. 19 53 ). Ancient Records o f Assyria and Babylonia. Including Archaeology and C h ro n o lo gy”. agora parte da moderna Turquia). Como a resposta de Ezequias à carta de Senaqueribe em 688 a.

1 1 N aqueles dias. Ele fez a sua reivin- . No entanto. de q u e a n d ei dian te de ti em v erd a d e e co m co ra çã o p erfeito e f i z o qu e era reto aos teu s olhos.2-22 1 Então. e que quando o arrepen­ dimento era oferecido. o ouro do templo pertencia a Deus. 3 E disse: A h! SENHOR. EZEQUIAS É RESTAURADO 38.6. p o rq u e m o rr erá s e não viverás. lem b ra -te. o p rofeta . Ezequias tinha ido longe demais.1-22 1. E ch orou E zequias m u itíssim o. e lhe disse: A ssim diz 0 SENHOR: P õ e em ord em a tu a casa.C . ele queria que Deus se interessasse pela sua situação e fizesse algo sobre a mesma. Pedir a Deus para se lembrar não quer dizer que Ezequias pensava que Deus tinha esquecido. UMA SENTENÇA DE MORTE 38. Antes. porque ele iria morrer. Assim. Ele estava confiando no que ele próprio poderia fazer em vez de confiar no que Deus poderia realizar. mostra que a doença aconte­ ceu em 701 a. E zequias a d oeceu d u m a en ferm id a d e m orta l. Ezequias sabia que Deus era longânimo. f i l h o de A moz. ele orou.C. o fato de que Ezequias não estava confiando em Deus quan­ do pagou tributo a Senaqueribe. Isto foi provavelmente depois que Ezequias tentou salvar Jerusalém tomando o ouro do tem­ plo e dando-o a Senaqueribe como tributo. Pior ainda. 2. v iro u Ezequias o rosto p a ra a parede e orou ao SENHOR. Deus teria bases para não enviar o juízo pro­ fetizado. e v eio a ele Isaías.1Isaías veio a ele com uma forte mensagem para pôr a sua casa em ordem. M uitos têm especulado sobre a data da doença de Ezequias. p eço -te. A Doença e a Recuperação de Ezequias 38. mas confiou nEle depois disso e declarou a promessa de Deus de 38.

Deus defendeu “esta cidade”. e lhe deu a promessa de mais “quinze anos” de vida. eis q u e a crescen ta rei a os teu s dias q u in z e anos. veio a p a la vra do SENHOR a Isaías. a ti. A promessa de salvar Ezequias e Jerusalém das “mãos” (Heb. “palma da mão”) de Senaqueribe. Deus.1 a 3 L I ). com o seu fdho Manassés compar­ tilhando o trono como co-regente durante os últimos dez anos do seu reinado. recu o u o so l dez g r a u s p elo s g r a u s qu e j á tinha andado. 2 R s 18. kaph. e a esta cidade. qu e p a sso u co m o so l p elo s g r a u s do relógio de Acaz.36. o D eu s de D a vi. 6 E livrar~te~ei das m ã os do rei da A ssíria. A ssim . 30. Ele de fato tinha restabeleci­ do o serviço do templo e tinha feito a convocação para uma grande celebração da Páscoa no começo do seu pleno reinado e tinha feito muito para livrar-se da idolatria (2 Cr 29. tinha construído um relógio de sol que con- . A promessa de Deus foi confirmada por um sinal sobrenatural. eu d efen d erei esta cidade. v o lte dez g r a u s atrás.3). Acaz. O pai de Ezequias. 4 E ntão. foi realmente cumprida. por intermédio de Isaías e em linha com a sua aliança com Davi.C. A graça de Deus verdadeiramente estava além da expectativa de Ezequias. Assim. As lágrimas indicavam um espírito humilde e arrependido. Então Ezequias derramou o seu coração em lamentação diante de Deus. disse a Ezequias que tinha ouvido a sua oração e tinha visto as suas lágrimas.. ele viveu até 686 a. teu p a i: O u v i a tua ora ção e v i as tua s lágrim as.dicação sobre o fundamento de que ele tinha vivido diante do SeNHOR em fidelidade e com “coração perfeito”. Este era um tempo de bênção e reavivamento. fazendo o que era reto aos olhos de Deus (cf. apesar de não parecer estar sob con­ trole seguro. dizendo: 5 Vai e dize a E zequias: A ssim d iz o S e n h o r . 7 E isto te será da p a rte do Senhor co m o sin a l de qu e o SENHOR cu m p rirá esta p a la vra qu e fa l o u : 8 eis que f a r e i qu e a som bra dos g ra u s.

T hirtle. de q u an do a d oeceu e sa rou de su a en ferm ida de. rei de Ju d á .23). Ele também entendia que.. a escolha de Deus do relógio de sol de Acaz para dar um sinal a Ezequias é uma outra refutação direta do poder de Senaqueribe e da idolatria assíria. quando houve um a restauração da prosperidade depois que Senaqueribe par­ tiu e quando o povo enviou presentes a Ezequias. esses dez podem se referir aos dez graus que a som bra voltou atrás. ARA “degraus”. os quinze cânticos dos degraus ( “romagem”. ele passaria pelas “portas da sepultura” (Heb. O erudi­ to britânico. devido a isto ser um juízo de Deus. “Nes­ se caso. T h irtle também sugeriu que. R S V ). James W. desde que dez destes salmos não são atribuídos a Davi. Quando lhe foi dito que morreria. ARC.m e . j á estou p r iv a d o do resto de m eu s anos.sistia em degraus por meio dos quais a sombra do sol mostraria o tempo durante o dia. Eu disse: N a tra n q ü ilid ade de m eu s dias. “peregrinações”. O Salmo 126 corresponde a 701 a. . por causa da sua cura m aravilhosa (2 Cr 32. Ezequias registrou os seus pensamen­ tos e sentimentos. A sombra iria retroceder “dez graus”.e i às p o rta s da sep u ltu ra . privando-o da vida longa que ele esperava ter. N V I. D epois da sua recuperação. o lugar dos ímpios m ortos) onde não poderia comunicar-se com Deus.C. M cK cnna sugere que Acaz pode ter trazido a idéia para o relógio de sol de Damasco quando estava buscando a ajuda da Assíria. da mesma maneira que os “homens de E zequias” transcreveram provérbios adicionais de Salomão e os acrescentaram à coleção no livro de Provérbios (Pv 25. ir . ele viu isto como algo prematuro. foram acrescentados pelos escribas de Ezequias à coleção de salmos do templo para celebrar os quinze anos adicionais da vida de Ezequias. “dentro dos portões do Sheol”.1). chegando no que deveria ter sido o meado de sua vida.2 sugeriu que os Salmos 120 a 134.”3 9 C â n tico de E zequias. Bcsha’are Sh‘‘ol.

O tempo da sua vida seria tirado ou removido dele. desde a m a n h ã até à noite. p a ssa rei m a n sa m en te p o r todos os m eu s anos. co m o u m leão. a ssim e u ch ilreava e g em ia co m o a p om b a . alça va os olhos ao alto. an do o p rim id o ! F ica p o r tn eu fia d o r. co rtei co m o tecelão a m in h a vid a : co m o qu e do tea r m e corta rá . Ele esperava que antes de o dia virar noite. co m o choça de p a sto r. Ele continuou tagarelando como os pássaros. q u eb rou todos os m eu s ossos. como a caba­ na temporária de um pastor que é levada para longe dele. nem olharia os habitantes deste mundo. Ele sentia a ira de Deus pairando sobre si. assim . gemendo como uma pom­ ba. m e acabarás. M as ele ain­ da esperava que Deus viesse “como um leão” para julgá-lo. desde a m a n h ã até à noite. A sua vida era como o pano de um tecelão. Ele seria cortado da vida como a conhecia. ja m a is v erei o hom em com os m o ra d o res do m un do. assim o f e z . e ainda esperava que Deus o entregasse à morte antes do fim do dia. quebran­ do todos seus ossos. ó Senhor. 13 Q u e d irei? C o m o m o p ro m eteu . p o r ca u sa da a m a rgu ra da m in h a alm a. . buscando o perdão de Deus e pedindo-lhe para vir e aliviar o seu sofrimento. 12 O tem po da m in h a vid a se f o i e f o i rem o v id o de m im . Os seus próprios olhos ficaram fracos e cansados enquanto ele continuava olhando “ao alto”. Ele teria cortado o fio da vida do modo como um tecelão corta uma linha do tear. mas isto o tornou ainda mais fraco. Deus daria um fim nele. Ezequias estava angustiado de que já não estaria “na terra dos vi­ ventes” para ver ou experimentar a presença do SE N H O R . 13 E u sossegu ei a té à m a d ru ga d a .2). m e acabarás. que é enrolado quando concluído. Ezequias se acalmou até a madrugada (cf. 14 C o m o o g r o u o u a an dorinh a.11 E u disse: J á não v er ei m a is ao SENHOR n a terra d os viven tes. SI 131.

p orta n to. p o rq u e lan çaste p a ra trá s das tu a s costas todos os m eu s pecados. n em a m o rte g lo r ifi­ ca r -te. Verdadeiramente Deus o tinha curado. Assim. Deus o perdoou completamente. E f 5.15).4. p a ra m in h a paz. Ezequias poderia ter baixado à “sepultura”. 18 P orque não p o d e lo u v a r -te a sep u ltu ra . por causa da experiência de confrontar-se com a morte. de modo que ele fora um exemplo aos outros.A resposta de Deus trouxe uma mudança súbita. e o tinha feito viver. Era para o seu próprio bene­ fício (incluindo a sua paz e bem-estar) e para a bênção de integridade. Não haveria nenhum louvor ou ações de graças a Deus naquele lugar. tão a m orosa m en te abraçaste a m inha alm a. o lugar dos ímpios mortos). qu e não caiu na co va da corru p çã o. 16 Senhor. tu. Ele caminharia “mansamen­ te”. O que poderia dizer Ezequias em relação à promessa dos versículos 5 e 6? Deus tinha falado. Deus tinha um propósito em permitir-lhe estar doente e experi­ mentar a amargura de enfrentar a morte. pois Deus literal­ mente o guardou da “cova da corrupção” (quer dizer. p o rém . Ezequias fez isto humilhando a vida do seu espírito. SI 42. (na realidade Sheol. da mesma maneira como se eles jamais tivessem acontecido. inferno. Al ém disso.m e viver. O próprio Deus o curou. n em esperarã o em tu a v erd a d e os que d escem à cova. como em uma procissão solene (cf. Desde que Deus está em todos os lugares. toda a culpa de Ezequias tinha se acabado também. e em todas ela s está a vid a do m eu esp írito. cu r a -m e e fa z e . para Ezequias dizer que Ele havia lançado “para trás das costas todos meus pecados” significa que Deus os apagou da exis­ tência. eu estiv e em g r a n d e a m a rgu ra . do inferno). “Estas coisas” referem-se aos elementos ou fases que fizeram Ezequias se humilhar diante de Deus. com estas coisa s se vive. Os que “descem à cova” (nova­ . 11 E is que. Era uma experiência do amor e da graça de Deus.

Sheol) sob o juízo de Deus não podem esperar pela fidelida­ de de Deus. de­ pois das suas lágrimas e do perdão dos seus pecados). “Os vivos”.8. 19 O s vivos. Isaías retorna ao tempo quando Ezequias estava doente. 22 T am bém dissera E zequias: Q u a l será o sin a l de qu e hei de su b ir à C asa do S enhor P Isaías também volta a nos fazer lembrar do sinal miraculoso (v. Naquele momento. com o eu hoje f a ç o . n ós o lo u v a rem o s todos os d ias de nossa vid a na C asa do SENHOR. e juntos o louvarão com música enquanto eles viverem. darão graças e louvarão a Deus. A cura de Ezequias foi 1 . os restaurados à vida plena (como fora Ezequias. Assim ele se unirá a outros “na casa do S e n h o r ” .mente. 20 O SENHOR v eio sa lv a r -m e. Ezequias reconhece que Deus ainda continua pronto para libertálo. ou ponto de contato para ajudá-lo a expressar a sua fé. tornando conhecida a fidelidade de Deus. o p a i a os f i lh o s f a r á n o tó ria a tua verdade. Agora.4 21 E d issera Isaías: T om em u m a pa sta de f i g o s e a p on h a m com o em p la sto sob re a chaga. em preparação para o capítulo 39. esses te louvarão. Deus tinha dado vida nova para Ezequias. tangendo eu m eu s in s­ tru m en tos. e sarará. No entanto. Isaías contou com os médicos da corte para colocarem “uma pasta de fi­ gos” na ferida ou inflamação. os vivo s. Os quinze anos adicionais dele seriam um tempo de oferecer ações de graças e de reavivamento. p elo que. como um sím­ bolo. Tal experiência precisa ser passada adiante de pai para filho. ele a faria uma vida de louvor a Deus. continuamente.7— 1). Eles estão eliminados para sempre de qualquer comu­ nhão com Deus. Deus faria a cura. veja o registro completo em 2 Rs 20.

em resposta a oração. em The 3 Com municators Commentary (D allas: W ord Books. H orn. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Ele foi curado —corpo. 1 9 1 6 ). Pfeiffer. ed.1-8 I. 4. N. 39. rei da B abilôn ia. R. alma. “T h e D ivided M onarchy”. D. M cK en n a. Quais são os antecedentes da doença de Ezequias? Em que bases Deus deu a Ezequias mais quinze anos? Que garantia Deus deu para Ezequias? O que Ezequias enfatizou na sua resposta? CITAÇÕES 1 A lg u n s co n co rd am . 45 3 McKenna. 3. p o rq u e tinha o u v id o d iz er qu e havia estado d oen te e qu e j á tinha con valescido. ca rta s e u m p resen te a E zequias. Isaiah 1— 365. 2. “T he Historicity o f the H ezekian Reform ”. f i l h o de B aladã. em From the Pyramids to Paul. Isaiah 1— 9 . 1 9 8 8 ). 167. 4 4 — . L. . e de fato foi milagrosa. 3 6 9 . Charles F. 4 A. 19 87 ).: Prentice-H all.1-2 1 N aquele tem po. 254. 19 93 ).J. G. 19 35 ). ed. Siebens. 135. Não é de admirar ele ter cantado com alegria quando adorava no templo. em Ancient Israel. O ld Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. 133. Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book H ouse. 135. H crshcl Shanks (Englewood C liffs. V eja D avid L. Siegfried H . 3 6 1 . 2 James W illiam T h irtle. mente e espírito. EZEQUIAS MOSTRA OS SEUS TESOUROS 39. Leary (Nova York: Thom as N elson & Sons. en v io u M erod a q u e-B a la d ã . A Embaixada de Merodaque-Baladã 39.

1 tomou o controle como rei da Babilônia e incitou a revolta. manteve Senaqueribe em uma constante luta a respeito da Babilônia. N IV.“N aquele tempo”. e toda a su a casa de arm as. Com Senaqueribe ocupa­ do no Oeste. “oferta de comida”. 2 E E zequias se a legro u co m eles e lhes m o strou a casa do seu tesouro>e a prata.C. Ele se alegrou com os envia­ dos de Merodaque-Baladã e lhes mostrou todos os seus tesouros e armamentos. com “cartas e um presente”. foi exaltado pe­ rante os olhos de todas as nações” (2 Cr 32. e.C. significava que igualmente eles não precisariam mais ter medo dele. Shuzubu. até que finalmente ele a destruiu em 689 a.23). minchah) é o nome do sacrifício chamado de “oferta de manjares” (Lv 2. Ele en­ viou uma embaixada. quase reverência —a mesma palavra para “presente” (Heb. Merodaque-Baladã. e as especiarias. K JV) —porque ele tinha ouvido falar do grande sinal da sombra que retrocedeu nos degraus do reló­ gio de sol. em 700 a. ele não foi o único a enviar um presente. e o ouro. rei de Judá. fazendo Merodaque-Baladã fugir para o Elão. a Ezequias. de modo que. depois disto.4N o entanto. derrotou Shuzubu. Porém.. junto com outros. coisa n en h u m a houve.C. unido a um príncipe caldeu. refere-se a 701 a. ele colocou o seu filho primogênito no trono que tinha sido ocupado por Merodaque-Baladã. n em em todo o seu dom ínio. Ezequias pode ter ficado lisonjeado.1. qu e E zequias lhes não m ostrasse. Então. Senaqueribe deixou a sua campanha ocidental. e tu d o q u an to se achava n os seu s tesou ros. e os m elh ores un~ . “oferta de grãos”. Merodaque-Baladã tirou proveito da ajuda do partido anti-assírio na Babilônia e. em cumprimento da profecia de Isaías. e coisas preciosíssimas a Ezequias. “E muitos traziam presentes a Jerusalém ao Senhor. Estes devem ter incluído os presentes de outros reis e . prova­ velmente na expectativa de que a doença deste e a promessa de Deus de libertação manteriam Senaqueribe no Oeste. g ü en to s. Eles perceberam que a partida de Senaqueribe.2Não obstante.3 O presente de Merodaque-Baladã era um sinal de respeito. n em em su a casa.

O orgulho de Ezequias em relação a todos os seus tesouros era pecado. o juízo de Deus viria. 4 E disse ele: Q u e f o i qu e v ira m em tua ca sa ? E disse E zequias: Viram tu d o q u an to há em m in h a casa. será levado p a ra B a b ilôn ia . 5 E ntão. disse Isa ía s a E zequias: O u v e a p a la vra do S enhor dos E x ércitos: 6 E is que v irã o dias em qu e tu d o q u an to h o u ver em tua casa. oTodo-poderoso SENHOR dos exércitos. disse o Sen h or. Isaías tinha uma palavra severa da parte de Deus. O tempo seguramente viria quando tudo o que havia no palácio real de Jerusalém e na casa real . o p ro feta Isa ía s veio ao re i E zequias e lhe disse: Q u e f o i que aqueles hom ens disseram e donde vieram a ti? E disse Ezequias: D e u m a terra rem ota v iera m a m im . Ezequias sabia quão importante era aquela cidade. Porém. Isaías fez duas perguntas: Ele queria saber o que os enviados dis­ seram e de onde eles vieram. Então ele lhes deu uma excursão pelo palácio e pelo país de Judá.3-8 3 Então. Ezequias só disse que eles eram de uma terra remota —Babilônia. 2. Os enviados devem ter qu erid o que ele reconhecesse Merodaque-Baladã como o legítimo rei da Babilônia. Indubitavelmente o relatório foi para Babilônia. e ele ficou encantado de que um presente tenha vindo de lá. Ezequias respondeu só a segunda per­ gunta. Os babilônios se lembrariam da riqueza em Jerusalém. n ã o f i c a r á coisa algu m a. com o que en tesou ra ra m teu s p a is a té ao dia de hoje. Ezequias adm itiu que tinha mostrado aos enviados tudo o que era necessário ou sensato.nações. coisa n en h u m a há nos m eu s tesou ros qu e eu d eix a sse de lhes m ostrar. e a liderança da Babilônia tomou nota: havia tesouro para ser usufru­ ído em Jerusalém e Judá. 0 EXÍLIO BABILÔNICO PROFETIZADO 39. da B abilôn ia.

D isse m ais: P orque haverá p a z e verdade em m eu s dias. cf. Os descendentes de E zequias tam bém seriam levados para babilônia e seriam feitos eunucos a serviço do rei da Babilônia. 7 E dos teu s filh o s . Ezequias queria dizer que esta era apropriada para o que ele tinha feito. Isto foi cumprido. 35. e ele hum ilde­ mente se submeteu a ela. 1 9 2 4 ). Ao dizer que a palavra do S e n h o r era “boa”. Isto foi cumprido por Nabucodonosor em três invasões. O lm stead. O que estava errado com o tratamento que Ezequias dispensou aos mensageiros de Merodaque-Baladã? 2. e provavelmente incluía Daniel e os amigos dele.3). 1 9 3 2 ). 5 Então. 597 e 586 a. em 605. Quais seriam os resultados das ações de Ezequias? CITAÇÕES 1 R aym ond Philip Dougherty. uma vez que havia apenas uma fam ília real de Judá (Veja Dn 1.seria “levado para Babilônia” (cf. . p a ra qu e seja m eu n u co s n o p a lá cio do rei da B abilônia. M q 4.10). 2 D aniel David Luckenbill. tom arão. disse E zequias a Isaías: B oa é a p a la vra do S e n h o r que disseste. The Sealani o f Ancient Arabia (N ew Haven: Yale U niversity Press. Ele também reconheceu que a profecia era para um futuro distante. Q UESTÕES DE ESTU D O 1. “T h e C haldean D ynasty”. A lb ert T. Hehrew Union College Annual 2 (1 9 2 5 ): 30. qu e p ro ced erem de ti e tu gera res. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Isto o encorajou a que descansasse nas pro­ fecias anteriores de Isaías. que o asseguravam de paz e da fidelidade de Deus em sua própria época. 61 .C.

. Charles Boutflower. 2 :1 5 4 -5 5 . 141. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 4 Veja 2 Crônicas 32 . 1 9 2 6 -2 7 ). A ncient Records ofA ssyria and Babylonia. 19 30 ).3 1 . 2 vols.3 D aniel David Luckenbill. The Book o f Isaiah ( Chapters I— X X X IX ) in the Light o f the Assyrian M onum ents (Londres: Society for Promoting Christian Knowledge.

o qual contém uma predição do exílio.1 -3 1 “A específica aplicação deste capítulo ao retorno da Babilônia não tem nenhum fundamento no texto em si. .22 A. proteção e mudança para melhor.. diz o V 0550 Deus. BOAS NOVAS PARA JUDÁ E JERUSALÉM 4 0 .Conforto para Jerusalém e Judá 40.1-48. Deus Volta-se para o Seu Povo 4 0 . consolai o meu povo.I -I I 1 Consolai. mas é suposto por alguns estar subtendido na relação deste capítulo com o anterior. Mas a promessa considera­ da em si mesma é uma promessa genérica de consola­ ção. a ser forjada pelo poder e sabedoria de Jeová. A referência à ido­ latria não prova nada com respeito à data da predi­ ção..”1 I.. embora mais apropriada nos escritos de Isaías do que de um profeta no exílio babilônico..

voltei-m e e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol. porque falam de libertação. Agora ele po­ deria oferecer uma mensagem diferente. Então. Isaías teria con­ cordado com a queixa de Salom ão: “Depois.3U m erudito moderno em Haifa. Os habitantes de Jerusalém ti­ nham tomando uma posição de fé (3 6 . As profecias de Isaías tinham sido cumpridas. todavia. Isto não era algo que se estivesse desejando tornar realidade.C. Isaías pôde proferir uma mensagem de conforto da parte do SENHOR. Ele encontrou apenas uma: Os capítulos 40 a 66 tinham signifi­ cativamente menos terminologia de guerra.1 ). mas conforto que traz alegria. os corações das pessoas foram mudados e elas se tornaram uma audiência diferente. e a força estava da banda dos seus opressores. depois da retirada de Senaqueribe.Os capítulos 4 0 a 66 às vezes têm sido chamados de “O Livro de Conforto”.2 O fato de que os capítulos 36 a 39 formam um prólogo histórico para o capí­ tulo 4 0 ajuda a mostrar que a mensagem de conforto no capítulo 40 é dirigida ao povo de Jerusalém em 70 0 a. alguns têm concluído que esta porção de Isaías provém de um outro autor em um período de tempo diferente. durante os quais a paz prevaleceu. M as agora Deus o comissionou para entregar uma mensagem de conforto. Sobre a base de diferenças na mensagem. e eis que vi as lágrim as dos que foram oprim idos e dos que não têm consolador. nem tampouco era meramente conforto na tristeza. restauração e paz. testou o livro de Isaías em um computador para ver se havia qualquer dife­ rença significativa em estilo e vocabulário entre Isaías I a 39 e 40 a 66. mas eles não tinham nenhum consolador” (Ec 4. O que se segue em 4 0 a 66 é um a “m agnífica m ini-teologia do .4Isto reflete com precisão as realidades dos quinze anos adicionais da vida de Ezequias.2 1 ). Deste modo.. O partido da guerra tinha sido desacreditado pelo fra­ casso do Egito em prestar socorro. sacerdotes e líderes declararem a mensagem de conforto.5 Antes da invasão de Senaqueribe. assim a ordem é para todos os profetas. redenção e glória. As palavras no hebraico são imperativos plurais.

. Esta vereda é igual a uma mencionada em muitos registros antigos do Oriente Próximo. com o seu personagem principal. retirando todos os obstáculos do caminho.AT. q u e a su a in iq ü idad e está ex piada e qu e j á receb eu em dobro da m ã o do SEN H OR . 43. proveni­ ente da semente de Abraão e Davi”. 62. Uma voz humana está clamando no deserto ordenando ao povo para que preparasse “o caminho do S e n h o r ” . mas também poderia significar um perdão em dobro dado pela graça de Deus. kiphlayim). A mensagem de Deus era para o coração e a mente do povo de Jerusalém. 3 Voz do qu e clam a n o deserto: P rep a ra i o ca m in h o do en d ireita i no erm o v ered a a nosso D eu s.23. p o r todos os seu s pecados. Houve um cumprimento nos dias de Isaías na libertação . 16. porém. de modo que simplesmente pode significar que cada lado se iguala: Assim o perdão toma conta de todos os pecados. 35. para endireitar uma vereda no deserto para Deus.8. Também é semelhante às estradas mileniais refe­ ridas em I I . 19. A estrada é para Deus retornar ao seu povo —para vir em seu socorro. A palavra “dobro” (Heb. Alguns tomam isto como sendo uma porção dobrada de juízo.19. o seu castigo foi aceito como suficiente.10). Ela tinha recebido “em dobro da mão do Senhor.. 45 . O contexto é rela­ tivo a emissários de um grande rei conquistador indo adiante dele e preparando uma estrada suficientemente magnificente para a um monarca poderoso. Esta anunciava que o seu tempo de “servidão” (um a pala­ vra usada a respeito de serviço compulsório para pagar integralmente uma dívida) era findo. S en h o r.2 (cf.6 2 Falai b en ign a m en te a J eru sa lém e b ra d a i-lh e qu e j á a su a serv id ã o é acabada. Todos os pecados e culpa são findos. por todos os seus pe­ cados”. o Servo do Senhor. Eles devem preparar a estrada ou vereda para o Rei dos reis. Isto não tem nada a ver com as pessoas retornando à terra de Israel. é de uma raiz que significa “juntar o dobro”.

procla­ mar. Esta é a palavra do S e n h o r . “toda a carne juntamente” ou todo o gênero humano junto (Heb. a revelação de quem Ele e. A estrada é para ser feita plana. todos os povos do mundo. falado no céu e depois na terra. e toda a sua beleza. e o que é áspero se aplainará. à medida que Jerusalém ascendeu à nova vida tornada possível através da profecia cumprida. e todo o monte e todo o outeiro serão abatidos. Isto é uma metáfora enfatizando que a visita de Deus “requer preparação m ora l” 7 5 li a g l ó r i a d o SENHOR s c m a n i f e s t a r á . Este versículo insinua que eles também irão experimen­ tar a glória. chasdo. O Novo Testamento reconhece um cumpri­ mento mais extenso desta profecia no ministério de João Batista.5. quan­ do ele preparou espiritualmente o caminho para o ministério de Jesus clamando por arrependimento (M t 3. ou seja. e o que está torcido se endireitará . como as flores do campo.3). A “glória do S e n h o r ” é o peso pleno da sua presença e poder.6). montes rebai­ xados e todos os lugares desiguais. Uma segunda voz ordena a alguém para clamar ( “clama”). e alguém disse: Q ue hei de clam ar? Toda a carne é erva . SI 90. a vida deles na terra é temporária (cf.8 A res­ posta é: “Toda a carne é [como a] erva”. “toda a carne”).que Deus promoveu em Jerusalém e no reavivamento espiritual. verá a sua gló­ ria (cf. “aliança de amor e fidelidade”) é como uma flor do campo que logo murcha. Nós precisamos passar a palavra adiante e reconhecer o reinado universal de Deus. com vales aterrados. 6 Voz qvie diz: Clama. “A sua beleza”.3). kol basar. ou a glória deles (Heb. 4 Todo o vale será exaltado . Todo poder e glória humanos são tão provisórios! . e to d a a c a r n e j u n t a ­ m e n t e v e r á q u e f o i a b o c a d o SENHOR q u e isto d isse. rudes ou ásperos serão alisados para se tornarem uma planície. Quando Deus se volta para o seu povo. 6. Uma terceira voz pergunta o que haveria de proclamar.

N K JV ). devastadas pelos exércitos de Senaqueribe (cf. . Porém.12). mas a palavra de nosso D eus subsiste eternamente. s o p r a n d o n e la s o h á lit o d o S e n h o r . A sua palavra é boas-novas e Sião não deve guardá-la para si mesma. 2 Rs 18.' S e c a . uma coisa é certa “a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. mas as minhas palavras não hão de passar” (M t 24.s e a e r v a . Porém. o p o v o é er v a . os seres humanos vêm e vão. “O . “N a verdade” enfatiza que eles também fazem parte de toda a carne. sobe tu a um m onte alto. levanta-a. am m eiador de boas-novas a Sião. famosos. ele também traz juízo e morte.7). não temas e dize às cidades de judá: Tis aqui está o vosso Deus. ou poderosos eles pos­ sam parecer. Ele é o Deus que cumpre a profecia. anunciador de boas-novas a Jerusalém . eles vão todos murchar e desaparecer gradualmente. As boas-novas são dirigidas às arruinadas “cidades de Judá”.35).s Seca-se a erva. eles precisam olhar para Deus —o grande e bom Deus que libertou Jerusalém. N a v e r d a d e . Sião precisa se postar em um alto monte e proclamá-la. hálito do S e n h o r ” no princípio era o doador da vida (Gn 2. ARA. em lugar de boas-novas que são trazidas “a Sião” (como a ARC traduz). “O povo” normalmente se refere ao povo de Deus. 9 Tu. eles também são “erva”: não importa quão ricos. Jesus colocou isto até mesmo mais forte­ mente: “O céu e terra passarão. Somente isto é sempre seguro e confiável. nações e impérios ascendem e caem. Em vez de olhar para as suas pró­ prias circunstâncias. e c a e m a s f l o r e s . Sião é que deve levar as boas-novas a outros (cf. Outra voz clama para Sião. levanta a tua voz fortem en te. Embora a erva murche e as flores enfraqueçam e caiam. Tu. e caem asflo res. Jerusalém precisa levantar a sua voz e pro­ clamar as boas-novas com força e sem medo. “H álito ” aqui é a mesma palavra traduzida como “Espírito”.

Os que confiam nEle não precisam ter medo. 2. a s qu e a m a m en ta m . en tre os braços. igualmente Ele “guiará mansamente” as que ainda amamentam os seus filhotes. Deus cuida das necessidades e problemas de cada indivíduo de um modo pessoal. “O seu galardão” é a recompensa que Ele recebe por sua vitória. o Deus fiel e guardador da aliança).12-31 12 Q u em m ed iu com o seu p u n h o as águas. A GRANDEZA DE DEUS CONTRASTADA COM OS ÍDOLOS 40. O “seu braço” representa o seu poder em ação —governando e no controle. eis que o seu g a la rd ã o vem com ele. mas também “carregará” ternamente os cordeirinhos. 1 C o m o pastor. e o “seu salário” ou recompensa que o acompanha é o seu próprio povo para quem Ele ganhou a vitória. d ia n te da su a fa ce .10 Senaqueribe tinha declarado que ele era m aior do . e o seu salário. O seu braço forte não apenas o regerá. mas com a ternura suave de um bom pastor que ama ternamente o seu rebanho. ap ascen ta rá o seu rebanho. Eles não poderiam vencer por si próprios. Deus virá “como o forte”. ele g u ia r á m an sam ente. o SENHOR (Yahweh. recolh erá os cord eirin h o s e os leva rá no seu regaço.Nós precisamos olhar para o Deus que estes capítulos mostram como sendo “além de qualquer comparação”. e o seu braço d o m in a rá .9 10 E is qvie o S en hor JEOVÁ v irá com o o fo r te . e recolh eu em u m a m ed id a o p ó da terra. Neste tempo de vitória e salvação o SENHOR vem não só com força e poder. e p eso u os m o n tes e os o u teiro s em b a la n ças? Agora Isaías começa um a série de perguntas retóricas paralelas que chamam a atenção para o poder doTodo-poderoso Deus como o C riador. e to m o u a m ed id a dos céu s a os p a lm os'.

quem o regulou. C om quem to m o u conselho. M as ele foi derrotado pelo Soberano Deus. e Ele tampouco precisa de instrução. Ele de­ term inou exatamente a sua m edida. do conhecimento e da com­ preensão já é dEle. Agora o Senhor responde as perguntas de qualquer um que ainda poderia ter dúvidas. ou pode dizer-lhe o que fazer? Os deuses pagãos. Tudo isso im plica em m edilas para ajustar o seu propósito ou a função que Ele pretendia. “Espírito”). e lhe fiz e s s e n o tó rio o ca m in h o da ciên cia ? não precisa consultar a quem quer que seja.que qualquer deus (3 6 . Ele tom ou a m edida dos céus apenas com as palmas da sua mão. pois nin­ guém tem mais esclarecimento e percepção do que Ele. eis qu e lança p o r a í as ilhas co m o a u m a coisa peq u en íssim a . mediu a sua mente ou espírito. 10 ) e ternam ente pastoreou o seu povo. Ele não precisa de ninguém para ensiná-lo. Ele sabe o que fazer. como fazer e quando fazer. e deveria nos encorajar a que confiemos o futuro ao Senhor. O caminho da justiça. depen­ diam de conselheiros. como os reis pagãos. e lhe m ostra sse as vered a s do ju íz o . p a ra qu e lhe desse en ten dim en to. ou seja. 13 Q u em g u io u o E spírito do en sin o u ? SE N H O R ? E qu e con selh eiro o A segunda pergunta é: Quem tem suficiente compreensão para determinar a medida do Espírito de Deus (Heb. Isto é tremendo. . recolhendo “em uma m edida o pó da terra” (ou um pequeno recipiente de m edir). M as o Espírito de Deus tem toda a sabedoria. e lhe en sin a sse sabedoria. ruach. e “pesou os montes e os outeiros em balanças”.2 0 ). O SENHOR 15 E is que as n a ções são co n sid era d a s p o r ele co m o a g o ta de u m balde e com o o p ó m iú d o das ba la nças. o qual veio com poder (v. AquEle que carrega os cordeiros é tão grande que todos os oceanos do mundo não são mais que “águas” que podem ser m edidas “na concha de sua m ão” (A R A ).

sumariza a grandeza de Deus em uma série de comparações. e como uma coisa sem valor e inútil comparada a Ele. digna da sua grandeza. Elas são consideradas “me­ nos do que nada”. Isaías viu isto quando Deus lhe concedeu profecias sobre a mor­ te de Senaqueribe. nem os seu s a n im a is ) bastam p a ra bolocaustos. a Ele). Que quadro notável da grandeza e do poder de Deus! l< N em todo o L íbano basta p a ra o fo g o . p o is. fareis semelhantes a Deus ou com o que o comparareis [ou... f a r e i s sem elh a n te a D eu s o u co m que o com parareisP Depois de descrever a grandeza de Deus. “exibiria . o qual realmente não afeta a pesagem. 17 Todas as n a ções são co m o nada p era n te ele. Elas também são como o pó miúdo que se acumula em balanças entre as pesagens. ele co n sid era -a s m en o s do qu e nada e co m o u m a coisa vã. uma gota que quase não vale a pena notar. Se uma pessoa fosse procurar uma oferenda o suficiente para exal­ tar o SENHOR.Isaías. Ele é merecedor de mais do que qualquer coisa que a terra possa prover ou que os seres humanos possam fazer. nem todos os seus animais seriam suficientes para compor este holocausto. Isaías resume por dizer que “todas as nações são como nada pe­ rante ele” (quer dizer. nem as florestas do Líbano seriam suficientes para queimá-la. depois que este fez tais ousadas reivindicações sobre a sua superioridade em relação aos deuses das nações que ele tinha conquistado (3 6 . em relação. Isaías pergunta: “A quem.1 8 — 20). “Ilhas” refere-se à totalidade dos continentes e ilhas da terra —o conjunto de sua massa de terra —que eqüivale a mero pó que não se fixa. em seguida. Todas as nações do mundo são como uma gota deixa­ da na extremidade de um balde depois que o mesmo seja esvaziado e sacudido. lfi A q u em .

Quem quereria um deus oscilante. 20 O em pobrecido. dinheiro. Uma pessoa muito pobre para trazer ouro e prata para tal propó­ sito escolhe a madeira de uma árvore que “não se corrompe”. es­ portes. O ídolo pode ser feito de madeira. Isaías disse isso no m eio de um m undo que acreditava na significância de ídolos. n ã o o u v is? O u desde o p rin cíp io se vos não n o t fic o u isso m esm o ? O u não atentastes p a ra os fu n d a m e n to s da terra ? . Ele consegue então que um artesão qualificado esculpa um ídolo com uma larga base plana. pedra. Os pagãos acreditavam que um deus ou um espírito vivia no ídolo. Um metalurgista derrete um metal mais barato. não sabeisP P orven tu ra . Os assírios e os babilônios dependiam deles. seria terrível se um deus chapeado de ouro fosse ao chão. metal.1 1 19 O a rtífice g r a v a a im agem . um deus que iria cair no chão? 21 P orven tu ra . tal qual o ferro. Afinal de contas. escolhe m a d eira qu e não se corrom p e. e o o u riv es a cob re de o u ro e ca d eia s de prata f u n d e p a ra ela. qu e não p o d e o ferecer tanto. de modo que este não tombe. As­ sim também precisam os que colocam qualquer coisa “igual ou mais elevada que Deus” —outras pessoas. Depois de ter esfriado. e lhe dá uma forma. exceto o que as mãos humanas o fizeram ser. Isaías mostra quão absurda a idolatria realmente é. M as na realidade o ídolo não era nada.com ele”]?” Nenhuma imagem feita por mãos humanas pode repre­ sentar a sua grandeza e glória. Os seguidores da Nova Era precisam ouvir esta mensagem hoje. instituições. a rtífice sábio busca. Então o prateiro faz “cadeias de prata” para sustentá-la. ou barro. etc. posses. pa ra g r a v a r u m a im a ­ g e m qu e se não p o d e m over. idéias. o ourives reveste a escultura de placas de ouro batido. Seria terrível para um deus apodrecer.

“Ele é o que está assentado sobre o globo [disco. Do ponto de vista dEle. ele é o qu e esten d e os céus com o co rtin a e os desen rola co m o tenda p a ra n eles habitar. Eles deveriam ouvir o que tem sido contado (cf. n em se arra iga na terra o seu tron co corta do. shoph‘te. e u m tvfã o. Ele faz “os príncipes” (incluindo todos os tipos de dignitários) voltar ao nada e os “juizes” da terra (Heb. com o pragana. Então eles “secam-se” e o seu juízo os leva embora como um tufão. Seguramente. esfera] da terra”. “Os céus manifestam a glória de Deus”. desde os eventos de Gênesis I. Deus é o Criador que se revelou desde o princípio. os levará.Isaías repreende os idólatras com quatro perguntas metricamentc arrumadas (ou seja.) Ele tem estado presente desde que a terra foi fundada. Eles podem pensar que estão determinando as coisas. as pessoas que vivem na terra são tão minús­ culas quanto gafanhotos. mas Deus está realmente no controle. Agora o próprio Deus repete a pergunta que Isaías fez no versícu­ lo 18. pa ra qu e lhe seja sem elh a n ­ te:0 — d iz o Santo. Os “céus” (o universo todo) não são mais que gaze estendida como uma tenda diáfana para se viver dentro dela.3. Ex 20. Não há nenhum outro Deus. mas tudo o que Deus tem de fazer é soprar sobre eles. SI I9 . cu jo s m o ra ­ dores são p a ra ele co m o ga fa n h oto s.4). n em se sem eiam . (Cf. em um estilo a-b-b-a). Como poderia qualquer outro deus ser igual ao Deus que enche e transcende o universo? A mesma . e seca m -se. 25 A q u em p o is m e fa r e is sem elhante. arraigados. Os dignitários e juizes da terra podem pensar que eles estão estabele­ cidos.I. 22 E le é o q u e está a ssen tado sob re o g lo b o da terra. 23 o q u e f a z v o lta r ao nada os p r ín cip es e torn a coisa v ã os ju iz es da terra. (Cf. eles deveriam saber e entender. sopra sob re eles. “juizes”) a virtual­ mente desaparecerem.12.) 24 E n ã o se p la n ta m . Is 10.

M t 10. SI 147. Hb 1. n en h u m a fa lta r á . Ele também conhece e cuida de nós individualmente (cf. ó Israel: O m eu cam inho está encoberto ao S e n h o r . O Novo Testamento revela mais adiante que Deus fez todas estas criações pela Palavra Viva.12 26 L evan tai ao alto o s olhos e ved e quem crio u estas coisas. 2.3. o S e n h o r . Certamente. . e o m eu ju íz o passa de largo pelo m eu D eu s? Agora Isaías fala com a nação como Jacó. Jesus (Jo 1.30. não o u v iste que o etern o D eu s. n em se fa tig a ? N ão há esq u adrin haçã o d o seu en ten dim en to.13 27 P or que. pois.C. quem a todas cham a p elo seu n om e. M as Deus a todas “chama pelos seus nomes” (cf. depois como Israel (veja Gn 32. Elas demonstram a grandeza de sua potência. o C ria d o r dos c o r f i n s da terra.idéia de comparar qualquer coisa ou qualquer outro ao Deus que é "o Santo” é ridícula.31). Isaías usa novamente um a pergunta retórica para chamar a aten­ ção para Deus como o Criador. Como eles podem dizer que este grande Deus que dá nomes às estre­ las não sabe o que estão fazendo ou que Ele esqueceu das suas pro­ messas e negligenciou a justiça devida a eles? Isto pode ter sido falado especificamente para as pessoas desanimadas. qu em p r o d u z p o r con ta o s e u ex ército. e tu fa la s.s N ão sabes.28). Os astrônomos moder­ nos não têm mais nomes para as estrelas. p o r cau sa da g ra n d ez a das su a s fo r ç a s . n em se cansa. cercadas pelas cidades arruinadas de Judá em 700 a.2). força e poder. A pessoa deveria ser capaz de olhar para a imensidade dos céus estrelados e perceber que nenhum peque­ no deus de lata poderia ter criado “estas coisas”. e apenas dão um número para a maioria delas. Deus as produz e rege todas elas e as conhece individualmente. e p ela fo rta lez a do seu poder.I 6 . e por Ele todas essas coisas consistem. nenhuma delas escapa do seu conhecimento. ou “subsistem” (C l I . Isto deveria fazê-los lembrar das promessas de Deus. ó Jacó.4).I 7 ). dizes.

Para aqueles que não têm nenhuma força física. às quais a mente do homem nem mesmo pode começar a inquirir”. sou forte” (2 Co 12. Ele “m ultiplica” comple­ tamente as suas forças. bachurim. E. eles deveriam ter sabido. de toda a terra —sem qualquer exceção. e aponta para as névoas do futu­ ro. eles deveriam ter escutado e aprendido. isto fala das névoas do passado. ca m i­ nh arão e não se fa tiga rã o . nas angústias. nas injúrias. por amor de Cristo. A palavra “eterno” (Heb.14.5. Nada que os deuses adora­ dos pelos pagãos poderiam ser comparados a Ele. além de qualquer coisa que os seres humanos possam compreender. incluin­ do a sua percepção e inteligência..goweYHW H . 37. “atletas escolhidos”) podem se tor­ nar como o atleta que corre pelos campos do país e desiste antes de alcançar a meta. é inescrutável. como em S I 27. Porque. A partir da revelação passada de Deus. Os jovens “se cansarão e se fatigarão”.14 2y D á v ig o r ao can sa d o e m u ltip lica as f o r ç a s ao qu e não tem n en h u m vigor. Deus dá força (poder e vigor) para os que estão cansados. Ele nunca está cansado ou exausto. assim.7.34. Mas aqueles que “esperam no S e n h o r ” (H eb. quando estou fraco. nas perseguições. “espera pelo S e n h o r ”. nas necessidades. o Criador dos confins da terra”. co rrerã o e não se ca n sa rã o. olarnj “vem da raiz que significa ‘escondido’ ou ‘encoberto’. 30 O s jo v e n s se ca n sa rã o e se fa tig a rã o .Isaías desafia o povo. en­ tão. Como o apóstolo Paulo disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas. A partir dos procedimentos de Deus para com eles no passado. Até mesmo os “jovens” ou homens vigorosos (Heb. tropeçando e caindo. 31 M as os qu e esperam no S e n h o r ren o v a rã o as su a s f o r ç a s su b irã o com asas com o águias.10). e os jo v e n s certa m en te cairão.. A sua compreensão. quer dizer.6) não se põem a . 130. Ele é “o eterno Deus.

eles mantêm a sua espe­ rança no S e n h o r e pacientemente continuam confiando nEle por gra­ ça e ajuda (cf. caminharão “e não se fatigarão”. Eerdmans. 19 7 5 ). Deus é de fato a sua absoluta fonte de força —física. Nada que os adorados deuses pagãos pudessem fãzer por eles. Knight. Freeman. Por que Deus desafia o povo? 5. H arrison. 2 vols. Alemanha: H . 3 Veja Introdução. Eles planam “com asas como águias”. 7. 196— 0 3 . Alexander.2 4 (apócrifo) identifica Isaías como aquele que “consolava os tristes de Sião ”. O que estava envolvido no conforto prometido para Jerusalém? 2. An Introductian to the Old Testament Prophets (C h i­ 33. Q UESTÕES D E ESTU D O 1. interior e espiritual. E dEle continuam recebendo novas forças. Is 30. pp. quando Ele se move. O que as pessoas podem esperar dEle? CITAÇÕES 1 Joseph A. Radday. 5 George A. 2 4 Yehuda T. em H aifa. 1984). A. “T h e H istorical and Literary Criticism o f the O ldT estam ent”. F. Que características de Deus você encontra no capítulo 40? 4. Gerstenberg. Literary and Textual (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 2:93. Qual é a significação da estrada ou vereda em 40 .3— 5? 3. 19 69 ). . Instituto de Tecnologia de Israel. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 19 73 ). eles se movem junto com Ele. 19 80 ). Ao invés disso. R ad d ay era Prelecionador Sênior em Bíblia e Língua H ebraica no Technion. Servant Theology (G rand R apids: W m . Eles corre­ rão e “não se cansarão”. Veja também R . 2 Eclesiástico 4 8 . Então. K. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. cago: M o o dy Press. em Bihlical Criticism: Historical. Isaiah and the Computer (H ildesheim . B. subindo sobre as circunstâncias. reimpresso. 2 2 -2 3 .15). 30— H o b art E. em I (1 8 7 5 . O Dr.caminho na sua própria força.

51. N ote especialmente 44 . ‘ummim. 1 9 7 2 ).1-42. B. 7 W alter C. 4 7 .31 ). e en tão fa la i .4 . ch eg u em o -n o s ju n t o s a ju íz o . A Glória de Deus e o Seu Servo 41. The O ld Testament: Its Claims and Its Critics (P hiladelphia: Presbyterian & Reform ed. Quer também que eles “renovem as forças” a partir de Deus como a sua fonte.2 0 . H anson. 19 95 ). 9 Kaiser. 4 3 . 54.1 4 .I-4 1 C a la i-v o s p era n te m im . Christian and the “O ld”Testament. Kaiser. 48 . 185. ênfase de Kaiser. Kaiser. 13 Isaías chama a atenção para Deus como C riador aproximadamente vinte vezes. Ele.5 ). referindo-se ao profeta que tem falado no nome do Senhor. 2 0 5 . quer que “os povos” (Heb. Califórnia: W illiam Carey Library. Servant Theology. 55 . DEUS USA ALGUÉM DO ORIENTE 4 I. 4 9 . 23. Paul D. 10 A llis mostra que “Isaías gosta da pergunta retórica.7 . 19 98 ). Deus os . ó ilhas.1 3) Ele chama as “ilhas” (inclusive as regi­ ões costeiras. ou seja.2 4.1 4 .. 25. povos. Jr.1 7 . O swalt T. 1 12 O bserve com o Isaías lo u v a a D eus re p e tid am e n te com o o San to (4 1 . para se manterem em silêncio diante dEle. 3 . Academ ie Books.3 . Cf. litorâneas). 187. 1 9 7 8 ). N o entanto. Isto acontece mais de cinqüenta vezes nas suas profecias”.6 W alter C.1 6 . “eu” parece preferível. 1 Kaiser. as partes habitadas da terra. 8 Os Rolos do mar M o rto do livro de Isaías tem “ela” em vez de “eu”. Christian and the “O ld”Testament. Jr. que é a fonte de força para aqueles que em Israel esperam por Ele (4 0. Isaiah 4 0 -6 6 (L ouisville: John Knox Press..5. Deus.2. ren o v a i as f o r ç a s e ch ega i-vo s. Em uma nova cena de sala de tribunal (veja 1. 2 ). 4 8 . The Christian and the “O ld”Testament (Pasadena. aparentemente referindo-se a Jerusalém (c f v.25 I. “povos”) se voltem para Ele. o Senhor da história. 185. A llis. Toward an O ld Testament Theology (G rand R apids: Zondervan Publishing House.18. 14 Knight. continua.

muito embora ele possa ser tomado como um símbolo do Messias.1. Ele se considerava um . lcraolo. pensavam que ele era Abraão. “em paz”) significa que depois de os conquistar. Que ele vem “do Oriente” mos­ tra que Isaías está na Palestina enquanto fala. Deus.2.7.3). shalom. 5.1 ’ Ele persegue-os e passa em paz p o r uma vereda cm que. 6. Este conquistador não é nomeado. Ciro é nomeado em 44 . Deus é o que “suscitou do Oriente o justo”.28 e 45. Ibn Ezra sugeriu Ciro. “Pragana” (palha ou resíduos de cereais) fala do juízo de Deus —levado a cabo por este que vem do leste. o qual dará a últim a vitória. O que é dito sobre ele confirma que Ciro é referido aqui. “para o pé de si”). nunca tinha caminhado. Deus lhe dará vitória e domínio que não pode ser impedido. mas porque ele estará fazendo o que é certo por cumprir o propósito e o plano de Deus.). ele não os destrói. chama este (C iro) do Oriente para o seu serviço (Heb. Ciro foi um conquistador incomum.chama para que se cheguem e se unam para uma decisão que é apro­ priada (em conformidade com a verdade). Os judeus. Que ele os perseguirá indica que eles fogem diante dele. com os seus pés. Ciro conquistou a Babilônia e elaborou decretos que mandavam de volta os judeus para que reconstruíssem o seu templo (2 Cr 36. no décimosegundo século d. Que ele “passa em paz” (Heb. o Justo. o Grande. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. até o tempo de ibn Ezra.13. para segui-lo e servir-lhe (na batalha). Outros sugeriram Josué ou a nação de Israel. Eles têm o mesmo poder e sabedoria que Deus tem? 2 Q uem suscitou do O riente o ju sto e o chamou para o p é de si? Q uem deu as nações à sua fa c e e o fez dom inar sobre reis? Ele os entregou à sua espada como o pó e com o pragana arrebatada do vento.C.23. ao seu arco.8.C. o rei da Pérsia (5 5 9 — 530 a.22. quer dizer. Ed L I .. não porque ele é justo.

só Ele é Deus. Deus é o que age na história. Tão rápido ele avança que vai como se fora o vento’’. o SENHOR. não percebendo que Deus está por trás do que Ciro está fazendo. os confins da terra tremeram. e Ele estará com a últim a geração. “As ilhas” (ou regiões costeiras.. ao que hate na safra. aproxim aram -se e vieram. . nunca tinha caminhado”. dizendo da coisa soldada: Boa é. c h a m a n d o a s g e r a ç õ e s d e s d e o p r i n c i ­ p i o ? E u .5 -2 9 ' As ilhas o viram e temeram. 7 E o artífice anim ou o ourives. ofirm a . 2. e o que alisa com o martelo.2 4 Q u e m o p e r o u e j e z isso. as partes habitadas da terra) são convidadas a se aproximarem do único e verdadeiro Deus. Eles olham para o que Ciro está fazendo e se afas­ tam de Deus. Desde “os confins da terra”.. e u m esm o . 6 Um ao outro ajudou. como os assírios e babilônios eram. mas elas tremem de medo. Então.libertador em vez de um saqueador. Ele é ativo e só Ele está realmente no controle. e ao seu companheiro disse: Esforça-te. e c o m o s ú ltim o s . pode significar que ele não tomou a rota normal para Babilônia. o p r i m e i r o . A última frase: “uma vereda em que. Ciro tomou uma rota indireta. eles tremem de medo. se unindo contra Ciro. Ele estava com a primeira geração. Em vez de se voltarem ao verdadeiro Deus que revelou a Si pró­ prio. Ele é o S e n h o r (Yahwehf o eterno. o Deus que guarda a aliança. confian­ do no que a força humana pode fazer. de terras mais distantes de Jerusalém. com pregos. Ou pode significar ‘“os seus pés (quase não) toca­ vam no chão’. para que não venha a m over-se. Depois eles avançam. AS NAÇÕES E OS SEUS ÍDOLOS DESAFIADOS 4 1 . eles se unem e tentam ajudar e encorajar um ao outro. chamando-os pelo nome (proclamando a sua verdade a eles).

servo meu. porque eu sou contigo.23. O Deus que fez o povo de Israel seu servo. e o escolheu. mas eles têm que fixála com pregos “para que não venha a mover-se”. Eles . a ti te escolhi e não te rejeitei.O que as pessoas podem fazer é fabricar ídolos. tu Jacó. I Jo 4. e te ajudo. meu amigo. “M eu amigo” é literalmente “o que me ama”. Em con­ traste com os adoradores de ídolos. Eles observam a sua obra e dizem: “Boa é”. Êx 19. 9 tu. Deus fala agora com Israel de um modo intimo e pessoal.6). cf. Eles esperam que os ídolos fabricados e imóveis os ajudarão no meio dos temores e difi­ culdades da vida. Israel foi tirado de Egito. 10 não temas. Israel é servo de Deus. Que contraste com o poderoso Deus que nos fez e criou o universo! 8 Mas tu. Ele se preocupa com os sentimentos do seu povo. Os fabricantes de ídolos tentavam encorajar um ao outro. Eles são movidos por medo. eu te esforço. Deus amava a Abraão. não o tem rejeitado e não o rejeitará ou tratá-lo-á como refugo. eles ainda são considerados o seu povo escolhido. ó Israel.19). e te sustento com a destra da minha justiça.7. não te assombres. de modo que cada um envolvido no processo de fabrica­ ção de um ídolo encoraja o próximo para usar melhor a sua habilida­ de. T g 2. aquele a quem Deus deu a promessa. a quem elegisem en te de Abraão. a quem tomei desde os confins da terra e te chamei dentre os seus mais excelentes e te disse: tu és o m eu servo. Abraão foi chamado de U r do Caldeus. Eles são os descenden­ tes de Abraão.5. M uito embora Deus os chame pelo antigo nome de “Jacó”. e Abraão respon­ deu amando a Deus (veja 2 Cr 20. porque eu sou teu D eus. M as Deus é o que encoraja o seu povo: “Não temas. o enganador e suplantador. escolhido por Ele para realizar uma obra (cf. porque eu sou contigo”.

e os que pelejarem contigo tornar-se-ão n a d a e como coisa que não é nada. porque já não existirão sobre a terra. não importa quão difícil ou con­ fusa. deixe de ser medroso]. Jó 25. Ele é o Deus deles. Hb 13. não sabendo onde achar ajuda e segurança. Ele fará com que os que pensam ter um caso contra Israel se tornarem como “nada”. Eles pensam que estão lutando con­ tra Israel. mas Deus lhes diz novamente que parem: Ele os ajudará. diz o S e n h o r . tornar-se-ão nada. mas não os acharás. Ele quer que eles ajam com coragem e fé. Deus os fará curvar as suas cabeças com vergonha. Deus os está lembrando de quão fracos e desamparados eles são (cf SI 22. Ele con­ tinua declarando: “Não temas [lit. Em todas as circunstâncias.6. Ele é o SENHOR.5) hl Não temas. eu te ajudo. 12B uscá-los-ás. todos os crentes podem reivindicar isto. e os que contenderem contigo perecerão. e o teu redentor é o Santo de Israel.. Então eles não serão achados. que eu te ajudo. o SENHOR teu Deus. te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas. o San­ to de Israel. mas estão de fato lutando contra Deus.6). ó bichinho de jacó. povozinho de Israel. Deus declara quem Ele é. Ele prometeu ajudá-los e sustentá-los (ampará-los firmemente e apoiá-los) com a “destra da minha justiça” (implicando que Ele os conduzirá). os que guerrearem contigo. Ele levará a cabo o seu propósito justo com um forte poder que assegura a vitória. (Ainda que dirigido a Israel. Estar amedrontado é natural. o Deus deles. que eu te ajudo”.devem deixar de olhar daquele modo e com temor. Chamando o povo de Israel de “bichinho de Jacó”. 1' Porque eu. g o ‘e[). Deus fará com que sejam envergonhados e confundidos “os que se irritaram contra” o seu povo. . cf. Ele é o Redentor deles (Heb. 11 Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti. e eles perecerão.

Quando o pobre desafortunado e o infeliz e o necessita­ do oprim ido estão a ponto de m orrer de sede. Deus tem se dedicado a levar a efeito os seus propósitos para com Israel em relação ao seu grande plano de redenção. n Eis que te preparei trilho novo. mas eu. o S e n h o r . eu.48. Deus os lançará fora ( “os espalhará”) como um vento poderoso.49. Em Israel o go ‘el era o parente redentor. o D eus de Israel os não desampararei. o qual era também o vingador de sangue (cf. m a s tu te a l e g r a r á s n o SE N H O R c te g l o r i a r á s n o S a n t o d e I s r a e l. e o tu fã o os e s p a lh a ­ r á . Deus é reconhecido como R e­ dentor treze vezes em Isaías. Deus fará o insignificante bichinho em “trilho novo” —duas pran­ chas de madeira pesadas pregadas juntas por duas travessas e tendo pedaços afiados de ferro (como pontas) por baixo. O grão debulhado seria revolvido com a pá e o vento sopraria para longe a palha. o S e n h o r lhes responderá e satisfará a necessidade deles. o s ouvirei . Isto era arrastado em cima dos talos de grãos cortados para separá-los e prepará-los para peneirar o grão. R t 2. Lv 25. 11).2. se gloriando no Santo de Israel. que tem dentes agudos.19 27. e os outeiros tornarás como a palha. os m ontes trilharás e m oerás.1. e não as há. Ele sempre estará lá para eles. 17 Os aflitos e necessitados buscam águas. deixando o grão cair no chão. e o v en to os le v a r á . A aridez sempre foi um problem a na m aior parte do O riente M édio. o bastante para dissolver montanhas e pulverizar colinas. 10 Tu os p a d e ja r á s . Israel não terá que se livrar de seus inimigos. Nm 35.Começando com este versículo. .9— 4. Então Israel se alegrará no SENHOR. e a sua língua se seca de sede. Israel é comparado a um trilho poderoso. Como o “Santo de Israel”.1— 13. 3.

baaravah. d iz o f i r m e s razões. 20 p a r a c r io u . Nm 20.11. “o Santo de Israel o criou”. Ele abrirá rios “em lugares altos” e fará “fontes no meio dos vales”. 21 A presentai a vossa dem anda. Somente Ele pode criar —só Ele pode cumprir esta profecia. e o S a n t o d e I s r a e l o O que Deus faz e como Ele o faz nesta restauração será um teste­ munho para o pobre e necessitado (do v. diz para os idólatras que tragam o caso deles e qualquer argumento forte ou provas que eles possam ter pelos seus deuses.18A brirei rios em lugares altos efo n te s no m eio dos vales. d iz o R ei de Ja có.” realizou isto. ou “a mão do SENHOR. e s a i b a m . p o r ei no erm o a fa ia .15). Se n h o r . Deus plantará uma variedade de árvores no deserto e no “ermo” ou solo improdutivo (Heb. A palavra “criar” no Velho Testamento sempre tem Deus como o sujeito. tornarei o deserto em tanques de águas e a terra seca. em m ananciais. transformando o deserto em tanques de água e a terra seca em um lugar de onde brota água. e c o n s id e r e m . como o “Rei de Jacó” (como o verdadeiro Rei de Israel). e a oliveira . e a á rv o r e de sita. e a m u rta . o o lm eiro e o álam o. co n ju n ta m en te. Ele satisfará a necessidade deles abundantemente em todos os luga­ res: milagrosamente. a área seca ao sul do mar M orto). 17). Dt 8. trazei as vossas Em outra cena de tribunal. sabe­ rão. 19 P la n ta rei n o deserto o cedro. quer dizer. “no Arabá”. Ele é o mesmo Deus que deu a Israel água da rocha durante o êxodo (Êx 17. e j u n t a m e n t e e n t e n d a m q u e a m ã o d o S E N H O R fe z isso. milagrosamente. q u e to d o s v e ja m . considerarão e entenderão com discernimento que o grande po­ der. . como parte da res­ tauração pelo Espírito Santo no M ilênio. Deus. Juntos eles verão.6. “Conjuntamente” também pode significar “todos ao mesmo tempo”.

e a vossa obra é m en os do que nada. p a ra qu e a ten tem os p a ra ela s e sa ib a m os o f i m delas. o que isto significa para o futuro. Porque os pagãos tinham uma visão cíclica da história (não reco­ nhecendo um começo ou um fim). p a ra qu e sa ib a­ m o s q u e so is deuses. ou fa z e i. qualquer coisa boa ou ruim — “fazei bem. 23 A n u n cia i-n o s as coisa s qu e ain da hão d e vir. “nós”) im ­ plica que para ser um espetáculo legítim o de poder. eles não tinham nenhum conceito do fluxo da história. Este seria um selo indicando que eles realmente são “deuses” —mas eles não podem profetizar. todos os seres humanos devem poder observar isto conjuntamente (todos ao mes­ mo tempo). ou deixe-os declararem simplesmente “as coisas futuras”. f a z e i bem ou fa z e i m al. O coletivo plural ( “nos”. a b om in a çã o é qu em v o s escolhe. . ou fazei m al” —que as pessoas pudessem ter medo. mostra que o Deus que criou no princípio também trabalha agora. e tem um plano para uma consumação futura. Eles são então desafiados a fazerem algo. as obras deles são totalmente inúteis (igualmente “me­ nos do que nada”). o vejam os. Isaías podia fazer este desafio porque Israel tinha visto as suas profecias a respeito da derrota de Senaqueribe cumpridas. 24 Eis qu'e sois m en o s do que nada. p a ra qu e n o s a s­ so m b rem o s e. a n u n cia i-n o s as coisa s passadas. por outro lado. Deixem os idólatras trazerem os seus deuses e contarem o que acontecerá.n o s o u v ir as coisa s fu tu r a s . A visão linear bíblica da história. O SENHOR resume isto dizendo que os deuses pagãos são “menos do que nada”. como isto se amolda ao presente. Os deuses pagãos são desafiados a predizerem o futuro. explicando o que aconteceu no passado ( “as coisas passa­ das”).22 T ragam e a n u n cie m -n o s as co isa s q u e hão de a co n tecer. Os que escolhem adorar os deuses pagãos em vez do único e verdadeiro Deus são abomináveis a Ele. ju n ta m en te.

Deus en­ viou um mensageiro com boas novas (veja 40. e a Jerusalém darei um anunciador de boas-novas.9— I . I . O teor no hebraico mostra entusiasmo. O SENHOR 21 Evi sou o que prim eiro direi a Sião: Eis que ali estão. o hebraico é enfático —nem mesmo alguém diz qualquer coisa. para que o possamos < saber.3Ele “virá sobre os magistrados”.2). Deus foi o “primeiro” que falou palavras proféticas de libertação. no Orien­ te (v. Só Deus verdadeiramente prevê o futuro. embora Ciro viesse da Pérsia. desde o nascimento do sol. O que procede “do N orte” que Deus suscitou é Ciro. e como a argamassa ou barro não podem resistir ao trabalhador ou ao oleiro. a maioria das invasões era proveniente do Norte. para que digamos: Ju sto é? Mas não há quem anuncie. nem tampouco quem manifeste. Ele invocará o nome de Deus. falando isto de antemão de forma que o seu povo pode dizer: “Justo!” O veredicto está no favor de Deus por causa da profecia cumprida. e virá sobre os magistrados. assim ele os pisará. e ninguém absolutamente ouve as palavras deles. como sobre o lodo. como o oleiro pisa o barro.7).25 Suscito a um do Norte. ou em outro tempo.IO). Assim. invocará o meu nome. 2>Q uem anunciou isto desde o princípio. é o que declarou isto “desde o princípio” para que o seu povo possa saber. Em contraste com os ídolos pagãos que não podem falar e não falam. e. 3 6 . 52. nenhum deles proclama qualquer coisa. Sem qualquer um outro se antecipando a Ele. e ele há de vir. Por causa do deserto diretamente ao leste de Israel e Judá. não porque ele adorasse o SENHOR. Mas entre os deuses pagãos —aqui. de fato. ele entrará em Israel vindo “do N orte”. mas porque ele decretaria que os judeus voltassem e reconstruíssem o templo do SENHOR (Isto é muito diferente da reivindicação de Senaqueribe de que o SENHOR ti­ nha lhe enviado. os governa­ dores provinciais. eles não poderão resistir a ele. nem tampou­ co quern ouça as vossas palavras.

sem nenhuma realidade. “Olhe!”. em quem se compraz a minha alma. a quem sustenho. Agora a atenção é desviada dos ídolos para a glória do Servo do Quer dizer. 0 SERVO DO SENHO R E A SUA MISSÃO 4 2 . as suas obras não são coisa algu­ ma. “Eis aqui” (Heb. Ele produzirá “juízo” compassivo (Heb. . as suas imagens de fu n d içã o são vento e nada. “o meu servo” aqui (em contraposição ao “ser­ vo” de 4 1 . Wm). fazendo deste o primeiro Cântico do Servo em Isaías. Nós podemos edificar as nossas vidas sobre a sua Palavra.5 M ateus 12.28 quando olhei. Eles não podem revelar nada. pus o meu espírito sobre ele. Nós tam­ 21 bém podemos ver um paralelo quando o Espírito desce sobre fesus como uma pomba e a voz do Pai declara do céu: “Este é meu Filho amado. “Veja!”) é uma ordem para olhar para Ele.1 -9 1 Eis aqui o meu Servo. nenhum mensageiro. hen. juízo produzirá entre os gentios. o m eu Eleito.8 ) é o Messias. Em contraste.17).6 Isto conecta “meu S en h o r.17— aplica esta passagem a Jesus. ninguém havia. 3. em quem me comprazo” (M t 3. Deus o Pai o sustenta firmemente. os deuses pagãos não têm “ninguém”. Todos os deuses pagãos são “vaidade”. e põe o seu Espírito Santo sobre Ele. nenhum conselheiro que possa responder com até mes­ mo uma palavra. Como é totalmente estúpido adorar qualquer coisa ou qualquer outro que não o único e verdadeiro Deus! Ele é o único em quem vale a pena confiar. nem mesmo entre estes con­ selheiros algum havia a quem perguntasse ou que m e respondesse palavra. As suas imagens fundidas são vento4 e vacuidade. mishpat) entre as nações. nEle se compraz a sua alma (e coração). e as suas obras são (literalmente) “nada”. “coisa alguma” (Heb. 29 Eis que todos são vaidade. M as Deus tem um plano.

Ao contrário dos cruzados que pensaram poder fazer o tra­ balho de Deus lutando. não se ex a lta rá. O Messias não será uma luz brilhando vagamente nem se mostra­ rá fraco. de acordo com a verdade (Heb.7 As “ilhas” (quer dizer. torah. toda a terra habitada) colocarão a sua esperança (ou “aguardarão”) na “sua doutrina” (Heb. Ele será quieto e manso. Ele produzirá justiça “em verdade”. tampouco Ele será quebrantado ou desencorajado. n em apagará o p a vio qu e f u m e g a . 2 N ão clam ará. a té q u e p on h a na terra o ju íz o . N a realidade. e as ilhas a gu a rd a rã o a su a d ou trin a. U m pavio que está apenas vaga­ mente fumegante é fácil de apagar. n em será quebrantado.servo” com passagens messiânicas anteriores em Isaías. em verd a d e. 9. Ele não jogará fora ninguém como inútil.7. Ele não desis­ tirá até que estabeleça “na terra o juízo”. ou seja. leemeth ). e agora por intermédio desse Espíri­ to sua obra será realizada (cf. onde o Pai chama o Messias de seu Filho. que alardeiam quem eles são e fazem grandes anúncios de suas façanhas. Ele foi para a cruz.praça. e ao contrário dos muçulmanos que pensam ser a guerra santa (jihact) a vontade de Deus.2 como também 6 I . M as Ele não apagará a luz da vida de qualquer pessoa. as coisas e as pessoas que fazem os outros ficarem desencoraja­ dos não o impedirão de emitir luz e ser firme e forte. p ro d u z irá o ju íz o . depois enviou o Espírito Santo. O termo “servo” implica tanto obediência como autoridade delegada. Isto é paralelo ao Salmo 2. Aguardar aqui implica . Alguém quebra uma “cana trilhada” antes de descartá-la. Zc 4. Quer dizer. n em f a r á o u v ir a su a voz na . o Messias não provocará derramamento de sangue ou ódio. 12. “instrução”).I .7 e 1 1. 4 N ão fa lta r á . ■ Ele não será como os conquistadores terrenos. 3 A ca n a trilhada não quebrará.6).

e o buscarão para ajuda e orientação. Os prisioneiros que “jazem em trevas” da prisão do pecado. 9. Ele “estendeu” os céus tão facilmente quanto uma pessoa estenderia uma cortina. M t 24. 6 Eu. e te tom a rei p ela m ão. Aqueles que aceitam a vontade do Messias irão colocar a sua esperança nEle.13). p a ra tira r da p risã o os p reso s e do cárcere. R m 5. e te d a rei p o r co n certo do p o v o e p a ra lu z dos g en tio s. 8.9. Deus o tomará pela mão. A aliança será feita nEle. os qu e ja z em em trevas. te ch am ei em ju stiça .2). e te gu a rd a rei.) 7pa ra a b rir os olhos dos cegos.21). que cr io u os céus.1) —pelo qual o Servo levará os povos a um relacionamento correto com o SENHOR. o Servo tem sido chamado por Deus o Pai “em justiça”: ou seja. 9.12. Ele os tirará para a luz (cf. e o esp írito aos qu e a n d a m nela.e„ nações). Ele lhe dará “por concerto do povo” —a nova aliança (c f M l 3. Além disso. Ele é o único que “dá a respiração ao povo” (como Ele fez a Adão) e vida ao espírito humano (incluindo a mente e a disposição). (Veja Jo 1.15.6). Semelhante a Ciro (41.5. que dá a respiração ao p o v o que nela está. mas Ele também abrirá “os olhos dos cegos” de modo que eles possam ver essa luz. Ele não será somente “luz” (v. H b 8. (como o hebraico indica) para trazer justiça com êxito (como uma manifestação da sua graça). animais e plantas) criado a partir destes. e f o r m o u a terra e a tu d o qu an to p rod u z .1. . pois o servo será “para luz dos gentios” (i. a aliança não será lim itada a Israel. Novamente o único Deus verdadeiro. o Senhor . é iden­ tificado como o Criador dos “céus” e da “terra” e de “tudo” o mais (pessoas. e os esten d eu . protegendo-o e guardando-o. o Senhor . J A ssim d iz D eu s. e permanecerão firmes até o fim (cf.em uma esperança que resiste. o S e n h o r ( Yahweh).6-13. 6 1 . por Ele e para Ele.

a m in h a g ló ria . com as a ldeia s que Q u ed a r habita. ilh a s e s e u s hab itan tes. nem o seu “louvor às imagens de escultura”. Isto inclui gentios e israelitas. O seu louvor deveria vir “desde o fim da terra”: proveniente daqueles que estão no mar e de todos os habitantes do mundo habitável.6). mas certas de terem o seu cabal cumprimento. ex u ltem os q u e habitam na s rochas e cla m em do cu m e dos m ontes. e n o va s coisa s eu vos an u n cio..10-13 10 C a n ta i a o S e n h o r u m câ n tico n o v o e o seu lo u vo r.) As “novas coisas” são profecias ainda não cumpridas. n em o m eu louvor. da mesma maneira que as primeiras coisas o foram. UM CÂNTICO NOVO 42. A sua “glória” inclui o seu poder. às im agen s de escultura. (Isaías está escrevendo isto provavelmen­ te em 700 a. este é o m eu nom e. 11 A lcem a voz o deserto e as su a s cidades. A ordem para cantar “ao SENHOR um cântico novo” pressupõe uma nova revelação ou um novo entendimento da sua palavra e do que Ele está a ponto de fazer (cf. autoridade e atributos.C.& Nome o que assegura a Israel que Ele estaria com eles. e. 4. 43. v ó s o s q u e n a v ega is p e lo m a r e tu d o q u a n to há n ele. Deus declara o seu Nome de guarda da aliança. depois que a sua profecia de libertação dos assírios foi cumprida. pois. Ele é também um Deus pessoal. a n tes qu e ven h am à luz. 48.18. 9 Eis q u e as p rim eira s coisas passaram . As “primeiras coisas” são os eventos previamente profetizados que agora estão cumpridos. Yahweh. Por causa da sua glória —por causa de quem Ele é —Ele merece todo o louvor. d esd e o f i m da terra . Pode-se confiar na palavra profética de Deus. vós. Os ídolos não são nada e não merecem coisa alguma. Ele não os dará a outro.s Eu so u o Senhor . a ou trem não darei. .9 Ele não só é o único Deus verdadeiro.19. vo~ lasfaço ouvir.

m as. O próprio SENHOR sairá para batalhar como um herói. DEUS JULGARÁ E GUIARÁ 42.14-17 14 P o r m u ito tem po. . (Cf. “Como um homem de guerra despertará o zelo” dele —seu ardente amor que não permitirá o inimigo destruir os que o amam. 13 O SEN H OR . agora” Ele fala. e ju n ta m en te devorarei. me conti­ ve”). e os residentes de Sela (Petra). e a todos assolarei. estiv e em silên cio e m e co n tive. e f a r á g r a n d e ru ído. m e calei. e su jeita rá os seu s inim igos. tem postergado esta ação de juízo e restauração.4 e 63. Ele é um Deus de livramento. d a rei g r ito s com o a qu e está de parto. 27. Os seus brados são para dar “glória ao S e n h o r ” e anunciar o seu louvor às “ilhas” (a terra habitada). Em outras palavras. e as lagoas secarei. 15 O s m o n tes e o u teiro s to rn a rei em deserto.) 5. agora. a tribo árabe de Quedar e suas aldeias.1— para desenvolvimento do tema do S e n h o r [Yabweh] 6 como “Guerreiro Divino”. 12 D êem g ló r ia ao SE N H O R e a n u n ciem o seu lo u v o r nas ilhas. d espertará o zelo. Ele “fará grande ruído”. Ele se tornou como uma m ulher em trabalho de parto e não adiará isto para sempre: Quando fizer isto. Ele fará tudo ime­ diatamente. As suas bênçãos são para todas as pessoas. Ele levantará um grito de guerra e “sujeitará os seus inimigos”.. e toda a su a erva fa r e i secar. co m o hom em de g u er r a . em Edom —antigos inimigos de Israel —devem se unir a eles no louvor a Deus. e to rn a rei os rio s em ilhas. clam ará. De fato.. “M as. co m o p o d e r o s o s a ir á . Desde a eternidade Deus tem se contido ( “me calei.“O deserto e as suas cidades” (onde as pessoas então se manti­ nham em um nível de subsistência simples).

Deus pretendia . transformando “as trevas em luz” e tornando direi­ tas “as coisas tortas” à medida que eles o seguem. o lh a i.s e . embora seja o servo de Deus. e somente Deus. pode fazê-las ouvir e ver. o juízo de Deus secará os montes.1 8 -2 5 /. Isto é. M as Israel é cego como o resto do mundo. Os “cegos” são os espiritualmente cegos que se voltam para Ele. 11 T o r n a r ã o a tr á s c c o n f u n d i r . to rn a r ei as tr e v a s e m lu z p e r a n t e e le s e a s c o is a s to r ta s f a r e i d ir e ita s . Ele “guiará os cegos” em caminhos novos. o u v i.s S u r d o s . outeiros e toda a sua vegetação. chamando as imagens de ouro e prata os seus deuses. Isto nós podemos esperar que Ele continue a fazer.18 ). c o m o o s e r v o d o SENHOR? A chamada é para as pessoas surdas e cegas do mundo escutarem e olharem. Deus.Em contraste com as bênçãos que virão no M ilênio (4 1. 16 E g u i a r e i o s c e g o s p o r u m c a m in h o q u e n u n c a c o n h e c e r a m . O mundo precisa do que Deus tem dado para e através de Israel. tornarão atrás e serão totalmente confundidos de vergonha. ceg o s. a q u em e n v i o ? E q u em é c e g o c o m o o g a l a r d o a d o e cego . Deus fará isto. E sta s c o is a s lh es f a r e i e n u n c a o s d e s a m p a r a r e i. como também os rios e as lagoas. Em contraste com os que confiam em Deus. se refere a Israel. ISRAEL CEGO E SURDO 4 2 .ã o d e v e r g o n h a o s q u e c o n fia m em im a g e n s d e e s c u lt u r a e d iz e m à s im a g e n s d e f u n d i ç ã o : Vós s o is n o s s o s d eu ses. s e n ã o o m e u s e r v o o u s u r d o co rn o o m e u m e n s a g e ir o . 19 Q u e m é cego . “M eu servo”. f á lo s -e i ca m in h a r p o r v ered a s q u e n ã o co n h ecera m . e diz enfaticamente “nunca os desampararei”. os pagãos que ainda “confiam em imagens de escultura”. nesta passagem. e vó s. em contraste com o seu juízo. Agora. 6. p a r a q u e p o s s a is ver.

sua palavra lhes daria então novas oportunidades para as bênçãos que um Deus amoroso queria lhes dar. A cegueira e surdez de Israel não são físicas. N IV e outras versões) o texto indica que foi do agrado do SENHOR. quer dizer. e que ainda é o seu servo. Israel. nada ouve. Os seus ouvidos estão abertos. ainda que tenha os ouvidos abertos. enlaçado (capturado e acorrentado) em cavernas e man­ tido escondido nas prisões. e ninguém diz: Restitui. torah. 21 O S en hor No original (ver ARA. são postos p or presa. 20 Tu vês muitas coisas. O povo que recebeu esta grande e gloriosa instrução está roubado e saqueado.1-23 ). “ensi­ namento”. Restos arqueológicos mostram que a maioria deles prosperou tanto durante os setenta anos do exílio babilômco. é agora tanto cego como surdo. Seu povo (os pronomes “tu” e “teus” [oculto em “os (teus) ouvidos”] referem-se a Israel) tem visto milagres e profecias cumpridas. se agradava dele p o r am or da sua justiça. Este não era o caso das pessoas levadas cativas para Babilônia por Nabucodonosor (veja Jr 29 . 22 Mas este é um povo roubado e saqueado. mas não as guardas. o qual foi recompensado por Deus. mas o povo “nada ouve”. p o r despojo. fazer a sua “lei” (Heb. as Escrituras) grande e gloriosa. por amor da sua justiça (em linha com a sua natureza justa). mas espirituais. “instrução”.1 de forma que a maioria não 0 . mas seu povo tinha ficado muito surdo para ouvir a mensagem. e ninguém há que os livre.que Israel proclamasse a mensagem para o mundo. todos estão enlaçados em cavernas e escondidos nas casas dos cárceres. mas não presta atenção. Eles estão desatentos ao que Deus quer que eles vejam e ouçam. Esta é inteira­ mente digna de ser ouvida e obedecida. en­ gran deceu -o pela lei e ofe z glorioso.

m a s não p u sera m nisso o coração. “restitui”). aos ro u b a d ores? P o rven tu ra . m a s n isso não a ten ta ­ ram . O sofrimento descrito aqui era o atual resultado das invasões assírias de Israel e Judá nos próprios dias de Isaías. Pa­ recia que eles jamais iriam aprender. é um fogo que consome.2 4 ). um Deus zeloso” (D t 4 . aq uele con tra q u em p eca ra m e n os ca m in h os do q u al não q u eria m andar. teu Deus. Eles tinham pecado contra Ele: eles não quiseram viver de acor­ do com os seus caminhos e não escutariam o seu ensino. 24 Q u em en trego u J a có p o r d espojo e Isra el'. 23 Q u em há en tre v ó s qu e ou ça isso? Q u e atenda e ou ça o qu e há de s e r d ep ois? Isaías indaga quem escutará. eles não perceberam ou reconheceram que o juízo veio do SENHOR. 23 P elo qu e d erra m ou sobre eles a in d ign a ção da su a ira e a f o r ç a da g u e r r a e lhes p ô s labaredas em redor. eles “não puseram nis­ to o coração”. O Velho Testamento como um todo tem um olhar para o futuro.5 . ou recordando a advertência de M oisés de que “o SENHOR. Eles tinham se tornado rebeldes cujas vidas expressavam desprezo por Deus. M esm o assim. Os cativos levados das cidades de Judá por Senaqueribe não tiveram ninguém como Ciro para mandá-los de volta (i. e os q u eim ou . Ele está preocupado a respeito do que havia “de ser depois” e quer que as pessoas compartilhem dessa preocupação. A m isericórdia de Deus não m im a os pe­ cadores por perm itir-lhes que continuem no orgulho e em obstina­ .e.6 ). não f o i o Senhor . não d a n d o o u v id o s à su a lei? O SENHOR estava por trás do que os assírios fizeram a Israel e Judá.queira voltar para Jerusalém.Tampouco prestaram atenção ao que o SENHOR esta­ va dizendo através dos profetas. reconhecendo que Deus trará tanto juízo como restauração.. Eles mereciam a ira de Deus e o juízo que Ele trouxe por inter­ médio dos assírios (1 0 .

1 3 a 53 .da rebelião. Eerdmans. 4 3 — 5 . 9.4 ). Veja F. Quem Deus está desafiando no capítulo 41 e por quê? 2. Duane Lindsey. Ciro veio do Leste e depois do N orte. 28. o qual m enciona que ele vem do N orte. 1 1 QUESTÕES DE ESTUDO 1. Como Isaías contrasta os ídolos com o verdadeiro Deus no capí­ tulo 41? 4. Pelo que o “cântico novo” louva o Senhor? 6. e alguns pagãos reivin­ dicavam que um espírito estava nas imagens. A sua justiça universal é outra razão para aceitá-lo como o único e verdadeiro Deus. F. estas não ti­ nham nenhum poder espiritual.1-7 é Jesus? 5.3. 4 . 19 85 ). 2 George A.1 — 50. Salmos 82. 8.4— 52 . 6 Cf. “um a ordem justa”.1 — veja também 4 9 . 7. The Servant Songs (C h ica­ go: M oody Press. 4 A palavra hebraica ruach também significa “espírito”. Knight.17— confirma que o Servo do Senhor em 21 42. 19 84 ). 3 Deus é o que chama Ciro pelo nome (veja 4 5 . N ão obstante. 9.18— e que tipo de cegueira este servo 25 tem? CITAÇÕES 1 Veja 4 1 . Assim. 7 O u seja. B. O que indica que o que vem “do Oriente” é Ciro? 3.2 5 . Servant Theology (G rand R apids: W m . Como Mateus 12. as imagens ocas estavam apenas cheias de ar. O seu amor procura desafiá-los “ao arrependimento e à obediência conforme eles caminham de volta para a vida de rela­ cionamento com Deus”. Quem é o servo em 42 . 5 Isaías 4 2 .1 2.

Ele formou a nação. H anson. 9. 0 AMOROSO SALVADOR DE ISRAEL 4 3 . 43.4). 1 66 C. 54. assim diz o SEN HO R que te criou.1-45. por­ que Ele os redimiu.5. Ele os amava porque os amava (D t 7.8). não te queimarás. Um Remanescente Redimido É Reunido 43. O nome indica que Ele continuará sendo o realizador dos seus planos — trabalhando ativamente entre as pessoas. os arqueólogos descobriram os restos de um banco judeu e de um a casa de hipoteca próxim o do Canal Chebar ao leste da Babilônia.2. e que te form ou. Como escreveu Moisés.12 . qviando passares pelo fogo.2 para o significado de Yahweh.25 I. mas Deus sempre estaria com eles. fogo e chamas.2 Eles sempre poderiam pôr a sua completa confiança nEle.1 Ele os reivindica como sua pro­ priedade da mesma maneira que fez quando os tirou do Egito e os trouxe a Ele (Ex 19. Deus lhes deu o nome “Israel’’. 9 Veja Exodo 3. Por causa do juízo de Deus. tu és meu. Isaiah 40— (L ouisville: John Knox Press. rios.4). eles não te subm ergirão. nem a chama arderá em ti. Apesar da falta de resposta de Israel ao juízo de Deus. estarei contigo. . 1 9 9 5 ). onde “Eu serei" é a m esma palavra em hebraico Çehyeh) como a palavra traduzida por “Eu sou" em 3.14. ó Israel: Não temas. cham ei-te pelo teu nome. 1 Paul D. Israel passaria por águas. e jamais seriam aniquilados.1 -7 1Mas. Eles nunca deveriam deixar a sua fé nEle (cf. Ele lhes diz para deixarem de ficar temerosos. 2 Q uando passares pelas águas. quando pelos rios. 44.8 Veja nota em 1. 10 Por exemplo.7— cf I Jo 4. porque eu te remi. e. Ele os criou. ó Jacó. Deus não mudou o seu plano e propósito para o seu povo. agora . 57.

30.1. a E tiópia e Sebá. Ele trará os . o S anto de Israel. Ele libertou o povo de Israel da escravidão às custas das pragas sobre o Egito (Ex 10.7) e a destruição do exérci­ to deles (Êx 14. e eu te am ei. trazei m eu s f i lh o s de lon ge e m in h a s fi lh a s das ex trem id a d es da terra. 4 E nquanto fo s t e p recio so aos m eu s olhos. ou o atual Sudão) e Sebá (o norte da Etiópia incluindo M eroe) foram igual­ mente afetadas. e ao S ul: N ão retenhas. Deus é o que Ele é: o SENHOR.3 P orque eu so u o SE N H O R . o eterno. o Deus que guarda a aliança. esta responsabilidade não é pesada (cf. Porque Israel é valioso a Deus. tra rei a tua sem en te desde o O rien te e te a ju n ta rei desde o O cidente. dei o E gito p o r teu resgate.3-10). e porque Ele o ama. honrado por Ele. como resgate. Ele é o Deus de Israel. M as outras nações teriam que pagar o preço da escolha de Israel por Deus. 5 N ão tem as. A Etiópia (Cuxe. p elo que dei os hom en s p o r ti. o Santo de Israel. p o r ti. Por causa da garantia do seu amor. Quer dizer. 6 D irei ao N or­ te: D á . Ele poderia dar um país inteiro. O seu propósito é libertar a Israel. o fiel. que se revelou a Isaías (cap. Yahweh. A repetição desta idéia em diferentes palavras demonstra ênfase. a um tempo quando Israel se espalharia em todas as direções. o Salvador de Israel. teu D eu s. isto colocou uma grande responsabilidade sobre eles. Porém.31. tam bém fo s te g lo r ifiç a ­ do. mas quando o mundo lhe virou as cos­ tas. 6).28. pois. entretanto. o teu S a lva d o r.28-30). Ao mesmo tempo. Deus amou o mundo. M t 11. a escolha da Igreja por Deus põe uma grande res­ ponsabilidade sobre os crentes. Ele lhes diz que deixem de estar amedrontados. 15. p ela tua alm a. Porque Ele é o que é. e os povos. Ele escolheu Israel para preparar o caminho para um Redentor. p o rq u e estou con tigo. Semelhantemente. porque Ele está com eles. Agora Deus os aponta à frente. Ele dará outros povos no lugar dele. o Egito.

Ou seja. e para que se diga: Verdade é. e os que criei para minha glória. que tem olhos. e os surdos.1 8 — 0 ) são tomados como testemunhas. (Isto não se refere ao retorno da Babilônia em 538— 536 a. porque eles vieram somente do leste. eles são desafiados a produzir dentre eles alguém (algum deus ou o profeta de algum deus) que possa predizer o futuro e para m ostrar “as coisas antigas”. formados pela sua mão poderosa —a nação que Ele fez. para terem o veredicto em seu favor. deixe-os mostrar que eles profetizaram e produziram eventos como o êxodo do Egito. Caso contrário. Eles não são as testemunhas aceitáveis em um tribunal. . por incrível que possa parecer. para que se justifiquem . quem dentre eles pode anunciar isto. eu osfiz . o cego e o surdo (veja 4 2 .) 7 a todos os que são chamados pelo meu nome. efa z er-n o s ou vir as coisas anti­ ga s? Apresentem as suas testemunhas. sim. Em outra cena de tribunal.seus descendentes que estarão vivos no fim dos tempos. 2. 0 TESTEM U N H O DE ISRAEL COM O SERVO DE DEUS 4 3 . até mesmo “das extremidades dn terra”. e para que se ouça.8 -1 3 lS Trazei o povo cego. em um novo êxodo vindo de todas as direções. eu os fo rm ei. que têm ouvidos. criados para a sua glória. deixe-os ouvir o que Deus fez e adm itir que isto é a verdade. a libertação das mãos de Senaqueribe.1.. A referência prim ária aqui está de volta a 43. Eles têm que fazer isto para serem justificados. Eles são os chamados pelo seu nome. onde Deus está falando a respeito de Israel. 9 Todas as nações se congreguem } e os povos se reúnam . e outras coisas antigas que Deus fez na história de Israel.C. Ele não desistirá deles. porque têm olhos e ouvidos. M as eles 2 são voluntariosamente cegos e surdos. Com todas as nações reunidas.

e e n t e n d a is q u e e u s o u o m e s m o .12.8. os seus servos escolhidos. 11 E u .16). Ele salvou a Israel e se fez ouvir entre os israelitas no monte Sinai. devido a Israel ter experimentado isto. d i z o SENHOR. a q u e m es c o lh i.22. Embora Israel tenha falhado. Ele é o Deus eterno que sempre foi. Ap 1. e. e o m e u serv o . e q u e a n t e s d e m im d e u s n e n h u m se f o r m o u . 15. e m e c r e ia is . p o is v ó s s o is a s m in h a s te s t e m u n h a s . Ele os salvou então.1. Os pagãos acreditavam que os deuses que eles adoravam tinham sido precedidos por outros deuses. especialmente os que loram livres das mãos de Senaqueribe. Eles são testemunhas da sua fidelidade. e eu salveií. H b 13. etc.8. Ele os salvará agora —por­ que Ele é o Salvador e não há nenhum outro.2). . e e u o f i z o u v ir . M l 3. e d e u s e s tr a n h o n ã o h o u v e e n tr e vós. eu s o u D e u s .6. M as o úni­ co Deus verdadeiro declara que antes dEle “deus nenhum se for­ mou” ou foi criado. A salvação e a voz do SENHOR vieram somente dEle. e será (Êx 3.14. d i z o S e NJ-H >R. 6.10 V ó s s o is a s m in h a s te s te m u n h a s . 8.15. Deus está fazendo-os lem ­ brar da sua revelação durante o tempo do êxodo (Ex 3.7. de modo que eles podem saber. Eles são as suas testemunhas.14. 12 E u a n u n c ie i. Quando os israelitas vieram ao Sinai eles não tinham nenhum ídolo entre eles. e d e p o is d e m im n e n h u m h a v e r á . Os pagãos também acreditavam em deuses que tinham surgido ou nascido recentemente. Deus está falando aqui com o remanescente piedoso em Israel. é. Deus não falhou. p a r a q u e o s a ib a is .17. A palavra hebraica ‘el é a palavra co­ mum para Deus. portanto. acreditar e con­ fiar nEle e podem saber que só Ele é Deus (veja 37. o SENHOR diz que eles são teste­ munhas de quem Ele é: Deus Ç‘el).). Dizendo “Eu sou o S e n h o r [Y ahw eh]” . e f o r a d e m i m n ã o h á S a lv a d o r . eu s o u o S e n h o r . 7. a qual enfatiza que só Ele é Deus. e nenhum viria depois dEle. Deus tem feito gran­ des coisas em Israel. Deus falou para Moisés o que Ele ia fazer.

Os navios dos babilônios (Heb. uma vereda”. desta vez da Babilônia. O Deus que está fazendo isto é o “Santo de Israel”. eu sou . e ninguém poderá impedi-la ou “revertê-la”. Ele é esse tipo de Deus. nos navios com que se vangloriavam . en viei inim igos contra a B abilônia e a todos J u rei descer com o fu gitiv o s. e n in gu ém há que possa f a z e r esca p a r das m in h as m ãos. u m a vered a . o C ria d o r de Israel. q u em im p ed irá ? A expressão hebraica miyom ‘ani hu . o qu e p rep a ro u no m a r u m ca m in h o e nas á gu a s im petu osas. pode significar “Desde que o tempo começou. “Desde o dia. 16 A ssim d iz o Senhor :.3 15 Hu so u o S e n h o r . 3.14-21 14Assim diz o Senhor. eu sou o único Deus verdadeiro”. Novamente Isaías enfatiza que Ele é o “Santo. Agora o SENHOR promete um novo êxodo. Deus fará a sua obra. e os seus navios serão usados por fugitivos procurando escapar. vosso Rei. UM NOVO ÊXODO DA BABILÔNIA 43. os caldeus. 17 o que tro u x e o ca rro e o cavalo. O juízo que Deus traz sobre a Babilônia é relacionado ao que Deus fará por Israel. teu Redentor. operan do eu. . Ele fez isso no êxodo quando abriu um caminho pelo mar Vermelho. se apagaram . o Criador” e o “R ei” de Israel. kasdim. eu sou Ele”. Deus providenciou “no mar um caminho e nas águas impetuosas. M as Deus derrubará os caldeus. o ex ército e a f o r ç a : eles ju n ta m e n te se deita ram e n u n ca se leva n ta rã o. e está realizando isto por causa de Israel. vosso Santo. estão ex tin tos e co m o u m pa vio. o Santo de Israel: P or a m or de vós. ou pode significar “Desde que eu sou o único Deus verdadeiro hoje. ninguém pode escapar da minha mão”. isto é.13 A inda a n tes qu e h ou vesse dia. “caldeus”) trazendo tesouros no rio Eufrates causaram gritos de ale­ gria quando eles chegaram.

registrou o lato de que as pessoas ca­ tivas escaparam naquele tempo. Os animais selvagens ou “do campo”. 21Esse povo que form ei para mim. para dar dc beber ao meu povo.4 O filho dele. nem considereis as antigas. Esar-Hadom. Esta foi com­ pleta. Deus fará um “caminho no deserto” e também “rios no ermo” (sertão). porque os assírios só se preocuparam com os próprios babilônios. sairá à luz.5Contudo. agora. 20 Os animais do campo me servirão.6. especialmente os que vivem em áreas de deserto. Houve um retorno nos dias de Isaías quando Senaqueribe destruiu Babilônia em 689 a. e. O seu amoroso propósito mostra que Ele é um Deus bom. Isaías pode estar olhando aqui para o retorno do exílio babilônico que ele profetizou em 39. Não obstante. Deus quer que olhemos adian­ te. e rios no ermo. Pode haver um cumprimento mais extenso no fim dos tempos. não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto.C. para qvie m e desse louvor. 18 Não vos lembreis das coisas passadas. porventura. Deus tem uma nova libertação para o seu povo. aos novos milagres que obscurecerão os antigos.1-31). r>Eis que fa r e i uma coisa nova.A vitória sobre as excelentes tropas de carruagem de Faraó no mar Vermelho é descrita dramaticamente (veja Ex 14. ao meu eleito. Eles a conhecerão e a experimentarão. o tempo vem quando é necessário parar de lembrar e de dar atenção às coisas do passado. honrarão a Deus por causa dos rios no deserto que Deus concede para o benefício do povo que está retornando. os dragões e os filhos do avestruz. Ele formou Israel para Si mesmo e seu propósito é para eles proclama- . porque porei águas no deserto e rios no ermo. Ela está pronta para acontecer.

Nós também somos levados ao Senhor. 4.1 3). mas real­ mente não os estavam oferecendo a Deus.1 2). Estavam multiplicando sacrifícios e holocaustos. Eles trouxeram os seus “holocaustos” e “sacrifícios”.I 5 ) . Eles estavam utilizando formas religiosas sem fé em Deus e sem honrá-lo pelo que Ele é. Mas eles não puderam disfarçar os seus pecado. Eles realmente não estavam buscando a Deus. m a s te cansaste . Eles estavam fazendo muitas orações (I . 23 N ão m e trou x este o g a d o m iú d o dos teu s holocau stos. n em co m a g o r d u r a d os teu s sa crifício s m e encheste. De fato.15). não era com a cana aromática (ou o óleo resultante desta) nem com a gordura de sacrifícios que eles enchiam a Deus. E aqui tem um toque de ironia. tu tens invocado” (tradução literal).rem o seu louvor. ao invés disso. Deus coloca a ênfase sobre Si mesmo quando declara: “Não a mim. Eles negligenciaram a Deus. mas Deus não lhes tinha pedido isto ( I . de m im . eram mesquinhos em sua adoração. Estavam realmente cansados dEle. n em te fa tig u e i co m incenso. 24 N ão m e com p ra ste p o r d in h eiro can a arom ática. A INFIDELIDADE DE ISRAEL 43. quer dizer.22-28 22 C on tu d o<tu não m e in voca ste a m im . nem m e h on raste com os teu s sa crifício s. m a s m e deste trabalho com os teu s p eca d o s e m e ca n sa ste com as tu a s m aldades. e as únicas coisas com as quais . de forma que podemos louvá-lo e convidar outros a louvá-lo. A ARC traduz o verbo hebraico aqui como “encheste” (mas como “fartou” em Lm 3. Estas eram as pessoas nos dias de Isaías para quem Deus falou a respeito de “pisar os meus átrios” (I . eles o sobrecarregavam com os seus pecados. ó Israel. eles estavam cansados do Deus Santo que Ele é. ó Ja có . não te f i z s e r v ir co m ofertas.

Alguns entendem isto como sendo Abraão ou Jacó. O “primeiro pai” provavelmente é Adão. Deus jamais se lembrará dos seus pecados. os pecados deles o constrangeram a realizar uma obra de juízo. Pecados repetidos e não confessados tornaram o juízo necessário. Em todo caso. Quando isto é feito. p a ra que te p ossa ju stifica r. “M e cansaste” (Heb. 25Eu. I. e os teu s in térp retes p rev a rica ra m co n tra m im . mas por amor de Si mesmo. 27 T eu p r im eiro p a i p eco u . Somente quan­ do o pecador adm ite o seu pecado é que pode haver justificação que perdoa e apaga os registros das ofensas. Tam­ bém as suas “maldades” ou ofensas (a culpa com suas conseqüênci­ as) o cansaram. Deve haver confissão. antes de o registro ser apagado. lembrando a Deus dos pecados.enchiam (fartavam) a Deus eram os pecados que eram ruins o bas­ tante para fazerem alguém vomitar (cf. Entrar “em juízo juntamente” significa reconhecer o que a lei re­ quer e adm itir que a inocência não pode ser provada. Ao mesmo tempo. a p re­ sen ta a s tu a s razões. Quer dizer. eu m esm o . Isto é pura graça —que flui livremente da inesgotável mise­ ricórdia de Deus — a qual Deus está aqui oferecendo ao seu povo. so u o que apago as tua s tra n sgressões p o r a m o r de m im e dos teu s p eca d o s m e não lem bro. mas não devemos proceder dessa forma se queremos o perdão de Deus. en trem os em ju íz o ju n ta m en te. é Deus somente quem pode apagar o pecado resultante de rebelião intencional —não porque isto seja merecido.I 3 ). . 26 P r o cu r a lem b ra r-m e. o pecador tem que entrar em juízo. o perdão é comple­ to: o registro é totalmente apagado. E muito fácil bloquearmos as coisas das quais não queremos nos lembrar. o primeiro pai implica . Mas antes de haver perdão divino. he’evadtanC) também pode significar “me constrangeste”.

37 ). porque é isso o que Ele quer que eles sejam (D t 32. Temor covar­ de e fé não se misturam (c f 2 Tm 1.5).6 como algo que Deus abomina. os seus sacerdotes (e provavelmente os seus profetas). como intermediários ou mediadores.1-5 1 A gora. Tampouco os pecados do seu povo irão destruir o propósito de Deus. seu “querido justo (íntegro)”. e o desprezo e o ultraje não durarão para sempre. u m opróbrio. ou seja. lacberem. e tu. Outra vez Ele lhes fala que eles têm que deixar de ficar amedrontados. e te f o r m o u desde o ven tre. 0 ESPÍRITO DE DEUS SERÁ DERRAMADO 44.também o primeiro pecado. ó Ja có .15.2 6 -2 9 ). pois. seu escolhido. E nos próprios dias de Isaías. Elé os continuará ajudando. Deus chama Israel de “Jesurum”. A repetição de “servo” e “escolhi(do)” do versículo I indica que Deus . 2 A ssim d iz o SENHOR qu e te crio u . Ele faria “de Jacó um anátema” (Heb. 5. Por causa desta rebelião Deus profanaria (ou colocaria em desgra­ ça) os maiorais do santuário (cf. 3 3 . I Cr 24 . servo meu”. e quer que eles ouçam. e tu. serv o m eu . J esu r u m . os portavozes de Israel. Isto também significava que Ele tem entregue Israel para ser desprezado e ultrajado pelo resto do mundo (c f Dt 28. também tinham se rebelado contra Deus. e que te a ju d a rá : N ão tem as. a quem escolhi. A destruição profetizada não será total. 2S P elo q u e p r o fa n a rei os m a io ra is do sa n tu á rio e f a r e i de J a có u m an á tem a e de Isra el.7). contudo. ó Isra el'. Deus ainda chama o povo de Isra­ el de “Jacó. Os corações deles não estavam abertos ao seu amor. serv o m eu . “para a proscrição”). a quem escolhi. Deus era o Criador deles. o que os formou desde o nascimento deles como uma nação. o u v e ó Ja có .

A restauração trará uma bênção nova. No entanto.34. e aq uele se ch a m a rá do n om e de J a có . Isto não devia vir sobre as pessoas nos dias de Isaías.10 a I 3 . d erra m a rei o m eu E spírito sobre a tu a p o sterid a d e e a m in h a bênfão. tanto por escrito como falan­ do. Ou seja. O aguaceiro será tão grande que será como inundação de rios sobre a terra seca. Zc 12. Ele terá um remanescente justo de entre eles.15. Jr 31.2 5 -2 9 . 37. 59.27. e p o r so b ren om e to m a rá o n o m e de Israel. declarando o seu relacionamento com o SENHOR. co m o sa lgu eiro s ju n t o a os rib eiro s das águas. Ez 36. Deus provocará uma mudança derramando o seu Espírito. este derrama­ mento é no futuro.29).não tem mudado e não mudará o seu pensamento a respeito deles (cf.14. Eles também levarão o “nome” (caráter e natureza) de Israel. 39.18).I).21.29. tor­ nando-se como água em um solo improdutivo. Isto trará bênçãos maravilhosas da parte de Deus. M as haverá um cumprimento mais extenso para Israel na restauração milenial. 5Este d irá : Eu so u do SENHOR. Deus não permitirá que o fracasso de Israel o faça falhar. 3 P orque d erra m a rei á gu a sob re o sedento. e rio s sob re a terra seca. J1 2 . 4 E brotarão en tre a erva . 32 . Eles não mais continuarão a viver em uma terra espiritualmente seca.26. honrando a Deus e desfru­ tando os direitos e privilégios que Ele lhes dá. sob re os teu s descen den tes. .4.17. A obra do Espírito fará todo indivíduo testemunhar. os judeus que não estavam vivendo para Deus serão transforma­ dos e se tornarão verdadeiros israelitas. e aq uele ou tro escrev erá co m a su a m ã o: E u so u do Se~ NHOR. O derramamento inicial foi no Dia de Pentecostes (A t 2. mas sobre os seus descendentes (cf. Rm 1 1.33.

. Novamente Isaías enfatiza o contraste entre o conceito pagão de muitos deuses e a existência do Deus de Israel: não havia nenhum deus antes dEle. Chamando a si mesmo “o primeiro e. E qu em ch a m a rá co m o eu.14). nenhum virá depois dEle.1 3 ): Ele é Deus manifes­ tado na carne (Jo 1. o SENHOR agora reassegura a Israel de que Ele realmente é o Rei e Redentor deles.lo a n u n ciei? P orque v ó s so is as m in h as testem unhas. H á ou tro D eu s além de m im ? N ã o! N ão há ou tra R ocha qu e eu conheça. e o p o r á em ordem p era n te m im . o Senhor dos E x ércitos. Ele estabeleceu isto.6. Ele sabe o que está vindo também no futuro. o últim o” Ele está enfatizando que só Ele é Deus. Ele sempre foi e sempre será. Ao contrário dos ídolos. 2 2 . O desafio é para os pagãos. R ei de I sra el e seu R edentor. e a n u n cia rá isso. p o rv en tu ra . Só o Deus de Israel é onisciente. n em tem ais. Jr 31 . o SENHOR dos Exércitos.6-20 6 A ssim d iz o SENHOR. A TOLICE DA IDOLATRIA 44. não v o . eles bloquearam o fluxo da promessa de Deus.35-37).1 7. Em outra cena de tribunal.l o f i z o u v ir e não v o . Ele pode cumprir as suas promessas. nem de ninguém. desde então. Deus é o que tem dirigido a história de seu eterno povo (cf. tendo os exércitos do céu à sua disposição. Sempre que Israel esqueceu isso e se voltou para outros deuses ou outras coisas. Ele não foi formado por ninguém. . 8 N ão v o s assom breis. Ele é supremo. E u so u o p r im eiro e eu so u o ú ltim o. indicada pelas perguntas e pela chama­ da para as testemunhas nos versículos que seguem. desde qu e ord en ei u m povo etern o ? E sse qu e a n u n ­ cie as coisa s f u t u r a s e as qu e a in d a hão de vir. Ele não é dependente de nada.22. 66.1. e f o r a dc m im não há D eu s. O Novo Testamento aplica isto a Jesus (Ap I. Deixe-os declarar o futuro se os assim chamados deuses deles podem revelá-lo. Ele proclamou isto..

eles não são verdadeiras testemunhas e. “Todos os artífices de imagens de escultura” e “as suas mesmas testemunhas” se agradam no que é de nenhum préstimo: sem vantagem. quer dizer. . ou seja. isto é.s e to d o s e le v a n te m -s e . eles serão confundidos (juntamente com os seus adoradores). 4 3 . que é de n en h u m p r éstim o ? A pergunta é um brilhante sarcasmo. Ele é o único Deus verdadeiro. eles são sem sentido. Deus tem proferido profecias que têm sido cum pridas. p a ra qu e eles sejam co n ­ fu n d id o s . um refúgio. p o is o s m esm o s a r tífice s sã o d e e n tr e os h o m en s. dizendo-lhe que deixasse de tremer em terror. sem benefício. Eles nada vêem nem entendem. 4 1 . Em contraste com a realidade do verdadeiro Deus. e as su a s coisa s m a is d esejá veis sã o de n en h u m p réstim o . Os ídolos são as suas próprias testemunhas. z1 E is q u e to d o s os s e u s s e g u id o r e s f i c a r ã o co n fu n d id o s .1 . dos seus inim igos (veja 3 5 . deixar de estar am edrontado. perm anência e fidelidade. a s s o m b r a r -s e -ã o e s e r ã o ju n t a m e n t e c o n f u n ­ d idos.1 0 — 13. N ada é mais estúpido do que pensar um ser humano poder formar algo que pode se elevar ao nível de divindade e se tornar capaz de oferecer ajuda sobrenatural. nenhum a “outra Rocha”.Deus assegura novamente a Israel. 9 T odos os a rtífices de im agen s de escu ltu ra são vaidade. uma garantia de poder. ou seja. 10 Q u em f o r m a u m d eu s e f u n d e u m a im agem de escu ltu ra . A produção e moldagem de um deus ou a fundição de um ídolo de metal só resulta em um ícone que não pode ajudar. Deus novamente dá ênfase de que não há nenhum outro Deus. n em en ten dem .3 . por conseguinte. a ju n te m .2 ). uma força. e eles são as suas testemunhas disto. tohu. e su a s m esm a s testem un has nada vêem . os fabricantes de ídolos e os seus ídolos são “vaidade” ou nada (Heb. “vazio”).4 .

Os versículos seguintes estão cheio de tremenda sátira mostrando a tolice da idolatria. e f a z o seu d eu s à sem elh an ça de u m hom em . como eles podem fazer um Deus real? O tempo virá quando serão ajuntados (quer dizer. Os artífices que fizeram os ídolos são meramente huma­ nos. faz um contorno com um compas­ so (para fazer círculos). e a su a f o r ç a fa lta . e não bebe água. faz um rascunho com a “almagra” (giz provavelmente vermelho). a estende na forma de um homem.Todos os que se unem a ídolos “ficarão confundidos” ou enver­ gonhados. “um artífice de ferro”) o faz. Quão diferente do Senhor que nunca se cansa ou se fatiga e que de fato pode renovar a nossa força (Is 40. Isaías primeiro chega ao reverso e “inverte os procedimentos que nós teríamos estado inclinados a se­ guir”.8 31 13 O ca rp in teiro esten d e a régu a. N o original hebraico. segu n d o a f o r m a de u m hom em . e o f o r m a co m m artelos. charasb barzel. Em sua fraqueza e pecado. Ele . como no texto acima. O ferreiro está fazendo a ferramenta. O exemplo é um ídolo feito de madeira. e aplaina com o cepilho. e faz isto “à semelhança de um homem”. diante do tribunal do juízo de Deus).28— ). O carpinteiro é tolo da mesma forma que o ferreiro. Ele tem apenas a força e resistência para terminar a fabrica­ ção do machado. p a ra f i c a r em casa. Ele pega uma régua de medir. ele tem um braço forte porque aquece o ferro e dá forma ao machado. M as ele é apenas humano e fica faminto e sedento. não está indicada a palavra “ídolo”. a modela com “cepilho” (pequena plaina de alisar madeira). E eles são a fonte das idéias para os deuses que fazem. e desfalece.7 As ferramentas são necessárias: deve haver um machado para derrubar a árvore. em p rega a alm agra. e o lavra com a f o r ç a do seu braço. e m a rca com o com passo. ele tem fo m e . Então todos eles ficarão assombrados e serão “confundi­ dos” ao mesmo tempo. Da mesma forma o “ferreiro” (Heb. 12 O f e r r e i r o f a z o m achado e trabalha na s brasas.

c^m a ou tra m eta d e co m e ca rn e.9 Que contraste em relação ao verdadeiro Deus que está presente em todos lugares. As árvores que são cortadas não são cortadas para serem deuses. A primeira razão para cortar as árvores naqueles dias era prover combustível para aquecimento e para cozinhar. 17E ntão. j á v i o fo g o . M as do mesmo tron­ co. e então “do resto” (não uma parte especial). ou seja. tam bém se aquenta e diz: O ra. e diz: L ivra-m e. um pagão faz um deus. Ele corta o tronco no mei0. bayith. O madeireiro os corta para si próprio. se aquenta e coze o p ã o. Ele usa uma metade para cozinhar e se esquentar. 14 T om ou p a ra si ced ros) ou tom a u m cipreste. e a O ch u va o f a z crescer. Como Salomão disse a respeito de Deus: “Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter. Antçs disso. urna imagem de escultura.18). ele faz o . quanto menos esta casa que tenho edificado” (2 Cr 6. fa b r ic a u m a im agem de escu ltu ra e ajoelha d ia n te dela. com isso. Ou ele pode plantar perto um olmeiro para si mesmo. não se importando sobre que tipos de árvores são elas. e lhe d irige a su a oração. porqua nto tu és o m eu deus. tam héni f a z u m deus e se p ro stra dia n te dele. e “ajoelha di­ ante dela”. j á m e aquentei. 16 M etade queim a. como o tnais bonito da espécie humana —não para reger o universo. ele permite que algumas cres­ çam porque elas estão em uma floresta. e a chuva o faz crescer. a ssa -a e fa r t a . 15 Então. serv irã o ao hom em p a ra q u eim ar.s e . Isaías olha com ironia para a origem da madeira para fazer o ído­ lo. “casa”). u m a im agem de escu ltu ra . do rest0f a z u m deus. a jo elh a -se dia n te dei\ e Se inclina. mas aper\as para ficar em um santuário na casa (Heb. ou u m ca rva lh o e esfo r ça -se con tra as ái~V res do bosque. p la n ta u m olm eiro.faz o melhor que pode para fazer isto semelhante à beleza ou glória da raça humana.

nem en ten d em . Deus untou os seus olhos e os seus corações. inclui a mente) o desvia. e j á não têm con h ecim en to n em en ten d im en to p a ra diz er: M eta d e queim ei. “isto não retorna ao seu coração”). enquanto adora o ídolo. pois isto é o seu deus. p a ra qu e não en ten d a m . lhe faz orações e pede-lhe que o livre (ou salve). Assim. de modo que eles não têm suficiente conhecimento ou discernimento para fazer as perguntas certas a respeito da utilização do mesmo tronco para o fogo tanto quanto para a adoração. loyashiv ‘el libbo. e o coração. e a co m i. Parte se torna um ídolo. O seu “coração enganado” (Heb. de modo que os seus olhos e as suas mentes estão cerrados. todo o deus que o pobre sujeito tem. ele está tentando se nutrir espiritualmente em pouco mais que cinzas. p a ra qu e não vejam . n em dizer: N ão há u m a m en tira na m in h a m ã o d ireita ? Parte do tronco se torna cinzas à m edida que o idólatra cozinha e se aquece. Então ele adora a parte que salvou do fogo. O contraste nem mesmo lhes ocorre. Eles se tornaram como os seus ídolos. de m a n eira q u e não p o d e liv r a r a su a alm a. Os adoradores de ídolo não conhecem nem discernem a verdade. e coz i p ã o sobre as su a s brasas. nem sabe o bastante para dizer ao ídolo que está na sua “mão direita” (do qual ele depende) que é falso.seu ídolo. p o rq u e se lhe u n ta ra m os olhos. Que tolice! 18 N ada sabem . Ele está enganado. 20 A p a scen ta -se de cinz a. e fa r ia eu do resto u m a a b om in a çã o? A jo elh a r-m e-ia eu ao qu e sa iu du m a á rv o re? ^ O resultado é que nenhum dos adoradores de ídolos pára para pensar ou “toma isto a peito” (Heb. Ele vê o fogo e exclama sobre o seu calor. 19 E n en h u m deles tom a isto a peito. e assei sob re ela s carne. o seu cora çã o en ga n ad o o desviou . . Ele não pode se livrar da adoração de um ído­ lo.

eu te f o r m e i . tu. 22 D esfa ço as tu a s tra n sgressões co m o a névoa. por causa do que o Senhor tem feito. p o rq u e o S en h or f e z isso. I s r a e lp o r q u a n t o és m eu serv o . Deus lhes assegura que eles ainda são os seus ser­ vos. não m e esq u e­ ce r ei de ti. Deus assegura a Israel que Ele desfez as suas transgressões “como a névoa” e os seus pecados “como a nuvem” (ou “uma massa de nuvens”). co m o a n u v em . e Ele os está cortejando para Si. Deixe os montes se abrirem com um retumbante grito de alegria e a floresta com cada árvore individualm ente. e os teu s pecados. ó I sra el. p o rq u e o SENHOR rem iu a Ja có . ó céus. A chamada é para os céus bra­ darem com alegria e “as partes mais baixas da terra” ( “profundezas da terra”. DEUS IRÁ REDIMIR E RESTAURAR ISRAEL 44. Jerusalém Será H abitada 44 . m on tes.s e em Israel. p o rq u e eu te rem i. Ele pagou o preço que eles não poderiam pagar. tam bém vós. Deus formou a Israel. vós. to r n a -te p a ra m im . Deus tinha livrado Jerusalém de Senaqueribe.25 a. mas m ostrará a sua glória abertamente “em Is ra e l" . . Israel não formou a Deus.7. m eu serv o és. em sua superfície onde as montanhas e árvores estão)10 exultarem em triunfo. e g l o r f i c o u . porque Ele os resgatou. ex u lta i vós. bosques e todas as á rv o res em vós. Ele os formou desde o seu princípio. porque o SeN H O R não só resgatou. retu m b a i com jú b ilo . A RA . Ele os resgatou do Egito. 23 C a n ta i alegres. M as Ele promete uma maior libertação e restauração. do nascimento deles como uma nação. Até mesmo antes deles se arrependerem.21— 28 21 L em b ra -te dessas co isa s. e Ele não os esquecerá. as p a rtes m a is baix as da terra. e. ou seja. ó J a có . vós. A chamada de Deus é para eles voltarem a Ele.21-45. o preço está pago.

Ele é o Parente-Redentor de Israel. prometendo vitória. q u e esten d o os céu s e espra io a terra p o r m im m esm o. teu R edentor. 18). o eterno. Ele não só formou a nação de Israel. Como um clímax para este capítulo. Este é o mesmo conceito que está expresso em Romanos 8. Ele faz de bobos ( “enlouqueço os.O necessário cumprimento.. Ele desfaz “os sinais” dos falsos profetas pagãos e dos adivinhos (fanfarrões que se jactam a respeito dos milagres que eles podem efetuar).”) os que fazem predições lançando sorte. Deus declara novamente quem Ele é e quais são os seus propósitos. Só Ele fez isto. M as a glória será manifesta em e através do Israel nacional quan­ do Jesus retornar e estabelecer o seu reino milenial. Ele faz “tornar atrás os sábios”. durante a sua vida sobre a terra (Jo I. claro. A glória também corresponde ao tema principal de “céus novos e nova terra” (veja Is 65. Ele é o Criador de tudo: estendendo os céus. e que te f o r m o u desde o ven tre: Eu so u o Senhor qu e f a ç o todas as coisas.17). qu e f a ç o to rn a r a trás os sábios e tra n sto rn o a ciên cia deles.22 —a criação envolvida no processo de restauração. é Redentor e Criador.. 26 so u eu q u em co n firm a a p a la vra do seu serv o e cu m p re o con selho d os seu s m en sa geiros. 25 q u e desfa ço os sin a is dos in v en to res de m en tira s e en lou q u eço os a d ivin h os. e às cida des de J u d á : S ereis r eed fica d a s. espraiando a terra. 24 A ssim d iz o S enhor . fazendo da sabedoria deles um escárnio.1 4. Ele. e eu leva n ta rei as su a s ru ín a s. envolvia Cristo manifestando abertamente a glória do Pai. mas nenhuma que prediz o juízo que Deus fez cair sobre eles. . qu em d iz a J eru sa lém : T u será s habitada. Arqueólogos acharam milhares de mensagens dos homens sábios e adivinhos da Assíria e da Babilônia que contam para os seus reis coisas boas.

um lugar importante no plano de Deus. Jerusalém teve. Até agora. a qu em tom o p ela . eu solta rei os lom bos dos reis. p a ra ab ater as n a ções d ia n te de s u a ja c e .23. 27 q u em d iz à p ro fu n d ez a : S eca-te. para um futuro distante. Deus Usará Ciro para Restaurar Israel 45. Houve um cumprimen­ to ulterior no retorno do exílio babilônico. Ele cumprirá tudo o que apraz a Deus. O Deus que libertou Israel do Egito chama a Ciro11 de “meu pastor”. Deus fala a Ciro. O historiador judeu Josefo disse que esta passagem foi mostrada a Ciro e o encorajou para que ele fizesse os seus decretos para mandar de volta os judeus para que reconstruíssem o templo deles. Ed 1. levantadas.3.Em contraste. as cidades de Judá arruinadas por Senaqueribe serão reconstruídas. e as p o rta s não se fech a rã o . os ungidos de . As profecias predizem que Jerusa­ lém continuará sendo habitada. 6.3.C. deixando-nos saber que todas as suas grandes vitórias eram realmente as vitórias de Deus. b. Isto aponta à frente.2. 2S qu em diz de C iro : É m eu p a sto r e cu m p rirá tudo o qu e m e apraz. e ao tem plo: F u n d a -te. e ainda tem. Deus tem confirmado e levado a cabo “a palavra do seu servo” (genérico. Deus secou a “profundeza” das águas para Israel cruzar o mar Vermelho.4). p a ra a b rir d ia n te dele as p orta s. e eu seca rei os teu s rios. os profetas). e foi cumprido exata­ mente (2 Cr 36. Ele secará os rios diante de Israel quando este novo êxodo acontecer (esta imagem faz parte do tema principal do Exodo).12Isto foi logo em seguida a Ciro ter conquistado Babilônia em 539 a. su a m ão direita. e trouxe a cumprimento “o conselho dos seus mensageiros”.1— 13 1 A ssim d iz o SENHOR ao seu un gid o>a C iro. e ele dirá a palavra para Jerusalém ser reconstruída e a fundação do templo ser posta. dizendo tam bém a J eru sa lém : S ê ed ijica d a .

1 3 “Soltarei os lombos dos reis” significava despojar os reis da sua armadura. Para habilitar Ciro a fazer isto. A tradição judaica diz que Daniel levou esta profecia e a mostrou para Ciro. o que era um costume assírio. O antigo historiador grego Heródoto disse que os portões da Babilônia eram feitos de bronze. e isto encorajou Ciro a fazer as proclamações encontradas em 2 Crônicas 36. Agora Deus chama um rei pagão politeísta de seu “ungido” (Heb. Deus pelo seu Espírito Santo o tinha reservado.10— 15).Deus incluíam sacerdotes. para abater as nações”. lugares difíceis e outras barreiras se tornariam fáceis e mesmo portas de bronze e fer­ rolhos de ferro não poderiam impedir o progresso dele. . que o chamou com antecedência “pelo nome”. Deus o tomaria pela sua “mão direita. Os povos que Ciro conquistasse não poderiam esconder dele os seus tesouros. Era uma demonstração pública que significava tirar dos reis o poder que eles tinham. com ramos de palm eira. q u e b r a ­ r e i a s p o r t a s d e b r o n z e e d e s p e d a ç a r e i o s f e r r o l h o s d e fe r r o . q u e te c h a m a p e l o t e u n o m e . Deus queria que Ciro soubesse que Ele é “o S en h or . reis. Embora Ciro não soubesse disto.22. em 539 a. e e n d i r e i t a r e i o s c a m i n h o s t o r t o s . o Deus de Israel”. profetas e patriarcas (veja SI 105. Deus usou os habitantes da Babilônia para escancarar os portões para o exército de Ciro.14 3 L te d a r e i o s t e s o u r o s d a s e s c u r i d a d e s e a s r i q u e z a s e n c o b e r t a s . abrindo portas e portões diante dele.2— 4. 2 L u i r e i a d i a n t e d e ti. o D e u s d e I s r a e l.C .23 e Esdras 1. meshiach. e o estaria dirigindo para trazer libertação e restauração para Israel. “messias”). Isaías seguramen­ te teria sabido sobre o costume e a história. o rei rebelde da Babilônia. Senaqueribe fez isto a M ushezibk-M arduque. completa. e conceder a Ciro uma entrada triunfal. Porque Deus iria pessoalmente “diante” de Ciro. p a ra q u e p o ssa s sa b er q u e eu so u o S e n h o r .

escolhido para cum prir o seu propósito para com Israel. 5E u s o u o SENHOR. m ) por outro. realização e prosperidade. deu ao deus babilônico. 6 P a r a q u e s e s a ib a d e sd e o n a sce n te d o s o l e d esd e o p o e n t e q u e fo r a d e m im n ã o h á o u t r o . saúde. f a ç o t o d a s e s s a s c o is a s . Porque Deus escolheu Is­ rael e fez de Israel o seu servo.. Ciro falou aos babilônios que os deuses deles o tinham escolhido para lib ertá-lo s do mau governo de N abom do e Belsazar. harmonia.t e o teu s o b r e n o m e . O propósito de Deus em chamar Ciro e restabelecer Israel era trazer reconhecimento universal de que só Ele é Deus. a i n d a q u e t u m e n ã o c o n h e ç a s . a itid a q u e n ã o m e co n h ecesses. e u a ti te c h a m a r e i p e lo teu n o m e . integridade. m e u e le it o . o juízo que Ele envia pode ser severo. eu . e n ã o h á o u t r o . mas Deus nunca é o criador do mal moral. créditos pela sua vitó ria.4 P o r a m o r d e m e u s e r v o J a c ó e d e I s r a e l'. Como um politeísta. shalom . O palavra hebraica ra é uma palavra ’ geral incluindo calamidade e qualquer coisa desagradável ou indese­ jável. Ela é usada algumas vezes a respeito do m al moral. eu f a ç o a p a z e c r io o m a l. e n ã o h á o u tr o . Ele traz juízo. especialmente prosperidade espiritu­ al) e “m al” (Heb. bên­ ção. e “paz” (Heb. M arduque. e u te c i n g ir e i . na verdade. O contraste aqui é entre “luz” e “trevas”.16 M as foi Deus quem verdadeiram ente o com issionou. até mesmo cala­ mitoso. Ele. ' E u f o r m o a lu z e c r io a s tr e v a s . por um lado. n ã o h á d e u s . O oriente ou “nascente do sol” e o ocidente ou “o poente” ainda precisam saber disto. “e não há outro”. incluindo bem-estar. Ele iria chamar pessoalm ente a Ciro e o nom earia como seu ungido. p u s .I5Ele não conhecia o único Deus verdadeiro antes de en trar em B ab ilô n ia. no entanto. o S e n h o r . e u s o u o S e n h o r . Como um Deus santo. f o r a d e m i m . .

e a ju s tiç a fr u t ifiq u e ju n ta m en te. dessas alturas.C.. s D estila i vós. desafiando o seu direito de fazer conforme Ele quer.. céus. Ele chama os céus para choverem “justiça” e para a terra se abrir para receber isto. Este versículo não deixa nenhum espaço para qualquer semelhante dualismo. a b ra -se a terra. Tampouco o barro tem o direito de desafiá-lo ou questioná-lo con­ cernente ao que ele pretende fazer. Zoroastro (Zaratustra) começou a ensinar uma religião dualística. o SENHOR. o Messias. e as n u v en s ch ovam ju s tiça . Zoroastro afirmava que um deus bom con­ trolava o bem e o espírito. enquanto um deus perverso controlava o mal e os elementos materiais —como também criou o universo físico enquanto o deus bom não estava olhando. as criei. ou se ele tem as “mãos” (i. Deus está determinado a realizar isto do seu próprio modo. Cacos de cerâmica quebrada no chão não têm nenhum direito de desafiar o oleiro pelo que ele fez. de forma que juntos eles podem fazer a salvação e a justiça frutifica­ rem. ou logo após o tempo de Ciro.e. mas salvação.Também deveria ser observado que no sexto século a. porque só Ele cria. d irá o barro ao qu e o f o r m o u : Q u e fa z e s ? O u a tua obra: N ão ten s m ã o s? O “ai” é dirigido a israelitas que questionavam os caminhos de Deus. 9 Ai da q u ele qu e co n ten d e co m o seu C riador. O que Deus deseja não é trazer juízo. e p r o d u z a -se salvação. eu. Isto pode referir-se especificamente à desaprovação deles de Deus escolher usar um gentio como Ciro para libertá-los. caco en tre ou tros ca cos de b a rro ! P orven tu ra . Isto antecipa o que Isaías diz sobre o novo modo de vida que é o resultado da obra do Servo Sofredor. 10 A i da q u ele qu e d iz ao p a i: Q u e é o que g e r a s ? E à m u lh er: Q u e dá s tu à lu z ? O mesmo princípio se aplica a qualquer um que venha a questio­ nar um homem ou uma mulher sobre os filhos que eles pretendem . o talento ou a habilidade) para fazê-lo.

inclusive a ARA. Os convites para questio­ nar e dar ordens (veja A R A ) são claramente irônicos. assim. estes aparecem como perguntas. Estas significam que Israel não tem nenhum direito de questionar os propósitos de Deus com respeito aos eventos por vir. . O uso. 12 E u f i z a terra e cr iei nela o hom em . 11 A ssim d iz o S enhor . Nós devemos submissão a Ele por direito de sua criação. 13 Eu o despertei em ju s tiça e todos os seu s ca m in h os en direita rei.ter. N a realidade. porque eles são os filhos (Êx 4 . em muitas ver­ sões contemporâneas. da palavra “criei” enfatiza a singularidade da sua criação dos seres humanos. aqui. porque eles são o barro e Ele é o Oleiro divino. as m in h as m ã os esten d era m os céu s e a todos os seu s ex ército s dei as m in h as ordens. eu o f i z . d iz o SENHOR dos E xércitos. Eles estão seguros em suas mãos. Deus é o que “formou” a Israel. o S anto de Israel. Deus tem demonstrado a sua habilidade e compe­ tência pela sua obra na criação da terra. Os que dizem isto não têm nenhuma confiança ou fé em Deus. e dos céus com todos os seus exércitos (de estrelas) que estão lá por causa da sua ordem. Agora o SE N H O R aplica o principio acima a Israel.2 2 ) e Ele é o Pai. ( “Que é o que geras?” também poderia ser traduzido: “Que direi­ to tu tens para procriar filhos?”) 17 Algumas perguntas são imprópri­ as. do ser humano. aq uele qu e o f o r m o u : P erg u n ta i-m e as co isa s f u t u r a s . Nem eles têm o direito para comandá-lo ou dar ordens a Ele com respeito à sua obra. Perguntar para Deus uma tal pergunta é certamente impróprio. em lugar de declarações. Ele é o Oleiro de Israel. Isto não significa que eles precisam ter medo. porque Ele já tem demonstrado que é um Pai amoroso e um Oleiro hábil. d em a n d a i-m e a cerca de m eu s f i lh o s e acerca da obra das m in h as m ãos. ele-ed ifica rá a m in h a cid a d e e so lta rá os m eu s cativos n ã o p o r p r eço nem p o r p resen tes.

ao mesmo tempo.ã o as su a s sú plicas. o Salvador.Este mesmo Deus poderoso provará o seu poder levantando Ciro de um modo correto e endireitando todos os caminhos dele. Os sabeus eram o povo do que é agora o Iêmen. As cadeias ou “grilhões” destes povos são cadeias com as quais eles se vestiram. comentando que no passado Ele tinha estado escon­ dido deles. irã o a trás de ti. Ele tinha se escondido em Israel. h om en s de alta estatura. O restante deste capítulo continua por declarar algo muito maior que a libertação da Babilônia. e o co m ércio dos etíopes. e n en h u m o u tro d eu s há m ais. a Bíblia . c. de modo que os gentios não o conheceram. J a r . e libertará o povo de Israel para voltar à sua própria terra. os seus planos ainda são um mistério a esses que não deixam o Espírito revelar a Si próprio a eles pela Palavra escrita. trazendo as suas riquezas com eles. dizendo: D ev era s D eu s está em ti. até mes­ mo comércio com a índia. se p a ssa rã o p a ra ti e serã o teu s. Aqueles que vêm das nações gentias reconhecerão o Deus de Israel como o Salvador. 15 V erdadeiramente. o D eu s de Israel. tu és o D eu s qu e te ocultas. e os sabeus.14— 25 14 A ssim d iz o SENHOR: O trabalho do Egito.t e . Eles eram conhecidos como um grande povo de comércio. Deus será aquEle que o dirigirá de forma que ele se tornará o construtor de Jerusalém. ninguém precisará resgatá-los. Deus Salvará Israel 45. Como indica o contexto. os bens e os povos de nações que outrora eram inimigos virão para Israel —reconhecendo que Deus está entre eles e que “não há outro que seja Deus” (A R A ). Como resultado da obra de restaura­ ção de Deus. Ele estava se revelando a Israel. se submetendo ao SENHOR. indicando que eles vêm de boa vontade. Mesmo assim. v irã o em g rilh õ es e d ia n te de ti se p ro stra rã o . Porque Deus moverá sobre Ciro. ativo em um relacionamento com eles. A Etiópia (Cuxe) é agora o que é chamado o Sudão.

m a s a f o r m o u p a ra qu e f o s s e habitada: Eu so u o S enhor . onde está escrito que “Naquela mesma hora se ale­ grou Jesus no Espírito Santo. ó Pai.21. que no final das contas estarão sem um deus quando o S enhor fizer essas coisas acontecer.19 Ele não mudou o seu propósito original. que f a l o a ju s tiç a e a n u n cio co isa s retas.. ele a estabeleceu. uma vez que eles adentrem para essa salvação. 17M as Isra el é sa lvo p elo SENHOR. Essa expressão “não há outro” serve de aviso aos idólatras. Z P orque assim d iz o SENHOR que tem cria d o os céus. indicando humilhação. 19 N ão f a l e i em segredo. Não há ninguém mais que seja merecedor de adoração. eu so u o SENHOR. Também Ele não permitirá que os homens ímpios e cruéis o façam. . Lucas 10. e não há outro. não disse à d escen d ên cia de J a có : B u s ca i-m e em vão. n em co n fu n d id o s em todas as etern idades. não aos tempos posteriores. que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes. (Isto corresponde à época de Isaías. e eles18 ja­ mais serão “envergonhados nem confundidos”.C. p elo qu e não sereis en vergon h a dos. Senhor do céu e da terra. o D eu s  q u e f o r m o u a terra e a fe z . com u m a etern a sa lvação. e as revelaste às criancinhas. não a cr io u vazia. n em em lu ga r a lgu m escu ro da terra. e disse: Graças te dou.20 Ele não pretende destruir todas as pessoas sobre a terra. “mas a formou para que fosse habitada”. assim é. porque assim te aprouve”). A garantia dessa “eterna salvação” (v. “Os que fabricam imagens” serão envergonhados e ficarão con­ fundidos. ó Pai. aproximadamente 700 a. 17) é o fato de que Deus é o Criador dos céus e da terra. porque só Ele é Deus. Ele restabelecerá a sua criação e sempre terá um povo que o amará e o servirá.(cf.) Em con­ traste. o S enhor tem uma “eterna salvação” para Israel. 16 E n v erg o n h a r-se-ã o e tam bém se co n fu n d ir ã o todos. E Ele não os criou para o vazio. ca irã o ju n ta m en te na a fro n ta os qu e fa b r ic a m im agens.

Deus tem confirmado abertamente o seu propósito. qu em f e z o u v ir isso desde a a n tigü id a d e? Q u em . e tom a i con selh o todos ju n to s . desde então. D eu s ju s t o e S alvador. n a da sabem os qu e co n d u z em em p ro cissã o as su as im a gen s de escu ltu ra . outros os tomam como sendo gentios. f e i t a s de m ad eira. Ele é justo e. não sou eu. portanto. . o S enhor ? E não há o u tro D eu s sen ã o eu . saindo a proclamar em seu nome. v ó s q u e escapastes das na ções. Eles percebem que têm orado a um deus que por sua própria natureza “não pode salvar”. ch ega i-v o s ju n to s . refugiados] que escaparam “das nações”. não há f o r a de m im . os falsos profetas e as predições de astrólogos e outros aficionados no ocultismo. Com ironia. para se congregarem e chegarem para perto do SE N H O R . Ele sempre concebeu a sua palavra para ser clara: em contraste com os oráculos pagãos. O propósito de Deus sempre foi que Israel evangelizasse outras nações. Alguns consideram que os fugitivos são israelitas saindo das nações. e rogam a u m d eu s que não p o d e salvar. 21 A n unciai.2 2 ). o que Deus diz vem da sua justiça e sempre está certo. A convocação é para todos os fugitivos [os foragidos. Só Ele é o Salvador. Deus novamente desafia os adoradores de ídolos a tomarem “conselho todos juntos” (veja 4 1 .2 1 . Alguns aplicam isto às nações que entram no M ilênio: Eles se afastaram de seus ídolos para buscarem ao S E N H O R . O mundo não tem nenhuma outra esperança. Eles devem ad­ m itir que somente Deus declarou os seus eternos propósitos de salvação “desde a antigüidade”. Ele nunca falou para os descendentes de Jacó que o buscassem “em vão” (no vazio ou sem sentido). 20 C o n g reg a i-v o s e vin d e. digno de confiança. e reconhecem que os gentios que carregam imagens de escultura são ignorantes e “nada sabem” a respeito do que estão fazendo. e ch ega i-vos. o a n u n ­ cio u ? P orven tu ra .

24 D e m im se dirá: D ev era s no Senhor há ju s tiç a e f o r ç a . 18. m a s serã o en vergon h a d os todos os qu e se irrita rem con tra ele.21 Fp 2 . p o rq u e eu so u D eu s. todos os term o s da terra. Só Ele é a nossa fonte.28. isto irá realizar o seu propósito: “Diante de mim se dobrará todo o joelho.27. S I 22. e p o r m im ju r a r á toda a língua. Isto pode significar que eles se arrependerão ou pelo menos terão oportunida­ de para se arrepender.22 O lh a i p a ra m im e sereis salvos. . Só no SE N H O R está a verdadeira justiça e a força para viver por ela.1 0 . pois Ele é acessível.9). 23 P o r m im m esm o ten ho ju r a d o . mas serão envergonhados”.3. e por mim jurará toda a língua”. O Novo Testamento deixa claro que a promessa vem através de Jesus e envolve reconhecê-lo como Senhor (R m 1 4 .1 1. Nós nos levantamos na sua justiça. Essa palavra é uma palavra justa de um Deus verdadeiramente justo. vós.5). sa iu da m in h a boca a p a la vra de ju s tiça e não to rn a rá atrás: qu e d ia n te de m im se dobrará todo o joelh o. um Deus em quem nós podemos confiar. a té ele virão. 65.1 0 . Nós podemos entrar na sua presença. Como um sinal evidente de submissão e obediên­ cia. Ele revelou o seu propósito a Abraão para abençoar todas as famílias (nações) da terra (Gn 12. cf. todos os que estão irritados contra Deus (porque adoram ídolos ou desejam apenas coi­ sas materiais) “até ele virão.16).1 1). nosso Senhor Jesus (H b 10. mas para “os termos da terra”.18.19— 2 ). Deus fez este mesmo tipo de juramento para confirmar a sua pro­ messa a Abraão (Gn 2 2 . Isto nunca mudou. M uitos no mundo ainda estão olhando na direção errada. e n ã o há outro. Todos precisam se voltar para o S E N H O R e ser salvos. nós temos um novo e vivo (ressuscitado) Caminho. Em contraste. 2 não na nossa própria (c f Fp 3. Agora Deus revela que a sua salvação não é só para Israel. um Deus fiel.

CITAÇÕES 1 Veja Gênesis 3 2 . vindicados. Qual será o resultado do derramamento do Espírito de Deus? 8. Eles serão justificados. apesar dos fracassos deles? 7. o “Deus conosco”. 5. O que Deus diz a respeito de Si mesmo no capítulo 45? 13. 2.25 M a s n o SENHOR s e r á j u s t i f i c a d a e s e g l o r i a r á t o d a a d e s c e n . 4. Como Isaías contrasta o verdadeiro Deus com os ídolos no capí­ tulo 44? 9. . Ele é o Emanuel. M as a “descendência de Israel” não irá recuar horrorizada em vergonha.d ê n cia d e I sr a el. 6.2 2 — . o nome significa “ele lutou com D eus” ou 32 “Deus luta” ou “Deus governa”. Por que alguns israelitas questionaram Deus. 2 O sujeito oculto “tu ” é singular. Como Deus vai usar Ciro? 11. O que Deus vai fazer por Ciro e por quê? 12. 3. Q U ESTÕ ES DE ESTU D O Que garantia Deus dá para Israel e por quê? Em que sentido Deus faz Israel sua testemunha? O que Deus fará para pôr em execução um êxodo da Babilônia? Que evidência há para um êxodo da Babilônia nos dias de Isaías? Por que era necessário para Deus julgar a Israel? O que mostra que Deus não tinha mudado o seu plano para Israel. e qual foi a sua res­ posta a eles? 1. Deus promete estar individual e pessoal­ mente com eles. Rm 1 1.26). tratados como justos e louvarão a Deus e se gloriarão no S E N H O R . enquanto cumprindo o seu destino (cf.1 0 . 3 5 . Como Deus mostrará a sua glória em Israel? 10.

4 Oswald T. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. em I (1 8 7 5 reimpressão.2. 7 H. A. D aniel D avid Luckenbill. 2:1 5 2 .. 1:857.9 onde Jesus desceu às mais baixas partes da terra para nascer de um a virgem. M as os pagãos também m antinham ídolos em suas casas. Bibliotheca Sacra 80.3 Alguns sugerem que este versículo se refere à expulsão de M erodaque-Baladã por Senaqueribe em 7 0 0 a. em Wyclijfe Bible Encydopedía (C hicago: M o o dy Press. Eerdmans. David A. 12 Josefo. 14 Joseph A. Exposition o f Isaiah (G rand Rapids: Baker Book House. A llis. 4 0 ss”. Alexander. ed. . B. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. LaSor.. “mais baixas partes da terra”. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 11 Isaías agora especificam ente nom eia C iro (cf. 1 9 3 9 ). Exposition o f Isaiah. a palavra “íd o lo ” não está no hebraico e a ironia parece ser a respeito de “ferramentas rudes e trabalhadores fracos” como “a fonte da qual o ídolo provém”. McKenna. 3 1 9 (julho de 19 2 3 ): 38 6. W illiam S. (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Bush. veja também Js 2 . C. no. 2 8 2 -8 3 . Escócia: T & T Clark. Contudo. 17. “T h e A dded Years o f H ezekiah s Life”.1 0 ). m ostra que alguns “teístas m inucio­ sos. 19 75 ). Cf. 1 9 2 6 -2 7 ). 4 1 . em OldTestament Survey. “Isaiah: Background”. M as ele também diz que “o argumento p ara a autoria m últipla a p artir da menção de Ciro não está com pletam ente com pelindo”. Leopold. Veja introdução. 2a. 9 U m tem plo ou santuário era freqüentemente cham ado a “casa” de um deus. W. 2 :1 0 6 . 8 A N V I e outras versões interpretam o versículo relativo a fazer um ídolo de m etal em lugar de um machado. acreditam que o nome de Ciro indica um a data exílica para os caps.C. uma frase poética contrastando terra com céu. En Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (Edim burgo. m uito em bora eles soubessem o que Ele tinha feito libertando Israel e lhe dando vitórias (Js 6. Antiquities 11. 19 96 ). 13 John E. “Book o f Isaiah”. E f 4. 2 :1 7 8 . Downer. 2 vols. 2:10 5. and FredericW . Leupold. 1 9 7 1). (G rand R apids: W m .17 . 5 Benjamin R .2 ). 6 Isto foi feito a Jericó porque os seus habitantes eram maus: todos menos R aabe rejeitaram totalm ente a Deus. 10 A expressão hebraica tachtiyyoth ‘erets. Cf. 1 9 7 5 ). 1. W ordsworth. 2 vols. 315. A A R A indica fazer o machado e form ar o ídolo. H ubbard. pág. ed.

em vez de os despedaçar como Senaqueribe o fez. Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. sob re as bestas. H orton. 19 69 ). A terra não era habitada antes desse tempo. para o tempo quando Senaqueribe destruiu Babilônia. procurando um governante justo para conduzi-lo (i. 2 2 8 -2 3 0 ..22 I. B. Bel era o principal deus da . 3a. 1996). Isaías agora retorna para os seus próprios dias. Ele esquadrinhou e olhou (p o r) todos os países.4 5). rei de Anshan.1-48. Pritchard. (Princeton: Princeton U niversity Press. 16 Os registros de Ciro declaram : “M arduque. 1 7 ) sido salvo.e. 316. (R io de Janeiro. F. ed. em Teologia Sistemática. M arduque) (n a procissão anual).. é plural e se refere a todo indivíduo israelita que tem 19 A dão foi o prim eiro homem ( I Co 15 .: pronunciou [seu] nom e) para ser o governador de todo o m undo”.1Ciro não está mais em pers­ pectiva. os seu s íd olos são p ostos sob re os a n im ais. ed. ed. O SENHOR É SUPERIOR ÀS DEIDADES DA BABILÔNIA 46.I-I3 1 J á abatido está B e lN e b o j á se en eu rv o u . 18 “V ó s” (o culto ) (v. Ancient Near Eastern Texts. A Queda da Babilônia 46. RJ: CPAD. Ciro honrou e adorou os deuses da Babilônia. o declarou (lit. ‘sua’ ira [abatida] e ele teve m isericórdia (deles). rev.. 17 George A. “A Criação do Universo e da H um anidade”. D. Servant Tbeology (G rand R apids: W m . 315.15 James B. Pritchard. 19 8 4 ). (E ntão) ele pronunciou o nome de Ciro. as ca rga s d os vossos fa r d o s são ca n seira pa ra as bestas j á cansadas. retrocedeu (o seu) semblante. Knight. 20 T im othy M unyon. por causa de (o fato de que) os santuários de todas as suas instalações estavam em ruínas e os habitantes da Sum éria e A cádia tinham se tornado como m ortos (vivos). 93. ed. Stanley M . 21 Paulo faz a citação aqui a partir da versão Septuaginta. Eerdmans.

Asur. O exército de Senaqueribe encheu impiedosamente as praças públicas de cadáveres e demoliu a cidade. o filho de Bel) era o deus da produção literária. Freqüentemente os reis assírios usavam frases tais como “com a ajuda de Bel e Nebo” ou “possa Bel e Nebo abençoar a meu Senhor”. eles abriram os tesouros do grande Templo Esagila e enviaram para o Elão o ouro. da aprendizagem e da astronomia. A estes Senaqueribe levou para a Assíria. porém. da sabedoria.4Isto despertou Senaqueribe contra os sacerdotes e ele decidiu livrar-se do problema destruindo comple­ tamente a cidade e seus templos. BelMarduque e Nebo.C. Babilônia. Em 691 a. as máquinas assírias de cerco penetraram as defesas da Babilônia.Babilônia. A primeira grande preocupação de Esar-Hadom. exatamente como se eles fossem os deuses principais da Assíria. como confirma uma inscrição de Esar-Hadom. As cartas estatais da Assíria fazem menção de Bel (normalmente comparado com Marduque. ele encorajou os seus soldados a levarem os deuses dos templos e esmagá-los. foi restabelecer a prosperidade da Babilônia. onde permaneceram até que Esar-Hadom subiu ao trono. quando o rei elamita estava inválido pela paralisia. a prata e as jóias de Bel-Marduque. depois que ele tinha se estabelecido no trono da Assíria. também chamado Merodaque) e Nebo (N abu) mais freqüentemente que o seu próprio deus.5 A oportunidade de Senaqueribe veio dois anos depois.3 Os elamitas e outros aplicaram a Senaqueribe a sua primeira derrota.. Os seus registros decla- . porque queria destruir o poder do sacerdócio babilônico. Nebo (ou Nabu. como pagamento pela ajuda contra este. os sacerdotes da Babilônia controlaram a cidade e causaram dificuldade para os assírios.2 Mesmo assim. Só as imagens dos grandes deuses da Babilônia. sem qualquer referência a nenhum outro deus. especialmente Senaqueribe. era muito importante para ser esquecida e dei­ xada em sua condição arruinada. Então. e problemas internos manti­ veram o seu exército na sua terra. Ao final de novembro. escaparam.

32. 3 O u v i. os deuses da Babilônia se tornaram uma responsabilidade ou obrigação. Dt 1.3 1. e fez desta o domicílio altivo de Nebo e M arduque [Bel]. ou se desmoronaram. e se encolheram diante dos assírios. Os grandes deuses da Babilônia “se encurvaram”. ó casa de J a có e todo o resíd u o da casa de Isra el. os levará e os sustentará. Igualmente. a grande ima­ gem de Bel não foi destruída até o tempo de Xerxes. Is 40. eu vos carreguei —desde o tempo em que nascestes —e eu os levarei enquanto viverem” (cf. ou seja. Ele até diz a eles: “V ós nunca tivestes que me carregar. Bel e Nebo não puderam se salvar ou se libertar do cativeiro. . Deus não só levará a carga. Eles “se abateram”.9). 63. SI 28.9. mas Ele também os salvará —algo que os deuses ídolos não poderiam fazer sequer por si próprios. 4 £ a té à velh ice eu serei o m esm o e ain da a té às cãs eu v o s trarei.12. eles foram humilhados pe­ los assírios. Deus ordena a Israel que o ouça enquanto Ele tira disto uma lição para eles —para o resíduo ou remanescente. Ele ergueu a cidade real de suas perdas e ruínas. quando os seus adoradores entraram em dificuldade.ram: “Ele conciliou a população daquela região por restabelecer à sua posição anterior os humilhados deuses da Babilônia. incapazes de se ajudarem a si próprios.11. (Ou.31.) Os assírios então car­ regaram os deuses sobre bestas de carga cansadas. eu o f i z . e eu v o s levarei. não p u d era m livra rse da carga. m a s a su a alm a en tro u em cativeiro.”6De acordo com Heródoto. a Babilônia era lembrada em uma era posterior como uma “das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”.7 2J u n ta m en te se en cu rv a ra m e se abateram . o significado pode ser que os ídolos se curvam diante dos conquistadores assírios do mesmo modo que os adoradores se inclinam diante deles —sugerindo que os homens que conquista­ ram Babilônia eram maiores que Bel e Nebo. v ó s a qu em tro u x e n o s braços desde o v en tre e levei desde a m adre.m e . na realidade. Assim. e eu v o s tra rei e vos gu a rd a rei. em lugar de salvadores.

Então ele “não se move” do lugar onde está fixado. como Bel ou Nebo. a li está. se reco rrem a ele. Deus enfatiza o que Ele tem dito sobre tal idolatria tanto quanto o que Ele está a ponto de dizer.1 4 — 1 ). Ele não tem nada em comum com eles. Para os rebeldes apóstatas em Israel. nem livra alguém da sua tribulação”. ó p revarica dores. e a porção deixada para trás. Como o Criador do universo pode ser representado por uma imagem feita pela mão do homem?8 6 G astam o o u ro da bolsa e p esa m a p ra ta n a s balanças. o SENHOR não é de qualquer forma como quaisquer dos falsos deuses. e dia n te dele se p rostra m e se inclina m . do seu lu ga r não se m o v e e. e com qu em m e igualareis. assalaria m o ou rives. pesados. será posta a ou­ tros usos. E não im porta como uma pessoa clame a ele. Hoje não fazemos ídolos de ouro e de prata. Como é tola a adoração de um tal ídolo! È um desperdício de ouro e prata (cf.1 7 ) transform ará uma porção em um deus.1 6 . M uito embora as pessoas se inclinem diante destes em adora­ ção. mas muitos de nós . O ourives contratado (como o lenhador. e m e com pa rareis.5A qu em m e fa r e is sem elhante. desta vez grandes deuses pagãos. 2 8 L em b ra i-vos disto e ten d e â n im o. deixando alguma sobra na bolsa. resposta n en h u m a dá. Este é feito de uma quantia generosa de ouro e prata — “da bolsa” deles. veja 4 4 . n em livra a lgu ém da su a tribulação. 7 S obre os om b ros o tom am . Novamente Isaías descreve com ironia a manufatura de ídolos. “resposta nenhuma dá. a qual não é diferente. p a ra qu e seja m os sem elh a n tes? Claramente. uma descrição retórica sim i­ lar em 4 4 . Assim o “deus” é apenas uma grande quantidade de me­ tal. o leva m e o p õ em no seu lu ga r. re co n d u z i-o ao coração. eles também têm que erguê-los “sobre os ombros” para conse­ guirem levá-los ao seu templo e posicioná-los de pé em seu lugar. e ele f a z u m deus.

Deus anunciou “o fim”.podemos esbanjar nosso dinheiro em coisas que poderiam se tornar como deuses para nós. será leva­ do a efeito. Ele ainda é e sempre será o “Eu Sou” (Ex 3. 9 L em brai-vos das coisas passadas desde a antigüidade: que eu sou D eus. O seu plano (ou conselho. Porém. Ele fará tudo o que se propôs a fazer. desde terras remotas. vós que estais longe da justiça. Isto requer um coração tenro e uma mente disposta a receber a justiça de Deus. Ciro não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.5 ).10 Os assírios eram a “vara” de Deus (1 0 . que digo: o meu conselho será fir m e . e “não há outro” que seja semelhante a Ele. do seu plano. propósito) “será firme”.3). teimosos nas suas mentes. A maioria dos comentaristas supõe que a “ave de rapina” ( “pássa­ ro voraz”.1 4). não há outro semelhante a mim. e assim acontecerá. Faço chegar a minha ju stiça. e não há outro D eus. e ele honrou os deuses da Babilônia. R m 12. ó duros de coração. retratando um conquistador cruel. 1 que chamo a ave de rapina desde o O riente. Aqueles que são “duros” (fortes ou poderosos) de coração. é Ciro. porque assim o disse. 10 que anuncio ofi m desde o princípio e. eu o determ inei e também o farei. as coisas que ainda não sucederam . Os eventos anteriores na história de Israel mostram que só o Se­ nhor é Deus. Desde o princípio. e a minha . KJV).9 e provavelmente se refere a Senaqueribe. e não estará ao longe. o qual era cruel e arrebentou os deuses da Babilônia nos próprios dias de Isaías. e fa r e i toda a minha vontade. o resultado. A descrição se ajusta melhor aos conquistadores assírios. ou seja. estão “longe da justiça” (cf. mas Deus quer que eles escutem. e o homem do meu 1 conselho. desde a antigüidade. 12 O uvi-m e.

Isaías retorna agora aos seus próprios dias e profere outra profe­ cia a respeito da d estru ição da B ab ilô n ia em 6 8 9 a. nem a delicada. ó filha dos caldeus .12 H á tam b ém a m esm a 2 imprevisibilidade.1 —15 e 1 4 . Ele pro­ mete estabelecer “em Sião a salvação” (Heb. Babilônia é chamada a “filha dos caldeus” (A R A . ARC. Ele os quer restaurados à beleza e glória da sua imagem. “em Sião”). Esta se torna uma realidade também para nós à m edida que “todos nós. b‘tsiyyon. Deus olha para Israel como a sua “glória”.13Isto não poderia ter sido dito a respei­ to da Babilônia nos dias de Ciro. Deus tornará isto fácil para eles. H á uma forte seme­ lh an ça en tre 4 7 . assentate no chão. mas estabelecerei em Síão a salvação e em Israel. 2.salvação não tardará. Chamar Babilônia de uma “virgem” insinua que a mesma não tinha sido destruída e não esperava ser destruída. KJV) não porque os caldeus fundaram a cidade. assim eles não precisam estar longe da mesma. mas porque eles a controla­ ram durante grande parte da vida de Isaías. somos transformados de glória em glória na mesma imagem.14 . porque nunca mais serás chamada a tenra. subitaneidade e perfeição da destruição que ca­ racteriza a descrição da queda da Babilônia no capítulo 13. e assenta-te no pó. os babilônios usaram isto como uma desculpa para des­ truir Nínive em 612 a. NENHUMA ESPERANÇA PARA BABILÔNIA 4 7 . a minha glória. pois registros antigos mostram que a destruição da cidade por Senaqueribe não foi esquecida. por Senaqueribe.C. com cara descoberta.I -I 5 1 D esce. N a realidade.4 — 1 . Ele fará chegar bem próximo a sua justiça.18). como pelo Espírito do Senhor” (2 Co 3. refletindo como um espelho a glória do Senhor.C . Assentar-se “no pó” fala de deposição e desapropriação.11 Isto está cronologicamente antes do capítulo 46. já não há trono. ó virgem filh a de Babilônia.

“passar os rio s” pode referir-se ao fato de que Senaqueribe. . Dt 32. Contudo.15 D esde que a passagem é uma personificação da própria B abilônia. e v e r . a princípio. ela já não mais desfrutará uma vida fácil como uma princesa. Esta trará vergonha aos babilônios.. 3 A ssen ta -te silen ciosa e en tra na s trevas. ó f i lh a dos caldeus.á o teu op rób rio. Ninguém será poupado... Senhor dos Exércitos.. eles ainda estavam tratando a cidade da Babilônia com respeito.C. Rm 12. descob re a tua cabeça. p o rq u e n u n ca m ais será s ch am ada sen hora de reinos. 4 O n om e do n osso R ed en to r é o de Israel.Os assírios.35. Ele odeia o pecado. tom a ­ rei vin ga n ça e não f a r e i acepção de hom em algum . não reduziram Babilônia a uma província. em d estru í-la. A referência tripla para o SENHOR ( “Redentor. 2 Toma a m ó e m ó i a fa r in h a . N ada assim aconteceu quando Ciro tom ou a B abilônia e fez dela um a das suas c ap itais. Santo”) enfati­ za o poder e o interesse dEle sobre Israel.1). 2 1 . A vingança de Deus é justiça divina (cf. Os habitantes da B abilônia se to rn ariam como os m ais b ai­ xos escravos. A tua vergon h a se descobrirá. fazendo desta uma de suas capitais. descalça os p és.. Em 70 0 a. SE N H O R dos E x ércitos.s e . mas ama o seu povo. e até mesmo enviando alguns dos seus espólios capturados para ela. obrigando a p atin h ar a qualquer um que quisesse cru­ zar o seu local ( c f 1 4 .2 3 . o Santo Por trás do juízo sobre a Babilônia está o Parente-Redentor de Israel. se vestindo pobrem ente. e tendo que fazer coisas tais como atravessar com d ificuld ad e pelos rios ou canais da M esopotâm ia. d escobre as p ern a s e p a ssa os rios.19). mas a reconheceram como um reino vassalo. fez desta um pântano. trabalhando duro no torneam ento de mós pesa­ das.

7 E dizias: E u serei sen h ora p a ra sem p re.C. um título que os babilônios deram a uma deusa. n ã o u sa ste com eles de m isericó rd ia e a té sob re os velh os fi z e s t e m u ito p esa d o o teu ju go . No exílio babilônico posterior.14. Sua glória se tornaria em trevas. Ela se divinizou como a “se­ nhora para sempre”. Seria mais provável que Ele os tratasse como aliados do inimigo. . n em te lem braste do f i m delas. supunha que nada mais poderia mudar o seu estado exaltado.1 5 0 sobreviventes da sua campanha contra Judá.6). a té agora não tom aste estas coisas em teu coração. a Babilônia.C.7). A cidade da Babilônia do livro de Apocalipse será igual a esta (veja Ap 18. foi considerada a “senhora de rei­ nos”. nos dias de Isaías. como também o seu tratamento dos cativos. A falta de misericórdia em relação aos exilados. ou rainha eterna. sob o governo de Nabucodonosor. 10..Babilônia.5. 6 M u ito m e agastei co n tra o m eu povo. “até sobre os velhos”. A ira de Deus com o seu povo o fez usar os assírios como a sua vara (cf. to rn ei p ro fa n a a m inh a h eran ça e os en tregu ei n a s tu a s m ãos. “Eu serei” é o hebraico ‘ehyeh. reflete as condições em Babilônia logo após 701 a. Os babilônios nativos não tinham nenhum amor pelos caldeus ou pelos amigos destes. Em 700 a.. A mão assíria sob o governo de Senaqueribe era mais pesada do que seria sob N abucodonosor. a aliança de Ezequias com Merodaque-Baladã poderia ter feito a condição dos judeus cativos até pior. Senaqueribe estava em perseguição de Merodaque-Baladã e não seria provável que ele mos­ trasse bondade aos cativos judeus na Babilônia. em seu orgulho. os judeus de fato pros­ peraram. quando Senaqueribe expulsou o caldeu Merodaque-Baladã. Babilônia se recusou a considerar as con­ seqüências de sua conduta imoral e corrupta. traduzido como “Eu Sou” em Exodo 3. mas sua destruição por Senaqueribe a deixaria silenciosa.16 N a própria Babilônia. Então ele trouxe os 2 0 0 .

e fora de mim não há outra. Isaías disse que isto viria. que habitas tão segura. tu que és dada a delícias. apesar da multidão de práticas ocultistas nas quais eles confiavam. isso te fez desviar. A Babilônia prazerosa e amorosa se exaltou como se fosse um deus ou deusa. não fica r ei viúva. Isaías chama a religião da Babilônia de “maldade”. tanto para a Babilônia como para o resto do mundo. Eles foram desviados porque tinham falso conhecimento ou “ciência”. p or causa da m ultidão das tuas feitiçarias. e disseste no teu coração: Eu sou. Sua queda inesperada é comparada a uma mãe feita viúva e roubada de suas crianças. que a não poderás conhecer. 1 Pelo que sobre ti virá mal de que não saberás a origem.8 Agora. não era completamente imprevisto. Isto era para acontecer “em um momento”. a tua sabedoria e a tua ciência. e fora de m im não há outra. dia: perda de filhos e viuvez. virão sobre ti.18 que os perverteu e os fez imaginar que era sabedoria pensar na Babilônia como um deus. Ele não humilhou a cidade ou a envergonhou de qual­ quer forma. os babilô­ nios estavam negando que houvesse qualquer autoridade moral aci­ ma deles. que dizes no teu coração: Eu sou. porque virá sobre ti de repente tão tempestuosa desolação.C. deveria ter havido um forte partido anti-Nabonido na cidade durante algum tempo. que a não poderás afastar. e não pode ser aplicado à conquista por Ciro em qual­ quer sentido. em toda a sua fo rça . eles estavam dizendo que os seus deuses eram sem poder. 10 Porque confiaste na tua maldade e disseste: N inguém me pode ver. Mesmo assim. p o r causa da abun~ dância dos teus m uitos encantamentos. pois. ouve isto. 9Mas ambas estas coisas virão sobre ti em um momento> no mesmo . a destruição da Babilônia por Senaqueribe foi um choque.17 Desde que os habitantes abriram de par em par os portões e deram as boas-vindas a Ciro. e tal 1 destruição cairá sobre ti. Por dizerem que “ninguém me pode ver”. O que acon­ teceu em 539 a. Sem se aperceberem disto. nem conhecerei a perda de filhos. .

n em fo g o . e sa lv e m -te do que há de v ir sob re ti. e eles não poderiam afastá-lo pelos seus encantamentos mágicos ou pelo pagamento de um resgate. Antes. A desolação inesperada viria “de repente” sobre a cidade. Isto concorda bem com 37. pa ra se assen tarem ju n to dele. os p ro gn ostica d o res das lu a s n ovas. os a g o u reiro s d os céu s. Eles serão todos lançados no fogo. a v e r se p o d es tira r p ro veito ou se. H oje as pessoas estão gastando bilhões de dólares fazendo novos medicamentos e tentando trazer um mundo melhor através da ciência. os teu s n egocia n tes desde a tu a m ocid a d e. agora.C. Com ironia. 12 D e ix a -te esta r co m os teu s en ca n ta m en tos e com a m u ltid ã o das fe itiç a r ia s em q u e trabalhaste desde a tu a m ocidade. cad a q u a l irá va gu ea n d o p elo seu cam in ho. não poderão sa lv a r a su a vida do p o d e r da labareda. p o rven tu ra . M as as práticas religiosas deles não os ajudam.19 concernente aos deuses que Senaqueribe esmagou e queimou em 689 a. Babilônia nos dias de Isaías era o centro avançado da religião pagã e astrológica do mundo. pois. ela não será u m braseiro. o f o g o os queim ará. Os resultados são temporários. 15 A ssim serão p a ra con tigo aq ueles co m q u em trabalhaste. te p o d es fo rtifica r. e doenças que se pensava estarem debeladas estão voltando em uma forma mais forte. n in gu ém te sa lvará. engolidos em um holocausto. estas os cansam. 14 Eis que serão com o a pragana. Eles dividiram o céu em quartos para obser­ var os movimentos das estrelas para fazer as suas predições. Ij C a n sa ste-te na m u ltid ã o d os teu s conselhos. pa ra se aquentarem . leva n tem -se. . os q u e co n tem p la v a m os astros. As pessoas que confiam na ciência estão um pouco melhor que esses que se dedicam ao oculto. Isaías os desafia a continuar fazendo feitiços e a usar todos os supostos poderes do ocultismo dos seus carolas profissionais para tentar salvar a cidade.O juízo calamitoso viria sobre a Babilônia.

Aqueles com os quais a Babilônia negociou são os com ercian­ tes que iriam seguir o seu caminho e deixariam a cidade para so­ frer o juízo dela. suplantador”. e não na justiça que se alinha com a Palavra de Deus. No entanto. 3. AS PROFECIAS TESTEMUNHAM PELO DEUS VERDADEIRO 48. para apoio. qu e v o s cham ais do n o m e de Isra el e sa ístes das á gu a s de J u d á ) qu e ju r a is pelo n om e do S eisÍH O R e fa z e is m en çã o do D eu s de Israel\ m a s não em v erd a d e n em em ju stiça . mas eles ainda são “Jacó” —“engana­ dor. o SE N H O R dos E x ércitos é o seu nom e. Eles se chamam pelo “nome de Israel”. Eles n5o querem dizer o que dizem. A religião deles é só uma forma. Eles fazem juramentos “pelo nome do SENHOR” e fazem menção do Deus de Israel. . Eles se firmam no Deus de Israel. Aque­ la destruição pode ser entendida como um exemplo que aponta à subversão do sistem a m undial babilônico no fim dos tempos (Ap I7 . reconhecendo-o como o SENHOR dos Exércitos do céu.19 2 E a té da sa n ta cida de tom am o n om e e se fi r m a m sob re o D eu s de Isra el. casa de Ja có . o povo não era santo e estava aceitan­ do como verdadeiro o seu relacionamento com Deus. mas o foco é sobre Judá. Eles são um pouco melhores que os babilônios que foram ilu­ didos pelos seus falsos deuses. “mas não em verdade” (ou fidelida­ de).1— 19 1 O u v i isto. que a chama de uma “santa cidade”. um ritual vazio. Q uando Senaqueribe destruiu a Babilônia.I a 19. Estes comerciantes eram nações como o Elão e a M édia.3). Agora o foco é estreitado ao povo de Jerusalém. confiando em seus privilégios. os aliados anteriores dela se espalharam em todas as direções. Agora Isaías discursa para Israel. as quais ela tinha contratado anteriorm ente para a fazer a sua luta por ela.

65. M as agora Deus estava lhes mos­ trando algumas “coisas novas”. Esta é uma das razões pelas quais Deus profetizou eventos futuros. Isto mostra que os cumprimentos não foram nenhum mero acaso. Ez 2. Freqüentemente eles recusavam a se humilhar. o u a m in h a im agem de escu ltu ra. e eu as f i z o u v ir. Is 30. profecias que nenhum ser humano pelo seu próprio raciocínio poderia ter previsto. u m n erv o de fe r r o . .1.17). p a ra q u e não dissesses: O m eu ídolo f e z estas coisas. mas eram evidências do poder de Deus. Em tempos anteriores. Como nós prosseguimos lendo em Isaías. Israel estava sem desculpa por atribuí-las a um ídolo. 7 A gora.7). Deus sabia quão obstinado. te f a ç o o u v ir co isa s n o va s e ocultas. Deus concedeu profecias e as cumpriu sú­ bita e decisivamente. estas incluem verdades sobre o M essias e os novos céus e a nova terra (52. d e bronze. p r o n u n cio u -a s a m in h a boca.12. e é uma testemunha ao fato de que só Ele é Deus. para impedir o seu povo de dar crédito aos ídolos de fazê-las acontecer. sim .13 a 53. as a n u n ciei. to a n u n ciei desde en tão e to f i z o u v ir an tes qu e acontecesse. não o a n u n cia reis? D esd e agora. desde a a n tigü id a d e. 6 J á o ten s o u vid o. olha bem p a ra tu d o isto. e pa ssaram . p o rv en tu ra . O povo tinha ouvido o que Deus fez no passado e precisava admi­ tir que o que Ele disse era verdade. 65.27. a p ressada m en te as f i z . e a n tes deste dia não as ouviste. p a ra que não digas: Eis qu e j á eu as sabia.As p rim eira s coisas. ou a m in h a im agem de f u n d i ç ã o as m an dou . Dt 9. 4 P orque eu sabia qu e era s duro. profecias previamente desconheci­ das. A profecia cumprida é uma impor­ tante evidência da verdade da Palavra de Deus.2. e a tu a cerviz . briguento e teimoso era o povo de Israel (cf.4. q u e n u n ca conheceste. 3P o r isso. 3. são cria d a s e não desde então. e a tua testa.

p r o v e i. em cumprimento da profecia de Isaías. Jr I I . Novamente Deus está insinuando que eles não tinham nenhuma desculpa na sua rebelião. Deus tinha sido paciente por causa do seu próprio nome. Deus chama a atenção novamente para o começo de Israel como uma nação. n em tu as conh eceste..te na fo r n a lh a da aflição. Isto se ajusta ao contexto de 700 a. s N em tu as ouviste. ao passo que a Babilônia não é. p a ra qu e te não ven h a a cortar. Ele não tinha destruído o seu povo.27). De forma que Ele poderia ser louvado. por causa da sua própria natureza como um Deus de graça e amor. p o rq u e eu sabia qu e p ro ced eria s m u ito p e fid a m e n te e qtie eras p r ev a rica d o r desde o ven tre. 10 Eis q u e te p u rifiq u ei.C. ou seja. m e co n terei p a ra contigo. quer dizer. m a s não co m o a pra ta . muito embora a morte fosse a recompensa justa para o pecado.4 ) . Senaqueribe deixou Jerusalém sem conquistá-la. Deus sabia quão rebelde eles eram desde o tempo em que Ele trouxe a nação à existência (D t 31. P or a m o r do m eu nom e. O povo de Israel não ouviu nem entendeu. para que eles não digam arrogantemente que as conheciam antes. reta rd a rei a m in h a ira e. p o r a m o r do m eu louvor. Eles não estavam aber­ tos à verdade que Deus lhes dera. não de fogo.A palavra “criar” tem sempre Deus como o seu sujeito na Bíblia. I Rs 8. mas de “afli­ ção” (n a m iséria eles sofreram como escravos no E gito). os bab ilô­ nios faziam o reassentamento dos exilados. como a prata é refinada. Ele tinha refinado o seu povo ( “te p u rifiquei”) em um a fornalha. O Egito é regularm ente referido como um “forno” (D t 4 . nem ta m p ou co desde en tã o f o i aberto o teu ou vido. Ele está prometendo coisas novas que só Ele pode fazer. N a realidade. quando.51.2 0 . para que não falhem em reconhecê-las como sobrenaturais. mas não os escraviza- .

Ele estava lá no princípio. tem a n u n ­ ciad o estas coisa s? O SE N H O R o a m o u e ex ecu ta rá a su a v o n ta ­ de con tra a B abilôn ia. e o u v i: Q u em . o fa r e i. [e] o últim o”. p o r a m o r de m im . eu sou o m esm o. Jr 2 9 . Ele não muda. Ele é maior que a terra e os céus.2 8 ). a q u em cham ei. eu os ch am arei. 12 D á -m e ou vid os. Ele não pretende deixar o seu nome (e cará­ ter) ser “profanado”. e o seu braço será co n tra os caldeus. nem dará a sua glória a outrem (inclusive Israel). e a p a recerã o ju n to s . Ele é o Deus Eterno que é “o primeiro.. d en tre eles. N enhum ídolo tem profetizado o que vai acontecer à Babilônia. e Ele nunca terá fim. Deus desafia o povo de “Jacó” para ser “Israel” como seu povo escolhido e para dar ouvidos a Ele. p o rq u e com o seria p ro fa n a d o o m eu n o m e? E a m in h a g ló r ia n ã o a d a rei a outrem . . N V I). ó Israel. e para m ostrar o seu amor. eu tam bém o últim o. A chamada é ainda para Israel.. Deixe-os se ajuntar e ouvir. Ele fundou a terra pela sua pró­ pria “mão” (o seu poder) e “mediu os céus a palmos”.17). Alguns aplicam o que é profetizado aqui a Ciro. 13 T am bém a m in h a m ã o f u n d o u a terra. ó J a có . mas isto não é necessário. Cl 3. Ele executará o seu propósito em Babilônia. O que é pretendido aqui é que o SENHOR ama a Israel. 14 A ju n ta i-vos. todos vós. e a m in h a destra m ed iu os céu s a p a lm o s. e tu.2 2 ). Estes resistem firmes e continuam a sua existên­ cia por causa da sua palavra (cf. O braço de poder do SENHOR “será contra os caldeus” ( “babilônios”. Os exilados prosperaram na Babilônia (veja com entário em Is 4 2 . Deus faz o que Ele quer fazer (as novas profecias do versículo 6) pela sua própria causa. Ele é o “Eu Sou”.vam (cf. eu o p rim eiro . 11 P o r a m o r de m im .

e. 19 T am bém a tua d escen d ên cia seria com o a areia. . Então o Messias fala. Ele também é o SENHOR que guarda a aliança. n em d estru íd o da m in h a fa ce . o teu D eu s. porque Ele tem estado presente com o seu povo. isto é. Deus tem feito as suas profecias publicamente através de uma sucessão de profetas.) 17 A ssim d iz o SENHOR. q u e te en sin a o q u e é ú t il e te g u ia p e lo ca m in h o em q u e d ev es andar. em vez de referir-se ao Messias. Cristãos cujas vidas são ineficazes precisam ouvir esta mensagem e seguir a Cristo de novo. Ele os guia pelo caminho certo. eu estava ali. seria a tua p a z com o o rio. Ele é o ParenteRedentor deles que os livrará e os libertará. tam bém j á o cham ei. como ser útil (ou eficaz). O S enhor o enviou e tem enviado o seu Espí­ rito.13 Eu. Deus declara novamente o que Ele é para Israel. Yahweh. (Alguns comentaristas entendem isto como se referindo a Isaías. o que lhes “ensina o que é útil” para eles. o Deus deles. e fará prosperar o caminho deste para realizar o seu propósito de bênção e redenção. Porém.20 Deus tem chamado a Israel. e fa r e i p ró sp ero o seu cam inho. O SENHOR chama novamente o seu povo: “Chegai-vos a mim e ouvi”. desde o tem po em q u e aquilo se fe z . A h! Se tivesses dado o u v id o s aos m eu s m a n d a m en to s! Então. o seu n o m e n u n ca seria cortado. eu o tenho dito. o S en hor J eová m e en v io u o seu E spírito. e os que p ro ced em das tuas en tran h as seria m tan tos com o os g r ã o s da a reia da praia. o S a n to d e I s ra e l: Eu so u o S e n h o r . O pronome oblíquo átono “o” do versículo acima refere-se a Isra­ el. 16 C h ega i-v o s a m im e o u v i isto: N ão f a l e i em segred o desde o p rin cíp io . e o f a r e i vir. o teu R ed en tor. Ele é o Deus Santo que deve tratar dos pecados deles. co m o as o n d a s do m ar. e a tua ju stiça . agora.

a justiça deles seria contínua e poderosa “como as ondas do mar”. e os descendentes deles seriam o cumprimento da promessa de que eles seriam tão numerosos quanto os grãos da areia da praia (Gn 22. quando M oisés feriu as rochas com a sua vara e “águas manavam delas” . e lev a i-o a té ao f i m da terra. no entanto.Deus quer que eles dêem ouvidos aos seus mandamentos. Isto corresponde a 13. as águ a s m a n a va m delas.17.12. 21 E J a có não tinha sede.20-21 20 S aí de B abilônia. O nome de Israel.14. seu caráter e natureza como uma nação.21 Havia. nem destruído”. fe n d e n d o ele as rochas.fez -lh es co r r e r águ a da rocha. Pois então a ira de Senaqueribe estava dirigida aos babilônios. quer dizer. Israel se manterá vivo na luz da presença de Deus. “nunca seria cortado. 32. Não havia nenhu­ ma razão para os judeus fugirem da Babilônia na véspera da entrada de Ciro na cidade. Os registros de EsarHadom declaram que as pessoas fugiram naquele momento. pois então a paz e o bem-estar deles estariam transbordando “como o rio”. 41. dizei: O S en hor rem iu a seu serv o Jacó. e fa z e i o u v ir isso. que indica que os estrangeiros que fugissem da Babilônia escapariam do destino dos babilônios. O retorno deles é com parado ao êxodo do Egito. E a n u n cia i com voz de jú b ilo .49). especi­ almente como fugitivos que escapam para salvar suas vidas. UM MANDAMENTO PARA FUGIR DA BABILÔNIA 48. f u g i de en tre os caldeus. q u an do o leva va p elo s d eserto s. 4. A ordem para fugir normalmente significa fugir depressa.22 A ordem está no plural: “Fujam vocês todos!” Todos os exilados eram para partir com brados de alegria e declarar a redenção do SeNHOR de Jacó (Israel) como seu servo prepara para o que se segue nos capítulos 49 a 57. toda razão para eles fugirem na véspera da sua destruição por Senaqueribe.

nenhum bem-estar dado por Deus.1 1 . Eles tinham que se arrepender e voltar para Deus.(N m 2 0 . Como Deus vai usar Israel para ajudar a realizar o seu propósito de bênção e redenção? 11. As pessoas hoje precisam fazer mais do que voltar para a igreja. e como Deus o usará? 4. Deus tom ará conta do seu povo de um modo sobrenatural. Ex 1 7 . Por que a Babilônia é chamada de “Filha Virgem”? 5. d iz o Sen h or . 6. NENHUMA PAZ PARA OS ÍMPIOS 48. Que juízo Deus profetiza sobre a Babilônia? Em que a Babilônia tem confiado? O que acontecerá às coisas nas quais Babilônia confia? Por que razões Deus concedeu profecias a Israel? 9. 8. Isaías conclui esta seção do livro com uma advertência do SeNHOIl de que voltar para Judá não seria o bastante. 7. Por que Deus retardou a sua ira e ao mesmo tempo purificou a Israel? 10. 5. Quem é a “ave de rapina” do Oriente. Que lição Deus tira da captura de Senaqueribe das imagens de Bel e Nebo? 2. A culpa ainda rouba a paz das pessoas. cf. o transgressor impenitente. Não há nenhuma “paz”.6 ). para “o ím pio”. Que evidência há de que as pessoas fugiram da Babilônia nos dias de Isaías? . QU ESTÕES DE ESTU D O 1. Como Deus é contrastado com os ídolos no capítulo 46? 3.22 22 M a s o s ím p io s n ã o têm p a z .

R J: CPAD. 13 N o hebraico. “A Palavra Inspirada de D eus”. “T h e Book o f Isaiah. 53. ed. Chapters 4 0 -6 6 ”. 2 vols..2 0 0 .2 2 5 . M anuel Kom roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 27 3 D aniel David Luckenbill. H iggins. (R io de Janeiro. um term o geral p ara todos os tipos h ab ituais de pecado sexual. 16 M uilenburg adm ite isso. 1 9 2 8 ).CITAÇÕES 1 Oswald T. “Book o f Isaiah”. s Luckenbill. 2 :2 5 2 . 2 :2 0 3 . em The Jews. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. George Raw linson. (Chicago: University o f Chicago Press. 316. em The Interpreter’s Bihle (N ashville: A bingdon Press. 19 2 5 ). 42. The Book o f Isaiah (Chapters I— XXXIX) in the Light o f theAssyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. Le Prophète Isaie (P aris: L ib rairie O rien taliste. 1:857. 17 Pritchard. 2 a ed. Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. Ancient Near Eastern Texts. 2 :9 9 . 7 H erodotus. 3 0 6 . The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 9 A rm and K am inka. Prophecy and the Monuments (N ova York: M acm illan Co. 1 9 5 5 ). em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. 2 C f. Robinson. A llis. ed. ed. trans. D aniel David Luckenbill. 18 A S ep tu agin ta trad uz o hebraico da’ath ( “co n h ecim en to ”) como o grego porneia. (G rand R apids: Baker Book H ouse. 19 56 ). Ancient Records. . veja também 2 :2 0 3 . rev. H orton. “Book o f Isaiah”. N abonido falou a respeito de Assurbanipal como “meu predecessor”. Pritchard. 1:857.1 1 3 . 69. 15 Veja James B. cidades são do gênero feminino. ed. 19 49 ). 10 Luckenbill.. History. 6 Ibid..2 3 3 . Paul Geuthner. ed. 19 96 ). 19 30 ).. 14 James Frederick M cCurdy. rev. 1 9 1 1). “T h e Biblical Period”. Ancient Records. 4 W illiam Foxwell Albright. 30 6. ed. H istory. James M uilenburg. 2:3 2 9 . 2 :2 5 5 . (Princeton: Princeton U niversity Press. 11 A llis. Stanley M . 137. 31 5. 19 5 4 ). em Teologia Sistemática. reconhecendo Babilônia como a sucessora de Nínive. 1:43. 19 24 ). 5:5 4 7 . 70. 163. Charles Boutflower. 1926— ). 12 George L. 66. 19 75 ). 15 John R . Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. The Book o f Isaiah.

Oesterly. . 2 vols. Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing House. (C h icag o : U n iversity o f C hicago Press. 21 Ciro foi um governante ilum inado. 20 Joseph A. 2 :2 1 7 . 19 Os m odernos críticos da form a tentam dividir este capítulo. Porém. 19 5 1 ). 19 53 ). 244. A History of Israel (O xford. Isaías tipica­ mente m ostra um a percepção realista de ambos. Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. Alexander. 22 D an iel D avid L uckenb ill. 2:64. 1 9 2 6 — 7 ). veja tam bém 2 225. W illiam O. E. supondo que um a passagem não deveria m isturar salvação e juízo. Cf. Inglaterra: Clarendon Press.C om pare este quadro com o do sistem a m un d ial da B ab ilô n ia em A po­ calipse 18. 2 :2 4 5 .

. Ele agora continua a explicar o plano de Deus.11 I.I3 Isaías começa agora uma nova seção onde o Ser­ vo do SENHOR. N ada mais é dito a respeito da Babilônia ou de Ciro ou do conflito com deuses pagãos e práticas ocultas. d esd e a s en tra n h a s d e m in h a m ãe.A Redenção e o Servo Sofredor 49. ilhas. o Messias.1-50. p o v o s d e lo n ­ g e : O SENHOR m e ch a m o u d esd e o v en tre.1-7 1 O u v i. 0 Servo Traz Restauração 49. O SERVO ESCOLHIDO DE DEUS 49. A. f e z m en çã o d o m e u n om e. é exaltado. Ele na verdade trará uma libertação do pecado. e es cu ta i vós.I-S5.m e . Ele trará uma m aio r lib e rta ç ã o que a q u ela do E gito e da Babilônia.

8) quando Ele se torna o Israel de Deus. Chamá23. e. E f 6. glorifica a teu Filho. o Servo se torna o antítipo de Jacó (cf. 2 E fez a m in h a boca com o u m a espada aguda. O propósito de Deus em usá-lo é trazer glória a Si mesmo. Isto também chama a atenção para Ele como o Messias enviado por Deus. resumindo em si mesmo a serventia que Deus pretendia para Israel. para que tam­ bém o teu Filho te glorifique a ti” (Jo I 7 . m e cob riu . co m a som bra da su a m ão. 4 1 . O SENHOR que chamou o seu Servo o preparou como uma arma. o Príncipe e Guerreiro de Deus. 3 E m e disse: Tu és m eu servo. Ap 19.6. aq uele p o r qu em hei de s e r g lo r fic a d o . quando Jesus enfrentava a cruz Ele orou: “Pai. Ele não mudou o seu plano eterno ou o seu propósito para salvar e abençoar. é chegada a hora. ou seja. e Isra el. ARA. Deste modo. e m e p ô s co m o u m a fle c h a lim pa. Ele é chamado desde o ventre (veja M t 1. Ele está bem guardado na aljava de Deus.31. a qual dá esta ênfase: a concepção do Messias é obra de Deus. N V I). Isaías vê o Messias aqui como a cabeça ou representante ideal de Israel. . A palavra dEle será tão efetiva quanto “uma espada aguda” (cf. H b 4. Deus denomina o Servo “Israel”. O que Ele está a ponto de anunciar é de importância extrema para os gentios. Jesus foi tranqüilamente preparado durante os primeiros trinta anos da sua vida. 27. Como “uma flecha lim pa” ( “flecha poli­ da”. quando o Israel natural falha.32).12.2Assim. lo antes do seu nascimento indica o amor de Deus.17. e reservado para o futuro. Yahweh é a primeira palavra da oração hebraica. o Servo-Messias1 exorta a todos os povos do mundo para que prestem atenção.15). 2. em intimidade com o Pai. quando será eficaz e irresistível. e m e esco n d eu na su a aljava. O Servo personifica o Israel ideal. enquanto o Servo manifesta o divino es­ plendor de Deus. Ele também é o Filho de Deus. não de homem.20— Lc 1.Em outra cena de tribunal.I). Por conseguinte.5.

Ele ainda acredita que o Pai proverá a devida justiça3 e recompensa pela sua obra (cf. 5 E. e até quando vos sofrerei?” (M t 17. Este é o lado humano do Servo. Ele clamou. Ele é para “ser” . Ele será eficaz. p a ra seres a m in h a sa lva çã o a té à ex trem id a d e da terra. Os crentes judeus constituíram a primeira Igreja. d iz o SENHOR. Ele tem tido pouco resultado entre a sua própria nação.17) E novamente: “Je­ rusalém. no útero de M aria). e disse: “O geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco. p a ra resta u ra res as tribos de J a có e to m a r es a tra zer os g u a r d a d o s de Isra el. O M es­ sias também é designado para ser a “luz dos gentios”.37 ) Em face ao fracasso aparente o Messias sente desânimo. Deus o “for­ mou desde o ventre” (especificamente. O Servo gastou as suas forças e o resultado tem sido inútil e vão. que m e f o r m o u desde o v en tre p a ra seu servo. e uma sobra será restaurada como parte da Igreja em conexão com a segunda vinda de nosso Senhor. 6 D isse m ais: P ou co é qu e seja s o m eu servo. cuja verdadeira humanidade sentia o que nós sentimos. e o m eu ga la rd ã o. Deus o honra e é a sua força. m a s I sra el não se d eix ou a ju n ta r. qu e lhe to rn e a tra zer J a có .4 M as eu disse: D eb a ld e tenho trabalhado. Jerusalém. agora. tam bém te dei p a ra lu z d os g en tio s.10). e tu não quiseste!” (M t 2 3 . Agora o Messias é claramente distinguido de Israel. o m eu direito está p era n te o S eNHOR. p era n te o m eu D eu s. A restauração envolve conversão e salvação. a os olhos do Senhor serei g lo r fica d o . 53. Ele é o Servo Sofredor que trará de volta ao SENHOR o errante Israel. contu do. que matas os profetas. M as isto não é o bas­ tante “para restaurares” a Israel da sua degradação e alienação. e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos. todavia. e o m eu D eu s será a m in h a fo r ç a . in ú til e vã m en te g a s ­ tei as m in h a s f o r ç a s . como a gali­ nha ajunta os seus pintos debaixo das asas.

que éfiel'. os príncipes diante de ti se inclinarão. que te escolheu. e do Santo de Israel.1 9 2 0 ). 2 Co 6. Ainda que Israel como uma nação desprezasse o Messias e até mesmo o abominasse.(Heb. Ele é a solução dos seus problemas (cf. ao servo dos que dom i­ nam: O s reis o verão e se levantarão. quando Deus ouviu. contudo reis e príncipes surgirão para reconhecê-lo e “se inclinarão” para adorar o Senhor. lihyoth').24). I Co 1. Ainda dirigindo-se ao Messias. O pro­ pósito de Deus para a terra é recuperá-la (c f 42. Eles pastarão nos caminhos e. em todos os lugares altos. não meramente “levar” (como indica a N V I). reconhecendo que o Deus de Israel escolheu o Messias.8 -2 6 .32. At 13. para restaurares a terra e lhe dares em herança as herdades asso­ ladas. . 9 para dizeres aos presos: Saí. ' Assim diz o SENHOR . onde Paulo aplica isto ao tempo do M essias). e aos que estão em trevas: Aparecei.2. ajudou e guardou (cf. p o r am or do S e n h o r . ao que as nações abominam. o Heb. te ajudei.14. O tempo do favor de Deus é o “dia da salvação”.23. que se aplica à restauração dos estragos que o pecado causa). à alma desprezada. o R edentor de I sr a elo sen Santo.23).6. e te darei p o r concerto do povo. a salvação de Deus para o mundo inteiro (Lc 2. o seu Santo”. os verbos aqui são proféticos. 2.21. Jesus deu a Grande Comissão para todos os crentes —judeus e gentios —para espa­ lharem as boas novas de que esta salvação chegou (M t 24. e te guardarei. pode significar uma coisa ou outra) e restabelecer a herança que tinha ficado desolada (cf. 26.s Assim diz o SEN HO R: N o tempo favorável. A RESTAURAÇÃO TRA Z ALEGRIA 4 9 . O Messias encarnará a aliança do povo (Israel) para esta­ belecer a nação (ou a terra.7). te ouvi e. terão o seu pasto. At 3. Deus ainda c “o Redentor de Israel.47. 2 8 . no dia da salvação .

A restauração futura será proveniente de todas as direções. e eis que aqueles. Os montes são os montes de Deus. como em um novo êxodo. Eles serão como um rebanho que tem a subsistência provida pelo Senhor em lugares inespera­ dos. 6 I . SI 23. e Ele as usará para trazer de volta o seu povo.2). As condições comuns no anti­ go Israel serão mudadas. do N orte e do O cidente . Como um pastor.16. água era sempre escassa. A sua proteção não permitirá que o calor ressecante dos ventos do deserto os abata (o significado pode se referir ao vapor aquecido que causa uma engana­ dora miragem). sinirn). 10 N unca terão fo m e nem sede. po­ rém não será mais no M ilênio (cf. da terra de Sinim. Por exemplo. As veredas ( “caminhos”. Deus os conduzirá. Ap 7. Alguns (como o faz a N V I) a identificam com Assuã (antiga Siene) no alto Egito. nem a calma nem o sol os afli­ girã o .1. N V I) são as veredas de Deus. não só da Babilônia.^ Os judeus cedo souberam a respeito da China (de onde . porque o que se compadece deles os gu ia rá e os levará mansamente aos m ananciais das águas. no Oriente. e eles já não serão uma barreira. Agora o S e n h o r fala e promete que toda a terra será mudada. do Ocidente e da região de Sinim (Heb. como (norm alm ente) margens de estrada estéreis e encostas dos montes. e as minhas 1 veredas serão exaltadas. 12 Eis que estes virão de longe.17). 1 E fa rei de todos os m eus montes um caminho. mas do Norte.4 Comentaristas mais antigos pensavam que esta era a China. guiando-os para junto de fontes de água (cf. nem que o sol os aflija.I ) . Este é o único lugar onde Sinim é mencionada na Bíblia.O M essias libertará aqueles que estão presos e trará para a luz os que estão em trevas (cf. A provisão de Deus será completa. e aqueles outros.

o trigo era im portado) e há alguma evidência de judeus na China antes do tempo de Cristo.
13 E xultai, ó céu s; e a leg ra -te tu, terra, e vós, m ontes, estalai de jú b ilo , p o rq u e o S enhor co n so lo u o seu p o v o e dos seu s a flito s se com padecerá.

As verdades precedentes trazem alegria. Com a proclamação de brados de louvor a Deus e gritos de alegria, os céus e toda a terra, especialmente os montes, proclamarão que o SENHOR confortou e tem tido compaixão do seu povo aflito. Embora Israel tivesse rejeita­ do o Messias, a luz finalmente penetrará os corações e as mentes do remanescente.
14 M a s S iã o diz : J á m e d esa m p a r o u o SENHOR; o S en h o r se esq u eceu d e m im .

Em resposta a esta profecia, Sião (personificada, representando o povo de Jerusalém nos dias de Isaías) protesta que o SENHOR (o Yahweh que guarda a aliança) a tem abandonado e que o SENHOR ( o Mestre Soberano) a esqueceu. Eles estavam insinuando que o S en h or não estava vivendo à altura do seu nome e natureza. Eles tinham esqueci­ do e abandonado a chamada deles para proclamarem as boas novas (4 0 .9 ). Eles não puderam entender o Evangelho, as boas novas que Isaías estava proclamando.
n P ode u m a m u lh er esq u ecer-se tan to do f i l h o qu e cria, qu e se n ão com p a d eça dele, do f i l h o do seu v en tre? M as, ain d a qu e esta se esquecesse, eu, todavia, m e não esq u ecerei de ti.

Sião não tinha nenhuma razão para ter autocomiseração (pena de si mesma). Deus poderia abandoná-los “por um pequeno momen­ to”, mas a sua “grande misericórdia” sempre estaria lá para eles (54.7). Ele responde que ainda que as mães pudessem se esquecer dos seus bebês, Deus não se esquecerá de Sião. O seu amor é maior que o amor de mãe, maior que o amor que ocupa o primeiro lugar entre todos na terra.

16 Eis que, na p a lm a da s m in h a s m ãos; te tenho gra v a d o ; os teu s m u ro s estão co n tin u a m en te p era n te m im .

Sião está gravada “na palm a das m ãos” de Deus, significando que esta estava sempre diante dos seus olhos e debaixo da sua pro­ teção. Ele sempre a veria e cuidaria dela. As muralhas da cidade ainda estavam de pé nos dias de Isaías, e Deus também as protege­ ria. O cumprimento final, contudo, será na Nova Jerusalém (c f 62.6; Ap 21.12-19).
17 O s teu s f i lh o s a p ressa d a m en te virão, m a s os teu s d estru id o res e os teu s a ssola d ores sa irã o p a ra f o r a de ti.

Então os “filhos” que vêm apressadamente para Sião são contras­ tados com os destruidores que partirão. Os Rolos do mar M orto registram “construtores” em vez de “filhos”. (As palavras hebraicas são quase as mesmas.) Como a NEB traduz isto: “Aqueles que estão a reconstruí-la o fazem mais depressa que os que a demoliram” (Tra­ dução literal da versão americana).
lti L evanta os teu s olhos ao red o r e olha; todos estes qu e se a ju n tam vêm a ti; v iv o eu, d iz o SENHOR, qu e de todos estes te vestirás, co m o d u m orn a m en to, e te cin g irá s deles co m o noiva.
O SENHOR em p en h a a su a p ró p r ia v id a de q u e os que se ju n ­ ta m a S iã o serão p a ra e la co m o o rn am e n to s q u e a d o rn a m u m a n o iva (c f. 5 2 .1 ).

19 Porque, n os teu s desertos, e n os teu s lu gares solitários, e na tua terra destru ída, te verá s, agora, apertada de m ora dores, e os que te d evora va m se cfa sta rã o p a ra longe de ti.

A terra não será imediatamente restabelecida por completo e terá, portanto, lugares despovoados. Assim, não haverá suficientes casas para os seus legítimos habitantes. M as os assírios que saquearam a terra em 701 a.C. estarão “longe”. Isto foi verdade quando o restante daqueles levados por Senaqueribe voltou da Babilônia em 689 a.C.

20 Até m esmo os filh o s da tua orfandade dirão aos teus ouvidos: M ui estreito ép a ra mim este lugar; aparta-te de mim, para que possa habitar nele.
Os exilados que retornam, os quais são numerosos, quererão se estabelecer e ter abundância de casas.

21 E dirás no teu coração: Q uem me gerou estes? Pois eu estava defilh a d a e solitária; entrara em cativeiro e me retirara; quem, então, me criou estes? Eis que eu f u i deixada sozinha; e estes onde estavam?
Jerusalém será pega de surpresa pelo retorno dos exilados. Eles tinham sido poupados quando Senaqueribe destruiu as cidades fortificadas de Judá e levou mais de duzentos mil cativos. Não era esperado que estes cativos retornassem. Isto está em contraste com o retorno posterior da Babilônia. Um grupo posterior teria o conforto da profecia de Jeremias (Jr 29.10).

22 Assim diz o SENHOR: Eis que levantarei a mão para as nações e, ante os povos, arvorarei a minha bandeira; então, tra­ rão os teus filh o s nos braços, e as tuas filh a s serão levadas sobre os ombros.
Agora Isaías olha para o futuro, para um retorno maior. Deus, o Soberano SENHOR, levantou a sua mão, sinalizando às nações que Ele está a ponto de agir. O Messias é a sua “bandeira”, ou insígnia, para os povos do mundo. Por sua causa, o povo de Sião será restabelecido (insinuando a conversão de nações gentias). N ada poderá impedir Deus de levar a cabo o seu plano.
E o s re is se rã o o s teu s aios, e a s su a s p r in ces a s, a s tu a s a m a s; d ia n te de ti, se in clin a rã o co m o rosto em terra e la m b erã o o p ó dos teu s pés, e sa b erá s q u e eu so u o SENHOR e q u e os q u e co n fia m em m im n ã o se rã o co n fu n d id o s.

Deus usará os reis e rainhas para produzirem a restauração de Sião no dia milenial futuro. Eles se sujeitarão a Sião, reconhecendo as

suas obrigações espirituais para com Israel. Em se inclinando e lam ­ bendo o pó dos seus pés,6 eles estarão reconhecendo a Sião como a noiva escolhida de Deus (cf. v. 18) e estarão realmente adorando a Ele, submetendo-se a Ele e ao mesmo tempo reconhecendo que “a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22). Como M otyer comenta: “O quadro é de subserviência política, mas a realidade é o reconheci­ mento de dívida espiritual”.7 Então o povo de Sião saberá em sua experiência que Deus é Yahweh, o Deus que guarda a aliança. Porque Ele é fiel, os que esperam e confiam nEle “não serão confundidos” ou envergonhados de ter tido essa esperança. A misericórdia e justiça triunfarão.

24 T irar-se-ia a presa ao valente? O u os presos justam ente esca­ pariam ?
A resposta para estas perguntas retóricas é não. tirar despojo de um guerreiro poderoso? Ou pode “valente” (Heb. tsaddiq, “um homem ju sto ” que tem seu lado8) conseguir escapar em segurança? A versão “tiran o ”. Quem pode o cativo do o direito do ARA indica

25 Mas assim diz o SENHOR: Por certo que os presos se tirarão ao valente; e a presa do tirano escapará ; porque eu contenderei com os que contendem contigo , e os teus filh o s eu remirei. O S e n h o r tem uma resposta diferente. Os cativos do guerreiro poderoso serão levados embora e serão tomados com segurança os despojos dos tiranos violentos. Deus entrará na batalha ao lado do seu povo. “Eu” está na posição enfática na sentença. Porque o poder de Deus é maior do que qualquer ditador humano, Ele será o vence­ dor e Ele salvará.

20 E sustentarei os teus opressores com a sua própria carne , e com o seu próprio sangue se embriagarão, como com mosto; e toda a carne saberá que eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Forte de Jacó.

A vitória de Deus fará os opressores de Israel se destruírem a si pró­ prios, provavelmente lutando entre si. Então todo o gênero humano (Heb. kol basar, “toda a carne”), ou seja, todos os povos do mundo, saberão que o SENHOR é o Salvador de Israel, o Parente-Redentor, o Deus-Pai pode­ roso de Jacó (cf. Gn 49.24,25). O mesmo Deus que revelou o seu plano para Israel continuará revelando-o para o mundo inteiro.
3. 0 PECADO DE ISRAEL E A FALTA DE RESPOSTA 50.1-3

1 A ssim d iz o SENHOR: O n d e está a carta de d iv ó rcio de vossa m ãe, p ela q u a l eu a rep u d iei? O u q u em é o m eu credor, a quem eu v o s tenha v en d id o ? Eis qu e p o r vossa s m a ld a d esfo stes v en d i­ dos, e p o r vossa s p rev a rica çõ es vossa m ã e f o i repudiada.

Agora Isaías continua o pensamento de 49 .14— O povo tem 16. enganado a si próprio. O SENHOR não se divorciou de seu povo nem o vendeu a credores. Não há papéis de divórcio (como a Lei requeria, Dt 24.1,3). Israel seria castigado pelos seus pecados. “Fostes vendi­ dos” é um modo de dizer que Deus lhes perm itiu ser subjugados pelos seus inimigos (cf. Dt 32.30; Jz 2.1 4). M as “Deus não tinha dissolvido completa e definitivamente o relacionamento de aliança”.9 A redenção ainda era possível e Deus queria a reconciliação. Os credores poderiam vender as crianças de um devedor para a escravidão (cf. 2 Rs 4.1). M as a idéia de que Deus tem credores é ridícula. Não obstante, os pecados do seu povo os colocava na posi­ ção de serem vendidos e aprisionados. Deus não queria isto. Os peca­ dos deles requeriam isto. 2 P o r q u e razão v im eu, e n in gu ém a p a receu ? C h a m ei, e n in ­ g u é m resp o n d eu ? T anto se en colh eu a m in h a m ão, q u e j á não p ossa re m ir ? O u não há m a is f o r ç a em m im p a ra liv ra r? Eis que, com a m in h a repreen são, f a ç o seca r o m ar, to rn o os rio s em deserto, a té qu e ch eirem m a l os seu s p eix es, p o is não têm água e m o rrem de sede. 3 E u v isto os céu s de n egrid ã o e p o r -lh e s -e i u m p a n o de sa co g ro sse iro p o r su a cobertu ra.

O problema não é que Deus é caprichoso ou que Ele esqueceu do seu povo. Antes, o problema é que ninguém lhe respondeu quando Ele veio querendo restabelecer o relacionamento deles consigo. N in­ guém respondeu quando Ele chamou. O povo agiu como se Deus não tivesse nenhum poder para redimir ou livrar. M as Ele nunca se rende. Ele é o Criador que pode falar uma pala­ vra de repreensão e pode fazer “secar o mar” (cf. Êx 14.21; SI 106.9), fazer os rios secarem, ou escurecer o céu (veja Ex 10.21).
4. 0 OBEDIENTE SERVO DE DEUS: 0 MESSIAS 50.4-9

4 O S en hor J eová m e d eu u m a lín gu a eru d ita , p a ra q u e eu saiba dizer, a seu tem po, u m a boa p a la vra ao qu e está cansado. E le d esp erta -m e todas as m anhãs, d esp erta -m e o o u v id o p a ra que ou ça com o aq ueles qu e aprendem . Em contraste com a rebelião de Israel, o Servo Sofredor do SeNHOR10 é fiel. Agora Ele fala (veja vv. 1 0 ,1 1).n O soberano SENHOR, e guarda da aliança, deu a Ele a língua de treinados eruditos. Quer dizer, pela graça de Deus Ele fala a palavra de Deus como um Profeta e é reconhecido como um Mestre. A sua palavra é capaz de sustentar o fraco e o cansado. Ele está acordado, e diariamente ouve a palavra de Deus. Ele está em comunicação constante com Deus, o Pai, e é sensível a Ele (cf. M c 1.35; Lc 6.12). Dessa forma, Ele pode comu­ nicar a palavra de Deus ao cansado. J O S en hor J eová m e a b riu os ou vid os; e eu não f u i rebelde; não m e retiro pa ra trás. O Servo enfatiza que o SENHOR está fazendo isto. Quando o so­ berano SENHOR e guarda da aliança diz ao M essias que o tempo do seu sofrimento é chegado, Ele não se rebelará ou recuará. Ele estará disposto e obediente. 6 As costas dou aos qu e m e f e r e m e a fa c e , aos que m e a rra n ca m os cabelos; não escon d o a f a c e dos qu e m e cfr o n ta m e m e cospem .

Isto descreve o que aconteceu a Jesus antes da cruz (c f M t 26.67; 27 .26,30; M c 1 5 .1 6 -2 0 ; Lc 18.32; Jo 18.22; I9 .I). A despeito do que os seus brutais inimigos fazem a Ele, e apesar do desprezo deles, Ele permanece submisso. ' Porque o Senhor JEOVÁ me ajuda, pelo que m e não confundo; p or isso, pus o meu rosto com o um seixo e sei que não serei confundido. Em meio ao seu sofrimento Ele pode suportar a dor porque o SENHOR o ajuda. A sua confiança no seu Pai o fez saber que Ele não seria superado pelo escárnio e mau trato. Fixar a sua lace como “sei­ xo” retrata a sua determinação de ir para a cruz, sabendo que a sua morte vergonhosa não terminaria em desesperança, mas em ressur­ reição, ascensão e exaltação (cf. Lc 9.51). ,s Perto está o que me justifica; quem contenderá com igo? C om ­ pareçam os juntam ente; quem c meu adversário? C hegue-se para mim. 9 Eis que o Senhor J e o v á me ajuda; quem há que me condene? Eis que todos eles, como vestes, se envelhecerão, e a traça os comerá. A linguagem é a de uma cena de tribunal. Deus o Pai está com o Messias de um modo poderoso. Porque Deus o Pai justifica o Servo como não tendo cometido nenhum pecado, ninguém pode condenar o Servo ou ser eficazmente o seu adversário. Os seus acusadores serão como um artigo de vestuário que se desintegra com a idade, ou que é consumido por traças. Eles não terão nenhum efeito duradouro. O Messias triunfará apesar de tudo o que eles fazem.
5. A ESCOLHA: CONFIE EM DEUS OU PASSE 0 TEMPO EM TORM ENTO 50.10,11

10 Q uem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Q uando andar em trevas e não tiver luz nenhuma, con ­ f i e no nom e do SENHOR e fir m e -s e sobre o seu Deus.

Isaías12agora exorta o povo a responder ao Servo e obedecer àquEle que supremamente obedeceu o seu Pai celestial.13Proceder dessa for­ ma será sair da escuridão e confiar “no nome do S e n h o r ” (cf. Rm 8.32-39). O “nome” indica caráter —e “não há nele treva nenhuma” ( I Jo 1.5). Aquele que vier para a sua luz irá firmar-se (H eb. yishsha’en, “apoiar-se, encostar-se”) sobre o seu Deus, entrando em uma relação pessoal com Ele, pois Deus verdadeiramente será “o seu Deus”.

11 Todos vós que acende is fo g o e vos cingis com faíscas, andai entre as labaredas do vosso fo g o e entre asfa ísca s que acendestes; isto vos vem da minha mão, e em torm entos jazereis.
Isaías agora se dirige ao mundo descrente. Aqueles que insistem em iluminar os seus próprios caminhos pelos seus próprios fogos sofrerão a mão de juízo de Deus. Eles pensam que são pessoas de esclarecimento por causa das suas filosofias humanísticas (incluindo as idéias da Nova Era hoje). M as eles jazerão em um lugar de tor­ mento por causa dos seus pecados (cf. 66.24). Este será um lugar abrasador, pois o fogo é freqüentemente um símbolo do juízo de Deus em Isaías (veja I . 3 I ; 5.24; 9 .1 8; 1 0 .1 6 ,1 7 ; 2 6 .1 1 ; 2 9 .6 ; 30.27,30; 47.14; 66.15,16; cf. I Co 3.13; H b 10.27; 12.29). Eles acendem uma falsa luz que se torna um fogo para destruí-los. Eles terminarão no lago de fogo —um contraste muito real com os seus falsos fogos (Ap 20.14,15).

QUESTÕES DE EST U D O
1. Que evidência no capítulo 49 mostra que o Servo Israel é de fato o Messias? 2. Quais são os dois mais importantes aspectos da missão do Servo? 3. Como 49.8— se aplica a Jesus? 13 4. Que garantia Deus dá de que Ele não esquecerá do povo de Sião?

5. Como Deus trará de volta os filhos e as filhas de Sião? 6. Como o capítulo 50 estende o pensamento de 40 .14— 16? 7. Como a resposta obediente do Servo contrasta com a do povo de Israel? 8. Qual é a atitude do Servo em meio ao seu sofrimento? 9. Que tipo de respostas haverá para a voz do Servo de Deus e que resultados se seguirão?

CITAÇÕES
Este é o segundo Cântico do Servo; Veja 42.1. E Duane Lmdsey, The Servant Songs (Chicago. M oody Press, 1 9 8 5 ), 66. O b­ serve que “Israel” era o nome de um indivíduo (Jacó) antes de se tornar o nome da nação. O Israel N acional não pode ser pretendido aqui, pois este Servo tem um a missão para Israel (veja v.5). O hebraico para “o meu direito” é mishpati : “m inha justiça”, ou “m inha causa” (R S V ), ou “meu direito ” (N R S V ; A R A ), ou “meu caso” (Jewish Publication Society). R . N. W hybray, Isaiah 4 0 — (G rand Raptds: W m . B. Eerdmans, 1981), 66 142. Embora a NIV, et al., m ude o hebraico para swenim (m encionado em Ez 2 9 .1 0 ; 3 0 .6 ), não há nenhuma evidência textual para tal m udança aqui. Joseph A. Alexander, C om m entary on the Prophecies o f Isaiah, 2 vols. em I (1 8 7 5 ; reimpressão, Grand R apids: Zondervan Publishing House, 1 9 7 5 ), 2:28 5. Francis Brown, S. R . Driver, e Charles A. Briggs, A H ebrcw andE nglish Lexicon o f the O ld Testament (O xford, Inglaterra: Clarendon Press, 1 9 5 1), 696. Em “teus pés”, no hebraico “teus” é fem inino singular, referindo-se a Sião. ). Alec M otyer, The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove, 111.: InterV arsity Press, 19 93 ), 395. A N V I pretere a tradução “os violentos” por causa do paralelismo com o v.25 e devido aos Rolos do m ar M orto, aVulgata, c a Siríaca trazem “os violentos”. A versão ARA traz “os tiranos”. A NEB traz “os cruéis”. Todavia, a Versão Barclay traz “Devem os cativos ser legitimamente salvos” (trad. lit.); e Rotherham traz “Pode o cativo de alguém no direito ser libertado?” (trad. lit.). Joe M . Sprinkle, “O ld Testament Perspectives on Divorce and Rem arriage”, Jou rn a l o f the E vangélical Theological Society 40, no. 4 (dezem bro de 1 9 9 7 ): 541.

Veja tam bém J. A. M otyer, The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove, 111.: InterVarsity Press, 19 93 ), 397. 10 Este é o terceiro Cântico do Servo; veja 42:1. 1 Alguns acreditam que Yahweh do v. I ainda está falando aqui e o Servo é 1 identificado com Ele. 12 Alguns entendem o que fala nos v v .I0 ,II como sendo Yahweh. F. Duane Lindsey, The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press, 1 9 8 5 ), 92. 13 Stanley M . Florton, A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro, RJ: CPAD, 19 95 ), 2 9 1 , 29 3.

B.

0 Remanescente Encorajado 51.1-52.12
I. LEMBRE-SE DO FUNDADOR E DA FUNDAÇÃO 51.1-8

Três temas seguem: Deus enfatiza as suas promessas ao remanes­ cente piedoso de Israel; a sua salvação está disponível para todos os povos do mundo; e nada pode impedi-lo de levar a cabo o seu propó­ sito de salvação. E imperativo que nós escutemos. Isaías primeiro se dirige ao remanescente piedoso que segue o que é certo aos olhos de Deus e que o busca. Olhando ao passado, em pesquisa laboriosa nos livros, para a rocha da qual eles foram corta­ dos, eles deveriam ser relembrados das bênçãos e da graça de Deus no passado.
1 O u v i-m e , v ó s q u e s e g u is a ju s t iç a , q u e b u sca is a o SENHOR; olh a i p a r a a roch a d o n d e jb s t e s co rta d o s e p a r a a ca v er n a d o p o ç o d e o n d e f o s t e s ca va d o s. 2 O lh a i p a r a A braão, v o sso p a i, e p a r a S ara, q u e v o s d eu à lu z ; p orq u e, sen d o ele só, e u o ch a m ei, e o a b e n ç o e i e o m u ltip liq u ei.

Usualmente as referências do Velho Testamento a uma “rocha” são referências a Deus. Quando Abraão pôs a sua fé em Deus, Deus o fez como um rochedo. Desse modo, o remanescente piedoso é ori-

entado a focalizar a lembrança em Abraão e Sara, não somente neles como indivíduos, mas no que Deus fez por eles. Eles deveriam se lembrar especialmente da promessa de abençoar, que incluía nume­ rosos descendentes (dada quando Sara era estéril e, no natural, isto parecia impossível). Então eles deveriam se concentrar no cumpri­ mento da promessa (c f Dt I.IO; 10.22). O Deus que fez uma gran­ de nação de tais pequenos começos ainda pode fazer o mesmo. Ele é um Deus fiel. Tudo o que Ele tem feito por eles é pura graça.
3 P orque o SENHOR co n so la rá a Sião>e co n so la rá a todos os seu s , lu gares assola dos; e f a r á o seu d eserto com o o É den e a sua solidão, co m o o ja r d im do SENHOR; goz o e a legria se acharão nela, a ções de g r a ça s e voz de m elodia.

O SENHOR tinha determinado confortar a Sião, insinuando tam­ bém que Ele já começou a fazer assim. As declarações paralelas enfatizam que Ele fará os lugares assolados e o deserto como o Jar­ dim do Eden. Não haverá mais nenhuma tristeza ou lamentação, pois este será um lugar de imperturbável alegria, com satisfação, ações de graças, e cânticos ao som de instrumentos musicais. Isto terá o seu grande cumprimento no M ilênio.1
4 A ten dei-m e, p o v o m eu e nação m in h a ! In clin a i os o u v id o s pa ra m im , p o rq u e de m im sa irá a lei, e o m eu ju íz o se estabelecerá com o lu z d os povos.

Deus fala agora. O remanescente piedoso em Sião precisa escutar, pois Ele dará instrução ( “lei”, Heb. fora/;) sobre como viver em rela­ ção certa com Ele e de um para com o outro. Ele também estabelece­ rá a sua justiça, ou juízo, “como luz dos povos”, como um guia, e não só para Israel, mas para todos os povos do mundo. “Juízo” aqui in­ clui o tipo de vida que o agrada. 5 P erto está a m in h a ju stiça , v em sa in d o a m in h a sa lvação, e os m eu s braços ju lg a r ã o os p o v o s; as ilhas m e a gu a rd a rã o e n o m eu braço esperarão.

quer dizer. Os novos céus. Os céus estrelados atuais são comparados a uma coluna de fumaça que é levada pelo vento e desaparece. Eles experimentam a justiça e têm as instruções de Deus nos seus corações. SI 102. a salvação de Deus “durará para sempre” e a sua justi­ ça “não será quebrantada” ou destruída. Toda a criação. e a m i­ nha ju stiça não será quebrantada. não temais o opróbrio dos homens. Deus convida novamente o remanescente piedoso de Israel a escu­ tar. a nova terra e a Nova Jerusalém nunca terão fim. em cujo cora­ ção está a minha lei. As “ilhas” incluem todos os continentes da terra. Eles têm que deixar de ficar amedrontados de abusos ou des- . 6 Levantai os olhos para os cévis e olhai para a terra de baixo. que foi feita por Deus. muitas traduções to­ mam o hebreu como significando que estas morrerão “como mos­ quitos” ou moscas. e os seus m oradores m orrerão como mosquitos. (N ota doTradutor: A versão ARC anterior a 1995. 7 O uvi-m e. traz “semelhantemente”. e levará a cabo as suas decisões. até mesmo as partes mais distantes. “aguarda esperan­ çosamente”) por Deus. e a terra se enve­ lhecerá como uma veste. eles esperam por Ele para enviar o Messias. As pessoas também morrerão. ycqawwu. Elas “aguardarão” (Heb. Como a ARC.A “justiça” e a “salvação” de Deus são paralelas nesta sentença: um modo poético de dizer que elas estão intimamente conectadas. esperando e confiando em seu poder para tornar a sua salva­ ção disponível para todo o mundo.25-28). A sua salvação cumprirá todos os padrões requeridos por sua justiça. vós que conheceis a justiça. vós. em lugar de “de modo semelhante” (K JV). mas a minha salvação durará para sempre. porque os céus desaparecerão como a fu m a ça . Os “braços” de Deus significam o seu poder pelo qual Ele julgará todas as nações. A terra será como uma veste que está velha e simplesmente cai aos pedaços (cf. povo. nem vos turbeis pelas suas injiírias. trará a sua justiça. ainda está debaixo do seu controle.) Em contraste.

não im porta o que venha a acontecer. jó 9. e p e r p é tu a a legria h a v erá so b re a su a ca b eça . com o nas gerações antigas. as águas do gra n d e abism o? E que f e z o caminho no fu n d o do mar. como Ele fez no êxodo do Egito (aqui chamado “Raabe”.4. hostis e insultantes dos incrédulos. 89. desperta. mas a minha ju stiça durará para sempre.9-16 9 D esperta. Mas o povo de Deus tem a garantia da sua justiça eterna e da sua salvação sem fim. “mar de juncos”) é* comparado ao “grande abismo” (Heb. SI 87.10). é um clamor para Deus entrar em ação poderosa. incapazes de resistir ao juízo de Deus mais que a lã pode resistir à traça. g o z o e a le­ g r i a a lca n ça rã o . yam suph. o monstro do mar.7. fohm. Eles podem contar com isto “de geração em geração”. a tristez a e o g e m id o f u g i r ã o . Aqueles que abusam e insultam o povo de Deus serão consumi­ dos. 11 A ssim . veste-te de força. Pedir ao braço de Deus para desper­ tar não significa que Deus estava adormecido. DEUS ASSEGURA UM ALEGRE RETORNO 51. não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe e fe r iu o dragão? 10 Não és tu aquele que secou o m ar . para que passassem os rem idos? A resposta de Isaías e do povo de Deus expressam o desejo deles pela salvação que Ele prometeu.13. e o bicho os comerá como à lã. . ó braço do SENHOR. v o lta r ã o o s resga ta d o s do SENHOR e v ir ã o a S ião co m jú b ilo . de geração em geração. o oceano primordial de Gn 1. e a minha salvação. Eles têm que deixar de ficar assustados e chocados pelas palavras injuriosas.prezos humanos. desperta corno nos dias passados. 30. cf. Antes. 2. O mar Vermelho (Heb.s Porque a traça os roerá com o a uma veste.2) por causa da impossibilidade de Israel cruzá-lo por quais­ quer meios naturais disponíveis a eles. Por que meros seres humanos deveriam impedi-los de defender o que é certo? .

quem pois és tu.C. O povo de Israel necessita reconhecer quem Ele é: o Deus que os “consola” ou renova a confiança deles. que se tornará em fe n o ? l 'E te esqueces do SENHOR. quando se prepara para destruir? O nde está of u ­ ror daquele que te atribulava? Deus responde.2 como quando ele está preparado para destruir. Com a alegria e o gozo consegui­ dos. Eles também precisam perceber a própria relação deles com Deus: Deus se tornou deles. não precisarão buscar gozo e alegria. como se sentenciados a irem . quando os cativos voltaram da Babilônia. Aqueles que se encontram encolhidos nas prisões ou estirados diante do inimigo serão em breve postos em liberdade. onde virão “com júbilo” (Heb.I -2 I ). todas as expressões de aflição terão fugido para longe (cf. 12 E u . o qual —em contraste com o “feno” —“estendeu os céus e fundou a terra”. Por que deveriam ter medo de qualquer mortal. que é m ortal . incluindo po­ derosos opressores terrenos e ditadores. Aqueles que estão almejando a salvação de Deus olham adiante para um êxodo maior. 14 O exilado cativo depressa será solto e não m orrerá na caver­ na.6-8)? Quando estão continuamente ame­ drontados a respeito do furor do “angustiador” (ou liquidatário). Houve um cumprimento parcial disto em 689 a.Os israelitas cantaram depois que cruzaram o mar Vermelho (Ex I 5 . Eles não mor­ rerão “na caverna” ou no calabouço. Estas emoções os procurarão e os “alcançarão”. eu sou aquele que vos consola. ou o filh o do homem. e temes todo o dia o fu r o r do angustiador . 40. “badalando gritos de alegria”) a Sião. os quais serão como a relva que logo murcha (cf. para qvie temas o homem.10). Devido a eles segui­ rem ao Senhor. Haverá um m aior cumprimento disto no fim dos tempos. que te criou) que estendeu os céus efu n d o u a terra. 35. rinnah. e o seu pão lhe não faltará . eles estão esquecendo de Deus.

N V I) indica que Deus deu o seu veredicto e o juízo virá. 15 P orque eu so u o Senhor . Jerusalém tem caído debaixo do furor da ira de Deus e a receberá em sua abundância. p a ra p la n ta r os céus. e p a ra f u n d a r a terra. m ovido para agir (SI o “S e n h o r dos Exér­ do m ar falam de seu enfático. . cito s”.4 ). e p a ra d iz er a Sião: Tu és o m eu povo. teu D eu s. e bra m em as su a s ondas. ou uma nova ordem. Até mesmo a agitação das ondas contínuo poder e controle. O “cálice da vacilação” (ou “que faz os homens cambalearem”. Deus não precisa ser despertado ou 1 2 1 . o qual fala para Deus. para que se movesse em ação (5 1 . Ele ainda tem um lugar para Israel no seu plano e Ele sempre o terá. leva n ta -te. O hebraico é confiança do seu povo. Deus o cobri­ rá com a sua mão até chegar a hora em que Ele será revelado. 3. M as é Jerusalém que realmente precisa fazer isso. com vigor e resolução.9 ). 0 CÁLICE DA IRA DE DEUS ESCOADO E REMOVIDO 51. qu e bebeste da m ã o do Senhor o cá lice do seu f u r o r . desperta. O povo tinha clamado para que Deus despertasse.para a cova (inferno). ó Jeru sa lém . Deus fala agora com o Servo. Deus ainda dirá para Sião que eles são o seu povo: a escolha de Deus não mudou e não mudará. qu e f e n d e o m ar. Esta pode ser uma declaração geral ou pode se referir aos prisioneiros de Senaqueribe que foram levados para a Babilônia. Deus tomará conta das suas necessidades. renovando a 6 E p o n h o as m in h a s p a la vra s na tu a boca e te cu b ro com a som bra da m in h a m ão. O S enhor d os E x ércitos é o seu nome. bebeste e so r v este as fe z e s do cá lice da vacilação.17-23 11 D esp erta . Por seu intermédio Deus plantará de novo os céus e a terra em uma nova criação. Ele é o S e n h o r Todo-poderoso.

para que a guiasse de forma que ela pudesse ter evitado a ira de Deus. não podem escapar. e. e o qu ebran tam en to. e a espada! C om o te co n so la rei? A situação deles é desesperadora. o u v e isto. 17). de modo que eles desfaleceram e. v. ó opressa e em briagada. 19 E ssas du a s coisas te a con tecera m . Deus tem uma nova palavra para o seu povo que foi humilhado e recebeu o cálice da sua ira (cf. agora. As calamidades estão em pare­ lha: “a fome e a espada” trazem devastação e destruição. ja z e m nas en trad as de todos os cam in hos. ch eios estão do f u r o r do S e n h o r e da rep reen sã o do teu D eu s. de todos os f i lh o s qu e crio u . qu em terá com p a ix ã o de ti? A assolação.. Os habitantes de Jerusalém estão assim debaixo da ira e da repre­ ensão de Deus. 22 A ssim diz o teu Senhor. Ele pleiteia a causa deles. o Yahweh que guarda a aliança. que pleitea rá a causa do seu p ovo: Eis que eu tom o da tua m ão o cálice da va cila ­ ção. O Soberano SENHOR. as fe z e s do cálice do m eu f u r o r . O profeta não pode confortar Jerusalém ou até mesmo mostrar simpatia. e teu D eus. m a s não de vinho. 20 J á os teu s f i lh o s desm aiaram . e a fo m e . n en h u m qu e a tom e p ela m ão. Ele a traz à justiça e os defende. Deixe o povo ver que Deus tomou . deveria ter tido “os filhos [o povo]”. n en h u m há qu e a g u ie m a n sa m en ­ te. Está implícito que só Deus pode tratar disto. J eová.. ainda é o Deus de Israel e tem uma palavra de encorajamento para eles. retratada como a mãe do seu povo. M as não havia nenhum. Jerusalém. n u n ca m a is dele beberás. “como antílope na rede”. com o o a n tílop e na rede. 21 P elo que.ls D e todos os fi lh o s qu e teve. todo o povo estava na mesma condição pecadora.

5 1. 5 O povo de Deus cumprirá novamente a função sacerdotal que Ele pretendia anteriormente (Êx 19. 17 e 21 acima). ó ca tiva f i lh a de Sião..5.9). O cálice da ira de Deus será novamente despejado durante a Grande Tribulação (Ap 6. os quais os tinham tratado literalmente como a lama das ruas (c f 10. pois Jesus tomou aquele cálice por nós (M t 26.o cálice da ira da “tua mão”. desperta. qu e dizem à tua alm a: A baix a-te. reis-sacerdotes (Êx 19. Jo 1 8 . 4.9). so lta -te das ata du ras de teu pescoço..9. O povo nos dias de Isaías nunca teria que bebê-lo novamente (c£ w. Deus vai mostrar. ó J eru sa lém . 16 . Que tamanha graça! 23M as p ô .l o . e tu p u seste as costa s co m o chão e co m o ca m in h o aos viand antes. As belas “vestes formosas” são vestes sacerdotais (cf.11. Jerusalém se tornará novamente uma cidade real. I Ts 5.22 acima). ó J eru sa lém . e o seu povo.7.16. a sua justiça pondo o cálice da ira “nas mãos dos que. p orq u e n u n ­ ca m a is en tra rá em ti n em in circu n ciso n em im undo.6. Eles têm que sacudir o “pó” . caminhan­ do por cima de suas costas depois de eles terem sido forçados a se prostrarem no chão (cf. v este -te das tua s vestes fo r m o s a s . cid a d e santa.17. v e s te -te da tua fo rta lez a . vv. em troca. Ex 28 .5— 15).2— ) providas por Deus. 5 1. 17 ) vem para Sião por causa da obra de redenção do S e n h o r . Após beber o cálice da ira de Deus. I Pe 2. entristeceram [a Israel]”. O desembaraço do “incircunciso” e “imundo” (ou sujo) indica que o povo terá igualmente uma santi­ dade interior. 2 S acode o pó.e i nas m ã o s d os qu e te en tristecera m . Os crentes não sofrerão essa ira. Jerusalém será de novo a “cidade santa”. p a ra q u e p a ssem o s sob re ti. cf. lev a n ta -te e a ssen ta -te. ó Sião.6).42. A terceira chamada para despertar (cf. 15. 17. JERUSALÉM SERÁ REDIMIDA 5 2 1 -1 2 1 D esp erta .21.1).

p o r esta causa. 4 P orque a ssim d iz o S en hor JEOVÁ: O m eu povo. e a A ssíria sem razão o oprim iu . O S en h o r não ganhou nada tendo o seu povo sido levado para longe dEle. 6 P ortanto. a Assíria não pagou nenhum preço a Deus. em tem p os p a ssad os. não havia nenhuma necessidade de pa­ gar um preço à Assíria para resgatá-los daquela escravidão. e o m eu n o m e é blasfem ado in cessa n tem en te todo o dia. A menção do Egito como o primeiro lugar da opressão de Israel e da Assíria como oprimindo-os “em tempos passados” (por ocasião da sua história) indica que esta passagem está tratando dos próprios dias de Isaías. p a ra p e r e g r in a r lá. J P orque assim d iz o SENHOR: P o r n a d a fo stes ven d id os. ARC]. outros. a N V I indica “aqueles que o dominam zombam”). “Portanto” e “por esta causa” são sinônimos utilizados aqui para indicar ênfase. agora. ARA. Deus vai deixar o seu povo saber o “nome” [dEle] (incluindo a sua natureza e caráter) na experiência deste. provavelmente porque eles estão rejeitan­ do o fato de que merecem o seu juízo (cf. Rm 2. que tenho eu aqui que ja z e r .24). Os seus dominadores “dão uivos” (alguns entendem isto como significando os “uivos” dos seus opressores [KJV. o nome de Deus é insultado ou blasfemado.(representando o pecado). pela sua graça. d iz o SENHOR. e soltar as antigas cadeias ( “ataduras”) que os tiranizavam. as cadeias do pecado. O dia milenial . p o rq u e eu m esm o so u o q u e digo: E is-m e aqui. o m eu p o v o sa berá o m eu nom e.4 3 E. ta m ­ bém sem din heiro sereis resgatados. d iz o S enhor . NASB. d esceu ao Egito. Quando o povo foi vendido em escravidão. Deus vai resgatá-los livremente. Assim. que os seus próprios opressores lamentam [R S Y CEV]. “sem dinheiro”. Desse modo. p o is o m eu p o v o f o i tom ado sem n en h u m a razãoP O s q u e d om in a m sob re ele dão u ivos. n a q u ele dia.

desertos de J er u sa lém ! P orque o S en hor co n so lo u o seu p o v o . p o rq u e olho a olho verão. Pois eles verão clara­ mente “quando o SENHOR voltar a Sião”. 9 C la m a i can tan do. solo improdutivo. M as agora. e ainda no controle. qu e f a z o u v ir a paz. 8 Eis a voz dos teu s atalaias! E les alçam a voz. até mesmo o solo improdutivo irrompe em brados e cânticos de alegria. qu e d iz a Sião: O teu D eu s rein a ! Os versículos 7— são um hino de louvor. Os pés “suaves” ( “formosos”. Romanos 10. também E f 6. por causa da salvação.está vindo.15). ju n ta m en te ex u lta m . ainda soberano.15 faz a citação deste versículo e o aplica ao Evangelho do Novo Testamento (cf. uni­ dos em um ressonante e alto brado de alegria. qu an do o Senhor v o lta r a Sião. ex u lta i ju n ta m en te. Ele retorna como o con­ quistador triunfante. 7 Q u ã o su a v es são sob re os m o n tes os p é s do qu e a n u n cia as b o a s-n o v a s. que f a z o u v ir a sa lva çã o'.11 ). quando Ele falará com eles e eles o verão. que a n u n cia o bem . Aqueles que estão assistindo. Ele também é o que fez isto acontecer. aguardam esperançosamente. mas eles são formosos porque trazem um exultante brado de “boas-novas” de que “Deus reina”: Deus não está morto. A RA ) podem estar machucados e san­ grando. rem iu a J eru sa lém . conforto e redenção de Deus. “Os montes” são os 12 montes de Deus. Então saberão não só que Deus predisse o futuro. . A aplicação específica aqui é às boas-novas sendo proclamadas nos montes ao redor de Jerusalém. os montes do mundo inteiro onde o Evangelho da paz (a bondade e a salvação de Deus) é proclamado (c f 49. A cidade de Jerusalém é chamada “desertos”. por causa dos pecados de seu povo como também pelo cerco dos assírios. Deus ainda é o Rei do universo.

Os judeus são reis-sacerdotes levando santos “utensílios [coisas. QUESTÕES DE ESTUDO 1. instrumentos] do Senhor”. e todos os co n fin s da terra v erã o a sa lva çã o do n osso D eus. Por que o povo chamou a Deus para despertar e qual foi a sua resposta? . A chamada é uma convocação geral. Como a justiça de Deus é relacionada à sua salvação? 3.7— 10). tanto na frente como na retaguarda deles. Eles têm que se man­ ter cerimonialmente puros. Deus guardará os seus reis-sacerdotes. retira i-v o s. p orq u e o S enh or irá dia n te de vós. 12 P orque não sa ireis apressadam ente. nem no exílio.33. Quanto a Deus desnudar o seu “santo braço” significa que Ele irá demonstrar o seu poder e sua santa dedicação na sua obra de salva­ ção. e também contrasta com a ordem inicial para fugir da Babilônia (4 8 . “Todos os confins da terra” verão isto e reconhecerão a sua grandeza. 11 R etira i-vos. Por que o remanescente piedoso precisa olhar para Abraão e Sara? 2.10 O S e n h o r d esn u d o u o seu sa n to braço p era n te os olhos de todas as n ações. coisa im u n da. sa í daí. O fato de que eles não devem sair “apressadamente” contrasta com a partida do Egito (Êx 12.2 0 ). sa í u ten sílio s do Sen em v o s i r e i s f u ­ o D eu s de Isra el Isaías não está na Babilônia. g in d o . Houve apenas um cumprimento parcial desta profecia quando Ciro permitiu aos judeus voltarem do exílio babilônico posterior (Ed 1. 39). e será a vossa retaguarda.Tivessem eles tocado em uma “coisa imun­ da”. Nem sequer lhes seria permitido entrar no templo. v ó s qu e levais os NHOR. não toqu eis do m eio dela. não poderiam continuar portando os utensílios santos. p u r ifica i-v o s . aqui.

e elevado. 19 85 ). o qual continua pelo capítulo 53. isto poderia também significar “no fim ” (N E B ) ou “para n ada”. Por que Deus encobre o Servo? Por que o povo de Jerusalém tem necessidade de despertar? O que Deus quer fazer por eles? O que o povo de Jerusalém tem de fazer com respeito a esta terceira chamada para despertar? 8. C. 156. Bulletin o f tbe Evangelical Tbeological Society 6. Eerdmans. de modo que eles tentam fazer a aplicação disto a Israel. “T h e U n ity o f Isaiah”. e m u i sublim e. 4 F.1M as esta passagem “aponta para além de Israel como o .12 I. ou ao remanescente piedoso. ou a algum profeta. 7. F. 2 George A. De que modos nós podemos participar hoje no hino de louvor (5 2 . B.4. The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press. 19 84 ).13-53. Alguns críticos são hesitantes em aplicar isto a Jesus. 5. Knight. Este versículo é o começo do quarto cântico do Servo. 0 SERVO PRUDENTE SERÁ EXALTADO 5213 13 Eis q u e o m eu serv o o p era rá co m p ru d ên cia . 6. Servant Theology (G rand R apids: W m . Duane Lindsey.7 -1 2 )? CITAÇÕES 1 J. no. 2 (m aio de 1 9 6 3 ): 53 -54 . 3 H ebraico be’ephes. até mesmo ao pró­ prio escritor. Barton Payne. 0 Sofrimento e a Morte Expiatória do Servo 52. será en gra n d eci­ do.

e a su a f ig u r a . (Alguns conectam esta palavra com uma origem árabe e a traduzem como “espanto”. Como Filipenses 2. A totalidade da evidência é que este Servo é um indivíduo sem pecado. m a is do que a de o u tro qualquer.5 con­ tudo. ficarão horrorizados.6— 1 deixa claro. e aq u ilo qu e eles não o u v ira m entenderão. e os reis fe ch a r ã o a boca p o r cau sa dele. 0 SOFRIMENTO ESPANTOSO 52. chocados com a sua deformação. esta profecia de um DeusHomem não se enquadra a ninguém mais a não ser Jesus. e colocado em posição “mui sublime” (c f 6. Os “muitos” são as pessoas que olham para Ele esperando que Ele fará a obra de redenção de Deus (cf. disponível para todos. cf 2 Sm 22. expressada pela repetição tripla (cf.2 Isaías retrata Israel como so­ frendo pelos seus próprios pecados. A Septuaginta traduz a frase dessa forma: “Assim.1 onde a mesma exaltação é aplicada a Deus). há alguns problemas. m a is do q u e a d os o u tro s f i lh o s dos hom ens. O Servo de Deus terá a sabedoria para realizar eficazmente o que Deus lhe envia a realizar. Lc 24.14. p o is a su a ap arên cia estava tão desfigu rada .) Em linha com a mensagem de salvação de Isaías. aponta ao M essias”.15 14 C om o p a sm a ra m m u ito s à vista dele. muitas nações vão se maravilhar nEle”. o significado . Os versículos seguintes mostram que Ele sofre como um homem. A palavra “borrifar” é freqüentemente usada a respeito de borri­ far ou espargir o sangue de um sacrifício. porque Ele já não se parece um homem. que sofre completamente pe­ los outros3 “em total obediência ao Pai”.21). 2.47).servo do Senhor. 13 A ssim. p o rq u e aq u ilo q u e não lhes f o i a n u n cia d o verão. Certamente. “elevado”. a exaltação só virá após a 1 humilhação e o sofrimento.4Este é um quadro sublime. Quando eles o virem. h o rrifa rá m u ita s nações. profundo e preciso do Messias.3): Ele será “engrandecido” (como Deus é exaltado. Isto resulta­ rá em uma exaltação suprema. 6.

. sem qualquer semelhança de fertilidade que tornasse possível o crescimento. o remanescente piedoso em Israel. 0 MESSIAS MENOSPREZADO E REJEITADO 53.2 5 . Inicial­ mente. O “braço”. olhando n ó s pa ra ele j n en h u m a beleza víam os. dian­ te do SENHOR —em sua presença e sob a sua proteção. 2 P orque f o i su b in d o com o ren o v o p era n te ele e com o ra iz de u m a terra seca. A comparação com o “renovo” e a “raiz” liga o Servo às profecias messiânicas anteriores de Isaías (veja I L I . isto é. não tinha p a recer n em fo r m o s u r a . mas depois Ele enfrentou uma crescente opo­ sição. 10).16). o relato ou as boas-novas que eles ouviram e que devem revelar (c f Lc 2 4 .parece ser que “muitas nações” se beneficiarão do sacrifício do Servo e do derramamento do seu sangue. foi revelado sobrenaturalmente. um broto tenro. Mas Ele não é descrito como vindo semelhante a um Rei desta vez: não haverá nada maravilhoso ou espetacular sobre Ele. o poder do SENHOR. Jo 12.6 “Os reis fecharão a boca”. sendo gentios. quer dizer. eles serão surpreendidos e ficarão respeitosamente calados. Rm 10. subjuga­ dos pela grandeza da sua salvação —algo que eles. 3. Jesus teve um ano de aparente sucesso na Galiléia (o segundo ano do seu ministério). M as Ele surge como em “terra seca”. nem mesmo eles acreditavam na “pregação”. ou antes.38. p a ra que o desejássem os. O próprio Jesus teve que vir aos seus discípulos e explanar a verdade.4 1 . O Servo foi crescendo como um “renovo”. fala. Antes. e. ne­ nhuma evidência externa de realeza. não tinham entendido ou até mesmo considerado antes.1-3 1 Q u em d eu créd ito à nossa p rega çã o ? E a qu em se m a n ifesto u o braço do SENHORp Israel. parece não haver nada especialmente atraente a respeito do Servo “para que o desejásse­ mos”. As circunstâncias que cercaram o cumprimento de sua missão pareciam adversas.

Ele era um homem de “dores” (Heb. ou então eles o desamparavam (M t 26. f e r i d o de D eu s e oprim ido. incluindo a nossa culpa pecaminosa. Aqueles que o menosprezavam acharam o seu sofrimento tão repulsivo que eles viraram as suas faces. Porém. com o u m de quem os hom ens escondiam o rosto. No severo sofrimento do Servo Ele é caracterizado como “des­ prezado e o mais indigno”. M as a nação como um todo tinha pensado que Ele tinha sido “ferido de Deus”. “dores físicas”). hom em de dores. chalayenu. (Tanto os termos .17 aplica isto ao ministério de cura de Jesus. p ela s su a s p isa d u ra s. f o m o s sarados.3 jEra desprezado e o m a is indigno en tre os hom ens.4-6 4 V erdadeiramente. era desprezado. e. e não fiz e m o s dele caso algum . ex perim entado n os trabalhos e. Ele pôde fazer isto porque iria morrer. As pessoas o desprezavam de um modo zombeteiro. J M as ele f o i f e r i d o p ela s n ossas tra n sgressões e m oíd o p ela s nossas iniq üidades.56 ). Não foi por qualquer pecado próprio que Ele sofreu. as palavras hebraicas aqui referem-se ao seu próprio sofrimento físico que Ele suportou na cruz. e n ós o rep u ta m os p o r aflito. Ele corajosa e voluntariamente escolheu tomar e levar sobre si o fardo pesado de “nossas enfermidades” (Heb. “nossas doenças”) e “nossas dores” (como no v. SOFRENDO POR OUTROS 53.3). Como isto deve ter ferido aquEle que tanto os amou! 4. A explicação é enfática: Ele foi ferido pelas “nossas [rebeldes] transgressões” (contra Deus e a sua Palavra) e moído pelas “nossas iniqüidades”. ferido e humilhado até à morte. ele to m o u sobre si as n ossas en ferm id a d es e as nossas dores levou sobre si. objeto do seu juízo. o ca stigo qu e nos traz a p a z estava sob re ele. makh‘ovoth. experimentando o mesmo sofrimento que acompanha uma rigorosa doença ou enfermidade. quando Ele tirava as dores e as doenças. M ateus 8. ou abandonado.

6 . cad a u m se desvia va p elo seu cam in ho. seu sacrifício foi substitutivo. Isto inclui não só a cura física. ou como um escra­ vo chicoteado pelo feitor. 5.4. SI 1 19. não fez nenhum a tentativa para se defen­ der. Nós não podíamos pagar a penalidade por nossos próprios pecados. f o i levado ao m a ta d ou ro e. M t 9. co m o a ovelha m u d a p era n te os seu s tosquiadores. Deus fez todos os nossos pecados (incluindo a nossa culpa e o castigo que nós merecemos) caírem so­ bre Ele. bênção e prazerosa comunhão com o SENHOR.36). o cordeiro da Páscoa de Êx 12. “Pelas suas pisaduras” (ou “açoites”. andamos longe de Deus e extraviados no pecado (cf. Ele estava como um cordeiro “perante os seus tosquiadores” (cf. João. o Batista. 13. contudo.3. m a s o SENHORf e z c a ir so b re ele a in iq ü id a d e de n ós todos. co m o u m cordeiro. incluindo o nosso eterno bem-estar.2 9. mas também a restauração da comunhão com Deus (cf. Todo o mundo precisa do Redentor. N a sua paciência e silêncio. . Ele foi oprim ido como um a pessoa que é oprim ida por um credor que exige o pagam ento de um a dívida.24.25). chama Jesus de “o Cordeiro de D eus” em Jo 1 . de modo que Deus “fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos”. ele não a b riu a boca.8). I Pe 2. T g 5.) O castigo que estava sobre Ele era para assegurar a nossa paz.“ferido” como “m oído” são usados a respeito de situações nas quais a pessoa morre. S I 103. cf. porque “todos nós andamos desgarrados como ovelhas”. Ap 5. Ele não proferiu nenhuma palavra de reclamação. m a s não a b riu a su a boca.3 5. as marcas deixadas por golpes) há cura para nós.15. 6 T odos n ós a n d a m os desga rrados co m o ovelhas.7-9 7 E le f o i oprim ido. MORRENDO POR OUTROS 53.3.176. O sofrimento dEle foi vicário —totalmente por outros.

ninguém naquele momento entendeu o significado de tudo aqui­ lo (nem sequer os seus discípulos entenderam que Ele estava so­ frendo por eles).o en ferm a r. e as suas palavras eram verdadeiras.10-12 10 T odavia. ou seja. foi enterrado com honra por um homem rico (veja M t 27 . UMA OFERTA ACEITÁVEL PELA CULPA 53.9 Esta era a garantia de Deus de que as acusações de que Ele era um homem violento e enga­ nador eram falsas (cf. I Pe 2. ao SENHOR agra d ou o moê~lo. No entanto. e quem co n ta rá o tem po da su a v id a ? P orq u a n to f o i corta d o da terra d os v iv en tes e p ela tra n sgressã o do m eu p o v o f o i ele atingido. fa z e n d o . doro. n em h o u ve en ga n o na su a boca. na su a m o r te p ^ p orq u a n to n u n ca f e z injustiça. “a sua geração”. Ele era manso com os pecadores. y ‘socheach. quando Ele de fato morreu. “Da opressão” significa que Ele foi posto sob constrangim en­ to (assim como Jesus foi preso e colocado sob guarda como um crim inoso). após a qual Ele foi conduzido à m or­ te. A versão A R A co­ loca assim: “E de sua linhagem quem dela cogitou?” Q uer dizer. “E quem contará [Heb. com os criminosos condenados que foram crucificados com Ele.57— 60). como também por todas as pessoas do mundo. “os seus contem porâneos”]?” Eis como aV ersão de Berkeley expõe isto: “E quais de seus con­ temporâneos consideraria” (tradução literal). 6. “Juízo ” refere-se ao julgam ento (em bora este fosse ilegal) e à injusta sentença. Ele foi “co rtado” por violento sofrim ento e morte.2 2). q u an do a su a alm a se p u s e r p o r ex p ia ção do pecado. 9 E p u sera m a su a sep u ltu ra com os ím pios e co m o rico. Foi pretendido que a sua sepultura fosse “com os ímpios”. v erá a su a .8 D a opressão e do ju íz o f o i tirado. um a m orte m erecida pelo seu povo. “considerará”7] o tempo da sua vida [Heb.

o m e u servo. poderia justificar [prover justificação para] “mui­ tos” —não apenas para um. o Messias. .16) por nós. p o rq u e a s in iq ü id a d es d eles lev a r á so b re si.p o sterid a d e. o ju s t o .22. portanto. 2 Co 5. pelo poder e administração do Servo. O “conhecimento” do Servo significa que Ele conheceu o Pai de um modo amoroso e pessoal. chaphets. 2 Co 5. Deus fez da vida do Servo. Ele verá o resultado dos seus sofrimentos e “ficará satisfeito”.30. Fp 3. j u s t if ic a r á a m u ito s. I Co 1. Deus fez isto motivado por pura graça e amor (Jo 3.9).. e Ele sabia quem Ele era e é. fazendo-o enfermar”. 11 O tra b a lh o da su a a lm a ele v e r á e f i c a r á sa tisfeito . cf. de nenhu­ ma maneira nós merecíamos um tal sacrifício em nosso favor. “Ele se agradou”) “moê-lo. era a sua vontade (Heb. e o b om p r a z e r d o SENHOR p r o s ­ p e r a r á n a su a m ão. foi realizada uma expiação suficiente por todos os nossos pecados e nossas culpas. Esta oferta seria levada a uma conclusão eficaz “na sua mão”. co m o seu co n h ecim en to . quer dizer. 3. Ele também sabia o que Ele estava fazendo no seu sacrifício por nós.21. inclusive as conseqüên­ cias da culpa deles. uma oferta de “expiação do pecado” (normalmente traduzido como “oferta pelo pecado” em ARA e KJV. Ser um “servo justo” significa que Ele era sem pecado e. mas para todos os que viessem a Ele (R m I .10Que Ele “prolongará os dias” dEle significa que Ele continuaria vivo depois da sua ressurreição. Deus não somente permitiu a morte do Servo. Que Ele veria a sua posteridade ou descendência (lit. Ele poderia fazer isto porque “as iniqüidades deles levará sobre si”. incluindo todo o seu ser. A N V I acrescenta que “ele verá a luz [da vida]”.21). Pelo derramar de seu sangue e o derramamento da sua vida.I 7 .1 o que realmente foi 1 cumprido na sua ressurreição. Mas a morte dEle não seria o fim. ARA ) inclui os negócios ou assuntos do SE N H O R . O “prazer do S e n h o r ” ( “a vontade do Senhor”. “ver a semente”) significa que Ele se levantaria de entre os mortos e veria os seus filhos espiritu­ ais. p r o lo n g a r á o s dias.

os quais estavam em um estado de rebelião (veja M c 15. Toda a gran­ deza e o poder dos seus inimigos estarão entre os despojos da sua vitória. O Servo triunfará. tratado como um rebelde. mas que eles tinham sido tirados (cf. Hb 7. mas para o sangue da vida que a cobrira. não somente um mestre. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Is 4 3 . R m 8. M q 7.12 P elo q u e lhe d a r ei a p a r te d e m u ito s. Embora Ele se deixasse ser “contado com os transgressores”.19). não meramente um mártir. m a s ele lev o u so b re si o p e ca d o d e m u ito s e p e lo s tra n sg resso res in terced eu . N aquela arca estavam as tábuas de pedra da Lei. Que luz Filipenses 2. O que as perguntas de 53. A quebra da Lei exigia juízo. p o rq u a n to d erra m o u a su a a lm a n a m o r te e f o i co n ta d o co m o s tra n sg resso res. Ele de boa vontade. I Jo 2.13— 1 15? 2. não simplesmente o nosso exem­ plo. Tudo isto acontece porque Ele estava disposto a passar pela morte e se deixar ser identificado com os seres humanos. ou seja. Está claro a partir disso que Ele não era uma vítima das circuns­ tâncias.34.1). de modo que nós podemos entrar livremente na presença de Deus e estar em perfeita relação com Ele. Deus o recompensará ricamente. e obedientemente.1 implicam? . M as quando o sangue foi espargido. levou o fardo dos pecados e a culpa de toda a raça humana.34.7— 1 lança sobre Isaías 52. que era o envoltório da arca da alian­ ça. r ep a r tirá e le o d esp ojo. Também nisto Ele cumpriu a tipologia do pecado que oferece dois bodes no Dia da Expiação: um bode era sacrificado e o sangue era borrifado na cober­ tura de ouro (o propiciatório). O segundo bode era despachado para o deserto para declarar que os pecados não só estavam cobertos.25 . co m o s p o d er o so s. Ele estava livremente intercedendo pelos rebeldes e con­ tinuaria a fazê-lo dessa forma (cf. triunfan­ do sobre tudo isso.28). Lc 23. Deus já não olhava para a Lei quebrada.25. e.

3. Eerdmans. 19 95 ). 19 93 ). 1 Young. J. James M artin (G rand R apids: W m . indicando que esta era real. V anG em eren. 7 Como traduzido em Salm os 143. Qual é a continuação do ministério do Servo? CITAÇÕES 1 N ote discussão em Sam uel J. Veja M otyer. 3 Cf. Como os sofrimentos do Servo são relacionados ao ministério de Jesus e à cruz? 5. 1 A Septuaginta indica algo como “para ele a luz se m anifesta”. Eerdmans. 4a. 3 vols. lH “M o rte” é um plural relativo a ênfase no hebraico.5. 317. Young. 280. Biblícal C om m entary on the. A N V I segue tanto a Septuaginta como os Rolos do mar M orto. In terp retin g the P rophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. 111. O que se pretende dizer quando chamamos o seu sofrimento de vicário e substitutivo? 6. Academie Books. 6 H. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. A A RC e a 1 A R A om item esta parte. 2 W ille m A. Schultz. RJ: CPAD. Interpreting the Prophetic Word' 2 8 0. 10? 4. C. H arper. 4 2 6. 1 10 Stanley M . The O ld Testament Speaks. Alec M otyer. violenta c suprema. Como a menção de renovo e raiz é diferente do que é descrito em 11. Que lição a Bíblia quer que tiremos com o fato de Ele ser enter­ rado na sepultura de um homem rico? 7. 1. Propheeies o f Isaiah. 3 0 9 -3 1 6 . . H orton. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 3 :3 5 5 -5 6 . 1969). 5 Edward J. 197 1).: InterV arsity Press. Franz D elitzsch. 3 :3 3 8 -3 9 . The Book o f Isaiah. Leopold. (San Francisco. 19 90 ). B. 2:2 2 5 . B. trans. Prophecy o f Isaiah. 2:3 0 3 . 4 3 6. ed. Fxposition o f Isaiah (Grand R apids: Baker Book House. Book o f Isaiah. ( Grand R apids: W m . C f margem da NASB. O que nesta passagem indica a sua ressurreição? 8. 4 VanGemeren. 19 90 ). 1 9 6 9 -7 2 ).

O PROGRESSO JUBILOSO 54. Primeiro. a mulher “esté­ ril” (a personificação de Sião) é para cantar e exultar porque os filhos do Servo (5 3 . A Obra do Messias Traz Progresso e Bênção 54.1-55. não o im peças.13 I. Uma segunda comparação clama pela ampliação do lugar da ha­ bitação de Sião ( “Amplia o lugar da tua tenda”). por causa do sofri­ mento.14 ).1-3 1 C an ta alegrem ente. A ênfase aqui está na natureza sobrenatural do relacionamento. Gálatas 4. d iz o Se n h o r .D.3). e a tua p o sterid a d e p o ssu irá as n a ções e f a r á qu e seja m habitadas as cid a d es assoladas. alonga as tu a s cord a s e f i r m a bem as tua s estacas. Este capítulo clama por respostas à obra do Servo. com a semente possuindo as nações e . ó estéril. a Nova Jerusa­ lém no céu) —que também são (por fé) os filhos espirituais de Abraão.2 6. Isto indica a neces­ sidade de abrir espaço para o grande número de pessoas que virão sob as bênçãos que Deus tem para o seu povo. Deus prometeu a Jacó que a sua semente irromperia para oes­ te. seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12.1 0 ) são feitos seus. leste. norte e sul (Gn 2 8 . N a sua semente. e as co rtin a s das tua s habitações se esten d a m . qu e n ã o deste à lu z ! E x ulta de ■prazer com a legre ca n to e ex clam a. 2 A m plia o lu g a r da tu a tenda. A promessa de Deus para Abraão era para uma numerosa semen­ te.e. morte expiatória e ressurreição do Servo. tu qu e não tiveste dores de p a rto ! P orque m a is sã o os f i lh o s da so litá ria do qu e os f i lh o s da casada.2 7 aplica isto aos filhos espirituais da Jerusalém que está em cima (i. Agora Isaías vê uma expansão “à mão direita e à mão esquerda”. Duas compa­ rações ilustram a futura ampliação de Sião. 3 P orque tra n sb ord a rá s à m ã o d ireita e à esquerda..

para a época do M ilênio e ao futuro glorioso de Israel.4-8 4 Não temas . Ele não o abandonou para sempre (veja v. que é desprezada. porque não serás confundida. A imagem de Deus como o “m arido” de Israel é empregada fre­ qüentemente (Jr 3. S e n h o r dos Exércitos é o seu nome. Três sinônimos —“envergonhada”. pois os pagãos acreditavam em m ui­ tos deuses. te esquecerás da vergo­ nha da tua mocidade e não te lembrarás mais do opróhrio da tua viu vez.14. e o Santo de Israel é o teu Redentor. cada um com poder lim itado e freqüentemente em com­ petição entre si. antes. 2. 5 Porque o teu C riador é o teu marido. como a uma m ulher da mocidade . A razão pela qual Israel não será envergonhado c que o Criador ainda é o seu marido. 0 REDENTOR COMPASSIVO 54. mas como “o Deus de toda a terra”. por boas razões. Isto aponta à frente. Israel. pode deixar de ficar amedrontado. 6 Porque o SENHOR te chamou com o a uma m ulher desampara­ da e triste de espírito. e não te envergo­ nhes. Deus ainda é o Yahweh que guarda a aliança. O Senhor vai levar tudo. etc. o que controla os exércitos do céu. No Novo Testamento. N enhum deus pagão poderia reivindicar isso. um quadro semelhante é encontrado com Jesus sendo o Noivo da Igre­ ja.). Os 2. ele será chama­ do o D eus de toda a terra.7). Ele não é somente o Santo de Israel. mas o Parente-Redentor de Israel.povoando as suas “cidades assoladas”. A vergonha do passado.7. tudo será esquecido. da “mocidade” (provavelmente no Egito) à “viuvez” (dificuldades pos­ teriores). “confundida” e “opróbrio” —enfatizam que Israel não sofrerá nenhuma vergonha. diz o teu Deus.. Ele também será reconhecido não só como o Deus de Israel. . porque não serás envergonhada.

M as Deus ainda é o seu Deus. Ele foi ferido pelo pecado e piela rebelião deles. mas a minha henignidade não se desviará de ti. que se compadece de ti.21). O Dilúvio de Noé foi um ato de juízo sobre todo o mundo. .10 9 Porque isso será para mim como as águas de Noé. A promessa e aliança de Deus após o Dilúvio foi: “Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem. O tempo que Deus deixou Israel foi apenas “um pequeno momen­ to”. “amor que guarda a aliança”) está por trás das suas misericórdias. A Palavra de Deus lhe dá segurança. assim ju rei que não me irarei mais contra ti.9. 3.A razão pela qual Israel pode reconhecer que Deus ainda é o seu marido é porque Ele o chamou de volta. mas com henignidade eterna m e compadecerei de ti.1). e Ele “escondeu [a sua] face” (removeu a sua presen­ ça ativa) de entre eles —mas só durante um tempo muito curto. A sua bondade eterna (Heb. como uma esposa jovem que é “desamparada”..9). embora ele (Israel) seja como uma esposa abandonada e triste de espírito. . Os 11. Agora a mulher estéril realmente pode cantar e gritar de alegria (54. diz o S e n h o r . 10 Porque as montanhas se desviarão e os outeiros tremerão.8. pois jurei que as águas de N oé não inundariam mais a terra. A sua nova aliança será tão firme quanto a aliança feita com Noé.. te deixei'. diz o SENHOR. A sua ira foi como um rompi­ mento de represa. mas Ele permanece e sempre será o Parente-Redentor de Israel (cf. A sua compaixão é tão grande que Ele recolherá Israel a si. 7 Por um pequeno momento. chesed. Da mesma forma. e o concerto da minha paz não mudará.s em grande ira. ou rejeitada. nem te repreenderei. mas com grande m iseri­ córdia te recolherei. como fiz” (Gn 8. Ele não se divorciou (veja 50.1). a promessa e o juramento de Deus para Israel é que a sua ira e repreensão terminaram. o teu Redentor. escondi afa c e de ti p o r vim m omento. A ALIANÇA DE PAZ 54.

Ele deixou a sua paz para nós (Jo 14. As alianças de Deus sempre foram efetivadas por um sacrifício (cf.27) e fez a paz entre Deus e nós (R m 5.Grandes mudanças vieram com o Dilúvio.1 1 -1 5 1 O oprimida. não a moderna turquesa. e todos os teus termos. mesmo que montanhas e outeiros venham e vão.15-18). de rubins. o “concerto da minha paz” deve ser a nova aliança futura. Embora alguns tomem isto como sendo “baluartes” (A R A ). As­ sim.1Por intermédio de sua morte. posta em efeito pela morte de Jesus na cruz. A fundação dessa gran­ de cidade será de safiras (não as modernas safiras. JERUSALÉM SERÁ RESTABELECIDA 5 4 . como outras versões indicam )2 para fazer a sua beleza se salientar. No fundo está o sacrifício do Servo-Messias. arrojada com a torm enta e desconsolada! Eis 1 que eu porei as tuas pedras com todo o ornam ento e tefu n d a rei sobre safiras. mas ricas lazuritas de cor azul celeste). M as. cheia de glória. Como é maravilhoso saber que Ele é o Deus que tem compaixão por cada um de nós! 4. arroja­ da pelas tempestades e sem nenhum conforto. Deus tem uma restau­ ração maravilhosa guardada para ela.14— 18). 12 E as tuas janelas fa r e i cristalinas e as tuas portas. pukh. E f 2. H b 9. ou “escudos” . nunca deixará Israel nem o deixará “o concerto da [sua] paz”. VanGemeren sugere que a mesma “incorpora todas as promessas de Deus”. Novas montanhas e outeiros indubitavelmente surgiram. o seu amor que guarda a aliança.1. Esta será firme e bonita —sem mais nenhuma instabilidade. “antimônio preto”. Ele a construirá com pedras preciosas estabelecidas sobre “safiras” (H eb. a “henignidade” de Deus. de pedras aprazíveis. A compaixão de Deus alcança a aflita cidade de Jerusalém. As “janelas” da cidade serão feitas de material cristalino.

16. qu e assopra as brasas no fo g o . continuamente ensinados por Ele. As portas serão de rubi de vários tons e as paredes ou bordas dos edifícios serão de pedras preciosas. p a ra destruir. 14 C om ju stiça serás con firm a d a e estarás longe da opressão.) e outros como “pináculos” (A SV ) ou “janelas” (K JV ) que refletem a luz solar. portanto.17 16 Eis que eu criei o fe r r e ir o .3 Eles desfrutarão grande paz e bem-estar. incluindo as bênçãos plenas da salvação que Deus tem guardado. 13 E todos os teu s f i lh o s serã o d iscíp u los do Senhor .18 -2 1). de medo e terror. Os “filhos” (as crianças) são os habitantes da cidade. e tam bém do espanto. e a p a z de teu s f i lh o s será abundante. este falhará. os quais serão os discípulos do SENHOR.. porq u e não chegará a ti. m a s não será p o r m im . o hebraico shimshoth (lit. “Eu” está na posição enfática na oração. OS SERVOS DE DEUS SERÃO JUSTIFICADOS 54. tam b ém cr iei o assolador. Se houver algum ataque contra a cidade. p o r­ que j á não tem erás. quem se a ju n ta r co n tra ti. Deus cumprirá o seu propósito para com Israel. que p r o d u z a fe r r a m e n ta p a ra a su a obra. ca irá p o r a m o r de ti. A cidade será fundada e estabelecida na justiça de Deus (incluin­ do o seu amor e compaixão). 5. “sóis”) provavelmente signifique escudos próprios para refletirem a luz do sol. A palavra hebraica traduzida como “criei” só é usada a respeito de Deus e aqui enfatiza . Pode haver ataques não provocados. mas Deus não causará guerra contra ela como Ele o fez quando os assírios e babilônios trouxeram o seu juízo.10 .(N V I. A Nova Jerusalém será bonita de um modo se­ melhante (Ap 21 . Ela estará longe de qualquer opressão ou mal social e. 15 Eis qu e p o d erã o v i r a ju n ta r-s e.

6). o M essi­ as. Nem tampouco “toda língua” que se levanta para acusar no tribunal será capaz de se levantar contra o povo de Deus e tomar a “herança”. d iz o S e n h o r . Eles terão uma justiça que vem da parte do S e n h o r . tu a co n d e n a r á s . Como 5 3 .) 19 17 T oda f e r r a m e n t a p r ep a r a d a co n tr a ti n ã o p r o s p e r a r á . os assoladores (os guerreiros). sim . e toda lín g u a q u e se le v a n ta r co n tr a ti em ju íz o . O SE N H O R chama a todos para virem — indiferentemente de raça.1 1 deixa claro. plena e livre (cf. Fp 3.o seu controle soberano sobre os trabalhadores humanos. as armas. Esta é a palavra declarada de Deus. cor ou condição social. esta é provida pela morte e ressurreição do Servo Sofredor. v in d e à s á gu a s. v in d e e co m p ra i. provida por Ele. sem d in h eiro e se m p r eço .7 e veja também 10.1.2 1 O v ó s to d o s o s q u e ten d es sede. H á bastante água para todos os que têm sede e vierem beber. M t 5. esta é a h era n ça d o s s e r v o s d o S e n h o r e a su a ju s t iç a q u e v e m de m im . vin d e. Aqueles “que não [têm] dinheiro” podem vir porque o ServoMessias já pagou o preço completo: Ele morreu pelo mundo inteiro — . os direitos e as bênçãos que Ele lhe tem dado. “Vinho e leite” implica provisão para todos os tipos de necessidades. A R A ) não será capaz de tirar de Sião o que Deus irá prover. e a destruição que eles trazem. e v ó s q u e n ã o ten d es d in h eiro . (Veja Rm 4 . Eles terão uma herança que realmente é deles. Tudo isto fala de uma salvação preciosa. “Toda ferramenta” ( “toda arma”.2 0 -2 5 . (Cf.9). N a luz da salvação provida pelo Servo do capítulo 53. Agora Deus revela o seu propósito de um modo maravilhoso. co m p ra i e co m ei. v in h o e leite. estes verdadeiros crentes são todos “servos do S e n h o r ” . uma porta está aberta de par a par para todos. 6.5— para a aplicação disto aos assírios. 45 . O convite tem uma só condição: sede. UM CONVITE UNIVERSAL 55.

2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? O u vi-m e atentamente e com ei o que é bom. e a vossa alma se deleite com a Os arrasados e empobrecidos pagãos estavam gastando as suas riquezas e trabalho em templos e deuses que não os podiam satisfa­ zer (4 6. As ordens são plurais e ampliam o pensamento do versículo I: Deixem todos os que estão sedentos escutarem. Este concerto é a nova aliança posta em efeito pela morte sacrificial de Jesus. aqui chamada “as firmes beneficências de Davi”. a Parábola das Bodas em M t 22. Ou seja. dando-vos asfir m es beneficências de Davi. e a vossa alma viverá. Eles estão em uma corrida louca em busca de po­ der ou prazer. porque convoscofarei um concerto perpétuo. _ 7. Os seus desejos egoístas os cegam para os valores bí­ blicos. ‘ekh/thah. Deus fará [Heb. o Servo Sofredor do capítulo 53. os países do Terceiro Mundo.3-5 3 Inclinai os ouvidos e vinde a mim. e a “vossa alma” (todo o seu ser) será reavivada. esses que não têm nenhum dinheiro e nada para oferecer em troca. Este novo concerto trará o cumprimento da aliança de amor prometida a Davi. Então eles poderiam comer uma comida real e achar não só satisfa­ ção. Lc 14). UMA ALIANÇA PERPÉTUA 55. e eles não buscam as bênçãos de Deus. ouvi.6. M uitos hoje estão gastando o seu dinheiro e trabalho nas coisas vazias do mundo. virem ao SENHOR. A chamada é para ouvir diligente e exclusivamente o SENHOR. “cortar” por um sacrifício] “um concerto perpé­ tuo” com todos os que vierem a Ele. obedecerem.7). O que eles tinham recebido não era nada mais que uma ilusão. estas promessas o asseguravam de que sempre haveria . mas também alegria e deleite na riqueza do que Deus provê (cf.inclusive as cidades do interior.

M as a oportunidade não durará para sempre (cf. At 13. 2 Co 6.4. Ele está perto dos que clamam a Ele. 8.1.18.27. Estas beneficências serão cumpridas quando Jesus vier novamente.5. A ressurreição de Jesus o identifica com esta profecia (cf.6 -9 0 Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar. como príncipe e govern a dor dos povos. Nm 2 4 . porque ele teglorificou.6. Ap 2.14— SI 16.5. etc. 12. o qual cumpre a promessa de Deus a Davi. teu Deus. Is 49. 89.8. cf. 5Eis que chamarás a um a nação que não conheces. e para tornar o trono de Davi eterno enquanto Ele reina em Jerusalém no M ilênio e na Nova Jerusalém. Fp 2.). Is 9. DEUS PERDOARÁ LIVREMENTE 0 ARREPENDIDO 5 5 . de todos os povos do mundo.9.28— 37). Pela sua natureza. Ele será um “governador dos povos”. Zc 8. 23.3.26.20— M q 1.34). Nações que não o conheceram correrão para Ele por causa da sua relação com Deus o Pai e porque o Santo de Israel o glorificou e o exaltou (cf. como o Rei davídico. A Pessoa que Deus oferece como uma “testemunha aos povos” do mundo é o Messias. Ele será uma testemunha da verdade (cf. Em vista do amor de Deus e da provisão da misericórdia e da liderança do Messias. p or am or do SENHOR. Ele será achado por aqueles que buscam.1 7 -1 9 . “E-me dado todo o poder no céu e na terra” (M t 28. Jo 18.7. Ele também será o líder designado por Deus ou o príncipe soberano. Ag 2.um homem dos seus descendentes para o trono (2 Sm 7. 19.2).4 Como Jesus disse. e do Santo de Israel. 4 Eis que eu o dei como testemunha aos povos.37). quer dizer. o mandamento dado é para buscar “ao S e NHOR” intensamente com um desejo de adoração. Jesus.15).7. invocai-o enquan­ to está perto. e um a nação que nunca te conheceu correrá para ti. A l­ . “chamará a uma nação” (gentios) que Ele não conheceu ou teve algum contato durante o seu ministério terreno.

Então eles podem tornar (Heb. porque os pensamentos.19. eles têm que primeiro deixar “o seu caminho”. quer dizer. planos. e . Todos nós podemos aplicar isto à nossa própria vida. eles são infinitamente mais altos. Para os malfeitores culpados buscarem ao S E N H O R . assim são os m eu s ca m in h os m a is altos do qu e os vossos cam inhos. e os m eu s pen sa m en tos.10-13 10 Porque. m a is altos do qu e os vossos pen sa m en tos. to rn e p a ra o n osso D eu s. e o hom em m align o. mudar o seu estilo de vida.20). assim co m o os céu s são m a is altos do q u e a terra. o ímpio tem que abandonar os seus pensamentos. Pessoas cheias de delitos e que causam injustiça têm que aban­ donar os seus “pensamentos” (incluindo os seus planos e intenções). n em os v o sso s cam in h os. p o rq u e g ra n d io so é em perdoar. No en­ tanto. 9 Porque. intenções e caminhos de Deus não somente são diferentes dos nossos. d iz o S e n h o r .20). yashov. A PALAVRA DE DEUS TRARÁ ALEGRIA 55. assim co m o desce a ch u va e a n ev e d os céu s e p a ra lá não torn a m . m a s rega m a terra e a fa z e m prod u z ir. Isto poderia indicar reunião de pessoas que estão adorando a Ele. que é “o caminho” (Jo 14. e brotar. veja Hb 10. aí estou eu no meio deles” (M t 18. pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (R m 3. Além disso. qu e se com p a d ecerá dele. os seu s p en sa m en to s e se co n v erta ao Senhor . 9. 8 P o rq u e os m eu s p e n s a m e n to s n ã o sã o o s v o sso s p e n s a m e n ­ tos.guns sugerem que o hebraico pode ser traduzido da seguinte forma: “Buscai ao S E N H O R onde Ele pode ser achado”. 05 m eu s cam in h os.6. Como disse Jesus: “Por­ que onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome. “retornar”) para o S E N H O R para receberem livremente misericórdia e abundante graça e perdão.23). 7 D eix e o ím pio o seu cam inho. Deus transpôs o abismo que existia entre nós e Ele por um novo e vivo (ressuscitado) caminho: Jesus.

Esta faz com que toda a natureza pareça cantar e se regozijar. o s m o n ­ tes e o s o u teir o s ex cla m a rã o d e p r a z e r p e r a n te a v o ssa f a c e . A queda de Adão trouxe uma maldição sobre a terra de forma que esta produziu espinhos e cardos (Gn 3. A transformação olha à frente para o M ilênio quando toda a natureza será igualmente transforma­ da (R m 8. tendo o efeito que Ele pretende (cf. p o r sin a l etern o . “nome”.d a r s e m en te a o sem ea d o r. elas descem para ter um efeito im portan­ te. Esta transfor­ mação de pessoas e da natureza será para o Senhor “por nome” (Heb.21). 12 P orque. ou seja. A provisão de Deus de chuva e de neve não simplesmente descem e tornam para cima.18). e tod a s a s á r v o r e s d o ca m p o b a terã o p a lm a s. s e r e is g u ia d o s . Antes. Essa maldição será removida e árvores perenes tomarão o lugar daqueles. co m a legria . shem. vv. e. Ela fará o que Deus deseja e terá sucesso. Portanto. cr e s ce r á a f a i a . f a r á o q u e m e a p ra z e p r o s p e r a r á n a q u ilo p a r a que a en v iei. em lu g a r da sa rça . 53. 45 . tornando possível o crescimento das plantas que suprem as neces­ sidades humanas. ela n ã o v o lta r á p a r a m im va z ia .17.27).10). A promessa final da Palavra de Deus (a Bíblia) é que os pecadores arrependidos (cf. 13 j Em lu g a r d o esp in h eiro. em pa z . nós deveríamos buscar a Deus por causa da grande bênção que resultará. a n tes. 7— 10) sairão da escravidão do pecado “com alegria” e serão conduzidos pelo S E N H O R “em paz” e bem-estar. sa ir eis e. Deus não fala a sua palavra para tê-la simplesmente ecoando de volta para Si. Esta acertará em cheio o alvo. q u e n u n ca se a pa gará. Esta será o tipo de alegria e paz que Jesus dá — uma paz diferente de qualquer coisa que o mundo dá (Jo 14. cr es ce r á a m u r ta . e p ã o ao q u e com e. isso s e r á p a r a o SlNHOR p o r n om e. 11 a ssim s e r á a p a la v r a q u e s a ir da m in h a boca. uma expressão do nome de Deus — de sua .23.

. em I (1 8 7 5 . O que é esperado que Sião faça por causa da obra do Servo? 2. O que está implícito em chamar Deus de marido de Israel como também o Deus de toda a Terra? 6. reimpresso. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. Interpreting the Prophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing H ouse.natureza e caráter). Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 2 vols. VanG em eren. Quais as garantias que Deus dá aos pecadores arrependidos no capítulo 55? CITAÇÕES 1 W ille m A. Isto dará glória sempre a Deus e inspirará louvor. 3 Alguns entendem que “filhos” significa “construtores” já que as consoan­ tes hebraicas são as mesmas. 4 Joseph A. 2 8 0. Q UESTÕES DE ESTU D O 1. Para quem vem o convite de 55.30. Este sinal nunca será eliminado. Quais são as promessas de Deus ao povo de Israel como seu “ma­ ndo”? 4. Como isto se relaciona com as promessas dadas a Abraão e Jacó? 3. porque Ele é mere­ cedor. 2 Alguns entendem isto como sendo sulfeto de chumbo escuro.1 e por quê? 5. 1 9 9 0 ). O que você conclui sobre os pensamentos e a Palavra de Deus no capítulo 55? 7. 2 :3 2 6 . Alexander. A mesma palavra é usada a respeito da pintura dos olhos em 2 Reis 9. Isto será um sinal eterno e sobrenatural que prova a efetividade da palavra de Deus. Academ ie Books. 19 75 ).

1-5 8. porque a minha salvação está prestes a vir.1 N o entanto. mas traz res­ ponsabilidades como também bênçãos.1-66. Bênção e Juízo 5 6. as pessoas precisam ser lem- .14 I. O “vinho e leite” eram “sem dinheiro e sem preço” (5 5 . a m a n jesta r-se. mas por graça. está próxima. oferecida a todos os que têm sede. Juízo sobre Outros 56. e a m inha ju stiça .Glória para o Povo de Deus. A completa e livre salvação do SE N H O R .1-8 1 A ssim diz o Senhor : M antende o ju íz o e ja z e i ju stiça. esta seção está proximamente conectada à profecia precedente e a conclui. Embora a salvação prometida não seja através de obras. A BÊNÇÃO INCLUI EUNUCOS E ESTRANGEIROS 56. Alguns entendem que este capítulo começa uma nova seção.1 ).24 A.

Jr 17. por isso o mandamento era evitar “perpetrar algum [tipo de] m al”. e se juntarem a Israel para recebe­ .1. eter­ namente” (D t 23. ben . A implicação é que os estrangeiros entre eles têm estado e continuam envolvidos em ritos e cerimônias pagãos. a porta estava sempre aberta para os estrangeiros ofere­ cerem a sua submissão ao SE N H O R . mas com­ pare H b 4. e o f i l h o d o h om em q u e la n ça r m ã o disso. 51. a fim de fazermos a vontade de Deus em obediência a Ele). nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SE N H O R .19— 27. U m a bênção é pronunciada sobre as pessoas que continuam fa­ zendo isso constante e fielmente. dham . O “homem” (Heb. O relacionamento deles com outros seres humanos também era importante. Porque o sábado era o coração como também o símbolo da velha aliança. Nos dias de Isaías. N o entanto.9— I . n em ta m p o u co d iga o e u n u co : E is q u e eu so u u m a á r v o r e seca. e porque era central à expressão da relação deles com o SE N H O R .9— 10). A Lei proibia duas classes de pessoas de entrar na assembléia sa­ grada do povo de Deus quando eles adorassem.bradas de que Deus esperava boas obras (cf. “O quebrantado de quebradura ou castrado não entrará na congregação do Senhor. 3). onde o descanso do sábado da nova aliança está I diariamente cessando por causa de nossas próprias obras. E n ã o f a l e o f i l h o d o es tr a n g e ir o q u e se h o u v e r ch ega d o a o SENHOR. N e­ nhum amonita ou moabita entrará na congregação do Senhor. 2 B e m -a v e n tu r a d o o h o m em q u e f i z e r isso. d iz en d o : D e tod o m e a p a rta rá o SENHOR d o se u p o v o . isto significava estar sob a autoridade da velha aliança. q u e se g u a r d a d e p r o fa n a r o sá b a d o e g u a r d a a su a m ã o d e p e r p e tr a r a lg u m m al. “o a filho da espécie humana”) que “lança mão disso” significa todo ser humano individual que guarda isso e continua seguro nessa posição. G1 6. antecipando a sua salvação e a revelação da sua justiça. guardar o sábado era importante (cf. O seu mandamento era para o povo colocar em prática o juízo e a justi­ ça.1.7.

16). o teu povo é o meu povo. e onde quer que pousares à noite. Ele nunca os trataria como cidadãos de segunda classe. porque o Senhor falou bem sobre Israel” (N m 10. Êx 12. Também. m e lh o r d o q u e o d e f i l h o s e f i l h a s . os quais eram considerados impuros e não lhes era perm itido entrar na as­ sembléia do S e n h o r (D t 2 3 . e esco lh em a q u ilo q u e m e agra d a . que era um gentio: “Nós caminhamos para aque­ le lugar. devido a muitas das promessas terem sido dadas especificamente para Israel (e possi­ velmente por causa do preconceito que poderia ter sido mostrado por alguns dos israelitas). os eunucos expressavam a sua decepção a respeito de não poderem ter filhos para continuarem a linhagem familiar deles. mas muitos outros disseram como Rute: “Aonde quer que tu fores. Eles não só se uniram com Israel. alguns estrangeiros expressavam um receio de que Deus eventualmente os separaria do seu povo. e te fare­ mos bem. Deus lhes falou para não dizerem isso —insinuando que eles deveriam continuar con­ fiando em Deus. irei eu. o teu Deus é o meu Deus” (R t 1. Deus lhes falou para que não dissessem que eles eram uma “árvore seca”. e a b ra ­ ç a m o m eu co n certo : 3 T a m b ém lhes d a rei n a m in h a ca sa e d en tro d o s m e u s m u r o s u m lu g a r e u m n om e. ali pousarei eu. u m n o m e e te r n o d a r ei a ca d a u m d eles q u e n u n ca se apa gará. Hobabe recusou. mas também ao S E N H O R .49). incapazes de produzir fruto.1 ). e foram geralmente bem-vindos. M oisés disse ao seu cunhado. 4 P orq u e a ssim d iz o S e n h o r a resp eito d o s e u n u co s q u e g u a r ­ d a m o s m eu s sá bados. Porém. Ele espera que eles guardem não . As pessoas podiam olhar para eles desse modo.48. porque o aumento de descendentes dos israelitas fiéis era freqüentemente um sinal de bênção. cf. mas Deus não. de que o S E N H O R disse: Vo-lo darei. Cada pessoa é valiosa para Ele. Deus tinha uma promessa maravilhosa para os eunucos.rem as bênçãos que Deus prometeu ao seu povo. Vai conosco. Hobabe. e Ele continuaria tomando conta deles.29.

13). e uma continuação do nome deles melhor que através de filhos ou filhas. Os seus holocaustos (completamente queimados para indicar a completa dedicação do adorador e a completa exaltação do S e n h o r ) e os seus sacrifícios (oferecidos para buscar e experimentar a comunhão com Deus) serão bem agradáveis a Ele. p a ra o s e r v ir e m e p a r a a m a r em o n o m e d o SENHOR. Ele sempre pretendeu que o seu templo fosse uma “Casa de Oração para todos os povos”. Ele lhes daria uma porção ou posse “na minha casa e dentro dos meus muros”. o s seu s h o lo ca u sto s e o s s e u s s a c r f í c i o s se rã o a ceito s n o m e u altar. guardem o sábado. amem o seu nome (a sua natureza e caráter). n ã o o p r o fa n a n d o . clamou (M t 21. Observe que o templo ainda existia quando Isaías . 7 ta m b ém o s lev a r ei ao m eu sa n to m o n te e o s f e s t e j a r e i n a m in h a C a sa d e O r a çã o . a sua Casa de Oração. “um lugar e um nome”. mas também os outros sábados de Levítico 23. 6 E a o s f i l h o s d o s es tr a n g e ir o s q u e se ch ega rem a o SENHOR. se n d o d este m o d o s e r v o s seu s. Então Deus daria aos eunucos um memorial.2 Isto incluía manter fortemente o concerto de Deus. Eles também têm que escolher e continuarem escolhendo. um nome que não será removido ou eliminado e que “nunca se apa­ gará”.3— mas 5). Eles terão um lugar escolhido na ressurreição e viverão para sempre com o SE N H O R .3 e abracem fortemente o seu concerto. mas as coisas que agradam ao S E N H O R . to d o s os q u e g u a r d a r e m o sá bado. sejam seus servos fiéis. S I 24 . Então Deus não só lhes perm itirá subir ao seu santo monte (cf. como Salomão reconheceu (I Rs 8. p o r ­ q u e a m in h a ca sa s e r á ch a m a d a C a sa d e O ra çã o p a r a to d o s os p o v o s.32) e como Jesus pro­ 43. na sua presença. ou seja. não os seus próprios caminhos. O nome que Deus dará será “um nome eterno”. e o s q u e a b ra ça rem o m e u co n certo . N isto eles esta­ rão cumprindo o propósito de Deus. Ele também os levará ali e os fará se alegrarem no templo.41— 2 Cr 6.somente o sábado semanal. Deus espera que os estrangeiros que se unem a Ele o adorem.

11-22). 43. Jesus tam­ bém prometeu isto: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. M uitas das dez tribos vieram e se uniram ao povo de Judá. Ou­ tros se juntaram nas sinagogas que surgiram depois do exílio babilônico posterior. I Rs 8. como alguns falsos mestres susten­ tam. o qual chegou ao fim quando Salmaneser destruiu Samaria em 722 a. At 26. de Aser. se desviou do SENHOR e negligenciou o templo.13 a. O propósito de Deus é que todos os crentes se tornem um único povo reunido.36. todas as feras dos bosques} vinde comer. que ajunta os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.30. As dez tribos não estavam perdidas. Estes provavelmente incluiriam os do reino norte de Israel. LÍDERES ÍMPIOS E IDÓLATRAS MERECEM JUÍZO 56. .52). Paulo falou de “as nossas doze tribos” como presentes nos seus dias.C.s Assim diz o Senhor J e o v á . Manassés. Este se tornou um . cf.35. 2. Além disso. Ele os ajuntará para Si mesmo. O filho deste. Ele reconheceu a oração como sendo a principal função do templo (cf. tanto na Palestina como em todos os lugares onde fossem encontrados judeus no mundo conhe­ cido (Lc 2.9-57. Pelos tempos do Novo Testamento os judeus de todas as doze tribos se reuniam nas sinagogas.9— 12 9 Vós todos os animais do campo.escreveu isto.7). E f 2.29. Líderes Estúpidos e Gananciosos 56. Os exilados ou “dispersos de Israel” que estão espalhados são aqueles que se desviaram do S e n h o r . também me convém agregar estas. Isaías se desloca agora para o tempo depois dos quinze anos que Deus tinha acrescentado à vida de Ezequias.42.16.36 mostra que Ana era da tribo do norte. Deus prometeu: “Ainda ajuntarei outros”. e haverá um rebanho e um Pastor (Jo 10. e elas ouvirão a minha voz.

seja por intriga (cf. Tudo o que estes líderes preguiçosos e infiéis fazem é dormir e sonhar. quer através de violência. incapazes de advertir o povo a respeito do perigo. 10 T od os o s s e u s a ta la ia s sã o ceg o s. 9. . estã o d eita d o s e a m a m o tosqvienejar. 12 Vinde.12). Eles se desviaram do caminho de Deus para o seu próprio.tempo para Deus trazer juízo.18. tr a r em o s v in h o e b eb erem o s b e h id a fo r te . Eles convidam um ao outro para banquetes regados a m uita bebi­ da e supõem que a sua prosperidade e as suas festanças só continua­ rão e aumentarão. to d o s eles se to r n a m p a r a o seu ca m in h o ) ca d a u m p a ra a su a g a n â n cia . e “feras dos bosques” podem representar os inimigos que Deus usará novamente para julgar a Israel (cf. to d o s sã o cã es m u d o s. Esses líderes não são apenas estúpidos (espiritualmente adorme­ cidos). mas eles não têm nenhum discernimento e “nada compreendem”. 7 . onde os líderes caíram em padrões semelhantes depois do reavivamento da época de Josias). eles também são gananciosos.8. Eles deveriam ser os guardas. d iz em eles. Eles não se preocupam com a obra que o SE N H O R lhes deu para realizar. n ã o p o d e m la d ra r. sem o conhecimento de Deus e de seus caminhos. e eles sã o p a s to ­ r e s q u e n a d a co m p re en d e m . Festanças e intemperança eram a ordem do dia.4Os “animais do campo”. Eles são como “cães mudos”. n ã o se p o d e m f a r t a r . mas eles estão cegos para a verda­ de. Eles usam qualquer seg­ mento do governo que está sob o controle deles para adquirir ganho para si próprios. guardando o povo de Deus e mantendo-os no caminho da justiça. animais selva­ gens do campo aberto. Os líderes de Israel se esqueceram das lições aprendidas nos dias de Ezequias. Como pastores eles deveriam guiar o povo. nunca satisfeitos com o que têm. n a d a sa b em . Ez 34. ca d a u m p o r su a p a rte. a n d a m a d o r m ecid o s. 11 E estes cã es sã o g u lo s o s . e o d ia d e a m a n h ã se r á co m o este e a in d a m a io r e m a is fa m o s o .

na presença de Deus no céu (SI 73. em agudo contraste. ou como indica a N VI. sem q u e a lg u é m co n sid er e q u e o j u s t o é leva d o a n tes d o m al. onde Manasses “derramou m uitíssim o sangue inocente.b. Está im plícito que futuros desastres trariam sofrimento pior que a morte. . cf. 17. “o justo” (o remanescente piedoso) estava perecendo e ninguém parecia se importar ou notar. 11. Como o salmista Asafe escre­ veu: “Guiar-me-ás com o teu conselho”. SI 16.9. e os h o m e n s co m p a ss iv o s sã o retira d o s. ‘znshe-chesed.) 2 E le e n tr a r á em p a z . depois. ou seja.24. Os “homens compassivos” (Heb. Ap 14. quer dizer. Nos dias de Manasses a nação como um todo era estúpida. durante esta vida. (Cf. “nas suas camas”. al-mishkvotham. guardaram a aliança de amor e que continuaram expressando a mesma fé que louvava a Deus pelas libertações passadas) estavam perecendo.2 1 P er ece o ju s to .1. Piores Juízos Virão 57. “e. “povo da aliança de amor”. até que encheu Jerusalém de um ao outro extremo”.15). d esca n sa rã o n a s su a s ca m a s o s q u e h o u v e­ r e m a n d a d o n a su a retid ã o. em tumbas ou sepulturas). “acharão descanso na m orte” (Heb.5A morte não era nenhuma derrota para eles. e n ã o há q u em co n sid er e isso em se u cora çã o. Quando os justos morrem eles entram em paz —a paz e o bemestar dados por Deus na sua presença. ou seja. M as ninguém pa­ recia entender que esses mortos estavam escapando de calamidades futuras. me receberás em glória”. to no lago de fogo é contrastado com a bem-aventurança daqueles que morrem no Senhor. En­ quanto os líderes estavam se viciando na luxúria e em um estilo de vida lascivo. Veja 2 Reis 2 1 .9— onde o panoram a do sofrimen­ 13. aqueles que se mantiveram fiéis.16. Os corpos daqueles que viveram de um modo que agradava a Deus “descansarão nas suas camas”.

em vez de serem filhos de Deus. 5 que vos esquentais com os ídolos debaixo de toda arvore verde e sacrificais os filh o s nos ribeiros. A abominável matança de crianças como sacrifícios nos “ribei­ ros” ( “vadis” [margem de NASB] ribeiros ou vales de torrente: secos durante o verão. condena os ímpios que causaram a morte do justo. nas aberturas dos penhascos? A idolatria está tão difundida que não há nenhuma parte do país onde não seja encontrada. não sois filh o s da transgressão . A prostituição luxuriosa debaixo das exu­ berantes árvores verdes era parte do culto cananeu da fertilidade — pretendia encorajar Baal a dar fertilidade aos seus animais e para a terra. “Semente” ou descendência sig­ nifica aqueles que habitual e devotadamente tomavam parte nestes pecados. “fazer troça de”). Isaías. zombar ( “escancarando a boca”). filhos da agoure ira. a feitiçaria (incluindo a consulta aos espíritos e a magia negra). adultério e prostituição (conectada com a idolatria) se tornou comum. vós. uma torrente depois de uma chuva torrencial)6 em Judá e nas aberturas dos penhascos era parte da adoração de M oloque .c. e pôr a língua de fora. sem ente da falsidade. shaqer.3— 6 ? Mas chegai-vos aqui. o que indi­ cava uma rebelião desdenhosa e descuidada contra o SENHOR e talvez também o menosprezo e o fazer gracejos a respeito dos piedosos. sem ente de adul­ tério e de prostituição. Eles se tornaram descendência de mentirosos ou “semente da falsi­ dade” (Heb. D e quem fa z eis o vosso passatempo? C ontra quem escancarais a boca e deitais para fora a língua? Porventura . O “passatempo” era escarnecer ( “gracejar”. Deus os chama para chegarem perto e escutarem a sua ad­ vertência. “engano”. N a época de Manassés. incluindo a idolatria). com vigor mordaz. Apóstatas Advertidos a Respeito do Juízo 57.

21. As pessoas supunham literalmente que os lugares mais altos as colocava mais próximas de seu deus. A Idolatria Persistente 57. está a tua parte.31. A resposta é óbvia: Ele não deve e não vai. levando em conta as práticas perversas deles. 6). Jr 7. onde oferecem sacrifícios pagãos. Todo o seu empenho era uma tentativa para manipular os deuses de modo que eles dessem a sua fertilidade para as colheitas. c a eles sobes para oferecer sacrifícios. o qual até mesmo sacrificou um de seus próprios filhos (2 Rs 21.7— 10 7 Sobre os m ontes altos e levantados pões a tua cama. Lv 18. d.3. Isto era comum durante o reinado de Manasses. Os lugares altos no Velho Testamento eram geralmente escolhidos como lugares para a localização de rituais para cultos da fertilidade. rebanhos e mulheres. 2 Rs 23 .2 -4 . ou “sorte”. confiar em falsos deuses não oferece nenhum fundamento permanente ou seguro. Deus pergunta se Ele deveria se “contentar”. Isso seria contrário à sua natureza.(cf. Provavelmente a nação está sendo tratada como se fosse uma prostituta. e os montes eram também um símbolo dos seios femininos. estas são a tua sorte. ou mudar a sua atitude. destes idólatras. Era suposto que satisfazer a M oloque evitava azar ou mesmo a morte. 6 Nas pedras lisas dos ribeiros . contentar-m e-ia eu destas coisas? O hebraico daqui até o versículo 13 muda do plural para a segun­ da pessoa do singular. Sobre estas eles despejavam libações e colocavam ofertas de grãos. estas. As pedras lisas e escorregadias dos ribeiros são características da “parte”. A repeti­ ção de “estas” dá ênfase ao lato de que a relação deles com os ídolos de Baal e M oloque não está fundamentada em terreno firme. 2 0 .35). O pecado demanda juízo. As pessoas também praticam aberta e desavergonhadamente as suas prostituições nos altos.10. sobre elas também derramas a tua libação e lhes ofere­ ces ofertas. . 32.

e sobes. não adoeces. am as a su a cam a. lammelek. p o rq u e a ou tros. A N V I e outras versões tomam a referência literal “ao rei” (veja KJV NASB) como significando o deus Moloque.8 10 N a tua com p rid a viagem . e também tinham feito uma aliança com ídolos pagãos. onde q u er que a vês. a referência aos embaixadores implica no estabelecimen­ to de tratados com reis verdadeiros. alargas a tua cam a. outros meramente fingiam servir ao S E N H O R . m a is do qu e a m im . Quer dizer. eles acharam recursos para continuarem dando andamento à sua caminhada para o . de forma que eles não se tornaram fracos.7 Isto pode significar que en­ quanto alguns praticaram a prostituição religiosa pagã abertamente (v. te descobres. O lhar na nudez foi o que trouxe uma m aldição sobre Canaã. “ao rei”) refere-se aqui a fazer alianças estranhas. Ir “ao rei” (Heb. “man­ dando descer até o Sheol” ou “rebaixando-se ao Sheol”) significa que eles tinham pecado ao ponto de merecerem a morte e o Sheol (inferno).s E d etrá s das p o rta s e das om b reira s p õ es os teu s m em oria is. 9 E v a is ao rei com óleo e m u ltip lica s os teu s p erfu m es.2 5).7— 10).7). secretamente eles estavam envolvidos na mesma prostituição religiosa como aque­ les que arrumavam as suas camas nos “montes altos e levantados”. m a s não dizes: N ão há esperança. como fez Acaz ao estabelecer um tratado com TiglatePileser (2 Rs 16. A expressão “te abates até aos infernos” (mais precisamente. o que bu scavas achaste. en via s os teu s em b a ix a d ores p a ra lon ge e te abates a té a os in fern os. p o r isso. o filho de Cam (Gn 9 . Empenhar-se em um grande número de viagens lhes deu vida nova. No entanto. Os lembretes que eles punham detrás das portas e nos umbrais eram possivelmente símbolos fálicos. e fa z e s co n certo co m eles. te can saste. Em vez de confiar no SE N H O R . Israel cometeu prostituição espiritual.2 2.

11— 13 11 M a s d e q u em tiv este re ce io o u tem or. n e m n o teu co ra çã o m e p u s e s s e s ? N ã o é\ p o r v e n tu r a . ou seja. Deus. lit. Deus publicará. p o r q u e e u m e calo. Ele denunciará. m a s o q u e co n fia em m im p o s s u ir á a terra e h erd a r á o m e u sa n to m on te. e isso j á d esd e m u ito tem po. a maioria dos judeus na época de Manassés se tornou apóstata. M as eles nem mesmo podem salvar a si próprios. Nem uma nem outra os ajudará ou lhes trará algum proveito.) Somente a pessoa que confia e se refugia no S E N H O R possuirá . eles nem mesmo pensam no SE N H O R ( “não te lembrasses de mim. Assim. l i v r e m . e m e n ã o tem es? O SE N H O R pergunta de quem eles realmente têm receio e temor de forma que eles lhe mentem e não se lembram dEle ou o conside­ ram (lit.inferno.28— onde 31. e. NASB. Isto pode ser um irônico paralelo ou eco de 40 .9 12 E u p u b lica r e i a tu a j u s t iç a e a s tu a s ob ra s.).. p a r a q u e m en tisses e n ã o te lem b ra sses d e m im . m a s o v e n to a tod os leva rá . quer dizer. Isto é. Quando eles clamarem. que nunca está cansado. toda a ativida­ de humana que não depende do Espírito de Deus é em vão [cf. (Igualmente. A Idolatria não Traz nenhum Benefício 57. a justiça deles —que era obviamente diferente da de Deus (mais ironia) —e Ele denunciará as suas obras. Porque Deus demorou muito tempo para enviar juízo o povo não mais o temia.t e o s teu s co n g r eg a d o s. até mesmo uma mera brisa “a todos levará”. um pouco de “vento”. / N em me levasses em conta”. “Não me pusesses no teu coração”).6 ]. 13 Q u a n d o cla m a res. trad. e a v a id a d e o s a rreb a ta rá . Ele lhes diz que deixem as suas coleções de deuses lhes salvarem. m a s n ã o te a p r o ­ veita rã o. dá força renovada aos que esperam por Ele. Zc 4 . pedindo a Deus por ajuda.

13).3. O lugar da sua santa habitação é no céu. construí-la e tirar os obstáculos do caminho do povo de Deus nos faz lembrar de 40.14. tira i os trop eços do cam in h o do m eu povo. Prepare o Caminho 57. onde Deus está retornando ao seu povo. Esta não é uma visita temporária. Conforto e Paz para os que Choram 57.13. “es­ magado” pelos fardos. Ele também é imanente. aquEle que habita a eternidade do tempo e do espaço e cujo nome (caráter e natureza) é Santo. ap la in ai.15 14 E d ir -s e -á : A plainai. RESTAURAÇÃO E BÊNÇÃO PARA 0 ARREPENDIDO 57. M u it° embora Deus seja trans­ cendente.4.7). 3.16— 19 16 P orque p a ra sem p re n ã o con ten d erei. shfphal— ruach. dificuldades e tristezas da vida). Deus fala agora como aquEle que é exaltado e elevado sobre todos.a terra como uma herança da parte de Deus e tomará posse (ou her­ dará) do seu santo monte em Jerusalém (veja 27. 56. Agora o caminho deve ser preparado para o povo de Deus vir e reivindicar a herança da terra e do “santo monte” de Deus (v. Ele continua vivendo no interior para dar vida ao espírito dos humildes e aos corações dos esmagados. n em co n tin u a m en te m e in d ign a rei. Deus é o único refúgio. a única segurança. p o rq u e o esp írito p era n te a m in h a f a c e se en fra q u ece­ r ia . “o humilde de espírito”). p a ra v iv ifica r o esp írito dos abatidos e p a ra v iv ifica r o cora çã o dos con tritos. . e as a lm a s q u e eu f i z . Que maravilhosa revelação de Deus é esta! b. qu e habita na etern id a d e e cu jo n o m e é S anto: Em u m alto e sa n to lu ga r habito e tam bém co m o co n trito e abatido de espírito.14-21 a. Preparar a estrada. p rep a ra i o ca m in h o. dakka‘. M as Ele também habita com o que está “contrito” (Heb. 15 P orque a ssim d iz o A lto e o Sublim e. Ele vive com o “abatido de espírito” (Heb.

Embora o tempo da sua ira possa ser longo. Ele criará louvor como “os frutos dos lábios” dos que lamentam: Ele tornará possível a eles que o louvem e anunciem “paz. Deus fará o que só Ele pode fazer. ta m b ém o s g u ia r e i e lhes to r n a r e i a d a r co n so la çõ es e a os s e u s p r a n tea d o res. Eles con­ tinuaram seguindo “o caminho do seu coração”. 18 E u v e jo os seu s ca m in h o s e os sa ra rei. reb eld es. se g u ir a m o ca m in h o d o seu coração. e e u o s s a r a r e i. Efésios . Apesar da rebelião de Israel. SI 103. M as isto não fez com que o povo se arrependesse.2. Deus toma a iniciativa por causa de quem Ele é. Ele também tornará “a dar conso­ lações” (ou conforto espiritual) para eles. p a z . nem a sua indignação continuará. m e in d ig n ei e os f e r i . afastou a sua presença ativa e a sua bênção.Deus virá morar com o humilde e os oprimidos porque Ele não conduzirá um processo ( “contenderei”) contra Israel para sempre. até mesmo aos que entre eles lamentam. rebel­ des. Deus vê os seus caminhos e os sarará (salvar e restaurar) e os conduzirá. Ele escondeu a sua face. p a r a o s q u e e s tã o lon g e e p a r a o s q u e e s t ã o p e r t o . incrédulos.14) e Ele sabe que os seus espíritos se enfraqueceriam diante dEle. Porque o povo era culpado de buscar o lucro de modo ganancioso e contrário à Lei. Ele sabe os limites do povo que Ele criou (cf. porque Ele os curará (cf. não porque os caminhos deles mudaram. p a z . na presença da sua ira. Ele não pretende destruí-los totalmente. 17 P ela in iq ü id a d e da su a avareza. paz. ou seja. Para os que lamentam. d i z o SENHOR. 19 E u c r io o s f r u t o s d o s lá b io s . e s co n d im e e in d ig n e i-m e . M l 4. a ira de Deus se moveu e Ele o feriu (Israel). seguindo a tudo que lhes agradava e indo onde quer que os seus próprios corações e mentes desejassem ir. que mostra Ele curando por intermédio de Jesus). quer dizer. para os que estão longe e para os que estão perto”. m a s.

Porque. tom am p ra z er em sa b er os m eu s ca m in h os. m e p ro cu ra m cada dia. .2 . Os pecadores estão em contraste com aqueles a quem Deus cura e restabelece. Nenhuma Paz para o ím pio 57.12 1 C la m a em alta voz. c. têm p r a z e r em se ch ega r a D eus. Os culpados que continuam nas suas impiedades são como um “mar bravo” —nunca calmo. 2 T odavia. e ser declarado culpado dos seus pecados. levan ta a voz co m o a trom b eta e a n u n cia ao m eu p o vo a su a tra n sgressã o e à casa de Ja có . qara tigaron. indica todos os meios que deveriam ser utilizados para se estar seguro para que o povo ouça. ambos [judeus e gentios] temos aces­ so ao Pai em um mesmo Espírito”. mas continuamente agitado ou lan­ çando para cima “lam a e lodo” [limo ou alga]. 4. p erg u n ta m -m e p elo s d ireitos da ju stiça . n ã o te detenhas. d iz o m eu D eu s.17. A palavra de Deus é que não há nenhuma paz para eles. porém feitos per­ 18 to pelo sangue de Cristo. co m o u m p o v o qu e p ra tica a ju s tiça e não deix a o d ireito do seu D eu s. Efésios 2.18 diz: “E. vindo. não têm paz.20. “Clama em alta voz” (Heb. ADORAÇÃO HIPÓCRITA 58.21 20 M as os ím pios são co m o o m a r bravo que se não p o d e aq uietar e cu ja s á gu a s lan çam de si lam a e lodo. “proclamar a plenos pul­ mões”) e “levanta voz como a trombeta”. os seu s pecados. por ele.1 1— aplica isto aos gentios que estão distante. ele [Jesus] evangelizou a paz a vós que estáveis longe [gentios] e aos que estavam perto [judeus]. O povo precisa ouvir a declaração de Deus a respeito da sua rebelião. eles não podem esperar as bên­ çãos de Deus ou a alegria da sua presença. 21 O s ím pios.

3-5 3 d iz en d o : P o r q u e je ju a m o s nós. até mesmo quando estão . eles estão reclamando. 5. Eles querem que todas as pessoas vejam como eles são piedosos. O único jejum que Deus ordenou na Lei foi no Dia da Expiação (um dia de jejum a cada ano). e que mostra que eles querem que Deus venha para perto deles. Enquanto eles estão fazendo estes atos religiosos. n o d ia em q u e je ju a is . Enquanto estavam jejuando. Eles pedem a Deus decisões certas e parecem se encantar na proximidade de Deus. provavelmente que­ rendo dizer que oferecem os sacrifícios que são pretendidos trazer para perto de Deus. explorando as pessoas que estavam trabalhando duro para eles. 4 E is que. Diariamente eles parecem buscar o S E N H O R e parecem se agradar de saber a respeito dos seus caminhos. p a ra co n ten d a s e debates. eles estavam agindo como fei­ tores de escravos. e tu o n ã o sa b es? E is que. O jejum cuja finalidade são “contendas e debates” e o golpear com “punhadas” uns aos outros quer dizer que tudo o que eles que­ rem é conquistar o seu próprio caminho. n ã o j e j u e i s co m o hoje. pelos quais estavam tentando constranger Deus a lhes dar o que eles queriam. Os jejuns que eles tinham estado observando eram jejuns adicionais. sem reali­ dade. Eles agem “como um povo que pratica a justiça e não deixa o direito de seu Deus”.As práticas religiosas do povo parecem louváveis. 2 Tm 3. p a r a f a z e r o u v ir a v o ssa v o z n o alto. especialmente sobre o jejuar sem obter resultados da parte de Deus. JEJUM HIPÓCRITA 58. je ju a is e p a r a d a rd es p u n h a d a s im p ia m en te. sem poder (cf.5). a ch a is o v o sso p r ó p r io co n te n ta m e n to e req u ereis to d o o v o sso trabalho. e tu n ã o a ten ta s p a r a isso ? P o r q u e a flig im o s a s n o ssa s a lm a s. Toda a sua adoração é meramente uma forma exterior.

I Tm 5. Deus queria justiça e liberdade para o seu povo. v e n d o o n u . e detestava que eles estivessem sendo explorados egoística e cruelmente. n ã o é este o j e ju m q u e esco lh i: q u e so ltes a s liga d u ­ ra s da im p ied a d e.errados. A Lei não lhes pedia propriamente que curvassem as suas cabeças. dos trabalhadores e dos escravos. e q u e d eix es liv r e s o s q u eb ra n ta d os. e q u e d esp ed a ces tod o o j u g o ? O que Deus queria não era um jejum (abstinência) de comida. q u e d esfa ça s a s a ta d u ra s d o ju g o . mas um jejum do pecado e da opressão do pobre. Estas coisas eram modos que eles tentavam para expressar humildade diante do SE N H O R . . n ã o é ta m b ém q u e re p a r ta s o teu p ã o co m o f a ­ m in to e reco lh a s em ca sa os p o b r e s d e sterr a d o s? E. 5 S e ria este o j e j u m q u e e u e s c o lh e r ia : q u e o h o m e m u m d i a a f l i j a a s u a a lm a . Deus queria que eles alimentassem o faminto. 6. Eles deviam cuidar especialmente da própria carne e sangue destes (cf. Assim. Ele não responde às suas orações. A Lei nunca ordenou que usassem roupas de pano de saco e cinzas. o cu b ra s e n ã o te es co n d a s d a q u ele q u e é da tu a ca r n e ? Em vez de jejuar para conseguir algo para eles. q u e in c lin e a s u a c a b e ç a c o m o o j u n c o e e s te n d a d e b a i x o d e s i p a n o d e s a c o g r o s s e ir o e c i n z a ? C h a m a r i a s tu a isso j e j u m e d i a a p r a z í v e l a o SE N H O R ? As formas convencionais que as pessoas estavam buscando utilizar nos seus dias de jejum não agradavam a Deus. o jejum deles termina em contendas e debates e eles nunca conseguem chegar a Deus.8). Por causa das discussões e brigas. mas estas práticas tinham se degenerado em mero espetáculo. Ele ama o pobre e o oprimido. abrigassem o pobre e vestissem aqueles que não tinham roupa suficiente. Deus ainda quer isto.31— 46. DEUS QUER JEJUM DO PECADO 58. 7 P o r v en tu r a .6-10 6 P o r v en tu r a . Jesus colocou isto claramente em M ateus 25 .

isto . Deus responderá. pois este será um novo dia para eles. cla m a rá s. Deus estará lá. a co n ­ tece rá isso se tira res d o m eio d e ti o ju g o . N ã o de cereais. C irc u n c id a r a sua vida. Nova carne surgirá de repente na cura É isto u m jeju m . S e u m o lh o de trigo E carn e. M o s tra r o co ração cheio de p esar. façamos o bem a todos. È je ju a r u m a h o ra. ro m p erá a tu a lu z co m o a a lva . e a tu a cu r a a p ressa ­ d a m e n te b rota rá . —R o b e r t H e rric k (I5 9 I-I6 7 4 ) Sempre que eles clamarem. g r ita r á s. e ele d irá : E is -m e a qu i. Aqueles que jejuam do pecado e da ganância. 9 E ntão. vitela. verão resultados maravi­ lhosos. 8 E ntão.Gálatas 6. não só em um dia de jejum. e o SeNHOR te resp o n d erá . mas também no je­ jum do pecado e da ganância que de­ veriam ser guardados diariamente por todo indivíduo. co n tu d o ain d a deles e a glória de Deus como a sua E n ch er b em A travessa co m peixe? retaguarda. O u m o strar U m o lh a r a b a tid o e am argo? N ã o : isto é u m je ju m . D e velh o s deb ates. O sua gloriosa luz romperá de dentro deles “como a alva”. mas principalmente aos domésticos da fé”. m an ter A d esp en sa vazia? de suas feridas. Sempre que eles gritarem por ajuda. F az er o p ecad o m o rrer de fom e.10 também nos exorta: “Então. d is tr i­ b uir. pois as derrotas na E lim p a batalha da vida serão esquecidas. o esten d er d o dedo e o f a l a r v a id a d e. enquanto temos tempo. É je ju a r d a co n ten d a. e a g ló r ia d o SENHOR s e r á a tu a reta gu a rd a . E m an te r u m je ju m é isso. e ovelha? E d e s is tir do p rato com o Deus de justiça indo à frente D e carn e. O u a n d a r esfarrap ad o . Eles D e g o rd u ra d e carn es de marcharão adiante triunfalm ente. Agora Isaías procede por ampliar o que deveria ser esperado. E do ó d io . P ara a a lm a fam in ta. e a tu a j u s t iç a irá a d ia n te da tu a f a c e . e que alimentam o faminto e dão abrigo e roupas para o pobre. Negativamente.

e cham arte-ã o rep a ra d or das rotu ra s e resta u ra d or d e vered a s p a ra m orar. a tu a lu z n a s ce r á n a s trev a s. e de falar falsa e maliciosamente para causar prejuízo ou perturbação. Aqueles dos versículos 9 e 10 elevarão as fundações de m ui­ tas gerações anteriores.11. os seus desejos. Então a escuridão e obscuridade dos problemas da vida serão substituídas pela luz brilhante e plena. 10 e. e a tu a e s cu r id ã o se r á co m o o m eio -d ia . As gerações futuras que responderem à ordem de Deus a respeito da justiça. en tã o. como 1. o que vocês querem para si próprios. do dedo estendido (do dano). seus desejos).significa se libertar do jugo da opressão. 12 E os q u e d e ti p roced erem ed ifica rã o os lugares a n tiga m en te a sso­ lados. 7. Isto significa satisfazer a “alma aflita” (ou. se a b r ír es a tu a a lm a a o f a m i n t o e f a r t a r e s a a lm a aflita . infeliz). e serão chamados de “reparador de roturas” e “restaurador de veredas para morar”. DEUS GUIARÁ 58. isto significa gastar (doar) a si próprios (suas al­ mas. e se r á s co m o u m ja r d i m reg a d o e co m o u m m a n a n c ia l cu ja s á g u a s n u n ca f a lt a m . Positivamente. tanto naturais como espirituais. as suas necessida­ des). e os “ossos”. e f a r t a r á a tu a a lm a em lu g a r es secos. Ossos fortes significariam força interior. e f o r t f i c a r á o s teu s ossos. ou seja. estabilidade e força. quer dizer. e íevan tarás os fu n d a m e n to s de gera çã o em gera çã o. para o faminto. até mesmo em uma terra árida. misericórdia e compaixão amorosa construirão as ruínas antigas.7— indica. humilhada. A orientação de Deus'será ininterrupta. As pessoas da época de Isaías precisavam fazer isto.12 11 E o SENHOR te g u ia r á co n tin u a m e n te . Ele satisfará as suas ne­ cessidades (a “alm a”. Se nós formos reconstruir 9 . “U m jardim regado” e “um manancial cujas águas nunca faltam ” indicam provisão para cada necessidade.

e se o h on ra res. usando-o como um dia para fazer o que lhes agradava. eles terão diaria­ mente um grande deleite no S E N H O R . e d e f a z e r a tu a v o n ta d e n o m e u sa n to dia. n ã o se g u in d o o s teu s ca m in h o s. te d eleita rá s n o SENHOR. um importante sinal da aliança sob a Lei.13. . separado dos outros dias. mas para um dia de festa. alma. O sábado era uma oportunidade para eles expressarem deleite no serviço de Deus.10 8. com o sábado sendo uma grande delícia. 14 en tã o. temos que construí-la “sobre uma fundação que é tanto consistentemente moral como profundamente espiritual” ou as calamidades do passado serão repetidas. Então. p o r q u e a b oca do S e n h o r o disse. n em f a l a r a s tu a s p r ó p r ia s p a la vra s. e te f a r e i ca v a lg a r so b re as a ltu r a s da terra e te su s te n ta r e i co m a h era n ça d e J a có . Agora Isaías se volta não para um dia de jejum. buscando o seu próprio prazer. Este era para ser um dia honrado.3). Cavalgando “sobre as alturas da terra” e festejando “com a herança de Jacó” indica poder e vitória à medida que desfrutam as bênçãos da aliança dadas a Israel. de forma que eles pudessem adorar o S E N H O R e expressar o seu amor a Ele com todo o seu coração. 0 SÁBADO TRAZ BÊNÇÃO 58. Eles estavam abusando disto. e eles deviam honrá-lo por não fazer os seus própri­ os negócios. onde a comunidade local devia vir junto para a adoração e o ensino. se deleitando nEle. teu p a i. falar a respeito de coisas que não têm nada que ver com o honrar ao S E N H O R . Deus o queria para ser santo. ou seja.14 13 S e d e sv ia r e s o teu p é d o sábado. mente e força. O dia de sábado era para ser “do S e n h o r ” ( L v 23. ou “falar as [suas] pró­ prias palavras”.a nossa nação hoje. o sábado. e s e ch a m a r es a o sá b a d o d eleito so e sa n to d ia do SENHOR d ig n o d e h on ra . n em p r e te n d e n d o f a z e r a tu a p r ó p r ia vo n ta d e. Era também um tempo para uma santa convocação.

Q u a l fo i a a titu d e d o s id ó la tra s n a ép o c a de M a n a s s é s e co m o eles a d e m o n strav am ? 7. 2 As palavras “escolhem” e “abraçam ” no hebraico indicam ação ininterrupta e persistente. nunca ti­ veram a idéia de cessar (com o o “sábado” significa) de trabalhar durante . Qual é a relação entre boas obras e salvação? 2. 3 Os estrangeiros. egípcios. Quem não será restaurado e por que não? 8 . todavia. a m aioria assumindo que os capítulos foram escritos por autores m últiplos. o conteúdo e a teologia. Em que bases os estrangeiros e eunucos são incluídos na bênção prometida? 3.) CITAÇÕES 1 M uitos liberais que negam o sobrenatural tom am os capítulos 56 a 66 como um “Terceiro Isaías”. A forma. quer cananeus. Por que o sábado era tão importante nos tempos do Velho Testa­ mento? 4. Por que os líderes na época de Manassés mereceram juízo? 5.9 . Que tipo de jejum Deus realmente queria? 12. Por que Deus não aceitou os jejuns deles? 11. O que Deus estava procurando durante o sábado? 14. ou babilônios.QU ESTÕ ES DE ESTU D O 1. Q u e m será re s ta b e le c id o e p o r quê? 9 . Que bênçãos são prometidas para aqueles que jejuam do pecado e da opressão? 13. O que aconteceu aos piedosos nos dias de Manassés e por quê? 6 .1 1. O q u e estav a e rra d o co m a ad o ra ç ã o d o povo? 10. assírios. são consistentes com a unidade de todo o livro. Como o fato de encontrar a nossa alegria no Senhor se relaciona ao descanso do sábado que Deus espera que busquemos diaria­ mente? (Veja H b 4 .

19 85 ).1-60. Knight.9 )” colocadas longe dos olhos. Payne reconhece que Isaías repreendeu os pecados da época de Manassés.C.22 1 .1 1). 19 98 ).1-3 1 Eis que a mão do SEN HO R não está encolhida. 11Paul D. N osso D estino. para que não possa salvar. 2 M as as vossas iniqüidades fa z em divisão entre vós e o vosso Devis. A capacidade de Deus para “salvar” e “ouvir” as orações do seu povo não está de qualquer forma limitada. H anson. 4 2 -4 6 . An O utline o f H ebrew H istory (G rand R apids: Baker Book House. 5Veja Stanley M . Nosso D estino: O Ensino B iílico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro.15. Como em 49. B. . 4 7 3.: InterVarsity Press. Barton Payne. 7 M otyer acredita que estas eram as palavras do Senhor escritas “nos umbrais de tua casa e nas tuas portas (D t 6 . Depois de falar resumidamente de restauração futura. mas com o povo. 4 6 . 14 3-4 4. agravado. Isaías retorna à situação nos dias de Manassés. 6 N ão havia nenhum desses “w adis” ou ribeiros tem porários na Babilônia. 19 95 ). 4 -5. para que vos não ouça. 66 Eerdmans. nem o seu ouvido. H orton. 4 J. 9 Isto foi pior durante os anos antes de Esar-H adom levar M anassés em ca­ deias para Babilônia em 6 7 9 a. 2 0 7. R J: CPAD. Ele está pronto e esperando. }. Alec M otyer. 8 Veja H orton. 111. Isaiah 56— (G rand R apids: W m . o problema não está com Deus. 1 9 5 4 ).um dia em sete. A.14. Veja G. F. A Confissão. Isaiah 40~66 (L ouisville: John Knox Press. (2 Cr 33 . 19 93 ). 1 B. e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. para não poder ouvir. 47. Redenção e Glória de Sião 59. 0 PECADO SEPARA DO SALVADOR 59.

Não há nenhuma inte­ gridade. Então Israel é retratado como uma mulher grávi­ . os vossos lábios falam falsamente. Eles não só falam mentiras. ! Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue . SEM JUSTIÇA E SEM PAZ 5 9 . Este não foi o caso com os judeus no exílio babilônico posterior. rebelião.. Aqueles que bus­ cam as suas reivindicações em juízo não as buscam honestamente ou conscienciosamente. falsas e enganosas. Todos os pecados realmente são contra Deus. confiam na vaidade e andam falan­ do mentiras.. Por causa desta corrupção eles não podem confiar no SeNHOR. Os seus pecados eram como uma parede que escondia a face de Deus (separava-os de sua presença) e os impedia de escutar e atender aos seus pedidos. e os vossos dedos. que criou e ama a todas as pessoas.4 -8 4 N inguém há que clame pela justiça. os pecados intencionais estavam separando o povo do seu Deus. mas com aqueles que viviam em Judá nos dias de Isaías. e a vossa língua pronuncia perversidade.e. Violência. Eles tentam fazer as suas reivindicações parece­ rem legais quando elas são realmente erradas. “Mãos. contaminadas de sangue” (i. de modo que eles confiam na vaidade.1 2. suja com o derramamento de sangue por vingança) e “dedos [maculados] de iniqüidade” indica que o povo era impuro e não estava em condições para entrar na presença de Deus. mas palavras inúteis. Ninguém proclama o que é certo ou verdadeiro. Isaías agora descreve a excessiva pecaminosidade de Israel. nem ninguém que com pa­ reça em juízo pela verdade. que normalmente quer dizer ídolos. de iniqüidade. concebem o trabalho e produzem a iniqüidade. especialmente no tempo de M anassés.. mas pode significar confiança “no que é nulo” (como na versão ARA ).De fato. mentiras e a proclamação de perversa impiedade eram parte daqueles pecados que os separavam de Deus.

de forma que dá à luz “a iniqüidade” (Heb. “delitos”. e os seus planos ao tecer de teias de aranha. “injustiça”). As suas vidas são estradas de violência destrutiva e também a falência e o colapso da sociedade. nem há ju íz o nos seus passos. participar desses pecados. 5 Chocam ovos de basilisco e tecem teias de aranha. Comer os ovos de uma víbora. as sitas veredas tortuosas. 6 As suas teias não prestam para vestes. aquele qvie com er dos ovos deles morrerá. e até os seus pensamentos. . asfiz era m para si mesmos. Especificamente.6) até aos seus pés. Quando um tal ovo “é quebrado”. iniqüidade e injustiça. os seus pensam entos são pensam entos de in i­ qüidade. sai deles uma víbora.da com o útero cheio de “trabalho” ( “o m al”. “as suas obras são obras de iniqüidade. traz a morte. destrviifão e quebrantamento há nas suas estradas. e. Todas as parte dos corpos destes pecadores estão envolvidas: das suas mãos (v. as suas obras são obras de iniqüidade. “maldade”. Os seus pés se apressam para fazer o mal e matar as pessoas inocentes. Os seus pecados são comparados aos ovos de uma víbora. torna as coisas piores. nem se poderão cobrir com as suas obras. ARA. N V I). “sai deles uma víbo­ ra”. Os seus planos provarão ser tão insuficientes para as suas necessi­ dades como uma coberta feita de teias de aranha. todo aque­ le que anda p o r elas não tem conhecimento da paz. talvez resistindo aos pecados. 8 Não conhecem o caminho da paz. quer dizer. “m al”. ou seja. Eles pensam e planejam perturbações. ‘awen. A idolatria nos dias de Manassés estava levan­ do a nação à desintegração social e a todos os tipos de injustiça. apertando-os. e obra de violência há nas suas mãos. 7 Os seus pés correm para o mal e se apressam pa ra derramarem o sangue inocente. e obra de violência há nas suas mãos”.

e eis q u e só há trev a s. Todo aquele que os segue. co m o o s q u e n ã o têm olhos. está emaranhado nas mesmas tramas e “não tem conhecimento [ou experimentação] da paz” (bênção e bem-estar que Deus dá) tampouco. ISAÍAS CONFESSA OS PECADOS DO POVO 59. . o povo está debaixo da con­ denação de Deus. e aos seus cami­ nhos. 3. saudáveis e vigorosos. identificandose com o seu povo.9-15 a. p e lo resp len d o r. o j u í z o esta lo n ge d e n ó s. O estilo de vida deles não mostra nenhum “juízo” e é tortuoso. Isaías muda para a primeira pessoa do plural aqui. esp era m o s o ju íz o . lamentando sobre a situação deste e confessandoa. os que tropeçam e tateiam no escuro estão “como mortos” —sem qual­ quer vida espiritual. e não há nenhum juízo (porque eles não deixam Deus governá-los) ou justiça (porque eles rejeitam os justos propósi­ tos de Deus). a n d a m o s a p a lp a n d o.d ia co m o n a s trev a s e n o s lu g a r es e s cu r o s s o m o s co m o m o rto s.9— I I 9 P o r isso. m a s a n d a m o s em escu rid ã o . e ela está lo n g e d e nós. O constante tatear no escuro mostra a profundidade da sua ce­ gueira espiritual. Não há nem mesmo um vislumbre de luz ou brilho que venha mostrar a misericórdia de Deus a eles. e ele n ã o a p a rece. e eles andam ao redor sem rumo e “em escuridão”.Eles não conhecem nem experimentaram “o caminho [o estilo de vida] da paz” com Deus que traz a sua bênção. Andando nas Trevas 59. e a j u s t iç a n ã o n o s a lca n ça . Tropeçar na escuridão e obscuridade “ao m eio-dia” mostra o grau de insensibilidade deles à luz da verdade espiritual. p e la sa lva çã o . Por causa dos seus próprios pecados. sim . 10 A p a lp a m os a s p a r ed e s co m o cego s. esp er a m o s p e la luz. O resultado é “trevas”. Em contraste com aqueles que são “fortes”. 11 T odos n ó s b r a m a m o s co m o u r s o s e c o n tin u a m e n te g e m e m o s co m o p o m b a s. tro p eça m o s a o m e io .

Gemer como pombas indica frustração por causa da falta de justiça e a ausência de liberta­ ção (incluindo salvação. e o r e t i r a r m o n o s d o n o ss o D e u s . . A justiça é retratada como estando “longe”. As suas palavras estão cheias de opressão e revolta que incluem apostasia espiritual. A verdade (incluindo segurança e confiança) vacila e “anda tropeçando pelas ruas” (praças abertas ou feiras). A razão pela qual não há nenhum arrependimento é que em qualquer tentativa a justiça é rechaçada ( “tornou atrás”). e o f a l a r d e o p r e s s ã o e r e b e liã o . p o r q u e a v erd a d e a n d a tro p eça n d o p e la s r u a s. e a eq ü id a d e n ã o p o d e en tra r. e o c o n c e b e r e e x p e c to r a r do c o ra ç ã o p a la v r a s d ef a ls id a d e . p o r q u e a s n o s s a s t r a n s ­ g r e s s õ e s e s tã o c o n o sco . Pecados Reconhecidos 59. Elas se desviam para longe do verdadei­ ro Deus em infidelidade. b. Elas estão de fato se rebelando e deslealmente negando ou desconhecendo o SENHOR. a ajuda de Deus. 14 P e lo q u e o j u í z o s e t o r n o u a t r á s . H á completo colapso moral nas cidades. e m e n t i r c o n t r a o S e n h o r . e a j u s t i ç a se p ô s longe. e a bênção e prosperidade que Ele tinha dado para Israel anteriormente). não há nenhum arrependimento por parte das pes­ soas. e c o n h e c e m o s a s n o s s a s in iq ü id a d e s . incapaz de fazer qualquer coisa sobre a situação. Isaías retrata Deus como o Juiz. As pessoas reconhecem que os pecados de transgressão estão com elas e sabem que são culpadas.Bramar como ursos indica raiva por causa do pecado e seus resul­ tados nas vidas deles e na sociedade humana.12— 15 12 P o r q u e a s n o s s a s tr a n s g r e s s õ e s se m u l t ip l i c a r a m p e r a n t e ti. e os pecados do povo testemu­ nham individualmente contra este. l j c o m o o p r e v a r ic a r . No entanto. e o s n o s s o s p e c a d o s t e s t ific a m c o n t r a n ó s . Os seus corações e men­ tes são a fonte de sussurradas expressões de falsidade e engano. e a eqüidade (incluindo retidão e justiça) não pode entrar.

s e d e z elo . e q u e m se d e s v ia d o m a l a r r i s c a . O SENHOR respondeu à confissão de Israel (cf.9) com desgosto porque “pareceu mal aos seus olhos que não houvesse justiça”. a integridade e a confiança estão faltando.s e a o s e r d e s p o ja d o . p e l o q u e o s e u p r ó p r i o b r a ç o lh e t r o u x e a se u m s a lv a ç ã o . ninguém para intervir. ou capacete. v.15 S im . e o SENHOR h ou v esse ju s tiç a . pelo seu próprio poder e força Ele trouxe a salvação. M ais lamentável de tudo. 4. e c o b r i u . Porque Deus tinha prometido salvação. a sua salvação era e é pura graça. e f o i m a l a o s se u s o lh o s q u e n ã o A verdade. v iu . Assim. de modo que nada poderia mudar a sua mente ou .16-21 76 E v iu q u e n in g u é m h a v ia e m a r a v i l h o u . o pecado tinha separado o povo como um todo de Deus. aquele que se desvia do mal torna-se uma presa e “arrisca-se a ser despojado”. ninguém para defender o pie­ doso em Israel. . A natureza justa e o caráter de Deus são como uma “couraça” ou espécie de sobrepeliz de couros retorcidos ou malhas de ferro que co­ bria o corpo. e a s u a p r ó p r i a j u s t i ç a o s u stev e.s e d e q u e n ã o h o u v e s ­ in te r c e s s o r . a v e r d a d e d e s fa le c e . O pecado contra o qual Ele se opõe não pode afetá-lo. ninguém para se levantar contra todo o pecado e maldade. e t o m o u v es tes d e v in g a n ç a p o r v e s t íd u r a . ne­ nhuma defesa para o remanescente piedoso entre o seu povo. privado de tudo como se ele fosse um prisioneiro de guerra. ninguém para tornar Israel uma luz para as nações. ' P o r q u e se re v e s tiu d e j u s t i ç a . A sua salvação é como um “elmo”. Verda­ deiramente. e p ô s o e lm o d a s a l v a ç ã o n a s u a c a b e ç a . armadura feita de pedaços de metal sobrepostos. mas de um modo que a sua justiça o pudesse manter. O próprio S e n h o r é impelido a surpreender-se e indignar-se de que “não houvesse um intercessor”. a segurança. c o m o d e u m a c o u r a ç a . 0 PRÓPRIO SEN HO R SALVARÁ 59. c o m o d e u m m a n to .

irá reverenciar o S e n h o r e a sua glória.propósito de salvar. o seu propósito de “vingança” (recompensa e retribuição) era como “vestidura” e o seu zelo. Primeiro. A parte final da metade deste versículo pode ser traduzida de dois modos. 18 C onform e fo r em as obras deles. de leste a oeste. Uma leve variação na N VI é: “Ele virá como o rio que é estreito. é como um manto ou capa. Ele dará “recompensa aos seus inimigos”. não somente os povos da Asia M e­ nor). aos seus adversários. o texto diz que “Ele virá como uma inundação impelida pelo sopro do Senhor”. os seus atos. A palavra traduzida “estreita” também significa “adversário”. ou “inim igo”. Em Efésios 6. O rio normalmente refere-se ao Eufrates. Assim. Paulo usa esta metáfora de proteção espiritual e a aplica aos cristãos. às ilhas dará ele a sua recompensa. fu ro r. “Vento” também significa “sopro” ou “Espírito”. temerão o nom e do SENHOR desde o poente e a sua glória. O mundo inteiro. a todas as nações em todas as partes do mundo. ou seja. aos seus inimigos. vindo o inimigo como uma cor­ rente de águas. o Espírito do SENEIOR arvorará contra ele a sua bandeira. por causa da sua santidade. ou paixão para salvar e ajudar. o vento do SENHOR impelindo-o para a frente” (cf NVI). e recompensa.14. Um grande vento impelindo a água do rio entre as margens altas onde o rio é estreito arrastaria tudo diante deste. Todos eles vão receber o que merecem. cada um com uma nuance diferente em significado. “Ele” se reporta ao SENHOR na sua glória. Isto retrata a irresistibilidade de Deus quando Ele vier. O juízo de Deus é sempre de acordo com as obras do povo. assim será a sua retribuição. “Impelindo-o para a frente” também pode significar “arvorar uma ban­ deira”. uma tradução alternativa toma um adversário como o . e reembolso ou represália “às ilhas” (ou “regiões costeiras”. Então. tomando-se como referência a NVI. desde o nascente do sol. 19 Então.

Ambas as traduções mostram que o SE N H O R é vitorioso e toda a oposição será varrida e derrotada. e especificamente para os israelitas que retrocedem da sua rebelião e se arrependem dos seus pecados. Sua semente espiritual. Deus então se dirige ao Redentor. O termo “semente” refere-se outra vez a 53. Como resultado. Deus o Pai põe as suas palavras na boca do Redentor (veja Jo 14.10.10. que está sob re ti. As suas palavras continuarão a estar na boca do Redentor e “na boca da [sua] posteridade” (Heb. Eles são chamados de “Jacó” ( “en­ ganador”) porque não estão vivendo à altura do nome “Israel” ( “o príncipe de Deus e lutador”). Esta é uma declaração do SE N H O R . n em da boca da tua posteridad e. 21 Q u a n to a m im . zarakha. diz o SENEIOR.24). d iz o Se n h o r . todos os . qu e p u s na tua boca. que afirma que o Re­ dentor “verá a sua semente” (K JV ). o Cristo. n em da boca da p o sterid a d e da tua p osterid a d e. R m 11. uma garantia de que Ele cumprirá a sua palavra.sujeito: “vindo o inimigo como uma corrente de águas”. 20 JE v ir á u m R ed en to r a Sião e aos qu e se d esvia rem da tra n s­ g ressã o em Ja có . O seu concerto é “com eles”. “Quanto a m im ” enfatiza o compromisso de Deus para levar a efeito a sua promessa. com as pessoas que retrocedem da rebelião e se arrependem. ou dos seus descendentes. Ou seja. este é o m eu co n certo com eles. e as m in h as p a la vras. “o Espírito do SE N H O R arvorará contra ele a sua bandeira”.26). o Messias. um grande ribeiro transbordante”]. o Parente-Redentor virá a Sião (cf. O seu Espírito está sobre o Redentor. “sua semente”) e na “boca da posteridade da tua posteridade”. quer dizer. como indica a ARC [ou de acordo com a Septuaginta: “como um rio. desde agora e p a ra todo o sem pre. não se d esvia rã o da tua boca. Ele é o Ungido. o Espírito derrota o adversário (juntamente com todo o mal no mundo) e faz o mundo inteiro reverenciar o S E N H O R e a sua glória. diz o SENEIOR: o m eu E spírito.

20 . para o fulgor do brilho da sua luz. A sobra de Edom . emite a luz da glória de Deus para outros.1-3 1 L ev a n ta -te.16). Isto encontrará seu maior cumprimento no começo do Milênio. e a g ló r ia do S e n h o r v a i n a scen d o so b re ti. e os reis. ou governantes de todo o mundo. O SENHOR vai ag ir co n tra essa escuridão. com o seu governo sobre as nações convertidas ou povos que são abenço­ ados por Israel e agora levam o nome de Deus. expansão do Evangelho. o qual “se refere à restaura­ ção do reino das doze tribos de Davi sob o domínio do Messias. Nações e os seus reis. virão “ao resplendor que [lhe] nasceu”.1— Isto envolve a 5.21 ). Isaías agora se dirige à Sião do por­ vir. ao r e s p le n d o r q u e te n a sceu . 3 L a s n a çõ es ca m in h a r ã o à tu a luz. 2 P orq u e eis q u e a s tr e v a s co b rira m a terra . p ois “as trevas co b riram a te rra” e a escuridão envolve os povos do m undo. 42. resplandece” ou. m a s so b re ti o S enhor v ir á su rg in d o . os p o v o s . LUZ E GLÓRIA VÊM A SIÃO 60. encherá e transformará Sião. 9. e a sua luz brilha por inter­ médio deles. A luz atrairá todos eles para fora da sua escuridão. Veja Amós 9. se tornará a proclamadora da mesma palavra (im ­ plicando que eles fazem assim pelo mesmo Espírito). Isto foi antecipado pela chamada dada a todos em 55.verdadeiros crentes. p o r q u e j á v e m a tu a luz. Depois de profetizar a respeito da vinda do Redentor e da perma­ nência do Espírito (5 9. O m u n d o e os povos que nele estão p recisam da luz. relu zin d o sobre Sião . Sião pode responder à ordem: “Levanta-te.2. e a su a g ló r ia se v e r á so b re ti. de m odo que to d o s verão a sua g ló ria (cf. A luz de Deus se torna a luz de Sião. e a escu rid ã o .2 A luz de Sião virá. resp la n d ece. Assim.12.11. 5.

Quando o povo de Sião vir isto. Ag 2. Os estrangeiros estarão trazendo muitos presentes preciosos com eles à medida que vêm para Sião (cf. como são conhecidos hoje). ou de todo os povos do mundo que são deixados depois da tribulação e que virão a ser possuídos por Israel ou pertencerão a este. todos v irã o de Sabá. o u ro e in cen so tra rão e p u b lica rã o os lo u v o res do Senhor.[que Amós menciona] é representativa dos que são deixados dos an­ tigos inimigos de Israel. Os seus corações estremecerão e se alargarão com alegria. Os Gentios Restauram e Servem a Sião 60. Outra razão para a grande alegria será a abundância das “riquezas das nações” trazidas por via do mar. 6 A m u ltid ã o de ca m elos te cobrirá.8). porque eles serão aliviados de todo o medo e dúvida. o v erá s e será s ilum ina do. p o rq u e a a b u n d â n cia do m a r se to rn a rá a ti. . Como o povo de Sião olha em todas as direções. os d ro m ed á rios d e M id iã e E fa. Elas estarão trazendo com eles os filhos e as filhas de Sião dispersos. A ADORAÇÃO RESTAURADA 60. mas não sozinhas. Caravanas de camelo faziam isso nos dias de Isaías. Junto com ouro e incenso (do lêmen do Sul e Somália. ele verá as nações vindo. todos estes j á se a ju n taram e vêm a ti.7. e tuas filh a s se cria rã o a teu lado. ficará radiante.4— 7 4 L evanta em red o r os olhos e vê. e o teu cora çã o estrem ecerá e se a larga rá.4-22 a.3 6. 5 E ntão. juntamente com “todos [os que] virão de Sabá” (o lêmen) —retrata a riqueza das nações que são trazidas por terra para Sião. teu s fi lh o s virã o de longe. A massa de camelos cobrindo Sião —incluindo camelos machos jovens de M id iã (sudeste de Israel) e Efa (um a subtribo dos midianitas). e as riquezas das n a ções a ti virão.

te f e r i . p orq u a n to te g lo r ifico u . partes habitadas da terra] aguardarão [esperarão com expecta­ tiva] pelo SENHOR.eles trarão notícias da glória do SENHOR. “As ilhas” [regiões cos­ teiras. ou como pombas voando para casa. e. pois a ira de Deus será substituída . e os ca rn eiro s de N ebaiote te serv irã o . tive m isericó rd ia de ti. e os seu s reis te servirã o. o qual é o Santo de Israel. Eles fazem isto porque Deus “glorificou” (dotou de glória. c. Filhos Vindos de Longe Honram a Deus 60. os n a vios de T ársis. Navios com velas ondulando se parecem com nuvens contra o céu distante.9 tS Q u em são estes qu e v êm voa n d o com o n u v en s e co m o pom ba s. p a ra tra z er teu s f i lh o s de longe.. às su a s ja n e la s? 9 C ertam en te. com agra do su b irã o ao m eu altar.e.9. as ilhas m e aguardarão. O s grandes navios de Társis darão primeiro im­ portância para trazer os filhos de Sião com prata e ouro para honrar o nome e a pessoa do Deus de Sião. exaltou) a Sião com esplendor.10— 14 10 E os fi lh o s dos estra n geiros ed ifica rã o os teu s m u ros.) b. O gado subirá ao altar como holocausto com o favor de Deus. Os Estrangeiros Reconstroem e Honram a Sião 60. n o m eu f u r o r . e eu g lo r ifica r ei a casa da m in h a g ló ria . Rebanhos das tribos dos ismaelitas de Quedar e de Nebaiote se­ rão parte da riqueza das nações trazida para Sião no serviço de Deus.4 Por isso. (Veja Ag 2. Deus continuará glorificando e embelezando a sua esplêndida casa (i. a su a p rata e o seu ou ro com eles. indicando que a glória de Deus e o seu louvor estarão se espalhando sobre toda a terra. o templo em Jerusalém). teu D eu s. na sa n tifica çã o do n o m e do SENHOR. m as. p r i ­ m eiro. porque. 7 T odas as ovelhas de Q u ed a r se con grega rã o ju n t o a ti.8. e do S anto de Israel. Os “estrangeiros” que vêm para Sião se tornarão cidadãos e ex­ pandirão e embelezarão a cidade. na m inh a henignidade.

Alguns aplicam a edificação dos muros à época de Neemias. na luz da revelação do Novo Testamento.) 8. e s s a s n a ç õ e s d e t o d o s e r ã o a s s o la d a s . (Veja Ag 2. com os seus reis tornados súditos enquan­ to Sião triunfa. s im .17-19). Pelas portas de Sião. porém. especial­ mente a arca da aliança. o s s e u s r e is. O melhor da madeira das melhores árvores. da mes­ ma maneira que os crentes gentios o são quando aceitam a Cristo nesta era (Ef 2.14. 14. a f a i a . 13 A g l ó r i a d o L íb a n o v i r á a ti. 11 E a s t u a s p o r t a s e s t a r ã o a b e r t a s d e c o n t í n u o : n e m d e d ia n e m d e n o i t e s e f e c h a r ã o . O lugar onde Deus manifesta a sua presença completa e continuamente está no céu. e. 12 P o r q u e a n a ç ã o e o r e i n o q u e te n ã o s e r v i r e m p e r e c e r ã o . era chamado o lugar em que se assentavam os . Assim. As pessoas se tornarão concidadãs com o povo de Deus. N a re a lid a d e . irão embelezar o santo templo milenial do S e n h o r em Jerusa­ lém. Este também será o caso na Nova Jerusalém (Ap 21. c a rá te r sa n to e a m o r d o SENHOR (Z c 14.19). Nos tempos do Vélho Testamento. c o n d u z i d o s c o m e la s . incluindo os cedros do Líbano. os povos trarão as “riquezas das nações”. Deus glorificará o “lugar em que assentam os [seus] pés”. os estrangeiros que vêm a Sião devem ter vindo também a Cristo. ti a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s .pela sua graça e misericórdia. p a r a o r n a r e m o l u g a r d o m e u s a n t u á r i o .6— Zc 8. Portas que “estarão abertas de contínuo” indica paz e segurança como também liberdade de acesso. o p i n h e i r o e o b u x o c o n ju n t a m e n t e . o templo em Jerusalém. e g l o r i f i c a r e i o l u g a r e m q u e a s s e n t a m o s m e u s p é s. p a r a q u e t r a g a m a. o povo de Jerusalém construiu os muros naquela época. Contudo. Esta passagem tem tão extensas garantias que isto deve se aplicar aos tempos mileniais.20-23. n e n h u m a n aç ã o c o n tin u a r á e x istin d o a m en o s que se to rn e s u je ita a S iã o .25 ). p o rq u e os seus povos são a tra íd o s p e la lu z .

16).1).49). os f i lh o s d os que te o p rim i­ ra m . Os descendentes dos opressores anteriores de Sião se humilharão.5.35. o P ossan te de Ja có. e reconhecerão que Jerusalém verdadeiramente é a Cidade do SENHOR. O Propósito de Deus para Transformar Sião 60. u m g o z o de g era çã o em gera ção.7. SI 99. Então o povo de Sião saberá que Deus é o seu Salvador e o Parente-Redentor —não só o Santo de Israel.15— 18 15 E m vez do desprezo e do a b orrecim en to a q u e fo s te votada. .2. de m odo qu e n in gu ém p a ssa va p o r ti. “imponência”. mas toda a terra. mas também o poderoso ou “Possante de Jacó”. mostrando o mais profundo respeito. dela não sentiriam falta. Porém. e o teu R edentor. Agora a santidade do Senhor atrai. o lugar dos pés de Deus na época milenial não será a arca da velha aliança. Lm 2. e p r o str a r -se -ã o à p la n ta dos teu s p é s todos os qu e te des­ p rez a ram . e saberás qu e eu so u o S enhor . e ch a m a r-te-ã o a C idad e do SENHOR.1. in clin a n d o-se. At 7. M t 5. g c‘on. pertencente ao “Santo de Israel” (o nome favorito de Isaías para Deus). 14 T am bém v irã o a ti. “majestade”] e a alegria de todas as gerações por vir. p o r ei em ti u m a ex celên cia p erp étu a . Isaías usa a figura de “o leite das nações” e de reis para significar que eles todos vão nutrir Sião com cuidado amoroso e pessoal. 132. O reino milenial estará operando sob a nova alian­ ça do Calvário.seus pés. a Sião do S an­ to de Israel. desse modo. ou até mesmo se lembrariam (Jr 3. A Jerusalém do M ilênio estará em agudo contraste com a Jerusa­ lém do passado. 16 E m a m a rá s o leite das n a ções e te a lim en ta rá s aos p eito s dos reis. o s d. Deus a fará a “excelência perpétua” [Heb. Jeremias também torna claro que a arca não mais seria necessária. ou o escabelo (ou banco de descanso) dos seus pés (I Cr 28. o teu Salvador. Deus também chama a terra de o escabelo de seus pés (66.

7). e. n em a tua lua m in gu a rá . e às tu a s p ortas. n o s teu s term os. O Povo de Deus Exibirá o Seu Esplendor 60. os teu s exatores. p o r m ad eira. Isto será provocado pelo governo do M essias-Rei (9. Assim. n em co m o seu resp len d o r a lua te a lu m ia rá . m a s a os teu s m u r o s ch am ará s sa lva çã o.17 P o r cob re tra rei ouro. e os dias do teu lu to fin d a r ã o . Em contraste com o pecado e a corrupção anteriores. Com o SENHOR como o seu sol e lua. simplesmente outra forma da palavra hebraica para o nome de Jesus) e as portas. ou lamentação. A cidade já não terá o sol e a lua por luz. a glória do SENHOR dará a ela uma sobrenatural "luz perpétua”. haverá luz constante. Ao invés disso. ferro por prata. e j a r e i p a cífico s os teu s in sp etores e ju s to s . choro. de desolação ou d estru ição. porque Ele manifestará a sua presença ali de um modo novo. ou seja. sem nenhuma tristeza. 20N u n ca m a is se p o r á o teu sol. e p o r f e r r o tra rei -prata. vem a garantia de que “os dias do [seu] luto findarão”. a tua gló ria . a cidade estará cheia das bênçãos de salvação e o povo estará cheio de louvor ao SENHOR por essas bênçãos. Com o fato de que não haverá mais nenhuma escuridão. e o teu D eu s. IHN u n ca m a is se o u v irá de v io lên cia na tua terra. e. e. p o r pedra s. ruína e destruição. bronze:. m a s o S en hor será a tu a lu z perpétua. A transformação será completa. louvor. os muros da cidade serão chamados “salvação” ( Yeshuah. p o rq u e o S en h or será a tu a lu z p erp étu a . como a fonte e manifestação da sua luz. “louvor” ( tehillab. Em vez de violência. f e r r o . o governo será mudado para paz e retidão.19— 2 2 19 N u n ca m a is te serv irá o so l p a ra lu z do dia. e pedras por ferro. madeira por bronze. singular do nome hebraico para o livro de Salmos). Que Deus mudará as coisas é mostrado pela substituição de bronze por ouro. .

O que Deus plantou crescerá. a mesma palavra usada a respeito do Messias em I I . Também é possível traduzir “farei prontamente" por uma pala­ vra grafada do mesmo jeito. pois todos os po­ vos. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Deus garante que isto será feito prontamente “a seu tempo” —quando Ele julgar conveni­ ente. 10. Ap 2 I. netser. 22 O m en o r v irá a s e r m il. “obras das [suas] mãos” (a manifestação do seu poder). O pecado que causa a tristeza não mais existirá. não somente o de Jerusalém.2 7 ). obra das m in h as m ãos. o SENHOR. Deus desfrutará o que Ele vê e faz durante o M ilênio. O que estava impedindo Deus de salvar. e o m ín im o. mas de toda a terra. As pessoas serão “renovos” ou ramos (Heb. e até mesmo de escutar os clamores de seu povo? 2.6). os menores se tornarão uma vasta nação: nin­ guém será insignificante ou sem importância. p a ra sem p re herdarão a terra.I ) .21 E todos os do teu p o v o serã o ju sto s. a seu tem po o fa re i p ron ta m en te.21.5. O pequeno renovo que Deus plan­ tou “virá a ser m il”. serã o ren o v o s p o r m im plan tados.20. Verdadei­ ramente. O que as comparações usadas nos ensinam sobre a natureza do pecado? 3. Como Deus respondeu quando Ele viu que não havia nenhum intercessor? 4. u m p o v o gra n d íssim o. mas significando “desfrutar”. será justo (Zc 14.5 Nunca mais Deus precisará usar os inimigos para trazer juízo por causa dos pecados do seu povo (cf. p a ra qu e eu seja g lo rifica d o . de forma que a sua glória e esplendor serão claramente exibidos para que todos possam vê-los. plantados pelo SENHOR. Por que os povos irão venerar a glória de Deus? . Eu.

2 A Septuaginta traz “Brilha. H orton. O que está incluído na aliança de Deus com o arrependido? 6.6 I. 1 9 7 5 ). 19 9 8 ). da m esm a m aneira que a Ceia do Senhor é um mem orial. N osso D estino. I 8). 1:857. na base de que o livro de Hebreus trata a lei e o ritual do Velho Testamento como tipos e sombras. não um substituto para o obra com pleta de Cristo.9 -1 8 . 184. 9. H orton.). porque o Se~ NHO R me ungiu para pregar boas-novas aos mansos. cumpre estas profecias (veja H b 8. 1 A m aioria dos pré-m ilenistas acha que estes sacrifícios são m em oriais. o qual é Ele mesmo o cum prim ento de todo o sistema sacrificial”. como as nações do mun­ do irão responder? 7. Nosso D estino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro.5. 10. Jerusalém . O Messias Anuncia a Sua Missão 61.1-63. 1:857. Que contrastes haverá entre a Jerusalém do M ilênio e a Jerusalém dos dias de Isaías? CITAÇÕES 1 O swald T. 187. “Book of Isaiah". A llis.13 . enviou-m e . 5 A llis. J . Quem as nações trarão consigo para Sião e como o povo de Israel responderá? 8. “Book of Isaiah”. pois a tua luz chegou” (trad. 186. 3 Stanley M . R J: CPAD.. lit. “O utros. a presença pessoal de Jesus. O que farão os estrangeiros que vierem para Sião? 9. Quando Sião se levantar e resplandecer.2 1 O Espírito do Senhor J e o v á está sobre mim.1. UNGIDO PARA PREGAR BOAS NOVAS 61. brilha. em W ydiffe Bible E ncydopedia (Chicago: M o o d y Press.. dizem que. C.

18. a c o n s o l a r t o d o s o s t r is t e s . (2 ) para “proclamar liberdade. O Espírito do Senhor estando sobre a Pessoa que aqui fala identifica-o como o ungido Servo do SENHOR de 42. ( I ) para “restaurar” os corações daqueles que estão quebrantados. mansamente to­ mando um lugar inferior e reconhecendo as suas necessidades. jesus expressamente apli­ cou esta passagem a si próprio no início do seu ministério em Nazaré na Galiléia (Lc 4.17 ).2. 2 a a p r e g o a r o a n o a c e i t á v e l d o SENHOR e o d ia d a v i n g a n ç a d o n o s s o D e u s . Quando Jesus aplicou isto ao seu próprio m inisté­ rio. pode aludir àqueles israelitas que tinham vendido a si próprios sen­ do colocados em liberdade no Ano do Jubileu (Lv 2 5 . A partir do Evangelho de João. Aqui Ele fala como o Profeta ungido pregando “boas-novas aos mansos”.1 e o ungido Rei messiânico de 1 1. aqueles que se humilham diante de Deus. “d ia” e “ano” estão em justaposição.. Lc 4 . veja M t 5. Ez 4 6 . Ag ora o Messias anuncia a sua missão. Isto também pode ser identificado com o tempo do favor de Deus: o dia da salvação (4 9 . “O ano aceitável do S e n h o r ” ( o u ano do favor do S e n h o r ) . .) Ele é enviado com diligência amorosa e pessoal.4 ). (G Novo Testamento os entende como pobres aos olhos do mundo e necessitados da ajuda de Deus. Ele não estava pretendendo lim itar o seu m inistério a um dia ou a um ano.3 9 — cf. 43.26. e abertura de pri­ são” aos que foram levados cativos e libertação aos encerrados na escuridão do pecado (incluindo a abertura dos olhos). 1 Co 1. A sua procla­ mação era uma proclamação de liberdade para aqueles que estavam presos pelo pecado. ou aflitos por qualquer razão.16— 22). agoniados. portanto usados sinonimamente para referir-se a um ponto indefi­ nido no tempo. a p r o c l a m a r li b e r d a d e a o s c a tiv o s e a a b ertu r a d e p r is ã o a o s p r e s o s. está claro que Ele ministrou pelo menos três anos e meio antes da cruz. Comparados.3.a r e s t a u r a r o s c o n t r i t o s d e c o r a ç ã o ..8 ) e o ano da redenção de Deus (6 3 .

. d e s t r u í d a s d e g er a çã o em gera çã o . ó le o d e g o z o p o r t r is t e z a . Ele não veio para condenar o mundo (Jo 3. turbante ou toucado como usa­ vam os sacerdotes e os que celebravam um banquete). OS SACERDOTES DO SENHOR 61. Cinzas sobre a cabeça eram um sinal de lamentação e tristeza. M c 10. mas o próximo sugere que Deus usará os gentios. ou justo juízo.45). As árvores com suas raízes profundas e seus galhos estendidos simbolizavam permanência e estabilidade. um “ornamento” (Heb. quando Jesus vem e triunfa sobre o Anticristo. igualmente. Nessa época. p ‘ cer. Este versículo não diz quem fará o trabalho. Ele confortará aqueles que lamentam na sua tristeza. a f i m d e q tie s e c h a m e m á r v o r e s d e j u s t i ç a .4-6 4 L e d f i c a r ã o o s lu g a r e s a n t i g a m e n t e a s s o la d o s . e r e n o v a r ã o a s c i d a d e s a s s o la d a s . de Deus virá no fim dos tempos (Ap 6 a 19). Ele veio ser um resgate pelo pecado (H b 9. antes. pois o conforto do Messias será especialmente para os que estão “tristes”1 lá.3 3 a o r d e n a r a c e r c a d o s t r i s t e s d e S iã o q u e s e lh e s d ê o r n a m e n t o p o r c in z a . O “óleo de gozo” é o óleo da unção que simbolizava o Espírito Santo. 2. ao invés disso. A “vingança”.28. p la n t a ç ã o d o SENHOR. v e s t e d e l o u v o r p o r e s p i r i t o a n g u s t ia d o . os que estão “tristes em Sião” serão reconhecidos como “plantação do S e NHOR” . porque eles exibirão a sua glória e esplendor. 3. e r e s t a u r a r ã o o s d e a n t e s d e s t r u í d o s . pois todas as lágrimas serão enxugadas. RESULTADOS FELIZES 61.Jesus não continuou para citar “o dia de vingança do nosso Deus”. Sião está em primeiro plano. A terra e as cidades de Israel serão restauradas depois de muitas gerações de devastação. que culmina na batalha do Armagedom. N a sua primeira vinda. N a sua justiça dada por Deus.17). O Messias lhes dará. p a r a q u e e le s e j a g l o r f i c a d o .

1 1 . Essa porção dobrada do herdeiro. Finda será a desonra anterior.) 4. e x u l t a r ã o p e l a s u a p a r t e . . p e l o q u e . o c o m e les . (Veja Is 6 0 . que será restaurada para eles.s P o r q u e e u . e a b o r r e ç o a i n iq ü i d a d e . O holocausto era oferecido com­ pletamente queimado e sua fumaça subia totalmente diante da pre­ . O povo de Sião se alimentará das “riquezas das nações” e se gloriará.5 -7 . 6 M a s v ó s s e r e i s c h a m a d o s s a c e r d o t e s d o SEN HO R . H itler é um exem­ plo disso. O anti-semitismo ainda é excessivo em muitas partes do mundo. e u lh e s d a r e i s u a r e c o m p e n s a e m v e r d a d e e f a r e i u m c o n c e r t o e t e r n o O amor de Deus pela justiça assegura esta herança. como o faz o seu ódio pela “iniqüidade”. SEN HO R.1 6 . c o m e r e i s d a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s e n a s u a g l ó r i a v o s g l o r i a r e i s. O mundo tem amontoado vergonha sobre o povo de Sião. n a s u a te r r a . eles esta­ rão trabalhando em Sião —para o seu povo. usando-os para chamar a atenção para longe dos seus próprios problemas. ministrando as suas bênçãos a todos. e e s t r a n h o s s e r ã o o s v o s s o s la v r a d o r e s c o s v o s s o s v i n h a t e i r o s . krvodam. Os ditadores e tiranos têm perseguido os judeus. p o s s u i r ã o o d o b r o e t e r ã o p e r p é t u a a le g r ia . esta­ rá dentro da “sua [própria] terra”. “na sua glória” ou riquezas destas (Heb. enquanto eles exultam “pela sua parte”.7-9 7 P o r v o s s a d u p la v e r g o n h a e a f r o n t a . mas Israel terá uma porção em “dobro” que pertence ao herdeiro. cf. A versão ARA traduz como “a iniqüidade do roubo”). uma rica herança. e v o s c h a m a r ã o m i n i s t r o s d e n o s s o D e u s . melhor traduzido como “roubo ofereci­ do em holocaustos” (Heb. a m o o j u í z o . NASB.9 . ALEGRANDO-SE NA SUA HERANÇA 61. ’olah. e isto lhes trará “perpétua alegria”. Em vez de opressores estrangeiros governando em Sião. “sua glória”).5 E h a v erá estra n g eir o s q u e a p a scen ta rã o o s v o sso s reb a n h o s. cujos membros serão sacerdotes e ministros de Deus. ou herdará.

to d o s q u a n to s o s v ir e m o s c o ­ n h ecerã o co m o s e m en te h en d ita d o SENHOR. . um povo que é escolhido por Ele. Este concerto futuro é a nova e melhor aliança selada pelo sangue de Jesus no Calvário (H b 9 . n o m eio d o s p o v o s . m e cob riu com o m a n to de ju stiça . M uitas outras passagens do Velho Testamento mostram que Deus os fará uma bênção para todos (e. e o s seu s d escen d en tes. Por causa do recebimento da herança deles na terra. salvação e justiça são como o turbante sacerdotal usado por um noivo. Porque Deus é fiel. e como as jóias com as quais uma noiva se adorna. Senhor 11 Porque. NEle. todos os “conhecerão como semente bendita do S e n h o r ” . indicando a exaltação completa do S E N H O R e a dedicação completa de si mesmo a Ele.11 10 R eg o z ija r-m e-ei m u ito no SENHOR.10. Ele “lhes [dará] sua recompensa em verdade” e fará “um concerto eterno com eles”.2 Estar vestido com salvação e justiça indica a sua natureza. co m o a terra p r o d u z os seu s ren ovos. Não há nenhuma outra nova aliança. Alguns tradutores mudam “em holocaustos” para “com perversa impieda­ de” ou “crime” (Goodspeed). Os descendentes de Israel serão reconhecidos e amados entre as nações.2). H b I2 .g. Isso seria roubo do que pertence a Deus.15 -18).sença do S E N H O R . a ssim o S en h or JEOVÁ f a r á b ro ta r a ju s tiç a e o lo u v o r p a ra todas as nações.13). mas isso é uma compreensão errônea. p o rq u e m e v estiu de vestes de sa lvação. Zc 8. A ALEGRIA DO MESSIAS 61. 9 E a su a p o s te r id a d e s e r á co n h ecid a e n tr e a s n a ções. 5. a m in h a a lm a se alegra n o m eu D eu s. e co m o o horto f a z b ro ta r o q u e n ele se sem eia. co m o u m n oivo que se a d orn a com ata vios e co m o n o iv a qu e se en jeita co m as su a s jó ia s. Agora o Orador dos versículos I a 3 fala a respeito da sua alegria no (cf. Ele é Salvação e Justiça como também o Portador da salvação. Não poderia haver nenhuma dedicação parcial.

m e não aquietarei. Esta é uma razão para a sua alegria. O paralelo com o versículo 10 mostra que o louvor é por causa da salvação que o S eN H O R oferece por intermédio do sofrimento do Servo ressurrecto. A “coroa de glória” e o “diadema real na mão do teu Deus” indica o novo caráter real e a natureza do povo de Deus sendo sustentado e protegido por Ele. p o r a m o r de Jeru sa lém . Da mesma forma o SE N H O R fará algo muito bonito à medida que Ele faz “brotar a justiça e o louvor” para todas as nações. O interesse do Ungido sobre Sião o fará continuar falando e agin­ do. 0 CO N TÍN U O INTERESSE DO MESSIAS PO R SIÃO 62. até que “saia a sua justiça como um resplendor” e a sua salvação “como uma tocha acesa”.12). e chamar~te~ão p o r u m n om e novo.1-63. 3 E será s u m a coroa de g ló r ia na m ão do SENHOR e u m diadem a rea l na m ão do teu D eu s. co m o u m a tocha acesa. O “nome novo” indica uma nova natureza e caráter dados pelo S en h o r (c f Ez 48. 3.N a primavera. Nações e reis verão e serão atraídos para a justiça e glória de Sião.35. eles não usam a coroa. e todos os reis. m e não ca la rei e. e eles são testemunha e evidência de que Ele é o Rei do Universo.17.1 —5 1 P o r a m o r de Sião. a tua glória . . Eles são a coroa do S E N H O R .6 a. A G ló r ia F u tu r a d e S iã o 6 2 . O M essias será vitorioso sobre todos os poderes do mal. a té qu e saia a su a ju s tiç a co m o u m resplendor. 2 E as nações verão a tua ju stiça . No entanto. 6. é uma visão muito bonita ver que as sementes que foram plantadas em um campo ou jardim brotam de repente. que a boca do SJENHOR nomeará. e a su a salvação. dando luz para o mundo e ateando fogo aos corações dos crentes. Ap 2.

O nome. e com a tua terra o S e n h o r se casará. onde Deus é o Construtor. Porém.6-9 6 Ó Jerusalém ! Sobre os teus m uros pu s guardas. Seu novo nome e natureza serão “H efzibá”. signifi­ cando “casada”. O deleite de Deus é comparado a um matrimônio e à alegria de uma lua-de-mel e ao amor. Os “filhos” que se casam com Sião sim­ bolizam o povo que habitará e cuidará da cidade. como o noivo se alegra com a noiva. não haja silêncio em vós. de Sião. e à tua terra. no passado. Neste contexto. As cidades antigas tinham muros para a sua própria prote­ ção. Beulá'. que todo o dia e toda a noite se não calarão. O S e n h o r Prova o Seu Favor 62. prontos para avisar as pessoas de qualquer perigo. o S e n h o r coloca “guardas” nos muros. ' nem estejais em silêncio. Como uma prova do seu favor. que significa “minha delícia está nela”.. e. o paralelo com “assim se alegrará contigo o teu Deus” faz com que alguns traduzam “teus filhos” como “teus construtores”. b. ó vós que fa z eis menção do Se~ N H O R.2. os guardas são os profe­ . ou caráter. era tido como “desam­ parada” e “assolada”. Estes antigos nomes recordavam a respeito do sofrimento e derrota passados. até que confirm e e até que ponha a Jerusalém p or louvor na terra. com o o jovem se casa com a donzela. O SENHOR mudará o seu relacionamento e a sua situação. mas chamar~te~ão: H efzibá. Isto corresponde ao Salmo 147. porque o SEN H O R se agrada de ti. e “Beulá”. O país e o povo de Israel estarão juntos novamente de um modo que mostra o amor de Deus. assim se alegrará contigo o teu Deus.3 o que envolve só uma leve mudança vocálica porque as consoantes são as mesmas. assim teus filh o s se casarão contigo. Os guardas ficavam vigiando em torres.4 N unca m ais te chamarão D esamparada. 5 Porque. nem a tua terra se denom inará jam ais Assolada.

Quando Deus “se lem bra”. O povo comerá o que eles trabalharam para conseguir.II). a p la in a i. . (O hebraico mazkirim também pode significar que os profetas continuam “fazendo Deus se lem brar”.10— 63. p r e p a r a i o c a m i n h o a o p o v o . 9 M a s o s q u e o a ju n ta r em o co m erã o e lo u v a r ã o a o SEN H O R. O Salvador de Sião Virá 62. onde o guarda é o próprio Isaías). p a s s a i p e la s p o r t a s .a d a s p e d r a s .6 10 P a ssa i. garantido pelo seu próprio poder e força. “N unca m ais” Ele usará os inimigos estrangeiros para trazer o seu juízo de form a que estes roubem do povo a sua comida (trigo para fazer pães) e bebida (suco de uva doce). o povo é orientado a passar pelas portas abertas e preparar o caminho. Deus “jurou”. e m q u e tr a b a lh a s te . e beberá o suco de uva não fermentado em adoração festiva nos átrios do santo tem­ plo de Deus. a r v o r a i a b a n d eir a a o s p ovos. Isto é um modo de dizer que Ele entra em ação e faz algo sobre a situação. s J p i r o u o SEN H O R p e l a s u a m ã o d i r e i t a . Ela será a capital do mundo no M ilênio. 2 1 . Eles são os que continuam fazendo “menção do S e n h o r ” . c. n e m o s e s t r a n h o s b e b e r ã o o t e u m o s to .1 2 . removendo as pedras. Todos os obstáculos deverão ser removidos para Deus vir ao encontro do seu povo (v . fez um juram en­ to. Como outra prova do seu favor. a p la in a i a e s t r a d a l i m p a i .) Estes profetas-guardas não deixarão de clamar a Deus para agir. porém.tas (cf. e o s q u e o c o lh e r e m b e b e r ã o n o s á t r i o s d o m e u s a n t u á r i o . aplainando a estrada. até que Ele cumpra a sua promessa de fazer de Jerusalém “louvor na terra”. isto não significa que Ele esqueceu. concernente à restau­ ração de Israel. Em resumo.1 1 . e p e l o b r a ç o d a s u a f o r ç a : N u n c a m a i s d a r e i o t e u t r i g o p o r c o m i d a a o s t e t is i n i m i ­ g o s . e levantar uma bandeira sobre os povos (incluindo os que vieram de longe para Sião).

chamada de “Procurada”. e a su a obra. poderoso para salvar”. co m v estes tinta s? E ste qu e é g lo r io so em su a vestid u ra . eis qu e com ele vem o seu ga la rd ã o. Mateus 21. uma cidade não mais desamparada ou abandonada (e jamais será novamente abandonada). Os profetas-guardas (6 2 . v. Sião será assim um lugar de glória e proeminência. Assim. C id a d e não desam parada. em lugar de “salvação” (ARA).11 com Zacarias 9. m archando vigorosamente com grande força. que também especifica que o Rei humilde vem.5 combi­ na Isaías 62. enquanto per­ guntam quem é este Personagem que “é glorioso em sua vestidura” — usando vestidos em cores vividas —mas “tintos”. inclui os povos (gentios) de todas as direções que vêm para a luz de Sião. A terra de Edom ( “vermelho”) e a cidade de Bozra ( “vindima”) representam o mundo que está contra Deus e se opõe ao seu povo. e tu será s ch am ada P ro cu ra d a .9.2). Colocar “Salvador”.10). Para a “filha de Sião” (o povo de Jerusalém) os profetas-guardas devem dizer “a tua salvação vem” [Heb. “tua salvação”]. qu e m archa com a sua g r a n d e f o r ç a ? Eu.12). literalmente como sendo a salvação. os rem id o s do SENHOR. que falo em justiça. de B ozra. talvez chocados. Jesus aplica isto à sua segunda vinda (Ap 22. yish ’ekh. 12 E chamar~lhes~ão p o v o santo. O que Deus proclama é para o mundo inteiro. os “remidos do S e n h o r ” . 1 Q u em é este q u e vem de E dom . Mateus mostra que ambas as profecias são cumpridas em Jesus. A sua resposta mostra que Ele é o U ngido — “Eu. é descrito mais adiante. p o d ero so p a ra salvar. O “povo san­ to”. ou manchados de verm elho (com o sangue dos seus inim igo s. d ia n te dele.6 ) estão na expectativa da vinda da Salvação como um Rei.11 E is qu e o SENHOR f e z o u v ir a té às ex trem id a d es da terra: D iz ei à filh a de Sião: Eis qu e a tua sa lva çã o v em . Porque . pois Ele traz o seu galardão com Ele e a sua obra está diante dEle (c£ 40. O nome novo. Eles estão surpresos. ou caráter. está correto: “Salvação” é personificada aqui. qu e f a l o em ju stiça .

Ap I 9 .Ele é justo. Quando perguntado por que as suas roupas estão da cor de san­ gue. Só Ele é sem pecado e digno de ser . Ele declara que sozinho pisou no lagar. e o an o dos m eu s red im id o s é chegado.6 ATribulação será seguida depois pelo M ilê­ nio. M uitos acreditam que o juízo será os sete anos daTribulação. O “dia da vingança” indica somente juízo feito depressa. respingadas como as daqueles que pisam as uvas na cuba superi­ or do lagar. Somente Ele pode trazer salvação.I 3 . As suas roupas foram respingadas e manchadas com o sangue deles (cf. e os p isei na m in h a ira e os esm a gu ei no m eu f u r o r . e o m eu f u r o r m e susteve. Aqueles que Ele redimiu já estão redimidos antes do juízo. Eles sofreram a ira do Cor­ deiro (Ap 6. e o seu sa n gu e sa lp icou as m in h as vestes. e a su a f o r ç a d errib ei p o r terra. p elo que o m eu braço m e tro u x e a salvação. e não havia q u em m e aju d asse.7 J E olhei. 6 E p ise i os p o v o s na m inha ira e os em b ria gu ei no m eu f u r o r . Novamente o M essias reconhece que ninguém pode ajudá-lo.5 O “ano” indica um período mais longo de tempo. com o as daquele qu e p isa u v a s n o lagar? 3E u sozin ho p isei no lagar.16). M as “lagar” é figurativo.I 5 ). M as antes de salvar. a ser seguido pelo “ano dos meus redimidos [do M essias]”. os m il anos do reinado de Cristo na terra. e espantei~ m e de não h a ver qu em m e su stivesse. Ele julga os que são representados por Edom e Bozra. e dos p o v o s n in gu ém se achava com igo. e m a n ch ei toda a m in h a vestidu ra . 2 P o r qu e está verm elh a a tua v estid u ra ? E as tu a s vestes. o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro vindo para a batalha do Armagedom.4 4 P orque o dia da vin ga n ça estava no m eu coração. representando povos —especificamente os inimigos tanto de Deus como do seu povo —não uvas. não há nenhum lim ite à sua capacidade para salvar.

Por que o Messias está ali sozinho? .16). a qual ainda é a ira do Cordeiro (Ap 6 . Como o concerto eterno (6 1 . Agora o sangue deles é derramado sobre a terra. O que será envolvido na restauração de Israel para serem sacerdo­ tes do Senhor? 5. O que 61. refere-se ao Messias? 2. fazen­ do-os bêbados na sua ira. Dn 2. Como nós sabemos que a missão inspirada pelo Espírito. porque eles escolheram pagar a penalidade pelos seus próprios pecados. Qual é a significação dos novos nomes e a comparação a um casamento? 9. e por que elas estão de tal modo manchadas? 13. Quem é aquEle que vem com vestes tintas de vermelho. Quem são os guardas e qual é o trabalho deles? 10.8 ) é relacionado à nova aliança que foi posta em efeito pela morte de Jesus? 6. Quais são os incluídos nos redimidos do Senhor e qual é a rela­ ção deles para com Sião? 12. Quem fará Sião oferecer luz para o mundo e como isto será rea­ lizado? 8. Que conforto dará o Messias aos tristes em Sião? 4.o Juiz das nações. M uitas passagens mostram que o reino milenial e a sua paz devem ser introduzidos através do juízo (por exemplo.45).10.11 nos mostra sobre a natureza do Messias? 7. a ira daquEle que morreu para lhes trazer a salvação. Por que Jesus parou a sua citação no meio do versículo 2? 3.44. no ca­ pítulo 61. trazendo a vingança divma. O que é necessário para Deus vir ao encontro do seu povo? 11. Ele traz salvação e pisoteia os povos pecadores do mundo.8 Pelo seu próprio po­ der. Q UESTÕES D E EST U D O 1. Eles rejeitaram o seu sangue que foi derramado por eles.

. aliança de amor”). co n so a n te tudo o qu e o SENHOR n os con cedeu . qu e u so u com eles segu n d o as su a s m isericó rd ia s e segu n d o a m u ltid ã o das su as benign idades. 5 Eles são redim idos por causa da obra realizada em Isaías 53. chasàe. Isaías O ra por Misericórdia e Perdão 63. agora começa uma oração por misericórdia e perdão que continua pelo capítulo 64. Veja The Prophets (Philadephia: Jewish Publication Society o f America. eles são m eu povo. 4 Stanley M . RJ: CPAD. 6 Stanley M .12 I. A ssim ele f o i seu Salvador. 19 9 -2 1 4 . H orton. H orton. 2 8 2. 8 5 -9 5 . Isaías. Ele começa por contar que está atento a respeito dos atos das “benignidades” de Deus (Heb. Jesus cumpre ambas as funções por redim ir e julgar. 19 95 ).7-64. 3 Isto poderia ser traduzido como “A quele que a reedificou”. A Vitória Final: Uma Investigação Exegétíca do Apocalipse (R io de Janeiro. 2. f i lh o s qu e não m en tirã o. 2 U m a vez que o M essias deve dar alegria e justiça.6). 4 9 7 s.7 -1 5 1 A s ben ign id a d es do Sen hor m en cio n a rei e os m u ito s lo u v o res do SENHOR. LO UVO R PELA BONDADE DE DEUS 6 3 . Nosso Destino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 19 78 ). 8 O hebraico g o ‘el significa tanto “o parente-redentor” como “o vingador de sangue”. como um profeta-guarda (6 2. 7 Ibid. RJ: CPAD. a m aioria dos com entaris­ tas antigos entendem que quem fala aqui é Sião. 1 9 9 8 ).CITAÇÕES 1 A mesma palavra é traduzida como “tristes” no v. “imutável. D. as suas gran­ des dádivas e a bondade para com a casa de Israel. atos dignos de . 10 8 -1 0 9 . 2 1 0 . infalível. e a g r a n d e bon dade p a ra com a casa de Israel. 8 P orque dizia: C ertam en te.

o Messias. e Ele é o M ediador divino entre Deus e a humanidade. “Assim ele foi seu Salvador” (insinuando que Ele os salvou e repetidamente os livrou em várias situações). N o seu amor e compaixão. Ele os redimiu como um Parente-Redentor. e os co n d u z iu todos os dias da an tigüidade. p elo que se lhes to rn o u em in im igo e ele m esm o p e le jo u con tra eles. e “em toda a angústia deles foi ele angustiado”. 9 E m toda a a n gú stia deles f o i ele an gustiado. se lem b rou dos dias da an tigü idade. Deus não podia perm iti-los continuar em presunçosa ingratidão e indiferença ao seu amor. dizendo: O n d e está aq uele que os f e z su b ir do m a r com . concedendo-lhes muitas misericórdias nestes freqüentes atos do concerto de amor. o Ungido. Deus os tratou como a sua família. Ele usou exércitos humanos para trazer juízo na época dos juizes e dos assírios. como também depois. Agora Isaías confessa os pecados do povo: “eles foram rebeldes. M as eles f o r a m rebeldes e co n trista ra m o seu E spirito S anto. e os tom ou. “todos os dias da antigüidade”. cólera. ele os rem iu . blasfêmias.31 lista algumas das ações que entristecem o Espírito Santo de Deus: amargura. 11 Todavia. ira. Deus estava pessoalmente presente com eles em cada situação angustiosa (como a escravidão no Egito e a opressão durante o tempo dos juizes). Ele protegeu e tomou conta do seu povo durante a história deste. O “Anjo [ou Mensageiro] da sua presença” [ou face] não é nenhum anjo co­ mum. e o A njo da sua p resen ça os sa lv o u . para Ele.louvor. que realiza a obra do Pai. de M oisés e do seu povo. Deus está pessoalmente presente nEle. Foi neste sentido que Ele mesmo “pelejou contra eles”. Ele os con­ tava como seu povo e como seus filhos “que não mentirão”. p elo seu a m o r e p ela su a com pa ix ã o. ou serão infiéis. Ele “se lhes tornou em inimigo”. gritaria. e contristaram o seu Espírito Santo” — não uma vez.30. mas repetidas vezes.1 Efésios 4. e m alícia de todos os tipos.

significa plano. Suph. “no deserto”) não se refira sempre a terreno plano. Estes juízos fizeram com que o remanescente piedoso entre o seu povo se lembrasse do tempo de M oisés e da sua liderança.2. quando eles estavam tropeçando ao m eio-dia (5 9. provavelmente. co m o o cavalo. p a ra cria res um n o m e glorioso. mas sobre outros também. e pergun­ tar por aquEle que lhes trouxe a todos pelo mar Vermelho.16). campo aberto onde um cavalo pode correr sem trope­ çar. Conquanto “no deserto” (Heb. d e m od o que n u n ca trop eça ra m ? conduziu pelas profundezas úmidas do mar Verme­ lho. aqui. 35 .I 7 ). não cultivado. a ssim g u ia s te ao teu povo. “junco”) foram divididas (Ex 14.3.10 ).os p a sto res do seu reban h o? O n d e está o qu e p ô s no m eio deles o seu E spírito Santo.30-35). como Bezalel e Aoliabe (Ex 31. 6. O SE N H O R o s M C om o ao a n im a l qu e desce aos vales. . mídbbar. o E spírito do SENHOR lhes deu descan so. Israel viu isto quando as águas do mar Vermelho (Heb. uma lembrança eterna do seu nome e caráter como Salva­ dor de seu povo. no deserto. o povo pergunta onde Deus está agora? Onde está a obra do seu Espírito Santo? 12 a q u ele cu jo braço g lo r io so ele f e z a n d a r à m ã o d ireita de M oisés? Q u e f e n d e u as águ a s dia n te deles. Presentemente. p a ra cr ia r u m n om e etern o ? Moisés experimentou o poder do SE N H O R . Israel continuou a lembrar da libertação do Egito pelo mar Vermelho como uma evidência primordial do poder e grandeza do SE N H O R . Nenhum obstáculo estava no caminho de Israel quando Deus os habilitou. Ele não só pôs o seu Espírito Santo sobre Moisés e sobre os setenta anciãos ÍNm I I. 13 A quele que os g u io u p elo s abism os. Como era diferente nos dias de Manasses.

Tu. Ele nunca os rejeitará. és n osso Pai. Isaías clama a Deus em oração. “desde a antigüidade” ou “desde a eternidade”). 13 A tenta desde os céu s e olha desde a tua santa egloriosa habitação. ain d a q u e A braão n os n ã o conhece. e o seu zelo para preservar a sua honra) e as suas obras podero­ sas estão. como Josué (N m 27. Eles não podem clamar para Abraão (o pai terreno deles) socorrê-los. DEUS É AINDA NOSSO PAI 63. “a ternura” de Deus e as suas “misericórdias” estão detidas por causa dos pecados de Israel. nosso R ed en to r desde a a n tigü id a d e é o teu nom e. lhes foi dado “descanso” repetidas vezes. neste momento. O n d e estão o teu zelo e as tua s obras pod erosa s? A tern u ra das tuas entranhas e das tuas m isericórd ia s d etém -se pa ra com igo! Depois de se lembrar do que Deus fizera nos primórdios da na­ ção. Isaías faz um apelo tendo por base o importante fato de que Deus é o Pai do seu povo. onde a sua santidade e glória estão constantemente em evi­ dência.16 16 M as tu és n osso Pai. M as Deus é ainda o Pai e o Parente-Redentor de seu povo. pedindo-lhe que olhasse “desde os céus”. Israel (Jacó). trouxe glória ao seu nome. . Através do Espírito Santo e dos líderes cheios do Espírito. m e’olam.2 como Deus prometera (Js 23. nem para o seu neto. deste modo. ó SENHOR. Ele é o mesmo e sempre o será. e I sra el não n o s reconhece. Por perguntar onde o seu zelo (o seu amor zeloso pelo seu povo. A orientação de Deus.Os israelitas que saíram do deserto eram como o gado que desce das colinas estéreis para os exuberantes pastos verdes da Terra Pro­ metida. 2.1). No entanto. O seu nome e caráter são “desde a antigüidade” (Heb. Isaías expressa o desejo de ver novamente o poder e a glória que foram manifestados nos dias de M oisés e Josué.18 ). pois eles nada sabem a respeito do sofrimento presente do povo.

Isaías não está culpando a Deus pelo desvio do povo dos seus caminhos e pelo endurecimento dos corações de modo que eles não o temem nem o reverenciam. p o r a m o r dos teu s servos. a mensagem de Deus só os torna mais duros.1 7 -1 9 17 P o r que. f o i p o ssu íd a p elo teu sa n to p ovo. Isaías lamenta que embora o povo de Israel fosse o povo de Deus desde muito tempo atrás. as trib os da tua herança. Como Isaías 6. 19 T o rn a m o -n o s co m o aq ueles sob re q u em tu n u n ca d om in a ste e co m o aq ueles que n u n ca se ch am ara m p elo teu nom e.3. Leupold sugere o seguinte: “ O espaço de tempo onde Deus efetivamente sustentou o seu povo foi comparativamente tão curto . o santuário de Deus. SE N H O R . o chamado pelo seu nome. ó Senhor . Israel como um povo santo. Isaías pode estar expressando as condições no tempo de Manasses. manifestar a sua presença.10 indica. 18 Só p o r u m p o u co de tem po. ou seja. ou pode estar profetizando o que aconteceria quando os babilônios viessem. eles são “as tribos da [tua] herança”. poder e graça no meio do seu povo. que pode significar a terra santa de Deus. ou profanaram. Mas Isaías transforma isto em um clamor para Deus fazê-los “vol­ tar”. e assim declarar que eles pertenciam a Ele. o povo escolhido por Ele. p a ra que te não tem a m os? Faz voltar. n ossos a d versá rios p isa ra m o teu sa n tu á rio.5— 7. como ele previu em 39. n os f a z e s d esv ia r dos teu s ca m in h os? P or q u e en dvtreces o n osso coração. quer dizer. Deus nunca lhes tinha governado (seu povo no passado) e eles jamais tinham invocado o seu nome sobre eles. Afinal de contas. separado para a adoração e serviço do possuiu a sua herança naTerra Prometida por apenas pouco tempo. Então os adversários e opressores “pisaram”. quando os corações das pessoas estão endurecidos pelo pecado. CORAÇÕES ENDURECIDOS 6 3 .

q u e n ã o e sp e r á v a m o s . Isaías faz censuras sobre o passado. n em co m o u v id o s se p e r c e b e u . então o seu nome teria sido dado a conbecer “aos [seus] adversários” e as nações teriam tremido à sua presença. Agora. então as montanhas teriam tremi­ do como o Sinai. se tão-somente Deus tivesse descido. M as ele insinua que ainda quer que Deus aja decisivamente. quando Deus fazia coisas ines­ peradas e assombrosas que inspiravam temor reverenciai. (Heb. 4 P o rq u e d esd e a a n tig ü id a d e n ã o se o u v iu . durante o reinado ímpio de Manassés. Ele quer dizer. . hi ) introduz uma condição contrária ao fato aqui. e o s m o n t e s s e e s c o a v a m d i a n t e d a t u a fa ce .1-9 1 O h ! s e fe n d e s s e s os céu s e d cscesses! Se os m o n tes se esco a ssem d ia n te d a tu a fa c e ! Isaías apaixonadamente lamenta sobre o passado. e o povo de Deus teria respondido através de arrependimento! Isaías se preocupa pelo nome de Deus. “como quando o fogo inflama a lenha e faz ferver as águas”. Pois Deus desceu no Smai e os “montes se escoavam” diante da sua presença. ISAÍAS CLAMA PARA DEUS AGIR 64.4 “Oh! se”. n e m c o m o s o lh o s s e v i u u m D e u s a lé m d e ti. 4. As circunstâncias teriam sido diferentes. p a r a f a z e r e s n o tó r io o teu n o m e a o s teu s a d v e r s á r io s . Eles tinham quebrado a aliança. É como se Ele “nunca tivesse dom inado” sobre o seu povo”.3 Os pecados de Israel tinham-no se­ parado das bênçãos e dos privilégios que Deus lhe dera. 3 Q u a n d o fa z i a s co is a s te r r ív e is . d e scia s . 2 C o m o q u a n d o o f o g o i n f l a m a a le n h a e f a z f e r v e r a s á g u a s .que quase não valia a pena considerar. Isaías sente que Deus não está fazendo nada. sobre a honra de Deus. ou seja. q u e t r a b a lh e p a r a a q u e le q u e n e le e s p e r a . a s s im a s n a çõ es trem essem d a tu a p r e s e n ça ! Se Deus tivesse descido em poder.

Eles não só acham alegria na justiça. que im pedia a pessoa de entrar no tem plo). pagada. “encontra”. . Ele é o único Deus que responde. p a r a q u e s e j a m o s s a lv o s . A confissão continua: “Todos nós somos como o im undo” aos olhos de Deus. são como “trapo da im undí­ cia” (lit.9. c o m o u m v e n t o . caminhos que se tornam claros para eles à medida que eles oram. e to d o s n ó s c a ím o s c o m o afo l h a . como uma peça de vestuário suja de sangue do período menstruai de uma mulher. Quer dizer. Porém. “age para abençoar”) que se alegrava enquanto “praticava justiça” (agia em justiça ou retidão). Isto não quer dizer que essa rebelião há muito tempo continuada fosse alguma vez se encontrar com a salvação. feitos para cumprir as exigências. eles se lembram de Deus em seus caminhos. O resul­ tado é o juízo divino: Eles murcharam e caíram “como a folha”. n e le s h á e t e r n i d a d e . Deus vem “ao encontro daquele” (Heb. e t o d a s a s n o s s a s j u s t i ­ ça s . ou formas da sua religião. 5 S a is t e a o e n c o n t r o d a q u e le q u e s e a le g r a v a e p r a t i c a v a j u s t i ç a . e a s n o s s a s c u lp a s . Isaías se identifica com o povo e confessa que eles conti­ nuaram pecando ( “pecamos”) contra esses caminhos. (Veja a aplicação deste versí­ culo aos que amam o Senhor em I Co 2. e is q vie te ira s te . os cami­ nhos revelados na sua Palavra.) O fato de que só Ele é Deus pressupõe a sua soberania. Todos os atos justos do povo. eles têm uma rela­ ção pessoal com Ele enquanto seguem nos seus caminhos.. 6 M a s t o d o s n ó s s o m o s c o m o o im u n d o . a qual estava cerimonialmente suja de­ baixo da Lei. co m o tra p o d a im u n d íc ia . Ninguém no passado ou no presente ouviu ou viu (através de revela­ ção) qualquer outro Deus a não ser Ele. p o r q u e p e c a m o s .Isaías não esqueceu que Deus age a favor daquele “que nele espe­ ra” em expectativa de fé por Ele. n o s a r r e b a t a m . muito embora soubessem que isto enfureceria a Deus. d a q u e le s q u e s e le m b r a m d e t i n o s t e u s c a m i n h o s .

agora. eis. 103. G1 1. e nenhuma pessoa se movia para se apegar a Deus (como Jacó fez quando ele lutou com o Anjo. Cl I . ninguém estava invocando o nome de Deus. trouxe desânimo e m orte. “dissolver”). Os 12. ou seja. olha. 89.I 2 .6.6 -8 .2 4 2 8 . Gn 3 2 . (A bonita imagem do SENHOR como o Oleiro e como o Pai é freqüentemente atestada —D t 32. e todos nós. Jr 18. M l 2. e que Ele não se lembre para sempre dos pecados que lhe .) Deus pode mudá-los apesar do que eles fizeram no passado. fmugenu. o s nosso oleiro.5 <Mas. Seguramente Ele está preocupado so­ bre o povo que é a obra da sua mão. todos nós som os o teu po vo.5. Deus tinha escondido o seu rosto (afastado a sua manifesta presen­ ça e bênção) e fez com que a culpa dos seus pecados os fizesse “derreter” (Heb. N o m eio do ju íz o de D eus (provavelm ente na época de M anassés). ó SENHOR . M t 6 . 7 E já ninguém há que invoque o teu nome. reconhecendo que Deus não mudou. porque escondes de nós o teu rosto e nos fa z es derreter. tu és nosso Pai. obra das tuas mãos. o barro. Ele ainda é o Pai de Israel. nós. 63. nem perpetuam ente te lem­ bres da iniqüidade. fazendo-o “obra das [suas] mãos”.10.16. Agora Isaías clama novamente a Deus.21.Então os seus pecados culpados os arrastam como o vento arrebata as folhas mortas. SI 68.16.13. o que chamou a nação à existência. Isto corresponde ao tempo de M anassés em vez do exílio babilônico posterior. e tu.4).6. Is 29 . que desperte e te detenha. nós te pedimos.3. p or causa das nossas iniqüidades.26. por m iseri­ córdia. Ele também é o Oleiro divino que amolda o barro. R m 9. 9 Não te enfureças tanto. Isaías suplica a Deus que não deixe o pleno peso da sua ira cair sobre eles. ó SEN HO R .

quer dizer. 1 A nossa santa egloriosa casa. ó Ficarias calado. o que mos­ trará a majestade do juízo de Deus. em que te louvavam nossos pais. e nos afligirias tanto? S en h or? A resposta de Isaías a esta visão é perguntar a Deus se. Sião está feita um deserto.5— ele vê em uma visão que as “santas cidades” (cidades da 7). (Os exilados que voltaram da Babilônia não tiveram que dizer isto. Jerusalém está assolada.6 12 C onter-te-ias tvi ainda sobre estas calamidades. será queimada a casa de santidade e beleza esplêndida de Israel.10-12 10 As tuas santas cidades estão feita s um deserto. 1 f o i queimada. Este será o clímax da destruição. Ele continuará se contendo (especialmente depois da oração do v. levando em conta tudo isto. M as os exilados não teriam dito o que nós lemos no versículo 12. 5. do templo que aconteceu nos dias de Manassés. se tornarão uma pilha de pedregulho. toda a terra de Israel). santidade de Deus. serão feitas um deserto. JERUSALÉM ARRUINADA 64. ou profanação.causaram a indignação.9). Alguns tomam isto como sendo o que os exilados disseram quan­ do voltaram da Babilônia. onde os pais da nação louvavam a Deus. e todas as nossas coisas m ais aprazíveis se torna­ ram em assolação. Pedir a Deus para olhar para eles é um clamor pela sua graça e misericórdia: Deixe-o ver e reconhecer que eles ainda são o seu povo. pois Jerusalém será “assolada”.) . e todas as “coisas mais aprazíveis”. permanecendo calado e castigando (humilhando e afligindo) ainda mais a Israel. inclusive Sião. os artigos pre­ ciosos do templo. Como um clímax para os seus sofrimentos. Devido ao que Isaías sabia que iria acontecer (39.

Que ações de Deus no passado fazem Isaías ter expectativas? 5. 197 1 ).C . 1 9 9 3 ). em Wycliffe Bible Encyclopeâía (C hicago: M o o dy Press. M as com o B ultem a d iz: “Isto m o stra quão pouco esses h o ­ m ens têm p e n e trad o no e s p írito d e sta p ro fe c ia ” . 8. Que lições Israel deveria ter aprendido a partir do êxodo? 3. 518. O que é significativo a respeito da oração de confissão de Isaías? 6.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 2 O hebraico tenicbennu é freqüentativo. 1:857. Exposition o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. 4 J. Qual é o apelo de Isaías em 63. 19 8 1). 6 M u ito s crítico s usam os versículos 10 e I I p ara argum entar que um auto r desconhecido escreveu isto após Jerusalém ter sido d estru íd a em 5 8 6 a. C.16— e em que bases ele o faz? 18 4. Qual era a condição de Jerusalém e do templo na parte final do reinado de Manassés? CITAÇÕES 1 O fato de que o E spírito Santo pode ser entristecido m ostra que Ele é uma Pessoa distinta. 6 1 2 . C om mentary on Isaiah. 111. R J: CPAD. 70. O que a Bíblia D iz Sobre o Espirito Santo (R io de Janeiro.: InterVarsity Press. H a r r y B u ltem a. C ornelius Lam bregtse (G ran d R ap id s: Kregel Pub licatio n s. H orton. “Book o f Isaiah”. 2 :1 4 8 . Alec M otyer. Leupold. . 3 H . A llis. 1 9 7 5 ). trans. O que Isaías enfatiza na sua oração? 2. 5 O swald T. Por que Isaías se refere a Deus como Pai e Oleiro? 7. The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove. 19 93 ). Veja Stanley M .

Quer dizer. seguindo “os seus [próprios] pensamentos”. Eles eram responsáveis pela condição na qual estavam.1-66. e Paulo chama a atenção para o fato de que alguns o fazem.20. qu e cam in ha p o r ca m in h o qu e não é bom . Israel também estava muito centrado em si mesmo e muito interessado a respeito de seus próprios planos e desejos para responder.E. f u i achado p o r aqueles qu e m e não bu scavam .21. Ele repetidamente fez ofertas ou propostas iniciais amigáveis.) Porém. amoroso e urgente apelo de “todo o dia “de Deus para Israel os encontra teimosos na sua rebelião. Alegria e Juízo 65. “diante da [sua] face”. onde Paulo aplica 65. eles “de contínuo” o provocavam.24 I. desafiando-o de fato. a u m p o v o que se não cham a­ va do m eu n om e eu disse: E is-m e aqui. “Eis-me aqui”) para um Israel que “se não chamava do meu nome”.21. 2 E stendi as m ã o s todo o dia a u m p o v o rebelde . henneni.2 a Israel. Deus toma a iniciativa e torna possível às pessoas o buscarem e o acharem. Misericórdia. ainda que eles não o buscassem. Deus responde então à confissão e oração do capítulo 64. o constante. Bênção. após os seu s p en sa m en to s. Em comparação. deixou-se buscar). sa crifi­ ca n d o em ja r d in s e q u eim a n d o in cen so so b re tijolos. (Isto continuou nos . dizen­ do que Ele se revelou (ou. Rm 10.) 3p o v o que m e irrita d ia n te da m in h a f a c e de con tín u o. (Veja R m 10. N a própria presença de Deus. dizendo: “Eis-me aqui” (Heb. imagina­ ções e planos. Ele se deixou achar.1 -7 1F u i bu scado p elo s qu e não p ergu n ta va m p o r m im . (Cf. muito embora eles (Is­ rael em seus primórdios) não perguntassem por Ele. porque eles continuaram a andar em caminhos que Deus via não serem bons. A RESPOSTA GRACIOSA DE DEUS 6 5 .1 aos gen­ tios1 e 65.

u m J o g o que arde todo o dia. d eita r-lh es-ei a recom p en sa no seu seio. e não te ch egu es a m im . Provavelmente eles se identi­ ficavam tanto com os falsos espíritos ou falsos deuses que pensavam que qualquer um que os tocasse estaria em dificuldade. a seu devido tempo. Todas estas atividades eram uma abominação ao SE N H O R . 5 E dizem : R etira -te.7) e em im ita­ ção de práticas pagãs. Passar a noite em vigília “junto aos lugares secretos”. E stes sã o u m a f u m a ç a n o m eu nariz. indica práticas ocultas. Assentar-se “junto às sepulturas”. às tumbas. Tais pessoas são “uma fumaça” nas narinas de Deus. Isto também aponta para a época de Manassés.dias de Ezequiel. Deus. 4 a ssen ta n d o -se ju n t o às sep u ltu ra s. 6 E is q u e está escrito d ia n te de m im : n ã o m e calarei. veja Ez 8.) Sacrificando “em jardins e queimando incenso sobre tijolos” era contrário à Lei e mostrava que o povo de Israel estava seguindo rituais pagãos. m a s eu pa garei. dará um ponto final ao seu . p o rq u e so u m a is sa n to do que tu. a Septuaginta diz: “em cavernas onde eles dormem por causa de so­ nhos”). Estes pecados estão escritos em um livro (como um débito em uma conta). um fogo ininterrupto “que arde todo o dia”. No hebraico. e p a ssa n d o as n o ites ju n to aos lu ga res secretos. As­ sim. novamente ao contrário da Lei (Lv 11. T E V ). (alguns sugerem “entre as fendas das rochas”. e co m en d o ca r n e de p o rco e caldo de coisas a b om in á veis n os seu s pratos. estas pessoas são objetos da ira de Deus. indica tentativas es­ píritas para contatar com os mortos. cólera e causa furor (cf. a idéia da área nasal estar sendo fre­ qüentemente aquecida indica ira. Eles também comeram carne de porco e fizeram sopa de “coisas abomináveis”. sim . Eles também seguiram idéias pagãs de santidade ou separação (o que nós chamaríamos de “tabus” hoje).

SI 79. p a ra qu e os não d estru a a todos. de modo que Israel tem alguma “bên­ ção” (Heb. 2. Por causa deste remanes­ cente de servos que são uma bênção. este devia começar no meio do povo de Deus (cf.13.2) eram em desafio a Deus e mereciam pleno castigo. Ne 5. uma “bênção”) nele. O “seio” aqui refere-se à dobra da vestimenta acima do cinto onde um objeto poderia ser colocado (cf. 7 as vossas in iq ü id a d es e ju n ta m en te as in iq ü idad es de vossos p a is j diz o SENHOR. e os m eu s eleitos h erda rão a terra. 15. Eles são semelhantes a “um cacho de uvas” com o suco ainda nele. assim fa re i p o r a m o r de m eu s servos. p elo qu e lhes to rn a rei a m ed ir as su a s obras an tigas no seu seio. e os m eu s serv o s habitarão ali. I Pe 4 . .8 -1 0 * A ssim d iz o Sen h or : C om o qu an do se acha m osto em u m cacho de uvas. Deus fará de modo que “os não destrua a todos”. 9 E p ro d u z irei d escen d ên cia a J a có e a J u d á . Ou seja.silêncio e longanimidade e lhes pagará em plena medida. berakhah. cf. Agora o S E N H O R dá uma resposta mais extensa. Não havia nenhuma montanha na Babilônia.1 7 ). p o is há benção n ele . 0 REMANESCENTE PO SSUIRÁ A TERRA 6 5 .38).12. As ofertas queimadas “nos montes [e] outeiros” (lugares altos.5). dizem : N ão o desperdices. Ele ainda tem verdadeiros servos em Israel. Ex 20. u m herdeiro que p ossu a os m eu s m o n tes. Isto igualmente corresponde ao tempo de Manassés. Esta seria a primeira forma de castigo que o S E N H O R faria na sua agenda de julgamento. eles colheriam agora o juízo tanto pelos seus próprios pecados quanto pelos pecados de seus pais (cf. Lc 6. qu e q u eim aram in cen so n os m o n tes e m e a fro n ta ra m n os o u teiro s. Devido a eles continuarem nas “iniqüidades de [seus] pais”.

meus servos”. se afastando para longe de seu culto no templo. a qual se tornou como o seco Arabá. para o m eu povo que m e buscar. mas fiz estes o que é m al aos m eus olhos e escolhest. e viverão ali. para despejar como uni oferecimento de bebida para o deus Destino (ou Sorte). será transformado em um 26 lugar de “repouso de gado”. de lugar de repouso de gado. Isaías recorre a exem­ plos representativos.Deus produzirá descendência da sobra de Jacó e Judá e eles pos­ suirão a terra de Israel (à qual Deus se refere como “os meus mon­ tes”) como a herança deles. e o vale de Acor.11-16 11 Mas a vós que vos apartais do S e n h o r . o S eos “destinará”.es aquilo em que eu não tinha prazer. porquanto chamei . terão uma recom­ pensa diferente. na orla marítima ao sul do monte Carmelo. e não respondestes. ele quer dizer que de oeste a leste toda a terra será restaurada para a sobra ou remanescente.. Eles se voltaram para o culto pagão. que esqueceis do meu santo mon­ te”. perto de Jericó. 3. A outrora fértil planície de Sarom. e não ouvistes . outrora um lugar de juízo (Js 7. que vos esqueceis do meu santo monte. 10 E Sarom servirá de curral de ovelhas. preparando uma mesa de oferecimentos de comida para a deusa Fortuna. Isto aponta ao futuro para o tempo do Milênio.. “Vós que vos apartais do SENHOR. O vale de Acor. que preparais uma mesa para a Fortuna e que misturais vinho para o Destino. Eles estão se encurvando à deusa . falei. será restaurada e terá pastos verdes. Caracteristicamente. Assim. DEUS JULGARÁ AQUELES QUE 0 ABANDONARAM 65. NHOR O deus Destino não determinará o futuro dos israelitas. ao sul de Berseba.24— ). para a espada.2e enchendo um copo de vinho misturado com temperos e drogas. l~ também vos destinarei a espada} e todos vos encurvareis à matança. “os meus eleitos.

eis qu e os m eu s serv o