Comentário Isaías - Stanley M.Horton

S T A N L E Y

M

.

H 0

R

T

0

N

^ SERIE
Comentário Bíblíco

0 profeta messiânico
S T A N L E Y M. H O R T O N

Tradução Benjamim de Souza

O CPAD

REIS BOOK’S DIGITAL

Todos os direitos reservados. Copyright © 2 0 0 2 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de D eus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina. T ítu lo do original em inglês: Isaiah Gospel Publishing H ouse, Springfield, M issouri Prim eira edição em inglês: 2 0 0 0 Tradução: Benjamim de Souza

Preparação dos originais: Joel D utra Revisão: Kleber C ruz Capa: Flam ir A m brósio Pojeto gráfico: Eduardo Souza Editoração: O lga Rocha dos Santos

CDD: 2 2 0 —Com entário Bíblico ISBN: 8 5 -2 6 3 -0 4 0 9 -7 Para maiores inform ações sobre livros, revistas, periódicos e os últimos lançamentos da CPAD, visite nosso site: h ttp ://w w w .cpad.com.br

As citações bíblicas foram extraídas da versão Alm eida Revista e Corrigida, edição de 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicação em contrário.

C asa Publicadora das A ssem bléias de Deus Caixa Postal 331 2 0 0 0 1 -9 7 0 , R io de Janeiro, RJ, Brasil 2'' edição/2003

Prólogo

Isaías é um dos mais ricos e mais lindos livros na Bíblia —tanto teológica como literariamente. Entre os livros do Vélho Testamento não há nenhum que mais utilize a linguagem hebraica, nenhum que tenha uma maior expressão da mensagem do Evangelho e da natu­ reza de Deus. Isaías, o profeta, é o primeiro teólogo do Velho Testamento. É apropriado que a CPAD deva pu­ blicar um comentário sobre Isaías produzido pelo prin­ cipal teólogo pentecostal do Velho Testamento. Stanley H orton é um maravilhoso exemplo de um erudito dirigido pelo Espírito. Ele conhece o Hebraico original e os pontos de vista dos eruditos e a voz do Espírito Santo, Ele tem despendido sua vida toda estu­ dando e ensinando a Bíblia, especialmente o Velho Tes­ tamento. Isaías tem sido um de seus mais intensos estu­ dos desde que ele o fez o foco de sua dissertação de doutorado. N ela ele mostrou que a perspectiva de todo o livro corresponde à autoria tradicional do profeta do oitavo século a.C. em Israel. Isso está em contraste com

muitos eruditos modernos, os quais teorizam um ou mais autores posteriores em Babilônia para os capítulos 40 a 66. Stanley Horton é um grande exemplo de humildade cristã e de­ monstra isso em seus escritos, apresentando gentilmente o que acre­ dita ser a verdade. Ao mesmo tempo, ele considera as diferentes in­ terpretações, permitindo aos leitores a escolha entre estas. Devido a Stanley H orton ter estado imerso no livro de Isaías por anos, ele tem um maravilhoso domínio de seu conteúdo. Sua leitura cuidadosa e reverente do texto traz a mensagem que Deus pretendia. Horton tem um dom para tratar do que realmente importa, trazen­ do de um modo simples e claro ao estudante da Bíblia as percepções dos eruditos. Este livro será de grande ajuda às pessoas leigas, as quais precisam deste grande livro de Isaías colocado em linguagem que possam entender. A obra do Dr. Horton demonstra uma sólida teologia bíblica que permite ao inspirado escritor da Bíblia dizer hoje o que ele pretendia em seus dias: o leitor é capaz de ouvir Isaías pregar a sua própria mensagem em seu próprio contexto antigo. Contudo, Horton mostra a relevância dos princípios divinos por trás dos textos antigos. Ele relaciona continuamente as profecias a Cristo. O livro finaliza com um apêndice de grandes temas teológicos em Isaías. Esta parte junta em um compacto mas profundo modo de compreen­ der muitas das maravilhosas verdades destacadas no livro. Para mim, é uma honra recomendar esta obra. Stanley Horton tem sido a maior influência em meu entendimento, trabalho e amor pelo Velho Testamento. Creio que os estudantes da Bíblia serão aben­ çoados pela espiritualidade e clareza da mensagem à medida que H orton a torna conhecida. Eu estou muito agradecido que o seu profundo conhecimento deste importante livro do Velho Testamento está finalmente publicado para abençoar a igreja, tanto dentro como fora da sala de aula.
R oger D. C otton, Tb.D.

Professor de Velho Testamento Seminário Teológico das Assembléias de Deus Estados Unidos da América

Prefácio

O livro de Isaías sempre foi um de meus favoritos. Eu lhe dei uma especial atenção em meus estudos de doutorado. M in h a dissertação, aceita pelo Central BaptistTheological Seminary (SeminárioTeológico Ba­ tista Central), era intitulada “A Defense on Historical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiab Referring to Babilon” (U m a Defesa sobre os Ele­ mentos Históricos da Autoria de Isaías a Respeito das Passagens no Livro de Isaías Referentes à Babilônia). O livro de Isaías era importante para os judeus na época anterior a Cristo. Quinze manuscritos hebraicos do livro de Isaías foram encontrados entre os Rolos do mar M orto. Jesus e os escritores do Novo Testamento também o consideravam importante, pois eles 411 ve­ zes fizeram citação de Isaías. As profecias de Isaías tive­ ram um profundo efeito sobre Jerusalém e Judá em seus

V lll

Comentário Bíblico: Isaías

dias. Elas continuam a abençoar todos aqueles que as estudam hoje. Em concordância com o uso tanto da ARC (versão de Almeida Revista e Corrigida da Bíblia de Estudo Pentecostal) como de outras versões (N V I e KJV por exemplo), a palavra SE N H O R é usada em letras maiúsculas e pequenas maiúsculas onde o hebraico do Velho Testamento tem o nome pessoal de Deus, Iahweh. O hebraico escre­ via apenas as consoantes Y H W H . As tradições posteriores seguiram o Novo Latim JH V H e adicionaram vogais do hebraico para “se­ nhor” para lembrá-los de ler Senhor em vez do nome divino. M as isto não foi jamais com a intenção de ler “Jeová”. Nas citações das Escrituras, as palavras que eu desejo enfatizar estão ressaltadas com itálicos. Para uma leitura mais fácil, as palavras hebraicas, aramaicas e gre­ gas estão todas transliteradas com caracteres do nosso alfabeto. Algumas poucas abreviações utilizadas: Gk.: Grego Heb.: Hebraico ARA: Almeida Revista e Atualizada ARC: Almeida Revista e Corrigida (Bíblia de Estudo Pentecos­ tal, CPAD) ASV: American Standard Version KJV: King James Version N V I: Nova Versão Internacional M eus especiais agradecimentos vão para Glen Ellard, Paul Zinter, e Leta Sapp na Gospel Publishing House e a todos aqueles que aju­ daram na preparação deste livro. Obrigado também a minha esposa, Evelyn, pelo seu encorajamento. Esta é uma versão revisada de um comentário originalmente acom­ panhado por textos hebraicos e publicado em 1955 pela The World Library Press Inc., Springfíeld, M o., Gregory Lint, editor executivo.

Sumário
P rólo go P refácio v vii I

S in o p s e ......................................................................................

In tro d u ç ã o ...................................................................................... 5 C e n á rio ............................................................................................ 5 O fim do rein o norte de I s r a e l............................. 7 Ju d á nos dias de I s a ía s ...............................................9 As invasões a s s ír ia s .................................................. 11 C ro n o lo g ia do tem po do p ro feta I s a ía s ..... 16 V isõ es críticas do livro de I s a ía s .................................. 17 U m a breve descrição d a m en sagem de Is a ía s ....... 2 7 In tro d u ç ã o ...... .................... .......................................... 2 7 Isaías: o p ro feta e sua m e n sa g e m ..................... 2 8 P ro fecias in ic ia is ......................................................... 2 9

A visão e ch am ad a de I s a ía s .................................... ...........2 9 A m ão irad a de D eus e sua m ão s a lv a d o r a ................... 3 0 Ju íz o sobre as nações e s tr a n g e ir a s ...................................... 31 Ju íz o e restauração p ara J u d á ...............................................3 2 E zequias e as invasões de S e n a q u e rib e .............................3 2 C o nfo rto e lib e r ta ç ã o .................................................................3 4 G ló ria p ara o povo de D eus; ju íz o p ara os o u tro s ..................................................................... 3 6 E sboço de I s a ía s ......................................................................................... 3 9 Isaías na versão A R C , N o tas e C o m e n tá rio s .............................51 A p ên d ice A: G randes tem as no liv ro de Is a ía s...................5 4 5 1. D eus, o S an to de I s r a e l................................................ 5 4 6 2 . D eus, o P oderoso de I s r a e l.................. .................... 5 4 7 3. D eus, o O n is c ie n te ......................................................... 5 4 8 4 . D eus, o C riad o r de t u d o ........................................... . 5 4 9 5. D eus, o R e d en to r e S a lv a d o r ...... ............................... 5 5 0 6. D eus, o R e stau rad o r de Israel e Jerusalém ...... 55 1 7. D eus, o S alv ad o r dos g e n tio s ................................... 5 5 2 8. O servo de D e u s.............................................................. 5 5 3 9 . O E sp írito S an to de D e u s......................................... 5 5 4 10. D eus m erece adoração p u r a .............................. ...... 5 5 8 A p ên d ice B: M a p a do Im p ério A s s ír io ................................ . 5 6 0 B ib lio g ra fia S e le c io n a d a .................................................................. 5 6 3 ín d ic e das E scritu ras ....... ....... .................... .................................... 5 6 5 ín d ic e R em issivo ............................................... ................................. 581

Data: Isaías foi o maior de todos os profetas da últim a metade do oitavo século a.C. Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias e, provavelmente, Manassés, senti­ ram o impacto de sua pregação profética. Cenário: Uma falsa prosperidade às expensas do go­ verno encorajou uma vida de corrupção e luxo acom­ panhada pela opressão do pobre e uma religiosida­ de sensual, imoral e pagã (2 Cr 26.16-18,20; 27.2; 2 8.1-27; 29.6-9). A Chamada de Isaías: Uma visão de Deus levou-o a uma visão de si mesmo e do pecado. A confissão o levou à purificação e consagração. A obra seria difí­ cil, mas lançou os fundamentos para o remanescen­ te retornar e preparar o caminho para a vinda do Messias (capítulo 6).

(Leia aqui Rm 8.) 16. I). 2 4 -3 5 Juízo Geral Caps. 32.1— 7 .Breve Esboço: Caps. 5. 28 .5 O trono de justiça e amor. libertar e reunir o povo. 4 9 -5 5 Redenção Caps. 49 .18-25. 7. O Quadro Ampliado do Messias: Nascido de uma virgem.10— 17 8. Emanuel —O Deus conosco. 36 -3 9 Ezequias Caps. 18 42 . Pai da Eter­ nidade.1— 15— O Messias é Rei. Maravilhoso.8 9. Ungido pelo Espírito.1— 12 O Servo divinamente escolhido e sustentado que bondosa e misericordiosamente restaura os judeus e traz a luz aos gentios.16 A Principal Pedra Angular. 5 6 -6 6 Glória Caps. 4 0 -4 8 Conforto A Grande Acusação: Um Pai de coração partido convida seus filhos a retornarem (cap. 6 -1 2 O Deus Santo é Exaltado Caps.1— 10 Descendente de Davi. Príncipe da Paz. Conselheiro. 1-5 Juízo e Esperança Caps. 11. 13-23 Profecias Estrangeiras Caps.1— 13 O Servo é a arma de Deus para levantar. Deus Forte.

6-7. agrada a Deus e torna possível a sua incomparável salvação.) Grandes sermões expositivos estão quase já elaborados nos capítu­ los I. ensina e fortalece a outros. “O M onte Evereste da Profecia Messiânica”. 55.22. pelo seu sofrimento e morte vicária e substituta. 40. compare com Mateus 24. 53.1 6-21 . sanador e libertador do M es­ sias traz alegria.13 a 53. O Ser­ vo. 45. 55.1— 11 O Servo. O ministério salvador. (Leia Lc 4 . O crescimento de Israel como um resultado da obra redentora do Servo.8.3 Sinopse 50.2. 59. Versos Principais: 6.35.3. A porta aberta de par a par àqueles que anseiam.12 54 55 6 1. A Certeza do Cumprimento da Palavra de Deus: 40. ensinado por Deus. 49. Ninguém é um fracasso quando vive de acordo com a vontade de Deus! .4— 1 1 52. 6. 50.

Israel. A meta da Assíria era dominar a Babilônia e con­ quistar o Egito. Contudo. Porém. Para esse fim. era o centro cultural. Ao nordeste. seus reis habitual­ mente enviavam seus exércitos todos os anos para . comercial e religioso para toda a Mesopotâmia. Ele o colocou na encruzilhada do velho mundo. Babilônia. em um distante e protegido oásis onde ninguém pu­ desse incomodá-lo. era uma grande e rica nação. Em vez disso. o Egito. com suas cidades de Nínive e Assur nas proximidades do rio Tigre (ver mapa. esse era um lugar onde os exércitos do mundo conhecido entravam em conflito.Introdução CENÁRIO Deus poderia ter colocado o seu povo. Essa “terra prome­ tida” seria um centro vital para a expansão e difusão do Evangelho quando Jesus veio à Terra. Ao sul. a Assíria era o poder dominante. nos dias de Isaías. no rio Eufrates. Apêndice B). junto ao rio N ilo.

Adad-N irari III da Assíria pôs Damasco fora de combate. Embora Israel e Judá pagassem tributo à Assíria por pou­ cos anos. Adad-N irari morreu em 783 a. 2 Rs 8. Desde os tempos de Salomão. capturando parte de seu ter­ ritório (e.) tornou a reaver os territórios cap­ turados por H azael de Damasco (2 Rs 13. e uma derrota assíria seguiu-se a um eclipse do sol em 763 a.8). Israel e Judá não tinham desfrutado de tal prosperidade.. começou a profetizar naqueles que pareciam ser bons tempos. Eles tiveram problemas por causa da Armênia (U rartu) em sua fronteira norte. Jeoás de Israel (798-781 a.2 Isaías.C.25). Porém. os dias de dominação da Síria tinham acabado. Depois. por cerca de cinqüenta anos Israel e Judá não tiveram problemas com invasões estrangeiras.C.C. pilhar e destruir cidades e nações que ficavam no cami­ nho.conquistar. sucessivas ocorrências da peste bubônica dizimaram o seu povo. Nos dias de Eliseu.7) e desafiou Jeoás a guerrear contra si (2 Rs 14. Amazias de Judá (7 9 6 -7 6 7 a.C. o reino da Assíria desintegrou-se em um grupo de cidades-estados (o caso quando Jonas foi para Nínive). O Egito estava também enfraquecido por disputas in­ ternas.. um protótipo da forma de punição capital chamada crucificação. derrubou cerca de cento e oitenta metros do muro da cidade de Jerusalém.) tomou o controle de Edom (2 Rs 14.1 Os judeus são também representados como espetados em estacas diante dos muros da cidade. Como resultado. algo que Amós já tinha profetizado para o reino norte de Israel (Am 4 .12).C. Os assírios eram notáveis pela sua crueldade e permaneciam inventando novos meios de torturar seus cativos. Em 805 a. e seus sucessores eram fracos. Jeoás então derrotou a Amazias em Bete-Semes. este mostra os judeus cativos sendo levado diante do rei Senaqueribe da Assíria por cordas atadas a anzóis gigantes colocados em seus maxilares. Arqueólogos encontraram em Nínive o baixo-relevo da conquista de Laquis. tomou todo o ouro e a prata do templo e do . Assim.2 ).g. todavia. Damasco causou problemas para o reino norte de Israel.

Introdução palácio. A prosperidade já tinha começado a retornar ao reino norte de Israel quando Jeroboão II tomou o trono em 791 a.22.4). Ao mes­ mo tempo a corrupção moral e a injustiça econômica para com o pobre crescia. e levou os reféns.C. 0 Fim do Reino Norte de Israel A era da prosperidade estava próxima de terminar.25). Encorajado pelo profeta Jonas (2 Rs 14. Oséias. embora advertido por Amós e . demandando altos interesses. muros decorados e móveis com lindas gravuras em mar­ fim (cf.19). e gozavam de ricas comidas e vinho. 2 Cr 26.15). Amós. tanto quanto do co­ mércio do mar Vermelho via Eziom-Geber (m oderna Elate no Golfo de Acaba). Após a morte de Jeroboão II. Ambos desfrutavam de paz. e vendiam alguns deles para a escravidão. 11.C. O povo então colo­ cou seu filho Uzias (também chamado Azarias) no trono. e foram enriquecidos pelo controle das mais importantes rotas comerciais.C. o reino norte de Israel.15. Isaías e M iquéias. Mercadores gananciosos os ludibri­ avam. reconquistaram a maioria do ter­ ritório do império de Salomão entre o Egito e o rio Eufrates (2 Rs 14. O longo e próspero reinado de Jeroboão durou até 753 a. 25. todos pronunciaram o juízo de Deus sobre os ricos que estavam ficando mais ricos às expensas dos pobres oprimidos. ele conquistou vitórias e estendeu o controle político da entrada de Hamate no norte ao mar M orto no sudeste. edificavam grandes casas de pedras quadradas. Am 3. e era equiparado pela prosperidade em Judá sob o reinado de Uzias (7 90 739). Sacerdotes corruptos tornaram a situação pior pela exi­ gência de m últiplos sacrifícios e por permitirem a mistura da idola­ tria e da im oralidade com o culto ao S E N H O R .9. Isso tornou Amazias impopular e conspi­ radores o assassinaram em Laquis (2 Rs 14. Mercadores introduziam ar­ tigos luxuosos do comércio com Tiro e Sidom. Ele já ti­ nha sido co-regente com seu pai desde 790 a. 6. Os ricos desfrutavam de luxo.

O rei assírio então derrotou a Síria e matou Rezim. cumprindo as profecias de seu fim defi­ nitivo por Amós. rei da Síria. Durante esse tempo ele fez uma aliança com Rezim de Damasco. O filho de Jeroboão. Samaria caiu em 722 a. En­ tão Tiglate-Pileser da Assíria o colocou sobre o trono de Israel. Em 724 a. A primeira invasão foi bemsucedida (2 Cr 28. Oséias deixou de pagar tributo à Assíria e fez uma aliança com Sô (Sibe) do Egito.C. ele levou Oséias prisioneiro. Então Peca tomou o trono em Samaria e reinou mais oito anos. M enaém morreu e seu filho Pecaías reinou por dois anos. embora as altas e íngremes colinas de Samaria e suas grandes fortifica­ ções o tenham capacitado a resistir um cerco por aproximadamente três anos. Então o reino norte de Israel se tornou uma província da Assíria (que eles chamaram Samaria).Oséias. No entanto. reinou somente seis meses e foi assassinado por Salum. Mas foi um erro colocar a sua confian­ ça no Egito. Oséias. Ele então foi morto por seus dois guarda-costas e cinqüenta homens gileaditas. ele se voltou para o ocidente contra os filisteus. Zacarias. tão logo Salmaneser vol­ tou para a Assíria. reinou apenas cinco anos. pouco antes de Salmaneser mor­ rer.. pois este era fraco e não era de nenhuma valia. gunda invasão. o último rei do reino norte de Israel. Salmaneser retornou e conquistou Israel.. Como um de seus primeiros atos. Ele também levou ca­ tivos os habitantes da parte mais setentrional de Israel. Em 742 a.C. Debaixo do juízo de Deus ele se degenerou rapidamente. assassinou Peca em 73 2 a. M anaém reinou dez anos. no primeiro ano de seu reinado. Salmaneser V. e invadiu Judá por duas vezes.5— Quando Peca e Rezim ameaçaram uma se­ 8).C. o rei Acaz de Judá —contra o conselho de Deus dado por Isaías —apelou por socorro aTiglate-Pileser III da Assíria. estava cheio de devassidão. Naquele tempo o rei Oséias de Israel deu garantias de sua lealdade como um vassalo da Assíria.C. . Oséias. Peca tomou conta do território de Gileade no lado ori­ ental do Jordão e reivindicou o reino. Isaías e M iquéias. O filho de Tiglate-Pileser. Porém. Salum reinou um mês e foi assassinado por Manaém.

C.. Deus afligiu Uzias com lepra quando ele atreveu-se a oferecer incen­ so no altar de ouro que pertencia ao Santo dos Santos no templo. seu filho. que o levou à sua própria queda. Sargão II (7 2 1 -7 0 5 a. fez então uma campanha ao oeste e retom ou Sam aria em 7 2 0 a. “Ele edificou a Porta Alta da Casa do S e­ n h o r ” (2 Cr 2 7 . ele tinha idade suficiente para estar ciente do orgulho de Uzias.3 (cf.5).) Judá nos Dias de Isaías Uma vez que o chamado de Isaías aconteceu no ano da morte do rei U zias (7 39 a.C.C. substituindo-os por povos de outros países que tinha conquistado. realizou outras reconstruções e derrotou os amonitas (vv. ver também vv. Ele passou os onze anos restantes da sua vida sob quarentena em uma casa especialmente construída para ele (2 Rs 15.). Semelhante aos reis de Israel ele m istu­ rou o culto de Baal com o culto do Senhor. Em suas crônicas ele diz que levou 2 7 . A primeira vez eles levaram muitos prisioneiros e mataram 120. sacrificou seus filhos no fogo..000 soldados (2 Cr 28. assumiu o trono e reinou até 731 a. Acaz reinou até 715 a.C. mas também da parte de Israel e D a­ masco. Ele era um bom rei. e “também debaixo de toda árvore verde” (2 Cr 28.2 9 0 israelitas para o exílio.O rei seguinte da A ssíria. Jotão levou o seu filho Acaz ao trono em 74 4 para reinar com ele como co-soberano. Quando eles ameaçaram . quando Tiglate-Pileser III usurpou o trono da Assíria em 745 a. 2-3). Ele fez isso ainda que Azarias e oito outros sacerdotes tenham tentado corajosamente impedi-lo (2 Cr 2 6 .C. Por duas vezes Peca de Israel e Rezim de Damasco se juntaram para invadir Judá.4. Ele enfrentou ameaças não apenas da Assíria. 3-5).5-8).). Todavia. 2 Rs 1 7 .3 -6 . e levou seu filho Ezequias ao trono para reinar como cosoberano com ele em 728 a.C. em vistas da renovada ameaça da Assíria. Em 750 a.C . Jotão.10 -2 0). mas era fraco.C. cultuava nos lugares altos e nos outeiros.3 ).

devido a um grande reavivamento espiritual e celebração da Páscoa. ele levou seu filho. Os edomitas se livraram do jugo do reino de Judá e o invadiram a p artir do sul. em 6 8 8 a. Ezequias calculou mal o poder do Egito e da Assíria. ao trono para reinar consigo. Deus foi misericordioso... dizendo que colocariam um rei fantoche sobre o trono para forçar Judá a se juntar a eles contra a Assíria. contudo. Manassés. fechou o templo e adorou a outros deuses (2 Cr 28.3 7 ). Ezequias começou a contar de novo os anos do seu reinado. Hb 1 1 .. Manassés logo se afastou de Deus e massacrou aqueles que resistiram à sua restauração da idola­ tria. Quando esta­ va lá. os assírios novamente ame­ açaram Jerusalém. e em 701 Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. Os fdisteus invadiram-no a partir dó oeste (2 C r 2 8 . O Egito foi derrotado. Tal como Oséias. Deus julgou a Ezequias com uma enfermidade que deveria ser fatal. . e respondeu a oração de Ezequias.C.13). Ezequias quebrou a aliança que Acaz tinha realizado com a Assíria e pediu ajuda ao Egito.1 7 . Cinco anos depois. rei da Assíria. Estes não o socorreram. que o ajudasse e pagou tributo a ele (2 Cr 28 . apesar dos avisos de Isaías a respeito da inabilidade dos egípcios de socorrê-los.1 0 -1 6 ). A tradição judaica diz q u e ele amarrou Isaías numa tora e o serrou ao meio (cf. exceto Jerusalém (2 Rs 18. Quando Tiglate-Pileser tom ou Damasco em 732 a.5 Então. Logo depois que Acaz morreu.C. Acaz viu um altar e m andou fazer uma réplica deste e o colocou no pátio do templo (2 Rs 1 6 .C.16 .C.1 8 ). curando-o e outorgando-lhe mais quinze anos de vida. Acaz man­ dou pedir a Tiglate-Pileser. requereu que Acaz e outros viessem ali prestar-lhe homenagem.4 Poucos anos depois.21 ). em 68 6. Acaz permaneceu um débil vassalo da Assíria até a sua morte em 7 1 5 a.a segunda invasão. em 696 a.6 mas seus exércitos foram destruídos pelo anjo do S enhor. Acaz também se voltou contra o S e n h o r .222 5 ).C. de modo que os vinte e nove anos de seu reinado continuaram até 686 a. Após a morte de Ezequias.

Ele tomava cativos os líderes políticos e religiosos. Ele também mandava tirar a pele dos cativos ainda vivos. muitas das ci­ dades conquistadas se rebelavam. pela primeira vez na história. empilhava cabeças deca­ pitadas. No entanto. Desse modo.C. em vez de ter que guarnecer ou reforçar as guarnições militares. Isso favoreceu o cumprimento das profecias a respeito da dispersão do povo de Israel (cf. usaram grandes maquinários para sitiar e derrubar as muralhas das cidades que eles atacavam. Os povos nativos ficavam sem os seus líderes e assim provavelmente não se rebelariam. Ele estava determinado a restabe­ lecer o Império Assírio e restaurar sua glória e poder. Após uma cidade render-se. e deixava que eles voltassem e reconstruíssem as suas casas. de modo que os judeus que retornaram após o exílio babilônico falavam aramaico em vez de hebraico em suas casas. a nova era das brutais conquistas assírias começou. Essa política pretendia tornar possível aos assírios realizar novas conquistas a cada ano. quando ele retornava para a Assíria. Seus sucessores e os babilônios seguiram a mesma política de levar os povos conquistados para o exílio.64). . Ele reuniu um massivo exército e corpo de engenheiros militares que. e os estabelecia em um outro país conquistado. Então os substituía com outros de outras cidades ou países já conquistados. tomava um juramento de lealdade daquelas pes­ soas que eram deixadas. falava-lhes quanto de taxas e tributos deveriam pagar a cada ano. Isso também ajudou a espalhar a língua aramaica.As Invasões Assírias A renovada ameaça assíria veio com a ascensão deTiglate-Pileser III ao trono da Assíria em 745 a. mestres e trabalhadores habilitados. empalava pessoas (sobre estacas afiadas). Dt 28. Os líderes que eram levados cativos não viveriam com as pessoas que eles conheciam e não teriam uma base para igualmente fomentar uma rebelião. Com assusta­ dora rapidez. a fim de aterrorizar os povos das cidades próximas e fazer com que eles se rendessem. A princípio ele seguiu o costume de conquistadores anteriores. Assim. e ele tinha que retornar e reconquistálas. ele instituiu uma nova tática. Jesus e seus discípu­ los falavam e pregavam em aramaico.

o Egito não foi de nenhuma ajuda. Sargão invadiu a Filístia.). substituindo-os por povos da Síria e de Babilônia. incluindo Assurbanipal. o rei Tiglate-Pileser levou seus exércitos ao oeste até Hamate. Novamente. em 738 a.19.7 o caldeu das terras do mar próximas do Golfo Pérsico.. encorajado pelo Egito. Dois anos antes de morrer.Após derrotarem os armênios ao norte e os babilônios ao sudeste. os quais uniram-se por casamento com os israelitas remanescentes e se tornaram samaritanos (2 Rs 17. conquistou Samaria em 722. Embora M anaém pagasse tributo à Assíria para prevenir a captura da parte meridional do reino norte de Israel.. deportou acima de vinte e sete m il israelitas para lugares na Assíria e M édia. sitiou Asdode e esmagou a revolta. 2 Rs 15.9. Seu filho.C. mas o fez depois sob o reinado de Acaz. Em 733 ele retornou pela Galiléia e assumiu o comando do território de Zebulom e Naftali. nas proximidades do rio Orontes. M anaém de Israel pagou pesados tributos para salvar Samaria e proteger o seu trono (ver 2 R s 15. e anti-Assíria. Posteriormente os reis assírios.19). Merodaque-Baladã.T iro pagou um enorme tributo de 150 talentos (I talento eqüivalia a 12. Sargão.10).C.8 tomou Babilônia após a morte de Salmaneser.1-5). Azuri de Asdode.. Durante esse tempo tanto Israel como Judá estavam divididos entre facções pró-Assíria. e foi sucedido por Sargão II (7 2 1 -7 0 5 ).24).C. Enquanto Sargão estava preocupado com revoltas no norte.600 gramas de prata). Ele reinou ali .20. Judá não pagava nenhum tributo naquele tempo. que queri­ am resistir.C. Em 732 ele tomou Damasco e a destruiu. que queriam se render. onde Tiglate-Pileser é chamado pelo seu nome babilônio Pul). Em 711 a. de acordo com seus registros. Tiglate-Pileser III foi coroado rei de Babilônia e tomou o nome Pulu (chamado Pul. de acordo com os registros assírios. TiglatePileser então avançou através da Galiléia e pela costa até Jope por volta do ano de 7 3 4. Salmaneser V (7 2 6 -7 2 2 a. revoltou-se. Desta vez Judá ouviu a Isaías e sabiamente não se ajuntou a Asdode (Is 20. Em 737 a. continuaram este processo (Ed 4.

de 7 0 0 a 689 a.C. Fenícia. Devido ao fato dos sacerdotes da Babilônia terem usado ouro de seus templos para contratar os elamitas.10 Senaqueribe. Quando o rei elamita ficou doente em 689. filho de Sargão (7 0 5 -6 8 1 ).12 deixando Ezequias em Jerusalém aprisionado “como um pássaro em uma gaiola”. ele se pôs em marcha naquela direção pelo . salvando apenas as estátuas de seus deuses principais. Tendo em vista que Babilônia era muito importante para Senaqueribe. Ele então demoliu a cidade. Neste processo.9 Quando Sargão foi assassinado numa escaramuça em uma guar­ nição na fronteira em 705 a.como rei por 12 anos. E ntão M e ro d aq u e-B ala d ã tiro u proveito da au sên cia de Senaqueribe no oeste e assumiu novamente o controle de Babilônia. Senaqueribe esmagou os templos e os ído­ los.0 00 pessoas de Babilônia. com o oeste estabelecido. Porém. Moabe e Amom lhe pagavam tributos. retomou Babilônia em apenas seis meses. Senaqueribe considerou Ezequias o líder da rebelião nessa parte do mundo e capturou “todas as cida­ des fortificadas de Judá” (2 Rs 18. Bel e Nebo.1 50 judeus. ele deportou mais de 2 0 8. Em 688 a.C.13) —de acordo com seus regis­ tros.1 . mas Ezequias e os exércitos de Judá se lhe opuseram.1 Então se dirigiu para o oeste.14 Com Babilônia destruída.. nivelando-a ao chão e cavando valas a partir do rio para tornar seu lugar em um pântano. Babilônia capitulou. Senaqueribe derrotou um exército egípcio enviado para ajudar e dispersou os mercenários que Ezequias havia contratado da Arábia. buscando vingança.. Merodaque-Baladã tomou novamen­ te Babilônia. a principal meta de Senaqueribe era ago­ ra o Egito. Em 691.C. 46 delas —e tomou cativos 20 0.13 mas não conquistado.C. um exército combinado de caldeus. Então. Em 703. em Elteque. Após um cerco de nove meses. Sargão saiu de lá em 609 a. elamitas e arameus (contratados pelos nativos babilônios) o derrotou. Senaqueribe continuou a ter problemas com Babilônia. 1 Filístia. Ele se apoderou destes deuses e os levou para Nínive (ver Is 4 6 .2 ). Senaqueribe foi em direção à Babilônia. ele deixou Jerusalém em 701 e derrotou Merodaque-Baladã.

seu filho e sucessor. o rei egípcio. Aparentemente.000 à peste bubônica. o historiador grego do quinto século a. de modo que Esar-Hadom a reconstruiu e fez dela uma de suas capitais. crido como sendo o ano da vitória de Senaqueribe sobre a Arábia e da subseqüente morte dos 185.16 Ele tencionava capturar Jerusalém no caminho. Pelo menos ele corroborou o fato de que os assírios e os egípcios não guerrearam naquela ocasião. Seus registros não mencionam nenhuma outra campanha m ilitar de­ pois dessa (embora ele tivesse vivido mais sete anos). Isso indica que foi nessa época que o anjo do S e n h o r trouxe morte repentina a 185. Esar-Hadom (681669). Após conquistar o rei e a rainha da Arábia.000 assírios pelo anjo do SENHOR. Então Senaqueribe retornou a Nínive e permaneceu lá (v. Manassés lhe pagou tri­ buto (cf. se dirigindo através da Palestina meridional em direção ao Egito.caminho da Arábia. um exército egípcio comandado pelo etíopeTiraca17par­ tiu em sua direção. o qual foi o seu último título. No entanto.000 de seus soldados (2 Rs 19.C. os egípcios posteriores atribuíram a morte repentina dos 185. talvez inicialmente por causa de alguns registros que parecem fazer de Tiraca. e contou uma história de ratões comendo as cordas dos arcos dos assírios. 2 Cr 3 3 . 36).C.35). Por isso. melhores análises de métodos de registros de informações históricas têm mostrado a idade de Tiraca como sendo . sugeriu que Senaqueribe continuasse a mar­ cha para o oeste em 688. muito moço para liderar a batalha em 701 a. Isso parece confirmar uma segunda invasão como necessária em 688. na época da derrota egípcia em Elteque. De acordo com seus registros. deixando-o saber de suas intenções (2 Rs I9 ..1 1). Babilônia era muito importante para ser deixada como ruína e pântano. Heródoto. Senaqueribe mandou uma carta a Ezequias. M u ito s susten tam a id éia de duas invasões em Ju d á por Senaqueribe. que tomou nota do que os guias lhe contaram.9 -I4 ). chamou Senaqueribe de o rei da Arábia.15 ele se proclamou rei da Arábia e continuou sua marcha em direção ao Egito. Ele jamais se en­ controu com os egípcios. Desde aquela época. que era transmitida por roedores.

19 Esta explana­ ção é muito mais adequada ao relato histórico de Heródoto. Porém.incoerente. ele nunca se ocupou com Tiraca.C.3 3 ) —algo que Senaqueribe fez em 701. crendo-se que mais de uma invasão seria desnecessária e até mesmo improvável.20 (ver o comentário em 36.21 M ais importante é o fato que. Registros de Senaqueribe falam de uma campanha árabe naquele ano. e tem ocorrido uma mudança no pensamento de muitos. pessoal e inequívo­ ca”.1 e seguintes. Senaqueribe não diz nada a respeito da dependência do Egito (c f 36. o retorno à conclusão de uma única invasão realmente parece ser uma reação em excesso.22 E lógico que isso culminaria em uma campanha contra o Egito onde Tiraca seria o defensor. Ain­ da perm anecem fortes argum entos para as duas invasões por Senaqueribe —uma em 701 a.1-2. coloca a carta diante do Senhor. Kitchen fez a seguinte observação: “Em outras palavras. da mesma forma que os prece­ dentes reis ladrões da Assíria.C. Nessa ocasião ele próprio vai ao templo.6). Inconsciente da importância desses fatos. Ele também reconhece que Ezequias reivindica ter recebido uma mensagem da parte de Deus (3 7. Senaqueribe fez uma campanha m ilitar a cada ano de seu reinado até 688.C. e declara “uma fé franca. à parte da cronologia de Tiraca.9-20 mostra mudanças básicas no que Senaqueribe escreve e como Ezequias responde. com múltiplas campanhas de Senaqueribe e outras mais —tudo desnecessariamente”.23 Depois de . os estudiosos do Velho Testamento têm freqüente­ mente trombado uns contra os outros em sua avidez para diagnosticar erros históricos nos livros de Reis e Isaías.10 ).18 Todavia.) Nós vemos também que 37. e mal orientados por uma errada interpretação de algumas ins­ crições de Tiraca. a narrativa bíblica (a partir do ponto de vista a respeito de 681 a. Para dar sustentação a esse ponto de vista.) menciona Tiraca pelo título que ele possuía naquela época (não como era em 7 0 1) —como é práti­ ca universal de vez em quando. e outra em 688 a. Ezequias respon­ de diferentemente de 37. nem chegou perto de Jerusalém ou edificou uma rampa de cerco contra esta —exatamente como Isaías profetizara (3 7 . onde ele rasga suas roupas e envia men­ sageiros a Isaías.

pois eles também estavam livres da opressão de Senaqueribe (2 Cr 32. ao Senhor.37). para reinar consigo. ele jamais empreendeu outra campanha militar.688 a. Ele reintroduziu a idolatria com suas muitas práticas imorais. Uma antiga tradição judaica diz que Isaías estava entre esse número e que Manassés mandou serrá-lo ao meio (cf.1). No entanto.37).C. mesmo que este fosse um tempo de “conforto” (Is 40. muitas das nações circunvizinhas “traziam presentes a Jerusalém. Manassés se afastou de Deus. Após a morte de Ezequias em 686 a.24 Isso signi­ ficava que não havia tesouros ou despojos de guerra sendo trazidos para Nínive e a economia deve ter sofrido grandemente durante os sete anos finais de seu reinado. Hb 11. tornando-se um dos piores reis na história de Judá. de modo que ele “encheu Jerusalém de um ao outro extremo” com o sangue inocente de mártires (2 Rs 21.C. e coisas preciosíssimas a Ezequias”.C.25 Cronologia do T empo do Profeta Isaías 720 710 700 690 680 IS R A E L 722 JU D A U z ia s J o tã o 739 686 I 7 4 4 A caz I --------7 2 8 E zequias . Essa foi provavelmente a razão pela qual os seus filhos o assassinaram (2 Rs 19. Ezequias seguiu o costume de seus predecessores e colocou seu filho Manassés no trono em 696 a. Durante os quinze anos adicionais de paz prometidos a Ezequias.23). Muitos o resistiram.16).

e. quando m ui­ tos tiraram de Isaías a m aior parte de seu livro. uma mudança sim ilar no cap.29 Em 1950 os crí­ ticos liberais eram “virtualm ente unânimes”30 em sua crença em ao menos um segundo Isaías. em 1892.26 e por causa de sua menção de Ciro (4 4 . mas uma com- .2 8 .C.31 Gray.27 Duhm e M arti.17 Introdução A S S ÍR IA 745 727 721 705 681 i 1 1 T ig la te -P ile s e r III 1 1 S a lm a n e se r V 1 1 1 Sen aq u erib e E sar-H adom |[P ul] 1 1 Sa rg ã o II 1 1 1 1 E G IT O 689 ' Sa b a k o 1 T 1 ira c a VISÕES CRÍTICAS D O LIVRO DE ISAÍAS Isaías começou a profetizar em 739 a. quando Ciro já estava em seu caminho para Babilônia. em 1775. Abraham ibn Ezra propôs algo semelhante a isso no inicio do século XII.C. ou “T nto-Isaías”. alguns críticos têm alegado que os capítulos 4 0 -6 0 não foram escritos por Isaías. Driver e George Adam Sm ith popularizaram o ponto de vista dos críticos alemães na Inglaterra e na América. 5 6 ”. disse: “O fato de que o livro de Isaías não é a obra do profeta Isaías. Devido haver uma “mudança de tom e foco no cap. 40.. S.. Doederlein.1 3 ). por exemplo. R .1 . a m aioria dos críticos alemães sustentava que Isaías não escrevera os capítulos 4 0 — Da mesma forma naquela época os escritos de 66. e continuou a ser uma voz para Deus durante as invasões assírias até por ocasião do reina­ do de Manassés. 45 .28 Logo. Por volta de 1900. Isaías de I a 39 foi também fragmentado. para Isaías 56 a 66. cada qual propôs um terceiro. propôs que esses capítulos foram escritos por uma se­ gunda pessoa ou “D eutero-Isaías” em 54 0 a..

Alexander. Allis. John N. o efeito é tremendo.. deve ser o ponto de partida em todo criticismo detalhado. Edward J.37 Descobertas arqueológicas também confirmam o fato de que Isaías escreveu acerca de Babilônia em seus próprios dias.. .34 Ainda que muitos conservadores estivessem balançados pelos ar­ gumentos liberais. Unger. O leitor é deixado a escolher por si mesmo. e H erbert M . mais recentemente. por exemplo. Jr.38 Mesmo assim. [e] o plano da salvação parecem variar com suas decisões sobre esse ponto”. rejeitar essa questão da autoria como sem im portân­ cia. disse: “Quando todos os argumentos são dis­ postos em cada lado da questão. R. W olf.. Raven. J. e. alguns conservadores reconheciam que Deus é ca­ paz de conceder profecias a respeito de Ciro antecipadamente e que Isaías 4 0 a 66 compreende a época de Isaías e inclui muitas afirma­ ções a respeito das quais não poderiam ser ditas por exilados posteri­ ores ou pelos babilônios posteriores.35 Esses incluem Joseph A. M argalioth. nós ainda somos deixados sem provas conclusivas.Wordsworth. alguns críticos liberais ainda ignoram os fatos e as implicações óbvias da importância de Babilônia e sua destruição. Benjamin R. James W. M errill F. Downer. T hirtle. W illem A.32 Os conservadores também se precipitaram em afirm ar que não perderiam a sua fé se afinal de contas viesse a ser confirmado que havia um segundo Isaías. John H. Kyle Yates. é fácil dizer que isso não importa. sabendo que se ele aceitar a teoria de dois ou três autores.. Interpretações de comentadores de ensinos concernentes ao destino de Israel. A. ou interpretação do livro”. Barlett. Oswald T. Wash W atts.. Teoricamente. George L. Robinson. Gleason Archer. Alec Motyer. ele pode­ ria ainda avaliar o m aterial tão favoravelmente quanto pudesse se estivesse convencido de que Isaías o escreveu todo”.pilação pós-exílio.Thomas E. Oswalt. concernentes à obra e pessoa do Messias.36Watts afirmou algo que ainda é verdadeiro: “Nós não pode­ mos permitir. Young. Armand Kaminka.. Alguns também fa­ . J. W.33 Esse consen­ so contra a unidade de Isaías ainda domina a literatura sobre Isaías. VanGemeren. Praticamente.

M uitos críticos liberais ignoram a evidência em prol de um avivamento espiritual sob o reinado de Ezequias em 700 a.C. provavel­ mente do segundo século a.42 Os assírios a fizeram uma de suas capitais.39 A principal base para dividir o livro de Isaías é histórica.C..C. usaram isto como uma razão para a destruição de Nínive.21 e 4 0 . é teológica —por causa da pressuposição contra o so­ brenatural. A razão real. que contêm todos os sessenta e seis capítulos. Aquela destruição causou choque a todas as nações em derredor —como seus registros demonstram —de forma que seria estranho se Isaías falhasse em mencioná-la. Os críticos liberais têm suposto que os capí­ tulos 4 0 a 66 não foram adicionados a Isaías até ao segundo século a.C.C. O capítulo 4 0 começa na últim a linha da coluna que com­ pleta o capítulo 39 —sem nenhuma indicação de que o antigo copista tinha alguma idéia de que este poderia ter sido escrito por outro alguém que não Isaías. Os pontos de vista que propõem mais que um Isaías são tentativas para negar o profético e o miraculoso. e suas implicações a respeito de uma nova fé entre a audiência de Isaías e uma nova mensagem que ajudam a explicar as poucas mudanças que vemos no estilo de Isaías nos capítulos 4 0 a 66 (ver comentários sobre 36. medos. e citas relembravam a destruição de Babilônia e em 612 a.lham em aceitar como evidência a importante descoberta dos Rolos do mar M orto provenientes de antes da época de Cristo. de modo que Isaías pouco saberia sobre ela e até deveria ter se preocupado me­ nos. contudo. H á dois principais argumentos históricos: U m é que Babilônia não era importante e estava fora do lim ite do seu conhecimento ou interesse durante as invasões assírias dos dias de Isaías.41 Babilônia.40 A outra é que o ponto de vista básico dos capítulos 40 a 66 e as passagens que mencionam Babilônia nos capítulos I a 39 é aquele do exílio babilônico mais ou menos 540 a.C.43 . Babilônios. ou depois. porém. mandando para lá até mesmo alguns dos tributos que coletavam até que Senaqueribe a destruiu em 689 a. era proeminente nos dias de Isaías.1).

Radday. mas uma única diferença significativa —menos terminologia de guerra em 40 a 66.6.M uitos críticos têm reconhecido que nem tudo em 4 0 a 66 se ajusta às condições em Babilônia durante a últim a parte do exílio. e muitas alusões históricas demandam um ponto de vista palestino e não se ajustam à Babilônia posterior (e. há uma boa razão para a diferença na terminologia de guerra.5).g.45 Embora Isaías 4 0 a 66 tenha muitas similaridades em estilo com I a 39. a menção de árvores nativas da Palestina. 9. o Espírito Santo estava habilitado a lembrá-los da estupidez da idolatria e dar-lhes uma nova mensagem a respeito da salvação do Senhor —através do sofrimento de seu Servo-Messias. .47 Todavia. os partidários da guerra estava desacreditados e o povo tomou uma posição de fé.7. Rabshakeh) em tomar Jerusalém. nunca a superfície plana de Babilônia.48 Os mercenários que Ezequias contratou estavam apavorados. especialmente ao seu fervor e paixão e à sua teologia mais desen­ volvida. 65. Radday utilizou-se desse artifício para dizer que um outro autor não poderia ter escrito todo o livro de Isaías.11. Após a cura maravilhosa de Ezequias e o fracasso do comandante das tropas de Senaqueribe (Heb.7. 66.46 os críticos liberais dão destaque especial às poucas diferen­ ças..C.. Isaías estava em conflito com os partidários da guerra em Judá e os tinha advertido repetidamente. 60. Um analista.6) mostra clara­ mente que os muros de Jerusalém ainda estavam de pé e o templo e seus serviços ainda estavam funcionando. Isaías estava habili­ tado a dar-lhes conforto. Isso não mais era de conformidade após 701. 62. As colinas e vales de Judá estão em vista. Os assírios derrotaram os egípcios em Elteque. Durante os quinze anos adicionais de Ezequias. pôs o texto de Isaías no computador e descobriu variações lingüísticas. 57. Antes de 701 a. tanto quanto sua escatologia e o grau maior de material so­ bre conforto versus juízo. Agora que eles tinham visto a profecia cum­ prida. Y. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste e um pouco ao norte de Jerusalém.44 As alusões geográficas. Um outro grupo de passagens (56.

“Esses dois estilos. 19 82 ). .10 como sendo do mesmo Isaías. Então. que Isaías algumas vezes utilizou “um estilo poético eleva­ do”. ed. Ele nunca perdera de vista o que Deus tinha lhe dado no começo de seu ministério no capítulo 6 —Deus é o Santo de Israel e o Senhor da história do começo ao fim do livro. apare­ cem em ambas as partes de Isaías.Qualquer escritor ou orador mostrará diferenças em estilo depen­ dendo do assunto e da audiência. Além disso.. aparecem pelo livro todo.1 e 6. 12.18. ver Keith N. especialmente nos capítulos 40 a 55.17.4.20. CITAÇÕES 1 O baixo-relevo de seu palácio está no M useu Britânico.3. 2a. nós não devemos esquecer que Jesus e os escritores do Novo Testamento consideraram a totalidade do livro de Isaías. Schoville. Biblical Arcbeology in Focus (G rand Rapids: Baker Book House.52 Essas incluem Mateus 3. 2 Para estudos adicionais sobre o pano de fundo arqueológico. James B. A mais conclusiva é João 12. Algumas vezes podemos tomar suas palavras como se referindo ao título tradi­ cional do livro. (Princeton: Prmceton U niversity Press.50 A últim a parte do livro de Isaías trata com as maldades que Manassés estava introduzindo. e indicam sua autoria comum”. Atos 8. ed. Ancient Near Eastern Texts Relating to the OU Testament. Londres. e algumas vezes “uma obra de prosa de ritmo mais varonil ou uma poesia um tanto menos engenhosa”. U m a ré­ plica com pleta está no Instituto O riental da Universidade de Chicago. Lucas 3... Porém. 19 55 ).16.. é intoleravelmente estúpido e inimaginável negar que um úni­ co autor poderia produzir ambos os estilos”. Romanos 10. como M otyer salienta. Isaías continuou a apon­ tar adiante para a glória m ilenial porvir e igualmente para os novos céus e a nova terra.. que é a citação de Isaías 53... Isto também é verdade.28. Pritchard.38-41. “há duas referências que pressupõem clara­ mente a personalidade histórica do próprio Isaías”.51 Contudo.49 È também verdade que “pelo menos quarenta ou cinqüenta sentenças ou frases.

Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 1 9 2 6 -2 7 ). O swalt. 2. vol. The Book o f Isaiah: Chapters l~39 (G rand R apids: W m . 14 Benjamin R . 2:1 2 0 . Prophecy o f Isaiah. 2 . (G rand R apids: W m .14. Schultz. 12 Ibid. 4 1 2. 19 77 ).9. idem. “M arduque deu um filho”. 1 9 9 0 ). Ancient Records. “N ew Light from E gypt on the Chronology and H istory o f Israel and Judah”. 64. Sam uel J. W olf. The Propbets o f the Assyrian Period. A lbright. 199 n. por exemplo. W. 2 1 0 . 143. 15 Luckenbill. 2 1 4. 2. Ancient Records. 8 R aym ond Philip Dougherry. 3 vols.8 e 19. The Sealanâ o f Ancient Arábia (N ew Flaven: Yale U niversity Press. 185. 5 Edwin R . 7 o f An Interpretation o f the English Bible.9 (ver também paralelos em Isaías 3 7 . Paternoster Press.3 H erbert M . A llis. como entre Esdras cap. 2: 355.. 48. 19 69 ). 11 D aniel David Luckenbill. 7 0 2 .5 0 6 . 2 vol. Ver 39. T hiele.1 5 8 . Academ ie Books. Eerdmans. H ogg e E. Edward J. 1 9 8 5 ). Oswalt T. . “T he Added Years o f H ezekiahs Life”. O ld Testament Speaks. 6 e 7. 4 B. O utros que sustentam a teoria de um a única invasão incluem: John N. durante a Vigésima-Quinta Dinastia do Egito. Ancient Records. 10. 17 Tiraca reinou de 69 0 -6 6 4 a. 7 Marduk-apla-iàdina.. ed. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press.1. J. W illiam E. 19 3 2 ). A Bíblia várias vezes tem inter­ valos de tempo sim ilares. 54 -55 . H . Carroll. Hope W. 1 9 8 3 ). The Bible in its World: The Bible and Archaeology Today (Exeter. 18 Kenneth Kitchen. 19 72 ). Downer. Crowder (N ashville: Broadman Press.152. 9 D aniel David Luckenbill. 175. Rudolph Kittel. Bibliotheca Sacra 80.8 e 9 ). 10 Ibid. M otyer. B. A H istory o f the Hehrews. 1 14. Luckenbill. 19 09 ). Shultz. B. 4a. 2 5 . Eerdmans.C. 176. 2. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. B. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 2. 5. The Old Testament: Its Claims and Its Critics (Philadelphia: Presbiterian & Reform ed. The Book O f Isaiah. Speirs (Londres: W ills & N orgate. Ancient Records. 1 9 4 8 ). 2 0 . The Old Testament Speaks. 1 9 8 6 ). The Mysterious Numhers o f the Hehrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing Plouse. 16 Isso indica um intervalo de tempo de doze anos entre 2 Reis 19. 13 Luckenbill.1 3 3 . 31 8 (abril de 1923): 2 6 5 -6 9 . 2 8 4 . Young. 33. (San Francisco: Flarper. trans. Bulletín o f the American Schools o f Oriental Research 130 (abril de 1 9 5 3 ): 9. ed. Inglaterra. 6 Ver comentários em 37. 2. 1 9 2 4 ). no.1 2 0 .

2. Introduction to the OldTestament. 19 8 8 ). 1 9 4 1 ). 111. 19 71 ). The Book o f Isaiah em The Spositors Bihle. Childs. George Rawlinson.: InterVarsity Press. 136. 32 G. 2. M anuel Kom roff (Nova Y ork:T udor Publishing Co. 3 1 6-1 8. 32 4 -7 0 . (P hiladelphia: W estm inster Press. R . 3a ed. S. F. Expositions o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. e depois em itiu um a edição final de seus anais term inando com a destruição de Babilônia em 6 8 9 .7.C. George Adam Sm ith. N icoll (Nova York: A. 1 8 9 8 ). Pfeiffer. Ver H . ed. Oswalt.1 4 3 . Isaiah (A tlanta: John Knox Press. B. cf. 2. Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book House. 19 5 3 ). 2 8 0. 16. 19 8 7 ). W olfgang Roth. W. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 20 H erodotus. Luckenbill. Introduction to the Literature o f the Old Testament as Scripture (Philadelphia: Fortress Press. Luckenbill. A Criticai and Exegetical Commentary o f the Book o f Isaiah TXXXIX . 2 4 -2 7 . Alguns liberais hoje atribuem a m aioria de Isaías a escritos de discípu­ los após 5 2 0 a. 21 J. 3.2 6 2 . Eerdmans. 19 81 ). Encyclopedia Americana. 25 Para maiores estudos desse pano de fundo histórico do livro de Isaías.1 8 3 . Ancient Records. ver Charles E Pfeiffer.C. Alec M otyer. Os registros de Senaqueribe dizem: “Eu levantei trincheiras ao redor dela [Jerusalém ]”. 3a ed. de W. (Edim burgo. 2 .. Including Archaeology and C hronology”. 1 9 93 ). R. 4 1 5. 19 28 ). ele inform ou da vitória sobre os árabes. 27 R obert H . Ancient Records. Armstrong & Son. Driver. ed. The Book o f Isaiah: Chapters 1 -3 9 (G rand R apids: W m . (N ovaYork: H arper & Brothers Publishers. para sua dedução a respeito de um T rito-Isaías. An Introduction to the Literature o f the Old Testament. Ele não deixou nenhum inform e posterior exceto algum as poucas inscrições em edificações em N ínive e Assur. O Ins­ tituto O riental tem um a cópia. 28 Ibid. 22 Luckenbill. 131. 2 9 8 3 0 9 . 17. 19 8 6 ). 24 Q uando Senaqueribe retornou em 68 8 a. E scócia:T & T Clark. Ver também B.. 30 John Bright. 4 5 3 . A lbright. “O ld Testament H istory. 29 S. Gray. C. Annals o f Sennacherib.2 0 7 . 31 Ibid. The Kingdom o f God (N ova York: A bingdon-Cokesbury Press.636.. 26 John N. 1 9 7 9 ). 2. Leupold. 23. B. 19 03 ). trans.19 Outros que sustentam a teoria das duas campanhas incluem: John Bright. 23 Ibid. 7a ed.. The H istory o f Israel. History. C.

Alec M otyer. Yates. 18 -28 . John N. W atts. Jr. Eerdmans. a Comissão Pontifícia Bíblica C atólica Rom ana afirm ou a unidade de Isaías e declarou ser insustentável a hipótese de um Deutero. Escócia: T & T Clark. 1925). Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. Bibliotheca Sacra 80. 19 69 -72 ). rev. 3 6 3 -9 0 . reimpressão. 19 5 1 ). 1 9 7 5 ). 1993). R .em The International Criticai Commentary (Edim burgo. Preachingfrom the Prophets (N ashville: Broadman Press. 75. Allis. 34 Para um bom sum ário do consenso liberal contra a unidade de Isaías. 35 Em 2 8 de junho de 1908. Gleason L. 1986). Clark. B. idem. The Book o f Isaiah. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. I9 5 0 ).8. Eerdmans.: InterVarsity Press. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. The Unity o f Isaiah (Philadelphia: Presbyterian & Reform ed Publishing Co. En-Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (E dim ­ burgo. Bartlett. W ordsworth. ed. 19 90 ).. vol. 3 vols. Robinson. G.T h o m as E. em I (1 8 7 5 . 190 6). julho. U nger. VanGemeren. W agner. 19 64 ). Paul Geuthner. Young. A Companion to Scripture Studies. Oswald T. 33 Kyle M . Alexander. 19 23 ). Introductory Guide to the Old Testament (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 2 4 2 . 36 Joseph A. Oswalt. Who Wrote Isaiah? (G rand Rapids: W m . 111. L. Steinm uller. 195. Edward J. James W T h irtle . W A. .3 6 0 -9 1 . 19 42 ).B enjam inR . Interpreting the Prophetic Word (Grand Rapids: Zondervan Publishing House. 19 4 1). 89. W. M uitos católicos hoje. 53. Ver John E. G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. discordam. TheBearing o f Archaeology on the OldTestament (NovaYork: AmericanTract Society. Escócia: T. B. J. Interpreting Isaiah. Raven. W illem A. B. idem. 252. xxxii. Eerdmans. (G rand Rapids: W m . W olf. Ver especialmente. II: Special Introduction to the Old Testament (N ova York: Joseph F. 31 -37 . & T. ver Childs. Academie Books.. 1994). 1975). 19 16 ) . 2 vols. John H. 1 9 3 9 ).. The Indivisible Isaiah (Nova York: Yeshiva University. 19 4 6 ). 1. 2:15 0. 3 1 6 -1 8 . M errill F. A rm and Kaminka. 1 :85 6-8 60. A Survey o f Old Testament Teaching (N ashville: Broadman Press. 19 5 8 ). J. 19 49 ). 10 2 . no.2 3 7 . 1947). Le Prophète Isáie (Paris: Librairie Orientaliste. “Book o f Isaiah” em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: T h e M oody Press.3 1 9 (abril. 25 -30 . The Book o f Isaiah: Chapters 1-39 (G rand R apids: W m . A Survey o f Old Testament Introduction. (Chicago: M oody Press. Downer. Rêvell Co. M argalioth (M argulies). Introduction to the Literature. contudo. 2 5 0 -7 1 . Was There a Second Isaiah? (Philadelphia: Am erican Baptist Publication Society. “T h e AddedYears o f H ezekiahs Life”. Archer. 3 1 8 . 1 8 9 7 ). Old Testament Introduction (Nova York: Fleming H .ou Trito-Isaías.

49 M otyer. 1 9 1 1). Prophecy o f Isaiah. 44 H arry Bultema. 1 9 6 9 ). 1:857. 3 6 9 -7 2 . Prophecy and the Monuments: O r Israel and the Nations. 39 Siebens reconhece que “a reform a permaneceu efetiva pelo menos até o fim de seu reinado”. Siebens. Survey o f O ld Testament Introduction. Book o f Isaiah. The Book o f the Prophet Isaiah. no 4 (outubro de 19 53 ): 460. “T h e H istoricity o f the H ezekian Reform ”. trans. reconhece a im portância das sim ilaridades em estilo. e destaca semelhanças literárias de Isaías 4 0 a 66 com o profeta do oitavo século. xliv. 48 Luckenbill^ Annals o f Sennacherih. Ele chama a atenção para o fato de que “a causa toda para D eutero. 3 8 2. R . os quais caracterizam os conhecidos livros do período pósexílio”. 1959). 50 Archer. . Leary (N ova York: T hom as N el­ son & Sons. 47 Yehuda T. 38 Stanley M . 3 vol. para questões que ele levanta concernentes à m etodo­ logia de Radday. que são “numerosas e im pressionantes”. 1 9 8 1 ). Isaiah 1 -3 9 ”. 2 :3 2 9 . 1. 92. “Studia biblica XXIII. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications.37 W atts. 2 :1 5 0 . 46 H obart E. sem aram aísm os e term os babilônicos. 42 Young. sim plesmente sobre o fundam ento da evidência interna do próprio texto”. 41 R . 3 7 5 -7 9 . Survey o f the Old Testament Introduction. para um a boa descrição da “Evidência interna da composição de Isaías II na Palestina”. por L. Interpretation 12. Central B aptistT heological Sem inary.Isaías cai por terra. 3 1. ed. H orton. 2 5 4. G. em The Westminster Commentaries. M iquéias. “Book o f Isaiah”. Alem anha: H . O ld Testament Teaching. Gerstenberg. A llis chama a atenção para o fato de que todos os sessenta e seis capítulos estão em hebraico “perfeitam ente refinado. em I (N ova York: M acm illan Co. The Unity o f Isaiah in the Light o f Statistical Linguistics (H ildesheim . 23 . B. Freeman.. 1 9 7 3 ). Scott. W alter Lock (Londres: M ethuem and Co. 40 G. 19 3 5 ). W ade. An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. 1 9 1 1). A llis. em From the Pyramids to Paul.. Y. 43 James Frederick M cCurdy. R adday. Ele inclui um a lista.1 8 -1 9 . 2 0 0 -1 . ed.. A. A. W. Commentary on Isaiah.7. History. 45 Ver Archer. Isaiah: Chapters 1 -3 9 . “A Defense on H isto rical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiah R eferring to Babylon” (tese de douto­ rado em Teologia. Ver O swalt.ou Trito. 3 8 2 -8 4 ..

1:856. . “Book o f Isaiah”. Survey o f O ld Testament Introduction.2 -1 0 . 38 7. 52 Archer.51 Ver 2 Crônicas 3 3 . Os que retornaram desejavam restaurar a adoração pura e genuína. Allis. N ão há nenhuma evidência de que a idolatria e os pecados sobre os quais Isaías escreve fos­ sem comuns após o retorno da Babilônia.

Ele inicia o seu livro com o que é freqüentemen­ te chamado de “A Grande Denúncia”. 29. 28. 27. Israel. julgada.1.16 -2 0. desolada. Deus não era apenas o juiz de Israel. e deixada com um pequeno remanescente. Ele estava cercado no início de sua vida por uma prosperidade falsa e subsidiada pelo governo que encorajou a um luxo corrupto acom­ panhado por uma opressão do pobre e uma religião pagã. sensual e imoral (2 Cr 26 .Uma Breve Descrição da Mensagem de Isaías Introdução Isaías vivia em Jerusalém e tinha recebido de Deus um ministério para os reis desta. especialmente para Acaz e Ezequias.2. contudo. Judá era uma nação pecaminosa. a retornar para Si: Ele iria redimi-los .6-9). Ele era também um Pai de coração partido e desolado que convidara seus fi­ lhos.

em 701 a. mas não há nenhuma evidência disso.C. Alguns acreditam que isso signi­ fica que Amoz era um escriba proeminente com uma alta posição no governo.C. Amoz (Heb. arqueólogos descobriram um selo com a inscrição “Amoz.se eles estivessem envergonhados de sua idolatria.) como a morte de Senaqueribe (681 a. e embora ela não tivesse escrito nenhum livro. Isaías começou a profetizar em 739 a. Isaías teve a oportunidade de viver tranqüilamente e escrever palavras de conforto para o povo de Judá enquanto ele olhava adiante para o ministério do Messias como o Servo Sofredor do SE N H O R . Desde que ele registra tanto a morte de Ezequias (6 8 6 a. Yeshayahu) significa “Yahweh [o Senhor] salva [ou é a fonte de salvação]”. Isaías teve dois filhos. ’amots. Isaías: 0 Profeta e Sua Mensagem O nome de Isaías (Heb. Desde que Isaías veio rapidamente quando o rei mandou chamálo e já que o Senhor o mandou ir para fora da cidade se encontrar com Acaz (7. Então.) e indica o nome do rei assírio seguinte. Os nomes deles ressaltavam a sua mensagem para Judá. As condições que Isaías descreve com preende a época da p rim eira invasão de Senaqueribe. Seu pai. “forte”) não é mencionado em qualquer outro lugar da Bíblia. Cedo em seu ministério ele se tornou muito bem conhecido como um profeta de Deus. Sear-Jasube ( “um rema­ nescente voltará”) e M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). Durante os quinze anos adicionais de paz que Deus deu a Ezequias.3). Tradições ju ­ daicas posteriores especulavam que Isaías era relacionado de algum modo com a família real. EsarHadom (3 7.. deve ter tido um im ­ portante ministério. Porém.C.C. Assim. o primeiro capítulo é uma introdu­ ção ao livro todo. o Escriba”. Algumas pessoas supõem que ele já era um profeta antes daquele tempo. ele ministrou por mais de sessenta anos. A Bíblia chama a sua esposa de profetisa. o ano em que o rei Uzias morreu. quando Manassés .38 ). parece óbvio que Isaías fez de Jerusalém a sua resi­ dência.

Então Deus pro­ videnciou a purificação e Isaías respondeu à voz de Deus e foi comissionado como profeta para advertir a um povo que seria endu­ recido pela sua mensagem e seria levado a juízo.3. provavelmente congratulando-se de que não era um pecador seme­ lhante a Uzias. Os líderes tinham esmagado o pobre. Profecias Iniciais As profecias de Isaías estão arranjadas em uma forma que se man­ têm mostrando o contraste entre o presente pecado de Israel que requer julgamento e a esperança de Deus da prometida restauração futura.22. os escritos de Isaías trataram com a in sen satez da id o la tria que M anassés reintroduzira e advertiu a respeito do juízo de Deus. Observe especialmente os capí­ tulos I. Porém. H á muitas passagens poderosas no livro. Como um jovem e orgulhoso aristocra­ ta. Por todo o livro. buscando a Deus e à sua palavra. a visão da majestosa glória e santidade de Deus levou-o a ver a si próprio como um pecador. O que eles fize­ ram lhes será retribuído em um juízo especial. A palavra “profeta” (Heb. haveria uma mudança em seu ministério após o cumprimento da profecia e a vinda do juízo. 49. Os principais versos para essa mensagem incluem 6. 50. navi') vem de uma antiga palavra que significa “orador”. 6. M as os povos de Judá e Jerusalém fizeram o mal a si próprios. 45.8). Isaías foi para o templo. 40. . Ele começou o seu ministério no ano em que o rei Uzias morreu como um leproso (7 39 a. 55.assumiu o comando do reino e se afastou de Deus.6. em um tempo que somente Deus será exaltado. Ele chama a atenção para as nações que virão a Jerusalém em paz. provavelmente aparentado à família real.2.).C.7 e 59. No entanto. Isaías se apresenta a si próprio. A Visão e a Chamada de Isaías Após introduzir sua mensagem. Isaías fala por Deus e declara: “A palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (4 0. 53 e 55.

I-IO .5. o M essias como um renovo ou ramo da linhagem de Davi. Então Deus enviou Isaías e seu filho SearJasube ( “um remanescente voltará”) para falar ao rei Acaz de Judá não ficar amedrontado a respeito do rei Peca de Israel e do rei Rezim da Síria. O segundo filho de Isaías. Príncipe da Paz). 54. a mão irada do Deus de santidade. Deus então prometeu um sinal. 28.1-6. Pai da Eterni­ dade. os quais estavam ameaçando atacar Jerusalém e substituí-lo por um rei fantoche que os ajudasse a desafiar a Assíria. Deus prometeu que antes que essa criança atingisse a idade de ter responsabilidade.I . seria nascido de uma virgem (ver comentários sobre 7.17. 5 0 . as terras daqueles dois reis seriam desamparadas. Deus usaria os assírios. 55. e no devido tempo eles. o Filho nascido de uma virgem. Conselheiro. porém. viria no futuro com os sete Espíritos do SENHOR sobre si. não para Acaz. tornou-se uma advertência adicional de que den­ tro em breve os assírios atacariam. mas Acaz recusou porque já tinha decidido mandar tributo a Tiglate-Pileser III da Assíria para socorrê-lo. despojariam e roubariam Judá. O M essias.A Mão Irada de Deus e Sua Mão Salvadora Isaías profetizou que por causa do pecado de Judá. mas para a totalidade da dinastia de Davi. justiça e juízo usaria a Assíria para trazer juízo em um futuro próximo. 32 . Deus ofere­ ceu a Acaz o privilégio de pedir um sinal sobrenatural para confirmar sua promessa. e o livro de Isaías oferece uma visão ampla a respeito do Messias. M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”).4 -1 1.16. receberiam o juízo de Deus. Porém.I -I 2 . um Juiz justo. sem o conhecimento deles. 4 2 . para punir Judá. Em contraste. continuando em 9. com nomes que mostram sua deidade (Maravilhoso.15-18. faria eterno o trono de Davi. e 6 I . 49. II.12.1-5. Emanuel é novamente mencionado em Isaías 8.I I .8. sua mão salvadora usaria o Messias em um futuro distante.13 a 53. Deus Forte. “Emanuel” ( “Deus conosco”). Ele seria um Mestre.14). 52. 16. um Pacificador enchendo a terra com o . igualmente.

Deus eventual­ mente teria uma testemunha ali. Babilônia. quando Senaqueribe nivelou Babilônia e fez dela um pântano. e para vir logo. toda a sua glória foi deixada para trás e nem sequer teve um enterro digno. Sua atenção. que foi coroado rei em Babilônia dois anos antes de sua morte. Então eles reconhecerão o próprio Deus como sua salvação e vão tirar água dos poços de salvação com alegria. e uma Bandeira para as nações gentias que irão buscá-lo. O Egito teria uma discórdia interna (cum­ prida nos dias de Isaías) e se tornaria fraco.. Um a . O resultado eventualmente seria um retorno de Israel que será semelhante a um novo êxodo. Outras nações estrangeiras sobre as quais Deus pronunciou juízo incluem Filístia. ações de graça e brados de louvor. é mencionada primeiro. é primeiramente em sua relação com Judá.C. M oabe (por seu orgulho). Isso foi cumprido em 689 a. Quando Sargão II tomou a cidade filistéia de Asdode. Cuxe (ou Etiópia). como o centro líder da religião pagã no dias de Isaías. Estabeleceu o modelo para os reis posteriores da Assíria por considerar a si próprio maior do que qualquer deus.conhecimento do SENHOR. o qual exaltou a si mesmo e em quem Acaz colocou a sua confiança. e Egito. Todavia. total. e tanto os egípcios como os assírios finalmente adorariam ao Senhor. Juízo Sobre as Nações Estrangeiras Devido ao fato de Deus ser o Senhor do mundo todo e soberano sobre todas as nações. Seu juízo seria severo. Damasco (e com ela o reino norte de Israel que tinha esquecido o Deus da salvação deles). Foi precipitado no Seol ou inferno. contudo.2 Deus man­ dou Isaías ir sem roupas e descalço por três anos como um sinal de que a Assíria iria levar cativos os povos do Egito e de Cuxe. Isaías tinha uma mensagem para as outras na­ ções. Tiglate-Pileser III. Ele levou prisioneiros para o exílio em vez de libertá-los para volta­ rem às suas casas. até mesmo maior do que o Deus de Israel.1 Então Isaías resume falando mais a respeito do rei.

o propósito de Deus para Israel não mudaria. mas a sua justiça. e sua recusa em confiar no Senhor. Isto será necessário antes que Jerusalém possa ser transfor­ mada em uma cidade de paz. Eles zombavam da mensagem de Isaías que intentava trazer a eles descanso e refrigério. mas espatifado a maioria de seus ídolos. Cinco ais devem vir sobre Jerusalém e Judá por causa de sua hipocrisia. Arábia. o sinal miraculoso da sombra sobre o relógio de . Em 689 a. sua rebelião contra Deus.C. Juízo e Restauração para Judá Isaías é cuidadoso em mostrar que o juízo de Deus revela não sua arbitrariedade. Em contraste com a vinha de uvas bravas mencionada em uma profecia anterior. o juízo irá tornar Judá uma vinha de bons frutos. o tesoureiro de Jerusalém (Sebna) e Tiro. sua confiança no Egito. dando-lhes salvação. exceto Jerusalém. e alegria sem fim. Isaías recebeu a informação de que Babilônia tinha de fato caído. Samaria estava madura para o juízo e o povo de Judá era hipócrita em seu culto ao SE N H O R . muitas lições devem ser ensinadas pelos assírios. Isto prepara para a demonstração da glória de Deus que irá eventualmente trazer uma festa de coisas espirituais para todas as nações. Tampouco é o juízo um fim em si mesmo. Pelos dias de Isaías.C.palavra adicional contra Babilônia profetizava que esta se tornaria um deserto. Senaqueribe não tinha apenas destruído a cidade. M as em um dia futuro. Ezequias e as Invasões de Senaqueribe Em 701 a. Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. rios no deserto. da parte dos assírios. O livro de Isaías termina completamente o relato das invasões de Senaqueribe e depois fala a respeito da enfer­ midade de Ezequias. Embora o juízo tivesse que vir..3 Profecias adicionais falam de juízo sobre Edom.. santidade. Ele irá restau­ rar a terra e o povo de Israel. Eles teriam que aprender do modo difícil. um Rei irá reinar em justiça.

o povo tomou uma posição de fé. a promessa de prote­ ção por causa dos assírios. Ezequias levou a carta diante do SE N H O R . O rumor que eles ouviram era de que os caldeus tinham mvadido Babilônia. A notícia dessa profetizada promessa de proteção contra os assírios moveu Senaqueribe a enviar um exército sob as ordens de seu coman­ dante (Heb. Ele continuou a lhes falar que os deuses das outras nações não puderam livrá-los das mãos de Senaqueribe. N essa ocasião ele enviou uma carta para Ezequias ameaçando começar de onde havia parado e advertindo-o a não confiar no S E N H O R —ao qual tratou de um modo não diferente dos deuses pagãos dos países que ele já tinha conquis­ tado. Isso foi cumprido quando o anjo da morte m atou 1 8 5 . Então Senaqueribe retirou-se. Para Senaqueribe. Desse modo. tanto o comandante como Senaqueribe com seus exércitos partiram sem tomar Jerusalém. essa enfermidade lhe sobreveio logo depois que Ezequias pegou o ouro do templo e pagou com isto tri­ buto a Senaqueribe de modo que este se desviasse de Jerusalém. recu­ sou-se a responder e a se render. a recuperação de Ezequias. exatamente como Isaías havia profetizado. Porém. que requereu a rendição de Jerusalém e falou ao povo para não ouvir a Ezequias e não colocar a sua confiança no Senhor. que os assírios não entrariam na cidade. Porém. Embora Isaías não indique o intervalo entre 701 e 688 a. o contexto e os registros assírios encontrados pelos arqueólogos indi­ cam que Senaqueribe empreendeu uma segunda campanha em dire­ ção ao oeste após ter destruído Babilônia.C. e colocou a sua confiança no Senhor. mas iriam tomar o caminho de volta pelo mesmo caminho pelo qual tinham vindo. pressupondo que Senaqueribe era maior do que qualquer deus. Babilônia era mais importante que a cidade de Jerusalém ou o Egito.. rab-shakeh').sol recuar dez graus. Isaías profetizou que os assírios iriam ouvir um rumor e partir. Então Isaías profeti­ zou que Deus defenderia Jerusalém. até mesmo maior do que o Deus de Israel. e a promessa dos quinze anos adicionais de vida para Ezequias.0 0 0 hom ens do exército de S en aqu erib e. retornando para Nínive pelo caminho que .

Deus irá revelar a sua glória. Ele tem um outro Servo. Contudo. M as dentro de Israel havia e sempre houve um remanescente piedoso que é verda­ deiramente servo de Deus. o qual será um pastor de Deus. e a segurança da verdade da palavra de Deus era o próprio Deus que criou o universo e que é muito maior que qualquer pessoa ou qualquer coisa que nele há. Esar-Hadom. mas eles não podem fazer o trabalho que precisa ser feito —a obra de salvação e redenção. e Ele tem feito de Israel seu servo. Israel como um todo fracassou. como Isaías tinha profetizado. até que dois de seus filhos o assassinaram e um outro filho. Isaías profetiza que alguém vindo do Norte. o incansável Guia para o seu povo. e ficou ali. ungido para realizar a obra de enviar de volta os . Isaías então remonta ao tempo quando os reis estavam mandando presentes a Ezequias por causa de sua cura maravilhosa. Conforto e Libertação Após o povo de Jerusalém tomar uma posição de fé e Senaqueribe deixar Jerusalém não conquistada. o Criador. Emissários vieram e Ezequias mostrou-lhes todos os seus tesouros. para a época do exílio de Israel na Babilônia. pois eles pecaram e não cumpriram a obra a que foram chamados para realizar. Ele é o Deus eterno. Isaías faloulhe que isso foi um erro. tomou o trono. Ele é diferente dos ídolos que têm que ser fixados nos lugares para impedi-los de cair no chão. Olhando à frente. Ele dá força para o abatido. A garantia de confor­ to era a palavra de Deus. O remanescente irá realizar uma obra para Deus. A profecia tem se cumprido e Deus irá conti­ nuar a ser fiel. o qual irá cumprir a obra da salvação e restauração de Deus. para aqueles que esperam por Ele. pois o tempo chegaria quando os babilônios se lembrariam disso e tomariam cativos alguns dos descendentes de Ezequias.tinha vindo. Isaías pediu ao povo para preparar o caminho para Deus retornar para o seu povo. Deus continua a falar para Israel parar de ficar amedrontado. Ciro. o Messias.

de modo que houve um profetizado retorno a Judá cumprido nos dias de Isaías. Seu propósito para com eles vai permanecer válido. Ele revela tanto o passado quanto o futuro e conclama a todos em todo o mundo para tornarem para Ele e serem salvos. Através dEle o remanescente piedoso é encorajado. Então Isaías se volta para profetizar acerca da queda. foram carregados em exaustos animais e levados para o cativeiro. a qual acon­ teceria em 689 a. Seu foco é no sofrimento do Servo-Messias. e Ele irá colocar sobre eles o seu Espírito e sua bênção sobre os seus descendentes.C. de modo que eles não poderiam dar aos ídolos o crédito pelo seu retorno. Ele é a solução para o fracasso de Israel.exilados para a sua própria terra —embora Ciro não conheça a Deus. Os céus e a terra passarão. muitos vão reconhecer que não há outro Deus. Ele irá agir e eles serão restaurados. Senaqueribe tinha levado pessoas de Judá para Babilônia para substituir os babilônios que ele tinha exilado. Isaías então se volta para a destruição em seus próprios dias e extrai uma lição do fato de que os grandes deuses. não com Babdônia. Por outro lado. Os assírios não destruíram Babilônia antes desse tempo. Deus diz a Israel que eles jamais o carregaram —Ele os carregava. Eles ainda são escolhidos de Deus. Deus irá repreender a Israel.5 Isaías não diz mais nada a respeito da Babilônia ou Ciro após o capítulo 48.)4 Porém. mas a . o verdadeiro Servo sobre o qual Deus coloca o seu Espírito será enviado como uma aliança para o povo e uma luz para os gentios. (Desco­ bertas arqueológicas mostram que eles foram transportados para Nínive. mas Ele os tem gravados nas palmas de suas mãos. a segurança de sua alegria futura. Bel e Nebo. Quando Deus restaurar Israel e realizar tanto a paz como o juízo. Então ele os convoca a partir. Isaías lhes diz que Deus profetizara muito tempo an­ tes. Babilônia pensava de si mesma como um deus. Eles pensam que Deus os esqueceu. Registros arqueológicos mos­ tram que eles o fizeram. mas promete apagar e lançar fora as suas transgressões por amor de Si mesmo. mas eles ti­ nham de aprender que Deus não divide a sua glória com outro —não com deuses pagãos.

Isso contrasta com os líderes que malbaratam as formas de adora­ ção e se apressam em seguir seu próprio caminho. Os eunucos não poderiam tomar parte na adoração no templo. dores e culpa deles.salvação de Deus seria para sempre. mas não lim ita a manifestação de sua presença ao céu. O Grande Davi. mas não puderam destruí-lo. será uma aliança e testemu­ nho para todos os povos. O ponto alto do livro de Isaías descreve o Servo Sofredor de Deus. Os estrangeiros que se vol­ tassem para o SE N H O R seriam também inclusos. O resultado do sofrimento. Seus contemporâneos não compreendem o seu sofrimento. Ele que enche a eternidade de tempo e espaço também vem habitar com aqueles de espírito contrito e humilde. juízo para os Outros As bênçãos de Deus não são limitadas a Israel e àqueles cujas impurezas rituais eram removidas pela purificação e sacrifícios da lei. morte e ressurreição do Messias é desenvolvimento e bênção para Sião com multidões adicionadas e livre graça para todos. Eles não contribuíram ao propósito de Deus. M as seus sofrimentos são vicários —completa­ mente em favor dos outros. Ele terá misericórdia e irá perdoar abundantemente. Ele sofre de boa vontade. Deus assegura também que a sua pala­ vra irá cumprir o que lhe apraz. Ele tomou sobre Si as enfermidades. o Messias. ele teve que tratar com os fracassos dos líderes da época de Manassés. o qual procede sabiamente. O chamado é para todos aqueles que têm sede para virem. Pelas suas feridas. Eles o desprezam e pensam a respeito dEle como sen­ do ferido por Deus. e após a sua morte expiatória. Isaías conclama a todos para busca­ rem ao Senhor enquanto Ele pode ser achado. Deus afasta-se de­ les. Para o fim do ministério de Isaías. Ele vive para ver os seus filhos espirituais e ver a vontade de Deus prosperar pelo seu poder. Porém. maltratando o . nós somos sarados. Glória para o Povo de Deus. M as Deus promete incluí-los em sua bênção. Sião será restaurada e as boas novas serão que Deus reina.

Deus dará paz e Ele será uma luz eterna para eles. restauração e glória. para os quebrantados de coração e para os cativos. Isaías continua a transmitir mais algumas profecias a respeito da salvação de Sião e do tempo futuro quando o seu povo irá responder ao seu salvador. O Messias então fala. M as não houve ninguém que intercedesse. Deus chama a atenção para o céu como o seu trono e para a terra como o escabelo de seus pés. bênção e alegria. Ele prometera que um Redentor viria a Sião para aqueles que se arrependessem. Finalmente. seu próprio poder. como o livro de Apocalipse nos diz. Eles o confessam e reco­ nhecem que têm voltado as costas a Deus. os Redimidos do S E N H O R . Deus então promete misericórdia. Isaías então louva a Deus por todas as boas coisas que Ele tem feito por seu povo. Deus irá regozijar-se sobre eles. com alegria e muitas bênçãos que correspondem às condições da maravilhosa paz profetizada para o M ilênio. Deus não deseja o tipo de jejum deles. O Messias deles virá com as roupas salpicadas por haver pisado e esmagado sozinho as uvas no lagar do juízo de Deus. Nova glória virá. ainda que eles tivessem se rebelado e entristecido o seu Santo Espírito. mas a Jerusalém atual também iria ter o seu cumprimento. Jesus aplicou isto a Si mesmo no início do seu ministério na Galiléia (Lc 4. Ele busca um jejum que seja de pecado.1 7-21 ). ungindo-o para pregar boas novas para o pobre. os próprios braços de Deus. Isto será durante os m il anos quando Satanás será aprisionado. Então Sião irá ouvir o cha­ mado para levantar e brilhar. realizou a salvação. pois sua Luz tem vindo. e eles serão chama­ dos de o Povo Santo.pobre até mesmo quando estão jejuando. Ele irá julgar o mal e estender a paz como um rio corrente para Jerusa­ . opressão e cobi­ ça. Ele quer adoração pura. Assim. Haveria um novo céu e uma nova terra. O juízo deve vir antes que o reino milenial seja estabelecido. Seus pecados os têm separado de Deus. pois o Espírito do Senhor está sobre Ele. Ele ora por libertação. Estrangeiros irão ajudar na restauração de Sião.

“T h e AddedYears o f H ezekiah s L ife”. (Chicago: U niversity o f Chicago Press.. Sua fama e glória serão declaradas entre as nações. Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. Ancient o f Assyria and Babylonia.2 5 2 . Pritchard. 2 8 7 . 1 9 2 6 -2 7 ). 3 D aniel D avid Luckenbill. Downer. 2 5 5.. 2 . Benjamin R . 84. 19 24 ). mas o julga­ mento dos ímpios será eterno. 19 55 ). 2 vols. CITAÇÕES 1 D aniel D avid Luckenbill. Aqueles que restarem após o juízo final virão e adorarão ao Senhor. 2 . no. 4 Luckenbill. 2a. ed. Bibliotheca Sacra 80. 2 James B. . The Annals o f Sennacheríh (C hicago: U niversity o f Chicago Press.lém. ed. 31 9 (julho de 1 9 2 3 ): 386. (P rinceton: Princeton U niversity Press. 5 Ibid. 2 4 3 .1 5 2 .1 5 2 . Ancient Records. 2.

U m chamado ao arrependimento I . Juízo de assombrar a terra 2.19-21 d.1-4.30 A.I 6— 20 6.10-18 c. A raça humana é julgada.6 1. Adoração inaceitável LIO— 15 5.6 -2 2 a. Povo rebelde 1.I — 31 1.1-5 2. T ítulo: Isaías sob quatro reis I.6-9 b.2 I — 31 B. Restauração através do juízo I .I 2. Confiança tola 2. Idolatria requer juízo 2.1— 5. Um a terra desolada 1. Judá: um povo rebelde I .22 . O Dia do S e n h o r 2. o SENHOR é exaltado 2.Esboço de Isaías Juízo e Esperança 1 . U m dia futuro de paz 2. Orgulho requer juízo 2.5— 9 4.2— 4 3.

7 2.6 A. Um lamento triste 3.1-30 1. Repreensões e promessas para Judá 7. A vinha e seus frutos 5.6 C.1. Nações sob o controle de Deus trazem juízo 5. O S enhor sentencia juízo sobre os líderes 3. O Renovo e a proteção nupcial 4.1 4.2-4 b.4-7 c. As mulheres orgulhosas de Sião condenadas 3.11 e.10. A vinha explicada 5. Isaías é chamado para um ministério difícil 6. Síria e Efraim aliados contra Judá 7 .5-7 3.3. A visão que Isaías teve de Deus 6. U m cântico de amor 5.1-3 b.1-4 2.1-7 a.26-30 O Deus Santo É Exaltado 6 .8-25 3.8-10 4. A confissão e purificação de Isaías 6.10-13 c. Isaías é comissionado a um ministério difícil 6.1-13 1.1— 9. O mal de Judá é condenado 3.1-4.3-6 c. O caos e a anarquia resultantes 3.13. O sinal do Emanuel 7.14 g.25.2 b.1-16 a. Um a proteção nupcial 4. Deus oferece e promete um sinal 7.1 1 -13 B.8-9 d.14-16 .1 -9 b.16-24 h.1— 12.26 i.1 a. Juízo para as uvas bravas 5.2-6 a.12 f.7 I. Durável até que apenas um remanescente permaneça 6 . O cântico da vinha 5. Juízo bem merecido 3. U m dia de paz e restauração 4. A escolha entre bênção e desastre 3. O rei Acaz é desafiado a confiar em Deus 7. A devastação de Judá 3. Judá e Jerusalém condenadas 3. Os Seis Ais 5. Um resultado do juízo 4 .5.

A Assíria como a navalha de Deus 7.6 1.20— 23 b.5-19 a.I 0— 16 U m dia de ação de graças para Israel e as nações 12.20— 34 a. M aer-Salal-Hás-Baz 8. U m remanescente retorna ao Deus Forte 10.I — 12.34 E. Quatro razões para a ira de Deus 9. Juízo sobre o espiritismo 8.33.24— 27 c.1— 6 a.5 A terra mudada pelo conhecimento do S enh or 11. Ais aos governantes injustos 10. Deixe o mundo inteiro saber 12. Esperança para o remanescente de Israel 10.18-21 4.4— 6 . A impiedade que consome por causa da ira de Deus 9.1-4 c. O Justo Juiz 1 1.5-8 3.2.19-22 5. Assíria é usada e julgada 10.28— 32 d. A Assíria vem como uma inundação 8. O Príncipe da Paz 9.12-19 2.6— 9 U m novo êxodo I I .8-12 2. O Rei ungido pelo Espírito I I . O jugo da Assíria é quebrado 10.1-4 D. Juízo sobre o orgulho e a auto-suficiência 9. Deus usará a Assíria para trazer juízo 7 .5-34 1. Juízo sobre um povo extraviado 9.5 -1 1 b. O avanço assírio 10.13-17 3.4 1.6. Como Deus estava com Israel 8. Deus punirá a Assíria no devido tempo 10. Esperança para a Galiléia 9. 5. 4.1— 3 b.8 a. Assíria —a vara de Deus 10. Deus está no controle 10.7 C.9-18 4. 3.1-5 6. Um renovo dá fruto I I .17— 8.I — 3 2. Assíria é usada sem saber 10 . Louvor pela salvação 12.4.17-25 b.8— 10.

1— 6 2. O rei da Babilônia carece de um enterro digno 14. Destruição súbita 17.1— 2 b.4— 11 a.28— 32 3.1— 5 c.8 c. Etiópia e Egito 18.7.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá 1 3 . A ira de Deus sobre a Babilônia 13.4— 6 b. A destruição de M oabe 15. Babilônia breve será subvertida 13. A colheita e a respiga 17.14 1. O orgulho de M oabe trouxe o desprezo 16.14 4. Compaixão sobre Judá 14. A Filístia não escapará do juízo 14.7 .1— 9 b.18— 20 f.9 d.11 6.6— 12 d. M oabe contrastada com Sião 16.1— 14.6— 13 c.6 1. O Juízo por vir em breve 13. O dia da ira do SE N H O R está próximo 13. Juízo sobre a Etiópia (Cuxe) 18.1— 3 . A Assíria será esmagada na terra de Deus 14. Um escárnio contra o rei da Babilônia 14.14— 22 2. Presentes trazidos ao S E N H O R 18. O orgulho e a queda do rei da Babilônia 14.1— 22 a. O remanescente de Jacó será pequeno 17.14 a.24— 17. Moabe será julgada dentro de três anos 16.1— 5 b.9— I I d.24— 7 2 2.13. Juízo sobre Damasco 17.23 1. A destruição da Babilônia 13. Juízo sobre muitas nações 14. M oabe 1 5 . A recepção do rei da Babilônia no Sheol 14. Castigado por esquecer de Deus 17. Um dia quando as pessoas atentarão para Deus 17.12— 14 C.I — 23 a.12— 17 e.1 8 2 A.21— 23 B. Israel é restaurada mas Babilônia é julgada I 4 . Babilônia torna-se uma terra pantanosa 14.3— 8 c. U m dia de desolação 17.10.1— 16.1— 20.1— 3 5.

12 3. Sebna e Eliaquim 22. juízo prepara para restauração e paz 26 . Lamentação sobre a ruína de Tiro 23.7— 13 E.2— 6 b.I — 10 a.1— 14 a. M anhã e noite para Edom 21. Jerusalém julgada 22.2— 13 a.23— 29 2. Ignorância e hipocrisia condenadas 29. O 1. Os seis ais 28. Um segundo cântico da vinha 27 . 3.1— 14 5. A sabedoria natural vem do SE N H O R 28.1— 33.1 1. a cidade de Davi 29 .1— 15 4. Ai de Efraim 28. Babilônia atacada 2 I . Jerusalém será abatida 29. Os escarnecedores aprendem pelo método difícil 28.1— 8 b.18 1.5— 8 c. A culpa de Jacó a ser expiada 27 .1— 29 a.1— 18 Judá Merece o Juízo de Deus 2 4 .1 — 5 .1— 4 b.3.9— 22 c. a cidade desolada 24.I — 23. A terra corrompida.14— 23 C. O juízo prepara para o reinado de Deus em Jerusalém 24 . O juízo prepara para um banquete m ilenial 25.I — 5 b. Ai de Ariel. Cumprida a profecia da queda da Babilônia 2 I .13— 17 4.6— 10 2.1— 27. Egito e Etiópia —uma falsa esperança 20 .1— I I Só Deus é digno de ser honrado 26. Os inimigos de Jerusalém serão frustrados 29.1— 6 D. Isaías recebe notícias da queda da Babilônia 21.12— 27. Cumprimentos nos dias de Isaías 2 I . U m dia de castigo e cura para o Egito 19.9— 14 . Os líderes bêbados 28. 2.16— 25 5.1— 13 B.1 Israel ferido para que possa dar fruto 27. Juízo sobre o Egito 19.13 U m cântico que expressa confiança 26.15— 25 6.1 0 3 A.11. Juízo sobre a Arábia por vir em breve 21 .1— 12 D.

1— 17 a.7 d. Quem pode habitar com um Deus santo? 33.29— 33 5.16 b. U m chamado ao arrependimento 31.17— 4 2 2. A restauração que honra a Deus 29.15— 4 2 a. O Rei está vindo 33. O deserto se alegrará 35. Ai dos povos rebeldes 30.9— 14 g. Uma viagem improdutiva a uma nação inútil 30.I — 32. O SENHOR se levantará e julgará o inimigo 33. Pecadores aprendem uma lição 33. Juízo até que o Espírito seja derramado 32.2 a. Os planejadores tolos 29.8.2— 35.1 F.I — 3 b.14 e. A destruição sobrenatural da Assíria 31. Uma oração por libertação e a resposta de Deus 33. Israel cantará quando o S enhor destruir a Assíria 30.10— 13 d. Ai dos que buscam a ajuda do Egito 3 I . Juízo sobre todas as nações 34.5 c. Deus será gracioso e irá curar 30. A tolice de confiar no Egito e não em Deus 3 I . A ira de Deus sobre as nações 34.1.28 e.6— 17 c.15— 20 6.3.10 1.5— 17 3. Juízo especial sobre Edom 34. Ai daqueles que trabalham nas trevas 29 . A terra e o povo restaurados 35.15.9 e.1— 5 b.1— 8 f. A tristeza e angústia de Judá 33. Uma súplica que exalta a Deus 33.1— 10 a.7— 9 c.2— 6 b. O p ró p rio D eu s p ro te g e rá Je ru s a lé m 3 1 . O propósito de Deus na história 33. O Espírito derramado restabelecerá a paz 32. Ai da Assíria 33.6.2 .2— 4 2 a.27. O Rei justo 32.18— 26 d.15.1— 33 a.16 f.4 .17— 24 4. O controle de Deus sobre as nações 30. Confiar no Egito trará vergonha 30.1— 4 b.

Ezequias mostra os seus tesouros 39.1 2. Profecia de Isaías foi cumprida 37.12— 31 B.2 2 4 A.1 2.1— 37.21 4. O povo obedece a Ezequias 36.8— 10 Ezequias e Senaqueribe 3 6 .25 1.8 1. Uma sentença de morte 38.1— 31 1. Encorajamento para pessoas que sofrem 35. Deus volta-se para o seu povo 40. O Servo do S en h o r e a sua m issão 42. As ameaças de Senaqueribe 36.1 — 8 .2— 20 3.1— 4 2. Profetizada a morte de Senaqueribe 36.b. A embaixada de Merodaque-Baladã 39. As renovadas ameaças de Senaqueribe 37. O Caminho Santo 35. A glória de Deus e o seu Servo 4 L I — 42. A grandeza de Deus contrastada com os ídolos 40. Boas Novas para Judá e Jerusalém 40. A oração de Ezequias e a resposta de Deus 37. 36.1— 11 2.1— 22 1.8 A. Deus usa alguém do oriente 41.36— 38 C.3— 7 c.8 B.9 -3 8 1. O exílio babilônico profetizado 39. U m cântico novo 42 .9— 13 2.C.1— 2 2.14— 35 3. A doença e a recuperação de Ezequias 38.1— 9 4. O exército de Senaqueribe é dizimado e Senaqueribe é morto 3 7 .1 — 39. As nações e os seus ídolos desafiados 41 . As cidades de Judá capturadas 36.2— 22 D.5— 29 3.1— 8 1.10— 13 . Senaqueribe invade em 701 a.22— 37.3— 8 Conforto para Jerusalém e Judá 4 0 . Ezequias é restaurado 38.

1— 5 6. Lembre-se do Fundador e da fundação 5 I .14— 17 6. O Espírito de Deus será derramado 44.13 5 A. Deus assegura um alegre retorno 51.1— 19 4.1— 7 2. Nenhuma paz para os ímpios 48.9— 16 .1 0 -1 1 B.1— 48. O 1.14— 21 4. As profecias testemunham pelo Deus verdadeiro 48 .22 1.14— 25 D. A infidelidade de Israel 43 .1— 13 2.1— 45.8— 13 3.22— 28 5. Deus usará Ciro para restaurar Israel 45.1— 15 3.6— 20 7. O testemunho de Israel como servo de Deus 43 .18— 25 C.11 O Servo escolhido de Deus 49. Israel cego e surdo 42. A queda da Babilônia 46.5.21— 45. Deus julgará e guiará 42 .1— 3 O obediente Servo de Deus: o Messias 50. 2.12 1.25 a.21— 28 b.22 A Redenção e o Servo Sofredor 4 9 . A tolice da idolatria 44. Servo traz restauração 49 . 3.1 — 5 .2 0 — 21 5. 5. U m mandamento para fugir da Babilônia 4 8 .1— 7 A restauração traz alegria 49 . U m remanescente redimido é reunido 43.8— 26 O pecado de Israel e a falta de resposta 50.I — 8 2. O S e n h o r é superior às deidades da Babilônia 46 . Um novo êxodo da Babilônia 43 .4— 9 A escolha: confie em Deus ou passe o tempo em tormento 5 0 . O amoroso Salvador de Israel 43.1— 52. Jerusalém será habitada 44 . Nenhuma esperança para Babilônia 47.1— 13 c. Deus irá redimir e restaurar Israel 44. O remanescente encorajado 5 1 . Deus salvará Israel 45 .25 1. 4.1— 50.

3— 6 d.14. Um a oferta aceitável pela culpa 53.24 A.15 O Messias menosprezado e rejeitado 53.14 1. Juízo sobre Outros 5 6 .15 .13 a. O Redentor compassivo 54. O cálice da ira de Deus escoado e removido 51.11— 13 3. Líderes estúpidos e gananciosos 56. 1 —3 2.13 O sofrimento espantoso 52. 6. 7. Piores juízos virão 57. A idolatria não traz nenhum benefício 57. 9.3.7— 10 e. 8. A bênção inclui eunucos e estrangeiros 56. Restauração e bênção para o arrependido 57.13 1 . A obra do Messias traz progresso e bênção 54.1— 3 Sofrendo por outros 53. 3.14— 21 a. sofrimento e a morte expiatória do Servo 52.12 O Servo prudente será exaltado 52.11— 15 Os servos de Deus serão justificados 54. 2.4— 6 5 .3— 5 Deus perdoará livremente o arrependido 55. Apóstatas advertidos a respeito do juízo 57. M o r r e n d o p o r o u t r o s 5 3 .17 U m convite universal 55.17— 23 4.1— 66. Jerusalém será redimida 52.1— 55.4— 8 A aliança de paz 54.10— 12 D.1.9— 12 b.6— 9 A palavra de Deus trará alegria 55.2 c.1— 8 2.9.1— 58.9— 57. A idolatria persistente 57.13— 53. 4. Prepare o caminho 57. 3.16.1. 5. 7 —9 6. O 1. Líderes ímpios e idólatras merecem juízo 56.10— 13 Glória para o Povo de Deus.1— 12 C.10 Jerusalém será restabelecida 54. 4. O p ro g re s s o ju b ilo s o 5 4 . Bênção e juízo 56.14.2 Uma aliança perpétua 55.

6— 10 Deus guiará 58. Os gentios restauram e servem a Sião 60.3— 5 Deus quer jejum do pecado 58. redenção e glória de Sião 59.4— 8 3. 1 6 —2 1 Luz e glória vêm a Sião 60. Andando nas trevas 59. O S e n h o r prova o seu favor 62.14 B. A confissão. b.4. 8.1— 60.10— 14 d. A glória futura de Sião 62. Sem justiça e sem paz 59.12 O Sábado traz bênção 58.22 1. 6. C. Os estrangeiros reconstroem e honram a Sião 60.1— 5 b.20. Conforto e paz para os que choram 57. Pecados reconhecidos 59.9— 1 1 b. O p r ó p r io S e n h o r s a lv a rá 5 9 .6 a.21 Adoração hipócrita 58.3 Resultados felizes 61. 5.1— 3 6.9— 15 a.6 .2 Os sacerdotes do S e n h o r 61.1— 63. Nenhuma paz para o ímpio 57.4— 6 Alegrando-se na sua herança 61. O propósito de Deus para transformar Sião 60.1.8. Filhos vindos de longe honram a Deus 60.1— 3 2. 7. Messias anuncia a sua missão 6 I .12— 15 4 .10— 63. Isaías confessa os pecados do povo 59.4— 2 2 a.2 Jejum hipócrita 58. 6.4— 7 b. O 1.15— 18 e. O povo de Deus exibirá o seu esplendor 6 0 .1.16— 19 c. 3.11. 5. 2. O Salvador de Sião virá 62.6— 9 c. 4.6 Ungido para pregar boas novas 61.I — 63.19— 22 5.9 c.13.7— 9 A alegria do M essias 61.10. A adoração restaurada 60. O pecado separa do Salvador 59.11 O contínuo interesse do M essias por Sião 62.

24 1. A súbita ampliação de Sião 66.1— 66. Jerusalém arruinada 64.7— 64. Misericórdia.12 1. Um a nova criação 65.11— 16 4. O juízo de fogo 66.10— 12 E.1— 9 5.8— 10 3.17— 19 4. A resposta graciosa de Deus 65.7— 15 2. Deus é ainda o nosso Pai 63. O templo terreno e sua adoração são insuficientes 66. A glória de Deus é vista 66. Corações endurecidos 63.1— 6 6. Deus julgará aqueles que o abandonaram 65.15— 17 8.1— 7 2.7— 14 7. alegria e juízo 65.17— 25 5.D. Louvor pela bondade de Deus 63.16 3. O remanescente possuirá a terra 65. bênção. Isaías ora por misericórdia e perdão 63. Isaías clama para Deus agir 64.18— 24 .

Jotã o. Este versículo é o título para a totalidade do li­ vro de Isaías.1 É chamado uma “visão” no sentido de que Deus a revelou a Isaías de um modo podero­ so e dramático.I 7 . Ez 7. O verbo “viu” (Heb. M q 3. Os 12. A caz e Hzequias. Jr 23. etc. H c 2.TÍTULO: ISAÍAS SOB QUATRO REIS LI 1 Visão de Isaías. reis de Ju d á . N a L I .16.1-5.I -3 I I. 26. Dn I . I Sm 3.Juízo e Esperança 1 .1. hazab) é fre­ qüentemente usado a respeito de ver uma visão dada por Deus (como em Nm 24.30 A.3. Aqui é usado para signifi­ car um recebim ento so b ren atu ral da p alavra reveladora de Deus. nos dias de U zias.4. a q u a l ele v iu a respeito de J u d á e J eru sa lém . Judá: um povo rebelde I.2. Ob I. f i l h o de A moz.6.10.13. “Sabendo primeiramente isto: .).

íntimas e reais” para Isaías.C. pois ela foi e será a principal cidade a partir da qual Deus governa.21). e o seu filho Jotão assumiu o governo naquele momento (2 Cr 26. Se isto é verdade. muitos reis subseqüentes levaram um filho ao trono como co-regente para prevenir qualquer confusão semelhante. Por orgulho humano ele ousou oferecer incenso no altar de ouro —algo que somente aos sacerdotes era perm itido fazer. concre­ tas. então explicaria por que ele podia entrar e sair livremente do palácio. Antes de morrer. Jotão (um rei fraco) levou o seu filho Acaz ao trono como co-regente em 74 4 a. e no M ilênio o trono do Messias será ali localizado.21). Isaías profetiza sobre outras nações. Davi fixou este padrão de coregência em Israel. reinou de 790 a 739 a. Uzias. Isaías teve um relacionamento vivo com Deus. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem al­ gum. A tradição judaica diz que Isaías era aparentado com os reis de Judá. Deus o condenou afligindo-o com lepra. O Espírito Santo tornou as palavras de Deus “vividas. N ela estava o templo. as palavras de Isaías não eram só suas. de modo .10). E é Jerusalém que comanda a atenção central. Por causa da época turbulenta. M as em 750 ele entrou no Lugar Santo do templo.21). U zias morreu em 739 e Jotão em 731.C. Estudos cuidadosos dos relatos bíblicos e a comparação com des­ cobertas arqueológicas indicam algumas superposições nos reinados dos reis mencionados no verso acima. Este é dirigido a Judá e Jerusalém.2 Semelhante às palavras de Jesus. mas do Pai (Jo 14. mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espíri­ to Santo” (2 Pe 1. O nome “Isaías” quer dizer “Yahweh salva” ou “o Senhor é salva­ ção”3 e sugere o tema do livro. ele levou Salomão ao trono para dar fim às tentativas caóticas de outros para tomarem posse do trono.20. Igualmente.que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Jotão tinha permitido a Acaz liderar. também chamado de Azarias (2 Rs 14. mas apenas quando elas se rela­ cionam a Judá e Jerusalém.

22. porém. Assim. ele deveria es­ tar na faixa dos oitenta anos quando foi m artirizado.C.5 Isaías registrou a morte de Senaqueribe em 6 8 1 a. e viveu até 686 a.. Quando Ezequias se arrependeu e orou. Isto levou Senaqueribe a se insurgir contra ele em 701 a.6 Manassés. Ezequias pagou tributo para salvar Jerusalém. p. .37).C. Isaías trouxe então a mensagem de Deus de morte e juízo. voltou-se contra Deus. Ezequias começou a contar novamente os anos do seu reinado. Um a vida semelhantemente longa era incomum em uma época quando o perí­ odo médio de vida era menos de trinta e cinco anos. Quando Acaz morreu em 715 a. Deus o curou.7 Se Isaías tivesse vinte anos aproximadamente quando começou a profetizar.C. prometendo-lhe libertação da Assíria e mais quinze anos de reinado.6). Ezequias então levou o seu filho Manassés ao trono (em 696 ou 695 a.) para reinar com ele.C. M as tais juízos de Deus eram condicionais.C. Acaz era então o atual soberano. Ele considerou o seu co-reinado com o próprio pai como não digno de contagem.16). ao trono com ele em 728 ou 727 a.4 Indubitavelmente. Ezequias queria o reavivamento.C . (Veja quadro da cronolo­ gia. mas não poderia fazer nada para promovê-lo enquanto o ímpio Acaz ainda estivesse vivo.que quando Uzias morreu e Isaías começou a profetizar. Deus deve tê-lo protegido até que fosse a hora da sua vida ser oferecida como a de Paulo (2 Tm 4. Isaías e Senaqueribe se mantiveram vivos no reinado de Manassés. Porém. Assim. introduziu a idolatria e encheu Jeru­ salém com o sangue de mártires que resistiram àquela idolatria (2 Rs 21.) A continuada turbulência também incitou Acaz a levar o seu filho. A tradição diz que Manassés prendeu Isaías amarrado em um tronco e o serrou ao meio (cf. ele cometeu o erro de que­ brar o tratado de Acaz com a Assíria. Hb 11. Ezequias. A sua recontagem foi provavelmente devido à grande celebração da Páscoa e ao reavivamento espiritual naquela época. nenhuma profecia de Isaías é clara­ mente identificada com o reinado de Jotão.

a m a n je d o u r a d o s e u d o n o . e o j u m e n t o . Eles tinham esquecido que haviam sido . tu ó ter r a . m a s e le s p r e v a r i c a r a m c o n tr a m im . O boi sabe a quem pertence e quem lhe dá direção. O burro sabe quem o comprou. e esta­ belecendo o seu reino por intermédio deles. O fato de que “Israel não tem conhecimento” indica que eles já não tinham um relacionamento pessoal com Deus. guiando-os. Yahweh.6). SI 77. satisfazendo as suas necessidades. Isaías começa com uma mensagem para Judá e Jerusalém. m a s I s r a e l n ã o te m c o n h e c im e n to . aonde ir procurar comida e quem a provê (cf.13.6 é o Deus auto-existente. libertados pelo poder de Deus). Agora. o manancial ou nascente da profecia israelita. 31.22. um Deus justo e santo que fez os céus e terra apelava para que testemunhassem contra Israel.2.28.19. iden­ tificam-nos como filhos redimidos. ó céu s .9 eles (o Heb. Os animais domésticos que serviam às pessoas tinham mais senso que os israelitas. M l 1. o povo da aliança. o mantenedor ou guarda da aliança. Que o povo não “entende” indica que eles não eram mais capazes de discernir o que é verdadeiro e direito. está na posição enfática) tinham se “rebelado” contra Ele. Eles já não agiam como um povo escolhido. Moisés. e p r e s t a o u v id o s . e cumpridor da promessa. ensinando-os. apesar da provi­ são paternal e cuidado terno de Deus por seus filhos. Numa cena que é retratada como em uma sala de tribunal. tinha apelado aos céus e à terra para testemunharem contra o povo quando ele colocou diante deles as bênçãos e as maldições da aliança (D t 30. 3 O b o i c o n h e c e o s e u p o s s u id o r . Dt 24.18. Ele tinha “criado” os israelitas como seus filhos (Ê x 4. voluntari­ osamente rejeitando o seu amor paternal e a sua orientação. p o r q u e f a l a o S e ~ NHOR: C r i e i f i l h o s e e x a lc e i. POVO REBELDE 1. cf. 32. o m e u p o v o n ã o e n te n d e. O SENHOR. 15.o s .2-4 2 O u v i.1).15.

reputação e riqueza. Isaías se torna agora uma testemunha para as conseqüências do pecado de Israel.redimidos e não mais reconheciam a Deus como a fonte da sua força. s e n ã o f e r i d a s . d o s f i l h o s c o r r u p t o r e s ! D e ix a r a m o S e - NHOR. se afastaram. s e m a is v o s r e b ela r íeis P T o d a a ca b e ça e s tá e i f e r m a . porém não resiste ao ataque. A nação está como uma pessoa que foi brutalmente assaltada por um ladrão. UMA TERRA DESOLADA 1. Deus queria que eles fossem um povo santo. d o p o v o c a r r e g a d o d a in iq ü id a d e d a s e m e n t e d e m a lig n o s . Em vez de ser um povo santo eles são como um escravo chicoteado. rejeitando-o completa­ mente em uma total ingratidão. v o lta r a m p a r a trá s. b la s fe m a r a m d o S a n to d e I s r a e l. “Toda a cabeça está ferida” e “todo o coração” . f r a c o . Isaías pergunta por que eles querem ser sur­ rados novamente.3). Eles se voltaram contra Ele. n ã o e s p r e m id a s . e se separaram dEle. mas eles continuaram delibe­ radamente nas ações más dos seus pais e trataram o Santo de Israel com desprezo blasfemo. eles nunca teriam se rebelado. 6) e enfatiza tanto o caráter de Deus como as suas reivindicações sobre Israel. n e m liga d a s. O culto aos ídolo pode também estar implícito (como em Ez 14. M as se tivessem até mesmo tanto bom senso quanto um boi ou um burro. “ah!”) para a nação pecadora e corrupta. e in ch a ço s. Eles já não eram testemunhas para a glória de Deus. e to d o o co ra çã o . Isaías responde com pesar clamando “A i” (Heb. boi. n e m n e n h u m a d e la s a m o le c id a c o m ó leo. 4 A i d a n a ç ã o p e c a d o r a . 3. e ch a g a s p o d r e s . “O Santo de Israel” é um termo encontrado vinte e nove vezes em Isaías e só seis vezes no restante do Velho Testamento. Ele reflete o que Isaías viu na sua visão inaugural (cap. 6 D e s d e a p la n t a d o p é a té à ca b e ça n ã o h á n e le c o is a sã .5-9 5 P o r q u e s e r ie is a in d a ca stig a d o s.10 A culpa deles é um fardo pesado. aparentemente pedindo por mais surra. Mas Israel rejeitou essas reivindicações.

a s v o s s a s c id a d e s. O país está ferido e ninguém está ajudando.0 0 0 prisioneiros que ele outrora tinha levado de lá. a v o s s a reg iã o . não para a Assíria como alguns têm admitido. a b r a s a d a s p e lo f o g o .12 Ele levou mais de 2 0 0 . O corpo. nem ligada. golpeando com aríetes. Em outras palavras. o qual não tem nenhum poder para fazer qualquer coisa a res­ peito disto.(inclusive a mente) está doente. e eles estão voluntariosa­ mente se dirigindo para um desastre mais extenso. para substituir os 20 8 . Isaías agora lista as aflições específicas que Israel tem sofrido. uma cidade situada apro­ ximadamente quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. e subindo escadas para atacar a cida­ de. “desde a planta do pé até à cabeça”. O painel final mostra Senaqueribe no seu trono recebendo os . quando Senaqueribe destruiu qua­ renta e seis cidades de Judá. c o m o n u m a s u b v e r s ã o d e estra n h o s. Arqueólogos descobriram um baixo-relevo de mais de vinte metros de comprimento adornando a parede de um quarto no palácio de Senaqueribe. arcos e flechas. A única situação histórica a que estas descrições correspondem é a da invasão assíria de 701 a. está coberto com feridas abertas e supuradas. o s e s t r a n h o s a d e v o r a m e m v o s s a p r e s e n ç a . lanças.1 1 7 A v o s s a te r r a e s tá a s so la d a . e e s tá d e v a s ta d a . mas para Babilônia. Parece não haver nenhuma esperança por recuperação.. nem nenhuma delas amolecida [aliviada] com óleo [de oliveira]”.C. o pensamento do povo e de seus líderes está errado e obstinadamente contrário à vontade de Deus. Como McKenna salienta: “Isaías nunca esquece que o pecado tem também dimensões sociais”. Este retrata o cerco de Laquis.0 0 0 prisionei­ ros. Nenhuma destas feridas está “espremida. A terra de Judá está “assolada”: suas cidades “abrasadas pelo fogo” e seus campos “os estranhos devoram” na presença do próprio povo de Judá.13 Esta peça mostra os soldados assírios com fundas.

I 5 10 O u v i a p a la vra do SENHOR. 36 e 37 para mais detalhes das campanhas de Senaqueribe). Agora Isaías se volta para as pessoas cujo pecado e rebelião foram os responsáveis por Deus perm itir a devastação. j á corn o S o d o m a se r ia m o s e sem elh a n tes a G om orra . com a intenção adicional de desviar a atenção do seu fracasso para tomar Jerusalém (veja v. teria sido uma ruína completa “como Sodoma” e “como Gomorra”. e era . seu rei. ADORAÇÃO INACEITÁVEL I . com o a ch ou pan a no p epin al.cativos e o espólio de Laquis.. o forte e orgulhoso Ezequias. M as ela foi deixada insegura. 9 Se o SENHOR d os E x ército s n o s n ã o d eix a ra a lg u m r e m a n e s ­ cen te. Sua inscrição chama Senaqueribe de “o rei do universo”. Pela misericórdia de Deus Jerusalém não foi capturada. Senaqueribe colo­ cou isto deste modo: “Eu devastei a ampla província de Judá. * E a filh a de Sião se f i c o u com o a cabana na vinha. 8). Yahweh. Em seus “Anais”.. 4. lim itou a destruição para salvar Jerusalém. Israel tinha se torna­ do como os príncipes de Sodoma e como o povo de Gomorra. ó p o v o de G om orra. Este baixo-relevo pretendia aparentemente chamar a atenção à sua captura de quarenta e seis cidades fortificadas de Judá. vós p r ín cip es de Sodom a. vós. que eu trouxe em submissão aos meus pés14 . o Deus pessoal de Israel. p resta i o u v id o s à lei do nosso D eu s. o Deus dos exércitos do céu. Senaqueribe não era responsável por alguns sobreviventes esca­ pando da devastação. Se Ele não tivesse feito assim. com o cida de sitiada. M as houve sobreviventes. Isaías compara isto às estruturas temporárias — galhos e tapetes ou estaca e toldo — que fazendeiros montam nos campos para vigiar as colheitas. E eles ainda poderiam ser salvos. Eu calei a Ezequias como um pássaro em uma gaiola”15 (Veja Caps.I 0 .

merecedor da mesma destruição como Sodoma e Gomorra. 12 Q u a n d o v in d es p a ra com p a recerd es p era n te m im . Praticado sem sinceridade os sacrifícios eram uma abominação a Deus. Tudo o que eles estavam fazendo era desgastando o chão do átrio do templo pelo seu ato de “pisar”. as pessoas estavam simplesmente multiplicando os seus sacrifícios a Ele. 13 N ão tragais m a is oferta s debalde. A adoração deles não era genuína. nem de bodes. “instrução”). n em de cord eiros. faltando alguma comunhão amorosa verdadeira com Ele. A multiplicação destes sacrifícios fez Deus ter ânsia de vômito. Em vez de obedecerem a Deus. A “gordura” era uma expressão de dar-lhe o melhor deles. o in cen so é p a r a m im abo~ . O “sangue de bezerros. M as o Deus que fez os céus e a terra não precisa de nada. de bodes” era coloca­ do no altar como uma expiação —um resgate pago pelo seu perdão e libertação. o ininterrupto aglomerar no templo não era o que Deus queria. Foi so­ mente a graça de Deus que preservou um remanescente. qu em re~ q u er eu isso de vossas m ãos. torah. 11 D e qu e m e serv e a m im a m u ltid ã o de vossos sa crifício s. Era pretendido que os “holocaustos” expressassem a exaltação de Deus e a dedicação à sua vontade. Este precisa­ va escutar a lei de Deus (Heb. Os pagãos ao redor deles acreditavam que os seus deuses precisavam de sacrifícios e que os sacrifícios continuamente oferecidos aumentavam a possibilidade dos seus deuses responderem às suas orações. que viésseis p isa r os m eu s á trios? Tendo em vista que os seus corações não estavam buscando a Deus em fé e obediência. diz o S e n h o r ? J á estou f a r t o dos holoca u stos de ca rn eiro s e da g o r d u r a de an im a is n édios. de cordeiros. Ele concedeu os sacrifícios da Lei para o benefício de seu povo —como um meio de restabelecer a comunhão com Ele e como o primeiro passo para caminhar com Ele. e não f o l g o com o sa n gu e de bezerros. Ele detesta religião quando esta é apenas uma formalidade e cerimônia.

mas isto era repulsivo a Deus. as “convocações” (ou assembléias). e a s v o s s a s so le n id a d e s . j á e s to u c a n s a d o d e a s so frer . de modo que Ele os aborrecia. não significavam nada quando as pessoas realmente estavam buscando o seu próprio cami­ nho e rejeitando o ensinamento de Deus. q u a n d o e s t e n d e is a s m ã o s . Mãos estendidas com as palmas para cima em uma atitude de submissão e desejando receber algo do Senhor. ajuntamen­ to solene”) como “jejum e preparação ritual”. a s a b o r r e c e a m in h a a lm a . o que sugere que todas as suas atividades de adoração fossem repulsivas a Deus.1— 44). porque Ele via os seus corações. A Septuaginta traduz a última parte do verso ( “iniqüidade. já não expressavam amor e dedicação a Ele. 13 P e lo q u e. os festivais de “lua nova” e as “solenidades” de Levítico 23 não mais honravam a Deus. e ta m b é m a s F esta s d a L u a N o v a . e Ele não podia suportar suas atividades religiosas. Deus não pode olhar com favor em tais falsas ações. adoração que era mera formalidade ou pretendida para persuadir Deus a deixá-los continuar em seus próprios caminhos obstinados. Deus não pode ser subornado ou enganado.m in a ç ã o . 14 A s v o s s a s F esta s d e L u a N o v a . os sábados sagrados semanais e anuais (Lv 23. e o s sá b a d o s. e s c o n d o d e v ó s o s o lh o s. tudo era pretendido para ser santo. n ã o a s o u ço . essas festas religiosas tinham se tornado “pesadas” como um fardo que Deus estava “can­ sado de as sofrer”. Em vez de serem uma alegria para Ele e uma bênção para o povo. n em m e s m o o a ju n t a m e n t o s o le n e : Deus lhes ordenou que parassem as “ofertas debalde” ou ofertas vãs. Mas Deus os via como “iniqüidade”. . e a c o n v o c a ç ã o d a s c o n g r e g a çõ e s . q tia n d o m u lt ip lic a is a s v o s s a s o ra çõ es . j á m e s ã o p e s a d a s . sim . As celebrações na época da lua nova. Enfaticamente. O incenso tornava o átrio do templo perfumado.. p o r q u e a s v o s s a s m ã o s es tã o ch e ia s d e s a n g u e. n ã o p o s s o s u p o r t a r in iq ü id a d e..

Deve ser um arrependimento sincero que faz uma clara ruptura com os atos e hábitos pecaminosos. a ju d a i o o p rim i­ do. mas as mãos estendidas em súplica deviam ser lavadas. os quais não tinham ninguém para defendê-los e que eram freqüentemente as vítimas de esquemas e fraudes (cf SI 85. Davi pediu para Deus lavá-lo de toda a sua iniqüidade e purificálo do seu pecado. Mas Deus fala para Israel que eles têm uma parte a realizar. Eles não têm só que cessar da opressão e corrigir os opressores.I 6 . tratai da cau sa das viú vas. mas não é o bastan­ te. Isto deve ser seguido por boas ações. M as o lavar deve ser mais que um símbolo ou forma vazia. mas têm que ajudar o oprimido.8— Am 5. Abandonar o pecado e o mal é o primeiro passo. Então eles poderão ser capazes de cessar “de fazer m al”. significa defender ativamente aqueles que não podem se defender: especificamente os órfãos e as viúvas. p ra tica i o qu e é reto. As pessoas deviam perceber a sua condição e clamar como Davi fez no Salmo 51. U M CHAMADO AO ARREPENDIMENTO I . pois Deus vê o coração. As orações ainda poderiam ser ouvidas. f a z e i ju s tiça ao ó f ã o .T g 1. 11 A prendei a fa z e r o bem .2 0 16 L a va i-vos.24. 13. Fazer o que é “reto” significa fazer o bem a outros. p u r ifica i-v o s . Eles devem aprender a praticar “o que é reto”. Também tem que incluir uma mudança interna. Isto também significa evitar prejudicar a outros e fazer provi­ são para as necessidades dos desafortunados. Ainda havia esperança. M q 6. 5. 8 . o “fazei justiça” de Deus.6— .M ultiplicar orações não consegue chamar a atenção de Deus quan­ do as mãos estão “cheias de sangue”. Mais importante ainda. Fazer “justiça” significa proceder honesta e eqüitativamente. tirai a m a ld a d e de vossos atos de dia n te dos m eu s olhos e cessa i de f a z e r m al. Eles têm que se lavar.27). Esta expressão notável descreve como as pessoas estavam oprimindo o pobre e usando de violência para adquirir o que elas queriam.

e a su a a u to r id a d e d iv in a e s tá p o r trá s d a s u a p a la v ra . “Vinde. a e s p a d a ( d o s a s s írio s ) o s c o m e ria .m e . receber as suas bênçãos. Como o Filho Pró­ digo de Lucas 15. a in d a q u e o s v o s s o s p e c a d o s s e ja m c o m o a e s c a r la ta . vamos fazer algo a respeito disto”. então.IS V inde. . 19 S e q u is er d es. s e r e c u s a r d e s e j v r d e s r e b eld es . Esta exortação con­ tinua nos versículos seguintes. eles ficarão tão brancos quanto o branco mais claro. c o m e r e is o b em d e sta terra . um branco que é branco por sua natureza. e 32. Embora os invasores estrangeiros estivessem comendo o fruto da terra. en tã o . e o u v ir d e s . 20 M a s. mais alvos do que a neve ou a lã. O S e N H O R fa lo u is to . e a r g ü i. Eles têm que fazer mais do que falar sobre a sua situação. d iz o S e n h o r . Os pecados deles são realmente “como a escarlata” —o tipo de tom mais profundo do vermelho —numa referência que apontava de volta para as mãos sangrentas do versículo 15. p o r q u e a b o ca d o SENHOR o d isse. Ê pressu­ posto que se eles admitirem isto. A c o n tin u a d a re c u s a e re b e liã o s ig n ific a ria m q u e e m v e z d e c o m e ­ re m o f r u t o d a su a te r r a . Ele pode significar o seguinte: “Vamos ces­ sar os argumentos. s e r e is d e v o r a d o s à esp a d a . a in d a q u e s e ja m v e r m e lh o s c o m o o c a r m e s im . A promessa de Deus para lim par e renovar os seus corações e mentes está condicionada sobre a obediência de boa vontade (à ali­ ança ou concerto). ou confessarem. a Deus. e argüi-me” é um termo legal que faz parte da cena de um tribunal. Deus está to­ mando a iniciativa. e le s s e t o r n a r ã o b r a n c o s c o m o a n e v e . Agora o SE N H O R resume as suas palavras que começaram no ver­ sículo 10.1 1— eles poderiam retornar para casa. indicando que a própria natureza deles seria mudada pela graça de Deus. o verda­ deiro arrependimento asseguraria que Deus tornaria possível ao seu povo que desfrutasse novamente dos seus frutos. Eles têm que fazer o que Deus pede que façam. s e t o r n a r ã o c o m o a b r a n ca lã.

6.16 Que contraste com o Deus que os amava e lhes convidara a que o amassem! (D t 6. h o m icid a s. e n ã o ch ega p e r a n t e e le s a c a u s a d a s v iú v a s . Deus continua sua causa contra Jerusalém. 7. n ã o f a z e m j u s ­ tiç a a o ó ifã o . a g o ra . Nós podemos ter a vida eterna ou a morte eterna (Jo 3. Considerando que “justiça” e “reti­ dão” tinham uma vez marcado as relações de seu povo. 23 O s t e u s p r í n c i p e s sã o r e b e ld e s e c o m p a n h e ir o s d e la d r õ e s .16). . O Evangelho. RESTAURAÇÃO ATRAVÉS DO JUÍZO I. a bebida comum dos filisteus). e da rebelião e das práticas cor­ ruptas de seus governantes.O povo tem que fazer a escolha: obedecer e comer ou rebelar-se e ser comido. agora a sua conduta tinha afundado ao mais baixo nível possível. que tem sido m isturada com tanta água que está imprestável. Agora havia se tornado como uma esposa que tinha se rebaixado ao nível infiel de uma prostituta. A corrupção de Sião tem resultado da deslealdade do povo para com Deus. que no tempo de Davi tinha começado como uma “cidade fiel”. o teu v in h o s e m is t u r o u c o m á gu a . A degeneração do povo de Sião é comparada à “escória” —miné­ rio que não tem mais nenhum metal precioso em si e é de nenhum valor. m a s. os seus procedi­ mentos injustos entre cada um deles.15). 22 A tu a p r a t a s e t o r n o u e m e s c ó r ia s . Nós não podemos amar a Deus e nos agarrar ao mes­ mo tempo ao nosso pecado.2 I-3 I 21 C o m o s e f e z p r o s t it u t a a c id a d e f i e l ! E la q u e e s ta v a ch eia d e r e t id ã o ! A j u s t i ç a h a b ita v a n ela . E comparada mais adiante a “vinho” misturado com água (ou o Heb. pode significar cerveja.14.8) Nós vemos o mesmo contraste no Novo Testamento (I Jo 3.5. igualmente. Não há nenhum lugar intermediário. exige uma escolha. Os habitantes de fato tinham se tornado “homicidas”.1. ca d a u m d e le s a m a o s s u b o r n o s e c o r r e a p ó s s a lá r io s . Esta corrupção traz uma lamentação sobre a cidade.

“C a d a u m d eles am a os su b o rn o s” em vez de am ar a ju s tiç a e as p esso as. c o m o e r a m d a n tes. m as ag o ra a ira dE le trará san ta vingan ça sobre os seus in im igo s. O s três títu lo s div in o s — “o S e n h o r \_há’ad on j. os ó rfão s e as viúvas (fre q ü e n te m e n te ch am ad o s d e v ítim as n a B íb lia). A m ão de D eu s a ta c a rá n o vam en te. eram “reb eld es” co n tra I )eu s. A o o b ra d o c a stig o d e D e u s c u lm in a r á e m restau ra ção . sobre aqueles q ue tin h a m o p rim id o o d esam p arad o . e. q u e ad m in istra v am os vário s escritó rio s estatais e a g iam co m o ju iz es que d e c id e m os p ro cesso s. o F o rte de Isra e l” . p o rq u e ab so lv eriam os lad rõ es p o r u m su b o rn o . c o m o a n t ig a m e n t e . P o rém . q u er dizer. en fa tiz am as suas reiv in d icaçõ es e a sua a u to rid ad e . O s p rín cip es recusavam d e ix ar u m a viúva tra z e r o caso d e la à ju stiça.e i a c e r c a d o s m e u s a d v e r s á r io s . e t i r a r . 24 P o r ta n to . E les eram “ co m p an h eiro s de la d rõ e s ”. co m eçan d o a sua o p ressão co m os m ais fraco s e os m ais d e sam p arad o s.m e . o S e n h o r d o U n iverso . d iz o S e n h o r D e u s d o s E x ér cito s . o F o rte d e I s r a ­ el: A h ! C o n s o l a r .e i to d a a im p u re z a .O s “p rín c ip e s ”. E les eram covardes e tiran o s. e v in g a r m e . te c h a m a r ã o c id a d e d e j u s t i ç a . .e i d o s m e u s in im ig o s . o SE N H O R [ YahweFjT o d o -p o d e ro so . D eu s te m sid o p acien te. 25 E v o lt a r e i c o n t r a ti a m in h a m ã o e p u r i f i c a r e i in te ir a m e n te a s tu a s e s c ó r ia s . c id a d e f i e l . co n tu d o n a su a ira h á ta m b ém g raça. A q u e le s q u e têm o p rim id o o d esam p arad o tê m p ro ce d id o d e m o d o tão r u im q u e E le ag o ra os co n ­ sid era — u m segm en to d o seu p ró p rio povo — seus in im ig o s. e o s te u s c o n s e lh e ir o s .t e . O s ju iz e s e co n se lh e iro s (o u líd e re s a d m in is tr a tiv o s ) serão re s titu íd o s . p o is isto in tro d u z o p ro cesso de p u rific aç ão do seu povo do s p ecad o s deles. d a m esm a m an eira q u e o m e ta l é refin ad o e su a escó ria (im p u re z a s in ú te is ) é rem o vid a. en tã o . S e u ju íz o p rete n d e refin ar e p u rificar. E le ag o ra revela o ju íz o q u e estas c o n d içõ es ex igiam . 26 E te r e s t i t u i r e i o s t e u s ju i z e s . “P o rta n to ” in d ic a q u e D eu s fará alg o so bre a situ ação . E le é u m a P essoa d iv in a.

Jeru­ salém já não será uma prostituta. 2.. Os seus atributos de “justi­ ça” e “retidão” os caracterizarão. O povo futuro de Sião deve ser o remanescente purificado e redimido que foi convertido ao Senhor. O reino norte de Israel tinha estado envolvido com eles e agora eles eram comuns em Judá. Os transgressores que rejeitam a autoridade dos ensinos de Deus e os pecadores que violam a lei de Deus serão removidos de entre o povo pelo fogo purificador (veja v.23). Embora o julgamento de Deus seja dirigido contra o pecado. e o s q u e d e ix a r e m o S e n h o r s e r ã o c o n s u m id o s . Isto implica que eles viverão em harmonia com uma preocupação pelo bem-estar uns dos outros. destruído” (por forças de fora de Israel) e “perecerá” (devido à sua própria falência espiritual interior). No fim o descrente.s M a s o s t r a n s g r e s s o r e s e o s p e c a d o r e s s e r ã o j u n t a m e n t e d e s t r u íd o s . Eles serão fiéis a Ele.nenhum rei é mencionado porque o SE N H O R é para ser o seu Rei.. I Rs 14. e o s q u e v o lta m p a r a ela . O povo ainda pode escolher entre servir a Deus ou se rebelar contra Ele. o pecador que escolhe persis­ tir em pecado o receberá igualmente. Esta é a meta de Deus e terá seu cumprimento completo no M ilênio.17 . No dia de juízo futuro. Os “carvalhos” sagrados e os “jar­ dins” eram lugares onde eram observados ritos pagãos em uma reli­ gião que envolvia adoração da natureza e cultos da fertilidade (cf. o pecador.2. A idolatria sempre esteve envolvida no pecado de rebelião de Isra­ el. mas uma cidade justa e fiel. Dt 12.25). os pecadores serão confundidos e humi­ lhados porque os seus falsos deuses não lhes poderão ajudar a esca­ par dos castigos dos seus pecados. 27 S iã o s e r á r e m id a c o m j u í z o . como Ele era antes do tempo do rei Saul. “será. c o m ju s t iç a . 29 P o r q u e v o s e n v e r g o n h a r e is p e lo s c a r v a lh o s q u e c o b iç a s te s e s e r e is c o n f u n d i d o s p e lo s j a r d i n s q u e esco lh estes.

Em escolhendo o paganismo. De que maneiras Israel tinha se tornado como Sodoma e Gomorra? 4. Os 14). Quais são as principais coisas que sabemos a respeito de Uzias. O “forte” é o líder que buscou receber força e poder a partir da adoração de falsos deuses. e sua obra. Isto antecipa o lago de fogo que João viu (Ap 20 . e m f a í s c a . Acaz. Em contraste com a árvore e o jardim irrigado. Por que Deus chamou os céus e a terra para testemunharem con­ tra Israel? O que eles tinham visto? 3. SI I. com os quais Deus comparava freqüentemente o seu povo (N m 24. eles serão consumidos junto com a sua própria maldade. Jr I I . QUESTÕES DE ESTUDO 1.6. Assim. Deus rejeita as práticas pecadoras de qualquer cul­ to ou falsa religião (não im porta qual o bem que eles possam tam­ bém fazer). e n ã o h a v e r á q u e m o s a p a gu e. Que esperança ofereceu Deus ao povo? . Todos esses tais líderes ou príncipes serão como “estopa” —combustível para o fogo que eles próprios atearam! Esses líderes ímpios não serão parte do remanescente que sairá do fogo purificado. o ele­ mento transgressor —príncipe e súdito semelhantemente —tem se­ meado as sementes da sua própria destruição. e c o m o a f l o r e s t a q u e n ã o te m á gu a . toda a nação sofrerá e murchará (v. e a m b o s a r d e r ã o ju n t a m e n t e . Quão irônico que o homem “forte se tornará em estopa. Nada interromperá a destruição. e a s u a oh ra . o destino deles será o das coisas mundanas nas quais eles tinham escolhido confiar. a o q u a l c a e m a s f o lh a s .29).14 . será muito tarde. Jotão. em faísca”. Uma vez que Deus traga este juízo. O neopaganismo não pode esperar nada diferente. 31 £ o f o r t e s e t o r n a r á e m e s to p a .15 ).30 P o r q u e s e r e is c o m o o c a r v a lh o . e Ezequias? 2. Ao invés.

-3 13 U m a cópia de tamanho integral deste relevo pode ser vista no M useu O ri­ ental da Universidade de Chicago. The Mysterious Numhers o f the Hebrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 2 S. Inglaterra: Clarendon Press. Freeman. Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. em Teologia Sistemática. “T he M artyrdom o f Isaiah”. Joyner. 8 Estudiosos têm debatido a respeito do significado do nome divino Yahweh. 3 David L. 5 Edwin R . Isaiah 1-39. um termo norm alm ente usado a respeito dos gentios. 12 John M auchline. 1 9 9 6 ). An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. 2 :1 5 5 -6 2 . 1 9 9 3 ). 9 O plural indica a responsabilidade individual de cada israelita para com Deus o Pai. que faz todas as coisas existirem e escolheu estar fielm ente presente com um povo que Ele cham ou para S i”.J. 3. rev. 1 9 6 2 ). (' H obart E. . (R io de Janeiro. 19 69 ). 1. Charles. RJ: CPAD.). 41. 51. W idyapranaw a. B. “O Deus U nico e Verdadeiro”. 7 Ver R obert H . Stanley M . The Book o f Isaiah. 4 W illiam Foxwell A lbright.: C raig Press. Os seus pecados haviam quebrado a relação do concerto. W ord Books. Isaiah 1— em The Communicators Commentary (D allas: 39. ‘acontecer’. Isto pode vir de um a antiga form a “do verbo hebraico que sign ifica ‘to rn ar’. Isto é um a declaração de que D eus é um ser autoexistente (o EU SO U ou EU SE R E I). Isaiah Z 9 (N ova York: M acm illan Co. H orton. 19 13). H . ‘estar presente’ (. 2 8 1. (G rand R apids: W m . 3 vols. M errill. 10 O hebraico goy. 55. N. ed. 143. McKenna. ed. em The Jews.. B.. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . 1. Young. An H istórical Survey o f the Old Testament (N utley. 144. 19 4 9 ).. “T h e Biblical Period”. 19 90 ).CITAÇÕES 1 Edward }. 1 9 6 9 -7 2 ). 11 McKenna. 1 9 6 6 ). 176. Eugene H . Eerdmans. 1 9 8 3 ). R ussell E. Eerdmans. em The Apocrypha and Pseudepigrapha o f the Old Testament (O xford. ed. T hiele. 193.27 -29 .42. O hebraico escreve som ente as consoantes Y H W F I. 64.

1 9 2 6 -2 7 ). que muitos acreditam foram as profecias iniciais de Isaías. Jeremias 3. 2 £ a con tecerá. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 2 :2 4 0 . Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 13.1 até 4. e a certeza do triunfo da palavra de Deus. Outros pensam que o título é para 2. 2 4 . Os versículos 2 a 4 estão repetidos em M iquéias 4. 66 .6 . 2 vols.3.1-4. 2:3 2 7 . q u e se f i r m a r á o m o n te da C asa do S e n h o r n o cu m e dos m o n tes e se ex a lçará p o r cim a dos ou teiros. 15 Ibid. M as a grandeza do privilégio será completamente realizada na era milenial. 65. Oséias 4.1 7 . e co n co rrerã o a ele todas as nações. quando “o .1 a 4 com algumas variações que o Espírito Santo inspirou para o benefício da audiência rural de M iquéias.1-5 1 Visão qu e teve Isaías. 17 Ver também 57. f i lh o de A moz. n os ú ltim o s dias.1 — onde Oséias vê pecados semelhantes no reino norte de 2. "'C f. Judá não tinha aprendido a lição do juízo de Deus sobre o reino norte de Israel.5.1 O capítulo 2 começa com o futuro desejo universal para saber a verdade de Deus e chama a atenção aos privilégios presentes de Judá como os recebedores exclusivos da revelação divina. os juízos advindos por causa de desobediência ou indiferença. Israel.H D aniel D avid Luckenbill. UM DIA FUTURO DE PAZ 2. Inimigos idólatras os cercavam nos dias de Isaías. a respeito de J u d á e de J eru sa lém : Este título é provavelmente para os capítulos 2 até 12.. Ele continua a mostrar as vantagens da obediência.6 I. Israel desfrutou o privilégio de adorar o SE N H O R em Jerusalém. B.6. O Dia do S e n h o r 2.

17. mas considerada parte desta. e d e J e r u s a l é m a p a la v r a d o S e n h o r . não era muito alta.15). 3 E v i r ã o m u i t o s p o v o s . uma elevação de cerca de 7 3 0 metros.monte da Casa do SE N H O R ” será exaltado e o mundo inteiro quererá dirigir-se para Jerusalém. aprender os seus caminhos. Assim. Então o mundo inteiro será unido sob o comando de Jesus ressuscitado e glorificado (Is 11.32). e d ir ã o : Vinde.18). p o r q u e d e S iã o s a ir á a lei. e a n d e m o s n a s s u a s v e r e d a s . Zc 8. à ca sa d o D e u s d e J a có . onde o Evangelho está sendo espalhado ao redor do mundo.3.2 .12. Esta expectativa de conversão dos gentios é uma parte importante da pro­ fecia do Velho Testamento (Is 40.7. s u b a m o s a o m o n t e d o S e n h o r . e inclui toda a Palavra inspirada de Deus. diretamente ao norte da Sião de Davi. torah') é melhor traduzida como “ensino” ou “instrução”. 4 5. Desse modo. Ag 2. O Espírito Santo está sentenciando-os e convencendo-os (Jo 16. A palavra “Lei” (Heb. Deus os atrairá poderosamente a Jerusalém em um grande fluxo.44. 12. cf. Deus fará os gentios de muitas nações se encorajarem uns aos outros para subirem a Jerusalém para buscar o SE N H O R . Jr 3.17.6. a conversão dos gentios tem um cumprimento prelim i­ nar na presente era da Igreja. Isaías retrata a futura preeminência desta figura­ tivamente por sua exaltação sobre o resto das montanhas da terra — incluindo todos os lugares altos onde os pagãos cultuavam e onde os israelitas freqüentemente cometiam seus deslizes (cf. 14. p a ra q u e n o s e n s in e o q u e c o n c e r n e a o s s e u s c a m in h o s . Com essa exaltação virá a conversão dos povos de todas as nações.2).20— 22. At 9.8— 11).16. e fazê-los a base das suas vidas enquanto andam “nas suas veredas”. Também é um cumprimento da promessa dada a Abraão de abençoar a todos os povos sobre a terra (Gn 12.9). Ez 40. A colina do templo. Jerusalém será o centro para a propagação da sua Palavra. M as a promessa terá seu cumprimento comple­ to no M ilênio. 22. Jo 6. Am 9. Deus agora está atraindo a Si os povos (cf.

n em a p r en d erã o m a is a g u e r r e a r . Assim. Ele introduz o futuro para reforçar a mensagem de Deus para o presente. (Veja J1 3.3 6 . isto é. I Jo 3. A mensagem primária de Isaías. Jacó nem sempre viveu à altura de seu novo nome. provendo perfeita liberdade da guerra e de todo conflito. fazendo dele o lutador de Deus e o príncipe de Deus. O nome “Jacó” teve o significado prim ário de “apanhador de calcanhar” por causa das circunstâncias do seu nascimento (veja Gn 2 5 .4). e estes co n v e r te r ã o a s s u a s esp a d a s em e n x a d õ e s e a s su a s lan ça s. n ã o lev a n ta r á esp a d a n a çã o co n tr a n ação. Deus confirmou o novo nome depois (Gn 35 . um nome que Esaú enfatizou. Jr 9. indicando que o Reino será introduzido atra­ vés de juízo.3). O Anjo do S E N H O R m udou o nome dele para “Israel” (Gn 32 .10 para uma reversão das imagens de Isaías aqui. Eles têm a oportunidade e o privilégio de fazerem isto agora3 (Cf. significando que ele “luta com Deus” ou “Deus luta” ou “Deus governa”. Também tinha o significado de “suplantador” ou “en­ ganador” (veja Gn 2 7 .4 E ele ex e r cer á o se u ju íz o so b re a s n a çõ es e r e p r e en d er á a m u ito s p o v o s. e a n d em o s n a lu z d o S e n h o r . era ao seu próprio povo de seus dias. cf. simbolizando uma vida plena de paz.2 6 ). e tampouco o fez a nação de Israel. . Contudo. Os povos de todas as nações farão isto algum dia.1 0 ). ele exorta a casa de Jacó (que realmente não merece o nome “Israel”) a vir e “andar na luz” dos ensinos e das bênçãos do SE N H O R . ó ca sa d e J a có . N a luz das bênçãos futuras da palavra profética de Deus. o mundo tem que primeiro sofrer grandes juízos. assim como a de todos os profe­ tas. Ele decidirá qualquer disputa entre nações ou indivíduos.2 8 ). Isaías vai de um lado para o outro entre o futuro e o seu próprio tempo. e m f o i c e s . Os ins­ trumentos de guerra serão reciclados em instrumentos de agricultu­ ra.) 5 Vinde. A era milenial será um tempo de paz porque o SE N H O R será o Juiz soberano. N o entanto. os juízos da Grande Tribulação.

14).1. e sã o a g o u r e ir o s c o m o o s filis t e u s . tomado emprestado dos filisteus no oeste. 1 E a s u a ter ra es tá ch eia d e p r a ta e o u ro .6). Dt 18. Israel estava menosprezando o privilégio de ser o povo escolhido de Deus4 e estava imitando as nações pagãs ao seu redor como substitutivo. p o r q u e s e en ch e­ r a m d o s c o s t u m e s d o O r ien te. Idolatria Requer Juízo 2. Deus esta­ va a ponto de abandoná-los. O pro­ blema ficou pior pela fé deles na riqueza e pela confiança nas coisas materiais que eles poderiam comprar. Como os pagãos. a ca sa d e J a c ó . o rei Uzias ficou poderoso. veja também 2 Rs 16. Nos dias de Isaías. Durante o tempo da prosperidade.2. Ex 23 .16 ). M uito desta riqueza veio através da opressão ao pobre.6-22 a. O orgulho e a confiança em coisas materiais continuou sendo um problema no reinado do rei seguinte. eles estavam confiando em cavalos.6— 9 6 M a s tu d e sa m p a ra s te o teu p o v o . mas Acaz. 2 Cr 28. ta m b ém es tá ch eia d e c a v a lo s a s u a terra .5). Eles já não estavam confiando no SE N H O R . Por causa disto.32 ). Ezequias. Isaías não condena a riqueza em si. carru­ agens (poder m ilitar). mas o orgulho o conduziu à queda (2 Cr 2 6 .2-4). Em vez de confiar no SENHOR. mas como as pessoas a adqui­ riram. filho de Jotão.5.10. riqueza e idolatria.2. 0 SENHOR É EXALTADO 2. O seu filho Jotão serviu ao S e n h o r (2 Cr 27. eles estavam seguindo su­ perstições ou “costumes do Oriente” (Assíria e Babilônia) e prati­ cando adivinhação como “agoureiros” (proibidos por Lei. Eles também estavam trocando apertos de mãos “com pagãos” para entrar em ali­ anças comerciais e matrimoniais (também proibido. e s e a s so cia m c o m o s f i l h o s d o s estra n h o s. e o s s e u s c a r r o s n ã o têm f i m . . A RAÇA HUMANA É JULGADA. se voltou à idolatria (2 Cr 28 . e n ã o têm f i m o s s e u s tes o u ro s. A riqueza que encheu a terra aponta para a prosperidade desen­ volvida durante o reinado de U zias e indica que esta profecia foi proferida antes da guerra siro-efraimita nos dias do rei Acaz ( 7 .

d ia n t e d a q u ilo q u e f a b r i c a r a m o s s e u s d ed os. M as eles não serão capazes de fazê-lo (cf. b. Por causa disto. e n tr a n a s r o c h a s e esco n d e~ te n o p ó . deixe-os tentar escapar nesses refúgios. Orgulho Requer Juízo 2. ‘adham ) e indivíduos em particular Çisb'). 17). Jó 13. ele clama para que Ele não os perdoe. lh es n ã o p erd oa rá s. o p o v o s e a b a te.g.1). in clin a ra m ~ se p e r a n t e a o b ra d a s s u a s m ã o s .10— 18 10 Vai.8 T a m b ém e s tá ch eia d e íd o lo s a s u a te r r a . Idolatria é um assunto sério. não importando a classe. d a p r e s e n ç a e s p a n to s a d o S e n h o r e d a g l ó r i a d a s u a m a je sta d e .4. tinham se curvado aos ídolos. A presença de ídolos em todos os lugares mostra as profundezas para as quais Israel tinha caído. Ap 6. Isaías dá agora um comando irônico a esses que se curvaram aos ídolos. Eles confiaram em coisas terrestres. I Sm 22. p o r ta n to . O termo “ído­ los” pode ser traduzido literalmente “nada” (cf.15). Deus humi­ lhará a humanidade como um todo (Heb. Ele não está comandando Deus aqui. Todos. O uso deste termo por Isaías revela o seu desprezo pelos ídolos como sendo estes nada mais que o trabalho de mãos humanas. No Dia do Juízo futuro. Os criminosos e fugitivos freqüentemente se escondiam nas ca­ vernas de pedra calcária dos penhascos da terra de Israel. Zc I I . Em outras terras freqüentemente as pessoas buscavam refúgi­ os subterrâneos. Chamar os ídolos de “nada” não significa que a idolatria é insig­ nificante. 9 A li. Devido a Isaías sentir a indignação de Deus sobre a idolatria. Davi fez isto quando o rei Saul o estava procurando para matá-lo (e. e o s n o b r e s s e h u m ilh a m . Juntamente com o fato da sua terra estar cheia de riqueza. mas a terra e as pedras não pode­ . ela está também “cheia de ídolos”.. Ele está simplesmente expressando o resultado inevitável da idolatria: o juízo divino de Deus.

1 9 .2 1 ) durante os juízos que precedem o Milênio. Os que escarneceram da “majestade’' do SE N H O R irão fugir diante da sua glória “quando Ele se levantar para assom­ brar a terra” (Is 2. Porém. “sobre aquele dia”.I enfatiza que o universo teve um começo real. Reencarnação à parte do Hinduísmo é semelhante a uma visão da história. Gênesis I. dos cumes dos montes no nordeste (v. Que Deus tem reservado um dia é uma evidência adicional da visão linear da Bíblia a respeito da história.2. Deus tem um plano com um começo e um fim. Os pagãos antigos tinham uma visão cíclica da história. O livro de Apoca­ lipse mostra que algum dia o universo terminará para dar lugar a um céu e terra novinhos em folha. ou “o dia do S e n h o r ” é lin­ guagem estritamente profética. e só o S e n h o r será ex a lta do naqu ele dia. 2 Pe 3. como os hindus ainda hoje. “S ó o SENHOR será e x altad o n a q u e le d ia ”.5 E Deus irá levar a cabo a consumação de seu plano.rão escondê-los. . Além do dia de juízo futuro que trará o M ilênio. 11 O s olhos a ltivos dos h om en s serã o abatidos. 12 P orque o dia do SENHOR d os E x ércitos será co n tra todo o soberbo e a ltivo e con tra todo o que se ex alta. p o is n in g u é m se rá c a p a z d e se le v a n ta r d ia n te d o te rr o r e g ló r ia d a su a m a je s ta d e d iv in a.10).6 O dia de juízo próximo (ainda um dia do S e n h o r ) que Isaías vê agora é retratado em termos de uma tem­ pestade que varre pela terra. os profetas vi­ ram freqüentemente um dia de juízo próximo. um dia de julgamento especialmente sobre Israel. 13. Eles olham para os eventos do tempo como se repetindo sempre. “Naquele dia”. to d a a su a a rro g â n c ia e o rg u lh o h u m an o s c a irã o d e rep en te. Q u a n d o as p esso a s estiv erem face a face c o m D eu s. p a ra qu e seja abatido. e a a ltivez dos v a rõ es será hum ilhada. As passagens escatológicas do Novo Testamento usam também tais frases (veja I Ts 5.

14 e co n tr a to d o s o s m o n tes altos. Eles pensavam que estavam seguros.7 Estes eram como os navios que foram o orgulho de Salomão (I Rs 9. especialmente a idolatria dos líderes. Tal tempestade seria muito destrutiva em objetos elevados.3-9). e só o SENHOR s e r á ex a lta d o n a q u ele dia.26.Basã) até aos portos no sudoeste (v. 16 e co n tr a tod os o s n a v io s d e T á rsis e co n tr a tod a s a s p in tu r a s d esejá veis. e co n tr a to d o s o s ca rv a lh o s d e B a sã . Estes cedros. “todo o soberbo e altivo” e o que se exalta serão humilhados. 13 e co n tr a tod a to r r e a lta e co n tr a tod o m u r o f i r m e . provendo um a m aravilhosa som bra. 17 E a a ltiv ez d o h o m em se r á h u m ilh a d a . como nos dias de Salomão). 18 E tod os o s íd o lo s to ta lm en te d esa p a recerã o.22) e dos fenícios. 16. distintos dos cedros comuns da América do N orte e do Brasil. onde os navios mercantes eram ancorados no Golfo de Acaba. a lto s e su b lim es. 13 e co n tr a tod os o s ce d ro s d o L íbano. Por conse­ guinte. Navios luxuosos e imponentes também iriam estar debaixo do juízo de Deus. “Os carvalhos de Basã” (no nordeste das planícies férteis do mar da Galiléia) eram os melhores carvalhos. mas eram freqüentem ente conectados com a idolatria. são verdadeiros cedros e eram altamente considerados como símbolos de poder e majestade (Ez 31 . O orgulhoso é comparado aos cedros do Líbano. e co n tr a to d o s o s o u teir o s elev a d o s. mas Deus usaria os invasores para atacá-los e trazer o seu juízo. . e a a ltiv ez d o s v a r õ e s se aba terá. 10. Os montes e colinas a oeste do Jordão e as torres e muros fortifi­ cados das cidades se referem às defesas para as quais as pessoas apon­ tavam em orgulho e confiavam como proteções. Deus também traria o juízo sobre os grandes navios mercantes que eram equipados para longas viagens e poderiam ir atéTársis (pro­ vavelmente Tartessus na Espanha à foz do rio Guadalquivir).

co m o ta m b é m a te rra . O p av o r do Senhor in c lu i u m e stre m e c im e n to . só o S e n h o r será ex altad o n a q u e le d ia e ir á s u p la n ta r os íd o lo s c o m p le ta m e n te . E les. u m d ia q u a n d o E le ir á “a sso m b ra r a te r r a ” .s e . N o v e rsíc u lo 1 8 . q u a n d o ele se le v a n ta r p a ra a s so m b r a r a terra. q u e f i z e r a m p a ra a n te eles se p r o stra r em . 21 E m e t e r .1 0 co m o s ig n ific a n d o “su b s­ t it u i” o u “s u p la n ta ” . p ara a escurid ão e esquecim ento. A aterra­ d o ra g ló ria e m ajestad e do S e n h o r farão os ado rado res de íd o lo s jo g a­ rem fora os seus íd o lo s com m ed o d ian te de Y ahw eh “às to u p eiras e aos m orcego s”. p o r ca n sa da p r ese n ça esp a n to sa d o S e NHOR e p o r ca n sa da g ló r ia da su a m a jesta d e. os h o m en s la n ça rã o à s to u p eira s e a o s m o rceg o s o s s e u s íd o lo s d e p r a ta e os s e u s íd o lo s d e ou ro. serão a b a la d o s e a sso m b ra d o s.1 9 — 1 2 19 E n tã o. T o d o esse ouro e p ra ta serão reco n h ecido s co m o in an im ad o s e sem valor. E m o u tra s p alav ras. q u e r dizer. J u íz o d e A sso m b ra r a T e rra 2 . O versículo 2 0 desenvolve o p en sam en to do versículo 18.ã o p e la s f e n d a s d a s roch a s e p e la s ca v e r n a s d a s p en h a s.Isa ía s c o n c lu i e sta seção re p e tin d o e sse n c ia lm e n te o v e rsíc u lo I I . E les tin h am d ad o sua p rata e seu ouro p ara fazer os seus íd o lo s que eles pensavam p o d er p ro teger-lh es. e n as cavern as d a te r r a ” q u a n d o E le se “le v a n ta r” (e n tr a r em a ç ã o ) no D ia d o Ju íz o . 20 N a q u ele dia. o verb o s in g u ­ la r (balaph) co m o p lu r a l “íd o lo s ” in d ic a q u e n e n h u m íd o lo p e rm a n e ­ cerá. os h o m en s se m eterã o n a s co n ca v id a d es d a s ro ch a s e n a s ca v e r n a s da terra. c. A g ló ria e m a je s ta d e do S e n h o r en ch erão de m e d o os ad o rad o re s de íd o lo s c os fa rã o fu g ir e se m e te r “n as c o n cav id ad es d as ro ch as. M a s os seus íd o lo s n ão serão capazes de fazer q u a l­ quer co isa p ara p a ra r o terro r in sp irad o p ela g ló ria de D eus. p o r ca u sa da p r e s e n ça esp a n to sa do SENHOR e p o r ca u sa . O m esm o verb o é u sad o em Isaías 9 . O o rg u lh o h u m a n o será h u m ilh a d o .

todo o su sten to de p ã o e toda a sede de águ a. n ão im p o r ta q u ão p o d e ro ­ sos sejam . e o sábio en tre os a rtífices. D e sta m a n e ira . e o p rofeta . 2 o valente. E ste ju íz o tra rá d e p o rta ç ã o . Ju d á e Je ru sa lé m C o n d e n a d a s 3 . S e rá m u ito tard e. D e fato . “e d irão ao s m o n te s: C o b ri-n o s ! E aos o u te iro s: C a í so b re n ó s !”) . Isto é p a ra le lo ao v e rsíc u lo 1 9 e re s sa lta co m o o te rr o r do S e ­ n h o r in fu n d e m e d o n as p esso as (c f. pois.I -4 .2 2 22 A fasta i-vos. E les n ão p o d em im p e d ir o ju íz o de D eu s. e o ju iz . a.1 — 3 1 P orque eis qu e o SENHOR D eu s dos E x ércitos tira rá de J e r u ­ sa lém e de Ju d á o bordão e o cajado. M a s os seres h u m an o s. “o S enhor D eu s d o s E x é rc ito s ” (H e b . e o conselheiro. do hom em cu jo fô lego está no seu n a riz . e o an cião. o povo tr a z r u ín a so b re si p ró p rio . e seu p e c a d o te ste m u n h a c o n tra si. e o ju íz o de D eu s é ju sto . são d e p e n d e n te s d e D eu s p a ra viver e resp irar. e o adivinho.I E m 3 . e n c o ra ja n d o -o s a u m a c o n fia n ç a n o S e n h o r em vez d isso . 3 o capitão de cinq üenta. p orq u e em que se deve ele estim a r? A c o n fia n ç a d eles n o s íd o lo s era re a lm e n te u m a c o n fia n ç a n a h a ­ b ilid a d e h u m a n a . O s 1 0 . O títu lo . e o respeitável. qu an do ele se leva n ta r p a ra a sso m ­ b ra r a terra. a o rd em é p a ra d e i­ x arem de c o lo c a r a c o n fia n ç a n o s seres h u m a n o s e a n ão d e p e n d e re m d o s recu rso s h u m an o s. 3.1 —1 5 Isa ías tr a ta d o ju íz o de D e u s so b re o povo de Ju d á e seus líd e re s . o D e u s T o d o -p o d e ro s o ” em . 0 M AL DE JUDÁ É CONDENADO 3 . haadon Yahweh tsevaoth.da g ló r ia da su a m ajestade. e o eloqü en te. C o n fia n ç a T o la 2 . c u jo títu lo d u p lo “ O SENHOR. M a s p erd er a su a c o n fi­ a n ç a n o s íd o lo s n ão os fa rão c o n fia r n o SENHOR. e o soldado. d. cao s e d esastre. O povo é c u lp a d o .8 .

Ele também levará embora os oficiais e soldados alistados no exército.C. . Deus removerá todas as formas de apoio (indicado pelas formas masculinas e femininas da mesma palavra hebraica). profetas que eram os conselheiros do rei (mas que eram desobedientes a Deus e mais preocupados a respeito da opinião pública). Um cerco que durará até que “todo o sustento de pão.. os capitães de cinqüenta que eram oficiais inferiores.. O Caos e a Anarquia Resultantes 3. O povo tem dependido do apoio de heróis poderosos. 4— 7 4 e d a r-lh es-ei jo v e n s p o r p rín cip es. e sábios encantadores que sussurravam fórmulas ou encantos de magia.1 50 cativos que ele reivindica ter deportado em 701 a. e cria n ça s g o v er n a r ã o sobre eles.14 diz como Nabucodonosor deportou to­ dos os oficiais e os homens de guerra como também todos os artesãos e artífices.8 anciões sábios que eram os conselheiros do rei. de água” este­ jam acabados está implícito. Por causa da falência moral e espiritual do povo como um todo.várias versões é derivado de “o Senhor Yahweh dos Exércitos”. despóticos. Deus removeria todos aqueles com habilidades de liderança (idade. Esse apoio inclui as necessidades de comida e água. de guerreiros poderosos. M as Deus ou os levará embora através da morte ou em cativeiro pelo inimigo. nos dias de Isaías. homens de posição que eram arrogantes. O apoio deles será ineficaz e eles próprios estarão perdidos. artesãos especialistas ou artí­ fices que produziram materiais de guerra.9 b. juizes que decidiram disputas legais. Todos estes que eram considerados a coluna vertebral do país seriam levados embora. Nós também podemos estar certos de que Senaqueribe os incluiu entre os 2 0 0. poderosos e ricos. e. A forma hebraica do verbo “tirar” indica um cum­ primento próximo e certo. adivinhos superstici­ osos que tinham o costume de se comunicar com o mundo dos espíri­ tos. pro­ vavelmente significando “dos exércitos de anjos”) enfatiza a autori••(Jade do S e n h o r . O livro de 2 Reis 24 .

Em vez de utilidade sociável e estima mútua. 6 Q u a n d o a lgu m f o r ter com seti irm ã o à casa de seu pai. não m e p on h a is p o r p r ín cip e do povo. Estes farão esforços frenéticos. Estes indi­ víduos poderiam ser descuidados. nem ta m p ou co há em m inha casa p ã o ou veste algu m a . para restabelecer a ordem no meio do caos. ou posição social). e as pessoas desprezíveis se recusarão honrar a qualquer um. leva n ta rá este a voz dizendo: N ão p osso ser m éd i­ co. A deportação dos líderes e operários qualificados resultará em um desarranjo da sociedade —violências. o menino levará vantagem dos anciãos. mas a adultos sem experiência e entendimento. A liderança. caprichosos. e cada um. ou até mesmo cruéis. Ele não . contra o seu próximo”. seria deixada aos jovens e crianças. o m en in o se a trev erá con tra o an cião. eles agarrarão qualquer homem que tenha roupas boas e pareça ter um pouco de respeito próprio para tentar fazer dele um líder sobre as cidades arruinadas de Judá. O homem agarrado clamará imediatamente que ele não tem ne­ nhuma habilidade ou recursos para ligar as feridas da nação. 5 E o p o v o será op rim id o.experiência. As pessoas tenta­ rão tirar vantagem umas das outras. e sem real autoridade para liderança. haverá oposição mútua: “um será contra o outro. Em vez de respeito para com a idade ou a dignidade de pessoas honradas. sem um senso de responsabilidade. na prática. Devido ao fato de estarem com fome e pobremente vestidos. Isto provavelmente não se referia a crianças reais. 7 naqu ele dia. caos e anarquia. con tra o seu p ró x im o . u m será con tra o outro. Algumas pessoas estarão sinceramente preocupadas a respeito da situação caótica. e cada um . s ê nosso p r ín cip e e tom a sob a tua m ão esta ru ín a. dizendo: Tu ten s roupa. mas malsucedidos. e o v il con tra o nobre. Eles poderiam ser arruaceiros.

Tanto por palavras e ações ( “a sua língua e as suas obras”) eles se rebelaram contra o SE N H O R .tem nenhuma comida ou roupas na sua casa.9 . c. Em outras palavras. Judá caiu. Agora Isaías descreve as causas do desastre por vir. elas ostentavam os seus pecados como o fizeram as pessoas de Sodoma. e todas as pessoas ao redor vêem a . O cerco terminará em derrota para Israel. As pessoas já não têm vergonha. O termo fixa o contexto para a passa­ gem inteira. tão seguro quanto se já tivesse acontecido. Eles desafiaram a presen­ ça (literalmente. Isto na verdade aconteceu durante a invasão de Senaqueribe em 701 a.8. se recusarão a ser envolvidos. N a realidade. As pessoas ordinariamente buscam posições de liderança como uma honra. Então Isaías descreve a causa do desastre. n ã o o s d is s im u la m . Ele vê a rebelião deles e está magoado por isto. 9 A a p a r ê n c ia d o s e u r o s to te s tific a c o n tr a eles .s P o r q u e J e r u s a l é m tr o p e ç o u } e J u d á c a iu . pois apresenta o futuro como certo. A i d a s u a a lm a ! P orq u e sefa z e m m a l a s i m esm os. Ele usa formas de verbo de ação completa (o tempo hebraico perfeito). M as nesta situação lamentável. p o r q u a n t o a s u a lín~ g u a e a s s u a s o b ra s sã o c o n t r a o S e n h o r .C. “Jerusalém tropeçou” e quase caiu. “os olhos”) da glória do SE N H O R . “A i” — um termo sem igual aos profetas e freqüentemente utilizado para introduzir uma passagem de julgamento. Eles sabem que qualquer tentativa de liderar será infrutífera. as que ele está usando é tudo o que tem. Jesus também usou esta ter­ minologia profética (M t 23). O olhar descarado em suas faces mostra a atitude delas para com Deus. Estes israelitas culpados merecem ouvir o termo bebreu ‘oy. Isto não virá por ne­ nhum mero acaso. e p u b lic a m o s s e u s p e c a d o s c o m o S o d o m a . elas “publicam os seus pecados”. p a r a ir r it a r e m o s o lh o s d a s u a g ló r ia . Juízo Bem Merecido 3.

Aqui o termo “bem” está na posição enfática no hebraico. p o r q u e c o m e r ã o d o f r u t o d a s s u a s ob ra s. ou ruína. Deus ama o seu povo. H á um sentimento de pesar enquanto Ele reconhece que aqueles líderes jovens e sem experiência os oprimem . porque tudo o que o homem semear. d. o “m al”. mas o que semeia no Espírito. do Espírito ceifará a vida eterna” (G1 6. e m u lh e r e s e s tã o à testa d o s e u g o v e r n o . Os israelitas estão a ponto de sofrer as conseqüências de seus pecados. da carne ceifará a corrupção. Deus ainda reconhece o povo como seu povo. Porque o que semeia na sua carne. que são culpa­ dos de injustiças e maldades.8).7. virá aos ímpios (especialmente para a liderança corrupta). N o meio da situação de Israel que o estava conduzindo ao desastre. A h ! P o v o m e u ! O s q u e te g u i a m te e n g a n a m e d e s tr o e m o c a m in h o d a s tu a s v e r e d a s . O coração de Deus está partido por causa do nosso pecado (como o livro de Oséias mostra tão claramente).sua atitude como também o seu estado degenerado. isso também ceifará. Deus garante “aos justos” (as pessoas pi­ edosas cuja conduta e caráter o agradam) que tudo estará bem com eles. 11 A i d o ím p io ! M a l lh e irá . e o “m al” que eles trouxeram “sobre si mesmos” lhes causará dano. Deus pronuncia um ai sobre elas. e.12 12 O s o p r e s s o r e s d o m e u p o v o s ã o c r ia n ç a s .10. não a Deus. Em contraste com a recompensa do justo. mas há uma lei fundamental de retribuição que o Novo Testamento também reco­ nhece: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer. Eles merecem e desfrutarão bênçãos por causa das suas obras justas. U m Lamento Triste 3.11 10 D iz e i a o s j u s t o s q u e b em lh es irá . A Escolha entre Bênção e Desastre 3. No meio destes juízos. p o r q u e a r e c o m p e n s a d a s s u a s m ã o s s e lh e d a rá . Assim.

O SE N H O R entra como o Juiz divino. O SE N H O R Sentencia Juízo sobre os Líderes 3. pode haver uma aplicação a todos os povos do mundo.14 13 O SENHOR s e lev a n ta p a r a p le ite a r e sa i a j u l g a r os p o v o s. Os 10.como os capatazes que eram os líderes dos escravos. mas os líderes não zelaram por ela ou a vigiaram. eles a consumiram. o D eu s dos E xércitos. Jr 12. Estes governantes fracos não advertem o povo do perigo e até mesmo os encorajam em sua rebelião contra Deus e em sua idolatria. enquan­ to tentam tornar impossível para as pessoas seguirem os caminhos de obediência a Deus. Ao invés disso. o espólio do p o h re está em vossa s casas. 14 O SENHOR v em em ju íz o co n tra os a n ciã os do seu p o v o e con tra os seu s p rín cip es. o contexto indica que é o povo de Deus que está em vista. Novamente Isaías retrata uma cena de tribunal.13. Eles têm . O hebraico para “destroem o caminho das tuas veredas” pode significar “eles destroem os caminhos de justiça”.1). Não obstante.10. quer dizer. Ele se levanta com santa indignação para conde­ nar depois que os próprios pecados dos povos tenham testemunhado contra eles. Is 5. enriquecendo a si próprios. M ulheres go­ vernando pode se referir a mulheres como o poder por trás dos governantes fracos. Novamente Isaías enfatiza as responsabilidades da liderança. 15 Q u e ten des vós que afligir~ o m eu p o v o e m o e r as f a c e s do p o b r e? — d iz o Se~ NHOR. mereceram então um julgamento especial. possivelmente tanto o povo do norte de Israel e de Judá. porém. eles confundem as pessoas sobre o que é certo. f. “Povo” é plural no hebraico. A nação é a vinha de Deus que Ele plantou (cf.7. Quando eles falharam. A condenação primária é contra os governantes e líderes tribais ou anciões que oprimiam e tratavam o povo de Deus com injustiça. é q u e jb s te s v ó s que co n su m istes esta vin h a . Deus esperava que os líderes agissem justamente e ensinassem a justiça.

fazendo tinir os ornamentos nos seus tornozelos ( “cascavelando com os pés”). As Mulheres Orgulhosas de Sião Condenadas 3. e a ruína da nação humi­ lhará as mulheres orgulhosas e ricas. . Deus os confronta com as suas culpas. que por seu turno causará a calvície que trará o ostracismo delas. Deus não está superenfatizando a culpa das mulheres. mas eles não estavam sós. desejos sensuais e gestos de flerte. atitudes arrogantes. Os homens mostraram pela sua conduta que eles eram as causas primárias do desastre. Quando as mulheres da nação são egocêntricas. Apenas metade de um capítulo fora dos sessenta seis neste livro lida expressamente com elas.1— 3). e c a s c a v e la n d o c o m o s p és. o SENHORf a r á tin h o sa a ca b eça d a s f i l h a s d e S iã o e o SENHOR p o r á a d esco b erto a su a nudez. g.impiedosamente oprimido o pobre (incluindo aqueles sem posição social ou distinção secular). o SE N H O R agora se dirige às mulheres. Am 4. q u a n d o a n d a m . Elas caminhavam com passos curtos anormais por causa do uso de cadeias no tornozelo em uma moda prescrita. e têm o lh a r e s im p u d e n te s . As mulheres contribuíram ao desastre pelo seu espírito arrogante. 17 p o rta n to . Deus “fará tinhosa a cabeça das filhas de Sião” com feridas sarnentas. A vergonha delas ficará óbvia a todos. De certo modo um tanto paralelo à seção precedente. c o m o q u e v ã o d a n ç a n d o . e. como as da lepra. desconsiderando os seus direitos. Todo o comportamento e vestidos delas só serviam para chamar a atenção para elas próprias. Por causa do orgulho delas.16— 24 16 D i z a in d a m a is o SENHOR: P o r q u a n to a s f i l h a s d e S iã o s e e x a l t a m e a n d a m d e p e s c o ç o e r g u id o . A imundície causa­ rá doença. Mulheres frívolas e amantes do luxo ajudaram a trazer essa situação (cf. a nação está em direção à destruição. em “afligir” e “moer” as faces deles (na sujeira).

e m lu g a r d e e n c r e s p a d u r a d e ca b elo s. e a s co ifa s . haverá um fedor podre. e a s v e s t e s r e s p la n ­ d e ce n te s . 20 o s d ia d em a s. como o escravo mais pobre. 24 E s e r á q u e. e a s lu e ta s. h a v er á f e d o r . e m lu g a r d e ch eir o su a ve. e. . em lu g a r d e v e s t e la rga . N ão somente a beleza e o vestuário elegante serão tirados. O ju íz o d o S e n h o r s e rá a re a l c a u s a d a s m u lh e re s p e rd e re m t o d a a s u a e le g â n c ia — lite r a lm e n te d a c a b e ç a a o s d e d o s d o s p és. e te u s v a le n te s . e o s m a n to s .1 m ostra como isto afeta as mulheres. e a s to u ca s . n a p e le ja . N ão há ninguém que tenha sido deixado para defender a nação ou proteger as mulheres. Em vez de faixas ricas e ornamentadas. e a s c a ix in h a s d e p e . 22 a s v e s t e s d e f e s t a . tir a r á o SENHOR o e n fe ite d a s ligas.25. Os homens são as vítim as da guerra. elas serão desfiguradas pela queimadura. e o s v éu s . (Os Rolos do mar M orto indi­ cam “vergonha” em vez de “marcar com ferro”. 23 o s esp elh o s. u m a co r d a .C. c a lv ície . e a s a r r e c a d a s . e a s m a n ilh a s . provavel­ mente de pus em feridas abertas e úlceras. 4. 21 o s a n é is e a s j ó i a s p e n d e n t e s d o n a r iz . “N a q u e le d ia ” é u m d ia d o SENHOR p r e lim in a r o c a s io n a d o p o r in v a s õ e s a ss íria s. Agora o profeta se dirige a Judá.) Este é um quadro das mulheres que são levadas em cativeiro pela conquista dos assírios em 701 a. p o r cin to . terão uma corda ao redor delas.f u m e s . 19 e o s p e n d e n te s . Em vez de beleza. e a s redez in h as. em lugar das fragrâncias dos perfumes. e. e a s c a p in h a s d e lin h o f i n í s s i m a s . A maioria das pessoas que ouviram Isaías fazer estas advertências viveu para compartilhar no juízo. e a s ca d eia s. e o s a ty in e tes .18 N a q u ele d ia . e o s e n fe it e s d o s b ra ço s.26 23 T eu s v a r õ e s c a ir ã o à esp a d a . h. e m lu g a r d e fo r m o s u r a . A Devastação de Judá 3. e q u eim a d u r a . marcadas com ferro como escravos. e. cilício .

Como resultado. n a q u e le d ia . . uma Sião purificada pelo sofrimento.1 1 E s e te m u lh e r e s . o juízo não é o fim do plano de Deus. “sete m ulheres” irão im plorar para um homem que se case com elas. As portas de Jerusalém são descritas como estando em lamentação porque as multidões que normalmente se ajuntavam lá para reuni­ ões públicas e para negócios foram todas embora. la n ç a r ã o m ã o d e u m h o m e m . Como resultado do juízo profetizado em 3 .2 6 . estas mulheres proverão para si próprias —se tão-somente o homem as deixe ser “cham adas” pelo nome dele.2 5 . Esta renovada Sião será feita próspera e santa. 4. tã o . 0 RENOVO E A PROTEÇÃO NUPCIAL 4.10 Embora a lei exigisse a um m arido que provesse com ida e vestido para a sua esposa (Ex 2 1 .2-6 Em Isaías.s o m e n t e q u e r e m o s q u e s e ja m o s ch a m a d a s p e lo teu n o m e . O resto deste capítulo salta à frente para a nova e restaurada Sião. i. d iz e n d o : N ó s c o m e r e m o s d o n o s s o p ã o e n o s v e s t ir e m o s d e n o s s a s v es tes . Um Resultado do Juízo 4 . quer dizer. d eso la d a .26 E a s p o r t a s d a c id a d e g e m e r ã o e s e c a r p ir ã o . tão poucos homens serão deixados depois do ataque assírio que a m aioria das mulheres jovens estará desprotegida e incapaz de conseguir um marido. tir a o n o s s o o p r ó b r io . Ele é um Deus gracioso e fiel. As mulheres hebréias sentiam um a profunda desgraça se elas fossem deixadas solteiras ou sem filhos. e ela s e a s s e n ta r á n o ch ã o. Assentar no chão é um ato de lamentar a situação desolada e desamparada causada pela devastação. com o SENHOR habitando entre o seu povo e protegendo-lhe.1 0 .1 1 ). casar-se com elas e lhes dar a sua proteção.

3. o R en ovo do SENHOR será cheio de beleza e de g ló ria . pois eles são os sobreviventes que são distintos do Renovo aqui. O “Renovo” (Heb. “Broto”.) 4 Q u a n d o o SENHOR la v a r a im u n d ícia das fi lh a s de Sião e lim p a r o sa n gu e de J eru sa lém do m eio dela. O SENHOR (Heb. Um Dia de Paz e Restauração 4. Outros o aplicam à nação de Israel restaurada e espiritualmente regenerada ou ao remanescente purificado. Ele irá “limpar o sangue” cau­ sado pela violência e crimes. Certamente nada aqui exclui a sua aplicação ao Messias.16. “Rebento”) do SENHOR é um termo que os profetas posteriores recorriam para referir-se ao M essi­ as (Jr 23. O remanescente será santo. Isto não pode ser aplica­ do ao remanescente.6. 3 E será qu e aq uele que f i c a r em Sião e qu e p e rm a n ece r em J eru sa lém será cham ado sa n to: todo a q u ele que es tiv er in scrito en tre os v iv o s em Jeru sa lém . tsemach. Alguns afirmam que este é um termo coletivo para tudo que o SENHOR faz crescer em maravilhosa fertilidade. Os eruditos têm opiniões discrepantes aqui. e o f r u t o da terra. Estes serão registrados como verdadeiros cidadãos da santa Jerusalém. mas aqueles que são deixa­ dos depois do Dia do Juízo futuro. Zc 3. co m o esp irito de ju s tiç a e co m o esp irito de ardor.5. ex celen te e fo r m o s o p a ra 05 que escapa­ rem de Israel.2— 4 2 N a q u ele dia. O remanescente aqui referido não são aqueles deixados para trás depois da invasão de Senaqueribe ou de­ pois da destruição babilônica posterior. 6.a. O Renovo dará fruto que os sobreviventes desfrutarão.8. O fruto será “excelente e formoso” para eles. Um a rajada do vento do justo juízo de .12). ‘adonai ) purificará as mulheres de Sião ( “filhas de Sião”) da sujeira do pecado delas.11 Ainda outros dizem que este é o M es­ sias e que Ele será um ramo ou renovo que dará fruto.15.2.12 (veja 2. contudo. 33.

“recâmara”. Porém. que nos dá o Espírito Santo para estar sempre conosco.6 5 cr ia r á o SENHOR so b re tod a a h a b ita çã o d o m o n te d e S ião e so b re a s su a s co n g r eg a çõ e s u m a n u v e m d e dia. os quais se ajuntam lá para adoração. A proteção de glória “será um tabernáculo para sombra contra o calor do dia” de um dia quente de solstício de verão.5.13Além disso tudo. Jerusalém será uma vez mais um lugar onde as pessoas desfrutarão a comunhão com Deus. a glória de Deus re­ pousa como uma proteção sobre o trono de um rei.5. (Veja SI 19. Agora a glória está em cima da totalidade de Sião e de seu povo. p o r q u e so b re tod a a g ló r ia h a v erá p roteçã o . Durante o êxodo do Egito.) Esta é a promessa incondicional de Deus. Durante o êxodo. Nós podemos ter um antegozo disto agora por intermédio de Jesus. e u m a f u m a ç a . A cidade inteira é um santuário. dos poderes do mal. b. Esta será um “refúgio e esconderijo” dos elementos da tempestade. o nosso Emanuel ( “Deus conosco”). Deus manifestou a sua glória e presen­ ça de dia em uma coluna de nuvem e de noite em uma coluna de I ogo. dos inimigos humanos. e u m r e s p le n d o r d e f o g o ch a m eja n te d e n o ite. em vez de “proteção”. Uma Proteção N upcial 4. a nuvem descansava somente em cima da arca. J1 2. novamente criado por Deus. e de todas as vicissitudes da vida. com Deus e seu povo reunidos em amor. traduzida como “tálamo”.16. e p a r a r e fú g io e e s co n d e r ijo co n tr a a tem p esta d e e co n tr a a ch u va .I >rus abanará as chamas do seu fogo purificador. há uma diferença. “Proteção” tam­ bém poderia ser comparada com a de uma cerimônia de casamento. . O juízo de Deus restabelecerá a pureza e o seu Espírito trará santificação. 6 E h a v erá u m ta b er n á cu lo p a ra so m b ra co n tr a o ca lo r d o dia. Ao remanescente piedoso é prometida uma restauração àquela original proximidade da presença de Deus.

611. Que juízo devem esperar aqueles que se empenham na falsa ado­ ração? 3. Stanley M . R J: CPAD. .QUESTÕES DE ESTUDO 1. De que modos este capítulo contrasta a recompensa do justo com o juízo do ímpio? 8. Do que estavam dependendo as pessoas nos dias de Isaías? 6. s Stanley M . ed. “As U ltim as C oisas”. R J: CPAD. Qual seria o resultado da deportação dos líderes e operários qua­ lificados? 7. O que promete Deus para o santo remanescente em Jerusalém? CITAÇÕES 1 S. 19 90 ). 19 95 ). Como o Dia do SENHOR se harmoniza com a visão bíblica linear da história? 4 . Veja Stanley M . 23 0. 1 9 9 8 ).2 1 6 . I I . Eerdmans. Quem é o Renovo do SENHOR? 11. The Lord is Savior: Faith ín National Crisis (G rand R apids: W m . R J: CPAD. (R io de Janeiro. Por que o juízo de Deus viria sobre as mulheres? 9. ed. 4 “Escolhido” para servir a Deus e levar o seu plano adiante. 3 N ós também. 1996). 2 1 5 . O que Isaías esperava a conversão dos gentios encorajar Israel a fazer? 2. H orton. rev. H . H orton. H orton. W idyapranaw a. H orton. O que os juízos do Dia do SENHOR farão os adoradores de ídolos fazerem? 5. B. 2 Stanley M . Por que sete mulheres implorariam a um homem que se casasse com elas? 10. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. Nosso Destino: O Ensino Biblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. em Teologia Sistemática.

The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Um Cântico de Amor 5. C.1-30 I.3 3 . 2 vols. 2 :1 6 6 2 . I Charles F.18— 0 . 12 O Livro da V ida pode estar im plícito (cf. Dn I 2 . onde Amós trata com aqueles do reino norte de Israel 1 2 que pensavam que o dia do SENHOR o s exaltaria.2 1 A gora} ca n ta rei ao m eu am a do o câ n tico do m eu q u erid o a respeito da su a vinha.. 19 24 ).1 Veja Amós 5. 1— é uma parábola (ou alegoria) na qual o profeta age como um 7) cantor que canta sobre “a pessoa” que ele ama e a vinha do seu ama­ do. 33. Antigam ente o destino das viúvas era trágico”. Este os julgaria e não haveria nenhuma escapatória um a vez que isto viesse. Ap 20. 19. Vos. SI 69 . Lord is Savior. 13 “C riar” (H eb. Wycliffe Bible Encyclopedia.I . Pfeiffer. eds. H oward F. II Ibid. E é possível que elas estivessem pedindo para serem adotados em lugar de serem tom a­ das como esposas. Êx 3 2 . O cântico (vv. Daniel David Luckenbill. O m eu am a do tem u m a vin h a n u m ou teiro fé r t il . b a r a sempre tem Deus como o seu sujeito. H O rei Sau l tinha expulsado a m aioria deles ( I Sm 2 8 . 19 75 ).1. porque vinhedos férteis eram uma alegria . O CÂNTICO DA VIN H A 5 .1 -7 a. O uso da vinha como um símbolo teria conseguido chamar a atenção do povo de Israel. W idyapranawa.2 8. e John Rea.12). mas eles eram novamente populares. Por que Deus traz juízo sobre o seu povo escolhido? Isaías res­ ponde por dar-nos “o cântico da vinha” e suas lições. A Vinha e Seus Frutos 5. 10 Também é possível que estas sejam “viúvas que precisavam de um a seguran­ ça e proteção. Só Ele pode criar vida nova. (C hicago: M oody Press.3 ).

2 E a cerco u . e ed ifico u no m eio dela u m a torre e tam bém co n stru iu nela um lagar. P e d ra c a lc á ria é p rev alecen te em Isra e l.4 4 ) . J u íz o p a r a as U v as B ravas 5 . as v id e ira s d eram ap en as “uvas b ra v a s” (p e q u e n a s u v as d e m á q u a lid a d e ). o p ro fe ta e x p lic a o s s ím b o lo s e os a p lic a ao re la c io n a ­ m e n to en tre D e u s e o seu povo. O a m ad o fez to d o o p o ssív e l p a r a a s se g u ra r u m a c o lh e ita ex celen ­ te. M a s em vez d as uvas b o as. u m a situ a ç ã o fa v o rá v e l e u m a s p e c to e n so la ra d o . a m ais b a ix a era p a ra re c eb er o su co . m a s deu u va s bravas. de m o d o q u e revo lver e a r a r a te r r a re q u e r ta m b é m re tira r as p e d r a s . O s is ra e lita s c o n si­ d erav am tais v in h e d o s m u ito v a lio so s. .4 U m la g a r estav a p ro n to — d u a s tin a s c o rta d a s d o p ró p rio le ito d a ro c h a firm e . q u e r d iz e r. o c a n to r d á vo z ao seu am ad o . M t 2 1 .3 — 6 3 A gora. ó m ora d ores de J eru sa lém e hom en s de Ju d á . e a p la n to u de ex celen tes vides. E v en tu alm e n te . p o is. e a te rr a está ch eia d e p e­ d ras.1 E le p la n to u as vid es e s c o lh id a s ( “ex celen tes v id e s ” ) . O h e b raic o d iz lite r a lm e n te q u e a v in h a é p la n ta d a em “u m ch ifre de u m filh o d o ó le o ” .3 3 . en tre m im e a m in h a vinha. ex o rtava o povo d e Ju d á e Je ru ­ salém a d e c id ir o q u e d ev eria ser fe ito c o m a su a v in h a. o d o n o d a v in h a . e a lim p ou das pedras. q u e ele tin h a o d ir e ito de esp erar. D e ­ p o is d a can ção . O s o u v in tes c am p estres de Isa ía s d evem te r s e n tid o a d ecep ção do d o n o . A m a io r e m ais a lt a era p ara p is o te a r as uv as.p a ra eles. A g o ra o am a d o . b. v o s p eço. q u e c o n ta a su a d ecep ção n a v in h a d e su a p r o p r ie d a d e (cf. ju lga i.2 u m a v a rie d ad e s u p e rio r q u e n o rm a lm e n te p ro d u z uvas v e rm e lh as sa b o ro ­ sas e d o c e s. e m u m a c o lm a q u e te m so lo rico . O d o n o d a v in h a fez to d a essa p re p a ra ­ ção co m d ev o ção a m o ro sa e tin h a g ra n d e s ex p ectativ as.3 U m a fo rte to rre de p e d r a fo i c o n stru íd a p a ra u m g u ard a v ig ia r a v in h a e p ro v er “u m lu g a r s o m b rio e fresco p a ra d e s c a n sa r” . e esperava q u e desse u va s boas.

A im p lic aç ão é q u e a fa lta deve estar n a p ró p ria vin h a. “S a rç a s e e s p in h e iro s ” crescerão e su fo c arão as v id e ira s e fa ­ rão d a li u m lu g a r d e sa g ra d á v e l. N ã o h á n a d a d e i­ x ad o p o r r e a liz a r a n ão se r d e s tr u i-la u m a vez q u e ela n ão p ro d u z iu a b o a c o lh e ita q u e d ev eria te r tid o . 5 A gora. 6 e a to rn a rei em deserto. pois. o d o n o d a v in h a faz p ergu n tas re tó ­ ricas a d ic io n ais que to rn a m óbvio q u e n a d a m ais p o d e ria ter sid o feito. D a m esm a m an eira que n in g u é m p ô d e acu sar Jesus de p e cad o (Jo 8 . p a ra qu e seja p isa da. veio a p r o d u z ir vivas bravas? S e m esp era r p o r u m a resp o sta. Q u e o d o n o o rd e n ará às n uven s p a ra n ão cho verem so b re a v in h a ( “às n u ven s d a re i o rd e m q u e n ão d e rra m e m ch u v a so b re e la ” ) d e ix a claro o s ig n ific a d o d a p a rá b o la . d errib a rei a su a parede. n ão m a is p o d a d a . qu e eu lhe não tenha f e i t o ? E com o. esperando eu que desse u v a s boas. o u c u id a d a d e q u a lq u e r fo rm a . O s o u v in tes d e Isa ías teriam q u e a d m itir q u e a d ec isão d o d o n o era ap en as ju sta. O d o n o d iz q u e a to r n a r ia em u m so lo im p ro d u tiv o ( “ a to rn a re i em d e s e r to ”). O d o n o d e c la ra q u e ele p ró p rio tir a n a a cerca ( “tira re i a su a seb e” ) e d e m o lir ia a p ared e de p ro te ç ã o ( “ d e rrib a re i a sua p a re d e ”) . p a ra qu e sir v a de pa sto. c u ltiv a d a. E le é o am ad o q u e p la n to u a v in h a. e às n u v en s d a rei ord em que não derra m em ch u va sobre ela. 5 rem o ven d o a ssim a p ro teção e p e r m itin ­ do ao s in tru so s e n tra r e p is o te a r to d o o lo c a l. O d o n o d a v in h a n ão p o d e ria ser cu lp ad o de q u a lq u e r fo rm a. v o s f a r e i sa b er o que eu hei de f a z e r à m in h a vinha: tira rei a su a sebe. m a s crescerã o nela sa rça s e espinheiros. S u a am o ro sa p rep aração e c u id a d o eram c o m p le to s e in c o n d ic io n ais. assim ta m b ém n in g u ém p o d e ria acu sar o am ad o que p la n to u e c u id o u d a vinh a. .4 6 ). não será podada nem cavada.4 Q u e m a is se p o d ia J a z e r à m in h a vinha. S ó D eu s p o d e faz er isso. O d o n o ag o ra p r o n u n c ia o ju íz o so b re a v in h a .

buscou tsedaqah (retidão) e viu tseaqah (um clamor por socorro). e eis a q u i clam or.c. 2. O jogo de pala­ vras no hebraico é impressionante: Ele procurou por mishpat (justiça) e viu míspach (a quebra da lei). Os ricos os reduziram a servos contratados ou meeiros.7 7 P o rq u e a vin h a do S e n h o r d o s E x ército s é a ca sa de I sra el'. reú n em herdade a herdade. a terra de Deus —dada como uma herança a todo o seu povo. 9 A m eu s o u v id o s disse o SENHOR dos E x ércitos: E m verd a d e q u e m u ita s casas fi c a r ã o desertas. O amado é o próprio SENHOR Todo-poderoso.8-25 8 Ai dos q u e a ju n ta m casa a casa. O povo de Judá e Jerusalém são as suas videiras es­ colhidas. A Vinha Explicada 5. Não há nenhum espaço deixado para pesso­ 34. Lv 25. A minoria rica possuía toda a terra. as de poucos recursos financeiros possuírem uma casa e terra. Ele procurou pelo fruto da justiça e retidão. OS SEIS AIS 5. . m a is lugar. até que não haja. Esses posseiros da terra fizeram os seus bens pro­ priedade de seus deuses.2). sem m oradores. ju s tiça . e fi q u e m com o ú n ico s m o ra d o res no m eio da terra ! O juízo do verso 2 é mostrado como sendo exatamente de acordo com a lista seguinte de seis ais em seis formas de “fruto” estragado e malcheiroso. e os h o m en s de J u d á sã o a p la n ta das su a s d elícia s. e eis a q u i op ressã o. e esp ero u q u e ex ercessem ju íz o . Agora Isaías explica a parábola. O primeiro ai é contra os grileiros de terra que se enri­ quecem desconsiderando o direito sagrado de herança da terra (cf. mas ao invés disso achou o pútrido fruto da injustiça (a lei violada pelos juizes) e um grito de gemido do oprimido pedindo socorro.13— M q 2. e a té as g r a n d e s e excelentes.

11 Ai dos que se levan tam pela m a n h ã e segu em a bebediee! E se dem ora m a té à noite. 10 E dez je ir a s de vin h a não darão m a is do que u m bato. Que eles se tornaram alcoólatras é mostra­ do pela necessidade deles por bebidas ( “seguem a bebediee” —Heb. ou vinte e quatro litros) de vinho (mais precisamente. eles não têm nenhuma consideração ou tempo para o SE N H O R ( “não olham.O SENHOR tem ouvido o clamor das pessoas pobres e desapropri­ adas e deu uma palavra segura a Isaías: As mansões dos ricos ficarão "desertas” e vazias. Semear 22 0 quilos de semente produzirá uma colheita de menos de 2 2 quilos de grão. Em outras palavras.. Eles vivem para a música e para o vinho dos seus banquetes e festas. a colheita deles chegaria só a uma escassa quantidade de dez por cento daquilo que semearam. nem consideram”). provavelmente cerveja) logo no começo da manhã. nem co n sid e­ ra m as obras das su a s m ãos. e vin h o há n os seu s banquetes.15). e n ã o olham p a ra a obra do S e n h o r . e u m ô m er de sem en te não d a rá m a is do qu e u m a efa. Eles conti­ nuam festejando e se divertindo pelo dia e noite adentro “até que o vinho os esquenta” —totalmente bêbados —com vinho. Exatamente quão ruim a desolação será é visto neste verso. Am 3. Assim. suco de uva). M as produzirá somente “um bato” (aproximadamente cinco galões e meio norte-americanos. pois os ricos serão forçados a deixá-las por causa dos seus pecados (cf. ou o . Deus julgará a ganância deles. “Dez jeiras de vinha” é literalmente um grande campo que leva dez juntas de bois para arar em um dia. a obra do Senhor. e ta m b oris e p ífa n os. a té que o vin h o os esq u en ta ! U m amor ao prazer que envolve intemperança e festejos com be­ bedeira traz o segundo ai. Os grileiros de terra terminarão devastados e famintos.. 12 H arpas. e alaúdes. shekhar.

. Eles passaram o seu tempo festejando. 13 P orta n to. Eles fizeram do prazer e do entretenimento os seus deuses. e a su a m u ltid ã o. Como Isaías 10. à sua soberania e para o curso dos eventos que trarão a sua obra de juízo. é m ostrado como um m onstro insaciável pronto para engolir as pessoas que são culpadas de pecados con­ tra Deus.trabalho de suas mãos. O Sh“ol 6 é a m orada do ím pio morto. e os qu e en tre eles fo lg a v a m a ela desceram . o p leb eu se abaterá. junto com “os que entre eles folgavam”. e a su a p om p a . Deus breve usaria a Assíria para trazer este juízo. Eles estão cegos aos atos do Senhor. os líderes ricos morrerão de fome ( “os nobres terão fome”) e as pessoas comuns morrerão de sede ( “e a sua multidão se secará de sede”). a sep u ltu ra a u m en to u o seu apetite e a b riu a boca d esm esu ra d a m en te. e a g ló r ia deles. e o n ob re se h u m ilh ará . As massas que seguiram os seus falsos líderes descerão com eles para o Sheol.9. e a su a m u ltid ã o se seca r á de sede. Desse modo. o qual corresponde ao grego H ades e a “inferno” na língua portuguesa.5. 13 E ntão. o m eu p o v o se rá leva d o cativo. nesse trecho in d i­ cado como “sep ultura”. e os olhos dos a ltivos se hum ilharão. agora o Sheol espera para festejar neles. 14 P o r isso. Em contraste com as festi­ vidades e o divertimento.6 profetiza. Devido a seus líderes não os terem instruído na lei de Deus e não os terem advertido contra a quebra desta.17). “Os olhos dos altivos” opressores —as pessoas gananci­ osas e inescrupulosas —são escolhidos e separados para humilhação. p o r f a l t a de en ten ­ d im en to . 2. O juízo cairá tanto sobre os líderes como sobre a massa das pessoas comuns. todas as classes do povo serão abatidas e humilhadas (cf. e os seu s n o b res terã o fo m e . o povo perdeu o entendi­ mento e “será levado cativo”.

s e e a ca b e a s u a o b ra . As cordas que os ligaram no princípio agora se tornaram cordas inquebráveis. Cordeiros (ou cabras) vagarão sobre as ruínas do que os ricos desfru­ taram uma vez. De certo modo. e o s lu g a r e s p is a d o s p e lo s g o r d o s s e r v i r ã o d e a lim e n to a f o r a s t e i r o s . será santificado em justiça”). s e r á s a n t ific a d o e m ju s t iç a . 17 E n tã o. e a p r o x i m e . Mas Deus “será exaltado em juízo” que Ele sustenta quando julga o culpado. o S a n to .16 M a s o SENHOR d o s E x é r cito s s e r á e x a lta d o e m ju í z o . Os ricos e os governantes violaram os princípios de juízo e justiça. 19 E d iz e m : A p r e s s e . Eles zombeteiramente se referem às advertências de Isaías a res­ peito do dia do juízo de Deus por vir em breve. Isaías de­ pois mostra que a justiça de Deus restaurará o povo através de sua graça divina. Também está claro que eles estão atados aos seus pecados e cul­ pas. p a r a q u e o co n h e ça m o s. . O pecado escraviza aqueles que se rendem a ele. As suas cargas de pecado e iniqüidade são tão pesadas que as cordas enganosas ( “cordas de vaidade”) que eles usam para puxar os seus fardos é muito pequena. Ninguém estará lá para cultivá-los. Essas grandes propriedades e campos abastados tomados pelos ricos se tornarão terras de pasto.s e e v e n h a o c o n s e lh o d o S a n to d e I s r a e l. eles desafiam Deus a tornar boas as advertências dEle de castigo futuro. p a r a q u e a v e ja m o s . o s c o r d e ir o s s e p a s c e r ã o c o m o e m p a s t io s s e u s . de modo que eles têm que usar “cordas de carro”. e D e u s . o santo. c o m o s e f o s s e c o m c o r d a s d e c a r r o s ! Pecadores obstinados cuja incredulidade aberta desafia o SENHOR trazem o terceiro ai. Ele é santo e se mostrará a Si mesmo santo demonstrando a sua justiça ( “Deus. 18 A i d o s q u e p u x a m p e la in iq ü id a d e c o m c o r d a s d e v a id a d e e p e lo p e ca d o .

14).10— 15.9— 30. e da luz. e do doce. As pessoas auto-suficientes que dependem dos raciocínios das suas próprias mentes finitas. provavelmente governantes e políticos. pensando que devido a nada ainda ter acontecido. escuridade. A busca dos prazeres do pecado só pode trazer sofrimento e angústia. Eles puseram o ego e a própria sabedoria deles no trono e imaginam saberem melhor que Deus e o seu profeta. a m a rgo! A inversão das distinções morais traz o quarto ai. e o bem como sendo mal. 20 A i dos qu e ao m a l ch am am bem e ao bem.9. rece­ bem o quinto ai. O povo e os seus mestres têm se tornado tão depravados que eles consideram o pecado como sendo normal. 22 A i dos que são p o d ero so s pa ra beber vin ho e h om en s fo r ç o s o s p a ra m istu ra r bebida f o r t e ! . à homossexualidade e outras perversões sexuais. ao aborto. 21 A i dos que são sábios a seu s p r ó p rio s olhos e p r u d en tes dian te de si m esm os! Pessoas convencidas. e egoisticamente buscam um estilo de vida secular. A totalida­ de da atitude da m aioria das pessoas tinha se tornado como con­ fundir amargo e doce ou luz e escuridão. A atitude deles é como a atitude do mundo hoje com respeito ao álcool. Eles não enten­ dem a escolha de Deus do momento certo (cf.1. rejei­ tam a vontade de Deus. m a l! Q u e fa z e m da escu rid a d e luz.Eles são indiferentes às profecias de Isaías. 2 Pe 3. “luz” e “escuridade” a mora­ lidade pública. nada jamais irá acontecer.10). ainda estão caminhando em direção ao juízo divino. “Amargo” e “doce” pode ser comparado a moralidade pessoal. Isaías se achou freqüentemente em conflito com os conselheiros políticos dos reis de Judá (veja 28 . e fa z e m do a m a rgo doce. Eles menosprezam a Deus porque não o conhecem. Quão triste é quando as pessoas torcem a verda­ de! Como é triste quando eles riem dos pecados pelos quais Cristo morreu.

e a s m o n ta n h a s tr e m e r a m . e provavelmente drogas) para adquirir um teor muito mais elevado. não pode obter justiça da parte deles. ervas aromáticas. e a p a lh a s e d e s fa z p e la ch a m a . c o m t u d o isto n ã o t o r n o u a tr á s a s u a ira. o suborno se tornou um modo de vida para os juizes. a s s im s e r á a s u a ra iz . e o s s e u s c a d á v e r e s e r a m c o m o m o n t u r o n o m e io d a s r u a s . . Com estes juizes e líderes. A subitaneidade do juízo é comparada à palha e estopa secas que desaparecem depressa em chamas.10). 25 P elo q u e s e a c e n d e u a ir a d o SENHOR c o n tr a o s e u p o v o . Tal indulgência é exaltada por eles. A indulgência deles a respeito destas coisas os tornou insensíveis a qualquer coisa a não ser os seus própri­ os desejos. “o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males” (I Tm 6. e e s t e n d e u a m ã o c o n t r a e le e o f e r i u . A podridão da raiz e o esvaecer das flores ilustram a plenitude da ruína. Assim o pobre inocente. 23 A i d o s q u e j u s t f i c a m o ím p io p o r p r e s e n t e s e a o j u s t o n e g a m ju s tiç a ! Para dar suporte às suas drogas e bebedeiras. m a s a in d a es tá a lç a d a a su a m ão. Deus fala da liberação da sua ira. p o r q u a n t o r e je it a r a m a le i d o S e n h o r d o s E x é r c i t o s e d e s p r e z a r a m a p a l a v r a d o S a n to d e I s r a e l. Líderes que deve­ riam ser os heróis no campo de batalha só poderiam ostentar de quanto vinho eles poderiam agüentar e como eles se superaram no "misturar bebida forte” (vinho com temperos. A rejeição da lei e da instru­ ção do SE N H O R inclui a rejeição da sua palavra e a rejeição das profe­ cias de Isaías. que não pode ser capaz de lhes dar um suborno. Como uma conclusão à lista de ais. c o m o a lí n g u a d e f o g o c o n s o m e a e s to p a . 24 P e lo q u e.Juizes bêbados e corruptos merecem o sexto ai. e a s u a f l o r s e e s v a e c e r á c o m o p ó . c o m o p o d r i d ã o .

Os guerreiros estão ajustados. A sua mão nos dias de Isaías ainda estava estendida ( “ainda está alçada a sua mão”) contra Judá para desastres adicionais —isto é. As suas folgadas roupas exteriores são cingidas com cinto em preparação para a luta. e e is q u e v i r ã o a p r e s s a ­ d a m en te. NAÇÕES SOB 0 CONTROLE DE DEUS TRAZEM JUÍZO 5. não para dorm ir. As sandálias deles são novas —nem mesmo uma correia quebrada de sandália os im pedirá. este não era nada compara­ do aos resultados dos seus contínuos pecados.5). Que . Apesar do tamanho daquele desastre. provavelmente do grande terremoto no tempo de Uzias (Am I . Ele matou tantos em tão poucos minutos que corpos ficaram deitados nas ruas durante algum tempo. que o SENHOR ergue bem alto é um sinal para os guerreiros de uma nação distante atacarem. Ele assobiará para chamá-los e eles virão rapidamente. Deus está a ponto de executar o seu juízo. A Assíria e os aliados dela são estes guerreiros estrangeiros. trazer a invasão assíria descrita nos versos seguintes.26-30 26 E e le a r v o r a r á o e s t a n d a r t e a n t e a s n a ç õ e s d e lo n g e e lh es a s so b ia r á d e s d e a e x t r e m id a d e d a te r r a .I ). lembrado até mesmo na época de Zacarias (Zc 14. A razão pela qual o inim igo virá tão rapidam ente é que eles estão bem preparados.Como um clímax para os seis ais. alertas e prontos para marchar. n e m c la u d ic a n te . n ã o s e lh e d e s a ta r á o c in t o d o s s e u s lo m b os. ou bandeira. O “estandarte”. 27 N ã o h a v e r á e n t r e e la s c a n sa d o . Isaías tira agora uma lição do passado. A marcha longa não os esgotará e eles esta­ rão prontos para a batalha. Este foi um desastre maior. A ira de Deus não estava satisfeita. 3. Deus os designou como agentes da sua ira. n in g u é m to s q u e n e ja r á n e m d o r m ir á . quando alcançarem o seu objetivo. Eles vêm de uma terra que para os israelitas estava na “extremidade da terra”. n e m s e lh e q u e b r a r á a c o r r e ia d o s s e u s sa p a to s.

A aproximação dos exércitos assírios será irresistível. e. e não haverá q u em a livre. descuidada e festeira disposição de Judá e seus líderes! 28 A s su a s fle c h a s serã o agudas. ru girã o com o fi lh o s de leão. e as rod as dos seu s carros. As figuras de trevas e de . retesados. Agora. u m redem oinho. como um leão. eles se lançarão sobre a sua presa “e a levarão”. derukhoth. as u n h a s dos seu s ca va los dir~se~iam de p ed ern eira . O equipamento do inimigo está nas melhores condições: flechas agudas. Por causa dos números e equipamentos do inimigo. outro rugido.contraste com a desprevenida. arcos retesados (Heb. naqu ele dia. Judá não poderá resistir. Também.7 Os assírios então levaram muitos dos habitantes de Judá para o cativeiro. 30 E bram arão co n tra eles. e a rreb atarão a presa. e todos os seu s arcos. os cascos dos cavalos duros e sadios (as ferraduras de metal não eram usadas nos tempos antigos). Neste tempo o povo de Judá experimentará o caos de estar nesta situação desesperadora. e a lu z se escu recerá em su a s assolações. será ouvido sobre a terra —como uma grande e irresistível onda do mar. se a lgu ém olh a r p a ra a terra. multidões de rodas de carruagens zum­ bindo —fazendo um som parecido ao de um furacão ou tornado. 29 O seu ru gid o será co m o o do leão. Ezequias olhou para o Egito por ajuda e contratou os solda­ dos mercenários para ajudar a defender Judá. mas o Egito foi derro­ tado e os soldados contratados fugiram todos. co m o o bram ido do m a r. como Deus está usando os assírios. e a levarão. eis qu e só v er á treva s e ânsia. qualquer ajuda humana na qual eles confiam não estará em nenhuma parte para ser achada. sim . O alvoroço e os gritos de batalha da chegada deles serão como o rugir de um leão. Uma vez que o inimigo venha. “curvados”) para a batalha. ru girã o. “como o bramido do mar”.

1 3 -1 5 .8 QUESTÕES DE ESTUDO 1. Ela tam bém observa que a torre mostrava o prestígio do dono. “videira rara e escolhida”. 3 Relevos nas paredes do palácio assírio de Senaqueribe em N ínive descrevem a captura de Laquis e m ostram videiras derrubadas ao chão. Pv 5. Que tipo de exército Deus chamará para trazer juízo sobre o seu povo? CITAÇÕES 1 Arqueólogos têm descoberto que as pedras eram usadas para construir muros de sustentação que apoiavam terraços planos onde as videiras eram planta­ das sobre os mesmos.1 1 e Jr 2. 4 9 . 4 (agosto de 1988): 45. 9 . No entanto. 2 A vide é em hebraico soreg. nós temos de nos lembrar que o propósito de Deus para com Israel ainda era um propósito remidor. 55 . O term o é usado somente aqui e em Gn 4 9 . Todavia. Is 38 . 4 W alsh. “G ods V ineyard”. “parede” pode se referir às paredes de sustentação que apóiam os terra­ ços. De que modos Israel era como uma vinha? 2. Bible Review 14.5.2 0 . 5 Ou.. Veja Carey Ellen W alsh. Como os seis ais descrevem e julgam o fruto de qualidade inferi­ or de Israel? 3.1 2 . SI 30.8.1 1. 47. 2 7 .1 1 . 8 8 . no. um exame de passagens tais como Jo 2 6 . 6 O Dr. R .27 . 7.1 8 . Laird H arris do Covenant Sem inary falou-me que a tradução de Sh"rol na ARC como “sepultura” é devido à sua interpretação.6 . “G ods V ineyard”. barra­ ca tem porária”) como em Is 1.21. Eles serão como um navio em uma tempestade que perdeu os seus mastros e olha para algum sinal de terra ou um raio de luz e não vê nenhum.1 0.escuridão mostram a sua angústia.1 5 . 1 5 . 49.1 8 m ostra que esta significa . Ibid.3. A m aioria dos vinhedos tinha um sukkah ( “abrigo.

1 9 9 8 ). Isaiah 1-39. 144-45. H orton. 2 1 David L. 19 26— 7 ). 103. Nosso Destino: O Ensino das Últimas Coisas (R io de Janeiro. 2 vols. . Ancient Records o j Assyria and Bahylonia. RJ: CPAD. 111. que é sempre um lugar de punição. ' D aniel David Luckenbill. M cKenna. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove.“inferno”. em The Communicator’s Commentary (D allas: 1 W ord Books. N o Novo Testamento ela é traduzida como Hades. 2 :1 2 1 . 19 93 ). 19 9 3 ). Ver também J. Veja Stanley M . 4 2 -4 8 . Alec M otyer.: InterVarsity Press. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press.

.

Alguns sugerem que Isaías profetizou antes des­ ta visão e que isto era uma confirmação da chamada . I. depois a sua comis­ são e. A VISÃO QUE ISAÍAS TEVE DE DEUS 6.0 Deus Santo É Exaltado do 6.1-4 1 N o an o em qu e m o r r eu o rei Uzias. os resultados futuros de sua profecia. Isaías retorna para a sua visão inaugural e chamada para proclamar a sua autoridade para declarar um tal destino sombrio.6 A. Isaías É Chamado Para Um Ministério Difícil 6. finalmente. Primeiro ele dá a época e o lugar da visão e seu efeito sobre si próprio. eu v i a o S en h or a ssen tado sob re u m alto e su b lim e trono.1— 13 Depois de dar uma advertência de tal magnitude. e o seu séq u ito en chia o tem plo.I-I2.

ele não viu nenhuma cortina. ou véu. 2 O s sera fin s estavam a cim a dele. M as Deus se revelou aqui.1 A visão provavelmente veio antes da morte do rei Uzias em 739 a. N inguém jamais viu Deus na sua totalidade. e co m du a s cob ria m os p és. Em uma visão do templo divino. que impedisse a sua visão do trono divino. aqui tradu­ zido como “seu séqüito enchia o tem plo”. A visão do Senhor (Heb. Isaías não é um profeta em uma excursão do ego. Ele só menciona o seu próprio nome quando isto é pertinente e relevante a um aconteci­ mento histórico”. por causa da sua presunção em entrar no Lugar Santo do templo. Todavia. 4 . tornou-se um leproso e o seu rei­ nado foi transferido para o seu filho Jotão. McKenna sugere que “ele resu­ miu as suas profecias e declarou os seus temas nos primeiros cinco capítulos para mostrar a prioridade da mensagem sobre o mensageiro.C. 1 ádonai ) “alto e sublim e” no seu trono ilustrava a sua soberania sobre todos os reis. Sendo a glória do Senhor tão poderosa e ater­ radora. Isaías não des­ creve a forma sobre o trono porque esta provavelmente desafiava qualquer descrição. foi que as “abas de suas vestes enchiam o tem plo” (A R A ).. o livro de Isaías não é estritamente cronológico e não há nenhuma evidência de que ele te­ nha profetizado antes desta época.. possivelmente por um M ediador entre Deus e a humanidade —nosso Senhor Jesus Cristo. autoridades e poderes no universo.que ele tinha previamente recebido. Ele em breve conquistaria a Síria no N or­ te e faria Israel sujeitar-se. Isaías estava fora do templo. cada u m tinha seis asas: com d u a s co b ria m o rosto. a única coisa que Isaías pôde descrever. e com du as voavam . e assim o fez. porque Ele é um Espírito infinito (Jo I . . provavelmente em seus átrios. I 8. Tiglate-Pileser III tinha estabelecido o Neo-Império Assírio e já estava focalizando a sua atenção sobre o Oeste. Uzias.2 4 ). Este era um tempo crítico para Israel e Judá. quan­ do olhou de repente para além deste.

2 os serafins estavam voando. e Isaías viu as faces. Eles se mantinham clamando uns para os outros: “Santo. e duas prontas para o vôo imediato e ininterrupto para fazer a vontade de Deus. João 12. e a casa se en ch eu de fu m a ç a . mas deve­ ria ter sido vários. enche toda a terra. 3 E cla m a va m u n s -para os outros. embora o conceito jamais fosse completamente revelado no Velho Testamento. pode indicar a pureza de tal ser. Nós não somos informados de quantos serafins havia. Eles refletiam o brilho deslumbrante da glória de Deus em tão elevado grau que pareciam estar em chamas. incluindo a manifestação do seu poder e a sua natureza santa. duas cobrindo os pés e a parte mais inferior do corpo para indicar hum il­ dade e reverência.Acima do Senhor. Os serafins proclamam que agora a sua glória.) M as Ele também tem se separado de um modo positivo —para levar a cabo o seu plano divino e propósito de redenção e restauração. Santo. diz en do: Santo. S anto é o SENHOR dos E x ércitos.3 Os serafins segura­ mente teriam sabido e teriam entendido que há uma Trindade. toda a terra está cheia da su a gló ria . significando “os ardentes”. ou exérci­ tos]”. Certamente a Trindade estava presente na visão de Isaías. A repetição tripla de “Santo” dá ênfase suprema à santidade como a central e mais essencial característica do SE N H O R . M as eles também tinham asas: duas que cobriam continuamente a face para indicar a indignidade deles em olhar para Deus ou inquirir nos seus segredos divinos. Também é possível que o triplo “Santo” reflita a Trindade. (Isto não deixa nenhum espaço para o conceito de panteísmo. Ele é transcendente sobre o seu universo e separado deste. Ele é separado do pecado e do mal. Santo é o S e n h o r dos Exércitos [de hostes. que no final das contas conduzirá a um novo céu e uma nova terra. mãos e pés deles. Santo. O nome serafim.41 fala a respeito de Isaías vendo a glória de Jesus. 4 E os u m b ra is das porta s se m overa m co m a voz do que cla m a ­ va. “Santo” tem o significado básico de ser separado. . Eles não são chamados anjos.

Os seus lábios profanos não puderam proferir uma oração por misericórdia. 7 e com ela tocou tocou os teu s lábios. S I 24. disse eu : ai de m im . mas na presença santa de Deus. desprezando o rei Uzias por causa dos pecados deste. provavelmen­ te era um pouco virtuoso aos seus próprios olhos.4). isto provavel­ mente ocultou dos olhos de Isaías a visão de Deus no trono. ( o verdadeiro Rei). . totalmente indigno de entrar na presença do santo SE N H O R .Enquanto escutava os serafins. e os m eu s olhos v ira m o rei. Seguramente ele nunca esque­ ceu desta visão da santidade. 2. A repetição de Isaías ao longo do livro do nome de Deus como “o Santo de Israel” indica que ele estava sempre cônscio da santidade de Deus. Seus “lábios impuros” atestam um coração e mente sujos e é análogo ater “mãos sujas” (cf. Isaías viu os umbrais e limiares da porta do templo tremerem. de modo que Isaías deve ter ficado cheio de medo. A fumaça também pode simbolizar a ira de Deus acesa contra o povo para o qual Isaías devia profetizar. O povo pensava que era impossível ver Deus e viver. que tirara do a lta r com a m in h a boca e disse: E is qu e isto in iq ü idad e f o i tirada. e a tua o teu pecado. e p u r fi c a d o m im trazen do n a m ã o u m a u m a tenaz. e isso contamina o homem” (M t 15. Ele não era nem um pouco diferente do povo ao seu redor. pois este era todo um “povo de impuros lábios”. Isaías percebeu de repente que ele também era um pecador. indicando um sacrifício. A CONFISSÃO E PURIFICAÇÃO DE ISAÍAS 6. acreditam alguns. esplendor e glória de Deus. Como disse Jesus: “M as o que sai da boca procede do coração. U m fogo começou a queimar no altar neste momento.5-7 5 E ntão.18). Em todo caso. e sua fumaça encheu o tem­ plo. Embora distinto do rei. 6 M as u m dos sera fin s v o o u p a ra brasa viva . o SENHOR dos E x ércitos! Isaías era um jovem aristocrata que. qu e v o u p erecen d o ! P orque eu sou u m hom em de lábios im p u ro s e habito no m eio de u m p o v o de im p u ros lábios.

se oferecendo de boa vontade sem levar em conta a natureza ou dificuldade da missão. Porém. en v ia m e a m im . M as provavelmente. e vedes.7. Agora que não havia nada entre ele e o seu Deus. q u e dizia: A qu em envia~ rei. disse ele: Vai e dize a este p o v o : O u vis. 3. Ele agora se levan­ tou diante do SE N H O R como se nunca tivesse pecado. R m 3. isto é uma reflexão da Trindade. e quem há de ir p o r n ós? E ntão disse eu : e is -m e aqui.4 esta não o queimou mas limpou. “Este povo” é uma expressão que normalmente insinua o desfavor de Deus. a salvação que é nossa através do sacrifício de Cristo no Calvário. Isaías tem que corajosa e repetidamente falar ao povo as mensagens de Deus de . Ele respondeu imediata­ mente. m a s não perceheis. de Ja to . Ele recebeu a plena salvação que só Deus pode dar.9).8-10 8 D ep o is disto. I Jo 1. continu­ arem vendo mas nunca percebendo. Com os seus pecados perdoados. pois o serafim a levou “com uma tenaz”. Isaías ouviu as palavras: “A quem enviarei.23. 9 Então. e quem há de ir por nós?” Alguns tomam “nós” como o plural de majestade. em verdade. quando tocou os lábios de Isaías por ocasião da confissão do seu pecado. ISAÍAS É COMISSIONADO A UM MINISTÉRIO DIFÍCIL 6. ele iria ficar desapontado. pois tinha sido feita a expiação pelos seus pe­ cados —eles foram tirados junto com a sua culpa. Sua mensagem é uma série de imperati­ vos para eles se manterem ouvindo mas nunca entendendo. um fogo apai­ xonado tomou posse do coração de Isaías. o u v i a voz do Senhor. M as eles têm que confessar o seu pecado e culpa como Isaías tinha feito (cf. Deus podia dar-lhe esta salvação porque Cristo iria morrer e prover uma expiação suficiente para to­ das as pessoas de todos os tempos. Em outras palavras. e não en ten deis.A brasa viva levada do altar por um serafim de fato estava quente. Se Isaías pensasse que fora chamado a um grandioso ministério que fosse imediatamente mover a nação em direção a Deus.

Jesus também citou Isaías a fim de advertir os seus discípulos da resistên­ cia empedernida do povo à verdade (e. Em vez de fazê-los perceber a sua condição endurecida. ou reconhecer o seu poder soberano e autoridade — embora eles vejam as suas obras que demonstram que só Ele é Deus. seus ouvidos muito endurecidos ou surdos para ouvir. e a en ten d er com o seu coração.juízo presente e esperança futura. e a terra seja assolada de todo.II-I3 11 Então. 12 E o SENHOR afaste dela os hom ens.23). Ele fechará (Heb. (Isto não significa que Deus propositadamente endureceu os seus corações. e en d u rece-lh e os o u vid o s. . DURÁVEL ATÉ QUE APENAS UM REMANESCENTE PERMANEÇA 6. e nas casas não fi q u e m orador.) O arrependimento poderia evitar a ruína próxima. a mensagem de Isaías apenas irá endurecer mais o povo na sua rebelião e incredulidade. S enhor? E respon deu : A té qu e se assolem as cidades. e..19). besuntar” ou “fechar com obstáculo”) os olhos deles de modo que não podem ver a verdade que lhes é apresentada. “cobrir com substância ole­ osa. 4. O povo ainda está endurecido pelo seu pecado (R m 3.14. e a co n v erter-se. M as a pregação de Isaías faria os seus corações endurecidos serem ex­ postos e vindicaria como justo o juízo de Deus. Isaías fará o coração deste povo [Israel] ficar insensível —até mesmo mais indispos­ to a receber a mensagem de Deus.15). eles ficarão mais endurecidos. porque as suas obras eram más” (Jo 3. e a s e r sarado.g. mas o povo não se arrependerá. e os homens amaram mais as trevas do que a luz. Em vez de trazer restauração presente. e. M t 13. efiq u em sem habitantes.lh e os olhos. receber a sua instrução. hasha. disse eu : até quando. e a o u v ir co m os seu s ou vid os. não ven h a ele a v e r co m os seu s olhos. seja g ra n d e o desam paro. M as a condição espiritual e moral das pessoas as tornarão incapazes de obedecer a lei de Deus. 10 E ngorda o cora ção deste povo. como disse Jesus: “Que a luz veio ao mundo. e fe c h a . no m eio da terra.

eles deveriam esperar por mais destruição —provavelmente significando a destruição futura pelos babilônicos sob o comando de Nabucodonosor. co m o o ca rva lh o e co m o a azin heira. haverá reavivamento. o significado parece ser que. d ep ois de se desfolharem . A resposta do Se­ nhor apontou a um tempo quando a destruição se espalharia pela terra. as cidades seriam destruídas.. ..2 ). M as até mes­ mo se somente “a décima parte” do povo é deixada. Mas um toco impor­ tante será deixado —“a santa semente”. e Senaqueribe foi impedi­ do de destruir Jerusalém. Israel ainda era a herança do Senhor e Ele o preservará pela sua graça. Alguns entendem “o toco” como sendo a casa de Davi da qual o Messias virá (cf. conquanto o juízo sobre o pecado e a rebelião será severo.. Isto foi cumprido quando Senaqueribe des­ truiu todas as cidades fortificadas de Judá (2 Rs 18.” —ARA). A com­ paração de “o carvalho. e o povo seria levado embora. to rn a rá a s e r p a sta ­ da. 13 M as. Ele clamou em angústia.Todavia. como a azinheira” retrata a nação como uma floresta derrubada com apenas alguns tocos deixados de sobra ( “de­ pois de derrubados.. de acordo com os seus registros. ainda fica o toco. Isaías teve uma audiência mudada e ele pôde oferecer uma nova mensagem. A destruição de Senaqueribe deixaria alguns poucos. Isaías não deixa um quadro sem esperança. assim a sa nta sem en te será a fir m e z a dela.150 pessoas cativas. Daquele ponto em diante.13) e.I . a qual aparece nos capítulos 4 0 a 66. que. se ain da a décim a p a rte dela fi c a r . ain da f i c a m fi r m e s .Isaías percebeu que o seu ministério seria difícil e impopular. Deus não tinha mudado o seu propó­ sito. a sobra da qual a nova Sião virá. 5 3 . os campos seriam deixados desolados. querendo saber “até quando” ele teria que supor­ tar esta insensibilidade e endurecimento da nação.3). levou 200. U m cum­ primento parcial veio quando o povo de Jerusalém tomou uma posi­ ção de fé com respeito à profecia de Isaías. Is I I . Ele ainda usaria o povo da sua aliança em seu grande plano para abençoar todos os povos sobre a terra (veja Gn 12.

possivelmente porque os tradutores queriam dizer que Deus era o Senhor acima dos serafins. qu e R ezim .1— 9 1 S u cedeu . f i l h o de R em alias. nos d ias de A caz. 86.). p ois. Mas Deus ainda estava no controle. rei de J u d á . Alec M otyer. B. 19 93 ). “ao seu redor”. I. rei da Síria. ênfase de M cKenna. Como Deus removeu o pecado de Isaías? 3.1-9. f i l h o de Uzias.7 Isaías transmitiu estas profecias durante um tempo de turbulência política no decurso do reinado do rei Acaz (7 4 4 — 715 a. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. As ambições humanas não poderiam permanecer contra o seu poder e governo. Qual seria o resultado da mensagem de Isaías? CITAÇÕES 1 D avid L. 78. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. W olf. McKenna.C. Repreensões e Promessas para Judá 7. . Nações estavam se elevando e caindo durante este período (veja 2 Rs I 6 . 107. 1 9 9 3 ). 3 H erbert M . Síria e Efraim Aliados Contra Judá 7. 0 REI ACAZ É DESAFIADO A CONFIAR EM DEUS 71-16 a. Academ ie Books. Qual foi a resposta de Isaías à sua visão de Deus e por que ele respondeu dessa forma? 2. 1 9 8 5 ).: InterVarsity Press. Isaiah 1-39. f i l h o de Jotã o. 2 A Septuaginta tem kuklõi autou.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 111.I — 2 0 ). em The Communicators Commentary (D allas: W ord Books. 4 J. e Peca.

Dessa forma. e queimou a seus filhos no fogo” (2 Cr 28.5— 8)..2— Como resultado. Aparentemente. ele e o seu povo ficaram apavorados. que é chamado de “Efraim” depois da lide­ rança desta sua tribo. Isto que­ braria a aliança que Deus fizera com Davi (veja 2 Sm 7. com o se m o v em as á rvo res do bosque co m o vento.1-3. Israel e Síria (Arã de Damasco) tinham sido inimigos. mas subverter a dinastia de Davi de quem Acaz era descendente.. Deus usou os arameus 4). . 2 Rs 16. O rei Peca de Israel também matou 120. O exército de Israel. mas Acaz recusou. e a Síria se reagruparam e levantaram um acam­ pamento em Israel próximo da fronteira de Judá e cerca de três dias de marcha a partir de Jerusalém. Rezim e Peca marcharam contra Jerusalém pretendendo forçar Acaz a se unir. E ntão. m a s nada p u d era m co n tra ela.. se m o v eu o seu coração. (os sírios) para derrotá-lo e levá-lo prisioneiro para Damasco. A menção de “a casa de Davi” é significativa porque o propósito de Peca e Rezim não era apenas fazer Judá se unir com eles. e o cora çã o do seu povo. dizendo: A S íria f e z a lia n ça com E fraim . Quando o rei Acaz ouviu isto. p a ra p eleja rem con tra ela.5). Eles tinham abandonado a sua confi­ ança em Deus e só tinham estado olhando para os seus próprios recursos. uma tentativa foi feita para conseguir que Judá se juntasse a essa aliança. su b ira m a Jeru sa lém . Esta tentativa falhou (2 Rs 16. cf. O rei Acaz “não fez o que era reto aos olhos do S E N H O R .000 soldados em Judá e levou os cativos para Samaria (2 Cr 28 .. O Egito encorajou esta aliança porque queria um estado intermediário que servisse de pára-choque entre si e a Assíria. 2 E deram aviso à casa de D a vi. entretanto Judá sofreu perdas consideráveis. mas a ame­ aça do Neo-Império Assírio de Tiglate-Pileser os fez se unirem em uma aliança contra ele.rei de Israel.4—17). fez imagens fundidas a baalins.

A palavra do SE N H O R a Acaz era primeiro para adverti-lo para ter cuidado ( “Acautela-te”). De fato.1 Acaz precisava saber que o seu real perigo não era da parte de Samaria ou Damasco. M as Deus os chamou de “dois pedaços de tições fumegantes” que poderiam produzir apenas um pouco de fumaça que logo seria extinta. voltaria. . disse o S en hor a Isaías: A gora. pela graça de Deus. escaparia à atenção. Acaz deveria confiar em Deus. Quer dizer. não tem as. não esboçar nenhuma ação. she’ar yashuv. Acaz estava pensando em apelar paraTiglatePileser III para salvar a cidade do ataque de Rezim e Peca. Deus então ordenou a Isaías que encontrasse Acaz onde ele estava examinando o abastecimento de água de Jerusalém. algo que Deus não aprovava. ao f i m do ca n a l do v iv eiro su perior. e da Síria. s a í ao en co n tro de Acaz. A Assíria provocaria um exílio do qual só um remanescente. a Assíria os conquistou logo em seguida. e se Jerusalém se man­ tivesse quieta. Até mesmo de um ponto de vista puramente humano isto teria sido sábio.3 E ntão. Tiglate-Pileser III regularmente pegaria a estrada principal pelo litoral abaixo. A presença do filho de Isaías Sear-Jasube (Heb. A raiva feroz desses dois reis fez Acaz pensar que eles eram um fogo perigoso. Ele não podia ver qualquer outra coisa a não ser a ameaça imediata de Rezim e Peca. p o r ca u sa do a rd o r da ira de Rezim . 4 E dize~lhe: A cautela~te e a q u ieta -te. n em se desa­ n im e o teu cora çã o p o r ca u sa destes dois p ed a ço s de t iç õ e s fu m e ga n tes. “um remanescente retornará”) era de fato uma idéia fundamental à mensagem de Isaías. e do fi lh o de R em alias. Acaz tem que manter a calma ( “aquieta-te”) e tem que deixar de ficar amedrontado. M as Acaz se apavorou por causa dos inimigos que enxameavam próximos de Jerusalém. tu e teu f i l h o S ea rJa su b e . mas da Assíria. A meta da Assíria era o Egito. ao cam in h o do ca m p o do lavandeiro. mas isto era aqui mais uma ameaça do que uma promessa. enquanto fazia planos para sua defesa durante o cerco da Síria e de Israel. e o perigo passaria.

Rezim e Peca estavam errados em pensar que eles ou qualquer outro poderiam subverter a linhagem davídica e colocar um rei fantoche em Jerusalém para fazer Judá se juntar a eles contra a Assíria. não fic a r e is fir m e s . dentro de sessenta e cinco anos Efraim (Israel) já não seria um povo separado ou nação. . 9 E ntretanto. e o seu cabeça (ou chefe) é “Rezim”. Ele declarou que Rezim e Peca não teriam êxito. e a to rm en tem o-lo . EmboraTiglate-Pileser III não destruísse Samaria. com E fraim e co m o f i lh o de R em alias. e rep a rta m o -lo en tre nós. dizendo: 6 Vamos su b ir con tra Ju d á . M as a única esperança de Judá era confiar no SE N H O R . 7 A ssim d iz o S enhor D eu s: Isto n ã o su bsistirá. a cab eça de E fraim será S am aria. Samaria foi destruída em 722 a. efa ça m o s rein a r no m eio dele o f i lh o de Tabeal. e a cabeça de Sam aria. o rei Esar-Hadom fez o assentamento de colonos estrangeiros no território de Israel (Ed 4. E fraim será q u eb ra n tado e d eix a rá de s e r povo. certam ente. de modo que o filho dele pode ter sido um parente de Rezim ou do rei de Tiro. Rezim nunca será o chefe sobre Jerusalém porque o contexto revela que esse Rezim jamais poderia ser mais do que ele era: Damasco breve seria destruída pela Assíria. “Tabeal” ( “o mau”) é um nome sírio. e o cabeça de D am asco. M as a cabeça da S íria será D am asco. e d en tro de sessenta e cin co anos. se o n ã o crerdes.5 P orquanto a Síria teve con tra ti m a lign o conselho. Damasco é a capital da Síria (Arã). embora o plano viesse da Síria. o f i l h o de R em a lias. Deus assegurou a Acaz que o plano para depô-lo falharia. por Salmaneser V E sessenta e cinco anos depois. Deus. n em ta m p ou co acon tecerá. porém. R ezim .2).C. estava no controle —não Israel ou Damasco. Estes l í ês versículos são todos uma sentença causai. Síria (A rã) e Efraim (Israel) estavam operando juntos. Acaz não precisou se preocupar a respeito do seu trono.

10— 13 10 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r com Acaz. Acaz não estava preocu­ pado a respeito da Lei. demandar que Deus mostre o seu poder sem razão (D t 6. qualquer coi­ sa em toda a criação. confiando somente nEle. teamenu. permanecer. ainda falando a Judá. n em ten ta rei ao SENHOR. con­ tar com. ou a Peca. Como uma últi­ ma tentativa para fazer Acaz prestar atenção a esta advertência e exer­ citar fé. o Senhor falou novamente com ele. confiar. Ela enfatiza que a única esperança deles de escapar da ruína de Arã e Israel é tomar uma posição de fé em Deus. Quando Acaz não respondeu. possivelmente em seguida à advertência precedente. ta‘aminu. p e d e-o ou em b aix o nas p ro fu n d ez a s ou em cim a nas alturas.A liderança de Judá jamais pertenceria a Efraim. Este poderia ser qualquer coisa. “ter estabilidade. porque ele já tinha interrompido a sua obser­ vância pública e fechado o templo. Deus lhe disse que pedisse ao SE N H O R “um sinal” sobrenatu­ ral. Acaz recusou com simulada devoção.16). b. p o rém . O hebraico usa as formas hiph’il e niph’al do verbo ‘aman como um jogo de palavras. Além disso. Então Deus. das profundezas (do inferno) às alturas do céu. a qual proíbe colocar Deus em tentação ( “nem tentarei ao S e n h o r ” ) . e Ele não pôs nenhum lim i­ te na natureza do sinal. quer dizer. dizendo: 11 P ede p a r a t i ao SENHOR. A sua real razão por recusar era que ele já tinha rejeitado o SE N H O R e tinha se decidido a pedir ajuda . aparentando que isto seria contra a Lei. Deus Oferece e Promete um Sinal 7. quer dizer. ter fé”) ele não ficaria firme (Heb. Deus foi gracioso em lembrar a Acaz que Ele era o seu Deus. Que amor maravilhoso Deus estava mostrando! 12 A caz. Deus ainda não tinha abandonado Acaz. “acreditar. u m sin al. A N V I apresenta o troca­ dilho na tradução inglesa. teu D eu s. Pedir a Deus por um sinal não era tentar quan­ do o próprio Deus fez a oferta. disse que se o povo de Judá e Jerusalém não ficassem firmes na sua fé (Heb. continuar”). disse: N ão o p ed irei.

Ele não podia dizer “seu Deus” porque Acaz tinha rejeitado a Deus e a sua palavra. Por causa da ameaça contemporânea da Assíria. ó casa de D a v i! P ou co vos é a fad igardes os hom ens. muitos comentaristas lim itam o cumprimento ao futuro próximo. ou quem é indicado ou pretendido pelo filho Emanuel”. Tiglate-Pileser — o que ele logo fez (2 Rs 16.7— 9). Isaías falou então para a totalidade da di­ nastia davídica. e a paciência de Deus também. Os comentaristas não concordam sobre a interpretação desta pas­ sagem. ele disse: O u v i. Ele retorna para o singular no versículo 16 porque o que se segue é dirigido de novo especificamente a Acaz. Acaz não estava pronto para se sujeitar à vontade de Deus. o Senhor dará de qualquer maneira um sinal sobrenatural —mas não a Acaz..14— 16 P ortanto. e da rá à lu z u m filh o .u) rei assírio. um contemporâ­ neo e um que se refere ao nascimento de Jesus. Porém. e será o seu n om e E m anuel.20 ). c. O rei Acaz.2João Calvino. Outros propõem um cumprimento dual. tinha testado a paciência de homens ( “afadigardes os homens”). agora. não somente para Acaz. incluindo Isaías. 13 E ntão. Bishop Lowth e o batista John G ill foram antigos escritores que sustentaram uma interpretação messiânica. sen ão qu e ain da afad igareis tam bém ao m eu D eusP Inspirado pelo Senhor. Deus estava testando Acaz.4 A partícula “portanto” refere-se atrás ao versículo 13 e indica que Deus dará um tipo diferente de sinal do que Ele ofereceu a Acaz . Assim. por causa dos seus próprios planos. se esta forma é uma “promessa ou uma advertência. O Sinal do Emanuel 7. mas com o desejo de o impedir de pecar (Ex 20 . o m esm o SENHOR v o s da rá u m sin al: eis qu e u m a v irgem con ceb erá . A mensagem aqui está no plural.3 Apesar da incredulidade de Acaz e sua recusa de pedir um sinal. como o representante atual. Note que Isaías disse “meu Deus”.

9 Porém.8. Em 8. O significado da palavra “virgem” (Heb. Porém. uma vez que seus filhos são nomeados especificamente como seus.5 Esta “não é mais uma matéria de convite mas de predição”. “A profe­ . o que indica que o filho Emanuel é o Messias.8. Ela irá chamar o nome de seu filho “Emanuel”.). cujo significado é “Deus conosco”. Ela é chamada “a” virgem.13 Nem poderia ser a virgem tampouco a esposa de Isaías.19.15 O mesmo Filho nascido da virgem é o Filho maravilhoso em Isaías 9 e 11.7 O sinal não se refere apenas a um nascimento sobre­ natural.10 A partícula hebraica hinneh ( “Eis”.25. I Cr 15.6 O plural “vos” significa que isto será um sinal para toda a casa de Davi. 6. seu uso é distinto do hebraico usado para mulheres casadas ( “rainhas”) e “concubinas” e pode significar apenas “virgem”. Êx 2. bethulab. Ao contrário da tradição judaica. de modo que ele já existia vivo naquele momento (7 3 2 a. 1 pois Acaz o designou como co-regente em 728 a. em 8.12e ele começou o seu pleno reinado em 715. M as nunca é usada a respeito de uma mulher casada. SI 46 [sobrescrito.3.8). esta omissão ajusta-se com o fato de que a criança é nascida de uma virgem. o Emanuel não poderia ser Ezequias.C .20 [plural]. Alguns comentaristas lim i­ tam a sua atenção ao contexto imediato e supõem que a criança nas­ ceu a Acaz ou Isaías. e isto não é dito a respeito do Emanuel. em Cantares de Salomão 6. Ct 1. 68. é usada a respeito de virgens de qualquer idade. Esta ocorre somente outras oito vezes no Velho Testamen­ to (Gn 24.43. indicando uma virgem específica no plano de Deus.no versículo IO.8. plu­ ral]. a palavra usada aqui ( Jalmaü ) parece ser específica a uma virgem na ida­ de de se casar.C. a terra de Judá é identificada como a terra do Emanuel. nenhum pai é mencionado. Um a outra palavra.1 Todavia. Emanuel é a garantia da sobrevivência de Israel. quando tinha a idade de vinte e cinco anos.14 Depois. ’almah) é motivo de con­ trovérsia. ou “Deus em nossa companhia”. mas também para as condições que cercam esse nascimento.8 Por exemplo. A RC/ARA ) dirige atenção à importância da virgem e de seu filho. Pv 30.10.

ou coalhada de leite de cabra. 15 M anteiga e m el com erá . Subjacente a esta passagem está o contraste en­ tre o M essias e a condição degenerada da casa de Davi como encar­ nada em Acaz.18 Outros pensam que o significado é que Emanuel na m aturidade recusará a política de Acaz e escolherá os meios do seu Pai divino (como na tentação de Jesus).23). “Deus conosco”. um tipo de iogurte) e mel silvestre mostra que a criança nascerá em pobreza. Mateus aplicou corretamente esta profecia a Jesus.2 0 ). a terra de que te en fa d a s será desam parada dos seu s d ois reis.cia do Emanuel alcança um maior cumprimento no nascimento do Deus-Homem. o qual é tanto o Protetor Libertador como o Divino Guerreiro. M as a passa­ gem é flexível —O Filho não precisa estar presente na destruição que Acaz testemunhará. a n tes qu e este m en in o saiba rejeita r o m a l e escolh er o bem . Para Acaz esta deveria ter sido uma ad­ vertência de que a casa de Davi seria reduzida a um estado inferior como conseqüência das políticas de Acaz e daqueles futuros reis que seguiram o exemplo dele. Amém” (2 8 .”16 Note também que Mateus term ina o seu livro com Jesus dizendo: “E eis que eu estou convosco todos os dias. Ele estaria compartilhan­ do na situação reduzida de seu povo. . Ele continua sendo o Emanuel.17 Alguns entendem a passagem como sig­ nificando que Emanuel deve estar de fato presente para suportar os resultados da recusa de Acaz a partir daquele momento. o M es­ sias (M t 1. até que ele saiba rejeita r o m a l e esco lh er o bem. Comer manteiga (a versão inglesa N IV indica curds. até a consumação dos séculos. A profecia da desolação de Damasco e Israel seria cumprida como se o Filho estivesse nascido naquele momento. Para o Filho significava que até que Ele chegasse a uma idade de responsabilidade. 16 M a verdade.

C. uma vez fortalezas seguras para Davi. o ponto é que Deus está no controle do Egito e da Assíria.17— 25 11 M as o SENHORf a r á v ir sob re ti. A Assíria como a Navalha de Deus 7. e sob re o teu povo. qu ais n u n ca v ie ­ ram .) a Assíria era um poder mundial dominan­ te.8 a. os quais serão tão ineficazes quanto moscas. Por esse tempo (735 a.. assobiará o S enhor às m osca s qu e há no ex trem o dos rio s do E gito e às abelhas que an dam na terra da A ssíria. Em 701 a. Agora Deus vai trazer um golpe até pior. Os assírios a quem Acaz procurou por ajuda trarão eventualmente de­ vastação a Judá. As cercas de . aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. e sob re a casa de teu pai. Porém. na q u ele dia. Confiar no Egito também seria futil. Alguns vêem o uso das moscas e abelhas como referindo-se à cultura de abelhas na Assíria e às moscas que se instalaram na sujeira no Egito. serão invadidas por forças inimigas. e em todas as flo r esta s. A secessão das dez tribos foi um terrível golpe para Judá e aos reis da linhagem de Davi. “Naquele dia” é o dia do justo juízo de Deus sobre Judá. Nem mesmo a parte mais remota da terra estará protegida dos assírios. 19 e v irã o e p o u sa rã o todas n os va les desertos e nas f e n d a s das rochas. e em todos os espinhos. e o Egito provou ser impotente contra esta. desde o dia em qu e I fr a i m se sep a rou de Ju d á . e eles serão como um enxame de abelhas se estabelecendo e devastan­ do Israel e Judá. 18 P orque bá de a co n tecer que. Os vales desertos e as fendas das rochas.C. O Egito se tornou a isca que atraiu a Assíria. dias tais. DEUS USARÁ A ASSÍRIA PARA TRAZER JUÍZO 7.17-8. a Assíria derrotou o Egito em Elteque. Deus “assobiará” para os exércitos da Assíria para serem os seus agen­ tes. Ele só tem que assobiar para os exércitos egípcios. p elo rei da A ssíria.2.

O remanescente deixado poderá manter só algumas provisões de víveres. era a maior humilhação imaginável naqueles dias. Isso indica a desgraça completa e o despovoamento de todas as classes. 22 E a con tecerá que. p o r ca u sa da a b u n d â n cia do leite que elas hão de dar. Os grandes rebanhos terão ido. Raspar a cabeça. Enquanto o raspar se refere metaforica­ mente ao uso que Deus faz de um poder estrangeiro para castigar o seu povo. qu e todo o lu ga r em que h o u v er m il vid es do v a lo r de m il m oed a s de p rata será p a ra . Alugado também indica que Deus estaria usando a Assíria apenas temporariamente. isto é. naqu ele dia. A referência de Isaías a uma “abundância do leite” é irônica por­ que é relativa a tão poucas pessoas que são deixadas para serem ali­ mentadas. tam bém . refa rá o S en hor com u m a navalha alugada. E porque há tão poucas pessoas. qu e a lgu ém cr ia rá u m a va ca e du as ovelhas. na q u ele dia. 20 N aquele dia. que está além do rio. levados como espólio pelos invasores assírios. as pessoas terão que se manter na dieta facilmente pro­ duzida de “manteiga e m el”. e m a n teiga e m el co m erá todo aq uele qu e f i c a r de resto n o m eio da terra. co m erá m an teiga . a cabeça e os cabelos dos p és e a té a barba tota lm en te tirará. com o rei da A ssíria. 23 S ucederá. assim como as lontes de água. O rei da Assíria será como a navalha de um barbeiro que trará o juízo de Deus. os vinhedos não podem ser mantidos. isto era também uma humilhação literal dos homens de Judá levados em cativeiro. O rei assírio será alugado ( “navalha alugada”) porque a Assíria não era povo de Deus no mesmo sentido que Israel.19 21 E su ced erá . as pernas e a barba.cspinheiros que protegem os vinhedos serão tomadas.

Jr 32. de modo que estes se tornam em lugar para caçar. b. (N ote que Jeremias pagou só dezessete ciclos de prata por um campo inteiro. “sarças e. e a Z acarias. 25 E tam b ém a todos os m o n tes qu e co stu m a m ca v a r com en x adas.21 A idéia é repetida duas vezes em palavras hebraicas diferentes para ênfase.9. Colinas onde grãos e outras safras tinham crescido serão cobertas com sarças e espinheiros tão espessos que as pessoas terão medo de caminhar por eles por causa do perigo de serem arranhadas e corta­ das. Deus disse a Isaías que levasse um grande rolo (provavelmente de couro)20 e escrevesse uma mensagem sobre ele com uma caneta comum ( “em estilo de ho­ mem”) em escrita nítida e usual que as pessoas poderiam facilmen­ te ler. As palavras da mensagem significavam “rápido-despojo-presa-segura”.. se n ão irá. M as Deus ainda era fiel ao remanescente que permaneceu.1-4 1 D is s e -m e tam bém o SENHOR: Toma u m g r a n d e v o lu m e e escreve nele em estilo de hom em : A pressan d o-se ao despojo. M aer-Salal-H ás-Baz 8. O povo de Judá pagou um preço terrível pelo pecado de Acaz. 24 C om a rco e fle c h a s se en tra rá nele. espinheiros” irão tomar conta. Devido ao fato de haver tão poucas pessoas para trabalhar nos vinhedos bem cultivados com as suas muitas videiras caras. m a s serv irã o p a ra se m a n d a rem p a ra lá os bois e p a ra serem p isa d os p ela s ovelhas. f i lh o de Jebereq uias. Depois que Acaz se recusou a ouvir. só os bois e as ovelhas poderão ir lá e achar algo que comer para se manterem vivos. 2 Então. As colinas não poderão cultivar qualquer coisa.. p o rq u e as sa rça s e os espin h eiros co b rirã o toda a terra. sa cerdote.sa rça s e pa ra espinheiros. Isto im plica que uma campanha m ilitar re­ . p o r cau sa do tem o r da s sa rça s e dos espin heiros. tom ei com igo f i é i s testem unhas.) Animais selvagens irão tomar conta das áreas cultivadas. a U rias. a p ress o u -s e à presa.

3 E J u i t e r c o m a p r o fe t is a . e o SENHOR m e d is se : P õ e . Antes que o menino pudesse dizer as palavras mais simples. o nome quádruplo dele está em fino contraste com o nome quíntuplo do Messias no capítulo seguinte (9.1 0 . 2 Rs 22. . Zacarias.6).B a z . há profetisas tanto no Velho Testamento como no Novo (Êx 15.3 ). pode ter sido o sogro de Acaz (2 Cr 29 . N a realidade. O S e n h o r disse a Isaías que desse ao menino o mesmo nome que Isaías tinha escrito no rolo. U rias.1.14. A prim eira testem unha. A segunda testemunha. mas não há tal costume na cultura hebraica. Isaías provavel­ mente explicou isto às duas “fiéis testemunhas”. Isto é paralelo ao que foi dito do filho nascido da virgem e faz do filho de Isaías um sinal —embora não o sinal sobrenatural que seria dado a toda a casa de Davi no futuro. I Co 1 1. e ela c o n c e b e u e d e u à lu z u m f i l h o . Agora o SE N H O R aplica o significado do nome quádruplo. de forma que o seu filho seria uma testemunha contínua à verdade da profecia. embo­ ra isso possa im plicar que Judá também sofreria. At 21. se leva rã o as riquezas de D a m a sco e os despojos de S am a­ ria. 2 Cr 34. Alguns supõem que ela era chamada assim de cortesia devido ao fato de seu marido ser profeta.5).20. 4 Porque.22. de forma que quan­ do a profecia fosse cumprida eles poderiam confirmar que o SeN H O R e Isaías tinham razão. 7. cf. an tes qu e o m en in o saiba d iz er m eu p a i ou m in h a m ãe.lâmpago tom aria a riqueza e os bens de Damasco e Samaria.lh e o n o m e d e M a e r .H á s . provavelmente dentro do seu primeiro ano de vida.14). é identificada por alguns como aquele que fez o altar para Acaz se­ guindo o padrão de im itação de um outro em Damasco (2 Rs I 6 . a Assíria saquearia Damasco e Samaria. dia n te do rei da A ssíria.9. O menino não é identificado com Emanuel (cf. A esposa de Isaías era uma profetisa.S a la l. De fato.1 1).

A invasão de Senaqueribe de 701 a. Ele garante que a terra será restaurada no futuro. Agora. o sacerdote.C. e a ex ten sã o de su a s asas en ch erá a la rgu ra da tu a terra.5— 8 5 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r ain da com igo. Como uma inundação. Ele não tomaria a cabeça. o rei do magnífico exército da Assíria o inundaria com imponência. .39). Como muito freqüentemente em Isaías. ele alagaria tudo. e su b irá sob re todos os seu s leitos e tra n sb ord a rá p o r todas as su a s rib an ceiras. e chegará a té ao p esco ço . co m toda a su a g ló ria . dizendo: 6 P or­ qu an to este p o v o desprezou as águ a s de S iloé qu e co rrem branda­ m en te e co m R ezim e com o f i l h o de R em a lias se alegrou. a terra ainda é a terra do Emanuel. Judá recusou as suaves águas correntes de Siloé.25).c.). Contudo. Zadoque. o rei da A ssíria. A Assíria Vem Como Uma Inundação 8. As “águas de Siloé” provavelmente são as águas que fluem da primavera de Giom. Peca é chamado de o filho de Remalias para nos lembrar que Peca não tinha nenhum direito ao trono de Israel. como o poderoso Eufrates ( “o R io ”). O exército dele alcançaria “até ao pescoço”. in u n d a n d o -o . Ele o tinha ganho por ter assassinado a Pecaías (2 Rs 15. inclusive Judá. O povo estava se regozi­ jando sobre as mortes de Rezim e Peca (ambos morreram em 732 a. mas ainda não estava confiando em Deus. Jerusalém. ungiu a Salomão ali (I Rs 1. Alguns críticos mudam “ó Emanuel” para significar “pois Deus é conosco”. Como um grande pássaro de presa que desliza velozmente examinando sobre a terra. f o r t e s e im petu osas. Deus é paciente e fala novamente através de Isaías para o povo depois que este se recusou a escutar a mensagem do versículo 4. ó E m anuel. 36 e 37). a Assíria destruiria a totalidade de Judá.C. isto é. cumpriu esta profecia (veja caps. e irá p a ssa n d o p o r ele. 8 e p a ssa rá a J u d á . Rejeitar as águas suaves de Siloé provavelmente significava rejeitar as promessas de Deus em tempos turbulentos. 7 eis qu e o S enhor f a r á v i r sob re eles as águ a s do rio.

e ela não su b sis­ tirá. Porém. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. “porque Deus é conosco”.9-18 9 A lvoroça i-vos. ou seja. Deus trará juízo sobre Judá.mas isso não se ajusta ao contexto. Emanuel é o Messias. que pode ser traduzido “por causa do Emanuel”. to­ dos os que so is de lon gín q u as terras. p orq u e D eu s é conosco. n em ta m p ou co vos assom breis. Ele tinha que continuar declarando a palavra do SE N H O R com coragem. perm itia freqüente­ mente que aqueles que foram conquistados se alistassem em seu exér­ cito e recuperassem algumas das suas próprias perdas no próximo lugar de conquista. dizendo: No Velho Testamento. 10 T om ai ju n ta m e n ­ te conselho. Apenas um ser humano. Assim. Todos eles estavam elevando o grito de batalha contra Judá. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. Quando a Assíria conquistava nações. mas isso não é tudo o que Ele tem planejado. 11 P orque assim o SENHOR m e disse co m u m a jo r t e m ão e m e en sin o u que não an dasse p elo cam in h o deste povo. e sereis quebran tados. M as Deus o ungiu e lhe deu confiança. Isaías foi advertido para que “não andasse pelo cammho deste povo”. e não tem ais o seu temor. Com uma poderosa unção sobre si. Isaías deve ter sentido a oposição dos incrédulos e cínicos. 12 N ão cham eis co n ju ra çã o a tudo q u an to este p o v o cham a co n ­ ju r a çã o . Deus iria atropelar o plano deles. a “forte mão” do Senhor é freqüentemente paralela ao grande poder do Espírito Santo. o exército da Assíria seria eventualmente “quebrantado”. A promessa do futuro Emanuel é a garantia de que Jerusalém sobreviveria e as nações que tentassem destruí-la eventualmente cairiam. incredulidade e desconfiança do SE N H O R . dizei a pa la vra. e ele será dissipado. o exército assírio incluía tropas de muitas nações. 3.14 e os capítulos 9 e I I . . na sua rebelião. portanto. COMO DEUS ESTAVA COM ISRAEL 8. ó p ovos. nós temos uma ligação entre 7. dai ou vidos.

14). Indubitavelmente. os homens de Jerusalém estavam no . durante o quarto ano do co-reinado de Ezequias com o seu pai. que era a conspiração de Peca e Rezim. m a s serv irá de p ed ra de tropeço e de roch a de escân dalo às d u a s casas de Isra el. ou “conjuração”. Deus será um refúgio. Acaz (2 Rs 18.13). Eles deviam considerar o santo SE N H O R .C. e presos. o décimo-quarto ano do pleno reinado de Ezequias. a ele sa n tifica i. A mesma derrota pelas mãos da Assíria espera tanto Israel como Judá. “M uitos dentre eles” provavelmente se refere tanto a Israel como Judá (v. M as para aqueles que se recusam a confiar nEle. exceto Jerusalém (2 Rs 18. 13 E m u ito s d en tre eles tropeçarão. 14 E ntão. Este não era o real perigo para Jerusalém. Samaria caiu em 722 a. Jerusa­ lém ficou presa como num beco sem saída pelos exércitos assírios sitiantes até que Deus a entregou. e serã o q u ebran tados. Eles não deveriam temer ou apavorar-se com o que os incrédulos temiam. e a sua advertência a Ezequias para não quebrar aquela aliança outrora feita. pelos partidários da guerra em Judá. e ter o mesmo tipo de temor e respeito que reconhece o seu maravilhoso poder e que confessa e abandona pecado. Senaqueribe des­ truiu todas as cidades de Judá. e seja ele o vosso assom bro. Os verbos aqui estão no plural e são endereçados a Isaías e aos discípulos que o escutavam. alegria e comunhão com Ele. Isto im plica bên­ çãos de paz. um lugar santo reservado. e seja ele o vosso tem or. de laço e rede. Para esses que ainda confiam nEle e respeitam a sua santidade. Ele se tornará uma pedra de tropeço. Então em 701. e enlaçados.9). A advertência de Isaías contra a aliança com a Assíria. ele v o s será sa n tu á rio. aos m o ra d o res de Jeru sa lém .13 Ao S enhor dos E xércitos. eram ambas consideradas traição. e cairão. fa­ zendo-os cair.

Eles deviam ser amarrados e selados para indicar que os eventos já tinham prova­ do a sua veracidade. Os discípulos de Isaías foram encarregados de preservá-los. O ato de ligar e selar também protegeria as profecias dos incrédulos que poderiam querer destruir os manuscri­ tos ou negar que Isaías os escreveu. Embora o S E N H O R esconda a sua face em desgosto “da casa de Jacó”. Eles foram dados pelo Senhor dos Exércitos para informar o povo de que a sua presença ainda era manifestada no templo “no monte de Sião”. com o sin a is e m aravilh as em I sra el da p a rte do SENHOR dos E x ércitos. com os fi lh o s que m e d eu o SENHOR. Ele não tinha deixado o seu povo. quer dizer. de Israel e Judá. Isaías declara então que confiará no SE N H O R para levar a cabo o seu plano. que esco n d e o rosto da casa de Ja có .exército que enfrentou Senaqueribe e alguns deles foram mortos ou capturados. ou instrução. e a ele agua rdarei.) Deus ainda podia cumprir as suas promessas. a Sião que Davi conquistara antes do templo ser construído no monte ao norte deste. M uito embora o SE N H O R estivesse descontente com Judá. 18 E is-m e aqui. 16 Liga o testem u n ho e sela a lei en tre os m eu s discípulos. que habita no m o n te de Sião. são as profecias escritas e os ensinos que Deus deu a Isaías até aquele momento. ( “monte Sião” aqui significa em Jerusalém. 17E esperarei ao SENHOR. Hebreus . O “testemunho” e a “lei”. Isaías irá olhar para além das circunstâncias presentes e colocar a sua confiança em Deus — honrando assim as promessas de libertação. Ele não os deixou sem uma testemunha: Os nomes de Isaías e os dois filhos dele tinham significados simbólicos que continuariam lembrando as pessoas tanto da promessa de salvação como das advertências de juízos. não simplesmente na colina de Ofel. Assim.

20 A Lei e ao T estem un ho! Se eles não fa la r e m segu n d o esta p a la vra. A “alva” ou alvorada. e serã o en ten eb recid os com â n ­ sias e a rra sta d os p a ra a escu ridão.6. Quão tolo seria “consultar os mortos em favor dos que vivem”.31. em vez de consultar a Deus. Lv 19. As pessoas que rejeitam as profecias de Isaías vagarão pela noite do juízo de Deus. Se tão-somente eles prestassem atenção às suas palavras da parte do Senhor eles iriam achar a verda­ deira luz. 20. ou bênção futura. 4. D t I8 .19-22 19 Q u a n d o vos disserem : C o n su lta i os qu e têm esp íritos f a m i l i ­ a res e os adivinhos. o qual traz um maior cumprimento das promessas de Deus. eles não se arrependerão. n u n ca v erã o a alva. E devido a não terem confiado em Deus. olhando p a ra a terra. JUÍZO SOBRE 0 ESPIRITISMO 8. 22 E.ã o os m o rto s? A Lei de M oisés proibia consultar “médiuns e espíritas” (cf.24). “A lei” (instrução) e “testemunho” novamente referem-se à profe­ cia e aos ensinos de Isaías (veja 5. e será que.13 cita a partir deste verso e o aplica a Jesus.I I). olhando p a ra cim a. ---não reco rrerá u m p o v o ao seu D eu s? A f a v o r dos v iv o s in te rro g a r . então.2. eis q u e h a verá a n gú stia e escu ridão. .s e . O cerco assírio trará fome. Contudo. quando o juízo vier. aqueles que eram provavelmente a favor dos assírios e assim rejeitavam as profecias de Isaías estavam pondo pressão crescente no povo para fazer justamente isso. que ch ilreiam e m u rm u ra m en tre d e n tes .22 21 E p a ssa rã o p ela terra d u ra m en te o p rim id o s efa m in to s . a m a ld içoa rã o a o seu rei e ao seu D eu s. o espiritismo e outras abominações idólatras. é somente para aqueles que aceitam a palavra de Deus e rejeitam a superstição pagã. ten do f o m e e en fu recen d o -se.

(2 Rs 15. seria honrada no futuro. Ele também tomou Gileade.C.22.1 5 0 do povo de Judá —um testemunho incontestável à certeza da palavra profética. eles verão somente desesperada “angústia e escuridão”.29). de Damasco abaixo através Galiléia e depois para o mar M editerrâneo e costa abaixo em direção ao Egito. 5. a G aliléia dos gen tios.24 O “caminho do m ar” era a rodovia que vinha do sudoeste. virá um dia quando a escuridão será levantada das vidas do povo de Deus. n os ú ltim os. TiglatePileser III fez destes territórios uma província assíria. ESPERANÇA PARA A GALILÉIA 9.Ao invés disso. levou os seus habitantes para o exílio e trouxe os povos de outras nações para habi­ tar ali. Iiles serão arrastados “para a escuridão” absoluta e para a melanco­ lia do exílio. a en ob receu ju n to ao ca m in h o do m ar. Certamente isto significava também uma escuridão interior. . e ane­ xou parte da planície de Sarom próxima do mar Mediterrâneo. no outro lado do Jordão. m as. onde o juízo de Deus primeiro humilhou o seu povo nos dias de Isaías. Ele en vileceu . Os território de Zebulom e N aftali. M as a Galiléia.23 Quando olham para a terra (a marca da sua bênção) e os elementos materiais nos quais confiaram. a terra de Z eb u lom e a terra de N cfta li. Isto foi cumprido quando Jesus ministrou e escolheu os seus primeiros discípulos na Galiléia — a qual ainda era menosprezada pelo povo de Jerusalém. os quais ficam situados entre o mar da Galiléia e o mar M editerrâneo. tinham sofrido grandemente por causa das invasões assírias de 734 a 732 a.1-5 1 M as a terra q u e f o i a n gu stiada não será en ten ebrecida. Os registros de Senaqueribe reivindicam que foram levados como cativos 20 0 . eles amaldiçoarão ao seu rei que não os defendeu e ao seu Deus que não os guardou deste juízo. além do Jord ã o. n os p r im eiro s tem pos. Em contraste com a escuridão mencionada em 8.

Galiléia. O s uniformes e equipamentos militares que derramaram sangue na guerra serão postos de lado e queimados. todos se a legra rã o p era n te ti. Em contraste com o pequeno remanescente. P orque tu quebraste o ju g o que pesava sobre ele. serv irã o de p a sto ao fo g o .26 e paz virão porque “resplande­ ceu a luz” (v.) veria “uma grande luz”. . co m o se a legra m na ceifa e co m o ex u ltam q u an do se rep a rtem os despojos. não pelo número ou habilidade do povo. Alegria. 2).2 -2 5). Semelhantemente. Deus deu a Gideão a vitória depois de reduzir o exér­ cito dele de trinta e dois m il para trezentos homens (Jz 7. prosperidade. e so b re os q u e h a b ita va m n a regiã o da so m b ra da m o rte resp la n d eceu a luz. a presente libertação do “opressor” deles tam ­ bém será executada pelo S E N H O R .C. a vara que lhe fe r ia os om bros e o cetro do seu opressor com o no dia dos midianitas. vitória. Não haverá mais nenhum desejo para a guerra.6). a nação será aumen­ tada. 49. 3 Tu m u ltip lica ste este p o v o e a a legria lhe a u m en ta ste. pois a vitória do SeN H O R sobre o pecado e seus conflitos será completa. Jesus traria a luz da salvação aos gentios (Is 42. O “dia dos m idianitas” refere-se ao dia da derrota dos midianitas por Gideão.2 O p o v o q u e a n dava em trev a s v iu u m a g r a n d e luz. 5 P orque toda a a rm a d u ra daqueles qu e p eleja va m co m ru íd o e as v estes qu e rola va m n o sa n gu e serã o queim adas.25 H á uma conexão 73 óbvia entre este versículo e o “Filho” do versículo 6.6. a parte mais em trevas da terra —cujo futuro parecia o mais sombrio quando Isaías transmitiu esta profecia (aproximada­ mente 733— 2 a.

harmonia. P ai da E tern idade.21 de um modo tal que isso só pode se referir a Deus. o qual passou pelas trevas e que será redimido. “U m filho” referese de volta a 7. que é perpétuo.2). Jesus insinua que Ele é o “Conselheiro” quando chama o Espírito Santo de “outro” Conselheiro (Jo I4 . 0 PRÍNCIPE DA PAZ 9.27).6.6. Isto também fala de seu cuidado fiel e amoroso. Ele virá a nós como um menino.11. Jz 13. “Autor”] da Eternidade [ou. “do Universo”]. P r ín cip e da Paz. M as Ele virá em primeiro lugar ao remanescente de Isra­ el.27 Alguns críticos desejam interpretar “Deus Forte” como um “he­ rói divino” ou “piedoso”.14. e significa que Ele será uma maravilha sobrenatural (cf. D eu s Forte. .18). u m f i l h o se n o s d eu . Isaías usa a mesma frase em 10. aquEle que traz a verdadeira paz —a qual inclui salvação. C on selh eiro. “M a­ ravilhoso” e “Conselheiro” não são colocados juntos por eruditos hebreus antigos. bênção. também Hb 1. e bemestar —uma paz que Jesus dá agora (Jo 14. Este Filho é um ser divino. U m conse­ lheiro era uma pessoa com uma determinada sabedoria dada por Deus. “Pai da Eternidade” poderia ser traduzido “Pai [ou. Emanuel. A realeza era simboli­ zada por um cetro sobre o ombro do rei. Êx 15 . “Deus conosco”. e o p rin cip a d o está so h re os seu s om b ros. O Messias acabará com opressão e a injustiça. Porém. Os nomes dados indicam as características essenciais dele.3. Ele também é o “Príncipe da Paz”. integridade. O governo estando “sobre os seus ombros” significa que Ele será rei. onde o Verbo vivo é aquEle por intermédio de quem Deus fez tudo o que foi feito (cf.I 6 ). e o seu n o m e será M a ra ­ vilh oso. e uma paz que estará completamente em efeito no M ilênio. Isto se ajusta com João 1.7 6 P orq u e u m m en in o n o s n a sceu . “M aravilhoso” é um substantivo.

Para que propósito Isaías levou Sear-Jasube com ele para se en­ contrar com Acaz? 2. determinado no versículo 6. porque Ele é o Senhor dos Exércitos com todo o poder e com os exércitos do céu ao seu comando. sob re o tron o de D a v i e n o seu reino.32. O governo do Filho será estabelecido “sobre o trono de Davi”. Em que base podemos aplicar o sinal do filho nascido de uma virgem a Jesus? 4. Por que Acaz recusou-se a pedir um sinal? 3. O “zelo do S e n h o r ” é a poderosa expressão do amor e determi­ nação que fazem parte da sua natureza —uma determinação para cumprir as suas promessas e alianças. N ada será capaz de impedi-lo.12.13. mas ele não poderá subverter o reino do Senhor — este continuará nos novos céus e na nova terra. Uma vez que o Filho vem reinar como o Rei desejado e legítimo. sua eterna capital. O reino reflete o caráter do Filho. Devido a Ele ser o Rei divino. Qual é o significado do nome Maer-Salal-Hás-Baz? 6. cumprindo a aliança que dá o trono à linhagem de Davi para sempre (2 Sm 7.7 D o in crem en to deste p rin cip a d o e da paz.. pa ra o f i r m a r e o fo r t i f ic a r em ju íz o e em ju stiça . para sempre”)..33). E verdade que Satanás será libertado por pouco tempo após o M ilê­ nio (Ap 20. Por que o povo acusou Isaías de conspiração e traição? 7. n ã o ha verá f i m . Lc 1. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. Ele manterá o seu reino para sempre com justiça e retidão divinas ( “em juízo e em justiça. a Nova Jerusalém. “não haverá fim” ao seu governo e paz. Qual seria o resultado de Deus usar a Assíria para trazer juízo? 5.7— 10). O que manteria os discípulos de Isaías fiéis a Deus? . desd e agora e p a ra sem p re. cf. QUESTÕES DE ESTUDO 1.

Isto também é verdade a respeito da literatura não bíblica. trans. Isaiah. ver Edward E. a A liança D avídica estava em vista. alguns entendem isto como sendo um encoraja­ m ento p ara A caz. Prophecy o f Isaiah. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: A bingdon Press. 1 9 8 7 ).: InterVarsity Press.6 é relacionado aos versos precedentes? 9. Como o “Porque” no início de Isaías 9. 9 A Septuaginta traduz o hebraico ‘almah o grego parthenos. 1 3 5-3 6. 123. 2 O. 3 Para um a lista de com entários sustentando este ponto de vista. V eja H .: Presbyterian & Reform ed. 5 H indson. 85. Bultem a mostra que por incredu­ lidade.6 e como eles são cumpridos em Jesus? CITAÇÕES 1 Por incrível que pareça. Acaz “perdeu um sinal im ediato”. IsaiaVs Immanuel (Phillipsburg. com sua prom es­ sa conduzindo ao M essias que faria eterno o trono de Davi. 1 9 7 8 ). H anke. 100. 3 9 -4 0 . Isaíah’s Immanuel. H ayes e S tu a rt A. 4 H arry Bultema. 7 Desde que Rezim e Peca estavam pretendendo substituir a fam ília davídica com o filho deTabeal. ele teria usado o term o na’arah (o qual a R S V traduz em outro lugar como “m ulher jovem”). . Isaiah 1-12. 23. 30. 111. 1 9 6 3 ). H indson. N. Irvine. 6 J. Qual é o significado de cada um dos nomes dados ao Filho em Isaías 9. 19 81 ). 8 M otyer. que significa “vir­ gem ”. 11 Hayes e Irvine. Ver John H . 10 Se Isaías tivesse querido dizer “m ulher jovem” (R S V ). Commentary on Isaiah. 108. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. 84.J. Alec M otyer. M ateus também usa parthenos e especificamente declara: “Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta” (1 . 1 9 9 3 ). 24. H indson. Isaiah’s Immanuel. The Validity o f the Virgin Birth (G rand R apids: Zondervan Publishing House.8. Kaiser. 82.2 2 ).

“T h e Divided M onarchy”. 7 .2).J. pois antes do seu nascim ento Judá e Israel serão espalhados e precisarão ser reunidos”. N. quando Senaqueribe. 15 W ille m A. 2 6 0 . Isaiah’s Immanuel. 19 90 ).1 1 — 2 e 1 1 .1 5 0 pessoas cativas de Judá. 2 vols. 19 88 ). V anG em eren. 7 a 11 m ostram “um a tensão entre o im ediato e o rem oto”. Academ ie Books. 21 Eu tomo estas palavras como imperativos. Interpreting the Propbetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. idem. Interpreting Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing H ouse.” Siegfried H . lsaiah’s Immanuel. 18 . Esta é uma prova adicional de que Ezequias não é tido como “Em anuel”. 4 2 -4 4 . H ershel Shanks (Englewood C liffs. 87. 2:1 2 0 . 48. de acordo com os seus registros. Veja D an iel D avid Luckenbill. 17 Cf. H erbert M . Alguns as entendem como particípios e as traduzem como “a pilhagem está se apressando.: Prentice-H all. A cadem ie Books. mas que o Novo Testamento o aplica em um sentido m ais c o m p leto a Jesu s. H indson.C. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. H orn. em Ancient Israel. 13 A sugestão de R oth de que “virgem” está “se referindo possivelmente à virgem -que-ainda-seria-rainha do rei A caz” de form a que Emanuel é “o futuro rei Ezequias” não corresponde ao período bíblico (cf. 19 Isto foi cum prido em 701 a. ed. P orém . 1 9 2 6 -2 7 ). Isaiah (A tlanta: John Knox Press.1 4 — aponta para “a ameaça im ediata”. 12 — 16 2 13 apontam para “o futuro sem data. (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 46. 20 Alguns entendem o hebraico como significando um a grande placa para ser escrita sobre ela com um estilete e erigida como um outdoor. W olf. 129. 9 0 -9 2 . . The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 131.C. mas a ameaça era im ediata”. 1 9 8 5 ). 33 . 2 R s 16. levou 2 0 0 .12 H orn diz “cerca de 7 2 9 a. W olfgang Roth. 19 88 ). 19 24 ). M otyer. M otyer acrescenta: “A promessa aguardava o seu tempo. 8 . 14 Para mais discussões a respeito da identidade da virgem. 16 Ibid.1 ) pode ter sido referido ao “Em anuel” como uma repreensão para Acaz. H in d so n m o stra que o nom e de M aer-Salal-H ás-B az “expressa juízo” em lugar da bênção im plícita no nome Emanuel. 18 M otyer m ostra que os caps. veja H indson. Prophecy o f Isaiah. o saque está acelerando”. W o lf sugere que “M aer-Salal-H ás-B az” (Veja Is 8 .2.

O povo de Efraim (Israel) e a principal cidade de .4 As quatro seções desta profecia tratam dos pecados de Israel e cada uma é seguida por um refrão que confirma a necessidade de um juízo adicional. RJ: CPAD. e ela ca iu em Israel. 1 Alguns consideram esta passagem “uma continuação do sinal do Emanuel (Is 7 . Eerdmans. allon. 8 . ed. indicando a certeza de cumprimento. H . 9JE todo este p o v o o saberá. Quatro Razões para a Ira de Deus 9. H orton. ed. outras ao futuro. co rta ra m -se as f i g u e i ­ ra s bravas. The Lord is Savior: Faitb in National Crisis (G rand R apids: W m . 51. M acchia. JUÍZO SOBRE 0 ORGULHO E A AUTO-SUFICIÊNCIA 9.rank D. ''' A pilhagem só poderia ser dividida depois de um a vitória. (R io de Janeiro. E fraim e os m o ra d o res de S am aria. em Teologia Sistemática.1 4 .I. B. 2 0 2 . dizem : 10 O s ladrilhos caíram .8-10. !J Gk. “um outro do mesmo tip o ”.8 )”. C. rev. al­ guns eventos no passado refletem o que está por vir no futuro. Stanley M . Deus proferiu a sua mensagem de juízo vindouro por Amós e Oséias. Deus já tinha trazido juízo sobre o seu povo.8-12 8 O S en hor en v io u u m a p a la vra a Ja có . Algu­ mas declarações parecem se referir ao passado. “V iu” é o profético perfeito hebraico. ' O hebraico pode também significar que eles am aldiçoarão a própria situa­ ção deles pelo seu rei e o pelo seu Deus. “Os Seres Espirituais Criados”. em soberba e a ltivez de coração. m a s p o r ced ros as su b stitu irem os. porém mais ainda está por vir. de modo que há lições também para eles. m a s com ca n ta ria to rn a rem o s a ed ifica r. As mesmas condições também eram prevalecentes em Judá. e toda a nação breve verá isto acontecer. S. 19 90 ). W idyapranaw a. I. 19 96 ). como também por Miquéias e Isaías.2 0 3 . que.

como as dos palácios dos reis. que um terremoto ou a batida de aríetes do inimigo poderiam derrubar. 17. especialmente durante o tempo do fraco rei Menaém que morreu em 742 a. este p o v o n ã o se v o lto u p a r a q u em o f e r i a . pronto a golpear o desafiante Israel com julgamentos adicionais. A mão de Deus “ainda está estendida” (um refrão que aparecerá mais quatro vezes: vv. Tijolos de barro e vigas de sicômoro eram materiais de constru­ ção ordinários. 21 e 10. Este orgulho e auto-suficiência é a primeira razão para a ira de Deus. Juízos anteriores não fizeram o povo retornar ao SE N H O R em ar­ rependimento ou buscar a Ele e à sua vontade.I2. o sfilisteu s.4). m a s ain d a está esten~ dida a su a m ão.13-17 13 C o n tu d o . e n em co m tu d o isto se ap artou a su a ira. 12 P ela f r e n t e v irã o os siros. 11 Portanto. Ainda desafiando a Deus. e p o r detrás.Samaria dizem com “soberba e altivez de coração” que o juízo de Deus não os humilhará. o S enhor su scitará con tra ele os adversários de Rezim. A menção de “Pela frente virão os siros” (ou arameus) e os filisteus provavelmente se refere a invasões anteriores. Eles não devem pensar que devido ao fato de terem se recuperado de juízos passados podem fazer como lhes apraz no futuro.C. eles dizem que se edificarão novamente. e in stiga rá os seu s inim igos. No seu orgulho o povo pensava que poderia re­ construir até melhor sem Deus. desta vez usando a Assíria. e d evora rã o a Isra el co m a boca escan cara da. Eles usariam pedras esquadrejadas ( “cantaria”) e vigas de cedro. JUÍZO SOBRE UM POVO EXTRAVIADO 9. Os “adversários de Rezim ” são os assírios. 2. n em b u s co u ao SENHOR d os E x ércitos. M as estes juízos no passado não satisfizeram a ira de Deus. Repetidas vezes Deus .

e o p ro feta q u e en sin a a fa ls id a d e é a ca u d a . que por seu turno se desviava dos caminhos do Senhor ( “são devorados”). Juntos eles simbolizam que os líderes grandes e peque­ nos seriam derrubados. M as eles são apenas “a cauda”. por outro lado. Os líderes enganavam o povo. Os falsos pro­ fetas também pensavam que faziam parte da cabeça.C. a atitude do Senhor . abanando para tentar agradar o povo. eles enganavam os líderes com as suas men­ tiras. Os próprios falsos profetas aparentemente tinham se tornado políticos em busca de dinheiro e popularidade. ‘fração’.) O tempo virá quando Deus já não tolerará a rebelião. 15 ( O a n ciã o e o v a rã o de respeito são a cabeça. 14 P elo que o Senhor co rta rá de Isra el a cabeça e a cauda. p o rq u e todos eles são hip ócrita s e m alfazejos. Ele trará juízo súbito.) 16 P orque os g u ia s deste p o v o são en ga nad ores. n u m m esm o dia. Portanto. Ao invés disso. mas o povo perma­ neceu rebelde —a segunda razão para a ira de Deus.cíiamou o povo a se arrepender. o ra m o e o ju n co . m a s ain da está esten d id a a su a m ão. C om tudo isto não se ap artou a su a ira. influenciando o povo. Eles serão destruídos “num mesmo dia”. Os governantes são “a cabeça”. crescia nos lugares baixios e pantanosos. (Isaías usava freqüentemente um dispositivo literário chamado merisma [N ota do Tradutor: Do Gr. possivelmente na queda de Samaria em 72 2 a. e toda boca p r o fere doidices. o junco. Ele foi paciente. mérisma. Os líderes —referidos aqui como “cabeça e a cauda. expressan­ do uma gama inteira listando simplesmente o máximo e mínimo. o ramo e o junco” —são responsáveis pelo povo não buscar o SE N H O R . e os que p o r eles são g u ia d o s sã o devorados. é a divisão dum assunto em partes distintas]. e não se co m p a d ecerá dos seu s ó -fã o s e das su a s viú va s. 17 P elo qu e o SENHOR não se regoz i­ ja r á com os seu s jo v e n s. ‘por­ ção’. Os ramos da palma cresciam nos altos. Eles deveriam ter estado equipando a liderança com a Palavra de Deus.

e am bos eles serã o con tra Ju d á . com a impiedade se espalhando como um fogo de floresta e destru­ indo o país. vivendo como se Ele não existisse. A dissensão tribal acontece- . Deus é o de­ fensor para os órfãos e viúvas. A mão de juízo de Deus “ainda está esten­ dida” para trazer mais juízo sobre esse povo degenerado! 3. cada u m co m erá a ca rn e de seu braço. 20 Se co r ta r da banda d ir e it a a in d a terá fo m e . e E fraim a M anassés. falando a mesma linguagem vil. ain da se não fa r ta r á . ela devora as sa rça s e os espin h eiros. Normalmente. Eles destruirão até mesmo os seus próprios parentes. se co m er da banda esquerda. a terra estará um caos. e su b irã o ao alto espessas n u v en s de fu m a ç a . Esta guerra civil se estendeu para além do reino norte de Israel a um desu­ mano ataque sobre Judá. e. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. To­ das as pessoas são culpadas. mas até mesmo estes são tão descrentes e ímpios quanto o resto do povo. mas eles também estão pecando e desagradando a Deus. n in gu ém p o u p a rá ao seu irm ão. Com os líderes levados embora no juízo. As pessoas jovens deveriam ter sido uma alegria ao Senhor. a terra se escu recerá .I8 -2 I . Aqueles que destroem um ao outro não estarão satisfeitos ( “não se fartará”). A santa ira de Deus será outra chama que “escurecerá” a terra. eles destruirão um ao outro. em vez de ajudarem um ao outro. 19 P o r cau sa da ira do S enhor dos E x ércitos.mudará em relação a eles.s P orque a im pieda de lavra co m o u m fo g o . sim . ela se ateará no em a ran had o da flo r e s ta . e será o p ovo co m o p a sto do f o g o . A IMPIEDADE QUE CONSOME POR CAUSA DA IRA DE DEUS 9. Esta é a terceira razão para a ira de Deus. C om tu d o isto não se ap artou a su a ira. Todos os rastros de amor fraterno serão extintos. 21 M an a ssés a E fraim . Deus usará o pró­ prio povo como instrumento da sua ira contra eles: N a sua maldade.

3 M as que f a r e i s v ó s ou tros no dia da visita çã o e da assolação qu e há de v i r de lo n ge? A qu em reco rrereis p a ra ob ter so co rro e on d e d eix a r eis a vossa g ló ria . Esta corrupção nos tribunais legais é a quarta razão para a ira de Deus. 4 sem q u e cada u m se abata en tre os p reso s e caia en tre os m o rto s? C om tu d o isto a su a ira não se apartou. Novamente.. a qual fazia provisão ao pobre. Este será um dia quando a “assolação. e os órfãos.rá até mesmo entre as tribos de José. . Eles se unirão apenas para se voltarem contra o reino sulista de Judá. Esta injustiça contradizia a Lei de Moisés. Ao invés disso. m a s ain d a está esten d id a a su a m ão. mas Isaías os desafia. a ira de Deus ainda arde e a sua “mão ainda está estendida” para trazer mais juízo. ao fraco. há de vir de longe” (da Assíria). ou estarão “entre os mortos”. 4. e p a ra arreb atarem o direito dos a flitos do m eu p ovo. as viúvas. O que farão eles quando o dia vier e Deus retribuir com juízo adicional? Eles estarão muito fracos para se levantarem contra Ele. como o fizeram durante a guerra siro-efraimita. e p a ra rou b a rem os ó -fã o s! U m ai é pronunciado sobre os legisladores que tornam a opressão legal e fácil. e quem os ajudará então? Será muito tarde para buscar o Senhor..1-4 1 A i dos que d ecreta m leis injustas. e dos escriv ã es qu e escrevem p erversid a d es. eles ou serão torturados cativos. Os governantes pensam que eles têm a Lei do seu lado. e as riquezas que eles ganharam a partir de práticas ímpias não os ajudarão. 2 P ara p reju d ica rem os p o b res em ju íz o . e pa ra despojarem as viú vas. AIS AOS GOVERNANTES INJUSTOS 10. e especialmente às viúvas e órfãos (D t 14. os oprimidos. Eles são extorsionários que fazem as suas vítimas entre os pobres. que obtiveram o direito hereditá­ rio da parte de Jacó e deveriam estar desfrutado a bênção de Abraão.29).

ASSÍRIA .5 -I9 a.1. Os assírios cumprirão o signi­ ficado de Maer-Salal-Hás-Baz (veja 8. Que juízo o Senhor promete a Israel e quais são as razões para a sua ira? 2.1— 4? D. Assíria É Usada Sem Saber 10. Quais são as razões para o ai em 10. antes. O propósito deles é invadir e . no seu coração.A VARA DE DEUS I0 .3). 7 a in d a qu e ele não cu id e assim .5-34 I. p a ra que lhe roube a presa. nem o seu cora çã o assim o im a gin e. in ten ta d estru ir e d esa rra iga r não p o u ca s nações.QUESTÕES DE ESTUDO 1. o qual se tornou uma nação hipócrita e perversa. A Assíria não atentará ao fato de que ela é o agente de Deus que traz o juízo dEle sobre Israel e Judá.5— 11 5Ai da A ssíria. A indignação de Deus é representada pelo bordão nas mãos da Assíria. Deus está enviando os assírios contra o seu próprio povo. com o a lam a das ruas. Assíria É Usada e Julgada 10. e o pon ha p a ra ser p isa do aos pés. Agora um ai é pronunciado sobre os assírios — a ferram enta que Deus está usando para trazer juízo sobre o seu próprio povo. e lhe tom e o despojo. 6 E n v iá -la -ei contra u m a nação hipócrita e con tra o p o vo do m eu f u r o r lhe darei ordem . a va ra da m in h a ira ! P orque a m in h a in d ign a ­ çã o é co m o bordão nas su a s m ãos. Eles não terão nenhuma misericórdia enquanto pisoteiam o povo e se apoderam de suas posses.

.íssimilar as nações ao Império Assírio, com o plano para dominar o inundo.
s P orque diz: N ão são m eu s p rín cip es todos eles reis?

O auto-exaltado orgulho da Assíria é tão grande que declara to­ dos os seus oficiais do exército como sendo reis no seu próprio direilo. Eles pensam que são invencíveis. 9 N ão é C a ln o co m o C arq u em is? N ão é M am ate com o A rpade? E S a m a r ia co m o D a m a sco ? O rei assírio gabava-se a respeito de suas conquistas. Por volta de 717 a.C., as principais cidades na Ásia M enor ocidental tinham sido conquistadas pela Assíria. Carquemis, no rio Eufrates, uma antiga capital do Império H itita, foi conquistada por Sargão II em 717. Calno, localizada aproximadamente a oitenta e oito quilômetros ao sudoeste, foi conquistada porTiglate-Pileser III em 738 a.C. Arpade estava apenas a cerca de 10 quilômetros a noroeste de Calno, próxi­ ma da moderna Alepo. Hamate estava nas proximidades do rio Orontes. Damasco foi conquistada e destruída em 732. Samaria foi tomada e destruída em 72 2 por Salmaneser V (embora seu filho, Sargão II, depois tivesse tentado levar o crédito). Parecia como se nada pudesse parar a Assíria.
10A m inha m ão a lca n çou os rein o s dos ídolos, ain da qu e as su as im agen s de escu ltu ra eram m elh ores do qu e as de J eru sa lém e do qu e as d e S am aria.

Os reis da Assíria se exaltavam sobre os deuses dos países que eles conquistavam, e até mesmo sobre os seus próprios deuses. U m título que os governantes assírios tomavam para si próprios era “R ei do Universo”. Desse modo, o rei assírio acreditava que o seu poder tinha “se apoderado dos reinos dos ídolos”, deuses que ti­ nham o dever de ser os patronos e protetores dos países que eles tinham subjugado.

Os reinos pagãos faziam freqüentemente grandes ídolos de ouro e prata. O rei assírio sabe que há ídolos em Jerusalém e Samaria — ainda que Deus os tivesse proibido —mas os ídolos deles não são as bonitas e ornadas imagens dos outros países que a Assíria conquista­ ra. Os assírios falam deles com desprezo. Depois, quando Senaqueribe destruiu Babilônia, ele determinou a seus soldados que esmagassem os ídolos de Babilônia. As duas exceções foram as imagens de Bel e Nebo, as quais ele levou para N ínive.1
11 P orven tu ra , co m o f i z a S am aria e aos seu s ídolos, n ã o o f a r i a igu a lm en te a J eru sa lém e aos seu s íd olos?

O fato de que Samaria já tinha sido conquistada data esta profe­ cia depois de 7 2 2 a.C. Os “ídolos” de Samaria (Heb. ‘elilim, signifi­ cando “nadas”, “nulidades”, “inúteis”) tinham sido destruídos. As imagens de Jerusalém (Heb. ’a tsa b b i “ídolos ofensivos”) mereceram o mesmo tipo de juízo. Os assírios presumiram corretamente que na­ quele momento a maior parte do povo de Jerusalém estava confiando em imagens para protegê-los. Os assírios acreditavam que os seus próprios ídolos eram mais poderosos que os ídolos das outras na­ ções. Eles também pensavam que os seus ídolos eram maiores que o Senhor, o único Deus verdadeiro. b. Deus Punirá a Assíria no Devido Tempo 10.12— 19
12 P o r isso, a co n tecerá que, havendo o Senhor acabado toda a su a obra no m o n te Sião e em J eru sa lém , então, visita rei o f r u t o do a rro ga n te cora ção do rei da A ssíria e a p o m p a da a ltivez dos seu s olhos.

Embora Deus estivesse usando a Assíria, quando a obra do juízo de Deus sobre Judá estiver “acabado” (quebrado como a linha de um tecedor), o orgulho do rei de Assíria será castigado. Ele descobrirá então que não estava lidando com ídolos ou imagens esculpidas, mas com o Deus poderoso do céu e da terra.

13 P orquanto disse: C om a f o r ç a da m in h a m ã o f o z isto e com a m in h a sa bedoria, p o rq u e sou inteligente; eu rem o v i os lim ites dos p o v o s; e ro u b ei os seu s tesou ros; e, com o valente, abati aos que se sen ta va m sobre tronos. 14E achou a m in h a m ã o as riquezas dos p o v o s com o a u m nin ho; e, com o se a ju n ta m os ovos a b a n d on a ­ dos, assim eu a ju n tei toda a terra; e não h ou ve qu em m ovesse a asa, ou a b risse a boca, ou m u rm u ra sse.

O rei assírio atribuía suas conquistas e saques ao seu próprio poder c sabedoria, não reconhecendo a soberania de Deus. Ele fundia outras nações no Império Assírio. Isto era tão fácil quanto roubar ovos de um ninho abandonado. Note a maneira orgulhosa das expressões ' [eu] liz” e “minha” nestes versículos. “Valente” (no original, “poderoso”) é um termo usado pelos hebreus relativo a Deus (1.24) e pelo rei assírio a respeito dos seus deuses. O rei assírio reivindicava estar agindo como um deus poderoso na sua conquista de outros reis.
ls P orven tu ra , g lo r ia r - s e - á o m ach ado co n tra o qu e corta com ele? O u p r esu m irá a serra con tra o qu e p u x a p o r ela ? C o m o se o bordão m ov esse a os q u e o levan tam ou a va ra levan tasse o que não é u m p ed a ço de m a d eira !

A tolice da jactância do rei assírio é comparada a um “machado” ou uma “serra” gloriando-se contra aquele que os usa, ou a um “bor­ dão” (um cetro) tentando manipular aquele que o ergue, ou uma “vara” que tenta balançar uma pessoa viva “que não é um pedaço de madeira”. O ponto principal é que o Senhor é o Agente vivo e a Assíria é apenas o bastão que Ele está usando. A Assíria está debaixo do controle de Deus, muito embora eles não saibam disto. Deus pode usar qualquer um para realizar o seu plano.
16 Pelo que o SENHOR, o SENHOR dos E xércitos, f a r á d efin h a r os que en tre eles são g o rd o s, e, debaix o da su a gló ria , ateará u m incêndio, com o in cên d io de fo g o . 17 P orque a L uz de I sra el v irá a s e r com o f o g o e o seu Santo, co m o labareda, que abrase e co n su m a os seu s espin h eiros e as su a s sa rça s em u m dia.

“Pelo que”, devido às suas reivindicações exaltando a si próprios como deuses, Deus julgará a Assíria. O título de “o S e n h o r dos Exér­ citos” enfatiza novamente o seu poder e controle. Os soldados assírios eram saudáveis e fortes, mas o juízo de Deus sobre eles é comparado a uma doença que faz definhar e a um fogo que consome espinheiros e sarças. “Em um dia” indica um único dia no qual eles serão consumi­ dos, é provavelmente uma profecia a respeito do juízo trazido pelo anjo que executou 185.000 homens do exército de Senaqueribe (Is 37.36).
T a m b ém c o n s u m i r á a g l ó r i a d a s u a f l o r e s t a e d o s e u ca m p o f é r t i l , d e s d e a a lm a a té a o c o r p o ; e s e r á c o m o q u a n d o d e s m a ia o p o r t a - b a n d e ir a . 19 E o r e s t o d a s á r v o r e s d a s u a f l o r e s t a s e r á tã o p o u c o , q u e u m m e n in o a s p o d e r á co n ta r.

O exército assírio é comparado a uma floresta carbonizada e a um homem doente; tão poucas árvores são deixadas que até uma criança as poderia contar. Isto teve ao menos um cumprimento preliminar na morte dos 185.000, e um cumprimento mais completo quando Nínive foi destruída em 612 a.C. Finalmente, o cumprimento definitivo foi por ocasião do fim do Império assírio em 609.
2. ESPERANÇA PARA 0 REMANESCENTE DE ISRAEL 10.20-34

a. Um Remanescente Retorna ao Deus Forte 10.20— 23
20E a co n tecer á , n a q u ele d ia , q u e o s r e s íd u o s d e I s r a e l e o s es ca p a ­ d o s d a ca sa d e J a c ó n u n c a m a is se e s tr ib a r ã o so b r e o q u e o s f e r i u ; a n tes, s e es tr ib a r ã o s o b r e o SENHOR,
o

S a n to d e Isra el, em v erd a d e.

“Naquele dia” geralmente significa o Dia do S e n h o r . M as a indi­ cação de se estribar “sobre o que os feriu” parece referir-se ao tratado que Acaz fez com a Assíria. Depois da Assíria trazer o juízo de Deus sobre Israel e a Assíria, por sua vez, também é julgada, um remanes­ cente (ou resíduo) justo terá esperança em Deus.

21 O s resíduos se converterão, sim , os resíduos de Jacó, ao D eu s fo rte.

“Os resíduos se converterão” (Heb. sh'’aryashu v) é o nome do pri­ meiro filho de Isaías (7 .3). O remanescente inclui aqueles deixados depois da invasão de Senaqueribe de 701 a.C. O retorno não é do exílio ou cativeiro, mas do pecado e da rebelião “ao Deus forte” (Heb. ‘elgibbor), um dos nomes do Messias (Is 9.6). O remanescente é com­ posto daqueles que responderam a Isaías e ao rei Ezequias e tomaram uma posição de fé quando Deus curou a Ezequias e lhe deu mais quinze anos de vida (Is 38.5,6,21). 22 P orque ain da qu e o teu povo, ó Isra el, seja com o a a reia do m a r ; só u m resto dele se co n v erterá ; u m a d estru içã o está deter­ m inada, tra n sb ordan do de ju stiça . 23 P orque d eterm in a d a j á a destru ição, o S en hor JEOV Á dos E x ércitos a ex ecu ta rá n o m eio de toda esta terra. Esta profecia foi proferida enquanto os líderes e o povo ainda estavam se rebelando contra Deus, provavelmente antes da queda de Samaria em 722 a.C. Assim, é enfatizado novamente que o juízo será severo. Deus já tinha decretado juízo transbordando de justiça. A nação será terrivelmente reduzida em números e “só um resto... se converterá”. A redução em número deve referir-se ao grande número levado ao exílio pelos assírios. No versículo 22, o retorno pode in­ cluir aqueles que voltaram desse exílio. Será um juízo bem-merecido e justo, sobre “toda esta terra”. b. O Jugo da Assíria É Quebrado 10.24— 7 2
24 P elo que assim d iz o S en hor J e o v á dos E x ércitos: N ão temas, p o v o m eu , qu e habitas em Sião, a A ssíria, qu an do te f e r i r com a va ra e con tra ti lev a n ta r o seu bordão, à m a n eira dos egípcios; 25 p o rq u e daqui a bem p o u co se cu m p rirá a m in h a in d ign a çã o e a m in h a ira, p a ra os con su m ir.

O Senhor agora oferece uma afirmação reiterada de que o seu juízo contra os assírios entrará em vigor. O povo de Sião (Jerusalém)

tem que deixar de ficar com medo da Assíria, ainda que esta o ameace como o Egito o ameaçou (Êx 1.8— 10). O uso que Deus faz da Assíria é apenas temporário, pois a sua ira contra Sião terminará em breve. O seu propósito é provocar a sua purificação. Depois o seu juízo se voltará contra o Império Assírio e provocará a destruição deste.
26 Porque o SENHOR dos E xércitos suscitará contra ele u m fla gelo, com o a m atança de M id iã ju n to à rocha de O rebe e com o a sua vara sobre o mar, que contra ele se levantará, com o sucedeu aos egípcios.

Da mesma m aneira que Deus deu a vitória contra M idiã, e como Deus fez M oisés levantar a sua vara sobre o mar Vermelho para prover um caminho (Ex 14.16,19— 2 ), e como o S e n h o r também 2 lutou por eles (Ex 14.14), assim Ele trará o seu juízo sobre a Assíria. A referência à “rocha de Orebe” pode aludir ao escape de Orebe do campo de batalha, mas morrendo apesar disso, da mesma maneira que Senaqueribe escaparia do juízo do anjo da m orte sobre os 1 8 5 .0 0 0 , m as seria assassin ad o d ep ois de v o ltar p ara casa (3 7 .3 7 ,3 8 ). 27 E a co n tecerá naqu ele dia, qu e a su a carga será tirada do teu om bro, e o seu ju g o , do teu p escoço; e o ju g o será despedaçado p o r cau sa da unção. A carga e o jugo que a Assíria colocou sobre ombros e pescoço de Sião serão tirados pelo S E N H O R . A últim a frase, literalm ente, “o jugo será lançado fora [destruído] por causa do azeite de oliva”, tem sido interpretada de vários modos. Alguns interpretam o óleo como se referindo ao orgulho assírio, de forma que quando o juízo de Deus vier sobre esse orgulho, o jugo assírio sobre Sião será lan­ çado fora. Outros entendem o óleo como significando o povo bem alimentado e assim referir-se a Sião se tornando tão gorda ( “por causa da gordura” —A R A ), ou próspero, que eles despedaçam o jugo. Ainda outros intérpretes sugerem que o óleo refere-se ao

l lugido, o M essias; ou, desde que o óleo era usado para ungir sa­ cerdotes, reis e profetas, estes intérpretes se referem a este como a KJV (Versão King James) o faz, para a unção em si (quer dizer, a unção dada pelo Espírito Santo). O utra interpretação vê o óleo como um elemento preservador, pois Jerusalém foi preservada da destruição assíria. c. O Avanço Assírio 10.28— 32 28 J á vem ch egando a Aiate, j á v a i p a ssa n d o p o r M igrom e, em M icm ás, lança a su a bagagem . 29J á vã o passan do>j á se alojam , em G eb a ;já R a m á trem e, e G ibeá de S au l va i fu g in d o .30 C lam a alto com a tua voz, ó filh a de G a lim ! O u ve, ó L aís! O tu, p o b re A natote! 31 J á M a d m en a se f o i ; os m o ra d o res de G ebim vão f u g i n d o em bandos. 32 N este m esm o dia, p a ra rá em Nobe, a ce­ n a rá co m a su a m ã o ao m o n te da f i lh a de Sião, o ou teiro de Jeru sa lém . Isaías descreve um inim igo —os assírios —chegando a Jerusa­ lém aproximadamente de um ponto dezesseis quilôm etros a nor­ deste da cidade. Eles pararam em M icm ás, uns onze quilôm etros ao norte de Jerusalém, para arm azenar suprim entos e bagagem; • cruzaram a passagem (o desfiladeiro profundo e rochoso do Vadi Suw eim t) para Geba, aproxim adamente nove quilôm etros e meio a norte-nordeste de Jerusalém ; e então continuam em direção a Nobe, no monte Scopus bem ao norte do monte das Oliveiras. A li, às vistas de Jerusalém , eles a ameaçaram arrogantem ente. As outras cidades m encionadas podem não ter estado na linha direta de marcha, mas os povos destas estavam em pânico, gritando e fugindo, sabendo que os soldados assírios saqueariam a zona ru ­ ral. O tempo exato desta invasão não foi identificado. Sargão II não veio por esse caminho ou mesmo se aproxim ou de Jerusalém . Os registros de Senaqueribe não indicam que o seu exército p rin ­ cipal veio por este caminho. Porém, os registros dele indicam que o seu exército ou exércitos subiram mais de uma vez a Jerusalém

em 701 a.C., de modo que esta profecia pode ter sido cum prida algum tempo durante aquele ano. d. Deus Está no Controle 10.33,34
33 M as eis que o S en h or J eová dos E x ércitos desbastará os ra m os com violên cia , e os de alta estatu ra serã o cortados, e os a ltiv os serã o abatidos. 34 E co rta rá co m o f e r r o a espessura da flo r e s ta , e o L íbano ca irá p ela m ã o de u m poderoso.

Deus, o Santo de Israel, lim ita o que o povo pode fazer. Os ramos da floresta e o cedro alto e imponente do Líbano representam o exército assírio. O SE N H O R o s cortará abaixo. O golpe do machado deve se referir novamente aos 185.000 assírios que foram destruídos pelo anjo. Senaqueribe pensou que ele era um “valente” (1 0.13 ), mas ele cai diante do verdadeiro “Poderoso”. Alguns querem aplicar estes versos à destruição do orgulhoso em Judá, mas isto é pouco provável. Porém, o princípio pode ser aplica­ do a nações de todo ímpias e seculares. Deus pode cortar abaixo o orgulho e a arrogância delas.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. O que o uso que Deus faz da Assíria nos ensina sobre a sua soberama? 2. O que você aprende sobre o remanescente piedoso de Israel?

CITAÇÕES
1 D aniel David Luckenbill, The Annals o f Sennacheríb (C hicago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 4 ), 84; Ancient Records ofA ssyria and Babylonia, 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 6 -2 7 ), 2:1 5 2 , 185, 2 5 2 .

E. Um Renovo Dá Fruto II .I-I 2 .6
I. 0 REI UNGIDO PELO ESPÍRITO I I .I - 3

1 P orque brotará u m reben to do tron co de J essé , e das su a s raizes u m re n o v o fr u tifica r á .

Isaías viu o interesse de Deus pelo remanescente justo, mas este remanescente não seria capaz de cumprir o seu plano de redenção. Deus deixou Isaías olhar mais adiante para ver um outro quadro a respeito do Messias que o cumpriria. Os assírios quase destruíram Judá, mas os reis da linhagem de Davi permaneceram no trono até que os babilônios vieram e destruíram Jerusalém e o templo em 586 a.C. A imagem de uma árvore derrubada próximo às suas raízes, deixando somente um pequeno toco ou tronco, descreve a perda de poder real e a condição humilde dos descendentes de Davi. Mas ainda havia vida no tronco e nas raízes. Da raiz de Jessé brotaria “um rebento” que daria fruto. Que o renovo vem da raiz de Jessé indica que Ele seria um segundo Davi. Davi quer dizer “Amado”. Dessa forma, quando a voz do Pai vinda do céu identificou a Jesus como o seu “Filho amado” (M t 3.17), Ele estava insinuando que Jesus é o seu segundo Davi, o cumprimento do que Davi representava. Isaías já tinha profetizado que o Filho reinaria no trono de Davi (9.7). Agora ele deixa claro que o Filho seria também um descendente de Davi. “Renovo” (Heb. netser) em uma forma feminina tornou-se o nome de N azaré ( netsereth), assim “Jesus de Nazaré” ou “Jesus o Nazareno” no hebraico seria Yeshua Hannetseri. Hannetserí pode significar o “ho­ mem de Nazaré” ou “o homem do Renovo”. Assim, na providência de Deus, Jesus trouxe um cumprimento que M ateus 2.23 reconhece: “E chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cum­ prisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno”.
2 E rep ou sa rá sob re ele o E spírito do S enhor , e o E spírito de sabedoria e de in teligên cia , e o E spírito de conselho e de fo rta lez a , e o E spírito de con h ecim en to e de tem o r do SENHOR.

“E repousará sobre ele o Espírito do S e n h o r ” , o u seja, sobre o Renovo, da mesma maneira que o Espírito fez em Moisés, nos juizes, em Davi, e nos profetas —mas nesta ocasião de modo permanente (Jo 3.34). O Espírito é uma dádiva que descansa sobre Ele. O dom do Espírito junto com os seis aspectos ou ministérios do Espírito corresponde aos sete Espíritos em Apocalipse 4.5. “Sabedoria” no Velho Testamento é sabedoria prática que leva a efeito planos a con­ clusões bem-sucedidas (cf. Pv 8). “Inteligência” inclui conhecimento que permite à pessoa distinguir o certo do errado e a verdade da falsidade. “Conselho” inclui a habilidade para tomar decisões certas e resolver pro­ blemas. “Fortaleza” significa poder divino para levar a efeito as suas deci­ sões. “Conhecimento” aqui é o conhecimento do caráter e da natureza de Deus e o seu relacionamento com a humanidade. “O temor do Se­ nhor” é uma reverência que o obedece e reconhece o direito dEle à nossa veneração e adoração. É o princípio da sabedoria e do conhecimento (SI 111.IO; Pv 1.7). Isto está em contraste com os “que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos” (Is 5.21).
3 E deleitar~ se~ á n o t e m o r d o SENHOR e n ã o j u lg a r á se g u n d o a v ista d o s s e u s olhos, n em r e p r e en d er á seg tm d o o o u v ir d o s se u s o u v id o s;

Ele “deleitar-se-á no [Heb. haricho, “desfrutar o cheiro de”] temor do S e n h o r ” . Isto pode significar que Ele receberá com prazer o te­ mor do Senhor que lhe é dirigido. Além de ser um profeta, Ele será também um juiz. Mas distinto dos juizes humanos, Ele não terá que depender de evidências externas. Com percepção divina, Ele verá dentro das mentes e corações das pessoas (cf. Jo 2.25). Ele saberá o que é e o que não é verdade (cf. M t 7.21-23).
2 . 0 JUSTO JUIZ 11.4-5

4 m a s j u lg a r á co m ju s t iç a o s p o b res, e r e p r e en d er á co m eq ü id a d e o s m a n s o s da terra , e f e r i r á a terra co m a v a r a d e su a boca, e co m o so p ro d o s se u s lá b io s m a ta rá o ím pio.

O pobre e o necessitado, freqüentemente explorados ou negligen­ ciados, receberão justiça e proteção por causa da justiça dEle. “Justi­ ça” (Heb. tsedeq) também implica que Ele os porá na correta posição diante de Deus. Por outro lado, como Juiz Ele “ferirá a terra”, ou seja, os seus habiIantes ímpios, “com a vara de sua boca”, que é paralelo a “o sopro de seus lábios”. A palavra que ele fala será “a vara” que traz juízo.1 Ele não precisa de nada mais para realizar isto. O cumprimento disto olha à frente em direção à Batalha do Armagedom (Ap I9 .I5 ).2
5 E a ju s tiça será o cin to dos seu s lom bos; e a v erd a d e o cin to dos seu s rins.

Os cintos simbolizam o estar pronto para a ação. Ele não depende­ rá dos métodos ou até mesmo dos armamentos de guerra humanos. “Justiça... e verdade” para o propósito e promessas de Deus serão vistas em todas as suas ações. Ele é o exemplo para todos os líderes.
3. ATERRA MUDADA PELO CONHECIMENTO DO SENHOR 11.6-9

6 E m o ra rá o lobo com o cord eiro, e o leopardo com o cab rito se deitará, e o bezerro, e o f i lh o de leão, e a nédia ovelha v iv erã o ju n to s , e u m m en in o p eq u en o os g u ia rá . 7 A vaca e a u rsa p a sta rã o ju n ta s, e seu s fi lh o s ju n to s se deita rão; e o leão co m erá palha co m o o boi. 8 E b rin ca rá a cria n ça de p eito sob re a toca da áspide, e o j á d esm am ad o m eterá a m ã o n a cova do basilisco.

O reino deve ser introduzido pelo juízo (como o descreve Dn 2). Assim o juízo de I I .4 é seguido pelas condições mileniais descritas nos versículos 6— Elas serão melhores que as do Jardim do Eden. A 9. natureza dos animais será mudada e as crianças não precisarão ter medo até mesmo de cobras venenosas. Todos os efeitos da maldição infligidos na terra por causa do pecado de Adão serão findos. A criação “será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (R m 8.21).

Em contraste com a condição de Jerusalém e o mundo nos dias de Isaías. mas será um ser divino. a Sião milenial. co m o as águ a s cob rem o mar. como também no nosso. a sua casa. naqu ele dia. Ela será livre de qualquer um que possa causar mal ou dano. Que Ele se levantará como uma bandeira ( “posta por pendão”) quer dizer que Ele será a garantia de vitória e aquEle ao redor de quem as nações se reunirão. e de Elão. Esta é outra indicação do Velho Testamento de que o Rei messiânico não será um homem comum. porque toda a terra será mudada (veja também 65. KJV. . “estandarte”. O seu lugar de descanso. A R A ) é a mesma palavra usada no nome de Deus em Exodo 17 . Yabwch Nissi). N V I. as nações buscarão o favor e a orientação dEle. e de H am ate. mas é a real fonte da linhagem davídica. e do Egito. que o S en hor to rn a rá a esten d er a su a m ã o pa ra a d q u irir ou tra vez os resíd u os do seu p o vo que restarem da A ssíria.9 N ão se f a r á m a l n em da n o a lgu m em todo o m o n te da m inha santidade . e de Sinar. p orq u e a terra se en cherá do con h ecim en to do Senhor . será gloriosa (A palavra Heb. e o lu ga r do seu rep ou so será glorioso. UM NOVO ÊXODO II. 4. 11 P orque há de acontecer. “Pendão” ( “bandeira”. e de Patros. e das ilhas do mar.I0-I6 10 E acon tecerá . Quando a casa de Davi tiver recuperado a sua glória na pessoa do M essias.15 (Heb.25). kavod é a mesma usada a respeito da glória de Deus). “O monte da minha santidade” é o monte de Deus e quer dizer a Jerusalém milenial. qu e as n a ções p ergu n ta rã o p ela raiz de Jessé. “ O S E N H O R é a minha Bandeira”. o conhecimento pessoal e salvador do S e n h o r estará em todos os lugares. A “raiz de Jessé” significa que o M essias não só descende de Davi. posta p o r p en d ã o dos povos. e da Etiópia. n a q u ele dia.

onde Ioda a nação foi libertada da escravidão e levada para aTerra Promelida. Este será um êxodo novo e maior. O propósito de Deus não é só trazer as pessoas de volta à terra.C. Alguns entendem que a segunda vez se refere ao retorno de babilônia sob o edito de Ciro. Portanto. Este era apenas um retorno parcial. O ver­ sículo 16 mostra que a prim eira vez foi no êxodo do Egito. “Adquirir outra vez” (Heb. o próprio Senhor tornará a juntar o rema­ nescente justo do seu povo ( “os resíduos”) uma “outra vez”. I Pe I . Ex 19. Todas .C. 12 E levan tará u m p en d ã o en tre as nações. Neemias e Ester indicam e como é mostrado no N o v o Testamento (A t 2.Naquele dia milenial. mas “desde os “quatro confins da terra”. E fraim não in v eja rá a J u d á e J u d á não o p rim irá a E fraim. e os disp ersos de J u d á co n grega rá desde os quatro co n fin s da terra.I ). qanoth) também pode significar resga­ te.. Por Ele serão juntados os exilados de Israel e Judá. houve uma maior dispersão após a destruição de Jerusalém em 70 d. Efraim e Judá estavam fre­ qüentemente contendendo. Nos tempos do Velho Testamento.5. “na­ 35 quele dia” deve referir-se à restauração no término desta era. Ele quer trazê-los de volta para Si próprio (cf. não só das áreas onde eles se espalharam em tempos antigos. e os a d versá rios de J u d á serão desarraigados. e a ju n ta rá os dester­ rados de Israel. Contudo.I . Assim como foi o caso no primeiro êxodo. T g I . 13 E d esterra r-se-á a in veja de E fraim . pois muitos permaneceram espalhados em várias direções —como os livros de Esdras. de todas as partes da terra.4). e depois da rebelião de Bar Kochba de cerca de 132— d. O retorno preparará para a renovação espiritual. M as todo ciúme e hostilidade entre as tribos tinham acabado depois que eles voltaram da Babilônia. O “pendão entre as nações” é o Messias. quer dizer.

com o su ced eu a I sra el no dia em q u e su b iu da terra do Egito. N o M ilênio. Ao leste de Judá estavam Edom.as doze tribos consideravam a si próprias e umas às outras como sendo judeus. Da mesma maneira que Deus secou o mar Vermelho (Ex 14. M oabe e Amom. despojarão os fi lh o s do O rien te. Ele usará “a força do seu vento” para destruir o rio Eufrates. Como uma águia poderosa. como indicam os registros de Esar-Hadom. Houve um retorno parcial da Assíria nos dias de Isaías.21). 15 E o SENHOR d estru irá tota lm en te o braço de m a r do Egito. Estas correntes contrastam com o único caminho através do mar Vermelho.3mas aqui Isaías está olhan­ do à frente para o dia milenial. . deixando-o dividido em sete correntes rasas.1— 29). qu e qu a lq u er atravessa­ rá co m calçados. Haverá um novo êxodo a partir da Assíria. fe r in d o . j u n ­ tos. Ez 48. muito embora a terra vá ser dividida dife­ rentemente (em tiras correntes do oriente ao ocidente. e o seu número. e. indica uma obra com­ pleta —o povo pode atravessar “com calçados” sem ter que molhar os pés. e m o v erá a su a m ã o con tra o rio com a f o r ç a do seu vento. Deus fará uma estrada nítida e plana para o remanescente de seu povo voltar da Assíria. voa rã o sob re os om b ros d o sfilis teu s ao O cid en te. e os f i lh o s de A m om lhes obedecerão. A menção da Assíria aqui pode indicar que é representativo de todos os lugares aos quais Israel foi espalhado por seus inimigos. e o Príncipe da Paz governará sobre todos eles. d iv id i-lo -á em sete corren tes. sete. em E dom e M oabe lançarão as m ãos. 14 A ntes. 6E h a verá ca m in h o p la n o p a ra os resíd u os do seu p o vo que resta rem da A ssíria. as associações tribais serão restabelecidas como Ezequiel profetizou. N e­ nhuma nação será capaz de frustrar os propósitos redentores de Deus.o . o Israel restabelecido voará “sobre os om bros” da F ilístia no O cidente e conquistará os povos no O riente.

Por ocasião “daquele dia” (v . naqu ele dia: G raças te dou. Louvor pela Salvação 12. Eles ficarão como os israelitas que viram os seus inimigos afogados no mar Vermelho. não no homem. Yah. A forma imperativa hebraica indica um pedido: “Deixe a sua ira se retirar”.1— 3 1 E dirás. com o rei. H ou­ ve também um cumprimento preliminar disto após a libertação de Senaqueribe em cumprimento das profecias de Isaías (40. porque. Ele é aquEle mesmo que os levou do Egito para a Ierra Prometida. N este hino. A forma dupla “Senhor JEOVÁ” (Heb. O medo terá acabado. o Deus eterno.I) eles estarão confiando em Deus. eles exclamarão individualmente que Deus é “a minha salvação”. a tua ira se retirou .5.1-6 a. para salvação. libertação. Isaías expressa a confiança dos redimidos.2). Isaías experimentou isto no capítulo 6. “Salvação” inclui as idéias de ajuda e prosperidade.1). O povo respondeu. UM DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS PARA ISRAEL E AS NAÇÕES 12. e eles cantarão a mesma canção (Êx 15. ain da q u e te ira ste con tra m im . Ele será a sua força e o seu cântico porque Ele terá se torna . e tu m e consolaste. ajuda e bênção. 2 Eis que E )eus é a m in h a sa lvação. Yabweh) enfatiza que Ele é o Deus vivo e verdadeiro. Depois que a ira de Deus é retirada de Israel. reconhecendo que a ira dEle trouxe a disciplina que l ealmente veio do seu amor. Esta seção de Isaías finaliza com um hino de ação de graças. eles estarão cheios de I(mvor por causa do conforto que Ele dá —um conforto que os ressegura da sua presença e bênção.4 sendo o primeiro a dar graças a Deus. ó Senhor. “N a­ quele dia” aponta adiante para o reinado milenial do Messias descrilo no capítulo I I . Com a ira de Deus retirada. o Deus fiel que age no interes se do seu povo. eu co n fia rei e não tem erei p o rq u e o S en hor J eová é a m in h a f o r ç a e o m eu câ n tico e se to rn o u a m in h a salvação.

p o rq u e f e z coisa s g ra n d io sa s. os judeus cantavam a respeito dos poços de salvação durante a Festa dos Tabernáculos.4— 6 4 E direis. T o d as as n açõ es p re c is a m sa b er o q u e D eu s tem fe ito em sa lv a r e re s g a ta r o se u povo. Jo 4. mas em público. Tal música é ainda um modo maravilhoso para espalhar as boas novas do poder e da graça . Jr 2. O seu nome representa a sua natureza e caráter. Yesbu’ah. No clima quente e seco na extremidade do deserto a água falava de vida e bênção. de modo que o mundo inteiro saiba. enquanto tiravam água do tanque de Siloé. Salvação. Yeskua. tira reis águ a s das f o n t e s da salvação. Estas canções não devem ser cantadas em particular.3 8 ). 3 E vós. A s e g u n d a p a r te d e ste m a g n ífic o h in o é u m a c h a m a d a ativ a p a ra to d o s os p o vo s d a re m “g ra ç a s ao S e n h o r ”. 7 . sa ib a -se isso em toda a terra. As “coisas grandiosas” que Deus fez na sua majestade divina cla­ mam por cânticos de louvor acompanhados por instrumentos musi­ cais. S e u povo n ão deve m a n te r as b ê n ç ão s de D eu s p a ra si m esm o s.10. mas poços artesianos. b. e é ta m b é m u m a c h âm ad a p a ra in v o ca r o u p ro c la m a r o seu n o m e e os seu s fe ito s g lo rio so s. in voca i o seu nom e. E le m erece te r as n açõ es ju n ta s lo u v a n d o -o e h o n ra n d o -o .14. Deixe o M undo Inteiro Saber 12.do a salvação deles de uma forma até mesmo bem maior. As “fontes da salvação” não são poços comuns. com alegria. Estes poços têm a sua fonte no próprio Deus (cf. to rn a i m a n ifesto s os seu s f e i t o s en tre os p o v o s e con ta i qu ão ex celso é o seu nom e. naqu ele dia: D a í g ra ça s ao SENHOR. 5 C a n ta i ao SENHOR.13. fontes que nunca secam. é outra forma do nome hebraico para Jesus. eles o honram pelo tipo de Deus que Ele é. Nos tempos do Novo Testamento.Todos os habi­ tantes de Jerusalém sobreviverão à crise assíria e se servirão dos po­ ços. Por declarar que “excelso é o seu nome”.

QUESTÕES DE ESTUDO 1.2 0 . 2 Stanley M . E f 6 . p o rq u e g ra n d e é o S anto de Isra el no m eio de ti. é a palavra de Deus”. 1 9 9 5 ). requer exultações e cânticos (Heb.. 3 Veja comentários sobre 13 . 4 Alguns entendem o que fala como sendo as doze tribos de Israel unificadas. H orton. RJ: CPAD. Esta é uma conclusão apropriada para os capítulos 7 a 12. O que requer as coisas que Deus tem feito? CITAÇÕES 1 Cf. A grandeza do “Santo de Israel”. Eerdmans. B. Tal música desperta fé e esperança. O que fazem os sete Espíritos do SE N H O R ao Renovo? 3. . The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . Como o capítulo 12 expressa a confiança dos redimidos? 6. ó habitante de Sião. S.I I excede o primeiro êxodo? 5. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 6 E x ulta e can ta de goz o. W idyapranawa. De que modos a “outra vez” de I I.ile Deus em um mundo escuro e sombrio. Quais serão os resultados do seu governo e quando isto aconte­ cerá? 4. 73. H . ronni. 19 9 0 ). Isto deveria nos mover a um testemunho cristão alegre e corajoso. O que podemos entender do fato de que o Renovo é proveniente da raiz de Jessé? 2.. “procla­ mando brados de alegria”).17 onde “a espada do Espírito. 2 8 0 -2 8 2 .1 4 e 4 8 . que está no meio do povo santo c redimido de Sião.

I8 Após o maravilhoso hino de louvor. A. reconhecendo que o mal ainda existe no mundo. Nações estrangeiras são envol­ vidas no juízo de Deus e libertação de seu povo. nos capítulos seguintes. Estes capítulos tratam de na­ ções estrangeiras. mas não em ordem cronológica e não como separadas dos procedimentos de Deus para com Judá e Jerusalém.23 Esta profecia é concernente à famosa e esplêndi­ da cidade da Babilônia dos próprios dias de Isaías. Ele é o único Deus verdadeiro sobre toda a terra. Isaías se vol­ ta para o tema do juízo. e . Ao longo de todas elas nós vemos a glória do Deus soberano e Todopoderoso e a realidade das suas promessas.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá I3. de modo que. A Destruição da Babilônia I3.I-23. estão entremeadas mensagens para o povo de Deus.I-I4.

N ão foi apenas a liderança comercial. Até mesmo no tempo da conquista de Jericó por Josué. “uma boa capa babilônica” era alta­ mente cobiçada (Js 7.TiglatePileser III “deixou suas liberdades e seu território semelhantemente incólume”.21).5 Até mesmo quando a desunião interna da Babilônia a levou a submeter-se ao jugo assírio. como se eles fossem os chefes ou os mais venerados deuses daquele rei assírio em particular. os reis assírios tinham orgulho deles próprios em ser os protetores da Babilônia. A Assíria. em uma época posterior.7 Alguns reis assírios até mesmo enviavam parte do espólio das suas conquistas para Babilônia em vez de enviar tudo a Nínive. Igualmente.não à Babilônia posterior de Nabucodonosor. Desde tempos antigos ela era poderosa e bem organizada. por todo o seu cruel poder militar.6 Outro fator que Isaías soube a respeito. As cartas estatais da Assíria mostram que os assírios incluíram os deuses da Babilônia entre os seus próprios. e eles eram extremamente pacientes com o povo da cida­ de. Várias vezes Bel e Nabu são mencionados sem qualquer referência a qualquer outro deus. confirmando a importân­ cia da Babilônia. Até que Senaqueribe finalmente destruiu a cidade. Babilônia ainda retinha impor­ tância política. é que o controle assírio sempre foi bastante tênue. Até mesmo mais importante. religiosa e cultural da Babilônia a alegar grandeza. não tratou a Babilônia como um Estado de im portância secundária. Babilônia reivindicava a liderança religiosa e cultural do mundo nos dias de Isaías.2 Bel e Nabu (N ebo) são freqüentemente men­ cionados pelos assírios nas listas de deuses cuja proteção eles busca­ vam ou a quem eles declaravam honra. A possessão da Babilônia significava um grande negócio ao prestígio da Assíria.8 .4 Babilônia nunca consentiu ser incorporada ao Império Assírio.1A Babilônia nos tem­ pos assírios era o maior centro de comércio e indústria no vale do T igre e do Eufrates (veja mapa. Apêndice B).3 Babilônia dominava a religião da Assíria. Babilônia foi lembrada por Heródoto em sua história como “uma das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”.

. rei das quatro regiões do mundo. Porém. Isto significava que o rei devia estar em Babilônia no Dia de Ano Novo a cada ano e realizar a ilustre. Sua queda aponta ao futuro para a queda final do sistema mundial babilônico descrito nos capítulos 17 e 18 do livro de Apocalipse.12 A profecia concernente a isto foi provavelmente colocada prim ei­ ro nestas séries por causa de sua importância.1 1 A Babilônia era o centro da atenção mundial nos dias de Isaías. rei da Assíria. mas humilde. . O profeta viu o juízo da Babilônia como vindo no curso da sua própria vida. era representativa de qualquer poder mundial que se levantava em orgulhosa desobediência a Deus. ou precursor do juízo final. A maioria dos reis assírios não desejava fazer isto. fez os reis assírios temerem desobedecer as demandas dos sacerdotes babilônicos de Marduque: Um legítimo rei da Babilônia deve ser reconhecido por Marduque.Nenhum rei da Assíria ousou proclamar-se rei da Babilônia so­ mente com o pretexto de ter conquistado a cidade.C. e Deus lhe deu uma mensagem pesada para ela. deve ter parecido o auge das atrocidades da Assíria. rei da Suméria e da Acádia”. cerimônia de pegar as mãos de Bel— Marduque.10Sargão fez o mesmo. rei do universo. mas ele era só “vice-rei”. sinal. de modo que eles se contentavam com um título menor. a destruição da Babilônia aqui é um exemplo. Certamente a destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a. da Babilônia. Babilônia.9 O reconhecimento assírio do deus babilônico Bel (identificado com M arduque) como o deus supremo. se auto-proclamou “o rei poderoso. desde o tempo da torre de Babel. Salmaneser V por exemplo. M as não até dois anos antes de sua morte que nós encon­ tramos uma Tábua de Ninrode declarando-o “rei da Babilônia”. Normalmente os reis assírios acrescentavam o nome de um país conquistado a uma lista dos que eles governavam. Tiglate-Pileser III fez da Babilônia o primeiro grande objetivo no seu sonho de estabelecer um império mundial.. ou vice-presidente. e para Isaías deve ter parecido o clímax do juízo de Deus sobre o mun­ do através dos assírios.

Desse modo. massa") signi­ fica “algo levantado”. onde os sinais facilmente po­ dem ser vistos. p a ra q u e en trem p ela s p o rta s d os p rín cipes.1— 5 1 P eso da B abilôn ia que v iu Isaías. sim . de modo que “entrem pelas portas dos príncipes”. Eles eram chamados “portas dos príncipes” porque os ricos e poderosos babilônicos se consideravam os aristocratas do mundo naqueles dias. Ele também ordena uma ruidosa chamada e o acenar de mãos para encorajá-los a vir. . j á cham ei os m eu s valen tes pa ra a m inha ira.7— A vitória deles será realmente o triunfo de Deus 12. ainda que eles não a conheçam. Era uma men­ sagem carregada de pesado juízo. leva n ta i a voz p a ra eles e a cen a i-lh es com a m ão. Aqueles que vêm contra a vontade desta se exultarão na majestade de Deus. Deus ordena que uma bandeira seja elevada como um sinal para o ajuntamento de tropas. O orgulho e arrogância da Babilônia merecem juízo. ou pronunciamento da parte de Deus. A palavra “peso” ou “oráculo” ou “sentença” (Heb. Nas pedras nuas de uma alta colina. Eles são “santificados” no sentido de que Deus os consagrou para cumprir a sua vontade. declaração. provavelmente os portões da Babilônia. 2 A lçai u m a ba ndeira sob re o m o n te escalvado. os que ex ultam com a m inha majestade. ele recebeu isto como uma visão profética ou mensagem. A Ira de Deus sobre a Babilônia 13. A ânsia deles para a batalha se compara com a atitude da Assíria em 10.I-22 a. Isaías “viu” isto. porque Ele trará o seu juízo sobre eles no devido tempo. “Eu” está na posição enfática.I. 0 JUÍZO PORVIR EM BREVE I3. filh o de A moz. Isaías antecipava o juízo sobre a Babilônia. Isto refere-se a uma palavra. muito embora eles possam não conhecê-la. ■ Eu dei ordens aos m eu s santificados. Deus comandará e intimará os guer­ reiros a quem Ele consagrou para levar a efeito a sua ira. quer dizer.

Isaías diz que aquele dia virá como uma shod (destruição violenta. Usando outro jogo de palavras. Tseva significando “hoste” ou “exército” (plural. Usando um jogo de palavras.13 O jogo de palavras enfatiza que Deus O . O SENHOR dos E x ércitos p a ssa em revista o ex ér­ cito de g u erra . assolação) da parte de Shaddai (o Todo-Poderoso). 3 J á v e m d u m a terra d e longe. p a r a d e s tr u ir toda a q u ela terra. Isaías diz que Deus é Yahweh tíva oth e Ele está reunindo um tív a ‘ para a guerra. às vezes se refere a exércitos terrestres e às vezes a hostes angelicais. vem do T odop o d ero so com o assolação. d esd e a ex tre m id a d e d o céu .4 J á se o u v e a g r ita r ia da m u ltid ã o sob re os m ontes. tfv a ‘oth). Como a Assíria era a vara na mão de Deus para trazer juízo sobre Israel (10. Aqui. M as Deus está realmente no controle. O exército assírio era como uma avalanche. pois o Dia do SE N H O R está perto de chegar. Assim.5). povo da Babilônia se lamentará. agora a Assíria e seus exércitos combinados de muitas terras distantes se tornam “os instrumentos” para trazer o juízo de Deus sobre a Babilônia. Senaqueribe e os assírios exigiram a vitória sobre a Babilônia. a voz do reb oliço de rein o s e de n a ções j á congregadas. o SENHOR e o s in s tr u m e n to s da su a in d ign a çã o. O Dia da Ira do SE N H O R Está Próximo 13. Isaías ouve o barulho de muitas “nações já congregadas” para a guerra contra a Babilônia.6— 13 6 U ivai. Deus está usando um exército terrestre para trazer juízo sobre a Babilônia e destruí-la. e o seu exército a destruiu. sem elh an te à de u m g r a n d e p o v o . b. se tornando cada vez maior à medida que avançava: Os assírios perm i­ tiram aos homens de cidades e nações conquistadas juntarem forças com eles para recuperarem algumas das suas próprias perdas por le­ varem os despojos do próximo lugar de conquista. p o rq u e o dia do S enhor está p erto .

eles estarão tão desmoralizados que as suas “mãos se debilita­ rão ’. torna-se um exemplo do juízo futuro que virá no D ia do S E N H O R final. tornando “a terra em assolação” e destruindo os pecadores sobre ela. baarets ) também pode significar “o planeta terra”. Durante anos. horrendo. e se an gu stiarão. co m f u r o r e ira ardente. depois que os assírios to­ maram o controle da Babilônia. s E a sso m b ra r-se-ã o .14 O que Isaías vê aqui é a ira de um Deus santo que é despejada. Esta destruição súbita e violenta chocou e surpreendeu os babilônios.C. Aqui. e apoderar~se~ão deles d ores e ais. p a ra p ô r a terra em assola ção e d estru ir os p eca d o res dela. convulsionados com a dor que se apoderará deles como as dores agudas de uma “mulher parturiente”. inflamados pela vergonha da sua derrota. Pode ser que começando com este versículo (e.pode manter as suas promessas. e a sua coragem desaparecerá quando o coração dos homens se desanimar. NHOR Eles ficarão tão terrificados que perderão os sentidos. Isaías está olhando para “o dia do S e n h o r ” como algo iminente. 7 P elo q u e todas as m ã os se debilitarão. Os seus rostos fica­ ram “flamejantes”. co m o a m u lh er p a rtu rien te. Eles não poderão fazer qualquer coisa ou pensar em qual­ quer meio para se salvar. Babilônia não poderá resistir à destruição violenta do Dia do S E ­ que está próximo. 9 Eis qu e o dia do SENHOR vem .m lugar do próximo) Isaías está falando do Dia do S e n h o r final. e o cora çã o de todos os h om en s se desan im a rá. Em vez de pegarem em armas para se defen­ der. o seu rosto será rosto fla m eja n te . “A terra” (Heb. cada u m se espan tará do seu p r ó x im o . . A destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a. eles a trataram com respeito e honra —até que o rei assírio Senaqueribe a destruiu.

1 1) em uma viagem de três anos (I Rs 10. e. Tal linguagem às vezes era usada a respeito de tremendas tempestades e terremotos. e a terra se m o v erá do seu lugar. M t 24.13). e fa r e i cessa r a a rrogâ n cia dos atrevidos. 11 E v isita rei sob re o m u n d o a m aldade. a presunção do orgulhoso.30. Portanto.12. como Jerônimo e a Septuaginta sugerem. e a arrogân­ cia dos tiranos que violentamente exercitam a sua autoridade. sobre os ím pios. Não há nenhuma compaixão aqui.29.22). Eles to­ dos serão humilhados e abatidos por causa das suas obras más. O remanescente será pequeno —este é comparado à escassez de puro ouro. 8. o so l se escu recerá ao nascer.18. O local de Ofir é hoje desconhecido.28. O futuro Dia do SE N H O R envolverá escuridão por sobre toda a terra (cf. Este pode ter sido de fato na índia.22. a su a iniq üidade. e a lua não f a r á resp la n ­ d ecer a su a luz. 13 P elo qu e f a r e i estrem ecer os céu s. . em seu furor e ira Ele fará os céus se estremecerem e a terra se mover do seu lugar. Ap 6. O justo juízo de Deus será sobre a maldade do mundo —as enroscadas atividades do ímpio. p o r ca u sa do f u r o r do SENHOR dos E x ércitos e p o r cau sa do dia da su a a rd en te ira. M uito do ouro de Salomão foi trazido de Ofir (I Rs 9. só juízo sobre um mundo corrompido pelo pecado e maldade. 5. Am 5. 1 0 . 12 F arei que u m hom em seja m a is p recio so do qu e o ou ro p u r o e m a is ra ro do qu e o o u ro f i n o de O fir. especialmente “o ouro fino de Ofir”. devido ao fato do mundo merecer o juízo de Deus. O castigo aqui não é somente para Babilônia.10 P orque as estrela s dos céu s e os a stros não d eix a rã o b rilh a r a su a luz. e abaterei a soberba dos tiranos. O juízo cairá sobre os indivíduos e a humanidade em geral. mas para toda a terra habitada.

C. Esar-Hadom.. os quais descrevem a destruição da Babilônia em 689 a. cada u m v o lta rá p a ra o seu p o v o e cad a u m f u g i r á p a ra a su a terra. Estes prova­ velmente incluíram a maioria dos 200. eram todos eliminados. Os assírios eram impiedosos e cruéis. M as neste momento Deus .000 babilônios que Senaqueribe reivindicava ter tirado antes. confirma em seus registros que quando Senaqueribe destruiu a Babilônia. Era comum para eles mata­ rem os bebês.. aqueles que não são babilônios fugirão para as suas próprias terras. A ove­ lha sem pastor ( “ovelha que ninguém recolhe”) indica que o seu suserano babilônico já não estava presente para os confinar. violada. pilharem preciosidades das casas e estuprarem mulhe­ res. dizem que as praças públicas ficaram abarrotadas de cadáveres. Babilônia Breve Será Subvertida 13.c. Os anais de Senaqueribe.14— 22 14 E cad a u m será co m o a co rça qu e f o g e e com o a ovelha que n in gu ém recolhe. todo o qu e f o r apanhado. ca irá à espada. Primeiro.15A figura de uma “corça que foge” demonstra quão rápido eles correram para escapar. 15 Eodo o qu e f o r achado será traspassado e. os povos ca­ tivos fugiram de volta às suas próprias terras. as su a s casas serã o saqueadas.17 Quando Ciro e seus exércitos entraram em Babilônia em 539 a.C. Os babilônios não escaparam.16 16 E su a s cria n ça s serão despedaçadas p era n te os seu s olhos. a m u lh er de cada u m . Se eles eram achados se escondendo na cidade ou tentando escapar. e.18 Ciro se considerava um libertador das cidades que ele conquistara e não teria permitido esses tipos de comportamento. não houve nenhum combate e nem tais atrocidades.150 cativos levados de Judá. Os assírios instalaram vários povos cativos em Babilônia para substituir os 208. Isaías agora retorna aos seus próprios dias e dá vários aspectos do juízo sobre a Babilônia por Senaqueribe em 689 a.C. o filho e sucessor de Senaqueribe.

nem tampouco desejarão ouro”). 17 Eis qu e eu d espertarei con tra eles os m edos. medos. Isto não se ajus­ ta ao tempo posterior de Ciro. o seu olho não p o u p a rá os filh o s . Por outro lado. eles podem ser designados como a parte do exército que não queria despojos (não fazendo nenhum “caso da prata. não é impossível que Isaías reconhe­ cesse especificamente o contingente medo do exército de Senaqueribe em 689.retirou a sua mão e permitiu aos assírios mostrarem a sua crueldade para o povo da Babilônia. Re­ gistros antigos mostram que em 539 a. o povo da Babilônia deu as boas-vindas ao exército dele deixando abertos os portões de cidade. O tratamento cruel e a matança impiedosa descritas neste verso eram típicas dos exércitos assírios. e não se com p a d ecerã o do f r u t o do ven tre. Eles deram a Ciro até mesmo uma entrada triunfal completa com folhas de palmeiras. Certamente. Depois Sargão II recebeu tributo deles e os manteve sob controle. Ciro foi um tipo diferente de con­ quistador. ou seja.19 Os assírios no tempo de Senaqueribe rotularam todos os medos e persas de “M adai”. desde que Heródoto falou dos exércitos de Senaqueribe como “as hostes árabes”21 depois que Senaqueribe atravessou a Arábia em 688 a. Tiglate-Pileser III fez uma conquista mais completa da qual ele chamava “os poderosos medos”. qu e não f a r ã o caso da prata. nem ta m p ou co d esejarão ouro. só vingança.23 . Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.C.. Os assírios dirigiram oito campanhas contra a M édia um pouco antes da época de Isaías.C. Quando Isaías era jovem.20 Os medos a quem Isaías se refe­ riu pode ser um termo geral para os exércitos combinados de Senaqueribe. Os exércitos posteriores dos medos e persas se consideravam os libertadores da Babilônia da anarquia de Nabonido e Belsazar.22 lti E os seu s arcos d esped açarão os jo v e n s.

25 Isto precisa ser conectado com a últi­ ma parte do versículo 22. de modo que a sua destruição se compara com a de Sodoma e Gomorra. e os seu s dias não se prolon garão. nos dias de Isaías. ela não ficará [continu­ ará] de geração em geração”. onde a repetição enfatiza que a destruição da Babilônia está para vir em breve. e os sá tiros p u la rã o ali. p o is bem p e rto j á vem chegando o seu tem po. O mundo daqueles dias expressou horror e choque na sua súbita e total destruição por Senaqueribe. e a li habitarão os avestru zes. qu an do D eu s as tra n s­ torn ou . o o rn a m en to d os reinos. a g ló r ia e a soberba dos caldeus. n em ta m p ou co os p a sto res a li f a r ã o d eita r os seu s rebanhos. Os verbos (v. 20 N u n ca m a is será habitada. n os seu s p a lá cios de p ra z er. 21 M as as f e r a s do deserto rep ou sa rã o ali.. a expectativa da Babilônia era de uma longa e ininterrupta exis­ tência.20) são ativos. n em o árabe a rm a rá a li a su a tenda. 22 E as f e r a s qu e u iva m g r ita r ã o u m a s às o u tra s n o s seu s p a lá cios vazios. A cidade foi demolida. co m o tam bém os chacais. A captura da cidade pelos assírios não mudou essa expectati­ va. era realmente uma jóia ou “orna­ m ento” entre os reinos antigos. será com o S odom a e G om orra.24 N inguém acre­ ditava que qualquer coisa pudesse destruí-la. A Babilônia. mas nas . A primeira parte é lite­ ralmente: “Ela não se assentará para sempre. Até mesmo Senaqueribe tratou a cidade com considerável respei­ to até que ele finalmente decidiu que esta devia ser destruída. não passivos. Antes da sua destruição em 689 a.19 E B abilôn ia. n em reed ifica d a de g era çã o em g era çã o . A ênfase do versículo 20 não é sobre um estado futuro.C. e a su a casa se en ch erá de h o rrív eis a n i­ m a is. Que os assírios não sejam mencionados aqui está em linha com o reconhecimento de Isaías de que um Deus santo estava usando os assírios para trazer o seu juízo divino. Ele não dá nenhuma esperança para a cidade neste momento. Os caldeus sob o comando de Merodaque-Baladã a fez “a glória” de sua soberba.

Em vez de nações tomando posse de Israel. o Grande. e o p o r á na su a p ró p ria terra. 2. Ciro e Alexandre. Isaías lembra a Israel (tam bém chamada Jacó) que o propósito de Deus não mudou. onde árabes e pastores a evitariam e onde animais selvagens fariam dela a sua morada.2 1 P orque o S enhor se com p a d ecerá de Ja có . Antes de continuar com o julgamento sobre a Babilônia. súbita e total destruição da Babilônia. Assim. Em vez de nações os levando cativos.C. a honraram. Israel possuirá as nações. o significado não é que a cidade nunca seria habitada. e Israel dominará so­ . Os seus capturadores serão os cativos.1. Instalar os israelitas “na sua própria terra” poderia também significar proporcionar-lhes segurança. A sua compaixão é um intenso amor cheio de misericórdia e afeto. e a casa de Isra el p o ssu irá esses p o v o s p o r serv o s e p o r servas. 2E os p o v o s os receb erã o e os levarão aos seu s lugares. as nações irão recolocar Israel na sua própria terra. e se achegarão à casa de Ja có . n a terra do SENHOR. e ela permaneceu uma grande cidade durante muitos sécu­ los —só sendo gradualmente desabitada depois que Bagdá tomou a liderança naquela parte do mundo. e na breve. De modo que depois de um tempo.atuais esperanças da Babilônia. embora Saddam Hussein tenha tentado restabelecer partes da antiga Babilônia. e a ju n ta r -se-ã o com eles os estranhos. As condições serão o contrário do que eram nos dias de Isaías. Compaixão sobre Judá 14. suas ruínas ainda nos lembram que Deus destruirá a maldade. e os povos das nações servirão a Israel. Ele ainda é fiel. e ain da elegerá a Israel. Nabucodonosor a aumentou. Esar-Hadom a reconstruiu. mas não em qualquer outra época na história da Babilônia. A cidade era muito importante para ser deixada na condição descrita nestes versos. paz e descanso..26Este era exatamente o caso em 689 a. que eles não esperavam. ISRAEL É RESTAURADA MAS BABILÔNIA É JULGADA I4.I-23 a.27 Hoje. e cativarão aqueles qu e os ca tiva ra m e d om in a rã o os seu s opressores.

do tremor e do trabalho duro sofridos por aqueles que foram levados cativos pelos assírios.28 O rei não é nomeado por­ que ele não merece ser lembrado. Deus ainda usará Israel no seu plano divino. Tiglate-Pileser III levava os povos para o exílio na esperança de controlá-los melhor.bre os déspotas que uma vez os oprimiram. b. 4 então.3— 8 a co n tece r á que. e da d u r a se r v id ã o co m q u e te f i z e r a m serv ir. mas o M ilênio trará alívio completo. ele não os fez passar por tal sofrimento e trabalho força­ do. e dirás: C om o cesso u o op resso r! A cid a d e d ou ra d a a ca b ou ! Quando esse dia vier. Porém. Porém. p r o ferirá s este dito co n tra o rei da B abilôn ia. . o único rei assírio nos dias de Isaías que levou o título “o Rei de Babilônia” e ascendeu a seu trono. £ Haverá um dia de alívio da opressão. uma canção zombeteira contra o rei da Babilônia. o povo poderá proferir “este dito”. este particular rei da Babilônia é identificado nos versículos 17— 0 como alguém que não deixou os seus cativos voltarem às suas 2 casas e ele próprio não recebeu um enterro apropriado com direito a tumba como os outros reis.28— 30). O reino de Deus iniciado por Jesus trouxe alívio (M t 1 1. um conquistador diria aos habitantes de uma cidade quanto imposto ou tributo eles tinham de pagar e então os deixaria voltar e reconstruir as suas casas. Embora moldada após as orações funerárias reais do dia. U m Escárnio Contra o Rei da Babilônia 14. revelando a verdade a respeito do rei. Estes fatos correspondem a Tiglate-Pileser III. Embora N abucodonosor depois tenha instalado os judeus na Babilônia. n o d ia em q u e o S enhor v i e r a d a r -te d esca n so d o teu trabalho. seu conteúdo é agudamente satíri­ co.29 Ele estabeleceu o Neo-Império Assírio e instituiu a política de levar os povos cativos para outras terras. Antes do seu tempo. e d o teu trem or.

Ele os usa para trazer o seu juízo. . 10.. co m p ra ga in cessa n te . sem que a lgu ém o p ossa im pedir. “Júbilo” inclui gritos de alegria.C. n in gu ém sobe co n tra n ós p a ra n o s cortar. Em seus registros. 8 A té as f a i a s se a legra m sob re ti. Agora Isaías zombeteiramente se dirige ao falecido rei por meio das árvores da floresta. 37. Os detalhes desta passagem correspondem a ele. agora.I I ) . pois até mesmo o mundo natural se alegra.A morte dele cumpriu perfeitamente as profecias nos versos 18— 20. Nenhum lenhador assírio vem para derrubar “as faias [ciprestes] . o bastão dos ím pios e o cetro dos O SE N H O R verdadeiramente é aquEle que quebra “o bastão [po­ der] dos ímpios [o povo culpado]” e “o cetro [autoridade adminis­ trativa] dos governantes”.24). 7J á descansa. Ninguém po­ dia conter a sua cruel agressão. 6 A quele qu e f e r i a os p o v o s co m f u r o r . 10.I 5. e os ced ros do Líbano. é p ersegu id o.30 5 J á q u ebran tou o Senhor dom inadores.34. o q u e com ira d om in a va as nações. 2. Tiglate-Pileser III e as suas forças eram extremos em sua brutali­ dade contra as nações. N a I . dizendo: D esd e que tu caíste.. dois anos antes de sua morte. j á está sossegada toda a terra ! —ex cla m a m com jú b ilo.9. pois agora pode desfrutar de repouso e quietude (cf. 33. O mundo se alegra com a morte desse opressor.. Tiglate-Pileser diz que esmagou qual oleiro ao barro todos os que não o obedeceram e os espalhou ao vento como um furacão. Todos os anos o exército assírio saía em cam­ panhas militares e implacavelmente “feria os povos”. e os cedros do Líbano” (cf.13.12). Ele tomou o título “o Rei de Babilônia” em 729 a. mas eles são julgados por seu turno (cf. mas não se ajustam ao que nós sabemos dos reis babilônicos posteriores. Zc I .

co m o som d os teu s ala ú d es. mas o inferno)31 os espíritos dos mor­ tos são despertados para encontrar o rei da Babilônia. Eles tinham retido a sua identidade pessoal. Apesar de toda a sua pompa. mas os seus tronos são sem nenhum sentido. Estes incluíam os líderes e reis mortos por Tiglate-Pileser III e seus exércitos. o rei do universo”. com­ parando-os a bodes que conduzem um rebanho. Tiglate-Pileser III era o rei mais poderoso do seu tempo. . 10 E stes todos resp on d erã o e te d irã o: Tu tam bém a d oeceste co m o n ós e f o s t e sem elh a n te a nós. “bodes”. ele foi trazido até ao Sheol ( “inferno”). sendo reconhecidos uns pelos outros. debaix o de ti. Ele ti­ nha impressionado outros reis pela sua majestade e pelas suas reivin­ dicações de deidade. Ele está agora sobre um leito de larvas e coberto de vermes. A Recepção do Rei da Babilônia no Sheol 14. se tu rb o u p o r ti. Tiglate-Pileser III chamava a si mesmo de “o grande rei. 11J á f o i derrib a d a no in fern o a tua soberba.c. Eles estão pasmos de que na sua morte ele se tornou tão fraco e tão ineficaz quanto eles. Eles não mudaram. Como parte de seu julgamento ele não teve um enterro apropriado. se estenderão. desp ertou p o r ti os m o rto s e todos os p r ín cip es da terra e f e z lev a n ta r do seu tron o a todos os reis das nações. desde o p ro fu n d o . O seu corpo foi deixado sem nada da glória com a qual se vestia em vida. o rei poderoso. No Sheol (não a sepultura. Os líderes são chamados no hebraico Jattudim . M as agora eles estão reduzidos a fraqueza. Eles são retratados como sentados na escuri­ dão sobre tronos sombrios. os bichinhos. p a ra te sa ir ao en co n tro na tu a vin d a .9— 11 9 O in fern o. tendo se tornado em nada diferente de qualquer outro pecador. e os bichos te cobrirão.

16). Por causa das arrogantes reivindicações do rei da Babilônia. contudo. e. ex a lta rei o m eu trono. exaltaria o seu trono acima das estrelas de Deus. A ascensão do rei “ao céu” era somente pela sua arrogância e autoexaltação.. determinou que se ascenderia ao céu. a ver­ dadeira “resplandecente Estrela da manhã” (Ap 2 2 . ele está em contraste com Cristo. no m o n te da co n g re­ gação.. ó estrela da m anhã. ou seja. cujo significado é “portador de luz”. e se assentaria “no monte da congregação” (Heb. O povo piedoso de Jerusalém só reconhecia um único Deus verdadeiro e um único lugar . Satanás estava certamen­ te por trás do orgulho e da arrogância do rei.9).32 13 E tu dizias n o teu cora çã o: Eu su b irei ao céu. Como a estrela d’alva que enfraquece na luz do amanhecer. Note a repetição do pronome “Eu” ( “Eu subirei. Em seu coração. ele perdeu todo o seu brilho agora que está no inferno.. Lutero e Calvino. Lc 10. A KJV (Versão King James) traduz “estrela da manhã” como “Lúcifer”. o nome Lúcifer foi aplicado ao diabo por Jerônimo (o tradutor da Vulgata latina) — reconhecendo que Satanás de fato caiu do céu (cf..12— 17 12 C o m o ca íste do céu. tsaphon). f i lh a da a lv a ! C o m o f o s t e lan çado p o r terra. e. Não obstante. a cim a das estrelas de D eu s. Certamente Satanás não ficou tão fraco quanto as pessoas no inferno (Is 14. filha da alva”.18). da banda dos lados do N orte. Como uma estrela da manhã em desvanecimento. versão latina da Bíblia Católica Romana. m e assen tarei. tu que debilitavas as na ções! A pompa derrubada no Sheol é descrita como uma queda “do céu”. O Orgulho e a Queda do Rei da Babilônia 14. em seus pensa­ mentos ambiciosos. disseram que aplicar o nome a Satanás aqui era um grande erro. O rei é chamado de “a estrela da manhã. [eu] me assentarei”).d. Ele que uma vez derrotou as nações está agora quebrado em pedaços sobre a terra. O monteTsaphon ( “Norte”) era tido pelos pagãos como sendo o assento dos principais deuses. [eu] exal­ tarei. um termo tomado emprestado da Vulgata.

)33 16 O s que te v irem te con tem plarã o. ou confiarem no S E N H O R (3 6 . será levado até à mais baixa parte do Sheol —na realidade. que estava tentando alcançar o ponto mais alto no céu. N o seu orgulho. cf. 1 4 . e será o pecado do Anticristo (2 Ts 2. (A palavra “abismo” é usada aqui como um sinônimo para Sheol. até mesmo maior que o Deus de Israel —a quem ele classificou com os deuses das outras nações. Gn I I . Por este ato ele se poria no mesmo nível que o “A l­ tíssim o” (Heb.1 8 — 20).2 2 .4 ). o rei da Babilônia também disse que ascenderia acima das nuvens mais altas.1.sobre a terra onde Ele estava se manifestando —o monte Sião (veja o Dt 12. o pecado da torre de Babel. Assim. levado será s ao in fern o.2 5 . 14 S u b irei a cim a das m a is altas n u v en s e serei sem elh a n te ao A ltíssim o. ls E. acima de onde era imaginado que os deuses viviam. Senaqueribe estava realmente reivindicando ser maior do que qualquer deus. SI 48.2 4 .2. e d irã o: É este o va rã o q u e fa z i a estrem ecer a terra e qu e fa z i a trem er os rein os? . até mesmo maior que o único Deus verdadeiro.5. contu do. 2 Ts 2 . um título que realmente só pertencia ao único Deus verdadeiro. co n sid era r-te-ã o . etc. Esta mesma arrogância foi depois exibida por Senaqueribe. Que pecado profundo era isto! Era como o pecado de Adão e Eva.). Dn 4 . “ao mais [íntimo] profundo do abismo”. 'elyon. Continuando o pensamento dos versículos 9— o auto-exaltado 12.4).1 7 . a audiência de Isaías reconheceria que o rei da Babilônia estava reivindicando ser maior que qualquer deus. 1 -4 . quan­ do este enviou o seu principal oficial m ilitar para que tentasse conse­ guir a rendição de Jerusalém e para adverti-los a não escutarem o rei deles.1 8 -2 0 . Ezequias. rei da Babilônia. ao m a is p r o fu n d o do abismo.

e é uma indicação a mais de que o significado primário desta passa­ gem se aplica a Tiglate-Pileser III. com o os qu e descem ao co v il de pedras. deixando cada um deles como um sertão. Tiglate-Pileser III não seria enterrado regiamente em uma tumba mag­ nífica. Tiglate-Pileser III despojava todas as coisas valiosas dos territórios que conquistava. netser) é . algo considerado humilhante pelo povo da antigüidade. “renovo” (Heb. ou mausoléu. co m o u m a v este de m o rto s atravessados à espada.Agora Isaías dirige a nossa atenção ao fato de que o corpo de Tiglate-Pileser III jazeria insepulto. haisP) significa um indivíduo do sexo masculino. ja z em com honra. as tumbas eram consideradas importantes na honra ao morto. como um vestido saturado de sangue das pessoas mortas pela espada. pois o corpo do rei não estava em uma sepultura. Em contraste com todos os outros reis da época. 19 M as tu és lan çado da tu a sepu ltu ra. “como corpo morto e pisado”. cada u m na su a casa. As pessoas olharão para o cadáver dele e dirão com surpresa e repugnân­ cia: “E este o varão que fazia tremer a terra e que fazia tremer os reinos?” “O varão” (Heb. co m o u m ren ovo ab om in ável.1 8 -2 0 T odos os reis das nações. e assolava as su a s cidadesP Q u e a seu s cativos não d eix a va ir soltos p a ra a casa delesP No estabelecimento do Neo-Império Assírio. Isto também confirma o fato de que Sheol não é a sepultura. O Rei da Babilônia Carece de um Enterro Digno 1 4 . Ele seria expulso “como um renovo abominável”. Ironicamente. ou deserto. Nos tempos bíblicos. e. com o corp o m orto e pisado. todos eles. 17 Q u e p u n h a o m u n d o com o u m deserto. Ele também instituiu a política de levar os povos ao exílio em vez de os deixar voltar e reconstruir as suas casas. não a Satanás.

D eu s d e s a rra ig a rá o seu n o m e — o u seja. “ a d e sc e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ão será n o m e a d a p a ra se m p re ”. Q u e co n traste en tre a vergo n h a do tiran o . p o r c a u s a d a m a ld a d e d e s e u s p a ís .I . d iz o SjENHOR d o s E x é r c i­ tos. o ram o p o d re q u e se au to d en o m in av a “o rei d o u n iv e rso ”. p a r a q u e n ã o s e le v a n te m . 22 P o r q u e m e le v a n t a r e i c o n t r a eles. p o r q u e d e s t r u í s t e a tu a te r r a e m a ta s te o teu p o v o .a m esm a p alav ra u s a d a a resp eito d o M e s sia s em I I . seu p o d e r e a u to r id a d e — e n ão lh e d e ix a rá u m re m an e sc e n te co m o E le p ro m e te u a Isra el. . O rei d a B a b ilô n ia n ão terá u m e n te rro d ig n o p o rq u e ele d e s tru iu a su a te r r a e m a to u o seu povo. este rei d a B a b ilô n ia ”. a d e s c e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ã o s e r á n o m e a d a p a r a sem p re. m as c o n tra a p r ó p r ia B a b ilô n ia . Jesus. A ú ltim a p a rte d o v e rsíc u lo a cim a. d iz o Sen hor .1 8 . f. T a lv e z esta seja u m a o u tr a raz ão p ela q u a l Isa ías n ão m e n c io n o u o n o m e d e T ig la te . p o d e ser to m a d a co m o u m im p e rativ o : “N u n c a m e n ­ cio n e o n o m e d este d esc en d en te de m a lfe ito re s. e en ch a m o m u n d o d e cid a d es. e o n eto . e a g ló ria do ju sto R en o vo d a lin h ag e m de D avi. O co m an d o é tam b ém p ara p rep arar lu g ar p ara “a m atan ça p ara os filh o s” dele p o r causa d a cu lp a de seus pais. e d e s a r r a ig a r e i d e B a b ilô n ia o n o m e. E sta r e s p o n s a b ilid a d e é a p o n ta d a c o n tra to d o s os reis d a A s síria cm Isa ía s 3 7 . Q ue eles n ão o u sem se levan tar “e p o ssu am a terra ” e en ch am a face da terra h ab itad a co m cid ad es — que serv iriam com o sím b o lo s d o p o d er e d a au to rid ad e deles. O ju íz o de D eu s n ão é so m en te c o n tra o rei d a B a b ilô n ia .2 1 — 3 2 21 P r e p a r a i a m a ta n ça p a r a o s filh o s. e o s r e s íd u o s .P ile s e r III n e sta p assag em . e o f i l h o . o v erd ad eiro R e i d o s reis e S e n h o r d o s senh o res! 20 C o m e le s n ã o te r e u n ir á s n a s e p u lt u r a . e p o s s u a m a te r r a . B a b ilô n ia T o rn a -se u m a T e rra P a n ta n o sa 1 4 .

P o r q u e Isa ías in ic ia esta seção sobre p ro fecias estran g eiras co m a B a b ilô n ia? 2 . O u tro s su g e re m q u e a c id a d e g ra d u a lm e n te se to rn o u u m p â n ta ­ n o in a b itá v e l. d iz o S e n h o r dos E xércitos. D esd e o d é c im o -p rim e iro sé c u lo d .C .. e d e v i­ d o ao fa to d o s b a b ilô n io s te re m d ad o as b o a s-v in d a s ao ex ército d ele.C . A d e s tru iç ã o d a B a b ilô n ia será ta l q u e só a n im a is in ferio res h a b i­ ta rã o n e la ..C . Q u e d ec laraç õ e s m o stra m q u e a d e stru içã o d a B a b ilô n ia era p a ra v ir lo g o ? C o m o isto fo i cu m p rid o ? . N ó s sab em o s ap en as de u m a o casião q u a n d o a B a b ilô n ia se to rn o u u m p â n ta n o in a b itá v e l — os p o u c o s an o s d e p o is de 6 8 9 a.C .23 E red u z i-la -ei à p o ssessã o de co ru ja s e a lagoas de águas. isto n e m m e sm o te ria sid o n ecessário . O q u e p e r m itir á ao povo cativo n a B a b ilô n ia fu g ir d e v o lta às suas p ró p ria s terras? 4 . E s c ri­ to res m ais a n tig o s n o rm a lm e n te c o n e c ta ra m su a in u n d a ç ã o co m a n a rra tiv a d e H e ró d o to d o s u p o sto d esv io d o rio E u frates p o r C ir o . são s ile n c io so s a re sp eito d isto . q u an d o S e n a q u e rib e d e m o liu a c i­ d ad e e in u n d o u o seu lo c a l. A área te m se to rn a d o m ais p a re ­ c id a c o m u m d e se rto d e sd e o te m p o d o s s e lê u c id a s n o terceiro sécu lo a . O q u e c ara c te riz a v a a B a b ilô n ia nos d ias de Isaías? 3 . e cav o u trin c h e ira s a p a r tir d o rio p a ra in u n d a r a c id a d e e tr a n s fo r m á -la em u m p ân tan o . E le a a rra s o u em 6 8 9 a . m as m e sm o a g o ra te m p o m a res e ja rd in s n as suas im e d iaç õ e s.la “lag o as de á g u a s ” (o u p a n ta n a l) e v a rre r a c id a d e c o m a r íg id a “v a sso u ra de p e rd iç ã o ” se ria S e n a q u e rib e . c o n tu d o .35 QUESTÕES DE ESTUDO 1. d e p o is d e lo n g a s eras. a c id a d e d e H illa te m se s itu ­ ad o n a su a e x tre m id a d e m e r id io n a l.34 O s re g istro s de C iro .. M a s B a b ilô n ia n ão tin h a a in d a se to rn a d o u m p â n ta n o in a b itá v e l. O ag en te d e D eu s p a ra to r n á . e v a r r ê la -ei co m va ssou ra de perdição.

ed. 106. State Letters o f Assyria.. 10 Ibid. ed.. até mesmo com entários conser­ vadores a esse respeito. como o de David L. 79. H . 2:25. Que evidência a partir do capítulo 14 e da arqueologia mostra que o rei da Babilônia era Tiglate-Pileser III? 6. 19 93 ). A.C. 19 0 0 ). 2 vols. 55. A History o f Israel (O xford: Clarendon Press. M anuel K om roff (N ova Y ork:Tudor Publishing Co. 19 28 ). Como este rei se exaltou? 7.C. 2 3 3 . 1:383. History. 2 R obert H enry Pfeiffer. Por exemplo. Ás vezes eles estavam corretos. State Letters o f Assyria. 196. às vezes não. 49. 151. The Book o f Isaiah ÇChapters I-X X JÍIX ) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. 193. American Oriental Series. 19 30 ). 2 9 . que registrou o que os guias lhe contaram . Isaiah 1— em The 39. 7T heodore H . M cKenna.. 2 1 4 . 197. George Rawlinson.5.. 6 H erodotus. 19 51 ). H eródoto não era um historiador no sentido m oderno do termo. 1 12 Cf.C. 9 D aniel David Luckenbill. 2 2 1 . Sayce (Londres: Society for Prom oting C hristian Knowledge. 8 5 0 B. 4 Gaston Cam ille Charles M aspero. 171. Robinson. 1:297. 1 Ibid. L. to 33 0 B. vol. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 1:283. Ele era um turista grego do século V a. 2 3 6 . 182. trans. Charles Boutftower. M cClure. 3. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. 109. 98. 137. 78. . 138. 14. The Passing o f the Empires.. 2 3 4 . Communicators Commentary (D allas:W ord Books. Como a destruição da Babilônia foi cumprida? CITAÇÕES 1 A m aioria dos com entários ignora isto e tenta aplicar esta profecia à con­ quista de Babilônia por Ciro. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. O que mostra que este rei era apenas um homem? 8. 112. 66. 5 Ibid. 22 0. 2 2 4. 3 Ibid. M . 2 3 8 . 1 9 2 6 -2 7 ). 58. 129. 19 35 ). 2 0 9 . trans. 8 Pfeiffer. 90.

RJ: CPAD. Pritchard. Ancient Near Eastern Texts. Pfeiffer. 1 9 1 6 ). 1:427. 109. 19 01 ). 2a ed. H orton. T h irtle. Old Testament Prohlems (Londres: M organ & Scott. Book o f Isaiah. Flecker.U O jogo de palavras é m ais óbvio no hebraico antigo que grafava somente as consoantes. 316. Oxford U niversity Press. 19 48 ). 25 João Calvino. George Livingstone Robinson. 83. 19 Luckenbill. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: Abingdon Press. 15 Luckenbill. 2 3 1. 14 Stanley M . Alexander. 73. 1:281. Book o f Isaiah. W illiam Pringle (G rand R apids: W m .. Book o f Isaiah. 51. 1 9 5 5 ). 2 5 1 . 19 87 ). 24 Boutflower. James W. Hayes e Stuart A. 21 H erodotus. 13 0 -1 3 1 . . ed. H orton. 1 9 3 5 ). State Letters o f Assyria. 39. 1:281. trans. Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 30 Para m ais evidências disto veja Boutftower. H erzfeld. 27 Saddam H ussein tem tentado restabelecer algum as das ruínas da antiga Babilônia. 3 1 6. 26 E. 73. Pritchard. 1 9 4 9 ). The Book o f Isaiah. Veja McKenna.. (G rand R apids: Baker Book House. 19 95 ). Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. E. 18. A Criticai and Exegetical Commentary on the Book o f Isaiah I-XXXIX. 9. Joseph A. 2 :2 4 5 . Flecker foi um dos prim eiros a identificar o rei aqui como T iglate-Pileser III. 2 5 2 -2 5 4 . Eerdmans. 28 John H . Boutflower m ostrou também bases razoáveis para isto.. Luckenbill. 19 24 ). A New Translation o f Isaiah (Londres: E lliot Stock. Ancient Records. 22 Cf. 16 D aniel David. 23 Ibid. 18 James B. 17T h irtle sugeriu que o Salm o 137 reflete os sentimentos passados dos cati­ vos que retornaram de Babilônia nos dias de Isaías. 69. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. The Annals o f Sennacherih (Chicago: U niversity o f Chicago Press. rev. B. 19 54 ). Boutflower. 20 E. 133. em The International Criticai Commentary (Edimburgo: T. Isaiah 1— 173. 131. RJ: CPAD. Archaeological H istory o f Iran (Londres: H um phrey M ilford for the British Academy. Veja tam ­ bém George Buchanan Gray. Commentary on the Book o f the Prophet Isaiah. 76. 4 2 -4 8 . ed. 1 9 9 8 ). History. 31Veja Stanley M . 2:6. 109. 3 0 6. A N ew Translation o f Isaiah. 29 Flecker. & T Clark. Ancient Records. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. 19 53 ). (Princeton: Princeton U niversity Press. Irvine. cf.

35 M errill E Unger.24-27 24 O SENHOR dos E x ércitos ju r o u . dizendo: C o m o p ensei. na s m in h as m ontanhas. Isaías viu isto em 10.) a profecia foi cumprida. e.14 I.24— 17. Unger’s Bihle Dictionaiy (Chicago: M oody Press.C. a s­ sim su ced erá . 2 vols. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. (G rand R apids: W m . Deus se comprometeu a quebrar e destruir os assírios na sua pró­ pria terra.12. M as Deus tinha um firme propósito em quebrar a do­ minação assíria. e isto é expresso em forte terminologia. O propósito de Deus era castigar os assírios a seu devido tempo. 34 Joseph A. G rand R apids: Zondervan Publishing House. co m o d eterm in ei. Eerdmans. 1957). e a su a carga se d esvie dos seu s om bros. O poder de Satanás ainda não term inou. assim se efetu ará. Senaqueribe jamais fez outra campanha m ilitar durante os anos restantes do seu reinado. a pisa rei. em I (1 8 7 5 : reimpressão. 33 Sti’ol não é a sepultura.Juízo Sobre Muitas Nações 14. 2 7P orque o . A destruição dos 185. Young. p a ra q u e o seu ju g o se a p arte deles.1 26 E ste é o con selh o qu e f o i d eterm in a d o sob re toda esta terra. B.000 homens do exército de Senaqueribe fez efetivamente isso (37. 1 9 6 9 -7 2 ). B. No ano seguinte (6 88 a. N a época em que Isaías profetizou. 1:441. 116. Edward J. Cf. The Book o f Isaiah. A ASSÍRIA SERÁ ESMAGADA NA TERRA DE DEUS 14. e.32 Observe que o poder do rei term inou com a sua queda. e esta é a m ã o q u e está estend id a sob re todas as nações. Alexander. 3 vols. mas o lugar dos espíritos dos m ortos. 19 75 ).14. como a de um juramento.37). 25 Q u ebra n ta rei a A ssíria na m in h a terra.36. 1:304. a terra de Judá. parecia que nada poderia pa­ rar a Assíria. Veja nota em 5.

Davi tinha subjugado os filisteus. Por conseguinte.. o rei Sargão II estava ocupado tratando das revoltas no outro extre­ mo de seu im pério e não pôde expulsar M erodaque-Baladã da Babilônia naquele momento. não o ano da acessão do novo rei.) Acaz tinha feito o tratado com a Assíria em desobediência a Deus (veja cap. Parecia ao povo que o poder assírio fora quebrado porque depois que Salmaneser V morreu em 72 2 a. 2. a f a r á v o lta r atrá s? O propósito de Deus é estendido agora para toda a terra. p ois. Judá se tornou subserviente à Assíria. porque o novo rei já estava no trono como um governante junto com o seu pai. p o r s e r quebrada a va ra qu e te f e r i a . o in va lid a rá ? E a su a m ã o esten d id a está: quem . Alguns entendem “a vara que.C. M as com o tratado de Acaz.. Isaías pode ter tido em mente o poder da Assíria.SENHOR dos E x ércitos o d eterm in o u . A FILÍSTIA NÃO ESCAPARÁ DO JUÍZO 14.1 5 ). Ele é o Senhor da história.1 4 . A “raiz” e o “fruto” significavam a árvore inteira (cf. Por outro lado. (Como em 6. Proveniente deste virá outro . Agora que ele se fora. o ano em que o rei Acaz mor­ reu. voadora. um merisma semelhante em 9 . Assim.C. havia uma tentação para quebrar esse tratado. este parecia um bom tempo para se revoltar contra a Assíria.. A sua mão está “estendida” para trazer juízo sobre as nações.7). p orq u e da ra iz da cobra sa irá u m basilisco.. pois. Nenhum ser humano ou poder terrestre pode impedi-lo de cumprir os seus pro­ pósitos. quem . Judá os tinha man­ tido por muito tempo em sujeição.28-32 28 N o an o em qu e m o rr eu o rei A caz. h ou ve este peso. Isaías se volta agora para 715 a. e o seu f r u t o será u m a serp en te ardente. toda a F ilístia. seu poder sobre a Filístia estava quebrado.1. a datação é no ano que o rei morreu. 29 N ão te alegres. mas era um erro proceder dessa forma. feria” a Filístia como sendo a casa de Davi.

2 30 E os p rim o g ên ito s dos p o b res serã o apascentados. 31 U iva. Isto fala de Israel como o “primogênito de Deus” (Ex 4. “Os opressos de seu povo” —até mesmo os mais pobres e mais humildes —acharão refugio seguro nela. pois. e os n ecessi­ tados se deita rã o segu ros. estás toda d erre­ tida. m a s f a r e i m o r r e r de f o m e a tua raiz. mas o juízo de Deus trará fome e morte aos filisteus. M as Jerusalém deve declarar a sua confiança em Deus. p o rq u e do N orte vem u m a fu m a ç a . Assim. ó F ilístia. todas as cidades e o povo da Filístia deveriam estar uivando e chorando.) . a os m en sa geiros do p o v o ? Q u e o Senhor f u n d o u a Sião. A “porta” representa a “cidade”. Os mensageiros filisteus aparentemente querem que Ezequias se una a eles na rebelião contra a Assíria. porque eles serão derreti­ dos. totalmente desmoralizados e incapazes de resistir ao inimigo. e serã o d estru íd o s os teu s resídu os.rei assírio traiçoeiro como uma serpente. (Veja caps.22). A expressão “do N orte vem uma fumaça” refere-se à vinda da Assíria como um exército poderoso. cada um mais venenoso que o anterior. 32 Q u e se respon derá. p a ra qu e os opressos do seu p o v o nela en co n trem abrigo. Esta não poderia ser parada. tu. “Os primogênitos dos pobres” é uma tradução literal. ó cida de. “Os necessitados” parece se referir ao povo de Jerusalém. em vez de se alegrarem. ó p o rta . e seria tolice de Judá unirse aos filisteus para tentar fazer isso. deixando atrás de si a fumaça de cidades incendiadas. e n in gu ém f i c a r á so li­ tá rio no tem po determ in ado. que “fundou-a” (Heb. e ambas as palavras aqui são coletivas. yissad). Sargão II não atacou Jerusalém e Senaqueribe fracassou em tomá-la. 36 e 3 7 com respeito aos procedi­ mentos de Deus em relação a Senaqueribe. g rita .

15) a Q uir (depois conhecida como Kerak) no sul.37) localizado no lado oriental do mar M orto.Também é provável que quando Acaz morreu em 715 a. Depois. Gn 19. M oabe e f o i d esfeita.3 a 30. de Ar pelo rio Arnom no norte (N m 21. Nem teria ele sido capaz de destruir os lugares altos e os altares em Efraim e Manassés antes que Oséias fosse derrotado e Samaria levada ao exílio em 722 a. certam ente. M oabe u iv a rá . p o r N ebo e p o r M edeba. f o i d estru íd a Q u ir de M oabe e f o i desfeita.C. a ch orar.1— 16. M oabe foi conquistado por Davi. 2 Vai su bindo a B ajite. A Destruição de Moabe 15. MOABE 15.36. f o i destru ída A r de . Desse modo. Moabe tomou conta de algumas das cidades que antigamente eram israelitas. Isto pode significar que Salmaneser lutou ao mesmo tempo em várias frentes.27. em u m a noite. o reino norte de Israel o controlava de vez em quando. perada e súbita destruição será difundida. Ezequias conside­ rou 715 como o verdadeiro primeiro ano do seu reinado. a. Após a morte de Jeroboão II de Israel (7 53 a. ou que ele enviou unidades menores para as várias cidades.. . muito embo­ ra ele tivesse reinado como rei com seu pai durante seis anos. Ele não tinha podido fazer isso enquanto o seu pai estava vivo. todas as cabeças fi c a r ã o calvas. e aos lu gares altos.14 Os capítulos 15 e 16 tratam de M oabe (descendentes de Ló.C.1— Agora Isaías vê que essa ines­ 3).1— 9 1Peso de M oabe. 3.). A forma destes capítulos é a de uma lamentação. e toda a barba será rapada. Ezequias estava livre para limpar o templo e celebrar a grande Páscoa descrita em 2 Crônicas 29. Amós profetizou contra M oabe (Am 2. As cidades de M oabe não são mencionadas em qualquer padrão geográfico claro. e a D ibom .C. C ertam en te■em u m a noite. Isto aconteceu provavelmente durante o reinado do rei assírio Salmaneser.

Dibom. Os telhados e praças pú­ blicas estavam cheios com pessoas chorando. até J a z a se o u v e a su a voz. Jaza estava localizada aproximadamente dezesseis quilôm etros a sudeste de Hesbom. ela foi capturada pelo rei M esa de M oabe e ainda estava em mãos moabitas nos dias de Isaías. Os soldados de M oabe gritam alarmados. nos seu s terraços e nas su a s praças. com o E leale. Seus habitantes irão para o seu templo dedicado a seu deus. anda g rita n d o . p o rq u e v ã o cho­ ra n d o p ela su bida de L uíte. Eleale estava localizada cerca de três quilômetros a norte-nordeste de Hesbom. os a rm a d o s de M oabe cla m a m . fu g i r a m os seu s n ob res p a ra Z oar. p o r isso. 4 A ssim H esbom . pox-que perderam a coragem. 3 C in g ira m -se de p a n o s de sa cos nas su a s ru a s. no cam in h o de H o ro n a im . 5 O m eu cora çã o clam a p o r cau sa de M oabe. O lamento de M oabe sobre as cidades de Nebo (leste do rio Jordão) e de Medeba (sudeste da extremidade norte do mar M orto) mostra que eles estão destruídos. tinha sido concedida aos levitas (Js 2 1 . Porém. todos a n d a m u ív a n d o e choram a b u n d a n te­ m ente. a su a alm a trem e d en tro deles. Camós. O país inteiro estava com o aspecto abatido. ao leste do Jordão e aproximadamente vinte e dois qui­ lômetros a sudoeste de Amã.39 ). a importante cidade sob o comando do rei Mesa. ou uivar. luto e desgraça. estava localizada cerca de cinco quilômetros ao norte do rio Arnom. p orq u e. e para os seus lugares altos a céu aberto localizados na colina fora da cidade para lamentar. junto com a vergonha por causa da derrota. Usar vestes grosseiras ( “sacos”) feitas do cabelo de cabras pretas era outro sinal de tristeza. Hesbom. com o a n ovilha de três an os. Cabeças e barbas raspadas eram um sinal de profunda lamentação.

As riquezas acumuladas durante os tempos de prosperidade terão que ser removidas para preservação além do ribeiro dos salgueiros ao sul. onde a preocupação de Abraão era realmente por Ló. veio de Moabe. Js 13.27). O coração de Deus está sempre quebrantado por causa dos pecados do povo e por causa do juízo que deve vir. A fuga deles é rápida.6). possivelmente por causa da intercessão de Abraão por Sodoma em Gênesis 18. d efin h ou a erva .21. 8 P orque o p ra n to rod ea rá os lim ites de M oabe.3. era uma colina. a caminho de Zoar. p o rq u e se seco u o fe n o . O povo de M oabe está fugindo para o sul a Zoar. Luíte. provavelmente o vadi Zerek na fronteira meridional de Moabe. Horonaim era outra cidade a caminho de Zoar. provavelmente o ribeiro ou vadi Numeira (veja N m 32. o levarão. a pequena cidade que escapou da destruição de Sodom a e G omorra (Gn 19. 6 P orque as á gu a s de N in rim serã o p u ra assola ção. cidadela. Quando Saul perseguia a Davi. ao rib eiro dos sa lgu eiros. até JEglaim che­ g a r á o seu clam or. ou fortaleza que poderia oferecer refúgio tem­ porário. assim como a de uma novilha de três anos na qual nunca foi posto jugo. Davi levou seus pais a Moabe para protegê-los. estão na direção da extremidade sudeste da porção principal do mar M orto. . Rute. As fontes de Ninrim. Deus enterrou Moisés em algum lugar em M oabe (D t 34. Ele parece ter um lugar especial em seu coração para Moabe. Elas se tornaram áridas e desérticas. O amor de Deus ainda estava estendido para Moabe. e ain da até B eer-E lim chegará o seu ru gido. cuja filha se tornou a ancestral dos moabitas.9). Deus está se lastimando por Moabe.22). a ancestral de Davi. embora o juízo deva vir sobre este. e não há v erd u ra algum a.leva n ta m u m lastim oso pranto. 7 P elo que a a b u n d â n cia que a ju n ta ra m e o que g u a rd a ra m . “M eu coração” é paralelo a “[Eu] acrescentarei” (v.

4. 2 D e ou tro m odo. Aqueles que escaparem do exército assírio serão atacados por leões.2).000 cordeiros como tributo a Acabe. Nos Rolos do mar M orto e na Vulgata latina lê-se “D ibom” (veja 15. R ia­ chos que correm com sangue não era juízo suficiente —pois Deus ainda enviará mais. rei de Israel).1— 5 1 E nviai o co rd eiro ao d o m in a d o r da terra. Beer-Elim ( “poço dos heróis”) ficava na fronteira norte. onde o rei M esa de M oabe enviou 100. . uma fortaleza edomita no topo do monte próximo de Petra (onde remanescentes dos edomitas ainda existem). su ced erá qu e serã o as f i lh a s de M oa be ju n to aos v a u s de A rn om com o o p á ssa ro vagueante. lan çado f o r a do ninho.O clamor por socorro penetrou os limites de Moabe. 2 Rs 3. O país inteiro estava lamentando por causa da destruição. 9 P orq u a n to as águ a s de D im o m estão cheias de sa n gu e. Os moabitas fugitivos iriam para o sul do mar M orto a Sela.Moabe Contrastada com Sião 16. b. As águas de Dimom constituem um riacho ao leste do mar M or­ to. buscando ajuda. De Sela eles enviariam o tributo para Jerusalém. “Dimom” pode ter sido usado aqui para um jogo de palavras com a palavra hebraica para sangue (represa). Jerônimo disse que “Dimom” e “D ibom” eram usados de modo intercambiável. Voltando à situação do povo de M oabe nos vaus do rio Arnom. desde Sela. no d eser­ to. até ao m o n te da fi lh a de Sião. eles deverão enviar cordeiros como tributo “ao dominador da terra” (cf. H á alguns que interpretam o leão como sendo o exército assírio que continua atacando implacavelmente. Eglaim pro­ vavelmente ficava no sul de Moabe. p o rq u e ain da a crescen ta rei m a is a D im o m : leões co n tra aq ueles que esca p a rem de M oabe e con tra as relíq u ia s da terra. Até mesmo naquela fortaleza eles não se sentiam seguros.

p o rq u e o hom em v iolen to terá f i m . Sua condição lamentável mostra o quanto os moabitas precisam de ajuda. a d estru içã o é desfeita. 4 H a b item en tre ti os m eu s desterrados. 3 T om a conselho>ex ecu ta o ju íz o . dando-lhes refúgio da destruição assíria.2—4 ] O trono que “se firm ará” numa imutável aliança que guarda o amor (Heb. Os moabitas querem que Jerusalém deixe os seus fugitivos vive­ rem com eles.Nos vaus do rio Arnom as mulheres fugitivas de Moabe eram como pássaros cujos ninhos foram espalhados. Os mensageiros moabitas falam. Eles instam para que Jerusalém não os traia entregandoos nas mãos do inimigo. escon d e os d esterra d os e não descu bras os vagueantes. tomem uma decisão governamental. m eio -d ia co m o a n oite. ó M oabe. [cf. e p õ e a tu a som bra no p in o do . O contexto indica que o gover- . serv e-lh es de refú g io p era n te a f a c e do d estru id o r. Será um juiz justo e será diligente na promoção da justiça. e apresenta um contraste. e provejam um esconderijo seguro para os fugitivos. Ele sentará sobre o trono em contínua fidelidade em Jerusalém. deixando-os vagar à toa. sendo o verdadeiro e legítimo her­ deiro de Davi e cumprindo a aliança dada a ele. como Isaías tão freqüentemente o faz. A últim a parte deste verso (como também o v. e os opressores são co n su m id o s sob re a terra. Os agressores perecerão. I 1.5) olha à frente para o futuro. hesed) é o trono do Messias. 5 P orque u m tron o se f i r m a r á em benignidade. e se ap resse a f a z e r ju stiça . e sob re ele no ta b ern á cu lo de D a v i se a ssen ta rá em v erd a d e vim que ju lgu e. Eles querem que Ezequias e Je­ rusalém lhes dêem “conselho” (levem a efeito um plano). e bu squ e o ju íz o . O Senhor os deixa saber que o tempo está vindo quando a extorsão e a destruição cessarão.

v ã o c h e g a n d o a J a z e r . N ã o s o c o rrid o s p o r essa ad o ração . S u a s explosõ es de fú ria eram so m en te conversa vazia. 1 5 . H eb .5 . to d o s u i v a r ã o . a n d a m v a g u e a n d o p e lo d e s e r to . A lg u n s a c re d ita m q u e este v ersícu lo sig n ific a q u e n o s d ias de Isaías. H e sb o m n o ex trem o n o rte d e M o a b e fo i o u tr o ra u m a c id a d e is ra e lita . o s s e n h o r e s d a s n a ç õ e s t a la r a m a s s u a s m e lh o r e s p l a n t a s .8 ) . p o i s j á es tã o a b a la d o s. e d a s u a a l t i­ v ez . E z e q u ia s se to r n o u u m sím b o lo d o M e s s ia s e era e sp e ra d o q u e fiz e s ­ se o q u e era c o rreto . o s s e u s r a m o s s e e s te n d e r a m e j á p a s s a r a m a lé m d o m a r. e d a s u a so b erb a . D e p o is de lid a r co m o fu tu ro m e io de salvação.6 —1 2 6 O u v i m o s d a s o b e r b a d e M o a b e. a s o b e r b ís s im a . O s b o lo s d e p assas q u e eles p ro d u z ira m fa z ia m p a rte da sua ad o ra ç ã o p a g ã (c f.1 ) . M o a b e la m e n ta p o r si m e sm o (c f.s P o r q u e o s c a m p o s d e H e s b o m e a v in h a d e S ib m a e n f r a q u e c e ­ ra m . O d e s tr u id o r a sso lo u os seus c a m p o s co m o ta m b é m as v i­ d e iras de S ib m a (ta m b é m c h am a d a S e b a m . ‘ashisbe) de Q u ir-H a re s e te . M o a b e u i v a r á p o r M o a b e . 7 P o r ta n to . T o d o s eles la m e n ta m p o r cau sa d o s “ fu n d a m e n to s ” (lite r a lm e n te . a s u a j a c t â n c i a é vã . p e rto d o m o n te N e b o n a p a r te n o rte de M o a b e ). eles só p o d em la m e n ta r q u e e ste ja m im p ie d o s a m e n te b a tid o s e os seus v in h e d o s p ro d u to re s de p assas este ja m d e s tru íd o s . c. O s arro g an tes m o ab itas ta m b ém re je itaram a fé expres­ sa n o versículo 5 . P o rta n to .n o d o M e s s ia s se e ste n d e rá aos g e n tio s . e sta p ro m essa se a p lic a a M o a b e . O s assírio s e as su as h o stes ( “os sen h o res das n a ç õ e s”) ta m b é m d e s tru íra m u m v in h e d o q u e se e s te n d ia em d ireção . g e m e r e i s p e lo s f u n d a m e n t o s d e Q u ir .H a r e s e t e . Isaías resp o n d e ao p ed id o dos m o a b ita s e ap o n ta p a ra o o rgu lh o co m o a cau sa d a d e s tru i­ ção de M o a b e . a p r in c ip a l c id a d e n a p a r te su l de M o a b e ( c f 1 5 .1 ). O s 3 . . O O rg u lh o d e M o a b e T ro u x e o D esp rez o 1 6 . “b o lo s de p a s sa s ” . e d o s e u f u r o r .

a vin h a de Sibm a. Deus acabou com o brado deles. n em há jú b ilo a lgu m . Ninguém está se alegrando nos pomares ou está cantando nos vinhedos.34). kinnor. “lira”) para Moabe e o seu interior para Quir-Heres como uma expressão de sarcasmo. Lc 13.3 9 ) apro­ ximadamente dezesseis quilômetros a oeste de Amã. Gn 6. p o r Q u ir-H eres. Ele tem compaixão. assim ne­ nhum suco está fluindo para a cuba mais baixa. ”Q uir-H eres” em he­ braico é qir chares. e enten­ dem a referência do profeta ao seu próprio coração (Heb. o H esh om e Eleale. Moabe tinha se expandido em todas as direções.9). Chares quer dizer um pedaço de cerâmica quebra­ . As frases "[Eu] pratearei” e “regar-te-ei com as minhas lágrimas” mostra novamente que o SE N H O R lamenta com M oabe sobre a perda de seus vinhedos e frutas de verão que pereceram no grito de batalha. a compaixão de Jesus por Jerusalém. regar~te~ei co m as m in h as lágrim as. e j á na s vin h a s se não canta. m e’ay. Alguns vêem isto como o cumprimento de “porque ain­ da acrescentarei mais a Dimom” (15. Eu f i z cessa r o jú b ilo . cf. p orq u e o jú b ilo dos teu s f r u t o s de v erã o e da tua sega desapareceu. 9 P elo que p ra n tea rei.6. “intestinos”) fazendo um som semelhante a harpa (Heb. mas agora estava destruído. parece mais provável que Deus esteja expressando a dor firmemente cravada que Ele sente (cf. em direção do leste ao deserto e rumo ao oeste para o mar M orto.3 6 ).ao norte até Jazer. e o m eu interior. co m o p ra n to de Jazer. embora eles mereçam o juízo (cf. e ninguém está pisoteando as uvas nos lagares. Alguns interpretam este versículo como Isaías falando. 11 P elo que m in h a s en tran h as soam p o r M oabe com o harpa. uma outra antiga cidade israelita (Js 2 1 . j á o p isa d o r não p isa rá as u v a s nos lagares. 10 E fu g iu o fo lg u e d o e a a legria do ca m p o f é r t i l . desde que Deus está falando no verso 10. O seu pesar e a sua dor nos dias de Noé. também Jr 4 8 . Todavia.

como seria declarado em um contrato comercial dado a alguém que fosse contratado para um trabalho.13. f a l o u o SENHOR. e o resídu o será p ou co. q u an do se ca n sa r n os altos. 4. O SE N H O R é o único Deus ver­ dadeiro. unidos em casamento (provavel­ mente com árabes). 12 E será que. que eles só esta­ rão se enfadando. agora. e en tra r n o seu sa n tu á rio a orar. tais qu ais os a n os de assalariados. Será óbvio quando os moabitas forem para os seus lugares altos adorar e buscar ajuda do seu principal deus. con tra M oabe.I-3 1 P eso de D am asco. 15). E is q u e D a m a sco será tirada. será en vilecid a a g ló r ia de M oabe. M oabe Será Julgada Dentro deTrês Anos 16. m as u m m o n tã o de ru ínas. d. no passado.da. p eq u en o e im potente. Hoje. os árabes jordanianos ocupam aquele território. Não há mais nenhum moabita. e j á não será cidade . com toda a su a g r a n d e m u ltid ã o . Agora ele acrescenta que o Senhor a cumprirá “dentro em três anos”. e o nome provavelmente é um jogo de palavras irônico sobre o nome de Q uir-H eres (1 6 . Camós.14 13 E sta é a p a la vra q u e o S enhor fa lo u . e perderam a sua identidade nacional. A profecia anterior fora feita um pouco antes por Isaías (cap.7 ). a glória de Moabe se tornará de pouca monta. Os descen­ dentes de Moabe se espalharam. Sua sobra será muito pequena e sem poder. . q u a n d o M oabe se apresentar. A Assíria cumpriu esta profecia. dizendo: D en tro em três anos. 14 M as. Aqueles que se desviam do SE N H O R para outras práticas reli­ giosas as acharão totalmente inúteis. Dentro daquele tempo. JUÍZO SOBRE DAMASCO I7 . nada alcan çará. As suas orações no lugar santo dele não trarão vitória. Isto significa exatamente três anos completos. o único que pode prover refúgio e salvação.

3 E a fo rta lez a de E fraim cessará. sua princi­ pal fortaleza. Israel não tinha mais nenhuma defesa em sua fronteira do norte. A mesma campanha m ilitar assíria que também tomou Damasco passou para a parte norte de M oabe e tomou as cidades de Aroer. com o tam bém o rein o de D a m a sco e o resíd u o da S íria.C. executou o seu rei. isto se ajustaria à situação depois que Tiglate-Pileser III despovoou parcialmente a área. Damasco era uma grande. mas que estaria simplesmente completa na ocasião. depor­ tou muitos de seus habitantes. serã o co m o a g ló r ia dos f i lh o s de Israel. 2 As cida des de A roer serã o ab andon adas. com uma longa história. Ele saqueou a cidade. em 722. e uma em Amom (Js 13. Esta profecia da destruição de Damasco foi cumprida através de Tiglate-Pileser III em 73 2 a. “já não será cidade” (Heb. d iz o S enhor dos E xércitos. e a fez parte da província assíria de Hamate. que tomou Damasco também tomou a parte norte de Israel (referida aqui como “Efraim”. A glória deles terá acabado da mesma manei­ . indica “suas cidades”. Desse modo. hão de s e r p a ra os rebanhos. Se isto refere-se às cidades em Moabe e Amom. (A Septuaginta. Rezim.2).28). qu e se d eita rã o sem h a ver q u em os espante. importante e rica cidade. quer dizer.6). A campanha de Assíria de 734— 732 a. não Aroer. “removida ou afastada de [ser] uma cida­ de”) não significa que a destruição seria permanente. Samaria. O reino norte de Israel tinha se aliado com Damasco (veja 7. uma em M oabe (Js 12. e novamente em 728— 727. Damasco e o remanescente da Síria tam­ bém estarão sem defesas.Quando Isaías começou a profetizar. depois da liderança desta sua tribo).) A Bíblia menciona três cidades chamadas Aroer: uma em Judá (I Sm 30. Desde que havia terra fértil e um bom abastecimento de água lá.25).5.C. musar m e’ir. seria destruída. porém. as cidades sob o controle de Damasco. a cidade foi novamente reconstruída. No entanto. Depois.3Ela não tinha mais nenhuma impor­ tância nos tempos do Velho Testamento.

ra que a glória de Israel acabou. Esta era a palavra do SE N H O R dos Exércitos (Heb. Yahweh T fv a ‘oth, “o SE N H O R das Hostes [exércitos]”), o Único no controle definitivo dos exércitos da terra e do céu.
5. A COLHEITA E A RESPIGA I7 .4 -I I

a. O Remanescente de Jacó Será Pequeno 17.4— 6
4 E será d im in u íd a , naquele dia, a g ló r ia de Ja có, e a g o r d u r a da su a ca r n e desaparecerá.

Israel cometeu um erro terrível se aliando com Damasco. A falsa e mundana glória de Jacó (Israel) será reduzida a nada, como a gor­ dura em um homem faminto. 5 P orque será co m o o sega d or qu e colhe o trigo e, co m o seu braço, sega as espigas; e será tam bém co m o o qu e colhe espigas n o va le dos R efains. A glória de Israel é melhor comparada ao que é deixado depois que os grãos são colhidos e são respigadas as cabeças restantes de grãos. “Refaim” quer dizer “fantasmas”, uma ênfase adicional à tra­ gédia da queda de Israel. O vale estava logo ao sudeste de Jerusalém e outrora teve férteis campos de grãos. 6 M as ain d a fi c a r ã o n ele a lgu n s rabiscos, com o no sa cu d ir da oliveira : d u a s o u três az eiton as na m a is alta p o n ta dos ra m os e qu atro o u cin co.n os ra m os m a is ex terio res de u m a á r v o r e fr u t í fe r a , d iz o Senhor D eu s de Israel. Haverá um remanescente ( “alguns rabiscos”), mas será pequeno. Isto é comparado às poucas azeitonas — “duas ou três... quatro ou cinco” —deixados depois dos ceifeiros terem sacudido os galhos por causa das azeitonas restantes. b. U m Dia Quando as Pessoas Atentarão para Deus 17.7,8 7 N aquele dia, aten tará o h om em p a ra o seu C ria dor, e os seu s olhos olharão pa ra o S anto de Israel.

“Naquele dia” é o futuro Dia do SE N H O R . Deus tem um propósi­ to em perm itir a derrubada da glória de Israel: fazer as pessoas (Heb. ha adam, “o s homens”, i.e., “a humanidade” — não só Israel, mas o mundo inteiro), coletiva e individualmente, olharem atentamente para ( “em atenção a”, NASB) o seu Criador, que também é o Criador de Israel. Deus também usa Israel para conseguir que o mundo reconhe­ ça o único e verdadeiro Deus, que é “o Santo de Israel”.
8 E não aten ta rá pa ra os altares, obra das su a s m ãos, n em olhará p a ra o qu e fiz e r a m seu s dedos, n em pa ra os bosques, n em p a ra as im agen s do sol.

Quando retornarem para Deus depois do sofrimento, eles não procu­ rarão ajuda novamente nos altares pagãos ou nos ídolos. Para fazer uma aplicação aos seus próprios dias, Isaías especifica que os “postes-ídolos” (ARA —dedicados a Asera) e “os altares” de incenso portáteis usados na adoração pagã não mais serão respeitados. A Lei ordenava aos israelitas que os demolissem (Ex 34.13). Os “postes-ídolos” ou eram imagens de madeira de Asera ou uma “árvore da vida” estilizada, a qual ficava à entrada das casas de prostituição (cf. Dt 16.21). Estes eram bordéis de­ dicados à deusa Asera, a qual era considerada pelos cananeus como sen­ do a mãe de Baal e de sessenta e nove outros deuses.4 Podemos aplicar este adicional ao fato de que quando o povo se postar diante do tribunal do juízo de Deus, nada a não ser a confiança no SEN H O R ajudará. c. Um Dia de Desolação 17.9 9 N aquele dia, serão as su a s cidades f o r t e s com o os lugares ab an­ don ados no bosque ou sobre o cu m e da s m ontanhas, os qu ais fo r a m a b an don ados an te os fi lh o s de Isra el; e haverá assolação. Isaías fala novamente do juízo de Deus. Os cananeus foram expul­ sos outrora por causa da sua idolatria. A Lei proibia a adoração em santuários pagãos e lugares altos deixados pelos cananeus. Embora os israelitas muitas vezes se voltassem para tais lugares, sempre que eles estavam verdadeiramente servindo ao SE N H O R , esses lugares ficavam

desertos. No Dia do SE N H O R , a confiança nas “cidades fortes” será abandonada como os santuários idólatras em tempos de reavivamento. d. Castigado por Esquecer de Deus 17.10,11
10 P orq u a n to te esq u eceste do D eu s da tua sa lv a çã o e não te lem braste da rocha da tua fo rta lez a ; p elo que bem p la n ta r ás p la n ta s f o r m o s a s e as cerca rá s de sa rm en to s estran hos:

O juízo de Deus virá sobre Israel porque os seus corações e men­ tes já não estão focalizadas em seu Salvador —aquEle que os libertou do Egito, o Deus que é, e que tem sido, a “rocha”, a fortaleza inex­ pugnável deles. Eles têm estado muito ocupados plantando jardins5 para a adoração de falsos deuses. As videiras importadas ou “sarmentos estranhos” insinuam alianças estrangeiras que eram contrárias à von­ tade de Deus. Deste modo, o esquecimento de seu Deus era uma rebelião e uma traição.
11 N o dia em qu e as p la n ta res as cerca rá s e, p ela m an hã, fa r á s q u e a tu a sem en te brote; m a s a colheita v o a rá n o dia da tribula~ çã o e das d ores in sofríveis.

A sua plantação ou montagem (o Heb. pode significar cercar cui­ dadosamente) de um falso jardim e a atividade de fazer com que a semente floresça carrega uma falsa esperança de uma boa colheita. A colheita a partir da adoração pagã e do emaranhando das suas alian­ ças não importava em nada. Ao invés disso, eles colherão o juízo de Deus: o “dia da tribulação e das dores horríveis”. Também é possível que a plantação inclua os seus planos para se revoltarem contra a Assíria, possivelmente a revolta que foi esmagada por Tiglate-Pileser III em 734 a.C.
6. DESTRUIÇÃO SÚBITA 17.12-14

12 A i da m u ltid ã o dos g ra n d es p o v o s q u e bram am co m o bram am os m a res e do ru gid o das n a ções qu e ru gem co m o ru gem as im p etu osa s á gu a s!

Isaías se volta à súbita destruição do inimigo, a Assíria. “A i” (Heb. boi) pode significar “oh!”, e indica lamentação. Haverá um alvoroço ou “rugido” das nações como uma tempestade no mar ou um rio em fase de inundação. M uitas nações ( “águas”) tinham se juntado à Assíria.
13 B em ru girã o as nações, com o ru gem as m u ita s águas, m a s ele rep reen d ê-la s-á , e fu g ir ã o p a ra longe; e serã o cfu g en ta d a s com o a p ra ga n a d os m o n tes dia n te do v en to e co m o a bola d ia n te do tifã o .

As nações unidas sob o comando da Assíria virão como uma inun­ dação furiosa, mas Deus as repreenderá. Em vez de arrastarem tudo diante delas como esperavam, o SE N H O R falará uma palavra e elas serão varridas como a palha da espiga de cereais ( “como a pragana ao vento”) e os arbustos diante de uma ventania ou uma tempestade.
14 Ao anoitecer, eis qu e há p a vor: e an tes que am anheça, eles não serão. E sta é a p a rte daqueles qu e n o s despojam , e a so rte da q u e­ les que n os saqueiam .

O juízo de Deus acontecerá em uma noite. Esta profecia foi ca­ balmente cumprida no juízo do anjo da morte sobre os 185.000 homens do exército de Senaqueribe (2 Rs 19.35), um juízo mereci­ do por causa da aterrorização, pilhagem e saque de Judá por parte deles.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. 2. 3. 4. 5. Como e quando 14.25 foi cumprido? Que juízo viria sobre os filisteus e por quê? O que causaria a lamentação em Moabe? Por que Deus mostraria pesar sobre Moabe? O que queriam os moabitas de Ezequias e de Jerusalém?

Quais foram as causas da destruição de Moabe? O que aconteceria em três anos? Como a destruição de Damasco foi cumprida? O que acontecerá ao mesmo tempo à parte norte de M oabe e à parte do norte de Israel e por quê? 10. Que juízo virá sobre a Assíria?

6. 7. 8. 9.

CITAÇÕES
1 Ele não deixou nenhum registro tardio exceto algumas inscrições em edificações em Nínive e Assur. Veja D aniel David Luckenbill, Ancient Records o f Assyria and Babylonia, 2 vols. (Chicago: University o f Chicago Press, 1926— 7 ), 2:183. 2 2 Sargão abafou as revoltas filistéias em 7 1 9 e 711 a.C.; Senaqueribe abafou um a em 7 0 1. H erbert M . W olf, Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse Academ ie Books, 1 9 8 5 ), 116. 3 Charles E Pfeiffer, O ld Testament History (G rand R apids: Baker Book House, 19 87 ), 334. 4 Alguns cananeus a consideravam como sendo cônjuge de Baal. Veja W olf, Interpreting Isaiah, 120. 5 “Plantas formosas” provavelmente significa “plantas do jardim de A donis”. W illiam L. H olladay, A Concise Hehrew and Aramaic Lexicon o f the Old Testament (G rand Rapids: W m . B. Eerdmans, 19 86 ), 2 4 0.

C. Etiópia e Egito 18.1-20.6
I. JUÍZO SOBRE A ETIÓPIA (CUXE) I8 .I-6

1 Ai da terra qu e en som bra co m as su a s asas, q u e está além dos rios da E tiópia.

Isaías desloca-se agora da profecia de juízo sobre muitas nações (1 7 .1 2 ) para um ai específico para a Etiópia (Cuxe). A terra que

“ensombra com as suas asas” (Heb. tsiltsal, “grilos alados”) em ambos os lados “dos rios da Etiópia” —o N ilo azul e branco —é a terra de Cuxe, a qual não é a moderna Etiópia, mas o Sudão, ao sul do Egito. Em último plano, podemos notar que o faraó cusita, Piankhi, inva­ diu o Delta do Egito cerca de 725 a.C. e trouxe tudo menos uma pequena parte sob o seu controle. Ele estava preocupado a respeito das muitas tentativas assírias para controlar o comércio fenício com o Egito. 2 Q u e en v ia em b a ix a d ores p o r m a r em n a vio s de ju n c o sob re as águas, dizendo: Ide, m en sa geiros velozes, a u m a nação alta e polida, a u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; a u m a n a ção de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s dividem . Isaías ordena que os mensageiros passem “por mar”, quer dizer, ao longo da costa mediterrânea, em navios de junco. A eles é ordena­ do a irem a uma nação alta ou magra e “polida” (ou, de pele bronze­ ada). Este é um povo que evoca medo desde muito longe ( “desde o seu princípio”), uma nação se expandindo e pisoteando outros sob os pés, e “cuja terra os rios dividem” (Heb. casber~ba/‘u n‘harim, “cujos rios encharcam”). Alguns tomam isto como tendo uma aplicação geral a qualquer terra acessível através da água. Outros os tomam como sendo os assírios, pois a sua meta era conquistar o Egito e Cuxe.1Outros entendem o mar como sendo o rio N ilo (cf.N a 3.8), e o povo alto e polido como sendo os egípcios que, diferentemente dos povos semíticos, barbeavam-se.2
3 Vós, todos os habitantes do m u n d o, e vós, os m o ra d o res da terra, qu an do se a r v o r a r a bandeira n os m ontes, o v ereis; e, qviando se to ca r a trom beta, o ou vireis.

A chamada é para todos os povos do mundo. O levantamento de uma bandeira (estandarte) e o soprar de uma trombeta (de chifre de carneiro) era um sinal para as tropas entrarem em ação. Isaías quer que eles estejam prontos para ver e ouvir.

4 P orque assim m e disse o Se n h o r : E starei quieto, olhando desde a m in h a m orada, com o o a rd o r do so l resplan decente, com o a n u v em do orva lh o no ca lo r da sega,

Isaías então ouve a palavra do S e n h o r para ele. O tempo para a ação ainda não tinha chegado. Deus tem o seu momento certo, e é um erro passar à frente de Deus. O SE N H O R permanecerá “quieto” e nada fará a não ser ficar “olhando” do lugar de sua habitação, o templo, quando há “o ardor do sol resplandecente”, quando há uma “nuvem do orvalho no calor da sega”. Em outras palavras, o SE N H O R não oferecerá nenhum apoio a planos de rebelião contra a Assíria, muito embora Ele saiba o que está acontecendo e ainda esteja no controle definitivo da situação. Ezequias aprendeu isto de um modo difícil quando rejeitou as advertências proféticas de Isaías e fez uma aliança com o rei cusita do Egito. 5 P orque a n tes da sega, qu an do j á o ren ovo está p erfeito , e as u v a s verd es am a d u recem , então, p o d a rá os sa rm en tos, e tira rá os ram os, e os cortará. M as Deus tem o seu tempo para a ação. Ele não perm itirá a co­ lheita. Da mesma maneira que as uvas estão começando a amadure­ cer e o inimigo está esperando uma colheita, Ele levará facas de poda e cortará abaixo as videiras. Isto é o que aconteceu a Senaqueribe quando ele esperou tomar Jerusalém, mas ao invés disso foi ferido pelo anjo da morte, o qual tomou as vidas de 185.000 homens do seu exército. A palavra para os “sarmentos” ou brotos da videira (Heb. zalzal) parece ser um jogo de palavras sobre “ensombra com suas asas” (Heb. tsiltsal) do versículo I.
6 E les serã o deix a d os ju n to s às aves dos m on tes e aos a n im a is da terra; e so b re eles vera n ea rã o as a ves de rapina, e todos os a n i­ m a is da terra in v ern a rã o sob re eles.

Os assírios que fogem de volta à sua própria terra deixarão m ui­ tos cadáveres, os quais se tornarão um banquete para “as aves de

rapina” dos montes e para os selvagens “animais da terra”. Lá haverá tanta carnificina que terá comida suficiente para os pássaros ao longo do verão e para os animais selvagens ao longo do inverno.
2. PRESENTES TRAZIDOS AO SENHOR 18.7

7 N aquele tem po, tra rá u m p resen te ao Senhor dos E x ércitos u m p o v o alto e p o lid o e u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; u m a nação de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s divid em ; ao lu g a r do n o m e do Senhor dos E x ércitos, ao m o n te de Sião. O povo descrito em 18.2 enviará presentes ao SE N H O R dos Exér­ citos, “ao lugar do nome do SE N H O R dos Exércitos, ao monte de Sião”. Pode ter havido um cumprimento inicial disto nos presentes trazidos a Ezequias depois que Deus o curou (2 Cr 32.23). Porém, no final das contas, o mundo inteiro verá a glória do Senhor enquan­ to Jesus é estabelecido como o Rei messiânico no monte Sião.
3. JUÍZO SOBRE 0 EGITO I9 .I-I5

1 P eso do Egito. E is qu e o SENHOR v em cavalgan d o em u m a n u v em ligeira e v irá ao E gito; e os ídolos do E gito serã o m o v id os p era n te a su a fa c e , e o cora çã o dos egíp cios se d erreterá no m eio deles.

Antes que a Assíria viesse contra Judá em 701 a.C. o rei Ezequias estava voltando os olhos para o Egito por ajuda. O Egito outrora tinha escravizado o povo de Deus e era freqüentemente seu inimigo. Os egípcios adoravam a muitos deuses e acreditavam que o deus sol era maior que qualquer outro deus. Eles também adoravam a faraó. Porém, esta profecia sobre o Egito declara que o poder de Deus fará o Egito temer Judá (1 9 .1— 17). Deus será adorado no Egito (1 9 .1 8 — 22). O Egito e a Assíria se unirão em adoração com Israel; Deus os fará uma bênção. O SE N H O R está vindo para o Egito em uma nuvem luminosa e ligeira, fazendo tremer os ídolos do Egito ( “nadas”) e o

povo do Egito perder a coragem. Esta era uma advertência nos dias de Isaías para Ezequias e para o povo de Judá não escutarem ao enco­ rajamento egípcio para se rebelarem contra a Assíria. 2 P orque f a r e i com qu e os egípcios se levan tem co n tra os egípcios; e cada u m p eleja rá con tra o seu irm ã o e cada u m , co n tra o seu p r ó x im o ; cid a d e con tra cidade, rein o con tra reino. Deus incitará discórdia interna, provocando os egípcios para luta­ rem um contra o outro. Isto aconteceu nos anos 740s e 730s a.C., quando cidades do Egito se voltaram em suspeita umas contra as outras.
E o esp írito dos egípcios se esva ecerá den tro deles; eu d estru irei o seu conselho, e eles co n su lta rã o os seu s ídolos, e en ca n ta d ores, e adivinh os, e m ágicos.

O espírito deles estará agitado, devastado, em choque, e seus con­ selhos e planos serão confundidos por Deus. Com conselheiros hu­ manos contradizendo-se entre si, os egípcios se voltarão para os ído­ los (lit., “nulidades sem valor”), aos espíritos dos mortos, e aos mé­ diuns e espíritas que reivindicavam ser possuídos por tais espíritos.
4 E en trega rei os egípcios nas m ã os de u m sen h o r duro, e u m rei rigo ro so os d om in a rá, d iz o Senhor, o Senhor dos E xércitos.

Deus entregará os egípcios aos senhores severos e um rei feroz regerá sobre eles como um ditador. O faraó cusita (etíope) Piankhi tomou o controle de todo o Egito. Em 715 a.C., ele foi sucedido por outro senhor implacável, Shabako. Em 671, Esar-Hadom, da Assíria, conquistou o D elta do Egito até Mênfis, e em 663 Assurbanipal tomou Tebas, a capital do Egito. Deus continuou entregando o Egito para estes e outros conquistadores. J E fa lt a r ã o as águ a s do m ar, e o rio se esgota rá e secará. 6 T am bém o s rio s a p od recerã o; e se esgota rã o e seca rã o os can ais do E gito; a s ca n a s e os ju n c o s se m urcharão. 7A relv a qu e está

ju n to ao rio, ju n t o às rib a n ceira s dos rios, e tu d o o qu e f o i sem eado ju n to ao rio se secarão, e serã o arran cados, e não su b ­ sistirão. 8 F os p esca d ores gem erã o , e su sp ira rã o todos os qu e lan çam an z ol ao rio, e os que esten d em red e sobre as águ a s desfalecerão.

O Egito dependia do N ilo para a sua própria subsistência. O que as águas do N ilo não podiam irrigar nada mais era do que a areia do deserto. Onde o N ilo alagava e onde as suas águas pudessem ser usadas para irrigação, a terra era rica. Eles poderiam cultivar duas, e em alguns lugares, três colheitas por ano. Para o N ilo secar e os m ui­ tos córregos, canais e regatos na área do Delta terem diminuído ou secado era uma tragédia terrível. Os peixes morreriam e causariam um enorme mau cheiro. Os peixes no N ilo eram a fonte principal de proteína na dieta dos egípcios. A história egípcia registra várias vezes quando o N ilo não pôde irrigar a terra. 9 E en vergo n h a r-se-ã o os que trabalham em linho f i n o e os que tecem p a n o branco. 10E os seu s fu n d a m en to s serão despedaçados, e todos os que trabalham p o r salário fic a r ã o com tristeza na alm a. A fabricação de pano de linho fino era uma das principais indús­ trias no Egito. Os trabalhadores em linho e pano branco serão enver­ gonhados e ficarão lívidos, perdendo a esperança. Embora a N IV traduza a palavra hebraica skabtkotbeha como “traba­ lhadores em pano” Ç‘ The workers in cloth”'j, ou, tecedores, esta é melhor traduzida como “seus fundamentos” que serão despedaçados (v.IO). [Nota do Tradutor: A versão brasileira N V I omite esta primeira parte do versículo], A seca da terra afeta a todos, inclusive os pilares ou fundamentos da sociedade (egípcia) e os trabalhadores diaristas mais humildes que serão afligidos por esta reviravolta infeliz de eventos.
11 N a v erd a d e lo u co s são os p r ín cip es de Z oã; o conselho dos sábios con selh eiros de Faraó se em h ru teceu ; com o, pois, a Faraó direis: S ou f i l h o de sábios, fi lh o de a n tigos reis?

Zoã (também chamado deT ânis) era uma importante cidade no D elta do Egito. Seus líderes se vangloriavam a respeito da sua grande sabedoria. Eles seriam expostos como “loucos” (o Heb. aqui é uma exclamação), muito estúpidos para ver os resultados destas ações. Os conselheiros de faraó tinham uma reputação de sábios (cf. At 7.22), mas eles provaram ser tão estúpidos quanto o gado. Isaías lhes per­ gunta como podem dizer que são homens sábios, filhos, ou discípu­ los, dos “antigos reis?”
12 O n d e estão agora os teu s sábiosP A n u n ciem -te, agora, ou in fo r m e m -te do qu e o Senhor dos E x ércitos d eterm in o u con tra o Egito.
S e os homens sábios do Egito fossem realmente sábios, eles seri­ am capazes de anunciar o que o SE N H O R Todo-poderoso, o S E N H O R dos Exércitos, pretendia para o Egito, e Isaías os desafia a proceder assim. Está claro que eles não podem. Deus anulou a suposta sabedo­ ria deles.

13 L oucos se torn a ra m os p r ín cip es de TLoã, e en ga n a d os estão os p rín cip es de N cfe; eles ja r ã o er ra r o Egito, eles que são a p ed ra de esqu in a das su a s tribos.

Não só os líderes a Zoã tinham se tornado “loucos” ou tolos, os líderes em Mênfis (Heb. nopb) tinham falsas esperanças. Elas deveri­ am ter sido “a pedra de esquina” sustentando as “suas tribos” (Heb. stivate~ha “tribos, distritos, províncias”) do Egito. Ao invés disso, fi­ zeram com que eles errassem —um engano fatal.
14 O S e n h o r d erra m o u n o m eio dele u m p e rv er so espírito; e

eles fiz e r a m e r r a r o E gito to m toda a su a obra, co m o o bêbado qu an do se rev o lv e no seu vôm ito.

Porque os líderes do Egito estavam fazendo o povo errar, o SE­ NHOR aumentou o seu erro por derramar no meio deles um espírito atordoado e cambaleante.

o ra m o ou o ju n co . podem fazer qualquer coisa sobre isto. e tem erã o p o r ca u sa do m o v im en to da m ã o do S enhor dos E xér­ citos.16-25 16 N aquele tem po. a cau da. Ele é um Deus santo e tem que julgar o pecado deles. em tudo o que fazem. o Egito será como mulheres desamparadas. Nem tampouco os seus líde­ res ou as pessoas comuns. Deus usará a terra de Judá. Ao invés disso. 11E a terra de J u d á será u m espan to p a ra o E gito. UM DIA DE CASTIGO E CURA PARA 0 EGITO 19. A simples menção de Judá trará assom­ bro por causa do que Deus está planejando contra o Egito. A situação inteira está fora de controle. Tal pes­ soa não poderia tomar decisões sábias ou dirigir o povo na direção certa. Em vez do Egito aterrorizar Judá. nem o superior nem o inferior. p o r cau sa do p ro p ó sito do SENHOR dos E x ércitos. Isaías agora olha adiante e proclama cinco profecias a respeito de um dia futuro quando o Egito já não será um poder dominante. 4. Isaías queria que Judá visse quão tolos eles eram em confiarno Egito para qualquer ajuda. 15 E não a p roveita rá ao E gito obra a lgu m a qu e p ossa J a z e r a cabeça. controlando-os. tremendo em terror por causa da mão divina de juízo que Deus está movendo so­ bre eles. . os egípcios serã o co m o m u lh eres. Alguns estudantes da Bíblia acreditam que o espírito cambaleante era um espírito de juízo que se misturou com os próprios espí­ ritos deles. todo aquele a q u em isso se a n u n cia r se assom brará.Por conseguinte. O Egito e os seus líderes se colocaram em uma posição desesperada da qual eles não podem se desembaraçar. p orq u e ela se há de m o v er co n tra eles. eles estão cambaleando como um homem tão bêbado que vomitou sobre si mesmo. e trem erão. Judá será um terror para o Egito. do que d eterm in o u con tra eles.

7. mas também haverá adoração em um altar (um lugar de reconciliação com Deus e de pura adoração) no meio do Egito e um pilar de pedra ou monumento dedicado ao SE N H O R na sua fronteira. ! ‘ N a q u ele tem po. mas bênção.800 anos antes da épo­ ca de Isaías. “Cinco cidades na terra do Egito” se voltarão para o SeN H O R e “falarão a língua de Canaã [hebraico] e farão juramento ao SE N H O R ” ./ 18 N aquele tem po. A Grande Pirâmide foi construída aproximadamente 1. Nos tempos do Novo Testa­ mento. Uma destas cidades será chamada de “Cidade da Destrui­ ção” —um jogo de palavras sobre “a Cidade do Sol”. Toda colocação de tais datas é proi­ bida pela Bíblia (veja M c 13.32. à qual os gregos chamam Heliópolis. Isaías viu o pilar como algo no futuro. n a su a fr o n t e i r a . Já em 1935. 20 E serv irá de sin a l e de testem unho ao Senhor dos E x ércitos na terra do Egito. h a verá cin co cida des na terra do E gito que fa la r ã o a lín gu a de C a n a ã e f a r ã o ju r a m en to ao S enhor dos E x ércitos. I Ts 5. e u m a se ch am ará C id a d e da E festruifão. Isto pode ter tido um cumprimento parcial quan­ do os judeus fugiram para o Egito e se estabeleceram lá depois que Nabucodonosor destruiu Jerusalém. Po­ rém. o S enhor terá u m a lta r n o m eio da terra do J E gito. um grande contingente de judeus se instalou no Egito. At 1. e u m m o n u m e n to se e r ig ir á a o S enhor. e ele lhes en via rá u m R ed en tor e u m P ro teto r que os livrará. Uma terceira profecia olha à frente para a vinda do Egito ao SeN HOR e um futuro Salvador.33. Não só haverá ali uma submissão ao SE N H O R . o cumprimento completo contempla o futuro para o reino milenial por vir.1. um culto britânico de Israel estava proclamando que a Grande Pirâmide de Queops ( K h u fu ) era o pilar e que o compri­ mento de sua passagem principal significava que a idade presente teria seu fim definitivo em 1936. Um a segunda promessa do dia futuro não é apenas juízo. . p orq u e ao SENHOR clam arão p o r causa dos opresso­ res.2).

rav.O pilar será para “sinal” e “testemunho” ao SE N H O R no Egito. I sra el será o terceiro co m os egípcios e os assírios. mas o propósito dEle será curar. e os assírios v irã o ao Egito.. e os cu ra rá . e os egípcios a d ora rã o co m os a ssírios ao Sen h or . adorando-o e fazendo votos a Ele. 24 N aquele dia. e os egípcios conhecerão o SE N H O R de um modo pessoal. uma rodovia (uma estrada construída ou elevada) entre o Egito e a Assíria tornará possível para ambos ir de um lado para o outro livremente. e co n v e rter -se-ã o ao SENHOR. eles “adorarão. como em um torno. Judá estava com­ primido entre eles. “um que contenderá por eles”). No futuro Dia do SE N H O R isto não será mais assim. Ao invés disso. e Ele será movido pelas suas orações e responderá “e os curará”. u m a bênção no m eio da terra. Por seus atos poderosos o SE N H O R se fará conhecido ao Egito. ao SE N H O R ” juntos. os egípcios clamarão por socorro ao SE N H O R e Ele lhes enviará um Salvador (Heb. Os egípcios retornarão em arrependimento ao S E N H O R . Eles não mais lutarão um contra o outro. e ele m o v e r -s e -á às su a s ora ções e os cu rará. e os egípcios con h e­ cerã o ao SENHOR. m o s h i a e Protetor (Heb. Deus fará o seu juízo ferir o Egito. obra de m in h a s m ãos. . m in h a herança. os quais cumprirão com dedicação. Ao invés disso. e os cu m prirão. 21 E o S enhor se d a rá a co n h ecer ao Egito.. um Ser poderoso que “os livrará”. As quatro profecias apontam para a expectativa de um tempo de paz. 22 E fe rirá o SENHOR aos egípcios. m eu povo. e os egípcios irão à A ssíria. eles o ad orarã o com sa crifí­ cio s e ofertas. 23 N aquele dia haverá estrada do E gito a té à A ssíria. e a A ssíria. 25 P orque o SENHOR dos E x érci­ tos os abençoará. sim . e fa r ã o v o tos ao SENHOR. na q u ele dia. unidos em espírito porque foram aceitos e unidos pelo SE N H O R . Nos dias de Isaías. dizendo: B en d ito seja o Egito. o Egito e a Assíria eram inimigos. e Israel. Por causa dos opressores.

E por últim o. cinqüenta e três quilôm etros a oeste de Jerusalém . Os registros de Sargão contam como A zuri. Ele rei­ vindica Israel como a sua herança —embora muitos deles rejeitas­ sem aquEle que exclusivamente pode nos tornar herdeiros de Deus (veja R m 8. Egito e Assíria. O Egito o incitou neste ato de rebelião. Israel “será o terceiro”. Deus abençoará a todos e os fará uma bênção para o resto do mundo. reinou de 721 a 70 5 a. rei da A ssíria. e fez dela um a pro­ víncia assíria. e a tom ou. S a rg ã o II. o dia m ilenial quando Cristo reinará. recusou-se a pagar tributo para a A ssíria e enviou m ehlagens aos reis vizinhos para fazerem o mesmo. rei da cidade filistéia de Asdode.A quinta profecia promete um corpo unido que inclui Israel. será assim “naquele dia”. cerca de 7 1 3 .3). O seu propósito básico para todas as famílias da terra tem sido sempre bênção (Gn 12. N o entanto. Isto está longe de ser cumprido hoje.17). Juntas elas todas irão se tornar um novo povo de Deus com Israel tendo um lugar central como herança de Deus. Então Ele fala da Assíria como a obra das suas mãos —conquanto eles outrora tenham ado­ rado deuses feitos pelas suas próprias mãos. envíando~ o Sargão. pois Deus falará primeiro do Egito como seu povo — muito embora eles uma vez tenham recusado deixar o seu povo escolhido partir.UMA FALSA ESPERANÇA 20. 5. e g u e r r e o u con tra A sdode. Nações outrora inimigas mortais uma da outra se tornarão irmãs no S E N H O R e não mais invadirão uma à outra. elas se visitarão entre si como amigos de confi­ ança. EGITO E ETIÓPIA . tartan) tom ou a cidade de Asdode.1-6 1 N o an o em qu e veio T artã a A sdode.3 . m e n c io n a d o só a q u i no V elh o T e sta m e n to ( “Sargom ”).C. o Egito não manteve suas promessas a ele e. próxim a da costa m editerrânea. Como diz Isaías. Ao invés disso. o com andante supremo de Sargão (H eb. em 7 1 1 .

p elo m esm o tem po. 3 E ntão. O SE N H O R lhe disse para tirar isto e descalçar tam­ bém as suas sandálias. em 701 a. indo n u e descalço. fariam quando despissem os seus cativos de tudo o que eles possuíssem. significa usar apenas uma tanga ou uma manta extremamente curta.6 . solta o cilício de teu s lom bos e descalça os sapatos dos teu s pés. o faraó etíope Shebitku enviou um exército contra Senaqueribe. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. disse o SENHOR: A ssim com o o m eu servo Isa ía s a n d ou três a n os n u e descalço. e eles acreditavam que podiam resistir à Assíria. especialmente com as “nádegas des­ cobertas” (que seriam visíveis quando eles se agachassem). incluindo as suas sandálias. O SE N H O R chama Isaías de “meu servo” por causa da obediência e fidelidade dele e porque Deus o estava usando para proferir profe­ cias que declaravam o seu poder.2f a l o u o SENHOR.. n u s e descalços. Depois.). dizendo: Vai. Os assírios levariam os cativos do Egito e da Etiópia nus e descalços para o exílio. mas aparentemente escu­ tou a Isaías neste momento particular e não se juntou na rebelião filistéia. p a ra vergon h a do Egito. E assim o fe z . mas foi derrotado em Elteque. f i l h o de A moz.C. Isaías tinha estado vestindo aniagem como um sinal de lamento sobre os pecados do povo.4 Isaías lhes deu uma lição objetiva com antecedência sobre o que aconteceria a eles.C. glória e plano eternos. Esta humilhação. tan to m o ço s com o velhos. traria grande vergonha para eles. Estes países estavam unidos neste momento (desde 715 a. p o r sin a l e p ro d ígio sob re o E gito e sob re a E tiópia. p elo m in istério de Isaías. tais como os assírios. e os ex ila d os da Etiópia. Antes. e com as nádegas descobertas. O fato de Isaías ir de um lado para outro “nu e descalço” seria uma advertência e um sinal relativo ao Egito e Etiópia. Em fazendo isto ele estava se tornando um exemplo do que os conquistado­ res.5 Ezequias estava tentado a confiar no Egito. “N u” não significa completamente nu aqui. 4 a ssim o rei da A ssíria leva rá em ca tiveiro os p reso s do Egito.

QUESTÕES DE ESTUDO 1. que confiaram na Etiópia (Cuxe) e no Egito para ajudá-los seriam envergonhados e amedrontados. . Kenneth Barker (G rand R apids: Zondervan Bible Publishers. 19 85 ). 1042. Isaiah 1-39. ed.5 E a sso m b ra r-se-ã o e en v erg o n h a r-se-ã o p o r ca u sa dos etíopes. esca p a rem os n ó s? Os filisteus. em The NIVStudy Bible. su a esperança. mas tam­ bém pelo povo de Judá. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. O que indicava que o Egito já não seria um poder dominante naquele dia? 5. Por que era importante para Israel escutar as advertências de Deus em contraste com escutar o Egito? 4. a menos que eles confiassem em Deus. ao longo da costa. Qual lição objetiva Isaías ensinou por andar de um lado a outro nu e descalço? CITAÇÕES 1 David L. 198. p a ra n os liv ra rm o s da f a c e do rei da A ssíria! C om o. Com Etiópia e Egito derrotados pela Assíria. Como Deus manterá os inimigos de Israel longe da sua esperada colheita? 3. 2 H erb ertW olf e John Stek. pois. su a g ló ria . O que Deus quer que todos os povos do mundo vejam? 2. 6 E ntão d irã o os m o ra ­ dores desta ilha naqu ele dia: Vede que tal é a nossa esperança. como eles escapariam? O grito de desespero deles não só seria ecoado pelos filisteus. McKenna. aq uilo qu e b u sca m os p o r socorro. “Isaiah notes”. Não haveria nenhum escape. 19 9 3 ). Que mudanças virão ao Egito no dia m ilenial futuro? 6. e dos egípcios.

Como os vendavais destruidores que varrem em direção a Judá vindos “do sul” (o deserto de Negueve ao sul de Berseba).I 0 a. 4 A localização de Elteque não é certa. Babilônia Atacada 2 I . uma terra a ser temida. . Cumprimentos nos Dias de Isaías 21.1 2 Visão du ra se m e m a n ifesta : o p érfid o trata perfid a m en te. CUMPRIDA A PROFECIA DA QUEDA DA BABILÔNIA 2 I . (Princeton: Princeton U niversity Press. C om o os tu fõ es de ven to do sul. A “terra do mar” é o que os assírios chamavam a mais baixa parte da região m editerrânea. 6 Sargão alegava que ele recebera presentes de Judá. ó M édia.18 1. e o d estru id o r an da d estru in do. ele v irá do deserto.I .I — 5 1 P eso do deserto do mar. Ancient Near Eastern Texts. sitia. Alguns a colocam quarenta quilôm e­ tros a oeste de Jerusalém. A ilustração dos tufões provenientes do Negueve indi­ ca que o escritor estava em Judá. ó Elão. O “Deserto do M ar” é o que a Babilônia se tor­ naria por causa do juízo de Deus. ed.3 Três fragmentos indicando o nome de Sargão e comemorando a sua vitória sobre Asdode foram descobertos em 1963. assim haverá destruição terrível para Babilônia proveniente “da terra horrível”. qu e tudo assolam . D. da terra horrível. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. 5 Senaqueribe alegava que ele “pessoalmente capturou vivos os príncipes egíp­ cios com suas carruagens e tam bém as carruagens do rei da Etiópia”. qu e j á f i z cessa r todo o seu gem id o. Nos dias de Isaías esta seria a Assíria.1-23. 28 7. Veja Pritchard. James B.. 28 7. Pritchard. “O M ar” é o Golfo Pérsico a sudeste da Babilônia. Sobe. especialm ente a p arte dom inada por Merodaque-Baladã. 19 69 ). 3a ed.

lev a n ta ivos.. O ministério de Isaías nunca foi fácil. Depois Senaqueribe destruiu a Babilônia em vingança (em 689). é a Assíria. isto o enche de dor e perplexida­ de. provavelmente. nesta visão. o crepú scu lo>que desejava. comendo e bebendo —banqueteando. co m em e bebem . um “horror” para ele. A M édia pro­ vavelmente se uniu na batalha. quer dizer. a visão o fez tremer. p rín cip es. Esta frase fala da necessidade deles de deixarem sua festança e se prepararem para a guerra. e provavelmente indica a Babilônia. M esm o assim. Os seus príncipes precisam se levantar e lubri­ ficar os escudos (assim as flechas e outras armas irão ricochetear ne­ les). e u n ta i o escudo. que fora contratado pelos sacerdotes da Babilônia. estão de atalaia. 3 P elo que os m eu s lom bos estão cheios de g ra n d e en ferm ida de. era a destruição da Babilônia. O pérfido ou traidor que trata perfidamente.C. Quando ele vê a terrível destruição da Babdônia. e o h o rro r ap avoram e. o destruidor ou saqueador que devasta tudo. algo medonho. . e tão desfalecido. Isaías os vê em Babilônia preparando a mesa. O seu “coração [sua mente] está anelante”: estremecido e terrificado. derrotou Senaqueribe. se m e torn ou em trem ores.C.7).6. que não p osso ver. O fim de “todo o seu gemido” indica uma vitória sobre a nação que causa a angústia. 5 E les p õ em a m esa.Isaías vê uma “visão dura”.2 Em 691 a. a n gú stias se apoderaram de m im com o as an gú stias da que dá a luz. . ele não pode continuar olhando para isto. Eles estão desprevenidos para o que está por vir. O “crepúsculo” que ele desejava. o Elão. estou tão atribulado) que não p osso ouvir. Ou isto pode se referir à derrota da Assíria em 591 a. porque ele já sabia que isto causaria dificuldades (veja 39. uma revela­ ção que tem notícias ruins. esparramando tape­ tes. A Elão é dito que ataque. Nós deveríamos sentir o mesmo sobre a destruição do sistema m undial babilônico profetiza­ do em Apocalipse 18 e 19. 4 O m eu coração está anelante.

Vai. ca íd a é ! E to d a s a s im a g en s d e e s cu ltu r a d o s s e u s d e u se s se q u eb ra ­ ra m co n tr a a terra . sob re a to rre de vigia estou em p é co n tin u a m en te de dia e d e g u a r d a m e p o n h o n oites inteiras. antes. puxados por pa­ relhas de cavalos.1. O texto hebraico diz “U m leão [ ‘aryeh] clam ou”3 (cf. p õ e u m a sen tin ela.b. e ca­ valeiros em burros ou camelos. Em outra visão concernente à Babilônia. Como um leão ele se levantou na sua força na torre de vigia todo o dia e permaneceu em pé como uma sentinela durante a noi­ te toda. ele tinha que prestar atenção estrita. a gora . parelhas de cavalos. Isaías Recebe Notícias da Queda da Babilônia 21.5 Isto refere-se à Assíria. a palavra de Deus para Isaías era postar uma sentinela para que esta o mantivesse informado do que visse. por Senaqueribe. Eles estariam trazendo notícias importantes. os quais respondem de volta que “caída é Babilônia”. KJV e NASB). E ntão. 8 E cla m o u com o u m leão: Senhor. v êm u m b a n d o de h o m en s e ca v a le ir o s a os p a res. E eis.6— 10 6 P orque assim m e disse o Senhor. r e sp o n d eu e d isse: C a íd a é B a b ilô n ia . O vidente seria a “sen­ tinela”. q u an do v i r u m bando com ca va leiros a par. u m bando de ju m e n to s e u m bando de cam elos. A sentinela bradou a “um bando de homens”. .. e ela qu e diga o que vir.4Ele era o “pérfido” (ou traidor) e o “destruidor” (ou saqueador) de 2 I . e todas as imagens de escultura dos seus deuses se quebraram contra a terra”. Os Rolos do mar M orto como também os Siríacos indi­ cam “o vidente [ haro‘eh] clam ou” ou gritou. como em Isaías 33. 7E.C. ela que escu te a ten ta m en te co m g r a n d e cuidado.2 . Esta não é uma profecia. é um registro de como Isaías recebeu as notícias da destruição da Babilônia em 689 a. Quando ele visse carruagens..

Esta é a colheita de todas as suas obras. isso vos anunciei”.4 10 A h! M alhada m inha. Isto é a vindicação e o cumprimento das profecias que ele proferira muito tempo antes. Isaías chama a atenção ao fato de que o povo tem visto a profecia cumprida (4 1 . 18. as quais ele levou para Nínive (Is 46). Os registros de Senaqueribe mostram que ele estava bravo com os sacerdo­ tes da Babilônia e mandou que seus soldados esmagassem as imagens. “O filho da m inha eira” quer dizer o chão empilhado alto com grão.Senaqueribe jactava-se da sua habilidade para destruir nações (3 7 .11 Isaías quer dizer que Babilônia caiu exatamente como ele profetizara. Nós não sabemos de nenhuma outra época quando as imagens dos deuses da Babilônia foram quebradas por um conquistador. no fim dos tempos (Ap 14.1 1). . ele entrou na Babilônia pacificamente e honrou a seus deuses. comercial e religioso.2).2 7 ). Deus de Israel. como a N V I coloca isto e como outros igualmente pensam. e Ezequias o reconhecia como um destruidor de imagens (37.8. de acordo com os seus próprios registros. Ele até mesmo interpretou a sua própria entrada na Babilônia como uma vitória para os deuses da Babilônia. ele era um politeísta que. em 2 contraste com a ineficácia dos ídolos.2 6 . e trigo da m in h a eira ! O q u e o u v i do Senhor dos E x ércitos.10 O he­ braico é literalmente “minha malhada” e “o filho da minha eira”. retratando uma grande colheita —repre­ sentando as profecias de Isaías. Sargão II não fez isto. D eu s de Israel\ isso v o s a n u n ciei. Desde que a antiga Babilônia envolvia um sistema político. O grão não representa o povo de Isaías esmagado por sobre a eira.19).7 Ciro não fez isto. Então.8 No Novo Testamento.2 2 — 4 . em justaposição a “o que ouvi do SENHOR dos Exércitos. desse modo o apóstolo João vê a queda desses aspectos do presente sistema m undial. honrou os deuses da Babilônia.6 com exceção das de Bel e Nebo. “Babilônia” torna-se o termo para desig­ nar a totalidade do sistema mundial que é destinado a cair durante a Grande Tribulação.

mas também a noite. No entanto.I I . 3. dia n te da espada nua. Por causa de um ataque súbito. usada coletivamente nesta passagem para o país inteiro. haverá um repouso breve da dificul­ dade. ao en co n tro dos sed en tos. p a ssa r eis a noite. “Seir” é a área montanhosa de Edom.5— 15). precisaria encontrar .2. G rita m -m e de S eir: G uarda.13). depois de haver destruído Babilônia no ano anterior. O guarda é perguntado sobre o que houve de noite. e d ia n te do p eso da g u erra . Isaías não os deixa sem esperança. os m o ra d o res da terra de T em a en co n tra ra m os que f u g i a m co m seu pão. que h o u ve de n o ite? G uarda. vinde”). ó via n d a n tes dedanitas. O povo de Tema. “Dumá” ( “silêncio”) é um nome simbólico para Edom. Is 34.20.I 2 z1 P eso de D u m á . onde os descendentes de Esaú viviam. Eles precisarão trazer água para os fugitivos sedentos. a noite. A resposta é que a manhã está vindo. qu e h o u ve de n o ite? 12 E disse o g u a rd a : Vem a m an hã . e dia n te do a rco arm ado. com água. Senaqueribe conquistou a Arábia em 688 a.C. vinde. voltai. eles irão para os “bosques da Arábia” para se esconder dos terríveis assírios. N os bosques da A rábia. porém mais dificuldades estão a caminho e seguramente virão (cf. Quer dizer. 15 P or­ q u efo g e m dia n te das espadas. ou o quanto falta para a noite acabar. ao sul do mar M orto. Os dedanitas eram importantes comerciantes da Arábia (c f Ez 27. JUÍZO SOBRE A ARÁBIA P O R V IR EM BREVE 2 1 . Isto pode insinuar que até mesmo eles podem voltar a Deus e se arrepender. e.1 3 -1 7 13 P eso con tra A rábia. 38. tam bém . M A N H Ã E NOITE PARA EDOM 2 I . pergu n ta i. se qu ereis pergu n ta r.12 14 Sai.. Arábia seria a próxima após a destruição da Babilônia. a meio caminho entre Damasco e M eca. Eles podem voltar novamente ( “voltai.

Eles estarão fugindo das espadas e setas da intensa batalha. O “Vale da Visão” pode referir-se a um vale perto de Jerusalém (talvez o vale de H inom no oeste) onde Deus concedeu . seria destruída.os fugitivos com pão. serã o d im in u íd os. JERUSALÉM JULGADA 2 2 ..I-I4 Em 2 2 .C. kevod. Isaías pronuncia outra profecia que especifica um período exato de tempo (cf. O s árab es p ro vavelm en te n ão a c re d ita v a m n e sta p ro fe c ia . co m o fo i c o n firm ad o p e lo te ste m u n h o d o s a n ais d e S e n a q u e rib e . p o rq u e assim o disse o SENHOR.15 17 E os restan tes dos n ú m eros d o sjlech eiro s. S u a d e r­ r o ta d e ix a rá p o u co s d o s seu s céleb res a rq u e iro s e s o ld a d o s. tal com o os an os de assalariados. um ano depois que Senaqueribe destruiu Babilônia.13 P orque assim m e disse o S enhor: D en tro de u m ano. D eu s de Israel. arruinada.1 -1 4 .14 Com Babilônia fora do caminho. toda a g ló r ia de Q u ed a r desaparecerá. de acordo com o historiador grego Heródoto. Senaqueribe estava pronto para se mover em direção ao Egito.C. 4. 16. Os egípcios. Neste tempo ele passou pela Arábia em vez de seguir a rota mais fácil da costa mediterrânea abaixo.14): dentro do período de um ano “a glória [Heb. e os árabes deixaram as suas tendas e fugiram para uma área onde não havia nenhuma ali­ mentação ou lugares para beber. A tr ib o dos árab es de Q u e d a r e ra b e m c o n h e c id a e ric a . os va len tes dos filh os de Q uedar. se referiram depois a ele por este título. Isaías se volta para Jerusalém com uma série de quatro profecias. “glória”] de Quedar”. Em seus registros Senaqueribe disse que ele tomou m il camelos da rainha dos árabes em 688 a. o seu mais recente. Isto foi cumprido em 68 8 a. a tribo do norte da Arábia. M a s e sta fo ra p ro fe ri­ d a e g a ra n tid a p e lo SENHOR e fo i c u m p r id a em c ad a d e ta lh e . Os seus registros contam como ele derro­ tou os árabes e acrescentou “Rei da Arábia” à sua longa lista de títu­ los.

porque sabia que os resultados do tributo de Ezequias eram apenas temporários. fo r a n i ligados p elo s arqu eiros. mas este não o escutou. 4 P ortanto. cid a de turbvdenta. e ch orarei a m a rga m en te. a mensagem que segue é para toda a cidade de Jerusalém . Isto significaria que Isaías rece­ beu as suas visões lá. p a ra qu e a ssim tota l­ m en te su bisses a os telhados? 2 C id a d e cheia de aclam ações. J1 3. não v o s ca n seis m a is em co n so la r-m e pela d estru içã o da f i lh a do m eu povo. Pode ser que as pessoas subiram para os telhados gritando e se alegrando porque escaparam do juízo que os assírios trouxeram so­ bre Asdode e outras cidades filistéias (veja 20. os teu s m o rto s não são m o rto s à espada. digo: D esv ia i de m im a vista. Je­ rusalém pareceria estar em um vale. todos os que em ti se acharam f o r a m a m a rra d os ju n ta m en te e fu g ir a m p a ra longe. Os líderes judeus fugiram até mesmo antes dos assírios atacarem.14— 16). Isaías advertiu o povo. Ele não podia se unir aos festejos deles nos telhados. Q u e tens. n em m o rrera m na g u erra . cid a d e que salta de alegria. M as a alegria deles não era justificável.16 3 T odos os teu s p rín cip es ju n ta m e n te fu g ir a m . . Ele queria ser dei­ xado só para lamentar a destruição profetizada de seu amado povo.12). agora. Eles tinham posto a sua confiança no ouro e na prata em vez de no Senhor. Pode ser que se posicionando sobre o monte das Oliveiras e olhando para baixo. Alguns foram capturados e executados. Porém.1). 1 P eso do v a le da visão.2.a Isaías visões sobrenaturais (cf. mais prová­ vel é que eles estavam se alegrando porque Senaqueribe aceitou tribu­ to de Ezequias e deixou Jerusalém intacta enquanto ele se movia em direção a Laquis (2 Rs 18. N o entanto. Eles pensaram que tinham esca­ pado da destruição advinda sobre as outras cidades de Judá.

n a q u ele dia. inclusive o Cedrom no leste de Jeru­ salém e o Hinom no oeste e no sul. Os muros das cidades de Judá não puderam resistir ao ataque assírio. M uitas nações tinham se juntado à Assíria. Seme­ lhante a Isaías. e Q u ir d escobre os escudos. Elão provê um contingente de arqueiros. e os ca va leiro s se p o rã o em ord em às portas. O resultado foi barulho. condutores de carruagem e cavalos como reforços para o exérci­ to assírio. com carruagens e postado os cavaleiros “às portas” das cidades ao longo do país. 8 E se tira rá a cob ertu ra de J u d á . Quaisquer aliados nos quais eles confiaram também já tinham sido derrotados. carru­ agens. e de co n fu sã o é este da p a r te do Senhor J e o v á d os E x ércitos. 7 E será qu e os teu s m a is f o r m o s o s v a les se en ch erão de carros. Ao leste da Assíria. Judá não podia se defender contra um exército tão vasto. Este era um dia triste quando o povo de Judá se uniu na briga contra a Assíria. e de vex am e. terror e confu­ são. co m ca rro s de h om en s e ca v a lei­ ros. O inimigo tinha enchido os seus “mais formosos vales”.Nenhum dos profetas era frio prenunciador da destruição. A situação de Judá estava desesperadora. e. Q uir fornece guerreiros a pé com seus escudos descobertos e prontos para a batalha. eles amavam o seu povo e os seus corações estavam quebrantados por causa do juízo que sobreviria sobre eles. . Eles tinham falhado em escutar o que o Senhor disse no Vale da Visão. 6 P orque E lão tom ou a aljava. A Assíria já tinha tomado os postos fortificados avançados das cidades de Judá. no va le da visã o: u m d errib a r de m u ro s e u m cla m o r a té às m ontanhas. violência. 5 P orque dia de alvoroço. o lh a r ás p a ra as a rm a s da casa do bosque.

Âgua era essencial se houvesse de ter um cerco. Porém.. 2 Cr 32.O verbo hebraico pode significar que Deus também tinha removido a sua cobertura protetora de Judá. 9 E v ereis as brechas da cid a d e de D a vi.3— 8. p a ra o que o tinha feito . Ao invés disso. “Os dois muros” podem ter estado ao fundo do Vale deTiropoeon. eles confiaram nas armas armazena­ das na “casa do bosque” construída por Salomão (I Rs 7. Havia abundância de outras fontes de pedras nas redondezas de Jerusalém (cf. A descrição das medidas de defesa de Ezequias é dada em 2 Reis 2 0 . porq u a n to são m u ita s. nem considerastes o que o f o r m o u desde a antigüidade. para as armas”. quer dizer. provavelmen­ te o Poço de Siloé.. m a s não olhastes p a ra cim a. 2 Cr 32. As “brechas da cidade” ou as brechas de suas defesas precisavam ser consertadas. os líderes de Jerusalém olha­ ram “. p a ra fo r t a le c e r os m u ros. entre a Sião de Davi e a colina ao oeste.2 0 e 2 Crônicas 32.2— 5). Ezequias conduziu um esforço combinado para preparar-se para a guerra. As apressadas preparações para a defesa incluíam a demolição de casas para que as pedras fossem usadas para “fortalecer os muros” (uma medida desesperada e vergonhosa que tornou sem teto alguns dos cidadãos de Jerusalém). porque eles já não confiavam nEle para ser o seu Guardião.30). Estas incluíram a construção do túnel de Siloé debaixo da cidade de .5). e a ju n ta reis as águ a s do v iv eiro inferior. aproximadamente cento e oitenta metros abaixo do ribeiro de Giom (2 Rs 20 .20. 11 T izestes tam bém u m reservatório en tre os dois m u ro s p a ra as águas do v iveiro velho. Jerusalém não estava preparada para um ataque ou um cerco. os traba­ lhadores tinham indubitavelmente medo de ir para fora dos muros da cidade. de modo que foram armazenadas “as águas do viveiro inferior”. 10 T am bém con ta reis as casas de J eru sa lém e derrib areis as casas.

e ao rapar da cabeça. 13 M as eis aqui g o z o e alegria\. e b eb e-se vinho. co m Sebna. Deus queria que o povo de Jerusalém se humilhasse e se arrepen­ desse com evidências de sua tristeza —não por causa do perigo dos assírios. 14 M as o S enhor dos E x ércitos se d ecla rou a os m eu s ou vidos. 12 E o Senhor.1 5 -2 5 15 A ssim d iz o SENHOR J e o v á d os E x ércitos: A nda.32).Jerusalém para trazer água do ribeiro de Giom para a Poço de Siloé. Semelhante a outras tais advertências. Pau­ lo endossaria esse tipo de estilo de vida também —se não houvesse nenhuma ressurreição (I Co 15. mas porque eles tinham se desviado do SE N H O R . dando assim para Jerusalém um abastecimento de água protegido. co m e -s e carne. vos convidará naquele dia ao choro. e d iz -se: C o m a m o s e bebam os. o SENHOR dos E xércitos. a razão para esta falta de expiação era a recusa deles de se arrependerem. 5. p o rq u e a m a n h ã m orrerem os. e ao pranto. ocupando-se em festança fatalista e de­ leitando-se. uma pressuposta esperança ainda estava lá se eles tivessem de se arrepender. SEBNA E ELIAQUIM 2 2 . Eles não viam qualquer esperança de derrotar os assírios. porém. Assim. e d iz e-lh e: . v a i ter com este tesou reiro. O povo ignorou a Isaías. Eles estavam pondo a sua confiança no que poderiam fazer no lugar do que Ele queria. e ao cingidouro do cilício. M as nestas preparações apressadas. d iz o SENHOR J e o v á d os E xércitos. dizendo: C erta m en te esta m a ld a d e não será ex p ia da a té qu e m orra is. o m ord om o. eles não olharam para o S eN H O R . Alguns pecados não seriam expiados. Eles estavam cometendo um pecado de pre­ sunção após o outro. de modo que eles decidiram desfrutar o tempo que lhes restava. m a ta m -se v a ca s e d ego la m -se ovelhas.

inclusive as chaves dos tesouros reais. Sebna seria lançado fora da cidade onde morreria. possivelmente no exílio. em única vez no seu livro. m orrerá s. o SE N H O R es­ tava a ponto de tirá-lo e expulsá-lo. ca va n d o em lu ga r alto a su a se­ p u ltu ra . aca barão os ca rros da tu a g ló ria . Ele era possivelmente um estrangeiro. ali.) 17 Eis que o Senhor te a rro ja rá v iolen ta m en te com o u m hom em f o r t e e de todo te en volverá . M as ele próprio não possuía nada e estava diretamente sob a responsabilidade do rei. (Alguns comentaristas entendem isto como uma referência sarcástica à sua direção na escavação do túnel de Siloé [veja v. Ele é sarcasticamente chamado de um “homem forte”. 16 Q u e é que ten s aqvú? O u a qu em ten s tu aqui. não hebreu. Sebna.Agora Isaías. pronuncia uma profecia contra uma pessoa particular em Jerusalém. já que o seu nome é aramaico. o op rób rio da casa do teu senhor. Ele seria enterrado sem qual­ . Ele subiu ao poder por ter aprendido como agradar o rei.II e comentário]. N a preparação de uma tumba no alto sobre a face da ro­ cha. cin z ela n d o n a rocha u m a m ora d a p a ra si m esm o! Sebna estava usando a sua posição de mordomo para se elevar e progredir. co m o se f a z r o la r u m a bola em terra larga e espaçosa. era gerente da casa real e guardião das cha­ ves. mas isto não era “em lugar alto”. ali.17 18 C erta m en te. “Como se faz rolar uma bola”. ele estava dando a si mesmo a honra e o lugar na história devido a um rei. auto-suficiente. Porque Sebna tinha abusado de sua própria posição. um funcionário corrupto. e.Tem sido sugerido que ele possa ter sido a princi­ pal pessoa a persuadir Ezequias a buscar uma aliança com o Egito. Ele tinha se feito útil. p a ra que ca va sses aqui u m a sep u ltu ra . te f a r á rolar. O termo “mordomo” vem de uma palavra raiz que significa “ser de uso”. Ele não era um verdadeiro servo e estava traindo a confiança do rei.

20 E será. 19 E d e m itir -te -e i do teu o fício e te a rra n ca rei do teu assento. e abrirá. O cumprimento completo do juízo de Deus sobre ele pode ter vindo depois da sua eventual degradação. Eliaquim era um verdadeiro servo do Senhor. As suas carruagens esplêndidas ( “car­ ros da tua glória”) eram parte da sua tentativa para se honrar como realeza. A autoridade de E liaquim era quase incontestável. Sebna teve uma mu­ dança de coração e depois aceitou uma mais baixa posição como secretário (3 6. naqu ele dia. efech a r á . onde se encontrava no comando. tem agora em suas mãos a chave da casa de Davi .C. qu e ch am arei a m eu serv o E lia q u im . 21 E r e v e s ti-lo -e i da tua túnica. o R ei de reis.3). tanto quanto José o fez por Faraó (Gn 4 1 . Deus o poria no lugar de Sebna. e ele será co m o p a i p a ra os m o ra d o res de J eru sa lém e p a ra a casa de Ju d á . e n in gu ém fech a r á .filh o de H ilquias. Ele era uma desgraça para o palácio de Ezequias. e ninguém fechará” descrevem o poder dele. exercitando os poderes de governo em nome do rei. Aparentemente. e e s fo r çá -lo -e i com o teu talabarte. E liaquim se tornaria o que nós poderíam os chamar de o Pri­ meiro M inistro. e en trega rei n a s su a s m ã o s o teu d om ín io. As frases “a chave da casa de D avi” e “abrirá.4 1 — 4 ). Ele foi comissionado a amá-los e a tomar conta deles. Naquele momento. Isto implica que ele seria responsável da mesma maneira que Sebna o fora. lhe daria os símbolos do ofício de Sebna —a túnica e o talabarte —e o deixaria ser “como um pai” para o povo de Jerusalém e Judá. e n in gu ém abrirá.quer pompa real. Deus o tiraria do seu ofício. Je­ sus. Ele era o 4 ad m in istra d o r do p alácio quan do o o fic ial co m an d an te de Senaqueribe am eaçou Jerusalém em 701 a. 22 E p o r e i a chave da casa de D a v i sobre o seu om bro.

não em qualquer homem ou mulher. n a v io s d e T ársis. d esd e a terra d e Q u itim lhes f o i isto revela d o . por seu turno. d iz o S e n h o r d o s E x ércitos. Ele seria como um trono de honra para todos de sua família. e a ca rga q u e n ele esta v a se d esp r en d erá . 6. o SE N H O R teria que tirá-lo. d esd e a s ta ça s a té à s g a r r a fa s . 23 E f i x á . todavia. como uma cavilha de tenda pregada em um “lugar firme”. e se r á co m o u m tro n o d e h on ra p a r a a ca sa d e seu p a i. Ele man­ teria os negócios do palácio com firmeza contra os ventos da adver­ sidade. p o r q u e o S en h o r o disse. O povo começou a confiar nele em vez de confiar no SE N H O R . ele também seria tirado. poderia ser traduzi­ do como uma advertência de que. 24 E d ele p e n d e r á toda a g ló r ia da ca sa d e s e u p a i. . o s r e n o v o s e o s d escen d en tes. p o r q u e está a ssola d a . Eliaquim estava mais preocupado pela casa de seu pai (os seus parentes) do que estava pela casa de Judá e pela casa do seu senhor. se as pessoas confiassem em Eliaquim em vez de confiar no SE N H O R (e em sua fraqueza humana Eliaquim as abandonou). O propósito de Deus era tornar firme a posição de Eliaquim.I . U iva i.(Ap 3 . to d o s os v a so s m en o res. e a glória e a reputação de sua fam ília penderia dele e do que ele fizesse (como de um prego de parede). O hebraico aqui.l o . a p o n to d e n ã o h a v er n ela ca sa n en h u m a . e d e n in g u é m m a is e n tr a r n ela . se r á a r ra n ca d o e ca irá . Nossa confian­ ça deve estar em Deus. Aparentemente. Isaías teve de acrescentar um adendo a esta profecia. o p r e g o p r eg a d o em h i g a r f i r m e se rá tira d o .7 ). Infelizmente. O fardo seria muito grande para ele e. 25 N a q u ele dia. cum prindo a aliança davidica.I 8 1 P eso d e T iro. LAMENTAÇÃO SOBRE A RUÍNA DE TIRO 2 3 .e i co m o a u m p r e g o n u m lu g a r f i r m e . a qual prom etia um ho­ mem para sempre no trono. Ezequias. Deus viu que Eliaquim não se provaria merecedor de seu ofício.

C. especial­ mente no campo espiritual.18). Ale­ xandre.1— 12. A cidade se rendeu a Sargão II nos dias de Isaías. era de cerca de vinte e quatro quilômetros de extensão e cerca de três quilômetros de largu­ ra. A influência de Tiro não era sempre boa. En­ tão ele destruiu a cidade. ficava situada em uma ilha cerca de um quilômetro da costa fenícia. rei de Tiro. . era a filha do rei de Sidom.Esta é a últim a das profecias de Isaías concernentes a nações es­ trangeiras. transformando a ilha em uma península. Nos tempos do Novo Testamento ela tinha se tornado uma cidade de língua grega e uma igreja cristã estava esta­ belecida ali (A t 2 1 . uma grande cidade comercial. Originalmente ela era com­ posta de duas ilhas pequenas. 19. no entanto. Jezabel. Davi teve uma boa relação com Hirão. H irão de Tiro pode tê-la fundado como uma colônia fenícia. a oeste de Gibraltar. na costa sudoeste da Espanha. Tiro proveu artesãos qualificados e materiais para a construção do Tem­ plo de Salomão (I Rs 5. Porém. na costa. Ela era orgulhosa de seu comércio mundial e simbolizava um espírito mercenário e materialista. Tiro. Társis provavelmente eraTartessus. Os “navios de T ársis” eram grandes embarcações comerciais capazes de viajar aTársis. a esposa do rei Acabe. Depois. foi sitiada por Nabucodonosor e se tornou sujeita a ele. construiu uma rampa feita de terra e pedra a partir do continente. as quais foram ligadas por H irão na época de Davi.3 — 6). Ela eventualmente usara Acabe para introduzir o culto de Baal. o Grande.2).31— 33. Ela até mesmo tentou desarraigar a adoração do S eN H O R e substituí-la pela adoração a Baal de Tiro (I Rs 16. 18.19. A ilha de Chipre (Q uitim ) ouve as notícias de T iro sendo dom i­ nada e envia comunicados aos navios que planejam ir lá.. quer eles tenham de fato ido tão longe ou não. Então em 3 3 2 a. ela foi reconstruída e recuperou a sua prosperidade. A planície de Tiro. Tiro estava localizada aproximadamente a cento e sessenta quilô­ metros ao norte de Jerusalém.

Tiro dominava Sidom nos dias de Isaías. é para receber vergonha por causa do silêncio. 3 E a su a p ro visã o era a sem en te do can al. Isaías vê as águas do Mediterrâneo personificadas e as ouve falando. .C. nem poderia Tiro contribuir com o deles. fa la . trans­ portavam colheitas e bens de Sior. m ora d ores da ilha. Sidom. aproximada­ mente 1200 a. nem ain da cr iei jo v en s. insinuando que Sidom tem que cessar o seu comércio com Tiro. qu e vin h a co m as m u ita s águas. trazendo grande renda a Tiro pelo comércio internacional. É dito a Tiro e a Sidom que estejam calados ( “calai-vos”). e ela era a f e i r a das nações.2 C a la i-v o s. n em ed u q u ei donzelas. Sidom. Alguns entendem a “fortaleza do m ar” como sendo literal porque fala da perda de crianças. 5 C o m o co m as n o va s d o Egito. 4 E nvergon h a-te. p orq u e o m ar. v ó s a q u em en cheram os m erca ­ d ores de Sidom . ó Sidom . a fo r ta lez a do m ar. O mar tinha sido o sustento deT iro e Sidom. e do vale fértil do Nilo. dizendo: Eu não tiv e d ores de parto. a ssim h a verá d ores q u an do se o u v irem as de Eiro. n a vega n d o p elo mar. Todo o negócio era para ser interrom pido. e a ceifa do N ilo. e muitos dos habitantes de Sidom contri­ buíram para o crescimento de Tiro por se mudarem para lá depois que Sidom foi destruída pelos invasores vindos do mar. trinta e cinco quilômetros ao norte. n em dei à luz. a ilha de Chipre. nas “muitas águas” do mar Mediterrâneo. no Delta do N ilo. ainda. Os navios deTiro. a decepcionante cessação dos negócios. e outros. Tiro era um movimentado porto internacional outrora ocupado pelos comerciantes marítimos de. a qual depois de submeter-se a Sargão II não poderia contribuir com os negócios deT iro e Sidom. entre outros. a cidade-mãe de Tiro. Outros tomam a fortaleza como sendo Tiro.

Os príncipes e as pessoas de elevada reputação terrena contribuíram para o seu comércio e sua riqueza. Eles também perderiam a sua fonte de madeira de construção.O Egito se contorcerá de dor e angústia quando eles ouvirem as notícias da conquista.I). A destruição de Tiro fez os seus habitantes se tornarem refugia­ dos. exultante por causa de seu cres­ cimento. como também de resina (usada para mumificação). Esta conquista assíria da Fenícia e de Chipre afetaria o comércio deles. fazendo aquela cidade lamentar.15). Tiro ficou assim orgulhosa e Deus planejou derrubá-la. O propósito . seu comércio. estava contra a Assíria. Q u em f o r m o u este d esígn io con tra Tiro. Era uma cidade jovial. a sua renda. 40. Tiro contava com aproximadamente dois m il anos de idade nos dias de Isaías. cf. e. Este versículo pode significar que os refugiados estavam indo para Társis. sua riqueza. q u e a n d a va p u la n d o d e a leg ria ? C u ja a n tigü id a d e vem de dias rem o to s? P ois le v á -la -ã o os seu s p r ó ­ p r io s p é s p a ra longe a n d a rem a peregrin a r. v. cu jo s m erca d o res são p r ín cip e s 'e cu jo s n egocia n tes são os m a is nob res da terra ? 9 O SENHOR dos E x ércitos f o r m o u este desígn io p a ra d en eg rir a soberba de todo o o rn a m en to e e n v ilecer os m a is n ob res da terra. Tiro fundou colônias governadas por reis. m o ra d o res da ilha. a cid a d e coroada. O Egito. de modo que Isaías a chamou “a cidade coroada”. domina­ do por Cuxe (Etiópia). Os seus grãos eram transportados pelos navios deT iro para os portos ao redor do M editerrâneo. 7 È esta a vossa cidade. e seus empreendimentos coloni­ zadores ao redor do M editerrâneo (que incluía Cartago. “Ilha” aqui pode referir-se às ilhas distantes e à costa do M editerrâneo (cf. 6 P assai a T ársis e uivai. a cidade que desafiou Roma). na Espanha (naquele momento uma colônia próspera de Tiro. assim.

p a ra qu e se d estru íssem as su a s fo rta lez a s. 10 P assa com o o N ilo p ela tua terra. “Não mais tem porto” é a tradução mais difícil. As versões ARC e ARA indicam “já não há cinto [estaleiro. não mais su­ jeita a Tiro. veja NASB. o que inclui a Fenícia. a qual é literalmente Canaã. ó fi lh a de T ársis. levando Isaías a querer dizer que Társis pode cultivar a sua própria terra agora.20 O seu juízo destruirá “suas fortalezas” —seus lugares de refúgio. A N IV indica o mandado contra a Fenícia ( “a cidade mercantil”. margem).dEle era mostrar como é corrompida a auto-exaltação da glória hu­ mana e quão desprezíveis de fato são aqueles honrados por um mun­ do pagão. sem ser dominada porTiro. os habitantes de Társis podem atravessar por sua vizinhança tão livre­ mente quanto a passagem do N ilo pelo Egito. A N IV indica “não mais tem porto”. j á não há cin to ao red o r de ti. Tiro. o SENHOR deu m a n d a d o co n tra C anaã. A versão da Bíblia N V I indica “cultive” em vez de “passa” (Heb. “passar por cima de” ou “atravessar”18) o que já é uma interpre­ tação. 12 E disse: N u n ca m a is p u la rá s de a legria. a cidade poderia ser chamada de “Filha de Sidom ”. levanta~te} p a ssa a Q u itim e m esm o a li não terás descanso. e também poderia ser traduzido. KJV). está agora . uma vez exaltada. ó op rim id a donzela. Por causa das contribuições de Sidom para Tiro. incl. Társis está livre. o qual agita e turba os reinos. f i lh a de S idom . “mais nenhuma força”. ’ivri. cais] ao redor de ti”. A tradução “atraves­ sar” (cf. “Ele [o S e n h o r ] estendeu a sua mão” indica julgamento. NAB) indica que devido o poder deT iro estar quebrado. significando “mais nenhuma restrição” (como a de uma cinta.1 9 11 E le esten d eu a su a m ã o soh re o m a r e tu rb o u os rein os.

13 E su ced erá . “Os dias de um rei” é uma referência literal ao fato de os reis manterem registros diários (cf. T iro será co m o a ca n çã o de u m a p rostitu ta . na q u ele dia. Os setenta anos podem ter sido cumpridos entre a campanha de Senaqueribe em 701 a.000 cativos) e o que Senaqueribe fez à Babilônia em 703 a.C. Os refugiados de Tiro não poderiam achar conforto ou descanso onde quer que a Assíria estivesse no controle. Tiro vai cair em esquecimento “por setenta anos”. ne­ nhum forte ou lugar de refúgio. Tiro não é mais nenhuma fortaleza que possa prover segurança para os seus próprios navios.C. m a s j á está a r r u i­ n ada de todo. leva n ta ra m as su a s fo r ta lez a s e e d fica r a m os seu s paços. a A ssíria a fu n d o u p a ra os q u e m o ra va m no d eserto. mas não ainda conquistada. p o rq u e é d estru íd a a vossa f o r ç a . p o v o qu e ain da não era p o v o . é chamada de “donzela”. Contu­ do. Et 6. e levou embora 90.) eram advertências. (quando ele levou embora 2 0 8 . (quando ele demoliu a principal cidade deles.29. 14 U ivai. q u e T iro será p o sta em esq u ecim en to p o r seten ta anos. nenhum lugar de refúgio. Dur Yakin. co n fo rm e os dias de u m rei. 13 Vede a terra dos ca ld eu s.C.C. n o f i m de seten ta anos. n a vios de T ársis. esta passagem acrescenta que não há mais nenhuma “força”. Em outras palavras. Isaías olha à frente novamente para a destruição da terra dos babilônicos (caldeus) pelos assírios. Isto pode referir-se ao fato de que a Assíria controlava Chipre e restringia os navios de Tiro de aportar ali. O que Sargão II fez aos caldeus em 710— 709 a.0 0 0 cativos e depois a demoliu em 689 a. Seus refugiados atravessarão para Chipre (Q uitim ) mas não acharão ali nenhum “descanso”. I Rs 14.oprimida. m as. e a recupe­ . Esta repetição do verso I indica a conclusão desta seção.1).

toca bem . após o juízo. Olhando à frente. p a ra qu e haja m em ó ria de ti. Porém. aT iro restau­ rada será capaz de prover comida e vestimenta para os que “habitam perante o S e n h o r ” . e ela to rn a rá à su a g a n â n cia de p ro stitu ta e terá co m ércio com todos os rein o s qu e há sob re a f a c e da terra. Isto implica que Tiro será consagrada a um serviço nos moldes do que eram os sacerdotes. . depois que o poder da Assíria começou a declinar. ca n ta e rep ete a ária. n em se fe ch a r á . Ele iria se ingerir na situ­ ação para permitir a restauração deTiro. A canção fala de uma prostituta velha que vai andando pela cida­ de tentando ganhar de volta os clientes por cantar canções das quais eles se lembrariam. tirando vantagens financeiras delas pelas suas operações co­ merciais desonestas. m a s o seu co m ércio será p a ra os qu e habitam p era n te o SENHOR. como na canção da prostituta no versículo 16. mas estaria inalterada. cerca de 630. Sua única preocupação será tirar proveito. Então Tiro tentaria se recuperar.Tiro continuará agin­ do com “a sua ganância de prostituta”. quer dizer. seduzindo outras nações por lucro. o povo restaurado de Jerusalém du­ rante o M ilênio. 16 T om a a harpa.ração deT iro. rod eia a cidade . “uma coisa santa”] ao Senhor. ou amor. Deus promete que. n ã o se en tesou rará. 17 P orque será n o f i m de seten ta a n os q u e o S enhor v isita rá a Tiro. “ O SE N H O R 18 E será con sa gra d o ao S e n h o r o seu co m ércio e a su a g a n â n ­ cia de p ro stitu ta . p a ra que com a m stficie n te m e n te e tenham v estid o d u rá vel. ó p ro stitu ta en tregu e ao esq u e­ cim en to . qodesh. compaixão. quer dizer. visitará a T iro ”. A comparação de Tiro com uma prostituta velha indica que ela não mostrará nenhuma piedade. Porque Deus fará isto possível. o lucro deT iro —“o seu comércio e a sua ganância” —será consagrado [Heb.

. “Book o f Isaiah”. . não Babilônia como alguns supõem. 4 Oswald T. 3. O que aconteceria a Tiro e quais seriam os resultados de sua restauração? CITAÇÕES 1 D. O tto Procksch. 15 7-5 8.7).3). QUESTÕES DE ESTUDO 1. 1 9 7 5 ). 19 30 ). 1:857. em Wycliffe Bihle Encyclopedia (C hicago: M oody Press. Egito. Charles Boutflower. The Book o f Isaiah ( Cbapters I~XXXIX) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge./«a!a(L eipzig. 7. contra a Assíria. 26 1. 60. 2 O u seja. line 22. as provisões para Jerusalém na era m ilenial serão abundantes e obteníveis (cf. A llis. 5. Como Isaías reage à sua visão da destruição da Babilônia? Quando foram quebradas as imagens dos deuses da Babilônia? O que aconteceria com Edom e Arábia? Por que Isaías queria ser deixado só? Que preparações apressadas Jerusalém fez para sua defesa? Que preparações eles fracassaram em fazer? Por que Sebna seria substituído por Eliaquim e com que resulta­ do? 8. 4. isto pode significar que as provisões deT iro serão para todo o povo de Jerusalém.Desde que todos na Sião m ilenial serão chamados santos (4. ed. et al. Alem anha: D .W ernerScholl. Cf. 1 9 3 0 ). I: Plate 16. The Isaiah Manuscript and the Habakkuk Commentary (N ew Haven: Am erican Schools o f O riental Research.. 6. 61. 1 9 5 0 ). 2.5-9. Como a supressão do comércio de Tiro afetou Sidom.6. 3 M íllar Burrows. Desde que os materiais deTiro não seriam acumulados ou armazenados em uma tesouraria. Társis e Chipre? 9.

M o tyer reconhece que isto se refere a 68 9 a. Book o f Isaiah. 353.1 8 5 . 131. ed. 11 As notícias a respeito da destruição de Babilônia não teriam feito Isaías chamá-los de “m alhada m inha” significando “meu povo”. 6 D aniel David Luckenbill. 13 George A.C. A m orte dele encorajou “um a revolta que se difundiu ao longo do im pério. M axw ell M iller e John H . em The C om m unicators Commentary (D allas: W ord Books. 19 28 ). 20 A palavra hebraica kenaan tam bém pode significar mercador. 15 H erodotus. e que Isaías também olha à frente “para a Babilônia escatológica e para o D ia do Se­ nhor”. 4 7 2.. 1 9 4 1 ). Barton. 14 Boutflower. N a Síria-Palestina. George Raw linson. 1 9 9 0 ). (P hiladelphia: American Sunday-School U nion. D avid L.: InterVarsity Press. . 1 9 2 6 -2 7 ).5 Boutflower. 19 93 ). 1 9 93 ). 111. 149. Book o j Isaiah. 9 J. The Lord is Savior: Taith in National Crisis (G rand R apíds: W m . History. 12 Boutflower. trans. Book o f Isaiah. 7 Ibid. 10 Por exem plo. 7a. Ancient Records ofA ssyría and Bahylonia. Isaiah 1 -3 9 . H . The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 19 A m aioria dos estudiosos são inclinados a aceitar a tradução mais difícil. 1 9 8 6 ). ed. M cK enna. 10. Sargão foi m orto em um a batalha com o bárbaro Cim erianos em Tabal. M anuel K om roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 1 7 5 -7 6 . 149. 149.C. 129. 4 0 0. Ezequias era um dos prim eiros a se mover por trás da rebelião”. Archaeology and the Bihle. 10. H ayes. J. de m odo que o significado pode ser que Deus tenha ordenado que mercadores destruís­ sem as fortalezas d eT iro . 17 S. 2 vols. 16 Em 70 5 a. 19 78 ). Alec M otyer. W idyapranaw a. 154. 18 The Prophets (Philadelphia: Jewish Publication Society o f America. B. 2 1 3. 2 :1 5 2 . 2:35 8 Boutflower. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 133. Book o f Isaiah. A H istory o f Ancient Israel and Judah (Philadelphia: W estm inster Press. Eerdmans.

4) mostra que este juízo envolve uma desordem do mundo inteiro. I Ts 5. A palavra “terra” pode significar “território. 15.Judá Merece o Juízo de Deus 24. 18. e tr a n s to r n a a su a su p er fície.I-35. e a deso~ la. e d isp ersa os s e u s m o ra d o res. A Cidade Desolada 24. A. 16. especialmente para o juízo da Gran­ de Tribulação (cf.9.IO Nestes capítulos Isaías vê visões alternadas de juízo sobre os pecadores e louva a Deus pelos redimidos. . A Terra Corrompida. mas o paralelism o com “m undo” (v. para o fim dos tempos. 9. Ap 8.1— 3.1— 13 1 E is q u e o S e n h o r esv a z ia a terra. 19). Isto aponta para o futuro. nação”. país.

Outros o entendem também como sendo os israelitas —com o mundo todo sofrendo por causa do pecado deles. com o ao qu e tom a em p resta d o. a m a ld içã o co n so m e a terra. serã o qu eim ad os os m o ra d o res da terra. e p o u co s h o m en s restarão. Ela murcha e sofre devastação. m u d a m os esta tu tos e qu ebram a a lian ça eterna. com o ao s e u sen h or. Deus falou e a sua palavra será cumprida. Ele afetará toda a sociedade e cada pessoa imparcialmente. 5 N a verdade. e quebra­ ram os regulamentos dados a Noé (Gn 9. en fra q u ecem os m a is altos do p o v o da terra. D e todo se esva z ia rá a terra e de todo será saqueada. Eles não querem nenhuma comunhão com Ele (cf. ao com prador. co m o ao q u e p a ga u sura. A terra é metaforizada. 2 Ts 2. o m u n d o en fra q u ece e se m urcha . co m o à su a senhora. p o r isso. ao qu e dá u su ra . Ninguém escapará deste juízo. p orq u e o S enhor p r o n u n cio u esta pa la vra.9— 12). todos so­ frerão. p o rq u a n to tra n sgrid em as leis. Do mais elevado ao mais inferior. ao servo. Esta se torna a condição do mundo inteiro nos últimos dias. 6 P o r isso. à serva . . e os qu e habitam nela serã o desolados. Isaías então identifica os seus pecados: Eles desobedece­ ram (aboliram ) as instruções de Deus. Alguns tomam o termo “os mais altos do povo da terra” como sendo os assírios.2 E o q u e su ced er ao p o v o su ced erá ao sa cerdote.1— 16). a terra está con ta m in a d a p o r ca u sa d os seu s m o ­ ra dores. ao qu e em p resta. O juízo que cai sobre a terra é o resultado de corrupção “de seus moradores”. Os exércitos roubarão e saquearão tudo. com o ao v en d ed o r. A terra p ra n teia e se m u rch a . violaram as suas leis. A terra será devastada. Eles têm se recusado a reconhecer qualquer aliança relacionada com Deus.

não a de outros. os habitantes “serão desolados”. possivelmente genérico para as cidades do mundo ou da terra em vez de uma cidade específica) está sem habitantes e está demolida. Ap 19. secou. tal des­ 2 truição mundial é possível. A ira de Deus arde contra eles e poucas pessoas serão deixadas (cf. en fra q u ece a vid e. qiryath tohu. As videiras estão enfraquecidas e murchas. N V I brasileira] e ou­ tras bebidas alcoólicas) os fará sentir-se amargos em vez de alegres. “bebida fermentada”.e. 7 P ra n teia o m osto. O “vinho” não os relaxará e não os fará cantar. A “festança” de 22.2 para o estado da terra antes que . a bebida f o r t e será am a rga p a ra os qu e a beberem ..2 tem mudado para suspiros. 1 C essou o fo lg u e d o dos tam boris. uma maldição devora a terra.3. aca bou o ru íd o dos qu e p u la m 1 de prazer. Eles estão colhendo o que semearam (c f G1 6. pois “os que habitam” naquela terra devem suportar a sua própria culpa. Hoje. “A cidade vazia” (Heb. “A bebida forte” ( “Cerveja” [N IV inglesa. O suco de uva era um símbolo de prazeres inofensivos. Deus é justo e não pode deixar o pecado impune. 10 D em o lid a está a cid a d e vazia. e d esca n sou a a legria da harpa. todas as ca sa s fech a ra m . 9 C om ca n ções não beberão vin h o. ( Tohu é a palavra usada em Gênesis 1.I I — 1 ). n in ­ g u é m j á p o d e entrar. sumo de uvas antes da fermentação) estancou.1. eles têm que agüentar o fardo da sua própria culpa.4. e su sp ira rã o todos os a legres de coração. Zc 5. “O mosto” (i. ou seja. A alegria e os folguedos acompanhados por tamborins e harpas cessaram. O juízo não é arbitrário.7).Por causa do pecado do povo. “cidade do nada ou vazia”.

qu an do está acabada a vin dim a. só f i c o u a desolação. se foi. É um quadro de desolação total. QUESTÕES DE ESTUDO 1. no m eio destes p ovos. inclusive a alegria da risada. Fora nas ruas —ou fora da cidade —há lamentação ( “lastimoso clamor”) por causa da falta de vinho. A “cidade” é provavelmente coletivo para as cidades em geral (c f v. d e ster ro u -s e o g o z o da terra. como as poucas azeitonas deixadas na árvore depois que eles batem os seus ramos ou as poucas uvas deixadas depois que os respigadores passaram pela vinha e pegaram o que os ceifeiros deixaram (c f 17. co m o a sa cu d id u ra da oliveira e co m o os rabiscos. As portas desoladas foram quebradas em pedaços. com estalidos. 11 H á la stim oso cla m o r n a s ru a s p o r ca u sa do vin h o. 13 P orque será no in terio r da terra. A devastação deixada na cidade pelo juízo de Deus é horrível. “Toda a alegria”.6). toda a a legria se escu receu .) Todas as casas estão fechadas impedindo a entrada. Qual é o tempo do juízo mundial denominado no Novo Testa­ mento? . Como o capítulo 2 4 é relacionado com os capítulos 13 a 23? 2.IO). Um cumprimento preli­ minar disto aconteceu quando Senaqueribe destruiu quarenta e seis cidades de Judá. 12 N a cidade.Deus lha desse habitantes. O remanescente deixado depois deste julgamento sobre o mundo será pequeno. Toda a alegria que deleita os festeiros escureceu como quando o dia está findo. A cidade não é mais habitável e não há nenhuma proteção. e. se quebra a p orta.

de Israel. p o r ca u sa da g ló r ia d o S e n h o r cla m a r ã o d esd e o m ar. 2 Cr 32. g l o r f i c a i ao SENHOR n os va les e nas ilhas do m ar. sim . miyyam. 16 D o s co n fin s da terra o u v im o s ca n ta r: g ló r ia ao J u sto . Outra ocasião pode ter sido a alegria de outras nações após a cura de Ezequias e a derrota de Senaqueribe (cf. onde há um comando semelhante para se alegrar por causa do justo juízo de Deus.22. “do mar”). o remanescente piedoso alça a voz por causa da majes­ tade do SE N H O R . O Juízo Prepara para o Reinado de Deus em Jerusalém 24. 13 P o r isso. o Deus de Israel. O que acontecerá a todos os que não se arrependerem e não retornarem a Deus? 4. ao n o m e do Senhor D eu s. Que cidade está arruinada? B. os p é r fid o s tratam p eifid a m en te.14-23 14 E stes a lça r ã o a su a v o z e ca n ta r ã o co m a legria .23). . em a greço.C. A ocasião inicial dos brados de júbilo pode ter sido a morte de Sargão II em 705 a.20. que o povo reconheceu ter sido um juízo provocado pela soberania de Deus. Veja Apocalipse 18. ai de m im ! O s p é rfid o s tratam p e r fi d a m en te. Toda a humanidade precisa louvar e glorificar o único Deus ver­ dadeiro. Em contraste com a falta de alegria entre os que estão sofrendo o juízo de Deus. m a s eu digo: em agreço. O s brados de alegria vindos do Ocidente fizeram Isaías pedir aos povos que respondessem no Oriente glorificando o nome do SE N H O R nas ilhas e nas regiões costeiras.3. e em todas as partes da terra habita­ da.. e eles bradam alegremente “desde o mar” (Heb.

) Isaías conclui este pensamento descrevendo “as janelas do alto” se abrindo e os “fundamentos da terra” tremendo. pacb). ele está chocado pelo que vê chegando. Não é por acaso que os resultados do pecado os alcançarão (N ote a aliteração nas palavras hebraicas). Não haverá nenhum escape do juízo de Deus.1 Não obstante.1 1 (NASB). 8. pachacfy.4.5 e 22 . os pecados do povo e a maldição terrível e o juízo sobre a terra e seus povos quebrantavam o seu cora­ ção (o Heb.1 1. e os fu n d a m e n to s da terra trem em . O mesmo termo é usado a respeito do Servo Sofredor em 5 3 .2). M as a visão do futuro não faz Isaías se alegrar. vem a canção: “glória ao Justo”.18. kenaph. quer dizer. Con­ tudo. e o laço. que descreve tentativas semelhantes de evasão que só vão de mal a pior. como também no grande terremoto dos dias de Uzias (Am I . ó m o ra d o r da terra. o pensamento a respeito do juízo faz Isaías sentir intensa tristeza. Am 5. O juízo de Deus trará uma mudança radical. e o q u e su b ir da cova. “asa”] da terra”. a cova (Heb. p o rq u e a s ja n e la s do alto se a b rira m . tem notável aliteração nestes frases). a Deus que revelou a sua justiça tanto no juízo como no perdão e restaura­ ção. Os profetas não eram pronunciadores incompassivos de juízo. o laço o p ren d erá . e a cova. A traição e a deslealdade são de fato merecedoras de juízo. “[Eu] emagreço” e “Ai de m im !” são expressões dos sentimentos de Isaías. (Cf. ou conjunto de armadilhas (Heb. Ele sabe que o juízo tem que vir antes da restauração e das alegrias mileniais. estão esperando pelos habitantes da terra.I ). ou seja. . O temor (Heb.) 17 O tem or. Isto nos faz lem­ brar do que aconteceu no dilúvio na época de Noé (Gn 7 . 18 £ será qu e aquele qu e f u g i r da voz do tem o r ca irá na cova. (Compare a reação dele em 6. de suas partes mais afastadas.“Dos confins [Heb.19. e o laço v êm sob re ti. M uito embora ele previsse os brados de júbilo futuros. pachat).

p e r a n te o s s e u s a n ciã o s h a v erá g ló r ia . terra.1 2. O mesmo juízo sobrevirá a todos em posição de grande autoridade. em prisão.2 Deus criará um novo céu e uma nova terra (6 5. serão julgados e punidos. o que mostra que o juízo é sobre a humanidade e sobre o presente sistema mundial iníquo. O 23 E a lu a se en v er g o n h a rá . E f 6. Eles serão “amontoados como presos numa m asm orra” e serão mantidos em um cárcere. e a su a ela. incapazes de controlar os seus próprios destinos. o SENHOR v isita rá os ex ército s do alto na altura. Jd 6.1 1 — 9. move.I). temporais. 21 E será que. um longo tempo.8). e.1 — . “De­ pois de muitos dias”. 22 E serã o a m o n ­ toados com o p r eso s em u m a m a sm orra .7— 2 0 . como a estrutura temporária (ramos e esteiras ou estacas e toldos) instalada pelo fazendeiro da qual vigia o seu campo cultivado (c f 1. dia do juízo do S e n h o r está vindo quando Ele castigará as forças satânicas. A trans­ gressão pesa tão gravemente sobre a terra que esta “cairá. 20 D e éb rio e será m o v id a e rem o v id a tra n sgressã o se a g ra va rá so b re leva n ta rá . Isto também pode retratar a terra girando fora de sua órbita e sendo destruída. e serã o visita d o s dep ois de m u ito s dias. de todo se ro m p erá e de tod o v a cila r á a terra co m o o co m o a ch oça de n o ite. . “os exércitos do alto na altura” (cf. e serã o en cerra d os em u m cárcere. e balança —“como a choça de noite” sob o impacto do vento. e os reis da terra sob re a terra. e o s o l s e co r tfu n d ir á q u a n d o o SENHOR d o s E x ército s r e in a r n o m o n te d e S ião e em J e r u s a lé m .1 1. na q u ele dia. Ap 12. nunca mais se levantará”. vacila. Ap 2 1. en tão. 3 15). se rompe.17 . e ca ir á e n u n ca m a is se Cinco expressões enfatizam a severidade da terra estremecendo: A terra se divide. Terremotos. “os reis na terra”. e furacões trarão juízo.19 D e todo se rá q u eb ra n ta d a a todo se m o v e r á a terra. tornados.

3 Que esperança gloriosa os verdadeiros crentes têm! Q UESTÕES DE ESTU D O 1. M cKenna. Isto antecipa a visão da glória de Deus que João viu em Apocalipse 4.1— 12 2 Ó SENHOR. Quem gritará de alegria e por quê? 2. 1 9 9 3 ). p o r q u e f i z e s t e m a ra v ilh a s. The Prophets (P hiladelphia: Jewish Publication Society o f America. N a presença dos anciões de seu povo a glória dEle será manifes­ tada (c f Êx 24. 0 Juízo Prepara para Um Banquete Milenial 25.A lua cheia e sol ficarão vermelhos de vergonha (cf. RJ: CPAD. tu és o m e u D e u s .4. 2 4 1. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. Eles estão envergonhados porque as pessoas os adoravam em vez de adora­ rem ao SE N H O R . 19 95 ). Que grupos serão castigados? CITAÇÕES 1 “Os pérfidos tratam perfidam ente. onde “os anciões de algum modo representam a Igreja”.29). os pérfidos tratam perfidam ente” poderia ser traduzido como: “O incrédulo que agiu com incredulidade tem sido por seu turno tratado com perfídia”. H orton. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. A visão a respeito do SE N H O R reinando gloriosamente inspira Isaías a louvá-lo. 3 Stanley M . Isaiab 1-39.9. Ele reconhece o SE N H O R como o seu Deus de um modo . o s teu s co n selh o s a n tig o s sã o v e r d a d e e fir m e z a .10). 1 9 7 8 ). 4 0 3. que sozinho reinará “no monte de Sião e em Jerusa­ lém”. sim . 75. C. M t 24. exaltar~ te~ ei e lo u v a r e i o teu n om e•. 2 David L.

reconhecendo que Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia”. p o rq u e o sopro dos o p ressores é co m o a tem pestade con tra o m uro.8. Os planos que Deus fez há muito tempo ( “conselhos antigos”) foram cumpridos por Ele. 4 P o rq u efo ste a fo r ta le z a do p o b re e a fo r ta lez a do necessitado na su a a n gú stia . pois “o sopro dos opresso­ res”. e a cid a d e das n a ções fo r m id á v e is te tem erá. necessitadas e desamparadas. e da cid a d e f o r t e . Sua proteção é necessária. u m a ru ín a . qu e não seja m ais cid a d e e ja m a is se to rn e a ed fica r. cidades de nações poderosas. onde eles pare­ cem estar oprimidos de todos os lados. 2 P orque da cid a d e fi z e s t e u m m on tã o de ped ra s. 3 P elo que te g lo r fí c a r á u m p o v o poderoso. e sombra con­ tra o calor”. Eles louvarão a Deus. Estes juízos preparam o caminho para vários resultados: “um povo poderoso” irá se arrepender e glorificará a Deus. violentas e hostis se arrependerão e temerão a Deus. é como uma tempestade que bate contra . Deus também foi um “refúgio contra a tempestade.3— para uma 5 profecia semelhante contra Edom). e do p a ço d os estran hos. N a 1.9 para uma profecia semelhante contra Nínive. A presença de Deus já não o amedronta como o fez no capí­ tulo 6. Agora ele exalta a Deus. louvando o seu nome por todas as coisas maravilhosas que Ele fez. O juízo de Deus fez de cidades ( “cidade” aqui é coletivo) um montão de pedras e inconquistáveis cidades fortificadas uma ruína. Deus está sempre preocupa­ do a respeito de pessoas pobres. Isto nos fala que Deus irá derro­ tar todos os que se opõem ao seu propósito glorioso e justo.pessoal. as nações violentas. refú g io con tra a tem p estad e e som bra con tra o ca lo r. Os palácios fortificados dos estrangeiros não são mais as cidadelas que uma vez foram. e elas nunca serão reconstruídas (cf. M l 1.

Isto será um presente do S enhor —um grande ban­ quete milenial no monte S ião “a todos os povos”. tu abaterás o ím peto dos estra ­ nhos. representa alta qualidade. neste m onte. Veja Jeremias 48.12. “será humi­ lhado” pelo S e n h o r . as­ sim “o cântico dos tiranos”. “Com tutanos gordos” ( “pratos gordurosos com tutano” — ARA . 6 E o S e n h o r dos E x ércitos dará. tribos e nações (cf. “uma festa com animais gordos” (no Heb. implica o melhor tipo de nutrientes.uma parede. Este é um outro quadro do que está preparado para aqueles que vêm ao SE­ NHOR (c f 2 . é uma palavra no hebraico (sfrmarim'). “Com vinhos puros” ( “o . Deus derrota e silencia (Heb. co m o se abranda o ca lo r p ela som bra da espessa n u vem . literalmente “farta comida cheia de tuta­ no”. “Vinhos puros” ( “vinho envelhecido” —N V I. Isto pode indicar que a essência do significado de stimarím ( “coisas guardadas” ou “coisas preservadas”) está em mente. ou “vinhos nos abri­ gos” — K JV ). u m a festa com vinhos p u ro s. Ap 7. quer dizer. o “ím peto” dos exércitos estrangei­ ros que se opõem a Ele. O juízo prepara para um banquete que acontecerá depois que Cristo retornar. dos cruéis. Eles se tornam tão silenciosos quanto o calor em um deserto sem água. onde Moabe é comparado a sedimentos onde o gosto e o cheiro não mudaram. signi­ fica pratos feitos com azeite de oliva). dos violentos. para os salvos de todas as línguas. Como calor é minorado pelas nuvens. bem p u rifica d o s.2 -4 ). O rico banquete. takhnia. assim o câ n tico dos tira n os será hum ilhado. “Com carnes suculentas” —N V I). “tu humilhas. tu subjugas”) os brados orgulhosos de guerra. a todos os p o v o s u m a f e s t a com a n im a is gord o s. 5 C om o o ca lo r em lu ga r seco. O mundo ainda tem muitas nações violentas e nós ainda precisamos da sua proteção. usualmente traduzida “abrigos” ou “sedimentos” de vinho. com tu ta n o sg o rd o s e com vinhos p u ros.9).11.

Isto faz referência à obra de Cristo e a restauração que virá quando Ele retornar para estabelecer o seu reino milenial.. Deus reservou bênçãos maravilhosas para aqueles que são fiéis (cf. a máscara do rosto com que todos os povos andam cobertos e o véu com que todas as nações se escondem. naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso D e u s a quem aguardávamos. porque o SENHOR o disse. exultarem os e nos alegraremos. e muitas lágrimas devido aos assírios terem levado mais de duzentos m il cativos e os transplantado em outras terras. neste monte. o dia da restauração do reino pelo SENHOR. e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra. Para aqueles que vierem ao monte Sião. “aguardaram esperançosa­ mente por Ele”) terão um testemunho maravilhoso. “enxugará. as lágrimas de todos os rostos” (cf. Deus irá destruir essa coberta ou máscara.26— 29). Então não haverá mais nenhuma morte.54. como um Pai amoroso. e ele nos salvará. .melhor vinho” —N V I) significa que eles são filtrados ou refinados. Isto será possível porque Ele “tirará o opróbrio do seu povo”. “E naquele dia”. a quem aguar­ dávamos.. I Co 15. J s Aniquilará a m orte para sempre. 7 E destruirá. e assim enxugará o Senhor eová as lágrimas de todos os rostos. este é o Senhor . Ap 21. 9 E. ou “coberta” (A R A ).4). que obscurece ou é tecido sobre os povos e nações pode se referir a tudo o que impede os povos de verem a glória de Deus. SI 22 . Havia muitas mortes causadas pela Assíria nos dias de Isaías. e Deus. Ou pode se referir a um véu que representa lamentação pelo pecado e seus tristes resultados que afe­ tam até mesmo o inocente. q iw w in u lo. na sua salvação. não que sejam alcoólicos. Isto inclui não só Israel que voltará ao SENHOR. to­ dos os que o aguardavam (Heb. A “máscara do rosto”. mas os povos de todas as nações (c f . Isaías olha à frente para o cumprimento da promessa de Deus de que “aniquilará a mor­ te” na vitória.

m a s o SENHOR abaterá a su a altivez.6). Ele se estabelecerá para ficar. Deus derrubará e demolirá as fortalezas nas quais M oabe confi­ ava. O povo de Deus nunca terá que se preocupar ou estar novamente com medo. arrogante e adúltero povo de M oabe nos caps. e aqui representa todos os inimigos de Deus. como algo inútil.7. A comparação de nadar no monturo indica que Moabe. não os salvará. 15 e 16. Em Ezequiel. Deus derrubará todas as defesas que os seres humanos erigiram contra Ele. M oabe aparentemente se aliou com a Assíria nos dias de Isaías e pode ter sido usado pela A ssíria contra Judá.10. mas seus esforços serão fúteis. tentará se salvar. Moabe freqüentemente causava perturbações a Judá e a Jerusalém (2 Rs 13. m a s M oabe será trilhado debaix o dele. que re­ presenta o mundo pecador e os inimigos do povo de Deus. M oabe será “trilhado debaixo dele” como palha no monturo.v. quer dizer. (Cf. 2 T m 4 . O Espírito “des­ cansará”.9. 12 E a b a ix a rá as altas fo r ta le z a s dos teu s m u ro s e a b a tê-la s-á . . ou as riquezas ganhas pelas habilidades humanas. a té ao pó. e d e r r ib á -la s -á p o r terra. significa o poder do S e n h o r .20). I 10 P orque a m ão do SENHOR descan sará neste m on te. co m o se trilha a pa lh a no m on tu ro. quer dizer. Eles todos se alegrarão na salvação do Ts 1. a p esa r da p erícia das su a s m ãos. A altivez deles será abatida. Em con­ traste com Sião.13).) S en h o r” “A mão do 11 E M oabe esten d erá as su a s m ã os p o r en tre eles. I Co 1. SE N H O R ( c f . quer dizer. Eles não podem adquirir liber­ tação dos seus pecados e culpas nadando no monturo. co m o as esten d e o n a d a d o r p a ra n a dar. continuando com as suas práticas pecaminosas. o juízo sobre o ímpio. é freqüentemente paralelo ao Espírito do S e n h o r . e “a perícia das mãos deles”.1N o juízo futuro.T t 2.8 .

19 86 ). . 3 5 9. H ayes.1-27. Veja J. D. Ele prote­ gerá o seu povo. O que Deus fará para todos os povos da terra? 3. ou bastiães (parte da fortificação que avança e for­ ma ângulo saliente. Qual é o objetivo da menção de Moabe? CITAÇÕES 1 M oabe declarou sua lealdade à Assíria e aparentemente enviou soldados para que acompanhassem Senaqueribe na sua marcha contra Judá. O que Deus fará pelo seu povo e como este responderá? 4. Pelo que Isaías louva o Senhor? 2. permitindo vigiar a face externa da muralha e atirar contra os assaltantes que tentam escalá-la. O cântico é uma canção de louvor que prepara Jerusalém para a sua transformação em uma cidade de paz à medida que Deus cumpre o seu propósito remidor. “Naquele dia” refere-se ao dia milenial por vir quando Judá e Jeru­ salém terão um cântico dado por Deus para cantar. N aquele dia. 0 Juízo Prepara para Restauração e Paz 26. M axw ell M ille r e John H . A sua salvação será melhor que muros físicos e “antemuros” ( “ba­ luartes” —A RA ). Ele é suficiente. A H istory o f Ancient Israel and Judah (P hiladelphia: W estm inster Press. baluarte).I -II . a que D eu s p ô s a sa lva çã o p o r m u r o s e an tem uros.QUESTÕES DE ESTUDO 1. se en to a rá este câ n tico n a terra de J u d á : U m a f o r t e cid a d e tem os. UM CÂNTICO QUE EXPRESSA CONFIANÇA 2 6 .13 I.

Yah. 3 Tu co n serv a rá s em p a z aq u ele cu ja m en te está f i r m e em ti. fiéis e de confiança). mas de proteção. g oi) é freqüentemente usada a respeito dos gentios. . Ele não fracassará porque Ele é “uma rocha eterna”. A figura do S E N H O R como uma “rocha” não só fala de força. Nossa fé e confiança no SE N H O R devem ser contínuas. Deus os conservará em verdadeira paz (inclusive bem -estar espiri­ tual). p a ra qu e en tre nela a n a ção ju sta . A palavra “nação” (Heb. Deus provê “paz” perfeita (Heb. YahweF) chama a atenção para a fidelidade de seu nome e caráter de guarda da aliança. impulsos e tendênci­ as) são inabaláveis e constantes porque a sua confiança está em Deus. e a d errib a rá a té ao pó. A cidade será preparada por Deus para o seu povo. Eles crêem e não duvidam —pois o que duvida “é semelhante à onda do mar. e a cida de ex a lta da h u m ilh a rá a té ao chão.2 A bri as portas. não é suficiente.6). 4 C o n fia i n o SENHOR p erp etu a m en te. p o rq u e o S enhor D eu s é u m a roch a etern a. segurança e permanência (veja 17. a verdade (ou. q u e observa a verdade. ou guarda. p o rq u e ele co r fia em ti.10). que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte” (T g 1. 5 P orque ele abate os q u e habitam em lugares sublim es. No meio das dificuldades e estresses. cujas mentes (incluindo pensamentos. O profeta pede que os portões sejam abertos para “a nação justa” que observa. ou confiança. Um a antiga expressão de fé. Força eterna e pro­ teção fazem parte da sua própria natureza. repetido para en­ fatizar a autenticidade da paz). significa qualquer pessoa que está correta com Deus. Aqui. Os que têm firme confiança em Deus pedem aos outros para con­ fiar “no SE N H O R perpetuamente”. coisas verdadeiras. sbalom shalom. O termo duplo “Senhor Deus” (Heb.

ele entrará em triunfo sobre as ruínas que Deus vai ocasionar. as suas revelações passadas a respeito de quem Ele é. problemas. livre de obstáculos.Deus não somente é uma rocha. O juízo deve preparar o caminho para a restauração. Os que estão aguardando esperançosamente pelo SE N H O R . “decisões”). Ele é ativo. <A té no ca m in h o d os teu s ju íz o s. 7 O ca m in h o do ju s t o é todo p la n o . ou que eles são fiéis no meio dos juízos que estão come­ çando a vir sobre a terra. ou lutas. andando no caminho dos seus “juízos” (Heb. O desejo pelo nome do SE N H O R é um desejo para ver a sua natureza e caráter manifestos. O caminho do “justo” (os justos com Deus) é um caminho todo plano. SENHOR. Isaías agora se volta para o tempo de esperar pelo SE N H O R . um triunfo que eles não poderiam alcançar por si próprios. mishpatekha. te esperam os. Quer dizer. Tudo o que nós precisamos fazer é andar com Ele. Deus o faz ordenadamente. Isto pode significar ou que eles vivem em obediência à sua palavra. Isto também é um desejo para vê-lo em manifestação pessoal. confi­ ando nEle. Isto não significa que nós nunca tere­ mos dificuldades. O que Deus fez derrubando o orgulho de M oabe e deixando suas cidades em total ruína. justo e direto para a sua meta. Ele abre um caminho quando parece não haver nenhum caminho. 6 O p é a p isa rá : os p és dos a flitos e os p a sso s dos pobres. tu reta m en te p esa s o a n d a r do ju sto . mas Deus nos vê através deles. Embora o povo de Deus esteja “aflito” (oprim ido) e “pobre” (de­ samparado e insignificante). . O SE N H O R que é o “Deus Justo” faz o caminho “plano”. Eles também querem ver a sua natureza guardada na memória. no prumo. Ele fará ao orgu­ lho de todas as cidades exaltadas do mundo. no teu s n om e e na tu a m em ó ria está o desejo da n ossa alm a.

m ad ru garei a b u scar-te” in d ica as p ro ­ fu n d id ad es in terio res do seu desejo p elo SENHOR. e o f o g o co n su m irá os teu s adversários. 11 S e n h o r . m a d ru g a rei a h u sca r-te. ou seja. mas eles “nem por isso a vêem [reconhecem]”.. onde a verdade de Deus é evidente. e o testemunho de obedientes buscadores do SENHOR se torna um modo por meio do qual os habitantes da terra “aprenderão justi­ ça”. n em p o r isso a p ren d e a ju s tiç a . praticando a iniqüidade e recusando reconhecer “a majestade do S en h or ” . v ê-la -ã o . eles ainda agem injustamente. N V I) de modo que eles se­ jam confundidos ou envergonhados. com o m eu espírito. o ímpio não está pronto para aprender “a justiça”. a té na terra da retidão ele p ra tica a in iq ü id a d e e não atenta p a ra a m a jesta d e do S e n h o r . para trazer juízo. O SENHOR erguerá a sua mão para agir. p orq u e.. Os juízos de Deus são necessários. Isto terá seu futuro e cumprimento mais completo depois dos juízos da Grande Tribulação (cf. Mas Isaías clama a Deus para deixá-los ver ( “Que vejam”. Ap 15. Ele quer que o zelo de Deus pelo seu povo seja visto e quer que o fogo santo de Deus devore os seus inimigos (que também são os inimigos do povo de Deus). “Os teus juízos na terra” são a motivação para fazer isto. 10 A inda qu e se m o stre f a v o r ao ím pio. “Em uma “terra da retidão”.1 “M adrugarei a buscar-te” inclui a idéia de buscá-lo freqüente ou constantemente. A frase “com o m eu espírito . Contudo.4).9 C om m in h a alm a te desejei de noite e. que está d en tro de m im . ha ven do os teu s ju íz o s na terra. A m u d an ça p ara a p rim eira p essoa do sin g u lar m o stra que o p ro ­ feta teve esse m esm o desejo em expectativa igu alm en te “de n o ite ”. a tu a m ã o está ex altada. os m o ra d o res do m u n d o ap ren d em ju stiça . p o r ém c o n fu n d ir -s e -ã o p o r cau sa do z elo qu e ten s do teu p o v o . m a s n em p o r isso a vêem . . até mesmo quando Deus lhes mostra gracioso favor e bondade. muito embora o ímpio não possa ver quão retos e justos eles são.

ou serão levantados com os justos. não to rn a rã o a v iv er. pa ra todos os co n fin s da terra. Deus designará a paz para o seu povo e a estabelecerá. mas eles eram ape­ nas homens —e eles “não tornarão a viver”. e eles não ressuscitarão. Eles são espíritos mortos no Sheol. tu a u m en ta ste esta gen te. e apagaste toda a sua m em ória. não ressu sci­ tarão. Israel durante o tempo dos juizes.1 2 -2 7 . tu n o s d a rás a paz. m as. Ê para a sua glória que Deus aumentou a nação ( “aumentaste esta gente”). Ou seja. p o rq u e tu és o que fiz e s te em nós todas as n ossas obras.2 M as o povo honra a Deus somente. Ele os . Deus é o Senhor da história e tem sido fiel e tem feito o seu povo guardar o seu nome na memória como o seu único verda­ deiro Líder. Esses antigos senhores se consideravam deuses. 14 M orren d o eles. S enhor . Quem honra o nome e a memória do faraó do Êxodo? Os estudiosos discordam até mesmo sobre a identidade desse particular faraó.2. e os destruiu. SÓ DEUS É DIGNO DE SER HONRADO 2 6 . e fez a memória deles ser apagada. n os lem b ra m os do teu nom e. Deus os visitou com juízo.1 12 SENHOR. o u tro s sen h ores têm tido dom in io sob re nós. Em contraste com o juízo sobre o ímpio. fiz e s te -te g lo r io s o .fa lecen d o . Agora todo o remanescente piedoso em Judá confessa o que Deus tem feito por eles. p o r isso. Ele os lançou para “todos os confins da terra”. os visitaste. A sua salvação é totalmente obra sua. que governarão e reinarão com Cristo durante o M ilênio. m a s longe os lançaste. e destru íste. a u m en ta ste esta gen te. D eu s nosso. “Outros senhores” incluíam faraó e os várias governantes que do­ minaram . 13 Ó S e n h o r . 13 Tu. Deus tem feito tudo por eles. p o r ti só.

não caíram. v in d o sob re eles a tua co rre­ ção. mas como fizeram uma oração como um sussurro ( “oração secreta”). d erra m a ra m a su a ora ção secreta.) 16 SENHOR. Quando uma criança nasce a dor se transforma em alegria. m a s isso não f o i sen ã o v en to . despertai e ex u ltai. te visita ra m . ele e seu povo têm suportado sofrimento na presença do SENHOR. e a terra la n ça rá de si os m ortos. livra m en to não tro u x em o s à terra. (Houve alguma expansão do território de Judá nos dias de Isaías. Isto acontecia repeti­ damente durante o tempo dos juizes. Deus os disciplinou e os trouxe de volta a Si mesmo. a ssim f o m o s nós p o r ca u sa da tua fa c e . nenhuma salvação na terra. no aperto. Também aconteceu em uma revolta frustrada d e 7 I 2 a 7 I I a. será co m o o orva lh o das erva s. na própria época de Isaías.aumentou não por causa de quem os israelitas são. qu an do está p r ó x im a a su a hora. Então eles verdadeiramente reconhecerão a glória de Deus. Por causa dos juízos dEle. mas Isaías olha para o futuro para algo muito maior por ocasião do Milênio. Eles quase não podiam sussurrar. Deus trataria dos assírios a seu devido tempo (1 0. M as no sofrimento do seu povo não houve nenhum nascimento. . p o rq u e o teu orvalho. ó D eu s. n em ca íra m os m o ra d o res do m un do. mas por causa de quem Ele é.C. ó Se n h o r ! Agora. 17 C o m o a m u lh er g rá v id a . nenhum bom resultado —só vento. os assírios. Isaías “lembra” ao SENHOR de como os israelitas buscaram a Deus em tempos de dificuldades. 18 B em con ceb em os nós e tiv em o s dores de parto. tem d o res de p a rto e dá g r ito s n a s su a s dores. os teu s m o rto s ressu scita rã o. v ó s qu e habitais no pó. Não houve nenhuma liberta­ ção. e os governantes do mundo. mas esse tempo ainda não tinha chegado. 19 O s teu s m o rto s viverão. apenas dor. eles têm clamado como uma mulher nas dores agudas de parto.12 ).

mas a linguagem é muito individualista aqui.21. Em 2 Reis 4. Semelhante a Salomão.39 “ervas” se refere à malva ÇMalva rotundifolía ). Como Asafe ( S I 73. Haverá uma chamada para o povo de Deus despertar e exultar de alegria ( “despertai e exultai”). literalmente “passe sobre” (a mesma palavra usada por ocasião da Páscoa em Ex 12. I Co 1 5 .16.12.26. esco n d e-te só p o r u m m om en to. Para o povo de Deus.10. Os quartos são tidos por alguns como sendo os mencionados por Jesus em João 14.Em contraste com os ímpios que são derrubados “até ao pó” (v. a morte não significa o fim.5 0 -5 3 .28. A expressão “orvalho das ervas” é a mesma na KJV A versão ARA indica “orvalho de vida”. pois. eles esperavam em Deus para guiálos nesta vida com o seu conselho e posteriormente levá-los para a glória do céu. Isto fala de uma abundância de vida aqui.2. eles já tinham uma esperança de morar para sempre na casa do S e n h o r . uma planta sensível à luz. M as a profecia de Isaías acrescenta uma outra espe­ rança —a esperança de ressurreição (cf. entra nos teus qu artos e fech a as tuas p orta s sobre ti. Isaías espera o seu corpo morto se levantar com eles.29.24). até que o juízo “passe”. os mortos que pertencem ao S E N H O R ( “os teus mortos”) vive­ rão. Fp 3. até que pa sse a ira. inferno). Dn 12. As portas serão abertas naquele alegre dia milenial (v. quando as sepultu­ ras na terra se abrirem e os mortos se levantarem (cf. M as agora a chamada é para o povo de Deus entrar nos seus quartos e fechar a porta “por um momento”. Alguns aplicam isto à restaura­ ção nacional de Israel (como em Ez 36 e 37). Porém.6).2). Jo 5. p o v o m eu . IT s 4. Como Davi ( S I 23. 20 Vai. “Orvalho” é simbólico e diz respeito à bênção e favor de Deus. significando uma abun­ dância de luz que vem quando o sol da manhã aparece sobre o hori­ zonte.2 e indicariam assim estar no céu durante o tempo . eles esperavam que o caminho de vida os conduzisse para o lugar acima para os sábios (aqueles que temem e adoram ao S e n h o r ) a fim de evitar o Sheol embaixo (quer dizer. Jó 19.5). Dn 12.17). é traduzido me­ lhor aqui como “luzes” (margem da NASB).23). SI 16.2).

6. O “m ar” neste caso refere-se ao rio Nilo.7). A repetição enfatiza o caráter sobrenatural do castigo. O “dragão” ou monstro (Heb. A terra cooperará por descobrir o sangue e os corpos dos mortos. Nada estará oculto de Deus. e m a ta rá o dragão qu e está n o mar. Como a “serpente tortuosa”. Isaías viu um dia no porvir quando Deus os “castigará com a sua dura espada. isto parece referir-se à Assíria nas margens do rio Tigre. A razão para que o povo de Deus feche as suas portas (e assim se aproximando do S e n h o r ) é que Deus virá “para castigar os morado­ res da terra. tais como a baleia (SI 104. “Leviatã” é um termo usado a respeito de várias criaturas do mar ou monstros dos rios. I Ts 5. O castigo deles é um antegosto do castigo completo por vir sobre todas as nações ímpias durante a Grande Tribulação no fim dos tempos. o Senhor ca stiga rá com a su a d u ra espada. a serp en te tortu osa. 30. o leviatã. que não durará muito tempo. e a terra des~ co b rirá o seu sa n gu e e não en co b rirá m a is aq u eles qu e fo r a m m ortos. . 21 P orque eis que o SENHOR sa irá do seu lu ga r p a ra ca stiga r os m o ra d o res da terra. 1 N aquele dia. ou “a arrogante”. Juntas elas são representativas de todos os inimigos que são contra Deus e o seu povo. grande e forte”.9). Como a “serpente veloz”. Um exemplo disto é o juízo sobre os assírios. “a aflita”. e o leviatã. Aqui parece indicar que o povo de Deus escapará da terrível ira e juízo de Deus (cf. a serp en te veloz. Outros comparam isto a M ateus 6. um nome para o Egito (cf. tannin) é paralelo a Raabe. p o r cau sa da su a iniq ü idad e.do juízo. Estas três nações eram as principais inimigas de Israel nos dias de Isaías.I ). onde Jesus instrui os seus ouvintes a como orar “em secreto” (A R A ). por toda a sua desonestidade e transgressão. por causa da sua iniqüidade”. g r a n d e e fo r te .26) e o crocodilo (Jó 4 I . isto parece referir-se à Babilônia no rio Eufrates.

4) que estão contra Deus. O seu amor fiel tem esperado até que Israel ponha a sua confiança nEle. qu em m e p o ria sa rça s e esp in h ei ros dia n te de m im na g u e r r a ? Eu iria con tra eles e ju n ta m en te os qu eim aria.2— 6 2 N aquele dia.3. trazem chamar.1 1. can tai-lh e. 3 O u que se ap od ere da m in h a f o r ç a e fa ç a p a z com igo. que f a ç a p a z com igo. “deliciosa” —A R A ) é traduzida como “desejá­ veis” em Isaías 32. Deus os convida a vir a Ele para refúgio ( “que se apodere da m inha força” —literalm ente no Heb. (Alguns manuscritos Heb. Ele os arraigará e os queimará.) Este produz uma boa colheita de uvas doces.2 -1 3 a. Este é um outro cântico da vinha. a rega rei. p a ra qu e n in gu ém lhe f a ç a dano. Esta é uma vinha de beleza e delícia. o SENHOR. 3 Eu. “vinho que está es­ pumando à medida que fermenta”.12 e em Amós 5 . N em tudo é desesperança para as “sarças e espinheiros” (v. é o guardião da vinha. a g u a r d o e. “que se . A expressão “vinho tinto” ( “frutífera” —N V I. provisão e pro­ teção são contínuos. porém. h a verá u m a vin h a de vin h o tinto. ISRAEL FERIDO PARA QUE POSSA DAR FRUTO 2 7 . Se sarças e espinheiros aparecerem. sim . O seu cuidado. Em contraste com a vinha do capítulo 5. Deus agora não tem nenhuma ira ou ressentimento contra esta vinha. de n oite e de dia a gu a rd a rei. isto não se ajusta à idéia de um vinhedo. Isto pode significar que Ele purificará o seu povo. U m Segundo Cântico da Vinha 27 . “Naquele dia” olha à frente para o que Deus fará no futuro dis­ tante. a cada m om en to. em contraste com as uvas bravas da vinha no capítulo 5. O SE N H O R 4 N ão há in d ign a çã o em m im .

000 homens do exército de Senaqueribe? A resposta é não. a nação de Israel. Deste modo nós temos um cumprimento da promessa a Abraão em Gênesis 12.7— 13 7 P o rven tu ra . 2 Nos dias do reino m ilenial por vir. como um lugar seguro.o ele co m o f e r i u aos qu e o fe r ir a m ? O u m a to u -o ele a ssim co m o m a tou aos qu e p o r ele f o r a m m o rto s? Relembrando a história de Israel. f e r i u . O caminho da salvação está sempre aberto. Deus restaurará a Israel e o fará prosperar. broto. Deus sempre deixou uma sobra de seu povo Israel. porventura Deus já os feriu do modo que feriu os seus inimigos. foi transformado quando lu ­ tou com o anjo e recebeu o novo nome de “Israel” (Gn 3 2 . Podemos ir a Deus como a um Pai amoroso e Ele cuidará de nós. 6 D ia s v irã o em q u e J a có la n ça rá raízes. A Culpa de Jacó a Ser Expiada 27. por exemplo. o mundo inteiro será abençoado por seus “frutos”. . a mais excelente Se­ mente de Abraão. a qual também é o mais ilustre Filho de Davi tornará isto possível. b. Não im porta como eles falharam ou com que freqüência se desviaram do S E N H O R . que teve a sua origem em Jacó. O fruto pressupõe a justiça que influenciará a outros. o modo com o qual Ele subm ergiu todo o exército egípcio no m ar Vermelho? Porventura Ele já os matou do modo que matou os 185. Ele quer que todos os adversários se arrependam e façam paz consigo. Como os capítulos 9 e I I mostraram.3. e flo r e s c e r á e brotará Isra el. um lu ­ gar de refúgio.2 4 — 8 ). Ele foi gracioso para com eles e os amou. será transform ada e será como uma videira cuja totalidade das partes —raiz.coloquem sob a m inha proteção”). e en ch erão de f r u t o a f a c e do m un do. como. Ele ainda procede assim. o suplantador e enganador. flor e fruto —é formosamente desenvolvida. até mesmo para os que parecem como desagradáveis e irritantes sarças e espinheiros. Como resultado. Jacó.

mas lidar com eles de certo modo que os trouxesse de volta a Ele. De­ pois Senaqueribe levou o povo de Judá para o exílio.4). “Com m edida contendeste” ( “Com x ô! xô! . ele a tiro u co m o seu v en to fo r te . e este será todo o f r u t o de se h a ver tira do o seu p eca d o. 10 P orque a cid a d e f o r t e está solitária. As “pedras do altar” que são “feitas em pedaços” ou podem ser alta­ res para a falsa adoração ou podem representar o antigo sistema sacrificial que será anulado. q u a n d o ele f i z e r a todas as p ed ra s do a lta r co m o p ed ra s de ca l f e i t a s em pedaços. e a li se deitarão. Ezequias pôs fim à falsa adoração (2 Rs 18. os bosques e as im agen s do so l não p o d erã o f i c a r em pé. o trataste” —A R A ) traduz uma palavra hebraica usada só aqui e provavelmente significa “enxotando” ou “espantan­ do”. O propósito de Deus nunca foi destruí-los completamente. Eles foram o “vento forte” de Deus. Ele irá lidar com eles de forma que “se expiará a iniqüidade de Jacó” e o seu pecado será tirado. no tem po do v en to leste. como uma rajada de “vento leste” do deserto. Parte disto envolverá a remoção da falsa adoração. e d evora rã o os seu s ram os.. assim os postes-ídolos a Asera (símbolos da ado­ ração de Asera. levaram os habitantes do reino norte de Israel para o exílio. que incluía prostituição) e os altares de incenso “não poderão ficar de pé”.. Os juízos de Deus sobre Israel no passado foram severos. ali. Os assírios sob o comando deTiglate-Pileser III. Só então poderia Israel se tornar a vinha agradável e frutífera do versículo 2. O amor e cuidado de Deus por seu povo inclui disciplina e sofri­ mento. Alguns comentaristas entendem “a cidade forte” como signifi­ cando Jerusalém. se ex p ia rá a in iq ü id a d e de Ja có . 9 P or isso.s C om m ed id a co n ten d este com ela qu an do a rejeitaste. p a sta rã o os bezerros. u m a habitação rejeita d a e ab andon ada co m o u m d eserto. mas nesta conexão este termo é provavelmente um . e depois sob o de Sargão II.

M uito embora Deus os tenha criado. As suas defesas não os salvarão do juízo de Deus. também será trazida a restauração. porque de tal modo entorpeceram as suas mentes e corações que até mesmo a sua graça salvadora não os al­ cançou. “Naquele dia”. Eles não tinham nenhum entendimento de Deus. na q u ele dia. ó f i lh o s de Israel. Ele ajuntará “desde as correntes do rio [Eufrates]. um ajunta­ mento do trigo bom. Deus trará uma colheita. qu e o SENHOR p a d eja rá o seu f r u t o desde as co rren tes do rio a té ao rio do E gito. z1 Q u a n d o os seu s ra m os se secarem . Embora a intenção de Deus seja restabelecer a nação de Israel. serã o quebrados. debulhando o grão da palha. Ap 16. Aque­ les que são deixados após o juízo são pessoas sem “entendimento”. O verdadeiro povo de Israel será recolhido um por um e será recolocado na terra. Ele também estará inte­ .coletivo para as cidades deste mundo (cf. Ele “não lhes mostrará nenhum favor”.19). os quais só não estão secos na estação chuvosa] do Egito” (o vadi El-Arish na borda do Egito). não tendo nenhuma percepção das verdades espirituais ou dos ca­ minhos de Deus.2). isto é. o Dia do Juízo. aq uele qu e o f e z não se co m p a d ecerá dele e aquele qu e o f o r m o u não lhe m o stra rá n en h u m fa v o r . quando os ramos se secarem e forem que­ brados. sereis colh id os u m a um . e vós. os lugares seguros dos inimigos de Deus e do seu povo. 25. conquanto Deus os tenha formado com o cuidado como o de um hábil oleiro. v in d o as m u lh eres. 12 E será. de modo que “ali pastarão os bezerros” onde eles estiveram. N ada será deixado deles (cf. até ao rio [vadi —denominação árabe dos leitos de riachos interm i­ tentes do norte da África e do Oriente Próximo. Nas cidades desertas. p o r isso. as mulheres virão e usarão os galhos para fazer fogo. a partir da área total que uma vez foi dominada por Salomão nos dias da sua grandeza. p o rq u e este p o v o não é p o v o de en ten d i­ m en to. os acenderão.

Is 2. em Jerusa­ lém”.ressado a respeito da salvação de cada indivíduo. “U m a grande trombeta” será tocada. Que juízos estão a ponto de alcançar Israel? 8. Quais as razões que Isaías concedeu para que buscassem o Se­ nhor? 3. 13 E será. O que o leviatã simboliza? 6. Que lições do cântico podem ser aplicadas aos nossos dias? 2. naqu ele dia. embora o Egito tenha sido o lugar da escravidão deles nos dias de Moisés. Deles virá não só Israel. “um por um” (cf.3). Como o cântico profético de 27. Que esperança é dada ao remanescente futuro? .19 se relaciona a Jó 19. Como 26. em Lucas 15).2 ? 5. em Jeru sa lém . O que acontecerá aos opressores de Israel? 4. qu e se toca rá u m a g r a n d e trom beta.26? A Salmos 16. Ela chamará o povo de volta à casa para adorar —o povo que está desterrado. mas outros que irão adorar ao S e n h o r (cf. hostilizado e perecendo na Assíria. A Assíria era o lugar onde os exilados de Israel estavam nos dias de Isaías. e os qu e a n davam p erd id o s p ela terra da A ssíria e os qu e f o r a m desterrad os p a ra a terra do E gito to rn a rã o a v i r e ad orarã o ao SENHOR n o m o n te santo. Isto também fará com que os exilados no Egito venham e adorem “ao S E N H O R no monte santo.2. QUESTÕES DE ESTU D O 1. Estes dois países representam todos os lugares no mundo onde Israel sofre. da Dracma Perdida e do Filho Pródigo. as parábolas de Jesus a respeito da Ovelha Perdida.10? A Daniel 12.2— é diferente do cântico da 6 vinha no capítulo 5? 7. sem lar.

1 A palavra profética de Deus para o reino norte de Israel é que este está maduro para o juízo. O o rg u lh o que os co n d u z iu a se diver tir d eix a-o s despreparados para o juízo que está para vir. ed. balume. 1996). R J: CPAD. Stanley M . AI DE EFRAIM 28. Os líderes estão “vencidos” (H eb.2 4 7 .I I. Os Líderes Bêbados 28 .C . “A Criação do Universo e da H um anidade” em Teologia Sistemática. Eles imaginam que são inconquistáveis e que o seu poder e posição lhes dá o privilégio de se satisfazerem. como a bonita cidade de S a­ m aria está em um a colina íngrem e sobre a cabeça de seu fértil vale.I-33. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le d os v en cid o s do vinho. M as a coroa está enfraquecendo. O livro de Isaías agora retorna ao tempo antes de a Assíria ter conquistado o reino norte de Israel e tomado Sam aria em 72 2 a. 2 4 6 . Tanto a em briaguez . “dom inados”) pelo vinho. E. (R io de Janeiro.Os Seis Ais 28. O “A i” os adverte. Os seus líderes estão bêbados em um banquete que honra a Sam aria como uma “coroa”.CITAÇÕES 1 T im othy M unyon.1-29 a. H orton. ed. 2 Alguns comentadores acreditam que Isaías estava se referindo a reis atuais como T iglate-Pileser III e Sargão II. O reino norte é chamado de “Efraim” porque Efraim era a sua principal tribo. a coroa de um vencedor. rev.1— 8 1 A i da coroa de soberba d os bêbados de B fra im } cu jo g lo r io so o rn a m en to é co m o a f l o r qu e ca i.

o engole. ela o colhe. a coroa. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le será co m o o f i g o a n tes do verão. Samaria é comparada primeiro a uma flor caída. clepoís a um figo maduro colhido antes do verão. e não restará nada de Samaria. 5 N aquele dia. Ironicamente. o estoura na sua boca. v io len ­ ta m en te a d errib a rá p o r terra. O p ró p rio SENHOR se to rn a ­ rá a coroa de u m vencedor glo rio so e u m a g rin a ld a b o n ita ou diad em a . Ironicamente. que. A Assíria cumprirá o juízo de Deus sobre Samaria. N ovam ente Isaías o lh a p ara o d ia m ile n ia l futuro com o um co n­ traste co m a presente situação de Israel. 3 A coroa de soberba dos bêbados de E fraim será pisa da aos pés. 4 E a f l o r caíd a do seu g lo r io so orn a m en to. co m o u m a queda de saraiva. um símbolo de vitória —a coroa do vence­ dor —e um símbolo do orgulho dos bêbedos de Efraim. A vinda do exército assírio sob o comando de Salmaneser é comparada tanto à violenta destruição de uma chuva de pedras ( “queda de saraiva”) como a uma inundação. Israel será completamente derrotado. Tão logo uma pessoa veja tal figo. Is 5.C. u m a to rm en ta de d estru içã o e com o u m a tem p estad e de im petu osas á gu a s q u e tra n sb ordam . o SENHOR dos E x ércitos será p o r coroa g lo r io sa e p o r g r in a ld a f o r m o s a p a ra os resta n tes de seu p o v o . Ele não adiará o juízo. 2 E is que o SENHOR m a n d a rá u m hom em v a len te e p od eroso. v en d o o a lgu ém e ten d o -o ain d a na m ão. o homem “valente e poderoso” que o SE N H O R usa­ rá é a Assíria.como o orgulho inebriado dem andam o juízo de Deus (cf. e o engole. Esta profe­ cia foi cumprida quando Salmaneser sitiou Sam aria por três anos e a cidade caiu em 72 2 a.II-I7). E exatamente como Deus diz. “será pisada aos pés”.

1. não há n en h u m lu g a r lim po.1. A embriaguez extrema deles é absolutamente imunda e asquerosa. são a b sorvid os do vinho. 6.6). M as tam b ém estes erra m p o r cau sa do vin h o e co m a bebida f o r t e se d esen ca m in h a m . isto dá um passo à frente a um tempo posterior em uma mesa de banquete onde os líderes do partido da guerra em Jerusalém estavam celebrando o retorno de mensageiros ao Egito. Eles estão cambale­ ando embriagados para a destruição. porém. Nos dias de Isaías eles estavam tão bêbados de vinho e cerveja que não podiam ver o direito. sacerdotes e profetas anteriores.I)! 6 e será esp írito d e ju íz o p a ra o qu e se assen ta a ju l g a r e p o r fo r ta le z a p a ra os qu e fa z e m r e cu a r a p eleja a té à p orta . a n d a m erra d os na visã o e tropeçam n o ju íz o .9.24. Ele também será a força para os que levam a batalha aos portões da cidade do inimigo (ou o significado pode ser os que nos portões de suas próprias cidades as defendem do inimigo). a té o sa cerd ote e o p ro feta erra m p o r cau sa da b eb id a fo rte.para o remanescente de todo o Israel —um completo contraste com o orgulho e a presunção dos ornamentos que desvanecem como uma flor dos bêbedos de Efraim (v. Aqueles que têm o SE N H O R como a sua força substituirão os governantes. d esen ca m in h a m ~ se p o r ca u sa da b eb id a fo rte. Em todas as decisões o SE N H O R . 25. de modo que cometiam erros nos seus julgamentos (c f Am 4. Isto pode retratar Sam aria como no versículo I. eles estavam cheios de vinho e outra bebida fermentada (Lv 10.2 M ais provavelmente. 8 P orque todas as su a s m esa s estão cheias de v ô m ito s e de tmun~ dícia. N m 11.18). Estes mensageiros . dará a sua força para habilitar a todos os que serão juizes ou governantes para fazer o que é certo. c f E f 5.10. como “um espírito de juízo”.29. Em vez de estarem cheios com o Espírito de Deus.

como recitando o ABC (Heb. junto com os sacerdotes e profe­ tas que os apóiam. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. não só por nossas palavras. f a l a r á a este povo. m a n d a m en to e m a is m an d a m en to.3 . u m p o u co ali. regra sob re regra. ze’er sham. Nós precisamos testemu­ nhar a verdade da Bíblia. Eles afirmavam compulsivamente que Isaías os estava tratando como se fossem crianças peque­ nas. se en sin a ria a ciên cia ? E a q u em se d a ria a en ten d er o qu e se o u v iu ? Ao d esm a m a d o e ao a rra n ca d o dos seios? Os líderes do partido da guerra. 10 P orque é m a n d a m en to sobre m an d a m en to. qau laqau. Os assírios. z te r sbam). Eles escarnecem de sua mensagem como se fosse conversa de bebê. ou dizem que é obsoleta. tsau latsau. a sua mensagem era simples e clara. repetindo sílabas. Deus usa­ ria o povo de uma outra língua para ensiná-los. p o r lábios estra?ihos e p o r ou tra língua. qau laqau. 11 P elo que. pres­ tando atenção à mensagem simples na sua própria língua. O mero pensamen­ to da celebração bêbeda deles era detestável a Isaías. De fato. estão à vista. Não consideram que a Bíblia é lógica.vieram com a promessa de ajuda contra a Assíria. Eles estão alegando uma compreensão madura da situação mundial nos seus dias. b. mas por nossas vidas. Isaías responde dizendo que se eles não aprenderem a lição. a qual sugerem que o profeta de Deus não possui. com a sua língua acadiana. M uitos incrédulos hoje são como eles.9 -2 2 9 A quem . começam a escarnecer de Isaías: Eles querem que este saiba que eles não são bebês e não precisam dos seus conselhos. Os Escarnecedores Aprendem pelo M étodo D ifícil 2 8 . p ois'. tsau latsau.

não ch ega rá a nós. inferno. 8. a p a la vra do SENHOR. que estão zombando da palavra de Deus e do profeta de Deus.7. q u an do p a ssa r o d ilú v io do açoite. pa ra que vão. 4 O u v i. mas eles se recusaram a escutar. dai d escan so ao can sad o. a p a la vra do SENHOR lhes será m a n d a m en to soh re m an dam en to. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e o acordo secreto deles com o inferno (Sheol. mas eles falirão nos seus propósitos e serão derrotados. Eles tinham rejeitado a sua aliança com o Senhor e estavam confiantes na habilidade humana. e este é o refrig ério . e caiam p a ra trás. em Jerusalém. m a s não q u isera m ouvir. u m p o u co ali. hom en s esca rn eced o res que d o m in a is este p o v o qu e está em Jeru sa lém . de um modo arrogante e cínico. 10. ou príncipes. pois. p ois. m a n d a m en to e m a is m an dam en to. .5). Portanto. apanhados em arm adilha e capturados. M as a mensagem apenas en­ durecerá os corações daqueles que a rejeitaram. e se quebrantem . talvez encoraja­ dos por aqueles que dependiam de práticas ocultas para orientação. A mensagem de Deus através de Isaías tinha a pretensão de trazer descanso —incluindo segurança e rejuvenescimento —para o seu povo. Deus tem uma palavra adicional para os governantes poderosos. e se en lacem . 15 P orq u a n to dizeis: F iz em os co n certo com a m o rte e co m o in fer n o fi z e m o s alia n ça .12 ao q u a l disse: Este é o descanso. a palavra do SE N H O R continuará sendo uma mensagem simples e será cumprida pelos assírios. Deus os deixará con­ tinuarem com os seus planos. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. e sejam presos. p o rq u e p u sem o s a m en tira p o r n osso refú g io e debaix o da fa ls id a d e n os escon dem os. 13 A ssim . não a sepultura)4 era de fato uma aliança com o Egito para ajuda contra o açoite opressivo da Assíria (cf. regra so ­ bre regra.

Contudo. eles estavam realmente pondo a mentira por seu refugio e se escondendo debaixo da falsidade. se­ rão testados pelo juízo e justiça de Deus. M as Jesus Cristo é o cumprimento defini­ 2 tivo.11. ele era como uma base que ficou firme (c f 36.14. e a sa ra iva v a rr er á o refú g io da m en tira . O próprio Deus é a Pedra.1 1. O “pru­ mo” (Heb. valiosa. a parede deve ser demolida. e aquEle sobre o qual a Igreja é construída (A t 4 .20. Eles descobrirão quão frá­ gil é o refúgio de mentiras deles. p ed ra p recio sa de esqui~ na. Ele estava presente como a fundação para o futuro cumpri­ mento do seu plano divino e do reino por vir. 17 E regra rei o ju íz o p ela linha e a ju stiça . e as águ a s co b rirã o o esconderijo. aq uele qu e cr e r não se apresse. Por causa da sua fé em Deus. a ssim d iz o S en h or JE O V Á : E is qu e eu a ssen tei em Sião u m a pedra. Quando Ezequias tomou uma posição de fé. os quais planejavam rebelião contra a Assíria e confiavam no Egito. Em contraste com o ridículo refúgio deles de mentiras e falsidade. “bem firme e fundada”.5 Quando uma pare­ de é testada pela linha de medir e o nível está torto.1 1. 17.22. M t 21.33. . 16 P ortanto.15— 0 ).4-8). I Pe 2. Deus está assentando em Sião um fundamento de pedra. uma pedra já testada. porque Ele é a Pedra que os construtores rejeitaram (SI 1 18. I Co 3 .21.18.10.42). uma pedra preciosa. Aqueles que acreditam e confiam em Deus não terão que se apressar aqui e ali. Rm 9. Gn 49. buscando ajuda humana ou fugindo de inimigos humanos. 1 0 . cf. 37. eles descansarão nEle e desfrutarão a sua paz. Os incrédulos fazem o mesmo hoje e se fazem a si mesmos bobos aos olhos de Deus.15. qu e está bem f i r m e e fu n d a d a .24 ). As mentiras e esquemas dos príncipes de Jerusalém. A linha de medir fazia a mensuração horizontalmente. da fundação (veja 8. u m a p ed ra j á p rova d a . E f 2. mishqaleth) era de fato um nível usado para conferir preci­ são horizontal (não um fio de prumo m oderno). p elo p ru m o .

20 P orq u e a ca m a será tão cu rta . Eles con­ fiaram no Egito. 21 P orque o Senhor se levan tará. co m o no va le de G ibeão. e será que so m en te o o u v ir ta l n otícia ca u sa rá g r a n d e turbação. a provará verdadeira e seu cumprimento os terrificará.17— I Cr 14. e se irará. Todos serão arrasta­ dos e os escarnecedores serão derrotados. p a ra f a z e r a su a obra. 12). 15) não subsistirão quando o açoite da Assíria inundar a sua terra. sereis o p rim id o s p o r ele. q u an do o d ilú v io do a ço ite p a s­ sar.11— 23.18 E o vo sso co n certo co m a m o rte se a n u la rá . e p a ra ex ecu ta r o seu ato . Os assírios atravessarão a terra repetidamente e trarão terror aos que escarneceram da mensagem de Isaías a respeito de descanso e refrigério. o seu estran ho ato. a su a estran ha obra. tão estreito. Isto trará um fim ao escarnecer deles. e . O S E N H O R é o mesmo Deus que deu a Davi vitórias sobre os filisteus “no monte de Perazim” (veja 2 Sm 5. co m o no m o n te de P erazim . p o rq u e todas as m an hãs p a ssa rá e todos os dias e todas as noites. qu e n in gu ém se p o d e r á esten ­ d e r n ela . e a vossa alian ça com o in fer n o não su b sistirá . 19 D esd e qu e co m ece a passar. q u e n in g u ém se p o d erá co ­ b r ir co m ele. “tal notícia”. 16). veja v. v o s arrebatará. A cama e o cobertor que eles escolheram (para des­ canso e refrigério) refere-se às mentiras e falsidades do versículo 15 e envolvia o rompimento dos tratados que eles tinham feito. Eles rejeitaram a oferta de Deus de um lugar de descanso para o cansado (v. pois a palavra de Deus. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e a secreta “aliança com o inferno” (inferno. a . então. vitórias que asseguraram o controle de Davi sobre Jerusalém. mas a ajuda do Egito não seria suficiente para pro­ teger Judá da Assíria. não sepultura. e o cobertor.

Isto não pode ser mudado. Isaías não quer que o povo continue escarnecendo da mensagem. 22 A gora. então. assim : q u an do j á tem g ra d a d o a su a su p e-fície.10— 14) e continuou a conquista da Terra Prometida. o u lança n ela do m elh o r trigo. atendei bem e o u v i o m eu discurso. não m a is escarn eça is. referindo-se à nação. ou . zombadoras ou desdenhadoras (cf. é muito tarde para mudar isto. A destruição virá. M as os crentes precisam estar emitindo uma últim a chamada ao arrependimento.nova capital nacional. Deus tem decretado destruição “sobre toda a terra”. Assim também a destruição da Grande Tribulação virá no fim dos tempos. nação” como “o planeta Terra”). espalha nela ervilha ca. p o rq u e j á o u v i o S en hor J eová dos E x ércitos f a l a r de u m a destru ição. p a ra sem ea r? O u ab re e esterroa todo o dia a su a terra ? 25 N ão é. Não obstante. 24 P orven tu ra . um “estranho ato” —Ele trará juízo sobre o mesmo povo ao qual deu vitórias. Ele é o mesmo Deus que fez o Sol ficar parado “no vale de Gibeão” de modo que Josué pudesse ter uma vitória so­ bre os amorreus (Js 10. c.23— 29 23 In clin a i os o u v id o s e o u v i a m in h a voz. Quatro imperativos os chamam a prestar uma cuidadosa atenção em Deus. pois. lavra todo o dia o lavrador. e esta j á está d eterm in a d a soh re toda a terra. v. antes. 14) para que as suas cadeias não se façam “mais fortes”. A Sabedoria N atural Vem do S enhor 28 . eles poderiam ainda se voltar ao SE N H O R e parar o seu ajuntamento de força. e sem eia com in h os. Agora Deus fará uma “estranha obra”. p a ra qu e vossa s ligad u ras se n ã o f a ç a m m a is f o r t e s . ou ao planeta Terra inteiro (o Heb. pode significar tanto “país. Isaías suplica às pessoas para que não se mostrem escarnecedoras.

ou parábolas. ou centeio. não simplesmente juízo e destruição. O texto no hebraico indica que é provavelmente cominho preto (Lat. este deve ser “esmiuçado”. p o rq u e é m a ra vilh oso em con selho e g r a n d e em obra. S e uma pessoa continuasse trilhando. Ele também está interessado em purificar. A aplicação destas duas lições. Deus tirará do processo purificador um remanescente justo. é trigo emmer ( Triticum sativum). não des­ truir. Continuando a lição. Isaías lembra o povo a respeito de uma sabedoria prática que vem de Deus: ninguém ara a terra somente por arar. de acordo com as suas necessidades. m a s n ã o se trilha co n tin u a m en te. é que Deus levará os seus propósitos adiante à própria finalidade deles. o grão se espalharia e nunca esmiuçaria. com u m p ed a ço de p a u . “Cominho” ( Cuminum cym inum ) é uma planta da fam ília da cenoura com sementes aromáticas. que é “maravilhoso em conselho e grande em obra”. co m u m a vara. “centeio” (K JV ). n em so b re os com in h os pa ssa roda de ca rro. a verdadeira Fonte. se sa cod e a ervilh a ca e os com in h os. eles preparam o chão de acordo com o tipo de semente. n em se quebra co m os seu s cavalos.ceva d a escolhida. Por uma série de perguntas retóricas. que tem a semente dividida. . Tampouco alguém malha continuamente o grão de trigo que se pretende para fazer pão. 27 P orque a ervilh a ca não se trilha com in stru m en to de trilhar. Esta sabedoria prática tam­ bém “procede do S e n h o r ” . 29 A té isto p r o ced e do SENHOR dos E x ércitos. A versão A R A in­ dica “endro” em vez de “ervilhaca”. cad a q u a l n o seu lu ga r? 26 O seu D eu s o en sin a e o in stru i a cerca do qu e há de ja z e r. ou “espelta”. n em se es­ m iu ça co m as rod as do seu carro. Isaías tira uma lição da agricultura para mostrar que Deus tem a restauração em mente. 28 O trigo é esm iu ça d o. Isaías quer que os escarnecedores saibam que tudo isso requer louvo­ res a Deus por sua sabedoria e orientação. “Ceva­ da” (A R A ). moído. Isaías mostra que as várias sementes e grãos não são debulhados da mesma maneira. m as. Nigella sativá).

em qu e D a v i a ssen tou o seu a rra ia l! A crescen ta i an o a ano. Deus usará os assírios. e ela será p a ra m im co m o A riel.I e comentário).I . Isaías ainda pode estar falando com os zombadores. A CIDADE DE DAVI 2 9 . e h a verá p ra n to e tristeza. No entanto. Outros entendem isto como significando “forna­ lha do altar”. e su ced a m -se as festa s. “Ariel” pode significar “leão de Deus” como um nome simbólico para Jerusalém. p o r ei a A riel em aperto. Deus colocaria Jerusalém “em aperto” (opressão.C. 2 C ontu do. Os líderes bêbados de Jerusalém e seu povo pensavam que Deus nunca deixaria alguma coisa acontecer a eles porque a cidade era sa­ grada. e te sitia rei co m ba lu a r­ tes. “como A riel” (veja v.6 ( “lareira de Deus” —A RA ) o topo do altar onde o fogo continuamente consumia os sacrifícios.) será o SE N H O R . AI DE ARIEL. mas tinham se tornado sem sentido porque o povo não tinha nenhuma fé genuína ou confiança no SE N H O R . e leva n ta rei trin ch eira s co n tra ti.2. da cid a d e de A riel.I 4 a. e assim representava a cidade sagrada de Jerusalém. contudo. a real Pessoa por trás do cerco de Jerusalém (em 7 0 1 a. Jerusalém Será Abatida 2 9 . A s cerimônias não impedirão o juízo de vir. angústia). e seus habitantes lamentarão e se entristecerão porque Deus a transformará em um lugar onde o fogo do seu juízo consome com terrível calor. 3 P orque te cerca rei co m o m eu arraial.1 — 4 1 A i de A riel. Dizendo para as pessoas acrescentarem “ano a ano” e deixar o ciclo das “festas” (as festas de Lv 23 com os seus sacrifícios e oferendas) continuar. a cidade de Davi. . Essas festas eram legítimas. Isaías está dizendo que o tempo pode passar e as formas religiosas e as cerimônias deles podem continuar.

será s abatida. Yahweh tem um juízo maior para os inimigos de Jerusalém. Deus libertará Jerusalém. Depois da libertação a grande multidão dos seus inimigos parecerá como um sonho que é passado. e a tua f a l a assobiará desde o pó. e a força deles se acabará de forma que a voz deles será como o resmungo da voz de um “feiticeiro” ( “de um fantasma” —A R A ) que sussurra debilmente “desde o pó”. com o tam bém todos os que peleja rem con tra ela e con tra os seu s m u ro s e a p u serem em aperto. O orgulho e a autoconfiança deles serão abatidos. embora a ameaça e a angústia fossem reais na ocasião. E com o o sonho e u m a visão da noite será a m u ltid ã o de todas as nações qu e hão de p eleja r con tra Ariel. sen te a su a alm a vazia. e será a tua voz debaix o da terra com o a de u m fe itice ir o . Deus está no controle. 6 D o Senhor dos E x ércitos será s visita d a co m trovões. ou co m o o seq u ioso que .5— 8 5 E a m u ltid ã o dos teu s in im igo s será co m o o p ó m iú d o.4 E ntão. Os assírios eram de fato cruéis. A referência primária é para a libertação de Senaqueribe. O Salmo 126 provavelmente foi escrito depois daquela libertação. Os Inimigos de Jerusalém Serão Frustrados 29 . co m o a p ra ga n a qu e p a ssa . em u m m o ­ m en to repen tin o. m as. b. e tem pestade. e com terrem otos. acordan do. isso acon tecerá. e a m u ltid ã o dos tiranos. e a tua f a l a desde o p ó sa irá fr a c a . O “pó miúdo” e a “pragana que passa” falam de completo e súbito juízo. Ele pode usar as forças da natureza para trazer o seu juízo. O seu refúgio de mentiras não será de proveito algum. e g r a n d e ru ído. e co m t t fã o de vento. f a l a r ás d e debaix o da terra.7 8 S erá tam b ém co m o o fa m in t o que son ha q u e está com en do. Para os inimigos isto será um pesadelo. e labareda de f o g o con su m idor. Depois de julgar Judá e Jerusalém.

com sede. e v en d o u os vossos líderes. de modo que as nações que lutam contra o monte de Sião serão desapontadas. Isaías agora retorna ao ai sobre Ariel.7) de vinho ou cerveja (insinuando uma condição espiritual até mesmo pior) —estão resistindo obstinadamente à mensagem de Isaías. e ficarem pasmados. 10 P orque o SENHOR d erra m ou sob re v ó s u m esp írito de p r o fu n ­ do son o e fe c h o u os vossos olhos.9— 14 9 Tardai. bêbados estão. Eles sentirão frustração quando não conquistarem e destru­ írem Jerusalém. A condição espiritual deles é o problema. . ambos os quais reivindicam ser os líderes espirituais. m a s não de b eb id a fo rte. O povo e os seus líderes serão totalmente insensíveis à vontade de Deus (c f 6. Ignorância e H ipocrisia Condenadas 29. e clam ai. eles não pres­ tam atenção. A Assíria está em mente aqui. m as. a n d a m titubeando. acordan do. muito embora estejam atordoados. Mas. serão feitos mais duros. os p ro feta s. eis q u e ain d a d esfa leci­ do se acha. Eles agem bêbados e cambaleiam porque o SE N H O R derramará sobre eles “um espírito de profundo sono”. Os sonhos podem ser desapontadores. e a su a alm a. I Jo 1.son ha que está bebendo. e m a ra v ilh a i-vo s. c.6) por causa da sua confiança no Egito. os quais eles endureceram contra Deus. fo lg a i. Mas o princípio é válido também para outras nações. os viden tes. mas não (como em 2 8 . ou estupefatos. de modo que eles não podem ver o que é certo.9— 10). m a s não de vin h o. a ssim será toda a m u ltid ã o das n a ções qu e p eleja rem con tra o m o n te de Sião. Eles estão bêbados e cambaleiam. Ele fechará e selará os “olhos” dos falsos profetas e cobrirá as “cabeças” dos videntes. eles escolheram se tornarem cegos à verdade (cf. Ele diz quase sarcasticamen­ te para os habitantes de Jerusalém ficarem aturdidos. Os seus corações. Com efeito. ou maravilhados de uma maneira indecisa ( “ti­ tubeando”).

em qu e f o i in stru íd o. 12 O u d á -se o livro ao qu e não sabe ler. u m a obra m a ra vilh osa e u m assom bro. e ele dirá: N ão posso. 15.9. dizendo: O ra. lê isto. e ele dirá : N ão sei ler. p o rq u e a sa bedoria dos seu s sá bios p erecerá . Por causa desta hipocrisia e cegueira espiritual. Por trás desta indiferença para com a revelação dada por Deus está a hipocrisia da religião que é meramente externa. p o rq u e está selado. eles falam as palavras apropriadas e repetem orações que aprenderam por hábito. 14 eis q u e co n tin u a rei a f a z e r u m a obra m a ra vilh osa n o m eio deste p o v o . co m a boca e com os lábios.32.6— 15). M c 7.8. Deus fará al­ gum a coisa m aravilhosa e sobrenatural que destruirá a sabedoria e a inteligência hum anas e fará com que estas pereçam porque são . m a s o seu cora çã o se afasta p a ra lon ge de m im . mecanicamente. e o seu tem o r p a ra co m igo co n siste só em m a n d a m en to s de hom ens. Ez 33. este não tem o suficiente interesse sobre a revelação de Deus para conse­ guir alguém para lê-lo para si. Ele não se interessa o suficiente sobre o que Deus diz para quebrar o selo e lê-lo.7. Se o livro é dado negligentemente a alguém que não sabe ler. N a sua adoração. m e honra. Eles todos estão espiritualmente cegos. mas os seus corações estão longe de Deus (cf. È uma coisa terrível quando os líderes e o povo estão desinteressadas a respeito da Palavra de Deus. lê isto. Se este é dado a uma pessoa que sabe ler. 13 P orq u e o S en hor disse: P ois qu e este p o v o se a p rox im a de m im e. M t 6.11 P elo qu e toda a visã o v o s é co m o as p a la v ra s de u m livro sela d o qu e se dá ao qu e sabe ler. dizendo: O ra. Toda a revelação dada por Deus tinha se tornado para o povo como as palavras de um livro que está selado. e obediência que é superficial. e o en ten d im en to d os seu s p r u d en tes se esconderá.31. ele recusa porque o livro está selado.

não Deus. mas nós pregamos a C risto crucificado. e os gregos buscam sabedoria. Os Planejadores Tolos 29 .1 5 -2 4 a. Isaías provavelmente tinha em mente a confiança dos israelitas no Egito e os seus planos para se rebelarem contra a Assíria. E as pessoas irreligiosas de hoje ainda pensam que podem resolver os problemas do mundo. tanto judeus como gregos. AI DAQUELES QUE TRABALHAM NAS TREVAS 2 9 . intocadas pela luz da ver­ dade de Deus (cf. que é escândalo para os judeus. e loucura para os gregos. 3. Porque os judeus pe­ dem sinal. Jo 3 . Eles querem levar a efeito os seus planos como se estivessem no controle.1 9 ). Eles mantêm as suas obras na escuridão. M as para os que são chamados. con­ tinuando por dizer: “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? V isto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria.20— 2 5 ). Eles são tolos em pensar que podem se esconder de Deus.15— 16 15 A i dos que q u erem esco n d er p ro fu n d a m en te o seu p ro p ó sito do Sen h or ! Fazem as su a s obras às escu ra s e dizem : Q u em n os v ê ? E qu em n o s co n h ece? Outro ai mostra que não apenas os israelitas estão indiferentes para com a revelação dada por Deus. e sabedoria de Deus. e a fraqueza de Deus é mais forte do que os hom ens” (I Co 1. e eles não acreditam que alguém os conheça ou saiba o que estão fazendo. poder de Deus. Paulo citou este versículo ao escrever à igreja de Corinto. eles pensam que podem es­ conder de fato o seu propósito de modo que o S E N H O R não os verá.ineficazes. aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens. lhes pregamos a Cristo. .

pessoas de ne­ nhuma reputação. Até mesmo o surdo ouvirá e obedecerá as palavras do livro da revelação divina. e o va so f o r m a d o d is­ sesse do seu oleiro: N ada sabe.e. ou: “Tu não sabes o que estás fazendo”. co m o se o oleiro f o s s e igu a l ao barro. e os n ecessita d os en tre os h om en s se alegra rão no S anto de Israel. os su rd o s o u v irã o as p a la vra s do livro. todavia. O s necessi­ . d en tre a escu rid ã o e d en tre as trevas. e a obra dissesse do seu a rtífice: N ão tn efoz . será transformado em um campo fértil” (Heb. na q u ele dia. Isto é como um vaso de barro que diz ao oleiro: “Tu não me fizeste”. que eles viraram as coisas de cabeça para baixo ( “tudo perverteis”). O barro não pode fazer nada de si mesmo. Em um breve momento (conforme Deus olha o tempo). 19 E os m a n so s terão regoz ijo so b re regoz ijo n o SENHOR. ironicamente. A comunhão restaurada com Deus está incluída. o oposto da verdade.17— 24 17 P orven tu ra. em cam po f é r t i l ? E o cam po f é r t i l não se rep u ta rá p o r u m bosque? Deus não mudou os seus planos. Ele irá corrigir as coisas da maneira certa. o qual estava cego para a verdade por causa da escuridão e das trevas. A Restauração que Honra a Deus 29 .. / Isaías diz. E o oleiro que lhe dá forma. o monte Carm elo) parecerá como um bosque ou parque. 18 E. não se con verterá o Líbano. irá ver. o qual era fortemente arborizado nos dias de Isaías. O cego. em u m breve m om ento. A verdade e as obras de Deus se tornarão reais para eles. As suas atitudes e pensamentos egotistas são estúpida perversidade. b. As pessoas também serão mudadas. como o monte Carmelo dos dias de Isaías). o Líbano. terão nova e maior alegria no SE N H O R . as v erã o os olh os dos cegos. O Carmelo (i. e. Por causa desta restauração os humildes e mansos. “no Carmelo” —um pomar com fruteiras e videiras./ 16 Vós tu d o p erv erteis. Ambos serão mudados pelo SE N H O R . lakkarmel.

8 Aqueles que escarnecem. tsaddiq. 20 P orque o tirano é redu z ido a nada. nem . dizendo palavras que as fazem parecer culpadas. salvando-o pela graça através da fé. Rm 1 1 . os quais não têm nenhuma influência neste mundo. o mesmo Deus que redimiu a Abraão. olhando para baixo a partir do céu. os qu e ar­ m a m laços ao qu e rep reen d e na p o rta e os qu e p õ em de p a rte o ju sto . ou ridicularizam. não importa quem venha a ser ferido no processo (provavel­ mente incluindo os assírios como o cumprimento inicial). agora. 21 os qu e fa z e m cu lp a d o ao hom em em u m a causa. agora. en vergon ha do. q u e rem iu a A braão. Deus eliminará os profissionais legais que enganam as pessoas inocentes. Jacó. Os que querem criar problemas e ver o mal se tornar exuberante serão desarraigados. envergonhado”. e se con som e o escarnecedor. a Palavra de Deus e os padrões bíblicos de moralidade serão destruídos e reduzidos a nada. 22 P ortanto. Quando Deus corrigir as coisas. acerca da casa de J a có : J a có não será.tados e pobres. “justo”) dispensado com um mero pretexto. Ele dará um fim ao “tirano” (li­ teralmente “tirano”) que usa a riqueza e posição para adquirir o que quer. “r e t o ”. se alegrarão no verdadeiro Deus que é o Santo de Israel. ou põem de parte o caso do “justo” ou inocente (Heb. e armam armadilhas para o defensor que no tribunal se opõe ao que é perver­ so. a ssim d iz o SENHOR.3) e Ele as levará a efeito. o Deus que tem se dedicado a levar a cabo o seu plano e propósito de redenção (cf. Deus fez promessas a Abraão (Gn 12. sem m otivo. nem se descorará a sua face9 por qual­ quer temor de que as promessas não pudessem ser cumpridas.2 5 -2 7 ). agora. “não será. e todos os que se dao à in iq ü idad e são desarraigados. se descora rá a su a fa ce . O povo de Jacó será transformado. O SE N H O R é .

e sa n tifica rã o o S anto de Ja có . 24 E os erra d o s de esp írito v irã o a ter en ten d im en to . Alguns vêem isto como se referindo à embaixada de Oséias a So (provavelmente Osorkon IV ). 4. Isaías vem agora com um ai que é pronunciado especificamente sobre os que descem ao Egito para pedir ajuda. Ele os fará se arrepender e purificará a nação —tanto Judá quanto Israel.23 M as. . eles terão discernimento. Confiar no Egito Trará Vergonha 30. Então eles tratarão o nome de Deus como santo. e os m u r m u r a d o r es ap ren d erã o d ou trin a .C. A razão para a falta de vergonha e medo é que o povo de Israel não é apenas descendente de Jacó. Em vez de murmurar. quando Oséias deixou de pagar tributo para a Assíria em cerca de 7 2 6 a.1 -3 3 a.1— 5 1 Ai dos f i lh o s rebeldes. p a ra a crescen ta rem p eca d o a pecado. q u a n d o v i r a seu s f i lh o s a obra das m in h a s m ãos.I ). e tem erã o ao D eu s de Israel. no m eio dele. eles “apren­ derão doutrina” com uma ânsia de conhecer a Palavra e a vontade de Deus. sa n tifica rã o o m eu nom e.C. quando Senaqueribe estava a caminho para atacálo em 701 a. No entanto. Deus ainda está trabalhando para isto —agora através de Jesus Cristo e do Evangelho proclamado no poder do Espírito Santo. o Deus de Israel. que tom a ra m conselho• .21). Após lidar com princípios gerais nos dois capítulos anteriores. reconhecendo que Deus é verdadeiramente o “Santo de Jacó”. m a s não do m eu E spírito. a situação corresponde melhor ao tempo de Ezequias.4). AI DOS POVOS REBELDES 3 0 . como os seus antepassados fizeram no deserto (veja Nm I I . (2 Rs 17. Em vez de serem rebeldes. d iz o SENHOR. m a s n ã o de m im ! E qu e se co b rira m com u m a cobertu ra. A obra de Deus de purificar a nação os transformará. Eles se levantarão em reverente temor diante dEle como o seu Deus. é também “a obra” das mãos de Deus. (2 Rs 18.

a confiança deles no Faraó trará vergonha. Ao invés disso.2). Eles poderiam bus­ car a proteção e a cobertura do Espírito Santo (cf. Em vez de força. provavelmente cer­ ca de oitenta quilômetros ao sul de Mênfis. em vez de buscarem refugio em Deus (cf.) ou o sucessor deste. haverá confusão e desgraça (cf. Em vez de refúgio na sombra do Egito. sem p erg u n ta rem à m in h a boca.6). em con fu sã o.). Eles foram determinados a depender da força ou fortaleza de Faraó e receber refúgio na sombra do Egito. Zc 4.C.C. 4 P orque os seu s p r ín cip es estão em 7Loã. 2 Q u e d escem ao Egito. 36.1. eles não somente rejeita­ ram a ajuda do SE N H O R . Os “príncipes” e “embaixadores” podem ser tanto os de Ezequias como os de Faraó. 3 P orque a f o r ç a de Faraó se v o s to rn a rá em vergonha. Zoã estava no Delta e H anes11 estava no N ilo. SI 91 . estão determinados a levar a cabo os planos para formar uma aliança (Heb. sofrim'). eles buscaram a ajuda do Egito. e a co n fia n ça na som b ra do Egito. Deus sabia que o Egito estava perdendo o seu poder e não poderia parar a Assíria ou socorrer Judá. O que im porta é que parece que o trata­ do está em efeito. “uma cobertura”) com o Egito.O SE N H O R o s chama de “rebeldes” (Heb. . e os seu s em b a ix a d ores chegaram a H anes.6). Shebitku (7 0 2 — 70 690 a. Elas eram as principais cidades no Egito unido sob o governo da Vigésim a-Q uinta Dinastia (etíope). Eles obstinada­ mente o rejeitaram e recusaram buscar a sua ajuda. A embaixada enviada ao Egito não orou nem buscou a orientação de Deus. “Para acrescentarem pecado a pecado”. “derramar uma bebida como oferenda”10 como o ato final de um tratado ou aliança. p a ra se fo r tific a r e m com a f o r ç a de Faraó e pa ra co n fia rem na som b ra do Egito. O “Faraó” era o etíope Shabako (7 1 6 — 2 a. linsokh massekbah.

como também os presentes que buscavam o seu favor e proteção. Por conseguinte. e eles queriam provavelmente evitar os filisteus ao longo da costa. Eles estavam sendo levados em uma rota difícil —cheia de “aflição e de angústia”. b. A versão N V I. das áspides venenosas (ou víboras) e serpen­ tes abrasadoras e de bote ligeiro.6— 17 6 P eso dos a n im a is do sul. através do deserto de Negueve (o mesmo deserto ao sul de Judá onde os israelitas passa­ ram quarenta anos) —para o Egito. Esta mensagem trata dos burros e camelos que estavam levando as bagagens para os enviados ao Egito. esta rá a su a f o r ç a .3 E les se en vergo n h a rã o de u m p o v o qu e de n a da lhes servirá . o leão. quando Senaqueribe derrotou o exército egípcio.C. que significa. mas esta era uma missão secreta. na língua inglesa. . a oeste de Jerusalém. Eles poderiam ter tomado a rota mais fácil do litoral. A ajuda do Egito é de nenhum valor e não levará a nada. brasileira. 7 P orque o E gito os a ju d a rá em vã o e p a ra n en h u m f i m . de vergon h a e de opróbrio. O Egito não pode ajudar nem pode ser vantajoso para eles. nada faz”]. A palavra de Deus é que todo o povo de Judá será envergonhado. Os pobres burros e camelos sofre­ ram nesta viagem por nada. P ara a terra de a fliçã o e de a n gú stia Çdonde v em a leoa. Uma Viagem Improdutiva a uma Nação Inútil 30. em Elteque. n em de ajuda. os seu s tesou ro s a u m p o v o qu e de nada lhes aproveitará. [N ota do Tradutor: A NIV. antes. A versão ARA traz “Gabarola. nem de p ro v eito . mas trará somente “vergonha” e “opróbrio”. o hasilisco e a áspide a rd en te v oa d ora ) leva rã o às costa s de ju m en tin h o s as su a s fa z en d a s. Isto foi cumprido em 701 a. indica que Deus chama o Egito de “Raabe que nada faz”. p elo que cla m ei a cerca disto: N o esta rem quietos. havia o perigo dos leões. e sob re as co rco v a s de cam elos. indica “Monstro inofensivo”.

8 Vai. porque ele não tem nenhum poder contra a Assíria. 9 P orq u e p o v o re b eld e é este. Seus escritos se tornariam uma parte da Palavra de Deus para a eternidade —a inalterável Palavra de Deus. Não se podia depositar confiança neles para passarem esta mensagem por meio da mera palavra falada. a gora .O significado disto é “arrogância” e “gabolice”. 10 q u e d iz em a o s v id en tes : N ã o v e ja is. recusando-se a ouvir e obede­ cer o ensino do S E N H O R . Ele também tem que escrevê-las “em um livro”. shaveth. o qual seria preserva­ do para as gerações futuras. Ao invés disso. p o is. Eles igualmente queriam que estes profetizassem ilusões ( “enganadoras lisonjas”) —logros e coisas sem importância que lhes perm itiriam fazer como se lhes aprouvesse. d iz e i. p a r a q u e f i q u e e s cr ito p a r a o tem p o v in d o u ro . pois o povo era incrédulo (simplesmente desiludido).o em u m liv r o . e a os p r o fe ta s: N ã o p r o fe tiz eis p a r a n ó s o q u e é re to . Assim ele é merecedor do nome “Raabe que nada faz” (Heb. p a r a se m p re e p e rp etu a m en te. mas o Egito não pode corresponder à sua jactância orgulhosa. Estes “filhos mentirosos” e rebeldes (v. “que senta quieta”). Porque os habitantes de Judá e Jerusalém não ouviram as adver­ tências de Isaías.n o s co isa s a p ra z ív eis e ten d e p a r a n ó s en g a n a d o ra s liso n ja s. Deus lhe deu uma ordem para escrevê-las “em uma tábua” onde o público poderia vê-la. Era importante que a mensagem fosse escrita. A mesma atitude pode ser vista nos últimos dias desta era (2 Tm . queriam ouvir “coisas aprazíveis” e obviamente inofensivas. e s cr e v e isto em u m a tá b u a p e r a n te eles e a p o n ­ t a . f i l h o s m en tir o so s. e poderia servir de testemunho.9) disseram aos videntes que deixassem de ver as verdades e visões sobrenaturais. Eles disse­ ram aos profetas que deixassem de profetizar (falando por Deus so­ bre as suas justas demandas). f i l h o s q u e n ã o q u erem o u v ir a lei d o SENHOR.

Eles estarão desprevenidos. eles seriam como uma “parede fendida. q u e j á f o r m a h a rriga desde o m a is alto sítio. que já forma barri­ ga” de alto a baixo. até mesmo pior. pronta a se desmoronar “em um momento”. 12 P elo q u e assim d iz o S anto de Isra el: Visto qu e rejeita is esta p a la vra. n ã o se achará en tre os seu s p ed a ço s u m q u e s ir v a p a ra to m a r f o g o do la r o u tira r á gu a da poça. e co n fia is na opressão e na p erversid a d e. quase para quebrar. Eles estavam procurando uma religião fácil. q u eb ra n ­ do-o.3-4). È. Eles não queriam ser abor­ recidos por Ele. mas deu a resposta de Deus. como ti­ nham posto a confiança deles em um povo que os oprimia. a p a rta i-v o s da vered a . e. Esta era severa. e cu ja q u eda v irá su b ita ­ m ente.4 . Nós podemos ser gratos a Deus por Ele ter ordenado a sua Palavra ser escrita em livro. em u m m om en to. z1 d e sv ia i-v o s do cam in ho. esta m a ld a d e v o s será co m o a p a red e fe n d id a . Isaías não escutou o povo. p o r isso. 14 E ele o q u ebrará co m o se quebra o va so do oleiro. Ele é de fato o “Santo de Israel”. f a z e i que d ei­ x e de esta r o Santo de I sra el p era n te nós. se desviassem do caminho da justiça e não os aborreces­ sem com o Santo de Israel. Ele sabia como eles tinham menosprezado e rejeitado a sua palavra profética. M uitos não querem pregações expositivas que declarem a ver­ dade da Palavra de Deus. e como rejeitaram a sua santidade na pervertida religião deles. E triste quando os pregadores levam o povo a se desviar. . mas não poderiam dispor dEle. e sob re isso vos estribais. Eles queriam que os profetas abandonassem o modo prescrito por Deus. n ã o se com p a d ecerá . quando o povo está determinado a desviar os pre­ gadores. Por causa das suas atitudes distorcidas e pervertidas e de seus pecados.

e assim serem salvos de seus inimigos. Deus disse que eles de fato fugiriam. Deus prometeu. A sua graça estava disponível. os vossos p ersegu id o res serã o ligeiros. todos v ó s fu g ir e is . Como Isaías já ti­ nha dito. Deus usaria os cruéis assírios para realizar isto. 17 M il h om en s f u g i r ã o ao g r it o de u m . o S anto de Isra el: Em v o s eo n verterd es e em rep ou sa rd es. e: S obre ca va los ligeiros ca va lga rem os. M as Deus também os advertiu de que o contrário poderia ser verdade (D t . Em vez de confiar em Deus. p o r isso. através de Moisés.O juízo de Deus será severo: Ele quebrará as paredes tão comple­ tamente que não haverá um pedaço quebrado que seja grande o sufi­ ciente para levar brasas de um fogo para acender outro ou para tirar água de uma. sob re ca va lo s fu g ir e m o s . 1' P orque assim d iz o S en hor JEOVÁ . mas eles não a quiseram. cinco perseguiriam cem (dos seus inimigos) e cem perseguiriam a dez m il (Lv 26. Com cavalos ligeiros (provavelmente do Egito). ao g r it o de cinco. Ele já tinha apelado a eles para que retornassem em arrependimento e descansassem nEle (cf. p ortan to. que se os israelitas vivessem em obediência a Ele e às suas instruções. cisterna. esta ria a vossa sa lva çã o. a té qu e seja is d eix a d os co m o o m a stro no cu m e do m o n te e com o a ba n deira no outeiro. e. os seus perseguidores seriam mais rápi­ dos ainda —como que insinuando que eles não escapariam. Ele tinha lhes pedido para que ficassem quietos diante dEle e para colocarem a sua confiança nEle.12 ). pois isto traria fortaleza. m a s não a quisestes. antes. no so s­ sego e n a co n fia n ça . Eles não imaginavam o que os assírios poderiam fazer com eles. 16 M as dizeis: N ão. mas se pensa­ vam que podiam ser rápidos. até mesmo as sobras da parede não servirão para nenhum propósito útil. o povo pôs a sua confiança em cava­ los. fu g ir e is . 2 8 . Deus queria salvá-los. esta ria a vossa f o r ç a .8).12 Em outras palavras. eles planejavam escapar do juízo.

m a s os teu s in stru id o res n u n ca m a is fu g ir ã o de ti. o propósito de Deus para o seu povo não mudou. Os que seriam deixados seriam como uma “bandeira no outeiro”: houve outrora habitante ali. p o rq u e o Se~ NHOR é vim D eu s de eqüidade. antes. Eles serão abençoados a seu devido tempo se esperarem fielmente por Ele e por sua clemência. Haverá um período de calamidade quando a adversidade será o pão e a aflição. 19 P orq u e o p o v o habitará em Sião.32. Então Deus ouvirá a voz dos seus clamores e lhes responderá sem qualquer demora. e que todos eles fugiriam “ao grito de cinco”. Portanto. p o r isso. será ex alçado p a ra se co m p a d ecer de vós. os teu s olhos v erã o a todos os teu s m estres. mas nada mais foi deixado —um resultado de terem abandonado a Deus. te respon derá.18— 26 18 P o r isso. e. viria o dia quando os habitantes de Sião em Jerusalém não mais se lamentariam ( “não chorarás mais”). “Os que nele esperam” são o remanescente purificado. Ele então se levantará para exaltar a si mesmo pela revelação de sua natureza. de modo que o juízo sobre o seu povo será justo. Deus Será Gracioso e Irá Curar 3 0 . o u v in d o -a .30). B em ~ aventurados todos os que n ele esperam . em J eru sa lém . Ele adverte novamente os israelitas de que “m il homens fugirão ao grito de um ”. Agora. por intermédio de Isaías. Ele é um Deus de justiça. Apesar da necessidade de juízo. n ã o chorarás m a is. 20 B em v o s d a rá o S en hor p ã o de a n gú stia e águ a de aperto. o SENHOR esp era rá p a ra ter m isericó rd ia de vós. como misericordioso e compassivo. com o voa n d o com asas. à voz do teu cla m o r. Ele esperará até depois do juízo a fim de ser misericordioso. certa m en te se com p a d ecerá de ti. e. c. Por causa da graça de Deus. Nos dias de Isaías o povo se lamentaria. a bebida deles —o que pode insinuar as rações escas­ .

para a ARC “fugirão”. A voz não só lhes mostrará o caminho. inúteis. morekha pode ser tomado como singular ou plural). Assim. Um a insinuação da Encarnação pode ser vista aqui. Isaías identifica depois “o caminho”. mas terão olhos para vê-lo. mas os corrigirá sempre que eles se desviarem para uma ou para outra direção. mas eles individual­ mente ouvirão uma “palavra” (Heb. 21 E os teu s o u v id o s o u v irã o a p a la vra do qu e está p o r d etrá s de ti. porque Ele se importa com cada um deles. é melhor tomado como “fugirá”.23. Quando eles andarem no caminho de santidade guiados pela pala­ vra do SE N H O R . 23 Então. com o tam b ém p ã o da n ovid a d e da terra. se formos sen­ síveis ao Espírito Santo. yikkaneph.sas durante um cerco. As imagens usadas para buscar orientação. como o caminho de santidade (3 5. an d a i nele. imagens caras e esmeradamente fabricadas. toda a atitude deles mudará. Nós ainda podemos ouvir esta voz. . serão re­ conhecidas como imundas. e esta será f é r t i l e cheia. 22 E terás p o r con ta m in a d a s as cob ertu ra s das tuas escu ltu ra s de p ra ta e a coberta das tua s escu ltu ra s f u n d i d a s de ou ro. cf. sem vos d esvia rd es n em p a ra a direita n em pa ra a esquerda. te da rá ch u va sobre a tu a sem en te com que sem ea res a terra. e as la n ça rá sfo r a co m o u m p a n o im un do. e serão totalmente rejeitadas. davar) por detrás. Embora a ARC aqui indique “instruidores” (o Heb.8). K JV /ARC) não se esconderá nunca mais. O povo já não rejeitará a palavra do Senhor. e eles já não serão encobertos pelo pecado. e d irá s a cada u m a delas: Fora daqui. naqu ele dia. onde a mesma pala­ vra hebraica usada é traduzida como “chuva temporã”. o tempo virá quando o Ensinador deles (o Senhor. J12. e é singular). é melhor tomá-lo aqui como singular (o Heb. dizendo: Este é o cam in ho. o teu g a d o p a sta rá em lu ga res la rgos d e pasto. uma vez que o título mais popular para Jesus entre o povo era “M estre”.

2 . Inicialmente. M as eles serão restaurados até mesmo a um m aior brilho no dia do triunfo do Senhor. um dia que trará a restauração e a cura do povo do Senhor. em todo o m o n te alto e em todo o ou teiro elevado. O juízo escurecerá o Sol e a Lua.11 -21). e haverá grandes pastos onde o gado pode pastar e se alimentar com segurança. Os montes e outeiros outrora estéreis serão bem aguados no dia da vitória do S e n h o r (cf.16. Fenôme­ nos astrais incom uns são freqüentem ente usados para descrever os eventos futuros. e a lu z d o s o l sete vez es m a ior. 23 E haverá. M as a expressão “no dia da grande m atança” terá o seu cum prim ento final na batalha do Armagedom (Ap 16. Ele usa o oposto.1 0 . Deveria ser observado. Deus dará a chuva necessária para grandes colheitas. que descreve o D ia do S E N H O R por vir como um dia quando estas fontes lum inosas fa­ lharão (1 3 . para descrever a Era M essiânica (veja tam ­ bém 6 0 . 26 E s e r á a lu z d a lu a co m o a lu z do sol. q u e fo r p a d e ja d o com a p á e cira n d a d o com a ciranda. rib eiro s e co rren tes de águas. a terra será restabelecida à sua fertilidade. As torres cairão.2 0 ). no dia da g ra n d e m atança.1 2-18 ). que terá sido esparramada e esmiuçada para os bois e jumentinhos comerem.2 3 ). isto se refere à destruição dos assírios. n o d ia em q u e o SENHOR lig a r a q u eb ra d u ra d o se u p o v o e c u r a r a chaga da su a f e r i d a . que este modo de referência aos corpos celestes não é restrito a Isaías. 19 . qu an do ca irem as torres. Isto é . Tal é o caso com Isaías. 24 E os bois e os ju m en tin h o s qu e lavram a terra co m erã o g r ã o pu ro. co m o a lu z d e se te dias. Haverá bastante forragem. a intensificação da luz dos corpos celestes. contudo.Junto com as bênçãos espirituais. Até mesmo eles só comerão o que há de melhor.1 9 . 2 4 .

3 1 . “N aquele d ia”. M t 2 4 .9. e “a sua língua é como um fogo consum idor”. M q 3. A sua ira é comparada ao lança­ mento de uma fumaça espessa. J1 2 .1 8.9 .).28 27 Eis que o n o m e do SENHOR v em de lon ge a rd en d o na su a ira e lançando espessa fv im a ça .20.2 9 .1 0 ). Eles não podem escapar de seu juízo. O “nome do S e n h o r ” representa o seu caráter e natureza. M l 4.2 0 . É usada em um sentido seme­ lhante a “fogo” em ambos os testamentos. e assim significa o próprio S E N H O R . H b 3 . tal como com uma “peneira”. 28 e a su a resp ira çã o é co m o o rib eiro transbordan do. e u m jr e i o de j a z e r er ra r esta rá na s q u eix a d a s dos povos.2 .I I . um “freio” (ou ré­ dea) os fará errar e se desviar. p a ra p e n eir a r as n a ções co m p en eira de va idad e.1 7. 7 . etc.3 0 . 18.1 2. quando Deus estava a ponto de lidar com os assírios e as nações aliadas com eles.6. '• d.18.como as frases proféticas comuns “D ia do S E N H O R ” . também um a figura do juízo de Deus por vir em 1 4 .1 6. A t 2 . 2 1 . Deus lhes perm itirá ir na direção errada. como um símbolo do juízo de Deus.3 1 (esta utilização também aparece em 3 4 . Ap 6 . 8 . Esta é uma term inologia comum entre os profetas (J1 2 . Ele arrastará os assírios.1 2 . juntamente com as suas nações aliadas.3).2 3 . e a su a lín gu a é co m o u m j o g o co n su m id o r. Quer dizer. Agora Isaías retorna aos seus próprios dias. Então. . 19. O Controle de Deus sobre as Nações 30. e “A i” neste sentido (cf. Os seus lábios falam abundantemente da sua indig­ nação. dando fim de tudo aquilo que é falso e inútil. os seu s lábios estão cheios de in d ign a ~ ção.5 . peneirando-os.2 5 . 2 2 .27. Ele está vindo como uma tempestade. e de longe o seu nome é sinalizado. em vez de os guiar no caminho certo. A respiração dEle é como uma inundação que transborda “até ao pescoço”. Ap 9. Lc 2 1 . 9. Ele fala a palavra e o juízo vem. Am 8. M t 12.2. q u e chega a té ao pescoço.

12). tendo a Assíria em vista. A Páscoa era celebrada à noite. 31 Porque. mas entrando na presença do Deus que é a “Rocha de Israel”: a Força. fogo consumidor. o Refugio. e a labareda do seu f o g o con su m id or. com o na noite em que se celebra u m a f e s t a santa. instituído para castigar a Assíria. e p ed ra de saraiva. Com a Assíria julgada. co m com ba tes de agitação. com in d ign a çã o de ira. A vara do S enhor sobre a Assíria é o “bordão do juízo” [Heb. com indignação de ira.2 9 -3 3 29 U m câ n tico haverá en tre vós. co m a voz do SENHOR. 10. indi­ . h a verá ta m b oris e harpas. Eles eram a vara de Deus que Ele usava para castigar Israel e Judá (1 0. raios e trovoadas. musadah. com o a daquela qu e sai tocando pífan o. Ele demonstrará o que o abaixamento do seu braço (sim bo­ lizando o seu poder) fará. e alegria de coração. pa ra v ir ao m on te do Senhor . e raios. 32 E. a Fortaleza e o Protetor de Israel.5). o monte do templo —não s ó indo ao templo. à Rocha de Israel. Deus usará a sua voz majestosa para quebrar os assírios. Cada golpe da vara ou bordão será acompanhado por tamboris e harpas. com ba te­ rá co n tra eles. “fundação”]. e. Deus na sua majestade fará a sua voz gloriosa e majestosa ser ouvida. 30 E o S e n h o r f a r á o u v ir a g ló r ia da su a voz e f a r á v e r o a b a ix a m en to do seu braço. um dilúvio e saraivada de pedras.e. Os seus cora­ ções responderão com alegria como quando as pessoas que tocam flautins (“pífano”) sobem “ao monte do S e n h o r ” . Israel Cantará quando o SE N H O R Destruir a Assíria 3 0 . Isaías agora continua a mensagem de juízo. M as agora é a vez deles serem julgados (cf. o povo de Deus cantará à noite enquanto eles celebram uma festa santa. e dilú vio. a cad a p a n ca d a do bordão do ju íz o qu e o S en hor der. qu e f e r i u com a vara. será desfeita em p ed a ço s a A ssíria.

ou “Tofete”. O sopro do S E N H O R . está p rep a ra d a p a ra o rei.2 a. provavelmente envolvendo sacrifícios humanos a M oloque e outros ritos pagãos. “Fogueira”. o assopro do S enhor com o to rren te de en x o fr e a acenderá.14 A Assíria está se dirigindo rumo a uma vergonhosa pira funerária. pensando que se tivessem . p o rq u e são m u itos. A Tolice de Confiar no Egito e não em Deus 3 1. Enxofre ardente é usado relativo ao lago de fogo no Novo Testamento e fala de terrível juízo (Ap 19.13 O nome tem as vogais hebraicas da palavra “vergo­ nha”. “Com combates de agitação. eles estavam acostu­ mados a confiar em cavalos e carruagens. Assim os representantes de Judá estavam indo para o Egito para aceitar a oferta. “como torrente de enxofre”. o qual é uma alcunha para o lago de fogo. sim . AI DOS QUE BUSCAM A AJUDA DO EGITO 3 I . ele a f e z p r o fu n d a e larga. era um lugar de queima no vale de Hinom. p orq u e sã o p od ero síssim o s. que é grande o bastante para tomar conta dos assírios. Ele desempenha bem a mesma função com o aramaico “Geena”. O Egito tinha se oferecido para ajudar porque eles queriam barrar a Assíria. a su a p ilh a é f o g o e tem m u ita lenha. e n ã o bu sca m ao SENHOR. 5. 33 P orque u m a fo g u e ir a está p rep a ra d a desde ontem .cando a alegria da vitória. Deus tem agora um outro “ai” específico para os partidários da guerra na época de Ezequias. A pira funerária já está preparada em um largo fosso. combaterá contra eles” poderia ser também traduzido como “batalhas de tre­ mores ou peneiradas” para indicar igualmente o propósito de Deus em purificar o seu povo. e n ã o atentam p a ra o S anto de Israel. e n o s ca ­ valeiros.I -3 2 .I— 3 1 Ai dos que d escem ao E gito a b u sca r so co rro e se estribam em ca va lo s! T êm co n fia n ça em carros.20). “a acenderá”. em ebulição.

tan to o a u x ilia d o r com o o ajudado. que está a ajudar. que é ajudado. nem o adoraram nos seus corações. e Judá. e não retira rá as su a s p a la vra s. “e não Deus”. e os seu s cavalos. As suas palavras são sempre fiéis e verdadeiras (Ap 22. carne. eles não são nenhum “espírito”. o juízo. Eles não tinham nenhum desejo de estar na sua presença. Ele “fará vir o m al”. Esta estraté­ gia parecia-lhes sábia. 2 T odavia. M as não atentaram para o S E N H O R . Agora Ele declara que “se levantará” contra os malfeitores. tam bém ele é sábio. Os egípcios são meramente humanos. b. e f a r á v i r o m al. todos ca irã o p o r terra. 3 P orque os egípcios são h om en s e não D eu s.5 4 P orque assim m e disse o SENHOR: C om o o leão e o fi lh o t e do leão ru gem sob re a su a presa . o Egito. e contra a ajuda que esses mal­ feitores estão esperando do Egito. e. ele se leva n ta rá co n tra a casa dos m a lfeito res e co n tra a a ju d a dos qu e p ra tica m a iniqüidade. e n ã o espírito.6). ain da que se co n v o q u e co n tra ele . tendo somente vida física temporária. seriam vitoriosos. quer dizer. M as Deus é o Único que é verdadeiramente sábio. Os seus cavalos são “carne”.1 4 — 16). O próprio Deus Protegerá Jerusalém 31.muitos cavalos com cavaleiros fortes. Os políticos que buscavam a ajuda do Egito tinham questionado os modos e a sabedoria de Deus (2 9 . O SE N H O R está no controle. Judá precisava saber quão frágil os egíp­ cios eram e quão insuficientes os seus cavalos seriam. cairá: eles “juntamente serão consumidos”.4. q u an do o Senhor esten d er a m ão. irá tropeçar. aqueles que buscam a ajuda do Egito. Quando Ele se move em poder ( “estender a sua mão”). Ele proferiu a sua palavra —e porque Ele não muda. não retirará as suas palavras. e todos ju n ta m e n te serão con su m id os. Isaías dá agora razões a mais por que não se pode confiar na força humana.

O hebraico indica profunda apostasia. 7 Porque. mas ainda podem mudar os seus pensamentos e o seu modo de vida. e. M as o seu poder é m aior do que qualquer outro. Como um leão que ruge sobre a sua presa. Ele paira sobre a cidade de Jerusalém para protegê-la. cad a u m la n ça rá f o r a 05 seu s íd olos de prata. A sua compaixão salvará Jerusalém desta vez. . Eles pensavam no poder de Deus como nada além de alguns peque­ nos pássaros contra um grande exército. pois. e os seu s íd olos de ouro. Eles estão em uma cova profunda. trazendo assim a derrota aos egípcios. “Como as aves que voam”. Isaías lembra o povo de que o SE N H O R falou pessoalmente com ele. Um Chamado ao Arrependimento 31. Os partidários da guerra queriam a força de um grande exército de cavalos e carruagens e eles menosprezaram o poder de Deus. o SE N H O R considera Sião a sua possessão. assim o S enhor dos E x ércitos am p arará a J eru sa lém . a ssim o S enhor dos E x érci­ tos descerá p a ra p e le ja r p elo m o n te Sião e p elo seu outeiro. para se converter a Ele.15 c. não é o propósito de Deus deixar os assírios destruírem Jerusalém. àq uele co n tra q u em os f i lh o s de Isra el se rebelaram tão p ro fu n d a m en te. a sa lvará.u m a m u ltid ã o de pastores. E Ele usará os assírios para fazer isto. A “multidão de pastores” são os egípcios que estão procurando proteger Judá dos assírios —contra a vontade de Deus. Ele protegerá Jerusalém.7 6 C o n v ertei-v o s. contra os seus planos. Deus chama o povo de Israel para se arrepender. 5 C om o as aves voam . na q u ele dia. n em se abatem p ela su a m ultidão. qu e fa b r ica r a m as vossas m ã os p a ra pecardes. O SE N H O R lutará contra Sião. passan do. Todavia.6. e não se espan tam das su a s vozes. ele a a m p a ra rá e a livrará.

(37.Isaías olha à frente para o Dia do SE N H O R . numa indicação do cumprimento de que “seus jovens serão derrotados”. . cuja presença santa é como um fogo consumi­ dor em Jerusalém. Agora nos próprios dias de Isaías. incluindo a sua força e o rei no qual eles confiam. forçou os seus soldados a trabalharem em seus projetos de edificação em N ínive.8. irá morrer de medo. O Rei Justo 32.36 . “a Assíria cairá pela espada”. d e m ed o. mas não de qualquer indivíduo humano ( “não de varão”). em J e r u s a lé m . Eles serão devorados pela espada.35). como os exércitos do Egito.000 soldados para o anjo da morte em 688 a.16 9 E. e os seu s jo v e n s serã o derrotados.1— 8 1 R ein a rá u m R ei com jvistiça. não realizariam isto. quando ídolos ( “nãodeuses”) de ouro e prata serão rejeitados como produtos do pecado. ao invés disso. mas não de mortais.000 foram de fato colocados para realizar trabalho forçado. d iz o Senhor . e. Os exércitos humanos. A destruição da Assíria seria sobrenatural.9 8 E a A ssíria ca irá p ela espada e não p o r va rã o. A Destruição Sobrenatural da Assíria 31. como foi o caso quan­ do Senaqueribe perdeu 185. e f u g i r á p era n te a espada. p a s sa r á a su a ro ch a d e refú g io . Os príncipes de Assíria abandonarão a bandeira deles e serão despedaçados. A fortaleza da Assíria (Heb. e o s s e u s p r ín c ip e s d e ser ta r ã o a b a n d eira . Senaqueribe viveu mais sete anos e jamais fez outra campanha m ilitar.C. Os jovens homens assírios que sobra­ ram depois da destruição dos 185. não de hom em .17Eles desafiaram o SENHOR. d. e a espada. sa l’o. Lá o altar simboliza perdão para o arrependido e para os inimigos de Deus. e d om in a rã o os p rín cip es segu n d o o ju íz o . cu jo f o g o está em S ião e c u ja fo r n a lh a . a co n su m irá . 2 Rs 19. “sua rocha”).

como Deus que é a nossa Rocha e Refúgio. e do a va ren to n u n ca m a is se d irá qu e ég en ero so .9) serão abertos e verão a verdade. clara e francamente. Ele mudará a percepção das pessoas. e proverá água. 2 E será aq uele v a rã o co m o u m esco n d erijo con tra o vento. 1 E o cora ção dos im p ru d en tes en ten d erá a sabedoria. e com o u m refú g io con tra a tem pestade.. Ele verdadeira­ mente toma conta de seu povo.Depois da narração a respeito do juízo de Deus. Os corações e mentes dos que são imprudentes e precipitados discernirão e entenderão o verdadeiro conhecimento. alunos que seguem os passos) do Senhor. Eles estarão prontos para propagar a verdade com sabedoria. em linha com os princípios de justiça dEle. Isaías novamente olha para o futuro quando o Rei Messias (caps. . Ouvidos que outrora se recusaram a escutar ouvirão e obedecerão. Ele será tão refrescante como a sombra de uma “grande rocha” em uma terra exausta e sedenta. 9 e I I ) “reinará. Olhos que uma vez foram cercados voluntariosamente em auto-ilusão (29. 3 E os olhos dos qu e vêem não olharão p a ra trás.. e co m o rib eiros de água s em lu gares secos. Cada pessoa. o que transformará cada aspecto da sociedade. e com o a som bra de u m a g r a n d e rocha em terra sedenta. com justiça” e os príncipes tomarão as suas decisões “segundo o juízo”. cada cidadão comum. M as o Rei Messias será o “homem” que irá proteger assim como se protege do vento e da tempestade (ou inun­ dação). e os o u v id o s dos q u e o u vem estarã o atentos. estará como o seu Rei. 5 Ao lou co n u n ca m a is se ch am ará n ob re. e a lín gu a dos g a g o s esta rá p ro n ta p a r a ja la r distin tam en te. Alguns entendem isto como que eles se tornarão pedras. Os que são ga­ gos e hesitam falar serão rápidos no falar. Eles se tornarão verdadeiros discípulos (estudantes.

e nestas se elevam e se mantêm de pé.A sociedade mundana honra freqüentemente os tolos (as pessoas ímpias. Os instrumentos e métodos do avarento são maus.25.1 1.28). profere erros pervertidos concernentes ao S en h o r . p ela nobrez a.4). Aqui nós vemos a verdadeira natureza do tolo ímpio. Ele caracteristicamente “fala loucamente”: pecado. Eles podem honrar até mesmo os sem escrúpulos que conseguem ter acesso a altas posições. Eles são aceitáveis diante de Deus (cf. e p a r a fa z er co m q u e o sed en to v en h a a te r f a l t a d e bebida. . Ele “maquina invenções malignas”. M as isto tudo vai ser mudado. e o seu co ra çã o p r a tica a in i­ q ü id a d e• p a r a u s a r d e h ip o crisia .1 1. p a r a d e s t r u i r o s m a n s o s co m p a la v r a s f a ls a s . incluindo tratamento infame. Os que são nobres na sua atitude para com Deus e liberais na sua atitude para com os outros recomendam e projetam ações honradas. O coração e a mente dele o fazem estar ocupado com o mal: causando dificuldades aos outros e ofendendo a Deus. S e n h o r . Ele “pratica a iniqüida­ de”. amorais) como nobres. e retém a comida do faminto e a água do sedento (cf. e p a r a d e ix a r va z ia a a lm a do fa m in t o . Jr 17 . A manipulação de processos legais por perjúrio pode estar implícita. 6 P o rq u e o lo u co f a l a lo u ca m e n te. SI 24. lS M a s o n o b re p r o je ta co isa s n o b res e. ou seja. ' T a u ib cm t o d o s o s i n s t r u m e n t o s d o a v a r e n t o s ã o m a u s . I S m 2 5 . prostituição e incesto] “para des­ truir os mansos com palavras falsas” e o necessitado cuja causa é justa e certa.27. e le m a q u in a i n v e n ç õ e s m a l ig n a s .3. está em pé. compõe esquemas do mal [conspira­ ções. m es m o q u a n d o o p o b r e ch ega a f a l a r r e ta m e n te . e p a r a p r o fe r i r er r o s co n tr a o . Pv 3. sacrilégio e estupidez.

e cin gi com p a n o s de sa co os vossos lom bos. mas transtornadas e tremendo de medo. Isaías advertiu os líderes. Isaías reco­ nhece o poder que elas podem exercer. se dispam e ponham ao redor das suas cinturas nada m ais que um pano grosseiro de saco. e p o n d e-v o s nuas.1). Elas são complacentes a respeito do pecado. os profetas.16— Am 4.1 para a atitude das mulheres com respeito ao vinho. As mulheres também precisam escutar a voz do profeta. . Juízo até que o Espírito Seja Derramado 32.1). ó m u lh e­ res qu e estais tão segu ras. e a colheita não virá. 3. Após alguns dias a mais que um ano.f. A estas mulheres com placentes ( “em repouso”) é ordenado que estremeçam (ou se turbem ). p orq u e a v in d im a se acabará. m u lh eres qu e estais em repou so. A co­ lheita de uva certamente fracassará. 10 P orque daqui a u m an o e dias v ireis a s e r turhadas.) 11 Tremei. Este era o tratam ento comum dado a pessoas levadas cativas ou feitas escravas. os tolos e os avarentos. porque elas es­ tão à vontade. “seguras” (confiantes. Em chamando as mulheres para se levantarem e escutarem a sua mensagem. satisfeitas com as coisas como elas são (cf. confiando que as coisas nunca mudarão. e vós. e tu r b a i-v o s v ó s que estais tão segu ras. e se sentem 26.9— 14 9 L eva n ta i-vos. fi lh a s qu e estais tão segu ras. in clin a i os o u v id o s às m in h a s palavras. d esp i-vos. estas mulheres confiantes já não estarão seguras. e o u v i a m in h a voz. (Veja Am 4. m u lh eres qu e estais em repouso. Elas têm que se preparar para os resultados dos seus próprios pecados. e a colheita dos frutos de verão não dará em nada. Amós indica que os homens eram o mesmo em Samaria (Am 6. despreocupadas) a respeito das advertências de Isaías.

batendo em seus peitos. A cidadela de O fel (H eb. ’ophel) e as torres dos atalaias se tornarão campos baldios. as suas m ultidões liquidadas. M P orq u e o p a lá cio será abandonado.a d . 13 S obre a terra do m eu p o v o v irã o espin h eiros e sarças. e como o próxim o versículo m ostra. Palácios fortificados serão abandonados.13). por causa do que acontecerá aos seus campos e vinhedos quando o inimigo vier. na cidade desre­ grada e arrogante (um coletivo para as cidades de Judá) cheia de festança e pululante de prazer. Elas se lamentarão. os campos serão deixados sem cultivo. isto não é “eternam ente”). . trazidos pelas tribos vizi­ nhas de beduínos. (A lguns com entaristas entendem este versículo como referindo-se a Sa­ m aria quando foi tom ada em 7 2 2 a. p a ra a legria dos ju m e n to s m o n teses e pa ra pa sto dos ga d os. . ou solo im ­ produtivo. pois os servos e os guardas serão capturados e m ortos ou levados ao exílio. nenhum cultivo irá ocorrer.C . “eternam ente” (H eb. o ru íd o da cid a d e cessará. na cid a d e que anda p u la n d o de p ra z er Devido ao fato do exército invasor levar o povo cativo e despojar os campos. prova­ velmente rebanhos de ovelhas e cabras. O fe l e as torres da g u a r d a serv irã o de ca v ern a s etern a m en te. Os campos desertos serão um a alegria som en­ te para os jum entos monteses e um pasto para os “gados”. se tornando cheios de espinheiros e sarças em vez de boas safras. Eles seriam destruídos pelos assírios (2 Rs 18.’olam o que pode significar “por m uito tem po”.) A cidade cairá em silên­ cio. ou casas de divertimento. com o tam bém so b re todas as casas de alegria. Espinheiros e sarças também se espraiarão por cima das “casas de alegria”.12 F eri os p eito s sob re os ca m p os d esejá veis e sob re as vid es J ru tu o sa s.

como também a polui­ ção da atmosfera. e a “jus­ tiça morará no campo fértil”. M as esse dia não virá até depois que o Espírito do Senhor seja derramado em abundância Pentecostal “lá do alto” (do céu. como dom de Deus). 17 E o efeito da ju s tiça será paz. U m dia melhor está vindo —um dia de renovação. karmel. A Terra será renovada como preparação para as alegrias mileniais. p a ra sem pre. 2. H á um derramamento do Espírito que começou de fato no Dia de Pentecostes (J1 2. e a ju s tiç a m o ra rá no cam p o fé r t il. salvação e prosperidade. e a operação da ju stiça . lb E o ju íz o habitará no deserto.15— 20 13 a té qu e se d erra m e sob re n ós o E spírito lá do alto.8. rep ou so e segu ra n ça .17). repouso tranqüilo e segurança confiante no SE N H O R . “jardim” ou “pomar”). e o ca m p o f é r t i l será rep u ta d o p o r u m bosque. serão tiradas pelo Espírito. a renovação do mundo pelo Espírito Santo será completa. Isto dá a impressão de pretender que a conta­ minação causada pelo pecado e pela ganância. O Israel moderno ainda espera esse dia.g. o deserto se to rn a rá em cam po fé r t il. A t 1.4). Os resultados do juízo de Deus sobre Israel e Judá não são defini­ tivos. 29. Devido ao fato de que haverá uma justiça onde as pessoas estarão numa correta posição para com Deus e entre si. e o jardim parecerá como um parque arborizado ou bosque (cf. então. O deserto se tornará um campo fértil (Heb. . haverá paz. M as haverá uma efusão até maior do Espírito quando Jesus retornar para estabelecer o seu reino milenial na Terra.28. O Espírito Derramado Restabelecerá a Paz 32. Este bem-estar harmo­ nioso é muito diferente da falsa segurança sentida pelos pecadores nos dias de Isaías. Com o duplo fato de que “o juízo habitará no deserto”.

imorais e . ‘ashre) inclui a idéia de uma abundância de felicidade. Os lares serão luga­ res de descanso seguro que são imperturbáveis. 19 ain da q u e caía saraiva. alegres e calmos. “A cidade” é o mundo das pessoas que viraram as suas costas para Deus. será s despojado. AI DA ASSÍRIA 33. acaban do tu de tra ta r p e r fid a m e n te . O ai aqui é dirigido contra a Assíria. O princí­ pio visto aqui — depois do juízo vem a bênção — está em muitas passagens da Bíblia a respeito de juízo e bênçãos mileniais. Isaías novamente contrasta a bênção de Deus com outra profecia de seu juízo.1 1 A i de ti d esp oja d or qu e n ã o fo s te despojado e q u e ages p e r fid a m en te con tra os que não agiram p erfid a m en te con tra ti!A caban­ do tu de despojar. p erjid a m en te te tratarão. e em lu gares q u ietos de descanso. e a cid a d e seja in tei­ ra m en te abatida. Em vez de presunção sem sentido. e em m ora d a s bem segu ras. Depois de lembrar a Israel a respeito da promessa de Deus. “Bem-aventurados” (Heb. O quadro da semeadura em uma terra bem regada. os qu e sem ea is sob re todas as águ a s e qu e d a is liberdade ao p é do boi e do ju m en to . lares de segurança e confiança.18 E o m eu p o v o habitará em m ora d a de paz. o povo de Deus habitará em moradias de paz. e caía o bosque. e de animais de fazenda que virtualmente cuidam de si próprios falam de boa vida para a comunidade agrícola dos dias de Isaías. realização espiritual e uma boa vida —tudo vindo da parte de Deus. A “saraiva” será o agente de juízo. 20 B em -a v en tu ra d o s vós. A audiência de Isaías deve ser lembrada que o juízo tem que vir antes da restauração. 6. Isaías agora retorna ao ai que começou esta seção. O “bosque” refere-se à terra que está infectada pelo pecado. e. (As desleais.

3. De que outra forma o povo expressava a sua rebelião contra o Senhor? 14. Ela faria tratados e os quebraria. Que esperança Deus lhes deu e por que eles a recusaram? 15. De que maneira o nome “A riel” corresponde a Jerusalém? 8. a A ssíria pôde marchar de país em país sem medo de retaliações. eles levaram a A ssíria a um fim definitivo em 60 6 a. Qual foi a real causa para o formalismo no qual o povo tinha caído? 11. destruída pela deslealdade e traição (cf. 4.21 se aplica a Isaías 28. Qual seria o resultado do “pão de angústia”? 1. M as seu tempo viria. Por que razões era errado para Judá ir ao Egito pedir ajuda? 13.12? Por que a aliança de Israel com a morte era tolice? Onde é encontrado o cumprimento final do fundamento ou pe­ dra de esquina? 6.11.destrutivas táticas assírias de pilhagem serão vistas novamente no fim dos tempos. Então com a ajuda a mais dos citas. N ínive foi destruída em 6 1 2 a. traindo qualquer confiança posta nela durante seus esforços para criar estados vassalos. Que conclusão pode ser tirada de 28 . por um a com binação de babilônios e m e­ dos.23— 29? 7. ela seria. QUESTÕES DE ESTUDO Como o povo de Israel desconsiderava a Lei? Que lição os assírios ensinariam a Israel e por quê? Como I Coríntios 14. M t 2 6 . Qual foi o propósito de Deus nesses juízos? 9. Por que até mesmo a pessoa educada não entende a palavra de Deus? 10. 2. 5. Que esperança o dia futuro trará? 12.C.5 2 ).C. por seu turno. .) Em seu início.

16. em The Comrnunicators Commentary (Dallas: W ord Books. B. ísaiah Z — 39.1 6 . Por que Isaías dá um aviso especial às “mulheres complacentes”? 21. fazendo-os perceber que eles estão separa­ dos de Deus e não podem entender a mensagem de D eus”. Quem é o destruidor e o que acontecerá a ele? CITAÇÕES 1 Oswald T. em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press.1 1. I & II Corinthians (Springfield. A Concise Hebrew and Aramaic lex icon o f the O ld Testament (G rand R apids: W m . Ezequiel 4 3 . 6 Cf. os orgulhosos israelitas estavam dizendo que Isaías os estava tratan­ do como bebês espirituais e eles estavam ressentidos com isto.2 2 ] de­ pressa chama a atenção deles para Isaías 2 8 . 19 71 ). 1:859. 5 W illiam L. Stanley M .: Logion Press. De modo que falar em línguas é necessário como um sinal de juízo para os incrédulos. A llis. mas cujas ações deixariam claro que esses israelitas estavam separados de Deus. 1 9 7 5 ). Que razões a mais mostram que era errado para Judá buscar aju­ da do Egito? 18. 272. desligados da sua bênção e debaixo do seu juízo. Que garantia Deus deu de que Ele subverteria o exército assírio? 17. Paulo aplica isto ao falar em línguas (idio m as) que eles não entendiam . David L. 4 Veja nota sobre 5. H orton. N o contexto da profecia de Isaías. 1 9 9 9 ) 13 7-3 8. “Book o f ísaiah ”. a mensagem que era destinada a abençoar traria juízo. 2 Alguns entendem isto como significando “as mesas sagradas no santuário onde sacrifícios são oferecidos” por sacerdotes bêbados. Deus enviaria os conquistadores estrangeii‘os cuja língua eles não entenderiam .14. M o. Qual será a obra do Espírito na era do futuro reino? 22. Paulo [em I Co 1 4 . Isaías então tornou claro que por causa da incredulidade deles. H olladay.1 5 . Eerdmans.2 1 . . 222. De quem é o reinado que Isaías prevê e que espécie de reinado será o seu? 20. Quem defenderia Jerusalém e que resultados se seguiriam? 19. McKenna. ‘‘Para que os coríntios não chegassem à conclusão de que não havia espaço para falar em línguas na adoração pública. 1993).

Contudo.I I — 14. 10 N ão a palavra ordinária para “oferenda”. 1926-27). U m a S ú p lic a q u e E x a lta a D e u s 3 3 . 19 86 ). 13 Veja 2 Reis 2 3 .2 —6 2 Senhor . 12 Por causa das raras chuvas. F. quando os aviões do general britânico Edm und H en ry A llenby sobrevoa­ ram Jerusalém. “tirano” ser singular. Assim o salmista estava falando a respeito do restabelecimento da prosperidade em lugar do retorno dos cativos. RJ: CPAD. 2 1 1 -2 1 3 . Jeremias 7.31 . 16 Daniel David Luckenbill.37. 9 O hebraico é singular. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. McKenna. mente deveria ser tomado como um coletivo para todos os tiranos cruéis.1 0 . s ê tu o n o sso b ra ço ca d a m a n h ã . 2:183. eles usavam cisternas para conservar o supri­ mento de água.10 I. 8 Devido ao hebraico 'arits. (Chicago: University o f Chicago Press.7 “Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião” (SI I 2 6 . 17 Veja J. alguns entendem que isto signifique Satanás. U M A ORAÇÃO PO R LIBERTAÇÃO E A RESPOSTA DE DEUS 3 3 . I 9 . 11 H anes era chamada H eliópolis pelos gregos.7 [ “Quando o Senhor restaurar a sorte do seu povo”. 0 Propósito de Deus na História 33. M axw ell M iller e John H . H ayes. Veja comentários sobre 37. Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 1 9 9 8 ). desse modo utilizando o plural aqui.2-35. libertando-a dos turcos. A History o f Ancient Israel and Judab (Philadelphia: W estm inster Press. 15 M uitos viram um a aplicação deste versículo na Prim eira Guerra M undial. tem m is er icó r d ia d e n ó s ! P o r ti tem o s esp era d o. 3 8 6 -8 7 . por causa do propósito desta oferenda de bebida. Esta vem de um a palavra raiz que significa “cobrir”.2 -2 4 a. A A RC indica “Jacó” para significar o povo de Israel. A R A ].I ) usa o hebraico que é semelhante ao restabelecimento da prosperidade de Jó (Jó 4 2 . Isaías 1— 286. co m o ta m b ém a n o ssa sa lv a çã o em tem p o s d e trib u la çã o.1 0 ) e a restauração da sorte em Salmos 14. H orton. 2 vols. o singular provavel­ 39. 14Veja Stanley M . .

N m 10.20).19. 3 A o ru íd o do tu m u lto. o vidente de Patmos. O barulho de um exército se aproximando faz as pessoas fugi­ rem. en ch eu a S ião d e retid ã o e d e ju s tiç a . Ele espalharia os exércitos dos assírios da mesma maneira (cf. quando estivessem apertados de todos os lados.Isaías interpõe uma súplica ao SE N H O R por ajuda e libertação. Também pode representar o modo das pessoas penetrarem nas bên­ çãos da vitória do SE N H O R sobre o Anticristo e os seus exércitos (Ap 19.3. as pessoas fogem e as nações se dispersam. f u g i r ã o os p o vo s. 2 roa. Ao longo da história de Israel Ele tinha dispersado nações. 4 E ntão.4).35. Deus é m aior que qualquer força que a humanidade possa produzir. M as quando Deus revela quão exaltado Ele é. a ju n ta r -s e -á o vosso despojo com o se apanha o p u lgã o . A figura de gafanhotos e as suas larvas enxameando e desfolhando toda planta verde indica quão depressa e como a batalha terminará completamente. 3 O SENHOR é ex a lça d o. . indicou que a “aguda espada” que saía da boca de Jesus d estru iria sem elhantem ente os exércitos do Anticristo (Ap 19. Ainda havia um remanescente justo em Jerusalém esperando para o SE N H O R mover-se graciosamente em seu favor. Eles contemplaram ao SE N H O R para ser a sua força (Heb. p o is hab ita n a s a ltu r a s. João. “ao ruído [da sua voz]”. SI 68. co m o os g a fa n h o to s saltam . Eles confiaram nEle para ser a sua salvação1 “em tempos de tribulação”. O quadro das pessoas se lançando sobre o espólio pode descrever o que aconteceu depois da destruição do exército de Senaqueribe. a li saltará.15).1). “braço”) e ajuda “cada manhã”. à tua ex a lta ção as n a ções serã o dispersas. Até mesmo Ezequias tinba se voltado para o Senhor (2 R s 19.

A ignorância e a falta de sabedoria já não farão ninguém se desviar e se perder. sem dúvida o dom do Messias ( 1 1.) Também haverá uma abundância de “sabedoria e ciência”. Este é o seu propósito resolu­ to e Ele levará isto a efeito. Agora Isaías retorna aos seus próprios tempos quando os assírios estavam destruindo as cidades de Judá e ameaçando Jerusalém (701 a. reconhecendo quão exaltado Ele é.A vitória do SE N H O R o exaltará e mostrará quão elevado Ele é —o verdadeiro Deus que habita no céu.3. “Os seus embaixadores” (N V I. e o te m o r do S e n h o r se r á o se u tesou ro.2). “homens va­ lentes”) de Judá (Heb.14— 16). a b u n d â n cia d e sa lv a çã o • .). porque a Assíria quebrou o tratado que Ezequias fez que era presumido a proteger Jerusalém (2 Rs 18.2). A Tristeza e Angústia de Judá 33. NIV. 6 £ h a v erá esta b ilid a d e n o s teu s tem p os.22. Isaías insinua que as pessoas o louvarão. Os seus enviados que buscavam a paz lamentam amargamente. o tempo milenial de Deus será caracterizado pela estabilidade (segurança provocada pela fidelidade de Deus) e uma abundância de. sa b ed o ria e ciên cia . Este será um dom que Ele tem como um tesouro a ser dado aos que o amam e honram a sua impressionante santidade. e os m en s a g e ir o s d e p a z estã o ch o ra n d o a m a rga m en te. Em contraste com os tempos de tribulação (v. (O plural no hebraico indica uma abundância de tudo o que a salvação significa e inclui a nossa herança plena em Cristo: nossos novos corpos e nosso reinado como reis e sacerdotes com Ele. “salvação”. Pela sua vitória Ele encherá a Sião de sua própria “retidão e justiça”. O “temor do S e n h o r ” não será uma mera emoção humana. ‘erdlam . “heróis”.C.7— 9 7 E is q u e o s s e u s em b a ix a d o res estã o cla m a n d o d e f o r a . . “heróis”) 2 lamentam e clamam aber­ tamente nas ruas porque eles não podem barrar o inimigo. literalmente. Isto pode também se referir aos funcio­ nários mencionados em Isaías 36. b.

ele ro m p eu a alian ça. 9 A terra g e m e e p ra n teia . S arom se to rn o u com o u m deserto.10— 13 10 A gora. O inim igo (Senaqueribe) quebrou o tratado. Os assírios saquearam a terra. Os assírios tomaram as suas decisões no passado. cessa m os q u e p a ssa m p ela s v er e­ das. Agora eles têm que sofrer as conseqüências. Colher essas conseqüências é compara­ do a dar à luz ao que tinha sido concebido antes. 24. O tempo vem quando Deus vê que é o bastante e Ele se levanta em juízo que o exaltará. e não respeitou ou valorizou a qualquer pessoa. c. a planície fértil de Sarom. m e leva n ta rei a m im m esm o. “As estradas estão desoladas” por causa da violência do inimigo — nenhum com erciante trazendo os bens necessários. Os exércitos assírios arruinaram a gleba cultivada. agora. O Líbano com suas montanhas bonitas e florestas de cedro. os campos planos de Basã a nordeste do mar da Galiléia —tudo tem se tornado como o deserto de Arabá ao sul do mar M orto. A paz e a segurança acabaram e todas as pessoas têm medo de arriscar-se a sair. as folhas das árvores e as plantas das áreas de bosque do Carmelo murcham e caem. na costa sul do monte Carmelo. o L íhano se en vergon h a e se m urcha. 11 C on ceb estes palha. e o vosso esp írito vos d evora rá co m o fo g o . Deus tem o seu próprio tempo. desprezou as cid a d es e a hom em n e­ n h u m estim a. m e levan tarei. p r o d u z ir eis p ra gan a. A terra murcha e sofre com as pragas da lavoura (cf. Devido a eles terem . rejeitou e menosprezou as teste­ munhas. agora. serei exaltado.4). B a sã e C a rm elo f o r a m sa cu ­ didos. d iz o Sen hor .8 A s estra d a s estão desoladas. e Ele está sempre no tempo certo. O SE N H O R se Levantará e Julgará o Inimigo 33.

ou espírito. devido ao fato de que Deus irá julgar todas as na­ ções e porque Ele mostrou a disponibilidade da sua graça através de grandes libertações. o resultado será farelo e palha. as pessoas teriam pensado que foram salvas pela sua própria sabedoria. M ais adiante. Assim ficou óbvio que Deus era o Único em quem se podia confiar. con h ecei o m eu poder. v ó s os qu e estais longe\ o que tenho f e i t o . o trem o r su rp reen d eu os hipócritas. e rápido. A sua própria respiração. os que estão “longe” (os gentios) e os “vizi­ nhos” (o povo de Judá) precisam prestar atenção ao que Ele tem feito e reconhecer o seu enorme poder. Se Senaqueribe tivesse mantido o seu tratado e deixado Jerusalém por causa do tributo que Ezequias lhe deu.feito os seus planos sem consultar o SE N H O R . Os pecadores (que estavam vivendo como se não hou­ vesse nenhum Deus) estão tremendo com medo e perguntam quem pode viver na presença do “fogo consum idor” da santidade im u­ tável de Deus. Deus respon­ deu a oração.14 ]A O s p eca d o res de Sião se assom bra ram . Q u em d en tre n ó s habitará com o f o g o co n su m i­ d o r? Q u em d en tre nós habitará co m as labaredas etern a s? O que Deus tem feito foi de fato observado pelos pecadores em Sião. será o fogo que os devorará. 12 E os p o v o s serã o co m o os in cên d io s de cal\ com o espin hos co rta d o s a rderão n o fo g o . 13 O u vi. . e v ó s que estais vizin hos. O juízo de Deus sobre os exércitos assírios (os quais eram com­ postos de uma multidão de povos) será intenso. como o incêndio de cal. como o queimar de arbustos de espinho secos. Pecadores Aprendem uma Lição 33 . d. M as quando Senaqueribe quebrou o tratado e a situação parecia desesperadora.

17— 4 2 17 O s teu s olhos v erã o o R ei na su a fo r m o s u r a e v erã o a terra qu e está longe. jogatinas. Ele também quer que nós recusemos subornos. o seu p ã o lhe será dado. qu e arrem essa p a ra lon ge de si o ga n h o de opressões.6). que recusemos a olhar com simpatia a qualquer coisa desagradável a Ele. .1— Ele reinará em distâncias longínquas. as fo r ta lez a s das rochas serã o o seu alto refú gio. loterias.e. qu e sa cod e das su a s m ãos todo o p resen te. 16 este habitará na s a ltu ra s. rejeitando qualquer tipo de exploração dos outros (isto incluiria fraude.16 13 O qu e an da em ju s tiça e q u e f a l a com retidão. cf. A resposta para a pergunta deles requer o tipo de estilo de vida que o Velho Testamento enfatiza e o Espírito Santo torna possível aos crentes nascidos de novo. f. alguns supõem ser Ezequias após a sua cura e durante os seus quinze anos adicionais de vida (2 Rs 20. qu e tapa os o u v id o s p a ra não o u v ir f a l a r de sa n gu e e fe c h a os olhos pa ra não v e r o m al.). A pessoa que vive nesse tipo de comunhão com o S E N H O R verá agora pessoalmente “o Rei na sua formosura”. O Rei Está Vindo 33. etc. Ele quer que nós continuemos falando “o que é certo”. Devido ao rei não ser indicado. até aos confins da 7).1. M as a conexão com o versículo precedente indica que o Rei é o M essias (veja 32. Terra. Deus quer ver todas as pessoas do mundo continuando a viver em plena retidão. que recusemos a escutar qualquer coisa que venha a prejudicar outras pessoas. Ver a sua paz e a sua bênção está incluso. e as su a s á gu a s serã o certas. Quem Pode H abitar com um Deus Santo? 33. S I 45 .15. A pessoa que vive nesse tipo de retidão plena irá hab itar “nas alturas” —em comunhão com o SENHOR —tendo segurança como a das fortalezas elevadas e provisão inesgotável das necessidades diárias.

18 O teu coração considerará em assombro\ dizendo: O n de está o escrivãoP O n d e está o pa gad or? O n d e está o que conta as torres?

Naquele dia a mente de cada pessoa “considerará em assombro” o terror anterior: tal como foi causado pelos assírios. Eles estarão perguntando: “Onde está o escrivão”, quer dizer, o chefe dos escriturários (Heb. sopher), aquele que registrou os nomes dos levados cati­ vos; “onde está o pagador”, pesando e registrando o tributo; e “onde está o oficial” registrando o número das torres demolidas (ou a se­ rem demolidas)? O terror do inimigo estará findo.
19 N ão verá s m a is aq uele p o v o cru el, p o v o d e ja la tão p ro fu n d a , qu e não se p o d e perceber, e de lín gu a tão estranha, que não se p o d e entender.

As lições ensinadas pelos assírios com o seu idioma estrangeiro e língua estranha e gaga (2 8 .1 1 ) não precisarão ser aprendidas nova­ mente. Os assírios arrogantes serão castigados pelos seus pecados.
20 O lha p a ra Sião, a cid a d e das n ossas solen id ades; os teu s olhos verã o a Jeru sa lém , habitação quieta, tenda que não será d errib a da, cu ja s estacas n u n ca serã o arran cad as, e das su a s cord a s n e­ nh u m a se quebrará.

Quando eles vêem o Rei (v. 17), eles poderão olhar para Sião, a cidade onde entraram na presença do SE N H O R para celebrar as sole­ nidades (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos —os festejos dos pere­ grinos que os convocam para vir a Jerusalém, Êx 23.14— 17). A cida­ de santa será um lugar quieto e pacífico. Isaías compara isto a uma “tenda que não será derribada”, pois suas “estacas nunca serão ar­ rancadas”, e sua segurança pelas cordas de tenda que nunca serão quebradas.3 Isto, para o israelita antigo, retratava um estado ideal. Somente o Messias pode trazer tal paz.
21 M as o Sen hor ali n os será g ra n d io so , lu ga r de rio s e co r r en ­ tes largas; barco n en h u m de rem o p a ssa rá p o r eles, n em n a vio g r a n d e n a vega rá p o r eles.

M ais importante, “o SE N H O R ali nos será grandioso”, presente com o seu povo em majestade. A falta de embarcações nos “rios e correntes” parece indicar que eles têm tudo o que precisam porque o S e n h o r está lá (cf. SI 46.4— Ez 47.1-5). Não haverá nenhuma 5; necessidade de sair pelo mundo buscando as suas riquezas como os navios de Salomão fizeram (I Rs 10.22).
22 P orque o Senhor é o n osso J u iz ; o SENHOR é o n osso L egis­ lador; o Senhor é o n osso R ei; ele n os salvará.

O S e n h o r é suficiente para todas as necessidades: Ele é o Juiz, Legislador e Rei. Isaías enfatiza que Ele irá salvar, libertar, e dar to­ das as bênçãos da sua salvação. O louvor está contido neste versículo. Ele é digno de todo louvor!

23 A s tu a s cord a s estão f r o u x a s ; não p u d era m ter f i r m e o seu m astro, e vela não esten d era m ; então, a p resa de ab u n d a n tes despojos se rep a rtirá ; e a té os cox os rou b a rã o a presa. Alguns comentaristas entendem este versículo como uma descri­ ção da Assíria em termos de um navio que “entra nas santas águas de Sião” e é naufragado.4 M ais precisamente, o versículo retorna aos dias de Isaías e retrata Jerusalém como um navio em péssimas condi­ ções por causa dos ataques assírios, contudo vitorioso, dividindo o espólio. Embora manquejando, leva a pilhagem. O versículo anterior dá o segredo da sua vitória: Deus é o Rei.
24 E m o ra d o r n en h u m dirá : E n ferm o estou ; p o rq u e o p o v o que ha bitar nela será ab solvido da su a iniqüidade.

Isaías olha agora para o futuro. Porque Deus é o Rei na era milenial futura e proverá divina saúde, nenhum habitante de Jerusalém dirá: “enfermo estou”. Todo o seu pecado e culpa também será “perdoa­ do” (Heb. rísu ; levantado, quer dizer, tirado pela expiação que Deus proverá através de Jesus, o qual seria levantado na cruz). Haverá total bem-estar para os indivíduos e para a sociedade como um todo.

2. A IRA DE DEUS SOBRE AS NAÇÕES 3 4 .I-I7

a. Juízo sobre Todas as Nações 34.1— 4
1 C h ega i-v o s, nações, p a ra o u v ir; e vós, povos, escu ta i; ou ça a terra, e a su a plen itu de, o m u n d o e tu d o q u an to produz .

A chamada em 33.13 aos que estão distantes e próximos para escutar é seguida por outra chamada que é até mesmo mais compre­ ensiva. Agora não somente é para todos os povos do mundo escuta­ rem, mas todos os que estão nele ( “a terra, e sua plenitude”) e “tudo quanto produz”. O juízo futuro afetará as pessoas, o mundo animal e o mundo vegetal. Mudanças tremendas acontecerão. 2 P orque a in d ign a çã o do SENHOR está sob re todas as nações, e o s e u j u r o r sob re todo o ex ército delas; ele as d estru iu totalm ente, en tre g o u -a s à m atança. Deus é longânimo, paciente, mas o tempo virá quando a sua ira estará pronta para explodir sobre todas as nações.5 A sua “indigna­ ção”, o seu ardente “furor”, ficará contra os exércitos destas nações. Ele “as destruiu totalmente” (Heb. hecberimam, “dedique-os ao juízo de Deus”, quer dizer, à completa destruição, como Jericó; Js 6.17). Haverá ali matança total (cf. Ap 19.21). ? E os seu s m o rto s serã o arrem essa dos, e dos seu s co rp o s su b irá o m a u cheiro; e com o seu sa n gu e os m o n tes se derreterão. Esses mortos golpeados serão jogados fora, “arremessados”, não lhes sendo dado nenhum enterro apropriado, de forma que os seus corpos serão deixados a exalar mau cheiro e a deteriorar-se. Isto era considerado uma desgraça terrível. Como pecadores eles sofrem os resultados do seu pecado. O quadro de montes ensopados [Heb. namassu, “derretidos”] com o sangue deles indica a sanguinolenta ero­ são do solo pela morte súbita de tantas pessoas.
4 E todo o ex ército dos céu s se g a sta rá , e os céu s se en rola rã o

co m o u m livro, e todo o seu ex ército ca irá co m o ca i a fo lh a da v id e e co m o cai o f i g o da fig u e ir a .

O juízo afetará toda a criação. As estrelas, referidas aqui como “o exército dos céus”, serão dissolvidas, (H eb. namaqqu, “enco­ lhendo continuam ente”). O enrolar de um livro tem o mesmo significado da figura de enrolar um pergam inho de couro, ou seja, fechar o livro. As estrelas e os planetas cairão para a ruína como folhas murchas (cf. Ap 6 .1 2 — ) ou como figos secos. O Deus 14 que criou os céus e a Terra pode desintegrar todas as galáxias. O cum primento disto preparará o caminho para um novo céu e nova terra (Ap 2 0 .1 1; 2 1 .I ).6 b. Juízo Especial sobre Edom 34.5— 17 5 P orque a m in h a espada se em b ria gou n o s céu s; eis q u e sobre E dom d escerá e sob re o p o v o do m eu anátem a, pa ra ex ercer ju íz o . Agora Deus fala. A sua “espada” é usada para atacar os indiví­ duos. A sua espada divina trouxe juízo no céu (sobre as forças satâ­ nicas) e então focaliza em Edom como representante dos inimigos do povo de Deus. Deus os destruiu totalm ente (lit., eles estão de­ baixo da “condenação” ou “anátem a” de Deus — sentenciados à destruição). Edom (os descendentes de Esaú) recusou-se a deixar os israelitas sob o comando de M oisés passarem pelo seu território (N m 2 0 .1 4 — 1 ) e freqüentemente mostrava animosidade para com 2 Israel. Obadias os condenou pela conduta antagônica quando os árabes e os filisteus atacaram Judá e Jerusalém em 845 a.C. (2 Cr 2 1 .1 6 ,1 7 ). Ele também os tratou como representantes de todas as nações que sofrerão o juízo no D ia do SENHOR (O b 1 5 , 1 6 ). Amós falou a respeito da destruição de Edom (1 .1 1 ,1 2 ). Depois das de­ predações dos assírios e babilônios “os edomitas gradualm ente se moveram através da Arábia... onde eles foram conhecidos como idumeus. Pelo quarto século a.C.,... o território edomita... tinha

caído sob a dominação dos... nabateus”, um povo árabe que tinha se estabelecido ali.7 (Entre os descendentes dos idumeus estava o rei H erodes.) 6 A espada do SENHOR está cheia de sangue, está cheia da g o r d u ­ ra de sa n gu e de co rd eiro s e de bodes, da g o r d u r a d os rin s de ca rn eiro s; p o rq u e o SENHOR tem s a c r f í c i o em B ozra e g r a n d e m a ta n ça na terra de E dom. O sangue e a gordura dos sacrifícios sempre eram dedicados ao SE N H O R . A gordura era considerada a melhor parte da carne (cf. Lv 3.9-11,14— 16). Para estes pecadores cujos sacrifícios eram sem sen­ tido, o sangue e a gordura nutririam apenas a sua espada, tornandoa mais preparada para trazer juízo. A capital de Edom, Bozra, aproxi­ madamente quarenta e três quilômetros a sudeste do mar M orto, foi escolhida para um juízo especial. 7 E os u n icó rn io s descerã o co m eles, e os bezerros, com os to u ro s; e a su a terra beberá sa n gu e a té se fa r ta r , e o seu p ó de g o r d u r a se encherá. Até mesmo os “bois selvagens” (A R A ) serão mortos com os be­ zerros machos e touros que normalmente seriam sacrificados.8A ter­ ra beberá o sangue deles, “e o seu pó de gordura se encherá” —pois o sacrifício será juízo, não redenção.
8 P orque será o dia da vin ga n ça do SENHOR, an o de retribu ições, p ela luta de Sião.

Deus tem um dia de “vingança” (Heb. naqam, “recompensa”), um ano de “retribuições” ou determinação de reivindicações em nome de Sião, pois Sião tem tima causa ou “luta”, um caso contra Edom. Isto implica juízo sobre todos os que são inimigos de Deus e da sua Palavra.
9 E os seu s rib eiro s se tra n sfo rm a rã o em pez, e o seu pó, em en x ofre, e a su a terra, em p ez ardente.

Edom freqüentemente se opunha a Israel e Judá (O b 10). Os ribeiros de Edom se transformam em “pez” ou piche e o seu pó se tornando “em enxofre” flamejante e a terra transformando-se “em pez ardente” significa que a terra de Edom se tornaria como Sodoma e Gomorra.
10 N em de n oite n em d e dia, se apagará; p a ra sem p re a sua fu m a ç a su b irá ; de g era çã o em g era çã o será assolada, e de sécu lo em sécu lo n in gu ém p a ssa rá p o r ela.

A ruína de Edom é declarada enfaticamente como sendo para sempre. As pessoas não viverão lá ou até mesmo sequer continuarão a passar por ela. Provavelmente mesmo no M ilênio ela permanecerá como uma constante lembrança aos povos a respeito do santo juízo de Deus.
1' M as o p elica n o e a co ru ja a possu irã o, e o b u fo e o co rv o habitarão nela, e ele esten d erá sob re ela co rd el de co n fu sã o e n ív el d e vaidade.

Pássaros cerimonialmente imundos (provavelmente várias espéci­ es de corujas, pelicanos, gralhas e corvos) viverão lá. Deus estenderá sobre a terra a linha de medir ou “cordel [cf. 28.17; Am 7.7,8] de confusão” (Heb. tohu, “vazio”) e o prumo ou “nível de vaidade” (Heb. ‘avne bohu, “pedras sem formas” em contraste com pedras lavradas). Tohu e bohu são as mesmas palavras usadas em Gênesis 1.2 para des­ crever o estado da terra antes que Deus lhe desse forma (terra seca, continentes) e começasse a encher os lugares vazios de criaturas vivas. A terra de Edom se tornou um deserto, mas o seu julgamento final ainda está por vir.
12 E les ch am arã o ao rein o os seu s nobres, m a s n en h u m haverá, e todos os seu s p r ín cip es não serã o coisa nenhum a.

Nenhum do nobres estará por lá para proclamar o reino de Edom, e todos seus príncipes já não existirão.

13 E, n os seu s p a lá cios, crescerã o espinhos, u rtiga s e ca rd os nas su a s fo rta lez a s; e se rá u m a habitação de dragões e sa la p a ra os f i lh o s do avestruz.

Sem nenhuma pessoa presente, ervas daninhas, animais selvagens e pássaros irão tomar conta das deterioradas ruínas de palácios e fortalezas. Edom não mais será um reino.
14 E os cães bravos se en con trarã o com os ga to s bravos; e o sátiro clam ará ao seu com panheiro; e os an im ais n o tu rn os ali p ou sa rã o e acharão lu gar de rep ou so para si. 15 Ali, se an inhará a m élroa, e porá os seus ovos, e tira rá os seu s filh otes, e os recolherá debaixo da sua som bra; tam bém a li os abutres se ajuntarão u n s com os outros.

Animais selvagens e pássaros viverão lá, acasalando-se e cuidando de seus filhotes sem nenhuma perturbação de seres humanos. H á algumas controvérsias entre os estudiosos e eruditos sobre a identi­ dade de alguns dos animais. Tudo o que nós sabemos com certeza é que alguns deles são criaturas noturnas.
16 B u s c a i n o liv r o d o SENHOR e led e; n en h u m a d esta s co isa s fa lh a r á , n em u m a n e m o u tra f a lt a r á ; p o r q u e a su a p r ó p r ia b oca

o ord en ou , e o seu esp írito m esm o as a ju n tará.

Ao comando para escutar (3 4.1), Isaías adiciona agora o seguinte mandamento: “Buscai [Heb. dirshu, “buscai”] no livro do SE N H O R , e lede”. A referência parece estar considerando os versículos preceden­ tes. Isaías registrou as suas profecias. Estas saíram da sua boca pelo Espírito Santo de Deus, e pelo mesmo Espírito seriam cumpridas. Edom foi posteriormente dominado pelos árabes e depois, em 106 d.C., por Roma.9 Petra (Sela), sua cidade mais famosa, ainda é uma ruína. O juízo de Deus sobre as nações durante a Grande Tribulação virá seguramente da mesma maneira.
17 P orque ele m esm o la n çou as so rtes p o r eles, e a su a m ã o lhes rep a rtiu a terra co m o cord el; pa ra sem p re a p ossu irã o, d e g e r a ­ çã o em gera çã o h abitarão nela.

Deus lançou as sortes por eles e a repartiu para eles com o cordel (cf. v .II; 28.17; Am 7.7,8), quer dizer, dando-a aos animais selva­ gens e pássaros imundos por herança. Esta será sempre deles.

3. A T E R R A E 0 POVO RESTAURADOS 3 5 .1 -1 0
a. O Deserto se Alegrará 35.1,2
1 O deserto e os lu gares seco s se a legra rã o co m isso; e o erm o ex u lta rá e flo r e s c e r á co m o a rosa.

Outra bonita revelação de glória futura e bênção segue a profecia de juízo. Em contraste com a devastação que acontecerá a Edom, o povo de Deus verá o deserto e a terra seca regozijando-se com nova vida, florescendo como a “rosa” (ou asfódelo, um lírio com longas ramagens de flores). Alguns aplicam isto ao retorno da Babilônia sob o comando de Zorobabel, mas tal restauração jamais aconteceu na­ quela época. O juízo sobre a terra prepara para as bênçãos mileniais. 2 A b u n d a n tem en te flo r e s c e r á e tam bém regu rg ita rá de a legria e ex u lta rá ; a g ló r ia do L íbano se lhe deu, bem co m o a ex celên cia do C a rm elo e de S arom ; eles v erã o a g ló r ia do Senhor , a ex ce­ lên cia do n osso D eu s. O povo de Deus verá uma abundância de flores e o próprio deserto gritar entusiasticamente de alegria. A “glória do Líbano” é a sua flores­ ta. A “excelência do Carmelo e Sarom” é a sua fertilidade e frutos maravilhosos. Em vendo tudo isso no deserto, o povo redimido de Deus estará vendo a glória do SENHOR, “a excelência de nosso Deus” que veste a terra. b. Encorajamento para Pessoas que Sofrem 35.3— 7 3 C o n fo rta i as m ã os f r a c a s e fo r ta le c e i os jo elh o s trem entes. Os comandos aqui insinuam que o povo de Deus precisa de for­ ças para reivindicar o que Ele tem provido para eles. “M ãos fracas” pressupõem desânim o e falta de poder e hab ilidade. “Joelhos

irementes” indicam fraqueza que impede as pessoas de darem um passo à frente e buscarem a Deus.
4 D iz ei aos tu rb a d os de cora ção: E sfo rça i-v o s e não tem ais; eis qu e o vosso D eu s v irá com vin ga n ça , co m recom p en sa de D eu s; ele v irá , e v o s salvará.

Os que estão com os corações turbados e assombrados precisam ter alguém para lhes dizer para serem fortes, para deixar de estarem amedrontados, pois Deus está presente. Ele virá “com vingança” por­ que o seu povo tem sofrido e com retribuição divina pelo que os seus inimigos lhes fizeram. Pois Ele virá, salvá-los-á e os transformará. Corações e vidas mudados será algo até mesmo mais sobrenatural do que o deserto que floresce (veja v.2). 5 Então, os olhos d os cegos serã o abertos, e os o u v id o s dos su rd o s se abrirão. Então serão abertos os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos. Jesus usou esta passagem como evidência de que Ele é o Messias (M t 11.4,5; Lc 7.22). Presentemente a cura divina traz somente um antegosto disto. No entanto, quando Ele retornar haverá o cumpri­ mento cabal. Então a cura será mais que temporária; o corpo experi­ mentará plena redenção (R m 8.23). 6 Então, os cox os sa lta rã o co m o cervos, e a lín gu a dos m u d o s can tará, p o rq u e águ a s arreb en ta rã o no deserto, e ribeiros, no erm o. As pessoas mancas saltarão como os cervos e a língua dos mudos cantará de alegria. A restauração verá água jorrando aos borbotões como poços artesianos no deserto e como os ribeiros no deserto de Arabá, ao sul do mar M orto. 7 E a terra seca se tra n sfo rm a rá em tanques, e a terra seden ta em m a n a n cia is de águ a s; e n a s habitações em que ja z ia m os ch acais ha verá erv a com ca n a s e ju n co s.

A areia ardente do deserto será substituída por tanques de água e o solo sedento terá fontes artesianas ou mananciais de águas. No lugar onde estava a casa dos chacais haverá erva, canas e juncos de papiro —uma completa mudança, um milagre dado por Deus. c. O Caminho Santo 35.8— 10 ÃE ali h a verá u m alto cam in ho, u m cam in h o qu e se ch am ará O C a m in h o S anto; o im u n d o n ã o p a ssa rá p o r ele, m a s será p a ra o p o v o de D eu s, os cam in han tes, até m esm o os loucos, não errarão. O propósito de Deus em criar ribeiros no deserto é abençoar as pessoas. Por toda esta terra restaurada haverá um grande “caminho” (c f 19.23), chamado de “O Caminho Santo”. Nenhuma pessoa imunda viajará por ele. A N V I indica que “os insensatos não o tomarão” (ou, o significado pode ser que nenhum simplório será confundido ou se perderá nele ou errará o caminho; veja Ex 23.4 onde o verbo é usado a respeito de um jumento que está desgarrado vagando). De fato, este será para todos os redimidos, pois eles estão todos limpos (Jo 15.3), e ninguém que viaje nele, até mesmo um simplório, irá se perder ou en­ contrar perigo. Quão diferente das estradas nos tempos antigos fre­ qüentemente usadas por exércitos dos inimigos e onde os ladrões às vezes espreitavam (cf. a Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.30— 37). 9 Ali, não h a verá leão, n em a n im a l f e r o z su b irá a ele, n em se ach ará nele; m a s os rem id o s a n d a rã o p o r ele, Nos dias de Isaías as trilhas irregulares e acidentadas através do deserto eram ameaçadas por animais selvagens perigosos. Tudo isso será mudado. Nenhum leão ou “animal feroz” estará lá para ameaçar os que viajam no caminho santo. S ó os redimidos do SE N H O R viajarão nele. Os “redimidos” são os resgatados ou comprados de volta pelo g o ‘el, o “Parente-Redentor”. A responsabilidade primária do g o ‘d era resgatar o seu parente íntimo de alguma dificuldade, perigo ou dívida. Um aspecto disto era restabelecer a propriedade e os direitos de uma viúva. Isto era realizado pelo parente masculino mais próximo, que a

lomava como esposa. No livro de Rute, Boaz se tornou o g o ‘el. Quando I)eus é reconhecido como o g o ‘à de seu povo, Ele se posiciona em sua defesa e os vindica. Especialmente em Isaías (e nos Salmos, e nos livros dos profetas Jeremias, Oséias e Zacarias) Deus como o g o ‘el resgatou o seu povo da escravidão do Egito e os continua resgatando ou redimindo, desfazendo as suas transgressões “como a névoa” da manhã e os seus pecados “como a nuvem”. Então Ele chama: “Torna-te para mim, porque eu te remi” (44.22). Sempre que há arrependimento e o Espí­ rito é derramado nos tempos de refrigério, como prometido em Atos 3.19, nós podemos ter um antegosto das bênçãos do Caminho Santo que Ele proverá no M ilênio.10
10 E os resg a ta d o s d o SENHOR v o lta r ã o e v ir ã o a S ião co m jú b ilo ; e a leg r ia eter n a h a v erá so b re a su a ca b eça ; g o z o e a leg r ia a lca n ça rã o , e d eles f u g i r á a tristez a e o g e m id o .

Os resgatados são mais adiante definidos como os “resgatados do S e n h o r ” . Ele é o Redentor que pagou o preço pela redenção deles e os liberta da escravidão do pecado. Eles retornarão e entrarão em Sião com brados de júbilo, e a alegria eterna estará nas suas cabeças — uma coroa melhor que uma coroa de ouro. A alegria que os faz exultar e deliciar os alcançará. Eles não terão que buscar alegria; esta os al­ cançará. As dificuldades que atormentam ou produzem suspiros, ou gemi­ dos, fugirá deles. N ada perturbará a alegria dos resgatados. Deus terá feito uma restauração completa tanto dos povos como da terra. Os resultados do pecado terão sido removidos.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. Em que bases o remanescente justo fundamenta suas petições em 33 .2 -9 ? 2. Quais são as características da pessoa justa em 33.14— 16?

A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. W idyapranaw a. 19 90 ). 303. 4 S. Qual é a relação entre a vingança de Deus e a sua salvação? 12. 3 O povo no tempo de Jeremias pensava que isto se aplicava a Jerusalém nos seus dias.17? 8. 7 Keith N.16. B. O que no capítulo 35 olha à frente para o M ilênio? 11. Como 35.5. Por que Isaías mencionam o livro do S e n h o r em 34. 6 Stanley M .5. 8 Alguns entendem que os bois selvagens e touros sim bolizam os exércitos das nações e os seus líderes.4.15 e 35. 2 9 8 . O que estará envolvido no juízo final da Terra? 5. s Estas são as nações que serão deixadas depois que a Igreja for tom ada no tempo da ressurreição e arrebatamento.22) 10. 2 Alguns entendem que isto significa sacerdotes. Quem é o rei e o que nós aprendemos na parte posterior do capítulo 33 a respeito do reino? 4. O que está subtendido na dissolução das estrelas e como isto poderia ser cumprido? 6.6— 10? CITAÇÕES 1 O hebraico fs h u a h pode tam bém significar libertação. H. . 4 8 5 . Eerdmans. Eles pensavam que poderiam pecar e rejeitar as profecias de Jere­ mias e que Deus jam ais deixaria qualquer coisa acontecer a Jerusalém. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . Schoville. 210. Que conexão você vê entre 32. Biblical Archaeology in Focus (G rand R apids: Baker Book H ouse. H orton. Esta era um a m á aplicação da profecia.6 se aplica ao ministério de Jesus? (Veja M t 11. 19 9 5 ). 1 9 8 2 ). Lc 7. RJ: CPAD. Qual é o significado do juízo sobre Edom? 7. Que aplicações do capítulo 35 podemos fazer para os nossos dias? 9.3.

4 8 5 . 10 O grego de Atos 3.* Schoville. Biblical Archaeology.19 indica que esses tempos de refrigério estão disponí­ veis até Jesus vir novamente. .

8 Os capítulos 36 a 39 às vezes têm sido chamados de o Livro de Ezequias. Os fatos são registrados aqui como um teste­ munho para a veracidade das profecias de Isaías. n o an o d écim o -q u a rto do rei TLzequias.13 a 20.1-39.Ezequias e Senaqueribe 36.C. qu e S enaqueribe) rei da A ssíria} su b iu co n tra todas as cid a d es f o r t e s de J u d á e a s tom ou.21.C. AS CIDADES DE JUDÁ CAPTURADAS 36. A maior parte do que está escrito aqui também é encontrado em 2 Reis 18. A partir dos registros assírios está claro que a invasão de Senaqueribe foi em 701 a.8 I. 36. Senaqueribe Invade em 701 a. Devido a .1-37. A.1 1 H a con teceu .

Ele deu uma especial atenção a Judá porque. e achou necessário dar a sua atenção à usurpação da Babilônia pelos caldeus —a qual estava ao leste. foi declarado como sendo o primeiro ano de Ezequias —assim o “ano décim o-quarto” foi 701 a.C. Ao mesmo tempo. expulsando Merodaque-Baladã. Tendo em vista que o Egito sob o comando de Piankhi parecia ter ganho força. Ezequias o pôs em ca­ deias e o aprisionou em Jerusalém. Ezequias começou a reinar no seu próprio direito.8).C.1 . Isto foi seguido por um grande reavivamento e da celebração da Páscoa. Nenhuma dessas coisas teria sido permitida pelo ímpio rei Acaz. Acaz. O seu real objetivo era a riqueza do Egito.Ezequias ter reinado com o seu pai. No entanto. quando Acaz morreu em 715 a. Senaqueribe recuperou o controle da Babilônia. (2 Rs 18. o quarto ano do reinado de Senaqueribe. Ezequias fez uma aliança com o Egito para a pro­ teção mútua deles contra a Assíria. Ezequias tentou detê-lo.7). no mês primeiro. Em 2 Crônicas 29.10). apenas seis meses depois. de acordo com os seus registros. e 715 a.. A morte dele tornou possível a inauguração de uma nova era. ele derrotou os filisteus e tomou o controle do território deles até Gaza (2 Rs 18.C. abriu as portas da Casa do SEN H O R e as reparou”.C. assim os vinte e nove anos do seu reinado duraram até 686. o sexto ano desse coreinado foi 72 2 a. e se dirigiu ao oeste. M as quando Senaqueribe subiu ao trono assírio em 705 a. na direção oposta de Israel — Ezequias decidiu romper com a Assíria e não enviou mais nenhum tributo (2 Rs 18. Um a vez que Sargão II estava no trono da Assíria. recome­ çando novamente a conta do seu reinado.3 está escrito o seguinte: “Ele. Ezequias acei­ tou o tratado que o pai dele tinha feito (2 Rs 16. mas ele ia tomando o controle de países no caminho. no ano primeiro do seu reinado.7) e continuou pagando tributo. Quando o rei filisteu Padi de Ecron tentou impedir a cidade de se unir na revolta de Ezequias contra a Assíria. Porém.C..

ju n to ao ca m in h o do cam p o do .14— acrescenta que enquanto Senaqueribe estava si­ 16 tiando Laquis. tanto em 2 Reis como em Isaías. Ezequias declarou isto ao povo para encorajá-lo a que colocasse a sua fé no SE N H O R . cerca de quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. derrotou um exército egípcio em Elteque (aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém). A Bíblia.1). retira-te de mim.4 Deve ter sido nesta ocasião que Ezequias ficou doente e foi avisado por Isaías que iria morrer (38.2 Os anais de Senaqueribe declaram que ele capturou 46 delas e ainda muitas aldeias não fortificadas e levou 200. M as a oração e as lágrimas de Ezequias trouxeram a promessa de Deus de mais quinze anos de vida e a garantia de que Deus livraria a ele e a Jerusalém “das mãos do rei da Assíria” (38. Ezequias enviou uma mensagem a ele dizendo: “Pequei. o rei da A ssíria en v io u R absaqué. ao rei E zequias co m u m g ra n d e ex ército. e então virou a sua aten­ ção para as “cidades fortes de Judá” (atacando e capturando todas elas).146 pessoas cativas.2-20 2 E ntão.6). Senaqueribe também escreveu que ele forçou Ezequias a libertar Padi. o qual foi restabelecido depois ao trono dele em Ecron.5. AS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 36. dispersou as outras tro­ pas mercenárias que Ezequias tinha contratado.1.3 2 Reis 18. 2. os quais Ezequias pagou levando toda a prata do templo do SE N H O R como também dos tesouros do palácio real e tirando o ouro das portas e batentes das escadarias do templo. Senaqueribe exi­ biu trezentos talentos (aproximadamente dez toneladas métricas) de prata e trinta talentos de ouro. desde L aquis a J e r u ­ salém . veja 2 Rs 20.Mas os anais de Senaqueribe contam como ele conquistou Ecrom. e ele p a ro u ju n to ao ca n o do tanque m a is alto. tudo o que me impuseres levarei”. o qual tinha procla­ mado a si próprio rei da Babilônia pela terceira vez. conclui a história das campanhas de Senaqueribe e depois retorna para a doença de Ezequias como um pano de fundo para a vinda dos enviados de Merodaque-Baladã.

filh o de H ilquías. tentando demolir através de ridículo a confiança e fé que Ezequias tinha depositado no SE N H O R . Mas ele não se referiu a Ezequias como rei.lavandeiro. ARA e A RC ) com um grande exército para Jerusalém. provavel­ mente o secretário de Estado). Ele estava de fato dizendo que Ezequias era tolo em depen­ der de qualquer um para ajudá-lo na sua rebelião contra Senaqueribe. o chanceler. assim é Faraó. no Egito. e lha fu r a r á . agora. rab-shakeh. Eles pararam fora dos muros (vv. e Joá (o escrivão. que. 4 E R absaq ué lhes disse: O ra. . e J o á . o escrivã o. 6 E is qu e co n fia s na q u ele bordão de can a quebrada. ele quebrou o seu tratado e enviou o seu comandante-em-chefe (Heb. 3 Então. p a ra com tod os os qu e nele co rfia m . ele apa­ rentemente decidiu que tinha cometido um erro deixando para trás uma cidade fortificada. Eles pro­ vavelmente ousaram fazer isto em virtude do tratado anterior feito com Senaqueribe. pois. Então ele prosseguiu com a mensagem de Senaqueribe. e Sebna. se a lgu ém se a p oia r nele.11. o rei da A ssíria: Q u e co n fia n ça é esta qu e tu m a n i­ f e s t a s ? 5 B em p osso eu dizer: teu con selh o e p o d er p a ra a g u e r r a são apenas vã s p a la vra s: em quem . con fias.filh o de Asafe. como tantos ditadores terrenos. Sebna (que era o secretário. dizei a E zequias: A ssim d iz o g r a n d e rei. o m ord om o. “R absaqué”. rei do Egito. Senaqueribe tinha os seus espiões e logo soube a respeito da doença de Ezequias e da sua recuperação. qu e co n ­ tra m im te rebelasP O comandante-em-chefe chamava Senaqueribe de “o grande rei”.12) e Eliaquim (que tomava conta do palácio). sa iu a ele E lia q u im . Quando Senaqueribe ouviu que Ezequias estava falando ao povo que Deus os livraria. Senaqueribe estava certo de que o “conselho e poder para a guer­ ra” de Ezequias já se tinham provado sem sentido diante dos seus exércitos. a saber. lhe en tra rá p ela m ão. ou secretário que cuidava dos registros públicos) saíram para encontrá-lo. Assim.

e dar~te~ei dois m il cavalos. con fia m os. dá.I Senaqueribe também tinha razão em dizer que era tolice depen­ der do Egito. mas eles adulteraram essa adoração incluindo os deuses pagãos dos altares. Contudo. pois. A demanda para oferecer sacrifícios unicamente no templo em Jerusalém era proposi­ tada para ser um testemunho ao mundo pagão de que havia apenas um verdadeiro templo. não é esse aq uele cu jo s altos e cu jo s altares E zequias tirou e disse a J u d á e a Jeru sa lém : Perante este altar vos inclinareis? Senaqueribe sabia o que estava acontecendo em Jerusalém e niti­ damente criticava Ezequias. O comandante do exército assírio pediu então a Ezequias que fizes­ se uma barganha com Senaqueribe: ele conseguiria dois mil cavalos se este pudesse montar os cavaleiros neles. No entanto.2-14). e Senaqueribe esperava que houvesse ainda lá senti­ mento suficiente por estes entre as pessoas comuns. Porém. A comparação de se apoiar em um “bordão de cana quebrada” (algo que não só quebraria mas perfura­ ria a mão do que neste se apóia) simbolizava que Faraó não só não poderia ajudar. porque há somente um verdadeiro Deus. Dt 12. Ele provavelmente soube que Isaías tinha advertido o povo a não confiar no Egito. Durante o grande reavivamento. se tu p u d e r e s d a r ca va leiros p a ra eles. Ezequias tinha retirado os altares e lugares altos que antigamente foram dedicados a Baal (veja 2 Rs I 8 . p o rv en tu ra . de modo que poderiam ser encorajadas para que não escutassem a Ezequias. agora. o rei da A ssíria. 7 M as. Os israelitas os tinham transformado em lugares para adoração do SE N H O R . Tal adoração era uma abominação ao SE N H O R e Ezequias tinha razão em destruir esses santuários (cf. n osso D eu s. Senaqueribe não entendeu o essencial. refén s ao m eu senhor. mas também tiraria vantagem dos que dependessem dele e se voltaria contra eles. se m e disseres: N o Senhor . 8 O ra. realmente zombando também de Deus.I — 4). esta oferta era um . esses san tu ário s tin h am sido p o p u lares antes do reavivamento.

escárnio. a qual era contra a Assíria.5 M as Senaqueribe não era tão sutil. nas quais Deus dissera que a Assíria era uma vara na sua mão irada (1 0. tinham-no enviado para libertá-los do mau governo de Nabonido e Belsazar. ele não prestou atenção ao restante da profecia. (Era comum aos assírios convidarem os povos conquistados a se alistarem no exército deles e recuperar as suas perdas no próximo lugar de conquista. reivindicando que os deuses deles. Ciro fez isto quando estava chegando a Babilônia. ele estava falseando a verdade em uma tentativa para intim idar o povo. Ciro foi bem-sucedido nisto e os habitantes da Babilônia abriram os portões da cidade e deram boas-vindas ao seu exército. Este era de fato um convite para rendição e alistamento no exército de Senaqueribe. não p o d en d o tu v o lta r o rosto a u m só p r ín cip e dos m ín im o s serv o s do m eu senhor. en­ quanto este continuava a sua marcha para o Egito. Bel e Nebo. Assim. porém.5). dando ao próprio Ciro uma entrada triunfal completa com ramos de palmeira. p a ra destruí~ la ? O Senhor m esm o m e disse: S obe co n tra esta terra e d estró i-a . sem o Senhor co n tra esta terra.) 9 C om o. 10 E su b i eu. Tudo o que ele queria era a rendição de Jerusalém. Ele reivindicava que o SE N H O R o tinha enviado para que destruísse Judá. Render-se e juntar-se ao exército assírio seria uma situação muito melhor do que depender do Egito “por causa dos carros e cavaleiros”. O comandante sabia que Jerusalém não tinha bastante solda­ dos deixados para pôr dois mil deles nos cavalos. agora. . p o r ca u sa dos ca rro s e ca va leiro s? O comandante assírio enfatiza que Jerusalém não poderia resistir nem sequer a uma pequena unidade liderada pelo menor dos oficiais de Senaqueribe. Parte da guerra psicológica dos reis antigos era declarar que os deuses dos povos que eles estavam atacando tinham lhes enviado para que fizessem isto. co n fia s no Egito. Sem dúvida que ele conhe­ cia as profecias anteriores de Isaías.

As palavras do comandante-em-chefe claramente mostram que a doença de Ezequias veio após o seu pagamento de tributo. A delegação da parte de Ezequias pediu ao comandante-em-chefe dos assírios que falasse em aramaico ( “siríaco”). p a ra d iz er estas p a la vra s? E não.6 Antes . e Sebna. O aramaico era a língua dos negócios. Então ele e o seu exército sitiariam Jerusalém e cortariam o abastecimento de suprimentos. pois. 12 M as R absaq ué disse: P orven tu ra . Ele percebeu que Ezequias e os líderes de Jerusalém não pretendiam ceder. p o rq u e não vos p o d e­ rá livrar. se p ô s em pé. do comércio. p a ra qu e c o ­ m a m co n vo sco o seu esterco e bebam a su a u r in a ? A resposta do comandante foi até mesmo mais ameaçadora e rude. disse E liaquim . 14 A ssim diz o rei: N ão v o s en ga n e E zequias. n os livra rá o SENHOR. e esta cid a d e não será en tregu e na s m ãos do rei da A ssíria. porque eles não queriam agitar os habitantes de Jerusalém que estavam sentados sobre os muros e que poderiam espalhar as ameaças do comandante por toda a cidade. aos o u v id o s do p o v o que está sob re os m uros. e não nos f a l e s em ju d a ico . 15 N em ta m p ou co E zequias v o s f a ç a co n fia r no SeNHOR. até que lá não houvesse mais nada para comer ou beber. Ele estava espe­ rando que pudesse lançar o povo em pânico. e disse: O u v i as p a la vra s do g r a n d e rei. de modo que eles vies­ sem a pedir rendição. 13 R absaqué. dizendo: I rfa liv elm en te. aos h om en s que estão assen tados sob re os m u ros. m a n d o u -m e o m eu sen h o r só ao teu sen h o r e a ti. p o rq u e bem o en ten dem os.11 E ntão. o Grande. antes. e cla m ou em alta voz em ju d a ico. da educação superior e da comunicação política entre os países desde antes da época de Abraão até ao tempo de Alexandre. do rei da A ssíria. e J o á a R absaqué: P ed im o ste qu e f a l e s aos teu s serv o s em siríaco. M as era exatamente isso o que o comandante queria.

38). onde eles poderiam cultivar uvas e trigo da mesma forma como faziam na terra de Judá. P orven tu ra . e com a cada u m da su a v id e e da su a f i g u e i r a e beba cada u m da á gu a da su a cistern a . por declarar que Ezequias não os poderia livrar e que eles não deveriam deixar Ezequias persuadi-los a confiar no S e N H O R . Então ele levaria a efeito a política assíria de deslocar e reassentar populações inteiras. No entanto. os deu ses das n a ções livra ra m cad a u m a su a terra das m ã os do rei da A ssíria? 19 O n d e estão os d eu ses de H am a te e de A rpade? O n d e estão os d eu ses de S efa rv a im ? P orven tu ra . Novamente o comandante fala ao povo que não escute a Ezequias. Ele provavelmente tinha a Babilônia em mente. dizendo: O SENHOR n o s livrará.0 0 0 pessoas de lá. Deste modo os assírios esperavam desorientar e desmoralizar um povo —de modo que estes desistiriam de qualquer tendência para se rebelar. indubitavelmente esperando voltar triunfalmente do Egito. porque há pouco ele tinha removido 2 0 8 . A in­ clusão do ouro e também da prata do templo mostrava que ele não estava confiando no S E N H O R quando fez o tratado com Senaqueribe. 17 a té que eu ven ha e v o s leve p a ra u m a terra co m o a vossa. M as Senaqueribe tentou quebrar a confiança do povo nas promessas de Deus. 18 N ão v o s en ga n e E zequias. ele os deixaria viver em paz até que voltasse desta campanha. terra de p ã o e d e vinhas. e era uma prática assíria trans­ ferir outros povos para tomar o lugar dos cativos que foram desloca­ dos. 16 N ão deis ou vid os a Ezequias.desse tempo ele estava confiando no Egito e não no SE N H O R . Ele prometeu que os levaria a uma terra tão boa quanto a própria terra deles. . Ele de fato estava chamando Ezequias de um enganador que não poderia ajudá-los. Se eles fizessem a paz com Senaqueribe. ele não reconhecia que o Senhor é fiel e que Ele pode livrar. terra de trigo e de m osto. A cura de Ezequias e a promessa de Deus fizeram a diferença (veja cap. p orq u e assim diz o rei da A ssíria: A lia i-v o s com igo e s a í a m im .

0 POVO OBEDECE A EZEQUIAS 36. O povo não deu nenhuma resposta a estes insultos e ameaças. Ele não podia ima­ ginar que o Senhor Deus cultuado no pequeno país de Judá pudesse ser maior que os deuses adorados nos países que ele já havia conquis­ tado. p orq u e havia m a n d a d o do rei. Ele logo seria capaz de . um novo cora­ ção e um novo espírito esperavam por Isaías. Por obedece­ rem ao rei. Agora. dizendo: N ão lhe respon dereis. Até mes­ mo Samaria se tornou uma província assíria em 72 2 a. eles tomaram uma nova posição de fé. ele sugere que o SE N H O R não pode ser em nada diferente e não pode salvar Jerusalém das suas mãos. 3. em Jerusalém. Ele também estava sugerindo que seria muito melhor para Jerusalém se eles se rendessem. Ezequias tinha lhes ordenado que não respondessem. Senaqueribe insinua que ele é maior do que qualquer deus. Ele lembra Jerusalém que as cidades de Hamate. confiarem em Deus. e Sefarvaim foram todas conquistadas e os seus deuses não as ajudaram.livra ra m eles a S am aria das m in h a s m ã o s? 20 Q u a is são eles. em sua arrogância ele ainda não entendia o essencial. os qu e livra ra m a su a terra das m in h a s m ãos. juntamente com ele. Deus de fato os livraria. Contudo. Os deuses desses países não tinham sido capazes de salvar as suas terras do grande rei de Assíria.C. assim. no rio Orontes. d en tre todos os deu ses desses países.6. no norte da Síria. Os soldados mercenários que Ezequias tinha contratado foram dispersados. e. e Arpade. O povo de Judá que esperava poder derrotar os assírios fazendo uma aliança com o Egito tinha sido desacreditado.21 21 M as eles ca la r a m -se e não lhe resp on d era m pa la vra. e alguns dos habitantes de Sefarvaim foram transferidos para ela. p a ra qu e o S enhor livra sse a J eru sa lém das m in h a s m ã o s? Novamente a mensagem de Senaqueribe refere-se à declaração de Ezequias da promessa de 38. Portanto. Os egípcios não eram nenhuma ajuda.

o escrivão. o profeta. Assim ele entrou publicamente no templo para buscar a ajuda prometida do SE N H O R . por causa da blasfêmia de Senaqueribe. Os três que tinham se reunido com o comandante então rasgaram as suas vestes — provavelmente eles rasgaram a frente de suas túnicas como um sinal de pesar e humilhação. Então informaram a Ezequias o que o comandante tinha dito. E lia q u im . f i lh o de Amoz. e fo r ç a não há pa ra os dar à luz.filh o de H ilquias. Acaz. ten do o u v id o isso o rei E zequias.22-37. viera m a E zequias com as vestes rasgadas e lhe fiz e r a m sa b er as p a la vra s de R absaqué. o m ord om o. Ezequias também rasgou as suas roupas e vestiu-se de pano de saco (aniagem preta e grossa). Ele queria que o povo soubesse que ele ainda acreditava na promessa de Deus. teu D eus. 4 P orventura.filh o de A scfe. O comandante-em-chefe tinha um exército grande. 2 E o rei en vio u a E liaquim. cobertos de sacos de p a n o grosseiro. feito de pelo de cabra. 1 E a co n teceu que.) 4. Ele sabia que o seu pai. (A nova atitude da sua audiência e a nova mensagem explicam a mudança de estilo e vocabulário. 3 E dissera m -lh e: A ssim diz E zequias: Este dia é dia de angústia. e de blasfêm i­ as. e J o á . e en tro u na C asa do SENHOR. PROFETIZADA A MORTE DE SENAQUERIBE 36. As ameaças de Senaqueribe eram sérias. como um reco­ nhecimento mais extenso da seriedade da situação. o m ordom o. p orq u e chegados são os filh o s ao parto.lhes dar o conforto do capítulo 40 e dos seguintes. e a Sebna. Ele percebia que a sua única esperança esta­ va no SE N H O R . terá ou vid o as palavras . e de vitupérios. e Sebna.8 22 E ntão. e o recente partido da guerra. o escrivão. que tinham confiado na Assíria. a Isaías. ra sgou as su a s vestes. o chanceler. estavam errados. e se co b riu de sa co de p a n o gro sseiro . pronto para sitiar Jerusalém. e aos an ciãos dos sacerdotes. o SENHOR.

Reconhecendo que Isaías estava em contato com Deus. Ezequias reco­ nhecia que as palavras de Senaqueribe.7 Ezequias lhe pediu que fizesse uma oração “pelo resto que ficou”. 5 E os serv o s do rei E zequias viera m a Isaías. Eles deviam dizer para Ezequias que deixasse de ficar amedrontado a res­ peito da mensagem pela qual os “servos” (Heb. seu amo. a única esperança deles estava no SE N H O R . na are. para afron tar o D eu s vivo e pa ra o vitu p era r com as pa la vras que o SENHOR. morreriam a mãe e o bebê. . Isaías tinha uma palavra confortante. Os servos de Ezequias foram ao encontro de Isaías e buscaram uma palavra da parte do SE N H O R . Porém. e f á . O rei os enviou então ao profeta Isaías. Em tal caso. estavam de fato ridicularizando o Deus vivo (em contraste com os deuses mortos de madeira. A comparação de uma mãe grávida na hora do parto. e ele o u v irá u m r u m o r e volta rá p a ra a su a terra . com as qu ais os serv o s do rei da A ssíria de m im blasfem aram . a desgraça ameaçada pelo comandante assírio. A delegação que tinha ido ao encontro do comandante-em-chefe e os principais sacerdotes seguiram o exemplo de Ezequias e vestiram pano de saco. J a z e oração p elo resto que fic o u . 6 E Isa ía s lhes disse: A ssim d ireis a vosso am o: A ssim d iz o Senh or : N ão tem a s à vista das p a la vra s qu e ouviste. teu D eu s. e a inabilidade deles para prestarem algum socorro.e i ca ir m o rto à espada n a su a terra. com uma mensagem reconhecendo o perigo. metal e pedra). Ezequias esperava que Deus ouvisse e repreendesse Senaqueribe. tem ou vido. entregues pelo comandanteem-chefe. em quem “força não há para os dar à luz”. a quem en viou o rei da Assíria. mas ainda havia um remanescente sobrevivendo em Jerusalém. significava que ela estava em uma situação desesperadora. “filho de Amoz”. Era muito tarde para orar pela liberta­ ção das outras cidades de Judá.de Rabsaqué. 7E is que p o r ei n ele u m espírito.l o . “meninos” sem discernimento) de Senaqueribe tinham blasfemado do SEN H O R .

onde morreria (veja 37. de modo que ele voltaria à sua própria terra. Alguns estão deixando tributo ou espólio. contu­ do. Arqueólogos acha­ ram um grande relevo de parede no palácio de Senaqueribe. Quando não houve nenhuma rendição. o comandante-em-chefe retornou e achou Senaqueribe lutando contra Libna. (L aquis ti­ nha sido tom ada e destruída. ou mesmo o Egito. Vòltou. que retratava a captura de Laquis e seu povo. e uma vez que ele precisou esmagar a revolta em Babilônia. Senaqueribe. ameaçaria Ezequias e Jerusalém novamente. mas um anjo do SE N H O R cuidaria para que ele não chegasse tão perto de Jerusalém e voltasse a Nínive. A frente deles estão os cativos que são em palados em estacas afiadas. o que incluía Babilônia como uma de suas capitais.36— 38). De Laquis ele foi para Libna.. Eventualmente ele morreria em sua própria terra.C. Ele celebrou esta cam panha de 701 a. Outro grupo leva sacos e outros artigos nas mãos. O “rumor” era a notícia de que Merodaque-Baladã estava novamente assumindo o poder na Babilônia.9 Os registros da segunda cam panha de Senaqueribe inform am m uito claramente que ele m atou alguns cativos e deportou o restante naquele tem ­ po..8Este m ostra uma fila de homens e mulheres que saem da cidade com fardos nas suas costas.C. em N ínive. Babilônia era mais importante para Senaqueribe do que Jerusalém.) En­ tão Senaqueribe ouviu falar a notícia a respeito de M erodaqueBaladã ter tomado Babilônia e se apressou em retornar para Nínive e para Babilônia. R absaqué e achou o rei da A ssíria p eleja n d o contra L ibna. p o rq u e o u v ira qu e j á se havia retira d o de L aquis. é razoável acreditar que Senaqueribe levou os prisioneiros das cidades de Judá para B abilônia. em 688 a. com issionando os artistas para retratá-la. pois.10 Desde que Senaqueribe já tinha determ inado que parte dos tributos trazidos a N ínive fossem levados para Babilônia.Deus poria um espírito em Senaqueribe e ele ouviria um certo rumor e voltaria à sua própria terra.1 1 .

teu D eus”. 2:121. 4 Luckenbill. . 3 D aniel David Luckenbill. 4 que estes representantes do estado e do tem plo dizem “o S en h o r . Que mensagem o Senhor proferiu e como esta foi cumprida? 7. (Princeton: Princeton U niversity Press. não “nosso D eus”. 19 55 ). (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Que evidência há para uma segunda campanha de Senaqueribe em 688 a. 2 Ibid.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 3 1 5 -1 6 . 2 a ed. Por que Senaqueribe disse que Ezequias estava enganando os ha­ bitantes de Jerusalém? 3. 33. 3 0 6 . 8 U m a cópia de tamanho natural disto pode ser vista no M useu O riental da Universidade de Chicago. Por que Ezequias enviou pessoas vestidas em panos de saco ao encontro de Isaías? 6. 5 James B.. Pritchard. O que Senaqueribe tinha realizado em Judá antes de ter enviado o seu comandante-em-chefe com um grande exército para Jerusa­ lém? 2. 2 :1 1 9 -2 0 . ed. A descrição da doença também prepara para o cap. Ancient Near Eastern Texts Relating to tbe Old Testament. 2 :1 2 0 .. 7 Observe no v. 19 24 ).C. O que Senaqueribe pensava de si mesmo e a respeito do Senhor? 4. Ancient Records o f Assyria and Eabylonía. Como o povo respondeu à mensagem do comandante assírio e por que isto é significativo? 5. 39 onde M erodaque-Baladã ouve falar a respeito da doença. 6 Observe que Isaías finaliza o relato das invasões de Senaqueribe antes de contar a respeito da doença de Ezequias. 1 9 2 6 -2 7 ). The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 2 vols.? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. Ancient Records.

“T he AddedYears o f H ezekiahs Life” Bibliotheca Sacra 80. en viou m ensageiros a Ezequias. R obert H enry Pfeiffer. como isto foi interrompido.C. tinha sa íd o p a ra lhe fa z e r gu erra . A ssim que o u v iu isso. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. 2 :1 1 8 . 19 3 7 ). Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah 1 (Londres: M organ & Scott. e conclui o relato a respeito de Senaqueribe e Ezequias. Isaías dá um passo à frente neste ponto para 688 a. American Oriental Series. Downer. 13 4 -3 5 . dizendo: H á um espaço de tempo cie cerca de doze anos entre 37.C. M uir. mas com um exército poderoso. vol. onde Esdras fala da sua tentativa de reconstruir a cidade. Os escritores do Velho Testamento freqüentemente completavam um relato e então voltavam e davam detalhes de um evento anterior. Ancient Records.d. The Bihle Comes Alive (N ova York: Flem ing H . e então retorna para a reconstrução anterior do templo. rei da E tiópia.9-13 9 E o u v iu d iz er qu e Eiraca. Os registros de Senaqueribe mostram que ele esteve na Babilônia em 700. State Letters o f Assyria. Benjamin R . até que finalmente destruiu Babilônia em 689 a. 79.9. James C.C. AS RENOVADAS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 37. Revell. Isto pareceria estranho se Senaqueribe —tão implacável em retornar . 19 16 ). O Exército de Senaqueribe É Dizimado e Senaqueribe É Morto 37. não em uma condição debilitada. 2 2 6 -2 8 . His Tmth Endureth: A Survey o f the Beginnings and o f OU Testament History in the Light o f Archaeological Discoveries (P hiladelphia: N ational Publishing Co. no.9 Charles M arston.). Isaías também faz uma pequena incursão aos eventos ocorridos en­ tre 701 e 688 a. (Veja também Esdras 4. 19 35 ). 31 9 (julho de 1923): 2 6 9 . T h irtle.1 Ele expulsou Merodaque-Baladã e continuou em­ preendendo a guerra lá. n.9-38 I.8 e 37. 10 Luckenbill..) Agora. 187. B. 1 James W. Isto era feito freqüentemente no livro dos Reis.

4 diz que os egípcios chamavam Senaqueribe de “o rei da Arábia”. Isto é confirmado por um registro de Esar-Hadom. Ele chamou Deus de enganador e disse que Ezequias não deveria confiar nEle. que conta como Senaqueribe tomou à força os deuses do rei da Arábia e os trouxe para a Assíria.repetidas vezes à Babilônia.3 Dessa forma. dizendo: N ão te en ga ­ n e o teu D eu s. Depois de conquistar a Arábia. 10 A ssim fa la reis a E zequias.6 ).C.C. dizendo: J eru sa lém não será en tregu e nas m ã os do rei da A ssíria. Novamente Senaqueribe blasfemou de Deus e negou a profecia de Isaías (3 8 .C. Senaqueribe mudou a sua atenção de Judá. Senaqueribe tinha a firme expectativa de ocupar Jerusalém por este tempo. e proclamar a si próprio o rei da Arábia. Por isso ele enviou os mensageiros a Ezequias. o historiador grego. em q u em confias. Isto é confirmado no que Heródoto. — deixasse Ezequias calado “como um pássaro engaiolado” em Jerusalém e nunca voltasse.2 Inscrições fragmentárias de Senaqueribe contam a respeito de uma campanha árabe.5 Tiraca chegou primeiro ao Egito em 6 9 0/ 6 89 a. o qual era o seu mais recente título. rei de Ju d á . M as ele não queria que Ezequias pensasse que fora perdoado. Quando Tiraca pôs-se a caminho para encontrar as forças de Senaqueribe. M as nesta época ele passou pela Arábia e desceu pela parte sul da Judéia. quando o seu irmão Shebitku o chamou para reinar com ele. Ele co-reinou com Shebitku até 684 e continuou reinando até 66 4 a...C. Depois de derrotar a Arábia. ele alistou compulsoriamente no seu exército alguns dos árabes conquistados e deslocou-se para encontrar Tiraca. Senaqueribe aparentemente preten­ dia ir para Jerusalém e então descer pela costa para o Egito. depois da destruição da Babilônia em 689 a. . Senaqueribe estava livre para ir ao oeste em direção ao Egito. contudo. com a idade de vinte anos. até mesmo depois de uma derrota desas­ trosa em 691 a.

su b iu à C asa do SENHOR. que . e o rei de A rpade. veja comentário em 34. Senaqueribe estava falando que eles foram destruídos em consigna­ ção ao seu deus.2).14-35 14 R ecebendo.11 Eis qu e j á ten s ou v id o o qu e f i z e r a m os reis da A ssíria a todas as terras. e escapa rias tu ? Em dizendo que os reis de Assíria destruíram todos os países ( “colocou todas as terras sob condenação” . Ele viu a profecia cumprida. Ezequias mostra uma atitude diferente da que tinha mostrado uns dez anos antes. quando o comandante-em-chefe de Senaqueribe fez as suas ameaças. e os f i lh o s de E den. pois. Desta vez ele não ras­ gou as suas vestes ou vestiu pano de saco ou enviou mensageiros que rogassem a Isaías. Ele levou a carta imediatamente e a estendeu dian­ te do S en h o r . e o rei da cidade de S efarvaim .e. e E zequias as esten d eu p era n te o SENHOR. H en a e I v a ? Ele repete a lista de deuses (chamados de “reis”) da mensagem anterior (3 6 . E zequias as ca rta s da s m ã os dos m en sa geiros e len d o -a s. as livra ra m os d eu ses das n a ções q u e m eu s p a is d estru íra m : Gozã. 2. os reis anteriores da Assíria) tinham destruído não os puderam livrar.1 9 ) com as adições de H ena e Iva. na Babilônia (2 Rs 17. d estru in d o -a s to ta lm en te. estavam em E elassar? Ele acrescenta que os “deuses das nações” que os seus antepassados (i. 12 P orven tu ra . e H a râ ’ e R ezefe. A ORAÇÃO DE EZEQUIAS E A RESPOSTA DE DEUS 37.24).. . As nações citadas aqui ficavam na Mesopotâmia ocidental. 13 O n d e está o rei de H am ate. Senaqueribe estava fazendo o seu melhor para estremecer a fé de Ezequias no SENHOR. Ele também estava dizendo que o Deus de Israel não poderia impedir que isto acontecesse a Jerusalém. O último pode ser igual a Ava.

15 E o ro u E zequias ao SENHOR. m a d eira e p ed ra . os destru íram . Ele pede a Deus que preste plena atenção ao que Senaqueribe disse para desafiar e afrontar “o Deus vivo”. 31. Isto era especialmente verdade a respeito dos . tu som en te. 19 E lan çara m no f o g o os seu s deuses. 18 Verdade é. Ele indubitavelmente sabia o que Isaías tinha dito sobre eles (veja 2. Ezequias se aproximou assim em uma atitude de fé que honrava a Deus pelo que Ele é. D eu s de Israel. Ezequias não nega que a Assíria destruiu todos os outros países. Ezequias reconhece que Deus é diferente dos ídolos. mas também como o Criador dos céus e da Terra. formados pelas “mãos de homens”. 17 In clin a . o Deus de Israel. Ele confia em Deus e deseja que Deus seja honrado. Ele o reconheceu como o único Deus (um tema de Isaías). diferen­ te de todos os falsos deuses das outras nações. p o r isso. não apenas o único e verdadeiro Deus sobre “todos os reinos da terra”. o s teu s ou vidos. ele sabia que Senaqueribe havia destruído os deu­ ses das outras nações.7). ó SENHOR. q u e os reis da A ssíria a ssola ram todos os p a íses e su a s terras. sen ã o obra de m ã os de hom ens. tu fi z e s t e os céu s e a terra. dizendo: 16 Ó SENHOR dos E xércitos. Em chamando Deus de “vivo”. abre. Desta vez o próprio Ezequias ora. tu és o D eu s. e o u v e. e olha. SENHOR. entronizado “entre os querubins”: o lugar mais santo no templo. de todos os rein o s da terra. q u e habitas en tre os q u eru b in s. os teu s olhos. Além disso. p o rq u e deuses não eram . mas ape­ nas “madeira e pedra”. e o u v e todas as p a la vra s de Senaqueribe. reconhecendo o SE N H O R como o SE N H O R dos Exércitos. SENHOR. as qu ais ele m a n d o u p a ra a fro n ta r o D eu s vivo. Ezequias reconhecia que aqueles ídolos não eram Deus.20.8.

e disseste: C om a m u ltid ã o dos m eu s ca rro s su b i eu aos cu m es dos m ontes. m a n d ou dizer a E zequias: A ssim diz o Senhor . livra -n o s das su as mãos. ó Senhor. para que todos os reinos da terra cotikeçam que só tu és o SENHOR. te despreza.6(Esta é uma outra confirmação de que a carta foi escrita em uma segunda campanha ocidental de Senaqueribe em 688 a.C. Senaqueribe tinha enviado os seus servos não para que desafias­ sem e afrontassem somente a Ezequias. Não há nenhum outro Deus. o D eu s de Israel: Q u a n to ao que m ep ed iste acerca de Senaqueribe. e de ti zom ba. 21 Então.5 — 7). e co rta rei os seu s altos ced ro s e as su a s f a i a s escolh id as e en tra rei no seu cu m e m a is elevado. mas como um testemunho para “todos os reinos da terra” de que Deus é Yahweh —o Deus que tirou Israel do Egito. Deus chama Jerusalém de “a virgem” porque ela ainda não fora conquistada e permaneceria inconquistável pelos assírios. mas a Deus. por causa de Jerusalém. Ela os menosprezou e os ridicularizou. à medida que eles se retiravam. Este insulto provavelmente se refere ao fato de Senaqueribe abandonar a sua campanha original em 701 a. Isaías.muitos deuses secundários da Babilônia que foram despedaçados em 689 a. em cumprimento de uma profecia anterior de Isaías (3 7 . nosso D eus. fi lh o deA m oz.C.. 22 esta é a p a la vra que o SENHOR fa l o u a respeito dele: A virgem .C. E zequias não quer som ente a lib e rtaç ão da opressão de Senaqueribe. 23 A qu em a fro n ta ste e de q u em blasfem aste? E co n tra quem alçaste a voz e ergu este os teu s olhos ao a lto ? C o n tra o S anto de Israel. a filh a de Jeru sa lém m en eia a cabeça p o r detrás de ti. As declarações . no bosque do seu ca m p o fé r t il . balançando a cabeça em desdém. A resposta de Deus veio por intermédio de Isaías. o Deus que era e é e sempre será. o Deus fiel. a filh a de Sião. o guardião da aliança. rei da A ssíria. 24 P o r m eio de teu s serv o s cfr o n ta ste o Senhor.). 20 A gora pois. aos ú ltim o s recessos do L íbano.

os seu s m ora dores. e a erv a verde. “desprovido de mãos”) de modo que eles andavam atemorizados e envergonhados. A R A ) mais escolhidas. a n daram atem orizados e en vergon h a d os. e eu qu is qu e f o s s e s tu qu e d estru ísses as cida des f o r t e s e as red u z isses a m o n tõ es assolados. Senaqueribe pensava que estava agindo como um deus.8 26 P orven tu ra. co m a s p la n ta s de m eu s pés.dele significavam que ele pensava que poderia cortar os cedros mais altos do Líbano e as suas faias ( “ciprestes”. Ele amoldou as circunstân­ cias que tornaram possível a Senaqueribe destruir cidades (veja 10. era m co m o a erv a do cam po. isso quer dizer que ele triunfaria em todas as batalhas. e o f e n o d os telhados. M as o verdadeiro Deus é o único que ordenou os eventos ( “eu fiz isso”). Eles se tornaram como os brotos verdes e tenros da “erva do campo” que . tão facilmente quanto um fazendeiro poderia represar uma pequena vala de irrigação empurrando um pouco de terra. lit. O Egito seria uma presa fácil. quer dizer. e.5— I I . não o u v iste que j á m u ito an tes eu f i z isso e que j á desde os dias a n tigos o tinha p en sa d o ? A gora. e que ele tomaria conta das árvores dos bosques de seus campos fér­ teis. Ou seja. se cu m pre. Foi a superintendência de Deus que perm itiu aos moradores esta­ rem “com as mãos caídas” (Heb. e o trigo q u eim ad o an tes do crescim ento. Nada está fora da soberania de Deus. seq u ei todos os rio s do Egito. que conta como Deus usou a Assíria como a sua “vara” para trazer juízo). Com as solas dos seus pés ele poderia secar todos os córregos e canais do rio Nilo. 25 Eu ca vei e bebi as águas. Como o oleiro que dá forma a um vaso. p o rém . qitsre-yad. ele se vangloriava de que nada o poderia parar. A indicação de cavar poços e beber deles pode se referir à campa­ nha dele pela Arábia. co m as m ã o s caídas.7Agora que estava chegando perto do Egito. 27 P or isso.

E semelhante às colheitas. . mas no tercei­ ro ano eles poderiam semear e colher campos de grãos e plantar vi­ nhedos e comer as suas uvas. Porque Senaqueribe estava se debatendo em raiva contra Deus e porque ele não estava. e segai. de modo que ele não viria a Jerusalém como ameaçara que faria. mas. no segundo ano. 29 Por causa da tua raiva contra mim e porque a tua arrogância subiu até aos meus ouvidos.facilmente poderiam ser cortados ou murchar. . no terceiro ano. Deus sabia exatamente o que Senaqueribe estava fazendo e o modo como ele estava se movimentando e se enfurecendo contra Deus. agora Deus agiria: “Porei o meu anzol no teu nariz”. nem um pouco perturbado sobre o que Deus poderia fazer a ele. eis que porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio nos teus lábios e tefa r e i voltar pelo caminho por onde vieste. 31 Porque o que escapou da casa de Ju dá efico u de resto tornará a lançar raízes para baixo e dará f r u t o para cima. . e plantai vinhas e comei osfr u to s delas. semeai. Deus prometeu um sinal. . No restante do ano e no ano que se seguiria (que provavelmente estava a ponto de começar) eles comeriam o que crescesse por si mesmo. caso especialmente verdadeiro a respeito da grama que poderia brotar de repente no lodo que cobria a esteira de junco que compunha os telhados planos das casas deles. fazendo Senaqueribe retroceder pelo caminho por onde ele viera. . Para encorajar Ezequias. o resto ou remanescente do povo de Judá iria prosperar. . o que daí proceder. Deus está no controle. de volta pela Arábia. na sua insolência. E isto tc será por sinal: este ano se comerá o que espontaneamen­ te nascei] c. 2li Mas eu conheço o teu assentar e o teu sair e o teu entrar e o teu fu ror contra mim.

a cen to e oiten ta e cin co m il.C. mas por causa da aliança que Ele tinha feito com Davi (cf. D eus não salvaria Jerusalém porque seus habitantes o mereces­ sem. sa iu o a n jo do SENHOR e fe r iu . Ele repete a sua afirmação (do v. Senaqueribe não entraria em Jerusalém. Ele tinha feito algumas destas atividades em 701 a. ou leva n ta rá co n tra ela tranqueira. p a ra a livrar. 33 P elo q u e assim d iz o SENHOR a cerca do rei da A ssíria: N ão en tra rá n esta cidade. 3. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. 34 P elo ca m in h o p o r on d e vier. p o r a m o r de m im e p o r a m o r do m eu serv o D avi. A palavra de Deus era clara. Tampouco ele “levantará contra ela tranqueira” ou rampa de cerco. d iz o Sen h o r . q u an do se levan taram p ela m a ­ n h ã cedo. e. . A PROFECIA DE ISAÍAS FOI CUMPRIDA 37. n em la n ça rá nela fle c h a algu m a . Ele não poderia chegar perto o suficiente para atirar uma flecha ou segurar um escudo para se proteger dos defensores de Jerusalém. e Ele tem o poder para realizar isto. do m o n te de Sião. definida e enfática.32 P orque de J eru sa lém sa irá o restante. eis qu e tu d o era m co rp o s m ortos.36-38 36 Então. 2 9 ) de que Senaqueribe retornaria pelo mesmo ca­ minho que veio (quer dizer. mas não faria assim desta vez.. ta m p ou co v ir á p era n te ela co m escu d o. m a s nesta cida de não en tra rá . e. pela Arábia) e não iria a Jerusalém. Este é um ensino muito importante de Isaías. O próprio zelo de Deus cuidaria disto. p o r esse volta rá . O “restante” ou remanescente —pessoas que foram poupadas ou libertadas —sairia de Jerusalém. Deus sempre teria um remanescente. 2 Sm 7). 35 P orque eu a m p a ra rei esta cidade. o que esca p o u . n o a rra ia l dos assírios.

000 soldados. Devido ao fato dos egípcios não poderem imaginar tal morte súbita a não ser por uma pestilência. e se f o i . o fato de que ele não fez mais nenhuma campanha atesta o registro bíblico. No entanto. concluindo com a captura e destruição da Babilônia em 689 a. ele jamais realizou outra. e voltou . algumas das quais os arqueólogos descobriram. Ele fez diversas cópi­ as. ele resumiu as suas proezas.000 pessoas do exército assírio. Em sua única derrota anterior em 6 9 1 a. e f i c o u em N ínive.C. M as com a morte dos 185. Senaqueribe registrou que tinha capturado algumas carroças de mercadorias e tinha tenta­ do fazer parecer que isto era uma vitória. Quando os restantes despertaram cedo na manhã seguinte. A dram eleq ue e Sarezer. Senaqueribe tinha realizado uma campanha m ilitar todos os anos do seu reinado. . rein o u em seu lugar. estan d o ele p ro stra d o na casa de JSÍisroque. Da mesma maneira que o afogamento dos egípcios no Êxodo não é mencionado em registros egípcios. 38 E su ced eu que. e E sar-H adom . 37 A ssim S enaqueribe. lá permaneceram apenas algumas poucas inscrições secundárias em edificações. eles os acharam não morrendo (como que através de pestilência) mas “mortos”.. Isto deve ter chocado os habitantes de Nínive. seu s filh o s . e eles f u g i r a m pa ra a terra de A rarate. nada havia a não ser uma derrota total. o f e r ir a m à espada. eles espalharam uma história de que ratos comeram as cordas dos arcos dos assírios. Até aquele tempo. emitindo um relatório anual das suas façanhas. e nenhum rei pagão antigo jamais registrou qualquer coisa como uma derrota. insinuando uma peste bubônica.Naquela noite o anjo do S enhor matou 185. seu filh o . assim também esta derrota não foi registrada por Senaqueribe. seu deus. Embora vivesse mais sete anos. provavelmente onde ele teve alguns consertos realizados. se retirou.C. Parece que Senaqueribe jamais se encontrou com Tiraca. porque eles dependi­ am dos espólios de guerra para a sua própria prosperidade. Ao invés disso.9 Â parte disto. rei da A ssíria.

“O ldTestam ent H istory. 133. 2 :1 5 2 . 2 :1 5 8 . A crônica babilônica registrou a morte de Senaqueribe e a acessão de seu filho Esar-Hadom. 3 D aniel David Luckenbill. agora parte da moderna Turquia). (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 35. 19 53 ). G oodspeed. adorando no templo de Nisroque. 9 Luckenbill. . 1 9 2 6 -2 7 ). Senaqueribe ainda não tinha estado no Egito. 5 H erodotus. Ancient Records. em The Encyclopedia Americana (N ova York: Am erican Corporation.C. M an uel K om roff (Nova York: Tudor Publishm g Co. o seu deus. Como a resposta de Ezequias à carta de Senaqueribe em 688 a. Ele era um turista que registrou o que os guias lhe falaram. George Raw linson. 7 W illiam Foxwell Albright. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. History. 23. Senaqueribe estava prostrado de joelhos. 2 0 7 . Então eles fugiram para a terra de Ararate (a antiga Armênia. Cumberland Presbyterian Quarterly I (junho de 19 02 ): 95. Por que Deus iria defender Jerusalém e como isto foi cumprido? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. 3:63 6.. 131.C. foi diferente da sua resposta às ameaças do comandante-em-chefe em 701 a. “Sen n ach erib s Invasion o f Judah ”. 19 24 ). 2 vols. 6 Luckenbill. Ancient Records o f Assyria and Babylonia.C. 4 H eródoto não foi um historiador no sentido m oderno do termo. 19 28 ). ed. 2 George S. Dois dos seus filhos “o feriram à espada”.Em 681 a. mas ele conside­ rou a sua conquista do Egito como praticam ente term inada.. Annals o f Sennacherih. 185. 8 O term o hebraico ‘achriv é um a forma hiph’il im perfeita que indica ação incompleta. Including Archaeology and C h ro n o lo gy”.? 2. trans. QUESTÕES DE ESTUDO 1.

1Isaías veio a ele com uma forte mensagem para pôr a sua casa em ordem. Ezequias tinha ido longe demais. o ouro do templo pertencia a Deus. Antes. Ele estava confiando no que ele próprio poderia fazer em vez de confiar no que Deus poderia realizar. Deus teria bases para não enviar o juízo pro­ fetizado.1-22 1. p eço -te. ele queria que Deus se interessasse pela sua situação e fizesse algo sobre a mesma. Assim. ele orou. e que quando o arrepen­ dimento era oferecido. o p rofeta . Pedir a Deus para se lembrar não quer dizer que Ezequias pensava que Deus tinha esquecido.1 1 N aqueles dias. de q u e a n d ei dian te de ti em v erd a d e e co m co ra çã o p erfeito e f i z o qu e era reto aos teu s olhos. Ele fez a sua reivin- . UMA SENTENÇA DE MORTE 38.6. p o rq u e m o rr erá s e não viverás. Isto foi provavelmente depois que Ezequias tentou salvar Jerusalém tomando o ouro do tem­ plo e dando-o a Senaqueribe como tributo. e v eio a ele Isaías.2-22 1 Então. 2. f i l h o de A moz. EZEQUIAS É RESTAURADO 38. M uitos têm especulado sobre a data da doença de Ezequias. Pior ainda. 3 E disse: A h! SENHOR. A Doença e a Recuperação de Ezequias 38. No entanto. porque ele iria morrer. o fato de que Ezequias não estava confiando em Deus quan­ do pagou tributo a Senaqueribe.C . mostra que a doença aconte­ ceu em 701 a. lem b ra -te.C. e lhe disse: A ssim diz 0 SENHOR: P õ e em ord em a tu a casa. v iro u Ezequias o rosto p a ra a parede e orou ao SENHOR. E zequias a d oeceu d u m a en ferm id a d e m orta l. Ezequias sabia que Deus era longânimo. E ch orou E zequias m u itíssim o. mas confiou nEle depois disso e declarou a promessa de Deus de 38.

Ele de fato tinha restabeleci­ do o serviço do templo e tinha feito a convocação para uma grande celebração da Páscoa no começo do seu pleno reinado e tinha feito muito para livrar-se da idolatria (2 Cr 29. foi realmente cumprida.1 a 3 L I ). 30. 4 E ntão. 7 E isto te será da p a rte do Senhor co m o sin a l de qu e o SENHOR cu m p rirá esta p a la vra qu e fa l o u : 8 eis que f a r e i qu e a som bra dos g ra u s. fazendo o que era reto aos olhos de Deus (cf. Acaz. kaph. recu o u o so l dez g r a u s p elo s g r a u s qu e j á tinha andado.36. veio a p a la vra do SENHOR a Isaías. Deus. tinha construído um relógio de sol que con- . qu e p a sso u co m o so l p elo s g r a u s do relógio de Acaz. disse a Ezequias que tinha ouvido a sua oração e tinha visto as suas lágrimas. e a esta cidade.3). A ssim . v o lte dez g r a u s atrás.dicação sobre o fundamento de que ele tinha vivido diante do SeNHOR em fidelidade e com “coração perfeito”. As lágrimas indicavam um espírito humilde e arrependido. com o seu fdho Manassés compar­ tilhando o trono como co-regente durante os últimos dez anos do seu reinado. Então Ezequias derramou o seu coração em lamentação diante de Deus. A promessa de salvar Ezequias e Jerusalém das “mãos” (Heb. A promessa de Deus foi confirmada por um sinal sobrenatural.C. e lhe deu a promessa de mais “quinze anos” de vida. teu p a i: O u v i a tua ora ção e v i as tua s lágrim as. eis q u e a crescen ta rei a os teu s dias q u in z e anos. a ti. O pai de Ezequias. 6 E livrar~te~ei das m ã os do rei da A ssíria. Este era um tempo de bênção e reavivamento. Assim. A graça de Deus verdadeiramente estava além da expectativa de Ezequias. “palma da mão”) de Senaqueribe.. Deus defendeu “esta cidade”. o D eu s de D a vi. apesar de não parecer estar sob con­ trole seguro. por intermédio de Isaías e em linha com a sua aliança com Davi. ele viveu até 686 a. dizendo: 5 Vai e dize a E zequias: A ssim d iz o S e n h o r . eu d efen d erei esta cidade. 2 R s 18.

Ele também entendia que.C. D epois da sua recuperação. ir . ARC. de q u an do a d oeceu e sa rou de su a en ferm ida de.1). Quando lhe foi dito que morreria. ele viu isto como algo prematuro. . R S V ). desde que dez destes salmos não são atribuídos a Davi. ARA “degraus”.2 sugeriu que os Salmos 120 a 134. James W. ele passaria pelas “portas da sepultura” (Heb. T hirtle. foram acrescentados pelos escribas de Ezequias à coleção de salmos do templo para celebrar os quinze anos adicionais da vida de Ezequias. os quinze cânticos dos degraus ( “romagem”.23). esses dez podem se referir aos dez graus que a som bra voltou atrás. chegando no que deveria ter sido o meado de sua vida. privando-o da vida longa que ele esperava ter. Ezequias registrou os seus pensamen­ tos e sentimentos. “peregrinações”. o lugar dos ímpios m ortos) onde não poderia comunicar-se com Deus.m e . j á estou p r iv a d o do resto de m eu s anos. da mesma maneira que os “homens de E zequias” transcreveram provérbios adicionais de Salomão e os acrescentaram à coleção no livro de Provérbios (Pv 25. por causa da sua cura m aravilhosa (2 Cr 32. O erudi­ to britânico.”3 9 C â n tico de E zequias. Eu disse: N a tra n q ü ilid ade de m eu s dias. N V I. A sombra iria retroceder “dez graus”. T h irtle também sugeriu que..sistia em degraus por meio dos quais a sombra do sol mostraria o tempo durante o dia. “dentro dos portões do Sheol”. quando houve um a restauração da prosperidade depois que Senaqueribe par­ tiu e quando o povo enviou presentes a Ezequias. devido a isto ser um juízo de Deus. O Salmo 126 corresponde a 701 a.e i às p o rta s da sep u ltu ra . a escolha de Deus do relógio de sol de Acaz para dar um sinal a Ezequias é uma outra refutação direta do poder de Senaqueribe e da idolatria assíria. Bcsha’are Sh‘‘ol. M cK cnna sugere que Acaz pode ter trazido a idéia para o relógio de sol de Damasco quando estava buscando a ajuda da Assíria. “Nes­ se caso. rei de Ju d á .

m e acabarás. A sua vida era como o pano de um tecelão. ó Senhor. Deus daria um fim nele. mas isto o tornou ainda mais fraco. Ele sentia a ira de Deus pairando sobre si. a ssim e u ch ilreava e g em ia co m o a p om b a . Ele teria cortado o fio da vida do modo como um tecelão corta uma linha do tear. 12 O tem po da m in h a vid a se f o i e f o i rem o v id o de m im . O tempo da sua vida seria tirado ou removido dele. que é enrolado quando concluído. p a ssa rei m a n sa m en te p o r todos os m eu s anos. Ezequias estava angustiado de que já não estaria “na terra dos vi­ ventes” para ver ou experimentar a presença do SE N H O R . Ele continuou tagarelando como os pássaros. Ele esperava que antes de o dia virar noite. desde a m a n h ã até à noite. quebran­ do todos seus ossos. co rtei co m o tecelão a m in h a vid a : co m o qu e do tea r m e corta rá . .2). como a caba­ na temporária de um pastor que é levada para longe dele. gemendo como uma pom­ ba.11 E u disse: J á não v er ei m a is ao SENHOR n a terra d os viven tes. co m o choça de p a sto r. alça va os olhos ao alto. q u eb rou todos os m eu s ossos. Ezequias se acalmou até a madrugada (cf. 13 E u sossegu ei a té à m a d ru ga d a . ja m a is v erei o hom em com os m o ra d o res do m un do. SI 131. p o r ca u sa da a m a rgu ra da m in h a alm a. Ele seria cortado da vida como a conhecia. co m o u m leão. 13 Q u e d irei? C o m o m o p ro m eteu . 14 C o m o o g r o u o u a an dorinh a. assim . assim o f e z . m e acabarás. buscando o perdão de Deus e pedindo-lhe para vir e aliviar o seu sofrimento. e ainda esperava que Deus o entregasse à morte antes do fim do dia. M as ele ain­ da esperava que Deus viesse “como um leão” para julgá-lo. desde a m a n h ã até à noite. Os seus próprios olhos ficaram fracos e cansados enquanto ele continuava olhando “ao alto”. an do o p rim id o ! F ica p o r tn eu fia d o r. nem olharia os habitantes deste mundo.

qu e não caiu na co va da corru p çã o. 16 Senhor. Ele caminharia “mansamen­ te”. Era para o seu próprio bene­ fício (incluindo a sua paz e bem-estar) e para a bênção de integridade. Deus o perdoou completamente. por causa da experiência de confrontar-se com a morte. Deus tinha um propósito em permitir-lhe estar doente e experi­ mentar a amargura de enfrentar a morte. com estas coisa s se vive. tu. n em esperarã o em tu a v erd a d e os que d escem à cova. O que poderia dizer Ezequias em relação à promessa dos versículos 5 e 6? Deus tinha falado.15). Ezequias fez isto humilhando a vida do seu espírito. p o rém .A resposta de Deus trouxe uma mudança súbita. como em uma procissão solene (cf. SI 42. e o tinha feito viver. Não haveria nenhum louvor ou ações de graças a Deus naquele lugar. E f 5.4. p orta n to. Os que “descem à cova” (nova­ . da mesma maneira como se eles jamais tivessem acontecido. Al ém disso. e em todas ela s está a vid a do m eu esp írito. n em a m o rte g lo r ifi­ ca r -te. (na realidade Sheol. toda a culpa de Ezequias tinha se acabado também. Desde que Deus está em todos os lugares. eu estiv e em g r a n d e a m a rgu ra . 18 P orque não p o d e lo u v a r -te a sep u ltu ra . Verdadeiramente Deus o tinha curado. do inferno).m e viver. “Estas coisas” referem-se aos elementos ou fases que fizeram Ezequias se humilhar diante de Deus. pois Deus literal­ mente o guardou da “cova da corrupção” (quer dizer. p o rq u e lan çaste p a ra trá s das tu a s costas todos os m eu s pecados. inferno. Assim. Ezequias poderia ter baixado à “sepultura”. o lugar dos ímpios mortos). O próprio Deus o curou. Era uma experiência do amor e da graça de Deus. para Ezequias dizer que Ele havia lançado “para trás das costas todos meus pecados” significa que Deus os apagou da exis­ tência. p a ra m in h a paz. cu r a -m e e fa z e . 11 E is que. tão a m orosa m en te abraçaste a m inha alm a. de modo que ele fora um exemplo aos outros.

e sarará. Ezequias reconhece que Deus ainda continua pronto para libertálo. com o eu hoje f a ç o . esses te louvarão. como um sím­ bolo. ele a faria uma vida de louvor a Deus. 22 T am bém dissera E zequias: Q u a l será o sin a l de qu e hei de su b ir à C asa do S enhor P Isaías também volta a nos fazer lembrar do sinal miraculoso (v. n ós o lo u v a rem o s todos os d ias de nossa vid a na C asa do SENHOR. Isaías retorna ao tempo quando Ezequias estava doente. em preparação para o capítulo 39. A cura de Ezequias foi 1 . “Os vivos”.7— 1). os restaurados à vida plena (como fora Ezequias. Deus tinha dado vida nova para Ezequias. Agora. Naquele momento. No entanto. os vivo s. Assim ele se unirá a outros “na casa do S e n h o r ” .mente.4 21 E d issera Isaías: T om em u m a pa sta de f i g o s e a p on h a m com o em p la sto sob re a chaga. tangendo eu m eu s in s­ tru m en tos.8. Os quinze anos adicionais dele seriam um tempo de oferecer ações de graças e de reavivamento. 19 O s vivos. Eles estão eliminados para sempre de qualquer comu­ nhão com Deus. ou ponto de contato para ajudá-lo a expressar a sua fé. Sheol) sob o juízo de Deus não podem esperar pela fidelida­ de de Deus. de­ pois das suas lágrimas e do perdão dos seus pecados). tornando conhecida a fidelidade de Deus. Isaías contou com os médicos da corte para colocarem “uma pasta de fi­ gos” na ferida ou inflamação. o p a i a os f i lh o s f a r á n o tó ria a tua verdade. e juntos o louvarão com música enquanto eles viverem. Deus faria a cura. p elo que. veja o registro completo em 2 Rs 20. 20 O SENHOR v eio sa lv a r -m e. darão graças e louvarão a Deus. Tal experiência precisa ser passada adiante de pai para filho. continuamente.

167. ed. 45 3 McKenna.1-8 I.: Prentice-H all.em resposta a oração. e de fato foi milagrosa. H orn. 1 9 1 6 ). D. O ld Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. 3. H crshcl Shanks (Englewood C liffs. em Ancient Israel.J. Isaiah 1— 9 . 135. Quais são os antecedentes da doença de Ezequias? Em que bases Deus deu a Ezequias mais quinze anos? Que garantia Deus deu para Ezequias? O que Ezequias enfatizou na sua resposta? CITAÇÕES 1 A lg u n s co n co rd am . 2 James W illiam T h irtle. Siegfried H . Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book H ouse. M cK en n a. 1 9 8 8 ). N. Não é de admirar ele ter cantado com alegria quando adorava no templo. 2. rei da B abilôn ia. ca rta s e u m p resen te a E zequias. em From the Pyramids to Paul. en v io u M erod a q u e-B a la d ã . “T he Historicity o f the H ezekian Reform ”. 4 A. 19 93 ). . Isaiah 1— 365. L. 133. f i l h o de B aladã. 19 35 ). 135. 3 6 9 . A Embaixada de Merodaque-Baladã 39. “T h e D ivided M onarchy”. Leary (Nova York: Thom as N elson & Sons. ed. p o rq u e tinha o u v id o d iz er qu e havia estado d oen te e qu e j á tinha con valescido. G. 3 6 1 . EZEQUIAS MOSTRA OS SEUS TESOUROS 39. mente e espírito. Pfeiffer. Siebens. em The 3 Com municators Commentary (D allas: W ord Books. QUESTÕES DE ESTUDO 1.1-2 1 N aquele tem po. V eja D avid L. Charles F. 4. 39. 254. 19 87 ). alma. 4 4 — . Ele foi curado —corpo. R.

1. g ü en to s.C. e os m elh ores un~ . Shuzubu.. manteve Senaqueribe em uma constante luta a respeito da Babilônia. Merodaque-Baladã tirou proveito da ajuda do partido anti-assírio na Babilônia e. n em em su a casa. em 700 a. “oferta de comida”.C. “oferta de grãos”. N IV. qu e E zequias lhes não m ostrasse. e toda a su a casa de arm as.“N aquele tempo”. significava que igualmente eles não precisariam mais ter medo dele. Ezequias pode ter ficado lisonjeado. coisa n en h u m a houve. até que finalmente ele a destruiu em 689 a. “E muitos traziam presentes a Jerusalém ao Senhor.C. ele não foi o único a enviar um presente.3 O presente de Merodaque-Baladã era um sinal de respeito. n em em todo o seu dom ínio. K JV) —porque ele tinha ouvido falar do grande sinal da sombra que retrocedeu nos degraus do reló­ gio de sol. refere-se a 701 a. com “cartas e um presente”. unido a um príncipe caldeu. foi exaltado pe­ rante os olhos de todas as nações” (2 Cr 32. e as especiarias. rei de Judá. ele colocou o seu filho primogênito no trono que tinha sido ocupado por Merodaque-Baladã. prova­ velmente na expectativa de que a doença deste e a promessa de Deus de libertação manteriam Senaqueribe no Oeste. e coisas preciosíssimas a Ezequias. Porém. Senaqueribe deixou a sua campanha ocidental. Com Senaqueribe ocupa­ do no Oeste. em cumprimento da profecia de Isaías. minchah) é o nome do sacrifício chamado de “oferta de manjares” (Lv 2. derrotou Shuzubu. 2 E E zequias se a legro u co m eles e lhes m o strou a casa do seu tesouro>e a prata. e tu d o q u an to se achava n os seu s tesou ros. Merodaque-Baladã. depois disto. e. e o ouro. junto com outros. de modo que. Eles perceberam que a partida de Senaqueribe. fazendo Merodaque-Baladã fugir para o Elão. a Ezequias.1 tomou o controle como rei da Babilônia e incitou a revolta. quase reverência —a mesma palavra para “presente” (Heb.23).4N o entanto.2Não obstante. Ele se alegrou com os envia­ dos de Merodaque-Baladã e lhes mostrou todos os seus tesouros e armamentos. Estes devem ter incluído os presentes de outros reis e . Ele en­ viou uma embaixada. Então.

O tempo seguramente viria quando tudo o que havia no palácio real de Jerusalém e na casa real . e a liderança da Babilônia tomou nota: havia tesouro para ser usufru­ ído em Jerusalém e Judá. Isaías tinha uma palavra severa da parte de Deus. Então ele lhes deu uma excursão pelo palácio e pelo país de Judá. Porém. e ele ficou encantado de que um presente tenha vindo de lá. 4 E disse ele: Q u e f o i qu e v ira m em tua ca sa ? E disse E zequias: Viram tu d o q u an to há em m in h a casa. oTodo-poderoso SENHOR dos exércitos. Isaías fez duas perguntas: Ele queria saber o que os enviados dis­ seram e de onde eles vieram. o juízo de Deus viria. Ezequias sabia quão importante era aquela cidade. disse o Sen h or. 5 E ntão. 0 EXÍLIO BABILÔNICO PROFETIZADO 39. coisa n en h u m a há nos m eu s tesou ros qu e eu d eix a sse de lhes m ostrar. Os babilônios se lembrariam da riqueza em Jerusalém. da B abilôn ia. Ezequias só disse que eles eram de uma terra remota —Babilônia. será levado p a ra B a b ilôn ia . Ezequias adm itiu que tinha mostrado aos enviados tudo o que era necessário ou sensato.3-8 3 Então. O orgulho de Ezequias em relação a todos os seus tesouros era pecado. disse Isa ía s a E zequias: O u v e a p a la vra do S enhor dos E x ércitos: 6 E is que v irã o dias em qu e tu d o q u an to h o u ver em tua casa. com o que en tesou ra ra m teu s p a is a té ao dia de hoje. o p ro feta Isa ía s veio ao re i E zequias e lhe disse: Q u e f o i que aqueles hom ens disseram e donde vieram a ti? E disse Ezequias: D e u m a terra rem ota v iera m a m im . n ã o f i c a r á coisa algu m a. Os enviados devem ter qu erid o que ele reconhecesse Merodaque-Baladã como o legítimo rei da Babilônia. Indubitavelmente o relatório foi para Babilônia.nações. Ezequias respondeu só a segunda per­ gunta. 2.

2 D aniel David Luckenbill. The Sealani o f Ancient Arabia (N ew Haven: Yale U niversity Press. D isse m ais: P orque haverá p a z e verdade em m eu s dias. disse E zequias a Isaías: B oa é a p a la vra do S e n h o r que disseste. Q UESTÕES DE ESTU D O 1. 7 E dos teu s filh o s . Isto foi cumprido por Nabucodonosor em três invasões.C. O lm stead. O que estava errado com o tratamento que Ezequias dispensou aos mensageiros de Merodaque-Baladã? 2. que o asseguravam de paz e da fidelidade de Deus em sua própria época. Ezequias queria dizer que esta era apropriada para o que ele tinha feito. 35.3). em 605. cf. Hehrew Union College Annual 2 (1 9 2 5 ): 30. Os descendentes de E zequias tam bém seriam levados para babilônia e seriam feitos eunucos a serviço do rei da Babilônia. qu e p ro ced erem de ti e tu gera res. A lb ert T. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Isto foi cumprido. “T h e C haldean D ynasty”. e ele hum ilde­ mente se submeteu a ela.10). p a ra qu e seja m eu n u co s n o p a lá cio do rei da B abilônia. Quais seriam os resultados das ações de Ezequias? CITAÇÕES 1 R aym ond Philip Dougherty. 1 9 3 2 ). Ao dizer que a palavra do S e n h o r era “boa”. . Isto o encorajou a que descansasse nas pro­ fecias anteriores de Isaías. 1 9 2 4 ). uma vez que havia apenas uma fam ília real de Judá (Veja Dn 1. M q 4. 597 e 586 a. e provavelmente incluía Daniel e os amigos dele. tom arão. 61 . Ele também reconheceu que a profecia era para um futuro distante. 5 Então.seria “levado para Babilônia” (cf.

141. 4 Veja 2 Crônicas 32 . 2 :1 5 4 -5 5 . (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. The Book o f Isaiah ( Chapters I— X X X IX ) in the Light o f the Assyrian M onum ents (Londres: Society for Promoting Christian Knowledge. 2 vols. A ncient Records ofA ssyria and Babylonia.3 1 . 19 30 ). . Charles Boutflower.3 D aniel David Luckenbill. 1 9 2 6 -2 7 ).

Deus Volta-se para o Seu Povo 4 0 . o qual contém uma predição do exílio...1 -3 1 “A específica aplicação deste capítulo ao retorno da Babilônia não tem nenhum fundamento no texto em si..Conforto para Jerusalém e Judá 40. Mas a promessa considera­ da em si mesma é uma promessa genérica de consola­ ção. BOAS NOVAS PARA JUDÁ E JERUSALÉM 4 0 . diz o V 0550 Deus. mas é suposto por alguns estar subtendido na relação deste capítulo com o anterior. A referência à ido­ latria não prova nada com respeito à data da predi­ ção.”1 I. proteção e mudança para melhor.. consolai o meu povo.I -I I 1 Consolai.22 A.1-48. . embora mais apropriada nos escritos de Isaías do que de um profeta no exílio babilônico. a ser forjada pelo poder e sabedoria de Jeová.

M as agora Deus o comissionou para entregar uma mensagem de conforto. Ele encontrou apenas uma: Os capítulos 40 a 66 tinham signifi­ cativamente menos terminologia de guerra. As profecias de Isaías tinham sido cumpridas. sacerdotes e líderes declararem a mensagem de conforto. nem tampouco era meramente conforto na tristeza. As palavras no hebraico são imperativos plurais. O que se segue em 4 0 a 66 é um a “m agnífica m ini-teologia do .5 Antes da invasão de Senaqueribe. porque falam de libertação.4Isto reflete com precisão as realidades dos quinze anos adicionais da vida de Ezequias.C. Então. mas eles não tinham nenhum consolador” (Ec 4. e a força estava da banda dos seus opressores. Isaías teria con­ cordado com a queixa de Salom ão: “Depois.2 O fato de que os capítulos 36 a 39 formam um prólogo histórico para o capí­ tulo 4 0 ajuda a mostrar que a mensagem de conforto no capítulo 40 é dirigida ao povo de Jerusalém em 70 0 a. e eis que vi as lágrim as dos que foram oprim idos e dos que não têm consolador. depois da retirada de Senaqueribe. mas conforto que traz alegria. durante os quais a paz prevaleceu.. Os habitantes de Jerusalém ti­ nham tomando uma posição de fé (3 6 . Agora ele po­ deria oferecer uma mensagem diferente. O partido da guerra tinha sido desacreditado pelo fra­ casso do Egito em prestar socorro.1 ). alguns têm concluído que esta porção de Isaías provém de um outro autor em um período de tempo diferente. Sobre a base de diferenças na mensagem. restauração e paz. Deste modo. os corações das pessoas foram mudados e elas se tornaram uma audiência diferente. voltei-m e e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol. assim a ordem é para todos os profetas. redenção e glória.Os capítulos 4 0 a 66 às vezes têm sido chamados de “O Livro de Conforto”. testou o livro de Isaías em um computador para ver se havia qualquer dife­ rença significativa em estilo e vocabulário entre Isaías I a 39 e 40 a 66. Isaías pôde proferir uma mensagem de conforto da parte do SENHOR.3U m erudito moderno em Haifa.2 1 ). Isto não era algo que se estivesse desejando tornar realidade. todavia.

Houve um cumprimento nos dias de Isaías na libertação . 3 Voz do qu e clam a n o deserto: P rep a ra i o ca m in h o do en d ireita i no erm o v ered a a nosso D eu s. Também é semelhante às estradas mileniais refe­ ridas em I I . p o r todos os seu s pecados.19. 19. q u e a su a in iq ü idad e está ex piada e qu e j á receb eu em dobro da m ã o do SEN H OR . para endireitar uma vereda no deserto para Deus. proveni­ ente da semente de Abraão e Davi”. por todos os seus pe­ cados”. Alguns tomam isto como sendo uma porção dobrada de juízo.10). Esta anunciava que o seu tempo de “servidão” (um a pala­ vra usada a respeito de serviço compulsório para pagar integralmente uma dívida) era findo. O contexto é rela­ tivo a emissários de um grande rei conquistador indo adiante dele e preparando uma estrada suficientemente magnificente para a um monarca poderoso. 35. de modo que simplesmente pode significar que cada lado se iguala: Assim o perdão toma conta de todos os pecados. A estrada é para Deus retornar ao seu povo —para vir em seu socorro. Uma voz humana está clamando no deserto ordenando ao povo para que preparasse “o caminho do S e n h o r ” . S en h o r.23. Esta vereda é igual a uma mencionada em muitos registros antigos do Oriente Próximo. 16.. mas também poderia significar um perdão em dobro dado pela graça de Deus. kiphlayim). com o seu personagem principal. 43. A mensagem de Deus era para o coração e a mente do povo de Jerusalém. Todos os pecados e culpa são findos. 45 . porém.6 2 Falai b en ign a m en te a J eru sa lém e b ra d a i-lh e qu e j á a su a serv id ã o é acabada. A palavra “dobro” (Heb.8. Eles devem preparar a estrada ou vereda para o Rei dos reis. Isto não tem nada a ver com as pessoas retornando à terra de Israel. o Servo do Senhor.AT. retirando todos os obstáculos do caminho. 62. o seu castigo foi aceito como suficiente.. Ela tinha recebido “em dobro da mão do Senhor. é de uma raiz que significa “juntar o dobro”.2 (cf.

“A sua beleza”. a revelação de quem Ele e.3). e todo o monte e todo o outeiro serão abatidos. e o que é áspero se aplainará. falado no céu e depois na terra. Quando Deus se volta para o seu povo. à medida que Jerusalém ascendeu à nova vida tornada possível através da profecia cumprida. Nós precisamos passar a palavra adiante e reconhecer o reinado universal de Deus. montes rebai­ xados e todos os lugares desiguais. “toda a carne”). com vales aterrados. chasdo.6). A “glória do S e n h o r ” é o peso pleno da sua presença e poder.3). O Novo Testamento reconhece um cumpri­ mento mais extenso desta profecia no ministério de João Batista. ou seja. e toda a sua beleza. quan­ do ele preparou espiritualmente o caminho para o ministério de Jesus clamando por arrependimento (M t 3. “aliança de amor e fidelidade”) é como uma flor do campo que logo murcha. kol basar. ou a glória deles (Heb. como as flores do campo. e alguém disse: Q ue hei de clam ar? Toda a carne é erva . todos os povos do mundo. Este versículo insinua que eles também irão experimen­ tar a glória. rudes ou ásperos serão alisados para se tornarem uma planície. e o que está torcido se endireitará . SI 90. “toda a carne juntamente” ou todo o gênero humano junto (Heb. Isto é uma metáfora enfatizando que a visita de Deus “requer preparação m ora l” 7 5 li a g l ó r i a d o SENHOR s c m a n i f e s t a r á .que Deus promoveu em Jerusalém e no reavivamento espiritual. 6 Voz qvie diz: Clama. e to d a a c a r n e j u n t a ­ m e n t e v e r á q u e f o i a b o c a d o SENHOR q u e isto d isse. Uma segunda voz ordena a alguém para clamar ( “clama”).5. Uma terceira voz pergunta o que haveria de proclamar. verá a sua gló­ ria (cf. 4 Todo o vale será exaltado . procla­ mar. Todo poder e glória humanos são tão provisórios! . Esta é a palavra do S e n h o r . A estrada é para ser feita plana. a vida deles na terra é temporária (cf.8 A res­ posta é: “Toda a carne é [como a] erva”. 6.

Sião é que deve levar as boas-novas a outros (cf. . em lugar de boas-novas que são trazidas “a Sião” (como a ARC traduz). ARA. “O povo” normalmente se refere ao povo de Deus. 9 Tu. ou poderosos eles pos­ sam parecer. Tu. uma coisa é certa “a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. N a v e r d a d e . Outra voz clama para Sião.35). mas as minhas palavras não hão de passar” (M t 24. sobe tu a um m onte alto. devastadas pelos exércitos de Senaqueribe (cf. eles também são “erva”: não importa quão ricos.s Seca-se a erva. Embora a erva murche e as flores enfraqueçam e caiam. eles precisam olhar para Deus —o grande e bom Deus que libertou Jerusalém. não temas e dize às cidades de judá: Tis aqui está o vosso Deus. s o p r a n d o n e la s o h á lit o d o S e n h o r . Porém. “O . Jesus colocou isto até mesmo mais forte­ mente: “O céu e terra passarão. hálito do S e n h o r ” no princípio era o doador da vida (Gn 2. Sião precisa se postar em um alto monte e proclamá-la. famosos. “H álito ” aqui é a mesma palavra traduzida como “Espírito”. Em vez de olhar para as suas pró­ prias circunstâncias. ele também traz juízo e morte. Somente isto é sempre seguro e confiável.' S e c a . eles vão todos murchar e desaparecer gradualmente. nações e impérios ascendem e caem. mas a palavra de nosso D eus subsiste eternamente. As boas-novas são dirigidas às arruinadas “cidades de Judá”. e c a e m a s f l o r e s . N K JV ). os seres humanos vêm e vão. levanta a tua voz fortem en te. 2 Rs 18. “N a verdade” enfatiza que eles também fazem parte de toda a carne. A sua palavra é boas-novas e Sião não deve guardá-la para si mesma. Jerusalém precisa levantar a sua voz e pro­ clamar as boas-novas com força e sem medo. anunciador de boas-novas a Jerusalém .s e a e r v a . Ele é o Deus que cumpre a profecia.7). o p o v o é er v a .12). e caem asflo res. Porém. am m eiador de boas-novas a Sião. levanta-a.

o SENHOR (Yahweh. ap ascen ta rá o seu rebanho. Eles não poderiam vencer por si próprios. e o seu braço d o m in a rá . e o seu salário. “O seu galardão” é a recompensa que Ele recebe por sua vitória. d ia n te da su a fa ce . A GRANDEZA DE DEUS CONTRASTADA COM OS ÍDOLOS 40. mas com a ternura suave de um bom pastor que ama ternamente o seu rebanho. Deus cuida das necessidades e problemas de cada indivíduo de um modo pessoal. eis que o seu g a la rd ã o vem com ele.9 10 E is qvie o S en hor JEOVÁ v irá com o o fo r te . igualmente Ele “guiará mansamente” as que ainda amamentam os seus filhotes. 2. en tre os braços.10 Senaqueribe tinha declarado que ele era m aior do . Neste tempo de vitória e salvação o SENHOR vem não só com força e poder. e p eso u os m o n tes e os o u teiro s em b a la n ças? Agora Isaías começa um a série de perguntas retóricas paralelas que chamam a atenção para o poder doTodo-poderoso Deus como o C riador.12-31 12 Q u em m ed iu com o seu p u n h o as águas. 1 C o m o pastor. e recolh eu em u m a m ed id a o p ó da terra. e o “seu salário” ou recompensa que o acompanha é o seu próprio povo para quem Ele ganhou a vitória. Deus virá “como o forte”. mas também “carregará” ternamente os cordeirinhos. a s qu e a m a m en ta m . O “seu braço” representa o seu poder em ação —governando e no controle.Nós precisamos olhar para o Deus que estes capítulos mostram como sendo “além de qualquer comparação”. o Deus fiel e guardador da aliança). e to m o u a m ed id a dos céu s a os p a lm os'. ele g u ia r á m an sam ente. Os que confiam nEle não precisam ter medo. O seu braço forte não apenas o regerá. recolh erá os cord eirin h o s e os leva rá no seu regaço.

Ele sabe o que fazer. Isto é tremendo. p a ra qu e lhe desse en ten dim en to. ruach. ou seja. M as ele foi derrotado pelo Soberano Deus.que qualquer deus (3 6 . AquEle que carrega os cordeiros é tão grande que todos os oceanos do mundo não são mais que “águas” que podem ser m edidas “na concha de sua m ão” (A R A ). depen­ diam de conselheiros. Tudo isso im plica em m edilas para ajustar o seu propósito ou a função que Ele pretendia. e lhe en sin a sse sabedoria. do conhecimento e da com­ preensão já é dEle. como fazer e quando fazer.2 0 ). Ele tom ou a m edida dos céus apenas com as palmas da sua mão. e Ele tampouco precisa de instrução. C om quem to m o u conselho. e “pesou os montes e os outeiros em balanças”. Agora o Senhor responde as perguntas de qualquer um que ainda poderia ter dúvidas. quem o regulou. como os reis pagãos. O caminho da justiça. recolhendo “em uma m edida o pó da terra” (ou um pequeno recipiente de m edir). o qual veio com poder (v. e deveria nos encorajar a que confiemos o futuro ao Senhor. pois nin­ guém tem mais esclarecimento e percepção do que Ele. mediu a sua mente ou espírito. M as o Espírito de Deus tem toda a sabedoria. . Ele de­ term inou exatamente a sua m edida. eis qu e lança p o r a í as ilhas co m o a u m a coisa peq u en íssim a . Ele não precisa de ninguém para ensiná-lo. O SENHOR 15 E is que as n a ções são co n sid era d a s p o r ele co m o a g o ta de u m balde e com o o p ó m iú d o das ba la nças. e lhe fiz e s s e n o tó rio o ca m in h o da ciên cia ? não precisa consultar a quem quer que seja. ou pode dizer-lhe o que fazer? Os deuses pagãos. “Espírito”). e lhe m ostra sse as vered a s do ju íz o . 13 Q u em g u io u o E spírito do en sin o u ? SE N H O R ? E qu e con selh eiro o A segunda pergunta é: Quem tem suficiente compreensão para determinar a medida do Espírito de Deus (Heb. 10 ) e ternam ente pastoreou o seu povo.

uma gota que quase não vale a pena notar. nem os seu s a n im a is ) bastam p a ra bolocaustos. nem todos os seus animais seriam suficientes para compor este holocausto. a Ele). o qual realmente não afeta a pesagem. em relação.Isaías. “exibiria . Isaías resume por dizer que “todas as nações são como nada pe­ rante ele” (quer dizer. Todas as nações do mundo são como uma gota deixa­ da na extremidade de um balde depois que o mesmo seja esvaziado e sacudido. Elas são consideradas “me­ nos do que nada”. digna da sua grandeza. Se uma pessoa fosse procurar uma oferenda o suficiente para exal­ tar o SENHOR. Ele é merecedor de mais do que qualquer coisa que a terra possa prover ou que os seres humanos possam fazer.. depois que este fez tais ousadas reivindicações sobre a sua superioridade em relação aos deuses das nações que ele tinha conquistado (3 6 . nem as florestas do Líbano seriam suficientes para queimá-la. em seguida. p o is. lfi A q u em . ele co n sid era -a s m en o s do qu e nada e co m o u m a coisa vã.1 8 — 20). Isaías viu isto quando Deus lhe concedeu profecias sobre a mor­ te de Senaqueribe. Elas também são como o pó miúdo que se acumula em balanças entre as pesagens.. fareis semelhantes a Deus ou com o que o comparareis [ou. Que quadro notável da grandeza e do poder de Deus! l< N em todo o L íbano basta p a ra o fo g o . sumariza a grandeza de Deus em uma série de comparações. “Ilhas” refere-se à totalidade dos continentes e ilhas da terra —o conjunto de sua massa de terra —que eqüivale a mero pó que não se fixa. f a r e i s sem elh a n te a D eu s o u co m que o com parareisP Depois de descrever a grandeza de Deus. e como uma coisa sem valor e inútil comparada a Ele. 17 Todas as n a ções são co m o nada p era n te ele. Isaías pergunta: “A quem.

idéias. Então o prateiro faz “cadeias de prata” para sustentá-la. Os assírios e os babilônios dependiam deles. Seria terrível para um deus apodrecer. a rtífice sábio busca. Quem quereria um deus oscilante. escolhe m a d eira qu e não se corrom p e.com ele”]?” Nenhuma imagem feita por mãos humanas pode repre­ sentar a sua grandeza e glória. Os pagãos acreditavam que um deus ou um espírito vivia no ídolo. M as na realidade o ídolo não era nada. As­ sim também precisam os que colocam qualquer coisa “igual ou mais elevada que Deus” —outras pessoas. e lhe dá uma forma. Depois de ter esfriado. pedra. pa ra g r a v a r u m a im a ­ g e m qu e se não p o d e m over. o ourives reveste a escultura de placas de ouro batido. de modo que este não tombe. posses. etc. Afinal de contas. metal. Uma pessoa muito pobre para trazer ouro e prata para tal propó­ sito escolhe a madeira de uma árvore que “não se corrompe”.1 1 19 O a rtífice g r a v a a im agem . Ele consegue então que um artesão qualificado esculpa um ídolo com uma larga base plana. um deus que iria cair no chão? 21 P orven tu ra . instituições. O ídolo pode ser feito de madeira. tal qual o ferro. Os seguidores da Nova Era precisam ouvir esta mensagem hoje. e o o u riv es a cob re de o u ro e ca d eia s de prata f u n d e p a ra ela. Isaías mostra quão absurda a idolatria realmente é. dinheiro. ou barro. es­ portes. Um metalurgista derrete um metal mais barato. seria terrível se um deus chapeado de ouro fosse ao chão. 20 O em pobrecido. n ã o o u v is? O u desde o p rin cíp io se vos não n o t fic o u isso m esm o ? O u não atentastes p a ra os fu n d a m e n to s da terra ? . qu e não p o d e o ferecer tanto. não sabeisP P orven tu ra . exceto o que as mãos humanas o fizeram ser. Isaías disse isso no m eio de um m undo que acreditava na significância de ídolos.

Do ponto de vista dEle. 22 E le é o q u e está a ssen tado sob re o g lo b o da terra. as pessoas que vivem na terra são tão minús­ culas quanto gafanhotos. “Os céus manifestam a glória de Deus”. Eles podem pensar que estão determinando as coisas. Seguramente.) Ele tem estado presente desde que a terra foi fundada. Ex 20. “Ele é o que está assentado sobre o globo [disco. sopra sob re eles. Agora o próprio Deus repete a pergunta que Isaías fez no versícu­ lo 18. Eles deveriam ouvir o que tem sido contado (cf. e seca m -se. Deus é o Criador que se revelou desde o princípio. e u m tvfã o. Is 10.3. (Cf. Como poderia qualquer outro deus ser igual ao Deus que enche e transcende o universo? A mesma . esfera] da terra”. Ele faz “os príncipes” (incluindo todos os tipos de dignitários) voltar ao nada e os “juizes” da terra (Heb. 23 o q u e f a z v o lta r ao nada os p r ín cip es e torn a coisa v ã os ju iz es da terra. com o pragana. “juizes”) a virtual­ mente desaparecerem. desde os eventos de Gênesis I.12.I.4). em um estilo a-b-b-a). SI I9 .Isaías repreende os idólatras com quatro perguntas metricamentc arrumadas (ou seja. cu jo s m o ra ­ dores são p a ra ele co m o ga fa n h oto s. Então eles “secam-se” e o seu juízo os leva embora como um tufão. Os “céus” (o universo todo) não são mais que gaze estendida como uma tenda diáfana para se viver dentro dela. ele é o qu e esten d e os céus com o co rtin a e os desen rola co m o tenda p a ra n eles habitar. n em se sem eiam . Não há nenhum outro Deus. Os dignitários e juizes da terra podem pensar que eles estão estabele­ cidos. n em se arra iga na terra o seu tron co corta do. pa ra qu e lhe seja sem elh a n ­ te:0 — d iz o Santo. mas Deus está realmente no controle. os levará. arraigados. eles deveriam saber e entender. 25 A q u em p o is m e fa r e is sem elhante. (Cf. shoph‘te.) 24 E n ã o se p la n ta m . mas tudo o que Deus tem de fazer é soprar sobre eles.

I 7 ). Ele também conhece e cuida de nós individualmente (cf. nenhuma delas escapa do seu conhecimento. M as Deus a todas “chama pelos seus nomes” (cf.4).s N ão sabes.3. força e poder. Certamente. dizes. 2.30. ó Jacó. n em se fa tig a ? N ão há esq u adrin haçã o d o seu en ten dim en to. SI 147. qu em p r o d u z p o r con ta o s e u ex ército. n em se cansa. Isto deveria fazê-los lembrar das promessas de Deus. e o m eu ju íz o passa de largo pelo m eu D eu s? Agora Isaías fala com a nação como Jacó. n en h u m a fa lta r á . e tu fa la s. . não o u v iste que o etern o D eu s. quem a todas cham a p elo seu n om e. pois. Jesus (Jo 1.31). A pessoa deveria ser capaz de olhar para a imensidade dos céus estrelados e perceber que nenhum peque­ no deus de lata poderia ter criado “estas coisas”. M t 10. cercadas pelas cidades arruinadas de Judá em 700 a. Isaías usa novamente um a pergunta retórica para chamar a aten­ ção para Deus como o Criador.I 6 . p o r cau sa da g ra n d ez a das su a s fo r ç a s . Deus as produz e rege todas elas e as conhece individualmente. O Novo Testamento revela mais adiante que Deus fez todas estas criações pela Palavra Viva.idéia de comparar qualquer coisa ou qualquer outro ao Deus que é "o Santo” é ridícula. Os astrônomos moder­ nos não têm mais nomes para as estrelas.2). o C ria d o r dos c o r f i n s da terra. depois como Israel (veja Gn 32. ó Israel: O m eu cam inho está encoberto ao S e n h o r . e p ela fo rta lez a do seu poder. o S e n h o r . Como eles podem dizer que este grande Deus que dá nomes às estre­ las não sabe o que estão fazendo ou que Ele esqueceu das suas pro­ messas e negligenciou a justiça devida a eles? Isto pode ter sido falado especificamente para as pessoas desanimadas.12 26 L evan tai ao alto o s olhos e ved e quem crio u estas coisas.28).C. Hb 1. ou “subsistem” (C l I . e apenas dão um número para a maioria delas. e por Ele todas essas coisas consistem.13 27 P or que. Elas demonstram a grandeza de sua potência.

olarnj “vem da raiz que significa ‘escondido’ ou ‘encoberto’. nas angústias. Ele nunca está cansado ou exausto.. “espera pelo S e n h o r ”. assim. e os jo v e n s certa m en te cairão. nas perseguições. é inescrutável. bachurim. quer dizer. Ele “m ultiplica” comple­ tamente as suas forças. Mas aqueles que “esperam no S e n h o r ” (H eb. Para aqueles que não têm nenhuma força física. de toda a terra —sem qualquer exceção. 37. nas injúrias. A sua compreensão. A palavra “eterno” (Heb. Nada que os deuses adora­ dos pelos pagãos poderiam ser comparados a Ele. A partir da revelação passada de Deus. nas necessidades. como em S I 27. 130. A partir dos procedimentos de Deus para com eles no passado.10). Ele é “o eterno Deus. por amor de Cristo. além de qualquer coisa que os seres humanos possam compreender. às quais a mente do homem nem mesmo pode começar a inquirir”.14. Até mesmo os “jovens” ou homens vigorosos (Heb.goweYHW H . sou forte” (2 Co 12. co rrerã o e não se ca n sa rã o.Isaías desafia o povo. Como o apóstolo Paulo disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas. Os jovens “se cansarão e se fatigarão”.14 2y D á v ig o r ao can sa d o e m u ltip lica as f o r ç a s ao qu e não tem n en h u m vigor. eles deveriam ter escutado e aprendido. 30 O s jo v e n s se ca n sa rã o e se fa tig a rã o .5. incluin­ do a sua percepção e inteligência. isto fala das névoas do passado. quando estou fraco. o Criador dos confins da terra”. ca m i­ nh arão e não se fa tiga rã o .7.34. en­ tão. eles deveriam ter sabido. 31 M as os qu e esperam no S e n h o r ren o v a rã o as su a s f o r ç a s su b irã o com asas com o águias.. e aponta para as névoas do futu­ ro. tropeçando e caindo. E. “atletas escolhidos”) podem se tor­ nar como o atleta que corre pelos campos do país e desiste antes de alcançar a meta.6) não se põem a . Porque. Deus dá força (poder e vigor) para os que estão cansados.

Knight. 19 7 5 ). Isaiah and the Computer (H ildesheim . 3 Veja Introdução. Is 30. eles se movem junto com Ele. 2 4 Yehuda T. 2 Eclesiástico 4 8 . Commentary on the Prophecies o f Isaiah. Servant Theology (G rand R apids: W m . eles mantêm a sua espe­ rança no S e n h o r e pacientemente continuam confiando nEle por gra­ ça e ajuda (cf.3— 5? 3. O que estava envolvido no conforto prometido para Jerusalém? 2. pp. 2:93. 7. subindo sobre as circunstâncias. “T h e H istorical and Literary Criticism o f the O ldT estam ent”. cago: M o o dy Press. Qual é a significação da estrada ou vereda em 40 . Eerdmans. caminharão “e não se fatigarão”. quando Ele se move. em I (1 8 7 5 . reimpresso. interior e espiritual. 19 80 ). E dEle continuam recebendo novas forças. 1984).15). B. Instituto de Tecnologia de Israel. Então. Alexander. 196— 0 3 . Gerstenberg. 30— H o b art E. Q UESTÕES D E ESTU D O 1. F. 5 George A. K. Eles corre­ rão e “não se cansarão”. H arrison. R ad d ay era Prelecionador Sênior em Bíblia e Língua H ebraica no Technion. 19 73 ). Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. A. Por que Deus desafia o povo? 5.2 4 (apócrifo) identifica Isaías como aquele que “consolava os tristes de Sião ”. 2 vols. Alemanha: H . O Dr. Nada que os adorados deuses pagãos pudessem fãzer por eles. Veja também R . Ao invés disso. Freeman. Que características de Deus você encontra no capítulo 40? 4. Eles planam “com asas como águias”. . 19 69 ). Deus é de fato a sua absoluta fonte de força —física.caminho na sua própria força. 2 2 -2 3 . Literary and Textual (G rand R apids: Zondervan Publishing House. Radday. em H aifa. em Bihlical Criticism: Historical. O que as pessoas podem esperar dEle? CITAÇÕES 1 Joseph A. An Introductian to the Old Testament Prophets (C h i­ 33.

Isaiah 4 0 -6 6 (L ouisville: John Knox Press. aparentemente referindo-se a Jerusalém (c f v. as partes habitadas da terra.1 3) Ele chama as “ilhas” (inclusive as regi­ ões costeiras. 10 A llis mostra que “Isaías gosta da pergunta retórica. “povos”) se voltem para Ele.I-4 1 C a la i-v o s p era n te m im . ren o v a i as f o r ç a s e ch ega i-vo s. 19 95 ). 4 8 . Kaiser. povos.3 . 14 Knight. Christian and the “O ld”Testament. ch eg u em o -n o s ju n t o s a ju íz o .. A llis.4 . H anson. A Glória de Deus e o Seu Servo 41.2 0 . ‘ummim. para se manterem em silêncio diante dEle. 4 9 . ó ilhas. litorâneas). ou seja. B. quer que “os povos” (Heb. 48 . Cf. 185.18. N ote especialmente 44 . 187. 1 9 7 2 ).7 . 1 12 O bserve com o Isaías lo u v a a D eus re p e tid am e n te com o o San to (4 1 . Academ ie Books.5. e en tão fa la i . Ele. Christian and the “O ld”Testament.1 4 . Kaiser. continua.31 ). Servant Theology.25 I. Isto acontece mais de cinqüenta vezes nas suas profecias”. Deus.6 W alter C. que é a fonte de força para aqueles que em Israel esperam por Ele (4 0. 1 9 7 8 ). 3 . “eu” parece preferível. Jr. 1 Kaiser. 55 . 185. 25. N o entanto. referindo-se ao profeta que tem falado no nome do Senhor.5 ). 13 Isaías chama a atenção para Deus como C riador aproximadamente vinte vezes..2. 23. 54. The O ld Testament: Its Claims and Its Critics (P hiladelphia: Presbyterian & Reform ed. 4 7 . 51. 7 W alter C. 9 Kaiser.1-42. 19 98 ). Toward an O ld Testament Theology (G rand R apids: Zondervan Publishing House. ênfase de Kaiser. The Christian and the “O ld”Testament (Pasadena. Califórnia: W illiam Carey Library. 2 0 5 . o Senhor da história. DEUS USA ALGUÉM DO ORIENTE 4 I.1 6 . Paul D. Quer também que eles “renovem as forças” a partir de Deus como a sua fonte. Jr. O swalt T. Em uma nova cena de sala de tribunal (veja 1.2 4.1 7 . 8 Os Rolos do mar M o rto do livro de Isaías tem “ela” em vez de “eu”.1 4 . Deus os . 4 3 . 2 ).

28 e 45. ele não os destrói. com os seus pés.C. Deus. muito embora ele possa ser tomado como um símbolo do Messias.7.).2..8. Eles têm o mesmo poder e sabedoria que Deus tem? 2 Q uem suscitou do O riente o ju sto e o chamou para o p é de si? Q uem deu as nações à sua fa c e e o fez dom inar sobre reis? Ele os entregou à sua espada como o pó e com o pragana arrebatada do vento. pensavam que ele era Abraão.23. o rei da Pérsia (5 5 9 — 530 a. Os judeus. no décimosegundo século d. lcraolo. “em paz”) significa que depois de os conquistar.C. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. quer dizer.22. Que ele vem “do Oriente” mos­ tra que Isaías está na Palestina enquanto fala. shalom. Ibn Ezra sugeriu Ciro. nunca tinha caminhado. 6. Este conquistador não é nomeado.13. Ciro é nomeado em 44 . Outros sugeriram Josué ou a nação de Israel. o Justo. Ed L I . Deus lhe dará vitória e domínio que não pode ser impedido. Ciro conquistou a Babilônia e elaborou decretos que mandavam de volta os judeus para que reconstruíssem o seu templo (2 Cr 36.chama para que se cheguem e se unam para uma decisão que é apro­ priada (em conformidade com a verdade). o Grande. “para o pé de si”).1 ’ Ele persegue-os e passa em paz p o r uma vereda cm que. o qual dará a últim a vitória. 5. Ciro foi um conquistador incomum. ao seu arco. não porque ele é justo. O que é dito sobre ele confirma que Ciro é referido aqui. chama este (C iro) do Oriente para o seu serviço (Heb. Ele se considerava um . Que ele “passa em paz” (Heb.3). Que ele os perseguirá indica que eles fogem diante dele. para segui-lo e servir-lhe (na batalha). “Pragana” (palha ou resíduos de cereais) fala do juízo de Deus —levado a cabo por este que vem do leste. Deus é o que “suscitou do Oriente o justo”.1. até o tempo de ibn Ezra. mas porque ele estará fazendo o que é certo por cumprir o propósito e o plano de Deus.

para que não venha a m over-se. e ao seu companheiro disse: Esforça-te. pode significar que ele não tomou a rota normal para Babilônia. só Ele é Deus. Ele estava com a primeira geração. mas elas tremem de medo. confian­ do no que a força humana pode fazer. e Ele estará com a últim a geração. de terras mais distantes de Jerusalém. aproxim aram -se e vieram. 6 Um ao outro ajudou. Depois eles avançam. eles tremem de medo. c h a m a n d o a s g e r a ç õ e s d e s d e o p r i n c i ­ p i o ? E u . . chamando-os pelo nome (proclamando a sua verdade a eles). como os assírios e babilônios eram. Então. ao que hate na safra. e u m esm o . e c o m o s ú ltim o s . os confins da terra tremeram.libertador em vez de um saqueador. “As ilhas” (ou regiões costeiras. Tão rápido ele avança que vai como se fora o vento’’. Ele é ativo e só Ele está realmente no controle.2 4 Q u e m o p e r o u e j e z isso. Desde “os confins da terra”. eles se unem e tentam ajudar e encorajar um ao outro. Ele é o S e n h o r (Yahwehf o eterno. e o que alisa com o martelo. o Deus que guarda a aliança. Em vez de se voltarem ao verdadeiro Deus que revelou a Si pró­ prio. o SENHOR. se unindo contra Ciro.. as partes habitadas da terra) são convidadas a se aproximarem do único e verdadeiro Deus. 2. Ciro tomou uma rota indireta. o p r i m e i r o . AS NAÇÕES E OS SEUS ÍDOLOS DESAFIADOS 4 1 . 7 E o artífice anim ou o ourives. A última frase: “uma vereda em que.. com pregos. nunca tinha caminhado”. Eles olham para o que Ciro está fazendo e se afas­ tam de Deus. Ou pode significar ‘“os seus pés (quase não) toca­ vam no chão’. Deus é o que age na história. não percebendo que Deus está por trás do que Ciro está fazendo. ofirm a . dizendo da coisa soldada: Boa é.5 -2 9 ' As ilhas o viram e temeram.

cf. Eles esperam que os ídolos fabricados e imóveis os ajudarão no meio dos temores e difi­ culdades da vida. Em con­ traste com os adoradores de ídolos. O Deus que fez o povo de Israel seu servo. servo meu. Eles observam a sua obra e dizem: “Boa é”.5. e Abraão respon­ deu amando a Deus (veja 2 Cr 20. eu te esforço. a ti te escolhi e não te rejeitei. porque eu sou contigo. Ele se preocupa com os sentimentos do seu povo. Eles . Os fabricantes de ídolos tentavam encorajar um ao outro.19).O que as pessoas podem fazer é fabricar ídolos. Israel é servo de Deus. 9 tu. M uito embora Deus os chame pelo antigo nome de “Jacó”. Israel foi tirado de Egito.23. Eles são movidos por medo. Eles são os descenden­ tes de Abraão. Abraão foi chamado de U r do Caldeus. porque eu sou teu D eus. Deus fala agora com Israel de um modo intimo e pessoal. não te assombres. ó Israel. Deus amava a Abraão. tu Jacó.6). M as Deus é o que encoraja o seu povo: “Não temas. e te ajudo.7. a quem elegisem en te de Abraão. Êx 19. 10 não temas. e o escolheu. T g 2. meu amigo. mas eles têm que fixála com pregos “para que não venha a mover-se”. eles ainda são considerados o seu povo escolhido. “M eu amigo” é literalmente “o que me ama”. Que contraste com o poderoso Deus que nos fez e criou o universo! 8 Mas tu. escolhido por Ele para realizar uma obra (cf. e te sustento com a destra da minha justiça. não o tem rejeitado e não o rejeitará ou tratá-lo-á como refugo. de modo que cada um envolvido no processo de fabrica­ ção de um ídolo encoraja o próximo para usar melhor a sua habilida­ de. aquele a quem Deus deu a promessa. o enganador e suplantador. porque eu sou contigo”. a quem tomei desde os confins da terra e te chamei dentre os seus mais excelentes e te disse: tu és o m eu servo. I Jo 4.

Ele levará a cabo o seu propósito justo com um forte poder que assegura a vitória. Deus declara quem Ele é. te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas. os que guerrearem contigo. Hb 13. o SENHOR teu Deus. Estar amedrontado é natural.devem deixar de olhar daquele modo e com temor. que eu te ajudo”. (Ainda que dirigido a Israel.6. mas estão de fato lutando contra Deus. Ele é o Redentor deles (Heb. que eu te ajudo. Chamando o povo de Israel de “bichinho de Jacó”. mas não os acharás. Deus os está lembrando de quão fracos e desamparados eles são (cf SI 22. Ele con­ tinua declarando: “Não temas [lit. Deus os fará curvar as suas cabeças com vergonha. diz o S e n h o r . o Deus deles. Em todas as circunstâncias. g o ‘e[). Deus fará com que sejam envergonhados e confundidos “os que se irritaram contra” o seu povo. todos os crentes podem reivindicar isto. Ele é o Deus deles. e os que pelejarem contigo tornar-se-ão n a d a e como coisa que não é nada. Ele prometeu ajudá-los e sustentá-los (ampará-los firmemente e apoiá-los) com a “destra da minha justiça” (implicando que Ele os conduzirá)..5) hl Não temas. mas Deus lhes diz novamente que parem: Ele os ajudará. . 12B uscá-los-ás. Ele é o SENHOR. e os que contenderem contigo perecerão. povozinho de Israel.6). deixe de ser medroso]. Então eles não serão achados. Eles pensam que estão lutando con­ tra Israel. e eles perecerão. ó bichinho de jacó. não sabendo onde achar ajuda e segurança. eu te ajudo. Jó 25. Ele fará com que os que pensam ter um caso contra Israel se tornarem como “nada”. o San­ to de Israel. não importa quão difícil ou con­ fusa. porque já não existirão sobre a terra. Ele quer que eles ajam com coragem e fé. e o teu redentor é o Santo de Israel. 1' Porque eu. cf. 11 Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti. tornar-se-ão nada.

o bastante para dissolver montanhas e pulverizar colinas.Começando com este versículo. Ele sempre estará lá para eles. o S e n h o r . os m ontes trilharás e m oerás. Israel é comparado a um trilho poderoso. A aridez sempre foi um problem a na m aior parte do O riente M édio. 11). Nm 35. .48. o S e n h o r lhes responderá e satisfará a necessidade deles. R t 2. e o tu fã o os e s p a lh a ­ r á . Isto era arrastado em cima dos talos de grãos cortados para separá-los e prepará-los para peneirar o grão. o D eus de Israel os não desampararei. Deus tem se dedicado a levar a efeito os seus propósitos para com Israel em relação ao seu grande plano de redenção. eu. que tem dentes agudos. Lv 25. e não as há. se gloriando no Santo de Israel. mas eu. deixando o grão cair no chão. e a sua língua se seca de sede.1. m a s tu te a l e g r a r á s n o SE N H O R c te g l o r i a r á s n o S a n t o d e I s r a e l.2. n Eis que te preparei trilho novo. o s ouvirei . Então Israel se alegrará no SENHOR. 3. o qual era também o vingador de sangue (cf. 17 Os aflitos e necessitados buscam águas. 10 Tu os p a d e ja r á s . Deus fará o insignificante bichinho em “trilho novo” —duas pran­ chas de madeira pesadas pregadas juntas por duas travessas e tendo pedaços afiados de ferro (como pontas) por baixo.1— 13. Israel não terá que se livrar de seus inimigos. e o v en to os le v a r á . Deus é reconhecido como R e­ dentor treze vezes em Isaías. O grão debulhado seria revolvido com a pá e o vento sopraria para longe a palha. Como o “Santo de Israel”. Em Israel o go ‘el era o parente redentor.19 27. e os outeiros tornarás como a palha. Deus os lançará fora ( “os espalhará”) como um vento poderoso.9— 4.49. Quando o pobre desafortunado e o infeliz e o necessita­ do oprim ido estão a ponto de m orrer de sede.

“Conjuntamente” também pode significar “todos ao mesmo tempo”.15). Ele abrirá rios “em lugares altos” e fará “fontes no meio dos vales”.” realizou isto. p o r ei no erm o a fa ia . e c o n s id e r e m . em m ananciais.18A brirei rios em lugares altos efo n te s no m eio dos vales. o o lm eiro e o álam o. “no Arabá”. 21 A presentai a vossa dem anda. q u e to d o s v e ja m . e a m u rta .11. Se n h o r . Deus plantará uma variedade de árvores no deserto e no “ermo” ou solo improdutivo (Heb. e s a i b a m . e a oliveira . d iz o f i r m e s razões. Juntos eles verão. e o S a n t o d e I s r a e l o O que Deus faz e como Ele o faz nesta restauração será um teste­ munho para o pobre e necessitado (do v. ou “a mão do SENHOR. e a á rv o r e de sita. considerarão e entenderão com discernimento que o grande po­ der. Somente Ele pode criar —só Ele pode cumprir esta profecia. 19 P la n ta rei n o deserto o cedro. transformando o deserto em tanques de água e a terra seca em um lugar de onde brota água. Ele satisfará a necessidade deles abundantemente em todos os luga­ res: milagrosamente. trazei as vossas Em outra cena de tribunal. “o Santo de Israel o criou”. quer dizer. Deus. A palavra “criar” no Velho Testamento sempre tem Deus como o sujeito. a área seca ao sul do mar M orto). tornarei o deserto em tanques de águas e a terra seca. d iz o R ei de Ja có. . Nm 20.6. e j u n t a m e n t e e n t e n d a m q u e a m ã o d o S E N H O R fe z isso. diz para os idólatras que tragam o caso deles e qualquer argumento forte ou provas que eles possam ter pelos seus deuses. Dt 8. baaravah. 20 p a r a c r io u . como o “Rei de Jacó” (como o verdadeiro Rei de Israel). sabe­ rão. co n ju n ta m en te. Ele é o mesmo Deus que deu a Israel água da rocha durante o êxodo (Êx 17. como parte da res­ tauração pelo Espírito Santo no M ilênio. milagrosamente. 17).

as obras deles são totalmente inúteis (igualmente “me­ nos do que nada”). mostra que o Deus que criou no princípio também trabalha agora. Isaías podia fazer este desafio porque Israel tinha visto as suas profecias a respeito da derrota de Senaqueribe cumpridas. explicando o que aconteceu no passado ( “as coisas passa­ das”). Este seria um selo indicando que eles realmente são “deuses” —mas eles não podem profetizar. f a z e i bem ou fa z e i m al. 23 A n u n cia i-n o s as coisa s qu e ain da hão d e vir. ou deixe-os declararem simplesmente “as coisas futuras”. eles não tinham nenhum conceito do fluxo da história. todos os seres humanos devem poder observar isto conjuntamente (todos ao mes­ mo tempo). . Porque os pagãos tinham uma visão cíclica da história (não reco­ nhecendo um começo ou um fim). por outro lado. Os deuses pagãos são desafiados a predizerem o futuro.n o s o u v ir as coisa s fu tu r a s . a n u n cia i-n o s as coisa s passadas. como isto se amolda ao presente. p a ra qu e a ten tem os p a ra ela s e sa ib a m os o f i m delas.22 T ragam e a n u n cie m -n o s as co isa s q u e hão de a co n tecer. Os que escolhem adorar os deuses pagãos em vez do único e verdadeiro Deus são abomináveis a Ele. o vejam os. O coletivo plural ( “nos”. O SENHOR resume isto dizendo que os deuses pagãos são “menos do que nada”. e tem um plano para uma consumação futura. a b om in a çã o é qu em v o s escolhe. “nós”) im ­ plica que para ser um espetáculo legítim o de poder. ou fa z e i. 24 Eis qu'e sois m en o s do que nada. p a ra qu e n o s a s­ so m b rem o s e. qualquer coisa boa ou ruim — “fazei bem. Deixem os idólatras trazerem os seus deuses e contarem o que acontecerá. ou fazei m al” —que as pessoas pudessem ter medo. e a vossa obra é m en os do que nada. A visão linear bíblica da história. Eles são então desafiados a fazerem algo. ju n ta m en te. o que isto significa para o futuro. p a ra qu e sa ib a­ m o s q u e so is deuses.

O SENHOR 21 Evi sou o que prim eiro direi a Sião: Eis que ali estão. Mas entre os deuses pagãos —aqui. os governa­ dores provinciais. e ele há de vir. 3 6 . O que procede “do N orte” que Deus suscitou é Ciro.IO).9— I . 2>Q uem anunciou isto desde o princípio. mas porque ele decretaria que os judeus voltassem e reconstruíssem o templo do SENHOR (Isto é muito diferente da reivindicação de Senaqueribe de que o SENHOR ti­ nha lhe enviado. e ninguém absolutamente ouve as palavras deles. como o oleiro pisa o barro. de fato. no Orien­ te (v.7). é o que declarou isto “desde o princípio” para que o seu povo possa saber. nem tampou­ co quern ouça as vossas palavras. invocará o meu nome. 52. Deus en­ viou um mensageiro com boas novas (veja 40. ou em outro tempo. assim ele os pisará. Sem qualquer um outro se antecipando a Ele. ele entrará em Israel vindo “do N orte”. eles não poderão resistir a ele. e virá sobre os magistrados. e como a argamassa ou barro não podem resistir ao trabalhador ou ao oleiro. o hebraico é enfático —nem mesmo alguém diz qualquer coisa. Só Deus verdadeiramente prevê o futuro. e a Jerusalém darei um anunciador de boas-novas. O teor no hebraico mostra entusiasmo.2). Em contraste com os ídolos pagãos que não podem falar e não falam. a maioria das invasões era proveniente do Norte.25 Suscito a um do Norte. Deus foi o “primeiro” que falou palavras proféticas de libertação. Ele invocará o nome de Deus. não porque ele adorasse o SENHOR. para que o possamos < saber. falando isto de antemão de forma que o seu povo pode dizer: “Justo!” O veredicto está no favor de Deus por causa da profecia cumprida. embora Ciro viesse da Pérsia. desde o nascimento do sol.3Ele “virá sobre os magistrados”. I . e. nem tampouco quem manifeste. como sobre o lodo. Assim. Por causa do deserto diretamente ao leste de Israel e Judá. nenhum deles proclama qualquer coisa. para que digamos: Ju sto é? Mas não há quem anuncie.

“Veja!”) é uma ordem para olhar para Ele. hen.5 M ateus 12. “Eis aqui” (Heb.28 quando olhei. Deus o Pai o sustenta firmemente. Eles não podem revelar nada. As suas imagens fundidas são vento4 e vacuidade. Em contraste. e põe o seu Espírito Santo sobre Ele. os deuses pagãos não têm “ninguém”.6 Isto conecta “meu S en h o r. mishpat) entre as nações. Ele produzirá “juízo” compassivo (Heb. em quem me comprazo” (M t 3. a quem sustenho. sem nenhuma realidade.8 ) é o Messias.17— aplica esta passagem a Jesus. 0 SERVO DO SENHO R E A SUA MISSÃO 4 2 . Wm).1 -9 1 Eis aqui o meu Servo. Como é totalmente estúpido adorar qualquer coisa ou qualquer outro que não o único e verdadeiro Deus! Ele é o único em quem vale a pena confiar. nem mesmo entre estes con­ selheiros algum havia a quem perguntasse ou que m e respondesse palavra. M as Deus tem um plano. pus o meu espírito sobre ele. 29 Eis que todos são vaidade. ninguém havia. fazendo deste o primeiro Cântico do Servo em Isaías. “o meu servo” aqui (em contraposição ao “ser­ vo” de 4 1 .17). juízo produzirá entre os gentios. nenhum mensageiro. em quem se compraz a minha alma. 3. e as suas obras são (literalmente) “nada”. o m eu Eleito. Todos os deuses pagãos são “vaidade”. “coisa alguma” (Heb. as suas obras não são coisa algu­ ma. “Olhe!”. Agora a atenção é desviada dos ídolos para a glória do Servo do Quer dizer. Nós podemos edificar as nossas vidas sobre a sua Palavra. nenhum conselheiro que possa responder com até mes­ mo uma palavra. Nós tam­ 21 bém podemos ver um paralelo quando o Espírito desce sobre fesus como uma pomba e a voz do Pai declara do céu: “Este é meu Filho amado. nEle se compraz a sua alma (e coração). as suas imagens de fu n d içã o são vento e nada. .

em verd a d e. onde o Pai chama o Messias de seu Filho. Ele será quieto e manso. Ele produzirá justiça “em verdade”. Ele não jogará fora ninguém como inútil.servo” com passagens messiânicas anteriores em Isaías. 4 N ão fa lta r á . “instrução”).6). Zc 4. toda a terra habitada) colocarão a sua esperança (ou “aguardarão”) na “sua doutrina” (Heb. Ele não desis­ tirá até que estabeleça “na terra o juízo”. torah. de acordo com a verdade (Heb. O termo “servo” implica tanto obediência como autoridade delegada. não se ex a lta rá. as coisas e as pessoas que fazem os outros ficarem desencoraja­ dos não o impedirão de emitir luz e ser firme e forte. e as ilhas a gu a rd a rã o a su a d ou trin a. que alardeiam quem eles são e fazem grandes anúncios de suas façanhas. U m pavio que está apenas vaga­ mente fumegante é fácil de apagar. n em apagará o p a vio qu e f u m e g a . ■ Ele não será como os conquistadores terrenos. n em será quebrantado.7. Ele foi para a cruz. o Messias não provocará derramamento de sangue ou ódio. p ro d u z irá o ju íz o .praça. tampouco Ele será quebrantado ou desencorajado. 12.I . n em f a r á o u v ir a su a voz na .7 As “ilhas” (quer dizer. e ao contrário dos muçulmanos que pensam ser a guerra santa (jihact) a vontade de Deus. 9. a té q u e p on h a na terra o ju íz o . 2 N ão clam ará. 3 A ca n a trilhada não quebrará. Aguardar aqui implica . Quer dizer. leemeth ).2 como também 6 I . ou seja.7 e 1 1. N a realidade. Isto é paralelo ao Salmo 2. e agora por intermédio desse Espíri­ to sua obra será realizada (cf. Alguém quebra uma “cana trilhada” antes de descartá-la. M as Ele não apagará a luz da vida de qualquer pessoa. Ao contrário dos cruzados que pensaram poder fazer o tra­ balho de Deus lutando. O Messias não será uma luz brilhando vagamente nem se mostra­ rá fraco. depois enviou o Espírito Santo.

(como o hebraico indica) para trazer justiça com êxito (como uma manifestação da sua graça). p a ra tira r da p risã o os p reso s e do cárcere.5.12. Os prisioneiros que “jazem em trevas” da prisão do pecado. Deus o tomará pela mão. . Semelhante a Ciro (41. o Senhor . Ele lhe dará “por concerto do povo” —a nova aliança (c f M l 3. que dá a respiração ao p o v o que nela está. Ele “estendeu” os céus tão facilmente quanto uma pessoa estenderia uma cortina. pois o servo será “para luz dos gentios” (i.9. que cr io u os céus. e permanecerão firmes até o fim (cf. e o esp írito aos qu e a n d a m nela. e te gu a rd a rei. e f o r m o u a terra e a tu d o qu an to p rod u z . os qu e ja z em em trevas. 6 Eu. é iden­ tificado como o Criador dos “céus” e da “terra” e de “tudo” o mais (pessoas. e te tom a rei p ela m ão.13). Ele não será somente “luz” (v. te ch am ei em ju stiça . o S e n h o r ( Yahweh). o Servo tem sido chamado por Deus o Pai “em justiça”: ou seja. e o buscarão para ajuda e orientação. 9.21).) 7pa ra a b rir os olhos dos cegos. Além disso. mas Ele também abrirá “os olhos dos cegos” de modo que eles possam ver essa luz.6). Novamente o único Deus verdadeiro. Aqueles que aceitam a vontade do Messias irão colocar a sua esperança nEle. J A ssim d iz D eu s. o Senhor . (Veja Jo 1. A aliança será feita nEle. Ele os tirará para a luz (cf.2). 9. a aliança não será lim itada a Israel.6-13.1.1) —pelo qual o Servo levará os povos a um relacionamento correto com o SENHOR. R m 5. e te d a rei p o r co n certo do p o v o e p a ra lu z dos g en tio s.em uma esperança que resiste. animais e plantas) criado a partir destes. H b 8. por Ele e para Ele. M t 24. 8. e os esten d eu .15. 6 1 .e„ nações). Ele é o único que “dá a respiração ao povo” (como Ele fez a Adão) e vida ao espírito humano (incluindo a mente e a disposição). protegendo-o e guardando-o.

mas certas de terem o seu cabal cumprimento.) As “novas coisas” são profecias ainda não cumpridas.& Nome o que assegura a Israel que Ele estaria com eles.. a ou trem não darei. UM CÂNTICO NOVO 42. com as a ldeia s que Q u ed a r habita. vós. 43. Isto inclui gentios e israelitas. A ordem para cantar “ao SENHOR um cântico novo” pressupõe uma nova revelação ou um novo entendimento da sua palavra e do que Ele está a ponto de fazer (cf. Pode-se confiar na palavra profética de Deus. As “primeiras coisas” são os eventos previamente profetizados que agora estão cumpridos. pois. vo~ lasfaço ouvir. A sua “glória” inclui o seu poder. 48. 4.C.s Eu so u o Senhor . Yahweh. (Isaías está escrevendo isto provavelmen­ te em 700 a. este é o m eu nom e.9 Ele não só é o único Deus verdadeiro. .18. e n o va s coisa s eu vos an u n cio. 11 A lcem a voz o deserto e as su a s cidades. Ele não os dará a outro. autoridade e atributos. depois que a sua profecia de libertação dos assírios foi cumprida. d esd e o f i m da terra . Ele é também um Deus pessoal. ilh a s e s e u s hab itan tes. ex u ltem os q u e habitam na s rochas e cla m em do cu m e dos m ontes. a m in h a g ló ria .19. da mesma maneira que as primeiras coisas o foram. nem o seu “louvor às imagens de escultura”. v ó s o s q u e n a v ega is p e lo m a r e tu d o q u a n to há n ele.10-13 10 C a n ta i a o S e n h o r u m câ n tico n o v o e o seu lo u vo r. a n tes qu e ven h am à luz. Por causa da sua glória —por causa de quem Ele é —Ele merece todo o louvor. n em o m eu louvor. Os ídolos não são nada e não merecem coisa alguma.6). Deus declara o seu Nome de guarda da aliança. às im agen s de escultura. O seu louvor deveria vir “desde o fim da terra”: proveniente daqueles que estão no mar e de todos os habitantes do mundo habitável. e. 9 Eis q u e as p rim eira s coisas passaram .

Os seus brados são para dar “glória ao S e n h o r ” e anunciar o seu louvor às “ilhas” (a terra habitada). e ju n ta m en te devorarei. e to rn a rei os rio s em ilhas.1— para desenvolvimento do tema do S e n h o r [Yabweh] 6 como “Guerreiro Divino”. co m o hom em de g u er r a . 27. O próprio SENHOR sairá para batalhar como um herói. e a todos assolarei. Desde a eternidade Deus tem se contido ( “me calei. Ele é um Deus de livramento. e as lagoas secarei. e os residentes de Sela (Petra).“O deserto e as suas cidades” (onde as pessoas então se manti­ nham em um nível de subsistência simples). e su jeita rá os seu s inim igos. agora” Ele fala. .. m e calei. 12 D êem g ló r ia ao SE N H O R e a n u n ciem o seu lo u v o r nas ilhas. 13 O SEN H OR . clam ará. “M as. “Como um homem de guerra despertará o zelo” dele —seu ardente amor que não permitirá o inimigo destruir os que o amam. em Edom —antigos inimigos de Israel —devem se unir a eles no louvor a Deus.) 5. agora. estiv e em silên cio e m e co n tive. Ele se tornou como uma m ulher em trabalho de parto e não adiará isto para sempre: Quando fizer isto. m as. (Cf. Ele fará tudo ime­ diatamente. tem postergado esta ação de juízo e restauração. De fato. e toda a su a erva fa r e i secar.. me conti­ ve”). e f a r á g r a n d e ru ído.4 e 63. co m o p o d e r o s o s a ir á . DEUS JULGARÁ E GUIARÁ 42. d espertará o zelo. Em outras palavras. As suas bênçãos são para todas as pessoas. d a rei g r ito s com o a qu e está de parto. Ele “fará grande ruído”. 15 O s m o n tes e o u teiro s to rn a rei em deserto.14-17 14 P o r m u ito tem po. a tribo árabe de Quedar e suas aldeias. Ele levantará um grito de guerra e “sujeitará os seus inimigos”.

nesta passagem. e somente Deus.s e . pode fazê-las ouvir e ver.s S u r d o s .18 ).ã o d e v e r g o n h a o s q u e c o n fia m em im a g e n s d e e s c u lt u r a e d iz e m à s im a g e n s d e f u n d i ç ã o : Vós s o is n o s s o s d eu ses. embora seja o servo de Deus. 6. transformando “as trevas em luz” e tornando direi­ tas “as coisas tortas” à medida que eles o seguem. Em contraste com os que confiam em Deus. Deus fará isto. Os “cegos” são os espiritualmente cegos que se voltam para Ele. E sta s c o is a s lh es f a r e i e n u n c a o s d e s a m p a r a r e i.1 8 -2 5 /. chamando as imagens de ouro e prata os seus deuses. a q u em e n v i o ? E q u em é c e g o c o m o o g a l a r d o a d o e cego . M as Israel é cego como o resto do mundo. p a r a q u e p o s s a is ver. os pagãos que ainda “confiam em imagens de escultura”. Deus pretendia . Ele “guiará os cegos” em caminhos novos. tornarão atrás e serão totalmente confundidos de vergonha. outeiros e toda a sua vegetação. “M eu servo”. se refere a Israel. o u v i. e vó s. o juízo de Deus secará os montes. to rn a r ei as tr e v a s e m lu z p e r a n t e e le s e a s c o is a s to r ta s f a r e i d ir e ita s . Deus. ISRAEL CEGO E SURDO 4 2 . como também os rios e as lagoas. c o m o o s e r v o d o SENHOR? A chamada é para as pessoas surdas e cegas do mundo escutarem e olharem. Isto é. ceg o s. Isto nós podemos esperar que Ele continue a fazer. em contraste com o seu juízo. O mundo precisa do que Deus tem dado para e através de Israel. 11 T o r n a r ã o a tr á s c c o n f u n d i r . 16 E g u i a r e i o s c e g o s p o r u m c a m in h o q u e n u n c a c o n h e c e r a m . f á lo s -e i ca m in h a r p o r v ered a s q u e n ã o co n h ecera m . e diz enfaticamente “nunca os desampararei”. s e n ã o o m e u s e r v o o u s u r d o co rn o o m e u m e n s a g e ir o . o lh a i. 19 Q u e m é cego .Em contraste com as bênçãos que virão no M ilênio (4 1. Agora.

ainda que tenha os ouvidos abertos. e que ainda é o seu servo. e ninguém há que os livre. enlaçado (capturado e acorrentado) em cavernas e man­ tido escondido nas prisões. N IV e outras versões) o texto indica que foi do agrado do SENHOR. nada ouve. “ensi­ namento”. en­ gran deceu -o pela lei e ofe z glorioso. p o r despojo. todos estão enlaçados em cavernas e escondidos nas casas dos cárceres. quer dizer. sua palavra lhes daria então novas oportunidades para as bênçãos que um Deus amoroso queria lhes dar. 21 O S en hor No original (ver ARA. “instrução”. mas o povo “nada ouve”. Israel. mas não as guardas. 20 Tu vês muitas coisas. Eles estão desatentos ao que Deus quer que eles vejam e ouçam. 22 Mas este é um povo roubado e saqueado.1-23 ). A cegueira e surdez de Israel não são físicas. Os seus ouvidos estão abertos. se agradava dele p o r am or da sua justiça. mas espirituais. por amor da sua justiça (em linha com a sua natureza justa). O povo que recebeu esta grande e gloriosa instrução está roubado e saqueado. são postos p or presa. e ninguém diz: Restitui.que Israel proclamasse a mensagem para o mundo.1 de forma que a maioria não 0 . Esta é inteira­ mente digna de ser ouvida e obedecida. fazer a sua “lei” (Heb. Restos arqueológicos mostram que a maioria deles prosperou tanto durante os setenta anos do exílio babilômco. Este não era o caso das pessoas levadas cativas para Babilônia por Nabucodonosor (veja Jr 29 . mas não presta atenção. torah. mas seu povo tinha ficado muito surdo para ouvir a mensagem. Seu povo (os pronomes “tu” e “teus” [oculto em “os (teus) ouvidos”] referem-se a Israel) tem visto milagres e profecias cumpridas. as Escrituras) grande e gloriosa. o qual foi recompensado por Deus. é agora tanto cego como surdo.

não f o i o Senhor . 24 Q u em en trego u J a có p o r d espojo e Isra el'.6 ). Pa­ recia que eles jamais iriam aprender.e. Eles tinham pecado contra Ele: eles não quiseram viver de acor­ do com os seus caminhos e não escutariam o seu ensino. aq uele con tra q u em p eca ra m e n os ca m in h os do q u al não q u eria m andar.2 4 ). Eles tinham se tornado rebeldes cujas vidas expressavam desprezo por Deus. A m isericórdia de Deus não m im a os pe­ cadores por perm itir-lhes que continuem no orgulho e em obstina­ . é um fogo que consome. e os q u eim ou . eles não perceberam ou reconheceram que o juízo veio do SENHOR. M esm o assim. Eles mereciam a ira de Deus e o juízo que Ele trouxe por inter­ médio dos assírios (1 0 . Ele está preocupado a respeito do que havia “de ser depois” e quer que as pessoas compartilhem dessa preocupação. O sofrimento descrito aqui era o atual resultado das invasões assírias de Israel e Judá nos próprios dias de Isaías.queira voltar para Jerusalém. m a s n isso não a ten ta ­ ram . ou recordando a advertência de M oisés de que “o SENHOR. teu Deus.Tampouco prestaram atenção ao que o SENHOR esta­ va dizendo através dos profetas. reconhecendo que Deus trará tanto juízo como restauração. um Deus zeloso” (D t 4 .5 . “restitui”). eles “não puseram nis­ to o coração”. m a s não p u sera m nisso o coração. O Velho Testamento como um todo tem um olhar para o futuro.. aos ro u b a d ores? P o rven tu ra . Os cativos levados das cidades de Judá por Senaqueribe não tiveram ninguém como Ciro para mandá-los de volta (i. 23 P elo qu e d erra m ou sobre eles a in d ign a ção da su a ira e a f o r ç a da g u e r r a e lhes p ô s labaredas em redor. 23 Q u em há en tre v ó s qu e ou ça isso? Q u e atenda e ou ça o qu e há de s e r d ep ois? Isaías indaga quem escutará. não d a n d o o u v id o s à su a lei? O SENHOR estava por trás do que os assírios fizeram a Israel e Judá.

17— confirma que o Servo do Senhor em 21 42. O seu amor procura desafiá-los “ao arrependimento e à obediência conforme eles caminham de volta para a vida de rela­ cionamento com Deus”.1 — 50. Servant Theology (G rand R apids: W m .da rebelião. Salmos 82.1 2. Como Isaías contrasta os ídolos com o verdadeiro Deus no capí­ tulo 41? 4. 19 84 ). estas não ti­ nham nenhum poder espiritual.1-7 é Jesus? 5. Quem é o servo em 42 . Knight. 5 Isaías 4 2 . Veja F. 9. e alguns pagãos reivin­ dicavam que um espírito estava nas imagens.1 — veja também 4 9 . Duane Lindsey. 9. 2 George A. Ciro veio do Leste e depois do N orte. 1 1 QUESTÕES DE ESTUDO 1. O que indica que o que vem “do Oriente” é Ciro? 3. The Servant Songs (C h ica­ go: M oody Press. N ão obstante. 28. Pelo que o “cântico novo” louva o Senhor? 6. 7 O u seja. 4 A palavra hebraica ruach também significa “espírito”. B.18— e que tipo de cegueira este servo 25 tem? CITAÇÕES 1 Veja 4 1 . 3 Deus é o que chama Ciro pelo nome (veja 4 5 . “um a ordem justa”. Assim. o qual m enciona que ele vem do N orte. 7. A sua justiça universal é outra razão para aceitá-lo como o único e verdadeiro Deus. as imagens ocas estavam apenas cheias de ar. Como Mateus 12.4— 52 . 6 Cf. 4 .4 ).3. F.2 5 . Quem Deus está desafiando no capítulo 41 e por quê? 2. 8. Eerdmans. 19 85 ). 4 3 — 5 .1 3 a 53 .

agora .2 Eles sempre poderiam pôr a sua completa confiança nEle. Ele os criou. Apesar da falta de resposta de Israel ao juízo de Deus.2. Israel passaria por águas.1 Ele os reivindica como sua pro­ priedade da mesma maneira que fez quando os tirou do Egito e os trouxe a Ele (Ex 19. ó Jacó. tu és meu. ó Israel: Não temas. 10 Por exemplo.7— cf I Jo 4. assim diz o SEN HO R que te criou. rios. estarei contigo. não te queimarás. e jamais seriam aniquilados. Isaiah 40— (L ouisville: John Knox Press. Deus lhes deu o nome “Israel’’. qviando passares pelo fogo. 1 66 C. Um Remanescente Redimido É Reunido 43. 54.12 . 2 Q uando passares pelas águas.5. porque eu te remi.25 I.8 Veja nota em 1. 9.8). 57. Ele os amava porque os amava (D t 7. eles não te subm ergirão. e que te form ou.14. nem a chama arderá em ti. e. quando pelos rios.4).1 -7 1Mas. Eles nunca deveriam deixar a sua fé nEle (cf. Ele formou a nação.1-45. Por causa do juízo de Deus. onde “Eu serei" é a m esma palavra em hebraico Çehyeh) como a palavra traduzida por “Eu sou" em 3. 1 9 9 5 ). 1 Paul D. H anson. O nome indica que Ele continuará sendo o realizador dos seus planos — trabalhando ativamente entre as pessoas.4). . mas Deus sempre estaria com eles. 0 AMOROSO SALVADOR DE ISRAEL 4 3 . os arqueólogos descobriram os restos de um banco judeu e de um a casa de hipoteca próxim o do Canal Chebar ao leste da Babilônia. fogo e chamas. cham ei-te pelo teu nome.2 para o significado de Yahweh. Como escreveu Moisés. Ele lhes diz para deixarem de ficar temerosos. 44. Deus não mudou o seu plano e propósito para o seu povo. 9 Veja Exodo 3. por­ que Ele os redimiu. 43.

31. o fiel. Por causa da garantia do seu amor. isto colocou uma grande responsabilidade sobre eles. A repetição desta idéia em diferentes palavras demonstra ênfase. pois. Yahweh. a escolha da Igreja por Deus põe uma grande res­ ponsabilidade sobre os crentes.1. 4 E nquanto fo s t e p recio so aos m eu s olhos. a E tiópia e Sebá. A Etiópia (Cuxe. tra rei a tua sem en te desde o O rien te e te a ju n ta rei desde o O cidente.30. mas quando o mundo lhe virou as cos­ tas. o Deus que guarda a aliança. Porque Israel é valioso a Deus. O seu propósito é libertar a Israel. Porque Ele é o que é. Ele lhes diz que deixem de estar amedrontados. porque Ele está com eles. 6 D irei ao N or­ te: D á . p elo que dei os hom en s p o r ti. trazei m eu s f i lh o s de lon ge e m in h a s fi lh a s das ex trem id a d es da terra. p o rq u e estou con tigo. teu D eu s.28. e os povos. 5 N ão tem as. Ele escolheu Israel para preparar o caminho para um Redentor. o eterno. Ele dará outros povos no lugar dele. esta responsabilidade não é pesada (cf. 15. e ao S ul: N ão retenhas.3 P orque eu so u o SE N H O R . o Egito.3-10). dei o E gito p o r teu resgate. e porque Ele o ama. Deus amou o mundo. o Salvador de Israel. a um tempo quando Israel se espalharia em todas as direções.7) e a destruição do exérci­ to deles (Êx 14. Ele trará os . p ela tua alm a. Ele poderia dar um país inteiro. Semelhantemente. Deus é o que Ele é: o SENHOR. como resgate. M as outras nações teriam que pagar o preço da escolha de Israel por Deus. o S anto de Israel. M t 11. Agora Deus os aponta à frente. que se revelou a Isaías (cap. Ao mesmo tempo. 6). Ele é o Deus de Israel. ou o atual Sudão) e Sebá (o norte da Etiópia incluindo M eroe) foram igual­ mente afetadas. e eu te am ei. o Santo de Israel. o teu S a lva d o r. entretanto. tam bém fo s te g lo r ifiç a ­ do. honrado por Ele. Porém. p o r ti. Ele libertou o povo de Israel da escravidão às custas das pragas sobre o Egito (Ex 10. Quer dizer.28-30).

Com todas as nações reunidas. por incrível que possa parecer. deixe-os mostrar que eles profetizaram e produziram eventos como o êxodo do Egito. quem dentre eles pode anunciar isto. 0 TESTEM U N H O DE ISRAEL COM O SERVO DE DEUS 4 3 . eles são desafiados a produzir dentre eles alguém (algum deus ou o profeta de algum deus) que possa predizer o futuro e para m ostrar “as coisas antigas”. e os que criei para minha glória. . Eles têm que fazer isto para serem justificados. M as eles 2 são voluntariosamente cegos e surdos. o cego e o surdo (veja 4 2 .8 -1 3 lS Trazei o povo cego. eu osfiz .seus descendentes que estarão vivos no fim dos tempos. (Isto não se refere ao retorno da Babilônia em 538— 536 a.1. e os surdos. para que se justifiquem . e para que se ouça. efa z er-n o s ou vir as coisas anti­ ga s? Apresentem as suas testemunhas. até mesmo “das extremidades dn terra”. e outras coisas antigas que Deus fez na história de Israel. Caso contrário. eu os fo rm ei. formados pela sua mão poderosa —a nação que Ele fez.. porque eles vieram somente do leste. e para que se diga: Verdade é. Eles não são as testemunhas aceitáveis em um tribunal. A referência prim ária aqui está de volta a 43. onde Deus está falando a respeito de Israel. Ou seja. porque têm olhos e ouvidos. a libertação das mãos de Senaqueribe. para terem o veredicto em seu favor. que têm ouvidos. 2. Em outra cena de tribunal.) 7 a todos os que são chamados pelo meu nome. Eles são os chamados pelo seu nome. criados para a sua glória. Ele não desistirá deles. deixe-os ouvir o que Deus fez e adm itir que isto é a verdade. que tem olhos. 9 Todas as nações se congreguem } e os povos se reúnam .1 8 — 0 ) são tomados como testemunhas. em um novo êxodo vindo de todas as direções. sim.C.

8. Deus falou para Moisés o que Ele ia fazer. e será (Êx 3. M as o úni­ co Deus verdadeiro declara que antes dEle “deus nenhum se for­ mou” ou foi criado. devido a Israel ter experimentado isto. a qual enfatiza que só Ele é Deus. A salvação e a voz do SENHOR vieram somente dEle. o SENHOR diz que eles são teste­ munhas de quem Ele é: Deus Ç‘el). 11 E u . e nenhum viria depois dEle. e. e eu salveií. e e n t e n d a is q u e e u s o u o m e s m o . d i z o SENHOR. a q u e m es c o lh i.7. Ap 1. especialmente os que loram livres das mãos de Senaqueribe. H b 13. Ele os salvou então. Os pagãos acreditavam que os deuses que eles adoravam tinham sido precedidos por outros deuses. é. Eles são as suas testemunhas.6. 6. e f o r a d e m i m n ã o h á S a lv a d o r . de modo que eles podem saber. 7. eu s o u D e u s .14.15. Eles são testemunhas da sua fidelidade. M l 3. .8. portanto. Quando os israelitas vieram ao Sinai eles não tinham nenhum ídolo entre eles. etc. 8.1.12. d i z o S e NJ-H >R. eu s o u o S e n h o r . A palavra hebraica ‘el é a palavra co­ mum para Deus. Deus tem feito gran­ des coisas em Israel.). e d e u s e s tr a n h o n ã o h o u v e e n tr e vós. Ele os salvará agora —por­ que Ele é o Salvador e não há nenhum outro. e d e p o is d e m im n e n h u m h a v e r á .22. Deus não falhou. Deus está falando aqui com o remanescente piedoso em Israel.16). e o m e u serv o . Os pagãos também acreditavam em deuses que tinham surgido ou nascido recentemente. p a r a q u e o s a ib a is .17. Ele é o Deus eterno que sempre foi. Dizendo “Eu sou o S e n h o r [Y ahw eh]” . Ele salvou a Israel e se fez ouvir entre os israelitas no monte Sinai.2). Embora Israel tenha falhado. 12 E u a n u n c ie i.14.10 V ó s s o is a s m in h a s te s te m u n h a s . os seus servos escolhidos. Deus está fazendo-os lem ­ brar da sua revelação durante o tempo do êxodo (Ex 3. acreditar e con­ fiar nEle e podem saber que só Ele é Deus (veja 37. e e u o f i z o u v ir . e m e c r e ia is . 15. p o is v ó s s o is a s m in h a s te s t e m u n h a s . e q u e a n t e s d e m im d e u s n e n h u m se f o r m o u .

vosso Rei. “caldeus”) trazendo tesouros no rio Eufrates causaram gritos de ale­ gria quando eles chegaram. 17 o que tro u x e o ca rro e o cavalo. “Desde o dia. eu sou o único Deus verdadeiro”. o Santo de Israel: P or a m or de vós. ninguém pode escapar da minha mão”. Deus providenciou “no mar um caminho e nas águas impetuosas. Ele fez isso no êxodo quando abriu um caminho pelo mar Vermelho. e está realizando isto por causa de Israel. uma vereda”. eu sou Ele”. e n in gu ém há que possa f a z e r esca p a r das m in h as m ãos. o ex ército e a f o r ç a : eles ju n ta m e n te se deita ram e n u n ca se leva n ta rã o. Agora o SENHOR promete um novo êxodo. ou pode significar “Desde que eu sou o único Deus verdadeiro hoje. O Deus que está fazendo isto é o “Santo de Israel”. e os seus navios serão usados por fugitivos procurando escapar. 3. kasdim. operan do eu. isto é. pode significar “Desde que o tempo começou. e ninguém poderá impedi-la ou “revertê-la”. u m a vered a . estão ex tin tos e co m o u m pa vio. vosso Santo. Deus fará a sua obra. UM NOVO ÊXODO DA BABILÔNIA 43. 16 A ssim d iz o Senhor :. en viei inim igos contra a B abilônia e a todos J u rei descer com o fu gitiv o s. o C ria d o r de Israel. Ele é esse tipo de Deus. desta vez da Babilônia.3 15 Hu so u o S e n h o r . o Criador” e o “R ei” de Israel.13 A inda a n tes qu e h ou vesse dia. eu sou . O juízo que Deus traz sobre a Babilônia é relacionado ao que Deus fará por Israel. se apagaram .14-21 14Assim diz o Senhor. q u em im p ed irá ? A expressão hebraica miyom ‘ani hu . . nos navios com que se vangloriavam . M as Deus derrubará os caldeus. Novamente Isaías enfatiza que Ele é o “Santo. o qu e p rep a ro u no m a r u m ca m in h o e nas á gu a s im petu osas. teu Redentor. os caldeus. Os navios dos babilônios (Heb.

C.4 O filho dele.5Contudo.A vitória sobre as excelentes tropas de carruagem de Faraó no mar Vermelho é descrita dramaticamente (veja Ex 14. para dar dc beber ao meu povo. r>Eis que fa r e i uma coisa nova.1-31). ao meu eleito. não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto. O seu amoroso propósito mostra que Ele é um Deus bom. Esar-Hadom. honrarão a Deus por causa dos rios no deserto que Deus concede para o benefício do povo que está retornando. Não obstante. e. Os animais selvagens ou “do campo”. agora. e rios no ermo. sairá à luz. porque os assírios só se preocuparam com os próprios babilônios. Deus quer que olhemos adian­ te. Deus fará um “caminho no deserto” e também “rios no ermo” (sertão). nem considereis as antigas. Eles a conhecerão e a experimentarão. Esta foi com­ pleta. Isaías pode estar olhando aqui para o retorno do exílio babilônico que ele profetizou em 39. 18 Não vos lembreis das coisas passadas.6. Pode haver um cumprimento mais extenso no fim dos tempos. 20 Os animais do campo me servirão. os dragões e os filhos do avestruz. porque porei águas no deserto e rios no ermo. o tempo vem quando é necessário parar de lembrar e de dar atenção às coisas do passado. especialmente os que vivem em áreas de deserto. registrou o lato de que as pessoas ca­ tivas escaparam naquele tempo. 21Esse povo que form ei para mim. Ela está pronta para acontecer. Deus tem uma nova libertação para o seu povo. para qvie m e desse louvor. porventura. Houve um retorno nos dias de Isaías quando Senaqueribe destruiu Babilônia em 689 a. aos novos milagres que obscurecerão os antigos. Ele formou Israel para Si mesmo e seu propósito é para eles proclama- .

quer dizer.rem o seu louvor. Eles estavam utilizando formas religiosas sem fé em Deus e sem honrá-lo pelo que Ele é. ao invés disso.22-28 22 C on tu d o<tu não m e in voca ste a m im . Estavam multiplicando sacrifícios e holocaustos. 24 N ão m e com p ra ste p o r d in h eiro can a arom ática.1 2). De fato. de m im . m a s m e deste trabalho com os teu s p eca d o s e m e ca n sa ste com as tu a s m aldades. n em te fa tig u e i co m incenso.I 5 ) . ó Israel. ó Ja có . não te f i z s e r v ir co m ofertas. 23 N ão m e trou x este o g a d o m iú d o dos teu s holocau stos. Nós também somos levados ao Senhor. Estas eram as pessoas nos dias de Isaías para quem Deus falou a respeito de “pisar os meus átrios” (I . eles estavam cansados do Deus Santo que Ele é. 4. tu tens invocado” (tradução literal). A INFIDELIDADE DE ISRAEL 43. Eles trouxeram os seus “holocaustos” e “sacrifícios”. Eles negligenciaram a Deus. mas Deus não lhes tinha pedido isto ( I . nem m e h on raste com os teu s sa crifício s. Mas eles não puderam disfarçar os seus pecado. E aqui tem um toque de ironia. eram mesquinhos em sua adoração.1 3). n em co m a g o r d u r a d os teu s sa crifício s m e encheste. de forma que podemos louvá-lo e convidar outros a louvá-lo. e as únicas coisas com as quais . m a s te cansaste . eles o sobrecarregavam com os seus pecados. Eles realmente não estavam buscando a Deus. Deus coloca a ênfase sobre Si mesmo quando declara: “Não a mim. não era com a cana aromática (ou o óleo resultante desta) nem com a gordura de sacrifícios que eles enchiam a Deus. A ARC traduz o verbo hebraico aqui como “encheste” (mas como “fartou” em Lm 3. Estavam realmente cansados dEle.15). Eles estavam fazendo muitas orações (I . mas real­ mente não os estavam oferecendo a Deus.

Isto é pura graça —que flui livremente da inesgotável mise­ ricórdia de Deus — a qual Deus está aqui oferecendo ao seu povo. mas por amor de Si mesmo. Pecados repetidos e não confessados tornaram o juízo necessário. o pecador tem que entrar em juízo. Ao mesmo tempo. 27 T eu p r im eiro p a i p eco u . antes de o registro ser apagado. O “primeiro pai” provavelmente é Adão. Deus jamais se lembrará dos seus pecados. “M e cansaste” (Heb. é Deus somente quem pode apagar o pecado resultante de rebelião intencional —não porque isto seja merecido. a p re­ sen ta a s tu a s razões. eu m esm o . e os teu s in térp retes p rev a rica ra m co n tra m im .enchiam (fartavam) a Deus eram os pecados que eram ruins o bas­ tante para fazerem alguém vomitar (cf. . so u o que apago as tua s tra n sgressões p o r a m o r de m im e dos teu s p eca d o s m e não lem bro. Entrar “em juízo juntamente” significa reconhecer o que a lei re­ quer e adm itir que a inocência não pode ser provada. Somente quan­ do o pecador adm ite o seu pecado é que pode haver justificação que perdoa e apaga os registros das ofensas. en trem os em ju íz o ju n ta m en te. I. 25Eu. p a ra que te p ossa ju stifica r. Quer dizer.I 3 ). o primeiro pai implica . mas não devemos proceder dessa forma se queremos o perdão de Deus. Em todo caso. o perdão é comple­ to: o registro é totalmente apagado. 26 P r o cu r a lem b ra r-m e. Alguns entendem isto como sendo Abraão ou Jacó. lembrando a Deus dos pecados. Deve haver confissão. E muito fácil bloquearmos as coisas das quais não queremos nos lembrar. os pecados deles o constrangeram a realizar uma obra de juízo. Tam­ bém as suas “maldades” ou ofensas (a culpa com suas conseqüênci­ as) o cansaram. Mas antes de haver perdão divino. he’evadtanC) também pode significar “me constrangeste”. Quando isto é feito.

A repetição de “servo” e “escolhi(do)” do versículo I indica que Deus . Deus ainda chama o povo de Isra­ el de “Jacó. Outra vez Ele lhes fala que eles têm que deixar de ficar amedrontados. os seus sacerdotes (e provavelmente os seus profetas). ou seja. contudo. ó Isra el'.7). 5.2 6 -2 9 ). a quem escolhi. também tinham se rebelado contra Deus. Elé os continuará ajudando. lacberem. “para a proscrição”). Deus chama Israel de “Jesurum”. u m opróbrio.5). Os corações deles não estavam abertos ao seu amor. como intermediários ou mediadores. o u v e ó Ja có . serv o m eu .15.1-5 1 A gora. e que te a ju d a rá : N ão tem as. seu escolhido. servo meu”. o que os formou desde o nascimento deles como uma nação. pois. A destruição profetizada não será total. 2 A ssim d iz o SENHOR qu e te crio u . serv o m eu . I Cr 24 . Por causa desta rebelião Deus profanaria (ou colocaria em desgra­ ça) os maiorais do santuário (cf.também o primeiro pecado. e tu.37 ). e quer que eles ouçam. 2S P elo q u e p r o fa n a rei os m a io ra is do sa n tu á rio e f a r e i de J a có u m an á tem a e de Isra el. seu “querido justo (íntegro)”. Ele faria “de Jacó um anátema” (Heb. os portavozes de Israel. Deus era o Criador deles. Temor covar­ de e fé não se misturam (c f 2 Tm 1. E nos próprios dias de Isaías. 3 3 . e tu. e o desprezo e o ultraje não durarão para sempre. J esu r u m . e te f o r m o u desde o ven tre. Isto também significava que Ele tem entregue Israel para ser desprezado e ultrajado pelo resto do mundo (c f Dt 28. 0 ESPÍRITO DE DEUS SERÁ DERRAMADO 44. porque é isso o que Ele quer que eles sejam (D t 32. a quem escolhi.6 como algo que Deus abomina. ó Ja có . Tampouco os pecados do seu povo irão destruir o propósito de Deus.

Deus não permitirá que o fracasso de Israel o faça falhar. Deus provocará uma mudança derramando o seu Espírito. Rm 1 1. e aq uele se ch a m a rá do n om e de J a có .21. Isto não devia vir sobre as pessoas nos dias de Isaías. os judeus que não estavam vivendo para Deus serão transforma­ dos e se tornarão verdadeiros israelitas. co m o sa lgu eiro s ju n t o a os rib eiro s das águas. M as haverá um cumprimento mais extenso para Israel na restauração milenial. No entanto. Ou seja. Ele terá um remanescente justo de entre eles.14.29). e p o r so b ren om e to m a rá o n o m e de Israel. declarando o seu relacionamento com o SENHOR. honrando a Deus e desfru­ tando os direitos e privilégios que Ele lhes dá. mas sobre os seus descendentes (cf. 4 E brotarão en tre a erva . sob re os teu s descen den tes. 59. 32 . e aq uele ou tro escrev erá co m a su a m ã o: E u so u do Se~ NHOR. d erra m a rei o m eu E spírito sobre a tu a p o sterid a d e e a m in h a bênfão.I).26.15. Eles não mais continuarão a viver em uma terra espiritualmente seca. J1 2 . Eles também levarão o “nome” (caráter e natureza) de Israel. 5Este d irá : Eu so u do SENHOR.4. 37.33. 39. O aguaceiro será tão grande que será como inundação de rios sobre a terra seca.27.18). e rio s sob re a terra seca.2 5 -2 9 . tanto por escrito como falan­ do. 3 P orque d erra m a rei á gu a sob re o sedento. O derramamento inicial foi no Dia de Pentecostes (A t 2. . Jr 31.29.17. Isto trará bênçãos maravilhosas da parte de Deus.34. Ez 36. A obra do Espírito fará todo indivíduo testemunhar.10 a I 3 . Zc 12.não tem mudado e não mudará o seu pensamento a respeito deles (cf. este derrama­ mento é no futuro. A restauração trará uma bênção nova. tor­ nando-se como água em um solo improdutivo.

H á ou tro D eu s além de m im ? N ã o! N ão há ou tra R ocha qu e eu conheça. Deus é o que tem dirigido a história de seu eterno povo (cf. O desafio é para os pagãos. Ele estabeleceu isto. Ele sabe o que está vindo também no futuro. E qu em ch a m a rá co m o eu. o SENHOR agora reassegura a Israel de que Ele realmente é o Rei e Redentor deles.14). A TOLICE DA IDOLATRIA 44.. Ele não foi formado por ninguém. Só o Deus de Israel é onisciente. Ele sempre foi e sempre será. Ele proclamou isto.. desde então.lo a n u n ciei? P orque v ó s so is as m in h as testem unhas. Jr 31 . E u so u o p r im eiro e eu so u o ú ltim o. o Senhor dos E x ércitos. Em outra cena de tribunal. Novamente Isaías enfatiza o contraste entre o conceito pagão de muitos deuses e a existência do Deus de Israel: não havia nenhum deus antes dEle. O Novo Testamento aplica isto a Jesus (Ap I. tendo os exércitos do céu à sua disposição. e a n u n cia rá isso. Ele é supremo. e o p o r á em ordem p era n te m im .6-20 6 A ssim d iz o SENHOR. e f o r a dc m im não há D eu s.1. desde qu e ord en ei u m povo etern o ? E sse qu e a n u n ­ cie as coisa s f u t u r a s e as qu e a in d a hão de vir. Ele não é dependente de nada. R ei de I sra el e seu R edentor. não v o . 8 N ão v o s assom breis. o SENHOR dos Exércitos. n em tem ais. Sempre que Israel esqueceu isso e se voltou para outros deuses ou outras coisas.35-37).22. p o rv en tu ra . nem de ninguém. Deixe-os declarar o futuro se os assim chamados deuses deles podem revelá-lo. nenhum virá depois dEle. Ao contrário dos ídolos. indicada pelas perguntas e pela chama­ da para as testemunhas nos versículos que seguem. 66. eles bloquearam o fluxo da promessa de Deus. Chamando a si mesmo “o primeiro e.1 7. 2 2 . .l o f i z o u v ir e não v o . Ele pode cumprir as suas promessas. o últim o” Ele está enfatizando que só Ele é Deus.1 3 ): Ele é Deus manifes­ tado na carne (Jo 1.6.

s e to d o s e le v a n te m -s e .3 . . ou seja. perm anência e fidelidade.4 . ou seja. um refúgio. p o is o s m esm o s a r tífice s sã o d e e n tr e os h o m en s. A produção e moldagem de um deus ou a fundição de um ídolo de metal só resulta em um ícone que não pode ajudar. por conseguinte. 4 1 . e eles são as suas testemunhas disto. sem benefício. os fabricantes de ídolos e os seus ídolos são “vaidade” ou nada (Heb. eles serão confundidos (juntamente com os seus adoradores). Eles nada vêem nem entendem. que é de n en h u m p r éstim o ? A pergunta é um brilhante sarcasmo. n em en ten dem . e as su a s coisa s m a is d esejá veis sã o de n en h u m p réstim o . deixar de estar am edrontado. eles não são verdadeiras testemunhas e. eles são sem sentido. z1 E is q u e to d o s os s e u s s e g u id o r e s f i c a r ã o co n fu n d id o s . nenhum a “outra Rocha”. a s s o m b r a r -s e -ã o e s e r ã o ju n t a m e n t e c o n f u n ­ d idos. 4 3 . 9 T odos os a rtífices de im agen s de escu ltu ra são vaidade. “vazio”). 10 Q u em f o r m a u m d eu s e f u n d e u m a im agem de escu ltu ra . Os ídolos são as suas próprias testemunhas. uma garantia de poder. dos seus inim igos (veja 3 5 . quer dizer. Deus novamente dá ênfase de que não há nenhum outro Deus. p a ra qu e eles sejam co n ­ fu n d id o s . tohu. uma força.2 ). dizendo-lhe que deixasse de tremer em terror. Ele é o único Deus verdadeiro.1 0 — 13. Em contraste com a realidade do verdadeiro Deus. N ada é mais estúpido do que pensar um ser humano poder formar algo que pode se elevar ao nível de divindade e se tornar capaz de oferecer ajuda sobrenatural. isto é. “Todos os artífices de imagens de escultura” e “as suas mesmas testemunhas” se agradam no que é de nenhum préstimo: sem vantagem. Deus tem proferido profecias que têm sido cum pridas.Deus assegura novamente a Israel. e su a s m esm a s testem un has nada vêem . a ju n te m .1 .

28— ). charasb barzel. faz um rascunho com a “almagra” (giz provavelmente vermelho). diante do tribunal do juízo de Deus). M as ele é apenas humano e fica faminto e sedento. 12 O f e r r e i r o f a z o m achado e trabalha na s brasas. e faz isto “à semelhança de um homem”. Ele . e o lavra com a f o r ç a do seu braço.Todos os que se unem a ídolos “ficarão confundidos” ou enver­ gonhados. Ele pega uma régua de medir. em p rega a alm agra. não está indicada a palavra “ídolo”.7 As ferramentas são necessárias: deve haver um machado para derrubar a árvore. a estende na forma de um homem. Da mesma forma o “ferreiro” (Heb. N o original hebraico. faz um contorno com um compas­ so (para fazer círculos). e o f o r m a co m m artelos. a modela com “cepilho” (pequena plaina de alisar madeira). Então todos eles ficarão assombrados e serão “confundi­ dos” ao mesmo tempo. Os versículos seguintes estão cheio de tremenda sátira mostrando a tolice da idolatria. como no texto acima. E eles são a fonte das idéias para os deuses que fazem. Os artífices que fizeram os ídolos são meramente huma­ nos. ele tem um braço forte porque aquece o ferro e dá forma ao machado. segu n d o a f o r m a de u m hom em . “um artífice de ferro”) o faz. e m a rca com o com passo. e aplaina com o cepilho. e f a z o seu d eu s à sem elh an ça de u m hom em . Quão diferente do Senhor que nunca se cansa ou se fatiga e que de fato pode renovar a nossa força (Is 40. como eles podem fazer um Deus real? O tempo virá quando serão ajuntados (quer dizer. O exemplo é um ídolo feito de madeira. Isaías primeiro chega ao reverso e “inverte os procedimentos que nós teríamos estado inclinados a se­ guir”. e a su a f o r ç a fa lta .8 31 13 O ca rp in teiro esten d e a régu a. Ele tem apenas a força e resistência para terminar a fabrica­ ção do machado. Em sua fraqueza e pecado. O ferreiro está fazendo a ferramenta. ele tem fo m e . p a ra f i c a r em casa. e desfalece. e não bebe água. O carpinteiro é tolo da mesma forma que o ferreiro.

j á m e aquentei. A primeira razão para cortar as árvores naqueles dias era prover combustível para aquecimento e para cozinhar. mas aper\as para ficar em um santuário na casa (Heb. 16 M etade queim a. j á v i o fo g o . 17E ntão. como o tnais bonito da espécie humana —não para reger o universo. e a chuva o faz crescer. p la n ta u m olm eiro. c^m a ou tra m eta d e co m e ca rn e. urna imagem de escultura. porqua nto tu és o m eu deus. ele faz o . e então “do resto” (não uma parte especial). do rest0f a z u m deus. e “ajoelha di­ ante dela”. serv irã o ao hom em p a ra q u eim ar.9 Que contraste em relação ao verdadeiro Deus que está presente em todos lugares. a ssa -a e fa r t a . e a O ch u va o f a z crescer. com isso.18). As árvores que são cortadas não são cortadas para serem deuses. ele permite que algumas cres­ çam porque elas estão em uma floresta. fa b r ic a u m a im agem de escu ltu ra e ajoelha d ia n te dela. O madeireiro os corta para si próprio. se aquenta e coze o p ã o. a jo elh a -se dia n te dei\ e Se inclina. Ele usa uma metade para cozinhar e se esquentar.faz o melhor que pode para fazer isto semelhante à beleza ou glória da raça humana. Ele corta o tronco no mei0. um pagão faz um deus. tam héni f a z u m deus e se p ro stra dia n te dele. e diz: L ivra-m e. M as do mesmo tron­ co. Isaías olha com ironia para a origem da madeira para fazer o ído­ lo. 14 T om ou p a ra si ced ros) ou tom a u m cipreste. não se importando sobre que tipos de árvores são elas. e lhe d irige a su a oração. 15 Então. “casa”). Antçs disso. ou seja. quanto menos esta casa que tenho edificado” (2 Cr 6. tam bém se aquenta e diz: O ra. Ou ele pode plantar perto um olmeiro para si mesmo. bayith. ou u m ca rva lh o e esfo r ça -se con tra as ái~V res do bosque. u m a im agem de escu ltu ra . Como Salomão disse a respeito de Deus: “Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter.s e .

inclui a mente) o desvia. Assim. Então ele adora a parte que salvou do fogo. p a ra qu e não vejam . “isto não retorna ao seu coração”). n em dizer: N ão há u m a m en tira na m in h a m ã o d ireita ? Parte do tronco se torna cinzas à m edida que o idólatra cozinha e se aquece. Parte se torna um ídolo. Eles se tornaram como os seus ídolos. O seu “coração enganado” (Heb. e j á não têm con h ecim en to n em en ten d im en to p a ra diz er: M eta d e queim ei. e assei sob re ela s carne. p o rq u e se lhe u n ta ra m os olhos. ele está tentando se nutrir espiritualmente em pouco mais que cinzas. loyashiv ‘el libbo. e a co m i. de m a n eira q u e não p o d e liv r a r a su a alm a. todo o deus que o pobre sujeito tem. . de modo que os seus olhos e as suas mentes estão cerrados. nem sabe o bastante para dizer ao ídolo que está na sua “mão direita” (do qual ele depende) que é falso. lhe faz orações e pede-lhe que o livre (ou salve). e coz i p ã o sobre as su a s brasas. Os adoradores de ídolo não conhecem nem discernem a verdade. nem en ten d em . O contraste nem mesmo lhes ocorre. Ele está enganado. enquanto adora o ídolo.seu ídolo. e fa r ia eu do resto u m a a b om in a çã o? A jo elh a r-m e-ia eu ao qu e sa iu du m a á rv o re? ^ O resultado é que nenhum dos adoradores de ídolos pára para pensar ou “toma isto a peito” (Heb. de modo que eles não têm suficiente conhecimento ou discernimento para fazer as perguntas certas a respeito da utilização do mesmo tronco para o fogo tanto quanto para a adoração. pois isto é o seu deus. 20 A p a scen ta -se de cinz a. Ele vê o fogo e exclama sobre o seu calor. Que tolice! 18 N ada sabem . Deus untou os seus olhos e os seus corações. p a ra qu e não en ten d a m . Ele não pode se livrar da adoração de um ído­ lo. o seu cora çã o en ga n ad o o desviou . e o coração. 19 E n en h u m deles tom a isto a peito.

mas m ostrará a sua glória abertamente “em Is ra e l" . 22 D esfa ço as tu a s tra n sgressões co m o a névoa. A chamada é para os céus bra­ darem com alegria e “as partes mais baixas da terra” ( “profundezas da terra”. Deus tinha livrado Jerusalém de Senaqueribe. vós. o preço está pago. Deus formou a Israel. A RA . m eu serv o és. ou seja. co m o a n u v em . DEUS IRÁ REDIMIR E RESTAURAR ISRAEL 44. ó céus. e g l o r f i c o u . ex u lta i vós. por causa do que o Senhor tem feito. Deus assegura a Israel que Ele desfez as suas transgressões “como a névoa” e os seus pecados “como a nuvem” (ou “uma massa de nuvens”).25 a. ó I sra el. I s r a e lp o r q u a n t o és m eu serv o . to r n a -te p a ra m im . tam bém vós. p o rq u e o S en h or f e z isso. p o rq u e o SENHOR rem iu a Ja có . ó J a có . porque Ele os resgatou.7. m on tes. não m e esq u e­ ce r ei de ti. Israel não formou a Deus. Jerusalém Será H abitada 44 . 23 C a n ta i alegres. Deixe os montes se abrirem com um retumbante grito de alegria e a floresta com cada árvore individualm ente. eu te f o r m e i .s e em Israel. Até mesmo antes deles se arrependerem. . e os teu s pecados. em sua superfície onde as montanhas e árvores estão)10 exultarem em triunfo. bosques e todas as á rv o res em vós. do nascimento deles como uma nação. M as Ele promete uma maior libertação e restauração.21-45. Ele os formou desde o seu princípio.21— 28 21 L em b ra -te dessas co isa s. retu m b a i com jú b ilo . porque o SeN H O R não só resgatou. p o rq u e eu te rem i. Deus lhes assegura que eles ainda são os seus ser­ vos. Ele os resgatou do Egito. vós. tu. e Ele não os esquecerá. A chamada de Deus é para eles voltarem a Ele. e. Ele pagou o preço que eles não poderiam pagar. e Ele os está cortejando para Si. as p a rtes m a is baix as da terra.

Como um clímax para este capítulo.22 —a criação envolvida no processo de restauração. espraiando a terra. Ele. e às cida des de J u d á : S ereis r eed fica d a s. Arqueólogos acharam milhares de mensagens dos homens sábios e adivinhos da Assíria e da Babilônia que contam para os seus reis coisas boas. 26 so u eu q u em co n firm a a p a la vra do seu serv o e cu m p re o con selho d os seu s m en sa geiros. Ele não só formou a nação de Israel.1 4. q u e esten d o os céu s e espra io a terra p o r m im m esm o. Ele é o Criador de tudo: estendendo os céus. e que te f o r m o u desde o ven tre: Eu so u o Senhor qu e f a ç o todas as coisas.”) os que fazem predições lançando sorte. o eterno. mas nenhuma que prediz o juízo que Deus fez cair sobre eles. durante a sua vida sobre a terra (Jo I. 24 A ssim d iz o S enhor . Ele faz “tornar atrás os sábios”. teu R edentor.O necessário cumprimento. Ele desfaz “os sinais” dos falsos profetas pagãos e dos adivinhos (fanfarrões que se jactam a respeito dos milagres que eles podem efetuar). qu e f a ç o to rn a r a trás os sábios e tra n sto rn o a ciên cia deles. Só Ele fez isto. . A glória também corresponde ao tema principal de “céus novos e nova terra” (veja Is 65. prometendo vitória. qu em d iz a J eru sa lém : T u será s habitada. é Redentor e Criador. e eu leva n ta rei as su a s ru ín a s. Deus declara novamente quem Ele é e quais são os seus propósitos. M as a glória será manifesta em e através do Israel nacional quan­ do Jesus retornar e estabelecer o seu reino milenial.17). Este é o mesmo conceito que está expresso em Romanos 8... envolvia Cristo manifestando abertamente a glória do Pai. 18). claro. fazendo da sabedoria deles um escárnio. Ele faz de bobos ( “enlouqueço os. 25 q u e desfa ço os sin a is dos in v en to res de m en tira s e en lou q u eço os a d ivin h os. Ele é o Parente-Redentor de Israel.

e eu seca rei os teu s rios. para um futuro distante. e as p o rta s não se fech a rã o . Ed 1. Deus Usará Ciro para Restaurar Israel 45. e trouxe a cumprimento “o conselho dos seus mensageiros”. um lugar importante no plano de Deus. Isto aponta à frente.4). O historiador judeu Josefo disse que esta passagem foi mostrada a Ciro e o encorajou para que ele fizesse os seus decretos para mandar de volta os judeus para que reconstruíssem o templo deles. eu solta rei os lom bos dos reis. Houve um cumprimen­ to ulterior no retorno do exílio babilônico. Deus fala a Ciro. e ele dirá a palavra para Jerusalém ser reconstruída e a fundação do templo ser posta.2. 6.3.1— 13 1 A ssim d iz o SENHOR ao seu un gid o>a C iro. su a m ão direita. e ainda tem. O Deus que libertou Israel do Egito chama a Ciro11 de “meu pastor”.Em contraste.12Isto foi logo em seguida a Ciro ter conquistado Babilônia em 539 a. as cidades de Judá arruinadas por Senaqueribe serão reconstruídas. Jerusalém teve. 27 q u em d iz à p ro fu n d ez a : S eca-te. p a ra ab ater as n a ções d ia n te de s u a ja c e . dizendo tam bém a J eru sa lém : S ê ed ijica d a .C. b. levantadas. os profetas). Ele cumprirá tudo o que apraz a Deus. os ungidos de . Ele secará os rios diante de Israel quando este novo êxodo acontecer (esta imagem faz parte do tema principal do Exodo). Deus secou a “profundeza” das águas para Israel cruzar o mar Vermelho. deixando-nos saber que todas as suas grandes vitórias eram realmente as vitórias de Deus.23. e ao tem plo: F u n d a -te. Até agora. p a ra a b rir d ia n te dele as p orta s. Deus tem confirmado e levado a cabo “a palavra do seu servo” (genérico. 2S qu em diz de C iro : É m eu p a sto r e cu m p rirá tudo o qu e m e apraz. a qu em tom o p ela . As profecias predizem que Jerusa­ lém continuará sendo habitada. e foi cumprido exata­ mente (2 Cr 36.3.

10— 15). para abater as nações”. Para habilitar Ciro a fazer isto. O antigo historiador grego Heródoto disse que os portões da Babilônia eram feitos de bronze. 2 L u i r e i a d i a n t e d e ti. e e n d i r e i t a r e i o s c a m i n h o s t o r t o s . . q u e b r a ­ r e i a s p o r t a s d e b r o n z e e d e s p e d a ç a r e i o s f e r r o l h o s d e fe r r o . com ramos de palm eira. Senaqueribe fez isto a M ushezibk-M arduque. o que era um costume assírio. e o estaria dirigindo para trazer libertação e restauração para Israel. e isto encorajou Ciro a fazer as proclamações encontradas em 2 Crônicas 36. “messias”). o Deus de Israel”. Era uma demonstração pública que significava tirar dos reis o poder que eles tinham. Deus queria que Ciro soubesse que Ele é “o S en h or .1 3 “Soltarei os lombos dos reis” significava despojar os reis da sua armadura. profetas e patriarcas (veja SI 105. p a ra q u e p o ssa s sa b er q u e eu so u o S e n h o r . o D e u s d e I s r a e l. reis. em 539 a. meshiach. Deus pelo seu Espírito Santo o tinha reservado.Deus incluíam sacerdotes. Deus usou os habitantes da Babilônia para escancarar os portões para o exército de Ciro. lugares difíceis e outras barreiras se tornariam fáceis e mesmo portas de bronze e fer­ rolhos de ferro não poderiam impedir o progresso dele. Porque Deus iria pessoalmente “diante” de Ciro. Embora Ciro não soubesse disto. e conceder a Ciro uma entrada triunfal.2— 4. Os povos que Ciro conquistasse não poderiam esconder dele os seus tesouros.23 e Esdras 1. o rei rebelde da Babilônia. completa. A tradição judaica diz que Daniel levou esta profecia e a mostrou para Ciro.C . Isaías seguramen­ te teria sabido sobre o costume e a história.14 3 L te d a r e i o s t e s o u r o s d a s e s c u r i d a d e s e a s r i q u e z a s e n c o b e r t a s . Agora Deus chama um rei pagão politeísta de seu “ungido” (Heb.22. q u e te c h a m a p e l o t e u n o m e . que o chamou com antecedência “pelo nome”. Deus o tomaria pela sua “mão direita. abrindo portas e portões diante dele.

' E u f o r m o a lu z e c r io a s tr e v a s .16 M as foi Deus quem verdadeiram ente o com issionou. o S e n h o r . saúde. m e u e le it o . m ) por outro. p u s . O oriente ou “nascente do sol” e o ocidente ou “o poente” ainda precisam saber disto. e u te c i n g ir e i . . mas Deus nunca é o criador do mal moral. e n ã o h á o u tr o . escolhido para cum prir o seu propósito para com Israel. Ciro falou aos babilônios que os deuses deles o tinham escolhido para lib ertá-lo s do mau governo de N abom do e Belsazar. bên­ ção. e n ã o h á o u t r o . na verdade. Ele iria chamar pessoalm ente a Ciro e o nom earia como seu ungido. Porque Deus escolheu Is­ rael e fez de Israel o seu servo. eu . até mesmo cala­ mitoso. 5E u s o u o SENHOR. a i n d a q u e t u m e n ã o c o n h e ç a s .I5Ele não conhecia o único Deus verdadeiro antes de en trar em B ab ilô n ia. Como um Deus santo. f o r a d e m i m . no entanto. realização e prosperidade. harmonia. integridade. especialmente prosperidade espiritu­ al) e “m al” (Heb. f a ç o t o d a s e s s a s c o is a s . e u a ti te c h a m a r e i p e lo teu n o m e . O palavra hebraica ra é uma palavra ’ geral incluindo calamidade e qualquer coisa desagradável ou indese­ jável. deu ao deus babilônico. incluindo bem-estar.. a itid a q u e n ã o m e co n h ecesses. M arduque. 6 P a r a q u e s e s a ib a d e sd e o n a sce n te d o s o l e d esd e o p o e n t e q u e fo r a d e m im n ã o h á o u t r o . “e não há outro”. Ela é usada algumas vezes a respeito do m al moral. o juízo que Ele envia pode ser severo.4 P o r a m o r d e m e u s e r v o J a c ó e d e I s r a e l'. Ele. O contraste aqui é entre “luz” e “trevas”. shalom . Como um politeísta. por um lado. Ele traz juízo. e u s o u o S e n h o r . n ã o h á d e u s . e “paz” (Heb. O propósito de Deus em chamar Ciro e restabelecer Israel era trazer reconhecimento universal de que só Ele é Deus.t e o teu s o b r e n o m e . créditos pela sua vitó ria. eu f a ç o a p a z e c r io o m a l.

eu. caco en tre ou tros ca cos de b a rro ! P orven tu ra . Zoroastro (Zaratustra) começou a ensinar uma religião dualística. Isto antecipa o que Isaías diz sobre o novo modo de vida que é o resultado da obra do Servo Sofredor. s D estila i vós. dessas alturas. e as n u v en s ch ovam ju s tiça . O que Deus deseja não é trazer juízo.Também deveria ser observado que no sexto século a. Deus está determinado a realizar isto do seu próprio modo. Isto pode referir-se especificamente à desaprovação deles de Deus escolher usar um gentio como Ciro para libertá-los. 10 A i da q u ele qu e d iz ao p a i: Q u e é o que g e r a s ? E à m u lh er: Q u e dá s tu à lu z ? O mesmo princípio se aplica a qualquer um que venha a questio­ nar um homem ou uma mulher sobre os filhos que eles pretendem .e. enquanto um deus perverso controlava o mal e os elementos materiais —como também criou o universo físico enquanto o deus bom não estava olhando. de forma que juntos eles podem fazer a salvação e a justiça frutifica­ rem. e p r o d u z a -se salvação. céus.. 9 Ai da q u ele qu e co n ten d e co m o seu C riador. Tampouco o barro tem o direito de desafiá-lo ou questioná-lo con­ cernente ao que ele pretende fazer. Este versículo não deixa nenhum espaço para qualquer semelhante dualismo. Cacos de cerâmica quebrada no chão não têm nenhum direito de desafiar o oleiro pelo que ele fez. o talento ou a habilidade) para fazê-lo. o SENHOR.C. a b ra -se a terra. Ele chama os céus para choverem “justiça” e para a terra se abrir para receber isto. o Messias. desafiando o seu direito de fazer conforme Ele quer. ou se ele tem as “mãos” (i. ou logo após o tempo de Ciro. porque só Ele cria. Zoroastro afirmava que um deus bom con­ trolava o bem e o espírito. as criei. d irá o barro ao qu e o f o r m o u : Q u e fa z e s ? O u a tua obra: N ão ten s m ã o s? O “ai” é dirigido a israelitas que questionavam os caminhos de Deus. mas salvação. e a ju s tiç a fr u t ifiq u e ju n ta m en te..

assim. ele-ed ifica rá a m in h a cid a d e e so lta rá os m eu s cativos n ã o p o r p r eço nem p o r p resen tes. Nós devemos submissão a Ele por direito de sua criação. 11 A ssim d iz o S enhor . Estas significam que Israel não tem nenhum direito de questionar os propósitos de Deus com respeito aos eventos por vir. Os que dizem isto não têm nenhuma confiança ou fé em Deus. d em a n d a i-m e a cerca de m eu s f i lh o s e acerca da obra das m in h as m ãos. 12 E u f i z a terra e cr iei nela o hom em . porque Ele já tem demonstrado que é um Pai amoroso e um Oleiro hábil. Os convites para questio­ nar e dar ordens (veja A R A ) são claramente irônicos. 13 Eu o despertei em ju s tiça e todos os seu s ca m in h os en direita rei. Agora o SE N H O R aplica o principio acima a Israel. d iz o SENHOR dos E xércitos. Ele é o Oleiro de Israel. da palavra “criei” enfatiza a singularidade da sua criação dos seres humanos.ter. porque eles são o barro e Ele é o Oleiro divino. . em lugar de declarações. Deus é o que “formou” a Israel. em muitas ver­ sões contemporâneas. estes aparecem como perguntas. eu o f i z . porque eles são os filhos (Êx 4 . Deus tem demonstrado a sua habilidade e compe­ tência pela sua obra na criação da terra. Eles estão seguros em suas mãos. o S anto de Israel. as m in h as m ã os esten d era m os céu s e a todos os seu s ex ército s dei as m in h as ordens. N a realidade. Nem eles têm o direito para comandá-lo ou dar ordens a Ele com respeito à sua obra. Isto não significa que eles precisam ter medo. aq uele qu e o f o r m o u : P erg u n ta i-m e as co isa s f u t u r a s .2 2 ) e Ele é o Pai. ( “Que é o que geras?” também poderia ser traduzido: “Que direi­ to tu tens para procriar filhos?”) 17 Algumas perguntas são imprópri­ as. O uso. aqui. do ser humano. inclusive a ARA. e dos céus com todos os seus exércitos (de estrelas) que estão lá por causa da sua ordem. Perguntar para Deus uma tal pergunta é certamente impróprio.

Eles eram conhecidos como um grande povo de comércio. e os sabeus. os seus planos ainda são um mistério a esses que não deixam o Espírito revelar a Si próprio a eles pela Palavra escrita. irã o a trás de ti. Deus será aquEle que o dirigirá de forma que ele se tornará o construtor de Jerusalém. Porque Deus moverá sobre Ciro. O restante deste capítulo continua por declarar algo muito maior que a libertação da Babilônia. os bens e os povos de nações que outrora eram inimigos virão para Israel —reconhecendo que Deus está entre eles e que “não há outro que seja Deus” (A R A ). comentando que no passado Ele tinha estado escon­ dido deles. J a r . Deus Salvará Israel 45. e libertará o povo de Israel para voltar à sua própria terra. o Salvador. v irã o em g rilh õ es e d ia n te de ti se p ro stra rã o . Os sabeus eram o povo do que é agora o Iêmen. tu és o D eu s qu e te ocultas.t e . dizendo: D ev era s D eu s está em ti.14— 25 14 A ssim d iz o SENHOR: O trabalho do Egito. indicando que eles vêm de boa vontade. ativo em um relacionamento com eles. A Etiópia (Cuxe) é agora o que é chamado o Sudão. se p a ssa rã o p a ra ti e serã o teu s. se submetendo ao SENHOR. Aqueles que vêm das nações gentias reconhecerão o Deus de Israel como o Salvador. Ele estava se revelando a Israel.ã o as su a s sú plicas. Como indica o contexto. Mesmo assim. h om en s de alta estatura. Ele tinha se escondido em Israel. o D eu s de Israel. e n en h u m o u tro d eu s há m ais. a Bíblia . de modo que os gentios não o conheceram. ao mesmo tempo. As cadeias ou “grilhões” destes povos são cadeias com as quais eles se vestiram. 15 V erdadeiramente. ninguém precisará resgatá-los.Este mesmo Deus poderoso provará o seu poder levantando Ciro de um modo correto e endireitando todos os caminhos dele. c. trazendo as suas riquezas com eles. Como resultado da obra de restaura­ ção de Deus. até mes­ mo comércio com a índia. e o co m ércio dos etíopes.

(Isto corresponde à época de Isaías. “mas a formou para que fosse habitada”. Essa expressão “não há outro” serve de aviso aos idólatras. com u m a etern a sa lvação. Ele restabelecerá a sua criação e sempre terá um povo que o amará e o servirá. que no final das contas estarão sem um deus quando o S enhor fizer essas coisas acontecer. o D eu s  q u e f o r m o u a terra e a fe z . 17) é o fato de que Deus é o Criador dos céus e da terra. eu so u o SENHOR. não aos tempos posteriores. ó Pai. assim é. porque só Ele é Deus. não a cr io u vazia. uma vez que eles adentrem para essa salvação. E Ele não os criou para o vazio. ca irã o ju n ta m en te na a fro n ta os qu e fa b r ic a m im agens. e não há outro. aproximadamente 700 a. indicando humilhação.21. A garantia dessa “eterna salvação” (v. n em em lu ga r a lgu m escu ro da terra. Z P orque assim d iz o SENHOR que tem cria d o os céus. ó Pai. e eles18 ja­ mais serão “envergonhados nem confundidos”. Não há ninguém mais que seja merecedor de adoração. onde está escrito que “Naquela mesma hora se ale­ grou Jesus no Espírito Santo.(cf. que f a l o a ju s tiç a e a n u n cio co isa s retas.20 Ele não pretende destruir todas as pessoas sobre a terra. 19 N ão f a l e i em segredo. p elo qu e não sereis en vergon h a dos. .C. 17M as Isra el é sa lvo p elo SENHOR. ele a estabeleceu. Senhor do céu e da terra.19 Ele não mudou o seu propósito original. e disse: Graças te dou.. não disse à d escen d ên cia de J a có : B u s ca i-m e em vão. que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes. Lucas 10. Também Ele não permitirá que os homens ímpios e cruéis o façam. “Os que fabricam imagens” serão envergonhados e ficarão con­ fundidos. m a s a f o r m o u p a ra qu e f o s s e habitada: Eu so u o S enhor . o S enhor tem uma “eterna salvação” para Israel. 16 E n v erg o n h a r-se-ã o e tam bém se co n fu n d ir ã o todos. e as revelaste às criancinhas. porque assim te aprouve”). n em co n fu n d id o s em todas as etern idades.) Em con­ traste.

e ch ega i-vos. O mundo não tem nenhuma outra esperança. saindo a proclamar em seu nome. f e i t a s de m ad eira. não há f o r a de m im . os falsos profetas e as predições de astrólogos e outros aficionados no ocultismo. 21 A n unciai. qu em f e z o u v ir isso desde a a n tigü id a d e? Q u em . e rogam a u m d eu s que não p o d e salvar. Ele é justo e. Só Ele é o Salvador. Com ironia.Deus tem confirmado abertamente o seu propósito. o que Deus diz vem da sua justiça e sempre está certo. 20 C o n g reg a i-v o s e vin d e. desde então. para se congregarem e chegarem para perto do SE N H O R . Alguns aplicam isto às nações que entram no M ilênio: Eles se afastaram de seus ídolos para buscarem ao S E N H O R . D eu s ju s t o e S alvador. Eles devem ad­ m itir que somente Deus declarou os seus eternos propósitos de salvação “desde a antigüidade”.2 2 ). refugiados] que escaparam “das nações”.2 1 . n a da sabem os qu e co n d u z em em p ro cissã o as su as im a gen s de escu ltu ra . v ó s q u e escapastes das na ções. não sou eu. digno de confiança. Eles percebem que têm orado a um deus que por sua própria natureza “não pode salvar”. Ele sempre concebeu a sua palavra para ser clara: em contraste com os oráculos pagãos. o S enhor ? E não há o u tro D eu s sen ã o eu . outros os tomam como sendo gentios. portanto. O propósito de Deus sempre foi que Israel evangelizasse outras nações. e tom a i con selh o todos ju n to s . e reconhecem que os gentios que carregam imagens de escultura são ignorantes e “nada sabem” a respeito do que estão fazendo. . Alguns consideram que os fugitivos são israelitas saindo das nações. Ele nunca falou para os descendentes de Jacó que o buscassem “em vão” (no vazio ou sem sentido). A convocação é para todos os fugitivos [os foragidos. o a n u n ­ cio u ? P orven tu ra . Deus novamente desafia os adoradores de ídolos a tomarem “conselho todos juntos” (veja 4 1 . ch ega i-v o s ju n to s .

28.27. Nós nos levantamos na sua justiça. mas serão envergonhados”. Isto nunca mudou. todos os que estão irritados contra Deus (porque adoram ídolos ou desejam apenas coi­ sas materiais) “até ele virão. a té ele virão. 23 P o r m im m esm o ten ho ju r a d o .1 1.18. Em contraste. Todos precisam se voltar para o S E N H O R e ser salvos.1 0 . 24 D e m im se dirá: D ev era s no Senhor há ju s tiç a e f o r ç a . 2 não na nossa própria (c f Fp 3. Só Ele é a nossa fonte. todos os term o s da terra.9).19— 2 ).1 0 .3. Agora Deus revela que a sua salvação não é só para Israel. e por mim jurará toda a língua”. M uitos no mundo ainda estão olhando na direção errada.21 Fp 2 .16).1 1). Essa palavra é uma palavra justa de um Deus verdadeiramente justo. e p o r m im ju r a r á toda a língua. .5). vós. Ele revelou o seu propósito a Abraão para abençoar todas as famílias (nações) da terra (Gn 12. S I 22. Isto pode significar que eles se arrependerão ou pelo menos terão oportunida­ de para se arrepender. Deus fez este mesmo tipo de juramento para confirmar a sua pro­ messa a Abraão (Gn 2 2 . Só no SE N H O R está a verdadeira justiça e a força para viver por ela.22 O lh a i p a ra m im e sereis salvos. m a s serã o en vergon h a d os todos os qu e se irrita rem con tra ele. um Deus em quem nós podemos confiar. 18. mas para “os termos da terra”. isto irá realizar o seu propósito: “Diante de mim se dobrará todo o joelho. pois Ele é acessível. e n ã o há outro. p o rq u e eu so u D eu s. 65. Nós podemos entrar na sua presença. nós temos um novo e vivo (ressuscitado) Caminho. Como um sinal evidente de submissão e obediên­ cia. um Deus fiel. O Novo Testamento deixa claro que a promessa vem através de Jesus e envolve reconhecê-lo como Senhor (R m 1 4 . cf. nosso Senhor Jesus (H b 10. sa iu da m in h a boca a p a la vra de ju s tiça e não to rn a rá atrás: qu e d ia n te de m im se dobrará todo o joelh o.

Como Isaías contrasta o verdadeiro Deus com os ídolos no capí­ tulo 44? 9. vindicados.2 2 — . 4. .1 0 . CITAÇÕES 1 Veja Gênesis 3 2 .d ê n cia d e I sr a el. Q U ESTÕ ES DE ESTU D O Que garantia Deus dá para Israel e por quê? Em que sentido Deus faz Israel sua testemunha? O que Deus fará para pôr em execução um êxodo da Babilônia? Que evidência há para um êxodo da Babilônia nos dias de Isaías? Por que era necessário para Deus julgar a Israel? O que mostra que Deus não tinha mudado o seu plano para Israel. Como Deus vai usar Ciro? 11. apesar dos fracassos deles? 7. Rm 1 1. Ele é o Emanuel. 2. O que Deus vai fazer por Ciro e por quê? 12. 6.25 M a s n o SENHOR s e r á j u s t i f i c a d a e s e g l o r i a r á t o d a a d e s c e n . Eles serão justificados. tratados como justos e louvarão a Deus e se gloriarão no S E N H O R . 2 O sujeito oculto “tu ” é singular. Como Deus mostrará a sua glória em Israel? 10. o nome significa “ele lutou com D eus” ou 32 “Deus luta” ou “Deus governa”. enquanto cumprindo o seu destino (cf. o “Deus conosco”. Qual será o resultado do derramamento do Espírito de Deus? 8. Deus promete estar individual e pessoal­ mente com eles. 3. 3 5 . M as a “descendência de Israel” não irá recuar horrorizada em vergonha. e qual foi a sua res­ posta a eles? 1. Por que alguns israelitas questionaram Deus. O que Deus diz a respeito de Si mesmo no capítulo 45? 13.26). 5.

Bibliotheca Sacra 80. 2 vols. B. Veja introdução. 19 96 ). Contudo. McKenna. W. 4 0 ss”. Leupold. 2 8 2 -8 3 . H ubbard. 17.2 ). Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 2 :1 7 8 . ed. 1 9 3 9 ). 7 H. 8 A N V I e outras versões interpretam o versículo relativo a fazer um ídolo de m etal em lugar de um machado. A llis. em Wyclijfe Bible Encydopedía (C hicago: M o o dy Press. W ordsworth. 1:857. 2:10 5. 2:1 5 2 . 1 9 7 1). Escócia: T & T Clark. em I (1 8 7 5 reimpressão. David A. “Isaiah: Background”. (C hicago: U niversity o f Chicago Press. m ostra que alguns “teístas m inucio­ sos.9 onde Jesus desceu às mais baixas partes da terra para nascer de um a virgem. m uito em bora eles soubessem o que Ele tinha feito libertando Israel e lhe dando vitórias (Js 6. 13 John E. 3 1 9 (julho de 19 2 3 ): 38 6. 2 :1 0 6 . Downer.1 0 ). 2 vols. M as os pagãos também m antinham ídolos em suas casas. 6 Isto foi feito a Jericó porque os seus habitantes eram maus: todos menos R aabe rejeitaram totalm ente a Deus. 1 9 2 6 -2 7 ). 11 Isaías agora especificam ente nom eia C iro (cf. M as ele também diz que “o argumento p ara a autoria m últipla a p artir da menção de Ciro não está com pletam ente com pelindo”.. Leopold. and FredericW . (G rand R apids: W m . 12 Josefo. Eerdmans. uma frase poética contrastando terra com céu. A A R A indica fazer o machado e form ar o ídolo. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. em OldTestament Survey. D aniel D avid Luckenbill.. 315. acreditam que o nome de Ciro indica um a data exílica para os caps. 4 Oswald T. 9 U m tem plo ou santuário era freqüentemente cham ado a “casa” de um deus. veja também Js 2 . “Book o f Isaiah”. 14 Joseph A. no. C. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. “mais baixas partes da terra”. “T h e A dded Years o f H ezekiah s Life”. a palavra “íd o lo ” não está no hebraico e a ironia parece ser a respeito de “ferramentas rudes e trabalhadores fracos” como “a fonte da qual o ídolo provém”. 10 A expressão hebraica tachtiyyoth ‘erets. A. 1 9 7 5 ). Alexander. W illiam S. 4 1 . En Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (Edim burgo. 5 Benjamin R . 19 75 ). ed. Exposition o f Isaiah (G rand Rapids: Baker Book House. E f 4.3 Alguns sugerem que este versículo se refere à expulsão de M erodaque-Baladã por Senaqueribe em 7 0 0 a. Cf. Antiquities 11. Cf.C.17 . LaSor. 1. Exposition o f Isaiah. Bush. pág.2. . 2a.

1Ciro não está mais em pers­ pectiva.15 James B.e. 1996). 18 “V ó s” (o culto ) (v. Eerdmans. A terra não era habitada antes desse tempo. 2 2 8 -2 3 0 . 3a. ed.I-I3 1 J á abatido está B e lN e b o j á se en eu rv o u . M arduque) (n a procissão anual). Knight. 19 8 4 ). (E ntão) ele pronunciou o nome de Ciro.. 315. A Queda da Babilônia 46. Ciro honrou e adorou os deuses da Babilônia. para o tempo quando Senaqueribe destruiu Babilônia. 93. F. Servant Tbeology (G rand R apids: W m . Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. as ca rga s d os vossos fa r d o s são ca n seira pa ra as bestas j á cansadas. 20 T im othy M unyon. B.22 I. os seu s íd olos são p ostos sob re os a n im ais. procurando um governante justo para conduzi-lo (i.: pronunciou [seu] nom e) para ser o governador de todo o m undo”.1-48. O SENHOR É SUPERIOR ÀS DEIDADES DA BABILÔNIA 46. H orton. ed. “A Criação do Universo e da H um anidade”.. o declarou (lit.4 5). 19 69 ). sob re as bestas. por causa de (o fato de que) os santuários de todas as suas instalações estavam em ruínas e os habitantes da Sum éria e A cádia tinham se tornado como m ortos (vivos). rei de Anshan. em vez de os despedaçar como Senaqueribe o fez. ‘sua’ ira [abatida] e ele teve m isericórdia (deles). Pritchard. 17 George A. 1 7 ) sido salvo. 316. 21 Paulo faz a citação aqui a partir da versão Septuaginta. 16 Os registros de Ciro declaram : “M arduque. RJ: CPAD. (Princeton: Princeton U niversity Press. (R io de Janeiro. retrocedeu (o seu) semblante. rev. Ele esquadrinhou e olhou (p o r) todos os países. Bel era o principal deus da . Pritchard.. é plural e se refere a todo indivíduo israelita que tem 19 A dão foi o prim eiro homem ( I Co 15 . D. ed. Isaías agora retorna para os seus próprios dias. Ancient Near Eastern Texts. ed. Stanley M . em Teologia Sistemática.

também chamado Merodaque) e Nebo (N abu) mais freqüentemente que o seu próprio deus. e problemas internos manti­ veram o seu exército na sua terra. a prata e as jóias de Bel-Marduque.3 Os elamitas e outros aplicaram a Senaqueribe a sua primeira derrota.. Os seus registros decla- . foi restabelecer a prosperidade da Babilônia. Então. quando o rei elamita estava inválido pela paralisia. sem qualquer referência a nenhum outro deus. ele encorajou os seus soldados a levarem os deuses dos templos e esmagá-los. Babilônia. depois que ele tinha se estabelecido no trono da Assíria. onde permaneceram até que Esar-Hadom subiu ao trono.2 Mesmo assim. Nebo (ou Nabu. porém. BelMarduque e Nebo. como pagamento pela ajuda contra este. especialmente Senaqueribe. as máquinas assírias de cerco penetraram as defesas da Babilônia. porque queria destruir o poder do sacerdócio babilônico. o filho de Bel) era o deus da produção literária. da aprendizagem e da astronomia. As cartas estatais da Assíria fazem menção de Bel (normalmente comparado com Marduque.Babilônia. os sacerdotes da Babilônia controlaram a cidade e causaram dificuldade para os assírios. Ao final de novembro. eles abriram os tesouros do grande Templo Esagila e enviaram para o Elão o ouro. Só as imagens dos grandes deuses da Babilônia. O exército de Senaqueribe encheu impiedosamente as praças públicas de cadáveres e demoliu a cidade. A primeira grande preocupação de Esar-Hadom. da sabedoria. como confirma uma inscrição de Esar-Hadom. Em 691 a.5 A oportunidade de Senaqueribe veio dois anos depois. Freqüentemente os reis assírios usavam frases tais como “com a ajuda de Bel e Nebo” ou “possa Bel e Nebo abençoar a meu Senhor”. era muito importante para ser esquecida e dei­ xada em sua condição arruinada. A estes Senaqueribe levou para a Assíria. Asur. exatamente como se eles fossem os deuses principais da Assíria.4Isto despertou Senaqueribe contra os sacerdotes e ele decidiu livrar-se do problema destruindo comple­ tamente a cidade e seus templos.C. escaparam.

”6De acordo com Heródoto. e se encolheram diante dos assírios. em lugar de salvadores. 32. e eu v o s levarei. 63. a Babilônia era lembrada em uma era posterior como uma “das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”. Dt 1. a grande ima­ gem de Bel não foi destruída até o tempo de Xerxes. Os grandes deuses da Babilônia “se encurvaram”.31. e eu v o s tra rei e vos gu a rd a rei. 3 O u v i. Ele ergueu a cidade real de suas perdas e ruínas. mas Ele também os salvará —algo que os deuses ídolos não poderiam fazer sequer por si próprios. não p u d era m livra rse da carga. ou se desmoronaram.11. os levará e os sustentará.9. o significado pode ser que os ídolos se curvam diante dos conquistadores assírios do mesmo modo que os adoradores se inclinam diante deles —sugerindo que os homens que conquista­ ram Babilônia eram maiores que Bel e Nebo. e fez desta o domicílio altivo de Nebo e M arduque [Bel].7 2J u n ta m en te se en cu rv a ra m e se abateram . Bel e Nebo não puderam se salvar ou se libertar do cativeiro. eu o f i z . Deus não só levará a carga.9). 4 £ a té à velh ice eu serei o m esm o e ain da a té às cãs eu v o s trarei. quando os seus adoradores entraram em dificuldade. eles foram humilhados pe­ los assírios. m a s a su a alm a en tro u em cativeiro. na realidade. eu vos carreguei —desde o tempo em que nascestes —e eu os levarei enquanto viverem” (cf.ram: “Ele conciliou a população daquela região por restabelecer à sua posição anterior os humilhados deuses da Babilônia. Ele até diz a eles: “V ós nunca tivestes que me carregar. incapazes de se ajudarem a si próprios.12. os deuses da Babilônia se tornaram uma responsabilidade ou obrigação. Assim.) Os assírios então car­ regaram os deuses sobre bestas de carga cansadas. .3 1. Deus ordena a Israel que o ouça enquanto Ele tira disto uma lição para eles —para o resíduo ou remanescente. Igualmente. v ó s a qu em tro u x e n o s braços desde o v en tre e levei desde a m adre.m e . ou seja. ó casa de J a có e todo o resíd u o da casa de Isra el. SI 28. (Ou. Eles “se abateram”. Is 40.

assalaria m o ou rives.1 7 ) transform ará uma porção em um deus. re co n d u z i-o ao coração. Hoje não fazemos ídolos de ouro e de prata. a qual não é diferente. do seu lu ga r não se m o v e e. pesados.1 4 — 1 ). mas muitos de nós . O ourives contratado (como o lenhador. Novamente Isaías descreve com ironia a manufatura de ídolos. desta vez grandes deuses pagãos. se reco rrem a ele. a li está. Como o Criador do universo pode ser representado por uma imagem feita pela mão do homem?8 6 G astam o o u ro da bolsa e p esa m a p ra ta n a s balanças. deixando alguma sobra na bolsa. como Bel ou Nebo. n em livra a lgu ém da su a tribulação. o leva m e o p õ em no seu lu ga r. nem livra alguém da sua tribulação”.5A qu em m e fa r e is sem elhante. será posta a ou­ tros usos.1 6 . eles também têm que erguê-los “sobre os ombros” para conse­ guirem levá-los ao seu templo e posicioná-los de pé em seu lugar. e com qu em m e igualareis. M uito embora as pessoas se inclinem diante destes em adora­ ção. E não im porta como uma pessoa clame a ele. Ele não tem nada em comum com eles. Então ele “não se move” do lugar onde está fixado. 7 S obre os om b ros o tom am . Assim o “deus” é apenas uma grande quantidade de me­ tal. e a porção deixada para trás. ó p revarica dores. p a ra qu e seja m os sem elh a n tes? Claramente. Como é tola a adoração de um tal ídolo! È um desperdício de ouro e prata (cf. o SENHOR não é de qualquer forma como quaisquer dos falsos deuses. e m e com pa rareis. resposta n en h u m a dá. 2 8 L em b ra i-vos disto e ten d e â n im o. Deus enfatiza o que Ele tem dito sobre tal idolatria tanto quanto o que Ele está a ponto de dizer. veja 4 4 . Este é feito de uma quantia generosa de ouro e prata — “da bolsa” deles. “resposta nenhuma dá. uma descrição retórica sim i­ lar em 4 4 . Para os rebeldes apóstatas em Israel. e dia n te dele se p rostra m e se inclina m . e ele f a z u m deus.

é Ciro.3). eu o determ inei e também o farei. e não há outro D eus. A descrição se ajusta melhor aos conquistadores assírios. vós que estais longe da justiça.9 e provavelmente se refere a Senaqueribe. será leva­ do a efeito. 1 que chamo a ave de rapina desde o O riente. e a minha . Desde o princípio. que digo: o meu conselho será fir m e . mas Deus quer que eles escutem. as coisas que ainda não sucederam . do seu plano. e não estará ao longe. desde terras remotas. Ele fará tudo o que se propôs a fazer. retratando um conquistador cruel. e “não há outro” que seja semelhante a Ele. Deus anunciou “o fim”. ou seja. o qual era cruel e arrebentou os deuses da Babilônia nos próprios dias de Isaías. Ciro não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. Ele ainda é e sempre será o “Eu Sou” (Ex 3. O seu plano (ou conselho.1 4).podemos esbanjar nosso dinheiro em coisas que poderiam se tornar como deuses para nós. 10 que anuncio ofi m desde o princípio e. Faço chegar a minha ju stiça. e o homem do meu 1 conselho. KJV). teimosos nas suas mentes. A maioria dos comentaristas supõe que a “ave de rapina” ( “pássa­ ro voraz”. e assim acontecerá. o resultado. Isto requer um coração tenro e uma mente disposta a receber a justiça de Deus. estão “longe da justiça” (cf.10 Os assírios eram a “vara” de Deus (1 0 . 12 O uvi-m e. Os eventos anteriores na história de Israel mostram que só o Se­ nhor é Deus. desde a antigüidade. R m 12. não há outro semelhante a mim. e fa r e i toda a minha vontade. ó duros de coração. Porém.5 ). propósito) “será firme”. 9 L em brai-vos das coisas passadas desde a antigüidade: que eu sou D eus. e ele honrou os deuses da Babilônia. porque assim o disse. Aqueles que são “duros” (fortes ou poderosos) de coração.

ó filha dos caldeus . ARC. pois registros antigos mostram que a destruição da cidade por Senaqueribe não foi esquecida. a minha glória. por Senaqueribe. com cara descoberta. Deus tornará isto fácil para eles. Babilônia é chamada a “filha dos caldeus” (A R A . Esta se torna uma realidade também para nós à m edida que “todos nós. Ele fará chegar bem próximo a sua justiça. somos transformados de glória em glória na mesma imagem. 2. Ele pro­ mete estabelecer “em Sião a salvação” (Heb. já não há trono.C. mas porque eles a controla­ ram durante grande parte da vida de Isaías.18). H á uma forte seme­ lh an ça en tre 4 7 . os babilônios usaram isto como uma desculpa para des­ truir Nínive em 612 a.12 H á tam b ém a m esm a 2 imprevisibilidade. Ele os quer restaurados à beleza e glória da sua imagem. como pelo Espírito do Senhor” (2 Co 3.13Isto não poderia ter sido dito a respei­ to da Babilônia nos dias de Ciro.salvação não tardará. Assentar-se “no pó” fala de deposição e desapropriação. refletindo como um espelho a glória do Senhor. Isaías retorna agora aos seus próprios dias e profere outra profe­ cia a respeito da d estru ição da B ab ilô n ia em 6 8 9 a.4 — 1 . b‘tsiyyon. NENHUMA ESPERANÇA PARA BABILÔNIA 4 7 . “em Sião”).I -I 5 1 D esce. N a realidade.1 —15 e 1 4 .C .14 .11 Isto está cronologicamente antes do capítulo 46. KJV) não porque os caldeus fundaram a cidade. e assenta-te no pó. porque nunca mais serás chamada a tenra. Deus olha para Israel como a sua “glória”. Chamar Babilônia de uma “virgem” insinua que a mesma não tinha sido destruída e não esperava ser destruída. mas estabelecerei em Síão a salvação e em Israel. ó virgem filh a de Babilônia. assim eles não precisam estar longe da mesma. assentate no chão. subitaneidade e perfeição da destruição que ca­ racteriza a descrição da queda da Babilônia no capítulo 13. nem a delicada.

SE N H O R dos E x ércitos. e v e r . 2 1 ..Os assírios. A referência tripla para o SENHOR ( “Redentor. e até mesmo enviando alguns dos seus espólios capturados para ela.s e . Em 70 0 a. . em d estru í-la. eles ainda estavam tratando a cidade da Babilônia com respeito. 4 O n om e do n osso R ed en to r é o de Israel. N ada assim aconteceu quando Ciro tom ou a B abilônia e fez dela um a das suas c ap itais.19). p o rq u e n u n ca m ais será s ch am ada sen hora de reinos. ela já não mais desfrutará uma vida fácil como uma princesa.35. fez desta um pântano. 2 Toma a m ó e m ó i a fa r in h a . 3 A ssen ta -te silen ciosa e en tra na s trevas. mas a reconheceram como um reino vassalo.15 D esde que a passagem é uma personificação da própria B abilônia. Senhor dos Exércitos. A tua vergon h a se descobrirá. se vestindo pobrem ente. Ele odeia o pecado. tom a ­ rei vin ga n ça e não f a r e i acepção de hom em algum . Santo”) enfati­ za o poder e o interesse dEle sobre Israel. Rm 12. Os habitantes da B abilônia se to rn ariam como os m ais b ai­ xos escravos. Ninguém será poupado. ó f i lh a dos caldeus. Contudo.. obrigando a p atin h ar a qualquer um que quisesse cru­ zar o seu local ( c f 1 4 . d escobre as p ern a s e p a ssa os rios. a princípio. e tendo que fazer coisas tais como atravessar com d ificuld ad e pelos rios ou canais da M esopotâm ia. descob re a tua cabeça.á o teu op rób rio. fazendo desta uma de suas capitais. o Santo Por trás do juízo sobre a Babilônia está o Parente-Redentor de Israel. Esta trará vergonha aos babilônios. A vingança de Deus é justiça divina (cf.. trabalhando duro no torneam ento de mós pesa­ das.2 3 .C.. “passar os rio s” pode referir-se ao fato de que Senaqueribe. descalça os p és. Dt 32.1).. mas ama o seu povo. não reduziram Babilônia a uma província.

14.16 N a própria Babilônia. 7 E dizias: E u serei sen h ora p a ra sem p re. Os babilônios nativos não tinham nenhum amor pelos caldeus ou pelos amigos destes. A mão assíria sob o governo de Senaqueribe era mais pesada do que seria sob N abucodonosor. em seu orgulho. foi considerada a “senhora de rei­ nos”. A cidade da Babilônia do livro de Apocalipse será igual a esta (veja Ap 18. “Eu serei” é o hebraico ‘ehyeh. quando Senaqueribe expulsou o caldeu Merodaque-Baladã. n em te lem braste do f i m delas. a té agora não tom aste estas coisas em teu coração. nos dias de Isaías. ou rainha eterna. reflete as condições em Babilônia logo após 701 a.. como também o seu tratamento dos cativos. a aliança de Ezequias com Merodaque-Baladã poderia ter feito a condição dos judeus cativos até pior. a Babilônia. A ira de Deus com o seu povo o fez usar os assírios como a sua vara (cf. Babilônia se recusou a considerar as con­ seqüências de sua conduta imoral e corrupta. . A falta de misericórdia em relação aos exilados.5. Sua glória se tornaria em trevas. um título que os babilônios deram a uma deusa. Ela se divinizou como a “se­ nhora para sempre”. Então ele trouxe os 2 0 0 . 10. mas sua destruição por Senaqueribe a deixaria silenciosa. traduzido como “Eu Sou” em Exodo 3. n ã o u sa ste com eles de m isericó rd ia e a té sob re os velh os fi z e s t e m u ito p esa d o o teu ju go .7). os judeus de fato pros­ peraram. 6 M u ito m e agastei co n tra o m eu povo. Seria mais provável que Ele os tratasse como aliados do inimigo. sob o governo de Nabucodonosor. No exílio babilônico posterior.C.C.. Senaqueribe estava em perseguição de Merodaque-Baladã e não seria provável que ele mos­ trasse bondade aos cativos judeus na Babilônia. supunha que nada mais poderia mudar o seu estado exaltado.Babilônia.6).1 5 0 sobreviventes da sua campanha contra Judá. Em 700 a. to rn ei p ro fa n a a m inh a h eran ça e os en tregu ei n a s tu a s m ãos. “até sobre os velhos”.

Isto era para acontecer “em um momento”. e disseste no teu coração: Eu sou. Isaías chama a religião da Babilônia de “maldade”. Mesmo assim. O que acon­ teceu em 539 a. tanto para a Babilônia como para o resto do mundo. e fora de mim não há outra. ouve isto. eles estavam dizendo que os seus deuses eram sem poder. porque virá sobre ti de repente tão tempestuosa desolação. e tal 1 destruição cairá sobre ti. que habitas tão segura. p o r causa da abun~ dância dos teus m uitos encantamentos. que a não poderás afastar. deveria ter havido um forte partido anti-Nabonido na cidade durante algum tempo.17 Desde que os habitantes abriram de par em par os portões e deram as boas-vindas a Ciro.18 que os perverteu e os fez imaginar que era sabedoria pensar na Babilônia como um deus. e fora de m im não há outra. . apesar da multidão de práticas ocultistas nas quais eles confiavam. p or causa da m ultidão das tuas feitiçarias. 10 Porque confiaste na tua maldade e disseste: N inguém me pode ver. pois. Por dizerem que “ninguém me pode ver”. nem conhecerei a perda de filhos.C.8 Agora. 9Mas ambas estas coisas virão sobre ti em um momento> no mesmo . 1 Pelo que sobre ti virá mal de que não saberás a origem. virão sobre ti. A Babilônia prazerosa e amorosa se exaltou como se fosse um deus ou deusa. Sem se aperceberem disto. tu que és dada a delícias. isso te fez desviar. Eles foram desviados porque tinham falso conhecimento ou “ciência”. não era completamente imprevisto. dia: perda de filhos e viuvez. Ele não humilhou a cidade ou a envergonhou de qual­ quer forma. em toda a sua fo rça . a tua sabedoria e a tua ciência. e não pode ser aplicado à conquista por Ciro em qual­ quer sentido. Isaías disse que isto viria. que a não poderás conhecer. Sua queda inesperada é comparada a uma mãe feita viúva e roubada de suas crianças. os babilô­ nios estavam negando que houvesse qualquer autoridade moral aci­ ma deles. que dizes no teu coração: Eu sou. não fica r ei viúva. a destruição da Babilônia por Senaqueribe foi um choque.

n in gu ém te sa lvará. Com ironia. Babilônia nos dias de Isaías era o centro avançado da religião pagã e astrológica do mundo. agora. engolidos em um holocausto.O juízo calamitoso viria sobre a Babilônia. e eles não poderiam afastá-lo pelos seus encantamentos mágicos ou pelo pagamento de um resgate. H oje as pessoas estão gastando bilhões de dólares fazendo novos medicamentos e tentando trazer um mundo melhor através da ciência. 15 A ssim serão p a ra con tigo aq ueles co m q u em trabalhaste. 14 Eis que serão com o a pragana. pa ra se aquentarem . ela não será u m braseiro. não poderão sa lv a r a su a vida do p o d e r da labareda. pa ra se assen tarem ju n to dele.C. pois. os teu s n egocia n tes desde a tu a m ocid a d e. Eles serão todos lançados no fogo. cad a q u a l irá va gu ea n d o p elo seu cam in ho. e sa lv e m -te do que há de v ir sob re ti. e doenças que se pensava estarem debeladas estão voltando em uma forma mais forte. . a v e r se p o d es tira r p ro veito ou se. Eles dividiram o céu em quartos para obser­ var os movimentos das estrelas para fazer as suas predições. os q u e co n tem p la v a m os astros. Antes. n em fo g o . Ij C a n sa ste-te na m u ltid ã o d os teu s conselhos. Isto concorda bem com 37. As pessoas que confiam na ciência estão um pouco melhor que esses que se dedicam ao oculto. A desolação inesperada viria “de repente” sobre a cidade. os a g o u reiro s d os céu s. leva n tem -se. estas os cansam.19 concernente aos deuses que Senaqueribe esmagou e queimou em 689 a. p o rven tu ra . 12 D e ix a -te esta r co m os teu s en ca n ta m en tos e com a m u ltid ã o das fe itiç a r ia s em q u e trabalhaste desde a tu a m ocidade. o f o g o os queim ará. M as as práticas religiosas deles não os ajudam. te p o d es fo rtifica r. os p ro gn ostica d o res das lu a s n ovas. Isaías os desafia a continuar fazendo feitiços e a usar todos os supostos poderes do ocultismo dos seus carolas profissionais para tentar salvar a cidade. Os resultados são temporários.

3. Eles fazem juramentos “pelo nome do SENHOR” e fazem menção do Deus de Israel. Eles n5o querem dizer o que dizem. um ritual vazio. reconhecendo-o como o SENHOR dos Exércitos do céu. Estes comerciantes eram nações como o Elão e a M édia. Eles se firmam no Deus de Israel. Eles são um pouco melhores que os babilônios que foram ilu­ didos pelos seus falsos deuses. qu e v o s cham ais do n o m e de Isra el e sa ístes das á gu a s de J u d á ) qu e ju r a is pelo n om e do S eisÍH O R e fa z e is m en çã o do D eu s de Israel\ m a s não em v erd a d e n em em ju stiça . Q uando Senaqueribe destruiu a Babilônia.Aqueles com os quais a Babilônia negociou são os com ercian­ tes que iriam seguir o seu caminho e deixariam a cidade para so­ frer o juízo dela.1— 19 1 O u v i isto. os aliados anteriores dela se espalharam em todas as direções. Eles se chamam pelo “nome de Israel”. para apoio.I a 19. casa de Ja có . No entanto. Agora Isaías discursa para Israel. . mas eles ainda são “Jacó” —“engana­ dor. A religião deles é só uma forma. o SE N H O R dos E x ércitos é o seu nom e.3). Agora o foco é estreitado ao povo de Jerusalém. o povo não era santo e estava aceitan­ do como verdadeiro o seu relacionamento com Deus. as quais ela tinha contratado anteriorm ente para a fazer a sua luta por ela. e não na justiça que se alinha com a Palavra de Deus. que a chama de uma “santa cidade”. mas o foco é sobre Judá. confiando em seus privilégios. suplantador”.19 2 E a té da sa n ta cida de tom am o n om e e se fi r m a m sob re o D eu s de Isra el. Aque­ la destruição pode ser entendida como um exemplo que aponta à subversão do sistem a m undial babilônico no fim dos tempos (Ap I7 . “mas não em verdade” (ou fidelida­ de). AS PROFECIAS TESTEMUNHAM PELO DEUS VERDADEIRO 48.

u m n erv o de fe r r o . e pa ssaram . te f a ç o o u v ir co isa s n o va s e ocultas. e a tu a cerviz . Isto mostra que os cumprimentos não foram nenhum mero acaso. 3P o r isso. o u a m in h a im agem de escu ltu ra.12. Ez 2. q u e n u n ca conheceste.7).2. p o rv en tu ra . M as agora Deus estava lhes mos­ trando algumas “coisas novas”. estas incluem verdades sobre o M essias e os novos céus e a nova terra (52. profecias previamente desconheci­ das. Deus concedeu profecias e as cumpriu sú­ bita e decisivamente. Dt 9. mas eram evidências do poder de Deus. Como nós prosseguimos lendo em Isaías. O povo tinha ouvido o que Deus fez no passado e precisava admi­ tir que o que Ele disse era verdade.1. a p ressada m en te as f i z . profecias que nenhum ser humano pelo seu próprio raciocínio poderia ter previsto. Esta é uma das razões pelas quais Deus profetizou eventos futuros. 6 J á o ten s o u vid o. e a n tes deste dia não as ouviste. d e bronze. briguento e teimoso era o povo de Israel (cf. Freqüentemente eles recusavam a se humilhar. p r o n u n cio u -a s a m in h a boca. e a tua testa. . 4 P orque eu sabia qu e era s duro.As p rim eira s coisas. ou a m in h a im agem de f u n d i ç ã o as m an dou . desde a a n tigü id a d e. p a ra q u e não dissesses: O m eu ídolo f e z estas coisas. são cria d a s e não desde então. para impedir o seu povo de dar crédito aos ídolos de fazê-las acontecer. 65. sim . não o a n u n cia reis? D esd e agora. p a ra que não digas: Eis qu e j á eu as sabia. A profecia cumprida é uma impor­ tante evidência da verdade da Palavra de Deus.4. Is 30. to a n u n ciei desde en tão e to f i z o u v ir an tes qu e acontecesse. e é uma testemunha ao fato de que só Ele é Deus. Deus sabia quão obstinado. Em tempos anteriores.17). e eu as f i z o u v ir. olha bem p a ra tu d o isto. 65. as a n u n ciei.13 a 53. 7 A gora.27. 3. Israel estava sem desculpa por atribuí-las a um ídolo.

10 Eis q u e te p u rifiq u ei. para que não falhem em reconhecê-las como sobrenaturais. em cumprimento da profecia de Isaías.2 0 . quer dizer. Deus chama a atenção novamente para o começo de Israel como uma nação. ou seja. p o rq u e eu sabia qu e p ro ced eria s m u ito p e fid a m e n te e qtie eras p r ev a rica d o r desde o ven tre. De forma que Ele poderia ser louvado. Novamente Deus está insinuando que eles não tinham nenhuma desculpa na sua rebelião.te na fo r n a lh a da aflição. m a s não co m o a pra ta . Deus sabia quão rebelde eles eram desde o tempo em que Ele trouxe a nação à existência (D t 31.C. reta rd a rei a m in h a ira e.4 ) . ao passo que a Babilônia não é. como a prata é refinada. P or a m o r do m eu nom e. Ele não tinha destruído o seu povo. Ele tinha refinado o seu povo ( “te p u rifiquei”) em um a fornalha.A palavra “criar” tem sempre Deus como o seu sujeito na Bíblia. p o r a m o r do m eu louvor.. mas não os escraviza- .51. mas de “afli­ ção” (n a m iséria eles sofreram como escravos no E gito).27). Isto se ajusta ao contexto de 700 a. O povo de Israel não ouviu nem entendeu. Eles não estavam aber­ tos à verdade que Deus lhes dera. não de fogo. quando. I Rs 8. m e co n terei p a ra contigo. s N em tu as ouviste. Deus tinha sido paciente por causa do seu próprio nome. Jr I I . p a ra qu e te não ven h a a cortar. Senaqueribe deixou Jerusalém sem conquistá-la. muito embora a morte fosse a recompensa justa para o pecado. O Egito é regularm ente referido como um “forno” (D t 4 . os bab ilô­ nios faziam o reassentamento dos exilados. por causa da sua própria natureza como um Deus de graça e amor. Ele está prometendo coisas novas que só Ele pode fazer. N a realidade. para que eles não digam arrogantemente que as conheciam antes. p r o v e i. nem ta m p ou co desde en tã o f o i aberto o teu ou vido. n em tu as conh eceste.

11 P o r a m o r de m im . Ele não pretende deixar o seu nome (e cará­ ter) ser “profanado”. 12 D á -m e ou vid os. e a m in h a destra m ed iu os céu s a p a lm o s. Deus desafia o povo de “Jacó” para ser “Israel” como seu povo escolhido e para dar ouvidos a Ele. d en tre eles. N enhum ídolo tem profetizado o que vai acontecer à Babilônia. ó Israel. tem a n u n ­ ciad o estas coisa s? O SE N H O R o a m o u e ex ecu ta rá a su a v o n ta ­ de con tra a B abilôn ia. O braço de poder do SENHOR “será contra os caldeus” ( “babilônios”. e a p a recerã o ju n to s .17). Ele não muda. Jr 2 9 . A chamada é ainda para Israel. e para m ostrar o seu amor. Ele é o Deus Eterno que é “o primeiro. Ele fundou a terra pela sua pró­ pria “mão” (o seu poder) e “mediu os céus a palmos”. Ele é o “Eu Sou”.vam (cf. Os exilados prosperaram na Babilônia (veja com entário em Is 4 2 . a q u em cham ei. Deus faz o que Ele quer fazer (as novas profecias do versículo 6) pela sua própria causa. p o r a m o r de m im . Estes resistem firmes e continuam a sua existên­ cia por causa da sua palavra (cf. eu o p rim eiro . e o u v i: Q u em . Alguns aplicam o que é profetizado aqui a Ciro. p o rq u e com o seria p ro fa n a d o o m eu n o m e? E a m in h a g ló r ia n ã o a d a rei a outrem . O que é pretendido aqui é que o SENHOR ama a Israel.2 8 ).. eu os ch am arei. e o seu braço será co n tra os caldeus. nem dará a sua glória a outrem (inclusive Israel).2 2 ). Ele executará o seu propósito em Babilônia. . Ele é maior que a terra e os céus. mas isto não é necessário. e Ele nunca terá fim. [e] o últim o”. eu sou o m esm o. Deixe-os se ajuntar e ouvir. o fa r e i. todos vós. Cl 3.. Ele estava lá no princípio. N V I). eu tam bém o últim o. e tu. ó J a có . 13 T am bém a m in h a m ã o f u n d o u a terra. 14 A ju n ta i-vos.

em vez de referir-se ao Messias. O S enhor o enviou e tem enviado o seu Espí­ rito. co m o as o n d a s do m ar. Ele é o ParenteRedentor deles que os livrará e os libertará. isto é. tam bém j á o cham ei. e o f a r e i vir.) 17 A ssim d iz o SENHOR. e a tua ju stiça . O pronome oblíquo átono “o” do versículo acima refere-se a Isra­ el. Ele também é o SENHOR que guarda a aliança. desde o tem po em q u e aquilo se fe z . q u e te en sin a o q u e é ú t il e te g u ia p e lo ca m in h o em q u e d ev es andar. e. o teu R ed en tor. o S a n to d e I s ra e l: Eu so u o S e n h o r . e os que p ro ced em das tuas en tran h as seria m tan tos com o os g r ã o s da a reia da praia. Yahweh. . como ser útil (ou eficaz). 16 C h ega i-v o s a m im e o u v i isto: N ão f a l e i em segred o desde o p rin cíp io .13 Eu.20 Deus tem chamado a Israel. o que lhes “ensina o que é útil” para eles. o seu n o m e n u n ca seria cortado. Porém. Cristãos cujas vidas são ineficazes precisam ouvir esta mensagem e seguir a Cristo de novo. (Alguns comentaristas entendem isto como se referindo a Isaías. eu estava ali. e fa r e i p ró sp ero o seu cam inho. Então o Messias fala. o S en hor J eová m e en v io u o seu E spírito. o teu D eu s. Deus tem feito as suas profecias publicamente através de uma sucessão de profetas. Ele é o Deus Santo que deve tratar dos pecados deles. porque Ele tem estado presente com o seu povo. agora. 19 T am bém a tua d escen d ên cia seria com o a areia. e fará prosperar o caminho deste para realizar o seu propósito de bênção e redenção. n em d estru íd o da m in h a fa ce . o Deus deles. A h! Se tivesses dado o u v id o s aos m eu s m a n d a m en to s! Então. O SENHOR chama novamente o seu povo: “Chegai-vos a mim e ouvi”. Ele os guia pelo caminho certo. Deus declara novamente o que Ele é para Israel. eu o tenho dito. seria a tua p a z com o o rio.

49). nem destruído”. A ordem para fugir normalmente significa fugir depressa. que indica que os estrangeiros que fugissem da Babilônia escapariam do destino dos babilônios.14. 4. 41. 32. Pois então a ira de Senaqueribe estava dirigida aos babilônios. Israel se manterá vivo na luz da presença de Deus.12. a justiça deles seria contínua e poderosa “como as ondas do mar”.17. f u g i de en tre os caldeus. q u an do o leva va p elo s d eserto s. quer dizer. e fa z e i o u v ir isso. O retorno deles é com parado ao êxodo do Egito. e os descendentes deles seriam o cumprimento da promessa de que eles seriam tão numerosos quanto os grãos da areia da praia (Gn 22. e lev a i-o a té ao f i m da terra. quando M oisés feriu as rochas com a sua vara e “águas manavam delas” . O nome de Israel. dizei: O S en hor rem iu a seu serv o Jacó. seu caráter e natureza como uma nação. Isto corresponde a 13. “nunca seria cortado. especi­ almente como fugitivos que escapam para salvar suas vidas. Não havia nenhu­ ma razão para os judeus fugirem da Babilônia na véspera da entrada de Ciro na cidade. Os registros de EsarHadom declaram que as pessoas fugiram naquele momento. no entanto. toda razão para eles fugirem na véspera da sua destruição por Senaqueribe.22 A ordem está no plural: “Fujam vocês todos!” Todos os exilados eram para partir com brados de alegria e declarar a redenção do SeNHOR de Jacó (Israel) como seu servo prepara para o que se segue nos capítulos 49 a 57. E a n u n cia i com voz de jú b ilo .Deus quer que eles dêem ouvidos aos seus mandamentos. pois então a paz e o bem-estar deles estariam transbordando “como o rio”.20-21 20 S aí de B abilônia. 21 E J a có não tinha sede. UM MANDAMENTO PARA FUGIR DA BABILÔNIA 48.fez -lh es co r r e r águ a da rocha.21 Havia. as águ a s m a n a va m delas. fe n d e n d o ele as rochas.

Como Deus é contrastado com os ídolos no capítulo 46? 3. Eles tinham que se arrepender e voltar para Deus. e como Deus o usará? 4. Que juízo Deus profetiza sobre a Babilônia? Em que a Babilônia tem confiado? O que acontecerá às coisas nas quais Babilônia confia? Por que razões Deus concedeu profecias a Israel? 9. 6. para “o ím pio”. o transgressor impenitente. Como Deus vai usar Israel para ajudar a realizar o seu propósito de bênção e redenção? 11. A culpa ainda rouba a paz das pessoas. d iz o Sen h or . Que evidência há de que as pessoas fugiram da Babilônia nos dias de Isaías? . QU ESTÕES DE ESTU D O 1. 5. Não há nenhuma “paz”. Quem é a “ave de rapina” do Oriente. 7. Deus tom ará conta do seu povo de um modo sobrenatural. Ex 1 7 . As pessoas hoje precisam fazer mais do que voltar para a igreja. 8. Por que a Babilônia é chamada de “Filha Virgem”? 5. Por que Deus retardou a sua ira e ao mesmo tempo purificou a Israel? 10.(N m 2 0 .6 ). cf.1 1 . nenhum bem-estar dado por Deus. Isaías conclui esta seção do livro com uma advertência do SeNHOIl de que voltar para Judá não seria o bastante. NENHUMA PAZ PARA OS ÍMPIOS 48.22 22 M a s o s ím p io s n ã o têm p a z . Que lição Deus tira da captura de Senaqueribe das imagens de Bel e Nebo? 2.

ed. 1:43. 2 C f. 66. 42. Ancient Records. Prophecy and the Monuments (N ova York: M acm illan Co. R J: CPAD. Le Prophète Isaie (P aris: L ib rairie O rien taliste. 2 :9 9 . 1 9 5 5 ). Charles Boutflower. 19 24 ). 2 a ed. 16 M uilenburg adm ite isso. 5:5 4 7 . 13 N o hebraico. 3 0 6 . 18 A S ep tu agin ta trad uz o hebraico da’ath ( “co n h ecim en to ”) como o grego porneia. Ancient Records. em The Interpreter’s Bihle (N ashville: A bingdon Press. George Raw linson. 19 5 4 ). 137. um term o geral p ara todos os tipos h ab ituais de pecado sexual. 15 Veja James B. “Book o f Isaiah”. (Chicago: University o f Chicago Press. H istory. 2 :2 5 5 . 2:3 2 9 . 19 56 ). reconhecendo Babilônia como a sucessora de Nínive. Ancient Near Eastern Texts. ed. ed. A llis. “Book o f Isaiah”. 1926— ). 2 :2 0 3 . 27 3 D aniel David Luckenbill. s Luckenbill. The Book o f Isaiah. H orton.1 1 3 . 1:857. (R io de Janeiro. 53.2 0 0 . James M uilenburg. em The Jews. 19 96 ). . 1:857. 19 2 5 ). (G rand R apids: Baker Book H ouse. 9 A rm and K am inka. 14 James Frederick M cCurdy. The Book o f Isaiah (Chapters I— XXXIX) in the Light o f theAssyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. 30 6. Pritchard.2 2 5 . M anuel Kom roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 12 George L. 316. Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. (Princeton: Princeton U niversity Press. “T h e Biblical Period”. 7 H erodotus. rev. N abonido falou a respeito de Assurbanipal como “meu predecessor”. “T h e Book o f Isaiah. 2 :2 5 2 . 1 9 1 1). H iggins. veja também 2 :2 0 3 . “A Palavra Inspirada de D eus”. 31 5. 6 Ibid. 1 9 2 8 ). 70. Paul Geuthner. 163.CITAÇÕES 1 Oswald T. Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. trans. ed. ed. 19 75 ).. 10 Luckenbill. Robinson. em Teologia Sistemática. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. cidades são do gênero feminino. 17 Pritchard. Chapters 4 0 -6 6 ”.. Stanley M . em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. ed. 15 John R . 19 30 ). rev. History. 2 vols.2 3 3 . 19 49 ). 69. 4 W illiam Foxwell Albright. D aniel David Luckenbill.. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament.. 11 A llis.

2 vols. . 2 :2 4 5 . 22 D an iel D avid L uckenb ill. Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing House. 20 Joseph A. 2 :2 1 7 . E. 21 Ciro foi um governante ilum inado. 19 53 ). Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. 19 5 1 ). supondo que um a passagem não deveria m isturar salvação e juízo. 19 Os m odernos críticos da form a tentam dividir este capítulo. A History of Israel (O xford. 2:64. Inglaterra: Clarendon Press. (C h icag o : U n iversity o f C hicago Press. Cf. 244. W illiam O. Oesterly.C om pare este quadro com o do sistem a m un d ial da B ab ilô n ia em A po­ calipse 18. veja tam bém 2 225. Alexander. Porém. Isaías tipica­ mente m ostra um a percepção realista de ambos. 1 9 2 6 — 7 ).

1-50.I3 Isaías começa agora uma nova seção onde o Ser­ vo do SENHOR. é exaltado. o Messias. Ele trará uma m aio r lib e rta ç ã o que a q u ela do E gito e da Babilônia.11 I. 0 Servo Traz Restauração 49.A Redenção e o Servo Sofredor 49. Ele agora continua a explicar o plano de Deus. N ada mais é dito a respeito da Babilônia ou de Ciro ou do conflito com deuses pagãos e práticas ocultas. f e z m en çã o d o m e u n om e. A. e es cu ta i vós. d esd e a s en tra n h a s d e m in h a m ãe.1-7 1 O u v i. . Ele na verdade trará uma libertação do pecado. p o v o s d e lo n ­ g e : O SENHOR m e ch a m o u d esd e o v en tre. ilhas.I-S5. O SERVO ESCOLHIDO DE DEUS 49.m e .

aq uele p o r qu em hei de s e r g lo r fic a d o . o Príncipe e Guerreiro de Deus. . quando Jesus enfrentava a cruz Ele orou: “Pai. E f 6. Deus denomina o Servo “Israel”. Ele não mudou o seu plano eterno ou o seu propósito para salvar e abençoar. O SENHOR que chamou o seu Servo o preparou como uma arma.12. co m a som bra da su a m ão. 3 E m e disse: Tu és m eu servo. o Servo se torna o antítipo de Jacó (cf. Isaías vê o Messias aqui como a cabeça ou representante ideal de Israel. lo antes do seu nascimento indica o amor de Deus. glorifica a teu Filho.20— Lc 1. 27. quando o Israel natural falha. m e cob riu . N V I). O Servo personifica o Israel ideal. e Isra el. 2. o Servo-Messias1 exorta a todos os povos do mundo para que prestem atenção. A palavra dEle será tão efetiva quanto “uma espada aguda” (cf. e m e p ô s co m o u m a fle c h a lim pa. Por conseguinte. a qual dá esta ênfase: a concepção do Messias é obra de Deus. Jesus foi tranqüilamente preparado durante os primeiros trinta anos da sua vida. ARA. O que Ele está a ponto de anunciar é de importância extrema para os gentios. Deste modo. resumindo em si mesmo a serventia que Deus pretendia para Israel.2Assim.31. ou seja. para que tam­ bém o teu Filho te glorifique a ti” (Jo I 7 .17. em intimidade com o Pai. Ele está bem guardado na aljava de Deus. enquanto o Servo manifesta o divino es­ plendor de Deus.15).8) quando Ele se torna o Israel de Deus. Isto também chama a atenção para Ele como o Messias enviado por Deus. quando será eficaz e irresistível. 2 E fez a m in h a boca com o u m a espada aguda.Em outra cena de tribunal. Chamá23. e m e esco n d eu na su a aljava. e. O propósito de Deus em usá-lo é trazer glória a Si mesmo. Yahweh é a primeira palavra da oração hebraica.5. 4 1 . Ap 19.32). Como “uma flecha lim pa” ( “flecha poli­ da”. é chegada a hora.I). Ele também é o Filho de Deus. H b 4. e reservado para o futuro. não de homem. Ele é chamado desde o ventre (veja M t 1.6.

Deus o honra e é a sua força. no útero de M aria). Ele é o Servo Sofredor que trará de volta ao SENHOR o errante Israel. Este é o lado humano do Servo. p era n te o m eu D eu s. como a gali­ nha ajunta os seus pintos debaixo das asas. contu do. d iz o SENHOR. todavia. Os crentes judeus constituíram a primeira Igreja.10). que matas os profetas. que m e f o r m o u desde o v en tre p a ra seu servo. Ele será eficaz. Jerusalém. e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos. 6 D isse m ais: P ou co é qu e seja s o m eu servo. Agora o Messias é claramente distinguido de Israel. qu e lhe to rn e a tra zer J a có . m a s I sra el não se d eix ou a ju n ta r. tam bém te dei p a ra lu z d os g en tio s. e disse: “O geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco. Ele clamou. Ele tem tido pouco resultado entre a sua própria nação. e até quando vos sofrerei?” (M t 17. A restauração envolve conversão e salvação. agora. p a ra seres a m in h a sa lva çã o a té à ex trem id a d e da terra. 53.17) E novamente: “Je­ rusalém. e o m eu ga la rd ã o. Ele é para “ser” . Ele ainda acredita que o Pai proverá a devida justiça3 e recompensa pela sua obra (cf. M as isto não é o bas­ tante “para restaurares” a Israel da sua degradação e alienação. O M es­ sias também é designado para ser a “luz dos gentios”. e tu não quiseste!” (M t 2 3 . e o m eu D eu s será a m in h a fo r ç a . a os olhos do Senhor serei g lo r fica d o . Deus o “for­ mou desde o ventre” (especificamente. o m eu direito está p era n te o S eNHOR.4 M as eu disse: D eb a ld e tenho trabalhado. O Servo gastou as suas forças e o resultado tem sido inútil e vão. cuja verdadeira humanidade sentia o que nós sentimos. p a ra resta u ra res as tribos de J a có e to m a r es a tra zer os g u a r d a d o s de Isra el.37 ) Em face ao fracasso aparente o Messias sente desânimo. in ú til e vã m en te g a s ­ tei as m in h a s f o r ç a s . 5 E. e uma sobra será restaurada como parte da Igreja em conexão com a segunda vinda de nosso Senhor.

à alma desprezada. Jesus deu a Grande Comissão para todos os crentes —judeus e gentios —para espa­ lharem as boas novas de que esta salvação chegou (M t 24. 2.1 9 2 0 ). onde Paulo aplica isto ao tempo do M essias). 26. O pro­ pósito de Deus para a terra é recuperá-la (c f 42.6.(Heb. e te darei p o r concerto do povo. ' Assim diz o SENHOR . 2 Co 6. em todos os lugares altos. p o r am or do S e n h o r . no dia da salvação . At 3. o R edentor de I sr a elo sen Santo. ao servo dos que dom i­ nam: O s reis o verão e se levantarão. Ele é a solução dos seus problemas (cf. e do Santo de Israel.2. que se aplica à restauração dos estragos que o pecado causa). o seu Santo”. Eles pastarão nos caminhos e.14.8 -2 6 .47. reconhecendo que o Deus de Israel escolheu o Messias.32.21. O tempo do favor de Deus é o “dia da salvação”. . te ouvi e. a salvação de Deus para o mundo inteiro (Lc 2. contudo reis e príncipes surgirão para reconhecê-lo e “se inclinarão” para adorar o Senhor. os verbos aqui são proféticos. A RESTAURAÇÃO TRA Z ALEGRIA 4 9 . que te escolheu. que éfiel'. Ainda que Israel como uma nação desprezasse o Messias e até mesmo o abominasse. para restaurares a terra e lhe dares em herança as herdades asso­ ladas. os príncipes diante de ti se inclinarão. Ainda dirigindo-se ao Messias. não meramente “levar” (como indica a N V I). ao que as nações abominam.23).24). 2 8 . pode significar uma coisa ou outra) e restabelecer a herança que tinha ficado desolada (cf.s Assim diz o SEN HO R: N o tempo favorável. lihyoth'). At 13. ajudou e guardou (cf.7). o Heb. e te guardarei. terão o seu pasto. quando Deus ouviu.23. e aos que estão em trevas: Aparecei. te ajudei. 9 para dizeres aos presos: Saí. O Messias encarnará a aliança do povo (Israel) para esta­ belecer a nação (ou a terra. I Co 1. Deus ainda c “o Redentor de Israel.

no Oriente.O M essias libertará aqueles que estão presos e trará para a luz os que estão em trevas (cf. A sua proteção não permitirá que o calor ressecante dos ventos do deserto os abata (o significado pode se referir ao vapor aquecido que causa uma engana­ dora miragem). 10 N unca terão fo m e nem sede. Eles serão como um rebanho que tem a subsistência provida pelo Senhor em lugares inespera­ dos. nem que o sol os aflija. sinirn). nem a calma nem o sol os afli­ girã o . Agora o S e n h o r fala e promete que toda a terra será mudada. e eles já não serão uma barreira.^ Os judeus cedo souberam a respeito da China (de onde . Alguns (como o faz a N V I) a identificam com Assuã (antiga Siene) no alto Egito. As condições comuns no anti­ go Israel serão mudadas. Por exemplo. do Ocidente e da região de Sinim (Heb. e Ele as usará para trazer de volta o seu povo. do N orte e do O cidente . como em um novo êxodo.17). e as minhas 1 veredas serão exaltadas. da terra de Sinim. como (norm alm ente) margens de estrada estéreis e encostas dos montes. Este é o único lugar onde Sinim é mencionada na Bíblia.16. porque o que se compadece deles os gu ia rá e os levará mansamente aos m ananciais das águas. água era sempre escassa. e eis que aqueles. 6 I .I ) . A restauração futura será proveniente de todas as direções. As veredas ( “caminhos”. po­ rém não será mais no M ilênio (cf. 12 Eis que estes virão de longe. N V I) são as veredas de Deus. Os montes são os montes de Deus. Deus os conduzirá. e aqueles outros. guiando-os para junto de fontes de água (cf. A provisão de Deus será completa. Ap 7.4 Comentaristas mais antigos pensavam que esta era a China. 1 E fa rei de todos os m eus montes um caminho. mas do Norte. Como um pastor.1.2). não só da Babilônia. SI 23.

o trigo era im portado) e há alguma evidência de judeus na China antes do tempo de Cristo.
13 E xultai, ó céu s; e a leg ra -te tu, terra, e vós, m ontes, estalai de jú b ilo , p o rq u e o S enhor co n so lo u o seu p o v o e dos seu s a flito s se com padecerá.

As verdades precedentes trazem alegria. Com a proclamação de brados de louvor a Deus e gritos de alegria, os céus e toda a terra, especialmente os montes, proclamarão que o SENHOR confortou e tem tido compaixão do seu povo aflito. Embora Israel tivesse rejeita­ do o Messias, a luz finalmente penetrará os corações e as mentes do remanescente.
14 M a s S iã o diz : J á m e d esa m p a r o u o SENHOR; o S en h o r se esq u eceu d e m im .

Em resposta a esta profecia, Sião (personificada, representando o povo de Jerusalém nos dias de Isaías) protesta que o SENHOR (o Yahweh que guarda a aliança) a tem abandonado e que o SENHOR ( o Mestre Soberano) a esqueceu. Eles estavam insinuando que o S en h or não estava vivendo à altura do seu nome e natureza. Eles tinham esqueci­ do e abandonado a chamada deles para proclamarem as boas novas (4 0 .9 ). Eles não puderam entender o Evangelho, as boas novas que Isaías estava proclamando.
n P ode u m a m u lh er esq u ecer-se tan to do f i l h o qu e cria, qu e se n ão com p a d eça dele, do f i l h o do seu v en tre? M as, ain d a qu e esta se esquecesse, eu, todavia, m e não esq u ecerei de ti.

Sião não tinha nenhuma razão para ter autocomiseração (pena de si mesma). Deus poderia abandoná-los “por um pequeno momen­ to”, mas a sua “grande misericórdia” sempre estaria lá para eles (54.7). Ele responde que ainda que as mães pudessem se esquecer dos seus bebês, Deus não se esquecerá de Sião. O seu amor é maior que o amor de mãe, maior que o amor que ocupa o primeiro lugar entre todos na terra.

16 Eis que, na p a lm a da s m in h a s m ãos; te tenho gra v a d o ; os teu s m u ro s estão co n tin u a m en te p era n te m im .

Sião está gravada “na palm a das m ãos” de Deus, significando que esta estava sempre diante dos seus olhos e debaixo da sua pro­ teção. Ele sempre a veria e cuidaria dela. As muralhas da cidade ainda estavam de pé nos dias de Isaías, e Deus também as protege­ ria. O cumprimento final, contudo, será na Nova Jerusalém (c f 62.6; Ap 21.12-19).
17 O s teu s f i lh o s a p ressa d a m en te virão, m a s os teu s d estru id o res e os teu s a ssola d ores sa irã o p a ra f o r a de ti.

Então os “filhos” que vêm apressadamente para Sião são contras­ tados com os destruidores que partirão. Os Rolos do mar M orto registram “construtores” em vez de “filhos”. (As palavras hebraicas são quase as mesmas.) Como a NEB traduz isto: “Aqueles que estão a reconstruí-la o fazem mais depressa que os que a demoliram” (Tra­ dução literal da versão americana).
lti L evanta os teu s olhos ao red o r e olha; todos estes qu e se a ju n tam vêm a ti; v iv o eu, d iz o SENHOR, qu e de todos estes te vestirás, co m o d u m orn a m en to, e te cin g irá s deles co m o noiva.
O SENHOR em p en h a a su a p ró p r ia v id a de q u e os que se ju n ­ ta m a S iã o serão p a ra e la co m o o rn am e n to s q u e a d o rn a m u m a n o iva (c f. 5 2 .1 ).

19 Porque, n os teu s desertos, e n os teu s lu gares solitários, e na tua terra destru ída, te verá s, agora, apertada de m ora dores, e os que te d evora va m se cfa sta rã o p a ra longe de ti.

A terra não será imediatamente restabelecida por completo e terá, portanto, lugares despovoados. Assim, não haverá suficientes casas para os seus legítimos habitantes. M as os assírios que saquearam a terra em 701 a.C. estarão “longe”. Isto foi verdade quando o restante daqueles levados por Senaqueribe voltou da Babilônia em 689 a.C.

20 Até m esmo os filh o s da tua orfandade dirão aos teus ouvidos: M ui estreito ép a ra mim este lugar; aparta-te de mim, para que possa habitar nele.
Os exilados que retornam, os quais são numerosos, quererão se estabelecer e ter abundância de casas.

21 E dirás no teu coração: Q uem me gerou estes? Pois eu estava defilh a d a e solitária; entrara em cativeiro e me retirara; quem, então, me criou estes? Eis que eu f u i deixada sozinha; e estes onde estavam?
Jerusalém será pega de surpresa pelo retorno dos exilados. Eles tinham sido poupados quando Senaqueribe destruiu as cidades fortificadas de Judá e levou mais de duzentos mil cativos. Não era esperado que estes cativos retornassem. Isto está em contraste com o retorno posterior da Babilônia. Um grupo posterior teria o conforto da profecia de Jeremias (Jr 29.10).

22 Assim diz o SENHOR: Eis que levantarei a mão para as nações e, ante os povos, arvorarei a minha bandeira; então, tra­ rão os teus filh o s nos braços, e as tuas filh a s serão levadas sobre os ombros.
Agora Isaías olha para o futuro, para um retorno maior. Deus, o Soberano SENHOR, levantou a sua mão, sinalizando às nações que Ele está a ponto de agir. O Messias é a sua “bandeira”, ou insígnia, para os povos do mundo. Por sua causa, o povo de Sião será restabelecido (insinuando a conversão de nações gentias). N ada poderá impedir Deus de levar a cabo o seu plano.
E o s re is se rã o o s teu s aios, e a s su a s p r in ces a s, a s tu a s a m a s; d ia n te de ti, se in clin a rã o co m o rosto em terra e la m b erã o o p ó dos teu s pés, e sa b erá s q u e eu so u o SENHOR e q u e os q u e co n fia m em m im n ã o se rã o co n fu n d id o s.

Deus usará os reis e rainhas para produzirem a restauração de Sião no dia milenial futuro. Eles se sujeitarão a Sião, reconhecendo as

suas obrigações espirituais para com Israel. Em se inclinando e lam ­ bendo o pó dos seus pés,6 eles estarão reconhecendo a Sião como a noiva escolhida de Deus (cf. v. 18) e estarão realmente adorando a Ele, submetendo-se a Ele e ao mesmo tempo reconhecendo que “a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22). Como M otyer comenta: “O quadro é de subserviência política, mas a realidade é o reconheci­ mento de dívida espiritual”.7 Então o povo de Sião saberá em sua experiência que Deus é Yahweh, o Deus que guarda a aliança. Porque Ele é fiel, os que esperam e confiam nEle “não serão confundidos” ou envergonhados de ter tido essa esperança. A misericórdia e justiça triunfarão.

24 T irar-se-ia a presa ao valente? O u os presos justam ente esca­ pariam ?
A resposta para estas perguntas retóricas é não. tirar despojo de um guerreiro poderoso? Ou pode “valente” (Heb. tsaddiq, “um homem ju sto ” que tem seu lado8) conseguir escapar em segurança? A versão “tiran o ”. Quem pode o cativo do o direito do ARA indica

25 Mas assim diz o SENHOR: Por certo que os presos se tirarão ao valente; e a presa do tirano escapará ; porque eu contenderei com os que contendem contigo , e os teus filh o s eu remirei. O S e n h o r tem uma resposta diferente. Os cativos do guerreiro poderoso serão levados embora e serão tomados com segurança os despojos dos tiranos violentos. Deus entrará na batalha ao lado do seu povo. “Eu” está na posição enfática na sentença. Porque o poder de Deus é maior do que qualquer ditador humano, Ele será o vence­ dor e Ele salvará.

20 E sustentarei os teus opressores com a sua própria carne , e com o seu próprio sangue se embriagarão, como com mosto; e toda a carne saberá que eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Forte de Jacó.

A vitória de Deus fará os opressores de Israel se destruírem a si pró­ prios, provavelmente lutando entre si. Então todo o gênero humano (Heb. kol basar, “toda a carne”), ou seja, todos os povos do mundo, saberão que o SENHOR é o Salvador de Israel, o Parente-Redentor, o Deus-Pai pode­ roso de Jacó (cf. Gn 49.24,25). O mesmo Deus que revelou o seu plano para Israel continuará revelando-o para o mundo inteiro.
3. 0 PECADO DE ISRAEL E A FALTA DE RESPOSTA 50.1-3

1 A ssim d iz o SENHOR: O n d e está a carta de d iv ó rcio de vossa m ãe, p ela q u a l eu a rep u d iei? O u q u em é o m eu credor, a quem eu v o s tenha v en d id o ? Eis qu e p o r vossa s m a ld a d esfo stes v en d i­ dos, e p o r vossa s p rev a rica çõ es vossa m ã e f o i repudiada.

Agora Isaías continua o pensamento de 49 .14— O povo tem 16. enganado a si próprio. O SENHOR não se divorciou de seu povo nem o vendeu a credores. Não há papéis de divórcio (como a Lei requeria, Dt 24.1,3). Israel seria castigado pelos seus pecados. “Fostes vendi­ dos” é um modo de dizer que Deus lhes perm itiu ser subjugados pelos seus inimigos (cf. Dt 32.30; Jz 2.1 4). M as “Deus não tinha dissolvido completa e definitivamente o relacionamento de aliança”.9 A redenção ainda era possível e Deus queria a reconciliação. Os credores poderiam vender as crianças de um devedor para a escravidão (cf. 2 Rs 4.1). M as a idéia de que Deus tem credores é ridícula. Não obstante, os pecados do seu povo os colocava na posi­ ção de serem vendidos e aprisionados. Deus não queria isto. Os peca­ dos deles requeriam isto. 2 P o r q u e razão v im eu, e n in gu ém a p a receu ? C h a m ei, e n in ­ g u é m resp o n d eu ? T anto se en colh eu a m in h a m ão, q u e j á não p ossa re m ir ? O u não há m a is f o r ç a em m im p a ra liv ra r? Eis que, com a m in h a repreen são, f a ç o seca r o m ar, to rn o os rio s em deserto, a té qu e ch eirem m a l os seu s p eix es, p o is não têm água e m o rrem de sede. 3 E u v isto os céu s de n egrid ã o e p o r -lh e s -e i u m p a n o de sa co g ro sse iro p o r su a cobertu ra.

O problema não é que Deus é caprichoso ou que Ele esqueceu do seu povo. Antes, o problema é que ninguém lhe respondeu quando Ele veio querendo restabelecer o relacionamento deles consigo. N in­ guém respondeu quando Ele chamou. O povo agiu como se Deus não tivesse nenhum poder para redimir ou livrar. M as Ele nunca se rende. Ele é o Criador que pode falar uma pala­ vra de repreensão e pode fazer “secar o mar” (cf. Êx 14.21; SI 106.9), fazer os rios secarem, ou escurecer o céu (veja Ex 10.21).
4. 0 OBEDIENTE SERVO DE DEUS: 0 MESSIAS 50.4-9

4 O S en hor J eová m e d eu u m a lín gu a eru d ita , p a ra q u e eu saiba dizer, a seu tem po, u m a boa p a la vra ao qu e está cansado. E le d esp erta -m e todas as m anhãs, d esp erta -m e o o u v id o p a ra que ou ça com o aq ueles qu e aprendem . Em contraste com a rebelião de Israel, o Servo Sofredor do SeNHOR10 é fiel. Agora Ele fala (veja vv. 1 0 ,1 1).n O soberano SENHOR, e guarda da aliança, deu a Ele a língua de treinados eruditos. Quer dizer, pela graça de Deus Ele fala a palavra de Deus como um Profeta e é reconhecido como um Mestre. A sua palavra é capaz de sustentar o fraco e o cansado. Ele está acordado, e diariamente ouve a palavra de Deus. Ele está em comunicação constante com Deus, o Pai, e é sensível a Ele (cf. M c 1.35; Lc 6.12). Dessa forma, Ele pode comu­ nicar a palavra de Deus ao cansado. J O S en hor J eová m e a b riu os ou vid os; e eu não f u i rebelde; não m e retiro pa ra trás. O Servo enfatiza que o SENHOR está fazendo isto. Quando o so­ berano SENHOR e guarda da aliança diz ao M essias que o tempo do seu sofrimento é chegado, Ele não se rebelará ou recuará. Ele estará disposto e obediente. 6 As costas dou aos qu e m e f e r e m e a fa c e , aos que m e a rra n ca m os cabelos; não escon d o a f a c e dos qu e m e cfr o n ta m e m e cospem .

Isto descreve o que aconteceu a Jesus antes da cruz (c f M t 26.67; 27 .26,30; M c 1 5 .1 6 -2 0 ; Lc 18.32; Jo 18.22; I9 .I). A despeito do que os seus brutais inimigos fazem a Ele, e apesar do desprezo deles, Ele permanece submisso. ' Porque o Senhor JEOVÁ me ajuda, pelo que m e não confundo; p or isso, pus o meu rosto com o um seixo e sei que não serei confundido. Em meio ao seu sofrimento Ele pode suportar a dor porque o SENHOR o ajuda. A sua confiança no seu Pai o fez saber que Ele não seria superado pelo escárnio e mau trato. Fixar a sua lace como “sei­ xo” retrata a sua determinação de ir para a cruz, sabendo que a sua morte vergonhosa não terminaria em desesperança, mas em ressur­ reição, ascensão e exaltação (cf. Lc 9.51). ,s Perto está o que me justifica; quem contenderá com igo? C om ­ pareçam os juntam ente; quem c meu adversário? C hegue-se para mim. 9 Eis que o Senhor J e o v á me ajuda; quem há que me condene? Eis que todos eles, como vestes, se envelhecerão, e a traça os comerá. A linguagem é a de uma cena de tribunal. Deus o Pai está com o Messias de um modo poderoso. Porque Deus o Pai justifica o Servo como não tendo cometido nenhum pecado, ninguém pode condenar o Servo ou ser eficazmente o seu adversário. Os seus acusadores serão como um artigo de vestuário que se desintegra com a idade, ou que é consumido por traças. Eles não terão nenhum efeito duradouro. O Messias triunfará apesar de tudo o que eles fazem.
5. A ESCOLHA: CONFIE EM DEUS OU PASSE 0 TEMPO EM TORM ENTO 50.10,11

10 Q uem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Q uando andar em trevas e não tiver luz nenhuma, con ­ f i e no nom e do SENHOR e fir m e -s e sobre o seu Deus.

Isaías12agora exorta o povo a responder ao Servo e obedecer àquEle que supremamente obedeceu o seu Pai celestial.13Proceder dessa for­ ma será sair da escuridão e confiar “no nome do S e n h o r ” (cf. Rm 8.32-39). O “nome” indica caráter —e “não há nele treva nenhuma” ( I Jo 1.5). Aquele que vier para a sua luz irá firmar-se (H eb. yishsha’en, “apoiar-se, encostar-se”) sobre o seu Deus, entrando em uma relação pessoal com Ele, pois Deus verdadeiramente será “o seu Deus”.

11 Todos vós que acende is fo g o e vos cingis com faíscas, andai entre as labaredas do vosso fo g o e entre asfa ísca s que acendestes; isto vos vem da minha mão, e em torm entos jazereis.
Isaías agora se dirige ao mundo descrente. Aqueles que insistem em iluminar os seus próprios caminhos pelos seus próprios fogos sofrerão a mão de juízo de Deus. Eles pensam que são pessoas de esclarecimento por causa das suas filosofias humanísticas (incluindo as idéias da Nova Era hoje). M as eles jazerão em um lugar de tor­ mento por causa dos seus pecados (cf. 66.24). Este será um lugar abrasador, pois o fogo é freqüentemente um símbolo do juízo de Deus em Isaías (veja I . 3 I ; 5.24; 9 .1 8; 1 0 .1 6 ,1 7 ; 2 6 .1 1 ; 2 9 .6 ; 30.27,30; 47.14; 66.15,16; cf. I Co 3.13; H b 10.27; 12.29). Eles acendem uma falsa luz que se torna um fogo para destruí-los. Eles terminarão no lago de fogo —um contraste muito real com os seus falsos fogos (Ap 20.14,15).

QUESTÕES DE EST U D O
1. Que evidência no capítulo 49 mostra que o Servo Israel é de fato o Messias? 2. Quais são os dois mais importantes aspectos da missão do Servo? 3. Como 49.8— se aplica a Jesus? 13 4. Que garantia Deus dá de que Ele não esquecerá do povo de Sião?

5. Como Deus trará de volta os filhos e as filhas de Sião? 6. Como o capítulo 50 estende o pensamento de 40 .14— 16? 7. Como a resposta obediente do Servo contrasta com a do povo de Israel? 8. Qual é a atitude do Servo em meio ao seu sofrimento? 9. Que tipo de respostas haverá para a voz do Servo de Deus e que resultados se seguirão?

CITAÇÕES
Este é o segundo Cântico do Servo; Veja 42.1. E Duane Lmdsey, The Servant Songs (Chicago. M oody Press, 1 9 8 5 ), 66. O b­ serve que “Israel” era o nome de um indivíduo (Jacó) antes de se tornar o nome da nação. O Israel N acional não pode ser pretendido aqui, pois este Servo tem um a missão para Israel (veja v.5). O hebraico para “o meu direito” é mishpati : “m inha justiça”, ou “m inha causa” (R S V ), ou “meu direito ” (N R S V ; A R A ), ou “meu caso” (Jewish Publication Society). R . N. W hybray, Isaiah 4 0 — (G rand Raptds: W m . B. Eerdmans, 1981), 66 142. Embora a NIV, et al., m ude o hebraico para swenim (m encionado em Ez 2 9 .1 0 ; 3 0 .6 ), não há nenhuma evidência textual para tal m udança aqui. Joseph A. Alexander, C om m entary on the Prophecies o f Isaiah, 2 vols. em I (1 8 7 5 ; reimpressão, Grand R apids: Zondervan Publishing House, 1 9 7 5 ), 2:28 5. Francis Brown, S. R . Driver, e Charles A. Briggs, A H ebrcw andE nglish Lexicon o f the O ld Testament (O xford, Inglaterra: Clarendon Press, 1 9 5 1), 696. Em “teus pés”, no hebraico “teus” é fem inino singular, referindo-se a Sião. ). Alec M otyer, The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove, 111.: InterV arsity Press, 19 93 ), 395. A N V I pretere a tradução “os violentos” por causa do paralelismo com o v.25 e devido aos Rolos do m ar M orto, aVulgata, c a Siríaca trazem “os violentos”. A versão ARA traz “os tiranos”. A NEB traz “os cruéis”. Todavia, a Versão Barclay traz “Devem os cativos ser legitimamente salvos” (trad. lit.); e Rotherham traz “Pode o cativo de alguém no direito ser libertado?” (trad. lit.). Joe M . Sprinkle, “O ld Testament Perspectives on Divorce and Rem arriage”, Jou rn a l o f the E vangélical Theological Society 40, no. 4 (dezem bro de 1 9 9 7 ): 541.

Veja tam bém J. A. M otyer, The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove, 111.: InterVarsity Press, 19 93 ), 397. 10 Este é o terceiro Cântico do Servo; veja 42:1. 1 Alguns acreditam que Yahweh do v. I ainda está falando aqui e o Servo é 1 identificado com Ele. 12 Alguns entendem o que fala nos v v .I0 ,II como sendo Yahweh. F. Duane Lindsey, The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press, 1 9 8 5 ), 92. 13 Stanley M . Florton, A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro, RJ: CPAD, 19 95 ), 2 9 1 , 29 3.

B.

0 Remanescente Encorajado 51.1-52.12
I. LEMBRE-SE DO FUNDADOR E DA FUNDAÇÃO 51.1-8

Três temas seguem: Deus enfatiza as suas promessas ao remanes­ cente piedoso de Israel; a sua salvação está disponível para todos os povos do mundo; e nada pode impedi-lo de levar a cabo o seu propó­ sito de salvação. E imperativo que nós escutemos. Isaías primeiro se dirige ao remanescente piedoso que segue o que é certo aos olhos de Deus e que o busca. Olhando ao passado, em pesquisa laboriosa nos livros, para a rocha da qual eles foram corta­ dos, eles deveriam ser relembrados das bênçãos e da graça de Deus no passado.
1 O u v i-m e , v ó s q u e s e g u is a ju s t iç a , q u e b u sca is a o SENHOR; olh a i p a r a a roch a d o n d e jb s t e s co rta d o s e p a r a a ca v er n a d o p o ç o d e o n d e f o s t e s ca va d o s. 2 O lh a i p a r a A braão, v o sso p a i, e p a r a S ara, q u e v o s d eu à lu z ; p orq u e, sen d o ele só, e u o ch a m ei, e o a b e n ç o e i e o m u ltip liq u ei.

Usualmente as referências do Velho Testamento a uma “rocha” são referências a Deus. Quando Abraão pôs a sua fé em Deus, Deus o fez como um rochedo. Desse modo, o remanescente piedoso é ori-

entado a focalizar a lembrança em Abraão e Sara, não somente neles como indivíduos, mas no que Deus fez por eles. Eles deveriam se lembrar especialmente da promessa de abençoar, que incluía nume­ rosos descendentes (dada quando Sara era estéril e, no natural, isto parecia impossível). Então eles deveriam se concentrar no cumpri­ mento da promessa (c f Dt I.IO; 10.22). O Deus que fez uma gran­ de nação de tais pequenos começos ainda pode fazer o mesmo. Ele é um Deus fiel. Tudo o que Ele tem feito por eles é pura graça.
3 P orque o SENHOR co n so la rá a Sião>e co n so la rá a todos os seu s , lu gares assola dos; e f a r á o seu d eserto com o o É den e a sua solidão, co m o o ja r d im do SENHOR; goz o e a legria se acharão nela, a ções de g r a ça s e voz de m elodia.

O SENHOR tinha determinado confortar a Sião, insinuando tam­ bém que Ele já começou a fazer assim. As declarações paralelas enfatizam que Ele fará os lugares assolados e o deserto como o Jar­ dim do Eden. Não haverá mais nenhuma tristeza ou lamentação, pois este será um lugar de imperturbável alegria, com satisfação, ações de graças, e cânticos ao som de instrumentos musicais. Isto terá o seu grande cumprimento no M ilênio.1
4 A ten dei-m e, p o v o m eu e nação m in h a ! In clin a i os o u v id o s pa ra m im , p o rq u e de m im sa irá a lei, e o m eu ju íz o se estabelecerá com o lu z d os povos.

Deus fala agora. O remanescente piedoso em Sião precisa escutar, pois Ele dará instrução ( “lei”, Heb. fora/;) sobre como viver em rela­ ção certa com Ele e de um para com o outro. Ele também estabelece­ rá a sua justiça, ou juízo, “como luz dos povos”, como um guia, e não só para Israel, mas para todos os povos do mundo. “Juízo” aqui in­ clui o tipo de vida que o agrada. 5 P erto está a m in h a ju stiça , v em sa in d o a m in h a sa lvação, e os m eu s braços ju lg a r ã o os p o v o s; as ilhas m e a gu a rd a rã o e n o m eu braço esperarão.

25-28). e os seus m oradores m orrerão como mosquitos. não temais o opróbrio dos homens. A terra será como uma veste que está velha e simplesmente cai aos pedaços (cf. eles esperam por Ele para enviar o Messias. quer dizer. Eles têm que deixar de ficar amedrontados de abusos ou des- . vós. traz “semelhantemente”. esperando e confiando em seu poder para tornar a sua salva­ ção disponível para todo o mundo. ycqawwu. a salvação de Deus “durará para sempre” e a sua justi­ ça “não será quebrantada” ou destruída. e a terra se enve­ lhecerá como uma veste. (N ota doTradutor: A versão ARC anterior a 1995. As “ilhas” incluem todos os continentes da terra. SI 102. Como a ARC. e a m i­ nha ju stiça não será quebrantada. até mesmo as partes mais distantes. Os “braços” de Deus significam o seu poder pelo qual Ele julgará todas as nações. em cujo cora­ ção está a minha lei. Os céus estrelados atuais são comparados a uma coluna de fumaça que é levada pelo vento e desaparece. As pessoas também morrerão. Toda a criação. mas a minha salvação durará para sempre. nem vos turbeis pelas suas injiírias. Os novos céus. em lugar de “de modo semelhante” (K JV).A “justiça” e a “salvação” de Deus são paralelas nesta sentença: um modo poético de dizer que elas estão intimamente conectadas. a nova terra e a Nova Jerusalém nunca terão fim. A sua salvação cumprirá todos os padrões requeridos por sua justiça. Elas “aguardarão” (Heb. Deus convida novamente o remanescente piedoso de Israel a escu­ tar. muitas traduções to­ mam o hebreu como significando que estas morrerão “como mos­ quitos” ou moscas. que foi feita por Deus. ainda está debaixo do seu controle. vós que conheceis a justiça. 7 O uvi-m e. Eles experimentam a justiça e têm as instruções de Deus nos seus corações.) Em contraste. trará a sua justiça. “aguarda esperan­ çosamente”) por Deus. povo. porque os céus desaparecerão como a fu m a ça . e levará a cabo as suas decisões. 6 Levantai os olhos para os cévis e olhai para a terra de baixo.

de geração em geração. as águas do gra n d e abism o? E que f e z o caminho no fu n d o do mar. fohm. .10). SI 87. cf.9-16 9 D esperta. 89. 11 A ssim .2) por causa da impossibilidade de Israel cruzá-lo por quais­ quer meios naturais disponíveis a eles. o oceano primordial de Gn 1. e a minha salvação. O mar Vermelho (Heb. “mar de juncos”) é* comparado ao “grande abismo” (Heb.7. e o bicho os comerá como à lã. ó braço do SENHOR. Por que meros seres humanos deveriam impedi-los de defender o que é certo? . não im porta o que venha a acontecer. 2. veste-te de força. não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe e fe r iu o dragão? 10 Não és tu aquele que secou o m ar .prezos humanos. para que passassem os rem idos? A resposta de Isaías e do povo de Deus expressam o desejo deles pela salvação que Ele prometeu. Eles podem contar com isto “de geração em geração”. como Ele fez no êxodo do Egito (aqui chamado “Raabe”. o monstro do mar. Pedir ao braço de Deus para desper­ tar não significa que Deus estava adormecido. v o lta r ã o o s resga ta d o s do SENHOR e v ir ã o a S ião co m jú b ilo . 30. yam suph. DEUS ASSEGURA UM ALEGRE RETORNO 51. desperta. desperta corno nos dias passados. com o nas gerações antigas. a tristez a e o g e m id o f u g i r ã o . é um clamor para Deus entrar em ação poderosa. Eles têm que deixar de ficar assustados e chocados pelas palavras injuriosas. e p e r p é tu a a legria h a v erá so b re a su a ca b eça . hostis e insultantes dos incrédulos.4. jó 9. g o z o e a le­ g r i a a lca n ça rã o . incapazes de resistir ao juízo de Deus mais que a lã pode resistir à traça.s Porque a traça os roerá com o a uma veste. Mas o povo de Deus tem a garantia da sua justiça eterna e da sua salvação sem fim. Aqueles que abusam e insultam o povo de Deus serão consumi­ dos. mas a minha ju stiça durará para sempre.13. Antes.

rinnah. 40. quando se prepara para destruir? O nde está of u ­ ror daquele que te atribulava? Deus responde. 12 E u . não precisarão buscar gozo e alegria.10).Os israelitas cantaram depois que cruzaram o mar Vermelho (Ex I 5 . Aqueles que estão almejando a salvação de Deus olham adiante para um êxodo maior. eles estão esquecendo de Deus. 35. eu sou aquele que vos consola. incluindo po­ derosos opressores terrenos e ditadores. Por que deveriam ter medo de qualquer mortal. e o seu pão lhe não faltará . 14 O exilado cativo depressa será solto e não m orrerá na caver­ na. como se sentenciados a irem . Haverá um m aior cumprimento disto no fim dos tempos. todas as expressões de aflição terão fugido para longe (cf. para qvie temas o homem. os quais serão como a relva que logo murcha (cf. Houve um cumprimento parcial disto em 689 a. O povo de Israel necessita reconhecer quem Ele é: o Deus que os “consola” ou renova a confiança deles. o qual —em contraste com o “feno” —“estendeu os céus e fundou a terra”. Com a alegria e o gozo consegui­ dos. quando os cativos voltaram da Babilônia. onde virão “com júbilo” (Heb. “badalando gritos de alegria”) a Sião. Estas emoções os procurarão e os “alcançarão”. quem pois és tu. Eles também precisam perceber a própria relação deles com Deus: Deus se tornou deles.6-8)? Quando estão continuamente ame­ drontados a respeito do furor do “angustiador” (ou liquidatário).2 como quando ele está preparado para destruir.I -2 I ). Aqueles que se encontram encolhidos nas prisões ou estirados diante do inimigo serão em breve postos em liberdade. e temes todo o dia o fu r o r do angustiador . que te criou) que estendeu os céus efu n d o u a terra. Eles não mor­ rerão “na caverna” ou no calabouço. que se tornará em fe n o ? l 'E te esqueces do SENHOR. ou o filh o do homem.C. que é m ortal . Devido a eles segui­ rem ao Senhor.

Deus ainda dirá para Sião que eles são o seu povo: a escolha de Deus não mudou e não mudará. O S enhor d os E x ércitos é o seu nome. Ele ainda tem um lugar para Israel no seu plano e Ele sempre o terá. e bra m em as su a s ondas. para que se movesse em ação (5 1 . Até mesmo a agitação das ondas contínuo poder e controle. leva n ta -te. Jerusalém tem caído debaixo do furor da ira de Deus e a receberá em sua abundância. 3. m ovido para agir (SI o “S e n h o r dos Exér­ do m ar falam de seu enfático. O hebraico é confiança do seu povo. e p a ra d iz er a Sião: Tu és o m eu povo. e p a ra f u n d a r a terra. Por seu intermédio Deus plantará de novo os céus e a terra em uma nova criação. renovando a 6 E p o n h o as m in h a s p a la vra s na tu a boca e te cu b ro com a som bra da m in h a m ão. Deus fala agora com o Servo. Esta pode ser uma declaração geral ou pode se referir aos prisioneiros de Senaqueribe que foram levados para a Babilônia. . Deus o cobri­ rá com a sua mão até chegar a hora em que Ele será revelado. bebeste e so r v este as fe z e s do cá lice da vacilação. teu D eu s.17-23 11 D esp erta . 0 CÁLICE DA IRA DE DEUS ESCOADO E REMOVIDO 51. desperta. O “cálice da vacilação” (ou “que faz os homens cambalearem”. ó Jeru sa lém . Deus tomará conta das suas necessidades. Ele é o S e n h o r Todo-poderoso. 15 P orque eu so u o Senhor . M as é Jerusalém que realmente precisa fazer isso. cito s”.4 ). o qual fala para Deus. ou uma nova ordem.9 ). Deus não precisa ser despertado ou 1 2 1 .para a cova (inferno). O povo tinha clamado para que Deus despertasse. N V I) indica que Deus deu o seu veredicto e o juízo virá. qu e f e n d e o m ar. p a ra p la n ta r os céus. qu e bebeste da m ã o do Senhor o cá lice do seu f u r o r . com vigor e resolução.

Jerusalém. As calamidades estão em pare­ lha: “a fome e a espada” trazem devastação e destruição. ainda é o Deus de Israel e tem uma palavra de encorajamento para eles. de modo que eles desfaleceram e. m a s não de vinho. n en h u m qu e a tom e p ela m ão. para que a guiasse de forma que ela pudesse ter evitado a ira de Deus. ó opressa e em briagada. Ele a traz à justiça e os defende. e a fo m e .. qu em terá com p a ix ã o de ti? A assolação. ja z e m nas en trad as de todos os cam in hos. n en h u m há qu e a g u ie m a n sa m en ­ te. 17). e o qu ebran tam en to. e a espada! C om o te co n so la rei? A situação deles é desesperadora. o u v e isto.. M as não havia nenhum. com o o a n tílop e na rede. as fe z e s do cálice do m eu f u r o r . Está implícito que só Deus pode tratar disto. agora. Ele pleiteia a causa deles. 21 P elo que. e teu D eus. J eová.ls D e todos os fi lh o s qu e teve. v. que pleitea rá a causa do seu p ovo: Eis que eu tom o da tua m ão o cálice da va cila ­ ção. não podem escapar. O profeta não pode confortar Jerusalém ou até mesmo mostrar simpatia. de todos os f i lh o s qu e crio u . ch eios estão do f u r o r do S e n h o r e da rep reen sã o do teu D eu s. Os habitantes de Jerusalém estão assim debaixo da ira e da repre­ ensão de Deus. o Yahweh que guarda a aliança. e. “como antílope na rede”. Deixe o povo ver que Deus tomou . retratada como a mãe do seu povo. 20 J á os teu s f i lh o s desm aiaram . deveria ter tido “os filhos [o povo]”. todo o povo estava na mesma condição pecadora. n u n ca m a is dele beberás. O Soberano SENHOR. Deus tem uma nova palavra para o seu povo que foi humilhado e recebeu o cálice da sua ira (cf. 19 E ssas du a s coisas te a con tecera m . 22 A ssim diz o teu Senhor.

ó J eru sa lém . caminhan­ do por cima de suas costas depois de eles terem sido forçados a se prostrarem no chão (cf.22 acima). 5 1.17. I Pe 2. ó J eru sa lém . entristeceram [a Israel]”.1).21.o cálice da ira da “tua mão”. pois Jesus tomou aquele cálice por nós (M t 26. os quais os tinham tratado literalmente como a lama das ruas (c f 10. a sua justiça pondo o cálice da ira “nas mãos dos que.42. 15. 2 S acode o pó. As belas “vestes formosas” são vestes sacerdotais (cf.5. 16 . cid a d e santa. O povo nos dias de Isaías nunca teria que bebê-lo novamente (c£ w. 17 e 21 acima). desperta. Deus vai mostrar.9). ó ca tiva f i lh a de Sião. Os crentes não sofrerão essa ira. I Ts 5. reis-sacerdotes (Êx 19.7.e i nas m ã o s d os qu e te en tristecera m . 4. O desembaraço do “incircunciso” e “imundo” (ou sujo) indica que o povo terá igualmente uma santi­ dade interior. e o seu povo. 5 1. cf. p orq u e n u n ­ ca m a is en tra rá em ti n em in circu n ciso n em im undo. Jerusalém se tornará novamente uma cidade real. 5 O povo de Deus cumprirá novamente a função sacerdotal que Ele pretendia anteriormente (Êx 19.6).5— 15).9). Ex 28 . e tu p u seste as costa s co m o chão e co m o ca m in h o aos viand antes. Que tamanha graça! 23M as p ô .l o . O cálice da ira de Deus será novamente despejado durante a Grande Tribulação (Ap 6.6. qu e dizem à tua alm a: A baix a-te.. v este -te das tua s vestes fo r m o s a s . Eles têm que sacudir o “pó” . 17. 17 ) vem para Sião por causa da obra de redenção do S e n h o r .2— ) providas por Deus.16. vv.11. em troca. ó Sião. so lta -te das ata du ras de teu pescoço. JERUSALÉM SERÁ REDIMIDA 5 2 1 -1 2 1 D esp erta ..9. lev a n ta -te e a ssen ta -te. p a ra q u e p a ssem o s sob re ti. Jerusalém será de novo a “cidade santa”. A terceira chamada para despertar (cf. Após beber o cálice da ira de Deus. Jo 1 8 . v e s te -te da tua fo rta lez a .

e soltar as antigas cadeias ( “ataduras”) que os tiranizavam. 6 P ortanto. Os seus dominadores “dão uivos” (alguns entendem isto como significando os “uivos” dos seus opressores [KJV. em tem p os p a ssad os. pela sua graça. p o r esta causa. e o m eu n o m e é blasfem ado in cessa n tem en te todo o dia. A menção do Egito como o primeiro lugar da opressão de Israel e da Assíria como oprimindo-os “em tempos passados” (por ocasião da sua história) indica que esta passagem está tratando dos próprios dias de Isaías. NASB. Desse modo. provavelmente porque eles estão rejeitan­ do o fato de que merecem o seu juízo (cf. O dia milenial . que tenho eu aqui que ja z e r . ARA. e a A ssíria sem razão o oprim iu . Deus vai deixar o seu povo saber o “nome” [dEle] (incluindo a sua natureza e caráter) na experiência deste. p o rq u e eu m esm o so u o q u e digo: E is-m e aqui.24). o nome de Deus é insultado ou blasfemado. agora. d iz o S enhor . não havia nenhuma necessidade de pa­ gar um preço à Assíria para resgatá-los daquela escravidão. “Portanto” e “por esta causa” são sinônimos utilizados aqui para indicar ênfase. p a ra p e r e g r in a r lá. Rm 2. J P orque assim d iz o SENHOR: P o r n a d a fo stes ven d id os. Assim. outros. 4 P orque a ssim d iz o S en hor JEOVÁ: O m eu povo. p o is o m eu p o v o f o i tom ado sem n en h u m a razãoP O s q u e d om in a m sob re ele dão u ivos. a Assíria não pagou nenhum preço a Deus. ARC]. O S en h o r não ganhou nada tendo o seu povo sido levado para longe dEle.(representando o pecado). as cadeias do pecado. “sem dinheiro”.4 3 E. a N V I indica “aqueles que o dominam zombam”). Quando o povo foi vendido em escravidão. o m eu p o v o sa berá o m eu nom e. d esceu ao Egito. n a q u ele dia. d iz o SENHOR. Deus vai resgatá-los livremente. ta m ­ bém sem din heiro sereis resgatados. que os seus próprios opressores lamentam [R S Y CEV].

ju n ta m en te ex u lta m . ainda soberano. mas eles são formosos porque trazem um exultante brado de “boas-novas” de que “Deus reina”: Deus não está morto. Os pés “suaves” ( “formosos”. 9 C la m a i can tan do. . uni­ dos em um ressonante e alto brado de alegria. M as agora. que a n u n cia o bem .11 ). Deus ainda é o Rei do universo. os montes do mundo inteiro onde o Evangelho da paz (a bondade e a salvação de Deus) é proclamado (c f 49.15). qu e d iz a Sião: O teu D eu s rein a ! Os versículos 7— são um hino de louvor. ex u lta i ju n ta m en te. até mesmo o solo improdutivo irrompe em brados e cânticos de alegria. A RA ) podem estar machucados e san­ grando. e ainda no controle. Romanos 10. A cidade de Jerusalém é chamada “desertos”. 8 Eis a voz dos teu s atalaias! E les alçam a voz. conforto e redenção de Deus. também E f 6. p o rq u e olho a olho verão. por causa dos pecados de seu povo como também pelo cerco dos assírios. Ele retorna como o con­ quistador triunfante. quando Ele falará com eles e eles o verão. qu an do o Senhor v o lta r a Sião. qu e f a z o u v ir a paz. solo improdutivo. rem iu a J eru sa lém . Ele também é o que fez isto acontecer. que f a z o u v ir a sa lva çã o'.está vindo. 7 Q u ã o su a v es são sob re os m o n tes os p é s do qu e a n u n cia as b o a s-n o v a s. Então saberão não só que Deus predisse o futuro. aguardam esperançosamente.15 faz a citação deste versículo e o aplica ao Evangelho do Novo Testamento (cf. desertos de J er u sa lém ! P orque o S en hor co n so lo u o seu p o v o . A aplicação específica aqui é às boas-novas sendo proclamadas nos montes ao redor de Jerusalém. Aqueles que estão assistindo. por causa da salvação. Pois eles verão clara­ mente “quando o SENHOR voltar a Sião”. “Os montes” são os 12 montes de Deus.

instrumentos] do Senhor”. p orq u e o S enh or irá dia n te de vós. retira i-v o s. Os judeus são reis-sacerdotes levando santos “utensílios [coisas. tanto na frente como na retaguarda deles.10 O S e n h o r d esn u d o u o seu sa n to braço p era n te os olhos de todas as n ações. coisa im u n da. p u r ifica i-v o s . Por que o remanescente piedoso precisa olhar para Abraão e Sara? 2.7— 10). Quanto a Deus desnudar o seu “santo braço” significa que Ele irá demonstrar o seu poder e sua santa dedicação na sua obra de salva­ ção. 11 R etira i-vos. v ó s qu e levais os NHOR. não poderiam continuar portando os utensílios santos. Nem sequer lhes seria permitido entrar no templo. sa í daí.Tivessem eles tocado em uma “coisa imun­ da”. “Todos os confins da terra” verão isto e reconhecerão a sua grandeza. QUESTÕES DE ESTUDO 1. g in d o . e também contrasta com a ordem inicial para fugir da Babilônia (4 8 . e todos os co n fin s da terra v erã o a sa lva çã o do n osso D eus. 39). Eles têm que se man­ ter cerimonialmente puros. Por que o povo chamou a Deus para despertar e qual foi a sua resposta? . Como a justiça de Deus é relacionada à sua salvação? 3.2 0 ). não toqu eis do m eio dela. sa í u ten sílio s do Sen em v o s i r e i s f u ­ o D eu s de Isra el Isaías não está na Babilônia. aqui. 12 P orque não sa ireis apressadam ente. A chamada é uma convocação geral. O fato de que eles não devem sair “apressadamente” contrasta com a partida do Egito (Êx 12. Houve apenas um cumprimento parcial desta profecia quando Ciro permitiu aos judeus voltarem do exílio babilônico posterior (Ed 1. nem no exílio.33. e será a vossa retaguarda. Deus guardará os seus reis-sacerdotes.

ou a algum profeta.1M as esta passagem “aponta para além de Israel como o . será en gra n d eci­ do. 2 George A. até mesmo ao pró­ prio escritor. Servant Theology (G rand R apids: W m . Alguns críticos são hesitantes em aplicar isto a Jesus.13-53. 6.7 -1 2 )? CITAÇÕES 1 J. ou ao remanescente piedoso. 19 84 ). 19 85 ). 7. 4 F. isto poderia também significar “no fim ” (N E B ) ou “para n ada”. 2 (m aio de 1 9 6 3 ): 53 -54 . Este versículo é o começo do quarto cântico do Servo. F. 0 Sofrimento e a Morte Expiatória do Servo 52. 5. Barton Payne. Por que Deus encobre o Servo? Por que o povo de Jerusalém tem necessidade de despertar? O que Deus quer fazer por eles? O que o povo de Jerusalém tem de fazer com respeito a esta terceira chamada para despertar? 8. no.12 I. Eerdmans.4. e elevado. e m u i sublim e. De que modos nós podemos participar hoje no hino de louvor (5 2 . 3 H ebraico be’ephes. Duane Lindsey. Knight. 156. o qual continua pelo capítulo 53. de modo que eles tentam fazer a aplicação disto a Israel. The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press. “T h e U n ity o f Isaiah”. Bulletin o f tbe Evangelical Tbeological Society 6. 0 SERVO PRUDENTE SERÁ EXALTADO 5213 13 Eis q u e o m eu serv o o p era rá co m p ru d ên cia . B. C.

Os versículos seguintes mostram que Ele sofre como um homem. A Septuaginta traduz a frase dessa forma: “Assim. há alguns problemas.15 14 C om o p a sm a ra m m u ito s à vista dele. p o rq u e aq u ilo q u e não lhes f o i a n u n cia d o verão. h o rrifa rá m u ita s nações. expressada pela repetição tripla (cf. e os reis fe ch a r ã o a boca p o r cau sa dele. chocados com a sua deformação. e colocado em posição “mui sublime” (c f 6.1 onde a mesma exaltação é aplicada a Deus). 6. 13 A ssim. Certamente. “elevado”. m a is do q u e a d os o u tro s f i lh o s dos hom ens. Isto resulta­ rá em uma exaltação suprema. p o is a su a ap arên cia estava tão desfigu rada .4Este é um quadro sublime. porque Ele já não se parece um homem. ficarão horrorizados. disponível para todos. cf 2 Sm 22. O Servo de Deus terá a sabedoria para realizar eficazmente o que Deus lhe envia a realizar.2 Isaías retrata Israel como so­ frendo pelos seus próprios pecados.6— 1 deixa claro. muitas nações vão se maravilhar nEle”.21). esta profecia de um DeusHomem não se enquadra a ninguém mais a não ser Jesus. o significado . (Alguns conectam esta palavra com uma origem árabe e a traduzem como “espanto”. m a is do que a de o u tro qualquer. e a su a f ig u r a . A totalidade da evidência é que este Servo é um indivíduo sem pecado. a exaltação só virá após a 1 humilhação e o sofrimento.5 con­ tudo. que sofre completamente pe­ los outros3 “em total obediência ao Pai”.) Em linha com a mensagem de salvação de Isaías. Quando eles o virem. e aq u ilo qu e eles não o u v ira m entenderão. A palavra “borrifar” é freqüentemente usada a respeito de borri­ far ou espargir o sangue de um sacrifício. 2.47). aponta ao M essias”. Lc 24. profundo e preciso do Messias. Os “muitos” são as pessoas que olham para Ele esperando que Ele fará a obra de redenção de Deus (cf. 0 SOFRIMENTO ESPANTOSO 52.14. Como Filipenses 2.3): Ele será “engrandecido” (como Deus é exaltado.servo do Senhor.

sendo gentios. ne­ nhuma evidência externa de realeza. fala. quer dizer. um broto tenro. M as Ele surge como em “terra seca”. e. o poder do SENHOR.2 5 . ou antes. o relato ou as boas-novas que eles ouviram e que devem revelar (c f Lc 2 4 . mas depois Ele enfrentou uma crescente opo­ sição. o remanescente piedoso em Israel. 10). O “braço”.6 “Os reis fecharão a boca”. p a ra que o desejássem os. A comparação com o “renovo” e a “raiz” liga o Servo às profecias messiânicas anteriores de Isaías (veja I L I . Jo 12. Rm 10. O Servo foi crescendo como um “renovo”. nem mesmo eles acreditavam na “pregação”. parece não haver nada especialmente atraente a respeito do Servo “para que o desejásse­ mos”.1-3 1 Q u em d eu créd ito à nossa p rega çã o ? E a qu em se m a n ifesto u o braço do SENHORp Israel. olhando n ó s pa ra ele j n en h u m a beleza víam os. 0 MESSIAS MENOSPREZADO E REJEITADO 53. eles serão surpreendidos e ficarão respeitosamente calados. Inicial­ mente. sem qualquer semelhança de fertilidade que tornasse possível o crescimento. subjuga­ dos pela grandeza da sua salvação —algo que eles. O próprio Jesus teve que vir aos seus discípulos e explanar a verdade.4 1 .38. 3. Antes. foi revelado sobrenaturalmente.parece ser que “muitas nações” se beneficiarão do sacrifício do Servo e do derramamento do seu sangue. .16). Mas Ele não é descrito como vindo semelhante a um Rei desta vez: não haverá nada maravilhoso ou espetacular sobre Ele. 2 P orque f o i su b in d o com o ren o v o p era n te ele e com o ra iz de u m a terra seca. As circunstâncias que cercaram o cumprimento de sua missão pareciam adversas. isto é. Jesus teve um ano de aparente sucesso na Galiléia (o segundo ano do seu ministério). não tinham entendido ou até mesmo considerado antes. dian­ te do SENHOR —em sua presença e sob a sua proteção. não tinha p a recer n em fo r m o s u r a .

Ele pôde fazer isto porque iria morrer. No severo sofrimento do Servo Ele é caracterizado como “des­ prezado e o mais indigno”. Não foi por qualquer pecado próprio que Ele sofreu. ex perim entado n os trabalhos e. M ateus 8. M as a nação como um todo tinha pensado que Ele tinha sido “ferido de Deus”. f o m o s sarados. SOFRENDO POR OUTROS 53.3). Ele corajosa e voluntariamente escolheu tomar e levar sobre si o fardo pesado de “nossas enfermidades” (Heb. quando Ele tirava as dores e as doenças. objeto do seu juízo. Aqueles que o menosprezavam acharam o seu sofrimento tão repulsivo que eles viraram as suas faces. ou abandonado. Porém. f e r i d o de D eu s e oprim ido. (Tanto os termos . Ele era um homem de “dores” (Heb.3 jEra desprezado e o m a is indigno en tre os hom ens. ele to m o u sobre si as n ossas en ferm id a d es e as nossas dores levou sobre si. p ela s su a s p isa d u ra s. ferido e humilhado até à morte. o ca stigo qu e nos traz a p a z estava sob re ele. As pessoas o desprezavam de um modo zombeteiro. makh‘ovoth. e. A explicação é enfática: Ele foi ferido pelas “nossas [rebeldes] transgressões” (contra Deus e a sua Palavra) e moído pelas “nossas iniqüidades”. era desprezado. Como isto deve ter ferido aquEle que tanto os amou! 4. “dores físicas”).4-6 4 V erdadeiramente. ou então eles o desamparavam (M t 26. e não fiz e m o s dele caso algum . “nossas doenças”) e “nossas dores” (como no v. J M as ele f o i f e r i d o p ela s n ossas tra n sgressões e m oíd o p ela s nossas iniq üidades. incluindo a nossa culpa pecaminosa. as palavras hebraicas aqui referem-se ao seu próprio sofrimento físico que Ele suportou na cruz.56 ). e n ós o rep u ta m os p o r aflito. experimentando o mesmo sofrimento que acompanha uma rigorosa doença ou enfermidade.17 aplica isto ao ministério de cura de Jesus. hom em de dores. chalayenu. com o u m de quem os hom ens escondiam o rosto.

3. SI 1 19. S I 103. 5. porque “todos nós andamos desgarrados como ovelhas”. andamos longe de Deus e extraviados no pecado (cf. Ele não proferiu nenhuma palavra de reclamação.36).7-9 7 E le f o i oprim ido.3. . bênção e prazerosa comunhão com o SENHOR. m a s não a b riu a su a boca. o cordeiro da Páscoa de Êx 12.8). “Pelas suas pisaduras” (ou “açoites”.4. Deus fez todos os nossos pecados (incluindo a nossa culpa e o castigo que nós merecemos) caírem so­ bre Ele. ou como um escra­ vo chicoteado pelo feitor.2 9. 6 T odos n ós a n d a m os desga rrados co m o ovelhas. O sofrimento dEle foi vicário —totalmente por outros. 13. incluindo o nosso eterno bem-estar. T g 5. João. N a sua paciência e silêncio. m a s o SENHORf e z c a ir so b re ele a in iq ü id a d e de n ós todos. Nós não podíamos pagar a penalidade por nossos próprios pecados.15. Todo o mundo precisa do Redentor.25). cf. mas também a restauração da comunhão com Deus (cf.) O castigo que estava sobre Ele era para assegurar a nossa paz.176. contudo.24. co m o u m cordeiro. f o i levado ao m a ta d ou ro e. Ele estava como um cordeiro “perante os seus tosquiadores” (cf. ele não a b riu a boca. Isto inclui não só a cura física. o Batista. de modo que Deus “fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos”. M t 9. as marcas deixadas por golpes) há cura para nós. chama Jesus de “o Cordeiro de D eus” em Jo 1 . Ele foi oprim ido como um a pessoa que é oprim ida por um credor que exige o pagam ento de um a dívida. não fez nenhum a tentativa para se defen­ der. MORRENDO POR OUTROS 53. I Pe 2. seu sacrifício foi substitutivo. co m o a ovelha m u d a p era n te os seu s tosquiadores. cad a u m se desvia va p elo seu cam in ho.“ferido” como “m oído” são usados a respeito de situações nas quais a pessoa morre.3 5.6 . Ap 5.

foi enterrado com honra por um homem rico (veja M t 27 . 9 E p u sera m a su a sep u ltu ra com os ím pios e co m o rico. “E quem contará [Heb. n em h o u ve en ga n o na su a boca. 6. com os criminosos condenados que foram crucificados com Ele. “Juízo ” refere-se ao julgam ento (em bora este fosse ilegal) e à injusta sentença. No entanto. na su a m o r te p ^ p orq u a n to n u n ca f e z injustiça. I Pe 2.o en ferm a r. v erá a su a .57— 60). y ‘socheach. “a sua geração”. doro. ou seja. “os seus contem porâneos”]?” Eis como aV ersão de Berkeley expõe isto: “E quais de seus con­ temporâneos consideraria” (tradução literal). “Da opressão” significa que Ele foi posto sob constrangim en­ to (assim como Jesus foi preso e colocado sob guarda como um crim inoso). e quem co n ta rá o tem po da su a v id a ? P orq u a n to f o i corta d o da terra d os v iv en tes e p ela tra n sgressã o do m eu p o v o f o i ele atingido. ao SENHOR agra d ou o moê~lo. e as suas palavras eram verdadeiras. como também por todas as pessoas do mundo. Ele era manso com os pecadores. Foi pretendido que a sua sepultura fosse “com os ímpios”.8 D a opressão e do ju íz o f o i tirado.2 2). fa z e n d o . “considerará”7] o tempo da sua vida [Heb.10-12 10 T odavia. ninguém naquele momento entendeu o significado de tudo aqui­ lo (nem sequer os seus discípulos entenderam que Ele estava so­ frendo por eles). Ele foi “co rtado” por violento sofrim ento e morte. após a qual Ele foi conduzido à m or­ te. um a m orte m erecida pelo seu povo. quando Ele de fato morreu. A versão A R A co­ loca assim: “E de sua linhagem quem dela cogitou?” Q uer dizer.9 Esta era a garantia de Deus de que as acusações de que Ele era um homem violento e enga­ nador eram falsas (cf. UMA OFERTA ACEITÁVEL PELA CULPA 53. q u an do a su a alm a se p u s e r p o r ex p ia ção do pecado.

.22.9). inclusive as conseqüên­ cias da culpa deles. O “conhecimento” do Servo significa que Ele conheceu o Pai de um modo amoroso e pessoal. fazendo-o enfermar”.16) por nós.30. Pelo derramar de seu sangue e o derramamento da sua vida. “Ele se agradou”) “moê-lo. Mas a morte dEle não seria o fim. co m o seu co n h ecim en to . o m e u servo. chaphets. e o b om p r a z e r d o SENHOR p r o s ­ p e r a r á n a su a m ão. incluindo todo o seu ser. poderia justificar [prover justificação para] “mui­ tos” —não apenas para um. de nenhu­ ma maneira nós merecíamos um tal sacrifício em nosso favor. era a sua vontade (Heb.p o sterid a d e. Que Ele veria a sua posteridade ou descendência (lit. e Ele sabia quem Ele era e é. “ver a semente”) significa que Ele se levantaria de entre os mortos e veria os seus filhos espiritu­ ais.10Que Ele “prolongará os dias” dEle significa que Ele continuaria vivo depois da sua ressurreição. ARA ) inclui os negócios ou assuntos do SE N H O R .21). 3.I 7 . cf. j u s t if ic a r á a m u ito s. portanto. Fp 3. pelo poder e administração do Servo. quer dizer. p o rq u e a s in iq ü id a d es d eles lev a r á so b re si. uma oferta de “expiação do pecado” (normalmente traduzido como “oferta pelo pecado” em ARA e KJV. Ele também sabia o que Ele estava fazendo no seu sacrifício por nós. Deus fez isto motivado por pura graça e amor (Jo 3. A N V I acrescenta que “ele verá a luz [da vida]”. Deus fez da vida do Servo. .1 o que realmente foi 1 cumprido na sua ressurreição. Ele verá o resultado dos seus sofrimentos e “ficará satisfeito”. 2 Co 5. o Messias. foi realizada uma expiação suficiente por todos os nossos pecados e nossas culpas. 11 O tra b a lh o da su a a lm a ele v e r á e f i c a r á sa tisfeito . mas para todos os que viessem a Ele (R m I . 2 Co 5. Ele poderia fazer isto porque “as iniqüidades deles levará sobre si”.21. Deus não somente permitiu a morte do Servo. p r o lo n g a r á o s dias. o ju s t o . Ser um “servo justo” significa que Ele era sem pecado e. O “prazer do S e n h o r ” ( “a vontade do Senhor”. Esta oferta seria levada a uma conclusão eficaz “na sua mão”. I Co 1.

R m 8. Ele estava livremente intercedendo pelos rebeldes e con­ tinuaria a fazê-lo dessa forma (cf.25. Deus já não olhava para a Lei quebrada. co m o s p o d er o so s. e obedientemente. M as quando o sangue foi espargido. O segundo bode era despachado para o deserto para declarar que os pecados não só estavam cobertos. e. I Jo 2.25 . M q 7.1 implicam? . O que as perguntas de 53. ou seja.7— 1 lança sobre Isaías 52. Está claro a partir disso que Ele não era uma vítima das circuns­ tâncias. triunfan­ do sobre tudo isso. Que luz Filipenses 2. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Hb 7.28).19). levou o fardo dos pecados e a culpa de toda a raça humana.12 P elo q u e lhe d a r ei a p a r te d e m u ito s. O Servo triunfará. Is 4 3 . mas para o sangue da vida que a cobrira.13— 1 15? 2. de modo que nós podemos entrar livremente na presença de Deus e estar em perfeita relação com Ele. Embora Ele se deixasse ser “contado com os transgressores”. não simplesmente o nosso exem­ plo. r ep a r tirá e le o d esp ojo. p o rq u a n to d erra m o u a su a a lm a n a m o r te e f o i co n ta d o co m o s tra n sg resso res. mas que eles tinham sido tirados (cf. que era o envoltório da arca da alian­ ça. os quais estavam em um estado de rebelião (veja M c 15.34. Também nisto Ele cumpriu a tipologia do pecado que oferece dois bodes no Dia da Expiação: um bode era sacrificado e o sangue era borrifado na cober­ tura de ouro (o propiciatório). m a s ele lev o u so b re si o p e ca d o d e m u ito s e p e lo s tra n sg resso res in terced eu . não somente um mestre.34. A quebra da Lei exigia juízo. Ele de boa vontade. tratado como um rebelde. não meramente um mártir. Lc 23. N aquela arca estavam as tábuas de pedra da Lei. Deus o recompensará ricamente. Toda a gran­ deza e o poder dos seus inimigos estarão entre os despojos da sua vitória. Tudo isto acontece porque Ele estava disposto a passar pela morte e se deixar ser identificado com os seres humanos.1).

4 2 6. 1 A Septuaginta indica algo como “para ele a luz se m anifesta”. A A RC e a 1 A R A om item esta parte. B. ed. B. H orton. Alec M otyer. ( Grand R apids: W m . Como os sofrimentos do Servo são relacionados ao ministério de Jesus e à cruz? 5. O que nesta passagem indica a sua ressurreição? 8.3. The Book o f Isaiah. 19 95 ). 1 9 6 9 -7 2 ). Eerdmans. Leopold. Book o f Isaiah. 1 Young. . RJ: CPAD. trans. A N V I segue tanto a Septuaginta como os Rolos do mar M orto. 4 3 6. Fxposition o f Isaiah (Grand R apids: Baker Book House. 2 W ille m A. 3 vols. 280. Schultz. 3 :3 3 8 -3 9 . Como a menção de renovo e raiz é diferente do que é descrito em 11. C. Franz D elitzsch. 317. 7 Como traduzido em Salm os 143. Propheeies o f Isaiah. 10? 4. 3 0 9 -3 1 6 . indicando que esta era real. Que lição a Bíblia quer que tiremos com o fato de Ele ser enter­ rado na sepultura de um homem rico? 7. Interpreting the Prophetic Word' 2 8 0. C f margem da NASB. Academie Books. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. lH “M o rte” é um plural relativo a ênfase no hebraico. 19 90 ). 3 Cf. Biblícal C om m entary on the. Veja M otyer. 3 :3 5 5 -5 6 . 1969). 4 VanGemeren. 1. V anG em eren. 19 93 ). James M artin (G rand R apids: W m . In terp retin g the P rophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro.: InterV arsity Press. (San Francisco. Eerdmans. 19 90 ). Qual é a continuação do ministério do Servo? CITAÇÕES 1 N ote discussão em Sam uel J. 5 Edward J. J. 6 H. 197 1).5. The O ld Testament Speaks. H arper. violenta c suprema. 1 10 Stanley M . 2:3 0 3 . Prophecy o f Isaiah. 4a. 111. 2:2 2 5 . O que se pretende dizer quando chamamos o seu sofrimento de vicário e substitutivo? 6. Young.

e a tua p o sterid a d e p o ssu irá as n a ções e f a r á qu e seja m habitadas as cid a d es assoladas. a mulher “esté­ ril” (a personificação de Sião) é para cantar e exultar porque os filhos do Servo (5 3 . d iz o Se n h o r . 2 A m plia o lu g a r da tu a tenda. seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12. e as co rtin a s das tua s habitações se esten d a m .13 I. por causa do sofri­ mento. Deus prometeu a Jacó que a sua semente irromperia para oes­ te. A ênfase aqui está na natureza sobrenatural do relacionamento. 3 P orque tra n sb ord a rá s à m ã o d ireita e à esquerda. qu e n ã o deste à lu z ! E x ulta de ■prazer com a legre ca n to e ex clam a.. A promessa de Deus para Abraão era para uma numerosa semen­ te.1-55.1 0 ) são feitos seus.e. Gálatas 4. leste. Este capítulo clama por respostas à obra do Servo. Uma segunda comparação clama pela ampliação do lugar da ha­ bitação de Sião ( “Amplia o lugar da tua tenda”). a Nova Jerusa­ lém no céu) —que também são (por fé) os filhos espirituais de Abraão.2 7 aplica isto aos filhos espirituais da Jerusalém que está em cima (i.D.14 ).3). Isto indica a neces­ sidade de abrir espaço para o grande número de pessoas que virão sob as bênçãos que Deus tem para o seu povo. ó estéril. tu qu e não tiveste dores de p a rto ! P orque m a is sã o os f i lh o s da so litá ria do qu e os f i lh o s da casada. norte e sul (Gn 2 8 . Primeiro. O PROGRESSO JUBILOSO 54. Duas compa­ rações ilustram a futura ampliação de Sião.2 6. A Obra do Messias Traz Progresso e Bênção 54. morte expiatória e ressurreição do Servo. não o im peças. alonga as tu a s cord a s e f i r m a bem as tua s estacas. N a sua semente.1-3 1 C an ta alegrem ente. Agora Isaías vê uma expansão “à mão direita e à mão esquerda”. com a semente possuindo as nações e .

etc. cada um com poder lim itado e freqüentemente em com­ petição entre si. 6 Porque o SENHOR te chamou com o a uma m ulher desampara­ da e triste de espírito. Ele não o abandonou para sempre (veja v. um quadro semelhante é encontrado com Jesus sendo o Noivo da Igre­ ja. Ele também será reconhecido não só como o Deus de Israel. Israel. .7. pode deixar de ficar amedrontado. ele será chama­ do o D eus de toda a terra. “confundida” e “opróbrio” —enfatizam que Israel não sofrerá nenhuma vergonha. antes. Ele não é somente o Santo de Israel. A razão pela qual Israel não será envergonhado c que o Criador ainda é o seu marido. A vergonha do passado. pois os pagãos acreditavam em m ui­ tos deuses. N enhum deus pagão poderia reivindicar isso. para a época do M ilênio e ao futuro glorioso de Israel. por boas razões. O Senhor vai levar tudo. o que controla os exércitos do céu.. e o Santo de Israel é o teu Redentor. como a uma m ulher da mocidade . porque não serás confundida. mas como “o Deus de toda a terra”.4-8 4 Não temas . da “mocidade” (provavelmente no Egito) à “viuvez” (dificuldades pos­ teriores).). que é desprezada. Os 2. Isto aponta à frente. diz o teu Deus. No Novo Testamento. S e n h o r dos Exércitos é o seu nome. 0 REDENTOR COMPASSIVO 54. A imagem de Deus como o “m arido” de Israel é empregada fre­ qüentemente (Jr 3.povoando as suas “cidades assoladas”. porque não serás envergonhada. te esquecerás da vergo­ nha da tua mocidade e não te lembrarás mais do opróhrio da tua viu vez. Três sinônimos —“envergonhada”.7). tudo será esquecido.14. 2. mas o Parente-Redentor de Israel. Deus ainda é o Yahweh que guarda a aliança. e não te envergo­ nhes. 5 Porque o teu C riador é o teu marido.

7 Por um pequeno momento..1).10 9 Porque isso será para mim como as águas de Noé. a promessa e o juramento de Deus para Israel é que a sua ira e repreensão terminaram. Agora a mulher estéril realmente pode cantar e gritar de alegria (54. A sua bondade eterna (Heb.1). 10 Porque as montanhas se desviarão e os outeiros tremerão. assim ju rei que não me irarei mais contra ti. e o concerto da minha paz não mudará. mas com henignidade eterna m e compadecerei de ti. A ALIANÇA DE PAZ 54. embora ele (Israel) seja como uma esposa abandonada e triste de espírito. mas a minha henignidade não se desviará de ti. . A sua nova aliança será tão firme quanto a aliança feita com Noé. Da mesma forma. e Ele “escondeu [a sua] face” (removeu a sua presen­ ça ativa) de entre eles —mas só durante um tempo muito curto. Ele não se divorciou (veja 50. o teu Redentor. O Dilúvio de Noé foi um ato de juízo sobre todo o mundo. A sua ira foi como um rompi­ mento de represa. chesed.9.s em grande ira.A razão pela qual Israel pode reconhecer que Deus ainda é o seu marido é porque Ele o chamou de volta. Os 11. M as Deus ainda é o seu Deus. A promessa e aliança de Deus após o Dilúvio foi: “Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem.21).8. ou rejeitada.9). mas com grande m iseri­ córdia te recolherei. A sua compaixão é tão grande que Ele recolherá Israel a si. como uma esposa jovem que é “desamparada”. mas Ele permanece e sempre será o Parente-Redentor de Israel (cf. escondi afa c e de ti p o r vim m omento. 3. como fiz” (Gn 8. . pois jurei que as águas de N oé não inundariam mais a terra. que se compadece de ti. diz o S e n h o r . A Palavra de Deus lhe dá segurança. Ele foi ferido pelo pecado e piela rebelião deles. te deixei'. diz o SENHOR. O tempo que Deus deixou Israel foi apenas “um pequeno momen­ to”. nem te repreenderei. “amor que guarda a aliança”) está por trás das suas misericórdias..

cheia de glória. As alianças de Deus sempre foram efetivadas por um sacrifício (cf.15-18). a “henignidade” de Deus. mesmo que montanhas e outeiros venham e vão. pukh. o seu amor que guarda a aliança. mas ricas lazuritas de cor azul celeste). Ele deixou a sua paz para nós (Jo 14.1 1 -1 5 1 O oprimida.27) e fez a paz entre Deus e nós (R m 5. “antimônio preto”. Novas montanhas e outeiros indubitavelmente surgiram. Ele a construirá com pedras preciosas estabelecidas sobre “safiras” (H eb. No fundo está o sacrifício do Servo-Messias. E f 2.14— 18). JERUSALÉM SERÁ RESTABELECIDA 5 4 . As “janelas” da cidade serão feitas de material cristalino. As­ sim. posta em efeito pela morte de Jesus na cruz. A compaixão de Deus alcança a aflita cidade de Jerusalém. Como é maravilhoso saber que Ele é o Deus que tem compaixão por cada um de nós! 4. arroja­ da pelas tempestades e sem nenhum conforto. A fundação dessa gran­ de cidade será de safiras (não as modernas safiras. arrojada com a torm enta e desconsolada! Eis 1 que eu porei as tuas pedras com todo o ornam ento e tefu n d a rei sobre safiras. 12 E as tuas janelas fa r e i cristalinas e as tuas portas. ou “escudos” . nunca deixará Israel nem o deixará “o concerto da [sua] paz”. o “concerto da minha paz” deve ser a nova aliança futura. de rubins.Grandes mudanças vieram com o Dilúvio. e todos os teus termos.1. Deus tem uma restau­ ração maravilhosa guardada para ela. VanGemeren sugere que a mesma “incorpora todas as promessas de Deus”. Esta será firme e bonita —sem mais nenhuma instabilidade. Embora alguns tomem isto como sendo “baluartes” (A R A ). não a moderna turquesa. M as. H b 9. de pedras aprazíveis.1Por intermédio de sua morte. como outras versões indicam )2 para fazer a sua beleza se salientar.

e tam bém do espanto. “Eu” está na posição enfática na oração. tam b ém cr iei o assolador.16. este falhará. Deus cumprirá o seu propósito para com Israel. 13 E todos os teu s f i lh o s serã o d iscíp u los do Senhor . portanto.. 5.10 . incluindo as bênçãos plenas da salvação que Deus tem guardado. As portas serão de rubi de vários tons e as paredes ou bordas dos edifícios serão de pedras preciosas. ca irá p o r a m o r de ti. m a s não será p o r m im . p a ra destruir. porq u e não chegará a ti. OS SERVOS DE DEUS SERÃO JUSTIFICADOS 54.) e outros como “pináculos” (A SV ) ou “janelas” (K JV ) que refletem a luz solar.3 Eles desfrutarão grande paz e bem-estar. A palavra hebraica traduzida como “criei” só é usada a respeito de Deus e aqui enfatiza .17 16 Eis que eu criei o fe r r e ir o .(N V I. p o r­ que j á não tem erás. Pode haver ataques não provocados. que p r o d u z a fe r r a m e n ta p a ra a su a obra. A cidade será fundada e estabelecida na justiça de Deus (incluin­ do o seu amor e compaixão). Os “filhos” (as crianças) são os habitantes da cidade. mas Deus não causará guerra contra ela como Ele o fez quando os assírios e babilônios trouxeram o seu juízo. e a p a z de teu s f i lh o s será abundante. Ela estará longe de qualquer opressão ou mal social e. 15 Eis qu e p o d erã o v i r a ju n ta r-s e. quem se a ju n ta r co n tra ti. 14 C om ju stiça serás con firm a d a e estarás longe da opressão. continuamente ensinados por Ele. qu e assopra as brasas no fo g o . de medo e terror.18 -2 1). o hebraico shimshoth (lit. “sóis”) provavelmente signifique escudos próprios para refletirem a luz do sol. Se houver algum ataque contra a cidade. A Nova Jerusalém será bonita de um modo se­ melhante (Ap 21 . os quais serão os discípulos do SENHOR.

v in h o e leite. Esta é a palavra declarada de Deus. H á bastante água para todos os que têm sede e vierem beber. “Toda ferramenta” ( “toda arma”. Como 5 3 . estes verdadeiros crentes são todos “servos do S e n h o r ” . 45 . cor ou condição social. Eles terão uma herança que realmente é deles. sim .5— para a aplicação disto aos assírios.7 e veja também 10. o M essi­ as. v in d e e co m p ra i. e v ó s q u e n ã o ten d es d in h eiro . plena e livre (cf.1 1 deixa claro. N a luz da salvação provida pelo Servo do capítulo 53. 6. Nem tampouco “toda língua” que se levanta para acusar no tribunal será capaz de se levantar contra o povo de Deus e tomar a “herança”. esta é provida pela morte e ressurreição do Servo Sofredor. os assoladores (os guerreiros). co m p ra i e co m ei. os direitos e as bênçãos que Ele lhe tem dado. M t 5. e a destruição que eles trazem. provida por Ele. esta é a h era n ça d o s s e r v o s d o S e n h o r e a su a ju s t iç a q u e v e m de m im . vin d e.2 0 -2 5 . O SE N H O R chama a todos para virem — indiferentemente de raça.1. sem d in h eiro e se m p r eço . as armas. “Vinho e leite” implica provisão para todos os tipos de necessidades. Eles terão uma justiça que vem da parte do S e n h o r . (Cf. Aqueles “que não [têm] dinheiro” podem vir porque o ServoMessias já pagou o preço completo: Ele morreu pelo mundo inteiro — . Agora Deus revela o seu propósito de um modo maravilhoso. Fp 3. Tudo isto fala de uma salvação preciosa.) 19 17 T oda f e r r a m e n t a p r ep a r a d a co n tr a ti n ã o p r o s p e r a r á .o seu controle soberano sobre os trabalhadores humanos. v in d e à s á gu a s. O convite tem uma só condição: sede. UM CONVITE UNIVERSAL 55. A R A ) não será capaz de tirar de Sião o que Deus irá prover.9). uma porta está aberta de par a par para todos. e toda lín g u a q u e se le v a n ta r co n tr a ti em ju íz o .2 1 O v ó s to d o s o s q u e ten d es sede.6). d iz o S e n h o r . tu a co n d e n a r á s . (Veja Rm 4 .

_ 7. Este concerto é a nova aliança posta em efeito pela morte sacrificial de Jesus. virem ao SENHOR. e eles não buscam as bênçãos de Deus. Eles estão em uma corrida louca em busca de po­ der ou prazer. mas também alegria e deleite na riqueza do que Deus provê (cf. porque convoscofarei um concerto perpétuo. Lc 14). e a vossa alma viverá. o Servo Sofredor do capítulo 53. esses que não têm nenhum dinheiro e nada para oferecer em troca. Então eles poderiam comer uma comida real e achar não só satisfa­ ção. estas promessas o asseguravam de que sempre haveria . Deus fará [Heb. aqui chamada “as firmes beneficências de Davi”. A chamada é para ouvir diligente e exclusivamente o SENHOR.6. a Parábola das Bodas em M t 22.7). obedecerem. UMA ALIANÇA PERPÉTUA 55. Ou seja. Este novo concerto trará o cumprimento da aliança de amor prometida a Davi.inclusive as cidades do interior. As ordens são plurais e ampliam o pensamento do versículo I: Deixem todos os que estão sedentos escutarem.3-5 3 Inclinai os ouvidos e vinde a mim. os países do Terceiro Mundo. Os seus desejos egoístas os cegam para os valores bí­ blicos. e a “vossa alma” (todo o seu ser) será reavivada. 2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? O u vi-m e atentamente e com ei o que é bom. O que eles tinham recebido não era nada mais que uma ilusão. dando-vos asfir m es beneficências de Davi. e a vossa alma se deleite com a Os arrasados e empobrecidos pagãos estavam gastando as suas riquezas e trabalho em templos e deuses que não os podiam satisfa­ zer (4 6. ‘ekh/thah. “cortar” por um sacrifício] “um concerto perpé­ tuo” com todos os que vierem a Ele. M uitos hoje estão gastando o seu dinheiro e trabalho nas coisas vazias do mundo. ouvi.

1 7 -1 9 . At 13. cf.6 -9 0 Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar.um homem dos seus descendentes para o trono (2 Sm 7.9. Ap 2. 23. Em vista do amor de Deus e da provisão da misericórdia e da liderança do Messias. 4 Eis que eu o dei como testemunha aos povos. Ele será uma testemunha da verdade (cf. 5Eis que chamarás a um a nação que não conheces. “E-me dado todo o poder no céu e na terra” (M t 28. DEUS PERDOARÁ LIVREMENTE 0 ARREPENDIDO 5 5 . Fp 2. M as a oportunidade não durará para sempre (cf. Ag 2. 2 Co 6. p or am or do SENHOR.27. Ele será um “governador dos povos”. Pela sua natureza. e do Santo de Israel. 19.5. como príncipe e govern a dor dos povos. Nações que não o conheceram correrão para Ele por causa da sua relação com Deus o Pai e porque o Santo de Israel o glorificou e o exaltou (cf. Estas beneficências serão cumpridas quando Jesus vier novamente.34). 8.2).26. 12. Jo 18.). o mandamento dado é para buscar “ao S e NHOR” intensamente com um desejo de adoração. porque ele teglorificou.28— 37).20— M q 1. 89. A Pessoa que Deus oferece como uma “testemunha aos povos” do mundo é o Messias. etc. e para tornar o trono de Davi eterno enquanto Ele reina em Jerusalém no M ilênio e na Nova Jerusalém.6.18. A l­ . invocai-o enquan­ to está perto. o qual cumpre a promessa de Deus a Davi. Ele será achado por aqueles que buscam. Ele está perto dos que clamam a Ele. Is 49.7.8. A ressurreição de Jesus o identifica com esta profecia (cf.4 Como Jesus disse.3.37).15).14— SI 16. “chamará a uma nação” (gentios) que Ele não conheceu ou teve algum contato durante o seu ministério terreno.4.1.7. Ele também será o líder designado por Deus ou o príncipe soberano. teu Deus. Nm 2 4 . quer dizer. e um a nação que nunca te conheceu correrá para ti. Zc 8. de todos os povos do mundo.5. como o Rei davídico. Is 9. Jesus.

Então eles podem tornar (Heb. e os m eu s pen sa m en tos. porque os pensamentos. n em os v o sso s cam in h os. e . quer dizer. o ímpio tem que abandonar os seus pensamentos. A PALAVRA DE DEUS TRARÁ ALEGRIA 55. e o hom em m align o. qu e se com p a d ecerá dele. m a is altos do qu e os vossos pen sa m en tos. aí estou eu no meio deles” (M t 18.19. m a s rega m a terra e a fa z e m prod u z ir. que é “o caminho” (Jo 14. 9 Porque. yashov. e brotar. assim co m o desce a ch u va e a n ev e d os céu s e p a ra lá não torn a m . Além disso. veja Hb 10. “retornar”) para o S E N H O R para receberem livremente misericórdia e abundante graça e perdão. p o rq u e g ra n d io so é em perdoar. Para os malfeitores culpados buscarem ao S E N H O R . Pessoas cheias de delitos e que causam injustiça têm que aban­ donar os seus “pensamentos” (incluindo os seus planos e intenções). 7 D eix e o ím pio o seu cam inho.10-13 10 Porque. No en­ tanto. 9. planos. 05 m eu s cam in h os.20).20). d iz o S e n h o r . mudar o seu estilo de vida. pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (R m 3. 8 P o rq u e os m eu s p e n s a m e n to s n ã o sã o o s v o sso s p e n s a m e n ­ tos. eles são infinitamente mais altos. Todos nós podemos aplicar isto à nossa própria vida. Deus transpôs o abismo que existia entre nós e Ele por um novo e vivo (ressuscitado) caminho: Jesus. Como disse Jesus: “Por­ que onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome. to rn e p a ra o n osso D eu s.23). intenções e caminhos de Deus não somente são diferentes dos nossos. eles têm que primeiro deixar “o seu caminho”. os seu s p en sa m en to s e se co n v erta ao Senhor .guns sugerem que o hebraico pode ser traduzido da seguinte forma: “Buscai ao S E N H O R onde Ele pode ser achado”. assim co m o os céu s são m a is altos do q u e a terra. assim são os m eu s ca m in h os m a is altos do qu e os vossos cam inhos.6. Isto poderia indicar reunião de pessoas que estão adorando a Ele.

em lu g a r da sa rça .18). shem.d a r s e m en te a o sem ea d o r. isso s e r á p a r a o SlNHOR p o r n om e.17. e p ã o ao q u e com e. co m a legria . Essa maldição será removida e árvores perenes tomarão o lugar daqueles. vv. Esta acertará em cheio o alvo. Esta faz com que toda a natureza pareça cantar e se regozijar. p o r sin a l etern o . em pa z . nós deveríamos buscar a Deus por causa da grande bênção que resultará. f a r á o q u e m e a p ra z e p r o s p e r a r á n a q u ilo p a r a que a en v iei. 7— 10) sairão da escravidão do pecado “com alegria” e serão conduzidos pelo S E N H O R “em paz” e bem-estar.23. q u e n u n ca se a pa gará. A provisão de Deus de chuva e de neve não simplesmente descem e tornam para cima. 53. e tod a s a s á r v o r e s d o ca m p o b a terã o p a lm a s. “nome”. Ela fará o que Deus deseja e terá sucesso. e. Antes. ela n ã o v o lta r á p a r a m im va z ia . 45 . Portanto. A promessa final da Palavra de Deus (a Bíblia) é que os pecadores arrependidos (cf. uma expressão do nome de Deus — de sua . Esta transfor­ mação de pessoas e da natureza será para o Senhor “por nome” (Heb. A transformação olha à frente para o M ilênio quando toda a natureza será igualmente transforma­ da (R m 8. Esta será o tipo de alegria e paz que Jesus dá — uma paz diferente de qualquer coisa que o mundo dá (Jo 14.21). cr es ce r á a m u r ta . tornando possível o crescimento das plantas que suprem as neces­ sidades humanas. Deus não fala a sua palavra para tê-la simplesmente ecoando de volta para Si. A queda de Adão trouxe uma maldição sobre a terra de forma que esta produziu espinhos e cardos (Gn 3. tendo o efeito que Ele pretende (cf. s e r e is g u ia d o s . 11 a ssim s e r á a p a la v r a q u e s a ir da m in h a boca. a n tes. elas descem para ter um efeito im portan­ te. cr e s ce r á a f a i a . 13 j Em lu g a r d o esp in h eiro. sa ir eis e. o s m o n ­ tes e o s o u teir o s ex cla m a rã o d e p r a z e r p e r a n te a v o ssa f a c e . 12 P orque.10). ou seja.27).

Como isto se relaciona com as promessas dadas a Abraão e Jacó? 3. 2 :3 2 6 . 19 75 ). 3 Alguns entendem que “filhos” significa “construtores” já que as consoan­ tes hebraicas são as mesmas. reimpresso. em I (1 8 7 5 . 1 9 9 0 ). Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 4 Joseph A. Isto dará glória sempre a Deus e inspirará louvor. Para quem vem o convite de 55. Este sinal nunca será eliminado. 2 Alguns entendem isto como sendo sulfeto de chumbo escuro. Q UESTÕES DE ESTU D O 1. Quais são as promessas de Deus ao povo de Israel como seu “ma­ ndo”? 4. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. Isto será um sinal eterno e sobrenatural que prova a efetividade da palavra de Deus. A mesma palavra é usada a respeito da pintura dos olhos em 2 Reis 9. O que está implícito em chamar Deus de marido de Israel como também o Deus de toda a Terra? 6. Interpreting the Prophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing H ouse. VanG em eren. Alexander. O que você conclui sobre os pensamentos e a Palavra de Deus no capítulo 55? 7.1 e por quê? 5.natureza e caráter).30. porque Ele é mere­ cedor. 2 vols. O que é esperado que Sião faça por causa da obra do Servo? 2. 2 8 0. . Academ ie Books. Quais as garantias que Deus dá aos pecadores arrependidos no capítulo 55? CITAÇÕES 1 W ille m A.

esta seção está proximamente conectada à profecia precedente e a conclui. Bênção e Juízo 5 6. Alguns entendem que este capítulo começa uma nova seção. mas por graça.1 ). e a m inha ju stiça .1-5 8.14 I. Embora a salvação prometida não seja através de obras. a m a n jesta r-se. O “vinho e leite” eram “sem dinheiro e sem preço” (5 5 .1-66. A completa e livre salvação do SE N H O R . mas traz res­ ponsabilidades como também bênçãos. está próxima. A BÊNÇÃO INCLUI EUNUCOS E ESTRANGEIROS 56. oferecida a todos os que têm sede. as pessoas precisam ser lem- . porque a minha salvação está prestes a vir.Glória para o Povo de Deus.1 N o entanto.24 A. Juízo sobre Outros 56.1-8 1 A ssim diz o Senhor : M antende o ju íz o e ja z e i ju stiça.

1. E n ã o f a l e o f i l h o d o es tr a n g e ir o q u e se h o u v e r ch ega d o a o SENHOR. isto significava estar sob a autoridade da velha aliança. 51. O relacionamento deles com outros seres humanos também era importante. antecipando a sua salvação e a revelação da sua justiça.7. U m a bênção é pronunciada sobre as pessoas que continuam fa­ zendo isso constante e fielmente. “o a filho da espécie humana”) que “lança mão disso” significa todo ser humano individual que guarda isso e continua seguro nessa posição.9— 10).19— 27.bradas de que Deus esperava boas obras (cf. 3). 2 B e m -a v e n tu r a d o o h o m em q u e f i z e r isso. A implicação é que os estrangeiros entre eles têm estado e continuam envolvidos em ritos e cerimônias pagãos.9— I . Nos dias de Isaías. “O quebrantado de quebradura ou castrado não entrará na congregação do Senhor. mas com­ pare H b 4. e o f i l h o d o h om em q u e la n ça r m ã o disso. N e­ nhum amonita ou moabita entrará na congregação do Senhor. a fim de fazermos a vontade de Deus em obediência a Ele).1. q u e se g u a r d a d e p r o fa n a r o sá b a d o e g u a r d a a su a m ã o d e p e r p e tr a r a lg u m m al. dham . O seu mandamento era para o povo colocar em prática o juízo e a justi­ ça. onde o descanso do sábado da nova aliança está I diariamente cessando por causa de nossas próprias obras. e porque era central à expressão da relação deles com o SE N H O R . Jr 17. nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SE N H O R . O “homem” (Heb. N o entanto. guardar o sábado era importante (cf. A Lei proibia duas classes de pessoas de entrar na assembléia sa­ grada do povo de Deus quando eles adorassem. ben . Porque o sábado era o coração como também o símbolo da velha aliança. n em ta m p o u co d iga o e u n u co : E is q u e eu so u u m a á r v o r e seca. e se juntarem a Israel para recebe­ . eter­ namente” (D t 23. d iz en d o : D e tod o m e a p a rta rá o SENHOR d o se u p o v o . G1 6. a porta estava sempre aberta para os estrangeiros ofere­ cerem a sua submissão ao SE N H O R . por isso o mandamento era evitar “perpetrar algum [tipo de] m al”.

incapazes de produzir fruto. M oisés disse ao seu cunhado. 16). Êx 12. de que o S E N H O R disse: Vo-lo darei. o teu povo é o meu povo. porque o Senhor falou bem sobre Israel” (N m 10. Ele nunca os trataria como cidadãos de segunda classe. alguns estrangeiros expressavam um receio de que Deus eventualmente os separaria do seu povo.49). 4 P orq u e a ssim d iz o S e n h o r a resp eito d o s e u n u co s q u e g u a r ­ d a m o s m eu s sá bados. e esco lh em a q u ilo q u e m e agra d a . que era um gentio: “Nós caminhamos para aque­ le lugar.rem as bênçãos que Deus prometeu ao seu povo. Deus lhes falou para que não dissessem que eles eram uma “árvore seca”. As pessoas podiam olhar para eles desse modo. e onde quer que pousares à noite. e te fare­ mos bem. m e lh o r d o q u e o d e f i l h o s e f i l h a s . os quais eram considerados impuros e não lhes era perm itido entrar na as­ sembléia do S e n h o r (D t 2 3 . Ele espera que eles guardem não . Deus tinha uma promessa maravilhosa para os eunucos. Vai conosco. e Ele continuaria tomando conta deles. o teu Deus é o meu Deus” (R t 1. Porém. Cada pessoa é valiosa para Ele. ali pousarei eu.1 ). Hobabe. os eunucos expressavam a sua decepção a respeito de não poderem ter filhos para continuarem a linhagem familiar deles. u m n o m e e te r n o d a r ei a ca d a u m d eles q u e n u n ca se apa gará. mas também ao S E N H O R . porque o aumento de descendentes dos israelitas fiéis era freqüentemente um sinal de bênção. e a b ra ­ ç a m o m eu co n certo : 3 T a m b ém lhes d a rei n a m in h a ca sa e d en tro d o s m e u s m u r o s u m lu g a r e u m n om e. e foram geralmente bem-vindos. devido a muitas das promessas terem sido dadas especificamente para Israel (e possi­ velmente por causa do preconceito que poderia ter sido mostrado por alguns dos israelitas). mas muitos outros disseram como Rute: “Aonde quer que tu fores. cf. irei eu. Também.48. Hobabe recusou. mas Deus não. Eles não só se uniram com Israel.29. Deus lhes falou para não dizerem isso —insinuando que eles deveriam continuar con­ fiando em Deus.

6 E a o s f i l h o s d o s es tr a n g e ir o s q u e se ch ega rem a o SENHOR.32) e como Jesus pro­ 43. S I 24 . como Salomão reconheceu (I Rs 8. a sua Casa de Oração. e uma continuação do nome deles melhor que através de filhos ou filhas. guardem o sábado. Então Deus daria aos eunucos um memorial. clamou (M t 21. p o r ­ q u e a m in h a ca sa s e r á ch a m a d a C a sa d e O ra çã o p a r a to d o s os p o v o s. Observe que o templo ainda existia quando Isaías .3 e abracem fortemente o seu concerto. ou seja.13). p a ra o s e r v ir e m e p a r a a m a r em o n o m e d o SENHOR. 7 ta m b ém o s lev a r ei ao m eu sa n to m o n te e o s f e s t e j a r e i n a m in h a C a sa d e O r a çã o . o s seu s h o lo ca u sto s e o s s e u s s a c r f í c i o s se rã o a ceito s n o m e u altar.41— 2 Cr 6. e o s q u e a b ra ça rem o m e u co n certo . mas também os outros sábados de Levítico 23. n ã o o p r o fa n a n d o . Eles também têm que escolher e continuarem escolhendo. mas as coisas que agradam ao S E N H O R . O nome que Deus dará será “um nome eterno”.somente o sábado semanal. Os seus holocaustos (completamente queimados para indicar a completa dedicação do adorador e a completa exaltação do S e n h o r ) e os seus sacrifícios (oferecidos para buscar e experimentar a comunhão com Deus) serão bem agradáveis a Ele. um nome que não será removido ou eliminado e que “nunca se apa­ gará”. Ele sempre pretendeu que o seu templo fosse uma “Casa de Oração para todos os povos”. N isto eles esta­ rão cumprindo o propósito de Deus. Ele lhes daria uma porção ou posse “na minha casa e dentro dos meus muros”.2 Isto incluía manter fortemente o concerto de Deus. Deus espera que os estrangeiros que se unem a Ele o adorem. Então Deus não só lhes perm itirá subir ao seu santo monte (cf. não os seus próprios caminhos. to d o s os q u e g u a r d a r e m o sá bado. sejam seus servos fiéis. se n d o d este m o d o s e r v o s seu s. Eles terão um lugar escolhido na ressurreição e viverão para sempre com o SE N H O R . Ele também os levará ali e os fará se alegrarem no templo.3— mas 5). na sua presença. amem o seu nome (a sua natureza e caráter). “um lugar e um nome”.

O propósito de Deus é que todos os crentes se tornem um único povo reunido. se desviou do SENHOR e negligenciou o templo. tanto na Palestina como em todos os lugares onde fossem encontrados judeus no mundo conhe­ cido (Lc 2. LÍDERES ÍMPIOS E IDÓLATRAS MERECEM JUÍZO 56.36 mostra que Ana era da tribo do norte. 43. Manassés.escreveu isto. Jesus tam­ bém prometeu isto: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. As dez tribos não estavam perdidas. e elas ouvirão a minha voz. todas as feras dos bosques} vinde comer. 2. I Rs 8. E f 2. Pelos tempos do Novo Testamento os judeus de todas as doze tribos se reuniam nas sinagogas.16. Este se tornou um . .7). Líderes Estúpidos e Gananciosos 56. Os exilados ou “dispersos de Israel” que estão espalhados são aqueles que se desviaram do S e n h o r . Isaías se desloca agora para o tempo depois dos quinze anos que Deus tinha acrescentado à vida de Ezequias. que ajunta os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.9-57. de Aser.s Assim diz o Senhor J e o v á . Paulo falou de “as nossas doze tribos” como presentes nos seus dias. At 26.13 a. Ele reconheceu a oração como sendo a principal função do templo (cf.9— 12 9 Vós todos os animais do campo.42. o qual chegou ao fim quando Salmaneser destruiu Samaria em 722 a.30. e haverá um rebanho e um Pastor (Jo 10. cf.52). M uitas das dez tribos vieram e se uniram ao povo de Judá. Além disso. Ou­ tros se juntaram nas sinagogas que surgiram depois do exílio babilônico posterior.29.11-22). Deus prometeu: “Ainda ajuntarei outros”.C. também me convém agregar estas. Ele os ajuntará para Si mesmo.35. como alguns falsos mestres susten­ tam. Estes provavelmente incluiriam os do reino norte de Israel. O filho deste.36.

e “feras dos bosques” podem representar os inimigos que Deus usará novamente para julgar a Israel (cf. 10 T od os o s s e u s a ta la ia s sã o ceg o s. guardando o povo de Deus e mantendo-os no caminho da justiça. Eles usam qualquer seg­ mento do governo que está sob o controle deles para adquirir ganho para si próprios. Eles deveriam ser os guardas. 12 Vinde. quer através de violência. Esses líderes não são apenas estúpidos (espiritualmente adorme­ cidos). n a d a sa b em . n ã o se p o d e m f a r t a r . e eles sã o p a s to ­ r e s q u e n a d a co m p re en d e m . a n d a m a d o r m ecid o s. 7 . 9. Festanças e intemperança eram a ordem do dia. mas eles não têm nenhum discernimento e “nada compreendem”.12). Os líderes de Israel se esqueceram das lições aprendidas nos dias de Ezequias. seja por intriga (cf. mas eles estão cegos para a verda­ de.4Os “animais do campo”. animais selva­ gens do campo aberto. 11 E estes cã es sã o g u lo s o s .8. n ã o p o d e m la d ra r. Eles não se preocupam com a obra que o SE N H O R lhes deu para realizar. Como pastores eles deveriam guiar o povo. incapazes de advertir o povo a respeito do perigo. Tudo o que estes líderes preguiçosos e infiéis fazem é dormir e sonhar. Eles se desviaram do caminho de Deus para o seu próprio.tempo para Deus trazer juízo. Eles são como “cães mudos”. to d o s sã o cã es m u d o s. sem o conhecimento de Deus e de seus caminhos. . d iz em eles. estã o d eita d o s e a m a m o tosqvienejar. e o d ia d e a m a n h ã se r á co m o este e a in d a m a io r e m a is fa m o s o . Ez 34. onde os líderes caíram em padrões semelhantes depois do reavivamento da época de Josias). tr a r em o s v in h o e b eb erem o s b e h id a fo r te . eles também são gananciosos. Eles convidam um ao outro para banquetes regados a m uita bebi­ da e supõem que a sua prosperidade e as suas festanças só continua­ rão e aumentarão.18. nunca satisfeitos com o que têm. ca d a u m p o r su a p a rte. to d o s eles se to r n a m p a r a o seu ca m in h o ) ca d a u m p a ra a su a g a n â n cia .

guardaram a aliança de amor e que continuaram expressando a mesma fé que louvava a Deus pelas libertações passadas) estavam perecendo. e n ã o há q u em co n sid er e isso em se u cora çã o. 11. depois.9. ou seja. ou seja.9— onde o panoram a do sofrimen­ 13. 17. e os h o m e n s co m p a ss iv o s sã o retira d o s. En­ quanto os líderes estavam se viciando na luxúria e em um estilo de vida lascivo. aqueles que se mantiveram fiéis. Nos dias de Manasses a nação como um todo era estúpida.b. “nas suas camas”. “povo da aliança de amor”. Ap 14. em agudo contraste. onde Manasses “derramou m uitíssim o sangue inocente. Está im plícito que futuros desastres trariam sofrimento pior que a morte.16. M as ninguém pa­ recia entender que esses mortos estavam escapando de calamidades futuras. durante esta vida.2 1 P er ece o ju s to . em tumbas ou sepulturas).) 2 E le e n tr a r á em p a z . SI 16.24. d esca n sa rã o n a s su a s ca m a s o s q u e h o u v e­ r e m a n d a d o n a su a retid ã o. até que encheu Jerusalém de um ao outro extremo”. Os “homens compassivos” (Heb. me receberás em glória”. Os corpos daqueles que viveram de um modo que agradava a Deus “descansarão nas suas camas”. Piores Juízos Virão 57. ‘znshe-chesed. na presença de Deus no céu (SI 73. cf. Veja 2 Reis 2 1 .15). (Cf. to no lago de fogo é contrastado com a bem-aventurança daqueles que morrem no Senhor. Quando os justos morrem eles entram em paz —a paz e o bemestar dados por Deus na sua presença. Como o salmista Asafe escre­ veu: “Guiar-me-ás com o teu conselho”. “acharão descanso na m orte” (Heb. al-mishkvotham. ou como indica a N VI. .1. quer dizer. sem q u e a lg u é m co n sid er e q u e o j u s t o é leva d o a n tes d o m al. “e.5A morte não era nenhuma derrota para eles. “o justo” (o remanescente piedoso) estava perecendo e ninguém parecia se importar ou notar.

e pôr a língua de fora. sem ente da falsidade. Isaías. A abominável matança de crianças como sacrifícios nos “ribei­ ros” ( “vadis” [margem de NASB] ribeiros ou vales de torrente: secos durante o verão. Apóstatas Advertidos a Respeito do Juízo 57. a feitiçaria (incluindo a consulta aos espíritos e a magia negra). shaqer. “fazer troça de”). condena os ímpios que causaram a morte do justo. D e quem fa z eis o vosso passatempo? C ontra quem escancarais a boca e deitais para fora a língua? Porventura . Eles se tornaram descendência de mentirosos ou “semente da falsi­ dade” (Heb. zombar ( “escancarando a boca”). “engano”. O “passatempo” era escarnecer ( “gracejar”. filhos da agoure ira. Deus os chama para chegarem perto e escutarem a sua ad­ vertência. sem ente de adul­ tério e de prostituição. adultério e prostituição (conectada com a idolatria) se tornou comum. 5 que vos esquentais com os ídolos debaixo de toda arvore verde e sacrificais os filh o s nos ribeiros. nas aberturas dos penhascos? A idolatria está tão difundida que não há nenhuma parte do país onde não seja encontrada. A prostituição luxuriosa debaixo das exu­ berantes árvores verdes era parte do culto cananeu da fertilidade — pretendia encorajar Baal a dar fertilidade aos seus animais e para a terra.c. vós. não sois filh o s da transgressão . o que indi­ cava uma rebelião desdenhosa e descuidada contra o SENHOR e talvez também o menosprezo e o fazer gracejos a respeito dos piedosos. em vez de serem filhos de Deus. N a época de Manassés. incluindo a idolatria). “Semente” ou descendência sig­ nifica aqueles que habitual e devotadamente tomavam parte nestes pecados. uma torrente depois de uma chuva torrencial)6 em Judá e nas aberturas dos penhascos era parte da adoração de M oloque .3— 6 ? Mas chegai-vos aqui. com vigor mordaz.

(cf. 2 Rs 23 .7— 10 7 Sobre os m ontes altos e levantados pões a tua cama.31. Lv 18.35). Isto era comum durante o reinado de Manasses. levando em conta as práticas perversas deles. As pessoas supunham literalmente que os lugares mais altos as colocava mais próximas de seu deus. ou “sorte”. Deus pergunta se Ele deveria se “contentar”. Isso seria contrário à sua natureza. Provavelmente a nação está sendo tratada como se fosse uma prostituta. . As pedras lisas e escorregadias dos ribeiros são características da “parte”. estas.2 -4 .3. rebanhos e mulheres. confiar em falsos deuses não oferece nenhum fundamento permanente ou seguro. c a eles sobes para oferecer sacrifícios. As pessoas também praticam aberta e desavergonhadamente as suas prostituições nos altos. 32. Todo o seu empenho era uma tentativa para manipular os deuses de modo que eles dessem a sua fertilidade para as colheitas. estas são a tua sorte. Os lugares altos no Velho Testamento eram geralmente escolhidos como lugares para a localização de rituais para cultos da fertilidade. d. A resposta é óbvia: Ele não deve e não vai. Era suposto que satisfazer a M oloque evitava azar ou mesmo a morte. O pecado demanda juízo. está a tua parte. contentar-m e-ia eu destas coisas? O hebraico daqui até o versículo 13 muda do plural para a segun­ da pessoa do singular. A repeti­ ção de “estas” dá ênfase ao lato de que a relação deles com os ídolos de Baal e M oloque não está fundamentada em terreno firme. Sobre estas eles despejavam libações e colocavam ofertas de grãos.10. sobre elas também derramas a tua libação e lhes ofere­ ces ofertas. 6). ou mudar a sua atitude. destes idólatras. 2 0 . onde oferecem sacrifícios pagãos. A Idolatria Persistente 57. Jr 7. 6 Nas pedras lisas dos ribeiros .21. e os montes eram também um símbolo dos seios femininos. o qual até mesmo sacrificou um de seus próprios filhos (2 Rs 21.

como fez Acaz ao estabelecer um tratado com TiglatePileser (2 Rs 16. am as a su a cam a. en via s os teu s em b a ix a d ores p a ra lon ge e te abates a té a os in fern os.7 Isto pode significar que en­ quanto alguns praticaram a prostituição religiosa pagã abertamente (v.8 10 N a tua com p rid a viagem . p o rq u e a ou tros. Quer dizer. eles acharam recursos para continuarem dando andamento à sua caminhada para o . No entanto.s E d etrá s das p o rta s e das om b reira s p õ es os teu s m em oria is. m a s não dizes: N ão há esperança. e fa z e s co n certo co m eles. te can saste. outros meramente fingiam servir ao S E N H O R . não adoeces. p o r isso. secretamente eles estavam envolvidos na mesma prostituição religiosa como aque­ les que arrumavam as suas camas nos “montes altos e levantados”. Empenhar-se em um grande número de viagens lhes deu vida nova.2 2. “ao rei”) refere-se aqui a fazer alianças estranhas. Os lembretes que eles punham detrás das portas e nos umbrais eram possivelmente símbolos fálicos. O lhar na nudez foi o que trouxe uma m aldição sobre Canaã. lammelek. te descobres. e também tinham feito uma aliança com ídolos pagãos. alargas a tua cam a.2 5). onde q u er que a vês.7— 10). e sobes. “man­ dando descer até o Sheol” ou “rebaixando-se ao Sheol”) significa que eles tinham pecado ao ponto de merecerem a morte e o Sheol (inferno). o que bu scavas achaste.7). Ir “ao rei” (Heb. 9 E v a is ao rei com óleo e m u ltip lica s os teu s p erfu m es. de forma que eles não se tornaram fracos. m a is do qu e a m im . Em vez de confiar no SE N H O R . A N V I e outras versões tomam a referência literal “ao rei” (veja KJV NASB) como significando o deus Moloque. Israel cometeu prostituição espiritual. A expressão “te abates até aos infernos” (mais precisamente. o filho de Cam (Gn 9 . a referência aos embaixadores implica no estabelecimen­ to de tratados com reis verdadeiros.

m a s n ã o te a p r o ­ veita rã o. a justiça deles —que era obviamente diferente da de Deus (mais ironia) —e Ele denunciará as suas obras. eles nem mesmo pensam no SE N H O R ( “não te lembrasses de mim.11— 13 11 M a s d e q u em tiv este re ce io o u tem or.28— onde 31. e. lit. a maioria dos judeus na época de Manassés se tornou apóstata. (Igualmente.t e o s teu s co n g r eg a d o s. “Não me pusesses no teu coração”). Ele denunciará. p a r a q u e m en tisses e n ã o te lem b ra sses d e m im . m a s o v e n to a tod os leva rá . Porque Deus demorou muito tempo para enviar juízo o povo não mais o temia. e isso j á d esd e m u ito tem po. n e m n o teu co ra çã o m e p u s e s s e s ? N ã o é\ p o r v e n tu r a .9 12 E u p u b lica r e i a tu a j u s t iç a e a s tu a s ob ra s. um pouco de “vento”. p o r q u e e u m e calo. pedindo a Deus por ajuda. Deus.. quer dizer.). que nunca está cansado. M as eles nem mesmo podem salvar a si próprios. dá força renovada aos que esperam por Ele.inferno. Assim. l i v r e m . Ele lhes diz que deixem as suas coleções de deuses lhes salvarem. ou seja. Isto é.) Somente a pessoa que confia e se refugia no S E N H O R possuirá . Deus publicará.6 ]. Quando eles clamarem. A Idolatria não Traz nenhum Benefício 57. 13 Q u a n d o cla m a res. NASB. Isto pode ser um irônico paralelo ou eco de 40 . e a v a id a d e o s a rreb a ta rá . / N em me levasses em conta”. Zc 4 . toda a ativida­ de humana que não depende do Espírito de Deus é em vão [cf. Nem uma nem outra os ajudará ou lhes trará algum proveito. trad. e m e n ã o tem es? O SE N H O R pergunta de quem eles realmente têm receio e temor de forma que eles lhe mentem e não se lembram dEle ou o conside­ ram (lit. m a s o q u e co n fia em m im p o s s u ir á a terra e h erd a r á o m e u sa n to m on te. até mesmo uma mera brisa “a todos levará”.

3. Esta não é uma visita temporária. Ele continua vivendo no interior para dar vida ao espírito dos humildes e aos corações dos esmagados. “es­ magado” pelos fardos. Ele vive com o “abatido de espírito” (Heb.7). p rep a ra i o ca m in h o. RESTAURAÇÃO E BÊNÇÃO PARA 0 ARREPENDIDO 57. aquEle que habita a eternidade do tempo e do espaço e cujo nome (caráter e natureza) é Santo. construí-la e tirar os obstáculos do caminho do povo de Deus nos faz lembrar de 40.3. e as a lm a s q u e eu f i z . dakka‘. p a ra v iv ifica r o esp írito dos abatidos e p a ra v iv ifica r o cora çã o dos con tritos. Preparar a estrada. 13). Prepare o Caminho 57.a terra como uma herança da parte de Deus e tomará posse (ou her­ dará) do seu santo monte em Jerusalém (veja 27. Deus é o único refúgio.15 14 E d ir -s e -á : A plainai. O lugar da sua santa habitação é no céu. M as Ele também habita com o que está “contrito” (Heb. M u it° embora Deus seja trans­ cendente. 15 P orque a ssim d iz o A lto e o Sublim e. qu e habita na etern id a d e e cu jo n o m e é S anto: Em u m alto e sa n to lu ga r habito e tam bém co m o co n trito e abatido de espírito. dificuldades e tristezas da vida). 56. a única segurança. . onde Deus está retornando ao seu povo. ap la in ai. Deus fala agora como aquEle que é exaltado e elevado sobre todos. n em co n tin u a m en te m e in d ign a rei. Agora o caminho deve ser preparado para o povo de Deus vir e reivindicar a herança da terra e do “santo monte” de Deus (v. shfphal— ruach. tira i os trop eços do cam in h o do m eu povo.4.14-21 a.14.16— 19 16 P orque p a ra sem p re n ã o con ten d erei. Ele também é imanente.13. Conforto e Paz para os que Choram 57. p o rq u e o esp írito p era n te a m in h a f a c e se en fra q u ece­ r ia . Que maravilhosa revelação de Deus é esta! b. “o humilde de espírito”).

17 P ela in iq ü id a d e da su a avareza.Deus virá morar com o humilde e os oprimidos porque Ele não conduzirá um processo ( “contenderei”) contra Israel para sempre. Porque o povo era culpado de buscar o lucro de modo ganancioso e contrário à Lei. Eles con­ tinuaram seguindo “o caminho do seu coração”. M l 4. rebel­ des. reb eld es. m e in d ig n ei e os f e r i . que mostra Ele curando por intermédio de Jesus). Efésios . afastou a sua presença ativa e a sua bênção. Deus fará o que só Ele pode fazer. paz. quer dizer. Deus vê os seus caminhos e os sarará (salvar e restaurar) e os conduzirá. e e u o s s a r a r e i. seguindo a tudo que lhes agradava e indo onde quer que os seus próprios corações e mentes desejassem ir. SI 103. para os que estão longe e para os que estão perto”. 18 E u v e jo os seu s ca m in h o s e os sa ra rei. na presença da sua ira. ou seja. M as isto não fez com que o povo se arrependesse. m a s. Ele não pretende destruí-los totalmente. a ira de Deus se moveu e Ele o feriu (Israel). Ele escondeu a sua face.14) e Ele sabe que os seus espíritos se enfraqueceriam diante dEle. ta m b ém o s g u ia r e i e lhes to r n a r e i a d a r co n so la çõ es e a os s e u s p r a n tea d o res. Deus toma a iniciativa por causa de quem Ele é. Ele criará louvor como “os frutos dos lábios” dos que lamentam: Ele tornará possível a eles que o louvem e anunciem “paz. porque Ele os curará (cf. se g u ir a m o ca m in h o d o seu coração. até mesmo aos que entre eles lamentam. Para os que lamentam. não porque os caminhos deles mudaram. Ele sabe os limites do povo que Ele criou (cf. nem a sua indignação continuará. e s co n d im e e in d ig n e i-m e . incrédulos. p a r a o s q u e e s tã o lon g e e p a r a o s q u e e s t ã o p e r t o . Embora o tempo da sua ira possa ser longo. Apesar da rebelião de Israel.2. p a z . d i z o SENHOR. 19 E u c r io o s f r u t o s d o s lá b io s . Ele também tornará “a dar conso­ lações” (ou conforto espiritual) para eles. p a z .

18 diz: “E. “Clama em alta voz” (Heb. O povo precisa ouvir a declaração de Deus a respeito da sua rebelião. d iz o m eu D eu s.1 1— aplica isto aos gentios que estão distante. eles não podem esperar as bên­ çãos de Deus ou a alegria da sua presença. ele [Jesus] evangelizou a paz a vós que estáveis longe [gentios] e aos que estavam perto [judeus]. ADORAÇÃO HIPÓCRITA 58.2 . porém feitos per­ 18 to pelo sangue de Cristo.21 20 M as os ím pios são co m o o m a r bravo que se não p o d e aq uietar e cu ja s á gu a s lan çam de si lam a e lodo.20. por ele. p erg u n ta m -m e p elo s d ireitos da ju stiça . 4. levan ta a voz co m o a trom b eta e a n u n cia ao m eu p o vo a su a tra n sgressã o e à casa de Ja có . 2 T odavia.17. indica todos os meios que deveriam ser utilizados para se estar seguro para que o povo ouça.12 1 C la m a em alta voz. e ser declarado culpado dos seus pecados. Porque. c. Efésios 2. têm p r a z e r em se ch ega r a D eus. ambos [judeus e gentios] temos aces­ so ao Pai em um mesmo Espírito”. Os pecadores estão em contraste com aqueles a quem Deus cura e restabelece. 21 O s ím pios. . n ã o te detenhas. tom am p ra z er em sa b er os m eu s ca m in h os. Nenhuma Paz para o ím pio 57. não têm paz. A palavra de Deus é que não há nenhuma paz para eles. os seu s pecados. vindo. Os culpados que continuam nas suas impiedades são como um “mar bravo” —nunca calmo. “proclamar a plenos pul­ mões”) e “levanta voz como a trombeta”. qara tigaron. co m o u m p o v o qu e p ra tica a ju s tiça e não deix a o d ireito do seu D eu s. mas continuamente agitado ou lan­ çando para cima “lam a e lodo” [limo ou alga]. m e p ro cu ra m cada dia.

Diariamente eles parecem buscar o S E N H O R e parecem se agradar de saber a respeito dos seus caminhos. e tu o n ã o sa b es? E is que. Eles agem “como um povo que pratica a justiça e não deixa o direito de seu Deus”. Os jejuns que eles tinham estado observando eram jejuns adicionais.As práticas religiosas do povo parecem louváveis. n ã o j e j u e i s co m o hoje. Toda a sua adoração é meramente uma forma exterior. e tu n ã o a ten ta s p a r a isso ? P o r q u e a flig im o s a s n o ssa s a lm a s. e que mostra que eles querem que Deus venha para perto deles. p a ra co n ten d a s e debates. Enquanto eles estão fazendo estes atos religiosos. explorando as pessoas que estavam trabalhando duro para eles. Enquanto estavam jejuando. eles estão reclamando. 4 E is que.5). 2 Tm 3. je ju a is e p a r a d a rd es p u n h a d a s im p ia m en te. até mesmo quando estão . O jejum cuja finalidade são “contendas e debates” e o golpear com “punhadas” uns aos outros quer dizer que tudo o que eles que­ rem é conquistar o seu próprio caminho. a ch a is o v o sso p r ó p r io co n te n ta m e n to e req u ereis to d o o v o sso trabalho. sem poder (cf.3-5 3 d iz en d o : P o r q u e je ju a m o s nós. 5. provavelmente que­ rendo dizer que oferecem os sacrifícios que são pretendidos trazer para perto de Deus. pelos quais estavam tentando constranger Deus a lhes dar o que eles queriam. p a r a f a z e r o u v ir a v o ssa v o z n o alto. sem reali­ dade. Eles querem que todas as pessoas vejam como eles são piedosos. JEJUM HIPÓCRITA 58. eles estavam agindo como fei­ tores de escravos. n o d ia em q u e je ju a is . O único jejum que Deus ordenou na Lei foi no Dia da Expiação (um dia de jejum a cada ano). Eles pedem a Deus decisões certas e parecem se encantar na proximidade de Deus. especialmente sobre o jejuar sem obter resultados da parte de Deus.

Jesus colocou isto claramente em M ateus 25 . Por causa das discussões e brigas. Eles deviam cuidar especialmente da própria carne e sangue destes (cf. abrigassem o pobre e vestissem aqueles que não tinham roupa suficiente. q u e d esfa ça s a s a ta d u ra s d o ju g o . mas um jejum do pecado e da opressão do pobre. Deus ainda quer isto. o jejum deles termina em contendas e debates e eles nunca conseguem chegar a Deus. Ele ama o pobre e o oprimido. Ele não responde às suas orações. Deus queria que eles alimentassem o faminto. q u e in c lin e a s u a c a b e ç a c o m o o j u n c o e e s te n d a d e b a i x o d e s i p a n o d e s a c o g r o s s e ir o e c i n z a ? C h a m a r i a s tu a isso j e j u m e d i a a p r a z í v e l a o SE N H O R ? As formas convencionais que as pessoas estavam buscando utilizar nos seus dias de jejum não agradavam a Deus. . A Lei não lhes pedia propriamente que curvassem as suas cabeças. A Lei nunca ordenou que usassem roupas de pano de saco e cinzas.errados. v e n d o o n u .31— 46. DEUS QUER JEJUM DO PECADO 58. e q u e d esp ed a ces tod o o j u g o ? O que Deus queria não era um jejum (abstinência) de comida. Deus queria justiça e liberdade para o seu povo. Estas coisas eram modos que eles tentavam para expressar humildade diante do SE N H O R . Assim. e q u e d eix es liv r e s o s q u eb ra n ta d os. o cu b ra s e n ã o te es co n d a s d a q u ele q u e é da tu a ca r n e ? Em vez de jejuar para conseguir algo para eles. e detestava que eles estivessem sendo explorados egoística e cruelmente. 5 S e ria este o j e j u m q u e e u e s c o lh e r ia : q u e o h o m e m u m d i a a f l i j a a s u a a lm a . n ã o é ta m b ém q u e re p a r ta s o teu p ã o co m o f a ­ m in to e reco lh a s em ca sa os p o b r e s d e sterr a d o s? E. mas estas práticas tinham se degenerado em mero espetáculo.6-10 6 P o r v en tu r a . I Tm 5.8). 6. n ã o é este o j e ju m q u e esco lh i: q u e so ltes a s liga d u ­ ra s da im p ied a d e. 7 P o r v en tu r a . dos trabalhadores e dos escravos.

façamos o bem a todos. pois este será um novo dia para eles. O sua gloriosa luz romperá de dentro deles “como a alva”. d is tr i­ b uir. pois as derrotas na E lim p a batalha da vida serão esquecidas. Agora Isaías procede por ampliar o que deveria ser esperado. Sempre que eles gritarem por ajuda. O u m o strar U m o lh a r a b a tid o e am argo? N ã o : isto é u m je ju m . e a tu a j u s t iç a irá a d ia n te da tu a f a c e . M o s tra r o co ração cheio de p esar. e a g ló r ia d o SENHOR s e r á a tu a reta gu a rd a . verão resultados maravi­ lhosos. S e u m o lh o de trigo E carn e. ro m p erá a tu a lu z co m o a a lva .10 também nos exorta: “Então. C irc u n c id a r a sua vida.Gálatas 6. Negativamente. não só em um dia de jejum. cla m a rá s. E do ó d io . m an ter A d esp en sa vazia? de suas feridas. isto . È je ju a r u m a h o ra. vitela. o esten d er d o dedo e o f a l a r v a id a d e. Eles D e g o rd u ra d e carn es de marcharão adiante triunfalm ente. e que alimentam o faminto e dão abrigo e roupas para o pobre. Aqueles que jejuam do pecado e da ganância. e ele d irá : E is -m e a qu i. E m an te r u m je ju m é isso. 9 E ntão. F az er o p ecad o m o rrer de fom e. e o SeNHOR te resp o n d erá . —R o b e r t H e rric k (I5 9 I-I6 7 4 ) Sempre que eles clamarem. P ara a a lm a fam in ta. co n tu d o ain d a deles e a glória de Deus como a sua E n ch er b em A travessa co m peixe? retaguarda. 8 E ntão. Deus responderá. g r ita r á s. e ovelha? E d e s is tir do p rato com o Deus de justiça indo à frente D e carn e. mas principalmente aos domésticos da fé”. Nova carne surgirá de repente na cura É isto u m jeju m . a co n ­ tece rá isso se tira res d o m eio d e ti o ju g o . N ã o de cereais. O u a n d a r esfarrap ad o . D e velh o s deb ates. enquanto temos tempo. mas também no je­ jum do pecado e da ganância que de­ veriam ser guardados diariamente por todo indivíduo. Deus estará lá. e a tu a cu r a a p ressa ­ d a m e n te b rota rá . É je ju a r d a co n ten d a.

do dedo estendido (do dano). tanto naturais como espirituais. 7. A orientação de Deus'será ininterrupta. a tu a lu z n a s ce r á n a s trev a s. o que vocês querem para si próprios. Aqueles dos versículos 9 e 10 elevarão as fundações de m ui­ tas gerações anteriores. até mesmo em uma terra árida. As gerações futuras que responderem à ordem de Deus a respeito da justiça. en tã o. e f o r t f i c a r á o s teu s ossos. Ossos fortes significariam força interior. e cham arte-ã o rep a ra d or das rotu ra s e resta u ra d or d e vered a s p a ra m orar. e f a r t a r á a tu a a lm a em lu g a r es secos. e os “ossos”.11. infeliz). e de falar falsa e maliciosamente para causar prejuízo ou perturbação.significa se libertar do jugo da opressão.7— indica. e se r á s co m o u m ja r d i m reg a d o e co m o u m m a n a n c ia l cu ja s á g u a s n u n ca f a lt a m . Se nós formos reconstruir 9 . Isto significa satisfazer a “alma aflita” (ou. As pessoas da época de Isaías precisavam fazer isto. e íevan tarás os fu n d a m e n to s de gera çã o em gera çã o. as suas necessida­ des). quer dizer. Então a escuridão e obscuridade dos problemas da vida serão substituídas pela luz brilhante e plena. e a tu a e s cu r id ã o se r á co m o o m eio -d ia . como 1. “U m jardim regado” e “um manancial cujas águas nunca faltam ” indicam provisão para cada necessidade. Positivamente. e serão chamados de “reparador de roturas” e “restaurador de veredas para morar”. seus desejos).12 11 E o SENHOR te g u ia r á co n tin u a m e n te . 10 e. se a b r ír es a tu a a lm a a o f a m i n t o e f a r t a r e s a a lm a aflita . misericórdia e compaixão amorosa construirão as ruínas antigas. DEUS GUIARÁ 58. estabilidade e força. 12 E os q u e d e ti p roced erem ed ifica rã o os lugares a n tiga m en te a sso­ lados. os seus desejos. humilhada. ou seja. para o faminto. Ele satisfará as suas ne­ cessidades (a “alm a”. isto significa gastar (doar) a si próprios (suas al­ mas.

e d e f a z e r a tu a v o n ta d e n o m e u sa n to dia. Eles estavam abusando disto. e te f a r e i ca v a lg a r so b re as a ltu r a s da terra e te su s te n ta r e i co m a h era n ça d e J a có . Este era para ser um dia honrado.10 8. se deleitando nEle. ou seja. e eles deviam honrá-lo por não fazer os seus própri­ os negócios. falar a respeito de coisas que não têm nada que ver com o honrar ao S E N H O R . mas para um dia de festa. alma. n ã o se g u in d o o s teu s ca m in h o s. O sábado era uma oportunidade para eles expressarem deleite no serviço de Deus. temos que construí-la “sobre uma fundação que é tanto consistentemente moral como profundamente espiritual” ou as calamidades do passado serão repetidas. buscando o seu próprio prazer. um importante sinal da aliança sob a Lei. 0 SÁBADO TRAZ BÊNÇÃO 58. de forma que eles pudessem adorar o S E N H O R e expressar o seu amor a Ele com todo o seu coração. p o r q u e a b oca do S e n h o r o disse. e se o h on ra res. n em p r e te n d e n d o f a z e r a tu a p r ó p r ia vo n ta d e. onde a comunidade local devia vir junto para a adoração e o ensino. Agora Isaías se volta não para um dia de jejum. ou “falar as [suas] pró­ prias palavras”. . separado dos outros dias.14 13 S e d e sv ia r e s o teu p é d o sábado. n em f a l a r a s tu a s p r ó p r ia s p a la vra s. O dia de sábado era para ser “do S e n h o r ” ( L v 23. Era também um tempo para uma santa convocação. 14 en tã o. mente e força.a nossa nação hoje.3). o sábado. te d eleita rá s n o SENHOR. teu p a i. Deus o queria para ser santo. Cavalgando “sobre as alturas da terra” e festejando “com a herança de Jacó” indica poder e vitória à medida que desfrutam as bênçãos da aliança dadas a Israel. eles terão diaria­ mente um grande deleite no S E N H O R . Então. e s e ch a m a r es a o sá b a d o d eleito so e sa n to d ia do SENHOR d ig n o d e h on ra .13. usando-o como um dia para fazer o que lhes agradava. com o sábado sendo uma grande delícia.

Quem não será restaurado e por que não? 8 . Por que os líderes na época de Manassés mereceram juízo? 5. O que Deus estava procurando durante o sábado? 14. quer cananeus. Em que bases os estrangeiros e eunucos são incluídos na bênção prometida? 3. todavia. 3 Os estrangeiros.) CITAÇÕES 1 M uitos liberais que negam o sobrenatural tom am os capítulos 56 a 66 como um “Terceiro Isaías”.QU ESTÕ ES DE ESTU D O 1. egípcios. O q u e estav a e rra d o co m a ad o ra ç ã o d o povo? 10. a m aioria assumindo que os capítulos foram escritos por autores m últiplos. O que aconteceu aos piedosos nos dias de Manassés e por quê? 6 . Q u e m será re s ta b e le c id o e p o r quê? 9 . Por que Deus não aceitou os jejuns deles? 11. assírios. ou babilônios. Qual é a relação entre boas obras e salvação? 2.9 . 2 As palavras “escolhem” e “abraçam ” no hebraico indicam ação ininterrupta e persistente.1 1. Que bênçãos são prometidas para aqueles que jejuam do pecado e da opressão? 13. nunca ti­ veram a idéia de cessar (com o o “sábado” significa) de trabalhar durante . Por que o sábado era tão importante nos tempos do Velho Testa­ mento? 4. Q u a l fo i a a titu d e d o s id ó la tra s n a ép o c a de M a n a s s é s e co m o eles a d e m o n strav am ? 7. são consistentes com a unidade de todo o livro. Que tipo de jejum Deus realmente queria? 12. Como o fato de encontrar a nossa alegria no Senhor se relaciona ao descanso do sábado que Deus espera que busquemos diaria­ mente? (Veja H b 4 . o conteúdo e a teologia. A forma.

0 PECADO SEPARA DO SALVADOR 59. 7 M otyer acredita que estas eram as palavras do Senhor escritas “nos umbrais de tua casa e nas tuas portas (D t 6 . agravado. N osso D estino. . 1 B. 19 85 ). A capacidade de Deus para “salvar” e “ouvir” as orações do seu povo não está de qualquer forma limitada. Knight. H anson. e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós. Nosso D estino: O Ensino B iílico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. F. o problema não está com Deus. 5Veja Stanley M . Barton Payne. Payne reconhece que Isaías repreendeu os pecados da época de Manassés. 14 3-4 4. An O utline o f H ebrew H istory (G rand R apids: Baker Book House.1-60. 9 Isto foi pior durante os anos antes de Esar-H adom levar M anassés em ca­ deias para Babilônia em 6 7 9 a.C. A Confissão. Alec M otyer.1 1). 8 Veja H orton. 19 93 ). 6 N ão havia nenhum desses “w adis” ou ribeiros tem porários na Babilônia. (2 Cr 33 . Isaiah 40~66 (L ouisville: John Knox Press. 4 -5. para que vos não ouça. Isaías retorna à situação nos dias de Manassés. Como em 49. Redenção e Glória de Sião 59. 2 0 7.22 1 . A.14. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. H orton. }. 4 J. 19 98 ). 111. 1 9 5 4 ). Depois de falar resumidamente de restauração futura.1-3 1 Eis que a mão do SEN HO R não está encolhida. 66 Eerdmans.15. B. Veja G. mas com o povo. para não poder ouvir.9 )” colocadas longe dos olhos. nem o seu ouvido. 47. para que não possa salvar. 19 95 ). 4 7 3. 11Paul D. 4 6 . R J: CPAD.: InterVarsity Press. Ele está pronto e esperando.um dia em sete. 4 2 -4 6 . Isaiah 56— (G rand R apids: W m . 2 M as as vossas iniqüidades fa z em divisão entre vós e o vosso Devis.

e os vossos dedos.e. mas com aqueles que viviam em Judá nos dias de Isaías. mas palavras inúteis. Aqueles que bus­ cam as suas reivindicações em juízo não as buscam honestamente ou conscienciosamente. especialmente no tempo de M anassés. Eles não só falam mentiras. Então Israel é retratado como uma mulher grávi­ .. “Mãos. mentiras e a proclamação de perversa impiedade eram parte daqueles pecados que os separavam de Deus.4 -8 4 N inguém há que clame pela justiça.. Eles tentam fazer as suas reivindicações parece­ rem legais quando elas são realmente erradas. que criou e ama a todas as pessoas. ! Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue . contaminadas de sangue” (i. suja com o derramamento de sangue por vingança) e “dedos [maculados] de iniqüidade” indica que o povo era impuro e não estava em condições para entrar na presença de Deus. e a vossa língua pronuncia perversidade. confiam na vaidade e andam falan­ do mentiras. os pecados intencionais estavam separando o povo do seu Deus. que normalmente quer dizer ídolos. falsas e enganosas. concebem o trabalho e produzem a iniqüidade.1 2.. Ninguém proclama o que é certo ou verdadeiro. Os seus pecados eram como uma parede que escondia a face de Deus (separava-os de sua presença) e os impedia de escutar e atender aos seus pedidos. rebelião. de iniqüidade.De fato. Por causa desta corrupção eles não podem confiar no SeNHOR. Não há nenhuma inte­ gridade. os vossos lábios falam falsamente. Todos os pecados realmente são contra Deus. de modo que eles confiam na vaidade. SEM JUSTIÇA E SEM PAZ 5 9 . Este não foi o caso com os judeus no exílio babilônico posterior. Violência. mas pode significar confiança “no que é nulo” (como na versão ARA ). Isaías agora descreve a excessiva pecaminosidade de Israel. nem ninguém que com pa­ reça em juízo pela verdade.

sai deles uma víbora. ou seja. 8 Não conhecem o caminho da paz. Os seus planos provarão ser tão insuficientes para as suas necessi­ dades como uma coberta feita de teias de aranha. e até os seus pensamentos. ARA. aquele qvie com er dos ovos deles morrerá. 7 Os seus pés correm para o mal e se apressam pa ra derramarem o sangue inocente. “as suas obras são obras de iniqüidade. as suas obras são obras de iniqüidade. Eles pensam e planejam perturbações. e obra de violência há nas suas mãos”. ‘awen. torna as coisas piores.da com o útero cheio de “trabalho” ( “o m al”. asfiz era m para si mesmos. 5 Chocam ovos de basilisco e tecem teias de aranha. de forma que dá à luz “a iniqüidade” (Heb. “sai deles uma víbo­ ra”. “injustiça”). quer dizer. nem se poderão cobrir com as suas obras. A idolatria nos dias de Manassés estava levan­ do a nação à desintegração social e a todos os tipos de injustiça.6) até aos seus pés. Comer os ovos de uma víbora. “m al”. Os seus pecados são comparados aos ovos de uma víbora. e obra de violência há nas suas mãos. destrviifão e quebrantamento há nas suas estradas. Todas as parte dos corpos destes pecadores estão envolvidas: das suas mãos (v. os seus pensam entos são pensam entos de in i­ qüidade. “delitos”. As suas vidas são estradas de violência destrutiva e também a falência e o colapso da sociedade. e. e os seus planos ao tecer de teias de aranha. apertando-os. todo aque­ le que anda p o r elas não tem conhecimento da paz. 6 As suas teias não prestam para vestes. N V I). . nem há ju íz o nos seus passos. participar desses pecados. Quando um tal ovo “é quebrado”. as sitas veredas tortuosas. talvez resistindo aos pecados. iniqüidade e injustiça. Especificamente. traz a morte. Os seus pés se apressam para fazer o mal e matar as pessoas inocentes. “maldade”.

sim . O constante tatear no escuro mostra a profundidade da sua ce­ gueira espiritual. saudáveis e vigorosos. Em contraste com aqueles que são “fortes”. Não há nem mesmo um vislumbre de luz ou brilho que venha mostrar a misericórdia de Deus a eles. e não há nenhum juízo (porque eles não deixam Deus governá-los) ou justiça (porque eles rejeitam os justos propósi­ tos de Deus). Andando nas Trevas 59. p e la sa lva çã o .9-15 a. 11 T odos n ó s b r a m a m o s co m o u r s o s e c o n tin u a m e n te g e m e m o s co m o p o m b a s. Todo aquele que os segue. tro p eça m o s a o m e io . O resultado é “trevas”.Eles não conhecem nem experimentaram “o caminho [o estilo de vida] da paz” com Deus que traz a sua bênção. e eles andam ao redor sem rumo e “em escuridão”. esp era m o s o ju íz o . . O estilo de vida deles não mostra nenhum “juízo” e é tortuoso. a n d a m o s a p a lp a n d o. e ele n ã o a p a rece. Por causa dos seus próprios pecados. 10 A p a lp a m os a s p a r ed e s co m o cego s. 3. p e lo resp len d o r. os que tropeçam e tateiam no escuro estão “como mortos” —sem qual­ quer vida espiritual. lamentando sobre a situação deste e confessandoa. e a j u s t iç a n ã o n o s a lca n ça . co m o o s q u e n ã o têm olhos. e aos seus cami­ nhos. está emaranhado nas mesmas tramas e “não tem conhecimento [ou experimentação] da paz” (bênção e bem-estar que Deus dá) tampouco. m a s a n d a m o s em escu rid ã o . ISAÍAS CONFESSA OS PECADOS DO POVO 59. e eis q u e só há trev a s. e ela está lo n g e d e nós. esp er a m o s p e la luz. o povo está debaixo da con­ denação de Deus.9— I I 9 P o r isso. Tropeçar na escuridão e obscuridade “ao m eio-dia” mostra o grau de insensibilidade deles à luz da verdade espiritual. Isaías muda para a primeira pessoa do plural aqui. identificandose com o seu povo. o j u í z o esta lo n ge d e n ó s.d ia co m o n a s trev a s e n o s lu g a r es e s cu r o s s o m o s co m o m o rto s.

e a j u s t i ç a se p ô s longe. l j c o m o o p r e v a r ic a r . As pessoas reconhecem que os pecados de transgressão estão com elas e sabem que são culpadas. a ajuda de Deus. Elas estão de fato se rebelando e deslealmente negando ou desconhecendo o SENHOR. . e o r e t i r a r m o n o s d o n o ss o D e u s . e m e n t i r c o n t r a o S e n h o r . incapaz de fazer qualquer coisa sobre a situação. b. p o r q u e a s n o s s a s t r a n s ­ g r e s s õ e s e s tã o c o n o sco . e a eq ü id a d e n ã o p o d e en tra r.12— 15 12 P o r q u e a s n o s s a s tr a n s g r e s s õ e s se m u l t ip l i c a r a m p e r a n t e ti. Pecados Reconhecidos 59. e o s n o s s o s p e c a d o s t e s t ific a m c o n t r a n ó s . e o c o n c e b e r e e x p e c to r a r do c o ra ç ã o p a la v r a s d ef a ls id a d e . A razão pela qual não há nenhum arrependimento é que em qualquer tentativa a justiça é rechaçada ( “tornou atrás”). e os pecados do povo testemu­ nham individualmente contra este. e a bênção e prosperidade que Ele tinha dado para Israel anteriormente). não há nenhum arrependimento por parte das pes­ soas. Elas se desviam para longe do verdadei­ ro Deus em infidelidade. A verdade (incluindo segurança e confiança) vacila e “anda tropeçando pelas ruas” (praças abertas ou feiras). A justiça é retratada como estando “longe”. As suas palavras estão cheias de opressão e revolta que incluem apostasia espiritual. No entanto. e c o n h e c e m o s a s n o s s a s in iq ü id a d e s . Gemer como pombas indica frustração por causa da falta de justiça e a ausência de liberta­ ção (incluindo salvação. Isaías retrata Deus como o Juiz.Bramar como ursos indica raiva por causa do pecado e seus resul­ tados nas vidas deles e na sociedade humana. 14 P e lo q u e o j u í z o s e t o r n o u a t r á s . e a eqüidade (incluindo retidão e justiça) não pode entrar. Os seus corações e men­ tes são a fonte de sussurradas expressões de falsidade e engano. p o r q u e a v erd a d e a n d a tro p eça n d o p e la s r u a s. H á completo colapso moral nas cidades. e o f a l a r d e o p r e s s ã o e r e b e liã o .

c o m o d e u m m a n to . armadura feita de pedaços de metal sobrepostos. ninguém para se levantar contra todo o pecado e maldade. Assim. O próprio S e n h o r é impelido a surpreender-se e indignar-se de que “não houvesse um intercessor”.16-21 76 E v iu q u e n in g u é m h a v ia e m a r a v i l h o u . aquele que se desvia do mal torna-se uma presa e “arrisca-se a ser despojado”. ninguém para intervir. mas de um modo que a sua justiça o pudesse manter. p e l o q u e o s e u p r ó p r i o b r a ç o lh e t r o u x e a se u m s a lv a ç ã o . e p ô s o e lm o d a s a l v a ç ã o n a s u a c a b e ç a . O SENHOR respondeu à confissão de Israel (cf.15 S im . a v e r d a d e d e s fa le c e . ninguém para tornar Israel uma luz para as nações. . A natureza justa e o caráter de Deus são como uma “couraça” ou espécie de sobrepeliz de couros retorcidos ou malhas de ferro que co­ bria o corpo. c o m o d e u m a c o u r a ç a . A sua salvação é como um “elmo”. v. e t o m o u v es tes d e v in g a n ç a p o r v e s t íd u r a . de modo que nada poderia mudar a sua mente ou . a segurança. ' P o r q u e se re v e s tiu d e j u s t i ç a .9) com desgosto porque “pareceu mal aos seus olhos que não houvesse justiça”. ou capacete. e o SENHOR h ou v esse ju s tiç a . O pecado contra o qual Ele se opõe não pode afetá-lo. Porque Deus tinha prometido salvação. privado de tudo como se ele fosse um prisioneiro de guerra. o pecado tinha separado o povo como um todo de Deus. a integridade e a confiança estão faltando. e c o b r i u . M ais lamentável de tudo. ninguém para defender o pie­ doso em Israel. e a s u a p r ó p r i a j u s t i ç a o s u stev e. e f o i m a l a o s se u s o lh o s q u e n ã o A verdade.s e d e q u e n ã o h o u v e s ­ in te r c e s s o r . v iu .s e d e z elo . 0 PRÓPRIO SEN HO R SALVARÁ 59. a sua salvação era e é pura graça. 4. pelo seu próprio poder e força Ele trouxe a salvação. Verda­ deiramente.s e a o s e r d e s p o ja d o . ne­ nhuma defesa para o remanescente piedoso entre o seu povo. e q u e m se d e s v ia d o m a l a r r i s c a .

Um grande vento impelindo a água do rio entre as margens altas onde o rio é estreito arrastaria tudo diante deste. Todos eles vão receber o que merecem. O mundo inteiro. aos seus adversários. a todas as nações em todas as partes do mundo. o vento do SENHOR impelindo-o para a frente” (cf NVI). 19 Então. o Espírito do SENEIOR arvorará contra ele a sua bandeira. o texto diz que “Ele virá como uma inundação impelida pelo sopro do Senhor”. Assim. Primeiro. ou paixão para salvar e ajudar. 18 C onform e fo r em as obras deles. “Ele” se reporta ao SENHOR na sua glória. ou “inim igo”. A palavra traduzida “estreita” também significa “adversário”. cada um com uma nuance diferente em significado. não somente os povos da Asia M e­ nor). e reembolso ou represália “às ilhas” (ou “regiões costeiras”. às ilhas dará ele a sua recompensa. e recompensa. O rio normalmente refere-se ao Eufrates. Paulo usa esta metáfora de proteção espiritual e a aplica aos cristãos. Isto retrata a irresistibilidade de Deus quando Ele vier. fu ro r. A parte final da metade deste versículo pode ser traduzida de dois modos. tomando-se como referência a NVI. desde o nascente do sol. “Impelindo-o para a frente” também pode significar “arvorar uma ban­ deira”. uma tradução alternativa toma um adversário como o . aos seus inimigos. de leste a oeste. irá reverenciar o S e n h o r e a sua glória. temerão o nom e do SENHOR desde o poente e a sua glória. por causa da sua santidade. Então.propósito de salvar. Em Efésios 6. é como um manto ou capa. ou seja.14. Ele dará “recompensa aos seus inimigos”. os seus atos. Uma leve variação na N VI é: “Ele virá como o rio que é estreito. assim será a sua retribuição. vindo o inimigo como uma cor­ rente de águas. O juízo de Deus é sempre de acordo com as obras do povo. “Vento” também significa “sopro” ou “Espírito”. o seu propósito de “vingança” (recompensa e retribuição) era como “vestidura” e o seu zelo.

este é o m eu co n certo com eles. com as pessoas que retrocedem da rebelião e se arrependem. um grande ribeiro transbordante”]. “o Espírito do SE N H O R arvorará contra ele a sua bandeira”. quer dizer.sujeito: “vindo o inimigo como uma corrente de águas”. Deus o Pai põe as suas palavras na boca do Redentor (veja Jo 14.24). O seu concerto é “com eles”. que está sob re ti. Como resultado. Ou seja. diz o SENEIOR. n em da boca da tua posteridad e. todos os . Sua semente espiritual. “sua semente”) e na “boca da posteridade da tua posteridade”.10. o Parente-Redentor virá a Sião (cf. As suas palavras continuarão a estar na boca do Redentor e “na boca da [sua] posteridade” (Heb. Deus então se dirige ao Redentor. o Espírito derrota o adversário (juntamente com todo o mal no mundo) e faz o mundo inteiro reverenciar o S E N H O R e a sua glória. d iz o Se n h o r . Ambas as traduções mostram que o SE N H O R é vitorioso e toda a oposição será varrida e derrotada.10. 20 JE v ir á u m R ed en to r a Sião e aos qu e se d esvia rem da tra n s­ g ressã o em Ja có . Ele é o Ungido. 21 Q u a n to a m im . n em da boca da p o sterid a d e da tua p osterid a d e. O termo “semente” refere-se outra vez a 53. R m 11.26). como indica a ARC [ou de acordo com a Septuaginta: “como um rio. desde agora e p a ra todo o sem pre. Eles são chamados de “Jacó” ( “en­ ganador”) porque não estão vivendo à altura do nome “Israel” ( “o príncipe de Deus e lutador”). que afirma que o Re­ dentor “verá a sua semente” (K JV ). e especificamente para os israelitas que retrocedem da sua rebelião e se arrependem dos seus pecados. ou dos seus descendentes. zarakha. O seu Espírito está sobre o Redentor. “Quanto a m im ” enfatiza o compromisso de Deus para levar a efeito a sua promessa. e as m in h as p a la vras. o Cristo. qu e p u s na tua boca. não se d esvia rã o da tua boca. o Messias. uma garantia de que Ele cumprirá a sua palavra. Esta é uma declaração do SE N H O R . diz o SENEIOR: o m eu E spírito.

5.1-3 1 L ev a n ta -te. Sião pode responder à ordem: “Levanta-te. Isto encontrará seu maior cumprimento no começo do Milênio. e a sua luz brilha por inter­ médio deles. 9. emite a luz da glória de Deus para outros. Veja Amós 9. o qual “se refere à restaura­ ção do reino das doze tribos de Davi sob o domínio do Messias. Isto foi antecipado pela chamada dada a todos em 55. m a s so b re ti o S enhor v ir á su rg in d o . e os reis. Nações e os seus reis. para o fulgor do brilho da sua luz. se tornará a proclamadora da mesma palavra (im ­ plicando que eles fazem assim pelo mesmo Espírito). 2 P orq u e eis q u e a s tr e v a s co b rira m a terra .20 . O m u n d o e os povos que nele estão p recisam da luz.verdadeiros crentes. A sobra de Edom .1— Isto envolve a 5. LUZ E GLÓRIA VÊM A SIÃO 60. os p o v o s . e a su a g ló r ia se v e r á so b re ti. A luz atrairá todos eles para fora da sua escuridão. resplandece” ou. 3 L a s n a çõ es ca m in h a r ã o à tu a luz. encherá e transformará Sião. e a escu rid ã o .12.2. A luz de Deus se torna a luz de Sião. ao r e s p le n d o r q u e te n a sceu . resp la n d ece. virão “ao resplendor que [lhe] nasceu”. p ois “as trevas co b riram a te rra” e a escuridão envolve os povos do m undo. Assim.16). de m odo que to d o s verão a sua g ló ria (cf. Depois de profetizar a respeito da vinda do Redentor e da perma­ nência do Espírito (5 9. 42. p o r q u e j á v e m a tu a luz. com o seu governo sobre as nações convertidas ou povos que são abenço­ ados por Israel e agora levam o nome de Deus.11.2 A luz de Sião virá. e a g ló r ia do S e n h o r v a i n a scen d o so b re ti. relu zin d o sobre Sião .21 ). Isaías agora se dirige à Sião do por­ vir. O SENHOR vai ag ir co n tra essa escuridão. expansão do Evangelho. ou governantes de todo o mundo.

mas não sozinhas.4— 7 4 L evanta em red o r os olhos e vê. o v erá s e será s ilum ina do. Caravanas de camelo faziam isso nos dias de Isaías. o u ro e in cen so tra rão e p u b lica rã o os lo u v o res do Senhor. Junto com ouro e incenso (do lêmen do Sul e Somália. Os estrangeiros estarão trazendo muitos presentes preciosos com eles à medida que vêm para Sião (cf.[que Amós menciona] é representativa dos que são deixados dos an­ tigos inimigos de Israel. p o rq u e a a b u n d â n cia do m a r se to rn a rá a ti. Quando o povo de Sião vir isto.3 6. Os seus corações estremecerão e se alargarão com alegria.7. todos v irã o de Sabá.8). os d ro m ed á rios d e M id iã e E fa. A ADORAÇÃO RESTAURADA 60. como são conhecidos hoje). . ele verá as nações vindo. juntamente com “todos [os que] virão de Sabá” (o lêmen) —retrata a riqueza das nações que são trazidas por terra para Sião. porque eles serão aliviados de todo o medo e dúvida. 6 A m u ltid ã o de ca m elos te cobrirá. e o teu cora çã o estrem ecerá e se a larga rá. e tuas filh a s se cria rã o a teu lado. ou de todo os povos do mundo que são deixados depois da tribulação e que virão a ser possuídos por Israel ou pertencerão a este. Outra razão para a grande alegria será a abundância das “riquezas das nações” trazidas por via do mar. Como o povo de Sião olha em todas as direções. Elas estarão trazendo com eles os filhos e as filhas de Sião dispersos. 5 E ntão. e as riquezas das n a ções a ti virão. Os Gentios Restauram e Servem a Sião 60. A massa de camelos cobrindo Sião —incluindo camelos machos jovens de M id iã (sudeste de Israel) e Efa (um a subtribo dos midianitas). todos estes j á se a ju n taram e vêm a ti. Ag 2. ficará radiante. teu s fi lh o s virã o de longe.4-22 a.

Os Estrangeiros Reconstroem e Honram a Sião 60. tive m isericó rd ia de ti. teu D eu s. “As ilhas” [regiões cos­ teiras. e do S anto de Israel. p r i ­ m eiro. indicando que a glória de Deus e o seu louvor estarão se espalhando sobre toda a terra.) b.e.8. n o m eu f u r o r . Deus continuará glorificando e embelezando a sua esplêndida casa (i. às su a s ja n e la s? 9 C ertam en te. com agra do su b irã o ao m eu altar. exaltou) a Sião com esplendor.. partes habitadas da terra] aguardarão [esperarão com expecta­ tiva] pelo SENHOR. te f e r i . Eles fazem isto porque Deus “glorificou” (dotou de glória.9. a su a p rata e o seu ou ro com eles. Os “estrangeiros” que vêm para Sião se tornarão cidadãos e ex­ pandirão e embelezarão a cidade.10— 14 10 E os fi lh o s dos estra n geiros ed ifica rã o os teu s m u ros. O gado subirá ao altar como holocausto com o favor de Deus. o templo em Jerusalém). na m inh a henignidade. e eu g lo r ifica r ei a casa da m in h a g ló ria . porque.eles trarão notícias da glória do SENHOR. Rebanhos das tribos dos ismaelitas de Quedar e de Nebaiote se­ rão parte da riqueza das nações trazida para Sião no serviço de Deus. 7 T odas as ovelhas de Q u ed a r se con grega rã o ju n t o a ti. e os seu s reis te servirã o. O s grandes navios de Társis darão primeiro im­ portância para trazer os filhos de Sião com prata e ouro para honrar o nome e a pessoa do Deus de Sião.9 tS Q u em são estes qu e v êm voa n d o com o n u v en s e co m o pom ba s. e os ca rn eiro s de N ebaiote te serv irã o . Filhos Vindos de Longe Honram a Deus 60. Navios com velas ondulando se parecem com nuvens contra o céu distante. e. o qual é o Santo de Israel. na sa n tifica çã o do n o m e do SENHOR. as ilhas m e aguardarão. p a ra tra z er teu s f i lh o s de longe. m as. os n a vios de T ársis. pois a ira de Deus será substituída .4 Por isso. ou como pombas voando para casa. (Veja Ag 2. p orq u a n to te g lo r ifico u . c.

especial­ mente a arca da aliança.14. e s s a s n a ç õ e s d e t o d o s e r ã o a s s o la d a s . os estrangeiros que vêm a Sião devem ter vindo também a Cristo. N a re a lid a d e . porém. Deus glorificará o “lugar em que assentam os [seus] pés”.19). c o n d u z i d o s c o m e la s . o s s e u s r e is. Esta passagem tem tão extensas garantias que isto deve se aplicar aos tempos mileniais. o templo em Jerusalém. Assim. incluindo os cedros do Líbano. da mes­ ma maneira que os crentes gentios o são quando aceitam a Cristo nesta era (Ef 2. era chamado o lugar em que se assentavam os . 12 P o r q u e a n a ç ã o e o r e i n o q u e te n ã o s e r v i r e m p e r e c e r ã o . p a r a o r n a r e m o l u g a r d o m e u s a n t u á r i o . com os seus reis tornados súditos enquan­ to Sião triunfa.20-23. Alguns aplicam a edificação dos muros à época de Neemias. Este também será o caso na Nova Jerusalém (Ap 21. a f a i a . 11 E a s t u a s p o r t a s e s t a r ã o a b e r t a s d e c o n t í n u o : n e m d e d ia n e m d e n o i t e s e f e c h a r ã o . O melhor da madeira das melhores árvores. o p i n h e i r o e o b u x o c o n ju n t a m e n t e . n e n h u m a n aç ã o c o n tin u a r á e x istin d o a m en o s que se to rn e s u je ita a S iã o .pela sua graça e misericórdia. e g l o r i f i c a r e i o l u g a r e m q u e a s s e n t a m o s m e u s p é s. Pelas portas de Sião.25 ). s im . na luz da revelação do Novo Testamento. 13 A g l ó r i a d o L íb a n o v i r á a ti. e. o povo de Jerusalém construiu os muros naquela época. c a rá te r sa n to e a m o r d o SENHOR (Z c 14. p o rq u e os seus povos são a tra íd o s p e la lu z .6— Zc 8. O lugar onde Deus manifesta a sua presença completa e continuamente está no céu. (Veja Ag 2. os povos trarão as “riquezas das nações”. 14. irão embelezar o santo templo milenial do S e n h o r em Jerusa­ lém. p a r a q u e t r a g a m a.) 8. As pessoas se tornarão concidadãs com o povo de Deus. Nos tempos do Vélho Testamento. ti a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s . Contudo. Portas que “estarão abertas de contínuo” indica paz e segurança como também liberdade de acesso.17-19).

35. de m odo qu e n in gu ém p a ssa va p o r ti. 14 T am bém v irã o a ti. Deus também chama a terra de o escabelo de seus pés (66. o P ossan te de Ja có.49). o teu Salvador. 132. o s d. Jeremias também torna claro que a arca não mais seria necessária.seus pés. os f i lh o s d os que te o p rim i­ ra m . in clin a n d o-se.7. p o r ei em ti u m a ex celên cia p erp étu a .2.5. M t 5. Então o povo de Sião saberá que Deus é o seu Salvador e o Parente-Redentor —não só o Santo de Israel. e ch a m a r-te-ã o a C idad e do SENHOR. A Jerusalém do M ilênio estará em agudo contraste com a Jerusa­ lém do passado. Os descendentes dos opressores anteriores de Sião se humilharão. Porém. pertencente ao “Santo de Israel” (o nome favorito de Isaías para Deus). ou até mesmo se lembrariam (Jr 3. Agora a santidade do Senhor atrai. mostrando o mais profundo respeito. O Propósito de Deus para Transformar Sião 60. o lugar dos pés de Deus na época milenial não será a arca da velha aliança. e reconhecerão que Jerusalém verdadeiramente é a Cidade do SENHOR. e o teu R edentor. . “imponência”. At 7. mas também o poderoso ou “Possante de Jacó”.16). e p r o str a r -se -ã o à p la n ta dos teu s p é s todos os qu e te des­ p rez a ram . 16 E m a m a rá s o leite das n a ções e te a lim en ta rá s aos p eito s dos reis. mas toda a terra. e saberás qu e eu so u o S enhor . Deus a fará a “excelência perpétua” [Heb. u m g o z o de g era çã o em gera ção. Isaías usa a figura de “o leite das nações” e de reis para significar que eles todos vão nutrir Sião com cuidado amoroso e pessoal. “majestade”] e a alegria de todas as gerações por vir. SI 99. dela não sentiriam falta.1.15— 18 15 E m vez do desprezo e do a b orrecim en to a q u e fo s te votada. a Sião do S an­ to de Israel. g c‘on. O reino milenial estará operando sob a nova alian­ ça do Calvário. Lm 2. ou o escabelo (ou banco de descanso) dos seus pés (I Cr 28.1). desse modo.

m a s o S en hor será a tu a lu z perpétua. . p o r pedra s. os teu s exatores. singular do nome hebraico para o livro de Salmos). A cidade já não terá o sol e a lua por luz. madeira por bronze. O Povo de Deus Exibirá o Seu Esplendor 60. vem a garantia de que “os dias do [seu] luto findarão”.19— 2 2 19 N u n ca m a is te serv irá o so l p a ra lu z do dia. e. e j a r e i p a cífico s os teu s in sp etores e ju s to s .17 P o r cob re tra rei ouro. IHN u n ca m a is se o u v irá de v io lên cia na tua terra. e os dias do teu lu to fin d a r ã o . os muros da cidade serão chamados “salvação” ( Yeshuah. f e r r o . Ao invés disso. simplesmente outra forma da palavra hebraica para o nome de Jesus) e as portas. p o rq u e o S en h or será a tu a lu z p erp étu a . Assim. n em co m o seu resp len d o r a lua te a lu m ia rá . sem nenhuma tristeza. n em a tua lua m in gu a rá . como a fonte e manifestação da sua luz. a glória do SENHOR dará a ela uma sobrenatural "luz perpétua”. ferro por prata. Em vez de violência. de desolação ou d estru ição. louvor. “louvor” ( tehillab. o governo será mudado para paz e retidão. haverá luz constante. a tua gló ria . 20N u n ca m a is se p o r á o teu sol. n o s teu s term os. m a s a os teu s m u r o s ch am ará s sa lva çã o. e p o r f e r r o tra rei -prata. bronze:. e às tu a s p ortas. Isto será provocado pelo governo do M essias-Rei (9. ou seja. ruína e destruição.7). e. ou lamentação. p o r m ad eira. e. A transformação será completa. choro. Com o SENHOR como o seu sol e lua. Em contraste com o pecado e a corrupção anteriores. e pedras por ferro. porque Ele manifestará a sua presença ali de um modo novo. Que Deus mudará as coisas é mostrado pela substituição de bronze por ouro. a cidade estará cheia das bênçãos de salvação e o povo estará cheio de louvor ao SENHOR por essas bênçãos. e o teu D eu s. Com o fato de que não haverá mais nenhuma escuridão.

obra das m in h as m ãos. netser.2 7 ). 10. e o m ín im o. O pecado que causa a tristeza não mais existirá. Verdadei­ ramente. mas de toda a terra. plantados pelo SENHOR. QUESTÕES DE ESTUDO 1. u m p o v o gra n d íssim o. p a ra sem p re herdarão a terra. O que as comparações usadas nos ensinam sobre a natureza do pecado? 3. e até mesmo de escutar os clamores de seu povo? 2. será justo (Zc 14. mas significando “desfrutar”.21.5.I ) . pois todos os po­ vos. a mesma palavra usada a respeito do Messias em I I . Também é possível traduzir “farei prontamente" por uma pala­ vra grafada do mesmo jeito. Ap 2 I. o SENHOR. de forma que a sua glória e esplendor serão claramente exibidos para que todos possam vê-los. Eu. O que Deus plantou crescerá. não somente o de Jerusalém. os menores se tornarão uma vasta nação: nin­ guém será insignificante ou sem importância. Como Deus respondeu quando Ele viu que não havia nenhum intercessor? 4. “obras das [suas] mãos” (a manifestação do seu poder). Deus garante que isto será feito prontamente “a seu tempo” —quando Ele julgar conveni­ ente. O que estava impedindo Deus de salvar.6).21 E todos os do teu p o v o serã o ju sto s. 22 O m en o r v irá a s e r m il.5 Nunca mais Deus precisará usar os inimigos para trazer juízo por causa dos pecados do seu povo (cf. Por que os povos irão venerar a glória de Deus? .20. a seu tem po o fa re i p ron ta m en te. As pessoas serão “renovos” ou ramos (Heb. O pequeno renovo que Deus plan­ tou “virá a ser m il”. Deus desfrutará o que Ele vê e faz durante o M ilênio. p a ra qu e eu seja g lo rifica d o . serã o ren o v o s p o r m im plan tados.

1-63. I 8). o qual é Ele mesmo o cum prim ento de todo o sistema sacrificial”. J . A llis. na base de que o livro de Hebreus trata a lei e o ritual do Velho Testamento como tipos e sombras. enviou-m e . 1 9 7 5 ). 1 A m aioria dos pré-m ilenistas acha que estes sacrifícios são m em oriais. H orton.. 5 A llis. 187. dizem que. Quando Sião se levantar e resplandecer.6 I. Nosso D estino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. R J: CPAD.5. porque o Se~ NHO R me ungiu para pregar boas-novas aos mansos. em W ydiffe Bible E ncydopedia (Chicago: M o o d y Press. 10. C. pois a tua luz chegou” (trad. “Book of Isaiah”. lit. como as nações do mun­ do irão responder? 7. O que está incluído na aliança de Deus com o arrependido? 6.1. 3 Stanley M . O que farão os estrangeiros que vierem para Sião? 9. a presença pessoal de Jesus. 9. “Book of Isaiah". H orton. O Messias Anuncia a Sua Missão 61.. não um substituto para o obra com pleta de Cristo. Jerusalém . N osso D estino. 186. Quem as nações trarão consigo para Sião e como o povo de Israel responderá? 8. 184. 2 A Septuaginta traz “Brilha. 19 9 8 ).).9 -1 8 .13 . brilha. “O utros. Que contrastes haverá entre a Jerusalém do M ilênio e a Jerusalém dos dias de Isaías? CITAÇÕES 1 O swald T. 1:857. da m esm a m aneira que a Ceia do Senhor é um mem orial. UNGIDO PARA PREGAR BOAS NOVAS 61. cumpre estas profecias (veja H b 8. 1:857.2 1 O Espírito do Senhor J e o v á está sobre mim.

16— 22). ( I ) para “restaurar” os corações daqueles que estão quebrantados. ou aflitos por qualquer razão. Aqui Ele fala como o Profeta ungido pregando “boas-novas aos mansos”. e abertura de pri­ são” aos que foram levados cativos e libertação aos encerrados na escuridão do pecado (incluindo a abertura dos olhos).3. Ag ora o Messias anuncia a sua missão.1 e o ungido Rei messiânico de 1 1. a c o n s o l a r t o d o s o s t r is t e s . Quando Jesus aplicou isto ao seu próprio m inisté­ rio. “d ia” e “ano” estão em justaposição. Comparados. portanto usados sinonimamente para referir-se a um ponto indefi­ nido no tempo.) Ele é enviado com diligência amorosa e pessoal. agoniados. (G Novo Testamento os entende como pobres aos olhos do mundo e necessitados da ajuda de Deus. 2 a a p r e g o a r o a n o a c e i t á v e l d o SENHOR e o d ia d a v i n g a n ç a d o n o s s o D e u s . 43.17 ).8 ) e o ano da redenção de Deus (6 3 . A sua procla­ mação era uma proclamação de liberdade para aqueles que estavam presos pelo pecado.. Ez 4 6 . (2 ) para “proclamar liberdade. 1 Co 1. Isto também pode ser identificado com o tempo do favor de Deus: o dia da salvação (4 9 . a p r o c l a m a r li b e r d a d e a o s c a tiv o s e a a b ertu r a d e p r is ã o a o s p r e s o s.26. jesus expressamente apli­ cou esta passagem a si próprio no início do seu ministério em Nazaré na Galiléia (Lc 4. “O ano aceitável do S e n h o r ” ( o u ano do favor do S e n h o r ) . Ele não estava pretendendo lim itar o seu m inistério a um dia ou a um ano. aqueles que se humilham diante de Deus. veja M t 5. Lc 4 .18.a r e s t a u r a r o s c o n t r i t o s d e c o r a ç ã o . está claro que Ele ministrou pelo menos três anos e meio antes da cruz. mansamente to­ mando um lugar inferior e reconhecendo as suas necessidades. pode aludir àqueles israelitas que tinham vendido a si próprios sen­ do colocados em liberdade no Ano do Jubileu (Lv 2 5 . O Espírito do Senhor estando sobre a Pessoa que aqui fala identifica-o como o ungido Servo do SENHOR de 42..4 ).3 9 — cf. .2. A partir do Evangelho de João.

28. v e s t e d e l o u v o r p o r e s p i r i t o a n g u s t ia d o . ou justo juízo. O “óleo de gozo” é o óleo da unção que simbolizava o Espírito Santo. porque eles exibirão a sua glória e esplendor. pois todas as lágrimas serão enxugadas. 3.4-6 4 L e d f i c a r ã o o s lu g a r e s a n t i g a m e n t e a s s o la d o s . Este versículo não diz quem fará o trabalho. Ele não veio para condenar o mundo (Jo 3. igualmente. a f i m d e q tie s e c h a m e m á r v o r e s d e j u s t i ç a . d e s t r u í d a s d e g er a çã o em gera çã o .17). ó le o d e g o z o p o r t r is t e z a . N a sua primeira vinda. RESULTADOS FELIZES 61. antes. . p ‘ cer. Ele veio ser um resgate pelo pecado (H b 9. ao invés disso. Cinzas sobre a cabeça eram um sinal de lamentação e tristeza. Sião está em primeiro plano. A “vingança”. p la n t a ç ã o d o SENHOR. Ele confortará aqueles que lamentam na sua tristeza. turbante ou toucado como usa­ vam os sacerdotes e os que celebravam um banquete). A terra e as cidades de Israel serão restauradas depois de muitas gerações de devastação. os que estão “tristes em Sião” serão reconhecidos como “plantação do S e NHOR” . um “ornamento” (Heb. N a sua justiça dada por Deus. e r e s t a u r a r ã o o s d e a n t e s d e s t r u í d o s . que culmina na batalha do Armagedom.Jesus não continuou para citar “o dia de vingança do nosso Deus”. O Messias lhes dará. quando Jesus vem e triunfa sobre o Anticristo.45). M c 10. As árvores com suas raízes profundas e seus galhos estendidos simbolizavam permanência e estabilidade. p a r a q u e e le s e j a g l o r f i c a d o . e r e n o v a r ã o a s c i d a d e s a s s o la d a s . pois o conforto do Messias será especialmente para os que estão “tristes”1 lá. 2. Nessa época.3 3 a o r d e n a r a c e r c a d o s t r i s t e s d e S iã o q u e s e lh e s d ê o r n a m e n t o p o r c in z a . de Deus virá no fim dos tempos (Ap 6 a 19). OS SACERDOTES DO SENHOR 61. mas o próximo sugere que Deus usará os gentios.

que será restaurada para eles. e u lh e s d a r e i s u a r e c o m p e n s a e m v e r d a d e e f a r e i u m c o n c e r t o e t e r n o O amor de Deus pela justiça assegura esta herança. p o s s u i r ã o o d o b r o e t e r ã o p e r p é t u a a le g r ia . mas Israel terá uma porção em “dobro” que pertence ao herdeiro. p e l o q u e . como o faz o seu ódio pela “iniqüidade”. cf. NASB. e isto lhes trará “perpétua alegria”.s P o r q u e e u .) 4.1 1 . e v o s c h a m a r ã o m i n i s t r o s d e n o s s o D e u s . a m o o j u í z o . enquanto eles exultam “pela sua parte”. uma rica herança. Essa porção dobrada do herdeiro. H itler é um exem­ plo disso. eles esta­ rão trabalhando em Sião —para o seu povo. o c o m e les . “sua glória”). ministrando as suas bênçãos a todos. O mundo tem amontoado vergonha sobre o povo de Sião. O povo de Sião se alimentará das “riquezas das nações” e se gloriará. ’olah. melhor traduzido como “roubo ofereci­ do em holocaustos” (Heb.1 6 . ou herdará. c o m e r e i s d a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s e n a s u a g l ó r i a v o s g l o r i a r e i s.5 -7 . krvodam. cujos membros serão sacerdotes e ministros de Deus.9 . e a b o r r e ç o a i n iq ü i d a d e . Os ditadores e tiranos têm perseguido os judeus. n a s u a te r r a . ALEGRANDO-SE NA SUA HERANÇA 61. O holocausto era oferecido com­ pletamente queimado e sua fumaça subia totalmente diante da pre­ . “na sua glória” ou riquezas destas (Heb. (Veja Is 6 0 . Finda será a desonra anterior. SEN HO R.5 E h a v erá estra n g eir o s q u e a p a scen ta rã o o s v o sso s reb a n h o s. 6 M a s v ó s s e r e i s c h a m a d o s s a c e r d o t e s d o SEN HO R . A versão ARA traduz como “a iniqüidade do roubo”). usando-os para chamar a atenção para longe dos seus próprios problemas. e x u l t a r ã o p e l a s u a p a r t e .7-9 7 P o r v o s s a d u p la v e r g o n h a e a f r o n t a . O anti-semitismo ainda é excessivo em muitas partes do mundo. . esta­ rá dentro da “sua [própria] terra”. e e s t r a n h o s s e r ã o o s v o s s o s la v r a d o r e s c o s v o s s o s v i n h a t e i r o s . Em vez de opressores estrangeiros governando em Sião.

Isso seria roubo do que pertence a Deus. um povo que é escolhido por Ele. co m o u m n oivo que se a d orn a com ata vios e co m o n o iv a qu e se en jeita co m as su a s jó ia s. a ssim o S en h or JEOVÁ f a r á b ro ta r a ju s tiç a e o lo u v o r p a ra todas as nações.2). Senhor 11 Porque. Porque Deus é fiel. . 9 E a su a p o s te r id a d e s e r á co n h ecid a e n tr e a s n a ções.2 Estar vestido com salvação e justiça indica a sua natureza.sença do S E N H O R . Os descendentes de Israel serão reconhecidos e amados entre as nações. H b I2 . a m in h a a lm a se alegra n o m eu D eu s. Ele é Salvação e Justiça como também o Portador da salvação. Não há nenhuma outra nova aliança. A ALEGRIA DO MESSIAS 61. NEle. Zc 8. m e cob riu com o m a n to de ju stiça . p o rq u e m e v estiu de vestes de sa lvação. todos os “conhecerão como semente bendita do S e n h o r ” . indicando a exaltação completa do S E N H O R e a dedicação completa de si mesmo a Ele.15 -18).13). Alguns tradutores mudam “em holocaustos” para “com perversa impieda­ de” ou “crime” (Goodspeed). M uitas outras passagens do Velho Testamento mostram que Deus os fará uma bênção para todos (e. mas isso é uma compreensão errônea. Este concerto futuro é a nova e melhor aliança selada pelo sangue de Jesus no Calvário (H b 9 . e o s seu s d escen d en tes.g. n o m eio d o s p o v o s .10. 5. Agora o Orador dos versículos I a 3 fala a respeito da sua alegria no (cf. e como as jóias com as quais uma noiva se adorna. Não poderia haver nenhuma dedicação parcial.11 10 R eg o z ija r-m e-ei m u ito no SENHOR. Ele “lhes [dará] sua recompensa em verdade” e fará “um concerto eterno com eles”. co m o a terra p r o d u z os seu s ren ovos. Por causa do recebimento da herança deles na terra. salvação e justiça são como o turbante sacerdotal usado por um noivo. e co m o o horto f a z b ro ta r o q u e n ele se sem eia. to d o s q u a n to s o s v ir e m o s c o ­ n h ecerã o co m o s e m en te h en d ita d o SENHOR.

O interesse do Ungido sobre Sião o fará continuar falando e agin­ do.6 a. Da mesma forma o SE N H O R fará algo muito bonito à medida que Ele faz “brotar a justiça e o louvor” para todas as nações. No entanto. Eles são a coroa do S E N H O R . e eles são testemunha e evidência de que Ele é o Rei do Universo. Nações e reis verão e serão atraídos para a justiça e glória de Sião. eles não usam a coroa. 3. m e não ca la rei e. a tua glória . é uma visão muito bonita ver que as sementes que foram plantadas em um campo ou jardim brotam de repente. que a boca do SJENHOR nomeará. . e chamar~te~ão p o r u m n om e novo. e a su a salvação. A “coroa de glória” e o “diadema real na mão do teu Deus” indica o novo caráter real e a natureza do povo de Deus sendo sustentado e protegido por Ele.35. 3 E será s u m a coroa de g ló r ia na m ão do SENHOR e u m diadem a rea l na m ão do teu D eu s. co m o u m a tocha acesa.1-63. dando luz para o mundo e ateando fogo aos corações dos crentes. p o r a m o r de Jeru sa lém . a té qu e saia a su a ju s tiç a co m o u m resplendor.12). m e não aquietarei. Ap 2. O M essias será vitorioso sobre todos os poderes do mal. 0 CO N TÍN U O INTERESSE DO MESSIAS PO R SIÃO 62. 6. O paralelo com o versículo 10 mostra que o louvor é por causa da salvação que o S eN H O R oferece por intermédio do sofrimento do Servo ressurrecto.17. O “nome novo” indica uma nova natureza e caráter dados pelo S en h o r (c f Ez 48. Esta é uma razão para a sua alegria.N a primavera. e todos os reis. A G ló r ia F u tu r a d e S iã o 6 2 .1 —5 1 P o r a m o r de Sião. 2 E as nações verão a tua ju stiça . até que “saia a sua justiça como um resplendor” e a sua salvação “como uma tocha acesa”.

signifi­ cando “casada”. O SENHOR mudará o seu relacionamento e a sua situação. ó vós que fa z eis menção do Se~ N H O R. b. prontos para avisar as pessoas de qualquer perigo. ' nem estejais em silêncio. os guardas são os profe­ . mas chamar~te~ão: H efzibá. que significa “minha delícia está nela”. Neste contexto. nem a tua terra se denom inará jam ais Assolada. assim se alegrará contigo o teu Deus. porque o SEN H O R se agrada de ti. e “Beulá”. O nome. o paralelo com “assim se alegrará contigo o teu Deus” faz com que alguns traduzam “teus filhos” como “teus construtores”.3 o que envolve só uma leve mudança vocálica porque as consoantes são as mesmas. Beulá'. que todo o dia e toda a noite se não calarão.6-9 6 Ó Jerusalém ! Sobre os teus m uros pu s guardas. 5 Porque.4 N unca m ais te chamarão D esamparada.2. e. Os “filhos” que se casam com Sião sim­ bolizam o povo que habitará e cuidará da cidade. não haja silêncio em vós. e com a tua terra o S e n h o r se casará. era tido como “desam­ parada” e “assolada”. Porém. O país e o povo de Israel estarão juntos novamente de um modo que mostra o amor de Deus. Como uma prova do seu favor. Seu novo nome e natureza serão “H efzibá”. e à tua terra. de Sião. o S e n h o r coloca “guardas” nos muros. O S e n h o r Prova o Seu Favor 62. com o o jovem se casa com a donzela. Estes antigos nomes recordavam a respeito do sofrimento e derrota passados. como o noivo se alegra com a noiva. no passado. Os guardas ficavam vigiando em torres. assim teus filh o s se casarão contigo. Isto corresponde ao Salmo 147. O deleite de Deus é comparado a um matrimônio e à alegria de uma lua-de-mel e ao amor. As cidades antigas tinham muros para a sua própria prote­ ção. até que confirm e e até que ponha a Jerusalém p or louvor na terra. ou caráter. onde Deus é o Construtor..

1 2 .6 10 P a ssa i. p a s s a i p e la s p o r t a s .a d a s p e d r a s . Eles são os que continuam fazendo “menção do S e n h o r ” . n e m o s e s t r a n h o s b e b e r ã o o t e u m o s to . aplainando a estrada. Todos os obstáculos deverão ser removidos para Deus vir ao encontro do seu povo (v . 9 M a s o s q u e o a ju n ta r em o co m erã o e lo u v a r ã o a o SEN H O R. e p e l o b r a ç o d a s u a f o r ç a : N u n c a m a i s d a r e i o t e u t r i g o p o r c o m i d a a o s t e t is i n i m i ­ g o s . removendo as pedras. o povo é orientado a passar pelas portas abertas e preparar o caminho. garantido pelo seu próprio poder e força. s J p i r o u o SEN H O R p e l a s u a m ã o d i r e i t a .II). Como outra prova do seu favor. e m q u e tr a b a lh a s te . . Em resumo. a p la in a i. 2 1 . onde o guarda é o próprio Isaías). até que Ele cumpra a sua promessa de fazer de Jerusalém “louvor na terra”.10— 63. a p la in a i a e s t r a d a l i m p a i . “N unca m ais” Ele usará os inimigos estrangeiros para trazer o seu juízo de form a que estes roubem do povo a sua comida (trigo para fazer pães) e bebida (suco de uva doce).1 1 . a r v o r a i a b a n d eir a a o s p ovos. isto não significa que Ele esqueceu. e levantar uma bandeira sobre os povos (incluindo os que vieram de longe para Sião). O povo comerá o que eles trabalharam para conseguir. c. e beberá o suco de uva não fermentado em adoração festiva nos átrios do santo tem­ plo de Deus. fez um juram en­ to. O Salvador de Sião Virá 62.tas (cf. porém. Ela será a capital do mundo no M ilênio. p r e p a r a i o c a m i n h o a o p o v o . concernente à restau­ ração de Israel. e o s q u e o c o lh e r e m b e b e r ã o n o s á t r i o s d o m e u s a n t u á r i o . Quando Deus “se lem bra”. Isto é um modo de dizer que Ele entra em ação e faz algo sobre a situação. (O hebraico mazkirim também pode significar que os profetas continuam “fazendo Deus se lem brar”. Deus “jurou”.) Estes profetas-guardas não deixarão de clamar a Deus para agir.

literalmente como sendo a salvação. 1 Q u em é este q u e vem de E dom . pois Ele traz o seu galardão com Ele e a sua obra está diante dEle (c£ 40. Os profetas-guardas (6 2 .2). talvez chocados. Assim. 12 E chamar~lhes~ão p o v o santo. é descrito mais adiante. Mateus 21.9.11 E is qu e o SENHOR f e z o u v ir a té às ex trem id a d es da terra: D iz ei à filh a de Sião: Eis qu e a tua sa lva çã o v em . ou manchados de verm elho (com o sangue dos seus inim igo s. Porque .6 ) estão na expectativa da vinda da Salvação como um Rei. A terra de Edom ( “vermelho”) e a cidade de Bozra ( “vindima”) representam o mundo que está contra Deus e se opõe ao seu povo. C id a d e não desam parada. eis qu e com ele vem o seu ga la rd ã o. Eles estão surpresos. p o d ero so p a ra salvar. os “remidos do S e n h o r ” . O que Deus proclama é para o mundo inteiro. os rem id o s do SENHOR. Sião será assim um lugar de glória e proeminência. poderoso para salvar”. em lugar de “salvação” (ARA). O nome novo.12). Colocar “Salvador”. v.11 com Zacarias 9. d ia n te dele. qu e m archa com a sua g r a n d e f o r ç a ? Eu. co m v estes tinta s? E ste qu e é g lo r io so em su a vestid u ra . m archando vigorosamente com grande força. Jesus aplica isto à sua segunda vinda (Ap 22. yish ’ekh. enquanto per­ guntam quem é este Personagem que “é glorioso em sua vestidura” — usando vestidos em cores vividas —mas “tintos”. “tua salvação”]. inclui os povos (gentios) de todas as direções que vêm para a luz de Sião. qu e f a l o em ju stiça . Para a “filha de Sião” (o povo de Jerusalém) os profetas-guardas devem dizer “a tua salvação vem” [Heb. e tu será s ch am ada P ro cu ra d a . chamada de “Procurada”. que falo em justiça. A sua resposta mostra que Ele é o U ngido — “Eu. está correto: “Salvação” é personificada aqui. ou caráter. O “povo san­ to”. uma cidade não mais desamparada ou abandonada (e jamais será novamente abandonada).5 combi­ na Isaías 62. e a su a obra. de B ozra. Mateus mostra que ambas as profecias são cumpridas em Jesus.10). que também especifica que o Rei humilde vem.

respingadas como as daqueles que pisam as uvas na cuba superi­ or do lagar.I 5 ). Aqueles que Ele redimiu já estão redimidos antes do juízo. representando povos —especificamente os inimigos tanto de Deus como do seu povo —não uvas. M as antes de salvar. a ser seguido pelo “ano dos meus redimidos [do M essias]”.6 ATribulação será seguida depois pelo M ilê­ nio.I 3 .5 O “ano” indica um período mais longo de tempo. não há nenhum lim ite à sua capacidade para salvar.16). e a su a f o r ç a d errib ei p o r terra. Eles sofreram a ira do Cor­ deiro (Ap 6. M uitos acreditam que o juízo será os sete anos daTribulação. e não havia q u em m e aju d asse. Ele julga os que são representados por Edom e Bozra. e m a n ch ei toda a m in h a vestidu ra . e os p isei na m in h a ira e os esm a gu ei no m eu f u r o r . os m il anos do reinado de Cristo na terra. e o seu sa n gu e sa lp icou as m in h as vestes. e dos p o v o s n in gu ém se achava com igo. M as “lagar” é figurativo. O “dia da vingança” indica somente juízo feito depressa. e o m eu f u r o r m e susteve. 6 E p ise i os p o v o s na m inha ira e os em b ria gu ei no m eu f u r o r . e espantei~ m e de não h a ver qu em m e su stivesse. Ele declara que sozinho pisou no lagar. e o an o dos m eu s red im id o s é chegado.4 4 P orque o dia da vin ga n ça estava no m eu coração. As suas roupas foram respingadas e manchadas com o sangue deles (cf. 2 P o r qu e está verm elh a a tua v estid u ra ? E as tu a s vestes. Quando perguntado por que as suas roupas estão da cor de san­ gue. Ap I 9 . Só Ele é sem pecado e digno de ser . Novamente o M essias reconhece que ninguém pode ajudá-lo. com o as daquele qu e p isa u v a s n o lagar? 3E u sozin ho p isei no lagar.Ele é justo. o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro vindo para a batalha do Armagedom.7 J E olhei. Somente Ele pode trazer salvação. p elo que o m eu braço m e tro u x e a salvação.

Q UESTÕES D E EST U D O 1. a ira daquEle que morreu para lhes trazer a salvação. Dn 2. Eles rejeitaram o seu sangue que foi derramado por eles. Que conforto dará o Messias aos tristes em Sião? 4. a qual ainda é a ira do Cordeiro (Ap 6 . refere-se ao Messias? 2. no ca­ pítulo 61.o Juiz das nações.45). Qual é a significação dos novos nomes e a comparação a um casamento? 9. Quem é aquEle que vem com vestes tintas de vermelho.16). Quem fará Sião oferecer luz para o mundo e como isto será rea­ lizado? 8. O que será envolvido na restauração de Israel para serem sacerdo­ tes do Senhor? 5. O que 61.10. fazen­ do-os bêbados na sua ira. Ele traz salvação e pisoteia os povos pecadores do mundo. Como nós sabemos que a missão inspirada pelo Espírito.8 Pelo seu próprio po­ der. O que é necessário para Deus vir ao encontro do seu povo? 11. Agora o sangue deles é derramado sobre a terra. Quem são os guardas e qual é o trabalho deles? 10. trazendo a vingança divma. Por que Jesus parou a sua citação no meio do versículo 2? 3.8 ) é relacionado à nova aliança que foi posta em efeito pela morte de Jesus? 6. M uitas passagens mostram que o reino milenial e a sua paz devem ser introduzidos através do juízo (por exemplo. Por que o Messias está ali sozinho? . porque eles escolheram pagar a penalidade pelos seus próprios pecados. e por que elas estão de tal modo manchadas? 13. Quais são os incluídos nos redimidos do Senhor e qual é a rela­ ção deles para com Sião? 12.44. Como o concerto eterno (6 1 .11 nos mostra sobre a natureza do Messias? 7.

8 O hebraico g o ‘el significa tanto “o parente-redentor” como “o vingador de sangue”. infalível. 10 8 -1 0 9 . co n so a n te tudo o qu e o SENHOR n os con cedeu . 2 8 2. 19 78 ). RJ: CPAD. atos dignos de . Nosso Destino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. aliança de amor”). 5 Eles são redim idos por causa da obra realizada em Isaías 53. RJ: CPAD. 19 9 -2 1 4 . 4 9 7 s. 3 Isto poderia ser traduzido como “A quele que a reedificou”. f i lh o s qu e não m en tirã o.CITAÇÕES 1 A mesma palavra é traduzida como “tristes” no v. 2 U m a vez que o M essias deve dar alegria e justiça. 2. eles são m eu povo. 6 Stanley M . agora começa uma oração por misericórdia e perdão que continua pelo capítulo 64. 7 Ibid. 1 9 9 8 ). 19 95 ). Isaías O ra por Misericórdia e Perdão 63. 8 P orque dizia: C ertam en te. “imutável. chasàe.7-64. 4 Stanley M . Isaías. LO UVO R PELA BONDADE DE DEUS 6 3 . as suas gran­ des dádivas e a bondade para com a casa de Israel. Veja The Prophets (Philadephia: Jewish Publication Society o f America. H orton. qu e u so u com eles segu n d o as su a s m isericó rd ia s e segu n d o a m u ltid ã o das su as benign idades. D.12 I. 2 1 0 . como um profeta-guarda (6 2. Ele começa por contar que está atento a respeito dos atos das “benignidades” de Deus (Heb. H orton.6). 8 5 -9 5 .7 -1 5 1 A s ben ign id a d es do Sen hor m en cio n a rei e os m u ito s lo u v o res do SENHOR. A Vitória Final: Uma Investigação Exegétíca do Apocalipse (R io de Janeiro. Jesus cumpre ambas as funções por redim ir e julgar. e a g r a n d e bon dade p a ra com a casa de Israel. A ssim ele f o i seu Salvador.. a m aioria dos com entaris­ tas antigos entendem que quem fala aqui é Sião.

cólera. e contristaram o seu Espírito Santo” — não uma vez. Ele “se lhes tornou em inimigo”. blasfêmias. Ele protegeu e tomou conta do seu povo durante a história deste. dizendo: O n d e está aq uele que os f e z su b ir do m a r com . para Ele. Ele os con­ tava como seu povo e como seus filhos “que não mentirão”. N o seu amor e compaixão. o Messias. e “em toda a angústia deles foi ele angustiado”. que realiza a obra do Pai. como também depois.1 Efésios 4.louvor. Deus não podia perm iti-los continuar em presunçosa ingratidão e indiferença ao seu amor. Ele usou exércitos humanos para trazer juízo na época dos juizes e dos assírios. M as eles f o r a m rebeldes e co n trista ra m o seu E spirito S anto. ele os rem iu . “todos os dias da antigüidade”. O “Anjo [ou Mensageiro] da sua presença” [ou face] não é nenhum anjo co­ mum. Agora Isaías confessa os pecados do povo: “eles foram rebeldes. Deus está pessoalmente presente nEle. gritaria. concedendo-lhes muitas misericórdias nestes freqüentes atos do concerto de amor. Foi neste sentido que Ele mesmo “pelejou contra eles”. ou serão infiéis. e os co n d u z iu todos os dias da an tigüidade. e o A njo da sua p resen ça os sa lv o u .30. Deus os tratou como a sua família.31 lista algumas das ações que entristecem o Espírito Santo de Deus: amargura. 9 E m toda a a n gú stia deles f o i ele an gustiado. p elo seu a m o r e p ela su a com pa ix ã o. 11 Todavia. mas repetidas vezes. ira. o Ungido. e m alícia de todos os tipos. e os tom ou. “Assim ele foi seu Salvador” (insinuando que Ele os salvou e repetidamente os livrou em várias situações). p elo que se lhes to rn o u em in im igo e ele m esm o p e le jo u con tra eles. se lem b rou dos dias da an tigü idade. de M oisés e do seu povo. e Ele é o M ediador divino entre Deus e a humanidade. Ele os redimiu como um Parente-Redentor. Deus estava pessoalmente presente com eles em cada situação angustiosa (como a escravidão no Egito e a opressão durante o tempo dos juizes).

significa plano. o E spírito do SENHOR lhes deu descan so.I 7 ). aqui. no deserto. a ssim g u ia s te ao teu povo. co m o o cavalo. não cultivado. “junco”) foram divididas (Ex 14. 13 A quele que os g u io u p elo s abism os. O SE N H O R o s M C om o ao a n im a l qu e desce aos vales. Nenhum obstáculo estava no caminho de Israel quando Deus os habilitou. e pergun­ tar por aquEle que lhes trouxe a todos pelo mar Vermelho. 35 .3. mas sobre outros também. Presentemente. Suph. 6.2. campo aberto onde um cavalo pode correr sem trope­ çar. uma lembrança eterna do seu nome e caráter como Salva­ dor de seu povo. Conquanto “no deserto” (Heb.30-35). Como era diferente nos dias de Manasses. “no deserto”) não se refira sempre a terreno plano. . mídbbar. provavelmente. Israel viu isto quando as águas do mar Vermelho (Heb. p a ra cria res um n o m e glorioso.16). o povo pergunta onde Deus está agora? Onde está a obra do seu Espírito Santo? 12 a q u ele cu jo braço g lo r io so ele f e z a n d a r à m ã o d ireita de M oisés? Q u e f e n d e u as águ a s dia n te deles. Israel continuou a lembrar da libertação do Egito pelo mar Vermelho como uma evidência primordial do poder e grandeza do SE N H O R .os p a sto res do seu reban h o? O n d e está o qu e p ô s no m eio deles o seu E spírito Santo. como Bezalel e Aoliabe (Ex 31. d e m od o que n u n ca trop eça ra m ? conduziu pelas profundezas úmidas do mar Verme­ lho. p a ra cr ia r u m n om e etern o ? Moisés experimentou o poder do SE N H O R . Estes juízos fizeram com que o remanescente piedoso entre o seu povo se lembrasse do tempo de M oisés e da sua liderança.10 ). Ele não só pôs o seu Espírito Santo sobre Moisés e sobre os setenta anciãos ÍNm I I. quando eles estavam tropeçando ao m eio-dia (5 9.

trouxe glória ao seu nome. pedindo-lhe que olhasse “desde os céus”. e o seu zelo para preservar a sua honra) e as suas obras podero­ sas estão. Isaías clama a Deus em oração. Ele é o mesmo e sempre o será. No entanto. és n osso Pai.Os israelitas que saíram do deserto eram como o gado que desce das colinas estéreis para os exuberantes pastos verdes da Terra Pro­ metida. Ele nunca os rejeitará. Isaías expressa o desejo de ver novamente o poder e a glória que foram manifestados nos dias de M oisés e Josué.2 como Deus prometera (Js 23. A orientação de Deus. 2. Eles não podem clamar para Abraão (o pai terreno deles) socorrê-los. m e’olam. O seu nome e caráter são “desde a antigüidade” (Heb. Através do Espírito Santo e dos líderes cheios do Espírito.1).16 16 M as tu és n osso Pai. nosso R ed en to r desde a a n tigü id a d e é o teu nom e. nem para o seu neto. ain d a q u e A braão n os n ã o conhece. e I sra el não n o s reconhece. lhes foi dado “descanso” repetidas vezes. . Israel (Jacó). DEUS É AINDA NOSSO PAI 63. Tu. Isaías faz um apelo tendo por base o importante fato de que Deus é o Pai do seu povo. pois eles nada sabem a respeito do sofrimento presente do povo. ó SENHOR. onde a sua santidade e glória estão constantemente em evi­ dência. deste modo. neste momento. 13 A tenta desde os céu s e olha desde a tua santa egloriosa habitação. “a ternura” de Deus e as suas “misericórdias” estão detidas por causa dos pecados de Israel. como Josué (N m 27.18 ). Por perguntar onde o seu zelo (o seu amor zeloso pelo seu povo. O n d e estão o teu zelo e as tua s obras pod erosa s? A tern u ra das tuas entranhas e das tuas m isericórd ia s d etém -se pa ra com igo! Depois de se lembrar do que Deus fizera nos primórdios da na­ ção. “desde a antigüidade” ou “desde a eternidade”). M as Deus é ainda o Pai e o Parente-Redentor de seu povo.

o chamado pelo seu nome. 18 Só p o r u m p o u co de tem po. CORAÇÕES ENDURECIDOS 6 3 . quando os corações das pessoas estão endurecidos pelo pecado. e assim declarar que eles pertenciam a Ele. separado para a adoração e serviço do possuiu a sua herança naTerra Prometida por apenas pouco tempo. p o r a m o r dos teu s servos. as trib os da tua herança. o povo escolhido por Ele. SE N H O R . Isaías não está culpando a Deus pelo desvio do povo dos seus caminhos e pelo endurecimento dos corações de modo que eles não o temem nem o reverenciam. ou pode estar profetizando o que aconteceria quando os babilônios viessem. Isaías pode estar expressando as condições no tempo de Manasses. Como Isaías 6. p a ra que te não tem a m os? Faz voltar. ó Senhor . ou profanaram.10 indica. Isaías lamenta que embora o povo de Israel fosse o povo de Deus desde muito tempo atrás. quer dizer.3. Mas Isaías transforma isto em um clamor para Deus fazê-los “vol­ tar”. Israel como um povo santo.5— 7. o santuário de Deus. a mensagem de Deus só os torna mais duros. n ossos a d versá rios p isa ra m o teu sa n tu á rio. Afinal de contas. eles são “as tribos da [tua] herança”. Leupold sugere o seguinte: “ O espaço de tempo onde Deus efetivamente sustentou o seu povo foi comparativamente tão curto . poder e graça no meio do seu povo. Deus nunca lhes tinha governado (seu povo no passado) e eles jamais tinham invocado o seu nome sobre eles. manifestar a sua presença. que pode significar a terra santa de Deus. ou seja. como ele previu em 39. Então os adversários e opressores “pisaram”.1 7 -1 9 17 P o r que. f o i p o ssu íd a p elo teu sa n to p ovo. n os f a z e s d esv ia r dos teu s ca m in h os? P or q u e en dvtreces o n osso coração. 19 T o rn a m o -n o s co m o aq ueles sob re q u em tu n u n ca d om in a ste e co m o aq ueles que n u n ca se ch am ara m p elo teu nom e.

então o seu nome teria sido dado a conbecer “aos [seus] adversários” e as nações teriam tremido à sua presença. n e m c o m o s o lh o s s e v i u u m D e u s a lé m d e ti. As circunstâncias teriam sido diferentes. e o s m o n t e s s e e s c o a v a m d i a n t e d a t u a fa ce .que quase não valia a pena considerar. Isaías faz censuras sobre o passado. durante o reinado ímpio de Manassés. sobre a honra de Deus.3 Os pecados de Israel tinham-no se­ parado das bênçãos e dos privilégios que Deus lhe dera. e o povo de Deus teria respondido através de arrependimento! Isaías se preocupa pelo nome de Deus. Ele quer dizer. a s s im a s n a çõ es trem essem d a tu a p r e s e n ça ! Se Deus tivesse descido em poder. 4. Pois Deus desceu no Smai e os “montes se escoavam” diante da sua presença. (Heb. quando Deus fazia coisas ines­ peradas e assombrosas que inspiravam temor reverenciai. hi ) introduz uma condição contrária ao fato aqui. É como se Ele “nunca tivesse dom inado” sobre o seu povo”. 2 C o m o q u a n d o o f o g o i n f l a m a a le n h a e f a z f e r v e r a s á g u a s . ou seja. então as montanhas teriam tremi­ do como o Sinai.1-9 1 O h ! s e fe n d e s s e s os céu s e d cscesses! Se os m o n tes se esco a ssem d ia n te d a tu a fa c e ! Isaías apaixonadamente lamenta sobre o passado. Eles tinham quebrado a aliança. q u e t r a b a lh e p a r a a q u e le q u e n e le e s p e r a . 4 P o rq u e d esd e a a n tig ü id a d e n ã o se o u v iu . M as ele insinua que ainda quer que Deus aja decisivamente. se tão-somente Deus tivesse descido. 3 Q u a n d o fa z i a s co is a s te r r ív e is . q u e n ã o e sp e r á v a m o s . p a r a f a z e r e s n o tó r io o teu n o m e a o s teu s a d v e r s á r io s . “como quando o fogo inflama a lenha e faz ferver as águas”.4 “Oh! se”. ISAÍAS CLAMA PARA DEUS AGIR 64. n em co m o u v id o s se p e r c e b e u . Agora. d e scia s . Isaías sente que Deus não está fazendo nada. .

Quer dizer. eles têm uma rela­ ção pessoal com Ele enquanto seguem nos seus caminhos. Ele é o único Deus que responde..9. (Veja a aplicação deste versí­ culo aos que amam o Senhor em I Co 2. e a s n o s s a s c u lp a s . feitos para cumprir as exigências. pagada. p o r q u e p e c a m o s . que im pedia a pessoa de entrar no tem plo). como uma peça de vestuário suja de sangue do período menstruai de uma mulher. “age para abençoar”) que se alegrava enquanto “praticava justiça” (agia em justiça ou retidão). Deus vem “ao encontro daquele” (Heb. Eles não só acham alegria na justiça.) O fato de que só Ele é Deus pressupõe a sua soberania. 6 M a s t o d o s n ó s s o m o s c o m o o im u n d o . muito embora soubessem que isto enfureceria a Deus. e to d o s n ó s c a ím o s c o m o afo l h a . Todos os atos justos do povo. d a q u e le s q u e s e le m b r a m d e t i n o s t e u s c a m i n h o s . eles se lembram de Deus em seus caminhos.Isaías não esqueceu que Deus age a favor daquele “que nele espe­ ra” em expectativa de fé por Ele. caminhos que se tornam claros para eles à medida que eles oram. n e le s h á e t e r n i d a d e . 5 S a is t e a o e n c o n t r o d a q u e le q u e s e a le g r a v a e p r a t i c a v a j u s t i ç a . Ninguém no passado ou no presente ouviu ou viu (através de revela­ ção) qualquer outro Deus a não ser Ele. e is q vie te ira s te . . e t o d a s a s n o s s a s j u s t i ­ ça s . p a r a q u e s e j a m o s s a lv o s . n o s a r r e b a t a m . a qual estava cerimonialmente suja de­ baixo da Lei. c o m o u m v e n t o . O resul­ tado é o juízo divino: Eles murcharam e caíram “como a folha”. A confissão continua: “Todos nós somos como o im undo” aos olhos de Deus. “encontra”. ou formas da sua religião. Isto não quer dizer que essa rebelião há muito tempo continuada fosse alguma vez se encontrar com a salvação. os cami­ nhos revelados na sua Palavra. Isaías se identifica com o povo e confessa que eles conti­ nuaram pecando ( “pecamos”) contra esses caminhos. co m o tra p o d a im u n d íc ia . Porém. são como “trapo da im undí­ cia” (lit.

9 Não te enfureças tanto. por m iseri­ córdia. nem perpetuam ente te lem­ bres da iniqüidade. 7 E já ninguém há que invoque o teu nome.16. ninguém estava invocando o nome de Deus.4). o s nosso oleiro.26. 63. Agora Isaías clama novamente a Deus.Então os seus pecados culpados os arrastam como o vento arrebata as folhas mortas. e que Ele não se lembre para sempre dos pecados que lhe . p or causa das nossas iniqüidades.21.16. R m 9.2 4 2 8 . M l 2. ou seja. “dissolver”). (A bonita imagem do SENHOR como o Oleiro e como o Pai é freqüentemente atestada —D t 32. Ele ainda é o Pai de Israel.I 2 . e tu. que desperte e te detenha. agora.5. olha. porque escondes de nós o teu rosto e nos fa z es derreter. G1 1.10. ó SEN HO R . ó SENHOR . nós te pedimos.6 -8 . Cl I .3. e todos nós. o barro. M t 6 . trouxe desânimo e m orte. fmugenu. N o m eio do ju íz o de D eus (provavelm ente na época de M anassés).) Deus pode mudá-los apesar do que eles fizeram no passado. Isaías suplica a Deus que não deixe o pleno peso da sua ira cair sobre eles. Deus tinha escondido o seu rosto (afastado a sua manifesta presen­ ça e bênção) e fez com que a culpa dos seus pecados os fizesse “derreter” (Heb. 89. tu és nosso Pai. Isto corresponde ao tempo de M anassés em vez do exílio babilônico posterior. o que chamou a nação à existência. SI 68. 103.13. Gn 3 2 . Jr 18. obra das tuas mãos. todos nós som os o teu po vo.6. e nenhuma pessoa se movia para se apegar a Deus (como Jacó fez quando ele lutou com o Anjo.6. Seguramente Ele está preocupado so­ bre o povo que é a obra da sua mão. Os 12. Is 29 . reconhecendo que Deus não mudou.5 <Mas. eis. nós. Ele também é o Oleiro divino que amolda o barro. fazendo-o “obra das [suas] mãos”.

quer dizer. 1 A nossa santa egloriosa casa. do templo que aconteceu nos dias de Manassés. Jerusalém está assolada.10-12 10 As tuas santas cidades estão feita s um deserto. ó Ficarias calado. Sião está feita um deserto. pois Jerusalém será “assolada”.) . M as os exilados não teriam dito o que nós lemos no versículo 12. toda a terra de Israel). Como um clímax para os seus sofrimentos. (Os exilados que voltaram da Babilônia não tiveram que dizer isto. e todas as nossas coisas m ais aprazíveis se torna­ ram em assolação. inclusive Sião.6 12 C onter-te-ias tvi ainda sobre estas calamidades. 5. será queimada a casa de santidade e beleza esplêndida de Israel. os artigos pre­ ciosos do templo. e todas as “coisas mais aprazíveis”. 1 f o i queimada. e nos afligirias tanto? S en h or? A resposta de Isaías a esta visão é perguntar a Deus se. se tornarão uma pilha de pedregulho. o que mos­ trará a majestade do juízo de Deus.5— ele vê em uma visão que as “santas cidades” (cidades da 7). serão feitas um deserto. Este será o clímax da destruição. permanecendo calado e castigando (humilhando e afligindo) ainda mais a Israel. em que te louvavam nossos pais. ou profanação. Devido ao que Isaías sabia que iria acontecer (39.9). Ele continuará se contendo (especialmente depois da oração do v. JERUSALÉM ARRUINADA 64. Pedir a Deus para olhar para eles é um clamor pela sua graça e misericórdia: Deixe-o ver e reconhecer que eles ainda são o seu povo. santidade de Deus. onde os pais da nação louvavam a Deus. Alguns tomam isto como sendo o que os exilados disseram quan­ do voltaram da Babilônia. levando em conta tudo isto.causaram a indignação.

O que a Bíblia D iz Sobre o Espirito Santo (R io de Janeiro. 1 9 9 3 ). A llis. Veja Stanley M . O que é significativo a respeito da oração de confissão de Isaías? 6. Exposition o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. Que lições Israel deveria ter aprendido a partir do êxodo? 3. Alec M otyer. H a r r y B u ltem a. H orton. R J: CPAD. trans. 19 93 ).16— e em que bases ele o faz? 18 4. C om mentary on Isaiah. 3 H . 4 J. “Book o f Isaiah”. 5 O swald T.C . Por que Isaías se refere a Deus como Pai e Oleiro? 7. Que ações de Deus no passado fazem Isaías ter expectativas? 5. 1:857. Leupold. Qual era a condição de Jerusalém e do templo na parte final do reinado de Manassés? CITAÇÕES 1 O fato de que o E spírito Santo pode ser entristecido m ostra que Ele é uma Pessoa distinta. 6 1 2 . 2 O hebraico tenicbennu é freqüentativo. Qual é o apelo de Isaías em 63. 19 8 1). 518. 6 M u ito s crítico s usam os versículos 10 e I I p ara argum entar que um auto r desconhecido escreveu isto após Jerusalém ter sido d estru íd a em 5 8 6 a.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 70. M as com o B ultem a d iz: “Isto m o stra quão pouco esses h o ­ m ens têm p e n e trad o no e s p írito d e sta p ro fe c ia ” . O que Isaías enfatiza na sua oração? 2.: InterVarsity Press. . em Wycliffe Bible Encyclopeâía (C hicago: M o o dy Press. 1 9 7 5 ). 111. The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove. 2 :1 4 8 . 8. C. 197 1 ). C ornelius Lam bregtse (G ran d R ap id s: Kregel Pub licatio n s.

Israel também estava muito centrado em si mesmo e muito interessado a respeito de seus próprios planos e desejos para responder.1-66.20. Ele repetidamente fez ofertas ou propostas iniciais amigáveis. A RESPOSTA GRACIOSA DE DEUS 6 5 .1 aos gen­ tios1 e 65. Alegria e Juízo 65. o constante. sa crifi­ ca n d o em ja r d in s e q u eim a n d o in cen so so b re tijolos. Eles eram responsáveis pela condição na qual estavam. Deus toma a iniciativa e torna possível às pessoas o buscarem e o acharem. dizen­ do que Ele se revelou (ou. henneni. Rm 10. Misericórdia. dizendo: “Eis-me aqui” (Heb. “Eis-me aqui”) para um Israel que “se não chamava do meu nome”. f u i achado p o r aqueles qu e m e não bu scavam . seguindo “os seus [próprios] pensamentos”. Quer dizer. “diante da [sua] face”. muito embora eles (Is­ rael em seus primórdios) não perguntassem por Ele.E. Bênção.) 3p o v o que m e irrita d ia n te da m in h a f a c e de con tín u o. (Isto continuou nos . eles “de contínuo” o provocavam. N a própria presença de Deus. após os seu s p en sa m en to s. onde Paulo aplica 65. ainda que eles não o buscassem.2 a Israel. porque eles continuaram a andar em caminhos que Deus via não serem bons. (Cf. deixou-se buscar). desafiando-o de fato. Ele se deixou achar. amoroso e urgente apelo de “todo o dia “de Deus para Israel os encontra teimosos na sua rebelião.24 I.1 -7 1F u i bu scado p elo s qu e não p ergu n ta va m p o r m im . qu e cam in ha p o r ca m in h o qu e não é bom .21. e Paulo chama a atenção para o fato de que alguns o fazem. Deus responde então à confissão e oração do capítulo 64.21. imagina­ ções e planos. Em comparação. (Veja R m 10. 2 E stendi as m ã o s todo o dia a u m p o v o rebelde . a u m p o v o que se não cham a­ va do m eu n om e eu disse: E is-m e aqui.) Porém.

No hebraico. Provavelmente eles se identi­ ficavam tanto com os falsos espíritos ou falsos deuses que pensavam que qualquer um que os tocasse estaria em dificuldade.dias de Ezequiel. 5 E dizem : R etira -te. d eita r-lh es-ei a recom p en sa no seu seio. Eles também seguiram idéias pagãs de santidade ou separação (o que nós chamaríamos de “tabus” hoje). a seu devido tempo. Passar a noite em vigília “junto aos lugares secretos”. sim . 4 a ssen ta n d o -se ju n t o às sep u ltu ra s. m a s eu pa garei. As­ sim. a idéia da área nasal estar sendo fre­ qüentemente aquecida indica ira. u m J o g o que arde todo o dia. e co m en d o ca r n e de p o rco e caldo de coisas a b om in á veis n os seu s pratos. E stes sã o u m a f u m a ç a n o m eu nariz. estas pessoas são objetos da ira de Deus.) Sacrificando “em jardins e queimando incenso sobre tijolos” era contrário à Lei e mostrava que o povo de Israel estava seguindo rituais pagãos. 6 E is q u e está escrito d ia n te de m im : n ã o m e calarei. a Septuaginta diz: “em cavernas onde eles dormem por causa de so­ nhos”). Todas estas atividades eram uma abominação ao SE N H O R . Estes pecados estão escritos em um livro (como um débito em uma conta). e não te ch egu es a m im .7) e em im ita­ ção de práticas pagãs. às tumbas. indica tentativas es­ píritas para contatar com os mortos. cólera e causa furor (cf. Assentar-se “junto às sepulturas”. e p a ssa n d o as n o ites ju n to aos lu ga res secretos. Eles também comeram carne de porco e fizeram sopa de “coisas abomináveis”. Tais pessoas são “uma fumaça” nas narinas de Deus. dará um ponto final ao seu . um fogo ininterrupto “que arde todo o dia”. T E V ). veja Ez 8. Deus. Isto também aponta para a época de Manassés. novamente ao contrário da Lei (Lv 11. (alguns sugerem “entre as fendas das rochas”. p o rq u e so u m a is sa n to do que tu. indica práticas ocultas.

Ne 5. Ou seja. 15. p o is há benção n ele . 7 as vossas in iq ü id a d es e ju n ta m en te as in iq ü idad es de vossos p a is j diz o SENHOR.38). Por causa deste remanes­ cente de servos que são uma bênção. Esta seria a primeira forma de castigo que o S E N H O R faria na sua agenda de julgamento. Eles são semelhantes a “um cacho de uvas” com o suco ainda nele. berakhah. As ofertas queimadas “nos montes [e] outeiros” (lugares altos. O “seio” aqui refere-se à dobra da vestimenta acima do cinto onde um objeto poderia ser colocado (cf. Deus fará de modo que “os não destrua a todos”. p a ra qu e os não d estru a a todos. e os m eu s serv o s habitarão ali. SI 79.12.8 -1 0 * A ssim d iz o Sen h or : C om o qu an do se acha m osto em u m cacho de uvas. dizem : N ão o desperdices.1 7 ). e os m eu s eleitos h erda rão a terra. u m herdeiro que p ossu a os m eu s m o n tes.silêncio e longanimidade e lhes pagará em plena medida. 9 E p ro d u z irei d escen d ên cia a J a có e a J u d á . Lc 6. eles colheriam agora o juízo tanto pelos seus próprios pecados quanto pelos pecados de seus pais (cf. Ex 20. Agora o S E N H O R dá uma resposta mais extensa. assim fa re i p o r a m o r de m eu s servos. Ele ainda tem verdadeiros servos em Israel.5). uma “bênção”) nele. 2. cf. p elo qu e lhes to rn a rei a m ed ir as su a s obras an tigas no seu seio.2) eram em desafio a Deus e mereciam pleno castigo. de modo que Israel tem alguma “bên­ ção” (Heb. Isto igualmente corresponde ao tempo de Manassés. Devido a eles continuarem nas “iniqüidades de [seus] pais”. I Pe 4 . . este devia começar no meio do povo de Deus (cf. Não havia nenhuma montanha na Babilônia.13. 0 REMANESCENTE PO SSUIRÁ A TERRA 6 5 . qu e q u eim aram in cen so n os m o n tes e m e a fro n ta ra m n os o u teiro s.

que esqueceis do meu santo mon­ te”. de lugar de repouso de gado. e não respondestes. “os meus eleitos. ele quer dizer que de oeste a leste toda a terra será restaurada para a sobra ou remanescente. e viverão ali. e não ouvistes . “Vós que vos apartais do SENHOR. que preparais uma mesa para a Fortuna e que misturais vinho para o Destino. que vos esqueceis do meu santo monte. ao sul de Berseba. será transformado em um 26 lugar de “repouso de gado”. perto de Jericó. preparando uma mesa de oferecimentos de comida para a deusa Fortuna. a qual se tornou como o seco Arabá.. Isto aponta ao futuro para o tempo do Milênio..11-16 11 Mas a vós que vos apartais do S e n h o r .2e enchendo um copo de vinho misturado com temperos e drogas. para o m eu povo que m e buscar. DEUS JULGARÁ AQUELES QUE 0 ABANDONARAM 65. Assim. Eles se voltaram para o culto pagão. para a espada. Eles estão se encurvando à deusa . será restaurada e terá pastos verdes. outrora um lugar de juízo (Js 7. e o vale de Acor. falei. A outrora fértil planície de Sarom. l~ também vos destinarei a espada} e todos vos encurvareis à matança.es aquilo em que eu não tinha praz