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Comentário Bíblíco

0 profeta messiânico
S T A N L E Y M. H O R T O N

Tradução Benjamim de Souza

O CPAD

REIS BOOK’S DIGITAL

Todos os direitos reservados. Copyright © 2 0 0 2 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de D eus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina. T ítu lo do original em inglês: Isaiah Gospel Publishing H ouse, Springfield, M issouri Prim eira edição em inglês: 2 0 0 0 Tradução: Benjamim de Souza

Preparação dos originais: Joel D utra Revisão: Kleber C ruz Capa: Flam ir A m brósio Pojeto gráfico: Eduardo Souza Editoração: O lga Rocha dos Santos

CDD: 2 2 0 —Com entário Bíblico ISBN: 8 5 -2 6 3 -0 4 0 9 -7 Para maiores inform ações sobre livros, revistas, periódicos e os últimos lançamentos da CPAD, visite nosso site: h ttp ://w w w .cpad.com.br

As citações bíblicas foram extraídas da versão Alm eida Revista e Corrigida, edição de 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicação em contrário.

C asa Publicadora das A ssem bléias de Deus Caixa Postal 331 2 0 0 0 1 -9 7 0 , R io de Janeiro, RJ, Brasil 2'' edição/2003

Prólogo

Isaías é um dos mais ricos e mais lindos livros na Bíblia —tanto teológica como literariamente. Entre os livros do Vélho Testamento não há nenhum que mais utilize a linguagem hebraica, nenhum que tenha uma maior expressão da mensagem do Evangelho e da natu­ reza de Deus. Isaías, o profeta, é o primeiro teólogo do Velho Testamento. É apropriado que a CPAD deva pu­ blicar um comentário sobre Isaías produzido pelo prin­ cipal teólogo pentecostal do Velho Testamento. Stanley H orton é um maravilhoso exemplo de um erudito dirigido pelo Espírito. Ele conhece o Hebraico original e os pontos de vista dos eruditos e a voz do Espírito Santo, Ele tem despendido sua vida toda estu­ dando e ensinando a Bíblia, especialmente o Velho Tes­ tamento. Isaías tem sido um de seus mais intensos estu­ dos desde que ele o fez o foco de sua dissertação de doutorado. N ela ele mostrou que a perspectiva de todo o livro corresponde à autoria tradicional do profeta do oitavo século a.C. em Israel. Isso está em contraste com

muitos eruditos modernos, os quais teorizam um ou mais autores posteriores em Babilônia para os capítulos 40 a 66. Stanley Horton é um grande exemplo de humildade cristã e de­ monstra isso em seus escritos, apresentando gentilmente o que acre­ dita ser a verdade. Ao mesmo tempo, ele considera as diferentes in­ terpretações, permitindo aos leitores a escolha entre estas. Devido a Stanley H orton ter estado imerso no livro de Isaías por anos, ele tem um maravilhoso domínio de seu conteúdo. Sua leitura cuidadosa e reverente do texto traz a mensagem que Deus pretendia. Horton tem um dom para tratar do que realmente importa, trazen­ do de um modo simples e claro ao estudante da Bíblia as percepções dos eruditos. Este livro será de grande ajuda às pessoas leigas, as quais precisam deste grande livro de Isaías colocado em linguagem que possam entender. A obra do Dr. Horton demonstra uma sólida teologia bíblica que permite ao inspirado escritor da Bíblia dizer hoje o que ele pretendia em seus dias: o leitor é capaz de ouvir Isaías pregar a sua própria mensagem em seu próprio contexto antigo. Contudo, Horton mostra a relevância dos princípios divinos por trás dos textos antigos. Ele relaciona continuamente as profecias a Cristo. O livro finaliza com um apêndice de grandes temas teológicos em Isaías. Esta parte junta em um compacto mas profundo modo de compreen­ der muitas das maravilhosas verdades destacadas no livro. Para mim, é uma honra recomendar esta obra. Stanley Horton tem sido a maior influência em meu entendimento, trabalho e amor pelo Velho Testamento. Creio que os estudantes da Bíblia serão aben­ çoados pela espiritualidade e clareza da mensagem à medida que H orton a torna conhecida. Eu estou muito agradecido que o seu profundo conhecimento deste importante livro do Velho Testamento está finalmente publicado para abençoar a igreja, tanto dentro como fora da sala de aula.
R oger D. C otton, Tb.D.

Professor de Velho Testamento Seminário Teológico das Assembléias de Deus Estados Unidos da América

Prefácio

O livro de Isaías sempre foi um de meus favoritos. Eu lhe dei uma especial atenção em meus estudos de doutorado. M in h a dissertação, aceita pelo Central BaptistTheological Seminary (SeminárioTeológico Ba­ tista Central), era intitulada “A Defense on Historical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiab Referring to Babilon” (U m a Defesa sobre os Ele­ mentos Históricos da Autoria de Isaías a Respeito das Passagens no Livro de Isaías Referentes à Babilônia). O livro de Isaías era importante para os judeus na época anterior a Cristo. Quinze manuscritos hebraicos do livro de Isaías foram encontrados entre os Rolos do mar M orto. Jesus e os escritores do Novo Testamento também o consideravam importante, pois eles 411 ve­ zes fizeram citação de Isaías. As profecias de Isaías tive­ ram um profundo efeito sobre Jerusalém e Judá em seus

V lll

Comentário Bíblico: Isaías

dias. Elas continuam a abençoar todos aqueles que as estudam hoje. Em concordância com o uso tanto da ARC (versão de Almeida Revista e Corrigida da Bíblia de Estudo Pentecostal) como de outras versões (N V I e KJV por exemplo), a palavra SE N H O R é usada em letras maiúsculas e pequenas maiúsculas onde o hebraico do Velho Testamento tem o nome pessoal de Deus, Iahweh. O hebraico escre­ via apenas as consoantes Y H W H . As tradições posteriores seguiram o Novo Latim JH V H e adicionaram vogais do hebraico para “se­ nhor” para lembrá-los de ler Senhor em vez do nome divino. M as isto não foi jamais com a intenção de ler “Jeová”. Nas citações das Escrituras, as palavras que eu desejo enfatizar estão ressaltadas com itálicos. Para uma leitura mais fácil, as palavras hebraicas, aramaicas e gre­ gas estão todas transliteradas com caracteres do nosso alfabeto. Algumas poucas abreviações utilizadas: Gk.: Grego Heb.: Hebraico ARA: Almeida Revista e Atualizada ARC: Almeida Revista e Corrigida (Bíblia de Estudo Pentecos­ tal, CPAD) ASV: American Standard Version KJV: King James Version N V I: Nova Versão Internacional M eus especiais agradecimentos vão para Glen Ellard, Paul Zinter, e Leta Sapp na Gospel Publishing House e a todos aqueles que aju­ daram na preparação deste livro. Obrigado também a minha esposa, Evelyn, pelo seu encorajamento. Esta é uma versão revisada de um comentário originalmente acom­ panhado por textos hebraicos e publicado em 1955 pela The World Library Press Inc., Springfíeld, M o., Gregory Lint, editor executivo.

Sumário
P rólo go P refácio v vii I

S in o p s e ......................................................................................

In tro d u ç ã o ...................................................................................... 5 C e n á rio ............................................................................................ 5 O fim do rein o norte de I s r a e l............................. 7 Ju d á nos dias de I s a ía s ...............................................9 As invasões a s s ír ia s .................................................. 11 C ro n o lo g ia do tem po do p ro feta I s a ía s ..... 16 V isõ es críticas do livro de I s a ía s .................................. 17 U m a breve descrição d a m en sagem de Is a ía s ....... 2 7 In tro d u ç ã o ...... .................... .......................................... 2 7 Isaías: o p ro feta e sua m e n sa g e m ..................... 2 8 P ro fecias in ic ia is ......................................................... 2 9

A visão e ch am ad a de I s a ía s .................................... ...........2 9 A m ão irad a de D eus e sua m ão s a lv a d o r a ................... 3 0 Ju íz o sobre as nações e s tr a n g e ir a s ...................................... 31 Ju íz o e restauração p ara J u d á ...............................................3 2 E zequias e as invasões de S e n a q u e rib e .............................3 2 C o nfo rto e lib e r ta ç ã o .................................................................3 4 G ló ria p ara o povo de D eus; ju íz o p ara os o u tro s ..................................................................... 3 6 E sboço de I s a ía s ......................................................................................... 3 9 Isaías na versão A R C , N o tas e C o m e n tá rio s .............................51 A p ên d ice A: G randes tem as no liv ro de Is a ía s...................5 4 5 1. D eus, o S an to de I s r a e l................................................ 5 4 6 2 . D eus, o P oderoso de I s r a e l.................. .................... 5 4 7 3. D eus, o O n is c ie n te ......................................................... 5 4 8 4 . D eus, o C riad o r de t u d o ........................................... . 5 4 9 5. D eus, o R e d en to r e S a lv a d o r ...... ............................... 5 5 0 6. D eus, o R e stau rad o r de Israel e Jerusalém ...... 55 1 7. D eus, o S alv ad o r dos g e n tio s ................................... 5 5 2 8. O servo de D e u s.............................................................. 5 5 3 9 . O E sp írito S an to de D e u s......................................... 5 5 4 10. D eus m erece adoração p u r a .............................. ...... 5 5 8 A p ên d ice B: M a p a do Im p ério A s s ír io ................................ . 5 6 0 B ib lio g ra fia S e le c io n a d a .................................................................. 5 6 3 ín d ic e das E scritu ras ....... ....... .................... .................................... 5 6 5 ín d ic e R em issivo ............................................... ................................. 581

Data: Isaías foi o maior de todos os profetas da últim a metade do oitavo século a.C. Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias e, provavelmente, Manassés, senti­ ram o impacto de sua pregação profética. Cenário: Uma falsa prosperidade às expensas do go­ verno encorajou uma vida de corrupção e luxo acom­ panhada pela opressão do pobre e uma religiosida­ de sensual, imoral e pagã (2 Cr 26.16-18,20; 27.2; 2 8.1-27; 29.6-9). A Chamada de Isaías: Uma visão de Deus levou-o a uma visão de si mesmo e do pecado. A confissão o levou à purificação e consagração. A obra seria difí­ cil, mas lançou os fundamentos para o remanescen­ te retornar e preparar o caminho para a vinda do Messias (capítulo 6).

1— 12 O Servo divinamente escolhido e sustentado que bondosa e misericordiosamente restaura os judeus e traz a luz aos gentios. Príncipe da Paz. I). 11.1— 13 O Servo é a arma de Deus para levantar. (Leia aqui Rm 8. Emanuel —O Deus conosco. 4 9 -5 5 Redenção Caps.8 9.16 A Principal Pedra Angular. 49 . 13-23 Profecias Estrangeiras Caps.5 O trono de justiça e amor. Ungido pelo Espírito. 6 -1 2 O Deus Santo é Exaltado Caps.Breve Esboço: Caps. 4 0 -4 8 Conforto A Grande Acusação: Um Pai de coração partido convida seus filhos a retornarem (cap.) 16. 36 -3 9 Ezequias Caps. O Quadro Ampliado do Messias: Nascido de uma virgem. 28 . Deus Forte. 5.1— 10 Descendente de Davi. Maravilhoso. Conselheiro.18-25. Pai da Eter­ nidade. 5 6 -6 6 Glória Caps.10— 17 8.1— 7 . 18 42 . 2 4 -3 5 Juízo Geral Caps. 7. 32. 1-5 Juízo e Esperança Caps.1— 15— O Messias é Rei. libertar e reunir o povo.

) Grandes sermões expositivos estão quase já elaborados nos capítu­ los I. O ministério salvador. sanador e libertador do M es­ sias traz alegria.1 6-21 . Ninguém é um fracasso quando vive de acordo com a vontade de Deus! .2.6-7.13 a 53. 55.35.3. 6. A Certeza do Cumprimento da Palavra de Deus: 40. O Ser­ vo. agrada a Deus e torna possível a sua incomparável salvação.12 54 55 6 1. 59. A porta aberta de par a par àqueles que anseiam. compare com Mateus 24. ensina e fortalece a outros.22. 40. Versos Principais: 6. ensinado por Deus.8. O crescimento de Israel como um resultado da obra redentora do Servo. 45. pelo seu sofrimento e morte vicária e substituta. 49. “O M onte Evereste da Profecia Messiânica”.1— 11 O Servo. 50. 53. (Leia Lc 4 .3 Sinopse 50.4— 1 1 52. 55.

Ele o colocou na encruzilhada do velho mundo.Introdução CENÁRIO Deus poderia ter colocado o seu povo. no rio Eufrates. a Assíria era o poder dominante. era o centro cultural. Essa “terra prome­ tida” seria um centro vital para a expansão e difusão do Evangelho quando Jesus veio à Terra. Em vez disso. era uma grande e rica nação. Contudo. seus reis habitual­ mente enviavam seus exércitos todos os anos para . Babilônia. comercial e religioso para toda a Mesopotâmia. esse era um lugar onde os exércitos do mundo conhecido entravam em conflito. nos dias de Isaías. Apêndice B). em um distante e protegido oásis onde ninguém pu­ desse incomodá-lo. Israel. Para esse fim. A meta da Assíria era dominar a Babilônia e con­ quistar o Egito. Ao nordeste. junto ao rio N ilo. Porém. com suas cidades de Nínive e Assur nas proximidades do rio Tigre (ver mapa. Ao sul. o Egito.

um protótipo da forma de punição capital chamada crucificação. capturando parte de seu ter­ ritório (e..7) e desafiou Jeoás a guerrear contra si (2 Rs 14. todavia. por cerca de cinqüenta anos Israel e Judá não tiveram problemas com invasões estrangeiras. O Egito estava também enfraquecido por disputas in­ ternas. Como resultado. e uma derrota assíria seguiu-se a um eclipse do sol em 763 a.12). Jeoás de Israel (798-781 a.1 Os judeus são também representados como espetados em estacas diante dos muros da cidade. os dias de dominação da Síria tinham acabado. Embora Israel e Judá pagassem tributo à Assíria por pou­ cos anos. Jeoás então derrotou a Amazias em Bete-Semes.C. começou a profetizar naqueles que pareciam ser bons tempos. 2 Rs 8. Porém.C.conquistar.2 Isaías. Amazias de Judá (7 9 6 -7 6 7 a. Assim. Adad-N irari morreu em 783 a. Eles tiveram problemas por causa da Armênia (U rartu) em sua fronteira norte. derrubou cerca de cento e oitenta metros do muro da cidade de Jerusalém.C.g. e seus sucessores eram fracos. o reino da Assíria desintegrou-se em um grupo de cidades-estados (o caso quando Jonas foi para Nínive). pilhar e destruir cidades e nações que ficavam no cami­ nho.C.) tornou a reaver os territórios cap­ turados por H azael de Damasco (2 Rs 13.8). Adad-N irari III da Assíria pôs Damasco fora de combate. Israel e Judá não tinham desfrutado de tal prosperidade.2 ).) tomou o controle de Edom (2 Rs 14. este mostra os judeus cativos sendo levado diante do rei Senaqueribe da Assíria por cordas atadas a anzóis gigantes colocados em seus maxilares.25). Damasco causou problemas para o reino norte de Israel. Arqueólogos encontraram em Nínive o baixo-relevo da conquista de Laquis.C. Desde os tempos de Salomão. Os assírios eram notáveis pela sua crueldade e permaneciam inventando novos meios de torturar seus cativos. Em 805 a.. algo que Amós já tinha profetizado para o reino norte de Israel (Am 4 . tomou todo o ouro e a prata do templo e do . Nos dias de Eliseu. sucessivas ocorrências da peste bubônica dizimaram o seu povo. Depois.

Mercadores gananciosos os ludibri­ avam. Sacerdotes corruptos tornaram a situação pior pela exi­ gência de m últiplos sacrifícios e por permitirem a mistura da idola­ tria e da im oralidade com o culto ao S E N H O R . 25. Após a morte de Jeroboão II. Os ricos desfrutavam de luxo.22. embora advertido por Amós e . Ele já ti­ nha sido co-regente com seu pai desde 790 a. tanto quanto do co­ mércio do mar Vermelho via Eziom-Geber (m oderna Elate no Golfo de Acaba). reconquistaram a maioria do ter­ ritório do império de Salomão entre o Egito e o rio Eufrates (2 Rs 14. e gozavam de ricas comidas e vinho. ele conquistou vitórias e estendeu o controle político da entrada de Hamate no norte ao mar M orto no sudeste.C. Am 3. Isaías e M iquéias. o reino norte de Israel.15).25). Oséias. O povo então colo­ cou seu filho Uzias (também chamado Azarias) no trono.19).C.9. todos pronunciaram o juízo de Deus sobre os ricos que estavam ficando mais ricos às expensas dos pobres oprimidos. 6. 2 Cr 26. Amós. O longo e próspero reinado de Jeroboão durou até 753 a. e era equiparado pela prosperidade em Judá sob o reinado de Uzias (7 90 739). 0 Fim do Reino Norte de Israel A era da prosperidade estava próxima de terminar. A prosperidade já tinha começado a retornar ao reino norte de Israel quando Jeroboão II tomou o trono em 791 a. Ao mes­ mo tempo a corrupção moral e a injustiça econômica para com o pobre crescia. demandando altos interesses.Introdução palácio. Encorajado pelo profeta Jonas (2 Rs 14. e vendiam alguns deles para a escravidão.15.C. muros decorados e móveis com lindas gravuras em mar­ fim (cf. e foram enriquecidos pelo controle das mais importantes rotas comerciais. edificavam grandes casas de pedras quadradas. 11.4). e levou os reféns. Mercadores introduziam ar­ tigos luxuosos do comércio com Tiro e Sidom. Isso tornou Amazias impopular e conspi­ radores o assassinaram em Laquis (2 Rs 14. Ambos desfrutavam de paz.

o último rei do reino norte de Israel. No entanto. no primeiro ano de seu reinado. Peca tomou conta do território de Gileade no lado ori­ ental do Jordão e reivindicou o reino. O filho de Jeroboão. Ele então foi morto por seus dois guarda-costas e cinqüenta homens gileaditas. gunda invasão. O filho de Tiglate-Pileser. Naquele tempo o rei Oséias de Israel deu garantias de sua lealdade como um vassalo da Assíria. cumprindo as profecias de seu fim defi­ nitivo por Amós. Como um de seus primeiros atos. Zacarias. Isaías e M iquéias. Então Peca tomou o trono em Samaria e reinou mais oito anos. tão logo Salmaneser vol­ tou para a Assíria. reinou somente seis meses e foi assassinado por Salum. M anaém reinou dez anos. e invadiu Judá por duas vezes. ele se voltou para o ocidente contra os filisteus. embora as altas e íngremes colinas de Samaria e suas grandes fortifica­ ções o tenham capacitado a resistir um cerco por aproximadamente três anos.C. Em 724 a. Em 742 a. O rei assírio então derrotou a Síria e matou Rezim. pois este era fraco e não era de nenhuma valia. Mas foi um erro colocar a sua confian­ ça no Egito. Salmaneser V.Oséias. ele levou Oséias prisioneiro. Então o reino norte de Israel se tornou uma província da Assíria (que eles chamaram Samaria). Durante esse tempo ele fez uma aliança com Rezim de Damasco. . pouco antes de Salmaneser mor­ rer.C.5— Quando Peca e Rezim ameaçaram uma se­ 8). Oséias deixou de pagar tributo à Assíria e fez uma aliança com Sô (Sibe) do Egito.. Samaria caiu em 722 a. Debaixo do juízo de Deus ele se degenerou rapidamente. M enaém morreu e seu filho Pecaías reinou por dois anos. rei da Síria. Salum reinou um mês e foi assassinado por Manaém.. Ele também levou ca­ tivos os habitantes da parte mais setentrional de Israel. Oséias. estava cheio de devassidão. reinou apenas cinco anos. En­ tão Tiglate-Pileser da Assíria o colocou sobre o trono de Israel. Salmaneser retornou e conquistou Israel.C. assassinou Peca em 73 2 a. o rei Acaz de Judá —contra o conselho de Deus dado por Isaías —apelou por socorro aTiglate-Pileser III da Assíria. Oséias. Porém. A primeira invasão foi bemsucedida (2 Cr 28.C.

mas também da parte de Israel e D a­ masco.).O rei seguinte da A ssíria. realizou outras reconstruções e derrotou os amonitas (vv.).C. mas era fraco. Ele fez isso ainda que Azarias e oito outros sacerdotes tenham tentado corajosamente impedi-lo (2 Cr 2 6 .. sacrificou seus filhos no fogo.10 -2 0).3 -6 . Deus afligiu Uzias com lepra quando ele atreveu-se a oferecer incen­ so no altar de ouro que pertencia ao Santo dos Santos no templo. substituindo-os por povos de outros países que tinha conquistado.C.4. Acaz reinou até 715 a.C. ele tinha idade suficiente para estar ciente do orgulho de Uzias. “Ele edificou a Porta Alta da Casa do S e­ n h o r ” (2 Cr 2 7 .C. Sargão II (7 2 1 -7 0 5 a. Quando eles ameaçaram . e “também debaixo de toda árvore verde” (2 Cr 28.5). Ele enfrentou ameaças não apenas da Assíria.2 9 0 israelitas para o exílio. Por duas vezes Peca de Israel e Rezim de Damasco se juntaram para invadir Judá. assumiu o trono e reinou até 731 a.5-8). Em suas crônicas ele diz que levou 2 7 . seu filho.3 ). cultuava nos lugares altos e nos outeiros. quando Tiglate-Pileser III usurpou o trono da Assíria em 745 a.C. que o levou à sua própria queda. Todavia. e levou seu filho Ezequias ao trono para reinar como cosoberano com ele em 728 a.C.. Ele passou os onze anos restantes da sua vida sob quarentena em uma casa especialmente construída para ele (2 Rs 15.) Judá nos Dias de Isaías Uma vez que o chamado de Isaías aconteceu no ano da morte do rei U zias (7 39 a. Ele era um bom rei.3 (cf. A primeira vez eles levaram muitos prisioneiros e mataram 120. Jotão levou o seu filho Acaz ao trono em 74 4 para reinar com ele como co-soberano. em vistas da renovada ameaça da Assíria. 2-3).C . Semelhante aos reis de Israel ele m istu­ rou o culto de Baal com o culto do Senhor.C. 2 Rs 1 7 . 3-5). fez então uma campanha ao oeste e retom ou Sam aria em 7 2 0 a. ver também vv.000 soldados (2 Cr 28. Em 750 a. Jotão.

13). Ezequias começou a contar de novo os anos do seu reinado.1 8 ). curando-o e outorgando-lhe mais quinze anos de vida. devido a um grande reavivamento espiritual e celebração da Páscoa. Logo depois que Acaz morreu.C. e respondeu a oração de Ezequias. em 696 a. Estes não o socorreram. Deus julgou a Ezequias com uma enfermidade que deveria ser fatal.a segunda invasão. e em 701 Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá. em 68 6. O Egito foi derrotado. . exceto Jerusalém (2 Rs 18.4 Poucos anos depois. apesar dos avisos de Isaías a respeito da inabilidade dos egípcios de socorrê-los..C.C. Acaz viu um altar e m andou fazer uma réplica deste e o colocou no pátio do templo (2 Rs 1 6 . Ezequias quebrou a aliança que Acaz tinha realizado com a Assíria e pediu ajuda ao Egito. requereu que Acaz e outros viessem ali prestar-lhe homenagem. A tradição judaica diz q u e ele amarrou Isaías numa tora e o serrou ao meio (cf. Manassés logo se afastou de Deus e massacrou aqueles que resistiram à sua restauração da idola­ tria. rei da Assíria. Cinco anos depois. Acaz também se voltou contra o S e n h o r .. em 6 8 8 a. Acaz permaneceu um débil vassalo da Assíria até a sua morte em 7 1 5 a. Tal como Oséias. ao trono para reinar consigo. Os edomitas se livraram do jugo do reino de Judá e o invadiram a p artir do sul. Manassés.. Os fdisteus invadiram-no a partir dó oeste (2 C r 2 8 . Ezequias calculou mal o poder do Egito e da Assíria. os assírios novamente ame­ açaram Jerusalém.1 0 -1 6 ).C.21 ).222 5 ). ele levou seu filho. dizendo que colocariam um rei fantoche sobre o trono para forçar Judá a se juntar a eles contra a Assíria.6 mas seus exércitos foram destruídos pelo anjo do S enhor. Deus foi misericordioso. Quando Tiglate-Pileser tom ou Damasco em 732 a.1 7 .C. Acaz man­ dou pedir a Tiglate-Pileser. Quando esta­ va lá. Após a morte de Ezequias.3 7 ). fechou o templo e adorou a outros deuses (2 Cr 28. de modo que os vinte e nove anos de seu reinado continuaram até 686 a.16 .5 Então. contudo. Hb 1 1 . que o ajudasse e pagou tributo a ele (2 Cr 28 .

Ele estava determinado a restabe­ lecer o Império Assírio e restaurar sua glória e poder. quando ele retornava para a Assíria. mestres e trabalhadores habilitados. Com assusta­ dora rapidez. de modo que os judeus que retornaram após o exílio babilônico falavam aramaico em vez de hebraico em suas casas. Isso favoreceu o cumprimento das profecias a respeito da dispersão do povo de Israel (cf. a nova era das brutais conquistas assírias começou. Isso também ajudou a espalhar a língua aramaica.C. e ele tinha que retornar e reconquistálas.64). Jesus e seus discípu­ los falavam e pregavam em aramaico. Dt 28. Desse modo. Ele reuniu um massivo exército e corpo de engenheiros militares que. e os estabelecia em um outro país conquistado. . e deixava que eles voltassem e reconstruíssem as suas casas. em vez de ter que guarnecer ou reforçar as guarnições militares. A princípio ele seguiu o costume de conquistadores anteriores. Os líderes que eram levados cativos não viveriam com as pessoas que eles conheciam e não teriam uma base para igualmente fomentar uma rebelião. Ele também mandava tirar a pele dos cativos ainda vivos. Ele tomava cativos os líderes políticos e religiosos. usaram grandes maquinários para sitiar e derrubar as muralhas das cidades que eles atacavam. tomava um juramento de lealdade daquelas pes­ soas que eram deixadas. Seus sucessores e os babilônios seguiram a mesma política de levar os povos conquistados para o exílio. a fim de aterrorizar os povos das cidades próximas e fazer com que eles se rendessem. empilhava cabeças deca­ pitadas. empalava pessoas (sobre estacas afiadas). falava-lhes quanto de taxas e tributos deveriam pagar a cada ano. Então os substituía com outros de outras cidades ou países já conquistados. Essa política pretendia tornar possível aos assírios realizar novas conquistas a cada ano.As Invasões Assírias A renovada ameaça assíria veio com a ascensão deTiglate-Pileser III ao trono da Assíria em 745 a. Assim. ele instituiu uma nova tática. Após uma cidade render-se. No entanto. Os povos nativos ficavam sem os seus líderes e assim provavelmente não se rebelariam. pela primeira vez na história. muitas das ci­ dades conquistadas se rebelavam.

e foi sucedido por Sargão II (7 2 1 -7 0 5 ). Tiglate-Pileser III foi coroado rei de Babilônia e tomou o nome Pulu (chamado Pul. M anaém de Israel pagou pesados tributos para salvar Samaria e proteger o seu trono (ver 2 R s 15. que queriam se render. de acordo com os registros assírios.600 gramas de prata). TiglatePileser então avançou através da Galiléia e pela costa até Jope por volta do ano de 7 3 4. Em 711 a. encorajado pelo Egito. continuaram este processo (Ed 4. substituindo-os por povos da Síria e de Babilônia. Embora M anaém pagasse tributo à Assíria para prevenir a captura da parte meridional do reino norte de Israel. Em 737 a.20.T iro pagou um enorme tributo de 150 talentos (I talento eqüivalia a 12. Sargão invadiu a Filístia. nas proximidades do rio Orontes. 2 Rs 15. em 738 a.1-5). de acordo com seus registros. Sargão.C.. Novamente.10).19. mas o fez depois sob o reinado de Acaz. Salmaneser V (7 2 6 -7 2 2 a.).. Azuri de Asdode. conquistou Samaria em 722. revoltou-se.. os quais uniram-se por casamento com os israelitas remanescentes e se tornaram samaritanos (2 Rs 17. o rei Tiglate-Pileser levou seus exércitos ao oeste até Hamate. Durante esse tempo tanto Israel como Judá estavam divididos entre facções pró-Assíria.7 o caldeu das terras do mar próximas do Golfo Pérsico.19). Enquanto Sargão estava preocupado com revoltas no norte. onde Tiglate-Pileser é chamado pelo seu nome babilônio Pul). que queri­ am resistir.8 tomou Babilônia após a morte de Salmaneser. e anti-Assíria. Ele reinou ali . Seu filho. sitiou Asdode e esmagou a revolta.24).C. Posteriormente os reis assírios. Em 733 ele retornou pela Galiléia e assumiu o comando do território de Zebulom e Naftali. incluindo Assurbanipal.C. o Egito não foi de nenhuma ajuda. Desta vez Judá ouviu a Isaías e sabiamente não se ajuntou a Asdode (Is 20.9. Judá não pagava nenhum tributo naquele tempo. Dois anos antes de morrer.C. Em 732 ele tomou Damasco e a destruiu. deportou acima de vinte e sete m il israelitas para lugares na Assíria e M édia.Após derrotarem os armênios ao norte e os babilônios ao sudeste. Merodaque-Baladã.

ele se pôs em marcha naquela direção pelo . mas Ezequias e os exércitos de Judá se lhe opuseram. elamitas e arameus (contratados pelos nativos babilônios) o derrotou. Senaqueribe continuou a ter problemas com Babilônia. Fenícia.C. E ntão M e ro d aq u e-B ala d ã tiro u proveito da au sên cia de Senaqueribe no oeste e assumiu novamente o controle de Babilônia. ele deportou mais de 2 0 8. Porém. Em 691. Em 703. Bel e Nebo. Senaqueribe foi em direção à Babilônia. Então.2 ). Sargão saiu de lá em 609 a. ele deixou Jerusalém em 701 e derrotou Merodaque-Baladã.9 Quando Sargão foi assassinado numa escaramuça em uma guar­ nição na fronteira em 705 a. 46 delas —e tomou cativos 20 0.1 Então se dirigiu para o oeste.1 . Senaqueribe esmagou os templos e os ído­ los.12 deixando Ezequias em Jerusalém aprisionado “como um pássaro em uma gaiola”. Moabe e Amom lhe pagavam tributos. salvando apenas as estátuas de seus deuses principais. de 7 0 0 a 689 a. a principal meta de Senaqueribe era ago­ ra o Egito. buscando vingança. Em 688 a. Após um cerco de nove meses.1 50 judeus. Tendo em vista que Babilônia era muito importante para Senaqueribe.C.14 Com Babilônia destruída. Merodaque-Baladã tomou novamen­ te Babilônia. Ele então demoliu a cidade.13) —de acordo com seus regis­ tros. Neste processo.. Senaqueribe considerou Ezequias o líder da rebelião nessa parte do mundo e capturou “todas as cida­ des fortificadas de Judá” (2 Rs 18. Quando o rei elamita ficou doente em 689. nivelando-a ao chão e cavando valas a partir do rio para tornar seu lugar em um pântano. retomou Babilônia em apenas seis meses. 1 Filístia. um exército combinado de caldeus.10 Senaqueribe.C. filho de Sargão (7 0 5 -6 8 1 ).0 00 pessoas de Babilônia. Devido ao fato dos sacerdotes da Babilônia terem usado ouro de seus templos para contratar os elamitas. Babilônia capitulou. em Elteque..13 mas não conquistado. Ele se apoderou destes deuses e os levou para Nínive (ver Is 4 6 . com o oeste estabelecido.como rei por 12 anos. Senaqueribe derrotou um exército egípcio enviado para ajudar e dispersou os mercenários que Ezequias havia contratado da Arábia.C.

No entanto. crido como sendo o ano da vitória de Senaqueribe sobre a Arábia e da subseqüente morte dos 185. Então Senaqueribe retornou a Nínive e permaneceu lá (v. Senaqueribe mandou uma carta a Ezequias. na época da derrota egípcia em Elteque. o qual foi o seu último título. deixando-o saber de suas intenções (2 Rs I9 . o historiador grego do quinto século a.C.9 -I4 ). Após conquistar o rei e a rainha da Arábia. chamou Senaqueribe de o rei da Arábia. Babilônia era muito importante para ser deixada como ruína e pântano.000 à peste bubônica. Ele jamais se en­ controu com os egípcios. Esar-Hadom (681669). sugeriu que Senaqueribe continuasse a mar­ cha para o oeste em 688.C. Manassés lhe pagou tri­ buto (cf. que era transmitida por roedores. de modo que Esar-Hadom a reconstruiu e fez dela uma de suas capitais. se dirigindo através da Palestina meridional em direção ao Egito. Heródoto. M u ito s susten tam a id éia de duas invasões em Ju d á por Senaqueribe. talvez inicialmente por causa de alguns registros que parecem fazer de Tiraca. De acordo com seus registros.15 ele se proclamou rei da Arábia e continuou sua marcha em direção ao Egito. 2 Cr 3 3 . Isso parece confirmar uma segunda invasão como necessária em 688. Desde aquela época. 36). seu filho e sucessor.16 Ele tencionava capturar Jerusalém no caminho. Pelo menos ele corroborou o fato de que os assírios e os egípcios não guerrearam naquela ocasião. um exército egípcio comandado pelo etíopeTiraca17par­ tiu em sua direção. melhores análises de métodos de registros de informações históricas têm mostrado a idade de Tiraca como sendo .. Aparentemente.000 assírios pelo anjo do SENHOR.1 1). muito moço para liderar a batalha em 701 a. o rei egípcio.caminho da Arábia.000 de seus soldados (2 Rs 19.35). Isso indica que foi nessa época que o anjo do S e n h o r trouxe morte repentina a 185. que tomou nota do que os guias lhe contaram. e contou uma história de ratões comendo as cordas dos arcos dos assírios. os egípcios posteriores atribuíram a morte repentina dos 185. Por isso. Seus registros não mencionam nenhuma outra campanha m ilitar de­ pois dessa (embora ele tivesse vivido mais sete anos).

9-20 mostra mudanças básicas no que Senaqueribe escreve e como Ezequias responde.) menciona Tiraca pelo título que ele possuía naquela época (não como era em 7 0 1) —como é práti­ ca universal de vez em quando. e tem ocorrido uma mudança no pensamento de muitos.19 Esta explana­ ção é muito mais adequada ao relato histórico de Heródoto. Senaqueribe fez uma campanha m ilitar a cada ano de seu reinado até 688. com múltiplas campanhas de Senaqueribe e outras mais —tudo desnecessariamente”.20 (ver o comentário em 36. Ain­ da perm anecem fortes argum entos para as duas invasões por Senaqueribe —uma em 701 a. Para dar sustentação a esse ponto de vista. coloca a carta diante do Senhor. Porém.3 3 ) —algo que Senaqueribe fez em 701. Inconsciente da importância desses fatos. da mesma forma que os prece­ dentes reis ladrões da Assíria. crendo-se que mais de uma invasão seria desnecessária e até mesmo improvável. Ezequias respon­ de diferentemente de 37. Nessa ocasião ele próprio vai ao templo.C.21 M ais importante é o fato que. nem chegou perto de Jerusalém ou edificou uma rampa de cerco contra esta —exatamente como Isaías profetizara (3 7 .6). Senaqueribe não diz nada a respeito da dependência do Egito (c f 36. o retorno à conclusão de uma única invasão realmente parece ser uma reação em excesso. os estudiosos do Velho Testamento têm freqüente­ mente trombado uns contra os outros em sua avidez para diagnosticar erros históricos nos livros de Reis e Isaías.1 e seguintes. pessoal e inequívo­ ca”. e declara “uma fé franca. e outra em 688 a.1-2.C.23 Depois de .incoerente. Kitchen fez a seguinte observação: “Em outras palavras. e mal orientados por uma errada interpretação de algumas ins­ crições de Tiraca.) Nós vemos também que 37.22 E lógico que isso culminaria em uma campanha contra o Egito onde Tiraca seria o defensor. à parte da cronologia de Tiraca. ele nunca se ocupou com Tiraca.C. Registros de Senaqueribe falam de uma campanha árabe naquele ano.18 Todavia.10 ). Ele também reconhece que Ezequias reivindica ter recebido uma mensagem da parte de Deus (3 7. a narrativa bíblica (a partir do ponto de vista a respeito de 681 a. onde ele rasga suas roupas e envia men­ sageiros a Isaías.

Após a morte de Ezequias em 686 a. Essa foi provavelmente a razão pela qual os seus filhos o assassinaram (2 Rs 19. No entanto. para reinar consigo. ele jamais empreendeu outra campanha militar.C.16).37).1).C. Muitos o resistiram. Uma antiga tradição judaica diz que Isaías estava entre esse número e que Manassés mandou serrá-lo ao meio (cf. pois eles também estavam livres da opressão de Senaqueribe (2 Cr 32.23).C. Hb 11.688 a.37). muitas das nações circunvizinhas “traziam presentes a Jerusalém. Manassés se afastou de Deus.24 Isso signi­ ficava que não havia tesouros ou despojos de guerra sendo trazidos para Nínive e a economia deve ter sofrido grandemente durante os sete anos finais de seu reinado. e coisas preciosíssimas a Ezequias”. ao Senhor. mesmo que este fosse um tempo de “conforto” (Is 40. Ele reintroduziu a idolatria com suas muitas práticas imorais.25 Cronologia do T empo do Profeta Isaías 720 710 700 690 680 IS R A E L 722 JU D A U z ia s J o tã o 739 686 I 7 4 4 A caz I --------7 2 8 E zequias . Durante os quinze anos adicionais de paz prometidos a Ezequias. de modo que ele “encheu Jerusalém de um ao outro extremo” com o sangue inocente de mártires (2 Rs 21. tornando-se um dos piores reis na história de Judá. Ezequias seguiu o costume de seus predecessores e colocou seu filho Manassés no trono em 696 a.

S. Driver e George Adam Sm ith popularizaram o ponto de vista dos críticos alemães na Inglaterra e na América. para Isaías 56 a 66.17 Introdução A S S ÍR IA 745 727 721 705 681 i 1 1 T ig la te -P ile s e r III 1 1 S a lm a n e se r V 1 1 1 Sen aq u erib e E sar-H adom |[P ul] 1 1 Sa rg ã o II 1 1 1 1 E G IT O 689 ' Sa b a k o 1 T 1 ira c a VISÕES CRÍTICAS D O LIVRO DE ISAÍAS Isaías começou a profetizar em 739 a. quando m ui­ tos tiraram de Isaías a m aior parte de seu livro. Devido haver uma “mudança de tom e foco no cap.1 . uma mudança sim ilar no cap. quando Ciro já estava em seu caminho para Babilônia. Doederlein.28 Logo.29 Em 1950 os crí­ ticos liberais eram “virtualm ente unânimes”30 em sua crença em ao menos um segundo Isaías.2 8 . mas uma com- ..C. por exemplo. Isaías de I a 39 foi também fragmentado.. 5 6 ”. a m aioria dos críticos alemães sustentava que Isaías não escrevera os capítulos 4 0 — Da mesma forma naquela época os escritos de 66. 40.. cada qual propôs um terceiro.31 Gray. em 1892. 45 . em 1775.1 3 ).26 e por causa de sua menção de Ciro (4 4 .27 Duhm e M arti. e. ou “T nto-Isaías”. e continuou a ser uma voz para Deus durante as invasões assírias até por ocasião do reina­ do de Manassés. Abraham ibn Ezra propôs algo semelhante a isso no inicio do século XII. disse: “O fato de que o livro de Isaías não é a obra do profeta Isaías. R . Por volta de 1900.C. propôs que esses capítulos foram escritos por uma se­ gunda pessoa ou “D eutero-Isaías” em 54 0 a. alguns críticos têm alegado que os capítulos 4 0 -6 0 não foram escritos por Isaías.

R..34 Ainda que muitos conservadores estivessem balançados pelos ar­ gumentos liberais. o efeito é tremendo.37 Descobertas arqueológicas também confirmam o fato de que Isaías escreveu acerca de Babilônia em seus próprios dias. VanGemeren. Alguns também fa­ . por exemplo. M errill F. John H. Teoricamente. concernentes à obra e pessoa do Messias. T hirtle. Alec Motyer. e. J. Edward J..Thomas E. é fácil dizer que isso não importa. e H erbert M . George L. sabendo que se ele aceitar a teoria de dois ou três autores. Praticamente. [e] o plano da salvação parecem variar com suas decisões sobre esse ponto”.32 Os conservadores também se precipitaram em afirm ar que não perderiam a sua fé se afinal de contas viesse a ser confirmado que havia um segundo Isaías. Armand Kaminka. Allis. Oswalt. Robinson. A..38 Mesmo assim. Jr.pilação pós-exílio. Raven. ou interpretação do livro”. deve ser o ponto de partida em todo criticismo detalhado. nós ainda somos deixados sem provas conclusivas. Gleason Archer. Young. W illem A. W olf. ele pode­ ria ainda avaliar o m aterial tão favoravelmente quanto pudesse se estivesse convencido de que Isaías o escreveu todo”. Alexander. Unger...36Watts afirmou algo que ainda é verdadeiro: “Nós não pode­ mos permitir.. O leitor é deixado a escolher por si mesmo. Benjamin R. W. alguns conservadores reconheciam que Deus é ca­ paz de conceder profecias a respeito de Ciro antecipadamente e que Isaías 4 0 a 66 compreende a época de Isaías e inclui muitas afirma­ ções a respeito das quais não poderiam ser ditas por exilados posteri­ ores ou pelos babilônios posteriores.35 Esses incluem Joseph A. disse: “Quando todos os argumentos são dis­ postos em cada lado da questão. alguns críticos liberais ainda ignoram os fatos e as implicações óbvias da importância de Babilônia e sua destruição. Wash W atts. M argalioth.Wordsworth. J. James W.33 Esse consen­ so contra a unidade de Isaías ainda domina a literatura sobre Isaías. Downer. . Barlett. mais recentemente. John N. Oswald T. rejeitar essa questão da autoria como sem im portân­ cia. Kyle Yates. Interpretações de comentadores de ensinos concernentes ao destino de Israel.

porém.lham em aceitar como evidência a importante descoberta dos Rolos do mar M orto provenientes de antes da época de Cristo. Aquela destruição causou choque a todas as nações em derredor —como seus registros demonstram —de forma que seria estranho se Isaías falhasse em mencioná-la.21 e 4 0 . contudo. M uitos críticos liberais ignoram a evidência em prol de um avivamento espiritual sob o reinado de Ezequias em 700 a.C.1). que contêm todos os sessenta e seis capítulos.C. H á dois principais argumentos históricos: U m é que Babilônia não era importante e estava fora do lim ite do seu conhecimento ou interesse durante as invasões assírias dos dias de Isaías.C. medos.41 Babilônia. mandando para lá até mesmo alguns dos tributos que coletavam até que Senaqueribe a destruiu em 689 a. é teológica —por causa da pressuposição contra o so­ brenatural.40 A outra é que o ponto de vista básico dos capítulos 40 a 66 e as passagens que mencionam Babilônia nos capítulos I a 39 é aquele do exílio babilônico mais ou menos 540 a. ou depois. O capítulo 4 0 começa na últim a linha da coluna que com­ pleta o capítulo 39 —sem nenhuma indicação de que o antigo copista tinha alguma idéia de que este poderia ter sido escrito por outro alguém que não Isaías. era proeminente nos dias de Isaías. e citas relembravam a destruição de Babilônia e em 612 a.39 A principal base para dividir o livro de Isaías é histórica.. e suas implicações a respeito de uma nova fé entre a audiência de Isaías e uma nova mensagem que ajudam a explicar as poucas mudanças que vemos no estilo de Isaías nos capítulos 4 0 a 66 (ver comentários sobre 36. Os críticos liberais têm suposto que os capí­ tulos 4 0 a 66 não foram adicionados a Isaías até ao segundo século a.C. usaram isto como uma razão para a destruição de Nínive. de modo que Isaías pouco saberia sobre ela e até deveria ter se preocupado me­ nos.42 Os assírios a fizeram uma de suas capitais.C.43 . provavel­ mente do segundo século a. A razão real.C. Babilônios. Os pontos de vista que propõem mais que um Isaías são tentativas para negar o profético e o miraculoso.

6.C. Um analista. mas uma única diferença significativa —menos terminologia de guerra em 40 a 66. Radday utilizou-se desse artifício para dizer que um outro autor não poderia ter escrito todo o livro de Isaías. Isso não mais era de conformidade após 701. Os assírios derrotaram os egípcios em Elteque. e muitas alusões históricas demandam um ponto de vista palestino e não se ajustam à Babilônia posterior (e. os partidários da guerra estava desacreditados e o povo tomou uma posição de fé. tanto quanto sua escatologia e o grau maior de material so­ bre conforto versus juízo. 62. 60. 57.7.45 Embora Isaías 4 0 a 66 tenha muitas similaridades em estilo com I a 39. Isaías estava habili­ tado a dar-lhes conforto. Um outro grupo de passagens (56. especialmente ao seu fervor e paixão e à sua teologia mais desen­ volvida.M uitos críticos têm reconhecido que nem tudo em 4 0 a 66 se ajusta às condições em Babilônia durante a últim a parte do exílio. Agora que eles tinham visto a profecia cum­ prida. o Espírito Santo estava habilitado a lembrá-los da estupidez da idolatria e dar-lhes uma nova mensagem a respeito da salvação do Senhor —através do sofrimento de seu Servo-Messias. Y.6) mostra clara­ mente que os muros de Jerusalém ainda estavam de pé e o templo e seus serviços ainda estavam funcionando. Durante os quinze anos adicionais de Ezequias. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste e um pouco ao norte de Jerusalém.11. . Rabshakeh) em tomar Jerusalém. As colinas e vales de Judá estão em vista. nunca a superfície plana de Babilônia. Após a cura maravilhosa de Ezequias e o fracasso do comandante das tropas de Senaqueribe (Heb. Isaías estava em conflito com os partidários da guerra em Judá e os tinha advertido repetidamente. Antes de 701 a.. Radday.44 As alusões geográficas. pôs o texto de Isaías no computador e descobriu variações lingüísticas.46 os críticos liberais dão destaque especial às poucas diferen­ ças.. há uma boa razão para a diferença na terminologia de guerra.47 Todavia. 65. 9. a menção de árvores nativas da Palestina.48 Os mercenários que Ezequias contratou estavam apavorados.5). 66.g.7.

Isto também é verdade.Qualquer escritor ou orador mostrará diferenças em estilo depen­ dendo do assunto e da audiência. especialmente nos capítulos 40 a 55. Isaías continuou a apon­ tar adiante para a glória m ilenial porvir e igualmente para os novos céus e a nova terra. e indicam sua autoria comum”.. (Princeton: Prmceton U niversity Press. Pritchard. ver Keith N..50 A últim a parte do livro de Isaías trata com as maldades que Manassés estava introduzindo.. Porém..3.10 como sendo do mesmo Isaías. CITAÇÕES 1 O baixo-relevo de seu palácio está no M useu Britânico. que Isaías algumas vezes utilizou “um estilo poético eleva­ do”. “Esses dois estilos. é intoleravelmente estúpido e inimaginável negar que um úni­ co autor poderia produzir ambos os estilos”. apare­ cem em ambas as partes de Isaías. nós não devemos esquecer que Jesus e os escritores do Novo Testamento consideraram a totalidade do livro de Isaías. 2a.. 12. que é a citação de Isaías 53.. . A mais conclusiva é João 12.38-41. Biblical Arcbeology in Focus (G rand Rapids: Baker Book House. ed. Ancient Near Eastern Texts Relating to the OU Testament. aparecem pelo livro todo.49 È também verdade que “pelo menos quarenta ou cinqüenta sentenças ou frases.51 Contudo. 19 55 ). ed.18. Londres. como M otyer salienta. 19 82 ).4. Algumas vezes podemos tomar suas palavras como se referindo ao título tradi­ cional do livro.. e algumas vezes “uma obra de prosa de ritmo mais varonil ou uma poesia um tanto menos engenhosa”. Lucas 3. Romanos 10. Ele nunca perdera de vista o que Deus tinha lhe dado no começo de seu ministério no capítulo 6 —Deus é o Santo de Israel e o Senhor da história do começo ao fim do livro.1 e 6. James B. 2 Para estudos adicionais sobre o pano de fundo arqueológico. Então.17. U m a ré­ plica com pleta está no Instituto O riental da Universidade de Chicago. “há duas referências que pressupõem clara­ mente a personalidade histórica do próprio Isaías”.20. Atos 8. Além disso.16. Schoville.52 Essas incluem Mateus 3.28.

Ver 39.5 0 6 . Paternoster Press. O swalt. 2 vol.9. 19 69 ). 143. 18 Kenneth Kitchen. 1 9 8 3 ).8 e 19. 2 8 4 . 19 09 ). 10. The Bible in its World: The Bible and Archaeology Today (Exeter. “M arduque deu um filho”. 185. W olf. 31 8 (abril de 1923): 2 6 5 -6 9 . (G rand R apids: W m . 17 Tiraca reinou de 69 0 -6 6 4 a.9 (ver também paralelos em Isaías 3 7 . The Book O f Isaiah. 33. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. 1 9 9 0 ). Academ ie Books. 2. The Old Testament Speaks. (San Francisco: Flarper. idem.1. “N ew Light from E gypt on the Chronology and H istory o f Israel and Judah”. . 19 3 2 ). H . 13 Luckenbill. 16 Isso indica um intervalo de tempo de doze anos entre 2 Reis 19. A lbright. 7 0 2 . Rudolph Kittel. A Bíblia várias vezes tem inter­ valos de tempo sim ilares. 2. Hope W. The Old Testament: Its Claims and Its Critics (Philadelphia: Presbiterian & Reform ed. The Mysterious Numhers o f the Hehrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing Plouse. 2 5 . 10 Ibid. 1 9 8 6 ). 6 e 7.3 H erbert M . por exemplo. 2. A H istory o f the Hehrews. Ancient Records. 1 9 8 5 ). 6 Ver comentários em 37. 1 14. 64. 2. 2 . J.152.8 e 9 ). 2: 355. W. H ogg e E. Crowder (N ashville: Broadman Press. Bulletín o f the American Schools o f Oriental Research 130 (abril de 1 9 5 3 ): 9. 5 Edwin R . 2:1 2 0 .. Prophecy o f Isaiah. 1 9 2 6 -2 7 ). B. 2. Oswalt T.1 2 0 . 2 1 0 . Carroll. 15 Luckenbill. durante a Vigésima-Quinta Dinastia do Egito. B. Ancient Records. 7 o f An Interpretation o f the English Bible. Speirs (Londres: W ills & N orgate. Eerdmans. B. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 7 Marduk-apla-iàdina. The Sealanâ o f Ancient Arábia (N ew Flaven: Yale U niversity Press. Young. 9 D aniel David Luckenbill. 8 R aym ond Philip Dougherry. Ancient Records. 4 1 2. 3 vols. 54 -55 . 2 0 . The Book o f Isaiah: Chapters l~39 (G rand R apids: W m . 175. trans. 14 Benjamin R . Eerdmans. Inglaterra. ed. 19 77 ). “T he Added Years o f H ezekiahs Life”. Sam uel J. Schultz. Shultz. 5. Edward J. 1 9 4 8 ).1 5 8 . Bibliotheca Sacra 80. Ancient Records. 199 n. W illiam E. Downer. M otyer. O utros que sustentam a teoria de um a única invasão incluem: John N. vol. no.14. A llis. 19 72 ). 48. 176. T hiele. 11 D aniel David Luckenbill. Luckenbill. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 1 9 2 4 ). 4 B.. 12 Ibid.1 3 3 .C. como entre Esdras cap. O ld Testament Speaks. The Propbets o f the Assyrian Period. ed. 2 1 4. 4a.

Ancient Records. Ancient Records. e depois em itiu um a edição final de seus anais term inando com a destruição de Babilônia em 6 8 9 . 21 J.2 0 7 . Ver também B.: InterVarsity Press. 2 4 -2 7 . 2. C. “O ld Testament H istory. 27 R obert H . The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 32 G. 3 1 6-1 8. History. A lbright.. George Adam Sm ith. 2 8 0. C. 3a ed. (P hiladelphia: W estm inster Press.. 4 5 3 . The Book o f Isaiah: Chapters 1 -3 9 (G rand R apids: W m . 19 71 ). Childs. George Rawlinson.636. 19 8 6 ). E scócia:T & T Clark. The Kingdom o f God (N ova York: A bingdon-Cokesbury Press. A Criticai and Exegetical Commentary o f the Book o f Isaiah TXXXIX . 19 8 8 ). Introduction to the OldTestament. Armstrong & Son. An Introduction to the Literature o f the Old Testament. O Ins­ tituto O riental tem um a cópia. W. (N ovaYork: H arper & Brothers Publishers. para sua dedução a respeito de um T rito-Isaías. 22 Luckenbill..C. trans. Eerdmans. Isaiah (A tlanta: John Knox Press. 20 H erodotus. Alec M otyer. 30 John Bright. 32 4 -7 0 . 19 28 ). N icoll (Nova York: A. 26 John N. ed. R . Oswalt. Ele não deixou nenhum inform e posterior exceto algum as poucas inscrições em edificações em N ínive e Assur. 28 Ibid. Leupold. R. ver Charles E Pfeiffer. Expositions o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. 19 81 ). Alguns liberais hoje atribuem a m aioria de Isaías a escritos de discípu­ los após 5 2 0 a. 2 . 2. The H istory o f Israel. 2. 4 1 5. Ver H . B. cf. F. 17. 7a ed. B. 23. 31 Ibid. Luckenbill. 19 5 3 ). 1 9 7 9 ). 19 03 ).1 4 3 . 136. 1 8 9 8 ). S. Os registros de Senaqueribe dizem: “Eu levantei trincheiras ao redor dela [Jerusalém ]”.1 8 3 . Luckenbill. ele inform ou da vitória sobre os árabes. 25 Para maiores estudos desse pano de fundo histórico do livro de Isaías.19 Outros que sustentam a teoria das duas campanhas incluem: John Bright. 131. ed.7.2 6 2 . 24 Q uando Senaqueribe retornou em 68 8 a. Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book House. de W. Introduction to the Literature o f the Old Testament as Scripture (Philadelphia: Fortress Press. 2 9 8 3 0 9 . W olfgang Roth. 19 8 7 ). 2. Annals o f Sennacherib. 111. 1 9 4 1 ).C. 3a ed. M anuel Kom roff (Nova Y ork:T udor Publishing Co. (Edim burgo. 3. 23 Ibid. 16. 29 S. Including Archaeology and C hronology”.. Pfeiffer. Gray. 1 9 93 ). The Book o f Isaiah em The Spositors Bihle. Driver. Encyclopedia Americana.

252. VanGemeren. 1975). 19 4 6 ). Yates. 10 2 . Commentary on the Prophecies o f Isaiah. & T. W olf. idem. M argalioth (M argulies). En-Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (E dim ­ burgo. 3 vols. 33 Kyle M . Who Wrote Isaiah? (G rand Rapids: W m . L. Interpreting the Prophetic Word (Grand Rapids: Zondervan Publishing House. II: Special Introduction to the Old Testament (N ova York: Joseph F. Downer. 19 23 ). contudo. The Book o f Isaiah. em I (1 8 7 5 . M uitos católicos hoje. “T h e AddedYears o f H ezekiahs Life”. 1994). (G rand Rapids: W m . 1947). Jr. 36 Joseph A. A Survey o f Old Testament Introduction. idem. The Book o f Isaiah: Chapters 1-39 (G rand R apids: W m . 1 9 3 9 ). Was There a Second Isaiah? (Philadelphia: Am erican Baptist Publication Society. Archer.3 1 9 (abril. The Indivisible Isaiah (Nova York: Yeshiva University. Oswald T. Introductory Guide to the Old Testament (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 19 49 ). 190 6). Bibliotheca Sacra 80. 25 -30 . Escócia: T. 3 1 8 . a Comissão Pontifícia Bíblica C atólica Rom ana afirm ou a unidade de Isaías e declarou ser insustentável a hipótese de um Deutero. John H. James W T h irtle . B. J. Young. W A.T h o m as E. 1 :85 6-8 60. Gleason L. 1 8 9 7 ). ed. 111. W atts.8. Eerdmans. Steinm uller. A Companion to Scripture Studies.em The International Criticai Commentary (Edim burgo. Allis. Alexander. 2 vols. 195. ver Childs. G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. Bartlett. xxxii.. 19 16 ) . I9 5 0 ). 75. “Book o f Isaiah” em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: T h e M oody Press. vol. 31 -37 . no. 19 64 ). 35 Em 2 8 de junho de 1908. Robinson. discordam.B enjam inR . 89. 2 5 0 -7 1 . 19 90 ). The Unity o f Isaiah (Philadelphia: Presbyterian & Reform ed Publishing Co. U nger.ou Trito-Isaías. Ver John E. 1925). Rêvell Co. Oswalt. R . Ver especialmente. 3 6 3 -9 0 . 53. G. rev. John N. M errill F. 34 Para um bom sum ário do consenso liberal contra a unidade de Isaías. Eerdmans. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. Paul Geuthner. Interpreting Isaiah.3 6 0 -9 1 . 1986). reimpressão. Alec M otyer. Clark. Introduction to the Literature. Old Testament Introduction (Nova York: Fleming H . W ordsworth. Eerdmans. 1 9 7 5 ).: InterVarsity Press. A rm and Kaminka. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Preachingfrom the Prophets (N ashville: Broadman Press. 2:15 0. 19 5 1 ). W agner. 19 4 1). 1. TheBearing o f Archaeology on the OldTestament (NovaYork: AmericanTract Society.. 3 1 6 -1 8 . W. 19 69 -72 ). (Chicago: M oody Press. Escócia: T & T Clark. Le Prophète Isáie (Paris: Librairie Orientaliste.. Edward J. . B. Raven.2 3 7 . 2 4 2 . 18 -28 . J. 19 42 ). 1993). Academie Books. B. julho. A Survey o f Old Testament Teaching (N ashville: Broadman Press. 19 5 8 ). W illem A.

The Unity o f Isaiah in the Light o f Statistical Linguistics (H ildesheim . os quais caracterizam os conhecidos livros do período pósexílio”. Y. Freeman. por L. A.. 19 3 5 ). Leary (N ova York: T hom as N el­ son & Sons. R ..1 8 -1 9 . An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. Prophecy o f Isaiah. “Book o f Isaiah”. 2 0 0 -1 . M iquéias. e destaca semelhanças literárias de Isaías 4 0 a 66 com o profeta do oitavo século. Gerstenberg. B. que são “numerosas e im pressionantes”. 1. ed. 2 5 4. Prophecy and the Monuments: O r Israel and the Nations. Central B aptistT heological Sem inary. ed. “A Defense on H isto rical Grounds o f the Isaian Authorship o f the Passages in Isaiah R eferring to Babylon” (tese de douto­ rado em Teologia. 2 :1 5 0 . Book o f Isaiah.ou Trito. W ade. 1 9 8 1 ). 42 Young.37 W atts. 1 9 1 1). “T h e H istoricity o f the H ezekian Reform ”. 49 M otyer. Scott. H orton. sim plesmente sobre o fundam ento da evidência interna do próprio texto”. 45 Ver Archer. G. 1:857. 1 9 1 1). trans. 1 9 7 3 ). 3 7 5 -7 9 . A llis chama a atenção para o fato de que todos os sessenta e seis capítulos estão em hebraico “perfeitam ente refinado. A llis. 3 8 2 -8 4 . 92. no 4 (outubro de 19 53 ): 460. 1959). 47 Yehuda T. “Studia biblica XXIII. W alter Lock (Londres: M ethuem and Co. 46 H obart E. Siebens. 41 R . The Book o f the Prophet Isaiah. Ver O swalt. . 38 Stanley M . 3 1. 50 Archer. xliv. reconhece a im portância das sim ilaridades em estilo. R adday.. Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. Survey o f the Old Testament Introduction. para questões que ele levanta concernentes à m etodo­ logia de Radday. Isaiah: Chapters 1 -3 9 . Commentary on Isaiah. Interpretation 12.. Isaiah 1 -3 9 ”. 44 H arry Bultema. 39 Siebens reconhece que “a reform a permaneceu efetiva pelo menos até o fim de seu reinado”. 3 vol. em I (N ova York: M acm illan Co.Isaías cai por terra. sem aram aísm os e term os babilônicos. 48 Luckenbill^ Annals o f Sennacherih. 43 James Frederick M cCurdy. em The Westminster Commentaries. 2 :3 2 9 . Survey o f O ld Testament Introduction. 3 8 2. em From the Pyramids to Paul. Ele inclui um a lista. W. 1 9 6 9 ). History. 40 G. 23 . para um a boa descrição da “Evidência interna da composição de Isaías II na Palestina”. Ele chama a atenção para o fato de que “a causa toda para D eutero. Alem anha: H . 3 6 9 -7 2 .7. A. O ld Testament Teaching.

1:856.51 Ver 2 Crônicas 3 3 . Os que retornaram desejavam restaurar a adoração pura e genuína. 38 7. Survey o f O ld Testament Introduction. .2 -1 0 . 52 Archer. “Book o f Isaiah”. N ão há nenhuma evidência de que a idolatria e os pecados sobre os quais Isaías escreve fos­ sem comuns após o retorno da Babilônia. Allis.

Ele era também um Pai de coração partido e desolado que convidara seus fi­ lhos. 28. Israel. 29. desolada. e deixada com um pequeno remanescente.16 -2 0. Judá era uma nação pecaminosa.2. especialmente para Acaz e Ezequias. Deus não era apenas o juiz de Israel.6-9). 27. contudo. a retornar para Si: Ele iria redimi-los .Uma Breve Descrição da Mensagem de Isaías Introdução Isaías vivia em Jerusalém e tinha recebido de Deus um ministério para os reis desta. Ele estava cercado no início de sua vida por uma prosperidade falsa e subsidiada pelo governo que encorajou a um luxo corrupto acom­ panhado por uma opressão do pobre e uma religião pagã. Ele inicia o seu livro com o que é freqüentemen­ te chamado de “A Grande Denúncia”. julgada. sensual e imoral (2 Cr 26 .1.

o ano em que o rei Uzias morreu. arqueólogos descobriram um selo com a inscrição “Amoz. Porém.C. As condições que Isaías descreve com preende a época da p rim eira invasão de Senaqueribe. em 701 a.. e embora ela não tivesse escrito nenhum livro.C.3). parece óbvio que Isaías fez de Jerusalém a sua resi­ dência.38 ). Amoz (Heb. Tradições ju ­ daicas posteriores especulavam que Isaías era relacionado de algum modo com a família real. “forte”) não é mencionado em qualquer outro lugar da Bíblia. Cedo em seu ministério ele se tornou muito bem conhecido como um profeta de Deus. Isaías teve a oportunidade de viver tranqüilamente e escrever palavras de conforto para o povo de Judá enquanto ele olhava adiante para o ministério do Messias como o Servo Sofredor do SE N H O R . Algumas pessoas supõem que ele já era um profeta antes daquele tempo. Durante os quinze anos adicionais de paz que Deus deu a Ezequias. ’amots. Alguns acreditam que isso signi­ fica que Amoz era um escriba proeminente com uma alta posição no governo. EsarHadom (3 7. deve ter tido um im ­ portante ministério. Isaías: 0 Profeta e Sua Mensagem O nome de Isaías (Heb. Desde que ele registra tanto a morte de Ezequias (6 8 6 a. Os nomes deles ressaltavam a sua mensagem para Judá. Isaías começou a profetizar em 739 a. o Escriba”. Desde que Isaías veio rapidamente quando o rei mandou chamálo e já que o Senhor o mandou ir para fora da cidade se encontrar com Acaz (7.C. Yeshayahu) significa “Yahweh [o Senhor] salva [ou é a fonte de salvação]”.) e indica o nome do rei assírio seguinte. Assim.se eles estivessem envergonhados de sua idolatria.C. Seu pai. o primeiro capítulo é uma introdu­ ção ao livro todo. Então. quando Manassés . ele ministrou por mais de sessenta anos. A Bíblia chama a sua esposa de profetisa.) como a morte de Senaqueribe (681 a. Isaías teve dois filhos. Sear-Jasube ( “um rema­ nescente voltará”) e M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). mas não há nenhuma evidência disso.

haveria uma mudança em seu ministério após o cumprimento da profecia e a vinda do juízo. O que eles fize­ ram lhes será retribuído em um juízo especial. Os líderes tinham esmagado o pobre.2. os escritos de Isaías trataram com a in sen satez da id o la tria que M anassés reintroduzira e advertiu a respeito do juízo de Deus. A Visão e a Chamada de Isaías Após introduzir sua mensagem. Porém. Ele chama a atenção para as nações que virão a Jerusalém em paz.7 e 59.22. No entanto. Por todo o livro.6. Observe especialmente os capí­ tulos I. Isaías se apresenta a si próprio. Como um jovem e orgulhoso aristocra­ ta. provavelmente aparentado à família real. Os principais versos para essa mensagem incluem 6. provavelmente congratulando-se de que não era um pecador seme­ lhante a Uzias. 53 e 55. 49. a visão da majestosa glória e santidade de Deus levou-o a ver a si próprio como um pecador. A palavra “profeta” (Heb.8). Profecias Iniciais As profecias de Isaías estão arranjadas em uma forma que se man­ têm mostrando o contraste entre o presente pecado de Israel que requer julgamento e a esperança de Deus da prometida restauração futura. navi') vem de uma antiga palavra que significa “orador”. Isaías foi para o templo. . 50.C. em um tempo que somente Deus será exaltado. M as os povos de Judá e Jerusalém fizeram o mal a si próprios. buscando a Deus e à sua palavra.3. Ele começou o seu ministério no ano em que o rei Uzias morreu como um leproso (7 39 a. Então Deus pro­ videnciou a purificação e Isaías respondeu à voz de Deus e foi comissionado como profeta para advertir a um povo que seria endu­ recido pela sua mensagem e seria levado a juízo. H á muitas passagens poderosas no livro. 45. 55.assumiu o comando do reino e se afastou de Deus. Isaías fala por Deus e declara: “A palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (4 0. 40.). 6.

porém. viria no futuro com os sete Espíritos do SENHOR sobre si. 5 0 .1-6. Emanuel é novamente mencionado em Isaías 8. mas Acaz recusou porque já tinha decidido mandar tributo a Tiglate-Pileser III da Assíria para socorrê-lo. 4 2 . receberiam o juízo de Deus. Ele seria um Mestre. e no devido tempo eles. a mão irada do Deus de santidade.14).I-IO . despojariam e roubariam Judá.I -I 2 . Conselheiro.17. 16. tornou-se uma advertência adicional de que den­ tro em breve os assírios atacariam. os quais estavam ameaçando atacar Jerusalém e substituí-lo por um rei fantoche que os ajudasse a desafiar a Assíria.16. II. um Pacificador enchendo a terra com o . justiça e juízo usaria a Assíria para trazer juízo em um futuro próximo. Pai da Eterni­ dade. 49. “Emanuel” ( “Deus conosco”). sem o conhecimento deles. Então Deus enviou Isaías e seu filho SearJasube ( “um remanescente voltará”) para falar ao rei Acaz de Judá não ficar amedrontado a respeito do rei Peca de Israel e do rei Rezim da Síria. 28. e 6 I . e o livro de Isaías oferece uma visão ampla a respeito do Messias. O M essias. faria eterno o trono de Davi. O segundo filho de Isaías. o Filho nascido de uma virgem. Deus então prometeu um sinal.13 a 53. Em contraste.I I . M aer-Salal-H ás-Baz ( “rápido-despojo-presa-segura”). continuando em 9. 52. Príncipe da Paz). seria nascido de uma virgem (ver comentários sobre 7.5. Deus usaria os assírios. sua mão salvadora usaria o Messias em um futuro distante.15-18. Deus prometeu que antes que essa criança atingisse a idade de ter responsabilidade. para punir Judá. 55. Deus ofere­ ceu a Acaz o privilégio de pedir um sinal sobrenatural para confirmar sua promessa. 32 . não para Acaz. igualmente.1-5. mas para a totalidade da dinastia de Davi.8. com nomes que mostram sua deidade (Maravilhoso. Deus Forte. as terras daqueles dois reis seriam desamparadas.A Mão Irada de Deus e Sua Mão Salvadora Isaías profetizou que por causa do pecado de Judá.I . o M essias como um renovo ou ramo da linhagem de Davi. 54. Porém. um Juiz justo.12.4 -1 1.

2 Deus man­ dou Isaías ir sem roupas e descalço por três anos como um sinal de que a Assíria iria levar cativos os povos do Egito e de Cuxe. total. Isso foi cumprido em 689 a. até mesmo maior do que o Deus de Israel. que foi coroado rei em Babilônia dois anos antes de sua morte. Sua atenção.conhecimento do SENHOR. toda a sua glória foi deixada para trás e nem sequer teve um enterro digno.1 Então Isaías resume falando mais a respeito do rei. e Egito. O Egito teria uma discórdia interna (cum­ prida nos dias de Isaías) e se tornaria fraco. e para vir logo. Então eles reconhecerão o próprio Deus como sua salvação e vão tirar água dos poços de salvação com alegria. Estabeleceu o modelo para os reis posteriores da Assíria por considerar a si próprio maior do que qualquer deus. Babilônia. Outras nações estrangeiras sobre as quais Deus pronunciou juízo incluem Filístia. Tiglate-Pileser III. é mencionada primeiro. Seu juízo seria severo. o qual exaltou a si mesmo e em quem Acaz colocou a sua confiança. Deus eventual­ mente teria uma testemunha ali. e tanto os egípcios como os assírios finalmente adorariam ao Senhor. Juízo Sobre as Nações Estrangeiras Devido ao fato de Deus ser o Senhor do mundo todo e soberano sobre todas as nações. Cuxe (ou Etiópia). quando Senaqueribe nivelou Babilônia e fez dela um pântano. como o centro líder da religião pagã no dias de Isaías. e uma Bandeira para as nações gentias que irão buscá-lo. Um a . Todavia. Foi precipitado no Seol ou inferno. Isaías tinha uma mensagem para as outras na­ ções. O resultado eventualmente seria um retorno de Israel que será semelhante a um novo êxodo. Quando Sargão II tomou a cidade filistéia de Asdode. M oabe (por seu orgulho).C. é primeiramente em sua relação com Judá. contudo. Damasco (e com ela o reino norte de Israel que tinha esquecido o Deus da salvação deles). Ele levou prisioneiros para o exílio em vez de libertá-los para volta­ rem às suas casas.. ações de graça e brados de louvor.

sua confiança no Egito. Eles teriam que aprender do modo difícil. um Rei irá reinar em justiça. santidade. o juízo irá tornar Judá uma vinha de bons frutos. mas espatifado a maioria de seus ídolos. muitas lições devem ser ensinadas pelos assírios. exceto Jerusalém. Isto será necessário antes que Jerusalém possa ser transfor­ mada em uma cidade de paz. rios no deserto. mas a sua justiça.C. Juízo e Restauração para Judá Isaías é cuidadoso em mostrar que o juízo de Deus revela não sua arbitrariedade. e alegria sem fim. Eles zombavam da mensagem de Isaías que intentava trazer a eles descanso e refrigério. Tampouco é o juízo um fim em si mesmo.palavra adicional contra Babilônia profetizava que esta se tornaria um deserto. Cinco ais devem vir sobre Jerusalém e Judá por causa de sua hipocrisia. o propósito de Deus para Israel não mudaria. sua rebelião contra Deus. Samaria estava madura para o juízo e o povo de Judá era hipócrita em seu culto ao SE N H O R . dando-lhes salvação. o sinal miraculoso da sombra sobre o relógio de .. Em contraste com a vinha de uvas bravas mencionada em uma profecia anterior. Isaías recebeu a informação de que Babilônia tinha de fato caído. o tesoureiro de Jerusalém (Sebna) e Tiro. Ezequias e as Invasões de Senaqueribe Em 701 a. da parte dos assírios. Senaqueribe destruiu todas as cidades fortificadas de Judá.. M as em um dia futuro. Isto prepara para a demonstração da glória de Deus que irá eventualmente trazer uma festa de coisas espirituais para todas as nações. Pelos dias de Isaías.3 Profecias adicionais falam de juízo sobre Edom.C. Embora o juízo tivesse que vir. e sua recusa em confiar no Senhor. Arábia. Ele irá restau­ rar a terra e o povo de Israel. O livro de Isaías termina completamente o relato das invasões de Senaqueribe e depois fala a respeito da enfer­ midade de Ezequias. Senaqueribe não tinha apenas destruído a cidade. Em 689 a.

0 0 0 hom ens do exército de S en aqu erib e. até mesmo maior do que o Deus de Israel. mas iriam tomar o caminho de volta pelo mesmo caminho pelo qual tinham vindo. Porém. e colocou a sua confiança no Senhor. exatamente como Isaías havia profetizado. recu­ sou-se a responder e a se render. Então Isaías profeti­ zou que Deus defenderia Jerusalém. retornando para Nínive pelo caminho que . a recuperação de Ezequias. o povo tomou uma posição de fé. O rumor que eles ouviram era de que os caldeus tinham mvadido Babilônia.C. e a promessa dos quinze anos adicionais de vida para Ezequias.sol recuar dez graus. Para Senaqueribe. o contexto e os registros assírios encontrados pelos arqueólogos indi­ cam que Senaqueribe empreendeu uma segunda campanha em dire­ ção ao oeste após ter destruído Babilônia. rab-shakeh'). a promessa de prote­ ção por causa dos assírios. Ezequias levou a carta diante do SE N H O R . Desse modo. Porém. essa enfermidade lhe sobreveio logo depois que Ezequias pegou o ouro do templo e pagou com isto tri­ buto a Senaqueribe de modo que este se desviasse de Jerusalém. pressupondo que Senaqueribe era maior do que qualquer deus. Embora Isaías não indique o intervalo entre 701 e 688 a. Isso foi cumprido quando o anjo da morte m atou 1 8 5 . A notícia dessa profetizada promessa de proteção contra os assírios moveu Senaqueribe a enviar um exército sob as ordens de seu coman­ dante (Heb. Ele continuou a lhes falar que os deuses das outras nações não puderam livrá-los das mãos de Senaqueribe. Então Senaqueribe retirou-se. N essa ocasião ele enviou uma carta para Ezequias ameaçando começar de onde havia parado e advertindo-o a não confiar no S E N H O R —ao qual tratou de um modo não diferente dos deuses pagãos dos países que ele já tinha conquis­ tado. que requereu a rendição de Jerusalém e falou ao povo para não ouvir a Ezequias e não colocar a sua confiança no Senhor. tanto o comandante como Senaqueribe com seus exércitos partiram sem tomar Jerusalém. Babilônia era mais importante que a cidade de Jerusalém ou o Egito.. que os assírios não entrariam na cidade. Isaías profetizou que os assírios iriam ouvir um rumor e partir.

e ficou ali.tinha vindo. tomou o trono. para aqueles que esperam por Ele. pois o tempo chegaria quando os babilônios se lembrariam disso e tomariam cativos alguns dos descendentes de Ezequias. e Ele tem feito de Israel seu servo. Emissários vieram e Ezequias mostrou-lhes todos os seus tesouros. Isaías faloulhe que isso foi um erro. Ele tem um outro Servo. Ciro. A profecia tem se cumprido e Deus irá conti­ nuar a ser fiel. o Criador. como Isaías tinha profetizado. Isaías então remonta ao tempo quando os reis estavam mandando presentes a Ezequias por causa de sua cura maravilhosa. Ele é o Deus eterno. o qual irá cumprir a obra da salvação e restauração de Deus. ungido para realizar a obra de enviar de volta os . o qual será um pastor de Deus. Conforto e Libertação Após o povo de Jerusalém tomar uma posição de fé e Senaqueribe deixar Jerusalém não conquistada. Isaías profetiza que alguém vindo do Norte. Isaías pediu ao povo para preparar o caminho para Deus retornar para o seu povo. pois eles pecaram e não cumpriram a obra a que foram chamados para realizar. mas eles não podem fazer o trabalho que precisa ser feito —a obra de salvação e redenção. Israel como um todo fracassou. Contudo. o incansável Guia para o seu povo. para a época do exílio de Israel na Babilônia. A garantia de confor­ to era a palavra de Deus. e a segurança da verdade da palavra de Deus era o próprio Deus que criou o universo e que é muito maior que qualquer pessoa ou qualquer coisa que nele há. o Messias. Ele dá força para o abatido. Olhando à frente. O remanescente irá realizar uma obra para Deus. Deus irá revelar a sua glória. M as dentro de Israel havia e sempre houve um remanescente piedoso que é verda­ deiramente servo de Deus. Ele é diferente dos ídolos que têm que ser fixados nos lugares para impedi-los de cair no chão. até que dois de seus filhos o assassinaram e um outro filho. Deus continua a falar para Israel parar de ficar amedrontado. Esar-Hadom.

Eles pensam que Deus os esqueceu. mas a . a qual acon­ teceria em 689 a. (Desco­ bertas arqueológicas mostram que eles foram transportados para Nínive. Isaías então se volta para a destruição em seus próprios dias e extrai uma lição do fato de que os grandes deuses. o verdadeiro Servo sobre o qual Deus coloca o seu Espírito será enviado como uma aliança para o povo e uma luz para os gentios. Babilônia pensava de si mesma como um deus. Isaías lhes diz que Deus profetizara muito tempo an­ tes. Ele é a solução para o fracasso de Israel. Deus diz a Israel que eles jamais o carregaram —Ele os carregava. mas promete apagar e lançar fora as suas transgressões por amor de Si mesmo.exilados para a sua própria terra —embora Ciro não conheça a Deus. Então ele os convoca a partir. Deus irá repreender a Israel. Seu foco é no sofrimento do Servo-Messias. Os céus e a terra passarão.C. não com Babdônia. Os assírios não destruíram Babilônia antes desse tempo. Eles ainda são escolhidos de Deus. Por outro lado. mas Ele os tem gravados nas palmas de suas mãos. Seu propósito para com eles vai permanecer válido. Bel e Nebo. Quando Deus restaurar Israel e realizar tanto a paz como o juízo. de modo que eles não poderiam dar aos ídolos o crédito pelo seu retorno.)4 Porém. mas eles ti­ nham de aprender que Deus não divide a sua glória com outro —não com deuses pagãos. de modo que houve um profetizado retorno a Judá cumprido nos dias de Isaías. Através dEle o remanescente piedoso é encorajado. Então Isaías se volta para profetizar acerca da queda. foram carregados em exaustos animais e levados para o cativeiro. e Ele irá colocar sobre eles o seu Espírito e sua bênção sobre os seus descendentes.5 Isaías não diz mais nada a respeito da Babilônia ou Ciro após o capítulo 48. Registros arqueológicos mos­ tram que eles o fizeram. Ele revela tanto o passado quanto o futuro e conclama a todos em todo o mundo para tornarem para Ele e serem salvos. Senaqueribe tinha levado pessoas de Judá para Babilônia para substituir os babilônios que ele tinha exilado. a segurança de sua alegria futura. Ele irá agir e eles serão restaurados. muitos vão reconhecer que não há outro Deus.

dores e culpa deles. maltratando o . Deus afasta-se de­ les. Glória para o Povo de Deus. Ele vive para ver os seus filhos espirituais e ver a vontade de Deus prosperar pelo seu poder. Ele tomou sobre Si as enfermidades. Ele terá misericórdia e irá perdoar abundantemente. Os eunucos não poderiam tomar parte na adoração no templo. Os estrangeiros que se vol­ tassem para o SE N H O R seriam também inclusos. M as Deus promete incluí-los em sua bênção. Eles o desprezam e pensam a respeito dEle como sen­ do ferido por Deus. Seus contemporâneos não compreendem o seu sofrimento. ele teve que tratar com os fracassos dos líderes da época de Manassés. o qual procede sabiamente. O ponto alto do livro de Isaías descreve o Servo Sofredor de Deus. mas não lim ita a manifestação de sua presença ao céu. Deus assegura também que a sua pala­ vra irá cumprir o que lhe apraz. O resultado do sofrimento. Isaías conclama a todos para busca­ rem ao Senhor enquanto Ele pode ser achado. Sião será restaurada e as boas novas serão que Deus reina. morte e ressurreição do Messias é desenvolvimento e bênção para Sião com multidões adicionadas e livre graça para todos. O chamado é para todos aqueles que têm sede para virem. Isso contrasta com os líderes que malbaratam as formas de adora­ ção e se apressam em seguir seu próprio caminho. será uma aliança e testemu­ nho para todos os povos. Para o fim do ministério de Isaías. Ele sofre de boa vontade. Ele que enche a eternidade de tempo e espaço também vem habitar com aqueles de espírito contrito e humilde. juízo para os Outros As bênçãos de Deus não são limitadas a Israel e àqueles cujas impurezas rituais eram removidas pela purificação e sacrifícios da lei. O Grande Davi. o Messias. e após a sua morte expiatória.salvação de Deus seria para sempre. nós somos sarados. Porém. M as seus sofrimentos são vicários —completa­ mente em favor dos outros. Eles não contribuíram ao propósito de Deus. Pelas suas feridas. mas não puderam destruí-lo.

O juízo deve vir antes que o reino milenial seja estabelecido. Isto será durante os m il anos quando Satanás será aprisionado. bênção e alegria. Finalmente. opressão e cobi­ ça. pois o Espírito do Senhor está sobre Ele. Deus dará paz e Ele será uma luz eterna para eles. O Messias então fala. os Redimidos do S E N H O R . Ele quer adoração pura. Deus não deseja o tipo de jejum deles.1 7-21 ). Eles o confessam e reco­ nhecem que têm voltado as costas a Deus. Estrangeiros irão ajudar na restauração de Sião. Ele irá julgar o mal e estender a paz como um rio corrente para Jerusa­ . mas a Jerusalém atual também iria ter o seu cumprimento. Então Sião irá ouvir o cha­ mado para levantar e brilhar. Deus então promete misericórdia. restauração e glória. Jesus aplicou isto a Si mesmo no início do seu ministério na Galiléia (Lc 4. seu próprio poder. ainda que eles tivessem se rebelado e entristecido o seu Santo Espírito. Isaías então louva a Deus por todas as boas coisas que Ele tem feito por seu povo. M as não houve ninguém que intercedesse. Ele prometera que um Redentor viria a Sião para aqueles que se arrependessem.pobre até mesmo quando estão jejuando. os próprios braços de Deus. pois sua Luz tem vindo. Nova glória virá. Haveria um novo céu e uma nova terra. ungindo-o para pregar boas novas para o pobre. Seus pecados os têm separado de Deus. realizou a salvação. Ele busca um jejum que seja de pecado. Ele ora por libertação. com alegria e muitas bênçãos que correspondem às condições da maravilhosa paz profetizada para o M ilênio. para os quebrantados de coração e para os cativos. como o livro de Apocalipse nos diz. Deus irá regozijar-se sobre eles. Isaías continua a transmitir mais algumas profecias a respeito da salvação de Sião e do tempo futuro quando o seu povo irá responder ao seu salvador. e eles serão chama­ dos de o Povo Santo. Deus chama a atenção para o céu como o seu trono e para a terra como o escabelo de seus pés. Assim. O Messias deles virá com as roupas salpicadas por haver pisado e esmagado sozinho as uvas no lagar do juízo de Deus.

. Benjamin R . Downer. no. 2. 5 Ibid. 19 55 ). Pritchard. The Annals o f Sennacheríh (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Aqueles que restarem após o juízo final virão e adorarão ao Senhor. Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. “T h e AddedYears o f H ezekiah s L ife”.1 5 2 . 84.. 2 4 3 . 2 James B. 19 24 ). Ancient Records. 2 . Bibliotheca Sacra 80. 2 vols. 31 9 (julho de 1 9 2 3 ): 386. 2 5 5. CITAÇÕES 1 D aniel D avid Luckenbill. 2 . 2a. mas o julga­ mento dos ímpios será eterno. 4 Luckenbill. 1 9 2 6 -2 7 ). Sua fama e glória serão declaradas entre as nações. (Chicago: U niversity o f Chicago Press.. ed. (P rinceton: Princeton U niversity Press. Ancient o f Assyria and Babylonia.lém. 3 D aniel D avid Luckenbill.1 5 2 . ed.2 5 2 . 2 8 7 .

Juízo de assombrar a terra 2.10-18 c. Restauração através do juízo I .30 A. Judá: um povo rebelde I .I 6— 20 6.I — 31 1.Esboço de Isaías Juízo e Esperança 1 . Adoração inaceitável LIO— 15 5. o SENHOR é exaltado 2.5— 9 4. U m dia futuro de paz 2.22 .1— 5.2 I — 31 B. Um a terra desolada 1. Povo rebelde 1. A raça humana é julgada. Idolatria requer juízo 2.6 -2 2 a.6-9 b.6 1. O Dia do S e n h o r 2.1-5 2.I 2.2— 4 3. U m chamado ao arrependimento I . T ítulo: Isaías sob quatro reis I. Orgulho requer juízo 2.19-21 d. Confiança tola 2.1-4.

1-7 a.3.26-30 O Deus Santo É Exaltado 6 . O mal de Judá é condenado 3. A escolha entre bênção e desastre 3. Um lamento triste 3.5-7 3.8-10 4.1-3 b. Um resultado do juízo 4 .1-16 a.1-13 1.1 1 -13 B. Nações sob o controle de Deus trazem juízo 5.2-6 a.12 f.8-25 3. A devastação de Judá 3.1— 9.5. Os Seis Ais 5.26 i.10-13 c.1 a.1-4 2. Síria e Efraim aliados contra Judá 7 .1 -9 b. O Renovo e a proteção nupcial 4. Um a proteção nupcial 4. A vinha explicada 5. O sinal do Emanuel 7. O cântico da vinha 5.4-7 c. A visão que Isaías teve de Deus 6. Juízo bem merecido 3.1. Juízo para as uvas bravas 5. Isaías é comissionado a um ministério difícil 6.13. O S enhor sentencia juízo sobre os líderes 3.16-24 h.7 2. O rei Acaz é desafiado a confiar em Deus 7.25. As mulheres orgulhosas de Sião condenadas 3.11 e. A confissão e purificação de Isaías 6. O caos e a anarquia resultantes 3.6 A. U m cântico de amor 5.8-9 d.6 C.2 b. Repreensões e promessas para Judá 7.14 g. Isaías é chamado para um ministério difícil 6.1 4.1— 12.10. A vinha e seus frutos 5.1-4.2-4 b.1-30 1.3-6 c.7 I. U m dia de paz e restauração 4.14-16 . Deus oferece e promete um sinal 7. Durável até que apenas um remanescente permaneça 6 . Judá e Jerusalém condenadas 3.

34 E. A Assíria como a navalha de Deus 7.1-4 c. 5. Deus usará a Assíria para trazer juízo 7 . Juízo sobre o espiritismo 8. Deus está no controle 10. Louvor pela salvação 12.12-19 2.1— 6 a. Como Deus estava com Israel 8.33. Um renovo dá fruto I I . Deixe o mundo inteiro saber 12. A Assíria vem como uma inundação 8.6— 9 U m novo êxodo I I . Juízo sobre o orgulho e a auto-suficiência 9.20— 34 a. Juízo sobre um povo extraviado 9. Deus punirá a Assíria no devido tempo 10.4 1.17-25 b. Ais aos governantes injustos 10.5 -1 1 b. Quatro razões para a ira de Deus 9.28— 32 d.9-18 4.5-19 a.20— 23 b. O avanço assírio 10.4. M aer-Salal-Hás-Baz 8. O Príncipe da Paz 9. Assíria é usada e julgada 10.5-34 1.I — 12.5-8 3. Esperança para o remanescente de Israel 10.1-4 D. Assíria —a vara de Deus 10.1— 3 b.I — 3 2.24— 27 c. 3.I 0— 16 U m dia de ação de graças para Israel e as nações 12. Assíria é usada sem saber 10 .5 A terra mudada pelo conhecimento do S enh or 11.19-22 5.8 a. O jugo da Assíria é quebrado 10.13-17 3.4— 6 . U m remanescente retorna ao Deus Forte 10. O Rei ungido pelo Espírito I I .7 C.18-21 4.1-5 6.6 1.8-12 2. O Justo Juiz 1 1.6.8— 10. 4.2.17— 8. Esperança para a Galiléia 9. A impiedade que consome por causa da ira de Deus 9.

14 1. O orgulho e a queda do rei da Babilônia 14.1— 3 . O orgulho de M oabe trouxe o desprezo 16.24— 17.11 6.14 4.1— 5 c. Um dia quando as pessoas atentarão para Deus 17.6— 12 d. M oabe 1 5 . Compaixão sobre Judá 14. A colheita e a respiga 17. O Juízo por vir em breve 13.6— 13 c. Presentes trazidos ao S E N H O R 18.4— 11 a.1— 20. O remanescente de Jacó será pequeno 17.10.1— 2 b.6 1. Castigado por esquecer de Deus 17.21— 23 B.8 c.24— 7 2 2.23 1.14 a. Juízo sobre muitas nações 14.13. O rei da Babilônia carece de um enterro digno 14.1— 14. U m dia de desolação 17.14— 22 2.4— 6 b.1— 22 a.1— 5 b.12— 14 C.1— 3 5. Babilônia breve será subvertida 13. A Assíria será esmagada na terra de Deus 14.9— I I d. Israel é restaurada mas Babilônia é julgada I 4 . A destruição da Babilônia 13.7. Um escárnio contra o rei da Babilônia 14. A Filístia não escapará do juízo 14. Moabe será julgada dentro de três anos 16. Etiópia e Egito 18.7 .18— 20 f.1— 16.1 8 2 A. A destruição de M oabe 15.1— 6 2.28— 32 3.I — 23 a.1— 9 b. M oabe contrastada com Sião 16. Juízo sobre a Etiópia (Cuxe) 18. O dia da ira do SE N H O R está próximo 13. Juízo sobre Damasco 17. Destruição súbita 17.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá 1 3 .12— 17 e.3— 8 c. A recepção do rei da Babilônia no Sheol 14. Babilônia torna-se uma terra pantanosa 14. A ira de Deus sobre a Babilônia 13.9 d.

3. O 1. a cidade desolada 24. Os líderes bêbados 28. A terra corrompida.1 — 5 . Jerusalém será abatida 29. Juízo sobre o Egito 19. O juízo prepara para um banquete m ilenial 25. Sebna e Eliaquim 22. A sabedoria natural vem do SE N H O R 28. Jerusalém julgada 22. Cumprida a profecia da queda da Babilônia 2 I . Cumprimentos nos dias de Isaías 2 I .I — 5 b.2— 13 a. Egito e Etiópia —uma falsa esperança 20 .12 3.1— 18 Judá Merece o Juízo de Deus 2 4 .1— 15 4.1— 27. A culpa de Jacó a ser expiada 27 . 3. juízo prepara para restauração e paz 26 .5— 8 c.2— 6 b.7— 13 E. Os seis ais 28.9— 14 . Ai de Efraim 28. Isaías recebe notícias da queda da Babilônia 21.14— 23 C.1— 4 b.9— 22 c. Ai de Ariel.11.1 Israel ferido para que possa dar fruto 27. M anhã e noite para Edom 21. U m dia de castigo e cura para o Egito 19.1— 12 D.1— I I Só Deus é digno de ser honrado 26.15— 25 6.13 U m cântico que expressa confiança 26.I — 23. Juízo sobre a Arábia por vir em breve 21 .1— 6 D. 2.12— 27.1— 8 b. Ignorância e hipocrisia condenadas 29.13— 17 4.1— 29 a.1— 13 B. a cidade de Davi 29 .1— 14 5.23— 29 2. Um segundo cântico da vinha 27 . Os inimigos de Jerusalém serão frustrados 29. Babilônia atacada 2 I . O juízo prepara para o reinado de Deus em Jerusalém 24 .6— 10 2. Os escarnecedores aprendem pelo método difícil 28.I — 10 a.1— 33.16— 25 5.1 0 3 A.1 1.1— 14 a. Lamentação sobre a ruína de Tiro 23.18 1.

1— 17 a. A restauração que honra a Deus 29.7— 9 c.1— 4 b.I — 3 b.2— 4 2 a.2 a.1— 8 f. Uma viagem improdutiva a uma nação inútil 30.I — 32.3.14 e. Ai dos que buscam a ajuda do Egito 3 I .9— 14 g. O controle de Deus sobre as nações 30. Os planejadores tolos 29.29— 33 5. Pecadores aprendem uma lição 33. A ira de Deus sobre as nações 34. O Rei justo 32.17— 4 2 2.1 F.9 e.15.16 f.16 b.15— 20 6. O Rei está vindo 33. Uma oração por libertação e a resposta de Deus 33. Ai dos povos rebeldes 30. O deserto se alegrará 35.1. Ai da Assíria 33.7 d. A terra e o povo restaurados 35. Juízo até que o Espírito seja derramado 32.15— 4 2 a. Israel cantará quando o S enhor destruir a Assíria 30. Quem pode habitar com um Deus santo? 33. O propósito de Deus na história 33. O SENHOR se levantará e julgará o inimigo 33.18— 26 d.6— 17 c.1— 5 b. O Espírito derramado restabelecerá a paz 32.17— 24 4.2— 35.2 .6. Juízo especial sobre Edom 34. A tristeza e angústia de Judá 33.27.28 e. Juízo sobre todas as nações 34. A tolice de confiar no Egito e não em Deus 3 I . Ai daqueles que trabalham nas trevas 29 .4 .5 c. Confiar no Egito trará vergonha 30. Deus será gracioso e irá curar 30.8.15.10— 13 d. Uma súplica que exalta a Deus 33.10 1. U m chamado ao arrependimento 31.1— 10 a.2— 6 b.1— 33 a.5— 17 3. A destruição sobrenatural da Assíria 31. O p ró p rio D eu s p ro te g e rá Je ru s a lé m 3 1 .

A oração de Ezequias e a resposta de Deus 37. Deus usa alguém do oriente 41. A glória de Deus e o seu Servo 4 L I — 42. 36. Profecia de Isaías foi cumprida 37.1 2. U m cântico novo 42 .1— 11 2.25 1.1— 37. Senaqueribe invade em 701 a.5— 29 3. O exílio babilônico profetizado 39.12— 31 B.b. Ezequias é restaurado 38.1— 8 1. Encorajamento para pessoas que sofrem 35. O Servo do S en h o r e a sua m issão 42. As nações e os seus ídolos desafiados 41 . A doença e a recuperação de Ezequias 38. As ameaças de Senaqueribe 36.10— 13 .9— 13 2.1— 9 4. A embaixada de Merodaque-Baladã 39.3— 7 c.2— 20 3.2— 22 D.8 A. As renovadas ameaças de Senaqueribe 37. O povo obedece a Ezequias 36.1 — 8 . O exército de Senaqueribe é dizimado e Senaqueribe é morto 3 7 .8 1.1— 4 2.9 -3 8 1.14— 35 3.1— 22 1. Deus volta-se para o seu povo 40.1 2. As cidades de Judá capturadas 36. A grandeza de Deus contrastada com os ídolos 40.1— 31 1.C. Uma sentença de morte 38.3— 8 Conforto para Jerusalém e Judá 4 0 .36— 38 C.8— 10 Ezequias e Senaqueribe 3 6 . Ezequias mostra os seus tesouros 39.22— 37.2 2 4 A. O Caminho Santo 35. Profetizada a morte de Senaqueribe 36.1— 2 2.1 — 39. Boas Novas para Judá e Jerusalém 40.21 4.8 B.

1— 5 6.21— 45.22 A Redenção e o Servo Sofredor 4 9 .12 1. O testemunho de Israel como servo de Deus 43 .1— 19 4. Um novo êxodo da Babilônia 43 . Deus assegura um alegre retorno 51. Deus usará Ciro para restaurar Israel 45.6— 20 7.1— 7 A restauração traz alegria 49 . O amoroso Salvador de Israel 43. A tolice da idolatria 44. Servo traz restauração 49 . 3.5.1— 45.1 0 -1 1 B. A queda da Babilônia 46.1— 7 2.8— 13 3. Israel cego e surdo 42. U m mandamento para fugir da Babilônia 4 8 .1— 15 3. Deus salvará Israel 45 .1— 48. Nenhuma paz para os ímpios 48. Lembre-se do Fundador e da fundação 5 I .1— 50. O Espírito de Deus será derramado 44.I — 8 2. Deus julgará e guiará 42 . A infidelidade de Israel 43 .14— 21 4. 5.14— 25 D.1— 13 2.13 5 A.25 1.22 1. O S e n h o r é superior às deidades da Babilônia 46 .9— 16 . As profecias testemunham pelo Deus verdadeiro 48 .11 O Servo escolhido de Deus 49.2 0 — 21 5.8— 26 O pecado de Israel e a falta de resposta 50.1 — 5 . O remanescente encorajado 5 1 .1— 3 O obediente Servo de Deus: o Messias 50. O 1. U m remanescente redimido é reunido 43.4— 9 A escolha: confie em Deus ou passe o tempo em tormento 5 0 . Jerusalém será habitada 44 . Deus irá redimir e restaurar Israel 44.1— 13 c.18— 25 C.1— 52.25 a. 4.22— 28 5. Nenhuma esperança para Babilônia 47.14— 17 6.21— 28 b. 2.

9.9— 57.24 A.1— 58.2 c.14— 21 a.1— 8 2.14 1.1. 7. Juízo sobre Outros 5 6 . 9.14. sofrimento e a morte expiatória do Servo 52.15 .13— 53.10— 13 Glória para o Povo de Deus.11— 13 3.12 O Servo prudente será exaltado 52.3— 5 Deus perdoará livremente o arrependido 55.15 O Messias menosprezado e rejeitado 53.16. Bênção e juízo 56.1— 12 C. O cálice da ira de Deus escoado e removido 51.1— 55.2 Uma aliança perpétua 55.4— 8 A aliança de paz 54.3.1— 3 Sofrendo por outros 53. 3. A idolatria persistente 57. 4.4— 6 5 .17 U m convite universal 55. 2. O p ro g re s s o ju b ilo s o 5 4 .1.13 O sofrimento espantoso 52. Líderes estúpidos e gananciosos 56. Restauração e bênção para o arrependido 57. Líderes ímpios e idólatras merecem juízo 56. Jerusalém será redimida 52. Apóstatas advertidos a respeito do juízo 57. M o r r e n d o p o r o u t r o s 5 3 .13 a. Piores juízos virão 57. A bênção inclui eunucos e estrangeiros 56.3— 6 d. 5.10 Jerusalém será restabelecida 54. 7 —9 6. 4. Um a oferta aceitável pela culpa 53.17— 23 4.13 1 .10— 12 D.1— 66.6— 9 A palavra de Deus trará alegria 55. A idolatria não traz nenhum benefício 57. Prepare o caminho 57. 1 —3 2.9— 12 b. A obra do Messias traz progresso e bênção 54.14. 3.7— 10 e.11— 15 Os servos de Deus serão justificados 54. 6. O Redentor compassivo 54. 8. O 1.

O S e n h o r prova o seu favor 62. 7.3 Resultados felizes 61.4— 7 b.1— 5 b.19— 22 5. O p r ó p r io S e n h o r s a lv a rá 5 9 . 6. Os gentios restauram e servem a Sião 60. 4. b.9 c.10.9— 15 a. Andando nas trevas 59.10— 63. C.6 Ungido para pregar boas novas 61.I — 63. Nenhuma paz para o ímpio 57. Filhos vindos de longe honram a Deus 60.9— 1 1 b.2 Jejum hipócrita 58. O Salvador de Sião virá 62. O pecado separa do Salvador 59.6— 10 Deus guiará 58. Conforto e paz para os que choram 57.7— 9 A alegria do M essias 61.3— 5 Deus quer jejum do pecado 58. A glória futura de Sião 62.1. O propósito de Deus para transformar Sião 60.13.15— 18 e. 8.4— 8 3.4. 6.1— 3 2.8. 2. 1 6 —2 1 Luz e glória vêm a Sião 60. redenção e glória de Sião 59. Pecados reconhecidos 59. 3. Isaías confessa os pecados do povo 59.2 Os sacerdotes do S e n h o r 61.12 O Sábado traz bênção 58.1— 3 6. O povo de Deus exibirá o seu esplendor 6 0 . A confissão.6— 9 c. A adoração restaurada 60.4— 6 Alegrando-se na sua herança 61.14 B.22 1.4— 2 2 a. O 1.11.6 a.16— 19 c.1. 5. Sem justiça e sem paz 59.20.1— 63.21 Adoração hipócrita 58. Messias anuncia a sua missão 6 I .12— 15 4 .11 O contínuo interesse do M essias por Sião 62.10— 14 d. Os estrangeiros reconstroem e honram a Sião 60.6 .1— 60. 5.

O juízo de fogo 66.16 3.15— 17 8.1— 66. A súbita ampliação de Sião 66. Isaías ora por misericórdia e perdão 63. bênção. A glória de Deus é vista 66.1— 9 5. O templo terreno e sua adoração são insuficientes 66.1— 6 6. Deus é ainda o nosso Pai 63. Misericórdia.12 1.11— 16 4. O remanescente possuirá a terra 65. Jerusalém arruinada 64.18— 24 .1— 7 2.7— 14 7. Corações endurecidos 63. alegria e juízo 65.8— 10 3.7— 64. Um a nova criação 65. Louvor pela bondade de Deus 63.17— 19 4. A resposta graciosa de Deus 65.24 1.D. Deus julgará aqueles que o abandonaram 65.7— 15 2.17— 25 5.10— 12 E. Isaías clama para Deus agir 64.

Dn I .10. A caz e Hzequias.13. “Sabendo primeiramente isto: . Os 12. Ob I. H c 2. f i l h o de A moz.30 A.TÍTULO: ISAÍAS SOB QUATRO REIS LI 1 Visão de Isaías. nos dias de U zias.1 É chamado uma “visão” no sentido de que Deus a revelou a Isaías de um modo podero­ so e dramático.Juízo e Esperança 1 . I Sm 3.3. N a L I .6.16. Jr 23.).2. Jotã o. M q 3.1-5. 26. hazab) é fre­ qüentemente usado a respeito de ver uma visão dada por Deus (como em Nm 24. Judá: um povo rebelde I. O verbo “viu” (Heb.I -3 I I. Este versículo é o título para a totalidade do li­ vro de Isaías.1.4. a q u a l ele v iu a respeito de J u d á e J eru sa lém .I 7 . etc. Ez 7. reis de Ju d á . Aqui é usado para signifi­ car um recebim ento so b ren atu ral da p alavra reveladora de Deus.

mas do Pai (Jo 14. Estudos cuidadosos dos relatos bíblicos e a comparação com des­ cobertas arqueológicas indicam algumas superposições nos reinados dos reis mencionados no verso acima. Se isto é verdade.2 Semelhante às palavras de Jesus. Uzias. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem al­ gum. de modo . mas apenas quando elas se rela­ cionam a Judá e Jerusalém.21). Davi fixou este padrão de coregência em Israel. e no M ilênio o trono do Messias será ali localizado.21). Igualmente. as palavras de Isaías não eram só suas. Deus o condenou afligindo-o com lepra. pois ela foi e será a principal cidade a partir da qual Deus governa.C. Por causa da época turbulenta. Jotão tinha permitido a Acaz liderar. então explicaria por que ele podia entrar e sair livremente do palácio. N ela estava o templo. reinou de 790 a 739 a. Isaías teve um relacionamento vivo com Deus.21).C. U zias morreu em 739 e Jotão em 731.10). Jotão (um rei fraco) levou o seu filho Acaz ao trono como co-regente em 74 4 a. M as em 750 ele entrou no Lugar Santo do templo. e o seu filho Jotão assumiu o governo naquele momento (2 Cr 26. E é Jerusalém que comanda a atenção central. ele levou Salomão ao trono para dar fim às tentativas caóticas de outros para tomarem posse do trono. muitos reis subseqüentes levaram um filho ao trono como co-regente para prevenir qualquer confusão semelhante. íntimas e reais” para Isaías. concre­ tas. mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espíri­ to Santo” (2 Pe 1.20.que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Isaías profetiza sobre outras nações. O Espírito Santo tornou as palavras de Deus “vividas. Antes de morrer. O nome “Isaías” quer dizer “Yahweh salva” ou “o Senhor é salva­ ção”3 e sugere o tema do livro. Este é dirigido a Judá e Jerusalém. também chamado de Azarias (2 Rs 14. Por orgulho humano ele ousou oferecer incenso no altar de ouro —algo que somente aos sacerdotes era perm itido fazer. A tradição judaica diz que Isaías era aparentado com os reis de Judá.

e viveu até 686 a.22.que quando Uzias morreu e Isaías começou a profetizar. Hb 11. Deus deve tê-lo protegido até que fosse a hora da sua vida ser oferecida como a de Paulo (2 Tm 4.6). Porém.. Assim. Acaz era então o atual soberano.37). prometendo-lhe libertação da Assíria e mais quinze anos de reinado. Ezequias pagou tributo para salvar Jerusalém. Ezequias.5 Isaías registrou a morte de Senaqueribe em 6 8 1 a. Quando Ezequias se arrependeu e orou. ao trono com ele em 728 ou 727 a. Isaías trouxe então a mensagem de Deus de morte e juízo. ele cometeu o erro de que­ brar o tratado de Acaz com a Assíria.C. nenhuma profecia de Isaías é clara­ mente identificada com o reinado de Jotão.16). Um a vida semelhantemente longa era incomum em uma época quando o perí­ odo médio de vida era menos de trinta e cinco anos. . introduziu a idolatria e encheu Jeru­ salém com o sangue de mártires que resistiram àquela idolatria (2 Rs 21.C.6 Manassés.4 Indubitavelmente.7 Se Isaías tivesse vinte anos aproximadamente quando começou a profetizar.C.C . Deus o curou. Isaías e Senaqueribe se mantiveram vivos no reinado de Manassés. (Veja quadro da cronolo­ gia. Ezequias queria o reavivamento.) A continuada turbulência também incitou Acaz a levar o seu filho. Quando Acaz morreu em 715 a. porém. A tradição diz que Manassés prendeu Isaías amarrado em um tronco e o serrou ao meio (cf. Ezequias começou a contar novamente os anos do seu reinado. A sua recontagem foi provavelmente devido à grande celebração da Páscoa e ao reavivamento espiritual naquela época.) para reinar com ele. Isto levou Senaqueribe a se insurgir contra ele em 701 a. M as tais juízos de Deus eram condicionais. ele deveria es­ tar na faixa dos oitenta anos quando foi m artirizado. p. Assim. voltou-se contra Deus.C.C. Ele considerou o seu co-reinado com o próprio pai como não digno de contagem. mas não poderia fazer nada para promovê-lo enquanto o ímpio Acaz ainda estivesse vivo. Ezequias então levou o seu filho Manassés ao trono (em 696 ou 695 a.

Ele tinha “criado” os israelitas como seus filhos (Ê x 4. O SENHOR. aonde ir procurar comida e quem a provê (cf. a m a n je d o u r a d o s e u d o n o . Moisés. p o r q u e f a l a o S e ~ NHOR: C r i e i f i l h o s e e x a lc e i. SI 77.28.6). apesar da provi­ são paternal e cuidado terno de Deus por seus filhos. o manancial ou nascente da profecia israelita. ensinando-os. Agora. está na posição enfática) tinham se “rebelado” contra Ele. tinha apelado aos céus e à terra para testemunharem contra o povo quando ele colocou diante deles as bênçãos e as maldições da aliança (D t 30. 32. e o j u m e n t o . 3 O b o i c o n h e c e o s e u p o s s u id o r . o povo da aliança. 15. satisfazendo as suas necessidades.19. voluntari­ osamente rejeitando o seu amor paternal e a sua orientação.o s . e cumpridor da promessa. Os animais domésticos que serviam às pessoas tinham mais senso que os israelitas.9 eles (o Heb. um Deus justo e santo que fez os céus e terra apelava para que testemunhassem contra Israel. O boi sabe a quem pertence e quem lhe dá direção.6 é o Deus auto-existente.13.22. 31. Dt 24. O burro sabe quem o comprou. POVO REBELDE 1. ó céu s .18. Eles já não agiam como um povo escolhido. m a s I s r a e l n ã o te m c o n h e c im e n to . o mantenedor ou guarda da aliança. Yahweh.15. libertados pelo poder de Deus). e esta­ belecendo o seu reino por intermédio deles. o m e u p o v o n ã o e n te n d e.1). e p r e s t a o u v id o s . tu ó ter r a . cf. O fato de que “Israel não tem conhecimento” indica que eles já não tinham um relacionamento pessoal com Deus.2-4 2 O u v i. Isaías começa com uma mensagem para Judá e Jerusalém. guiando-os.2. m a s e le s p r e v a r i c a r a m c o n tr a m im . Numa cena que é retratada como em uma sala de tribunal. M l 1. iden­ tificam-nos como filhos redimidos. Que o povo não “entende” indica que eles não eram mais capazes de discernir o que é verdadeiro e direito. Eles tinham esquecido que haviam sido .

n ã o e s p r e m id a s . aparentemente pedindo por mais surra. Isaías pergunta por que eles querem ser sur­ rados novamente. e ch a g a s p o d r e s . O culto aos ídolo pode também estar implícito (como em Ez 14. Isaías se torna agora uma testemunha para as conseqüências do pecado de Israel. boi. A nação está como uma pessoa que foi brutalmente assaltada por um ladrão. n e m liga d a s. se afastaram. v o lta r a m p a r a trá s. “ah!”) para a nação pecadora e corrupta. Em vez de ser um povo santo eles são como um escravo chicoteado. “Toda a cabeça está ferida” e “todo o coração” . 4 A i d a n a ç ã o p e c a d o r a . Eles se voltaram contra Ele. Mas Israel rejeitou essas reivindicações. d o p o v o c a r r e g a d o d a in iq ü id a d e d a s e m e n t e d e m a lig n o s . mas eles continuaram delibe­ radamente nas ações más dos seus pais e trataram o Santo de Israel com desprezo blasfemo. eles nunca teriam se rebelado. f r a c o . 3. Ele reflete o que Isaías viu na sua visão inaugural (cap.redimidos e não mais reconheciam a Deus como a fonte da sua força. 6) e enfatiza tanto o caráter de Deus como as suas reivindicações sobre Israel.3). Eles já não eram testemunhas para a glória de Deus. Isaías responde com pesar clamando “A i” (Heb. d o s f i l h o s c o r r u p t o r e s ! D e ix a r a m o S e - NHOR. porém não resiste ao ataque. s e n ã o f e r i d a s . n e m n e n h u m a d e la s a m o le c id a c o m ó leo. rejeitando-o completa­ mente em uma total ingratidão. s e m a is v o s r e b ela r íeis P T o d a a ca b e ça e s tá e i f e r m a .5-9 5 P o r q u e s e r ie is a in d a ca stig a d o s. e to d o o co ra çã o . e se separaram dEle. 6 D e s d e a p la n t a d o p é a té à ca b e ça n ã o h á n e le c o is a sã .10 A culpa deles é um fardo pesado. b la s fe m a r a m d o S a n to d e I s r a e l. Deus queria que eles fossem um povo santo. “O Santo de Israel” é um termo encontrado vinte e nove vezes em Isaías e só seis vezes no restante do Velho Testamento. UMA TERRA DESOLADA 1. M as se tivessem até mesmo tanto bom senso quanto um boi ou um burro. reputação e riqueza. e in ch a ço s.

não para a Assíria como alguns têm admitido.13 Esta peça mostra os soldados assírios com fundas. lanças.(inclusive a mente) está doente. para substituir os 20 8 . e eles estão voluntariosa­ mente se dirigindo para um desastre mais extenso. O corpo. Parece não haver nenhuma esperança por recuperação. c o m o n u m a s u b v e r s ã o d e estra n h o s. e e s tá d e v a s ta d a .1 1 7 A v o s s a te r r a e s tá a s so la d a . arcos e flechas. e subindo escadas para atacar a cida­ de. Isaías agora lista as aflições específicas que Israel tem sofrido. O país está ferido e ninguém está ajudando. nem ligada.0 0 0 prisioneiros que ele outrora tinha levado de lá.0 0 0 prisionei­ ros. o pensamento do povo e de seus líderes está errado e obstinadamente contrário à vontade de Deus. O painel final mostra Senaqueribe no seu trono recebendo os . Como McKenna salienta: “Isaías nunca esquece que o pecado tem também dimensões sociais”. o s e s t r a n h o s a d e v o r a m e m v o s s a p r e s e n ç a . a v o s s a reg iã o . Arqueólogos descobriram um baixo-relevo de mais de vinte metros de comprimento adornando a parede de um quarto no palácio de Senaqueribe. a b r a s a d a s p e lo f o g o . Nenhuma destas feridas está “espremida.12 Ele levou mais de 2 0 0 . quando Senaqueribe destruiu qua­ renta e seis cidades de Judá. o qual não tem nenhum poder para fazer qualquer coisa a res­ peito disto. A única situação histórica a que estas descrições correspondem é a da invasão assíria de 701 a. a s v o s s a s c id a d e s. A terra de Judá está “assolada”: suas cidades “abrasadas pelo fogo” e seus campos “os estranhos devoram” na presença do próprio povo de Judá. mas para Babilônia. “desde a planta do pé até à cabeça”.. golpeando com aríetes. uma cidade situada apro­ ximadamente quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. está coberto com feridas abertas e supuradas. nem nenhuma delas amolecida [aliviada] com óleo [de oliveira]”. Este retrata o cerco de Laquis. Em outras palavras.C.

j á corn o S o d o m a se r ia m o s e sem elh a n tes a G om orra . 9 Se o SENHOR d os E x ército s n o s n ã o d eix a ra a lg u m r e m a n e s ­ cen te. seu rei.. vós. Este baixo-relevo pretendia aparentemente chamar a atenção à sua captura de quarenta e seis cidades fortificadas de Judá. Yahweh. vós p r ín cip es de Sodom a.. ADORAÇÃO INACEITÁVEL I . 36 e 37 para mais detalhes das campanhas de Senaqueribe). Eu calei a Ezequias como um pássaro em uma gaiola”15 (Veja Caps. M as ela foi deixada insegura. lim itou a destruição para salvar Jerusalém. p resta i o u v id o s à lei do nosso D eu s. o Deus pessoal de Israel.I 5 10 O u v i a p a la vra do SENHOR. Em seus “Anais”. que eu trouxe em submissão aos meus pés14 . * E a filh a de Sião se f i c o u com o a cabana na vinha. Senaqueribe colo­ cou isto deste modo: “Eu devastei a ampla província de Judá. ó p o v o de G om orra. E eles ainda poderiam ser salvos. Isaías compara isto às estruturas temporárias — galhos e tapetes ou estaca e toldo — que fazendeiros montam nos campos para vigiar as colheitas. Israel tinha se torna­ do como os príncipes de Sodoma e como o povo de Gomorra. Se Ele não tivesse feito assim. com a intenção adicional de desviar a atenção do seu fracasso para tomar Jerusalém (veja v. com o a ch ou pan a no p epin al. Pela misericórdia de Deus Jerusalém não foi capturada. com o cida de sitiada. 4. 8). o forte e orgulhoso Ezequias.I 0 . teria sido uma ruína completa “como Sodoma” e “como Gomorra”. Agora Isaías se volta para as pessoas cujo pecado e rebelião foram os responsáveis por Deus perm itir a devastação. M as houve sobreviventes. Senaqueribe não era responsável por alguns sobreviventes esca­ pando da devastação.cativos e o espólio de Laquis. Sua inscrição chama Senaqueribe de “o rei do universo”. o Deus dos exércitos do céu. e era .

M as o Deus que fez os céus e a terra não precisa de nada. 12 Q u a n d o v in d es p a ra com p a recerd es p era n te m im . nem de bodes. Ele concedeu os sacrifícios da Lei para o benefício de seu povo —como um meio de restabelecer a comunhão com Ele e como o primeiro passo para caminhar com Ele. Era pretendido que os “holocaustos” expressassem a exaltação de Deus e a dedicação à sua vontade. de cordeiros. e não f o l g o com o sa n gu e de bezerros. O “sangue de bezerros. de bodes” era coloca­ do no altar como uma expiação —um resgate pago pelo seu perdão e libertação. as pessoas estavam simplesmente multiplicando os seus sacrifícios a Ele. Ele detesta religião quando esta é apenas uma formalidade e cerimônia. Os pagãos ao redor deles acreditavam que os seus deuses precisavam de sacrifícios e que os sacrifícios continuamente oferecidos aumentavam a possibilidade dos seus deuses responderem às suas orações. que viésseis p isa r os m eu s á trios? Tendo em vista que os seus corações não estavam buscando a Deus em fé e obediência. Tudo o que eles estavam fazendo era desgastando o chão do átrio do templo pelo seu ato de “pisar”. o in cen so é p a r a m im abo~ . A “gordura” era uma expressão de dar-lhe o melhor deles. 11 D e qu e m e serv e a m im a m u ltid ã o de vossos sa crifício s. Em vez de obedecerem a Deus. o ininterrupto aglomerar no templo não era o que Deus queria. Foi so­ mente a graça de Deus que preservou um remanescente. 13 N ão tragais m a is oferta s debalde. A multiplicação destes sacrifícios fez Deus ter ânsia de vômito. qu em re~ q u er eu isso de vossas m ãos. faltando alguma comunhão amorosa verdadeira com Ele. “instrução”). n em de cord eiros. Praticado sem sinceridade os sacrifícios eram uma abominação a Deus.merecedor da mesma destruição como Sodoma e Gomorra. torah. A adoração deles não era genuína. diz o S e n h o r ? J á estou f a r t o dos holoca u stos de ca rn eiro s e da g o r d u r a de an im a is n édios. Este precisa­ va escutar a lei de Deus (Heb.

. adoração que era mera formalidade ou pretendida para persuadir Deus a deixá-los continuar em seus próprios caminhos obstinados. j á m e s ã o p e s a d a s . já não expressavam amor e dedicação a Ele. 14 A s v o s s a s F esta s d e L u a N o v a . e Ele não podia suportar suas atividades religiosas. e s c o n d o d e v ó s o s o lh o s. n ã o p o s s o s u p o r t a r in iq ü id a d e. ajuntamen­ to solene”) como “jejum e preparação ritual”. q tia n d o m u lt ip lic a is a s v o s s a s o ra çõ es . sim . os festivais de “lua nova” e as “solenidades” de Levítico 23 não mais honravam a Deus. o que sugere que todas as suas atividades de adoração fossem repulsivas a Deus. mas isto era repulsivo a Deus. Em vez de serem uma alegria para Ele e uma bênção para o povo. n ã o a s o u ço . tudo era pretendido para ser santo. Deus não pode ser subornado ou enganado. e ta m b é m a s F esta s d a L u a N o v a . As celebrações na época da lua nova. não significavam nada quando as pessoas realmente estavam buscando o seu próprio cami­ nho e rejeitando o ensinamento de Deus.. Mãos estendidas com as palmas para cima em uma atitude de submissão e desejando receber algo do Senhor. Mas Deus os via como “iniqüidade”. 13 P e lo q u e. porque Ele via os seus corações. . os sábados sagrados semanais e anuais (Lv 23. Enfaticamente. as “convocações” (ou assembléias). Deus não pode olhar com favor em tais falsas ações.1— 44). de modo que Ele os aborrecia. n em m e s m o o a ju n t a m e n t o s o le n e : Deus lhes ordenou que parassem as “ofertas debalde” ou ofertas vãs. essas festas religiosas tinham se tornado “pesadas” como um fardo que Deus estava “can­ sado de as sofrer”. q u a n d o e s t e n d e is a s m ã o s . p o r q u e a s v o s s a s m ã o s es tã o ch e ia s d e s a n g u e. e a s v o s s a s so le n id a d e s . e a c o n v o c a ç ã o d a s c o n g r e g a çõ e s . O incenso tornava o átrio do templo perfumado. a s a b o r r e c e a m in h a a lm a . j á e s to u c a n s a d o d e a s so frer . A Septuaginta traduz a última parte do verso ( “iniqüidade. e o s sá b a d o s.m in a ç ã o .

Eles devem aprender a praticar “o que é reto”. pois Deus vê o coração. mas têm que ajudar o oprimido.8— Am 5. mas as mãos estendidas em súplica deviam ser lavadas. As orações ainda poderiam ser ouvidas. 11 A prendei a fa z e r o bem . os quais não tinham ninguém para defendê-los e que eram freqüentemente as vítimas de esquemas e fraudes (cf SI 85. tirai a m a ld a d e de vossos atos de dia n te dos m eu s olhos e cessa i de f a z e r m al. 13. significa defender ativamente aqueles que não podem se defender: especificamente os órfãos e as viúvas.2 0 16 L a va i-vos. Fazer o que é “reto” significa fazer o bem a outros. p u r ifica i-v o s . Deve ser um arrependimento sincero que faz uma clara ruptura com os atos e hábitos pecaminosos.T g 1. Davi pediu para Deus lavá-lo de toda a sua iniqüidade e purificálo do seu pecado. a ju d a i o o p rim i­ do. As pessoas deviam perceber a sua condição e clamar como Davi fez no Salmo 51. o “fazei justiça” de Deus. Abandonar o pecado e o mal é o primeiro passo. Então eles poderão ser capazes de cessar “de fazer m al”.I 6 . 5.M ultiplicar orações não consegue chamar a atenção de Deus quan­ do as mãos estão “cheias de sangue”. Mas Deus fala para Israel que eles têm uma parte a realizar. Esta expressão notável descreve como as pessoas estavam oprimindo o pobre e usando de violência para adquirir o que elas queriam.6— . Isto também significa evitar prejudicar a outros e fazer provi­ são para as necessidades dos desafortunados. Fazer “justiça” significa proceder honesta e eqüitativamente.27). Ainda havia esperança. 8 . M q 6. U M CHAMADO AO ARREPENDIMENTO I . Eles não têm só que cessar da opressão e corrigir os opressores.24. Eles têm que se lavar. Isto deve ser seguido por boas ações. Mais importante ainda. Também tem que incluir uma mudança interna. mas não é o bastan­ te. M as o lavar deve ser mais que um símbolo ou forma vazia. f a z e i ju s tiça ao ó f ã o . p ra tica i o qu e é reto. tratai da cau sa das viú vas.

indicando que a própria natureza deles seria mudada pela graça de Deus. Eles têm que fazer o que Deus pede que façam. Ele pode significar o seguinte: “Vamos ces­ sar os argumentos. p o r q u e a b o ca d o SENHOR o d isse. Como o Filho Pró­ digo de Lucas 15. Eles têm que fazer mais do que falar sobre a sua situação. O S e N H O R fa lo u is to . Ê pressu­ posto que se eles admitirem isto. A c o n tin u a d a re c u s a e re b e liã o s ig n ific a ria m q u e e m v e z d e c o m e ­ re m o f r u t o d a su a te r r a . e 32. mais alvos do que a neve ou a lã. a e s p a d a ( d o s a s s írio s ) o s c o m e ria .m e . Esta exortação con­ tinua nos versículos seguintes. s e r e is d e v o r a d o s à esp a d a . c o m e r e is o b em d e sta terra . a in d a q u e s e ja m v e r m e lh o s c o m o o c a r m e s im . en tã o . a Deus. e a su a a u to r id a d e d iv in a e s tá p o r trá s d a s u a p a la v ra . 19 S e q u is er d es. s e t o r n a r ã o c o m o a b r a n ca lã. o verda­ deiro arrependimento asseguraria que Deus tornaria possível ao seu povo que desfrutasse novamente dos seus frutos. eles ficarão tão brancos quanto o branco mais claro. e le s s e t o r n a r ã o b r a n c o s c o m o a n e v e . . 20 M a s. s e r e c u s a r d e s e j v r d e s r e b eld es . d iz o S e n h o r . vamos fazer algo a respeito disto”. e argüi-me” é um termo legal que faz parte da cena de um tribunal. um branco que é branco por sua natureza. a in d a q u e o s v o s s o s p e c a d o s s e ja m c o m o a e s c a r la ta .1 1— eles poderiam retornar para casa. Os pecados deles são realmente “como a escarlata” —o tipo de tom mais profundo do vermelho —numa referência que apontava de volta para as mãos sangrentas do versículo 15. Agora o SE N H O R resume as suas palavras que começaram no ver­ sículo 10.IS V inde. Deus está to­ mando a iniciativa. então. e o u v ir d e s . receber as suas bênçãos. e a r g ü i. A promessa de Deus para lim par e renovar os seus corações e mentes está condicionada sobre a obediência de boa vontade (à ali­ ança ou concerto). Embora os invasores estrangeiros estivessem comendo o fruto da terra. “Vinde. ou confessarem.

RESTAURAÇÃO ATRAVÉS DO JUÍZO I. Os habitantes de fato tinham se tornado “homicidas”. os seus procedi­ mentos injustos entre cada um deles.1. e da rebelião e das práticas cor­ ruptas de seus governantes. exige uma escolha. Deus continua sua causa contra Jerusalém. 6. E comparada mais adiante a “vinho” misturado com água (ou o Heb. O Evangelho. agora a sua conduta tinha afundado ao mais baixo nível possível. A corrupção de Sião tem resultado da deslealdade do povo para com Deus. Considerando que “justiça” e “reti­ dão” tinham uma vez marcado as relações de seu povo.16). Nós podemos ter a vida eterna ou a morte eterna (Jo 3. a bebida comum dos filisteus). que no tempo de Davi tinha começado como uma “cidade fiel”. h o m icid a s. m a s.8) Nós vemos o mesmo contraste no Novo Testamento (I Jo 3. igualmente.O povo tem que fazer a escolha: obedecer e comer ou rebelar-se e ser comido. 7.16 Que contraste com o Deus que os amava e lhes convidara a que o amassem! (D t 6. o teu v in h o s e m is t u r o u c o m á gu a .5.15). 23 O s t e u s p r í n c i p e s sã o r e b e ld e s e c o m p a n h e ir o s d e la d r õ e s . . Agora havia se tornado como uma esposa que tinha se rebaixado ao nível infiel de uma prostituta. e n ã o ch ega p e r a n t e e le s a c a u s a d a s v iú v a s . A degeneração do povo de Sião é comparada à “escória” —miné­ rio que não tem mais nenhum metal precioso em si e é de nenhum valor. Não há nenhum lugar intermediário. ca d a u m d e le s a m a o s s u b o r n o s e c o r r e a p ó s s a lá r io s . Esta corrupção traz uma lamentação sobre a cidade. n ã o f a z e m j u s ­ tiç a a o ó ifã o . pode significar cerveja. a g o ra . Nós não podemos amar a Deus e nos agarrar ao mes­ mo tempo ao nosso pecado. 22 A tu a p r a t a s e t o r n o u e m e s c ó r ia s .14. que tem sido m isturada com tanta água que está imprestável.2 I-3 I 21 C o m o s e f e z p r o s t it u t a a c id a d e f i e l ! E la q u e e s ta v a ch eia d e r e t id ã o ! A j u s t i ç a h a b ita v a n ela .

os ó rfão s e as viúvas (fre q ü e n te m e n te ch am ad o s d e v ítim as n a B íb lia). en fa tiz am as suas reiv in d icaçõ es e a sua a u to rid ad e . e v in g a r m e . c id a d e f i e l . S e u ju íz o p rete n d e refin ar e p u rificar. p o rq u e ab so lv eriam os lad rõ es p o r u m su b o rn o . E les eram “ co m p an h eiro s de la d rõ e s ”.t e . q u e ad m in istra v am os vário s escritó rio s estatais e a g iam co m o ju iz es que d e c id e m os p ro cesso s. co n tu d o n a su a ira h á ta m b ém g raça.m e . o F o rte d e I s r a ­ el: A h ! C o n s o l a r . E les eram covardes e tiran o s.O s “p rín c ip e s ”. e t i r a r . p o is isto in tro d u z o p ro cesso de p u rific aç ão do seu povo do s p ecad o s deles. m as ag o ra a ira dE le trará san ta vingan ça sobre os seus in im igo s. E le ag o ra revela o ju íz o q u e estas c o n d içõ es ex igiam . o SE N H O R [ YahweFjT o d o -p o d e ro so . 25 E v o lt a r e i c o n t r a ti a m in h a m ã o e p u r i f i c a r e i in te ir a m e n te a s tu a s e s c ó r ia s . A o o b ra d o c a stig o d e D e u s c u lm in a r á e m restau ra ção . P o rém .e i to d a a im p u re z a . 24 P o r ta n to .e i d o s m e u s in im ig o s . sobre aqueles q ue tin h a m o p rim id o o d esam p arad o . eram “reb eld es” co n tra I )eu s. e o s te u s c o n s e lh e ir o s . d iz o S e n h o r D e u s d o s E x ér cito s . q u er dizer. O s p rín cip es recusavam d e ix ar u m a viúva tra z e r o caso d e la à ju stiça. te c h a m a r ã o c id a d e d e j u s t i ç a . . D eu s te m sid o p acien te. o F o rte de Isra e l” . c o m o e r a m d a n tes. 26 E te r e s t i t u i r e i o s t e u s ju i z e s . c o m o a n t ig a m e n t e . “P o rta n to ” in d ic a q u e D eu s fará alg o so bre a situ ação . en tã o . co m eçan d o a sua o p ressão co m os m ais fraco s e os m ais d e sam p arad o s. O s ju iz e s e co n se lh e iro s (o u líd e re s a d m in is tr a tiv o s ) serão re s titu íd o s . “C a d a u m d eles am a os su b o rn o s” em vez de am ar a ju s tiç a e as p esso as.e i a c e r c a d o s m e u s a d v e r s á r io s . o S e n h o r d o U n iverso . O s três títu lo s div in o s — “o S e n h o r \_há’ad on j. A m ão de D eu s a ta c a rá n o vam en te. e. A q u e le s q u e têm o p rim id o o d esam p arad o tê m p ro ce d id o d e m o d o tão r u im q u e E le ag o ra os co n ­ sid era — u m segm en to d o seu p ró p rio povo — seus in im ig o s. E le é u m a P essoa d iv in a. d a m esm a m an eira q u e o m e ta l é refin ad o e su a escó ria (im p u re z a s in ú te is ) é rem o vid a.

destruído” (por forças de fora de Israel) e “perecerá” (devido à sua própria falência espiritual interior). O reino norte de Israel tinha estado envolvido com eles e agora eles eram comuns em Judá. Os seus atributos de “justi­ ça” e “retidão” os caracterizarão. A idolatria sempre esteve envolvida no pecado de rebelião de Isra­ el.. Os transgressores que rejeitam a autoridade dos ensinos de Deus e os pecadores que violam a lei de Deus serão removidos de entre o povo pelo fogo purificador (veja v. Isto implica que eles viverão em harmonia com uma preocupação pelo bem-estar uns dos outros.. Jeru­ salém já não será uma prostituta.17 . o pecador. No fim o descrente.25). Eles serão fiéis a Ele. e o s q u e v o lta m p a r a ela . Dt 12. e o s q u e d e ix a r e m o S e n h o r s e r ã o c o n s u m id o s . No dia de juízo futuro. 27 S iã o s e r á r e m id a c o m j u í z o . I Rs 14. Os “carvalhos” sagrados e os “jar­ dins” eram lugares onde eram observados ritos pagãos em uma reli­ gião que envolvia adoração da natureza e cultos da fertilidade (cf.23). “será.nenhum rei é mencionado porque o SE N H O R é para ser o seu Rei. 2. O povo ainda pode escolher entre servir a Deus ou se rebelar contra Ele. c o m ju s t iç a . mas uma cidade justa e fiel.s M a s o s t r a n s g r e s s o r e s e o s p e c a d o r e s s e r ã o j u n t a m e n t e d e s t r u íd o s . O povo futuro de Sião deve ser o remanescente purificado e redimido que foi convertido ao Senhor. 29 P o r q u e v o s e n v e r g o n h a r e is p e lo s c a r v a lh o s q u e c o b iç a s te s e s e r e is c o n f u n d i d o s p e lo s j a r d i n s q u e esco lh estes.2. os pecadores serão confundidos e humi­ lhados porque os seus falsos deuses não lhes poderão ajudar a esca­ par dos castigos dos seus pecados. como Ele era antes do tempo do rei Saul. o pecador que escolhe persis­ tir em pecado o receberá igualmente. Embora o julgamento de Deus seja dirigido contra o pecado. Esta é a meta de Deus e terá seu cumprimento completo no M ilênio.

Todos esses tais líderes ou príncipes serão como “estopa” —combustível para o fogo que eles próprios atearam! Esses líderes ímpios não serão parte do remanescente que sairá do fogo purificado.15 ). Jr I I . Por que Deus chamou os céus e a terra para testemunharem con­ tra Israel? O que eles tinham visto? 3. Isto antecipa o lago de fogo que João viu (Ap 20 . SI I. Que esperança ofereceu Deus ao povo? . Acaz. a o q u a l c a e m a s f o lh a s . e Ezequias? 2. Ao invés. Jotão.30 P o r q u e s e r e is c o m o o c a r v a lh o . O neopaganismo não pode esperar nada diferente. O “forte” é o líder que buscou receber força e poder a partir da adoração de falsos deuses. e a s u a oh ra . será muito tarde.6. eles serão consumidos junto com a sua própria maldade. e n ã o h a v e r á q u e m o s a p a gu e. Quão irônico que o homem “forte se tornará em estopa. e c o m o a f l o r e s t a q u e n ã o te m á gu a . toda a nação sofrerá e murchará (v. Uma vez que Deus traga este juízo. o destino deles será o das coisas mundanas nas quais eles tinham escolhido confiar. e sua obra. Em contraste com a árvore e o jardim irrigado. Assim. De que maneiras Israel tinha se tornado como Sodoma e Gomorra? 4. o ele­ mento transgressor —príncipe e súdito semelhantemente —tem se­ meado as sementes da sua própria destruição. 31 £ o f o r t e s e t o r n a r á e m e s to p a . e a m b o s a r d e r ã o ju n t a m e n t e .29). com os quais Deus comparava freqüentemente o seu povo (N m 24. Deus rejeita as práticas pecadoras de qualquer cul­ to ou falsa religião (não im porta qual o bem que eles possam tam­ bém fazer). Nada interromperá a destruição. Os 14). Quais são as principais coisas que sabemos a respeito de Uzias. Em escolhendo o paganismo. em faísca”. e m f a í s c a .14 . QUESTÕES DE ESTUDO 1.

An Introduction to the Old Testament Prophets (Chicago: M oody Press. 3 vols. The Book o f Isaiah. “O Deus U nico e Verdadeiro”. 19 4 9 ). 1 9 6 6 ). 1 9 6 2 ).: C raig Press.. Charles. 51. 3. Isto pode vir de um a antiga form a “do verbo hebraico que sign ifica ‘to rn ar’. 193. Joyner. 19 13). 2 :1 5 5 -6 2 . . 1 9 9 6 )..J. em Teologia Sistemática. um termo norm alm ente usado a respeito dos gentios. 143. 64. rev. “T he M artyrdom o f Isaiah”. (' H obart E. An H istórical Survey o f the Old Testament (N utley. 55. RJ: CPAD. 7 Ver R obert H . H . Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. Freeman. 1. 8 Estudiosos têm debatido a respeito do significado do nome divino Yahweh. que faz todas as coisas existirem e escolheu estar fielm ente presente com um povo que Ele cham ou para S i”. ed. 1 9 9 3 ). 4 W illiam Foxwell A lbright. Stanley M . Inglaterra: Clarendon Press. ‘acontecer’. Eugene H . W idyapranaw a. The Mysterious Numhers o f the Hebrew K ings (G rand R apids: Zondervan Publishing House. N. Os seus pecados haviam quebrado a relação do concerto. 5 Edwin R . B.). R ussell E. O hebraico escreve som ente as consoantes Y H W F I. ed.42. Eerdmans. Isaiah 1— em The Communicators Commentary (D allas: 39. 176. 1 9 6 9 -7 2 ). ‘estar presente’ (. M errill. 2 8 1. H orton. B. 3 David L. 10 O hebraico goy. 1 9 8 3 ). ed. 19 69 ). Eerdmans.CITAÇÕES 1 Edward }. (R io de Janeiro. 19 90 ). 12 John M auchline. -3 13 U m a cópia de tamanho integral deste relevo pode ser vista no M useu O ri­ ental da Universidade de Chicago.. em The Apocrypha and Pseudepigrapha o f the Old Testament (O xford. Isaiah 1-39. 41. 1. 9 O plural indica a responsabilidade individual de cada israelita para com Deus o Pai. 2 S.27 -29 . 11 McKenna. T hiele. McKenna. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . em The Jews. Isaiah Z 9 (N ova York: M acm illan Co. 144. Isto é um a declaração de que D eus é um ser autoexistente (o EU SO U ou EU SE R E I). W ord Books. (G rand R apids: W m . Young. “T h e Biblical Period”.

a respeito de J u d á e de J eru sa lém : Este título é provavelmente para os capítulos 2 até 12. O Dia do S e n h o r 2..1 O capítulo 2 começa com o futuro desejo universal para saber a verdade de Deus e chama a atenção aos privilégios presentes de Judá como os recebedores exclusivos da revelação divina.6 I. Inimigos idólatras os cercavam nos dias de Isaías. 17 Ver também 57. f i lh o de A moz. que muitos acreditam foram as profecias iniciais de Isaías.1 7 . e a certeza do triunfo da palavra de Deus.1 até 4.3. 2 £ a con tecerá. 2 vols. 1 9 2 6 -2 7 ). Jeremias 3. q u e se f i r m a r á o m o n te da C asa do S e n h o r n o cu m e dos m o n tes e se ex a lçará p o r cim a dos ou teiros. quando “o . Israel desfrutou o privilégio de adorar o SE N H O R em Jerusalém. 13. UM DIA FUTURO DE PAZ 2. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. "'C f.H D aniel D avid Luckenbill.1 a 4 com algumas variações que o Espírito Santo inspirou para o benefício da audiência rural de M iquéias. 2 :2 4 0 .1 — onde Oséias vê pecados semelhantes no reino norte de 2. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 65. 66 . B.6 . Ele continua a mostrar as vantagens da obediência. Oséias 4. Judá não tinha aprendido a lição do juízo de Deus sobre o reino norte de Israel. Outros pensam que o título é para 2.1-4. e co n co rrerã o a ele todas as nações. 15 Ibid.6. M as a grandeza do privilégio será completamente realizada na era milenial. os juízos advindos por causa de desobediência ou indiferença.1-5 1 Visão qu e teve Isaías. n os ú ltim o s dias. Os versículos 2 a 4 estão repetidos em M iquéias 4. Israel. 2 4 . 2:3 2 7 .5.

Isaías retrata a futura preeminência desta figura­ tivamente por sua exaltação sobre o resto das montanhas da terra — incluindo todos os lugares altos onde os pagãos cultuavam e onde os israelitas freqüentemente cometiam seus deslizes (cf. Assim.17. Deus fará os gentios de muitas nações se encorajarem uns aos outros para subirem a Jerusalém para buscar o SE N H O R . Zc 8. 22. M as a promessa terá seu cumprimento comple­ to no M ilênio. p a ra q u e n o s e n s in e o q u e c o n c e r n e a o s s e u s c a m in h o s . A palavra “Lei” (Heb. não era muito alta. Ez 40. Jerusalém será o centro para a propagação da sua Palavra. e d e J e r u s a l é m a p a la v r a d o S e n h o r . e d ir ã o : Vinde. à ca sa d o D e u s d e J a có . e inclui toda a Palavra inspirada de Deus. a conversão dos gentios tem um cumprimento prelim i­ nar na presente era da Igreja. 3 E v i r ã o m u i t o s p o v o s . Também é um cumprimento da promessa dada a Abraão de abençoar a todos os povos sobre a terra (Gn 12.44. 14.2).32). s u b a m o s a o m o n t e d o S e n h o r . O Espírito Santo está sentenciando-os e convencendo-os (Jo 16.17. cf. Am 9. Ag 2.12. Então o mundo inteiro será unido sob o comando de Jesus ressuscitado e glorificado (Is 11.16. onde o Evangelho está sendo espalhado ao redor do mundo. Jo 6. Jr 3.2 . torah') é melhor traduzida como “ensino” ou “instrução”. aprender os seus caminhos. mas considerada parte desta.8— 11).monte da Casa do SE N H O R ” será exaltado e o mundo inteiro quererá dirigir-se para Jerusalém. Desse modo. 4 5.9). e a n d e m o s n a s s u a s v e r e d a s .18). Esta expectativa de conversão dos gentios é uma parte importante da pro­ fecia do Velho Testamento (Is 40. At 9. e fazê-los a base das suas vidas enquanto andam “nas suas veredas”.20— 22. diretamente ao norte da Sião de Davi.15). A colina do templo.3. p o r q u e d e S iã o s a ir á a lei.6. Deus os atrairá poderosamente a Jerusalém em um grande fluxo.7. 12. uma elevação de cerca de 7 3 0 metros. Deus agora está atraindo a Si os povos (cf. Com essa exaltação virá a conversão dos povos de todas as nações.

cf. O nome “Jacó” teve o significado prim ário de “apanhador de calcanhar” por causa das circunstâncias do seu nascimento (veja Gn 2 5 . ó ca sa d e J a có . A mensagem primária de Isaías. Deus confirmou o novo nome depois (Gn 35 .2 6 ). fazendo dele o lutador de Deus e o príncipe de Deus. Ele decidirá qualquer disputa entre nações ou indivíduos. Os povos de todas as nações farão isto algum dia. N o entanto. n em a p r en d erã o m a is a g u e r r e a r . significando que ele “luta com Deus” ou “Deus luta” ou “Deus governa”. provendo perfeita liberdade da guerra e de todo conflito. O Anjo do S E N H O R m udou o nome dele para “Israel” (Gn 32 . os juízos da Grande Tribulação. e m f o i c e s . Contudo.) 5 Vinde. Isaías vai de um lado para o outro entre o futuro e o seu próprio tempo. um nome que Esaú enfatizou.1 0 ). N a luz das bênçãos futuras da palavra profética de Deus.3). n ã o lev a n ta r á esp a d a n a çã o co n tr a n ação. ele exorta a casa de Jacó (que realmente não merece o nome “Israel”) a vir e “andar na luz” dos ensinos e das bênçãos do SE N H O R . Ele introduz o futuro para reforçar a mensagem de Deus para o presente. Jacó nem sempre viveu à altura de seu novo nome. Jr 9. e tampouco o fez a nação de Israel. Também tinha o significado de “suplantador” ou “en­ ganador” (veja Gn 2 7 . simbolizando uma vida plena de paz. isto é. indicando que o Reino será introduzido atra­ vés de juízo. (Veja J1 3.3 6 . I Jo 3. e estes co n v e r te r ã o a s s u a s esp a d a s em e n x a d õ e s e a s su a s lan ça s. assim como a de todos os profe­ tas. Os ins­ trumentos de guerra serão reciclados em instrumentos de agricultu­ ra. era ao seu próprio povo de seus dias. Assim.2 8 ). A era milenial será um tempo de paz porque o SE N H O R será o Juiz soberano. o mundo tem que primeiro sofrer grandes juízos. e a n d em o s n a lu z d o S e n h o r .4).10 para uma reversão das imagens de Isaías aqui. . Eles têm a oportunidade e o privilégio de fazerem isto agora3 (Cf.4 E ele ex e r cer á o se u ju íz o so b re a s n a çõ es e r e p r e en d er á a m u ito s p o v o s.

e o s s e u s c a r r o s n ã o têm f i m . eles estavam confiando em cavalos.6— 9 6 M a s tu d e sa m p a ra s te o teu p o v o .1. o rei Uzias ficou poderoso. M uito desta riqueza veio através da opressão ao pobre.16 ). p o r q u e s e en ch e­ r a m d o s c o s t u m e s d o O r ien te. a ca sa d e J a c ó .5. Dt 18. . e sã o a g o u r e ir o s c o m o o s filis t e u s . riqueza e idolatria.32 ). A riqueza que encheu a terra aponta para a prosperidade desen­ volvida durante o reinado de U zias e indica que esta profecia foi proferida antes da guerra siro-efraimita nos dias do rei Acaz ( 7 . carru­ agens (poder m ilitar). filho de Jotão. Deus esta­ va a ponto de abandoná-los.14). Em vez de confiar no SENHOR. mas como as pessoas a adqui­ riram. Eles também estavam trocando apertos de mãos “com pagãos” para entrar em ali­ anças comerciais e matrimoniais (também proibido. Ex 23 . O orgulho e a confiança em coisas materiais continuou sendo um problema no reinado do rei seguinte.10. Isaías não condena a riqueza em si. Ezequias.2-4). se voltou à idolatria (2 Cr 28 . tomado emprestado dos filisteus no oeste. O pro­ blema ficou pior pela fé deles na riqueza e pela confiança nas coisas materiais que eles poderiam comprar. Nos dias de Isaías. Israel estava menosprezando o privilégio de ser o povo escolhido de Deus4 e estava imitando as nações pagãs ao seu redor como substitutivo.2. mas o orgulho o conduziu à queda (2 Cr 2 6 .6-22 a. eles estavam seguindo su­ perstições ou “costumes do Oriente” (Assíria e Babilônia) e prati­ cando adivinhação como “agoureiros” (proibidos por Lei. e s e a s so cia m c o m o s f i l h o s d o s estra n h o s. 2 Cr 28. 0 SENHOR É EXALTADO 2. veja também 2 Rs 16. A RAÇA HUMANA É JULGADA. mas Acaz. Idolatria Requer Juízo 2. Durante o tempo da prosperidade.5). ta m b ém es tá ch eia d e c a v a lo s a s u a terra .2. Por causa disto. e n ã o têm f i m o s s e u s tes o u ro s. Eles já não estavam confiando no SE N H O R . 1 E a s u a ter ra es tá ch eia d e p r a ta e o u ro . Como os pagãos.6). O seu filho Jotão serviu ao S e n h o r (2 Cr 27.

15). Davi fez isto quando o rei Saul o estava procurando para matá-lo (e. b. tinham se curvado aos ídolos. Deus humi­ lhará a humanidade como um todo (Heb. d a p r e s e n ç a e s p a n to s a d o S e n h o r e d a g l ó r i a d a s u a m a je sta d e . O uso deste termo por Isaías revela o seu desprezo pelos ídolos como sendo estes nada mais que o trabalho de mãos humanas. M as eles não serão capazes de fazê-lo (cf. ‘adham ) e indivíduos em particular Çisb'). in clin a ra m ~ se p e r a n t e a o b ra d a s s u a s m ã o s .g. Ap 6. Jó 13. 9 A li. Por causa disto. Todos. Em outras terras freqüentemente as pessoas buscavam refúgi­ os subterrâneos. Devido a Isaías sentir a indignação de Deus sobre a idolatria. Juntamente com o fato da sua terra estar cheia de riqueza. deixe-os tentar escapar nesses refúgios.4.10— 18 10 Vai. lh es n ã o p erd oa rá s. A presença de ídolos em todos os lugares mostra as profundezas para as quais Israel tinha caído. Chamar os ídolos de “nada” não significa que a idolatria é insig­ nificante. Zc I I . Ele está simplesmente expressando o resultado inevitável da idolatria: o juízo divino de Deus. No Dia do Juízo futuro. 17). p o r ta n to . O termo “ído­ los” pode ser traduzido literalmente “nada” (cf.8 T a m b ém e s tá ch eia d e íd o lo s a s u a te r r a . Orgulho Requer Juízo 2. o p o v o s e a b a te. não importando a classe. I Sm 22. Eles confiaram em coisas terrestres. ela está também “cheia de ídolos”. Os criminosos e fugitivos freqüentemente se escondiam nas ca­ vernas de pedra calcária dos penhascos da terra de Israel. mas a terra e as pedras não pode­ . ele clama para que Ele não os perdoe. e o s n o b r e s s e h u m ilh a m . Idolatria é um assunto sério. e n tr a n a s r o c h a s e esco n d e~ te n o p ó . Isaías dá agora um comando irônico a esses que se curvaram aos ídolos. Ele não está comandando Deus aqui.. d ia n t e d a q u ilo q u e f a b r i c a r a m o s s e u s d ed os.1).

Os que escarneceram da “majestade’' do SE N H O R irão fugir diante da sua glória “quando Ele se levantar para assom­ brar a terra” (Is 2. . Além do dia de juízo futuro que trará o M ilênio. Reencarnação à parte do Hinduísmo é semelhante a uma visão da história.5 E Deus irá levar a cabo a consumação de seu plano. “S ó o SENHOR será e x altad o n a q u e le d ia ”. ou “o dia do S e n h o r ” é lin­ guagem estritamente profética. Q u a n d o as p esso a s estiv erem face a face c o m D eu s. “Naquele dia”. 11 O s olhos a ltivos dos h om en s serã o abatidos. to d a a su a a rro g â n c ia e o rg u lh o h u m an o s c a irã o d e rep en te.10). p o is n in g u é m se rá c a p a z d e se le v a n ta r d ia n te d o te rr o r e g ló r ia d a su a m a je s ta d e d iv in a.2 1 ) durante os juízos que precedem o Milênio. 12 P orque o dia do SENHOR d os E x ércitos será co n tra todo o soberbo e a ltivo e con tra todo o que se ex alta. Os pagãos antigos tinham uma visão cíclica da história. Gênesis I. os profetas vi­ ram freqüentemente um dia de juízo próximo.6 O dia de juízo próximo (ainda um dia do S e n h o r ) que Isaías vê agora é retratado em termos de uma tem­ pestade que varre pela terra. um dia de julgamento especialmente sobre Israel. O livro de Apoca­ lipse mostra que algum dia o universo terminará para dar lugar a um céu e terra novinhos em folha. e só o S e n h o r será ex a lta do naqu ele dia. 2 Pe 3.1 9 .rão escondê-los. Que Deus tem reservado um dia é uma evidência adicional da visão linear da Bíblia a respeito da história. como os hindus ainda hoje. p a ra qu e seja abatido. Eles olham para os eventos do tempo como se repetindo sempre. dos cumes dos montes no nordeste (v. e a a ltivez dos v a rõ es será hum ilhada. Deus tem um plano com um começo e um fim. As passagens escatológicas do Novo Testamento usam também tais frases (veja I Ts 5. 13. “sobre aquele dia”.I enfatiza que o universo teve um começo real.2. Porém.

Estes cedros.Basã) até aos portos no sudoeste (v. 17 E a a ltiv ez d o h o m em se r á h u m ilh a d a . são verdadeiros cedros e eram altamente considerados como símbolos de poder e majestade (Ez 31 . 13 e co n tr a tod a to r r e a lta e co n tr a tod o m u r o f i r m e . mas Deus usaria os invasores para atacá-los e trazer o seu juízo. . Tal tempestade seria muito destrutiva em objetos elevados. 10. a lto s e su b lim es. e a a ltiv ez d o s v a r õ e s se aba terá.26. provendo um a m aravilhosa som bra. onde os navios mercantes eram ancorados no Golfo de Acaba. e co n tr a to d o s o s ca rv a lh o s d e B a sã . “todo o soberbo e altivo” e o que se exalta serão humilhados. 16.3-9). como nos dias de Salomão).7 Estes eram como os navios que foram o orgulho de Salomão (I Rs 9. mas eram freqüentem ente conectados com a idolatria. e só o SENHOR s e r á ex a lta d o n a q u ele dia. Eles pensavam que estavam seguros. O orgulhoso é comparado aos cedros do Líbano. 14 e co n tr a to d o s o s m o n tes altos. e co n tr a to d o s o s o u teir o s elev a d o s. Por conse­ guinte. especialmente a idolatria dos líderes. 13 e co n tr a tod os o s ce d ro s d o L íbano. Os montes e colinas a oeste do Jordão e as torres e muros fortifi­ cados das cidades se referem às defesas para as quais as pessoas apon­ tavam em orgulho e confiavam como proteções. distintos dos cedros comuns da América do N orte e do Brasil. Navios luxuosos e imponentes também iriam estar debaixo do juízo de Deus. Deus também traria o juízo sobre os grandes navios mercantes que eram equipados para longas viagens e poderiam ir atéTársis (pro­ vavelmente Tartessus na Espanha à foz do rio Guadalquivir). 18 E tod os o s íd o lo s to ta lm en te d esa p a recerã o.22) e dos fenícios. “Os carvalhos de Basã” (no nordeste das planícies férteis do mar da Galiléia) eram os melhores carvalhos. 16 e co n tr a tod os o s n a v io s d e T á rsis e co n tr a tod a s a s p in tu r a s d esejá veis.

J u íz o d e A sso m b ra r a T e rra 2 . 20 N a q u ele dia. só o S e n h o r será ex altad o n a q u e le d ia e ir á s u p la n ta r os íd o lo s c o m p le ta m e n te .s e . A g ló ria e m a je s ta d e do S e n h o r en ch erão de m e d o os ad o rad o re s de íd o lo s c os fa rã o fu g ir e se m e te r “n as c o n cav id ad es d as ro ch as. e n as cavern as d a te r r a ” q u a n d o E le se “le v a n ta r” (e n tr a r em a ç ã o ) no D ia d o Ju íz o .1 9 — 1 2 19 E n tã o.1 0 co m o s ig n ific a n d o “su b s­ t it u i” o u “s u p la n ta ” . p o r ca n sa da p r ese n ça esp a n to sa d o S e NHOR e p o r ca n sa da g ló r ia da su a m a jesta d e. p ara a escurid ão e esquecim ento.Isa ía s c o n c lu i e sta seção re p e tin d o e sse n c ia lm e n te o v e rsíc u lo I I . O versículo 2 0 desenvolve o p en sam en to do versículo 18. q u e r dizer. q u a n d o ele se le v a n ta r p a ra a s so m b r a r a terra. N o v e rsíc u lo 1 8 . A aterra­ d o ra g ló ria e m ajestad e do S e n h o r farão os ado rado res de íd o lo s jo g a­ rem fora os seus íd o lo s com m ed o d ian te de Y ahw eh “às to u p eiras e aos m orcego s”. O m esm o verb o é u sad o em Isaías 9 . co m o ta m b é m a te rra . u m d ia q u a n d o E le ir á “a sso m b ra r a te r r a ” . E les. o verb o s in g u ­ la r (balaph) co m o p lu r a l “íd o lo s ” in d ic a q u e n e n h u m íd o lo p e rm a n e ­ cerá. os h o m en s la n ça rã o à s to u p eira s e a o s m o rceg o s o s s e u s íd o lo s d e p r a ta e os s e u s íd o lo s d e ou ro. E les tin h am d ad o sua p rata e seu ouro p ara fazer os seus íd o lo s que eles pensavam p o d er p ro teger-lh es. p o r ca u sa da p r e s e n ça esp a n to sa do SENHOR e p o r ca u sa . E m o u tra s p alav ras. os h o m en s se m eterã o n a s co n ca v id a d es d a s ro ch a s e n a s ca v e r n a s da terra. M a s os seus íd o lo s n ão serão capazes de fazer q u a l­ quer co isa p ara p a ra r o terro r in sp irad o p ela g ló ria de D eus. O o rg u lh o h u m a n o será h u m ilh a d o . 21 E m e t e r . O p av o r do Senhor in c lu i u m e stre m e c im e n to .ã o p e la s f e n d a s d a s roch a s e p e la s ca v e r n a s d a s p en h a s. serão a b a la d o s e a sso m b ra d o s. q u e f i z e r a m p a ra a n te eles se p r o stra r em . T o d o esse ouro e p ra ta serão reco n h ecido s co m o in an im ad o s e sem valor. c.

D e sta m a n e ira . M a s os seres h u m an o s. e o adivinho.da g ló r ia da su a m ajestade. n ão im p o r ta q u ão p o d e ro ­ sos sejam . do hom em cu jo fô lego está no seu n a riz . C o n fia n ç a T o la 2 . são d e p e n d e n te s d e D eu s p a ra viver e resp irar. E ste ju íz o tra rá d e p o rta ç ã o .I E m 3 . “o S enhor D eu s d o s E x é rc ito s ” (H e b . e o ju iz .1 —1 5 Isa ías tr a ta d o ju íz o de D e u s so b re o povo de Ju d á e seus líd e re s .1 — 3 1 P orque eis qu e o SENHOR D eu s dos E x ércitos tira rá de J e r u ­ sa lém e de Ju d á o bordão e o cajado. e o p rofeta . M a s p erd er a su a c o n fi­ a n ç a n o s íd o lo s n ão os fa rão c o n fia r n o SENHOR. cao s e d esastre. qu an do ele se leva n ta r p a ra a sso m ­ b ra r a terra. D e fato . “e d irão ao s m o n te s: C o b ri-n o s ! E aos o u te iro s: C a í so b re n ó s !”) . e o respeitável. a. 3. E les n ão p o d em im p e d ir o ju íz o de D eu s. c u jo títu lo d u p lo “ O SENHOR. e o sábio en tre os a rtífices. p orq u e em que se deve ele estim a r? A c o n fia n ç a d eles n o s íd o lo s era re a lm e n te u m a c o n fia n ç a n a h a ­ b ilid a d e h u m a n a . pois. 3 o capitão de cinq üenta. Ju d á e Je ru sa lé m C o n d e n a d a s 3 . Isto é p a ra le lo ao v e rsíc u lo 1 9 e re s sa lta co m o o te rr o r do S e ­ n h o r in fu n d e m e d o n as p esso as (c f. O títu lo .8 . 2 o valente. e o eloqü en te. d. O s 1 0 . e o soldado. haadon Yahweh tsevaoth. e seu p e c a d o te ste m u n h a c o n tra si. todo o su sten to de p ã o e toda a sede de águ a. 0 M AL DE JUDÁ É CONDENADO 3 . a o rd em é p a ra d e i­ x arem de c o lo c a r a c o n fia n ç a n o s seres h u m a n o s e a n ão d e p e n d e re m d o s recu rso s h u m an o s. e o conselheiro. o D e u s T o d o -p o d e ro s o ” em . e n c o ra ja n d o -o s a u m a c o n fia n ç a n o S e n h o r em vez d isso . S e rá m u ito tard e. o povo tr a z r u ín a so b re si p ró p rio . O povo é c u lp a d o . e o an cião.I -4 .2 2 22 A fasta i-vos. e o ju íz o de D eu s é ju sto .

Todos estes que eram considerados a coluna vertebral do país seriam levados embora. O apoio deles será ineficaz e eles próprios estarão perdidos. Deus removerá todas as formas de apoio (indicado pelas formas masculinas e femininas da mesma palavra hebraica). Ele também levará embora os oficiais e soldados alistados no exército. Nós também podemos estar certos de que Senaqueribe os incluiu entre os 2 0 0. Deus removeria todos aqueles com habilidades de liderança (idade. despóticos. artesãos especialistas ou artí­ fices que produziram materiais de guerra.14 diz como Nabucodonosor deportou to­ dos os oficiais e os homens de guerra como também todos os artesãos e artífices. poderosos e ricos..C. homens de posição que eram arrogantes. M as Deus ou os levará embora através da morte ou em cativeiro pelo inimigo. e cria n ça s g o v er n a r ã o sobre eles. de água” este­ jam acabados está implícito.8 anciões sábios que eram os conselheiros do rei.9 b. Esse apoio inclui as necessidades de comida e água. O livro de 2 Reis 24 .. A forma hebraica do verbo “tirar” indica um cum­ primento próximo e certo. O povo tem dependido do apoio de heróis poderosos. profetas que eram os conselheiros do rei (mas que eram desobedientes a Deus e mais preocupados a respeito da opinião pública). e. pro­ vavelmente significando “dos exércitos de anjos”) enfatiza a autori••(Jade do S e n h o r .várias versões é derivado de “o Senhor Yahweh dos Exércitos”. juizes que decidiram disputas legais. de guerreiros poderosos. nos dias de Isaías. Por causa da falência moral e espiritual do povo como um todo. . O Caos e a Anarquia Resultantes 3. Um cerco que durará até que “todo o sustento de pão. e sábios encantadores que sussurravam fórmulas ou encantos de magia. adivinhos superstici­ osos que tinham o costume de se comunicar com o mundo dos espíri­ tos. 4— 7 4 e d a r-lh es-ei jo v e n s p o r p rín cip es. os capitães de cinqüenta que eram oficiais inferiores.1 50 cativos que ele reivindica ter deportado em 701 a.

A liderança. Estes indi­ víduos poderiam ser descuidados. seria deixada aos jovens e crianças. Estes farão esforços frenéticos. e cada um . caprichosos. ou posição social). con tra o seu p ró x im o . mas malsucedidos. O homem agarrado clamará imediatamente que ele não tem ne­ nhuma habilidade ou recursos para ligar as feridas da nação. A deportação dos líderes e operários qualificados resultará em um desarranjo da sociedade —violências. sem um senso de responsabilidade. dizendo: Tu ten s roupa.experiência. Ele não . o m en in o se a trev erá con tra o an cião. ou até mesmo cruéis. 5 E o p o v o será op rim id o. Isto provavelmente não se referia a crianças reais. caos e anarquia. na prática. e sem real autoridade para liderança. Em vez de utilidade sociável e estima mútua. nem ta m p ou co há em m inha casa p ã o ou veste algu m a . Em vez de respeito para com a idade ou a dignidade de pessoas honradas. e as pessoas desprezíveis se recusarão honrar a qualquer um. não m e p on h a is p o r p r ín cip e do povo. o menino levará vantagem dos anciãos. leva n ta rá este a voz dizendo: N ão p osso ser m éd i­ co. contra o seu próximo”. e o v il con tra o nobre. eles agarrarão qualquer homem que tenha roupas boas e pareça ter um pouco de respeito próprio para tentar fazer dele um líder sobre as cidades arruinadas de Judá. 6 Q u a n d o a lgu m f o r ter com seti irm ã o à casa de seu pai. 7 naqu ele dia. Eles poderiam ser arruaceiros. u m será con tra o outro. mas a adultos sem experiência e entendimento. As pessoas tenta­ rão tirar vantagem umas das outras. e cada um. para restabelecer a ordem no meio do caos. s ê nosso p r ín cip e e tom a sob a tua m ão esta ru ín a. Algumas pessoas estarão sinceramente preocupadas a respeito da situação caótica. Devido ao fato de estarem com fome e pobremente vestidos. haverá oposição mútua: “um será contra o outro.

elas “publicam os seus pecados”. pois apresenta o futuro como certo. se recusarão a ser envolvidos. N a realidade.8. Juízo Bem Merecido 3. Isto na verdade aconteceu durante a invasão de Senaqueribe em 701 a. “Jerusalém tropeçou” e quase caiu. O termo fixa o contexto para a passa­ gem inteira. c. Ele usa formas de verbo de ação completa (o tempo hebraico perfeito). e todas as pessoas ao redor vêem a . Ele vê a rebelião deles e está magoado por isto. e p u b lic a m o s s e u s p e c a d o s c o m o S o d o m a .C. p a r a ir r it a r e m o s o lh o s d a s u a g ló r ia . Eles sabem que qualquer tentativa de liderar será infrutífera. Isto não virá por ne­ nhum mero acaso.tem nenhuma comida ou roupas na sua casa. Eles desafiaram a presen­ ça (literalmente. A i d a s u a a lm a ! P orq u e sefa z e m m a l a s i m esm os. Então Isaías descreve a causa do desastre. n ã o o s d is s im u la m . as que ele está usando é tudo o que tem. As pessoas já não têm vergonha. Tanto por palavras e ações ( “a sua língua e as suas obras”) eles se rebelaram contra o SE N H O R . Judá caiu. p o r q u a n t o a s u a lín~ g u a e a s s u a s o b ra s sã o c o n t r a o S e n h o r . Em outras palavras.9 . tão seguro quanto se já tivesse acontecido. 9 A a p a r ê n c ia d o s e u r o s to te s tific a c o n tr a eles . As pessoas ordinariamente buscam posições de liderança como uma honra. O olhar descarado em suas faces mostra a atitude delas para com Deus. “os olhos”) da glória do SE N H O R . M as nesta situação lamentável. Estes israelitas culpados merecem ouvir o termo bebreu ‘oy. Jesus também usou esta ter­ minologia profética (M t 23). “A i” — um termo sem igual aos profetas e freqüentemente utilizado para introduzir uma passagem de julgamento.s P o r q u e J e r u s a l é m tr o p e ç o u } e J u d á c a iu . Agora Isaías descreve as causas do desastre por vir. O cerco terminará em derrota para Israel. elas ostentavam os seus pecados como o fizeram as pessoas de Sodoma.

No meio destes juízos. Porque o que semeia na sua carne.8). U m Lamento Triste 3. porque tudo o que o homem semear.sua atitude como também o seu estado degenerado. H á um sentimento de pesar enquanto Ele reconhece que aqueles líderes jovens e sem experiência os oprimem . virá aos ímpios (especialmente para a liderança corrupta). e. ou ruína.11 10 D iz e i a o s j u s t o s q u e b em lh es irá . Deus ainda reconhece o povo como seu povo. Deus pronuncia um ai sobre elas. O coração de Deus está partido por causa do nosso pecado (como o livro de Oséias mostra tão claramente). 11 A i d o ím p io ! M a l lh e irá . Os israelitas estão a ponto de sofrer as conseqüências de seus pecados. A Escolha entre Bênção e Desastre 3.7.10. do Espírito ceifará a vida eterna” (G1 6. p o r q u e a r e c o m p e n s a d a s s u a s m ã o s s e lh e d a rá . e m u lh e r e s e s tã o à testa d o s e u g o v e r n o . d. Eles merecem e desfrutarão bênçãos por causa das suas obras justas. não a Deus. o “m al”. N o meio da situação de Israel que o estava conduzindo ao desastre. Deus garante “aos justos” (as pessoas pi­ edosas cuja conduta e caráter o agradam) que tudo estará bem com eles. Em contraste com a recompensa do justo. e o “m al” que eles trouxeram “sobre si mesmos” lhes causará dano. isso também ceifará. mas há uma lei fundamental de retribuição que o Novo Testamento também reco­ nhece: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer. A h ! P o v o m e u ! O s q u e te g u i a m te e n g a n a m e d e s tr o e m o c a m in h o d a s tu a s v e r e d a s . mas o que semeia no Espírito. Assim. da carne ceifará a corrupção. Deus ama o seu povo.12 12 O s o p r e s s o r e s d o m e u p o v o s ã o c r ia n ç a s . Aqui o termo “bem” está na posição enfática no hebraico. que são culpa­ dos de injustiças e maldades. p o r q u e c o m e r ã o d o f r u t o d a s s u a s ob ra s.

pode haver uma aplicação a todos os povos do mundo.como os capatazes que eram os líderes dos escravos. o espólio do p o h re está em vossa s casas. quer dizer. Jr 12. eles a consumiram. Os 10. Novamente Isaías retrata uma cena de tribunal.1). Is 5. A nação é a vinha de Deus que Ele plantou (cf.13.14 13 O SENHOR s e lev a n ta p a r a p le ite a r e sa i a j u l g a r os p o v o s. Não obstante. mereceram então um julgamento especial. Deus esperava que os líderes agissem justamente e ensinassem a justiça. eles confundem as pessoas sobre o que é certo. Quando eles falharam. Ele se levanta com santa indignação para conde­ nar depois que os próprios pecados dos povos tenham testemunhado contra eles. O hebraico para “destroem o caminho das tuas veredas” pode significar “eles destroem os caminhos de justiça”. M ulheres go­ vernando pode se referir a mulheres como o poder por trás dos governantes fracos. O SE N H O R entra como o Juiz divino. Eles têm .7. Estes governantes fracos não advertem o povo do perigo e até mesmo os encorajam em sua rebelião contra Deus e em sua idolatria. O SE N H O R Sentencia Juízo sobre os Líderes 3.10. A condenação primária é contra os governantes e líderes tribais ou anciões que oprimiam e tratavam o povo de Deus com injustiça. possivelmente tanto o povo do norte de Israel e de Judá. mas os líderes não zelaram por ela ou a vigiaram. o contexto indica que é o povo de Deus que está em vista. 15 Q u e ten des vós que afligir~ o m eu p o v o e m o e r as f a c e s do p o b r e? — d iz o Se~ NHOR. Novamente Isaías enfatiza as responsabilidades da liderança. é q u e jb s te s v ó s que co n su m istes esta vin h a . “Povo” é plural no hebraico. enriquecendo a si próprios. enquan­ to tentam tornar impossível para as pessoas seguirem os caminhos de obediência a Deus. 14 O SENHOR v em em ju íz o co n tra os a n ciã os do seu p o v o e con tra os seu s p rín cip es. porém. o D eu s dos E xércitos. f. Ao invés disso.

q u a n d o a n d a m . e a ruína da nação humi­ lhará as mulheres orgulhosas e ricas. desejos sensuais e gestos de flerte. Deus “fará tinhosa a cabeça das filhas de Sião” com feridas sarnentas. Elas caminhavam com passos curtos anormais por causa do uso de cadeias no tornozelo em uma moda prescrita. em “afligir” e “moer” as faces deles (na sujeira). Por causa do orgulho delas. Deus não está superenfatizando a culpa das mulheres. De certo modo um tanto paralelo à seção precedente. e. As mulheres contribuíram ao desastre pelo seu espírito arrogante. desconsiderando os seus direitos. o SENHORf a r á tin h o sa a ca b eça d a s f i l h a s d e S iã o e o SENHOR p o r á a d esco b erto a su a nudez. fazendo tinir os ornamentos nos seus tornozelos ( “cascavelando com os pés”). mas eles não estavam sós. Quando as mulheres da nação são egocêntricas. g. atitudes arrogantes. A vergonha delas ficará óbvia a todos. o SE N H O R agora se dirige às mulheres. e têm o lh a r e s im p u d e n te s . que por seu turno causará a calvície que trará o ostracismo delas. Am 4. a nação está em direção à destruição. Mulheres frívolas e amantes do luxo ajudaram a trazer essa situação (cf.16— 24 16 D i z a in d a m a is o SENHOR: P o r q u a n to a s f i l h a s d e S iã o s e e x a l t a m e a n d a m d e p e s c o ç o e r g u id o . As Mulheres Orgulhosas de Sião Condenadas 3. Todo o comportamento e vestidos delas só serviam para chamar a atenção para elas próprias. como as da lepra. e c a s c a v e la n d o c o m o s p és. 17 p o rta n to . A imundície causa­ rá doença. Os homens mostraram pela sua conduta que eles eram as causas primárias do desastre. c o m o q u e v ã o d a n ç a n d o . Deus os confronta com as suas culpas.1— 3).impiedosamente oprimido o pobre (incluindo aqueles sem posição social ou distinção secular). Apenas metade de um capítulo fora dos sessenta seis neste livro lida expressamente com elas. .

e o s v éu s .25. u m a co r d a . h.26 23 T eu s v a r õ e s c a ir ã o à esp a d a . e o s m a n to s . N ão somente a beleza e o vestuário elegante serão tirados. haverá um fedor podre. marcadas com ferro como escravos. e o s e n fe it e s d o s b ra ço s. e m lu g a r d e ch eir o su a ve. em lu g a r d e v e s t e la rga . e q u eim a d u r a . Em vez de beleza. e a s redez in h as. e a s m a n ilh a s . e a s to u ca s .1 m ostra como isto afeta as mulheres. 23 o s esp elh o s. terão uma corda ao redor delas. em lugar das fragrâncias dos perfumes.C. e a s ca d eia s. e o s a ty in e tes . 24 E s e r á q u e. e a s lu e ta s. h a v er á f e d o r . 19 e o s p e n d e n te s . elas serão desfiguradas pela queimadura. c a lv ície . e m lu g a r d e fo r m o s u r a . provavel­ mente de pus em feridas abertas e úlceras. N ão há ninguém que tenha sido deixado para defender a nação ou proteger as mulheres. Agora o profeta se dirige a Judá. 22 a s v e s t e s d e f e s t a . 4. e a s c a ix in h a s d e p e . e a s c a p in h a s d e lin h o f i n í s s i m a s . Em vez de faixas ricas e ornamentadas.f u m e s . e. e. A maioria das pessoas que ouviram Isaías fazer estas advertências viveu para compartilhar no juízo. e m lu g a r d e e n c r e s p a d u r a d e ca b elo s. e. A Devastação de Judá 3.) Este é um quadro das mulheres que são levadas em cativeiro pela conquista dos assírios em 701 a. O ju íz o d o S e n h o r s e rá a re a l c a u s a d a s m u lh e re s p e rd e re m t o d a a s u a e le g â n c ia — lite r a lm e n te d a c a b e ç a a o s d e d o s d o s p és. e a s v e s t e s r e s p la n ­ d e ce n te s . 20 o s d ia d em a s. p o r cin to . tir a r á o SENHOR o e n fe ite d a s ligas. como o escravo mais pobre. n a p e le ja . e te u s v a le n te s . 21 o s a n é is e a s j ó i a s p e n d e n t e s d o n a r iz . “N a q u e le d ia ” é u m d ia d o SENHOR p r e lim in a r o c a s io n a d o p o r in v a s õ e s a ss íria s. e a s a r r e c a d a s . cilício . Os homens são as vítim as da guerra. .18 N a q u ele d ia . (Os Rolos do mar M orto indi­ cam “vergonha” em vez de “marcar com ferro”. e a s co ifa s .

O resto deste capítulo salta à frente para a nova e restaurada Sião. Esta renovada Sião será feita próspera e santa. tão poucos homens serão deixados depois do ataque assírio que a m aioria das mulheres jovens estará desprotegida e incapaz de conseguir um marido. tã o . 4. casar-se com elas e lhes dar a sua proteção.2 6 . As mulheres hebréias sentiam um a profunda desgraça se elas fossem deixadas solteiras ou sem filhos. Ele é um Deus gracioso e fiel. Assentar no chão é um ato de lamentar a situação desolada e desamparada causada pela devastação. la n ç a r ã o m ã o d e u m h o m e m .1 1 E s e te m u lh e r e s . e ela s e a s s e n ta r á n o ch ã o.2 5 . Um Resultado do Juízo 4 .10 Embora a lei exigisse a um m arido que provesse com ida e vestido para a sua esposa (Ex 2 1 . Como resultado. o juízo não é o fim do plano de Deus. com o SENHOR habitando entre o seu povo e protegendo-lhe. .1 1 ). d iz e n d o : N ó s c o m e r e m o s d o n o s s o p ã o e n o s v e s t ir e m o s d e n o s s a s v es tes . tir a o n o s s o o p r ó b r io . uma Sião purificada pelo sofrimento. i. estas mulheres proverão para si próprias —se tão-somente o homem as deixe ser “cham adas” pelo nome dele.1 0 .26 E a s p o r t a s d a c id a d e g e m e r ã o e s e c a r p ir ã o . “sete m ulheres” irão im plorar para um homem que se case com elas. As portas de Jerusalém são descritas como estando em lamentação porque as multidões que normalmente se ajuntavam lá para reuni­ ões públicas e para negócios foram todas embora. quer dizer. d eso la d a .2-6 Em Isaías.s o m e n t e q u e r e m o s q u e s e ja m o s ch a m a d a s p e lo teu n o m e . n a q u e le d ia . Como resultado do juízo profetizado em 3 . 0 RENOVO E A PROTEÇÃO NUPCIAL 4.

Certamente nada aqui exclui a sua aplicação ao Messias. ‘adonai ) purificará as mulheres de Sião ( “filhas de Sião”) da sujeira do pecado delas. Zc 3.12 (veja 2. co m o esp irito de ju s tiç a e co m o esp irito de ardor.) 4 Q u a n d o o SENHOR la v a r a im u n d ícia das fi lh a s de Sião e lim p a r o sa n gu e de J eru sa lém do m eio dela.11 Ainda outros dizem que este é o M es­ sias e que Ele será um ramo ou renovo que dará fruto. Outros o aplicam à nação de Israel restaurada e espiritualmente regenerada ou ao remanescente purificado.5. O “Renovo” (Heb. O Renovo dará fruto que os sobreviventes desfrutarão.12).2— 4 2 N a q u ele dia.a. Alguns afirmam que este é um termo coletivo para tudo que o SENHOR faz crescer em maravilhosa fertilidade. O SENHOR (Heb. 33.8. O fruto será “excelente e formoso” para eles. ex celen te e fo r m o s o p a ra 05 que escapa­ rem de Israel. Um Dia de Paz e Restauração 4. Os eruditos têm opiniões discrepantes aqui. “Broto”. “Rebento”) do SENHOR é um termo que os profetas posteriores recorriam para referir-se ao M essi­ as (Jr 23. mas aqueles que são deixa­ dos depois do Dia do Juízo futuro. O remanescente será santo. Ele irá “limpar o sangue” cau­ sado pela violência e crimes. pois eles são os sobreviventes que são distintos do Renovo aqui.6. Isto não pode ser aplica­ do ao remanescente. Estes serão registrados como verdadeiros cidadãos da santa Jerusalém. O remanescente aqui referido não são aqueles deixados para trás depois da invasão de Senaqueribe ou de­ pois da destruição babilônica posterior.16. 3 E será qu e aq uele que f i c a r em Sião e qu e p e rm a n ece r em J eru sa lém será cham ado sa n to: todo a q u ele que es tiv er in scrito en tre os v iv o s em Jeru sa lém .3.2. tsemach. o R en ovo do SENHOR será cheio de beleza e de g ló ria .15. e o f r u t o da terra. 6. Um a rajada do vento do justo juízo de . contudo.

e u m a f u m a ç a . e u m r e s p le n d o r d e f o g o ch a m eja n te d e n o ite. Porém. A proteção de glória “será um tabernáculo para sombra contra o calor do dia” de um dia quente de solstício de verão. Esta será um “refúgio e esconderijo” dos elementos da tempestade. os quais se ajuntam lá para adoração.13Além disso tudo.I >rus abanará as chamas do seu fogo purificador. Agora a glória está em cima da totalidade de Sião e de seu povo. O juízo de Deus restabelecerá a pureza e o seu Espírito trará santificação. Durante o êxodo. Nós podemos ter um antegozo disto agora por intermédio de Jesus. a glória de Deus re­ pousa como uma proteção sobre o trono de um rei.16. J1 2. dos inimigos humanos. com Deus e seu povo reunidos em amor. “Proteção” tam­ bém poderia ser comparada com a de uma cerimônia de casamento. Ao remanescente piedoso é prometida uma restauração àquela original proximidade da presença de Deus. (Veja SI 19. novamente criado por Deus. e de todas as vicissitudes da vida.5. Uma Proteção N upcial 4. “recâmara”. . Deus manifestou a sua glória e presen­ ça de dia em uma coluna de nuvem e de noite em uma coluna de I ogo. A cidade inteira é um santuário. Jerusalém será uma vez mais um lugar onde as pessoas desfrutarão a comunhão com Deus. traduzida como “tálamo”. dos poderes do mal. p o r q u e so b re tod a a g ló r ia h a v erá p roteçã o . que nos dá o Espírito Santo para estar sempre conosco. o nosso Emanuel ( “Deus conosco”). e p a r a r e fú g io e e s co n d e r ijo co n tr a a tem p esta d e e co n tr a a ch u va .) Esta é a promessa incondicional de Deus.5. 6 E h a v erá u m ta b er n á cu lo p a ra so m b ra co n tr a o ca lo r d o dia. há uma diferença. b. em vez de “proteção”. a nuvem descansava somente em cima da arca. Durante o êxodo do Egito.6 5 cr ia r á o SENHOR so b re tod a a h a b ita çã o d o m o n te d e S ião e so b re a s su a s co n g r eg a çõ e s u m a n u v e m d e dia.

1996). R J: CPAD. 4 “Escolhido” para servir a Deus e levar o seu plano adiante. De que modos este capítulo contrasta a recompensa do justo com o juízo do ímpio? 8. Quem é o Renovo do SENHOR? 11. (R io de Janeiro. Eerdmans. R J: CPAD.QUESTÕES DE ESTUDO 1. Nosso Destino: O Ensino Biblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. H orton. em Teologia Sistemática.2 1 6 . H orton. 19 95 ). H . Qual seria o resultado da deportação dos líderes e operários qua­ lificados? 7. B. s Stanley M . ed. Por que o juízo de Deus viria sobre as mulheres? 9. 1 9 9 8 ). Stanley M . H orton. O que Isaías esperava a conversão dos gentios encorajar Israel a fazer? 2. O que promete Deus para o santo remanescente em Jerusalém? CITAÇÕES 1 S. I I . Como o Dia do SENHOR se harmoniza com a visão bíblica linear da história? 4 . 611. . 2 1 5 . R J: CPAD. Veja Stanley M . Que juízo devem esperar aqueles que se empenham na falsa ado­ ração? 3. 3 N ós também. 19 90 ). ed. “As U ltim as C oisas”. Por que sete mulheres implorariam a um homem que se casasse com elas? 10. 23 0. 2 Stanley M . O que os juízos do Dia do SENHOR farão os adoradores de ídolos fazerem? 5. Do que estavam dependendo as pessoas nos dias de Isaías? 6. W idyapranaw a. rev. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. The Lord is Savior: Faith ín National Crisis (G rand R apids: W m . H orton.

12 O Livro da V ida pode estar im plícito (cf. Lord is Savior.1. Um Cântico de Amor 5. Só Ele pode criar vida nova. 1— é uma parábola (ou alegoria) na qual o profeta age como um 7) cantor que canta sobre “a pessoa” que ele ama e a vinha do seu ama­ do. onde Amós trata com aqueles do reino norte de Israel 1 2 que pensavam que o dia do SENHOR o s exaltaria.3 3 . W idyapranawa. O CÂNTICO DA VIN H A 5 .1-30 I. Wycliffe Bible Encyclopedia.1 -7 a. O cântico (vv. E é possível que elas estivessem pedindo para serem adotados em lugar de serem tom a­ das como esposas. 2 vols. Por que Deus traz juízo sobre o seu povo escolhido? Isaías res­ ponde por dar-nos “o cântico da vinha” e suas lições. C. 19 24 ). eds.2 8.12). SI 69 . Este os julgaria e não haveria nenhuma escapatória um a vez que isto viesse. Dn I 2 . (C hicago: M oody Press. Pfeiffer. Êx 3 2 .2 1 A gora} ca n ta rei ao m eu am a do o câ n tico do m eu q u erid o a respeito da su a vinha. 13 “C riar” (H eb. II Ibid. H oward F. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. O m eu am a do tem u m a vin h a n u m ou teiro fé r t il .18— 0 . porque vinhedos férteis eram uma alegria . mas eles eram novamente populares. A Vinha e Seus Frutos 5. H O rei Sau l tinha expulsado a m aioria deles ( I Sm 2 8 . Antigam ente o destino das viúvas era trágico”. I Charles F. e John Rea. Daniel David Luckenbill.I . 19 75 ). 2 :1 6 6 2 . 33. Vos. Ap 20.. O uso da vinha como um símbolo teria conseguido chamar a atenção do povo de Israel. 19.1 Veja Amós 5.3 ). 10 Também é possível que estas sejam “viúvas que precisavam de um a seguran­ ça e proteção. b a r a sempre tem Deus como o seu sujeito.

2 u m a v a rie d ad e s u p e rio r q u e n o rm a lm e n te p ro d u z uvas v e rm e lh as sa b o ro ­ sas e d o c e s. D e ­ p o is d a can ção . P e d ra c a lc á ria é p rev alecen te em Isra e l.3 U m a fo rte to rre de p e d r a fo i c o n stru íd a p a ra u m g u ard a v ig ia r a v in h a e p ro v er “u m lu g a r s o m b rio e fresco p a ra d e s c a n sa r” .3 — 6 3 A gora. e a p la n to u de ex celen tes vides. E v en tu alm e n te . ju lga i. u m a situ a ç ã o fa v o rá v e l e u m a s p e c to e n so la ra d o . O a m ad o fez to d o o p o ssív e l p a r a a s se g u ra r u m a c o lh e ita ex celen ­ te.4 U m la g a r estav a p ro n to — d u a s tin a s c o rta d a s d o p ró p rio le ito d a ro c h a firm e . as v id e ira s d eram ap en as “uvas b ra v a s” (p e q u e n a s u v as d e m á q u a lid a d e ). A m a io r e m ais a lt a era p ara p is o te a r as uv as. a m ais b a ix a era p a ra re c eb er o su co . M a s em vez d as uvas b o as. e a lim p ou das pedras. e ed ifico u no m eio dela u m a torre e tam bém co n stru iu nela um lagar. A g o ra o am a d o . ó m ora d ores de J eru sa lém e hom en s de Ju d á . O h e b raic o d iz lite r a lm e n te q u e a v in h a é p la n ta d a em “u m ch ifre de u m filh o d o ó le o ” . ex o rtava o povo d e Ju d á e Je ru ­ salém a d e c id ir o q u e d ev eria ser fe ito c o m a su a v in h a. q u e ele tin h a o d ir e ito de esp erar. v o s p eço. b. J u íz o p a r a as U v as B ravas 5 . o d o n o d a v in h a . M t 2 1 . o p ro fe ta e x p lic a o s s ím b o lo s e os a p lic a ao re la c io n a ­ m e n to en tre D e u s e o seu povo. e m u m a c o lm a q u e te m so lo rico . 2 E a cerco u . O d o n o d a v in h a fez to d a essa p re p a ra ­ ção co m d ev o ção a m o ro sa e tin h a g ra n d e s ex p ectativ as. p o is. . O s is ra e lita s c o n si­ d erav am tais v in h e d o s m u ito v a lio so s.p a ra eles. e a te rr a está ch eia d e p e­ d ras.1 E le p la n to u as vid es e s c o lh id a s ( “ex celen tes v id e s ” ) . o c a n to r d á vo z ao seu am ad o . en tre m im e a m in h a vinha. O s o u v in tes c am p estres de Isa ía s d evem te r s e n tid o a d ecep ção do d o n o . de m o d o q u e revo lver e a r a r a te r r a re q u e r ta m b é m re tira r as p e d r a s .4 4 ) . e esperava q u e desse u va s boas. q u e r d iz e r.3 3 . q u e c o n ta a su a d ecep ção n a v in h a d e su a p r o p r ie d a d e (cf. m a s deu u va s bravas.

S u a am o ro sa p rep aração e c u id a d o eram c o m p le to s e in c o n d ic io n ais. 5 rem o ven d o a ssim a p ro teção e p e r m itin ­ do ao s in tru so s e n tra r e p is o te a r to d o o lo c a l. qu e eu lhe não tenha f e i t o ? E com o. p a ra qu e seja p isa da. D a m esm a m an eira que n in g u é m p ô d e acu sar Jesus de p e cad o (Jo 8 . O d o n o d iz q u e a to r n a r ia em u m so lo im p ro d u tiv o ( “ a to rn a re i em d e s e r to ”). O d o n o d e c la ra q u e ele p ró p rio tir a n a a cerca ( “tira re i a su a seb e” ) e d e m o lir ia a p ared e de p ro te ç ã o ( “ d e rrib a re i a sua p a re d e ”) . Q u e o d o n o o rd e n ará às n uven s p a ra n ão cho verem so b re a v in h a ( “às n u ven s d a re i o rd e m q u e n ão d e rra m e m ch u v a so b re e la ” ) d e ix a claro o s ig n ific a d o d a p a rá b o la . c u ltiv a d a. O d o n o d a v in h a n ão p o d e ria ser cu lp ad o de q u a lq u e r fo rm a. “S a rç a s e e s p in h e iro s ” crescerão e su fo c arão as v id e ira s e fa ­ rão d a li u m lu g a r d e sa g ra d á v e l.4 6 ). o u c u id a d a d e q u a lq u e r fo rm a . 5 A gora. p a ra qu e sir v a de pa sto. O s o u v in tes d e Isa ías teriam q u e a d m itir q u e a d ec isão d o d o n o era ap en as ju sta. esperando eu que desse u v a s boas. não será podada nem cavada. v o s f a r e i sa b er o que eu hei de f a z e r à m in h a vinha: tira rei a su a sebe. pois. E le é o am ad o q u e p la n to u a v in h a. e às n u v en s d a rei ord em que não derra m em ch u va sobre ela. A im p lic aç ão é q u e a fa lta deve estar n a p ró p ria vin h a. N ã o h á n a d a d e i­ x ad o p o r r e a liz a r a n ão se r d e s tr u i-la u m a vez q u e ela n ão p ro d u z iu a b o a c o lh e ita q u e d ev eria te r tid o .4 Q u e m a is se p o d ia J a z e r à m in h a vinha. d errib a rei a su a parede. veio a p r o d u z ir vivas bravas? S e m esp era r p o r u m a resp o sta. . 6 e a to rn a rei em deserto. S ó D eu s p o d e faz er isso. O d o n o ag o ra p r o n u n c ia o ju íz o so b re a v in h a . o d o n o d a v in h a faz p ergu n tas re tó ­ ricas a d ic io n ais que to rn a m óbvio q u e n a d a m ais p o d e ria ter sid o feito. assim ta m b ém n in g u ém p o d e ria acu sar o am ad o que p la n to u e c u id o u d a vinh a. n ão m a is p o d a d a . m a s crescerã o nela sa rça s e espinheiros.

e eis a q u i op ressã o. O povo de Judá e Jerusalém são as suas videiras es­ colhidas. m a is lugar. ju s tiça . Os ricos os reduziram a servos contratados ou meeiros. Agora Isaías explica a parábola. e a té as g r a n d e s e excelentes. mas ao invés disso achou o pútrido fruto da injustiça (a lei violada pelos juizes) e um grito de gemido do oprimido pedindo socorro.c. O primeiro ai é contra os grileiros de terra que se enri­ quecem desconsiderando o direito sagrado de herança da terra (cf. Esses posseiros da terra fizeram os seus bens pro­ priedade de seus deuses. Ele procurou pelo fruto da justiça e retidão. A minoria rica possuía toda a terra.8-25 8 Ai dos q u e a ju n ta m casa a casa.2). O jogo de pala­ vras no hebraico é impressionante: Ele procurou por mishpat (justiça) e viu míspach (a quebra da lei). O amado é o próprio SENHOR Todo-poderoso. até que não haja. 2. A Vinha Explicada 5. e fi q u e m com o ú n ico s m o ra d o res no m eio da terra ! O juízo do verso 2 é mostrado como sendo exatamente de acordo com a lista seguinte de seis ais em seis formas de “fruto” estragado e malcheiroso. buscou tsedaqah (retidão) e viu tseaqah (um clamor por socorro).13— M q 2. e os h o m en s de J u d á sã o a p la n ta das su a s d elícia s. e esp ero u q u e ex ercessem ju íz o . e eis a q u i clam or. a terra de Deus —dada como uma herança a todo o seu povo.7 7 P o rq u e a vin h a do S e n h o r d o s E x ército s é a ca sa de I sra el'. sem m oradores. . reú n em herdade a herdade. Lv 25. as de poucos recursos financeiros possuírem uma casa e terra. OS SEIS AIS 5. 9 A m eu s o u v id o s disse o SENHOR dos E x ércitos: E m verd a d e q u e m u ita s casas fi c a r ã o desertas. Não há nenhum espaço deixado para pesso­ 34.

Que eles se tornaram alcoólatras é mostra­ do pela necessidade deles por bebidas ( “seguem a bebediee” —Heb. M as produzirá somente “um bato” (aproximadamente cinco galões e meio norte-americanos. Exatamente quão ruim a desolação será é visto neste verso. 11 Ai dos que se levan tam pela m a n h ã e segu em a bebediee! E se dem ora m a té à noite. provavelmente cerveja) logo no começo da manhã. e n ã o olham p a ra a obra do S e n h o r . Deus julgará a ganância deles. Semear 22 0 quilos de semente produzirá uma colheita de menos de 2 2 quilos de grão. e u m ô m er de sem en te não d a rá m a is do qu e u m a efa. ou o . Eles vivem para a música e para o vinho dos seus banquetes e festas. suco de uva). a té que o vin h o os esq u en ta ! U m amor ao prazer que envolve intemperança e festejos com be­ bedeira traz o segundo ai. 12 H arpas.. pois os ricos serão forçados a deixá-las por causa dos seus pecados (cf. Am 3. “Dez jeiras de vinha” é literalmente um grande campo que leva dez juntas de bois para arar em um dia. e alaúdes. e ta m b oris e p ífa n os. a obra do Senhor. e vin h o há n os seu s banquetes. eles não têm nenhuma consideração ou tempo para o SE N H O R ( “não olham. a colheita deles chegaria só a uma escassa quantidade de dez por cento daquilo que semearam. 10 E dez je ir a s de vin h a não darão m a is do que u m bato.. Em outras palavras. nem consideram”). Os grileiros de terra terminarão devastados e famintos. nem co n sid e­ ra m as obras das su a s m ãos. Eles conti­ nuam festejando e se divertindo pelo dia e noite adentro “até que o vinho os esquenta” —totalmente bêbados —com vinho. Assim. shekhar.O SENHOR tem ouvido o clamor das pessoas pobres e desapropri­ adas e deu uma palavra segura a Isaías: As mansões dos ricos ficarão "desertas” e vazias.15). ou vinte e quatro litros) de vinho (mais precisamente.

e a su a m u ltid ã o. e a su a p om p a . o qual corresponde ao grego H ades e a “inferno” na língua portuguesa.trabalho de suas mãos. e a g ló r ia deles. todas as classes do povo serão abatidas e humilhadas (cf. 13 E ntão. “Os olhos dos altivos” opressores —as pessoas gananci­ osas e inescrupulosas —são escolhidos e separados para humilhação. agora o Sheol espera para festejar neles. nesse trecho in d i­ cado como “sep ultura”. . 14 P o r isso. Eles estão cegos aos atos do Senhor. Em contraste com as festi­ vidades e o divertimento. à sua soberania e para o curso dos eventos que trarão a sua obra de juízo. Eles passaram o seu tempo festejando. e os seu s n o b res terã o fo m e . e os qu e en tre eles fo lg a v a m a ela desceram . Deus breve usaria a Assíria para trazer este juízo. Eles fizeram do prazer e do entretenimento os seus deuses. Devido a seus líderes não os terem instruído na lei de Deus e não os terem advertido contra a quebra desta. os líderes ricos morrerão de fome ( “os nobres terão fome”) e as pessoas comuns morrerão de sede ( “e a sua multidão se secará de sede”).6 profetiza. O Sh“ol 6 é a m orada do ím pio morto. Desse modo. 2. Como Isaías 10. p o r f a l t a de en ten ­ d im en to . e o n ob re se h u m ilh ará .17). As massas que seguiram os seus falsos líderes descerão com eles para o Sheol.9. junto com “os que entre eles folgavam”. o p leb eu se abaterá. e a su a m u ltid ã o se seca r á de sede. O juízo cairá tanto sobre os líderes como sobre a massa das pessoas comuns. e os olhos dos a ltivos se hum ilharão. é m ostrado como um m onstro insaciável pronto para engolir as pessoas que são culpadas de pecados con­ tra Deus. o povo perdeu o entendi­ mento e “será levado cativo”.5. a sep u ltu ra a u m en to u o seu apetite e a b riu a boca d esm esu ra d a m en te. o m eu p o v o se rá leva d o cativo. 13 P orta n to.

e a p r o x i m e . Cordeiros (ou cabras) vagarão sobre as ruínas do que os ricos desfru­ taram uma vez. será santificado em justiça”). p a r a q u e a v e ja m o s . Isaías de­ pois mostra que a justiça de Deus restaurará o povo através de sua graça divina.s e e a ca b e a s u a o b ra . O pecado escraviza aqueles que se rendem a ele. Essas grandes propriedades e campos abastados tomados pelos ricos se tornarão terras de pasto. Também está claro que eles estão atados aos seus pecados e cul­ pas. e D e u s . Mas Deus “será exaltado em juízo” que Ele sustenta quando julga o culpado. De certo modo. o s c o r d e ir o s s e p a s c e r ã o c o m o e m p a s t io s s e u s .s e e v e n h a o c o n s e lh o d o S a n to d e I s r a e l. Ele é santo e se mostrará a Si mesmo santo demonstrando a sua justiça ( “Deus. As cordas que os ligaram no princípio agora se tornaram cordas inquebráveis.16 M a s o SENHOR d o s E x é r cito s s e r á e x a lta d o e m ju í z o . 17 E n tã o. As suas cargas de pecado e iniqüidade são tão pesadas que as cordas enganosas ( “cordas de vaidade”) que eles usam para puxar os seus fardos é muito pequena. . c o m o s e f o s s e c o m c o r d a s d e c a r r o s ! Pecadores obstinados cuja incredulidade aberta desafia o SENHOR trazem o terceiro ai. Ninguém estará lá para cultivá-los. eles desafiam Deus a tornar boas as advertências dEle de castigo futuro. Eles zombeteiramente se referem às advertências de Isaías a res­ peito do dia do juízo de Deus por vir em breve. s e r á s a n t ific a d o e m ju s t iç a . 18 A i d o s q u e p u x a m p e la in iq ü id a d e c o m c o r d a s d e v a id a d e e p e lo p e ca d o . p a r a q u e o co n h e ça m o s. o santo. de modo que eles têm que usar “cordas de carro”. Os ricos e os governantes violaram os princípios de juízo e justiça. 19 E d iz e m : A p r e s s e . e o s lu g a r e s p is a d o s p e lo s g o r d o s s e r v i r ã o d e a lim e n to a f o r a s t e i r o s . o S a n to .

A totalida­ de da atitude da m aioria das pessoas tinha se tornado como con­ fundir amargo e doce ou luz e escuridão. “Amargo” e “doce” pode ser comparado a moralidade pessoal. ao aborto. A atitude deles é como a atitude do mundo hoje com respeito ao álcool. 22 A i dos que são p o d ero so s pa ra beber vin ho e h om en s fo r ç o s o s p a ra m istu ra r bebida f o r t e ! . e o bem como sendo mal. O povo e os seus mestres têm se tornado tão depravados que eles consideram o pecado como sendo normal. 20 A i dos qu e ao m a l ch am am bem e ao bem. ainda estão caminhando em direção ao juízo divino. Eles não enten­ dem a escolha de Deus do momento certo (cf.Eles são indiferentes às profecias de Isaías.9.10). m a l! Q u e fa z e m da escu rid a d e luz. à homossexualidade e outras perversões sexuais. 2 Pe 3. e egoisticamente buscam um estilo de vida secular. nada jamais irá acontecer. rejei­ tam a vontade de Deus.9— 30.1. Eles puseram o ego e a própria sabedoria deles no trono e imaginam saberem melhor que Deus e o seu profeta. e da luz. “luz” e “escuridade” a mora­ lidade pública. As pessoas auto-suficientes que dependem dos raciocínios das suas próprias mentes finitas. escuridade.10— 15. e do doce. pensando que devido a nada ainda ter acontecido. e fa z e m do a m a rgo doce. 14). rece­ bem o quinto ai. A busca dos prazeres do pecado só pode trazer sofrimento e angústia. Quão triste é quando as pessoas torcem a verda­ de! Como é triste quando eles riem dos pecados pelos quais Cristo morreu. provavelmente governantes e políticos. Eles menosprezam a Deus porque não o conhecem. a m a rgo! A inversão das distinções morais traz o quarto ai. 21 A i dos que são sábios a seu s p r ó p rio s olhos e p r u d en tes dian te de si m esm os! Pessoas convencidas. Isaías se achou freqüentemente em conflito com os conselheiros políticos dos reis de Judá (veja 28 .

e e s t e n d e u a m ã o c o n t r a e le e o f e r i u . e a s m o n ta n h a s tr e m e r a m . Deus fala da liberação da sua ira. e a p a lh a s e d e s fa z p e la ch a m a . 24 P e lo q u e. “o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males” (I Tm 6. e o s s e u s c a d á v e r e s e r a m c o m o m o n t u r o n o m e io d a s r u a s . . c o m o a lí n g u a d e f o g o c o n s o m e a e s to p a . e provavelmente drogas) para adquirir um teor muito mais elevado. A rejeição da lei e da instru­ ção do SE N H O R inclui a rejeição da sua palavra e a rejeição das profe­ cias de Isaías.10). 23 A i d o s q u e j u s t f i c a m o ím p io p o r p r e s e n t e s e a o j u s t o n e g a m ju s tiç a ! Para dar suporte às suas drogas e bebedeiras. não pode obter justiça da parte deles. Líderes que deve­ riam ser os heróis no campo de batalha só poderiam ostentar de quanto vinho eles poderiam agüentar e como eles se superaram no "misturar bebida forte” (vinho com temperos. A indulgência deles a respeito destas coisas os tornou insensíveis a qualquer coisa a não ser os seus própri­ os desejos. c o m o p o d r i d ã o . a s s im s e r á a s u a ra iz . o suborno se tornou um modo de vida para os juizes.Juizes bêbados e corruptos merecem o sexto ai. Com estes juizes e líderes. que não pode ser capaz de lhes dar um suborno. Assim o pobre inocente. m a s a in d a es tá a lç a d a a su a m ão. p o r q u a n t o r e je it a r a m a le i d o S e n h o r d o s E x é r c i t o s e d e s p r e z a r a m a p a l a v r a d o S a n to d e I s r a e l. c o m t u d o isto n ã o t o r n o u a tr á s a s u a ira. 25 P elo q u e s e a c e n d e u a ir a d o SENHOR c o n tr a o s e u p o v o . A subitaneidade do juízo é comparada à palha e estopa secas que desaparecem depressa em chamas. ervas aromáticas. e a s u a f l o r s e e s v a e c e r á c o m o p ó . Tal indulgência é exaltada por eles. A podridão da raiz e o esvaecer das flores ilustram a plenitude da ruína. Como uma conclusão à lista de ais.

trazer a invasão assíria descrita nos versos seguintes. lembrado até mesmo na época de Zacarias (Zc 14. n in g u é m to s q u e n e ja r á n e m d o r m ir á . NAÇÕES SOB 0 CONTROLE DE DEUS TRAZEM JUÍZO 5. 3. Este foi um desastre maior. Deus está a ponto de executar o seu juízo. e e is q u e v i r ã o a p r e s s a ­ d a m en te. Que . As suas folgadas roupas exteriores são cingidas com cinto em preparação para a luta. que o SENHOR ergue bem alto é um sinal para os guerreiros de uma nação distante atacarem. A razão pela qual o inim igo virá tão rapidam ente é que eles estão bem preparados. Ele assobiará para chamá-los e eles virão rapidamente.5). A ira de Deus não estava satisfeita. este não era nada compara­ do aos resultados dos seus contínuos pecados. Ele matou tantos em tão poucos minutos que corpos ficaram deitados nas ruas durante algum tempo.I ). n e m s e lh e q u e b r a r á a c o r r e ia d o s s e u s sa p a to s.26-30 26 E e le a r v o r a r á o e s t a n d a r t e a n t e a s n a ç õ e s d e lo n g e e lh es a s so b ia r á d e s d e a e x t r e m id a d e d a te r r a .Como um clímax para os seis ais. O “estandarte”. 27 N ã o h a v e r á e n t r e e la s c a n sa d o . quando alcançarem o seu objetivo. alertas e prontos para marchar. Apesar do tamanho daquele desastre. Deus os designou como agentes da sua ira. Isaías tira agora uma lição do passado. n e m c la u d ic a n te . provavelmente do grande terremoto no tempo de Uzias (Am I . ou bandeira. As sandálias deles são novas —nem mesmo uma correia quebrada de sandália os im pedirá. A marcha longa não os esgotará e eles esta­ rão prontos para a batalha. A Assíria e os aliados dela são estes guerreiros estrangeiros. Os guerreiros estão ajustados. não para dorm ir. A sua mão nos dias de Isaías ainda estava estendida ( “ainda está alçada a sua mão”) contra Judá para desastres adicionais —isto é. n ã o s e lh e d e s a ta r á o c in t o d o s s e u s lo m b os. Eles vêm de uma terra que para os israelitas estava na “extremidade da terra”.

co m o o bram ido do m a r. As figuras de trevas e de . e as rod as dos seu s carros. ru girã o. descuidada e festeira disposição de Judá e seus líderes! 28 A s su a s fle c h a s serã o agudas. “como o bramido do mar”. A aproximação dos exércitos assírios será irresistível. as u n h a s dos seu s ca va los dir~se~iam de p ed ern eira . Judá não poderá resistir. se a lgu ém olh a r p a ra a terra. e todos os seu s arcos. 30 E bram arão co n tra eles. e não haverá q u em a livre. retesados.contraste com a desprevenida. 29 O seu ru gid o será co m o o do leão. sim . como Deus está usando os assírios. Uma vez que o inimigo venha. será ouvido sobre a terra —como uma grande e irresistível onda do mar. “curvados”) para a batalha. O alvoroço e os gritos de batalha da chegada deles serão como o rugir de um leão. O equipamento do inimigo está nas melhores condições: flechas agudas. Também. eles se lançarão sobre a sua presa “e a levarão”. derukhoth. ru girã o com o fi lh o s de leão. os cascos dos cavalos duros e sadios (as ferraduras de metal não eram usadas nos tempos antigos). arcos retesados (Heb. e a lu z se escu recerá em su a s assolações. outro rugido. como um leão. multidões de rodas de carruagens zum­ bindo —fazendo um som parecido ao de um furacão ou tornado. e a levarão. Neste tempo o povo de Judá experimentará o caos de estar nesta situação desesperadora. e a rreb atarão a presa. Por causa dos números e equipamentos do inimigo. eis qu e só v er á treva s e ânsia. mas o Egito foi derro­ tado e os soldados contratados fugiram todos. Agora.7 Os assírios então levaram muitos dos habitantes de Judá para o cativeiro. u m redem oinho. e. naqu ele dia. qualquer ajuda humana na qual eles confiam não estará em nenhuma parte para ser achada. Ezequias olhou para o Egito por ajuda e contratou os solda­ dos mercenários para ajudar a defender Judá.

49. O term o é usado somente aqui e em Gn 4 9 .2 0 . um exame de passagens tais como Jo 2 6 . 55 . 1 5 . “G ods V ineyard”. Ibid. “parede” pode se referir às paredes de sustentação que apóiam os terra­ ços. 3 Relevos nas paredes do palácio assírio de Senaqueribe em N ínive descrevem a captura de Laquis e m ostram videiras derrubadas ao chão. R . Veja Carey Ellen W alsh. 7. SI 30. nós temos de nos lembrar que o propósito de Deus para com Israel ainda era um propósito remidor. Eles serão como um navio em uma tempestade que perdeu os seus mastros e olha para algum sinal de terra ou um raio de luz e não vê nenhum. 5 Ou. Laird H arris do Covenant Sem inary falou-me que a tradução de Sh"rol na ARC como “sepultura” é devido à sua interpretação.8 QUESTÕES DE ESTUDO 1. A m aioria dos vinhedos tinha um sukkah ( “abrigo.21. Que tipo de exército Deus chamará para trazer juízo sobre o seu povo? CITAÇÕES 1 Arqueólogos têm descoberto que as pedras eram usadas para construir muros de sustentação que apoiavam terraços planos onde as videiras eram planta­ das sobre os mesmos. “G ods V ineyard”. 2 A vide é em hebraico soreg.1 0. 6 O Dr. 8 8 .5.. 4 (agosto de 1988): 45.1 8 . 4 9 .1 1. 2 7 . Bible Review 14. Todavia.escuridão mostram a sua angústia. 4 W alsh. Pv 5.1 1 e Jr 2.3. Ela tam bém observa que a torre mostrava o prestígio do dono. 9 .1 5 . De que modos Israel era como uma vinha? 2. no. No entanto.1 2 . “videira rara e escolhida”.27 .8.1 3 -1 5 .6 .1 8 m ostra que esta significa . Is 38 . barra­ ca tem porária”) como em Is 1.1 1 . Como os seis ais descrevem e julgam o fruto de qualidade inferi­ or de Israel? 3. 47.

Ancient Records o j Assyria and Bahylonia. 144-45. Veja Stanley M . N o Novo Testamento ela é traduzida como Hades. 1 9 9 8 ). The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Nosso Destino: O Ensino das Últimas Coisas (R io de Janeiro. 2 vols. 103.: InterVarsity Press. 111. RJ: CPAD. 4 2 -4 8 . 2 :1 2 1 . Isaiah 1-39. que é sempre um lugar de punição. . Alec M otyer. em The Communicator’s Commentary (D allas: 1 W ord Books. 2 1 David L. 19 9 3 ). Ver também J. M cKenna. 19 26— 7 ). H orton. ' D aniel David Luckenbill.“inferno”. 19 93 ).

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depois a sua comis­ são e. Primeiro ele dá a época e o lugar da visão e seu efeito sobre si próprio.1— 13 Depois de dar uma advertência de tal magnitude. finalmente. Alguns sugerem que Isaías profetizou antes des­ ta visão e que isto era uma confirmação da chamada .0 Deus Santo É Exaltado do 6.1-4 1 N o an o em qu e m o r r eu o rei Uzias. Isaías É Chamado Para Um Ministério Difícil 6. I.I-I2.6 A. e o seu séq u ito en chia o tem plo. A VISÃO QUE ISAÍAS TEVE DE DEUS 6. Isaías retorna para a sua visão inaugural e chamada para proclamar a sua autoridade para declarar um tal destino sombrio. eu v i a o S en h or a ssen tado sob re u m alto e su b lim e trono. os resultados futuros de sua profecia.

ele não viu nenhuma cortina. foi que as “abas de suas vestes enchiam o tem plo” (A R A ). Tiglate-Pileser III tinha estabelecido o Neo-Império Assírio e já estava focalizando a sua atenção sobre o Oeste. a única coisa que Isaías pôde descrever.2 4 ).C. . Isaías estava fora do templo. e co m du a s cob ria m os p és. Isaías não des­ creve a forma sobre o trono porque esta provavelmente desafiava qualquer descrição. A visão do Senhor (Heb. provavelmente em seus átrios. e com du as voavam . por causa da sua presunção em entrar no Lugar Santo do templo. M as Deus se revelou aqui. Isaías não é um profeta em uma excursão do ego. porque Ele é um Espírito infinito (Jo I .. autoridades e poderes no universo. I 8.1 A visão provavelmente veio antes da morte do rei Uzias em 739 a. Uzias. quan­ do olhou de repente para além deste. Sendo a glória do Senhor tão poderosa e ater­ radora. 4 . aqui tradu­ zido como “seu séqüito enchia o tem plo”. que impedisse a sua visão do trono divino. Em uma visão do templo divino. cada u m tinha seis asas: com d u a s co b ria m o rosto. McKenna sugere que “ele resu­ miu as suas profecias e declarou os seus temas nos primeiros cinco capítulos para mostrar a prioridade da mensagem sobre o mensageiro.que ele tinha previamente recebido. 1 ádonai ) “alto e sublim e” no seu trono ilustrava a sua soberania sobre todos os reis. tornou-se um leproso e o seu rei­ nado foi transferido para o seu filho Jotão. 2 O s sera fin s estavam a cim a dele. Ele só menciona o seu próprio nome quando isto é pertinente e relevante a um aconteci­ mento histórico”.. ou véu. Este era um tempo crítico para Israel e Judá. N inguém jamais viu Deus na sua totalidade. e assim o fez. Todavia. o livro de Isaías não é estritamente cronológico e não há nenhuma evidência de que ele te­ nha profetizado antes desta época. possivelmente por um M ediador entre Deus e a humanidade —nosso Senhor Jesus Cristo. Ele em breve conquistaria a Síria no N or­ te e faria Israel sujeitar-se.

S anto é o SENHOR dos E x ércitos. “Santo” tem o significado básico de ser separado. 3 E cla m a va m u n s -para os outros. Também é possível que o triplo “Santo” reflita a Trindade. Certamente a Trindade estava presente na visão de Isaías. e a casa se en ch eu de fu m a ç a . Santo. embora o conceito jamais fosse completamente revelado no Velho Testamento. e Isaías viu as faces. mãos e pés deles. Os serafins proclamam que agora a sua glória. Ele é separado do pecado e do mal. enche toda a terra.Acima do Senhor. toda a terra está cheia da su a gló ria .3 Os serafins segura­ mente teriam sabido e teriam entendido que há uma Trindade. O nome serafim. João 12. M as eles também tinham asas: duas que cobriam continuamente a face para indicar a indignidade deles em olhar para Deus ou inquirir nos seus segredos divinos. diz en do: Santo. Nós não somos informados de quantos serafins havia.2 os serafins estavam voando.41 fala a respeito de Isaías vendo a glória de Jesus. A repetição tripla de “Santo” dá ênfase suprema à santidade como a central e mais essencial característica do SE N H O R . Ele é transcendente sobre o seu universo e separado deste. ou exérci­ tos]”. significando “os ardentes”. Eles não são chamados anjos. mas deve­ ria ter sido vários. Santo. Santo é o S e n h o r dos Exércitos [de hostes. Eles refletiam o brilho deslumbrante da glória de Deus em tão elevado grau que pareciam estar em chamas. (Isto não deixa nenhum espaço para o conceito de panteísmo. duas cobrindo os pés e a parte mais inferior do corpo para indicar hum il­ dade e reverência. 4 E os u m b ra is das porta s se m overa m co m a voz do que cla m a ­ va. incluindo a manifestação do seu poder e a sua natureza santa. que no final das contas conduzirá a um novo céu e uma nova terra. Eles se mantinham clamando uns para os outros: “Santo. . e duas prontas para o vôo imediato e ininterrupto para fazer a vontade de Deus. pode indicar a pureza de tal ser.) M as Ele também tem se separado de um modo positivo —para levar a cabo o seu plano divino e propósito de redenção e restauração.

e os m eu s olhos v ira m o rei. e sua fumaça encheu o tem­ plo. Como disse Jesus: “M as o que sai da boca procede do coração. Embora distinto do rei.18). 2. Ele não era nem um pouco diferente do povo ao seu redor. desprezando o rei Uzias por causa dos pecados deste. U m fogo começou a queimar no altar neste momento. Isaías percebeu de repente que ele também era um pecador. acreditam alguns. Em todo caso. mas na presença santa de Deus. Os seus lábios profanos não puderam proferir uma oração por misericórdia.Enquanto escutava os serafins. disse eu : ai de m im . A fumaça também pode simbolizar a ira de Deus acesa contra o povo para o qual Isaías devia profetizar. o SENHOR dos E x ércitos! Isaías era um jovem aristocrata que. e isso contamina o homem” (M t 15. totalmente indigno de entrar na presença do santo SE N H O R . esplendor e glória de Deus. Isaías viu os umbrais e limiares da porta do templo tremerem. que tirara do a lta r com a m in h a boca e disse: E is qu e isto in iq ü idad e f o i tirada. 7 e com ela tocou tocou os teu s lábios. de modo que Isaías deve ter ficado cheio de medo.4). indicando um sacrifício. 6 M as u m dos sera fin s v o o u p a ra brasa viva . S I 24. pois este era todo um “povo de impuros lábios”.5-7 5 E ntão. A CONFISSÃO E PURIFICAÇÃO DE ISAÍAS 6. e a tua o teu pecado. isto provavel­ mente ocultou dos olhos de Isaías a visão de Deus no trono. ( o verdadeiro Rei). qu e v o u p erecen d o ! P orque eu sou u m hom em de lábios im p u ro s e habito no m eio de u m p o v o de im p u ros lábios. A repetição de Isaías ao longo do livro do nome de Deus como “o Santo de Israel” indica que ele estava sempre cônscio da santidade de Deus. e p u r fi c a d o m im trazen do n a m ã o u m a u m a tenaz. Seus “lábios impuros” atestam um coração e mente sujos e é análogo ater “mãos sujas” (cf. . Seguramente ele nunca esque­ ceu desta visão da santidade. provavelmen­ te era um pouco virtuoso aos seus próprios olhos. O povo pensava que era impossível ver Deus e viver.

isto é uma reflexão da Trindade. a salvação que é nossa através do sacrifício de Cristo no Calvário. se oferecendo de boa vontade sem levar em conta a natureza ou dificuldade da missão.7. e quem há de ir por nós?” Alguns tomam “nós” como o plural de majestade. e vedes. o u v i a voz do Senhor. 3. m a s não perceheis. I Jo 1. Isaías tem que corajosa e repetidamente falar ao povo as mensagens de Deus de . pois o serafim a levou “com uma tenaz”.8-10 8 D ep o is disto. Agora que não havia nada entre ele e o seu Deus. em verdade. Isaías ouviu as palavras: “A quem enviarei.A brasa viva levada do altar por um serafim de fato estava quente. M as eles têm que confessar o seu pecado e culpa como Isaías tinha feito (cf. en v ia m e a m im . disse ele: Vai e dize a este p o v o : O u vis. continu­ arem vendo mas nunca percebendo. Sua mensagem é uma série de imperati­ vos para eles se manterem ouvindo mas nunca entendendo. M as provavelmente. e quem há de ir p o r n ós? E ntão disse eu : e is -m e aqui. Ele agora se levan­ tou diante do SE N H O R como se nunca tivesse pecado. ele iria ficar desapontado. Com os seus pecados perdoados. Ele respondeu imediata­ mente. quando tocou os lábios de Isaías por ocasião da confissão do seu pecado. q u e dizia: A qu em envia~ rei. “Este povo” é uma expressão que normalmente insinua o desfavor de Deus.9). Deus podia dar-lhe esta salvação porque Cristo iria morrer e prover uma expiação suficiente para to­ das as pessoas de todos os tempos. Ele recebeu a plena salvação que só Deus pode dar. e não en ten deis.4 esta não o queimou mas limpou. de Ja to . pois tinha sido feita a expiação pelos seus pe­ cados —eles foram tirados junto com a sua culpa.23. ISAÍAS É COMISSIONADO A UM MINISTÉRIO DIFÍCIL 6. Em outras palavras. Porém. R m 3. um fogo apai­ xonado tomou posse do coração de Isaías. Se Isaías pensasse que fora chamado a um grandioso ministério que fosse imediatamente mover a nação em direção a Deus. 9 Então.

e a co n v erter-se.23). Jesus também citou Isaías a fim de advertir os seus discípulos da resistên­ cia empedernida do povo à verdade (e. e. (Isto não significa que Deus propositadamente endureceu os seus corações. não ven h a ele a v e r co m os seu s olhos. S enhor? E respon deu : A té qu e se assolem as cidades. 10 E ngorda o cora ção deste povo. O povo ainda está endurecido pelo seu pecado (R m 3.juízo presente e esperança futura. ou reconhecer o seu poder soberano e autoridade — embora eles vejam as suas obras que demonstram que só Ele é Deus. e os homens amaram mais as trevas do que a luz.lh e os olhos. e. Em vez de trazer restauração presente. 4.g. seus ouvidos muito endurecidos ou surdos para ouvir.14. e en d u rece-lh e os o u vid o s. hasha. M as a condição espiritual e moral das pessoas as tornarão incapazes de obedecer a lei de Deus. a mensagem de Isaías apenas irá endurecer mais o povo na sua rebelião e incredulidade.19). receber a sua instrução. e a en ten d er com o seu coração. efiq u em sem habitantes. “cobrir com substância ole­ osa.. e nas casas não fi q u e m orador.II-I3 11 Então. e a terra seja assolada de todo. besuntar” ou “fechar com obstáculo”) os olhos deles de modo que não podem ver a verdade que lhes é apresentada. DURÁVEL ATÉ QUE APENAS UM REMANESCENTE PERMANEÇA 6.15). Isaías fará o coração deste povo [Israel] ficar insensível —até mesmo mais indispos­ to a receber a mensagem de Deus.) O arrependimento poderia evitar a ruína próxima. M t 13. disse eu : até quando. Ele fechará (Heb. e a o u v ir co m os seu s ou vid os. seja g ra n d e o desam paro. Em vez de fazê-los perceber a sua condição endurecida. e fe c h a . mas o povo não se arrependerá. e a s e r sarado. 12 E o SENHOR afaste dela os hom ens. porque as suas obras eram más” (Jo 3. . M as a pregação de Isaías faria os seus corações endurecidos serem ex­ postos e vindicaria como justo o juízo de Deus. no m eio da terra. eles ficarão mais endurecidos. como disse Jesus: “Que a luz veio ao mundo.

ain da f i c a m fi r m e s . A destruição de Senaqueribe deixaria alguns poucos. Israel ainda era a herança do Senhor e Ele o preservará pela sua graça.. assim a sa nta sem en te será a fir m e z a dela.2 ). Deus não tinha mudado o seu propó­ sito.150 pessoas cativas. Ele clamou em angústia.Isaías percebeu que o seu ministério seria difícil e impopular. de acordo com os seus registros. querendo saber “até quando” ele teria que supor­ tar esta insensibilidade e endurecimento da nação. o significado parece ser que. levou 200.” —ARA).Todavia. como a azinheira” retrata a nação como uma floresta derrubada com apenas alguns tocos deixados de sobra ( “de­ pois de derrubados. Is I I . 5 3 . a qual aparece nos capítulos 4 0 a 66.13) e. que. Alguns entendem “o toco” como sendo a casa de Davi da qual o Messias virá (cf. ainda fica o toco. Mas um toco impor­ tante será deixado —“a santa semente”. eles deveriam esperar por mais destruição —provavelmente significando a destruição futura pelos babilônicos sob o comando de Nabucodonosor. se ain da a décim a p a rte dela fi c a r . a sobra da qual a nova Sião virá. Ele ainda usaria o povo da sua aliança em seu grande plano para abençoar todos os povos sobre a terra (veja Gn 12. co m o o ca rva lh o e co m o a azin heira. Isaías não deixa um quadro sem esperança. as cidades seriam destruídas. U m cum­ primento parcial veio quando o povo de Jerusalém tomou uma posi­ ção de fé com respeito à profecia de Isaías.. os campos seriam deixados desolados. haverá reavivamento.3). A resposta do Se­ nhor apontou a um tempo quando a destruição se espalharia pela terra. Daquele ponto em diante. Isto foi cumprido quando Senaqueribe des­ truiu todas as cidades fortificadas de Judá (2 Rs 18. A com­ paração de “o carvalho. to rn a rá a s e r p a sta ­ da.. 13 M as. e o povo seria levado embora. d ep ois de se desfolharem . . Isaías teve uma audiência mudada e ele pôde oferecer uma nova mensagem.I .. M as até mes­ mo se somente “a décima parte” do povo é deixada. conquanto o juízo sobre o pecado e a rebelião será severo. e Senaqueribe foi impedi­ do de destruir Jerusalém.

f i l h o de Jotã o. Qual foi a resposta de Isaías à sua visão de Deus e por que ele respondeu dessa forma? 2. f i l h o de R em alias. 107. Academ ie Books.1— 9 1 S u cedeu . rei de J u d á . . I. Repreensões e Promessas para Judá 7. Mas Deus ainda estava no controle. Nações estavam se elevando e caindo durante este período (veja 2 Rs I 6 . Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. f i l h o de Uzias.: InterVarsity Press. 0 REI ACAZ É DESAFIADO A CONFIAR EM DEUS 71-16 a. 3 H erbert M .C.I — 2 0 ). Como Deus removeu o pecado de Isaías? 3.1-9. Isaiah 1-39. As ambições humanas não poderiam permanecer contra o seu poder e governo. 19 93 ). Alec M otyer.7 Isaías transmitiu estas profecias durante um tempo de turbulência política no decurso do reinado do rei Acaz (7 4 4 — 715 a. McKenna.QUESTÕES DE ESTUDO 1. ênfase de M cKenna. 1 9 8 5 ). possivelmente porque os tradutores queriam dizer que Deus era o Senhor acima dos serafins. Qual seria o resultado da mensagem de Isaías? CITAÇÕES 1 D avid L. 86. e Peca. 78. W olf. 2 A Septuaginta tem kuklõi autou. B. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 111. 4 J.). rei da Síria. Síria e Efraim Aliados Contra Judá 7. p ois. 1 9 9 3 ). qu e R ezim . “ao seu redor”. em The Communicators Commentary (D allas: W ord Books. nos d ias de A caz.

com o se m o v em as á rvo res do bosque co m o vento. Esta tentativa falhou (2 Rs 16. O rei Acaz “não fez o que era reto aos olhos do S E N H O R .. m a s nada p u d era m co n tra ela. e o cora çã o do seu povo.000 soldados em Judá e levou os cativos para Samaria (2 Cr 28 . O rei Peca de Israel também matou 120.. e queimou a seus filhos no fogo” (2 Cr 28. mas Acaz recusou. Deus usou os arameus 4). mas a ame­ aça do Neo-Império Assírio de Tiglate-Pileser os fez se unirem em uma aliança contra ele. Isto que­ braria a aliança que Deus fizera com Davi (veja 2 Sm 7. 2 Rs 16. cf. se m o v eu o seu coração. Israel e Síria (Arã de Damasco) tinham sido inimigos. Quando o rei Acaz ouviu isto. que é chamado de “Efraim” depois da lide­ rança desta sua tribo. ele e o seu povo ficaram apavorados. O exército de Israel. fez imagens fundidas a baalins. Rezim e Peca marcharam contra Jerusalém pretendendo forçar Acaz a se unir. uma tentativa foi feita para conseguir que Judá se juntasse a essa aliança. E ntão. Dessa forma. p a ra p eleja rem con tra ela. su b ira m a Jeru sa lém . A menção de “a casa de Davi” é significativa porque o propósito de Peca e Rezim não era apenas fazer Judá se unir com eles.. Aparentemente. dizendo: A S íria f e z a lia n ça com E fraim ..5— 8).2— Como resultado.5). (os sírios) para derrotá-lo e levá-lo prisioneiro para Damasco. O Egito encorajou esta aliança porque queria um estado intermediário que servisse de pára-choque entre si e a Assíria.rei de Israel. e a Síria se reagruparam e levantaram um acam­ pamento em Israel próximo da fronteira de Judá e cerca de três dias de marcha a partir de Jerusalém. . entretanto Judá sofreu perdas consideráveis. Eles tinham abandonado a sua confi­ ança em Deus e só tinham estado olhando para os seus próprios recursos. 2 E deram aviso à casa de D a vi.4—17). mas subverter a dinastia de Davi de quem Acaz era descendente.1-3.

A meta da Assíria era o Egito. voltaria. she’ar yashuv. a Assíria os conquistou logo em seguida. Até mesmo de um ponto de vista puramente humano isto teria sido sábio. A presença do filho de Isaías Sear-Jasube (Heb. disse o S en hor a Isaías: A gora. ao f i m do ca n a l do v iv eiro su perior. Tiglate-Pileser III regularmente pegaria a estrada principal pelo litoral abaixo. Acaz estava pensando em apelar paraTiglatePileser III para salvar a cidade do ataque de Rezim e Peca. s a í ao en co n tro de Acaz. e se Jerusalém se man­ tivesse quieta. enquanto fazia planos para sua defesa durante o cerco da Síria e de Israel. De fato. ao cam in h o do ca m p o do lavandeiro. Acaz tem que manter a calma ( “aquieta-te”) e tem que deixar de ficar amedrontado. e o perigo passaria. tu e teu f i l h o S ea rJa su b e . mas da Assíria. pela graça de Deus. “um remanescente retornará”) era de fato uma idéia fundamental à mensagem de Isaías. 4 E dize~lhe: A cautela~te e a q u ieta -te. p o r ca u sa do a rd o r da ira de Rezim . M as Acaz se apavorou por causa dos inimigos que enxameavam próximos de Jerusalém. Ele não podia ver qualquer outra coisa a não ser a ameaça imediata de Rezim e Peca. n em se desa­ n im e o teu cora çã o p o r ca u sa destes dois p ed a ço s de t iç õ e s fu m e ga n tes. não esboçar nenhuma ação. algo que Deus não aprovava. e da Síria. M as Deus os chamou de “dois pedaços de tições fumegantes” que poderiam produzir apenas um pouco de fumaça que logo seria extinta. mas isto era aqui mais uma ameaça do que uma promessa.1 Acaz precisava saber que o seu real perigo não era da parte de Samaria ou Damasco. escaparia à atenção. Deus então ordenou a Isaías que encontrasse Acaz onde ele estava examinando o abastecimento de água de Jerusalém.3 E ntão. A palavra do SE N H O R a Acaz era primeiro para adverti-lo para ter cuidado ( “Acautela-te”). e do fi lh o de R em alias. não tem as. Quer dizer. Acaz deveria confiar em Deus. . A raiva feroz desses dois reis fez Acaz pensar que eles eram um fogo perigoso. A Assíria provocaria um exílio do qual só um remanescente.

EmboraTiglate-Pileser III não destruísse Samaria. e d en tro de sessenta e cin co anos. M as a cabeça da S íria será D am asco. Acaz não precisou se preocupar a respeito do seu trono. Ele declarou que Rezim e Peca não teriam êxito. 9 E ntretanto. Rezim nunca será o chefe sobre Jerusalém porque o contexto revela que esse Rezim jamais poderia ser mais do que ele era: Damasco breve seria destruída pela Assíria. de modo que o filho dele pode ter sido um parente de Rezim ou do rei de Tiro. o f i l h o de R em a lias. e rep a rta m o -lo en tre nós. dizendo: 6 Vamos su b ir con tra Ju d á . Rezim e Peca estavam errados em pensar que eles ou qualquer outro poderiam subverter a linhagem davídica e colocar um rei fantoche em Jerusalém para fazer Judá se juntar a eles contra a Assíria. 7 A ssim d iz o S enhor D eu s: Isto n ã o su bsistirá. dentro de sessenta e cinco anos Efraim (Israel) já não seria um povo separado ou nação. Damasco é a capital da Síria (Arã). por Salmaneser V E sessenta e cinco anos depois.C. Síria (A rã) e Efraim (Israel) estavam operando juntos. e o cabeça de D am asco. com E fraim e co m o f i lh o de R em alias. se o n ã o crerdes. o rei Esar-Hadom fez o assentamento de colonos estrangeiros no território de Israel (Ed 4. a cab eça de E fraim será S am aria. não fic a r e is fir m e s . estava no controle —não Israel ou Damasco. M as a única esperança de Judá era confiar no SE N H O R . porém. Samaria foi destruída em 722 a. e a to rm en tem o-lo . R ezim . certam ente. Deus. n em ta m p ou co acon tecerá. e a cabeça de Sam aria. Estes l í ês versículos são todos uma sentença causai. E fraim será q u eb ra n tado e d eix a rá de s e r povo.5 P orquanto a Síria teve con tra ti m a lign o conselho. embora o plano viesse da Síria. Deus assegurou a Acaz que o plano para depô-lo falharia. e o seu cabeça (ou chefe) é “Rezim”. “Tabeal” ( “o mau”) é um nome sírio.2). . efa ça m o s rein a r no m eio dele o f i lh o de Tabeal.

“acreditar. e Ele não pôs nenhum lim i­ te na natureza do sinal. ou a Peca. Pedir a Deus por um sinal não era tentar quan­ do o próprio Deus fez a oferta. A sua real razão por recusar era que ele já tinha rejeitado o SE N H O R e tinha se decidido a pedir ajuda .16). p o rém . confiando somente nEle. ter fé”) ele não ficaria firme (Heb. p e d e-o ou em b aix o nas p ro fu n d ez a s ou em cim a nas alturas. Que amor maravilhoso Deus estava mostrando! 12 A caz. Ela enfatiza que a única esperança deles de escapar da ruína de Arã e Israel é tomar uma posição de fé em Deus.10— 13 10 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r com Acaz. Como uma últi­ ma tentativa para fazer Acaz prestar atenção a esta advertência e exer­ citar fé. disse que se o povo de Judá e Jerusalém não ficassem firmes na sua fé (Heb. u m sin al. quer dizer. Deus ainda não tinha abandonado Acaz. Deus lhe disse que pedisse ao SE N H O R “um sinal” sobrenatu­ ral. aparentando que isto seria contra a Lei. Este poderia ser qualquer coisa. Quando Acaz não respondeu. Deus foi gracioso em lembrar a Acaz que Ele era o seu Deus. porque ele já tinha interrompido a sua obser­ vância pública e fechado o templo. permanecer. teamenu. Então Deus. ta‘aminu. dizendo: 11 P ede p a r a t i ao SENHOR. Acaz recusou com simulada devoção. disse: N ão o p ed irei. quer dizer. Além disso.A liderança de Judá jamais pertenceria a Efraim. o Senhor falou novamente com ele. demandar que Deus mostre o seu poder sem razão (D t 6. n em ten ta rei ao SENHOR. qualquer coi­ sa em toda a criação. possivelmente em seguida à advertência precedente. das profundezas (do inferno) às alturas do céu. teu D eu s. “ter estabilidade. ainda falando a Judá. b. O hebraico usa as formas hiph’il e niph’al do verbo ‘aman como um jogo de palavras. confiar. Acaz não estava preocu­ pado a respeito da Lei. continuar”). a qual proíbe colocar Deus em tentação ( “nem tentarei ao S e n h o r ” ) . A N V I apresenta o troca­ dilho na tradução inglesa. con­ tar com. Deus Oferece e Promete um Sinal 7.

ou quem é indicado ou pretendido pelo filho Emanuel”. Note que Isaías disse “meu Deus”. 13 E ntão. Tiglate-Pileser — o que ele logo fez (2 Rs 16. incluindo Isaías.7— 9). Outros propõem um cumprimento dual. Bishop Lowth e o batista John G ill foram antigos escritores que sustentaram uma interpretação messiânica.u) rei assírio. Os comentaristas não concordam sobre a interpretação desta pas­ sagem.4 A partícula “portanto” refere-se atrás ao versículo 13 e indica que Deus dará um tipo diferente de sinal do que Ele ofereceu a Acaz . agora. como o representante atual. c. Acaz não estava pronto para se sujeitar à vontade de Deus. Isaías falou então para a totalidade da di­ nastia davídica.3 Apesar da incredulidade de Acaz e sua recusa de pedir um sinal. e será o seu n om e E m anuel. tinha testado a paciência de homens ( “afadigardes os homens”). Por causa da ameaça contemporânea da Assíria. e da rá à lu z u m filh o . A mensagem aqui está no plural.. Assim. mas com o desejo de o impedir de pecar (Ex 20 . Ele não podia dizer “seu Deus” porque Acaz tinha rejeitado a Deus e a sua palavra. não somente para Acaz. e a paciência de Deus também. se esta forma é uma “promessa ou uma advertência. por causa dos seus próprios planos.20 ). Deus estava testando Acaz. O rei Acaz. o m esm o SENHOR v o s da rá u m sin al: eis qu e u m a v irgem con ceb erá . um contemporâ­ neo e um que se refere ao nascimento de Jesus. Porém. ó casa de D a v i! P ou co vos é a fad igardes os hom ens.14— 16 P ortanto.2João Calvino. muitos comentaristas lim itam o cumprimento ao futuro próximo. sen ão qu e ain da afad igareis tam bém ao m eu D eusP Inspirado pelo Senhor. O Sinal do Emanuel 7. Ele retorna para o singular no versículo 16 porque o que se segue é dirigido de novo especificamente a Acaz. o Senhor dará de qualquer maneira um sinal sobrenatural —mas não a Acaz. ele disse: O u v i.

o Emanuel não poderia ser Ezequias. o que indica que o filho Emanuel é o Messias.7 O sinal não se refere apenas a um nascimento sobre­ natural. 1 pois Acaz o designou como co-regente em 728 a. de modo que ele já existia vivo naquele momento (7 3 2 a. I Cr 15. a terra de Judá é identificada como a terra do Emanuel. O significado da palavra “virgem” (Heb. e isto não é dito a respeito do Emanuel.3.15 O mesmo Filho nascido da virgem é o Filho maravilhoso em Isaías 9 e 11.1 Todavia. Esta ocorre somente outras oito vezes no Velho Testamen­ to (Gn 24. Em 8.20 [plural]. 6.13 Nem poderia ser a virgem tampouco a esposa de Isaías. esta omissão ajusta-se com o fato de que a criança é nascida de uma virgem. indicando uma virgem específica no plano de Deus. “A profe­ .no versículo IO.5 Esta “não é mais uma matéria de convite mas de predição”. Alguns comentaristas lim i­ tam a sua atenção ao contexto imediato e supõem que a criança nas­ ceu a Acaz ou Isaías. ou “Deus em nossa companhia”. Um a outra palavra. Emanuel é a garantia da sobrevivência de Israel. 68.19.10 A partícula hebraica hinneh ( “Eis”.12e ele começou o seu pleno reinado em 715.6 O plural “vos” significa que isto será um sinal para toda a casa de Davi.8.C. cujo significado é “Deus conosco”.). quando tinha a idade de vinte e cinco anos. seu uso é distinto do hebraico usado para mulheres casadas ( “rainhas”) e “concubinas” e pode significar apenas “virgem”. em 8. M as nunca é usada a respeito de uma mulher casada.43. bethulab.14 Depois. em Cantares de Salomão 6. a palavra usada aqui ( Jalmaü ) parece ser específica a uma virgem na ida­ de de se casar.8). ’almah) é motivo de con­ trovérsia.10. mas também para as condições que cercam esse nascimento. plu­ ral].25. Ct 1.C .8. Ao contrário da tradição judaica.8 Por exemplo. Êx 2.9 Porém. SI 46 [sobrescrito. Pv 30.8. Ela irá chamar o nome de seu filho “Emanuel”. nenhum pai é mencionado. uma vez que seus filhos são nomeados especificamente como seus. Porém. Ela é chamada “a” virgem. é usada a respeito de virgens de qualquer idade. A RC/ARA ) dirige atenção à importância da virgem e de seu filho.

até que ele saiba rejeita r o m a l e esco lh er o bem. o qual é tanto o Protetor Libertador como o Divino Guerreiro. Ele estaria compartilhan­ do na situação reduzida de seu povo. M as a passa­ gem é flexível —O Filho não precisa estar presente na destruição que Acaz testemunhará. . Ele continua sendo o Emanuel.23). a terra de que te en fa d a s será desam parada dos seu s d ois reis.cia do Emanuel alcança um maior cumprimento no nascimento do Deus-Homem.18 Outros pensam que o significado é que Emanuel na m aturidade recusará a política de Acaz e escolherá os meios do seu Pai divino (como na tentação de Jesus).”16 Note também que Mateus term ina o seu livro com Jesus dizendo: “E eis que eu estou convosco todos os dias. Comer manteiga (a versão inglesa N IV indica curds. Para Acaz esta deveria ter sido uma ad­ vertência de que a casa de Davi seria reduzida a um estado inferior como conseqüência das políticas de Acaz e daqueles futuros reis que seguiram o exemplo dele. a n tes qu e este m en in o saiba rejeita r o m a l e escolh er o bem . 15 M anteiga e m el com erá . Amém” (2 8 . até a consumação dos séculos. A profecia da desolação de Damasco e Israel seria cumprida como se o Filho estivesse nascido naquele momento. “Deus conosco”. o M es­ sias (M t 1. Mateus aplicou corretamente esta profecia a Jesus. um tipo de iogurte) e mel silvestre mostra que a criança nascerá em pobreza.2 0 ). ou coalhada de leite de cabra. Subjacente a esta passagem está o contraste en­ tre o M essias e a condição degenerada da casa de Davi como encar­ nada em Acaz. 16 M a verdade. Para o Filho significava que até que Ele chegasse a uma idade de responsabilidade.17 Alguns entendem a passagem como sig­ nificando que Emanuel deve estar de fato presente para suportar os resultados da recusa de Acaz a partir daquele momento.

Em 701 a. e eles serão como um enxame de abelhas se estabelecendo e devastan­ do Israel e Judá. Nem mesmo a parte mais remota da terra estará protegida dos assírios. qu ais n u n ca v ie ­ ram . A secessão das dez tribos foi um terrível golpe para Judá e aos reis da linhagem de Davi. Agora Deus vai trazer um golpe até pior.) a Assíria era um poder mundial dominan­ te. Confiar no Egito também seria futil. os quais serão tão ineficazes quanto moscas. a Assíria derrotou o Egito em Elteque. na q u ele dia. Os assírios a quem Acaz procurou por ajuda trarão eventualmente de­ vastação a Judá. e em todas as flo r esta s. desde o dia em qu e I fr a i m se sep a rou de Ju d á . 19 e v irã o e p o u sa rã o todas n os va les desertos e nas f e n d a s das rochas. Por esse tempo (735 a. Ele só tem que assobiar para os exércitos egípcios.2. aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. 18 P orque bá de a co n tecer que. e em todos os espinhos. e sob re o teu povo. serão invadidas por forças inimigas.17-8.C.C. dias tais. Os vales desertos e as fendas das rochas. e o Egito provou ser impotente contra esta. As cercas de .17— 25 11 M as o SENHORf a r á v ir sob re ti. uma vez fortalezas seguras para Davi. “Naquele dia” é o dia do justo juízo de Deus sobre Judá. assobiará o S enhor às m osca s qu e há no ex trem o dos rio s do E gito e às abelhas que an dam na terra da A ssíria. DEUS USARÁ A ASSÍRIA PARA TRAZER JUÍZO 7. o ponto é que Deus está no controle do Egito e da Assíria.. A Assíria como a Navalha de Deus 7. Deus “assobiará” para os exércitos da Assíria para serem os seus agen­ tes. Porém. e sob re a casa de teu pai. Alguns vêem o uso das moscas e abelhas como referindo-se à cultura de abelhas na Assíria e às moscas que se instalaram na sujeira no Egito.8 a. p elo rei da A ssíria. O Egito se tornou a isca que atraiu a Assíria.

19 21 E su ced erá . 22 E a con tecerá que. com o rei da A ssíria. a cabeça e os cabelos dos p és e a té a barba tota lm en te tirará. as pessoas terão que se manter na dieta facilmente pro­ duzida de “manteiga e m el”. tam bém . Os grandes rebanhos terão ido. Enquanto o raspar se refere metaforica­ mente ao uso que Deus faz de um poder estrangeiro para castigar o seu povo. levados como espólio pelos invasores assírios. Raspar a cabeça. E porque há tão poucas pessoas. isto é. qu e a lgu ém cr ia rá u m a va ca e du as ovelhas. isto era também uma humilhação literal dos homens de Judá levados em cativeiro. e m a n teiga e m el co m erá todo aq uele qu e f i c a r de resto n o m eio da terra. A referência de Isaías a uma “abundância do leite” é irônica por­ que é relativa a tão poucas pessoas que são deixadas para serem ali­ mentadas. co m erá m an teiga . O remanescente deixado poderá manter só algumas provisões de víveres. naqu ele dia. O rei da Assíria será como a navalha de um barbeiro que trará o juízo de Deus. era a maior humilhação imaginável naqueles dias. que está além do rio. Alugado também indica que Deus estaria usando a Assíria apenas temporariamente. qu e todo o lu ga r em que h o u v er m il vid es do v a lo r de m il m oed a s de p rata será p a ra . as pernas e a barba. Isso indica a desgraça completa e o despovoamento de todas as classes. refa rá o S en hor com u m a navalha alugada. assim como as lontes de água.cspinheiros que protegem os vinhedos serão tomadas. 23 S ucederá. os vinhedos não podem ser mantidos. O rei assírio será alugado ( “navalha alugada”) porque a Assíria não era povo de Deus no mesmo sentido que Israel. 20 N aquele dia. p o r ca u sa da a b u n d â n cia do leite que elas hão de dar. na q u ele dia.

a U rias. se n ão irá. de modo que estes se tornam em lugar para caçar. p o r cau sa do tem o r da s sa rça s e dos espin heiros. Colinas onde grãos e outras safras tinham crescido serão cobertas com sarças e espinheiros tão espessos que as pessoas terão medo de caminhar por eles por causa do perigo de serem arranhadas e corta­ das. As palavras da mensagem significavam “rápido-despojo-presa-segura”. As colinas não poderão cultivar qualquer coisa.) Animais selvagens irão tomar conta das áreas cultivadas.sa rça s e pa ra espinheiros. 2 Então.1-4 1 D is s e -m e tam bém o SENHOR: Toma u m g r a n d e v o lu m e e escreve nele em estilo de hom em : A pressan d o-se ao despojo. tom ei com igo f i é i s testem unhas. espinheiros” irão tomar conta.9. b. p o rq u e as sa rça s e os espin h eiros co b rirã o toda a terra. Deus disse a Isaías que levasse um grande rolo (provavelmente de couro)20 e escrevesse uma mensagem sobre ele com uma caneta comum ( “em estilo de ho­ mem”) em escrita nítida e usual que as pessoas poderiam facilmen­ te ler. f i lh o de Jebereq uias. M aer-Salal-H ás-Baz 8. Isto im plica que uma campanha m ilitar re­ . O povo de Judá pagou um preço terrível pelo pecado de Acaz. e a Z acarias. sa cerdote.. Devido ao fato de haver tão poucas pessoas para trabalhar nos vinhedos bem cultivados com as suas muitas videiras caras. 24 C om a rco e fle c h a s se en tra rá nele. m a s serv irã o p a ra se m a n d a rem p a ra lá os bois e p a ra serem p isa d os p ela s ovelhas. Depois que Acaz se recusou a ouvir.21 A idéia é repetida duas vezes em palavras hebraicas diferentes para ênfase. Jr 32. M as Deus ainda era fiel ao remanescente que permaneceu. só os bois e as ovelhas poderão ir lá e achar algo que comer para se manterem vivos. 25 E tam b ém a todos os m o n tes qu e co stu m a m ca v a r com en x adas. a p ress o u -s e à presa. “sarças e.. (N ote que Jeremias pagou só dezessete ciclos de prata por um campo inteiro.

14).S a la l.3 ). dia n te do rei da A ssíria. 2 Rs 22. mas não há tal costume na cultura hebraica. O S e n h o r disse a Isaías que desse ao menino o mesmo nome que Isaías tinha escrito no rolo. e ela c o n c e b e u e d e u à lu z u m f i l h o . A prim eira testem unha. a Assíria saquearia Damasco e Samaria. 2 Cr 34. e o SENHOR m e d is se : P õ e . De fato. 4 Porque. 7. 3 E J u i t e r c o m a p r o fe t is a . provavelmente dentro do seu primeiro ano de vida. N a realidade.1 0 .B a z . . é identificada por alguns como aquele que fez o altar para Acaz se­ guindo o padrão de im itação de um outro em Damasco (2 Rs I 6 . U rias.lh e o n o m e d e M a e r . Isaías provavel­ mente explicou isto às duas “fiéis testemunhas”. O menino não é identificado com Emanuel (cf. embo­ ra isso possa im plicar que Judá também sofreria.9. Isto é paralelo ao que foi dito do filho nascido da virgem e faz do filho de Isaías um sinal —embora não o sinal sobrenatural que seria dado a toda a casa de Davi no futuro.6). Zacarias. A esposa de Isaías era uma profetisa. pode ter sido o sogro de Acaz (2 Cr 29 . A segunda testemunha. Agora o SE N H O R aplica o significado do nome quádruplo.1. há profetisas tanto no Velho Testamento como no Novo (Êx 15. o nome quádruplo dele está em fino contraste com o nome quíntuplo do Messias no capítulo seguinte (9.lâmpago tom aria a riqueza e os bens de Damasco e Samaria. Alguns supõem que ela era chamada assim de cortesia devido ao fato de seu marido ser profeta. Antes que o menino pudesse dizer as palavras mais simples.1 1). se leva rã o as riquezas de D a m a sco e os despojos de S am a­ ria. I Co 1 1. cf.5).20. At 21. de forma que quan­ do a profecia fosse cumprida eles poderiam confirmar que o SeN H O R e Isaías tinham razão. an tes qu e o m en in o saiba d iz er m eu p a i ou m in h a m ãe.22.14. de forma que o seu filho seria uma testemunha contínua à verdade da profecia.H á s .

O exército dele alcançaria “até ao pescoço”. Ele não tomaria a cabeça. como o poderoso Eufrates ( “o R io ”). Como uma inundação. Agora. A invasão de Senaqueribe de 701 a. . Como muito freqüentemente em Isaías. ungiu a Salomão ali (I Rs 1. Rejeitar as águas suaves de Siloé provavelmente significava rejeitar as promessas de Deus em tempos turbulentos.39). As “águas de Siloé” provavelmente são as águas que fluem da primavera de Giom. mas ainda não estava confiando em Deus. Contudo. 36 e 37). f o r t e s e im petu osas. o rei da A ssíria. e irá p a ssa n d o p o r ele. Zadoque.c. Judá recusou as suaves águas correntes de Siloé. 8 e p a ssa rá a J u d á . in u n d a n d o -o . ó E m anuel. Ele o tinha ganho por ter assassinado a Pecaías (2 Rs 15. 7 eis qu e o S enhor f a r á v i r sob re eles as águ a s do rio. co m toda a su a g ló ria .C. Jerusalém. e su b irá sob re todos os seu s leitos e tra n sb ord a rá p o r todas as su a s rib an ceiras.C. Alguns críticos mudam “ó Emanuel” para significar “pois Deus é conosco”. a Assíria destruiria a totalidade de Judá. Ele garante que a terra será restaurada no futuro. e a ex ten sã o de su a s asas en ch erá a la rgu ra da tu a terra. o rei do magnífico exército da Assíria o inundaria com imponência. isto é. cumpriu esta profecia (veja caps. Como um grande pássaro de presa que desliza velozmente examinando sobre a terra. e chegará a té ao p esco ço . ele alagaria tudo. inclusive Judá. dizendo: 6 P or­ qu an to este p o v o desprezou as águ a s de S iloé qu e co rrem branda­ m en te e co m R ezim e com o f i l h o de R em a lias se alegrou. o sacerdote.25).5— 8 5 E co n tin u o u o SENHOR a f a l a r ain da com igo.). Peca é chamado de o filho de Remalias para nos lembrar que Peca não tinha nenhum direito ao trono de Israel. A Assíria Vem Como Uma Inundação 8. Deus é paciente e fala novamente através de Isaías para o povo depois que este se recusou a escutar a mensagem do versículo 4. a terra ainda é a terra do Emanuel. O povo estava se regozi­ jando sobre as mortes de Rezim e Peca (ambos morreram em 732 a.

12 N ão cham eis co n ju ra çã o a tudo q u an to este p o v o cham a co n ­ ju r a çã o . nós temos uma ligação entre 7. . Emanuel é o Messias. dai ou vidos. o exército da Assíria seria eventualmente “quebrantado”. 3. portanto. dizei a pa la vra. e sereis quebran tados. e não tem ais o seu temor. a “forte mão” do Senhor é freqüentemente paralela ao grande poder do Espírito Santo. Todos eles estavam elevando o grito de batalha contra Judá. to­ dos os que so is de lon gín q u as terras. “porque Deus é conosco”. que pode ser traduzido “por causa do Emanuel”. Quando a Assíria conquistava nações. ou seja. Assim. Isaías deve ter sentido a oposição dos incrédulos e cínicos. dizendo: No Velho Testamento. 10 T om ai ju n ta m e n ­ te conselho. na sua rebelião. Ele tinha que continuar declarando a palavra do SE N H O R com coragem. Com uma poderosa unção sobre si. 11 P orque assim o SENHOR m e disse co m u m a jo r t e m ão e m e en sin o u que não an dasse p elo cam in h o deste povo. Apenas um ser humano. e ele será dissipado. incredulidade e desconfiança do SE N H O R . Isaías foi advertido para que “não andasse pelo cammho deste povo”. COMO DEUS ESTAVA COM ISRAEL 8. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. Deus iria atropelar o plano deles. n em ta m p ou co vos assom breis. A promessa do futuro Emanuel é a garantia de que Jerusalém sobreviveria e as nações que tentassem destruí-la eventualmente cairiam. o exército assírio incluía tropas de muitas nações. Deus trará juízo sobre Judá.9-18 9 A lvoroça i-vos. cin g i-v o s e sereis J e ito s em pedaços. M as Deus o ungiu e lhe deu confiança. Porém. mas isso não é tudo o que Ele tem planejado. perm itia freqüente­ mente que aqueles que foram conquistados se alistassem em seu exér­ cito e recuperassem algumas das suas próprias perdas no próximo lugar de conquista.14 e os capítulos 9 e I I . e ela não su b sis­ tirá.mas isso não se ajusta ao contexto. p orq u e D eu s é conosco. ó p ovos.

e presos. e seja ele o vosso assom bro. e seja ele o vosso tem or. Eles não deveriam temer ou apavorar-se com o que os incrédulos temiam. Isto im plica bên­ çãos de paz. Jerusa­ lém ficou presa como num beco sem saída pelos exércitos assírios sitiantes até que Deus a entregou. e ter o mesmo tipo de temor e respeito que reconhece o seu maravilhoso poder e que confessa e abandona pecado.C. alegria e comunhão com Ele. aos m o ra d o res de Jeru sa lém . eram ambas consideradas traição. o décimo-quarto ano do pleno reinado de Ezequias. de laço e rede. 13 E m u ito s d en tre eles tropeçarão. “M uitos dentre eles” provavelmente se refere tanto a Israel como Judá (v. Ele se tornará uma pedra de tropeço. Então em 701. ele v o s será sa n tu á rio. e a sua advertência a Ezequias para não quebrar aquela aliança outrora feita. fa­ zendo-os cair. Deus será um refúgio. Os verbos aqui estão no plural e são endereçados a Isaías e aos discípulos que o escutavam.13 Ao S enhor dos E xércitos. um lugar santo reservado. Acaz (2 Rs 18. e cairão. M as para aqueles que se recusam a confiar nEle. m a s serv irá de p ed ra de tropeço e de roch a de escân dalo às d u a s casas de Isra el. Senaqueribe des­ truiu todas as cidades de Judá. Indubitavelmente. Samaria caiu em 722 a.13).9). a ele sa n tifica i. exceto Jerusalém (2 Rs 18. e serã o q u ebran tados. 14 E ntão. 14). Eles deviam considerar o santo SE N H O R . Este não era o real perigo para Jerusalém. que era a conspiração de Peca e Rezim. e enlaçados. pelos partidários da guerra em Judá. A advertência de Isaías contra a aliança com a Assíria. durante o quarto ano do co-reinado de Ezequias com o seu pai. ou “conjuração”. Para esses que ainda confiam nEle e respeitam a sua santidade. A mesma derrota pelas mãos da Assíria espera tanto Israel como Judá. os homens de Jerusalém estavam no .

quer dizer. são as profecias escritas e os ensinos que Deus deu a Isaías até aquele momento. Assim. 17E esperarei ao SENHOR. a Sião que Davi conquistara antes do templo ser construído no monte ao norte deste. Embora o S E N H O R esconda a sua face em desgosto “da casa de Jacó”. Eles foram dados pelo Senhor dos Exércitos para informar o povo de que a sua presença ainda era manifestada no templo “no monte de Sião”. ou instrução. de Israel e Judá. com o sin a is e m aravilh as em I sra el da p a rte do SENHOR dos E x ércitos. não simplesmente na colina de Ofel.exército que enfrentou Senaqueribe e alguns deles foram mortos ou capturados. Hebreus . Os discípulos de Isaías foram encarregados de preservá-los. ( “monte Sião” aqui significa em Jerusalém. O ato de ligar e selar também protegeria as profecias dos incrédulos que poderiam querer destruir os manuscri­ tos ou negar que Isaías os escreveu. M uito embora o SE N H O R estivesse descontente com Judá. que habita no m o n te de Sião. Eles deviam ser amarrados e selados para indicar que os eventos já tinham prova­ do a sua veracidade. Isaías irá olhar para além das circunstâncias presentes e colocar a sua confiança em Deus — honrando assim as promessas de libertação. Ele não os deixou sem uma testemunha: Os nomes de Isaías e os dois filhos dele tinham significados simbólicos que continuariam lembrando as pessoas tanto da promessa de salvação como das advertências de juízos. 16 Liga o testem u n ho e sela a lei en tre os m eu s discípulos. O “testemunho” e a “lei”. que esco n d e o rosto da casa de Ja có . Ele não tinha deixado o seu povo.) Deus ainda podia cumprir as suas promessas. 18 E is-m e aqui. com os fi lh o s que m e d eu o SENHOR. e a ele agua rdarei. Isaías declara então que confiará no SE N H O R para levar a cabo o seu plano.

“A lei” (instrução) e “testemunho” novamente referem-se à profe­ cia e aos ensinos de Isaías (veja 5. n u n ca v erã o a alva. o espiritismo e outras abominações idólatras. e será que.I I).24). 20.6. a m a ld içoa rã o a o seu rei e ao seu D eu s. que ch ilreiam e m u rm u ra m en tre d e n tes . e serã o en ten eb recid os com â n ­ sias e a rra sta d os p a ra a escu ridão. . quando o juízo vier. 4.s e .19-22 19 Q u a n d o vos disserem : C o n su lta i os qu e têm esp íritos f a m i l i ­ a res e os adivinhos. Quão tolo seria “consultar os mortos em favor dos que vivem”. As pessoas que rejeitam as profecias de Isaías vagarão pela noite do juízo de Deus. ten do f o m e e en fu recen d o -se. o qual traz um maior cumprimento das promessas de Deus.22 21 E p a ssa rã o p ela terra d u ra m en te o p rim id o s efa m in to s . JUÍZO SOBRE 0 ESPIRITISMO 8. eles não se arrependerão. D t I8 .31. Se tão-somente eles prestassem atenção às suas palavras da parte do Senhor eles iriam achar a verda­ deira luz. 20 A Lei e ao T estem un ho! Se eles não fa la r e m segu n d o esta p a la vra. então. 22 E. aqueles que eram provavelmente a favor dos assírios e assim rejeitavam as profecias de Isaías estavam pondo pressão crescente no povo para fazer justamente isso. é somente para aqueles que aceitam a palavra de Deus e rejeitam a superstição pagã.ã o os m o rto s? A Lei de M oisés proibia consultar “médiuns e espíritas” (cf. olhando p a ra a terra. O cerco assírio trará fome.13 cita a partir deste verso e o aplica a Jesus. em vez de consultar a Deus. Contudo. olhando p a ra cim a. Lv 19. E devido a não terem confiado em Deus. A “alva” ou alvorada.2. ---não reco rrerá u m p o v o ao seu D eu s? A f a v o r dos v iv o s in te rro g a r . eis q u e h a verá a n gú stia e escu ridão. ou bênção futura.

a terra de Z eb u lom e a terra de N cfta li. de Damasco abaixo através Galiléia e depois para o mar M editerrâneo e costa abaixo em direção ao Egito.Ao invés disso. Ele en vileceu . virá um dia quando a escuridão será levantada das vidas do povo de Deus. Os território de Zebulom e N aftali.1 5 0 do povo de Judá —um testemunho incontestável à certeza da palavra profética. Isto foi cumprido quando Jesus ministrou e escolheu os seus primeiros discípulos na Galiléia — a qual ainda era menosprezada pelo povo de Jerusalém. os quais ficam situados entre o mar da Galiléia e o mar M editerrâneo. além do Jord ã o.C. n os ú ltim os. onde o juízo de Deus primeiro humilhou o seu povo nos dias de Isaías.23 Quando olham para a terra (a marca da sua bênção) e os elementos materiais nos quais confiaram.1-5 1 M as a terra q u e f o i a n gu stiada não será en ten ebrecida. a en ob receu ju n to ao ca m in h o do m ar. TiglatePileser III fez destes territórios uma província assíria. (2 Rs 15. Em contraste com a escuridão mencionada em 8. Iiles serão arrastados “para a escuridão” absoluta e para a melanco­ lia do exílio. tinham sofrido grandemente por causa das invasões assírias de 734 a 732 a. . m as. ESPERANÇA PARA A GALILÉIA 9. a G aliléia dos gen tios. n os p r im eiro s tem pos. eles amaldiçoarão ao seu rei que não os defendeu e ao seu Deus que não os guardou deste juízo. Ele também tomou Gileade.24 O “caminho do m ar” era a rodovia que vinha do sudoeste. 5. Certamente isto significava também uma escuridão interior. M as a Galiléia. seria honrada no futuro. Os registros de Senaqueribe reivindicam que foram levados como cativos 20 0 . e ane­ xou parte da planície de Sarom próxima do mar Mediterrâneo.22. no outro lado do Jordão. levou os seus habitantes para o exílio e trouxe os povos de outras nações para habi­ tar ali.29). eles verão somente desesperada “angústia e escuridão”.

26 e paz virão porque “resplande­ ceu a luz” (v. Deus deu a Gideão a vitória depois de reduzir o exér­ cito dele de trinta e dois m il para trezentos homens (Jz 7. serv irã o de p a sto ao fo g o .2 O p o v o q u e a n dava em trev a s v iu u m a g r a n d e luz.6. O s uniformes e equipamentos militares que derramaram sangue na guerra serão postos de lado e queimados. pois a vitória do SeN H O R sobre o pecado e seus conflitos será completa. Galiléia. todos se a legra rã o p era n te ti. vitória. Em contraste com o pequeno remanescente. 5 P orque toda a a rm a d u ra daqueles qu e p eleja va m co m ru íd o e as v estes qu e rola va m n o sa n gu e serã o queim adas. Alegria. a presente libertação do “opressor” deles tam ­ bém será executada pelo S E N H O R . 3 Tu m u ltip lica ste este p o v o e a a legria lhe a u m en ta ste. . Jesus traria a luz da salvação aos gentios (Is 42. O “dia dos m idianitas” refere-se ao dia da derrota dos midianitas por Gideão. a vara que lhe fe r ia os om bros e o cetro do seu opressor com o no dia dos midianitas. a nação será aumen­ tada. a parte mais em trevas da terra —cujo futuro parecia o mais sombrio quando Isaías transmitiu esta profecia (aproximada­ mente 733— 2 a. Não haverá mais nenhum desejo para a guerra.) veria “uma grande luz”.25 H á uma conexão 73 óbvia entre este versículo e o “Filho” do versículo 6. prosperidade.6). e so b re os q u e h a b ita va m n a regiã o da so m b ra da m o rte resp la n d eceu a luz. Semelhantemente.2 -2 5). 49. P orque tu quebraste o ju g o que pesava sobre ele.C. co m o se a legra m na ceifa e co m o ex u ltam q u an do se rep a rtem os despojos. 2). não pelo número ou habilidade do povo.

Jesus insinua que Ele é o “Conselheiro” quando chama o Espírito Santo de “outro” Conselheiro (Jo I4 . Isto se ajusta com João 1. “Deus conosco”.6.7 6 P orq u e u m m en in o n o s n a sceu .I 6 ). bênção. D eu s Forte. “Autor”] da Eternidade [ou. o qual passou pelas trevas e que será redimido. M as Ele virá em primeiro lugar ao remanescente de Isra­ el.21 de um modo tal que isso só pode se referir a Deus.27). P ai da E tern idade. e significa que Ele será uma maravilha sobrenatural (cf. e bemestar —uma paz que Jesus dá agora (Jo 14. A realeza era simboli­ zada por um cetro sobre o ombro do rei. Isto também fala de seu cuidado fiel e amoroso. “M a­ ravilhoso” e “Conselheiro” não são colocados juntos por eruditos hebreus antigos. Este Filho é um ser divino. “Pai da Eternidade” poderia ser traduzido “Pai [ou. e o seu n o m e será M a ra ­ vilh oso. Ele também é o “Príncipe da Paz”.27 Alguns críticos desejam interpretar “Deus Forte” como um “he­ rói divino” ou “piedoso”. e uma paz que estará completamente em efeito no M ilênio. C on selh eiro. O governo estando “sobre os seus ombros” significa que Ele será rei. Porém. Os nomes dados indicam as características essenciais dele. u m f i l h o se n o s d eu . Emanuel.2). que é perpétuo. integridade. Jz 13. onde o Verbo vivo é aquEle por intermédio de quem Deus fez tudo o que foi feito (cf. Ele virá a nós como um menino.18).11. P r ín cip e da Paz. Isaías usa a mesma frase em 10. aquEle que traz a verdadeira paz —a qual inclui salvação. “do Universo”]. “U m filho” referese de volta a 7.3. “M aravilhoso” é um substantivo. Êx 15 . 0 PRÍNCIPE DA PAZ 9. . harmonia. também Hb 1.14.6. e o p rin cip a d o está so h re os seu s om b ros. U m conse­ lheiro era uma pessoa com uma determinada sabedoria dada por Deus. O Messias acabará com opressão e a injustiça.

a Nova Jerusalém.7— 10). N ada será capaz de impedi-lo.12. O que manteria os discípulos de Isaías fiéis a Deus? . pa ra o f i r m a r e o fo r t i f ic a r em ju íz o e em ju stiça . determinado no versículo 6.7 D o in crem en to deste p rin cip a d o e da paz. “não haverá fim” ao seu governo e paz... desd e agora e p a ra sem p re. sua eterna capital. Uma vez que o Filho vem reinar como o Rei desejado e legítimo. n ã o ha verá f i m .33). O governo do Filho será estabelecido “sobre o trono de Davi”. O “zelo do S e n h o r ” é a poderosa expressão do amor e determi­ nação que fazem parte da sua natureza —uma determinação para cumprir as suas promessas e alianças. porque Ele é o Senhor dos Exércitos com todo o poder e com os exércitos do céu ao seu comando. Qual é o significado do nome Maer-Salal-Hás-Baz? 6. Para que propósito Isaías levou Sear-Jasube com ele para se en­ contrar com Acaz? 2. Ele manterá o seu reino para sempre com justiça e retidão divinas ( “em juízo e em justiça. Em que base podemos aplicar o sinal do filho nascido de uma virgem a Jesus? 4. Devido a Ele ser o Rei divino. O reino reflete o caráter do Filho. Lc 1. cf.13. E verdade que Satanás será libertado por pouco tempo após o M ilê­ nio (Ap 20. QUESTÕES DE ESTUDO 1.32. para sempre”). cumprindo a aliança que dá o trono à linhagem de Davi para sempre (2 Sm 7. Por que o povo acusou Isaías de conspiração e traição? 7. mas ele não poderá subverter o reino do Senhor — este continuará nos novos céus e na nova terra. sob re o tron o de D a v i e n o seu reino. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. Qual seria o resultado de Deus usar a Assíria para trazer juízo? 5. Por que Acaz recusou-se a pedir um sinal? 3.

Qual é o significado de cada um dos nomes dados ao Filho em Isaías 9. 19 81 ). Como o “Porque” no início de Isaías 9. que significa “vir­ gem ”. Prophecy o f Isaiah. 3 Para um a lista de com entários sustentando este ponto de vista. 1 9 7 8 ). trans. 111. The Validity o f the Virgin Birth (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 24. Isaiah. 11 Hayes e Irvine.: InterVarsity Press. Isaiah’s Immanuel. 5 H indson. Ver John H . alguns entendem isto como sendo um encoraja­ m ento p ara A caz. 8 M otyer. Isaiah 1-12. Irvine. ver Edward E. Kaiser.J. M ateus também usa parthenos e especificamente declara: “Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta” (1 . 1 9 9 3 ). 10 Se Isaías tivesse querido dizer “m ulher jovem” (R S V ). 100. H indson. Acaz “perdeu um sinal im ediato”. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: A bingdon Press. 7 Desde que Rezim e Peca estavam pretendendo substituir a fam ília davídica com o filho deTabeal. Commentary on Isaiah. 1 3 5-3 6. 3 9 -4 0 . 108.2 2 ). 6 J. 82. 23. ele teria usado o term o na’arah (o qual a R S V traduz em outro lugar como “m ulher jovem”). com sua prom es­ sa conduzindo ao M essias que faria eterno o trono de Davi. a A liança D avídica estava em vista. 123. . Isto também é verdade a respeito da literatura não bíblica.6 é relacionado aos versos precedentes? 9.6 e como eles são cumpridos em Jesus? CITAÇÕES 1 Por incrível que pareça. Bultem a mostra que por incredu­ lidade. Alec M otyer. N. H ayes e S tu a rt A. 4 H arry Bultema. IsaiaVs Immanuel (Phillipsburg. 9 A Septuaginta traduz o hebraico ‘almah o grego parthenos.8. 2 O. Isaíah’s Immanuel. 1 9 8 7 ). The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. H anke.: Presbyterian & Reform ed. 85. H indson. 1 9 6 3 ). 30. V eja H . Cornelius Lambregtse (G rand R apids: Kregel Publications. 84.

1 1 — 2 e 1 1 .1 ) pode ter sido referido ao “Em anuel” como uma repreensão para Acaz. 131.J. 19 88 ). Prophecy o f Isaiah.1 4 — aponta para “a ameaça im ediata”. .” Siegfried H .2. Alguns as entendem como particípios e as traduzem como “a pilhagem está se apressando.: Prentice-H all. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 21 Eu tomo estas palavras como imperativos. 19 90 ). Isaiah (A tlanta: John Knox Press. 1 9 8 5 ). 2 6 0 . 129. 17 Cf. (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 7 a 11 m ostram “um a tensão entre o im ediato e o rem oto”.2). W o lf sugere que “M aer-Salal-H ás-B az” (Veja Is 8 . 46. quando Senaqueribe. M otyer acrescenta: “A promessa aguardava o seu tempo. 19 88 ). W olfgang Roth. A cadem ie Books. 2:1 2 0 . 2 R s 16. 20 Alguns entendem o hebraico como significando um a grande placa para ser escrita sobre ela com um estilete e erigida como um outdoor. Isaiah’s Immanuel.1 5 0 pessoas cativas de Judá. 33 . 48. V anG em eren. 19 24 ). Esta é uma prova adicional de que Ezequias não é tido como “Em anuel”. 18 . Veja D an iel D avid Luckenbill. H erbert M . The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. veja H indson. 12 — 16 2 13 apontam para “o futuro sem data. “T h e Divided M onarchy”. mas que o Novo Testamento o aplica em um sentido m ais c o m p leto a Jesu s. Interpreting the Propbetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House. mas a ameaça era im ediata”. H indson. Interpreting Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing H ouse. de acordo com os seus registros.C. 14 Para mais discussões a respeito da identidade da virgem. 7 . H in d so n m o stra que o nom e de M aer-Salal-H ás-B az “expressa juízo” em lugar da bênção im plícita no nome Emanuel. 13 A sugestão de R oth de que “virgem” está “se referindo possivelmente à virgem -que-ainda-seria-rainha do rei A caz” de form a que Emanuel é “o futuro rei Ezequias” não corresponde ao período bíblico (cf. 15 W ille m A. 9 0 -9 2 .12 H orn diz “cerca de 7 2 9 a. 4 2 -4 4 . N. H orn. 2 vols.C. lsaiah’s Immanuel. em Ancient Israel. Academ ie Books. idem. pois antes do seu nascim ento Judá e Israel serão espalhados e precisarão ser reunidos”. o saque está acelerando”. 19 Isto foi cum prido em 701 a. P orém . W olf. 8 . 1 9 2 6 -2 7 ). 87. 16 Ibid. levou 2 0 0 . ed. M otyer. H ershel Shanks (Englewood C liffs. 18 M otyer m ostra que os caps.

dizem : 10 O s ladrilhos caíram . W idyapranaw a. ' O hebraico pode também significar que eles am aldiçoarão a própria situa­ ção deles pelo seu rei e o pelo seu Deus. Stanley M . “V iu” é o profético perfeito hebraico. ed. m a s p o r ced ros as su b stitu irem os.2 0 3 . Deus já tinha trazido juízo sobre o seu povo. 19 96 ). Algu­ mas declarações parecem se referir ao passado. O povo de Efraim (Israel) e a principal cidade de . outras ao futuro. The Lord is Savior: Faitb in National Crisis (G rand R apids: W m . “Os Seres Espirituais Criados”. Eerdmans. porém mais ainda está por vir. As mesmas condições também eram prevalecentes em Judá. de modo que há lições também para eles. como também por Miquéias e Isaías.8-10. !J Gk. e ela ca iu em Israel. B. H orton. I. indicando a certeza de cumprimento. JUÍZO SOBRE 0 ORGULHO E A AUTO-SUFICIÊNCIA 9.8-12 8 O S en hor en v io u u m a p a la vra a Ja có . “um outro do mesmo tip o ”. 1 Alguns consideram esta passagem “uma continuação do sinal do Emanuel (Is 7 . allon. em soberba e a ltivez de coração. RJ: CPAD. M acchia. ''' A pilhagem só poderia ser dividida depois de um a vitória.I. 51. Deus proferiu a sua mensagem de juízo vindouro por Amós e Oséias.rank D. ed. que. co rta ra m -se as f i g u e i ­ ra s bravas. S. Quatro Razões para a Ira de Deus 9. rev. em Teologia Sistemática. (R io de Janeiro. 8 . e toda a nação breve verá isto acontecer.8 )”.1 4 . al­ guns eventos no passado refletem o que está por vir no futuro. 9JE todo este p o v o o saberá. E fraim e os m o ra d o res de S am aria. 19 90 ).4 As quatro seções desta profecia tratam dos pecados de Israel e cada uma é seguida por um refrão que confirma a necessidade de um juízo adicional. 2 0 2 . m a s com ca n ta ria to rn a rem o s a ed ifica r. C. H .

pronto a golpear o desafiante Israel com julgamentos adicionais. A menção de “Pela frente virão os siros” (ou arameus) e os filisteus provavelmente se refere a invasões anteriores. Eles não devem pensar que devido ao fato de terem se recuperado de juízos passados podem fazer como lhes apraz no futuro. e p o r detrás. eles dizem que se edificarão novamente. 21 e 10. Eles usariam pedras esquadrejadas ( “cantaria”) e vigas de cedro.C. 11 Portanto. Juízos anteriores não fizeram o povo retornar ao SE N H O R em ar­ rependimento ou buscar a Ele e à sua vontade.4). M as estes juízos no passado não satisfizeram a ira de Deus. JUÍZO SOBRE UM POVO EXTRAVIADO 9. 17. n em b u s co u ao SENHOR d os E x ércitos. Este orgulho e auto-suficiência é a primeira razão para a ira de Deus. especialmente durante o tempo do fraco rei Menaém que morreu em 742 a. Ainda desafiando a Deus. No seu orgulho o povo pensava que poderia re­ construir até melhor sem Deus. como as dos palácios dos reis. 2. e in stiga rá os seu s inim igos. e d evora rã o a Isra el co m a boca escan cara da. desta vez usando a Assíria. que um terremoto ou a batida de aríetes do inimigo poderiam derrubar.I2.13-17 13 C o n tu d o . o sfilisteu s. A mão de Deus “ainda está estendida” (um refrão que aparecerá mais quatro vezes: vv. 12 P ela f r e n t e v irã o os siros. e n em co m tu d o isto se ap artou a su a ira. este p o v o n ã o se v o lto u p a r a q u em o f e r i a . m a s ain d a está esten~ dida a su a m ão. Os “adversários de Rezim ” são os assírios. Repetidas vezes Deus .Samaria dizem com “soberba e altivez de coração” que o juízo de Deus não os humilhará. o S enhor su scitará con tra ele os adversários de Rezim. Tijolos de barro e vigas de sicômoro eram materiais de constru­ ção ordinários.

) 16 P orque os g u ia s deste p o v o são en ga nad ores. Os ramos da palma cresciam nos altos. o ra m o e o ju n co . mas o povo perma­ neceu rebelde —a segunda razão para a ira de Deus.) O tempo virá quando Deus já não tolerará a rebelião. e o p ro feta q u e en sin a a fa ls id a d e é a ca u d a . M as eles são apenas “a cauda”. Juntos eles simbolizam que os líderes grandes e peque­ nos seriam derrubados. n u m m esm o dia. Eles deveriam ter estado equipando a liderança com a Palavra de Deus. e não se co m p a d ecerá dos seu s ó -fã o s e das su a s viú va s. Os próprios falsos profetas aparentemente tinham se tornado políticos em busca de dinheiro e popularidade.C. e toda boca p r o fere doidices. Eles serão destruídos “num mesmo dia”. é a divisão dum assunto em partes distintas]. abanando para tentar agradar o povo. o junco. Os falsos pro­ fetas também pensavam que faziam parte da cabeça. ‘fração’. eles enganavam os líderes com as suas men­ tiras. C om tudo isto não se ap artou a su a ira. Os governantes são “a cabeça”. a atitude do Senhor . p o rq u e todos eles são hip ócrita s e m alfazejos. Portanto. Ele trará juízo súbito. e os que p o r eles são g u ia d o s sã o devorados. 17 P elo qu e o SENHOR não se regoz i­ ja r á com os seu s jo v e n s. mérisma. o ramo e o junco” —são responsáveis pelo povo não buscar o SE N H O R . Os líderes enganavam o povo. Os líderes —referidos aqui como “cabeça e a cauda. (Isaías usava freqüentemente um dispositivo literário chamado merisma [N ota do Tradutor: Do Gr. Ao invés disso. expressan­ do uma gama inteira listando simplesmente o máximo e mínimo. que por seu turno se desviava dos caminhos do Senhor ( “são devorados”). influenciando o povo. possivelmente na queda de Samaria em 72 2 a.cíiamou o povo a se arrepender. por outro lado. 15 ( O a n ciã o e o v a rã o de respeito são a cabeça. crescia nos lugares baixios e pantanosos. Ele foi paciente. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. 14 P elo que o Senhor co rta rá de Isra el a cabeça e a cauda. ‘por­ ção’.

mas até mesmo estes são tão descrentes e ímpios quanto o resto do povo. m a s ain da está esten d id a a su a m ão. e su b irã o ao alto espessas n u v en s de fu m a ç a .mudará em relação a eles. ela se ateará no em a ran had o da flo r e s ta . a terra se escu recerá . Com os líderes levados embora no juízo. e será o p ovo co m o p a sto do f o g o . e. Esta é a terceira razão para a ira de Deus. ela devora as sa rça s e os espin h eiros. com a impiedade se espalhando como um fogo de floresta e destru­ indo o país. C om tu d o isto não se ap artou a su a ira. A mão de juízo de Deus “ainda está esten­ dida” para trazer mais juízo sobre esse povo degenerado! 3. mas eles também estão pecando e desagradando a Deus. Eles destruirão até mesmo os seus próprios parentes. e am bos eles serã o con tra Ju d á . Esta guerra civil se estendeu para além do reino norte de Israel a um desu­ mano ataque sobre Judá. A santa ira de Deus será outra chama que “escurecerá” a terra.s P orque a im pieda de lavra co m o u m fo g o . To­ das as pessoas são culpadas. sim . A IMPIEDADE QUE CONSOME POR CAUSA DA IRA DE DEUS 9. em vez de ajudarem um ao outro. 19 P o r cau sa da ira do S enhor dos E x ércitos. Deus é o de­ fensor para os órfãos e viúvas. cada u m co m erá a ca rn e de seu braço. 20 Se co r ta r da banda d ir e it a a in d a terá fo m e . eles destruirão um ao outro. se co m er da banda esquerda. ain da se não fa r ta r á . As pessoas jovens deveriam ter sido uma alegria ao Senhor. n in gu ém p o u p a rá ao seu irm ão. Normalmente. Deus usará o pró­ prio povo como instrumento da sua ira contra eles: N a sua maldade. vivendo como se Ele não existisse. A dissensão tribal acontece- . falando a mesma linguagem vil. Aqueles que destroem um ao outro não estarão satisfeitos ( “não se fartará”). e E fraim a M anassés. a terra estará um caos. 21 M an a ssés a E fraim . Todos os rastros de amor fraterno serão extintos.I8 -2 I .

os oprimidos. m a s ain d a está esten d id a a su a m ão. 4.1-4 1 A i dos que d ecreta m leis injustas. como o fizeram durante a guerra siro-efraimita.. O que farão eles quando o dia vier e Deus retribuir com juízo adicional? Eles estarão muito fracos para se levantarem contra Ele. .rá até mesmo entre as tribos de José.29).. Esta injustiça contradizia a Lei de Moisés. a qual fazia provisão ao pobre. Este será um dia quando a “assolação. Os governantes pensam que eles têm a Lei do seu lado. Esta corrupção nos tribunais legais é a quarta razão para a ira de Deus. 3 M as que f a r e i s v ó s ou tros no dia da visita çã o e da assolação qu e há de v i r de lo n ge? A qu em reco rrereis p a ra ob ter so co rro e on d e d eix a r eis a vossa g ló ria . ao fraco. e os órfãos. Eles são extorsionários que fazem as suas vítimas entre os pobres. Ao invés disso. 4 sem q u e cada u m se abata en tre os p reso s e caia en tre os m o rto s? C om tu d o isto a su a ira não se apartou. e quem os ajudará então? Será muito tarde para buscar o Senhor. e dos escriv ã es qu e escrevem p erversid a d es. e especialmente às viúvas e órfãos (D t 14. eles ou serão torturados cativos. e pa ra despojarem as viú vas. há de vir de longe” (da Assíria). e p a ra rou b a rem os ó -fã o s! U m ai é pronunciado sobre os legisladores que tornam a opressão legal e fácil. ou estarão “entre os mortos”. AIS AOS GOVERNANTES INJUSTOS 10. Novamente. que obtiveram o direito hereditá­ rio da parte de Jacó e deveriam estar desfrutado a bênção de Abraão. as viúvas. a ira de Deus ainda arde e a sua “mão ainda está estendida” para trazer mais juízo. e as riquezas que eles ganharam a partir de práticas ímpias não os ajudarão. Eles se unirão apenas para se voltarem contra o reino sulista de Judá. 2 P ara p reju d ica rem os p o b res em ju íz o . e p a ra arreb atarem o direito dos a flitos do m eu p ovo. mas Isaías os desafia.

O propósito deles é invadir e .1. a va ra da m in h a ira ! P orque a m in h a in d ign a ­ çã o é co m o bordão nas su a s m ãos. e lhe tom e o despojo. no seu coração. A indignação de Deus é representada pelo bordão nas mãos da Assíria. Eles não terão nenhuma misericórdia enquanto pisoteiam o povo e se apoderam de suas posses. o qual se tornou uma nação hipócrita e perversa. nem o seu cora çã o assim o im a gin e. Agora um ai é pronunciado sobre os assírios — a ferram enta que Deus está usando para trazer juízo sobre o seu próprio povo. Quais são as razões para o ai em 10. Assíria É Usada Sem Saber 10. Que juízo o Senhor promete a Israel e quais são as razões para a sua ira? 2.5— 11 5Ai da A ssíria. com o a lam a das ruas. Assíria É Usada e Julgada 10.5-34 I.3).A VARA DE DEUS I0 .QUESTÕES DE ESTUDO 1. antes. in ten ta d estru ir e d esa rra iga r não p o u ca s nações. e o pon ha p a ra ser p isa do aos pés. ASSÍRIA . 6 E n v iá -la -ei contra u m a nação hipócrita e con tra o p o vo do m eu f u r o r lhe darei ordem . Os assírios cumprirão o signi­ ficado de Maer-Salal-Hás-Baz (veja 8. p a ra que lhe roube a presa.1— 4? D. Deus está enviando os assírios contra o seu próprio povo. 7 a in d a qu e ele não cu id e assim . A Assíria não atentará ao fato de que ela é o agente de Deus que traz o juízo dEle sobre Israel e Judá.5 -I9 a.

.íssimilar as nações ao Império Assírio, com o plano para dominar o inundo.
s P orque diz: N ão são m eu s p rín cip es todos eles reis?

O auto-exaltado orgulho da Assíria é tão grande que declara to­ dos os seus oficiais do exército como sendo reis no seu próprio direilo. Eles pensam que são invencíveis. 9 N ão é C a ln o co m o C arq u em is? N ão é M am ate com o A rpade? E S a m a r ia co m o D a m a sco ? O rei assírio gabava-se a respeito de suas conquistas. Por volta de 717 a.C., as principais cidades na Ásia M enor ocidental tinham sido conquistadas pela Assíria. Carquemis, no rio Eufrates, uma antiga capital do Império H itita, foi conquistada por Sargão II em 717. Calno, localizada aproximadamente a oitenta e oito quilômetros ao sudoeste, foi conquistada porTiglate-Pileser III em 738 a.C. Arpade estava apenas a cerca de 10 quilômetros a noroeste de Calno, próxi­ ma da moderna Alepo. Hamate estava nas proximidades do rio Orontes. Damasco foi conquistada e destruída em 732. Samaria foi tomada e destruída em 72 2 por Salmaneser V (embora seu filho, Sargão II, depois tivesse tentado levar o crédito). Parecia como se nada pudesse parar a Assíria.
10A m inha m ão a lca n çou os rein o s dos ídolos, ain da qu e as su as im agen s de escu ltu ra eram m elh ores do qu e as de J eru sa lém e do qu e as d e S am aria.

Os reis da Assíria se exaltavam sobre os deuses dos países que eles conquistavam, e até mesmo sobre os seus próprios deuses. U m título que os governantes assírios tomavam para si próprios era “R ei do Universo”. Desse modo, o rei assírio acreditava que o seu poder tinha “se apoderado dos reinos dos ídolos”, deuses que ti­ nham o dever de ser os patronos e protetores dos países que eles tinham subjugado.

Os reinos pagãos faziam freqüentemente grandes ídolos de ouro e prata. O rei assírio sabe que há ídolos em Jerusalém e Samaria — ainda que Deus os tivesse proibido —mas os ídolos deles não são as bonitas e ornadas imagens dos outros países que a Assíria conquista­ ra. Os assírios falam deles com desprezo. Depois, quando Senaqueribe destruiu Babilônia, ele determinou a seus soldados que esmagassem os ídolos de Babilônia. As duas exceções foram as imagens de Bel e Nebo, as quais ele levou para N ínive.1
11 P orven tu ra , co m o f i z a S am aria e aos seu s ídolos, n ã o o f a r i a igu a lm en te a J eru sa lém e aos seu s íd olos?

O fato de que Samaria já tinha sido conquistada data esta profe­ cia depois de 7 2 2 a.C. Os “ídolos” de Samaria (Heb. ‘elilim, signifi­ cando “nadas”, “nulidades”, “inúteis”) tinham sido destruídos. As imagens de Jerusalém (Heb. ’a tsa b b i “ídolos ofensivos”) mereceram o mesmo tipo de juízo. Os assírios presumiram corretamente que na­ quele momento a maior parte do povo de Jerusalém estava confiando em imagens para protegê-los. Os assírios acreditavam que os seus próprios ídolos eram mais poderosos que os ídolos das outras na­ ções. Eles também pensavam que os seus ídolos eram maiores que o Senhor, o único Deus verdadeiro. b. Deus Punirá a Assíria no Devido Tempo 10.12— 19
12 P o r isso, a co n tecerá que, havendo o Senhor acabado toda a su a obra no m o n te Sião e em J eru sa lém , então, visita rei o f r u t o do a rro ga n te cora ção do rei da A ssíria e a p o m p a da a ltivez dos seu s olhos.

Embora Deus estivesse usando a Assíria, quando a obra do juízo de Deus sobre Judá estiver “acabado” (quebrado como a linha de um tecedor), o orgulho do rei de Assíria será castigado. Ele descobrirá então que não estava lidando com ídolos ou imagens esculpidas, mas com o Deus poderoso do céu e da terra.

13 P orquanto disse: C om a f o r ç a da m in h a m ã o f o z isto e com a m in h a sa bedoria, p o rq u e sou inteligente; eu rem o v i os lim ites dos p o v o s; e ro u b ei os seu s tesou ros; e, com o valente, abati aos que se sen ta va m sobre tronos. 14E achou a m in h a m ã o as riquezas dos p o v o s com o a u m nin ho; e, com o se a ju n ta m os ovos a b a n d on a ­ dos, assim eu a ju n tei toda a terra; e não h ou ve qu em m ovesse a asa, ou a b risse a boca, ou m u rm u ra sse.

O rei assírio atribuía suas conquistas e saques ao seu próprio poder c sabedoria, não reconhecendo a soberania de Deus. Ele fundia outras nações no Império Assírio. Isto era tão fácil quanto roubar ovos de um ninho abandonado. Note a maneira orgulhosa das expressões ' [eu] liz” e “minha” nestes versículos. “Valente” (no original, “poderoso”) é um termo usado pelos hebreus relativo a Deus (1.24) e pelo rei assírio a respeito dos seus deuses. O rei assírio reivindicava estar agindo como um deus poderoso na sua conquista de outros reis.
ls P orven tu ra , g lo r ia r - s e - á o m ach ado co n tra o qu e corta com ele? O u p r esu m irá a serra con tra o qu e p u x a p o r ela ? C o m o se o bordão m ov esse a os q u e o levan tam ou a va ra levan tasse o que não é u m p ed a ço de m a d eira !

A tolice da jactância do rei assírio é comparada a um “machado” ou uma “serra” gloriando-se contra aquele que os usa, ou a um “bor­ dão” (um cetro) tentando manipular aquele que o ergue, ou uma “vara” que tenta balançar uma pessoa viva “que não é um pedaço de madeira”. O ponto principal é que o Senhor é o Agente vivo e a Assíria é apenas o bastão que Ele está usando. A Assíria está debaixo do controle de Deus, muito embora eles não saibam disto. Deus pode usar qualquer um para realizar o seu plano.
16 Pelo que o SENHOR, o SENHOR dos E xércitos, f a r á d efin h a r os que en tre eles são g o rd o s, e, debaix o da su a gló ria , ateará u m incêndio, com o in cên d io de fo g o . 17 P orque a L uz de I sra el v irá a s e r com o f o g o e o seu Santo, co m o labareda, que abrase e co n su m a os seu s espin h eiros e as su a s sa rça s em u m dia.

“Pelo que”, devido às suas reivindicações exaltando a si próprios como deuses, Deus julgará a Assíria. O título de “o S e n h o r dos Exér­ citos” enfatiza novamente o seu poder e controle. Os soldados assírios eram saudáveis e fortes, mas o juízo de Deus sobre eles é comparado a uma doença que faz definhar e a um fogo que consome espinheiros e sarças. “Em um dia” indica um único dia no qual eles serão consumi­ dos, é provavelmente uma profecia a respeito do juízo trazido pelo anjo que executou 185.000 homens do exército de Senaqueribe (Is 37.36).
T a m b ém c o n s u m i r á a g l ó r i a d a s u a f l o r e s t a e d o s e u ca m p o f é r t i l , d e s d e a a lm a a té a o c o r p o ; e s e r á c o m o q u a n d o d e s m a ia o p o r t a - b a n d e ir a . 19 E o r e s t o d a s á r v o r e s d a s u a f l o r e s t a s e r á tã o p o u c o , q u e u m m e n in o a s p o d e r á co n ta r.

O exército assírio é comparado a uma floresta carbonizada e a um homem doente; tão poucas árvores são deixadas que até uma criança as poderia contar. Isto teve ao menos um cumprimento preliminar na morte dos 185.000, e um cumprimento mais completo quando Nínive foi destruída em 612 a.C. Finalmente, o cumprimento definitivo foi por ocasião do fim do Império assírio em 609.
2. ESPERANÇA PARA 0 REMANESCENTE DE ISRAEL 10.20-34

a. Um Remanescente Retorna ao Deus Forte 10.20— 23
20E a co n tecer á , n a q u ele d ia , q u e o s r e s íd u o s d e I s r a e l e o s es ca p a ­ d o s d a ca sa d e J a c ó n u n c a m a is se e s tr ib a r ã o so b r e o q u e o s f e r i u ; a n tes, s e es tr ib a r ã o s o b r e o SENHOR,
o

S a n to d e Isra el, em v erd a d e.

“Naquele dia” geralmente significa o Dia do S e n h o r . M as a indi­ cação de se estribar “sobre o que os feriu” parece referir-se ao tratado que Acaz fez com a Assíria. Depois da Assíria trazer o juízo de Deus sobre Israel e a Assíria, por sua vez, também é julgada, um remanes­ cente (ou resíduo) justo terá esperança em Deus.

21 O s resíduos se converterão, sim , os resíduos de Jacó, ao D eu s fo rte.

“Os resíduos se converterão” (Heb. sh'’aryashu v) é o nome do pri­ meiro filho de Isaías (7 .3). O remanescente inclui aqueles deixados depois da invasão de Senaqueribe de 701 a.C. O retorno não é do exílio ou cativeiro, mas do pecado e da rebelião “ao Deus forte” (Heb. ‘elgibbor), um dos nomes do Messias (Is 9.6). O remanescente é com­ posto daqueles que responderam a Isaías e ao rei Ezequias e tomaram uma posição de fé quando Deus curou a Ezequias e lhe deu mais quinze anos de vida (Is 38.5,6,21). 22 P orque ain da qu e o teu povo, ó Isra el, seja com o a a reia do m a r ; só u m resto dele se co n v erterá ; u m a d estru içã o está deter­ m inada, tra n sb ordan do de ju stiça . 23 P orque d eterm in a d a j á a destru ição, o S en hor JEOV Á dos E x ércitos a ex ecu ta rá n o m eio de toda esta terra. Esta profecia foi proferida enquanto os líderes e o povo ainda estavam se rebelando contra Deus, provavelmente antes da queda de Samaria em 722 a.C. Assim, é enfatizado novamente que o juízo será severo. Deus já tinha decretado juízo transbordando de justiça. A nação será terrivelmente reduzida em números e “só um resto... se converterá”. A redução em número deve referir-se ao grande número levado ao exílio pelos assírios. No versículo 22, o retorno pode in­ cluir aqueles que voltaram desse exílio. Será um juízo bem-merecido e justo, sobre “toda esta terra”. b. O Jugo da Assíria É Quebrado 10.24— 7 2
24 P elo que assim d iz o S en hor J e o v á dos E x ércitos: N ão temas, p o v o m eu , qu e habitas em Sião, a A ssíria, qu an do te f e r i r com a va ra e con tra ti lev a n ta r o seu bordão, à m a n eira dos egípcios; 25 p o rq u e daqui a bem p o u co se cu m p rirá a m in h a in d ign a çã o e a m in h a ira, p a ra os con su m ir.

O Senhor agora oferece uma afirmação reiterada de que o seu juízo contra os assírios entrará em vigor. O povo de Sião (Jerusalém)

tem que deixar de ficar com medo da Assíria, ainda que esta o ameace como o Egito o ameaçou (Êx 1.8— 10). O uso que Deus faz da Assíria é apenas temporário, pois a sua ira contra Sião terminará em breve. O seu propósito é provocar a sua purificação. Depois o seu juízo se voltará contra o Império Assírio e provocará a destruição deste.
26 Porque o SENHOR dos E xércitos suscitará contra ele u m fla gelo, com o a m atança de M id iã ju n to à rocha de O rebe e com o a sua vara sobre o mar, que contra ele se levantará, com o sucedeu aos egípcios.

Da mesma m aneira que Deus deu a vitória contra M idiã, e como Deus fez M oisés levantar a sua vara sobre o mar Vermelho para prover um caminho (Ex 14.16,19— 2 ), e como o S e n h o r também 2 lutou por eles (Ex 14.14), assim Ele trará o seu juízo sobre a Assíria. A referência à “rocha de Orebe” pode aludir ao escape de Orebe do campo de batalha, mas morrendo apesar disso, da mesma maneira que Senaqueribe escaparia do juízo do anjo da m orte sobre os 1 8 5 .0 0 0 , m as seria assassin ad o d ep ois de v o ltar p ara casa (3 7 .3 7 ,3 8 ). 27 E a co n tecerá naqu ele dia, qu e a su a carga será tirada do teu om bro, e o seu ju g o , do teu p escoço; e o ju g o será despedaçado p o r cau sa da unção. A carga e o jugo que a Assíria colocou sobre ombros e pescoço de Sião serão tirados pelo S E N H O R . A últim a frase, literalm ente, “o jugo será lançado fora [destruído] por causa do azeite de oliva”, tem sido interpretada de vários modos. Alguns interpretam o óleo como se referindo ao orgulho assírio, de forma que quando o juízo de Deus vier sobre esse orgulho, o jugo assírio sobre Sião será lan­ çado fora. Outros entendem o óleo como significando o povo bem alimentado e assim referir-se a Sião se tornando tão gorda ( “por causa da gordura” —A R A ), ou próspero, que eles despedaçam o jugo. Ainda outros intérpretes sugerem que o óleo refere-se ao

l lugido, o M essias; ou, desde que o óleo era usado para ungir sa­ cerdotes, reis e profetas, estes intérpretes se referem a este como a KJV (Versão King James) o faz, para a unção em si (quer dizer, a unção dada pelo Espírito Santo). O utra interpretação vê o óleo como um elemento preservador, pois Jerusalém foi preservada da destruição assíria. c. O Avanço Assírio 10.28— 32 28 J á vem ch egando a Aiate, j á v a i p a ssa n d o p o r M igrom e, em M icm ás, lança a su a bagagem . 29J á vã o passan do>j á se alojam , em G eb a ;já R a m á trem e, e G ibeá de S au l va i fu g in d o .30 C lam a alto com a tua voz, ó filh a de G a lim ! O u ve, ó L aís! O tu, p o b re A natote! 31 J á M a d m en a se f o i ; os m o ra d o res de G ebim vão f u g i n d o em bandos. 32 N este m esm o dia, p a ra rá em Nobe, a ce­ n a rá co m a su a m ã o ao m o n te da f i lh a de Sião, o ou teiro de Jeru sa lém . Isaías descreve um inim igo —os assírios —chegando a Jerusa­ lém aproximadamente de um ponto dezesseis quilôm etros a nor­ deste da cidade. Eles pararam em M icm ás, uns onze quilôm etros ao norte de Jerusalém, para arm azenar suprim entos e bagagem; • cruzaram a passagem (o desfiladeiro profundo e rochoso do Vadi Suw eim t) para Geba, aproxim adamente nove quilôm etros e meio a norte-nordeste de Jerusalém ; e então continuam em direção a Nobe, no monte Scopus bem ao norte do monte das Oliveiras. A li, às vistas de Jerusalém , eles a ameaçaram arrogantem ente. As outras cidades m encionadas podem não ter estado na linha direta de marcha, mas os povos destas estavam em pânico, gritando e fugindo, sabendo que os soldados assírios saqueariam a zona ru ­ ral. O tempo exato desta invasão não foi identificado. Sargão II não veio por esse caminho ou mesmo se aproxim ou de Jerusalém . Os registros de Senaqueribe não indicam que o seu exército p rin ­ cipal veio por este caminho. Porém, os registros dele indicam que o seu exército ou exércitos subiram mais de uma vez a Jerusalém

em 701 a.C., de modo que esta profecia pode ter sido cum prida algum tempo durante aquele ano. d. Deus Está no Controle 10.33,34
33 M as eis que o S en h or J eová dos E x ércitos desbastará os ra m os com violên cia , e os de alta estatu ra serã o cortados, e os a ltiv os serã o abatidos. 34 E co rta rá co m o f e r r o a espessura da flo r e s ta , e o L íbano ca irá p ela m ã o de u m poderoso.

Deus, o Santo de Israel, lim ita o que o povo pode fazer. Os ramos da floresta e o cedro alto e imponente do Líbano representam o exército assírio. O SE N H O R o s cortará abaixo. O golpe do machado deve se referir novamente aos 185.000 assírios que foram destruídos pelo anjo. Senaqueribe pensou que ele era um “valente” (1 0.13 ), mas ele cai diante do verdadeiro “Poderoso”. Alguns querem aplicar estes versos à destruição do orgulhoso em Judá, mas isto é pouco provável. Porém, o princípio pode ser aplica­ do a nações de todo ímpias e seculares. Deus pode cortar abaixo o orgulho e a arrogância delas.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. O que o uso que Deus faz da Assíria nos ensina sobre a sua soberama? 2. O que você aprende sobre o remanescente piedoso de Israel?

CITAÇÕES
1 D aniel David Luckenbill, The Annals o f Sennacheríb (C hicago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 4 ), 84; Ancient Records ofA ssyria and Babylonia, 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press, 1 9 2 6 -2 7 ), 2:1 5 2 , 185, 2 5 2 .

E. Um Renovo Dá Fruto II .I-I 2 .6
I. 0 REI UNGIDO PELO ESPÍRITO I I .I - 3

1 P orque brotará u m reben to do tron co de J essé , e das su a s raizes u m re n o v o fr u tifica r á .

Isaías viu o interesse de Deus pelo remanescente justo, mas este remanescente não seria capaz de cumprir o seu plano de redenção. Deus deixou Isaías olhar mais adiante para ver um outro quadro a respeito do Messias que o cumpriria. Os assírios quase destruíram Judá, mas os reis da linhagem de Davi permaneceram no trono até que os babilônios vieram e destruíram Jerusalém e o templo em 586 a.C. A imagem de uma árvore derrubada próximo às suas raízes, deixando somente um pequeno toco ou tronco, descreve a perda de poder real e a condição humilde dos descendentes de Davi. Mas ainda havia vida no tronco e nas raízes. Da raiz de Jessé brotaria “um rebento” que daria fruto. Que o renovo vem da raiz de Jessé indica que Ele seria um segundo Davi. Davi quer dizer “Amado”. Dessa forma, quando a voz do Pai vinda do céu identificou a Jesus como o seu “Filho amado” (M t 3.17), Ele estava insinuando que Jesus é o seu segundo Davi, o cumprimento do que Davi representava. Isaías já tinha profetizado que o Filho reinaria no trono de Davi (9.7). Agora ele deixa claro que o Filho seria também um descendente de Davi. “Renovo” (Heb. netser) em uma forma feminina tornou-se o nome de N azaré ( netsereth), assim “Jesus de Nazaré” ou “Jesus o Nazareno” no hebraico seria Yeshua Hannetseri. Hannetserí pode significar o “ho­ mem de Nazaré” ou “o homem do Renovo”. Assim, na providência de Deus, Jesus trouxe um cumprimento que M ateus 2.23 reconhece: “E chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cum­ prisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno”.
2 E rep ou sa rá sob re ele o E spírito do S enhor , e o E spírito de sabedoria e de in teligên cia , e o E spírito de conselho e de fo rta lez a , e o E spírito de con h ecim en to e de tem o r do SENHOR.

“E repousará sobre ele o Espírito do S e n h o r ” , o u seja, sobre o Renovo, da mesma maneira que o Espírito fez em Moisés, nos juizes, em Davi, e nos profetas —mas nesta ocasião de modo permanente (Jo 3.34). O Espírito é uma dádiva que descansa sobre Ele. O dom do Espírito junto com os seis aspectos ou ministérios do Espírito corresponde aos sete Espíritos em Apocalipse 4.5. “Sabedoria” no Velho Testamento é sabedoria prática que leva a efeito planos a con­ clusões bem-sucedidas (cf. Pv 8). “Inteligência” inclui conhecimento que permite à pessoa distinguir o certo do errado e a verdade da falsidade. “Conselho” inclui a habilidade para tomar decisões certas e resolver pro­ blemas. “Fortaleza” significa poder divino para levar a efeito as suas deci­ sões. “Conhecimento” aqui é o conhecimento do caráter e da natureza de Deus e o seu relacionamento com a humanidade. “O temor do Se­ nhor” é uma reverência que o obedece e reconhece o direito dEle à nossa veneração e adoração. É o princípio da sabedoria e do conhecimento (SI 111.IO; Pv 1.7). Isto está em contraste com os “que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos” (Is 5.21).
3 E deleitar~ se~ á n o t e m o r d o SENHOR e n ã o j u lg a r á se g u n d o a v ista d o s s e u s olhos, n em r e p r e en d er á seg tm d o o o u v ir d o s se u s o u v id o s;

Ele “deleitar-se-á no [Heb. haricho, “desfrutar o cheiro de”] temor do S e n h o r ” . Isto pode significar que Ele receberá com prazer o te­ mor do Senhor que lhe é dirigido. Além de ser um profeta, Ele será também um juiz. Mas distinto dos juizes humanos, Ele não terá que depender de evidências externas. Com percepção divina, Ele verá dentro das mentes e corações das pessoas (cf. Jo 2.25). Ele saberá o que é e o que não é verdade (cf. M t 7.21-23).
2 . 0 JUSTO JUIZ 11.4-5

4 m a s j u lg a r á co m ju s t iç a o s p o b res, e r e p r e en d er á co m eq ü id a d e o s m a n s o s da terra , e f e r i r á a terra co m a v a r a d e su a boca, e co m o so p ro d o s se u s lá b io s m a ta rá o ím pio.

O pobre e o necessitado, freqüentemente explorados ou negligen­ ciados, receberão justiça e proteção por causa da justiça dEle. “Justi­ ça” (Heb. tsedeq) também implica que Ele os porá na correta posição diante de Deus. Por outro lado, como Juiz Ele “ferirá a terra”, ou seja, os seus habiIantes ímpios, “com a vara de sua boca”, que é paralelo a “o sopro de seus lábios”. A palavra que ele fala será “a vara” que traz juízo.1 Ele não precisa de nada mais para realizar isto. O cumprimento disto olha à frente em direção à Batalha do Armagedom (Ap I9 .I5 ).2
5 E a ju s tiça será o cin to dos seu s lom bos; e a v erd a d e o cin to dos seu s rins.

Os cintos simbolizam o estar pronto para a ação. Ele não depende­ rá dos métodos ou até mesmo dos armamentos de guerra humanos. “Justiça... e verdade” para o propósito e promessas de Deus serão vistas em todas as suas ações. Ele é o exemplo para todos os líderes.
3. ATERRA MUDADA PELO CONHECIMENTO DO SENHOR 11.6-9

6 E m o ra rá o lobo com o cord eiro, e o leopardo com o cab rito se deitará, e o bezerro, e o f i lh o de leão, e a nédia ovelha v iv erã o ju n to s , e u m m en in o p eq u en o os g u ia rá . 7 A vaca e a u rsa p a sta rã o ju n ta s, e seu s fi lh o s ju n to s se deita rão; e o leão co m erá palha co m o o boi. 8 E b rin ca rá a cria n ça de p eito sob re a toca da áspide, e o j á d esm am ad o m eterá a m ã o n a cova do basilisco.

O reino deve ser introduzido pelo juízo (como o descreve Dn 2). Assim o juízo de I I .4 é seguido pelas condições mileniais descritas nos versículos 6— Elas serão melhores que as do Jardim do Eden. A 9. natureza dos animais será mudada e as crianças não precisarão ter medo até mesmo de cobras venenosas. Todos os efeitos da maldição infligidos na terra por causa do pecado de Adão serão findos. A criação “será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (R m 8.21).

O seu lugar de descanso. e de Patros. kavod é a mesma usada a respeito da glória de Deus).25). . 4. “ O S E N H O R é a minha Bandeira”. e de Sinar. “O monte da minha santidade” é o monte de Deus e quer dizer a Jerusalém milenial. que o S en hor to rn a rá a esten d er a su a m ã o pa ra a d q u irir ou tra vez os resíd u os do seu p o vo que restarem da A ssíria. Ela será livre de qualquer um que possa causar mal ou dano. como também no nosso. “Pendão” ( “bandeira”. Em contraste com a condição de Jerusalém e o mundo nos dias de Isaías. porque toda a terra será mudada (veja também 65. Yabwch Nissi). Que Ele se levantará como uma bandeira ( “posta por pendão”) quer dizer que Ele será a garantia de vitória e aquEle ao redor de quem as nações se reunirão. a Sião milenial. e de H am ate. a sua casa. mas será um ser divino. e do Egito. co m o as águ a s cob rem o mar.I0-I6 10 E acon tecerá . Quando a casa de Davi tiver recuperado a sua glória na pessoa do M essias. as nações buscarão o favor e a orientação dEle. mas é a real fonte da linhagem davídica. e de Elão.15 (Heb. A “raiz de Jessé” significa que o M essias não só descende de Davi. n a q u ele dia. UM NOVO ÊXODO II. 11 P orque há de acontecer. qu e as n a ções p ergu n ta rã o p ela raiz de Jessé. “estandarte”. N V I. o conhecimento pessoal e salvador do S e n h o r estará em todos os lugares. será gloriosa (A palavra Heb. Esta é outra indicação do Velho Testamento de que o Rei messiânico não será um homem comum. e o lu ga r do seu rep ou so será glorioso.9 N ão se f a r á m a l n em da n o a lgu m em todo o m o n te da m inha santidade . posta p o r p en d ã o dos povos. KJV. A R A ) é a mesma palavra usada no nome de Deus em Exodo 17 . e das ilhas do mar. naqu ele dia. e da Etiópia. p orq u e a terra se en cherá do con h ecim en to do Senhor .

Este era apenas um retorno parcial. O ver­ sículo 16 mostra que a prim eira vez foi no êxodo do Egito. onde Ioda a nação foi libertada da escravidão e levada para aTerra Promelida. E fraim não in v eja rá a J u d á e J u d á não o p rim irá a E fraim. O retorno preparará para a renovação espiritual. Nos tempos do Velho Testamento. pois muitos permaneceram espalhados em várias direções —como os livros de Esdras.5. quer dizer. Contudo. Assim como foi o caso no primeiro êxodo. Este será um êxodo novo e maior. O propósito de Deus não é só trazer as pessoas de volta à terra.4). não só das áreas onde eles se espalharam em tempos antigos. mas “desde os “quatro confins da terra”. I Pe I .I . o próprio Senhor tornará a juntar o rema­ nescente justo do seu povo ( “os resíduos”) uma “outra vez”. 12 E levan tará u m p en d ã o en tre as nações. Todas . Efraim e Judá estavam fre­ qüentemente contendendo. Ex 19. qanoth) também pode significar resga­ te. T g I . Por Ele serão juntados os exilados de Israel e Judá.. “na­ 35 quele dia” deve referir-se à restauração no término desta era. “Adquirir outra vez” (Heb. Ele quer trazê-los de volta para Si próprio (cf. M as todo ciúme e hostilidade entre as tribos tinham acabado depois que eles voltaram da Babilônia. e depois da rebelião de Bar Kochba de cerca de 132— d.I ). e os disp ersos de J u d á co n grega rá desde os quatro co n fin s da terra. houve uma maior dispersão após a destruição de Jerusalém em 70 d.C. Neemias e Ester indicam e como é mostrado no N o v o Testamento (A t 2. Alguns entendem que a segunda vez se refere ao retorno de babilônia sob o edito de Ciro. Portanto. e a ju n ta rá os dester­ rados de Israel.C. e os a d versá rios de J u d á serão desarraigados.Naquele dia milenial. de todas as partes da terra. O “pendão entre as nações” é o Messias. 13 E d esterra r-se-á a in veja de E fraim .

14 A ntes.1— 29). e. e o seu número. Como uma águia poderosa. sete. e os f i lh o s de A m om lhes obedecerão. Ez 48. N o M ilênio. 15 E o SENHOR d estru irá tota lm en te o braço de m a r do Egito. Ao leste de Judá estavam Edom. j u n ­ tos. 6E h a verá ca m in h o p la n o p a ra os resíd u os do seu p o vo que resta rem da A ssíria. A menção da Assíria aqui pode indicar que é representativo de todos os lugares aos quais Israel foi espalhado por seus inimigos. qu e qu a lq u er atravessa­ rá co m calçados.as doze tribos consideravam a si próprias e umas às outras como sendo judeus. como indicam os registros de Esar-Hadom. Estas correntes contrastam com o único caminho através do mar Vermelho. muito embora a terra vá ser dividida dife­ rentemente (em tiras correntes do oriente ao ocidente. fe r in d o . e m o v erá a su a m ã o con tra o rio com a f o r ç a do seu vento. Ele usará “a força do seu vento” para destruir o rio Eufrates. com o su ced eu a I sra el no dia em q u e su b iu da terra do Egito. N e­ nhuma nação será capaz de frustrar os propósitos redentores de Deus. M oabe e Amom. voa rã o sob re os om b ros d o sfilis teu s ao O cid en te.3mas aqui Isaías está olhan­ do à frente para o dia milenial. Deus fará uma estrada nítida e plana para o remanescente de seu povo voltar da Assíria. o Israel restabelecido voará “sobre os om bros” da F ilístia no O cidente e conquistará os povos no O riente. e o Príncipe da Paz governará sobre todos eles. Haverá um novo êxodo a partir da Assíria. Houve um retorno parcial da Assíria nos dias de Isaías. . deixando-o dividido em sete correntes rasas. Da mesma maneira que Deus secou o mar Vermelho (Ex 14.21).o . em E dom e M oabe lançarão as m ãos. d iv id i-lo -á em sete corren tes. indica uma obra com­ pleta —o povo pode atravessar “com calçados” sem ter que molhar os pés. despojarão os fi lh o s do O rien te. as associações tribais serão restabelecidas como Ezequiel profetizou.

Louvor pela Salvação 12. Por ocasião “daquele dia” (v . N este hino. O povo respondeu. H ou­ ve também um cumprimento preliminar disto após a libertação de Senaqueribe em cumprimento das profecias de Isaías (40. reconhecendo que a ira dEle trouxe a disciplina que l ealmente veio do seu amor. eu co n fia rei e não tem erei p o rq u e o S en hor J eová é a m in h a f o r ç a e o m eu câ n tico e se to rn o u a m in h a salvação. Ele será a sua força e o seu cântico porque Ele terá se torna . e tu m e consolaste. não no homem. naqu ele dia: G raças te dou.1— 3 1 E dirás.1-6 a. para salvação. com o rei. ó Senhor. Esta seção de Isaías finaliza com um hino de ação de graças. Depois que a ira de Deus é retirada de Israel. eles estarão cheios de I(mvor por causa do conforto que Ele dá —um conforto que os ressegura da sua presença e bênção. A forma imperativa hebraica indica um pedido: “Deixe a sua ira se retirar”. eles exclamarão individualmente que Deus é “a minha salvação”. 2 Eis que E )eus é a m in h a sa lvação.I) eles estarão confiando em Deus. o Deus fiel que age no interes se do seu povo. Ele é aquEle mesmo que os levou do Egito para a Ierra Prometida. “N a­ quele dia” aponta adiante para o reinado milenial do Messias descrilo no capítulo I I . Yah. A forma dupla “Senhor JEOVÁ” (Heb.1). o Deus eterno. Com a ira de Deus retirada. “Salvação” inclui as idéias de ajuda e prosperidade. UM DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS PARA ISRAEL E AS NAÇÕES 12. Eles ficarão como os israelitas que viram os seus inimigos afogados no mar Vermelho.4 sendo o primeiro a dar graças a Deus. ain da q u e te ira ste con tra m im . Isaías expressa a confiança dos redimidos. e eles cantarão a mesma canção (Êx 15. a tua ira se retirou . libertação. Yabweh) enfatiza que Ele é o Deus vivo e verdadeiro. porque. Isaías experimentou isto no capítulo 6. ajuda e bênção.5. O medo terá acabado.2).

fontes que nunca secam. As “fontes da salvação” não são poços comuns. Tal música é ainda um modo maravilhoso para espalhar as boas novas do poder e da graça . to rn a i m a n ifesto s os seu s f e i t o s en tre os p o v o s e con ta i qu ão ex celso é o seu nom e. Yeskua.4— 6 4 E direis. 3 E vós. S e u povo n ão deve m a n te r as b ê n ç ão s de D eu s p a ra si m esm o s. de modo que o mundo inteiro saiba. b. No clima quente e seco na extremidade do deserto a água falava de vida e bênção. O seu nome representa a sua natureza e caráter. mas poços artesianos. mas em público. in voca i o seu nom e. Yesbu’ah. A s e g u n d a p a r te d e ste m a g n ífic o h in o é u m a c h a m a d a ativ a p a ra to d o s os p o vo s d a re m “g ra ç a s ao S e n h o r ”. enquanto tiravam água do tanque de Siloé. naqu ele dia: D a í g ra ça s ao SENHOR. Salvação. p o rq u e f e z coisa s g ra n d io sa s. é outra forma do nome hebraico para Jesus.Todos os habi­ tantes de Jerusalém sobreviverão à crise assíria e se servirão dos po­ ços.14. Jr 2. eles o honram pelo tipo de Deus que Ele é. As “coisas grandiosas” que Deus fez na sua majestade divina cla­ mam por cânticos de louvor acompanhados por instrumentos musi­ cais. T o d as as n açõ es p re c is a m sa b er o q u e D eu s tem fe ito em sa lv a r e re s g a ta r o se u povo. com alegria.3 8 ). 5 C a n ta i ao SENHOR. Jo 4.10. sa ib a -se isso em toda a terra. 7 . Por declarar que “excelso é o seu nome”. Estas canções não devem ser cantadas em particular. tira reis águ a s das f o n t e s da salvação.do a salvação deles de uma forma até mesmo bem maior. Estes poços têm a sua fonte no próprio Deus (cf. E le m erece te r as n açõ es ju n ta s lo u v a n d o -o e h o n ra n d o -o .13. e é ta m b é m u m a c h âm ad a p a ra in v o ca r o u p ro c la m a r o seu n o m e e os seu s fe ito s g lo rio so s. Deixe o M undo Inteiro Saber 12. Nos tempos do Novo Testamento. os judeus cantavam a respeito dos poços de salvação durante a Festa dos Tabernáculos.

Eerdmans.17 onde “a espada do Espírito. Quais serão os resultados do seu governo e quando isto aconte­ cerá? 4. p o rq u e g ra n d e é o S anto de Isra el no m eio de ti. H orton. . que está no meio do povo santo c redimido de Sião. O que requer as coisas que Deus tem feito? CITAÇÕES 1 Cf. Isto deveria nos mover a um testemunho cristão alegre e corajoso. RJ: CPAD. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. E f 6 . The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m . 19 9 0 ). De que modos a “outra vez” de I I. 4 Alguns entendem o que fala como sendo as doze tribos de Israel unificadas. “procla­ mando brados de alegria”).2 0 . H . B. S. 2 Stanley M . ronni. 3 Veja comentários sobre 13 .. 73. requer exultações e cânticos (Heb. A grandeza do “Santo de Israel”. Como o capítulo 12 expressa a confiança dos redimidos? 6.ile Deus em um mundo escuro e sombrio. é a palavra de Deus”. ó habitante de Sião. QUESTÕES DE ESTUDO 1. 2 8 0 -2 8 2 . Tal música desperta fé e esperança. 6 E x ulta e can ta de goz o.. Esta é uma conclusão apropriada para os capítulos 7 a 12.1 4 e 4 8 . O que fazem os sete Espíritos do SE N H O R ao Renovo? 3. O que podemos entender do fato de que o Renovo é proveniente da raiz de Jessé? 2.I I excede o primeiro êxodo? 5. 1 9 9 5 ). W idyapranawa.

I-I4. Estes capítulos tratam de na­ ções estrangeiras. Ele é o único Deus verdadeiro sobre toda a terra. nos capítulos seguintes.23 Esta profecia é concernente à famosa e esplêndi­ da cidade da Babilônia dos próprios dias de Isaías.Deus Trata com as Nações ao Redor de Judá I3.I-23. mas não em ordem cronológica e não como separadas dos procedimentos de Deus para com Judá e Jerusalém. A Destruição da Babilônia I3. Ao longo de todas elas nós vemos a glória do Deus soberano e Todopoderoso e a realidade das suas promessas. e .I8 Após o maravilhoso hino de louvor. A. reconhecendo que o mal ainda existe no mundo. de modo que. Isaías se vol­ ta para o tema do juízo. estão entremeadas mensagens para o povo de Deus. Nações estrangeiras são envol­ vidas no juízo de Deus e libertação de seu povo.

Babilônia foi lembrada por Heródoto em sua história como “uma das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”. não tratou a Babilônia como um Estado de im portância secundária.não à Babilônia posterior de Nabucodonosor. Até mesmo no tempo da conquista de Jericó por Josué. “uma boa capa babilônica” era alta­ mente cobiçada (Js 7. Várias vezes Bel e Nabu são mencionados sem qualquer referência a qualquer outro deus. e eles eram extremamente pacientes com o povo da cida­ de. Até que Senaqueribe finalmente destruiu a cidade.7 Alguns reis assírios até mesmo enviavam parte do espólio das suas conquistas para Babilônia em vez de enviar tudo a Nínive. os reis assírios tinham orgulho deles próprios em ser os protetores da Babilônia. confirmando a importân­ cia da Babilônia. em uma época posterior. A Assíria.21). N ão foi apenas a liderança comercial.TiglatePileser III “deixou suas liberdades e seu território semelhantemente incólume”.1A Babilônia nos tem­ pos assírios era o maior centro de comércio e indústria no vale do T igre e do Eufrates (veja mapa. Até mesmo mais importante.4 Babilônia nunca consentiu ser incorporada ao Império Assírio.3 Babilônia dominava a religião da Assíria. como se eles fossem os chefes ou os mais venerados deuses daquele rei assírio em particular.2 Bel e Nabu (N ebo) são freqüentemente men­ cionados pelos assírios nas listas de deuses cuja proteção eles busca­ vam ou a quem eles declaravam honra.6 Outro fator que Isaías soube a respeito. Igualmente. por todo o seu cruel poder militar. A possessão da Babilônia significava um grande negócio ao prestígio da Assíria.5 Até mesmo quando a desunião interna da Babilônia a levou a submeter-se ao jugo assírio. Babilônia reivindicava a liderança religiosa e cultural do mundo nos dias de Isaías. é que o controle assírio sempre foi bastante tênue. Babilônia ainda retinha impor­ tância política.8 . religiosa e cultural da Babilônia a alegar grandeza. Desde tempos antigos ela era poderosa e bem organizada. Apêndice B). As cartas estatais da Assíria mostram que os assírios incluíram os deuses da Babilônia entre os seus próprios.

O profeta viu o juízo da Babilônia como vindo no curso da sua própria vida. se auto-proclamou “o rei poderoso. Isto significava que o rei devia estar em Babilônia no Dia de Ano Novo a cada ano e realizar a ilustre. de modo que eles se contentavam com um título menor. rei da Assíria.. ou vice-presidente.10Sargão fez o mesmo. A maioria dos reis assírios não desejava fazer isto. da Babilônia.12 A profecia concernente a isto foi provavelmente colocada prim ei­ ro nestas séries por causa de sua importância. Tiglate-Pileser III fez da Babilônia o primeiro grande objetivo no seu sonho de estabelecer um império mundial. a destruição da Babilônia aqui é um exemplo.. fez os reis assírios temerem desobedecer as demandas dos sacerdotes babilônicos de Marduque: Um legítimo rei da Babilônia deve ser reconhecido por Marduque. rei do universo. desde o tempo da torre de Babel.C. mas humilde. Normalmente os reis assírios acrescentavam o nome de um país conquistado a uma lista dos que eles governavam. . rei da Suméria e da Acádia”. sinal. Certamente a destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a. Salmaneser V por exemplo.9 O reconhecimento assírio do deus babilônico Bel (identificado com M arduque) como o deus supremo. e Deus lhe deu uma mensagem pesada para ela. deve ter parecido o auge das atrocidades da Assíria. M as não até dois anos antes de sua morte que nós encon­ tramos uma Tábua de Ninrode declarando-o “rei da Babilônia”.Nenhum rei da Assíria ousou proclamar-se rei da Babilônia so­ mente com o pretexto de ter conquistado a cidade.1 1 A Babilônia era o centro da atenção mundial nos dias de Isaías. Babilônia. ou precursor do juízo final. mas ele era só “vice-rei”. Sua queda aponta ao futuro para a queda final do sistema mundial babilônico descrito nos capítulos 17 e 18 do livro de Apocalipse. era representativa de qualquer poder mundial que se levantava em orgulhosa desobediência a Deus. cerimônia de pegar as mãos de Bel— Marduque. e para Isaías deve ter parecido o clímax do juízo de Deus sobre o mun­ do através dos assírios. Porém. rei das quatro regiões do mundo.

massa") signi­ fica “algo levantado”. ■ Eu dei ordens aos m eu s santificados. quer dizer. Nas pedras nuas de uma alta colina. Era uma men­ sagem carregada de pesado juízo. muito embora eles possam não conhecê-la. O orgulho e arrogância da Babilônia merecem juízo. A palavra “peso” ou “oráculo” ou “sentença” (Heb. Isto refere-se a uma palavra. Eles eram chamados “portas dos príncipes” porque os ricos e poderosos babilônicos se consideravam os aristocratas do mundo naqueles dias. leva n ta i a voz p a ra eles e a cen a i-lh es com a m ão. provavelmente os portões da Babilônia. A Ira de Deus sobre a Babilônia 13. “Eu” está na posição enfática. onde os sinais facilmente po­ dem ser vistos. os que ex ultam com a m inha majestade. Isaías antecipava o juízo sobre a Babilônia. declaração. filh o de A moz. j á cham ei os m eu s valen tes pa ra a m inha ira.I. ou pronunciamento da parte de Deus. porque Ele trará o seu juízo sobre eles no devido tempo.I-22 a. 0 JUÍZO PORVIR EM BREVE I3. . A ânsia deles para a batalha se compara com a atitude da Assíria em 10. Eles são “santificados” no sentido de que Deus os consagrou para cumprir a sua vontade. Aqueles que vêm contra a vontade desta se exultarão na majestade de Deus. sim . Deus comandará e intimará os guer­ reiros a quem Ele consagrou para levar a efeito a sua ira. Isaías “viu” isto.7— A vitória deles será realmente o triunfo de Deus 12. 2 A lçai u m a ba ndeira sob re o m o n te escalvado.1— 5 1 P eso da B abilôn ia que v iu Isaías. Deus ordena que uma bandeira seja elevada como um sinal para o ajuntamento de tropas. ele recebeu isto como uma visão profética ou mensagem. Ele também ordena uma ruidosa chamada e o acenar de mãos para encorajá-los a vir. p a ra q u e en trem p ela s p o rta s d os p rín cipes. ainda que eles não a conheçam. Desse modo. de modo que “entrem pelas portas dos príncipes”.

O exército assírio era como uma avalanche. d esd e a ex tre m id a d e d o céu .6— 13 6 U ivai. O Dia da Ira do SE N H O R Está Próximo 13. Usando um jogo de palavras. assolação) da parte de Shaddai (o Todo-Poderoso). Isaías diz que aquele dia virá como uma shod (destruição violenta. Senaqueribe e os assírios exigiram a vitória sobre a Babilônia. Isaías diz que Deus é Yahweh tíva oth e Ele está reunindo um tív a ‘ para a guerra.4 J á se o u v e a g r ita r ia da m u ltid ã o sob re os m ontes. a voz do reb oliço de rein o s e de n a ções j á congregadas. o SENHOR e o s in s tr u m e n to s da su a in d ign a çã o. O SENHOR dos E x ércitos p a ssa em revista o ex ér­ cito de g u erra . Como a Assíria era a vara na mão de Deus para trazer juízo sobre Israel (10. b. p a r a d e s tr u ir toda a q u ela terra. M as Deus está realmente no controle. Isaías ouve o barulho de muitas “nações já congregadas” para a guerra contra a Babilônia. povo da Babilônia se lamentará. Aqui. vem do T odop o d ero so com o assolação. pois o Dia do SE N H O R está perto de chegar. sem elh an te à de u m g r a n d e p o v o .5).13 O jogo de palavras enfatiza que Deus O . se tornando cada vez maior à medida que avançava: Os assírios perm i­ tiram aos homens de cidades e nações conquistadas juntarem forças com eles para recuperarem algumas das suas próprias perdas por le­ varem os despojos do próximo lugar de conquista. Usando outro jogo de palavras. tfv a ‘oth). Tseva significando “hoste” ou “exército” (plural. e o seu exército a destruiu. Assim. 3 J á v e m d u m a terra d e longe. p o rq u e o dia do S enhor está p erto . Deus está usando um exército terrestre para trazer juízo sobre a Babilônia e destruí-la. às vezes se refere a exércitos terrestres e às vezes a hostes angelicais. agora a Assíria e seus exércitos combinados de muitas terras distantes se tornam “os instrumentos” para trazer o juízo de Deus sobre a Babilônia.

7 P elo q u e todas as m ã os se debilitarão. Aqui. tornando “a terra em assolação” e destruindo os pecadores sobre ela. p a ra p ô r a terra em assola ção e d estru ir os p eca d o res dela. e se an gu stiarão. eles a trataram com respeito e honra —até que o rei assírio Senaqueribe a destruiu. Esta destruição súbita e violenta chocou e surpreendeu os babilônios.14 O que Isaías vê aqui é a ira de um Deus santo que é despejada. convulsionados com a dor que se apoderará deles como as dores agudas de uma “mulher parturiente”. A destruição da Babilônia por Senaqueribe em 689 a.m lugar do próximo) Isaías está falando do Dia do S e n h o r final. torna-se um exemplo do juízo futuro que virá no D ia do S E N H O R final. baarets ) também pode significar “o planeta terra”. 9 Eis qu e o dia do SENHOR vem . Os seus rostos fica­ ram “flamejantes”. co m f u r o r e ira ardente. o seu rosto será rosto fla m eja n te . Pode ser que começando com este versículo (e. inflamados pela vergonha da sua derrota. cada u m se espan tará do seu p r ó x im o . NHOR Eles ficarão tão terrificados que perderão os sentidos. e o cora çã o de todos os h om en s se desan im a rá. Durante anos. . Babilônia não poderá resistir à destruição violenta do Dia do S E ­ que está próximo. co m o a m u lh er p a rtu rien te. s E a sso m b ra r-se-ã o . Eles não poderão fazer qualquer coisa ou pensar em qual­ quer meio para se salvar.pode manter as suas promessas. e apoderar~se~ão deles d ores e ais.C. Em vez de pegarem em armas para se defen­ der. horrendo. e a sua coragem desaparecerá quando o coração dos homens se desanimar. depois que os assírios to­ maram o controle da Babilônia. Isaías está olhando para “o dia do S e n h o r ” como algo iminente. “A terra” (Heb. eles estarão tão desmoralizados que as suas “mãos se debilita­ rão ’.

p o r ca u sa do f u r o r do SENHOR dos E x ércitos e p o r cau sa do dia da su a a rd en te ira. M uito do ouro de Salomão foi trazido de Ofir (I Rs 9.29.10 P orque as estrela s dos céu s e os a stros não d eix a rã o b rilh a r a su a luz. Ap 6. a su a iniq üidade. 8.22. como Jerônimo e a Septuaginta sugerem. a presunção do orgulhoso. O remanescente será pequeno —este é comparado à escassez de puro ouro. O futuro Dia do SE N H O R envolverá escuridão por sobre toda a terra (cf. e.12. Am 5. mas para toda a terra habitada. sobre os ím pios.28. O castigo aqui não é somente para Babilônia.18.1 1) em uma viagem de três anos (I Rs 10. Este pode ter sido de fato na índia. devido ao fato do mundo merecer o juízo de Deus.22). 5. Portanto. O local de Ofir é hoje desconhecido. e a arrogân­ cia dos tiranos que violentamente exercitam a sua autoridade. Tal linguagem às vezes era usada a respeito de tremendas tempestades e terremotos. e abaterei a soberba dos tiranos. e a lua não f a r á resp la n ­ d ecer a su a luz. Eles to­ dos serão humilhados e abatidos por causa das suas obras más.13). especialmente “o ouro fino de Ofir”. 13 P elo qu e f a r e i estrem ecer os céu s. só juízo sobre um mundo corrompido pelo pecado e maldade.30. e a terra se m o v erá do seu lugar. O juízo cairá sobre os indivíduos e a humanidade em geral. em seu furor e ira Ele fará os céus se estremecerem e a terra se mover do seu lugar. e fa r e i cessa r a a rrogâ n cia dos atrevidos. M t 24. . 12 F arei que u m hom em seja m a is p recio so do qu e o ou ro p u r o e m a is ra ro do qu e o o u ro f i n o de O fir. o so l se escu recerá ao nascer. 1 0 . O justo juízo de Deus será sobre a maldade do mundo —as enroscadas atividades do ímpio. Não há nenhuma compaixão aqui. 11 E v isita rei sob re o m u n d o a m aldade.

Os assírios instalaram vários povos cativos em Babilônia para substituir os 208.. Era comum para eles mata­ rem os bebês. Estes prova­ velmente incluíram a maioria dos 200. as su a s casas serã o saqueadas. Isaías agora retorna aos seus próprios dias e dá vários aspectos do juízo sobre a Babilônia por Senaqueribe em 689 a. e.000 babilônios que Senaqueribe reivindicava ter tirado antes. ca irá à espada. violada.150 cativos levados de Judá. Os assírios eram impiedosos e cruéis. A ove­ lha sem pastor ( “ovelha que ninguém recolhe”) indica que o seu suserano babilônico já não estava presente para os confinar. dizem que as praças públicas ficaram abarrotadas de cadáveres. todo o qu e f o r apanhado.C. Se eles eram achados se escondendo na cidade ou tentando escapar. pilharem preciosidades das casas e estuprarem mulhe­ res.. confirma em seus registros que quando Senaqueribe destruiu a Babilônia. o filho e sucessor de Senaqueribe. 15 Eodo o qu e f o r achado será traspassado e. cada u m v o lta rá p a ra o seu p o v o e cad a u m f u g i r á p a ra a su a terra.14— 22 14 E cad a u m será co m o a co rça qu e f o g e e com o a ovelha que n in gu ém recolhe. aqueles que não são babilônios fugirão para as suas próprias terras. Primeiro. Os babilônios não escaparam.c. Esar-Hadom. Babilônia Breve Será Subvertida 13.15A figura de uma “corça que foge” demonstra quão rápido eles correram para escapar. os povos ca­ tivos fugiram de volta às suas próprias terras. M as neste momento Deus .C.17 Quando Ciro e seus exércitos entraram em Babilônia em 539 a. os quais descrevem a destruição da Babilônia em 689 a. Os anais de Senaqueribe. eram todos eliminados.C.18 Ciro se considerava um libertador das cidades que ele conquistara e não teria permitido esses tipos de comportamento. a m u lh er de cada u m .16 16 E su a s cria n ça s serão despedaçadas p era n te os seu s olhos. não houve nenhum combate e nem tais atrocidades.

medos.19 Os assírios no tempo de Senaqueribe rotularam todos os medos e persas de “M adai”. Eles deram a Ciro até mesmo uma entrada triunfal completa com folhas de palmeiras.. qu e não f a r ã o caso da prata. desde que Heródoto falou dos exércitos de Senaqueribe como “as hostes árabes”21 depois que Senaqueribe atravessou a Arábia em 688 a.23 . Depois Sargão II recebeu tributo deles e os manteve sob controle. o seu olho não p o u p a rá os filh o s . só vingança. nem tampouco desejarão ouro”). Certamente. Os exércitos posteriores dos medos e persas se consideravam os libertadores da Babilônia da anarquia de Nabonido e Belsazar. ou seja. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.20 Os medos a quem Isaías se refe­ riu pode ser um termo geral para os exércitos combinados de Senaqueribe. Quando Isaías era jovem. o povo da Babilônia deu as boas-vindas ao exército dele deixando abertos os portões de cidade.C. eles podem ser designados como a parte do exército que não queria despojos (não fazendo nenhum “caso da prata. Re­ gistros antigos mostram que em 539 a. nem ta m p ou co d esejarão ouro.C. e não se com p a d ecerã o do f r u t o do ven tre. Tiglate-Pileser III fez uma conquista mais completa da qual ele chamava “os poderosos medos”. Os assírios dirigiram oito campanhas contra a M édia um pouco antes da época de Isaías. 17 Eis qu e eu d espertarei con tra eles os m edos.retirou a sua mão e permitiu aos assírios mostrarem a sua crueldade para o povo da Babilônia. Isto não se ajus­ ta ao tempo posterior de Ciro.22 lti E os seu s arcos d esped açarão os jo v e n s. não é impossível que Isaías reconhe­ cesse especificamente o contingente medo do exército de Senaqueribe em 689. O tratamento cruel e a matança impiedosa descritas neste verso eram típicas dos exércitos assírios. Por outro lado. Ciro foi um tipo diferente de con­ quistador.

n em ta m p ou co os p a sto res a li f a r ã o d eita r os seu s rebanhos. será com o S odom a e G om orra. Antes da sua destruição em 689 a. e a su a casa se en ch erá de h o rrív eis a n i­ m a is. A primeira parte é lite­ ralmente: “Ela não se assentará para sempre. A cidade foi demolida. a g ló r ia e a soberba dos caldeus. qu an do D eu s as tra n s­ torn ou . p o is bem p e rto j á vem chegando o seu tem po. 21 M as as f e r a s do deserto rep ou sa rã o ali. 22 E as f e r a s qu e u iva m g r ita r ã o u m a s às o u tra s n o s seu s p a lá cios vazios. onde a repetição enfatiza que a destruição da Babilônia está para vir em breve. Os verbos (v.19 E B abilôn ia. Os caldeus sob o comando de Merodaque-Baladã a fez “a glória” de sua soberba. não passivos..24 N inguém acre­ ditava que qualquer coisa pudesse destruí-la. o o rn a m en to d os reinos. 20 N u n ca m a is será habitada. a expectativa da Babilônia era de uma longa e ininterrupta exis­ tência.25 Isto precisa ser conectado com a últi­ ma parte do versículo 22. co m o tam bém os chacais. e os sá tiros p u la rã o ali. Até mesmo Senaqueribe tratou a cidade com considerável respei­ to até que ele finalmente decidiu que esta devia ser destruída. O mundo daqueles dias expressou horror e choque na sua súbita e total destruição por Senaqueribe. e a li habitarão os avestru zes. era realmente uma jóia ou “orna­ m ento” entre os reinos antigos. n os seu s p a lá cios de p ra z er. de modo que a sua destruição se compara com a de Sodoma e Gomorra. n em o árabe a rm a rá a li a su a tenda. n em reed ifica d a de g era çã o em g era çã o . mas nas . A captura da cidade pelos assírios não mudou essa expectati­ va. Ele não dá nenhuma esperança para a cidade neste momento. A ênfase do versículo 20 não é sobre um estado futuro. ela não ficará [continu­ ará] de geração em geração”.C. A Babilônia. nos dias de Isaías. e os seu s dias não se prolon garão. Que os assírios não sejam mencionados aqui está em linha com o reconhecimento de Isaías de que um Deus santo estava usando os assírios para trazer o seu juízo divino.20) são ativos.

Ciro e Alexandre. e a casa de Isra el p o ssu irá esses p o v o s p o r serv o s e p o r servas. o significado não é que a cidade nunca seria habitada. Ele ainda é fiel. o Grande. Isaías lembra a Israel (tam bém chamada Jacó) que o propósito de Deus não mudou. e se achegarão à casa de Ja có . e ela permaneceu uma grande cidade durante muitos sécu­ los —só sendo gradualmente desabitada depois que Bagdá tomou a liderança naquela parte do mundo. Israel possuirá as nações. Instalar os israelitas “na sua própria terra” poderia também significar proporcionar-lhes segurança. suas ruínas ainda nos lembram que Deus destruirá a maldade. n a terra do SENHOR.1. A cidade era muito importante para ser deixada na condição descrita nestes versos. 2.C. a honraram.I-23 a. Esar-Hadom a reconstruiu. e ain da elegerá a Israel. e Israel dominará so­ . Os seus capturadores serão os cativos.atuais esperanças da Babilônia. embora Saddam Hussein tenha tentado restabelecer partes da antiga Babilônia. mas não em qualquer outra época na história da Babilônia. Em vez de nações tomando posse de Israel. que eles não esperavam.. Compaixão sobre Judá 14. A sua compaixão é um intenso amor cheio de misericórdia e afeto. as nações irão recolocar Israel na sua própria terra. e o p o r á na su a p ró p ria terra. De modo que depois de um tempo. paz e descanso. onde árabes e pastores a evitariam e onde animais selvagens fariam dela a sua morada.26Este era exatamente o caso em 689 a. As condições serão o contrário do que eram nos dias de Isaías.27 Hoje. Assim. Em vez de nações os levando cativos. Antes de continuar com o julgamento sobre a Babilônia.2 1 P orque o S enhor se com p a d ecerá de Ja có . 2E os p o v o s os receb erã o e os levarão aos seu s lugares. e na breve. e os povos das nações servirão a Israel. ISRAEL É RESTAURADA MAS BABILÔNIA É JULGADA I4. Nabucodonosor a aumentou. e cativarão aqueles qu e os ca tiva ra m e d om in a rã o os seu s opressores. súbita e total destruição da Babilônia. e a ju n ta r -se-ã o com eles os estranhos.

Deus ainda usará Israel no seu plano divino. o único rei assírio nos dias de Isaías que levou o título “o Rei de Babilônia” e ascendeu a seu trono. uma canção zombeteira contra o rei da Babilônia. ele não os fez passar por tal sofrimento e trabalho força­ do. Embora N abucodonosor depois tenha instalado os judeus na Babilônia.28— 30). p r o ferirá s este dito co n tra o rei da B abilôn ia. e d o teu trem or.29 Ele estabeleceu o Neo-Império Assírio e instituiu a política de levar os povos cativos para outras terras.bre os déspotas que uma vez os oprimiram. U m Escárnio Contra o Rei da Babilônia 14. do tremor e do trabalho duro sofridos por aqueles que foram levados cativos pelos assírios.3— 8 a co n tece r á que. £ Haverá um dia de alívio da opressão.28 O rei não é nomeado por­ que ele não merece ser lembrado. o povo poderá proferir “este dito”. revelando a verdade a respeito do rei. Tiglate-Pileser III levava os povos para o exílio na esperança de controlá-los melhor. Estes fatos correspondem a Tiglate-Pileser III. um conquistador diria aos habitantes de uma cidade quanto imposto ou tributo eles tinham de pagar e então os deixaria voltar e reconstruir as suas casas. Porém. mas o M ilênio trará alívio completo. . e dirás: C om o cesso u o op resso r! A cid a d e d ou ra d a a ca b ou ! Quando esse dia vier. este particular rei da Babilônia é identificado nos versículos 17— 0 como alguém que não deixou os seus cativos voltarem às suas 2 casas e ele próprio não recebeu um enterro apropriado com direito a tumba como os outros reis. O reino de Deus iniciado por Jesus trouxe alívio (M t 1 1. Embora moldada após as orações funerárias reais do dia. 4 então. Antes do seu tempo. b. Porém. seu conteúdo é agudamente satíri­ co. n o d ia em q u e o S enhor v i e r a d a r -te d esca n so d o teu trabalho. e da d u r a se r v id ã o co m q u e te f i z e r a m serv ir.

Nenhum lenhador assírio vem para derrubar “as faias [ciprestes] .. e os cedros do Líbano” (cf. o q u e com ira d om in a va as nações. Ninguém po­ dia conter a sua cruel agressão. e os ced ros do Líbano. Ele os usa para trazer o seu juízo. 8 A té as f a i a s se a legra m sob re ti. mas eles são julgados por seu turno (cf. Agora Isaías zombeteiramente se dirige ao falecido rei por meio das árvores da floresta. pois agora pode desfrutar de repouso e quietude (cf.I I ) . Ele tomou o título “o Rei de Babilônia” em 729 a. N a I . 2. sem que a lgu ém o p ossa im pedir. mas não se ajustam ao que nós sabemos dos reis babilônicos posteriores. Tiglate-Pileser diz que esmagou qual oleiro ao barro todos os que não o obedeceram e os espalhou ao vento como um furacão. 7J á descansa. Todos os anos o exército assírio saía em cam­ panhas militares e implacavelmente “feria os povos”.9. Tiglate-Pileser III e as suas forças eram extremos em sua brutali­ dade contra as nações. 10. Em seus registros. o bastão dos ím pios e o cetro dos O SE N H O R verdadeiramente é aquEle que quebra “o bastão [po­ der] dos ímpios [o povo culpado]” e “o cetro [autoridade adminis­ trativa] dos governantes”. Zc I . dizendo: D esd e que tu caíste.34.24). agora. 37.C. Os detalhes desta passagem correspondem a ele. “Júbilo” inclui gritos de alegria.12). é p ersegu id o. n in gu ém sobe co n tra n ós p a ra n o s cortar. 6 A quele qu e f e r i a os p o v o s co m f u r o r .. dois anos antes de sua morte.A morte dele cumpriu perfeitamente as profecias nos versos 18— 20. j á está sossegada toda a terra ! —ex cla m a m com jú b ilo.. 10. .I 5. pois até mesmo o mundo natural se alegra. co m p ra ga in cessa n te . O mundo se alegra com a morte desse opressor.30 5 J á q u ebran tou o Senhor dom inadores. 33.13.

se estenderão. Eles não mudaram. o rei do universo”. Eles estão pasmos de que na sua morte ele se tornou tão fraco e tão ineficaz quanto eles.9— 11 9 O in fern o. Eles tinham retido a sua identidade pessoal. se tu rb o u p o r ti. . Ele está agora sobre um leito de larvas e coberto de vermes. No Sheol (não a sepultura. Eles são retratados como sentados na escuri­ dão sobre tronos sombrios. mas o inferno)31 os espíritos dos mor­ tos são despertados para encontrar o rei da Babilônia. Tiglate-Pileser III era o rei mais poderoso do seu tempo. com­ parando-os a bodes que conduzem um rebanho. Apesar de toda a sua pompa. Ele ti­ nha impressionado outros reis pela sua majestade e pelas suas reivin­ dicações de deidade. ele foi trazido até ao Sheol ( “inferno”). mas os seus tronos são sem nenhum sentido. A Recepção do Rei da Babilônia no Sheol 14. O seu corpo foi deixado sem nada da glória com a qual se vestia em vida. desde o p ro fu n d o . co m o som d os teu s ala ú d es. “bodes”. Os líderes são chamados no hebraico Jattudim . desp ertou p o r ti os m o rto s e todos os p r ín cip es da terra e f e z lev a n ta r do seu tron o a todos os reis das nações. e os bichos te cobrirão. o rei poderoso.c. debaix o de ti. os bichinhos. sendo reconhecidos uns pelos outros. Como parte de seu julgamento ele não teve um enterro apropriado. tendo se tornado em nada diferente de qualquer outro pecador. 11J á f o i derrib a d a no in fern o a tua soberba. 10 E stes todos resp on d erã o e te d irã o: Tu tam bém a d oeceste co m o n ós e f o s t e sem elh a n te a nós. Estes incluíam os líderes e reis mortos por Tiglate-Pileser III e seus exércitos. p a ra te sa ir ao en co n tro na tu a vin d a . M as agora eles estão reduzidos a fraqueza. Tiglate-Pileser III chamava a si mesmo de “o grande rei.

O povo piedoso de Jerusalém só reconhecia um único Deus verdadeiro e um único lugar . exaltaria o seu trono acima das estrelas de Deus. [eu] me assentarei”). o nome Lúcifer foi aplicado ao diabo por Jerônimo (o tradutor da Vulgata latina) — reconhecendo que Satanás de fato caiu do céu (cf. da banda dos lados do N orte. ou seja. A ascensão do rei “ao céu” era somente pela sua arrogância e autoexaltação.d. contudo. cujo significado é “portador de luz”. [eu] exal­ tarei. Como uma estrela da manhã em desvanecimento. A KJV (Versão King James) traduz “estrela da manhã” como “Lúcifer”. e se assentaria “no monte da congregação” (Heb. Não obstante. Ele que uma vez derrotou as nações está agora quebrado em pedaços sobre a terra. Como a estrela d’alva que enfraquece na luz do amanhecer. Por causa das arrogantes reivindicações do rei da Babilônia.. Satanás estava certamen­ te por trás do orgulho e da arrogância do rei. Note a repetição do pronome “Eu” ( “Eu subirei. Lc 10. filha da alva”.. e. a ver­ dadeira “resplandecente Estrela da manhã” (Ap 2 2 .32 13 E tu dizias n o teu cora çã o: Eu su b irei ao céu. no m o n te da co n g re­ gação.12— 17 12 C o m o ca íste do céu. O Orgulho e a Queda do Rei da Babilônia 14. f i lh a da a lv a ! C o m o f o s t e lan çado p o r terra. tsaphon). determinou que se ascenderia ao céu. versão latina da Bíblia Católica Romana. O rei é chamado de “a estrela da manhã.16). tu que debilitavas as na ções! A pompa derrubada no Sheol é descrita como uma queda “do céu”.9).. a cim a das estrelas de D eu s. O monteTsaphon ( “Norte”) era tido pelos pagãos como sendo o assento dos principais deuses. ele está em contraste com Cristo. disseram que aplicar o nome a Satanás aqui era um grande erro.18). e. ex a lta rei o m eu trono.. ele perdeu todo o seu brilho agora que está no inferno. ó estrela da m anhã. Em seu coração. Lutero e Calvino. um termo tomado emprestado da Vulgata. em seus pensa­ mentos ambiciosos. m e assen tarei. Certamente Satanás não ficou tão fraco quanto as pessoas no inferno (Is 14.

SI 48. cf.). Continuando o pensamento dos versículos 9— o auto-exaltado 12. 14 S u b irei a cim a das m a is altas n u v en s e serei sem elh a n te ao A ltíssim o. e será o pecado do Anticristo (2 Ts 2. será levado até à mais baixa parte do Sheol —na realidade.4).2 5 . quan­ do este enviou o seu principal oficial m ilitar para que tentasse conse­ guir a rendição de Jerusalém e para adverti-los a não escutarem o rei deles.5. até mesmo maior que o único Deus verdadeiro. N o seu orgulho. acima de onde era imaginado que os deuses viviam.1. que estava tentando alcançar o ponto mais alto no céu.)33 16 O s que te v irem te con tem plarã o. ou confiarem no S E N H O R (3 6 . Por este ato ele se poria no mesmo nível que o “A l­ tíssim o” (Heb. Ezequias. Esta mesma arrogância foi depois exibida por Senaqueribe. a audiência de Isaías reconheceria que o rei da Babilônia estava reivindicando ser maior que qualquer deus. etc. Dn 4 . e d irã o: É este o va rã o q u e fa z i a estrem ecer a terra e qu e fa z i a trem er os rein os? . 'elyon.1 8 — 20). até mesmo maior que o Deus de Israel —a quem ele classificou com os deuses das outras nações.1 8 -2 0 . ls E. um título que realmente só pertencia ao único Deus verdadeiro. 1 4 . co n sid era r-te-ã o . rei da Babilônia. contu do. o rei da Babilônia também disse que ascenderia acima das nuvens mais altas. Gn I I . levado será s ao in fern o. Que pecado profundo era isto! Era como o pecado de Adão e Eva.2 2 . (A palavra “abismo” é usada aqui como um sinônimo para Sheol. Senaqueribe estava realmente reivindicando ser maior do que qualquer deus.4 ).2. o pecado da torre de Babel.sobre a terra onde Ele estava se manifestando —o monte Sião (veja o Dt 12. Assim. 2 Ts 2 . 1 -4 . “ao mais [íntimo] profundo do abismo”.2 4 .1 7 . ao m a is p r o fu n d o do abismo.

Tiglate-Pileser III não seria enterrado regiamente em uma tumba mag­ nífica. e. 19 M as tu és lan çado da tu a sepu ltu ra. As pessoas olharão para o cadáver dele e dirão com surpresa e repugnân­ cia: “E este o varão que fazia tremer a terra e que fazia tremer os reinos?” “O varão” (Heb. ou mausoléu. haisP) significa um indivíduo do sexo masculino. com o corp o m orto e pisado. com o os qu e descem ao co v il de pedras. pois o corpo do rei não estava em uma sepultura. netser) é . ou deserto. ja z em com honra. todos eles. e é uma indicação a mais de que o significado primário desta passa­ gem se aplica a Tiglate-Pileser III. Ele seria expulso “como um renovo abominável”. deixando cada um deles como um sertão. “renovo” (Heb. como um vestido saturado de sangue das pessoas mortas pela espada. 17 Q u e p u n h a o m u n d o com o u m deserto. as tumbas eram consideradas importantes na honra ao morto. Nos tempos bíblicos. O Rei da Babilônia Carece de um Enterro Digno 1 4 . “como corpo morto e pisado”.Agora Isaías dirige a nossa atenção ao fato de que o corpo de Tiglate-Pileser III jazeria insepulto. co m o u m a v este de m o rto s atravessados à espada. não a Satanás. Em contraste com todos os outros reis da época. Tiglate-Pileser III despojava todas as coisas valiosas dos territórios que conquistava.1 8 -2 0 T odos os reis das nações. co m o u m ren ovo ab om in ável. Ele também instituiu a política de levar os povos ao exílio em vez de os deixar voltar e reconstruir as suas casas. Ironicamente. algo considerado humilhante pelo povo da antigüidade. cada u m na su a casa. e assolava as su a s cidadesP Q u e a seu s cativos não d eix a va ir soltos p a ra a casa delesP No estabelecimento do Neo-Império Assírio. Isto também confirma o fato de que Sheol não é a sepultura.

O ju íz o de D eu s n ão é so m en te c o n tra o rei d a B a b ilô n ia . o ram o p o d re q u e se au to d en o m in av a “o rei d o u n iv e rso ”. f. Q u e co n traste en tre a vergo n h a do tiran o . T a lv e z esta seja u m a o u tr a raz ão p ela q u a l Isa ías n ão m e n c io n o u o n o m e d e T ig la te . e d e s a r r a ig a r e i d e B a b ilô n ia o n o m e. d iz o SjENHOR d o s E x é r c i­ tos. . E sta r e s p o n s a b ilid a d e é a p o n ta d a c o n tra to d o s os reis d a A s síria cm Isa ía s 3 7 . D eu s d e s a rra ig a rá o seu n o m e — o u seja. 22 P o r q u e m e le v a n t a r e i c o n t r a eles.2 1 — 3 2 21 P r e p a r a i a m a ta n ça p a r a o s filh o s.a m esm a p alav ra u s a d a a resp eito d o M e s sia s em I I .1 8 . Jesus. p a r a q u e n ã o s e le v a n te m . d iz o Sen hor . A ú ltim a p a rte d o v e rsíc u lo a cim a. este rei d a B a b ilô n ia ”. O rei d a B a b ilô n ia n ão terá u m e n te rro d ig n o p o rq u e ele d e s tru iu a su a te r r a e m a to u o seu povo. O co m an d o é tam b ém p ara p rep arar lu g ar p ara “a m atan ça p ara os filh o s” dele p o r causa d a cu lp a de seus pais. o v erd ad eiro R e i d o s reis e S e n h o r d o s senh o res! 20 C o m e le s n ã o te r e u n ir á s n a s e p u lt u r a . p o d e ser to m a d a co m o u m im p e rativ o : “N u n c a m e n ­ cio n e o n o m e d este d esc en d en te de m a lfe ito re s. seu p o d e r e a u to r id a d e — e n ão lh e d e ix a rá u m re m an e sc e n te co m o E le p ro m e te u a Isra el. Q ue eles n ão o u sem se levan tar “e p o ssu am a terra ” e en ch am a face da terra h ab itad a co m cid ad es — que serv iriam com o sím b o lo s d o p o d er e d a au to rid ad e deles. e o s r e s íd u o s .P ile s e r III n e sta p assag em . e p o s s u a m a te r r a . e o f i l h o . m as c o n tra a p r ó p r ia B a b ilô n ia . “ a d e sc e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ão será n o m e a d a p a ra se m p re ”. e o n eto . B a b ilô n ia T o rn a -se u m a T e rra P a n ta n o sa 1 4 . e a g ló ria do ju sto R en o vo d a lin h ag e m de D avi. e en ch a m o m u n d o d e cid a d es. a d e s c e n d ê n c ia d o s m a lig n o s n ã o s e r á n o m e a d a p a r a sem p re. p o r c a u s a d a m a ld a d e d e s e u s p a ís .I . p o r q u e d e s t r u í s t e a tu a te r r a e m a ta s te o teu p o v o .

E s c ri­ to res m ais a n tig o s n o rm a lm e n te c o n e c ta ra m su a in u n d a ç ã o co m a n a rra tiv a d e H e ró d o to d o s u p o sto d esv io d o rio E u frates p o r C ir o . q u an d o S e n a q u e rib e d e m o liu a c i­ d ad e e in u n d o u o seu lo c a l. N ó s sab em o s ap en as de u m a o casião q u a n d o a B a b ilô n ia se to rn o u u m p â n ta n o in a b itá v e l — os p o u c o s an o s d e p o is de 6 8 9 a.la “lag o as de á g u a s ” (o u p a n ta n a l) e v a rre r a c id a d e c o m a r íg id a “v a sso u ra de p e rd iç ã o ” se ria S e n a q u e rib e .. A área te m se to rn a d o m ais p a re ­ c id a c o m u m d e se rto d e sd e o te m p o d o s s e lê u c id a s n o terceiro sécu lo a . O q u e c ara c te riz a v a a B a b ilô n ia nos d ias de Isaías? 3 . P o r q u e Isa ías in ic ia esta seção sobre p ro fecias estran g eiras co m a B a b ilô n ia? 2 .34 O s re g istro s de C iro . e v a r r ê la -ei co m va ssou ra de perdição. O u tro s su g e re m q u e a c id a d e g ra d u a lm e n te se to rn o u u m p â n ta ­ n o in a b itá v e l. A d e s tru iç ã o d a B a b ilô n ia será ta l q u e só a n im a is in ferio res h a b i­ ta rã o n e la .35 QUESTÕES DE ESTUDO 1.. a c id a d e d e H illa te m se s itu ­ ad o n a su a e x tre m id a d e m e r id io n a l. M a s B a b ilô n ia n ão tin h a a in d a se to rn a d o u m p â n ta n o in a b itá v e l.C . Q u e d ec laraç õ e s m o stra m q u e a d e stru içã o d a B a b ilô n ia era p a ra v ir lo g o ? C o m o isto fo i cu m p rid o ? .C .C . e cav o u trin c h e ira s a p a r tir d o rio p a ra in u n d a r a c id a d e e tr a n s fo r m á -la em u m p ân tan o . e d e v i­ d o ao fa to d o s b a b ilô n io s te re m d ad o as b o a s-v in d a s ao ex ército d ele. O q u e p e r m itir á ao povo cativo n a B a b ilô n ia fu g ir d e v o lta às suas p ró p ria s terras? 4 . O ag en te d e D eu s p a ra to r n á . E le a a rra s o u em 6 8 9 a . c o n tu d o . d e p o is d e lo n g a s eras. são s ile n c io so s a re sp eito d isto .. D esd e o d é c im o -p rim e iro sé c u lo d . isto n e m m e sm o te ria sid o n ecessário .23 E red u z i-la -ei à p o ssessã o de co ru ja s e a lagoas de águas.C . d iz o S e n h o r dos E xércitos. m as m e sm o a g o ra te m p o m a res e ja rd in s n as suas im e d iaç õ e s.

. Que evidência a partir do capítulo 14 e da arqueologia mostra que o rei da Babilônia era Tiglate-Pileser III? 6. 78. ed. 55. 2 2 4. M cKenna. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 2 vols. . 22 0. 90. 19 30 ).5. M . ed. 171. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. Sayce (Londres: Society for Prom oting C hristian Knowledge. Charles Boutftower.C. to 33 0 B. 196. M cClure. L. 182. 3 Ibid. M anuel K om roff (N ova Y ork:Tudor Publishing Co.C. Por exemplo. trans. 2 3 6 . até mesmo com entários conser­ vadores a esse respeito. O que mostra que este rei era apenas um homem? 8. Ele era um turista grego do século V a. 197.. 2 9 . 2 0 9 . 2 3 4 . 1:383. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 112. como o de David L. 137.. 1 9 2 6 -2 7 ). Como este rei se exaltou? 7.. Como a destruição da Babilônia foi cumprida? CITAÇÕES 1 A m aioria dos com entários ignora isto e tenta aplicar esta profecia à con­ quista de Babilônia por Ciro. às vezes não. 1 Ibid. 2 1 4 . George Rawlinson. 1 12 Cf. 66. 106. 151. 109. 14. 8 5 0 B. 7T heodore H . 1:297. History.. 10 Ibid. H . H eródoto não era um historiador no sentido m oderno do termo. 138. 2:25. 19 28 ). 2 2 1 . 58. Communicators Commentary (D allas:W ord Books. State Letters o f Assyria. 98. 3. 6 H erodotus. 5 Ibid. que registrou o que os guias lhe contaram . The Book o f Isaiah ÇChapters I-X X JÍIX ) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. 2 3 3 . 1:283. State Letters o f Assyria. 79. 19 0 0 ). 2 R obert H enry Pfeiffer. 19 35 ). 193. vol. The Passing o f the Empires. 2 3 8 . 19 51 ). A.C. Isaiah 1— em The 39. Robinson. 9 D aniel David Luckenbill. 129. 49. A History o f Israel (O xford: Clarendon Press. trans. Ás vezes eles estavam corretos. 19 93 ). 4 Gaston Cam ille Charles M aspero. 8 Pfeiffer. American Oriental Series.

Hayes e Stuart A. & T Clark. Eerdmans. em The International Criticai Commentary (Edimburgo: T. H orton. 1 9 9 8 ). 2 5 2 -2 5 4 . 19 54 ). 19 53 ). 14 Stanley M . 19 95 ). (G rand R apids: Baker Book House. 1:281. 19 Luckenbill. James W. 4 2 -4 8 . Veja tam ­ bém George Buchanan Gray.. 2:6.U O jogo de palavras é m ais óbvio no hebraico antigo que grafava somente as consoantes. Flecker. 83. 73. 18 James B. 2a ed. 26 E. 25 João Calvino. 17T h irtle sugeriu que o Salm o 137 reflete os sentimentos passados dos cati­ vos que retornaram de Babilônia nos dias de Isaías. Boutflower m ostrou também bases razoáveis para isto. Book o f Isaiah. ed. 3 1 6. 13 0 -1 3 1 . Alexander. 19 24 ). 76. 21 H erodotus. cf. Veja McKenna. 19 87 ). 9. Irvine. 316. 24 Boutflower. 1:281. 131. Ancient Near Eastern Texts. 19 01 ). 73. Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. ed. 1 9 1 6 ). 133. 109. George Livingstone Robinson. A N ew Translation o f Isaiah. 19 48 ). The Book o f Isaiah. Boutflower. State Letters o f Assyria. 20 E. Luckenbill. 18. Old Testament Prohlems (Londres: M organ & Scott. 28 John H . Book o f Isaiah. 2 5 1 . 1 9 5 5 ). 2 3 1. Flecker foi um dos prim eiros a identificar o rei aqui como T iglate-Pileser III. 69. E. 16 D aniel David. Archaeological H istory o f Iran (Londres: H um phrey M ilford for the British Academy.. 29 Flecker. Book o f Isaiah. Pritchard. B. 22 Cf. 15 Luckenbill. Pritchard. (Princeton: Princeton U niversity Press. 2 :2 4 5 . . RJ: CPAD. Ancient Records. trans. Isaiah: The Eighth-Century Prophet (N ashville: Abingdon Press. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. RJ: CPAD. T h irtle. 109. 30 Para m ais evidências disto veja Boutftower. H orton. Commentary on the Book o f the Prophet Isaiah. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 1:427. rev. Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse. Oxford U niversity Press. 39. Isaiah 1— 173. Ancient Records. 23 Ibid. H erzfeld. A New Translation o f Isaiah (Londres: E lliot Stock. W illiam Pringle (G rand R apids: W m . 31Veja Stanley M . History. 3 0 6. Joseph A. 1 9 4 9 ).. The Annals o f Sennacherih (Chicago: U niversity o f Chicago Press. 51. A Criticai and Exegetical Commentary on the Book o f Isaiah I-XXXIX. 1 9 3 5 ). 27 Saddam H ussein tem tentado restabelecer algum as das ruínas da antiga Babilônia. Pfeiffer.

36. B.24-27 24 O SENHOR dos E x ércitos ju r o u . Alexander.12. e. a s­ sim su ced erá . Eerdmans. Senaqueribe jamais fez outra campanha m ilitar durante os anos restantes do seu reinado. Deus se comprometeu a quebrar e destruir os assírios na sua pró­ pria terra. A ASSÍRIA SERÁ ESMAGADA NA TERRA DE DEUS 14. O poder de Satanás ainda não term inou.1 26 E ste é o con selh o qu e f o i d eterm in a d o sob re toda esta terra. assim se efetu ará.32 Observe que o poder do rei term inou com a sua queda. a pisa rei. parecia que nada poderia pa­ rar a Assíria. como a de um juramento. dizendo: C o m o p ensei. 35 M errill E Unger.) a profecia foi cumprida. 1957).37).000 homens do exército de Senaqueribe fez efetivamente isso (37. G rand R apids: Zondervan Publishing House. 1:441.14 I. Isaías viu isto em 10. A destruição dos 185. N a época em que Isaías profetizou. Commentary on the Prophecies o f Isaiah.Juízo Sobre Muitas Nações 14. M as Deus tinha um firme propósito em quebrar a do­ minação assíria. Edward J. B. Cf. em I (1 8 7 5 : reimpressão. e a su a carga se d esvie dos seu s om bros. Young. 116.14. No ano seguinte (6 88 a. 33 Sti’ol não é a sepultura. 2 vols. 2 7P orque o . (G rand R apids: W m . O propósito de Deus era castigar os assírios a seu devido tempo. e esta é a m ã o q u e está estend id a sob re todas as nações. co m o d eterm in ei.C. 19 75 ). 25 Q u ebra n ta rei a A ssíria na m in h a terra. 3 vols. 34 Joseph A. a terra de Judá. The Book o f Isaiah. 1:304. e. na s m in h as m ontanhas.24— 17. p a ra q u e o seu ju g o se a p arte deles. Unger’s Bihle Dictionaiy (Chicago: M oody Press. mas o lugar dos espíritos dos m ortos. Veja nota em 5. 1 9 6 9 -7 2 ). e isto é expresso em forte terminologia.

A sua mão está “estendida” para trazer juízo sobre as nações. Judá os tinha man­ tido por muito tempo em sujeição. voadora. Isaías pode ter tido em mente o poder da Assíria. 2. a f a r á v o lta r atrá s? O propósito de Deus é estendido agora para toda a terra. Proveniente deste virá outro . Por conseguinte. não o ano da acessão do novo rei. Por outro lado. quem .28-32 28 N o an o em qu e m o rr eu o rei A caz. Assim.. Alguns entendem “a vara que. porque o novo rei já estava no trono como um governante junto com o seu pai. h ou ve este peso. o in va lid a rá ? E a su a m ã o esten d id a está: quem .C.7). M as com o tratado de Acaz. este parecia um bom tempo para se revoltar contra a Assíria.. Judá se tornou subserviente à Assíria. Davi tinha subjugado os filisteus. Parecia ao povo que o poder assírio fora quebrado porque depois que Salmaneser V morreu em 72 2 a. p ois. o rei Sargão II estava ocupado tratando das revoltas no outro extre­ mo de seu im pério e não pôde expulsar M erodaque-Baladã da Babilônia naquele momento. p o r s e r quebrada a va ra qu e te f e r i a . havia uma tentação para quebrar esse tratado.) Acaz tinha feito o tratado com a Assíria em desobediência a Deus (veja cap. feria” a Filístia como sendo a casa de Davi.C. o ano em que o rei Acaz mor­ reu..SENHOR dos E x ércitos o d eterm in o u . (Como em 6. seu poder sobre a Filístia estava quebrado.1 5 ). 29 N ão te alegres.1. A “raiz” e o “fruto” significavam a árvore inteira (cf. um merisma semelhante em 9 . Agora que ele se fora. Ele é o Senhor da história. Isaías se volta agora para 715 a. pois. Nenhum ser humano ou poder terrestre pode impedi-lo de cumprir os seus pro­ pósitos. a datação é no ano que o rei morreu. e o seu f r u t o será u m a serp en te ardente. A FILÍSTIA NÃO ESCAPARÁ DO JUÍZO 14. p orq u e da ra iz da cobra sa irá u m basilisco. mas era um erro proceder dessa forma..1 4 . toda a F ilístia.

deixando atrás de si a fumaça de cidades incendiadas. 32 Q u e se respon derá. e n in gu ém f i c a r á so li­ tá rio no tem po determ in ado. “Os opressos de seu povo” —até mesmo os mais pobres e mais humildes —acharão refugio seguro nela.22). ó cida de. todas as cidades e o povo da Filístia deveriam estar uivando e chorando. 36 e 3 7 com respeito aos procedi­ mentos de Deus em relação a Senaqueribe. totalmente desmoralizados e incapazes de resistir ao inimigo. cada um mais venenoso que o anterior. estás toda d erre­ tida. Esta não poderia ser parada. (Veja caps. g rita .rei assírio traiçoeiro como uma serpente. a os m en sa geiros do p o v o ? Q u e o Senhor f u n d o u a Sião. tu. “Os primogênitos dos pobres” é uma tradução literal. “Os necessitados” parece se referir ao povo de Jerusalém. Sargão II não atacou Jerusalém e Senaqueribe fracassou em tomá-la. ó F ilístia. A “porta” representa a “cidade”. Os mensageiros filisteus aparentemente querem que Ezequias se una a eles na rebelião contra a Assíria. em vez de se alegrarem. p o rq u e do N orte vem u m a fu m a ç a . m a s f a r e i m o r r e r de f o m e a tua raiz. p a ra qu e os opressos do seu p o v o nela en co n trem abrigo. e seria tolice de Judá unirse aos filisteus para tentar fazer isso. yissad). e os n ecessi­ tados se deita rã o segu ros. que “fundou-a” (Heb. Isto fala de Israel como o “primogênito de Deus” (Ex 4. pois. 31 U iva. Assim. porque eles serão derreti­ dos.2 30 E os p rim o g ên ito s dos p o b res serã o apascentados. ó p o rta . mas o juízo de Deus trará fome e morte aos filisteus. e serã o d estru íd o s os teu s resídu os.) . e ambas as palavras aqui são coletivas. A expressão “do N orte vem uma fumaça” refere-se à vinda da Assíria como um exército poderoso. M as Jerusalém deve declarar a sua confiança em Deus.

e a D ibom . f o i destru ída A r de . M oabe e f o i d esfeita. Ele não tinha podido fazer isso enquanto o seu pai estava vivo.15) a Q uir (depois conhecida como Kerak) no sul. o reino norte de Israel o controlava de vez em quando.1— Agora Isaías vê que essa ines­ 3). Ezequias estava livre para limpar o templo e celebrar a grande Páscoa descrita em 2 Crônicas 29. A forma destes capítulos é a de uma lamentação. M oabe u iv a rá .C. Nem teria ele sido capaz de destruir os lugares altos e os altares em Efraim e Manassés antes que Oséias fosse derrotado e Samaria levada ao exílio em 722 a. M oabe foi conquistado por Davi.. f o i d estru íd a Q u ir de M oabe e f o i desfeita. Depois. Gn 19. de Ar pelo rio Arnom no norte (N m 21.37) localizado no lado oriental do mar M orto.3 a 30.1— 16.C.27. a ch orar. ou que ele enviou unidades menores para as várias cidades. Ezequias conside­ rou 715 como o verdadeiro primeiro ano do seu reinado. e toda a barba será rapada. Isto aconteceu provavelmente durante o reinado do rei assírio Salmaneser. 3. a. Moabe tomou conta de algumas das cidades que antigamente eram israelitas.Também é provável que quando Acaz morreu em 715 a.). Desse modo. As cidades de M oabe não são mencionadas em qualquer padrão geográfico claro. todas as cabeças fi c a r ã o calvas. C ertam en te■em u m a noite. certam ente.C. MOABE 15. muito embo­ ra ele tivesse reinado como rei com seu pai durante seis anos. p o r N ebo e p o r M edeba. . Isto pode significar que Salmaneser lutou ao mesmo tempo em várias frentes. e aos lu gares altos. 2 Vai su bindo a B ajite. perada e súbita destruição será difundida.14 Os capítulos 15 e 16 tratam de M oabe (descendentes de Ló. em u m a noite.36. A Destruição de Moabe 15. Após a morte de Jeroboão II de Israel (7 53 a.1— 9 1Peso de M oabe. Amós profetizou contra M oabe (Am 2.

Os telhados e praças pú­ blicas estavam cheios com pessoas chorando. a su a alm a trem e d en tro deles. p o r isso. a importante cidade sob o comando do rei Mesa. pox-que perderam a coragem. Os soldados de M oabe gritam alarmados.39 ). Camós. com o a n ovilha de três an os. Porém. Seus habitantes irão para o seu templo dedicado a seu deus. luto e desgraça. os a rm a d o s de M oabe cla m a m . fu g i r a m os seu s n ob res p a ra Z oar. p orq u e. todos a n d a m u ív a n d o e choram a b u n d a n te­ m ente. com o E leale. O país inteiro estava com o aspecto abatido. 3 C in g ira m -se de p a n o s de sa cos nas su a s ru a s. p o rq u e v ã o cho­ ra n d o p ela su bida de L uíte. Hesbom. anda g rita n d o . Jaza estava localizada aproximadamente dezesseis quilôm etros a sudeste de Hesbom. junto com a vergonha por causa da derrota. ao leste do Jordão e aproximadamente vinte e dois qui­ lômetros a sudoeste de Amã. Cabeças e barbas raspadas eram um sinal de profunda lamentação. 5 O m eu cora çã o clam a p o r cau sa de M oabe. 4 A ssim H esbom . Usar vestes grosseiras ( “sacos”) feitas do cabelo de cabras pretas era outro sinal de tristeza. estava localizada cerca de cinco quilômetros ao norte do rio Arnom. ela foi capturada pelo rei M esa de M oabe e ainda estava em mãos moabitas nos dias de Isaías.Dibom. ou uivar. O lamento de M oabe sobre as cidades de Nebo (leste do rio Jordão) e de Medeba (sudeste da extremidade norte do mar M orto) mostra que eles estão destruídos. e para os seus lugares altos a céu aberto localizados na colina fora da cidade para lamentar. tinha sido concedida aos levitas (Js 2 1 . até J a z a se o u v e a su a voz. no cam in h o de H o ro n a im . Eleale estava localizada cerca de três quilômetros a norte-nordeste de Hesbom. nos seu s terraços e nas su a s praças.

Elas se tornaram áridas e desérticas.3. d efin h ou a erva . ao rib eiro dos sa lgu eiros. 7 P elo que a a b u n d â n cia que a ju n ta ra m e o que g u a rd a ra m . a pequena cidade que escapou da destruição de Sodom a e G omorra (Gn 19. e não há v erd u ra algum a. Luíte. cuja filha se tornou a ancestral dos moabitas.9). Rute. A fuga deles é rápida. até JEglaim che­ g a r á o seu clam or. a caminho de Zoar. embora o juízo deva vir sobre este. cidadela. Quando Saul perseguia a Davi. assim como a de uma novilha de três anos na qual nunca foi posto jugo. 8 P orque o p ra n to rod ea rá os lim ites de M oabe.21. ou fortaleza que poderia oferecer refúgio tem­ porário. Deus está se lastimando por Moabe. Ele parece ter um lugar especial em seu coração para Moabe. estão na direção da extremidade sudeste da porção principal do mar M orto. O coração de Deus está sempre quebrantado por causa dos pecados do povo e por causa do juízo que deve vir. onde a preocupação de Abraão era realmente por Ló. provavelmente o ribeiro ou vadi Numeira (veja N m 32. era uma colina. . As riquezas acumuladas durante os tempos de prosperidade terão que ser removidas para preservação além do ribeiro dos salgueiros ao sul. O povo de M oabe está fugindo para o sul a Zoar. a ancestral de Davi. provavelmente o vadi Zerek na fronteira meridional de Moabe. “M eu coração” é paralelo a “[Eu] acrescentarei” (v.leva n ta m u m lastim oso pranto.6). Deus enterrou Moisés em algum lugar em M oabe (D t 34. p o rq u e se seco u o fe n o .22). o levarão. veio de Moabe. Davi levou seus pais a Moabe para protegê-los. As fontes de Ninrim. Js 13. Horonaim era outra cidade a caminho de Zoar. O amor de Deus ainda estava estendido para Moabe. e ain da até B eer-E lim chegará o seu ru gido.27). 6 P orque as á gu a s de N in rim serã o p u ra assola ção. possivelmente por causa da intercessão de Abraão por Sodoma em Gênesis 18.

O país inteiro estava lamentando por causa da destruição. su ced erá qu e serã o as f i lh a s de M oa be ju n to aos v a u s de A rn om com o o p á ssa ro vagueante. rei de Israel). Jerônimo disse que “Dimom” e “D ibom” eram usados de modo intercambiável.4.2).O clamor por socorro penetrou os limites de Moabe. até ao m o n te da fi lh a de Sião. 2 Rs 3. onde o rei M esa de M oabe enviou 100. desde Sela. eles deverão enviar cordeiros como tributo “ao dominador da terra” (cf. no d eser­ to. b. lan çado f o r a do ninho. Os moabitas fugitivos iriam para o sul do mar M orto a Sela.1— 5 1 E nviai o co rd eiro ao d o m in a d o r da terra. p o rq u e ain da a crescen ta rei m a is a D im o m : leões co n tra aq ueles que esca p a rem de M oabe e con tra as relíq u ia s da terra. buscando ajuda.Moabe Contrastada com Sião 16. De Sela eles enviariam o tributo para Jerusalém. R ia­ chos que correm com sangue não era juízo suficiente —pois Deus ainda enviará mais. uma fortaleza edomita no topo do monte próximo de Petra (onde remanescentes dos edomitas ainda existem). 9 P orq u a n to as águ a s de D im o m estão cheias de sa n gu e. Nos Rolos do mar M orto e na Vulgata latina lê-se “D ibom” (veja 15. 2 D e ou tro m odo. Voltando à situação do povo de M oabe nos vaus do rio Arnom. Beer-Elim ( “poço dos heróis”) ficava na fronteira norte. Eglaim pro­ vavelmente ficava no sul de Moabe. “Dimom” pode ter sido usado aqui para um jogo de palavras com a palavra hebraica para sangue (represa). Até mesmo naquela fortaleza eles não se sentiam seguros. H á alguns que interpretam o leão como sendo o exército assírio que continua atacando implacavelmente.000 cordeiros como tributo a Acabe. Aqueles que escaparem do exército assírio serão atacados por leões. . As águas de Dimom constituem um riacho ao leste do mar M or­ to.

Sua condição lamentável mostra o quanto os moabitas precisam de ajuda. hesed) é o trono do Messias. como Isaías tão freqüentemente o faz.5) olha à frente para o futuro. Os mensageiros moabitas falam. Os agressores perecerão. ó M oabe. [cf. deixando-os vagar à toa. Os moabitas querem que Jerusalém deixe os seus fugitivos vive­ rem com eles. e provejam um esconderijo seguro para os fugitivos. Ele sentará sobre o trono em contínua fidelidade em Jerusalém. a d estru içã o é desfeita. O contexto indica que o gover- . I 1. escon d e os d esterra d os e não descu bras os vagueantes. 5 P orque u m tron o se f i r m a r á em benignidade. Será um juiz justo e será diligente na promoção da justiça. Eles instam para que Jerusalém não os traia entregandoos nas mãos do inimigo.2—4 ] O trono que “se firm ará” numa imutável aliança que guarda o amor (Heb. e p õ e a tu a som bra no p in o do .Nos vaus do rio Arnom as mulheres fugitivas de Moabe eram como pássaros cujos ninhos foram espalhados. 3 T om a conselho>ex ecu ta o ju íz o . m eio -d ia co m o a n oite. O Senhor os deixa saber que o tempo está vindo quando a extorsão e a destruição cessarão. 4 H a b item en tre ti os m eu s desterrados. e sob re ele no ta b ern á cu lo de D a v i se a ssen ta rá em v erd a d e vim que ju lgu e. dando-lhes refúgio da destruição assíria. e se ap resse a f a z e r ju stiça . sendo o verdadeiro e legítimo her­ deiro de Davi e cumprindo a aliança dada a ele. tomem uma decisão governamental. serv e-lh es de refú g io p era n te a f a c e do d estru id o r. A últim a parte deste verso (como também o v. e apresenta um contraste. Eles querem que Ezequias e Je­ rusalém lhes dêem “conselho” (levem a efeito um plano). e os opressores são co n su m id o s sob re a terra. e bu squ e o ju íz o . p o rq u e o hom em v iolen to terá f i m .

p e rto d o m o n te N e b o n a p a r te n o rte de M o a b e ). A lg u n s a c re d ita m q u e este v ersícu lo sig n ific a q u e n o s d ias de Isaías. to d o s u i v a r ã o . eles só p o d em la m e n ta r q u e e ste ja m im p ie d o s a m e n te b a tid o s e os seus v in h e d o s p ro d u to re s de p assas este ja m d e s tru íd o s . M o a b e u i v a r á p o r M o a b e . g e m e r e i s p e lo s f u n d a m e n t o s d e Q u ir . O s b o lo s d e p assas q u e eles p ro d u z ira m fa z ia m p a rte da sua ad o ra ç ã o p a g ã (c f.1 ). o s s e n h o r e s d a s n a ç õ e s t a la r a m a s s u a s m e lh o r e s p l a n t a s . P o rta n to . H e sb o m n o ex trem o n o rte d e M o a b e fo i o u tr o ra u m a c id a d e is ra e lita . D e p o is de lid a r co m o fu tu ro m e io de salvação.6 —1 2 6 O u v i m o s d a s o b e r b a d e M o a b e. S u a s explosõ es de fú ria eram so m en te conversa vazia. M o a b e la m e n ta p o r si m e sm o (c f. e d a s u a a l t i­ v ez . E z e q u ia s se to r n o u u m sím b o lo d o M e s s ia s e era e sp e ra d o q u e fiz e s ­ se o q u e era c o rreto . e d a s u a so b erb a . v ã o c h e g a n d o a J a z e r . Isaías resp o n d e ao p ed id o dos m o a b ita s e ap o n ta p a ra o o rgu lh o co m o a cau sa d a d e s tru i­ ção de M o a b e . T o d o s eles la m e n ta m p o r cau sa d o s “ fu n d a m e n to s ” (lite r a lm e n te . O d e s tr u id o r a sso lo u os seus c a m p o s co m o ta m b é m as v i­ d e iras de S ib m a (ta m b é m c h am a d a S e b a m . o s s e u s r a m o s s e e s te n d e r a m e j á p a s s a r a m a lé m d o m a r. a p r in c ip a l c id a d e n a p a r te su l de M o a b e ( c f 1 5 . p o i s j á es tã o a b a la d o s. “b o lo s de p a s sa s ” .1 ) . a s o b e r b ís s im a . a n d a m v a g u e a n d o p e lo d e s e r to . c. . N ã o s o c o rrid o s p o r essa ad o ração . ‘ashisbe) de Q u ir-H a re s e te . O s assírio s e as su as h o stes ( “os sen h o res das n a ç õ e s”) ta m b é m d e s tru íra m u m v in h e d o q u e se e s te n d ia em d ireção .n o d o M e s s ia s se e ste n d e rá aos g e n tio s .H a r e s e t e . e d o s e u f u r o r .8 ) . e sta p ro m essa se a p lic a a M o a b e . a s u a j a c t â n c i a é vã . O s 3 .s P o r q u e o s c a m p o s d e H e s b o m e a v in h a d e S ib m a e n f r a q u e c e ­ ra m . H eb . O O rg u lh o d e M o a b e T ro u x e o D esp rez o 1 6 .5 . 1 5 . 7 P o r ta n to . O s arro g an tes m o ab itas ta m b ém re je itaram a fé expres­ sa n o versículo 5 .

em direção do leste ao deserto e rumo ao oeste para o mar M orto. kinnor. e enten­ dem a referência do profeta ao seu próprio coração (Heb. Alguns interpretam este versículo como Isaías falando.3 9 ) apro­ ximadamente dezesseis quilômetros a oeste de Amã. embora eles mereçam o juízo (cf. Moabe tinha se expandido em todas as direções. 11 P elo que m in h a s en tran h as soam p o r M oabe com o harpa. a vin h a de Sibm a. também Jr 4 8 . parece mais provável que Deus esteja expressando a dor firmemente cravada que Ele sente (cf. n em há jú b ilo a lgu m . O seu pesar e a sua dor nos dias de Noé. p orq u e o jú b ilo dos teu s f r u t o s de v erã o e da tua sega desapareceu.6. ”Q uir-H eres” em he­ braico é qir chares.9). Gn 6. e o m eu interior.3 6 ). j á o p isa d o r não p isa rá as u v a s nos lagares. Ele tem compaixão. e j á na s vin h a s se não canta. Ninguém está se alegrando nos pomares ou está cantando nos vinhedos. regar~te~ei co m as m in h as lágrim as. “intestinos”) fazendo um som semelhante a harpa (Heb. uma outra antiga cidade israelita (Js 2 1 .ao norte até Jazer. 9 P elo que p ra n tea rei. “lira”) para Moabe e o seu interior para Quir-Heres como uma expressão de sarcasmo.34). Deus acabou com o brado deles. Eu f i z cessa r o jú b ilo . Alguns vêem isto como o cumprimento de “porque ain­ da acrescentarei mais a Dimom” (15. p o r Q u ir-H eres. cf. As frases "[Eu] pratearei” e “regar-te-ei com as minhas lágrimas” mostra novamente que o SE N H O R lamenta com M oabe sobre a perda de seus vinhedos e frutas de verão que pereceram no grito de batalha. mas agora estava destruído. desde que Deus está falando no verso 10. 10 E fu g iu o fo lg u e d o e a a legria do ca m p o f é r t i l . e ninguém está pisoteando as uvas nos lagares. co m o p ra n to de Jazer. o H esh om e Eleale. Lc 13. a compaixão de Jesus por Jerusalém. Todavia. assim ne­ nhum suco está fluindo para a cuba mais baixa. Chares quer dizer um pedaço de cerâmica quebra­ . m e’ay.

Dentro daquele tempo. Hoje. As suas orações no lugar santo dele não trarão vitória. os árabes jordanianos ocupam aquele território. com toda a su a g r a n d e m u ltid ã o . nada alcan çará. Os descen­ dentes de Moabe se espalharam. Não há mais nenhum moabita. que eles só esta­ rão se enfadando. 12 E será que. unidos em casamento (provavel­ mente com árabes). d. con tra M oabe. f a l o u o SENHOR. A profecia anterior fora feita um pouco antes por Isaías (cap. O SE N H O R é o único Deus ver­ dadeiro. e o resídu o será p ou co. e o nome provavelmente é um jogo de palavras irônico sobre o nome de Q uir-H eres (1 6 . p eq u en o e im potente. Aqueles que se desviam do SE N H O R para outras práticas reli­ giosas as acharão totalmente inúteis. e j á não será cidade .da.I-3 1 P eso de D am asco. e perderam a sua identidade nacional. M oabe Será Julgada Dentro deTrês Anos 16. A Assíria cumpriu esta profecia. e en tra r n o seu sa n tu á rio a orar. o único que pode prover refúgio e salvação. Agora ele acrescenta que o Senhor a cumprirá “dentro em três anos”. no passado. tais qu ais os a n os de assalariados. 4. 15). .13. E is q u e D a m a sco será tirada.7 ). Isto significa exatamente três anos completos. q u an do se ca n sa r n os altos. JUÍZO SOBRE DAMASCO I7 . será en vilecid a a g ló r ia de M oabe. como seria declarado em um contrato comercial dado a alguém que fosse contratado para um trabalho. q u a n d o M oabe se apresentar. m as u m m o n tã o de ru ínas. a glória de Moabe se tornará de pouca monta. agora.14 13 E sta é a p a la vra q u e o S enhor fa lo u . Camós. Será óbvio quando os moabitas forem para os seus lugares altos adorar e buscar ajuda do seu principal deus. dizendo: D en tro em três anos. Sua sobra será muito pequena e sem poder. 14 M as.

Rezim. Ele saqueou a cidade. (A Septuaginta. Israel não tinha mais nenhuma defesa em sua fronteira do norte. uma em M oabe (Js 12. d iz o S enhor dos E xércitos.28). O reino norte de Israel tinha se aliado com Damasco (veja 7.C. No entanto. com o tam bém o rein o de D a m a sco e o resíd u o da S íria.6). Desde que havia terra fértil e um bom abastecimento de água lá.5. “já não será cidade” (Heb. e uma em Amom (Js 13. isto se ajustaria à situação depois que Tiglate-Pileser III despovoou parcialmente a área. a cidade foi novamente reconstruída.25). seria destruída. 3 E a fo rta lez a de E fraim cessará. importante e rica cidade.C. Samaria. A mesma campanha m ilitar assíria que também tomou Damasco passou para a parte norte de M oabe e tomou as cidades de Aroer. sua princi­ pal fortaleza. que tomou Damasco também tomou a parte norte de Israel (referida aqui como “Efraim”. porém. e novamente em 728— 727. e a fez parte da província assíria de Hamate. em 722.Quando Isaías começou a profetizar.) A Bíblia menciona três cidades chamadas Aroer: uma em Judá (I Sm 30. Depois. as cidades sob o controle de Damasco. quer dizer. depois da liderança desta sua tribo). 2 As cida des de A roer serã o ab andon adas. A glória deles terá acabado da mesma manei­ . qu e se d eita rã o sem h a ver q u em os espante.3Ela não tinha mais nenhuma impor­ tância nos tempos do Velho Testamento. Damasco era uma grande. mas que estaria simplesmente completa na ocasião. hão de s e r p a ra os rebanhos. Damasco e o remanescente da Síria tam­ bém estarão sem defesas. musar m e’ir. depor­ tou muitos de seus habitantes. não Aroer. executou o seu rei. com uma longa história. Desse modo. A campanha de Assíria de 734— 732 a. indica “suas cidades”. Se isto refere-se às cidades em Moabe e Amom. serã o co m o a g ló r ia dos f i lh o s de Israel. “removida ou afastada de [ser] uma cida­ de”) não significa que a destruição seria permanente.2). Esta profecia da destruição de Damasco foi cumprida através de Tiglate-Pileser III em 73 2 a.

ra que a glória de Israel acabou. Esta era a palavra do SE N H O R dos Exércitos (Heb. Yahweh T fv a ‘oth, “o SE N H O R das Hostes [exércitos]”), o Único no controle definitivo dos exércitos da terra e do céu.
5. A COLHEITA E A RESPIGA I7 .4 -I I

a. O Remanescente de Jacó Será Pequeno 17.4— 6
4 E será d im in u íd a , naquele dia, a g ló r ia de Ja có, e a g o r d u r a da su a ca r n e desaparecerá.

Israel cometeu um erro terrível se aliando com Damasco. A falsa e mundana glória de Jacó (Israel) será reduzida a nada, como a gor­ dura em um homem faminto. 5 P orque será co m o o sega d or qu e colhe o trigo e, co m o seu braço, sega as espigas; e será tam bém co m o o qu e colhe espigas n o va le dos R efains. A glória de Israel é melhor comparada ao que é deixado depois que os grãos são colhidos e são respigadas as cabeças restantes de grãos. “Refaim” quer dizer “fantasmas”, uma ênfase adicional à tra­ gédia da queda de Israel. O vale estava logo ao sudeste de Jerusalém e outrora teve férteis campos de grãos. 6 M as ain d a fi c a r ã o n ele a lgu n s rabiscos, com o no sa cu d ir da oliveira : d u a s o u três az eiton as na m a is alta p o n ta dos ra m os e qu atro o u cin co.n os ra m os m a is ex terio res de u m a á r v o r e fr u t í fe r a , d iz o Senhor D eu s de Israel. Haverá um remanescente ( “alguns rabiscos”), mas será pequeno. Isto é comparado às poucas azeitonas — “duas ou três... quatro ou cinco” —deixados depois dos ceifeiros terem sacudido os galhos por causa das azeitonas restantes. b. U m Dia Quando as Pessoas Atentarão para Deus 17.7,8 7 N aquele dia, aten tará o h om em p a ra o seu C ria dor, e os seu s olhos olharão pa ra o S anto de Israel.

“Naquele dia” é o futuro Dia do SE N H O R . Deus tem um propósi­ to em perm itir a derrubada da glória de Israel: fazer as pessoas (Heb. ha adam, “o s homens”, i.e., “a humanidade” — não só Israel, mas o mundo inteiro), coletiva e individualmente, olharem atentamente para ( “em atenção a”, NASB) o seu Criador, que também é o Criador de Israel. Deus também usa Israel para conseguir que o mundo reconhe­ ça o único e verdadeiro Deus, que é “o Santo de Israel”.
8 E não aten ta rá pa ra os altares, obra das su a s m ãos, n em olhará p a ra o qu e fiz e r a m seu s dedos, n em pa ra os bosques, n em p a ra as im agen s do sol.

Quando retornarem para Deus depois do sofrimento, eles não procu­ rarão ajuda novamente nos altares pagãos ou nos ídolos. Para fazer uma aplicação aos seus próprios dias, Isaías especifica que os “postes-ídolos” (ARA —dedicados a Asera) e “os altares” de incenso portáteis usados na adoração pagã não mais serão respeitados. A Lei ordenava aos israelitas que os demolissem (Ex 34.13). Os “postes-ídolos” ou eram imagens de madeira de Asera ou uma “árvore da vida” estilizada, a qual ficava à entrada das casas de prostituição (cf. Dt 16.21). Estes eram bordéis de­ dicados à deusa Asera, a qual era considerada pelos cananeus como sen­ do a mãe de Baal e de sessenta e nove outros deuses.4 Podemos aplicar este adicional ao fato de que quando o povo se postar diante do tribunal do juízo de Deus, nada a não ser a confiança no SEN H O R ajudará. c. Um Dia de Desolação 17.9 9 N aquele dia, serão as su a s cidades f o r t e s com o os lugares ab an­ don ados no bosque ou sobre o cu m e da s m ontanhas, os qu ais fo r a m a b an don ados an te os fi lh o s de Isra el; e haverá assolação. Isaías fala novamente do juízo de Deus. Os cananeus foram expul­ sos outrora por causa da sua idolatria. A Lei proibia a adoração em santuários pagãos e lugares altos deixados pelos cananeus. Embora os israelitas muitas vezes se voltassem para tais lugares, sempre que eles estavam verdadeiramente servindo ao SE N H O R , esses lugares ficavam

desertos. No Dia do SE N H O R , a confiança nas “cidades fortes” será abandonada como os santuários idólatras em tempos de reavivamento. d. Castigado por Esquecer de Deus 17.10,11
10 P orq u a n to te esq u eceste do D eu s da tua sa lv a çã o e não te lem braste da rocha da tua fo rta lez a ; p elo que bem p la n ta r ás p la n ta s f o r m o s a s e as cerca rá s de sa rm en to s estran hos:

O juízo de Deus virá sobre Israel porque os seus corações e men­ tes já não estão focalizadas em seu Salvador —aquEle que os libertou do Egito, o Deus que é, e que tem sido, a “rocha”, a fortaleza inex­ pugnável deles. Eles têm estado muito ocupados plantando jardins5 para a adoração de falsos deuses. As videiras importadas ou “sarmentos estranhos” insinuam alianças estrangeiras que eram contrárias à von­ tade de Deus. Deste modo, o esquecimento de seu Deus era uma rebelião e uma traição.
11 N o dia em qu e as p la n ta res as cerca rá s e, p ela m an hã, fa r á s q u e a tu a sem en te brote; m a s a colheita v o a rá n o dia da tribula~ çã o e das d ores in sofríveis.

A sua plantação ou montagem (o Heb. pode significar cercar cui­ dadosamente) de um falso jardim e a atividade de fazer com que a semente floresça carrega uma falsa esperança de uma boa colheita. A colheita a partir da adoração pagã e do emaranhando das suas alian­ ças não importava em nada. Ao invés disso, eles colherão o juízo de Deus: o “dia da tribulação e das dores horríveis”. Também é possível que a plantação inclua os seus planos para se revoltarem contra a Assíria, possivelmente a revolta que foi esmagada por Tiglate-Pileser III em 734 a.C.
6. DESTRUIÇÃO SÚBITA 17.12-14

12 A i da m u ltid ã o dos g ra n d es p o v o s q u e bram am co m o bram am os m a res e do ru gid o das n a ções qu e ru gem co m o ru gem as im p etu osa s á gu a s!

Isaías se volta à súbita destruição do inimigo, a Assíria. “A i” (Heb. boi) pode significar “oh!”, e indica lamentação. Haverá um alvoroço ou “rugido” das nações como uma tempestade no mar ou um rio em fase de inundação. M uitas nações ( “águas”) tinham se juntado à Assíria.
13 B em ru girã o as nações, com o ru gem as m u ita s águas, m a s ele rep reen d ê-la s-á , e fu g ir ã o p a ra longe; e serã o cfu g en ta d a s com o a p ra ga n a d os m o n tes dia n te do v en to e co m o a bola d ia n te do tifã o .

As nações unidas sob o comando da Assíria virão como uma inun­ dação furiosa, mas Deus as repreenderá. Em vez de arrastarem tudo diante delas como esperavam, o SE N H O R falará uma palavra e elas serão varridas como a palha da espiga de cereais ( “como a pragana ao vento”) e os arbustos diante de uma ventania ou uma tempestade.
14 Ao anoitecer, eis qu e há p a vor: e an tes que am anheça, eles não serão. E sta é a p a rte daqueles qu e n o s despojam , e a so rte da q u e­ les que n os saqueiam .

O juízo de Deus acontecerá em uma noite. Esta profecia foi ca­ balmente cumprida no juízo do anjo da morte sobre os 185.000 homens do exército de Senaqueribe (2 Rs 19.35), um juízo mereci­ do por causa da aterrorização, pilhagem e saque de Judá por parte deles.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. 2. 3. 4. 5. Como e quando 14.25 foi cumprido? Que juízo viria sobre os filisteus e por quê? O que causaria a lamentação em Moabe? Por que Deus mostraria pesar sobre Moabe? O que queriam os moabitas de Ezequias e de Jerusalém?

Quais foram as causas da destruição de Moabe? O que aconteceria em três anos? Como a destruição de Damasco foi cumprida? O que acontecerá ao mesmo tempo à parte norte de M oabe e à parte do norte de Israel e por quê? 10. Que juízo virá sobre a Assíria?

6. 7. 8. 9.

CITAÇÕES
1 Ele não deixou nenhum registro tardio exceto algumas inscrições em edificações em Nínive e Assur. Veja D aniel David Luckenbill, Ancient Records o f Assyria and Babylonia, 2 vols. (Chicago: University o f Chicago Press, 1926— 7 ), 2:183. 2 2 Sargão abafou as revoltas filistéias em 7 1 9 e 711 a.C.; Senaqueribe abafou um a em 7 0 1. H erbert M . W olf, Interpreting Isaiah (G rand R apids: Zondervan Publishing H ouse Academ ie Books, 1 9 8 5 ), 116. 3 Charles E Pfeiffer, O ld Testament History (G rand R apids: Baker Book House, 19 87 ), 334. 4 Alguns cananeus a consideravam como sendo cônjuge de Baal. Veja W olf, Interpreting Isaiah, 120. 5 “Plantas formosas” provavelmente significa “plantas do jardim de A donis”. W illiam L. H olladay, A Concise Hehrew and Aramaic Lexicon o f the Old Testament (G rand Rapids: W m . B. Eerdmans, 19 86 ), 2 4 0.

C. Etiópia e Egito 18.1-20.6
I. JUÍZO SOBRE A ETIÓPIA (CUXE) I8 .I-6

1 Ai da terra qu e en som bra co m as su a s asas, q u e está além dos rios da E tiópia.

Isaías desloca-se agora da profecia de juízo sobre muitas nações (1 7 .1 2 ) para um ai específico para a Etiópia (Cuxe). A terra que

“ensombra com as suas asas” (Heb. tsiltsal, “grilos alados”) em ambos os lados “dos rios da Etiópia” —o N ilo azul e branco —é a terra de Cuxe, a qual não é a moderna Etiópia, mas o Sudão, ao sul do Egito. Em último plano, podemos notar que o faraó cusita, Piankhi, inva­ diu o Delta do Egito cerca de 725 a.C. e trouxe tudo menos uma pequena parte sob o seu controle. Ele estava preocupado a respeito das muitas tentativas assírias para controlar o comércio fenício com o Egito. 2 Q u e en v ia em b a ix a d ores p o r m a r em n a vio s de ju n c o sob re as águas, dizendo: Ide, m en sa geiros velozes, a u m a nação alta e polida, a u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; a u m a n a ção de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s dividem . Isaías ordena que os mensageiros passem “por mar”, quer dizer, ao longo da costa mediterrânea, em navios de junco. A eles é ordena­ do a irem a uma nação alta ou magra e “polida” (ou, de pele bronze­ ada). Este é um povo que evoca medo desde muito longe ( “desde o seu princípio”), uma nação se expandindo e pisoteando outros sob os pés, e “cuja terra os rios dividem” (Heb. casber~ba/‘u n‘harim, “cujos rios encharcam”). Alguns tomam isto como tendo uma aplicação geral a qualquer terra acessível através da água. Outros os tomam como sendo os assírios, pois a sua meta era conquistar o Egito e Cuxe.1Outros entendem o mar como sendo o rio N ilo (cf.N a 3.8), e o povo alto e polido como sendo os egípcios que, diferentemente dos povos semíticos, barbeavam-se.2
3 Vós, todos os habitantes do m u n d o, e vós, os m o ra d o res da terra, qu an do se a r v o r a r a bandeira n os m ontes, o v ereis; e, qviando se to ca r a trom beta, o ou vireis.

A chamada é para todos os povos do mundo. O levantamento de uma bandeira (estandarte) e o soprar de uma trombeta (de chifre de carneiro) era um sinal para as tropas entrarem em ação. Isaías quer que eles estejam prontos para ver e ouvir.

4 P orque assim m e disse o Se n h o r : E starei quieto, olhando desde a m in h a m orada, com o o a rd o r do so l resplan decente, com o a n u v em do orva lh o no ca lo r da sega,

Isaías então ouve a palavra do S e n h o r para ele. O tempo para a ação ainda não tinha chegado. Deus tem o seu momento certo, e é um erro passar à frente de Deus. O SE N H O R permanecerá “quieto” e nada fará a não ser ficar “olhando” do lugar de sua habitação, o templo, quando há “o ardor do sol resplandecente”, quando há uma “nuvem do orvalho no calor da sega”. Em outras palavras, o SE N H O R não oferecerá nenhum apoio a planos de rebelião contra a Assíria, muito embora Ele saiba o que está acontecendo e ainda esteja no controle definitivo da situação. Ezequias aprendeu isto de um modo difícil quando rejeitou as advertências proféticas de Isaías e fez uma aliança com o rei cusita do Egito. 5 P orque a n tes da sega, qu an do j á o ren ovo está p erfeito , e as u v a s verd es am a d u recem , então, p o d a rá os sa rm en tos, e tira rá os ram os, e os cortará. M as Deus tem o seu tempo para a ação. Ele não perm itirá a co­ lheita. Da mesma maneira que as uvas estão começando a amadure­ cer e o inimigo está esperando uma colheita, Ele levará facas de poda e cortará abaixo as videiras. Isto é o que aconteceu a Senaqueribe quando ele esperou tomar Jerusalém, mas ao invés disso foi ferido pelo anjo da morte, o qual tomou as vidas de 185.000 homens do seu exército. A palavra para os “sarmentos” ou brotos da videira (Heb. zalzal) parece ser um jogo de palavras sobre “ensombra com suas asas” (Heb. tsiltsal) do versículo I.
6 E les serã o deix a d os ju n to s às aves dos m on tes e aos a n im a is da terra; e so b re eles vera n ea rã o as a ves de rapina, e todos os a n i­ m a is da terra in v ern a rã o sob re eles.

Os assírios que fogem de volta à sua própria terra deixarão m ui­ tos cadáveres, os quais se tornarão um banquete para “as aves de

rapina” dos montes e para os selvagens “animais da terra”. Lá haverá tanta carnificina que terá comida suficiente para os pássaros ao longo do verão e para os animais selvagens ao longo do inverno.
2. PRESENTES TRAZIDOS AO SENHOR 18.7

7 N aquele tem po, tra rá u m p resen te ao Senhor dos E x ércitos u m p o v o alto e p o lid o e u m p o v o ter rív el desde o seu p rin cíp io ; u m a nação de m ed id a s e de vex am es, cu ja terra os rio s divid em ; ao lu g a r do n o m e do Senhor dos E x ércitos, ao m o n te de Sião. O povo descrito em 18.2 enviará presentes ao SE N H O R dos Exér­ citos, “ao lugar do nome do SE N H O R dos Exércitos, ao monte de Sião”. Pode ter havido um cumprimento inicial disto nos presentes trazidos a Ezequias depois que Deus o curou (2 Cr 32.23). Porém, no final das contas, o mundo inteiro verá a glória do Senhor enquan­ to Jesus é estabelecido como o Rei messiânico no monte Sião.
3. JUÍZO SOBRE 0 EGITO I9 .I-I5

1 P eso do Egito. E is qu e o SENHOR v em cavalgan d o em u m a n u v em ligeira e v irá ao E gito; e os ídolos do E gito serã o m o v id os p era n te a su a fa c e , e o cora çã o dos egíp cios se d erreterá no m eio deles.

Antes que a Assíria viesse contra Judá em 701 a.C. o rei Ezequias estava voltando os olhos para o Egito por ajuda. O Egito outrora tinha escravizado o povo de Deus e era freqüentemente seu inimigo. Os egípcios adoravam a muitos deuses e acreditavam que o deus sol era maior que qualquer outro deus. Eles também adoravam a faraó. Porém, esta profecia sobre o Egito declara que o poder de Deus fará o Egito temer Judá (1 9 .1— 17). Deus será adorado no Egito (1 9 .1 8 — 22). O Egito e a Assíria se unirão em adoração com Israel; Deus os fará uma bênção. O SE N H O R está vindo para o Egito em uma nuvem luminosa e ligeira, fazendo tremer os ídolos do Egito ( “nadas”) e o

povo do Egito perder a coragem. Esta era uma advertência nos dias de Isaías para Ezequias e para o povo de Judá não escutarem ao enco­ rajamento egípcio para se rebelarem contra a Assíria. 2 P orque f a r e i com qu e os egípcios se levan tem co n tra os egípcios; e cada u m p eleja rá con tra o seu irm ã o e cada u m , co n tra o seu p r ó x im o ; cid a d e con tra cidade, rein o con tra reino. Deus incitará discórdia interna, provocando os egípcios para luta­ rem um contra o outro. Isto aconteceu nos anos 740s e 730s a.C., quando cidades do Egito se voltaram em suspeita umas contra as outras.
E o esp írito dos egípcios se esva ecerá den tro deles; eu d estru irei o seu conselho, e eles co n su lta rã o os seu s ídolos, e en ca n ta d ores, e adivinh os, e m ágicos.

O espírito deles estará agitado, devastado, em choque, e seus con­ selhos e planos serão confundidos por Deus. Com conselheiros hu­ manos contradizendo-se entre si, os egípcios se voltarão para os ído­ los (lit., “nulidades sem valor”), aos espíritos dos mortos, e aos mé­ diuns e espíritas que reivindicavam ser possuídos por tais espíritos.
4 E en trega rei os egípcios nas m ã os de u m sen h o r duro, e u m rei rigo ro so os d om in a rá, d iz o Senhor, o Senhor dos E xércitos.

Deus entregará os egípcios aos senhores severos e um rei feroz regerá sobre eles como um ditador. O faraó cusita (etíope) Piankhi tomou o controle de todo o Egito. Em 715 a.C., ele foi sucedido por outro senhor implacável, Shabako. Em 671, Esar-Hadom, da Assíria, conquistou o D elta do Egito até Mênfis, e em 663 Assurbanipal tomou Tebas, a capital do Egito. Deus continuou entregando o Egito para estes e outros conquistadores. J E fa lt a r ã o as águ a s do m ar, e o rio se esgota rá e secará. 6 T am bém o s rio s a p od recerã o; e se esgota rã o e seca rã o os can ais do E gito; a s ca n a s e os ju n c o s se m urcharão. 7A relv a qu e está

ju n to ao rio, ju n t o às rib a n ceira s dos rios, e tu d o o qu e f o i sem eado ju n to ao rio se secarão, e serã o arran cados, e não su b ­ sistirão. 8 F os p esca d ores gem erã o , e su sp ira rã o todos os qu e lan çam an z ol ao rio, e os que esten d em red e sobre as águ a s desfalecerão.

O Egito dependia do N ilo para a sua própria subsistência. O que as águas do N ilo não podiam irrigar nada mais era do que a areia do deserto. Onde o N ilo alagava e onde as suas águas pudessem ser usadas para irrigação, a terra era rica. Eles poderiam cultivar duas, e em alguns lugares, três colheitas por ano. Para o N ilo secar e os m ui­ tos córregos, canais e regatos na área do Delta terem diminuído ou secado era uma tragédia terrível. Os peixes morreriam e causariam um enorme mau cheiro. Os peixes no N ilo eram a fonte principal de proteína na dieta dos egípcios. A história egípcia registra várias vezes quando o N ilo não pôde irrigar a terra. 9 E en vergo n h a r-se-ã o os que trabalham em linho f i n o e os que tecem p a n o branco. 10E os seu s fu n d a m en to s serão despedaçados, e todos os que trabalham p o r salário fic a r ã o com tristeza na alm a. A fabricação de pano de linho fino era uma das principais indús­ trias no Egito. Os trabalhadores em linho e pano branco serão enver­ gonhados e ficarão lívidos, perdendo a esperança. Embora a N IV traduza a palavra hebraica skabtkotbeha como “traba­ lhadores em pano” Ç‘ The workers in cloth”'j, ou, tecedores, esta é melhor traduzida como “seus fundamentos” que serão despedaçados (v.IO). [Nota do Tradutor: A versão brasileira N V I omite esta primeira parte do versículo], A seca da terra afeta a todos, inclusive os pilares ou fundamentos da sociedade (egípcia) e os trabalhadores diaristas mais humildes que serão afligidos por esta reviravolta infeliz de eventos.
11 N a v erd a d e lo u co s são os p r ín cip es de Z oã; o conselho dos sábios con selh eiros de Faraó se em h ru teceu ; com o, pois, a Faraó direis: S ou f i l h o de sábios, fi lh o de a n tigos reis?

Zoã (também chamado deT ânis) era uma importante cidade no D elta do Egito. Seus líderes se vangloriavam a respeito da sua grande sabedoria. Eles seriam expostos como “loucos” (o Heb. aqui é uma exclamação), muito estúpidos para ver os resultados destas ações. Os conselheiros de faraó tinham uma reputação de sábios (cf. At 7.22), mas eles provaram ser tão estúpidos quanto o gado. Isaías lhes per­ gunta como podem dizer que são homens sábios, filhos, ou discípu­ los, dos “antigos reis?”
12 O n d e estão agora os teu s sábiosP A n u n ciem -te, agora, ou in fo r m e m -te do qu e o Senhor dos E x ércitos d eterm in o u con tra o Egito.
S e os homens sábios do Egito fossem realmente sábios, eles seri­ am capazes de anunciar o que o SE N H O R Todo-poderoso, o S E N H O R dos Exércitos, pretendia para o Egito, e Isaías os desafia a proceder assim. Está claro que eles não podem. Deus anulou a suposta sabedo­ ria deles.

13 L oucos se torn a ra m os p r ín cip es de TLoã, e en ga n a d os estão os p rín cip es de N cfe; eles ja r ã o er ra r o Egito, eles que são a p ed ra de esqu in a das su a s tribos.

Não só os líderes a Zoã tinham se tornado “loucos” ou tolos, os líderes em Mênfis (Heb. nopb) tinham falsas esperanças. Elas deveri­ am ter sido “a pedra de esquina” sustentando as “suas tribos” (Heb. stivate~ha “tribos, distritos, províncias”) do Egito. Ao invés disso, fi­ zeram com que eles errassem —um engano fatal.
14 O S e n h o r d erra m o u n o m eio dele u m p e rv er so espírito; e

eles fiz e r a m e r r a r o E gito to m toda a su a obra, co m o o bêbado qu an do se rev o lv e no seu vôm ito.

Porque os líderes do Egito estavam fazendo o povo errar, o SE­ NHOR aumentou o seu erro por derramar no meio deles um espírito atordoado e cambaleante.

podem fazer qualquer coisa sobre isto. Tal pes­ soa não poderia tomar decisões sábias ou dirigir o povo na direção certa. o ra m o ou o ju n co . A simples menção de Judá trará assom­ bro por causa do que Deus está planejando contra o Egito. 15 E não a p roveita rá ao E gito obra a lgu m a qu e p ossa J a z e r a cabeça.Por conseguinte. e trem erão. 11E a terra de J u d á será u m espan to p a ra o E gito. o Egito será como mulheres desamparadas. Nem tampouco os seus líde­ res ou as pessoas comuns. . Deus usará a terra de Judá. Em vez do Egito aterrorizar Judá. e tem erã o p o r ca u sa do m o v im en to da m ã o do S enhor dos E xér­ citos. tremendo em terror por causa da mão divina de juízo que Deus está movendo so­ bre eles. O Egito e os seus líderes se colocaram em uma posição desesperada da qual eles não podem se desembaraçar. eles estão cambaleando como um homem tão bêbado que vomitou sobre si mesmo. nem o superior nem o inferior. 4.16-25 16 N aquele tem po. Alguns estudantes da Bíblia acreditam que o espírito cambaleante era um espírito de juízo que se misturou com os próprios espí­ ritos deles. controlando-os. Judá será um terror para o Egito. Ele é um Deus santo e tem que julgar o pecado deles. do que d eterm in o u con tra eles. Isaías agora olha adiante e proclama cinco profecias a respeito de um dia futuro quando o Egito já não será um poder dominante. p o r cau sa do p ro p ó sito do SENHOR dos E x ércitos. Isaías queria que Judá visse quão tolos eles eram em confiarno Egito para qualquer ajuda. Ao invés disso. todo aquele a q u em isso se a n u n cia r se assom brará. UM DIA DE CASTIGO E CURA PARA 0 EGITO 19. A situação inteira está fora de controle. p orq u e ela se há de m o v er co n tra eles. em tudo o que fazem. os egípcios serã o co m o m u lh eres. a cau da.

o S enhor terá u m a lta r n o m eio da terra do J E gito. I Ts 5. .7. um grande contingente de judeus se instalou no Egito. Uma terceira profecia olha à frente para a vinda do Egito ao SeN HOR e um futuro Salvador.33. Isaías viu o pilar como algo no futuro.1. Uma destas cidades será chamada de “Cidade da Destrui­ ção” —um jogo de palavras sobre “a Cidade do Sol”. um culto britânico de Israel estava proclamando que a Grande Pirâmide de Queops ( K h u fu ) era o pilar e que o compri­ mento de sua passagem principal significava que a idade presente teria seu fim definitivo em 1936. n a su a fr o n t e i r a . e u m a se ch am ará C id a d e da E festruifão. mas bênção. e u m m o n u m e n to se e r ig ir á a o S enhor. o cumprimento completo contempla o futuro para o reino milenial por vir. Já em 1935. mas também haverá adoração em um altar (um lugar de reconciliação com Deus e de pura adoração) no meio do Egito e um pilar de pedra ou monumento dedicado ao SE N H O R na sua fronteira. Um a segunda promessa do dia futuro não é apenas juízo. “Cinco cidades na terra do Egito” se voltarão para o SeN H O R e “falarão a língua de Canaã [hebraico] e farão juramento ao SE N H O R ” . A Grande Pirâmide foi construída aproximadamente 1. Po­ rém. e ele lhes en via rá u m R ed en tor e u m P ro teto r que os livrará. At 1. h a verá cin co cida des na terra do E gito que fa la r ã o a lín gu a de C a n a ã e f a r ã o ju r a m en to ao S enhor dos E x ércitos.32. Não só haverá ali uma submissão ao SE N H O R . 20 E serv irá de sin a l e de testem unho ao Senhor dos E x ércitos na terra do Egito. Nos tempos do Novo Testa­ mento. Toda colocação de tais datas é proi­ bida pela Bíblia (veja M c 13.800 anos antes da épo­ ca de Isaías. ! ‘ N a q u ele tem po.2). p orq u e ao SENHOR clam arão p o r causa dos opresso­ res./ 18 N aquele tem po. Isto pode ter tido um cumprimento parcial quan­ do os judeus fugiram para o Egito e se estabeleceram lá depois que Nabucodonosor destruiu Jerusalém. à qual os gregos chamam Heliópolis.

Ao invés disso.O pilar será para “sinal” e “testemunho” ao SE N H O R no Egito. na q u ele dia. Ao invés disso. m o s h i a e Protetor (Heb. os quais cumprirão com dedicação. obra de m in h a s m ãos. u m a bênção no m eio da terra. um Ser poderoso que “os livrará”. dizendo: B en d ito seja o Egito. e fa r ã o v o tos ao SENHOR. e os egípcios irão à A ssíria. .. sim . Deus fará o seu juízo ferir o Egito. e os egípcios conhecerão o SE N H O R de um modo pessoal. adorando-o e fazendo votos a Ele. e Israel. “um que contenderá por eles”). unidos em espírito porque foram aceitos e unidos pelo SE N H O R . ao SE N H O R ” juntos. 23 N aquele dia haverá estrada do E gito a té à A ssíria. m eu povo. e os assírios v irã o ao Egito. e co n v e rter -se-ã o ao SENHOR. I sra el será o terceiro co m os egípcios e os assírios. rav. mas o propósito dEle será curar. Os egípcios retornarão em arrependimento ao S E N H O R . e os egípcios con h e­ cerã o ao SENHOR. os egípcios clamarão por socorro ao SE N H O R e Ele lhes enviará um Salvador (Heb. Eles não mais lutarão um contra o outro. 22 E fe rirá o SENHOR aos egípcios. Por seus atos poderosos o SE N H O R se fará conhecido ao Egito. m in h a herança. eles “adorarão. e Ele será movido pelas suas orações e responderá “e os curará”. e os cu ra rá . e a A ssíria. como em um torno. e os egípcios a d ora rã o co m os a ssírios ao Sen h or . Nos dias de Isaías.. Por causa dos opressores. o Egito e a Assíria eram inimigos. No futuro Dia do SE N H O R isto não será mais assim. e os cu m prirão. As quatro profecias apontam para a expectativa de um tempo de paz. eles o ad orarã o com sa crifí­ cio s e ofertas. Judá estava com­ primido entre eles. 24 N aquele dia. e ele m o v e r -s e -á às su a s ora ções e os cu rará. 21 E o S enhor se d a rá a co n h ecer ao Egito. 25 P orque o SENHOR dos E x érci­ tos os abençoará. uma rodovia (uma estrada construída ou elevada) entre o Egito e a Assíria tornará possível para ambos ir de um lado para o outro livremente.

m e n c io n a d o só a q u i no V elh o T e sta m e n to ( “Sargom ”). pois Deus falará primeiro do Egito como seu povo — muito embora eles uma vez tenham recusado deixar o seu povo escolhido partir. o dia m ilenial quando Cristo reinará. o Egito não manteve suas promessas a ele e. elas se visitarão entre si como amigos de confi­ ança. Ao invés disso. envíando~ o Sargão. Isto está longe de ser cumprido hoje. e a tom ou. cinqüenta e três quilôm etros a oeste de Jerusalém . Ele rei­ vindica Israel como a sua herança —embora muitos deles rejeitas­ sem aquEle que exclusivamente pode nos tornar herdeiros de Deus (veja R m 8. em 7 1 1 . o com andante supremo de Sargão (H eb. e g u e r r e o u con tra A sdode. Nações outrora inimigas mortais uma da outra se tornarão irmãs no S E N H O R e não mais invadirão uma à outra. tartan) tom ou a cidade de Asdode. e fez dela um a pro­ víncia assíria.C. cerca de 7 1 3 . O Egito o incitou neste ato de rebelião. Os registros de Sargão contam como A zuri. Israel “será o terceiro”. 5. rei da A ssíria.3). EGITO E ETIÓPIA .UMA FALSA ESPERANÇA 20. próxim a da costa m editerrânea. reinou de 721 a 70 5 a. E por últim o. Deus abençoará a todos e os fará uma bênção para o resto do mundo. Então Ele fala da Assíria como a obra das suas mãos —conquanto eles outrora tenham ado­ rado deuses feitos pelas suas próprias mãos. N o entanto. Juntas elas todas irão se tornar um novo povo de Deus com Israel tendo um lugar central como herança de Deus. O seu propósito básico para todas as famílias da terra tem sido sempre bênção (Gn 12.A quinta profecia promete um corpo unido que inclui Israel. Como diz Isaías.1-6 1 N o an o em qu e veio T artã a A sdode. S a rg ã o II. rei da cidade filistéia de Asdode.17). recusou-se a pagar tributo para a A ssíria e enviou m ehlagens aos reis vizinhos para fazerem o mesmo.3 . será assim “naquele dia”. Egito e Assíria.

p elo m in istério de Isaías. disse o SENHOR: A ssim com o o m eu servo Isa ía s a n d ou três a n os n u e descalço. n u s e descalços. tan to m o ço s com o velhos. mas foi derrotado em Elteque.5 Ezequias estava tentado a confiar no Egito.. p elo m esm o tem po. Esta humilhação. solta o cilício de teu s lom bos e descalça os sapatos dos teu s pés. especialmente com as “nádegas des­ cobertas” (que seriam visíveis quando eles se agachassem). 4 a ssim o rei da A ssíria leva rá em ca tiveiro os p reso s do Egito. p a ra vergon h a do Egito. Estes países estavam unidos neste momento (desde 715 a.C. significa usar apenas uma tanga ou uma manta extremamente curta.). 3 E ntão. e os ex ila d os da Etiópia.2f a l o u o SENHOR. mas aparentemente escu­ tou a Isaías neste momento particular e não se juntou na rebelião filistéia. E assim o fe z . O fato de Isaías ir de um lado para outro “nu e descalço” seria uma advertência e um sinal relativo ao Egito e Etiópia. “N u” não significa completamente nu aqui. Isaías tinha estado vestindo aniagem como um sinal de lamento sobre os pecados do povo. p o r sin a l e p ro d ígio sob re o E gito e sob re a E tiópia. dizendo: Vai. traria grande vergonha para eles. e eles acreditavam que podiam resistir à Assíria. em 701 a. Os assírios levariam os cativos do Egito e da Etiópia nus e descalços para o exílio. indo n u e descalço. cerca de cinqüen­ ta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém. o faraó etíope Shebitku enviou um exército contra Senaqueribe.6 .C. Antes. Em fazendo isto ele estava se tornando um exemplo do que os conquistado­ res. O SE N H O R chama Isaías de “meu servo” por causa da obediência e fidelidade dele e porque Deus o estava usando para proferir profe­ cias que declaravam o seu poder. incluindo as suas sandálias. e com as nádegas descobertas. glória e plano eternos. O SE N H O R lhe disse para tirar isto e descalçar tam­ bém as suas sandálias. f i l h o de A moz. fariam quando despissem os seus cativos de tudo o que eles possuíssem. Depois.4 Isaías lhes deu uma lição objetiva com antecedência sobre o que aconteceria a eles. tais como os assírios.

su a g ló ria . Como Deus manterá os inimigos de Israel longe da sua esperada colheita? 3. que confiaram na Etiópia (Cuxe) e no Egito para ajudá-los seriam envergonhados e amedrontados. . QUESTÕES DE ESTUDO 1. p a ra n os liv ra rm o s da f a c e do rei da A ssíria! C om o. su a esperança. Que mudanças virão ao Egito no dia m ilenial futuro? 6. esca p a rem os n ó s? Os filisteus. e dos egípcios. 1042. mas tam­ bém pelo povo de Judá. Qual lição objetiva Isaías ensinou por andar de um lado a outro nu e descalço? CITAÇÕES 1 David L. 2 H erb ertW olf e John Stek. 6 E ntão d irã o os m o ra ­ dores desta ilha naqu ele dia: Vede que tal é a nossa esperança. pois. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. Kenneth Barker (G rand R apids: Zondervan Bible Publishers. Isaiah 1-39. “Isaiah notes”. Com Etiópia e Egito derrotados pela Assíria. 198.5 E a sso m b ra r-se-ã o e en v erg o n h a r-se-ã o p o r ca u sa dos etíopes. O que Deus quer que todos os povos do mundo vejam? 2. McKenna. O que indicava que o Egito já não seria um poder dominante naquele dia? 5. ao longo da costa. Não haveria nenhum escape. 19 9 3 ). Por que era importante para Israel escutar as advertências de Deus em contraste com escutar o Egito? 4. ed. 19 85 ). a menos que eles confiassem em Deus. como eles escapariam? O grito de desespero deles não só seria ecoado pelos filisteus. em The NIVStudy Bible. aq uilo qu e b u sca m os p o r socorro.

I . 5 Senaqueribe alegava que ele “pessoalmente capturou vivos os príncipes egíp­ cios com suas carruagens e tam bém as carruagens do rei da Etiópia”. Babilônia Atacada 2 I . Alguns a colocam quarenta quilôm e­ tros a oeste de Jerusalém. Veja Pritchard.1-23. A ilustração dos tufões provenientes do Negueve indi­ ca que o escritor estava em Judá. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament.I 0 a. D. C om o os tu fõ es de ven to do sul.I — 5 1 P eso do deserto do mar.18 1. Pritchard. 4 A localização de Elteque não é certa. ed. Como os vendavais destruidores que varrem em direção a Judá vindos “do sul” (o deserto de Negueve ao sul de Berseba). sitia. 6 Sargão alegava que ele recebera presentes de Judá. ó Elão. Ancient Near Eastern Texts. 28 7. ó M édia. 28 7. A “terra do mar” é o que os assírios chamavam a mais baixa parte da região m editerrânea. qu e tudo assolam . Cumprimentos nos Dias de Isaías 21. qu e j á f i z cessa r todo o seu gem id o. Nos dias de Isaías esta seria a Assíria. da terra horrível. O “Deserto do M ar” é o que a Babilônia se tor­ naria por causa do juízo de Deus..3 Três fragmentos indicando o nome de Sargão e comemorando a sua vitória sobre Asdode foram descobertos em 1963. assim haverá destruição terrível para Babilônia proveniente “da terra horrível”. Sobe. (Princeton: Princeton U niversity Press. . e o d estru id o r an da d estru in do. especialm ente a p arte dom inada por Merodaque-Baladã. James B. ele v irá do deserto. “O M ar” é o Golfo Pérsico a sudeste da Babilônia. 19 69 ). CUMPRIDA A PROFECIA DA QUEDA DA BABILÔNIA 2 I . uma terra a ser temida. 3a ed.1 2 Visão du ra se m e m a n ifesta : o p érfid o trata perfid a m en te.

comendo e bebendo —banqueteando.2 Em 691 a. co m em e bebem . que não p osso ver. se m e torn ou em trem ores. 4 O m eu coração está anelante. O fim de “todo o seu gemido” indica uma vitória sobre a nação que causa a angústia. estou tão atribulado) que não p osso ouvir. Isaías os vê em Babilônia preparando a mesa. O pérfido ou traidor que trata perfidamente. a visão o fez tremer. a n gú stias se apoderaram de m im com o as an gú stias da que dá a luz. Esta frase fala da necessidade deles de deixarem sua festança e se prepararem para a guerra. . 3 P elo que os m eu s lom bos estão cheios de g ra n d e en ferm ida de. lev a n ta ivos. quer dizer. Quando ele vê a terrível destruição da Babdônia. A Elão é dito que ataque. Ou isto pode se referir à derrota da Assíria em 591 a. era a destruição da Babilônia. ele não pode continuar olhando para isto. porque ele já sabia que isto causaria dificuldades (veja 39. p rín cip es. Eles estão desprevenidos para o que está por vir. Nós deveríamos sentir o mesmo sobre a destruição do sistema m undial babilônico profetiza­ do em Apocalipse 18 e 19. uma revela­ ção que tem notícias ruins. e provavelmente indica a Babilônia.6. provavelmente. Os seus príncipes precisam se levantar e lubri­ ficar os escudos (assim as flechas e outras armas irão ricochetear ne­ les). M esm o assim. o Elão.. é a Assíria. derrotou Senaqueribe. o destruidor ou saqueador que devasta tudo. O seu “coração [sua mente] está anelante”: estremecido e terrificado. O ministério de Isaías nunca foi fácil. . e u n ta i o escudo. A M édia pro­ vavelmente se uniu na batalha.C. Depois Senaqueribe destruiu a Babilônia em vingança (em 689).C.7). esparramando tape­ tes. O “crepúsculo” que ele desejava. nesta visão. e tão desfalecido. 5 E les p õ em a m esa. algo medonho.Isaías vê uma “visão dura”. o crepú scu lo>que desejava. um “horror” para ele. e o h o rro r ap avoram e. estão de atalaia. isto o enche de dor e perplexida­ de. que fora contratado pelos sacerdotes da Babilônia.

Quando ele visse carruagens. é um registro de como Isaías recebeu as notícias da destruição da Babilônia em 689 a.C. Como um leão ele se levantou na sua força na torre de vigia todo o dia e permaneceu em pé como uma sentinela durante a noi­ te toda. q u an do v i r u m bando com ca va leiros a par. O vidente seria a “sen­ tinela”.2 . a palavra de Deus para Isaías era postar uma sentinela para que esta o mantivesse informado do que visse. 7E. Vai. Em outra visão concernente à Babilônia.5 Isto refere-se à Assíria. por Senaqueribe. antes. os quais respondem de volta que “caída é Babilônia”.b. O texto hebraico diz “U m leão [ ‘aryeh] clam ou”3 (cf. a gora . Os Rolos do mar M orto como também os Siríacos indi­ cam “o vidente [ haro‘eh] clam ou” ou gritou. como em Isaías 33. sob re a to rre de vigia estou em p é co n tin u a m en te de dia e d e g u a r d a m e p o n h o n oites inteiras. parelhas de cavalos.4Ele era o “pérfido” (ou traidor) e o “destruidor” (ou saqueador) de 2 I . ca íd a é ! E to d a s a s im a g en s d e e s cu ltu r a d o s s e u s d e u se s se q u eb ra ­ ra m co n tr a a terra .. u m bando de ju m e n to s e u m bando de cam elos. e todas as imagens de escultura dos seus deuses se quebraram contra a terra”.6— 10 6 P orque assim m e disse o Senhor. p õ e u m a sen tin ela. Isaías Recebe Notícias da Queda da Babilônia 21. 8 E cla m o u com o u m leão: Senhor. A sentinela bradou a “um bando de homens”. E eis. Eles estariam trazendo notícias importantes. ela que escu te a ten ta m en te co m g r a n d e cuidado. e ela qu e diga o que vir. ele tinha que prestar atenção estrita. v êm u m b a n d o de h o m en s e ca v a le ir o s a os p a res. E ntão.. Esta não é uma profecia. puxados por pa­ relhas de cavalos. .1. r e sp o n d eu e d isse: C a íd a é B a b ilô n ia . e ca­ valeiros em burros ou camelos. KJV e NASB).

Ele até mesmo interpretou a sua própria entrada na Babilônia como uma vitória para os deuses da Babilônia. Deus de Israel.8.Senaqueribe jactava-se da sua habilidade para destruir nações (3 7 . Sargão II não fez isto. Nós não sabemos de nenhuma outra época quando as imagens dos deuses da Babilônia foram quebradas por um conquistador. Esta é a colheita de todas as suas obras. e Ezequias o reconhecia como um destruidor de imagens (37. isso vos anunciei”. Desde que a antiga Babilônia envolvia um sistema político. 18. O grão não representa o povo de Isaías esmagado por sobre a eira.2 6 . D eu s de Israel\ isso v o s a n u n ciei.2 7 ). Os registros de Senaqueribe mostram que ele estava bravo com os sacerdo­ tes da Babilônia e mandou que seus soldados esmagassem as imagens. desse modo o apóstolo João vê a queda desses aspectos do presente sistema m undial. .4 10 A h! M alhada m inha. ele era um politeísta que. retratando uma grande colheita —repre­ sentando as profecias de Isaías.1 1). “Babilônia” torna-se o termo para desig­ nar a totalidade do sistema mundial que é destinado a cair durante a Grande Tribulação.6 com exceção das de Bel e Nebo. “O filho da m inha eira” quer dizer o chão empilhado alto com grão.19).2 2 — 4 .2). honrou os deuses da Babilônia. Isaías chama a atenção ao fato de que o povo tem visto a profecia cumprida (4 1 . as quais ele levou para Nínive (Is 46). e trigo da m in h a eira ! O q u e o u v i do Senhor dos E x ércitos. Então. em 2 contraste com a ineficácia dos ídolos.8 No Novo Testamento. como a N V I coloca isto e como outros igualmente pensam. em justaposição a “o que ouvi do SENHOR dos Exércitos.7 Ciro não fez isto.10 O he­ braico é literalmente “minha malhada” e “o filho da minha eira”. ele entrou na Babilônia pacificamente e honrou a seus deuses. comercial e religioso. no fim dos tempos (Ap 14.11 Isaías quer dizer que Babilônia caiu exatamente como ele profetizara. Isto é a vindicação e o cumprimento das profecias que ele proferira muito tempo antes. de acordo com os seus próprios registros.

mas também a noite.I 2 z1 P eso de D u m á . e dia n te do a rco arm ado. Isto pode insinuar que até mesmo eles podem voltar a Deus e se arrepender..13). vinde. a noite.1 3 -1 7 13 P eso con tra A rábia. a meio caminho entre Damasco e M eca.C. Is 34.I I . M A N H Ã E NOITE PARA EDOM 2 I .20. precisaria encontrar . usada coletivamente nesta passagem para o país inteiro. JUÍZO SOBRE A ARÁBIA P O R V IR EM BREVE 2 1 . pergu n ta i. 38. 3. No entanto. Senaqueribe conquistou a Arábia em 688 a. ao sul do mar M orto. ao en co n tro dos sed en tos.12 14 Sai. voltai. Arábia seria a próxima após a destruição da Babilônia. dia n te da espada nua. p a ssa r eis a noite. os m o ra d o res da terra de T em a en co n tra ra m os que f u g i a m co m seu pão. “Dumá” ( “silêncio”) é um nome simbólico para Edom. se qu ereis pergu n ta r. Os dedanitas eram importantes comerciantes da Arábia (c f Ez 27. que h o u ve de n o ite? G uarda.5— 15). ou o quanto falta para a noite acabar. Eles podem voltar novamente ( “voltai. 15 P or­ q u efo g e m dia n te das espadas.2. ó via n d a n tes dedanitas. qu e h o u ve de n o ite? 12 E disse o g u a rd a : Vem a m an hã . O guarda é perguntado sobre o que houve de noite. G rita m -m e de S eir: G uarda. Quer dizer. “Seir” é a área montanhosa de Edom. O povo de Tema. vinde”). e. Eles precisarão trazer água para os fugitivos sedentos. e d ia n te do p eso da g u erra . Por causa de um ataque súbito. com água. porém mais dificuldades estão a caminho e seguramente virão (cf. onde os descendentes de Esaú viviam. N os bosques da A rábia. eles irão para os “bosques da Arábia” para se esconder dos terríveis assírios. tam bém . A resposta é que a manhã está vindo. Isaías não os deixa sem esperança. haverá um repouso breve da dificul­ dade. depois de haver destruído Babilônia no ano anterior.

D eu s de Israel. JERUSALÉM JULGADA 2 2 . co m o fo i c o n firm ad o p e lo te ste m u n h o d o s a n ais d e S e n a q u e rib e .14 Com Babilônia fora do caminho. um ano depois que Senaqueribe destruiu Babilônia. Eles estarão fugindo das espadas e setas da intensa batalha. Isaías pronuncia outra profecia que especifica um período exato de tempo (cf. a tribo do norte da Arábia. Neste tempo ele passou pela Arábia em vez de seguir a rota mais fácil da costa mediterrânea abaixo.C. toda a g ló r ia de Q u ed a r desaparecerá. 4.C. O s árab es p ro vavelm en te n ão a c re d ita v a m n e sta p ro fe c ia .15 17 E os restan tes dos n ú m eros d o sjlech eiro s. “glória”] de Quedar”. Os seus registros contam como ele derro­ tou os árabes e acrescentou “Rei da Arábia” à sua longa lista de títu­ los. seria destruída.. Em seus registros Senaqueribe disse que ele tomou m il camelos da rainha dos árabes em 688 a. e os árabes deixaram as suas tendas e fugiram para uma área onde não havia nenhuma ali­ mentação ou lugares para beber.I-I4 Em 2 2 . os va len tes dos filh os de Q uedar. Isto foi cumprido em 68 8 a. Senaqueribe estava pronto para se mover em direção ao Egito. p o rq u e assim o disse o SENHOR.1 -1 4 . serã o d im in u íd os. de acordo com o historiador grego Heródoto.14): dentro do período de um ano “a glória [Heb.os fugitivos com pão. Os egípcios. M a s e sta fo ra p ro fe ri­ d a e g a ra n tid a p e lo SENHOR e fo i c u m p r id a em c ad a d e ta lh e . arruinada. tal com o os an os de assalariados. O “Vale da Visão” pode referir-se a um vale perto de Jerusalém (talvez o vale de H inom no oeste) onde Deus concedeu . S u a d e r­ r o ta d e ix a rá p o u co s d o s seu s céleb res a rq u e iro s e s o ld a d o s. 16. Isaías se volta para Jerusalém com uma série de quatro profecias. se referiram depois a ele por este título. o seu mais recente. A tr ib o dos árab es de Q u e d a r e ra b e m c o n h e c id a e ric a . kevod.13 P orque assim m e disse o S enhor: D en tro de u m ano.

1 P eso do v a le da visão. Os líderes judeus fugiram até mesmo antes dos assírios atacarem. Pode ser que as pessoas subiram para os telhados gritando e se alegrando porque escaparam do juízo que os assírios trouxeram so­ bre Asdode e outras cidades filistéias (veja 20. N o entanto. n em m o rrera m na g u erra . Je­ rusalém pareceria estar em um vale.12). p a ra qu e a ssim tota l­ m en te su bisses a os telhados? 2 C id a d e cheia de aclam ações. cid a d e que salta de alegria. Q u e tens. fo r a n i ligados p elo s arqu eiros. todos os que em ti se acharam f o r a m a m a rra d os ju n ta m en te e fu g ir a m p a ra longe. digo: D esv ia i de m im a vista. cid a de turbvdenta. Eles pensaram que tinham esca­ pado da destruição advinda sobre as outras cidades de Judá. Ele não podia se unir aos festejos deles nos telhados.16 3 T odos os teu s p rín cip es ju n ta m e n te fu g ir a m .1). J1 3.a Isaías visões sobrenaturais (cf.2. agora. os teu s m o rto s não são m o rto s à espada. Ele queria ser dei­ xado só para lamentar a destruição profetizada de seu amado povo. M as a alegria deles não era justificável. mas este não o escutou. não v o s ca n seis m a is em co n so la r-m e pela d estru içã o da f i lh a do m eu povo. Pode ser que se posicionando sobre o monte das Oliveiras e olhando para baixo. e ch orarei a m a rga m en te. Isaías advertiu o povo. Alguns foram capturados e executados. a mensagem que segue é para toda a cidade de Jerusalém . Porém. mais prová­ vel é que eles estavam se alegrando porque Senaqueribe aceitou tribu­ to de Ezequias e deixou Jerusalém intacta enquanto ele se movia em direção a Laquis (2 Rs 18. porque sabia que os resultados do tributo de Ezequias eram apenas temporários.14— 16). Isto significaria que Isaías rece­ beu as suas visões lá. Eles tinham posto a sua confiança no ouro e na prata em vez de no Senhor. 4 P ortanto. .

. e os ca va leiro s se p o rã o em ord em às portas. eles amavam o seu povo e os seus corações estavam quebrantados por causa do juízo que sobreviria sobre eles. Os muros das cidades de Judá não puderam resistir ao ataque assírio. co m ca rro s de h om en s e ca v a lei­ ros. A situação de Judá estava desesperadora. Judá não podia se defender contra um exército tão vasto. Este era um dia triste quando o povo de Judá se uniu na briga contra a Assíria. Eles tinham falhado em escutar o que o Senhor disse no Vale da Visão. terror e confu­ são. no va le da visã o: u m d errib a r de m u ro s e u m cla m o r a té às m ontanhas. 6 P orque E lão tom ou a aljava. e de co n fu sã o é este da p a r te do Senhor J e o v á d os E x ércitos. Quaisquer aliados nos quais eles confiaram também já tinham sido derrotados.Nenhum dos profetas era frio prenunciador da destruição. Seme­ lhante a Isaías. M uitas nações tinham se juntado à Assíria. condutores de carruagem e cavalos como reforços para o exérci­ to assírio. 7 E será qu e os teu s m a is f o r m o s o s v a les se en ch erão de carros. e. violência. n a q u ele dia. inclusive o Cedrom no leste de Jeru­ salém e o Hinom no oeste e no sul. 8 E se tira rá a cob ertu ra de J u d á . e de vex am e. Ao leste da Assíria. com carruagens e postado os cavaleiros “às portas” das cidades ao longo do país. Elão provê um contingente de arqueiros. Q uir fornece guerreiros a pé com seus escudos descobertos e prontos para a batalha. 5 P orque dia de alvoroço. e Q u ir d escobre os escudos. A Assíria já tinha tomado os postos fortificados avançados das cidades de Judá. O inimigo tinha enchido os seus “mais formosos vales”. carru­ agens. O resultado foi barulho. o lh a r ás p a ra as a rm a s da casa do bosque.

11 T izestes tam bém u m reservatório en tre os dois m u ro s p a ra as águas do v iveiro velho. entre a Sião de Davi e a colina ao oeste. para as armas”. 9 E v ereis as brechas da cid a d e de D a vi. de modo que foram armazenadas “as águas do viveiro inferior”.20. Porém.2— 5).O verbo hebraico pode significar que Deus também tinha removido a sua cobertura protetora de Judá. As “brechas da cidade” ou as brechas de suas defesas precisavam ser consertadas. Âgua era essencial se houvesse de ter um cerco. Ao invés disso. As apressadas preparações para a defesa incluíam a demolição de casas para que as pedras fossem usadas para “fortalecer os muros” (uma medida desesperada e vergonhosa que tornou sem teto alguns dos cidadãos de Jerusalém).30). nem considerastes o que o f o r m o u desde a antigüidade.2 0 e 2 Crônicas 32.. aproximadamente cento e oitenta metros abaixo do ribeiro de Giom (2 Rs 20 . A descrição das medidas de defesa de Ezequias é dada em 2 Reis 2 0 . p a ra fo r t a le c e r os m u ros. porq u a n to são m u ita s. e a ju n ta reis as águ a s do v iv eiro inferior. p a ra o que o tinha feito . “Os dois muros” podem ter estado ao fundo do Vale deTiropoeon. eles confiaram nas armas armazena­ das na “casa do bosque” construída por Salomão (I Rs 7.3— 8. Ezequias conduziu um esforço combinado para preparar-se para a guerra. Estas incluíram a construção do túnel de Siloé debaixo da cidade de . provavelmen­ te o Poço de Siloé..5). quer dizer. 2 Cr 32. Jerusalém não estava preparada para um ataque ou um cerco. Havia abundância de outras fontes de pedras nas redondezas de Jerusalém (cf. 2 Cr 32. os traba­ lhadores tinham indubitavelmente medo de ir para fora dos muros da cidade. os líderes de Jerusalém olha­ ram “. porque eles já não confiavam nEle para ser o seu Guardião. m a s não olhastes p a ra cim a. 10 T am bém con ta reis as casas de J eru sa lém e derrib areis as casas.

dizendo: C erta m en te esta m a ld a d e não será ex p ia da a té qu e m orra is.Jerusalém para trazer água do ribeiro de Giom para a Poço de Siloé. O povo ignorou a Isaías. o m ord om o. mas porque eles tinham se desviado do SE N H O R . 5. vos convidará naquele dia ao choro. M as nestas preparações apressadas. e d iz e-lh e: . a razão para esta falta de expiação era a recusa deles de se arrependerem. eles não olharam para o S eN H O R . e ao cingidouro do cilício. SEBNA E ELIAQUIM 2 2 . Alguns pecados não seriam expiados. dando assim para Jerusalém um abastecimento de água protegido. de modo que eles decidiram desfrutar o tempo que lhes restava. 13 M as eis aqui g o z o e alegria\. v a i ter com este tesou reiro. Eles estavam pondo a sua confiança no que poderiam fazer no lugar do que Ele queria. ocupando-se em festança fatalista e de­ leitando-se. p o rq u e a m a n h ã m orrerem os. 12 E o Senhor. e d iz -se: C o m a m o s e bebam os. Eles estavam cometendo um pecado de pre­ sunção após o outro. co m Sebna.32). Assim. Eles não viam qualquer esperança de derrotar os assírios. co m e -s e carne. e ao rapar da cabeça.1 5 -2 5 15 A ssim d iz o SENHOR J e o v á d os E x ércitos: A nda. 14 M as o S enhor dos E x ércitos se d ecla rou a os m eu s ou vidos. o SENHOR dos E xércitos. Deus queria que o povo de Jerusalém se humilhasse e se arrepen­ desse com evidências de sua tristeza —não por causa do perigo dos assírios. m a ta m -se v a ca s e d ego la m -se ovelhas. e b eb e-se vinho. Semelhante a outras tais advertências. uma pressuposta esperança ainda estava lá se eles tivessem de se arrepender. d iz o SENHOR J e o v á d os E xércitos. Pau­ lo endossaria esse tipo de estilo de vida também —se não houvesse nenhuma ressurreição (I Co 15. porém. e ao pranto.

Ele subiu ao poder por ter aprendido como agradar o rei. te f a r á rolar. N a preparação de uma tumba no alto sobre a face da ro­ cha. pronuncia uma profecia contra uma pessoa particular em Jerusalém. Porque Sebna tinha abusado de sua própria posição. M as ele próprio não possuía nada e estava diretamente sob a responsabilidade do rei. “Como se faz rolar uma bola”. era gerente da casa real e guardião das cha­ ves. Ele tinha se feito útil. O termo “mordomo” vem de uma palavra raiz que significa “ser de uso”. inclusive as chaves dos tesouros reais. ele estava dando a si mesmo a honra e o lugar na história devido a um rei. co m o se f a z r o la r u m a bola em terra larga e espaçosa. Sebna.17 18 C erta m en te. já que o seu nome é aramaico.) 17 Eis que o Senhor te a rro ja rá v iolen ta m en te com o u m hom em f o r t e e de todo te en volverá . ali. não hebreu. mas isto não era “em lugar alto”. auto-suficiente.Agora Isaías. 16 Q u e é que ten s aqvú? O u a qu em ten s tu aqui. o SE N H O R es­ tava a ponto de tirá-lo e expulsá-lo. um funcionário corrupto.II e comentário]. o op rób rio da casa do teu senhor. Ele não era um verdadeiro servo e estava traindo a confiança do rei. ali. em única vez no seu livro. Ele era possivelmente um estrangeiro. m orrerá s. Sebna seria lançado fora da cidade onde morreria. ca va n d o em lu ga r alto a su a se­ p u ltu ra . aca barão os ca rros da tu a g ló ria .Tem sido sugerido que ele possa ter sido a princi­ pal pessoa a persuadir Ezequias a buscar uma aliança com o Egito. Ele é sarcasticamente chamado de um “homem forte”. p a ra que ca va sses aqui u m a sep u ltu ra . cin z ela n d o n a rocha u m a m ora d a p a ra si m esm o! Sebna estava usando a sua posição de mordomo para se elevar e progredir. (Alguns comentaristas entendem isto como uma referência sarcástica à sua direção na escavação do túnel de Siloé [veja v. e. possivelmente no exílio. Ele seria enterrado sem qual­ .

E liaquim se tornaria o que nós poderíam os chamar de o Pri­ meiro M inistro. efech a r á . Deus o tiraria do seu ofício. Sebna teve uma mu­ dança de coração e depois aceitou uma mais baixa posição como secretário (3 6. O cumprimento completo do juízo de Deus sobre ele pode ter vindo depois da sua eventual degradação. o R ei de reis. 22 E p o r e i a chave da casa de D a v i sobre o seu om bro. Naquele momento. As suas carruagens esplêndidas ( “car­ ros da tua glória”) eram parte da sua tentativa para se honrar como realeza. 20 E será. exercitando os poderes de governo em nome do rei. e n in gu ém fech a r á .C. A autoridade de E liaquim era quase incontestável. e en trega rei n a s su a s m ã o s o teu d om ín io. Je­ sus. e ele será co m o p a i p a ra os m o ra d o res de J eru sa lém e p a ra a casa de Ju d á . 19 E d e m itir -te -e i do teu o fício e te a rra n ca rei do teu assento. e ninguém fechará” descrevem o poder dele.3). tem agora em suas mãos a chave da casa de Davi . Eliaquim era um verdadeiro servo do Senhor.4 1 — 4 ). naqu ele dia.quer pompa real. Ele foi comissionado a amá-los e a tomar conta deles. Ele era uma desgraça para o palácio de Ezequias. onde se encontrava no comando. Aparentemente. 21 E r e v e s ti-lo -e i da tua túnica. Deus o poria no lugar de Sebna. tanto quanto José o fez por Faraó (Gn 4 1 . e n in gu ém abrirá. lhe daria os símbolos do ofício de Sebna —a túnica e o talabarte —e o deixaria ser “como um pai” para o povo de Jerusalém e Judá. qu e ch am arei a m eu serv o E lia q u im . Ele era o 4 ad m in istra d o r do p alácio quan do o o fic ial co m an d an te de Senaqueribe am eaçou Jerusalém em 701 a.filh o de H ilquias. e abrirá. Isto implica que ele seria responsável da mesma maneira que Sebna o fora. As frases “a chave da casa de D avi” e “abrirá. e e s fo r çá -lo -e i com o teu talabarte.

e i co m o a u m p r e g o n u m lu g a r f i r m e .(Ap 3 . 24 E d ele p e n d e r á toda a g ló r ia da ca sa d e s e u p a i. p o r q u e está a ssola d a . d iz o S e n h o r d o s E x ércitos. a p o n to d e n ã o h a v er n ela ca sa n en h u m a .I 8 1 P eso d e T iro. p o r q u e o S en h o r o disse. se r á a r ra n ca d o e ca irá . O fardo seria muito grande para ele e. e a glória e a reputação de sua fam ília penderia dele e do que ele fizesse (como de um prego de parede). d esd e a terra d e Q u itim lhes f o i isto revela d o . O hebraico aqui. o p r e g o p r eg a d o em h i g a r f i r m e se rá tira d o . n a v io s d e T ársis.I . não em qualquer homem ou mulher. to d o s os v a so s m en o res. LAMENTAÇÃO SOBRE A RUÍNA DE TIRO 2 3 . por seu turno. e a ca rga q u e n ele esta v a se d esp r en d erá .l o . a qual prom etia um ho­ mem para sempre no trono. Aparentemente. Eliaquim estava mais preocupado pela casa de seu pai (os seus parentes) do que estava pela casa de Judá e pela casa do seu senhor. 6. Ezequias. O povo começou a confiar nele em vez de confiar no SE N H O R . O propósito de Deus era tornar firme a posição de Eliaquim. Deus viu que Eliaquim não se provaria merecedor de seu ofício. U iva i.7 ). Isaías teve de acrescentar um adendo a esta profecia. o SE N H O R teria que tirá-lo. se as pessoas confiassem em Eliaquim em vez de confiar no SE N H O R (e em sua fraqueza humana Eliaquim as abandonou). d esd e a s ta ça s a té à s g a r r a fa s . poderia ser traduzi­ do como uma advertência de que. cum prindo a aliança davidica. ele também seria tirado. todavia. Infelizmente. . Ele seria como um trono de honra para todos de sua família. Ele man­ teria os negócios do palácio com firmeza contra os ventos da adver­ sidade. 25 N a q u ele dia. o s r e n o v o s e o s d escen d en tes. e d e n in g u é m m a is e n tr a r n ela . Nossa confian­ ça deve estar em Deus. como uma cavilha de tenda pregada em um “lugar firme”. 23 E f i x á . e se r á co m o u m tro n o d e h on ra p a r a a ca sa d e seu p a i.

Esta é a últim a das profecias de Isaías concernentes a nações es­ trangeiras.31— 33. a oeste de Gibraltar. foi sitiada por Nabucodonosor e se tornou sujeita a ele. rei de Tiro.C. Jezabel. Os “navios de T ársis” eram grandes embarcações comerciais capazes de viajar aTársis. uma grande cidade comercial. En­ tão ele destruiu a cidade. as quais foram ligadas por H irão na época de Davi. . era a filha do rei de Sidom.1— 12. Társis provavelmente eraTartessus. A influência de Tiro não era sempre boa. a esposa do rei Acabe. Tiro estava localizada aproximadamente a cento e sessenta quilô­ metros ao norte de Jerusalém. Ale­ xandre. Depois. no entanto. Davi teve uma boa relação com Hirão.19. A planície de Tiro. 18. ficava situada em uma ilha cerca de um quilômetro da costa fenícia.18). Ela até mesmo tentou desarraigar a adoração do S eN H O R e substituí-la pela adoração a Baal de Tiro (I Rs 16. era de cerca de vinte e quatro quilômetros de extensão e cerca de três quilômetros de largu­ ra.. ela foi reconstruída e recuperou a sua prosperidade. o Grande. H irão de Tiro pode tê-la fundado como uma colônia fenícia.3 — 6). especial­ mente no campo espiritual. na costa. na costa sudoeste da Espanha. Ela era orgulhosa de seu comércio mundial e simbolizava um espírito mercenário e materialista.2). Então em 3 3 2 a. transformando a ilha em uma península. quer eles tenham de fato ido tão longe ou não. Porém. Tiro proveu artesãos qualificados e materiais para a construção do Tem­ plo de Salomão (I Rs 5. construiu uma rampa feita de terra e pedra a partir do continente. A ilha de Chipre (Q uitim ) ouve as notícias de T iro sendo dom i­ nada e envia comunicados aos navios que planejam ir lá. 19. Nos tempos do Novo Testamento ela tinha se tornado uma cidade de língua grega e uma igreja cristã estava esta­ belecida ali (A t 2 1 . A cidade se rendeu a Sargão II nos dias de Isaías. Originalmente ela era com­ posta de duas ilhas pequenas. Tiro. Ela eventualmente usara Acabe para introduzir o culto de Baal.

a qual depois de submeter-se a Sargão II não poderia contribuir com os negócios deT iro e Sidom. a ilha de Chipre. insinuando que Sidom tem que cessar o seu comércio com Tiro. a ssim h a verá d ores q u an do se o u v irem as de Eiro. 5 C o m o co m as n o va s d o Egito. qu e vin h a co m as m u ita s águas. trinta e cinco quilômetros ao norte. ó Sidom . Sidom. Todo o negócio era para ser interrom pido. n em dei à luz. é para receber vergonha por causa do silêncio. nem ain da cr iei jo v en s. e outros. dizendo: Eu não tiv e d ores de parto. trazendo grande renda a Tiro pelo comércio internacional. Sidom. 3 E a su a p ro visã o era a sem en te do can al. nas “muitas águas” do mar Mediterrâneo. e muitos dos habitantes de Sidom contri­ buíram para o crescimento de Tiro por se mudarem para lá depois que Sidom foi destruída pelos invasores vindos do mar. a cidade-mãe de Tiro.C. Tiro era um movimentado porto internacional outrora ocupado pelos comerciantes marítimos de. p orq u e o m ar. Alguns entendem a “fortaleza do m ar” como sendo literal porque fala da perda de crianças. entre outros. m ora d ores da ilha. Isaías vê as águas do Mediterrâneo personificadas e as ouve falando. a decepcionante cessação dos negócios.Tiro dominava Sidom nos dias de Isaías. a fo r ta lez a do m ar. e a ceifa do N ilo. nem poderia Tiro contribuir com o deles. e do vale fértil do Nilo. n a vega n d o p elo mar. e ela era a f e i r a das nações. trans­ portavam colheitas e bens de Sior. Os navios deTiro. É dito a Tiro e a Sidom que estejam calados ( “calai-vos”).2 C a la i-v o s. . ainda. n em ed u q u ei donzelas. fa la . aproximada­ mente 1200 a. O mar tinha sido o sustento deT iro e Sidom. no Delta do N ilo. Outros tomam a fortaleza como sendo Tiro. v ó s a q u em en cheram os m erca ­ d ores de Sidom . 4 E nvergon h a-te.

“Ilha” aqui pode referir-se às ilhas distantes e à costa do M editerrâneo (cf. m o ra d o res da ilha. estava contra a Assíria. v. Tiro contava com aproximadamente dois m il anos de idade nos dias de Isaías. Esta conquista assíria da Fenícia e de Chipre afetaria o comércio deles.I).15). A destruição de Tiro fez os seus habitantes se tornarem refugia­ dos. a cidade que desafiou Roma). 40. Q u em f o r m o u este d esígn io con tra Tiro.O Egito se contorcerá de dor e angústia quando eles ouvirem as notícias da conquista. cf. exultante por causa de seu cres­ cimento. como também de resina (usada para mumificação). e seus empreendimentos coloni­ zadores ao redor do M editerrâneo (que incluía Cartago. de modo que Isaías a chamou “a cidade coroada”. Tiro fundou colônias governadas por reis. Era uma cidade jovial. 7 È esta a vossa cidade. Eles também perderiam a sua fonte de madeira de construção. sua riqueza. Tiro ficou assim orgulhosa e Deus planejou derrubá-la. Os príncipes e as pessoas de elevada reputação terrena contribuíram para o seu comércio e sua riqueza. a sua renda. na Espanha (naquele momento uma colônia próspera de Tiro. a cid a d e coroada. assim. cu jo s m erca d o res são p r ín cip e s 'e cu jo s n egocia n tes são os m a is nob res da terra ? 9 O SENHOR dos E x ércitos f o r m o u este desígn io p a ra d en eg rir a soberba de todo o o rn a m en to e e n v ilecer os m a is n ob res da terra. seu comércio. e. q u e a n d a va p u la n d o d e a leg ria ? C u ja a n tigü id a d e vem de dias rem o to s? P ois le v á -la -ã o os seu s p r ó ­ p r io s p é s p a ra longe a n d a rem a peregrin a r. 6 P assai a T ársis e uivai. O propósito . O Egito. Os seus grãos eram transportados pelos navios deT iro para os portos ao redor do M editerrâneo. domina­ do por Cuxe (Etiópia). fazendo aquela cidade lamentar. Este versículo pode significar que os refugiados estavam indo para Társis.

o SENHOR deu m a n d a d o co n tra C anaã. os habitantes de Társis podem atravessar por sua vizinhança tão livre­ mente quanto a passagem do N ilo pelo Egito. A N IV indica “não mais tem porto”. a qual é literalmente Canaã. ’ivri. uma vez exaltada. KJV). levando Isaías a querer dizer que Társis pode cultivar a sua própria terra agora. Por causa das contribuições de Sidom para Tiro. incl. 12 E disse: N u n ca m a is p u la rá s de a legria. j á não há cin to ao red o r de ti. NAB) indica que devido o poder deT iro estar quebrado. significando “mais nenhuma restrição” (como a de uma cinta. A tradução “atraves­ sar” (cf. 10 P assa com o o N ilo p ela tua terra. ó op rim id a donzela. As versões ARC e ARA indicam “já não há cinto [estaleiro. está agora . o qual agita e turba os reinos.20 O seu juízo destruirá “suas fortalezas” —seus lugares de refúgio.dEle era mostrar como é corrompida a auto-exaltação da glória hu­ mana e quão desprezíveis de fato são aqueles honrados por um mun­ do pagão. e também poderia ser traduzido. “passar por cima de” ou “atravessar”18) o que já é uma interpre­ tação. A N IV indica o mandado contra a Fenícia ( “a cidade mercantil”. veja NASB. Társis está livre. margem).1 9 11 E le esten d eu a su a m ã o soh re o m a r e tu rb o u os rein os. cais] ao redor de ti”. Tiro. não mais su­ jeita a Tiro. sem ser dominada porTiro. ó fi lh a de T ársis. o que inclui a Fenícia. A versão da Bíblia N V I indica “cultive” em vez de “passa” (Heb. “Não mais tem porto” é a tradução mais difícil. “Ele [o S e n h o r ] estendeu a sua mão” indica julgamento. “mais nenhuma força”. f i lh a de S idom . p a ra qu e se d estru íssem as su a s fo rta lez a s. levanta~te} p a ssa a Q u itim e m esm o a li não terás descanso. a cidade poderia ser chamada de “Filha de Sidom ”.

C. é chamada de “donzela”. Isto pode referir-se ao fato de que a Assíria controlava Chipre e restringia os navios de Tiro de aportar ali. Seus refugiados atravessarão para Chipre (Q uitim ) mas não acharão ali nenhum “descanso”. esta passagem acrescenta que não há mais nenhuma “força”. na q u ele dia. “Os dias de um rei” é uma referência literal ao fato de os reis manterem registros diários (cf. (quando ele levou embora 2 0 8 . (quando ele demoliu a principal cidade deles.) eram advertências. nenhum lugar de refúgio. Contu­ do. e levou embora 90. ne­ nhum forte ou lugar de refúgio. mas não ainda conquistada. Isaías olha à frente novamente para a destruição da terra dos babilônicos (caldeus) pelos assírios.oprimida.C.1). Esta repetição do verso I indica a conclusão desta seção. I Rs 14.0 0 0 cativos e depois a demoliu em 689 a. 14 U ivai. m a s j á está a r r u i­ n ada de todo. co n fo rm e os dias de u m rei. q u e T iro será p o sta em esq u ecim en to p o r seten ta anos. 13 E su ced erá . Em outras palavras. e a recupe­ . m as. n a vios de T ársis. Os refugiados de Tiro não poderiam achar conforto ou descanso onde quer que a Assíria estivesse no controle. Et 6.000 cativos) e o que Senaqueribe fez à Babilônia em 703 a. Tiro não é mais nenhuma fortaleza que possa prover segurança para os seus próprios navios. p o rq u e é d estru íd a a vossa f o r ç a . 13 Vede a terra dos ca ld eu s. n o f i m de seten ta anos. Dur Yakin. O que Sargão II fez aos caldeus em 710— 709 a. Os setenta anos podem ter sido cumpridos entre a campanha de Senaqueribe em 701 a.C. Tiro vai cair em esquecimento “por setenta anos”.29. leva n ta ra m as su a s fo r ta lez a s e e d fica r a m os seu s paços. T iro será co m o a ca n çã o de u m a p rostitu ta . p o v o qu e ain da não era p o v o . a A ssíria a fu n d o u p a ra os q u e m o ra va m no d eserto.C.

17 P orque será n o f i m de seten ta a n os q u e o S enhor v isita rá a Tiro. mas estaria inalterada. Deus promete que. Então Tiro tentaria se recuperar. aT iro restau­ rada será capaz de prover comida e vestimenta para os que “habitam perante o S e n h o r ” . p a ra que com a m stficie n te m e n te e tenham v estid o d u rá vel. toca bem . 16 T om a a harpa. ó p ro stitu ta en tregu e ao esq u e­ cim en to . Porque Deus fará isto possível. ou amor. tirando vantagens financeiras delas pelas suas operações co­ merciais desonestas. A comparação de Tiro com uma prostituta velha indica que ela não mostrará nenhuma piedade. o lucro deT iro —“o seu comércio e a sua ganância” —será consagrado [Heb. cerca de 630. Olhando à frente. depois que o poder da Assíria começou a declinar. Isto implica que Tiro será consagrada a um serviço nos moldes do que eram os sacerdotes. visitará a T iro ”. quer dizer. m a s o seu co m ércio será p a ra os qu e habitam p era n te o SENHOR. Ele iria se ingerir na situ­ ação para permitir a restauração deTiro.Tiro continuará agin­ do com “a sua ganância de prostituta”. após o juízo. qodesh. quer dizer. n ã o se en tesou rará. Porém.ração deT iro. “uma coisa santa”] ao Senhor. . “ O SE N H O R 18 E será con sa gra d o ao S e n h o r o seu co m ércio e a su a g a n â n ­ cia de p ro stitu ta . como na canção da prostituta no versículo 16. e ela to rn a rá à su a g a n â n cia de p ro stitu ta e terá co m ércio com todos os rein o s qu e há sob re a f a c e da terra. rod eia a cidade . compaixão. p a ra qu e haja m em ó ria de ti. Sua única preocupação será tirar proveito. n em se fe ch a r á . seduzindo outras nações por lucro. ca n ta e rep ete a ária. A canção fala de uma prostituta velha que vai andando pela cida­ de tentando ganhar de volta os clientes por cantar canções das quais eles se lembrariam. o povo restaurado de Jerusalém du­ rante o M ilênio.

. 3 M íllar Burrows. 60. et al. The Isaiah Manuscript and the Habakkuk Commentary (N ew Haven: Am erican Schools o f O riental Research. Cf. A llis. line 22. 19 30 ). 6. Alem anha: D . 4. as provisões para Jerusalém na era m ilenial serão abundantes e obteníveis (cf. em Wycliffe Bihle Encyclopedia (C hicago: M oody Press. Társis e Chipre? 9.7).W ernerScholl. “Book o f Isaiah”. isto pode significar que as provisões deT iro serão para todo o povo de Jerusalém.Desde que todos na Sião m ilenial serão chamados santos (4. 4 Oswald T.5-9. 7. não Babilônia como alguns supõem. ed. 2.. The Book o f Isaiah ( Cbapters I~XXXIX) in the Light o f the Assyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. contra a Assíria.3).. O tto Procksch. 2 O u seja. I: Plate 16. 15 7-5 8. 1:857. 1 9 5 0 ). 1 9 7 5 ). QUESTÕES DE ESTUDO 1. 61. Charles Boutflower. 3. 1 9 3 0 ). O que aconteceria a Tiro e quais seriam os resultados de sua restauração? CITAÇÕES 1 D. Como a supressão do comércio de Tiro afetou Sidom./«a!a(L eipzig.6. Como Isaías reage à sua visão da destruição da Babilônia? Quando foram quebradas as imagens dos deuses da Babilônia? O que aconteceria com Edom e Arábia? Por que Isaías queria ser deixado só? Que preparações apressadas Jerusalém fez para sua defesa? Que preparações eles fracassaram em fazer? Por que Sebna seria substituído por Eliaquim e com que resulta­ do? 8. 5. 26 1. Desde que os materiais deTiro não seriam acumulados ou armazenados em uma tesouraria. Egito.

14 Boutflower. 19 A m aioria dos estudiosos são inclinados a aceitar a tradução mais difícil.. History. Book o f Isaiah. Sargão foi m orto em um a batalha com o bárbaro Cim erianos em Tabal. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 149. 6 D aniel David Luckenbill. 133. 10 Por exem plo. M axw ell M iller e John H . W idyapranaw a. Archaeology and the Bihle. ed. (P hiladelphia: American Sunday-School U nion. Barton. 2 vols. Ezequias era um dos prim eiros a se mover por trás da rebelião”. 9 J.C. ed. 10. 15 H erodotus. J. Book o j Isaiah. 13 George A. 111. 149. 7 Ibid. 11 As notícias a respeito da destruição de Babilônia não teriam feito Isaías chamá-los de “m alhada m inha” significando “meu povo”.C. e que Isaías também olha à frente “para a Babilônia escatológica e para o D ia do Se­ nhor”. Ancient Records ofA ssyría and Bahylonia. 2 :1 5 2 . George Raw linson. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. Alec M otyer. de m odo que o significado pode ser que Deus tenha ordenado que mercadores destruís­ sem as fortalezas d eT iro . H . A m orte dele encorajou “um a revolta que se difundiu ao longo do im pério. M anuel K om roff (N ova York: Tudor Publishing Co. 129. 12 Boutflower. H ayes. 4 0 0. 19 93 ). 154. Book o f Isaiah. Book o f Isaiah. N a Síria-Palestina.1 8 5 .: InterVarsity Press. 7a. 17 S. Eerdmans. 20 A palavra hebraica kenaan tam bém pode significar mercador. B. Isaiah 1 -3 9 . 149. 1 7 5 -7 6 . The Lord is Savior: Taith in National Crisis (G rand R apíds: W m . D avid L. M cK enna. 1 9 93 ). M o tyer reconhece que isto se refere a 68 9 a. 353. A H istory o f Ancient Israel and Judah (Philadelphia: W estm inster Press. 16 Em 70 5 a. 18 The Prophets (Philadelphia: Jewish Publication Society o f America. trans. 19 78 ). 4 7 2. . 1 9 2 6 -2 7 ).5 Boutflower. 10. 1 9 4 1 ). 1 9 9 0 ). 1 9 8 6 ). 2 1 3. 131. 19 28 ). em The C om m unicators Commentary (D allas: W ord Books. 2:35 8 Boutflower.

e tr a n s to r n a a su a su p er fície.I-35. A palavra “terra” pode significar “território.IO Nestes capítulos Isaías vê visões alternadas de juízo sobre os pecadores e louva a Deus pelos redimidos. especialmente para o juízo da Gran­ de Tribulação (cf. 15. A Cidade Desolada 24. mas o paralelism o com “m undo” (v. Ap 8. país. . 19). Isto aponta para o futuro. e d isp ersa os s e u s m o ra d o res. e a deso~ la. A Terra Corrompida.4) mostra que este juízo envolve uma desordem do mundo inteiro. 9. I Ts 5.1— 13 1 E is q u e o S e n h o r esv a z ia a terra. 18. A. para o fim dos tempos.1— 3. nação”.Judá Merece o Juízo de Deus 24. 16.9.

ao qu e dá u su ra . à serva . Esta se torna a condição do mundo inteiro nos últimos dias. e p o u co s h o m en s restarão.9— 12). p orq u e o S enhor p r o n u n cio u esta pa la vra. e quebra­ ram os regulamentos dados a Noé (Gn 9.2 E o q u e su ced er ao p o v o su ced erá ao sa cerdote. Ninguém escapará deste juízo. Eles não querem nenhuma comunhão com Ele (cf. m u d a m os esta tu tos e qu ebram a a lian ça eterna. o m u n d o en fra q u ece e se m urcha . Outros o entendem também como sendo os israelitas —com o mundo todo sofrendo por causa do pecado deles. Eles têm se recusado a reconhecer qualquer aliança relacionada com Deus. e os qu e habitam nela serã o desolados. O juízo que cai sobre a terra é o resultado de corrupção “de seus moradores”. p o rq u a n to tra n sgrid em as leis. serã o qu eim ad os os m o ra d o res da terra. A terra é metaforizada. ao qu e em p resta. com o ao qu e tom a em p resta d o. Alguns tomam o termo “os mais altos do povo da terra” como sendo os assírios. com o ao v en d ed o r. com o ao s e u sen h or.1— 16). co m o à su a senhora. Ela murcha e sofre devastação. co m o ao q u e p a ga u sura. A terra p ra n teia e se m u rch a . Isaías então identifica os seus pecados: Eles desobedece­ ram (aboliram ) as instruções de Deus. todos so­ frerão. en fra q u ecem os m a is altos do p o v o da terra. 6 P o r isso. p o r isso. Ele afetará toda a sociedade e cada pessoa imparcialmente. ao com prador. . a terra está con ta m in a d a p o r ca u sa d os seu s m o ­ ra dores. Do mais elevado ao mais inferior. 5 N a verdade. Os exércitos roubarão e saquearão tudo. ao servo. violaram as suas leis. A terra será devastada. a m a ld içã o co n so m e a terra. 2 Ts 2. Deus falou e a sua palavra será cumprida. D e todo se esva z ia rá a terra e de todo será saqueada.

Hoje. A ira de Deus arde contra eles e poucas pessoas serão deixadas (cf. “A bebida forte” ( “Cerveja” [N IV inglesa.Por causa do pecado do povo.I I — 1 ). “cidade do nada ou vazia”. 9 C om ca n ções não beberão vin h o. Eles estão colhendo o que semearam (c f G1 6. não a de outros. e d esca n sou a a legria da harpa. secou. sumo de uvas antes da fermentação) estancou.2 tem mudado para suspiros. todas as ca sa s fech a ra m ..e. a bebida f o r t e será am a rga p a ra os qu e a beberem . “bebida fermentada”. O suco de uva era um símbolo de prazeres inofensivos. os habitantes “serão desolados”. n in ­ g u é m j á p o d e entrar. ( Tohu é a palavra usada em Gênesis 1. Deus é justo e não pode deixar o pecado impune. 1 C essou o fo lg u e d o dos tam boris. tal des­ 2 truição mundial é possível. eles têm que agüentar o fardo da sua própria culpa. O juízo não é arbitrário. 7 P ra n teia o m osto. A “festança” de 22. “O mosto” (i. possivelmente genérico para as cidades do mundo ou da terra em vez de uma cidade específica) está sem habitantes e está demolida. O “vinho” não os relaxará e não os fará cantar. e su sp ira rã o todos os a legres de coração. “A cidade vazia” (Heb.4. Zc 5.3.2 para o estado da terra antes que . A alegria e os folguedos acompanhados por tamborins e harpas cessaram. ou seja. en fra q u ece a vid e. As videiras estão enfraquecidas e murchas. Ap 19.1. qiryath tohu. N V I brasileira] e ou­ tras bebidas alcoólicas) os fará sentir-se amargos em vez de alegres. uma maldição devora a terra. aca bou o ru íd o dos qu e p u la m 1 de prazer.7). pois “os que habitam” naquela terra devem suportar a sua própria culpa. 10 D em o lid a está a cid a d e vazia.

se quebra a p orta. como as poucas azeitonas deixadas na árvore depois que eles batem os seus ramos ou as poucas uvas deixadas depois que os respigadores passaram pela vinha e pegaram o que os ceifeiros deixaram (c f 17. Toda a alegria que deleita os festeiros escureceu como quando o dia está findo. Qual é o tempo do juízo mundial denominado no Novo Testa­ mento? . 11 H á la stim oso cla m o r n a s ru a s p o r ca u sa do vin h o. Um cumprimento preli­ minar disto aconteceu quando Senaqueribe destruiu quarenta e seis cidades de Judá. e. 12 N a cidade. no m eio destes p ovos. É um quadro de desolação total. A devastação deixada na cidade pelo juízo de Deus é horrível. A “cidade” é provavelmente coletivo para as cidades em geral (c f v. qu an do está acabada a vin dim a. só f i c o u a desolação. co m o a sa cu d id u ra da oliveira e co m o os rabiscos.Deus lha desse habitantes.6). 13 P orque será no in terio r da terra. A cidade não é mais habitável e não há nenhuma proteção. toda a a legria se escu receu . inclusive a alegria da risada.IO). Fora nas ruas —ou fora da cidade —há lamentação ( “lastimoso clamor”) por causa da falta de vinho. As portas desoladas foram quebradas em pedaços. se foi. d e ster ro u -s e o g o z o da terra.) Todas as casas estão fechadas impedindo a entrada. com estalidos. QUESTÕES DE ESTUDO 1. O remanescente deixado depois deste julgamento sobre o mundo será pequeno. Como o capítulo 2 4 é relacionado com os capítulos 13 a 23? 2. “Toda a alegria”.

ao n o m e do Senhor D eu s.C. 16 D o s co n fin s da terra o u v im o s ca n ta r: g ló r ia ao J u sto . O s brados de alegria vindos do Ocidente fizeram Isaías pedir aos povos que respondessem no Oriente glorificando o nome do SE N H O R nas ilhas e nas regiões costeiras. O Juízo Prepara para o Reinado de Deus em Jerusalém 24. “do mar”). 13 P o r isso. miyyam.22. e em todas as partes da terra habita­ da.14-23 14 E stes a lça r ã o a su a v o z e ca n ta r ã o co m a legria . sim . A ocasião inicial dos brados de júbilo pode ter sido a morte de Sargão II em 705 a.23). o remanescente piedoso alça a voz por causa da majes­ tade do SE N H O R . que o povo reconheceu ter sido um juízo provocado pela soberania de Deus. em a greço.20. . 2 Cr 32. Veja Apocalipse 18. m a s eu digo: em agreço. Toda a humanidade precisa louvar e glorificar o único Deus ver­ dadeiro. g l o r f i c a i ao SENHOR n os va les e nas ilhas do m ar.3. ai de m im ! O s p é rfid o s tratam p e r fi d a m en te. onde há um comando semelhante para se alegrar por causa do justo juízo de Deus. Outra ocasião pode ter sido a alegria de outras nações após a cura de Ezequias e a derrota de Senaqueribe (cf. e eles bradam alegremente “desde o mar” (Heb. de Israel. os p é r fid o s tratam p eifid a m en te. Em contraste com a falta de alegria entre os que estão sofrendo o juízo de Deus. p o r ca u sa da g ló r ia d o S e n h o r cla m a r ã o d esd e o m ar. O que acontecerá a todos os que não se arrependerem e não retornarem a Deus? 4. Que cidade está arruinada? B. o Deus de Israel..

a cova (Heb. de suas partes mais afastadas. Não é por acaso que os resultados do pecado os alcançarão (N ote a aliteração nas palavras hebraicas). (Compare a reação dele em 6. O temor (Heb.2). quer dizer. .) Isaías conclui este pensamento descrevendo “as janelas do alto” se abrindo e os “fundamentos da terra” tremendo.4. O juízo de Deus trará uma mudança radical.19.I ). que descreve tentativas semelhantes de evasão que só vão de mal a pior. (Cf. ele está chocado pelo que vê chegando. ó m o ra d o r da terra. pacb). vem a canção: “glória ao Justo”. estão esperando pelos habitantes da terra. a Deus que revelou a sua justiça tanto no juízo como no perdão e restaura­ ção. M uito embora ele previsse os brados de júbilo futuros. e a cova. “[Eu] emagreço” e “Ai de m im !” são expressões dos sentimentos de Isaías. os pecados do povo e a maldição terrível e o juízo sobre a terra e seus povos quebrantavam o seu cora­ ção (o Heb.1 1 (NASB). Isto nos faz lem­ brar do que aconteceu no dilúvio na época de Noé (Gn 7 . p o rq u e a s ja n e la s do alto se a b rira m . “asa”] da terra”. O mesmo termo é usado a respeito do Servo Sofredor em 5 3 . Não haverá nenhum escape do juízo de Deus. Ele sabe que o juízo tem que vir antes da restauração e das alegrias mileniais. 8. A traição e a deslealdade são de fato merecedoras de juízo.1 1. ou seja.18. Am 5.5 e 22 . como também no grande terremoto dos dias de Uzias (Am I . 18 £ será qu e aquele qu e f u g i r da voz do tem o r ca irá na cova. kenaph.) 17 O tem or. pachacfy. e os fu n d a m e n to s da terra trem em . pachat). o pensamento a respeito do juízo faz Isaías sentir intensa tristeza.1 Não obstante. Con­ tudo. Os profetas não eram pronunciadores incompassivos de juízo.“Dos confins [Heb. M as a visão do futuro não faz Isaías se alegrar. ou conjunto de armadilhas (Heb. e o laço. e o q u e su b ir da cova. tem notável aliteração nestes frases). e o laço v êm sob re ti. o laço o p ren d erá .

17 . o que mostra que o juízo é sobre a humanidade e sobre o presente sistema mundial iníquo. “os reis na terra”.19 D e todo se rá q u eb ra n ta d a a todo se m o v e r á a terra. Ap 2 1. “os exércitos do alto na altura” (cf.2 Deus criará um novo céu e uma nova terra (6 5. . O 23 E a lu a se en v er g o n h a rá . serão julgados e punidos. terra. e serã o en cerra d os em u m cárcere. e a su a ela. E f 6. 20 D e éb rio e será m o v id a e rem o v id a tra n sgressã o se a g ra va rá so b re leva n ta rá . se rompe. vacila. A trans­ gressão pesa tão gravemente sobre a terra que esta “cairá. p e r a n te o s s e u s a n ciã o s h a v erá g ló r ia . 21 E será que. e os reis da terra sob re a terra. um longo tempo. O mesmo juízo sobrevirá a todos em posição de grande autoridade. 22 E serã o a m o n ­ toados com o p r eso s em u m a m a sm orra . Terremotos. e ca ir á e n u n ca m a is se Cinco expressões enfatizam a severidade da terra estremecendo: A terra se divide. dia do juízo do S e n h o r está vindo quando Ele castigará as forças satânicas.1 2. como a estrutura temporária (ramos e esteiras ou estacas e toldos) instalada pelo fazendeiro da qual vigia o seu campo cultivado (c f 1. Eles serão “amontoados como presos numa m asm orra” e serão mantidos em um cárcere. e.8). “De­ pois de muitos dias”.1 — . e serã o visita d o s dep ois de m u ito s dias. de todo se ro m p erá e de tod o v a cila r á a terra co m o o co m o a ch oça de n o ite. en tão. Jd 6. Ap 12. 3 15).I). na q u ele dia. Isto também pode retratar a terra girando fora de sua órbita e sendo destruída.1 1. e o s o l s e co r tfu n d ir á q u a n d o o SENHOR d o s E x ército s r e in a r n o m o n te d e S ião e em J e r u s a lé m . nunca mais se levantará”. tornados. e balança —“como a choça de noite” sob o impacto do vento.7— 2 0 . o SENHOR v isita rá os ex ército s do alto na altura. em prisão. temporais. incapazes de controlar os seus próprios destinos. move. e furacões trarão juízo.1 1 — 9.

Isto antecipa a visão da glória de Deus que João viu em Apocalipse 4. C.1— 12 2 Ó SENHOR. tu és o m e u D e u s .29). N a presença dos anciões de seu povo a glória dEle será manifes­ tada (c f Êx 24. 2 4 1. 2 David L.10). 3 Stanley M . exaltar~ te~ ei e lo u v a r e i o teu n om e•. 1 9 9 3 ). sim . The Prophets (P hiladelphia: Jewish Publication Society o f America. H orton.A lua cheia e sol ficarão vermelhos de vergonha (cf. M cKenna. 19 95 ). M t 24. o s teu s co n selh o s a n tig o s sã o v e r d a d e e fir m e z a .3 Que esperança gloriosa os verdadeiros crentes têm! Q UESTÕES DE ESTU D O 1. que sozinho reinará “no monte de Sião e em Jerusa­ lém”. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. os pérfidos tratam perfidam ente” poderia ser traduzido como: “O incrédulo que agiu com incredulidade tem sido por seu turno tratado com perfídia”. Que grupos serão castigados? CITAÇÕES 1 “Os pérfidos tratam perfidam ente. 1 9 7 8 ). onde “os anciões de algum modo representam a Igreja”. 4 0 3. 0 Juízo Prepara para Um Banquete Milenial 25. A visão a respeito do SE N H O R reinando gloriosamente inspira Isaías a louvá-lo. Ele reconhece o SE N H O R como o seu Deus de um modo .9. p o r q u e f i z e s t e m a ra v ilh a s.4. 75. Eles estão envergonhados porque as pessoas os adoravam em vez de adora­ rem ao SE N H O R . Quem gritará de alegria e por quê? 2. em The Communicator’s Commentary (D allas: W ord Books. RJ: CPAD. Isaiab 1-39.

3— para uma 5 profecia semelhante contra Edom). Deus está sempre preocupa­ do a respeito de pessoas pobres. O juízo de Deus fez de cidades ( “cidade” aqui é coletivo) um montão de pedras e inconquistáveis cidades fortificadas uma ruína. Os planos que Deus fez há muito tempo ( “conselhos antigos”) foram cumpridos por Ele. e do p a ço d os estran hos. A presença de Deus já não o amedronta como o fez no capí­ tulo 6.9 para uma profecia semelhante contra Nínive. Estes juízos preparam o caminho para vários resultados: “um povo poderoso” irá se arrepender e glorificará a Deus. Agora ele exalta a Deus. 2 P orque da cid a d e fi z e s t e u m m on tã o de ped ra s. M l 1. louvando o seu nome por todas as coisas maravilhosas que Ele fez. N a 1. é como uma tempestade que bate contra . Eles louvarão a Deus. violentas e hostis se arrependerão e temerão a Deus. Isto nos fala que Deus irá derro­ tar todos os que se opõem ao seu propósito glorioso e justo. u m a ru ín a .pessoal. Sua proteção é necessária. refú g io con tra a tem p estad e e som bra con tra o ca lo r.8. qu e não seja m ais cid a d e e ja m a is se to rn e a ed fica r. Os palácios fortificados dos estrangeiros não são mais as cidadelas que uma vez foram. e a cid a d e das n a ções fo r m id á v e is te tem erá. reconhecendo que Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia”. p o rq u e o sopro dos o p ressores é co m o a tem pestade con tra o m uro. 3 P elo que te g lo r fí c a r á u m p o v o poderoso. necessitadas e desamparadas. e elas nunca serão reconstruídas (cf. 4 P o rq u efo ste a fo r ta le z a do p o b re e a fo r ta lez a do necessitado na su a a n gú stia . e sombra con­ tra o calor”. Deus também foi um “refúgio contra a tempestade. cidades de nações poderosas. e da cid a d e f o r t e . as nações violentas. onde eles pare­ cem estar oprimidos de todos os lados. pois “o sopro dos opresso­ res”.

Como calor é minorado pelas nuvens. o “ím peto” dos exércitos estrangei­ ros que se opõem a Ele. 5 C om o o ca lo r em lu ga r seco. signi­ fica pratos feitos com azeite de oliva).12. neste m onte. dos cruéis. Este é um outro quadro do que está preparado para aqueles que vêm ao SE­ NHOR (c f 2 . a todos os p o v o s u m a f e s t a com a n im a is gord o s. quer dizer. literalmente “farta comida cheia de tuta­ no”. para os salvos de todas as línguas. O juízo prepara para um banquete que acontecerá depois que Cristo retornar. tribos e nações (cf. bem p u rifica d o s.2 -4 ).11. tu abaterás o ím peto dos estra ­ nhos. Ap 7. Isto será um presente do S enhor —um grande ban­ quete milenial no monte S ião “a todos os povos”. onde Moabe é comparado a sedimentos onde o gosto e o cheiro não mudaram. “Vinhos puros” ( “vinho envelhecido” —N V I. Eles se tornam tão silenciosos quanto o calor em um deserto sem água. assim o câ n tico dos tira n os será hum ilhado. u m a festa com vinhos p u ro s. O mundo ainda tem muitas nações violentas e nós ainda precisamos da sua proteção. dos violentos. tu subjugas”) os brados orgulhosos de guerra. co m o se abranda o ca lo r p ela som bra da espessa n u vem . takhnia.uma parede. representa alta qualidade. “Com vinhos puros” ( “o . as­ sim “o cântico dos tiranos”. “será humi­ lhado” pelo S e n h o r . usualmente traduzida “abrigos” ou “sedimentos” de vinho. “Com tutanos gordos” ( “pratos gordurosos com tutano” — ARA . 6 E o S e n h o r dos E x ércitos dará. “Com carnes suculentas” —N V I). O rico banquete. com tu ta n o sg o rd o s e com vinhos p u ros.9). Deus derrota e silencia (Heb. ou “vinhos nos abri­ gos” — K JV ). Veja Jeremias 48. é uma palavra no hebraico (sfrmarim'). “uma festa com animais gordos” (no Heb. implica o melhor tipo de nutrientes. “tu humilhas. Isto pode indicar que a essência do significado de stimarím ( “coisas guardadas” ou “coisas preservadas”) está em mente.

exultarem os e nos alegraremos. A “máscara do rosto”. a quem aguar­ dávamos. e Deus. 9 E. .54. Para aqueles que vierem ao monte Sião. Então não haverá mais nenhuma morte.melhor vinho” —N V I) significa que eles são filtrados ou refinados. Ou pode se referir a um véu que representa lamentação pelo pecado e seus tristes resultados que afe­ tam até mesmo o inocente.26— 29). naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso D e u s a quem aguardávamos. “E naquele dia”. Havia muitas mortes causadas pela Assíria nos dias de Isaías. as lágrimas de todos os rostos” (cf. to­ dos os que o aguardavam (Heb. Isaías olha à frente para o cumprimento da promessa de Deus de que “aniquilará a mor­ te” na vitória. e ele nos salvará. ou “coberta” (A R A ). o dia da restauração do reino pelo SENHOR. “aguardaram esperançosa­ mente por Ele”) terão um testemunho maravilhoso. como um Pai amoroso.. neste monte. Ap 21. que obscurece ou é tecido sobre os povos e nações pode se referir a tudo o que impede os povos de verem a glória de Deus. Isto será possível porque Ele “tirará o opróbrio do seu povo”. e assim enxugará o Senhor eová as lágrimas de todos os rostos. Isto inclui não só Israel que voltará ao SENHOR. Deus irá destruir essa coberta ou máscara. SI 22 . e muitas lágrimas devido aos assírios terem levado mais de duzentos m il cativos e os transplantado em outras terras. I Co 15. J s Aniquilará a m orte para sempre. Deus reservou bênçãos maravilhosas para aqueles que são fiéis (cf.4). não que sejam alcoólicos. “enxugará. e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra. Isto faz referência à obra de Cristo e a restauração que virá quando Ele retornar para estabelecer o seu reino milenial. 7 E destruirá. a máscara do rosto com que todos os povos andam cobertos e o véu com que todas as nações se escondem. porque o SENHOR o disse. mas os povos de todas as nações (c f . q iw w in u lo. na sua salvação.. este é o Senhor .

Eles todos se alegrarão na salvação do Ts 1. tentará se salvar. SE N H O R ( c f . m a s o SENHOR abaterá a su a altivez. quer dizer. M oabe será “trilhado debaixo dele” como palha no monturo. e d e r r ib á -la s -á p o r terra. O Espírito “des­ cansará”. continuando com as suas práticas pecaminosas. I Co 1.9.v. I 10 P orque a m ão do SENHOR descan sará neste m on te. a té ao pó. A comparação de nadar no monturo indica que Moabe. Deus derrubará todas as defesas que os seres humanos erigiram contra Ele. Deus derrubará e demolirá as fortalezas nas quais M oabe confi­ ava. Em Ezequiel. arrogante e adúltero povo de M oabe nos caps.7. m a s M oabe será trilhado debaix o dele. Eles não podem adquirir liber­ tação dos seus pecados e culpas nadando no monturo. co m o as esten d e o n a d a d o r p a ra n a dar.20). quer dizer. . como algo inútil. Moabe freqüentemente causava perturbações a Judá e a Jerusalém (2 Rs 13. Em con­ traste com Sião. quer dizer. ou as riquezas ganhas pelas habilidades humanas. que re­ presenta o mundo pecador e os inimigos do povo de Deus.1N o juízo futuro. e “a perícia das mãos deles”. 2 T m 4 . (Cf. e aqui representa todos os inimigos de Deus. não os salvará. O povo de Deus nunca terá que se preocupar ou estar novamente com medo. co m o se trilha a pa lh a no m on tu ro. 15 e 16.6). significa o poder do S e n h o r . M oabe aparentemente se aliou com a Assíria nos dias de Isaías e pode ter sido usado pela A ssíria contra Judá.T t 2. 12 E a b a ix a rá as altas fo r ta le z a s dos teu s m u ro s e a b a tê-la s-á . é freqüentemente paralelo ao Espírito do S e n h o r . o juízo sobre o ímpio. Ele se estabelecerá para ficar. a p esa r da p erícia das su a s m ãos. A altivez deles será abatida.13).10.8 .) S en h o r” “A mão do 11 E M oabe esten d erá as su a s m ã os p o r en tre eles. mas seus esforços serão fúteis.

H ayes.13 I. O cântico é uma canção de louvor que prepara Jerusalém para a sua transformação em uma cidade de paz à medida que Deus cumpre o seu propósito remidor. 19 86 ). “Naquele dia” refere-se ao dia milenial por vir quando Judá e Jeru­ salém terão um cântico dado por Deus para cantar. A H istory o f Ancient Israel and Judah (P hiladelphia: W estm inster Press. Pelo que Isaías louva o Senhor? 2. a que D eu s p ô s a sa lva çã o p o r m u r o s e an tem uros.I -II . baluarte). Ele prote­ gerá o seu povo. se en to a rá este câ n tico n a terra de J u d á : U m a f o r t e cid a d e tem os. O que Deus fará pelo seu povo e como este responderá? 4. N aquele dia. 0 Juízo Prepara para Restauração e Paz 26. A sua salvação será melhor que muros físicos e “antemuros” ( “ba­ luartes” —A RA ). Ele é suficiente. O que Deus fará para todos os povos da terra? 3. D. UM CÂNTICO QUE EXPRESSA CONFIANÇA 2 6 . M axw ell M ille r e John H . 3 5 9. permitindo vigiar a face externa da muralha e atirar contra os assaltantes que tentam escalá-la. Veja J.1-27. Qual é o objetivo da menção de Moabe? CITAÇÕES 1 M oabe declarou sua lealdade à Assíria e aparentemente enviou soldados para que acompanhassem Senaqueribe na sua marcha contra Judá. ou bastiães (parte da fortificação que avança e for­ ma ângulo saliente. .QUESTÕES DE ESTUDO 1.

6). A figura do S E N H O R como uma “rocha” não só fala de força. a verdade (ou. Os que têm firme confiança em Deus pedem aos outros para con­ fiar “no SE N H O R perpetuamente”.2 A bri as portas. ou confiança. significa qualquer pessoa que está correta com Deus. Yah. A palavra “nação” (Heb. cujas mentes (incluindo pensamentos. p o rq u e ele co r fia em ti. Aqui. e a cida de ex a lta da h u m ilh a rá a té ao chão. O termo duplo “Senhor Deus” (Heb. coisas verdadeiras. O profeta pede que os portões sejam abertos para “a nação justa” que observa. No meio das dificuldades e estresses. p a ra qu e en tre nela a n a ção ju sta . repetido para en­ fatizar a autenticidade da paz). 5 P orque ele abate os q u e habitam em lugares sublim es. que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte” (T g 1.10). p o rq u e o S enhor D eu s é u m a roch a etern a. mas de proteção. Força eterna e pro­ teção fazem parte da sua própria natureza. Deus os conservará em verdadeira paz (inclusive bem -estar espiri­ tual). . ou guarda. sbalom shalom. 4 C o n fia i n o SENHOR p erp etu a m en te. YahweF) chama a atenção para a fidelidade de seu nome e caráter de guarda da aliança. Eles crêem e não duvidam —pois o que duvida “é semelhante à onda do mar. segurança e permanência (veja 17. g oi) é freqüentemente usada a respeito dos gentios. Ele não fracassará porque Ele é “uma rocha eterna”. impulsos e tendênci­ as) são inabaláveis e constantes porque a sua confiança está em Deus. Nossa fé e confiança no SE N H O R devem ser contínuas. A cidade será preparada por Deus para o seu povo. 3 Tu co n serv a rá s em p a z aq u ele cu ja m en te está f i r m e em ti. Um a antiga expressão de fé. Deus provê “paz” perfeita (Heb. e a d errib a rá a té ao pó. q u e observa a verdade. fiéis e de confiança). não é suficiente.

<A té no ca m in h o d os teu s ju íz o s. Isto não significa que nós nunca tere­ mos dificuldades. Isto pode significar ou que eles vivem em obediência à sua palavra. O desejo pelo nome do SE N H O R é um desejo para ver a sua natureza e caráter manifestos. O que Deus fez derrubando o orgulho de M oabe e deixando suas cidades em total ruína. tu reta m en te p esa s o a n d a r do ju sto . O caminho do “justo” (os justos com Deus) é um caminho todo plano. O SE N H O R que é o “Deus Justo” faz o caminho “plano”. Isaías agora se volta para o tempo de esperar pelo SE N H O R . ele entrará em triunfo sobre as ruínas que Deus vai ocasionar. SENHOR. ou que eles são fiéis no meio dos juízos que estão come­ çando a vir sobre a terra. confi­ ando nEle. um triunfo que eles não poderiam alcançar por si próprios. O juízo deve preparar o caminho para a restauração. mishpatekha. “decisões”). . Os que estão aguardando esperançosamente pelo SE N H O R . no prumo. 6 O p é a p isa rá : os p és dos a flitos e os p a sso s dos pobres. Ele é ativo. andando no caminho dos seus “juízos” (Heb. Tudo o que nós precisamos fazer é andar com Ele.Deus não somente é uma rocha. Eles também querem ver a sua natureza guardada na memória. Ele abre um caminho quando parece não haver nenhum caminho. ou lutas. Isto também é um desejo para vê-lo em manifestação pessoal. Ele fará ao orgu­ lho de todas as cidades exaltadas do mundo. Deus o faz ordenadamente. Embora o povo de Deus esteja “aflito” (oprim ido) e “pobre” (de­ samparado e insignificante). justo e direto para a sua meta. no teu s n om e e na tu a m em ó ria está o desejo da n ossa alm a. livre de obstáculos. mas Deus nos vê através deles. as suas revelações passadas a respeito de quem Ele é. 7 O ca m in h o do ju s t o é todo p la n o . te esperam os. Quer dizer. problemas.

A m u d an ça p ara a p rim eira p essoa do sin g u lar m o stra que o p ro ­ feta teve esse m esm o desejo em expectativa igu alm en te “de n o ite ”. O SENHOR erguerá a sua mão para agir. “Em uma “terra da retidão”. muito embora o ímpio não possa ver quão retos e justos eles são. ha ven do os teu s ju íz o s na terra. v ê-la -ã o . o ímpio não está pronto para aprender “a justiça”. m a s n em p o r isso a vêem .1 “M adrugarei a buscar-te” inclui a idéia de buscá-lo freqüente ou constantemente. para trazer juízo. p orq u e. até mesmo quando Deus lhes mostra gracioso favor e bondade. m ad ru garei a b u scar-te” in d ica as p ro ­ fu n d id ad es in terio res do seu desejo p elo SENHOR. os m o ra d o res do m u n d o ap ren d em ju stiça . e o testemunho de obedientes buscadores do SENHOR se torna um modo por meio do qual os habitantes da terra “aprenderão justi­ ça”. . onde a verdade de Deus é evidente. Isto terá seu futuro e cumprimento mais completo depois dos juízos da Grande Tribulação (cf. a té na terra da retidão ele p ra tica a in iq ü id a d e e não atenta p a ra a m a jesta d e do S e n h o r .9 C om m in h a alm a te desejei de noite e. a tu a m ã o está ex altada. com o m eu espírito. p o r ém c o n fu n d ir -s e -ã o p o r cau sa do z elo qu e ten s do teu p o v o . mas eles “nem por isso a vêem [reconhecem]”. ou seja. 10 A inda qu e se m o stre f a v o r ao ím pio. m a d ru g a rei a h u sca r-te. Ap 15.. eles ainda agem injustamente. 11 S e n h o r .4).. Mas Isaías clama a Deus para deixá-los ver ( “Que vejam”. N V I) de modo que eles se­ jam confundidos ou envergonhados. “Os teus juízos na terra” são a motivação para fazer isto. Contudo. praticando a iniqüidade e recusando reconhecer “a majestade do S en h or ” . Os juízos de Deus são necessários. que está d en tro de m im . Ele quer que o zelo de Deus pelo seu povo seja visto e quer que o fogo santo de Deus devore os seus inimigos (que também são os inimigos do povo de Deus). A frase “com o m eu espírito . e o f o g o co n su m irá os teu s adversários. n em p o r isso a p ren d e a ju s tiç a .

n os lem b ra m os do teu nom e.2. Deus os visitou com juízo. D eu s nosso. tu n o s d a rás a paz. m as. Deus é o Senhor da história e tem sido fiel e tem feito o seu povo guardar o seu nome na memória como o seu único verda­ deiro Líder. Ê para a sua glória que Deus aumentou a nação ( “aumentaste esta gente”). os visitaste. e apagaste toda a sua m em ória. Ele os lançou para “todos os confins da terra”. ou serão levantados com os justos. Agora todo o remanescente piedoso em Judá confessa o que Deus tem feito por eles. Deus designará a paz para o seu povo e a estabelecerá. SÓ DEUS É DIGNO DE SER HONRADO 2 6 . e os destruiu. Quem honra o nome e a memória do faraó do Êxodo? Os estudiosos discordam até mesmo sobre a identidade desse particular faraó. Ou seja. Em contraste com o juízo sobre o ímpio. e eles não ressuscitarão. A sua salvação é totalmente obra sua. fiz e s te -te g lo r io s o . S enhor . pa ra todos os co n fin s da terra. não to rn a rã o a v iv er. m a s longe os lançaste. p o r isso. Esses antigos senhores se consideravam deuses. e destru íste. Israel durante o tempo dos juizes. 13 Ó S e n h o r . o u tro s sen h ores têm tido dom in io sob re nós. Ele os . e fez a memória deles ser apagada. p o rq u e tu és o que fiz e s te em nós todas as n ossas obras.2 M as o povo honra a Deus somente.1 12 SENHOR. Deus tem feito tudo por eles.1 2 -2 7 . não ressu sci­ tarão. p o r ti só. 14 M orren d o eles. Eles são espíritos mortos no Sheol. 13 Tu. que governarão e reinarão com Cristo durante o M ilênio.fa lecen d o . “Outros senhores” incluíam faraó e os várias governantes que do­ minaram . mas eles eram ape­ nas homens —e eles “não tornarão a viver”. tu a u m en ta ste esta gen te. a u m en ta ste esta gen te.

ó Se n h o r ! Agora. qu an do está p r ó x im a a su a hora. na própria época de Isaías. Isto acontecia repeti­ damente durante o tempo dos juizes. n em ca íra m os m o ra d o res do m un do. Deus trataria dos assírios a seu devido tempo (1 0. nenhuma salvação na terra. 17 C o m o a m u lh er g rá v id a . mas esse tempo ainda não tinha chegado. v in d o sob re eles a tua co rre­ ção. ele e seu povo têm suportado sofrimento na presença do SENHOR. os assírios. te visita ra m . .C. (Houve alguma expansão do território de Judá nos dias de Isaías. despertai e ex u ltai. 18 B em con ceb em os nós e tiv em o s dores de parto. Quando uma criança nasce a dor se transforma em alegria. 19 O s teu s m o rto s viverão. será co m o o orva lh o das erva s. os teu s m o rto s ressu scita rã o.) 16 SENHOR. Não houve nenhuma liberta­ ção. no aperto. d erra m a ra m a su a ora ção secreta. M as no sofrimento do seu povo não houve nenhum nascimento. não caíram. nenhum bom resultado —só vento. mas Isaías olha para o futuro para algo muito maior por ocasião do Milênio. e os governantes do mundo. Eles quase não podiam sussurrar. Por causa dos juízos dEle. apenas dor. mas por causa de quem Ele é.aumentou não por causa de quem os israelitas são. tem d o res de p a rto e dá g r ito s n a s su a s dores. a ssim f o m o s nós p o r ca u sa da tua fa c e . Deus os disciplinou e os trouxe de volta a Si mesmo. livra m en to não tro u x em o s à terra. Também aconteceu em uma revolta frustrada d e 7 I 2 a 7 I I a.12 ). v ó s qu e habitais no pó. Então eles verdadeiramente reconhecerão a glória de Deus. m a s isso não f o i sen ã o v en to . p o rq u e o teu orvalho. ó D eu s. mas como fizeram uma oração como um sussurro ( “oração secreta”). eles têm clamado como uma mulher nas dores agudas de parto. Isaías “lembra” ao SENHOR de como os israelitas buscaram a Deus em tempos de dificuldades. e a terra la n ça rá de si os m ortos.

“Orvalho” é simbólico e diz respeito à bênção e favor de Deus.26. pois. M as a profecia de Isaías acrescenta uma outra espe­ rança —a esperança de ressurreição (cf. uma planta sensível à luz. A expressão “orvalho das ervas” é a mesma na KJV A versão ARA indica “orvalho de vida”. quando as sepultu­ ras na terra se abrirem e os mortos se levantarem (cf. Semelhante a Salomão.Em contraste com os ímpios que são derrubados “até ao pó” (v. Jo 5. eles esperavam que o caminho de vida os conduzisse para o lugar acima para os sábios (aqueles que temem e adoram ao S e n h o r ) a fim de evitar o Sheol embaixo (quer dizer. 20 Vai. Fp 3. é traduzido me­ lhor aqui como “luzes” (margem da NASB). IT s 4.17).2. Jó 19. Em 2 Reis 4. Dn 12. entra nos teus qu artos e fech a as tuas p orta s sobre ti. SI 16. As portas serão abertas naquele alegre dia milenial (v.2 e indicariam assim estar no céu durante o tempo . p o v o m eu .21. I Co 1 5 . até que pa sse a ira.23).5). significando uma abun­ dância de luz que vem quando o sol da manhã aparece sobre o hori­ zonte.2). esco n d e-te só p o r u m m om en to.16. M as agora a chamada é para o povo de Deus entrar nos seus quartos e fechar a porta “por um momento”. eles já tinham uma esperança de morar para sempre na casa do S e n h o r . os mortos que pertencem ao S E N H O R ( “os teus mortos”) vive­ rão.39 “ervas” se refere à malva ÇMalva rotundifolía ).28.5 0 -5 3 . literalmente “passe sobre” (a mesma palavra usada por ocasião da Páscoa em Ex 12. eles esperavam em Deus para guiálos nesta vida com o seu conselho e posteriormente levá-los para a glória do céu.10.12. Porém. a morte não significa o fim. Haverá uma chamada para o povo de Deus despertar e exultar de alegria ( “despertai e exultai”). Os quartos são tidos por alguns como sendo os mencionados por Jesus em João 14. Como Asafe ( S I 73.6). até que o juízo “passe”. mas a linguagem é muito individualista aqui. inferno). Isto fala de uma abundância de vida aqui. Isaías espera o seu corpo morto se levantar com eles.24). Como Davi ( S I 23.29.2). Para o povo de Deus. Alguns aplicam isto à restaura­ ção nacional de Israel (como em Ez 36 e 37). Dn 12.

um nome para o Egito (cf.9). isto parece referir-se à Assíria nas margens do rio Tigre. Um exemplo disto é o juízo sobre os assírios. 30. A razão para que o povo de Deus feche as suas portas (e assim se aproximando do S e n h o r ) é que Deus virá “para castigar os morado­ res da terra. A terra cooperará por descobrir o sangue e os corpos dos mortos. o Senhor ca stiga rá com a su a d u ra espada. “Leviatã” é um termo usado a respeito de várias criaturas do mar ou monstros dos rios. Isaías viu um dia no porvir quando Deus os “castigará com a sua dura espada.26) e o crocodilo (Jó 4 I .7). O “m ar” neste caso refere-se ao rio Nilo. g r a n d e e fo r te . onde Jesus instrui os seus ouvintes a como orar “em secreto” (A R A ). por causa da sua iniqüidade”. que não durará muito tempo. A repetição enfatiza o caráter sobrenatural do castigo. tais como a baleia (SI 104. . Aqui parece indicar que o povo de Deus escapará da terrível ira e juízo de Deus (cf.I ). a serp en te tortu osa. isto parece referir-se à Babilônia no rio Eufrates. a serp en te veloz. Como a “serpente veloz”. tannin) é paralelo a Raabe. Nada estará oculto de Deus. e a terra des~ co b rirá o seu sa n gu e e não en co b rirá m a is aq u eles qu e fo r a m m ortos. e m a ta rá o dragão qu e está n o mar. Outros comparam isto a M ateus 6. p o r cau sa da su a iniq ü idad e. 21 P orque eis que o SENHOR sa irá do seu lu ga r p a ra ca stiga r os m o ra d o res da terra. e o leviatã. Como a “serpente tortuosa”. ou “a arrogante”.do juízo.6. por toda a sua desonestidade e transgressão. Estas três nações eram as principais inimigas de Israel nos dias de Isaías. “a aflita”. I Ts 5. O castigo deles é um antegosto do castigo completo por vir sobre todas as nações ímpias durante a Grande Tribulação no fim dos tempos. O “dragão” ou monstro (Heb. Juntas elas são representativas de todos os inimigos que são contra Deus e o seu povo. o leviatã. 1 N aquele dia. grande e forte”.

“Naquele dia” olha à frente para o que Deus fará no futuro dis­ tante. a cada m om en to.2 -1 3 a. porém. trazem chamar. sim .2— 6 2 N aquele dia. a g u a r d o e.) Este produz uma boa colheita de uvas doces. Deus os convida a vir a Ele para refúgio ( “que se apodere da m inha força” —literalm ente no Heb.12 e em Amós 5 . Isto pode significar que Ele purificará o seu povo. “deliciosa” —A R A ) é traduzida como “desejá­ veis” em Isaías 32. 3 Eu. p a ra qu e n in gu ém lhe f a ç a dano. em contraste com as uvas bravas da vinha no capítulo 5. can tai-lh e. Se sarças e espinheiros aparecerem. A expressão “vinho tinto” ( “frutífera” —N V I. provisão e pro­ teção são contínuos. que f a ç a p a z com igo. isto não se ajusta à idéia de um vinhedo. U m Segundo Cântico da Vinha 27 . é o guardião da vinha. O seu amor fiel tem esperado até que Israel ponha a sua confiança nEle. de n oite e de dia a gu a rd a rei. Esta é uma vinha de beleza e delícia.4) que estão contra Deus. O seu cuidado. Deus agora não tem nenhuma ira ou ressentimento contra esta vinha. O SE N H O R 4 N ão há in d ign a çã o em m im . qu em m e p o ria sa rça s e esp in h ei ros dia n te de m im na g u e r r a ? Eu iria con tra eles e ju n ta m en te os qu eim aria.1 1. Este é um outro cântico da vinha. a rega rei. h a verá u m a vin h a de vin h o tinto. o SENHOR. ISRAEL FERIDO PARA QUE POSSA DAR FRUTO 2 7 . 3 O u que se ap od ere da m in h a f o r ç a e fa ç a p a z com igo. (Alguns manuscritos Heb. Em contraste com a vinha do capítulo 5. N em tudo é desesperança para as “sarças e espinheiros” (v.3. “que se . Ele os arraigará e os queimará. “vinho que está es­ pumando à medida que fermenta”.

Podemos ir a Deus como a um Pai amoroso e Ele cuidará de nós.3. Deste modo nós temos um cumprimento da promessa a Abraão em Gênesis 12. .coloquem sob a m inha proteção”). a nação de Israel. como. A Culpa de Jacó a Ser Expiada 27. será transform ada e será como uma videira cuja totalidade das partes —raiz.000 homens do exército de Senaqueribe? A resposta é não. Ele ainda procede assim. que teve a sua origem em Jacó. broto. O caminho da salvação está sempre aberto. flor e fruto —é formosamente desenvolvida. o suplantador e enganador. o modo com o qual Ele subm ergiu todo o exército egípcio no m ar Vermelho? Porventura Ele já os matou do modo que matou os 185. Ele foi gracioso para com eles e os amou. Deus sempre deixou uma sobra de seu povo Israel. porventura Deus já os feriu do modo que feriu os seus inimigos.o ele co m o f e r i u aos qu e o fe r ir a m ? O u m a to u -o ele a ssim co m o m a tou aos qu e p o r ele f o r a m m o rto s? Relembrando a história de Israel.7— 13 7 P o rven tu ra . e flo r e s c e r á e brotará Isra el. Jacó. a mais excelente Se­ mente de Abraão. até mesmo para os que parecem como desagradáveis e irritantes sarças e espinheiros. como um lugar seguro. Como resultado. Como os capítulos 9 e I I mostraram. Ele quer que todos os adversários se arrependam e façam paz consigo. e en ch erão de f r u t o a f a c e do m un do. Deus restaurará a Israel e o fará prosperar. por exemplo. o mundo inteiro será abençoado por seus “frutos”. foi transformado quando lu ­ tou com o anjo e recebeu o novo nome de “Israel” (Gn 3 2 . a qual também é o mais ilustre Filho de Davi tornará isto possível. f e r i u .2 4 — 8 ). 6 D ia s v irã o em q u e J a có la n ça rá raízes. Não im porta como eles falharam ou com que freqüência se desviaram do S E N H O R . 2 Nos dias do reino m ilenial por vir. b. O fruto pressupõe a justiça que influenciará a outros. um lu ­ gar de refúgio.

Ele irá lidar com eles de forma que “se expiará a iniqüidade de Jacó” e o seu pecado será tirado. o trataste” —A R A ) traduz uma palavra hebraica usada só aqui e provavelmente significa “enxotando” ou “espantan­ do”.s C om m ed id a co n ten d este com ela qu an do a rejeitaste. os bosques e as im agen s do so l não p o d erã o f i c a r em pé. 10 P orque a cid a d e f o r t e está solitária.4). ele a tiro u co m o seu v en to fo r te .. levaram os habitantes do reino norte de Israel para o exílio. As “pedras do altar” que são “feitas em pedaços” ou podem ser alta­ res para a falsa adoração ou podem representar o antigo sistema sacrificial que será anulado. p a sta rã o os bezerros. e a li se deitarão. De­ pois Senaqueribe levou o povo de Judá para o exílio. Parte disto envolverá a remoção da falsa adoração. mas nesta conexão este termo é provavelmente um . Os assírios sob o comando deTiglate-Pileser III. mas lidar com eles de certo modo que os trouxesse de volta a Ele. assim os postes-ídolos a Asera (símbolos da ado­ ração de Asera. Ezequias pôs fim à falsa adoração (2 Rs 18. 9 P or isso. que incluía prostituição) e os altares de incenso “não poderão ficar de pé”. e d evora rã o os seu s ram os. Só então poderia Israel se tornar a vinha agradável e frutífera do versículo 2. ali. Eles foram o “vento forte” de Deus. se ex p ia rá a in iq ü id a d e de Ja có . “Com m edida contendeste” ( “Com x ô! xô! . e depois sob o de Sargão II. e este será todo o f r u t o de se h a ver tira do o seu p eca d o. q u a n d o ele f i z e r a todas as p ed ra s do a lta r co m o p ed ra s de ca l f e i t a s em pedaços. O propósito de Deus nunca foi destruí-los completamente. u m a habitação rejeita d a e ab andon ada co m o u m d eserto. O amor e cuidado de Deus por seu povo inclui disciplina e sofri­ mento. no tem po do v en to leste.. Alguns comentaristas entendem “a cidade forte” como signifi­ cando Jerusalém. como uma rajada de “vento leste” do deserto. Os juízos de Deus sobre Israel no passado foram severos.

os lugares seguros dos inimigos de Deus e do seu povo. Embora a intenção de Deus seja restabelecer a nação de Israel. Ap 16.coletivo para as cidades deste mundo (cf. na q u ele dia. z1 Q u a n d o os seu s ra m os se secarem . p o r isso. ó f i lh o s de Israel. Ele também estará inte­ . M uito embora Deus os tenha criado. isto é. um ajunta­ mento do trigo bom. Ele ajuntará “desde as correntes do rio [Eufrates]. Deus trará uma colheita. debulhando o grão da palha. sereis colh id os u m a um . N ada será deixado deles (cf. o Dia do Juízo. porque de tal modo entorpeceram as suas mentes e corações que até mesmo a sua graça salvadora não os al­ cançou. a partir da área total que uma vez foi dominada por Salomão nos dias da sua grandeza. 25. as mulheres virão e usarão os galhos para fazer fogo. de modo que “ali pastarão os bezerros” onde eles estiveram. 12 E será.19). v in d o as m u lh eres. e vós. quando os ramos se secarem e forem que­ brados. aq uele qu e o f e z não se co m p a d ecerá dele e aquele qu e o f o r m o u não lhe m o stra rá n en h u m fa v o r . serã o quebrados. até ao rio [vadi —denominação árabe dos leitos de riachos interm i­ tentes do norte da África e do Oriente Próximo. Nas cidades desertas. Eles não tinham nenhum entendimento de Deus. conquanto Deus os tenha formado com o cuidado como o de um hábil oleiro. não tendo nenhuma percepção das verdades espirituais ou dos ca­ minhos de Deus.2). também será trazida a restauração. Ele “não lhes mostrará nenhum favor”. os acenderão. O verdadeiro povo de Israel será recolhido um por um e será recolocado na terra. os quais só não estão secos na estação chuvosa] do Egito” (o vadi El-Arish na borda do Egito). p o rq u e este p o v o não é p o v o de en ten d i­ m en to. qu e o SENHOR p a d eja rá o seu f r u t o desde as co rren tes do rio a té ao rio do E gito. “Naquele dia”. As suas defesas não os salvarão do juízo de Deus. Aque­ les que são deixados após o juízo são pessoas sem “entendimento”.

hostilizado e perecendo na Assíria.10? A Daniel 12.2 ? 5. Como 26. em Lucas 15). as parábolas de Jesus a respeito da Ovelha Perdida. Como o cântico profético de 27. sem lar. Deles virá não só Israel.3). O que acontecerá aos opressores de Israel? 4. O que o leviatã simboliza? 6. A Assíria era o lugar onde os exilados de Israel estavam nos dias de Isaías. 13 E será. “U m a grande trombeta” será tocada. QUESTÕES DE ESTU D O 1. Ela chamará o povo de volta à casa para adorar —o povo que está desterrado. mas outros que irão adorar ao S e n h o r (cf. embora o Egito tenha sido o lugar da escravidão deles nos dias de Moisés. Que esperança é dada ao remanescente futuro? . “um por um” (cf. da Dracma Perdida e do Filho Pródigo. em Jerusa­ lém”.19 se relaciona a Jó 19. naqu ele dia.2— é diferente do cântico da 6 vinha no capítulo 5? 7. Que lições do cântico podem ser aplicadas aos nossos dias? 2.2.ressado a respeito da salvação de cada indivíduo. em Jeru sa lém . Quais as razões que Isaías concedeu para que buscassem o Se­ nhor? 3. Is 2. Estes dois países representam todos os lugares no mundo onde Israel sofre. qu e se toca rá u m a g r a n d e trom beta. Isto também fará com que os exilados no Egito venham e adorem “ao S E N H O R no monte santo.26? A Salmos 16. Que juízos estão a ponto de alcançar Israel? 8. e os qu e a n davam p erd id o s p ela terra da A ssíria e os qu e f o r a m desterrad os p a ra a terra do E gito to rn a rã o a v i r e ad orarã o ao SENHOR n o m o n te santo.

O o rg u lh o que os co n d u z iu a se diver tir d eix a-o s despreparados para o juízo que está para vir. balume. ed. rev. 1996). E.I I. Os seus líderes estão bêbados em um banquete que honra a Sam aria como uma “coroa”. R J: CPAD. M as a coroa está enfraquecendo. AI DE EFRAIM 28. O reino norte é chamado de “Efraim” porque Efraim era a sua principal tribo.1-29 a. (R io de Janeiro. 2 Alguns comentadores acreditam que Isaías estava se referindo a reis atuais como T iglate-Pileser III e Sargão II. como a bonita cidade de S a­ m aria está em um a colina íngrem e sobre a cabeça de seu fértil vale. ed. Os líderes estão “vencidos” (H eb. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le d os v en cid o s do vinho.1 A palavra profética de Deus para o reino norte de Israel é que este está maduro para o juízo.I-33. “A Criação do Universo e da H um anidade” em Teologia Sistemática. O “A i” os adverte. a coroa de um vencedor.CITAÇÕES 1 T im othy M unyon.C .2 4 7 . O livro de Isaías agora retorna ao tempo antes de a Assíria ter conquistado o reino norte de Israel e tomado Sam aria em 72 2 a.Os Seis Ais 28. Eles imaginam que são inconquistáveis e que o seu poder e posição lhes dá o privilégio de se satisfazerem.1— 8 1 A i da coroa de soberba d os bêbados de B fra im } cu jo g lo r io so o rn a m en to é co m o a f l o r qu e ca i. Stanley M . H orton. “dom inados”) pelo vinho. Os Líderes Bêbados 28 . Tanto a em briaguez . 2 4 6 .

Samaria é comparada primeiro a uma flor caída. a coroa. o engole. v io len ­ ta m en te a d errib a rá p o r terra.II-I7). 5 N aquele dia. 2 E is que o SENHOR m a n d a rá u m hom em v a len te e p od eroso. o SENHOR dos E x ércitos será p o r coroa g lo r io sa e p o r g r in a ld a f o r m o s a p a ra os resta n tes de seu p o v o . Ironicamente. Tão logo uma pessoa veja tal figo. o homem “valente e poderoso” que o SE N H O R usa­ rá é a Assíria. 3 A coroa de soberba dos bêbados de E fraim será pisa da aos pés. Is 5. O p ró p rio SENHOR se to rn a ­ rá a coroa de u m vencedor glo rio so e u m a g rin a ld a b o n ita ou diad em a . o estoura na sua boca. clepoís a um figo maduro colhido antes do verão. Esta profe­ cia foi cumprida quando Salmaneser sitiou Sam aria por três anos e a cidade caiu em 72 2 a. ela o colhe. Ele não adiará o juízo. e não restará nada de Samaria.como o orgulho inebriado dem andam o juízo de Deus (cf. “será pisada aos pés”. qu e está sob re a cabeça do f é r t i l v a le será co m o o f i g o a n tes do verão. que.C. co m o u m a queda de saraiva. E exatamente como Deus diz. v en d o o a lgu ém e ten d o -o ain d a na m ão. Israel será completamente derrotado. Ironicamente. e o engole. N ovam ente Isaías o lh a p ara o d ia m ile n ia l futuro com o um co n­ traste co m a presente situação de Israel. um símbolo de vitória —a coroa do vence­ dor —e um símbolo do orgulho dos bêbedos de Efraim. u m a to rm en ta de d estru içã o e com o u m a tem p estad e de im petu osas á gu a s q u e tra n sb ordam . 4 E a f l o r caíd a do seu g lo r io so orn a m en to. A Assíria cumprirá o juízo de Deus sobre Samaria. A vinda do exército assírio sob o comando de Salmaneser é comparada tanto à violenta destruição de uma chuva de pedras ( “queda de saraiva”) como a uma inundação.

N m 11.18). Eles estão cambale­ ando embriagados para a destruição.para o remanescente de todo o Israel —um completo contraste com o orgulho e a presunção dos ornamentos que desvanecem como uma flor dos bêbedos de Efraim (v.10. são a b sorvid os do vinho. como “um espírito de juízo”. Em todas as decisões o SE N H O R . a n d a m erra d os na visã o e tropeçam n o ju íz o . de modo que cometiam erros nos seus julgamentos (c f Am 4.24.1.1. c f E f 5. porém.9. d esen ca m in h a m ~ se p o r ca u sa da b eb id a fo rte. eles estavam cheios de vinho e outra bebida fermentada (Lv 10. a té o sa cerd ote e o p ro feta erra m p o r cau sa da b eb id a fo rte. Em vez de estarem cheios com o Espírito de Deus. A embriaguez extrema deles é absolutamente imunda e asquerosa. M as tam b ém estes erra m p o r cau sa do vin h o e co m a bebida f o r t e se d esen ca m in h a m . 6. Ele também será a força para os que levam a batalha aos portões da cidade do inimigo (ou o significado pode ser os que nos portões de suas próprias cidades as defendem do inimigo).2 M ais provavelmente. 25.I)! 6 e será esp írito d e ju íz o p a ra o qu e se assen ta a ju l g a r e p o r fo r ta le z a p a ra os qu e fa z e m r e cu a r a p eleja a té à p orta . Isto pode retratar Sam aria como no versículo I. dará a sua força para habilitar a todos os que serão juizes ou governantes para fazer o que é certo.29. Nos dias de Isaías eles estavam tão bêbados de vinho e cerveja que não podiam ver o direito. isto dá um passo à frente a um tempo posterior em uma mesa de banquete onde os líderes do partido da guerra em Jerusalém estavam celebrando o retorno de mensageiros ao Egito.6). Estes mensageiros . 8 P orque todas as su a s m esa s estão cheias de v ô m ito s e de tmun~ dícia. Aqueles que têm o SE N H O R como a sua força substituirão os governantes. sacerdotes e profetas anteriores. não há n en h u m lu g a r lim po.

a sua mensagem era simples e clara. Os assírios.9 -2 2 9 A quem .3 . tsau latsau. junto com os sacerdotes e profe­ tas que os apóiam. u m p o u co ali. qau laqau. a qual sugerem que o profeta de Deus não possui. b. Eles afirmavam compulsivamente que Isaías os estava tratando como se fossem crianças peque­ nas. estão à vista. Isaías responde dizendo que se eles não aprenderem a lição. ze’er sham. z te r sbam). M uitos incrédulos hoje são como eles. De fato. se en sin a ria a ciên cia ? E a q u em se d a ria a en ten d er o qu e se o u v iu ? Ao d esm a m a d o e ao a rra n ca d o dos seios? Os líderes do partido da guerra. p o r lábios estra?ihos e p o r ou tra língua. não só por nossas palavras. 10 P orque é m a n d a m en to sobre m an d a m en to. Os Escarnecedores Aprendem pelo M étodo D ifícil 2 8 . com a sua língua acadiana. pres­ tando atenção à mensagem simples na sua própria língua. p ois'. como recitando o ABC (Heb. Eles escarnecem de sua mensagem como se fosse conversa de bebê. qau laqau. Nós precisamos testemu­ nhar a verdade da Bíblia. regra sob re regra. f a l a r á a este povo. repetindo sílabas. Deus usa­ ria o povo de uma outra língua para ensiná-los. 11 P elo que.vieram com a promessa de ajuda contra a Assíria. tsau latsau. ou dizem que é obsoleta. m a n d a m en to e m a is m an d a m en to. Eles estão alegando uma compreensão madura da situação mundial nos seus dias. O mero pensamen­ to da celebração bêbeda deles era detestável a Isaías. Não consideram que a Bíblia é lógica. começam a escarnecer de Isaías: Eles querem que este saiba que eles não são bebês e não precisam dos seus conselhos. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. mas por nossas vidas.

Portanto. pa ra que vão. q u an do p a ssa r o d ilú v io do açoite. mas eles falirão nos seus propósitos e serão derrotados. que estão zombando da palavra de Deus e do profeta de Deus.12 ao q u a l disse: Este é o descanso. não ch ega rá a nós. Eles tinham rejeitado a sua aliança com o Senhor e estavam confiantes na habilidade humana. m a s não q u isera m ouvir. a p a la vra do SENHOR lhes será m a n d a m en to soh re m an dam en to. M as a mensagem apenas en­ durecerá os corações daqueles que a rejeitaram. u m p o u co ali. hom en s esca rn eced o res que d o m in a is este p o v o qu e está em Jeru sa lém . . de um modo arrogante e cínico. Deus os deixará con­ tinuarem com os seus planos. dai d escan so ao can sad o. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e o acordo secreto deles com o inferno (Sheol.7. p o rq u e p u sem o s a m en tira p o r n osso refú g io e debaix o da fa ls id a d e n os escon dem os. em Jerusalém. a p a la vra do SENHOR. 4 O u v i. e este é o refrig ério . ou príncipes. Deus tem uma palavra adicional para os governantes poderosos. apanhados em arm adilha e capturados. pois. regra so ­ bre regra. 13 A ssim . e caiam p a ra trás. m a n d a m en to e m a is m an dam en to. 10. e se quebrantem . e sejam presos. mas eles se recusaram a escutar. a palavra do SE N H O R continuará sendo uma mensagem simples e será cumprida pelos assírios. p ois. regra e m a is regra: u m p o u co aqui. 8. A mensagem de Deus através de Isaías tinha a pretensão de trazer descanso —incluindo segurança e rejuvenescimento —para o seu povo. e se en lacem . inferno. talvez encoraja­ dos por aqueles que dependiam de práticas ocultas para orientação. não a sepultura)4 era de fato uma aliança com o Egito para ajuda contra o açoite opressivo da Assíria (cf. 15 P orq u a n to dizeis: F iz em os co n certo com a m o rte e co m o in fer n o fi z e m o s alia n ça .5).

uma pedra preciosa. 17. mishqaleth) era de fato um nível usado para conferir preci­ são horizontal (não um fio de prumo m oderno).4-8). O próprio Deus é a Pedra.10. Aqueles que acreditam e confiam em Deus não terão que se apressar aqui e ali.14. Ele estava presente como a fundação para o futuro cumpri­ mento do seu plano divino e do reino por vir.24 ).11.22. 16 P ortanto. Rm 9. os quais planejavam rebelião contra a Assíria e confiavam no Egito. E f 2. porque Ele é a Pedra que os construtores rejeitaram (SI 1 18. p elo p ru m o .1 1. uma pedra já testada.Contudo.33. e as águ a s co b rirã o o esconderijo. 37. 1 0 . Gn 49. qu e está bem f i r m e e fu n d a d a . Em contraste com o ridículo refúgio deles de mentiras e falsidade. I Pe 2.1 1.42). .5 Quando uma pare­ de é testada pela linha de medir e o nível está torto. e aquEle sobre o qual a Igreja é construída (A t 4 .18. ele era como uma base que ficou firme (c f 36. valiosa.15— 0 ). Deus está assentando em Sião um fundamento de pedra. buscando ajuda humana ou fugindo de inimigos humanos.20. eles estavam realmente pondo a mentira por seu refugio e se escondendo debaixo da falsidade. se­ rão testados pelo juízo e justiça de Deus. aq uele qu e cr e r não se apresse. 17 E regra rei o ju íz o p ela linha e a ju stiça . A linha de medir fazia a mensuração horizontalmente. M t 21. a ssim d iz o S en h or JE O V Á : E is qu e eu a ssen tei em Sião u m a pedra. M as Jesus Cristo é o cumprimento defini­ 2 tivo.15.21. da fundação (veja 8. O “pru­ mo” (Heb. p ed ra p recio sa de esqui~ na. Os incrédulos fazem o mesmo hoje e se fazem a si mesmos bobos aos olhos de Deus. “bem firme e fundada”. As mentiras e esquemas dos príncipes de Jerusalém. eles descansarão nEle e desfrutarão a sua paz. u m a p ed ra j á p rova d a . Quando Ezequias tomou uma posição de fé. e a sa ra iva v a rr er á o refú g io da m en tira . Por causa da sua fé em Deus. a parede deve ser demolida. Eles descobrirão quão frá­ gil é o refúgio de mentiras deles. cf. I Co 3 .

vitórias que asseguraram o controle de Davi sobre Jerusalém. p a ra f a z e r a su a obra. veja v. 12). a provará verdadeira e seu cumprimento os terrificará.11— 23. não sepultura. a . pois a palavra de Deus. Os assírios atravessarão a terra repetidamente e trarão terror aos que escarneceram da mensagem de Isaías a respeito de descanso e refrigério. qu e n in gu ém se p o d e r á esten ­ d e r n ela . 19 D esd e qu e co m ece a passar. e . Isto trará um fim ao escarnecer deles. e se irará. Eles con­ fiaram no Egito.17— I Cr 14. e será que so m en te o o u v ir ta l n otícia ca u sa rá g r a n d e turbação. co m o no m o n te de P erazim . 16). q u e n in g u ém se p o d erá co ­ b r ir co m ele. co m o no va le de G ibeão. O “concerto com a m orte” que eles fizeram e a secreta “aliança com o inferno” (inferno. “tal notícia”. sereis o p rim id o s p o r ele. A cama e o cobertor que eles escolheram (para des­ canso e refrigério) refere-se às mentiras e falsidades do versículo 15 e envolvia o rompimento dos tratados que eles tinham feito. mas a ajuda do Egito não seria suficiente para pro­ teger Judá da Assíria. a su a estran ha obra. 21 P orque o Senhor se levan tará. então. tão estreito. v o s arrebatará. Todos serão arrasta­ dos e os escarnecedores serão derrotados. 15) não subsistirão quando o açoite da Assíria inundar a sua terra. O S E N H O R é o mesmo Deus que deu a Davi vitórias sobre os filisteus “no monte de Perazim” (veja 2 Sm 5. e a vossa alian ça com o in fer n o não su b sistirá . p o rq u e todas as m an hãs p a ssa rá e todos os dias e todas as noites.18 E o vo sso co n certo co m a m o rte se a n u la rá . Eles rejeitaram a oferta de Deus de um lugar de descanso para o cansado (v. 20 P orq u e a ca m a será tão cu rta . q u an do o d ilú v io do a ço ite p a s­ sar. o seu estran ho ato. e p a ra ex ecu ta r o seu ato . e o cobertor.

Quatro imperativos os chamam a prestar uma cuidadosa atenção em Deus. Agora Deus fará uma “estranha obra”. pois. M as os crentes precisam estar emitindo uma últim a chamada ao arrependimento. c. Ele é o mesmo Deus que fez o Sol ficar parado “no vale de Gibeão” de modo que Josué pudesse ter uma vitória so­ bre os amorreus (Js 10. pode significar tanto “país. o u lança n ela do m elh o r trigo.nova capital nacional. v. referindo-se à nação. nação” como “o planeta Terra”). Isto não pode ser mudado. Isaías suplica às pessoas para que não se mostrem escarnecedoras. Deus tem decretado destruição “sobre toda a terra”. ou ao planeta Terra inteiro (o Heb. Não obstante. A destruição virá. um “estranho ato” —Ele trará juízo sobre o mesmo povo ao qual deu vitórias. p a ra qu e vossa s ligad u ras se n ã o f a ç a m m a is f o r t e s . e sem eia com in h os. e esta j á está d eterm in a d a soh re toda a terra. atendei bem e o u v i o m eu discurso. é muito tarde para mudar isto. Isaías não quer que o povo continue escarnecendo da mensagem.23— 29 23 In clin a i os o u v id o s e o u v i a m in h a voz. antes. eles poderiam ainda se voltar ao SE N H O R e parar o seu ajuntamento de força. não m a is escarn eça is. ou . p a ra sem ea r? O u ab re e esterroa todo o dia a su a terra ? 25 N ão é. 22 A gora. p o rq u e j á o u v i o S en hor J eová dos E x ércitos f a l a r de u m a destru ição. 24 P orven tu ra . lavra todo o dia o lavrador. Assim também a destruição da Grande Tribulação virá no fim dos tempos. então. zombadoras ou desdenhadoras (cf. 14) para que as suas cadeias não se façam “mais fortes”. A Sabedoria N atural Vem do S enhor 28 . assim : q u an do j á tem g ra d a d o a su a su p e-fície.10— 14) e continuou a conquista da Terra Prometida. espalha nela ervilha ca.

Nigella sativá). 28 O trigo é esm iu ça d o. com u m p ed a ço de p a u . de acordo com as suas necessidades. n em so b re os com in h os pa ssa roda de ca rro. é trigo emmer ( Triticum sativum). Isaías quer que os escarnecedores saibam que tudo isso requer louvo­ res a Deus por sua sabedoria e orientação. cad a q u a l n o seu lu ga r? 26 O seu D eu s o en sin a e o in stru i a cerca do qu e há de ja z e r. A aplicação destas duas lições. “centeio” (K JV ). n em se es­ m iu ça co m as rod as do seu carro. moído. Deus tirará do processo purificador um remanescente justo. que tem a semente dividida. Isaías mostra que as várias sementes e grãos não são debulhados da mesma maneira. “Ceva­ da” (A R A ). é que Deus levará os seus propósitos adiante à própria finalidade deles. a verdadeira Fonte. ou centeio. Continuando a lição. Por uma série de perguntas retóricas. este deve ser “esmiuçado”. eles preparam o chão de acordo com o tipo de semente. m a s n ã o se trilha co n tin u a m en te. se sa cod e a ervilh a ca e os com in h os. Esta sabedoria prática tam­ bém “procede do S e n h o r ” . “Cominho” ( Cuminum cym inum ) é uma planta da fam ília da cenoura com sementes aromáticas. 29 A té isto p r o ced e do SENHOR dos E x ércitos. Ele também está interessado em purificar.ceva d a escolhida. ou “espelta”. O texto no hebraico indica que é provavelmente cominho preto (Lat. A versão A R A in­ dica “endro” em vez de “ervilhaca”. n em se quebra co m os seu s cavalos. Tampouco alguém malha continuamente o grão de trigo que se pretende para fazer pão. 27 P orque a ervilh a ca não se trilha com in stru m en to de trilhar. ou parábolas. p o rq u e é m a ra vilh oso em con selho e g r a n d e em obra. o grão se espalharia e nunca esmiuçaria. S e uma pessoa continuasse trilhando. Isaías lembra o povo a respeito de uma sabedoria prática que vem de Deus: ninguém ara a terra somente por arar. Isaías tira uma lição da agricultura para mostrar que Deus tem a restauração em mente. não des­ truir. . co m u m a vara. que é “maravilhoso em conselho e grande em obra”. não simplesmente juízo e destruição. m as.

e su ced a m -se as festa s. “como A riel” (veja v. e seus habitantes lamentarão e se entristecerão porque Deus a transformará em um lugar onde o fogo do seu juízo consome com terrível calor.I . 3 P orque te cerca rei co m o m eu arraial. e assim representava a cidade sagrada de Jerusalém. A s cerimônias não impedirão o juízo de vir. p o r ei a A riel em aperto.I 4 a. da cid a d e de A riel. No entanto.1 — 4 1 A i de A riel. e ela será p a ra m im co m o A riel. “Ariel” pode significar “leão de Deus” como um nome simbólico para Jerusalém. 2 C ontu do. Essas festas eram legítimas.) será o SE N H O R . mas tinham se tornado sem sentido porque o povo não tinha nenhuma fé genuína ou confiança no SE N H O R . e te sitia rei co m ba lu a r­ tes. Jerusalém Será Abatida 2 9 . Dizendo para as pessoas acrescentarem “ano a ano” e deixar o ciclo das “festas” (as festas de Lv 23 com os seus sacrifícios e oferendas) continuar. a cidade de Davi. . Deus usará os assírios.I e comentário). Outros entendem isto como significando “forna­ lha do altar”. em qu e D a v i a ssen tou o seu a rra ia l! A crescen ta i an o a ano. a real Pessoa por trás do cerco de Jerusalém (em 7 0 1 a. e h a verá p ra n to e tristeza.C.2. Isaías está dizendo que o tempo pode passar e as formas religiosas e as cerimônias deles podem continuar. angústia). Os líderes bêbados de Jerusalém e seu povo pensavam que Deus nunca deixaria alguma coisa acontecer a eles porque a cidade era sa­ grada. e leva n ta rei trin ch eira s co n tra ti. Isaías ainda pode estar falando com os zombadores. AI DE ARIEL. contudo. Deus colocaria Jerusalém “em aperto” (opressão. A CIDADE DE DAVI 2 9 .6 ( “lareira de Deus” —A RA ) o topo do altar onde o fogo continuamente consumia os sacrifícios.

f a l a r ás d e debaix o da terra. O orgulho e a autoconfiança deles serão abatidos. com o tam bém todos os que peleja rem con tra ela e con tra os seu s m u ro s e a p u serem em aperto. ou co m o o seq u ioso que . isso acon tecerá. Deus libertará Jerusalém. Para os inimigos isto será um pesadelo. O Salmo 126 provavelmente foi escrito depois daquela libertação. embora a ameaça e a angústia fossem reais na ocasião. A referência primária é para a libertação de Senaqueribe. e tem pestade. sen te a su a alm a vazia. Depois da libertação a grande multidão dos seus inimigos parecerá como um sonho que é passado. b. e labareda de f o g o con su m idor. e será a tua voz debaix o da terra com o a de u m fe itice ir o . co m o a p ra ga n a qu e p a ssa . Os Inimigos de Jerusalém Serão Frustrados 29 . em u m m o ­ m en to repen tin o.4 E ntão. E com o o sonho e u m a visão da noite será a m u ltid ã o de todas as nações qu e hão de p eleja r con tra Ariel. O seu refúgio de mentiras não será de proveito algum. Yahweh tem um juízo maior para os inimigos de Jerusalém. será s abatida. e com terrem otos. m as. Deus está no controle. Os assírios eram de fato cruéis. e g r a n d e ru ído. O “pó miúdo” e a “pragana que passa” falam de completo e súbito juízo. e a tua f a l a assobiará desde o pó. acordan do. e a tua f a l a desde o p ó sa irá fr a c a . e a m u ltid ã o dos tiranos. e co m t t fã o de vento. e a força deles se acabará de forma que a voz deles será como o resmungo da voz de um “feiticeiro” ( “de um fantasma” —A R A ) que sussurra debilmente “desde o pó”. 6 D o Senhor dos E x ércitos será s visita d a co m trovões. Depois de julgar Judá e Jerusalém.7 8 S erá tam b ém co m o o fa m in t o que son ha q u e está com en do.5— 8 5 E a m u ltid ã o dos teu s in im igo s será co m o o p ó m iú d o. Ele pode usar as forças da natureza para trazer o seu juízo.

e ficarem pasmados. Ele diz quase sarcasticamen­ te para os habitantes de Jerusalém ficarem aturdidos. Eles agem bêbados e cambaleiam porque o SE N H O R derramará sobre eles “um espírito de profundo sono”. Ignorância e H ipocrisia Condenadas 29. ambos os quais reivindicam ser os líderes espirituais. muito embora estejam atordoados. Eles sentirão frustração quando não conquistarem e destru­ írem Jerusalém. e a su a alm a.9— 10).9— 14 9 Tardai. m a s não de vin h o. Com efeito. Os sonhos podem ser desapontadores. os p ro feta s. eles escolheram se tornarem cegos à verdade (cf. O povo e os seus líderes serão totalmente insensíveis à vontade de Deus (c f 6. 10 P orque o SENHOR d erra m ou sob re v ó s u m esp írito de p r o fu n ­ do son o e fe c h o u os vossos olhos. ou maravilhados de uma maneira indecisa ( “ti­ tubeando”). a n d a m titubeando. e m a ra v ilh a i-vo s. c. os viden tes. .7) de vinho ou cerveja (insinuando uma condição espiritual até mesmo pior) —estão resistindo obstinadamente à mensagem de Isaías. eis q u e ain d a d esfa leci­ do se acha. serão feitos mais duros. bêbados estão. Ele fechará e selará os “olhos” dos falsos profetas e cobrirá as “cabeças” dos videntes. Mas o princípio é válido também para outras nações. acordan do. A Assíria está em mente aqui. e v en d o u os vossos líderes. Os seus corações. e clam ai. eles não pres­ tam atenção. m a s não de b eb id a fo rte. ou estupefatos. fo lg a i. a ssim será toda a m u ltid ã o das n a ções qu e p eleja rem con tra o m o n te de Sião. Eles estão bêbados e cambaleiam. mas não (como em 2 8 . os quais eles endureceram contra Deus.son ha que está bebendo. Mas. I Jo 1. de modo que as nações que lutam contra o monte de Sião serão desapontadas. A condição espiritual deles é o problema. m as. de modo que eles não podem ver o que é certo. com sede.6) por causa da sua confiança no Egito. Isaías agora retorna ao ai sobre Ariel.

M c 7. dizendo: O ra. dizendo: O ra. Por trás desta indiferença para com a revelação dada por Deus está a hipocrisia da religião que é meramente externa. lê isto. Eles todos estão espiritualmente cegos.9. 12 O u d á -se o livro ao qu e não sabe ler. este não tem o suficiente interesse sobre a revelação de Deus para conse­ guir alguém para lê-lo para si. N a sua adoração. 13 P orq u e o S en hor disse: P ois qu e este p o v o se a p rox im a de m im e. m a s o seu cora çã o se afasta p a ra lon ge de m im . Deus fará al­ gum a coisa m aravilhosa e sobrenatural que destruirá a sabedoria e a inteligência hum anas e fará com que estas pereçam porque são . e o seu tem o r p a ra co m igo co n siste só em m a n d a m en to s de hom ens. Toda a revelação dada por Deus tinha se tornado para o povo como as palavras de um livro que está selado. Por causa desta hipocrisia e cegueira espiritual. em qu e f o i in stru íd o. Ez 33. 15.8. 14 eis q u e co n tin u a rei a f a z e r u m a obra m a ra vilh osa n o m eio deste p o v o . mas os seus corações estão longe de Deus (cf. eles falam as palavras apropriadas e repetem orações que aprenderam por hábito. mecanicamente. M t 6. p o rq u e está selado. ele recusa porque o livro está selado.32. u m a obra m a ra vilh osa e u m assom bro. Se o livro é dado negligentemente a alguém que não sabe ler. È uma coisa terrível quando os líderes e o povo estão desinteressadas a respeito da Palavra de Deus.7.31. Se este é dado a uma pessoa que sabe ler. e o en ten d im en to d os seu s p r u d en tes se esconderá.11 P elo qu e toda a visã o v o s é co m o as p a la v ra s de u m livro sela d o qu e se dá ao qu e sabe ler. m e honra.6— 15). lê isto. e ele dirá: N ão posso. e obediência que é superficial. e ele dirá : N ão sei ler. p o rq u e a sa bedoria dos seu s sá bios p erecerá . Ele não se interessa o suficiente sobre o que Deus diz para quebrar o selo e lê-lo. co m a boca e com os lábios.

e eles não acreditam que alguém os conheça ou saiba o que estão fazendo.ineficazes. 3. e os gregos buscam sabedoria. Eles mantêm as suas obras na escuridão. e sabedoria de Deus. Isaías provavelmente tinha em mente a confiança dos israelitas no Egito e os seus planos para se rebelarem contra a Assíria. mas nós pregamos a C risto crucificado. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens.1 5 -2 4 a. poder de Deus. aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque os judeus pe­ dem sinal. tanto judeus como gregos.20— 2 5 ). AI DAQUELES QUE TRABALHAM NAS TREVAS 2 9 . Os Planejadores Tolos 29 . Eles são tolos em pensar que podem se esconder de Deus. E as pessoas irreligiosas de hoje ainda pensam que podem resolver os problemas do mundo. que é escândalo para os judeus. intocadas pela luz da ver­ dade de Deus (cf. e a fraqueza de Deus é mais forte do que os hom ens” (I Co 1. Paulo citou este versículo ao escrever à igreja de Corinto. .15— 16 15 A i dos que q u erem esco n d er p ro fu n d a m en te o seu p ro p ó sito do Sen h or ! Fazem as su a s obras às escu ra s e dizem : Q u em n os v ê ? E qu em n o s co n h ece? Outro ai mostra que não apenas os israelitas estão indiferentes para com a revelação dada por Deus.1 9 ). con­ tinuando por dizer: “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? V isto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria. M as para os que são chamados. eles pensam que podem es­ conder de fato o seu propósito de modo que o S E N H O R não os verá. e loucura para os gregos. lhes pregamos a Cristo. não Deus. Jo 3 . Eles querem levar a efeito os seus planos como se estivessem no controle.

o qual era fortemente arborizado nos dias de Isaías. E o oleiro que lhe dá forma. ironicamente. que eles viraram as coisas de cabeça para baixo ( “tudo perverteis”). As pessoas também serão mudadas. As suas atitudes e pensamentos egotistas são estúpida perversidade. terão nova e maior alegria no SE N H O R . em u m breve m om ento. A Restauração que Honra a Deus 29 . Por causa desta restauração os humildes e mansos. os su rd o s o u v irã o as p a la vra s do livro.e. e o va so f o r m a d o d is­ sesse do seu oleiro: N ada sabe. O Carmelo (i.17— 24 17 P orven tu ra. O cego. como o monte Carmelo dos dias de Isaías). Ele irá corrigir as coisas da maneira certa. e. e a obra dissesse do seu a rtífice: N ão tn efoz . lakkarmel. 19 E os m a n so s terão regoz ijo so b re regoz ijo n o SENHOR. A comunhão restaurada com Deus está incluída. “no Carmelo” —um pomar com fruteiras e videiras. ou: “Tu não sabes o que estás fazendo”. Isto é como um vaso de barro que diz ao oleiro: “Tu não me fizeste”. O s necessi­ . na q u ele dia. 18 E. em cam po f é r t i l ? E o cam po f é r t i l não se rep u ta rá p o r u m bosque? Deus não mudou os seus planos. o qual estava cego para a verdade por causa da escuridão e das trevas. o Líbano. Até mesmo o surdo ouvirá e obedecerá as palavras do livro da revelação divina. co m o se o oleiro f o s s e igu a l ao barro. as v erã o os olh os dos cegos. o monte Carm elo) parecerá como um bosque ou parque. todavia. Em um breve momento (conforme Deus olha o tempo)./ 16 Vós tu d o p erv erteis. pessoas de ne­ nhuma reputação. e os n ecessita d os en tre os h om en s se alegra rão no S anto de Israel. b. / Isaías diz. A verdade e as obras de Deus se tornarão reais para eles. irá ver. O barro não pode fazer nada de si mesmo. o oposto da verdade. d en tre a escu rid ã o e d en tre as trevas. será transformado em um campo fértil” (Heb. Ambos serão mudados pelo SE N H O R .. não se con verterá o Líbano.

os qu e ar­ m a m laços ao qu e rep reen d e na p o rta e os qu e p õ em de p a rte o ju sto . “não será. os quais não têm nenhuma influência neste mundo. o mesmo Deus que redimiu a Abraão. Rm 1 1 . não importa quem venha a ser ferido no processo (provavel­ mente incluindo os assírios como o cumprimento inicial). O SE N H O R é . Ele dará um fim ao “tirano” (li­ teralmente “tirano”) que usa a riqueza e posição para adquirir o que quer. envergonhado”. o Deus que tem se dedicado a levar a cabo o seu plano e propósito de redenção (cf.2 5 -2 7 ). olhando para baixo a partir do céu. Quando Deus corrigir as coisas. e todos os que se dao à in iq ü idad e são desarraigados. a Palavra de Deus e os padrões bíblicos de moralidade serão destruídos e reduzidos a nada. acerca da casa de J a có : J a có não será. 20 P orque o tirano é redu z ido a nada. 21 os qu e fa z e m cu lp a d o ao hom em em u m a causa. e se con som e o escarnecedor. tsaddiq.tados e pobres. “r e t o ”. dizendo palavras que as fazem parecer culpadas. agora. “justo”) dispensado com um mero pretexto. ou ridicularizam. a ssim d iz o SENHOR. agora. salvando-o pela graça através da fé. Deus eliminará os profissionais legais que enganam as pessoas inocentes. q u e rem iu a A braão. nem se descorará a sua face9 por qual­ quer temor de que as promessas não pudessem ser cumpridas. e armam armadilhas para o defensor que no tribunal se opõe ao que é perver­ so. ou põem de parte o caso do “justo” ou inocente (Heb. Deus fez promessas a Abraão (Gn 12. se descora rá a su a fa ce . agora. sem m otivo. se alegrarão no verdadeiro Deus que é o Santo de Israel.8 Aqueles que escarnecem. 22 P ortanto. Jacó. en vergon ha do.3) e Ele as levará a efeito. O povo de Jacó será transformado. nem . Os que querem criar problemas e ver o mal se tornar exuberante serão desarraigados.

24 E os erra d o s de esp írito v irã o a ter en ten d im en to . quando Oséias deixou de pagar tributo para a Assíria em cerca de 7 2 6 a. e sa n tifica rã o o S anto de Ja có . 4. m a s n ã o de m im ! E qu e se co b rira m com u m a cobertu ra.23 M as. e os m u r m u r a d o r es ap ren d erã o d ou trin a . Eles se levantarão em reverente temor diante dEle como o seu Deus. (2 Rs 17. m a s não do m eu E spírito. é também “a obra” das mãos de Deus. AI DOS POVOS REBELDES 3 0 . Alguns vêem isto como se referindo à embaixada de Oséias a So (provavelmente Osorkon IV ). No entanto. q u a n d o v i r a seu s f i lh o s a obra das m in h a s m ãos. eles “apren­ derão doutrina” com uma ânsia de conhecer a Palavra e a vontade de Deus. d iz o SENHOR. Em vez de serem rebeldes. Deus ainda está trabalhando para isto —agora através de Jesus Cristo e do Evangelho proclamado no poder do Espírito Santo. eles terão discernimento.21). Então eles tratarão o nome de Deus como santo.I ). p a ra a crescen ta rem p eca d o a pecado. (2 Rs 18. Ele os fará se arrepender e purificará a nação —tanto Judá quanto Israel.4). a situação corresponde melhor ao tempo de Ezequias. reconhecendo que Deus é verdadeiramente o “Santo de Jacó”. A razão para a falta de vergonha e medo é que o povo de Israel não é apenas descendente de Jacó. Isaías vem agora com um ai que é pronunciado especificamente sobre os que descem ao Egito para pedir ajuda. quando Senaqueribe estava a caminho para atacálo em 701 a.1— 5 1 Ai dos f i lh o s rebeldes. que tom a ra m conselho• .C. Em vez de murmurar. . e tem erã o ao D eu s de Israel. o Deus de Israel.C. Após lidar com princípios gerais nos dois capítulos anteriores.1 -3 3 a. sa n tifica rã o o m eu nom e. no m eio dele. A obra de Deus de purificar a nação os transformará. como os seus antepassados fizeram no deserto (veja Nm I I . Confiar no Egito Trará Vergonha 30.

sofrim'). 2 Q u e d escem ao Egito.6).6). . e a co n fia n ça na som b ra do Egito. e os seu s em b a ix a d ores chegaram a H anes. 36.2).C. p a ra se fo r tific a r e m com a f o r ç a de Faraó e pa ra co n fia rem na som b ra do Egito. Eles poderiam bus­ car a proteção e a cobertura do Espírito Santo (cf. sem p erg u n ta rem à m in h a boca. Ao invés disso. Os “príncipes” e “embaixadores” podem ser tanto os de Ezequias como os de Faraó. “uma cobertura”) com o Egito. a confiança deles no Faraó trará vergonha. Elas eram as principais cidades no Egito unido sob o governo da Vigésim a-Q uinta Dinastia (etíope). provavelmente cer­ ca de oitenta quilômetros ao sul de Mênfis. Em vez de refúgio na sombra do Egito. 3 P orque a f o r ç a de Faraó se v o s to rn a rá em vergonha. Zoã estava no Delta e H anes11 estava no N ilo. O que im porta é que parece que o trata­ do está em efeito. em vez de buscarem refugio em Deus (cf. haverá confusão e desgraça (cf.) ou o sucessor deste. Deus sabia que o Egito estava perdendo o seu poder e não poderia parar a Assíria ou socorrer Judá. SI 91 . estão determinados a levar a cabo os planos para formar uma aliança (Heb.1. Em vez de força. Eles obstinada­ mente o rejeitaram e recusaram buscar a sua ajuda. A embaixada enviada ao Egito não orou nem buscou a orientação de Deus. eles não somente rejeita­ ram a ajuda do SE N H O R .). em con fu sã o. 4 P orque os seu s p r ín cip es estão em 7Loã. linsokh massekbah. O “Faraó” era o etíope Shabako (7 1 6 — 2 a.O SE N H O R o s chama de “rebeldes” (Heb. eles buscaram a ajuda do Egito. “Para acrescentarem pecado a pecado”. Eles foram determinados a depender da força ou fortaleza de Faraó e receber refúgio na sombra do Egito. “derramar uma bebida como oferenda”10 como o ato final de um tratado ou aliança. Zc 4. Shebitku (7 0 2 — 70 690 a.C.

das áspides venenosas (ou víboras) e serpen­ tes abrasadoras e de bote ligeiro. brasileira. o leão. havia o perigo dos leões. indica “Monstro inofensivo”. [N ota do Tradutor: A NIV. O Egito não pode ajudar nem pode ser vantajoso para eles. esta rá a su a f o r ç a . e eles queriam provavelmente evitar os filisteus ao longo da costa. indica que Deus chama o Egito de “Raabe que nada faz”. que significa. nem de p ro v eito . mas trará somente “vergonha” e “opróbrio”. de vergon h a e de opróbrio. mas esta era uma missão secreta.6— 17 6 P eso dos a n im a is do sul. Eles poderiam ter tomado a rota mais fácil do litoral. Uma Viagem Improdutiva a uma Nação Inútil 30. A versão ARA traz “Gabarola. através do deserto de Negueve (o mesmo deserto ao sul de Judá onde os israelitas passa­ ram quarenta anos) —para o Egito. quando Senaqueribe derrotou o exército egípcio. 7 P orque o E gito os a ju d a rá em vã o e p a ra n en h u m f i m . Esta mensagem trata dos burros e camelos que estavam levando as bagagens para os enviados ao Egito. Eles estavam sendo levados em uma rota difícil —cheia de “aflição e de angústia”. Os pobres burros e camelos sofre­ ram nesta viagem por nada. nada faz”]. A palavra de Deus é que todo o povo de Judá será envergonhado. como também os presentes que buscavam o seu favor e proteção. na língua inglesa. . Por conseguinte.3 E les se en vergo n h a rã o de u m p o v o qu e de n a da lhes servirá . n em de ajuda. antes. A versão N V I. em Elteque. e sob re as co rco v a s de cam elos. Isto foi cumprido em 701 a. os seu s tesou ro s a u m p o v o qu e de nada lhes aproveitará. o hasilisco e a áspide a rd en te v oa d ora ) leva rã o às costa s de ju m en tin h o s as su a s fa z en d a s. P ara a terra de a fliçã o e de a n gú stia Çdonde v em a leoa. a oeste de Jerusalém. b. p elo que cla m ei a cerca disto: N o esta rem quietos. A ajuda do Egito é de nenhum valor e não levará a nada.C.

d iz e i. e poderia servir de testemunho. Assim ele é merecedor do nome “Raabe que nada faz” (Heb. pois o povo era incrédulo (simplesmente desiludido). Era importante que a mensagem fosse escrita. Ele também tem que escrevê-las “em um livro”. o qual seria preserva­ do para as gerações futuras. f i l h o s m en tir o so s. Estes “filhos mentirosos” e rebeldes (v. p o is. shaveth.o em u m liv r o . Não se podia depositar confiança neles para passarem esta mensagem por meio da mera palavra falada. Seus escritos se tornariam uma parte da Palavra de Deus para a eternidade —a inalterável Palavra de Deus. porque ele não tem nenhum poder contra a Assíria. Eles disse­ ram aos profetas que deixassem de profetizar (falando por Deus so­ bre as suas justas demandas).O significado disto é “arrogância” e “gabolice”. recusando-se a ouvir e obede­ cer o ensino do S E N H O R . queriam ouvir “coisas aprazíveis” e obviamente inofensivas. Deus lhe deu uma ordem para escrevê-las “em uma tábua” onde o público poderia vê-la. e s cr e v e isto em u m a tá b u a p e r a n te eles e a p o n ­ t a . 9 P orq u e p o v o re b eld e é este. 10 q u e d iz em a o s v id en tes : N ã o v e ja is.n o s co isa s a p ra z ív eis e ten d e p a r a n ó s en g a n a d o ra s liso n ja s. Porque os habitantes de Judá e Jerusalém não ouviram as adver­ tências de Isaías. “que senta quieta”). A mesma atitude pode ser vista nos últimos dias desta era (2 Tm . Ao invés disso. p a r a se m p re e p e rp etu a m en te. Eles igualmente queriam que estes profetizassem ilusões ( “enganadoras lisonjas”) —logros e coisas sem importância que lhes perm itiriam fazer como se lhes aprouvesse. 8 Vai. a gora . e a os p r o fe ta s: N ã o p r o fe tiz eis p a r a n ó s o q u e é re to . p a r a q u e f i q u e e s cr ito p a r a o tem p o v in d o u ro .9) disseram aos videntes que deixassem de ver as verdades e visões sobrenaturais. mas o Egito não pode corresponder à sua jactância orgulhosa. f i l h o s q u e n ã o q u erem o u v ir a lei d o SENHOR.

mas deu a resposta de Deus. Eles estarão desprevenidos. Por causa das suas atitudes distorcidas e pervertidas e de seus pecados. q u e j á f o r m a h a rriga desde o m a is alto sítio. como ti­ nham posto a confiança deles em um povo que os oprimia. Ele sabia como eles tinham menosprezado e rejeitado a sua palavra profética. È. Nós podemos ser gratos a Deus por Ele ter ordenado a sua Palavra ser escrita em livro. e. f a z e i que d ei­ x e de esta r o Santo de I sra el p era n te nós. eles seriam como uma “parede fendida. Ele é de fato o “Santo de Israel”. . e sob re isso vos estribais. se desviassem do caminho da justiça e não os aborreces­ sem com o Santo de Israel. e como rejeitaram a sua santidade na pervertida religião deles. pronta a se desmoronar “em um momento”. quando o povo está determinado a desviar os pre­ gadores. n ã o se com p a d ecerá . que já forma barri­ ga” de alto a baixo. em u m m om en to. Esta era severa. E triste quando os pregadores levam o povo a se desviar. mas não poderiam dispor dEle. quase para quebrar. 14 E ele o q u ebrará co m o se quebra o va so do oleiro. z1 d e sv ia i-v o s do cam in ho. q u eb ra n ­ do-o. Eles estavam procurando uma religião fácil. Eles não queriam ser abor­ recidos por Ele. n ã o se achará en tre os seu s p ed a ço s u m q u e s ir v a p a ra to m a r f o g o do la r o u tira r á gu a da poça. até mesmo pior. Isaías não escutou o povo. p o r isso.3-4). 12 P elo q u e assim d iz o S anto de Isra el: Visto qu e rejeita is esta p a la vra. Eles queriam que os profetas abandonassem o modo prescrito por Deus. M uitos não querem pregações expositivas que declarem a ver­ dade da Palavra de Deus. a p a rta i-v o s da vered a . e cu ja q u eda v irá su b ita ­ m ente. esta m a ld a d e v o s será co m o a p a red e fe n d id a . e co n fia is na opressão e na p erversid a d e.4 .

16 M as dizeis: N ão.O juízo de Deus será severo: Ele quebrará as paredes tão comple­ tamente que não haverá um pedaço quebrado que seja grande o sufi­ ciente para levar brasas de um fogo para acender outro ou para tirar água de uma.8). A sua graça estava disponível. e.12 Em outras palavras. o povo pôs a sua confiança em cava­ los. e: S obre ca va los ligeiros ca va lga rem os. antes. p ortan to. mas eles não a quiseram. que se os israelitas vivessem em obediência a Ele e às suas instruções. pois isto traria fortaleza. no so s­ sego e n a co n fia n ça . o S anto de Isra el: Em v o s eo n verterd es e em rep ou sa rd es. Deus prometeu. Deus usaria os cruéis assírios para realizar isto. 2 8 . ao g r it o de cinco.12 ). cisterna. Como Isaías já ti­ nha dito. Ele já tinha apelado a eles para que retornassem em arrependimento e descansassem nEle (cf. a té qu e seja is d eix a d os co m o o m a stro no cu m e do m o n te e com o a ba n deira no outeiro. Deus queria salvá-los. os vossos p ersegu id o res serã o ligeiros. e assim serem salvos de seus inimigos. até mesmo as sobras da parede não servirão para nenhum propósito útil. m a s não a quisestes. os seus perseguidores seriam mais rápi­ dos ainda —como que insinuando que eles não escapariam. sob re ca va lo s fu g ir e m o s . Com cavalos ligeiros (provavelmente do Egito). Ele tinha lhes pedido para que ficassem quietos diante dEle e para colocarem a sua confiança nEle. Eles não imaginavam o que os assírios poderiam fazer com eles. p o r isso. M as Deus também os advertiu de que o contrário poderia ser verdade (D t . eles planejavam escapar do juízo. Em vez de confiar em Deus. 17 M il h om en s f u g i r ã o ao g r it o de u m . 1' P orque assim d iz o S en hor JEOVÁ . esta ria a vossa sa lva çã o. através de Moisés. Deus disse que eles de fato fugiriam. fu g ir e is . cinco perseguiriam cem (dos seus inimigos) e cem perseguiriam a dez m il (Lv 26. todos v ó s fu g ir e is . mas se pensa­ vam que podiam ser rápidos. esta ria a vossa f o r ç a .

Haverá um período de calamidade quando a adversidade será o pão e a aflição. p o rq u e o Se~ NHOR é vim D eu s de eqüidade. certa m en te se com p a d ecerá de ti.18— 26 18 P o r isso. Nos dias de Isaías o povo se lamentaria. como misericordioso e compassivo.32. viria o dia quando os habitantes de Sião em Jerusalém não mais se lamentariam ( “não chorarás mais”). B em ~ aventurados todos os que n ele esperam . de modo que o juízo sobre o seu povo será justo. e que todos eles fugiriam “ao grito de cinco”. Apesar da necessidade de juízo. à voz do teu cla m o r. Por causa da graça de Deus. em J eru sa lém . Ele adverte novamente os israelitas de que “m il homens fugirão ao grito de um ”. com o voa n d o com asas. m a s os teu s in stru id o res n u n ca m a is fu g ir ã o de ti. Ele esperará até depois do juízo a fim de ser misericordioso. a bebida deles —o que pode insinuar as rações escas­ . c. por intermédio de Isaías. n ã o chorarás m a is.30). 19 P orq u e o p o v o habitará em Sião. e. o u v in d o -a . o propósito de Deus para o seu povo não mudou. Os que seriam deixados seriam como uma “bandeira no outeiro”: houve outrora habitante ali. “Os que nele esperam” são o remanescente purificado. Portanto. Deus Será Gracioso e Irá Curar 3 0 . os teu s olhos v erã o a todos os teu s m estres. antes. Então Deus ouvirá a voz dos seus clamores e lhes responderá sem qualquer demora. Ele então se levantará para exaltar a si mesmo pela revelação de sua natureza. Eles serão abençoados a seu devido tempo se esperarem fielmente por Ele e por sua clemência. Agora. te respon derá. mas nada mais foi deixado —um resultado de terem abandonado a Deus. p o r isso. o SENHOR esp era rá p a ra ter m isericó rd ia de vós. Ele é um Deus de justiça. e. será ex alçado p a ra se co m p a d ecer de vós. 20 B em v o s d a rá o S en hor p ã o de a n gú stia e águ a de aperto.

e esta será f é r t i l e cheia. . Embora a ARC aqui indique “instruidores” (o Heb. dizendo: Este é o cam in ho. com o tam b ém p ã o da n ovid a d e da terra.sas durante um cerco. porque Ele se importa com cada um deles. morekha pode ser tomado como singular ou plural). onde a mesma pala­ vra hebraica usada é traduzida como “chuva temporã”. mas eles individual­ mente ouvirão uma “palavra” (Heb. an d a i nele. K JV /ARC) não se esconderá nunca mais. uma vez que o título mais popular para Jesus entre o povo era “M estre”. toda a atitude deles mudará. cf. 23 Então. o teu g a d o p a sta rá em lu ga res la rgos d e pasto. se formos sen­ síveis ao Espírito Santo. Nós ainda podemos ouvir esta voz. como o caminho de santidade (3 5. é melhor tomado como “fugirá”. e d irá s a cada u m a delas: Fora daqui. mas terão olhos para vê-lo. As imagens usadas para buscar orientação. Quando eles andarem no caminho de santidade guiados pela pala­ vra do SE N H O R . sem vos d esvia rd es n em p a ra a direita n em pa ra a esquerda. 21 E os teu s o u v id o s o u v irã o a p a la vra do qu e está p o r d etrá s de ti. J12. O povo já não rejeitará a palavra do Senhor. e as la n ça rá sfo r a co m o u m p a n o im un do. 22 E terás p o r con ta m in a d a s as cob ertu ra s das tuas escu ltu ra s de p ra ta e a coberta das tua s escu ltu ra s f u n d i d a s de ou ro. é melhor tomá-lo aqui como singular (o Heb. serão re­ conhecidas como imundas. mas os corrigirá sempre que eles se desviarem para uma ou para outra direção. e serão totalmente rejeitadas. e é singular). o tempo virá quando o Ensinador deles (o Senhor. inúteis.8). Assim. te da rá ch u va sobre a tu a sem en te com que sem ea res a terra.23. davar) por detrás. Um a insinuação da Encarnação pode ser vista aqui. yikkaneph. para a ARC “fugirão”. A voz não só lhes mostrará o caminho. Isaías identifica depois “o caminho”. e eles já não serão encobertos pelo pecado. naqu ele dia. imagens caras e esmeradamente fabricadas.

qu an do ca irem as torres.Junto com as bênçãos espirituais. que terá sido esparramada e esmiuçada para os bois e jumentinhos comerem. 26 E s e r á a lu z d a lu a co m o a lu z do sol. Isto é . 2 4 . As torres cairão. isto se refere à destruição dos assírios. 2 .2 0 ).1 2-18 ).1 9 . Ele usa o oposto. a intensificação da luz dos corpos celestes. Fenôme­ nos astrais incom uns são freqüentem ente usados para descrever os eventos futuros. 19 . que descreve o D ia do S E N H O R por vir como um dia quando estas fontes lum inosas fa­ lharão (1 3 . um dia que trará a restauração e a cura do povo do Senhor. rib eiro s e co rren tes de águas. e haverá grandes pastos onde o gado pode pastar e se alimentar com segurança. que este modo de referência aos corpos celestes não é restrito a Isaías. Até mesmo eles só comerão o que há de melhor. Deveria ser observado. M as eles serão restaurados até mesmo a um m aior brilho no dia do triunfo do Senhor. O juízo escurecerá o Sol e a Lua. 24 E os bois e os ju m en tin h o s qu e lavram a terra co m erã o g r ã o pu ro. Os montes e outeiros outrora estéreis serão bem aguados no dia da vitória do S e n h o r (cf. contudo. para descrever a Era M essiânica (veja tam ­ bém 6 0 . Haverá bastante forragem. e a lu z d o s o l sete vez es m a ior. em todo o m o n te alto e em todo o ou teiro elevado.2 3 ). Tal é o caso com Isaías.16. Inicialmente.11 -21). no dia da g ra n d e m atança. q u e fo r p a d e ja d o com a p á e cira n d a d o com a ciranda. Deus dará a chuva necessária para grandes colheitas. a terra será restabelecida à sua fertilidade. 23 E haverá.1 0 . co m o a lu z d e se te dias. n o d ia em q u e o SENHOR lig a r a q u eb ra d u ra d o se u p o v o e c u r a r a chaga da su a f e r i d a . M as a expressão “no dia da grande m atança” terá o seu cum prim ento final na batalha do Armagedom (Ap 16.

19.1 2. Lc 2 1 . q u e chega a té ao pescoço. Eles não podem escapar de seu juízo. A respiração dEle é como uma inundação que transborda “até ao pescoço”.). . Agora Isaías retorna aos seus próprios dias. J1 2 .3). em vez de os guiar no caminho certo.18.3 1 . M q 3. 7 . dando fim de tudo aquilo que é falso e inútil.1 7. A t 2 . peneirando-os. Ap 6 . tal como com uma “peneira”.2 5 . Então. Ap 9.1 2 .5 . “N aquele d ia”. Ele arrastará os assírios.3 1 (esta utilização também aparece em 3 4 . etc. 2 2 . e “a sua língua é como um fogo consum idor”.6.1 8. Esta é uma term inologia comum entre os profetas (J1 2 .9 .9.28 27 Eis que o n o m e do SENHOR v em de lon ge a rd en d o na su a ira e lançando espessa fv im a ça . Ele fala a palavra e o juízo vem. M t 12. um “freio” (ou ré­ dea) os fará errar e se desviar. O Controle de Deus sobre as Nações 30.I I . Quer dizer. M t 2 4 . 9. Ele está vindo como uma tempestade. 2 1 . os seu s lábios estão cheios de in d ign a ~ ção. e “A i” neste sentido (cf.como as frases proféticas comuns “D ia do S E N H O R ” . H b 3 . e a su a lín gu a é co m o u m j o g o co n su m id o r. e de longe o seu nome é sinalizado.1 0 ).2 . 8 . Am 8. e assim significa o próprio S E N H O R .20. quando Deus estava a ponto de lidar com os assírios e as nações aliadas com eles.2. juntamente com as suas nações aliadas.2 9 . M l 4. como um símbolo do juízo de Deus.1 6. '• d. 18. e u m jr e i o de j a z e r er ra r esta rá na s q u eix a d a s dos povos.27. 28 e a su a resp ira çã o é co m o o rib eiro transbordan do. É usada em um sentido seme­ lhante a “fogo” em ambos os testamentos.2 0 . p a ra p e n eir a r as n a ções co m p en eira de va idad e.3 0 . também um a figura do juízo de Deus por vir em 1 4 . Os seus lábios falam abundantemente da sua indig­ nação. O “nome do S e n h o r ” representa o seu caráter e natureza. Deus lhes perm itirá ir na direção errada. A sua ira é comparada ao lança­ mento de uma fumaça espessa.2 3 .

“fundação”].12). A vara do S enhor sobre a Assíria é o “bordão do juízo” [Heb.5). Com a Assíria julgada. à Rocha de Israel. e dilú vio. com o na noite em que se celebra u m a f e s t a santa. e alegria de coração. M as agora é a vez deles serem julgados (cf. será desfeita em p ed a ço s a A ssíria. qu e f e r i u com a vara. Ele demonstrará o que o abaixamento do seu braço (sim bo­ lizando o seu poder) fará. instituído para castigar a Assíria. 30 E o S e n h o r f a r á o u v ir a g ló r ia da su a voz e f a r á v e r o a b a ix a m en to do seu braço. a Fortaleza e o Protetor de Israel.e. Os seus cora­ ções responderão com alegria como quando as pessoas que tocam flautins (“pífano”) sobem “ao monte do S e n h o r ” . e p ed ra de saraiva. com o a daquela qu e sai tocando pífan o.2 9 -3 3 29 U m câ n tico haverá en tre vós. co m a voz do SENHOR. com indignação de ira. Israel Cantará quando o SE N H O R Destruir a Assíria 3 0 . com ba te­ rá co n tra eles. indi­ . e a labareda do seu f o g o con su m id or. fogo consumidor. um dilúvio e saraivada de pedras. Cada golpe da vara ou bordão será acompanhado por tamboris e harpas. pa ra v ir ao m on te do Senhor . musadah. e. 31 Porque. Isaías agora continua a mensagem de juízo. 32 E. e raios. h a verá ta m b oris e harpas. A Páscoa era celebrada à noite. o monte do templo —não s ó indo ao templo. com in d ign a çã o de ira. a cad a p a n ca d a do bordão do ju íz o qu e o S en hor der. 10. mas entrando na presença do Deus que é a “Rocha de Israel”: a Força. o povo de Deus cantará à noite enquanto eles celebram uma festa santa. co m com ba tes de agitação. Deus usará a sua voz majestosa para quebrar os assírios. raios e trovoadas. Deus na sua majestade fará a sua voz gloriosa e majestosa ser ouvida. tendo a Assíria em vista. o Refugio. Eles eram a vara de Deus que Ele usava para castigar Israel e Judá (1 0.

“Com combates de agitação.13 O nome tem as vogais hebraicas da palavra “vergo­ nha”. a su a p ilh a é f o g o e tem m u ita lenha. e n ã o atentam p a ra o S anto de Israel. eles estavam acostu­ mados a confiar em cavalos e carruagens. combaterá contra eles” poderia ser também traduzido como “batalhas de tre­ mores ou peneiradas” para indicar igualmente o propósito de Deus em purificar o seu povo. sim . o qual é uma alcunha para o lago de fogo. está p rep a ra d a p a ra o rei. provavelmente envolvendo sacrifícios humanos a M oloque e outros ritos pagãos. 33 P orque u m a fo g u e ir a está p rep a ra d a desde ontem . e n ã o bu sca m ao SENHOR. p orq u e sã o p od ero síssim o s. O Egito tinha se oferecido para ajudar porque eles queriam barrar a Assíria. ou “Tofete”.I— 3 1 Ai dos que d escem ao E gito a b u sca r so co rro e se estribam em ca va lo s! T êm co n fia n ça em carros. A pira funerária já está preparada em um largo fosso. Deus tem agora um outro “ai” específico para os partidários da guerra na época de Ezequias. Ele desempenha bem a mesma função com o aramaico “Geena”.20). em ebulição. p o rq u e são m u itos. Assim os representantes de Judá estavam indo para o Egito para aceitar a oferta. AI DOS QUE BUSCAM A AJUDA DO EGITO 3 I .cando a alegria da vitória. “a acenderá”. “Fogueira”. 5. Enxofre ardente é usado relativo ao lago de fogo no Novo Testamento e fala de terrível juízo (Ap 19.14 A Assíria está se dirigindo rumo a uma vergonhosa pira funerária. que é grande o bastante para tomar conta dos assírios. O sopro do S E N H O R . A Tolice de Confiar no Egito e não em Deus 3 1. era um lugar de queima no vale de Hinom. “como torrente de enxofre”.I -3 2 . e n o s ca ­ valeiros. pensando que se tivessem .2 a. ele a f e z p r o fu n d a e larga. o assopro do S enhor com o to rren te de en x o fr e a acenderá.

Os egípcios são meramente humanos. Os políticos que buscavam a ajuda do Egito tinham questionado os modos e a sabedoria de Deus (2 9 .5 4 P orque assim m e disse o SENHOR: C om o o leão e o fi lh o t e do leão ru gem sob re a su a presa . que é ajudado. cairá: eles “juntamente serão consumidos”. o juízo. tam bém ele é sábio. e os seu s cavalos. que está a ajudar. Eles não tinham nenhum desejo de estar na sua presença. eles não são nenhum “espírito”. o Egito. Judá precisava saber quão frágil os egíp­ cios eram e quão insuficientes os seus cavalos seriam. Agora Ele declara que “se levantará” contra os malfeitores. e Judá. 2 T odavia. tan to o a u x ilia d o r com o o ajudado. aqueles que buscam a ajuda do Egito. “e não Deus”. Ele “fará vir o m al”. Isaías dá agora razões a mais por que não se pode confiar na força humana. M as Deus é o Único que é verdadeiramente sábio. nem o adoraram nos seus corações. O próprio Deus Protegerá Jerusalém 31. e f a r á v i r o m al. M as não atentaram para o S E N H O R . quer dizer. As suas palavras são sempre fiéis e verdadeiras (Ap 22. 3 P orque os egípcios são h om en s e não D eu s. seriam vitoriosos. e.4. O SE N H O R está no controle.1 4 — 16). Quando Ele se move em poder ( “estender a sua mão”). Ele proferiu a sua palavra —e porque Ele não muda. e todos ju n ta m e n te serão con su m id os.muitos cavalos com cavaleiros fortes. irá tropeçar. tendo somente vida física temporária. e n ã o espírito. e não retira rá as su a s p a la vra s. q u an do o Senhor esten d er a m ão. carne.6). não retirará as suas palavras. todos ca irã o p o r terra. Esta estraté­ gia parecia-lhes sábia. e contra a ajuda que esses mal­ feitores estão esperando do Egito. ain da que se co n v o q u e co n tra ele . ele se leva n ta rá co n tra a casa dos m a lfeito res e co n tra a a ju d a dos qu e p ra tica m a iniqüidade. Os seus cavalos são “carne”. b.

E Ele usará os assírios para fazer isto. Eles estão em uma cova profunda. cad a u m la n ça rá f o r a 05 seu s íd olos de prata.u m a m u ltid ã o de pastores.6. qu e fa b r ica r a m as vossas m ã os p a ra pecardes. ele a a m p a ra rá e a livrará. a sa lvará. Ele protegerá Jerusalém. trazendo assim a derrota aos egípcios. Eles pensavam no poder de Deus como nada além de alguns peque­ nos pássaros contra um grande exército. 5 C om o as aves voam . pois. Os partidários da guerra queriam a força de um grande exército de cavalos e carruagens e eles menosprezaram o poder de Deus. n em se abatem p ela su a m ultidão. àq uele co n tra q u em os f i lh o s de Isra el se rebelaram tão p ro fu n d a m en te. assim o S enhor dos E x ércitos am p arará a J eru sa lém . passan do. Ele paira sobre a cidade de Jerusalém para protegê-la. Isaías lembra o povo de que o SE N H O R falou pessoalmente com ele. 7 Porque. e. na q u ele dia. O hebraico indica profunda apostasia.7 6 C o n v ertei-v o s. M as o seu poder é m aior do que qualquer outro. A “multidão de pastores” são os egípcios que estão procurando proteger Judá dos assírios —contra a vontade de Deus. Deus chama o povo de Israel para se arrepender. para se converter a Ele. O SE N H O R lutará contra Sião. não é o propósito de Deus deixar os assírios destruírem Jerusalém. Todavia. e não se espan tam das su a s vozes. “Como as aves que voam”. contra os seus planos. . mas ainda podem mudar os seus pensamentos e o seu modo de vida. Como um leão que ruge sobre a sua presa.15 c. o SE N H O R considera Sião a sua possessão. a ssim o S enhor dos E x érci­ tos descerá p a ra p e le ja r p elo m o n te Sião e p elo seu outeiro. A sua compaixão salvará Jerusalém desta vez. e os seu s íd olos de ouro. Um Chamado ao Arrependimento 31.

Eles serão devorados pela espada.8. p a s sa r á a su a ro ch a d e refú g io .9 8 E a A ssíria ca irá p ela espada e não p o r va rã o. Os jovens homens assírios que sobra­ ram depois da destruição dos 185. mas não de mortais.16 9 E. quando ídolos ( “nãodeuses”) de ouro e prata serão rejeitados como produtos do pecado. Agora nos próprios dias de Isaías. irá morrer de medo. “sua rocha”). O Rei Justo 32.35). como foi o caso quan­ do Senaqueribe perdeu 185. como os exércitos do Egito. (37. Os exércitos humanos.36 . Lá o altar simboliza perdão para o arrependido e para os inimigos de Deus. “a Assíria cairá pela espada”. mas não de qualquer indivíduo humano ( “não de varão”). forçou os seus soldados a trabalharem em seus projetos de edificação em N ínive. . A Destruição Sobrenatural da Assíria 31. Os príncipes de Assíria abandonarão a bandeira deles e serão despedaçados.000 soldados para o anjo da morte em 688 a. A fortaleza da Assíria (Heb. A destruição da Assíria seria sobrenatural. e d om in a rã o os p rín cip es segu n d o o ju íz o . numa indicação do cumprimento de que “seus jovens serão derrotados”. e a espada. d iz o Senhor . 2 Rs 19. ao invés disso. d e m ed o.17Eles desafiaram o SENHOR. a co n su m irá . e o s s e u s p r ín c ip e s d e ser ta r ã o a b a n d eira . e os seu s jo v e n s serã o derrotados. em J e r u s a lé m . não de hom em . cuja presença santa é como um fogo consumi­ dor em Jerusalém.000 foram de fato colocados para realizar trabalho forçado. e f u g i r á p era n te a espada.C. d. sa l’o. não realizariam isto. cu jo f o g o está em S ião e c u ja fo r n a lh a . Senaqueribe viveu mais sete anos e jamais fez outra campanha m ilitar. incluindo a sua força e o rei no qual eles confiam. e.Isaías olha à frente para o Dia do SE N H O R .1— 8 1 R ein a rá u m R ei com jvistiça.

Ele mudará a percepção das pessoas. e os o u v id o s dos q u e o u vem estarã o atentos. Cada pessoa. em linha com os princípios de justiça dEle. 3 E os olhos dos qu e vêem não olharão p a ra trás. Eles estarão prontos para propagar a verdade com sabedoria. com justiça” e os príncipes tomarão as suas decisões “segundo o juízo”.9) serão abertos e verão a verdade. 9 e I I ) “reinará. Isaías novamente olha para o futuro quando o Rei Messias (caps. Os corações e mentes dos que são imprudentes e precipitados discernirão e entenderão o verdadeiro conhecimento. o que transformará cada aspecto da sociedade.Depois da narração a respeito do juízo de Deus. 1 E o cora ção dos im p ru d en tes en ten d erá a sabedoria. estará como o seu Rei. e proverá água. e co m o rib eiros de água s em lu gares secos. e com o u m refú g io con tra a tem pestade. . Ouvidos que outrora se recusaram a escutar ouvirão e obedecerão. alunos que seguem os passos) do Senhor. Ele será tão refrescante como a sombra de uma “grande rocha” em uma terra exausta e sedenta. e a lín gu a dos g a g o s esta rá p ro n ta p a r a ja la r distin tam en te. 5 Ao lou co n u n ca m a is se ch am ará n ob re. como Deus que é a nossa Rocha e Refúgio. cada cidadão comum. Olhos que uma vez foram cercados voluntariosamente em auto-ilusão (29. e do a va ren to n u n ca m a is se d irá qu e ég en ero so .. clara e francamente. 2 E será aq uele v a rã o co m o u m esco n d erijo con tra o vento.. M as o Rei Messias será o “homem” que irá proteger assim como se protege do vento e da tempestade (ou inun­ dação). e com o a som bra de u m a g r a n d e rocha em terra sedenta. Eles se tornarão verdadeiros discípulos (estudantes. Alguns entendem isto como que eles se tornarão pedras. Os que são ga­ gos e hesitam falar serão rápidos no falar. Ele verdadeira­ mente toma conta de seu povo.

compõe esquemas do mal [conspira­ ções. p a r a d e s t r u i r o s m a n s o s co m p a la v r a s f a ls a s . Eles podem honrar até mesmo os sem escrúpulos que conseguem ter acesso a altas posições. e p a r a fa z er co m q u e o sed en to v en h a a te r f a l t a d e bebida. S e n h o r . Ele caracteristicamente “fala loucamente”: pecado. M as isto tudo vai ser mudado. O coração e a mente dele o fazem estar ocupado com o mal: causando dificuldades aos outros e ofendendo a Deus. e p a r a d e ix a r va z ia a a lm a do fa m in t o .4).28). A manipulação de processos legais por perjúrio pode estar implícita. SI 24. lS M a s o n o b re p r o je ta co isa s n o b res e.1 1.25. ' T a u ib cm t o d o s o s i n s t r u m e n t o s d o a v a r e n t o s ã o m a u s . m es m o q u a n d o o p o b r e ch ega a f a l a r r e ta m e n te .A sociedade mundana honra freqüentemente os tolos (as pessoas ímpias. Jr 17 . ou seja. 6 P o rq u e o lo u co f a l a lo u ca m e n te. Os instrumentos e métodos do avarento são maus. p ela nobrez a. e le m a q u in a i n v e n ç õ e s m a l ig n a s .1 1. prostituição e incesto] “para des­ truir os mansos com palavras falsas” e o necessitado cuja causa é justa e certa.27. está em pé. e o seu co ra çã o p r a tica a in i­ q ü id a d e• p a r a u s a r d e h ip o crisia . e retém a comida do faminto e a água do sedento (cf. Pv 3.3. e nestas se elevam e se mantêm de pé. Eles são aceitáveis diante de Deus (cf. Ele “maquina invenções malignas”. sacrilégio e estupidez. e p a r a p r o fe r i r er r o s co n tr a o . Aqui nós vemos a verdadeira natureza do tolo ímpio. Os que são nobres na sua atitude para com Deus e liberais na sua atitude para com os outros recomendam e projetam ações honradas. incluindo tratamento infame. Ele “pratica a iniqüida­ de”. profere erros pervertidos concernentes ao S en h o r . . amorais) como nobres. I S m 2 5 .

3. e vós. mas transtornadas e tremendo de medo.f. despreocupadas) a respeito das advertências de Isaías. confiando que as coisas nunca mudarão. Em chamando as mulheres para se levantarem e escutarem a sua mensagem.1 para a atitude das mulheres com respeito ao vinho. os tolos e os avarentos. Amós indica que os homens eram o mesmo em Samaria (Am 6. e o u v i a m in h a voz. A co­ lheita de uva certamente fracassará. estas mulheres confiantes já não estarão seguras. Isaías advertiu os líderes. se dispam e ponham ao redor das suas cinturas nada m ais que um pano grosseiro de saco. d esp i-vos. (Veja Am 4. satisfeitas com as coisas como elas são (cf. e tu r b a i-v o s v ó s que estais tão segu ras.1). Isaías reco­ nhece o poder que elas podem exercer.16— Am 4. “seguras” (confiantes. Elas são complacentes a respeito do pecado. Juízo até que o Espírito Seja Derramado 32. . e se sentem 26. 10 P orque daqui a u m an o e dias v ireis a s e r turhadas.1). Este era o tratam ento comum dado a pessoas levadas cativas ou feitas escravas. p orq u e a v in d im a se acabará. A estas mulheres com placentes ( “em repouso”) é ordenado que estremeçam (ou se turbem ). os profetas. m u lh eres qu e estais em repou so. ó m u lh e­ res qu e estais tão segu ras. e p o n d e-v o s nuas. Elas têm que se preparar para os resultados dos seus próprios pecados. As mulheres também precisam escutar a voz do profeta. e a colheita não virá.) 11 Tremei. Após alguns dias a mais que um ano. e a colheita dos frutos de verão não dará em nada. e cin gi com p a n o s de sa co os vossos lom bos. porque elas es­ tão à vontade. m u lh eres qu e estais em repouso. in clin a i os o u v id o s às m in h a s palavras. fi lh a s qu e estais tão segu ras.9— 14 9 L eva n ta i-vos.

o ru íd o da cid a d e cessará. e como o próxim o versículo m ostra. 13 S obre a terra do m eu p o v o v irã o espin h eiros e sarças. com o tam bém so b re todas as casas de alegria. se tornando cheios de espinheiros e sarças em vez de boas safras. nenhum cultivo irá ocorrer. ’ophel) e as torres dos atalaias se tornarão campos baldios. Palácios fortificados serão abandonados. isto não é “eternam ente”). Elas se lamentarão. (A lguns com entaristas entendem este versículo como referindo-se a Sa­ m aria quando foi tom ada em 7 2 2 a.12 F eri os p eito s sob re os ca m p os d esejá veis e sob re as vid es J ru tu o sa s. “eternam ente” (H eb.) A cidade cairá em silên­ cio. ou casas de divertimento. .’olam o que pode significar “por m uito tem po”. O fe l e as torres da g u a r d a serv irã o de ca v ern a s etern a m en te. M P orq u e o p a lá cio será abandonado. os campos serão deixados sem cultivo.a d .13).C . trazidos pelas tribos vizi­ nhas de beduínos. . na cidade desre­ grada e arrogante (um coletivo para as cidades de Judá) cheia de festança e pululante de prazer. na cid a d e que anda p u la n d o de p ra z er Devido ao fato do exército invasor levar o povo cativo e despojar os campos. Os campos desertos serão um a alegria som en­ te para os jum entos monteses e um pasto para os “gados”. Eles seriam destruídos pelos assírios (2 Rs 18. p a ra a legria dos ju m e n to s m o n teses e pa ra pa sto dos ga d os. prova­ velmente rebanhos de ovelhas e cabras. ou solo im ­ produtivo. pois os servos e os guardas serão capturados e m ortos ou levados ao exílio. batendo em seus peitos. por causa do que acontecerá aos seus campos e vinhedos quando o inimigo vier. A cidadela de O fel (H eb. Espinheiros e sarças também se espraiarão por cima das “casas de alegria”. as suas m ultidões liquidadas.

A Terra será renovada como preparação para as alegrias mileniais. salvação e prosperidade. O Espírito Derramado Restabelecerá a Paz 32. haverá paz. 17 E o efeito da ju s tiça será paz. repouso tranqüilo e segurança confiante no SE N H O R . “jardim” ou “pomar”). como também a polui­ ção da atmosfera. lb E o ju íz o habitará no deserto. O deserto se tornará um campo fértil (Heb. rep ou so e segu ra n ça . e a ju s tiç a m o ra rá no cam p o fé r t il. Devido ao fato de que haverá uma justiça onde as pessoas estarão numa correta posição para com Deus e entre si. e a operação da ju stiça . e a “jus­ tiça morará no campo fértil”. . como dom de Deus).15— 20 13 a té qu e se d erra m e sob re n ós o E spírito lá do alto. a renovação do mundo pelo Espírito Santo será completa.4). A t 1. O Israel moderno ainda espera esse dia. M as esse dia não virá até depois que o Espírito do Senhor seja derramado em abundância Pentecostal “lá do alto” (do céu. o deserto se to rn a rá em cam po fé r t il. 2. U m dia melhor está vindo —um dia de renovação. p a ra sem pre. Os resultados do juízo de Deus sobre Israel e Judá não são defini­ tivos.17).28. Com o duplo fato de que “o juízo habitará no deserto”. M as haverá uma efusão até maior do Espírito quando Jesus retornar para estabelecer o seu reino milenial na Terra.g. serão tiradas pelo Espírito. então. Isto dá a impressão de pretender que a conta­ minação causada pelo pecado e pela ganância.8. e o ca m p o f é r t i l será rep u ta d o p o r u m bosque. e o jardim parecerá como um parque arborizado ou bosque (cf. karmel. 29. H á um derramamento do Espírito que começou de fato no Dia de Pentecostes (J1 2. Este bem-estar harmo­ nioso é muito diferente da falsa segurança sentida pelos pecadores nos dias de Isaías.

18 E o m eu p o v o habitará em m ora d a de paz. e de animais de fazenda que virtualmente cuidam de si próprios falam de boa vida para a comunidade agrícola dos dias de Isaías. O ai aqui é dirigido contra a Assíria. será s despojado. A audiência de Isaías deve ser lembrada que o juízo tem que vir antes da restauração. ‘ashre) inclui a idéia de uma abundância de felicidade. Em vez de presunção sem sentido. acaban do tu de tra ta r p e r fid a m e n te . lares de segurança e confiança. “Bem-aventurados” (Heb. imorais e . Isaías novamente contrasta a bênção de Deus com outra profecia de seu juízo. o povo de Deus habitará em moradias de paz. (As desleais. os qu e sem ea is sob re todas as águ a s e qu e d a is liberdade ao p é do boi e do ju m en to . e a cid a d e seja in tei­ ra m en te abatida. Isaías agora retorna ao ai que começou esta seção. AI DA ASSÍRIA 33. e em lu gares q u ietos de descanso. alegres e calmos.1 1 A i de ti d esp oja d or qu e n ã o fo s te despojado e q u e ages p e r fid a m en te con tra os que não agiram p erfid a m en te con tra ti!A caban­ do tu de despojar. e em m ora d a s bem segu ras. p erjid a m en te te tratarão. “A cidade” é o mundo das pessoas que viraram as suas costas para Deus. Depois de lembrar a Israel a respeito da promessa de Deus. A “saraiva” será o agente de juízo. 19 ain da q u e caía saraiva. O princí­ pio visto aqui — depois do juízo vem a bênção — está em muitas passagens da Bíblia a respeito de juízo e bênçãos mileniais. O “bosque” refere-se à terra que está infectada pelo pecado. 6. Os lares serão luga­ res de descanso seguro que são imperturbáveis. realização espiritual e uma boa vida —tudo vindo da parte de Deus. e. 20 B em -a v en tu ra d o s vós. O quadro da semeadura em uma terra bem regada. e caía o bosque.

ela seria. destruída pela deslealdade e traição (cf.23— 29? 7.5 2 ). Qual seria o resultado do “pão de angústia”? 1. Por que até mesmo a pessoa educada não entende a palavra de Deus? 10. QUESTÕES DE ESTUDO Como o povo de Israel desconsiderava a Lei? Que lição os assírios ensinariam a Israel e por quê? Como I Coríntios 14. Que esperança o dia futuro trará? 12. De que maneira o nome “A riel” corresponde a Jerusalém? 8.21 se aplica a Isaías 28.destrutivas táticas assírias de pilhagem serão vistas novamente no fim dos tempos. eles levaram a A ssíria a um fim definitivo em 60 6 a. a A ssíria pôde marchar de país em país sem medo de retaliações. Por que razões era errado para Judá ir ao Egito pedir ajuda? 13. Qual foi a real causa para o formalismo no qual o povo tinha caído? 11. por seu turno. Ela faria tratados e os quebraria. Qual foi o propósito de Deus nesses juízos? 9.11. 5. N ínive foi destruída em 6 1 2 a.C. por um a com binação de babilônios e m e­ dos. Que conclusão pode ser tirada de 28 .12? Por que a aliança de Israel com a morte era tolice? Onde é encontrado o cumprimento final do fundamento ou pe­ dra de esquina? 6. 4. M t 2 6 . M as seu tempo viria.) Em seu início. 2. Que esperança Deus lhes deu e por que eles a recusaram? 15.C. . 3. traindo qualquer confiança posta nela durante seus esforços para criar estados vassalos. Então com a ajuda a mais dos citas. De que outra forma o povo expressava a sua rebelião contra o Senhor? 14.

desligados da sua bênção e debaixo do seu juízo. Por que Isaías dá um aviso especial às “mulheres complacentes”? 21.1 5 . 19 71 ). 6 Cf. 1:859.: Logion Press. Que razões a mais mostram que era errado para Judá buscar aju­ da do Egito? 18. I & II Corinthians (Springfield. B. mas cujas ações deixariam claro que esses israelitas estavam separados de Deus. De quem é o reinado que Isaías prevê e que espécie de reinado será o seu? 20.2 1 . N o contexto da profecia de Isaías. em The Comrnunicators Commentary (Dallas: W ord Books. 1 9 7 5 ). 222. fazendo-os perceber que eles estão separa­ dos de Deus e não podem entender a mensagem de D eus”.1 6 . A llis.16. 2 Alguns entendem isto como significando “as mesas sagradas no santuário onde sacrifícios são oferecidos” por sacerdotes bêbados. . 4 Veja nota sobre 5. David L. a mensagem que era destinada a abençoar traria juízo. Stanley M . De modo que falar em línguas é necessário como um sinal de juízo para os incrédulos. 272. McKenna. Deus enviaria os conquistadores estrangeii‘os cuja língua eles não entenderiam . os orgulhosos israelitas estavam dizendo que Isaías os estava tratan­ do como bebês espirituais e eles estavam ressentidos com isto. H olladay. Quem é o destruidor e o que acontecerá a ele? CITAÇÕES 1 Oswald T. Paulo aplica isto ao falar em línguas (idio m as) que eles não entendiam . Isaías então tornou claro que por causa da incredulidade deles. M o. Ezequiel 4 3 .1 1.2 2 ] de­ pressa chama a atenção deles para Isaías 2 8 . H orton. Quem defenderia Jerusalém e que resultados se seguiriam? 19. Paulo [em I Co 1 4 . 5 W illiam L. ísaiah Z — 39. Eerdmans. Que garantia Deus deu de que Ele subverteria o exército assírio? 17. em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. Qual será a obra do Espírito na era do futuro reino? 22. 1 9 9 9 ) 13 7-3 8. A Concise Hebrew and Aramaic lex icon o f the O ld Testament (G rand R apids: W m . ‘‘Para que os coríntios não chegassem à conclusão de que não havia espaço para falar em línguas na adoração pública.14. “Book o f ísaiah ”. 1993).

A History o f Ancient Israel and Judab (Philadelphia: W estm inster Press. 1 9 9 8 ). o singular provavel­ 39. 14Veja Stanley M . quando os aviões do general britânico Edm und H en ry A llenby sobrevoa­ ram Jerusalém. por causa do propósito desta oferenda de bebida. 8 Devido ao hebraico 'arits.31 . 2 vols. Assim o salmista estava falando a respeito do restabelecimento da prosperidade em lugar do retorno dos cativos. desse modo utilizando o plural aqui. s ê tu o n o sso b ra ço ca d a m a n h ã . 9 O hebraico é singular. alguns entendem que isto signifique Satanás. H orton.2 —6 2 Senhor .2-35. .1 0 . 1926-27). Veja comentários sobre 37.1 0 ) e a restauração da sorte em Salmos 14. eles usavam cisternas para conservar o supri­ mento de água. 17 Veja J. 0 Propósito de Deus na História 33.2 -2 4 a. M axw ell M iller e John H . 13 Veja 2 Reis 2 3 . 2:183. U m a S ú p lic a q u e E x a lta a D e u s 3 3 . Nosso Destino: O Ensino Bíblico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. “tirano” ser singular. McKenna.7 “Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião” (SI I 2 6 . libertando-a dos turcos. A R A ]. Esta vem de um a palavra raiz que significa “cobrir”. 12 Por causa das raras chuvas. A A RC indica “Jacó” para significar o povo de Israel. co m o ta m b ém a n o ssa sa lv a çã o em tem p o s d e trib u la çã o. F. H ayes. RJ: CPAD. Jeremias 7. 16 Daniel David Luckenbill. Isaías 1— 286.37. mente deveria ser tomado como um coletivo para todos os tiranos cruéis. 3 8 6 -8 7 . Contudo. Ancient Records o f Assyria and Babylonia. (Chicago: University o f Chicago Press. 2 1 1 -2 1 3 .I ) usa o hebraico que é semelhante ao restabelecimento da prosperidade de Jó (Jó 4 2 . tem m is er icó r d ia d e n ó s ! P o r ti tem o s esp era d o. 15 M uitos viram um a aplicação deste versículo na Prim eira Guerra M undial.10 I.7 [ “Quando o Senhor restaurar a sorte do seu povo”. U M A ORAÇÃO PO R LIBERTAÇÃO E A RESPOSTA DE DEUS 3 3 . 11 H anes era chamada H eliópolis pelos gregos. I 9 . 10 N ão a palavra ordinária para “oferenda”.I I — 14. 19 86 ).

“ao ruído [da sua voz]”.4).19. p o is hab ita n a s a ltu r a s. as pessoas fogem e as nações se dispersam.3. f u g i r ã o os p o vo s. . A figura de gafanhotos e as suas larvas enxameando e desfolhando toda planta verde indica quão depressa e como a batalha terminará completamente. João. à tua ex a lta ção as n a ções serã o dispersas. Ao longo da história de Israel Ele tinha dispersado nações. quando estivessem apertados de todos os lados. O barulho de um exército se aproximando faz as pessoas fugi­ rem. M as quando Deus revela quão exaltado Ele é. Ainda havia um remanescente justo em Jerusalém esperando para o SE N H O R mover-se graciosamente em seu favor.Isaías interpõe uma súplica ao SE N H O R por ajuda e libertação.1). 3 O SENHOR é ex a lça d o. N m 10. 3 A o ru íd o do tu m u lto. Eles contemplaram ao SE N H O R para ser a sua força (Heb. Ele espalharia os exércitos dos assírios da mesma maneira (cf. co m o os g a fa n h o to s saltam . Deus é m aior que qualquer força que a humanidade possa produzir. o vidente de Patmos. indicou que a “aguda espada” que saía da boca de Jesus d estru iria sem elhantem ente os exércitos do Anticristo (Ap 19. en ch eu a S ião d e retid ã o e d e ju s tiç a . Eles confiaram nEle para ser a sua salvação1 “em tempos de tribulação”.35. SI 68. a ju n ta r -s e -á o vosso despojo com o se apanha o p u lgã o .20). “braço”) e ajuda “cada manhã”. Até mesmo Ezequias tinba se voltado para o Senhor (2 R s 19.15). a li saltará. 2 roa. Também pode representar o modo das pessoas penetrarem nas bên­ çãos da vitória do SE N H O R sobre o Anticristo e os seus exércitos (Ap 19. O quadro das pessoas se lançando sobre o espólio pode descrever o que aconteceu depois da destruição do exército de Senaqueribe. 4 E ntão.

). b. Em contraste com os tempos de tribulação (v. e o te m o r do S e n h o r se r á o se u tesou ro. “heróis”.A vitória do SE N H O R o exaltará e mostrará quão elevado Ele é —o verdadeiro Deus que habita no céu. ‘erdlam . sem dúvida o dom do Messias ( 1 1. “salvação”. O “temor do S e n h o r ” não será uma mera emoção humana. Isaías insinua que as pessoas o louvarão. e os m en s a g e ir o s d e p a z estã o ch o ra n d o a m a rga m en te.2). a b u n d â n cia d e sa lv a çã o • . sa b ed o ria e ciên cia . (O plural no hebraico indica uma abundância de tudo o que a salvação significa e inclui a nossa herança plena em Cristo: nossos novos corpos e nosso reinado como reis e sacerdotes com Ele. . o tempo milenial de Deus será caracterizado pela estabilidade (segurança provocada pela fidelidade de Deus) e uma abundância de. Este é o seu propósito resolu­ to e Ele levará isto a efeito.14— 16).3. Os seus enviados que buscavam a paz lamentam amargamente. “Os seus embaixadores” (N V I. Pela sua vitória Ele encherá a Sião de sua própria “retidão e justiça”. 6 £ h a v erá esta b ilid a d e n o s teu s tem p os. porque a Assíria quebrou o tratado que Ezequias fez que era presumido a proteger Jerusalém (2 Rs 18. reconhecendo quão exaltado Ele é. NIV.) Também haverá uma abundância de “sabedoria e ciência”. Isto pode também se referir aos funcio­ nários mencionados em Isaías 36.2). Este será um dom que Ele tem como um tesouro a ser dado aos que o amam e honram a sua impressionante santidade.7— 9 7 E is q u e o s s e u s em b a ix a d o res estã o cla m a n d o d e f o r a . literalmente. Agora Isaías retorna aos seus próprios tempos quando os assírios estavam destruindo as cidades de Judá e ameaçando Jerusalém (701 a. “homens va­ lentes”) de Judá (Heb. A ignorância e a falta de sabedoria já não farão ninguém se desviar e se perder. A Tristeza e Angústia de Judá 33. “heróis”) 2 lamentam e clamam aber­ tamente nas ruas porque eles não podem barrar o inimigo.22.C.

c. “As estradas estão desoladas” por causa da violência do inimigo — nenhum com erciante trazendo os bens necessários. e não respeitou ou valorizou a qualquer pessoa. serei exaltado. Colher essas conseqüências é compara­ do a dar à luz ao que tinha sido concebido antes. p r o d u z ir eis p ra gan a. m e levan tarei. o L íhano se en vergon h a e se m urcha. a planície fértil de Sarom. m e leva n ta rei a m im m esm o. Os exércitos assírios arruinaram a gleba cultivada. A paz e a segurança acabaram e todas as pessoas têm medo de arriscar-se a sair. B a sã e C a rm elo f o r a m sa cu ­ didos. Os assírios saquearam a terra. Agora eles têm que sofrer as conseqüências. A terra murcha e sofre com as pragas da lavoura (cf. agora. 11 C on ceb estes palha. Deus tem o seu próprio tempo. O inim igo (Senaqueribe) quebrou o tratado. O Líbano com suas montanhas bonitas e florestas de cedro. 24. O tempo vem quando Deus vê que é o bastante e Ele se levanta em juízo que o exaltará. na costa sul do monte Carmelo.4). O SE N H O R se Levantará e Julgará o Inimigo 33. 9 A terra g e m e e p ra n teia . rejeitou e menosprezou as teste­ munhas. desprezou as cid a d es e a hom em n e­ n h u m estim a. d iz o Sen hor .8 A s estra d a s estão desoladas. Devido a eles terem . Os assírios tomaram as suas decisões no passado. os campos planos de Basã a nordeste do mar da Galiléia —tudo tem se tornado como o deserto de Arabá ao sul do mar M orto. as folhas das árvores e as plantas das áreas de bosque do Carmelo murcham e caem. cessa m os q u e p a ssa m p ela s v er e­ das. e o vosso esp írito vos d evora rá co m o fo g o . agora. S arom se to rn o u com o u m deserto. ele ro m p eu a alian ça. e Ele está sempre no tempo certo.10— 13 10 A gora.

Deus respon­ deu a oração. o trem o r su rp reen d eu os hipócritas. os que estão “longe” (os gentios) e os “vizi­ nhos” (o povo de Judá) precisam prestar atenção ao que Ele tem feito e reconhecer o seu enorme poder. v ó s os qu e estais longe\ o que tenho f e i t o . e rápido. M as quando Senaqueribe quebrou o tratado e a situação parecia desesperadora.14 ]A O s p eca d o res de Sião se assom bra ram . A sua própria respiração. 13 O u vi. Pecadores Aprendem uma Lição 33 . como o incêndio de cal. con h ecei o m eu poder. Se Senaqueribe tivesse mantido o seu tratado e deixado Jerusalém por causa do tributo que Ezequias lhe deu. Os pecadores (que estavam vivendo como se não hou­ vesse nenhum Deus) estão tremendo com medo e perguntam quem pode viver na presença do “fogo consum idor” da santidade im u­ tável de Deus. 12 E os p o v o s serã o co m o os in cên d io s de cal\ com o espin hos co rta d o s a rderão n o fo g o . as pessoas teriam pensado que foram salvas pela sua própria sabedoria. M ais adiante. como o queimar de arbustos de espinho secos. devido ao fato de que Deus irá julgar todas as na­ ções e porque Ele mostrou a disponibilidade da sua graça através de grandes libertações. O juízo de Deus sobre os exércitos assírios (os quais eram com­ postos de uma multidão de povos) será intenso. Q u em d en tre n ó s habitará com o f o g o co n su m i­ d o r? Q u em d en tre nós habitará co m as labaredas etern a s? O que Deus tem feito foi de fato observado pelos pecadores em Sião. ou espírito. Assim ficou óbvio que Deus era o Único em quem se podia confiar. e v ó s que estais vizin hos. o resultado será farelo e palha. . será o fogo que os devorará. d.feito os seus planos sem consultar o SE N H O R .

que recusemos a escutar qualquer coisa que venha a prejudicar outras pessoas.e. A resposta para a pergunta deles requer o tipo de estilo de vida que o Velho Testamento enfatiza e o Espírito Santo torna possível aos crentes nascidos de novo. o seu p ã o lhe será dado. M as a conexão com o versículo precedente indica que o Rei é o M essias (veja 32. Ele também quer que nós recusemos subornos.6). e as su a s á gu a s serã o certas.17— 4 2 17 O s teu s olhos v erã o o R ei na su a fo r m o s u r a e v erã o a terra qu e está longe.1. O Rei Está Vindo 33. jogatinas. loterias.16 13 O qu e an da em ju s tiça e q u e f a l a com retidão. Deus quer ver todas as pessoas do mundo continuando a viver em plena retidão. . A pessoa que vive nesse tipo de comunhão com o S E N H O R verá agora pessoalmente “o Rei na sua formosura”. qu e sa cod e das su a s m ãos todo o p resen te. qu e arrem essa p a ra lon ge de si o ga n h o de opressões. alguns supõem ser Ezequias após a sua cura e durante os seus quinze anos adicionais de vida (2 Rs 20. cf. Quem Pode H abitar com um Deus Santo? 33. até aos confins da 7). A pessoa que vive nesse tipo de retidão plena irá hab itar “nas alturas” —em comunhão com o SENHOR —tendo segurança como a das fortalezas elevadas e provisão inesgotável das necessidades diárias.15. as fo r ta lez a s das rochas serã o o seu alto refú gio. S I 45 .1— Ele reinará em distâncias longínquas. f. Terra. Ele quer que nós continuemos falando “o que é certo”. qu e tapa os o u v id o s p a ra não o u v ir f a l a r de sa n gu e e fe c h a os olhos pa ra não v e r o m al.). 16 este habitará na s a ltu ra s. rejeitando qualquer tipo de exploração dos outros (isto incluiria fraude. Ver a sua paz e a sua bênção está incluso. etc. que recusemos a olhar com simpatia a qualquer coisa desagradável a Ele. Devido ao rei não ser indicado.

18 O teu coração considerará em assombro\ dizendo: O n de está o escrivãoP O n d e está o pa gad or? O n d e está o que conta as torres?

Naquele dia a mente de cada pessoa “considerará em assombro” o terror anterior: tal como foi causado pelos assírios. Eles estarão perguntando: “Onde está o escrivão”, quer dizer, o chefe dos escriturários (Heb. sopher), aquele que registrou os nomes dos levados cati­ vos; “onde está o pagador”, pesando e registrando o tributo; e “onde está o oficial” registrando o número das torres demolidas (ou a se­ rem demolidas)? O terror do inimigo estará findo.
19 N ão verá s m a is aq uele p o v o cru el, p o v o d e ja la tão p ro fu n d a , qu e não se p o d e perceber, e de lín gu a tão estranha, que não se p o d e entender.

As lições ensinadas pelos assírios com o seu idioma estrangeiro e língua estranha e gaga (2 8 .1 1 ) não precisarão ser aprendidas nova­ mente. Os assírios arrogantes serão castigados pelos seus pecados.
20 O lha p a ra Sião, a cid a d e das n ossas solen id ades; os teu s olhos verã o a Jeru sa lém , habitação quieta, tenda que não será d errib a da, cu ja s estacas n u n ca serã o arran cad as, e das su a s cord a s n e­ nh u m a se quebrará.

Quando eles vêem o Rei (v. 17), eles poderão olhar para Sião, a cidade onde entraram na presença do SE N H O R para celebrar as sole­ nidades (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos —os festejos dos pere­ grinos que os convocam para vir a Jerusalém, Êx 23.14— 17). A cida­ de santa será um lugar quieto e pacífico. Isaías compara isto a uma “tenda que não será derribada”, pois suas “estacas nunca serão ar­ rancadas”, e sua segurança pelas cordas de tenda que nunca serão quebradas.3 Isto, para o israelita antigo, retratava um estado ideal. Somente o Messias pode trazer tal paz.
21 M as o Sen hor ali n os será g ra n d io so , lu ga r de rio s e co r r en ­ tes largas; barco n en h u m de rem o p a ssa rá p o r eles, n em n a vio g r a n d e n a vega rá p o r eles.

M ais importante, “o SE N H O R ali nos será grandioso”, presente com o seu povo em majestade. A falta de embarcações nos “rios e correntes” parece indicar que eles têm tudo o que precisam porque o S e n h o r está lá (cf. SI 46.4— Ez 47.1-5). Não haverá nenhuma 5; necessidade de sair pelo mundo buscando as suas riquezas como os navios de Salomão fizeram (I Rs 10.22).
22 P orque o Senhor é o n osso J u iz ; o SENHOR é o n osso L egis­ lador; o Senhor é o n osso R ei; ele n os salvará.

O S e n h o r é suficiente para todas as necessidades: Ele é o Juiz, Legislador e Rei. Isaías enfatiza que Ele irá salvar, libertar, e dar to­ das as bênçãos da sua salvação. O louvor está contido neste versículo. Ele é digno de todo louvor!

23 A s tu a s cord a s estão f r o u x a s ; não p u d era m ter f i r m e o seu m astro, e vela não esten d era m ; então, a p resa de ab u n d a n tes despojos se rep a rtirá ; e a té os cox os rou b a rã o a presa. Alguns comentaristas entendem este versículo como uma descri­ ção da Assíria em termos de um navio que “entra nas santas águas de Sião” e é naufragado.4 M ais precisamente, o versículo retorna aos dias de Isaías e retrata Jerusalém como um navio em péssimas condi­ ções por causa dos ataques assírios, contudo vitorioso, dividindo o espólio. Embora manquejando, leva a pilhagem. O versículo anterior dá o segredo da sua vitória: Deus é o Rei.
24 E m o ra d o r n en h u m dirá : E n ferm o estou ; p o rq u e o p o v o que ha bitar nela será ab solvido da su a iniqüidade.

Isaías olha agora para o futuro. Porque Deus é o Rei na era milenial futura e proverá divina saúde, nenhum habitante de Jerusalém dirá: “enfermo estou”. Todo o seu pecado e culpa também será “perdoa­ do” (Heb. rísu ; levantado, quer dizer, tirado pela expiação que Deus proverá através de Jesus, o qual seria levantado na cruz). Haverá total bem-estar para os indivíduos e para a sociedade como um todo.

2. A IRA DE DEUS SOBRE AS NAÇÕES 3 4 .I-I7

a. Juízo sobre Todas as Nações 34.1— 4
1 C h ega i-v o s, nações, p a ra o u v ir; e vós, povos, escu ta i; ou ça a terra, e a su a plen itu de, o m u n d o e tu d o q u an to produz .

A chamada em 33.13 aos que estão distantes e próximos para escutar é seguida por outra chamada que é até mesmo mais compre­ ensiva. Agora não somente é para todos os povos do mundo escuta­ rem, mas todos os que estão nele ( “a terra, e sua plenitude”) e “tudo quanto produz”. O juízo futuro afetará as pessoas, o mundo animal e o mundo vegetal. Mudanças tremendas acontecerão. 2 P orque a in d ign a çã o do SENHOR está sob re todas as nações, e o s e u j u r o r sob re todo o ex ército delas; ele as d estru iu totalm ente, en tre g o u -a s à m atança. Deus é longânimo, paciente, mas o tempo virá quando a sua ira estará pronta para explodir sobre todas as nações.5 A sua “indigna­ ção”, o seu ardente “furor”, ficará contra os exércitos destas nações. Ele “as destruiu totalmente” (Heb. hecberimam, “dedique-os ao juízo de Deus”, quer dizer, à completa destruição, como Jericó; Js 6.17). Haverá ali matança total (cf. Ap 19.21). ? E os seu s m o rto s serã o arrem essa dos, e dos seu s co rp o s su b irá o m a u cheiro; e com o seu sa n gu e os m o n tes se derreterão. Esses mortos golpeados serão jogados fora, “arremessados”, não lhes sendo dado nenhum enterro apropriado, de forma que os seus corpos serão deixados a exalar mau cheiro e a deteriorar-se. Isto era considerado uma desgraça terrível. Como pecadores eles sofrem os resultados do seu pecado. O quadro de montes ensopados [Heb. namassu, “derretidos”] com o sangue deles indica a sanguinolenta ero­ são do solo pela morte súbita de tantas pessoas.
4 E todo o ex ército dos céu s se g a sta rá , e os céu s se en rola rã o

co m o u m livro, e todo o seu ex ército ca irá co m o ca i a fo lh a da v id e e co m o cai o f i g o da fig u e ir a .

O juízo afetará toda a criação. As estrelas, referidas aqui como “o exército dos céus”, serão dissolvidas, (H eb. namaqqu, “enco­ lhendo continuam ente”). O enrolar de um livro tem o mesmo significado da figura de enrolar um pergam inho de couro, ou seja, fechar o livro. As estrelas e os planetas cairão para a ruína como folhas murchas (cf. Ap 6 .1 2 — ) ou como figos secos. O Deus 14 que criou os céus e a Terra pode desintegrar todas as galáxias. O cum primento disto preparará o caminho para um novo céu e nova terra (Ap 2 0 .1 1; 2 1 .I ).6 b. Juízo Especial sobre Edom 34.5— 17 5 P orque a m in h a espada se em b ria gou n o s céu s; eis q u e sobre E dom d escerá e sob re o p o v o do m eu anátem a, pa ra ex ercer ju íz o . Agora Deus fala. A sua “espada” é usada para atacar os indiví­ duos. A sua espada divina trouxe juízo no céu (sobre as forças satâ­ nicas) e então focaliza em Edom como representante dos inimigos do povo de Deus. Deus os destruiu totalm ente (lit., eles estão de­ baixo da “condenação” ou “anátem a” de Deus — sentenciados à destruição). Edom (os descendentes de Esaú) recusou-se a deixar os israelitas sob o comando de M oisés passarem pelo seu território (N m 2 0 .1 4 — 1 ) e freqüentemente mostrava animosidade para com 2 Israel. Obadias os condenou pela conduta antagônica quando os árabes e os filisteus atacaram Judá e Jerusalém em 845 a.C. (2 Cr 2 1 .1 6 ,1 7 ). Ele também os tratou como representantes de todas as nações que sofrerão o juízo no D ia do SENHOR (O b 1 5 , 1 6 ). Amós falou a respeito da destruição de Edom (1 .1 1 ,1 2 ). Depois das de­ predações dos assírios e babilônios “os edomitas gradualm ente se moveram através da Arábia... onde eles foram conhecidos como idumeus. Pelo quarto século a.C.,... o território edomita... tinha

caído sob a dominação dos... nabateus”, um povo árabe que tinha se estabelecido ali.7 (Entre os descendentes dos idumeus estava o rei H erodes.) 6 A espada do SENHOR está cheia de sangue, está cheia da g o r d u ­ ra de sa n gu e de co rd eiro s e de bodes, da g o r d u r a d os rin s de ca rn eiro s; p o rq u e o SENHOR tem s a c r f í c i o em B ozra e g r a n d e m a ta n ça na terra de E dom. O sangue e a gordura dos sacrifícios sempre eram dedicados ao SE N H O R . A gordura era considerada a melhor parte da carne (cf. Lv 3.9-11,14— 16). Para estes pecadores cujos sacrifícios eram sem sen­ tido, o sangue e a gordura nutririam apenas a sua espada, tornandoa mais preparada para trazer juízo. A capital de Edom, Bozra, aproxi­ madamente quarenta e três quilômetros a sudeste do mar M orto, foi escolhida para um juízo especial. 7 E os u n icó rn io s descerã o co m eles, e os bezerros, com os to u ro s; e a su a terra beberá sa n gu e a té se fa r ta r , e o seu p ó de g o r d u r a se encherá. Até mesmo os “bois selvagens” (A R A ) serão mortos com os be­ zerros machos e touros que normalmente seriam sacrificados.8A ter­ ra beberá o sangue deles, “e o seu pó de gordura se encherá” —pois o sacrifício será juízo, não redenção.
8 P orque será o dia da vin ga n ça do SENHOR, an o de retribu ições, p ela luta de Sião.

Deus tem um dia de “vingança” (Heb. naqam, “recompensa”), um ano de “retribuições” ou determinação de reivindicações em nome de Sião, pois Sião tem tima causa ou “luta”, um caso contra Edom. Isto implica juízo sobre todos os que são inimigos de Deus e da sua Palavra.
9 E os seu s rib eiro s se tra n sfo rm a rã o em pez, e o seu pó, em en x ofre, e a su a terra, em p ez ardente.

Edom freqüentemente se opunha a Israel e Judá (O b 10). Os ribeiros de Edom se transformam em “pez” ou piche e o seu pó se tornando “em enxofre” flamejante e a terra transformando-se “em pez ardente” significa que a terra de Edom se tornaria como Sodoma e Gomorra.
10 N em de n oite n em d e dia, se apagará; p a ra sem p re a sua fu m a ç a su b irá ; de g era çã o em g era çã o será assolada, e de sécu lo em sécu lo n in gu ém p a ssa rá p o r ela.

A ruína de Edom é declarada enfaticamente como sendo para sempre. As pessoas não viverão lá ou até mesmo sequer continuarão a passar por ela. Provavelmente mesmo no M ilênio ela permanecerá como uma constante lembrança aos povos a respeito do santo juízo de Deus.
1' M as o p elica n o e a co ru ja a possu irã o, e o b u fo e o co rv o habitarão nela, e ele esten d erá sob re ela co rd el de co n fu sã o e n ív el d e vaidade.

Pássaros cerimonialmente imundos (provavelmente várias espéci­ es de corujas, pelicanos, gralhas e corvos) viverão lá. Deus estenderá sobre a terra a linha de medir ou “cordel [cf. 28.17; Am 7.7,8] de confusão” (Heb. tohu, “vazio”) e o prumo ou “nível de vaidade” (Heb. ‘avne bohu, “pedras sem formas” em contraste com pedras lavradas). Tohu e bohu são as mesmas palavras usadas em Gênesis 1.2 para des­ crever o estado da terra antes que Deus lhe desse forma (terra seca, continentes) e começasse a encher os lugares vazios de criaturas vivas. A terra de Edom se tornou um deserto, mas o seu julgamento final ainda está por vir.
12 E les ch am arã o ao rein o os seu s nobres, m a s n en h u m haverá, e todos os seu s p r ín cip es não serã o coisa nenhum a.

Nenhum do nobres estará por lá para proclamar o reino de Edom, e todos seus príncipes já não existirão.

13 E, n os seu s p a lá cios, crescerã o espinhos, u rtiga s e ca rd os nas su a s fo rta lez a s; e se rá u m a habitação de dragões e sa la p a ra os f i lh o s do avestruz.

Sem nenhuma pessoa presente, ervas daninhas, animais selvagens e pássaros irão tomar conta das deterioradas ruínas de palácios e fortalezas. Edom não mais será um reino.
14 E os cães bravos se en con trarã o com os ga to s bravos; e o sátiro clam ará ao seu com panheiro; e os an im ais n o tu rn os ali p ou sa rã o e acharão lu gar de rep ou so para si. 15 Ali, se an inhará a m élroa, e porá os seus ovos, e tira rá os seu s filh otes, e os recolherá debaixo da sua som bra; tam bém a li os abutres se ajuntarão u n s com os outros.

Animais selvagens e pássaros viverão lá, acasalando-se e cuidando de seus filhotes sem nenhuma perturbação de seres humanos. H á algumas controvérsias entre os estudiosos e eruditos sobre a identi­ dade de alguns dos animais. Tudo o que nós sabemos com certeza é que alguns deles são criaturas noturnas.
16 B u s c a i n o liv r o d o SENHOR e led e; n en h u m a d esta s co isa s fa lh a r á , n em u m a n e m o u tra f a lt a r á ; p o r q u e a su a p r ó p r ia b oca

o ord en ou , e o seu esp írito m esm o as a ju n tará.

Ao comando para escutar (3 4.1), Isaías adiciona agora o seguinte mandamento: “Buscai [Heb. dirshu, “buscai”] no livro do SE N H O R , e lede”. A referência parece estar considerando os versículos preceden­ tes. Isaías registrou as suas profecias. Estas saíram da sua boca pelo Espírito Santo de Deus, e pelo mesmo Espírito seriam cumpridas. Edom foi posteriormente dominado pelos árabes e depois, em 106 d.C., por Roma.9 Petra (Sela), sua cidade mais famosa, ainda é uma ruína. O juízo de Deus sobre as nações durante a Grande Tribulação virá seguramente da mesma maneira.
17 P orque ele m esm o la n çou as so rtes p o r eles, e a su a m ã o lhes rep a rtiu a terra co m o cord el; pa ra sem p re a p ossu irã o, d e g e r a ­ çã o em gera çã o h abitarão nela.

Deus lançou as sortes por eles e a repartiu para eles com o cordel (cf. v .II; 28.17; Am 7.7,8), quer dizer, dando-a aos animais selva­ gens e pássaros imundos por herança. Esta será sempre deles.

3. A T E R R A E 0 POVO RESTAURADOS 3 5 .1 -1 0
a. O Deserto se Alegrará 35.1,2
1 O deserto e os lu gares seco s se a legra rã o co m isso; e o erm o ex u lta rá e flo r e s c e r á co m o a rosa.

Outra bonita revelação de glória futura e bênção segue a profecia de juízo. Em contraste com a devastação que acontecerá a Edom, o povo de Deus verá o deserto e a terra seca regozijando-se com nova vida, florescendo como a “rosa” (ou asfódelo, um lírio com longas ramagens de flores). Alguns aplicam isto ao retorno da Babilônia sob o comando de Zorobabel, mas tal restauração jamais aconteceu na­ quela época. O juízo sobre a terra prepara para as bênçãos mileniais. 2 A b u n d a n tem en te flo r e s c e r á e tam bém regu rg ita rá de a legria e ex u lta rá ; a g ló r ia do L íbano se lhe deu, bem co m o a ex celên cia do C a rm elo e de S arom ; eles v erã o a g ló r ia do Senhor , a ex ce­ lên cia do n osso D eu s. O povo de Deus verá uma abundância de flores e o próprio deserto gritar entusiasticamente de alegria. A “glória do Líbano” é a sua flores­ ta. A “excelência do Carmelo e Sarom” é a sua fertilidade e frutos maravilhosos. Em vendo tudo isso no deserto, o povo redimido de Deus estará vendo a glória do SENHOR, “a excelência de nosso Deus” que veste a terra. b. Encorajamento para Pessoas que Sofrem 35.3— 7 3 C o n fo rta i as m ã os f r a c a s e fo r ta le c e i os jo elh o s trem entes. Os comandos aqui insinuam que o povo de Deus precisa de for­ ças para reivindicar o que Ele tem provido para eles. “M ãos fracas” pressupõem desânim o e falta de poder e hab ilidade. “Joelhos

irementes” indicam fraqueza que impede as pessoas de darem um passo à frente e buscarem a Deus.
4 D iz ei aos tu rb a d os de cora ção: E sfo rça i-v o s e não tem ais; eis qu e o vosso D eu s v irá com vin ga n ça , co m recom p en sa de D eu s; ele v irá , e v o s salvará.

Os que estão com os corações turbados e assombrados precisam ter alguém para lhes dizer para serem fortes, para deixar de estarem amedrontados, pois Deus está presente. Ele virá “com vingança” por­ que o seu povo tem sofrido e com retribuição divina pelo que os seus inimigos lhes fizeram. Pois Ele virá, salvá-los-á e os transformará. Corações e vidas mudados será algo até mesmo mais sobrenatural do que o deserto que floresce (veja v.2). 5 Então, os olhos d os cegos serã o abertos, e os o u v id o s dos su rd o s se abrirão. Então serão abertos os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos. Jesus usou esta passagem como evidência de que Ele é o Messias (M t 11.4,5; Lc 7.22). Presentemente a cura divina traz somente um antegosto disto. No entanto, quando Ele retornar haverá o cumpri­ mento cabal. Então a cura será mais que temporária; o corpo experi­ mentará plena redenção (R m 8.23). 6 Então, os cox os sa lta rã o co m o cervos, e a lín gu a dos m u d o s can tará, p o rq u e águ a s arreb en ta rã o no deserto, e ribeiros, no erm o. As pessoas mancas saltarão como os cervos e a língua dos mudos cantará de alegria. A restauração verá água jorrando aos borbotões como poços artesianos no deserto e como os ribeiros no deserto de Arabá, ao sul do mar M orto. 7 E a terra seca se tra n sfo rm a rá em tanques, e a terra seden ta em m a n a n cia is de águ a s; e n a s habitações em que ja z ia m os ch acais ha verá erv a com ca n a s e ju n co s.

A areia ardente do deserto será substituída por tanques de água e o solo sedento terá fontes artesianas ou mananciais de águas. No lugar onde estava a casa dos chacais haverá erva, canas e juncos de papiro —uma completa mudança, um milagre dado por Deus. c. O Caminho Santo 35.8— 10 ÃE ali h a verá u m alto cam in ho, u m cam in h o qu e se ch am ará O C a m in h o S anto; o im u n d o n ã o p a ssa rá p o r ele, m a s será p a ra o p o v o de D eu s, os cam in han tes, até m esm o os loucos, não errarão. O propósito de Deus em criar ribeiros no deserto é abençoar as pessoas. Por toda esta terra restaurada haverá um grande “caminho” (c f 19.23), chamado de “O Caminho Santo”. Nenhuma pessoa imunda viajará por ele. A N V I indica que “os insensatos não o tomarão” (ou, o significado pode ser que nenhum simplório será confundido ou se perderá nele ou errará o caminho; veja Ex 23.4 onde o verbo é usado a respeito de um jumento que está desgarrado vagando). De fato, este será para todos os redimidos, pois eles estão todos limpos (Jo 15.3), e ninguém que viaje nele, até mesmo um simplório, irá se perder ou en­ contrar perigo. Quão diferente das estradas nos tempos antigos fre­ qüentemente usadas por exércitos dos inimigos e onde os ladrões às vezes espreitavam (cf. a Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.30— 37). 9 Ali, não h a verá leão, n em a n im a l f e r o z su b irá a ele, n em se ach ará nele; m a s os rem id o s a n d a rã o p o r ele, Nos dias de Isaías as trilhas irregulares e acidentadas através do deserto eram ameaçadas por animais selvagens perigosos. Tudo isso será mudado. Nenhum leão ou “animal feroz” estará lá para ameaçar os que viajam no caminho santo. S ó os redimidos do SE N H O R viajarão nele. Os “redimidos” são os resgatados ou comprados de volta pelo g o ‘el, o “Parente-Redentor”. A responsabilidade primária do g o ‘d era resgatar o seu parente íntimo de alguma dificuldade, perigo ou dívida. Um aspecto disto era restabelecer a propriedade e os direitos de uma viúva. Isto era realizado pelo parente masculino mais próximo, que a

lomava como esposa. No livro de Rute, Boaz se tornou o g o ‘el. Quando I)eus é reconhecido como o g o ‘à de seu povo, Ele se posiciona em sua defesa e os vindica. Especialmente em Isaías (e nos Salmos, e nos livros dos profetas Jeremias, Oséias e Zacarias) Deus como o g o ‘el resgatou o seu povo da escravidão do Egito e os continua resgatando ou redimindo, desfazendo as suas transgressões “como a névoa” da manhã e os seus pecados “como a nuvem”. Então Ele chama: “Torna-te para mim, porque eu te remi” (44.22). Sempre que há arrependimento e o Espí­ rito é derramado nos tempos de refrigério, como prometido em Atos 3.19, nós podemos ter um antegosto das bênçãos do Caminho Santo que Ele proverá no M ilênio.10
10 E os resg a ta d o s d o SENHOR v o lta r ã o e v ir ã o a S ião co m jú b ilo ; e a leg r ia eter n a h a v erá so b re a su a ca b eça ; g o z o e a leg r ia a lca n ça rã o , e d eles f u g i r á a tristez a e o g e m id o .

Os resgatados são mais adiante definidos como os “resgatados do S e n h o r ” . Ele é o Redentor que pagou o preço pela redenção deles e os liberta da escravidão do pecado. Eles retornarão e entrarão em Sião com brados de júbilo, e a alegria eterna estará nas suas cabeças — uma coroa melhor que uma coroa de ouro. A alegria que os faz exultar e deliciar os alcançará. Eles não terão que buscar alegria; esta os al­ cançará. As dificuldades que atormentam ou produzem suspiros, ou gemi­ dos, fugirá deles. N ada perturbará a alegria dos resgatados. Deus terá feito uma restauração completa tanto dos povos como da terra. Os resultados do pecado terão sido removidos.

QUESTÕES DE ESTUDO
1. Em que bases o remanescente justo fundamenta suas petições em 33 .2 -9 ? 2. Quais são as características da pessoa justa em 33.14— 16?

Como 35. 4 8 5 .5. 2 9 8 . B.15 e 35. 2 Alguns entendem que isto significa sacerdotes. H orton.3. Qual é o significado do juízo sobre Edom? 7.22) 10. 19 9 5 ).6 se aplica ao ministério de Jesus? (Veja M t 11. Quem é o rei e o que nós aprendemos na parte posterior do capítulo 33 a respeito do reino? 4. Biblical Archaeology in Focus (G rand R apids: Baker Book H ouse. 19 90 ). 1 9 8 2 ).17? 8. Schoville. O que estará envolvido no juízo final da Terra? 5. Lc 7. Que conexão você vê entre 32. O que no capítulo 35 olha à frente para o M ilênio? 11. . H. Por que Isaías mencionam o livro do S e n h o r em 34. s Estas são as nações que serão deixadas depois que a Igreja for tom ada no tempo da ressurreição e arrebatamento. Esta era um a m á aplicação da profecia. Qual é a relação entre a vingança de Deus e a sua salvação? 12. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. The Lord is Savior: Faith in National Crisis (G rand R apids: W m .4. Eles pensavam que poderiam pecar e rejeitar as profecias de Jere­ mias e que Deus jam ais deixaria qualquer coisa acontecer a Jerusalém. 6 Stanley M .6— 10? CITAÇÕES 1 O hebraico fs h u a h pode tam bém significar libertação. Que aplicações do capítulo 35 podemos fazer para os nossos dias? 9. RJ: CPAD. O que está subtendido na dissolução das estrelas e como isto poderia ser cumprido? 6. 3 O povo no tempo de Jeremias pensava que isto se aplicava a Jerusalém nos seus dias. 4 S. Eerdmans. 210. W idyapranaw a.16.5. 303. 7 Keith N. 8 Alguns entendem que os bois selvagens e touros sim bolizam os exércitos das nações e os seus líderes.

* Schoville.19 indica que esses tempos de refrigério estão disponí­ veis até Jesus vir novamente. Biblical Archaeology. . 10 O grego de Atos 3. 4 8 5 .

8 I.1-39. A maior parte do que está escrito aqui também é encontrado em 2 Reis 18. Os fatos são registrados aqui como um teste­ munho para a veracidade das profecias de Isaías. 36.1 1 H a con teceu . A. A partir dos registros assírios está claro que a invasão de Senaqueribe foi em 701 a.13 a 20.C.Ezequias e Senaqueribe 36.C.1-37.21. Senaqueribe Invade em 701 a.8 Os capítulos 36 a 39 às vezes têm sido chamados de o Livro de Ezequias. qu e S enaqueribe) rei da A ssíria} su b iu co n tra todas as cid a d es f o r t e s de J u d á e a s tom ou. AS CIDADES DE JUDÁ CAPTURADAS 36. Devido a . n o an o d écim o -q u a rto do rei TLzequias.

apenas seis meses depois.10). no ano primeiro do seu reinado. Nenhuma dessas coisas teria sido permitida pelo ímpio rei Acaz. M as quando Senaqueribe subiu ao trono assírio em 705 a.3 está escrito o seguinte: “Ele. o quarto ano do reinado de Senaqueribe. Um a vez que Sargão II estava no trono da Assíria. ele derrotou os filisteus e tomou o controle do território deles até Gaza (2 Rs 18.. na direção oposta de Israel — Ezequias decidiu romper com a Assíria e não enviou mais nenhum tributo (2 Rs 18. o sexto ano desse coreinado foi 72 2 a. e achou necessário dar a sua atenção à usurpação da Babilônia pelos caldeus —a qual estava ao leste. Ezequias começou a reinar no seu próprio direito.C.7) e continuou pagando tributo. mas ele ia tomando o controle de países no caminho. Senaqueribe recuperou o controle da Babilônia. no mês primeiro. Ezequias fez uma aliança com o Egito para a pro­ teção mútua deles contra a Assíria.1 . Quando o rei filisteu Padi de Ecron tentou impedir a cidade de se unir na revolta de Ezequias contra a Assíria. Ezequias tentou detê-lo.7). Isto foi seguido por um grande reavivamento e da celebração da Páscoa.C. Ele deu uma especial atenção a Judá porque. Ezequias acei­ tou o tratado que o pai dele tinha feito (2 Rs 16.C.C. A morte dele tornou possível a inauguração de uma nova era.C. recome­ çando novamente a conta do seu reinado. Tendo em vista que o Egito sob o comando de Piankhi parecia ter ganho força. Acaz. No entanto.. expulsando Merodaque-Baladã. O seu real objetivo era a riqueza do Egito. Em 2 Crônicas 29. Ao mesmo tempo.8). de acordo com os seus registros. (2 Rs 18. abriu as portas da Casa do SEN H O R e as reparou”. foi declarado como sendo o primeiro ano de Ezequias —assim o “ano décim o-quarto” foi 701 a. e 715 a. Porém. Ezequias o pôs em ca­ deias e o aprisionou em Jerusalém.Ezequias ter reinado com o seu pai. quando Acaz morreu em 715 a. e se dirigiu ao oeste. assim os vinte e nove anos do seu reinado duraram até 686.

conclui a história das campanhas de Senaqueribe e depois retorna para a doença de Ezequias como um pano de fundo para a vinda dos enviados de Merodaque-Baladã. ju n to ao ca m in h o do cam p o do .14— acrescenta que enquanto Senaqueribe estava si­ 16 tiando Laquis.3 2 Reis 18.2 Os anais de Senaqueribe declaram que ele capturou 46 delas e ainda muitas aldeias não fortificadas e levou 200. e então virou a sua aten­ ção para as “cidades fortes de Judá” (atacando e capturando todas elas). 2.5. o rei da A ssíria en v io u R absaqué. tudo o que me impuseres levarei”. Ezequias declarou isto ao povo para encorajá-lo a que colocasse a sua fé no SE N H O R . o qual tinha procla­ mado a si próprio rei da Babilônia pela terceira vez.1. AS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 36. cerca de quarenta e oito quilômetros a sudoeste de Jerusalém. desde L aquis a J e r u ­ salém . e ele p a ro u ju n to ao ca n o do tanque m a is alto. M as a oração e as lágrimas de Ezequias trouxeram a promessa de Deus de mais quinze anos de vida e a garantia de que Deus livraria a ele e a Jerusalém “das mãos do rei da Assíria” (38. Senaqueribe exi­ biu trezentos talentos (aproximadamente dez toneladas métricas) de prata e trinta talentos de ouro. tanto em 2 Reis como em Isaías.6). retira-te de mim. derrotou um exército egípcio em Elteque (aproximadamente cinqüenta e um quilômetros a oeste-nordeste de Jerusalém). A Bíblia.1). os quais Ezequias pagou levando toda a prata do templo do SE N H O R como também dos tesouros do palácio real e tirando o ouro das portas e batentes das escadarias do templo. ao rei E zequias co m u m g ra n d e ex ército. dispersou as outras tro­ pas mercenárias que Ezequias tinha contratado.Mas os anais de Senaqueribe contam como ele conquistou Ecrom. Senaqueribe também escreveu que ele forçou Ezequias a libertar Padi.2-20 2 E ntão.4 Deve ter sido nesta ocasião que Ezequias ficou doente e foi avisado por Isaías que iria morrer (38. veja 2 Rs 20.146 pessoas cativas. o qual foi restabelecido depois ao trono dele em Ecron. Ezequias enviou uma mensagem a ele dizendo: “Pequei.

o escrivã o.filh o de H ilquías. qu e co n ­ tra m im te rebelasP O comandante-em-chefe chamava Senaqueribe de “o grande rei”. pois. rab-shakeh. 4 E R absaq ué lhes disse: O ra. Senaqueribe estava certo de que o “conselho e poder para a guer­ ra” de Ezequias já se tinham provado sem sentido diante dos seus exércitos. con fias. assim é Faraó. Então ele prosseguiu com a mensagem de Senaqueribe. . 6 E is qu e co n fia s na q u ele bordão de can a quebrada. p a ra com tod os os qu e nele co rfia m .12) e Eliaquim (que tomava conta do palácio).lavandeiro. se a lgu ém se a p oia r nele. lhe en tra rá p ela m ão.filh o de Asafe. e J o á . ou secretário que cuidava dos registros públicos) saíram para encontrá-lo. ARA e A RC ) com um grande exército para Jerusalém. Quando Senaqueribe ouviu que Ezequias estava falando ao povo que Deus os livraria. Eles pro­ vavelmente ousaram fazer isto em virtude do tratado anterior feito com Senaqueribe. Sebna (que era o secretário. a saber. ele quebrou o seu tratado e enviou o seu comandante-em-chefe (Heb. Mas ele não se referiu a Ezequias como rei. Eles pararam fora dos muros (vv. tentando demolir através de ridículo a confiança e fé que Ezequias tinha depositado no SE N H O R . e Sebna. no Egito. dizei a E zequias: A ssim d iz o g r a n d e rei. Assim. o rei da A ssíria: Q u e co n fia n ça é esta qu e tu m a n i­ f e s t a s ? 5 B em p osso eu dizer: teu con selh o e p o d er p a ra a g u e r r a são apenas vã s p a la vra s: em quem . 3 Então. “R absaqué”. Ele estava de fato dizendo que Ezequias era tolo em depen­ der de qualquer um para ajudá-lo na sua rebelião contra Senaqueribe. rei do Egito. o chanceler.11. agora. sa iu a ele E lia q u im . ele apa­ rentemente decidiu que tinha cometido um erro deixando para trás uma cidade fortificada. o m ord om o. como tantos ditadores terrenos. Senaqueribe tinha os seus espiões e logo soube a respeito da doença de Ezequias e da sua recuperação. e lha fu r a r á . que. provavel­ mente o secretário de Estado). e Joá (o escrivão.

Ele provavelmente soube que Isaías tinha advertido o povo a não confiar no Egito. O comandante do exército assírio pediu então a Ezequias que fizes­ se uma barganha com Senaqueribe: ele conseguiria dois mil cavalos se este pudesse montar os cavaleiros neles. Tal adoração era uma abominação ao SE N H O R e Ezequias tinha razão em destruir esses santuários (cf. esses san tu ário s tin h am sido p o p u lares antes do reavivamento. Durante o grande reavivamento. Ezequias tinha retirado os altares e lugares altos que antigamente foram dedicados a Baal (veja 2 Rs I 8 . não é esse aq uele cu jo s altos e cu jo s altares E zequias tirou e disse a J u d á e a Jeru sa lém : Perante este altar vos inclinareis? Senaqueribe sabia o que estava acontecendo em Jerusalém e niti­ damente criticava Ezequias. n osso D eu s. mas também tiraria vantagem dos que dependessem dele e se voltaria contra eles. Senaqueribe não entendeu o essencial. Dt 12. con fia m os. pois. 7 M as. Porém.2-14).I — 4). p o rv en tu ra . o rei da A ssíria. de modo que poderiam ser encorajadas para que não escutassem a Ezequias. 8 O ra. No entanto. porque há somente um verdadeiro Deus. se m e disseres: N o Senhor . e dar~te~ei dois m il cavalos. dá. mas eles adulteraram essa adoração incluindo os deuses pagãos dos altares. realmente zombando também de Deus. Os israelitas os tinham transformado em lugares para adoração do SE N H O R . e Senaqueribe esperava que houvesse ainda lá senti­ mento suficiente por estes entre as pessoas comuns. Contudo. se tu p u d e r e s d a r ca va leiros p a ra eles. esta oferta era um . A comparação de se apoiar em um “bordão de cana quebrada” (algo que não só quebraria mas perfura­ ria a mão do que neste se apóia) simbolizava que Faraó não só não poderia ajudar. A demanda para oferecer sacrifícios unicamente no templo em Jerusalém era proposi­ tada para ser um testemunho ao mundo pagão de que havia apenas um verdadeiro templo. refén s ao m eu senhor.I Senaqueribe também tinha razão em dizer que era tolice depen­ der do Egito. agora.

agora. Este era de fato um convite para rendição e alistamento no exército de Senaqueribe. en­ quanto este continuava a sua marcha para o Egito.5). ele estava falseando a verdade em uma tentativa para intim idar o povo. dando ao próprio Ciro uma entrada triunfal completa com ramos de palmeira. Ele reivindicava que o SE N H O R o tinha enviado para que destruísse Judá. porém. O comandante sabia que Jerusalém não tinha bastante solda­ dos deixados para pôr dois mil deles nos cavalos. tinham-no enviado para libertá-los do mau governo de Nabonido e Belsazar.5 M as Senaqueribe não era tão sutil. Parte da guerra psicológica dos reis antigos era declarar que os deuses dos povos que eles estavam atacando tinham lhes enviado para que fizessem isto. p o r ca u sa dos ca rro s e ca va leiro s? O comandante assírio enfatiza que Jerusalém não poderia resistir nem sequer a uma pequena unidade liderada pelo menor dos oficiais de Senaqueribe. Tudo o que ele queria era a rendição de Jerusalém. p a ra destruí~ la ? O Senhor m esm o m e disse: S obe co n tra esta terra e d estró i-a . nas quais Deus dissera que a Assíria era uma vara na sua mão irada (1 0. Render-se e juntar-se ao exército assírio seria uma situação muito melhor do que depender do Egito “por causa dos carros e cavaleiros”. Ciro fez isto quando estava chegando a Babilônia. Ciro foi bem-sucedido nisto e os habitantes da Babilônia abriram os portões da cidade e deram boas-vindas ao seu exército. co n fia s no Egito.escárnio. Sem dúvida que ele conhe­ cia as profecias anteriores de Isaías. sem o Senhor co n tra esta terra. (Era comum aos assírios convidarem os povos conquistados a se alistarem no exército deles e recuperar as suas perdas no próximo lugar de conquista. 10 E su b i eu. ele não prestou atenção ao restante da profecia. reivindicando que os deuses deles. Bel e Nebo. a qual era contra a Assíria. não p o d en d o tu v o lta r o rosto a u m só p r ín cip e dos m ín im o s serv o s do m eu senhor. . Assim.) 9 C om o.

antes. e disse: O u v i as p a la vra s do g r a n d e rei. m a n d o u -m e o m eu sen h o r só ao teu sen h o r e a ti. Ele percebeu que Ezequias e os líderes de Jerusalém não pretendiam ceder. e J o á a R absaqué: P ed im o ste qu e f a l e s aos teu s serv o s em siríaco. 14 A ssim diz o rei: N ão v o s en ga n e E zequias. p o rq u e bem o en ten dem os. e cla m ou em alta voz em ju d a ico. o Grande. porque eles não queriam agitar os habitantes de Jerusalém que estavam sentados sobre os muros e que poderiam espalhar as ameaças do comandante por toda a cidade. aos h om en s que estão assen tados sob re os m u ros. do comércio.6 Antes . do rei da A ssíria. 15 N em ta m p ou co E zequias v o s f a ç a co n fia r no SeNHOR. da educação superior e da comunicação política entre os países desde antes da época de Abraão até ao tempo de Alexandre. As palavras do comandante-em-chefe claramente mostram que a doença de Ezequias veio após o seu pagamento de tributo. dizendo: I rfa liv elm en te. aos o u v id o s do p o v o que está sob re os m uros. p a ra d iz er estas p a la vra s? E não. Ele estava espe­ rando que pudesse lançar o povo em pânico. Então ele e o seu exército sitiariam Jerusalém e cortariam o abastecimento de suprimentos. 12 M as R absaq ué disse: P orven tu ra . disse E liaquim . A delegação da parte de Ezequias pediu ao comandante-em-chefe dos assírios que falasse em aramaico ( “siríaco”). até que lá não houvesse mais nada para comer ou beber. e Sebna. M as era exatamente isso o que o comandante queria. e esta cid a d e não será en tregu e na s m ãos do rei da A ssíria. se p ô s em pé. p a ra qu e c o ­ m a m co n vo sco o seu esterco e bebam a su a u r in a ? A resposta do comandante foi até mesmo mais ameaçadora e rude. n os livra rá o SENHOR. O aramaico era a língua dos negócios.11 E ntão. p o rq u e não vos p o d e­ rá livrar. e não nos f a l e s em ju d a ico . 13 R absaqué. de modo que eles vies­ sem a pedir rendição. pois.

ele os deixaria viver em paz até que voltasse desta campanha. Novamente o comandante fala ao povo que não escute a Ezequias. terra de trigo e de m osto.0 0 0 pessoas de lá. 38). Se eles fizessem a paz com Senaqueribe. M as Senaqueribe tentou quebrar a confiança do povo nas promessas de Deus. A cura de Ezequias e a promessa de Deus fizeram a diferença (veja cap. dizendo: O SENHOR n o s livrará. os deu ses das n a ções livra ra m cad a u m a su a terra das m ã os do rei da A ssíria? 19 O n d e estão os d eu ses de H am a te e de A rpade? O n d e estão os d eu ses de S efa rv a im ? P orven tu ra . No entanto. porque há pouco ele tinha removido 2 0 8 . e era uma prática assíria trans­ ferir outros povos para tomar o lugar dos cativos que foram desloca­ dos. P orven tu ra . A in­ clusão do ouro e também da prata do templo mostrava que ele não estava confiando no S E N H O R quando fez o tratado com Senaqueribe. onde eles poderiam cultivar uvas e trigo da mesma forma como faziam na terra de Judá. 18 N ão v o s en ga n e E zequias. Ele de fato estava chamando Ezequias de um enganador que não poderia ajudá-los. . Deste modo os assírios esperavam desorientar e desmoralizar um povo —de modo que estes desistiriam de qualquer tendência para se rebelar.desse tempo ele estava confiando no Egito e não no SE N H O R . ele não reconhecia que o Senhor é fiel e que Ele pode livrar. 17 a té que eu ven ha e v o s leve p a ra u m a terra co m o a vossa. Ele provavelmente tinha a Babilônia em mente. Ele prometeu que os levaria a uma terra tão boa quanto a própria terra deles. indubitavelmente esperando voltar triunfalmente do Egito. por declarar que Ezequias não os poderia livrar e que eles não deveriam deixar Ezequias persuadi-los a confiar no S e N H O R . e com a cada u m da su a v id e e da su a f i g u e i r a e beba cada u m da á gu a da su a cistern a . terra de p ã o e d e vinhas. 16 N ão deis ou vid os a Ezequias. Então ele levaria a efeito a política assíria de deslocar e reassentar populações inteiras. p orq u e assim diz o rei da A ssíria: A lia i-v o s com igo e s a í a m im .

Os egípcios não eram nenhuma ajuda. Ele não podia ima­ ginar que o Senhor Deus cultuado no pequeno país de Judá pudesse ser maior que os deuses adorados nos países que ele já havia conquis­ tado. Ele também estava sugerindo que seria muito melhor para Jerusalém se eles se rendessem. e. eles tomaram uma nova posição de fé. dizendo: N ão lhe respon dereis. p a ra qu e o S enhor livra sse a J eru sa lém das m in h a s m ã o s? Novamente a mensagem de Senaqueribe refere-se à declaração de Ezequias da promessa de 38. em sua arrogância ele ainda não entendia o essencial. Ele logo seria capaz de . O povo não deu nenhuma resposta a estes insultos e ameaças. Agora. confiarem em Deus. e Sefarvaim foram todas conquistadas e os seus deuses não as ajudaram. assim. O povo de Judá que esperava poder derrotar os assírios fazendo uma aliança com o Egito tinha sido desacreditado.livra ra m eles a S am aria das m in h a s m ã o s? 20 Q u a is são eles. Senaqueribe insinua que ele é maior do que qualquer deus. d en tre todos os deu ses desses países. no rio Orontes.21 21 M as eles ca la r a m -se e não lhe resp on d era m pa la vra.C. e Arpade. um novo cora­ ção e um novo espírito esperavam por Isaías. e alguns dos habitantes de Sefarvaim foram transferidos para ela. 3. Os deuses desses países não tinham sido capazes de salvar as suas terras do grande rei de Assíria. Contudo. Portanto.6. 0 POVO OBEDECE A EZEQUIAS 36. no norte da Síria. Até mes­ mo Samaria se tornou uma província assíria em 72 2 a. p orq u e havia m a n d a d o do rei. os qu e livra ra m a su a terra das m in h a s m ãos. Os soldados mercenários que Ezequias tinha contratado foram dispersados. juntamente com ele. Por obedece­ rem ao rei. Ele lembra Jerusalém que as cidades de Hamate. ele sugere que o SE N H O R não pode ser em nada diferente e não pode salvar Jerusalém das suas mãos. Ezequias tinha lhes ordenado que não respondessem. Deus de fato os livraria. em Jerusalém.

Os três que tinham se reunido com o comandante então rasgaram as suas vestes — provavelmente eles rasgaram a frente de suas túnicas como um sinal de pesar e humilhação. Ele percebia que a sua única esperança esta­ va no SE N H O R . o m ordom o. e en tro u na C asa do SENHOR. Assim ele entrou publicamente no templo para buscar a ajuda prometida do SE N H O R . o SENHOR. por causa da blasfêmia de Senaqueribe. estavam errados. o chanceler.filh o de A scfe. ten do o u v id o isso o rei E zequias. pronto para sitiar Jerusalém. 3 E dissera m -lh e: A ssim diz E zequias: Este dia é dia de angústia. e o recente partido da guerra. o escrivão. e Sebna.8 22 E ntão. e fo r ç a não há pa ra os dar à luz. ra sgou as su a s vestes. 1 E a co n teceu que. e de vitupérios. como um reco­ nhecimento mais extenso da seriedade da situação. Acaz. e se co b riu de sa co de p a n o gro sseiro .) 4. o m ord om o. As ameaças de Senaqueribe eram sérias. Ele queria que o povo soubesse que ele ainda acreditava na promessa de Deus. O comandante-em-chefe tinha um exército grande. f i lh o de Amoz. e de blasfêm i­ as. e J o á . (A nova atitude da sua audiência e a nova mensagem explicam a mudança de estilo e vocabulário. teu D eus. PROFETIZADA A MORTE DE SENAQUERIBE 36. o profeta. E lia q u im .22-37. cobertos de sacos de p a n o grosseiro. 2 E o rei en vio u a E liaquim. viera m a E zequias com as vestes rasgadas e lhe fiz e r a m sa b er as p a la vra s de R absaqué. feito de pelo de cabra. o escrivão. terá ou vid o as palavras . 4 P orventura. Ele sabia que o seu pai. a Isaías.lhes dar o conforto do capítulo 40 e dos seguintes. p orq u e chegados são os filh o s ao parto. que tinham confiado na Assíria. Ezequias também rasgou as suas roupas e vestiu-se de pano de saco (aniagem preta e grossa). e a Sebna.filh o de H ilquias. Então informaram a Ezequias o que o comandante tinha dito. e aos an ciãos dos sacerdotes.

5 E os serv o s do rei E zequias viera m a Isaías. entregues pelo comandanteem-chefe. “filho de Amoz”. “meninos” sem discernimento) de Senaqueribe tinham blasfemado do SEN H O R . na are. significava que ela estava em uma situação desesperadora. metal e pedra). O rei os enviou então ao profeta Isaías. mas ainda havia um remanescente sobrevivendo em Jerusalém. Em tal caso.7 Ezequias lhe pediu que fizesse uma oração “pelo resto que ficou”. a quem en viou o rei da Assíria. tem ou vido. Os servos de Ezequias foram ao encontro de Isaías e buscaram uma palavra da parte do SE N H O R . Era muito tarde para orar pela liberta­ ção das outras cidades de Judá. e ele o u v irá u m r u m o r e volta rá p a ra a su a terra . para afron tar o D eu s vivo e pa ra o vitu p era r com as pa la vras que o SENHOR.e i ca ir m o rto à espada n a su a terra. em quem “força não há para os dar à luz”. 6 E Isa ía s lhes disse: A ssim d ireis a vosso am o: A ssim d iz o Senh or : N ão tem a s à vista das p a la vra s qu e ouviste. A comparação de uma mãe grávida na hora do parto. estavam de fato ridicularizando o Deus vivo (em contraste com os deuses mortos de madeira. Porém. com as qu ais os serv o s do rei da A ssíria de m im blasfem aram . seu amo. Ezequias esperava que Deus ouvisse e repreendesse Senaqueribe. Isaías tinha uma palavra confortante. . e a inabilidade deles para prestarem algum socorro. teu D eu s. com uma mensagem reconhecendo o perigo. A delegação que tinha ido ao encontro do comandante-em-chefe e os principais sacerdotes seguiram o exemplo de Ezequias e vestiram pano de saco.de Rabsaqué. e f á . 7E is que p o r ei n ele u m espírito. a desgraça ameaçada pelo comandante assírio. Ezequias reco­ nhecia que as palavras de Senaqueribe. a única esperança deles estava no SE N H O R . morreriam a mãe e o bebê. Reconhecendo que Isaías estava em contato com Deus. J a z e oração p elo resto que fic o u . Eles deviam dizer para Ezequias que deixasse de ficar amedrontado a res­ peito da mensagem pela qual os “servos” (Heb.l o .

De Laquis ele foi para Libna. (L aquis ti­ nha sido tom ada e destruída.. o comandante-em-chefe retornou e achou Senaqueribe lutando contra Libna.C.) En­ tão Senaqueribe ouviu falar a notícia a respeito de M erodaqueBaladã ter tomado Babilônia e se apressou em retornar para Nínive e para Babilônia. que retratava a captura de Laquis e seu povo.1 1 .10 Desde que Senaqueribe já tinha determ inado que parte dos tributos trazidos a N ínive fossem levados para Babilônia. Ele celebrou esta cam panha de 701 a. O “rumor” era a notícia de que Merodaque-Baladã estava novamente assumindo o poder na Babilônia. R absaqué e achou o rei da A ssíria p eleja n d o contra L ibna.Deus poria um espírito em Senaqueribe e ele ouviria um certo rumor e voltaria à sua própria terra. Arqueólogos acha­ ram um grande relevo de parede no palácio de Senaqueribe. Vòltou. com issionando os artistas para retratá-la. contu­ do.36— 38). em N ínive. onde morreria (veja 37. Alguns estão deixando tributo ou espólio. de modo que ele voltaria à sua própria terra. Quando não houve nenhuma rendição. ou mesmo o Egito. Outro grupo leva sacos e outros artigos nas mãos.9 Os registros da segunda cam panha de Senaqueribe inform am m uito claramente que ele m atou alguns cativos e deportou o restante naquele tem ­ po. o que incluía Babilônia como uma de suas capitais.. Eventualmente ele morreria em sua própria terra. Senaqueribe. e uma vez que ele precisou esmagar a revolta em Babilônia. em 688 a. ameaçaria Ezequias e Jerusalém novamente. é razoável acreditar que Senaqueribe levou os prisioneiros das cidades de Judá para B abilônia. p o rq u e o u v ira qu e j á se havia retira d o de L aquis.C. mas um anjo do SE N H O R cuidaria para que ele não chegasse tão perto de Jerusalém e voltasse a Nínive. pois. Babilônia era mais importante para Senaqueribe do que Jerusalém. A frente deles estão os cativos que são em palados em estacas afiadas.8Este m ostra uma fila de homens e mulheres que saem da cidade com fardos nas suas costas.

Pritchard. 6 Observe que Isaías finaliza o relato das invasões de Senaqueribe antes de contar a respeito da doença de Ezequias. Como o povo respondeu à mensagem do comandante assírio e por que isto é significativo? 5.C. 33.? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. 4 Luckenbill. O que Senaqueribe tinha realizado em Judá antes de ter enviado o seu comandante-em-chefe com um grande exército para Jerusa­ lém? 2. A descrição da doença também prepara para o cap.. 1 9 2 6 -2 7 ). The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press.QUESTÕES DE ESTUDO 1. 8 U m a cópia de tamanho natural disto pode ser vista no M useu O riental da Universidade de Chicago. Ancient Records. 4 que estes representantes do estado e do tem plo dizem “o S en h o r . 3 1 5 -1 6 . 3 0 6 . 3 D aniel David Luckenbill. 2 a ed. Que evidência há para uma segunda campanha de Senaqueribe em 688 a. 39 onde M erodaque-Baladã ouve falar a respeito da doença. (Princeton: Princeton U niversity Press. Que mensagem o Senhor proferiu e como esta foi cumprida? 7. não “nosso D eus”. 2 :1 1 9 -2 0 . . 19 24 ).. 5 James B. 2:121. 7 Observe no v. teu D eus”. Ancient Near Eastern Texts Relating to tbe Old Testament. Por que Senaqueribe disse que Ezequias estava enganando os ha­ bitantes de Jerusalém? 3. Ancient Records o f Assyria and Eabylonía. 2 vols. O que Senaqueribe pensava de si mesmo e a respeito do Senhor? 4. Por que Ezequias enviou pessoas vestidas em panos de saco ao encontro de Isaías? 6. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 19 55 ). ed. 2 Ibid. 2 :1 2 0 .

79. State Letters o f Assyria. His Tmth Endureth: A Survey o f the Beginnings and o f OU Testament History in the Light o f Archaeological Discoveries (P hiladelphia: N ational Publishing Co. Ancient Records. R obert H enry Pfeiffer. en viou m ensageiros a Ezequias. tinha sa íd o p a ra lhe fa z e r gu erra . 10 Luckenbill.9. 19 16 ). como isto foi interrompido. Os registros de Senaqueribe mostram que ele esteve na Babilônia em 700. O Exército de Senaqueribe É Dizimado e Senaqueribe É Morto 37. 2 2 6 -2 8 . Isaías dá um passo à frente neste ponto para 688 a. Downer. A ssim que o u v iu isso. Isto era feito freqüentemente no livro dos Reis.C. Revell. Isaías também faz uma pequena incursão aos eventos ocorridos en­ tre 701 e 688 a. onde Esdras fala da sua tentativa de reconstruir a cidade. 1 James W. T h irtle. 19 3 7 ). AS RENOVADAS AMEAÇAS DE SENAQUERIBE 37.8 e 37. vol.9-13 9 E o u v iu d iz er qu e Eiraca. Os escritores do Velho Testamento freqüentemente completavam um relato e então voltavam e davam detalhes de um evento anterior. Old Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah 1 (Londres: M organ & Scott.9 Charles M arston. The Bihle Comes Alive (N ova York: Flem ing H . e conclui o relato a respeito de Senaqueribe e Ezequias.9-38 I. 6 (N ew Haven: Am erican O riental Society. American Oriental Series.d. 2 :1 1 8 . 187. não em uma condição debilitada.). mas com um exército poderoso. rei da E tiópia. 19 35 ). 13 4 -3 5 . 31 9 (julho de 1923): 2 6 9 .C. M uir. Isto pareceria estranho se Senaqueribe —tão implacável em retornar .. B. até que finalmente destruiu Babilônia em 689 a. James C.C. no. (Veja também Esdras 4. n. e então retorna para a reconstrução anterior do templo.1 Ele expulsou Merodaque-Baladã e continuou em­ preendendo a guerra lá. dizendo: H á um espaço de tempo cie cerca de doze anos entre 37.) Agora. Benjamin R . “T he AddedYears o f H ezekiahs Life” Bibliotheca Sacra 80.

2 Inscrições fragmentárias de Senaqueribe contam a respeito de uma campanha árabe. Senaqueribe tinha a firme expectativa de ocupar Jerusalém por este tempo. Por isso ele enviou os mensageiros a Ezequias. Senaqueribe aparentemente preten­ dia ir para Jerusalém e então descer pela costa para o Egito. em q u em confias.C.5 Tiraca chegou primeiro ao Egito em 6 9 0/ 6 89 a. M as nesta época ele passou pela Arábia e desceu pela parte sul da Judéia. Ele co-reinou com Shebitku até 684 e continuou reinando até 66 4 a. e proclamar a si próprio o rei da Arábia. Novamente Senaqueribe blasfemou de Deus e negou a profecia de Isaías (3 8 . Quando Tiraca pôs-se a caminho para encontrar as forças de Senaqueribe. dizendo: N ão te en ga ­ n e o teu D eu s.. até mesmo depois de uma derrota desas­ trosa em 691 a. dizendo: J eru sa lém não será en tregu e nas m ã os do rei da A ssíria. Depois de derrotar a Arábia.repetidas vezes à Babilônia. depois da destruição da Babilônia em 689 a.4 diz que os egípcios chamavam Senaqueribe de “o rei da Arábia”. o historiador grego. com a idade de vinte anos. que conta como Senaqueribe tomou à força os deuses do rei da Arábia e os trouxe para a Assíria.6 ). M as ele não queria que Ezequias pensasse que fora perdoado. 10 A ssim fa la reis a E zequias.. ele alistou compulsoriamente no seu exército alguns dos árabes conquistados e deslocou-se para encontrar Tiraca. Ele chamou Deus de enganador e disse que Ezequias não deveria confiar nEle. contudo.3 Dessa forma. Isto é confirmado por um registro de Esar-Hadom.C. Senaqueribe mudou a sua atenção de Judá. — deixasse Ezequias calado “como um pássaro engaiolado” em Jerusalém e nunca voltasse. Isto é confirmado no que Heródoto. rei de Ju d á . Depois de conquistar a Arábia. . o qual era o seu mais recente título. Senaqueribe estava livre para ir ao oeste em direção ao Egito.C. quando o seu irmão Shebitku o chamou para reinar com ele.C.

Ele também estava dizendo que o Deus de Israel não poderia impedir que isto acontecesse a Jerusalém. quando o comandante-em-chefe de Senaqueribe fez as suas ameaças.. Desta vez ele não ras­ gou as suas vestes ou vestiu pano de saco ou enviou mensageiros que rogassem a Isaías. 12 P orven tu ra . na Babilônia (2 Rs 17.e. e os f i lh o s de E den. 13 O n d e está o rei de H am ate.1 9 ) com as adições de H ena e Iva. As nações citadas aqui ficavam na Mesopotâmia ocidental. que . Senaqueribe estava falando que eles foram destruídos em consigna­ ção ao seu deus. Ezequias mostra uma atitude diferente da que tinha mostrado uns dez anos antes. 2. e H a râ ’ e R ezefe. d estru in d o -a s to ta lm en te. su b iu à C asa do SENHOR.11 Eis qu e j á ten s ou v id o o qu e f i z e r a m os reis da A ssíria a todas as terras.24). Ele viu a profecia cumprida. Ele levou a carta imediatamente e a estendeu dian­ te do S en h o r . e E zequias as esten d eu p era n te o SENHOR. estavam em E elassar? Ele acrescenta que os “deuses das nações” que os seus antepassados (i. e o rei da cidade de S efarvaim . pois. e escapa rias tu ? Em dizendo que os reis de Assíria destruíram todos os países ( “colocou todas as terras sob condenação” . as livra ra m os d eu ses das n a ções q u e m eu s p a is d estru íra m : Gozã.2). O último pode ser igual a Ava.14-35 14 R ecebendo. e o rei de A rpade. veja comentário em 34. os reis anteriores da Assíria) tinham destruído não os puderam livrar. Senaqueribe estava fazendo o seu melhor para estremecer a fé de Ezequias no SENHOR. . E zequias as ca rta s da s m ã os dos m en sa geiros e len d o -a s. A ORAÇÃO DE EZEQUIAS E A RESPOSTA DE DEUS 37. H en a e I v a ? Ele repete a lista de deuses (chamados de “reis”) da mensagem anterior (3 6 .

Ele indubitavelmente sabia o que Isaías tinha dito sobre eles (veja 2. Além disso. Ele o reconheceu como o único Deus (um tema de Isaías). mas ape­ nas “madeira e pedra”. mas também como o Criador dos céus e da Terra. ele sabia que Senaqueribe havia destruído os deu­ ses das outras nações. sen ã o obra de m ã os de hom ens. SENHOR. Desta vez o próprio Ezequias ora. Em chamando Deus de “vivo”. Isto era especialmente verdade a respeito dos . Ele pede a Deus que preste plena atenção ao que Senaqueribe disse para desafiar e afrontar “o Deus vivo”. os destru íram . o Deus de Israel. não apenas o único e verdadeiro Deus sobre “todos os reinos da terra”. SENHOR. Ezequias reconhece que Deus é diferente dos ídolos. q u e os reis da A ssíria a ssola ram todos os p a íses e su a s terras. q u e habitas en tre os q u eru b in s. abre. 31. 18 Verdade é. formados pelas “mãos de homens”. tu fi z e s t e os céu s e a terra. e o u v e todas as p a la vra s de Senaqueribe. entronizado “entre os querubins”: o lugar mais santo no templo. p o r isso. diferen­ te de todos os falsos deuses das outras nações. D eu s de Israel. p o rq u e deuses não eram . m a d eira e p ed ra . Ezequias reconhecia que aqueles ídolos não eram Deus. reconhecendo o SE N H O R como o SE N H O R dos Exércitos. Ele confia em Deus e deseja que Deus seja honrado. 19 E lan çara m no f o g o os seu s deuses. e o u v e. os teu s olhos.15 E o ro u E zequias ao SENHOR. o s teu s ou vidos. e olha. tu és o D eu s. ó SENHOR. Ezequias não nega que a Assíria destruiu todos os outros países. Ezequias se aproximou assim em uma atitude de fé que honrava a Deus pelo que Ele é.20. de todos os rein o s da terra. dizendo: 16 Ó SENHOR dos E xércitos. as qu ais ele m a n d o u p a ra a fro n ta r o D eu s vivo. 17 In clin a .7).8. tu som en te.

24 P o r m eio de teu s serv o s cfr o n ta ste o Senhor. Não há nenhum outro Deus. Este insulto provavelmente se refere ao fato de Senaqueribe abandonar a sua campanha original em 701 a. fi lh o deA m oz. a filh a de Sião. e co rta rei os seu s altos ced ro s e as su a s f a i a s escolh id as e en tra rei no seu cu m e m a is elevado.6(Esta é uma outra confirmação de que a carta foi escrita em uma segunda campanha ocidental de Senaqueribe em 688 a. e disseste: C om a m u ltid ã o dos m eu s ca rro s su b i eu aos cu m es dos m ontes. balançando a cabeça em desdém.5 — 7). Deus chama Jerusalém de “a virgem” porque ela ainda não fora conquistada e permaneceria inconquistável pelos assírios.C. Senaqueribe tinha enviado os seus servos não para que desafias­ sem e afrontassem somente a Ezequias. livra -n o s das su as mãos. à medida que eles se retiravam. para que todos os reinos da terra cotikeçam que só tu és o SENHOR. 22 esta é a p a la vra que o SENHOR fa l o u a respeito dele: A virgem . As declarações . o Deus fiel. 23 A qu em a fro n ta ste e de q u em blasfem aste? E co n tra quem alçaste a voz e ergu este os teu s olhos ao a lto ? C o n tra o S anto de Israel.muitos deuses secundários da Babilônia que foram despedaçados em 689 a. 21 Então. Isaías. te despreza. m a n d ou dizer a E zequias: A ssim diz o Senhor . ó Senhor. o guardião da aliança. mas como um testemunho para “todos os reinos da terra” de que Deus é Yahweh —o Deus que tirou Israel do Egito. por causa de Jerusalém. a filh a de Jeru sa lém m en eia a cabeça p o r detrás de ti.. e de ti zom ba. em cumprimento de uma profecia anterior de Isaías (3 7 . o D eu s de Israel: Q u a n to ao que m ep ed iste acerca de Senaqueribe. no bosque do seu ca m p o fé r t il . nosso D eus.C. E zequias não quer som ente a lib e rtaç ão da opressão de Senaqueribe. rei da A ssíria. aos ú ltim o s recessos do L íbano. A resposta de Deus veio por intermédio de Isaías. Ela os menosprezou e os ridicularizou. mas a Deus. 20 A gora pois. o Deus que era e é e sempre será.C.).

8 26 P orven tu ra. Nada está fora da soberania de Deus. Eles se tornaram como os brotos verdes e tenros da “erva do campo” que . qitsre-yad. seq u ei todos os rio s do Egito. co m as m ã o s caídas. co m a s p la n ta s de m eu s pés.dele significavam que ele pensava que poderia cortar os cedros mais altos do Líbano e as suas faias ( “ciprestes”. “desprovido de mãos”) de modo que eles andavam atemorizados e envergonhados. O Egito seria uma presa fácil.7Agora que estava chegando perto do Egito. era m co m o a erv a do cam po. 27 P or isso. 25 Eu ca vei e bebi as águas. p o rém . e eu qu is qu e f o s s e s tu qu e d estru ísses as cida des f o r t e s e as red u z isses a m o n tõ es assolados. Como o oleiro que dá forma a um vaso. Ele amoldou as circunstân­ cias que tornaram possível a Senaqueribe destruir cidades (veja 10. Com as solas dos seus pés ele poderia secar todos os córregos e canais do rio Nilo. Ou seja. e o f e n o d os telhados. Foi a superintendência de Deus que perm itiu aos moradores esta­ rem “com as mãos caídas” (Heb. a n daram atem orizados e en vergon h a d os. ele se vangloriava de que nada o poderia parar. lit. A R A ) mais escolhidas. se cu m pre. M as o verdadeiro Deus é o único que ordenou os eventos ( “eu fiz isso”). isso quer dizer que ele triunfaria em todas as batalhas. não o u v iste que j á m u ito an tes eu f i z isso e que j á desde os dias a n tigos o tinha p en sa d o ? A gora. e o trigo q u eim ad o an tes do crescim ento.5— I I . que conta como Deus usou a Assíria como a sua “vara” para trazer juízo). A indicação de cavar poços e beber deles pode se referir à campa­ nha dele pela Arábia. os seu s m ora dores. tão facilmente quanto um fazendeiro poderia represar uma pequena vala de irrigação empurrando um pouco de terra. quer dizer. Senaqueribe pensava que estava agindo como um deus. e que ele tomaria conta das árvores dos bosques de seus campos fér­ teis. e. e a erv a verde.

Deus sabia exatamente o que Senaqueribe estava fazendo e o modo como ele estava se movimentando e se enfurecendo contra Deus. 31 Porque o que escapou da casa de Ju dá efico u de resto tornará a lançar raízes para baixo e dará f r u t o para cima. semeai. No restante do ano e no ano que se seguiria (que provavelmente estava a ponto de começar) eles comeriam o que crescesse por si mesmo. no terceiro ano. . Deus prometeu um sinal. . Porque Senaqueribe estava se debatendo em raiva contra Deus e porque ele não estava. e segai. mas. de volta pela Arábia. 29 Por causa da tua raiva contra mim e porque a tua arrogância subiu até aos meus ouvidos. no segundo ano. E semelhante às colheitas. . Para encorajar Ezequias. 2li Mas eu conheço o teu assentar e o teu sair e o teu entrar e o teu fu ror contra mim.facilmente poderiam ser cortados ou murchar. mas no tercei­ ro ano eles poderiam semear e colher campos de grãos e plantar vi­ nhedos e comer as suas uvas. nem um pouco perturbado sobre o que Deus poderia fazer a ele. . . fazendo Senaqueribe retroceder pelo caminho por onde ele viera. . o resto ou remanescente do povo de Judá iria prosperar. eis que porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio nos teus lábios e tefa r e i voltar pelo caminho por onde vieste. na sua insolência. caso especialmente verdadeiro a respeito da grama que poderia brotar de repente no lodo que cobria a esteira de junco que compunha os telhados planos das casas deles. de modo que ele não viria a Jerusalém como ameaçara que faria. E isto tc será por sinal: este ano se comerá o que espontaneamen­ te nascei] c. Deus está no controle. o que daí proceder. e plantai vinhas e comei osfr u to s delas. agora Deus agiria: “Porei o meu anzol no teu nariz”.

e. ta m p ou co v ir á p era n te ela co m escu d o. 35 P orque eu a m p a ra rei esta cidade.. Deus sempre teria um remanescente. D eus não salvaria Jerusalém porque seus habitantes o mereces­ sem. a cen to e oiten ta e cin co m il. 3. Ele tinha feito algumas destas atividades em 701 a. e Ele tem o poder para realizar isto. definida e enfática. p o r esse volta rá . n o a rra ia l dos assírios. o que esca p o u . m a s nesta cida de não en tra rá . Ele repete a sua afirmação (do v. mas por causa da aliança que Ele tinha feito com Davi (cf. mas não faria assim desta vez. e. Tampouco ele “levantará contra ela tranqueira” ou rampa de cerco. Ele não poderia chegar perto o suficiente para atirar uma flecha ou segurar um escudo para se proteger dos defensores de Jerusalém. ou leva n ta rá co n tra ela tranqueira. 33 P elo q u e assim d iz o SENHOR a cerca do rei da A ssíria: N ão en tra rá n esta cidade. O “restante” ou remanescente —pessoas que foram poupadas ou libertadas —sairia de Jerusalém. O próprio zelo de Deus cuidaria disto. Este é um ensino muito importante de Isaías. n em la n ça rá nela fle c h a algu m a . Senaqueribe não entraria em Jerusalém. sa iu o a n jo do SENHOR e fe r iu .36-38 36 Então. 34 P elo ca m in h o p o r on d e vier. d iz o Sen h o r .32 P orque de J eru sa lém sa irá o restante. pela Arábia) e não iria a Jerusalém. 2 9 ) de que Senaqueribe retornaria pelo mesmo ca­ minho que veio (quer dizer. 2 Sm 7).C. A palavra de Deus era clara. . q u an do se levan taram p ela m a ­ n h ã cedo. p a ra a livrar. A PROFECIA DE ISAÍAS FOI CUMPRIDA 37. o zelo do SENHOR dos E x ércitos f a r á isto. p o r a m o r de m im e p o r a m o r do m eu serv o D avi. do m o n te de Sião. eis qu e tu d o era m co rp o s m ortos.

insinuando uma peste bubônica. e eles f u g i r a m pa ra a terra de A rarate. e nenhum rei pagão antigo jamais registrou qualquer coisa como uma derrota. Isto deve ter chocado os habitantes de Nínive. assim também esta derrota não foi registrada por Senaqueribe.9 Â parte disto.. seu deus. rei da A ssíria. o f e r ir a m à espada. 37 A ssim S enaqueribe.000 soldados. A dram eleq ue e Sarezer. Até aquele tempo.000 pessoas do exército assírio. Embora vivesse mais sete anos. seu filh o . estan d o ele p ro stra d o na casa de JSÍisroque. Em sua única derrota anterior em 6 9 1 a. No entanto. e f i c o u em N ínive. nada havia a não ser uma derrota total. Ao invés disso.C. algumas das quais os arqueólogos descobriram. o fato de que ele não fez mais nenhuma campanha atesta o registro bíblico.Naquela noite o anjo do S enhor matou 185. e se f o i . 38 E su ced eu que. eles espalharam uma história de que ratos comeram as cordas dos arcos dos assírios. Devido ao fato dos egípcios não poderem imaginar tal morte súbita a não ser por uma pestilência. emitindo um relatório anual das suas façanhas. ele resumiu as suas proezas. se retirou. Quando os restantes despertaram cedo na manhã seguinte. Senaqueribe registrou que tinha capturado algumas carroças de mercadorias e tinha tenta­ do fazer parecer que isto era uma vitória. e voltou . concluindo com a captura e destruição da Babilônia em 689 a. seu s filh o s . porque eles dependi­ am dos espólios de guerra para a sua própria prosperidade. lá permaneceram apenas algumas poucas inscrições secundárias em edificações. Parece que Senaqueribe jamais se encontrou com Tiraca. Da mesma maneira que o afogamento dos egípcios no Êxodo não é mencionado em registros egípcios.C. M as com a morte dos 185. eles os acharam não morrendo (como que através de pestilência) mas “mortos”. provavelmente onde ele teve alguns consertos realizados. ele jamais realizou outra. Ele fez diversas cópi­ as. rein o u em seu lugar. . Senaqueribe tinha realizado uma campanha m ilitar todos os anos do seu reinado. e E sar-H adom .

131. 185. Como a resposta de Ezequias à carta de Senaqueribe em 688 a. “Sen n ach erib s Invasion o f Judah ”. Cumberland Presbyterian Quarterly I (junho de 19 02 ): 95.C. Então eles fugiram para a terra de Ararate (a antiga Armênia.. A crônica babilônica registrou a morte de Senaqueribe e a acessão de seu filho Esar-Hadom. foi diferente da sua resposta às ameaças do comandante-em-chefe em 701 a. QUESTÕES DE ESTUDO 1.C. George Raw linson. trans. ed. 6 Luckenbill. 2 :1 5 8 . agora parte da moderna Turquia). 35. History. M an uel K om roff (Nova York: Tudor Publishm g Co. Senaqueribe estava prostrado de joelhos. 19 28 ). mas ele conside­ rou a sua conquista do Egito como praticam ente term inada. Annals o f Sennacherih. 19 24 ).Em 681 a. 3 D aniel David Luckenbill. Ele era um turista que registrou o que os guias lhe falaram. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. 2 0 7 . . 2 George S. 19 53 ). 2 vols. 23.. 7 W illiam Foxwell Albright. Por que Deus iria defender Jerusalém e como isto foi cumprido? CITAÇÕES 1 D aniel David Luckenbill. o seu deus. Dois dos seus filhos “o feriram à espada”. 3:63 6. 4 H eródoto não foi um historiador no sentido m oderno do termo. 133.C. 2 :1 5 2 . Ancient Records o f Assyria and Babylonia. 8 O term o hebraico ‘achriv é um a forma hiph’il im perfeita que indica ação incompleta. adorando no templo de Nisroque. 5 H erodotus. G oodspeed. “O ldTestam ent H istory. Including Archaeology and C h ro n o lo gy”. Ancient Records. 1 9 2 6 -2 7 ). The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. em The Encyclopedia Americana (N ova York: Am erican Corporation.? 2. 9 Luckenbill. Senaqueribe ainda não tinha estado no Egito.

Ezequias tinha ido longe demais.2-22 1 Então. 2. Assim. M uitos têm especulado sobre a data da doença de Ezequias. UMA SENTENÇA DE MORTE 38. ele queria que Deus se interessasse pela sua situação e fizesse algo sobre a mesma. mostra que a doença aconte­ ceu em 701 a.C . Pedir a Deus para se lembrar não quer dizer que Ezequias pensava que Deus tinha esquecido. E zequias a d oeceu d u m a en ferm id a d e m orta l. 3 E disse: A h! SENHOR. e que quando o arrepen­ dimento era oferecido. lem b ra -te. f i l h o de A moz. e lhe disse: A ssim diz 0 SENHOR: P õ e em ord em a tu a casa.1 1 N aqueles dias. Ele fez a sua reivin- . p eço -te. de q u e a n d ei dian te de ti em v erd a d e e co m co ra çã o p erfeito e f i z o qu e era reto aos teu s olhos. Ezequias sabia que Deus era longânimo.1-22 1. A Doença e a Recuperação de Ezequias 38. Deus teria bases para não enviar o juízo pro­ fetizado.C. No entanto.6. Ele estava confiando no que ele próprio poderia fazer em vez de confiar no que Deus poderia realizar. E ch orou E zequias m u itíssim o.1Isaías veio a ele com uma forte mensagem para pôr a sua casa em ordem. e v eio a ele Isaías. Pior ainda. v iro u Ezequias o rosto p a ra a parede e orou ao SENHOR. o ouro do templo pertencia a Deus. porque ele iria morrer. EZEQUIAS É RESTAURADO 38. o fato de que Ezequias não estava confiando em Deus quan­ do pagou tributo a Senaqueribe. p o rq u e m o rr erá s e não viverás. o p rofeta . Isto foi provavelmente depois que Ezequias tentou salvar Jerusalém tomando o ouro do tem­ plo e dando-o a Senaqueribe como tributo. ele orou. mas confiou nEle depois disso e declarou a promessa de Deus de 38. Antes.

Acaz. A promessa de Deus foi confirmada por um sinal sobrenatural. O pai de Ezequias. foi realmente cumprida. A graça de Deus verdadeiramente estava além da expectativa de Ezequias. o D eu s de D a vi.36. eu d efen d erei esta cidade. 7 E isto te será da p a rte do Senhor co m o sin a l de qu e o SENHOR cu m p rirá esta p a la vra qu e fa l o u : 8 eis que f a r e i qu e a som bra dos g ra u s.C. fazendo o que era reto aos olhos de Deus (cf. Ele de fato tinha restabeleci­ do o serviço do templo e tinha feito a convocação para uma grande celebração da Páscoa no começo do seu pleno reinado e tinha feito muito para livrar-se da idolatria (2 Cr 29. recu o u o so l dez g r a u s p elo s g r a u s qu e j á tinha andado. 4 E ntão. ele viveu até 686 a. eis q u e a crescen ta rei a os teu s dias q u in z e anos. apesar de não parecer estar sob con­ trole seguro.dicação sobre o fundamento de que ele tinha vivido diante do SeNHOR em fidelidade e com “coração perfeito”. por intermédio de Isaías e em linha com a sua aliança com Davi. teu p a i: O u v i a tua ora ção e v i as tua s lágrim as. tinha construído um relógio de sol que con- . Assim. As lágrimas indicavam um espírito humilde e arrependido. e a esta cidade.1 a 3 L I ). Este era um tempo de bênção e reavivamento. 30.. “palma da mão”) de Senaqueribe. qu e p a sso u co m o so l p elo s g r a u s do relógio de Acaz.3). com o seu fdho Manassés compar­ tilhando o trono como co-regente durante os últimos dez anos do seu reinado. Então Ezequias derramou o seu coração em lamentação diante de Deus. a ti. Deus defendeu “esta cidade”. v o lte dez g r a u s atrás. e lhe deu a promessa de mais “quinze anos” de vida. disse a Ezequias que tinha ouvido a sua oração e tinha visto as suas lágrimas. A ssim . dizendo: 5 Vai e dize a E zequias: A ssim d iz o S e n h o r . Deus. 2 R s 18. 6 E livrar~te~ei das m ã os do rei da A ssíria. kaph. veio a p a la vra do SENHOR a Isaías. A promessa de salvar Ezequias e Jerusalém das “mãos” (Heb.

foram acrescentados pelos escribas de Ezequias à coleção de salmos do templo para celebrar os quinze anos adicionais da vida de Ezequias. devido a isto ser um juízo de Deus. o lugar dos ímpios m ortos) onde não poderia comunicar-se com Deus. esses dez podem se referir aos dez graus que a som bra voltou atrás.. rei de Ju d á . desde que dez destes salmos não são atribuídos a Davi. j á estou p r iv a d o do resto de m eu s anos. R S V ).sistia em degraus por meio dos quais a sombra do sol mostraria o tempo durante o dia. a escolha de Deus do relógio de sol de Acaz para dar um sinal a Ezequias é uma outra refutação direta do poder de Senaqueribe e da idolatria assíria. ir . Bcsha’are Sh‘‘ol. M cK cnna sugere que Acaz pode ter trazido a idéia para o relógio de sol de Damasco quando estava buscando a ajuda da Assíria. N V I. chegando no que deveria ter sido o meado de sua vida. T hirtle. da mesma maneira que os “homens de E zequias” transcreveram provérbios adicionais de Salomão e os acrescentaram à coleção no livro de Provérbios (Pv 25.C. os quinze cânticos dos degraus ( “romagem”. quando houve um a restauração da prosperidade depois que Senaqueribe par­ tiu e quando o povo enviou presentes a Ezequias.23). “dentro dos portões do Sheol”.m e . Ele também entendia que. A sombra iria retroceder “dez graus”. T h irtle também sugeriu que. Eu disse: N a tra n q ü ilid ade de m eu s dias. ARA “degraus”.e i às p o rta s da sep u ltu ra . Quando lhe foi dito que morreria. D epois da sua recuperação. privando-o da vida longa que ele esperava ter. O erudi­ to britânico. . “Nes­ se caso. ARC. por causa da sua cura m aravilhosa (2 Cr 32. “peregrinações”.2 sugeriu que os Salmos 120 a 134. de q u an do a d oeceu e sa rou de su a en ferm ida de.1). Ezequias registrou os seus pensamen­ tos e sentimentos. James W. O Salmo 126 corresponde a 701 a. ele passaria pelas “portas da sepultura” (Heb. ele viu isto como algo prematuro.”3 9 C â n tico de E zequias.

14 C o m o o g r o u o u a an dorinh a. Ezequias estava angustiado de que já não estaria “na terra dos vi­ ventes” para ver ou experimentar a presença do SE N H O R . ja m a is v erei o hom em com os m o ra d o res do m un do. e ainda esperava que Deus o entregasse à morte antes do fim do dia. p o r ca u sa da a m a rgu ra da m in h a alm a. desde a m a n h ã até à noite. co m o u m leão. M as ele ain­ da esperava que Deus viesse “como um leão” para julgá-lo. 13 E u sossegu ei a té à m a d ru ga d a . co rtei co m o tecelão a m in h a vid a : co m o qu e do tea r m e corta rá . que é enrolado quando concluído. an do o p rim id o ! F ica p o r tn eu fia d o r. como a caba­ na temporária de um pastor que é levada para longe dele. quebran­ do todos seus ossos. Ele continuou tagarelando como os pássaros. mas isto o tornou ainda mais fraco. assim o f e z . Ezequias se acalmou até a madrugada (cf. O tempo da sua vida seria tirado ou removido dele. Ele seria cortado da vida como a conhecia. A sua vida era como o pano de um tecelão. q u eb rou todos os m eu s ossos. nem olharia os habitantes deste mundo. co m o choça de p a sto r.11 E u disse: J á não v er ei m a is ao SENHOR n a terra d os viven tes. alça va os olhos ao alto. gemendo como uma pom­ ba. . desde a m a n h ã até à noite. m e acabarás.2). m e acabarás. 12 O tem po da m in h a vid a se f o i e f o i rem o v id o de m im . SI 131. 13 Q u e d irei? C o m o m o p ro m eteu . a ssim e u ch ilreava e g em ia co m o a p om b a . p a ssa rei m a n sa m en te p o r todos os m eu s anos. buscando o perdão de Deus e pedindo-lhe para vir e aliviar o seu sofrimento. Ele esperava que antes de o dia virar noite. assim . Ele sentia a ira de Deus pairando sobre si. Deus daria um fim nele. Ele teria cortado o fio da vida do modo como um tecelão corta uma linha do tear. Os seus próprios olhos ficaram fracos e cansados enquanto ele continuava olhando “ao alto”. ó Senhor.

tão a m orosa m en te abraçaste a m inha alm a. (na realidade Sheol. com estas coisa s se vive. da mesma maneira como se eles jamais tivessem acontecido. O que poderia dizer Ezequias em relação à promessa dos versículos 5 e 6? Deus tinha falado. Era para o seu próprio bene­ fício (incluindo a sua paz e bem-estar) e para a bênção de integridade. p o rém . SI 42. p o rq u e lan çaste p a ra trá s das tu a s costas todos os m eu s pecados.A resposta de Deus trouxe uma mudança súbita. 18 P orque não p o d e lo u v a r -te a sep u ltu ra . Ezequias poderia ter baixado à “sepultura”. “Estas coisas” referem-se aos elementos ou fases que fizeram Ezequias se humilhar diante de Deus. qu e não caiu na co va da corru p çã o. E f 5. pois Deus literal­ mente o guardou da “cova da corrupção” (quer dizer. Al ém disso.15). inferno. 16 Senhor. por causa da experiência de confrontar-se com a morte. do inferno). Ele caminharia “mansamen­ te”. para Ezequias dizer que Ele havia lançado “para trás das costas todos meus pecados” significa que Deus os apagou da exis­ tência. Deus tinha um propósito em permitir-lhe estar doente e experi­ mentar a amargura de enfrentar a morte. Era uma experiência do amor e da graça de Deus. o lugar dos ímpios mortos). toda a culpa de Ezequias tinha se acabado também. Os que “descem à cova” (nova­ . p a ra m in h a paz. eu estiv e em g r a n d e a m a rgu ra . cu r a -m e e fa z e . Não haveria nenhum louvor ou ações de graças a Deus naquele lugar. de modo que ele fora um exemplo aos outros. tu. Verdadeiramente Deus o tinha curado. Ezequias fez isto humilhando a vida do seu espírito. Desde que Deus está em todos os lugares. como em uma procissão solene (cf. p orta n to.4. e em todas ela s está a vid a do m eu esp írito. O próprio Deus o curou.m e viver. 11 E is que. Deus o perdoou completamente. Assim. n em a m o rte g lo r ifi­ ca r -te. n em esperarã o em tu a v erd a d e os que d escem à cova. e o tinha feito viver.

continuamente. No entanto. Isaías retorna ao tempo quando Ezequias estava doente. 20 O SENHOR v eio sa lv a r -m e. A cura de Ezequias foi 1 . Deus faria a cura. Isaías contou com os médicos da corte para colocarem “uma pasta de fi­ gos” na ferida ou inflamação. como um sím­ bolo. em preparação para o capítulo 39. Naquele momento. Sheol) sob o juízo de Deus não podem esperar pela fidelida­ de de Deus. os vivo s. Agora. 22 T am bém dissera E zequias: Q u a l será o sin a l de qu e hei de su b ir à C asa do S enhor P Isaías também volta a nos fazer lembrar do sinal miraculoso (v. esses te louvarão. Os quinze anos adicionais dele seriam um tempo de oferecer ações de graças e de reavivamento. p elo que.4 21 E d issera Isaías: T om em u m a pa sta de f i g o s e a p on h a m com o em p la sto sob re a chaga.8. com o eu hoje f a ç o . os restaurados à vida plena (como fora Ezequias. darão graças e louvarão a Deus. e juntos o louvarão com música enquanto eles viverem. tornando conhecida a fidelidade de Deus. e sarará.7— 1). tangendo eu m eu s in s­ tru m en tos.mente. ou ponto de contato para ajudá-lo a expressar a sua fé. Deus tinha dado vida nova para Ezequias. ele a faria uma vida de louvor a Deus. n ós o lo u v a rem o s todos os d ias de nossa vid a na C asa do SENHOR. 19 O s vivos. de­ pois das suas lágrimas e do perdão dos seus pecados). “Os vivos”. Tal experiência precisa ser passada adiante de pai para filho. o p a i a os f i lh o s f a r á n o tó ria a tua verdade. Assim ele se unirá a outros “na casa do S e n h o r ” . Eles estão eliminados para sempre de qualquer comu­ nhão com Deus. Ezequias reconhece que Deus ainda continua pronto para libertálo. veja o registro completo em 2 Rs 20.

QUESTÕES DE ESTUDO 1.: Prentice-H all. Charles F. EZEQUIAS MOSTRA OS SEUS TESOUROS 39. H crshcl Shanks (Englewood C liffs. ca rta s e u m p resen te a E zequias. L. Pfeiffer. “T he Historicity o f the H ezekian Reform ”. “T h e D ivided M onarchy”. f i l h o de B aladã. 254. Old Testament H istory (G rand R apids: Baker Book H ouse. 3 6 9 . en v io u M erod a q u e-B a la d ã . 4 4 — . ed. mente e espírito. 19 35 ). 167. e de fato foi milagrosa. em Ancient Israel.J. R. . 19 87 ).1-2 1 N aquele tem po. 2. Siebens. D. ed. 3 6 1 . em From the Pyramids to Paul. 3. O ld Testament Problems: Criticai Studies in the Psalms and Isaiah (Londres: M organ & Scott. 1 9 8 8 ). alma. 133. 45 3 McKenna. 39. rei da B abilôn ia.em resposta a oração. M cK en n a. Quais são os antecedentes da doença de Ezequias? Em que bases Deus deu a Ezequias mais quinze anos? Que garantia Deus deu para Ezequias? O que Ezequias enfatizou na sua resposta? CITAÇÕES 1 A lg u n s co n co rd am .1-8 I. Isaiah 1— 9 . Isaiah 1— 365. 4 A. N. G. H orn. A Embaixada de Merodaque-Baladã 39. em The 3 Com municators Commentary (D allas: W ord Books. Siegfried H . 2 James W illiam T h irtle. 135. 135. Não é de admirar ele ter cantado com alegria quando adorava no templo. 19 93 ). Leary (Nova York: Thom as N elson & Sons. V eja D avid L. 4. p o rq u e tinha o u v id o d iz er qu e havia estado d oen te e qu e j á tinha con valescido. Ele foi curado —corpo. 1 9 1 6 ).

C. e tu d o q u an to se achava n os seu s tesou ros. “oferta de comida”. fazendo Merodaque-Baladã fugir para o Elão.1. Ele se alegrou com os envia­ dos de Merodaque-Baladã e lhes mostrou todos os seus tesouros e armamentos. qu e E zequias lhes não m ostrasse. refere-se a 701 a.1 tomou o controle como rei da Babilônia e incitou a revolta. manteve Senaqueribe em uma constante luta a respeito da Babilônia. e coisas preciosíssimas a Ezequias. 2 E E zequias se a legro u co m eles e lhes m o strou a casa do seu tesouro>e a prata. ele não foi o único a enviar um presente. derrotou Shuzubu. com “cartas e um presente”.C. a Ezequias. Com Senaqueribe ocupa­ do no Oeste. Ezequias pode ter ficado lisonjeado. ele colocou o seu filho primogênito no trono que tinha sido ocupado por Merodaque-Baladã. até que finalmente ele a destruiu em 689 a. prova­ velmente na expectativa de que a doença deste e a promessa de Deus de libertação manteriam Senaqueribe no Oeste. Porém. de modo que. Merodaque-Baladã. depois disto. foi exaltado pe­ rante os olhos de todas as nações” (2 Cr 32.C. “oferta de grãos”. coisa n en h u m a houve. em cumprimento da profecia de Isaías. e os m elh ores un~ . e as especiarias. minchah) é o nome do sacrifício chamado de “oferta de manjares” (Lv 2. e toda a su a casa de arm as. e. junto com outros. “E muitos traziam presentes a Jerusalém ao Senhor.3 O presente de Merodaque-Baladã era um sinal de respeito..23).“N aquele tempo”. e o ouro. K JV) —porque ele tinha ouvido falar do grande sinal da sombra que retrocedeu nos degraus do reló­ gio de sol. significava que igualmente eles não precisariam mais ter medo dele. Merodaque-Baladã tirou proveito da ajuda do partido anti-assírio na Babilônia e. n em em su a casa. em 700 a.2Não obstante. rei de Judá. Eles perceberam que a partida de Senaqueribe. Então. Shuzubu. g ü en to s. quase reverência —a mesma palavra para “presente” (Heb. Senaqueribe deixou a sua campanha ocidental. n em em todo o seu dom ínio. unido a um príncipe caldeu. Estes devem ter incluído os presentes de outros reis e .4N o entanto. N IV. Ele en­ viou uma embaixada.

Ezequias só disse que eles eram de uma terra remota —Babilônia. e a liderança da Babilônia tomou nota: havia tesouro para ser usufru­ ído em Jerusalém e Judá. da B abilôn ia. O tempo seguramente viria quando tudo o que havia no palácio real de Jerusalém e na casa real . n ã o f i c a r á coisa algu m a. será levado p a ra B a b ilôn ia . O orgulho de Ezequias em relação a todos os seus tesouros era pecado. Porém. disse Isa ía s a E zequias: O u v e a p a la vra do S enhor dos E x ércitos: 6 E is que v irã o dias em qu e tu d o q u an to h o u ver em tua casa.nações. Isaías fez duas perguntas: Ele queria saber o que os enviados dis­ seram e de onde eles vieram.3-8 3 Então. Então ele lhes deu uma excursão pelo palácio e pelo país de Judá. o juízo de Deus viria. 2. disse o Sen h or. oTodo-poderoso SENHOR dos exércitos. Os babilônios se lembrariam da riqueza em Jerusalém. Ezequias respondeu só a segunda per­ gunta. 0 EXÍLIO BABILÔNICO PROFETIZADO 39. Ezequias adm itiu que tinha mostrado aos enviados tudo o que era necessário ou sensato. e ele ficou encantado de que um presente tenha vindo de lá. coisa n en h u m a há nos m eu s tesou ros qu e eu d eix a sse de lhes m ostrar. com o que en tesou ra ra m teu s p a is a té ao dia de hoje. o p ro feta Isa ía s veio ao re i E zequias e lhe disse: Q u e f o i que aqueles hom ens disseram e donde vieram a ti? E disse Ezequias: D e u m a terra rem ota v iera m a m im . Ezequias sabia quão importante era aquela cidade. 4 E disse ele: Q u e f o i qu e v ira m em tua ca sa ? E disse E zequias: Viram tu d o q u an to há em m in h a casa. 5 E ntão. Isaías tinha uma palavra severa da parte de Deus. Os enviados devem ter qu erid o que ele reconhecesse Merodaque-Baladã como o legítimo rei da Babilônia. Indubitavelmente o relatório foi para Babilônia.

O que estava errado com o tratamento que Ezequias dispensou aos mensageiros de Merodaque-Baladã? 2. disse E zequias a Isaías: B oa é a p a la vra do S e n h o r que disseste. tom arão.C. 2 D aniel David Luckenbill. The Sealani o f Ancient Arabia (N ew Haven: Yale U niversity Press. 61 . Quais seriam os resultados das ações de Ezequias? CITAÇÕES 1 R aym ond Philip Dougherty. 35. 597 e 586 a. uma vez que havia apenas uma fam ília real de Judá (Veja Dn 1. The Annals o f Sennacherih (C hicago: U niversity o f Chicago Press. qu e p ro ced erem de ti e tu gera res.seria “levado para Babilônia” (cf. Isto o encorajou a que descansasse nas pro­ fecias anteriores de Isaías. Hehrew Union College Annual 2 (1 9 2 5 ): 30. e ele hum ilde­ mente se submeteu a ela. 7 E dos teu s filh o s . p a ra qu e seja m eu n u co s n o p a lá cio do rei da B abilônia. . D isse m ais: P orque haverá p a z e verdade em m eu s dias. Q UESTÕES DE ESTU D O 1. em 605. Ezequias queria dizer que esta era apropriada para o que ele tinha feito. Ele também reconheceu que a profecia era para um futuro distante. Ao dizer que a palavra do S e n h o r era “boa”. M q 4. 1 9 2 4 ). Isto foi cumprido.3). “T h e C haldean D ynasty”. 5 Então. A lb ert T. Isto foi cumprido por Nabucodonosor em três invasões. cf. O lm stead. Os descendentes de E zequias tam bém seriam levados para babilônia e seriam feitos eunucos a serviço do rei da Babilônia. 1 9 3 2 ). que o asseguravam de paz e da fidelidade de Deus em sua própria época. e provavelmente incluía Daniel e os amigos dele.10).

The Book o f Isaiah ( Chapters I— X X X IX ) in the Light o f the Assyrian M onum ents (Londres: Society for Promoting Christian Knowledge. 2 :1 5 4 -5 5 .3 1 . 2 vols. (C h i­ cago: U niversity o f Chicago Press. Charles Boutflower. 141. 4 Veja 2 Crônicas 32 . 19 30 ). A ncient Records ofA ssyria and Babylonia. 1 9 2 6 -2 7 ). .3 D aniel David Luckenbill.

. . proteção e mudança para melhor. consolai o meu povo.Conforto para Jerusalém e Judá 40.”1 I.. BOAS NOVAS PARA JUDÁ E JERUSALÉM 4 0 .22 A. a ser forjada pelo poder e sabedoria de Jeová.. diz o V 0550 Deus.1-48. embora mais apropriada nos escritos de Isaías do que de um profeta no exílio babilônico. Deus Volta-se para o Seu Povo 4 0 . A referência à ido­ latria não prova nada com respeito à data da predi­ ção.1 -3 1 “A específica aplicação deste capítulo ao retorno da Babilônia não tem nenhum fundamento no texto em si.I -I I 1 Consolai.. mas é suposto por alguns estar subtendido na relação deste capítulo com o anterior. Mas a promessa considera­ da em si mesma é uma promessa genérica de consola­ ção. o qual contém uma predição do exílio.

C. As palavras no hebraico são imperativos plurais..5 Antes da invasão de Senaqueribe. mas eles não tinham nenhum consolador” (Ec 4. Isaías teria con­ cordado com a queixa de Salom ão: “Depois. voltei-m e e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol. redenção e glória.1 ). Sobre a base de diferenças na mensagem. todavia. Deste modo.2 1 ). e eis que vi as lágrim as dos que foram oprim idos e dos que não têm consolador. Ele encontrou apenas uma: Os capítulos 40 a 66 tinham signifi­ cativamente menos terminologia de guerra. O partido da guerra tinha sido desacreditado pelo fra­ casso do Egito em prestar socorro. restauração e paz. e a força estava da banda dos seus opressores.2 O fato de que os capítulos 36 a 39 formam um prólogo histórico para o capí­ tulo 4 0 ajuda a mostrar que a mensagem de conforto no capítulo 40 é dirigida ao povo de Jerusalém em 70 0 a. Os habitantes de Jerusalém ti­ nham tomando uma posição de fé (3 6 . sacerdotes e líderes declararem a mensagem de conforto. Isto não era algo que se estivesse desejando tornar realidade. alguns têm concluído que esta porção de Isaías provém de um outro autor em um período de tempo diferente.4Isto reflete com precisão as realidades dos quinze anos adicionais da vida de Ezequias. nem tampouco era meramente conforto na tristeza. O que se segue em 4 0 a 66 é um a “m agnífica m ini-teologia do . os corações das pessoas foram mudados e elas se tornaram uma audiência diferente. As profecias de Isaías tinham sido cumpridas. Então.3U m erudito moderno em Haifa. mas conforto que traz alegria. Agora ele po­ deria oferecer uma mensagem diferente. Isaías pôde proferir uma mensagem de conforto da parte do SENHOR. depois da retirada de Senaqueribe. testou o livro de Isaías em um computador para ver se havia qualquer dife­ rença significativa em estilo e vocabulário entre Isaías I a 39 e 40 a 66.Os capítulos 4 0 a 66 às vezes têm sido chamados de “O Livro de Conforto”. assim a ordem é para todos os profetas. porque falam de libertação. M as agora Deus o comissionou para entregar uma mensagem de conforto. durante os quais a paz prevaleceu.

3 Voz do qu e clam a n o deserto: P rep a ra i o ca m in h o do en d ireita i no erm o v ered a a nosso D eu s. o Servo do Senhor. 19. 43. Ela tinha recebido “em dobro da mão do Senhor. 16. mas também poderia significar um perdão em dobro dado pela graça de Deus. O contexto é rela­ tivo a emissários de um grande rei conquistador indo adiante dele e preparando uma estrada suficientemente magnificente para a um monarca poderoso. porém. Uma voz humana está clamando no deserto ordenando ao povo para que preparasse “o caminho do S e n h o r ” . A mensagem de Deus era para o coração e a mente do povo de Jerusalém. o seu castigo foi aceito como suficiente. com o seu personagem principal. Esta vereda é igual a uma mencionada em muitos registros antigos do Oriente Próximo. Isto não tem nada a ver com as pessoas retornando à terra de Israel.19.6 2 Falai b en ign a m en te a J eru sa lém e b ra d a i-lh e qu e j á a su a serv id ã o é acabada. p o r todos os seu s pecados. S en h o r. para endireitar uma vereda no deserto para Deus. proveni­ ente da semente de Abraão e Davi”... Houve um cumprimento nos dias de Isaías na libertação . Eles devem preparar a estrada ou vereda para o Rei dos reis.23.2 (cf. Esta anunciava que o seu tempo de “servidão” (um a pala­ vra usada a respeito de serviço compulsório para pagar integralmente uma dívida) era findo.AT. Alguns tomam isto como sendo uma porção dobrada de juízo.8. q u e a su a in iq ü idad e está ex piada e qu e j á receb eu em dobro da m ã o do SEN H OR . é de uma raiz que significa “juntar o dobro”. kiphlayim). Também é semelhante às estradas mileniais refe­ ridas em I I . A palavra “dobro” (Heb. 62.10). Todos os pecados e culpa são findos. de modo que simplesmente pode significar que cada lado se iguala: Assim o perdão toma conta de todos os pecados. A estrada é para Deus retornar ao seu povo —para vir em seu socorro. 45 . retirando todos os obstáculos do caminho. 35. por todos os seus pe­ cados”.

“toda a carne juntamente” ou todo o gênero humano junto (Heb.6).3). Uma segunda voz ordena a alguém para clamar ( “clama”). montes rebai­ xados e todos os lugares desiguais. procla­ mar. Uma terceira voz pergunta o que haveria de proclamar.3). e todo o monte e todo o outeiro serão abatidos. “A sua beleza”. a vida deles na terra é temporária (cf. ou a glória deles (Heb.8 A res­ posta é: “Toda a carne é [como a] erva”. ou seja. “aliança de amor e fidelidade”) é como uma flor do campo que logo murcha.5. 6. como as flores do campo. e o que é áspero se aplainará. verá a sua gló­ ria (cf. A estrada é para ser feita plana. 4 Todo o vale será exaltado . à medida que Jerusalém ascendeu à nova vida tornada possível através da profecia cumprida. falado no céu e depois na terra. 6 Voz qvie diz: Clama. SI 90. kol basar. Nós precisamos passar a palavra adiante e reconhecer o reinado universal de Deus. e to d a a c a r n e j u n t a ­ m e n t e v e r á q u e f o i a b o c a d o SENHOR q u e isto d isse. chasdo. Isto é uma metáfora enfatizando que a visita de Deus “requer preparação m ora l” 7 5 li a g l ó r i a d o SENHOR s c m a n i f e s t a r á . Quando Deus se volta para o seu povo.que Deus promoveu em Jerusalém e no reavivamento espiritual. todos os povos do mundo. Todo poder e glória humanos são tão provisórios! . e toda a sua beleza. com vales aterrados. Este versículo insinua que eles também irão experimen­ tar a glória. O Novo Testamento reconhece um cumpri­ mento mais extenso desta profecia no ministério de João Batista. rudes ou ásperos serão alisados para se tornarem uma planície. e alguém disse: Q ue hei de clam ar? Toda a carne é erva . A “glória do S e n h o r ” é o peso pleno da sua presença e poder. quan­ do ele preparou espiritualmente o caminho para o ministério de Jesus clamando por arrependimento (M t 3. “toda a carne”). Esta é a palavra do S e n h o r . a revelação de quem Ele e. e o que está torcido se endireitará .

ARA. Jesus colocou isto até mesmo mais forte­ mente: “O céu e terra passarão. “N a verdade” enfatiza que eles também fazem parte de toda a carne. A sua palavra é boas-novas e Sião não deve guardá-la para si mesma. hálito do S e n h o r ” no princípio era o doador da vida (Gn 2. eles também são “erva”: não importa quão ricos. anunciador de boas-novas a Jerusalém . o p o v o é er v a . mas a palavra de nosso D eus subsiste eternamente. Porém. ou poderosos eles pos­ sam parecer. Jerusalém precisa levantar a sua voz e pro­ clamar as boas-novas com força e sem medo. N a v e r d a d e . Sião é que deve levar as boas-novas a outros (cf. eles precisam olhar para Deus —o grande e bom Deus que libertou Jerusalém. Ele é o Deus que cumpre a profecia. nações e impérios ascendem e caem. e caem asflo res. ele também traz juízo e morte. Em vez de olhar para as suas pró­ prias circunstâncias.' S e c a . N K JV ). Sião precisa se postar em um alto monte e proclamá-la. s o p r a n d o n e la s o h á lit o d o S e n h o r . 2 Rs 18. não temas e dize às cidades de judá: Tis aqui está o vosso Deus. uma coisa é certa “a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. “O povo” normalmente se refere ao povo de Deus. famosos. Somente isto é sempre seguro e confiável. As boas-novas são dirigidas às arruinadas “cidades de Judá”.35). eles vão todos murchar e desaparecer gradualmente.s Seca-se a erva. e c a e m a s f l o r e s . 9 Tu. levanta a tua voz fortem en te. Embora a erva murche e as flores enfraqueçam e caiam.7). Outra voz clama para Sião.12). . devastadas pelos exércitos de Senaqueribe (cf. am m eiador de boas-novas a Sião. Porém. levanta-a. “O . os seres humanos vêm e vão. em lugar de boas-novas que são trazidas “a Sião” (como a ARC traduz). Tu. “H álito ” aqui é a mesma palavra traduzida como “Espírito”.s e a e r v a . mas as minhas palavras não hão de passar” (M t 24. sobe tu a um m onte alto.

igualmente Ele “guiará mansamente” as que ainda amamentam os seus filhotes. 2. Os que confiam nEle não precisam ter medo. o SENHOR (Yahweh. d ia n te da su a fa ce . mas também “carregará” ternamente os cordeirinhos. mas com a ternura suave de um bom pastor que ama ternamente o seu rebanho. en tre os braços.12-31 12 Q u em m ed iu com o seu p u n h o as águas. e o “seu salário” ou recompensa que o acompanha é o seu próprio povo para quem Ele ganhou a vitória. “O seu galardão” é a recompensa que Ele recebe por sua vitória. a s qu e a m a m en ta m . e o seu braço d o m in a rá . O “seu braço” representa o seu poder em ação —governando e no controle. O seu braço forte não apenas o regerá. o Deus fiel e guardador da aliança). Deus virá “como o forte”. Eles não poderiam vencer por si próprios. ap ascen ta rá o seu rebanho. 1 C o m o pastor.10 Senaqueribe tinha declarado que ele era m aior do . ele g u ia r á m an sam ente. Neste tempo de vitória e salvação o SENHOR vem não só com força e poder.Nós precisamos olhar para o Deus que estes capítulos mostram como sendo “além de qualquer comparação”. e o seu salário. recolh erá os cord eirin h o s e os leva rá no seu regaço. e recolh eu em u m a m ed id a o p ó da terra. e to m o u a m ed id a dos céu s a os p a lm os'. Deus cuida das necessidades e problemas de cada indivíduo de um modo pessoal. e p eso u os m o n tes e os o u teiro s em b a la n ças? Agora Isaías começa um a série de perguntas retóricas paralelas que chamam a atenção para o poder doTodo-poderoso Deus como o C riador.9 10 E is qvie o S en hor JEOVÁ v irá com o o fo r te . eis que o seu g a la rd ã o vem com ele. A GRANDEZA DE DEUS CONTRASTADA COM OS ÍDOLOS 40.

e Ele tampouco precisa de instrução. recolhendo “em uma m edida o pó da terra” (ou um pequeno recipiente de m edir). ou seja.que qualquer deus (3 6 . Agora o Senhor responde as perguntas de qualquer um que ainda poderia ter dúvidas. O SENHOR 15 E is que as n a ções são co n sid era d a s p o r ele co m o a g o ta de u m balde e com o o p ó m iú d o das ba la nças. mediu a sua mente ou espírito. e deveria nos encorajar a que confiemos o futuro ao Senhor. Ele tom ou a m edida dos céus apenas com as palmas da sua mão. o qual veio com poder (v. M as ele foi derrotado pelo Soberano Deus. Ele sabe o que fazer. . 10 ) e ternam ente pastoreou o seu povo. C om quem to m o u conselho. como os reis pagãos. Tudo isso im plica em m edilas para ajustar o seu propósito ou a função que Ele pretendia. O caminho da justiça. Isto é tremendo. como fazer e quando fazer. e lhe m ostra sse as vered a s do ju íz o . e “pesou os montes e os outeiros em balanças”. p a ra qu e lhe desse en ten dim en to. quem o regulou. M as o Espírito de Deus tem toda a sabedoria. e lhe en sin a sse sabedoria. 13 Q u em g u io u o E spírito do en sin o u ? SE N H O R ? E qu e con selh eiro o A segunda pergunta é: Quem tem suficiente compreensão para determinar a medida do Espírito de Deus (Heb. AquEle que carrega os cordeiros é tão grande que todos os oceanos do mundo não são mais que “águas” que podem ser m edidas “na concha de sua m ão” (A R A ). e lhe fiz e s s e n o tó rio o ca m in h o da ciên cia ? não precisa consultar a quem quer que seja. depen­ diam de conselheiros. eis qu e lança p o r a í as ilhas co m o a u m a coisa peq u en íssim a . ruach. do conhecimento e da com­ preensão já é dEle. Ele de­ term inou exatamente a sua m edida. ou pode dizer-lhe o que fazer? Os deuses pagãos.2 0 ). “Espírito”). pois nin­ guém tem mais esclarecimento e percepção do que Ele. Ele não precisa de ninguém para ensiná-lo.

em seguida. e como uma coisa sem valor e inútil comparada a Ele. Que quadro notável da grandeza e do poder de Deus! l< N em todo o L íbano basta p a ra o fo g o .1 8 — 20). 17 Todas as n a ções são co m o nada p era n te ele.Isaías. Isaías resume por dizer que “todas as nações são como nada pe­ rante ele” (quer dizer. uma gota que quase não vale a pena notar. p o is. Se uma pessoa fosse procurar uma oferenda o suficiente para exal­ tar o SENHOR. lfi A q u em .. o qual realmente não afeta a pesagem. Isaías viu isto quando Deus lhe concedeu profecias sobre a mor­ te de Senaqueribe. nem todos os seus animais seriam suficientes para compor este holocausto. Elas são consideradas “me­ nos do que nada”. sumariza a grandeza de Deus em uma série de comparações. a Ele). f a r e i s sem elh a n te a D eu s o u co m que o com parareisP Depois de descrever a grandeza de Deus. Todas as nações do mundo são como uma gota deixa­ da na extremidade de um balde depois que o mesmo seja esvaziado e sacudido. Elas também são como o pó miúdo que se acumula em balanças entre as pesagens.. “exibiria . ele co n sid era -a s m en o s do qu e nada e co m o u m a coisa vã. digna da sua grandeza. em relação. Isaías pergunta: “A quem. nem as florestas do Líbano seriam suficientes para queimá-la. fareis semelhantes a Deus ou com o que o comparareis [ou. Ele é merecedor de mais do que qualquer coisa que a terra possa prover ou que os seres humanos possam fazer. nem os seu s a n im a is ) bastam p a ra bolocaustos. depois que este fez tais ousadas reivindicações sobre a sua superioridade em relação aos deuses das nações que ele tinha conquistado (3 6 . “Ilhas” refere-se à totalidade dos continentes e ilhas da terra —o conjunto de sua massa de terra —que eqüivale a mero pó que não se fixa.

instituições. M as na realidade o ídolo não era nada. pedra. o ourives reveste a escultura de placas de ouro batido. etc. pa ra g r a v a r u m a im a ­ g e m qu e se não p o d e m over. exceto o que as mãos humanas o fizeram ser. Quem quereria um deus oscilante. Seria terrível para um deus apodrecer. O ídolo pode ser feito de madeira. Uma pessoa muito pobre para trazer ouro e prata para tal propó­ sito escolhe a madeira de uma árvore que “não se corrompe”. e o o u riv es a cob re de o u ro e ca d eia s de prata f u n d e p a ra ela. As­ sim também precisam os que colocam qualquer coisa “igual ou mais elevada que Deus” —outras pessoas. dinheiro. idéias. Depois de ter esfriado.1 1 19 O a rtífice g r a v a a im agem . escolhe m a d eira qu e não se corrom p e. 20 O em pobrecido. n ã o o u v is? O u desde o p rin cíp io se vos não n o t fic o u isso m esm o ? O u não atentastes p a ra os fu n d a m e n to s da terra ? . seria terrível se um deus chapeado de ouro fosse ao chão. qu e não p o d e o ferecer tanto. um deus que iria cair no chão? 21 P orven tu ra . Isaías mostra quão absurda a idolatria realmente é. a rtífice sábio busca. Um metalurgista derrete um metal mais barato.com ele”]?” Nenhuma imagem feita por mãos humanas pode repre­ sentar a sua grandeza e glória. es­ portes. posses. Então o prateiro faz “cadeias de prata” para sustentá-la. Os pagãos acreditavam que um deus ou um espírito vivia no ídolo. tal qual o ferro. Isaías disse isso no m eio de um m undo que acreditava na significância de ídolos. Afinal de contas. Os assírios e os babilônios dependiam deles. metal. não sabeisP P orven tu ra . Os seguidores da Nova Era precisam ouvir esta mensagem hoje. de modo que este não tombe. ou barro. e lhe dá uma forma. Ele consegue então que um artesão qualificado esculpa um ídolo com uma larga base plana.

12. Eles deveriam ouvir o que tem sido contado (cf. os levará. 25 A q u em p o is m e fa r e is sem elhante. cu jo s m o ra ­ dores são p a ra ele co m o ga fa n h oto s. e u m tvfã o. Seguramente. ele é o qu e esten d e os céus com o co rtin a e os desen rola co m o tenda p a ra n eles habitar. (Cf. shoph‘te. “Os céus manifestam a glória de Deus”. Ele faz “os príncipes” (incluindo todos os tipos de dignitários) voltar ao nada e os “juizes” da terra (Heb. SI I9 . Do ponto de vista dEle. Os “céus” (o universo todo) não são mais que gaze estendida como uma tenda diáfana para se viver dentro dela. Is 10. mas Deus está realmente no controle. Os dignitários e juizes da terra podem pensar que eles estão estabele­ cidos. Não há nenhum outro Deus.3. 23 o q u e f a z v o lta r ao nada os p r ín cip es e torn a coisa v ã os ju iz es da terra. mas tudo o que Deus tem de fazer é soprar sobre eles. as pessoas que vivem na terra são tão minús­ culas quanto gafanhotos. e seca m -se. eles deveriam saber e entender. Agora o próprio Deus repete a pergunta que Isaías fez no versícu­ lo 18.Isaías repreende os idólatras com quatro perguntas metricamentc arrumadas (ou seja.) Ele tem estado presente desde que a terra foi fundada. Ex 20. “juizes”) a virtual­ mente desaparecerem. Deus é o Criador que se revelou desde o princípio. arraigados. n em se arra iga na terra o seu tron co corta do. pa ra qu e lhe seja sem elh a n ­ te:0 — d iz o Santo. com o pragana.I. “Ele é o que está assentado sobre o globo [disco. Então eles “secam-se” e o seu juízo os leva embora como um tufão. (Cf. Como poderia qualquer outro deus ser igual ao Deus que enche e transcende o universo? A mesma . esfera] da terra”. 22 E le é o q u e está a ssen tado sob re o g lo b o da terra. em um estilo a-b-b-a).) 24 E n ã o se p la n ta m . sopra sob re eles. desde os eventos de Gênesis I. n em se sem eiam . Eles podem pensar que estão determinando as coisas.4).

depois como Israel (veja Gn 32. n em se fa tig a ? N ão há esq u adrin haçã o d o seu en ten dim en to. M t 10.2). e p ela fo rta lez a do seu poder.3. Deus as produz e rege todas elas e as conhece individualmente. e por Ele todas essas coisas consistem. nenhuma delas escapa do seu conhecimento.I 6 . n en h u m a fa lta r á . e apenas dão um número para a maioria delas. e tu fa la s. Isto deveria fazê-los lembrar das promessas de Deus. o C ria d o r dos c o r f i n s da terra. Ele também conhece e cuida de nós individualmente (cf. Jesus (Jo 1. pois. Os astrônomos moder­ nos não têm mais nomes para as estrelas. Isaías usa novamente um a pergunta retórica para chamar a aten­ ção para Deus como o Criador. quem a todas cham a p elo seu n om e.idéia de comparar qualquer coisa ou qualquer outro ao Deus que é "o Santo” é ridícula.s N ão sabes.C. Certamente.12 26 L evan tai ao alto o s olhos e ved e quem crio u estas coisas. ó Israel: O m eu cam inho está encoberto ao S e n h o r . M as Deus a todas “chama pelos seus nomes” (cf. SI 147. força e poder. . ó Jacó. Como eles podem dizer que este grande Deus que dá nomes às estre­ las não sabe o que estão fazendo ou que Ele esqueceu das suas pro­ messas e negligenciou a justiça devida a eles? Isto pode ter sido falado especificamente para as pessoas desanimadas.4). n em se cansa. não o u v iste que o etern o D eu s. o S e n h o r . Hb 1. O Novo Testamento revela mais adiante que Deus fez todas estas criações pela Palavra Viva.31). qu em p r o d u z p o r con ta o s e u ex ército. A pessoa deveria ser capaz de olhar para a imensidade dos céus estrelados e perceber que nenhum peque­ no deus de lata poderia ter criado “estas coisas”. e o m eu ju íz o passa de largo pelo m eu D eu s? Agora Isaías fala com a nação como Jacó. cercadas pelas cidades arruinadas de Judá em 700 a.30.13 27 P or que.I 7 ). 2. ou “subsistem” (C l I .28). dizes. Elas demonstram a grandeza de sua potência. p o r cau sa da g ra n d ez a das su a s fo r ç a s .

nas injúrias. quando estou fraco.10). Os jovens “se cansarão e se fatigarão”. Ele nunca está cansado ou exausto. Como o apóstolo Paulo disse: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas. Mas aqueles que “esperam no S e n h o r ” (H eb. A partir dos procedimentos de Deus para com eles no passado. E. Ele “m ultiplica” comple­ tamente as suas forças. A partir da revelação passada de Deus. e os jo v e n s certa m en te cairão. quer dizer. é inescrutável. e aponta para as névoas do futu­ ro. Porque. o Criador dos confins da terra”. A palavra “eterno” (Heb. por amor de Cristo.7. como em S I 27. de toda a terra —sem qualquer exceção. além de qualquer coisa que os seres humanos possam compreender.5. sou forte” (2 Co 12. 130.goweYHW H . eles deveriam ter sabido. 37. “espera pelo S e n h o r ”.14 2y D á v ig o r ao can sa d o e m u ltip lica as f o r ç a s ao qu e não tem n en h u m vigor. co rrerã o e não se ca n sa rã o. Ele é “o eterno Deus.. ca m i­ nh arão e não se fa tiga rã o . isto fala das névoas do passado.6) não se põem a .. bachurim. 30 O s jo v e n s se ca n sa rã o e se fa tig a rã o . eles deveriam ter escutado e aprendido. Deus dá força (poder e vigor) para os que estão cansados. às quais a mente do homem nem mesmo pode começar a inquirir”. Até mesmo os “jovens” ou homens vigorosos (Heb. 31 M as os qu e esperam no S e n h o r ren o v a rã o as su a s f o r ç a s su b irã o com asas com o águias.Isaías desafia o povo. tropeçando e caindo. Nada que os deuses adora­ dos pelos pagãos poderiam ser comparados a Ele. assim. en­ tão. incluin­ do a sua percepção e inteligência. olarnj “vem da raiz que significa ‘escondido’ ou ‘encoberto’. nas necessidades. Para aqueles que não têm nenhuma força física. A sua compreensão.14. “atletas escolhidos”) podem se tor­ nar como o atleta que corre pelos campos do país e desiste antes de alcançar a meta. nas angústias. nas perseguições.34.

Que características de Deus você encontra no capítulo 40? 4. O que as pessoas podem esperar dEle? CITAÇÕES 1 Joseph A. Freeman. E dEle continuam recebendo novas forças. caminharão “e não se fatigarão”. Q UESTÕES D E ESTU D O 1. Knight.3— 5? 3. Então. Eles corre­ rão e “não se cansarão”. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. cago: M o o dy Press. Eerdmans. 19 7 5 ). 5 George A. eles mantêm a sua espe­ rança no S e n h o r e pacientemente continuam confiando nEle por gra­ ça e ajuda (cf. em Bihlical Criticism: Historical. An Introductian to the Old Testament Prophets (C h i­ 33. 19 69 ). “T h e H istorical and Literary Criticism o f the O ldT estam ent”. 2 vols. Eles planam “com asas como águias”. Alemanha: H . K. 3 Veja Introdução. em H aifa. interior e espiritual. 2 4 Yehuda T. O que estava envolvido no conforto prometido para Jerusalém? 2. 19 73 ). Commentary on the Prophecies o f Isaiah. O Dr. A. Isaiah and the Computer (H ildesheim . F. Radday. reimpresso. Instituto de Tecnologia de Israel. Veja também R . B. subindo sobre as circunstâncias. 196— 0 3 . 2:93. Literary and Textual (G rand R apids: Zondervan Publishing House.2 4 (apócrifo) identifica Isaías como aquele que “consolava os tristes de Sião ”. Qual é a significação da estrada ou vereda em 40 . Gerstenberg. Nada que os adorados deuses pagãos pudessem fãzer por eles. 2 2 -2 3 . Servant Theology (G rand R apids: W m . R ad d ay era Prelecionador Sênior em Bíblia e Língua H ebraica no Technion. 30— H o b art E.caminho na sua própria força. Deus é de fato a sua absoluta fonte de força —física. Is 30. Por que Deus desafia o povo? 5. 2 Eclesiástico 4 8 . 7. quando Ele se move. Ao invés disso. . em I (1 8 7 5 . 19 80 ). 1984). pp. H arrison. Alexander. eles se movem junto com Ele.15).

e en tão fa la i . Christian and the “O ld”Testament.1 7 . Jr. 55 . 25.7 . referindo-se ao profeta que tem falado no nome do Senhor. 1 12 O bserve com o Isaías lo u v a a D eus re p e tid am e n te com o o San to (4 1 . 187. Academ ie Books. “povos”) se voltem para Ele. aparentemente referindo-se a Jerusalém (c f v. 4 7 . 7 W alter C.6 W alter C. continua. Cf. “eu” parece preferível. Isto acontece mais de cinqüenta vezes nas suas profecias”. Isaiah 4 0 -6 6 (L ouisville: John Knox Press. Christian and the “O ld”Testament. 2 0 5 . H anson. as partes habitadas da terra. 10 A llis mostra que “Isaías gosta da pergunta retórica. o Senhor da história. 23. 54. 3 . ênfase de Kaiser. 1 Kaiser. ó ilhas. quer que “os povos” (Heb. ‘ummim. que é a fonte de força para aqueles que em Israel esperam por Ele (4 0. 1 9 7 8 ). Toward an O ld Testament Theology (G rand R apids: Zondervan Publishing House. 4 9 .4 .2 0 . A Glória de Deus e o Seu Servo 41. The O ld Testament: Its Claims and Its Critics (P hiladelphia: Presbyterian & Reform ed.1 3) Ele chama as “ilhas” (inclusive as regi­ ões costeiras. 185. 8 Os Rolos do mar M o rto do livro de Isaías tem “ela” em vez de “eu”. B..18. Kaiser. povos.25 I. Servant Theology. 9 Kaiser. Deus os . The Christian and the “O ld”Testament (Pasadena.2 4. 4 3 . litorâneas).. Quer também que eles “renovem as forças” a partir de Deus como a sua fonte. 48 . Califórnia: W illiam Carey Library. N ote especialmente 44 . O swalt T.I-4 1 C a la i-v o s p era n te m im . Em uma nova cena de sala de tribunal (veja 1. 19 95 ). para se manterem em silêncio diante dEle.5 ).1-42. 185.3 . Jr. A llis. DEUS USA ALGUÉM DO ORIENTE 4 I.5. ren o v a i as f o r ç a s e ch ega i-vo s.1 6 . 13 Isaías chama a atenção para Deus como C riador aproximadamente vinte vezes.1 4 . 2 ). 1 9 7 2 ). 51. 4 8 . 14 Knight.31 ). ou seja. Ele. Deus. 19 98 ).1 4 . N o entanto. Kaiser. Paul D.2. ch eg u em o -n o s ju n t o s a ju íz o .

ao seu arco. Outros sugeriram Josué ou a nação de Israel. lcraolo. shalom. “para o pé de si”).7. Ciro é nomeado em 44 . até o tempo de ibn Ezra. 5. ele não os destrói. Que ele os perseguirá indica que eles fogem diante dele. O que é dito sobre ele confirma que Ciro é referido aqui. não porque ele é justo. Ibn Ezra sugeriu Ciro.. “em paz”) significa que depois de os conquistar.C.2.1.8. Que ele vem “do Oriente” mos­ tra que Isaías está na Palestina enquanto fala. quer dizer. Ed L I . Ciro conquistou a Babilônia e elaborou decretos que mandavam de volta os judeus para que reconstruíssem o seu templo (2 Cr 36. mas porque ele estará fazendo o que é certo por cumprir o propósito e o plano de Deus. Eles têm o mesmo poder e sabedoria que Deus tem? 2 Q uem suscitou do O riente o ju sto e o chamou para o p é de si? Q uem deu as nações à sua fa c e e o fez dom inar sobre reis? Ele os entregou à sua espada como o pó e com o pragana arrebatada do vento. Deus é o que “suscitou do Oriente o justo”. com os seus pés. Deus.C. 6. no décimosegundo século d. Deus lhe dará vitória e domínio que não pode ser impedido. o rei da Pérsia (5 5 9 — 530 a. o Grande.chama para que se cheguem e se unam para uma decisão que é apro­ priada (em conformidade com a verdade). “Pragana” (palha ou resíduos de cereais) fala do juízo de Deus —levado a cabo por este que vem do leste.28 e 45. pensavam que ele era Abraão.23. muito embora ele possa ser tomado como um símbolo do Messias. nunca tinha caminhado.13. Ele não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia.22. o Justo. chama este (C iro) do Oriente para o seu serviço (Heb. Este conquistador não é nomeado. Ele se considerava um . o qual dará a últim a vitória.). Os judeus. Ciro foi um conquistador incomum. para segui-lo e servir-lhe (na batalha).3).1 ’ Ele persegue-os e passa em paz p o r uma vereda cm que. Que ele “passa em paz” (Heb.

com pregos. Ele é o S e n h o r (Yahwehf o eterno. “As ilhas” (ou regiões costeiras.. de terras mais distantes de Jerusalém. como os assírios e babilônios eram. . e u m esm o . ofirm a .5 -2 9 ' As ilhas o viram e temeram. Ou pode significar ‘“os seus pés (quase não) toca­ vam no chão’. para que não venha a m over-se. mas elas tremem de medo. as partes habitadas da terra) são convidadas a se aproximarem do único e verdadeiro Deus. não percebendo que Deus está por trás do que Ciro está fazendo. o p r i m e i r o . e Ele estará com a últim a geração. o Deus que guarda a aliança. 6 Um ao outro ajudou. se unindo contra Ciro. o SENHOR. pode significar que ele não tomou a rota normal para Babilônia. nunca tinha caminhado”. Eles olham para o que Ciro está fazendo e se afas­ tam de Deus. ao que hate na safra. e o que alisa com o martelo.. AS NAÇÕES E OS SEUS ÍDOLOS DESAFIADOS 4 1 . aproxim aram -se e vieram. os confins da terra tremeram. chamando-os pelo nome (proclamando a sua verdade a eles). dizendo da coisa soldada: Boa é. confian­ do no que a força humana pode fazer. 2. Deus é o que age na história. eles se unem e tentam ajudar e encorajar um ao outro. Ciro tomou uma rota indireta. Ele é ativo e só Ele está realmente no controle. Então. Ele estava com a primeira geração. e ao seu companheiro disse: Esforça-te. Desde “os confins da terra”. Em vez de se voltarem ao verdadeiro Deus que revelou a Si pró­ prio. só Ele é Deus.libertador em vez de um saqueador. A última frase: “uma vereda em que. Tão rápido ele avança que vai como se fora o vento’’. 7 E o artífice anim ou o ourives. e c o m o s ú ltim o s . c h a m a n d o a s g e r a ç õ e s d e s d e o p r i n c i ­ p i o ? E u . Depois eles avançam. eles tremem de medo.2 4 Q u e m o p e r o u e j e z isso.

Deus fala agora com Israel de um modo intimo e pessoal. Ele se preocupa com os sentimentos do seu povo.7. Êx 19. T g 2. porque eu sou contigo. tu Jacó. Eles observam a sua obra e dizem: “Boa é”. mas eles têm que fixála com pregos “para que não venha a mover-se”. a ti te escolhi e não te rejeitei. meu amigo.6). não te assombres.5. M uito embora Deus os chame pelo antigo nome de “Jacó”. Israel é servo de Deus. não o tem rejeitado e não o rejeitará ou tratá-lo-á como refugo. ó Israel. servo meu. e Abraão respon­ deu amando a Deus (veja 2 Cr 20. Abraão foi chamado de U r do Caldeus. escolhido por Ele para realizar uma obra (cf. e o escolheu. de modo que cada um envolvido no processo de fabrica­ ção de um ídolo encoraja o próximo para usar melhor a sua habilida­ de. Deus amava a Abraão. O Deus que fez o povo de Israel seu servo. Que contraste com o poderoso Deus que nos fez e criou o universo! 8 Mas tu. eu te esforço. Israel foi tirado de Egito. Em con­ traste com os adoradores de ídolos. Eles . 9 tu. cf. aquele a quem Deus deu a promessa. I Jo 4. eles ainda são considerados o seu povo escolhido.O que as pessoas podem fazer é fabricar ídolos.19). a quem elegisem en te de Abraão. a quem tomei desde os confins da terra e te chamei dentre os seus mais excelentes e te disse: tu és o m eu servo. porque eu sou teu D eus. Eles esperam que os ídolos fabricados e imóveis os ajudarão no meio dos temores e difi­ culdades da vida. M as Deus é o que encoraja o seu povo: “Não temas.23. 10 não temas. porque eu sou contigo”. Eles são movidos por medo. o enganador e suplantador. Eles são os descenden­ tes de Abraão. e te sustento com a destra da minha justiça. e te ajudo. Os fabricantes de ídolos tentavam encorajar um ao outro. “M eu amigo” é literalmente “o que me ama”.

Deus declara quem Ele é. Eles pensam que estão lutando con­ tra Israel. Ele prometeu ajudá-los e sustentá-los (ampará-los firmemente e apoiá-los) com a “destra da minha justiça” (implicando que Ele os conduzirá). todos os crentes podem reivindicar isto. porque já não existirão sobre a terra. eu te ajudo. mas Deus lhes diz novamente que parem: Ele os ajudará. 12B uscá-los-ás. Jó 25. Deus fará com que sejam envergonhados e confundidos “os que se irritaram contra” o seu povo.devem deixar de olhar daquele modo e com temor. e eles perecerão. Hb 13. Estar amedrontado é natural. . o San­ to de Israel. diz o S e n h o r . 11 Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que se irritaram contra ti. Chamando o povo de Israel de “bichinho de Jacó”. Ele con­ tinua declarando: “Não temas [lit. Ele é o Deus deles. Ele levará a cabo o seu propósito justo com um forte poder que assegura a vitória. o Deus deles. te tomo pela tua mão direita e te digo: não temas. Ele quer que eles ajam com coragem e fé. 1' Porque eu.6). e o teu redentor é o Santo de Israel. povozinho de Israel. os que guerrearem contigo. mas não os acharás. Ele fará com que os que pensam ter um caso contra Israel se tornarem como “nada”. e os que contenderem contigo perecerão.5) hl Não temas. não sabendo onde achar ajuda e segurança. (Ainda que dirigido a Israel. o SENHOR teu Deus. ó bichinho de jacó. mas estão de fato lutando contra Deus. deixe de ser medroso]. que eu te ajudo”. cf. Deus os está lembrando de quão fracos e desamparados eles são (cf SI 22.6. Em todas as circunstâncias. g o ‘e[). e os que pelejarem contigo tornar-se-ão n a d a e como coisa que não é nada. Ele é o SENHOR. Ele é o Redentor deles (Heb. Então eles não serão achados. que eu te ajudo. Deus os fará curvar as suas cabeças com vergonha. tornar-se-ão nada.. não importa quão difícil ou con­ fusa.

19 27. Deus é reconhecido como R e­ dentor treze vezes em Isaías. Deus tem se dedicado a levar a efeito os seus propósitos para com Israel em relação ao seu grande plano de redenção. o S e n h o r lhes responderá e satisfará a necessidade deles. eu. 17 Os aflitos e necessitados buscam águas. e a sua língua se seca de sede.2.1— 13. m a s tu te a l e g r a r á s n o SE N H O R c te g l o r i a r á s n o S a n t o d e I s r a e l. R t 2. Israel é comparado a um trilho poderoso. os m ontes trilharás e m oerás.1. . e os outeiros tornarás como a palha. e não as há. Em Israel o go ‘el era o parente redentor. Quando o pobre desafortunado e o infeliz e o necessita­ do oprim ido estão a ponto de m orrer de sede. mas eu. deixando o grão cair no chão. Israel não terá que se livrar de seus inimigos. A aridez sempre foi um problem a na m aior parte do O riente M édio. 11). Nm 35. Como o “Santo de Israel”. o S e n h o r . o bastante para dissolver montanhas e pulverizar colinas. Deus fará o insignificante bichinho em “trilho novo” —duas pran­ chas de madeira pesadas pregadas juntas por duas travessas e tendo pedaços afiados de ferro (como pontas) por baixo. se gloriando no Santo de Israel. 10 Tu os p a d e ja r á s .49. O grão debulhado seria revolvido com a pá e o vento sopraria para longe a palha. e o tu fã o os e s p a lh a ­ r á .48. que tem dentes agudos. Ele sempre estará lá para eles.9— 4. n Eis que te preparei trilho novo. Isto era arrastado em cima dos talos de grãos cortados para separá-los e prepará-los para peneirar o grão. 3. o D eus de Israel os não desampararei. e o v en to os le v a r á . o qual era também o vingador de sangue (cf. o s ouvirei . Lv 25.Começando com este versículo. Então Israel se alegrará no SENHOR. Deus os lançará fora ( “os espalhará”) como um vento poderoso.

como o “Rei de Jacó” (como o verdadeiro Rei de Israel). ou “a mão do SENHOR.18A brirei rios em lugares altos efo n te s no m eio dos vales. e a á rv o r e de sita. Se n h o r . o o lm eiro e o álam o. Somente Ele pode criar —só Ele pode cumprir esta profecia. e o S a n t o d e I s r a e l o O que Deus faz e como Ele o faz nesta restauração será um teste­ munho para o pobre e necessitado (do v. p o r ei no erm o a fa ia . Dt 8. Deus plantará uma variedade de árvores no deserto e no “ermo” ou solo improdutivo (Heb. q u e to d o s v e ja m . e a oliveira . Ele satisfará a necessidade deles abundantemente em todos os luga­ res: milagrosamente. quer dizer. Deus. 19 P la n ta rei n o deserto o cedro. a área seca ao sul do mar M orto). 21 A presentai a vossa dem anda. Nm 20. milagrosamente. d iz o R ei de Ja có. d iz o f i r m e s razões. diz para os idólatras que tragam o caso deles e qualquer argumento forte ou provas que eles possam ter pelos seus deuses. tornarei o deserto em tanques de águas e a terra seca. 20 p a r a c r io u . trazei as vossas Em outra cena de tribunal.” realizou isto. “o Santo de Israel o criou”. Ele abrirá rios “em lugares altos” e fará “fontes no meio dos vales”. considerarão e entenderão com discernimento que o grande po­ der. . transformando o deserto em tanques de água e a terra seca em um lugar de onde brota água. e s a i b a m . Juntos eles verão. como parte da res­ tauração pelo Espírito Santo no M ilênio. e a m u rta . “no Arabá”. e c o n s id e r e m . e j u n t a m e n t e e n t e n d a m q u e a m ã o d o S E N H O R fe z isso.6. baaravah. “Conjuntamente” também pode significar “todos ao mesmo tempo”. A palavra “criar” no Velho Testamento sempre tem Deus como o sujeito. em m ananciais. Ele é o mesmo Deus que deu a Israel água da rocha durante o êxodo (Êx 17. co n ju n ta m en te. 17). sabe­ rão.15).11.

p a ra qu e n o s a s­ so m b rem o s e. Os deuses pagãos são desafiados a predizerem o futuro. p a ra qu e a ten tem os p a ra ela s e sa ib a m os o f i m delas. 23 A n u n cia i-n o s as coisa s qu e ain da hão d e vir. O SENHOR resume isto dizendo que os deuses pagãos são “menos do que nada”. o vejam os. como isto se amolda ao presente. e tem um plano para uma consumação futura. 24 Eis qu'e sois m en o s do que nada. “nós”) im ­ plica que para ser um espetáculo legítim o de poder.22 T ragam e a n u n cie m -n o s as co isa s q u e hão de a co n tecer.n o s o u v ir as coisa s fu tu r a s . mostra que o Deus que criou no princípio também trabalha agora. qualquer coisa boa ou ruim — “fazei bem. . todos os seres humanos devem poder observar isto conjuntamente (todos ao mes­ mo tempo). Deixem os idólatras trazerem os seus deuses e contarem o que acontecerá. explicando o que aconteceu no passado ( “as coisas passa­ das”). O coletivo plural ( “nos”. ou deixe-os declararem simplesmente “as coisas futuras”. Os que escolhem adorar os deuses pagãos em vez do único e verdadeiro Deus são abomináveis a Ele. eles não tinham nenhum conceito do fluxo da história. a n u n cia i-n o s as coisa s passadas. a b om in a çã o é qu em v o s escolhe. p a ra qu e sa ib a­ m o s q u e so is deuses. f a z e i bem ou fa z e i m al. ju n ta m en te. Porque os pagãos tinham uma visão cíclica da história (não reco­ nhecendo um começo ou um fim). A visão linear bíblica da história. Isaías podia fazer este desafio porque Israel tinha visto as suas profecias a respeito da derrota de Senaqueribe cumpridas. por outro lado. ou fa z e i. o que isto significa para o futuro. Eles são então desafiados a fazerem algo. Este seria um selo indicando que eles realmente são “deuses” —mas eles não podem profetizar. e a vossa obra é m en os do que nada. as obras deles são totalmente inúteis (igualmente “me­ nos do que nada”). ou fazei m al” —que as pessoas pudessem ter medo.

e. eles não poderão resistir a ele. os governa­ dores provinciais. embora Ciro viesse da Pérsia. Em contraste com os ídolos pagãos que não podem falar e não falam. Por causa do deserto diretamente ao leste de Israel e Judá. o hebraico é enfático —nem mesmo alguém diz qualquer coisa.3Ele “virá sobre os magistrados”. ou em outro tempo. como sobre o lodo. e ninguém absolutamente ouve as palavras deles. não porque ele adorasse o SENHOR. para que o possamos < saber. Sem qualquer um outro se antecipando a Ele. Deus foi o “primeiro” que falou palavras proféticas de libertação. para que digamos: Ju sto é? Mas não há quem anuncie. e virá sobre os magistrados. a maioria das invasões era proveniente do Norte. é o que declarou isto “desde o princípio” para que o seu povo possa saber. O teor no hebraico mostra entusiasmo. invocará o meu nome. e a Jerusalém darei um anunciador de boas-novas.25 Suscito a um do Norte. 52. nem tampou­ co quern ouça as vossas palavras.7). O SENHOR 21 Evi sou o que prim eiro direi a Sião: Eis que ali estão. e como a argamassa ou barro não podem resistir ao trabalhador ou ao oleiro.IO). e ele há de vir. assim ele os pisará. Mas entre os deuses pagãos —aqui. Só Deus verdadeiramente prevê o futuro. como o oleiro pisa o barro. no Orien­ te (v.2).9— I . Assim. mas porque ele decretaria que os judeus voltassem e reconstruíssem o templo do SENHOR (Isto é muito diferente da reivindicação de Senaqueribe de que o SENHOR ti­ nha lhe enviado. de fato. I . O que procede “do N orte” que Deus suscitou é Ciro. nem tampouco quem manifeste. falando isto de antemão de forma que o seu povo pode dizer: “Justo!” O veredicto está no favor de Deus por causa da profecia cumprida. 3 6 . Deus en­ viou um mensageiro com boas novas (veja 40. 2>Q uem anunciou isto desde o princípio. ele entrará em Israel vindo “do N orte”. nenhum deles proclama qualquer coisa. desde o nascimento do sol. Ele invocará o nome de Deus.

Agora a atenção é desviada dos ídolos para a glória do Servo do Quer dizer. e põe o seu Espírito Santo sobre Ele. Nós tam­ 21 bém podemos ver um paralelo quando o Espírito desce sobre fesus como uma pomba e a voz do Pai declara do céu: “Este é meu Filho amado.5 M ateus 12.1 -9 1 Eis aqui o meu Servo. o m eu Eleito. 0 SERVO DO SENHO R E A SUA MISSÃO 4 2 . Ele produzirá “juízo” compassivo (Heb.17). 29 Eis que todos são vaidade. mishpat) entre as nações. pus o meu espírito sobre ele.17— aplica esta passagem a Jesus. . fazendo deste o primeiro Cântico do Servo em Isaías.6 Isto conecta “meu S en h o r. nem mesmo entre estes con­ selheiros algum havia a quem perguntasse ou que m e respondesse palavra. 3. As suas imagens fundidas são vento4 e vacuidade. as suas imagens de fu n d içã o são vento e nada. as suas obras não são coisa algu­ ma. Todos os deuses pagãos são “vaidade”. Deus o Pai o sustenta firmemente. “Veja!”) é uma ordem para olhar para Ele. Wm). “o meu servo” aqui (em contraposição ao “ser­ vo” de 4 1 . Eles não podem revelar nada. “Olhe!”. em quem se compraz a minha alma. e as suas obras são (literalmente) “nada”. M as Deus tem um plano. Como é totalmente estúpido adorar qualquer coisa ou qualquer outro que não o único e verdadeiro Deus! Ele é o único em quem vale a pena confiar. Nós podemos edificar as nossas vidas sobre a sua Palavra. hen. a quem sustenho. os deuses pagãos não têm “ninguém”. nEle se compraz a sua alma (e coração).28 quando olhei. “Eis aqui” (Heb. “coisa alguma” (Heb. nenhum conselheiro que possa responder com até mes­ mo uma palavra. Em contraste.8 ) é o Messias. juízo produzirá entre os gentios. ninguém havia. nenhum mensageiro. em quem me comprazo” (M t 3. sem nenhuma realidade.

6). Ele não desis­ tirá até que estabeleça “na terra o juízo”. 9. ■ Ele não será como os conquistadores terrenos. Ele produzirá justiça “em verdade”. Ele não jogará fora ninguém como inútil. 12. Ele foi para a cruz. p ro d u z irá o ju íz o . 4 N ão fa lta r á . O termo “servo” implica tanto obediência como autoridade delegada. Aguardar aqui implica . Alguém quebra uma “cana trilhada” antes de descartá-la.7. não se ex a lta rá. e ao contrário dos muçulmanos que pensam ser a guerra santa (jihact) a vontade de Deus. ou seja. e agora por intermédio desse Espíri­ to sua obra será realizada (cf. Quer dizer.servo” com passagens messiânicas anteriores em Isaías. U m pavio que está apenas vaga­ mente fumegante é fácil de apagar. depois enviou o Espírito Santo. leemeth ). e as ilhas a gu a rd a rã o a su a d ou trin a.2 como também 6 I . n em apagará o p a vio qu e f u m e g a . as coisas e as pessoas que fazem os outros ficarem desencoraja­ dos não o impedirão de emitir luz e ser firme e forte. onde o Pai chama o Messias de seu Filho. toda a terra habitada) colocarão a sua esperança (ou “aguardarão”) na “sua doutrina” (Heb. tampouco Ele será quebrantado ou desencorajado. a té q u e p on h a na terra o ju íz o . o Messias não provocará derramamento de sangue ou ódio. em verd a d e. Isto é paralelo ao Salmo 2. de acordo com a verdade (Heb.7 As “ilhas” (quer dizer.I . n em será quebrantado. torah.7 e 1 1. M as Ele não apagará a luz da vida de qualquer pessoa. O Messias não será uma luz brilhando vagamente nem se mostra­ rá fraco. Ao contrário dos cruzados que pensaram poder fazer o tra­ balho de Deus lutando.praça. Ele será quieto e manso. n em f a r á o u v ir a su a voz na . que alardeiam quem eles são e fazem grandes anúncios de suas façanhas. N a realidade. 2 N ão clam ará. “instrução”). 3 A ca n a trilhada não quebrará. Zc 4.

a aliança não será lim itada a Israel. e te d a rei p o r co n certo do p o v o e p a ra lu z dos g en tio s. é iden­ tificado como o Criador dos “céus” e da “terra” e de “tudo” o mais (pessoas. o Senhor .13). M t 24.12. R m 5. J A ssim d iz D eu s. A aliança será feita nEle.15. que cr io u os céus. Os prisioneiros que “jazem em trevas” da prisão do pecado. 6 1 .6). mas Ele também abrirá “os olhos dos cegos” de modo que eles possam ver essa luz. Ele “estendeu” os céus tão facilmente quanto uma pessoa estenderia uma cortina. animais e plantas) criado a partir destes. 9. protegendo-o e guardando-o. e o buscarão para ajuda e orientação.9. 6 Eu. os qu e ja z em em trevas. pois o servo será “para luz dos gentios” (i.5. H b 8. Aqueles que aceitam a vontade do Messias irão colocar a sua esperança nEle. te ch am ei em ju stiça . o Senhor . e o esp írito aos qu e a n d a m nela. . Além disso. 8. Novamente o único Deus verdadeiro.1.) 7pa ra a b rir os olhos dos cegos. 9. o S e n h o r ( Yahweh). (Veja Jo 1. p a ra tira r da p risã o os p reso s e do cárcere. e f o r m o u a terra e a tu d o qu an to p rod u z . e te tom a rei p ela m ão.6-13. por Ele e para Ele. e te gu a rd a rei.1) —pelo qual o Servo levará os povos a um relacionamento correto com o SENHOR. Ele os tirará para a luz (cf.21).em uma esperança que resiste. Semelhante a Ciro (41. Deus o tomará pela mão. Ele lhe dará “por concerto do povo” —a nova aliança (c f M l 3. e permanecerão firmes até o fim (cf. que dá a respiração ao p o v o que nela está. (como o hebraico indica) para trazer justiça com êxito (como uma manifestação da sua graça).2). o Servo tem sido chamado por Deus o Pai “em justiça”: ou seja. Ele não será somente “luz” (v. e os esten d eu .e„ nações). Ele é o único que “dá a respiração ao povo” (como Ele fez a Adão) e vida ao espírito humano (incluindo a mente e a disposição).

Isto inclui gentios e israelitas.18.C. v ó s o s q u e n a v ega is p e lo m a r e tu d o q u a n to há n ele. Por causa da sua glória —por causa de quem Ele é —Ele merece todo o louvor. n em o m eu louvor. a ou trem não darei. A ordem para cantar “ao SENHOR um cântico novo” pressupõe uma nova revelação ou um novo entendimento da sua palavra e do que Ele está a ponto de fazer (cf. vo~ lasfaço ouvir.6). 48. d esd e o f i m da terra . às im agen s de escultura.) As “novas coisas” são profecias ainda não cumpridas. Yahweh. vós.10-13 10 C a n ta i a o S e n h o r u m câ n tico n o v o e o seu lo u vo r. com as a ldeia s que Q u ed a r habita. As “primeiras coisas” são os eventos previamente profetizados que agora estão cumpridos. a n tes qu e ven h am à luz.9 Ele não só é o único Deus verdadeiro. Os ídolos não são nada e não merecem coisa alguma.& Nome o que assegura a Israel que Ele estaria com eles.19. pois. da mesma maneira que as primeiras coisas o foram. 11 A lcem a voz o deserto e as su a s cidades. autoridade e atributos.. Deus declara o seu Nome de guarda da aliança. ex u ltem os q u e habitam na s rochas e cla m em do cu m e dos m ontes. a m in h a g ló ria . A sua “glória” inclui o seu poder. e. .s Eu so u o Senhor . depois que a sua profecia de libertação dos assírios foi cumprida. este é o m eu nom e. e n o va s coisa s eu vos an u n cio. Ele é também um Deus pessoal. Pode-se confiar na palavra profética de Deus. Ele não os dará a outro. 9 Eis q u e as p rim eira s coisas passaram . 4. ilh a s e s e u s hab itan tes. O seu louvor deveria vir “desde o fim da terra”: proveniente daqueles que estão no mar e de todos os habitantes do mundo habitável. mas certas de terem o seu cabal cumprimento. 43. UM CÂNTICO NOVO 42. (Isaías está escrevendo isto provavelmen­ te em 700 a. nem o seu “louvor às imagens de escultura”.

clam ará. (Cf. m as. . a tribo árabe de Quedar e suas aldeias. e f a r á g r a n d e ru ído. e os residentes de Sela (Petra). DEUS JULGARÁ E GUIARÁ 42. De fato. agora. m e calei.“O deserto e as suas cidades” (onde as pessoas então se manti­ nham em um nível de subsistência simples). Ele levantará um grito de guerra e “sujeitará os seus inimigos”. O próprio SENHOR sairá para batalhar como um herói. e su jeita rá os seu s inim igos. Ele é um Deus de livramento. d espertará o zelo. “Como um homem de guerra despertará o zelo” dele —seu ardente amor que não permitirá o inimigo destruir os que o amam.1— para desenvolvimento do tema do S e n h o r [Yabweh] 6 como “Guerreiro Divino”. 15 O s m o n tes e o u teiro s to rn a rei em deserto.) 5. 27. agora” Ele fala.14-17 14 P o r m u ito tem po. “M as. 13 O SEN H OR . As suas bênçãos são para todas as pessoas. Ele fará tudo ime­ diatamente. e to rn a rei os rio s em ilhas. co m o hom em de g u er r a .4 e 63. Ele se tornou como uma m ulher em trabalho de parto e não adiará isto para sempre: Quando fizer isto. d a rei g r ito s com o a qu e está de parto.. e ju n ta m en te devorarei. 12 D êem g ló r ia ao SE N H O R e a n u n ciem o seu lo u v o r nas ilhas. Ele “fará grande ruído”. tem postergado esta ação de juízo e restauração. em Edom —antigos inimigos de Israel —devem se unir a eles no louvor a Deus. Desde a eternidade Deus tem se contido ( “me calei. co m o p o d e r o s o s a ir á . Em outras palavras.. Os seus brados são para dar “glória ao S e n h o r ” e anunciar o seu louvor às “ilhas” (a terra habitada). e a todos assolarei. me conti­ ve”). e as lagoas secarei. estiv e em silên cio e m e co n tive. e toda a su a erva fa r e i secar.

nesta passagem. os pagãos que ainda “confiam em imagens de escultura”. Deus fará isto. embora seja o servo de Deus. tornarão atrás e serão totalmente confundidos de vergonha. s e n ã o o m e u s e r v o o u s u r d o co rn o o m e u m e n s a g e ir o . o lh a i. 6. Os “cegos” são os espiritualmente cegos que se voltam para Ele.s S u r d o s . Agora. p a r a q u e p o s s a is ver. c o m o o s e r v o d o SENHOR? A chamada é para as pessoas surdas e cegas do mundo escutarem e olharem. ISRAEL CEGO E SURDO 4 2 . E sta s c o is a s lh es f a r e i e n u n c a o s d e s a m p a r a r e i. a q u em e n v i o ? E q u em é c e g o c o m o o g a l a r d o a d o e cego . 19 Q u e m é cego . to rn a r ei as tr e v a s e m lu z p e r a n t e e le s e a s c o is a s to r ta s f a r e i d ir e ita s .s e . M as Israel é cego como o resto do mundo. pode fazê-las ouvir e ver. O mundo precisa do que Deus tem dado para e através de Israel. “M eu servo”. transformando “as trevas em luz” e tornando direi­ tas “as coisas tortas” à medida que eles o seguem. como também os rios e as lagoas.Em contraste com as bênçãos que virão no M ilênio (4 1. Isto é.ã o d e v e r g o n h a o s q u e c o n fia m em im a g e n s d e e s c u lt u r a e d iz e m à s im a g e n s d e f u n d i ç ã o : Vós s o is n o s s o s d eu ses. Deus. e diz enfaticamente “nunca os desampararei”. ceg o s. f á lo s -e i ca m in h a r p o r v ered a s q u e n ã o co n h ecera m . e vó s. e somente Deus. chamando as imagens de ouro e prata os seus deuses. outeiros e toda a sua vegetação. 16 E g u i a r e i o s c e g o s p o r u m c a m in h o q u e n u n c a c o n h e c e r a m . Ele “guiará os cegos” em caminhos novos. Isto nós podemos esperar que Ele continue a fazer. em contraste com o seu juízo.1 8 -2 5 /. se refere a Israel. 11 T o r n a r ã o a tr á s c c o n f u n d i r .18 ). Em contraste com os que confiam em Deus. Deus pretendia . o juízo de Deus secará os montes. o u v i.

ainda que tenha os ouvidos abertos.que Israel proclamasse a mensagem para o mundo. Restos arqueológicos mostram que a maioria deles prosperou tanto durante os setenta anos do exílio babilômco. mas espirituais. e que ainda é o seu servo. mas o povo “nada ouve”.1 de forma que a maioria não 0 . torah. Seu povo (os pronomes “tu” e “teus” [oculto em “os (teus) ouvidos”] referem-se a Israel) tem visto milagres e profecias cumpridas. quer dizer. o qual foi recompensado por Deus. Israel. mas não as guardas. fazer a sua “lei” (Heb. 21 O S en hor No original (ver ARA. as Escrituras) grande e gloriosa. sua palavra lhes daria então novas oportunidades para as bênçãos que um Deus amoroso queria lhes dar. é agora tanto cego como surdo. nada ouve. mas seu povo tinha ficado muito surdo para ouvir a mensagem. mas não presta atenção. enlaçado (capturado e acorrentado) em cavernas e man­ tido escondido nas prisões. “instrução”. Este não era o caso das pessoas levadas cativas para Babilônia por Nabucodonosor (veja Jr 29 . “ensi­ namento”. e ninguém há que os livre. N IV e outras versões) o texto indica que foi do agrado do SENHOR. e ninguém diz: Restitui. 20 Tu vês muitas coisas. são postos p or presa. O povo que recebeu esta grande e gloriosa instrução está roubado e saqueado. en­ gran deceu -o pela lei e ofe z glorioso. Os seus ouvidos estão abertos. p o r despojo.1-23 ). todos estão enlaçados em cavernas e escondidos nas casas dos cárceres. 22 Mas este é um povo roubado e saqueado. se agradava dele p o r am or da sua justiça. Esta é inteira­ mente digna de ser ouvida e obedecida. por amor da sua justiça (em linha com a sua natureza justa). Eles estão desatentos ao que Deus quer que eles vejam e ouçam. A cegueira e surdez de Israel não são físicas.

Eles mereciam a ira de Deus e o juízo que Ele trouxe por inter­ médio dos assírios (1 0 . aq uele con tra q u em p eca ra m e n os ca m in h os do q u al não q u eria m andar. 24 Q u em en trego u J a có p o r d espojo e Isra el'. um Deus zeloso” (D t 4 . reconhecendo que Deus trará tanto juízo como restauração. 23 P elo qu e d erra m ou sobre eles a in d ign a ção da su a ira e a f o r ç a da g u e r r a e lhes p ô s labaredas em redor. não d a n d o o u v id o s à su a lei? O SENHOR estava por trás do que os assírios fizeram a Israel e Judá. teu Deus. aos ro u b a d ores? P o rven tu ra . “restitui”). Pa­ recia que eles jamais iriam aprender. eles não perceberam ou reconheceram que o juízo veio do SENHOR.queira voltar para Jerusalém. O Velho Testamento como um todo tem um olhar para o futuro. ou recordando a advertência de M oisés de que “o SENHOR. Eles tinham se tornado rebeldes cujas vidas expressavam desprezo por Deus. 23 Q u em há en tre v ó s qu e ou ça isso? Q u e atenda e ou ça o qu e há de s e r d ep ois? Isaías indaga quem escutará. e os q u eim ou .5 . não f o i o Senhor . O sofrimento descrito aqui era o atual resultado das invasões assírias de Israel e Judá nos próprios dias de Isaías.6 ).2 4 ). Ele está preocupado a respeito do que havia “de ser depois” e quer que as pessoas compartilhem dessa preocupação. Eles tinham pecado contra Ele: eles não quiseram viver de acor­ do com os seus caminhos e não escutariam o seu ensino.. Os cativos levados das cidades de Judá por Senaqueribe não tiveram ninguém como Ciro para mandá-los de volta (i.Tampouco prestaram atenção ao que o SENHOR esta­ va dizendo através dos profetas. M esm o assim. é um fogo que consome. m a s não p u sera m nisso o coração. A m isericórdia de Deus não m im a os pe­ cadores por perm itir-lhes que continuem no orgulho e em obstina­ . m a s n isso não a ten ta ­ ram . eles “não puseram nis­ to o coração”.e.

18— e que tipo de cegueira este servo 25 tem? CITAÇÕES 1 Veja 4 1 . 5 Isaías 4 2 . Salmos 82. Eerdmans.1 — veja também 4 9 . Como Isaías contrasta os ídolos com o verdadeiro Deus no capí­ tulo 41? 4. 7. Servant Theology (G rand R apids: W m . O que indica que o que vem “do Oriente” é Ciro? 3. 3 Deus é o que chama Ciro pelo nome (veja 4 5 . 19 85 ). 4 A palavra hebraica ruach também significa “espírito”. Knight.2 5 . Pelo que o “cântico novo” louva o Senhor? 6.3. Quem Deus está desafiando no capítulo 41 e por quê? 2. The Servant Songs (C h ica­ go: M oody Press. 8. as imagens ocas estavam apenas cheias de ar. Duane Lindsey. 4 . N ão obstante. e alguns pagãos reivin­ dicavam que um espírito estava nas imagens.1 3 a 53 . “um a ordem justa”. 1 1 QUESTÕES DE ESTUDO 1. Assim. 6 Cf.4— 52 . A sua justiça universal é outra razão para aceitá-lo como o único e verdadeiro Deus. 28.1-7 é Jesus? 5. estas não ti­ nham nenhum poder espiritual. F.1 2. B. Como Mateus 12. Ciro veio do Leste e depois do N orte.17— confirma que o Servo do Senhor em 21 42.1 — 50. 9. O seu amor procura desafiá-los “ao arrependimento e à obediência conforme eles caminham de volta para a vida de rela­ cionamento com Deus”. 4 3 — 5 . 7 O u seja. 19 84 ). o qual m enciona que ele vem do N orte. 2 George A. 9. Quem é o servo em 42 .da rebelião.4 ). Veja F.

eles não te subm ergirão. . agora .1 -7 1Mas. 9 Veja Exodo 3. 1 Paul D.7— cf I Jo 4. mas Deus sempre estaria com eles.8 Veja nota em 1.14.5.2 Eles sempre poderiam pôr a sua completa confiança nEle.1-45. 54. 43.4). Ele os amava porque os amava (D t 7. Apesar da falta de resposta de Israel ao juízo de Deus. Ele lhes diz para deixarem de ficar temerosos. Deus não mudou o seu plano e propósito para o seu povo. 57. cham ei-te pelo teu nome. ó Jacó. 44. por­ que Ele os redimiu.2. Ele os criou. Deus lhes deu o nome “Israel’’. H anson. assim diz o SEN HO R que te criou. ó Israel: Não temas. tu és meu. O nome indica que Ele continuará sendo o realizador dos seus planos — trabalhando ativamente entre as pessoas. e jamais seriam aniquilados. Israel passaria por águas. estarei contigo. e que te form ou. 0 AMOROSO SALVADOR DE ISRAEL 4 3 . quando pelos rios. 2 Q uando passares pelas águas. qviando passares pelo fogo. Como escreveu Moisés. porque eu te remi.8).12 . os arqueólogos descobriram os restos de um banco judeu e de um a casa de hipoteca próxim o do Canal Chebar ao leste da Babilônia. 10 Por exemplo. não te queimarás.2 para o significado de Yahweh. fogo e chamas. 9. rios. Eles nunca deveriam deixar a sua fé nEle (cf.4). Isaiah 40— (L ouisville: John Knox Press. Ele formou a nação. onde “Eu serei" é a m esma palavra em hebraico Çehyeh) como a palavra traduzida por “Eu sou" em 3.1 Ele os reivindica como sua pro­ priedade da mesma maneira que fez quando os tirou do Egito e os trouxe a Ele (Ex 19.25 I. nem a chama arderá em ti. Um Remanescente Redimido É Reunido 43. Por causa do juízo de Deus. 1 66 C. e. 1 9 9 5 ).

28.28-30). que se revelou a Isaías (cap. tra rei a tua sem en te desde o O rien te e te a ju n ta rei desde o O cidente. Ele trará os . mas quando o mundo lhe virou as cos­ tas. 6).7) e a destruição do exérci­ to deles (Êx 14. entretanto. o teu S a lva d o r. o Santo de Israel. Ele é o Deus de Israel. Ele libertou o povo de Israel da escravidão às custas das pragas sobre o Egito (Ex 10. tam bém fo s te g lo r ifiç a ­ do. como resgate. p o rq u e estou con tigo. M t 11. Deus amou o mundo. Semelhantemente. Agora Deus os aponta à frente. honrado por Ele. Ele poderia dar um país inteiro. o Deus que guarda a aliança. A repetição desta idéia em diferentes palavras demonstra ênfase. 15. teu D eu s. pois. Por causa da garantia do seu amor. Ao mesmo tempo. Ele escolheu Israel para preparar o caminho para um Redentor. M as outras nações teriam que pagar o preço da escolha de Israel por Deus.31. e ao S ul: N ão retenhas. p elo que dei os hom en s p o r ti. isto colocou uma grande responsabilidade sobre eles. A Etiópia (Cuxe. 6 D irei ao N or­ te: D á . porque Ele está com eles. a E tiópia e Sebá. p ela tua alm a. Porque Ele é o que é. a um tempo quando Israel se espalharia em todas as direções. a escolha da Igreja por Deus põe uma grande res­ ponsabilidade sobre os crentes. o eterno. e porque Ele o ama. 4 E nquanto fo s t e p recio so aos m eu s olhos. O seu propósito é libertar a Israel. Yahweh. p o r ti. Porém. e eu te am ei.3 P orque eu so u o SE N H O R . o fiel. Deus é o que Ele é: o SENHOR. ou o atual Sudão) e Sebá (o norte da Etiópia incluindo M eroe) foram igual­ mente afetadas. o Salvador de Israel.1. o Egito. trazei m eu s f i lh o s de lon ge e m in h a s fi lh a s das ex trem id a d es da terra. 5 N ão tem as. esta responsabilidade não é pesada (cf. Quer dizer.3-10). dei o E gito p o r teu resgate. o S anto de Israel. Ele dará outros povos no lugar dele. Porque Israel é valioso a Deus. e os povos.30. Ele lhes diz que deixem de estar amedrontados.

para que se justifiquem .. Caso contrário. para terem o veredicto em seu favor. porque têm olhos e ouvidos. que têm ouvidos. deixe-os ouvir o que Deus fez e adm itir que isto é a verdade. Eles têm que fazer isto para serem justificados. o cego e o surdo (veja 4 2 . e os que criei para minha glória. criados para a sua glória. Eles são os chamados pelo seu nome. quem dentre eles pode anunciar isto. 2. porque eles vieram somente do leste.1. a libertação das mãos de Senaqueribe. M as eles 2 são voluntariosamente cegos e surdos. e os surdos. efa z er-n o s ou vir as coisas anti­ ga s? Apresentem as suas testemunhas. e para que se diga: Verdade é. que tem olhos. 9 Todas as nações se congreguem } e os povos se reúnam .seus descendentes que estarão vivos no fim dos tempos. deixe-os mostrar que eles profetizaram e produziram eventos como o êxodo do Egito. formados pela sua mão poderosa —a nação que Ele fez. Eles não são as testemunhas aceitáveis em um tribunal. eu osfiz .C. Com todas as nações reunidas. eles são desafiados a produzir dentre eles alguém (algum deus ou o profeta de algum deus) que possa predizer o futuro e para m ostrar “as coisas antigas”. sim. 0 TESTEM U N H O DE ISRAEL COM O SERVO DE DEUS 4 3 . eu os fo rm ei.8 -1 3 lS Trazei o povo cego. . A referência prim ária aqui está de volta a 43. Em outra cena de tribunal. e para que se ouça. em um novo êxodo vindo de todas as direções.) 7 a todos os que são chamados pelo meu nome.1 8 — 0 ) são tomados como testemunhas. e outras coisas antigas que Deus fez na história de Israel. onde Deus está falando a respeito de Israel. (Isto não se refere ao retorno da Babilônia em 538— 536 a. Ou seja. Ele não desistirá deles. por incrível que possa parecer. até mesmo “das extremidades dn terra”.

M as o úni­ co Deus verdadeiro declara que antes dEle “deus nenhum se for­ mou” ou foi criado.10 V ó s s o is a s m in h a s te s te m u n h a s . devido a Israel ter experimentado isto. Ele é o Deus eterno que sempre foi.14.6. Os pagãos também acreditavam em deuses que tinham surgido ou nascido recentemente. A palavra hebraica ‘el é a palavra co­ mum para Deus. e eu salveií.14. H b 13. e nenhum viria depois dEle. a q u e m es c o lh i.2). 7. Dizendo “Eu sou o S e n h o r [Y ahw eh]” .12. Ele os salvou então. Embora Israel tenha falhado. Deus não falhou. Deus falou para Moisés o que Ele ia fazer. . p o is v ó s s o is a s m in h a s te s t e m u n h a s .1. eu s o u o S e n h o r . portanto. de modo que eles podem saber. e m e c r e ia is . d i z o S e NJ-H >R. e f o r a d e m i m n ã o h á S a lv a d o r . e e u o f i z o u v ir . etc. Ele salvou a Israel e se fez ouvir entre os israelitas no monte Sinai. M l 3. Ap 1. o SENHOR diz que eles são teste­ munhas de quem Ele é: Deus Ç‘el). Os pagãos acreditavam que os deuses que eles adoravam tinham sido precedidos por outros deuses.17. a qual enfatiza que só Ele é Deus. especialmente os que loram livres das mãos de Senaqueribe. os seus servos escolhidos.22. é. e e n t e n d a is q u e e u s o u o m e s m o .). e será (Êx 3. d i z o SENHOR. e d e p o is d e m im n e n h u m h a v e r á . e d e u s e s tr a n h o n ã o h o u v e e n tr e vós. e q u e a n t e s d e m im d e u s n e n h u m se f o r m o u . 12 E u a n u n c ie i.8. p a r a q u e o s a ib a is . 6. acreditar e con­ fiar nEle e podem saber que só Ele é Deus (veja 37. 15. e o m e u serv o . eu s o u D e u s . Eles são testemunhas da sua fidelidade. Deus está falando aqui com o remanescente piedoso em Israel.16). 8. Eles são as suas testemunhas. Deus está fazendo-os lem ­ brar da sua revelação durante o tempo do êxodo (Ex 3.15. Deus tem feito gran­ des coisas em Israel. 11 E u . e.8. A salvação e a voz do SENHOR vieram somente dEle. Ele os salvará agora —por­ que Ele é o Salvador e não há nenhum outro. Quando os israelitas vieram ao Sinai eles não tinham nenhum ídolo entre eles.7.

M as Deus derrubará os caldeus. se apagaram . “caldeus”) trazendo tesouros no rio Eufrates causaram gritos de ale­ gria quando eles chegaram.14-21 14Assim diz o Senhor. UM NOVO ÊXODO DA BABILÔNIA 43.13 A inda a n tes qu e h ou vesse dia. estão ex tin tos e co m o u m pa vio. os caldeus. Ele fez isso no êxodo quando abriu um caminho pelo mar Vermelho.3 15 Hu so u o S e n h o r . 3. isto é. e os seus navios serão usados por fugitivos procurando escapar. 17 o que tro u x e o ca rro e o cavalo. ou pode significar “Desde que eu sou o único Deus verdadeiro hoje. “Desde o dia. e ninguém poderá impedi-la ou “revertê-la”. teu Redentor. eu sou o único Deus verdadeiro”. en viei inim igos contra a B abilônia e a todos J u rei descer com o fu gitiv o s. Ele é esse tipo de Deus. . O juízo que Deus traz sobre a Babilônia é relacionado ao que Deus fará por Israel. desta vez da Babilônia. Deus providenciou “no mar um caminho e nas águas impetuosas. nos navios com que se vangloriavam . o ex ército e a f o r ç a : eles ju n ta m e n te se deita ram e n u n ca se leva n ta rã o. Os navios dos babilônios (Heb. uma vereda”. u m a vered a . 16 A ssim d iz o Senhor :. eu sou Ele”. Deus fará a sua obra. kasdim. pode significar “Desde que o tempo começou. o Santo de Israel: P or a m or de vós. vosso Rei. o qu e p rep a ro u no m a r u m ca m in h o e nas á gu a s im petu osas. e n in gu ém há que possa f a z e r esca p a r das m in h as m ãos. Novamente Isaías enfatiza que Ele é o “Santo. q u em im p ed irá ? A expressão hebraica miyom ‘ani hu . o Criador” e o “R ei” de Israel. O Deus que está fazendo isto é o “Santo de Israel”. e está realizando isto por causa de Israel. operan do eu. eu sou . o C ria d o r de Israel. ninguém pode escapar da minha mão”. Agora o SENHOR promete um novo êxodo. vosso Santo.

honrarão a Deus por causa dos rios no deserto que Deus concede para o benefício do povo que está retornando. porque porei águas no deserto e rios no ermo.1-31). e. e rios no ermo. Deus fará um “caminho no deserto” e também “rios no ermo” (sertão). 20 Os animais do campo me servirão. o tempo vem quando é necessário parar de lembrar e de dar atenção às coisas do passado. Deus tem uma nova libertação para o seu povo. 18 Não vos lembreis das coisas passadas. não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto.5Contudo. registrou o lato de que as pessoas ca­ tivas escaparam naquele tempo. porventura. os dragões e os filhos do avestruz. ao meu eleito. para dar dc beber ao meu povo. Esar-Hadom. Ele formou Israel para Si mesmo e seu propósito é para eles proclama- . Os animais selvagens ou “do campo”. nem considereis as antigas. sairá à luz. r>Eis que fa r e i uma coisa nova.C. especialmente os que vivem em áreas de deserto. porque os assírios só se preocuparam com os próprios babilônios.4 O filho dele. Isaías pode estar olhando aqui para o retorno do exílio babilônico que ele profetizou em 39. Houve um retorno nos dias de Isaías quando Senaqueribe destruiu Babilônia em 689 a. Ela está pronta para acontecer. Não obstante. agora.A vitória sobre as excelentes tropas de carruagem de Faraó no mar Vermelho é descrita dramaticamente (veja Ex 14. Eles a conhecerão e a experimentarão. 21Esse povo que form ei para mim. Pode haver um cumprimento mais extenso no fim dos tempos.6. aos novos milagres que obscurecerão os antigos. O seu amoroso propósito mostra que Ele é um Deus bom. para qvie m e desse louvor. Deus quer que olhemos adian­ te. Esta foi com­ pleta.

m a s te cansaste . Estas eram as pessoas nos dias de Isaías para quem Deus falou a respeito de “pisar os meus átrios” (I . nem m e h on raste com os teu s sa crifício s. Eles negligenciaram a Deus. Nós também somos levados ao Senhor. Eles estavam utilizando formas religiosas sem fé em Deus e sem honrá-lo pelo que Ele é. ao invés disso. 23 N ão m e trou x este o g a d o m iú d o dos teu s holocau stos. de m im . 24 N ão m e com p ra ste p o r d in h eiro can a arom ática. Estavam multiplicando sacrifícios e holocaustos.15).1 2). de forma que podemos louvá-lo e convidar outros a louvá-lo. não era com a cana aromática (ou o óleo resultante desta) nem com a gordura de sacrifícios que eles enchiam a Deus. tu tens invocado” (tradução literal). eram mesquinhos em sua adoração. 4. e as únicas coisas com as quais . De fato. Deus coloca a ênfase sobre Si mesmo quando declara: “Não a mim. Estavam realmente cansados dEle. m a s m e deste trabalho com os teu s p eca d o s e m e ca n sa ste com as tu a s m aldades. A INFIDELIDADE DE ISRAEL 43.22-28 22 C on tu d o<tu não m e in voca ste a m im . E aqui tem um toque de ironia. quer dizer. Mas eles não puderam disfarçar os seus pecado.I 5 ) .1 3). A ARC traduz o verbo hebraico aqui como “encheste” (mas como “fartou” em Lm 3. mas real­ mente não os estavam oferecendo a Deus. n em co m a g o r d u r a d os teu s sa crifício s m e encheste. mas Deus não lhes tinha pedido isto ( I . eles o sobrecarregavam com os seus pecados. ó Ja có .rem o seu louvor. Eles estavam fazendo muitas orações (I . Eles trouxeram os seus “holocaustos” e “sacrifícios”. Eles realmente não estavam buscando a Deus. ó Israel. n em te fa tig u e i co m incenso. eles estavam cansados do Deus Santo que Ele é. não te f i z s e r v ir co m ofertas.

antes de o registro ser apagado. mas por amor de Si mesmo. 26 P r o cu r a lem b ra r-m e. “M e cansaste” (Heb. e os teu s in térp retes p rev a rica ra m co n tra m im . Quer dizer. Deus jamais se lembrará dos seus pecados. o primeiro pai implica . E muito fácil bloquearmos as coisas das quais não queremos nos lembrar. Entrar “em juízo juntamente” significa reconhecer o que a lei re­ quer e adm itir que a inocência não pode ser provada. 25Eu. 27 T eu p r im eiro p a i p eco u . Tam­ bém as suas “maldades” ou ofensas (a culpa com suas conseqüênci­ as) o cansaram.enchiam (fartavam) a Deus eram os pecados que eram ruins o bas­ tante para fazerem alguém vomitar (cf. Mas antes de haver perdão divino. Ao mesmo tempo. Deve haver confissão. p a ra que te p ossa ju stifica r. en trem os em ju íz o ju n ta m en te. Em todo caso. os pecados deles o constrangeram a realizar uma obra de juízo. . Pecados repetidos e não confessados tornaram o juízo necessário. lembrando a Deus dos pecados. Quando isto é feito. é Deus somente quem pode apagar o pecado resultante de rebelião intencional —não porque isto seja merecido. so u o que apago as tua s tra n sgressões p o r a m o r de m im e dos teu s p eca d o s m e não lem bro. he’evadtanC) também pode significar “me constrangeste”. o pecador tem que entrar em juízo. eu m esm o . o perdão é comple­ to: o registro é totalmente apagado. mas não devemos proceder dessa forma se queremos o perdão de Deus.I 3 ). I. Isto é pura graça —que flui livremente da inesgotável mise­ ricórdia de Deus — a qual Deus está aqui oferecendo ao seu povo. O “primeiro pai” provavelmente é Adão. Somente quan­ do o pecador adm ite o seu pecado é que pode haver justificação que perdoa e apaga os registros das ofensas. Alguns entendem isto como sendo Abraão ou Jacó. a p re­ sen ta a s tu a s razões.

0 ESPÍRITO DE DEUS SERÁ DERRAMADO 44. e que te a ju d a rá : N ão tem as. Deus chama Israel de “Jesurum”. ó Ja có . u m opróbrio. servo meu”. serv o m eu . o que os formou desde o nascimento deles como uma nação. os seus sacerdotes (e provavelmente os seus profetas). seu “querido justo (íntegro)”. Por causa desta rebelião Deus profanaria (ou colocaria em desgra­ ça) os maiorais do santuário (cf. e tu. 3 3 . ou seja. A destruição profetizada não será total. I Cr 24 . serv o m eu .7). a quem escolhi. também tinham se rebelado contra Deus. e o desprezo e o ultraje não durarão para sempre. 2S P elo q u e p r o fa n a rei os m a io ra is do sa n tu á rio e f a r e i de J a có u m an á tem a e de Isra el. a quem escolhi. seu escolhido. pois.também o primeiro pecado. ó Isra el'. Deus ainda chama o povo de Isra­ el de “Jacó.2 6 -2 9 ).5).6 como algo que Deus abomina. Deus era o Criador deles.1-5 1 A gora. 5. e quer que eles ouçam. como intermediários ou mediadores. e te f o r m o u desde o ven tre. Outra vez Ele lhes fala que eles têm que deixar de ficar amedrontados. Temor covar­ de e fé não se misturam (c f 2 Tm 1. Os corações deles não estavam abertos ao seu amor. Isto também significava que Ele tem entregue Israel para ser desprezado e ultrajado pelo resto do mundo (c f Dt 28. porque é isso o que Ele quer que eles sejam (D t 32.37 ). Tampouco os pecados do seu povo irão destruir o propósito de Deus. E nos próprios dias de Isaías. Ele faria “de Jacó um anátema” (Heb. os portavozes de Israel. “para a proscrição”). o u v e ó Ja có . lacberem.15. Elé os continuará ajudando. 2 A ssim d iz o SENHOR qu e te crio u . contudo. A repetição de “servo” e “escolhi(do)” do versículo I indica que Deus . e tu. J esu r u m .

co m o sa lgu eiro s ju n t o a os rib eiro s das águas. Isto trará bênçãos maravilhosas da parte de Deus.4.10 a I 3 . os judeus que não estavam vivendo para Deus serão transforma­ dos e se tornarão verdadeiros israelitas. Deus provocará uma mudança derramando o seu Espírito.17. 3 P orque d erra m a rei á gu a sob re o sedento. Jr 31. Isto não devia vir sobre as pessoas nos dias de Isaías. declarando o seu relacionamento com o SENHOR. 5Este d irá : Eu so u do SENHOR.29).não tem mudado e não mudará o seu pensamento a respeito deles (cf. Rm 1 1. mas sobre os seus descendentes (cf. O aguaceiro será tão grande que será como inundação de rios sobre a terra seca.I). Eles não mais continuarão a viver em uma terra espiritualmente seca. honrando a Deus e desfru­ tando os direitos e privilégios que Ele lhes dá.15. tor­ nando-se como água em um solo improdutivo. 59. e p o r so b ren om e to m a rá o n o m e de Israel.29. . No entanto.34. M as haverá um cumprimento mais extenso para Israel na restauração milenial. e rio s sob re a terra seca. este derrama­ mento é no futuro.33. 32 . tanto por escrito como falan­ do.27.14. A obra do Espírito fará todo indivíduo testemunhar. 4 E brotarão en tre a erva . sob re os teu s descen den tes. Ez 36. 37. e aq uele se ch a m a rá do n om e de J a có . Zc 12. e aq uele ou tro escrev erá co m a su a m ã o: E u so u do Se~ NHOR.21. Eles também levarão o “nome” (caráter e natureza) de Israel. 39. J1 2 . O derramamento inicial foi no Dia de Pentecostes (A t 2.18). Deus não permitirá que o fracasso de Israel o faça falhar.26. A restauração trará uma bênção nova. Ele terá um remanescente justo de entre eles. Ou seja. d erra m a rei o m eu E spírito sobre a tu a p o sterid a d e e a m in h a bênfão.2 5 -2 9 .

1. n em tem ais. eles bloquearam o fluxo da promessa de Deus. e a n u n cia rá isso. o SENHOR agora reassegura a Israel de que Ele realmente é o Rei e Redentor deles. indicada pelas perguntas e pela chama­ da para as testemunhas nos versículos que seguem. . Ele não é dependente de nada.. Em outra cena de tribunal. Ele sabe o que está vindo também no futuro.6. Só o Deus de Israel é onisciente. E qu em ch a m a rá co m o eu. não v o . Deus é o que tem dirigido a história de seu eterno povo (cf. o SENHOR dos Exércitos.6-20 6 A ssim d iz o SENHOR.35-37). tendo os exércitos do céu à sua disposição. O Novo Testamento aplica isto a Jesus (Ap I..lo a n u n ciei? P orque v ó s so is as m in h as testem unhas. E u so u o p r im eiro e eu so u o ú ltim o. desde qu e ord en ei u m povo etern o ? E sse qu e a n u n ­ cie as coisa s f u t u r a s e as qu e a in d a hão de vir. 66.l o f i z o u v ir e não v o . Novamente Isaías enfatiza o contraste entre o conceito pagão de muitos deuses e a existência do Deus de Israel: não havia nenhum deus antes dEle. o Senhor dos E x ércitos. 8 N ão v o s assom breis. e f o r a dc m im não há D eu s.14). Ele pode cumprir as suas promessas. Sempre que Israel esqueceu isso e se voltou para outros deuses ou outras coisas. H á ou tro D eu s além de m im ? N ã o! N ão há ou tra R ocha qu e eu conheça. o últim o” Ele está enfatizando que só Ele é Deus.22.1 3 ): Ele é Deus manifes­ tado na carne (Jo 1. O desafio é para os pagãos. Ao contrário dos ídolos. Jr 31 . Ele não foi formado por ninguém. Ele sempre foi e sempre será. desde então. p o rv en tu ra . e o p o r á em ordem p era n te m im . Chamando a si mesmo “o primeiro e. nem de ninguém. Ele é supremo.1 7. nenhum virá depois dEle. Deixe-os declarar o futuro se os assim chamados deuses deles podem revelá-lo. A TOLICE DA IDOLATRIA 44. R ei de I sra el e seu R edentor. Ele proclamou isto. Ele estabeleceu isto. 2 2 .

dos seus inim igos (veja 3 5 . dizendo-lhe que deixasse de tremer em terror. ou seja. e eles são as suas testemunhas disto. “vazio”). A produção e moldagem de um deus ou a fundição de um ídolo de metal só resulta em um ícone que não pode ajudar. Ele é o único Deus verdadeiro. nenhum a “outra Rocha”. isto é. 4 3 . Deus novamente dá ênfase de que não há nenhum outro Deus. por conseguinte. p o is o s m esm o s a r tífice s sã o d e e n tr e os h o m en s. Deus tem proferido profecias que têm sido cum pridas. deixar de estar am edrontado. z1 E is q u e to d o s os s e u s s e g u id o r e s f i c a r ã o co n fu n d id o s . quer dizer. ou seja. .4 . 10 Q u em f o r m a u m d eu s e f u n d e u m a im agem de escu ltu ra . uma força. um refúgio. que é de n en h u m p r éstim o ? A pergunta é um brilhante sarcasmo.1 0 — 13. e su a s m esm a s testem un has nada vêem . 9 T odos os a rtífices de im agen s de escu ltu ra são vaidade. uma garantia de poder. n em en ten dem . e as su a s coisa s m a is d esejá veis sã o de n en h u m p réstim o . perm anência e fidelidade. tohu.2 ). p a ra qu e eles sejam co n ­ fu n d id o s .3 . eles não são verdadeiras testemunhas e. Os ídolos são as suas próprias testemunhas. Em contraste com a realidade do verdadeiro Deus.Deus assegura novamente a Israel. sem benefício. 4 1 . eles são sem sentido. a s s o m b r a r -s e -ã o e s e r ã o ju n t a m e n t e c o n f u n ­ d idos. os fabricantes de ídolos e os seus ídolos são “vaidade” ou nada (Heb. Eles nada vêem nem entendem. eles serão confundidos (juntamente com os seus adoradores). a ju n te m . N ada é mais estúpido do que pensar um ser humano poder formar algo que pode se elevar ao nível de divindade e se tornar capaz de oferecer ajuda sobrenatural.s e to d o s e le v a n te m -s e .1 . “Todos os artífices de imagens de escultura” e “as suas mesmas testemunhas” se agradam no que é de nenhum préstimo: sem vantagem.

como no texto acima. Ele pega uma régua de medir. E eles são a fonte das idéias para os deuses que fazem. Então todos eles ficarão assombrados e serão “confundi­ dos” ao mesmo tempo. O carpinteiro é tolo da mesma forma que o ferreiro.8 31 13 O ca rp in teiro esten d e a régu a. e o lavra com a f o r ç a do seu braço. Quão diferente do Senhor que nunca se cansa ou se fatiga e que de fato pode renovar a nossa força (Is 40. faz um rascunho com a “almagra” (giz provavelmente vermelho). a estende na forma de um homem. “um artífice de ferro”) o faz. Ele . ele tem um braço forte porque aquece o ferro e dá forma ao machado. Da mesma forma o “ferreiro” (Heb. Os versículos seguintes estão cheio de tremenda sátira mostrando a tolice da idolatria. e m a rca com o com passo. Em sua fraqueza e pecado. e o f o r m a co m m artelos. e f a z o seu d eu s à sem elh an ça de u m hom em . e não bebe água.28— ). como eles podem fazer um Deus real? O tempo virá quando serão ajuntados (quer dizer. O exemplo é um ídolo feito de madeira. e a su a f o r ç a fa lta . e faz isto “à semelhança de um homem”. não está indicada a palavra “ídolo”. p a ra f i c a r em casa. 12 O f e r r e i r o f a z o m achado e trabalha na s brasas. faz um contorno com um compas­ so (para fazer círculos). diante do tribunal do juízo de Deus). e desfalece. Ele tem apenas a força e resistência para terminar a fabrica­ ção do machado. M as ele é apenas humano e fica faminto e sedento. em p rega a alm agra. segu n d o a f o r m a de u m hom em .Todos os que se unem a ídolos “ficarão confundidos” ou enver­ gonhados. ele tem fo m e . e aplaina com o cepilho. Os artífices que fizeram os ídolos são meramente huma­ nos.7 As ferramentas são necessárias: deve haver um machado para derrubar a árvore. charasb barzel. N o original hebraico. a modela com “cepilho” (pequena plaina de alisar madeira). O ferreiro está fazendo a ferramenta. Isaías primeiro chega ao reverso e “inverte os procedimentos que nós teríamos estado inclinados a se­ guir”.

e diz: L ivra-m e. 17E ntão.9 Que contraste em relação ao verdadeiro Deus que está presente em todos lugares.s e . tam bém se aquenta e diz: O ra. Como Salomão disse a respeito de Deus: “Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter. ele permite que algumas cres­ çam porque elas estão em uma floresta. “casa”). A primeira razão para cortar as árvores naqueles dias era prover combustível para aquecimento e para cozinhar. j á v i o fo g o . fa b r ic a u m a im agem de escu ltu ra e ajoelha d ia n te dela. ele faz o . ou u m ca rva lh o e esfo r ça -se con tra as ái~V res do bosque. ou seja. Ou ele pode plantar perto um olmeiro para si mesmo. com isso. e “ajoelha di­ ante dela”. porqua nto tu és o m eu deus. urna imagem de escultura. e então “do resto” (não uma parte especial). p la n ta u m olm eiro. tam héni f a z u m deus e se p ro stra dia n te dele. um pagão faz um deus.18). O madeireiro os corta para si próprio. Antçs disso. mas aper\as para ficar em um santuário na casa (Heb. bayith. j á m e aquentei. M as do mesmo tron­ co. serv irã o ao hom em p a ra q u eim ar. 16 M etade queim a. não se importando sobre que tipos de árvores são elas. do rest0f a z u m deus. Ele usa uma metade para cozinhar e se esquentar. a jo elh a -se dia n te dei\ e Se inclina. 14 T om ou p a ra si ced ros) ou tom a u m cipreste. se aquenta e coze o p ã o. c^m a ou tra m eta d e co m e ca rn e.faz o melhor que pode para fazer isto semelhante à beleza ou glória da raça humana. e a chuva o faz crescer. u m a im agem de escu ltu ra . e lhe d irige a su a oração. e a O ch u va o f a z crescer. Ele corta o tronco no mei0. quanto menos esta casa que tenho edificado” (2 Cr 6. As árvores que são cortadas não são cortadas para serem deuses. a ssa -a e fa r t a . Isaías olha com ironia para a origem da madeira para fazer o ído­ lo. 15 Então. como o tnais bonito da espécie humana —não para reger o universo.

ele está tentando se nutrir espiritualmente em pouco mais que cinzas. Ele vê o fogo e exclama sobre o seu calor. lhe faz orações e pede-lhe que o livre (ou salve). Então ele adora a parte que salvou do fogo. nem en ten d em . enquanto adora o ídolo. p o rq u e se lhe u n ta ra m os olhos. Que tolice! 18 N ada sabem . loyashiv ‘el libbo. Ele não pode se livrar da adoração de um ído­ lo. n em dizer: N ão há u m a m en tira na m in h a m ã o d ireita ? Parte do tronco se torna cinzas à m edida que o idólatra cozinha e se aquece. Os adoradores de ídolo não conhecem nem discernem a verdade. Assim. “isto não retorna ao seu coração”). e fa r ia eu do resto u m a a b om in a çã o? A jo elh a r-m e-ia eu ao qu e sa iu du m a á rv o re? ^ O resultado é que nenhum dos adoradores de ídolos pára para pensar ou “toma isto a peito” (Heb. todo o deus que o pobre sujeito tem. e coz i p ã o sobre as su a s brasas. p a ra qu e não vejam . Ele está enganado. de m a n eira q u e não p o d e liv r a r a su a alm a. Parte se torna um ídolo. nem sabe o bastante para dizer ao ídolo que está na sua “mão direita” (do qual ele depende) que é falso. Eles se tornaram como os seus ídolos. O contraste nem mesmo lhes ocorre. pois isto é o seu deus. de modo que eles não têm suficiente conhecimento ou discernimento para fazer as perguntas certas a respeito da utilização do mesmo tronco para o fogo tanto quanto para a adoração. p a ra qu e não en ten d a m .seu ídolo. o seu cora çã o en ga n ad o o desviou . e a co m i. inclui a mente) o desvia. e j á não têm con h ecim en to n em en ten d im en to p a ra diz er: M eta d e queim ei. . 19 E n en h u m deles tom a isto a peito. e o coração. de modo que os seus olhos e as suas mentes estão cerrados. O seu “coração enganado” (Heb. e assei sob re ela s carne. Deus untou os seus olhos e os seus corações. 20 A p a scen ta -se de cinz a.

em sua superfície onde as montanhas e árvores estão)10 exultarem em triunfo. e g l o r f i c o u . ó I sra el. ó céus. por causa do que o Senhor tem feito. e Ele não os esquecerá. Jerusalém Será H abitada 44 . Até mesmo antes deles se arrependerem. to r n a -te p a ra m im . p o rq u e eu te rem i. as p a rtes m a is baix as da terra.21— 28 21 L em b ra -te dessas co isa s. A chamada de Deus é para eles voltarem a Ele. M as Ele promete uma maior libertação e restauração. p o rq u e o SENHOR rem iu a Ja có . vós. ó J a có . o preço está pago. 23 C a n ta i alegres. do nascimento deles como uma nação. tu.s e em Israel. eu te f o r m e i . co m o a n u v em . e. Deus tinha livrado Jerusalém de Senaqueribe. I s r a e lp o r q u a n t o és m eu serv o . Ele pagou o preço que eles não poderiam pagar. Deixe os montes se abrirem com um retumbante grito de alegria e a floresta com cada árvore individualm ente. tam bém vós. 22 D esfa ço as tu a s tra n sgressões co m o a névoa.7. bosques e todas as á rv o res em vós. Deus lhes assegura que eles ainda são os seus ser­ vos. mas m ostrará a sua glória abertamente “em Is ra e l" .21-45. porque Ele os resgatou. m on tes. Ele os formou desde o seu princípio. m eu serv o és. A RA . Deus formou a Israel. retu m b a i com jú b ilo . DEUS IRÁ REDIMIR E RESTAURAR ISRAEL 44. não m e esq u e­ ce r ei de ti. ex u lta i vós. A chamada é para os céus bra­ darem com alegria e “as partes mais baixas da terra” ( “profundezas da terra”. p o rq u e o S en h or f e z isso. vós. Deus assegura a Israel que Ele desfez as suas transgressões “como a névoa” e os seus pecados “como a nuvem” (ou “uma massa de nuvens”). e os teu s pecados. Ele os resgatou do Egito. ou seja. . Israel não formou a Deus.25 a. e Ele os está cortejando para Si. porque o SeN H O R não só resgatou.

1 4.22 —a criação envolvida no processo de restauração.. qu e f a ç o to rn a r a trás os sábios e tra n sto rn o a ciên cia deles. mas nenhuma que prediz o juízo que Deus fez cair sobre eles. Só Ele fez isto. e às cida des de J u d á : S ereis r eed fica d a s. Este é o mesmo conceito que está expresso em Romanos 8. Ele não só formou a nação de Israel. o eterno. espraiando a terra. 26 so u eu q u em co n firm a a p a la vra do seu serv o e cu m p re o con selho d os seu s m en sa geiros. Ele é o Criador de tudo: estendendo os céus. Arqueólogos acharam milhares de mensagens dos homens sábios e adivinhos da Assíria e da Babilônia que contam para os seus reis coisas boas. é Redentor e Criador. Deus declara novamente quem Ele é e quais são os seus propósitos. prometendo vitória. durante a sua vida sobre a terra (Jo I. e que te f o r m o u desde o ven tre: Eu so u o Senhor qu e f a ç o todas as coisas.17). A glória também corresponde ao tema principal de “céus novos e nova terra” (veja Is 65. 18). 24 A ssim d iz o S enhor . e eu leva n ta rei as su a s ru ín a s. M as a glória será manifesta em e através do Israel nacional quan­ do Jesus retornar e estabelecer o seu reino milenial. claro.”) os que fazem predições lançando sorte. 25 q u e desfa ço os sin a is dos in v en to res de m en tira s e en lou q u eço os a d ivin h os. q u e esten d o os céu s e espra io a terra p o r m im m esm o. Ele desfaz “os sinais” dos falsos profetas pagãos e dos adivinhos (fanfarrões que se jactam a respeito dos milagres que eles podem efetuar). Ele é o Parente-Redentor de Israel. Ele. envolvia Cristo manifestando abertamente a glória do Pai. . Ele faz de bobos ( “enlouqueço os. qu em d iz a J eru sa lém : T u será s habitada. fazendo da sabedoria deles um escárnio.O necessário cumprimento. Como um clímax para este capítulo. teu R edentor. Ele faz “tornar atrás os sábios”..

os ungidos de . e eu seca rei os teu s rios. as cidades de Judá arruinadas por Senaqueribe serão reconstruídas.C.3. e as p o rta s não se fech a rã o . eu solta rei os lom bos dos reis. b. 2S qu em diz de C iro : É m eu p a sto r e cu m p rirá tudo o qu e m e apraz. os profetas). Deus fala a Ciro. Ele cumprirá tudo o que apraz a Deus. um lugar importante no plano de Deus. para um futuro distante.Em contraste. a qu em tom o p ela . p a ra a b rir d ia n te dele as p orta s. 6. levantadas. Deus tem confirmado e levado a cabo “a palavra do seu servo” (genérico. Ed 1. O Deus que libertou Israel do Egito chama a Ciro11 de “meu pastor”. e ele dirá a palavra para Jerusalém ser reconstruída e a fundação do templo ser posta. e ao tem plo: F u n d a -te. 27 q u em d iz à p ro fu n d ez a : S eca-te. O historiador judeu Josefo disse que esta passagem foi mostrada a Ciro e o encorajou para que ele fizesse os seus decretos para mandar de volta os judeus para que reconstruíssem o templo deles.12Isto foi logo em seguida a Ciro ter conquistado Babilônia em 539 a.3. deixando-nos saber que todas as suas grandes vitórias eram realmente as vitórias de Deus. e trouxe a cumprimento “o conselho dos seus mensageiros”. Jerusalém teve.1— 13 1 A ssim d iz o SENHOR ao seu un gid o>a C iro. e foi cumprido exata­ mente (2 Cr 36. Isto aponta à frente. su a m ão direita. p a ra ab ater as n a ções d ia n te de s u a ja c e . Houve um cumprimen­ to ulterior no retorno do exílio babilônico. Até agora.2. Deus Usará Ciro para Restaurar Israel 45. As profecias predizem que Jerusa­ lém continuará sendo habitada. e ainda tem.23. Deus secou a “profundeza” das águas para Israel cruzar o mar Vermelho.4). dizendo tam bém a J eru sa lém : S ê ed ijica d a . Ele secará os rios diante de Israel quando este novo êxodo acontecer (esta imagem faz parte do tema principal do Exodo).

abrindo portas e portões diante dele.23 e Esdras 1. para abater as nações”. Porque Deus iria pessoalmente “diante” de Ciro. Para habilitar Ciro a fazer isto. o D e u s d e I s r a e l. o que era um costume assírio. o rei rebelde da Babilônia. profetas e patriarcas (veja SI 105. em 539 a. p a ra q u e p o ssa s sa b er q u e eu so u o S e n h o r .22. Os povos que Ciro conquistasse não poderiam esconder dele os seus tesouros. A tradição judaica diz que Daniel levou esta profecia e a mostrou para Ciro. q u e b r a ­ r e i a s p o r t a s d e b r o n z e e d e s p e d a ç a r e i o s f e r r o l h o s d e fe r r o . 2 L u i r e i a d i a n t e d e ti. Deus usou os habitantes da Babilônia para escancarar os portões para o exército de Ciro.14 3 L te d a r e i o s t e s o u r o s d a s e s c u r i d a d e s e a s r i q u e z a s e n c o b e r t a s .2— 4. reis. e e n d i r e i t a r e i o s c a m i n h o s t o r t o s .Deus incluíam sacerdotes. lugares difíceis e outras barreiras se tornariam fáceis e mesmo portas de bronze e fer­ rolhos de ferro não poderiam impedir o progresso dele. completa. meshiach. o Deus de Israel”. Deus pelo seu Espírito Santo o tinha reservado. Embora Ciro não soubesse disto. Deus o tomaria pela sua “mão direita.1 3 “Soltarei os lombos dos reis” significava despojar os reis da sua armadura. Deus queria que Ciro soubesse que Ele é “o S en h or . Era uma demonstração pública que significava tirar dos reis o poder que eles tinham. Agora Deus chama um rei pagão politeísta de seu “ungido” (Heb. “messias”). com ramos de palm eira. q u e te c h a m a p e l o t e u n o m e .10— 15). e conceder a Ciro uma entrada triunfal. e o estaria dirigindo para trazer libertação e restauração para Israel. . Senaqueribe fez isto a M ushezibk-M arduque. Isaías seguramen­ te teria sabido sobre o costume e a história. O antigo historiador grego Heródoto disse que os portões da Babilônia eram feitos de bronze.C . e isto encorajou Ciro a fazer as proclamações encontradas em 2 Crônicas 36. que o chamou com antecedência “pelo nome”.

O oriente ou “nascente do sol” e o ocidente ou “o poente” ainda precisam saber disto. Porque Deus escolheu Is­ rael e fez de Israel o seu servo. Ele iria chamar pessoalm ente a Ciro e o nom earia como seu ungido. deu ao deus babilônico. f o r a d e m i m . O propósito de Deus em chamar Ciro e restabelecer Israel era trazer reconhecimento universal de que só Ele é Deus.. M arduque. “e não há outro”. a itid a q u e n ã o m e co n h ecesses. até mesmo cala­ mitoso. integridade. e “paz” (Heb. . créditos pela sua vitó ria. m e u e le it o . 6 P a r a q u e s e s a ib a d e sd e o n a sce n te d o s o l e d esd e o p o e n t e q u e fo r a d e m im n ã o h á o u t r o . eu f a ç o a p a z e c r io o m a l. Como um politeísta. por um lado. f a ç o t o d a s e s s a s c o is a s . a i n d a q u e t u m e n ã o c o n h e ç a s . incluindo bem-estar. e n ã o h á o u t r o . m ) por outro. mas Deus nunca é o criador do mal moral.I5Ele não conhecia o único Deus verdadeiro antes de en trar em B ab ilô n ia. escolhido para cum prir o seu propósito para com Israel. e u s o u o S e n h o r . especialmente prosperidade espiritu­ al) e “m al” (Heb. 5E u s o u o SENHOR. realização e prosperidade. p u s . na verdade. shalom . O contraste aqui é entre “luz” e “trevas”. e u a ti te c h a m a r e i p e lo teu n o m e . o S e n h o r . saúde. e n ã o h á o u tr o . ' E u f o r m o a lu z e c r io a s tr e v a s . bên­ ção. no entanto. o juízo que Ele envia pode ser severo.16 M as foi Deus quem verdadeiram ente o com issionou. eu . Ele. Ele traz juízo. harmonia.t e o teu s o b r e n o m e . Ciro falou aos babilônios que os deuses deles o tinham escolhido para lib ertá-lo s do mau governo de N abom do e Belsazar. Como um Deus santo. Ela é usada algumas vezes a respeito do m al moral. e u te c i n g ir e i .4 P o r a m o r d e m e u s e r v o J a c ó e d e I s r a e l'. n ã o h á d e u s . O palavra hebraica ra é uma palavra ’ geral incluindo calamidade e qualquer coisa desagradável ou indese­ jável.

Este versículo não deixa nenhum espaço para qualquer semelhante dualismo. a b ra -se a terra. mas salvação. céus. o Messias. ou logo após o tempo de Ciro. s D estila i vós. e a ju s tiç a fr u t ifiq u e ju n ta m en te. desafiando o seu direito de fazer conforme Ele quer. Zoroastro afirmava que um deus bom con­ trolava o bem e o espírito. Cacos de cerâmica quebrada no chão não têm nenhum direito de desafiar o oleiro pelo que ele fez. Zoroastro (Zaratustra) começou a ensinar uma religião dualística.Também deveria ser observado que no sexto século a.C. d irá o barro ao qu e o f o r m o u : Q u e fa z e s ? O u a tua obra: N ão ten s m ã o s? O “ai” é dirigido a israelitas que questionavam os caminhos de Deus. de forma que juntos eles podem fazer a salvação e a justiça frutifica­ rem. dessas alturas. enquanto um deus perverso controlava o mal e os elementos materiais —como também criou o universo físico enquanto o deus bom não estava olhando. O que Deus deseja não é trazer juízo. caco en tre ou tros ca cos de b a rro ! P orven tu ra . 10 A i da q u ele qu e d iz ao p a i: Q u e é o que g e r a s ? E à m u lh er: Q u e dá s tu à lu z ? O mesmo princípio se aplica a qualquer um que venha a questio­ nar um homem ou uma mulher sobre os filhos que eles pretendem . Ele chama os céus para choverem “justiça” e para a terra se abrir para receber isto. 9 Ai da q u ele qu e co n ten d e co m o seu C riador. porque só Ele cria. Isto antecipa o que Isaías diz sobre o novo modo de vida que é o resultado da obra do Servo Sofredor. e as n u v en s ch ovam ju s tiça . Tampouco o barro tem o direito de desafiá-lo ou questioná-lo con­ cernente ao que ele pretende fazer. as criei. Deus está determinado a realizar isto do seu próprio modo. ou se ele tem as “mãos” (i. eu. e p r o d u z a -se salvação. o talento ou a habilidade) para fazê-lo...e. o SENHOR. Isto pode referir-se especificamente à desaprovação deles de Deus escolher usar um gentio como Ciro para libertá-los.

Os que dizem isto não têm nenhuma confiança ou fé em Deus. da palavra “criei” enfatiza a singularidade da sua criação dos seres humanos. aq uele qu e o f o r m o u : P erg u n ta i-m e as co isa s f u t u r a s . ele-ed ifica rá a m in h a cid a d e e so lta rá os m eu s cativos n ã o p o r p r eço nem p o r p resen tes.2 2 ) e Ele é o Pai. o S anto de Israel. 11 A ssim d iz o S enhor . Ele é o Oleiro de Israel. Deus tem demonstrado a sua habilidade e compe­ tência pela sua obra na criação da terra. e dos céus com todos os seus exércitos (de estrelas) que estão lá por causa da sua ordem. 12 E u f i z a terra e cr iei nela o hom em . Perguntar para Deus uma tal pergunta é certamente impróprio. assim. Isto não significa que eles precisam ter medo. as m in h as m ã os esten d era m os céu s e a todos os seu s ex ército s dei as m in h as ordens. porque eles são os filhos (Êx 4 . Estas significam que Israel não tem nenhum direito de questionar os propósitos de Deus com respeito aos eventos por vir. N a realidade. Agora o SE N H O R aplica o principio acima a Israel. . ( “Que é o que geras?” também poderia ser traduzido: “Que direi­ to tu tens para procriar filhos?”) 17 Algumas perguntas são imprópri­ as. inclusive a ARA. aqui. d em a n d a i-m e a cerca de m eu s f i lh o s e acerca da obra das m in h as m ãos. Os convites para questio­ nar e dar ordens (veja A R A ) são claramente irônicos. Eles estão seguros em suas mãos. porque Ele já tem demonstrado que é um Pai amoroso e um Oleiro hábil. do ser humano. 13 Eu o despertei em ju s tiça e todos os seu s ca m in h os en direita rei. eu o f i z . d iz o SENHOR dos E xércitos. estes aparecem como perguntas. Deus é o que “formou” a Israel. em lugar de declarações. O uso. Nós devemos submissão a Ele por direito de sua criação. em muitas ver­ sões contemporâneas. porque eles são o barro e Ele é o Oleiro divino. Nem eles têm o direito para comandá-lo ou dar ordens a Ele com respeito à sua obra.ter.

Os sabeus eram o povo do que é agora o Iêmen.Este mesmo Deus poderoso provará o seu poder levantando Ciro de um modo correto e endireitando todos os caminhos dele. Deus Salvará Israel 45. se p a ssa rã o p a ra ti e serã o teu s. e os sabeus. A Etiópia (Cuxe) é agora o que é chamado o Sudão. o Salvador. ao mesmo tempo. indicando que eles vêm de boa vontade. e n en h u m o u tro d eu s há m ais. dizendo: D ev era s D eu s está em ti. tu és o D eu s qu e te ocultas. de modo que os gentios não o conheceram. ninguém precisará resgatá-los. e o co m ércio dos etíopes. trazendo as suas riquezas com eles. se submetendo ao SENHOR. h om en s de alta estatura.ã o as su a s sú plicas. O restante deste capítulo continua por declarar algo muito maior que a libertação da Babilônia. e libertará o povo de Israel para voltar à sua própria terra. 15 V erdadeiramente. Como indica o contexto. Ele estava se revelando a Israel. comentando que no passado Ele tinha estado escon­ dido deles. Eles eram conhecidos como um grande povo de comércio. As cadeias ou “grilhões” destes povos são cadeias com as quais eles se vestiram.14— 25 14 A ssim d iz o SENHOR: O trabalho do Egito. Porque Deus moverá sobre Ciro.t e . até mes­ mo comércio com a índia. Mesmo assim. Como resultado da obra de restaura­ ção de Deus. Aqueles que vêm das nações gentias reconhecerão o Deus de Israel como o Salvador. J a r . a Bíblia . c. ativo em um relacionamento com eles. os seus planos ainda são um mistério a esses que não deixam o Espírito revelar a Si próprio a eles pela Palavra escrita. irã o a trás de ti. Ele tinha se escondido em Israel. Deus será aquEle que o dirigirá de forma que ele se tornará o construtor de Jerusalém. os bens e os povos de nações que outrora eram inimigos virão para Israel —reconhecendo que Deus está entre eles e que “não há outro que seja Deus” (A R A ). o D eu s de Israel. v irã o em g rilh õ es e d ia n te de ti se p ro stra rã o .

(Isto corresponde à época de Isaías. uma vez que eles adentrem para essa salvação. porque assim te aprouve”). que f a l o a ju s tiç a e a n u n cio co isa s retas. Essa expressão “não há outro” serve de aviso aos idólatras. m a s a f o r m o u p a ra qu e f o s s e habitada: Eu so u o S enhor . ele a estabeleceu. 19 N ão f a l e i em segredo. “Os que fabricam imagens” serão envergonhados e ficarão con­ fundidos.. Ele restabelecerá a sua criação e sempre terá um povo que o amará e o servirá.21. ó Pai.C. assim é. n em co n fu n d id o s em todas as etern idades. A garantia dessa “eterna salvação” (v. Não há ninguém mais que seja merecedor de adoração. não disse à d escen d ên cia de J a có : B u s ca i-m e em vão. n em em lu ga r a lgu m escu ro da terra.(cf. porque só Ele é Deus. eu so u o SENHOR. Senhor do céu e da terra. Também Ele não permitirá que os homens ímpios e cruéis o façam. o D eu s  q u e f o r m o u a terra e a fe z . onde está escrito que “Naquela mesma hora se ale­ grou Jesus no Espírito Santo.19 Ele não mudou o seu propósito original. 17M as Isra el é sa lvo p elo SENHOR. o S enhor tem uma “eterna salvação” para Israel. que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes.) Em con­ traste. . “mas a formou para que fosse habitada”. indicando humilhação. com u m a etern a sa lvação. e disse: Graças te dou. ó Pai. e eles18 ja­ mais serão “envergonhados nem confundidos”. Lucas 10. ca irã o ju n ta m en te na a fro n ta os qu e fa b r ic a m im agens. 17) é o fato de que Deus é o Criador dos céus e da terra. aproximadamente 700 a. 16 E n v erg o n h a r-se-ã o e tam bém se co n fu n d ir ã o todos. e as revelaste às criancinhas. e não há outro. p elo qu e não sereis en vergon h a dos.20 Ele não pretende destruir todas as pessoas sobre a terra. Z P orque assim d iz o SENHOR que tem cria d o os céus. não aos tempos posteriores. que no final das contas estarão sem um deus quando o S enhor fizer essas coisas acontecer. não a cr io u vazia. E Ele não os criou para o vazio.

21 A n unciai. Deus novamente desafia os adoradores de ídolos a tomarem “conselho todos juntos” (veja 4 1 . v ó s q u e escapastes das na ções. para se congregarem e chegarem para perto do SE N H O R . Alguns consideram que os fugitivos são israelitas saindo das nações. saindo a proclamar em seu nome. qu em f e z o u v ir isso desde a a n tigü id a d e? Q u em . refugiados] que escaparam “das nações”. 20 C o n g reg a i-v o s e vin d e. Ele sempre concebeu a sua palavra para ser clara: em contraste com os oráculos pagãos. o a n u n ­ cio u ? P orven tu ra . D eu s ju s t o e S alvador. outros os tomam como sendo gentios. e tom a i con selh o todos ju n to s . Ele nunca falou para os descendentes de Jacó que o buscassem “em vão” (no vazio ou sem sentido). Com ironia. e rogam a u m d eu s que não p o d e salvar. O mundo não tem nenhuma outra esperança.2 2 ). não sou eu. Eles percebem que têm orado a um deus que por sua própria natureza “não pode salvar”. ch ega i-v o s ju n to s .2 1 . O propósito de Deus sempre foi que Israel evangelizasse outras nações. e reconhecem que os gentios que carregam imagens de escultura são ignorantes e “nada sabem” a respeito do que estão fazendo. f e i t a s de m ad eira. desde então. Eles devem ad­ m itir que somente Deus declarou os seus eternos propósitos de salvação “desde a antigüidade”. o S enhor ? E não há o u tro D eu s sen ã o eu . n a da sabem os qu e co n d u z em em p ro cissã o as su as im a gen s de escu ltu ra . A convocação é para todos os fugitivos [os foragidos. o que Deus diz vem da sua justiça e sempre está certo. Ele é justo e. não há f o r a de m im . Alguns aplicam isto às nações que entram no M ilênio: Eles se afastaram de seus ídolos para buscarem ao S E N H O R . . digno de confiança. os falsos profetas e as predições de astrólogos e outros aficionados no ocultismo. Só Ele é o Salvador. portanto.Deus tem confirmado abertamente o seu propósito. e ch ega i-vos.

sa iu da m in h a boca a p a la vra de ju s tiça e não to rn a rá atrás: qu e d ia n te de m im se dobrará todo o joelh o. mas para “os termos da terra”. mas serão envergonhados”. todos os term o s da terra.1 1. Isto nunca mudou.27.9). p o rq u e eu so u D eu s. pois Ele é acessível. M uitos no mundo ainda estão olhando na direção errada. Em contraste.21 Fp 2 . e por mim jurará toda a língua”. 24 D e m im se dirá: D ev era s no Senhor há ju s tiç a e f o r ç a .1 0 . 2 não na nossa própria (c f Fp 3. Isto pode significar que eles se arrependerão ou pelo menos terão oportunida­ de para se arrepender. 65. Só Ele é a nossa fonte. um Deus fiel. 18. vós.1 1). Nós podemos entrar na sua presença. Ele revelou o seu propósito a Abraão para abençoar todas as famílias (nações) da terra (Gn 12. e n ã o há outro. Só no SE N H O R está a verdadeira justiça e a força para viver por ela. Como um sinal evidente de submissão e obediên­ cia.5). . todos os que estão irritados contra Deus (porque adoram ídolos ou desejam apenas coi­ sas materiais) “até ele virão.22 O lh a i p a ra m im e sereis salvos. Agora Deus revela que a sua salvação não é só para Israel. Essa palavra é uma palavra justa de um Deus verdadeiramente justo.16). O Novo Testamento deixa claro que a promessa vem através de Jesus e envolve reconhecê-lo como Senhor (R m 1 4 . Deus fez este mesmo tipo de juramento para confirmar a sua pro­ messa a Abraão (Gn 2 2 . nós temos um novo e vivo (ressuscitado) Caminho. 23 P o r m im m esm o ten ho ju r a d o . Nós nos levantamos na sua justiça. cf. Todos precisam se voltar para o S E N H O R e ser salvos. a té ele virão. m a s serã o en vergon h a d os todos os qu e se irrita rem con tra ele.19— 2 ).28. e p o r m im ju r a r á toda a língua. um Deus em quem nós podemos confiar. nosso Senhor Jesus (H b 10. isto irá realizar o seu propósito: “Diante de mim se dobrará todo o joelho.3.1 0 . S I 22.18.

Eles serão justificados. apesar dos fracassos deles? 7. Por que alguns israelitas questionaram Deus. Como Deus mostrará a sua glória em Israel? 10. Ele é o Emanuel. o nome significa “ele lutou com D eus” ou 32 “Deus luta” ou “Deus governa”.2 2 — .d ê n cia d e I sr a el.26). tratados como justos e louvarão a Deus e se gloriarão no S E N H O R . 3. CITAÇÕES 1 Veja Gênesis 3 2 . M as a “descendência de Israel” não irá recuar horrorizada em vergonha. Deus promete estar individual e pessoal­ mente com eles. 3 5 . 2. 2 O sujeito oculto “tu ” é singular. o “Deus conosco”. Q U ESTÕ ES DE ESTU D O Que garantia Deus dá para Israel e por quê? Em que sentido Deus faz Israel sua testemunha? O que Deus fará para pôr em execução um êxodo da Babilônia? Que evidência há para um êxodo da Babilônia nos dias de Isaías? Por que era necessário para Deus julgar a Israel? O que mostra que Deus não tinha mudado o seu plano para Israel. O que Deus diz a respeito de Si mesmo no capítulo 45? 13. . 4. Como Isaías contrasta o verdadeiro Deus com os ídolos no capí­ tulo 44? 9. 6.1 0 . Como Deus vai usar Ciro? 11. enquanto cumprindo o seu destino (cf. O que Deus vai fazer por Ciro e por quê? 12.25 M a s n o SENHOR s e r á j u s t i f i c a d a e s e g l o r i a r á t o d a a d e s c e n . e qual foi a sua res­ posta a eles? 1. vindicados. Qual será o resultado do derramamento do Espírito de Deus? 8. Rm 1 1. 5.

6 Isto foi feito a Jericó porque os seus habitantes eram maus: todos menos R aabe rejeitaram totalm ente a Deus. 19 96 ). Cf.C. 315. 2:1 5 2 . 2:10 5. no. 17. A llis..17 . . (G rand R apids: W m . “mais baixas partes da terra”. 14 Joseph A. Escócia: T & T Clark. “Isaiah: Background”. and FredericW . 10 A expressão hebraica tachtiyyoth ‘erets. Eerdmans.. em Wyclijfe Bible Encydopedía (C hicago: M o o dy Press. m uito em bora eles soubessem o que Ele tinha feito libertando Israel e lhe dando vitórias (Js 6. uma frase poética contrastando terra com céu. 4 Oswald T. 1 9 3 9 ).2 ).9 onde Jesus desceu às mais baixas partes da terra para nascer de um a virgem. 2a. 9 U m tem plo ou santuário era freqüentemente cham ado a “casa” de um deus. Leopold. Antiquities 11. pág. Contudo. 2 :1 7 8 . Leupold. 1:857. 5 Benjamin R . em I (1 8 7 5 reimpressão. em OldTestament Survey. veja também Js 2 . B. 7 H. (C hicago: U niversity o f Chicago Press. Bibliotheca Sacra 80. acreditam que o nome de Ciro indica um a data exílica para os caps. “Book o f Isaiah”.1 0 ). Ancient Records o f Assyria and Babylonia. W illiam S. Veja introdução. LaSor. 1 9 7 5 ). 13 John E. D aniel D avid Luckenbill. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. 2 8 2 -8 3 . Downer. 4 1 . E f 4. 12 Josefo. Exposition o f Isaiah. ed. ed. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse. “T h e A dded Years o f H ezekiah s Life”. 1. H ubbard. C. 2 :1 0 6 . Bush. m ostra que alguns “teístas m inucio­ sos. Alexander. 19 75 ).3 Alguns sugerem que este versículo se refere à expulsão de M erodaque-Baladã por Senaqueribe em 7 0 0 a. 2 vols. David A. Cf. En Roeh: The Prophecies o f Isaiah the Seer (Edim burgo. 3 1 9 (julho de 19 2 3 ): 38 6. 8 A N V I e outras versões interpretam o versículo relativo a fazer um ídolo de m etal em lugar de um machado. Exposition o f Isaiah (G rand Rapids: Baker Book House. a palavra “íd o lo ” não está no hebraico e a ironia parece ser a respeito de “ferramentas rudes e trabalhadores fracos” como “a fonte da qual o ídolo provém”. M as ele também diz que “o argumento p ara a autoria m últipla a p artir da menção de Ciro não está com pletam ente com pelindo”. A. 1 9 2 6 -2 7 ). W ordsworth. 11 Isaías agora especificam ente nom eia C iro (cf. 2 vols. 1 9 7 1). M as os pagãos também m antinham ídolos em suas casas. 4 0 ss”. A A R A indica fazer o machado e form ar o ídolo.2. W. McKenna.

(Princeton: Princeton U niversity Press. ‘sua’ ira [abatida] e ele teve m isericórdia (deles). Eerdmans. as ca rga s d os vossos fa r d o s são ca n seira pa ra as bestas j á cansadas. “A Criação do Universo e da H um anidade”. Servant Tbeology (G rand R apids: W m . em Teologia Sistemática.22 I. 93.I-I3 1 J á abatido está B e lN e b o j á se en eu rv o u . 16 Os registros de Ciro declaram : “M arduque. ed. ed. M arduque) (n a procissão anual). D. Ancient Near Eastern Texts.: pronunciou [seu] nom e) para ser o governador de todo o m undo”. 316. 21 Paulo faz a citação aqui a partir da versão Septuaginta. (R io de Janeiro. 2 2 8 -2 3 0 . 315. o declarou (lit. ed. retrocedeu (o seu) semblante. Ancient Near Eastern Texts Relating to the O ld Testament. Pritchard. para o tempo quando Senaqueribe destruiu Babilônia.15 James B. RJ: CPAD. B. Knight. 1 7 ) sido salvo. rei de Anshan. A terra não era habitada antes desse tempo.e. Ele esquadrinhou e olhou (p o r) todos os países. Bel era o principal deus da .. é plural e se refere a todo indivíduo israelita que tem 19 A dão foi o prim eiro homem ( I Co 15 . em vez de os despedaçar como Senaqueribe o fez. 17 George A. sob re as bestas. H orton. (E ntão) ele pronunciou o nome de Ciro. procurando um governante justo para conduzi-lo (i. 1996). A Queda da Babilônia 46. Isaías agora retorna para os seus próprios dias.1Ciro não está mais em pers­ pectiva. 3a.4 5).. 19 8 4 ). F. O SENHOR É SUPERIOR ÀS DEIDADES DA BABILÔNIA 46. por causa de (o fato de que) os santuários de todas as suas instalações estavam em ruínas e os habitantes da Sum éria e A cádia tinham se tornado como m ortos (vivos). Stanley M . os seu s íd olos são p ostos sob re os a n im ais.. 19 69 ). 18 “V ó s” (o culto ) (v. Ciro honrou e adorou os deuses da Babilônia. ed. Pritchard.1-48. 20 T im othy M unyon. rev.

BelMarduque e Nebo. A primeira grande preocupação de Esar-Hadom. exatamente como se eles fossem os deuses principais da Assíria. da sabedoria. As cartas estatais da Assíria fazem menção de Bel (normalmente comparado com Marduque.C. sem qualquer referência a nenhum outro deus. Nebo (ou Nabu. A estes Senaqueribe levou para a Assíria. Babilônia. escaparam. também chamado Merodaque) e Nebo (N abu) mais freqüentemente que o seu próprio deus. os sacerdotes da Babilônia controlaram a cidade e causaram dificuldade para os assírios. a prata e as jóias de Bel-Marduque. Freqüentemente os reis assírios usavam frases tais como “com a ajuda de Bel e Nebo” ou “possa Bel e Nebo abençoar a meu Senhor”. Ao final de novembro. foi restabelecer a prosperidade da Babilônia.Babilônia. Só as imagens dos grandes deuses da Babilônia.5 A oportunidade de Senaqueribe veio dois anos depois. Os seus registros decla- . especialmente Senaqueribe.. ele encorajou os seus soldados a levarem os deuses dos templos e esmagá-los. Asur. onde permaneceram até que Esar-Hadom subiu ao trono. como confirma uma inscrição de Esar-Hadom. porém. quando o rei elamita estava inválido pela paralisia. era muito importante para ser esquecida e dei­ xada em sua condição arruinada. o filho de Bel) era o deus da produção literária. as máquinas assírias de cerco penetraram as defesas da Babilônia. da aprendizagem e da astronomia.2 Mesmo assim. como pagamento pela ajuda contra este. e problemas internos manti­ veram o seu exército na sua terra.4Isto despertou Senaqueribe contra os sacerdotes e ele decidiu livrar-se do problema destruindo comple­ tamente a cidade e seus templos.3 Os elamitas e outros aplicaram a Senaqueribe a sua primeira derrota. O exército de Senaqueribe encheu impiedosamente as praças públicas de cadáveres e demoliu a cidade. porque queria destruir o poder do sacerdócio babilônico. eles abriram os tesouros do grande Templo Esagila e enviaram para o Elão o ouro. Então. depois que ele tinha se estabelecido no trono da Assíria. Em 691 a.

os deuses da Babilônia se tornaram uma responsabilidade ou obrigação. . 32. os levará e os sustentará. Deus ordena a Israel que o ouça enquanto Ele tira disto uma lição para eles —para o resíduo ou remanescente. mas Ele também os salvará —algo que os deuses ídolos não poderiam fazer sequer por si próprios. a grande ima­ gem de Bel não foi destruída até o tempo de Xerxes. eles foram humilhados pe­ los assírios. Ele ergueu a cidade real de suas perdas e ruínas. v ó s a qu em tro u x e n o s braços desde o v en tre e levei desde a m adre. em lugar de salvadores. ou seja. e se encolheram diante dos assírios. não p u d era m livra rse da carga. incapazes de se ajudarem a si próprios. (Ou.9). e eu v o s tra rei e vos gu a rd a rei. eu vos carreguei —desde o tempo em que nascestes —e eu os levarei enquanto viverem” (cf. Dt 1. Is 40. Eles “se abateram”. 3 O u v i. Deus não só levará a carga. SI 28. Assim.) Os assírios então car­ regaram os deuses sobre bestas de carga cansadas. eu o f i z .ram: “Ele conciliou a população daquela região por restabelecer à sua posição anterior os humilhados deuses da Babilônia. 63. a Babilônia era lembrada em uma era posterior como uma “das cidades mais renomadas e mais fortes da Assíria”. Ele até diz a eles: “V ós nunca tivestes que me carregar. 4 £ a té à velh ice eu serei o m esm o e ain da a té às cãs eu v o s trarei. ó casa de J a có e todo o resíd u o da casa de Isra el. Os grandes deuses da Babilônia “se encurvaram”. Bel e Nebo não puderam se salvar ou se libertar do cativeiro.3 1.”6De acordo com Heródoto. e eu v o s levarei. Igualmente.7 2J u n ta m en te se en cu rv a ra m e se abateram .12. e fez desta o domicílio altivo de Nebo e M arduque [Bel].m e .11.31.9. m a s a su a alm a en tro u em cativeiro. ou se desmoronaram. o significado pode ser que os ídolos se curvam diante dos conquistadores assírios do mesmo modo que os adoradores se inclinam diante deles —sugerindo que os homens que conquista­ ram Babilônia eram maiores que Bel e Nebo. quando os seus adoradores entraram em dificuldade. na realidade.

do seu lu ga r não se m o v e e. n em livra a lgu ém da su a tribulação. a li está. uma descrição retórica sim i­ lar em 4 4 . o SENHOR não é de qualquer forma como quaisquer dos falsos deuses. Ele não tem nada em comum com eles. deixando alguma sobra na bolsa. Hoje não fazemos ídolos de ouro e de prata. ó p revarica dores. E não im porta como uma pessoa clame a ele. O ourives contratado (como o lenhador. assalaria m o ou rives. Assim o “deus” é apenas uma grande quantidade de me­ tal. Para os rebeldes apóstatas em Israel. p a ra qu e seja m os sem elh a n tes? Claramente. Deus enfatiza o que Ele tem dito sobre tal idolatria tanto quanto o que Ele está a ponto de dizer. e ele f a z u m deus. se reco rrem a ele. o leva m e o p õ em no seu lu ga r. Como o Criador do universo pode ser representado por uma imagem feita pela mão do homem?8 6 G astam o o u ro da bolsa e p esa m a p ra ta n a s balanças. “resposta nenhuma dá. como Bel ou Nebo. Como é tola a adoração de um tal ídolo! È um desperdício de ouro e prata (cf. eles também têm que erguê-los “sobre os ombros” para conse­ guirem levá-los ao seu templo e posicioná-los de pé em seu lugar. Este é feito de uma quantia generosa de ouro e prata — “da bolsa” deles.1 4 — 1 ). e m e com pa rareis. mas muitos de nós . nem livra alguém da sua tribulação”. e dia n te dele se p rostra m e se inclina m . 7 S obre os om b ros o tom am . e com qu em m e igualareis. re co n d u z i-o ao coração. resposta n en h u m a dá.1 6 . Então ele “não se move” do lugar onde está fixado. e a porção deixada para trás. pesados.1 7 ) transform ará uma porção em um deus. Novamente Isaías descreve com ironia a manufatura de ídolos. M uito embora as pessoas se inclinem diante destes em adora­ ção. a qual não é diferente.5A qu em m e fa r e is sem elhante. veja 4 4 . desta vez grandes deuses pagãos. será posta a ou­ tros usos. 2 8 L em b ra i-vos disto e ten d e â n im o.

Aqueles que são “duros” (fortes ou poderosos) de coração. teimosos nas suas mentes. Faço chegar a minha ju stiça. eu o determ inei e também o farei. Ele fará tudo o que se propôs a fazer. estão “longe da justiça” (cf. Os eventos anteriores na história de Israel mostram que só o Se­ nhor é Deus. R m 12. e não há outro D eus. Ciro não destruiu nenhuma cidade da Mesopotâmia. Deus anunciou “o fim”. Porém. A maioria dos comentaristas supõe que a “ave de rapina” ( “pássa­ ro voraz”.1 4).10 Os assírios eram a “vara” de Deus (1 0 . e o homem do meu 1 conselho. e assim acontecerá. O seu plano (ou conselho.9 e provavelmente se refere a Senaqueribe. porque assim o disse. e não estará ao longe. A descrição se ajusta melhor aos conquistadores assírios. retratando um conquistador cruel. do seu plano. 9 L em brai-vos das coisas passadas desde a antigüidade: que eu sou D eus. ó duros de coração. KJV).3). 1 que chamo a ave de rapina desde o O riente. e ele honrou os deuses da Babilônia. e a minha . 10 que anuncio ofi m desde o princípio e. ou seja. é Ciro. Desde o princípio. o resultado. e “não há outro” que seja semelhante a Ele. propósito) “será firme”. 12 O uvi-m e.podemos esbanjar nosso dinheiro em coisas que poderiam se tornar como deuses para nós. Ele ainda é e sempre será o “Eu Sou” (Ex 3. desde terras remotas. o qual era cruel e arrebentou os deuses da Babilônia nos próprios dias de Isaías. não há outro semelhante a mim. será leva­ do a efeito. Isto requer um coração tenro e uma mente disposta a receber a justiça de Deus. vós que estais longe da justiça. e fa r e i toda a minha vontade. as coisas que ainda não sucederam . desde a antigüidade. que digo: o meu conselho será fir m e .5 ). mas Deus quer que eles escutem.

11 Isto está cronologicamente antes do capítulo 46.18).1 —15 e 1 4 . mas estabelecerei em Síão a salvação e em Israel. 2. ó virgem filh a de Babilônia. Esta se torna uma realidade também para nós à m edida que “todos nós. b‘tsiyyon. KJV) não porque os caldeus fundaram a cidade. somos transformados de glória em glória na mesma imagem. já não há trono. por Senaqueribe. H á uma forte seme­ lh an ça en tre 4 7 . NENHUMA ESPERANÇA PARA BABILÔNIA 4 7 . N a realidade. e assenta-te no pó. nem a delicada. ARC. com cara descoberta. porque nunca mais serás chamada a tenra. pois registros antigos mostram que a destruição da cidade por Senaqueribe não foi esquecida.14 . Assentar-se “no pó” fala de deposição e desapropriação. ó filha dos caldeus . Ele os quer restaurados à beleza e glória da sua imagem.4 — 1 .12 H á tam b ém a m esm a 2 imprevisibilidade.salvação não tardará. Deus olha para Israel como a sua “glória”. a minha glória. Chamar Babilônia de uma “virgem” insinua que a mesma não tinha sido destruída e não esperava ser destruída. como pelo Espírito do Senhor” (2 Co 3. Ele pro­ mete estabelecer “em Sião a salvação” (Heb. Babilônia é chamada a “filha dos caldeus” (A R A . “em Sião”). assim eles não precisam estar longe da mesma.C. mas porque eles a controla­ ram durante grande parte da vida de Isaías. refletindo como um espelho a glória do Senhor.13Isto não poderia ter sido dito a respei­ to da Babilônia nos dias de Ciro. Deus tornará isto fácil para eles.C . os babilônios usaram isto como uma desculpa para des­ truir Nínive em 612 a. Isaías retorna agora aos seus próprios dias e profere outra profe­ cia a respeito da d estru ição da B ab ilô n ia em 6 8 9 a.I -I 5 1 D esce. Ele fará chegar bem próximo a sua justiça. assentate no chão. subitaneidade e perfeição da destruição que ca­ racteriza a descrição da queda da Babilônia no capítulo 13.

Os habitantes da B abilônia se to rn ariam como os m ais b ai­ xos escravos. N ada assim aconteceu quando Ciro tom ou a B abilônia e fez dela um a das suas c ap itais. descob re a tua cabeça. fazendo desta uma de suas capitais. descalça os p és.1). trabalhando duro no torneam ento de mós pesa­ das.. A tua vergon h a se descobrirá.Os assírios. e v e r .2 3 .s e . d escobre as p ern a s e p a ssa os rios. p o rq u e n u n ca m ais será s ch am ada sen hora de reinos.. 3 A ssen ta -te silen ciosa e en tra na s trevas. tom a ­ rei vin ga n ça e não f a r e i acepção de hom em algum . 4 O n om e do n osso R ed en to r é o de Israel. 2 1 .15 D esde que a passagem é uma personificação da própria B abilônia. mas a reconheceram como um reino vassalo. mas ama o seu povo. em d estru í-la. A referência tripla para o SENHOR ( “Redentor.19). ó f i lh a dos caldeus.. Em 70 0 a. Dt 32. SE N H O R dos E x ércitos.á o teu op rób rio..C. a princípio.35. “passar os rio s” pode referir-se ao fato de que Senaqueribe. eles ainda estavam tratando a cidade da Babilônia com respeito. . Santo”) enfati­ za o poder e o interesse dEle sobre Israel. Senhor dos Exércitos. e tendo que fazer coisas tais como atravessar com d ificuld ad e pelos rios ou canais da M esopotâm ia.. fez desta um pântano. Ninguém será poupado. A vingança de Deus é justiça divina (cf. não reduziram Babilônia a uma província. Ele odeia o pecado. Esta trará vergonha aos babilônios. e até mesmo enviando alguns dos seus espólios capturados para ela. Rm 12. ela já não mais desfrutará uma vida fácil como uma princesa. o Santo Por trás do juízo sobre a Babilônia está o Parente-Redentor de Israel. se vestindo pobrem ente. Contudo. 2 Toma a m ó e m ó i a fa r in h a . obrigando a p atin h ar a qualquer um que quisesse cru­ zar o seu local ( c f 1 4 .

Então ele trouxe os 2 0 0 . A mão assíria sob o governo de Senaqueribe era mais pesada do que seria sob N abucodonosor. sob o governo de Nabucodonosor. A ira de Deus com o seu povo o fez usar os assírios como a sua vara (cf.6). n em te lem braste do f i m delas. ou rainha eterna. Os babilônios nativos não tinham nenhum amor pelos caldeus ou pelos amigos destes.. nos dias de Isaías. A falta de misericórdia em relação aos exilados. 7 E dizias: E u serei sen h ora p a ra sem p re. mas sua destruição por Senaqueribe a deixaria silenciosa. em seu orgulho.14.Babilônia. Seria mais provável que Ele os tratasse como aliados do inimigo. supunha que nada mais poderia mudar o seu estado exaltado. “até sobre os velhos”. quando Senaqueribe expulsou o caldeu Merodaque-Baladã. a té agora não tom aste estas coisas em teu coração. 6 M u ito m e agastei co n tra o m eu povo. “Eu serei” é o hebraico ‘ehyeh. . A cidade da Babilônia do livro de Apocalipse será igual a esta (veja Ap 18. to rn ei p ro fa n a a m inh a h eran ça e os en tregu ei n a s tu a s m ãos. Sua glória se tornaria em trevas. a Babilônia. Senaqueribe estava em perseguição de Merodaque-Baladã e não seria provável que ele mos­ trasse bondade aos cativos judeus na Babilônia. 10.7).. traduzido como “Eu Sou” em Exodo 3. Em 700 a.C.1 5 0 sobreviventes da sua campanha contra Judá. a aliança de Ezequias com Merodaque-Baladã poderia ter feito a condição dos judeus cativos até pior. foi considerada a “senhora de rei­ nos”. Babilônia se recusou a considerar as con­ seqüências de sua conduta imoral e corrupta.5.C. n ã o u sa ste com eles de m isericó rd ia e a té sob re os velh os fi z e s t e m u ito p esa d o o teu ju go . um título que os babilônios deram a uma deusa.16 N a própria Babilônia. reflete as condições em Babilônia logo após 701 a. No exílio babilônico posterior. como também o seu tratamento dos cativos. Ela se divinizou como a “se­ nhora para sempre”. os judeus de fato pros­ peraram.

e disseste no teu coração: Eu sou.18 que os perverteu e os fez imaginar que era sabedoria pensar na Babilônia como um deus. apesar da multidão de práticas ocultistas nas quais eles confiavam.17 Desde que os habitantes abriram de par em par os portões e deram as boas-vindas a Ciro. Eles foram desviados porque tinham falso conhecimento ou “ciência”. em toda a sua fo rça . Por dizerem que “ninguém me pode ver”. dia: perda de filhos e viuvez. tanto para a Babilônia como para o resto do mundo. Sua queda inesperada é comparada a uma mãe feita viúva e roubada de suas crianças. O que acon­ teceu em 539 a. Ele não humilhou a cidade ou a envergonhou de qual­ quer forma. Isaías disse que isto viria. não era completamente imprevisto. e fora de m im não há outra. virão sobre ti. não fica r ei viúva. 9Mas ambas estas coisas virão sobre ti em um momento> no mesmo . que a não poderás afastar. e não pode ser aplicado à conquista por Ciro em qual­ quer sentido. 1 Pelo que sobre ti virá mal de que não saberás a origem. Mesmo assim. Isaías chama a religião da Babilônia de “maldade”. isso te fez desviar. que a não poderás conhecer. os babilô­ nios estavam negando que houvesse qualquer autoridade moral aci­ ma deles. Sem se aperceberem disto. porque virá sobre ti de repente tão tempestuosa desolação. pois. tu que és dada a delícias. .C.8 Agora. p or causa da m ultidão das tuas feitiçarias. deveria ter havido um forte partido anti-Nabonido na cidade durante algum tempo. que habitas tão segura. A Babilônia prazerosa e amorosa se exaltou como se fosse um deus ou deusa. p o r causa da abun~ dância dos teus m uitos encantamentos. e tal 1 destruição cairá sobre ti. ouve isto. nem conhecerei a perda de filhos. e fora de mim não há outra. a tua sabedoria e a tua ciência. que dizes no teu coração: Eu sou. a destruição da Babilônia por Senaqueribe foi um choque. 10 Porque confiaste na tua maldade e disseste: N inguém me pode ver. Isto era para acontecer “em um momento”. eles estavam dizendo que os seus deuses eram sem poder.

o f o g o os queim ará. e doenças que se pensava estarem debeladas estão voltando em uma forma mais forte. 15 A ssim serão p a ra con tigo aq ueles co m q u em trabalhaste. Babilônia nos dias de Isaías era o centro avançado da religião pagã e astrológica do mundo.C. M as as práticas religiosas deles não os ajudam. os a g o u reiro s d os céu s. As pessoas que confiam na ciência estão um pouco melhor que esses que se dedicam ao oculto.19 concernente aos deuses que Senaqueribe esmagou e queimou em 689 a. Com ironia. pois. a v e r se p o d es tira r p ro veito ou se. os teu s n egocia n tes desde a tu a m ocid a d e. Eles serão todos lançados no fogo. Eles dividiram o céu em quartos para obser­ var os movimentos das estrelas para fazer as suas predições. pa ra se aquentarem . te p o d es fo rtifica r. estas os cansam. Antes. Isto concorda bem com 37. pa ra se assen tarem ju n to dele. os q u e co n tem p la v a m os astros. n in gu ém te sa lvará. agora. n em fo g o . não poderão sa lv a r a su a vida do p o d e r da labareda. 14 Eis que serão com o a pragana. os p ro gn ostica d o res das lu a s n ovas. engolidos em um holocausto. e sa lv e m -te do que há de v ir sob re ti. H oje as pessoas estão gastando bilhões de dólares fazendo novos medicamentos e tentando trazer um mundo melhor através da ciência. 12 D e ix a -te esta r co m os teu s en ca n ta m en tos e com a m u ltid ã o das fe itiç a r ia s em q u e trabalhaste desde a tu a m ocidade. A desolação inesperada viria “de repente” sobre a cidade.O juízo calamitoso viria sobre a Babilônia. e eles não poderiam afastá-lo pelos seus encantamentos mágicos ou pelo pagamento de um resgate. p o rven tu ra . . cad a q u a l irá va gu ea n d o p elo seu cam in ho. Ij C a n sa ste-te na m u ltid ã o d os teu s conselhos. Isaías os desafia a continuar fazendo feitiços e a usar todos os supostos poderes do ocultismo dos seus carolas profissionais para tentar salvar a cidade. Os resultados são temporários. ela não será u m braseiro. leva n tem -se.

e não na justiça que se alinha com a Palavra de Deus. A religião deles é só uma forma. o povo não era santo e estava aceitan­ do como verdadeiro o seu relacionamento com Deus. Eles se firmam no Deus de Israel. confiando em seus privilégios. Eles são um pouco melhores que os babilônios que foram ilu­ didos pelos seus falsos deuses. Agora Isaías discursa para Israel. para apoio. Agora o foco é estreitado ao povo de Jerusalém.Aqueles com os quais a Babilônia negociou são os com ercian­ tes que iriam seguir o seu caminho e deixariam a cidade para so­ frer o juízo dela. “mas não em verdade” (ou fidelida­ de). Eles n5o querem dizer o que dizem. casa de Ja có . as quais ela tinha contratado anteriorm ente para a fazer a sua luta por ela.19 2 E a té da sa n ta cida de tom am o n om e e se fi r m a m sob re o D eu s de Isra el. Q uando Senaqueribe destruiu a Babilônia. mas eles ainda são “Jacó” —“engana­ dor. Aque­ la destruição pode ser entendida como um exemplo que aponta à subversão do sistem a m undial babilônico no fim dos tempos (Ap I7 . AS PROFECIAS TESTEMUNHAM PELO DEUS VERDADEIRO 48. um ritual vazio. No entanto. reconhecendo-o como o SENHOR dos Exércitos do céu. Estes comerciantes eram nações como o Elão e a M édia. o SE N H O R dos E x ércitos é o seu nom e.1— 19 1 O u v i isto. os aliados anteriores dela se espalharam em todas as direções. . que a chama de uma “santa cidade”.3). mas o foco é sobre Judá.I a 19. Eles fazem juramentos “pelo nome do SENHOR” e fazem menção do Deus de Israel. Eles se chamam pelo “nome de Israel”. qu e v o s cham ais do n o m e de Isra el e sa ístes das á gu a s de J u d á ) qu e ju r a is pelo n om e do S eisÍH O R e fa z e is m en çã o do D eu s de Israel\ m a s não em v erd a d e n em em ju stiça . 3. suplantador”.

e a tu a cerviz . profecias previamente desconheci­ das. e a tua testa. p o rv en tu ra . e é uma testemunha ao fato de que só Ele é Deus. p r o n u n cio u -a s a m in h a boca. O povo tinha ouvido o que Deus fez no passado e precisava admi­ tir que o que Ele disse era verdade.2.1.17). Deus sabia quão obstinado. Israel estava sem desculpa por atribuí-las a um ídolo. Deus concedeu profecias e as cumpriu sú­ bita e decisivamente. q u e n u n ca conheceste. p a ra que não digas: Eis qu e j á eu as sabia. 3P o r isso. mas eram evidências do poder de Deus. Isto mostra que os cumprimentos não foram nenhum mero acaso. são cria d a s e não desde então. to a n u n ciei desde en tão e to f i z o u v ir an tes qu e acontecesse. Dt 9. e eu as f i z o u v ir. te f a ç o o u v ir co isa s n o va s e ocultas. não o a n u n cia reis? D esd e agora. 6 J á o ten s o u vid o. M as agora Deus estava lhes mos­ trando algumas “coisas novas”.27. profecias que nenhum ser humano pelo seu próprio raciocínio poderia ter previsto. para impedir o seu povo de dar crédito aos ídolos de fazê-las acontecer.12.13 a 53. ou a m in h a im agem de f u n d i ç ã o as m an dou . 65. sim . estas incluem verdades sobre o M essias e os novos céus e a nova terra (52. Ez 2. o u a m in h a im agem de escu ltu ra. e pa ssaram . Esta é uma das razões pelas quais Deus profetizou eventos futuros. . 3. Freqüentemente eles recusavam a se humilhar. e a n tes deste dia não as ouviste. Em tempos anteriores. Is 30. a p ressada m en te as f i z . desde a a n tigü id a d e. as a n u n ciei. olha bem p a ra tu d o isto.4.7). d e bronze. 7 A gora.As p rim eira s coisas. 65. Como nós prosseguimos lendo em Isaías. p a ra q u e não dissesses: O m eu ídolo f e z estas coisas. 4 P orque eu sabia qu e era s duro. briguento e teimoso era o povo de Israel (cf. u m n erv o de fe r r o . A profecia cumprida é uma impor­ tante evidência da verdade da Palavra de Deus.

. reta rd a rei a m in h a ira e. Novamente Deus está insinuando que eles não tinham nenhuma desculpa na sua rebelião. 10 Eis q u e te p u rifiq u ei.A palavra “criar” tem sempre Deus como o seu sujeito na Bíblia. mas não os escraviza- . s N em tu as ouviste. Jr I I . Isto se ajusta ao contexto de 700 a. muito embora a morte fosse a recompensa justa para o pecado. nem ta m p ou co desde en tã o f o i aberto o teu ou vido. p o rq u e eu sabia qu e p ro ced eria s m u ito p e fid a m e n te e qtie eras p r ev a rica d o r desde o ven tre. por causa da sua própria natureza como um Deus de graça e amor. mas de “afli­ ção” (n a m iséria eles sofreram como escravos no E gito). quando. Deus sabia quão rebelde eles eram desde o tempo em que Ele trouxe a nação à existência (D t 31. O Egito é regularm ente referido como um “forno” (D t 4 . como a prata é refinada. p r o v e i. ou seja.4 ) .27). m e co n terei p a ra contigo. N a realidade. ao passo que a Babilônia não é. Ele está prometendo coisas novas que só Ele pode fazer. quer dizer. n em tu as conh eceste. para que eles não digam arrogantemente que as conheciam antes. I Rs 8. m a s não co m o a pra ta . p a ra qu e te não ven h a a cortar. não de fogo. p o r a m o r do m eu louvor.2 0 . em cumprimento da profecia de Isaías. Deus tinha sido paciente por causa do seu próprio nome. Ele não tinha destruído o seu povo. Deus chama a atenção novamente para o começo de Israel como uma nação. P or a m o r do m eu nom e. para que não falhem em reconhecê-las como sobrenaturais. O povo de Israel não ouviu nem entendeu.51. Senaqueribe deixou Jerusalém sem conquistá-la.C. De forma que Ele poderia ser louvado. Ele tinha refinado o seu povo ( “te p u rifiquei”) em um a fornalha. Eles não estavam aber­ tos à verdade que Deus lhes dera. os bab ilô­ nios faziam o reassentamento dos exilados.te na fo r n a lh a da aflição.

e para m ostrar o seu amor. e tu.2 2 ). Deus faz o que Ele quer fazer (as novas profecias do versículo 6) pela sua própria causa. Ele fundou a terra pela sua pró­ pria “mão” (o seu poder) e “mediu os céus a palmos”. nem dará a sua glória a outrem (inclusive Israel). Deixe-os se ajuntar e ouvir. O braço de poder do SENHOR “será contra os caldeus” ( “babilônios”. tem a n u n ­ ciad o estas coisa s? O SE N H O R o a m o u e ex ecu ta rá a su a v o n ta ­ de con tra a B abilôn ia. eu os ch am arei. Estes resistem firmes e continuam a sua existên­ cia por causa da sua palavra (cf. ó J a có . e Ele nunca terá fim. 12 D á -m e ou vid os. eu sou o m esm o. eu o p rim eiro . Jr 2 9 . todos vós. N V I). Os exilados prosperaram na Babilônia (veja com entário em Is 4 2 . Cl 3. e o u v i: Q u em . O que é pretendido aqui é que o SENHOR ama a Israel. Ele é o Deus Eterno que é “o primeiro.vam (cf.17). o fa r e i. e a m in h a destra m ed iu os céu s a p a lm o s. Ele não pretende deixar o seu nome (e cará­ ter) ser “profanado”. p o r a m o r de m im .2 8 ). Alguns aplicam o que é profetizado aqui a Ciro.. Ele é maior que a terra e os céus. 11 P o r a m o r de m im . d en tre eles. Deus desafia o povo de “Jacó” para ser “Israel” como seu povo escolhido e para dar ouvidos a Ele. mas isto não é necessário. Ele executará o seu propósito em Babilônia. eu tam bém o últim o. A chamada é ainda para Israel. e o seu braço será co n tra os caldeus. 13 T am bém a m in h a m ã o f u n d o u a terra. [e] o últim o”. Ele não muda. Ele estava lá no princípio. N enhum ídolo tem profetizado o que vai acontecer à Babilônia. p o rq u e com o seria p ro fa n a d o o m eu n o m e? E a m in h a g ló r ia n ã o a d a rei a outrem .. ó Israel. Ele é o “Eu Sou”. e a p a recerã o ju n to s . . 14 A ju n ta i-vos. a q u em cham ei.

eu estava ali. O S enhor o enviou e tem enviado o seu Espí­ rito. e fará prosperar o caminho deste para realizar o seu propósito de bênção e redenção. . o que lhes “ensina o que é útil” para eles.13 Eu. q u e te en sin a o q u e é ú t il e te g u ia p e lo ca m in h o em q u e d ev es andar. Deus declara novamente o que Ele é para Israel. isto é. em vez de referir-se ao Messias. Ele também é o SENHOR que guarda a aliança. Yahweh. o S en hor J eová m e en v io u o seu E spírito. Então o Messias fala. agora.) 17 A ssim d iz o SENHOR. co m o as o n d a s do m ar. e os que p ro ced em das tuas en tran h as seria m tan tos com o os g r ã o s da a reia da praia. O pronome oblíquo átono “o” do versículo acima refere-se a Isra­ el. Porém. o teu R ed en tor. Deus tem feito as suas profecias publicamente através de uma sucessão de profetas. o seu n o m e n u n ca seria cortado. seria a tua p a z com o o rio. eu o tenho dito. tam bém j á o cham ei. Ele é o Deus Santo que deve tratar dos pecados deles. 19 T am bém a tua d escen d ên cia seria com o a areia.20 Deus tem chamado a Israel. Ele é o ParenteRedentor deles que os livrará e os libertará. o Deus deles. e fa r e i p ró sp ero o seu cam inho. e o f a r e i vir. como ser útil (ou eficaz). (Alguns comentaristas entendem isto como se referindo a Isaías. desde o tem po em q u e aquilo se fe z . n em d estru íd o da m in h a fa ce . o teu D eu s. o S a n to d e I s ra e l: Eu so u o S e n h o r . Cristãos cujas vidas são ineficazes precisam ouvir esta mensagem e seguir a Cristo de novo. 16 C h ega i-v o s a m im e o u v i isto: N ão f a l e i em segred o desde o p rin cíp io . e. A h! Se tivesses dado o u v id o s aos m eu s m a n d a m en to s! Então. porque Ele tem estado presente com o seu povo. Ele os guia pelo caminho certo. O SENHOR chama novamente o seu povo: “Chegai-vos a mim e ouvi”. e a tua ju stiça .

especi­ almente como fugitivos que escapam para salvar suas vidas. Os registros de EsarHadom declaram que as pessoas fugiram naquele momento. 21 E J a có não tinha sede. dizei: O S en hor rem iu a seu serv o Jacó. UM MANDAMENTO PARA FUGIR DA BABILÔNIA 48. e fa z e i o u v ir isso. 4. seu caráter e natureza como uma nação. 32. fe n d e n d o ele as rochas. “nunca seria cortado.Deus quer que eles dêem ouvidos aos seus mandamentos.17. O retorno deles é com parado ao êxodo do Egito.49). f u g i de en tre os caldeus.fez -lh es co r r e r águ a da rocha. q u an do o leva va p elo s d eserto s. O nome de Israel. no entanto.22 A ordem está no plural: “Fujam vocês todos!” Todos os exilados eram para partir com brados de alegria e declarar a redenção do SeNHOR de Jacó (Israel) como seu servo prepara para o que se segue nos capítulos 49 a 57. quando M oisés feriu as rochas com a sua vara e “águas manavam delas” .20-21 20 S aí de B abilônia. quer dizer. as águ a s m a n a va m delas.12.21 Havia.14. A ordem para fugir normalmente significa fugir depressa. 41. E a n u n cia i com voz de jú b ilo . Isto corresponde a 13. Pois então a ira de Senaqueribe estava dirigida aos babilônios. e os descendentes deles seriam o cumprimento da promessa de que eles seriam tão numerosos quanto os grãos da areia da praia (Gn 22. nem destruído”. Israel se manterá vivo na luz da presença de Deus. e lev a i-o a té ao f i m da terra. pois então a paz e o bem-estar deles estariam transbordando “como o rio”. Não havia nenhu­ ma razão para os judeus fugirem da Babilônia na véspera da entrada de Ciro na cidade. que indica que os estrangeiros que fugissem da Babilônia escapariam do destino dos babilônios. a justiça deles seria contínua e poderosa “como as ondas do mar”. toda razão para eles fugirem na véspera da sua destruição por Senaqueribe.

A culpa ainda rouba a paz das pessoas.(N m 2 0 . Não há nenhuma “paz”. cf. Que evidência há de que as pessoas fugiram da Babilônia nos dias de Isaías? . Eles tinham que se arrepender e voltar para Deus. Quem é a “ave de rapina” do Oriente. e como Deus o usará? 4. Que lição Deus tira da captura de Senaqueribe das imagens de Bel e Nebo? 2.22 22 M a s o s ím p io s n ã o têm p a z . d iz o Sen h or . 7. Ex 1 7 . QU ESTÕES DE ESTU D O 1.6 ). 5. Por que Deus retardou a sua ira e ao mesmo tempo purificou a Israel? 10. Como Deus vai usar Israel para ajudar a realizar o seu propósito de bênção e redenção? 11. Deus tom ará conta do seu povo de um modo sobrenatural. Por que a Babilônia é chamada de “Filha Virgem”? 5. nenhum bem-estar dado por Deus. para “o ím pio”. NENHUMA PAZ PARA OS ÍMPIOS 48. Isaías conclui esta seção do livro com uma advertência do SeNHOIl de que voltar para Judá não seria o bastante. o transgressor impenitente. As pessoas hoje precisam fazer mais do que voltar para a igreja. Que juízo Deus profetiza sobre a Babilônia? Em que a Babilônia tem confiado? O que acontecerá às coisas nas quais Babilônia confia? Por que razões Deus concedeu profecias a Israel? 9. 6. 8. Como Deus é contrastado com os ídolos no capítulo 46? 3.1 1 .

316. 1:857. rev. Robinson. The Book o f Isaiah. em Teologia Sistemática. 19 2 5 ). em The Interpreter’s Bihle (N ashville: A bingdon Press. 7 H erodotus. 2 C f. 70. Chapters 4 0 -6 6 ”. 15 Veja James B. .2 3 3 . Stanley M . 2:3 2 9 . 53. ed. 10 Luckenbill. 12 George L. 6 Ibid. ed. 27 3 D aniel David Luckenbill. Paul Geuthner. “T h e Biblical Period”. The Annals o f Sennacherib (C hicago: U niversity o f Chicago Press. 1926— ).. 19 49 ). um term o geral p ara todos os tipos h ab ituais de pecado sexual. 19 30 ). H orton. The Book o f Isaiah (Chapters I— XXXIX) in the Light o f theAssyrian Monuments (Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge. “A Palavra Inspirada de D eus”. Pritchard. veja também 2 :2 0 3 . 1 9 5 5 ). M anuel Kom roff (N ova York: Tudor Publishing Co. H istory. 19 5 4 ). Ancient Near Eastern Texts. George Raw linson. 1 9 2 8 ). 17 Pritchard. 2 :9 9 . 31 5. 163.CITAÇÕES 1 Oswald T. (G rand R apids: Baker Book H ouse. 19 24 ). ed.. Prophecy and the Monuments (N ova York: M acm illan Co. (R io de Janeiro. 30 6. 2 :2 5 2 . N abonido falou a respeito de Assurbanipal como “meu predecessor”. Louis Finkelstein (N ova York: H arper & Brothers. (Chicago: University o f Chicago Press. Le Prophète Isaie (P aris: L ib rairie O rien taliste. James M uilenburg. R J: CPAD. Charles Boutflower. Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament. “Book o f Isaiah”. ed. 15 John R . 19 75 ). History. em The Jews. (Princeton: Princeton U niversity Press. D aniel David Luckenbill. 16 M uilenburg adm ite isso. ed. 18 A S ep tu agin ta trad uz o hebraico da’ath ( “co n h ecim en to ”) como o grego porneia. 11 A llis. 9 A rm and K am inka. 4 W illiam Foxwell Albright. Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. s Luckenbill. 2 :2 0 3 . A llis.1 1 3 . 69. 19 56 ). 13 N o hebraico. “T h e Book o f Isaiah. Ancient Records. 1:857. 1:43. rev. 14 James Frederick M cCurdy. em Wycliffe Bible Encyclopedia (Chicago: M oody Press. 42. trans. cidades são do gênero feminino. H iggins. reconhecendo Babilônia como a sucessora de Nínive. Ancient Records. 5:5 4 7 .2 0 0 . 137. “Book o f Isaiah”. ed. 19 96 ). 2 :2 5 5 .2 2 5 . 66. 2 vols. 2 a ed. 3 0 6 . 1 9 1 1)...

2 :2 4 5 . A History of Israel (O xford. 2:64. Cf. Ancient Records o f Assyria and Bahylonia. Oesterly. 21 Ciro foi um governante ilum inado. (C h icag o : U n iversity o f C hicago Press. 2 vols. Alexander. supondo que um a passagem não deveria m isturar salvação e juízo. Inglaterra: Clarendon Press. 19 5 1 ). 22 D an iel D avid L uckenb ill. 19 Os m odernos críticos da form a tentam dividir este capítulo. veja tam bém 2 225. Commentary on the Prophecies o f Isaiah (G rand Rapids: Zondervan Publishing House. W illiam O. 2 :2 1 7 . 19 53 ). Isaías tipica­ mente m ostra um a percepção realista de ambos. 244. Porém. E. . 20 Joseph A.C om pare este quadro com o do sistem a m un d ial da B ab ilô n ia em A po­ calipse 18. 1 9 2 6 — 7 ).

I-S5. Ele na verdade trará uma libertação do pecado. f e z m en çã o d o m e u n om e. Ele agora continua a explicar o plano de Deus. o Messias. N ada mais é dito a respeito da Babilônia ou de Ciro ou do conflito com deuses pagãos e práticas ocultas. ilhas.1-7 1 O u v i.m e .1-50. O SERVO ESCOLHIDO DE DEUS 49. 0 Servo Traz Restauração 49.A Redenção e o Servo Sofredor 49. é exaltado.I3 Isaías começa agora uma nova seção onde o Ser­ vo do SENHOR. A. d esd e a s en tra n h a s d e m in h a m ãe. . p o v o s d e lo n ­ g e : O SENHOR m e ch a m o u d esd e o v en tre. Ele trará uma m aio r lib e rta ç ã o que a q u ela do E gito e da Babilônia.11 I. e es cu ta i vós.

4 1 . o Príncipe e Guerreiro de Deus. O que Ele está a ponto de anunciar é de importância extrema para os gentios. Como “uma flecha lim pa” ( “flecha poli­ da”. Ele é chamado desde o ventre (veja M t 1. Isaías vê o Messias aqui como a cabeça ou representante ideal de Israel. enquanto o Servo manifesta o divino es­ plendor de Deus. 3 E m e disse: Tu és m eu servo. lo antes do seu nascimento indica o amor de Deus. e m e p ô s co m o u m a fle c h a lim pa. A palavra dEle será tão efetiva quanto “uma espada aguda” (cf. ou seja. Ap 19. Chamá23.6. Por conseguinte.32). e. O propósito de Deus em usá-lo é trazer glória a Si mesmo.17. Ele está bem guardado na aljava de Deus. para que tam­ bém o teu Filho te glorifique a ti” (Jo I 7 . aq uele p o r qu em hei de s e r g lo r fic a d o . Deus denomina o Servo “Israel”. m e cob riu . Yahweh é a primeira palavra da oração hebraica. não de homem. a qual dá esta ênfase: a concepção do Messias é obra de Deus. é chegada a hora. Deste modo. 27.12.Em outra cena de tribunal.15). E f 6. 2. O Servo personifica o Israel ideal.5.2Assim. Ele também é o Filho de Deus. O SENHOR que chamou o seu Servo o preparou como uma arma. resumindo em si mesmo a serventia que Deus pretendia para Israel.I). H b 4. quando será eficaz e irresistível. e m e esco n d eu na su a aljava.20— Lc 1. e reservado para o futuro. Jesus foi tranqüilamente preparado durante os primeiros trinta anos da sua vida. Isto também chama a atenção para Ele como o Messias enviado por Deus.8) quando Ele se torna o Israel de Deus. quando Jesus enfrentava a cruz Ele orou: “Pai. . Ele não mudou o seu plano eterno ou o seu propósito para salvar e abençoar. ARA. o Servo-Messias1 exorta a todos os povos do mundo para que prestem atenção. 2 E fez a m in h a boca com o u m a espada aguda. em intimidade com o Pai. o Servo se torna o antítipo de Jacó (cf. co m a som bra da su a m ão. e Isra el. glorifica a teu Filho.31. N V I). quando o Israel natural falha.

e tu não quiseste!” (M t 2 3 .4 M as eu disse: D eb a ld e tenho trabalhado. 5 E. no útero de M aria). qu e lhe to rn e a tra zer J a có . Ele clamou.10). p a ra resta u ra res as tribos de J a có e to m a r es a tra zer os g u a r d a d o s de Isra el. e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos.17) E novamente: “Je­ rusalém. Ele ainda acredita que o Pai proverá a devida justiça3 e recompensa pela sua obra (cf. que matas os profetas. o m eu direito está p era n te o S eNHOR. Este é o lado humano do Servo. p era n te o m eu D eu s. cuja verdadeira humanidade sentia o que nós sentimos. e o m eu D eu s será a m in h a fo r ç a . como a gali­ nha ajunta os seus pintos debaixo das asas. Jerusalém. e o m eu ga la rd ã o. p a ra seres a m in h a sa lva çã o a té à ex trem id a d e da terra.37 ) Em face ao fracasso aparente o Messias sente desânimo. e uma sobra será restaurada como parte da Igreja em conexão com a segunda vinda de nosso Senhor. Ele tem tido pouco resultado entre a sua própria nação. Ele será eficaz. 53. O Servo gastou as suas forças e o resultado tem sido inútil e vão. todavia. Ele é o Servo Sofredor que trará de volta ao SENHOR o errante Israel. m a s I sra el não se d eix ou a ju n ta r. contu do. Ele é para “ser” . A restauração envolve conversão e salvação. Agora o Messias é claramente distinguido de Israel. 6 D isse m ais: P ou co é qu e seja s o m eu servo. in ú til e vã m en te g a s ­ tei as m in h a s f o r ç a s . a os olhos do Senhor serei g lo r fica d o . Deus o honra e é a sua força. e até quando vos sofrerei?” (M t 17. que m e f o r m o u desde o v en tre p a ra seu servo. O M es­ sias também é designado para ser a “luz dos gentios”. d iz o SENHOR. Os crentes judeus constituíram a primeira Igreja. e disse: “O geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco. agora. tam bém te dei p a ra lu z d os g en tio s. Deus o “for­ mou desde o ventre” (especificamente. M as isto não é o bas­ tante “para restaurares” a Israel da sua degradação e alienação.

2. e aos que estão em trevas: Aparecei.32.23). O tempo do favor de Deus é o “dia da salvação”. no dia da salvação . ajudou e guardou (cf. Ainda dirigindo-se ao Messias.7).47. o R edentor de I sr a elo sen Santo.6. à alma desprezada. quando Deus ouviu. A RESTAURAÇÃO TRA Z ALEGRIA 4 9 . não meramente “levar” (como indica a N V I).23. que éfiel'. 2 Co 6. 26. reconhecendo que o Deus de Israel escolheu o Messias. e te guardarei.14. os verbos aqui são proféticos. At 3.24). ao servo dos que dom i­ nam: O s reis o verão e se levantarão.2. os príncipes diante de ti se inclinarão. te ajudei. 2 8 .(Heb. 9 para dizeres aos presos: Saí. te ouvi e. para restaurares a terra e lhe dares em herança as herdades asso­ ladas. o seu Santo”. Deus ainda c “o Redentor de Israel. onde Paulo aplica isto ao tempo do M essias). contudo reis e príncipes surgirão para reconhecê-lo e “se inclinarão” para adorar o Senhor. que te escolheu. que se aplica à restauração dos estragos que o pecado causa). pode significar uma coisa ou outra) e restabelecer a herança que tinha ficado desolada (cf. O Messias encarnará a aliança do povo (Israel) para esta­ belecer a nação (ou a terra. I Co 1. a salvação de Deus para o mundo inteiro (Lc 2. Jesus deu a Grande Comissão para todos os crentes —judeus e gentios —para espa­ lharem as boas novas de que esta salvação chegou (M t 24.8 -2 6 . At 13. e te darei p o r concerto do povo. ' Assim diz o SENHOR . .1 9 2 0 ). Ainda que Israel como uma nação desprezasse o Messias e até mesmo o abominasse. terão o seu pasto. o Heb. e do Santo de Israel.21. em todos os lugares altos. lihyoth'). ao que as nações abominam. Eles pastarão nos caminhos e. p o r am or do S e n h o r . Ele é a solução dos seus problemas (cf.s Assim diz o SEN HO R: N o tempo favorável. O pro­ pósito de Deus para a terra é recuperá-la (c f 42.

como (norm alm ente) margens de estrada estéreis e encostas dos montes. po­ rém não será mais no M ilênio (cf. e eles já não serão uma barreira. guiando-os para junto de fontes de água (cf. nem a calma nem o sol os afli­ girã o .I ) .4 Comentaristas mais antigos pensavam que esta era a China.2). Alguns (como o faz a N V I) a identificam com Assuã (antiga Siene) no alto Egito. e eis que aqueles. da terra de Sinim. Eles serão como um rebanho que tem a subsistência provida pelo Senhor em lugares inespera­ dos. nem que o sol os aflija. e aqueles outros. As veredas ( “caminhos”. não só da Babilônia. mas do Norte. do N orte e do O cidente . no Oriente. SI 23.16.17). 10 N unca terão fo m e nem sede. sinirn). A sua proteção não permitirá que o calor ressecante dos ventos do deserto os abata (o significado pode se referir ao vapor aquecido que causa uma engana­ dora miragem). As condições comuns no anti­ go Israel serão mudadas. Como um pastor. N V I) são as veredas de Deus.O M essias libertará aqueles que estão presos e trará para a luz os que estão em trevas (cf. Ap 7. porque o que se compadece deles os gu ia rá e os levará mansamente aos m ananciais das águas. do Ocidente e da região de Sinim (Heb.1. 1 E fa rei de todos os m eus montes um caminho. 6 I . Agora o S e n h o r fala e promete que toda a terra será mudada. 12 Eis que estes virão de longe.^ Os judeus cedo souberam a respeito da China (de onde . A provisão de Deus será completa. como em um novo êxodo. e Ele as usará para trazer de volta o seu povo. água era sempre escassa. Os montes são os montes de Deus. Por exemplo. A restauração futura será proveniente de todas as direções. Este é o único lugar onde Sinim é mencionada na Bíblia. Deus os conduzirá. e as minhas 1 veredas serão exaltadas.

o trigo era im portado) e há alguma evidência de judeus na China antes do tempo de Cristo.
13 E xultai, ó céu s; e a leg ra -te tu, terra, e vós, m ontes, estalai de jú b ilo , p o rq u e o S enhor co n so lo u o seu p o v o e dos seu s a flito s se com padecerá.

As verdades precedentes trazem alegria. Com a proclamação de brados de louvor a Deus e gritos de alegria, os céus e toda a terra, especialmente os montes, proclamarão que o SENHOR confortou e tem tido compaixão do seu povo aflito. Embora Israel tivesse rejeita­ do o Messias, a luz finalmente penetrará os corações e as mentes do remanescente.
14 M a s S iã o diz : J á m e d esa m p a r o u o SENHOR; o S en h o r se esq u eceu d e m im .

Em resposta a esta profecia, Sião (personificada, representando o povo de Jerusalém nos dias de Isaías) protesta que o SENHOR (o Yahweh que guarda a aliança) a tem abandonado e que o SENHOR ( o Mestre Soberano) a esqueceu. Eles estavam insinuando que o S en h or não estava vivendo à altura do seu nome e natureza. Eles tinham esqueci­ do e abandonado a chamada deles para proclamarem as boas novas (4 0 .9 ). Eles não puderam entender o Evangelho, as boas novas que Isaías estava proclamando.
n P ode u m a m u lh er esq u ecer-se tan to do f i l h o qu e cria, qu e se n ão com p a d eça dele, do f i l h o do seu v en tre? M as, ain d a qu e esta se esquecesse, eu, todavia, m e não esq u ecerei de ti.

Sião não tinha nenhuma razão para ter autocomiseração (pena de si mesma). Deus poderia abandoná-los “por um pequeno momen­ to”, mas a sua “grande misericórdia” sempre estaria lá para eles (54.7). Ele responde que ainda que as mães pudessem se esquecer dos seus bebês, Deus não se esquecerá de Sião. O seu amor é maior que o amor de mãe, maior que o amor que ocupa o primeiro lugar entre todos na terra.

16 Eis que, na p a lm a da s m in h a s m ãos; te tenho gra v a d o ; os teu s m u ro s estão co n tin u a m en te p era n te m im .

Sião está gravada “na palm a das m ãos” de Deus, significando que esta estava sempre diante dos seus olhos e debaixo da sua pro­ teção. Ele sempre a veria e cuidaria dela. As muralhas da cidade ainda estavam de pé nos dias de Isaías, e Deus também as protege­ ria. O cumprimento final, contudo, será na Nova Jerusalém (c f 62.6; Ap 21.12-19).
17 O s teu s f i lh o s a p ressa d a m en te virão, m a s os teu s d estru id o res e os teu s a ssola d ores sa irã o p a ra f o r a de ti.

Então os “filhos” que vêm apressadamente para Sião são contras­ tados com os destruidores que partirão. Os Rolos do mar M orto registram “construtores” em vez de “filhos”. (As palavras hebraicas são quase as mesmas.) Como a NEB traduz isto: “Aqueles que estão a reconstruí-la o fazem mais depressa que os que a demoliram” (Tra­ dução literal da versão americana).
lti L evanta os teu s olhos ao red o r e olha; todos estes qu e se a ju n tam vêm a ti; v iv o eu, d iz o SENHOR, qu e de todos estes te vestirás, co m o d u m orn a m en to, e te cin g irá s deles co m o noiva.
O SENHOR em p en h a a su a p ró p r ia v id a de q u e os que se ju n ­ ta m a S iã o serão p a ra e la co m o o rn am e n to s q u e a d o rn a m u m a n o iva (c f. 5 2 .1 ).

19 Porque, n os teu s desertos, e n os teu s lu gares solitários, e na tua terra destru ída, te verá s, agora, apertada de m ora dores, e os que te d evora va m se cfa sta rã o p a ra longe de ti.

A terra não será imediatamente restabelecida por completo e terá, portanto, lugares despovoados. Assim, não haverá suficientes casas para os seus legítimos habitantes. M as os assírios que saquearam a terra em 701 a.C. estarão “longe”. Isto foi verdade quando o restante daqueles levados por Senaqueribe voltou da Babilônia em 689 a.C.

20 Até m esmo os filh o s da tua orfandade dirão aos teus ouvidos: M ui estreito ép a ra mim este lugar; aparta-te de mim, para que possa habitar nele.
Os exilados que retornam, os quais são numerosos, quererão se estabelecer e ter abundância de casas.

21 E dirás no teu coração: Q uem me gerou estes? Pois eu estava defilh a d a e solitária; entrara em cativeiro e me retirara; quem, então, me criou estes? Eis que eu f u i deixada sozinha; e estes onde estavam?
Jerusalém será pega de surpresa pelo retorno dos exilados. Eles tinham sido poupados quando Senaqueribe destruiu as cidades fortificadas de Judá e levou mais de duzentos mil cativos. Não era esperado que estes cativos retornassem. Isto está em contraste com o retorno posterior da Babilônia. Um grupo posterior teria o conforto da profecia de Jeremias (Jr 29.10).

22 Assim diz o SENHOR: Eis que levantarei a mão para as nações e, ante os povos, arvorarei a minha bandeira; então, tra­ rão os teus filh o s nos braços, e as tuas filh a s serão levadas sobre os ombros.
Agora Isaías olha para o futuro, para um retorno maior. Deus, o Soberano SENHOR, levantou a sua mão, sinalizando às nações que Ele está a ponto de agir. O Messias é a sua “bandeira”, ou insígnia, para os povos do mundo. Por sua causa, o povo de Sião será restabelecido (insinuando a conversão de nações gentias). N ada poderá impedir Deus de levar a cabo o seu plano.
E o s re is se rã o o s teu s aios, e a s su a s p r in ces a s, a s tu a s a m a s; d ia n te de ti, se in clin a rã o co m o rosto em terra e la m b erã o o p ó dos teu s pés, e sa b erá s q u e eu so u o SENHOR e q u e os q u e co n fia m em m im n ã o se rã o co n fu n d id o s.

Deus usará os reis e rainhas para produzirem a restauração de Sião no dia milenial futuro. Eles se sujeitarão a Sião, reconhecendo as

suas obrigações espirituais para com Israel. Em se inclinando e lam ­ bendo o pó dos seus pés,6 eles estarão reconhecendo a Sião como a noiva escolhida de Deus (cf. v. 18) e estarão realmente adorando a Ele, submetendo-se a Ele e ao mesmo tempo reconhecendo que “a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22). Como M otyer comenta: “O quadro é de subserviência política, mas a realidade é o reconheci­ mento de dívida espiritual”.7 Então o povo de Sião saberá em sua experiência que Deus é Yahweh, o Deus que guarda a aliança. Porque Ele é fiel, os que esperam e confiam nEle “não serão confundidos” ou envergonhados de ter tido essa esperança. A misericórdia e justiça triunfarão.

24 T irar-se-ia a presa ao valente? O u os presos justam ente esca­ pariam ?
A resposta para estas perguntas retóricas é não. tirar despojo de um guerreiro poderoso? Ou pode “valente” (Heb. tsaddiq, “um homem ju sto ” que tem seu lado8) conseguir escapar em segurança? A versão “tiran o ”. Quem pode o cativo do o direito do ARA indica

25 Mas assim diz o SENHOR: Por certo que os presos se tirarão ao valente; e a presa do tirano escapará ; porque eu contenderei com os que contendem contigo , e os teus filh o s eu remirei. O S e n h o r tem uma resposta diferente. Os cativos do guerreiro poderoso serão levados embora e serão tomados com segurança os despojos dos tiranos violentos. Deus entrará na batalha ao lado do seu povo. “Eu” está na posição enfática na sentença. Porque o poder de Deus é maior do que qualquer ditador humano, Ele será o vence­ dor e Ele salvará.

20 E sustentarei os teus opressores com a sua própria carne , e com o seu próprio sangue se embriagarão, como com mosto; e toda a carne saberá que eu sou o SENHOR, o teu Salvador e o teu Redentor, o Forte de Jacó.

A vitória de Deus fará os opressores de Israel se destruírem a si pró­ prios, provavelmente lutando entre si. Então todo o gênero humano (Heb. kol basar, “toda a carne”), ou seja, todos os povos do mundo, saberão que o SENHOR é o Salvador de Israel, o Parente-Redentor, o Deus-Pai pode­ roso de Jacó (cf. Gn 49.24,25). O mesmo Deus que revelou o seu plano para Israel continuará revelando-o para o mundo inteiro.
3. 0 PECADO DE ISRAEL E A FALTA DE RESPOSTA 50.1-3

1 A ssim d iz o SENHOR: O n d e está a carta de d iv ó rcio de vossa m ãe, p ela q u a l eu a rep u d iei? O u q u em é o m eu credor, a quem eu v o s tenha v en d id o ? Eis qu e p o r vossa s m a ld a d esfo stes v en d i­ dos, e p o r vossa s p rev a rica çõ es vossa m ã e f o i repudiada.

Agora Isaías continua o pensamento de 49 .14— O povo tem 16. enganado a si próprio. O SENHOR não se divorciou de seu povo nem o vendeu a credores. Não há papéis de divórcio (como a Lei requeria, Dt 24.1,3). Israel seria castigado pelos seus pecados. “Fostes vendi­ dos” é um modo de dizer que Deus lhes perm itiu ser subjugados pelos seus inimigos (cf. Dt 32.30; Jz 2.1 4). M as “Deus não tinha dissolvido completa e definitivamente o relacionamento de aliança”.9 A redenção ainda era possível e Deus queria a reconciliação. Os credores poderiam vender as crianças de um devedor para a escravidão (cf. 2 Rs 4.1). M as a idéia de que Deus tem credores é ridícula. Não obstante, os pecados do seu povo os colocava na posi­ ção de serem vendidos e aprisionados. Deus não queria isto. Os peca­ dos deles requeriam isto. 2 P o r q u e razão v im eu, e n in gu ém a p a receu ? C h a m ei, e n in ­ g u é m resp o n d eu ? T anto se en colh eu a m in h a m ão, q u e j á não p ossa re m ir ? O u não há m a is f o r ç a em m im p a ra liv ra r? Eis que, com a m in h a repreen são, f a ç o seca r o m ar, to rn o os rio s em deserto, a té qu e ch eirem m a l os seu s p eix es, p o is não têm água e m o rrem de sede. 3 E u v isto os céu s de n egrid ã o e p o r -lh e s -e i u m p a n o de sa co g ro sse iro p o r su a cobertu ra.

O problema não é que Deus é caprichoso ou que Ele esqueceu do seu povo. Antes, o problema é que ninguém lhe respondeu quando Ele veio querendo restabelecer o relacionamento deles consigo. N in­ guém respondeu quando Ele chamou. O povo agiu como se Deus não tivesse nenhum poder para redimir ou livrar. M as Ele nunca se rende. Ele é o Criador que pode falar uma pala­ vra de repreensão e pode fazer “secar o mar” (cf. Êx 14.21; SI 106.9), fazer os rios secarem, ou escurecer o céu (veja Ex 10.21).
4. 0 OBEDIENTE SERVO DE DEUS: 0 MESSIAS 50.4-9

4 O S en hor J eová m e d eu u m a lín gu a eru d ita , p a ra q u e eu saiba dizer, a seu tem po, u m a boa p a la vra ao qu e está cansado. E le d esp erta -m e todas as m anhãs, d esp erta -m e o o u v id o p a ra que ou ça com o aq ueles qu e aprendem . Em contraste com a rebelião de Israel, o Servo Sofredor do SeNHOR10 é fiel. Agora Ele fala (veja vv. 1 0 ,1 1).n O soberano SENHOR, e guarda da aliança, deu a Ele a língua de treinados eruditos. Quer dizer, pela graça de Deus Ele fala a palavra de Deus como um Profeta e é reconhecido como um Mestre. A sua palavra é capaz de sustentar o fraco e o cansado. Ele está acordado, e diariamente ouve a palavra de Deus. Ele está em comunicação constante com Deus, o Pai, e é sensível a Ele (cf. M c 1.35; Lc 6.12). Dessa forma, Ele pode comu­ nicar a palavra de Deus ao cansado. J O S en hor J eová m e a b riu os ou vid os; e eu não f u i rebelde; não m e retiro pa ra trás. O Servo enfatiza que o SENHOR está fazendo isto. Quando o so­ berano SENHOR e guarda da aliança diz ao M essias que o tempo do seu sofrimento é chegado, Ele não se rebelará ou recuará. Ele estará disposto e obediente. 6 As costas dou aos qu e m e f e r e m e a fa c e , aos que m e a rra n ca m os cabelos; não escon d o a f a c e dos qu e m e cfr o n ta m e m e cospem .

Isto descreve o que aconteceu a Jesus antes da cruz (c f M t 26.67; 27 .26,30; M c 1 5 .1 6 -2 0 ; Lc 18.32; Jo 18.22; I9 .I). A despeito do que os seus brutais inimigos fazem a Ele, e apesar do desprezo deles, Ele permanece submisso. ' Porque o Senhor JEOVÁ me ajuda, pelo que m e não confundo; p or isso, pus o meu rosto com o um seixo e sei que não serei confundido. Em meio ao seu sofrimento Ele pode suportar a dor porque o SENHOR o ajuda. A sua confiança no seu Pai o fez saber que Ele não seria superado pelo escárnio e mau trato. Fixar a sua lace como “sei­ xo” retrata a sua determinação de ir para a cruz, sabendo que a sua morte vergonhosa não terminaria em desesperança, mas em ressur­ reição, ascensão e exaltação (cf. Lc 9.51). ,s Perto está o que me justifica; quem contenderá com igo? C om ­ pareçam os juntam ente; quem c meu adversário? C hegue-se para mim. 9 Eis que o Senhor J e o v á me ajuda; quem há que me condene? Eis que todos eles, como vestes, se envelhecerão, e a traça os comerá. A linguagem é a de uma cena de tribunal. Deus o Pai está com o Messias de um modo poderoso. Porque Deus o Pai justifica o Servo como não tendo cometido nenhum pecado, ninguém pode condenar o Servo ou ser eficazmente o seu adversário. Os seus acusadores serão como um artigo de vestuário que se desintegra com a idade, ou que é consumido por traças. Eles não terão nenhum efeito duradouro. O Messias triunfará apesar de tudo o que eles fazem.
5. A ESCOLHA: CONFIE EM DEUS OU PASSE 0 TEMPO EM TORM ENTO 50.10,11

10 Q uem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do seu servo? Q uando andar em trevas e não tiver luz nenhuma, con ­ f i e no nom e do SENHOR e fir m e -s e sobre o seu Deus.

Isaías12agora exorta o povo a responder ao Servo e obedecer àquEle que supremamente obedeceu o seu Pai celestial.13Proceder dessa for­ ma será sair da escuridão e confiar “no nome do S e n h o r ” (cf. Rm 8.32-39). O “nome” indica caráter —e “não há nele treva nenhuma” ( I Jo 1.5). Aquele que vier para a sua luz irá firmar-se (H eb. yishsha’en, “apoiar-se, encostar-se”) sobre o seu Deus, entrando em uma relação pessoal com Ele, pois Deus verdadeiramente será “o seu Deus”.

11 Todos vós que acende is fo g o e vos cingis com faíscas, andai entre as labaredas do vosso fo g o e entre asfa ísca s que acendestes; isto vos vem da minha mão, e em torm entos jazereis.
Isaías agora se dirige ao mundo descrente. Aqueles que insistem em iluminar os seus próprios caminhos pelos seus próprios fogos sofrerão a mão de juízo de Deus. Eles pensam que são pessoas de esclarecimento por causa das suas filosofias humanísticas (incluindo as idéias da Nova Era hoje). M as eles jazerão em um lugar de tor­ mento por causa dos seus pecados (cf. 66.24). Este será um lugar abrasador, pois o fogo é freqüentemente um símbolo do juízo de Deus em Isaías (veja I . 3 I ; 5.24; 9 .1 8; 1 0 .1 6 ,1 7 ; 2 6 .1 1 ; 2 9 .6 ; 30.27,30; 47.14; 66.15,16; cf. I Co 3.13; H b 10.27; 12.29). Eles acendem uma falsa luz que se torna um fogo para destruí-los. Eles terminarão no lago de fogo —um contraste muito real com os seus falsos fogos (Ap 20.14,15).

QUESTÕES DE EST U D O
1. Que evidência no capítulo 49 mostra que o Servo Israel é de fato o Messias? 2. Quais são os dois mais importantes aspectos da missão do Servo? 3. Como 49.8— se aplica a Jesus? 13 4. Que garantia Deus dá de que Ele não esquecerá do povo de Sião?

5. Como Deus trará de volta os filhos e as filhas de Sião? 6. Como o capítulo 50 estende o pensamento de 40 .14— 16? 7. Como a resposta obediente do Servo contrasta com a do povo de Israel? 8. Qual é a atitude do Servo em meio ao seu sofrimento? 9. Que tipo de respostas haverá para a voz do Servo de Deus e que resultados se seguirão?

CITAÇÕES
Este é o segundo Cântico do Servo; Veja 42.1. E Duane Lmdsey, The Servant Songs (Chicago. M oody Press, 1 9 8 5 ), 66. O b­ serve que “Israel” era o nome de um indivíduo (Jacó) antes de se tornar o nome da nação. O Israel N acional não pode ser pretendido aqui, pois este Servo tem um a missão para Israel (veja v.5). O hebraico para “o meu direito” é mishpati : “m inha justiça”, ou “m inha causa” (R S V ), ou “meu direito ” (N R S V ; A R A ), ou “meu caso” (Jewish Publication Society). R . N. W hybray, Isaiah 4 0 — (G rand Raptds: W m . B. Eerdmans, 1981), 66 142. Embora a NIV, et al., m ude o hebraico para swenim (m encionado em Ez 2 9 .1 0 ; 3 0 .6 ), não há nenhuma evidência textual para tal m udança aqui. Joseph A. Alexander, C om m entary on the Prophecies o f Isaiah, 2 vols. em I (1 8 7 5 ; reimpressão, Grand R apids: Zondervan Publishing House, 1 9 7 5 ), 2:28 5. Francis Brown, S. R . Driver, e Charles A. Briggs, A H ebrcw andE nglish Lexicon o f the O ld Testament (O xford, Inglaterra: Clarendon Press, 1 9 5 1), 696. Em “teus pés”, no hebraico “teus” é fem inino singular, referindo-se a Sião. ). Alec M otyer, The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove, 111.: InterV arsity Press, 19 93 ), 395. A N V I pretere a tradução “os violentos” por causa do paralelismo com o v.25 e devido aos Rolos do m ar M orto, aVulgata, c a Siríaca trazem “os violentos”. A versão ARA traz “os tiranos”. A NEB traz “os cruéis”. Todavia, a Versão Barclay traz “Devem os cativos ser legitimamente salvos” (trad. lit.); e Rotherham traz “Pode o cativo de alguém no direito ser libertado?” (trad. lit.). Joe M . Sprinkle, “O ld Testament Perspectives on Divorce and Rem arriage”, Jou rn a l o f the E vangélical Theological Society 40, no. 4 (dezem bro de 1 9 9 7 ): 541.

Veja tam bém J. A. M otyer, The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove, 111.: InterVarsity Press, 19 93 ), 397. 10 Este é o terceiro Cântico do Servo; veja 42:1. 1 Alguns acreditam que Yahweh do v. I ainda está falando aqui e o Servo é 1 identificado com Ele. 12 Alguns entendem o que fala nos v v .I0 ,II como sendo Yahweh. F. Duane Lindsey, The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press, 1 9 8 5 ), 92. 13 Stanley M . Florton, A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro, RJ: CPAD, 19 95 ), 2 9 1 , 29 3.

B.

0 Remanescente Encorajado 51.1-52.12
I. LEMBRE-SE DO FUNDADOR E DA FUNDAÇÃO 51.1-8

Três temas seguem: Deus enfatiza as suas promessas ao remanes­ cente piedoso de Israel; a sua salvação está disponível para todos os povos do mundo; e nada pode impedi-lo de levar a cabo o seu propó­ sito de salvação. E imperativo que nós escutemos. Isaías primeiro se dirige ao remanescente piedoso que segue o que é certo aos olhos de Deus e que o busca. Olhando ao passado, em pesquisa laboriosa nos livros, para a rocha da qual eles foram corta­ dos, eles deveriam ser relembrados das bênçãos e da graça de Deus no passado.
1 O u v i-m e , v ó s q u e s e g u is a ju s t iç a , q u e b u sca is a o SENHOR; olh a i p a r a a roch a d o n d e jb s t e s co rta d o s e p a r a a ca v er n a d o p o ç o d e o n d e f o s t e s ca va d o s. 2 O lh a i p a r a A braão, v o sso p a i, e p a r a S ara, q u e v o s d eu à lu z ; p orq u e, sen d o ele só, e u o ch a m ei, e o a b e n ç o e i e o m u ltip liq u ei.

Usualmente as referências do Velho Testamento a uma “rocha” são referências a Deus. Quando Abraão pôs a sua fé em Deus, Deus o fez como um rochedo. Desse modo, o remanescente piedoso é ori-

entado a focalizar a lembrança em Abraão e Sara, não somente neles como indivíduos, mas no que Deus fez por eles. Eles deveriam se lembrar especialmente da promessa de abençoar, que incluía nume­ rosos descendentes (dada quando Sara era estéril e, no natural, isto parecia impossível). Então eles deveriam se concentrar no cumpri­ mento da promessa (c f Dt I.IO; 10.22). O Deus que fez uma gran­ de nação de tais pequenos começos ainda pode fazer o mesmo. Ele é um Deus fiel. Tudo o que Ele tem feito por eles é pura graça.
3 P orque o SENHOR co n so la rá a Sião>e co n so la rá a todos os seu s , lu gares assola dos; e f a r á o seu d eserto com o o É den e a sua solidão, co m o o ja r d im do SENHOR; goz o e a legria se acharão nela, a ções de g r a ça s e voz de m elodia.

O SENHOR tinha determinado confortar a Sião, insinuando tam­ bém que Ele já começou a fazer assim. As declarações paralelas enfatizam que Ele fará os lugares assolados e o deserto como o Jar­ dim do Eden. Não haverá mais nenhuma tristeza ou lamentação, pois este será um lugar de imperturbável alegria, com satisfação, ações de graças, e cânticos ao som de instrumentos musicais. Isto terá o seu grande cumprimento no M ilênio.1
4 A ten dei-m e, p o v o m eu e nação m in h a ! In clin a i os o u v id o s pa ra m im , p o rq u e de m im sa irá a lei, e o m eu ju íz o se estabelecerá com o lu z d os povos.

Deus fala agora. O remanescente piedoso em Sião precisa escutar, pois Ele dará instrução ( “lei”, Heb. fora/;) sobre como viver em rela­ ção certa com Ele e de um para com o outro. Ele também estabelece­ rá a sua justiça, ou juízo, “como luz dos povos”, como um guia, e não só para Israel, mas para todos os povos do mundo. “Juízo” aqui in­ clui o tipo de vida que o agrada. 5 P erto está a m in h a ju stiça , v em sa in d o a m in h a sa lvação, e os m eu s braços ju lg a r ã o os p o v o s; as ilhas m e a gu a rd a rã o e n o m eu braço esperarão.

porque os céus desaparecerão como a fu m a ça . que foi feita por Deus. traz “semelhantemente”. e a terra se enve­ lhecerá como uma veste.A “justiça” e a “salvação” de Deus são paralelas nesta sentença: um modo poético de dizer que elas estão intimamente conectadas. e a m i­ nha ju stiça não será quebrantada. e os seus m oradores m orrerão como mosquitos. povo. As pessoas também morrerão. e levará a cabo as suas decisões. a nova terra e a Nova Jerusalém nunca terão fim. A terra será como uma veste que está velha e simplesmente cai aos pedaços (cf. vós que conheceis a justiça. trará a sua justiça. Elas “aguardarão” (Heb. Os “braços” de Deus significam o seu poder pelo qual Ele julgará todas as nações. Os céus estrelados atuais são comparados a uma coluna de fumaça que é levada pelo vento e desaparece. SI 102. vós. (N ota doTradutor: A versão ARC anterior a 1995. As “ilhas” incluem todos os continentes da terra. em cujo cora­ ção está a minha lei. “aguarda esperan­ çosamente”) por Deus. muitas traduções to­ mam o hebreu como significando que estas morrerão “como mos­ quitos” ou moscas.) Em contraste. ainda está debaixo do seu controle. Eles experimentam a justiça e têm as instruções de Deus nos seus corações. eles esperam por Ele para enviar o Messias. Deus convida novamente o remanescente piedoso de Israel a escu­ tar. 6 Levantai os olhos para os cévis e olhai para a terra de baixo. a salvação de Deus “durará para sempre” e a sua justi­ ça “não será quebrantada” ou destruída. Os novos céus.25-28). quer dizer. 7 O uvi-m e. Como a ARC. até mesmo as partes mais distantes. mas a minha salvação durará para sempre. Eles têm que deixar de ficar amedrontados de abusos ou des- . ycqawwu. A sua salvação cumprirá todos os padrões requeridos por sua justiça. em lugar de “de modo semelhante” (K JV). Toda a criação. nem vos turbeis pelas suas injiírias. esperando e confiando em seu poder para tornar a sua salva­ ção disponível para todo o mundo. não temais o opróbrio dos homens.

s Porque a traça os roerá com o a uma veste. cf. para que passassem os rem idos? A resposta de Isaías e do povo de Deus expressam o desejo deles pela salvação que Ele prometeu. é um clamor para Deus entrar em ação poderosa. hostis e insultantes dos incrédulos. o oceano primordial de Gn 1. desperta corno nos dias passados. veste-te de força. g o z o e a le­ g r i a a lca n ça rã o . e o bicho os comerá como à lã.2) por causa da impossibilidade de Israel cruzá-lo por quais­ quer meios naturais disponíveis a eles. mas a minha ju stiça durará para sempre. a tristez a e o g e m id o f u g i r ã o . Pedir ao braço de Deus para desper­ tar não significa que Deus estava adormecido. SI 87.7. 89.prezos humanos. 30. jó 9. yam suph. “mar de juncos”) é* comparado ao “grande abismo” (Heb. fohm. o monstro do mar. como Ele fez no êxodo do Egito (aqui chamado “Raabe”. . Antes. Eles podem contar com isto “de geração em geração”. de geração em geração. desperta. não és tu aquele que cortou em pedaços a Raabe e fe r iu o dragão? 10 Não és tu aquele que secou o m ar . 2. DEUS ASSEGURA UM ALEGRE RETORNO 51.4. Aqueles que abusam e insultam o povo de Deus serão consumi­ dos.10). ó braço do SENHOR. v o lta r ã o o s resga ta d o s do SENHOR e v ir ã o a S ião co m jú b ilo . 11 A ssim .13. incapazes de resistir ao juízo de Deus mais que a lã pode resistir à traça. Mas o povo de Deus tem a garantia da sua justiça eterna e da sua salvação sem fim.9-16 9 D esperta. com o nas gerações antigas. e a minha salvação. as águas do gra n d e abism o? E que f e z o caminho no fu n d o do mar. e p e r p é tu a a legria h a v erá so b re a su a ca b eça . Por que meros seres humanos deveriam impedi-los de defender o que é certo? . Eles têm que deixar de ficar assustados e chocados pelas palavras injuriosas. O mar Vermelho (Heb. não im porta o que venha a acontecer.

eu sou aquele que vos consola. Eles não mor­ rerão “na caverna” ou no calabouço. Com a alegria e o gozo consegui­ dos. Aqueles que estão almejando a salvação de Deus olham adiante para um êxodo maior. rinnah. 40. Eles também precisam perceber a própria relação deles com Deus: Deus se tornou deles. incluindo po­ derosos opressores terrenos e ditadores. ou o filh o do homem. que te criou) que estendeu os céus efu n d o u a terra. que é m ortal .Os israelitas cantaram depois que cruzaram o mar Vermelho (Ex I 5 . 35. eles estão esquecendo de Deus. os quais serão como a relva que logo murcha (cf. Estas emoções os procurarão e os “alcançarão”. o qual —em contraste com o “feno” —“estendeu os céus e fundou a terra”. e o seu pão lhe não faltará . “badalando gritos de alegria”) a Sião. Houve um cumprimento parcial disto em 689 a. Haverá um m aior cumprimento disto no fim dos tempos.6-8)? Quando estão continuamente ame­ drontados a respeito do furor do “angustiador” (ou liquidatário). 14 O exilado cativo depressa será solto e não m orrerá na caver­ na.C. O povo de Israel necessita reconhecer quem Ele é: o Deus que os “consola” ou renova a confiança deles.2 como quando ele está preparado para destruir. quem pois és tu. como se sentenciados a irem . todas as expressões de aflição terão fugido para longe (cf. quando os cativos voltaram da Babilônia. quando se prepara para destruir? O nde está of u ­ ror daquele que te atribulava? Deus responde. não precisarão buscar gozo e alegria. Por que deveriam ter medo de qualquer mortal.10). e temes todo o dia o fu r o r do angustiador . Devido a eles segui­ rem ao Senhor. 12 E u . que se tornará em fe n o ? l 'E te esqueces do SENHOR. Aqueles que se encontram encolhidos nas prisões ou estirados diante do inimigo serão em breve postos em liberdade. onde virão “com júbilo” (Heb. para qvie temas o homem.I -2 I ).

renovando a 6 E p o n h o as m in h a s p a la vra s na tu a boca e te cu b ro com a som bra da m in h a m ão. Esta pode ser uma declaração geral ou pode se referir aos prisioneiros de Senaqueribe que foram levados para a Babilônia. Deus tomará conta das suas necessidades. Ele é o S e n h o r Todo-poderoso. . Jerusalém tem caído debaixo do furor da ira de Deus e a receberá em sua abundância. Deus o cobri­ rá com a sua mão até chegar a hora em que Ele será revelado. Deus não precisa ser despertado ou 1 2 1 . cito s”. Deus fala agora com o Servo. O hebraico é confiança do seu povo.4 ). Por seu intermédio Deus plantará de novo os céus e a terra em uma nova criação. qu e f e n d e o m ar. Ele ainda tem um lugar para Israel no seu plano e Ele sempre o terá. qu e bebeste da m ã o do Senhor o cá lice do seu f u r o r . 15 P orque eu so u o Senhor . Deus ainda dirá para Sião que eles são o seu povo: a escolha de Deus não mudou e não mudará. leva n ta -te. o qual fala para Deus. ou uma nova ordem. teu D eu s. 0 CÁLICE DA IRA DE DEUS ESCOADO E REMOVIDO 51. e p a ra d iz er a Sião: Tu és o m eu povo. bebeste e so r v este as fe z e s do cá lice da vacilação. p a ra p la n ta r os céus. m ovido para agir (SI o “S e n h o r dos Exér­ do m ar falam de seu enfático. N V I) indica que Deus deu o seu veredicto e o juízo virá. e bra m em as su a s ondas. O S enhor d os E x ércitos é o seu nome. com vigor e resolução. O povo tinha clamado para que Deus despertasse. ó Jeru sa lém . e p a ra f u n d a r a terra. O “cálice da vacilação” (ou “que faz os homens cambalearem”. M as é Jerusalém que realmente precisa fazer isso.9 ).para a cova (inferno). desperta. Até mesmo a agitação das ondas contínuo poder e controle. 3.17-23 11 D esp erta . para que se movesse em ação (5 1 .

não podem escapar. de todos os f i lh o s qu e crio u . Deixe o povo ver que Deus tomou . n en h u m há qu e a g u ie m a n sa m en ­ te. O profeta não pode confortar Jerusalém ou até mesmo mostrar simpatia. deveria ter tido “os filhos [o povo]”. Deus tem uma nova palavra para o seu povo que foi humilhado e recebeu o cálice da sua ira (cf. ainda é o Deus de Israel e tem uma palavra de encorajamento para eles. ó opressa e em briagada. O Soberano SENHOR. e. retratada como a mãe do seu povo. 21 P elo que. v. “como antílope na rede”.. e teu D eus. ch eios estão do f u r o r do S e n h o r e da rep reen sã o do teu D eu s. qu em terá com p a ix ã o de ti? A assolação. 22 A ssim diz o teu Senhor. todo o povo estava na mesma condição pecadora. que pleitea rá a causa do seu p ovo: Eis que eu tom o da tua m ão o cálice da va cila ­ ção. Ele a traz à justiça e os defende. o Yahweh que guarda a aliança. as fe z e s do cálice do m eu f u r o r .. e a fo m e . para que a guiasse de forma que ela pudesse ter evitado a ira de Deus. 17). m a s não de vinho. n en h u m qu e a tom e p ela m ão. 20 J á os teu s f i lh o s desm aiaram .ls D e todos os fi lh o s qu e teve. e o qu ebran tam en to. de modo que eles desfaleceram e. e a espada! C om o te co n so la rei? A situação deles é desesperadora. Jerusalém. M as não havia nenhum. ja z e m nas en trad as de todos os cam in hos. Está implícito que só Deus pode tratar disto. J eová. Ele pleiteia a causa deles. com o o a n tílop e na rede. Os habitantes de Jerusalém estão assim debaixo da ira e da repre­ ensão de Deus. o u v e isto. agora. 19 E ssas du a s coisas te a con tecera m . As calamidades estão em pare­ lha: “a fome e a espada” trazem devastação e destruição. n u n ca m a is dele beberás.

pois Jesus tomou aquele cálice por nós (M t 26. e o seu povo. Deus vai mostrar. em troca. a sua justiça pondo o cálice da ira “nas mãos dos que.9). ó Sião. 2 S acode o pó.7. Após beber o cálice da ira de Deus. 17 e 21 acima). Jerusalém será de novo a “cidade santa”. entristeceram [a Israel]”. p a ra q u e p a ssem o s sob re ti.o cálice da ira da “tua mão”.21. Ex 28 . e tu p u seste as costa s co m o chão e co m o ca m in h o aos viand antes.2— ) providas por Deus. A terceira chamada para despertar (cf. ó J eru sa lém . Que tamanha graça! 23M as p ô . As belas “vestes formosas” são vestes sacerdotais (cf.17. O desembaraço do “incircunciso” e “imundo” (ou sujo) indica que o povo terá igualmente uma santi­ dade interior. O povo nos dias de Isaías nunca teria que bebê-lo novamente (c£ w. O cálice da ira de Deus será novamente despejado durante a Grande Tribulação (Ap 6.e i nas m ã o s d os qu e te en tristecera m .11. qu e dizem à tua alm a: A baix a-te. I Pe 2. 5 1. caminhan­ do por cima de suas costas depois de eles terem sido forçados a se prostrarem no chão (cf.9.. p orq u e n u n ­ ca m a is en tra rá em ti n em in circu n ciso n em im undo.6. 15. v e s te -te da tua fo rta lez a .. I Ts 5.22 acima). reis-sacerdotes (Êx 19.42. os quais os tinham tratado literalmente como a lama das ruas (c f 10.1). ó ca tiva f i lh a de Sião.5— 15). cid a d e santa. Jerusalém se tornará novamente uma cidade real.9). cf. lev a n ta -te e a ssen ta -te. Os crentes não sofrerão essa ira. desperta.6). 16 . 17. v este -te das tua s vestes fo r m o s a s .5. vv. ó J eru sa lém . 17 ) vem para Sião por causa da obra de redenção do S e n h o r . Jo 1 8 . 5 O povo de Deus cumprirá novamente a função sacerdotal que Ele pretendia anteriormente (Êx 19. JERUSALÉM SERÁ REDIMIDA 5 2 1 -1 2 1 D esp erta .16. Eles têm que sacudir o “pó” . 4. 5 1.l o . so lta -te das ata du ras de teu pescoço.

as cadeias do pecado. p o r esta causa. J P orque assim d iz o SENHOR: P o r n a d a fo stes ven d id os. O dia milenial . e o m eu n o m e é blasfem ado in cessa n tem en te todo o dia. em tem p os p a ssad os. pela sua graça. que tenho eu aqui que ja z e r . a N V I indica “aqueles que o dominam zombam”).24). agora. outros. Deus vai resgatá-los livremente. o m eu p o v o sa berá o m eu nom e. Desse modo. ARC]. p o rq u e eu m esm o so u o q u e digo: E is-m e aqui. 6 P ortanto. A menção do Egito como o primeiro lugar da opressão de Israel e da Assíria como oprimindo-os “em tempos passados” (por ocasião da sua história) indica que esta passagem está tratando dos próprios dias de Isaías. 4 P orque a ssim d iz o S en hor JEOVÁ: O m eu povo. p a ra p e r e g r in a r lá. Rm 2. “Portanto” e “por esta causa” são sinônimos utilizados aqui para indicar ênfase. Os seus dominadores “dão uivos” (alguns entendem isto como significando os “uivos” dos seus opressores [KJV.(representando o pecado). a Assíria não pagou nenhum preço a Deus. “sem dinheiro”. Assim. O S en h o r não ganhou nada tendo o seu povo sido levado para longe dEle.4 3 E. e a A ssíria sem razão o oprim iu . o nome de Deus é insultado ou blasfemado. d iz o S enhor . n a q u ele dia. provavelmente porque eles estão rejeitan­ do o fato de que merecem o seu juízo (cf. e soltar as antigas cadeias ( “ataduras”) que os tiranizavam. Quando o povo foi vendido em escravidão. d iz o SENHOR. d esceu ao Egito. que os seus próprios opressores lamentam [R S Y CEV]. ARA. NASB. p o is o m eu p o v o f o i tom ado sem n en h u m a razãoP O s q u e d om in a m sob re ele dão u ivos. ta m ­ bém sem din heiro sereis resgatados. não havia nenhuma necessidade de pa­ gar um preço à Assíria para resgatá-los daquela escravidão. Deus vai deixar o seu povo saber o “nome” [dEle] (incluindo a sua natureza e caráter) na experiência deste.

M as agora. Ele também é o que fez isto acontecer. também E f 6. A cidade de Jerusalém é chamada “desertos”. ju n ta m en te ex u lta m . uni­ dos em um ressonante e alto brado de alegria.15 faz a citação deste versículo e o aplica ao Evangelho do Novo Testamento (cf. ainda soberano. Pois eles verão clara­ mente “quando o SENHOR voltar a Sião”. qu e f a z o u v ir a paz. A aplicação específica aqui é às boas-novas sendo proclamadas nos montes ao redor de Jerusalém. ex u lta i ju n ta m en te. e ainda no controle. mas eles são formosos porque trazem um exultante brado de “boas-novas” de que “Deus reina”: Deus não está morto. solo improdutivo. p o rq u e olho a olho verão. conforto e redenção de Deus. A RA ) podem estar machucados e san­ grando. por causa da salvação. Então saberão não só que Deus predisse o futuro. os montes do mundo inteiro onde o Evangelho da paz (a bondade e a salvação de Deus) é proclamado (c f 49. rem iu a J eru sa lém . . Aqueles que estão assistindo. por causa dos pecados de seu povo como também pelo cerco dos assírios. quando Ele falará com eles e eles o verão. desertos de J er u sa lém ! P orque o S en hor co n so lo u o seu p o v o . “Os montes” são os 12 montes de Deus.15). que f a z o u v ir a sa lva çã o'. Deus ainda é o Rei do universo.está vindo. 8 Eis a voz dos teu s atalaias! E les alçam a voz. até mesmo o solo improdutivo irrompe em brados e cânticos de alegria. 9 C la m a i can tan do. qu an do o Senhor v o lta r a Sião. Romanos 10. que a n u n cia o bem . Ele retorna como o con­ quistador triunfante. qu e d iz a Sião: O teu D eu s rein a ! Os versículos 7— são um hino de louvor.11 ). aguardam esperançosamente. Os pés “suaves” ( “formosos”. 7 Q u ã o su a v es são sob re os m o n tes os p é s do qu e a n u n cia as b o a s-n o v a s.

p orq u e o S enh or irá dia n te de vós. A chamada é uma convocação geral. v ó s qu e levais os NHOR. O fato de que eles não devem sair “apressadamente” contrasta com a partida do Egito (Êx 12. QUESTÕES DE ESTUDO 1. Eles têm que se man­ ter cerimonialmente puros. Deus guardará os seus reis-sacerdotes. g in d o . Como a justiça de Deus é relacionada à sua salvação? 3. Quanto a Deus desnudar o seu “santo braço” significa que Ele irá demonstrar o seu poder e sua santa dedicação na sua obra de salva­ ção.Tivessem eles tocado em uma “coisa imun­ da”. p u r ifica i-v o s . aqui.2 0 ). sa í daí. nem no exílio. não poderiam continuar portando os utensílios santos. e será a vossa retaguarda. instrumentos] do Senhor”.33. e todos os co n fin s da terra v erã o a sa lva çã o do n osso D eus. não toqu eis do m eio dela. retira i-v o s. tanto na frente como na retaguarda deles. Nem sequer lhes seria permitido entrar no templo. Houve apenas um cumprimento parcial desta profecia quando Ciro permitiu aos judeus voltarem do exílio babilônico posterior (Ed 1. 12 P orque não sa ireis apressadam ente. Por que o povo chamou a Deus para despertar e qual foi a sua resposta? . sa í u ten sílio s do Sen em v o s i r e i s f u ­ o D eu s de Isra el Isaías não está na Babilônia. e também contrasta com a ordem inicial para fugir da Babilônia (4 8 . Por que o remanescente piedoso precisa olhar para Abraão e Sara? 2. 11 R etira i-vos.7— 10). coisa im u n da. 39). Os judeus são reis-sacerdotes levando santos “utensílios [coisas.10 O S e n h o r d esn u d o u o seu sa n to braço p era n te os olhos de todas as n ações. “Todos os confins da terra” verão isto e reconhecerão a sua grandeza.

C. Eerdmans. até mesmo ao pró­ prio escritor.1M as esta passagem “aponta para além de Israel como o . 7. 19 84 ). De que modos nós podemos participar hoje no hino de louvor (5 2 . 6.13-53.4. Alguns críticos são hesitantes em aplicar isto a Jesus.12 I. 2 George A. B. e elevado. no. 3 H ebraico be’ephes. The Servant Songs (C hicago: M o o dy Press. de modo que eles tentam fazer a aplicação disto a Israel. ou ao remanescente piedoso. “T h e U n ity o f Isaiah”. 156. ou a algum profeta. Barton Payne. isto poderia também significar “no fim ” (N E B ) ou “para n ada”. 0 Sofrimento e a Morte Expiatória do Servo 52. Bulletin o f tbe Evangelical Tbeological Society 6. 2 (m aio de 1 9 6 3 ): 53 -54 . 19 85 ). Servant Theology (G rand R apids: W m . o qual continua pelo capítulo 53.7 -1 2 )? CITAÇÕES 1 J. Duane Lindsey. F. Por que Deus encobre o Servo? Por que o povo de Jerusalém tem necessidade de despertar? O que Deus quer fazer por eles? O que o povo de Jerusalém tem de fazer com respeito a esta terceira chamada para despertar? 8. Knight. Este versículo é o começo do quarto cântico do Servo. 4 F. e m u i sublim e. 5. será en gra n d eci­ do. 0 SERVO PRUDENTE SERÁ EXALTADO 5213 13 Eis q u e o m eu serv o o p era rá co m p ru d ên cia .

e os reis fe ch a r ã o a boca p o r cau sa dele.) Em linha com a mensagem de salvação de Isaías. a exaltação só virá após a 1 humilhação e o sofrimento. Quando eles o virem. cf 2 Sm 22. chocados com a sua deformação.15 14 C om o p a sm a ra m m u ito s à vista dele. A Septuaginta traduz a frase dessa forma: “Assim. esta profecia de um DeusHomem não se enquadra a ninguém mais a não ser Jesus. há alguns problemas.5 con­ tudo. Os versículos seguintes mostram que Ele sofre como um homem.6— 1 deixa claro. 6. Certamente. que sofre completamente pe­ los outros3 “em total obediência ao Pai”. p o is a su a ap arên cia estava tão desfigu rada . muitas nações vão se maravilhar nEle”. Como Filipenses 2. A palavra “borrifar” é freqüentemente usada a respeito de borri­ far ou espargir o sangue de um sacrifício.2 Isaías retrata Israel como so­ frendo pelos seus próprios pecados. “elevado”.3): Ele será “engrandecido” (como Deus é exaltado. Lc 24.4Este é um quadro sublime. profundo e preciso do Messias. 13 A ssim. m a is do que a de o u tro qualquer.1 onde a mesma exaltação é aplicada a Deus). e colocado em posição “mui sublime” (c f 6. Os “muitos” são as pessoas que olham para Ele esperando que Ele fará a obra de redenção de Deus (cf. aponta ao M essias”. expressada pela repetição tripla (cf. m a is do q u e a d os o u tro s f i lh o s dos hom ens. 2. disponível para todos. e aq u ilo qu e eles não o u v ira m entenderão. O Servo de Deus terá a sabedoria para realizar eficazmente o que Deus lhe envia a realizar. h o rrifa rá m u ita s nações. 0 SOFRIMENTO ESPANTOSO 52.servo do Senhor. ficarão horrorizados. o significado . p o rq u e aq u ilo q u e não lhes f o i a n u n cia d o verão. (Alguns conectam esta palavra com uma origem árabe e a traduzem como “espanto”.21). Isto resulta­ rá em uma exaltação suprema.14.47). A totalidade da evidência é que este Servo é um indivíduo sem pecado. porque Ele já não se parece um homem. e a su a f ig u r a .

ou antes. dian­ te do SENHOR —em sua presença e sob a sua proteção. . M as Ele surge como em “terra seca”. Jesus teve um ano de aparente sucesso na Galiléia (o segundo ano do seu ministério). isto é. subjuga­ dos pela grandeza da sua salvação —algo que eles. Mas Ele não é descrito como vindo semelhante a um Rei desta vez: não haverá nada maravilhoso ou espetacular sobre Ele. nem mesmo eles acreditavam na “pregação”. 0 MESSIAS MENOSPREZADO E REJEITADO 53. parece não haver nada especialmente atraente a respeito do Servo “para que o desejásse­ mos”. ne­ nhuma evidência externa de realeza. As circunstâncias que cercaram o cumprimento de sua missão pareciam adversas.1-3 1 Q u em d eu créd ito à nossa p rega çã o ? E a qu em se m a n ifesto u o braço do SENHORp Israel. sendo gentios. não tinham entendido ou até mesmo considerado antes.38. mas depois Ele enfrentou uma crescente opo­ sição. Jo 12. fala.2 5 . O Servo foi crescendo como um “renovo”. eles serão surpreendidos e ficarão respeitosamente calados. quer dizer. 10).6 “Os reis fecharão a boca”. e.4 1 . Inicial­ mente. 2 P orque f o i su b in d o com o ren o v o p era n te ele e com o ra iz de u m a terra seca. um broto tenro.parece ser que “muitas nações” se beneficiarão do sacrifício do Servo e do derramamento do seu sangue. o poder do SENHOR.16). O próprio Jesus teve que vir aos seus discípulos e explanar a verdade. sem qualquer semelhança de fertilidade que tornasse possível o crescimento. o relato ou as boas-novas que eles ouviram e que devem revelar (c f Lc 2 4 . p a ra que o desejássem os. Antes. foi revelado sobrenaturalmente. olhando n ó s pa ra ele j n en h u m a beleza víam os. não tinha p a recer n em fo r m o s u r a . o remanescente piedoso em Israel. 3. A comparação com o “renovo” e a “raiz” liga o Servo às profecias messiânicas anteriores de Isaías (veja I L I . Rm 10. O “braço”.

Como isto deve ter ferido aquEle que tanto os amou! 4. ou então eles o desamparavam (M t 26. e não fiz e m o s dele caso algum . Ele pôde fazer isto porque iria morrer. chalayenu. p ela s su a s p isa d u ra s. “dores físicas”). J M as ele f o i f e r i d o p ela s n ossas tra n sgressões e m oíd o p ela s nossas iniq üidades. as palavras hebraicas aqui referem-se ao seu próprio sofrimento físico que Ele suportou na cruz. M ateus 8. ex perim entado n os trabalhos e. f o m o s sarados. As pessoas o desprezavam de um modo zombeteiro. o ca stigo qu e nos traz a p a z estava sob re ele. M as a nação como um todo tinha pensado que Ele tinha sido “ferido de Deus”. Aqueles que o menosprezavam acharam o seu sofrimento tão repulsivo que eles viraram as suas faces.4-6 4 V erdadeiramente. No severo sofrimento do Servo Ele é caracterizado como “des­ prezado e o mais indigno”. experimentando o mesmo sofrimento que acompanha uma rigorosa doença ou enfermidade. com o u m de quem os hom ens escondiam o rosto. f e r i d o de D eu s e oprim ido. quando Ele tirava as dores e as doenças.56 ). ele to m o u sobre si as n ossas en ferm id a d es e as nossas dores levou sobre si. incluindo a nossa culpa pecaminosa. ferido e humilhado até à morte. makh‘ovoth.3 jEra desprezado e o m a is indigno en tre os hom ens. Não foi por qualquer pecado próprio que Ele sofreu. era desprezado. hom em de dores. Ele era um homem de “dores” (Heb. e n ós o rep u ta m os p o r aflito. e.3).17 aplica isto ao ministério de cura de Jesus. Porém. A explicação é enfática: Ele foi ferido pelas “nossas [rebeldes] transgressões” (contra Deus e a sua Palavra) e moído pelas “nossas iniqüidades”. objeto do seu juízo. (Tanto os termos . “nossas doenças”) e “nossas dores” (como no v. ou abandonado. SOFRENDO POR OUTROS 53. Ele corajosa e voluntariamente escolheu tomar e levar sobre si o fardo pesado de “nossas enfermidades” (Heb.

M t 9. SI 1 19. Ap 5.2 9.7-9 7 E le f o i oprim ido. “Pelas suas pisaduras” (ou “açoites”.) O castigo que estava sobre Ele era para assegurar a nossa paz. o cordeiro da Páscoa de Êx 12. co m o u m cordeiro. T g 5. contudo.“ferido” como “m oído” são usados a respeito de situações nas quais a pessoa morre. cf.15.6 . chama Jesus de “o Cordeiro de D eus” em Jo 1 .8).25). de modo que Deus “fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos”. Ele foi oprim ido como um a pessoa que é oprim ida por um credor que exige o pagam ento de um a dívida. . I Pe 2. co m o a ovelha m u d a p era n te os seu s tosquiadores. o Batista. 6 T odos n ós a n d a m os desga rrados co m o ovelhas. Ele estava como um cordeiro “perante os seus tosquiadores” (cf. m a s não a b riu a su a boca. ou como um escra­ vo chicoteado pelo feitor. as marcas deixadas por golpes) há cura para nós. O sofrimento dEle foi vicário —totalmente por outros. Nós não podíamos pagar a penalidade por nossos próprios pecados.3 5. cad a u m se desvia va p elo seu cam in ho. não fez nenhum a tentativa para se defen­ der. Todo o mundo precisa do Redentor.36). m a s o SENHORf e z c a ir so b re ele a in iq ü id a d e de n ós todos. Deus fez todos os nossos pecados (incluindo a nossa culpa e o castigo que nós merecemos) caírem so­ bre Ele. bênção e prazerosa comunhão com o SENHOR. incluindo o nosso eterno bem-estar. porque “todos nós andamos desgarrados como ovelhas”.176. N a sua paciência e silêncio. ele não a b riu a boca. Isto inclui não só a cura física. f o i levado ao m a ta d ou ro e. 13. andamos longe de Deus e extraviados no pecado (cf.3. 5. MORRENDO POR OUTROS 53. mas também a restauração da comunhão com Deus (cf.24. Ele não proferiu nenhuma palavra de reclamação. S I 103.3.4. seu sacrifício foi substitutivo. João.

ao SENHOR agra d ou o moê~lo. ou seja.9 Esta era a garantia de Deus de que as acusações de que Ele era um homem violento e enga­ nador eram falsas (cf. um a m orte m erecida pelo seu povo. “Juízo ” refere-se ao julgam ento (em bora este fosse ilegal) e à injusta sentença.57— 60). A versão A R A co­ loca assim: “E de sua linhagem quem dela cogitou?” Q uer dizer. No entanto. UMA OFERTA ACEITÁVEL PELA CULPA 53.10-12 10 T odavia. n em h o u ve en ga n o na su a boca. doro. fa z e n d o . “E quem contará [Heb. “os seus contem porâneos”]?” Eis como aV ersão de Berkeley expõe isto: “E quais de seus con­ temporâneos consideraria” (tradução literal).2 2). quando Ele de fato morreu. como também por todas as pessoas do mundo. y ‘socheach. na su a m o r te p ^ p orq u a n to n u n ca f e z injustiça. I Pe 2. Ele foi “co rtado” por violento sofrim ento e morte. Ele era manso com os pecadores.8 D a opressão e do ju íz o f o i tirado. “a sua geração”. e quem co n ta rá o tem po da su a v id a ? P orq u a n to f o i corta d o da terra d os v iv en tes e p ela tra n sgressã o do m eu p o v o f o i ele atingido. 9 E p u sera m a su a sep u ltu ra com os ím pios e co m o rico. foi enterrado com honra por um homem rico (veja M t 27 . após a qual Ele foi conduzido à m or­ te. e as suas palavras eram verdadeiras. Foi pretendido que a sua sepultura fosse “com os ímpios”. 6. q u an do a su a alm a se p u s e r p o r ex p ia ção do pecado. “considerará”7] o tempo da sua vida [Heb. “Da opressão” significa que Ele foi posto sob constrangim en­ to (assim como Jesus foi preso e colocado sob guarda como um crim inoso). v erá a su a .o en ferm a r. ninguém naquele momento entendeu o significado de tudo aqui­ lo (nem sequer os seus discípulos entenderam que Ele estava so­ frendo por eles). com os criminosos condenados que foram crucificados com Ele.

e o b om p r a z e r d o SENHOR p r o s ­ p e r a r á n a su a m ão. quer dizer. j u s t if ic a r á a m u ito s. O “prazer do S e n h o r ” ( “a vontade do Senhor”. o ju s t o . A N V I acrescenta que “ele verá a luz [da vida]”. Ele poderia fazer isto porque “as iniqüidades deles levará sobre si”. poderia justificar [prover justificação para] “mui­ tos” —não apenas para um. Deus fez da vida do Servo. Fp 3. Ser um “servo justo” significa que Ele era sem pecado e. “ver a semente”) significa que Ele se levantaria de entre os mortos e veria os seus filhos espiritu­ ais. Esta oferta seria levada a uma conclusão eficaz “na sua mão”.22. mas para todos os que viessem a Ele (R m I .p o sterid a d e. I Co 1. Mas a morte dEle não seria o fim. era a sua vontade (Heb. pelo poder e administração do Servo. “Ele se agradou”) “moê-lo. chaphets. foi realizada uma expiação suficiente por todos os nossos pecados e nossas culpas. p o rq u e a s in iq ü id a d es d eles lev a r á so b re si. inclusive as conseqüên­ cias da culpa deles.10Que Ele “prolongará os dias” dEle significa que Ele continuaria vivo depois da sua ressurreição. portanto.I 7 . incluindo todo o seu ser. Ele verá o resultado dos seus sofrimentos e “ficará satisfeito”. 3. 11 O tra b a lh o da su a a lm a ele v e r á e f i c a r á sa tisfeito . Que Ele veria a sua posteridade ou descendência (lit. cf. e Ele sabia quem Ele era e é. ARA ) inclui os negócios ou assuntos do SE N H O R . o Messias. p r o lo n g a r á o s dias.9). o m e u servo.21. Deus fez isto motivado por pura graça e amor (Jo 3. . Pelo derramar de seu sangue e o derramamento da sua vida. O “conhecimento” do Servo significa que Ele conheceu o Pai de um modo amoroso e pessoal.16) por nós. co m o seu co n h ecim en to .1 o que realmente foi 1 cumprido na sua ressurreição. uma oferta de “expiação do pecado” (normalmente traduzido como “oferta pelo pecado” em ARA e KJV. Deus não somente permitiu a morte do Servo. de nenhu­ ma maneira nós merecíamos um tal sacrifício em nosso favor.21). fazendo-o enfermar”. 2 Co 5. 2 Co 5.30.. Ele também sabia o que Ele estava fazendo no seu sacrifício por nós.

não somente um mestre. m a s ele lev o u so b re si o p e ca d o d e m u ito s e p e lo s tra n sg resso res in terced eu . A quebra da Lei exigia juízo.25.1). I Jo 2. M q 7. O segundo bode era despachado para o deserto para declarar que os pecados não só estavam cobertos. ou seja.7— 1 lança sobre Isaías 52. Hb 7.12 P elo q u e lhe d a r ei a p a r te d e m u ito s. tratado como um rebelde. não meramente um mártir. de modo que nós podemos entrar livremente na presença de Deus e estar em perfeita relação com Ele. Ele estava livremente intercedendo pelos rebeldes e con­ tinuaria a fazê-lo dessa forma (cf. p o rq u a n to d erra m o u a su a a lm a n a m o r te e f o i co n ta d o co m o s tra n sg resso res.28). Embora Ele se deixasse ser “contado com os transgressores”. co m o s p o d er o so s. e obedientemente. Tudo isto acontece porque Ele estava disposto a passar pela morte e se deixar ser identificado com os seres humanos. N aquela arca estavam as tábuas de pedra da Lei. Is 4 3 .1 implicam? .34.19).34. R m 8. Que luz Filipenses 2. r ep a r tirá e le o d esp ojo. M as quando o sangue foi espargido. Também nisto Ele cumpriu a tipologia do pecado que oferece dois bodes no Dia da Expiação: um bode era sacrificado e o sangue era borrifado na cober­ tura de ouro (o propiciatório). Ele de boa vontade. que era o envoltório da arca da alian­ ça. O que as perguntas de 53.25 . QUESTÕES DE ESTUDO 1. triunfan­ do sobre tudo isso. Lc 23. mas para o sangue da vida que a cobrira. levou o fardo dos pecados e a culpa de toda a raça humana. os quais estavam em um estado de rebelião (veja M c 15. Deus já não olhava para a Lei quebrada. Toda a gran­ deza e o poder dos seus inimigos estarão entre os despojos da sua vitória. Está claro a partir disso que Ele não era uma vítima das circuns­ tâncias.13— 1 15? 2. O Servo triunfará. e. mas que eles tinham sido tirados (cf. não simplesmente o nosso exem­ plo. Deus o recompensará ricamente.

3 0 9 -3 1 6 . 317. Alec M otyer. ( Grand R apids: W m . 3 :3 5 5 -5 6 . A N V I segue tanto a Septuaginta como os Rolos do mar M orto. B.: InterV arsity Press. 1. 2:2 2 5 . The O ld Testament Speaks. Prophecy o f Isaiah. Que lição a Bíblia quer que tiremos com o fato de Ele ser enter­ rado na sepultura de um homem rico? 7. 3 :3 3 8 -3 9 . The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 4 VanGemeren. 7 Como traduzido em Salm os 143. 5 Edward J. Book o f Isaiah. O que nesta passagem indica a sua ressurreição? 8. 280. lH “M o rte” é um plural relativo a ênfase no hebraico. Como a menção de renovo e raiz é diferente do que é descrito em 11. 10? 4. 111. Interpreting the Prophetic Word' 2 8 0. 19 90 ). 197 1). B. 19 90 ). Veja M otyer. Como os sofrimentos do Servo são relacionados ao ministério de Jesus e à cruz? 5.5. 4a. 1969). 2:3 0 3 . Qual é a continuação do ministério do Servo? CITAÇÕES 1 N ote discussão em Sam uel J. V anG em eren. In terp retin g the P rophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing House.3. Franz D elitzsch. Young. James M artin (G rand R apids: W m . 1 10 Stanley M . 1 9 6 9 -7 2 ). 6 H. Biblícal C om m entary on the. 4 2 6. indicando que esta era real. C f margem da NASB. 1 A Septuaginta indica algo como “para ele a luz se m anifesta”. Schultz. Propheeies o f Isaiah. (San Francisco. . ed. A Vitória Final: Uma Investigação Exegética do Apocalipse (R io de Janeiro. 4 3 6. H orton. 19 93 ). trans. Eerdmans. A A RC e a 1 A R A om item esta parte. Leopold. J. Eerdmans. O que se pretende dizer quando chamamos o seu sofrimento de vicário e substitutivo? 6. violenta c suprema. 19 95 ). RJ: CPAD. Academie Books. 3 Cf. Fxposition o f Isaiah (Grand R apids: Baker Book House. The Book o f Isaiah. C. 1 Young. 3 vols. 2 W ille m A. H arper.

norte e sul (Gn 2 8 .1-55. Este capítulo clama por respostas à obra do Servo. leste. 3 P orque tra n sb ord a rá s à m ã o d ireita e à esquerda. Deus prometeu a Jacó que a sua semente irromperia para oes­ te. seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12.2 7 aplica isto aos filhos espirituais da Jerusalém que está em cima (i. O PROGRESSO JUBILOSO 54. A promessa de Deus para Abraão era para uma numerosa semen­ te. qu e n ã o deste à lu z ! E x ulta de ■prazer com a legre ca n to e ex clam a. e a tua p o sterid a d e p o ssu irá as n a ções e f a r á qu e seja m habitadas as cid a d es assoladas.. Uma segunda comparação clama pela ampliação do lugar da ha­ bitação de Sião ( “Amplia o lugar da tua tenda”).1-3 1 C an ta alegrem ente. alonga as tu a s cord a s e f i r m a bem as tua s estacas.3).e. A Obra do Messias Traz Progresso e Bênção 54. não o im peças. Gálatas 4.1 0 ) são feitos seus. 2 A m plia o lu g a r da tu a tenda. por causa do sofri­ mento. N a sua semente. Primeiro. com a semente possuindo as nações e . Duas compa­ rações ilustram a futura ampliação de Sião. a Nova Jerusa­ lém no céu) —que também são (por fé) os filhos espirituais de Abraão. Agora Isaías vê uma expansão “à mão direita e à mão esquerda”. d iz o Se n h o r .2 6. tu qu e não tiveste dores de p a rto ! P orque m a is sã o os f i lh o s da so litá ria do qu e os f i lh o s da casada. A ênfase aqui está na natureza sobrenatural do relacionamento. a mulher “esté­ ril” (a personificação de Sião) é para cantar e exultar porque os filhos do Servo (5 3 . morte expiatória e ressurreição do Servo.14 ). Isto indica a neces­ sidade de abrir espaço para o grande número de pessoas que virão sob as bênçãos que Deus tem para o seu povo. ó estéril.13 I. e as co rtin a s das tua s habitações se esten d a m .D.

7). tudo será esquecido. N enhum deus pagão poderia reivindicar isso. ele será chama­ do o D eus de toda a terra. porque não serás envergonhada. Ele também será reconhecido não só como o Deus de Israel. Ele não é somente o Santo de Israel. No Novo Testamento. Deus ainda é o Yahweh que guarda a aliança. mas o Parente-Redentor de Israel. Ele não o abandonou para sempre (veja v. cada um com poder lim itado e freqüentemente em com­ petição entre si. que é desprezada. para a época do M ilênio e ao futuro glorioso de Israel.. te esquecerás da vergo­ nha da tua mocidade e não te lembrarás mais do opróhrio da tua viu vez. A razão pela qual Israel não será envergonhado c que o Criador ainda é o seu marido. por boas razões. e o Santo de Israel é o teu Redentor. da “mocidade” (provavelmente no Egito) à “viuvez” (dificuldades pos­ teriores).7. etc. antes. o que controla os exércitos do céu. diz o teu Deus.). A imagem de Deus como o “m arido” de Israel é empregada fre­ qüentemente (Jr 3. mas como “o Deus de toda a terra”. pois os pagãos acreditavam em m ui­ tos deuses. Israel. como a uma m ulher da mocidade . “confundida” e “opróbrio” —enfatizam que Israel não sofrerá nenhuma vergonha. e não te envergo­ nhes. 5 Porque o teu C riador é o teu marido. Três sinônimos —“envergonhada”. pode deixar de ficar amedrontado. 0 REDENTOR COMPASSIVO 54. 2. Os 2. S e n h o r dos Exércitos é o seu nome.povoando as suas “cidades assoladas”. Isto aponta à frente.14. A vergonha do passado. . 6 Porque o SENHOR te chamou com o a uma m ulher desampara­ da e triste de espírito. O Senhor vai levar tudo.4-8 4 Não temas . um quadro semelhante é encontrado com Jesus sendo o Noivo da Igre­ ja. porque não serás confundida.

mas com henignidade eterna m e compadecerei de ti. mas com grande m iseri­ córdia te recolherei.8. A ALIANÇA DE PAZ 54. .9). A sua ira foi como um rompi­ mento de represa. Agora a mulher estéril realmente pode cantar e gritar de alegria (54. A Palavra de Deus lhe dá segurança.9. Os 11.10 9 Porque isso será para mim como as águas de Noé. 10 Porque as montanhas se desviarão e os outeiros tremerão. A promessa e aliança de Deus após o Dilúvio foi: “Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem. M as Deus ainda é o seu Deus. ou rejeitada. .21). o teu Redentor. Da mesma forma. A sua nova aliança será tão firme quanto a aliança feita com Noé. A sua bondade eterna (Heb. diz o SENHOR. e Ele “escondeu [a sua] face” (removeu a sua presen­ ça ativa) de entre eles —mas só durante um tempo muito curto. e o concerto da minha paz não mudará. “amor que guarda a aliança”) está por trás das suas misericórdias. escondi afa c e de ti p o r vim m omento.s em grande ira. Ele não se divorciou (veja 50. te deixei'. embora ele (Israel) seja como uma esposa abandonada e triste de espírito. 7 Por um pequeno momento. 3. como fiz” (Gn 8. pois jurei que as águas de N oé não inundariam mais a terra. como uma esposa jovem que é “desamparada”.. Ele foi ferido pelo pecado e piela rebelião deles. que se compadece de ti. A sua compaixão é tão grande que Ele recolherá Israel a si. a promessa e o juramento de Deus para Israel é que a sua ira e repreensão terminaram. O tempo que Deus deixou Israel foi apenas “um pequeno momen­ to”. assim ju rei que não me irarei mais contra ti..1). mas Ele permanece e sempre será o Parente-Redentor de Israel (cf. mas a minha henignidade não se desviará de ti.A razão pela qual Israel pode reconhecer que Deus ainda é o seu marido é porque Ele o chamou de volta. O Dilúvio de Noé foi um ato de juízo sobre todo o mundo.1). chesed. nem te repreenderei. diz o S e n h o r .

e todos os teus termos. nunca deixará Israel nem o deixará “o concerto da [sua] paz”. Ele a construirá com pedras preciosas estabelecidas sobre “safiras” (H eb. cheia de glória. 12 E as tuas janelas fa r e i cristalinas e as tuas portas.14— 18). mesmo que montanhas e outeiros venham e vão. H b 9.27) e fez a paz entre Deus e nós (R m 5. de rubins.15-18). “antimônio preto”. ou “escudos” . mas ricas lazuritas de cor azul celeste). não a moderna turquesa. arroja­ da pelas tempestades e sem nenhum conforto.1 1 -1 5 1 O oprimida. A fundação dessa gran­ de cidade será de safiras (não as modernas safiras. como outras versões indicam )2 para fazer a sua beleza se salientar. arrojada com a torm enta e desconsolada! Eis 1 que eu porei as tuas pedras com todo o ornam ento e tefu n d a rei sobre safiras. a “henignidade” de Deus. Ele deixou a sua paz para nós (Jo 14. VanGemeren sugere que a mesma “incorpora todas as promessas de Deus”. pukh. Esta será firme e bonita —sem mais nenhuma instabilidade. E f 2. A compaixão de Deus alcança a aflita cidade de Jerusalém. As “janelas” da cidade serão feitas de material cristalino. As alianças de Deus sempre foram efetivadas por um sacrifício (cf. Novas montanhas e outeiros indubitavelmente surgiram. JERUSALÉM SERÁ RESTABELECIDA 5 4 . M as. Embora alguns tomem isto como sendo “baluartes” (A R A ). Deus tem uma restau­ ração maravilhosa guardada para ela. Como é maravilhoso saber que Ele é o Deus que tem compaixão por cada um de nós! 4.1. o seu amor que guarda a aliança. posta em efeito pela morte de Jesus na cruz. o “concerto da minha paz” deve ser a nova aliança futura. As­ sim. No fundo está o sacrifício do Servo-Messias.Grandes mudanças vieram com o Dilúvio. de pedras aprazíveis.1Por intermédio de sua morte.

de medo e terror. porq u e não chegará a ti. 14 C om ju stiça serás con firm a d a e estarás longe da opressão.(N V I. p a ra destruir. tam b ém cr iei o assolador. As portas serão de rubi de vários tons e as paredes ou bordas dos edifícios serão de pedras preciosas. m a s não será p o r m im .) e outros como “pináculos” (A SV ) ou “janelas” (K JV ) que refletem a luz solar. que p r o d u z a fe r r a m e n ta p a ra a su a obra. portanto. qu e assopra as brasas no fo g o . A palavra hebraica traduzida como “criei” só é usada a respeito de Deus e aqui enfatiza . Os “filhos” (as crianças) são os habitantes da cidade. “Eu” está na posição enfática na oração. e tam bém do espanto. e a p a z de teu s f i lh o s será abundante. p o r­ que j á não tem erás. mas Deus não causará guerra contra ela como Ele o fez quando os assírios e babilônios trouxeram o seu juízo. este falhará. os quais serão os discípulos do SENHOR.. 13 E todos os teu s f i lh o s serã o d iscíp u los do Senhor . Pode haver ataques não provocados. incluindo as bênçãos plenas da salvação que Deus tem guardado. OS SERVOS DE DEUS SERÃO JUSTIFICADOS 54. Ela estará longe de qualquer opressão ou mal social e. 5. quem se a ju n ta r co n tra ti. A Nova Jerusalém será bonita de um modo se­ melhante (Ap 21 .10 . ca irá p o r a m o r de ti.17 16 Eis que eu criei o fe r r e ir o .18 -2 1). o hebraico shimshoth (lit.3 Eles desfrutarão grande paz e bem-estar. Se houver algum ataque contra a cidade. continuamente ensinados por Ele.16. 15 Eis qu e p o d erã o v i r a ju n ta r-s e. A cidade será fundada e estabelecida na justiça de Deus (incluin­ do o seu amor e compaixão). Deus cumprirá o seu propósito para com Israel. “sóis”) provavelmente signifique escudos próprios para refletirem a luz do sol.

“Toda ferramenta” ( “toda arma”. O SE N H O R chama a todos para virem — indiferentemente de raça. M t 5. Eles terão uma justiça que vem da parte do S e n h o r . v in d e e co m p ra i.7 e veja também 10. co m p ra i e co m ei. v in h o e leite. os assoladores (os guerreiros).9). e toda lín g u a q u e se le v a n ta r co n tr a ti em ju íz o . O convite tem uma só condição: sede. cor ou condição social. tu a co n d e n a r á s . as armas. os direitos e as bênçãos que Ele lhe tem dado. esta é a h era n ça d o s s e r v o s d o S e n h o r e a su a ju s t iç a q u e v e m de m im . vin d e. sem d in h eiro e se m p r eço .) 19 17 T oda f e r r a m e n t a p r ep a r a d a co n tr a ti n ã o p r o s p e r a r á .2 0 -2 5 . H á bastante água para todos os que têm sede e vierem beber. esta é provida pela morte e ressurreição do Servo Sofredor. UM CONVITE UNIVERSAL 55. provida por Ele. d iz o S e n h o r .o seu controle soberano sobre os trabalhadores humanos. Agora Deus revela o seu propósito de um modo maravilhoso.1 1 deixa claro. plena e livre (cf.5— para a aplicação disto aos assírios. Aqueles “que não [têm] dinheiro” podem vir porque o ServoMessias já pagou o preço completo: Ele morreu pelo mundo inteiro — . Nem tampouco “toda língua” que se levanta para acusar no tribunal será capaz de se levantar contra o povo de Deus e tomar a “herança”. 45 . o M essi­ as. Tudo isto fala de uma salvação preciosa. “Vinho e leite” implica provisão para todos os tipos de necessidades.1. (Veja Rm 4 . 6. uma porta está aberta de par a par para todos. Esta é a palavra declarada de Deus. e a destruição que eles trazem. Como 5 3 . estes verdadeiros crentes são todos “servos do S e n h o r ” . sim . N a luz da salvação provida pelo Servo do capítulo 53. (Cf.6). e v ó s q u e n ã o ten d es d in h eiro . A R A ) não será capaz de tirar de Sião o que Deus irá prover. Fp 3.2 1 O v ó s to d o s o s q u e ten d es sede. v in d e à s á gu a s. Eles terão uma herança que realmente é deles.

“cortar” por um sacrifício] “um concerto perpé­ tuo” com todos os que vierem a Ele. Os seus desejos egoístas os cegam para os valores bí­ blicos. Eles estão em uma corrida louca em busca de po­ der ou prazer. o Servo Sofredor do capítulo 53. obedecerem. e eles não buscam as bênçãos de Deus. M uitos hoje estão gastando o seu dinheiro e trabalho nas coisas vazias do mundo.inclusive as cidades do interior. e a vossa alma se deleite com a Os arrasados e empobrecidos pagãos estavam gastando as suas riquezas e trabalho em templos e deuses que não os podiam satisfa­ zer (4 6. aqui chamada “as firmes beneficências de Davi”. e a “vossa alma” (todo o seu ser) será reavivada. virem ao SENHOR. dando-vos asfir m es beneficências de Davi. os países do Terceiro Mundo. As ordens são plurais e ampliam o pensamento do versículo I: Deixem todos os que estão sedentos escutarem. esses que não têm nenhum dinheiro e nada para oferecer em troca. a Parábola das Bodas em M t 22. porque convoscofarei um concerto perpétuo. estas promessas o asseguravam de que sempre haveria . Este concerto é a nova aliança posta em efeito pela morte sacrificial de Jesus. Deus fará [Heb.6. 2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? O u vi-m e atentamente e com ei o que é bom.3-5 3 Inclinai os ouvidos e vinde a mim. Lc 14). A chamada é para ouvir diligente e exclusivamente o SENHOR.7). ‘ekh/thah. Então eles poderiam comer uma comida real e achar não só satisfa­ ção. UMA ALIANÇA PERPÉTUA 55. Ou seja. e a vossa alma viverá. _ 7. mas também alegria e deleite na riqueza do que Deus provê (cf. O que eles tinham recebido não era nada mais que uma ilusão. ouvi. Este novo concerto trará o cumprimento da aliança de amor prometida a Davi.

6 -9 0 Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar. de todos os povos do mundo.um homem dos seus descendentes para o trono (2 Sm 7. Ele também será o líder designado por Deus ou o príncipe soberano. 19. 8.2).7.18.28— 37).27. 5Eis que chamarás a um a nação que não conheces. e para tornar o trono de Davi eterno enquanto Ele reina em Jerusalém no M ilênio e na Nova Jerusalém. A ressurreição de Jesus o identifica com esta profecia (cf.8. “chamará a uma nação” (gentios) que Ele não conheceu ou teve algum contato durante o seu ministério terreno.6. como príncipe e govern a dor dos povos.5. 23. invocai-o enquan­ to está perto. Jesus. 4 Eis que eu o dei como testemunha aos povos.). Ap 2. teu Deus. o qual cumpre a promessa de Deus a Davi. Is 9. A l­ . DEUS PERDOARÁ LIVREMENTE 0 ARREPENDIDO 5 5 .34). o mandamento dado é para buscar “ao S e NHOR” intensamente com um desejo de adoração.7. Em vista do amor de Deus e da provisão da misericórdia e da liderança do Messias. M as a oportunidade não durará para sempre (cf. At 13. cf. Ele será achado por aqueles que buscam. Is 49. etc. Pela sua natureza.1 7 -1 9 .9. “E-me dado todo o poder no céu e na terra” (M t 28. 2 Co 6. Jo 18. Ag 2. como o Rei davídico. Zc 8.4 Como Jesus disse. Ele será uma testemunha da verdade (cf.3. Ele está perto dos que clamam a Ele. Nações que não o conheceram correrão para Ele por causa da sua relação com Deus o Pai e porque o Santo de Israel o glorificou e o exaltou (cf.15). Nm 2 4 . 89.14— SI 16.20— M q 1.26. 12. Ele será um “governador dos povos”. Estas beneficências serão cumpridas quando Jesus vier novamente. e do Santo de Israel. p or am or do SENHOR. Fp 2.1. porque ele teglorificou. A Pessoa que Deus oferece como uma “testemunha aos povos” do mundo é o Messias.37).4. quer dizer.5. e um a nação que nunca te conheceu correrá para ti.

mudar o seu estilo de vida. p o rq u e g ra n d io so é em perdoar. pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (R m 3. Deus transpôs o abismo que existia entre nós e Ele por um novo e vivo (ressuscitado) caminho: Jesus. n em os v o sso s cam in h os. m a s rega m a terra e a fa z e m prod u z ir. to rn e p a ra o n osso D eu s. “retornar”) para o S E N H O R para receberem livremente misericórdia e abundante graça e perdão. A PALAVRA DE DEUS TRARÁ ALEGRIA 55. e o hom em m align o. assim são os m eu s ca m in h os m a is altos do qu e os vossos cam inhos. quer dizer.10-13 10 Porque. d iz o S e n h o r . eles são infinitamente mais altos. assim co m o os céu s são m a is altos do q u e a terra.23). planos. 8 P o rq u e os m eu s p e n s a m e n to s n ã o sã o o s v o sso s p e n s a m e n ­ tos. Como disse Jesus: “Por­ que onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome. Para os malfeitores culpados buscarem ao S E N H O R . 7 D eix e o ím pio o seu cam inho. porque os pensamentos. Então eles podem tornar (Heb. aí estou eu no meio deles” (M t 18. e . os seu s p en sa m en to s e se co n v erta ao Senhor .20).guns sugerem que o hebraico pode ser traduzido da seguinte forma: “Buscai ao S E N H O R onde Ele pode ser achado”. e brotar.20). Além disso. que é “o caminho” (Jo 14. eles têm que primeiro deixar “o seu caminho”. No en­ tanto.19. Pessoas cheias de delitos e que causam injustiça têm que aban­ donar os seus “pensamentos” (incluindo os seus planos e intenções). 05 m eu s cam in h os.6. e os m eu s pen sa m en tos. veja Hb 10. yashov. intenções e caminhos de Deus não somente são diferentes dos nossos. Isto poderia indicar reunião de pessoas que estão adorando a Ele. assim co m o desce a ch u va e a n ev e d os céu s e p a ra lá não torn a m . qu e se com p a d ecerá dele. 9. m a is altos do qu e os vossos pen sa m en tos. o ímpio tem que abandonar os seus pensamentos. Todos nós podemos aplicar isto à nossa própria vida. 9 Porque.

e tod a s a s á r v o r e s d o ca m p o b a terã o p a lm a s.27). q u e n u n ca se a pa gará. Antes. cr es ce r á a m u r ta . s e r e is g u ia d o s . A promessa final da Palavra de Deus (a Bíblia) é que os pecadores arrependidos (cf. 13 j Em lu g a r d o esp in h eiro. elas descem para ter um efeito im portan­ te. Ela fará o que Deus deseja e terá sucesso. Portanto. A transformação olha à frente para o M ilênio quando toda a natureza será igualmente transforma­ da (R m 8. A provisão de Deus de chuva e de neve não simplesmente descem e tornam para cima.10).17. shem. p o r sin a l etern o . tornando possível o crescimento das plantas que suprem as neces­ sidades humanas. Esta acertará em cheio o alvo. em pa z . 12 P orque. a n tes. Esta faz com que toda a natureza pareça cantar e se regozijar. sa ir eis e. nós deveríamos buscar a Deus por causa da grande bênção que resultará. A queda de Adão trouxe uma maldição sobre a terra de forma que esta produziu espinhos e cardos (Gn 3. ela n ã o v o lta r á p a r a m im va z ia . e.23. isso s e r á p a r a o SlNHOR p o r n om e. em lu g a r da sa rça . o s m o n ­ tes e o s o u teir o s ex cla m a rã o d e p r a z e r p e r a n te a v o ssa f a c e . co m a legria . 53. Deus não fala a sua palavra para tê-la simplesmente ecoando de volta para Si. f a r á o q u e m e a p ra z e p r o s p e r a r á n a q u ilo p a r a que a en v iei. Esta transfor­ mação de pessoas e da natureza será para o Senhor “por nome” (Heb.18). tendo o efeito que Ele pretende (cf. 11 a ssim s e r á a p a la v r a q u e s a ir da m in h a boca. cr e s ce r á a f a i a . Essa maldição será removida e árvores perenes tomarão o lugar daqueles. e p ã o ao q u e com e.d a r s e m en te a o sem ea d o r. Esta será o tipo de alegria e paz que Jesus dá — uma paz diferente de qualquer coisa que o mundo dá (Jo 14. ou seja. 45 . “nome”. vv. uma expressão do nome de Deus — de sua . 7— 10) sairão da escravidão do pecado “com alegria” e serão conduzidos pelo S E N H O R “em paz” e bem-estar.21).

Quais são as promessas de Deus ao povo de Israel como seu “ma­ ndo”? 4. Para quem vem o convite de 55. . 2 8 0. O que é esperado que Sião faça por causa da obra do Servo? 2. O que você conclui sobre os pensamentos e a Palavra de Deus no capítulo 55? 7. em I (1 8 7 5 . porque Ele é mere­ cedor. Commentary on the Prophecies o f Isaiah. VanG em eren. 2 :3 2 6 . 1 9 9 0 ). Este sinal nunca será eliminado. Como isto se relaciona com as promessas dadas a Abraão e Jacó? 3. Quais as garantias que Deus dá aos pecadores arrependidos no capítulo 55? CITAÇÕES 1 W ille m A. Academ ie Books. 3 Alguns entendem que “filhos” significa “construtores” já que as consoan­ tes hebraicas são as mesmas. Alexander. Grand R apids: Zondervan Publishing H ouse.1 e por quê? 5. 19 75 ). reimpresso. Isto dará glória sempre a Deus e inspirará louvor. 2 Alguns entendem isto como sendo sulfeto de chumbo escuro. Interpreting the Prophetic Word (G ran d R ap id s: Zondervan Publishing H ouse.natureza e caráter). Q UESTÕES DE ESTU D O 1. 2 vols. Isto será um sinal eterno e sobrenatural que prova a efetividade da palavra de Deus.30. 4 Joseph A. O que está implícito em chamar Deus de marido de Israel como também o Deus de toda a Terra? 6. A mesma palavra é usada a respeito da pintura dos olhos em 2 Reis 9.

está próxima.1-5 8. oferecida a todos os que têm sede. Embora a salvação prometida não seja através de obras. Bênção e Juízo 5 6. mas por graça. porque a minha salvação está prestes a vir. as pessoas precisam ser lem- .24 A. a m a n jesta r-se.1 N o entanto.1-8 1 A ssim diz o Senhor : M antende o ju íz o e ja z e i ju stiça.Glória para o Povo de Deus. mas traz res­ ponsabilidades como também bênçãos.14 I. O “vinho e leite” eram “sem dinheiro e sem preço” (5 5 . Juízo sobre Outros 56.1 ). Alguns entendem que este capítulo começa uma nova seção. esta seção está proximamente conectada à profecia precedente e a conclui.1-66. e a m inha ju stiça . A completa e livre salvação do SE N H O R . A BÊNÇÃO INCLUI EUNUCOS E ESTRANGEIROS 56.

E n ã o f a l e o f i l h o d o es tr a n g e ir o q u e se h o u v e r ch ega d o a o SENHOR. U m a bênção é pronunciada sobre as pessoas que continuam fa­ zendo isso constante e fielmente.7. Porque o sábado era o coração como também o símbolo da velha aliança.1. nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SE N H O R . 51. antecipando a sua salvação e a revelação da sua justiça.1. A implicação é que os estrangeiros entre eles têm estado e continuam envolvidos em ritos e cerimônias pagãos. n em ta m p o u co d iga o e u n u co : E is q u e eu so u u m a á r v o r e seca. O seu mandamento era para o povo colocar em prática o juízo e a justi­ ça. 2 B e m -a v e n tu r a d o o h o m em q u e f i z e r isso. N o entanto.19— 27. onde o descanso do sábado da nova aliança está I diariamente cessando por causa de nossas próprias obras. e se juntarem a Israel para recebe­ . e porque era central à expressão da relação deles com o SE N H O R . guardar o sábado era importante (cf. Jr 17. A Lei proibia duas classes de pessoas de entrar na assembléia sa­ grada do povo de Deus quando eles adorassem. por isso o mandamento era evitar “perpetrar algum [tipo de] m al”. dham . “o a filho da espécie humana”) que “lança mão disso” significa todo ser humano individual que guarda isso e continua seguro nessa posição. eter­ namente” (D t 23. O relacionamento deles com outros seres humanos também era importante. O “homem” (Heb. e o f i l h o d o h om em q u e la n ça r m ã o disso. G1 6. q u e se g u a r d a d e p r o fa n a r o sá b a d o e g u a r d a a su a m ã o d e p e r p e tr a r a lg u m m al. ben . isto significava estar sob a autoridade da velha aliança. Nos dias de Isaías. d iz en d o : D e tod o m e a p a rta rá o SENHOR d o se u p o v o .9— 10).bradas de que Deus esperava boas obras (cf.9— I . mas com­ pare H b 4. a porta estava sempre aberta para os estrangeiros ofere­ cerem a sua submissão ao SE N H O R . 3). “O quebrantado de quebradura ou castrado não entrará na congregação do Senhor. N e­ nhum amonita ou moabita entrará na congregação do Senhor. a fim de fazermos a vontade de Deus em obediência a Ele).

o teu povo é o meu povo. Deus lhes falou para não dizerem isso —insinuando que eles deveriam continuar con­ fiando em Deus. u m n o m e e te r n o d a r ei a ca d a u m d eles q u e n u n ca se apa gará.29. Também. Ele nunca os trataria como cidadãos de segunda classe. irei eu. os quais eram considerados impuros e não lhes era perm itido entrar na as­ sembléia do S e n h o r (D t 2 3 . mas muitos outros disseram como Rute: “Aonde quer que tu fores. e Ele continuaria tomando conta deles. e foram geralmente bem-vindos.rem as bênçãos que Deus prometeu ao seu povo. Hobabe. cf. 16). os eunucos expressavam a sua decepção a respeito de não poderem ter filhos para continuarem a linhagem familiar deles. As pessoas podiam olhar para eles desse modo.1 ). m e lh o r d o q u e o d e f i l h o s e f i l h a s . mas Deus não. incapazes de produzir fruto. porque o Senhor falou bem sobre Israel” (N m 10. 4 P orq u e a ssim d iz o S e n h o r a resp eito d o s e u n u co s q u e g u a r ­ d a m o s m eu s sá bados. Deus tinha uma promessa maravilhosa para os eunucos. Êx 12. Eles não só se uniram com Israel. alguns estrangeiros expressavam um receio de que Deus eventualmente os separaria do seu povo. e onde quer que pousares à noite. Cada pessoa é valiosa para Ele. Vai conosco. mas também ao S E N H O R .49). o teu Deus é o meu Deus” (R t 1. de que o S E N H O R disse: Vo-lo darei. ali pousarei eu. devido a muitas das promessas terem sido dadas especificamente para Israel (e possi­ velmente por causa do preconceito que poderia ter sido mostrado por alguns dos israelitas). porque o aumento de descendentes dos israelitas fiéis era freqüentemente um sinal de bênção. Porém.48. e te fare­ mos bem. e esco lh em a q u ilo q u e m e agra d a . que era um gentio: “Nós caminhamos para aque­ le lugar. Ele espera que eles guardem não . M oisés disse ao seu cunhado. e a b ra ­ ç a m o m eu co n certo : 3 T a m b ém lhes d a rei n a m in h a ca sa e d en tro d o s m e u s m u r o s u m lu g a r e u m n om e. Deus lhes falou para que não dissessem que eles eram uma “árvore seca”. Hobabe recusou.

2 Isto incluía manter fortemente o concerto de Deus. mas as coisas que agradam ao S E N H O R . a sua Casa de Oração. mas também os outros sábados de Levítico 23.3— mas 5). p o r ­ q u e a m in h a ca sa s e r á ch a m a d a C a sa d e O ra çã o p a r a to d o s os p o v o s. S I 24 . “um lugar e um nome”. Então Deus não só lhes perm itirá subir ao seu santo monte (cf. na sua presença.3 e abracem fortemente o seu concerto. clamou (M t 21. sejam seus servos fiéis. Os seus holocaustos (completamente queimados para indicar a completa dedicação do adorador e a completa exaltação do S e n h o r ) e os seus sacrifícios (oferecidos para buscar e experimentar a comunhão com Deus) serão bem agradáveis a Ele. Eles terão um lugar escolhido na ressurreição e viverão para sempre com o SE N H O R . n ã o o p r o fa n a n d o .32) e como Jesus pro­ 43. to d o s os q u e g u a r d a r e m o sá bado. e o s q u e a b ra ça rem o m e u co n certo . 7 ta m b ém o s lev a r ei ao m eu sa n to m o n te e o s f e s t e j a r e i n a m in h a C a sa d e O r a çã o . Ele lhes daria uma porção ou posse “na minha casa e dentro dos meus muros”. se n d o d este m o d o s e r v o s seu s. amem o seu nome (a sua natureza e caráter). O nome que Deus dará será “um nome eterno”. 6 E a o s f i l h o s d o s es tr a n g e ir o s q u e se ch ega rem a o SENHOR.13). como Salomão reconheceu (I Rs 8.somente o sábado semanal. Deus espera que os estrangeiros que se unem a Ele o adorem. e uma continuação do nome deles melhor que através de filhos ou filhas. Então Deus daria aos eunucos um memorial. o s seu s h o lo ca u sto s e o s s e u s s a c r f í c i o s se rã o a ceito s n o m e u altar. N isto eles esta­ rão cumprindo o propósito de Deus.41— 2 Cr 6. Ele também os levará ali e os fará se alegrarem no templo. guardem o sábado. p a ra o s e r v ir e m e p a r a a m a r em o n o m e d o SENHOR. um nome que não será removido ou eliminado e que “nunca se apa­ gará”. Eles também têm que escolher e continuarem escolhendo. ou seja. não os seus próprios caminhos. Observe que o templo ainda existia quando Isaías . Ele sempre pretendeu que o seu templo fosse uma “Casa de Oração para todos os povos”.

se desviou do SENHOR e negligenciou o templo.29.36 mostra que Ana era da tribo do norte. Líderes Estúpidos e Gananciosos 56. cf. LÍDERES ÍMPIOS E IDÓLATRAS MERECEM JUÍZO 56. 2. At 26. todas as feras dos bosques} vinde comer. Os exilados ou “dispersos de Israel” que estão espalhados são aqueles que se desviaram do S e n h o r . de Aser. Pelos tempos do Novo Testamento os judeus de todas as doze tribos se reuniam nas sinagogas. . Paulo falou de “as nossas doze tribos” como presentes nos seus dias. O propósito de Deus é que todos os crentes se tornem um único povo reunido.13 a.35.36. Deus prometeu: “Ainda ajuntarei outros”. o qual chegou ao fim quando Salmaneser destruiu Samaria em 722 a. I Rs 8.9-57.9— 12 9 Vós todos os animais do campo. e haverá um rebanho e um Pastor (Jo 10. Este se tornou um . Jesus tam­ bém prometeu isto: “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco.42. O filho deste.C.52).s Assim diz o Senhor J e o v á . Ele os ajuntará para Si mesmo. Estes provavelmente incluiriam os do reino norte de Israel. Manassés. e elas ouvirão a minha voz. E f 2.11-22). que ajunta os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram. Isaías se desloca agora para o tempo depois dos quinze anos que Deus tinha acrescentado à vida de Ezequias. como alguns falsos mestres susten­ tam. tanto na Palestina como em todos os lugares onde fossem encontrados judeus no mundo conhe­ cido (Lc 2. As dez tribos não estavam perdidas. Ou­ tros se juntaram nas sinagogas que surgiram depois do exílio babilônico posterior.escreveu isto.30. Ele reconheceu a oração como sendo a principal função do templo (cf. também me convém agregar estas. M uitas das dez tribos vieram e se uniram ao povo de Judá. Além disso.16.7). 43.

guardando o povo de Deus e mantendo-os no caminho da justiça. e o d ia d e a m a n h ã se r á co m o este e a in d a m a io r e m a is fa m o s o . 9.4Os “animais do campo”. estã o d eita d o s e a m a m o tosqvienejar. Eles são como “cães mudos”. Ez 34. Eles convidam um ao outro para banquetes regados a m uita bebi­ da e supõem que a sua prosperidade e as suas festanças só continua­ rão e aumentarão. 12 Vinde. animais selva­ gens do campo aberto. Como pastores eles deveriam guiar o povo. incapazes de advertir o povo a respeito do perigo. sem o conhecimento de Deus e de seus caminhos. onde os líderes caíram em padrões semelhantes depois do reavivamento da época de Josias).18. n a d a sa b em . . seja por intriga (cf. n ã o p o d e m la d ra r. Eles não se preocupam com a obra que o SE N H O R lhes deu para realizar. tr a r em o s v in h o e b eb erem o s b e h id a fo r te . nunca satisfeitos com o que têm. e eles sã o p a s to ­ r e s q u e n a d a co m p re en d e m .tempo para Deus trazer juízo. 11 E estes cã es sã o g u lo s o s . quer através de violência. 7 . to d o s eles se to r n a m p a r a o seu ca m in h o ) ca d a u m p a ra a su a g a n â n cia . e “feras dos bosques” podem representar os inimigos que Deus usará novamente para julgar a Israel (cf.12). d iz em eles.8. eles também são gananciosos. 10 T od os o s s e u s a ta la ia s sã o ceg o s. Tudo o que estes líderes preguiçosos e infiéis fazem é dormir e sonhar. Eles deveriam ser os guardas. n ã o se p o d e m f a r t a r . mas eles não têm nenhum discernimento e “nada compreendem”. Eles se desviaram do caminho de Deus para o seu próprio. to d o s sã o cã es m u d o s. Eles usam qualquer seg­ mento do governo que está sob o controle deles para adquirir ganho para si próprios. Os líderes de Israel se esqueceram das lições aprendidas nos dias de Ezequias. a n d a m a d o r m ecid o s. Esses líderes não são apenas estúpidos (espiritualmente adorme­ cidos). mas eles estão cegos para a verda­ de. ca d a u m p o r su a p a rte. Festanças e intemperança eram a ordem do dia.

“nas suas camas”.5A morte não era nenhuma derrota para eles. Os “homens compassivos” (Heb. “acharão descanso na m orte” (Heb. 17. ou seja. depois. na presença de Deus no céu (SI 73. quer dizer. durante esta vida. aqueles que se mantiveram fiéis.16. Ap 14. Os corpos daqueles que viveram de um modo que agradava a Deus “descansarão nas suas camas”.1.15). onde Manasses “derramou m uitíssim o sangue inocente. (Cf. d esca n sa rã o n a s su a s ca m a s o s q u e h o u v e­ r e m a n d a d o n a su a retid ã o.24. SI 16. e os h o m e n s co m p a ss iv o s sã o retira d o s. M as ninguém pa­ recia entender que esses mortos estavam escapando de calamidades futuras.9. ou seja. “e. al-mishkvotham. guardaram a aliança de amor e que continuaram expressando a mesma fé que louvava a Deus pelas libertações passadas) estavam perecendo. . cf. Como o salmista Asafe escre­ veu: “Guiar-me-ás com o teu conselho”. Quando os justos morrem eles entram em paz —a paz e o bemestar dados por Deus na sua presença.2 1 P er ece o ju s to . ou como indica a N VI. 11. Piores Juízos Virão 57. “o justo” (o remanescente piedoso) estava perecendo e ninguém parecia se importar ou notar. to no lago de fogo é contrastado com a bem-aventurança daqueles que morrem no Senhor. En­ quanto os líderes estavam se viciando na luxúria e em um estilo de vida lascivo. me receberás em glória”. “povo da aliança de amor”.) 2 E le e n tr a r á em p a z .b. Veja 2 Reis 2 1 . sem q u e a lg u é m co n sid er e q u e o j u s t o é leva d o a n tes d o m al. ‘znshe-chesed. em tumbas ou sepulturas). em agudo contraste. e n ã o há q u em co n sid er e isso em se u cora çã o. até que encheu Jerusalém de um ao outro extremo”. Está im plícito que futuros desastres trariam sofrimento pior que a morte. Nos dias de Manasses a nação como um todo era estúpida.9— onde o panoram a do sofrimen­ 13.

o que indi­ cava uma rebelião desdenhosa e descuidada contra o SENHOR e talvez também o menosprezo e o fazer gracejos a respeito dos piedosos. e pôr a língua de fora. Apóstatas Advertidos a Respeito do Juízo 57. A prostituição luxuriosa debaixo das exu­ berantes árvores verdes era parte do culto cananeu da fertilidade — pretendia encorajar Baal a dar fertilidade aos seus animais e para a terra. “Semente” ou descendência sig­ nifica aqueles que habitual e devotadamente tomavam parte nestes pecados. D e quem fa z eis o vosso passatempo? C ontra quem escancarais a boca e deitais para fora a língua? Porventura . uma torrente depois de uma chuva torrencial)6 em Judá e nas aberturas dos penhascos era parte da adoração de M oloque . condena os ímpios que causaram a morte do justo. vós. “fazer troça de”). filhos da agoure ira. sem ente da falsidade. nas aberturas dos penhascos? A idolatria está tão difundida que não há nenhuma parte do país onde não seja encontrada. com vigor mordaz. em vez de serem filhos de Deus. a feitiçaria (incluindo a consulta aos espíritos e a magia negra). não sois filh o s da transgressão . sem ente de adul­ tério e de prostituição. shaqer. Deus os chama para chegarem perto e escutarem a sua ad­ vertência. adultério e prostituição (conectada com a idolatria) se tornou comum.3— 6 ? Mas chegai-vos aqui. Isaías. incluindo a idolatria).c. 5 que vos esquentais com os ídolos debaixo de toda arvore verde e sacrificais os filh o s nos ribeiros. “engano”. N a época de Manassés. O “passatempo” era escarnecer ( “gracejar”. zombar ( “escancarando a boca”). Eles se tornaram descendência de mentirosos ou “semente da falsi­ dade” (Heb. A abominável matança de crianças como sacrifícios nos “ribei­ ros” ( “vadis” [margem de NASB] ribeiros ou vales de torrente: secos durante o verão.

As pedras lisas e escorregadias dos ribeiros são características da “parte”. o qual até mesmo sacrificou um de seus próprios filhos (2 Rs 21.35).31. Era suposto que satisfazer a M oloque evitava azar ou mesmo a morte. Os lugares altos no Velho Testamento eram geralmente escolhidos como lugares para a localização de rituais para cultos da fertilidade. 2 0 . Sobre estas eles despejavam libações e colocavam ofertas de grãos. ou mudar a sua atitude.10. rebanhos e mulheres. 2 Rs 23 . Todo o seu empenho era uma tentativa para manipular os deuses de modo que eles dessem a sua fertilidade para as colheitas. A resposta é óbvia: Ele não deve e não vai. estas. A repeti­ ção de “estas” dá ênfase ao lato de que a relação deles com os ídolos de Baal e M oloque não está fundamentada em terreno firme. Provavelmente a nação está sendo tratada como se fosse uma prostituta. A Idolatria Persistente 57. confiar em falsos deuses não oferece nenhum fundamento permanente ou seguro. Isso seria contrário à sua natureza. levando em conta as práticas perversas deles. Isto era comum durante o reinado de Manasses. Deus pergunta se Ele deveria se “contentar”. e os montes eram também um símbolo dos seios femininos. c a eles sobes para oferecer sacrifícios.7— 10 7 Sobre os m ontes altos e levantados pões a tua cama. contentar-m e-ia eu destas coisas? O hebraico daqui até o versículo 13 muda do plural para a segun­ da pessoa do singular. onde oferecem sacrifícios pagãos. As pessoas também praticam aberta e desavergonhadamente as suas prostituições nos altos. Jr 7. sobre elas também derramas a tua libação e lhes ofere­ ces ofertas. 6). ou “sorte”.2 -4 .21. está a tua parte. d. As pessoas supunham literalmente que os lugares mais altos as colocava mais próximas de seu deus. destes idólatras. Lv 18.3. estas são a tua sorte. 32.(cf. 6 Nas pedras lisas dos ribeiros . . O pecado demanda juízo.

p o r isso. outros meramente fingiam servir ao S E N H O R . am as a su a cam a. Ir “ao rei” (Heb. e fa z e s co n certo co m eles.7— 10). p o rq u e a ou tros. Os lembretes que eles punham detrás das portas e nos umbrais eram possivelmente símbolos fálicos. o filho de Cam (Gn 9 . No entanto. e também tinham feito uma aliança com ídolos pagãos. onde q u er que a vês. Quer dizer. Israel cometeu prostituição espiritual.2 5). 9 E v a is ao rei com óleo e m u ltip lica s os teu s p erfu m es. te can saste. alargas a tua cam a. “man­ dando descer até o Sheol” ou “rebaixando-se ao Sheol”) significa que eles tinham pecado ao ponto de merecerem a morte e o Sheol (inferno). lammelek. a referência aos embaixadores implica no estabelecimen­ to de tratados com reis verdadeiros. de forma que eles não se tornaram fracos.s E d etrá s das p o rta s e das om b reira s p õ es os teu s m em oria is. te descobres. O lhar na nudez foi o que trouxe uma m aldição sobre Canaã.8 10 N a tua com p rid a viagem .7 Isto pode significar que en­ quanto alguns praticaram a prostituição religiosa pagã abertamente (v. “ao rei”) refere-se aqui a fazer alianças estranhas. não adoeces. Empenhar-se em um grande número de viagens lhes deu vida nova.2 2. secretamente eles estavam envolvidos na mesma prostituição religiosa como aque­ les que arrumavam as suas camas nos “montes altos e levantados”. eles acharam recursos para continuarem dando andamento à sua caminhada para o . o que bu scavas achaste. e sobes.7). en via s os teu s em b a ix a d ores p a ra lon ge e te abates a té a os in fern os. Em vez de confiar no SE N H O R . A N V I e outras versões tomam a referência literal “ao rei” (veja KJV NASB) como significando o deus Moloque. m a is do qu e a m im . como fez Acaz ao estabelecer um tratado com TiglatePileser (2 Rs 16. m a s não dizes: N ão há esperança. A expressão “te abates até aos infernos” (mais precisamente.

9 12 E u p u b lica r e i a tu a j u s t iç a e a s tu a s ob ra s.) Somente a pessoa que confia e se refugia no S E N H O R possuirá . 13 Q u a n d o cla m a res. NASB. n e m n o teu co ra çã o m e p u s e s s e s ? N ã o é\ p o r v e n tu r a . trad. Deus. Assim.11— 13 11 M a s d e q u em tiv este re ce io o u tem or.. p o r q u e e u m e calo. ou seja. m a s o q u e co n fia em m im p o s s u ir á a terra e h erd a r á o m e u sa n to m on te. Ele denunciará. quer dizer. “Não me pusesses no teu coração”). p a r a q u e m en tisses e n ã o te lem b ra sses d e m im . dá força renovada aos que esperam por Ele. e isso j á d esd e m u ito tem po. toda a ativida­ de humana que não depende do Espírito de Deus é em vão [cf. (Igualmente.t e o s teu s co n g r eg a d o s. até mesmo uma mera brisa “a todos levará”. lit. pedindo a Deus por ajuda. Quando eles clamarem. Nem uma nem outra os ajudará ou lhes trará algum proveito.). um pouco de “vento”. Zc 4 . M as eles nem mesmo podem salvar a si próprios.6 ].28— onde 31. e. e m e n ã o tem es? O SE N H O R pergunta de quem eles realmente têm receio e temor de forma que eles lhe mentem e não se lembram dEle ou o conside­ ram (lit. A Idolatria não Traz nenhum Benefício 57. m a s o v e n to a tod os leva rá . Isto é. eles nem mesmo pensam no SE N H O R ( “não te lembrasses de mim.inferno. / N em me levasses em conta”. Ele lhes diz que deixem as suas coleções de deuses lhes salvarem. a justiça deles —que era obviamente diferente da de Deus (mais ironia) —e Ele denunciará as suas obras. l i v r e m . a maioria dos judeus na época de Manassés se tornou apóstata. Isto pode ser um irônico paralelo ou eco de 40 . Deus publicará. m a s n ã o te a p r o ­ veita rã o. que nunca está cansado. Porque Deus demorou muito tempo para enviar juízo o povo não mais o temia. e a v a id a d e o s a rreb a ta rá .

Conforto e Paz para os que Choram 57. p o rq u e o esp írito p era n te a m in h a f a c e se en fra q u ece­ r ia . p a ra v iv ifica r o esp írito dos abatidos e p a ra v iv ifica r o cora çã o dos con tritos.4. 3. M as Ele também habita com o que está “contrito” (Heb. Ele também é imanente. 56. dificuldades e tristezas da vida). qu e habita na etern id a d e e cu jo n o m e é S anto: Em u m alto e sa n to lu ga r habito e tam bém co m o co n trito e abatido de espírito. Que maravilhosa revelação de Deus é esta! b. onde Deus está retornando ao seu povo. . “es­ magado” pelos fardos. Ele vive com o “abatido de espírito” (Heb. Prepare o Caminho 57. construí-la e tirar os obstáculos do caminho do povo de Deus nos faz lembrar de 40. M u it° embora Deus seja trans­ cendente. p rep a ra i o ca m in h o. Deus é o único refúgio. n em co n tin u a m en te m e in d ign a rei.a terra como uma herança da parte de Deus e tomará posse (ou her­ dará) do seu santo monte em Jerusalém (veja 27. “o humilde de espírito”). RESTAURAÇÃO E BÊNÇÃO PARA 0 ARREPENDIDO 57. Agora o caminho deve ser preparado para o povo de Deus vir e reivindicar a herança da terra e do “santo monte” de Deus (v. e as a lm a s q u e eu f i z .14-21 a. shfphal— ruach. Ele continua vivendo no interior para dar vida ao espírito dos humildes e aos corações dos esmagados. aquEle que habita a eternidade do tempo e do espaço e cujo nome (caráter e natureza) é Santo.16— 19 16 P orque p a ra sem p re n ã o con ten d erei.14. 13). tira i os trop eços do cam in h o do m eu povo. ap la in ai. Deus fala agora como aquEle que é exaltado e elevado sobre todos. Preparar a estrada.3. O lugar da sua santa habitação é no céu. a única segurança. 15 P orque a ssim d iz o A lto e o Sublim e. dakka‘.7).15 14 E d ir -s e -á : A plainai.13. Esta não é uma visita temporária.

ta m b ém o s g u ia r e i e lhes to r n a r e i a d a r co n so la çõ es e a os s e u s p r a n tea d o res. d i z o SENHOR. Ele criará louvor como “os frutos dos lábios” dos que lamentam: Ele tornará possível a eles que o louvem e anunciem “paz. na presença da sua ira. Ele escondeu a sua face. m a s. Deus toma a iniciativa por causa de quem Ele é. Deus vê os seus caminhos e os sarará (salvar e restaurar) e os conduzirá. p a z .14) e Ele sabe que os seus espíritos se enfraqueceriam diante dEle. paz. porque Ele os curará (cf. 17 P ela in iq ü id a d e da su a avareza. M l 4. m e in d ig n ei e os f e r i . se g u ir a m o ca m in h o d o seu coração. Para os que lamentam. p a r a o s q u e e s tã o lon g e e p a r a o s q u e e s t ã o p e r t o . nem a sua indignação continuará.Deus virá morar com o humilde e os oprimidos porque Ele não conduzirá um processo ( “contenderei”) contra Israel para sempre. Ele não pretende destruí-los totalmente. incrédulos. rebel­ des. reb eld es. Eles con­ tinuaram seguindo “o caminho do seu coração”. ou seja. não porque os caminhos deles mudaram. até mesmo aos que entre eles lamentam. e s co n d im e e in d ig n e i-m e . Embora o tempo da sua ira possa ser longo. 19 E u c r io o s f r u t o s d o s lá b io s . Apesar da rebelião de Israel. Ele também tornará “a dar conso­ lações” (ou conforto espiritual) para eles. a ira de Deus se moveu e Ele o feriu (Israel). p a z . Ele sabe os limites do povo que Ele criou (cf. quer dizer. seguindo a tudo que lhes agradava e indo onde quer que os seus próprios corações e mentes desejassem ir. e e u o s s a r a r e i. M as isto não fez com que o povo se arrependesse. Porque o povo era culpado de buscar o lucro de modo ganancioso e contrário à Lei.2. 18 E u v e jo os seu s ca m in h o s e os sa ra rei. SI 103. afastou a sua presença ativa e a sua bênção. Efésios . que mostra Ele curando por intermédio de Jesus). Deus fará o que só Ele pode fazer. para os que estão longe e para os que estão perto”.

Nenhuma Paz para o ím pio 57.1 1— aplica isto aos gentios que estão distante. n ã o te detenhas. Os pecadores estão em contraste com aqueles a quem Deus cura e restabelece. não têm paz. 2 T odavia. indica todos os meios que deveriam ser utilizados para se estar seguro para que o povo ouça. mas continuamente agitado ou lan­ çando para cima “lam a e lodo” [limo ou alga]. Efésios 2.17. Porque. ADORAÇÃO HIPÓCRITA 58. por ele. c. 21 O s ím pios. qara tigaron. m e p ro cu ra m cada dia. p erg u n ta m -m e p elo s d ireitos da ju stiça . Os culpados que continuam nas suas impiedades são como um “mar bravo” —nunca calmo.21 20 M as os ím pios são co m o o m a r bravo que se não p o d e aq uietar e cu ja s á gu a s lan çam de si lam a e lodo. eles não podem esperar as bên­ çãos de Deus ou a alegria da sua presença. 4. O povo precisa ouvir a declaração de Deus a respeito da sua rebelião. “proclamar a plenos pul­ mões”) e “levanta voz como a trombeta”. . têm p r a z e r em se ch ega r a D eus. levan ta a voz co m o a trom b eta e a n u n cia ao m eu p o vo a su a tra n sgressã o e à casa de Ja có . ambos [judeus e gentios] temos aces­ so ao Pai em um mesmo Espírito”. d iz o m eu D eu s. A palavra de Deus é que não há nenhuma paz para eles. porém feitos per­ 18 to pelo sangue de Cristo. co m o u m p o v o qu e p ra tica a ju s tiça e não deix a o d ireito do seu D eu s. e ser declarado culpado dos seus pecados. ele [Jesus] evangelizou a paz a vós que estáveis longe [gentios] e aos que estavam perto [judeus]. tom am p ra z er em sa b er os m eu s ca m in h os.18 diz: “E.12 1 C la m a em alta voz.2 . vindo. “Clama em alta voz” (Heb. os seu s pecados.20.

3-5 3 d iz en d o : P o r q u e je ju a m o s nós. provavelmente que­ rendo dizer que oferecem os sacrifícios que são pretendidos trazer para perto de Deus. e que mostra que eles querem que Deus venha para perto deles. especialmente sobre o jejuar sem obter resultados da parte de Deus. Enquanto eles estão fazendo estes atos religiosos. p a r a f a z e r o u v ir a v o ssa v o z n o alto. p a ra co n ten d a s e debates. Eles querem que todas as pessoas vejam como eles são piedosos.5). n ã o j e j u e i s co m o hoje. explorando as pessoas que estavam trabalhando duro para eles. sem poder (cf. Enquanto estavam jejuando. sem reali­ dade. Diariamente eles parecem buscar o S E N H O R e parecem se agradar de saber a respeito dos seus caminhos. 5. O único jejum que Deus ordenou na Lei foi no Dia da Expiação (um dia de jejum a cada ano). n o d ia em q u e je ju a is . eles estavam agindo como fei­ tores de escravos. Os jejuns que eles tinham estado observando eram jejuns adicionais. Eles pedem a Deus decisões certas e parecem se encantar na proximidade de Deus.As práticas religiosas do povo parecem louváveis. eles estão reclamando. 2 Tm 3. Eles agem “como um povo que pratica a justiça e não deixa o direito de seu Deus”. 4 E is que. je ju a is e p a r a d a rd es p u n h a d a s im p ia m en te. JEJUM HIPÓCRITA 58. Toda a sua adoração é meramente uma forma exterior. e tu n ã o a ten ta s p a r a isso ? P o r q u e a flig im o s a s n o ssa s a lm a s. pelos quais estavam tentando constranger Deus a lhes dar o que eles queriam. O jejum cuja finalidade são “contendas e debates” e o golpear com “punhadas” uns aos outros quer dizer que tudo o que eles que­ rem é conquistar o seu próprio caminho. até mesmo quando estão . a ch a is o v o sso p r ó p r io co n te n ta m e n to e req u ereis to d o o v o sso trabalho. e tu o n ã o sa b es? E is que.

abrigassem o pobre e vestissem aqueles que não tinham roupa suficiente.6-10 6 P o r v en tu r a . o cu b ra s e n ã o te es co n d a s d a q u ele q u e é da tu a ca r n e ? Em vez de jejuar para conseguir algo para eles. 7 P o r v en tu r a . Estas coisas eram modos que eles tentavam para expressar humildade diante do SE N H O R . Deus queria justiça e liberdade para o seu povo. n ã o é este o j e ju m q u e esco lh i: q u e so ltes a s liga d u ­ ra s da im p ied a d e. q u e in c lin e a s u a c a b e ç a c o m o o j u n c o e e s te n d a d e b a i x o d e s i p a n o d e s a c o g r o s s e ir o e c i n z a ? C h a m a r i a s tu a isso j e j u m e d i a a p r a z í v e l a o SE N H O R ? As formas convencionais que as pessoas estavam buscando utilizar nos seus dias de jejum não agradavam a Deus. e q u e d esp ed a ces tod o o j u g o ? O que Deus queria não era um jejum (abstinência) de comida.errados. n ã o é ta m b ém q u e re p a r ta s o teu p ã o co m o f a ­ m in to e reco lh a s em ca sa os p o b r e s d e sterr a d o s? E. 5 S e ria este o j e j u m q u e e u e s c o lh e r ia : q u e o h o m e m u m d i a a f l i j a a s u a a lm a . q u e d esfa ça s a s a ta d u ra s d o ju g o . mas estas práticas tinham se degenerado em mero espetáculo. o jejum deles termina em contendas e debates e eles nunca conseguem chegar a Deus. Deus queria que eles alimentassem o faminto. DEUS QUER JEJUM DO PECADO 58. I Tm 5. Ele não responde às suas orações. mas um jejum do pecado e da opressão do pobre. A Lei não lhes pedia propriamente que curvassem as suas cabeças. Assim.8). e q u e d eix es liv r e s o s q u eb ra n ta d os. Deus ainda quer isto. . dos trabalhadores e dos escravos.31— 46. e detestava que eles estivessem sendo explorados egoística e cruelmente. Eles deviam cuidar especialmente da própria carne e sangue destes (cf. A Lei nunca ordenou que usassem roupas de pano de saco e cinzas. 6. v e n d o o n u . Por causa das discussões e brigas. Ele ama o pobre e o oprimido. Jesus colocou isto claramente em M ateus 25 .

e ele d irá : E is -m e a qu i. mas principalmente aos domésticos da fé”. co n tu d o ain d a deles e a glória de Deus como a sua E n ch er b em A travessa co m peixe? retaguarda. 8 E ntão. —R o b e r t H e rric k (I5 9 I-I6 7 4 ) Sempre que eles clamarem. e a tu a j u s t iç a irá a d ia n te da tu a f a c e . ro m p erá a tu a lu z co m o a a lva . P ara a a lm a fam in ta. enquanto temos tempo. e o SeNHOR te resp o n d erá . É je ju a r d a co n ten d a. g r ita r á s. E m an te r u m je ju m é isso. mas também no je­ jum do pecado e da ganância que de­ veriam ser guardados diariamente por todo indivíduo. Eles D e g o rd u ra d e carn es de marcharão adiante triunfalm ente. O u m o strar U m o lh a r a b a tid o e am argo? N ã o : isto é u m je ju m . não só em um dia de jejum. pois as derrotas na E lim p a batalha da vida serão esquecidas. pois este será um novo dia para eles. O u a n d a r esfarrap ad o . d is tr i­ b uir.10 também nos exorta: “Então. F az er o p ecad o m o rrer de fom e. m an ter A d esp en sa vazia? de suas feridas. E do ó d io . cla m a rá s. Agora Isaías procede por ampliar o que deveria ser esperado. façamos o bem a todos. o esten d er d o dedo e o f a l a r v a id a d e. e a g ló r ia d o SENHOR s e r á a tu a reta gu a rd a . Deus responderá. È je ju a r u m a h o ra. e que alimentam o faminto e dão abrigo e roupas para o pobre. Negativamente. 9 E ntão. a co n ­ tece rá isso se tira res d o m eio d e ti o ju g o . D e velh o s deb ates. O sua gloriosa luz romperá de dentro deles “como a alva”. Aqueles que jejuam do pecado e da ganância.Gálatas 6. e a tu a cu r a a p ressa ­ d a m e n te b rota rá . M o s tra r o co ração cheio de p esar. C irc u n c id a r a sua vida. isto . verão resultados maravi­ lhosos. N ã o de cereais. Sempre que eles gritarem por ajuda. e ovelha? E d e s is tir do p rato com o Deus de justiça indo à frente D e carn e. S e u m o lh o de trigo E carn e. Deus estará lá. Nova carne surgirá de repente na cura É isto u m jeju m . vitela.

As gerações futuras que responderem à ordem de Deus a respeito da justiça. o que vocês querem para si próprios. estabilidade e força. Então a escuridão e obscuridade dos problemas da vida serão substituídas pela luz brilhante e plena. DEUS GUIARÁ 58. e de falar falsa e maliciosamente para causar prejuízo ou perturbação. Aqueles dos versículos 9 e 10 elevarão as fundações de m ui­ tas gerações anteriores. os seus desejos. e f a r t a r á a tu a a lm a em lu g a r es secos. se a b r ír es a tu a a lm a a o f a m i n t o e f a r t a r e s a a lm a aflita . do dedo estendido (do dano). en tã o. e se r á s co m o u m ja r d i m reg a d o e co m o u m m a n a n c ia l cu ja s á g u a s n u n ca f a lt a m . infeliz). Se nós formos reconstruir 9 . As pessoas da época de Isaías precisavam fazer isto. Ossos fortes significariam força interior. A orientação de Deus'será ininterrupta. e f o r t f i c a r á o s teu s ossos. até mesmo em uma terra árida. “U m jardim regado” e “um manancial cujas águas nunca faltam ” indicam provisão para cada necessidade. Ele satisfará as suas ne­ cessidades (a “alm a”. e os “ossos”. 10 e. Positivamente. 7. humilhada. para o faminto. como 1. tanto naturais como espirituais. e íevan tarás os fu n d a m e n to s de gera çã o em gera çã o. quer dizer. ou seja. misericórdia e compaixão amorosa construirão as ruínas antigas.12 11 E o SENHOR te g u ia r á co n tin u a m e n te . e a tu a e s cu r id ã o se r á co m o o m eio -d ia . Isto significa satisfazer a “alma aflita” (ou. e cham arte-ã o rep a ra d or das rotu ra s e resta u ra d or d e vered a s p a ra m orar. e serão chamados de “reparador de roturas” e “restaurador de veredas para morar”.11. as suas necessida­ des). seus desejos).significa se libertar do jugo da opressão. isto significa gastar (doar) a si próprios (suas al­ mas.7— indica. 12 E os q u e d e ti p roced erem ed ifica rã o os lugares a n tiga m en te a sso­ lados. a tu a lu z n a s ce r á n a s trev a s.

Agora Isaías se volta não para um dia de jejum.13. e d e f a z e r a tu a v o n ta d e n o m e u sa n to dia. Era também um tempo para uma santa convocação. Eles estavam abusando disto.14 13 S e d e sv ia r e s o teu p é d o sábado. n ã o se g u in d o o s teu s ca m in h o s. mas para um dia de festa. . de forma que eles pudessem adorar o S E N H O R e expressar o seu amor a Ele com todo o seu coração. ou “falar as [suas] pró­ prias palavras”.10 8.3). Deus o queria para ser santo. te d eleita rá s n o SENHOR. p o r q u e a b oca do S e n h o r o disse. separado dos outros dias. temos que construí-la “sobre uma fundação que é tanto consistentemente moral como profundamente espiritual” ou as calamidades do passado serão repetidas. onde a comunidade local devia vir junto para a adoração e o ensino. se deleitando nEle. buscando o seu próprio prazer. e se o h on ra res. teu p a i. Cavalgando “sobre as alturas da terra” e festejando “com a herança de Jacó” indica poder e vitória à medida que desfrutam as bênçãos da aliança dadas a Israel. falar a respeito de coisas que não têm nada que ver com o honrar ao S E N H O R . n em f a l a r a s tu a s p r ó p r ia s p a la vra s. O sábado era uma oportunidade para eles expressarem deleite no serviço de Deus. um importante sinal da aliança sob a Lei. Este era para ser um dia honrado. Então. o sábado. O dia de sábado era para ser “do S e n h o r ” ( L v 23. com o sábado sendo uma grande delícia. ou seja. 14 en tã o. e s e ch a m a r es a o sá b a d o d eleito so e sa n to d ia do SENHOR d ig n o d e h on ra . alma. e te f a r e i ca v a lg a r so b re as a ltu r a s da terra e te su s te n ta r e i co m a h era n ça d e J a có . 0 SÁBADO TRAZ BÊNÇÃO 58.a nossa nação hoje. n em p r e te n d e n d o f a z e r a tu a p r ó p r ia vo n ta d e. eles terão diaria­ mente um grande deleite no S E N H O R . mente e força. e eles deviam honrá-lo por não fazer os seus própri­ os negócios. usando-o como um dia para fazer o que lhes agradava.

O que aconteceu aos piedosos nos dias de Manassés e por quê? 6 . o conteúdo e a teologia. nunca ti­ veram a idéia de cessar (com o o “sábado” significa) de trabalhar durante . quer cananeus. A forma. egípcios. Como o fato de encontrar a nossa alegria no Senhor se relaciona ao descanso do sábado que Deus espera que busquemos diaria­ mente? (Veja H b 4 . ou babilônios. todavia. Por que os líderes na época de Manassés mereceram juízo? 5.) CITAÇÕES 1 M uitos liberais que negam o sobrenatural tom am os capítulos 56 a 66 como um “Terceiro Isaías”. Por que o sábado era tão importante nos tempos do Velho Testa­ mento? 4. assírios. a m aioria assumindo que os capítulos foram escritos por autores m últiplos. O que Deus estava procurando durante o sábado? 14. Que bênçãos são prometidas para aqueles que jejuam do pecado e da opressão? 13. Quem não será restaurado e por que não? 8 .9 . 3 Os estrangeiros. O q u e estav a e rra d o co m a ad o ra ç ã o d o povo? 10. 2 As palavras “escolhem” e “abraçam ” no hebraico indicam ação ininterrupta e persistente. são consistentes com a unidade de todo o livro. Qual é a relação entre boas obras e salvação? 2. Em que bases os estrangeiros e eunucos são incluídos na bênção prometida? 3. Que tipo de jejum Deus realmente queria? 12. Por que Deus não aceitou os jejuns deles? 11. Q u a l fo i a a titu d e d o s id ó la tra s n a ép o c a de M a n a s s é s e co m o eles a d e m o n strav am ? 7.1 1.QU ESTÕ ES DE ESTU D O 1. Q u e m será re s ta b e le c id o e p o r quê? 9 .

An O utline o f H ebrew H istory (G rand R apids: Baker Book House. 19 98 ). 4 7 3. para não poder ouvir. 5Veja Stanley M . H anson. Redenção e Glória de Sião 59.14. Payne reconhece que Isaías repreendeu os pecados da época de Manassés. 19 85 ).9 )” colocadas longe dos olhos. F. 4 2 -4 6 . Depois de falar resumidamente de restauração futura. 19 95 ). R J: CPAD. Nosso D estino: O Ensino B iílico das Ultimas Coisas (R io de Janeiro.1-60. Isaiah 56— (G rand R apids: W m . e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós.22 1 .1 1). 0 PECADO SEPARA DO SALVADOR 59. 7 M otyer acredita que estas eram as palavras do Senhor escritas “nos umbrais de tua casa e nas tuas portas (D t 6 .1-3 1 Eis que a mão do SEN HO R não está encolhida. Isaiah 40~66 (L ouisville: John Knox Press. A capacidade de Deus para “salvar” e “ouvir” as orações do seu povo não está de qualquer forma limitada. N osso D estino. 1 B. 9 Isto foi pior durante os anos antes de Esar-H adom levar M anassés em ca­ deias para Babilônia em 6 7 9 a. 47. .C. 66 Eerdmans. (2 Cr 33 . nem o seu ouvido. agravado. para que não possa salvar. A.um dia em sete. 1 9 5 4 ). 4 -5. o problema não está com Deus. Como em 49. 2 0 7.15. H orton. 2 M as as vossas iniqüidades fa z em divisão entre vós e o vosso Devis. 4 J. 8 Veja H orton.: InterVarsity Press. Isaías retorna à situação nos dias de Manassés. The Prophecy o f Isaiah (Downers Grove. 11Paul D. 6 N ão havia nenhum desses “w adis” ou ribeiros tem porários na Babilônia. }. Knight. Ele está pronto e esperando. 111. Veja G. A Confissão. Alec M otyer. Barton Payne. 19 93 ). B. para que vos não ouça. mas com o povo. 14 3-4 4. 4 6 .

e a vossa língua pronuncia perversidade. e os vossos dedos. mentiras e a proclamação de perversa impiedade eram parte daqueles pecados que os separavam de Deus. concebem o trabalho e produzem a iniqüidade. Então Israel é retratado como uma mulher grávi­ .De fato. Ninguém proclama o que é certo ou verdadeiro. suja com o derramamento de sangue por vingança) e “dedos [maculados] de iniqüidade” indica que o povo era impuro e não estava em condições para entrar na presença de Deus. que criou e ama a todas as pessoas. SEM JUSTIÇA E SEM PAZ 5 9 .1 2. de iniqüidade. Este não foi o caso com os judeus no exílio babilônico posterior. rebelião. nem ninguém que com pa­ reça em juízo pela verdade. Todos os pecados realmente são contra Deus. Por causa desta corrupção eles não podem confiar no SeNHOR. Os seus pecados eram como uma parede que escondia a face de Deus (separava-os de sua presença) e os impedia de escutar e atender aos seus pedidos. Eles não só falam mentiras. Violência..4 -8 4 N inguém há que clame pela justiça. confiam na vaidade e andam falan­ do mentiras. Eles tentam fazer as suas reivindicações parece­ rem legais quando elas são realmente erradas. “Mãos. Isaías agora descreve a excessiva pecaminosidade de Israel. mas pode significar confiança “no que é nulo” (como na versão ARA ). de modo que eles confiam na vaidade. os vossos lábios falam falsamente. Aqueles que bus­ cam as suas reivindicações em juízo não as buscam honestamente ou conscienciosamente. que normalmente quer dizer ídolos. os pecados intencionais estavam separando o povo do seu Deus. Não há nenhuma inte­ gridade. falsas e enganosas.. especialmente no tempo de M anassés..e. mas com aqueles que viviam em Judá nos dias de Isaías. contaminadas de sangue” (i. ! Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue . mas palavras inúteis.

“delitos”. ou seja. destrviifão e quebrantamento há nas suas estradas. torna as coisas piores. A idolatria nos dias de Manassés estava levan­ do a nação à desintegração social e a todos os tipos de injustiça. 5 Chocam ovos de basilisco e tecem teias de aranha. sai deles uma víbora. talvez resistindo aos pecados. asfiz era m para si mesmos. Os seus pecados são comparados aos ovos de uma víbora.da com o útero cheio de “trabalho” ( “o m al”. Quando um tal ovo “é quebrado”. ARA. . e até os seus pensamentos. “injustiça”). 8 Não conhecem o caminho da paz. e. N V I).6) até aos seus pés. “as suas obras são obras de iniqüidade. todo aque­ le que anda p o r elas não tem conhecimento da paz. ‘awen. Os seus planos provarão ser tão insuficientes para as suas necessi­ dades como uma coberta feita de teias de aranha. aquele qvie com er dos ovos deles morrerá. e os seus planos ao tecer de teias de aranha. As suas vidas são estradas de violência destrutiva e também a falência e o colapso da sociedade. Comer os ovos de uma víbora. Todas as parte dos corpos destes pecadores estão envolvidas: das suas mãos (v. e obra de violência há nas suas mãos”. traz a morte. iniqüidade e injustiça. “sai deles uma víbo­ ra”. “maldade”. os seus pensam entos são pensam entos de in i­ qüidade. as sitas veredas tortuosas. apertando-os. participar desses pecados. quer dizer. Os seus pés se apressam para fazer o mal e matar as pessoas inocentes. “m al”. de forma que dá à luz “a iniqüidade” (Heb. 6 As suas teias não prestam para vestes. nem há ju íz o nos seus passos. e obra de violência há nas suas mãos. nem se poderão cobrir com as suas obras. Especificamente. Eles pensam e planejam perturbações. 7 Os seus pés correm para o mal e se apressam pa ra derramarem o sangue inocente. as suas obras são obras de iniqüidade.

e ele n ã o a p a rece. e eis q u e só há trev a s. Em contraste com aqueles que são “fortes”.9-15 a. Todo aquele que os segue. Não há nem mesmo um vislumbre de luz ou brilho que venha mostrar a misericórdia de Deus a eles. O estilo de vida deles não mostra nenhum “juízo” e é tortuoso. Por causa dos seus próprios pecados. esp er a m o s p e la luz. saudáveis e vigorosos. O constante tatear no escuro mostra a profundidade da sua ce­ gueira espiritual. e aos seus cami­ nhos. os que tropeçam e tateiam no escuro estão “como mortos” —sem qual­ quer vida espiritual.d ia co m o n a s trev a s e n o s lu g a r es e s cu r o s s o m o s co m o m o rto s. O resultado é “trevas”. sim . ISAÍAS CONFESSA OS PECADOS DO POVO 59. tro p eça m o s a o m e io . m a s a n d a m o s em escu rid ã o . Tropeçar na escuridão e obscuridade “ao m eio-dia” mostra o grau de insensibilidade deles à luz da verdade espiritual. Andando nas Trevas 59. o j u í z o esta lo n ge d e n ó s. o povo está debaixo da con­ denação de Deus. a n d a m o s a p a lp a n d o.9— I I 9 P o r isso. 3. e eles andam ao redor sem rumo e “em escuridão”. p e lo resp len d o r. identificandose com o seu povo. esp era m o s o ju íz o . lamentando sobre a situação deste e confessandoa. p e la sa lva çã o . está emaranhado nas mesmas tramas e “não tem conhecimento [ou experimentação] da paz” (bênção e bem-estar que Deus dá) tampouco. 11 T odos n ó s b r a m a m o s co m o u r s o s e c o n tin u a m e n te g e m e m o s co m o p o m b a s. e ela está lo n g e d e nós. e a j u s t iç a n ã o n o s a lca n ça . Isaías muda para a primeira pessoa do plural aqui. co m o o s q u e n ã o têm olhos. e não há nenhum juízo (porque eles não deixam Deus governá-los) ou justiça (porque eles rejeitam os justos propósi­ tos de Deus). 10 A p a lp a m os a s p a r ed e s co m o cego s.Eles não conhecem nem experimentaram “o caminho [o estilo de vida] da paz” com Deus que traz a sua bênção. .

e a eqüidade (incluindo retidão e justiça) não pode entrar. No entanto. e o f a l a r d e o p r e s s ã o e r e b e liã o . l j c o m o o p r e v a r ic a r . e m e n t i r c o n t r a o S e n h o r .12— 15 12 P o r q u e a s n o s s a s tr a n s g r e s s õ e s se m u l t ip l i c a r a m p e r a n t e ti. p o r q u e a s n o s s a s t r a n s ­ g r e s s õ e s e s tã o c o n o sco . e os pecados do povo testemu­ nham individualmente contra este. e a bênção e prosperidade que Ele tinha dado para Israel anteriormente). A justiça é retratada como estando “longe”. A razão pela qual não há nenhum arrependimento é que em qualquer tentativa a justiça é rechaçada ( “tornou atrás”). A verdade (incluindo segurança e confiança) vacila e “anda tropeçando pelas ruas” (praças abertas ou feiras). Elas se desviam para longe do verdadei­ ro Deus em infidelidade. e o r e t i r a r m o n o s d o n o ss o D e u s . incapaz de fazer qualquer coisa sobre a situação. Isaías retrata Deus como o Juiz. a ajuda de Deus. b. Pecados Reconhecidos 59. e o c o n c e b e r e e x p e c to r a r do c o ra ç ã o p a la v r a s d ef a ls id a d e . Os seus corações e men­ tes são a fonte de sussurradas expressões de falsidade e engano. Gemer como pombas indica frustração por causa da falta de justiça e a ausência de liberta­ ção (incluindo salvação. p o r q u e a v erd a d e a n d a tro p eça n d o p e la s r u a s. As pessoas reconhecem que os pecados de transgressão estão com elas e sabem que são culpadas. Elas estão de fato se rebelando e deslealmente negando ou desconhecendo o SENHOR. não há nenhum arrependimento por parte das pes­ soas. H á completo colapso moral nas cidades. e c o n h e c e m o s a s n o s s a s in iq ü id a d e s . As suas palavras estão cheias de opressão e revolta que incluem apostasia espiritual. e o s n o s s o s p e c a d o s t e s t ific a m c o n t r a n ó s . e a eq ü id a d e n ã o p o d e en tra r. 14 P e lo q u e o j u í z o s e t o r n o u a t r á s . e a j u s t i ç a se p ô s longe.Bramar como ursos indica raiva por causa do pecado e seus resul­ tados nas vidas deles e na sociedade humana. .

pelo seu próprio poder e força Ele trouxe a salvação. v. e f o i m a l a o s se u s o lh o s q u e n ã o A verdade. a segurança. O pecado contra o qual Ele se opõe não pode afetá-lo. . e p ô s o e lm o d a s a l v a ç ã o n a s u a c a b e ç a . A natureza justa e o caráter de Deus são como uma “couraça” ou espécie de sobrepeliz de couros retorcidos ou malhas de ferro que co­ bria o corpo. o pecado tinha separado o povo como um todo de Deus. e c o b r i u . v iu . Assim. Porque Deus tinha prometido salvação. e t o m o u v es tes d e v in g a n ç a p o r v e s t íd u r a . ninguém para se levantar contra todo o pecado e maldade.s e d e q u e n ã o h o u v e s ­ in te r c e s s o r . e o SENHOR h ou v esse ju s tiç a . a v e r d a d e d e s fa le c e . e q u e m se d e s v ia d o m a l a r r i s c a . ninguém para defender o pie­ doso em Israel. e a s u a p r ó p r i a j u s t i ç a o s u stev e.s e a o s e r d e s p o ja d o . ninguém para tornar Israel uma luz para as nações. mas de um modo que a sua justiça o pudesse manter. M ais lamentável de tudo.15 S im . A sua salvação é como um “elmo”. privado de tudo como se ele fosse um prisioneiro de guerra. ne­ nhuma defesa para o remanescente piedoso entre o seu povo. a integridade e a confiança estão faltando. Verda­ deiramente. de modo que nada poderia mudar a sua mente ou . ninguém para intervir. 0 PRÓPRIO SEN HO R SALVARÁ 59. O SENHOR respondeu à confissão de Israel (cf. a sua salvação era e é pura graça. ou capacete.9) com desgosto porque “pareceu mal aos seus olhos que não houvesse justiça”. c o m o d e u m a c o u r a ç a . p e l o q u e o s e u p r ó p r i o b r a ç o lh e t r o u x e a se u m s a lv a ç ã o . c o m o d e u m m a n to . ' P o r q u e se re v e s tiu d e j u s t i ç a . O próprio S e n h o r é impelido a surpreender-se e indignar-se de que “não houvesse um intercessor”. aquele que se desvia do mal torna-se uma presa e “arrisca-se a ser despojado”.16-21 76 E v iu q u e n in g u é m h a v ia e m a r a v i l h o u .s e d e z elo . 4. armadura feita de pedaços de metal sobrepostos.

ou paixão para salvar e ajudar. Todos eles vão receber o que merecem. e recompensa. vindo o inimigo como uma cor­ rente de águas. a todas as nações em todas as partes do mundo. às ilhas dará ele a sua recompensa.14. Ele dará “recompensa aos seus inimigos”. o vento do SENHOR impelindo-o para a frente” (cf NVI). Então. O juízo de Deus é sempre de acordo com as obras do povo. 19 Então. temerão o nom e do SENHOR desde o poente e a sua glória. O mundo inteiro. fu ro r. ou “inim igo”. “Vento” também significa “sopro” ou “Espírito”. “Impelindo-o para a frente” também pode significar “arvorar uma ban­ deira”. uma tradução alternativa toma um adversário como o . Em Efésios 6. desde o nascente do sol.propósito de salvar. aos seus inimigos. aos seus adversários. ou seja. “Ele” se reporta ao SENHOR na sua glória. é como um manto ou capa. irá reverenciar o S e n h o r e a sua glória. por causa da sua santidade. não somente os povos da Asia M e­ nor). A palavra traduzida “estreita” também significa “adversário”. e reembolso ou represália “às ilhas” (ou “regiões costeiras”. assim será a sua retribuição. Assim. Primeiro. A parte final da metade deste versículo pode ser traduzida de dois modos. O rio normalmente refere-se ao Eufrates. o texto diz que “Ele virá como uma inundação impelida pelo sopro do Senhor”. tomando-se como referência a NVI. Uma leve variação na N VI é: “Ele virá como o rio que é estreito. de leste a oeste. Paulo usa esta metáfora de proteção espiritual e a aplica aos cristãos. Isto retrata a irresistibilidade de Deus quando Ele vier. 18 C onform e fo r em as obras deles. Um grande vento impelindo a água do rio entre as margens altas onde o rio é estreito arrastaria tudo diante deste. o seu propósito de “vingança” (recompensa e retribuição) era como “vestidura” e o seu zelo. o Espírito do SENEIOR arvorará contra ele a sua bandeira. os seus atos. cada um com uma nuance diferente em significado.

As suas palavras continuarão a estar na boca do Redentor e “na boca da [sua] posteridade” (Heb. este é o m eu co n certo com eles. como indica a ARC [ou de acordo com a Septuaginta: “como um rio. O seu Espírito está sobre o Redentor. ou dos seus descendentes. Como resultado. Sua semente espiritual. qu e p u s na tua boca. Eles são chamados de “Jacó” ( “en­ ganador”) porque não estão vivendo à altura do nome “Israel” ( “o príncipe de Deus e lutador”). não se d esvia rã o da tua boca. “sua semente”) e na “boca da posteridade da tua posteridade”. n em da boca da tua posteridad e. zarakha. todos os . que está sob re ti. um grande ribeiro transbordante”]. e especificamente para os israelitas que retrocedem da sua rebelião e se arrependem dos seus pecados. Ele é o Ungido. Esta é uma declaração do SE N H O R .26). uma garantia de que Ele cumprirá a sua palavra. d iz o Se n h o r . desde agora e p a ra todo o sem pre. R m 11. diz o SENEIOR. diz o SENEIOR: o m eu E spírito. Ambas as traduções mostram que o SE N H O R é vitorioso e toda a oposição será varrida e derrotada. quer dizer. e as m in h as p a la vras. “Quanto a m im ” enfatiza o compromisso de Deus para levar a efeito a sua promessa. “o Espírito do SE N H O R arvorará contra ele a sua bandeira”.10. 20 JE v ir á u m R ed en to r a Sião e aos qu e se d esvia rem da tra n s­ g ressã o em Ja có .24). o Espírito derrota o adversário (juntamente com todo o mal no mundo) e faz o mundo inteiro reverenciar o S E N H O R e a sua glória. O termo “semente” refere-se outra vez a 53. Ou seja. 21 Q u a n to a m im . n em da boca da p o sterid a d e da tua p osterid a d e. que afirma que o Re­ dentor “verá a sua semente” (K JV ). o Cristo. o Parente-Redentor virá a Sião (cf. Deus o Pai põe as suas palavras na boca do Redentor (veja Jo 14. o Messias. com as pessoas que retrocedem da rebelião e se arrependem.sujeito: “vindo o inimigo como uma corrente de águas”.10. Deus então se dirige ao Redentor. O seu concerto é “com eles”.

p ois “as trevas co b riram a te rra” e a escuridão envolve os povos do m undo. se tornará a proclamadora da mesma palavra (im ­ plicando que eles fazem assim pelo mesmo Espírito). Assim. e a su a g ló r ia se v e r á so b re ti. para o fulgor do brilho da sua luz. p o r q u e j á v e m a tu a luz. A luz atrairá todos eles para fora da sua escuridão. com o seu governo sobre as nações convertidas ou povos que são abenço­ ados por Israel e agora levam o nome de Deus. 5. A sobra de Edom . LUZ E GLÓRIA VÊM A SIÃO 60. e os reis. Sião pode responder à ordem: “Levanta-te. de m odo que to d o s verão a sua g ló ria (cf. e a escu rid ã o . O SENHOR vai ag ir co n tra essa escuridão.20 . o qual “se refere à restaura­ ção do reino das doze tribos de Davi sob o domínio do Messias. 2 P orq u e eis q u e a s tr e v a s co b rira m a terra .16). resplandece” ou. e a g ló r ia do S e n h o r v a i n a scen d o so b re ti. expansão do Evangelho. os p o v o s . m a s so b re ti o S enhor v ir á su rg in d o . 42. Veja Amós 9. resp la n d ece. encherá e transformará Sião. relu zin d o sobre Sião . Nações e os seus reis. Isaías agora se dirige à Sião do por­ vir. 9. ou governantes de todo o mundo.1— Isto envolve a 5. emite a luz da glória de Deus para outros. Isto encontrará seu maior cumprimento no começo do Milênio. e a sua luz brilha por inter­ médio deles.verdadeiros crentes. Isto foi antecipado pela chamada dada a todos em 55.12. 3 L a s n a çõ es ca m in h a r ã o à tu a luz.1-3 1 L ev a n ta -te.2 A luz de Sião virá.11. A luz de Deus se torna a luz de Sião. ao r e s p le n d o r q u e te n a sceu .2.21 ). Depois de profetizar a respeito da vinda do Redentor e da perma­ nência do Espírito (5 9. O m u n d o e os povos que nele estão p recisam da luz. virão “ao resplendor que [lhe] nasceu”.

Os seus corações estremecerão e se alargarão com alegria.7. mas não sozinhas. e o teu cora çã o estrem ecerá e se a larga rá. Os estrangeiros estarão trazendo muitos presentes preciosos com eles à medida que vêm para Sião (cf. Como o povo de Sião olha em todas as direções. Ag 2.3 6.8). ele verá as nações vindo. Quando o povo de Sião vir isto. o v erá s e será s ilum ina do. Outra razão para a grande alegria será a abundância das “riquezas das nações” trazidas por via do mar. Os Gentios Restauram e Servem a Sião 60. Elas estarão trazendo com eles os filhos e as filhas de Sião dispersos. ou de todo os povos do mundo que são deixados depois da tribulação e que virão a ser possuídos por Israel ou pertencerão a este. os d ro m ed á rios d e M id iã e E fa. e as riquezas das n a ções a ti virão. porque eles serão aliviados de todo o medo e dúvida. como são conhecidos hoje). p o rq u e a a b u n d â n cia do m a r se to rn a rá a ti. juntamente com “todos [os que] virão de Sabá” (o lêmen) —retrata a riqueza das nações que são trazidas por terra para Sião.[que Amós menciona] é representativa dos que são deixados dos an­ tigos inimigos de Israel. teu s fi lh o s virã o de longe. 6 A m u ltid ã o de ca m elos te cobrirá. . Caravanas de camelo faziam isso nos dias de Isaías. 5 E ntão. e tuas filh a s se cria rã o a teu lado. todos v irã o de Sabá. Junto com ouro e incenso (do lêmen do Sul e Somália. A massa de camelos cobrindo Sião —incluindo camelos machos jovens de M id iã (sudeste de Israel) e Efa (um a subtribo dos midianitas). A ADORAÇÃO RESTAURADA 60.4— 7 4 L evanta em red o r os olhos e vê. todos estes j á se a ju n taram e vêm a ti. ficará radiante. o u ro e in cen so tra rão e p u b lica rã o os lo u v o res do Senhor.4-22 a.

7 T odas as ovelhas de Q u ed a r se con grega rã o ju n t o a ti.e.) b.10— 14 10 E os fi lh o s dos estra n geiros ed ifica rã o os teu s m u ros. Filhos Vindos de Longe Honram a Deus 60. “As ilhas” [regiões cos­ teiras. as ilhas m e aguardarão. Rebanhos das tribos dos ismaelitas de Quedar e de Nebaiote se­ rão parte da riqueza das nações trazida para Sião no serviço de Deus. (Veja Ag 2.9 tS Q u em são estes qu e v êm voa n d o com o n u v en s e co m o pom ba s. indicando que a glória de Deus e o seu louvor estarão se espalhando sobre toda a terra. com agra do su b irã o ao m eu altar. exaltou) a Sião com esplendor. n o m eu f u r o r . p a ra tra z er teu s f i lh o s de longe.eles trarão notícias da glória do SENHOR. te f e r i . o qual é o Santo de Israel. c. pois a ira de Deus será substituída . Eles fazem isto porque Deus “glorificou” (dotou de glória. às su a s ja n e la s? 9 C ertam en te. a su a p rata e o seu ou ro com eles. p r i ­ m eiro. porque. e os seu s reis te servirã o. os n a vios de T ársis. o templo em Jerusalém). tive m isericó rd ia de ti. na sa n tifica çã o do n o m e do SENHOR. Os “estrangeiros” que vêm para Sião se tornarão cidadãos e ex­ pandirão e embelezarão a cidade. partes habitadas da terra] aguardarão [esperarão com expecta­ tiva] pelo SENHOR. Deus continuará glorificando e embelezando a sua esplêndida casa (i. O s grandes navios de Társis darão primeiro im­ portância para trazer os filhos de Sião com prata e ouro para honrar o nome e a pessoa do Deus de Sião.8. m as.. e. e eu g lo r ifica r ei a casa da m in h a g ló ria .9.4 Por isso. Os Estrangeiros Reconstroem e Honram a Sião 60. e do S anto de Israel. e os ca rn eiro s de N ebaiote te serv irã o . O gado subirá ao altar como holocausto com o favor de Deus. Navios com velas ondulando se parecem com nuvens contra o céu distante. ou como pombas voando para casa. p orq u a n to te g lo r ifico u . teu D eu s. na m inh a henignidade.

20-23. ti a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s . O melhor da madeira das melhores árvores. os estrangeiros que vêm a Sião devem ter vindo também a Cristo. As pessoas se tornarão concidadãs com o povo de Deus. Alguns aplicam a edificação dos muros à época de Neemias. p a r a q u e t r a g a m a. Pelas portas de Sião. Portas que “estarão abertas de contínuo” indica paz e segurança como também liberdade de acesso. irão embelezar o santo templo milenial do S e n h o r em Jerusa­ lém. 12 P o r q u e a n a ç ã o e o r e i n o q u e te n ã o s e r v i r e m p e r e c e r ã o .) 8. s im . na luz da revelação do Novo Testamento. o p i n h e i r o e o b u x o c o n ju n t a m e n t e .pela sua graça e misericórdia. c o n d u z i d o s c o m e la s . era chamado o lugar em que se assentavam os . com os seus reis tornados súditos enquan­ to Sião triunfa. p o rq u e os seus povos são a tra íd o s p e la lu z . o s s e u s r e is. especial­ mente a arca da aliança. porém. Este também será o caso na Nova Jerusalém (Ap 21. 11 E a s t u a s p o r t a s e s t a r ã o a b e r t a s d e c o n t í n u o : n e m d e d ia n e m d e n o i t e s e f e c h a r ã o . incluindo os cedros do Líbano. da mes­ ma maneira que os crentes gentios o são quando aceitam a Cristo nesta era (Ef 2. 13 A g l ó r i a d o L íb a n o v i r á a ti. c a rá te r sa n to e a m o r d o SENHOR (Z c 14. Esta passagem tem tão extensas garantias que isto deve se aplicar aos tempos mileniais. p a r a o r n a r e m o l u g a r d o m e u s a n t u á r i o . os povos trarão as “riquezas das nações”. e s s a s n a ç õ e s d e t o d o s e r ã o a s s o la d a s . o povo de Jerusalém construiu os muros naquela época. N a re a lid a d e . O lugar onde Deus manifesta a sua presença completa e continuamente está no céu. (Veja Ag 2. Nos tempos do Vélho Testamento.17-19). a f a i a . n e n h u m a n aç ã o c o n tin u a r á e x istin d o a m en o s que se to rn e s u je ita a S iã o .14. 14. o templo em Jerusalém. e.19). Contudo.6— Zc 8. Deus glorificará o “lugar em que assentam os [seus] pés”.25 ). e g l o r i f i c a r e i o l u g a r e m q u e a s s e n t a m o s m e u s p é s. Assim.

ou o escabelo (ou banco de descanso) dos seus pés (I Cr 28.49). O reino milenial estará operando sob a nova alian­ ça do Calvário. e o teu R edentor. Agora a santidade do Senhor atrai. “imponência”. Jeremias também torna claro que a arca não mais seria necessária. os f i lh o s d os que te o p rim i­ ra m . Deus a fará a “excelência perpétua” [Heb. o P ossan te de Ja có. Isaías usa a figura de “o leite das nações” e de reis para significar que eles todos vão nutrir Sião com cuidado amoroso e pessoal. e reconhecerão que Jerusalém verdadeiramente é a Cidade do SENHOR. o s d.1. e ch a m a r-te-ã o a C idad e do SENHOR. a Sião do S an­ to de Israel. Os descendentes dos opressores anteriores de Sião se humilharão.7. dela não sentiriam falta. pertencente ao “Santo de Israel” (o nome favorito de Isaías para Deus). A Jerusalém do M ilênio estará em agudo contraste com a Jerusa­ lém do passado.15— 18 15 E m vez do desprezo e do a b orrecim en to a q u e fo s te votada. desse modo. g c‘on. “majestade”] e a alegria de todas as gerações por vir. Porém.35. Deus também chama a terra de o escabelo de seus pés (66. mas toda a terra. . ou até mesmo se lembrariam (Jr 3. in clin a n d o-se.5. de m odo qu e n in gu ém p a ssa va p o r ti. o lugar dos pés de Deus na época milenial não será a arca da velha aliança. p o r ei em ti u m a ex celên cia p erp étu a . M t 5.16). mas também o poderoso ou “Possante de Jacó”. O Propósito de Deus para Transformar Sião 60. 16 E m a m a rá s o leite das n a ções e te a lim en ta rá s aos p eito s dos reis. At 7.2. mostrando o mais profundo respeito. 14 T am bém v irã o a ti.seus pés. SI 99. e saberás qu e eu so u o S enhor . o teu Salvador. u m g o z o de g era çã o em gera ção. 132. e p r o str a r -se -ã o à p la n ta dos teu s p é s todos os qu e te des­ p rez a ram . Lm 2.1). Então o povo de Sião saberá que Deus é o seu Salvador e o Parente-Redentor —não só o Santo de Israel.

de desolação ou d estru ição. n em co m o seu resp len d o r a lua te a lu m ia rá . p o r pedra s. choro. e p o r f e r r o tra rei -prata. n o s teu s term os. vem a garantia de que “os dias do [seu] luto findarão”. ruína e destruição. e pedras por ferro. haverá luz constante. o governo será mudado para paz e retidão. p o rq u e o S en h or será a tu a lu z p erp étu a . Com o fato de que não haverá mais nenhuma escuridão. louvor. sem nenhuma tristeza. Ao invés disso. 20N u n ca m a is se p o r á o teu sol. simplesmente outra forma da palavra hebraica para o nome de Jesus) e as portas. bronze:. Que Deus mudará as coisas é mostrado pela substituição de bronze por ouro. O Povo de Deus Exibirá o Seu Esplendor 60. e o teu D eu s. a glória do SENHOR dará a ela uma sobrenatural "luz perpétua”. A transformação será completa. e às tu a s p ortas. “louvor” ( tehillab. n em a tua lua m in gu a rá . A cidade já não terá o sol e a lua por luz. ou lamentação. m a s a os teu s m u r o s ch am ará s sa lva çã o. a tua gló ria . Isto será provocado pelo governo do M essias-Rei (9. singular do nome hebraico para o livro de Salmos). Em contraste com o pecado e a corrupção anteriores. f e r r o . e.17 P o r cob re tra rei ouro. m a s o S en hor será a tu a lu z perpétua. Em vez de violência. e. ou seja.7). a cidade estará cheia das bênçãos de salvação e o povo estará cheio de louvor ao SENHOR por essas bênçãos. os muros da cidade serão chamados “salvação” ( Yeshuah. . p o r m ad eira. IHN u n ca m a is se o u v irá de v io lên cia na tua terra. Assim. os teu s exatores. como a fonte e manifestação da sua luz. e j a r e i p a cífico s os teu s in sp etores e ju s to s . e. porque Ele manifestará a sua presença ali de um modo novo.19— 2 2 19 N u n ca m a is te serv irá o so l p a ra lu z do dia. madeira por bronze. e os dias do teu lu to fin d a r ã o . Com o SENHOR como o seu sol e lua. ferro por prata.

mas significando “desfrutar”. p a ra qu e eu seja g lo rifica d o . e o m ín im o. a seu tem po o fa re i p ron ta m en te.2 7 ). pois todos os po­ vos. O pequeno renovo que Deus plan­ tou “virá a ser m il”.21 E todos os do teu p o v o serã o ju sto s. mas de toda a terra.20. obra das m in h as m ãos. netser.5 Nunca mais Deus precisará usar os inimigos para trazer juízo por causa dos pecados do seu povo (cf. O que Deus plantou crescerá. será justo (Zc 14. plantados pelo SENHOR. O pecado que causa a tristeza não mais existirá. Deus garante que isto será feito prontamente “a seu tempo” —quando Ele julgar conveni­ ente. serã o ren o v o s p o r m im plan tados. Eu. As pessoas serão “renovos” ou ramos (Heb.6). p a ra sem p re herdarão a terra. Deus desfrutará o que Ele vê e faz durante o M ilênio. u m p o v o gra n d íssim o. 10. e até mesmo de escutar os clamores de seu povo? 2. Ap 2 I. “obras das [suas] mãos” (a manifestação do seu poder).5. 22 O m en o r v irá a s e r m il. os menores se tornarão uma vasta nação: nin­ guém será insignificante ou sem importância. a mesma palavra usada a respeito do Messias em I I . QUESTÕES DE ESTUDO 1.I ) . Como Deus respondeu quando Ele viu que não havia nenhum intercessor? 4. Também é possível traduzir “farei prontamente" por uma pala­ vra grafada do mesmo jeito. de forma que a sua glória e esplendor serão claramente exibidos para que todos possam vê-los. o SENHOR. O que estava impedindo Deus de salvar. O que as comparações usadas nos ensinam sobre a natureza do pecado? 3. não somente o de Jerusalém. Verdadei­ ramente.21. Por que os povos irão venerar a glória de Deus? .

19 9 8 ). a presença pessoal de Jesus. 1 A m aioria dos pré-m ilenistas acha que estes sacrifícios são m em oriais. A llis. em W ydiffe Bible E ncydopedia (Chicago: M o o d y Press. brilha. 1 9 7 5 ). UNGIDO PARA PREGAR BOAS NOVAS 61. O que farão os estrangeiros que vierem para Sião? 9. o qual é Ele mesmo o cum prim ento de todo o sistema sacrificial”. H orton. C. como as nações do mun­ do irão responder? 7. 187. N osso D estino. 9. “Book of Isaiah". pois a tua luz chegou” (trad. 2 A Septuaginta traz “Brilha. cumpre estas profecias (veja H b 8. 5 A llis. O que está incluído na aliança de Deus com o arrependido? 6. na base de que o livro de Hebreus trata a lei e o ritual do Velho Testamento como tipos e sombras.5. Jerusalém .13 ..9 -1 8 . 186. R J: CPAD. H orton. 1:857.2 1 O Espírito do Senhor J e o v á está sobre mim. não um substituto para o obra com pleta de Cristo. lit.). 184. 1:857. “Book of Isaiah”. 10. 3 Stanley M . J . O Messias Anuncia a Sua Missão 61. porque o Se~ NHO R me ungiu para pregar boas-novas aos mansos. Que contrastes haverá entre a Jerusalém do M ilênio e a Jerusalém dos dias de Isaías? CITAÇÕES 1 O swald T.1-63. da m esm a m aneira que a Ceia do Senhor é um mem orial.6 I. enviou-m e .. “O utros.1. I 8). dizem que. Quem as nações trarão consigo para Sião e como o povo de Israel responderá? 8. Nosso D estino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. Quando Sião se levantar e resplandecer.

a c o n s o l a r t o d o s o s t r is t e s .16— 22). agoniados.a r e s t a u r a r o s c o n t r i t o s d e c o r a ç ã o . Ele não estava pretendendo lim itar o seu m inistério a um dia ou a um ano. (2 ) para “proclamar liberdade. portanto usados sinonimamente para referir-se a um ponto indefi­ nido no tempo. Aqui Ele fala como o Profeta ungido pregando “boas-novas aos mansos”. . O Espírito do Senhor estando sobre a Pessoa que aqui fala identifica-o como o ungido Servo do SENHOR de 42. Lc 4 .26. Quando Jesus aplicou isto ao seu próprio m inisté­ rio.. “d ia” e “ano” estão em justaposição. ( I ) para “restaurar” os corações daqueles que estão quebrantados.3 9 — cf. jesus expressamente apli­ cou esta passagem a si próprio no início do seu ministério em Nazaré na Galiléia (Lc 4. Ez 4 6 .2.3.) Ele é enviado com diligência amorosa e pessoal. a p r o c l a m a r li b e r d a d e a o s c a tiv o s e a a b ertu r a d e p r is ã o a o s p r e s o s. mansamente to­ mando um lugar inferior e reconhecendo as suas necessidades. veja M t 5.4 )..1 e o ungido Rei messiânico de 1 1. aqueles que se humilham diante de Deus. e abertura de pri­ são” aos que foram levados cativos e libertação aos encerrados na escuridão do pecado (incluindo a abertura dos olhos). está claro que Ele ministrou pelo menos três anos e meio antes da cruz. “O ano aceitável do S e n h o r ” ( o u ano do favor do S e n h o r ) . A partir do Evangelho de João. 43. A sua procla­ mação era uma proclamação de liberdade para aqueles que estavam presos pelo pecado. Ag ora o Messias anuncia a sua missão. pode aludir àqueles israelitas que tinham vendido a si próprios sen­ do colocados em liberdade no Ano do Jubileu (Lv 2 5 . (G Novo Testamento os entende como pobres aos olhos do mundo e necessitados da ajuda de Deus. Comparados. 2 a a p r e g o a r o a n o a c e i t á v e l d o SENHOR e o d ia d a v i n g a n ç a d o n o s s o D e u s . 1 Co 1. Isto também pode ser identificado com o tempo do favor de Deus: o dia da salvação (4 9 .8 ) e o ano da redenção de Deus (6 3 .17 ). ou aflitos por qualquer razão.18.

N a sua justiça dada por Deus. Este versículo não diz quem fará o trabalho. Ele não veio para condenar o mundo (Jo 3. quando Jesus vem e triunfa sobre o Anticristo. mas o próximo sugere que Deus usará os gentios.3 3 a o r d e n a r a c e r c a d o s t r i s t e s d e S iã o q u e s e lh e s d ê o r n a m e n t o p o r c in z a .Jesus não continuou para citar “o dia de vingança do nosso Deus”. antes. O Messias lhes dará. a f i m d e q tie s e c h a m e m á r v o r e s d e j u s t i ç a . Sião está em primeiro plano. de Deus virá no fim dos tempos (Ap 6 a 19). 3.4-6 4 L e d f i c a r ã o o s lu g a r e s a n t i g a m e n t e a s s o la d o s . pois todas as lágrimas serão enxugadas. d e s t r u í d a s d e g er a çã o em gera çã o .17). porque eles exibirão a sua glória e esplendor. e r e n o v a r ã o a s c i d a d e s a s s o la d a s . RESULTADOS FELIZES 61. M c 10. A terra e as cidades de Israel serão restauradas depois de muitas gerações de devastação. turbante ou toucado como usa­ vam os sacerdotes e os que celebravam um banquete). As árvores com suas raízes profundas e seus galhos estendidos simbolizavam permanência e estabilidade. os que estão “tristes em Sião” serão reconhecidos como “plantação do S e NHOR” . ó le o d e g o z o p o r t r is t e z a . pois o conforto do Messias será especialmente para os que estão “tristes”1 lá.45). igualmente. ao invés disso. O “óleo de gozo” é o óleo da unção que simbolizava o Espírito Santo. Nessa época. ou justo juízo. 2. p la n t a ç ã o d o SENHOR. OS SACERDOTES DO SENHOR 61. que culmina na batalha do Armagedom. p a r a q u e e le s e j a g l o r f i c a d o . p ‘ cer. A “vingança”. Ele veio ser um resgate pelo pecado (H b 9. e r e s t a u r a r ã o o s d e a n t e s d e s t r u í d o s . Ele confortará aqueles que lamentam na sua tristeza. N a sua primeira vinda. Cinzas sobre a cabeça eram um sinal de lamentação e tristeza. um “ornamento” (Heb.28. v e s t e d e l o u v o r p o r e s p i r i t o a n g u s t ia d o . .

NASB.1 1 . e v o s c h a m a r ã o m i n i s t r o s d e n o s s o D e u s . . Essa porção dobrada do herdeiro. eles esta­ rão trabalhando em Sião —para o seu povo. e isto lhes trará “perpétua alegria”. usando-os para chamar a atenção para longe dos seus próprios problemas. como o faz o seu ódio pela “iniqüidade”. ministrando as suas bênçãos a todos. p o s s u i r ã o o d o b r o e t e r ã o p e r p é t u a a le g r ia . cujos membros serão sacerdotes e ministros de Deus. que será restaurada para eles.1 6 . o c o m e les . O povo de Sião se alimentará das “riquezas das nações” e se gloriará.7-9 7 P o r v o s s a d u p la v e r g o n h a e a f r o n t a . e a b o r r e ç o a i n iq ü i d a d e . A versão ARA traduz como “a iniqüidade do roubo”). n a s u a te r r a . H itler é um exem­ plo disso. e u lh e s d a r e i s u a r e c o m p e n s a e m v e r d a d e e f a r e i u m c o n c e r t o e t e r n o O amor de Deus pela justiça assegura esta herança. esta­ rá dentro da “sua [própria] terra”.s P o r q u e e u . c o m e r e i s d a s r iq u e z a s d a s n a ç õ e s e n a s u a g l ó r i a v o s g l o r i a r e i s. Em vez de opressores estrangeiros governando em Sião.5 E h a v erá estra n g eir o s q u e a p a scen ta rã o o s v o sso s reb a n h o s. “na sua glória” ou riquezas destas (Heb. “sua glória”). O holocausto era oferecido com­ pletamente queimado e sua fumaça subia totalmente diante da pre­ . melhor traduzido como “roubo ofereci­ do em holocaustos” (Heb.) 4. e x u l t a r ã o p e l a s u a p a r t e . O mundo tem amontoado vergonha sobre o povo de Sião. mas Israel terá uma porção em “dobro” que pertence ao herdeiro. ’olah. Finda será a desonra anterior. O anti-semitismo ainda é excessivo em muitas partes do mundo.9 . p e l o q u e . ou herdará. a m o o j u í z o . krvodam. SEN HO R. e e s t r a n h o s s e r ã o o s v o s s o s la v r a d o r e s c o s v o s s o s v i n h a t e i r o s . ALEGRANDO-SE NA SUA HERANÇA 61. (Veja Is 6 0 . cf. uma rica herança. enquanto eles exultam “pela sua parte”.5 -7 . Os ditadores e tiranos têm perseguido os judeus. 6 M a s v ó s s e r e i s c h a m a d o s s a c e r d o t e s d o SEN HO R .

Porque Deus é fiel.2 Estar vestido com salvação e justiça indica a sua natureza. Este concerto futuro é a nova e melhor aliança selada pelo sangue de Jesus no Calvário (H b 9 . n o m eio d o s p o v o s . e o s seu s d escen d en tes. NEle. e como as jóias com as quais uma noiva se adorna.15 -18). mas isso é uma compreensão errônea. 5. Agora o Orador dos versículos I a 3 fala a respeito da sua alegria no (cf. p o rq u e m e v estiu de vestes de sa lvação. . todos os “conhecerão como semente bendita do S e n h o r ” . Não há nenhuma outra nova aliança. 9 E a su a p o s te r id a d e s e r á co n h ecid a e n tr e a s n a ções.sença do S E N H O R . co m o u m n oivo que se a d orn a com ata vios e co m o n o iv a qu e se en jeita co m as su a s jó ia s. salvação e justiça são como o turbante sacerdotal usado por um noivo. M uitas outras passagens do Velho Testamento mostram que Deus os fará uma bênção para todos (e.10. Isso seria roubo do que pertence a Deus. um povo que é escolhido por Ele.2). Os descendentes de Israel serão reconhecidos e amados entre as nações. Ele é Salvação e Justiça como também o Portador da salvação.g. H b I2 . Senhor 11 Porque. a ssim o S en h or JEOVÁ f a r á b ro ta r a ju s tiç a e o lo u v o r p a ra todas as nações. A ALEGRIA DO MESSIAS 61. Não poderia haver nenhuma dedicação parcial. Por causa do recebimento da herança deles na terra. Alguns tradutores mudam “em holocaustos” para “com perversa impieda­ de” ou “crime” (Goodspeed). m e cob riu com o m a n to de ju stiça . e co m o o horto f a z b ro ta r o q u e n ele se sem eia. to d o s q u a n to s o s v ir e m o s c o ­ n h ecerã o co m o s e m en te h en d ita d o SENHOR. Ele “lhes [dará] sua recompensa em verdade” e fará “um concerto eterno com eles”. Zc 8.11 10 R eg o z ija r-m e-ei m u ito no SENHOR. co m o a terra p r o d u z os seu s ren ovos.13). a m in h a a lm a se alegra n o m eu D eu s. indicando a exaltação completa do S E N H O R e a dedicação completa de si mesmo a Ele.

O interesse do Ungido sobre Sião o fará continuar falando e agin­ do. A G ló r ia F u tu r a d e S iã o 6 2 . .1-63. a tua glória . Nações e reis verão e serão atraídos para a justiça e glória de Sião. m e não ca la rei e. O “nome novo” indica uma nova natureza e caráter dados pelo S en h o r (c f Ez 48. 6. e a su a salvação. Eles são a coroa do S E N H O R . Esta é uma razão para a sua alegria. m e não aquietarei.1 —5 1 P o r a m o r de Sião. 3.N a primavera. No entanto. Ap 2. co m o u m a tocha acesa.17. é uma visão muito bonita ver que as sementes que foram plantadas em um campo ou jardim brotam de repente. que a boca do SJENHOR nomeará. O paralelo com o versículo 10 mostra que o louvor é por causa da salvação que o S eN H O R oferece por intermédio do sofrimento do Servo ressurrecto.12). e todos os reis. p o r a m o r de Jeru sa lém . 0 CO N TÍN U O INTERESSE DO MESSIAS PO R SIÃO 62. O M essias será vitorioso sobre todos os poderes do mal.6 a. eles não usam a coroa. e chamar~te~ão p o r u m n om e novo. Da mesma forma o SE N H O R fará algo muito bonito à medida que Ele faz “brotar a justiça e o louvor” para todas as nações. a té qu e saia a su a ju s tiç a co m o u m resplendor. 3 E será s u m a coroa de g ló r ia na m ão do SENHOR e u m diadem a rea l na m ão do teu D eu s. até que “saia a sua justiça como um resplendor” e a sua salvação “como uma tocha acesa”. A “coroa de glória” e o “diadema real na mão do teu Deus” indica o novo caráter real e a natureza do povo de Deus sendo sustentado e protegido por Ele. e eles são testemunha e evidência de que Ele é o Rei do Universo.35. 2 E as nações verão a tua ju stiça . dando luz para o mundo e ateando fogo aos corações dos crentes.

que significa “minha delícia está nela”. signifi­ cando “casada”. no passado. b. Seu novo nome e natureza serão “H efzibá”. Beulá'. Estes antigos nomes recordavam a respeito do sofrimento e derrota passados. prontos para avisar as pessoas de qualquer perigo. ' nem estejais em silêncio. era tido como “desam­ parada” e “assolada”. O país e o povo de Israel estarão juntos novamente de um modo que mostra o amor de Deus.6-9 6 Ó Jerusalém ! Sobre os teus m uros pu s guardas. assim teus filh o s se casarão contigo. e “Beulá”. Os “filhos” que se casam com Sião sim­ bolizam o povo que habitará e cuidará da cidade. o paralelo com “assim se alegrará contigo o teu Deus” faz com que alguns traduzam “teus filhos” como “teus construtores”. 5 Porque. ou caráter. As cidades antigas tinham muros para a sua própria prote­ ção.3 o que envolve só uma leve mudança vocálica porque as consoantes são as mesmas. assim se alegrará contigo o teu Deus. Porém. O S e n h o r Prova o Seu Favor 62. de Sião. Os guardas ficavam vigiando em torres. porque o SEN H O R se agrada de ti..2. e com a tua terra o S e n h o r se casará. O SENHOR mudará o seu relacionamento e a sua situação. e à tua terra. os guardas são os profe­ . o S e n h o r coloca “guardas” nos muros. Isto corresponde ao Salmo 147. O deleite de Deus é comparado a um matrimônio e à alegria de uma lua-de-mel e ao amor. Como uma prova do seu favor. nem a tua terra se denom inará jam ais Assolada. que todo o dia e toda a noite se não calarão. O nome.4 N unca m ais te chamarão D esamparada. até que confirm e e até que ponha a Jerusalém p or louvor na terra. onde Deus é o Construtor. ó vós que fa z eis menção do Se~ N H O R. e. com o o jovem se casa com a donzela. Neste contexto. não haja silêncio em vós. como o noivo se alegra com a noiva. mas chamar~te~ão: H efzibá.

Isto é um modo de dizer que Ele entra em ação e faz algo sobre a situação. e p e l o b r a ç o d a s u a f o r ç a : N u n c a m a i s d a r e i o t e u t r i g o p o r c o m i d a a o s t e t is i n i m i ­ g o s . aplainando a estrada. garantido pelo seu próprio poder e força. n e m o s e s t r a n h o s b e b e r ã o o t e u m o s to .a d a s p e d r a s . p r e p a r a i o c a m i n h o a o p o v o . isto não significa que Ele esqueceu. porém. até que Ele cumpra a sua promessa de fazer de Jerusalém “louvor na terra”. e o s q u e o c o lh e r e m b e b e r ã o n o s á t r i o s d o m e u s a n t u á r i o . 2 1 . a p la in a i a e s t r a d a l i m p a i . (O hebraico mazkirim também pode significar que os profetas continuam “fazendo Deus se lem brar”. e m q u e tr a b a lh a s te . a p la in a i. removendo as pedras.1 1 .6 10 P a ssa i. e beberá o suco de uva não fermentado em adoração festiva nos átrios do santo tem­ plo de Deus. O Salvador de Sião Virá 62.10— 63.1 2 . fez um juram en­ to. concernente à restau­ ração de Israel.II). O povo comerá o que eles trabalharam para conseguir. 9 M a s o s q u e o a ju n ta r em o co m erã o e lo u v a r ã o a o SEN H O R. s J p i r o u o SEN H O R p e l a s u a m ã o d i r e i t a . o povo é orientado a passar pelas portas abertas e preparar o caminho. . c. Ela será a capital do mundo no M ilênio. a r v o r a i a b a n d eir a a o s p ovos. Em resumo. Todos os obstáculos deverão ser removidos para Deus vir ao encontro do seu povo (v . Eles são os que continuam fazendo “menção do S e n h o r ” . onde o guarda é o próprio Isaías). Quando Deus “se lem bra”. “N unca m ais” Ele usará os inimigos estrangeiros para trazer o seu juízo de form a que estes roubem do povo a sua comida (trigo para fazer pães) e bebida (suco de uva doce).tas (cf. Como outra prova do seu favor.) Estes profetas-guardas não deixarão de clamar a Deus para agir. e levantar uma bandeira sobre os povos (incluindo os que vieram de longe para Sião). p a s s a i p e la s p o r t a s . Deus “jurou”.

que falo em justiça. A sua resposta mostra que Ele é o U ngido — “Eu. Assim. os “remidos do S e n h o r ” . Jesus aplica isto à sua segunda vinda (Ap 22. pois Ele traz o seu galardão com Ele e a sua obra está diante dEle (c£ 40. de B ozra. em lugar de “salvação” (ARA).2). O nome novo. 12 E chamar~lhes~ão p o v o santo. Para a “filha de Sião” (o povo de Jerusalém) os profetas-guardas devem dizer “a tua salvação vem” [Heb. m archando vigorosamente com grande força. qu e f a l o em ju stiça . uma cidade não mais desamparada ou abandonada (e jamais será novamente abandonada).10). é descrito mais adiante. e tu será s ch am ada P ro cu ra d a . co m v estes tinta s? E ste qu e é g lo r io so em su a vestid u ra .11 com Zacarias 9. O que Deus proclama é para o mundo inteiro. C id a d e não desam parada.5 combi­ na Isaías 62. está correto: “Salvação” é personificada aqui. Sião será assim um lugar de glória e proeminência. que também especifica que o Rei humilde vem. Mateus 21. chamada de “Procurada”. Eles estão surpresos. p o d ero so p a ra salvar. d ia n te dele. e a su a obra. literalmente como sendo a salvação. talvez chocados. ou manchados de verm elho (com o sangue dos seus inim igo s. eis qu e com ele vem o seu ga la rd ã o. os rem id o s do SENHOR. yish ’ekh. inclui os povos (gentios) de todas as direções que vêm para a luz de Sião.6 ) estão na expectativa da vinda da Salvação como um Rei. A terra de Edom ( “vermelho”) e a cidade de Bozra ( “vindima”) representam o mundo que está contra Deus e se opõe ao seu povo. Porque . Mateus mostra que ambas as profecias são cumpridas em Jesus. Colocar “Salvador”. v. “tua salvação”]. enquanto per­ guntam quem é este Personagem que “é glorioso em sua vestidura” — usando vestidos em cores vividas —mas “tintos”. 1 Q u em é este q u e vem de E dom .12).9. ou caráter. qu e m archa com a sua g r a n d e f o r ç a ? Eu. poderoso para salvar”. Os profetas-guardas (6 2 .11 E is qu e o SENHOR f e z o u v ir a té às ex trem id a d es da terra: D iz ei à filh a de Sião: Eis qu e a tua sa lva çã o v em . O “povo san­ to”.

Eles sofreram a ira do Cor­ deiro (Ap 6. e o an o dos m eu s red im id o s é chegado. Ap I 9 . As suas roupas foram respingadas e manchadas com o sangue deles (cf. 2 P o r qu e está verm elh a a tua v estid u ra ? E as tu a s vestes. p elo que o m eu braço m e tro u x e a salvação. M uitos acreditam que o juízo será os sete anos daTribulação. Somente Ele pode trazer salvação. M as “lagar” é figurativo. os m il anos do reinado de Cristo na terra. 6 E p ise i os p o v o s na m inha ira e os em b ria gu ei no m eu f u r o r . não há nenhum lim ite à sua capacidade para salvar. Novamente o M essias reconhece que ninguém pode ajudá-lo. a ser seguido pelo “ano dos meus redimidos [do M essias]”. respingadas como as daqueles que pisam as uvas na cuba superi­ or do lagar.I 3 .5 O “ano” indica um período mais longo de tempo. Aqueles que Ele redimiu já estão redimidos antes do juízo.Ele é justo.6 ATribulação será seguida depois pelo M ilê­ nio. e não havia q u em m e aju d asse. Ele julga os que são representados por Edom e Bozra. e o seu sa n gu e sa lp icou as m in h as vestes. e o m eu f u r o r m e susteve. e a su a f o r ç a d errib ei p o r terra. e os p isei na m in h a ira e os esm a gu ei no m eu f u r o r . Ele declara que sozinho pisou no lagar. o cavaleiro chamado Fiel e Verdadeiro vindo para a batalha do Armagedom. com o as daquele qu e p isa u v a s n o lagar? 3E u sozin ho p isei no lagar. e dos p o v o s n in gu ém se achava com igo. e m a n ch ei toda a m in h a vestidu ra . Só Ele é sem pecado e digno de ser . representando povos —especificamente os inimigos tanto de Deus como do seu povo —não uvas. M as antes de salvar.4 4 P orque o dia da vin ga n ça estava no m eu coração. e espantei~ m e de não h a ver qu em m e su stivesse.7 J E olhei.16). Quando perguntado por que as suas roupas estão da cor de san­ gue.I 5 ). O “dia da vingança” indica somente juízo feito depressa.

16).o Juiz das nações. e por que elas estão de tal modo manchadas? 13.8 ) é relacionado à nova aliança que foi posta em efeito pela morte de Jesus? 6. Q UESTÕES D E EST U D O 1. fazen­ do-os bêbados na sua ira. Quem são os guardas e qual é o trabalho deles? 10. O que será envolvido na restauração de Israel para serem sacerdo­ tes do Senhor? 5. O que é necessário para Deus vir ao encontro do seu povo? 11.44.45). a qual ainda é a ira do Cordeiro (Ap 6 . trazendo a vingança divma.11 nos mostra sobre a natureza do Messias? 7. Eles rejeitaram o seu sangue que foi derramado por eles. Quais são os incluídos nos redimidos do Senhor e qual é a rela­ ção deles para com Sião? 12. Agora o sangue deles é derramado sobre a terra.8 Pelo seu próprio po­ der. refere-se ao Messias? 2.10. Que conforto dará o Messias aos tristes em Sião? 4. Qual é a significação dos novos nomes e a comparação a um casamento? 9. Ele traz salvação e pisoteia os povos pecadores do mundo. Como nós sabemos que a missão inspirada pelo Espírito. M uitas passagens mostram que o reino milenial e a sua paz devem ser introduzidos através do juízo (por exemplo. a ira daquEle que morreu para lhes trazer a salvação. Por que Jesus parou a sua citação no meio do versículo 2? 3. O que 61. Quem fará Sião oferecer luz para o mundo e como isto será rea­ lizado? 8. Como o concerto eterno (6 1 . Dn 2. Por que o Messias está ali sozinho? . Quem é aquEle que vem com vestes tintas de vermelho. no ca­ pítulo 61. porque eles escolheram pagar a penalidade pelos seus próprios pecados.

10 8 -1 0 9 .7-64. 8 5 -9 5 . atos dignos de . Ele começa por contar que está atento a respeito dos atos das “benignidades” de Deus (Heb. Veja The Prophets (Philadephia: Jewish Publication Society o f America.12 I. e a g r a n d e bon dade p a ra com a casa de Israel. agora começa uma oração por misericórdia e perdão que continua pelo capítulo 64. 19 9 -2 1 4 . 2 U m a vez que o M essias deve dar alegria e justiça. Jesus cumpre ambas as funções por redim ir e julgar. Isaías O ra por Misericórdia e Perdão 63. Nosso Destino: O Ensino das Ultimas Coisas (R io de Janeiro. 2 8 2. “imutável. RJ: CPAD. 1 9 9 8 ). co n so a n te tudo o qu e o SENHOR n os con cedeu . A ssim ele f o i seu Salvador. eles são m eu povo. 19 78 ). H orton. D. Isaías. 5 Eles são redim idos por causa da obra realizada em Isaías 53. aliança de amor”). qu e u so u com eles segu n d o as su a s m isericó rd ia s e segu n d o a m u ltid ã o das su as benign idades. infalível. como um profeta-guarda (6 2. as suas gran­ des dádivas e a bondade para com a casa de Israel. f i lh o s qu e não m en tirã o. RJ: CPAD. LO UVO R PELA BONDADE DE DEUS 6 3 .7 -1 5 1 A s ben ign id a d es do Sen hor m en cio n a rei e os m u ito s lo u v o res do SENHOR. 8 O hebraico g o ‘el significa tanto “o parente-redentor” como “o vingador de sangue”. a m aioria dos com entaris­ tas antigos entendem que quem fala aqui é Sião. 19 95 ). H orton. 2. A Vitória Final: Uma Investigação Exegétíca do Apocalipse (R io de Janeiro. 8 P orque dizia: C ertam en te. 4 Stanley M . 3 Isto poderia ser traduzido como “A quele que a reedificou”. 6 Stanley M . 2 1 0 . chasàe. 7 Ibid.CITAÇÕES 1 A mesma palavra é traduzida como “tristes” no v..6). 4 9 7 s.

para Ele. se lem b rou dos dias da an tigü idade. dizendo: O n d e está aq uele que os f e z su b ir do m a r com . e m alícia de todos os tipos. Deus os tratou como a sua família. o Ungido. o Messias. N o seu amor e compaixão.30. Deus não podia perm iti-los continuar em presunçosa ingratidão e indiferença ao seu amor. p elo seu a m o r e p ela su a com pa ix ã o. como também depois. “Assim ele foi seu Salvador” (insinuando que Ele os salvou e repetidamente os livrou em várias situações). gritaria. 11 Todavia. Deus estava pessoalmente presente com eles em cada situação angustiosa (como a escravidão no Egito e a opressão durante o tempo dos juizes). M as eles f o r a m rebeldes e co n trista ra m o seu E spirito S anto. O “Anjo [ou Mensageiro] da sua presença” [ou face] não é nenhum anjo co­ mum.louvor. ira. Ele usou exércitos humanos para trazer juízo na época dos juizes e dos assírios. mas repetidas vezes. e os co n d u z iu todos os dias da an tigüidade. Ele “se lhes tornou em inimigo”. 9 E m toda a a n gú stia deles f o i ele an gustiado. concedendo-lhes muitas misericórdias nestes freqüentes atos do concerto de amor. e o A njo da sua p resen ça os sa lv o u . blasfêmias. que realiza a obra do Pai. Ele protegeu e tomou conta do seu povo durante a história deste.31 lista algumas das ações que entristecem o Espírito Santo de Deus: amargura. “todos os dias da antigüidade”. de M oisés e do seu povo. Ele os con­ tava como seu povo e como seus filhos “que não mentirão”. Deus está pessoalmente presente nEle. ele os rem iu . Ele os redimiu como um Parente-Redentor. Foi neste sentido que Ele mesmo “pelejou contra eles”. e contristaram o seu Espírito Santo” — não uma vez. e Ele é o M ediador divino entre Deus e a humanidade.1 Efésios 4. e os tom ou. ou serão infiéis. e “em toda a angústia deles foi ele angustiado”. Agora Isaías confessa os pecados do povo: “eles foram rebeldes. p elo que se lhes to rn o u em in im igo e ele m esm o p e le jo u con tra eles. cólera.

significa plano. p a ra cria res um n o m e glorioso. O SE N H O R o s M C om o ao a n im a l qu e desce aos vales. Presentemente. Israel viu isto quando as águas do mar Vermelho (Heb. campo aberto onde um cavalo pode correr sem trope­ çar. Suph. Como era diferente nos dias de Manasses. Ele não só pôs o seu Espírito Santo sobre Moisés e sobre os setenta anciãos ÍNm I I. 6. no deserto. quando eles estavam tropeçando ao m eio-dia (5 9.os p a sto res do seu reban h o? O n d e está o qu e p ô s no m eio deles o seu E spírito Santo. e pergun­ tar por aquEle que lhes trouxe a todos pelo mar Vermelho. Nenhum obstáculo estava no caminho de Israel quando Deus os habilitou. 13 A quele que os g u io u p elo s abism os. provavelmente. como Bezalel e Aoliabe (Ex 31.16). p a ra cr ia r u m n om e etern o ? Moisés experimentou o poder do SE N H O R .30-35). aqui. uma lembrança eterna do seu nome e caráter como Salva­ dor de seu povo. não cultivado.2. o povo pergunta onde Deus está agora? Onde está a obra do seu Espírito Santo? 12 a q u ele cu jo braço g lo r io so ele f e z a n d a r à m ã o d ireita de M oisés? Q u e f e n d e u as águ a s dia n te deles.10 ). o E spírito do SENHOR lhes deu descan so. a ssim g u ia s te ao teu povo. Estes juízos fizeram com que o remanescente piedoso entre o seu povo se lembrasse do tempo de M oisés e da sua liderança. . “no deserto”) não se refira sempre a terreno plano. Conquanto “no deserto” (Heb. “junco”) foram divididas (Ex 14. Israel continuou a lembrar da libertação do Egito pelo mar Vermelho como uma evidência primordial do poder e grandeza do SE N H O R . d e m od o que n u n ca trop eça ra m ? conduziu pelas profundezas úmidas do mar Verme­ lho. co m o o cavalo.3.I 7 ). mídbbar. 35 . mas sobre outros também.

pois eles nada sabem a respeito do sofrimento presente do povo. onde a sua santidade e glória estão constantemente em evi­ dência.16 16 M as tu és n osso Pai.1). neste momento. “desde a antigüidade” ou “desde a eternidade”). m e’olam. Israel (Jacó). 13 A tenta desde os céu s e olha desde a tua santa egloriosa habitação. como Josué (N m 27. O n d e estão o teu zelo e as tua s obras pod erosa s? A tern u ra das tuas entranhas e das tuas m isericórd ia s d etém -se pa ra com igo! Depois de se lembrar do que Deus fizera nos primórdios da na­ ção. deste modo. pedindo-lhe que olhasse “desde os céus”. Através do Espírito Santo e dos líderes cheios do Espírito. Isaías clama a Deus em oração. DEUS É AINDA NOSSO PAI 63. Por perguntar onde o seu zelo (o seu amor zeloso pelo seu povo. trouxe glória ao seu nome. nosso R ed en to r desde a a n tigü id a d e é o teu nom e.Os israelitas que saíram do deserto eram como o gado que desce das colinas estéreis para os exuberantes pastos verdes da Terra Pro­ metida. 2. O seu nome e caráter são “desde a antigüidade” (Heb. Eles não podem clamar para Abraão (o pai terreno deles) socorrê-los. lhes foi dado “descanso” repetidas vezes. M as Deus é ainda o Pai e o Parente-Redentor de seu povo. Tu. “a ternura” de Deus e as suas “misericórdias” estão detidas por causa dos pecados de Israel. nem para o seu neto. No entanto. A orientação de Deus. Isaías expressa o desejo de ver novamente o poder e a glória que foram manifestados nos dias de M oisés e Josué. és n osso Pai. . ain d a q u e A braão n os n ã o conhece. Ele nunca os rejeitará. Isaías faz um apelo tendo por base o importante fato de que Deus é o Pai do seu povo.18 ). e o seu zelo para preservar a sua honra) e as suas obras podero­ sas estão. Ele é o mesmo e sempre o será. ó SENHOR.2 como Deus prometera (Js 23. e I sra el não n o s reconhece.

Então os adversários e opressores “pisaram”. Isaías pode estar expressando as condições no tempo de Manasses. Leupold sugere o seguinte: “ O espaço de tempo onde Deus efetivamente sustentou o seu povo foi comparativamente tão curto .10 indica. Israel como um povo santo. o santuário de Deus. ou pode estar profetizando o que aconteceria quando os babilônios viessem. que pode significar a terra santa de Deus. a mensagem de Deus só os torna mais duros. 18 Só p o r u m p o u co de tem po. p a ra que te não tem a m os? Faz voltar. eles são “as tribos da [tua] herança”. n ossos a d versá rios p isa ra m o teu sa n tu á rio.1 7 -1 9 17 P o r que. separado para a adoração e serviço do possuiu a sua herança naTerra Prometida por apenas pouco tempo. Isaías lamenta que embora o povo de Israel fosse o povo de Deus desde muito tempo atrás. ou seja. Deus nunca lhes tinha governado (seu povo no passado) e eles jamais tinham invocado o seu nome sobre eles. Como Isaías 6. como ele previu em 39. CORAÇÕES ENDURECIDOS 6 3 . Afinal de contas.3. SE N H O R . manifestar a sua presença. o povo escolhido por Ele. ou profanaram. Mas Isaías transforma isto em um clamor para Deus fazê-los “vol­ tar”. Isaías não está culpando a Deus pelo desvio do povo dos seus caminhos e pelo endurecimento dos corações de modo que eles não o temem nem o reverenciam. p o r a m o r dos teu s servos. o chamado pelo seu nome. f o i p o ssu íd a p elo teu sa n to p ovo. n os f a z e s d esv ia r dos teu s ca m in h os? P or q u e en dvtreces o n osso coração. 19 T o rn a m o -n o s co m o aq ueles sob re q u em tu n u n ca d om in a ste e co m o aq ueles que n u n ca se ch am ara m p elo teu nom e. poder e graça no meio do seu povo. quando os corações das pessoas estão endurecidos pelo pecado. quer dizer. ó Senhor . e assim declarar que eles pertenciam a Ele.5— 7. as trib os da tua herança.

então o seu nome teria sido dado a conbecer “aos [seus] adversários” e as nações teriam tremido à sua presença.que quase não valia a pena considerar. n e m c o m o s o lh o s s e v i u u m D e u s a lé m d e ti. a s s im a s n a çõ es trem essem d a tu a p r e s e n ça ! Se Deus tivesse descido em poder. durante o reinado ímpio de Manassés. 4 P o rq u e d esd e a a n tig ü id a d e n ã o se o u v iu . 4. q u e n ã o e sp e r á v a m o s . “como quando o fogo inflama a lenha e faz ferver as águas”. e o povo de Deus teria respondido através de arrependimento! Isaías se preocupa pelo nome de Deus. Eles tinham quebrado a aliança. sobre a honra de Deus. 2 C o m o q u a n d o o f o g o i n f l a m a a le n h a e f a z f e r v e r a s á g u a s . Agora. M as ele insinua que ainda quer que Deus aja decisivamente. ISAÍAS CLAMA PARA DEUS AGIR 64. se tão-somente Deus tivesse descido. Isaías faz censuras sobre o passado.3 Os pecados de Israel tinham-no se­ parado das bênçãos e dos privilégios que Deus lhe dera. É como se Ele “nunca tivesse dom inado” sobre o seu povo”. e o s m o n t e s s e e s c o a v a m d i a n t e d a t u a fa ce . Ele quer dizer. (Heb. Pois Deus desceu no Smai e os “montes se escoavam” diante da sua presença. n em co m o u v id o s se p e r c e b e u . Isaías sente que Deus não está fazendo nada.1-9 1 O h ! s e fe n d e s s e s os céu s e d cscesses! Se os m o n tes se esco a ssem d ia n te d a tu a fa c e ! Isaías apaixonadamente lamenta sobre o passado. . ou seja.4 “Oh! se”. p a r a f a z e r e s n o tó r io o teu n o m e a o s teu s a d v e r s á r io s . d e scia s . hi ) introduz uma condição contrária ao fato aqui. quando Deus fazia coisas ines­ peradas e assombrosas que inspiravam temor reverenciai. então as montanhas teriam tremi­ do como o Sinai. q u e t r a b a lh e p a r a a q u e le q u e n e le e s p e r a . 3 Q u a n d o fa z i a s co is a s te r r ív e is . As circunstâncias teriam sido diferentes.

O resul­ tado é o juízo divino: Eles murcharam e caíram “como a folha”. Isto não quer dizer que essa rebelião há muito tempo continuada fosse alguma vez se encontrar com a salvação. caminhos que se tornam claros para eles à medida que eles oram. p a r a q u e s e j a m o s s a lv o s . pagada. e t o d a s a s n o s s a s j u s t i ­ ça s . Ninguém no passado ou no presente ouviu ou viu (através de revela­ ção) qualquer outro Deus a não ser Ele. Eles não só acham alegria na justiça. “age para abençoar”) que se alegrava enquanto “praticava justiça” (agia em justiça ou retidão). (Veja a aplicação deste versí­ culo aos que amam o Senhor em I Co 2. eles têm uma rela­ ção pessoal com Ele enquanto seguem nos seus caminhos. n o s a r r e b a t a m . Quer dizer. . d a q u e le s q u e s e le m b r a m d e t i n o s t e u s c a m i n h o s . Deus vem “ao encontro daquele” (Heb. como uma peça de vestuário suja de sangue do período menstruai de uma mulher. 5 S a is t e a o e n c o n t r o d a q u e le q u e s e a le g r a v a e p r a t i c a v a j u s t i ç a . 6 M a s t o d o s n ó s s o m o s c o m o o im u n d o . c o m o u m v e n t o . Isaías se identifica com o povo e confessa que eles conti­ nuaram pecando ( “pecamos”) contra esses caminhos. A confissão continua: “Todos nós somos como o im undo” aos olhos de Deus. Todos os atos justos do povo. “encontra”. n e le s h á e t e r n i d a d e . p o r q u e p e c a m o s . Porém. que im pedia a pessoa de entrar no tem plo). e is q vie te ira s te . feitos para cumprir as exigências..9. ou formas da sua religião. Ele é o único Deus que responde. co m o tra p o d a im u n d íc ia . a qual estava cerimonialmente suja de­ baixo da Lei. e to d o s n ó s c a ím o s c o m o afo l h a . são como “trapo da im undí­ cia” (lit.) O fato de que só Ele é Deus pressupõe a sua soberania. eles se lembram de Deus em seus caminhos.Isaías não esqueceu que Deus age a favor daquele “que nele espe­ ra” em expectativa de fé por Ele. os cami­ nhos revelados na sua Palavra. muito embora soubessem que isto enfureceria a Deus. e a s n o s s a s c u lp a s .

Agora Isaías clama novamente a Deus. Ele também é o Oleiro divino que amolda o barro. ó SEN HO R . nós. o s nosso oleiro. agora.16.I 2 .6 -8 . o que chamou a nação à existência. “dissolver”). p or causa das nossas iniqüidades. e nenhuma pessoa se movia para se apegar a Deus (como Jacó fez quando ele lutou com o Anjo. porque escondes de nós o teu rosto e nos fa z es derreter. Cl I . ninguém estava invocando o nome de Deus. M l 2. Isaías suplica a Deus que não deixe o pleno peso da sua ira cair sobre eles. 89.2 4 2 8 . Jr 18. (A bonita imagem do SENHOR como o Oleiro e como o Pai é freqüentemente atestada —D t 32. Is 29 . Seguramente Ele está preocupado so­ bre o povo que é a obra da sua mão.13. ó SENHOR . R m 9. nós te pedimos.6. SI 68. tu és nosso Pai. e tu.10. 7 E já ninguém há que invoque o teu nome. 9 Não te enfureças tanto. fmugenu. o barro. N o m eio do ju íz o de D eus (provavelm ente na época de M anassés). que desperte e te detenha.26. Deus tinha escondido o seu rosto (afastado a sua manifesta presen­ ça e bênção) e fez com que a culpa dos seus pecados os fizesse “derreter” (Heb.16. olha. trouxe desânimo e m orte.6. Ele ainda é o Pai de Israel.Então os seus pecados culpados os arrastam como o vento arrebata as folhas mortas.21. 63. eis.5. nem perpetuam ente te lem­ bres da iniqüidade.3. Gn 3 2 . Isto corresponde ao tempo de M anassés em vez do exílio babilônico posterior. obra das tuas mãos. M t 6 . reconhecendo que Deus não mudou.) Deus pode mudá-los apesar do que eles fizeram no passado. ou seja. por m iseri­ córdia. Os 12. todos nós som os o teu po vo.5 <Mas. e todos nós. 103. fazendo-o “obra das [suas] mãos”. e que Ele não se lembre para sempre dos pecados que lhe . G1 1.4).

9). Sião está feita um deserto. permanecendo calado e castigando (humilhando e afligindo) ainda mais a Israel. M as os exilados não teriam dito o que nós lemos no versículo 12. em que te louvavam nossos pais.causaram a indignação.5— ele vê em uma visão que as “santas cidades” (cidades da 7). toda a terra de Israel). os artigos pre­ ciosos do templo. 1 f o i queimada. levando em conta tudo isto. o que mos­ trará a majestade do juízo de Deus. será queimada a casa de santidade e beleza esplêndida de Israel.) . Este será o clímax da destruição. 1 A nossa santa egloriosa casa. santidade de Deus. JERUSALÉM ARRUINADA 64. inclusive Sião. do templo que aconteceu nos dias de Manassés. ou profanação.6 12 C onter-te-ias tvi ainda sobre estas calamidades. Ele continuará se contendo (especialmente depois da oração do v. Alguns tomam isto como sendo o que os exilados disseram quan­ do voltaram da Babilônia. Devido ao que Isaías sabia que iria acontecer (39. (Os exilados que voltaram da Babilônia não tiveram que dizer isto. 5. e todas as nossas coisas m ais aprazíveis se torna­ ram em assolação. ó Ficarias calado. onde os pais da nação louvavam a Deus. Jerusalém está assolada. se tornarão uma pilha de pedregulho. pois Jerusalém será “assolada”. e todas as “coisas mais aprazíveis”. Pedir a Deus para olhar para eles é um clamor pela sua graça e misericórdia: Deixe-o ver e reconhecer que eles ainda são o seu povo. e nos afligirias tanto? S en h or? A resposta de Isaías a esta visão é perguntar a Deus se. serão feitas um deserto. quer dizer.10-12 10 As tuas santas cidades estão feita s um deserto. Como um clímax para os seus sofrimentos.

6 1 2 . 3 H . Veja Stanley M . 4 J. C om mentary on Isaiah. Que lições Israel deveria ter aprendido a partir do êxodo? 3. 19 8 1). trans. Alec M otyer. Por que Isaías se refere a Deus como Pai e Oleiro? 7. H orton. em Wycliffe Bible Encyclopeâía (C hicago: M o o dy Press. Qual era a condição de Jerusalém e do templo na parte final do reinado de Manassés? CITAÇÕES 1 O fato de que o E spírito Santo pode ser entristecido m ostra que Ele é uma Pessoa distinta.C . The Prophecy o f Isaiah (D owners Grove. C ornelius Lam bregtse (G ran d R ap id s: Kregel Pub licatio n s. H a r r y B u ltem a. .QUESTÕES DE ESTUDO 1. Que ações de Deus no passado fazem Isaías ter expectativas? 5. A llis. 70. M as com o B ultem a d iz: “Isto m o stra quão pouco esses h o ­ m ens têm p e n e trad o no e s p írito d e sta p ro fe c ia ” . Leupold. 6 M u ito s crítico s usam os versículos 10 e I I p ara argum entar que um auto r desconhecido escreveu isto após Jerusalém ter sido d estru íd a em 5 8 6 a. 2 O hebraico tenicbennu é freqüentativo. 19 93 ). 111. 2 :1 4 8 . Exposition o f Isaiah (G rand R apids: Baker Book H ouse. 1 9 9 3 ). “Book o f Isaiah”. O que a Bíblia D iz Sobre o Espirito Santo (R io de Janeiro. 1 9 7 5 ). R J: CPAD. 5 O swald T. 197 1 ). C. O que Isaías enfatiza na sua oração? 2. O que é significativo a respeito da oração de confissão de Isaías? 6. 518. 1:857. Qual é o apelo de Isaías em 63. 8.: InterVarsity Press.16— e em que bases ele o faz? 18 4.

A RESPOSTA GRACIOSA DE DEUS 6 5 .) 3p o v o que m e irrita d ia n te da m in h a f a c e de con tín u o. ainda que eles não o buscassem.21. imagina­ ções e planos. sa crifi­ ca n d o em ja r d in s e q u eim a n d o in cen so so b re tijolos. “Eis-me aqui”) para um Israel que “se não chamava do meu nome”.21. deixou-se buscar). o constante. Eles eram responsáveis pela condição na qual estavam. f u i achado p o r aqueles qu e m e não bu scavam . 2 E stendi as m ã o s todo o dia a u m p o v o rebelde . a u m p o v o que se não cham a­ va do m eu n om e eu disse: E is-m e aqui. Em comparação. Bênção. Deus toma a iniciativa e torna possível às pessoas o buscarem e o acharem. Israel também estava muito centrado em si mesmo e muito interessado a respeito de seus próprios planos e desejos para responder. N a própria presença de Deus. após os seu s p en sa m en to s. Rm 10. qu e cam in ha p o r ca m in h o qu e não é bom .1 aos gen­ tios1 e 65. dizen­ do que Ele se revelou (ou. seguindo “os seus [próprios] pensamentos”. onde Paulo aplica 65. porque eles continuaram a andar em caminhos que Deus via não serem bons. “diante da [sua] face”.1-66. muito embora eles (Is­ rael em seus primórdios) não perguntassem por Ele.2 a Israel.E. henneni. desafiando-o de fato. amoroso e urgente apelo de “todo o dia “de Deus para Israel os encontra teimosos na sua rebelião. Ele se deixou achar.24 I. Quer dizer. Deus responde então à confissão e oração do capítulo 64. dizendo: “Eis-me aqui” (Heb. Misericórdia.20. (Isto continuou nos . (Veja R m 10.) Porém. Alegria e Juízo 65.1 -7 1F u i bu scado p elo s qu e não p ergu n ta va m p o r m im . Ele repetidamente fez ofertas ou propostas iniciais amigáveis. e Paulo chama a atenção para o fato de que alguns o fazem. (Cf. eles “de contínuo” o provocavam.

dará um ponto final ao seu . às tumbas. estas pessoas são objetos da ira de Deus. e não te ch egu es a m im . Estes pecados estão escritos em um livro (como um débito em uma conta). Deus. p o rq u e so u m a is sa n to do que tu.dias de Ezequiel. indica tentativas es­ píritas para contatar com os mortos. a Septuaginta diz: “em cavernas onde eles dormem por causa de so­ nhos”). Todas estas atividades eram uma abominação ao SE N H O R . novamente ao contrário da Lei (Lv 11. (alguns sugerem “entre as fendas das rochas”. e p a ssa n d o as n o ites ju n to aos lu ga res secretos.7) e em im ita­ ção de práticas pagãs. u m J o g o que arde todo o dia. As­ sim. 5 E dizem : R etira -te. Tais pessoas são “uma fumaça” nas narinas de Deus. veja Ez 8. d eita r-lh es-ei a recom p en sa no seu seio. Passar a noite em vigília “junto aos lugares secretos”. e co m en d o ca r n e de p o rco e caldo de coisas a b om in á veis n os seu s pratos. indica práticas ocultas. T E V ). E stes sã o u m a f u m a ç a n o m eu nariz. a idéia da área nasal estar sendo fre­ qüentemente aquecida indica ira. a seu devido tempo. Provavelmente eles se identi­ ficavam tanto com os falsos espíritos ou falsos deuses que pensavam que qualquer um que os tocasse estaria em dificuldade. 4 a ssen ta n d o -se ju n t o às sep u ltu ra s. Assentar-se “junto às sepulturas”. 6 E is q u e está escrito d ia n te de m im : n ã o m e calarei. um fogo ininterrupto “que arde todo o dia”. m a s eu pa garei. Eles também comeram carne de porco e fizeram sopa de “coisas abomináveis”. cólera e causa furor (cf. No hebraico. Isto também aponta para a época de Manassés. sim . Eles também seguiram idéias pagãs de santidade ou separação (o que nós chamaríamos de “tabus” hoje).) Sacrificando “em jardins e queimando incenso sobre tijolos” era contrário à Lei e mostrava que o povo de Israel estava seguindo rituais pagãos.

9 E p ro d u z irei d escen d ên cia a J a có e a J u d á . Ele ainda tem verdadeiros servos em Israel. assim fa re i p o r a m o r de m eu s servos. O “seio” aqui refere-se à dobra da vestimenta acima do cinto onde um objeto poderia ser colocado (cf. Deus fará de modo que “os não destrua a todos”.1 7 ). . Devido a eles continuarem nas “iniqüidades de [seus] pais”. SI 79. e os m eu s serv o s habitarão ali. 2. Ne 5. este devia começar no meio do povo de Deus (cf. u m herdeiro que p ossu a os m eu s m o n tes.silêncio e longanimidade e lhes pagará em plena medida. 15. Lc 6. Não havia nenhuma montanha na Babilônia. p a ra qu e os não d estru a a todos.38). Ou seja. e os m eu s eleitos h erda rão a terra. uma “bênção”) nele.2) eram em desafio a Deus e mereciam pleno castigo. Isto igualmente corresponde ao tempo de Manassés.13. 7 as vossas in iq ü id a d es e ju n ta m en te as in iq ü idad es de vossos p a is j diz o SENHOR. dizem : N ão o desperdices. I Pe 4 . eles colheriam agora o juízo tanto pelos seus próprios pecados quanto pelos pecados de seus pais (cf. As ofertas queimadas “nos montes [e] outeiros” (lugares altos. Esta seria a primeira forma de castigo que o S E N H O R faria na sua agenda de julgamento. 0 REMANESCENTE PO SSUIRÁ A TERRA 6 5 . qu e q u eim aram in cen so n os m o n tes e m e a fro n ta ra m n os o u teiro s. p o is há benção n ele . berakhah. Por causa deste remanes­ cente de servos que são uma bênção. Ex 20.12.5).8 -1 0 * A ssim d iz o Sen h or : C om o qu an do se acha m osto em u m cacho de uvas. Eles são semelhantes a “um cacho de uvas” com o suco ainda nele. cf. p elo qu e lhes to rn a rei a m ed ir as su a s obras an tigas no seu seio. Agora o S E N H O R dá uma resposta mais extensa. de modo que Israel tem alguma “bên­ ção” (Heb.

para o m eu povo que m e buscar. Caracteristicamente. 3. Eles se voltaram para o culto pagão. NHOR O deus Destino não determinará o futuro dos israelitas. “Vós que vos apartais do SENHOR. outrora um lugar de juízo (Js 7. ele quer dizer que de oeste a leste toda a terra será restaurada para a sobra ou remanescente. perto de Jericó. mas fiz estes o que é m al aos m eus olhos e escolhest. será transformado em um 26 lugar de “repouso de gado”. que preparais uma mesa para a Fortuna e que misturais vinho para o Destino.. DEUS JULGARÁ AQUELES QUE 0 ABANDONARAM 65. O vale de Acor. para despejar como uni oferecimento de bebida para o deus Destino (ou Sorte). l~ também vos destinarei a espada} e todos vos encurvareis à matança. meus servos”. e viverão ali.es aquilo em que eu não tinha prazer..2e enchendo um copo de vinho misturado com temperos e drogas. Isaías recorre a exem­ plos representativos. de lugar de repouso de gado.24— ). “os meus eleitos. A outrora fértil planície de Sarom. preparando uma mesa de oferecimentos de comida para a deusa Fortuna. Assim. e o vale de Acor. ao sul de Berseba. que esqueceis do meu santo mon­ te”. será restaurada e terá pastos verdes. Isto aponta ao futuro para o tempo do Milênio. 10 E Sarom servirá de curral de ovelhas. o S eos “destinará”. para a espada. porquanto chamei . e não respondestes. falei. na orla marítima ao sul do monte Carmelo. se afastando para longe de seu culto no templo.11-16 11 Mas a vós que vos apartais do S e n h o r . que vos esqueceis do meu santo monte. terão uma recom­ pensa diferente. e não ouvistes . Eles estão se encurvando à deusa .Deus produzirá descendência da sobra de Jacó