CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO MEDIDAS E VALIAÇÃO
Antropometria do Grego, antropo = homem metry = medida
Biometria – Ciência que tem por objetivo estudar características mensuráveis dos grupos humanos estatística. ( Vandervael, 1964) do Grego, bio= vida metry= medida as e os

problemas que surgem ao sujeito usando a matemática e a

Prof. Odivaldo Marques

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO MEDIDAS E VALIAÇÃO
Cineantropometria – Aplicações de medições para o estudo do tamanho, forma proporção, composição, maturação e crescimento com o objetivo de ajudar a entender o movimento humano no contexto do crescimento, exercício, performance e nutrição com aplicação direta na medicina, educação e administração. (Ross, 1972) do Grego, cine = movimento antropo = homem metry = medida

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO MEDIDAS E VALIAÇÃO
Antigos egípicios – Unidade de medida era o dedo médio da mão. Grécia clássica – Comparavam a proporcionalidade dos deuses e dos atletas. Hipócrates, quatro séculos a.C., fez a primeira classificação dos tipos humanos. Com advento da cultura Romana – cristianismo religião oficial – corpo visto como instrumento do pecado e então deixa de ser valorizado até o Renascimento quando se desenvolve a anatomia a partir de Vesalius.

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO MEDIDAS E VALIAÇÃO
Da Vinci foi um dos primeiros a escrever o corpo não apenas na forma estático, mas também em movimento, e estabelecer regras de proporcionalidade corporal. 1860-1890 inicio da valorização das medidas antropométricas. 1890-1910 começo da valorização da medida de força. 1900-1925 Primeiros passos da medidas cardiovascular. 1900-1920 inicio de trabalhos sobre avaliação das habilidades motoras. 1920 introdução a medida social.

HISTÓRICO E EVOLUÇÃO MEDIDAS E VALIAÇÃO
1920 inicio da preocupação da habilidade esportiva específica. 1920 Avaliação é vista como processo. 1940 surge o conceito de aptidão física. 1940 enfoque da aptidão total Final do século XIX: precursores da Somatotipia: escola Francesa, Italiana e Alemã. Século XX Após 1920 – começou o uso de testes, medidas e instrumentos de avaliação; 1921 – fracionamento da Composição Corporal (P.G, P.O, P.R, P. M); 1930 - 1º Compasso para verificar gordura 1940 – Sheldon, criou o Somatotipo – Endomorfia, Mesomorfia e Ectomorfia.

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O que é Avaliação Física?
Pode ser considerado um processo que nos permite, objetiva ou subjetivamente, comparar critérios e determinar a evolução de uma pessoa ou grupo em uma linha de tempo, seus avanços e retrocessos.(Rash,1971) Processo da educação que utiliza técnicas de medidas as

Outras definições:
Segundo Beunen & Borns (1990), implica em mensurar e avaliar diversos aspectos do homem do nascer ao morrer, bem como características físicas do ser humano Segundo Petroski (1995), área cientifica emergente que estuda forma, dimensão, proporção, composição, maturação e o desenvolvimento do corpo na ortogênese humana em relação ao crescimento, ao desporto, á ativ. física e à nutrição.

quais, quando aplicadas, quer ao produto, quer ao processo, resultam em dados expressos qualitativa ou quantitativa em ambos os modos: subjetivo ou objetivo, e que são utilizados por comparação com critérios preconcebidos. (Barrow e McGee, 1971)

O que é Avaliação Física?
“Avaliar não é o ato final de um julgamento, é sim um meio para se observar o progresso” (Marins & Giannich, 1998) “Prescrever e orientar exercícios baseado nas características individuais de cada indivíduo” (Molinari, 2000)

Objetivos
1. 2. 3.

Avaliar o estado do indivíduo ao iniciar uma programação; Determinar o progresso do indíviduo (Johnson & Nelson, 1979); Classificar os indivíduos (Safrit, 1981):
Nível de aprendizagem, idade, condições clínicas, estrutura corporal, capacidade funcional, sexo, interesse.

3. 4.

Selecionar os French, 1972);

indivíduos

(Scott

&

Diagnosticar (Kirkendall, 1980);

5.

Motivar (Johnson & Nelson, 1979):

7.

Experiência Indivíduo/Profissional: Indivíduo – conhecer o teste Profisssional – conhecer o teste o indivíduo (efeitos que está causando a este) e as atividades que estará sendo realizadas. (Kirkendall, 1980);

1a. Constatação sem número; 2a. Constatação comparativa; Obs: Mau controle – teste diagnóstico em relação ao teste controle – em virtude do erro do avaliado
6.

Manter padrões (Safrit, 1981): 8. Diretrizes para a pesquisa: Promover resultados que possibilite expanão do conhecimento científico.

Obs: baixos rendimentos – avaliação controle – significa planejamento não apropriado.

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Princípios (segundo Kirkendall, 1980)
1. 2. 3.

Programa compatível com uma filosofia; A avaliação só acontece quando conduzida com os objetivos do programa em mente; Deve-se lembrar sempre a relação existente entre: teste, medida e avaliação.

4. Resultados devem ser interpretados em torno do indivíduo como um todo 5. Nenhum teste ou medida é perfeito;

Não há teste que substitua o julgamento profissional; 7. Deve sempre existir um novo teste (reteste) para observação do desempenho; 8. Usar teste que mais aproxime-se da realidade; 9. Usar teste mais válidos, fidedignos e objetivos
6.

Precisão de Medidas
“Nenhum teste ou medida é perfeito”
1. Erro de medida: a. Erro de equipamento: quando o equipamento não é aferido previamente; b. Erro de medidor: quando um avaliador erra ao fazer uma leitura, erra a leitura do cronômetro, do estadiômetro, a contagem do número de repetições, de execução, a identificação de uma unidade de medida (cm,metros,Km) etc; c. Erro administrativo: quando existe algo errado na administração, nos procedimentos metodológicos do teste, por exemplo: aquecimento prévio para o teste, quando em suas normas não está previsto isso. 2. Erro Sistemático: é aquele em que o avaliador não pode interferir, como por exemplo, fatores climáticos, ou seja, avaliar a flexibilidade no verão e reavaliar no inverno, ou medir a estatura pela manhã e na reavaliação, medir à noite.

Classificação dos Tipos de Avaliações (Johnson & Nelson, 1979) 1. Avaliação Diagnóstica: Analise dos pontos fortes e fracos em relação a uma determinada característica; Esta dividi-se em: Medidas somáticas: estatura, altura do tronco-cefálico, envergadura, comprimento dos membros e tronco. Medidas para avaliar estado Nutricional: peso, dobra cutâneas, perímetro dos MI e MS. Medidas funcionais: capacidade Cardiorespiratória e Força Muscular

2. Avaliação Formativa Analise dos progressos do indivíduo. 3. Avaliação Somativa Soma de todas as avaliações planejadas no fim de cada unidade de planejamento, para obter um quadro geral de evolução

“No Processo Avaliativo, é muito importante que o Professor de Educação Física utilize instrumentos ou testes que o permitirão atingir seus objetivos com segurança e consistência”
(Fernandes, 1999)

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RELAÇÃO ENTRE TESTE, MEDIDA E AVALIAÇÃO Teste - é um instrumento de medida que é utilizado para obter informações sobre um dado específico ou características sobre um grupo ou indivíduo. Medida - é um escore ou número que foi obtido baseado no teste. Avaliação - é um julgamento feito a respeito de um estudo baseado na medida ou em algum critério prédeterminado.

CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO DOS TESTES
Escolher com propriedade o teste, evitando a utilização de instrumentos inadequados; Obtenção de medidas precisas; Profundas avaliações sobre os dados coletados; Obedecer os critérios de autenticidade científica.

Critérios de Autenticidade Científica
Um teste é considerado válido, quando ele mede, tão precisamente quanto possível, o que está escrito na medida, ou seja, quando ele mede o que se propõe a medir. A confiança e a objetividade referem-se à consistência e segurança das medidas, em outras palavras, dizem respeito à reprodutibilidade dos resultados do teste.

“A seleção e construção dos testes deve sempre obedecer aos critérios mencionados, a fim de não colocar em risco a segurança e credibilidade dos programas a serem desenvolvidos a partir das avaliações.”
(Fernandes, 1999)

Validade
Certificar se vai aferir exatamente o que é desejado; Segurança resultados; da interpretação dos

Confiança ou Fidedignidade
É o segundo critério para verificar a autenticidade científica de um teste; Refere-se à segurança, consistência ou repetibilidade de uma medida; Pode ser interpretada através de um coeficiente de correlação, que será obtido pela concordância dos resultados do teste;

Validade para os seus objetivos; ex.: teste para garotos e garotas. Precisar até que ponto o teste realmente mede a característica, ex: teste de força.

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Simbolizado pela letra “ r ”. Ausência da influência pessoal do avaliador nos resultados do teste. Coeficiente de correlação Grau de concordância entre duas variáveis. Objetivos da avaliação. Capacidades a serem medidas. 5 . Se os sujeitos ocuparem as mesmas posições na escala de dois ou mais avaliadores. Aplicação dos resultados obtidos. PERÍMETROS: Através do conhecimento dos valores dos perímetros. É expressa através de um coeficiente de correlação. poderemos determinar o desenvolvimento muscular no local medido. sendo calculado matematicamente. Parâmetros para avaliação. Teste adequados para essa medição. POR QUE MEDIR? DOBRAS: Através do conhecimento dos valores das dobras cutâneas poderemos determinar o percentual de gordura total do indivíduo ou a quantidade de gordura no local avaliado. subtraído-se daí o valor da dobra cutânea.Objetividade Grau de uniformidade com o qual várias pessoas marcam o mesmo teste. e possuindo valores que variam de -1 a +1. COIFICIENTE DE CORRELAÇÃO “Pode variar conforme os dados que se queira obter” Fatores Importantes Quem será avaliado. Estrutura a ser seguida. pode dar uma indicação do grau com o qual as duas variáveis estão envolvidas. Denota a existência de uma associação ou.

•Exames físicos e clínicos anteriores. poderemos determinar o desenvolvimento esquelético do indivíduo. Relacione qualquer medicação prescrita que você esteja tomando agora: _______________________________________________________________________ _____________________ 8.) FICHA DE ANAMNESE Ocupação: _____________________ Modalidade que prática: _________________ Posição que normalmente atua: __________________________________________ 1. procedimentos cirúrgicos.Qual a lesão que o fez procurar tratamento médico? ____________________________________________________________ ________ 2. Relacione qualquer medicamento ou suplemento dietético que esteja tomando agora: _______________________________________________________________________ _____________________ 9. idosos e atletas. 2000) alguns aspectos são importantes para constar em uma anamnese: •Histórico Familiar. Marque somente a alternativa que você responde sim deixando as outras vazias: ( ) Um médico já lhe disse que sua pressão arterial é muito alta ou baixa? ( ) Seu coração bate muitas vezes acelerado? ( ) Alguma vez um médico disse que você tem algum comprometimento cardíaco ou alteração no ECG? ( ) Você sofre câimbras freqüentes em suas pernas? ( ) Algum médico já lhe disse que seu colesterol é alto? ( ) Problemas com irritabilidade crescente. ANAMNESE “É o instrumento mais importante e imprescindível antes do início de qualquer atividade física. Indicadores Cardíacos (PA e FCr).Você esteve ou esta realizando tratamento de fisioterapia? ____________________________________________________________ _______ 4. 2001) Segundo o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM. fumo. Já teve alguma vez? ( ) Ataque cardíaco( ) Veias varicosas( ) Sopro cardíaco( ) Tonteiras ou desmaios( ) Luxações. •Diagnósticos clínicos. jovens. Avaliação Postural. profissão. adultos. •Uso de medicamentos. SEGMENTOS: Através do conhecimento dos tamanhos dos segmentos poderemos determinar a posição correta de móveis. doenças pessoais.Quando ela ocorreu? 3. (Bezerra. distúrbios do sono? ( ) Dores nas pernas ao caminhar? ( ) Articulações doloridas ou inchadas? ( ) Dores nas costas? ( ) Glaucoma ou pressão nos olhos? 5. nível de atividade física. equipamentos e utensílios utilizados no dia a dia. •Enfermidades recentes. Data do último exame físico completo: ___/__/__ ( )Normal ( ) Não me lembro ( )Anormal 10. seja ela para crianças. Avaliação das Capacidades Motoras. •Problemas ortopédicos. Devendo ser direcionada com questionamentos distintos desde de antecedentes familiares. Onde? ( ) Fraturas. Outros hábitos (atividade física. risco coronariano. •Histórico de sintomas. Onde? 6. fadiga crescente. Avaliação Cardiopulmonar (direta ou indireta). dieta.. Data do último eletrocardiograma: ___/___/___ ( ) Normal ( ) Não me lembro ( ) Anormal 6 . Composição Corporal. proporcionando desta forma um melhor posicionamento ergonômico do indivíduo.POR QUE MEDIR? DIÂMETROS: Através do conhecimento dos valores dos diâmetros. Indicadores Antropométricos..COMENTÁRIOS:________________________________________________________ _______________ 7. consumo de álcool. Estrutura da Avaliação Física Anamnese. utilização de medicamentos e lesões”. Estrutura Corporal (somatotipo). •Alergias.

Alergia a alguma droga? ( ) Sim ( ) Não Quais? ______________________________ 13. foi normal ( )alterado ( ) Originalmente desenvolvido pelo Ministério da Saúde de Columbia Britânica. excluindo primos. em 1994. INDICADORES CARDÍACOS Índice de massa corpórea Relação Cintura-Quadril.) relaciona o peso e a altura do avaliado a fim de verificar se o mesmo excede ao da média da população Tabela ( )– Padrões de Aptidão Saudáveis para Índice de Massa Corporal (IMC) em Meninos e Meninas entre as idades de 5 – 18 anos. Já foi internado em algum hospital? ( ) Sim ( ) Não Motivo? ___________________ 12. Marque os exames que já realizou e os devidos resultados: ( ) eletrocardiograma ( ) normal ( ) alterado ( ) teste de esforço ( ) normal ( ) alterado 20. Pressão Arterial.Q 11. Você fuma freqüentemente? ( )Sim ( )Não Quantos cigarros por dia? ________ 17. Já fez hemograma completo no último ano? ( ) não ( ) sim. ele deve ser encaminhado para uma avaliação médica ou multidisciplinar. Recomendado para pessoas de 15 a 68 anos. Par .M. parentes pelo casamento e por afinidade). Alguns de seus parentes teve alguma das seguintes doenças? (incluindo avós. foi revisado por um Comitê Consultivo Técnico congregado pela Sociedade Canadense de Fisiologia do exercício e Fitness. Número de refeições que você faz por dia? ________ 18. IMC (Índice de Massa Corporal) Índice de Quetelet O Índice de Massa Corporal (I. 1995) Meninos Idade (anos) 5-7 8-10 11 12 13 14 15 16 17 18 IMC (Kg/m²) 13-20 14-20 15-21 15-22 16-23 16-24 17-24 18-24 18-25 18-26 17 18 17-25 18-26 12 13 14-16 15-22 15-23 17-24 Meninas Idade (anos) 5-9 10-11 IMC (Kg/m²) 14-20 14-21 Fórmula: 7 .Q O questionário consta de sete perguntas simples e se o avaliado responde sim para uma ou mais questões . Você está normalmente inscrito num programa de exercícios? ( )Sim ( )Não 14. Questionário de Prontidão para Atividade Física (Physical Activity Readiness Questionary). tios e tias.Par . Freqüência Cardíaca. Participa freqüentemente de esportes competitivos? ( ) Sim ( ) Não 16. ( ) diabetes( ) leucemia ou câncer (abaixo dos 60 anos)( ) ataque cardíaco abaixo de 50 anos( ) Acidente Vascular Cerebral abaixo de 50 anos( ) pressão alta( ) colesterol elevado( ) diabetes( ) asma( ) doença cardíaca coronariana (DCC)( ) operações cardíacas( ) glaucoma( ) obesidade 19. (OMS.C.

2007 Diretrizes ACSM.80 1.60 1.2 67.0 – 34.5 18.0 – 29.5 64.5 .3 71.5 64.3 76.65 1.4 63.3 56.50 1.2 67.9 > 30 Elevado Médio Elevado Alto Elevado Médio Elevado Alto < 8% 8% -19% 20%-24% ≥ 25 Mulheres ≤ 18.24.CRESCIMENTO EM CRIANÇAS E N T E N D E R É S I M P L E S C R I A N Ç A S (Wilmore & Costtill.85 1.0 – 29.9 25.0 – 39.3 61. Classe I II III Percentual Previsto de Gordura Corporal com Base no IMC para Afro-Americanos e Brancos Adultos IMC (Kg/m2 ) Risco p/ Saúde 20-39 anos Homens ≤ 18.4 60.73 1.2 62.75 1.78 1.9 25.0 ≥ 40 Alto Muito alto Extremamente alto Muito alto Muito alto Extremamente alto Risco de doença para Diabetes tipo 2.6 69 ------------------------- Peso x Altura 18. Hipertensão e Doença Cardiovascular Diretrizes ACSM.5 18.24.52 1.91 Peso p/ homens (Kg) ------------------------60.83 1.24.5 Kg/m2 Tabela Altura (m) 1.70 1.5 18.9 Peso p/ mulheres (kg) 51. 1995) Baixo Peso 3 (grave) Baixo Peso 2 (moderado) Baixo Peso 1 (leve) Normal Sobrepeso 1 Sobrepeso 2 Sobrepeso 3 IMC < 16 Kg / m2 16 > IMC < 17 Kg / m2 17 > IMC < 18.88 1.1 63.9 78.8 53.6 68.8 62.9 25. 2007 IMC (OMS.9 70. 2001) Classificação do Risco de Doenças com Base no IMC e na Circunferência da Cintura Risco de doenças relativo ao peso e à circunferência da cintura normal IMC Com deficiência de peso Normal Sobrepeso Obesidade.5 .47 1.68 1.9 66.57 1.9 30.0 – 29.55 1.9 35.5 .9 73.9 > 30 < 21% 21%-32% 33%-38% ≥ 39% < 23% 23%-33% 34%-39% ≥ 40% < 24% 24%-35% 36%-41% ≥ 42% < 11% 11%-21% 22%-27% ≥ 28 < 13% 13%-24% 25%-29% ≥ 30% 40-59 anos 60-79 anos (Kg/m2 ) Homens ≤ 102 cm Mulheres ≤ 88 cm Aumentado Homens ≥ 102 cm Mulheres ≥ 88 cm Aumentado ≤ 18.63 1.5 > IMC < 25 Kg / m2 25 > IMC < 30 Kg / m2 30 > IMC < 40 Kg / m2 > 40 Kg / m2 Pesos de referência p/ adultos entre 20 e 55 anos 8 .9 66.7 52.7 58 59.9 75.9 55.

88 1.65 1.80.73 1.60 1.quadril caracteriza os tipos de distribuição de gordura corporal (pêra – ginóide ou maçã – Andróide).95.Altura (m) Peso p/ homens (Kg) ------------------------68 70 71 72 74 78 78 77 80 84 91 88 95 97 Peso p/ mulheres (kg) 57 62 65 64 64 65 66 67 66 72 70 72 73 ------------------------------- Tabela 1. Valores normativos para circunferências de cintura em crianças ÍNDICE DE CONICIDADE O IC é baseado na idéia de que o corpo humano muda do formato de um cilindro (IC=1.70 1. A proporção indica a quantidade de gordura no torso e reflete a proporção da obesidade na parte superior do corpo (maior risco a saúde) observada em relação a parte inferior do corpo.52 1.00) para o de um cone duplo.57 1.78 1. Pesos de referência p/ adultos entre 55 e 74 anos Como calcular?????? IRAQ = Perímetro da Abdominal (cm) Perímetro do Quadril (cm) ICQ= perímetro da cintura (cm) perímetro do quadril (cm) Risco de desenvolvimento de doenças: IRAQ para HOMENS: superior a 0.63 1.75 1.91 ÍNDICE DE RELAÇÃO DE GORDURA ENTRE OS PERÍMETROS DA CINTURA E O QUADRIL Peso x Altura É uma ferramenta paralela rápida e fácil que é muito eficiente em identificar pessoas com riscos de saúde elevados devido à gordura abdominal A relação cintura .80 1.73) 9 .83 1.68 1.50 1.85 1. MULHERES: superior a 0. com o acúmulo de gordura ao redor da cintura – abdômen (IC=1.47 1.55 1.

no caso de esforço dinâmico. Perímetro cintura em metros Peso corporal em kg Estatura em metros Como medir e como usar????? FC repouso Ideal seria aferir logo que acorda. é proporcional à intensidade de trabalho e ao consumo de O2.FC rep 4o passo – Cálculo do L inferior L inf = FC rep + (0. tira-se a média.Como calcular???? A mensuração da FC responde ao esforço com um aumento que.6 x FC res) 5o passo – Cálculo do L superior L sup = FC rep + (0. Contar os batimentos durante 15 segundos para maior precisão Artéria Radial ou Carótida????? ??? FC máx = 220 – idade ??? • sem origem definida • sem base científica (provavelmente) • após avaliação mostrou-se imprecisa com erro/desvio de + 11 bpm • Karvonen não se responsabilizou pela fórmula Zona Alvo 1o passo – Cálculo da FC rep aferida após o cliente/aluno ficar pelo menos 30 minutos sem fazer atividade física. Esta relação linear tem sido utilizada para predizer o VO2máx.7 x Idade) Haskell & Fox (2001) Zona Alvo 3o passo – Cálculo da FC reserva FC reserva = FC máx . ainda deitado.8 x FC res) 10 . 2o passo – Cálculo da Fcmáx = 208 – (0. 2 a 3 X em curtos intervalos .

Pressão Arterial “É a força exercida pelo sangue contra as paredes arteriais. determinada pela quantidade de sangue bombeado e pela resistência ao fluxo sanguíneo “. arritmia. Atletas até 90% Cálculo da Freqüência Cardíaca para os usuários de Betabloqueadores Dosagem 40 mg 80 mg 120 mg 160 mg Depreciação da Fc Max 14 % 18 % 22 % 26 % Exemplo: Se o indivíduo faz uso de 40 mg betabloqueador e o cálculo da FcMax é igual a 180 bpm deve ser depreciado segundo a tabela 14%. • faixa de FC treino bastante próxima da encontrada em um teste ergoespirométrico. salvo casos onde existam patologias ou anormalidades.2000) Componentes da Pressão Arterial “A pressão arterial sistólica é a pressão gerada quando o sangue é ejetado do coração durante a sístole ventricular. hipertensos e cardiopatas. obesos. portanto este serviria para casos especiais. • a consideração da FC repouso “transmite” maior precisão na estimativa de uma FC treino. a pressão arterial diminui e representa a pressão arterial diastólica.” (POWERS & HOWLEY. Ativos – 70 a 85%. etc) 60 a 80% para condicionados Prescrição por FcMax Sedentários – 60 a 75%. ficando em 155 bpm como a FcMax de trabalho. No relaxamento ventricular (diástole).2000) 11 . isquemia. pois informa o grau de condicionamento físico do indivíduo. principalmente para a constatação de cardiopatias (insuficiência.FC Tr = (FC máx – FC rep) X % + FC rep Karvonen Karvonen recomenda: 50 a 70% para sedentários. (POWERS & HOWLEY.

São comuns as relações entre algumas para que possam ser obtidos índices Palavra derivada do grego anthropos (antropo ou antropia) e metron (metria ou metro). 1998) Medidas lineares longitudinais: (Alturas e comprimentos). Parte da antropologia que estuda as proporções e medidas do corpo humano (Michels. Medidas Transversais: (Diâmetros e envergadura). 2007 Sem Indicação Compulsiva Normal Pré-hipertensão < 120 120-139 < 80 Ou 80-89 Encorajar Sim Nenhum medicamento anti-hipertensivo indicado Medicamentos antihipertensivos indicados Medicamentos para indicações compulsiva Medicamentos para indicações compulsiva Outros medicamentos antihipertensivos conforme necessário Duplo Produto (DP)* DP = Pressão Arterial Sistólica x Freqüência Cardíaca componente de controle de esforço durante a realização de testes de esforço Hipertensão No Estágio 1 140-159 Ou 90-99 Sim Hipertensão Estagio 2 ≥ 160 Ou ≥ 100 Sim Medicamentos antihipertensivos indicados Combinação de dois medicamentos para a maioria ANTROPOMETRIA São utilizadas para medir na sua maioria desenvolvimento ósseo. crescimento e estado nutricional do indivíduo.Classificação e Tratamento da Pressão Arterial para Adultos Classificação da PA PAS Mm Hg PAD Mm Hg Modificação no Estilo de Vida Sem Indicação Compulsiva Diretrizes ACSM. Medidas circunferenciais: (Circunferências ou perímetros) Medida de massa ou peso Trocantérico Dactiloidal Femoral Tibial Maleolar Acropodial Pternial 12 . 2000). PONTOS ANATÔMICOS vertex Nasale Glabela Supraesternal Mesoesternal Xifoidal Ileocristal Estiloidal Radial Umero Acromial Cervical Classificação das Medidas Antropométricas (Marins e Giannichi.

Diâmetros Ósseos “Diâmetro é a distância entre as de ósseas anatômicos compreendida proeminências definidas pontos Tipos de Paquímetros (Petroski. braço direito levantado acima da cabeça totalmente estendido. cintura pélvica e escapular. mantendo-se a média desses valores como resultado final. cintura escapular e região occipital apoiadas no instrumento de medida banco utilizado deve ter uma altura de 50 cm Altura Total o avaliado encontra-se na posição ortoestática. verificando-se a medida onde o dalactílio toca o cursor. Paquímetros Linares. 1999) Paquímetros Digitais. o avaliado deve estar com a menor quantidade de roupa possível Altura do tronco-cefálico o avaliado deve está na posição sentada cabeça no plano de Frankfurt. região occipital junto ao aparelho de medida. devendo a medida ser verificada três vezes. centralizado na plataforma. braços ao lado do corpo. alinhamento do calcanhar. Paquímetros de PontasRomas ou Formato Oval através medidos em centímetros” Velho & Schwingel (1999) 13 .Estatura posição Ortostática. pés unidos. cabeça orientada no plano de Frankfurt. Massa Corporal posição Ortostática.

Verifica-se a distância entre os pontos trocantéricos D e E. o paquímetro deve ser posicionado nos maléolos medial e lateral do pé direito.Diâmetro Biepicôndilo do Úmero: com o cotovelo e o ombro no ângulo de 90º. A leitura é feita no final de uma expiração. formando um ângulo de 90º com o ponto de medida. Diâmetro Bicôndilo do Fêmur: com o indivíduo sentado e com os joelhos formando 90º.c CIRCUNFERÊNCIAS “ Perímetro máximo de um segmento corporal. Diâmetro Biestiloíde: com a mão pronada e semiflexionada (45º) o avaliador irá colocar o paquímetro na apófises do rádio e da ulna. 14 . medido em ângulo reto em relação ao seu maior eixo” Lopes & Martins (1999) Diâmetro do tórax Transversal: O compasso é colocado na região axilar com as extremidades colocadas entre a segunda e aterceira costela. Diâmetro Biacromial: Avaliador atrás do avaliado verifica-se a distância entre os dois pontos acromiais D e E. o avaliador irá localizar o epicôndilo lateral e medial do úmero colocando o paquímetro em um ângulo de 45º para medir essa distância. Diâmetro Biiliocristal: Distância entre os pontos iliocristais D e E. Diâmetro do tórax anteroposterior: Uma das extremidades do paquímetro é colocada junto a vértebra da décima segunda costela e a outra na ponta do processo xifóide. Diâmetro Bimaleolar: com o avaliado em pé. também chamado de bicristal ou bicrista. para isso deve usar o dedo indicador e médio. Avaliado em posição ortostática de frente para o avaliador. Da mesma forma o paquímetro irá ser colocado em um ângulo de 45º para medir essa distância. Diâmetro Bitrocantérico: O avaliado de frente para o avaliador co os pés unidos. o avaliador deverá localizar os côndilos medial e lateral do fêmur. A medida é registrada no final de uma expiração.

Controle de riscos coronarianos. Controle Estético (+ empregado) Panturrilha 15 .CIRCUNFERÊNCIAS Tórax Masculino CIRCUNFERÊNCIAS Cintura Tórax Feminino Abdômen CIRCUNFERÊNCIAS Quadril Antebraço CIRCUNFERÊNCIAS Braço Relaxado Braço Contraído CIRCUNFERÊNCIAS Coxa Proximal Para que verificar a circunferência? Controle do rendimento de atletas (fisiculturistas).

COMPOSIÇÃO CORPORAL Pode ser dividida em: Direta. Indireta. Permite composição segmentos. TANITA (M. Direta Dissecação de Cadáveres Indireta . ml-1) = P(real) P real . Coponentes de gordura e massa isenta de gordura dos tecidos não ósseos. 2000) Corpo Inteiro (Biodynamics) Mais próximo do real.92% segundo (MARQUES et al.Densitometria Pode-se distinquir o conteúdo de mineral ósseo dos demais tecidos. informações distribuição gordura analisar a corporal por oferecendo quanto a anatômica de DEXA – Absormetria radiológica de dupla energia Pesagem Hidrostática Duplamente Indireta Duplamente Indireta Bioimpedância Dividida por segmento OMRON (M. Circunferências Bioimpedância Dobras Cutâneas 16 .I) *Subestima a composição corporal em 4.S)*. Duplamente Indireta.Densitometria Densidade corporal (g.(VR + 100) Indireta .P água D água Onde: P real: Peso do corpo determinado em gramas P agua: Peso do corpo submerso em gramas D: densidade da água na temperatura vigente VR: volume residual determinado em ml . desde de que seguidas algumas recomendações pré-teste.

Duplamente Indireta Procedimentos prévios I – Não fazer uso de diuréticos nos últimos setes dias.Abster-se de atividades físicas intensas nas últimas 24 horas. IV.Tronco Supra-Ilíaca Abdominal Supra-Espinhal 17 .Urinar trinta minutos antes da medida. V. III.Permanecer pelo menos 5 – 10 minutos em repouso absoluto em decúbito dorsal antes de efetuar a medida. VI.Não ingerir bebidas alcoóicas nas última s48 horas. COMO VERIFICAR??? Bioimpedância Dobras Cutâneas . II – Manter-se em jejum por pelo menos 04 horas.Tronco Peitoral Feminino Peitoral Masculino Dobras Cutâneas .Tronco Axilar Medial Subescapular Dobras Cutâneas .

MMII Coxa Pollock Coxa Guedes Panturrilha Média CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DOS TECIDOS M G O R D A x M L G O R D U R A (Wilmore & Costtill.. 18 .MMSS Bíceps Tríceps Dobras Cutâneas . 2001) (Wilmore & Costtill. Em crianças... 2001) Em crianças.Dobras Cutâneas ..

etc) QUAL O MELHOR PROTOCOLO??????? ??? 3. 4. Como: 1. 4.0008267(Ʃ3Dc) + 0. Controlar as mudanças na composição corporal associadas ao efeito da nutrição e do exercício. 5. Acompanhar o crescimento. 2.0002574(idade) Jackson & Pollock 3DC Guedes 3DC Faulkner 4DC Weltman (obesos) Hodgdon (circunferência) Onde: X1 = ΣDc (peitoral + abdominal + coxa) X3 = idade em anos FÓRMULA DE SIRI %G = [(4. 2.0. Para selecionarmos uma equação.0000016(Ʃ3Dc)² . atletas. Brancos (Jackson e Pollock .109380 – 0. Protocolos para cálculo do %G 1.1978. 3. devemos levar em consideração alguns fatores.50] x100 19 .95/Dens) – 4.PORQUE VERIFICAR??? Controle Estético Controlar risco de saúde associados com excesso ou falta de gordura corporal. desenvolvimento. apud Heyward 2000). Jackson & Pollock 3DC Homens de 18 a 61 anos. Estimar o peso ideal. maturação e idade relacionados com as mudanças na composição corporal. Idade (faixa etária) Sexo Etnia Grau de condicionamento (sedentários. Fórmula: Dens H (g/cm3) = 1.

9 Idades de 38 a 42 3.84 18.19 17.50] x 100 M U L H E R E S mm 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 43 44 45 46 47 48 49 50 51 0.7 9.9 11.3 7.8 15.5 5.83 19.7 26.23 18.3 14.0 16.1 10.8 16.50 22.44 0.5 25.7 17.72 23.0 10.26 18.46 21.55 21.11 23.1714 – 0.76 19.56 17.58 22.0706 log ( CX + SI + SE) %G = [(4.0 21.18 21.9 5.6 23.7 14.6 24.6 13.28 0.64 21.5 11.87 19.47 0.3 de 23 a 27 1.2 13.6 23. Fórmula: Dens (g/cm3) = 1.06 23.7 25.79 19.5 16.5 7.2 25.68 19.39 17.49 21.9 12.3 22.9 4.3 14.2 13.81 17.89 23.56 16.0 15.8 9.0 19.3 16.41 22.73 22.05 21.44 19.5 8.55 22.21 16.2 3.0 11.97 22.5 26.5 22.62 19.25 16.9 11.2 8.7 11.5 13.03 22.8 2.3 3.8 10.85 22.99 21.29 16.7 24.84 23.8 Guedes 3DC Homens de 17 a 27 anos (Guedes.10 21.3 17.0 16.5 16.27 22.7 13.0 12.5 16.76 22.6 22.3 18.19 19.7 23.0 17.7 21.6 8.6 19.1 de 48 a 52 4.4 13.8 10.15 17.68 18.91 22.7 19.6 16.0001392(X3) (g/cm3) M U L H E R E S das Dobras ( mm) 23-25 26-28 29-31 32-34 35-37 38-40 41-43 44-46 47-49 50-52 53-55 56-58 59-61 62-64 9.3 2.05 19.95/Dens) – 4.7 16.Soma Idades menos de 22 de 23 a 27 De 28 a 32 de 33 a 37 de 38 a 42 de 43 a 47 de 48 a 52 de 53 a 57 mais de 58 Jackson & Pollock 3DC Mulheres de 18 a 55 anos.44 17.6 16.34 21.75 20.2 15.24 21.4 5.5 18.95 18.8 18.75 23.7 14.36 21.0671 log (TR + SI + AB) %G = [(4.43 21.60 17.33 0.4 11.3 23.9 23.97 20.9 3.6 15.8 22.5 17.33 21.8 7.2 26.7 18.1 20.09 19.07 18.1 22.52 21.7 6.9 8.8 20.06 22.29 22.02 21.4 24.32 22.09 23.51 16.98 23. 1985).42 16.70 22.2 4.5 20.9 6.13 21.2 17.7 13.4 4.0000023(X2)² .0 16.18 22.67 22.1 9.1 14.14 21.4 7.81 23.61 18.2 19.20 23.1 24.0 22.3 13.15 18.0 7.09 22.1980.9 19.6 21.7 Onde: X2 = ΣDc (tríceps + supraíliaca + coxa) X3 = idade em anos %G = [(4.9 11.4 6.0 8.2 18.4 25.6 12.95 21.61 22.6 14.21 22.3 20.3 19.6 20.0 14.41 0.01 19.7 11.8 15.35 22.57 18.15 22.0 8.72 18.2 11.76 20.8 5.0.98 17.67 21.1 7.4 15.52 17.4 10.17 21.12 19.92 18.16 16.3 15.5 6.4 12.44 22.3 5.0 8.47 22.34 16.9 7.22 23.8 6.0009929(X2) + 0.37 19.9 9.30 18.99 18.17 23.98 19.16 19.76 18.31 17.95/Dens) – 4.2 25.8 17.00 20.0 15.5 12.9 14.1 21.23 19.23 17.34 19.0 16.0 6.03 21.4 17.00 23.50] x 100 H O M E N S Guedes 3DC Mulheres de 17 a 29 anos (Guedes.95/Dens) – 4.7 8.5 16.5 15.78 23.3 21.1665 – 0.8 de 28 a 32 2.3 12.12 22.3 13.3 16.72 20.30 19.93 20.42 18.92 23.3 11.7 24.8 14.3 15.3 12.95 23.0 17.4 8. Fórmula: Dens (g/cm3) = 1.6 14.21 21.25 23.2 22.5 de 43 a 47 3.0 18.7 15.8 17.72 19.38 18.3 16.4 19.41 19.0994921 – 0.7 12.1 15.7 22.47 16.55 19.5 15.0 13.2 12.4 16.14 23.61 21.4 10.39 0.0 15.06 17.73 17.8 12.2 11.4 11.2 21.88 22.0 14.8 16.3 6.5 10.7 11.34 18.27 19.9 10.8 12.6 7.79 22.38 22.5 6.64 18.60 17.52 20 .5 9.92 21.83 20.2 24.8 4.30 21.79 20.5 10.5 12.90 20.7 18. Brancas (Jackson e Pollock .0 8.0 12.94 17. 1985).35 17.4 14.2 mais de 58 5.9 16.80 18.50 0.08 21.53 22.68 17.7 13.03 18.5 9.0 17.5 11.6 12.03 16.24 22.2 10.19 18.31 0.77 17.3 17.5 13.1 17.1 6.64 22. apud Heyward 2000).8 14.11 21.1 12.69 20.94 19.5 17.0 24.8 21.12 16.87 23.21 21.82 22.2 5.2 16.1 15.0 25.3 4.8 21.94 22.9 13.9 20.64 19.5 13.48 17.51 19.4 12.27 21.50] x100 Soma das Dobras ( mm) 8-10 11-13 14-16 17-19 20-22 23-25 26-28 29-31 32-34 35-37 38-40 41-43 44-46 47-49 50-52 menos de 22 1.7 11.3 14.3 8.38 16.9 16.5 14.8 13.7 10.9 18.3 9.2 16.4 24.4 18.88 18.9 23.7 20.90 17.5 21.2 12.11 18.7 25.9 4.7 9.4 13.4 23.64 17.48 19. Fórmula: Dens M = 1.53 18.03 23.5 14.85 17.2 7.4 de 33 a 37 2.6 10.2 10.9 25.8 3.1 13.02 17.1 23.1 16.58 21.00 22.0 26.90 19.36 0.7 5.0 10.58 19.4 9.07 16.86 20.70 22.2 20.3 15.49 18.8 16.9 9.27 17.46 18.11 17.2 18.4 11.07 21.1 23.39 21.6 de 53 a 57 5.

80 11.82 8.77 8.71 12.77 15.96 14.45 9.87 12.955 +(1.43 7.67 13.40 14.83 12.48 9.0 6.94 9.42 13.05 9.31 12.24 x Estatura) + (0.67 14.45 11.93 10.74 9.16 12.33 11. 1968.21 8.59 10.07 0.78 14. WELTMAN (Obesos) (Weltman et al.61 14.49 10.74 13.11077 x (MCA)] . Tran e Weltman – Mulheres Idosas (Tran e Weltman.89 9.54 14.00 0.90 13.20 9.57] x100 21 .000733128 x CQ] +[0.32 8.47 14.23 13.24 12. Mulheres 20 a 60 anos %G = [0.90 7.95 12.168297 – [0.91 12.[0.93 8.31 7.28 11. A = estatura (cm).90 15.42 8.03 14.92 14.16 13.69 9.40 10.75 12.37 7. WELTMAN (Obesos) (Weltman et al. MCA (média circunferência abdominal) =média da medida de circunferência entre o ponto conhecido como medida da cintura e abdominal Hodgdon.86 13.14 7.44 14.05 13.58 11.23 Faulkner 4DC Nadadores (Faulkner.31 13.03301 Homens 24 a 68 anos %G = [0. Fórmula: H O M E N S 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 % G = ΣDc x 0.62 11.20 12.66 12.0000122098 x (Cab)²] – [0.84 10.64 14.55 10.99 8.13 14.49 13.13 0.93 13.55 X CG) – (0.37 8.24 11.48 8.20 14.002824 x Cab] + [0.000510477 x E] – [ 0.08 7.44 10.5 6.67 15.87 15.06 14.54 8.53 13.25 9.[0.apud Costa 2001).2 6.07 11.89 11.99 14.30 9.76 11.84 7.37 14.20 13.19 0.mm 20 21 22 23 0.00 9.15 9.45 13.97 13.10 0.74 15. CP = circunferência do punho.01/Dens) – 4.71 13.38 13.35 13.apud Costa 2001).31457 x (MCA)] . 1987.98 10. MCA (média circunferência abdominal) =média da medida de circunferência entre o ponto conhecido como medida da cintura e abdominal Onde: P = peso corporal (Kg).80 15.85 11.17 10.60 13.56 13.09 13.97 0.64 13.7 7. E = estatura (cm). 1992 (circunferência) MCM (Kg) = 41.53 9.04 8.84 15.43 12.10 9.21 11.71 14.27 13.28 x CA) – 8.71 15.35 12.88 8.50 9.3 6.07 12.9 7.02 11.65 8. apud Costa 2001).82816 x [CA – CP]) Homens %G = [(PC – MCM /PC) x 100] Mulheres %G = (0.1 6.84 9.000216161 x idade] Onde: Cab= Circunferência Abdominal. Hodgdon.78 7.55 12.63 13.1989.20 11.74 10.59 12. todas as medidas em cm.10969 x (P)] + 10.07 10.60 8.43 Onde: PC = peso corporal (Kg).35 10.03 12.40 9.03 0.71 8.62 12.23 14.94 11.15 11.11 12.66 7.09 14. apud Heyward 2000).4 6.78 13.54 11.31 10.16 14.85 14.64 10.79 12.51 12.35 9.74 14.57 14.72 7.14354 x (P)] + 51.58 11.50 14.16 0.15 8.783 Onde: ΣDc = (tríceps + subescapular + supraíliaca + abdomnial).30 14.88 10.27 14.67 11.153 + 5.94 0.25 7.53 10.59 7.47 12.8336 Onde: P = peso corporal (Kg).82 13.6 6.39 12.26 10.01 13. CG = circunferência do glúteo.69 10.10 8. 1987.03 10.63 9.88 14.17666 x E] + [0.02 7.58 9.12 13.71 11.79 9.038786 x Pc) – (0.26 8. Fórmula: Dens M (g/cm3) = 1.41 11.37 11.28 12.79 10.98 11.19 7.96 7.81 14.11 11.12 10. CA = circunferência do abdômen.8 7.34 14. CQ= Circunferência do Quadril E= Estatura %G = [(5.50 11.99 12.

%G ideal)]x 100 ? ? ? SOMATOTIPO ? ? ? ? ? ? ? 22 . Peso Gordo PG= Peso Corporal x %G/ 100 Peso Ósseo PO= 3.1/100.02 (altura²(m) x Diâmetro Bi Côndilo do Fêmur(m) x Diâmetro Bi Côndilo Rádioulnar(m) x 400) Peso Muscular PM = Peso Corporal – (Peso Ósseo + Peso Residual + Peso Gordo) Massa Magra (MCM) MCM= Peso Total – Peso Gordo Peso Ideal PI= [MCM/(100 .9/100.PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA MULHERES Nível \ Idade 18 – 25 anos 13 a 16 % 17 a 19 % 20 a 22 % 23 a 25 % 26 a 28 % 29 a 31 % 33 a 43 % 26 – 35 anos 14 a 16 % 18 a 20 % 21 a 23 % 24 a 25 % 27 a 29 % 31 a 33 % 36 a 49 % 36 – 45 anos 16 a 19 % 20 a 23 % 24 a 26 % 27 a 29 % 30 a 32 % 33 a 36 % 38 a 48 % 46 – 55 a nos 17 a 21 % 23 a 25 % 26 a 28 % 29 a 31 % 32 a 34 % 35 a 38 % 39 a 50 % 56 – 65 anos 18 a 22 % 24 a 26 % 27 a 29 % 30 a 32 % PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA HOMENS Nível \ Idade 18 – 25 anos 4a6% 8 a 10 % 12 a 13 % 26 – 35 anos 8 a 11 % 12 a 15 % 16 a 18 % 36 – 45 anos 10 a 14 % 16 a 18 % 19 a 21 % 46 – 55 anos 12 a 16 % 18 a 20 % 21 a 23 % 56 – 65 anos 13 a 18 % 20 a 21 % 22 a 23 % Excelente Bom Acima da Média Média Abaixo da Média Ruim Muito Ruim Excelente Bom Acima da Média Média 14 a 16 % 18 a 20 % 21 a 23 % 24 a 25 % 24 a 25 % Abaixo da Média 33 a 35 % Ruim 36 a 38 % 39 a 49 % Muito Ruim 17 a 20 % 22 a 24 % 24 a 25 % 26 a 27 % 26 a 27 % 20 a 24 % 24 a 27 % 27 a 29 % 28 a 30 % 28 a 30 % 26 a 36 % 28 a 36 % 30 a 39 % 32 a 38 % 32 a 38 % FRACIONAMENTO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL Peso Residual PR homens = peso corporal x 24. PR mulheres = peso corporal x 20.

SOMATOTIPO MESOMORFO ECTOMORFO Endomorfia Predominância relativa de uma redondez suave e de vísceras digestivas grandes. 23 . SOMATOTIPO GENÓTIPO FENÓTIPO (PARNELL. Mesomorfia Predominância relativa dos tecidos musculares. relacionando a estrutura corporal com a performance nas diversas modalidades esportivas. Sheldon publicou The Varieties of Human Physique. ósseo e conjuntivo derivados da camada embrionária mesodérmica. Utilizou o prefixo endo referindo-se as camadas embrionárias endodérmicas das quais o trato digestivo é derivado. cada pessoa Era possuidora de certa quantidade dos seguintes componentes da conformação corporal. no qual introduziu o conceito de somatotipo.Segundo Astrand (1980). 1958) ENDOMORFO SOMATOTIPO Em 1940. somatotipo refere-se à classificação física do corpo humano. Segundo este.

24 . MESOMORFIA PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS MESOMORFIA O tórax é grande e a cintura é relativamente fina. Os ossos são grandes e as pernas. A pele parece áspera e adquire prontamente um bronzeado intenso. O sistema nervoso é derivado da camada embronária Ectodérmica. robusta e proeminente. Existe regularidadew nos contornos sem relevo muscular. no pescoço. no tronco e nos membros. Possuem predominancia do abdomen em relação ao tórax. ombros altos e quadrados e pescoço curto. retendo-o por um longo período de tempo. tronco e os braços são maciçamente musculosos. Que se caracteriza por arredondamento e maciez do corpo. que se caracteriza por uma corpo anguloso (quadrado) com musculatura dura. ENDOMORFIA MESOMORFIA PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Segundo componente. Os diâmetros ântero-posteriores assim como os diâmetros laterais tendem para iqualdade. As características mais proeminentes são a espessura do antebraço e largura dos punhos das mão e dos dedos. na cabeça. produzindo uma grande exposição sensorial ao meio ambiente. Os ombros são largos. SOMATOTIPO DE SHELDON ENDOMORFIA PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Primeiro componente.Ectomorfia Predominância de linearidade e fragilidade. com grande relação entre a área superficial e a massa. o tronco costuma ser ereto e os músculos trapézios e deltóides sào extremamente maciços.

ECTOMORFIA PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS ECTOMORFIA PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Terceiro componente. que identificam características morfológicas e de composição corporal do indivíduo”. Os ombros são estreitos. enquanto a curvatura torácica e relativamente acentuada e elevada. faltando-lhes o relevo muscular. mesomorfia e ectomorfia). O abdomen e curvatura lombar são achatados. ECTOMORFIA HEATH & CARTER Método de Heath-Carter Definiram. Ombros caidos.1 a 10 25 . A cintura escapular necessita de apoio muscular e as escápulas tendem a formar uma saliência no sentido posterior. Não existe proeminência dos músculos em nenhum ponto do físico. em 1967. TRÊS COMPONENTES DO SOMATOTIPO ENDO – MESO . expressa numa classificação de três números de componentes primordiais do físico (endomorfia. membros relativamente longos e o tronco curto (não significa que o indivíduo seja alto). a fragilidade e a delicadeza do corpo. somatotipo como sendo a “conformação morfológica presente. Os ossos são pequenos e os músculos finos. inclui como características proeminentes a linearidade.ECTO ½ a 16+ ½ a 12 0.

IP < 40.1 .75.858 (U) + 0.18 Estatura (cm) PONTOS DE DOBRAS TR.1 3 .00068 (Xc)2 + 0. Endomorfismo-Balanceado – O endomorfismo é dominante e o mesomorfismo e ectomorfismo são iguais (não diferem mais que 0. 1990) Central – Os três componentes são iguais entre si e não diferem em mais de uma unidade (menor ou igual a 1) em relação aos outros dois.1451( Xc) – 0.5 Onde: U = Diâmetro BU (cm) F = Diâmetro BF (cm) PcB = Perímetro do braço – Dc TR (cm) PcP = Perímetro da panturrilha – Dc PM (cm) H = estatura (cm) Xc = (Σdc) x 170.58 Ecto = (IP x 0.7182 + 0.6 – 2 = Mesomorfo balanceado Se IP ≥ 40.5) e o ectomorfismo é menor.25 IP ≤ 38. Endo-Ectomórfico – O endomorfismo é dominante e o ectomorfismo é maior que o mesomorfismo.131 (H) + 4.161 (PcP) – 0. 1990) Endo-Mesomórfico – O endomorfismo é dominante e o mesomorfismo é maior que o ectomorfismo. SOMATOTIPO – CATEGORIAS ( Carter & Health. estando em torno de 3 e 4. Meso-Endomórfico – o mesomorfismo é dominante e o endomorfismo é maior que o ectomorfismo. SE e SI são em mm 6-3–1 = Endo Mesomórfico 4 . Endomorfo-Mesomorfo – O endomorfismo e o mesomorfismo são iguais (não diferem mais que 0.75 > 38.Endo = .463) – 17.601 (F) + 0.63 Ecto = 0.188 (PcB) + 0.0.5).3.0000014(Xc)3 Meso = 0. 26 .25 Ecto = (IP x 0.8 – 4 = Central Obs: 4 regras SOMATOTIPO – CATEGORIAS ( Carter & Health.732) – 28.3.8 – 2 = Endomorfo Mesomorfo 2.

Meso-Ectomórfico – O mesomorfismo é dominante e o ectomorfismo é maior que o endomorfismo. O somatotipo da criança está sujeito a mudanças significativas durante a infância e adolescência 27 . Ectomorfo-Mesomorfo – O ectomorfismo e o mesomorfismo são iguais (não diferem mais que 0. Ectomorfismo Balanceado – O ectomorfismo é dominante e o mesomorfismo e o endomorfismo são iguais ( não diferem mais que 0.5). SOMATOTIPO – CATEGORIAS ( Carter & Health. Alguns estudos mostram que o método antropométrico parece ter confiabilidade para crianças maiores de 10 anos.5).5) e o endomorfismo é menor.SOMATOTIPO – CATEGORIAS ( Carter & Health. SOMATOGRAMA Somatocarta Onde você está? Coordenada X=Ectomorfia – endomorfia Coordenada Y=(Mesomorfia x 2)-( Ectomorfia – endomorfia) Somatotipo em Crianças Pode ser aplicado em crianças de ambos os sexos em todas as idades. 1990) Ecto-Mesomórfico – O ectomorfismo é dominante e o mesomorfismo é maior que o endomorfismo. Pode ter validade menor para crianças muito novas. Ecto-Endomórfico – O ectomorfismo é dominante e o endomorfismo é maior que o mesomorfismo. 1990) Mesomorfismo Balanceado – O mesomorfismo é dominante e o endomorfismo e o ectomorfismo são iguais (não diferem mais que 0.

meninos de ecto-mesomórficos e ectomórficos-mesomórficos. Durante a adolescência. movem-se para endomórficasmesomórficas e meso-endomórficas Somatotipo e Performance As evidências sugerem que o somatotipo está significativamente relacionado ao sucesso em testes físicos e nos esportes Estudos de somatotipo mostram que a distribuição para um determinado esporte é significativamente diferente de outros. os atletas de elite são mais mesomorfos e menos endomorfos do que não atletas. Somatotipo e Performance Na maioria dos esportes. aumenta a mesomorfia e diminui a ectomorfia Em geral. Conforme aumenta o nível de competição. a variação no somatotipo dentro do esporte tende a diminuir Somatotipo e Performance A alimentação. crescimento e treinamento. Para que verificar o Somatotipo? descrever e comparar populações. Na adolescência e início da maturidade. devido às diferentes posições existentes. monitorar modificações pelo treinamento ou dieta. Não existe relação entre somatotipo e flexibilidade e tarefas de habilidade neuromuscular fina. O somatotipo é útil para guiar tanto adultos quanto crianças para esportes apropriados para o seu somatotipo presente e potencial.Somatotipo em Crianças Em geral. AVALIAÇÃO POSTURAL 28 . podem modificar o somatotipo. as meninas se movem de endomesomórficas e endomórficas-mesomórficas para somatotipos centrais. monitorar crescimento e mudanças relativas à idade. As variações de somatotipo em esportes de equipe são geralmente maiores do que em esportes individuais.

Lateral Lateral Encurvado.é a projeção do pé para fora da linha medial do corpo. Pé Cavo . Pé Aduzido – é a projeção do pé para dentro da linha medial do corpo. + fidedigno quando utilizado o Simetógrafo. O que observar????? Pé Abduzido . Avaliação por meio de módulos prédeterminados Cinemetria (bidimensional e tridimensional) SIMETÓGRAFO Posições de Observação Posição Frontal.é o aumento do arco longitudinal Pé Plano . Pé Pronado – projeção do tendão de Aquiles para fora da linha média do corpo. Pé Supinado – projeção do tendão de Aquiles para dentro da linha média corpo. Costas.é a diminuição do arco plantar e normalmente pode está associado a um talus valgus PÉ 29 .Métodos de Analise Observação de Pontos Anatômicos (estático e dinâmico).

Escoliose – projeção lateral da coluna e pode ser classificada como: total. Joelho Genu Flexo . HiperCifose – é a projeção da coluna Torácica para trás da linha de gravidade. Joelho Genu Valgo – é a projeção dos joelhos para dentro da linha média do corpo. 30 . dupla e tripla.é a projeção dos joelhos para trás da linha gravidade do corpo.JOELHO Joelho Genu Varo – é a projeção dos joelhos para fora da linha média do corpo. Retroversão de Quadril – é a projeção da cristaíliaca para trás da linha de gravidade QUADRIL COLUNA HiperLordose – projeção da coluna Lombar para frente da linha de gravidade. Joelho Genu Recurvado . Antero versão do Quadril – é a projeção da cristaíliaca para frente da linha de gravidade. simples.é a projeção dos joelhos para frente da linha média do corpo.

em que as necessidades de consumo de oxigênio são superiores à absorção do mesmo. É um parâmetro fisiológico e metabólico para avaliar a capacidade metabólica oxidativa (aeróbica) durante trabalhos musculares acima do metabolismo basal. em diferentes atividades ocupacionais (Medicina do Trabalho). fazendo com que seja encontrado um débito de oxigênio o qual será recompensado no repouso” (Tubino 1990) Importância de medir o VO2 MAX. 31 . a capacidade funcional do sistema cardiorrespiratório.Desvios da Coluna Vertebral HiperLordose Lombar e Cervical Avaliação Cardiopulmonar “é a qualidade física que permite ao corpo suportar um esforço de determinada intensidade durante um certo tempo” Dantas (1995) “a qualidade física que permite manter um esforço por um determinado período. É aceito internacionalmente como o melhor parâmetro fisiológico para avaliar. É um parâmetro ergométrico utilizado para avaliação da capacidade de trabalho do homem. em conjunto.

para prescrever atividades ocupacionais no ambiente de trabalho. Ter uma noite de repouso de 6 a 8 horas. Características dos Testes Ergométricos Mensuráveis: em unidades físicas a qualquer momento da realização da prova. Escalonados: para que se possa adaptar a cada atleta.). pneumopatas. para esclarecer qualquer dúvida e também para comparações futuras com o desenvolvimento do treinamento. Procedimentos para realização do Teste Trazer um ECG. de repouso. Controláveis: com uso simultâneo de eletrocardiógrafo para que apresentem segurança aos atletas. Obs: ambos da Freqüência Cardíaca Máxima. obesos e idosos) ou especial (cardiopatas. Reproduzíveis: com a mesma fidedignidade apresentada na vez anterior. Cicloergômetro ASTRAND (sedentários). esforços acima de 90 %. CAMPO: Teste de COOPER (13 A 60). Ergômetros. Divisão dos Testes Submáximos. População-alvo: faixa etária entre 13 e 60 anos de idade. 32 . Estabelecer um intervalo de no mínimo 2h da última refeição. O resultado é a distância percorrida anotada. diabéticos. de acordo com a individualidade biológica identificada.Importância de medir o VO2 MAX. Tipos de Teste Campo. Evitar o fumo pelo menos 4 h antes do teste Evitar qualquer tipo de atividade física antes do teste. É usado em estudos epidemiológicos para comparação de capacidade física entre os povos e atletas. Porção corporal envolvida: membros inferiores. esforços de 75 a 90 %. Esteira BRUCE Campo – Teste de Cooper Finalidade: identificar o nível de capacidade aeróbia. Material necessário: pista de atletismo. a partir dela é realizada a estimativa do consumo de oxigênio. para ambos os sexos. Protocolo: O teste consiste em percorrer a maior distância possível em 12 minutos de corrida (preferencialmente) e/ou caminhada. cronômetro e material de anotação. etc. Pressão Arterial estável. sob forma de treinamento físico (preparação física de atletas) ou ainda. Máximos. Comunicar qualquer tipo de alteração no estado de saúde ocorrido nas últimas 24h. (120 mmHg x 80 mmHg) Evitar o uso de sedativos. É um parâmetro fisiológico para prescrever atividades físicas sob forma de condicionamento físico normal (sedentários. ERGÔMETROS: Banco de CIRILLO ou McARDLE (a partir do 9 anos) .

o avaliado permanece de pé.min.= 65. Para indivíduos do sexo masculino a carga deve variar entre 100 a 150 Watts e para mulheres entre 50 a 100 Watts.9 162.. registra-se a FC do quarto e quinto minutos.min-¹ onde: FC = média da freqüência cardíaca obtida no quarto e quinto minutos de carga. sendo descoberto por meio da utilização da fórmula abaixo descrita. População-alvo: pode ser aplicado em crianças a partir de 9 anos de idade.0. Material necessário: ciclo-ergômetro. aconselha-se o uso do metrônomo onde seriam 96 e 88 bpm respectivamente. Resultado: A altura do banco varia conforme a estatura do indivíduo.81 .0 até 191. Protocolo: a metodologia empregada inclui a escolha de uma carga inicial de trabalho que varia de acordo com o sexo. Em relação a população de atletas.min-1 = 0. Protocolo: a duração do teste é de 3 minutos. a freqüência da passada deverá corresponder ao ritmo de 24 e 22 passadas por minuto para homens e para mulheres respectivamente.9 182.72) x VO2max carga Obs: resultado em l.0 até 181. Mulheres: VO2máx. Observações: Precauções .1847 x FC do final do teste. é perfeitamente adequado.33 .C.129 33 . ESTATURA DO AVALIADO Até 151. começando 5 segundos após a interrupção do teste. cronômetro. 1984). População-alvo: homens e mulheres sedentários.Resultado: o resultado será expresso em ml/kg.0 até 161.0. VO2 carga = consumo de oxigênio necessário para pedalar uma dada carga e pode ser obtida pela seguinte equação: VO2 carga l.Astrand Finalidade: medir a condição aeróbia sub-máxima. no final do teste. Porção corporal envolvida: membros inferiores.Normalmente os indivíduos que se submetem a este teste devem estar familiarizados com a prática da atividade física de uma forma regular. Com a seleção da carga o avaliado deverá pedalar durante 5 minutos.9 192.0 em diante ALTURA DO BANCO 32cm 34cm 38cm 40cm 42cm 45cm CICLOERGÔMETRO Homens: VO2máx.0 até 171.9 De 152.42 x FC do final do teste. A FC de carga deverá estar entre 120 e 170 e. acima de 140 para os jovens (ARAÚJO.9 172. ou com pouca atividade física. principalmente para modalidades de jogos com bola. Porção corporal envolvida: membros inferiores.= 111. enquanto é aferida a F. Material necessário: metrônomo. e se obter o valor médio. VO2 MÁX = D (m) – 504 45 D = DISTÂNCIA PERCORRIDA Ergômetro – Banco Cirilo Finalidade: estimação sub-máxima da capacidade aeróbia. preferencialmente. Bicicleta Ergométrica .014 x carga (Watts) + 0. Resultado: Cálculo do VO2max: Homens VO2max = (195 – 61 / FC-61) x VO2max carga Mulheres VO2max = (198 – 72 / FC .

min. cronômetro. Tonteira.778 x tempo) + 0.19 ml(kg.7 a 6.Teste em Esteira Esteira Rolante . Pressão Arterial Sistólica > 200 mmHg. em ml/(kg. (DP)* Duplo Produto (DP)* DP = Pressão Arterial Sistólica x Freqüência Cardíaca * componente de controle de esforço durante a realização de testes de esforço Cálculo do Vo2Max previsto % G Vo2Max.)-1 Mulher: VO2máx.37(X2) Onde: X1= idade em anos X2= % de gordura corporal 34 .= (3. min.06 ml(kg.)-1: Homem: VO2máx.Bruce Finalidade: mensurar a capacidade Aeróbia do indivíduo.)-1 ERGOESPIROMETRIA Medida Direta do Vo2Max Interrupção do Teste Avaliado pede para interromper o teste. Material necessário: esteira rolante. Freqüência cardíaca preconizada atingida( 85% da FcMax). Pressão Arterial Diastólica > 110 mmHg Duplo Produto acima de 32000 mmHg/min.= 57.318 (X1) – 0. para indivíduos normotensos Duplo Produto acima de 28000 mmHg/min. = (3. min. para indivíduos hipertensos.36 x tempo) + 1. velocidade de trabalho variando entre 1.0 mph (milha por hora) e aumentos de inclinação de 2% a cada estágio. Limitações físicas (exaustão). Resultado: As fórmulas para cálculo do VO2máx. Protocolo: O tempo de duração do estágio é 3 minutos.5 – 0.

1 milha X=5000 = 500 passos.5 860 passadas S = 2.980 sexo 0 -1) (0.37(X2) Onde: X1= idade em anos X2= % de gordura corporal VO2Max = 3. 1 milha 10 correspondem a 500 passos.5 Km/k ? 5000 passos – 10 milhas x .75 Km 35 . 30minutos .6 km 10 milhas = 5000 ciclos Qual seria a quantidade de passos dados numa atividade de 30 minutos com velocidade controlada de 5.x t = 30 minutos 60x = 30.75 km seriam realizados S = 5.5 – 0.127 + (0.318 (X1) – 0.5 Exemplo: Vo2Max =10 x 3. min. x = 30/60 Vm = S X = 0. ou seja. Vm = 5.= 57.5 x 0.)-1 *o MET que é fornecido em todos os teste de esforço realizados pelos Cardiologistas Stress mecânico na tíbia durante atividades locomotoras B I O M A T E R I A I S relação fadiga x número de passadas 1 ciclo= 1 passada 1 milha = 1. 1 milha = 1.5 = 35 ml/(kg.084 IMC) Onde: 0 – feminino e 1 – masculino 60minutos – 1hora E = ?.5 Km/h.115) + 0.Prescrição do Vo2 Max utilizando MET* o MET* (equivalente metabólico do Vo2 Max) Antes de tudo devemos conhecer o movimento Vo2Max = Valor de MET informado x 3.6 km Cálculo do Vo2Max previsto % G Vo2Max.5h t S = Vm x t Em 2.

921 (IAF) – 0.G% r = 0.VO2 máx obtido) x 100% VO2 máx. Pressão Arterial estável. torna-se difícil o monitoramento da pressão arterial Para indivíduo obesos.863 (F=0. esperado. Comunicar qualquer tipo de alteração no estado de saúde ocorrido nas últimas 24h. a altura do banco poderá induzir a um fator antropométrico limitante.78.min)-1 VO2 Max=56.Vantagens Não depende de luz elétrica Baixo custo Facilidade de transporte É indicado para estudos de grandes populações Ergômetros + comuns Teste do Banco 2.min)-1 VO2 Max=50. principalmente para o público feminino.363 + 1.35 ml(kg.289 (idade) – 0. de repouso.754 (IMC) + 10.115) + (0. Ter uma noite de repouso de 6 a 8 horas.980 sexo 0 -1) (0.084 IMC) Onde: 0 – feminino e 1 – masculino Cálculo do FAI ( Déficit Aeróbico Funcional ) FAI=(VO2 máx prev. pode ser contra indicado devido a ação dos micro-traumatismo Em alguns protocolos. dependendo da altura do banco. Ergômetros + comuns Testes do Banco 1. Critérios para Realização de Testes Cardiorespiratórios Trazer um ECG.552 (G%) + 5. M=1) IMC r=0.Desvantagens Devido à dinâmica corporal.589 (IAF) – 0. Evitar o fumo pelo menos 4 h antes do teste Evitar qualquer tipo de atividade física antes do teste. SEE = 5. ou baixo.381 (idade) – 0. atua como indicador em termos percentuais quando o avaliado está acima.81.513 + 1. previsto O FAI. SEE = 5. 36 .70 ml(kg. de seu VO 2 máx..127 + (0. (120 mmHg x 80 mmHg) Evitar o uso de sedativos. Estabelecer um intervalo de no mínimo 2h da última refeição.987 (F=0. M=1) VO2Max = 3.

75 = 110.33 7o. Passo: dividir o % do Vo2 encontrado pela constante 0. Passo pelo tempo do 3o.0 até 191.0 até 181.66 . min. Valores a serem considerados: VO2Max= 42 ml/(kg. 20 minutos 4o.= 111. Passo: dividir a velocidade em metros/minutos por 1000.18.)-1 *o MET que é fornecido em todos os teste de esforço realizados pelos Cardiologistas 37 .9 182. encontrado-se a distância em Km.0. min. encontrado-se o tempo em horas. min. 20/60 = 0.7 Km/h Prescrição do Vo2 Max utilizando o MET* MET* (equivalente metabólico do Vo2 Max) Vo2Max = Valor de MET informado x 3. 110.5 = 21 ml/(kg.33 = 6.)-1 2o.2 metros/minuto 5o.91 x 20 = 2218.2182 / 0. encontradose assim a velocidade em metros/minuto.)-1. sendo o seu resultado subtraído por 5. Mulheres⇒ VO2máx. Passo encontra-se a Velocidade média em Km/h.18)-5. Passo: multiplicar o resultado encontrado no 2o.0 até 161.2182 6o. Passo.5.5 = 35 ml/(kg.5 Exemplo: Vo2Max =10 x 3.0 em diante DO ALTURA DO BANCO 32cm 34cm 38cm 40cm 42cm 45cm Protocolo de Cirilo (1997) Homens ⇒ VO2máx. Passo: determinar o tempo de esforço induzido.9 172.0 até 171. Passo pelo valor do 6o.1847 x FC ⇒ do final do teste. Passo: calcular o % Vo2Max correspondente à zona de treinamento desejado.2 / 1000= 2. 2218.9 162.= 65. Passo: dividi-se o valor encontrado no 5o.33 . 2. Passo por 60.75.Protocolo de Cirilo (1997) ESTATURA AVALIADO Até 151. Percentual Estimado para o treino: 50% Tempo estimado de atividade: 20 minutos 1o.81 . (21/0.9 192. 42 x 0.75= 116.91 3o.9 De 152.0. Passo: Dividir o tempo em minutos do 3o.42 x FC do final do teste. Prescrição de Atividade Aeróbia em esteira utilizando o VO2Max.

Prescrição pelo VO2Max Sedentários – 50 a 70%. Material necessário: Colchonete. as mãos voltadas para frente. cronômetro. Ativos – 60 a 80%. Protocolo: O indivíduo deve iniciar a flexão de braços em decúbito ventral com os cúbitos em extensão. mantendo os cúbitos abduzidos e o tronco paralelo ao solo. E compara o número de repetições com os padrões apresentados nos quadros abaixo. População-alvo: preferencialmente membros do sexo masculino. especificamente a cintura escapular e braços. 1883) 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 muito fácil fácil relativamente fácil ligeiramente cansativo cansativo muito cansativo exaustivo - Avaliação das Capacidades Motoras Flexão de Braço Finalidade: medir a resistência muscular localizada nos membros inferiores. Precauções .Para mulheres e crianças pede-se que usem os joelhos com apoio no solo ao invés dos pés 38 . na linha dos ombros e o olhar direcionado para o espaço entre elas. Retornar a posição inicial e repetir o movimento continuamente.Os teste de RML (abdominal e braço) são teste específicos para serem realizados com pessoas treinadas ou atletas e não com a maioria dos indivíduos que estão a muito tempo parado ou iniciando algum tipo de atividade física superiores. sendo que 12 corresponde a 55% e 16 a 85% da FCMax. Porção corporal envolvida: membros Avaliação RML . Resultado: registra-se o número de repetições corretamente executadas. Atletas até 85% Escala de Borg Baseada na freqüência cardíaca De 60 a 200 bpm. (NOBLE et al. A flexão do cotovelo será feita até que o tórax toque o chão.

Será registrado o peso máximo conseguido pelo indivíduo em uma das tentativas por grupamento muscular. em todo arco articular. Precauções – Número máximo de tentativas não deverá exceder a três. Os calcanhares devem estar a uma distância de 30 a 46 centímetros dos glúteos. com os joelhos flexionados e os pés apoiados no chão. Resultado: ao adicionar um peso gradativamente. População-alvo: deve ser aplicado em pessoas acostumadas com o trabalho de força. visto que. na posição de flexão máxima e retorna a posição inicial. Para crianças pede-se que as mãos fiquem cruzadas sobre o tórax. Os cotovelos devem tocar os joelhos. mostra que após três minutos de repouso 100% do ATP + CP depletados são repostos. segundo MATHEWS (1979) em baseados em dados HULTMAN et all. Teste de Carga Máxima Teste de Carga Máxima Em quem aplicar? Para planejar treinamento de atletas. Resultado: O indivíduo. neste ponto será descoberto a carga máxima individual. Porção corporal envolvida: sistema locomotor Material necessário: Aparelho para musculação com pesos fracionados ou barra e anilhas. Procedimento: o avaliado deve realizar um movimento contínuo. então. contra a maior resistência possível. O avaliador deve segurar os pés dos avaliado. um intervalo de cinco minutos deve ser dado entre cada tentativa para permitir que todo o ATP + CP depletados possa ser restaurado. As mãos devem estar cruzadas por trás do pescoço. realiza o maior número de flexões abdominais. Observações: Precauções -. 39 . conta-se somente as flexões realizadas corretamente. Para controlar protocolos experimentais.Abdominal Protocolo: o avaliado deve posicionar-se inicialmente em decúbito dorsal. sendo refeito a cada nova fase de treino. Poderão ser realizadas três tentativas no máximo por grupamento muscular. durante 60 segundos. Teste de Carga Máxima Finalidade: medir a quantidade de força dinâmica máxima executando um movimento completo abrangendo todo o arco articular. verificar-se-á que o testando não conseguirá realizar mais nenhum movimento. E ainda o desgaste em nível neuromuscular seja atenuado.

FLEXIBILIDADE É uma capacidade física que pode ser relacionada à saúde e ao desempenho desportivo e descreve a Amplitude de Movimento que uma articulação pode realizar. 1990). 1995). que o indivíduo pode realizar devido à contração da musculatura agonista.A recomendação do Colégio Americano de Medicina Esportiva diz que. dentro de limites morfológicos e sem provocar lesões” (Dantas. MANIFESTAÇÃO DA FLEXIBILIDADE A flexibilidade pode se manifestar de maneira ativa ou passiva. •1998 . 40 . um programa ótimo de atividade física deve incluir não somente exercícios cardiovasculares e de resistência muscular mas também exercícios de alongamento. “É uma qualidade física do homem que condiciona a capacidade funcional das articulações de movimentar-se dentro dos limites ideais de determinadas ações” (Tubino. cooperando para um menor gasto energético quando há uma amplitude de movimento adequada do atleta. PASSIVA: A maior amplitude de movimento possível que o indivíduo pode alcançar sob ação de forças externas. “SE QUEREMOS MELHORAR A CAPACIDADE TEMOS QUE TREINÁ-LA” Em relação aos desportos os principais estudos na área tem demonstrado a importância da flexibilidade para o desempenho das outras capacidades físicas.FLEXIBILIDADE “É a qualidade física expressada pela maior amplitude possível do movimento voluntário de uma articulação ou combinação de articulações num determinado sentido. ATIVA: A maior amplitude de movimento possível.

réguas ou trenas. utilizando-se somente de critérios ou mapas de análise. A flexibilidade passiva é sempre maior que a ativa COMO PODEMOS MEDIR A FLEXIBILIDADE Os métodos para medida da flexibilidade podem ser classificados em função das unidades de mensuração dos resultados em 3 tipos principais: TESTES ADIMENSIONAIS Quando não existe uma unidade convencional. Ela explica a possibilidade de melhora da flexibilidade ativa através da fortalecimento da musculatura agonista e pela maior capacidade de alongamento dos antagonistas. Ex: Sentar e Alcançar 41 . como ângulo ou centímetros para expressar os resultados obtidos. Eles não dependem de equipamentos.Flexibilidade ativa Flexibilidade passiva RESERVA DE FLEXIBILIDADE É a diferença entre a flexibilidade passiva e a ativa. em centímetros ou polegadas. Ex: Flexiteste ADIMENCIONAIS LINEARES ANGULARES TESTES LINEARES Expressam os resultados em escala de distância. utilizando-se de fitas métricas.

49 50 .32 Médio 29 .29 23 .59 60 ..31 25 .37 33 .27 20 .30 Resgular 29 .26 Fraco < 29 < 28 < 27 < 25 < 25 < 23 42 . do desporto ou da doença.39 40 . •O nível da capacidade física.59 60 .28 25 . O termo utilizado para a medidas de ângulos é “goniometria”.39 33 .40 36 .37 33 .29 23 . •Os avanços no treinamento ou na recuperação funcional É insuficiente medir a FLEXIBILIDADE.33 28 . a fim de se indicar os efeitos do exercício de alongamento em benefício da saúde. Banco de Wells. •A predisposição a patologias do movimento. o que se deve buscar é a análise dos resultados dos testes.19 20 .37 29 .23 16 .38 34 .TESTES ANGULARES Seus resultados são expressos em graus. 30 .49 50 .36 32 ..09 Fraco < 24 < 25 < 25 < 18 < 16 < 15 Flexiteste.34 Médio 34 .34 28 . IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO DA FLEXIBILIDADE Permite ao professor de Educação Física ou ao Profissional da Saúde avaliar.29 Excelente > 38 > 39 > 37 > 34 > 34 > 32 Bom 34 .33 28 .34 25 . Gôniometria. Conforme os resultados encontrados pode-se determinar quais grupos musculares precisam de maiores índices de alongamento.28 24 .32 27 . TIPOS DE AVALIAÇÕES PARA A FLEXIBILIDADE Homens Idade 15 .38 31 .39 40 .33 30 . os mais utilizados são o goniômetro universal e o goniômetro pendular (ou flexímetro).33 30 .24 Regular 24 .32 27 .69 Mulheres Idade 15 . •As disfunções musculares.69 Excelente > 42 > 40 > 40 > 37 > 38 > 34 Bom 38 .29 25 .29 30 . Os instrumentos que utilizamos são os goniômetros.42 37 .32 24 .35 30 .27 18 .40 34 .23 15 .19 20 .

2001) odivaldo@yahoo. Pois essa não é somente o ato de verificar medidas.“O bom avaliador deve ter bom senso para fazer a prescrição das atividades sem comprometer a integridade física e psicológica do avaliado.com.br 43 . (Bezerra. a partir dos resultados obtidos na avaliação física. mas mais do que isso é ouvir as necessidades do avaliado e partindo dessas sugerir as atividades com que esse mostrou-se mais identificado”.