Dra Sandra Regina Caiado

Maio 20

Pode ser um desafio para o Profissional selecionar uma veia:

Como proceder para que a punção suporte o tempo necessário para uma terapia tranquila, sem intercorrência.

Agulha metálica ou “mandril”Por ser biselada, a inserção é mais fácil, provocando um menor traumatismo.

Canhão do cateter Deve cumprir a normativa das cores segundo o calibre.

Para a punção o enfermeiro(a) deverá ir preparado com todos os tipos de cateteres. ou então deverá levar o cateter cujo calibre se adapte ao calibre da veia a puncionar. Deverá puncionar com o cateter de menor longitude e de menor diâmetro da cânula. Deverá ser radiopaco para que em caso de acidente seja mais facilmente detectado. . TAMPÃOPrevine o refluxo De sangue. é fabricada de diferentes materiais sendo os mais utilizados o teflón e o poliuretano.CÂNULACobre a agulha.

UNIFORMIZAÇÃO TÉCNICA DA .

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Avaliar o cateter e a agulha : O desenho. Exame da localização. Cateter : Flexíveis. Aparelho de localização. Macios. Torniquete.Seleção da veia. . Problemas específicos. Uso de acessórios: Torniquetes multiplos. Preparo psicológico do paciente. Iluminação. Calibre. Material. Rígidos.

Selecionar materiais adequados para proporcionar segurança na terapia intravenosa de medicamentos e fluídos. ajuda a reduzir traumas na pele e na veia. .Agulhas : O desenho do bisel.

obesidade. Alterações da pele. . o profissional da saúde deve conhecer o diagnóstico e alergias de seus pacientes.V. toxicômanos e pele escura. A escolha do material.Antes de iniciar a terapia I. demartites. afetará a técnica. renal crônico. queimaduras. edemas. veias difíceis e esclerosadas.

. Torniquetes multiplos podem ser usados. Áreas de pressão. EVITAR Áreas de flexão.Colocar à 04 dedos do local de punção. Não fazer muita pressão para evitar lesões de pele. em casos de edema ou obesidade. Torniquetes não devem ficar mais que 06 minutos.

venopunção inicial extremidades. deve ser na porção distal das Verificar se a veia esta localizada e sustentada no tecido subcutâneo com bom suporte esquelético .

Usar técnica de torniquetes multiplos em obesos e edema.VEIAS COLATERAIS São veias solicitadas nas punções difíceis. . Luminosidade complementar deve ser usada indiretamente. O uso do venoscópio é recomendado é de grande ajuda e não causa danos à pele.

DIRETAMENTE NA VEIA COM INTRODUÇÃO DE MEDICAÇÃO  De preferência  membros superiores  evitar articulações  melhor local: face anterior do antebraço “esquerdo”( se dextro)  Indicações  necessidade de ação imediata do medicamento  necessidade de injetar grandes volumes .hidratação  introdução de substâncias irritantes de tecidos  coleta de sangue para exames .VIA MUITO UTILIZADA.

iso ou hipotônicos  sais orgânicos  eletrólitos  Medicamentos PROIBID OS oleosos conter cristais visíveis em suspensão  Exceto diazepam diluído .TIPOS DE MEDICAMENTOS INJETADOS NA VEIA  soluções solúveis no sangue  líquidos hiper. . não deve ser injetado intravenosa nada que seja LEITOSO. (leitosa).

 membros superiores  veias cefálica. basílica  para manutenção de via venosa contínua  veia   intermediária do cotovelo para coletas de sangue para injeções únicas de medicamentos  dorso da mão  veias metacarpianas dorsais  para injeções únicas  manutenção de via venosa contínua (evitar) .VEIAS UTILIZADAS PARA MEDICAÇÃO ENDOVENOSA.

AO PREPARAR E AO ADMINISTRAR. via certa. Via de adm. horário certo e medicamento certo. Devolução certa. ATUALMENTE SE Registro certo. Dose certa. SEGUIR A REGRA DOS 5 CERTOS: 5 Certos X 9 Certos paciente certo. Paciente certo. . Horário certo. Certa. Compatibilidade certa. Medicamento certo. ACRESCENTA: Orientação e informação certa ao paciente. dose certa.

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  Veias utilizadas para medicação endovenosa membros inferiores POPLÍTEA  perna .veia safena magna e tibial anterior SAFEN  evitar devido risco de flebites e embolia A TIBIAL  pé .rede dorsal do pé DORSO DO PÉ  metabolismo de primeira passagem contra-indicada em pctes com lesões neurológicas .

Túnica média – camada intermediária. formada por tecido conjuntivo e elástico. consiste endotélio e tecido conjuntivo e elástico.ESTRUTURA DAS VEIAS Veias são vasos que conduzem sangue para o coração após ter circulado pelos tecidos do corpo. Túnica externa – camada externa. . formada por fibras elásticas e nervosas. Túnica íntima – camada interna.

COMPLICAÇÕES DA PUNÇÃO VENOSA ALGUNS FATORES • INSERÇÃO INADEQUADA da AGULHA • GARROTEAMENTO FALHA NA OBTENÇÃO DE SANGUE • BAIXO VÁCUO NO TUBO • EDEMA NO LOCAL DE PUNÇÃO • OBESIDADE VASCULARES COMPLICAÇÕES CARDIOVASCULARES INFECÇÕES COMPLICAÇÕES COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS ANEMIA COMPLICAÇÃO DERMATOLÓGICA • FEBOSCLEROSE • ESCLERODERMIA .

INSERÇÃO INADEQUADA DA AGULHA NO VASO = falta TREINAMENTO O dedo indicador do flebotomista precisa ajudar a “localizar” e “fixar” a veia enquanto a veia é puncionada Agulha na posição correta Transfixação da agulha Inserção parcial da agulha .

ADMINISTRAÇAO VIA PARENTERAL

Trauma tissular (hemorragias, hematomas, equimoses, dor, paresias, parestesias, paralisias, nódulos e necroses). Embolias. (pode ser devido à falta de aspiração antes de injetar uma droga, introdução inadvertida de ar, coágulo, substância oleosa ou suspensões por via intravenosa, ou à aplicação de pressão muito forte na injeção de drogas em suspensão ou oleosas causando a ruptura de capilares, conseqüentes micro embolias locais ou gerais).

Técnica de punção venosa - injeção única
 


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lave as mãos explique o procedimento para o paciente use luvas de procedimento (não estéril) apóie o membro superior em um suporte coloque o garrote acima do local a ser puncionado, para dilatar a veia apalpe a veia. Se estiver rígida, escolha outra

APLICANDO O GARROTE (OUTORNIQUETE) A finalidade de aplicar o garrote é dilatar aveia, outras técnicas também ajudam a evidenciar as veias como colocar o membro pendendo por alguns segundos, friccionar apele na direção do torniquete, pedir ao paciente para abrir e fechar a mão, e aplicar calor local.Ao aplicar o garrote verifique o pulso distal, senão estiver presente, alivie o garrote e reaplique-o com menor tensão para impedir a oclusão arterial.O garrote deve ser aplicado com cuidado evitando-se as áreas onde já foram realizadas punções recentes, pois poderá constituir fator de risco para o trauma vascular e formação de hematomas.Tipos de garrote/torniquete

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fator de risco para o trauma vascular e formação de hematomas.Fazer o torniquete (garrote): 15 a 20cm acima do local da realização da punção. Finalidade do garrote/torniquete Evitar áreas onde já foram realizadas punções Recentes. . Pacientes com hipotensão mover o garrote tão próximo quanto possível do local da punção. Pedir ao paciente para fechar a mão.

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Garrotear mais ou menos 4cm acima do local a ser puncionado. com o dedo indicador e o médio.  .  Palpar. a veia onde será administrada a solução.

mantendo o bisel e a graduação da seringa voltada para cima. horizontalmente.  Fixar a veia com o polegar da mão não dominante.  . com o dedo indicador sobre o canhão da agulha. com a mão dominante.  Segurar a seringa.Fazer a anti-sepsia ampla com movimentos de baixo para cima.

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RISCO DE INFILTRAÇÃO E FLEBITE. EM CASO DE INFUSÕES PERIFÉRICAS INICIALMENTE.DESVANTAGENS: DESCONFORTO DO USUÁRIO. CUIDADOS ESPECIAIS: CONTROLAR O GOTEJAMENTO. EXIGE VIGILÂNCIA CONTÍNUA. LONGAS USAR VEIAS .

Infecção do próprio cateter. Endotelite ou endocardite bacterianas. CATETER CENTRAL . Ruptura parcial ou total do cateter. Lesões de câmara cardíaca. etc.COMPLICAÇÕES TARDIAS DO PROCEDIMENTO Infecção de pele. Obstrução do cateter. Septicemia.

aplicar compressas mornas e orientar elevação do membro Não puncionar veias que apresentam esclerosadas.Retirar a punção em caso de extravasamento de substância no subcutâneo. dor. celulite Trocar o esparadrapo diariamente ou de acordo com a necessidade Controlar o tempo de troca do acesso Verificar se o cateter permanece na veia (?) Atentar para queixas ou expressões do paciente durante a administração IV Nas infiltrações de soro (soroma) retirar logo o soro. edema. flebite. circulatória Avaliar os sinais de complicações por deficiência .

causando danos às veias. hemorragias e sangramento subcutâneo Equimose ---> é uma infiltração de sangue na malha dos tecidos. Surge com a rotura de capilares. geralmente bem localizado e que pode dever-se a traumatismo. Hematoma ---> define-se como uma colecção (ou acúmulo) de sangue num órgão ou tecido. alterações hematológicas ou outras causas. O fluxo de sangue comprimido pode hiperdistender as veias frágeis. Também conhecido como nódoa negra . As que surgem à distância resultam da migração do sangue extravasado ou por aumento da pressão venosa por compressão das veias de drenagem.VEIAS FRÁGEIS OU USO DE ANTICOAGULANTE Evite a técnica do torniquete.

Vermelho violáceo. Azulado.VERMELHOVIOLÁCEO 2 .NORMAL variação.AZULADO EVOLUÇÃO EM DIAS 1-2 3-6 7 -12 12 .EQUIMOSE COR 1. Amarelo). . (ou VAVA – Vermelho-Violáceo.20 após 20 3. Verde.ESVERDEADO 4 . Amarelado. Azul.AMARELADO 5 . Esverdeado.

3.HEMATOMAS COR 1-= derme ou subcutâneo são vermelhos 2 .tom esverdeado.cor amarelada EVOLUÇÃO EM DIAS 1-2 3-9 10 -15 12 .tom azul-violáceo.20 . 4 .

recusa do tratamento.PROBLEMAS QUE PODEM OCORRER    Infecções locais ou gerais. caracterizando-se pela ulceração ou supuração. tensão. podendo chegar à lipotimia). Abscesso. edema.   . Fleimão ou flegmão= inflamação pirogênica. Trauma psicológico (medo. choque anafilático). Fenômenos alérgicos ao produto usado para anti-sepsia ou às drogas injetadas. com infiltração e propagação para os tecidos. choro.(urticária.

= A flebite é um tipo de inflamação que aparece na parede das veias permitindo a aderência de plaquetas podendo causar dores. introdução inadvertida de ar. coágulo. edemas. e endurecimento das veias . ou à aplicação de pressão muito forte na injeção de drogas em suspensão ou oleosas causando a ruptura de capilares. substância oleosa ou suspensões por via intravenosa. (pode ser devido à falta de aspiração antes de injetar uma droga.Embolias. vermelhidão no local. conseqüentes micro embolias locais gerais).

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Usar técnica de torniquetes multiplos em obesos e edema.Podem ser tentadas punções com uso de cateter fino como 22G e/ou 24G São veias solicitadas nas punções difíceis. O uso do venoscópio é recomendado é de grande ajuda e não causa danos à pele. . Luminosidade complementar deve ser usada indiretamente.

Seu uso permite a administração de grande volume de líquidos e ação imediata do medicamento. A administração intravenosa necessita do recurso a diferentes procedimentos consoante a quantidade de medicamento e o ritmo de administração necessário que está situado ou acontece no interior da veia que se introduz ou que é aplicado no interior da veia . como o utilizado na administração de soro. ENDOVENOSO INTRAVENOSO Administração endovenosa de um grande volume de líquido em infusão contínua através de um sistema de perfusão ou "gota a gota".A injeção endovenosa consiste na introdução da droga diretamente na corrente sangüínea. Inicia-se pela colocação de uma tira elástica (garrote) acima do local escolhido(aproximadamente 5 a 10 cm.

ERROS COMETIDOS OBRIGAR A RECEBER MEDICAÇÃO DEMONSTRAÇÃO DE INSEGURANÇA .

COMPLICACÕES EQUIPO CONTAMINADO AGULHA CONTAMINADA HEMATOS COM TIPAGEM ERRONEA .

dopamina. descamação do tecido e necrose tecidular extensa. .No caso da solução ser um vesicante. poderá ocorrer lesões que vão desde a dor no local. o denominado Extravasamento.Flebite .Equimoses . a formação de vesículas.Celulite . esmolol e cloreto de potássio.Extravasamento de substâncias no subcutâneo . dentro dos quais salientam-se os quimioterápicos (vincristina. bicarbonato de sódio. vinblastina…). o extravasamento trata-se de uma situação bem mais grave do que a infiltração. apesar de ambas requererem especial atenção pelos Enfermeiros.

Exemplo: soro fisiológico 0. Mesma pressão osmótica. Soluções hipertônicasconcentraç ão maior que a do meio IC.45% Soluções isotônicastonicidade igual ao líquido IC. Quando infundidos rápidamente podem fazer com que a água sai do interior da célula para o meio extracelular (EC). Exemplo: Soro glicosado 5%. Exemplos: soro glicosado 10% . mantendo equilíbrio de água entre o meio EC e o meio IC. soro fisiológico 0. Quando infundidas a água difundese para o meio IC provocando o inchamento das células.9%.Soluções hipotônicasconcentraçã o menor que a do líquido intracelular (IC).

Quando infundidos rápidamente podem fazer com que a água sai do interior da célula para o meio extracelular (EC).Soluções hipertônicasconcentração maior que a do meio IC. Exemplos: soro glicosado 10% .

45% .Soluções hipotônicasconcentração menor que a do líquido intracelular (IC). Quando infundidas a água difunde-se para o meio IC provocando o inchamento das células. Exemplo: soro fisiológico 0.

Soluções isotônicastonicidade igual ao líquido IC. soro fisiológico 0.9%. mantendo equilíbrio de água entre o meio EC e o meio IC. . Exemplo: Soro glicosado 5%. Mesma pressão osmótica.

veias da mão. edema. veias do pescoço. valores de exames laboratoriais . balanço hídrico( diferença entre perdas e ganhos). turgor cutâneo. sede. pressão venosa central(PVC).Os parâmetros a serem observados são: pulso. peso. turgor da língua.

os sinais e sintomas incluem os seguintes: .Edema . .aumento do calor local .Velocidade de infusão lenta O processo de formação da flebite envolve o aumento da permeabilidade capilar.Eritema .ligeiro endurecimento do cordão venoso (palpável) .FLEBITE DEFINIÇÃO Flebite pode ser definida como inflamação da camada íntima da veia. permitindo aderência de plaquetas.Dor discreta no local do acesso venoso . o que permite que proteínas e fluídos extravasem para o espaço intersticial.

FATORES QUE AFETAM A FORMAÇÃO DA FLEBITE: Técnica de inserção Condição do paciente Condição da veia Tipo e pH da medicação ou solução Infiltração efetiva Cateter (calibre. comprimento e material) .

. (O pH diminui com a estocagem) Fluídos hipertônicos (G10%= 375) aumentam os risco de flebite. Manipulação do cateter durante a infusão. como por exemplo fossa cubital.  Fixações inadequadas que possibilitem mobilização do cateter dentro da veia. Medicações diluídas inapropriadamente. maior o risco de flebite química. Infusão muito rápida.Tipos de Flebite: Flebite mecânica Irritação mecânica que pode ser atribuída: ao uso de um cateter grande em uma veia pequena. Acesso venoso em áreas de articulação. Os aditivos podem diminuir o pH e aumentar a tonicidade da solução . Flebite química A Flebite química pode ser causada por: Medicações ou soluções irritantes. Presença de pequenas partículas na solução Quanto mais ácida a solução IV.

Falha na detecção de quebras na integridade dos dispositivos IV. Além da flebite Choque PIROGÊNICO . incluindo torneirinhas e polifix.Flebite bacteriana As duas principais fontes de infecções associadas a qualquer dispositivo intravenoso são infecções na inserção e contaminação da infusão. Fatores que contribuem para a contaminação: Falha na técnica asséptica de punção. Falha na manipulação Manipulação dos dispositivos IV.

não é recomendada devido ao risco potencial de provocar escoriações que permitam a entrada de microorganismos no sistema vascular. Preparo de soluções em bancada com higienização A tricotomia. .A flebite bacteriana pode ser prevenida por: Lavagem das mãos Preparo cuidadoso da pele antes da punção. Troca freqüente dos dispositivos e antisepsia destes com álcool 70% antes do uso. antes da punção.

necrose. embora raras. choque de velocidade. Entre as complicações locais citamos: hematoma. Complicações sistêmicas. mas são menos graves. são graves.COMPLICAÇÕES DA TERAPIA INTRA VENOSA As complicações locais ocorrem com maior freqüência. edema pulmonar. A detecção precoce preveniria muitos danos como extravasamento extenso. infiltração e Extravasamento Entre as complicações sistêmicas citamos: septicemia. requerem reconhecimento imediato e intervenção. embolia pulmonar e gasosa. flebite. .

Documentar o local da avaliação. a intensidade da flebite (+1. Critérios de classificação de Flebites . +2. +3) e a conduta e/ou tratamento utilizado.A DOCUMENTAÇÃO É ESSENCIAL QUANDO A FLEBITE FOR DETECTADA.

FLEBITE MSD. nem Hematoma + equimose condutas relacionadas.B. 67 anos 7º DI AVC recente e prévios.A.9% 1000ml 8/8 hs Furosemida 1 amp 2x dia Metoclopramida 1 amp EV SN Ranitidina 50mg +8AD EV 8/8hs.F. HAS há 14 anos e DM há 4 anos Medicamentos EV prescritos: SF 0.FOSSA CUBITAL No dia seguinte não encontramos registro da flebite no prontuário do paciente. Hematoma+equimose Flebite Mesmo paciente no Flebite .

Mesmo paciente no dia seguinte com acesso venoso no punho D. em região de articulação o que nos leva a supor que a causa possa ter sido mecânica. mesmo braço da flebite. Porém. ou seja. COMENTÁRIOS: Prescrição da diluição da ranitidina deveria ser em 20ml e administração lenta. Note-se que devido ao leito encontrar-se junto a parede a equipe de enfermagem encontra dificuldades para realizar procedimentos do lado esquerdo do paciente. Sabemos que podem ocorrer flebites com causas associadas Flebite . devido ao local da flebite inferimos que o acesso venoso estava localizado em fossa cubital. Mas existe também a possibilidade de que a causa possa ter sido bacteriana. Supondo que esta medicação tenha sido diluída com volume menor ou administrada muito rapidamente poderíamos suspeitar de flebite química.

Fixações inadequadas que possibilitem mobilização do cateter dentro da veia. inchaço local.Flebite Mecânica Irritação mecânica que pode ser atribuída: ao uso de um cateter grande em uma veia pequena. Manipulação do cateter durante a infusão. aumento na temperatura . como por exemplo fossa cubital. Sinais e Sintomas: local avermelhado. Acesso venoso em áreas de articulação. velocidade de infusão lenta. local quente. quando tocado. cordão fibrose palpávelao longo da veia.

Os aditivos podem diminuir o pH e aumentar a tonicidade da solução. Medicações diluídas inapropriadamente.J. 33 a Abcesso cervical Scalp heparinizado Cefalotina EV 500mg 4xdia Dipirona 1 amp EV 6/6hs Calor local 3 xdia (abcesso) .P. Infusão muito rápida. (O pH diminui com a estocagem) Fluídos hipertônicos (G10%= 375) aumentam os risco de flebite. presença de pequenas partículas na solução. maior o risco de flebite química. Quanto mais ácida a solução IV.Flebite Química A Flebite química pode ser causada por: Medicações ou soluções irritantes. E.

Situações de risco relacionadas a medicações: Temperatura em que a solução é infundida (vasoespasmo) Periodicidade em que a droga é infundida (intervalo entre as doses) Controle da vazão (gotejamento) Hiperemia e infiltração? Refluxo de sangue no polifix .

Critérios de classificação de Flebites . Documentar o local da avaliação. +2. +3) e a conduta e/ou tratamento utilizado. a intensidade da flebite (+1.A DOCUMENTAÇÃO É ESSENCIAL QUANDO A FLEBITE FOR DETECTADA.

por apresentar flebite no antebraço direito. Exemplo de um registro a efetuar:Foi repuncionado no dorso da mão esquerda 29/05/2012 às 14:00 horas com uma JELCO 22G.Os sistemas de soros e as torneiras de três vias deverão ser substituídas com intervalos não inferiores a 72 horas. atendendo a que deverá ficar o de maior calibre REGISTOS DE ENFERMAGEM Nos cuidados de manutenção deveremos registar: Valorização do estado de inserção do cateter. Datas de mudança do penso e de sistemas de soros. . Poderá o doente ficar com duas veias cateterizadas até 24 horas devendo retirar-se um cateter de uma delas.

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Infusão rápida: realizada entre 1 e 30 minutos. Administração Intermitente: não contínua. Infusão contínua: tempo superior a 60minutos.ininterruptamente.Bolus: tempo menor ou igual a 1 minuto. . Infusão lenta: realizada entre 30 e 60 minutos. por exemplo de 6 em 6 horas.

Dra Sandra Regina Caiad .

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