Você está na página 1de 16

11.

1:
INTRODUÇÃO •
1.2
~.>.: ELEMENTOS DE UMA MALHA DE CONTROLE

,
1.2.1- Processo Industrial
1.2.2- Variáveis de Processo

~l~i1. 3-
~L:<
1.2.3- Malha de controle

Tf3RMINOLOGIA E SIMSOLOGIA

1:3.1- Range
1:3:2- Span
.........1.3:3~Erro
1.3.4- .•
... Precisão"
1.3.5- ••Zona Morta ..
.•

1.3.6- •. Sensibilidade
1.3.7- Histeresi? ...
1.3.8-·· Hepetibilidàde
1.3;9- ··Conformidade
1.3.10- Reproducibilidade

SlIV1SOLOGIA

EXERcíCIOS PROPOSTOS

APÊNDICE
A: Diagrama de Vazão Típico
B: TypicalLetterCombinations - ISA

-

••

CAPíTULO 1 •
CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE 1
1.1- INTRODUÇÃO 1.2.1 - PROCESSO INDUSTRIAL

Na ciência do controle automático, um processo


Instrumentação é a ciência que aplica e desenvolve denota uma' operação ou uma série de
t~cnicas de medição, indicação, registro e controle de operações sobre materiais sólidos ou fluídos, de
processos de fabricação, visando a otimização na modo a conseguir que estes materiais sejam
eficiência desses processos. colocados em um estado de utilização mais
conveniente. Os estados físicos e químicos
desses materiais não são alterados.
O uso de instrumentos em processos industriais visa,
além da otimização na eficiência destes processos, a
obtenção de um produto de melhor qualidade com menor Geralmente, existem várias condições internas
custo, menor tempo e com quantidade reduzida de mão e externas que afetam o desempenho de um
de obra. processo. Estas condições são denominadas de
variáveis de processo, tais como: temperatura,
A utilização de instrumentos nos permite: pressão, nível, vazão, volume, etc. O processo
pode ser controlado medindo-se a variável que
a) Incrementar e controlar a qualidade do produto; representa o estado desejado e ajustando
b) Aumentar a produção e o rendimento; automaticamente as outras variáveis, de
c) Obter e fomecer dados seguros da matéria prima e da maneira a se conseguir um valor desejado para
quantidade produzida, além de ter em mãos dados a variável controlada. As condições ambientes
relativos a economia dos processos. devem sempre serem incluídas na relação de
variáveis do processo.
Com o aparecimento e o desenvolvimento da máquina a
1.2.2 - VARIÁVEIS DE PROCESSO
vapor no fim do século passado, o homem viu-se
obrigado a desenvolver técnicas de medição. Com isso
surgiram os primeiros instrumentos para indicar a • VARIÁVEL CONTROLADA
pressão de vapor nas caldeiras, conseguindo com isso
diminuir o número de acidentes que ocorriam devido a A variável controlada de um processo
frequentes explosões. No final dos anos trinta denominado como variável de processo (PV) é
(aproximadamente 1938) começaram a surgir os aquela que mais diretamente indica a forma ou
primeiros instrumentos de controle automático. o estado desejado do produto. Consideremos por
exemplo, o sistema de aquecimento de água
Com o advento da eletrônica dos semicondutores, no mostrado na figo 1. A finalidade do sistema é
início dos anos 50, surgiram os instrumentos eletrônicos fornecer uma determinada vazão de água
analógicos, sendo então os instrumentos pneumáticos aquecida. A variável mais indicativa desse
substituidos gradativamente pelos eletrônicos nos objetivo é a temperatura da água de saída do
processos onde não existia o risco de explosão. As aquecedor, que deve ser então a variável
indústrias estão optando cada vez mais pela controlada.
automatização dos seus processos/plantas, adquirindo
sistemas eletrônicos microprocessados, tais como: • MEIO CONTROLADO
Transmissores Inteligentes, Controladores Multi-
Loop, Controladores Lógicos Programáveis (CLP), Meio Controlado é a e-nergia ou material no
Sistemas Fieldbus e os Softwares Supervisórios. qual a variável é controlada. No processo acima,
o meio controlado é a água na saída do
Entretanto, já se fabricam instrumentos eletrônicos processo, onde a variável controlada,
intrínsicamente seguros, cujo risco de explosões é bem temperatura, representa uma característica
menor. Isto nos faz crer que também nestas áreas de d'água.
grandes riscos, os instrumentos eletrônicos tomem
gradativamente, o lugar dos instrumentos pneumáticos • VARIÁVEL MANIPULADA
(hoje, aplicados somente em sistemas de acionamento,
tais como: atuadores, posicionadores, válvulas de A variável manipulada do processo é aquela
controle, elementos finais de controle, etc). sobre a qual o controlador automático atua, no
sentido de se manter a variável no valor
desejado. A variável manipulada pode ser
1.2- ELEMENTOS DE UMA MALHA DE qualquer variável do processo que causa uma
CONTROLE variação rápida na variável controlada e que seja

SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO - 1.1 -


fácil de se manipular. Para o aquecedor da fig.1, a entrada do sistema para compensar variações
variável manipulada pelo controlador deverá ser a vazão nas variáveis do processo.
de vapor. - Exemplo: na figo 2, a informação acerca da
temperatura do líquido de saída, não afeta na
regulação da entrada ou de vapor para o
sistema.
FLUiDO AQUECIDO

••
• MALHA FECHADA:
VAPOR Por outro lado, na malha fechada, a informação
•• sobre a variável controlada, com a respectiva

FLUiDO A SER
AQUECIDO
comparação com o valor desejado, é usada para
manipular uma ou mais variáveis do processo.

CONDENSADO

•• LIQUIDO ENTRANDO

MISTURADOR
A SER
CONTROLADA

Fig. 1 - PROCESSO INDUSTRIAL /TEMPERATURA


••
VAPOR LIQUIDO
• AGENTE DE CONTROLE SAINDO

Agente de Controle é a energia ou material do


processo, da qual a variável manipulada é uma
condição ou característica. No processo acima,
o agente de controle é o vapor, pois a variável
manipulada é a vazão do vapor.

.. '.••••••••••••• .. . -
. -
. .. . .. -
_, .. n._
,
n ••••••
, - -_ . . .
'/ ,··\.JARIÁ\/ÊISÓÊPRÔCESSO
.- ,. -.--,. -,- . Fig. 2 - REGULAÇÃO DO PROCESSO
•• 0'- •• ,_ .
. _ ••••
.',.
. ..•....
.. _---
.•••.•
d._, ••••... .'
--- ,' .- . ' ••...."_u
-_---,.
---
--.-.-
---
••.•.••
__
_ .
... , , . _,
.."
,_,_
,. ------- ---- ....
,_

-- ----
.••...• •• _ ••••••.•.
o.....•••
.. "'
--.-
....
..
-.-_
_, '.".'.
' 0"'0'
"-.",,.
" •. _,____ ..••••
n.,
.••••..
._'__---, •...•••••
..
_--- --
__
.•••.•_u _ .•••• '
..
--
... .
.
• •

--
. ,,---,,_
..
_
.... ....
-

. ""
• " __

"
o "_,,

-"
••

-
" -.- __

-
•••••••••••
--
""
"--"
..
,,-. .- - .. "
-
__
-- o

--
." ••
--
••••••
-
-
__ o
-- -
--

..

~\(élria\rf:)I•••
C()ntrôlàqª:tef1jp~iflÍÜra.··da.··ág4a .•·...
.·.·.~iMêiÔGohtr()lád o:.·ªgÚãrláêª(dà(jô·.processó, Na figo 2, a informação acerca da temperatura
~Yê~íªY~tir1~6iPYI~ªª;Yê?§9.:ª~.yêp9r>u..,..•........... do líquido de saída, vai acarretar uma regulação
$Ag~i1t~(:f.~cqhtr9Ie:iV~p()n,;·.····»···
..........................
. -.--- .
-
. --- " - ----- - ----.-
_, ----
de uma variável do processo, no caso, da
entrada de vapor. Caso a temperatura do líquido
esteja baixa, abre-se mais a válvula, deíxando
1.2.3 - MALHA DE CONTROLE entrar mais vapor para aquecer o líquido. E se,
ao contrário, o líquido estiver muito quente
Quando se fala em regulação (ou controle), (temperatura acima do valor pré-fixado) a
deve-se necessariamente subentender uma válvula fecha mais um pouco, impedindo a
medição (de uma variável qualquer do entrada de vapor, esfriando o líquido.
processo), isto é, a informação que o regulador
recebe. Recebida essa informação, o sistema
regulador compara com um valor pré- Nos sistemas de malha fechada, o controle de
estabelecido (chamado SET POINT), verifica-se processo pode ser efetuado e compensado
a diferença entre ambos, e age-se de maneira a (antes e depois) de afetar a variável controlada,
diminuir ao máximo essa diferença. Esta isto é, suponha que no exemplo acima a variável
sequência de perações: medir a variável - controlada seja a temperatura de saída do
comparar com valor pré-determinado - atuar no líquido. Se nós controlarmos a temperatura do
sistema de modo a minimizar a diferença entre líquido como no caso da figo 3, após o sistema
a medida e o set point, nós denominamos malha ter afetado a variável, nós dizemos que o
de controle. Uma malha de controle pode ser controle é do tipo FEED-BACK, ou realimentado.
aberta ou fechada .

• MALHA ABERTA:
Na malha aberta, a informação sobre a variável
controlada não é usada para ajustar qualquer

- 1.2 - SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO


b) Registrador: instrumento que registra a
variável através do traço contínuo, pontos de um
gráfico, etc.
LíQUIDO ENTRANDO
UQUIDO
MISTURADOR SAINDO
c) Conversor: instrumento que recebe uma

1==
\, ••
informação na forma de um sinal, altera a forma
da informação e o emite como um sinal de
saída. O conversor é também conhecido como
\
SENSOR DE
transdutor. Todavia o transdutor é um termo
TEMPERATURA
genérico cujo o emprego específico para a
conversão de sinal não é recomendada.

d) Controlador: instrumento que tem um sinal


•• SINAL DE TEMPERATURA PARA O CONTROLADOR ••
de saída que pode ser variado para manter a
variável de processo (pressão, temperatura,
vazão, nível, etc.) dentro do SET POINT
Fig. 3 - MALHA DE CONTROLE estabelecido ou para alterá-Ia de um valor
previamente determinado. Pode ser dividido em:
De um modo geral, o elementos de controle
são divididos em dois grupos (ver figo 4 e figo Analógicos: Possuem construção de
5): tecnologia analógica, pneumática ou eletrônica.

* De Campo: - Digitais: Possuem construção de tecnologia


a) Elementos primários: são dispositivos com digital, podendo ser do tipo single-Ioop ou multi-
quais conseguimos detectar alterações na loop.
variável de processo.
- Single-Ioop: Entende-se por single-loop um
b)Transmissor: instrumento que mede uma controlador, controlando apenas uma malha de
determinada variável e a envia a distância para determinada variável (pressão, temperatura,
um instrumento receptor, normalmente nível, vazão, etc.).
localizado no painel. O elemento primário pode
ser ou não parte integrante do transmissor. - Multi-Ioop: Entende-se como um controlador,
controlando várias variáveis. Isto significa que,
c) Elemento final de controle (E.F.C.): com apenas um controlador podemos controlar,
dispositivo que atua e modifica diretamento o simultaneamente, uma malha de pressão, um

,
valor da variável manipulada de uma malha de malha de temperatura, uma malha de pH, etc.
controle.
e) SDCD: (Sistema Digital de Controle
ELEMENTO
Distribuído)
E.F.C.
/
PRIMÁRIO

~---I PROCESSO f
.
.
..........
.--

----
.
--.--------
--_
---
-

·····sISTêMA:.conjÜntOi{1têgfãdô •••
.. ••••
-----.-- __

dêgiSPQSitiyQS••qÜe.sed
.. -
" .-
.
.. -
.d .•..•..•.
-.---_._--_
.--------
------- ------------- ----
--- --- .. -- ------
-- ••• --
---.-.- ---.---- -.-
.••••••••
----.-
-"--- .--
..........•.
-
-.--_
---
.. " .. __
..
" •• " ••••
"., -.--,--
.--------
-.-------.-----------
-- .........•...
__
-
" ••••
.. .. .. ..--------"
" ----.-- -
-.- •..•.••••
.. --- .... ..
" •• - ..••••• ..
-- " .. --"--- ". , " .. .
----
-- -_
-
_---"
-.------
-
-
, -

·.CornplêrneOtarri··.n
. ocLJrn.pdrn~htQd.ª~
. . . .. .. ..••
...--."-- ... ...sllasfllriç:9ê$
.. .. ...... .••....
·••••
..•. - ------- ------ -
-
-------
--------- -----_
- -----
-
-
--
.---- -----
-------" "
-- ----
---,,--
,
••--••--o-•o•__•••••--------••,---------.,,------••
.... .. ..--- . -......
-------- ----. ----.
....
-- ---
.
•••------__o,,-•--••,,--.,,"---••---------•----"•••""
. .. - - ---.-.-- , .' ., .. -'. .
•••,,----------,,--_••----------••"",,--__o••",,••-••••••••
..--.". .....
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
-------- -.----_ ----_
.... ..... ...."
- -."'---"-" -.-----.-_.

.
'-'-"'-- ,,--- ..
"," --- ,,---. --- -- _" .--------" " . ------ .. ... -' ..
---,,------."•••----••"•••••••••••o."..".••••••
---- .
- ------------ - -- -- - --- --------. ---- -- -- - --
------------- ,,---------
---------,,-,,----,,--.
- ----- -- -

CAMPO
····· .. ·1•. · .... "· .. ·· .... ······ .. ···"· .... ·· .... ···" .• ,,,,··· [).IGITAl:HUtiHzando •••
d.t~çnIçª$ •••••••
de •••pr9cês:;~rn§nto ••
PAINEL
djgItêL(cjiscreto) ."emçoptra ppSiçãOª()ªQ~ܺgO
(contínUo) .. ' .. ' .
." --- .

DE .·.CONTROLE: .... Corn •.•


'.'vistas<arl1antêr<p'
C()fTlPorfamento' deu md ado processodentrodOp~é->
FIGURA 4 estabelecido .. '
. . .. - ---
".
-- -.- . ....
-- ." -.--.-
" .... .. ... .. ',-.--'."---'-',',-.-"
....
--- ---- -- --- ----.-
.
.. "... " .
-
- - --- -- ,,-- --- --- --- • ----
•• -- ••• ------- --. -- •••
" --- -------
- --
o ,,
-- ,,_ •••

Fig. 4 - LOCALIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DIS....•.


T.·
· ·.R.·
•. · ·.IBU.··
.. ·..•..
I..D0 :..' .·.D.
8S.·
c..•êntr.a.•.•.
liz.··.a.
<;;a.-o
.••..
··•·.•
•..••..
•. d.·
·•..
..os·••..
·.•..••.
•..
d.·
•..
·..a
..·.d
.•
·.·
o.s•...
.·.·
'...•..
•..
•••.
••.
·•.
d·..•.
o.••..
·•
processarnento .edasdecisões(estªçõesremotªs).
* De Painel: Alél11deoferecer ••••••••
um aIHM(i[lterfac~-hornern-
a) Indicador: instrumento que nos fornece uma 111 ª9 uina) •••.••·.•.de •. gran de ..•••• resoluçêO,i perrnite>ª
indicação visual da situação das variáveis no illte[faceªmento' .com •..••••
CLPd(COntrolad()c[ÓgiCO .•.••
processo. Um indicador pode se apresentar na Pr()gramáVe 1),e9 uiparnentos intelig~ntes <
(Col11unicaçãpDigitat-· HAR"T)~.sistemas~mrede ;d.
forma analógica ou digital.

SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO - 1.3 -


Variável do
Processo
CAMPO PAINEL CAMPO

~
-<
~
e:::
Termopar
I Bulbo
Conversor
de resistência
Indicador
'.'deI de
Single-Ioop
SOCO
CLP
de , ---I,I
I III•
II • ,·,
.,II••I•IIII
Final
, I ,
II LU
a... Brix
Pressão
Set
Controle
Elemento
Conversor
Multi-Ioop
Registradoralarme
Controlador
Termômetro vidro
diferencial/absoluta
I
~
LU
I--

--'
LU
=
.;Z:

Fig.5 - DI$TRIBUIÇ'ÃO DE IN~TRUMENTOS

1.3 - TERMINOLOGIA E SIMBOLOGIA tempo), chamaremos de ERRO ESTÁTICO, que


será positivo ou negativo, dependendo da
Terminologia: As definições a seguir, são conhecidas indicação do instrumento, o qual poderá estar
indicando a mais ou a menos. Quando tivermos
por todos que intervem, diretamente ou indiretamente, no
a variável se alterando, teremos um atraso na
campo da instrumentação industrial, e tem como objetivo
transferência de energia do meio para o
a promoção de uma mesma linguagem técnica.
medidor, onde o valor medido estará geralmente
atrasado em relação ao valor real da variável.
1.3.1 - RANGE (Faixa de medida): Conjunto de
Esta diferença é chamada de ERRO DINÂMICO.
valores da variável medida, -que está
compreendido dentro do limite inferior e superior
1.3.4 - PRECISÃO: Podemos definir como sendo
da capacidade de medida ou de transmissão do
o maior valor de erro estático que um
instrumento. Expressa-se determinando-se os
valores extremos. instrumento possa ter ao longo de sua faixa de
Ex.: 100 - 500oe; O - 20PSI; -30 - 30 mmca. trabalho. Podemos expressá-Ia de diversas
maneiras:
1.3.2 - SPAN (Alcance): É a diferença algébrica a) Em porcentagem do alcance (span). Ex.: Um
instrumento com range de 50 a 1S0oe, está
entre o valor superior e inferior da faixa de
medida do instrumento. Ex.: Um instrumento indicando 800e e sua precisão é de ± 0,5% do
com range de 100 a 250oe, possui Span = span.
1500e
80°C ± (0,5 /100) x 100°C = 80°C ±
1.3.3 - ERRO: Diferença entre o valor lido ou 0,5°C
transmitido pelo instrumento, em relação real da
Portanto, a temperatura estará entre 79,5 e
variável medida. Se tivermos o processo em
80,Soe
regime permanente (que não varia com o

- 1.4 - SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO


b) Em unidade da variável. Ex.: Um termômetro de vidro com range de O a
Ex.: Precisão de ± 2 °e 500°C, possui uma escala de leitura de 50 em.
c) Em porcentagem do valor medido (para
maioria dos indicadores de campo). Sensibilidade = (50/500 cm) 1°C = 0,1 cm/oC
Ex.: Um instrumento com range de 50 a 150°C,
está indicando 80°C e sua precisão é de ± 0,5% 1.3.7 - HISTERESIS: É a diferença máxima
do valor medido. apresentada por um instrumento, para um
mesmo valor, em qualquer ponto da faixa de
80°C ± (0,5 I 100 x 80°C) = 80°C ± trabalho, quando a variável percorre toda a
O,4°C escala nos sentidos ascendente e descendente
ou é o desvio porcentual máximo com o qual,
Portanto, a temperatura estará entre 79,6 e para uma mesma yazão(por ex.), uma indicação
80,4°e. do valor instantâneo se afasta do outro,
dependendo de ter sido alcançado a partir de
Podemos ter a precisão variando ao longo da valores maiores ou menores.
escala de um instrumento, podendo o fabricante
indicar seu valor em algumas faixas da escala do Ex.: Num instrumento com range de O a 200°C
instrumento.
mostrado na figo 6, a histeresis é de 0,2%.
Ex.: Um manômetro pode ter uma precisão de ±
1% em todo seu range e ter na faixa central uma
CARACTERISTICA
precisão de ± 0,5% do span. LEITURA OU SAlDA HISTERESIS
d)Em % do fundo de escala ou Span máximo:

\9"'~~'
200 oC
'"

"
120,2
OBS: Quando o sistema de medição é composto
de diversos equipamentos, admite-se que a
precisão total da malha seja igual a raiz 119,8 .

quadrada da soma dos quadrados das precisões


de cada equipamento.
Ex: Uma malha de instrumentação é composta
pelos seguintes instrumentos:
- TERMOPAR, com precisão de ± 0,5% do valor ENTRADA (0C)

medido. Valor medido = 400°C(± 2°C) . .• . 120 - . .......,

- FIO DE EXTENSÃO, com precisão de ± 1°C. ° 200


- REGISTRADOR, com escala de O a 800°C e
precisão de ± 0,25%, portanto ± 2°C. Fig.6 - HISTERESIS

Precisão total da malha = 1.3.8 - REPETIBILlDADE: É o desvio porcentual


máximo com o qual uma mesma medição é
indicada, sendo todas as condições
reproduzidas exatamente da mesma maneira.
1.3.5 -ZONA MORTA: É a maior variação que a Expressa-se em porcentagem do span. Um
variável possa ter, sem que provoque variação instrumento com range de O a 1000 IImin, ±
na indicação ou sinal de saída de um instrumento 0,1% do span (o que corresponde a ± 1 IImin),
ou em valores absolutos do range do mesmo. se a vazão real na primeira passagem
Está relacionada com folgas entre os elementos ascendente for 750 IImin e o instrumento indicar
móveis do instrumento, como engrenagens, etc. 742 IImin, numa segunda passagem ascendente
Ex.: Um instrumento com range de O a 200°C com vazão real de 750 IImin o instrumento
possue uma zona morta de ± 0,1% do span. indicará 742 ± 1 I/min, conforme figo 7. Observar
que o termo Repetibilidade não inclui a
± 0,1% = (0,1/100 x 200) = ± O,2°C Portanto, Histeresis.
se a variável variar de 0,2°e, o instrumento não
apresentará resposta nenhuma. 1.3.9 - CONFORMIDADE: É o desvio porcentual
máximo com a qual uma determinada variável
1.3.6 - SENSIBILIDADE: É a razão entre a se afasta da sua curva característica.
variação do valor indicado ou transmitido por um
instrumento e a '{ariação da variável que o 1.3.10 - REPRODUeIBILlDADE: É a máxima
acionou, após ter alcançado o estado de repouso. diferença entre diversas medidas de um mesmo
Pode ser expressa em unidades da medida de valor da variável.
saída e entrada.

SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO - 1.5 -


As Normas de instrumentação estabelecem
símbolos gráficos e codificação para identificação
LEITURA (IImin) REPETIBILlOAOE alfanumérica de instrumentos ou funções
programadas, que deverão ser utilizados nos
1000 diagramas de malhas de controle de projetos de
+ instrumentação.
753 MAXIMO ERRO DE
REPETIBILlDADE
1.4 - SIMBOLOGIA

Para facilitar o entendimento do texto deste trabalho,


ERRO DE REPE-
TIBILlDADADE mostra-se na figo 8, a essência da norma 5.5.1
14:$ ~ (Instrumentation Symbols and Indentification) da
1/.-1'2- :- InstrumentSocietyof America (ISA). De acordo com esta
YAZÃO REAL
norma, cada instrumento ou função programada será
.•.
o
: 750·
(V/min) identificado por um conjunto de letras que indica
:-c- -.--.- - .----- (Vmln) u_n. __ • __ • __ .u ~ funcionalmente(fig. 8) e um conjunto de algarismos que
o 1000 indica a malha à qual o instrumento ou a função
programadapertence. Eventualmente, para completar a
Fig. 7 - REPETIBILlDADE identificação, poderá ser acrescido um sufixo.

DENSIDADEDIFERENCIAL
CORRENTÉ
CONDUTIVIDADE
ANÁLISE
CHAMA(QUEIMA-
TENSÃO 1°
VARIÁVEL
vAZÃo
TEMPO
POTÊNCIA
COMANDO
UMIDADE OUGRUPO
MEDIDA
TAXA DEOU
MODIFICADORA
IMODIFICADORA
PASSIVA
NivEL(F.E.M) ATIVA
NSTANTÃNEO
VARREDURA
DE
RAZÃOSAiDALETRAS
OUDE
OU
OU INICIADORA
INDICADOR
CONTROLE VISÃO
BAIXO
SENSOR
ALARME
ESTAÇÃO
LÃMPADA DE
PILOTO 2° GRUPO CONTROLADOR
DIRETA
DE LETRASOU
MÉDIO
FUNÇÃO ALTO
VARIAÇÃO
SELET.DOR)
DEMANUAL
INTERMEDIÁRIO
(ELEM.PRIMÁRIO)
(VISOR VIDRO)
C ID
J 8

- 1.6 - SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO


VELOCIDADE MODIFICADORA
TEMPERATURA
QUANTIDADE
VARIÁVELEIXO
OUATIVA
NÃO
DOSXDEYOU
MEDIDA OU INICIADORA CHAVEI
ACIONADOR ORIFíCIO DE
TRANSMISSOR
SOLENÓIDES
DE
NÃO
PRESSÃO
VIBRAÇÃO
PESO 1°
ESTADO,
NÃOEIXO
POSiÇÃO CLASSIFICADA
MODIFICADORA
PASSIVA
GRUPO
CLASSIFICADA
MULT~VARIÁVEL
RADIAÇÃO
CONTROLE
NÃO
OU OU
NÃO
FORÇA DOS
DE SAíDA
INTEGRAÇÃO
OU SEGURANÇA
EIXO DOS OU DE
LETRAS
Z OU PESO
RELÉ,
CONEXÃO
MUL OU
RELÉ
REGISTRADOR PONTA
- CLASSIFICADA
PARAOU
DE
TIFUNÇÃO CONVERSO
2° GRUPO DE R,
LETRAS
VÁLVULA
DEFLETOR
COMPUTAÇÃO
ATUADO R PIOU
OU
INTERRUPTOR
FUNÇÃO
DE
ELEMENTO
ClASSIFICADO
(DAMPER PROVA
LOUVER)
PONTO FINAL
DEOU
RESTRiÇÃO TESTE
TOTALlZAÇÃO
O

Fig.8 - LETRAS DE IDENTIFICAÇÃO

A figo 9 mostra um exemplo de instrumento identificado de acordo com a norma em referêncía.

X I
T U
A N°210DA
02
RCS MALHA
SEQUENCIAL
ÁREA DE
FUNÇÃO DA MALHA
IDENTIFICAÇÃO
F
O

Fig. 9 - EXEMPLO DE IDENTIFICAÇÃO DE INSTRUMENTO

SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO - 1.7 .


Onde: T-Variável medida ou iniciadora: Temperatura;
R - Função passiva ou de informação: registrador;
C - Função ativa ou de saída: controlador;
210 - Área de atividades, onde o instrumento ou função programada atua;
02 - Número sequencial da malha;
A - Sufixo.

A figo 10 mostra os símbolos gerais utilizados para representar instrumento ou função programada. A figo 11 mostra
os símbolos e funções de processamento de sinais e a ~fig.12 (dividida em vários desenhos) moStra os simbolos

8B1~8
utilizados para representar linhas para instrumento ou função programada, de acordo com a norma em referência.

\8
[]
o
E
O
DOR
MONTADO
ACEssíVEL
CAMPO
OPERADOR
L1AR AO
NORMAL-

(G
L1AR NO
NORMAL- DOR

U
MENTE
VEL AO
ACEssí-
MENTE
OPERA-NÃO

()
LOCAÇÃO AUXI- LOCAÇÃO AUXI-
PROCESSO
I ,
LOCAÇÃO PRIN- I
I I
~
~
~

Fig.10 - SíMBOLOS GERAIS PARA INSTRUMENTOS OU FUNÇÃO PROGRAMADA

- 1.8 - SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO


SíMBOLO
QUADRADA
EXTRAÇÃO
SELETOR
FUNÇÃO
LIMITE
LIMITE []00
a0
DIVISÃO
CONVERSÃO DE8J
FUNÇÃO
SíMBOLO
FUNÇÃO
~~
FUNÇÃOTEMPO
SELETOR
L1MITADOR MÉDIA
DE DEDE
[;;. ]
SINAL
SUPERIOR
NÃO
POLARIZAÇÃO
EXTRAÇÃO RAIZ
SINAL
DESINAL
INFERIOR
DERIVATIVO
INTEGRAL
DE ALTO
SINAL
SOMA BAIXO
LINEAR
RAIZ
PROPORCIONAL
EXPONENCIAÇÃO
SUBTRAÇÃO
MULTIPLICAÇÃO

Fig.11- SíMBOLOS E FUNÇÕES DE PROCESSAMENTO DE SINAIS

~
-, -~ OUSINAL
/ /•/
MAGNÉTICOSUPRIMENTO
SINAL •/ SINAL NÃO TUBO
ff ff//-0-0-0-
// //
~ ff
MENTE AO SISTE-
PNEUMÁTICO
/• J'
MECANICA ELÉTRICO
DEFINIDOELÉTRICO
SINAL
SINAL NÃO
(TRANSMISSÃO
HIDRÁULICO
IMPULSO
BINÁRIO
GURADA
MISSAO
SÔNIÇO
OUINTERNA-
MA (SOFTWARE)
PNEUMÁTICOGUIADA)
(TRANS-
LIGAÇÃO CONFI- ~//
~')K~
....r J' CAPILAR
BINÁRIO
NÉTICO
GUIADA) OU SÔNICO

XXX SINAL
SINAL ELETRO- ----------
-"'-"'-~-
SINAL ELETROMAG-
L1G~ÇÃO

+++ )( )( X

FIG. 12 - SíMBOLOS DE LINHAS PARA INSTRUMENTOS OU FUNÇÃO PROGRAMADA.

SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO - 1.9 -


Q"
-RAOIUS

FLANGE

!----{i)--+-1
74A
TAp·

DE
0I
SEM PLACA DE ORlFicIO.

t.4EDICÃO COt.4

148
TOt.IADA DE PRESSÃO
I

TT
ORIFlclO,
CALHA
I
cb
DE TUBO CAPILAR, ETe.
MEDiÇÃO.

VERTEDOR.
--- ------
lIMITADOR DE vAZAo. EX.: PLAéA DE
\

6cb
cb ~ If-------l

l----[:::J--1
\

..,..INDICADOR E TOTALlZADOR, TIPO


"
PLACA DE ORIFlclO COM TOMADA DE PROCESSO. DEEX.: TRANSMISSOR ~~
DE PRESSÃO NA PRÓPRIA FLANGE
DE MEDiÇÃO.
TRANSMISSOR
SINAL
VAZAO
ElETRICO CONECTADO
DESLOCAMENTO
.
POSITIVO. AO
ELETROMAGNETICO
CONTROLADOR
MAGNETICO,
a3 MAGNETICO.
MONTADO
VAZAO,
.•.• t·!Ctnoa NA LINHA
DELAMINAR,
VAZAO. EX,:
ETC.
~ @
lIteQ!"HOfI.

ELEMENTO PRIMARIO QUALQUER, DE

PLACA DE ORIFlclO COM TOMADA


DE PRESSÃO NA FLANGE DE
MEDIÇAO, LIGADA A UM INDICADOR
DE vl>ZÁo DO TIPO PRESSÃO
DIFERENCIAL.

FLANGE DE MEDiÇÃO COM PLACA


DE ORIFIClo E TOMADA DE
~RESSÃO "VENA CONTRATA'
CONECTADA AO TRANSMISSOR DE
vl>ZÁo DO TIPO PRESSÃO
DIFERENCIAL.

..

G~
~

T,
I~
INDICADOR DE~PRESsAo, MONTAGEM
"
77
TURBINA.
@ DIRETA.
."
~

INDICADOR DE PRESsAo CDNECTADO A


UM SISTEMA DE SELO (TIPO DIAFRAGMA)
OU SELO REMOTO.

TRANSMISSOR DE NIvEL, TIPO DE


PRESSÃO DIFERENCIAL, COM TOMADA
INFERIOR MONTADA DIRETAMENTE NO
RESERVATÓRIO (RS).
"
'"

-1.10- SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO


II

I
'",..
r-
Y"-
ELEMENTO TERMOMÉTRICO.
CAPILAR. COM
DE TEMPERATURA. SEM O
O POÇO TERMOMÉTRICO.
®®~ @
PASSAGEM
FALTA DE A-C E D-Il DE
FLUiDO POR FALTA DE
COMANDO.
PASSAGEM A-C POR FALTA DE FLUiDO DE
VÁLVULA
FLUiDO DE COMANDO.
COMANDO.
DE DUAS VIAS QUE fECHA
o
POR c
J~
~ y::
~
fC

I VÁLVULA DE TRES VIAS QUE ABRE A


VÁLVULA DE QUATRO VIAS QUE ABRE A

TERMO
Q
INDICADOR
'"
SAlDA,
I
PAR,
COM

'"
LOCAL
COM DE TEMPERATURA,
POÇO SINAL
SAlDA ELÉTRICO
TERMO MÉTRICO. NA
PNEUMÁTICA.
CLASSIFICADOS.
TIPO
T-T @--l--
VÁLVULA AUTO-REGULADORA DE
j INTERNO
TEMPERATURA
PARA REDUçAo
DO TIPODECAPILAR.
PRESsAo. ~ ~

VÁLVULA AUTO-REGULADORA DE IMPULSO

••U.!lUl""ATOllO
VISOR
.s
DE NrvEL INCORPORADO AO

[)
DJ117

~ 'o
"

INSTRUM_CAP _01WPO - 03/06 a 25/08/98 - PEM

SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO - 1.11 -


1.5 - EXERCíCIOS PROPOSTOS
) malha aberta

Dado o fluxograma abaixo, responda: ) malha fechada

4- A instrumentação composta por TT -021: TIR-


021: TIC-021: TCV -021 (malha n° 21) forma
uma:

li
) malha aberta
.......................
) malha fechada
TCV
021
APO~

::i:::::;:::;:::::::;:::::;:::::;::::'}
5- Explique o porque?
,
,t.::::l:·:.:::;:·:;:::·:;:::ll::;:i::[j:
. --,•...•............................•...•....
. ................... ..
.................
•.•.•.•..................•...............

COHCEI_EXEII._01

1- Onde estão montado os instrumentos:

a) PT-20: _

b) PSH-020: _
6- Na malha 021:
c) PIR-020: _
a) Qual a variável manipulada?
d) PAH-020: _

e) TT-021: ------------- b) Qual a variável controlada?


f) TIC-021 : _

g TIR-021: _
7- Qual o sinal de transmissão da:
h) TCV-021 : _
a) malha 0207
2- Especifique a função de cada instrumento do
fluxograma:

a) _ malha 0217
b)

b) _

c) _

8- Qual a função dos instrumentos com as


d) _
seguintes identificações:
e) _
a) WIC:
f) _
b) FRC:
g)---------------
c) PIC:
h) _
d) FS:
3- A instrumentação composta por PT -020: PSH-
020: PIR-020 e PAH-20 forma uma: e) JIC:

-1.12- SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO


f) AE:

g) FALL:

h) AIT:

i) ZR:

j) PIT:

I) FY (/):

m) FOI:

n) TSH:

o) LSHH:

p) TE:

9- Um instrumento com range de O a 230°C, está


indicando 200°C e sua precisão é de ± 0,5%
do span. Entre quais valores poderá estar
compreendida a temperatura real?

R.: oC e
____________ 0C

10- Um instrumento com range de O a 50 IImin


está indicando 12 I/min e sua precisão é de ±
0,25 % do span. Entre quais valores poderá
estarcompreendida a vazão real?

R.: I/min e
, IImin

SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO - 1.13 .


APÊNDICE "A" - DIAGRAMA DE vAZÃo TíPICO
MALHA DE CONTROLE CASCATA
TRANSMISSOR DE

;/
NíVEL MONTADO NO
LÓGICA DE
CAMPO
INTERCONEXÃO
COMPLEXA

XXXX

REFERÊNCIA
DE DETALHE
LÓGICO

o
ALGORíTMO PIO
REALIZADO PELO
SISTEMA DE O
DISPOSITIVO DE O
(DCS OU SOCO EM INTER-
INTERFACE
TRAVAMENTO DE
CONSOLE)
CONTROLE I AUXILIAR
ALARME

DO SINAL DE
/ ~ (vAZÃO) NíVEL
ENTRADA (FUNÇÃO
CONDICIONAMENTO ~ O

RAIZQUADRADA)~ •••
FAHH /O ~ I MUITOALTO
FIO DE LIGAÇÃO
r- _______ ., (SIf\!ALANA-

REGISTRADOR
MONTADO NO
I, ,/
,

,
LOGICO)

CONVERSOR ,
IIP
,
CA\ i ,
II/P
FR '
ELEMENTO

@' REGISTRADOR

\
DE vAZÃo
MONTADO 2028 i MONTADO NO
NO CAMPO
, I CONSOLE
(SELEÇÃO DE VARIÁ-
J----.J VEIS VIA BASE DE
, DADOS)

~ TRANSMISSOR
VÁLVULA
DE vAZÃo
DE CONTRO-
MONTADO
LE MONTADA
NO CAMPO
NO CAMPO

INSFL001.WPG

-1.14- SMAR - CENTRO DE TREINAMENTO


C/l
s:
~ TYPICAL LETTER COMBINATIONS
;:u
I
() W
ZO
TO
C
U
O
X Y
E
H
P Analysis
BGCurrem
Probe
AWComb
Burnert
Varlable
User's
AYAE
AT
BYBE
BT
Glasa
ASHL
ESHL AIT
VSHLVRT
VSH
BSHLBRT
orASH
ESH
BSH AIBIT
Vibrationl
Dev
zoe VT
VYVE
TeVI
VSL
Power
TP
ZOY
TOT
zoe
Mullivarlablo
ZCV
ZSHl
ISH
YSHyy
Unclassllied
EvenVSlalel
ZT
ze
IY
YC
ZI
Hand
WSH
WT
WOSH
KT VIT
ZSL
YI
WC
WY
WI
WSL
WOC
KYKE
Meaaured
Pressurel
Levei
PP
PV
LT
PT
LYLE
PYPE
PC
RT
zyLI
POY
POC
RC
RY
TVTE
Low
EI Ice
Element
AP
Devlce
AC
EYEE
ET
JSHL
JSH
TOCV
TW Polnt
SC
EC
ZOSH
TOSH
ISHL
ZSH
FSHL
FSH
WCV
WSHL
FOSH
woev
KCV
KSHL
KSH
LCV
LG
PCv
LSHL
PSHL
LSH
PSH
POCV
POSHBI
Anal
JT JEIT
BSL
BIC
JYJE
JI
ZOT
TOC
TOY
IT
FFSHZOI
Flow
FP
FYFE
FTTOI
UI
FC
FFC
HC
FI
FFI
FOT
FOY
FOI
Time
WOT
WOY
KC
User's
OSHLORT
OSH
RSHLRRT
RSH
SCV LC
POT
OT
OY aI
V
ZIT
IIT
FIT
WIT
WOI
WOSL
KIT
WOIT
PIT
RIT
T
TIT
Element
JIT
SL
ZOSL
KI
PITOSL
ZOIC
ZOIT
TOIC
TOIT
ISL
llC
YSL
F
WICZOE
ZE
YE
TE
IE
FFSL
FIC
FFIC
SL
FOSL
IIC
KSL
WOIC
L
PSL
L1C
L1T
PIC
POI
01
Radiatlon
RI
SSHLSRT
SSH
SYSE
STSI
TSHLTRT
TSH
TV
TT
TC
TIPOSL
POIT
POIC
PE
OIT
OE
RIC
RSL
SSL
SIT
TIC
Positiorv
TCVAnalyslS
ASL
ESL
EIC
AIC
JIC ZRT
ART
ERT
JRT
FRT
WRT
KRT
LRT
WelghvForce
FOIC
Vollage
FCV, FOE
KIC
WE
Pressure,
OIC
OSL
RE
SIC Cholce
,FG
IRTZOR
lR
WOR
TR
BW
TOR
Rale
Recordlng
Gauglngl
VI_I/lg
Aow
Weighl/Foree,
Speedl
Salety Bl
Rallo
FR
WR
Readout
PRTKR
LR
PR
POR
SR
Recordlng
prtmary
TemperaturaTRC
OlJanlily
Temperatura,
11 BRC
ZORC
ZORT
ZRe
ERC
ChOlce
FV
Cholee
Choice
Choiee
LW
LV
RW
TSE ARC
TORC
LRC
JRC
FRC
FFRC
WRC
FORC
WORC
KRC YR
WORT
AR
BR
TORT
IRC
PRCFFR TOV
o.,vlcea
PORT
RR
PORC
ORC
RRC
SRC ER
Recordlng
Ouanllty
Sell-
Devlces
AVAlarm
RZ IR
Valvea
W
IndlcatlngYIC
HIC
IndlCAtlng
Hlgh ell - Controllofl
Tranamllters
JR
FOR
OR Oevlceo'
FOIT
POV
Indlcatlng
Relaya,
PSV, Bllnd IlJV
ZOV
YT
Vl
FFV
WOZ
yz
EZ
ZV
WZ Actuated
Conlrol
Swlleh
FOV
KV
OZ
SV
Bllnd UV
••• and
Compollng
HSVR
Solenolda, UR
FE UY HV PSE
m
z-l ZN

;:u
o
om
-l
;:u
!!!
z
~
s:
m
z-l
o

Note: This lable IS nol all·inclusive . Olher Posslble Comblnatlons:


• A, alarmo lhe annuncíat1ng devlce. may be used 10 the 58mB FO (ReslnClion Orilice) PFR (Rallo)
lashion as S. sWltch, the actualing devlce. FRK, HIK (C<JntrolSlallons) KOI (Running Time Indiealor)
...•. 001
FX (Accessones) (Indicaling Counler)
...•. "The leners H and L may be omined in lhe undelined case, TJR (Scanning Recorder) WKIC (Rale-oI-Weighl'Loss Controller)
C1I
LLH (Pilol Lighl) HMS (Hand Momenlary Switeh)