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1 - Apostila 'Educacao Inclusiva, Conceitos e Procedimentos' (1)

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PALESTRA

Educação Inclusiva
CONCEITOS E PROCEDIMENTOS

MINISTRANTE

Prof. Romeu Kazumi Sassaki
Consultor de educação inclusiva

LOCAL E DATA

São Paulo (SP), 26 de abril de 2008

PROMOÇÃO

Revista Nacional de Reabilitação (Reação)

EVENTO VII SEMINÁRIO DE TECNOLOGIAS DE REABILITAÇÃO E INCLUSÃO

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Sumário
Pág. 2 - A educação inclusiva no Estado de Goiás: Relato de uma experiência. Pág. 9 – Pressupostos da educação inclusiva. Pág. 10 – Envolvimento da família nas práticas inclusivas da escola. Pág. 11 – A educação inclusiva e as inteligências múltiplas. Pág. 19 – Critérios inclusivos para a reestruturação escolar. Pág. 21 – Guia para o Plano Individualizado de Educação + Bibliografia. Pág. 25 – Plano Individualizado de Educação. Pág. 27 – Ensine considerando os estilos de aprendizagem de seus alunos. Pág. 28 – Como o aprendizado do aluno é apoiado por sua família. Pág. 29 – 10 motivos para a escola ser de todas as crianças juntas. Pág. 31 – Educação: Da integração para a inclusão + Bibliografia. Pág. 37 – Entrevista em São Mateus/ES. Pág. 39 – Publicações sobre educação inclusiva. Pág. 62 – Publicações sobre crianças com síndrome de Down na escola comum.

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ESTADO DE GOIÁS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA
Romeu Kazumi Sassaki
Consultor de educação inclusiva Autor do livro “Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos” (WVA, 1997)

Artigo publicado na revista “A infância em Debate: Perspectivas Contemporâneas”, Série Coordinators’ Notebook, v. 1, Brasília: Unesco/Fundação Orsa, agosto de 2003, p. 33-38. E também na revista “Gestão em Rede”, Curitiba: Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), abril de 2004, n. 52, p. 15-18.

1 – INTRODUÇÃO

Apresentação do tema
O tema “Educação Inclusiva no Brasil” começou a ser debatido nos três primeiros anos da década de 90, portanto antes do primeiro documento internacional que tratou especificamente do tema - a Declaração de Salamanca e Linhas de Ação sobre Educação para Necessidades Especiais (aprovada em junho de 1994). Os debates ocorriam em reuniões com poucos educadores que já vinham introduzindo, em suas escolas comuns, a prática de pelo menos alguns dos princípios da educação inclusiva. E uma parte muito pequena dos debates começou a aparecer na literatura, geralmente após sua apresentação em palestras sobre inclusão escolar de alunos com deficiência. A propósito, antes da Declaração de Salamanca, havia pouca clareza a respeito da diversidade do alunado como parâmetro do processo inclusivo. Naquela época, muitos acreditavam que a educação inclusiva se referia apenas aos alunos com deficiência (física, intelectual, visual, auditiva e múltipla). E também havia entre eles o entendimento de que o termo ‘necessidades especiais’ abrangia tão somente os diversos tipos de deficiência. 2

O Brasil poderia ter iniciado em grande escala o movimento pela educação inclusiva já em 1994, mas isso não ocorreu devido, possivelmente, a um fato inusitado. Os educadores que, desde o final de 1994 (1ª edição) até depois de 1997 (2ª edição), tiveram acesso à tradução oficial da Declaração de Salamanca não tomaram conhecimento dos conceitos pertinentes à Educação Inclusiva quanto a definições, filosofia, princípios, metodologias, políticas, procedimentos etc. Pois a referida publicação continha expressões como: integração, educação integradora (integrada), princípio da integração, orientação integradora, sociedade integradora, ensino integrador, escolarização integradora e políticas integradoras. Na versão original em inglês constam os seguintes termos, respectivamente: inclusão, educação inclusiva, princípio da inclusão, orientação inclusiva, sociedade inclusiva, ensino inclusivo, escolarização inclusiva e políticas inclusivas. Apesar desse fato e graças em parte aos educadores que estudaram o texto original da Declaração de Salamanca, o movimento pela educação inclusiva prosseguiu, de início vagarosa e relutantemente. Hoje, ele é um fato consumado em todo o Brasil, embora não necessariamente envolvendo todas as escolas comuns. Inúmeros eventos sobre educação inclusiva foram realizados em todo o Brasil. A bibliografia específica hoje é vastíssima. Vários consultores foram contratados por escolas públicas e particulares e por secretarias estaduais e municipais e organizações sociais, para agilizar o processo inclusivo. Um fato sintomático foi o surgimento, nos últimos quatro anos, de uma enorme quantidade de trabalhos de conclusão de curso, seja na graduação seja na especialização e no mestrado ou doutorado, apresentados por estudantes que escolheram a Educação Inclusiva como tema central.

Antes da experiência inclusiva de Goiás
Em conseqüência da trajetória acima descrita, teve início em 1999 a experiência de educação inclusiva no Estado de Goiás, sob a direção da Superintendência de Ensino Especial da Secretaria de Estado da Educação. Na verdade, aquele início foi o ponto final de um longo processo de organização da Educação Especial como um sistema paralelo ao sistema regular de ensino, processo esse que foi respaldado em leis e políticas públicas, tanto federais quanto estaduais, bem como em quase 50 anos de práticas integrativas realizadas em Goiás por iniciativas governamentais e particulares. Vejamos algumas dessas leis: No nível estadual, a Lei nº 926/53 criou o Instituto Pestalozzi de Goiânia, uma instituição pública que a partir de 1955 passou a dar atendimento educacional a crianças e jovens com deficiência. Nos 40 anos seguintes, outros dispositivos legais (p.ex., Lei nº 8.780/80, Portaria nº 1.674/82, Lei nº 10.160/87, Resolução nº 121/91, Resolução nº 727/93, Lei Complementar nº 26/98, Constituição de Goiás/89) foram dando estrutura a um órgão que coordenasse as ações de educação especial e que, a partir de 1987, passou a chamar-se Superintendência de Ensino Especial. No nível federal, foram publicadas as três Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº 4.024/61, nº 5.692/71 e nº 9.394/96), bem como foi criado o Centro Nacional de Educação Especial (Cenesp) através do Decreto nº 72.425/73, com sede inicialmente no Rio de Janeiro e muitos anos depois em Brasília, onde foi transformado na atual Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação (MEC). Acrescentem-se também a Constituição Federal/88 e o Estatuto da Criança e do Adolescente/90. Quanto às práticas integrativas, anote-se aqui a diferença entre integração e inclusão. A integração escolar é o processo tradicional de adequação do aluno às estruturas física, administrativa, curricular, pedagógica e política da escola. A integração trabalha com o pressuposto de que o aluno precisa ser capaz de aprender no nível pré-estabelecido pelo sistema de ensino. No caso de alunos com deficiência (mental, auditiva, visual, física ou múltipla), a escola comum condicionava a sua aceitação a certa prontidão que somente as escolas especiais (e, em alguns casos, as classes especiais) poderiam conseguir. E mesmo aceitos sob esta condição, estes alunos ficavam sujeitos a ser devolvidos às classes ou escolas especiais se mais tarde viessem a apresentar dificuldades de aprendizagem e/ou de relacionamento. 3

comunicacional. onde expliquei o paradigma da inclusão aplicado ao campo da educação. juntamente com o Estado. a Superintendência de Ensino Especial. levaram o prof. No fórum foi exaustivamente discutido pelo público o documento preliminar “Uma Nova Proposta Educacional com Base nos Princípios da Inclusão”. Dalson entendeu que as escolas estaduais não se tornariam inclusivas se a sua Superintendência. Evidentemente. deve representar toda a diversidade humana. do MEC (n° 20. Outros detalhes desta parceria estão relatados no item “2002 . atitudinal. quisesse implantar o Programa Estadual. já na condição de Superintendente de Ensino Especial. órgãos municipais e outros. em 2002. tivemos a oportunidade de participar. Ao mesmo tempo. constituindo assim o trabalho de parcerias. do Adolescente e da Integração do Deficiente (Funcad) em parceria com a Universidade Católica de Goiás. de um dos mais importantes eventos ocorridos até então no campo educacional voltado a alunos com deficiências. Dalson. o seu estudo sobre o livro “Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos” (1997). metodológica. como também lhe deram apoio concreto durante todo o mandato deles. modificado. trabalhou com a comunidade. O prof. juntamente com as Subsecretarias Regionais. Pelo mesmo motivo. a Secretaria de Educação de Goiânia e outros. Obras Públicas. 2 – DESCRIÇÃO DA EXPERIÊNCIA Histórico A experiência inclusiva em Goiás foi oficialmente iniciada pelo Governo em 1999. 1998) e a sua participação na reunião realizada pela Funcad em 26/4/99. A equipe técnica deu o nome de Programa Estadual de Educação para a Diversidade numa Perspectiva Inclusiva ao imenso desafio de se proporcionar. quando assumiu o cargo de Superintendente de Ensino Especial. antes de qualquer outra pessoa. Nenhum tipo de aluno poderá ser rejeitado pelas escolas. além das outras Secretarias estaduais (Saúde. o evento aconteceu em Goiânia por iniciativa da hoje extinta Fundação da Criança. Dalson e eu. esse Programa precisaria ser entendido e aprovado. desde o início o prof. Transportes. em 1998. pp. Eles não só entenderam e aprovaram o Programa. envolvendo principalmente as organizações de pessoas com deficiência. a sua leitura da entrevista publicada na revista Integração. sozinha. 4 . o professor Dalson Borges Gomes. muitas delas assinaram o Termo de Adesão a fim de. substituído ou acrescentado nas seis áreas de acessibilidade (arquitetônica. várias prefeituras municipais participaram do Encontro Estadual de Secretários Municipais de Educação a fim de conhecerem o programa estadual de educação inclusiva e. transformarem suas escolas municipais em inclusivas. uma educação de qualidade sem excluir ninguém. A sua experiência obtida naquele fórum de educação.A inclusão escolar é o processo de adequação da realidade das escolas à realidade do alunado que. teria que haver um trabalho conjunto envolvendo as demais Superintendências centrais e as Subsecretarias Regionais de Educação. em 2001. na Secretaria de Educação. Com o nome de Fórum Estadual de Educação de Goiás. por sua vez.Consolidação”. Este trabalho foi o de interfaces. instrumental e programática). em Goiás. a fim de que cada aluno possa aprender pelo seu estilo de aprendizagem e com o uso de todas as suas inteligências. ano 8. As escolas passam a ser chamadas inclusivas no momento em que decidem aprender com os alunos o que deve ser eliminado. Por exemplo. Interfaces e parcerias Devido à sua visão inclusivista. empresários.). Assistência Social etc. E então começamos. sem conhecermos um ao outro e sem sabermos o que iria acontecer de 1999 em diante. 8-10. por duas autoridades do Governo de Goiás: o Governador Marconi Ferreira Perillo Júnior e a Secretária da Educação e Cultura Raquel Figueiredo Alessandri Teixeira. a propor-me o convite para que eu atuasse imediatamente como consultor de educação inclusiva nos quatro anos de sua gestão.

começando pelas escolas que espontaneamente desejassem tornar-se inclusivas. acompanhar. ensinar e incentivar as escolas inclusivas. Capacitar os agentes multiplicadores (mediadores) que. Portanto. dos quais.Dados da situação inicial e planejamento das ações Iniciamos o Programa Estadual recebendo a seguinte situação real: Dos 242 municípios goianos da época (hoje são 246). Adotar o conceito mais amplo de “necessidades educacionais especiais”. que juntas atendiam 1. transformando escolas comuns em inclusivas). ajudar.000). ficando cada ano para um tipo de operacionalização. portanto.469 alunos. apenas 77 ofereciam algum tipo de atendimento educacional às pessoas com deficiência. Refazer (para alunos autistas) e Unidades de Referência (ressignificação das escolas especiais).767 alunos. Era um número extremamente pequeno em relação à demanda estimada (100. sendo 107 no interior e 31 na capital.000 educandos. radicais e impositivas. a saber: Escola Inclusiva (projeto-chave. para montar o Programa Estadual. por sua vez. Havia 159 salas de recursos pedagógicos. As ações do Peedi foram agendadas para quatro anos. teria aproximadamente 400 mil pessoas com deficiência. sendo 40 no interior e 12 na capital. levamos em consideração as seguintes diretrizes: • • • • • • • • Desenvolver escolas abertas à diversidade humana e não para receber apenas as pessoas com deficiência nas salas de aula comuns. Hoje (atendimento educacional em hospitais). sendo 125 no interior e 34 na capital. Diante de tal realidade situacional. conforme segue: 5 . metodológica. Desenvolvimento do Programa Estadual O Programa Estadual de Educação para a Diversidade numa Perspectiva Inclusiva (Peedi) constou de 10 Projetos. Adotar o processo gradativo. capacitariam as demais pessoas. Montar uma rede de apoio em todo o estado para assessorar.000? Tomando os índices da Organização Mundial da Saúde. Prevenir (em parceria com a Secretaria de Saúde na prevenção e detecção precoce de deficiências). Havia 138 classes especiais. Espaço Criativo (inclusão pela arte em parceria com o Centro Livre de Artes. que juntas atendiam 5. as unidades escolares tinham pelo menos 1 milhão de estudantes. Como chegamos ao número 100. atitudinal. Caminhar Juntos (interfaces com as Superintendências de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Despertar (desenvolvimento de alunos com indícios de altas habilidades). estavam envolvidos no conjunto desses atendimentos cerca de 9. decorrente do conceito de diversidade humana. Havia em todo o estado 52 escolas especiais. que juntas atendiam 2. com cerca de 4 milhões de habitantes. comunicacional e programática). 100 mil deveriam ser alunos com deficiência. Comunicação (melhoria das habilidades de comunicação de alunos surdos e cegos). Implantar nas escolas os seis tipos de acessibilidade (arquitetônica. Depende de Nós (participação da família na inclusão de seus filhos). e parcerias com as redes municipais de ensino).283 alunos. procedemos ao planejamento das ações entendendo que a magnitude do desafio não comportaria transformações abruptas. segundo a qual 10% da população possuiriam algum tipo de deficiência. Dotar os multiplicadores com instrumentos e materiais de capacitação Dotar os professores e pais com recursos que facilitem sua atuação junto a alunos e filhos. na capital e no interior). instrumental. Portanto. Na época. o Estado de Goiás.

[6] Quatro encontros regionais com a família. nas 37 Subsecretarias Regionais atingindo 8. Esta operacionalização constou de: [1] Elaboração do Programa Estadual de Educação numa Perspectiva Inclusiva. Foram realizados: [1] Total de 315 escolas inclusivas. dos quais 136 assinaram o Termo de Adesão (beneficiando 256 professores e 5. em 11 regiões envolvendo 1. atingindo 2. 2000 . por escolas que tinham alunos com necessidades especiais encaminhados para serem “integrados”).900 professores ou cerca de 50 por curso). atingindo 1. Consistiu de: [1] Lançamento oficial do Peedi. 5 de braile e sorobã (atingindo 200 professores) e 38 de mediação de práticas pedagógicas em educação para a diversidade (em 37 Subsecretarias Regionais de Educação. como agentes multiplicadores. fonoaudiólogo. [3] Cursos de capacitação continuada. [2] Laboratórios itinerantes. dos quais 125 com alguma especialização.200 pessoas. atingindo 2. assistente social. [6] Critérios para a escolha das escolas que iniciariam o processo inclusivo (por região. [7] Encontros Pedagógicos para fortalecimento da ação pedagógica das escolas inclusivas. informações e formação para o fortalecimento da ação pela inclusão (houve 36 laboratórios. [7] Laboratórios itinerantes Superintendente de Ensino Especial e sua equipe técnica (e às vezes. com 150 prefeituras (60. em solenidade com 2. sendo 10 na capital e 3 no interior (atendendo ao todo 3. realizados por 128 prefeituras. cada um composto de pedagogo.560 com deficiência) e 38 do interior.1999 . sendo 30 na capital e 285 no interior.Sensibilização.Implantação.000 pessoas e presença do Governador. atingindo 25. Realizaram-se: [1] Parcerias com municípios na implantação de escolas municipais inclusivas.200 participantes) e Encontros Estaduais e Regionais (com público variando de 200 a 600 participantes). pela demanda. 6 .160 professores em todo o estado). dificuldades de comunicação auditiva e síndromes). reuniões e ciclos de estudos sobre educação para a diversidade. [2] Realização do curso de Educação Inclusiva para 80 professores e diretores de escola. 2002 . [5] Estruturação de Setores de Apoio à Inclusão (sete na capital e 34 no interior). o consultor de educação inclusiva) visitando todas as Subsecretarias Regionais de Educação. Secretários Estaduais e representantes do MEC e outros órgãos oficiais. [4] Realização de seminários regionais.000 pessoas.600 pessoas (abordando os temas: educação inclusiva. dificuldades de comunicação visual. [4] Seminários municipais para a implantação do Peedi. [3] Implantação de 13 classes hospitalares.000 pessoas). [4] Capacitação profissional (17 cursos atingindo 5.100 profissionais).9%) participando do Encontro Estadual de Secretários Municipais de Educação. [5] Laboratórios itinerantes (nas 37 Subsecretarias Regionais. [3] Reestruturação das escolas especiais em Unidades de Referência (UR). [5] Opção por implantação gradativa.Expansão. [2] Unidades de Referência. atingindo todos os municípios goianos (630 professores e 12. [5] 2º Encontro Nacional sobre atendimento educacional hospitalar (atingindo 1.500 alunos e acompanhantes analfabetos). para uma troca de experiências. atingindo 28. [6] Capacitação continuada (sete cursos. atingindo cerca de 20. dificuldades de aprendizagem. envolvendo cerca de 200 pessoas por município.800 alunos. dos quais 1. ficando com a Secretaria Estadual de Educação toda a escolarização e com as URs os atendimentos em parceria com as Secretarias de Saúde e de Assistência Social. [3] Setores de Apoio à Inclusão.100 profissionais).000 pessoas).800 pessoas.600 alunos). [4] Reestruturação de 35 escolas especiais em URs (sendo 1 em cada Subsecretaria Regional de Educação e 2 na capital). 2001 . sendo 29 de Libras (atingindo 1. por escolas que possuíam classes especais. e 6.Consolidação. [2] Implantação do Peedi em 17 escolas da capital (atingindo 320 professores.120 alunos municipais) e 45 pediram maior prazo para estudar a proposta de parceria com o Estado. envolvendo municípios circunscritos e suas comunidades escolares e demais segmentos sociais. intérprete da língua de sinais e instrutor da língua de sinais. psicólogo.

Processo de avaliação do Programa
A avaliação da eficácia e da eficiência do Programa Estadual consistiu de um processo contínuo, não-pontual, baseado no dia-a-dia das escolas inclusivas e aberto a todos os que desejassem manifestar-se positiva ou negativamente a respeito de como ia transcorrendo a implantação dos 10 Projetos do Programa Estadual. Todas as ações realizadas serviram de base para produzir feedbacks por parte dos usuários, colaboradores, professores, diretores, pais, consultor, profissionais de apoio, sem descartar a equipe técnica central cuja atitude autocrítica a ajudou a abrir-se, por quatro anos, para reclamações, sugestões, elogios e outras expressões espontâneas de todas as comunidades atingidas pelo Programa Estadual. 3 – CONCLUSÃO

Reflexões sobre os aspectos positivos e as limitações
Os expressivos números acima referidos refletem os aspectos quantitativos alcançados, muito significativos diante do tamanho do Estado de Goiás e da sua população escolar. É oportuno mencionarmos aqui a qualidade dos eventos em prol da implementação da educação inclusiva (empenho dos organizadores e colaboradores na montagem dos eventos) e a qualidade da produção dos professores, alunos, coordenadores, supervisores, diretores e outras pessoas no dia-a-dia das escolas inclusivas. O processo inclusivo foi sempre acompanhado de recursos complementares tais como: vídeos produzidos pelo Programa Estadual (ao todo 12, focalizando os principais temas da educação inclusiva) que os participantes multiplicadores receberam após sua capacitação a fim de poderem utilizá-los no repasse dos cursos, apostilas fornecidas pelos palestrantes e instrutores e pelo consultor, um pacote de livros sobre educação inclusiva entregue a todas as Subsecretarias Regionais de Educação, cartazes de sensibilização e conscientização da comunidade, entre outros. As limitações ficaram por conta de vários fatores, tais como: a grande extensão territorial de Goiás, o longo tempo de deslocamento dos profissionais dos Setores de Apoio à Inclusão pelos municípios e da equipe técnica central para o interior, a escassez de tempo para se fazer tudo o que estava previsto, a escassez de recursos financeiros (apesar dos R$ 10.624.552,00 disponibilizados e utilizados em 4 anos, seria necessário um pouco mais), a escassez e/ou falta de certos recursos humanos em algumas regiões do estado. Apesar desses entraves, o Programa Estadual de Educação para a Diversidade numa Perspectiva Inclusiva cumpriu as metas planejadas, conseguindo realizar a sensibilização, a implantação, a expansão e a consolidação sem traumas e propiciando motivos de orgulho e satisfação para milhares de pessoas. Paralelamente à implantação do Programa Estadual, ocorreram dois fatos de abrangência nacional. O primeiro foi a aprovação do Decreto federal nº 3.298, de 20-12-99. Ele mantém a visão integracionista ao determinar “a matrícula compulsória em cursos regulares de estabelecimentos públicos e particulares de pessoa portadora de deficiência capaz de se integrar na rede regular de ensino” (grifo meu). Por que apenas as pessoas com deficiências capazes de se integrar? Como e quem decide se uma pessoa é capaz de se integrar? E os que forem considerados não-capazes de se integrar na escola comum? E o segundo fato se deu com a aprovação da Resolução CNE/CEB nº 2, de 11-9-01, que se configura como um avanço na direção da inclusão ao estabelecer no art. 2º que “Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos” (grifo meu). Quando examinamos o texto desta Resolução, pudemos constatar que os seus principais pontos já estavam contemplados no Programa Estadual de Educação para a Diversidade numa Perspectiva Inclusiva desde 1999.

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Avanços obtidos e fatores determinantes para o sucesso da experiência
Em termos gerais, houve muitos avanços em relação ao ponto em que se encontrava a questão da educação de pessoas com necessidades especiais antes de 1999 em Goiás. Avanços que estão refletidos nas seguintes conquistas mais importantes: 1) efetiva mudança de mentalidade (da integração para a inclusão) onde quer que a educação inclusiva tenha chegado, desde escolas, famílias, alunos com e alunos sem necessidades especiais e profissionais em geral, até autoridades, estudantes universitários e outras pessoas; 2) efetiva mudança arquitetônica nas escolas e nos espaços urbanos; 3) efetiva mudança nas metodologias, nos instrumentais, nas formas de comunicação (convencional, braile, Libras, computador etc.) e nas políticas e leis; 4) efetiva mudança no enfoque dado pela mídia goiana aos assuntos pertinentes a necessidades especiais e à inclusão escolar Contribuíram para o sucesso do Programa alguns fatores subjetivos: a sólida crença no paradigma da inclusão, a compreensão de que era chegada a hora da reestruturação do sistema de ensino, a confiança na capacidade de todos os alunos independentemente de suas condições pessoais, a autoconfiança dos professores e demais profissionais de educação para enfrentarem o desafio da inclusão escolar, a vontade de fazer e de fazer acontecer, o desejo de construir um mundo melhor através das escolas inclusivas, entre outros.

Futuros desdobramentos e desafios
Já na montagem do Programa em 1999, decidimos que entregaríamos ao Governo sucessor, cujos integrantes poderiam ser outras pessoas que não nós, uma realidade consolidada, na qual haveria a necessidade adicional de desenvolver as escolas ainda não-inclusivas. Com a reeleição do Governador e a manutenção do prof. Dalson como Superintendente de Ensino Especial, esse trabalho adicional já começou a acontecer. Nos próximos quatro anos, trabalharemos para que haja sucesso na realização das seguintes dimensões da educação inclusiva ─ a implantação dos seis tipos de acessibilidade em TODAS AS ESCOLAS e o aperfeiçoamento das práticas inclusivas de TODAS AS PESSOAS envolvidas no processo de ensino e aprendizagem a fim de que TODOS OS ALUNOS exerçam plena e alegremente o seu direito de aprender.
/var/www/apps/conversion/tmp/scratch_6/127774689.doc

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PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Romeu Kazumi Sassaki, 2001.
romeukf@uol.com.br

1. 2.

Frente à diversidade do alunado, o objetivo da escolarização é o de capacitar todos os alunos para participarem ativamente em suas comunidades como cidadãos desde pequenos. Em cada sala de aula inclusiva, há alunos que variam significativamente de seus colegas quanto a estilos de interação social, estilos de aprendizagem, ritmos de aprendizagem, combinação das inteligências múltiplas e formas de acesso aos ambientes de aprendizagem. Os alunos não são problemas; eles são desafios às habilidades dos professores em encontrar respostas educativas às necessidades individuais dos alunos. O fracasso escolar não é um fracasso pessoal dos alunos e sim um fracasso da escola em atender às necessidades desses alunos. O ensino de qualidade é primordial e o esforço para atender às necessidades dos alunos que apresentam desafios específicos beneficia todos os alunos. Na condição de pensadores críticos, os professores não precisam de receitas prontas e sim de habilidades para avaliar situações novas, desenvolver estratégias e encontrar respostas educativas às necessidades de cada aluno. Os bons professores são capazes de definir, projetar, avaliar e refletir sobre soluções para os desafios das escolas inclusivas e salas de aula inclusivas. O respeito pelos alunos e pelas suas contribuições e potencialidades individuais constitui uma das atitudes básicas do professor inclusivo. É o aluno que produz o resultado educacional, ou seja, a aprendizagem.

3. 4. 5. 6.

7. 8. 9.

10. Os professores, trabalhando de forma integrada como membros de equipe com outros profissionais, atuam no papel de facilitadores da aprendizagem dos alunos. Entre esses profissionais estão: pedagogos, psicólogos, psicopedagogos, intérpretes da língua de sinais, instrutores da língua de sinais e assistentes sociais.
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A escola respeita a cultura e a etnicidade das famílias e reconhece o impacto desses aspectos sobre as práticas educativas. 93. 13 p. Os pais são incluídos no treinamento com a equipe escolar. 8. Existem recursos para as necessidades especiais da família (reuniões após o horário comercial. membros da Associação de Pais e Mestres. adaptar o currículo e compartilhar sucessos. 7. Os pais recebem ou têm acesso a treinamento relevante. em nov. notícias da escola etc. Os pais recebem informações sobre os serviços de apoio à família. Sublette. materiais traduzidos etc. Este instrumental foi escrito por um grupo de técnicos e pais das seguintes cidades do Kansas . 1998. 4.). 1ª ed. /var/www/apps/conversion/tmp/scratch_6/127774689. Eudora. entre a escola e a família.). 3. 2. Existem à disposição de membros das famílias serviços de apoio na própria escola (aconselhamento e grupos de apoio. 9. reimpressão em dez. membros do conselho da escola. Os pais recebem todas as informações relevantes (os direitos dos pais. um sistema de comunicação (telefonemas. planejamento centrado-na-pessoa. 4. práticas educativas atuais. Hugoton e Lakin.doc 10 . treinadores etc. cadernos etc. As prioridades da família são utilizadas como uma base para o preenchimento do Plano Individualizado de Educação (PIE) do seu filho. Fonte: The Kansas checklist for identifying characteristics of effective inclusive programs.br Ocorre envolvimento da família nas práticas inclusivas da escola quando: 1. Michelle Luksa e Julie Mohesky-Darby. tendo sido compilado por Terry Rafalowski-Welch. 10. intérpretes da língua de sinais. 12.ENVOLVIMENTO DA FAMÍLIA NAS PRÁTICAS INCLUSIVAS DA ESCOLA Tradução e adaptação de Romeu Kazumi Sassaki.). informações sobre deficiências etc. Os pais são estimulados a participarem em todos os aspectos operacionais da escola (voluntários para salas de aula. 94. Existe.) com o qual ambas as partes concordam. romeukf@uol.). Os pais participam nas reuniões da equipe escolar para planejar. 11. 5. O texto acima foi adaptado da p. Hiawatha.com.Horton. 6. As famílias são reconhecidas pela escola como parceiros plenos junto à equipe escolar. base essa que será completada com partes do conteúdo curricular.

tal situação não ocorre por uma simples razão: professores e alunos sabem que ali se utiliza a teoria das inteligências múltiplas. Todos os alunos estudam fazendo uso de suas melhores inteligências tanto na sala de aula como fora dela. Todos os alunos iniciam a escolaridade sabendo quais das 12 inteligências são as mais desenvolvidas em cada um. Esse duplo comprometimento com crianças talentosas e com adultos gravemente enfermos contribuiu para que Gardner moldasse sua visão eclética da mente. a esse total de sete inteligências. um grupo de trabalho inovador que tratava de compreender a criatividade artística. a teoria da inteligência única começou a ser cientificamente questionada após a divulgação. a preocupação no sentido de que um aluno com deficiência intelectual não teria capacidade cognitiva para aprender no mesmo ritmo dos seus colegas. ou seja. Paulo. eles estão ajudando a desenvolver o potencial de aprendizagem dela. Este tipo de dúvida se justifica quando é feito por pessoas que ainda acreditam que o ser humano só possui uma inteligência. Os testes de QI (quociente de inteligência ou quociente intelectual) sempre foram considerados falhos porque se limitavam a medir um único aspecto da multiplicidade de habilidades do ser humano (Gardner. aos poucos. ao estudarem o conteúdo curricular. Em seu lugar surgiu a teoria das inteligências múltiplas. a inteligência lógico-matemática. McKean. Posteriormente. 1985. Na escola inclusiva. incluindo aquela que corresponde à antiga inteligência única. não mais classificamos as pessoas como tendo “inteligência acima da média”. 1984. a escola aceita todas as pessoas. porém. “inteligência média”. foi acrescentada a inteligência naturalista. Veja. 2006. Não vai aprender tanto quanto eles. referindo-nos à suposta inteligência única do ser humano. Ele e o psicólogo David Feldman. impressionaram-se com a tenra idade na qual certas crianças manifestavam habilidades especiais. filho ou cliente um conhecimento por eles escolhido. os tradicionais testes de inteligência deixaram de ter utilidade. 1983. e também com pacientes com lesões cerebrais na Universidade de Boston e num hospital dessa cidade. Daí. Pacientes com lesão no hemisfério 11 . “inteligência abaixo da média” e “inteligência zero”. tendo sido identificadas sete nas primeiras pesquisas. Folha de S. também conhecida como inteligência racional. Mas quando eles abrem espaço para que a própria pessoa use sua identidade na construção desse conhecimento. 1983. E.br São Paulo. Góes & Barreira. O psicólogo americano Howard Gardner. da Universidade Tufts. Em conseqüência dessa constatação. da Universidade Harvard. 1995) Assim. a inteligência lógico-matemática. nos anos 70. Vai ficar marginalizada”. inspirada no paradigma da inclusão. Os professores exercem seu papel em conformidade com os pressupostos da educação inclusiva. das descobertas científicas sobre o funcionamento do cérebro humano. As inteligências múltiplas e sua fundamentação No início da década de 80. Ela ficará para trás. eles vão desenvolvendo todas as inteligências. Globo Ciência. Na medida em que. Quando professores.A educação inclusiva e as inteligências múltiplas Romeu Kazumi Sassaki E-mail: romeukf@uol. No hospital. 1986. Gardner também ficou surpreso com a seletividade cruel e estranha que uma doença e uma lesão acarretam à mente. foi um dos primeiros cientistas a fazer pesquisas “com crianças talentosas no Projeto Zero. uma dúvida pode ser lançada pelos que são contrários à educação inclusiva: “Uma criança com deficiência intelectual não conseguirá acompanhar os seus colegas.com. pais ou terapeutas tentam colocar na cabeça de um aluno. eles estão desconsiderando o potencial existente no conjunto de caracteres exclusivos daquela pessoa. Haveria defasagem na aprendizagem entre esse aluno e os demais.

porque o hemisfério musical da direita estava ileso. melodia ou tom da música. foi desenvolvido um conjunto de inventários que servem para identificar o desenvolvimento de todas as inteligências. mas ainda eram capazes de cantar a letra de canções. EMOCIONAL/INTRAPESSOAL: habilidade de perceber e compreender o interior de si mesmo. 2. MUSICAL/SONORA: habilidade para ritmo. religiões e mistérios da existência humana. estilos de aprendizagem e educação de qualidade 12 . legislação. 7. partindo-se do pressuposto de que ninguém é tão severamente prejudicado que não possua uma habilidade. Esses inventários podem ser aplicados facilmente por professores em seus alunos. o professor poderá ter uma noção de como ele utiliza as 12 inteligências em sua vida pessoal e profissional. então todas as pessoas podem aprender. 8. ÉTICA/MORAL: habilidade de entender condutas humanas sob a ótica ética e moral. Inteligências múltiplas. Há uma versão que pode ser aplicada por qualquer pessoa jovem ou adulta em si mesma. pacientes do hemisfério direito podiam ler impecavelmente. políticas públicas etc. Por outro lado. As pessoas não possuem uma mesma e única habilidade como geralmente parecem supor os professores. EMOCIONAL/INTERPESSOAL: habilidade de perceber e compreender o interior das outras pessoas. 6. 11. POLÍTICA: habilidade para lidar com assuntos de cidadania. 9. ESPIRITUAL/EXISTENCIAL: habilidade para entender fenômenos relacionados a uma força superior. já são conhecidas 12 inteligências. Isto faz sentido. mas eram incapazes de interpretar o que liam. Tais experiências convenceram Gardner de que a inteligência. PICTOGRÁFICA: habilidade de expressar sentimentos e idéias através de ilustrações. Hoje. Se a mais prejudicada das pessoas possui uma habilidade. A propósito. 4. 5. a saber: 1. pois os próprios educadores necessitam ter um entendimento experiencial da nova teoria da inteligência a fim de poderem utilizar corretamente as inteligências múltiplas de seus alunos. 66) Assim. filhos e clientes comparando-os uns com os outros nas produções que estes apresentam. p. 10. Outra razão importante é que os educadores precisam saber como os diferentes níveis de desenvolvimento em cada uma de suas 12 inteligências afetam a maneira como eles mesmos atuam na escola. VISUAL/ESPACIAL: habilidade para perceber e usar o mundo visual e espacialmente. buscar o potencial nas identidades individuais significa descobrir talentos em todas as pessoas individualmente. Ele poderá planejar atividades que o ajudarão a melhor desenvolver determinadas inteligências. 12. consiste de uma série de faculdades mentais que não só se manifestam independentemente como saltam talvez de diferentes áreas do cérebro. pais em seus filhos e chefes em seus funcionários. mas cada uma de uma maneira diferente das outras. NATURALISTA/ECOLÓGICA: habilidade de reconhecer e usar produtivamente a fauna e a flora. longe de ser uma força unitária da mente.esquerdo perdiam a faculdade de falar. Assim fazendo. direitos humanos. No lugar dos tradicionais testes de QI (que pretendiam medir a única inteligência). os educadores devem aplicar esses inventários em si mesmos antes de aplicálos em seus alunos. VERBAL/LINGÜÍSTICA: habilidade no uso da palavra oral e escrita. CORPORAL/CINESTÉSICA: habilidade no uso do corpo todo para expressar idéias e sentimentos.” (McKean. Isto o levará a refletir sobre a maneira como ele direciona suas preferências no trato com os seus alunos e as pessoas em geral. pais e terapeutas que insistem em classificar seus alunos. 3. LÓGICA/MATEMÁTICA: habilidade de usar números efetivamente.

Já com a postura inclusiva. deficiência. p. naturalidades. combinação única de inteligências múltiplas com estilos aprendizagem. histórico penitenciário etc. teatro etc.). música. Todos os alunos são inteligentes e todos aprendem na diversidade humana A diversidade humana é um fato numa sociedade plural. que são os seguintes: PELO ESTILO Visual Auditivo Cinestésico Artístico Visual-auditivo Visual-cinestésico Visual-artístico Auditivo-cinestésico Auditivo-artístico cinestésico-artístico Visual-auditivo-cinestésico Visual-auditivo-artístico Visual-cinestésico-artístico Visual-auditivo-cinestésico-artístico A PESSOA APRENDE 1. 13 . religião. distúrbios orgânicos. pintura. respondemos ao estilo de aprendizagem e às múltiplas inteligências de cada aluno.Pelo paradigma da inclusão. origem social. deficiências físicas. portanto. olhando. interesses. procurando saber quais são as habilidades e identificando o estilo de aprendizagem e as inteligências múltiplas de cada aluno.. nacionalidade. naturalidade etc. por meio de pintura. raças. ideologia. deficiências psiquiátricas. Há uma estreita relação entre estilos de aprendizagem e inteligências múltiplas. idade. observando 2. estabelecendo tratamento sem distinção de qualquer natureza (etnia. imprescindível valorizarmos a nossa crença de que “Todos poderão aprender se acolhermos os diferentes estilos de aprendizagem e as inteligências múltiplas de cada aluno”. No livro Programas de Promoção da Igualdade: Guia de Elaboração (Brasília: MTE/Assessoria Internacional. compleição física. atendemos a diversidade humana presente no mesmo espaço escolar e. 11). aptidões e habilidades. Essas diferenças garantem a sua individualidade e todos os envolvidos devem ser levados em conta. ouvindo 3. p. diagnóstica. temperamento.. aspirações e sonhos. regiões sócio-econômicas. deficiências múltiplas. o professor fica na maioria das vezes sem saber quais estratégias de ensino utilizar diante de tantas limitações. nacionalidades.”. “a teoria das inteligências múltiplas sugere abordagens de ensino que se adaptam às ‘potencialidades’ individuais de cada aluno. para isso. deficiências sensoriais. As diferenças individuais decorrem de idade. 81) As modalidades pelas quais as pessoas aprendem melhor constituem os estilos de aprendizagem. com estímulos táteis e movimentos corporais 4. histórico infracional. desenho. 2000. Segundo Gardner (1994). vendo. 1+2 1+3 1+4 2+3 2+4 3+4 1+2+3 1+2+4 1+3+4 1+2+3+4 Na postura tradicional. assumindo que as pessoas são diferentes e a sociedade é formada pelo conjunto destas pessoas. 1999. encontramos que devemos “levar em conta a diferença e a variedade de pessoas e opiniões (. posição econômica. experiência de vida etc. cor. Compõem essa diversidade todos os segmentos populacionais representados por etnias. raça. gênero. o professor encontra bastante espaço para garantir o sucesso dos alunos nas atividades escolares. condição de saúde. Os estilos de aprendizagem são o modo como cada um de nós aprende melhor e as inteligências múltiplas constituem as habilidades que podemos utilizar para aprender qualquer coisa e realizar nossos objetivos. É. deficiências mentais. em que se busca saber quais são as dificuldades dos alunos. oferecemos uma educação de qualidade sem excluir nenhum aluno. assim como à modalidade pela qual cada um pode aprender melhor (citado por Schaffner & Buswell in Stainback & Stainback. culturas.

reforçar também o conceito do que significa “multiplicar”. Ao chegarem a 14 . não por meio de livros. 60). 60). desta forma. Aplicação das inteligências múltiplas em todas as disciplinas Qualquer disciplina pode e deve ser desenvolvida utilizando todas as inteligências. alunos que acabam não aprendendo nada de relevante para sua vida etc.O professor inclusivo prepara suas aulas e desenvolve suas atividades em sala de aula respeitando a diversidade humana e as diferenças individuais de seus alunos. colocando ênfase especial sempre no sétimo número. Acrescentando a isto o cuidado de propiciar condições para o atingimento dos objetivos individuais. e assim por diante). (Armstrong. e assim por diante. e a visão de Dewey da sala de aula como um microcosmo da sociedade” (idem. os alunos contam à medida que caminham em torno do círculo (da segunda vez em volta do círculo. no século 20. 60). ficando em pé e batendo palmas sempre no sétimo número. De certa forma. cada aluno usando um número de 0 a 9. cujos resultados práticos são desastrosos: alunos desinteressados na aula. ele está ampliando ao mesmo tempo o seu repertório de estratégias de ensino e a gama de participação positiva do aluno no processo de aprendizagem. p. o 1 se torna 21. será mais fácil descobrir a inclinação natural de cada um” (Diálogos de Platão. Enfim. À medida que contam. p. • • • • Contar até 70. mas por meio do ‘livro da vida’” (Emile. Trata-se de uma abordagem muito limitada da aprendizagem. da terceira vez. Começando com 0 (zero). de Montessori. materiais e técnicas e atingir uma gama cada vez maior e mais diversa de aprendizes”. p. Reproduzirei três exemplos de aula que utilizam oito inteligências (Armstrong. Jean Jacques Rousseau. deixemos que a educação inicial seja uma espécie de divertimento. o princípio de envolver o todo do aluno já era preconizado há muito tempo. Objetivos: Ajudar os alunos a dominar a tabuada de multiplicação por 7. Disciplina: Matemática. a idéia central da aplicação das inteligências múltiplas no desenvolvimento de qualquer disciplina é a de “incluir uma variedade mais ampla de métodos. o professor leva em consideração também a participação ativa dos alunos em todos os aspectos da vida escolar. Por outro lado. alunos desmotivados para executar tarefas. quando o professor utiliza todas as inteligências de cada aluno. [Musical/sonora] Completar um “mapa até cem”. no século 17. músicas. Friedrich Froebel “desenvolveu um currículo consistindo em experiências práticas com manipulativos (‘prendas’). moral e intelectual baseado solidamente em experiências concretas” (in Armstrong. 60). jogos. mas por meio da experiência. p. o zero se torna 10. declarou que “a criança precisa aprender não por meio das palavras. O princípio dessa utilização é o mesmo: devemos envolver a pessoa toda de cada aluno. colorindo sempre o sétimo número. citado por Armstrong. 60). p. Maria Montessori e John Dewey. citado por Armstrong. p. o 1 se torna 11. e a sétima pessoa depois dessa também agarra um pedaço antes de passar adiante a bola. Por exemplo. p. Platão escreveu: “Não usemos a coação. Sabemos de professores que sempre entenderam que a função deles é a de ensinar falando o tempo todo para os alunos. jardinagem e cuidado de animais” (idem. desenrolando-a na medida em que fazem isso. A primeira pessoa agarra a extremidade do fio. o zero se torna 20. A turma fará uma destas atividades diariamente na aula. os alunos passam uma bola de lã em torno do círculo. [Visual/espacial] Formar círculos de 10 alunos. [Corporal/cinestésica] Cantar os números de 1 a 70. escrevendo na lousa para os alunos copiarem e dando aos alunos tarefas escritas para provar que entenderam a matéria dada. “desenvolveram sistemas de instrução baseados em técnicas semelhantes às das inteligências múltiplas: as letras táteis e outros materiais para trabalhar em ritmo individual. Johann Heinrique Pestalozzi “enfatizou um currículo integrado que considerasse o treinamento físico. 59). 176178): Primeiro exemplo Nível de escolaridade: Segunda ou terceira série.

[Emocional/interpessoal. [Lógica/matemática] Os alunos recebem uma metáfora ou imagem visual da Lei de Boyle: “Imaginem que vocês têm um furúnculo na mão. metade dos alunos do lado direito e metade dos alunos do lado esquerdo são removidos. um desconhecido). Disciplina: Química. a pressão aumenta. [Visual/espacial] Os alunos encenam uma equação algébrica. flores) e explorar a matemática usando os múltiplos da natureza (por ex. [Naturalista/ecológica] Terceiro exemplo Nível de escolaridade: Ensino médio. os alunos desenham sua versão de x. 2x + 1 = 5) e mostram como encontrar x. capturá-la e dar-lhe seu nome certo. 29-30). na equação 2x + 1 = 5: um aluno é removido do lado esquerdo. Conforme vocês o apertam.. emocional/interpessoal] Criar desenhos geométricos para os 7s (setes) em um tabuleiro ou desenho. Eles resolvem problemas específicos relacionados a ela. Nova York: Avon. usar um círculo numerado de 0 a 9 e depois conectar com um cordão sempre no sétimo número até 70. [Visual/espacial] • • 15 . • • • • • Perguntamos aos alunos: “Quais são os mistérios – os x – em sua vida?” Discutir como os alunos “resolvem os x” ao lidar com problemas pessoais. corporal/cinestésica] Os alunos fazem equações algébricas usando manipulativos (números e funções em uma escala. até que o furúnculo finalmente estoura e salta pus por toda a sua mão!” (ou use a metáfora do balão). [Corporal/cinestésica] Os alunos repetem ritmicamente a seguinte estrofe várias vezes (eles podem acompanhar seu cântico com algum instrumento de percussão) [Musical/sonora]: X é um mistério. usou esta estratégia ao ensinar matemática ao sobrinho! Veja Ronald Clark. [Emocional/intrapessoal] Dizemos aos alunos: “Vamos nos aproximar da nossa presa. quantas pétalas têm 6 flores de 7 pétalas?). depois.. [Lógica / matemática] A professora diz aos alunos que x é como um fora-da-lei mascarado que precisa ser desmascarado. revelando o x como 2. outro é removido do lado direito. [Naturalista/ecológica] Segundo exemplo Nível de escolaridade: Sexta/sétima série. os lados precisam ser mantidos em equilíbrio para haver uma solução). Quanto mais vocês apertam...” (O tio de Albert Einstein.. Faça isso com formas vivas num ambiente natural (mas não destrua flores trazendo-as para serem “dissecadas”). [Verbal / • • lingüística] Os alunos recebem uma equação (por ex. a pressão é inversamente proporcional ao volume. [Verbal/lingüística] Os alunos recebem uma fórmula que descreve a Lei de Boyle: P x V = K. em que um aluno usando uma máscara representa o x e outros alunos representam números ou funções. • Os alunos recebem uma descrição verbal de x (“x” é uma incógnita. Jakob Einstein. Por ex. Você precisa encontrar um jeito de pegá-lo sozinho para que ele tenha de dizer seu nome. os alunos verão que o fio criou um desenho geométrico. Objetivo: Ensinar o conceito da Lei de Boyle.• • 70. [Visual/espacial. Tema: Álgebra Objetivo: Explicar a função de x em uma equação. • Os alunos recebem uma definição da Lei de Boyle: “Para uma massa e temperatura fixas de gás. maior a pressão. [Visual/espacial] Encontrar formas naturais que vêm em 7 (por ex. que começa a espremer. 1972. corporal/cinestésica. p.” Eles discutem a definição. usando a estratégia descrita anteriormente (por ex. Einstein: The Life and Times. um determinado aluno “resolve” então a equação tirando os alunos de ambos os lados da equação em uma série de etapas.

eles devem liberar o ar para ambos os lados da boca (mais volume) e devem indicar se a pressão aumenta ou diminui (ela diminui). as medidas padronizadas “quase sempre avaliam os alunos em ambientes artificiais. O volume aumenta e a pressão diminui. de uma única maneira. abrimos uma ampla gama de situações relevantes e significativas para a vida do aluno. na medida em que dois voluntários. Assim. • • • Os alunos tornam-se “moléculas” de ar em um “recipiente” (um recanto claramente definido da sala de aula). os alunos se encostam uns nos outros). em um ambiente muito parecido com o ambiente no qual se espera que mostrem essa aprendizagem na vida real” (Armstrong. distantes do mundo real”. maior a pressão (isto é. p. nunca comparamos os alunos entre si. Eles se movem em uma velocidade constante (temperatura) e não podem sair do recipiente (massa constante). A avaliação da aprendizagem deve servir menos para mostrar as falhas do aluno e mais para mostrar onde o ensino precisa melhorar. [Naturalista/ecológica] As IMs: atividades discentes. Tal tipo de avaliação partia do pressuposto de que todos os alunos têm um único estilo de aprendizagem e de que. sempre os comparamos com os respectivos desempenhos anteriores de cada um. corporal/cinestésica] Os alunos são questionados sobre os momentos em sua vida em que se sentiram “sob pressão”: “Você se sentia como se tivesse muito espaço?” (Resposta típica: muita pressão / pouco espaço). provas ou trabalhos no final de um período de aulas a fim de que eles provem por escrito o que aprenderam. Não mais aceitamos a idéia de submeter os alunos a testes. das quais extraímos os dados de avaliação da aprendizagem. devem provar que aprenderam a lição dada. menor a pressão.• • Os alunos fazem o seguinte experimento: vão encher a boca de ar até suas bochechas ficarem levemente saltadas. há uma variedade enorme de meios interessantes para o aluno envolver-se nas atividades discentes e mostrar o que aprenderam. Gradualmente. 119). Dentre as experiências que servem para a avaliação. eles colocam todo o ar em um dos lados da boca (menos volume) e indicam se a pressão aumenta ou diminui (ela aumenta). muda consideravelmente o conceito e a prática da avaliação da aprendizagem. subir à superfície diminui a pressão e isso aumenta o volume dos pulmões – só que os pulmões já se expandiram até a sua capacidade máxima. segurar o ar e então subir à superfícies. Depois. Afirma Armstrong que “observar os alunos resolvendo problemas ou criando produtos em contextos naturalistas fornece o melhor quadro de suas competências na variedade de assuntos ensinados na escola” (p. ao aplicarmos a teoria das inteligências múltiplas. As experiências dos alunos são relacionadas à Lei de Boyle. [Corporal/cinestésica] Os alunos repetem ritmicamente a seguinte mnemônica musical [Musical/sonora]: Quando o volume diminui. a mais importante é a observação e em seguida a documentação dos produtos dos alunos. mergulhar profundamente aumenta a pressão. [Emocional/intrapessoal] Os alunos recebem informações sobre mergulho com cilindros de ar: o mergulhador nunca deve mergulhar profundamente com o equipamento. Pergunta-se aos alunos o que vai acontecer nesta situação. onde a escola deve reestruturar-se melhor. 121). o tamanho do recipiente é reduzido. respirar fundo aumenta o volume. Em termos da Lei de Boyle. segurando um pedaço de cordão representando um lado do recipiente. Depois. quanto maior o espaço. com a formação de embolias de ar na corrente sangüínea. onde o professor pode mudar suas abordagens educativas. [Emocional/interpessoal. Como diz Armstrong. 16 . ao passo que “as medidas autênticas permitem aos alunos mostrar aquilo que aprenderam em um contexto  em outras palavras. adequação curricular e avaliação Pela perspectiva da teoria das inteligências múltiplas. a pressão aumenta o sangue começa a ferver e ouve-se um grito: “Eu preciso de mais espaço ou vou explodir”. (Resposta: uma condição potencialmente fatal. Como princípio. começam a movêlo para o lado das “moléculas pessoas”. Como se vê. respirar fundo. Observa-se que quanto menor o espaço.

Em muitas das nossas instituições e em muitos lares. também devem trabalhar com as inteligências múltiplas para si mesmos e para os alunos e familiares. mas posso fazer algo. às aspirações e às necessidades e. Professores e alunos têm no uso das inteligências múltiplas o fator sine qua non do sucesso da aprendizagem. você começa a procurar desculpas para não fazê-lo. isto foi aceitável diante dos diagnósticos e prognósticos que nossos instrumentais avaliativos e nossos referenciais teóricos mais avançados nos indicavam. pais. adolescentes e também os adultos não podem mais continuar sendo sacrificados e levando uma vida de baixa qualidade por causa da nossa incapacidade de responder aos estilos de aprendizagem e às múltiplas inteligências de cada um deles. Os técnicos.A comunidade escolar diante da teoria das inteligências múltiplas Todos os integrantes da comunidade escolar devem ser informados e capacitados a respeito da teoria das inteligências múltiplas a fim de que a aplicação desta teoria se torne uma prática comum em toda a escola. os alunos estarão valendo-se da combinação única de suas 12 inteligências para aprender. in Inclusion News). Como afirmou Wayne Sailor (1991. entendendo melhor o comportamento dos filhos e interagindo mais adequadamente com eles. desenvolvimento social etc. Em seguida. No passado. da cooperação e colaboração. Eu não me recusarei a fazer o algo que posso fazer. as metodologias didáticas e demais recursos educacionais que não mais atendem aos interesses. Como afirma Parish (1989. Os familiares terão uma participação importante ao ajudar os professores e técnicos a identificarem os níveis de desenvolvimento das inteligências de seus filhos. As mudanças não são impossíveis embora muitos aleguem isso. da autodeterminação e autodefesa. Nossas crianças. “Não há dúvida: as escolas precisam adaptarse aos alunos e não o inverso”. Não posso fazer tudo. cuja produção foi imensa e muito contribuiu para melhorar a vida das pessoas. terapeutas e familiares. você começa a procurar meios de consegui-lo. Em todas as aulas e nas atividades extraclasse. Se é algo que você não deseja fazer. Conclusão A busca do potencial nas identidades individuais precisa percorrer um novo caminho. Mas hoje. em especial os psicólogos. Inclusion News). os familiares serão elementos-chave no desenvolvimento das inteligências de seus filhos. realizar trabalhos. da vida independente.“ (In Inclusion News) Temos de efetuar mudanças radicais nos nossos sistemas de educação. acima de tudo. “A questão fundamental é a atitude. Nós  professores. da equiparação de oportunidades. Os funcionários da escola se beneficiarão muito com o conhecimento da teoria das inteligências múltiplas e passarão a melhor compreender os comportamentos dos alunos.” 17 . Se é algo que você deseja fazer. mas também todas as demais pessoas da sociedade  precisamos adotar os princípios do empoderamento. do modelo social da deficiência. O potencial existe em cada pessoa. resultando em um melhor relacionamento interpessoal com os mesmos. conhecendo as descobertas propiciadas pelo paradigma da inclusão e tendo em mãos a teoria das inteligências múltiplas. da autonomia. designando tarefas que solicitem o uso das melhores inteligências. Helen Keller. existem jovens e adultos com deficiências mais comprometidas que vêm permanecendo por muitos anos na condição de incapazes de aprender e produzir. o paradigma da inclusão. escreveu a seguinte frase: “Eu sou apenas uma. ao potencial até então ignorado de tantas e tantas identidades individuais. da diversidade humana e das diferenças individuais. não importa o grau de severidade da sua condição. da rejeição zero. interagir socialmente etc. saúde. não temos mais o consentimento das próprias pessoas com deficiência e de outras pessoas socialmente excluídas para continuarmos adotando os critérios de avaliação.

vamos mudar! De nada adianta termos atingido uma nova visão de pessoa. Soledade/RS. 2007. São Paulo/SP. Indaiatuba/SP. de sociedade. 2003. Marau/RS. 2007. Então. Parnaíba/PI. “Uma visão sem ação é apenas uma alucinação”. 1994. 2006. 2007. Informação acrescentada em 2007: Os cursos sobre inteligências múltiplas foram ministrados por Romeu Kazumi Sassaki nas seguintes cidades e datas: Teresina/PI. Janaúba/MG. 2005. 18 . 2006. Rio Branco.Só temos duas opções. Pontão/RS. Guarujá/SP. de potencial humano. 2007. Ou mudamos ou morremos. aluna da 7ª série. Caldas Novas/GO. 2004. 2002./AC 2004.  Beth Jones. 2006. Passo Fundo/RS. se não a utilizarmos para efetuar mudanças.

1999. não é tomado exclusivamente pelo ensino para a classe toda. 1996. no espaço à frente da afirmação. os alunos geralmente falam e escrevem frases inteiras e não em algumas palavras ou frases fragmentadas. Vida profissional dos professores ___ Os professores atuam em papéis diferenciados. ___ Os alunos servem como tutores dos colegas e têm acesso aos tutores colegas. tais como: orientando os colegas novatos. ___ Todas as disciplinas acadêmicas estão integradas no currículo. ou seja. ___ As tarefas de aprendizagem enfatizam as inteligências múltiplas e a diversidade humana. ___ O tempo para a aprendizagem escolar está organizado de modo flexível e não em períodos de extensão padronizados. dirigindo o desenvolvimento de currículo e supervisionando colegas. 19 . Por favor./var/www/apps/conversion/tmp/scratch_6/127774689. ___ As tarefas de aprendizagem procuram aprofundar a compreensão e não ficar no entendimento superficial. ___ Para completar seus trabalhos. ___ O trabalho dos alunos é auxiliado pelo uso extensivo da tecnologia de computadores. a afirmação é verdadeira) 1 = Discordo quase completamente (freqüentemente. em termos de aconselhamento e orientação. realização e avaliação de seus trabalhos. a afirmação é verdadeira) 4 = Concordo quase completamente (freqüentemente. ___ Os alunos participam do projeto de instrução baseada na comunidade. ___ Os alunos se relacionam com orientadores adultos. Margaret. Margaret & DENNY. ___ A equipe atua em papéis extensivos junto aos alunos. em termos programáticos de longo prazo.doc CRITÉRIOS INCLUSIVOS PARA A REESTRUTURAÇÃO ESCOLAR Texto adaptado por Romeu Kazumi Sassaki. o grau de discordância ou concordância em função da realidade da sua escola. a afirmação não é verdadeira) 2 = Discordo só um pouco (às vezes. ___ As tarefas de aprendizagem e de avaliação enfatizam a produção dos alunos e não a reprodução do conhecimento. Managing and implementing inclusive education. a afirmação é verdadeira) 5 = Concordo completamente (sempre ou quase sempre. Fonte: COADY. Instrução: Este instrumental serve para refletir a realidade da sua unidade escolar. ___ Os alunos têm influência substancial no planejamento. o estudo individual. o trabalho em grupos. a afirmação é verdadeira) Experiências do alunado ___ O tempo de aprendizagem é igualmente distribuído entre o ensino para a classe toda. ___ Os alunos passam a maior parte do tempo em grupos heterogêneos. leia cada afirmação e assinale. Lafayette: University of New Orleans / Louisiana Systems Change Project for Inclusive Education. sejam professores ou pessoas de fora da escola. a afirmação não é verdadeira) 3 = Concordo só um pouco (às vezes. conforme segue: 0 = Discordo completamente (raramente ou nunca.

ruptura familiar. equipes e currículo. desenvolvimento curricular e observação-reflexão de colegas. ___ Os alunos se matriculam na escola por livre escolha e não por algum outro critério. programação esta que vai além das atividades tradicionais dos pais (reunião de pais.___ A equipe ajuda a projetar a capacitação contínua. pessoas sem-teto. abuso de drogas e álcool. 20 . ___ Há incentivos organizacionais específicos para os professores experimentarem e desenvolverem novos programas e currículo que respondam mais efetivamente à diversidade do alunado. ___ Os professores recebem prêmios pecuniários baseados nos resultados dos alunos e na avaliação do desempenho dos professores. abuso sexual. durante o ano letivo ou nas férias escolares e após a sua formatura. ___ Os professores lecionam em equipes. ___ A equipe participa em planejamento colegiado. treinamento e emprego de pais). ___ Os professores trabalham junto aos alunos tanto em pequenos grupos e em estudos individuais como no ensino para a classe toda. ___ A escola oferece programas de educação de adultos e atividades recreativas para a comunidade em geral.) ___ A escola possui um mecanismo formal para se articular com recursos comunitários prestadores de serviços nas áreas de cuidados à infância. gênero. ___ A escola possui acordos formais com empregadores locais para colocar seus alunos em empregos ou trabalhos de início de carreira. Coordenação de serviços comunitários ___ A escola possui uma programação sistemática para os pais se envolverem na vida acadêmica dos alunos. ___ A escola toma decisões programáticas baseadas na análise sistemática dos dados de desempenho dos alunos. assistência socioeconômica. ___ Os professores exercem controle sobre o currículo e a política da escola. equipes e currículo. status socioeconômico etc. participação em eventos internos da escola etc. ___ A escola recebe prêmios pecuniários baseados nos resultados dos alunos. em tempo programado para isto durante o dia. ___ Os professores trabalham junto aos pais e aos profissionais de apoio a fim de atender às necessidades dos alunos. ___ A escola participa de programas comunitários diretamente pertinentes aos seus alunos. ___ Os professores trabalham junto aos alunos em períodos flexíveis de tempo.) ___ A delegacia regional provê incentivos especiais para o diretor participar na reestruturação da escola. desmembrados em suas características (por ex. gravidez de adolescentes. ___ A escola possui acordos formais com instituições de ensino para a promoção do desenvolvimento de suas equipes e para o planejamento curricular. ___ A escola possui acordos formais com instituições de ensino para ajudar seus alunos a continuarem seus estudos. em serviço. com base na avaliação de necessidades da escola. gerenciamento e administração ___ A escola exerce controle sobre orçamento. crime e delinqüência.. ___ A escola é conduzida por um conselho no qual os professores e/ou os pais têm controle sobre orçamento. Liderança. raça.

30 e 72-73). 2002. escrito conjuntamente por professores. • O PIE é um instrumento de gestão que assegura aos alunos os serviços especiais que necessitarem. Conceito de Plano Individualizado de Educação O Plano Individualizado de Educação (PIE) é um compromisso individualizado sobre a disponibilização de serviços que atendam às necessidades especiais dos alunos. como parceiros iguais. a respeito da qual os pais e a escola concordaram. • O PIE serve como um dispositivo de avaliação para determinar a extensão do progresso dos alunos em direção aos resultados projetados (metas). conjuntamente. as necessidades dos alunos.NICHCY (1990) descreve diversos propósitos e funções do PIE: • O PIE é um meio de comunicação. onde o autor realizou trabalho de consultoria em educação inclusiva. que possibilita aos pais e ao pessoal da escola determinarem. • O PIE propicia uma oportunidade para resolver as diferenças que possam existir entre os pais do aluno e a escola. • O PIE acolhe por escrito o compromisso de prover os recursos necessários que assegurem para o aluno o recebimento dos serviços especiais. Louisiana. o PIE oferece a base para se planejar o ensino. outros profissionais da escola e pais. Uma das primeiras atividades do planejamento das aulas consiste em desenvolvermos um PIE para cada aluno com necessidades especiais. e 2) preenchimento do PIE. que se torna um registro escrito sobre a reunião. O processo de planejamento do PIE requer que as pessoas responsáveis pela educação do aluno se envolvam em duas atividades: 1) uma reunião durante a qual os pais e o pessoal da escola juntos determinam o programa educacional do aluno. Propósitos e funções do PIE Segundo Bauer & Shea (1999.GUIA PARA O PLANO INDIVIDUALIZADO DE EDUCAÇÃO Romeu Kazumi Sassaki. EUA. O Centro Nacional de Informação para Crianças e Adolescentes com Deficiência . Minas Gerais e Paraná. 21 . • O PIE é um documento de monitoramento utilizado por pessoas autorizadas de vários órgãos governamentais para determinar se os alunos estão recebendo educação pública. adequada e gratuita. O presente texto e o seu anexo foram adaptados de apostilas da Conferência Estadual de Educação Inclusiva (realizada em 1996 em Lafayette. os serviços que lhes serão providos para atender àquelas necessidades e os resultados esperados. e freqüentada pelo autor) e divulgados entre 1999 e 2002 nos Estados de Goiás. pp.

entendese que nenhuma escola poderá recusar a matrícula de crianças. os perfis dos estudantes. disfunções ou deficiências. suspender. que tem o mesmo direito de acesso à educação que outros alunos já usufruíam. para qualquer finalidade ― por exemplo: emprego. políticos e estéticos de modo a assegurar: 22 . I). o conceito passou a abranger as necessidades especiais. independentemente de suas causas. 4° da já referida Resolução CNE/CEB n° 2: “Como modalidade da Educação Básica. procedimentos e atitudes”. Este dispositivo constitui uma aplicação da filosofia da exclusão zero. 2002.recusar. cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais. no cenário das escolas voltadas à diversidade humana com todas as suas diferenças individuais. sem justa causa. compreendidas em dois grupos: a) aquelas não-vinculadas a uma causa orgânica.298. a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau. público ou privado. no campo da educação. cancelar ou fazer cessar. o novo alunado se caracteriza pela agregação de pessoas que até então estavam excluídas. disseminada mundialmente a partir da segunda metade da década de 80. de 24/10/89. assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos”). regulamentada pelo Decreto n° 3. III . art. Esta diretriz já existia legalmente desde 1989 (Lei n° 7. 2° da Resolução n° 2. são aquelas decorrentes das seguintes três situações (art. tais como: uma deficiência. por motivos derivados da deficiência que porta”. a educação especial considerará as situações singulares.853.dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares. A presença desse novo tipo de aluno. demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis. 8°. uma situação social marginalizante ou excludente. a exclusão zero (ou rejeição zero) consistia em não excluir uma pessoa. as características biopsicossociais dos alunos e suas faixas etárias e se pautará em princípios éticos. 5° da citada Resolução): “I . grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar rapidamente conceitos. Mais tarde. Inicialmente. A partir da diretriz explicitada no art. O espírito do PIE está subentendido no enunciado do art.dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos. Tal imperativo é uma conseqüência natural do fato de que. b) aquelas relacionadas a condições.altas habilidades/superdotação.Justificativa do PIE . adolescentes e jovens. As necessidades especiais. determina a disponibilização do PIE. II . terapia ou educação ― com base no fato de que ela possuía uma deficiência ou por causa do grau de severidade dessa deficiência (Alonso & Río [1991?] in Sassaki. “Constitui crime punível com reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa: I . 50).por que utilizá-lo? O Plano Individualizado de Educação deve ser disponibilizado pela escola a todos os alunos com necessidades educacionais especiais a fim de garantir o sucesso deles no mesmo espaço escolar em que os demais alunos estejam estudando. procrastinar. do Conselho Nacional de Educação (“Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos. de 20/12/99. p. inc.

2. 23 .  Marcação de datas para as próximas reuniões do PIE deste aluno. III . 3. Preparação para o PIE      Coleta de informações existentes sobre o aluno.     Processo de Revisão do PIE O processo de revisão do PIE é como um plano de viagem que necessita ser revisto durante o percurso a fim de atender às novas circunstâncias que poderão surgir.a dignidade humana e a observância do direito de cada aluno de realizar seus projetos de estudo. se o aluno já os teve em anos anteriores. O processo é circular no sentido de que ele não começo nem fim. Revisão das informações existentes sobre o aluno. política e econômica e sua ampliação. Reunião da equipe escolar para corrigir rumos à medida das necessidades (Ver Processo de Revisão do PIE. adiante). Explicação aos pais sobre a importância do PIE para o seu filho.) São as seguintes as etapas deste processo circular:  Avaliação da equipe sobre o PIE originalmente preenchido. como base para a constituição e ampliação de valores. a seguir descritas: 1. atitudes. o reconhecimento e a valorização das suas diferenças e potencialidades. suas necessidades etc. mediante o cumprimento de seus deveres e o usufruto de seus direitos”. bem como de suas necessidades educacionais especiais no processo de ensino e aprendizagem. habilidades e competências.  Discussão e preenchimento dos itens do PIE (seguindo o modelo adotado pela escola). Monitoramento dessa execução.o desenvolvimento para o exercício da cidadania. Marcação de data para a reunião do PIE com os pais. de trabalho e de inserção na vida social. Realização da reunião do PIE  Distribuição de material pertinente ao PIE para ser utilizado na reunião.a busca da identidade própria de cada educando. seus interesses. Sumarização dos PIEs. da capacidade de participação social.  Comunicação com os pais sobre essas correções de rumo. Processo de desenvolvimento do PIE O processo de desenvolvimento do PIE envolve professores. II . Providências posteriores à reunião do PIE Distribuição do PIE preenchido aos setores designados para executá-lo.  Decisão sobre a transição do aluno para outras séries ou níveis escolares ou para a educação profissional e/ou para o mercado de trabalho. conhecimentos. enquanto perdurar a necessidade de “corrigir rumos” sempre no melhor interesse do aluno (suas habilidades. Execução das atividades indicadas no PIE.  Negociação dentro da equipe para concluir divergências.I . outros profissionais da escola e pais em diversas etapas e ações.

Referências bibliográficas BAUER. GOVERNO do Paraná. aumento das competências. Baltimore: Brookes. Educação inclusiva: contextos sociais. CONSELHO Nacional de Educação. 2000. da família e da equipe escolar. __. 39-40. Rio de Janeiro: WVA. Lafayette. Programa Estadual de Educação para a Diversidade numa Perspectiva Inclusiva. Thomas. de 11 de setembro de 2001.853. Goiânia: Secretaria de Educação/Superintendência do Ensino Especial. Negociação e recomendações do aluno. Anne. Porto Alegre: Artmed. o lazer (habilidades de usar os momentos livres) e o trabalho (habilidades de execução das tarefas escolares)? b) As atividades de aprendizagem estão levando em consideração os desejos. melhoria da participação social. 1999. 14/9/01. Margaret. (material de apoio) 24 . pp. Peter. Romeu Kazumi. 4. DENNY. Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência – Direitos das pessoas portadoras de deficiência. Managing and implementing inclusive education. adequação à idade. as inteligências e as preferências do aluno e da família? c) As atividades de aprendizagem aumentarão as competências do aluno? d) As atividades de aprendizagem promoverão a melhoria da imagem e da participação do aluno na sociedade? e) As atividades de aprendizagem são apropriadas à idade (ou faixa etária) do aluno? f) As atividades de aprendizagem levarão o aluno a resultados significados e valiosos para ele? g) No contexto das atividades de aprendizagem. Brasília: Diário Oficial da União. de acordo com as circunstâncias específicas da realidade da unidade escolar e da região. COADY. 2001. Curitiba: Departamento de Educação Especial/Secretaria de Estado da Educação. Programa de Apoio à Educação para a Diversidade.  Revisão. Belo Horizonte: Diretoria da Educação Especial/Secretaria de Estado da Educação. Seção 1E.  Consideração aos desejos e preferências do aluno e da família. Louisiana State Conference on Inclusive Education. (mimeo) STATE Department of Education. Caldas Novas. MITTLER. Inclusion 101: how to teach all learners. Educação Inclusiva – Linhas de Ação para o Estado do Paraná. 1996. SASSAKI. melhoria da imagem.298. DECRETO federal nº 3. Lafayette: Louisiana Systems Change Project for Inclusive Education. 2001. de 20 de dezembro de 1999. LEI federal nº 7. Ao participarem da reunião de revisão do PIE. de 24 de outubro de 1989. [Evento estadual realizado nos dias 3 e 4 de outubro de 1996]. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos.  Confirmação das decisões sobre o aluno: equilíbrio entre as atividades projetadas. GOVERNO de Minas Gerais.ed. LA: Department of Education. Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. o aluno está utilizando o que está aprendendo? Instrumental do PIE Cada escola adaptar o modelo de instrumental do PIE. 1999. Resolução nº 2. 2002. SHEA. 2003. Margaret. GOVERNO de Goiás. será proveitoso levar em conta as seguintes questões: a) Estão em equilíbrio as atividades de aprendizagem indicadas para a gestão pessoal (habilidades de lidar com assuntos pessoais). implementação e monitoramento trimestralmente. Curso de Inteligências múltiplas na educação inclusiva.

/var/www/apps/conversion/tmp/scratch_6/127774689. Porto Alegre: Artmed.WISE. 2003. Liz. GLASS. Chris. Trabalhando com Hannah: uma criança especial em uma escola comum.doc 25 .

Recomendações do Comitê Escolar quanto a procedimentos e técnicas específicos 1. habilidades motoras grossas são semelhantes àqueles dos colegas. Caderno de comunicação pais/escola.Produtos permanentes serão inseridos no portfólio. 1999. professora. Márcia Lucchesi. in A. (Ver o seu Inventário de Inteligências Múltiplas e o seu estilo de aprendizagem) Pontos negativos: legibilidade da escrita. Kibon. Critérios objetivos de avaliação referentes às metas anuais . 2. Avaliação em terapia ocupacional. começa a identificar algumas palavras. Não receberá serviços adicionais neste ano letivo. escreve de 1 a 20. esforça-se em todas as tarefas. Ana Moreira. SBT. habilidades motoras finas. Shea. Inclusion 101: how to teach all learners. Davi aumentará seu vocabulário de palavrasimagem.Anexo PLANO INDIVIDUALIZADO DE EDUCAÇÃO Riverside School District. Davi aumentará seus conceitos de quantidade e numeração. conta até 100. pai. Adaptação de Romeu Kazumi Sassaki [Inserir aqui o nome da Secretaria de Educação no estado ou no município e o nome do órgão regional educação no estado ou no município] Aluno: Davi Ferreira Escola: EE Fernão Dias Pais Data de nascimento: 21/6/93 Data da reunião: 3/3/01 Resumo dos atuais níveis de desempenho Pontos positivos: Entusiástico. exames estaduais de proficiência. Davi melhorará a legibilidade na escrita. 1. escreve seu nome. mãe. Bauer & T. VW). permanece na tarefa por 20 min. Jorge Moreira. presidente. Davi iniciará pelo menos um comentário Apoios humanos fonoaudiólogo Pessoa Tempo Data de responsável necessário início professor 100% 3/3/01 Data de revisão 4/2/02 consultar professores 13/6/01 4/2/02 26 . . 2. responder com volume apropriado de voz na sala de aula (geralmente não responde ou encolhe os ombros). Metas de curto prazo Davi iniciará pelo menos um comentário para um colega.: Coca-Cola. Não participará dos Rosa Silva.. 74-75. pp. Baltimore: Brookes.Registro de situações importantes. Metas anuais Tempo Observações Membros do Comitê presentes Davi aumentará sua 100% linguagem verbal em sala de aula. vocabulário palavras-imagem (ex. toma iniciativa no playground.

por sessão de trabalho durante o tempo alocado aos pequenos grupos Com pistas fornecidas pelo professor. Davi participará de tutoria com colegas usando cartões de palavras-imagem.doc 27 . Davi contará até 20 objetos sem ajuda. professor professor 100% 3/3/01 4/3/02 /var/www/apps/conversion/tmp/scratch_6/127774689. Davi iniciará um comentário pelo menos 2 vezes diariamente na sala de aula. Davi participará de grupo de leitura professor e consultor de educação especial professor 100% 3/3/01 4/3/02 professor professor 100% 3/3/01 4/9/01 4/3/02 2/9/02 26/3/01 15/9/01 Davi escreverá seu nome e sobrenome legivelmente. Davi copiará palavras de um texto com 80% de exatidão. Davi contará até 10 objetos sem ajuda.

Este aluno é leitor visual. Ao preparar suas aulas. Ele se lembra melhor do conteúdo das aulas se ele o expressar em ações. depoimento. desenhos • Recursos para organizar gráficos • Textos com muitas figuras Estilo Cinestésico/tátil Aluno com este estilo aprende tocando e manipulando objetos. Este aluno gosta de conversar e entrevistar. o professor prepara os temas em forma de: • Desenho. • Apresentação de relatórios oralmente Estilo Visual Aluno com este estilo será capaz de se lembrar do que vê e prefere instruções escritas.everythingesl. Por isto. em seguida. pintura. Existem quatro estilos básicos de aprendizagem. livro falado • Participação em um painel de discussão. tabelas • Histórias em quadrinhos. leve em consideração as seguintes características dos estilos de aprendizagem: Estilo Auditivo Aluno com este estilo será capaz de se lembrar do que ele ouve e prefere instruções orais. O professor traz o tema em formato de: • Gráficos de computação • Mapas.doc 28 .php Adaptação: Romeu Kazumi Sassaki. que gosta de ler em silêncio. cartazes • Diagramas. gráficos. Ele tem a necessidade de envolver o corpo todo na aprendizagem. 18/4/05. www. Ele aprende ouvindo e falando.ENSINE CONSIDERANDO OS ESTILOS DE APRENDIZAGEM DE SEUS ALUNOS Judie Haynes © 1998-2004 Judie Haynes. figuras • Música instrumental ou cantada (com letra que aborde o tema a ser estudado) • Dança ou jogos através dos quais o tema possa ser focalizado • Um breve trecho selecionado de um filme disponível nas locadoras • Um breve vídeo filmado pelo próprio professor ou por outra pessoa • Modelos tridimensionais /var/www/apps/conversion/tmp/scratch_6/127774689. Ele é leitor fonético. este aluno trabalha os temas também no formato artístico.net/inservices/learningstyle. O professor traz o tema em formato de: • Jogos que envolvam o corpo todo • Atividades de movimento • Modelos e dioramas prontos e/ou a serem construídos pelo aluno • Instruções orais ou escritas para o aluno fazer alguma coisa concreta • Experimentos prontos e/ou a ser realizado pelo aluno • Desenho pronto e/ou a ser feito pelo aluno Estilo Artístico Aluno com este estilo aprende melhor quando os temas que o professor vai ensinar são apresentados no formato artístico e. e cerca de 10 combinações dos estilos básicos. O professor traz o tema da aula em formato de: • Entrevista. É importante para alunos e professores conheceram seus respectivos estilos de aprendizagem. com ou sem material escrito. assistir a filmes em vídeo. debate. abaixo descritos.

C = Ainda não dei este apoio. escrevendo no caderno. as práticas pedagógicas adotadas e outros assuntos de interesse para o aprendizado do seu filho. acompanhando em casa suas tarefas escolares.COMO O APRENDIZADO DO ALUNO É APOIADO POR SUA FAMÍLIA Romeu Kazumi Sassaki. Associação de Pais e Mestres. As letras significam: A = Dou este apoio totalmente. Texto baseado no instrumental “Envolvimento da Família nas Práticas Inclusivas da Escola”. 2005. Os pais se comunicam com a escola sobre a situação do seu filho. informações sobre deficiências. Os pais atuam como parceiros junto à equipe escolar. telefonando para o diretor. Os pais ajudam a escola a organizar informações sobre os serviços de apoio que devem estar disponíveis às famílias: aconselhamento individual. plano de adaptações arquitetônicas etc. Para cada tipo de apoio. informações sobre serviços especializados em deficiência existentes na comunidade etc. na resolução das principais questões que envolvem o aprendizado do seu. esquema de transporte de alunos com deficiência. A B C 3 4 5 6 7 8 9 10 Seu nome completo: ____________________________________________________ /var/www/apps/conversion/tmp/scratch_6/127774689. conselho da escola. assinale com um X o nível de apoio que você (pai ou mãe) oferece atualmente ao seu filho. juntamente com a equipe escolar. grupos de apoio.doc 29 . materiais didáticos em braile etc. intérpretes da língua de sinais (para alunos surdos). Os pais demonstram ao seu filho um forte interesse pelo sucesso dele como aluno. Os pais ajudam a escola a organizar informações sobre: os seus direitos. B = Dou este apoio em parte. Os pais ajudam a escola a organizar cursos de treinamento (capacitações) sobre os assuntos relativos ao seu papel como pais. Instruções deste exercício: São apresentados abaixo 10 tipos de apoio. proporcionando a ele condições para que ele consiga completar essas tarefas etc. conversando pessoalmente com professores etc. Nº 1 2 Tipo de apoio Os pais participam nas reuniões de pais convocadas pela escola para tratar de assuntos ligados à própria escola e a todos os alunos. Os pais ajudam a escola a disponibilizar alguns recursos para as necessidades especiais da família: local para reuniões após o horário comercial. Os pais participam em ações de apoio à escola: grupo de voluntários para salas de aula. Os pais participam da elaboração do Plano Individualizado de Educação (PIE) do seu filho.

tenham sucesso na escola. Uma escola que concorde que todas as crianças são capazes e que cada criança é capaz a seu modo. a escola sempre foi um lugar que somente aceitava a matrícula das crianças que supostamente tinham capacidade intelectual para aprender. por isso. Como assim? Após quatro séculos. quais atividades os alunos devem realizar. crescer e desenvolver-se como pessoas por inteiro. como será avaliado o aprendizado para a escola saber quem aprendeu e quem não aprendeu. desafiador. visual. auditiva e fisicamente. possam estudar juntos em um ambiente positivo. o mundo começou a mudar radicalmente contra este tipo de escola e de sociedade. Uma escola que admite que cada criança aprende de um jeito só dela e. orientação e apoio para que todos os alunos – sem exceção . como eles precisam comportar-se para conseguir aprender o que os professores ensinam. Os profissionais da educação deram o nome de “educação inclusiva” a esta nova e revolucionária forma de ensino e aprendizagem. Um ambiente onde todos conseguem aprender. Este tipo de escola sempre acreditou que não poderia matricular crianças consideradas. Uma escola que discorde da prática de separar as crianças em capazes e incapazes. incapazes de aprender como a maioria dos alunos. 12/5/05 Durante os últimos 400 anos. acolhedor. nos últimos 15 anos. includente. a escola continua sendo um lugar que decide tudo: o que os alunos precisam estudar. Mas. por algum critério. Existem muitos recursos que podem ajudar pais e educadores a encontrar inspiração. Hoje. quaisquer que sejam suas características diferenciais. Um número cada vez maior de pais. Professores que trabalhavam neste tipo de escola sempre acreditaram que não era obrigação deles ensinar crianças que não se encaixavam no perfil de alunos capazes intelectual. Uma escola que ensina o que as crianças querem e precisam aprender em função da situação de vida de cada criança. a escola foi sempre do mesmo jeito. interessante.10 MOTIVOS PARA A ESCOLA SER DE TODAS AS CRIANÇAS JUNTAS Romeu Kazumi Sassaki. em todo o território brasileiro – a exemplo do que ocorre em muitas partes do mundo -. A fim de poder cumprir essas decisões. estudar. Isto acontece porque já existe um 30 . eficiente e eficaz. colaborando e cooperando mutuamente. educadores e outras pessoas sinceramente preocupadas com os direitos de todos os seres humanos defende uma escola que receba e ensine todos os tipos de criança. As escolas que adotam o modelo inclusivo chamam-se “escolas inclusivas”. existem pais e educadores preocupados em transformar as escolas comuns em escolas inclusivas a fim de que todas as crianças e todos os jovens e adultos. tem o direito de aprender do jeito dela. felizmente. Uma escola que encoraje todas as crianças a aprenderem juntas. A escola e a sociedade copiavam uma da outra esse modelo de valorizar as pessoas capazes e excluir as pessoas consideradas incapazes. estimulante.

Elas não precisam ser protegidas uma da outra. Um desses recursos é um pequeno texto que fala em 10 razões para a educação ser inclusiva. Todas as crianças precisam de uma educação que as ajude a desenvolver relacionamentos e as prepare para a vida na sociedade. respeito e compreensão. estão exigindo o fim da segregação. Ele foi produzido pelo Centro de Estudos sobre Educação Inclusiva. Vou apresentar a seguir uma adaptação que fiz desse texto. educação de qualidade e senso social. DIREITO HUMANO 1. é uma educação de qualidade e tem um bom senso social. Com apoio e compromisso. e-mail: romeukf@uol. 10. As pesquisas mostram que as crianças aprendem melhor. descrevendo a si mesmos como sobreviventes de escolas especiais. Não há ensino ou atenção em uma escola segregada que não possa ser oferecido em escolas comuns. As crianças não devem ser desvalorizadas ou discriminadas por meio da exclusão ou rejeição com base em sua deficiência ou dificuldade de aprendizagem. EDUCAÇÃO DE QUALIDADE 5.imenso conjunto de documentos que relatam experiências bem-sucedidas em educação inclusiva.br 31 . 7. em ambientes inclusivos. além de fomentar o preconceito. As crianças se pertencem. com vantagens e benefícios para todas. A segregação ensina as crianças a terem medo e serem ignorantes. Não existem razões legítimas para separar as crianças na vida educacional. acadêmica e socialmente. Todas as crianças têm o direito de aprender juntas.com. A educação inclusiva é um direito humano. da Grã-Bretanha. 3. 2. 6. 9. Adultos com deficiência. Os 10 motivos para uma escola ser de todas as crianças podem ser agrupados nestes três aspectos: direito humano. Somente a inclusão tem o potencial para reduzir o medo e construir amizade. 4. SENSO SOCIAL 8. /var/www/apps/conversion/tmp/scratch_6/127774689.doc\Romeu Kazumi Sassaki. a educação inclusiva constitui um melhor uso dos recursos educacionais.

RESUMO DA SITUAÇÃO A Secretaria Municipal de Educação do município de Ponte Azul recebeu Antonio Dantas. Como o município pode se resguardar (através de lei) para que não ocorram problemas semelhantes no futuro? Estamos com muitas dúvidas. por um acaso. uma pessoa relativamente agressiva. Aluno deficiente. n. Mas Antonio Dantas aprende muito pouco. Sou assistente social. a assistente social Sandra Paes solicitou ajuda para este consultor. O que devemos levar em conta. idade mental: 10 anos. Por isso. que tem menos de 3 mil habitantes. (BRASIL. A partir de então tudo mudou: seu comportamento. solicito ajuda para o seguinte caso: Nome: Antonio Dantas (nome fictício). mas até agora não houve um resultado satisfatório. a idade cronológica ou a idade mental do aluno Antonio Dantas? 3. Sandra Paes (nome fictício)”. Por favor. não tomava banho. inclusive colocando-o em uma turma de crianças. para ser colocada em uma das escolas da rede municipal. passaram a ajudá-lo. Grata. pois Antonio Dantas é um homem entre muitas crianças.EDUCAÇÃO: DA INTEGRAÇÃO PARA A INCLUSÃO Romeu Kazumi Sassaki Consultor e escritor de livros sobre inclusão social Artigo publicado na Revista Nacional de Reabilitação. Chegou às minhas mãos um problema que tenho dúvidas quanto ao procedimento. os alunos. idade cronológica: 33 anos. ano XI. não era sociável. uma pessoa com 33 anos idade. Por muito tempo. até que. Foram feitas várias tentativas de inclusão. Enfim. Antonio Dantas demonstrou interesse em assistir às aulas junto com crianças cujas idades giram em torno dos 10 anos. Qual o procedimento a ser tomado neste caso? 2. incentivando-o. mas sem sucesso. 62. RELATO DA ASSISTENTE SOCIAL “Olá! Espero que vocês possam me ajudar num impasse. nos forneça informações urgentes. trabalho na Prefeitura Municipal de Ponte Azul (nome fictício). 2008) ORIENTAÇÃO À CONSULENTE Quem é o problema: o aluno ou a escola? 32 . Questões: 1. seu relacionamento com pessoas. maio/junho 2008. que anteriormente o temiam. Por este motivo. Inúmeras tentativas foram feitas.

É imprescindível abandonar a noção de que “o aluno Antonio Dantas é o único ‘problema’ a ser solucionado. Resposta: Uma vez iniciado o processo de mudança do sistema educacional no município de Ponte Azul. “o conceito de apoios foi proposto há cerca de 15 anos [±1990] e revolucionou a maneira como os serviços de reabilitação e educação são providos para pessoas com deficiência intelectual.). não se usa mais o conceito de “idade mental”. recreação e turismo etc. Ao invés de moldar as pessoas em categorias diagnósticas pré-existentes e forçá-las para dentro dos modelos existentes de serviços. O falso dilema A consulente pergunta: “Qual o procedimento a ser tomado no caso deste aluno?”. Há décadas. educação. A abordagem de apoios também reconhece que as necessidades e circunstâncias individuais mudarão ao longo do tempo. instituições de reabilitação. interesses e bem-estar pessoal de uma pessoa com 33 . ‘retardamento mental’ e outros nomes. O aluno Antonio Dantas se tornou um ‘problema’ como conseqüência desse obsoletismo. Os apoios são definidos como recursos e estratégias individuais necessários à promoção do desenvolvimento. psicólogos. Não é nenhuma surpresa que as tentativas para ‘encaixar’ o aluno adulto Antonio Dantas em sucessivas turmas de crianças não tenham dado resultado positivo. mas da maioria dos municípios brasileiros. os apoios foram dramaticamente expandidos e aperfeiçoados para refletirem o significativo progresso da última década. Portanto. a abordagem de apoios avalia as necessidades específicas da pessoa e então sugere estratégias. sistemas escolares. antes disso. É importante que toda a comunidade escolar e as autoridades educacionais se conscientizem de que o ‘problema’ é o obsoletismo do sistema educacional. não basta “resolver o problema chamado Antonio Dantas”: estaríamos resolvendo o sintoma e não a causa do problema.A primeira orientação se refere à abordagem que sugerimos não só à consulente como também à Secretaria Municipal como um todo. não só do município de Ponte Azul. esporte. que no passado levou educadores. como se tudo o mais no sistema escolar daquele município estivesse totalmente correto sob o ponto de vista da educação inclusiva”. [Ler os textos anexos “Deficiência mental ou intelectual? Doença ou transtorno mental? Atualizações semânticas na inclusão de pessoas” (SASSAKI. Pois. Os apoios constituíram um aspecto inovador do manual da AAIDD de 1992 e permanecem vitais no de 2002. serviços e apoios que otimizarão o funcionamento da pessoa. O que são apoios e para que eles servem? Segundo a Associação Americana de Deficiências Intelectual e de Desenvolvimento. como ‘retardo mental’. anteriormente conhecida como ‘deficiência mental’ e. assistentes sociais e familiares do mundo inteiro a tomar atitudes hoje consideradas tecnicamente equivocadas e socialmente injustas para com as pessoas com diagnóstico de deficiência intelectual. Hoje. é necessário também abandonarem o falso dilema “idade cronológica X idade mental”. 2005) e também “Deficiência intelectual e inclusão” (SASSAKI. estavam nivelando a falsa ‘idade mental’ deste aluno com a real ‘idade cronológica’ dos alunos sem deficiência. as limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas (ler detalhes mais abaixo) e os apoios que a pessoa com deficiência intelectual tem o direito de receber da sociedade (familiares. profissionais. 2007)]. são importantes a idade (cronológica). serviços de lazer. sistemas produtivos. Em 2002.

examinadas mais adiante. Como? [Ler os arquivos anexos “Inclusão: o paradigma do século 21” (SASSAKI.deficiência intelectual. Focalizar sobre os apoios como uma forma de melhorar a educação. com manifestação antes dos 18 anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas”. referindo-se ao aluno Antonio.296. A provisão de apoios individualizados pode melhorar o funcionamento pessoal. de 2/12/04. a recreação e os ambientes habitacionais é uma importante parte das abordagens centradas-na-pessoa ao se oferecer apoios a uma pessoa com deficiência intelectual”. 2007)]. e melhorar o bem-estar pessoal de uma pessoa com deficiência intelectual. 33 anos de idade”. Já sabemos que ele foi colocado “entre muitas crianças” cuja idade cronológica era igual à idade mental do aluno Álvaro Dantas. atribui-se à deficiência intelectual o “funcionamento intelectual significativamente inferior à média. Escolarização ou profissionalização? A consulente diz que “nós (o pessoal da escola) estamos com muitas dúvidas. atrelada ao mundo do trabalho. Além deste grave erro. De acordo com o Decreto n. professores. amigos. 5. escreveu: “Aluno deficiente. [Ler o documento “Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” (BRASIL. Tanto no formato de treinamento profissional quanto no de formação profissional. Os apoios podem ser providos por pais. Terminologia atual A consulente. 2007)]. [Ler o livro “Educação profissional e trabalho para pessoas com deficiências intelectual e múltipla: Plano orientador para gestores e profissionais” (OLIVEIRA. o outro equívoco foi o de tentar escolarizar o aluno Antonio. médicos ou por qualquer pessoa ou entidade apropriada. “Cinco são os pressupostos essências à aplicação desta definição: 1 . promover a autodeterminação e a inclusão na sociedade. o emprego. 2005)]. Os apoios individualizados deverão ser oferecidos durante a realização das atividades correspondentes às 10 áreas de habilidades adaptativas. Da integração para a inclusão: o percurso irreversível A consulente pergunta: “Como o município pode se resguardar (através de lei) para que não venha a dar problemas futuros?”. Sugerimos que se passe a escrever ou dizer: “Caso: Pessoa com deficiência intelectual.As limitações no funcionamento atual 34 . dependendo de cada pessoa. Mas não estariam com essas dúvidas se não tivessem colocado “um homem” de 30 anos de idade no meio das crianças. 2005) e também “Diferenças procedimentais entre os paradigmas da integração e da inclusão no campo da educação” (SASSAKI. Segundo a Associação Americana de Deficiências Intelectual e de Desenvolvimento. idade cronológica: 33 anos. pois é um homem entre muitas crianças”. Resposta: mudando o paradigma tradicional (integrativo) do sistema educacional para o paradigma inclusivo. idade mental: 10 anos”. psicólogos. basta ensinar a estes alunos a alfabetização funcional. O procedimento correto consiste em proporcionar a jovens adultos com deficiência e adultos com deficiência oportunidades de educação profissional de cunho bastante prático.

Uma compreensão completa e acurada sobre a deficiência intelectual envolve o entendimento de que a deficiência intelectual se refere a um particular estado de funcionamento que começa na infância. a deficiência intelectual não é algo que você tem.precisam ser consideradas dentro do contexto dos ambientes comunitários típicos da cultura e dos pares da mesma idade. quiçá inadvertidamente. 5 – Com os apropriados apoios personalizados por um período sustentado. 2. Administrar dinheiro e finanças pessoais. 1999. Como um modelo de funcionamento. omitidas em ambos os Decretos são a autonomia e a vida familiar (BRASIL. A seguir. como olhos azuis ou coração precário. Incorporar preferências pessoais nas atividades diárias. e BRASIL. Cuidado pessoal 35 . Oferecer ajuda e ajudar outras pessoas. 2004). possui muitas dimensões e é afetada positivamente por apoios individualizados. 5°.298/99 (art. as limitações freqüentemente coexistem com as forças. contribuições da sociedade. 2007): Até 31/12/06. Comunicar-se com os outros sobre necessidades pessoais. §1°. a Associação Americana de Deficiências Intelectual e de Desenvolvimento estabelece 10 áreas. Assim. 3. inciso IV) e do Decreto n. e bem-estar pessoal”. 1. 3 – Em cada pessoa. como o aluno Antonio Dantas. apresento as 10 áreas estabelecidas pela AAIDD. nem um transtorno mental. Comunicação    Comunicar-se com provedores de cuidados de saúde. Exercer autodefensoria e defender outras pessoas. o funcionamento para a vida. ela inclui os contextos e o ambiente nos quais a pessoa funciona e interage e requer uma abordagem multidimensional e ecológica que reflita a interação da pessoa com o ambiente e os resultados desta interação com referência a independência. que citam oito áreas de habilidades adaptativas. Não é um distúrbio médico. motores e comportamentais. Pertencer e participar em organizações de autodefensoria ou apoio. o nome da acima referida American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD) era American Association on Mental Retardation (AAMR). Tomar decisões sexuais apropriadas. Habilidades adaptativas e deficiência intelectual Diferentemente do Decreto n. em ordem alfabética e com as respectivas atividades onde os apoios devem ser oferecidos às pessoas com deficiência intelectual. Nem é algo que você é. sensoriais. 3. se estas duas áreas foram omitidas deliberadamente pelos legisladores brasileiros. Proteger-se contra a exploração.296/04 (art. relacionamentos. Aprender e usar habilidades de autodeterminação. bem como as diferenças em fatores comunicacionais. Aprender e tomar decisões apropriadas. 5. participação na escola e na comunidade. 4 – Um importante propósito da descrição das limitações é o de desenvolver um perfil dos apoios necessários. como baixo ou magro. esses mesmos Decretos não trazem uma justificativa para a omissão e nem explicam o motivo pelo qual apenas oito foram copiadas do manual da então AAMR. As duas áreas que foram. 4°. Observação (SASSAKI. inciso I-d). geralmente melhora. Mas. 2 – Uma avaliação válida considera a diversidade cultural e lingüística. a autonomia e a iniciativa. das pessoas com deficiência intelectual. Autonomia:           Praticar atividades de desenvolvimento social e emocional para estimular a confiança. A deficiência intelectual reflete o ‘encaixe’ entre as capacidades da pessoa e a estrutura e as expectativas do ambiente onde vive esta pessoa. Exercitar direitos e responsabilidades legais.

Interagir com supervisores. Manter comportamento socialmente apropriado em público. Habilidades sociais       Socializar-se fora da família. 7. 4. Utilização de recursos comunitários          Usar transportes. Procurar e obter tratamentos de saúde mental. Procurar serviços de emergência.      Usar o banheiro/toalete/sanitário. Fazer compras. Aprender e usar estratégias de solução de problemas. Envolver-se em relacionamentos amorosos e íntimos. Tomar banho e cuidar da higiene pessoal e da aparência pessoal. contar troco etc. Aprender habilidades e comportamentos específicos. 9. Circular em edificações e instalações públicas. Participar em atividades recreativas e de lazer fora de casa. Obter serviços legais. Trabalho       Aprender e usar habilidades específicas de trabalho. Fazer e manter amizades. 8. Evitar perigos contra a saúde e segurança. Manter uma dieta nutricional. Operar aparelhos e equipamentos domésticos. Lavar roupas e cuidar delas. Manter a saúde física. Usar tecnologia para aprendizagem. Habilidades acadêmicas      Interagir com treinadores e professores. Tomar remédios.). Procurar e obter tratamentos de abusos de drogas. Interagir com pessoas da comunidade. 36 . Visitar amigos e parentes. Lazer   Participar em atividades recreativas e de lazer dentro da casa. 5. Controlar a raiva e a agressividade. 6. Mudar de tarefas. Vestir-se. Usar bancos e emitir cheques. Procurar e obter serviços de intervenção na crise. Concluir tarefas de trabalho com velocidade e qualidade esperadas. Preparar e comer refeições. Saúde e segurança        Procurar e obter serviços terapêuticos. Aprender e usar conhecimentos funcionais (ler sinalizações. Participar na tomada de decisões sobre atividades de treinamento e de educação. Interagir com colegas de trabalho. estudantes e educandos. Manter a saúde mental e bem-estar emocional.

revista da Seesp/MEC. ano IX. de 8/11/00./abr. 9-10. n. Entretanto. Limpeza e manutenção da casa. Brasília: Fenapaes. ___. importantes e ajudam na implementação do processo inclusivo. BRASIL. Decreto n. OLIVEIRA. Diferenças procedimentais entre os paradigmas da integração e da inclusão no campo da educação. 10. ano X./fev. Praticar oportunidades de desenvolvimento físico que incluam coordenação olho-mão.048. sem dúvida. será sempre necessária para se garantir uma real mudança em todo o sistema educacional de qualquer município ou estado. 2005. 2007. dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. 2007. Todos os estudos de textos sugeridos nesta consultoria são. BRASIL. 7. Regulamenta as Leis n. Reflexões adicionais Finalmente. sugerimos uma reflexão sobre o conteúdo do texto anexo [“A educação inclusiva e os obstáculos a serem transpostos” (SASSAKI. ___. uma capacitação em educação inclusiva. BRASIL. de no mínimo 40 horas. p. Decreto n. Revista Nacional de Reabilitação. out. BRASIL. 10. 2005. 43. 1.098. São Paulo. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. jan. Maria Helena Alcântara de (coord. consolida as normas de proteção. Deficiência mental ou intelectual? Doença ou transtorno mental? Atualizações semânticas na inclusão de pessoas. que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. habilidades motoras finas e atividades motoras grossas. e dá outras providências. mar. de 2 de dezembro de 2004. n. 19-23. Deficiência intelectual e inclusão. Brasília: MEC/Seesp. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD) era American Association on Mental Retardation (AAMR). Inclusão: o paradigma do século 21. Romeu Kazumi. e n.10. Inclusão.). 54. 37 . Vida familiar     Socializar-se dentro da família. 8-10. 55. Educação profissional e trabalho para pessoas com deficiências intelectual e múltipla: Plano orientador para gestores e profissionais. Brasília. Revista Nacional de Reabilitação. 8-11. e Revista Nacional de Reabilitação. 5. n. 2007. 2005./abr. de 19/12/00. Comunicação do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) por e-mail para Romeu Sassaki. mar. p. que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica. Regulamenta a Lei n. 2007. SASSAKI. tais como: usar palavras e imagens para representar o mundo e raciocinar logicamente sobre eventos concretos. e dá outras providências. p. n. de 24/10/89. ___. para a complementação dos estudos de cada equipe profissional e do corpo docente de cada escola do município de Ponte Azul. ano I.853. ano X. p. 2008. 3. 2003)].296. de 20 de dezembro de 1999. Praticar oportunidades de desenvolvimento cognitivo.298.

A verdadeira inclusão começa. Cícera Batista: Relate um pouco sobre as atividades que desenvolve ordinariamente. onde o senhor explanou sobre a 'inclusão escolar'. Romeu Sassaki: Atualmente venho me dedicando em tempo integral a quatro áreas de atividade profissional. fev. órgão do Centro do Professorado Paulista. instrumentais. 2003. em 1999. Jornal dos Professores. estágios profissionais (EUA. emprego apoiado e educação inclusiva (EUA). da Faculdade Vale do Cricaré (UniVC). em seguida. Quem não satisfizer. reabilitação profissional. aperfeiçoamento em inserção laboral (Itália e Espanha). programáticas e atitudinais) por toda a escola. Consultor em assuntos de pessoas com deficiência desde 1960. a inclusão escolar não se resume em apenas colocar. mercado de trabalho. 343. ano XXXVIII. ENTREVISTA EM SÃO MATEUS/ES Entrevistadora: Acadêmica CÍCERA ISAANY CHAVES BATISTA. direto e indireto. Cícera: Até onde vai o limite da afirmativa “É papel da escola se adequar aos alunos”? Romeu: Não há limites. você acredita nesta real inclusão ou considera que seja apenas segregação? Romeu: Não só acredito no ideal inclusivo como também constato que a inclusão escolar já é uma realidade em nosso país há 10 anos. lazer e turismo etc. Graduação em serviço social (Brasil). Ativista no movimento das pessoas com deficiência desde 1979. Autor de livros e artigos sobre inclusão (educação. arquitetônicas. palestras e elaboração de textos. A educação inclusiva e os obstáculos a serem transpostos. p. município e estado. comunicacionais. Japão. Minhas viagens me proporcionaram contato direto com experiências que deram certo. Grã-Bretanha). em 22/10/08. Elas ainda praticam o processo inverso. n. deve ser reprovado e excluído”. mídia.). por toda a rede escolar e por todos os outros sistemas sociais. pela entrada desses e outros alunos nas escolas comuns e. Cícera: Como políticas públicas que promovam a inclusão.___. em implementar os princípios da educação inclusiva nas escolas da rede estadual. o que você sugere de ações emergentes para que esta inclusão se efetive. prossegue ao longo de um permanente processo de mudanças (metodológicocurriculares. Em poucas palavras. cursos. 38 . pois as mudanças educacionais devem ser estruturais e não conjunturais. 15. nas salas de aula comuns. sim. Atuei também em diversas secretarias municipais de educação. administração em reabilitação. Analiso essas experiências negativas como resultado de um entendimento equivocado sobre os fundamentos da educação inclusiva. de que existiram e ainda existem muitas experiências negativas na tentativa de se fazer inclusão nas escolas comuns. adolescentes com deficiência e jovens com deficiência. Muitas escolas ainda não colocaram em prática essa afirmativa. Diante da nossa realidade educacional. Cícera: Li algumas entrevistas. Local e data: São Mateus/ES. do 5° período do curso de pedagogia. Eu mesmo fui consultor em quatro secretarias estaduais de educação. Tenho conhecimento. tradicional (com quase 400 anos de existência): “É papel do professor ensinar os alunos para que estes satisfaçam os requisitos do sistema escolar. além do país como um todo. Você me pergunta se eu considero ser a inclusão escolar apenas segregação. relacionadas a pessoas com deficiência por todo o Brasil: consultoria. as crianças com deficiência. em cada bairro ou distrito. especialização em aconselhamento psicológico. sendo Goiás o estado pioneiro. Dados curriculares do entrevistado: ROMEU KAZUMI SASSAKI.

familiares. Há mudanças a serem efetivadas diretamente pelos três setores e há outras que ocorrerão somente em conseqüência de ações de sensibilização. pois a inclusão é incondicional. precisam contar com a opinião de alunos. Se as vagas forem insuficientes. Para que estabelecer cotas se o fundamento da inclusão escolar é a aceitação de todas as pessoas. 39 . não importando se elas têm deficiência ou não? As escolas precisam receber todos os que quiserem estudar. para isso. Cícera: O sistema de cotas. é um exemplo de política de inclusão? Romeu: De jeito nenhum. usar o conveniente recurso das cotas. seus alunos terão a oportunidade de desenvolver habilidades para tornar toda a sociedade cada vez mais inclusiva. Romeu: Confio em que todos os futuros acadêmicos de pedagogia serão capazes de adotar a perspectiva da educação inclusiva em seu trabalho educacional. um contra-exemplo. ao estilo individual de aprendizagem e demais aspectos metodológicos.Romeu: As ações deverão necessariamente ser articuladas entre si. e envolver os três setores (governos. A cada nova geração de educadores inclusivistas. profissionais. deverão ser construídas mais escolas. ao serem formuladas. conscientização e convivência na diversidade humana. Cícera: Com tantas experiências e estudos direcionados à educação inclusiva. à natureza multifocal da inteligência humana. sim. Os sistemas educacionais precisam adotar os novos conceitos e valores no que se refere à finalidade do processo educativo. É. empresas e organizações não-governamentais) através de parcerias e interfaces. passe uma mensagem aos futuros acadêmicos do curso de pedagogia da UNIVC. é lógico. As ações. tal e qual. gestores e outras pessoas. simultâneas em sua maioria. Não é ético. é uma violação do direito à educação estabelecer quem entra e quem não entra em função das vagas disponíveis e da existência ou não de deficiência e.

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