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NOTAS SOBRE A VERSÃO DIGITAL DESTA OBRA Em 1986, quando o livro Projeciologia foi lançado, eu tinha 16 anos, e soube

do lançamento pelo anúncio feito na revista Parapsicologia Hoje, No. 5, da qual era assinante e que foi, até hoje, pelo que sei, a única revista técnica de parapsicologia produzida no Brasil, tendo sobrevivido apenas a 6 edições, para logo em seguida se fundir com a revista de Ufologia e sobrevier mais algum tempo sob o título PSIUFO. Após todos esses anos conheci pessoalmente apenas duas pessoas que possuíam um exemplar do Projeciologia, e nenhuma delas o leu, fosse pelo tamanho, fosse pela linguagem, já que Waldo Vieira preferiu um linguajar mais técnico, o que infelizmente mantém distantes mesmo leitores assíduos . O livro teve sucessivas edições e atualizações de conteúdo, e hoje, em sua mais recente edição, já tem mais de 1200 páginas, o que, unido ao preço, que se aproxima dos 200 reais, o afasta ainda mais dos possíveis leitores, por mais interessados que sejam no tema da projeção astral. Diante disso, por notar que entre grupos de interessados em projeção astral o livro se torna refém desses obstáculos a sua divulgação, decidi escanear a primeira edição da obra, ainda que eu tenha também a décima edição. Optei por escanear a primeira edição ao invés da décima como forma de preservar, em parte, o trabalho de Waldo Vieira, já que todos sabemos que escanear uma obra e disponibiliza-la na internet constitui crime de pirataria, porque retira do autor a possibilidade de receber sua parte na venda da obra. Eu queria disponibilizar esse livro as pessoas que desejam conhecê-lo, mesmo sabendo que pouquíssimo serão aqueles que a lerão, como já acontece com a obra me papel, mas não desejava lesar o autor. Assim, cheguei a um meio termo com minha consciência escaneando a primeira edição, que foi editada e distribuída gratuitamente pelo próprio autor. Assim, creio que respeito em parte a própria intenção original de Waldo Vieira sem com isso gerar um dano ao seu trabalho, pois quem se interessar pelo conteúdo desta edição poderá comprar a última edição, para conhecer a atualização do seu conteúdo. Além disso, o livro Projeciologia tem a má fama de ser excessivamente “teórico”, o que acho um rótulo injusto. Muitas pessoas acham que não esse livro, por ser “apenas teórico”, não vale seu preço. Disponibilizar uma edição gratuita em pdf permite que a pessoa possa conhecer o livro e julgar melhor se vale ou não compra-lo na sua edição atualizada. Portanto, é por respeitar o trabalho de Waldo Vieira que resolvi tomar essa atitude, que, a meu ver, só contribui para a divulgação de sua obra, visto que dificilmente alguém lera um pdf deste tamanho. O leitor que, passando os olhos pelos diferentes temas abordados, perceber a qualidade do livro, certamente se direcionara a comprar a obra em papel, muito mais agradável ao olhos de ler. ALTERAÇÕES E DIFICULDADES EM RELAÇÃO A EDIÇÃO FISICA: - O leitor poderá notar que aparece uma numeração de pagina no canto inferior das paginas, mas esses números pertenciam a numeração do livro físico, e elimina-los só poderia ser feito pagina por pagina, o que aumentaria muito a quantidade de trabalho envolvivo, logo, optei por não mexer neles. Para localizar as seções use o índice de conteúdos, que mostra a numeração das paginas do pdf (a numeração que voce pode ver lá em cima na barra do Adobe. - Algumas seções foram omitidas nesta edição digital: a) A lista de conteúdos teve que ser repaginada, tendo em conta a paginação do pdf. b) O livro XVII, que era a Bibliografia, foi eliminado. O tipo de leitor que se interessa por bibliografia vai certamente procurar a edição mais recente desta obra. c)Também os índices de ilustrações, de nomes, de lugares e de assuntos foram todos eliminados, pela total impossibilidade de corrigir todas as referencias de paginas, agora alteradas em função da digitalização.

Janeiro de 2013

PROJECIOLOGIA

WALDO VIEIRA, Médico

PROJECIOLOGIA

Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano

Primeira Edição Distribuição Gratuita

Edição do Autor Rio de Janeiro
1986

Esta 1 . edição de 5.000 exemplares, 928 páginas, ilustrada e encadernada, destina-se à distribuição gratuita aos colaboradores do Centro da Consciência Contínua e aos estudiosos em geral da Projeciologia.

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CRÉDITOS

Ilustrações: Laerte Agnelli Diagramação, Composição e Arte-final: Diniz Produção Gráfica e Editora Ltda. Revisão: Sonia Regina P. Cardoso & Pia Aurea Steiner Fotolitagem e Impressão: Editora Brasil-América
S.A. — EBAL Encadernação: Henrique Perkovitz Encadernadores Ltda.

Distribuição: Centro da Consciência Contínua

FICHA CATALOGRÁFICA

133 V658pr Vieira, Waldo, 1932 — Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano. — Rio de Janeiro: Edição do Autor, 1986. 928 p.; 27 cm. 1. Parapsicologia. 2. Projeciologia. I. Título.

Reconhecimento

Nenhum li vro é es crito tão-somente por uma consciência. Há sempre várias,encarnadas e não encarnadas, que cooperam na sua construção. Registro aqui os nomes das cinco primeiras individualidades entre as muitas existentes, fora ou dentro do ambiente humano, que compõem a galeria daqueles a quem sinceramente admiro e que não podem faltar às afirmações veementes de minha gratidão por tudo o que me aj udaram na vi vência desta encarnação, até chegar às pesqui sas que resultaram no sur gi mento deste livro: Armante Vieira; Aristina Rocha; Francisco C. Xavier; Ema B. W. Rappa; e Elisabeth W. Vieira. Além dessas personalidades, agradeço a todos os inúmeros estudiosos da Proj eciologia que me ofereceram auxílio, subsídios, ou opiniões sobre questões deste livro, s em deixar de mencionar estes vinte cooperadores, componentes da equipe de pesquisa do Centro da Consciência Contínua, aqui representando todos os demais: Laerte Agnelli; Wagner Alegreti; Jones A. de Almeida; Gilberto M. Azevedo; Sílvià V. Barros; Wagner D. Borges; Rodolpho Budsky; Sebastião M. Carvalho; Vera Gaetani; Gilberto C. Guarino; George B. Kropotoff ; Salvador Oggiano; Victor T. Pacheco, Graciema de S. Porphirio;Elyr dos S. SiIva; Irineu SiIva; José C. de Souza; Samuel de Souza; Enedina F. Tristão e José C. Zanarotti.

Waldo Vieira

Críticas bem-vindas

Colabore com as pesquisas aqui solicitadas. 0 tratamento dado ao tema é compreensivo? São corretos os pressupostos implícitos? explicações apresentadas? Aceite este convite de boa vontade, desafio direto à sua inteligência de estudioso: leia com espírito crítico, releia, analise, risque trechos, anote à margem, quebre cantos de folhas, dê parecer aonde for conveniente, corrija a forma, experimente, comprove e questione o conteúdo. Envie o exemplar assim trabalhado por você, à Caixa Postal 70.000, CEP 22422, Rio de Janeiro, RJ, que, em troca, receberá outro exemplar novo, se ainda o desejar, ou agradecimentos tácitos. Quais mais as implicações apropriadas do para trabalho? as Haveria evidências

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QFOXVLYH FRP RV DVSHFWRV GH PHQRU LPSRUWkQFLD UHODFLRQDGRV DR DVVXQWR PDQWHQGR HQWUHWDQWR XPD DSUR[LPDomR FLHQWtILFD DWUDYpV GD HVWULWD REVHUYkQFLD DR H[DPH FXLGDGRVR H j SHVTXLVD SHUPDQHQWH FRQVRDQWH D OLQJXDJHP FRUUHQWH QHVWH VpFXOR 6XUSUHHQGH D YDULHGDGH GRV FDPSRV TXH D SURMHomR FRQVFLHQWH DEUDQJH 3URFXUR HQIDWL]DU RV IDWRV DV REVHUYDo}HV H DV SHVTXLVDV FRUUHWDV LVRODQGR RX SRQGR VHPSUH HP SODQR VHFXQGiULR SURSRVLWDGDPHQWH DV WHRULDV ILORVyILFDV WHROyJLFDV RX UHOLJLRVDV %DQFR 'HSRLV GH FRQVWLWXLU XP EDQFR GH GDGRV VREUH D 3URMHFLRORJLD SURFXUHL WLUDU VHQWLGR GHVVHV GDGRV GHVHPEDUDOKDU UHDUUXPDU H RUJDQL]DU WRGR R PDWHULDO HP YiULDV FDWHJRULDV SURFXUDQGR QHOH LQWHUUHODo}HV FRQILJXUDo}HV SDGU}HV H FRQYHUJrQFLDV GH DERUGDJHQV GLIHUHQWHV GH PRGR TXH VH WRUQDUDP FODUDV DOJXPDV LPSOLFDo}HV TXH GH RXWUD IRUPD SHUPDQHFHULDP REVFXUDV (VWUXWXUDomR 2 HVWXGR DSURIXQGDGR GDV SURMHo}HV FRQVFLHQFLDLV QHVWH OLYUR IRL HODERUDGR FRP R VHQWLGR GH VHU R PDLV DEUDQJHQWH SRVVtYHO D ILP GH HVFODUHFHU H DMXGDU D HVWUXWXUDU GDGRV GH RXWUD PDQHLUD DSDUHQWHPHQWH VHP UHODomR HQWUH VL $ UHXQLmR GH WRGR R PDWHULDO QXP YROXPH LQFOXVLYH FRP D %LEOLRJUDILD 0XQGLDO REMHWLYRX DSUHVHQWDU R FRQWH[WR GD 3URMHFLRORJLD QXP WH[WR LQWHLULoR PDFLoR PRQREORFR H DXWRVXILFLHQWH 3ULPHLUDPHQWH IRL FODVVLILFDGD D RUGHP GH SULRULGDGHV GRV DVVXQWRV QRFDVR RV FDStWXORV  D ILP GH TXH D SLFRWDJHP GRV GHWDOKHV YLHVVH D GLPLQXLU D FRPSOH[LGDGH GR PRGHOR HVWUXWXUDO $ERUGDJHP $ DERUGDJHP FLHQWtILFD DTXL IXQGDPHQWDVH QR DVVHQWDPHQWR IRUPDO GH FDWRU]H DVSHFWRV UHODWLYRV D FDGD IHQ{PHQR SDUDSVtTXLFR GR FDPSR SURMHFLROyJLFR DQDOLVDGR GH SHU VL HP FDStWXORHQVDLR VHSDUDGR GHILQLomR VLQRQtPLD GHVFULomR FDXVDV HIHLWRV PHFDQLVPRV FDUDFWHUtVWLFDV WLSRV FODVVLILFDomR UDFLRQDO HQXPHUDo}HV FRUUHODo}HV SDUDOHORV HVFDODV WpFQLFDV H ELEOLRJUDILD HVSHFtILFD &ULWpULR 2 FULWpULR H[SRVLWLYR HP OLQJXDJHP VLQWpWLFD VHP FDLU QD KLSHUVLPSOLILFDomR RX QD VXSHUJHQHUDOL]DomR WHQFLRQD HVFODUHFHU GH PRGR SUHFLVR RV kQJXORV PHQRUHV H PDLRUHV GRV IHQ{PHQRV FDOFDGR HP QRUPDV GHILQLGDV QRV P~OWLSORV SURFHVVRV WpFQLFRV HP FRQIURQWRV SRVVtYHLV GH FDUDFWHUHV VHPHOKDQWHV $OpP GLVVR IRUDP UHVVDOWDGDV DV GLVSDULGDGHV H GLVFRUGkQFLDV QRV WHPDV FRQIOLWDQWHV .3HVTXLVD 6HPSUH TXH SRVVtYHO FRQVLGHUR RV SUREOHPDV GD 3URMHFLRORJLD VRE YiULRV SRQWRV GH YLVWD GH PRGR PXOWLGLVFLSOLQDU RX VHMD XQLYHUVDOLVWD .QHYLWDYHOPHQWH DOJXQV DVVXQWRV VH VREUHS}HP 5HIHUrQFLDV D RXWURV FDStWXORV VmR GDGDV  HQWUH SDUrQWHVHV  TXDQGR QHFHVViULDV 6Ho}HV 2 WH[WR H[WHQVR H LQTXLVLWLYR H[LJrQFLD GR HQWURVDPHQWR GDV DERUGDJHQV IRL FRQVHUYDGR XQLIRUPH SDUD VHU PDLV IiFLO j OHLWXUD H DR PHVPR WHPSR LPSHGLU TXH XP DVVXQWR GH PHQRV YDOLD WLYHVVH PDLRU GHVHQYROYLPHQWR TXH RXWUR PDLV LPSRUWDQWH 2 WH[WR HVWi FRQVWLWXtGR SRU GH]HVVHWH VHo}HV  RX PLQLOLYURV  LQWLWXODGDV H QXPHUDGDV HP DOJDULVPRV URPDQRV HQIHL[DQGR WHPDV DILQV &DStWXORV $V VHo}HV GLYLGHP RV  TXDWURFHQWRV H VHWHQWD H FLQFR.

FDStWXORV  HQVDLRV RX DSRVWLODV GHILQLGRUDV GRV DVVXQWRV  LQWLWXODGRV H QXPHUDGRV HP DOJDULVPRV DUiELFRV FRPSRVWRV SRU  VHLV PLO TXLQKHQWRV H FLQTHQWD.

WySLFRV OLPLWDGRV HQFDEHoDGRV FDGD TXDO SRU XP WtWXORVtQWHVH LJXDLV DRV GHVWD SiJLQD SUySULRV SDUD HQULTXHFHU R EDQFR GH GDGRV FRQVWLWXtGR VHJXQGR R SURJUDPD GR FRPSXWDGRU $V VHo}HV RV FDStWXORV H RV WySLFRV VH GHVHQYROYHP HP FRHUrQFLD FRP DV IDVHV VHTHQFLDLV FURQROyJLFDV GH XPD VXSRVWD SURMHomR FRQVFLHQWH KXPDQD FRPSOHWD (LV WUrV WRWDLV REWLGRV DWUDYpV GDV SHVTXLVDV WHyULFDV H SUiWLFDV SHVVRDLV GH ODERUDWyULR JUXSDLV H ELEOLRJUiILFDV  FLQTHQWD H FLQFR.

FDStWXORVHQVDLRV UHODFLRQDP D 3URMHFLRORJLD H DV SURMHo}HV FRQVFLHQWHV GLUHWDPHQWH FRP DVVXQWRV IXQGDPHQWDLV SDUD D FRQVFLrQFLD KXPDQD  TXDUHQWD H TXDWUR.

FDStWXORV DERUGDP DV PDQLIHVWDo}HV .

HQHUJpWLFDV FRQVFLHQFLDLV  VHVVHQWD H VHLV.

FDStWXORV YHUVDP H[FOXVLYDPHQWH VREUH WpFQLFDV SURMHWLYDV 'HILQLo}HV $V  WUH]HQWDV H WULQWD H RLWR.

GHILQLo}HV IRUPXODGDV  SULPHLUR WySLFR GH WRGRV RV FDStWXORV SDVVtYHLV GH FRPSRUWDU GHILQLo}HV  UHDILUPDP R LQWXLWR GH H[SUHVVDU R PDLV DSUR[LPDGDPHQWH SRVVtYHO D H[DWD VLJQLILFDomR GD LGpLD DQDOLVDGD QR FRQWH[WR JHUDO 7RGDV DV GHILQLo}HV TXH VH PRVWUDUDP SRXFR HTXLYDOHQWHV HQWUH VL IRUDP DFUHVFHQWDGDV SDUD ILP GH FRQVXOWD 6LQRQtPLDV $V  WUH]HQWDV H WULQWD H RLWR.

VLQRQtPLDV OLVWDGDV  VHJXQGR WySLFR GRV FDStWXORV TXH DSUHVHQWDP GHILQLo}HV  SURS}HP XQLIRUPL]DU DR Pi[LPR RV FRQFHLWRV HTXLYDOHQWHV HQFRQWUDGRV QD H[WHQVD ELEOLRJUDILD SURMHFLROyJLFD FRP GLIHUHQoDV DSHQDV GH UyWXOR H QmR GH HVVrQFLD H[LVWHQWHV QDV GLYHUVDV OLQKDV GR SHQVDPHQWR KXPDQR TXDQWR jV PDWpULDV IRFDOL]DGDV 7DLV H[SUHVV}HV HQJOREDQGR WHUPLQRORJLDV WpFQLFDV H GHQRPLQDo}HV YXOJDUHV PXLWDV FRQVLGHUDGDV GHVQHFHVViULDV H LQGHVHMiYHLV SRGHP WHU JUDGXDo}HV GLIHUHQWHV GH DFHSo}HV H VLJQLILFDGRV SDUD SHVVRDV GH GLIHUHQWHV IRUPDo}HV RSWDQGRVH SHOR XVR GDV GHQRPLQDo}HV PHQRV LPSUySULDV RX XQLYHUVDOPHQWH PDLV DFHLWDV D ILP GH HYLWDU HQWURSLDV FRQIXV}HV RX PDOHQWHQGLGRV $V VLQRQtPLDV YLVDP WDPEpP D HVFODUHFHU PHOKRU R WHPD DERUGDGR H D DPSOLDU R XQLYHUVR GH VXD GHILQLomR DWUDYpV GH GHULYDo}HV VLJQLILFDo}HV H HQIRTXHV QRYRV DOpP GH RIHUHFHU R UHVXPR GR DVVXQWR DWp R SUHVHQWH $ VLQRQtPLD H[WHQVD SRU VL Vy HYLGHQFLD RV SDGU}HV LQLFLDLV GD RFRUUrQFLD IHQRPrQLFD 6RPHQWH XPD GDV VLQRQtPLDV UHODFLRQD  FHQWR H RLWHQWD H TXDWUR.

H[SUHVV}HV &DS .

 %LEOLRJUDILDV $V  TXDWURFHQWDV H FLQTHQWD H RLWR.

OLVWDJHQV GH UHIHUrQFLDV ELEOLRJUiILFDV VREUH WHPDV HVSHFtILFRV TXH HQFHUUDP RXWURV WDQWRV FDStWXORV HQWURVDGDV FRP D OLVWD JHUDO LQVHULGD QR ILP GR YROXPH LQGLFDP DSHQDV R SULPHLUR DXWRU H D SULPHLUD SiJLQD GR DVVXQWR HP IRFR (VVDV ELEOLRJUDILDV HVSHFtILFDV RIHUHFHP FLWDo}HV SUHFLVDV H DOFDQoDP XP WRWDO GH  FLQFR PLO WUH]HQWDV H RLWHQWD H RLWR.

UHIHUrQFLDV &DGD ELEOLRJUDILD HVSHFtILFD VXERUGLQDGD DR WHPD HP IRFR p VHOHWLYD RX VHMD DGVWULWD H[FOXVLYDPHQWH jV REUDV TXH FRPS}HP D %LEOLRJUDILD 0XQGLDO GD 3URMHFLRORJLD &DS .

 (YLGrQFLDV $V ELEOLRJUDILDV HVSHFtILFDV ORQJDV UHVVDOWDP D SRSXODULGDGH GH FHUWRV WHPDV SRUpP SRU VL VyV IXQFLRQDP FRPR IDWRUHV SRQGHUiYHLV GH FRQYHUJrQFLD GH HYLGrQFLDV H[SHULPHQWDLV H REVHUYDFLRQDLV SDUD GH]HQDV GH IHQ{PHQRV SDUDSVtTXLFRV H D REWHQomR GR PDLV DPSOR FRQVHQVR SRVVtYHO VREUH R WHPD DWUDYpV GD VLPLOLWXGH GRV WHVWHPXQKRV IRUQHFLGRV SHODV REUDV LQGLFDGDV $SHQDV XPD GDV OLVWDJHQV ELEOLRJUiILFDV HVSHFtILFDV UHODFLRQD  FHQWR H GH]RLWR.

REUDV RX  GR tQGLFH WRWDO GRV WUDEDOKRV SURMHFLROyJLFRV FLWDGRV &DS .

 &RQILUPDo}HV $OJXPDV ELEOLRJUDILDV HVSHFtILFDV WUD]HP XP Q~PHUR GD RUGHP ELEOLRJUiILFD PXQGLDO JULIDGR LQGLFDQGR D PHOKRU REUD VREUH DTXHOH DVVXQWR FRQIRUPH R FRQVHQVR GDV RSLQL}HV FRUUHQWHV H DV FLWDo}HV PDLV IUHTHQWHV HQFRQWUDGDV (VFODUHoR TXH D PDLRULD GRV FDStWXORV TXH DSUHVHQWDP ELEOLRJUDILD HVSHFtILFD UHGX]LGD FRQVWLWXL R UHVXOWDGR GH H[SHULrQFLDV GLUHWDV H REVHUYDo}HV SHVVRDLV GR DXWRU HVWDQGR DLQGD j HVSHUD GH FRQILUPDo}HV GDV H[SHULPHQWDo}HV GH RXWURV SURMHWRUHV FRQVFLHQFLDLV D ILP GH DOFDQoDU D FRQYHUJrQFLD GH LQGtFLRV DWUDYpV GD XQLYHUVDOLGDGH GRV WHVWHPXQKRV %XVFD 3RGHUVHLD WHU H[FOXtGR GR OLYUR WRGRV HVVHV FDStWXORV FRP ELEOLRJUDILD UHGX]LGD TXH SRGHP VHU FRQVLGHUDGRV FRPR H[FHVVLYDV HVSHFXODo}HV RX PDWpULDV REQy[LDV SRU SDUWH GH DOJXQV OHLWRUHV 6H YRFr p XP GHVVHV GHYH VLPSOHVPHQWH SDVVDU SRU FLPD GHVVHV FDStWXORV 1R HQWDQWR DSyLRPH QR SULQFtSLR GH TXH D HVSHFXODomR UHVSRQViYHO p DOJR GH TXH VHPSUH QHFHVVLWDPRV HP TXDOTXHU FDPSR GH LQYHVWLJDomR LQFOXVLYH QR kPELWR GD &LrQFLD SXUD VHQGR

PHOKRU WHU R FRQKHFLPHQWR GR TXH LJQRUiOR e PXLWR PDLV LQWHOLJHQWH SURFXUDUPRV LQFDQVDYHOPHQWH D YHUGDGH GR TXH SHUPDQHFHUPRV LQGLIHUHQWHV GH EUDoRV FUX]DGRV RX VRQHJDQGR LQIRUPDo}HV jV PHQWHV DEHUWDV ( HVVHV WDLV FDStWXORV Dt SHUPDQHFHP MXVWDPHQWH j HVSHUD GH TXHVWLRQDPHQWRV DQiOLVHV H SHVTXLVDV LPSDUFLDLV QD EXVFD GH VXSRUWH UDFLRQDO SDUD DV PDWpULDV H[SRVWDV 3iJLQDV $ ELEOLRJUDILD JHUDO IRL FRPSRVWD VRPHQWH FRP REUDV TXH DERUGDP VHPSUH R DVVXQWR H[SHULrQFLD FRQVFLHQFLDO IRUD GR FRUSR KXPDQR  DLQGD TXH QXPD Vy GH VXDV SiJLQDV 3RU RXWUR ODGR FDGD OLYUR GD ELEOLRJUDILD HVSHFtILFD GH FDGD FDStWXOR WDPEpP ID]HQGR VHPSUH SDUWH LQWHJUDQWH GD ELEOLRJUDILD JHUDO WUD] FRPR FRQVHTrQFLD R IDWR GH TXH DV SiJLQDV GD REUD TXDQGR UHIHULGDV QR FDStWXOR HYLGHQWHPHQWH QHP VHPSUH VmR DV PHVPDV LQGLFDGDV QD %LEOLRJUDILD 0XQGLDO SRLV RV WHPDV SRGHP YDULDU $V GDWDV GH QDVFLPHQWR H IDOHFLPHQWR GDV SHUVRQDOLGDGHV UHIHULGDV VmR GDGDV TXDVH VHPSUH DSHQDV QD SULPHLUD FLWDomR D ILP GH HYLWDU UHSHWLo}HV (QXPHUDo}HV 2V SULPHLURV HVERoRV GHVWH OLYUR Mi YLQKDP VHQGR HPSUHJDGRV Ki DOJXQV DQRV j JXLVD GH SURJUDPD HVFRODU OHWLYR  QDV UHXQL}HV SHULyGLFDV VREUH 3URMHFLRORJLD QR 5LR GH -DQHLUR H HP 6 3DXOR SRU LVVR SDUD PDQWHU R HVStULWR GLGiWLFR RQGH IRL SRVVtYHO IL] HQXPHUDo}HV GH DVSHFWRV DQDOtWLFRV HP RUGHP OyJLFD FURQROyJLFD RX DOIDEpWLFD D ILP GH GDU XPD YLVmR JOREDO GH FDGD WHPD 8P WRWDO GH  GX]HQWDV H GH]RLWR

HQXPHUDo}HV PDLRUHV FRQWrP WySLFRV QXPHUDGRV 6y XPD GDV HQXPHUDo}HV UHODFLRQD  WUH]HQWRV

HQXQFLDGRV &DS 

 $JUDGHFLPHQWR 5HLWHUR R PHX UHFRQKHFLPHQWR SRU DTXHOHV FRUUHVSRQGHQWHV TXH YrP UHVSRQGHQGR SRU HVFULWR DRV TXHVWLRQiULRV VREUH D SURMHomR FRQVFLHQWH GLVWULEXtGRV SRU PLP QR ~OWLPR OXVWUR 2V GDGRV IRUQHFLGRV IRUPDP KRMH LQHVWLPiYHO FDGDVWUR H YrP FRQWULEXLQGR GHFLVLYDPHQWH SDUD R DVVHQWDPHQWR GRV SRQWRV FRQYHUJHQWHV GH REVHUYDomR R DSHUIHLoRDPHQWR GD PHWRGRORJLD HPSUHJDGD QD SURGXomR GDV SURMHo}HV FRQVFLHQFLDLV O~FLGDV D SRSXODUL]DomR GDV SUiWLFDV SURMHFLROyJLFDV H R FRQVHTHQWH GHVHQYROYLPHQWR GD 3URMHFLRORJLD $ HOHV HQWUHJR HVWDV SiJLQDV FRP RV YRWRV GH ERP SURYHLWR DFHLWDQGR DR PHVPR WHPSR GH ERP JUDGR TXDOTXHU RXWUR WLSR GH DMXGD RX SHQVDPHQWR TXH SRVVD VHUYLU SDUD QRYDV SHVTXLVDV RX IXWXUDV LQYHVWLJDo}HV QR FDPSR GD 3URMHFLRORJLD $ILUPDo}HV 2 OHLWRU HVFODUHFLGR Ki GH REVHUYDU FRP IDFLOLGDGH TXH R FRQWH[WR GHVWH OLYUR FRQWpP DILUPDo}HV SHVVRDLV REVHUYDo}HV QDVFLGDV GH H[SHULPHQWDo}HV H[DXVWLYDV LODo}HV WUDQVLWyULDV GH SHVTXLVDV HP ODERUDWyULR H WDPEpP DV HVSHFXODo}HV HVSDUVDV YLJHQWHV FROLJLGDV DTXL H DOL H DWp KRMH DLQGD QmR UHXQLGDV TXH EXVFDP KLSyWHVHV GH WUDEDOKR FRQVLVWHQWHV PDV QHVWH PRPHQWR VHP QHQKXPD SURYD FRQFOXVLYD RX DVVHUWLYD TXH YHQKD D FRPSRU SDUDGLJPDV FRQILiYHLV H WHRULDV SHUGXUiYHLV (P UHVXPR HVWH YROXPH DLQGD H[S}H R FDPSR PLQDGR H PRYHGLoR GR IURQW GD SHVTXLVD LQLFLDO FUXD VXMHLWR D VXUSUHVDV H DOWHUDo}HV VHP DYLVR SUpYLR 5HFRPHQGDomR $R SHVTXLVDGRU WHyULFR GH TXDOTXHU GLVFLSOLQD FLHQWtILFD VH HVWXGLRVR LPSDFLHQWH H LQGyFLO UHFRPHQGR SURGX]LU SRU VL PHVPR D SURMHomR FRQVFLHQFLDO O~FLGD  HYLWDQGR VHPSUH TXH SRVVtYHO R XVR GH GURJDV DGXOWHUDGRUDV GDV SHUFHSo}HV ItVLFDV H H[WUDItVLFDV GD FRQVFLrQFLD  H LU YHULILFDU SHVVRDOPHQWH GH PRGR GLUHWR LQ ORFR GH YLVX QD TXDOLGDGH GH WHVWHPXQKD RFXODU RX WHVWHPXQKD SUHVHQFLDO H FRP H[SHULrQFLDV GH SULPHLUD PmR RV HYHQWRV H[WUDItVLFRV SDUD HQWmR FRQFOXLU H DILUPDU GHFLGLGDPHQWH SRU VL VHP DSULRULVPRV DMXGDQGR D WRGRV QyV $ SHVTXLVD SDUWLFLSDQWH SDUHFH VHU DLQGD LQGLVSHQViYHO j 3URMHFLRORJLD 1mR H[LVWH  SHOR PHQRV SRU HQTXDQWR  XP SURFHVVR LGHDO SDUD VH SHVTXLVDU D SURMHomR FRQVFLHQWH VHP SDUWLFLSDomR 7DPEpP QmR VH SRGH HVTXHFHU TXH D H[SHULrQFLD FRQILUPDGD SRU HYLGrQFLD LQGHSHQGHQWH p GH PXLWR PDLV YDORU GR TXH TXDOTXHU YROXPH GH

LOXVWUDomR UHWLUDGD GDV SiJLQDV GD +LVWyULD SRU PHOKRU DXWHQWLFDGD TXH HVWHMD 8P JUDPD GH H[SHULrQFLD YDOH PDLV GR TXH XP TXLOR GH WHRULD 3HUIHLomR 2 OHLWRU Ki GH FRQYLU TXH D ULJRU DVVLP FRPR QmR H[LVWH R VHU KXPDQR SHUIHLWR QmR H[LVWHP R DXWRU R HVFULWRU RX R OHLWRU SHUIHLWRV QHP PXLWR PHQRV D REUD RX R OLYUR SHUIHLWRV VHP ODSVRV 7DO REVHUYDomR VH HQFDL[D FRP H[DWLGmR SUHFLVDPHQWH QXP YROXPH GR SRUWH DYDQWDMDGR GHVWH TXH DOpP GH WXGR SDUDGR[DOPHQWH FRQVWLWXL XPD VtQWHVH FRQVWUXtGD DWUDYpV GD VHOHomR H GD FRQGHQVDomR GRV HOHPHQWRV GR EDQFR GH GDGRV JHUDLV GD 3URMHFLRORJLD UHXQLGRV DWp KRMH 'Dt SRUTXH QmR REVWDQWH D H[WUHPD YRQWDGH GH DFHUWDU QmR VH SRGH FRQVWUXLU REUD DOJXPD UHDOPHQWH FRPSOHWD VHJXUD H[DWD RX SHUIHLWD SRU PDLV TXH VH HVIRUFH R DXWRU SRLV VXUJHP VHPSUH GHILFLrQFLDV RPLVV}HV H HTXtYRFRV 3RU LVVR WRUQDVH LPSHULRVR LQVLVWLU QD UHYLVmR QD FROHWD GH QRYRV GDGRV H QR DSHUIHLoRDPHQWR SHUPDQHQWH GH TXDOTXHU WUDEDOKR LQWHOHFWXDO TXH VH SUHWHQGD VpULR &UtWLFDV 'R SRQWR GH YLVWD GLGiWLFR R LGHDO VHULD TXH HVWH OLYURLQYHQWiULR HP SURFHVVR GH FUHVFLPHQWR FRQVWDQWH IRVVH VHQGR DWXDOL]DGR VHPSUH QmR Vy HP UHODomR j FRUUHomR GH VHX WH[WR SRUpP QRWDGDPHQWH SHOR DFUpVFLPR GH QRYRV WHPDV QRYDV WpFQLFDV QRYDV H[SHULPHQWDo}HV H REUDV OLVWDGDV 3RU LVVR HQTXDQWR SXGHU WHQKR D LQWHQomR GH SURFHGHU j UHYLVmR FRUUHomR DWXDOL]DomR HVWDEHOHFLPHQWR GD FRQH[LGDGH GRV WHPDV H PHOKRUDPHQWR FRQWtQXR GR WH[WR SDUWLFXODUPHQWH GRV HVWXGRV WHyULFRV GDV LQGLFDo}HV WpFQLFDV H[SHULPHQWDLV H GDV ELEOLRJUDILDV ,VVR YLVDUi HVFRLPiODV GH ODFXQDV HUURV GH IDWR HTXtYRFRV GH LQWHUSUHWDomR LPSUHFLV}HV H LPSHUIHLo}HV QD WHQWDWLYD GH FRORFiOR R PDLV SRVVtYHO REMHWLYR FRQFLVR H GLGiWLFR 2PEXGVPDQ 2[DOi VXUMD DTXL H DOL DTXHOH OHLWRU LQFRPXP GHVWH OLYUR PDLV LQWHUHVVDGR XPD HVSpFLH GH RPEXGVPDQ QmR UHPXQHUDGR ILVFDO GR SHQVDPHQWR GR DXWRU DGYRJDGR GR S~EOLFR UHSUHVHQWDQWH GRV LQWHUHVVHV GR FLGDGmR FRPXP SRQWH HQWUH R OHLWRU H R DXWRU FUtWLFR DWHQWR DR TXH HVWi SXEOLFDGR QHVWDV SiJLQDV  DQRWDQGR FDGD HUUR LPSUHFLVmR RX GHVOL]H pWLFR RX GH RXWUD QDWXUH]D UHSUHVHQWDQGR DV TXHL[DV RX DV REVHUYDo}HV GRV GHPDLV OHLWRUHV (P IDFH GR H[SRVWR DJUDGHoR GH DQWHPmR DR OHLWRU DR HVWXGDQWH H DR SHVTXLVDGRU GH ERD YRQWDGH TXH VH GLJQDU GH FRQWULEXLU SDUD VHU DOFDQoDGR WDO GHVLGHUDWR PHGLDQWH DQiOLVHV FUtWLFDV VXJHVW}HV RX VXEVtGLRV TXH QmR VH SHUGHUmR VHQGR DR FRQWUiULR DFROKLGRV FDORURVDPHQWH H HVWXGDGRV FRP LQWHUHVVH D ILP GH VHUHP DSURYHLWDGRV HP IXWXUD HGLomR (VWH p XP WLSR GH OLYUR TXH MDPDLV ILFD SURQWR

:DOGR 9LHLUD &DL[D 3RVWDO   5LR GH -DQHLUR  5-  %UDVLO 7HO 

  GH PDUoR GH 

*ORVViULR
'HQRPLQDo}HV H[SUHVV}HV H VHXV HTXLYDOHQWHV XWLOL]DGRV FRP IUHTrQFLD QHVWH OLYUR $XWRSURMHomR  'HVSUHQGLPHQWR GD FRQVFLrQFLD HQFDUQDGD SHOR FRUSR PHQWDO RX SHOR SVLFRVVRPD LQWHQFLRQDO RX SURYRFDGR SHOD YRQWDGH GR SURMHWRU ([WUDItVLFR  5HODWLYR jTXLOR TXH HVWHMD IRUD RX DOpP GR HVWDGR ItVLFR GHQVR RX VHMD PHQRV ItVLFR GR TXH R FRUSR KXPDQR H DV IRUPDV ItVLFDV FRPXQV QR KLSHUHVSDoR FRP TXDWUR GLPHQV}HV PDWHULDOPHQWH SVL 0QHP{QLFR  3HUWHQFHQWH RX UHODWLYR j PHPyULD PQrPLFR UHPHPRUDWLYR 2QtULFR  5HODWLYR D RX SUySULR GH VRQKRV 3DUD  3UHIL[R TXH VLJQLILFD DOpP GD DR ODGR GH FRPR QR FDVR GH SDUDSVLFRORJLD ¬V YH]HV VLJQLILFD WDPEpP H[WUDItVLFR ([HPSORV SDUDDVVHSVLD DVVHSVLD SDUDQRUPDO H[WUDItVLFD DQtPLFD HRX PHGL~QLFD SDUDFpUHEUR R FpUHEUR H[WUDItVLFR GD FDEHoD H[WUDItVLFD GR SVLFRVVRPD FpUHEUR ELRSOiVPLFR SDUDPHVD R GXSOR H[WUDItVLFR GD PHVD ItVLFD PDWHULDO FRPXP HWF 3DUDDQDWRPLD  $QDWRPLD WUDQVFHQGHQWH GRV YHtFXORV GH PDQLIHVWDomR GD FRQVFLrQFLD H[FOXtGR R FRUSR KXPDQR 6LQ DQDWRPLD H[WUDItVLFD DQDWRPLD WUDQVFHQGHQWH PHWDDQDWRPLD SDUDSVLFRDQDWRPLD 3DUDILVLRORJLD  )LVLRORJLD GRV YHtFXORV GH PDQLIHVWDomR GD FRQVFLrQFLD H[FOXtGR R FRUSR KXPDQR 6LQ ILVLRORJLD H[WUDItVLFD ILVLRORJLD WUDQVFHQGHQWH PHWDILVLRORJLD SDUDSVLFRILVLRORJLD 3DUDSDWRORJLD  3DWRORJLD GRV YHtFXORV GH PDQLIHVWDomR GD FRQVFLrQFLD H[FOXtGR R FRUSR KXPDQR 6LQ SDWRORJLD H[WUDItVLFD SDUDSDWRORJLD WUDQVFHQGHQWH PHWDSDWRORJLD SDUDSVLFRSDWRORJLD 3DUDSVLFROyJLFR  5HODWLYR j 3DUDSVLFRORJLD VLJQLILFD DLQGD UHODWLYR j SVLFRORJLD H[WUDIWVLFD GD FRQVFLrQFLD HQFDUQDGD TXDQGR SURMHWDGD RX VHMD DOpP GD 3VLFRORJLD QRUPDO

GD FRQVFLrQFLD DERUGDGD QR HVWDGR GD YLJtOLD ItVLFD RUGLQiULD RX QD FRQGLomR GH FRLQFLGrQFLD GRV YHtFXORV GH PDQLIHVWDomR FRQVFLHQFLDO 3DUDSVLFyORJR  $TXHOH TXH SHVTXLVD D 3DUDSVLFRORJLD 6LQ SDUDSVLFRORJLVWD SDUDQRUPDOLVWD 3URMHFLyORJR  3HVVRD HPSHQKDGD QR HVWXGR VpULR H QD H[SHULPHQWDomR REMHWLYD QR FDPSR GH SHVTXLVD GD 3URMHFLRORJLD 6LQ SURMHFLRORJLVWD 3URMHFLRQDWR  5HODWLYR j VXSRVWD PLVVmR SURYLGHQFLDO RX WDUHID DVVLVWHQFLDO GRV SURMHWRUHV FRQVFLHQFLDLV O~FLGRV HQFDUQDGRV VHPHOKDQWH D PLVVLRQDWR H PHGLXQDWR 3URMHWDQGR  $ FRQVFLrQFLD HQFDUQDGD HQTXDQWR QR HVWDGR FRQVFLHQFLDO SURMHWLYR D FRQVFLrQFLD HQFDUQDGD SURMHWDGD R SURMHWRU FRQVFLHQFLDO SURMHWDGR 3URMHWRU  $TXHOH TXH SURGX] D SURMHomR FRQVFLHQFLDO O~FLGD $ H[SUHVVmR GHYH VHU HQWHQGLGD TXDVH VHPSUH FRPR UHODWLYD DR KRPHP H j PXOKHU DR PHVPR WHPSR 9 FDS

 3VLFRVIHUD  &DPSR KLSHUGLPHQVLRQDO RX DWPRVIHUD PHQWDO tQWLPD  QmR UDUR H[WUHPDPHQWH YLVtYHO j FRQVFLrQFLD FODULYLGHQWH RX VHMD SDUDQRUPDOPHQWH GHWHFWiYHO  GD FRQVFLrQFLD GR VHU KXPDQR H PHVPR GRV VHUHV GHVHQFDUQDGRV HP FHUWDV FRQGLo}HV RQGH SRGHP VHU DQDOLVDGDV DV LUUDGLDo}HV GDV OX]HV FRUHV IRUPDVSHQVDPHQWRV LGpLDV H HPRo}HV H[WHULRUL]DGDV SHOR FRUSR KXPDQR GXSOR HWpULFR DXUD SVLFRVVRPD H FRUSR PHQWDO QD FRQGLomR GH FRLQFLGrQFLD RX GH VHPLFRLQFLGrQFLD BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB 2XWUDV H[SUHVV}HV LQFRPXQV GR WH[WR SRGHP VHU HVWXGDGDV DWUDYpV GH WUrV IRQWHV D

2 ËQGLFH GH $VVXQWRV TXH DSUHVHQWD PDLV GH  GXDV PLO

HQWUDGDV QR ILQDO GR OLYUR E.

$V GHILQLo}HV H VLQRQtPLDV WySLFRV LQLFLDLV GRV FDStWXORV HP JHUDO F.

2 tQGLFH GDV LGpLDV VXSRVWDPHQWH RULJLQDLV DWXDLV &DS .

 .

$EUHYLDWXUDV D & DQWHV GH &ULVWR DO LGLRPD DOHPmR DOI tQGLFH DOIDEpWLFR GRV DVVXQWRV DSrQG DSrQGLFH DSUHV DSUHVHQWDGRU ELE ELEOLRJUDILD EU EURFKXUD FDS FDStWXOR RX FDStWXORV FDUW FDUWRQDGR FP FHQWtPHWUR RX FHQWtPHWURV &R &RPSDQKLD G & GHSRLV GH &ULVWR 'HI 'HILQLomR RX 'HILQLo}HV GLF GLFLRQiULR GLQD LGLRPD GLQDPDUTXrV (G (GLWRUD HG HGLomR RX HGLo}HV HQF HQFDGHUQDGR HQG HQGHUHoR RX HQGHUHoRV HStO HStORJR HVS LGLRPD HVSDQKRO HVSH LGLRPD HVSHUDQWR HWF HW FHWHUD H RXWURV RXWUDV.

)& ILFomR FLHQWtILFD ILJ ILJXUD IU LGLRPD IUDQFrV JHRJ tQGLFH JHRJUiILFR JORVR JORVViULR RX YRFDEXOiULR JU LGLRPD JUHJR KRO LGLRPD KRODQGrV +4 KLVWyULD HP TXDGULQKRV LOXV LOXVWUDGR SRU IRWRV HRX GHVHQKRV LPS LPSUHVVmR LQJ LGLRPD LQJOrV LQW LQWURGXomR LW LGLRPD LWDOLDQR ODW LGLRPD ODWLP P PHWUR RX PHWURV PJ PLOLJUDPD RX PLOLJUDPDV Q Q~PHUR RX Q~PHURV RQR tQGLFH RQRPiVWLFR S SiJLQD RX SiJLQDV SRUWR LGLRPD SRUWXJXrV SUHI SUHIDFLDGRU SUyO SUyORJR SVHXG SVHXG{QLPR .

UHHG UHHGLomR UHY UHYLVRU V G VHP LQGLFDomR GD GDWD V (G VHP LQGLFDomR GD (GLWRUD VHJ VHJXLQWHV 6LQ 6LQRQtPLD VRE VREUHFDSD RX MDTXHWD V W VHP LQGLFDomR GR WUDGXWRU WUDG WUDGXWRU WUDGXWRUD RX WUDGXWRUHV WUDQVF WUDQVFULomR 9 9HMD YRO  YROXPH RX YROXPHV WRPR RX WRPRV .

27.BASES DA PROJECIOLOGIA 1. Definição de Projeciologia Histórico da Projeciologia Períodos da Projeciologia Relações da Projeciologia Projeciologia e Parapsicologia Projeciologia e Psicologia Projeciologia e Biologia Projeciologia e Medicina Projeciologia e Antropologia Projeciologia e Sociologia Projeciologia e Física Projeciologia e Astronomia Divisão da Projeciologia Projeção consciente e a consciência humana Projeção consciente humana Paraprojeção consciente Projeção animal Projeção vegetal Leis da Projeciologia Paradoxos da Projeciologia Limitações projetivas 30 31 34 37 40 41 43 44 44 46 47 47 48 49 50 51 54 55 56 56 57 59 II . 34. 36. 5. 18. 23. 15. 4. 26. Consciência cósmica Dejaísmo projetivo Experiência da quase-morte Projeção antefinal Projeção ressuscitadora Intuição extrafísica Precognição extrafísica 62 63 64 65 67 68 68 69 72 72 74 75 77 78 80 81 . 6. 17. 31. 33. 24. 10.CONTEÚDO Páginas do pdf I . 21. 16. 14. 20. 2. 3. 11. 29. 7. 32. Catalepsia projetiva Clarividência extrafísica . 19. 13. 8. 25. 9. 12. 35.FENÔMENOS DA PROJECIOLOGIA 22. 28. 30. Classificação dos fenômenos projetivos Fenômenos projetivos subjetivos Autobilocação consciencial Autoscopia projetiva Autoscopia interna ‘ Autoscopia externa .

52. 49. 54. 57. 69. 43. 40. 45. Telepatia extrafísica Parateleportação humana Fenômenos concomitantes à projeção consciente 82 82 83 85 86 87 92 93 94 95 97 98 102 102 103 104 104 105 105 106 107 108 109 110 110 111 112 113 114 116 117 118 119 120 121 122 122 124 125 127 128 131 132 134 135 III. 44. 77. 56.ESTADOS ALTERADOS DA CONSCIÊNCIA 67. 74. 78. 76.37. 39. 66. 55. 64. . 42. 58. 48. 53. 80. 65. Psicometria extrafísica Retrocognição extrafísica Visão panorâmica projetiva Fenômenos projetivos ambivalentes Autopsicofonia Bilocação física Clarividência viajora Projeção consciente e clarividência viajora Paralelos entre clarividência viajora e projeção consciente Ectoplasmia projetiva Meia-materialização Estado de animação suspensa Exteriorização da motricidade Exteriorização da sensibilidade Falsa chegada Heteroscopia projetiva Multilocação física Parapirogenia projetiva Pneumatofonia projetiva Poltergeist projetivo Projeção do adeus Psicofonia projetiva Psicofonia projetiva humana Psicofonia projetiva extrafísica Psicografia projetiva Raps projetivos Telecinesia extrafísica . 70. 79. 68. 60. 46. 38. Projeção consciente e o pesadelo Paralelos entre pesadelo e a obsessão extrafísica . 72. 51. 73. 71. 61. 62. Xenofrenia Classificação dos estados xenofrênicos Mecanismos da projeção consciente Projeção consciente e o devaneio Paralelos entre devaneio e projeção consciente Projeção consciente e o sono Projeção consciente e o sonambulismo Projeção consciente e o sonho Imagens oníricas Paralelos entre sonho e projeção consciente Sonho comum sobre projeção consciente Projeção semiconsciente . 75. 50. 63. 41. 47. 59.

107. 96. 112. 123. 100. 88. 113. 121. 118. 102. 108. 85. 89. 91. 82. 114. 92. Projeção consciente e a alucinação Paralelos entre alucinação e projeção consciente 136 137 IV. 119. 97. 94. 86.81. 99. 93. 101. 116. 122. 104. 111. 106. 103. Ego Tipos de veículos de manifestação da consciência Projeção consciente e o corpo humano Pineal Exame extrafísico Coincidência dos veículos de manifestação Descoincidência dos veículos de manifestação Duplo etérico Para-anatomia do duplo etérico Parafisiologia do duplo etérico Soltura do duplo etérico Parapatologia do duplo etérico Aura humana Cordão de prata Para-anatomia do cordão de prata Parafisiologia do cordão de prata Esferas de ação do cordão de prata Redução do cordão de prata Parapatologia do cordão de prata Ectoplasma e cordão de prata Paralelos entre ectoplasma e cordão de prata Psicossoma Para-anatomia do psicossoma Parapsicofisiologia do psicossoma Parapsicopatologia do psicossoma Paralelos entre soma e psicossoma Chacras Para-anatomia dos chacras Parafisiologia dos chacras Projeção consciente e o cordão de ouro Páta-anatomia do cordão de ouro Parafisiologia do cordão de ouro Paralelos entre cordão de prata e cordão de ouro Projeção consciente e o corpo mental Parapsicofisiologia do corpo mental Espaço-tempo relativístico Parapsicopatologia do corpo mental Morte Primeira morte Segunda morte Terceira morte 139 140 141 143 146 148 148 149 150 151 151 152 153 153 155 156 158 160 161 161 162 163 164 165 166 168 169 171 171 173 173 174 175 175 176 177 178 180 181 182 185 185 . 95. 109. 87. 105. 117. 120. 110. 84.VEÍCULOS DE MANIFESTAÇÃO DA CONSCIÊNCIA 83. 98. 115. 90.

141. 152. 137. 149. 140. 136. 145. 133. 150. 132. 156. 159. 157. 154. 131. 143.124. 127. 144.ABORDAGENS FILOSÓFICAS 193 129. 153. 142. 138. 151. 160. 130. 146. 147. As três mortes 186 Paralelos entre projeção eventual e final 187 Paralelos entre o psicossoma do encarnado e o do desencarnado 187 Paralelos entre psicossoma e corpo mental 189 Paralelos entre o corpo mental do encarnado e o do desencarnado191 V . 128. 135. 155.VIGÍLIA FÍSICA ANTERIOR Análise cronológica da projeção consciente Fases da projeção consciente Portas para a projeção consciente Data do experimento projetivo . Projeciologia e filosofia Projetabilidade Moral cósmica Código de Ética Extrafísica Projeção consciente e o materialismo Universalismo Maturidade extrafísica Era consciencial Tarefas assistenciais humanas Autocrítica do projetor ou projetora 194 195 196 198 199 201 203 205 205 208 VI 139. 148. 134. . 126. 158. Condições meteorológicas antes da projeção consciente Base física do projetor ou projetora Projetarium Luz ambiental Temperatura ambiental Ruído ambiental Auxiliar em terra Estado fisiológico antes da projeção consciente Estado psicológico antes da projeção consciente Vigília física ordinária Posição física antes da projeção consciente Decúbito dorsal Condições do corpo humano antes da projeção consciente Objetos do projetor ou projetora Roupas do projetor ou projetora Causas da projeção consciente Projeção consciente e a distância Horário inicial do experimento projetivo 210 211 212 212 212 213 213 216 217 217 218 219 220 220 221 221 222 223 223 224 224 225 225 . 125.

190. 186. 183. 188. 200. 164. 195. 165. 187. 181. 185. 168. 167. 172. 178. Técnica da projeção pelo corpo mental Técnica da projeção pineal Técnica da quebra da rotina Técnica da repetição projetiva Técnica da rotação do psicossoma Técnica da rotação do corpo humano Técnica da saturação mental projetiva Técnica da projeção pela sede Técnica da transferência da consciência Técnica da transmissibilidade projetiva Técnicas do diagnóstico projetivo Projecioterapia Técnicas dos condicionamentos psicológicos 228 229 230 231 233 235 236 237 240 241 243 243 245 246 246 247 249 250 251 253 254 256 257 258 259 259 261 262 264 265 267 267 268 268 269 271 272 273 273 274 275 276 .' Técnica da projeção consciente através do sonho Técnica da projeção fragmentada . 201. Preparação para a projeção consciente Generalidades sobre as técnicas projetivas Muletas psicofisiológicas projetivas Técnica da auto-relaxação psicofisiológica Técnica da concentração mental Técnica da respiração ritmica Técnica das fugas imaginativas Técnica da visualização projetiva Técnicas das posturas projetivas Classificação das técnicas da projeção consciente Técnica da abertura dá porta Técnica do ato sexual projetivo Técnica da auto-imagem projetiva Técnica da autovisualização com as pálpebras descerradas Técnica da contagem dos passos Técnica do dióxido de carbono Técnica do fator projecional Técnica da hetero-hipnose projetiva Técnica da auto-hipnose projetiva Técnica das imagens projeciogênicas Técnica da projeção consciente pelo jejum Técnica dos mantras projetivos Técnica das massagens e visualizações projetivas Técnica das músicas e visualizações projetivas Técnica dos objetos-fatores desencadeantes Técnica do despertamento físico musical Técnica da projeção assistida . 199. 173. 162. 198. 184. 179. 191. 196. 202. 176. 194. 189. 166. 177. 180. 197. 175. 163. 182.VII . 174. 170.TÉCNICAS DA PROJEÇÃO CONSCIENTE 227 161. 193. 171. 192. 169.

PERÍODO EXTRAFÍSICO DA CONSCIÊNCIA Autoconsciência extrafísica Escala da lucidez da consciência projetada Iluminação do meio ambiente extrafísico Técnica da identificação do veículo de manifestação Técnica da expansão da consciência projetada Orientação da consciência projetada Ambientes extrafísicos Plano extrafísico crostal Plano extrafísico propriamente dito Plano mental Esfera extrafísica de energia Cérebro humano Percepções extrafísicas gerais Visão extrafísica Atenção extrafísica Escala de observação da consciência projetada Desempenhos da consciência projetada Inabilidades da consciência projetada 301 302 303 304 305 306 306 307 309 310 311 312 314 316 318 319 320 322 323 . 230. 218. 212. 241. 207. . 206. 219. 242. 216. 228. 240. 234. 224.VIII 203. 229. 205. 214. 239. 235. 209. 211. 232. 220. 217.FASE DA EXTERIORIZAÇAO DA CONSCIÊNCIA Sinais precursores da projeção consciente Aura projetiva Entorpecimento físico Ballonnement Pré-decolagem Estado vibracional Hipnagogia Estado transicional Consciência dupla Visão dupla extrafísica Bradicinesia extrafísica Parapsicolepsia Sons intracranianos na decolagem Decolagem Decolagem por afundamento Instabilidade do psicossoma Rastro de luz Respiração na decolagem Hibernação consciencial Abertura extrafísica Elongaçâo extrafísica Despertamento extrafísico Técnica do autodespertamento extrafísico 277 278 278 279 280 281 281 283 285 286 287 287 288 289 290 292 293 294 295 296 297 298 299 299 IX 226. 221. 233. 215. 222. 238. 237. . 223. 204. 227. 225. 213. 243. 210. 236. 231. 208.

249. 264.RELAÇÕES DA CONSCIÊNCIA PROJETADA Comunicabilidade consciencial Conscienciês 365 366 367 . 252. 272. 277. 266. 262. 275. 256. 255. 280. 271. 259. 258. 281. 279. 246. 273. 286. 253. 263. 251. 274. 269. 248. Impossibilidades extrafísicas Energia imanente Energia conscien ci al Mobilização da energia consciencial Técnica da circulação fechada de energias Técnica da recepção de energias Técnica da absorção de energia cósmica Exteriorização de energias Técnica da exteriorização de energias Técnica dos passes para o escuro Formas-pensamentos Paralelos entre projeção consciente e formas-pensamentos Técnica da criação das formas-pensamentos Fatores sexuais positivos à projeção consciente Fatores sexuais negativos à projeção consciente Romances extrafísicos Congressus subtilis Autoluminosidade extrafísica Autopermeabilidade extrafísica Elasticidade extrafísica Imponderabilidade extrafísica Inaudibilidade extrafísica Invisibilidade extrafísica Invulnerabilidade extrafísica Multiplicidade extrafísica Translocação extrafísica Mecanismos da translocação extrafísica Velocidade do projetor projetado Técnica da volitação consciente Correntes extrafísicas Chuvas extrafísicas Fogos extrafísicos Emoções extrafísicas gerais Euforia extrafísica Formas extrafísicas do projetor projetado Trajes extrafísicos Uniforme do projetor projetado Autotransfiguração extrafísica Zootropia Mutação extrafísica : Técnica da mimetização extrafísica 323 324 326 328 329 329 330 331 332 333 337 339 340 341 341 342 342 344 345 347 347 348 349 350 351 351 353 353 345 355 356 356 357 358 359 359 360 361 362 363 364 X 285. 282. 276. 247. 260. 265. 245. 270. 254. 284. 268. 250. 278. 261. 267. 283.244. . 257.

. 304. 323. 318. 288. 312. 314. 309. 290. 325. 317. 321. . 303. 305. 306. . 302. 324. 307. 293. 295. 313. 289. 301. 294. . Técnica do passe a três Técnica da comunicação intervivos Aparição intervivos Reações dos encarnados à aparição do projetor Ataques extrafísicos ao projetor ou projetora Técnicas autodefensivas do projetor ou projetora Obsessores extrafísicos Projeção possessiva Projeção desobsessiva Técnicas da projeção desobsessiva Projeção assistencial O projetor e os desencarnantes Técnica da projeção prolongada . 296. 329. 319.FASE DA INTERIORIZAÇÃO DA CONSCIÊNCIA Retomo à base física Interiorização da consciência projetada 413 414 414 . 300. 298. 316. Técnica da comunicação extrafísica : Captação extrafísica de idéias originais Idéips originais históricas Idéias originais atuais Idéias extrafísicas evitáveis Alvos mentais projetivos Técnicas para se atingir o alvo mental Locais interditados Técnica da produção da telecinesia extrafísica Escala dos contatos extrafísicos A consciência projetada e seu corpo humano Técnica da autobilocação consciencial A consciência projetada e as criaturas encarnadas A consciência projetada e as criaturas desencarnadas A consciência projetada e outras criaturas projetadas Desaparecimentos extrafísicos Técnica das abordagens extrafísicas Técnica do heterodespertamento extrafísico Criaturas inabordáveis Técnica do autotoque extrafísico-físico Acoplamentos áuricos Amparadores Projeção consciente e a evocação Técnica da evocação consciente Evocações inconscientes Manifestações extrafísicas do projetor-médium Manifestações físicas do projetor-comunicante . 326. 315.287. Agenda extrafísica 368 368 368 369 372 372 373 374 375 376 377 377 378 379 380 380 381 382 383 384 385 387 389 391 391 392 392 393 395 395 396 396 397 399 402 403 405 406 408 410 411 XI 328. 320. 299. 322. 292. 311. . 308. 297. 310. 327. 291.

349.330. 334. 343. 368. 333. 366. Técnica da rememoração fragmentária Memória quádrupla Horário final do experimento projetivo Condições meteorológicas depois da projeção consciente Duração da projeção consciente Estado psicológico depois da projeção consciente Estado fisiológico depois da projeção consciente Período da perda da vigília física Posição física depois da projeção consciente Condições do corpo humano depois da projeção consciente Projeciografia Registro final da projeção consciente Diário do projetor ou projetora Fichas técnicas do diário do projetor Confirmações posteriores às projeções conscientes Fatores negativos às confirmações posteriores Análise das percepções do projetor 425 426 428 430 430 431 431 442 433 434 435 435 436 437 437 437 438 438 438 439 440 441 442 443 444 XIII 365. 364. 345. 351. 360. . 353. 358. 342. 357. 350. 352. Pós-interiorização Repercussões psicofísicas Repercussões extrafísicas durante a projeção Repercussões físicas durante a projeção Autotelecinesia Sons intracranianos na interiorização Hipnopompia Despertamento físico Técnica do despertamento físico Banho energético pós-projetivo Descoincidência vígil 416 417 418 418 420 420 421 422 422 423 423 XII 341. 354. 347.O PROJETOR E AS PROJEÇÕES Tipos de projetor e projetora Projetores deslumbrados Técnicas do desenvolvimento do projetor ou projetora Recesso projetivo 446 447 448 449 450 . 362. 348. 359. 331. 335. 339. 361. 336. 356. 355. 340.VIGÍLIA FÍSICA POSTERIOR Mente física Rememoração da projeção Rememoração fragmentária Rememoração em bloco Fatores positivos à rememoração da projeção Fatores negativos à rememoração da projeção Técnicas da rememoração dos eventos extrafísicos . 367. 337. 332. 363. 344. 346. 338. .

Questionário projetivo O projetor ideal Animismo Mediunismo Paralelos entre médium e projetor Paralelos entre projeção consciente e transe mediúnico Mediunidade e projeção consciente Classificação geral das projeções Tipos básicos de projeção consciente Binômio lucidez-rememoração Primeira projeção consciente Projeção dupla Projeção educativa Projeção natural Projeção forçada Paralelos entre projeção natural e forçada Projeção-fuga Projeção instantânea Projeção do duplo composto Projeção semiconsciente regressiva pós-natal Projeção sonora Projeção visual extrafísica Projeções conscientes conjuntas Paralelos entre projeção mental e pelo psicossoma Projeções seriadas Consciência projetada e o tempo cronológico Eventos extrafísicos Eventos extrafísicos marcantes Traumas extrafísicos Fatores positivos à projeção consciente Utilidades pessoais da projeção consciente Reciclagem encamatória projetiva Utilidades públicas da projeção consciente Fatores negativos à projeção consciente Projeção consciente e medo Agentes inibidores relativos das projeções Malefícios da projeção consciente 452 458 459 460 462 463 463 464 466 467 468 469 470 471 471 472 472 473 473 475 476 477 477 480 480 482 484 485 485 486 488 490 491 492 493 495 496 XIV 406. 375. 371. 373. 409. 372. 385. 384. 386. 411. 397. 382. 377. 370. 387.369. 378. 392. 399. 403. 400. 388. 402. 389. 404. 410.RELAÇÕES DA PROJEÇÃO CONSCIENTE Projeção consciente e os acidentes Projeção consciente e as crianças Projeção consciente e os animais Projeção consciente e o parto Projeção consciente e a ereção Projeção consciente e a cegueira 498 499 500 500 501 503 503 . 381. 396. 380. 395. 376. 405. . 390. 374. 408. 383. 398. 401. 379. 391. 393. 394. 407.

442.ABORDAGENS CIENTIFICAS Experimentos das projeções conscientes em laboratório Padrões de ondas cerebrais Identificação extrafísica de pessoas vigeis Visão fora do corpo humano Experimento do vôo pela vontade Animais-detectores da consciência projetada Efeitos cinéticos da consciência projetada Fisiologia do estado projetivo Experimentos individuais com as projeções conscientes Pesquisas projetivas de opinião pública 550 551 553 554 555 556 557 558 559 560 562 . coração e a freqüência cardíaca Projeção consciente e as doenças Projeção consciente e a Psicopatologia Projeção consciente. 415. 430. cirurgia e os anestésicos Projeção consciente e a paracirurgia Projeção consciente e a pessoa mutilada Projeção consciente e os hemiplégicos Projeção consciente e as drogas Paralelos entre as drogas e a hipnose Projeção consciente e o contágio psicológico Projeção consciente e o humor Projeção consciente e a ioga Projeção consciente nas instituições totais Projeção consciente e o movimento pessoal Projeção consciente e os esportes Projeção consciente e a guerra Projeção consciente.412. 440. 444. 422. 433. 450. 453. 449. 418. 436. 416. 414. 448. 439. 419. 428. 434. 432. 441. 426. 421. 427. 437. . espionagem e os negócios Projeção consciente e a arte em geral Projeção consciente e a música extrafísica Projeção consciente e o teatro Projeção consciente e a arte cinematográfica Projeção consciente e a nafologia Projeção consciente e o fenômeno theta Projeção consciente e a reencamação Projeção de consciência contínua Estado da consciência contínua Escala do estado da consciência contínua Autodesencamação Autoparada cardíaca voluntária Autocombustão voluntária Fixador psicofisiológico Localizações conscienciais 504 505 506 507 509 510 512 515 515 519 520 521 521 522 524 525 525 526 528 530 530 531 532 533 534 538 539 540 543 544 545 546 547 XV 445. 452. 413. 438. Projeção consciente e as dores físicas Projeção consciente. 417. 435. 425. 447. 431. 420. 451. 429. 454. 424. 443. 423. 446.

460. 456. . 469. 466. 458. Aos projetores e projetoras 584 585 585 587 588 589 . 470. 564 567 568 568 570 571 572 573 573 573 574 575 582 XVI 468. Casos de projeções conscientes Instrumentos laboratoriais na Projeciologia Projetos experimentais Hipóteses gerais em Projeciologia Hipótese do corpo imaginário Hipótese do corpo objetivo Projeção consciente e o inconsciente Teoria psicológica Teoria da informação Teoria do ensaio da morte biológica Hipóteses de trabalho Modelo da série harmônica Endereços úteis . 461. 459. 457. 472. 467.CARTAS ABERTAS Aos leitores em geral Aos céticos quanto às projeções da consciência Aos aprioristas Aos parapsicólogos . 464. 471. 465. 463. 462.455.

BASES DA PROJECIOLOGIA .I .

— para fora do corpo humano. Muito pelo contrário. Segundo os princípios didáticos vigentes. — através do psicossoma e do corpo mental. parapsicologia projetiva. Por outro lado. DEFINIÇÃO DE PROJECIOLOGIA Definição. a infância de toda ciência se caracteriza pela sua concentração sobre a busca de variáveis relevantes. conquanto numerosos. certamente. semi-empírico. As estimativas quantitativas vão se tomando cada vez mais exatas. projeciônica. Parapsicologia. classificações e hipóteses soltas que estabeleçam relações entre essas variáveis e expliquem aqueles dados. Os métodos de experiência e análise. a permanente análise desses dados — válidos — constitui justamente o caminho adequado e ideal. Só na imaginação popular é que ela atinge o status de verdade absoluta. tratado): ramo. Sinonímia: auto-revelação. estão sendo constantemente aprimorados. sem dúvida surgirão novas condições e conjunturas para as quais serão 2 . Com a crítica aos dados existentes. Ciência. erros de análise estatística e interpretações enganosas. neste momento. não definitivos. descoincidenciologia. o acúmulo das investigações e criteriosa análise científica. para se alcançar um progresso contínuo. Aqui se procura justamente superar esse estágio inicial. projeção. estudo das projeções da consciência. Um bom número de publicações da literatura científica contém defeitos de estruturação. o que ficou exposto não significa que os estudos individuais e as pesquisas de laboratório já existentes sobre a Projeciologia sejam desprovidos de valor ou de significado. são provisórios na medida em que representam quase sempre abordagens iniciais aos fenômenos projetivos e suas conseqüências. Pesquisas. Lacunas. mantém considerável número de lacunas como'subcampo científico que. Em razão disso. dados singulares. estudo dos fenômenos extracorpóreos. serão completadas com o passar do tempo. no entanto. Unidade. A Ciência muda e evolui.ecsomaciologia. ou subdisciplina da ciência humana. permanentemente. a Projeciologia é uma área de estudo relativamente nova. que trata das projeções energéticas da consciência (duplo etérico) e das projeções da própria consciência. da ciência a qual denomino “Projeciologia”. Projeciologia (Latim:projectio.Bases da Projeciologia 01. projecionomia. Os dados hoje disponíveis sobre a Projeciologia. ou seja. dando-lhe uma unidade lógica. Isto não significa que o trabalho desenvolvido anteriormente não fosse científico ou importante na sua época. obelogia. projecionismo. subcampo. Apesar de o fenômeno da projeção consciente ser conhecido há milênios. grego: logos. projecionística.I . desdobramentologia. das ações da consciência operando fora do estado de restringimento físico do cérebro e de todo o corpo biológico.

inevitáveis. ou de manifestações objetivas. os parâmetros. Em face das razões expostas. arqueprojeção. seja do ponto de vista ideológico ou militar. — tais como. num esforço de suprir as ocorrências que exigem racionalização e organização. por minha conta. a bilocação física . por exemplo.como. Até o presente ainda não se chegou a um consenso. até neste campo. Neologismos. a fim de evitar confusões. não moldando-se ao senso comum. Naturalista. chacroprojeção. carbonoprojeçâo. os conceitos operacionais. Terminologia. econômica. especialmente quando psicopatológicas. O aspecto característico de fenômeno subjetivo. por uma questão de conveniência. os objetivos colimados. e uma compilação de expressões compostas. Inobstante os arrazoados precedentes. Polissemia. abrangentes. Tanto a Ciência em geral. Contudo. para fenômenos que não têm nome algum ou estejam sem denominação dentro da Projeciologia tais como estes 50: adenoprojeção. ou acepções de palavras antigas distendidas. sectarismos científicos ou filosóficos. a Projeciologia necessita de palavras próprias.falam a favor da existência também de uma Projeciologia Naturalista. Como as demais ciências. bariprojeção. por exemplo. são áreas ou ramos do conhecimento humano inteiramente universalistas. Não podem aceitar rotulações nem limitações e devem desenvolver-se sem comprometimentos temporais humanos. social. num permanente processo de inquirição e soluções temporárias. é uma condição para a verdadeira descoberta. completamente despojadas de vínculos a partidarismos. a fim de se evitar confundir as acepções. Linguagem. psicometria e autoscopia. audioprojeção.ção. cefaloprojeçâo. e seus cognatos. individual. Ninguém contesta que são necessárias palavras novas. A verdade e a validade do conhecimento não têm fronteiras. mas indo para além dele ou contra ele. para nomear fatos novos e idéias novas. Ocorre com a terminologia projeciológica o mesmo que se passa com muitas outras linguagens: a incidência inevitável da polissemia e das sobreposições semânticas. empíricas e científicas. ou palavras. determinadas ocorrências . Descobertas. Como poderá formular a novidade de suas descobertas e de suas concepções sem recorrer a termos novos? E a ausência de preconceitos. cosmoprojeção. as aplicações pragmáticas. com nomenclatura geral. Julgo desnecessário explicar aqui os critérios de cientificidade e a validade epistemológica de um determinado ramo do conhecimento humano. neste livro procuro expor e estabelecer. 0 objeto de estudo desapaixonado e a metodologia racional da Projeciologia não têm nenhum compromisso implícito ou explícito com qualquer área psíquica. filosófica. Critérios. como aconteceu e acontece na evolução de qualquer Ciência. quanto a Parapsicologia em particular. Os barbaris mos e expressões binominais existentes no âmbito da Parapsicologia. ou ideologias quaisquer que sejam. os postulados. provenientes da consciência projetada. e visando a formação de vocabulário prático e funcional. em nível internacional. e a própria Projeciologia. sobre o problema da organização e composição da terminologia internacional parapsicológica. as experimentações. foi preciso inventar. e o corpo teórico e científico que delimita o corpo e o universo de atuação da Projeciologia e a diferencia das outras Ciências. clara e racionalmente: os conceitos. sistemática. criação ou adoção de termos próprios. condiciona a existência da Projeciologia Subjetiva. Estabelecimento. visíveis fisicamente. em termos de qualidade elas possuem as características que o método científico exige. auto-hipnoproje. ou própria. Universalismo. ostensivas. cefalossoma. Em resumo: a Projeciologia não deve ser monopolizada por cultos nem cooptada por governos competidores ou rivais. — às vezes vêm exigindo avisos quanto ao seu emprego. biprojeção. palavras novas. 3 . Proponho daí um elenco de neologismos coerentes. política. da experiência da projeção consciente humana. Qualquer leitor mediano pode facilmente avaliá-los. os objetos de estudo.necessárias novas pesquisas e novos dados. Hipóteses. A linguagem ordinária não tem palavras para designar estruturas e movimentos conscienciais que não existem aos olhos do senso comum e nem estão restritos apenas ao âmbito dos cinco sentidos básicos do corpo humano. Embora muitas hipóteses levantadas pela Projeciologja ainda estejam em fase de pesquisa e experimentação. Qualquer descoberta científica se forma. A impropriedade e a multiplicidade das denominações existentes para os fenômenos da Projeciologia evidenciaram a própria imprestabilidade e a necessidade do uso.guarda-chuvas. ou religiosa em particular. colorprojeção.

em definitivo. sem que ela saia temporariamente de sua sede nos hemisférios cerebrais. narcoprojeção. isto é. lançado em S. são racionais. Somente os conceitos e as experiências apresentam significados. projetabilidade. aqui. a partir de um futuro próximo. exatas. qualquer inconveniente no uso desta ou daquela nomenclatura ou terminologia. o fenômeno comum da incorporação ou psicofonia. Todos nós denominamos os fenômenos e ocorrências em torno de nós mesmos como achamos mais adequado aos nossos conceitos. não há. A Projeciologia. destaque. ao campo vasto da Conscienciologia (Egologia. O fundo. o estado da consciência encarnada. projecioterapia. “coluro dos solstícios”. projeciologista. ou à religiosidade de 4 . antes mesmo de estar adstrita às manifestações da Parapsicologia. A Projeciologia apresenta um campo de pesquisas de manifestações bastante abrangente se incluirmos as exteriorizações das energias. Eis o termo Projeciologia (português) vertido para outros idiomas: inglês. etc. a submissão das consciências afeitas à religião. Aqueles que desejarem se empenhar em tomar a Projeciologia uma ciência autônoma. sob o enfoque permanente da observação científica. Fundo. oligoprojeção. em 1981. As palavras e expressões têm importância relativa. projeciotóxico. Dispensa. tais neologismos não foram concebidos arbitrariamente. projecionatò. delimitação. descrição. Eis porque ainda foi incluído o Glossário no texto e a maioria dos capítulos apresenta a sinonímia própria do seu tema. Precisamos entendernos uns aos outros para compreender as ocorrências em tomo de nós. Em resumo: sob o aspecto da descoincidenciologia. e. e empregadas fluentemente em seus campos de trabalho até mesmo no coloquialismo. Por exemplo: a projeção do próprio duplo etérico isolado (uma projeção energética que alguns confundem com a projeção do corpo mental). porém não deixe de entender o texto e os experimentos devido às palavras.jeção. projeciólogo. Desde que se estabeleçam as devidas convenções. coerentes. traumato-projeção. ao centro das Ciências e ao centro das Filosofias. presentemente. terão de se aplicar. — dos fenômenos projeciológicos subjetivos. e outros.latria. pedoprojeção. e inteiramente independente da Parapsicologia. projetarium. Escolha o leitor as expressões que lhe sejam favoritas. ainda maiores do que está apontado neste contexto. oniroprojeção. permitindo a fácil e perfeita identificação do objeto nomeado ou do fenômeno exato sob análise. e dispensará para sempre. podoprojeçâo. projeciatria. não obstante o exotismo para o leigo. primoprojeção. italiano. Será sempre importante caracterizar-se bem as expressões e acepções das palavras a fim de evitar mal-entendidos. musicoprojeção. espanhol. as projeções da aura humana. ao religiosismo. método próprio. não objetivados. a Projeciologia põe em plano secundário para logo. ecocéfalo. não merece ser sacrificado em favor da forma. Projectiology. ou seja. com objeto próprio. o campo da Projeciologia é muito mais amplo do que parece à primeira análise. ou “propergóis hiper. Paulo. Descoincidência. daqui para a frente. projetando. a projeção do cordão de prata isolado. Projektiologie. projecionalia.gólicos” que. Proyecciología. e o estado da consciência projetada (estado projetivo). e ordenação panorâmica sistemática —. Proiettologia. alemão. ou seja. Espiritologia. ou Espiritismo). na abordagem da fenomenologia. estrobopro. giroprojeção. Os termos com o passar do tempo enfastiam os homens. Como se verá no decorrer do texto. epiprqjeção. projeciofobia. os apêndices e as atuações exteriores oriundas da consciência. sendo sempre dada preferência à expressão uninominal e à mais curta possível. tudo isso sem a consciência ir junto.deuterossoma. O estudo da Conscienciologia pode ser dividido em três estados: o estado da consciência desencarnada. diferenciação. hipnoprojeção. de fato. Glossário. Nos glossários de termos técnicos você encontra com facilidade expressões como “advecção ageostrófica”. bem como dos fenômenos objetivos propriamente ditos. Com clareza meridiana. hidroprqjeção. As palavras não têm significado algum em si mesmas. projeciorréia. eletroprojeção. Autonomia. Projectiologie. projeciografia. Espera-se que amanhã suija alguém e redenomine todos os fatos parapsíquicos de maneira mais adequada. permanece estruturalmente vinculada. libidoprojeção. Isso será feito no sentido da atualização. no entanto. projeciocrítica. preconceitos e condicionamentos. projecio. francês. Não se espante o leitor com as expressões. implantando uma terminologia coerente e ainda mais concordante. projecionismo. holossoma. pneumoprojeção. Este autor propôs o termo Projeciologia para nomear o subcampo da Parapsicologia na página 40 do livro “Projeções da Consciência: Diário de Experiências Fora do Corpo Físico”. Termo. Conscienciologia. projecionomia. nefoprojeção. tritanatose.

já referida.HISTÓRICO DA PROJECIOLOGIA Fisiologia. no tempo. 40). desde tempos imemoriais. Arquetípica. em todos os lugares. p. de todas as épocas. e à mediunidade em qualquer de suas práticas. invariável.000 (duas mil). faz da projeção consciente uma experiência arquetípica. Bret (203. e cresce razoavelmente a cada ano. 97). religião. Não se surpreenda o leitor por encontrar neste livro a apresentação circunstanciada de uma nova subdisciplina científica. e à imortalidade da pessoa (evidência pessoal da sobrevivência). portanto. p. Daí também se confirma a origem tipicamente fisiológica. afora muitos outros aspectos da natureza e da vida humana. 126). papel de expressivo relevo no campo de outras Ciências. facilmente encontradiças nos relatos das obras 5 . na antigüidade bíblica. as condições da mente e do corpQ humano conforme as experiências e. o sono. A História Humana evidencia. Tudo isso sugere que a Projeciologia ocupará lugar importante no conjunto das Ciências Humanas e desempenhará.dos”. 14). o sonambulismo. ainda que nas mais antigas. como é praticada hoje. alcança hoje cerca de 2. _____________________ Bibliografia: Andrade (27. de século. ao poder econômico (fixação psicofísica). conciliando suas pesquisas dentro de abordagens multidisciplinares. Paula (1208. Franklin (548. 146). ou seja. em muitos aspectos. Carvalho (253. comp recurso vital. Cultura. e até nas eras pré-históricas. Personalidades. A multiplicação das Ciências implica a necessidade de integrá-las. atribuindo. Barros (86. Green (632. As narrativas quanto às projeções conscientes seguem padrões similares. tribais. nas crônicas sacras do Oriente. Apesar das diferenças de cultura. entre todas as civilizações. acontecendo o mesmo com o processo pelo qual a consciência do homem ou da mulher deixa o corpo físico. Papel. p. p. Vieira (1762. A referida uniformidade deriva de afirmações práticas de personalidades com formações culturais e procedências díspares como estas 65. como nos sábios e intelectuais. Tal sistema de valores motivará fortemente os jovens mais talentosos e ambiciosos para o estudo desta Ciência. 02. e babilónica. 17). nacionalidade e idioma. Consenso. 21). egípcia. da experiência da projeção consciente humana como estado consciencial. e povos. como se verá nos argumentos explicitados em diversos capítulos à frente. com as mesmas razões e motivações para sobrevirem as ocorrências. p. a diversos outros estados alterados da consciência tais como: o devaneio. ou seja. valor indescartável aos intelectuais e pesquisadores. O número das Ciências. no alvorecer de todas as civilizações. o pesadelo. vem ocorrendo uma uniformidade substancial que persiste. de origem fisiológica — segundo os registros históricos das experiências da humanidade — a prôjeção consciente é semelhante. Este é um dos objetivos deste trabalho: o intercâmbio de informações. biológica. A condição ímpar da cultura inspirada pela Projeciologia dá valor igual ao saber (maturidade consciencial). atrasados ou selvagens. freqüentemente. indispensável. p. Encontrada nas primeiras narrativas da antigüidade clássica. p. o sonho. A distribuição universal através de culturas diferentes e ao longo da História. Universalidade. raças. potencialmente encontrada em muitos membros da raça humana tão-somente pela virtude de serem seres humanos. na qualidade de faculdade natural. que era bem reduzido no início da Idade Moderna. seguindo sempre as mesmas constantes básicas. de intercâmbio consciencial. etc. que a projeção consciente humana tem sido comum em todos os países e foi registrada de maneira ampla e universal em todas as culturas e sociedades humanas. mesmo daqueles considerados “não-intelectualiza. chegando-se a conclusões semelhantes a respeito da realidade da saída da consciência para fora do corpo humano através de outro veículo de manifestação consciencial. 55). no curso da História. oportunamente. tanto aparecendo no homem ignorante.qualquer natureza. Integração. p. A experiência da consciência fora do corpo humano constitui fenômeno antigo e universal. ou parafisiológica.

onde se sentiam renascer espiritualmente depois de participarem de rituais . Há lendas. não sabia por que caminho nem de que maneira alcançara o corpo humano. ocultistas. apóstolos do Novo Testamento. Pré-história. sua experiência lúcida fora do corpo humano durante aqueles três dias (projeção consciente prolongada). tecnologistas. espíritas. que jazia na pira. executivos. e a outros amigos seus. que no Ano 79 desta Era Cristã. C. esoteristas. escritores inspirados. a Protógenes. e até mudou de nome. espiritualistas diversos. e xamãs siberianos. Arisdeu se transformou num homem altamente virtuoso. sadus. o psicossoma. poetas. curandeiros.tidos como sagrados . rmhatmas. restando apenas as tradições orais sobre o assunto que foram parar na índia e no Tibete. curadores africanos. Depois que saíra do corpo humano.e também por Paulo de Tarso (?-67) em suas Epístolas (II Coríntios. animistas do Oriente. Hermótimo.fílio de nascimento. fisiologistas. Rituais. religiosos e estadistas de muitos países do mundo antigo também se referiram à experiência da projeção consciencial lúcida. Durante séculos. Eis alguns trechos do relato de Plutarco (Páginas 6 .por dias e dias seguidos. sua consciência se encontrara com muitas outras em boas e más condições conforme a narrativa detalhada. filósofo da Escola Jónica. de país para país. C. o Moço (61-113). Egito. O fenômeno da projeção consciencial lúcida foi mencionado no Apocalipse de João (1:10 e ll. professores. os homens vêm praticando rituais a fim de sair para fora do corpo denso. ou anímicomediúnicas. três dias depois do acidente. recobrou plenamente a consciência e relatou. índios mexicanos. Ao fim. foi aparentemente capaz de induzir a experiência da projeção consciencial lúcida à vontade. de manhã cedo. quando recolhiam os mortos já putrefatos no campo de batalha. médiuns do Ocidente. Contudo. índios australianos.) se prestava o culto aos mortos através do Kha. Justamente quando estavam para enterrar o corpo humano de Arisdeu. sensitivos. teosofistas. enfermeiros. homens civilizados.4:2). Er voltou à vida e narrou o que vira no Além. 12:2). C. um homem sem predicados morais.). medicine men. faquires. mas. erguendo as pálpebras de súbito. inclusive pelos antigos povos de Israel. programadores de computador. pajés. homens de negócio. o Armênio. ele reentrou no seu corpo. pan. filósofos. foi dado por morto. pesquisadores militares. Ao fim de dez dias. iogues. místicos cristãos. gurus. do sexto século antes de Cristo. depois de violenta queda. Arisdeu. um fator de persuasão resiste a todos os ceticismos: a extraordinária soma de fenômenos projetivos da consciência do homem e da mulher e a sua repetição constante de século para século. Escreveram ainda sobre as projeções conscienciais: Caio Suetônio Tranqüilo (V. clérigos. conforme o depoimento de seus contemporâneos (reciclagem encamatória projetiva). cientistas. as genuínas técnicas secretas empregadas nesses ritos projetivos se perderam. usando esta habilidade para investigar a natureza dos estados conscienciais depois da morte do corpo humano. devotos anglicanos. segundo a opinião vigente na ocasião. parapsicólogos. ambientalistas. jornalistas. Boa parte desses rituais consistia na experiência da projeção da consciência lúcida induzida a sair para fora de todo o corpo humano. o duplo. no décimo segundo dia. Escritores. mestres-escolas. feministas. na gira da Umbanda. físicos. magos. C. metapsiquistas. videntes. devotos católicos. rosacrucianos. esoteristas. a partir dos tempos préhistóricos. e Plínio. pesquisadores-sensitivos. em detalhes. políticos. antroposofistas. 42). entre eles: Gautama Buda (563-483 a. autores. adivinhos. médicos. os antigos gregos buscaram a senda da iluminação íntima através das cerimônias do templo de Elêusis. além de inúmeras outras práticas religiosas. cap. sobre a pira. soldado que fora tido por morto em combate. Levaram o corpo para casa a fim de lhe dar sepultura. No Antigo Egito (5004-3064 a. Bíblia. Hermótimo de Clazomene. A começar pelas culturas mais primitivas. filósofos gregos. viu. Em cada um dos grandes clássicos da cultura antiga. sábios dissidentes. Plutarco de Queronéia (50-120) registrou o relato de Arisdeu de Soles. III: 14).com citações de casos projetivos: aborígines americanos. Ainda hoje se observa a procura ansiosa desse mesmo objetivo nas danças dos dervixes. engenheiros. Platão (428-347 a. o retiraram em aparente bom estado. da Silícia. psicólogos. Desta ocasião em diante. ascetas. quando. Através de uma projeção consciente assistida.) e Heródoto (485-425 a. brujos. a consciência de Ezequiel foi levantada (extraída do corpo humano) e transportada por um espírito (amparador) a um outro lugar (Ezequiel. médicos-feiticeiros. Ásia Menor. lamas tibetanos. Pérsia e índia. a projeção consciente foi conhecida. profetas do Antigo Testamento.) relata a história de Er. iniciados indianos. falando de homens sábios cujas almas deixavam os seus corpos humanos e se comunicavam com os deuses. Er. alquimistas. Desde o princípio da História Humana registrada.

um grande medo apoderou-se dele. então. como poderia retomar. em estado de choque. uma mulher enorme e de uma beleza maravilhosa o segurou e disse: “Venho aqui. E. ele reconhece a alma de um primo. Thespesios havia sido um simples espectador. estas almas lhe eram desconhecidas. Levando um tombo. ele vê duas ou três de seu conhecimento. Société D’Édition “Les Belles Lettres”. o efeito desta mudança. mas a alma aproximando-se disse: ‘Bom dia. queriam saber a razão desta conversão. segundo relatou Agostinho de Tagaste (354-430). em certo sentido. mais piedoso com relação à divindade. disse que não se chamava Thespesios. Desde que sua alma pensante saiu de seu corpo. ‘Sim. pois. vieste até aqui por um decreto dos deuses. porém. Rapidamente. retorna a seu corpo e abre os olhos quase abraçando o seu túmulo. Assim é que três dias mais tarde. como uma âncora. que aqueles que o conheciam. a narração que fiz: Thespesios de Soles.164-172. Posteriormente. passou a se comportar como esses devassos que. antes. para melhor gravar em ti cada uma de tuas lembranças”. porém elas não o compreendem. fraudulentamente. as abandonam e depois tentam corrompê-las a fim de as repreender. amigo íntimo de Protógenes. e fugiam de toda a vista e de todo o contato. parecia-lhe que todo o seu ser respirava livremente. o oráculo respondeu que ele estaria melhor quando estivesse morto. tu deixaste o resto no teu corpo. 1974): (TEXTO ORIGINAL EM GREGO OMITIDO NA DIGITALIZAÇÃO) Eis. Em breve. foi desta forma que as coisas ocorreram. passou a primeira parte de sua vida em plena dissipação e. reanimado e restabelecido. porém de agora em diante tu és Thespesios. a necessidade o levou ao vício. ele cai sobre a nuca e apesar de não se ferir. como ele mesmo contou a Protógenes e a outros amigos igualmente dignos de fé. ele não estava bem seguro. permaneceu em estado de coma 7 . entretanto.” “Na maior parte. portanto. Na verdade. Emergindo um pouco. e uma grande e rápida reputação de desonesto. Saiba. tomadas de pânico. e se esforça para aproximar-se e lhes falar. e que ele enxergava em todas as direções de uma só vez. daquela riqueza que ele lamentou perder. Norte da África (Argélia hoje). Mas uma outra mulher sobrevindo a impediu. pois estavam fora de si. como aquelas que usam os pintores. sua primeira impressão foi semelhante àquela de um mergulhador projetado para fora de seu barco no abismo. ou melhor. tu não estás morto. mas Arisdeu. Mas o que lhe causou maior dano foi o oráculo dado por Amphiloco: ele havia mandado perguntar ao deus se o resto de sua vida seria melhor. os Silicianos não conheceram entre seus contemporâneos homem mais escrupuloso nos seus compromissos. não se pertenciam. de fato. vejamos. Ela aproximou-se com uma pequena vara avermelhada ao fogo. se dizia. com a parte pensante de tua alma. Ele espantou-se. Thespesios’. realiza uma mudança inacreditável no seu modo de vida. de súbito como aspirado por um sopro violento e irresistível de um sifao. respondeu o outro. de uma certa altura. quando já tiverem elas contraído novas uniões. no exato momento em que ia ser sepultado volta ele à vida. Mudou de tal forma. ele não recua diante de nenhum ato desonroso. entretanto. Na realidade. passa por morto. uma transformação tão radical de caráter não poderia ser obra do acaso. E ele.” “Neste meio. aliás. medíocre. era verdade. de nome Curma. mais seguro para seus amigos. realmente. mais importuno para seus inimigos. estando sua alma aberta como um olho único. enlouquecidas. em conseqüência. Um senador da Numídia. porque este primo havia morrido quando ele ainda era criança. Curma. no quinto século depois de Cristo. através destes signos como te conduzires agora e mais tarde: as almas dos mortos não projetam sombra e seus olhos não piscam”. ao invés de cuidar das mulheres que têm. que conosco aqui conviveu. perdeu rapidamente seus bens. de forma que consegue uma fortuna. “Em tudo. na busca. desde que tal ato lhe proporcione prazer e ganho.

como. XIX :26). profetas (Samuel. as sagas e as lendas folclóricas de muitos povos vêm apresentando vocábulos próprios para caracterizar de um modo ou de outro. XXI:6). cap. 365). foram chamados videntes e. p. registradas na mitologia das sociedades primitivas. ou aqueles em quem foi aberta a vista da consciência desprendida do corpo humano. inicia-se com a própria humanidade e termina no fim do Século XIV. Prieur (1289. até as múltiplas iniciações. por exemplo. em templos diversos. 133). a seu respeito. _____________________________ Bibliografia: Almeida (15. naturalmente. O primeiro período. Mitchell (1059. o período esotérico. p. p. os profetas e os pressagiadores eram sumariamente expulsos dos lugares onde apareciam (II Reis. África). Presa à ignorância sobre as condutas eficazes para a produção do fenômeno projetivo voluntariamente. Knight (851. homo duplex (Honoré de Balzac). p. povo finlandês da Rússia Oriental). dovidja (indus). e o mediunismo. sundsun (buryats mongólicos da Sibéria). p. esotérico ou pré-científico. quando despertou. p. o animismo. IX:9). p. os animistas e os médiuns militantes foram execrados e desterrados (Deuteronômio. Nesta fase a projeção consciencial lúcida foi caracterizada pelo aspecto prejudicial de forte sonegação de informações adequadas. as cosmologias tradicionais. permanecendo ainda no folclore de muitas nações. sendo rotulado de demente ou acusado de feitiçaria. desde as religiões tribais de todas as civilizações terrestres. XI). navujieip (Wild River Shoshone de Wyoming). os projetores conscientes humanos. Neste período. Eliade (475. 71 ). O segundo período. antigo ou empírico. estas dezesseis expressões: atai (melanésios). Black (137. Guilmot (661. iruntarinia (povo Ngtatara da Austrália). Perseguições. 2. mora (eslavos). p. o período exotérico e o período laboratorial. foram exemplarmente queimados. e os livros sobre a magia. mzimu (tribos do Lago Niasa. doshi (povo Ba-huana da tribo Bantu). os exercícios das faculdades paranormais eram taxativamente proibidos (Levítico. as crendices. p. em autos-de-fé (Atos. Frost (560. 26). revelou ter vivido conscientemente fora do seu corpo humano. uma iniciação limitada a um reduzido círculo de pessoas. como se sabe. conforme se constata nestas cinco passagens do próprio texto da Bíblia: as feiticeiras e os magos deviam ser executados (Êxodo. em muitos casos. p. Crookall (338. 487). p. 93). primitivas. eram rotineira e severamente condenados. A história da Projeciologia pode ser dividida em quatro períodos distintos: o período antigo. tamhasg (escoceses). foi encoberta sempre sob espessa cortina de fumaça. quanto as desenvolvidas. 2. 13). 03. 340. Balzac (71. doppelgünger (alemães). p. kelah (Karens da Birmânia). 107). as práticas místicas. sendo mantida como instrumento de dominação política. 273). 132). Bozzano (191. 217). Os atos parapsíquicos em geral. p. XIX :19). as mitologias. 39). Martin (1002. p. Iniciação. Walker (1781. para ser compreendido. sofria a pressão do fanatismo vigente. Plutarco (1264. ainda atuais — envolvidas. às vistas do público. ort (Sirianianos. mais tarde. Nesta fase as projeções conscienciais lúcidas se escondiam sob a denominação genérica de iniciação. 31). ou projecionista (V. p. 57). 117).p. King (846. bem ou mal. vardôger (noruegueses).por vários dias e. Abrange as projeções conscienciais lúcidas espontâneas e provocadas.1. XVIII:10). p. a profundas conotações místicas. perante o público em geral. classificados como práticas espúrias. em parte como recurso até de sobrevivência de seus próceres. 45). Esotérico. Muldoon (1105. Em tempos mais recentes. 37). a condição e a personalidade do agora moderno projetor consciente. XXII :18). p. quem produzia a experiência da projeção consciencial lúcida. 41). p. em todas as religiões — tanto as simples.2. Currie (354. Projecionista. Platão (1261. em seus processos. Nos tempos antigos. p. permanecendo energicamente restritas ao recesso dos templos. os mitos. 34). 22). 1). Delanne (381. é tudo o que exige. 8 . Esotérico. PERÍODOS DA PROJECIOLOGIA História. vai desde o Século XV até o Século XIX. Durville (436. delog (tibetanos). Vieira (1762. 145. Greenhouse (636. p. wairua (maoris da Nova Zelândia). Sculthorp (1531. p. 291). p. 78). p. Antigo.

Os métodos empregados para se projetar conscientemente através dos séculos e das gerações sucessivas neste período esotérico. remanescentes do encobrimento dos fatos nas técnicas de indução da projeção consciente emanadas dos iogues tibetanos onde sobressai a clara intenção de desencorajar o interesse dos estranhos pelo assunto. e dentro dos quadros. os ensinamentos sobre as projeções conscientes ficavam na sombra. teólogo. superstições. Este autor deixou numerosos volumes com relatos de suas experiências. a caça generalizada às bruxas. de posse apenas dos fervorosos adeptos do esoterismo. aprisionados. prevalecendo a racionalidade. e práticas ridículas. de modo incontrovertível. pois ao ser revelada. se meu espírito e meu corpo puderam separar-se durante o 9 . castigados. nas sociedades herméticas. em 1126. calcada na censura. em detalhes. Contudo. Bruxas. da novela psicológica. dogmas. Emanuel Swedenborg (1688-1772) . Sob a ação de poderosíssimas legiões reacionárias. merecem registro. ou amparadores. . o fenômeno foi incluído entre as visões místicas dos devotos e teólogos. secreta. biografias e narrativas da hagiografia. a revelação eliminaria a repressão na sociedade e o espírito segregacionista que mantinham coesos os iniciados em tomo dos mesmos princípios. criminosamente vedado ao grande público. — circulando apenas por estreitíssimos corredores de informação. com o mesmo título. Marcas. perseguidos. Honoré de Balzac (1799-1850) . reflexo de séculos — ou talvez seria mais correto escrever milênios — anteriores. Até àquela época. quaker. até que chegou a ocasião em que tais razões segregacionistas não mais subsistiram. estas perguntas e afirmações: (texto em francês omitido na digitalização) "Se eu estava aqui enquanto dormia na minha alcova. da Parapsicologia e da Psícotrônícario ano de 1832. proibindo os adeptos e iniciados de falar em público sobre suas experiências projetivas. — o povão. Em 1982. Hagiografia. que deixou relatado. obviamente. na sonegação de informações. e o predomínio de crendices. comemorei. foram mantidos interditados ao escrutínio do grande público.o maior projetor consciente que surgiu até aquela época. métodos rebuscados. Depois que os projetores conscientes foram ridicularizados. Encobrimento. Por certo tempo. ou ocultismo. e vidente sueco. A segunda marca na história da Projeciologia no Século XVIII. Isso torna-se patente pela inescondí.o Profeta da Projeciologia anunciou claramente. Balzac colocou na boca do personagem Louis Lambert. o surgimento da nova ciência.nesta ordem. segregacionista e de casta. o ministro americano. cremados e canonizados. no Século XVIII. e a certeza das realidades paranormais ou extrafísicas para muita gente. iniciadas em 1745 e que se estenderam em séries contínuas até 1765. conforto. Ocultismo.através do fascínio místico das massas pelo espírito medieval obscurantista. ainda hoje. Partiam eles do princípio aparentemente lógico de que toda sua doutrina deveria manter-se deliberadamente escondida. monopolizadora. Precursor. dois projetores que marcaram a história da Projeciologia: primeiro. rituais abstrusos. perseguições implacáveis aos sensitivos e projetores. Profeta. privativamente. Thomas Say (1709-1796). O tema das projeções conscientes era mantido escondido. e estes jamais diziam nem registravam tudo o que experimentavam e sabiam a respeito dos fenômenos parapsíquicos. que sempre tiveram repugnância em fazer proselitismo e divulgar os seus conhecimentos. O genial escritor francês. uma projeção consciente produzida quando estava em estado de coma.a projeção consciente pouco a pouco foi saindo de suas caracterizações como se fosse mera manifestação grosseira de bruxaria. Excluídos os casos de bilocação consciencial arrolados entre os fenômenos da hagiografia através dos tempos. da Metapsíquica. este fato não constitui uma separação completa entre o meu corpo e meu ser interior?" "Ora. seres desencarnados.o Precursor da Projeciologia . As experiências da projeção consciente vieram então trazer esclarecimento. tabus. terminando o boicote ao aspecto nitidamente esotérico das práticas projetivas. e tradições errôneas. como nunca. e no encobrimento intencional dos fatos. . permitia que se abafasse a verdade. Na verdade. fechadas em tomo de seus membros.vel adulteração de preceitos e a criação de cortinas de fumaça lançadas através de terminologia confusa. com elevadas expressões da vida dupla da consciência encarnada entre os planos conscienciais. devemos ao mósoco. o espírito de fraternidade. notadamente os "Diarii Spiritualis". notadamente em toda a Europa. pioneiro das mensagens dos espíritos. o sesquicentenário dessa profecia. seguindo uma política ortodoxa. autobiográfica. preconceitos. deixaria de ser oculta. surgiram nesta fase. antes mesmo do advento do Espiritismo. Tempo. e a liberdade de manifestação. Remanescentes. nos quais narra muitas de suas projeções conscientes. Tal política. o tempo seguiu à frente. Observa-se.

Finalmente. esotérico. o eletroencefalógrafo (EEG). e a popularização ou democratização da projeção consciente através das experiências individuais. e polígrafos diversos. do relativo conhecimento do fenômeno da projeção consciente ao grande público.em 1953. e um livro de Marcel Louis Fohan (''Yram"). o fotopletismógrafo digital.sono. p. passando pelos medidores de reações epidérmicas (BSR e GSRs). até os trabalhos minuciosos de Robert Crookall. Hector Durville (1848-1923) e Charles Lancelin (1852-?). p. em Copenhague. de modo exato e racional. 7). usos e níveis culturais. Esta fase foi o início das projeções induzidas pelo magnetismo animal produzidas pelos pesquisadores da escola francesa de Paris. então os homens terão faculdades internas. p. o uso de instrumentação laboratorial mais sofisticada. 213). denominação menos romântica. ou projeção da consciência para fora do corpo físico. gráficos e tabelas. A exatidão deste esquema é discutível. ou inicial-científico. que comunicou seus experimentos projetivos pessoais ao Primeiro Congresso Internacional de Pesquisas Psíquicas. utilizada hoje por muitos parapsicólogos e introduzida nos laboratórios sofisticados do mundo científico pela Parapsicologia.. em 1920. p. experiência fora do corpo humano. Grifei algumas expressões). cap. p. a começar de 1929. O terceiro período. 03. em 1966. na Inglaterra. por que não poderei eu divorciá-los igualmente durante a vigília?" "Estes fatos se verificaram pelo poder de uma faculdade que põe em movimento um segundo ser ao qual meu corpo serve de invólucro. até hoje desconhecida do público. expressões estas empregadas freqüentemente por autores do Século XIX. 446). e até hoje. 210). melhor recebidas pelas mentalidades abertas. Swedenborg (1639. Contudo. desmitificando e desmístifícando o assunto já bem caracterizado. de alerta. _________________ Bibliografia: Balzac (71. Aqui terminou a Metapsíquica e teve início a Parapsicologia. Metapsíquica. Greenhouse (636. Turvey (1707. p. Exotérico. p. Kardec (824. exotérico. cassetes e vídeo-cassetes atuais.. Laboratorial. na mais absoluta imobilidade atravessei os espaços. a experiência da projeção consciente se firmou como o prodígio da "bilocação física" ou da "bicorporeidade". Nesta fase. e exotérico continuam a existir e têm representantes entre nós. nos estudos da "emancipação da alma". estende-se desde 1905 com as projeções conscientes. esquecido. constatadas publicamente. eletro-opticógrafo (EOG). de Prescott F. na França. na Inglaterra. eletrocardiógrafo (ECG). a intensificação das pesquisas estatísticas de opinião pública sobre o assunto e fenômenos correlatos. nos Estados Unidos da América. 10 . e a nova ciência foi denominada Projeciologia. Miss Z (V. Hall. em conseqüência. no caso. p. novamente na Inglaterra. Éditions Gallimard.04." "Se. passando pelas clarinadas. Hammond (674. Johannes E. durante a noite . é relatadas em dezenas de obras de profunda significação e autenticidade. a projeção astral foi recunhada eufemisticarnente como OBE (Out-of-the-body experience). costumes. p. Muldoon (1105. nos Estados Unidos da América. 03. a partir do Congresso de Utrecht. p. Espiritismo. Dinamarca. 13). tudo aconteceu segundo os fatos naturais. Ocorre. o período laboratorial acena com perspectivas realmente otimistas e animadoras para oferecer à humanidade terrestre esforços novos em direção a uma síntese e maior compreensão dos fatos estabelecidos pela Projeciologia. até chegar aos intercomunicadores. 55). iniciado por Charles Theodore Tart (1937-). Castro (265. ou exoterismo. o quarto e último período seria o contemporâneo. em geral. Por fim.03. Como se lê no texto desse volume. sob o pseudônimo de Oliver Fox. 14). quando este pesquisador realizou a primeira tentativa de retirar a projeção consciente do âmbito restrito dos experimentos individuais para o recesso do laboratório. inclusive pelo codificador do Espiritismo. a esse tempo. nos Estados Unidos da América. 1980.1912). pela expressão projeção astral. à separação completa dá-se o nome de descoincidência dos veículos de manifestação da consciência. Caracterizou-se pela abertura. 3). originais. Este período se estende até à época atual. em 1921. efetuando experiências com a jovem projetora. o segundo ser. desde mapas. a tal faculdade está sendo chamada pela expressão projetabilidade. 32). na França. 71). Como se observa. 379). é o psicossoma. os períodos antigo. Sylvan Joseph Muldoon (1903-1971)." "Por que terão os homens refletido tão pouco até agora sobre os acidentes do sono que acusam neles uma dupla vida? Não haverá uma nova ciência neste fenômeno?" (Páginas 71 e 72. independentes das leis físicas exteriores. p. em 1960. Crookall (388. Conforme as áreas geográficas. OBE. Vett (1738. Perspectivas. de Vincent Newton Turvey (1873. a publicação da experiência de Hugh Callaway (1886-1949). Fox (544. 1). Allan Kardec (1804-1869).em 1916. Hohlemberg. conforme a previsão. dinamarquês. Holanda.

A Projeciologia tem relação estreita com a Hagiografia.RELAÇÕES DA PROJECIOLOGIA Campo. Stephan A. Áreas. a Antropologia. Os fenômenos da Projeciologia ainda apresentam estreito relacionamento com outras linhas do conhecimento humano. Na análise da fenornenologia das projeções. Química. As implicações da Projeciologia com a tecnologia e a cultura humana em geral são vastas e ainda inavaliáveis. cap. Na verdade. direto. especialmente no que tange aos modos de comunicação cons. a Meteorologia. Ciências. a vidência. Os limites das pesquisas parapsíquicas da Projeciologia não são pronunciados e o seu campo apresenta forçosamente amplo envolvimento de outras disciplinas. incontro. Por outro lado. desde o Século XIX. existindo hoje impressionantes evidências de sua eficiência neste domínio do conhecimento humano e obras especializadas sobre o assunto (V. a Arte.vertível para a própria consciência. 475). modeladas dentro da estrutura do contínuo espaço-tempo. a outras ciências como a Biologia e a Parabiologia. constitui o histórico da Projeciologia. quando projetada através do corpo mental isolado. O campo de pesquisa da Arqueologia já vem sendo explorado com os recursos da Arqueologia Projetiva. podem ser constatados pelo projetor consciente através da ação direta dos veículos de manifestação e a atuação da energia consciencial. 399). a Ficção Científica. as experiências da consciência fora do corpo humano. no plano mental. diretamente no plano extrafísico.lação de dezenas de ramos diversificados das cogitações humanas como se observa na Bibliografia Mundial (V. incluindo a Cartografia. as ciências atuais. pela consciência projetada. afora muitos outros conceitos. O levantamento das ocorrências da projeção consciente. até o presente. que dependem da telepatia. a Espeleologia. A Projeciologia está pronta e é capaz de oferecer equivalentes científicos para muitos conceitos religiosos tradicionais. a projeção consciente vem substituir vantajosamente a crença em geral. referidas nesta seção em capítulos específicos. ou a revelação da clarividência. cap. Quando pesquisa as projeções da consciência humana e da consciência desencarnada.04 . áreas tão diversas quanto: a História. no qual vivemos no estado da vigília física ordinária. a Projeciologia relaciona-se de modo direto com. e a própria Paramedicina. modelos e teorias. inclusive colônias extrafísicas. Quando analisa as projeções das plantas em geral. a Geologia. há de se recorrer. Por isso. a Geografia. Hagiografia. Apesar do que ficou escrito. a Física. penetra decididamente nas áreas da Botânica. etc. A Projeciologia se relaciona com a linguagem universal da Matemática ao expor as fórmulas de seus enunciados. Implicações. a Ecologia. e também com a Química quando analisa as projeções conscienciais e as drogas (V. cientistas de qualquer campo podem se beneficiar através do descortínio oferecido pelas projeções conscientes porque algumas das áreas mais enriquecedoras da pesquisa moderna são as que ignoram os limites entre as várias disciplinas e se revestem de aspectos multidisciplinares ou universalistas. e até a fé raciocinada.rapsicobiofísica. pois existe toda uma Hagiografia Projetiva quando se pesquisa ás vidas dos chamados homens e mulheres santos. Schwartz e Colin Wilson). a Psicologia e a Sociologia. 420). definitivo enfim. e a existência das plantas extrafísicas — a paraflora — e as projeções conscientes humanas através do uso das plantas. com evidências de intercorrências de todos os principais fenômenos projeciológicos. Arqueologia. na hora. não dispõem de recursos adequados para estudar. gèrados pela psicocinesia ou telecinesia. a Oceanografia. etc. os chamados milagres físicos e as curas prodigiosas. Suas possibilidades de estudo e aplicação prática são também imensuráveis (V. Métodos. a Música. cap. Casuística. Jeffrey Goodman. Sua casuística oficial alcança impressionante acervo e envolve a vincu. inclusive à Psicobiologia e outras especialidades médicas tais como a Psiquiatria. a Medicina. Além das ciências citadas. podem ter os seus resultados confirmados pela consciência projetada do corpo humano. a Projeciologia atinge o âmago da Pa. todas as ciências se cruzam com a Projeciologia em um ou mais pontos particularmente sensíveis.ciencial: a prece e a evocação. a Astronomia. Se o modelo do espaço-tempo é inadequado para 11 . Quando estuda a projeção animal e a existência dos animais extrafísicos — a parafauna — adentra plenamente o âmbito da Zoologia. a fé cega. unida à psicometria extrafísica e à retrocognição extrafísica. particularmente. pode ser sentida ou vivenciada no local extrafísico. pelo conhecimento pessoal. inevitavelmente. Religião.

p.). p. 200). Descoinddencioiogia. se queremos mapear o universo das experiências projeciológicas: o ideal é que ambos. A Parapsicologia foi reconhecida como Ciência. pesquisador-pesquisado. em 1979. individualíssimas. uma década depois do referido credenciamento. e aceitou. 264). p. Descredenciamento. radicados em 25 países. 929). p. na prática. da consciência encarnada dentro da condição de coincidência dos seus veículos de manifestação (ou seja. Isso veio demonstrar.fia. 125). ale'm da Psicologia. sediada em New York. com os mesmos direitos das outras subdivisões. afastará. parapsicobiofísica. p. com o mínimo de influências emocionais e psicológicas pessoais. p. Parapsicologia (Grego: para. revezando-se e misturando-se incessante e intrincadamente. a filiação ou credenciamento da Parapsychological Association (P. deriva da Parapsicologia e existe como subdisciplina ou subcampo dentro do âmbito desta Ciência. oficialmente. Greene (635. as interpretações idiossincráticas. o transcendente. p. Credenciamento. pela American Association for the Advancement of Science ( A. metapsíquica. metapsiquismo. p. advindas da atuação dos sistemas de valores individuais de cada personalidade e os fenômenos serão estudados de maneira mais objetiva. White (1828. Pode-se dividir a Parapsicologia conforme os fenômenos ditos paranormais puros se produzam a partir. p. Targ (1651. Wolman (1863.mo. como nova divisão sua. produzam pela impulsão da própria vontade suas experiências projetivas lúcidas — de preferência sem o uso de drogas — cada qual por si. PROJECIOLOGIA E PARAPSICOLOGIA Definição. Nesse ponto voltamos à uma imposição nascida dos fatos. descredenciou a Parapsychological Association.psykhé. 67). 93). psicobioenergética./ogos. psico-energe'tica. e a outra parte se insere na Descoincidenciologia. fundada em 1957. 218). por 165 votos a 30. psicotrônica. Green (632. e que tem papel assegurado e irreversível na evolução do Homem. ciência transcendente. p. ao lado de. nua e cruamente. biopsíquica. mais uma vez. ao máximo. p. 101). agrupa em seu seio cerca de 200 pesquisadores de todos os ramos. 23). 121). tratado): ramo da Psicologia que trata do comportamento que não pode ser explicado ou descrito ainda em termos dos princípios físicos conhecidos.alma. psicobiofísica. espiritismo científico. Subdisciplina. Black (137. 32). reconsiderando a decisão. Pratt (1285. Schwartz (1527. Contudo. Ancilli (24. p. metapsicologia. Mitchell (1058.explicar tais projeções conscientes. a mesma sociedade American Association for the Advancement of Science. Isso equivalia a aceitar a Parapsicologia como sendo uma subdivisão da Ciência. Sinonímia: biopsicoenergética. 241). paranormalismo. ou seja. de modo a superar o maior número possível de discrepâncias nas percepções extrafísicas de suas consciências temporariamente livres. Goodman (618. cosmoso. S. cap. do corpo unificado). A. A. A Projeciologia. Wilson (1856. 13). Idiossincráticas. por outro lado. a partir da consciência encarnada fora da condição de coincidência (descoincidência) dos seus veículos de manifestação consciencial. Rouhier (1479. 41). os tropeços terra-a-terra que 12 . na Projeciologia. p. a 30 de dezembro de 1969. precisamos desenvolver novas concepções da realidade a fim de explicá-las e para isso será inevitável a criação de novos métodos de investigação científica. A.). paraneuropsicologia. 5). prestigiosa associação em que figuram os mais eminentes parapsicólogos internacionais. e. o pesquisador e o sujeito. D’arbô (365. e nas análises de suas vivências fora do corpo humano (V. 05. parapsiquis. por um lado. pesquisa psíquica. psiônica. Esta sociedade internacional. ou seja. mailtendo a consciência totalmente aberta às manifestações novas. parapsicologismo. p. ou Parapsicologia Projetiva. hiperpsíquica. os fenômenos se mesclam em suas manifestações. Essa pesquisa participativa. biopsiquismo. situada especificamenté nos quadros fenomenológicos da Parapsicologia Humana. p. quando projetados. parapsíquica. ______________________ Bibliografia: Amadou (21. Por aí vê-se que uma parte de todas as ocorrências ditas paranormais puras se classifica na Coincidenciologia. Contudo. irrompendo tanto de uma quanto de outra condição.. fora. 155). no estudo dos fenômenos subjetivos (Psi-Gama).

Beloff (107. Morei (1086. Salomon (1497. p. 236). subserviência ao poder econômico. p. seja neste ou no próximo século e. de modo definitivo. Uma das revistas científicas mais prestigiadas. 81). 348). Blackmore (139. 206). Ferreira (509. Berendt (120.p. Holanda. p. 21).enfrentam todos aqueles que se dedicam às pesquisas parapsíquicas.. 26). ou guerra psicotrônica. incluindo a chamada guerra psíquica. 49). tais como: preconceitos científicos. p. Universidade de Edinburg. Sudre (1630. S. 140).Chauvin (275.p. até certo ponto. 75). 122). Faria (495. a New Scieniist. Na descrição e análise das ocorrências da Projeciologia. p. e em razão de muitos fatores e aspectos. as evidências estão aí. 242). Larcher (887. status social. p. desta vez. 106). Ciências. Gómez (613. curso de'pós-graduação em Parapsicologia. em Breisgau. Dragaud (412.físico não muda em razão das nossas questiúnculas materiais. Na intimidade da natureza da consciência encarnada existe uma resistência que se opõe em modificar a nossa concepção do mundo. p. pela primeira vez. Cerca de 75% dos pesquisados opinaram que estes fenômenos estavam comprovados. Faculdade de Ciências Biopsíquicas do Paraná. Mc Connell (1019.p. Blasco (151. Com a Projeciologia nota-se que. ou sábio em todos os campos científicos. Interesses. 53). p. interesses profissionais. Santa Barbara. Douglas (409. Durham. 106). p. ll). 39).. as teorias inovadoras somente são aceitas pelas novas gerações. o próximo capítulo dessa novela que será. 13 . p. p. Isso tendo em vista objetivos bélicos. compreensíveis. serão os responsáveis pelo seu desenvolvimento inarredável e inescapável. Paixão (1183. Still (1622. etc. Tishner (1687. A. p. Black (137. 149). p. Universidade de Duke. p. PR. atualmente. Carolina do Norte. que cerceam o desenvolvimento das pesquisas parapsíquicas. 790). Mac Dougall (966. Universidade de Long Island. Cohen(290. com o leitor. tem autoridade e competência técnicas suficientes para aplicações ponderáveis. p. Existem funcionando. ou à senilidade. p. Ashby (59. U. e Psicotrônica. 74). cap. como era ainda possível há três séculos. p. razões de espionagem. Isso ocorre com este autor. pois. Paula (1208. 144). S. Meek (1028. E irônico e lastimável que os mesmos interesses humanos. 158). 177).Saisset (1495. 103). Greenvale. as mais diversificadas. Urge frisar novamente que a Projeciologia se relaciona com outras ciências. 429). 156). guerra consciencial. p. A. Imbassahy (778. a fim de que o todo da própria Ciência cresça em conjunto. Crescimento. p. o recredenciamento inevitável da Parapsicologia. 523). Aguardemos. Bret (202. Inardi (786. A realidade do mundo extra. 187). Eis algumas: Faculdades Integradas Augusto Mota.animais-intelectuais. Randall (1368. Targ (1651. na Checoslováquia).p. Klein (850. e de teimosas entidades extrafísicas enfermas. uma linha de pesquisas dentro da Parapsicologia demonstra necessidade e conveniência de se compor independentemente. E o que é mais surpreendente: 40%dos cientistas pesquisados declararam que aceitavam a realidade dos fenômenos parapsicológicos por tê-los experimentado pessoalmente. p. no campo da tecnologia da consciência (V. Não se pode esquecer também que não existe hoje cientista generalista. só a Parapsicologia (Psicoenergética. Recredenciamento. uma pesquisa para provar que a comunidade científica rechaçava a existência dos fenômenos parapsicológicos. com o cientista. 184). requer abordagens multidisciplinares ou universalistas. Pesquisa. Análise. Universidade da Califórnia. Russell (1482. ___________________ Bibliografia: Amadou (21. Valério (1725. 323).. Resistência. acomodação pessoal. 41). p. p. U. Apesar dos pesares. 130). Em geral. 120). Pires (1247.p. Holroyd (737. e franca dominação política das consciências por parte das superpotências em permanentes confrontações em todas as áreas. As pesquisas prosseguem. p. p. 129 cursos científicos ou laboratórios de Parapsicologia espalhados por todo-o Planeta em instituições diversas. na Rússia Soviética. p. 89). O resultado foi justamente o contrário. e isso não parece ser devido tão-somente à arteriosclerose. A. Nada existe que não possa ser pesquisado até a exaustão. 76). p. ou em vias de comprovação. de pessoas físicas mal intencionadas. p. 49). 22). mas a fatores humanos influentes. Wolman (1863. por iniciativa exclusiva de um dos seus editores.p. etc. ponderáveis e. no Rio de Janeiro. Alemanha Ocidental.p. p. p. sempre às voltas com a perseguição aberta ou velada de outros cientistas bem intencionados. p. Universidade de Freiburg. 135). Universidade de Utrecht. Heydecker (716. Grã-Bretanha. e que a struggle forlife atinge também oshomens. p. realizou tempos atrás. Herlin (714. 404). U. a meu ver. S. p. 60). Curitiba. sendo irrecusável e insubstituível sua participação neste campo. 57).

Os estudos psicológicos nos atuais laboratórios do sono e do sonho. para dizer a mesma coisa de outra maneira: não requer influências paranormais para a sua explicação. Basta lembrar que existem pesquisadores que ainda insistem que o fenômeno da projeção consciente seja uma experiência puramente psicológica e não um fenômeno parapsicológico. devendo ser considerada. que faça projeções conscientes em série. com permanente interesse nos resultados. menos denso. a expansão da consciência pelo veículo de manifestação aqui denominado "corpo mental". ambas as linhas. Por outro lado. que transpõem os limites da Psicologia Clássica. tem de admitir a existência de um segundo corpo. às vezes pessoas de muito boa vontade. incluindo aqui as projeções da consciência lúcida cuja idéia pode até ser transmitida por contágio psicológico (V. humana. Neste caso. Isso é constatado pelo projetor veterano ou por qualquer um. sem a interferência negativa. Sinonímia: ciência da consciência encarnada. perceptiva. Aos experimentadores em geral recomendo procurarem 14 . Explicação. estudo): ciência dos fenômenos psíquicos e do comportamento humano. a psicológica e a parapsicológica. 422). Drogas. homem ou mulher. implica forçosamente na colocação dos fenômenos projetivos fora do campo restrito da Psicologia sem alma.PROJECIOLOGIA E PSICOLOGIA Definição.cap. ciência da mente. não detém condições para avaliar o fenômeno e apresentar hipóteses viáveis acerca dessa ocorrência totalmente desconhecida para ele. para além do corpo humano. venham de onde vierem. O mais competente para julgar a fundo a questão será aquele que fez a experiência. extrafísico. a recomendação racional para as pesquisas da Projeciologia. Quem aceita a realidade dos fenômenos da bilocação e da autobilocação. Transpessoal. que se chama Psicologia Transpessoal. está em conduzirem juntas. de qualquer campo do conhecimento humano. subversiva. sem no entanto afastar. igual à Psicologia. tratado. separada deste corpo humano e perto dele. Psicossoma A Psicologia Transpessoal tem relações com a Projeciologia no que diz respeito às projeções da consciência pelo psicossoma com o duplo etéríco. O pesquisador que ainda não realizou a grande aventura de se encontrar vivo fora do corpo humano. No entanto. As relações da Parapsicologia e da Projeciologia com a Psicologia são muito profundas. mais especificamente da Psicoterapia. e qualquer outro pesquisador. que incluem as vivências transcendentais. Veículos. alma. Polissonografia. no caso. que não experimentou. comum. Psicologia (Grego: psykhé. À vista do exposto. por que nem todos os conceitos com que lida já foram satisfatoriamente quantificados. por si mesmo. Autobilocação. a influência psicológica não pode ser desprezada nas técnicas da projeção consciente (V. e o máximo intercâmbio de idéias e conclusões com espírito multidisciplinar universalista. especializado no estudo dos estados alterados da consciência. a habilidade de a consciência pensar. a possibilidade da ocorrência de fenômenos paranormais durante os processos projetivos. vêm trazendo importantes subsídios para o esclarecimento dos estados alterados da consciência. Isso vem gerando muitas idéias errôneas entre os experimentadores. Hoje existe um ramo da Psicologia. por exemplo. através da polissonografia. e se mover sem o uso de nervos e músculos. capacidade intelectual e material. Por um lado compreende-se que o mais brilhante psicólogo. cap.33). com a sua própria personalidade consciente. boa intenção. não se acha em condições de formar uma concepção clara sobre o valor prático e positivo de uma evidência constatada e uma opinião fundamentada por sua própria experiência. como uma ciência insólida. Sem dúvida a Projeciologia não pode se constituir numa ciência sólida. Concepção. Insólida. quem faz experiências conscienciais forçadas por drogas apresenta a tendência evidente de inserir a OBE dentro do âmbito da Psicologia Clássica. paranormais. 216). as evidências transcendem o âmbito de manifestações da Psicologia Clássica. pelo caráter altamente subjetivo e pessoal dos experimentos da consciência cósmica. ou seja. cap. ou. logos. Consciência. atuar. e as próprias projeções da consciência(V.06 . ciência da psique. embora não alcance as projeções transcendentes da consciência pelo corpo mental que extrapolam o âmbito de suas cogitações e métodos. Pesquisas. É necessário conservar a mente aberta ante os achados. atualmente. de muletas farmacológicas (drogas). O reconhecimento da existência de veículos da consciência.

Garfield (568. _____________________ Bibliografia: Blackmore (139.p. Corpos.PROJECIOLOGIA E BIOLOGIA Definições. da 15 . A projeção consciente permite ao homem começar a estudar os contornos e manifestações externas. Boirac (164. Dane (363.p. apresentam aura e. de modo direto. em seus substratos imateriais. mas espontâneas. 153). provenientes do corpo humano. 242). Biologia: Ciência da vida em geral. Sinonímia: ciência de curar. os outros veículos de manifestação da consciência que a Parabiologia. 259). p. Medo. cap. através dos experimentos da projeção da consciência encarnada projetada pelo psicossoma. cap. 07. para fora de seus corpos físicos à semelhança da consciência humana (V. contudo não forçadas por drogas. Em razão de suas relações com os seres vivos. 249). 270).PROJECIOLOGIA E MEDICINA Definição. Parabiologia. A Projeciologia. Tart (1653. em particular.p. alterará de maneira radical: os pilares em que se assentam a Medicina. ou seja. a Fisiologia. Bosc (172. Medicina: arte ou Ciência de curar ou atenuar as doenças. e a Psiquiatria. 209). 112). a Projeciologia faculta a possibilidade de observações e análises inéditas a respeito das percepções extrafísicas e dos veículos extrafísicos de manifestação dos animais (Zoologia) e dos vegetais em geral (Botânica). Um ponto de contato estreito entre a Psicologia e a Projeciologia e' a pesquisa do medo. Ao invés de tratar o paciente simplesmente como organismo físico. Coincidência. 244). p. em determinados ambientes extrafísicos. 145). a Terapêutica em geral. O conhecimento da Projeciologia pode ampliar os campos da Medicina. Steiger (1601. p. Animais. mais cedo ou mais tarde. cap. p. dentro de treinamentos especiais. 309). p. a fim de que possam chegar a conclusões. p. 08. p. p. ou Biologia Transcendental. p. Sinonímia: ciência da vida. Metabiologia. em especial a anamnese clínica. ciência médica. Donahu« (407.p. p. em certas condições. Russell (1482. Greene (635. da Metapsiquiatria. padrões e paradigmas corretos quanto aos fenômenos projeciológicos.Irwin (791. 408). estudará a fundo num futuro próximo. ele poderá ser abordado como entidade completa. geradas pela própria vontade. cirurgia médica (área). estudo dos seres vivos em suas relações entre si e com o meio ambiente. Wang (1'794. p. 67). além de outros setores clássicos. Geley (581. especialmente da Psiquiatria. possuem corpos extrafísicos que emitem luz. além da Medicina (V. _______________________ Bibliografia: Andrade (19. Watson (1801. 264). ou mais apropriadamente. p. p. além do homem (V. 305). quando poderá completar os conhecimentos existentes sobre a fisiologia do encéfalo. ditos inferiores.produzir experiências projetivas. clínica médica (área). 403). 125). 16). se projetam também. por exemplo. Burt (224. 17) e formas de vida totalmente desconhecidas aqui na Terra (para-exobiologia). 50). Schapiro (1513. no estado da coincidência dos veículos de manifestação da consciência (corpo unificado) através da para-anatomia. Os experimentos projetivos demonstram ao projetor consciente que os animais. 100). Fisiologia. área que interessa profundamente a ambos os campos.

Pessoas Mutiladas (V. diferentes. cap.Neppe (1123.1 8. 409): Obstetrícia. É fácil observar que a projeção consciente abre um campo de exploração científica inteiramente novo.4 8. cap. à Para-histologia do ectoplasma. Como resultado das pesquisas bibliográficas. cap. p. hoje ou no futuro. 418): Traumatologia. da absorção e da exteriorização de energias conscien. Paracirurgias (V. 225). entre 1934e 1982.3 8. Mello (1032. — recebe o nome de projeciatria. 32): Clínica Cirúrgica. Greene (635. médicas. The Journal ofNervous and Mental Disease. 174). p.parafisiologia. 374). dos cha. 15 1). Ocorrências. só por si. especializadas. New England Journal of Medicine. Do mesmo modo que existem a Medicina Interna. Ehrenwald (471. indescartáveis. p. 34). 413): Cardiologia.10 8. Ludwig (956. p. Afora outras — inclusive algumas já referidas — eis onze relações diretas. Me Harg (1021.2 8. 199). cap. deixo aqui registrado. Homeopática. American Medicai Association Archives ofNeurology and Psychiatry. da Projeciologia com especialidades diversas da Medicina. o lançamento àaMedicina Projetiva que estuda a causa das doenças através das projeções conscientes. 100). à relação da Genética e o psicossoma. 66). cap. cap. 31). 365). cap. dos pontos energéticos da Acupuntura. p. editados através de nove conhecidas publicações periódicas. A Medicina da projeção consciencial. 226). Grey son (643. comprova as estreitas relações existentes entre as pesquisas da moderna Medicina e as pesquisas da Projeciologia. p. p. 229). 27). p. Publicações. Parto (V. cap. Laubscher (890. 229). 412): Clínica Médica. — quando esta se expressa como estado xenofrênico conseqüência de seu atributo. 417): Clínica Cirúrgica. 91 e seguintes). 414): Clínica Médica.e a terapêutica projetiva ou Psicoterapia (V. será utilizada pelos colegas médicos. será de imensa valia no entendimento maior dos distúrbios físicos e mentais que afetam a personalidade humana. praticamente impostas pelas ocorrências parafisiológicas das experiências de projeções conscientes humanas de natureza variada: 8. e Psychiatry Journal for the Study of Interperso. e da parapsicopatologia desses veículos. cap. na bibliografia. p.nal Process. etc. Como se verá pelo contexto deste livro. Legal. p. p. 263). Gabbard (564. e da Parapsicopatologia do ser humano (V. Técnicas. da aura humana. Lief (925. cap. 48): Clínica Cirúrgica.6 8. Hemiplégicos (V. p. Paim (1182. Nuclear. Drogas (V. 244). Cervino (271. O aprofundamento quanto às realidades da bioenergia. Heine (706. cap. 1142. Coleman (291. Energias. p. p. Campo. Dores físicas (V. ___________________ Bibliografia: Blacher (136.9 8. p. Experiências da quase-morte (V. p. a projetabilidade. Lukianowicz (957. Mendes (1033. 48). p. a Projeciologia já deu os primeiros passos nos campos inexplorados da Para-anatomia. Anestesia e cirurgia (V. Projeciatria. p. ainda humano. Muito ainda falta a fazer quanto à Para-embriologia do psicossoma.cap 201) Para. Este fato. Lippman (934. Archives General of Psychiatry.11 Doenças em geral (V. desde já. Coração e freqüência cardíaca (V. 200). Irwin (791. 19. p. tão vasto e complexo quanto o mundo das ciências biomédicas ou aquele que pesquisa a vida objetiva da consciência humana no estado da vigília física ordinária. da Parafisiologia. 171). Projetiva.8 8.5 8. p. 59). The Journal of the American Medicai Association. cap. Já fazem parte da Medicina Projetiva as três técnicas mais adiante descritas neste livro: a anamnese extrafísica (V. Alopática.dais. Noyes Jr. específica deste capítulo o leitor encontra incluídos vinte artigos técnicos sobre temas da Projeciologia. 16 . British Journal of Medicai Psychology. p. Geddes (578. (1141. 254). e que. 188). Estado de animação suspensa (V. Aeroespacial. cap. 345). p. p. 419): Traumatologia. Fodoi (526. inevitavelmente. e outras. o diagnóstico projetivo (V. a saber: American Journal ofPsychiatry.7 8. 1). cap. 416): Clínica Cirúrgica. The Edinburg Medicai Journal. 420): Farmacologia.cras.

Ocorrências. comparou as crenças de sessenta culturas diferentes através das referências dos Arquivos da Área de Relações Humanas. De Mille (386. 29).1. a Antropomaximologia. Vieira (1762.1621. 48). p. 09. cap. ramo da Sociologia. 152. codificadas e conservadas em microfilmes. identifica e busca aplicar os diversos veículos de manifestação da consciência. a fim de serem alcançados novos recordes extra. subcampo que estuda os caracteres físicos dos grupos humanos através das projeções conscientes e que. ou alma. Angoff (40. Castaneda (255. cap. ________________________ Bibliografia: Alverga (18. Drogas expansoras da consciência (V. p. p. 209). Antropomaximologia. p. Blackmore (139. Bozzano (191. p. fazedores de chuva. Termos. cap. 274). Antropologia: ciência natural que tem por objeto o estudo e a classificação dos caracteres físicos e culturais dos grupos humanos Sinonímia: antropologismo. p. 282). p. Stevenson (1619. p. Por aí se conclui que a crença sobre as projeções da consciência para fora do corpo humano é muito comum. 17 . Os indivíduos que apresentam vários tipos de habilidades para. cap. p. 420). p. adivinhadores proféticos. da evolução das técnicas e práticas parapsíquicas. p. Bourguignon (181. Steiger (1601. 76).Ring (1404.Schnaper (1519. Dean Shiels. será área de pesquisa dos antropólogos. 138). 15. 09. 72). 365). vinte e cinco (ou 46%) afirmavam que a maioria ou todo o povo poderia viajar desse modo sob certas condições. 47). videntes. 85). 12). Projetiva. 09. p. p. 1071. definida como sendo “a Antropologia voltada para a avaliação dos máximos potenciais humanos e das conseqüencias dos máximos resultados possíveis com relação ao homem e à mulher”. West (1824. 121). Todd (1689. 110). Afora outras. Souza (1584. Na literatura antropológica esses mesmos indivíduos são designados por: magos.normais são chamados na literatura científica parapsicológica de: sensitivos. e da valorização dos veículos de manifestação da sua consciência. p. Assim como existe a Antropologia Física e a Antropologia Cultural. Autobiografias de projetores (V. hoje ou no futuro. deixo aqui registrado o lançamento da Antropologia Projetiva. inevitavelmente. p. 265). através da paranormalidade. 241). Relação. 1406. 450). 11). Constata-se também facilmente a relação íntima da Projeciologia com a Antropologia até através dos termos usados. Twemlow (1710. Veículos.6. Surgiu recentemente uma nova subdisciplina da Antropologia. Pesquisas. 09. e projecionistas. cria profundas implicações para a Antropologia. ou Social. p. paranormais. p. Das cinqüenta e quatro culturas das quais foram relatadas alguma informação dessa natureza. A projeção consciente quando estuda. 1487.p. Tribos primitivas que produzem projeções conscientes. Schul (1522. a Projeciologia tem relação direta com a Antropomaximologia. 273. Dubant (419. 125). p. antropometria. clarividentes. feiticeiros. pois o desenvolvimento do projetor depende da melhoria do seu desempenho físico-extrafísico. 268). Sabom (1486. Transes diversos (V.4. e xamãs. Possessões e influências exteriores por entidades inteligentes (V. Outras vinte e três (ou 43%) afirmavam que alguns de seus membros eram capazes de fazê-lo. em 1978. Partindo do princípio de que o projetor consciente é um atleta transcendente. 1488. 09. 09. De cada cultura ele extraiu alguma informação relativa à habilidade do duplo. p. PROJECIOLOGIA E ANTROPOLOGIA Definição. médiuns. Congressus subtilis (V. e somente três culturas não afirmavam ter crença em qualquer coisa dessa natureza. p. Esta subdisciplina tem permitido muito mais progresso nos recordes do atletismo. cap. p. Pode-se mesmo falar na “para-antropomaximologia”. através do aperfeiçoamento geral das condições físicas e psíquicas.5. seguem-se seis relações diretas da Projeciologia com diversos campos de pesquisa da Antropologia. p.3. praticamente impostas pelas ocorrências projeciológicas de natureza variada: 09. 27).físicos. sujeitos.2. 260). mantidos pelas pesquisas antropológicas e contendo informações organizadas em tópicos. de viajar sem o corpo humano. 216).

no estudo dos contágios imitativos (V. justamente estudando aspectos da vida que se situam fora da racionalidade ou que comportam outra lógica. 33). As Ciências se inter-relacionam profundamente. ou entre grupos sociais diferentes que vivem no seio de uma sociedade mais ampla. que o espaço-tempo tem existência física complementar. etc. Sangirardi Jr. como a teoria de campos. Renovação. inevitavelmente. p. Rural. 02). A projeção da consciência tem relações inseparáveis com a Física. imateriais e interativos. PROJECIOLOGIA E SOCIOLOGIA Definição. Shiels (1547. Sociologia: estudo objetivo das relações que se estabelecem. 71). 5). através das projeções conscientes e que. ale'm de várias especialidades tais como Sociologia da Família. p.está aplicando o mesmo caminho da pesquisa inicial da Projeciologia. 170). e em diferentes referenciais o tempo flui de maneira diferente. 118). 5). Política. 425). no âmbito das instituições totais restritivas (V. tradicionais. Interação. ultrapassando. 204). deixo aqui registrado o lançamento da Sociologia Projetiva que estuda as relações entre pessoas num grupo social. Física: ramo da ciência que estuda as leis e os processos naturais. p. entre pessoas que vivem numa comunidade ou num grupo social. p. Num confronto fundamental. 53). Embora muitos sociólogos não acreditem em macromudanças — nem muito menos os projetores conscientes veteranos.PROJECIOLOGIA E FÍSICA Definição. Lewis (923. Sinonímia: ciência do comportamento coletivo. Áreas. Oesterreich (1145. 697). teoria da vida humana em grupo. estritamente energéticos. a Sociologia do Imaginário . 161) Wheeler (1826. ocorrem em várias áreas. Urbana. p. cap. cap. Tart (1653. que o ato de observar ou tentar medir interfere intrinsecamente nas medidas do 18 . principalmente com os atuais campos de pesquisa. nos campos de estudos avançados dos sociólogos. 422). p. ciência dos fenômenos sociais. isso somente é alcançado descobrindo fenômenos e trabalhando em suas explicações de modo livre. seja culturalista ou estruturalista.Eliade (475. de formação muito libertária . Sinonímia: ciência da matéria. estudo das interrelações humanas. os estados e as propriedades da matéria e da energia. p. Hoffman (733. Lewis (923. A Física Moderna desenvolveu-se baseando-se em muitos conceitos que até hoje não foram confirmados por algo mais estável e objetivo do que conjeturas. Demográfica. 109). Long (946. 10. torna-se quase impossível diferenciar os axiomas da Física Moderna daqueles próprios das filosofias mais antigas. sem ficar preso às regras científicas preestabelecidas. Neihardt (1121. Na prática. p. p. ante o sábio controle extrafísico de tudo o que está aí — este posicionamento é exatamente igual à diretriz renovadora do contexto expresso na panorâmica projeciológica deste livro. ou seja. Tendo em vista que: as implicações da consciência com a energia já foram estabelecidas. enfim. Assim como existem a Sociologia Econômica e a Sociologia Vegetal. as barreiras do que pode ser contabilizado e enquadrado nos conceitos ortodoxos. Tanto na Sociologia quanto na Projeciologia. p.através de personalidades abertas. gravitação e interação entre partículas elementares. p. (1503. p. p. 11. p. tentativa de unificação do eletromagnetismo. Fontaine (533. Universo. 667). 181). ciência da Natureza. 117). Industrial. As relações diretas dos fenômenos das projeções conscientes com a Sociologia. Wolman (1863. Lamont (874. p. 460). e da Educação. consciente ou inconscientemente. Projetiva. 17). Me In tosh (1022. e entre grupos sociais com a sociedade extrafísica mais ampla. hoje ou no futuro. cap. ______________________ Bibliografia: Castaneda (255. por exemplo: na pesquisa histórica daProjeciologia (V. estudos sociais. p. será objeto de estudo dos sociólogos.

12. Na verdade. 162). de Plasmas. diretamente. instrumentos. será campo de pesquisa dos parafísicos. A projeção consciente da consciência encarnada. cap. p. sem necessidade de qualquer previsão futurológica para se afirmar isso. assim. reduzir a sua consciência a uma molécula. a Tribologia. e na radioastronomia. inclusive de modo relativo ao passado. será utilizada pelos astrônomos. e ainda a Física que se dedica à Cosmologia e Gravitação. Mitchell (1058. p. p. a fim de observar e pesquisar as coisas em primeira mão. Greene (635. p. Meek (1030. conforme se observa nas projeções pelo corpo mental (V. p. 297). Grosso (650. dedicada ao estudo da física dos processos paranormais. Clarividência. bases espaciais. o lançamento da Astronomia Projetiva. incluindo. inevitavelmente. Do mesmo modo que existem a Física dos Sólidos. a Astrofísica. de fato. as moléculas e os átomos que o compõem. também pode se beneficiar profundamente com os estudos projeciológicos. Mishlove (1055. Wolman (1863. A Astronáutica. Astronomia: ciência que estuda a posição. hoje ou no futuro. entrar dentro de um objeto e examinar. Matemática. afetando o universo. no plano mental. 19 . Diga-se de passagem: a projeção consciente é o método mais prático. Do mesmo modo que existem a Astronomia Cometária. instrumentos. das Partículas Elementares. Projetiva. Schul (1524. atrave's do corpo mental. Toben (1688. Descritiva. o telescópio. 3). 749). cap. 63). através da projeção consciente. e bases rastreadoras na Terra. através do espaço. seguro. seja como ponto invisível ou mundo de vitalidade fecundante. e eficiente para as viagens espaciais. ou a Parapsiconáutica. Quântica. pode de fato enviar a sua própria consciência para fora do corpo humano. pela projeção consciente através do corpo mental. 187). através do casamento de sofisticada metodologia de pesquisa. deixo aqui registrado o lançamento da Física Projetiva. ou Física da Fricção. A este propósito já foram feitas experiências de visão remota. Métrica. Molecular. surge a necessidade da vinculação da Física com a Para. diretamente. o físico pode sair fora do corpo humano. 41). derivada da Astronomia. Estelar. pode ainda viajar para outras galáxias (exoprojeções) situadas muito além do alcance da Astronomia e decifrar até mesmo os enigmas da vida extraterrestre e diversos outros hoje ainda insolúveis. _______________________ Bibliografia: Bentov (119. de Posição. PROJECIOLOGIA E ASTRONOMIA Definição.mundo atômico. interconectada à projeção consciente. 109). ou clarividência viajora (V. Relativista. tendo em vista as relações entre astronautas. Estatística. e que. a emergência hoje de uma nova ciência natural. que estuda os corpos celestes através das projeções conscientes. Ocorre. Greenhouse (639. Atômica. a Prqjeciologia. ciência e técnica do vôo espacial. e Prática. uma como instrumento da outra. todas separadas dentro da pesquisa teórica. White (1829. Diretas. Projetiva. uranognosia. e aplicada. 426). ou Parafísica Projetiva.física. 101). experimental. p. Astronáutica. o astrônomo. p. ao invés de se fiar tão-somente num instrumento óptico. de Campos. desde já. Instrumental. Moléculas. Talbot (1642. que estuda os estados e as propriedades da matéria e da energia através das projeções conscientes e que. Pela Projeciologia. Sinonímia: ciência dos astros. 279). p. sem intermediários humanos e físicos. será o instrumento de trabalho mais acurado da Física futuramente. p. presente e futuro. com todos os distritos vitais existentes. de modo íntimo. inevitavelmente. de Fluidos. estabelecendo com isto a pedra fundamental da mecânica quântica. 190). O astrônomo. Parafísica. que a consciência se interconecta. Mental. Galáxias. p. p. deixo aqui registrado. cientistas. de Campo. 43). aqui. Meteórica. num sentido complementar de interação. astronaves. aParafísica. 335). novas conceituações mais amplas e uma visão expansiva da natureza do homem. hoje ou no futuro. os movimentos e a constituição dos corpos celestes. ou exoprojeções. com sensitivos explorando consciendahnente dois planetas. p. Nuclear.

A gestante que se projeta conscientemente.3 Astrossoma (corpo astral) = astro. 12. tem a consciência do feto (hidroavião) em seu dorso. do plano extrafísico. Aeronavega.5 Auxiliar em terra = auxiliar de vôo. lembra o conhecido avião composto em que ela.2 Alvo mental = plano de vôo. afora muitas outras. diário de vôo. prosseguindo sua experiência consciencial. p.8 Decolagem do psicossoma = decolagem de aeronave. Aerostática. 12. Mitchell (1057. certos aspectos dos fenômenos projeciológicos. Eis mais quatro: O passe energético transmitido pelo amparador no projetor projetado é um símile perfeito do abastecimento em vôo efetuado de um aviãocistema para o avião que irá utilizar o combustível.ção. 28). 12. 12. p. aeroporto. 12. Aerologação.10 Fases da projeção consciente = fases de vôo. corpo celeste. Aeronomia. Projeciologia Animal. 12. e empregadas.14 Translocação extrafísica imediata = vôo direto ou sem pontos intermediários (ithroughlight). estas dezessete expressões de algum modo tomadas à terminologia astronáutica pela Projeciologia. 12. junto com a consciência reencar.11 Grupo volitativo = esquadrilha (de aeronaves).16 Vôo extrafísico (volitação) = vôo espacial controlado. 12.4 Autonomia do projetor (duração da projeção consciente) = autonomia de vôo. este se desprende depois. inclusive no decorrer deste livro: 12.. 12. e Projeciologia Vegetal. _________________ Bibliografia: Greene (635. algumas com freqüência. pessoal de serviço de pista.7 Corpo acompanhante (parte do duplo etérico) = corpo acompanhante (parte de foguete). 13. — onde devem ser incluídas várias ciências aeroespaciais envolvidas tais como: Aerodinâmica. Projeciologia Não-huma.na. Ainda existem muitas outras similitudes. Aeronáutica.6 Base física = base aérea. com bastante adequação. Astrofísica.17 Vôo sideral (exoprojeção consciente) = vôo espacial translunar. 12. Conforme os seres que se projetam. Basta observar. Ainda quanto à Astronáutica. a projetora (aerobote). 20 . aeródromo. 12. Aerostação.13 Projetor projetado no quarto de dormir = balão cativo.9 Diário do projetor consciente = diário de avião.nante do feto.12 Interiorizações consecutivas rápidas = aterragens de emergência. p. a Projeciologia comporta a divisão didática em quatro segmentos bem definidos. DIVISAO DA PROJECIOLOGIA Segmentos. para designar. 5). Aerologia. Astronavegação. O blecaute consciencial é a mesma perda completa dos sentidos experimentada por pilotos em curvas apertadas. 12. nesta ordem: Projeciologia Hominal. 12. — merecem registro as curiosas similitudes existentes entre as ocorrências das projeções da consciência através do psicossoma e os vôos das aeronaves e astronaves. 12.1 Acoplamento áurico .15 Vôo anímico (projeção consciente crosta-a-crosta) = vôo espacial cislunar. etc. Astriônica. 12.acoplamento espacial. 12. A entidade desencarnada ou encarnada projetada que exterioriza energia consciencial restauradora faz lembrar um avião fumigador em ação. 101). Energia.Similitudes. Mittl (1061.

o estado de coma. Outros. do ponto de vista prático. consciência cósmica. se transformam. costumar-se designar pelo termo consciência tão-somente o aspecto subjetivo e incomunicável da atividade psíquica. estado hiperalerta. ou paradigmas principais. Cada um desses segmentos será analisado. Propriedades. conforme as categorias das ocorrências projetivas. e 21 . o estado de estupor. do aspecto fisiológico da natureza desses fenômenos. ou autoconsciência. e unificadora na sua análise científica. da condição da consciência como sendo o ego. Veículos. Vale a definição apresentada. fala a favor: da diversidade das suas manifestações. que não se pode conhecer. inerente a todos os fenômenos naturais. apèsar de. consciência histérica. hipnopompia. A Projeciologia Hominal. a natureza ininterrupta da consciência individual. e a Vegetal. coma ou perda de consciência. transe. a Não-humana. o estado consciencial encarnado. e da necessidade da abordagem ampla. Consciência: atributo do conhecimento interior da própria existência e de suas modificações. as rememorações das experiências adquiridas em seu ciclo de reencarnações sucessivas. gradativamente. estupor. em Psicologia. Este se subdivide em duas condições distintas: o estado consciencial projetivo da consciência encarnada. as projeções da consciência desencarnada. O fato de as projeções abrangerem mais de um reino da Natureza. e a lei dialética da contradição. Estados. o animal e o vegetal. e o estado consciencial paraprojetivo da consciência desencarnada. pacifica a criatura desperta e faz pensar: nenhum objeto ou criação deste mundo humano parece que pode destruir a consciência.tizar-se da posse completa dessas experiências e dispor da memória integral. considera-se que quanto mais evolui. contínua. Irrefletida. òu a excitação e a inibição ocorridas permanentemente dentro do sistema nervoso do corpo físico da consciência humana. em si. devaneio. objetivando a pesquisa. nesta seção. sentimentos e tendências que se desenvolvem. no plano extrafísico. sonho hipnótico. os estados conscienciais básicos podem ser classificados em três tipos bem diferentes: o estado consciencial desencarnado. mais em detalhes. letargia ou consciência adormecida. Na condição de teoria. PROJEÇÃO CONSCIENTE E A CONSCIÊNCIA HUMANA Definição. o banco de memória. o sono sem movimentos binoculares rápidos. programadora do cérebro. em capítulo específico. consciência encarnada. no campo da Parapsicologia. nem a explosão da bomba de hidrogênio. identidade consciente da pessoa. interdisciplinar. ou perpétuo movimento das nossas idéias. Muitos estados conscienciais diferentes podem. e os elementos fenoménicos que constituem os denominadores comuns. abrange o campo das projeções da consciência encarnada. ou consciência. abrangente. Dimensões. nem o uso do napalm. Os segmentos da Projeciologia serão sobremaneira úteis quando. etc. meditação. Aventam-se como inerentes à consciência pelo menos três propriedades: a continuidade. representações. consciência desperta normal. Sinonímia: conhecimento de si (autopsique). forem pesquisados. altamente desenvolvido na espécie humana. da existência de denominadores comuns naturais nas ocorrências. nem a utilização da bomba de nêutrons. Nos estudos gerais das dimensões da consciência podem ser classificados diversos estados conscienciais a serem experimentados por qualquer um.Campos-. ou espírito. estado psicodélico. ser relacionados: arrebatamento ou êxtase. O espírito. mais sofisticada e complexa vai se tomando a consciência que anexa. nem o emprego de outros agentes desfolhantes. consciência condicionada. regressão no tempo. que forma uma cadeia contínua com as vivências atuais unindo-se às do passado. e ainda alcançar os seres desencarnados. sonho. e o estado consciencial projetivo. Partindo. a não ser as manifestações do comportamento. e se reconstituem de modo incessante. 14. ou extra-humana. sono natural. divididos em duas categorias básicas: a consciência irrefletida e a consciência refletida. a mudança constante. Nos fenômenos da consciência irrefletida estão incluídos: a consciência orgânica. o hominal. parece ser indestrutível. as projeções subinteligentes dos animais. se dissolvem. projeção semiconsciente ou sonho lúcido. oportunamente. fora do próprio indivíduo. as projeções das plantas em geral. ou humana. Sofisticação. Aspectos. de modo geral. universalista. os componentes naturais dos veículos de manifestação do princípio espiritual. ou seja. Indestrutibilidade. Um fato. a Animal. hipnagogia. até conscien. inspiração.

11. Sem dúvida. a consciência histérica. a consciência relaxada. p. de. p. Na primeira condição. Projeção consciente humana: experiência peculiar de percepção do meio ambiente. Kettelkamp (841. 198). desprendimento voluntário. p. exteriorização. 28). “despersonali. p. Walker (1781. experiência projetiva. p. Pela qualidade da autoperceptibilidade. desdobramento da pessoa. ___________________ Bibliografia: Bentov (119. disjunção. além de outros. Steiger (1601. descoincidência. desprendimento espiritual. o espírito — o ser pensante — alcança a cognição da sua própria consciência. Morris (1093. autodesincorporação. 105). desancoramento da consciência. desdobramento natural da personalidade. experiência astral. os sonhos lúcidos (projeções semiconscientes). ou consciência cósmica. experiência fora do corpo humano. Fundamentos. na introversão da consciência. inestimáveis contribuições ao desenvolvimento de suas pesquisas: as experiências da quase-morte. projeção da consciência através do psicossoma parcial ou completamente configurado em sua forma humanóide.zação auto-induzida”. Jacobson (796. desdobramento da consciência. o devaneio.1. ESC (experiência de saída do corpo humano). apopsiquia. No conjunto dos estados da consciência autoconsciente — em que ela é consciente de estar consciente — estão incluídos: o estado da vigília física ordinária ou consciéncia pragmática. descorporifi. Sinonímia: AKE (experiência fora do corpo). escapada para o astral. duplicação astral. 71). experiência parassomática. o estado de transe induzido por qualquer agente. excursão parapsíquica. episódio fora do corpo. fora.excursão anímica. desdobramento provisório. ensaio da morte.rispiritual. ocorrem os fenômenos: clarividência viajora. de modo inesperado. três campos que evidenciam intensa atividade de pesquisas estão vindo ao encontro dos estudos da projeção consciente trazendo. exteriorização da psique. centro móvel da consciência. Segunda. na qual o centro de consciência de alguém parece se situar numa locação espacial separada do próprio corpo humano vivo. desencarnação provisória. ecsomação (Grego: ek.o sono com movimentos binoculares sincrônicos rápidos. a consciência projetada extrafísicamente. 216). aventura extracorpórea. etc. e as visões remotas (clarividência viajora). EFDC (experiência fora do corpo). duplos caminhantes. estado ecsomático. “elevação ao céu”. Primeira. estado de emancipaçãoconsciencial. desdobramento voluntário. ou pelas sensações que se voltam para si mesmas. p. p. experiência de outro mundo. projeção da consciência através do corpo mental apenas. White (1827. autodiplo. experiência exterior ao corpo humano.sia. p. Besant (134. desdobramento parapsíquico. Campos. ou com o psicossoma mais ou menos denso. 89). 217). Vieira (1762. soma. 11. autoscopia. tomando-se cônscio da existência da própria consciência. emancipação da alma.2. sem consciência física ou de cérebro humano vazio. deambulação astral. PROJEÇÃO CONSCIENTE HUMANA Definição. Wilber (1845. 97). seja espontânea ou induzida. fenômeno da bilocação física. desconexão. 120). duplos passeadores. Na segunda condição. experiência não-intermediada. com alguma consciência física ou de cérebro humano semivazio. deambulação espiritual. p. desdobramento vivo. ou autoconsciência — a consciência da consciência — quando se apercebe de suas próprias funções e racionaliza a existência pessoal. exteriorização 22 . desligamento do corpo. mente holofótica. corpo). desdobramento pe. 157). desassociação. etc. desdobramento. experiência assomática. deslocamento da consciência. desprendimento de pessoa viva.sincorporação temporária.cação. ocorrem os fenômenos das grandes projeções: projeção da consciência através do psicossoma. 173). a consciência letárgica. Michael (1041. projeções conscienciais com o corpo humano em movimento. excamação temporária. Introversão. a consciência expandida. escapada perispirítica. Todos os fenômenos da Projeciologia podem ser classificados em dois tipos básicos quanto à condição da consciência física: com alguma consciência física e sem consciência física. dissociação. experiência de saída do corpo. com e sem o duplo etérico. 15. EEC (experiência extracorporal). p. Autoconsciência. p. experiência ecsomática.

11. 232 e seguintes). Por que se produz e se desenvolve a projeção consciente? Pela própria natureza íntima da fisiologia e da parafisiologia normais dos veículos de manifestação da consciência. imitação do processo da morte biológica. meiamorte.4. etc. OBPou OOBP (out-of-thebody projection). projeção consciente do eu. 399). energia da mente. viagem no corpo de sonho. cabeça de praia para a exploração e tomada do mundo extrafísico pela consciência encarnada. cap. videha (índia). projeção hominal. e de fazer uso apenas de 25% do potencial psíquico. pequena morte. projeção da alma. viagem extrafísica. cap. projeção humana. distúrbios biológicos. quanto à projeção consciente em geral: 11. Bloqueios. sono desperto. extrusão do psicossoma. prapti. viagem astral. saída da consciência fora da coincidência. antes de sobrevir a morte biológica. vôo astral. vôo xamânico. pré-desencarnação. As sete perguntas clássicas que se fazem comumente. ou religiosidade. O que constitui ou gera a projeção consciente? A descoincidência. quando da abordagem inicial de qualquer assunto novo. desequilíbrio mental. público. hermético. viagem pela eternidade. saída astral. morte prévia. separação astral. viagem extracorpórea. libertação existencial. Tais afirmações ainda aguardam 23 . telemetria astral. Acesso. 270). 83 e seguintes). homoprojeção. e parte do universo extrafísico. ou variadas utilidades. cap. miniférias extrafísicas. em percentual maior ou menor. viagem perispirítica. 13). projeção extracorpórea. Como se produz a projeção consciente? Através da alteração das freqüências vibratórias ou energéticas dos veículos de manifestação da consciência (V. 11. trailer da morte. projeção do segundo corpo. morte provisória.de deixar temporariamente o coipo humano através da projeção com lucidez. incontrovertível para a própria consciência.6. cap. esotérico. transe onírico.7. cap. conforme a projeção consciente seja produzida voluntária ou involuntariamente (V. credo. jornada astral. elaboração do pensamento. oculto e inacessível aos não-ini. passeio no Além.dimensional. migração anímica. cap. temporariamente. transporte pelo espírito. pessoal. muda de estado consciencial (V.8. libertação da consciência. saída sideral. para se tomar natural. vôo sideral. cap. sonho astral. projeção heteróloga. 106). aonde se manifeste a consciência (V. mais particularmente as consciências encarnadas e desencarnadas (V. Resumo. teste extracorpóreo. dogma. clarividência via. Quem produz a projeção consciente? Os princípios espirituais. Quando se produz a projeção consciente? A qualquer hora e em quaisquer condições meteorológicas porque o fator tempo e a meteorologia não influem necessária e diretamente sobre a produção da projeção consciente (V. projeção espiritual.periência da morte.ciados. e muitos estados alterados da consciência. 11. e a só viver espontaneamente a projeção inconsciente durante o sono natural. esotérico. O estudo da projeção consciente não é religião.9. Há quem atribua as causas que impedem a consciência encarnada — ou a maioria dos componentes da humanidade .3. A projeção da consciência encarnada para fora do corpo humano tem sido relacionada com sonho. afora outros órgãos. Onde se produz e se desenvolve a projeção consciente? Em qualquer distrito ou ambiente do universo físico. direto. OBE ou OOBE (out-of-the-body experience). à capacidade ociosa do organismo humano ou à não-utilização de cerca de 90% das potencialidades dos hemisférios cerebrais e de 30% das potencialidades dos dois pulmões. pré-ex. É um estado de consciência e método de acesso humano.do astrossoma. viagem clarividente. peregrinação astral. projeção psíquica. jornada extrafísica. transvazamento de consciência. podem ser assim respondidas. Representa uma senda de iluminação íntima franqueada a cada um de nós.jora. Para que se produz a projeção consciente? Visando inúmeros objetivos. viagem espiritual. 11. 394). simbolismo psicológico. Exotérica. Relacionamentos. projeção astral. projeção inter. a partir da esfera extrafísica de energia individual. vôo anímico. jornada da alma. quando esta. projeção fora do corpo. projeção do eu. acessível a toda a humanidade. A popularização da projeção consciente — induzida voluntariamente — fez com que o fenômeno deixasse de ser misterioso. viagem anímica. aspectos estes que serão estudados no contexto deste livro conforme a análise seqüencial dos assuntos. viagem mística. alucinação. viagem extra-sensorial. 11. 11. dos veículos de manifestação da consciência (V. via de acesso extrafísico. relocação da sede consciencial.5. migração astral. morte temporária. de maneira resumida. sonho flutuante. externalização. minimorte. extrusão do duplo psíquico. ao plano extrafísico através da separação da psique do seu substrato físico denso.

Independência. religiosidade. Muitos sistemas religiosos vêm prometendo uma vida amena no Além-Túmulo. a projeção da consciência lúcida para fora do corpo humano acontece independentemente de sexo. nota-se que a projeção consciente. sob a força atuante da vontade da personalidade e à revelia daquele que a experimenta.15). idade. a digestão. Isso pode ser obtido aqui. com criaturas vivendo a vida rotineira e com outras sofrendo uma intervenção cirúrgica ou sendo vítimas de desastre ou acidente. ordem de nascimento. Vencido o medo e nascendo a motivação na pessoa. a gestação. indicando que o posicionamento oposto é ainda melhor. rendimento econômico. e o parto. Use o desenvolvimento dos seus poderes pessoais para melhorar imediatamente a sua vida humana atual.comprovações científicas definitivas. Universalidade. sob muitos aspectos um fenômeno biológico primário. raça. com quem já ouviu falar. ensinando que você sofra os infortúnios de hoje com um sorriso. com indivíduos sadios e doentes de ambos os sexos. e mesmo das noções preconcebidas do indivíduo. o sonho. tendencia politica. especificamente para a mulher(V. hoje. já. o ato sexual para ° homem ou a mulher. agora. filosofia. e com quem o ignora completamente. religião. crença. ocorre com: pessoas de todas as idades físicas.Fig. Não espere a decomposição do corpo humano para a sua consciência alcançar condições mais agradáveis ou de equilíbrio. Quanto à sua universalidade. desde a criança até os idosos. mas vai além. Poderes. Isso evidencia que a projeção consciente constitui atributo fisiológico normal do corpo humano. A projeção consciente não só reafirma estas considerações. educação. e a menstruação. leu ou estudou o assunto. 24 . tão natural quanto o sono. sendo uma função intrinsecamente natural.

15. o que só acontece ocasionalmente: telecinesia extrafísica. 171).bitabilidade de outros mundos ou planetas. Mittl (1061.Bases. 15. apenas uma única vez: primeira projeção consciente. § 05. Sentir estar acima do próprio corpo humano: autolocalização extrafísica. Rogo (1439. 322). 42). densa. Bardon (80. Fazer com que a consciência projetada apareça. 72). p. 16. 63). ao dormir. 15. comuns. Obviamente este livro trata. § 06. projeção consciente para-humana. 929). Carrington (246. Fugairon (562. 15 § 08. Sucintamente as projeções conscientes em geral exibem doze ocorrências básicas. Green (632. 167). a pluralidade dos planos (mundos) existenciais. em especial. 98). p. 131). certa relutância em divulgar. p. PARAPROJEÇÃO CONSCIENTE Definição. Sentir a separação da consciência em relação ao próprio corpo humano para uma curta distância: projeção na base física. das projeções conscientes humanas. Comprovar a autenticidade da própria projeção extracorpórea. 362). 104). p. § 02. e sai projetada através do corpo mental. Smith (1572. A projeção consciente não é artigo de fé. § 04. Schatz (1514. pretexto para observações filosóficas. 15 § 07. A projeção consciente é a prova individual para a consciência encarnada: da existência do mundo extraf ísico. a pluralidade dos estados (condições) conscienciais. em muitos casos. o que só acontece também muito raramente: aparição intervivos. Sentir a consciência sair do corpo humano: projeção consciente propriamente dita. Fazer com que outras pessoas vejam o experimentador projetado. 131) Gonçalves (614. como se verá neste contexto: a pluralidade dos veículos (corpos) de manifestação consciencial. in loco. 5). 46). e demonstram. lúcida. o que se passa à distância do próprio corpo humano: visão extrafísica. Pratt (1285. o que ocorre muito raramente: bilocação física. 15.p. Produzir efeitos físicos fora do corpo humano. p. p. Eliade (477. p. seja “terrestre” ou “extraterrestre”. com lucidez. p. que as pessoas experimentam. p. 19). p. 211). 5). telepatia extrafísica. p. Paraprojeção consciente: experiência da consciência desencarnada. Steiger (1601. ou processo de enriquecimento das meditações dos poetas. p. 7). Livro. 15 § 10. a pluralidade das encarnações (vidas) conscienciais. existem cinco pluralidades que a projeção consciente evidencia ao praticante atento. p. 116). p. da teoria da reencarnação. Wolman (1863. Ferguson (512. p. e horários do que viveu à distância. Prova. depois do cotejo minucioso dos locais. de modo espontâneo. Bayless (98. Walker (1781. fatos. quando sentida ou percebida à distância por outras pessoas. p. p. sem o corpo humano: confirmações posteriores à projeção consciente. Corvalán (306. projeção consciente extra-humana. 15. Sinonímia: projeção consciente do desencarnado. 15. seres. 15 § 12. que. 25 . p. 47). Sentir estar se deslocando para um ponto distante sem usar o corpo humano: translocação extrafísica. dos seus próprios veículos de manifestação consciencial. Pluralidades. _________________________ Bibliografia: Andrade (27. 147). Ebon (454. p. da ha. a pluralidade dos astros (planetas) habitados. 99). § 03. Coxhead (312. 15 § 11. Ter certeza de que realmente viajou fora do corpo humano de algum modo: autopersuasão projetiva. Convencer-se de ser capaz de observar. Passar por essa experiência de sair do corpo humano. p. sem utilizá-lo. através de meios que não a presença física. 15 § 09. 46). etc. § 01. Marinuzzi(998. Para logo. nem apenas tema para debate religioso. Swedenborg (1639. p. etc. para si mesmo. deixa o psicossoma incapacitado no plano extrafísico. no plano mental. Kardec (825. p. Ver o próprio corpo humano abaixo de si: autobilocação consciencial.

os fenômenos de efeitos físicos transcendentes. p. como decorrência lógica.rajá. mostrou-me sua lucidez habitual e saindo do living. um quilo e meio de peso. no caso dos animais domésticos. devido às faculdades conscienciais do próprio corpo mental (V. 17. talvez devido à convivência diuturna e mais íntima com o homem. Lucidez. desempenho do papel de agente inconsciente do fenômeno projetivo. desta vez. Até o presente. através do cordão de ouro (V. 282). Ambiente. afetuoso. Características. na prática. inofensivo e inteligente. semelhante ao cordão de prata. levemente luminosa. da consciência encarnada e da consciência desencarnada se assemelham por ocorrerem num só meio ambiente. Distinção. que posteriormente veio a ser campeão da classe júnior da raça Yorkshire. quando se refere a uma consciência encarnada — ligada ao duplo etérico e ao corpo humano — de outra consciência. Partindo da premissa de que o homem. análogos aos fenômenos humanos. adulto. ou hominídio. proximidade do ambiente crosta-a-crosta do encarnado com quem tem afinidade. Xavier (1882. fora do corpo humano. também projetado. o seu corpo extrafísico semelhante ao seu corpo físico e a sua ligação energética. ignora-se a existência de diferenças básicas na ligação do corpo mental com o paracérebro do psicossoma. projetada através do corpo mental isolado. que já tenha passado pela segunda morte (V. de estrutura física bem constituída. Sinonímia: projeção subinteligente. pois muitos deles chegam mesmo a dormir sobre. espontânea e inconscientemente para fora do corpo humano. 117). sendo ponto pacífico de análise o fato de que várias espécies até sonham. cap. ou nas proximidades do seu próprio corpo físico. 182). conclui. o plano mental — ponto comum de encontro de todas as consciências — com o mesmo veículo de manifestação da consciência. Inobstante o que ficou exposto. o corpo mental. possivelmente em razão do desempenho excepcionalmente feliz de minha projeção consciencial. O cãozinho projetado. projeção curta espacialmente. um ano e três meses de idade. Projeção animal: projeção da consciência esboçante do animal encarnado para fora do seu corpo biológico. precisam dormir à semelhança do homem. no Rio de Janeiro. ____________________ Bibliografia: Vieira (1762. 116). — ocorrem as projeções conscienciais através do corpo mental das consciências encarnadas análogas às que as consciências desencarnadas experimentam. Os fatos arrolados até o presente permitem assinalar como características da projeção dos animais: inconsciência. — por exemplo. em geral distingue perfeitamente a consciência encarnada da consciência desencarnada. o leito do dono. de maneira análoga à criatura humana quando se entrega ao sono natural. ou sob. de que os animais. observei detidamente. na noite de 29 de julho de 1982. ou seja. cap. zooprojeção. no apartamento da Rua Visconde de Pi. PROJEÇÃO ANIMAL Definição. Projetado. As projeções conscientes. é um animal. desencarnada. Do mesmo modo que existem fenômenos que as consciências desencarnadas produzem. onde o 26 . mentais. Os projetores-animais mais comuns são os animais domésticos. p.se. que os animais maiores. de modo geral. Roger. 73). sem o corpo humano e sem o duplo etérico. ao que tudo indica de modo inconsciente. puras. especialmente o cão e o gato. cap. possuem um veículo extrafísico de manifestação e se projetam por este veículo. Projetores-animais. se projeta fisiológica. 122). Roger. A projeção animal não deve ser confundida com a zootropia (V. raridade da ocorrência. relação com a vida humana. a consciência encarnada. Diferenças. Considerações. cap. onde constatei a sua aura. o cão de alerta.Analogias. e de que a consciência do homem sempre. durante o sono.

de modo 27 . exuberantemente alegre. No momento. Sinonímia: generalização. Ponderação. Suponho. Ciência. Kirliangrafias. Crookall (343. o duplo do vegetal e a sua exteriorização quando injuriado ou lesado pelo projetor usando as próprias paramãos do psicossoma. Enunciado. p. considerados amanhã como conceitos estranhos de uma erudição imatura. permanece também sem essa autoconsciência de si mesmo. com freqüência. p. do mesmo tamanho com que se apresenta. não chegou ainda a estabelecer leis ou generalizações amplas e complexas sobre o comportamento humano. norma.seu corpo físico repousava. Roger foi adquirido já tendo o seu rabo cortado. Steiger (1606. por isso as kirliangrafias. por si mesma. não se manifesta nenhum espírito de animal evolutivamente aquém do homem. 195). 174). 130). Lei: relação constante entre fenômenos de uma dada ordem e que lhes expressa a natureza ou essência. O conhecimento da história geral da Ciência alcançou um ponto onde tem-se perfeita consciência de que os princípios fundamentais aceitos hoje serão. que o animal que. A Projeciologia chancela. p. tão-somente como hipótese de pesquisa. ou mais apropriadamente. podendo. Green (633. p. Kardec (825. Segundo a Parapsicofisiologia. detectado pelas fotos especiais da kirliangrafia. Ebon (453. desconsciente. com a disposição de abandonar qualquer deles. 40). abanando o seu curto rabo extrafísico. p. Astronomia. bastante jovem entre os estudos acadêmicos já consagrados. ______________________ Bibliografia: Moss (1096. com a plena autoconscientização. Cordão. 19. Bibliografia: Bayless (94. p. Ninguém contesta as manifestações de vitalidade dos vegetais. Desconsciência. As experiências das projeções conscientes permitem à consciência humana projetada verificar. 18. que se assemelha a um cordão conectado com a planta. Projeção vegetal: projeção do duplo do vegetal vivo para fora da sua estrutura física. Talamonti (1641. quis seguir-me até o quarto de dormir. Mental. princípio. vieram apenas confirmar as antigas suposições de que também os duplos vegetais se exteriorizam a seu modo. segundo se admite. no plano extrafísico crosta-a-crosta. na prática do laboratório e nos experimentos individuais. postulado. Nas projeções vegetais surge o controvertido apêndice fantasma. retomando a este. os postulados relacionados adiante devem ser vistos criticamente. Tudo indica que o animal não se projeta pelo corpo mental esboçante. tão controvertidas. Comillier (305. Delanne (385. Sinonímia: fitoprojeção. a Projeciologia. encetar suas primeiras incursões no plano mental. sem interferências de outros planos extrafísicos. p. ou Física. No entanto. p. prescrição. LEIS DA PROJECIOLOGIA Definição. Tal evidência faz supor que o corpo mental só se define e desenvolve quando o princípio espiritual alcança o nível hominal e adquire a consciência como a entendemos. Por isso. desejando beijar-me. p. algo ponderável já pode ser oferecido neste sentido. ou seja. em seguida. mas apenas através do seu psicossoma. 289). sem conseqüências negativas para ninguém. p. Fugairon (562. PROJEÇÃO VEGETAL Definição. então. Isso atesta o fato de que no plano mental puro. 145). e parecem constituir-se em guias úteis para a pesquisa e o estudo da Projeciologia e assuntos correlatos. análogas às leis e princípios apresentados. 153). p. eu o vi extrafisicamente com o rabo cortado. 180). ou todos. p. não demonstra autoconsciência pormenorizada de si mesmo no estado da vigília física ordinária. tais afirmações parecem encontrar apoio em muitos dos indícios existentes. 43). quando desencarna e durante os seus períodos de projeção para fora do seu corpo físico. Saindo do seu nascedouro. Verificação. 100). por exemplo pela Química. quando sua utilidade tiver desaparecido. qualquer consciência que se encarna pode deixar o corpo humano temporariamente. 100) Easton (451. 227).

em sua maioria. O acúmulo de experimentos torna inconfundíveis os sonhos. e outros estados alterados da consciência. também absolutamente real para a consciência encarnada quando projetada no plano extrafísico puro. e passará a ser abordado. aceito e estudado. Fenômeno semelhante ao anterior acontece quando a consciência no psicossoma. o fenômeno da projeção consciente humana deixará de ser encarado como ocorrência mística. de alta qualidade. sem obscurantismos. Muldoon (1105. Ainda outro fenômeno semelhante ocorre com referência ao corpo mental. contradição aparente. esta não se conscientiza nem percebe a existência do psicossoma. Mental. literalmente sonambulizada através dos milênios. Natureza. Tal fato elimina qualquer dúvida quanto à autenticidade da projeção consciente para o projetor. A falta crônica da criação de motivação. porém numa condição em que não se conscientiza nem percebe a existência de nenhum corpo ou veículo de manifestação como os entendemos ordinariamente. quando projetada no plano mental. O corpo físico domina o plano físico ou humano. é perfeitamente exeqüível sem os amparadores e sem a mediunidade do praticante. contra-senso. numa expressão mais apropriada. Sinonímia: contradição. o corpo mental domina o plano mental. Psicossoma. 65). este enunciado. A projeção consciente. não percebe a existência do corpo humano. a consciência vai aonde pensa. isoladas. por estes veículos de manifestação. Veículos. ______________________ Bibliografia: Andrade (27. de modo inquestionável. sendo o corpo humano absolutamente real para a consciência encarnada. e com resultados melhores. p. surrealismos ou manifestações folclóricas. inquestionável. eficaz. Existem múltiplos paradoxos nas ocorrências da Projeciologia. Tipos. As projeções da consciência. o processo de iniciação da ação consciente e voluntária.insofismável. PARADOXOS DA PROJECIOLOGIA Definição. O que a consciência pensa. ou plano astral. A tentativa da produção da projeção consciencial com intenção negativa. Paradoxo: conceito que é ou parece contrário ao comum. Pensamento. de modo natural. Fora do corpo humano. temporária mas conscientemente. Daí vem o caráter indispensável da análise filosófica. dezesseis dos quais podem ser destacados conforme a área dos fenômenos em que aparecem ou quanto à sua natureza específica: 28 . faz reverter os resultados doentios daí advindos sobre a consciência do próprio projetor. 20. cada vez mais cientificamente. As criaturas humanas. Dentro de mais algumas de'cadas. Tudo isso. ocorrência derivada de faculdades naturais da consciência encarnada. para as consciências em geral saírem. em determinadas ocasiões. absolutamente real para a consciência encarnada. o psicossoma domina o plaao extrafísico crosta-a-crosta ou o plano astral. Preponderáncias. com o fenômeno da projeção consciente. seja esta qual for. que a quase-totalidade da humanidade tem vivido dormindo ou. p. a consciência é. Contudo. numa prova individual. Existem diferenças inconciliáveis entre a natureza do psicossoma e a natureza do corpo mental. para fora do corpo humano evidencia. Ação-reação. Soma. são totalmente diversas. 144). religiosa. obviamente. ainda n3o experimentaram uma projeção consciente marcante porque não foram suficientemente motivadas para esse fim. toma-se muito mais fácil. Prova. definitiva. Nos piques máximos de percepção no estado da vigília física ordinária. Coadjuvantes. Motivação. no âmbito das manifestações e pesquisas da Projeciologia. ou da influência e atuação franca da moral cósmica e das bases filosóficas do universalismo. ou estranha. como lei da Natureza que é. sob o comando indispensável da consciência ou ego. com o auxílio desses dois coadjuvantes. a não ser no caso da visão do corpo humano à frente e o cordão de prata.

Psicológico. por breve momento. 20. Isso faz nascer nessas consciências encarnadas um apego intuitivo à matéria. perdendo a oportunidade da experiência. pois revelam lastimável ambivalência ou um materialismo-espiritualis. 20. que faz com que volte imediatamente ao corpo denso. ou seja. e aí. presas à matéria densa do corpo humano. se municia de poderes maiores contra o emocionalismo negativo. livres no plano extrafísico. os conceitos e pareceres que defende a respeito das coisas e dos fatos da existência física. Por outro lado. a consciência encarnada sai realmente de si mesma pela projeção consciente. de modo geral. quando estão encarnadas. no estado da vigília física ordinária. Toda consciência encarnada se projeta cada noite. contempla o próprio corpo humano incapacitado. O melhor processo de o encarnado aumentar a capacidade de contato consigo mesmo. Dualistico. Fenomênico. quando estiverem desencarnadas. ela tem dificuldades para repassar tais lembranças para a memória parcial do estado da vigília ordinária. com os outros e com os acontecimentos. sempre passou despercebido. próprias dos principiantes da projeção consciencial. submisso à moral humana e à moral cósmica.9. coexistente e derivado. Quando a consciência encarnada projetada alcança alguma possibilidade de utilizar. ajudando os corpos dos encarnados a morrerem. 20. é um estado permanente contínuo. cuja existência.4. os idosos dispõem de serenidade e experiência mais dilatada para sopesar as experiências projetivas. Psicoterápico. mas se mantém inconsciente ou semiconsciente fora do corpo humano e.1. Os jovens impulsivos apresentam grande facilidade para se projetar e rememorar os fatos extrafísicos. O melhor processo para desenvolver novo sentido para aS experiências da vida humana será sair desta através da projeção consciente. Esta mesma consciência quando desfrutando da memória integral no plano extrafísico. Parapsicológico. ou choque conscien. será sair de si mesmo através da projeção consciente. sem avançar para distritos ou ambientes melhores do plano extrafísico. Depois dos 40 anos de idade. Consciencial. ao dormir. A consciência. com duas vidas.12.2. a humana e a integral. com duas memórias. seguindo os códigos humanos e. Os encarnados.5. positivas por um lado. as consciências a passarem pela transição da primeira morte. e melhoram a memória. porém sem o corpo humano. estimulam o funcionamento do cérebro. Filosoficamente este ato constitui o primeiro passo da consciência para dentro de si mesma. evitam a pressão intracraniana.6. fazendo com que fique presa ou adstrita às proximidades da Crosta Terrestre. Tais fatos transformam e elastecem bastante os conceitos filosóficos de materialismo e de espiritualismo em vigor até hoje. como auxiliar da morte. 20. Contudo. colocam o 29 . em razão da visão estreita advinda dos preconceitos humanos. em razão do medo e outras emoções negativas. homens e mulheres. A projeção consciente libera as repressões da consciência que. — do que quandc inteiramente lúcidos quanto à sua verdadeira situação de liberdade.cial. 20. No fenômeno da autobilocação consciencial. Tais drogas. quando alcança a autoconsciência extrafísica. depois do despertamento físico. — mesmo colaborando na assistência extrafísica e funcionando quais me'diuns extrafísicos inconscientes.20. agora. 20. no plano extrafísico. paradoxalmente. Filosófico. 20. o animismo e o mediunismo. 20. ao mesmo tempo. infelizmente. que adoram tanto. do que estarão depois.ta. da amplitude de raciocínio da memória integral. A memória integral extrapola todos os parâmetros convencionais de observação da consciência encarnada. da aceitação pacífica da sobrevivência do ego após a morte biológica do corpo humano. ali.8. A consciência encarnada produz as projeções utilizando. na verdade. Químico. 20.3. quando projetada no plano extrafísico. ajudam mais quando permanecem inconscientes enquanto projetados.10. biológica. a pessoa se vê forçada a usar medicamentos que previnam o córtex cerebral contra a arteriosclerose. porque estamos de algum modo conscientes mesmo quando nos julgamos inconscientes ou adormecidos. Assistencial. tem dificuldades para revalidar. a humana e a extrafísica.7. no subconsciente de muitos indivíduos. por mais incrível que pareça. Uma condição de raciocínio é muito difícil de se entrosar com a outra. então. A projeção consciente demonstra a existência de consciências excessivamente materializadas em condições mais confortáveis. Quando a consciência projetada busca estar com o psicossoma constituído e bem formado. Biológico. Mnemónico. combatendo a eutanásia. quase sempre sofre com isso um trauma.11. de maneira ativa e passiva. Fisiológico. 20. 20. esporadicamente. mais possibilidades tem ela de condensar o percentual de matéria neste veículo de manifestação ou agregar a ele cada vez mais o duplo etérico.

em razão do mesmo caráter individualíssimo da 30 . o projetor primeiro deve saturar a mente. treinamento. da existência da projeção da consciência se manterá individual e de modo intransferível. ou incrementar o turismo. e mais importante conhecido pela humanidade. Apesar de a projeção lúcida da consciência ser. Estes paradoxos encontrados nas ocorrências da Projeciologia reafirmam a complexidade e a ampla abrangência de suas manifestações nas áreas de atuação da consciência do homem. e comum para se projetar consciencialmente com lucidez. obviamente. do fator “indivíduo”. de resultados pessoais mais definitivos e. intercorrência. 20. conduz à liquidação definitiva. 20. incontornável pelo menos até o momento. Para aperfeiçoar o método de se projetar. 21. além é óbvio. por exemplo: de vender discos. o fenômeno mais transcendente. e as características do atual crescimento do cérebro humano. subordinada à prisão do restringimento físico terrestre. animal. Tanatológico. deve esquecer todo condicionamento humano e idéias preconcebidas. desvantagens projetivas. Autoconsciencial. ou seja. e melhoria do desempenho pessoal do interessado ou interessada. indistintamente a todas as personalidades humanas. através de esforço. eficiente. porque intensificam e dilatam a condição da vigilância ordinária. Como se sabe. 20. 21. atrair radiouvintes e telespectadores. apresenta a condição de autoconsciência física avançada como ocorrência infelizmente ainda fora do padrão da consciência encarnada. exceto. absortas. quatro fatores podem ser destacados por limitações inconvenientes.nísticos. e sugerem inúmeras hipóteses de pesquisa. imediatistas. envolvidas. apresentar muito mais vantagens do que desvantagens dentro das áreas da Parapsicologia. Não se pode descartar a realidade de que a prova ideal. através dos séculos da História Humana.02 Metodologia. A consciência encarnada menos fixada fisicamente pode alcançar mais depressa a maturidade física e. ou fenómeno novo que venham a ocorrer extrafisicamente. ponderáveis. as dotações orçamentárias oficiais para pesquisas científicas específicas rareiam. um método prático.16. Técnico. não atingindo de modo direto as multidões. ao contrário. A projeção consciencial lúcida não é o tipo de coisa capaz. mais ainda. avançar para a maturidade extrafísica. ou hedo. ou excessivamente embriagadas. fácil e acessível.13. embora sendo ocorrência natural e comum a toda a humanidade. em conseqüência disso. da Projeciologia: o individualismo. A projeção consciente em si. pelo menos até o presente. ficando com a mente vazia. 21. através das idéias e dos sentimentos amplificados pelo universalismo puro. Tal fato é uma característica da vida humana. ainda sonambulizadas em sua maioria. Limitações projetivas: fatores que apresentam caráter desvantajoso cerceando a expansão dos objetivos e das aplicações práticas da projeção consciencial lúcida. Dotações.15. A projeção consciente. a condição dos recessos projetivos. ou aberta e receptiva a toda idéia. Nas ocorrências das projeções conscientes manifestase um apelo individual. inconveniências projetivas. de longe. Tipos. 20. impropriedades projetivas. 429). ou o povão. nesta Era Tecnológica. cap. toda pesquisa com alicerces humanos exige recursos econômicofinanceiros. Contudo. e nem vem permitindo. não permitiu. Existe o fato. ou a minimorte física antecipada. de todos os personalismos. para um bom número de pesquisadores. antes de tudo. infelizmente. básica. porém não existe nenhum apelo coletivo de monta. e obstaculizam a projeção consciente. terra-a-terra. ocorrência exclusiva e. Não havendo envolvimento direto das projeções conscientes com as massas humanas.14.01 Individualismo. inevitavelmente individual. a metodologia. Complexidade. padronizado. ou formar a mente cheia com a idéia da projeção consciente. mais interessante. na mente do projetor encarnado. pelos interesses materiais. assim que se veja projetado. Há sempre o aspecto limitativo da impraticabilidade de tornar viável. que suas pesquisas avancem mais rapidamente por apresentarem mínimo apelo psicológico às massas humanas. de que a projeção consciente. Prova. LIMITACOES PROJETIVAS Definição. no que diz respeito às finalidades bélicas ultra-secretas (V. Sinonímia: delimitações projetivas. Parafisiológico. experimento individualissimo.indivíduo mais desperto.

o crime organizado. — quando. os arsenais nucleares. 21. Inteligência. Um suposto processo para destruir e eliminar de vez a ciência Projeciologia.experiência da projeção consciente e da diversidade das tendências e caracteres das consciências humanas (V. As experimentações projetivas cautelosas. e de profundo senso crítico. 237). Daí surgirá um consenso que estabelecerá rotinas produtivas aos fenômenos. plausíveis. os fenômenos astronômicos que. O recesso projetivo (V. não considero como obstáculo intransponível ao desenvolvimento da Projeciologia as dificuldades. desenvolvidas por investigadores sérios. movidas pela própria marcha natural do desenvolvimento dos interesses humanos e das coisas terrestres. cap. Contudo. Futuros. os crimes de genocídio. — de se repetirem. quase sempre no seu período terrestre de maior produtividade humana. por exemplo. nacionais e internacionais (universalismo). nesta atual condição de trânsito para a sublimação do ego. sem dúvida alguma. socialmente integrado. pelo menos. da expansão do cérebro humano necessária ao desenvolvimento da consciência do projetor consciencial. 21. o que se observa hoje é a média atual da evolução cerebral da população terrestre carecer de se centralizar na predominância do crescimento do hemisfério cerebral esquerdo (V. minoritária. de modo absolutamente idêntico. será sempre impraticável em razão de suas raízes fenome. Como conseqüências desta sua fase de evolução consciencial. 368) é fato comum que atinge a personalidade encarnada e cria o seu desinteresse prático pelo assunto das projeções conscienciais. vigilantes. a melhoria da organização das instituições governamentais. ou prováveis da Projeciologia. solucionados. e suas conseqüências. as agressões. com a adequação ética desejável. os assassinatos. O imperativo da repetibilidade dos fenômenos idênticos. mediante: a compreensão profunda das paixões humanas inconscientes (corpo emocional). não são proscritos pela Ciência. em favor de todos. ao contrário. A natureza desses conflitos conscienciais evidencia que os mesmos somente serão atenuados. discreto e silencioso.03 Recesso. cap. que parece mais eficiente ao se centrar no hemisfério cerebral direito. ________________ 31 .qüestros. apresentada por exigência básica. o estabelecimento de melhor comunicação entre adversários potenciais (fraternidade). a habilidade para satisfazer corretamente as necessidades econômicas (altruísmo). este autor mantém-se otimista e confiante quanto aos futuros possíveis. — expandindo suas qualidades de animista-médium. já sobrepujou. calculista. de modo inevitável. o homem já não mais dispõe do freio natural do instinto que inibe os animais de matarem os seres de sua própria espécie. inârredável e insubstituível do método científico.04 Cérebro. Repetibilidade. Outro fator que constitui ponderável limitação projetiva está na condição de exceção. e o terrorismo. as grandes matanças e os crimes inomináveis cometidos pelo mesmo indivíduo — o chamado homicida (animal) inteligente — consciente. Isso evidencia que a inteligência humana em geral. ad arbitrium dos pesquisadores. o recesso projetivo absoluto e relativo. os suicídios coletivos. seguros. os raptus. também poderoso fator limitativo ao desenvolvimento prático das projeções conscienciais lúcidas da humanidade. ou da liberdade do ego. presa ainda à melhoria do comando da linguagem e às operações racionais. contra a corrente ou contra o padrão. frio. as agitações. e tão lembrada sempre. neste planeta. Soluções. os se. Por isso. e as mudanças nas ideologias e nos valores atribuídos às coisas e à vida pelo homem (maturidade extrafísica). embora não sendo repetíveis. gerado por diversas causas. ou seja. etc. todas as experiências projetivas conscientes. não podemos nos jactar da inteligência humana. etc. o primarismo consciencial da inteligência esboçante dos animais ditos inferiores. — nascidas de fatores individuais irrecusáveis. Por outro lado. metódico. constitui. Apesar das limitações expostas. ocorrerão. Será inescapável a melhoria das projeções conscientes humanas quanto aos métodos em geral a serem aplicados daqui para a frente. não resiste à crítica lógica. cap. até se chegar à eliminação de toda violência. as guerras. os abusos antiecológicos. haja vista por exemplo: a crueldade humana calculada. haja vista.nológjcas e fisiológicas básicas fincadas inarredavelmente dentro da estrutura do corpo humano. 170). e as revoluções permanentes. terrestre.

32 . 139). Crookall (388. 99).Bibliografia: Bayless (98. p. p. Monroe (1065. 204). p.

II.Fenômenos da Projeciologia 1 .

qual o exato fenômeno parapsicológico que experimentamos. Tais fenômenos se situam além das projeções conscienciais. isoladas. esclarecedoras e corretas dos fatos. ou manifestações afins. compondo um complexo fenomênico. — tão raros quanto espetaculares. Por exemplo: a expansão da consciência pela projeção do corpo mental. além das ocorrências desencadeadas pela experiência da projeção consciente da consciência encarnada. Denominador. como a projeção semiconsciente em que a personalidade se sente voando com alguma lucidez. elaborada 2 . — como o fenômeno da bilocação física observado por múltiplas testemunhas humanas. Sinonímia: fenômeno projeciológico. ou classificar com rigor. conexos. efeitos e aspectos operacionais. Por exemplo. Às vezes torna-se muito difícil identificar claramente. abordadas minuciosamente em outros capítulos especializados deste livro. o mesmo acontece com a combustão humana espontânea. ou a fragmentação da atividade psíquica e parapsíquica. ou um bloco de fenômenos com padrões. Complexo. afetivas e volitivas. — três ocorrências bem distintas em suas manifestações. Nos capítulos componentes desta seção foram arrolados somente fenômenos correlatos. a fim de se chegar a interpretações conjuntas e a visões globais. propriamente ditas. — podem se dar de tal modo simultâneas. inserem-se casos extremos. Domínio. uma vez ou outra. independentes de suas causas. que se misturam num. daqueles que quase toda a gente pode. Fenômeno projetivo: ocorrência paranormal específica do âmbito da Projeciologia. em diferentes partes ou em funções intelectuais. a análise como um todo. conforme a análise seqüencial dos assuntos. CLASSIFICAÇÃO DOS FENÔMENOS PROJETIVOS Definição. Na outra ponta. Fragmentação. será sempre artificial. de modo independente. etc. o poltergeist mais freqüente não tem nenhuma relação com a Projeciologia. Aqui estão reunidos fenômenos quando os mesmos se relacionam diretamente com a Projeciologia. Identificação. paradigmas.II. O estudo dos fenômenos projetivos demonstra que a decomposição analítica da consciência humana. conseqüências ou correlações íntimas com o ato de a consciência encarnada se projetar para fora do corpo humano. Causas.conjunto de fatos entrelaçados que o discernimento do experimentador não encontra meios de separá-los ou de saber em que ponto acabou um e começou o outro. ter experimentado e se recorda. No complexo fenomenológico da Projeciologia estão incluídos aqui cinqüenta e quatro fenômenos parapsicológicos. Vários desses fenômenos correlatos podem ser provocados por outras causas. ocorrência projetiva. Estes fenômenos reclamam o estudo analítico de per si e. ou irmãos. a clarividência viajora e a visão extrafísica. ao mesmo tempo. essenciais. O universo de pesquisa da Projeciologia abrange um domínio de manifestações que começa com fatos ou fenômenos correntes. que representam manifestações. que apresentam por denominador comum a projeção lúcida da consciência encarnada para fora da condição de coincidência em seu corpo humano.Fenômenos da Projeciologia 22.

cap. e todos os fatos espontâneos. aqui. estabelecendo-se entre eles uma relação de causa e efeito. coexistem de forma interpenetrante. a classificação da fenomenologia projeciológica constitui teoria necessária à análise acurada da pesquisa. 24). Consciência cósmica (V.4. 9). Utilidade. vinculados uns aos outros.3. 27). a escrita direta pela consciência encarnada projetada. 23 06. de abordagem didática inicial pode-se ainda dividir tais fenômenos projetivos em classes e por ordens conforme certas características: a natureza parapsicológica. cap. _______________ Bibliografia: Blackmore (139. e até agora constatados. Autoscopia interna (V. classificados. FENÔMENOS PROJETIVOS SUBJETIVOS Definição. Pelos fenômenos provocados pela consciência encarnada projetada. Suposições.08. 334). 30).2. em particular. etc.1. Psicosfera. e esquemas humanos por mais adequados e justos que sejam. A classificação dos fenômenos parapsicológicos e. o conteúdo ou a significação intelectual. 23. 23. Os fenômenos conexos na Projeciologia foram classificados. .apenas em função da necessidade da exposição e da facilitação das pesquisas práticas e teóricas. — vale a advertência. relacionados essencialmente à psicosfera do projetor humano: 23. adstrita ao âmbito da Projeciologia. além de outros.7. Autoscopia externa (V.na prática a consciência se apresenta como uma totalidade. Catalepsia projetiva extrafísica benigna (V. tornando secundária a participação do meio circundante. vinte e dois fenômenos conexos principais. a utilidade da ocorrência para o principal protagonista do fenômeno. ocorrem os fenômenos concomitantes à projeção consciente analisados em separado (V. comunicação executada pela consciência encarnada projetada através de aparelhos. a dependência do fato à vontade da consciência em foco. são suscetíveis de ocorrer.5. Fenômeno projetivo subjetivo: ocorrência paranormal. etc. 28). Clarividência extrafísica (V. Contudo. há de se supor que vários outros. Autotelecinesia (V. cap. as seleções. listagens. Sinonímia: fenômeno projetivo interno. cap. cap. Catalepsia projetiva física benigna (V. gravadores. as manifestações exteriores. quanto à condição específica da consciência encarnada — situada como o foco de análise num contexto. que transcorre mais dentro da consciência e com os veículos de manifestação do projetor parcial ou completamente projetados. Ordens. Prática. 23. Classificação. e outros. 3 . cap. a pintura direta idem. 66). 23. p. Ocorrem. o desenho direto idem. 90). as condições das personalidades na qual se produziram. 26). apresenta a utilidade de manter separadas umas das outras as várias formas de percepção extra-sensorial. ou os fenômenos anímico-mediúnicos em geral. 26). cap. 28). cap. a natureza física. Autobilocação consciencial (V. Vieira (1762. subvertendo com natural espontaneidade. na medida em que isso seja possível. telefones. 23. Além desses. além de se revezarem no seu desenvolvimento. influenciando-se mutuamente. 23 . p. cap. 23. Aprofundando esta classificação superficial. ou a conexão causal existente entre todos os processos parapsíquicos — em fenômenos projetivos subjetivos e fenômenos projetivos ambivalentes. ainda não registrados. Por exemplo: a metafonia ou o fenômeno da voz eletrônica. dos fenômenos projeciológicos. Em razão da dificuldade de identificação minuciosa e correta dos fenômenos.

nem todos os projetores conscientes conseguem vivenciar estas seis experiências: ter a visão do próprio corpo humano de cérebro vazio. Descoincidência vígil (V. as ocorrências da psicometria extrafísica. Experiência da quase-morte: projeção antefinal (V. Outras se surpreendem por se verem flutuando. porém. 212). cap. por exemplo. de fato. propriamente dito. A autobilocação consciencial é o mesmo fenômeno da bilocação (V.10. estando a sua consciência fora dele. próprio. p. Comprovações. abordar extrafísica e conscientemente um amparador. Psicometria extrafísica (V. Análise. sem despencar no chão ou sobre o piso. logo de início. 4 . bis. 332).23. 23. nesta ou noutras seções. cap. 37).11.14. sediada noutro veículo de manifestação consciencial. Dejaísmo projetivo (V.21. epiprojeção. conforme a análise seqüencial dos assuntos. 36). ao íntimo da consciência. ficando o meio ambiente. produzido e percebido diretamente pela consciência do próprio bilocador. 33). 23. Interessante frisar que muitas consciências encarnadas projetadas não se apercebem. identificar o cordão de prata. 23. Contudo. cap. 23. do auto bilocador. cap. Visão panorâmica projetiva (V.9. Sinonímia: abmaterialização autônoma.19. 333). visão do próprio corpo humano. 23. 211). ou a existência da ligação para-energética entre os dois veículos conscienciais. 23. cap. principalmente. cap. etc.13. Intuição extrafísica (V. AUTOBlLOCAÇÃO CONSCIENCIAL Definição. cap. 23. Psicometria. Visão dupla extrafísica (V. Embora inseridas nas primeiras ocorrências espontâneas que a consciência encarnada projetada experimenta.16. 380). cap. Consciência dupla pré-projetiva. 23. Retrocognição extrafísica (V. as raízes e o universo de manifestação de tais fenômenos se circunscrevem. Experiência da quase-morte: projeção ressuscitadora (V. Repercussões extrafísicas (V. autovisualização espontânea. ou sem qualquer lapso de lucidez durante todo o processo. sediada fora dos hemisférios cerebrais.morte (V. projetiva e pós-projetiva (V. autovisão direta. 35). cap. cap. Visão. 340). no caso. cap. durante a ocorrência da autobilocação consciencial.20. Precognição extrafísica (V. cap. visão de dois corpos. haja vista. realizar o auto-abraço. ou temporariamente sem a sua consciência. Autobilocador. autobicorporeidade. suspensas no ar. 23 15. 23. de que estão contemplando o próprio corpo humano. Repercussões físicas (V. A autobilocação consciencial. lugar) conscien. visitar o plano extrafísico nativo. 38). Projeção dupla (V. Autobilocação (Grego: autos. e locus. _____________________ Bibliografia: Vieiia (1762. 34). Todo fenômeno projetivo subjetivo importante será abordado detalhadamente em capítulo próprio deste livro. cap. quebra da barreira da percepção. Em vários desses fenômenos aqui classificados como projetivos subjetivos ocorrem relações muitas vezes diretas com o meio ambiente. dois. 23. 42). em plano secundário. no caso. produzir a projeção de consciência contínua. fora de toda influência da vida humana sobre a Terra.cial: ato de o projetor encarnado encontrar e contemplar o próprio corpo humano “cara-a-cara”. 31).18. autocontemplação extrafísica. ou mais apropriadamente.17. comum durante os fenômenos da quase. autoconfrontação projetiva. 23. Tal observação fala igualmente a favor da relatividade e da limitação de toda classificação fenomenológica. 23 12. ou envolver o próprio corpo físico com os braços extrafísicos do psicossoma (parabraços).22. cap. 90) 24. latim. 39). cap.

cap. 24. Duas outras modalidades de autobilocação consciencial ainda merecem destaque: quando o projetor projetado vê o próprio corpo humano ocupado pèlo amparador e falando através do mecanismo vocal dele. reconhecimento definitivo desse veículo como sendo a camisa-de-força da cons. Narcisismo. A autobilocação consciencial móvel espontânea constitui ocorrência mais rara e de duração fugaz. o paciente pode observar o seu corpo humano se movimentando. básicas. Móvel. Sentimento inesperado de gratidão ao corpo humano ao se conscientizar de que o mesmo representa valioso instrumento ou veículo de manifestação da sua própria consciência. indiscutivelmente inerme e incapacitada. § 02. Inidentidade. 24. Gratidão. desencontradas. 435). antes de se interiorizar. 32). sobre uma tela. Além dos dois tipos básicos referidos. imóvel o tempo todo. Sentimento de profunda compaixão pela forma orgânica vista na ocasião. A autobilocação imóvel ocorre quando o corpo humano está inanimado. como um ser real. através do próprio corpo humano. reproduzido numa foto. 24. ou o fenômeno tecnicamente denominado theta (V. embora apresentando manifestações objetivas. na poltrona do cinema observando o filme. mais tarde. o corpo humano prossegue em movimento. mesmo quando os médicos especializados desenvolvem dolorosos procedimentos sem anestesia. Receio de ter desencarnado sem perceber e estar ali observando o seu próprio cadáver. quando a consciência projetada vê o próprio corpo humano primeiro. como se estivesse instalado junto à sacada do teatro. quase sempre repousando. 24. cap.3. ou na intimidade de sua casa assistindo a um programa na televisão. constitui fascinante fenômeno subjetivo porque prova para o próprio projetor a realidade do psicossoma e. 24. extrafísicas. com a visão dele refletido em um espelho ou na superfície da água. a autobilocação consciencial pode ser acompanhada. 24. não raro. Cultivo de narcisismo inesperado. no caso do monólogo psicofônico. podem assoberbar a consciência projetada através do psicossoma. na sessão mediúnica de desobsessão. Reações.ciência.2. ou imagens que a autobilocação consciencial pode sugerir a quem a experimenta: demarcação das diferenças fundamentais da observação direta do corpo denso. e novamente. Monólogo. Quase-morte. Nesta oportunidade.6. ou incapacitado. e quando presencia a comunicação psicofônica do desencarnado. e às vezes tendo permanecido o corpo físico na mesma posição. em relevo. às vezes não detectado pela consciência até aquela oportunidade. ou sendo manejado violentamente nas manobras da ressuscitação clínica. e a consciência projetada o observa por cima (epiprojeção) e por trás (retroprojeção). Aumento da compreensão da existência humana. com o próprio corpo humano (estando fora dele): 24. uma 5 . Nas experiências da quase-morte. sendo mais freqüente durante uma caminhada. Tipos. e das suas relações entre si. evidencia a existência do corpo mental. ou corpo emocional. assim. estendido num leito. a sua consciência situa-se numa condição de espectador. com ausência total de dor ou desconforto. um enfermo extrafísico. a sobrevivência da consciência após a morte biológica do corpo humano. pela primeira vez. num estágio mais avançado. Seis reações emocionais. Na autobilocação consciencial móvel. Imóvel. da vida extrafísica. ou simples manequim estranho e distante. Compaixão. quando a consciência projetada vê o próprio corpo humano e o do cônjuge. a prisão de sangue e ossos. § 01. durante o período do sono natural. Idéias. Metáforas. Pode a autobilocação consciencial evidenciar. Compreensão. metáforas. ao contemplar o próprio corpo humano com os membros rígidos e as faces pálidas iguais aos de uma pessoa morta. ao mesmo tempo. 24. e sucessiva.5. por ocasião da decolagem do psicossoma.1 Desencarnação. impessoal. como escultura ou projetado num filme cinematográfico comum.4. por exemplo. Reação oposta de ausência do senso de identidade (inidentidade) com o próprio corpo humano que. inclusive dominado por intensas convulsões. confirmando a constatação. Outros. parapsicológicas. A autobilocação imóvel constitui ocorrência comum e de maior duração. parece matéria morta. A autobilocação consciencial apresenta dois tipos básicos quanto ao seu aspecto físico: a autobilocação imóvel e a autobilocação móvel. ao deparar.

tésica. onírica. subtraindo-se simultaneamente ao restringimento dos dois corpos. por outro lado permite a contemplação. 15). 172).projeção consciencial dupla (V. p. no caso as energias do duplo etérico ou a luz própria do psicossoma. Hampton (676. p. a distância e o aspecto da aparição autoscópica variam muito. 25. 155). Mendel. 285). constitui o fato de a consciência se projetar através do corpo mental isolado. p. Giovetti (593. seja com aspecto sombrio ou irradiando luminosidade. o momento. ou anestesia geral. seja profunda autoconcentração. Natureza. em parte considerável dos casos que surgem de maneira muito transitória e acidental. 52). conservando inteira consciência vígil. Greenhouse (636. cap. auto-aparição. 171). auto-exame extrafísico (V. Sabom (1486. 91). p. cap. Dupla. heutoscopia projetiva. 121). 64). mãos iguais e a mesma figura. Gibier (587. Na verdade. p. Eysenck (493. Butler (228. 45). externa. Tipos. 45). Predisposições. Campbell (237. A autoscopia em geral pode ser: interna. 32). Cenestésica. Na maioria das 6 . observar): faculdade e ato de o indivíduo ver ou sentir a si mesmo. não se pode qualificar absolutamente de patológicas as muitas ocorrências da autoscopia. 17). 77). ______________ Bibliografia: Alverga (18. Reis (1384. 15). Swedenborg (1635. Steiger (1601. 259). p. Bord (170. auto-abraço. o sósia de si mesmo. p. 126). p. p. deuteroscopia. 18). p. Atienza (61. 26). com vestes idênticas. 87). p. cinestesia cenestovisual. p. metagnomia autoscópica. especular. autotelediplosia. quando alguém visualiza a própria imagem. Sensações. 16). p. Rampa (1351. p. p. p. Atributos. p. p. Todas estas ações extrafísicas podem provocar a interiorização abrupta da consciência que estava projetada através do psicossoma e que retoma involuntariamente ao corpo humano. cap. Autoscopia (Grego: autos. p. Na autoscopia cenestésica o duplo é somente sentido. favorece o surgimento do fenômeno da autoscopia. Muldoon (1105. cenestésica. 47). p. p. p. Bozzano (184. Castaneda (258.planta viva sem espírito. 13). exteriorização da sensação cines. Greene (635. seja interna ou externa. diante de si. p. a duplicata ou fac-símile inerte. diferente. por um lado. Bedford (103. Guéret (659. 127). Se. p. Ocorrências estreitamente relacionadas com o fenômeno da autobilocação: auto. sem ser visto pela consciência. Parrish-Harra(l 202. p. ou seja. Blackmore (139. 253). p. Esta hipótese simplista é completamente anulada pela existência do fenômeno da heteroscopia projetiva (V. p. 159). deixando o psicossoma dentro do próprio corpo humano. total. Vett (1738. a projeção consciencial dupla referida impossibilita manobras tais como o autotoque. p. p. A condição. 58). Narcisismo. Ostby (1171. 116). e projetiva.toque extrafísico-físico. Monroe (1065. p. Lischka (937. A forma pode ser menor em estatura e estar trajando roupas diferentes no momento. Rogo (1444. devaneio. um quase-cadáver. 348). 225). Relações. Tourinho (1692. p. Holzer (745. 144). Ring (1406. autovisão. Jung (813. Sinonímia: alucinação heutoscópica. Cornillier (304. Currie (354. As sensações autoscópicas podem ser positivas ou negativas. e o auto-exame extrafísicos. O estágio mais evoluído do fenômeno da autobilocação. p. p. o auto-abraço. em graus diversos e variedades diferentes do fenômeno que é dos mais obscuros e controvertidos entre todos aqueles agrupados dentro do complexo fenomênico da Projeciologia. Vários psicanalistas atribuem as experiências autoscópicas ao narcisismo. 39). próprio do projetor consciente veterano. experiência autoscópica. Watkins (1799. 387). p. p. 380). recorrente. semelhante. visão de si. visualização da imagem do corpo. 163). diretamente. Manning (994. p. p. ou o fantasma autoscópico diante de si próprio. 89). Sherman (1551. visão autoscópica. exatamente semelhante a si mesmo. sem o auxílio de quaisquer recursos físicos. 229) ou o exame acurado do próprio psicossoma. 155). p. Lippman (934. 52). 125). um aparelho desligado. do corpo humano como um todo. autognosia.p. Vieira (1749. AUTOSCOPIA PROJETIVA Definição. 184). p. 61). sem emocionalismos. Machado (968. o físico e o psicossoma. 507). parcial (duplos anatomicamente incompletos). 18). p. Este fenômeno ocorre nos casos de . MacLaine (980. Crookall (343. sono. 37). 3). p. uma casca de tronco vazia. p. O estado crepuscular da consciência. si mesmo: skopeni. Green (632.

p. e os músculos. Zaniah (1899. “duplo autoscópico”. Paula (1208. 57).ocorrências a aparição surge inteiramente muda. 198). 47). p. 27. 62). Sabom (1486. especialmente no âmbito da Psiquiatria. 45). 29). AUTOSCOPIA EXTERNA Definição. Champlin (272. p. Shirley (1553.' D’arbo (365. 25). Seabra (1534. 113). Kolosimo (858. veículo-simulacro que se exterioriza sem a consciência. autofania. 369). 60). p. Bonin (168. O fenômeno autoscópico externo. ou o psicossoma. Fodor (528. o sangue circulando. especialmente nos fenômenos da clarividência viajora (V. Greenhouse (636. 199). correndo nas artérias. Dentro.introvisão. “visão 7 . p. 52). Psiquiatria. Rank (1374. p. Hemmert (713. Depascale (392. mas pode acontecer que se estabeleça um diálogo e até a flagrante diferença de opinião entre a forma e o eu sediado no corpo humano. 98). segunda pessoa. p. 57). p. Sinonímia: aparição para si mesmo. quando o centro da consciência permanece dentro do corpo humano. 337). p. simultaneamente. a consciência vê os corpos físico e extrafísico. p. Tal aparição não constitui ou contém centro de consciência. Black (137. D’arbó (365. cap. Rogo (1444. Green (633. projeçãosimulacro. Diagnóstico. 200). entoscopia direta. Sollier (1581. ou duplo autoscópico. 57). p. Morel (1086. 2). Tondriau (1690. desdobramento autoscópico. A autoscopia interna. p. num vermelho vivo de fògo. 136). p. Hipótese. não só deixa de ser patológica como também torna-se extraordinário recurso de autodiagnóstico projetivo (V. 15). Richet (1398. p. tipicamente projetiva. 154). 3). fenômeno do sósia. 83). Bozzano (192. Blackmore (139. estando no estado da vigília física ordinária. 91). 86). cap. do próprio corpo humano. 126). 90). Sudre (1630. como alucinação mencionada por várias áreas de pesquisa da Medicina. 57). ou seja. criando o fantasma autoscópico. 23). p. homem ou mulher. p. Paim (1182. Lukianowicz (957. Bibliografia: Battersby (92. p. 43). p. projeção homóloga. ou deslocada para fora do corpo físico. p. 182). 128). 205). 156). Vieira (1762. desdobramento homólogo. Gibier (587. Fora. 212). p. quer com a consciência aparentemente dentro do cérebro. Steiger (1601. p. p. Larcher (887. “duplo quimérico”. o rosto. 235). 279). autoscopia especular. p. órgãos interiores e fenômenos da vida vegetativa. Muitas vezes parece ocorrer a projeção do duplo etérico do indivíduo. é obviamente parcial. na maioria dos casos. 163). 83). Sinonímia: aloscopia. p. Fodor (528. p. Sollier (1581.as redes vasculares. A autoscopia interna. Tchou (1669. p. Coxhead (312. p. Stokes (1624. podendo ou não acontecer em uma projeção parcial da consciência. visão de raios X de si mesmo. p. Seabra (1534. 28). 163). constituindo fase avançada do fenômeno da autobilocação consciencial (V. 25). p. pode ser parcial ou total. “autoscopia”. 24). p. 26. cap. p. está caracterizado. Autoscopia interna: faculdade e ato de o indivíduo. há décadas. p. 37). Larcher (887. 9).o coração batendo. Bozzano (184. 15). Kolosimo (858. AUTOSCOPIA INTERNA Definição. Morei (1086. Breecher (198.metagnomia autoscópica. endoscopia direta. 338). interna. p. p. auto-representação. ______________________ Bibliografia: Alverga (18. p. A autoscopia interna. Bonin (168. 37). com bases neurológicas. 20). Observações. os projetores conscientes projetados observam: o corpo perfeitamente reconhecível por suas particularidades pessoais. p. 156). 225). p. p. Gómez (613. p. Shepard (1548. formando todo o conjunto uma espécie de armação transparente de cristal. Martin (1002. desdobramento autoscópico. p. autoscopia do próprio duplo. Paula (1208. p. p. p. p. p. ou a reflexão fantasmática de si mesmo. 52). Dubugras (426. ocorre a visão apenas de uma área orgânica.os feixes de veias e nervos. que vibram como um formigamento luminoso. 97). p. p. Dumas (432. Nesta condição. p. p. p. onde são usadas as denominações corriqueiras de “alucinação autoscopia”. p. ter a visão orgânica. Autoscopia externa: faculdade e ato de o homem ou mulher se ver diante de si. 155). p. Shepard (1548. p. Durante a visão autoscópica do interior do próprio corpo humano. 73). talvez por auto-sugestão. 43) provocada em favor da assistência à própria pessoa. Todd (1689. na condição em que o centro da consciência permanece fora do corpo humano.

especular”. obras. “Le Dissipateur”. intoxicação por drogas. fadiga. encefalite letárgica. Johann Paul Friedrich Richter (1763-1825). Paula (1208. 131). enxaqueca. 7). filósofos e poetas. surpreender) projetiva: estado psicofísico caracterizado pelo enrijecimento dos membros. p. o que soa francamente irracional. “The Trial” (Trad. consigo mesmo (ao que parece. em 8 . p. Bret (202. a qualidade de permeabilidade que permite ao membro-fantasma e ao duplo autoscópico passarem através de objetos sólidos como paredes. Franz Kafka (1883-1924). p. A afinidade maior aparece entre a autoscopia patológica. a pessoa não apenas vê a imagem exata de si mesma como réplica viva (percepção visual).p. Fugairon (562. Dentro. Osty (1173... inclusive o caso do paciente que praticava masturbação mútua. Bozzano (184. 256 p. etc. 148).08. Max Brod. absolutamente idêntico. ou pelo menos ilógico e inadmissível. “Le Horla”. romancistas. 18 cm. Aylesbury. Duchatel (430. Willa Muir and Edwin Muir. dentro do corpo humano. “Tales”. Ernst Theodor Amadeus Hoffman (1776-1822).322 a. p. tambe'm denominada negativa. psicopatas. John Steinbeck (1902-1968). 28. “O Sósia”. Martin (1002. ou seja. seja sólida. 337). Fodor (528.epilepsia. ________________________ Bibliografia: Blackmore (139.p. CATALEPSIA PROJETIVA Definição. Louis Charles Alfred de Musset (1810-1857). “La Nuit de Décembre”. demência paralítica. Reportam-se ã visões autoscópicas externas vários escritores. 158). “Tales”. Por exemplo. Richet (1398. Nos casos da autoscopia externa patológica. Na etiologia. 703).19). nas cores cinza ou nevoenta. p. e pode observar sua reprodução (simulacro). e permanecer emocional e intelectualmente desperta quanto à existência do seu duplo como parte integrante de si mesma (percepção psicoemocional). Sombra. traumáticas. p. Todd (1689. p. Sollier (1581. 216). 62). etc. 227). Etiologia. 50). 112). Coleman (291.toscópicos externos como patológicos. Dostoievski (4. p. A diferença fundamental entre o duplo autoscópico e uma aparição clássica é que somente esta lança sombra visível. 25). Percepções. Louis Charles Adélaide Cha. Johann Wolfang von Goethe (1749-1832). Aristóteles (384. “Great Valley”. Considera-se aqui a autoscopia externa projetiva quando a consciência permanece sediada no cérebro. ao mesmo tempo com a própria figura do seu duplo projetado. p. Walker (1781. estes autores teriam sido. “Nottumo”. pode ser detectada alguma destas condições orgânicas mórbidas: alcoolismo crônico. Alphonse Daudet (1840-1897). Penguin Books. p. ou dentro do corpo extrafísico — o psicossoma — ocorre a autobilocação conscien.. 1981). Lukianowicz (957. Histórico. 83). todos os fenômenos au. de modo radical.misso de Boucourt (17811838).C). ou seja. minuciosamente. no caso. br. p. Ocorrências. existe a autoscopia real. p. ou assemelhada a uma gelatina. Catalepsia (Grego: katalepsis. observada com freqüência pelos que percebem o fenômeno. Henry René Albert Guy de Maupassant (1850-1893). p. cap. através dos tempos. igual a uma névoa. Larcher (887. 24).estado gripal. respiração lenta e impossibilidade passageira de a consciência encarnada lúcida mover o corpo humano estando sediada conscientemente dentro dele. insensibilidade. Existem certas similitudes entre as ocorrências dos membros-fantasmas e os duplos autoscópicos. Quando a consciência enxerga o corpo físico estando/ora dele. semitransparen. Fiodor Mikhailovitch Dostoievski (18211881). especialmente estas catorze: Hans Christian Andersen (1805-1875). p. Apesar das ocorrências da autoscopia alucinatória ou patológica. 254). obras. epil. etc. Na autoscopia especular. p. “Peter Schlemihl”. Permeabilidade. ou no estudo das causas das alucinações autoscópicas patológicas. surgem estranhas ocorrências autoscópicas alucinatórias. Se considerássemos. o indivíduo se vê diante de si. p.te ou vaga. Owen (1178.esquizofrenia. o próprio corpo humano do paciente. o duplo etérico). camas. p. 42). Great Britain. Ferdinand Raimond. vasculares ou neoplásicas. Especular. 57).estados tóxicos-febris. Grabrielle D’Annunzio (1863-1938). Do ponto de vista psiquiátrico. vertigem labiríntica aguda. a epilepsia. particularmente nas zonas têmporo-parieto-occipitais. transparente. 29). sendo que algumas experiências narradas são autobiográficas. 159). perceber os seus movimentos (percepção cinestésica).cial (V. Shepard (1548. segundo as observações de psiquiatras e neurologistas. como também pode ouvir o seu duplo com a sua mente (percepção pseudoauditiva). “Hesperus”.lesões cerebrais infecciosas. respirar e viver em uníssono. ansiedade. sem dúvida. e a enxaqueca. poema. pocket.

Este estado reproduz quase todos os caracteres da morte biológica. por mínimo que seja. e a catalepsia da volta. não consegue movimentá-la. quebrando a estrutura imperturbável e granítica do processo da reencarnação. A necrópsia. que desconhece qualquer tipo de técnica projetiva e se apavora com a ocorrência. a pessoa se sente incapacitada para se mover e até pode escutar o que fazem à volta do seu corpo humano paralisado. e que pode ocasionar o enterramento do corpo humano do indivíduo suposto clinicamente morto. invariavelmente de natureza maligna. Há dois tipos básicos de catalepsia projetiva: a catalepsia da ida. suspensão de sensações e movimentos. Não raro. Duração. Peso. A catalepsia projetiva acontece mais freqüentemente nas primeiras experiências do projetor encarnado. Sinonímia: catalepsia astral. consciência cataléptica. Na experiência de catalepsia projetiva. breve e sem conseqüências danosas. os movimentos mínimos do psicossoma. Necrópsia. extrafísica ou fisiológica. embora sempre seja explorada pela literatura. O estado da catalepsia projetiva. Na ocorrência da catalepsia da volta. com lucidez. com a consciência praticamente igual às condições do estado da vigília física ordinária. O corpo que chega aos Institutos Médico-Le. especialmente estes três: a queda do metabolismo basal ou o fato de o corpo humano esfriar. alargando-se os horizontes mentais ao infinito. imobilidade tônica projetiva. inexistente. que surge em fases pré-agônicas. Segundo ainda a Psicopatologia. ou pós-pro. despertamento paralítico projetivo. causada pela barreira do medo ou falta de preparo para se projetar conscientemente. no raro estado mórbido de consciência da catalepsia.cossoma. assim. Por isso. Do ponto de vista psicopatológico. catalepsia pré-obe. componha tema de filmes de mistério.razão de uma dissociação entre a sensibilidade e as faculdades motoras. Geralmente há o retorno espontâneo do doente à vida normal.jetiva — muito mais freqüente e interessante — a consciência vem quente com as sensações extrafí. o risco de iniciar a necrópsia de algue'm que ainda vive e esteja afetado pelo estado de catalepsia é. e amedrontada. caracterizada por verdadeiro estado mórbido. o que impede a consciência de executar qualquer movimento muscular. sentindo-se como se tivessem sido destruídas as barreiras entre os planos da vida. constituindo esse estado cataléptico verdadeira ponte entre os dois planos. não existe estado cataléptico que ultrapasse seis horas pois aí o paciente entraria em sofrimento cerebral e ocorreria então o óbito. ou seja. quase imperceptíveis. participe do folclore da morte e apareça como tema do misticismo.sicas colhidas. os batimentos cardíacos em fibrilação. Bloqueios. não deve ser confundido com a dramática catalepsia física ou patológica. podendo sobrevir daí bloqueios passageiros (recesso projetivo) para novas saídas suas pelo psi. catalepsia pós-projetiva. embora o sangue continue a fluir de forma constante. Na catalepsia projetiva. 48. quarto estado. no retorno do psicossoma. pseudo-despertar. invariavelmente de natureza inofensiva ou benigna. segundo a lei. — o 9 . quando são aplicados cardiotônicos e oxigênio. às vezes à distância. catalepsia extrafísica. tendo a sensação de estar o corpo humano pressionado de encontro ao leito. paralisia física projetiva. a catalepsia projetiva impressiona a consciência sugestionável-. ou pós-projetiva. A catalepsia projetiva da volta surge quando a consciência projetada se interioriza no corpo humano e procura despertar fisicamente. dentro do corpo humano. A catalepsia projetiva da ida ocorre quando a consciência sai do estado da vigília física ordinária e procura adentrar o plano extrafísico. logo no início da sua manifestação. a consciência encarnada sente que de certo modo está dentro da massa da matéria do corpo humano. Pós-projetiva. só é feita seis horas depois do óbito. ou pré-projetiva. etc. Psicopatologia.gais só é levúio para a geladeira depois de cumprir as seis horas de espera. a criatura encarnada pode ainda sentir. paralisia desperta. insegura. paralisia cataléptica projetiva. estando o psicossoma-condensador reabastecido de energia cósmica. antes do exame criterioso para evitar o risco de se congelar alguém que ainda viva fisicamente. Para maiores informações sobre o assunto. Tipos. a midríase ou a abertura total das pupilas (ocorrência que surge invariavelmente dois a três minutos após a morte física). isto é. durante certo período. veja o cap. Contudo. Benigna. como se fosse assoberbada por reação física de peso que lhe dá a estranha impressão de que o corpo humano — ou o conjunto dos veículos de manifestações da própria consciência — pesa centenas de quilos. chamado “síndrome simuladora da morte”. Ponte. paralisia generalizada projetiva. As possibilidades de uma pessoa ser necropsiada ou sepultada indevidamente são hoje muito remotas. catalepsia fisiológica.

O breve estado de paralisia física ou incapacidade de movimentos próprio da catalepsia projetiva comumente ocorre. 01 . o corpo mental sediado no para. a condição da catalepsia post-mortem acomete certas pessoas. um dedo. sua consciência deve querer deixar o corpo humano e se projetar. Enterramento. a língua. Seguindo as técnicas fisiológicas. do psicossoma. Post-mortem. assim que se instala o processo da morte do seu corpo humano. os médiuns clarividentes nos leitos mortuários. ainda estando no seu leito funerário. cap. e as áreas corticais motoras do cérebro físico. 72). satisfação íntima da consciência encarnada por experimentar a condição de possuir dois organismos. quando o sonhador acorda durante a fase dos movimentos oculares sincrônicos rápidos ou MOR (V. desencarnadas ou mesmo conotações mediúnicas. do corpo humano. A propósito. 48). a catalepsia projetiva constitui excelente prova da existência do corpo espiritual. se reprojetar através do psicossoma..02 Reprojeção. mais adequado à catalepsia pré-projetiva.mento para um lado de segmentos do psicossoma como as parapemas. a sua consciência deve procurar — querendo ardentemente — mover parte mínima de um órgão do corpo humano. realístico. denso. xenofrênico. 28. e o sono natural sem sonhos. MOR. antes de ocorrer o seu despertamento consciencial no plano extrafísico. a consciência sente o seu corpo humano frio e não consegue mover qualquer partícula material. Neste processo.físico denso e o extrafijsico. seja ela moderada ou intensa. etc. somente é superada pela experiência da decolagem consciente da consciência através do psicossoma. 28. Sensações. — sem quaisquer interferências de outras inteligências encarnadas. parabiológicas ou energéticas do cordão de prata em ambos os veículos de manifestação da consciência encarnada: o psicossoma e o corpo humano. elevação.sico. e de acordo com as comunicações mediúnicas de entidades desencarnadas. com o poder indiscutível de neutralizar ou eliminar a pseudotirania onipresente da matéria densa enquanto ainda se encontra na Terra.01 Despertamento. Nestas circunstâncias. — não existem dificuldades para quebrar o estado da catalepsia projetiva. por algum tempo. no caso. Não se deve considerar a catalepsia projetiva um malefício. — sem cometer nenhum excesso físico ou mental. ou seja. Supõe-se que a causa real da catalepsia projetiva seja a impossibilidade temporária de comunicação consciencial entre a mente do psicossoma. cap. e nem temer qualquer ocorrência de enterro prematuro. como conseqüência dessa condição psicofísica. Técnicas.. drapeja. Na maioria dos casos não acontece o estado cataléptico depois da segunda projeção consciente. Neste processo. percepção da consciência do seu corpo humano como se este fosse uma caixa lacrada. ou mesmo respirar mais profundo. Basta ponderar que o enterramento voluntário — fenômeno que foi comum no Oriente durante certo tempo — baseava-se. — a retirarem as consciências recém-desencarnadas desses estados catalépticos post-mortem. — em razão do tipo ou da natureza de energia consciencial que possuem. saída do corpo humano e reentrada do psicossoma em seguida. e impressionante.o sonho comum simbólico. antes que o tônus muscular do seu corpo humano tenha tido tempo de ser restaurado. mais adequado à catalepsia pós-projetiva. um lábio. ou involuntário. Para isso existem dois processos simples: provocar o despertamento físico ou produzir a reprojeção da consciência através do psicossoma. parapsíquico. por alguns segundos. os parabraços. justamente. relação anormal da consciência encarnada com o fenômeno da respiração.cérebro do psicossoma. na catalepsia projetiva provocada (V. ou mais apropriadamente. Talvez influa no processo alguma alteração ainda obscura das inserções psicofísicas. ou chegar a confundila com a catalepsia patológica.seja uma pálpebra. Na qualidade de fenômeno anímico. e despertar normalmente no estado da vigília física ordinária. escorregamento do psicossoma para um lado. Estado. segundo observam os projetores conscientes no plano extrafí. Causa. As sensações gerais advindas ou subseqüentes ao estado de catalepsia projetiva são: afundamento do psicossoma no leito. Como impressão fenomênica inesquecível. em diferentes planos de existência. A consciência cataléptica é também chamada por pesquisadores orientais de quarto estado em relação à existência de outros três estados conscienciais: a vigília física ordinária. o que é menos difícil. Os projetores humanos são chamados. para o próprio projetor. Prova.

Consciência cósmica: condição ou percepção interior da consciência do cosmo. mente holofótica. 112). ver) extrafísica: faculdade perceptiva da consciência projetada para fora do corpo humano que permite adquirir informação acerca de objetos. 25). 51). consciência transpessoal. p. euforia extrafísica máxima. Cavendish (266. Paula (1208. Swedenborg (1635. Andreas (36. Clarividência (Latim: clarus. Pensamento (1224. kensho. p. Todas as causas e condições do estado da consciência cósmica estão na própria consciência à espera de maturação. ou não. transconsciência. 42). fana ou aniquilação (Sufísmo). 120). videre.1). quando a consciência sente a presença viva do Universo e se torna una com ele. telopsia extrafísica. p. p. 85). consciência supercósmica. 30. Greene (635. Nestes princípios se assentam o fenômeno da consciência cósmica. Tondriau (1690. p. Digest (401. 207). p. 47). p. 95). Wedeck (1807. p. 71). na vigília física ordinária. p. p. Monroe (1065. ultravidência. segunda vista extrafísica. p. p. 222). Psicosferas. Fodor (528. 55). identificação cósmica. samádi ou conjunção (Ioga). Uma das conseqüências práticas da clarividência extrafísica é o ato de o projetor projetado ver as auras ou as psicosferas das criaturas em geral. Tao absoluto (Taoísmo). hiperacuidade consciencial global. Rogo (1444. e surge como atributo normal da consciência livre. numa unidade indivisível. Fodor (528. 44). 100). p. Eliade (476.unio mystica (misticismo ocidental). wu (chineses). p. consciência superlúcida. conseqüentemente. consciência expandida. supervigilância projetiva. Digest (401. Atributo. experiência culminante. p. p. 42). Salley (1496. 167). 29). Chaplin (273. Os níveis elevados de intensidade e freqüência de energia mantêm elevados os níveis da consciência. p. Leadbeater (898. ou mesmo fora do plano físico. autotranscendência ascendente. p. p. 106). A faculdade da clarividência fora do corpo humano independe de o projetor encarnado ser clarividente atuante. p. 103). Greenhouse (636. 64). 35). 45). Gaynor (577. 33). Gaynor (577. 105). projeção mental (Projeciologia). Bayless (98. p. Tondriau (1690. Zaniah (1899. Crookall (343. p. toque do infinito . da vida. Muldoon (1105. paropsia extrafísica. eventos psíquicos. batismo do espírito. Vieira (1762. p.supermente. p. telecognose extrafísica._____________________ Bibliografia: ADGMT (03. p. consciência supramental. Paula (1208. experiência de intemporalidade. inconsciente transcendental. 11 . p. Morei (1086. Walker (1781. o supremo pique da experiência consciencial. 247). claro. 37). p. psique cósmica. longe ou que se desenrolam no espaço.união espiritual. maturidade extrafísica. CONSCIÊNCIA CÓSMICA Definições. 250). 56). 86). p. Martin (1003. 350). p. sentimento oceânico. p. p. 112). através da percepção de imagens ou quadros. ______________________________ Bibliografia: ADGMT (03. Spence (1588. Vieira (1762. p. 51). dupla vista extrafísica. experiência clímax. vidência extrafísica. Sinonímia: auto-absorção. 209). Fatores. p. 69). 29. El-Aowar (474. mente cósmica. p. p. 1. 28). p. mente universal. Energia. reviravolta psíquica. Shepard (1548. p. Shepard (1548. A elevação do estado da consciência exige energia consciencial intensa. consciência no plano mental. sono sem sono. big-bang consciencial. p. Reis (1384. momento absoluto. p. 157). Day (376. p. p. consciência intercósmica. experiência plateau. 29).consciência objetiva. 69). ínterfusão total. A pacificação mental e a liberação da superconsciência agem como fatores predisponentes desencadeando a projeção mental e. p. p. 149). Spence (1588. Zaniah (1899. p. 350). consciência samádica. p. Kardec (824. 1). a consciência cósmica. 160). sentimento de transformação. CLARIVIDÊNCIA EXTRAFISICA Definição. e da ordem do Universo. Morei (1086. Gómez (613. cenas e formas que estão perto. 89). p. Sinonímia: clarividência astral. Krishna (867. nirvana ou extinção (Budismo). hilognose extrafísica. exultação intelectual e ética impossível de se descrever. p. satori ou iluminação (Zen-Budismo). Blavatsky (153. intimação da imortalidade. 37). 151). o estado xenofrênico de maior magnitude de parapercepções. 65).

além mesmo do chacra coronário. intransferíveis. nem limites conceptuais. o veículo de consciência e o espaço como o conhecemos. 438). conhecidos e desconhecidos por ele. se desenvolve além do tempo cronológico. e intensos. cataclísmicas.a contração e a expansão simultâneas da consciência. inalienáveis. desaparecendo a margem ou periferia da consciência. representa obter o pique máximo possível na produção das projeções conscienciais lúcidas. nem atividade. nem psicologismos. Foco. Partida. indiscutíveis. incomensuráveis. através do psicossoma. E muito difícil caracterizar a experiência da consciência cósfnica. muitos indivíduos podem experimentar um episódio intenso e outras experiências menores. nem filosofismos. Alcançar a experiência da consciência cósmica intensa. Explicação. Na consciência cósmica. inspiram. No entanto. sem formas (não-formas). Base. a partir do plano físico. cap. Contudo. ou seja. gradativo. porque o mesmo manifesta-se no plano mental. a pessoa pode ter apenas uma aproximação. nem confinamento. A existência do plano mental. que se torna o seu campo de manifestação. médios. Mais fácil será dizer que a mesma não é: nenhum êxtase. e só pode ser entendido através da intuição extrafísica (V. iluminação e autotranscendência. impressiona menos à consciência do que o plano mental alcançado diretamente a partir do plano extrafísico propriamente dito. diretamente do plano mental. cap. 439) constituem as bases para se compreender e se poder aproximar da explicação do estado da consciência cósmica. Duração. ou arremedo do estado da consciência cósmica. Os poderes conscienciais advindos do corpo mental e que desencadeiam o estado da consciência cósmica. o foco da consciência. É como se tivesse tido apenas meia projeção (hemiprojeção) pelo corpo mental. ainda assim indizíveis. seja de modo gradual ou instantâneo. Uma pessoa pode ter apenas uma experiência culminante em toda a sua existência. indiretamente. saturam. 116). sendo indubitável para o próprio indivíduo. Isso permite ao indivíduo alcançar às vezes. por níveis. Intensidade. nem simples exaltação intelectual. assenta-se no reservatório ilimitado de todo o Universo. A base física para a eclosão do fenômeno da consciência cósmica — componente secundário — pode ser qualquer local. fecundando todos os centros energéticos do próprio homem. nem misticismos. 35). conforme nossas convenções. Vale registrar que as projeções conscienciais intensas. 437). cap. infundem. sem espaços e universo físico (não-espaços). atravessam. de algum modo atemporalmente. do corpo mental. em segundos. e difundem vida e lucidez. A experiência da consciência cósmica intensa comunica certeza inabalável. Tipos. Níveis. Poderes. ou onde a concentração da atenção é máxima. Máximo. Os tipos do estado da consciência cósmica podem ser classificados em aproximativos. Esta é a melhor indicação ou sugestão para que o próprio interessado se esforce a fim de alcançar a condição da consciência cósmica. empolgam. cap. A duração do estado da consciência cósmica. Certeza. Mental. se manifestam além da cabeça física. o estado da consciência contínua (V. penetram. e se estendem. será sempre aparente porque a ocorrência é atemporal. nem alucinação. nem discriminação. a projeção de consciência contínua (V. ela ainda duvida da legitimidade da sua experiência. nem mera exaltação emocional. existe apenas a sua repetição cada vez mais intensa quanto à elevação qualitativa. nem teologismos. nem orgasmo universal. A intensidade da experiência da consciência cósmica varia na vida de um só indivíduo e entre as experiências de um indivíduo para outro. e das projeções conscientes por este veículo (V. Em óutras palavras: o plano mental puro alcançado. nem parcialidade. A condição da consciência cósmica pode ser obtida de modo espontâneo ou provocado. no fenômeno da consciência cósmica. Este fenômeno se instala de forma crescente ou de forma abrupta. dos hemisférios cerebrais. Esta segunda condição em geral é superior à primeira. de segundos ou minutos. Neste caso. o tempo. e a escala do estado da consciência contínua (V. Já as experiências da consciência cósmica não 21 . revelação. A consciência cósmica obtida a partir da condição da consciência projetada tende a ser superior à consciência cósmica obtida a partir do estado da vigília física ordinária. Depois disso. nem passividade. Há um estado temporário. cap. ou seja. uma existência inteira de entendimento. podem provocar a alienação da consciência encarnada quanto ao próprio mundo físico. personalíssimas.

Chaplin (273. cap. p. Suzuki (1631. a auto-hipnose. p. Contínua. Sinonímia: bipercepção projetiva. Fodor (528. Depois da experiência intensa de consciência cósmica. 131).Twitchell (1712. Bucke (218. a omnióptica. Objetivos. p. p. a assistência interconsciencial com os e dos amparadores. visões beatíficas.são consciente. p. surge a força consciencial necessária para comandar o estado da consciência cósmica. 194). p. p. a despreconceituação. p. p. 66). p. 249). 252). 117). 144). Gaynor (577. e o atingimento da genialidade hígida. James (803. fase de incubação ou período vestibular de amadurecimento do fenômeno antes de sobrevir a sua implosão-explosão. p. versões místicas da realidade. 240). Shepard (1548. p. cap. e pura experiência da consciência cósmica com as fantasmagorias farmacológicas. etc. 69). intensidade e duração das experiências. Smith (1572. Wedeck (1807. p. visitado determinado lugar. p. p. fenômeno do já-visto projetivo. 199). 284). Comando. 230). p. por ser impressão colhida pela consciência projetada durante uma projeção consciencial lúcida ou semilúcida. Desenvolvimento. Ajudam nessa preparação a imperturbabilidade. p. p. tomadas por epilepsia do lobo temporal. a desrepres. Mais tarde. Michael (1041. o senso coletivo no indivíduo. Frazer (549. 103). os quais de fato o percipiente jamais vira. 3). através dos séculos. — iguais à serotonina. Roy (1480. ou vivera no estado da vigília física ordinária. a experiência multímoda. 114). — às vezes doentiamente mal interpretadas.retro. e arrebatamentos religiosos. p. 125). p. p. 268). 252). — por uma espécie de processo de preparação. o background do currículo extrafísico e. Walker (1781. sem quaisquer conotações doentias da vida animal em suas manifestações. 389). p. p. 77). para-amnésia projetiva. ou impressão de já ter visto ou encontrado uma pessoa. existem duâs fases bem distintas: a fase da indução e a fase do comando. p. Humphreys (766. Crookall (326. inclusive a sua freqüência. p. 30. p. com enfermos anônimos ou famosos de diversos matizes. 159). Krishna (867. Dejaísmo projetivo: conhecimento inconsciente. No início ocorre crescente capacidade para induzir o estado da consciência cósmica de modo personalíssimo. Yogananda (1894. as abordagens multifacetadas. 124). Salley (1496. Schatz (1514. cap. p. p. 90). p. a ética abrangente. p. Paula (1208. nas ocorrências da chamada química do misticismo (V. 1). p. 15). Conceitos.1. 118). ou seja. promnésia projetiva. DEJAISMO PROJETIVO Definição. 104).os ressarcimentos absolutos. RUand (1401. p. 420). depois que a mesma foi obtida. p. Uchôa (1720. 31. 60).geram tal alienação. Carrington (245. 39). 30. Sherman (1551. p. não obstante conduzem o indivíduo à reciclagem encarnatória (V. Zaniah (1899. mais que tudo. o indivíduo auto-examinando-se verá que passou. 66). p. 143). etc. Saher (1493. Driesch (414. Dychtwald (444. — consciente ou inconscientemente. Torna-se mister não confundir o estado da consciência cósmica com o estado da consciência contínua (V. tanto que só a consciência sabe que funciona. 7). a sabedoria ínsita.vislumbre 13 . Buckland (219. a impessoalidade. pelo menos para si. Incubação. metagnomia duplicativa. 65).2. 351). Indução. p. déjà-vu projetivo. O estado da consciência cósmica permite alcançar com naturalidade três objetivos conscienciais transcendentes: o entendimento amadurecido da moral cósmica. O estado da consciência cósmica descortina ao ego as espécies mais transcendentais de conceitos como: a memória integral. que viveram conscientes ou até mesmo inconscientes de suas enfermidades. o uso consciente dos poderes anímico-mediúnicos. p. 400). 285). esquizofrenia. 217). Tais fatos vêm gerando. White (1830. Vieira (1762. 438). Eliade (476. prévio. ou já ter vivido uma situação. Cavendish (266. o taquipsiquismo. 40). p.Digest (401.Jacobson (796. ou as imprevisíveis conseqüências da atuação de dezenas de substâncias neuroquímicas existentes ou produzidas no cérebro humano. ______________ Bibliografia: Brunton (217. Torna-se imperioso não confundir também a autêntica. Wang (1794. No desenvolvimento da experiência da consciência cósmica. 27). p. 148). Greene (635. estivera antes. Aviso. memória ao revés projetiva. sadia.

Déjàaimé = já amado. Frost (560. 60). Psicologia. 224). Extrafísico. em muitos casos. Brittain (206. é o dejaísmo reencarnatório. já vivida pela consciênoia. pacientes 41 . 31. Gaynor (577. p. provenientes das projeções conscienciais. 108). Há certas ocorrências de dejaísmo projetivo que se relacionam estreitamente cóm a retrocognjção e a precognição extrafísicas (V. 32. Wedeck.2. p. 52). mais complexo. p. Experiência da quase-morte: ocorrência projetiva. p. involuntária. p. 31. na verdade. ou forçada por circunstâncias humanas críticas. p.1. real ou imaginado. Fodor (528. Walker (1786. 43). Paira (1182. 31. 167). Além do dejaísmo projetivo. e prova para ela mesma. (1807. Tipos. Flammarion (524. Alterações da memória como a paramnésia. 11). Existem dois tipos básicõs de impressões do já-visto quando relativas às projeções conscienciais: o dejaísmo projetivo físico. prévia. Estas seis expressões francesas indicam formas de reencontro. ocorrência patológica que não deve ser confundida com as impressões autênticas abordadas aqui. p. Evidência.das ou conhecidas em tempos passados. EXPERIÊNCIA DA QUASE-MORTE Definição. comum a doentes terminais. A memória se apresenta alterada em todas as psicopatias. 38). ou mesmo extrafísico propriamente dito. 31. Morel (1086. ou seja. 46). Prieur (1289. ______________________ Bibliografia: Bonin (168. 120). de outra encarnação. 91). 232). gerando. 82). o objeto físico. p. caracteristicamente patológico. de fato. da consciência encarnada. p. Miranda (1051. 18). p. 198). 100).miniscência. ou Psicanálise. no plano humano. considera o dejaísmo em geral um mecanismo de defesa inventado pelo subconsciente a fim de evitar o medo gerado por determinadas situações críticas. Chaplin (273. Déjà-lü = já lido. O fenômeno oposto ao dejaísmo é o jamais visto. Déjàéprouvé = já experimentado. 156).5. p. ou doenças mentais. p. Déjà entendu = já ouvido. A escola freudiana de Psicologia. a experiência da projeção consciente espontânea. Formas.projetivo. Físico. 199). Falso. ou mesmo num intervalo reencarnatório ou período de intermissão. falsa memória. Déjà senti = já sentido. Ritchie (1407. o cansaço intelectual e certas intoxicações orgânicas podem criar o falso déjà-vu. evidencia. sentimento projetivo do já-visto. 31. Muller (1107. p. a pessoa. falso reconhecimento. o outro tipo mais encontradiço de fenômeno dessa natureza na consciência encarnada. não rememorada anteriormente. O dejaísmo projetivo físico. Cognições. fora do corpo humano. as lembranças autênticas. p. no plano extrafísico. Reencarnatório. de modo pacífico e indiscutível. com o passado: 31. surge para a consciência projetada em qualquer ambiente identificado por suas percepções. através de projeção consciencial. foram vivencia. p. de fato. O dejaísmo projetivo quando ocorre com a pessoa que ainda não experimentou uma projeção consciente rememorada marcante. a ilusão do já-visto. e o dejaísmo projetivo extrafísico. 123). no caso. ou pseudo-re. o local. Prado (1284. Martin (1003. p.4. 40). p. Os fenômenos do dejaísmo em geral se referem às coisas vistas ou ao já-visto. Neppe (1122. foi visitado ou visto por ela durante uma passagem lúcida. no estado da vigília física ordinária.6. p. seja crosta-a-crosta. mas na verdade não se restringem à percepção visual. O dejaísmo extrafísico. nesta ou noutra encarnação anterior. quando reconhece as circunstâncias e as criaturas que.3. ou o ponto central da rememoração que. comum. ocorre no estado da vigília física ordinária quando a consciência reconhece. cap. p. p. 23). Delanne (385. retrocognitivas. Shepard (1548. Déjà-vu = já visto.

Sabom. a experiência transcendental em que a consciência sai lúcida do cenário da sala de ressuscitação médica ou do cenário do acidente. sempre ofereceu clima favorável à ocorrência dos fenômenos ditos paranormais. etc. e a experiência combinada com ambas as ocorrências. e sobreviventes da morte clínica. Redivivos. e outras vítimas de acidentes similares. Certas pessoas — ou os egressos da quase-morte — que foram resgatadas. fenômeno de morte iminente. e a religiosidade não influem no fato de a pessoa experimentar ou não a projeção consciente durante uma crise de qua. situada em geral no andar térreo do hospital. predominância do emocionalismo. indivíduos quaseeletrocutados. cap. os pacientes terminais ficam numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI). e ali podem ser empregados até o balão intraaórtico. demonstra padrões claramente reconhecíveis e pode ser classificada em dois tipos básicos: a dos pacientes terminais e a dos pacientes redivivos. Tipos. ou momentos de perigo extremo. pois. por exemplo. a idade. 32. cap. perda de controle. mais aperfeiçoadas do que a antiga sala de recuperação pós-operatória. projeção acidental forçada. experiência da morte iminente (EMI). sensação de flutuação. as reações alérgicas e outras afecções. o sexo. que tiveram a sensação de morrer. — como se estivesse na sacada do recinto de observação cirúrgica. ou a desativação do corpo humano. Além destes. 32.). mas viveram para 15 . A projeção consciente é uma experiência comum entre as pessoas que passaram por eventos críticos da quase-morte. em oposição ao extraordinário aumento da velocidade do desenvolvimento do tempo interno. as crises cardíacas. notadamente no campo médico da tecnologia da ressurreição. destaca-se a percepção alterada do tempo. Entre as condições dos doentes terminais em geral destacam-se o AVCH. Sinonímia: crise da quase-morte. a raça. Tais unidades. o estado civil. sob o Código Azul ou Código 99. portador de Insuficiência de Múltiplos Órgãos e Sistemas. realmente. ou ambiental. Segundo as pesquisas recentes no campo da Medicina. pedreiros que caíram de construções elevadas. e o IMOS. que desencarnam. as crises da quase-morte foram classificadas pelo pesquisador Michael B. Clima. etc. ou mesmo na Unidade de Terapia Coronária. Características. a gamacâmara. inefabilidade. sem dúvida um gênero especial de projeção consciente. soldados feridos em campo de batalha. ou seja.slow motion. nos grandes hospitais. Vários tipos de ocorrências. durante a experiência da quase-morte. a ocupação.revivescência de memórias. compreensível a ocorrência de projeções conscientes nesse período crítico. as pessoas torturadas.se-morte em geral: agudização de certas percepções. têm aparelhos para respiração artificial. etc. Nos fenômenos subjetivos.1. as doenças sérias. morte clínica. operários que sobreviveram a acidentes em construções. — a sua própria ressuscitação clínica. Acidentes. Do ponto de vista médico. Atualmente. acidentes em montanhas e em estradas de ferro. experiência da fronteira da morte. motoristas e passageiros de desastres automobilísticos. Terminais. inclusive com slow motion.2. quando é comum surgir para o acidentado a sensação da diminuição aparente da velocidade do desenrolar do tempo externo. Unidades. aumento da velocidade dos pensamentos (parataquipsiquismo). evento quase-fatal. monitores cardíacos e outros. podem desencadear a experiência da quase-morte para pessoas diversas: pescadores quase-afogados. a classe social. sensação de morte. de acidentes quase fatais. a extensão da educação escolar. A experiência da quase-morte. revelam uma série de elementos particularmente característicos da experiência da qua. também predispõem circunstâncias médicas que provocam o fenômeno da pessoa presenciar.morituros. as tentativas de suicídio (os quase-enforcados. NDE (Near-death experience)-. atenção alterada. Classificação. sendo. percepção alterada do tempo e do espaço. um câncer disseminado. conforme as recentes conquistas da tecnologia médica. morte cerebral. transcendência da identidade pessoal. O momento da morte biológica. Os pacientes redivivos ou sobreviventes da crise da quase-morte que passaram pela projeção ressuscitadora (V. por exemplo. sensação de realidade. o tamanho da comunidade familiar. portador de Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico. Os pacientes terminais. logo depois de experimentar uma projeção antefinal (V. depois de passarem pela Sala de Emergência. Tempos. em três padrões básicos: a experiência autoscópica ou o fenômeno da autobilocação. sensação da separação do corpo humano ou senso de desprendimento. no último instante.se-morte de natureza médica. estado mental alterado. Medicina. a formação religiosa. 33). a área de residência. 34). experiência da segunda vida. e ficarem rotuladas nos Estados Unidos da América.

124). quando a criatura deixa realmente de ter medo de morrer na primeira experiência e. já registrados. 71). de hem-estar. Noyes Jr.Currie (354. 105). 57). mesmo assim. alcançam mais de mil pessoas por ano. Adeus. ou desagradável como um pesadelo. p. 155). 265). 75). p. Grof (647. p. 181).contar a própria história. A experiência da quase-morte não deve ser confundida com a projeção do adeus ou aparição crítica (V. expectativa preexistente. Baumann (93. 83). 272). fabricação mental consciente. Bozzano (188. p. Os redivivos podem ter até mais de uma experiência da quase-morte. Champlin (272. modelo holográfico parapsicológico. ______________________ Bibliografia: Andrade (29.semorte. Knight (851. 221). 36). p. p. 9). porém. Bender (113. invariavelmente alguém que as precedeu na morte biológica. Hormônios. Gabbard (564. 175). Os pesquisadores em geral buscam explicar a natureza e a significação da experiência da quase-morte em termQS de: alucinação autoscópica. o LSD. Parrish-Harra (1202. Prieur (1289. p. mas respirando entre os homens. ou seja. crise do lobo temporal. Bennett (118. é visto como esgotado. Platão (1262. p. p. estado alterado de consciência. 55). Ring (1405. alucinação ou ilusão induzida por droga. 12. p. 1487. E tal não acontece. 5). em certos casos de fenômenos da qua. 138). PROJEÇÃO ANTEFINAL Definição. 374). Perkins (1236. liberação de endorfina. Moody Jr. Padrões. Hodson (729. (1141. p. p. Logicamente se os relatos dessas experiências próximas à morte fossem meras alucinações.p. 1488. 337). Cordão. p. 174). 1). cap. 60). 3). nem com a teoria da reencarnação (V. p. Ingber (788. — que vêem ou se encontram com entidades que constituem pessoas já falecidas. Explicações. 488). Gallup Jr. 8). Blackmore (139. Grosso (654. Badham (67. Quanto às sensações que a consciência desfruta. Hemraert (712. Grattan-Guinness (626. p. p. e outras (V. p. 1406. embora sendo de natureza altamente subjetiva. Quanto mais próxima consegue chegar a consciência ao clímax da morte do corpo humano. apresenta notável consistência em seus padrões. Levine (921. 1071. 13). p. estatisticamente. em épocas diferentes. p. p. p.p. 39). p. 40). 16). comum aos doentes terminais. que ativaria a produção e a secreção de hormônios das glândulas supra-renais que por sua vez gerariam efeitos parapsíquicos semelhantes aos de certas drogas como a mescalina. 114). p. p. Esta hipótese. p. variando muito pouco as suas diferenças quanto à cultura e à religião do indivíduo. Wilkerson (1848. Eysenck (493. 20).p. estado semiconsciente. fabricação subconsciente. Wilson (1852. 145). White (1832. 19). influências místicas. 43). Wheeler (1826. de mais de uma experiência da quase-morte de um só indivíduo. Rawlings (1375. Banerjee (74. p. Fenômenos. 170). p. Holzer (750. a experiência da quase-morte. p. 5. ou quanto à causa do fenômeno. p. p. 112). Stevenson (1621. 9). p. Harlow (681. 133). somente nos Estados Unidos da América. a experiência da quase-morte pode ser agradável.Conti (296. p. involuntária ou forçada. 113). 38). 29). ou na tanatofobia. — ou que passaram por experiências do quase-afogamento. 420). Projeção antefinal: experiência da consciência fora do corpo humano. Uma das hipóteses aventadas para explicar o surgimento dos fenômenos da quasemorte assenta-se no medo de morrer. Fardwel (494. (1078. 15). Perry (1238. 436). À semelhança da projeção consciente espontânea. p. p. Sensações. Caversan (267. Giovetti (593. sonho. 33). despersonalização. p. Meek (1030. Gildea (591.) ocorrência. p. cap. p. Osis (1163. 65). Smith (1574. p. 397).-mais elementos fenomênicos aparecem em suas experiências da quase-morte que. 122). p. p. 61). p. p. p. Goldberg (606. p. Ebon (453. as crianças teriam alucinações com um parente que estivesse ainda vivo. é contestada pelos próprios fatos. pelo menos em alguns dos casos registrados pelos pediatras. p. 61 . Sabom (1486. Heim (702. p. p. Rogo (1445. prossegue experimentando a segunda (ou terceira. p. Lurdahl (959. Gauld (576. p. (566. Steiger (1601. 24). incluindo até suicidas falhados. 109). p.Chauvin (275. p. 33. cap. e cujos relatos seguem os mesmos padrões gerais das pessoas adultas. 48). 15). 218). p. p. 1). 100). Vieira (1762. p. Crianças. p. etc. por exemplo. Interessante assinalar que o cordão de prata. ou com menor potencial de energia. etc. 42). 37). um pouco gasto. As maiores evidências do fenômeno das experiências da quase-morte surgem com as crianças agonizantes.

O doente desenganado pressente que vai morrer. Cruza as mãos sobre o peito na posição tradicional. 165). morte com retorno. quase sempre vítimas de acidentes diversos. 33. 212). 33. pouco antes da transição da morte biológica.5. 37). 33.3. desconhecia o fato da morte do corpo físico deste amigo. ressuscitados. p. retorno da morte clínica. todos já falecidos. p. 33. hemorragia. Falecidos. 34. sejam irmãos ou amigos. os pulmões deixaram de respirar. e o entendimento mental com as consciências de dois ou mais parentes. visita da saúde projetiva. Padrão. 113). p.2. 81). Ingber (788.11. congelamento. p.8.1.visões no leito de morte. 20). Greenhouse (636.7. O médico espeta-lhe os músculos com agulha sem obter resposta. Ebon (453. ou reanimados. 33. 33. Contudo. que relatam a visão. o paciente relata as experiências fora do corpo humano. Pouco depois. Os casos clássicos de projeções conscientes de pacientes terminais têm mais ou menos esta seqüência-padrão de ocorrências comuns na fase final da vida humana: 33. Exemplificando: se a consciência da pessoa agonizante (adulto ou criança) encontra os espíritos de amigos falecidos. o encontro. experiência préagônica. afogamento. Terminais. 33. Pessoas que experimentaram colapso cardíaco. p. experiência da quase-morte terminal. Bozzano (189. As projeções antefinais. e um deles a apenas dois dias. O médico responsável se faz presente. ou foram vítimas de arma de fogo. sendo que ela. adultos e também crianças. comum aos sobreviventes da morte clínica. exibem intrigantes aspectos fenomênicos que põem por terra todas as interpretações simplesmente psicológicas para o conjunto das ocorrências da Projeciologia. Acidentes. Grosso (654. p. morte provisória. p. 202). 33. 33. 33. recuperados. 33. p. ressurreição cardiopulmonar. A experiência da quase-morte terminal. projeção pré-final. Entra em profunda inconsciência. as pupilas dilataram e a 17 . ou aqueles que foram considerados tecnicamente mortos. Sinonímia: experiência da quase-morte ressuscitadora. não raro. 33.12. _______________________ Bibliografia: Bayless (98. Rogo (1445. no entanto. 65).Sinonímia: desprendimento antecipado. 95). a pessoa agonizante. tal ocorrência anula completamente a hipótese psicológica das informações acumuladas na mente deste agonizante.4. p. também chamados redivivos. Em seguida. Estão nos casos referidos as criaturas humanas. penúltima projeção do encarnado. 38). pacientes não-terminais. Projeção ressuscitadora: experiência da consciência fora do corpo humano. o paciente desperta inteiramente lúcido pela última vez. p. tipo característico de projeção consciente. os sinos da igreja anunciam a sua morte. O paciente passa horas sem pulso e sem batimentos cardíacos perceptíveis.6. Dá adeus a familiares e amigos. 83). p. ou doentes terminais. cujos corações pararam de bater. Fenômenos.10. Champlin (272. PROJEÇÃO RESSUSCITADORA Definição.9. Surpreso e deslumbrado. Malz (992. ressuscitamento clínico. a pressão arterial ficou indetectável. acidente automobilístico e outros. A essa altura. ocorre com os moribundos. desencarna realmente feliz.13. pacientes desenganados. surgem ocasionalmente débeis e quase imperceptíveis inspirações do corpo inerte. p. 147). pseudomorte. Tyrrell (1717. Currie (354. Fiore (518. involuntária. Estira as pernas sobre o seu leito de enfermo. morte aparente.

34. Diálogo sem palavras. 34. semelhantes ao chamado céu. Sensação surpreendente de possuir outro corpo. 34. 34. fronteira. assobios e tinidos estranhos. 34. poço.1 Inefabilidade. Depois dos episódios trágicos referidos. Conhecimento dos diálogos e das ações dos circunstantes em torno do seu corpo humano. tão-somente com o objetivo do resgaste de ente querido ainda vivo na Terra 81 . abismo. Um ou outro acredita que o mensageiro agencia algum perdão ou o salva da morte biológica. significará o seu não-regresso ao corpo humano e a aceitação da morte biológica. originário da Panfília. muitos ex-mortos descrevem inusitadas experiências durante a jornada temporária pelo reino da morte. paz e quietude.3 Conhecimento. No entanto. ou rio. mais de uma vez. Visão de entidades perturbadas pela parapsicose post-mortem. onde todo conhecimento parece coexistir com um estado aparentemente de não-tempo e não-espaço. Livro X). buraco. Há quem relate breve vislumbre do plano mental da existência como se fosse um centro de consciência suspenso no vazio. 34.. funil. como um filme ou um espelho. 34.temperatura corporal caiu ao extremo.2 Flutuação. porta. — que. além do corpo humano. Descrições.17 Colônias. 34. revisadas a partir da infância. 34. conforme noções bíblicas ou religiosas que conhecem. “A República”. em conflito. se for cruzado. 34. Sensação de solidão profunda.4 Incomunicabilidade. Evidência. filho de Armênio. linha de demarcação. ou na sala do hospital. têm sido muitas vezes trazidas da morte através das sofisticadas técnicas de ressuscitação da moderna Medicina. 39).13 Parapsicóticos. geralmente tido a conta de guia ou mensageiro. pessoa.10 Solidão. cap. ou vale profundo (V. relativo às suas ações passadas da existência humana e suas conseqüências. cap. Padrão. caverna. relatado por Platão (400 a. Encontros com entidades desencarnadas. Sensação de viajar à alta velocidade. 34. assistentes espirituais. zumbidos. através da projeção consciente. ou seres de luz. Espontânea.16 Mental.6 Translocação. 34. presas a algum objeto. Tipos.19 Moratória. extremamente inefável.9 Calma. portão. hábito. 34. Sensação de flutuar em pleno ar no ambiente. 222). numa situação em que está profundamente inconsciente. onde encontram parentes e amigos mortos. irradiando intensa alegria e amor. 34. C. Sensação da passagem rápida e na escuridão por dentro de longo túnel. A projeção ressuscitadora evidencia a inverdade do dito popular de que “ninguém volta para dizer o que há depois da morte”.12 Encontros. junto ao teto. Forte sensação de tranqüilidade. Ninguém sabe ainda porque tais variações ocorrem. iguais a um autojulgamento (V. não raro desagradáveis. não raro uma espécie de nuvem. Alguns descrevem colônias extrafísicas luminosas. pode sobrevir a sensação de ouvir agradável melodia.7 Túnel. limite. telepático. névoa cinzenta. haja vista o episódio já referido de Er. entrada.14 Mensageiro. Aparição de um ser composto de luz ofuscante. Ato de presenciar os parentes chorando e tentar lhes falar sem ninguém ouvir as suas palavras.18 Fronteira.11 Psicossoma. ou atormentadas. Os pacientes ressuscitados podem ter passado por um período consciencial em branco ou ter experiências extremamente vívidas. Alguns dos que já foram considerados tecnicamente mortos e depois ressuscitados.15 Revisão. cerca. Tentar tocar nas pessoas que encontra sem conseguir. com o mensageiro. — descrito como barreira. cilindro. Sensações auditivas tais como ruídos. relataram ambos os tipos de experiência. esse ponto de não-retorno. sem acusações. quando ouve a notícia de que está morto. Dificuldade de traduzir todos os aspectos da experiência em palavras. A projeção ressuscitadora em ocorrências espontâneas vem sendo registrada desde dezenas de séculos. 34. 34. Sensações características que formam a seqüência-padrão das experiências da quasemorte ou dos redivivos à morte aparente: 34. 34. 34. Ato de deparar com algo simbólico.5 Permeabilidade.8 Zumbidos.

Baker (69. Bedford (103. 487). e o desenvolvimento evolutivo do projetor lúcido.20 Interiorização. às vezes surgindo providencialmente numa circunstância ou vivência extrafísica dramática. conhecimento extrafísico sem raciocínio. — por exemplo. seja por atenção saltuária. p. 6). 31). primeiro guia da consciência projetada. 137). especialíssima e única. normalmente. Os efeitos posteriores à experiência da quase-morte são invariavelmente positivos. Sabom (1486. sexto sentido extrafísico. A intuição extrafísica é a mesma intuição própria do estado da vigília física ordinária da consciência encarnada. insight extrafísico. Wallis (1791. p. Hampton (676. Profundidade. entendimento extrafísico direto. 38). 160). torna-se mais difícil captar intuições. 35. Com a repetição espontânea das experiências projetivas e intuitivas. apreensão súbita extrafísica. p. 19). trazendo-a para dentro da mesma consciência quando esta se acha projetada fora do corpo humano. Sinonímia: advertência íntima extrafísicà. Geralmente a personalidade. a respeito do pormenor de um fato. 104). ansiedade. INTUIÇÃO EXTRAFfSICA Definição. o esclarecimento sobre certa 19 .21 Efeitos. inspiração extrafísica. a aquisição de maior senso humanitário. aviso extrafísico. e a redução da ansiedade perante os percalços da vida humana. Platão (1261. p. ou trauma. 34. Champlin (272. 81). p. p. Evolução. 87). 34. tristeza. como se fosse nova ferramenta de trabalho adquirida nas atividades extrafísicas. Porta. 91).ou a favor de uma moratória encarnatória para si mesmo. o desenvolvimento de faculdades paranormais. alcança todas as encarnações anteriores e os períodos inter-reencarnatórios. Wilkerson (1848. p. Grosso (654. p. Conscientização. 20). p. A interiorização da consciência é muitas vezes sentida como profundo desapontamento. Acalmia. 231). tueri. recolhida através do subconsciente que. 55). Currie (354. olhar) extrafísica: fenômeno de percepção instantânea ou claro conhecimento íntimo através da apreensão ou entrada súbita de pensamento ou idéia. Intuição (Latim: in. Flammarion (522. Ele simplesmente a utiliza sem perceber a existência dessa faculdade consciencial. p. p. ocorrendo: a eliminação do medo da morte (tanatofobia). Ritchie (1407.Moody Jr. p. encontrando incompreensão por parte de outros a respeito de suas experiências conscienciais.22Revelação. instinto intelectual extrafísico. verdade ou fato na consciência quando projetada fora do corpo humano. Se a consciência projetada apresenta-se muito agitada. a identificação mental de uma entidade. no caso. p. medo. 34. o projetor consciente novato não se dá conta da existência da intuição extrafísica. A intuição extrafísica simplifica de modo positivo as experiências para a consciência projetada. __________________ Bibliografia: Andrade (29. Steiger (1601. Eysenck (493. 0 mecanismo da experiência subjetiva da intuição extrafísica exige certo estado de acalmia consciencial para funcionar melhor. aprende logo a não expor abertamente o assunto das vivências extrafísicas a fim de conviver melhor com os demais no período restante de sua existência terrestre. 142). dentro. 33). alegria. nasce a confiança da sua consciência quando projetada no processo intuitivo e ele começa a aplicálo. apenas com a diferença de maior profundidade da informação supranormal. ou intermissões. A condição de certeza íntima oferecida pela intuição extrafísica. (1078.107). p. sem a intervenção de qualquer processo racional. 190). 14). p. p. Blackmore (139. p. Isso sugere que a melhor condição de acesso à intuição é o estado íntimo não emocional nem afetivo. p. dando-lhe a conscientização incontestável de determinados fatos quando a mesma necessita urgentemente de conhecê-los. a profunda determinação de propósitos elevados do indivíduo. com fluência. especialmente para quem passou pela ressuscitação após a morte clínica. Crookall (343. p. Malz (992. distraibilidade. A princípio.

65). antecipação quanto aos processos da razão. p. Há ocorrências de retrocognição extrafísica (V. Retrocognição. A intuição extrafísica desempenha papel importante e muitas vezes decisivo no processo de aquisição de idéias originais (V. misto. cap. cenas e formas distantes. 245). 469).seja na condição de consciência projetada ou mesmo no estado da vigília física ordinária. pois constitui percepção natural da consciência. a intuição deve emanar de “algo” da consciência além ou mais evoluído do que o corpo mental? Aquisição. etc. p. memória antecipada projetiva. — não tem consciência dos fatos precognitivos que lhe dizem respeito e cujas informações veiculou. p. p. Bozzano 02 . Bonin (168. 78). clarividência extrafísica no futuro. e nem sempre representa inspiração direta ou indireta de um amparador. p. Boswell (174. no caso uma aparição consciencial intervivos. Precognição (Latim: pre. Vieira (1762. cap. conhecer) extrafísica: faculdade perceptiva pela qual a consciência. A precognição extrafísica quando acontece relacionada com o próprio projetor é a autoprecognição extrafísica de morte por doença ou acidente. p. 288) através da projeção consciencial lúcida. 156). p. p. existe a precognição extrafísica espontânea que compõe a projeção consciente precognitiva. efeito ou conseqüência. previsão projetiva. 185). 38) onde a consciência encarnada projetada se inteira de fatos passados. Wang (1794. Sinonímia: acesso intuicional ao futuro. 408). inclusive objetos. Greene (635. Projeção. promnésia extrafísica. ainda incompreensível quando se vive no estado da vigília física ordinária. Shepard (1548. etc. espontânea. Além da precognição usual. p. Ernesto Bozzano). Deixo aqui uma hipótese de pesquisa: — Se a intrigante intuição. Nestas ocorrências. PC projetiva. cognoscere. como experiência subjetiva. paragnose extrafísica. Contudo. Day (376.p.. presciência extrafísica. 98). Zaniah(1899. antes. premonição extrafísica. ocorrem muitos casos de precognição projetiva que transcorrem diretamente com o percipiente do fenômeno da projeção consciente de outrem. p. — surge de imediato. bem mais comum do que se imagina. p. fica conhecendo fatos indeterminados vindouros. proscopia projetiva. prognosia extrafísica. Bonin (168. o projetor projetado. p. é mais evoluída do que a razão e se a razão constitui atributo da consciência no corpo mental. inquestionavelmente. p. Além. p. 17). 252). situa personagens antigos e reencarnados atualmente. p. após a projeção consciencial. e dos quais só se inteira o percipiente. Pensamento (1224. A intuição em geral constitui. não-realista e intuitiva. em suas três formas: realista. retrocognitivo-precognitivo. no tempo futuro. p. p. e a provocada em laboratório. o projetor. memória futura extrafísica. Autoprecognição. Fodor (528. Percipiente. pregnose extrafísica. Morel (1086. Chaplin (273. PRECOGNICAO EXTRAFíSICA Definição. 89). . Blasco (151. Gaynor (577. 87). Tal ocorrência deve ser arrolada como tipo especial de precognição extrafísica. 57). Blavatsky (153. ________________ Bibliografia: ADGMT (03. É comum o procedimento da análise do fenômeno da precognição extrafísica que se passa com o próprio agente do fenômeno. que permitem fazer previsões projetivas de acontecimentos para o futuro próximo. projeção astral profética. metagnomia profética extrafísica. 284). 238). anteriores à presente encarnação. _______________________________ Bibliografia: ADGMT (03. e revelação anterior quanto às tão procuradas e discutidas provas científicas. precognição projetiva. radar extrafísico. atalho na elaboração natural ou fisiológica do pensamento. 89). 66). prenúncio extrafísico. ou fenômeno complexo. e os fatos se confirmam com o transcorrer do tempo (V. plenamente projetada para fora do corpo humano. 36.circunstância existencial. 133). salto sobre os escalões da lógica.

159). retrocognição projetiva. Tondriau (1690. 85). p. 144). Martin (1003. projeção regressiva pré-natal. p. por intermédio do contato extrafísico direto com o duplo de objetos físicos (catalisadores) pertencentes à época ou às épocas que deseja conhecer. porém utilizando a ampliação espontânea das percepções da consciência humana projetada para sentir. do passado. 295). 205). no sentido inverso? Seria a retrocognição extrafísica uma viagem consciencial através da 21 . PSICOMETRIA EXTRAFÍSICA Definição. p. Holzer (751. p. ou registros akashicos no éter reflexivo do Universo. p. Zaniah (1899. Shepard (1548. 374). cognoscere. Retrocognição (Latim: retro. formas. p. 293). gravações akashicas. 148). p. p. Harrison (685. e de minúcias de aspectos de personalidades. 37. A retrocognição vivenciada pela consciência projetada pode se referir a eventos da sua encarnação atual ou de outras. p. memória remota extrafísica.mento de pessoas desaparecidas e criminosos procurados pela justiça humana. Johnson (807. perceber e ver a alma das coisas. Carton (252. 255). A técnica da psicometria extrafísica segue as mesmas diretrizes das práticas conhecidas da psicometria comum. Grattan-Guinness (626. Chaplin (273. 152). Cheetham (276. metron. telefrontisia astral. p. 108). 75). Lee (908. p. no estado da vigília ordinária. Perldns (1236. Gaynor (577. 273). Paula (1208. Sinonímia: iconosgnosia extrafísica. p. Psicometria (Grego: psykhé. _____________________________ Bibliografia: ADGMT (03. 97). 117). p. psicometria projetiva. conhecer) extrafísica: faculdade perceptiva pela qual a consciência encarnada. Fodoi (528. 288). 103). sempre através de recursos de percepção que extrapolam as possibilidades da memória física ordinária. 79). Cavendish (166. Eventos. p. memória reencarnatória projetiva. 168). Denis (390. atuando no tempo cronológico em sentido inverso à precognição extrafísica. 727). A retrocognição extrafísica. e vivências pertencentes ao tempo passado distante. retromonição extrafísica. p. paratelegnomia. A psicometria extrafísica. Marin (996. cenas.Cornillier (304. 149). p. p. p. retrocesso mnemónico. p.(188. lucidez extrafísica indireta. p. p. Morei (1086. Cavendish (266. p. já conhecidas ou inteiramente desconhecidas. p. 217). permite a ocorrência da projeção consciente retrocognitiva. 166). Sculthorp (1531. psicoscopia extrafísica. Técnica.ção extrafísica. 44). 127). Wedeck (1807. pretéritas. Martin (1003. 108). 85). 38. Wedeck (1807. objetos. Norvell (1137. 125). Digest (401. Sinonímia: clarividência extrafísica no passado. pós-cognição extrafísica. parecendo haver estranha relação entre a natureza essencial do fenômeno e o corpo mental. Chaplin (273. RETROCOGNIÇÃO EXTRAFÍSICA Definição. Gaynor (577. Greenhouse (639. p. Monroe (1065. p. 225). atrás. Pensamento (1224. p. sucessos. 144). 58). conquanto de prática difícil. 144). p. p. 105). 333). 87). retroscopia extrafísica. sonho superlúcido. p. Shepard (1548. Fodor (528. 317). p. p. alcançar o conhecimento universal. p. Vieira (1762. p. internação consciencial extrafísica no passado. Eis algumas hipóteses de trabalho pertinentes ao assunto: — Como realmente funciona o processo desta projeção consciente retrocognitiva? Qual a razão de ser do fenômeno? Atua o tempo. neste caso. Day (376. diretamente na memória cósmica. p. p. 118). Projeção. p. Still (1622. p. Spence (1588. p. 149). Utilidades. 364). 754). psicometria astral. Tondriau (1690. projeção retrocognitiva. retrocognição reencarnatória. fora do tempo e do espaço. p. 165). Potencialização. Wang (1794. Toben (1688. p. livro da vida. p. p. p. p. p. 102). fica conhecendo fatos. Paula (1208. medida) extrafísica: conhecimento haurido pela consciência humana projetada do presente. Hipóteses. alma. plenamente projetada para fora do corpo humano. Vieira (1762. 331). regressão da memória extracerebral. e a inferência racional a partir de fatos conhecidos. Boswell (174. 270). p. Schiff (1515. é empregada no rastrea. psicogni. Morei (1086. 81). p. 175). p. Digest (401. 90). p. telegnomia extrafísica. 219). 246). A projeção consciente potencializa a capacidade psicométrica do médium encarnado. 89). p.

p. Podem as cenas surgir com incrível vivacidade ou serem projetadas apenas em duas dimensões. quadros figurativos da vida comum com vivacidade incomum. 328). tudo de uma vez. ao mesmo tempo. revisão existencial. visão caleidoscópica da existência. Fodor (528. 211). o que houve de positivo e de negativo. Cannon (240. p. na sucessão cronológica exata em que os fatos se produziram. Mais raramente o desfile de lembranças pode suceder sem emoções. O fenômeno da visão panorâmica apresenta dez características básicas nas ocorrências: 39. em bloco. cor. seja de satisfação e alívio. 217). 17). através de imagens vivas. Digest (401. rememorações pictográficas. 39. Visão panorâmica projetiva: visão retrospectiva espontânea. p. Sensações. e as atitudes pelas quais se envergonha ao recordar. no mesmo plano. evocações em bloco. 131). 253). de modo súbito. As cenas da visão panorâmica também podem seguir ordenadamente. de modo regular. através da superatividade da memória evocativa.3. 159). Zaniah (1899. Os sentimentos ficam bem definidos entre o bem e o mal. p. p. p. movimento e emoção que se desenrola diante da consciência. ou de remorso. Steiger (1601. pode gerar a pseudoobsessão. 776). separada. os momentos críticos e os fatos cômuns. 99). Imagens. p. 39. p.consciência integral? O processo retrocognitivo se manifesta e se desenvolve somente dentro do corpo mental. Instantaneidade.6. 152). Simultaneidade. memória sintética.7. Cavendish (266. Pode ocorrer a experiência simultânea dos muitos fatos exibidos na visão panorâmica.1. revisão panorâmica projetiva. O fenômeno da retrocognição extrafísica. reconstituição panorâmica da vida. 156). até mesmo os quadros esquecidos e inesperados. 22 .5. desde os fatos triviais até os mais importantes. Castaneda (256. As cenas da visão panorâmica se desenrolam sucessivamente. 39. como se a rememoração de encarnação prévia fosse uma entidade obsessiva. imparcialmente. 109). ecmnésia. de modo impessoal. 375). lembrança panorâmica. ou em sentido direto. epílogo da morte biológica. 40). revisão visual introspectiva. As sensações experimentadas durante a ocorrência da visão panorâmica são profundas. Tourinho (1692. Wang (1794. p. As recordações integrais trazem o panorama inteiro da existência decorrida até aquele momento. reunida em uni todo através de painéis. 429). as ações com as quais a consciência se sentiu gratificada na ocasião. p. recapitulação de lembranças. As cenas exibem extrema clareza. ao mesmo tempo. de fatos humanos e condições psicológicas vividos pela consciência encarnada projetada. em certos casos. p. p. apontando todos os mínimos detalhes intrínsecos e colaterais das ocorrências da visão panorâmica. Características. As imagens da visão panorâmica são pictográficas. Edwards (465. filme cinematográfico mnemónico. Müller(1107. p.4. Shepard (1548. 155). revisão retrospectiva total. O fenômeno permite à consciência analisar minuciosamente as próprias sensações no desfile da sua história. o que não deixa de ser uma parapsicose típica. 147). Sinonímia: auto-exame consciencial. balanço encarnatório. surpreendendo o indivíduo. Paula (1208. p. Chaplin (273. 47). recordação cinematográfica. associada à perturbação mental subjacente ao indivíduo. 39. parecendo um turbilhão ordenado de fatos em torno do personagem. p. 39. p. 39. no plano mental? Pseudo-obsessão. 273). D’arbó (365. p. seja em sentido inverso aos fatos vividos. 387). revisão da vida. espetáculo de som. intensidade. Clareza. 39. Tondriau (1690. no caso auto-obsessão. Morei (1086. O número de lembranças da visão panorâmica varia de indivíduo para indivíduo. Vieira (1762. espelho mnemónico. p. p.recapitulação da vida. As recordações parciais se restringem a trecho específico da encarnação. _________________________Bibliografia: Bonin (168. p. revivescência de memórias. autojulgamento consciencial. memória panorâmica. VISÃO PANORÂMICA PROJETIVA Definição. síntese de recordações.2. Gaynor (577. reminiscência sintética da encarnação. Ordenação.

às vezes parece que a visão panorâmica é desencadeada também. “luz astral”. como num filme. ou seja. aparecendo tão-somente as lembranças mais importantes ou decisivas. febre alta. dentro da consciência. A experiência da visão panorâmica pode ser interpretada como esforço educacional para ajudar a consciência a entender o significado da vida humana. 39. Tais expressões procuram dizer muito quanto às causas. ainda tais fenômenos os indivíduos quaseenforcados. quando a consciência experimenta o fenômeno da quase-morte (V. “imagens indeléveis”. delírio prémortem ou crise que precede à agonia. “anais do passado”. bidimensionais. num autojulgamento consciencial completo. Tal fato constitui uma exceção em relação aos adultos. não raro seis décadas perpassam em décimos de segundo.dor (V. operações cirúrgicas. ou em relevo. na visão panorâmica. Forçada. etc. Objetivos. “memória do mundo”. o corpo humano e o psicossoma. susceptível de emergir em toda a sua plenitude em oportunidades críticas da vida do ser encarnado. no centro mnemónico. Interessante assinalar que nos fenômenos da quase-morte. As hipermnésias ou exaltações mnemónicas em geral ocorrem mais freqüentemente durante: doença física. “memória da natureza”. Os mecanismos da memória ainda permanecem extremamente obscuros. epilepsia. histeria. Resumo. fontes e recursos do fenômeno. ou banco de memória integral da personalidade. “éter-refletor”. num átimo. na verdade nada esclarecem de fato. que têm vivências maiores para rememorar e experimentam o fenômeno da quase-morte. justamente 23 . as crianças não experimentam a revisão panorâmica das suas vidas. super-rememoração. neste sentido. senilidade. “cérebro da natureza”. asfixia por submersão. sem interferências externas dos acontecimentos referentes à existência da pessoa. Duração. As recordações da visão panorâmica podem ser de todo um período da vida consciencial ou podem surgir apenas tal qual um “resumo”. intencionalmente. Muitos caracterizam a visão panorâmica como sendo prova moral ou exame de consciência. etc. “clichês astrais”.10. evidencia ser memória contínua ou sem hiato.8. durante projeções conscientes abruptas. produzida pela crise agônica. É como se a própria consciência estivesse a examinar vasta coleção de fotos de pessoas conhecidas. o objetivo analítico sobre a personalidade e suas verdadeiras emoções sentidas no momento exato em que os fatos aconteceram. os soldados feridos. no caso. por interferência direta de ampara. Explica-se a visão panorâmica como sendo um efeito conseqüente à superexcitação das faculdades mnemónicas. e outros estados xenofrênicos ou alterados da consciência. fora do tempo e do espaço. 308) sobre a consciência projetada ou semiprojetada. cap. Crianças. Condições. ou da simples exaltação da memória. quando necessário. “registro akashico”. enfatizando a razão de ser da visão. Significação. Contínua. 32). ou seja.9. Muitos estudiosos buscam identificar a visão panorâmica em geral com expressões tais como: “alma das coisas”. A visão panorâmica demonstra claramente que a memória integral da consciência. obviamente de duração ainda curta. em casos de acidentes físicos. êxtase. Memória. ou espontaneamente. Não há quaisquer sensações da passagem dos minutos. que em certos casos de visão panorâmica o indivíduo repara que o desfile de cenas faz-se de modo seletivo. etc. contudo. “alma do mundo”. que ocorre no começo da descoincidência dos seus veículos de manifestação. quedas de alpinistas. indelével. atingindo pessoas que experimentaram perigo de vida ou iminência da morte do corpo humano. As cenas parecem desfilar diante dos olhos da mente. “memória de Deus”. exaltação religiosa. daí porque esta se interliga às ocorrências da visão panorâmica. Todos os fatos relacionados predispõem a projeção da consciência forçada e abrupta. Os milhares de cenas da perfeita recapitulação integral de lembranças dos episódios da existência humana. com as figuras-parecendo planas. Curioso observar. “imagens astrais”. Na visão panorâmica sucede a projeção introspectiva. condição emocional elevada.39. 39. Acidentes. perfeita. Contudo. com exceção de uma. no ato da desunião entre os hemisférios cerebrais e a memória integral da consciência. qual se fosse imenso computador que visse. Expressões. A visão panorâmica acontece especialmente em circunstâncias marcantes além da hipermnésia. perduram por alguns segundos ou se estendem no máximo até perto de uma hora. Envolvem. explosão em campo de batalha. cap. quedas de cima de árvores. a própria biografia com todos os dados que traz programados. Causas.

p. Currie (354. conexos. e a participação da consciência encarnada. p. cap. cap. 109). 55). Grattan-Guinness (626. cap. 40. 40. Tal fato fala a favor da intenção. 49). p. 40. p. de um auto exame consciencial atuando de algum modo nas causas do fenómeno mnemónico panorâmico. cap. 113). Bayless (98. cap. 74). 40. próprio do ser desencarnado. 46). 41). que transcorre dentro da consciência do projetor projetado.13 Falsa chegada (V. Desencarnados. Montandon (1070. 174). p. cap. p. 157). 40. inclusive o passe a três(V. a ciência do tato. Black (137. 40. subjacente.17 Parapirogenia projetiva (V. p. RitcHie (1407. Walker (1786. Depascale (392. 281). p.20 Poltergeist projetivo (V. 50). p. cap. Müller (1107. Crookall (343. cap. 114). p. Ring (1406. conforme a divisão das percepções das personalidades humanas em geral. 254) 40. cap. cap. 46). 26). p. 54). em relevo.02 Autodesencarnação cardíaca e umbilical (V. p. cap. cap.01 Aparição do projetor projetado a criaturas encarnadas (V. p. p. cap. 56). 40.08 Ectoplasmia projetiva (V. 1142. 40. cap. cap. ressaltada. Noyes Jr. p. quando a consciência enfoca suas percepções apenas através do ângulo visual. Bozzano (. cap. os seres desencarnados de modo geral afirmam que experimentaram a visão panorâmica imediatamente após a primeira morte e antes do sono reparador. adstrita ao âmbito da Projeciologia. A menos freqüente é a recapitulação de lembranças quando as percepções da consciência se caracterizam predominantemente pelo ângulo auditivo-mental. em visuais (Óptica) e auditivo-mentais (Acústica e Háptica). 295).10 Estado de animação suspensa (V.16 Multilocação física (V.05 Bilocação física da pessoa do projetor vista por outros (V. seja no estado da vigília física ordinária ou projetada num ambiente extrafísico: 40. 40.21 Projeção do adeus (V. Sabom (1486. FENÔMENOS PROJETIVOS AMBIVALENTES Definição. 42 . p. surgindo mais clara. p. 40. p. ________________________ Bibliografia: Andreas (36. p.18 Passes energéticos extrafísicos transmitidos pelo projetor projetado. Hampton (676. p. 98).07 Criação de formas-pensamentos (V. 125). Lukianowicz (957. p. 154). 40. 57). cap. porém com reflexos importantes fora desta mesma consciência. ou não. Miranda (1050. 128).15 Meia-materialização (V. p. cap. Larcher (887. p. grifada. (1140. 40. Através das comunicações mediúnicas.06 Clarividência viajora (V. 154). 143). 43). cap. trinta e dois fenômenos parapsicológicos.19 Pneumatofonia projetiva (V. 40. 43). 40. ou não. 40. 47). p. 441). 223). 57). 51). 123).12 Exteriorização da sensibilidade (V. Wheeler (1826. Ebon (453. 42) 40.sua personalidade em foco. ambivalentes. Sinonímia: fenômeno projetivo externo. cap. Fenômeno projetivo ambivalente: ocorrência paranormal. Ocorrem. Blackmore (139.14 Heteroscopia projetiva (V. além de outros. p. Browning (213.Delanne (385. fenômeno trans-sensório. A visão panorâmica pode ser classificada em dois tipos. 21. 314).316) 40. com a consciência humana projetada. p.03 Autopsicofonia (V. cap.09 Elongação extrafísica (V. 144). 33). Vieira (1762. 53). 40.11 Exteriorização da motricidade (V. a Óptica e a Olfática — foi criada a Háptica. 70). 206). 40.04 Autotransfiguração extrafísica (V. p. 167). 150). Encarnados. 217). 40. principais. 52). 48). Por analogia com aspectos científicos já existentes da Física — cómo a Acústica.186. 143). Tipos. A mais comum é a visão panorâmica propriamente dita. Frazer (549.

psicofonia anímica. A autopsicofonia simultânea é comum ainda no transcurso do fenômeno da clarividência viajora. 321). cap. 282). Complexidade. ou presenciando acontecimentos. Natureza. ao mesmo tempo. phonos. cap. Autopsicofonia (Grego: autos. quando a consciência do médium sai da condição da coincidência dos veículos 25 . ou da qual pode-se dizer encarnadadesencamada. em contraposição à clássica psicofonia mediúnica. 40. a consciência se refere a fatos de encarnações passadas. ou incorporação de entidade extrafísica. vendo cenários. Tipos. 40.30 Telepatia extrafísica (V. psykhé. também chamada autoscopia clarividente. a detecção humana pode ser feita por um percipiente encarnado ou por vários. — neste caso. próprio.22 Projeção do duplo de animal detectada por encarnado (V. 90).01 Simultânea. conforme a análise seqüencial dos assuntos.29 Telecinesia extrafísica (V. 40. Análise. A autopsicofonia. tornando-se mais complexas as ocorrências e mais difíceis as análises e interpretações.32 Zootropia (V. o fenômeno recebe mais ampla confirmação.27 Psicografia projetiva (V. cap. Sinonímia: auto-incorporação. cap. 59). ou pela descoincidên. e transmitindo as descrições e relatos através do seu mecanismo psicofisiológico da fala. 41. A autopsicofonia representa um fenômeno próximo. 61). alma. Na autopsicofonia retrocognitiva. 389). desencarnada. 41. AUTOPSICOFONIA Definição. 40. 40. som): faculdade de a consciência falar através dos mecanismos da fala do seu próprio corpo humano enquanto permanece parcialmente projetada fora deste.26 Psicofonia projetiva humana (V. ou recém-desencarnada. a revalidação dos fatos.28 Raps projetivos (V. p. cap. constitui estado alterado da consciência. como acontece nas sessões mediúnicas quando a consciência do médium. porém bem diferente do monólogo psicofônico. 62). — se exterioriza mnemonicamente para uma de suas vidas prévias dissertando sobre o que sabia ou o que experimentou naquela ocasião. sem autoconsciência deste fato.24 Projeção sonora (V. ou o conhecido e controvertido fenômeno de animismo. cap. ou psicofonia anímica. cap. nesta ou noutras seções.02 Retrocognitiva. funcionando ao modo de um semidesprendimento consciencial. 40. 40. Monólogo. 60).31 Parateleportação humana (V. personificação. O fenômeno da autopsicofonia pode desenvolver-se de maneira completamente inconsciente e ser dividido em dois tipos básicos: a autopsicofonia simultânea e a autopsicofonia retrocognitiva. Nos casos de fenômenos parapsíquicos com um agente extrafísico que pode ser uma consciência encarnada. Na autopsicofonia simultânea. onde o sensitivo sente a própria consciência parcialmente projetada para fora do corpo humano.40. _____________________ Bibliografia: Vieira (1762. um animista. a consciência entra num estado alterado e discorre sobre fatos contemporâneos. Clarividência. cap. 65). 64). cap. psicofonia intervivos. 40. Todo fenômeno projetivo ambivalente importante será abordado detalhadamente em capítulo próprio neste livro. fenômeno anímico. 17).23 Projeção possessiva (V. 63). cap. Nesta última hipótese de percepção coletiva. personificação. 41. cap.25 Psicofonia projetiva extrafísica (V. 40. 40.cia parcial dos veículos de manifestação da consciência.

Entretanto. relativa a dois corpos. Mecanismos. aparição materializada. em outro sítio próximo ou longínquo. aparentemente. auto-ectoplas. movida por quaisquer razões psicológicas extremas. se apresenta pelo psicossoma visível. bilocação simultânea. Mista. Na verdade não ocorre uma bilocação do mesmo corpo humano. a curta ou a longa distância do corpo humano. A bilocação física’é o mesmo fenômeno da aparição aos encarnados de um 62 . teoricamente.conscienciais de manifestação. — e de cérebro vazio pela ausência da consciência. projeção consciencial espetacular. Distinção. Este último tipo foi produzido por pesquisadores franceses. ou seja. materialização de pessoa viva sem médium. homem ou mulher. Rogo (1446. ou base física improvisada. estabeleça distinção entre a bilocação. BILOCAÇÃO FÍSICA Definições. que se refere a dois lugares. corpo sólido duplo. 1 ‘>51 42. Há quem. em dois planos. Alucinação. podendo ocorrer com a pessoa em transe me. bicorporeidade. dupla presença. ficando. nas proximidades. lo cus. dialogando intermun. — semelhante ao da morte do corpo humano. atuando então como movimento de sobrevivência física da criatura encarnada. aparição bilocal. e a consciência. Fatores. da presença simultânea da forma humana do indivíduo. na sonolência. 44). desdobramento objetivo. fenômeno dos homens duplos. quando a forma de um indivíduo aparece com todos os atributos de vida para algum sensitivo. Tangibilização. fenômeno da duplicação. ou mesmo tangível.diúnico. para mais de um percipiente ou testemunha. os fenômenos são idênticos em suas gêneses. psicossoma sólido. praticamente física. constitui projeção anímica involuntária. agênere humano. viagem bilocativa. no entanto. ato de alguém estar e agir em dois locais distintos por meios paranormais. Objetividade. e da sua forma humanóide. numa condição de rçlativa incapacidade. faculdade de a consciência aparecer em mais de um corpo.dos com uma entidade extrafísica que fala através do aparelho vocal do seu próprio corpo humano. Quem não possui experiência mais profunda do fenômeno da projeção consciente tende a interpretar a bilocação física como sendo implausível. distante de onde está situado o seu corpo humano. lugar) física: presença simultânea da personalidade de um indivíduo. ______________________ Bibliografia: Butler (228. bilocação incipiente. autotelediplosia. ou médium clarividente. o corpo humano com o cérebro vazio no plano físico. bilocação dos vivos. mera alucinação recíproca entre o agente e os percipientes. durante o sono natural. A bilocação física. consciente. Sinonímia: abmaterialização autônoma. aparição sólida intervivos. e sim uma projeção da consciência encarnada para fora dele. em dois sítios. desdobramento materializado. Julgo tal hipótese simplista e inconsistente face aos fatos e ao volume dos registros históricos existentes. na maioria dos casos. Dois fatores desencadeantes estão nas causas dos fenômenos da bilocação física: a fuga a uma realidade humana difícil. a ajuda a uma pessoa a quem o bilocador quase sempre se acha ligado afetivamente e deseja de fato prestar serviço. excursão bilocativa. bipresença. materialização de encarnado projetado. ou no estado alterado da consciência projetada com inteira lucidez. alucinação recíproca. durante as ocorrências da projeção consciente. onde o corpo físico incapacitado ou no estado extático de imobilidade absoluta. Bilocação (Latim: bis. e bilocação subjetiva. permanece num local. dois. Tipos. bilocação objetiva.mia.p. estado de fantasma. projeçãomaterialização. aparição do projecionista. bicorporalidade. Pode-se falar também em bilocação objetiva quando a presença do bilocador se faz ostensiva. O fenômeno deve ser chamado de bilocação física por ser distinto da bilocação mista. com o corpo mental e a consciência no plano extrafísico propriamente dito. 119). O fenômeno da bilocação física pode ser produzido de modo inconsciente. p. automaterialização. materialização natural. evoluções e finalidades. ao mesmo tempo. p. e experimental. Mitchell (1068. da bicorporeidade. na prática.

mas apenas a percepção mediúnica aguda. algum tipo de evidência. o projetor projetado. e dois exemplos clássicos de bilocação física. há incidentes raros e surpreendentes em que foram deixados. especialmente cães e gatos. — souvenirs paranormais. e o de Emília Sagée (1845). ou mero simulacro. em local diferente da sua base física. mais tangível. A causa disso parece estar no aspecto insólito da ocorrência para ambos. porém. que acrescentam ainda. ocorrer. Nitidez. nem serviu o fato para qualquer propósito elaborado lucidamente pelo ego do responsável. Agênere. Tudo indica que são da natureza de simulacros certos casos de autoscopia. nem constitui centro de consciência. Há percipientes e clarividentes. na objetiva. embora cada qual atue em situação própria diferente. semelhante a uma estátua ou manequim de certas aparições de encarnados.ção tangível ou física. 27 . por parte do percipiente ou clarividente. no fenômeno da bilocação física. antes de sobrevir a desativação do corpo humano da consciência. As imagens visuais ou formas humanas. 0 projetor encarnado projetado pelo psicossoma sólido. ser que não foi gerado biologicamente. cap. Na verdade. Nas comunicações mediúnicas intervivos. não obstante. Nesta eventualidade não ocorre uma condensação ou semi-materializa. vista. falsa chegada. isto é. A projeção isolada do duplo etérico representa uma bilocação fantasmagórica. Na maioria dos fenômenos de bilocação física ocorre a aparição do psicossoma do bilocador observado por uma pessoa ou coletiva e sucessivamente por várias pessoas. Contudo. e traços físicos resultantes de patentes contatos físicos. a aparição e o corpo humano do projetor são observados ao mesmo tempo. vestígio. conscientização do indivíduo. Nestes casos. de fato. em razão da sua qualidade de visibilidade. e até por animais. Simulacro. no entanto. humano. e nascimento físico. numa criação paranormal. a aparição do projetor projetado (V. Exemplos. ou às vésperas da morte biológica. humanóides e extrafísicas das aparições e dos bÜocadores. ou telecinéticos. A bilocação menos rara ocorre nos momentos pré-agônicos. A figura antropomórfica. Certas ocorrências demonstram que o projetor projetado pode transportar consigo na viagem extrafísica objetos físicos e deixá-los no local visitado. a presença do bilocador naquele lugar. gestação. O medo às vezes pode dominar tanto o projetor novato projetado quanto a testemunha encarnada que o vê projetado. assim. morta. está produzindo o fenômeno da bílocação física. contudo não tem personalidade própria. como caráter diferencial entre uma aparição e outra. ou percebida fisicamente por maior número de pessoas. Aparição. Diferenças. Uma linha de luz — ou melhor. o de Antonio de Pádua (1195-1231). que permanece retida no psicossoma e no corpo humano. nesta. por parte do percipiente encarnado que registra a aparição de alguém. a aparência sem vida. Medo.ção do psicossoma do projetor. o cordão de prata — geralmente constitui a única diferença perceptível entre a aparição característica do encarnado em confronto com a aparição própria do desencarnado. e em que é visto fisicamente bilocado. manifestam-se com diversos graus de nitidez e de duração que variam de décimos de segundo a várias horas.projetor encarnado. provando. o projetor-comunicante. ocorre a projeção deste veículo sem a deslocação da sede da consciência. sem. e particularmente nestes dois últimos exemplos. ou um parandróide. à semelhança da imagem energética projetada da e pela pessoa. Certos casos de clarividência pura. o ser humanóide é gerado por meios outros que não a concepção natural. sinal humano. no fenômeno da biloca. pode ser vaporosa ou densa. sem provocar efeitos físicos tangíveis. Lembretes. do espectadorpercipiente-médium-clarividente. aparece à distância do corpo humano a um percipiente. o projetor projetado manifesta a sua presença material (cópia) num sítio diverso daquele que o seu corpo humano (original) ocupa. contudo. — que pegou no local distante da visita. de profunda acuidade paranormal. um verdadeiro agênere. Morte. 316) é sempre uma bilocação. embora sendo fato bem diferente. biológico ou animal. ou trazer consigo objetos. marcas mensuráveis semipermanentes sobre matéria animada ou inanimada.domorto. ou agente. que pode ser vista. podem ser confundidos com o fenômeno da bilocação física. como lembretes. constitui. a condensação tangível da forma do seu psicossoma. Comunicações. em que não aconteceram recolhimento de informação. seja pela psicofonia ou pela psicografia. Clarividência. ou pseu. Na bilocação dita subjetiva.

zação do psicossoma do bilocador. crise de convalescença. cap. José de Anchieta (1534-1597). espontaneamente. a parateleportação humana. no momento pré-agônico. Não se pode esquecer que. e todos aqueles que se fundamentam na transferência temporária da sede da consciência para fora do corpo humano. 16 cm. de Copertino (1603-1663). Os fenômenos de bilocação em geral. que escreveu “A Cidade de Deus”. ou percebida por outros seres encarnados têm sido: a assistência extrafísica. no mesmo instante. sono produzido por anestésicos. como acontece com a quasetotalidade da humanidade. o fenômeno da bilocação física não pode ser artificialmente induzido com relativa facilidade como vem sendo feito com a projeção consciente humana comum. Sathya Sai Baba (1926-). toda noite. Liduvina de Flandres (1400). Giuseppe Desa. 1966. segundo. História. — ou seja. em detalhes. a bilocação física. um percipiente eventual que. desmaio. em parte imaterial. Catherina dei Ricci (1522-1590). 65) repetida. Martin de Porres (1579-1639). constitui o estágio mais evoluído do fenômeno da bilocação física. devoção religiosa. certa facilidade para manter a divisão da atenção. ostensiva. ou seja. o corpo humano incapacitado do bilocador. Edições de Ouro. África. depressão de ordem moral. No entanto. Rememoração. especialmente estes vinte: Clemente I (Século I). br. Severo de Ravena. constitui uma personalidade candidata natural à produção do fenômeno. como já foi referido. Personalidade. Projetores-bilocadores.. terceiro. fazer uma coisa enquanto pensa em outra. Explicação. premência de negócios humanos. na base física. esgotamento nervoso. a saber: primeiro. coma. após ter sido a presença do mesmo confirmada por percipientes em outro local distante da sua base física. Até o momento. Isso significa que a bilocação física constitui um estágio avançado do mesmo fenômeno da projeção consciente humana ordinária.. autor de “Anais”. Triangulação. 234. ou seja. referem-se em seus escritos a bilocadores e suas büocações.134-136. e o próprio bilocador que relata o fato.). a bilocação física. portanto. p. e razões estritamente políticas. 82 .Motivações. assim como acontece com a projeção consciente assistida. a projeção consciente humana. Só muito raramente a bilocação física permite a execução da triangulação dos testemunhos convergentes. Rio de Janeiro. Ocorrem muitos casos de bilocação física. — e disponha de avançada capacidade para exteriorizar voluntariamente a energia consciencial. Carlos Heitor Cony. nítida gradação no desenvolvimento crescente de três fenômenos inter-relacionados. no estado da vigília física ordinária. a partir do leito de morte. Evolução. ao mesmo tempo. Alphonse-Marie de Liguori (1696-1787). e que talvez predomine entre todas as categorias desses fenômenos. Teresa Higginson (1844). ocorrem em múltiplas gradações nos estados de diminuição da vitalidade das pessoas: sono natural. além de outros. Também informam sobre aspectos dos fenômenos da Projeciologia os historiadores latinos.. Os fatos evidenciam que a parateleportação humana (V. A explicação mais plausível hoje para os fenômenos de bilocação humana é interpretá-los como sendo uma ocorrência em parte objetiva. presencia a tangibili. dos veículos de manifestação do projetor-bilocador. Apolônio de Tiana (98 d. Eurípedes Barsanulfo (1880-1918). positivo. as comprovações confirmadoras pelo menos entre três indivíduos: um observador-testemunha que vê. Antonio de Pádua (1195-1231). Cornélio Tácito (55120). inclusive Agostinho de Tagaste. Sady-Garibaldi. responsável pela obra “A Vida dos Doze Césares” (Trad.308. Desvitalização. ocorrendo. 424 p. Natuzza Evolo (1924-). Maria de Agreda (1602-1665). Têm sido registradas nas crônicas mundiais as ocorrências com vários projetores-bilocadores (alguns também trilocadores). As preocupações profundas ou fortes motivações mais freqüentes para a consciência encarnada produzir. existe a bilocação física assistida. na escala do seu biorritmo parapsicofísiológico. Na maioria dos incidentes. Assistida. Emília Sagée (1845). patrocinada por amparadores. o fenômeno da bilocação física somente se tornou conhecido por parte do bilocador depois do transcurso da ocorrência. em três graus distintos. e Caio Suetônio Tranqüilo (70-122). intensa afetividade. Narradores da literatura hagiográfica. etc. 67. C. em particular na oportunidade em que esteja desfrutando de um pique máximo. apres. imediatamente após a ocorrência. ou Pio de Petralcina (1887-1968). Este fato evidencia a ausência de rememoração dos eventos extrafísicos pelos bilocadores de modo geral. em outro local. serviço profissional. Angelo de Acri (1739). 338). fase sonambúlica hipnótica. a pessoa que apresenta amplo poder de imaginação. Francesco Forgione. Dadaji. ao dormir. Francisco Xavier (1571).

Fotografias do psicossoma materializado de encarnado projetado junto ao seu corpo humano. calabresa. Natuzza Evolo. cap. cap. Nesta situação. atualmente. um ou mais espíritos desencarnados apresentam-se a ela e a acompanham no lugar aonde a sua presença se faça necessária. Ali. Projeção da consciência. de modo perceptível visualmente ou invisível. cap. em edição de circulação restrita. e lá permanece tão-somente alguns segundos ou poucos minutos. Em outras seis oportunidades. Testemunhos. Valerio Marinelli. mística. Em dezoito casos de bilocação física. a ocorrência ainda se torna mais expressiva. etc. os poderes projetivos de Natuzza Evolo têm sido pesquisados pelo Prof. destaca-se a senhora italiana. as suas aparições bilocativas deixaram manchas de sangue com suas impressões digitais das mãos. Realmente. para demonstrar diretamente a realidade do fenômeno da bilocação física podem ser destacadas as quatro principais: 42. Dentre os seus notáveis talentos aní. suas bilocações jamais acontecem por sua própria vontade. Evolo. induzida hipnoticamente. marcas de impressões digitais executadas com o próprio sangue constituem. quando está dormindo. Parte destas investigações foram publicadas em 1979. 63). evidenciando a sua própria voz. com testemunhos de pessoas ainda vivas. movimentar um vaso contendo flores. Estes indícios incontrovertíveis da presença física de Natuzza Evolo no cenário bilocativo eliminam a surrada hipótese da alucinação individual ou coletiva para explicar os fenômenos bilocativos. voltando à base física e mantendo sempre lucidez consciencial quanto às ocorrências principais dos fenômenos. diretamente nos cenários das bilocações físicas.fias. Durante o fenômeno da bilocação física. ou a telecinesia de origem projetiva (V. no leito de morte. porque a Sra. suigem em seus pulsos e pés. Em oito casos.seres encarnados vigeis.02.Isso fala a favor da existência do complexo fenomenológico da Projeciologia. em treze casos. ou mesmo quando está acordada. Evidências. semelhantes aos das suashemogra. em forma de cruz. chamadas fo tos dos duplos. em Paravati. Esta bilocadora tem o hábito de dar informações sobre a sua visita bilocativa antes de ser informada quanto à experiência pela testemunha. Ela é estigmata cujas feridas. que a identifica pela descrição como sendo às vezes o próprio pai. engenheiro da Universidade da Calábria. Informações. mas a sua aparição não foi vista. incluindo também bizarros fenômenos de hemografia.03. 42. analfabeta. provocando fluorescência na saída do psicossoma. Extrafísica. ela tem plena consciência do local visitado e da existência. ela sente-se repentinamente em um novo ambiente. de quando em quando. puxar os cabelos da cabeça da testemunha. na cidade de Paravati. Estatística. Segundo o seu depoimento. Efeitos físicos provocados pela consciência projetada através do psicossoma e testemunhados por. etc. Fotografias de emanações nebulosas. Indícios. Detalhes. apresentou atividades físicas incontestáveis tais como: falar. como se tivesse sido teleportada até ali e de imediato toma consciência de que foi bilocada. naquele momento. bater uma porta com estrondo. 42. esta bilocadora. ocorreram aparições de entidades desencarnadas acompanhando a presença da bilocadora. Dentre os mais notórios projetores-bilocadores vivos. do seu corpo humano incapacitado deixado na sua casa. Desde 1974. com papel recoberto por substância fluorescente envolvendo o corpo humano do projetor. em certas ocorrências. Conforme as declarações registradas de Natuzza Evolo. Natuzza Evolo explica que as suas bilocações podem ocorrer tanto à noite. e coloridas. conhecida da testemunha.mico-mediúnicos também se incluem as habilidades de ver entidades desencarnadas e diagnosticar doenças. Evolo vai acompanhada. e algumas com desenhos religiosos. Dentre as evidências experimentais já apresentadas em diferentes épocas. densas. no folheto “Um Estudo do Fenômeno Bilocativo de Natuzza Evolo”. ou o fenômeno da exteriorização da sensibilidade (V. onde ainda reside com o seu marido e cinco filhos. nascida em 1924. Em nove casos. a prova definitiva da presença de um projetor bilocado. pelo espírito de uma pessoa já desencarnada. para a testemunha ou percipiente.01. fazer funcionar um relógio de mesa. 50). 380). No caso. sem dúvida. católica. ou projeção dupla (V. Não se deve confundir a bilocação física com a bilocação extazfísica. a voz da bilocadora foi ouvida. A 29 . produzidos por Natuzza. que já coletou e documentou cinqüenta e dois casos diferentes de projeção consciente e bilocação física. Natuzza Evolo foi vista claramente pela testemunha humana. outro familiar. desde a idade de 10 anos.

Vampirismo. Existem fatos bem conhecidos através dos relatos folclóricos de muitas nações. Decolagem. pode até trazer alguma evidência de ter estado no outro ambiente humano. § 05. por exemplo. Na projeção consciente. § 02. comünicase com as eventuais testemunhas humanas e. o seu acompanhante extrafísico. § 07. a consciência em geral tem a nítida sensação de sair do corpo humano e só então deixar a base física. O projetor em geral pode produzir o fenômeno da projeção consciente por sua própria vontade. de algum modo instantâneo. Até hoje foram registrados apenas alguns poucos incidentes desse gênero. quando dois bilocadores se encontram projetados com lucidez. 42. podem ser classificados como autênticas ocorrências de vampirismo. a consciência tem sempre a sensação de ter um corpo. Testemunhas. Os fenômenos das bilocações. ou seja. Trilocação. a vida de eremita. a consciência pode sair do corpo humano em certas oportunidades e não se sentir dentro de nenhum veículo de consciência. Na bilocação física. e que são assistenciais. Nas ocorrências de bilocação física. pois a bilocadora é casada. Na projeção consciente. visível e tangível. em geral parece ver à sua frente uma figura parcialmente imaterial. ou mesmo projetores inexperientes. Na projeção consciente. Translocação. Não se pode deixar de ressaltar que estas bilocações físicas assistidas por amparadores. a consciência em geral só se percebe já translocada. mas de modo relampagueante. sugerindo ainda os fatos que o segundo fenômeno seja uma continuação. dona de casa. A projeção consciente em geral tende a ser de breve duração. ela tem a impressão de estar em três locais ao mesmo tempo. Não raro. a consciência em geral percebe claramente as sensações da decolagem do psicossoma. o psicossoma. o ascetismo. vale ressaltar estes sete aspectos estabelecidos superficialmente num paralelo diferencial entre ambos: 42. mais complexo em relação ao fenômeno da projeção consciente. Na bilocação física. ou seja. 42. dupla bilocação. podem ocorrer diversas vezes ao dia. em condições inequívocas de tangibilidade. atua em geral independentemente do tempo cronológico como o entendemos de modo convencional. § 01.festando-se através do corpo mental. em favor dos outros. o percipiente da aparição intervivos do projetor. Duração. quando mani. produz fenômenos de telecinesia. nitidamente semelhante ao corpo humano. por sua própria vontade. Psicossoma. Talvez um dos fenômenos mais raros da Projeciologia seja a bi-bilocação. Nestes casos. 42. a sede da consciência é uma só. ou aparição intervivos. 03 . para o seu local de destino. sem dúvida. a consciência interage com o novo ambiente. Telecinesia. executa atos físicos. Na bilocação física. ao mesmo tempo. mãe de cinco filhos. Outras vezes. independentemente da distância. A bilocação física parece ter a tendência de perdurar por tempo mais longo. 42. Na bilocação física. Nas ocorrências da projeção consciente. segundo a Sra. § 04. Na projeção consciente. 42. A sede da consciência se desloca. § 03. igual às demais.translocação é instantânea. Complexidade. O bilocador nem sempre consegue produzir a bilocação física. O corpo mental. porém os fatos se passam com extrema rapidez suscitando a impressão de se estar em três ou mais locais ao mesmo tempo. e ainda evidenciando conotações místicas. vários locais e pessoas diferentes. Evolo. e a vida celibatária. diz a Natuzza onde ela está bilocada. o percipiente da aparição intervivos do bilocador em geral tem a impressão de que está interagindo e se comunicando de fato com uma pessoa real. Apesar de a projeção consciente e a bilocação física serem ambas fenômenos de exteriorização da consciência humana que deixa temporariamente a sua sede no cérebro. § 06. sucessivamente. Dupla. Paralelos. a consciência em geral não experimenta o ato de deixar o corpo humano. ou estágio mais evoluído do primeiro. viva. no caso. a consciência em geral não se comunica bem nem com o novo ambiente nem com as criaturas humanas encontradas. mais raramente. vêm justamente demonstrar que o misticismo. ocorre o fenômeno da trilocação física que tem sido relatado por outros projetores. o que demonstra que este fenômeno é. são totalmente dispensáveis para o cultivo do animismo e da mediunidade. ou o amparador. e ela pode visitar. Muitos casos de bilocadores enfermos. e que parece ser produzido pela atuação dos veículos de manifestação da consciência encarnada em relação à instantaneidade das ocorrências. 42.

p. 43. consciência viajora. visão remota. 700). RPA (1481. p. 279). p. metagnosia viajora. p. p. 317). Tondriau (1690. ou o rastreamento executado pela consciência semidesperta além das barreiras do espaço e dimensões. p. p. Pisani (124 8. Vieira (1743. pelo projetor. e a clarividência viajora induzida hipnoticamente por outrem. 142). p. p. p. 195). 81. p. 264). cap. 197). 17). Bonin (168. Aksakof (09. Webb (1804. 29). clarividência independente. 359). p. p. 79). p. “ao vivo”. Prieur (1289. Lee (908. p. 166). Sculthorp (1531. Rogo (1447. 0 desempenho da vidência remota exige atenção integral e profunda concentração do clarividente. Rizzini (1411. inclusive da psicosfera de encarnados. Crouzet (344. Nos casos específicos do fenômeno da vidência remota ocorre uma espécie de “ruído mental”. p. latitude e longitude.Tischner (1687. 609). p. p. Baker (69. 80). Gomes (612. Paronelli (1199. Tipos. 315). Wilson (1854. cap. p. ou certos fenômenos de zootropia (V. p. p. a clarividência viajora propriamente dita. Battersby (92. 30). Richet (1398. Stelter (1613. p. Schutel (15 25. p. decorrente da memória e da imaginação. clarividência viajante. clarividência intervivos. 543). Nobre (1130. 82). 107). Carton (252. dos eventos extrafísicos entrevistos ou presenciados. Mitchell (1058. p. p. p. p. sensibilidade remota. p. p. p. Dumas (432. ______________________ Bibliografia: ADGMT (03. 148). Morris (1093. 688). p. Azevedo (64. Larcher (887. p. Weil (1810. 30). etc. Remota. vidência remota. Haemmerlé (668. p. Smith (1574. interferente na aquisição de informações do clarividente 31 . p. p. p. Lorenzatto (952. 78). Sudre (1630. p. 208). 115). p. Além disso. 147). p. p. 262). Hemmert (712. 230). 543). p. Cerchio (270. p. p. Ambelain (23. p. 130).p. 81). Andreas (36. Egloffstein (469. 78). (consciência viajora). Faria (495. remote viewing ou R V. p. simultaneamente com a descrição e o relato oral. p.cações físicas zoantrópicas. p. p. Mead (1024. 41). Campbell (237. 22). 1).Knight (851. Bastos (89. viagem clarividente. p. Foin (532. 201). p. com projeção ideoplástica e sem projeção ideoplástica (V. Novelino (1140. p. 92). Lhermitte (924. 203). Flammarion (524. 117). Vale'rio (1725. visão distante. p. Freixedo (554. Morel (1086. p. p. 23). 113). p. Feesp (503. 37). visão a longa distância. 25).Muntanola (1108. p. p. 97). pode ser interpretada sob três ângulos básicos: a clarividência espontânea. Clarividência viajora: projeção parcial das parapercepções visuais da consciência. 38). Denis (387. 186). metagnomia visual. p. 27). Chaplin (273. p. p. 17). Boswell (174. Há casos também de autotransfigurações do psicossoma resultantes de bilo. Blackmore (139. 355). p. 1458. p. Pensamento (1224. p. 44). Black (137. 231). 147). 1103). p. 24). Green (632. 21). p. p. Myers (114. ou projeção mental hipnótica. p. travelling clairvoyance ou TC. p. Depascale (392. p. p. Tal fato constitui. Kardec (826.p.p. 39). p. auto-in. 184). Gaynor (577. p. p. p. observação remota. 75). p. Ebon (455. Bardens (79.duzida. Bénezech (115. p. p. 144). Aliança (13. p. Tiret (1686. mind travei ou MT. 370). 104). p. p. a clarividência pode ser assistida por amparador. Sinonímia: clarividência ambulante. Castro (263. 25^713. p. Armond (53. 212). Martin (1003. 142). 76). Bertrand (127. 49). Digest (401. clarividência itinerante. Paula (1208. p. Wang (1794. 126). clarividência no espaço. 47). 24). 39). p. p. Fortune (540. p. p. 6). Delanne (382. 75). Montandon (1068. Tambascio (1645. Owen (1177. p. p. Poinsot (1269. Ancilli (24. p. 135). 44). Steiger (1601. 348). Andrade (27. 50). 97). 111). 25). p. Holzer (751. 330). em que o bilocador se apresenta com o psicossoma mudado na forma do animal sob a qual vive sugestionado. p. 50). 150). 135). Tchou (1668. 137). 54). 107). 282). p. à distância do corpo humano. 77). A clarividência viajora. 18). 74). p. Zaniah (1899. p. p. p. 63). Wedeck (1807. 28). 56). p. cap. Martin (1002. 285). Berthe (126. p. p. projeção mental hipnótica. 60). Chevreuil (278. 157). 143). Champ lin (272. Ruído. 73). 23). Thurston (1700. p. p. comum. 82). p. Bozzano (188. projeção fifty-fifty. Shepard (1548. 192). 254). 202) D’arbô (365. Hunt (767. 12). Stead (1598. Crookall (343. p. Edwards (463. 372). p. 339). 85).Zoantrópicas. Seabra (1534. manifestação adstrita à parapsicopatologia do psicossoma (V. espírito itinerante. sem dúvida. p. p. Wolman (1863. Ill). 255). 134). viagem telepática. 107). Olcott (1147. p. Inglis (789. p. Day (376. 47). p. percepção remota. Fase (499. Yogananda (1894. 39). sem transe. p. Jaffé (798. p. 35). CLARIVIDÊNCIA VIAJORA Definição. 167). Ferguson (507. 113). Greenhouse (636. 26). normal. A vidência remota {remote viewing) constitui modalidade da clarividência viajora através da descrição do clarividente de um local remoto indicado tão-somente pelas coordenadas geográficas. 74). clarividência interurbana. p. p. Poodt (1272. 149). Cavendish (266. p. Gômez (613. Fodor (528. 47). p.

cartas e outros materiais analíticos. um complexo fenomenológico que — além da projeção pelo psicossoma integral. Myers (1114. Entrecortes. Greene (635. o hipnólogo-pesquisador torna-se também participante. onde se manifestam principalmente as percepções visuais extrafísicas da consciência que não deixa o corpo humano por muito tempo e pode continuar a se comunicar pelo mecanismo da fala numa espécie de auto. A atuação do mecanismo da fala na clarividência viajora reveste-se de extrema importância. Dingwall (204. números. a bilocação física da pessoa do projetor. p. p. 48). 19). com os sensitivos Ingo Swann (1933-) e Harold Sherman. As observaçoes dos clarividentes concordaram de modo geral com os achados leitos através dos instrumentos da Astronáutica. o que torna o uso do telefone um pouco inadequado. PROJEÇÃO CONSCIENTE E CLARIVIDÊNCIA VIAJORA Complexo. 120).que. Fodor (528. p. Goodman (618. pelo psicossoma com e sem o duplo etérico. Ficaram célebres as experiências realizadas em 1973. p. p. p. 169). merece destaque a clarividência viajora que pode ser tida à conta de uma projeção menor. RPA (1481. Blackmore (139. 30). o papel que o magnetismo desempenha na maioria das funções do corpo humano e nas faculdades parapsíquicas. Manifestações. p. 346). 65).psicofonia. p. a produção da telecinesia projetiva. 199). 23 . Crookaü (320. 54). Assim como o sonho lúcido constitui a manifestação inicial. 231). D’arbô (365. e pelo corpo mental — engloba vários fenômenos menores. 17). p. Steiger (1601. visto durante projeções conscientes. Hill (723. p. 275). Targ (1651. r06). A projeção da consciência para fora do corpo humano constitui. Isso deve ser evitado tomando-se as precauções adequadas e salvaguardas especiais contra tal participação através da conduta e das palavras usadas pelo hipnólogo. Lamont (874. o hipnólogo pode influenciar. psicológica. 200). 15). p. 8). 135). Shirley (1553. também esta um fenômeno parapsicológico. p. ou um conjunto de miniprojeções. Crouzet (344. Rogo (1444. 157). 66). à pessoa que se acha ao lado do seu corpo humano e à outra que escuta o aparelho à distância. 64). Warcollier (1796. 26). p. Magnetismo. no cenário visitado por sua consciência projetada. ilustrando uma provável função do cordão de prata. 29). _____________________ Bibliografia: Ashby (59. p. p. p. Miniprojeções. 94). que coloca o receptor do aparelho à boca do projetor em transe e este relata diretamente o que vê. p. p. as descrições e os assuntos do projetor em serviço. 1652. Podmore (1267. 37). apresenta dificuldades para detectar nomes. Além dos fenômenos citados. Knight (851. p. 33). feitos pelo pesquisador. 96). Hitching (727. Pratt (1285. Participação. da clarividência viajora. 15). p. a manifestação da consciência do projetor através dos fenômenos da tiptologia. p. p. Mishlove (1055. Neste caso. 14. Confirmação. Currie (354. inconsciente ou telepaticamente. p. Holroyd (736. p. 13). pelo psicossoma parcial. p. Davis (371. 66). 18). p. p. Na clarividência viajora induzida hipnoticamente por outrem. 156). Em certos casos. p. fazendo recordar a dificuldade que se tem em obter informações de pessoas enfermas. p. p. 91). o clarividente viajor responde às perguntas diretas muitas vezes entrecortadamente. Gauld (575. 73). Turvey (1707. Exovidências. ainda não está bem esclarecido. Steinour (1612. através de telefonemas urbanos ou interurbanos. Garrett (573. 82). Morris (1Ó92. e que também deve exercer funções em gêneros diversos de mediunidade. explorando pela clarividência viajora os planetas Júpiter e Mercúrio. Baker (69. Swann (1632. Davies (370. 204). em parte em função disso. p. 428). psicológica. p. Balzac (72. ocorrendo longas pausas em suas descrições. antes que as sondas espaciais passassem por ali. a participação da consciência do projetor nas ocorrências de poltergeister. Sinclair (1564. p. sendo esta um fenômeno parapsicológico. etc. Quando em transe. p. a rigor. Contudo. Tourinho (1692. nos Estados Unidos da América. Balanovski (70. 44. Há sensitivos que afirmam que a clarividência comum aumenta quando se sentam de costas para o Pólo Norte da Terra. p. Bret (202. e para o Pólo Sul. através da exovidência. 121). 187). Coxhead (311. Fisiologia. Greenhouse (636. ao se encontrarem no Hemisfério Sul. 13). 131). p. p. Tart (1665. p. a clarividência viajora pode ser confirmada simultaneamente com o desenrolar do fenômeno. Smith (1567. em certas circunstâncias. p. caso estejam no Hemisfério Norte. 193). 93). p. p. p. p. da projeção consciente. a vidência remota é a manifestação inicial.. além de ser o registrador dos fatos e guia para o projetor. p. 157). como: a aparição do projetor projetado a encarnado.

produzir uma projeção integral da consciência através do psicossoma. através do psicossoma: 45. Na clarividência viajora. a vidência remota (remate viewing). e a viagem mental (mind travelling). como se a consciência projetada. Assim. e pode servir como técnica de visualização útil para induzir a grande projeção consciente através do psicossoma. em transe. e 33 . __________________________________ Bibliografia: Fodor (529. PARALELOS ENTRE A CLARIVIDENCIA VIAJORA E PROJECAO CONSCIENTE Diferenciais. apenas do corpo mental do projetor. dos indivíduos participantes. Reincorporação. 173). Acho que a reincorporação extrafísica do psicossoma deve ser atribuída aos recursos. p. geralmente porque. Todas as experimentações da projeção consciente podem surgir mescladas por diferentes estados de consciência. O fenômeno é impressionante. logo em seguida. de súbito. Decolagem. para se manifestar em perfeita consonância como ambiente extrafísico. Resultados. nestes casos. cap. 112).01. 131). em projeção completa procedendo à reincorporação extrafísica instantânea do psicossoma que se projeta. Nuanças. diuturna. 233) que se relacionam com a vida física. 159). humana. O autodiscernimento entre um estado e outro só pode ser alcançado com a repetição paciente e exaustiva das experiências por parte do projetor. Na projeção lúcida. A clarividência viajora (travelling clairvoyancé). Certas ocorrências da clarividência viajora parecem sugerir que a maioria desses fatos são projeções. a consciência do indivíduo.02 Fala. Eis nove fatores diferenciais que permitem distinguir a clarividência viajora da projeção completa da consciência para fora do corpo humano. o processo da decolagem consciente é impressionante e único. o que vê. o projetor pode experimentar o fenômeno da clarividência viajora e. p. por exemplo. sucessivos ou alternados. apenas com vida vegetativa. 45. A vidência remota pode ser interpretada como um devaneio ao qual foram acrescentados certos clarões de consciência ou clarividência à distância. sentindo-se sem corpo nenhum. ou mesmo através da indução hipnótica. ao mesmo tempo. são aspectos ou nuanças do mesmo fenômeno da projeção consciente. pela força da vontade. do cordão de ouro (V. a consciência do projetor pode transformar sua manifestação extrafísica. seja espontânea ou provocada pela própria vontade. cap. p. e vice-versa. Repetição. a consciência desenvolve ações extrafísicas no plano crosta-a-crosta (V. um corpo humanóide. ganhasse. falando através do mecanismo vocal do corpo humano. Na clarividência viajora. A clarividência viajora chama a atenção maior dos observadores ao produzir resultados práticos imediatos. a consciência fica ausente do corpo humano incapacitado. Steiger (1601. ainda muito obscuros para o nosso conhecimento. Humanóide. completo. completa. a consciência não experimenta a decolagem do psicossoma completo. Turvey (1707. sem ser preciso retornar até o corpo humano para esta manobra. muitas vezes parciais. Na projeção de consciência contínua. 45. Em certas ocorrências de clarividência viajora.Alternâncias. Devaneio. Rogo (1444. 122). pode ver à distância e relatar. de pouca duração. p.

eterealização. Na projeção completa. forma-pensamento objetiva. Na projeção completa. inclusive o deslocamento inquestionável pelo espaço até olocal-alvo. Na clarividência viajora a consciência não vê as formações energéticas que envolvem o corpo humano.05 Participação. 45. ao analisar Um clarividente viajor em transe. Na projeção completa a consciência experimenta sensações mais vívidas. Isso demonstra que boa parte do duplo etérico vai junto com a consciência. a desmaterialização do médium (e assistentes encarnados). materialização experimental. a consciência visualiza. 45. o psicossoma e o corpo mental. contudo não tateia as coisas que vê. concreção ectoplásmica. a consciência vê diretamente e consegue a parapercepção tátil. pela projeção. Ectoplasmia: aparecimento temporário de substâncias mais ou menos organizadas. mesmo assim. Na clarividência viajora. a consciência se projeta. muitas vezes seguidas. pois o duplo etérico não porta sozinho a consciência sediada no corpo mental. que quase sempre. vestimentas. Na clarividência viajora a consciência é simples espectadora de eventos à distância. que muitos casos de clarividência viajora nada mais são do que uma série intensiva de projeções conscientes completas. demonstrando claramente que pela clarividência a consciência chega a ver aonde irá e. o indivíduo. A clarividência viajora funciona. ainda acabam perdendo algum peso 43 . — lábios. a consciência tem plena lucidez quanto ao fato de que se manifesta através do psicossoma e não através do corpo humano.não pode atuar sobre este que permanece na condição de cérebro vazio. Na projeção completa a consciência pode analisar minuciosamente o próprio cordão de prata. a materialização de formas temporárias. cabeças. afirmam que a maior parte da aura humana do clarividente segue com o veículo de manifestação da sua consciência que se projeta. possuindo características de objetos físicos e/ou formas humanas.03 Permanência. entoplasmia. junto com o duplo etérico. metideoplasia. até aqui. Se o duplo etérico vai é porque o psicossoma também vai junto. p. freqüentemente. 45. tem plena consciência de que permanece no corpo humano.04 Parapercepções. Na projeção completa a consciência pode se manifestar ostensivamente pelo psicossoma produzindo os fenômenos da aparição a encarnados e da bilocação física da própria personalidade. semoplasmia.ta-acrosta e superficiais. Na clarividência viajora a consciência visualiza cenários à distância. de modo intensivo. Na projeção completa a consciência reconhece-se protagonista ou participante das ocorrências extrafísicas. hiloplasmia. faces. 45. 45. p. ectoplasmia intervivos. configurações completas.genia.08 Bilocação. 41). às vezes quase num estado semelhante ao coma. integralmente. metideogenia. deixando o corpo humano para trás.leplastia. A rigor. segundo. teleplasmia. psicoplasmia. aproveitando a exteriorização de ectoplasma. a ectoplasmia constitui um complexo fenomênico que se compõe de três outros fenômenos bem característicos. surgidos nesta ordem: primeiro. Sinonímia: aparição laboratorial. 45. olhos. te. em graus diversos de solidificação. No caso. metamorfo. Rapidíssimas. ectoplastia. às vezes distritos extrafísicos propriamente ditos. porém rapidíssimas. Etérico. Certos videntes. e retorna para relatar o que vê pelo mecanismo da fala do corpo humano.09 Prévia. ectometaplasia. embora vendo à distância. ao modo de projeção prévia da consciência completa. projeção mecânica. ectoplasia. 45. ______________________ Bibliografia: Crookall (343. hiloplastia. — compostos por um agente desconhecido.07 Cordão. objetos de uso pessoal. com a ida-volta-nova-ida-volta determinadas por si mesma. a rematerialização do médium ectoplasta e assistentes.06 Translocação. fantasmogênese. 173). Conclui-se. ECTOPLASMIA PROJETIVA Definição. Fodor (529. Na clarividência viajora. 46. e terceiro. materialização intervivos. bem caracterizada. ela vai até lá. Complexo. Na clarividência viajora as percepções da consciência são sempre cros.

bastões. a desmaterialização. às vezes até com a descentralização anatômica e mesmo a desmaterialização parcial ou total do corpo humano do médium ectoplasta. — indicam que. relativos às materializações humanas: a materialização anímica e a materialização mediúnica. A materialização. a encarnados. 187) da consciência encarnada.). espirais. — várias projeções de formas-pensamentos de configuração humanóide ao mesmo tempo. vibrando. cap. o maior fenômeno mediúnico — apresenta algumas semelhanças com a projeção consciente — em tese. Neste caso acontece a materialização do psicossomado próprio bilo cador. inteligente. mecânica e luminosa. Contudo. 42). 46. teias. Dos fenômenos de desmaterializações. cap. Tal essência pode constituir a condensação de toda a forma de um corpo humano. desaparecendo então a forma ou formas que estavam temporariamente materializadas. acontece também a inclusão imperceptível. Vale esclarecer. Nestes casos. num fenômeno de materialização parcial. dos veículos de manifestação da consciência do médium ectoplasta. porém isso ainda não vem acontecendo na realidade cotidiana da existência humana ordinária. sem deixar vestígios. Física. ora como tênues vapores. cordas. o desaparecimento completo. ou melhor questionando. através de parte (ou do todo) do seu corpo humano. materializações. — que se podem produzir na Terra. nas sessões de ectoplasmias (nêste caso: triplasia. de modo geral. infere-se que a desmaterialização constitui uma das mais avançadas e completas projeções assistidas por amparadores (V. sem a cooperação direta de entidades extrafísicas. Deixo aqui estas hipóteses de trabalho: — A consciência encarnada do bilocador. o maior fenômeno anímico — porque constitui. cap. os assistentes que funcionam como médiuns secundários. e até mesmo da matéria inorgânica de roupas. projetado e tangibilizado às custas do ectoplasma proveniente de outras fontes: o médium ectoplasta. de fácil decomposição e que se apresenta com formas instáveis. A ectoplasmia — em tese. diferentes entidades podem se tangibili. Parece que qualquer materialização resulta de uma desmaterialização parcial ou total. usando cada qual um duplo ou fac-símile projetado do médium ectoplasta. em certas eventualidades. exata. chega a ser total durante o tempo em que ocorre o fenômeno da materialização ou ectoplasmia. inconsciente. raios rígidos ou semi-rígidos. do médium ectoplasta. ora como se fosse um ser vivo. ou seja. Materialização psicofísica de pessoa viva sem médium.01 Anímica.02 Mediúnica. de elementos ectoplásmicos de outros seres encarnados além do próprio corpo humano do bilocador? 35 . cap. em certas ocorrências. tangível. experimental. ou as bilocações de mais de um duplo do projetor. O ectoplasma é sempre o agente psicofísico da ectoplasmia. física e extrafísica. Laboratorial. reagregação ou rematerialização imediata. a ectoplasmia e a projeção consciente coexistem sempre. Desmaterialização. desde o Século XIX. Múltiplos.zar simultaneamente. 46. Fato raro. 53). — neste caso.logia ocorrem duas categorias de fenômenos bem definidos quanto à sua natureza. adereços e objetos que o envolvem. movendo-se sinuosamente como répteis. ou o fenômeno da bilocação física (V. Em certos casos. Materialização psicofísica de pessoa viva com médium. e a rematerialização de elementos atômicos já são conhecidas pelos profissionais da física nuclear no ambiente familiar de seus laboratórios. Assistida. e rematerializações registrados na casuística paranormal. ou a desagregação da matéria orgânica do corpo humano do (ou da) médium preso numa cabina e fortemente manietado. 102) é uma essência plástica.corporal. As ocorrências de multilocações físicas (V. fios. Isso porque. Similitudes. além de outros recursos ectoplásmicos diversos. pentaplasia etc. a ectoplasmia nada mais representa do que a projeção tangível. 313). do seu duplo etérico (inclusive o cordão de prata) e até o seu psicossoma. uma projeção de energia vital. 0 ectoplasma (V. o próprio duplo do médium serve de molde para a criação de outras formas materializadas (fantasmogênese). a fim de evitar equívocos. a manifestação física do projetor-comunicante (V. pode empregar de modo inconsciente o seu próprio ectoplasma? Será que no fenômeno da bilocação física. ou apenas de uma parte dele. Fenômenos. cap. Hipóteses. até sobrevir a recomposição. que dentro dos quadros daProjecio. o que constitui a aparição laboratorial. espichando ou encolhendo. Fato ainda mais raro.

173). minimaterialização. ou materializaçâo-clarividente. A clarividência do projetor projetado com inteira consciência. p. nítida. p. 398). Tishner (1687. Essa visão-materializada.5 (uma eclusa de energia). Os fenômenos se desenvolvem sempre dentro da esfera extrafísica de energia. 100). pouquíssimo volume de ectoplasma exteriorizado. 309). através do processo que engloba os seguintes pontos: 47. extremamente econômica pois usa apenas um encarnado. Os resultados desses dois esforços conjugados. 47. 216). materialização econômica. tarefas assistenciais extrafísicas. 59). Holzer (743. ou na dimensão 3. 77).03 Encontro. 47. a física e a ex. que exige apenas um mínimo indispensável de energia. Digest (401. tempo ou esforço excessivos nem num plano nem no outro. 171). p. p. Meia-materialização: materialização minúscula e breve produzida com a participação do projetor encarnado consciente e espectador. 93). 107). p. não interferindo nas atividades interplanos em desenvolvimento como. p.04 Esfera. Gómez (613. p. 87). com a qual mantém profunda empatia. 181). Goes (605. p. ou melhor.02 Minúscula. Toben (1688. Myers (1114. 299). transmissora de idéias. Pelo lado extrafísico. os amparadores manipulam o ectoplasma produzindo perfeita materialização minúscula. circundante ao corpo humano do encarnado. p. p. Crouzet (344. Zaniah (1899. p. 151). Pessoais. 30). Doyle (411. Martin (1002. p. Pelo lado físico. Shepard (1548. Martin (1003. a projeção parcial da consciência faculta ao projetor a possibilidade de ter uma clarividência minúscula. Granger (620. Paula (1208. 355). Vett (1738. Vieira (1762. 69). por parte das entidades envolvidas no processo.06 Conjugação. 149). para facilitar a execução do processo. Ambelain (23. p. p. p. Chaplin (273. 153). Esperance (485. Sinonfmia: intramaterialização. e que permanece contíguo ao corpo humano. materialização-clarividente. p. registradas através do tempo.08 Econômica. extraordinariamente vívida. p. por exemplo. p.__________________________________ Bibliografia: ADGMT (03. uma entidade sua conhecida. representa genuína manifestação anímico-mediúnica. 119). Gaynor (577. Day (376. Bardon (80. 82). converge e se encontra com a meia-materialização. com interdependência profunda entre os dois responsáveis principais. 47. Freixedo (554. 109). ao mesmo tempo. com um desencarnado meio-materializado. facultando colóquio consciencial definitivamente inquestionável para si próprio. p.05 Interação.01 Parcial.07 Exercício. Andrade (27. no meio do caminho. ou ectoplásmica. 160). 331). no caso. composta. ou mediúnico-anímica. 47. p. viva e breve. 47. 31). A projeção consciente permite a confluência de fenômenos diversos como. 47. 567). cada qual fornecendo um mínimo de suas possibilidades e esforço. Bose (172. Bonin (168. 544).taclarividente. 452). 47. detalhista. 294). p. p. p. _____________________ 63 . Fodor (528. p. o projetor e o desencarnado. p. Morel (1086. Granja (621. p. Montandon (1068. Leaf (904. são a materialização individual de um desencarnado e a visão. p. p. p. funcionando como meio-médium ectoplas. 173). simultâneos e no mesmo contínuo espaço-tempo. p. Conexão. RPA (1481. 25). visão-materialização. 136). Meek (1030. p. até formar ou condensar o ectoplasma. Estas observações constituem o resultado de repetidas experiências pessoais deste autor. materialização colateral.MATERIALIZAÇÃO Definição. MEIA. Delanne (382. 195). p. 325). Marinuzzi (998.trafísica crosta-a-crosta. p. 190). p. e fornecer. p. p. Ocorre a interação efetiva das duas dimensões diferentes. para um objetivo máximo comum. por exemplo. no caso. p. 47. 390). ou seja. p. a conexão da clarividência de um encarnado. 42). 366). Depascale (392. O fato permite o exercício de aperfeiçoamento da manipulação energética. ou rapport. energia exteriorizada. também individual e consciente do projetor encarnado. Riland (1403. 58). não despende energia. p.

esquilo. ESTADO DE ANIMAÇÃO SUSPENSA Definição. Lá permanece. ilus. hamster ou criceto. sobrevivendo as células em metabolismo de hibernação humana.que têm seu habitat em regiões que se tornam geladas durante alguns meses do inverno. estado de vida suspensa. sem aparentemente envelhecer ou necessitar de nutrição. — chamados inferiores. New York. etc. os vôos. por até cinco anos. morte suspensa. ou a determinação da vontade disciplinada. de infecções viróticas. neste século. sono não-fatal. Mensário. p. no Ocidente. do disparador da indução de hibernação. não-fatal. a respiração. o eletroencefalograma nulo. a fim de ser aplicado racionalmente nos seres humanos. . de neoptasias e até da doença da radiação atômica. vaju-stambha. iogues e faquires são freqüentemente treinados para controlar o sistema nervoso autônomo. bem como o silêncio elétrico com a suspensão provisória das funções orgânicas. estado semimortal. o combate ao processo de envelhecimento.. depois. o enterramento prematuro e o salvamento oportuno da vítima. e retoma a vida. (Omni. ou seja. excepcionalmente. estenobiose. biopausia. Quando as águas recuam. até que voltem as águas. — possa realizar também. 48. o que virá favorecer enormemente: a anestesia cirúrgica. O estado de animação suspensa pode. enterramento prolongado. Já foram feitos eletrocardiogramas e eletroencefalogramas de iogues postos em condições análogas às da inumação. morte aparente. ouriçocaixeiro. as funções vitais essenciais do seu corpo celular. sem qualquer ingestão de comida ou de água. Já no Oriente. e que regula as atividades do coração. Daí porque tornar-se mais do que natural que o homem. marmota. o tratamento da insônia. facultar a projeção consciente com relativa rememoração dos eventos extrafísicos. por sua vontade. os pesquisadores vêem que é possível o mesmo estado em seres humanos. Projeção. provando que a criatura humana pode alcançar. em certos casos sem ocorrer quaisquer danos à sua saúde. a cirurgia em geral. Hibernação. Revista. é ocorrência fisiológica comum aos animais referidos. temporariamente. Então ele emerge. urso. porque em certos casos a consciência do indivíduo permanece desperta. Sinonímia: ambiose. catalepsia voluntária. etc. A substância-chave para isso é a proteína do cérebro. retornando. 6. Daí nasceram as buscas científicas. O estado de animação suspensa. a temperatura corporal. hibernando. e demonstra sempre as potencialidades e a enorme resistência de que são capazes o corpo humano. chamados hibernadores tais como: andorinhão. a 37 . ou o elixir da animação suspensa. Estudando a incrível habilidade desse peixe de viver no limiar da vida. no sentido de levá-los a estágios de extrema depressão metabólica. Ancurina. ileso. que foi chamada de ancurina. O peixe-pulmão australiano pode ser a forma de vida mais antiga sobre a face da Terra. com ausência de qualquer atividade elétrica. a dilatação pupilar.Bibliografia: Vieira (1762. Disparador. parte do sistema nervoso humano que não está normalmente sob o controle da vontade. o uso de anoréxicos. que acomete variados animais. praticamente. ele se enterra na lama deixando apenas pequeno orifício para o ar. peptídeo portador de informações químicas. 70). a pressão sangüínea. Tipos O estado de animação suspensa do ser humano pode ser classificado em sete tipos básicos distintos: o enterramento voluntário. obtendo-se considerável redução ou. condição esta própria do cadáver. e mesmo hoje. morcego . o controle do peso corporal. ou isoelétrico. Animais. biostase. às suas condições fisiológicas normais. plano. suspensão animada. lêmure. p. ou a condição de hibernação prolongada até com rigidez aparentemente cadavérica. aquilo que tais animais inferiores fazem normalmente. excepcionalmente. Vol. A condição de hibernação animal é um semi-estado entre o sono natural e a morte biológica. N9 6. março. — o chamado animal superior. estado cataléptico voluntário. tanatoidia. enterramento intencional. a mente do homem. 1984. Animação suspensa: estado no qual a consciência encarnada tem suspensas. um estado de profunda redução circulatória. interplanetários dos astronautas. inumação intencional. Tais experiências evidenciaram a intensa ação fisiológica provocada pela técnica iogue. a mais extrema forma de sono. hibernação humana induzida. inumação voluntária. 44). enterramento de pessoa viva. etc. sepuitamento consentido. Silêncio. Treinamento.

e a do uso de drogas miraculosas por parte do mesmo. o iogue. com seus processos e funções vitais. fixa o olhar na base do nariz. neste caso. e catalepsia voluntária. pequeno recipiente ou caixa fechada a chave. A única área com temperatura menos fria. cruza as pernas na posição iogue de lótus. fechando a abertura da glote . isolado de todas as fontes fornecedoras de vitalidade. e enterrado num jazigo murado. como se sabe. inverte a sua língua. sob o controle direto de observadores. Segundo os iogues. assim. dominando o sistema nervoso autônomo. Técnica. em 1955. para ver quem conseguia produzir a proeza do enterramento voluntário por tempo mais dilatado. marcado com sinete e assinaturas. num pequeno caixão de madeira. que fica dentro da caixa em que o praticante é enterrado voluntariamente. cubículo de um metro de profundidade. criando um estado de hibernação. com a porta fechada. ojejuador. a reanimação dos afogados. na faringe.mento médico. é o crânio. As teorias mais engenhosas e ingênuas foram aventadas para explicar o fenômeno do enterramento voluntário.01 Enterramento. a cirurgia com hipotermia e o reaqueci. que viveu este período sujeito à supressão do oxigênio. volta o rosto para o Oriente. da ação do ar atmosférico sobre os tecidos orgânicos. o monge. o iogue senta-se sobre um leito fofo de peles lanosas e algodão cardado. em certos casos. ocorre a ressurreição do praticante inumado. com grande quantidade de terra cuidadosamente calcada.ressurreição mística. entorpece os membros. sem quaisquer traços de efeitos físicos ou psicológicos negativos perduráveis. Em seguida. . ou sadu. não 83 . sendo o corpo do iogue encerrado. segundo os registros dessas ocorrências. Proibição. em caso de um acidente que o faça sair do seu estado de transe iogue. Segurança. inclusive do ato respiratório. com os fenômenos obscuros e lastimáveis dos enterramentos prematuros. e a supressão parcial da vida humana. demonstração pública de determinação e coragem. funcional. Recobrem o túmulo. E a demonstração. jamais ocorreu. mas misteriosamente preservado da decomposição. a pequena reserva de ar. 48. os discípulos do iogue esfregam-lhe os lábios. Na terra semeiam cevada e no lugar permanece uma guarda composta de quatro sentinelas do regimento. A dinâmica do fenômeno do enterramento voluntário está justamente na autoregulação do organismo executada pelo meditador. 48. o meditador. Os observadores e autoridades locais presentes imprimem um selo sobre os nós da mortalha. Informo que. com uma cubagem de ar totalmente insuficiente para assegurar a sua sobrevivência. de bridas seccionadas. ou quebra dos selos. ou num túmulo. na Europa. Décadas atrás foram realizados “duelos de faquires” de diferentes nacionalidades. pessoas maltreinadas para realizar tão transcendente façanha. encerrado num saco. que se revesam a cada duas horas e vigiam dia e noite o local. a zumbificação com a conseqüente reanimação do vodu. Contudo. amarram as quatro pontas deste por cima da sua cabeça. selada e vedada completamente com argila. cerra as pálpebras. todas as teorias devem ser exaustivamente questionadas até que se consiga demonstrá-las. entra em transe profundo. Irã e outros lugares: num cubículo quase subterrâneo. através'da meditação profunda. — um hi. deixa-se enterrar na terra mesmo. o enterramento voluntário. Não se deve confundir o enterramento intencional.bernáculo humano. vivo. com a presença inclusive de autoridade médica. Discípulos. no caso. num nível mínimo absoluto. no ritual da revivescência. Eis a técnica iogue básica da inumação voluntária ou animação suspensa. ou samádi. bem como resguardá-lo contra o depósito de germes da decomposição. Duelos. corpo frio e aparentemente sem vida. para o fundo da garganta. com a abolição de todo movimento intencional e não intencional. funciona como recurso de segurança. e o transe mediúnico profundo. autoletargia. Mantém-se. envolvidas em cera. em razão do grande número de vítimas fatais desse gênero de faquirismo. envolvendo-o com um sudário de linho. às vezes feita após seis semanas. destinada a lhe permitir fazer apenas algumas inspirações para voltar ao estado anterior. O enterramento voluntário é o ato pelo qual o faquir. para protegê-lo contra os insetos. — tapado hermeticamente. Teorias. e que parece uma estátua de cera ou semicadáver. usada na índia. Na “exumação”. Auto-regulação. por certo tempo. Exumação. Por fim. pondo-o em perigo. as autoridades da índia proibiram as práticas do enterramento voluntário. através do estado do samádi. o corpo humano.02 Prematuro.fecham-lhe os ouvidos e as narinas com mechas de linho. Inumação. impedindo a entrada de estranhos. inclusive a da porosidade do solo que cobria o praticante enterrado. emergindo o praticante desse estado repousado e alegre.

barbital. Este mecanismo é especialmente poderoso em crianças. de solução impraticável por meios convencionais em razão de: órgãos diminutos. frio. a incidência da chamada morte aparente e do sepultamento indevido de alguém. 48. corpos revirados no caixão. cap. — não raro. levanta-se do caixão. Por ocasião do translado para os Estados Unidos da América dos corpos enterrados nos cemitérios de soldados americanos no Vietname. ou hibernação artificial. 28). ou o ressuscitamento das personalidades aparentemente mortas como os casos de Lázaro (João.05 Hipotermia. — depois de reanimadas sem lesões cerebrais irreversíveis nem outras seqüelas. e os intestinos. durante alguns dias (Jornal do Brasil. Transfusão. Semanário. instrumento sensível e específico para detectar a morte do corpo humano e evitar o enterramento de pessoas vivas. janeiro. mas doentes em estado cataléptico rígido. baixo peso corporal. Incidência. com os seus sinais vitais negativos. Somente em certas condições excepcionais torna-se possível. Vol. a pele cinza.dor mecânico) e induzido ao estado de coma barbitúrico. destinado também a esta finalidade. o reflexo apresentado por certos mamíferos que respiram com os pulmões. 11:44). como o fígado. ou o fenômeno do enterramento voluntário. as pupilas fixas e dilatadas. ou seja.intencionais. além do homem — baleias. através dos sinais dos nervos. Em narrativas literárias. A animação suspensa dos afogados em águas frias é explicada pelo reflexo de mergulho. golfinhos. etc. condição patológica. em cirurgia de coração aberto. a pessoa que está sendo carregada. Há ocorrências registradas de parada respiratória e animação suspensa em afogamento de pessoas em águas a menos de vinte graus Celsius (ou centígrados).04 Afogamento. A morte aparente constitui também fato real de animação suspensa. que foram criadas sob inspiração dos salvamentos de afogados em águas frias ou geladas (hipotermia acidental). De fato. e que sobreviveram a prolongada imersão. Paulo um novo aparelho. ou a morte aparente de pessoas vivas. 39 . enquanto o frio da água reduz as necessidades vitais dos tecidos quanto ao oxigênio. N9 292. a técnica incomum do estado de animação suspensa já foi utilizada com êxito em crianças e adultos com problemas cirúrgicos incômodos e difíceis. 9. 1984. dedos alterados. O estado de animação suspensa. não deve causar surpresa aos estudiosos da Medicina tendo em vista a existência também da cirurgia hipotérmica. etc. O enterramento intencional e o enterramento prematuro explicam a mecânica dos fenômenos da ressurreição. Newsweek. 48. volume sangüíneo elevado. 8:55). o sangue oxigenado dos membros para o coração e para o cérebro. ocorrência muito explorada pela literatura em geral desde o Século XIX. ou a diminuição do calibre das artérias. os ataúdes foram abertos sistematicamente como praxe (V. 1984. quase sempre sozinha. Diário. e da filha de Jairo (Lucas. segundo os relatos do Novo Testamento. ilus. 47). — o qual permite diminuir imediatamente a freqüência dos batimentos cardíacos. em quatro por cento dos cadáveres. e a temperatura do corpo humano a menos de 25 graus Celsius (ou centígrados). hoje. sobrevêm o desvio do sangue das extremidades e também das vísceras sem interesse vital imediato.se em S. Acontecendo isso. Reflexo. em proveito do coração e do cérebro. Isso permite ao coração assegurar uma transfusão sangüínea cerebral fraca. Em certas ocorrências desse tipo. nos vasos dos membros e em todos os órgãos que não são essenciais à sobrevivência. Emprega-se hoje o bioeletronímetro. sem batimentos cardíacos. o afogado é retirado congelado. e desvia. criocirurgia cerebral. o paciente é reaquecido. rótulas fraturadas. porém constante. Contudo. 6. 48. Anuncia. colocado sob equipamento para respiração artificial (respira. New York. unhas quebradas.. provocando uma vasoconstrição arterial periférica. Bioeletronímetro. e que foram desenterradas. sendo-lhe aplicadas altas doses de Feno. intervenção próxima ao coração. Revista. O reflexo de mergulho no homem — criança ou adulto — é desencadeado quando a água fria ou gelada se espalha subitamente sobre a testa e o nariz. Rio de Janeiro. p. ou retiradas do caixão e salvas a tempo da asfixia. p. 27. assusta a todos os presentes e volta para sua casa a pé. Detectovida. ausência de respiração.. Ano XCIII. o baço. Nestas condições. uma hora inteira sob as águas.03 Ressurreição. o coração sem batimentos. february. CIII. ou ao translado normal do corpo de um local para outro. Ficaram constatados deslocamentos e alterações tais còmo punhos roídos. etc. a maioria dos casos de cadáveres encontrados com a posição mudada no caixão se deve a acidente durante a remoção. Coma. N9 6.

23). p. Nestes casos. Greenhouse (636. durante os 30 ou 40 minutos da operação. Diário. o temível bocor — o sacerdote vodu — com a cumplicidade de parentes do indivíduo. no caso. 113). Blavatsky (154. praticado também para proteger o cérebro — são complementos indispensáveis no atendimento a certas vítimas de afogamento. 48). Science Digest. tem interrompida por completo a sua circulação sangüínea. Nos casos de cirurgia com hipotermia provocada. Reanimação. outubro. desse modo. Lancelin (881.240. composta de ingredientes extraídos de fontes diversas: plantas irritantes da pele. ilus. em razão da ocorrência do legendário fenômeno vodu do zumbismo. Neste caso ocorre a projeção da sua consciência através do psicossoma lflstreado e se instala o estado mediúnico da animação suspensa. Bayless (96. 87. e seus olhos apagados. antropólogos. 1983. então. Digest (400. 68). Motoyama (1098. p. Há fatos registrados. abaixando as taxas metabólicas. e reduzindo. havendo perdido a memória e não tendo conhecimento exato da sua situação. VoL 122. o “pó zumbi”. 91). p. p. no Haiti e em outras áreas do Caribe. p. que o estado de animação suspensa. p. Richards (1394. reiniciando-se os batimentos cardíacos (O Globo. o paciente. Revista. New York. Certos cientistas. New York. no fenômeno do enterramento intencional. psiquiatras e etnobotânicos. Lefebure (910. p. Reaquecimento. por exemplo. Astronáutica. october. semelhante à morte do corpo físico. 17. 1984.Submersão.. _________________________ Bibliografia: Andreas (36. Shadowitz (1543. O médium de transe profundo pode tornar-se extremamente frio durante o transe. e da que é aspirada para dentro dos pulmões. 48. Gonzales (615. Cavendish (266. 1983. p. 113).06 Zumbificação. Vol. ou seja. ou o fenômeno do enterramento voluntário. sendo reconhecidos por dezenas de pessoas na ocasião do reaparecimento. Eliade (477.. 48. 124). esfria o corpo humano. Vieira (1762. Lind (930. Mensário. 13. Walker (1781. 92. anestésico cento e sessenta mil vezes mais poderoso do que a cocaína. a tetrodotoxina. p. p. 206). 19). Muitas dessas infelizes criaturas ressuscitadas da zumbificação têm os seus sentidos perturbados e se tornam vítimas de alcoolismo. 249). porém. 97). e levado a trabalhar como escravo nas zonas rurais do Haiti. epilepsia. Leaf (904. está integrado à fisiologia do homem. Por aí se conclui. N9 2. Planeta (1251. p. de alguns zumbificados que conseguiram sobreviver e relatar a farsa trágica do processo do zumbismo. ou aos mecanismos de defesa natural do corpo humano. 133). 145). ou o “morto que anda”. ou retardamento mental. p. Ano LIX. Stephanie. 484). racionalmente.o “pepino zumbi” — aplicada na sua pele. 66). Krishna (867. 88). Revista. longos. contendo batata doce e a planta alucinógena Datura stramonium. Brünton (216. Espera-se que o estado de animação suspensa decorrente da hibernação induzia voluntariamente pelo faquir. p. a necessidade de oxigênio no cérebro. com relativa lucidez. “Zombis”. 196. 12). ao modo do célebre caso de Clairvius Narcisse {Time. extensos no espaço e no tempo. Não se pode interpretar esta condição como patológica. Os cuidados médicos referidos — imediata massagem cardíaca. p. 18). por exemplo. p. p. antes de tudo. cavam a terra. Muldoon (1105. p. 7). insanidade. zumbi. Rio de Janeiro. p. e sim como parafisiológica. ilus. p. o bocor e seus seguidores promovem um ritual vodu no cemitério. por exemplo. p. Jornal. o Culto aos Mortos. quase vítreos (Bernardo. p. 235). p. e peixes infláveis que contêm o veneno do sistema neurológico. 96). e parecer morto. 195). p. p. p. Menos de oito horas depois do enterramento da pessoa declarada oficialmente morta. aumento gradual da temperatura do corpo e um estado de coma induzido. february. também não se espantam com o estado da animação suspensa. resfriado entre 15 a 19 graus Celsius (ou centígrados). 118). Rhine (1387. dos astronautas. 476). O ressuscitado. Osborn (1154. exumam e reanimam o pseudo-morto com uma pasta . Bennett (116. p. funcionando assim: o frio extremo da água em volta. contendo toxinas indutoras do estado de coma. Gibier (587. durante duas horas. Reconhece-se o zumbi por sua maneira profundamente abstraída. Farsa. Semanário. no estado de animação suspensa por intoxicação induzida. p. N917. é mantido num estado de permanente intoxicação. sapo ou Bufo marinus (bufotenina). 265). mortos. favoreça também a exeqiiibilidade dos futuros vôos espaciais. p. sendo o seu sangue reaquecido logo após a mesma. Larcher (887. p. envenena a vítima com uma poção. dez ou vinte anos após o ocorrido. 62). 377). Ali. p. 04 . 98. O fenômeno conhecido como hipotermia de submersão constituía defesa orgânica mais importante contra o dano cerebral. N9 18.. 109). 55).07 Mediúnico. não raro.

quase sempre humanóide. seguida da reunificação (ou reaglomeração) 41 . Julgo. 124). Projeção. porém que no futuro surgirá algum instrumento dessa natureza para uso corrente. de Ruter. Riland (1403. 208) .49. 133). cap. 278). 301). 127). Instrumentos. p. magnetoscópio. p. A segunda camada sensível exterioriza-se a seis ou sete centímetros além da primeira. projetados e construídos para medir a intensidade da força motriz exteriorizável neste último século de experiências parapsíquicas: dinamoscópio. a sensibilidade parapsíquica começa a exteriorizar-se nos limites de uma camada energética. — parecendo apenas uma separação temporária. 62). p. Consenso. 21). repercussão da sensibilidade. — uma azul. de Puyfontani. p. magnetômetro. o esboço daquilo que se produz completamente durante o fenôméno da projeção da consciência humana através do psicossoma. 251). ________________________________ Bibliografia: Andrade (19. Paula (1208. um consenso universal sobre sua eficiência para que viesse a ser empregado de modo corriqueiro e recomendado aqui como instrumento confiável. Meek. Rochas (1428. 50. galvanômetro. à direita. Projeção. este. 235). de Goes. á esquerda. irradiação perispirítica. Shepard (1548. neste fenômeno. Reunificação.nômetro. e mesmo outros aparelhos de interação energética e comunicação consciencial interplanos. projetada de modo paranormal para fora da periferia do seu corpo humano. EXTERIORIZAÇÃO DA SENSIBILIDADE Definição. Boirac (164. 347). de Robert Hare (1781-1858). p. Diversos instrumentos ou aparelhos foram inventados. ou provocada por outra inteligência. lúcida. Segundo Eugene August Albert De Rochas D’Aiglun (1837-1914). e outra vermelha. sensibilidade parapsíquica. de George W. psicômetro. Blunsdon (157. Maxwell (1017. Frichet (557. Dubor (421. Blackmore (139. se componha pela união de duas colunas nebulosas. de certa forma. seja sob a impulsão. de Joire. Schutel (1525.e os raps projetivos (V. p. Sinonímia: energia periférica. 316). Lévrier (922. p. 215). nenhum destes. cap. espiritoscópio. No entanto. p. das sensações que alcançam a consciência encarnada. cap. p. Delanne (381. Exteriorização da sensibilidade: transporte paranormal das funções sensoriais do indivíduo para fora da periferia do seu corpo humano. cap. p. A exteriorização da motricidade constitui. 96). e tem relação estreita com: a exteriorização de energias (V. de Fortin. paralela ao corpo humano. Telecinesia.p. 64). 281). ocorrendo um deslocamento do duplo etérico e/ou do psicossoma. p. e o mais recente. o estado vibracional (V. Chaplin (273. 138). Esboço. Sinonímia: ectestesia. e situada a cerca de trinta e cinco milímetros da pele. p. Camadas. A exteriorização da sensibilidade é uma espécie de projeção. p. Durville (436. 15). A exteriorização da motricidade é uma espécie de projeção da força motora dos veículos de manifestação comandada pela consciência. de Tomelin. repercussão da motricidade.p. A projeção do duplo etérico e/ou do psicossoma. ocorre com o aparecimento da sensibilidade parapsíquica nas camadas próximas à pele. Fodor (528. 63). p. 82). logrou obter. 143). Exteriorização da motricidade: ação da força motora do indivíduo. 242). 246). p. da sua vontade. A exteriorização da motricidade produzida através do ectoplasma é uma das explicações existentes para o fenômeno da telecinesia (V. Dupouy (434. p. p. quase sempre através de recursos hipnóticos. até que a forma. Carrington (245. EXTERIORIZAÇÃO DA MOTRICIDADE Definição. 21). p. de modo inconsciente. spiricom. motor de fluido. até o momento. Wauthy (1803. de Collongues.

246). Maxwell (1017. Nas áreas específicas. Noruega. 272). 156). Entre os efeitos físicos produzidos pela consciência projetada no vardager. Falsa chegada: anúncio prévio da chegada física do projetor a uma residência. p. p. 215). vardógr (termo sueco para significar a percepção da aproximação de uma pessoa antes que seja ela vista ou ouvida). Crookall (333. p. fenômeno da chegada. Contudo. Galícia. ruído de abertura de portas. 96). p. em 1833. Fatores. 54). projetada através do psicossoma. a ausência do Sol por muitos meses do ano no ambiente humano. Roure (1479. Província Basca. p. Regiões. Erny (483. cap. No fenômeno da falsa chegada. 560). Riland (1403. Frichet (557. p. ignorando posteriormente ter estado naquele lugar. Flammarion (524. p. Inglaterra. Depascale (392. p. Universalidade. Targ (1651. a condição de solidão existencial dos indivíduos. Schutel (1525. Rochas (1429. vardager (Espanha). aviso de aproximação. o vardager já foi observado entre povos primitivos e entre os animais. Durville (436.). existe efetiva relação entre o fenômeno da exteriorização da sensibilidade e os fenômenos da transposição dos sentidos. Qual a exata relação disso com os nadis. embora mais raramente em outras áreas além das já citadas. p. Dupouy (434. Cotidiano. colocação da bagagem no lugar costumeiro. Eis seis fatores predjsponentes que parecem influir no desencadeamento do vardager e nas variedades mínimas dos fenômenos dessa natureza: a população humana local esparsa. Os fatos evidenciam que. habituais ao fenômeno. O fenômeno da exteriorização da sensibilidade evidencia que o psicossoma. 138). p. 93). 183). p. Bom exemplo é o caso ocorrido em Birmingham. ou uma projeção de formas-pensamentos. ato de despir o casaco. 24 . p. Fodor (528. em alguns casos. próxima. funciona com precisão cronométrica. Paula (1208. pontos energéticos. 78). p. e alguma qualidade hereditária das pessoas envolvidas no fenômeno. ato de pendurar o guarda-chuva no porta-guarda-chuvas. Mecanismos. detectados pelos circunstantes. Urcher (887. FALSA CHEGADA Definição. p. 64). p. 271). destacam-se principalmente os sons: audição de passos pelo chão. p. freqüentemente aguardada. Lévrier (922.da polarização do duplo etérico e/ou do psicossoma (V. p. Sinonímia: anúncio paranormal. Wauthy (1803. ou mais especificamente. Tondriau (1690. 160). 21). p. através das funções do duplo etérico e do psicossoma. 142). ao modo de um fantasma sonambulizado. p. no Norte da Espanha. o projetor projetado faz as vezes de emissário de sua própria chegada. 78). p. apresenta cargas negativas e positivas que interagem. Norte da Europa. 216). pois surge. O vardager — o fenômeno do arauto — ocorre especificamente nas seguintes regiões: Aldeias Nórdicas em geral. Blunsdon (157. O fenômeno da falsa chegada é mais universal do que se imagina. Cargas. Chaplin (273. escada ou corredor. Efeitos. da visão dermo-óptica. 75). 227). por Alexander Nikolayevich Aksakof: 1832-1903 (Aksakof. p. p. Suécia. 61). 51. p. a falsa chegadá constitui acontecimento quase cotidiano e. O seu comportamento durante a ocorrência parece mecânico. Dubor (421. Delanne (382. 301. Escócia. Geley (583. etc. Boirac (164. 63).p. Bozzano (184. 317). Dinamarca. feito pela presença antecipada da sua consciência. 338). o isolamento físico dos seres encarnados. atuando de modo inconsciente. a altitude elevada do lugar. p. etc. Shepard (1548. o ehamado corpo de energia. Morei (1086. p. p. 144). 133). em manifestações físicas percebidas por seres encarnados. 39). relatado em 1890. ou corpo de vitalidade. 47). p. 09. 111). e meridianos da Acupuntura e do Do-in (digitopressura)? Sentidos. Carrington (245. p. ________________________ Bibliografia: Blackmore (139. 76). o duplo etérico. 79). p. p. ao ponto de a dona de casa esperar por esse anúncio para colocar a comida no fogo.

175). Transferências. 51). Digest (400. 3). onírica e durante o estado da vigília física ordinária. D’arbo (365. como hipótese de trabalho. 15).p. 164). triparte. 560). ___________________________ Bibliografia: Bonin (168. visão de raios X de outrem. p. p. Formas. órgãos e fenômenos da vida vegetativa de outras pessoas ou animais. p. visão heteroscópica. p. p. embora se transfira de um veículo. 48). metassomoscopia.copia ao narcisismo. p. 83). afetados por algum distúrbio. Andieas (36. Sinonímia: fenômeno da ubiquação. 155). Tipos. trilocação física. p. Na verdade. nem derivam tão-somente de emociona lis mos da consciência. deixa de ser patológica para se tornar extraordinário recurso do diagnóstico projetivo (V. Bonin (168. Jaffé (798. ou multiparte. p. p. 200). p. estando ativa e consciente. Smith (1572. especialmente nos fenômenos da clarividência viajora provocada em favor da assistência a outras pessoas. 53. Muntanola (1108. órgãos. 20). razão pela qual uma só consciência não consegue se manifestar. p. Leaf (905.Avisos. Tondriau (1690. Battersby (92. Diagnóstico. Parece que o fenômeno da multilocação física deve-se ao atributo da multiplicidade pelo 43 . 163). p. 52. Heine (706. Evidência. Garrett (571. 183). as idéias inexplicáveis de um encontro iminente com alguém. Gauld (575. 175). 21). Fodor (528. ______________________ Bibliografia: Aksakof (09. ou seja. metagnomia heteroscópica. Sinonímia: heterognosia. pode-se admitir. locações físicas múltiplas. para outro com a instantaneidade do pensamento. p.p. Knight (851. p. vidência intervivos. ou área limitada do corpo humano de outra pessoa. cap. às vezes atua em várias locações ao mesmo tempo. em dois ou mais locais diferentes. 198). ou até o corpo físico de animais em geral. 94). p. Se há pessoas que vêem também a estrutura do corpo humano de outras. fenômeno da ubiqüidade. A heteroscopia anula a hipótese dos psicanalistas que atribuem a causa da autos. p. p. simultaneamente. Não se pode deixar de estabelecer correlação entre o fenômeno da falsa chegada e os avisos de aproximação. não têm uma só causa. 11). 95). 108). p. 90). p. p. 513). Steiger (1601. A sede consciencial permanece sempre num só lugar. que podem se dar também por percepção auditiva. A heteroscopia. na maioria dos casos. A heteroscopia pode ser parcial ou total. Em resumo: não pode ocorrer narcisismo na heteroscopia. xenoscopia. p. Heteroscopia: faculdade e ato de a consciência projetada ver o interior do corpo humano. p. Multilocação física: presença aparentemente simultânea de uma pessoa em três ou mais lugares diferentes por meios paranormais. ou local. 94). Kolosimo (858. 91). Haynes (696. p. RPA(1481. Greenhouse (636. humana ou animal. MULTI LOCAÇÃO FíSICA Definição. Blackmore (139. p. O fenômeno mais comum está em a consciência ver o órgão. p. HETEROSCOPIA PROJETIVA Definição. A consciência não se parte. 211). que o fenômeno da multiplicação das formas de manifestação da consciência não diz respeito ou se circunscreve •apenas a três locações. 157). 246). cap. os três fenômenos demonstram afinidade. Multiplicação. Holroyd (736. 263). conforme se conclui pelas observações dos fenômenos da consciência dupla (V. Black (137. 227). Wereide (1822. Vieira (1762.

Fodor (528. 242). PARAPIROGENIA PROJETIVA Definição. Owen (1177. responsável pela parapirogenia projetiva. Teoria. O projetor projetado. p. Gaynor (577. _______________________ Bibliografia: Oouzet (344. Muntafíola (1108. Sinonímia: combustão paranormal projetiva. 289). Morel (1086. 229). 268) do psicossoma que permite a própria multilocação física. por exemplo. sendo. 49). Aviso. p. Zaniah (1899.qual a consciência projeta. 44 . inconscientemente. 289). Shepard (1548. p. Chaplin (273. Delanne (382. deriva de uma laringe artificial. p. voz direta projetiva. 43). p. quase sempre. Tipos. 55. No fenômeno da parapirogenia — freqüente nos casos de poltergeister — ocorre a combustão súbita em ambientes e até objetos. cap. Paula (1208. 483). 180). com o fenômeno da trilocação física-extrafísica. o fenômeno da voz direta. 92). Não se deve confundir o fenômeno da multilocação física. a consciência do projetor não guarda recordação exata do ato praticado no plano extrafísico para o plano físico. no entanto. ajudada pelos recursos energéticos do duplo etérico. ou com o atributo da multiplicidade (V. Sinonímia: autofonia projetiva. p. O fenômeno da voz direta projetiva constitui modalidade da projeção sonora (V. Essa caixa de voz funciona adaptada a um megafone material. 389). pneumatofonia intervivos. p. 92). p. Pneumatofonia projetiva: gênero do fenômeno físico da voz direta patrocinado diretamente por uma consciência encarnada projetada. p. Segundo a teoria mais aceita. piroparaforese projetiva. p. Yogananda (1894. suas formas-pensamentos. Sonora. p-139). PNEUMATOFONIA PROJETIVA Definição. 539). 380). portanto. Bibliografia: ADGMT (03. p. 175). Poltergeister. ________________________________ Bibliografia: D’arbó (365. dois fenômenos e uma qualidade completamente diferentes uns dos outros. roupas guardadas numa arca hermeticamente fechada. 135). construída por inteligência comunicante. mistefonia projetiva. Parapirogenia projetiva: combustão no plano físico causada pelas energias conscienciais do projetor humano projetado. A parapirogenia projetiva. p. comunicação por voz independente projetiva.terialização. cap. 171). Cavendish (266. p. à semelhança da tiptologia projetiva (V. num incendiário. ou projeção dupla (V. 54. p. 62). cap. 255). p. p. constitui-se. Incendiário. que também podemos chamar de trilocação física. um piromaníaco. 73). constitui fenômeno raro e. seguindo na aparência os contornos ou o modelo do seu corpo humano. Ocorre nesse caso o fenômeno da meia-ma. inconsciente. Greenhouse (636. através de médiuns de efeitos físicos. 48). sem ser. etc. quase sempre inconscientemente. Sculthorp (1531.p. cap. parapirogenia intervivos. Martin (1003.

combustões paranormais espontâneas (parapirogenia). edifício. diabrete): fenômenos inteligentes. Paula (1208. Além dos fatos costumeiros de poltergeister com as causas referidas. de longe. O epicentro não pode ser considerado regra absoluta do fenômeno do poltergeist que. Planetários. p. 56. 718). batidas de portas. 196). seja telecinesia extrafísica. D’arbó (365. ____________________ Bibliografia: Aksakof (09. Assinale-se aqui que a energia consciencial e as ocorrências em bases universais dos poltergeister sugeriram a teoria dos poltergeister planetários ou cósmicos para explicar grande parte dos acontecimentos e aparições típicos da Ufologia. 56. e forma malévola. Holzer (743. 190). pode ser produzido pela consciência encarnada projetada. acompanhando o epicentro — da assombração — manifestações ligadas a. p. quebra-quebra parapsíquico. no caso. psicocinesia re: corrente espontânea . Quando acontece a repetição do assombramento produzido pelo projetor encarnado. Kardec (825. às vezes. esta de conotações destrutivas. p. 104).nia. movimentos anormais de móveis pesados (apport). 118). fenômeno de assombramento. 67). RSPK (Recurring spontaneous psychokinesis) . Grant-Veillard (623. isto se deve a projeções recorrentes. p. bilocação física. Chaplin (273. Andrade (27. fonte de energia responsável pelo trabalho mecânico desenvolvido na movimentação dos objetos (psicocinesia). p. 94). p. p. ruídos. com ou sem consciência quanto às próprias ações extrafísicas. prisão. rapaz. 88). bem como se suspeita de que seja induzido. hospital. riscos. seja casa. Pratt (1285. quebras de copos e objetos frágeis. p. tóribo. na puberdade ou adolescência. rabbut. Day (376. 196). Certos pesquisadores separam o poltergeist — manifestações que mudam de lugar. p. 118). p. Carton (252. igreja. 264). RPA (1481. fantasmas fotografáveis. 241). conforme suas modalidades. 102). — neste caso atuando a vontade subconsciente do indivíduo (homem ou mulher). desenhos e escritos em paredes e assoalhos. POLTERGEIST PROJETIVO Definição. 141). 291). fantasma. p. por meio de práticas mágicas empíricas.56. 122). 166). p. p. Há três tipos de ocorrências distintas nos fenômenos chamados comumente de poltergeister: os poltergeister propriamente ditos. Lee (908. 402). de epicentro. ocorre a queda da temperatura ambiental e surgem. Morei (1086. Digest (401. p. Cavendish (266. Steiger (1601. 154). p. — conscientes ou inconscientes. Gaynor (577. p. Boswell (174. p. Há três maneiras pelas quais os poltergeister se apresentam: forma benévola. tais como ocorre no Brasil com a quimbanda. 143). Martin (1003. odores diversos. 216). p. Amadou (21. há de se acrescentar os casos esporádicos de assombramentos. p. Delanne (385.01 Poltergeister. quase sempre criança. 123). Epicentro. Currie (354. produzidas por encarnado projetado. p. especialmente manifestações que demonstram uma presença inteligente. p. p. Shepard (1548. por entidades desencarnadas. ou moça. p. p. Salomon (1497.02 Assombramentos. p. aparições de fantasmas. Holms (735. marcas. raps. 119). sítio. p. p. e os poltergeister projetivos. p. Bozzano (194. Rogo (1453. Bayless (95. etc. alterações ou perturbações físicas diversas. As ocorrências de poltergeister são em geral atribuídas a entidades desencarnadas. p. quedas de pratos e talheres. p. p. 325). p. 540). televasia. p. Foin (532. — e que independem da existência de um epicentro. Práticas. cemitério. infestação. metapsicorragia metacinética. 45 . 224). etc. p. fazenda. poltergeísmo projetivo. 58). 133). p. e outras ocorrências de assombramentos. Poltergeist (Alemão: poltern. p. 231). normalmente inexplicáveis. 102). 175). p. metapatologe. Grattan-Guinness (626. Tipos. Geist. Sinonímia: assombração de vivo. 56. 110).03 Projetivos. p. 162). 238). poltergeist intervivos. os fenômenos de assombramento. Bonin (168. 69). determinado local. e com ou sem a interferência de entidades desencarnadas. toribismo. como transportes espetaculares de objetos. Greenhouse (636. 374). ações às vezes violentas. Fodor (528. Chauvin (275. nas proximidades de uma pessoa focal dos fenômenos. 101). quartel. 51). Frazer (549. correntes de ar. p. chamado. ruído. estalidos. Neste caso. forma travessa. vôos de pedras (litotelergia). p. Randall (1369. Carrington (251. Recorrência. ou de lugares assombrados. castelo. Spence (1588. palácio. Eysenck (493. 106).

Evidências. Zaniah (1899. à vista do perceptivo. Sudre (1630. seja laço de parentesco. na desatração do seu corpo físico. A projeção consciente do adeus somente acontece porque a consciência está acabando de experimentar a primeira morte. Wedeck (1807. pode ocorrer de modo consciente e inconsciente. de projetores-suicidas. a desativação do duplo etérico.97). p. Motivação. por incrível que pareça. além de ser uma despedida final. p. mas ainda não passou pela segunda morte.). cachimbo. aparição inter. Tinoco (1685. Tondriau (1690. a projeção extrema do psicossoma. Grande número de ocorrências desenvolve-se quando o cordão de prata está se rompendo. Abordada por outro enfoque. não só apresenta a figura perfeita. chega a dar sinais manuais de despedida ou evidentes demonstrações de afeto. humano. depara à sua frente com a imagem ou figura do visitante. irrefutável prova individual da sobrevivência da consciência após a morte do corpo humano. a distanciam das realidades humanas e das possibilidades de intervenção direta no plano físico. 34). Walker (1781. logo em seguida à aparição crítica. racionalmente. ouvida. aparição crítica.3. e o desconhecimento do trespasse da pessoa amiga por parte do visitado afastam. a hipótese da alucinação visual e fornecem significativas evidências da autenticidade das projeções conscienciais dessa natureza. a desativação do corpo humano. ou a criatura projetorvisitante. PROJEÇÃO DO ADEUS Definição. naquela data e no exato momento do transcurso do fenômeno. a criatura percipiente-visitada. A projeção final. ou amizade profunda. 57. o ato final de 64 . p. o que evidencia a existência. Padrão. Na projeção do adeus. que ele ama. projeção da primeira morte. o agente. em muitas ocorrências a projeção do adeus é uma projeção final enriquecida com o charme da despedida de alguém a quem se ama. que produzem a projeção final por suicídio. recebe a notícia de que a individualidade do visitante acabara justamente de partir da vida humana. a concordância da hora. súbita e inesperadamente. projeção sem interiorização. produzido com ou sem a ajuda de amparadores. projeção sem retorno. p. mas também o vestuário e até os objetos de uso pessoal (gorro. pois. Sinonímia: anticrepúsculo consciencial. Despedida. claramente identificada pelo percipiente-visitado. Wolman (1863. 362). homem ou mulher. Watson (1800. para o percipiente do fenômeno. p. Still (1622. relógio. p. sendo que esta pode ser adulto. O percipiente. Surpresa. Não raro. ou o grau diferente de suas energias. a alguém. A aparição. na maioria das vezes. a aparição se desvanece. criança ou animal inferior. aliança. Há casos registrados de projeções do adeus produzidas por suicidas. Sobrevivência. no momento crítico da transição da morte biológica. 196). Desvanecimento. aparição do adeus.4. esta prova de sobrevivência parece representar a finalidade maior do fenômeno. silenciosamente. 267). ocorrendo. seja parente. ou um caso de morte biológica romântica. Sensações. projeção crítica. às vezes sorri.cia-padrão: 57. Wilson (1855. O percipiente. denso. Sem dúvida o cordão de prata é o fator-chave no fenômeno da projeção do adeus. amigo ou conhecido.02. 57. Projeção consciencial do adeus: visita extrafísica de despedida da consciência do moribundo. etc. ou no seu primeiro minuto póstumo. p.vivos do adeus. p. 57. 285). pode ser vista. Dentro de tempo curtíssimo. ou apenas ter a sua presença extrafísica sentida por outrem. união romântica. prepara-se para se recolher ou para sair quando. Nesta segunda condição torna-se muito difícil à consciência manifestar-se aos humanos porque a sua densidade mais rarefeita. 359). Final. 165). Cordão. Morte. ou imediatamente após a sua ruptura e a conseqüente libertação do psicossoma. em local distante. 138). 382). De modo que a projeção do adeus constitui. A ocorrência habitual da projeção do adeus em geral obedece a esta seqüên. p. A motivação principal que promove a projeção consciente do adeus reside na afetividade. 57. A projeção do adeus constitui. 17). especialmente o cão. óculos. ou seja. p. em certos casos. Confirmação. praticamente sem o cordão de prata. A simultaneidade da aparição e da morte biológica. ocorrência comum e universal. ou criatura encarnada agonizante.01. homem ou mulher.

Crookall (343. Aspectos. o que é feito providencialmente por outra pessoa. em outro local da casa. Ebon (453. Os fatos evidenciam dois aspectos importantes quanto às projeções do adeus: 57. p. e a própria imprensa tornaram menores as distâncias entre os encarnados. Fardwell (494. porque os percipientes não conseguem acusar a presença dos agentes desencarnantes. 49). 58. além de ser a projeção consciencial final. 34). 163).phonos.despedida da consciência encarnada. 57. a projetada incorporada e outra encarnada normal. 237). alma. Buttlar (229. Indiretas. ricochetes ou indiretas. Ocorre também a projeção do adeus com animais desencarnados. p. pode se desenvolver como projeção consciencial sonora (V. p. p. Greenhouse (636. o agente que está em processo de desencarnação. p. Ocorrem ainda as projeções do adeus por tabela. Na psicofonia projetiva extrafísica ocorre o fenômeno através de um projetor- 47 . p. Animais. por exemplo. 163). o irmão ao desencarnar visita a irmã que não detecta a sua presença. Machado (969. Rutledge (1483. p'. cap. As projeções do adeus com percipientes indiretos sugerem que ocorrem muito maior número desses fenômenos do que aqueles que são realmente registrados. ou interurbanos. 40). 54). que às vezes nem chegou a conhecer. que se levanta e vai encontrar o corpo físico do animal já esfriando ou mesmo frio. ____________ Bibliografia: Anonymous (46.02 Extrafísica. Steiger (1601. 326). 63). 269). 58. que estava ao seu lado na ocasião. Sinonímia: incorporação projetiva. cuidando do seu filhinho.01 Humana. Conjugação. A evolução e a intensificação dos meios humanos modernos de comunicação entre as pessoas tem contribuído para diminuir sensivelmente a motivação que levava as consciências desencarnantes a procurarem suas relações afetivas e se despedirem. 118).p. Gauld (575. Padilha (1180. p. Assim. p. 58. Flammarion (524. 277). pois os telefonemas internacionais. que acabam sendo percebidos e despertando o dono. distante do seu quarto de dormir. Gurney (666. 97). Freqüência. 30). Psicofonia (Grego: psykhé. Osty (1173. Diminuição. p. p. sobrinho daquele que desencarnava. mas tal registro é feito minuciosamente pela sensível babá. 191). PSICOFONIA PROJETIVA Definição. § 02. Tipos. as transmissões pelo rádio. Owen (1177. Diversos tipos de projeção consciente podem se apresentar conjugados em uma só. Tyrrell (1717. há dois tipos de psicofonia projetiva: a psicofonia projetiva humana e a psicofonia projetiva extrafísica. p. em vida. Na psicofonia projetiva humana ocorre o fenômeno através de duas consciências encarnadas. Apesar da definição. p. § 01. p. conforme a definição acima. uma vez que podem estar sempre juntos quando necessário ou desejarem. 35). p. 66). Nestes casos o cão anuncia a própria desencarnação com persistentes e agudos latidos extrafisicos. p. não consegue perceber a presença e as manifestações extrafísicas do agente que desencarna. ou recém-desencarnada. Por exemplo: uma projeção consciencial do adeus. fisicamente próxima e mais sensível mediunicamente. a criatura-alvo do projetor. Still (1622. dormindo sono profundo. som) projetiva: ato de uma consciência encarnada projetada — o comunicante — falar incorporado através do corpo humano e do mecanismo vocal de uma consciência encarnada — o médium — coincidente em seus veículos de manifestação. 61). possessão normal projetiva. nas quais o percipiente encarnado. Carrington (250. inclusive aéreas. especialmente cães de estimação. 389). as viagens rápidas. p.

como se fosse de outra pessoa diferente. PSICOFONIA PROJETIVA HUMANA Definição. um caso desses. Morei (1086. apenas o que muda é o veículo de manifestação. mas o psicossoma e todos os seus apêndices energéticos em funcionamento: o duplo etérico. durante a ocorrência. à qual ela regrediu mnemónica e temporariamente (personalidade intrusa). um homem idoso alquebrado. Os fatos transcorriam de tal maneira que excluíam definitivamente a possibilidade de ocorrer interferências da telepatia ou a interferência direta de outros fenômenos anímicos. p. o processo da fala. Movimento. p. gerado consciente ou inconscientemente. O personismo constitui a manifestação da mesma consciência encarnada do animista. Psicofonia projetiva humana: aquela na qual o encarnado-projetor-projetado manifestase como comunicante falando através do mecanismo vocálico do corpo humano de um médium encarnado. Os círculos mais conhecidos foram. 119). os chacras. Na incorporação projetiva extrafísica acontece a mesma situação. Sensações. p. ocorrido em 1882. em geral a imediatamente anterior à atual. O médium humano. Na incorporação humana comum. de fato. p. em viagem. 177). Gooch (617. de toda possibilidade de interferência e confusão com ocorrências do personismo voluntário ou involuntário. Turvey (1707. psicofonia intervivos. numa outra encarnação suá. p. Vieira (1762. com as mesmas sensações mais apuradas. 369). alta ou baixa. 84 . Personismo. se a pessoa é gorda ou magra. sente as sensações. situando-se e caracterizando o todo da sua personalidade. etc. ou seja numa base física móvel. inclusive a maneira de andar. Psicossoma. Sinonímia: incorporação projetiva humana. as sensações para o médium são muito bem definidas. 6). no mesmo instante da comunicação. Paula (1208. Personalidade. médium. No Século XIX foram organizados círculos de estudos anímico-mediúnicos em duas cidades distantes onde as pessoas reuniam-se simultaneamente e se comunicavam entre si. Círculos. Surge o senso claro e incontrovertível de estar outra pessoa.encarnado-projetado. cap. uma jovem plena de vida e saúde. o sentimento de melancolia e desesperança do suicida. ao ser incorporado. por exemplo. dentro de si mesmo. do próprio corpo. e até a memória são de outra inteligência que o possui temporariamente. através dos médiuns dos círculos. 59. os de Boston e de New York. Alexander Nikolayevich Aksakof (1832-1903). p. minuciosamente. 80). relatou. a perna quebrada do acidentado que desencarnou. homem ou mulher. Zaniah (1899. É evidente que a referência feita aqui à psicofonia projetiva humana parte da premissa indispensável da exclusão antecipada do fenômeno em estudo. agora não mais o corpo humano. ou personalidade. _____________________ Bibliografia: Currie (354. 107). na ocasião. A consciência encarnada projetada pode manifestar-se pela psicofonia estando o seu corpo humano sendo carregado por veículo. o cordão de prata. uma senhora de fala fina e articulações reumáticas. p. Em 1890. ou seja. como se alguém vestisse o seu próprio corpo humano do mesmo modo que veste uma roupa usualmente. nos Estados Unidos da América. através do mecanismo vocal do seu próprio corpo humano. e podem até mesmo compor quadros paraclínicos indiscutíveis de auto-obsessões multi-reencarnatórias. 148). pelo fenômeno da psicofonia projetiva humana. comunicante. Muitas ocorrências do personismo estão adstritas à parapsicopatologia do corpo mental (V. 82). adulto ou criança. e um desencarnado.

PSICOFONIA PROJETIVA EXTRAFÍSICA Definição. 60. Sinonímia: automatografia projetiva. parece ocorrer baseada no mesmo princípio da descoincidência. presta-se melhor à psicofonia extrafísica nos ambientes próximos à crosta terrestre do que mesmo os seres desencarnados ali domiciliados. a consciência humana projetada se apropria diretamente do mecanismo de escrita. dos veículos de manifestação do médium mecânico encarnado. A psicografia projetiva pode ser classificada em dois tipos: direta e indireta. um braço. ou faz essa densificação de modo-gradativo utilizando o médium encarnado projetado para esse fim. p. ou seja. ____________________________ PSICOFONIA PROJETIVA EXTRAFÍSICA Bibliografia: Vieira (1762. Direta. 61. ou seja. A psicografia projetiva patrocinada pela consciência do projetor encarnado através de médium humano ocorre geralmente pela projeção da consciência através do psicossoma. sem espírito encarnado. PSICOGRAFIA PROJETIVA Definição. involuntária. 108). pois o mesmo não dispõe naquela situação do duplo etérico. Mental. Energia. 61. a manifestação mediúnica. Assim como ocorre com o médium encarnado. 178). muito embora a conexão da onda mediúnica. 85). Na psicografia projetiva direta. Através dela. A psicofonia projetiva extrafísica permite a intermediação entre consciências situadas em planos extrafísicos muito diferentes. cap. Soltura. Sinonímia: incorporação projetiva extrafísica.1. manual. escrita automática projetiva. Utilidades. 81). psicografia intervivos. Os fatos demonstram que as manifestações mediúnicas humanas ocorrem através da soltura do duplo etérico. Psicografia projetiva: gênero de escrita paranormal na qual a consciência do comunicante encarnado projetado escreve. especialmente o corpo humano. o sistema nervoso. se efetive através dos corpos mentais de ambos. Neste último caso referido. seja com o médium encarnado projetado ou o desencarnado-médium no momento da manifestação mediúnica pelo comunicante-desencarnado de ambiente extrafísico mais evoluído. 534). motriz._________________ Bibliografia: Aksakof (09. tais descoinci. por ser portador de maior intensidade de energia consciencial humana. a entidade comunicante não precisa densificar o seu psicossoma no plano menos evoluído denso. — através do médium psicógrafo. Supõe-se que o mesmo princípio da condição de descoincidência vigora também para as diversas manifestações mediúnicas extrafísicas. Tipos.em geral mais evoluída — manifestar-se através do psicossoma dele. Mentais. p. — à distância do seu corpo humano. 89). ou onda mental. no plano extrafísico crosta-a-crosta. nem do corpo humano (V. Currie (354. a sua mão 49 . O projetor-médium humano quando projetado. cap. p. Psicofonia projetiva extrafísica: aquela na qual o encarnado-projetor-projetado apassiva-se como médium para outra entidade . Turvey (1707.dências. Descoincidência. deve ocorrer também em manifestações análogas no plano extrafísico. mediunidade escrevente projetiva. baseadas no princípio da condição de descoincidência dos veículos de manifestação do médium encarnado (V. p. mas agora com a soltura do corpo mental do espírito-médium-desencamado em relação à cabeça extrafísica (paracabeça) do seu psicossoma. psicografia entre pessoas vivas.

em todas as suas manifestações. surdas. Raps (golpes) projetivos: batidas secas ou sons percussivos de intensidade variável. 103). pode-se associar separadamente a diferentes letras do alfabeto. sons tiptológicos. ruídos tiptológicos. 454). p. incômodos. p. 270). Ocorrências de estalos. consciente ou inconscientemente. conhecida. ouvidos por seres encarnados e produzidos. empregado pelo médium quase sempre com a ajuda de um assistente nãomêdium desenvolvido. 127). golpear. p. fracas. com ou sem a interferência de inteligências extrafísicas. 252). p. e sempre mais raros.tiptologia projetiva. ou prancheta. 325). Wedeck (1807. raspadelas. Raridade. Indireta. Pearsall (1215. Morel (1086. Sinonímia: batidas secas. _______________________ Bibliografia: ADGMT(03. p. menos freqüentemente. Zaniah (1899. 154). 83).rappings do projetor. Kardec (825. 62. denominada tiptòlogia (Grego: typtô. manifestações. p. 63). Bardon(80. 73). constituem manifestações sonoras de telecinesia extrafísica (V. produzidos por uma consciência encarnada projetada. repes.p. logos. A produção dos raps de qualquer natureza exige intensa aplicação de energia consciencial. A psicografia intervivos sempre foi e prossegue sendo rara em qualquer de seus tipos. p. 275). 191). Fodor (528. p. raps intervivos. p. estes fenômenos: a intuição.02 Anímicos. 102). p. além disso. pancadas projetivas. ou seja.01 Mediúnicos. raptologia projetiva. processo menos difícil e mais prático de transmissão intermundos do pensamento pela escrita. leves. a consciência humana projetada pode empregar os recursos mais difíceis. p. crepitações anímicas. ou linguagem. Os raps projetivos em geral. ou normal no caso. cap. Fodor (528. ou gramatologia. p. Muldoon (1105. Crouzet (344. p. D’arbo (365. dos meios mecânicos primitivos de transmissão intermundos do pensamento pela escrita.03 Interiores. 766). p. Ambelain (23. sem causa visível. RAPS PROJETIVOS Definição. interiores. sons percussivos projetivos. p. 384). 149). ou material do cômodo de uma casa ou imóvel. p. gêneros de médiuns psicógrafos. 340). ou claras. Paula (1208. a telepatia e. Martin (1003. Chaplin (273. Na psicografia projetiva indireta.2.p.e. ou mesmo retumbantes. p. 317). Zaniah (1899. Telecinesia. sem nenhuma espécie de movimento. Os fenômenos das batidas e sons percussivos de origem extrafísica podem ser classificados em quatro tipos: mediúnicos. Classificação. mediante pancadas e batimentos que. 275). o lápis seguro pelos dedos do médium. É a aplicação do método de comunicação. através de convenção. e tiptológicos. Paula (1208. Estão interconectados ou ligados intimamente à psicografia. 379). a hipnose. p. 245). 321). de ectoplasma. RPA (1481. p. São as pancadas de origem extrafísica produzidas no interior da própria madeira de um móvel. 199). estudo). a rigor. Digest (399. Durville (436. 300). Myers (1114. 62. Contudo.04 Tiptológicos. 302).p. p. p. 195). o funil. 369). anímicos. p. p. p. golpes sonoros. p. p. ou mais apropriadamente. 05 . o fenômeno ocorre. 147). 62. distintas. estalidos. Spence (1588. etc. 173). 129). 62. p. pela consciência encarnada projetada. provocados por entidades desencarnadas. São ocorrências típicas da exteriorização da motricidade (V. Chaplin (273. Casos esporádicos dos sons de pancadas secas. 61. Morei (1086. a cestapião. habitualmente conhecidas. Bardon (80. 753). cap. Shepard (1548. ___________________ Bibliogtafia: ADGMT (03. Gaynor (577. através de um dispositivo como a cesta de bico. logicamente. 49). batimentos físicos. 335). Shepard (1548. p. 62. ou raps. a clarividência. Schatz(1514.

Efeitos sonoros (geração de sons. seja espontânea ou voluntária. O ser encarnado que consegue produzir a telecinesia extrafísica. ação. cap. Sinonímia: parapsicocinesia projetiva. Efeitos mecânicos (alteração do estado cinético de objetos). 62. 246). podem ser relacionados. coincidentes com a chamada projeção do adeus (V. podendo utilizar para isso até mesmo a volitação consciente. o objeto físico só se move quando acionado não apenas pela vontade. Essa energia imantada pode influir negativa ou positivamente na movimentação telecinética. 63.10. 57). PK projetiva. em condições de densidade maior. Dentre os efeitos gerados pelas energias da consciência encarnada projetada para fora do corpo humano (PK projetiva). PK extrafísica. mais as tentativas infrutíferas e raríssimos êxitos. Com o acúmulo das experiências. estes dez: 63. Em muitos casos. Efeitos de aniquilamento (desaparição de objetos. encarnada . Imantação.63. Efeitos estruturais (ação sobre as propriedades físico-químicas de objetos). raps projetivos: V.07. 63. 63.02. por mais incrível que pareça. Efeitos fotógenos (geração de luzes). Psicocinesia. § 05. psicocinesia projetiva. conduzindo-o de um lugar para outro.08. Há objetos. § 02. § 03. 389). 63. Danos. 63. a sua dona atribuir a ocorrência doméstica a uma corrente de ar. Vi um porta-retratos de vidro se espatifar no piso durante uma tentativa de telecinesia extrafísi. Estes termos são empregados aqui.05. quedas de retratos e quadros dependurados em paredes. Há casos registrados de relógios que param. § 01. 63. empregando para isso especialmente as energias do duplo etérico e os componentes do psicossoma. posteriormente. inclusive com assistência de amparador também despercebida pelo projetor. geralmente nascida da vontade.01. Aspectos. V. Efeitos.sem o emprego de qualquer recurso de manifestação física convencional. Um trauma extrafísico da consciência projetada (V. telecinese extrafísica. à distância. Efeitos eletroquímicos (ação sobre pilhas e baterias). O termo psicocinesia define o tipo de movimento. cap. § 04. causando. A execução extrafísica do movimento com qualquer objeto físico.09. mas também carregado pelas mãos extrafísicas (paramãos) da consciência projetada atrave's do psicossoma. Já o termo telecinesia define o movimento. Efeitos nucleares (ação sobre a natureza dos elementos químicos de objetos). A telecinesia extrafísica. TELECINESIA EXTRAFÍSICA Definição. Efeitos eletromagnéticos (ação sobre circuitos elétricos). 63. especialmente os de uso pessoal. Telecineta. à distância da consciência — no caso. 397) pode influir no momento exato da operação do translado do objeto de um sítio para outro. Energia. telecinesia projetiva. kinesis. provocado pela consciência. movimento) extrafísica: ação física à distância — como a translação de objetos físicos — provocada diretamente pela consciência projetada fora do corpo humano. telecinesismo extrafísico. conforme a natureza da sua estrutura e em certas condições. por mais insignificante que seja este em peso e volume. 63. Efeitos biológicos (Exemplo: passes energéticos terapêuticos. telecinesia intervivos. Consciência. a sua queda e conseqüentes danos. cap. recebe o nome de projetor telecineta. por sinal inexistente no local. cap. Telecinesia (Grego: tele. metafanismo). 51 . 314). que permanecem imantados de energia e se apresentam luminosos às percepções da consciência projetada. psicocinesia extrafísica. entre outros. requer enorme dispêndio de energia consciencial (V. como se fossem sinônimos. 63. projeção sonora: V. psicocinese extrafísica.ca e. ou ação. ou ação. 63. cap. Efeitos de combustão (redução de objetos a cinzas). cap. o projetor consciente detecta cinco aspectos importantes no fenômeno da telecinesia provocado pela consciência encarnada projetada: 63. Carregamento.03. indiscriminadamente. 63. 63.04. 63.06. pode ser desencadeada de modo inconsciente pela consciência encarnada projetada em certas circunstâncias.

30). 912). transferência super-sensória de pensamentos. Paula (1208. 49). mulheres. Greene (635. ___________________ Bibüografia: ADGMT (03. Machado (968. Blavatsky (153.p. p. cap. 248). 171). p. 414). Os testes de confrontos pelo eletroencefalógrafo. p. p. duplamente. Spence (1588. 282). p. 122). Day (376. p. Telepatia extrafísica: transmissão e recepção do pensamento pelo processo de informação direta da consciência encarnada projetada no plano extrafísico. leitura extrafísica da mente. p. 25 . especialmente sobre animais diversos. ainda que seja apenas parcialmente. p. sentimento oculto. p. telegnose. 73). gatos que lhe sejam afins. Garrett (574. 447). p. 132). p. extrapolando os limites do restringimento físico imposto pelos hemisférios cerebrais. 345). 376). ou uma consciência desencarnada. p. Wedeck (1807. Os seres oligofrênicos extrafísicos não conseguem exercer a faculdade telepática em razão de suas deficiências conscienciais (V. tele-hipnose extrafísica. 912). 183). p. p. 131). Durville (436. p. 39). p. p. p. p. Toben (1688. durante a transmissão telepática no estado da vigília física ordinária. outra consciência encarnada projetada. diálogo transmental. 376). através de uma projeção parcial ou mesmo semiconsciente. 380). Animais. Russell (1482. seja próximo ou distante de uma criatura encarnada. p. Grattan-Guinness (626. 166). 248). 125). Morei (1086. e crianças. quando bastante conscientes de sua condição extrafísica. Holzer (751. 115). Além de homens. 404). e transferência de pensamento que não se modifica pela distância ou o tempo. p. 91). Randall (1369. O ser encarnado projetado que consegue acionar o processo comunicatório mental da telepatia extrafísica recebe o nome de projetor telepata. Crookall (343. Northage (1135. Sincronicidade. Zaniah (1899. Delanne (382. Tondriau (1690. Paula (1208. 64. p. p. 256). Cavendish (266. sugerem perfeita sincronicidade dos ritmos alfa. aparentemente. Interpretações. 380). 93). p. p. 183). Gaynor (577. Cavendish (266. Projeções. 17). 127). Bozzano (186. A consciência encarnada projetada atua. p. Fodor (528. p. p. 147). 108). Crookall (343. telegrafia mental. Chaplin (273. p. Swedenborg (1635. p. telepatia intervivos. Podmore (1266. transmissão extrafísica do pensamento. Martin (1003. 184). 40). Sinonímia: criptestesia extrafísica. p. Sendo uma forma de parapercepção. p. p. Digest (401. p. p. 78). leitura mental. Day (376. Atuação. p. Chaplin (273. p. p. p. para: uma criatura encarnada no estado da vigília física ordinária. p. p. informação extrafísica direta. p. a telepatia é também interpretada como: telestesia. 60). p. p. Ambelain (23. 281). 157). Walker (1782. Greyson (643. Digest (401. p. p. Walker (1781. p._____________________ Bibliografia: Aksakof (09. 73). p. Telepata. ou ondas cerebrais. p. telementação extrafísica. 204). paratelepatia. por exemplo. Martin (1003. diapsiquia extrafísica. como agente-transmissor e como percipiente-receptor de pensamentos. Hemmert (712. ou de uma entidade desencarnada e. p. quase sempre de modo espontâneo. 190). Vieira (1762. Fodor (528. Fortune (540. Boswell (174. neste caso. 781). Gaynor (577. 170). 49). Vieira (1762. a consciência encarnada. 160). 122). criptestesia. 131). Still (1622. TELEPATIA EXTRAFÍSICA Definição. Bozzano (189. 22). p. Shepard (1548. utilizam livremente os processos telepáticos extrafísicos. Shepard (1548. telefonia espiritual. 226). sentimento à distância. Baker (69. Spence (1588. 165). As grandes ocorrências de telepatia avançada somente são desenvolvidas através da projeção da consciência para fora do corpo humano. Oligofrênicos. projetada para fora do corpo humano. 157). p. p. 320). Morel (1086. 404). pensamentos que se revertem em ações. nos Estados Unidos da América e na Rússia Soviética. através do olhar da entidade sobre a face da outra. a comunicação de pensamentos se faz. ciar is sen ciência. p. p. As consciências desencarnadas de modo geral. Blasco (151. p. 558). dos encefalogramas do emissor e do receptor. 131). telegrafia espiritual. rádio parabiológico. 232). pode induzir pensamentos em outros seres.

A lucidez no transcurso do fenômeno da parateleportação constitui exceção. O fenômeno da parateleportação é inesperado. mediunidade volante. ocorre a dissolução ou desmaterialização primeiro e. Devem ser reunidas entre as características da parateleportação humana estes vinte fatores mais comuns: 65. 65.físico. Em geral. sem a sua escolha ou decisão. p. o fenômeno da parateleportação envolve apenas uma pessoa. 65. um dos mais universais de todos os fenômenos paranormais. etc. levitação. levar) humana: fenômeno composto de desmaterialização. A reaparição da pessoa parateleportada em qualquer outro lugar é instantânea. O parateleportado pode sentir. deslocação teledinâmica. teleportação extra-humana. e rematerialização no qual o encarnado.10 Reaparição. translação paranormal. a reconstituição ou rematerialização do objeto que recebe o nome de aporto. 14 Espaço. como se as suas pernas desaparecessem. em primeiro lugar. vaca. 65. mulher. telecinesia da pessoa humana. Quase sempre ocorre somente a ida. O destino do parateleportado surge aleatoriamente. A duração entre o desaparecimento e o encontro do parateleportado vai desde breves momentos. dito “civilizado”. 65. Wedeck (1807. até horas de diferença.12 Direção. credo. fora. A criatura parateleportada desaparece da vista sem aviso ou sinal de adeus aos presentes. 65. metástase mágica. desaparece de repente e reaparece noutro local. logo depois. O parateleportado pode ser homem.02 Surpresa. Zaniah (1899.05 Som. ocorrência esta muito rara. mas pode envolver várias.. 65. a pessoa dissolve-se em nada. 06 Número.04 Nuvem. p. O estado de amnésia permanece até que a consciência retorne num local distante. aporto. A consciência desaparece com e no momento da desaparição do parateleportado. de qualquer grupo social.13 Choque. 65. seja qualquer cidadão médio. mas já aconteceu a ida e & volta. sobrevindo a inconsciência temporária. e inevitável.08 Sensações. Existem os dois pontos de praxe de uma viagem no fenômeno da parateleportação humana: a partida e a chegada. mas produz efeitos temporários de choque (psíquico). exígua fração de tempo. ato ou processo de transportar objetos. O fenômeno da parateleportação não causa nenhum mal ao corpo humano do parateleportado. 345). 96). 446). 07 Amnésia.11 Destino. surgindo. 15 Duração. logo em seguida. 65. 53 . latim: portare. 65. Sinonímia: autoparateleportação. tele. Parateleportação (Grego: para. então. noutro sítio diverso.03 Criatura. A viagem da parateleportação humana limita-se ao espaço sem apresentar relação com o tempo cronológico. Processo. não desejado pelo parateleportado.01 Inevitabilidade. em direção diversa.406). longe.09 Pontos. para mais tarde ressurgir fora do ambiente. Warcollier (1796. criança. 65. 65. p. 65. 65. médium. O desaparecimento ou reaparecimento da pessoa parateleportada podem se dar em meio a uma nuvem luminosa. transportação paranormal. ou animal: boi. da criatura parateleportada. Na parateleportação. 65. etc. índio. Características. homem ou mulher. criaturas humanas ou animais através do espaço sem qualquer meio mecânico. O fenômeno da parateleportação pode transcorrer em silêncio ou com algum ruído. ou desvanece-se completamente no ar. cada qual por sua vez. extrema leveza de todo o corpo humano. 65. translação física-extrafísica. ultrapassa as próprias recordações ou desaparece no futuro. PARATELEPORTAÇAO HUMANA Definições. homem. teleportação paranormal. Parece que nenhum parateleportado retorna ao passado. Quando acontece com os seres vivos. transporte físico-extra. cavalo.

Quantas pessoas parateleportadas não se incluem nas relações comuns de desaparecidos? Complemento. ou interiores de habitação e lojas comerciais em horários impróprios. Capital. o episódio dos homens na fornalha de Nabucodonosor (604-566 a. de rigoroso ascetismo. acontece o contrário. Vicente. 56). se transforma numa completa parateleportação. pode ser citado o caso da jovem tirolesa. abaixarem a cabeça completamente aturdidos e confusos. Em certos casos. Não raro há dificuldade para se localizar a pessoa parateleportada. 2:1). III: 20-27). obsessão (V. o fenômeno será induzido pela própria vontade. apresentava estigmas em várias áreas do corpo humano. quando permanecem fechadas ao público. Outros acham que pode ser um recurso natural de eliminação protetora instantânea. Obsessiva. e outras que revelam o aspecto da parateleportação obsessiva.18 Temperatura. um dos maiores sensitivos de efeitos físicos de todos os tempos. ou seja. assim como vários já conseguem o desempenho da autoleVitação produzida intencionalmente no estado da vigília física ordinária. supõe-se que a parateleportação na verdade complementa o fenômeno da bjlocação física (V. a libertação de Pedro da prisão hermeticamente fechada e rigorosamente vigiada (Atos.65. que suava sangue. Transporte. Como exemplo de parateleportação conseqüente a fenômenos de poltergeist. cap.). geralmente mística. Recentes. ou talvez até obsessão. de pessoas em sessões de ectoplasmias. O fenômeno da parateleportação humana presta-se a objetivos ignorados e imprescrutáveis. nas mesmas condições. A parateleportação humana encontra campo fértil de pesquisa na Bíblia: Elias elevado num carro de fogo (II Reis. o que faz o parateleportado ser julgado como sabotador. o fenômeno de Carlos Mirabelli (18891951). ou transporte projetivo (OBE transportation). Filipe transportado de Gaza a Azoto. ou saírem sorrateiramente. projeção da consciência (V. Angélica Darocca. cap. Há ocorrências complicadas de pessoas parateleportadas: para áreas militares rigorosamente interditadas aos estranhos. Dia chegará em que os sensitivos terrestres produzirão a autoparateleportaçâo. cap.20 Hipóteses. “desaparecimento e reaparecimento inesperados”. no Castelo Millesimo. quase no mesmo instante. 15). Nas descrições clássicas da parateleportação humana há menções a “pé-de-vento” para o ato de “ser carregado pelos ares”. 65.17 Localização. (Daniel. “irmãos voadores”. Exemplo. Descrições. cap. Ó processo de desaparecimento-dissolução e reemergência reconstituição do corpo humano do parateleportado exige temperaturas elevadas. o psicossoma atrai em bloco as células do corpo humano para si. A parateleportação humana já fez muitos freqüentadores de sessões mediúnicas ficarem de boca aberta. Reações.19 Objetivos. 42). O fenômeno evidencia a magnitude extraordinária da atuação do psicossoma como modelo organizador biológico dq corpo humano. O parateleportado às vezes desaparece de dentro de cômodo escuro com as portas e janelas fechadas e reaparece noutro cômodo. Em casos avançados de junção dos fenômenos de poltergeist (V. Ao invés do psicossoma retornar em bloco ao corpo humano através da retração do cordão de prata. 65. Ezequiel levado pelos ares (Ezequiel. contígua. 16 Distância. até de um país para outro. Paulo. situada a cerca de 90 quilômetros de distância. e bilocação física. a célebre sessão mediúnica do Marquês Cario Centurione Scotto. em S. em certos casos. XI: 1). às vezes amedrontados e atônitos. 40). XII: 7-11). ligada a poltergeister. Bíblia. O fenômeno pode ser também provocado pela atuação direta de entidades desencarnadas. ou seja. na Itália. Autoparateleportação. 320). 65. “jornada aérea”. No Século XX são conhecidos os casos de parateleportação humana dos xamãs. até à cidade de S. parateleportado. Entre as hipóteses aventadas para explicar a parateleportação humana há quem pense que seja um meio empregado pela Natureza para distribuir as coisas sobre a face do planeta. através do mesmo cordão de prata. Nesses casos o corpo humano do bilocador se decompõe atomicamente na base física recompondo-se em outro local. tem acontecido que a bilocação da pessoa. da Estação da Luz. situada a mais de 50 quilômetros de distância (Atos. desaparecia freqüentemente de sua 45 . C. 65. A distância no fenômeno da parateleportação varia de uma sala para outra. existe a parateleportação assistida. em local distante. VIII: 39. realizada a 29 de julho de 1928. o que faz o parateleportado ser tido por ladrão.

p. Toben (1699. e até mesmo. Isso vem afirmar o caráter e a natureza do complexo fenomênico daProjeciolo. p. Day (376. inclusive encarnados projetados. 226). 167). p. p. etc. p. ______________________ Bibliografia: Ebon (453. condição da descoincidência vigil . 66. Steiger (1601. Boswell (174. evocação extrafísica. 66. tais como paredes. mas simultaneamente ao desenvolvimento da experiência da projeção consciente. de modo espontâneo e inesperado. 66. fenômenos-surpresas. 99). de modo inesperado. A parateleportação humana comunica temporariamente ao encarnado coincidente a qualidade da autopermeabilidade extrafísica (V. Shepard (1548. Desaparecimentos. 55 . 262). 302) de entidades que se manifestam pelo psicossoma. 223). 107). fenômeno intercorrente. 114). 133). Goes (605. mas também as experimentações projetivas em laboratório. Berg (121.íergética extrafísica.sa. 299). Morris (1092. a possibilidade da volitação.stado vibracional. p.02 Secundários. fenômeno confluente. A parateleportação humana corresponde exatamente. psicometria extrafísica. Benavides (110. Steiger (1601. p. comumente observados pela consciência encarnada projetada. p. p. Testemunhas. Greenhouse (636. fenômeno colateral. determinados fenômenos parapsicológicos concomitantes. p. 158). Frazer (549. Morei (1086. 6). Os grandes fenômenos concomitantes primários às projeções conscientes icia dupla. 917). 53). Laboratório. Nos campos da Medicina e da Psicoterapia ocorrem também fenômenos periféricos. 259). p. Causas. cap. ao fenômeno do desaparecimento extrafísico repentino (V. 171). Os fenômenos concomitantes mais comuns ‘as projeções podem ser calssificados em primários e secundários. já existindo registros de vários casos dessa natureza. 97). conseqüentes. Randall (1369. fenômeno reflexo. era vista em cidades vizinhas ou distantes. epifenômeno. estado transicional. as ansiedades e as reações de defesa íntima deste mesmo indivíduo. catalepsia benigna. Complexo.. fenômeno-surpre. em certos casos. durante tais desaparições. As experiências das projeções conscientes acarretam invariavelmente. Paula (1208. p. fenômeno periférico. os componentes meteorológicos que envolvam o experimento. ___________________ Bibliografia: Andreas (36. etc. 40). portas e janelas fechadas. p. p. 485). Fodor (530.01 Primários. p. corrente de força extrafí. p. p. Fiore (517. repercussão psicofísica. O fenômeno da parateleportação humana não tem apresentado testemunhas do movimento do transporte em si. trauma extrafísico. Tipos. 143). p. 80). 157). Sinonímia: efeito periférico. Os pequenos fenômenos concomitantes secundários às projeções cons. em analogia. 92). Fenômeno concomitante: o que ocorre no contínuo espaço-tempo ou não. Bonin (168. Hitching (727. fenômeno residual.gia. 76). físicos. p. Autopermeabilidade. 7). como resultados colaterais das experiências. p. etc. 144). retrocognição. p. espontâneas e provocadas.cela para reaparecer nela mais tarde e. p. p. além do fato de situar a consciência fora do corpo humano. subproduto da projeção consciente. FENÔMENOS CONCOMITANTES A PROJEÇÃO CONSCIENTE Definição. precognição. ou o ato de passar através dos objetos densos. Morris (1093. Chaplin (273. Interessante assinalar que a incidência dos fenômenos concomitantes atinge não apenas as projeções conscientes individuais. p. Rogo (1447. Influem como fatores geradores dos fenômenos periféricos parapsicológicos em geral: as resistências psicológicas do indivíduo sob testes. cap. 81).

III — ESTADOS CONSCIÊNCIA ALTERADOS DA .

substitui a vontade. 67. percepções alternativas.hipnago. estado alterado da consciência. ou instantâneo. 67. Sinonímia: deslocamento das percepções conscienciais. Nos fenômenos do animismo em geral. estas oito observações: 67. estado xenofrênico. a consciência do médium se apassiva à vontade de outrem — desencarnado ou encarnado projetado — que toma o lugar da sua própria vontade.6. 67. afora outras. auto-hipnose. O ato pelo qual a consciência passa de um estado para outro. XENOFRENIA Definição. imaginação e vontade substituem o raciocínio. sensação da separação entre a mente e o corpo humano. Muitos estados alterados da consciência podem ser considerados como unidades isoladas de eventos mentais associados. mudanças de estados conscienciais. distúrbios no senso quanto ao tempo cronológico. meditação. No fenômeno da precognição. auto-obsessão. No ato do julgamento crítico. 67. sonho lúcido. memória ou julgamento crítico. No estado de sonho natural. Inconsciente. estado modificado da consciência. Diversos estados alterados da consciência podem ser confundidos com a projeção consciente: alucinação. a vontade predomina sobre os demais atributos conscienciais. Rapidez. transe mediúnico. farmacológjcos ou parapsicológicos. Tipos. — o tão desconhecido arquivo morto da consciência.1. Predominância. Vontade. No fenômeno da retrocognição.2. 67. fisiológicos. Paranormalidade. — substitui a vontade. Mediunidade. Em geral os diferentes estados conscienciais surgem em razão da predominância de um atributo específico da consciência sobre os demais atributos. 107 . 67. a paranormalidade (animismo ou percepção extra-sensorial) substitui a memória vígil ou do estado da vigília física ordinária. pesadelo. lúcida. mente): estado da consciência humana. Animismo. o raciocínio subjuga a imaginação. comum (estado alterado da consciência). 67. No estado hipnagógico (estado alterado da consciência). o inconsciente. a profundidade da memória mais remota. e de modo extremamente rápido. etc. Raciocínio. psicológicos. a vontade própria da consciência predomina sobre a influência da vontade das inteligências ou consciências externas. Nos estados físico e extrafísico da consciência vígil. transe hipnótico. ou estado semidesperto. Em razão disso podemos itemizar. experiência psicodélica. consciência tripla. Do ponto de vista me'dico. ou projeção semiconsciente. extremos emocionais oscilando do êxtase jubiloso aos medos profundos. ou memória integral. distorções da percepção. sonho comum. estranho. receios de perder contato com a realidade. Xenofrenia (Grego: xenos. Medicina.III . sonambulismo extrafísico. Memória. hipnopompia. Nas manifestações da mediunidade. Unidades. hiper-sugestibilidade.5. continuidade e descontinuidade da consciência. consciência dupla. com a predominância de um dos seus atributos.phrem. inefabilidade. fora do padrão normal da vigília física ordinária. catalepsia. conforme as nossas impressões quanto ao tempo cronológico.4. Imaginação. senso da verdade profunda e discernimento.gia.Estados Alterados da Consciência 67. devaneio. ocorre com facilidade.3. atenção. um estado alterado de consciência leva os pacientes a relatarem estas experiências: alterações na concentração. induzido por agentes físicos.7. sentimento de renovada esperança.8.

de cada estado consciencial. sonho lúcido ou projeção semiconsciente (V. no que concordo plenamente. e evitar a confusão possível entre aquilo que a sua consciência percepciona. p. ao sonho comum. e o que não passa de representações suas. sono e decolagem do psicossoma. constitui um dos estados alterados da consciência humana. individual. devaneio e estado transiforme. Os fenômenos da projeção. 200). p. ______________________________ Bibliografia: Brown (221. à condição do sono extracorpóreo. 45). 28). Sabom (1486. Objetivando a conscientização quanto ao critério referido. 56). Critério. etc. 79). O projetor encarnado há de procurar um critério próprio para distinguir os estímulos heteropsíquicos. estado pesadelar e despertamento extrafísico. devaneios. O mesmo se passa com a condição do sonho comum e a condição do sonho extracorpóreo. p. embora a consciência possa ser a mesma. em si. Diferenças. 1). Os fenômenos vígeis extrafísicos são: estado onírico. esta seção aborda os estados xenofrênicos fazendo extensos cotejos. Os fenômenos transicionais são: pré-decolagem. Relacionamento. Quanto mais aprofundarmos a abordagem analítica. 225). estado transiforme. p. cap. A condição da consciência no estado da vigília física ordinária assemelha-se bastante à condição da consciência plenamente projetada para fora do corpo humano. estado hipnagógico. ______________________________ 108 . menos difícil tomar-se-á a compreensão de suas complexidades. etc. Tait (1653. 78). ao sonho extracorpóreo. Os fenômenos vígeis físicos conforme os estados conscienciais são: vigília física ordinária. e listagens dos caracteres diferenciais entre eles. Divisões. A projeção consciente. p. sono. ao sonho lúcido propriamente dito.3. Davies (370. de fato. Roll (1466. não é a mesma condição do sono extracorpóreo. O estudo em separado desses estados conscienciais é sobremodo positivo. paralelos. 68. White (1829. 68. Alguns dos limites entre esses estados são fáceis de cruzar e outros bem difíceis. p. podem ser classificados em três tipos conforme as fases fenomênicas. Ludwig (956. ou de origem interna. Físicos. formas-pensamentos (V. com todo o seu complexo fenomenológico.2. 68. Steiger (1601. sonambulismo. O sonho lúcido está muito próximo da projeção consciente. Blackmore afirma que existem divisões naturais entre os diversos estados de consciência. Estados. já o sonho comum está distante. ou etapas cronológicas dos experimentos: fenômenos vígeis físicos. CLASSIFICAÇÃO DOS ESTADOS XENOFRÊNICOS Projeção. nesta ordem de ocorrência: devaneio. 23). à projeção consciencial lúcida espontânea. Os próximos capítulos abordam as relações destes estados xenofrênicos com o fenômeno da projeção consciencial lúcida. 239). Sem dúvida. fenômenos transicionais e fenômenos vígeis extrafísicos. Compreender os estados xenofrênicos é compreender a projeção lúcida da consciência. a condição do sono. pesadelos. cap. inclusive quanto à projeção consciencial forçada. etc. no estado da consciência dos veículos de manifestação. p. Conscientização. ao estado do sono natural. O estado pesadelar situa-se entre os dois tipos de sonhos. p. Garfield (569. pois as circunstâncias conscienciais são diferentes. ou provenientes dos mundos exteriores — o físico e o extrafísico em geral — dos estímulos autopsíquicos. obsessão. sonhos. 326). Alguns estados de consciência são próximos de outros e alguns são mais distantes. sonho. pesadelo. Transicionais.Compreensão. hipnagogia. mas pode ser alcançada de modo fácil partindo do estado hipnagógico e mais facilmente ainda partindo do sonho lúcido. A projeção consciente pode ser alcançada partindo do estado da vigília física ordinária com dificuldade. 68. 114). e alucinação. 254). Walker (1781. p. p. e mesmo com a projeção consciencial lúcida forçada e a projeção consciencial lúcida espontânea. 231). sejam: alucinações. Pode-se classificar os estados xenofrênicos que se relacionam de modo direto com a projeção consciente em dez estados conscienciais básicos. Greenhouse (636. p.1. p. Exemplos. Extrafísicos. A pesquisadora Susan J. Grattan-Guinness (626. a fim de fornecer elementos de distinção ao experimentador que deseja obter sua prova de realidade quanto às qualidades da experiência consciencial projetiva lúcida.

rett). e não apenas próxima. e energético dos fenômenos das projeções conscientes. Uma comparação: quando a freqüência de vibração do motor de um ônibus atinge um determinado valor. e a janela entrou em ressonância com o motor. tem uma freqüência natural de vibração. Sculthorp. Fox. por exemplo. americanos (Greene. Pode-se especificar ainda mais as comparações feitas. Resumo. é o ar. tendo aumentado sua freqüência de vibração (vibrações extrafísicas). No caso. pode. que está dentro do corpo humano. raças. portanto. passe a absorver energia do segundo com grande intensidade. Turvey). ela se destaca do ônibus. e se a intensidade (ou potência) da nota for grande e a persistência do cantor (ou fôlego) se mantiver. através de processos diversos. faz com que o primeiro entre em ressonância com o segundo. pode ocorrer que uma das janelas desse ônibus comece a vibrar junto com o motor. Gerhardi. testemunhos. Mental. tendo aumentado sua freqüência de vibração (vibrações mentais). “Yram”). Para evidenciar essa ocorrência. Freqüência. idêntica à freqüência natural da taça como um todo. a consciência. a energia de ressonância do psicossoma é maior do que a do corpo humano e menor do que a do corpo mental. que leva a energia acústica vibratória. O que acontece é que o motor do ônibus atingiu a freqüência natural de vibração daquela janela como um todo. Constatação. Crookall. o ar. ou seja. ocorrendo a projeção da consciência através do corpo mental isolado. a janela se quebra. depende tão-somente de se atingir a freqüência natural de vibração de cada um deles. Psicossoma. Vieira). O mecanismo de descoincidência dos veículos de manifestação da consciência. indígenas do Havaí (Long). Universalidade. franceses (Durville. Ônibus. Neste caso. a vibração forçada do próprio ônibus. caracterizando-se o ônibus como se fosse o corpo humano e a janela referida como se fosse um braço extrafísico. seja o psicossoma ou o corpo mental. Green. intermediário neste caso. Resumidamente pode-se afirmar que a projeção da consciência para fora do corpo humano é produzida pelo aumento de vibração dos veículos de manifestação da consciência. está no fato de sua incidência ocorrer entre culturas. Cada veículo de manifestação da consciência apresenta uma freqüência natural de vibração. etc. Brittain. Fischer. 2). Prado. ou se não estiver muito bem presa. seria o corpo mental. A estrutura mais sutil do psicossoma escapa da estrutura densa do corpo humano. Swann. chegando até a balançar quando a freqüência se aproxima. se liberta do psicossoma. em parte. é feito através do fenômeno da ressonância. Em resumo: o ato da saída de um veículo de manifestação deixando o outro. ou melhor. irlandeses (Gar. ocorrendo a projeção da consciência através do psicossoma. O psicossoma possui freqüência natural vibratória maior do que a do corpo humano e menor do que a do corpo mental. Lefebure. se liberta das vibrações do organismo denso. espanhóis (Anglada). Janela. aqui. a taça entra em ressonância com a nota. através (por algum mecanismo) da transmissão de energia de ressonância a esses corpos. Uma das evidências definitivas do aspecto natural. analíticos e críticos diferentes como. Se o fenômeno da ressonância permanecer com boa intensidade. O transmissor de energia. ou seja. brasileiros (Pereira. índios mexicanos (Castaneda). Taça. Também o corpo mental. e também . 0 motor do ônibus. O mesmo acontece com o corpo mental em relação ao psicossoma. ou freqüência sonora. a ocorrência da projeção parcial de um parabraço. o psicossoma atuando conjuntamente com as energias do duplo etérico. que se projeta sozinho. e ensaios autobiográficos. entre as consciências encarnadas: alemães (Engel. Outra comparação: o cantor de ópera quebra uma taça quando atinge certa nota. Fenômenos. no caso. desde a maior até a menor densidade extrafísica da composição daquele. épocas.Bibliografia: Blackmore (147. A universalidade referida pode ser constatada pelas pesquisas. assim como também. em favor do aumento da freqüência natural de vibração dos veículos de manifestação da consciência. p. ingleses (Brennan. dinamarqueses (Vett). Lischka). parafísico. Todo corpo como um todo. por sua vez. e se a freqüência de ressonância for idêntica. MECANISMOS DA PROJEÇÃO CONSCIENTE Vibração. localidades. Muldoon. ou seja. incluindo aqui o próprio corpo humano e o corpo mental. Tanous). e o psicossoma. ou o som. a taça se estilhaça. a influência da baixa freqüência cardíaca na projeção consciencial. Toda vez que um outro corpo atinge essa freqüência. mas fundamentalmente afins. O fato esclarece inúmeros fenômenos inclusive o mecanismo do estado vibracional. por exemplo.se recorrer a comparações grosseiras. Monroe. e provavelmente atingido a sua freqüência natural de vibração. 69. o mecanismo da translocação extrafísica. e condições ambientais díspares. Lancelin. Comparações. através do fenômeno do som. ou analogias confessadamente toscas. Considera-se. é o transmissor intermediário para levar essa energia.

afastada dos problemas íntimos e pressões diuturnas. Greene (635. para si mesmo. Xavier. Lancelin (879. 1). 175). p. 1). p. 85). Rogo (1444. Long (946. 1). devaneio dirigido. reúnem e introduzem. p. o que é mais importante. p. sonho-com-os-olhos-abertos. 123). p. Vieira (1762. Vett (1738. a autoconfiança absoluta. acabam sendo minimizados e colocados cada qual no seu devido lugar. sonho de história pessoal ou autobiográfico. os caracteres diferenciais entre: a projeção consciente e o sonho comum de vôo e de queda. não apenas o devaneio das projeções conscientes. fantasia sigilosa. Engel (480.p. Sculthorp (1531. tudo aquilo que naquele momento a tornará a pessoa mais feliz do mundo. 45). 1). até os mínimos detalhes. O projetor experiente distingue perfeitamente. onde não surgem sintomas fisiológicos especiais. as vestes mais brilhantes. Tanous (1647. Crookall (330. p. 19). 123). Vieira (1762. p. essa técnica ajuda a consciência a se preparar para se projetar conscientemente em certos casos.). p. 379). 113). Durville (436. p. 65). Ao atingir aquele nível em que a consciência predomina sobre a matéria. 16). Sinonímia: capricho da imaginação. trazendo com isso a auto-relaxação psíquica e muscular. Turvey (1707. p. mas até que está experiencian. muitas vezes no instante mesmo em que se desenvolvem. estando a sua mente agitada de tal modo por supostos problemas dos quais não consegue se libertar. o pesadelo ou sonho com a predominância de um fator angustiante. Predomínio. sonho dourado. 1). 309). Prado (1284. em especial com as projeções conscienciais em série. sonho projetivo. p. a materialização de um cenário e de uma atmosfera com todas as utopias mais almejadas na vida humana. em certas circunstâncias conscienciais. a imaginação e suas criações fantasiosas. p. p. 17). Análise. 245). tudo aquilo que venha a compor um mundo ideal para a personalidade: o local mais maravilhoso possível. Técnica. sonho diurno. a mentalização. p. Lischka (937. Steiger (1601. consiste numa concentração de pensamentos positivos. os pratos culinários preferidos. 7). 20). __________________________ Bibliografia: Lefebure (913. p. e até projeção onírica. p. de tão definidos. na sua vivência humana. 7 1). p. — sonho comum. Gerhardi (584. em condições capazes de tornar a si mesma completa e definitivamente feliz. Maes (984. 91). Yram (189. 1). O critério de análise da consciência se toma tão marcante que esses estados alterados. Distinções. sonho acordado dirigido. diminuindo a sua importância ou eliminando-os em parte. 1). energia e dinheiro. nos quais a consciência encarnada imagina. e. para si mesmo. p. Monroe (1065. 1). ou sonho dourado. sem o uso de qualquer estupefaciente e sem excessivas perdas de tempo. p.do um sonho ou pesadelo calcado em temas das suas projeções. Brennan (200. onirismo. as companhias mais desejadas. p. quietude íntima. p. Green (632. Fischer (519. p. p. 67). 110 . 1). Com o acúmulo das experiências. ou autobiografia. Devaneio: enredo fantasioso criado pela imaginação durante o estado da vigília física ordinária da consciência humana. p. enfim. e conciliar o sono natural. alcança um grau tão profundo e intenso que acaba se tornando real e fazendo esta mesma consciência realmente feliz. 33). 1). Além disso. A técnica do devaneio ascensional. Brittain (206. Preparação. MacLaine (980. p. Pereira (1230. bem-estar profundo. e o devaneio ou fantasia onírica engendrada ainda no estado da vigília física ordinária. etc. devaneio. o projetor racionaliza e define claramente. a vontade. Fox (544. p. Lefebure (909. sonho fisiológico. 97). Nessa criação ou reconstituição mental do “aparente impossível”. realização de sonho. p. divagação mental. Muldoon (1105. em minúcias. de modo natural. 111). p. projeção consciente. p. p. __________________________ Bibliografia: Anglada (39. Detalhes. 25). p. quando enfrenta crises cruciais e extremas pressões do cotidiano terra-a-terra. Xavier (1881. Garrett (574. as mais excepcionais condições do tempo meteorológico. Swann (1632. p. p. o sonho de origem orgânica. e projeção semiconsciente.entre as consciências desencarnadas (Maes. 32). Castaneda (258. o sono procurado. pesadelo. 217). 65). 0 devaneio vem sendo mesmo usado como técnica eficaz para o indivíduo sentir paz interior. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O DEVANEIO Definição. Minimização. o sonho histórico ou de enfoque de uma passagem de sua própria história pessoal. 70. as impressões pessoais prazerosas mais sonhadas. ou concentração mental. p.

Essas variações impedem a acumulação de sangue em seu corpo inerte. Vegetativo. Ascensional. Interleukin. Curioso registrar que a condição do devaneio (assim como o sonho) é tão diferente da condição da projeção consciencial que chega a constituir também um processo para a consciência se projetar para fora do corpo humano.gibilização incontrovertível de formas físicas e extrafísicas. O sono passa por diversas fases que se dividem em ciclos ordenados de atividade complexa noite a dentro. e sem companhia do que sem dormir. 70). são reguladas pelo sistema nervoso vegetativo. 71. . sem água. p. e expelindo 130 litros de anidrido carbônico durante cada noite. denominado devaneio ascensional ou devaneio dirigido. pelo relaxamento dos sentidos e dos músculos. Ao dormir. Ninguém escapa a esse imperativo. — ou vida vegetativa. Formas. Os caracteres diferenciais entre o devaneio e a projeção consciente são bem definidos e inconfundíveis no que se refere a quatro ângulos de abordagem: 71. há tan. Características. — respiração. com a ajuda da respiração rítmica. e mesmo em certos ambientes extrafísicos crosta-a-crosta. e do devaneio. 72. O sono permite que o sistema imunológico se recupere dos desafios ambientais enfrentados durante o estado da vigília física ordinária do indivíduo em atividade. podendo até ver o corpo denso à sua frente (fenômeno da autobilocação). 71. Sono natural: estado de repouso no homem e nos animais superiores que se caracteriza especialmente pela supressão normal e periódica da atividade perceptiva. durante o qual o organismo recuperase da fadiga. composto principalmente por dois nervos de funções antagônicas qué se equilibram entre si: o simpático e o parassimpático. mantêm constante a troca de oxigênio e de dióxido de carbono. 176). pela diminuição das freqüências circulatória e respiratória. o adulto faz cerca de 40 a 70 movimentos maiores. como os atos reflexos. Na parte final do processo de funcionamento da cadeia do sono ocorre a liberação da Interleukin-1. Na projeção consciente que se desenrola ainda em distritos físicos. O predomínio do simpático mantém a consciência no estado da vigília física ordinária. surgem substratos menos densos de origem física. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O SONO Definição. parte de um grupo de elementos químicos. substância que provoca o sono e estimula o sistema imunológico. A última descoberta sobre o sono informa que o Fator S. no estado da vigília física ordinária.2. etc.4. É mais fácil passarmos sem alimento. Na condição da projeção consciencial lúcida. _____________________________ Bibliografia: Lefebure (909. As manifestações do devaneio se aproximam em parte das manifestações da clarividência viajora. As funções orgânicas chamadas de relação. meia-vida. regular a temperatura e estimular o sistema imunológico do organismo. A própria consciência distingue a grande projeção consciencial lúcida. 123). Natureza. sono ordinário. da motricidade voluntária. utilizando 160 litros de oxigênio. p. tangíveis ou palpáveis. Vieira (1762. sono normal. Clarividência.3. PARALELOS ENTRE DEVANEIO E PROJEÇÃO CONSCIENTE Diferenciais. e ainda pela atividade onírica. No devaneio. Sinonímia: estado de quem dorme. seja dos estados conscienciais do sonho. O sono é o mais poderoso organizador da fisiologia do corpo físico e da vida humana do indivíduo. a consciência sabe que está dentro ou coincidente com o corpo humano. como cenários da sucessão de imagens mentais. porém esta apresenta enredos mais nítidos nas vivências e extrapolam a simples elaboração mental inconseqüente da consciência humana. Existem dormidores normais e maldormidores. no estado da vigília física ordinária. transpiração.1.. Tal técnica se baseia no ato de a consciência. Na condição do devaneio. entre viradas e sacudidelas. ou autônomo. em todos os sentidos. que se realizam sem o concurso da vontade. se imaginar saindo do corpo humano e se elevando através do espaço. a consciência sabe e sente que está fora do corpo humano ou descoincidente. Variações. cap. O devaneio é uma condição consciencial bem mais onírica do que projetiva. após a preparação através do devaneio (V. pode provocar o sono. O predomínio do vago permite o estado do sono natural. ritmo cardíaco. sono espontâneo. 71. funcionando de modo involuntário ou automático.71. projeção cotidiana. do pesadelo. mobilidade gastrintestinal. e da vida de relação. e conservam o tônus muscular. ou formas-pensamentos muito mais densas. Coincidência. ou vago.

involuntários. com interrupções. durante o sono. etc. Cotidiana. e caretas causadas pelos músculos faciais.ment). Estes são medidos por meio de eletrodos presos à pele acima e abaixo. Na fase de sono MOR há igualmente a paralisia muscular. nem constitui também o irmão menor do estado de coma. O sono delta.2. rápidos. ao que o sonhador está olhando ou seguindo com seus olhos. o que faz com que esta fase do sono seja chamada paradoxal. Quando se produz a projeção integral da consciência pelo psicossoma ou pelo corpo mental. dispositivo de registro que transcreve as ondas cerebrais. realizando. Rápido. dos globos oculares sob as pálpebras cerradas (MOR). sincrônicos. Este tipo recebe o nome de sono MOR (Movimento Ocular Rápido. que ocorre periodicamente quatro a cinco vezes a cada noite. nos homens. parece estar ligado à recuperação física do indivíduo. Nos laboratórios de sono. Tipos. o sono. O sono é o habitat natural do sonho. Registros. A quantidade e a direção dos movimentos oculares correspondem. 72. ou sossegado. Na fase de sono em que se instalam os movimentos rápidos. Tais ocorrências não estão relacionadas com o conteúdo dos sonhos. os grandes movimentos do seu corpo e os movimentos binoculares. Espasmos. com voluntários untados com ungüentos de contato. Existem dois tipos básicos de sono que se alternam: o sono lento e o sono rápido. Habitat. inofensiva. O sonho freqüentemente começa logo depois de ter cessado uma série de movimentos corporais. a respiração se torna mais vagarosa. e diminutos eletrodos ligados ao rosto e ao couro cabeludo. O sono lento. ocorrem o aumento da atividade cerebral. O eletroencefalógrafo registra as fases de repouso com ondas cerebrais características. ou a ocorrência mais comum. entre seis e oito minutos. mas tal suposição é relativa. e a temperatura do corpo humano atinge o seu ponto mais baixo. ocorre. imóvel apenas na aparência. o pesadelo. Os eletrodos enviam mensagens a um poli-hipnógrafo. compõe. suas taxas de pulso e respiração. período de repouso corporal. é de menos de quinze minutos. detectando a diferença de potencial através do globo ocular. Recuperações. da possibilidade de reagir fisicamente ao que está sonhando. sincrônicos.Latência. porém não é o mesmo habitat para a projeção consciencial lúcida. pois se vêem pequenos espasmos ou crispações nos músculos das pernas. cerca de cinqüenta minutos. entre a córnea e a retina. Como se observa. desenvolve-se toda uma atividade neurofisiológica do organismo humano durante o sono. Lento. o sono. Manipulação. Durante o sono ocorre uma infinidade de manifestações. pois são resultantes do fluxo de sangue do organismo em direção à área genital. sempre se acreditou que Hipnos. como que para proteger o dormidor. uma projeção cotidiana. ficando a média. que é a fase mais profunda do sono. fosse o irmão menor de Thanatos. e uma intensa atividade do cérebro constatada pelas fortes variações da atividade metabólica. assim. o sono. Paradoxal. Pelo menos alguns tipos de projeção envolvem um estado consciente caracterizado pela manipulação consciente do sono MOR. e com sonhos vividos. ou de cada lado de um olho. em condições normais. Os canais do poli-hipnógrafo registram as ondas cerebrais do adormecido. Durante o sono lento cai o ritmo do coração. se instala a imobilidade completa e nem estes 112 . Neurofisiologia. supressão de atividade muscular. independentes da idade física ou da satisfação sexual do dormidor ou dormidora. Atividade. e nas mulheres sobrevêm o despertar cíclico do clitóris ou a lubrificação periódica da vagina. deixando o corpo humano de cérebro vazio. 72. O sono não é um fenômeno passivo.se de quatro estágios cada vez mais profundos: ligeiro. a hipnagogia. os movimentos dos olhos. O sono rápido ou ativo se caracteriza pelo traçado elétrico do cérebro distinto do lento. Ocasionalmente. os cientistas estudam este estado alterado de consciência. sob as pálpebras cerradas. Conquanto o cérebro esteja muito ativo. A evidência desse fato torna-se marcante na experiência da projeção de consciência contínua. Poli-hipnógrafo. Cada movimento ocular individual leva uma fração de segundo. onde não ocorre a intercalação de outro estado alterado da consciência. da secreção hormonal e o surgimento de diferentes padrões de ondas cerebrais e dos sonhos. REM. O sono só se assemelha à morte biológica porque separa os veículos de manifestação da consciência e carrega esta para o plano extrafísico. profundo e muito profundo. mas um período de movimentos freqüentemente dura. ou o sonhador. seja o devaneio. ou seja. natural. e é classificado de sono não-MOR ou MONR (Movimento Ocular Não-Rápido). os músculos do torso e dos membros ficam essencialmente paralisados. a morte. confirmado. involuntários. a ereção peniana. movimentos sincrônicos rápidos dos globos oculares. ou o tempo entre o apagar da luz e o ato de adormecer. os batimentos cardíacos. da freqüência cardíaca. Desde os tempos dos gregos antigos. A latência do sono. da freqüência respiratória. apresentando total atonia muscular. repelões nos artelhos e nos dedos. enquanto que o sono MOR diz respeito à recuperação psicológica. MOR.1. fisiológica. em certos casos. em geral inconsciente. a hipnopompia. e a atividade muscular da pessoa adormecida para ritmos ondulados riscados em folhas contínuas de papel. Repouso. Rapid Eyes Move. inativo.

125). às vezes até semiconscientes. correspondem. 141). o ser encarnado na condição da coincidência dos seus veículos de manifestação. à distância. Denis (389. transe semidesperto. em razão de várias causas. através do psicossoma.coincidência dos seus veículos de manifestação. cap. Walker (1781. a consciência do dormidor pode entrar no estado projetivo. Os movimentos físicos involuntários.nobiológico ou circadiano do corpo humano governa o ciclo sono-vigilia. em certos casos. O sono desfaz a intoxicação celular do corpo humano. O sono do projetor durante o desprendimento consciencial. hormonais e musculares. ou seja. Duração. Martin (1002. p. 73). ao mesmo tempo. caminhar): estado xenofrênico de sono. Salley (1496. 149. Kardec (824. Sonambulismo (Latim: somrns. ambulare. não em todos. que ocorre de modo espontâneo. sejam comuns. ou de transe semidesperto. semiconsciente ou consciente. sono. não conserva nenhuma recordação do transe natural da crise sonambúlica acontecendo. ou hipomnésia. sono provocado por auto-sugestão. quando o cordão de prata está distendido além das proximidades do corpo humano. Bunker (222. e podem ser considerados ocorrências de mini-autotelecinesias amenas (V. Consecutivas. Cronopsicofisiologia. portanto. de modo geral constituem reflexos dos movimentos idênticos de ondulações e oscilações do psicossoma semi-exteriorizado ou totalmente exteriorizado. pode iniciar uma projeção consciencial inconsciente. e o projetor encarnado. mantendo-se na circunferência mínima de distensão. 73. desencadeando mudanças físicas.p. substituir o ritmo alfa do EEG. Funções. notadamente estas nove: sono natural. químicas. sono hipnótico provocado por hipnólogo. p. O ser humano encarnado pode dormir. O ser desencarnado. sono provocado por acidente.pequenos espasmos acontecem com tanta freqüência. caminhar adormecido. p. objetivando principalmente a aplicação da higiene do sono e da cronoterapia no tratamento da insônia. 334). podem dormir. 27). p. sleepwalking. 69). renova a vitalidade da energia do duplo etérico e do psicossoma. o sonâmbulo pode caminhar com as pálpebras cerradas e se orientar perfeitamente. de um lado para outro. Em certas oportunidades. p. 22). através da polissonografia. ou altamente intelectuais (solucionar problemas). p. erráticas (caminhar dormindo). Vieira (1762. 213-). na maioria dos casos é assistido por seres desencarnados. mantém as pálpebras descerradas e o rosto inexpressivo.p. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O SONAMBULISMO Definição. p.getativa.te em meninos — durante o estado do sono natural. . Amnésia. por exemplo. sono hipnótico provocado por ser desencarnado sadio (preâmbulo da projeção assistida). Causas. ou seja. A partir de qualquer um destes tipos de sono. 47). Muldoon (1105. p. Projetor. sono hibernai condicionado por abaixamento térmico. porém na condição de instabilidade. sono provocado por droga leve ou pesada. Incidência. uma amnésia. sono provocado por anestésico. pesquisam o modo automático com que o ritmo cronométrico. como regra geral. 323. Sinonímia: atividade ambulatória.o registro contínuo e simultâneo (polissonograma) de diversas variáveis fisiológicas. _________________________ Bibliografia: Andreas (36. Autotelecinesia. próximo ao corpo humano. A consciência do sonâmbulo. tipo delta. 93). Grandes mudanças da posição do corpo humano do dormidor. descoincidente. p. 4 7). Shay (1546.logia dd sono. principalmente atividade cerebral. em que as faculdades subconscientes tomam o lugar da consciência normal e dirigem o corpo humano no desempenho de ações físicas. mantém a criatura longe de danos. Steiner (1610. Prieur (1289. 28). A duração do estado sonambúlico espontâneo varia entre trinta segundos a trinta minutos quando o sonâmbulo. O sonambulismo espontâneo é freqüente em crianças já crescidas — notadamen. inclusive os amparadores. Steiger (1601. no primeiro terço da noite. 82). p. A qualidade do sono é mais importante do que a sua quantidade. Contudo.p. cro. Os modernos laboratórios de cronobiologia ou de cronopsicofisio. profundo. a reflexos de pequenas exteriorizações-interiorizações consecutivas da consciência. p. ao despertar. ou induzido artificialmente. por um ritmo mais lento. libera as percepções da consciência através da des. Crookall (320. noctambulismo. movimentos oculares e atividade muscular durante o sono —. p. sono hipnótico provocado por ser desencarnado enfermo (obsessão). . de modo espontâneo. durante o sono. durante a condição de adormecimento ou sono. porque os reflexos orgânicos quase se anulam completamente no organismo que permanece inanimado e apenas com vida ve. acontece que o corpo físico dorme sem a consciência e a consciência projetada dorme perto ou longe do corpo físico. inconscientes e quase imperceptíveis do dormidor. Powell (1278. à semelhança de um autômato. p. 157). 1). 201).

PROJEÇÃO CONSCIENTE E O SONHO Definição. Shepard (1548. Kardec (824. Identificação.1. Larcher (887. 120). que constitui uma projeção consciencial inconsciente. 223). após o ocorrido. p. Blasco (151.Zaniah (1899. que não apresenta memória em certas ocorrências de hipnose.Walker (1784. especialmente: exaustão física anterior ao experimento. neste caso. p. de origem caracteristicamente projetiva. circunstâncias existenciais. Carton (252.3. p. executar tarefas simples. que sobrevêm durante o estado da vigília física ordinária e se manifesta por atos mais ou menos coordenados. evidencia uma projeção consciencial prolongada (V. andar. O sonambulismo. etc. porém sem rememoração física completa.. p. quase sempre de modo geral impraticável nas projeções conscienciais de mais de uma hora de duração. 373). 269). etc. e outros fatores. Prolongada. p. 73. 268). Vigilambulismo. mas geradores de fatos extremamente reais e. 91). 0 eletrohipnograma é o eletroencefalograma característico do sono. sem. Projetivo. p. 171). 165). 231).4. 114 . 73. ______________________ Bibliografia: ADGMT (03. O vigilambulismo propriamente dito. artificial e extático. Isso pode evidentemente intrigá-lo e até perturbá-lo nas primeiras ocorrências. Obviamente alguns fatores devem predispor as ocorrências de sonambulismo do projetor consciente veterano.2. sintomático. quase sempre de três horas ou mais de duração. Paula (1208. 118). ou seja. assistencial. A catalepsia é um estágio profundo do sonambulismo. Extrafisicamente. p. desligamento do aparelho de ar condicionado depois que sobreveio o resfriamento adequado do ambiente. perturbadores. corrente de ar. Além dos tipos referidos existe o sonambulismo projetivo. 851). Em função do sonambulismo projetivo. 326). Fodor (528. 73. no entanto. cap. 54). Day (376. Existem vários graus ou intensidades do estado sonambúlico. p. haver o afloramento da rememoração integral das vivências extrafísicas. p. conforme a conveniência de temperatura. Intercorrências. quase sempre horas. O projetor consciencial só identifica o fato de que agiu sonambulicamente depois de algum tempo. e em certos epilépticos. O estado sonambúlico difere do estado do sono natural pela tensão muscular que permanece igual à condição física do corpo humano no estado da vigília física ordinária. podem sobrevir quatro intercorrências ou efeitos naturais do fenômeno: 73.Banhos. sonambulismo do duplo. etc. uso de medicamento que favorece o sono. p. cap. p. que denunciam à consciência encarnada que foram executados em estado sonambúlico projetivo: mudança sem lembrança da posição física do corpo humano inanimado sobre o leito. histéricos. Catalepsia. p. sem também ocorrer a rememoração do fato. 279). inofensivos. 121). com memória apenas extrafísica. 254). diga-se de passagem. Crouzet (344. Fatos físicos. representa um “segundo estado” que não deixa recordação alguma. Predisposições. às vezes. p. Tondriau (1690. o projetor consciencial veterano pode começar a se descobrir em períodos de sonambulismo. fechamento ou abertura de janela ou porta do quarto de dormir do projetor. colocação ou retirada de uma coberta sobre o corpo humano inanimado sem lembrança do ocorrido (fato comum a todas as pessoas até sem a ocorrência de projeção consciencial). p. ocorre também o sonambulismo astral. 430). A sonose é o sonambulismo provocado durante o sono hipnótico. e é observado sobretudo em crianças. Com o passar das experiências projetivas. caracterizado por um conjunto de idéias e imagens que se apresentam à consciência. Os banhos energéticos pós-projetivos (V. evidenciados de maneira clara pelas circunstâncias.Fatos. Andreas (36. ou extrafísico. Gaynor (577. 74. adolescentes. p. o automatismo inconsciente. p. ou seja. sem aflorar a recordação do fato. 339) denunciam claramente a ocorrência da projeção consciencial no período anterior. Assim como existe a catalepsia extrafísica. 352). Sono. absolutamente não rememorados. e outras). tipo de projeção consciencial prolongada (assistida. 142). Morei (1086. tais como erguer-se. Vieira (1762. além da projeção consciencial prolongada. Spence (1588. p.Tipos. Geralmente são classificados quatro tipos de sonambulismo — quando o fenômeno é abordado pelo prisma do plano físico — na Hipnologia: natural. Sonho natural: estado consciencial intermediário entre o estado da vigília física ordinária e o sono natural.p. Graus.

repetida e normalmente. como um telefone tocando ou um despertador em funcionamento. Os pesquisadores demonstraram. vivido. com o fenômeno da repercussão física (V. ao dormir. mascaramentos mentais. nenhuma. Tais pessoas deixam de sonhar quando pequeno estilhaço de bomba se aloja em sua massa cerebral. justamente no ponto em que se suspeita ser o “centro do sono”. freqüentemente rememorado. excrescências de interpretações incorretas de eventos extrafísicos. pesadelos inconseqüentes. 188). O sonhador costuma ficar imóvel durante toda a duração do sonho. As atuais pesquisas sobre o sono demonstraram que. toda noite. existem técnicas projetivas baseadas nos sonhos (V. recorrente. Cegueira. O primeiro sonho da noite dura cerca de dez minutos e as fases seguintes vão se ampliando até trinta a quarenta e cinco minutos no úlámo sonho. Dois terços dos sonhos das pessoas saudáveis são sonhos ruins ou desagradáveis. consensual até o momento. a cada noite. Os fatos naturais da vida fazem com que o ser humano sonhe às vezes durante vinte e cinco por cento do tempo em que está dormindo. abrir novo campo para a pesquisa do sonho pela identificação da localização exata do chamado “centro do sono” no interior do cérebro humano. excitante. Pesquisas. no entanto. Os símbolos nos sonhos são gerados pela tentativa de suprir a insuficiência do banco da memória física que não encontra paralelos nem símiles. Centro. e o sonho comum a uma foto preto e branco. podem às vezes se tornar parte de um sonho. ou inconsciente. semiconsciente. ao invés de ser o gerador ou a causa direta de uma projeção consciencial. Observa-se que a tendência do acúmulo das experiências com as projeções conscienciais lúcidas é tomar os sonhos mais racionais e menos aparentemente incoerentes. estado onírico. psicose normal. Por isso cada pessoa tem mais de hum mil sonhos por ano. monótono. Procura-se. As pessoas que se tornam cegas depois de algum tempo de vida humana perdem gradativamente os seus sonhos visuais. Os sons do meio ambiente. acontecer o caso de fazer gestos miniaturizados. o rosto. em sua programação. criações da imaginação. reflexos fisiológicos e orgânicos. dramático. no período em que este órgão tem as suas principais funções desativadas. sobrecargas que reduzem a eficiência do cérebro. ou passa sonhando mais de quatro anos inteiros de sua existência humana. Surgem muitas teorias. sonhos intercorrentes. Existem sonhos de muitos tipos: alto. em cada noite. As pessoas cegas de nascença têm sonhos auditivos. Descoincidéncia. em oito horas de sono. etc. ______________________ . por outro lado. é porque você não se recorda dos seus sonhos. atualmente. gratificante. sonha. pelo menos um sonho comum. Efeitos. com segurança. de sobrevivência. Cada criatura encarnada. sonho fisiológico. Queda. ou certa mímica especial com as mãos. Fases. permitindo que o julgamento crítico da consciência acabe deixando esta se descobrir sonhando. sai fora do estado da coincidência dos veículos de manifestação da consciência. pouco caracteriza as realidades dos dois estados alterados de consciência. consciente.Sinonímia: devaneio noturno. dados suplementares malpostos. constitui o produto ou o efeito de uma projeção consciente. cap. molduras psicológicas. bizarro. Se. para explicar a verdadeira causa do estado alterado da consciência a que chamamos sonho. os sonhos de queda se relacionam. praticamente inevitáveis. criativo. toda pessoa sonha. que toda pessoa adulta. libertação das tensões diurnas. sonho comum. Muitos projetores conscientes comparam a projeção consciencial lúcida a uma fotografia colorida. Se você pensa que raramente ou nunca sonha. Segundo a opinião de muitos projetores conscientes.em parte o sonho pouco a pouco. saindo a consciência do corpo humano através de uma projeção consciencial lúcida comum. os pés. através do estudo das vítimas de explosões. Comparação. Teorias. sonho do observador. Tipos. cap. mútuo. por um lado. 333). num bom número de casos. podendo. assim. A mais recente supõe que os sonhos desmancham as redes neuroniais indesejáveis. e não porque você não esteja passando pelas vivências oníricas. sonho ordinário. incompreensível. Racionalização. Produto. em condições normais. feridas em campos de batalha. mau. num total de tempo de sonho de cerca de uma hora e meia. o que. os fatos evidenciam que. minimizando os percalços oníricos do sonho ou mesmo anulando. inventado. no entanto. de advertência. durante quatro ou cinco períodos de trinta minutos. na qualidade de máquina de processar dados. geralmente de noventa em noventa minutos após adormecer. Símbolos. Mímica. etc. associações estranhas às realidades extrafísicas. noturno. de fato. evitando. estado criador de símbolos. daquilo que a consciência percebe no plano extrafísico. ou quatro a cinco vezes durante a média de oito horas por noite. aparentemente destruindo-o. Existem inúmeros efeitos decorrentes do estado do sono e dos sonhos: alucinações extrafísicas. Percentual.

Frost (560. ao ser usado. Vivencialidade. 163). irracionalidade. e portanto. sem pausa.Bibliografia: Andreas (36. 226). e nesta acepção ele implicará. Donahue (407. Blackmore (139. Podem servir de estímulo desencadeante para compor as seqüências das situações oníricas. ruídos. 75. p. p. cólera. 32). 75. o que na linguagem cotidiana é entendido na perspectiva de um sujeito e não dos objetos. os sonhos. 110). Lógica. 75. Wang (1794. apenas as sentenças (lingüísticas. Segundo a interpretação biológica. Fodor (528. dentro das dimensões psicológicas. excitação cortical da imaginação onírica. representam imagens visuais ou fantásticas que. Broad (208. tensão menstruai. brilho intenso sobre as pálpebras cerradas do dormidor ou dormidora. inespacialidade. pavor. 75. Partindo daí. Vivacidade. são considerados como correspondentes a objetos reais. p. p. 29). A imagem onírica manifesta-se independentemente do fator espaço. dos delírios oniróides e dos estados crepusculares. medo. 75. o plano é semântico) poderiam violar tais princípios. 228).3. p. p. considerado. ainda. recepção inconsciente de for.5. Sabom (1486. Intimidade. momentaneamente. Powell (1278. O termo “lógica” pode ser tomado como significando sentido. intimidade. Vieira (1766. Toda imagem onírica deriva de alguma vivência específica da consciência. o princípio da não-contradição. p. p. IMAGENS ONÍRICAS Definição. A imagem onírica manifesta-se independentemente do fator tempo. 174). imagem do sonho. Mobilidade. racionalizações incorretas de fatos realmente ocorridos durante projeções autênticas. criação inconsciente de formas-pensamentos. prática. p. Holzer (745. 162). Intemporalidade. produtos psíquicos individuais que constituem o conteúdo dos sonhos.1. diametralmente contra a interpretação psicopatológica. como espaço objetivo. utilitarista da Psicopatologia. atrás o tópico “Sonhos”). frio.Irracionalidade. 93). considera o sonho sempre dotado de sentido. então. em si mesmo. alucinatória. 157). a saber: o princípio da identidade. se ela conseguiu decodificá-lo. 81). 75. cólica menstruai. Já a Psicanálise. que três princípios não sejam isolados. p. Grattan-Guinness (626. Gudjonsson (658. p. Objetos.7. A imagem onírica ê fundamentalmente ilógica ou irracional em suas aparências (V. Roll (1466. como fenômenos. não fixa. reflexos vegetativos ou neuromusculares dos órgãos. pesadelo eventual. 118). Campbell (237. dentre as características fenomênicas das imagens oníricas destacam-se sete: vivacidade. descontinuidade do grau de consciência extrafísica. no íntimo da consciência. dentro da consciência. a Psicopatologia. 75. Segundo. Krippner (862.6. forma-pensamento de outra inteligência. etc. com conteúdos passíveis de interpretação. Sinonímia: imagem alucinatória. e (com exceção dos matemáticos intuicionistas) o princípio do “terceiro excluído”. ou percepção deturpada da realidade extrafísica.p. pesadelar. e vivencialidade. fatores como: ansiedade. não seriam ilógicos. Estímulos. 204). 75. 5). Motoyama (1098. 4). O objeto. p. a imagem onírica e' vivaz e dotada de extrema plasticidade.2. seja dos sonhos comuns ou dos pesadelos. Apesar da falta de nitidez sensorial. repleção vesical. O termo “lógica” pode ser tomado ainda num sentido rigoroso. p. 53). Neste sentido. Características. pois não contrariam nenhum destes três princípios. 14). 6). As causas das imagens oníricas são variadas: alucinação franca devido a alimentos ou medicamentos. etc. p. Isto é o que o senso comum faz e só tem validade do ponto de vista do sujeito. A imagem onírica é projetada no espaço interno. 116 . p. nada no mundo seria ilógico. p.4. mas ter “lógica” para outra pessoa. forma-pensamento própria. se eu não o compreendo. indigestão. seja fantasia imaginativa. p.mas-pensamentos alheias. Toda imagem onírica é essencialmente instável e movediça. Assim um fato pode não ter “lógica” para mim. mobilidade. trauma físico ou extrafísico estando o corpo humano incapacitado. Caüsas. p. Imagem onírica: imagem nascida no sonho. febre. intemporalidade. 94). Garfield (568. devido ao estado de ofuscação da vigilância ordinária. Sonhos. não existe nenhum outro setor da experiência humana que seja mais irracional e desprovido de lógica do que o dos sonhos. Inespacialidade. Osbom (1155. As imagens oníricas. imagem fantasma. não seria lógico nem ilógico.

e podem ser transformados em projeção consciencial lúcida efetiva através da autoconscientização extrafísica abrupta. o juízo crítico fica ausente. único.ria igual ao que sucede no estado da vigília física ordinária. No sonho não há impressões conscienciais do ato da saída para fora do organismo humano. porque somos os agentes dos acontecimentos extrafísicos. p. afastando sempre toda dúvida de interpretação.1. 76. 41). típicos. o projetor deve estar sempre alerta no sentido de manter a lucidez extrafísica. imediata. somos os objetos do sonho. confusão na avaliação das experiências extrafísicas. a fim de subordiná-los à condição de agentes da projeção consciencial lúcida.Consciência.4. o raciocínio integral não atua com facilidade. Atividade. e. Sons. Inúmeros efeitos advêm das imagens oníricas. e menos freqüentemente. a atividade íntima da consciência transcende em riqueza o próprio estado da vigília física ordinária. vigília física e vigília extrafísica.5. nem consistência clara. a decolagem lúcida. p. os essenciais. e extravagâncias que devem ser atribuídas às imagens oníricas. ou seja. 76. Em face do exposto. 56). Os caracteres diferenciais básicos entre o sonho natural. e a projeção lúcida da consciência para fora do corpo humano são bem marcantes e podem ser classificados de modo geral em: subjetivos ou individuais. Na projeção consciente. No sonho. em especial: interferência nas percepções corretas dos eventos extrafísicos. Alerta. Vibracional. na experiência projetiva de consciência contínua. sem nenhum controle consciencial. no mínimo. fenômeno peculiar. Vieira (1762. p. é fascinante e única. da fase da decolagem quando a consciência se projeta através do psicossoma.Efeitos. p. 76. pois. No sonho não surge nenhuma condição que se possa interpretar como sendo o estado vibracional intenso. não sonhamos. atuando. _________________________ Bibliografia: Alverga (18. de maneira inquestionável para o projetor. ou infância. PARALELOS ENTRE SONHO E PROJEÇÃO CONSCIENTE Diferenciais. movendo-nos realmente. A intensificação voluntária das projeções conscientes em série permite à consciência encarnada distinguir perfeitamente os sonhos comuns de maneira específica. característicos da fase da interiorização consciencial. somos sonhados. Steiner (1610. a consciência encarnada nem sempre pode determinar as imagens oníricas à vontade. 76. No sonho não sobrevêm os estranhos sons intracranianos (V. Julgamento. mas atua ao modo de espectadora ou semi-espectadora de um espetáculo que se desenrola à sua revelia. comum. No sonho. podem-se expandir além das possibilidades do estado da vigília física ordinária. A consciência projetada em geral dirige os atos extrafísicos e dispõe de capacidade decisó. Paim (1182. sem lapso ou solução de continuidade da lucidez consciencial. térmicos. Na projeção consciente. aos quais estamos integrados. Início. 76. pois a consciência não está suficientemente alerta para despertar o sentido da atenção. p. as faculdades do raciocínio se mantêm as mesmas nos dois estados. sofremos o sonho. 215). 202). No sonho não há tempo. a consciência encarnada não começa a sonhar desde o estado da vigília física ordinária. durante e depois da experimentação projetiva. Na projeção. p. Arterioscleróticos. e objetivos ou públicos. etc. Carrington (247.8. antes e depois da projeção consciente. deturpação das reminis. 76. cap. em razão da sua inoperâricia. por exemplo. das vivências. incoerências. com freqüência. 76. no entanto. a limpidez da qualidade de suas percepções parapsíquicas e a possibilidade de interferências conscienciais estranhas aos seus experimentos. e se aceitam os acontecimentos e situações mais absurdas com naturalidade. na verdade. não raro.6. aqui. No sonho. Eles fazem a imaginação e a memória retornarem ao mesmo núcleo de preocupações ou traumas que afligiram o indivíduo em sua adolescência. geralmente. 60). antes.2. sejam eles essencialmente de origem orgânica. Holzer (745. a atividade mental é habitual.3. Decolagem. Na projeção . hipertensivos. 132). falando. Na projeção consciente há episódios com a manutenção da condição da consciência contínua desde o estado de vigilância.cências do período extrafísico criando excrescências na rememoração fragmentária. Agentes. são aqueles referentes às projeções conscientes. Os sonhos arterioscleróticos recorrentes são aqueles que indicam a cristalização da memória num determinado período existencial. 56). p. 76. Walker (1782. No sonho. que ocorre. 110).Raciocínio. arterioscleróticos. p. 49).7. de duas a três décadas anteriores. 76. Castaneda (258.

Na projeção consciente. etc. Na projeção consciente. de situações extrafísicas comandadas pelo próprio arbítrio. No sonho. o sonhador não se recorda nem se conscientiza do estado da vigília física ordinária. da consciência. Na projeção-prosseguimento as imagens seqüenciais dos episódios são coerentes 118 . da translocação extrafísica num percurso ida-volta-nova-ida. Predeterminação. 76. — definitiva para o projetor consciente. como estado alterado da consciência. direta. o órgão extrafísico do psicossoma. Recordação. ilusório. como acontece na autobilo. O sonho permite o trânsito extrafísico. voluntariamente. A projeção consciente faculta a execução. O sonho. o projetor conserva à sua disposição todas as lembranças do estado da vigília física. 0 sonho. Translocação. de modo impressionante. o sonhador. num meio ambiente definido.12. e a prova. evanecentes e fugazes. apenas pensado. não tem a visão objetiva. Intensidade. 76. reais. a consciência visualiza imagens e vivência experiências que não se deformam. a consciência determina a cessação ou a continuação do período extrafísico e. o sonhador não conserva a lembrança de imagens numa seqüência correta e lógica. a resolução. ou seja. tomada antes de se adormecer. nas proximidades do corpo humano. o auto-abraço. durante a ausência da consciência. 76. permite lembranças mais fortes e fáceis. pela consciência.22. e fantasistas. a expansão da noção de poder. Interiorização. As ocorrências próprias do mecanismo da projeção consciente. No sonho-prosseguimento. o juízo crítico se faz sentir sempre e se tem certeza indiscutível de que o corpo humano se encontra à distância da consciência. e intensidade das experiências conscienciais.14. no estado onírico. interno.10. as imagens objetivas alcançam talvez o maior grau de intensidade de todos os estados conscienciais. permite quase sempre rememorações mais fracas. realizações estas que ultrapassam as possibilidades normais dos sonhos quanto à freqüência. as imagens das vivências são de intensidade inferior às do estado da vigília física ordinária. 76. O projetor lúcido pode rememorar as ocorrências integrais e coerentes da projeção em todos os pormenores e. Torna-se muito difícil prolongar o sonho. Na projeção consciente. 76. 76. 76.21. as imagens surgem.consciente. por se darem sem a influência direta do cérebro.20. mais freqüentemente. 76. durante a experiência e realizar. — da existência do paracérebro ou do psicossoma. demonstrando ao projetor a vivência incontestável. No sonho. 76. fato característico e singular que a projeção consciente proporciona. 76. e com resultados assegurados. deliberado. Qualidade. Os projetores conscientes são capazes de ver e participar de eventos reais. 76. as imagens continuam aparentemente incoerentes e ilógicas como vinham sendo antes (V. a sensação de liberdade. o desconforto admonitório. esta se acha fora daquele.19. derivadas das criações da própria criatura. como a interiorização lúcida da consciência pelo psicossoma.cação consciencial. no mesmo itinerário. direta. Corpo.9. No sonho. por sonhar de dentro de si mesmo (cérebro). às vezes.16. No sonho será inútil a tentativa de execução desta ou daquela ação. mas relativo. A projeção consciente. e que dispensam interpretações. 76. Na projeção consciente. 76. durante toda a experiência. independentes da sua criatividade. No sonho. o órgão físico do corpo humano. Auto-sugestão. bem como descrever lugares também reais. não apresenta a magnitude de experiência lúcida que a projeção consciente faculta de modo sui generis: o grau de consciência. a euforia extrafísica. através de treinamento perseverante. que surge depois de um intervalo vígil ou de sono natural da consciência. de se dirigir para este ou aquele local. e sim a partir do paracérebro. o projetor veterano pode fazer a experiência perdurar por uma hora ou mais. Prosseguimento. embora com imagens mais fracas. No sonho. Reflexos. 76. deformadas. Duração.13. Na projeção consciente. visitados durante o período extrafísico. a permeabilidade às estruturas e aos corpos físicos.17. pelo menos. e outros fenômenos peculiares às repercussões extrafísicas. conquanto apresentando imagens mais fortes. pequenos toques externos no corpo humano incapacitado provocam o retorno do psicossoma com a sensação inconfundível da tração do cordão de prata. nem precisa rememorar os fatos porque não perde a consciência. ali. Vigília. a auto-sugestão não atua na coordenação das imagens. a lucidez mental. 76.15. Realidades. a vontade ou o pensamento determinam os atos e acontecimentos extrafísicos. a ação extrafísica adredemente planejada. Na projeção consciente. A projeção consciente torna possível.11 Estado. do próprio corpo humano. em nenhuma oportunidade. os sonhos intracranianos. 75). No sonho. as excitações sensoriais agem na produção de fantasias. cap. porque decorrem quase sempre no estado consciencial perto ou dentro da condição da coincidência dos veículos de manifestação consciencial ou. pela vontade. Retenção. num lugar escolhido antes de dormir. validade. o bem-estar.18. não são experiências que podem ser associadas ou confundidas com os sonhos. inclusive com a sensação tátil.23. No sonho. estando fora dele. irreais. a volitação.

As características individualíssimas do veículo de manifestação. Lefebure (909.27. Salley (1496. Recorrência. a primeira. 162). 76. 232).co. de maneira convincente. O projetor veterano distingue perfeitamente as projeções conscientes dos sonhos. p. Crookall (343. As experimentações de laboratório demonstram. 76. seres encarnados vígeis presentes dão depoimentos coincidentes sobre os acontecimentos. 55). Os sonhos são muito mais freqüentes e melhor rememorados do que as projeções conscientes. a privacidade do ator-alvo que encarna o referido personagem noveles. A consciência da mesma jovem telespectadora se projeta extrafísica e conscientemente invadindo. p. Encontros. 76.31. Psicossoma. No sonho não existem testemunhas das ocorrências oníricas. sentidas e observadas pela consciência do projetor projetado não encontram similares nos estados alterados da consciência próprios dos sonhos naturais. É curioso observar que o sonho. p. Frost (560. 76. 37). Energias. 76. Vieira (1766. Currie (354. ou cessação completa.29. a aparição do projetor projetado a seres encarnados. p. o que não acontece nos sonhos compartilhados. 47). 76. de modo direto e realista.26. p. p. 214). o psicossoma. ou testemunharem o fenômeno da sua bilocação física (V. na prática. 124). a realidade da projeção consciente como estado alterado da consciência bem diverso do estado do sonho. o banho fluídico. 78). o enfoque e o tratamento consciencial de um assunto são bem diferentes quando o sonhador ordinário ou o projetor consciente está em função. p. incontestável e definitiva para si mesmo. p. Primitivos. Na projeção consciente recorrente não acontece a repetição exata de padrões idênticos de acontecimentos extrafísicos. p. as leituras do eletro-oculograma indicam a diminuição. ou mesmo após os episódios. p. Vale registrar que as culturas das sociedades primitivas costumam diferenciar. Em muitos casos de projeção consciente.28. Stokes (1625. No sonho não aparecem: a exteriorização de energias. desencadeados ou presenciados pelo projetor projetado. p. . Brown (211. p. 76. p. — assim como o devaneio. Champlin (272. durante. 316). Reis (1384. ostensivos e peculiares ao complexo de manifestações da projeção consciente.rios-locais. 188). 46). 76. 42). Laboratoriais. e assinalam marcante aumento dos mesmos movimentos rápidos dos globos oculares durante o sonho comum ou no estado onírico. 112). 42). os sonhos naturais das projeções conscientes referindo-se a viagens diferentes da alma a reinos também diferentes. transcendem os parâmetros das manifestações dos sonhos. Vígeis. p. 55). Autoconhecimento. seja quanto ao tema único. Ostensivas. e outras. cap. e às criaturaspersonagens da projeção consciente.33. p. Abordagens. Yram (1897. 205). tanto no primeiro quanto no segundo tempo das ocorrências. A segunda experiência projetiva confirma. ou classificados em categorias semelhantes. às voltas com o impressivo personagem da sua novela televisiva favorita. Freqüência. Os encontros lúcidos da consciência do projetor projetado com seres encarnados ou entidades desencarnadas extrapolam definitivamente os limites restritos das manifestações dos sonhos.24. 5). No sonho recorrente surgem reprises dos mesmos personagens. seja antes. Holzer (747. 37). envolvida num enredo fantasioso e mirabolante. 76. As manifestações públicas ostensivas da projeção consciente tais como a influência sobre pessoas. com aparelhos e monitoramentos especiais. Rampa (1352. o denominado sonho projeciogénico (V. Monroe (1065. dos movimentos binoculares rápidos durante o período da consciência projetada. A mente condicionada da jovem teléspectadora sonha colorido. mas eventos afins que podem ser agrupados. Projeciogénico. p. Extrafísicas. 198). 42). Há projetores-encarnados-projetados-testemunhas que presenciam ou participam diretamente dos mesmos eventos extrafísicos com outros companheiros. Stevens (1615.32. ______________________ Bibliografia: Andreas (36. os fenômenos físicos e psíquicos. — é tão diferente da projeção consciente que chega a constituir também um processo para a consciência se projetar para fora do corpo humano. de modo incontrovertível para o projetor consciente. 71). Monteith (1072. p. 179). 22). 171). Greenhouse (636.30. p. p. p. de maneira simbólica. Por exemplo. Fischer (519. por verem a sua aparição intervivos (V. cap. Farrar (496.e bem encadeadas umas com as outras. A abordagem. Vejamos dois exemplos. aos cená. inseridos. p.25. Baumann (93. 76. cap. cenários e enredos oníricos que envolvem um tema constante.

77. e nem mesmo no seu corpo mental. um livro técnico sobre projeção consciente que deseja estudar. busca. Ausências da conscientização e do julgamento crítico peculiares ao sonhador e não ao projetor projetado que desfruta de lucidez extrafísica. Atitudes. não se dá conta de que já se projetou em muitas oportunidades anteriores e deseja se projetar como se fosse a primeira vez. inofensivos. Vestes. Oportunidade. extrafisicamente. fisicamente. Exemplo: o projetor. Há discrepância evidente quanto às vestes em uso. iluminada por sol de verão. 77. às tessituras de enredos oníricos sobre projeções conscientes. sobrevindo a saturação da mente do projetor veterano com o assunto da projeção consciente. Tal ereção fisiológica. quanto pode induzir o próprio sonho sobre a mesma. desperta-se fisicamente e não desfruta de qualquer sensação de bem-estar própria do período pós-projetivo da grande projeção autêntica. Em certos casos.4. procurando graxa para passar neles. sonhador neste caso. 77. Veiculo. febricitantemente. Ausência do banho de energias pós-projetivo. portador de amplas experiências fora do corpo humano. que tem a consciência predisposta. quando a sua consciência se interioriza e depara com o pênis físico em ereção. sonhador neste caso.5. Exemplo: o projetor. próprias dos cenários dos sonhos. Tempo.3. Exemplo: a consciência do projetor. Numa só noite. o projetor projetado jamais precisará de engraxar os sapatos. antes de se encontrar com alguns amigos projetados. os sonhos comuns. sonhando. Incidência. Identificação. Discrepâncias quanto ao tempo cronológico e à atmosfera ambiente. sonhos precognitivos e sonhos premonitórios. a pessoa pode experimentar uma expressiva projeção consciente e. prolongada. ocorre depois de uma projeção assistencial.6. Obviamente. Exemplo: o projetor. quando em confrontos feitos com as projeções semiconscientes. Exemplo: o projetor. se sente vestido com gravata e paletó e se preocupa com a limpeza do seus sapatos. os sonhos comuns centrados sobre temas das projeções conscientes podem ocorrer até mesmo com a consciência encarnada que jamais experimentou uma grande projeção inteiramente lúcida. sem mais nem menos. pensa em se projetar 'diretamente com o próprio corpo humano denso. dessa saturação. sonhador neste caso. Esta constitui a melhor oportunidade para se estudar minuciosamente as diferenças entre tais manifestações e os parâmetros fenomênicos entre uma experiência e outra. Nesse caso quase sempre o sonho erótico tem início. secundários. com temas específicos sobre a projeção consciente. logo a seguir. 77. psicologicamente. numa típica atmosfera de angústia pesadelar. na realidade. Caracteres. logo em seguida. ou seja. não chegou a lhe provocar a ereção do pênis extrafísico. quando acontece. Energias. Discrepância quanto às atitudes. 91). imediatamente ao ato da interiorização da sua consciência projetada e esta pode não se deixar envolver pelo sonho e até despertar. ali é noite e está até chovendo. Exemplo: o projetor. à distância da base física. Dentre os caracteres marcantes dos sonhos com temas sobre a projeção consciente podem ser destacados estes seis: 77.1. não repercutira antes. Um dos sonhos mais comuns no qual a consciência do projetor veterano identifica a sua condição de estar sonhando. o fato mais comum acontece com o projetor veterano. 77. Discrepância quanto ao veículo de manifestação.2. Depois de repetidas experiências projetivas. 120 . Contudo. num período em que. como efeitos colaterais. típicos. 77. p. surgem-lhe espontânea e inevitavelmente. Ereção. o que é impraticável e incoerente na oportunidade. no seu psicossoma. sonhador neste caso. no seu parapênis. sonhador neste caso. sonhar com esta mesma projeção. O projetor tanto pode produzir intencionalmente a projeção consciente. Os sonhos comuns sobre projeção consciente são de fácil identificação e distinção por suas características personalíssimas. SONHO COMUM SOBRE PROJEÇÃO CONSCIENTE Saturação. se sente voando sobre a rua da sua base física. ________________________ Bibliografia: Shay (1546. logo em seguida’. Conscientização. e não encontra. iniciada na ausência temporária da sua consciência do corpo humano.

se projetam. é decisiva na produção da projeção consciencial semiconsciente. sendo até possível estar. Projeção semiconsciente: sonho no qual a consciência encarnada ingressa. Tal fato predispõe o aparecimento de projeções conscienciais com algum teor de lucidez mescladas com imagens oníricas. que não se apercebem da extensão e natureza desse fenômeno consciencial típico. bem como grande número dos sonhos de . sonham. quase sempre mais colorido que o comum. repercussões físicas. no qual o sonhador desenvolve uma certa lucidez enquanto está sonhando. tornam a sonhar. constitui projeção semiconsciente. ordinariamente têm o período de sono descontínuo. facilita mais a manutenção da lucidez da consciência projetada. ou seja. ou no final do período extrafísico vivenciado pela consciência. isto é. primária. Lúcido. Predisposição. sem exceção. que o sono é fenômeno bem mais complexo do que se julgava antigamente. percebe que está sonhando sem precisar acordar. A influência da condução energética de mão dupla do cordão de prata. ao se recolherem à noite. Complexidade. propriamente dita. subprojeção consciencial. Sinonímia: estado da consciência flutuante. em muitos casos. Verídico. e por aí vão até acordar pela manhã e deixar o leito. sonho pré-lúcido. base de lançamento. típico das cinco horas da manhã. projeção semilúcida. projeção descontínua. projeção consciencial crepuscular. por algum tempo. se projetam. A projeção semiconsciente ocorre com todas as pessoas. ao mesmo tempo. ao dormir. no caso especialmente o psicossoma. Cordão. O psicossoma mais rarefeito. de maneira inadequada para o ambiente ou o cenário da vivência onírica. chegam a fazer interação com o ambiente extrafísico aonde vão parar temporariamente. Todas as pessoas. sonho de se apresentar vestido em pijamas. A projeção consciencial semiconsciente através do psicossoma gera a projeção consciencial pesadelar através da emoção extrafísica descontrolada. sonho misturado. Motivos. fenômenos mais evoluídos do que os sonhos mútuos e menos evoluídos do que as projeções conscientes conjuntas plenas. sonho pré-projetivo. Fatores. menos denso. sonhos. ou mais leve. a maioria das vezes ainda dentro da esfera extrafísica de energia. e nem se conscientiza de que experimentará o despertamento físico daí a pouco. Eis alguns motivos de vivências oníricas que podem ser. Admite-se. estado de semi-sonho. da projeção consciente — que perdura apenas por alguns minutos. ou se projeta o tempo todo (neste nível evolutivo em que vivemos). no meio. sonho verdadeiro. sonho semiprojetivo. A projeção semiconsciente está mais próxima de certos estados alterados da consciência tais como: sonambulismo. a fatos ou eventos além do conhecimento normal do sonhador ou do seu alcance sensorial. Como regra geral da humanidade terrestre. sonho de conhecimento. contudo não consegue obter um grau maior de lucidez ininterrupta. Interação. distorções profundas de imagens. durante todo o período. ou duplo etérico — que entrarém na estrutura do psicossoma projetado. projeções semiconscientes: sonho agradável de vôo desimpedido com visão clara de paisagens. as consciências se projetam à noite. projeção semiconsciente e projeção consciente. sonho alto. Pode-se interpretar o sonho lúcido — uma versão inferior. acordam. A projeção semiconsciente é o tipo intermediário entre os três tipos básicos de projeções conscienciais quanto ao percentual de lucidez: projeção inconsciente. cenas absurdas. dormem. hoje. incoerentes e incongruentes. seja no início. Nenhuma consciência encarnada dorme somente. ou meio caminho percorrido para a consciência do sonhador lúcido alcançar a plena projeção consciente. aumentando a sua densidade. num estado em que sabe estar sonhando. sonho verídico. Toda projeção consciencial em que ocorrerem interferências de fatores oníricos. sonham. Constituem também projeções semiconscientes certas ocorrências do chamado sonho verídico. e nem elas nem seus veículos de manifestação. porque a condição da vigília física ordinária e a condição alterada do sonho não constituem estados conscienciais que se excluam mutuamente. entram em pesadelo. reconhece o sonho. não em todos. no circuito corpo humano-psicossoma. Descontinuidade. PROJEÇÃO SEMICONSCIENTE Definição. acordado e adormecido. sonha apenas. inclusive. sonho lúcido. Quanto maior o percentual de componentes semimateriais energéticos — constitutivos do corpo vital. inclusive os mais avançados projetores conscienciais. sonho de queda abrupta com despertamento físico imediato. Podem sobrevir projeções semiconscientes conjuntas. sonho de se estar deslizando com os pés descalços. e pesadelos de todos os tipos e manifestações. dormem. quando sai do estado da vigília física ordinária. através do cordão de prata.78. Regra. o sonho presumivelmente supranormal que corresponde. maior será o anuviamento ou a obnubilação da lucidez da consciência durante o fenômeno da projeção. etc. A projeção semiconsciente atua como fator predisponente. em alguns dos seus detalhes. projeção semi-onírica. quando sobrevêm. sonho participativo.

A consciência. Técnica. Tipos. ao modo do sonho projeciogênico comum (V. e não deve ser confundida com o sonho projetivo. Em razão da própria descontinuidade da lucidez extrafísica. neste caso. A memória presente nos neurônios (do cérebro) é independente do processo das projeções consciente e inconsciente da consciência encarnada. dedicada exclusivamente à pesquisa do sonho lúcido. projeções iniciais ou esboçantes (arqueprojeções). as reais manifestações destes estados alterados da consciência que se desenvolvem. Tais evidências conduzem a quatro conclusões: 78. Pesquisas. ou mesmo poltergeist projetivo. Admitem os pesquisadores do sono que. mais do que isso. e a projeção semiconsciente se manifestaria sempre no paracérebro do psicossoma. Quanto mais picotar. A projeção inconsciente.2.4.1. Em tese. tipo característico da projeção semiconsciente. com a espécie adequada e correta de treinamento mental. como estado de lucidez apenas. se desenvolveria. antes de quaisquer outras considerações em razão da dificuldade real de se separar. Conseqüências. 188). por exemplo. e até atuar sobre objetos físicos. mas na essência é bem diferente do estado sonambúlico. a rememoração das vivências durante a projeção semiconsciente toma-se freqüentemente reprimida. ou sem a autoconsciência no plano extrafísico. com rigor. melhor será para as pesquisas sobre a consciência. Extracorpóreos. Sonho. Entrada.te quanto ao plano extrafísico nessa oportunidade. A técnica da auto-sugestão usada para induzir o sonho lúcido é a indução mnemô. Merecem registro. No entanto. Onírica. somente o entendimento das projeções conscientes permite ao praticante entender a projeção semiconsciente ou o sonho lúcido. A vista dos fatos.físicos. Na projeção onírica. sem perdermos a visão conjunta dos fenômenos. uma publicação especializada. aqui. mas também entrar neles e alterá-los. O sonho lúcido. Esta é a condição do sonambulismo extrafísico. o projetor desfruta apenas da consciência descontínua durante as experiências. pode ser com ou sem a visualização de eventos. ou dos dois hemisférios cerebrais. vôo e queda. quero lembrar que estou sonhando”. mas dentro do corpo humano. podendo os mesmos serem intercalados por fases breves de sono normal. tem similitudes superficiais. misturados com episódios oníricos. a rigor. Aí você visualiza a si mesmo simultaneamente dormindo na cama e sonhando.flutuação.mos os estados conscienciais para estabelecer análises mais circunstanciadas. o pesquisador poderia tentar caracterizar e distinguir a condição do sonho lúcido da condição da projeção consciencial semiconsciente atrave's do local ou sede consciencial aonde se desenrola a experiência da consciência encarnada. acontecendo lances de exteriorização autêntica.3. conseguindo mesmo recordar cenas dos fatos após o despertamento físico. na hora de dormir: — “Da próxima vez que estiver sonhando. ao modo de um diretor de espetáculo ou autor teatral que réfaz instantaneamente a trama de uma peça. ou mais difícil. contudo. 78. passa por um sono extracorpóreo e experimenta um sonho extracorpóreo que. Circula até mesmo. Todos os sonhos lúcidos ocorrem no período chamado de sonho MOR (ou REM).Memória. como constituindo projeções semiconscientes e. na oportunidade não se dá conta de estar projetado. cap. uma tendência entre os pesquisadores de separar o sonho lúcido do sonho natural e também da projeção consciente. ou assombramento projetivo. 78. 78. ou mais especificamente. Existe. atualmente. toma-se problemática a partir da circunstância em que às vezes a consciência encarnada projetada. o estado alterado da consciência projetada semiconscientemente. mas estando este fora do cérebro ou do corpo humano.mnenmonic induction oflucid dreams). Neste caso o projetor pode visualizar eventos extra. O complexo fenomenológjco da projeção. Locais. os três tipos em que o sonho lúcido pode se desenvolver quanto a 122 . e se alternam com surpreendente rapidez. O complexo fenomenológico da projeção semiconsciente tem similitudes superficiais. baseada na afirmação para você mesmo. Sonambulismo. só alcançada por quem já experimentou uma série de projeções conscientes e dispõe de elementos pessoais para confrontos. pois depende da prática do projetor autocrítico e criterioso. sediada no paracérebro do psicossoma. na intimidade do encéfalo. Consciência. o sonho lúcido pode ser utilizado como indutor da projeção consciènte. Tal distinção. e sabendo muito bem aonde está. Distinção.locação física. pois essa mesma consciência nada detecta sensorialmen. é possível não apenas ter uma visão objetiva e clara dos nossos próprios sonhos. é independente do processo da projeção em geral. se entrelaçam. no caso. de certas aparições do prdjetor encarnado e até de casos de bi.nica de sonhos lúcidos (MILD . Rememoração. deve ser logicamente classificado como sonho lúcido. a distinção entre o sonho lúcido e a projeção consciente plena toma. Daí incluir-se aqui o sonho lúcido e classificá-lo entre as projeções semiconscientes.se difícil. conturbada. na Inglaterra. embora simplista. mas na essência é bem diferente do estado onírico. em alguns casos. Por aí se conclui que. no paracérebro do psicossoma.

p. Sparrow (1587. Insegurança. tátil. p. ou medo com pânico. p. em certos casos. nightmare. 124). 56). Peralva (1225. Semiconsciente. p. constitui uma projeção do sentido visual para fora do corpo humano. Bunker (222. Os temores noturnos não são expressões de sonhos. Muldoon (1105. com percentuais expressivamente maiores. sem qualquer projeção consciencial. § 02. Donahue (407. Ainda no âmbito das projeções semiconscientes parece que devem ser incluídas as projeções conscienciais específicas de uma percepção isoladamente (projeção perceptual) da consciência. sendo às vezes difícil acalmá-la. p. cap. Pesadelo: sonho aflitivo que tem como efeitos a agitação. 98). p. ou projeção consciencial semiconsciente. 56). é a ISBE (inside body experience. p. Vieira (1762. p. 110). Ocorrem na vida adulta quando uma pessoa se sente insegura e se lembra desses primeiros temores. p. Os pesadelos geralmente estão ligados a temores básicos da infância. p. enfermas. 32). e conservar um estado de espírito relaxado. p. Frost (560. 118).pesadelos espontâneos das crianças aparecem sempre depois do sono profundo.). p. portanto. ou os dez e os treze anos de idade física.Walker (1781. mau sonho. com os seus componentes essenciais ou demais atributos básicos. 13) Mitchell (1059. do fenômeno do sonho lúcido. não vivenciada com lucidez. em parte. etc. Tal fenômeno tem relação estreita com determinadas ocorrências de telecinesia. o cérebro. Ouspensky (1174. ______________________________ Bibliografia: Anderson (26. § 01. Três atitudes ajudam a evitar os pesadelos traumáticos de todos os tipos: descobrir a causa que faz a pessoa sentir medo. Blackmore (139. 18). Campbell (237. Há pessoas que sofrem períodos de pesadelos prolongados e freqüentes (recorrência). Sculthorp (1531. p. exteriorização da motri. cauchemar. Castaneda (258. As projeções perceptuais são comuns às pessoas drogadas. em relação à projeção consciencial lúcida propriamente dita. O sonho lúcido se desenvolve somente dentro do paracérebro do psicossoma projetado numa projeção consciencial inconsciente. própria da clarividência.p. o plano extrafísico aonde se manifesta na oportunidade. simplesmente onírica.condições conscienciais essencialmente diversas: 78. Espontâneos. Druiy (414. inseguranças e expectativas desagradáveis. Cérebro. Holzer (751. 293). Steiner (1610. 78. Grattan-Guinness (626. ou experiência fora do corpo). Armond (53. Coxhead (311. Monroe (1065. Stokes (1625. Garfield (568. 187). Inconsciente. sem ocorrer o deslocamento da consciência por inteiro. etc. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O PESADELO Definição. de acordo com certos acontecimentos em suas vidas. Não confundir com a experiência intracorpórea ou a vigília física ordinária (V. Evitaçao. etc. Esta experiência. especialmente no início da noite. 179). contudo. p. Por exemplo. p. As pesquisas estatísticas de opinião pública. p.p. 133). etc.cidade. Perceptuais. O mesmo deve acontecer com a percepção auditiva. 106). p. a percepção visual. 5). p. 14). Sinonímia: alucinação pesadelar. Despertada por intensa angústia. Incidência. p. p. mas constituem um despertamento patológico freqüente entre os quatro e os sete. p. p. Heindel (705. Muitos pesadelos. constataram a ocorrência bem mais ampla. Pesquisas. 57). p. 60). Esta experiência é a OOBE (out-ofthe body experience. para fora de sua sede física. § 03. 97). clarividentes principiantes. e remontam a uma época de nossa vida física atual em que éramos inteiramente indefesos. 78. 149). quando a consciência detecta. 80). p.the body experience. pa- . Rogo (1444. p. p. 79.Wolman (1863. 49). ou seja. ou experiência dentro do corpo) ou o sonho desenvolvido dentro do corpo humano. sem resultar numa plena descoincidência dos seus veículos de manifestação. p. Gooch (617. O sonho lúcido se desenvolve dentro do cérebro humano. realizadas entre estudantes. 92). 105). Mc Creery (1020. 22). 22). Esta experiência é a OOBE (out-of. 71). a criança profere gritos agudos. sejam de origem químico-fisiológica (medicamentos. com suas percepções. p. ou experiência fora do corpo) vivenciada com determinado percentual de lucidez. ledores de auras. 133). a angústia e a opressão durante o seu desenvolvimento. clarividência viajora. O sonho lúcido se desenvolve dentro do paracérebro do psicossoma projetado numa projeção consciencial semiconsciente. 925). 12). manter pensamentos agradáveis antes de ir dormir. terror noturno. Grosso (650. 156). na condição de coincidência dos veículos de manifestação da consciência. Os. Gudjonsson (658. 152). 107). p. exteriorização da sensibilidade. p. Green (631. sonho pesadelar.

Esta condição pode se resolver num destes três estados conscienciais: o pesadelo desaparece e segue a consciência vivenciando. quebram o condicionamento das limitações orgânicas e desfazem. Rememoração. o pesadelo tende a desaparecer de vez. comum. ou de um ataque de ansiedade no sonho. Pode-se concluir do que foi até aqui exposto que o sonho natural. 80. Walker (1781. conquanto à primeira vista não pareça.psíquicas. sem solução de continuidade. 260). Partida. o pesadelo desaparece e segue a consciência experienciando uma projeção consciente. através da interferência externa nas imagens oníricas do indivíduo. a projeção consciente é uma experiência mais forte do que o sonho natural e o pesadelo sob o aspecto das vivências da consciência nesses estados alterados. PARALELOS ENTRE PESADELO E A OBSESSÃO EXTRAFÍSICA Diferenciais. Lucidez. de outra 124 . naturalmente. Sensações. O pesadelo constitui manifestação especificamente interna.). As pessoas em geral recordam os pesadelos porque estes as assustam. cap. ou “os demônios da noite”. vistas e tateadas. constitui uma experiência consciencial mais forte do que o pesadelo. Os pesadelos também se apresentam sob duas formas: a passiva. em que o sonhadorpossuído se submete sem reação à angústia pesadelar. Um dos processos mais comuns para a eliminação do pesadelo advém do traque. p. até mesmo várias décadas atrás. A consciência encarnada pode-se projetar para fora do corpo humano a partir de um pesadelo. Obsessões. Rampa (1352. Evidências. sonho negativo ou sonho aterrorizante. Frost (560. p. desenvolvidos além das restrições do corpo humano. O pesadelo do adulto em seus vários tipos. jovem. não assustadoras. 49). conforme se observa nestes dez tópicos: 80. De igual modo.etc. conforme a repetição da causa que os gerou. etc. Os caracteres diferenciais básicos entre o pesadelo e a obsessão extrafísica (V. p. Vieira (1762. onde o sonhador reage às condições alucinatórias do pesadelo. 100).1.jo da consciência em voiitar extrafisicamente. cap. 320). Os pesadelos tendem a se repetir. Formas. psíquica. e podem ser divididos em três grupos conforme os personagens. podem desencadear pesadelos terrificantes. ambiental (calor excessivo. tais interferências algumas vezes ficam evidentes para a consciência encarnada. e se apresentam bem definidos. sob o aspecto das sensações. Ao se sentir angustiada numa circunstância extremamente aterrorizante. cap. etc. seja este criança. sendo sentidas. 185).tológica (doença específica. Quando a consciência alcança alguma lucidez durante o desenrolar de um pesadelo — o pesadelo lúcido —. Situações obsessivas da consciência encarnada (V. constitui manifestação do estado alterado da consciência a que chamamos sonho e seus caracteres diferenciais com a projeção consciente são óbvios. vagas e sem significação emocional suficiente que suscitem rememoração. podem surgir exagerando ou intensificando o enredo de uma situação angustiosa já vivida anteriormente. bem como o incubismo e o sucubismo (V. o pesadelo desaparece e a consciência desperta fisicamente com rememoração das diferentes ocorrências conscienciais. No entanto. ou seja. com pequenas variações do mesmo enredo básico conhecido. As alucinações pesadelares. As projeções conscientes em muitos casos não são rememoradas porque constituem experiências suaves. homem ou mulher. 49). p. como provenientes de fora. a angústia pesadelar. como regra geral. adulto. um sonho natural inofensivo. hipertensivos. e a ativa. sejam digestivos. porque o mesmo se impõe sobre a consciência. seja no período infantil ou na fase da mocidade. As influências por pensamentos e emoções de entidades desencarnadas obsessoras podem se dar inclusive pela manifestação pesadelar. e até mesmo. pois tais atributos. bem como pode experimentar uma projeção semiconsciente caracteristicamente pesadelar. p. hetero. animais e situações que os compõem. não raro. relacionada à própria consciência encarnada. 71). 320) são muito importantes para a compreensão dos estados conscienciais por parte do projetor encarnado. Sonho. Tal fato sugere que as condições avançadas dos atributos conscienciais do psicossoma não permitem que a consciência tenha pesadelos projetivos intensos. Tipos. ou até agradável do ponto de vista emocional. ou autopsíquica. extrafisicamente. _______________________ Bibliografia: Fodor (529.). a consciência deixa o cenário pesadelar volitando. e de outras origens. Volitação. variam de acordo com o estado psíquico e o estado orgânico do sonhador..

psicoses exotóxicas. Tais condições apresentam-se em quase todos os distúrbios mentais.ante. em suas manifestações. a atitude especial. Por outro lado. 81. Estados. com aspectos evidentes de natureza maligna. Incidência.ou outras inteligências. Afinidades. Por outro lado. e os sonhos como alucinações vivenciadas pela pessoa adormecida.3. Sem dúvida existem afinidades entre a alucinação e certos estados naturais de consciência. PROJEÇÃO CONSCIENTE E A ALUCINAÇAO Definições. com características inconfundíveis. não têm lugar próprio de colocação em seus registros reencarnatórios atuais. A influência obsessiva acomete mais os adultos. globalmente. 49). etc. Parapsicopatologia. 80. ou fixação. esquizofrenia. imposto à consciência encarnada.10. Todos estes estados constituem mecanismos próprios e peculiares de defesa do corpo humano contra o que é insuportável à consciência. Idade. ocorre a obsessão pesadelar. ilusão. erro mental na percepção dos sentidos sem fundamento numa realidade objetiva. correspondentes a fatos que não viveu na presente existência e. 80. Os estados alucinatórios. característica. demonstrando prosseguimento lógico e continuidade em outras condições ou estados alterados dá consciência. os pesadelos comuns. insidiosa. que transcorre no estado onírico ou durante os sonhos comüns da consciência encarnada. e pela consciência encarnada. e até exótica para o próprio indivíduo obsediado. errar): percepção aparente de objeto externo não presente no momento. que podemos chamar de naturais. p. Como se observa. nem sempre se encerra com o despertamento físico. pode até se referir a vivências de encarnações anteriores junto ao algoz ou à companhia obsessora. Emotividade. parapsicopatológicos. manifestação menos transitória. 80. A influência obsessiva acarreta a invasão na memória da vítima de recordações-fantasmas. qual um devaneio negativo. Posições. e a indiferença a estímulos visuais normais. O pesadelo acomete mais as crianças. Psicopatologia. O pesadelo não provoca alterações consideráveis no fluxo normal dos engramas mnemônicos do sonhador quando pessoa acordáda. dos pesadelos artificiais. as alucinações visuais se assemelham profundamente em suas manifestações ao fenômeno anímico-mediúnico da vidência facial. a vítima. psicose maníaco-depres. Memória. No pesadelo não há a caracterização de posições definidas no que se refere à atuação das pessoas.Continuidade. 80. naquelas condições conscienciais intermediárias entre o estado da vigília física ordinária e o estado do sono natural. surgem. dentro da Psicopatologia. ou no estado da vigília física ordinária. A emotividade efêmera no pesadelo decorre dos próprios sentimentos e sensações da criatura humana. percepção sem objeto. Na obsessão extrafísica caracterizam-se perfeitamente os papéis exercidos pela consciência desencarnada.6. _______________________ Bibliografia: Vieira (1762. miragem. Tais rememorações compõem a paramnésia que. o sonho comum. criados a partir da existência e atuação de uma inteligência intrusa à vida psíquica e parapsíquica da consciência encarnada. . O pesadelo constitui manifestação bem característica. experiência com as características da percepção através dos sentidos. A influência obsessiva acarreta emotividade superimposta. o algoz. psíquicas.2. por isso.9. fantasia. Vidência. às vezes. O pesadelo caracteriza-se pela ausência de lógica nas imagens pesadelares. fisiológicos. estranha. 80. O máximo que pode acontecer é o pesadelo recorrente. traumatizantes. 80. especialmente: delírios febris. Imagens. em especial o sono natural.8. com aspectos de natureza quase sempre benigna. que induz ou foqa na mente da consciência encarnada. a manutenção do olhar fixo em determinada direção. de expectativa. epilepsia. em geral se extingue definitivamente no instante do despertamento físico da consciência. com facilidade maior. Houve até quem haja considerado as alucinações como sonhos da consciência no estado da vigília física ordinária. surgida em muitos casos como pesadelo vivo. mas sem estimulação sensorial evidente. ou que se repete conforme certas condições predisponentes fisiológicas. não se pode dizer que existe um pesadelo obsessivo. 80. em especial: por se revelarem pelas pálpebras descerradas. percepção errada.siva. insinu. A influência obsessiva. 80. são bem diversos. A influência obsessiva constitui manifestação extravasora. Alucinação (Latim: hallucinari.4. que é manifestação efêmera. etc.5. Do ponto dé vista da incidência das várias condições aqui analisadas. e o pesadelo fisiológico. A influência obsessiva demonstra conotações plausíveis razoáveis nas imagens negativas. 80. Sinonímia: desvario.7. O pesadelo.

82. A consciência vê-se fora do corpo humano. Merece registro que há defensores da existência da chamada alucinação verídica. 53). no caso. descrevendo as ocorrências sob os mesmos padrões fenomênicos. endoscópicas. o medo. 85). A alucinação é aventada como a ocorrência psicológica que explica as projeções conscientes. psicomotoras. Marinuzzi (998. aperceptivas.psíquicas. É altamente improvável que tantas pessoas. Será inútil tentar executar esta ou aquela ação. antagônicas. p. além das desordens mentais. no caso das aparições conjuntas ou compartilhadas. gigantescas ou guliverianas. a solidão. A experiência da decolagem consciente. Casos. de pessoas em condições não-patológicas. que são fenômenos elementares ou complexos. táteis. Rogo (1436. A projeção torna possível. etc. p. 82. cap. estejam sofrendo alucinações. 8). Walker (1781. liliputianas. a projeção consciente. Nos casos sobre as projeções conscientes (V. gustativas. o assistente ou assistentes. a sede. A melhor hipótese. Kardec (825. Explicação. de se dirigir para este ou aquele local.1. não podem ser associadas às alucinações. universal. são bem marcantes e podem ser classificados. Verídica. 24). que recebem todos os tipos de influência cultural. Todd (1689. visiiais. cenestésicas. As maiores afinidades ou similitudes entre as alucinações e as projeções conscientes estão nestes fatores: ambas são estados alterados da consciência. Símilitudes. associadas. p. experimentalmente. Currie (354. 178). Lippman (934. Wolman (1863. Decolagem. Gooch (617. 82. auditivas. mais racional. p. As características individualíssimas do psicossoma e suas manifestações. Fatos. fisiológico. 140). Multi-sensorial. porque ocorreria simultaneamente com o projetor. neste caso. cinestésicas. e observadorestestemunhas. pois provêm de todos os países. Para explicar certas projeções da consciência. deforma o significado do termo alucinação. durante a projeção e realizar. PARALELOS ENTRE ALUCINAÇÃO E PROJEÇÃO CONSCIENTE Diferenciais. e variam em seus tipos: alucinações abstratas. 72). Os caracteres diferenciais básicos entre a alucinação e a projeção da consciência para fora do corpo humano. A projeção consciente. lógica. negativas. com plena lucidez. Isto é difícil de se entender à luz da lógica e da racionalidade. Coletiva. de modo geral. extracampo. ao modo dos existentes com referência aos sonhos comuns. e que utiliza como mecanismo todos os sentidos ou. a ação extrafísica planejada. a audição e o tato. Souza (1584. p. 126 . 76). 345). Fisiologia. e com resultados assegurados. igual aos outros fenômenos ditos paranormais. durante o fenômeno da autobilocação consciencial (V. De um modo geral. ou seja. a tese da alucinação teria de ser coletiva ou grupai. as impressões da saída para fora do corpo humano. num local predeterminado. 205). 457). e objetivos ou públicos. Fortune (540. a visão. Para o próprio projetor dois fatos essenciais liquidam com a hipótese da alucinação para explicar as projeções conscientes: 81. aparentemente sadias do ponto de vista psicológico. Psicossoma. 81. A própria pessoa pode induzir. e as privações sensoriais. o que.2. Gurney (666. durante uma alucinação. p. cap. p. em relevo. físicas ou emocionais extremas podem causar alucinações. a fome. imaginária. olfativas. Eis catorze desses caracteres diferenciais: 82.1. p. Champlin (272. p. p. o sentimento de culpa. normo. p. Paim (1182. contemplando-o.Causas. e as percepções de cada um deles reagiriam simultaneamente e com vários dos seus sentidos em estados alucinatórios. ali. p. Obviamente esta explicação é dada por aqueles que nunca experimentaram por si mesmos as projeções conscienciais e ignoram a extensão das manifestações que surgem no campo da Projeciologia. seria uma percepção ilusória. como um ser real. a partir de resolução tomada antes de se adormecer. em subjetivos ou individuais. 81).2. usando como hipótese explicativa a alucinação. Autobilocação. p. e ambas podem ser desencadeadas por privações sensoriais. p.3. no mínimo. neurológicas. p. e condizente com os fatos gerais é considerar a projeção consciencial como fenômeno natural. correspondente a um evento ou circunstância desconhecida pelo percipiente. 45). 159). 455) pode-se observar que os relatos são numerosos e unânimes demais para se tratar de meras alucinações. Indução. Predeterminação. 926). ambas atuam como mecanismos de defesa consciencial. _____________________ Bibliografia: Blackmore (139. 112).

o que não acontece nas alucinações. As alucinações não apresentam recursos para proporcionar informações exatas quanto aos eventos reais experimentados e aos lugares reais descritos pelo projetor. Vígeis. 82. Laboratoriais.6. 24). sobre a existência posterior dos indivíduos. constituem evidências contra a afirmação de que as projeções sejam meras alucinações ou fantasias das quais jamais se esperam efeitos tão profundos e duradouros. Pela alucinação não ocorrem a exteriorização de energias e o banho fluídico ostensivos. As experimentações de laboratório demonstram. inclusive as aparições a encarnados. Filosóficos.Autoconhecimento.9. logicamente. 82. que apresentam testemunhos coincidentes sobre os acontecimentos vistos pelo projetor. Realidades.idavolta-nova-ida. Os arrazoados aqui discriminados conduzem à conclusão evidente e lógica de que as alucinações.se indagar: — Por que pessoas que estão cientes das projeções. no mesmo itinerário. Há projetores-encarnados-projetados-testemunhas que presenciam ou participam diretamente dos mesmos eventos extrafísicos com outros companheiros. Interiorização. presentes. 82. sejam quais forem. a perda do medo da morte. não tão profundos. mas. como aquelas induzidas por drogas. fenômenos físicos e psíquicos peculiares ao complexo de manifestações da projeção consciente. 82. tais alucinações seriam ou muito improváveis ou mesmo impossíveis.11. Encontros. Energias.12. contudo que não acreditam nos fenômenos projeciológicos. O projetor distingue perfeitamente. _________________ Bibliografia: Champlin (272. 82. durante ou mesmo após os episódios.Influências. no entanto. 82.5. não explicam satisfatoriamente as projeções conscientes. as projeções conscienciais lúcidas de quaisquer percepções erradas ou alucinações.7. cap. Por isso. . não permitem qualquer hipótese de aproximação com as percepções errôneas ou alucinações. Stokes (1625. muitos desses efeitos podem constituir de fato projeções induzidas por drogas. 205).sentidas e observadas pelo projetor projetado convencem-no das realidades extrafísicas. 81).ria. paradoxalmente. através da autopersuasão. 82. por verem a sua aparição pelo psicossoma ou o fenômeno da bilocação física. 82. a realidade da projeção como estado alterado da consciência bem diverso das alucinações (V. na prática. com aparelhos e monitoramentos especiais. p.8. Translocação. 82. As alucinações não permitem ocorrências semelhantes às dos encarnados vígeis. demonstrando ao projetor a vivência incontestável de situações extrafísicas comandadas pelo próprio arbítrio. Pela alucinação não se consegue o trânsito extrafísico deliberado pela consciência. Os poderosos efeitos da projeção consciente sobre as perspectivas filosóficas do experimentador como. por que pessoas que nunca ouviram falar em projeções conscientes têm alucinações de projeções? A rigor. Extrafísicas.4.14.10. As projeções conscientes têm sido experimentadas. p. Caracteres diferenciais objetivos: 82. A projeção faculta a execução pela vontade da translocação extrafísica num percurso. a reciclagem encarnató. bem distantes de qualquer percepção errada ou alucinação. têm alucinações de projeções? De igual modo. Conclusão. seja antes. Algumas formas presumíveis de experiência alucinatória. As influências exercidas pelo projetor projetado sobre outras pessoas. A experiência da interiorização consciente pelo psicossoma também apresenta-se muito diversa das alucinações. 82. têm sido conhecidas como causadoras de efeitos. Improbabilidades. e outros. espontaneamente. deve. As alucinações não possibilitam racionalmente o encontro com entidades extrafísicas ou com encarnados como ocorre através das projeções conscientes. por exemplo.13. por pessoas que não acreditavam na existência do fenômeno até que o viram acontecer.

IV — VEÍCULOS DE MANIFESTAÇÃO DA CONSCIÊNCIA .

IV – Veículos de Manifestação da Consciência 83. as sensações da personalidade — seja desperta. daí a existência do ego e dos veículos para a sua manifestação. subterrânea. cap. propriamente dito. condutor do soma. princípio espiritual. sendo. a parte emocional. Subego. verdadeiro eu. de sua mente. primitiva. Ainda que fosse só energia. não tem limites. até além da faculdade de pensar. o mantenedor dos códigos éticos. Constitui o ego. Sinonímia: alma. Tais veículos constituem apenas meros instrumentos. — e nem mesmo quando em conjunto na condição da coincidência de todos os corpos.não é a personalidade humana. princípio inteligente. Constitui o superego a parte oposta ao animal. outra forma de vida além da existência física. 30). sediada no corpo mental. o ser humano em si. conhecimento e racionalidade. não-cerebral. anandamayakosha. — a consciência. apenas uma questão de traquejo. torna-se mister cogitar o que vem a ser a consciência ou ego. Ego: substrato do princípio espiritual individualizado. Derradeiro. não morre. não-material. contrária aos impulsos naturais. estado de consciência primordial e irredutível. Autoconsciência. envolvendo outras faculdades mentais tais como a razão. subpessoal. ou o corpo unificado. psique. Evidentemente. não havendo nisso nenhuma grandeza ou predicado fora-de-série. o psicossoma. mente. etc. mantém relação direta com as energias do duplo etérico. pois não pensam por si. Ego. A autoconsciência é a qualidade essencial. O id. ou consciência eterna. Superego. de seus pensamentos e sentimentos. consciência integral eterna. pode ser classificada segundo três aspectos conscienciais específicos: 83. que existe em relação direta com a consciência pura. emoções. fundamento de todos os estados de consciência. jiva. O espírito é mais do que energia. Tudo parece indicar que a consciência apresenta atributos finais de ampla magnitude. que diferencia o homem e a mulher dos outros animais. 83. espírito. no corpo mental. sema. criação ou emanação cuja origem primeira permanece desconhecida. porque não é encontrada em nenhum outro organismo vivo na Terra. em sua essência pensante. que é autônomo. A autoconsciência é a faculdade ou capacidade de o ser humano estar consciente de sua existência. o corpo humano. corpo causai. não pode ser comparado com vida. a voz da consciência.2. cáusa da vida psíquica. individualidade. hipoconsciente. A consciência encarnada. A rigor. razão pela qual a consciência do projetor encarnado acaba preferindo. social. como se observa no estado da consciência cósmica (V. purusha. o desconfio metro. ou os instintos do ser humano. nem mesmo nos chimpanzés que às vezes .1. única. identidade eterna. ser andrógino. Antes de entrar em considerações a respeito dos veículos da consciência. O ego. Espírito. Instrumentos. através das experimentações pessoais. pois. EGO Definições. super consciente . efêmera e mutável. o princípio espiritual auto-animado depois de criado. controlador. mas ainda presa ao paracérebro do psicossoma (paracabeça). O homem é um ser multidimensional. está além de todos os elementos transitórios. ou mesmo o corpo mental. eu maior. eu. eu central.super. ou metaorganismos. eu real. o derradeiro substrato do ser é independente. Constitui o subego a parte mais obscura. ou ser consciente de estar consciente. ou o ego propriamente dito. atman. neurológico. ou no estado da vigília física ordinária — que mantém relação com a consciência. o duplo etérico. pneuma. instintiva e animal da personalidade. Classificação. não são. indestrutível. esta não existe sem um substrato.3. não nasce como entendemos. princípio de identidade.ser. eu pensante. 83. cada qual isoladamente. Vida.

no extremo extrafísico. parece que constitui a idéia máxima que possuímos — neste estágio do conhecimento terrestre — sobre a condição natural ou nua e ema da natureza incorpórea desse mesmo ego. interatuantes. instrumentos conscienciais. transcende a acepção de simples sede da lógica. e que se escondem umas dentro das outras. envoltórios do espírito.5 = Cordão de prata. Coabitação.5 = C 1. Dissociação. podem ser dissociados. p. por momentos breves. 84. holossoma. Sinonímia: alojamentos do espírito. e água. sutil. da razão. ____________________________ Bibliografia: Bozzano (184.. recipientes da consciência. Classificação. deve ser criado um neologismo próprio para caracterizar o corpo mental nessa condição. cada um vibra em freqüência própria. e que. Rampa (1361. justaponíveis.1. corpos empacotados. Prieur (1289. no extremo físico. 9). 84. encaixados. Mittl (1061. 273). f) Veículo 3 = Corpo 3 = C 3 = Corpo mental. p. koshas. o psicossoma ou corpo emocional. Única. — duplo etérico e psicossoma. a individualidade humana não se limita ao corpo humano visível no estado da vigília física ordinária. areia. coincidentes. em que o ego se manifesta permanentemente de corpo mental. — você pode utilizar vários recursos de imagens múltiplas ou comparações rústicas. As projeções da consciência são justamente conseqüências da dissociação desses corpos ou veículos associados. — o corpo humano. corpos encaixados.terpenetrados. Veículos. 82). Os veículos conscienciais vão do organismo físico denso. coabitam o mesmo local ou espaço na Terra. Apesar de termos vários veículos de manifestação consciencial. Espelhos. ou corpo humano.5 = Corpo 1. 84. Na técnica da conscientização da realidade dos quatro veículos coincidentes de manifestação da sua consciência. entre espelhos dispostos de tal modo que veja a si mesmo (na progressão infinita de espelhos de múltipla visão. envoltórios espirituais. Os veículos de manifestação da consciência encarnada. e um conjunto de esponja. no estado da coincidência. Na verdade. Partindo desta premissa. móveis. MjchaSl (1041. os veículos de manifestação da consciência podem ser classificados e denominados do seguinte modo: a) Veículo 1 = Corpo 1 = C 1 = Corpo humano. etc. Tipos. passam pelos corpos cósmicos. veículos conscienciais. contudo. do espírito encarnado. p.parecem capazes. c) Apêndice 1. ou coexistentes. conjunto este que podemos discernir em nosso presente nível evolutivo. Para a aplicação prática dos conceitos. 86). p. in. A significação da expressão “corpo mental”. alinhados. e não constituem fumaça que se perde no espaço. o duplo etérico ou corpo energético (que não porta a consciência). homem total. corpos adicionais. Vieira (1762. — até o corpo mental. coexistem.5 = A 2. de estarem conscientes de sua existência. 211). p. 59). 52). Estude a interpenetração do jogo de quatro móveis. conformações exteriores do ego.corpos cósmicos. Veículos da consciência: instrumentos ou corpos pelos quais o ego (espírito ou consciência) se manifesta nos universos físico e extrafísico. mais para trás das suas costas. por cima do ombro) repetido três vezes. Imagens.Walker (1781. Móveis.5 = Cordão de ouro. como se estivesse no atelier do alfaiate ou figurinista. homem composto. p. quando você permanece de pé. O chamado estado do espírito puro.2. jogo de corpos. e) Apêndice 2. por exemplo. 52). ou plano de existência individualíssimo e diverso. e ocorrer a condição chamada de dupla consciência (V. neste caso. Martin (1002. p. coexistindo em harmonia. cada qual a seu modo. rupas. 3 . cada um de nós tem somente uma consciência desperta. ou mesmo quatro caixas encaixadas perfeitamente.5 = Duplo etérico. TIPOS DE VEÍCULOS DE MANIFESTAÇÃO DA CONSCIÊNCIA Definição. p. b) Veículo 1. d) Veículo 2 = Corpo 2 = C 2 = Psicossoma. Observe a imagem do seu corpo humano refletida. 123). Devem existir manifestações ainda mais sutis. A grande variedade das evidências no campo da pesquisa da Projeciologia torna extremamente difícil explicar todos os casos e fenômenos a não ser pela admissão do fato da exteriorização da consciência encarnada através de outros veículos de manifestação além do corpo humano. Ela é constituída pelo conjunto de elementos que se encaixam uns nos outros. Monroe (1065. metaorganismos. especialmente estas quatro: espelhos. 20). p. bonecos. corpos não-físicos. todo íntegro. Estado. podermos mobilizá-los ao mesmo tempo.5 = A 1. Quem sabe? Estes veículos são reais. sob certas condições. corpos metafísicos. e o corpo mental. cap. mesas chinesas.

Aí observará a existência conjunta. tem ascendência direta sobre o duplo etérico. o corpo mental. soma. há de se enfatizar. C. ou do corpo humano inteiro. prammayakosha. Os veículos conscienciais foram denominados de diversas formas através dos tempos. Denominações. os centros de força. de três substâncias distintas. Bonecos. o corpo humano durante a projeção consciencial lúcida. que constituem os seus escondimentos.4. corpo): corpo mental. o psicossoma com o duplo etérico. Koshas: kosha. Corpos: humano. normais.). na mesma ordem: 1. simultânea. 2. Quanto aos veículos de manifestação da consciência. 84. sediado no paracérebro do psicossoma. A projeção consciencial lúcida se assenta na capacidade de a consciência manipular ao mesmo tempo. de mãos dadas. bem diferentes. aura humana. mônadas de Leibnitz (1646-1716). são mais fortes no mundo material. cabeça. todo. segundo corpo. bem evidentes.enteléquias de Aristóteles (384-322 a. O psicossoma. ou seja. igualmente usadas para identificar um ou outro veículo. Há pessoas que se perturbam com a diversidade das denominações atribuídas aos veículos de consciência. Empregando raízes do idioma grego pode-se denominar mais corretamente os corpos ou veículos principais da consciência: “soma” (corpo físico): corpo humano. “deuterossoma” (deutero. Cada veículo de manifestação da consciência varia quanto à sua natureza conforme o meio ambiente aonde esta consciência deve atuar. o corpo humano e outro veículo de manifestação. para a frente e para trás. “cefalossoma“ (cefalo. dois. manomayakosha e vijnamayakosha. segundo. conjunto total. e a aura. filósofos e investigadores em geral registrados pela História Humana. existem cinco ocorrências. Examine o recorte de um modelo simples de bonecos. intermediário luminoso de Puysegur (1751-1825). a auto-invisibilidade. dobrada três vezes. aqui em ordem alfabética: animus de Lucrécio (último século a. cordão de prata. procure enchê-la com areia fina. Conjuntos. adaptadas ao seu ambiente. ao mesmo tempo.).). tem ascendência direta sobre o psicossoma e o controla através do paracérebro e do cordão de ouro. sediado em todos os elementos nervosos do indivíduo. chacras. bem proporcionado. O corpo mental. energético. e as denominações correlatas. feito numa folha de papel branco. ou algum de seus aspectos primordiais. o psicossoma integral. e o controla através do sistema nervoso central. ou corpo instintivo.formando o pacote ou conjunto harmônico que ocupa menos volume e espaço. Manipulação. somos a consciência eterna. podem ser lembrados os conceitos. corpo substancial de Emanuel Swedenborg (1688-1772).3. e “holossoma” (holo.o psicossoma sem o duplo etérico. de acordo com as características deste meio ambiente. são mais fortes nos planos extrafísicos evoluídos. Neologismos. Numa escala de ascendência funcional. espíritos-animais de René Descartes (1596-1650). características indeterminadas. aerossoma II e cefalossoma. soma. A elas ofereço três conjuntos uniformes de expressões afins para significar os mesmos quatro veículos conscienciais aqui utilizados como o corpo físico. idéias-arquétipos de Platão (428-347 a. C. Básicos. Os seres encarnados. Cada veículo da consciência é. no estado da vigília física ordinária. e a água (corpo mental) fluindo através da esponja. por diversas personalidades. ou corpo emocional. Pegue uma esponja comum. átomos solares de Pitágoras (572-497 a. soma. As consciências desencarnadas. corpo). Acima de todas as formas. aerossoma I. O corpo humano e os outros veículos de manifestação consciencial são elementos separados de nós mesmos. homem transparente de Cyrano de Bergerac (1619-1655). princípio vital de Barthez. Características. computador e programador. corpo): corpo espiritual. densidades. aquilo que ainda é ignorado . etc. Cada veículo é computador em função daquele veículo mais evoluído. 84. conjunto de todos os corpos quando coincidentes.Esponja. o cordão de prata. sentido interno de Mesmer (1734-1815). Simultaneidade.). Além das sinonímias mencionadas nesta seção. visando à vida prática. o psicossoma e o corpo mental. do cérebro. termo já de uso corrente. seja o psicossoma ou o corpo mental. ou corpo energético. Não somos somente os nossos corpos. adaptados ao seu meio. Observações. o psicossoma parcial. ou seja. C. idéia diretriz de Claude Bernard (1813-1878). e mental. dinâmica e composição: o corpo humano no estado da vigília física ordinária. o mesmo que “psicossoma”. depois a mergulhe em um balde de água límpida. em separado. o psicossoma e o corpo humano. os três elementos básicos da consciência encarnada: o ego. Não obstante a existência de todos os veículos e instrumentos de manifestação da consciência aqui analisados. Somas: soma. quando não equivalentes pelo menos afins ou analógicos. a incorporeidade. Vários aspectos caracterizam os veículos de manifestação da consciência e precisam ser pesquisados para a descoberta dos seus mecanismos. Escondimentos. C. o homem ou a mulher. a consciência tem ascendência sobre todos os veículos conscienciais e os controla direta ou indiretamente a partir de sua sede básica. Escala. 3. e programador em função daquele veículo mais atrasado. ou seja. o corpo mental. o duplo etérico. porém. cada uma interpenetrando a outra: a esponja (o corpo humano). e sobre o corpo humano. a influência do duplo etérico. emocional. a areia dentro (o psicossoma).

cap. em seu todo. carapaça do psicossoma. 10).quando este está coincidente ou mesmo quando está projetado? 84. soma. corpo denso. Sob o aspecto setorial. ou dos corpos conscienciais interpenetrantes. máquina a vapor. p. Gookall (343. Do ponto de vista das sedes dos veículos de manifestação da consciência. prisão celular. A pessoa considerada coma sistema físico vivo recebe o nome de organismo.litossoma. 161).invólucro carnal. Osborn (1154. família Hominídia. sepultura. tais ligações aproximam-se formando o cordão de prata. 11). 5 . e de extrema precisão. 133). p.forma orgânica. p. corpo-cérebro. Sinonímia: armação mortal. Greenhouse (636. corpo natural. templo da alma. escafandro físico. 85. O mecanismo maravilhoso do corpo humano. Embora recebendo orientação básica do psicossoma. etc. infere-se dos assuntos expostos que. sarcófago de carbono. 73). Besant (129. corpo físico emitente. § 05. registra e responde. equipado com relógios e medidores de todo tipo. Shay (1546. p. veste pesada. ramo Cordata.verso. trincheira. o corpo que se alimenta de comida. corpo mortal. corpo grosseiro. gênero Homo. 134). corpo alfa. Powell (1278. 14). 61). Parece que o cordão de prata não se esconde em nenhum lugar específico. casa-corpo. objeto vital. Por isso.relativamente ao modus operandi: 84. ou das partes do corpo humano. p. Yogananda (1894.minal. Rampa (1361. _____________________ Bibliografia: Andreas (36. tumba. residência corpórea. p. Steiner (1610. crisálida carnal. p. Aonde se restringe o corpo mental no paracérebro. corpo físico. § 02. Vieira (1762. Meek (1030. fardo. corpo terrestre. carro. corpo biológico. do indivíduo? Cordão. Norvell (1138. etc. Comparações. classe Mamíferos. corpo evidente. mecanismo eletrobioquímico. 156). corpo somático. 381). em certas circunstâncias ou injunções. esquife de carne. masmorra. 12). 168). corpo-lagarta. além dos cinco sentidos básicos. o corpo mental sedia a consciência. O corpo físico dos seres humanos. taça de barro. corpo tridimensional. o corpo humano sedia o cordão de prata. cada mudança rítmica física que ocorre à sua volta. formado por cerca de sessenta trilhões de células — cada qual possuindo individualmente capacitância e indutância —. por exemplo. Aonde permanece o cordão de ouro durante a projeção lúcida da consciência através do psicossoma? 84. túnica de pele. corpo terreno. p. 27). p. 55). Durville (436. p. uns servindo de esconderijo para os outros. microcosmo. manto.habitat físico. p. 128). o mais elevado nível de desenvolvimento animal sobre a Terra. cidade. a mão sedia a paramão. organismo humano. p. p. stula. espécie Homo sapiens (V. o corpo humano sedia também este veículo. § 04. temporária. veste celular. no interior da cabeça extrafísica (paracabeça) do psicossoma. e sofre desgaste. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O CORPO HUMANO Definições. veículo celular. e sim coexistem no mesmo espaço e tempo. Guéret (659. Aonde se oculta o psicossoma no estado de coincidência natural de todos os veículos de manifestação da consciência? 84. Registros. Tais planos e tais veículos não se superpõem. Corpo humano: o corpo do indivíduo do reino Animal. Container dos corpos internos da consciência. ou o paradeiro temporário desses elementos do ego. p. o cérebro humano sedia o paracérebro do psicossoma. Só se pode começar a entender os escondimentos dos veículos de manifestação da consciência. cárter humano. Blavatsky (153. máquina respiratória. § 03. corpo exterior. ordem Primatas. gaiola de carne. 1). além da sinonímia apresentada. § 01. relógio. Já o paracérebro do psicossoma sedia o corpo mental. p. admitindo-se a existência de freqüências vibratórias diversas entre tais veículos. instrumento eletrônico. Sculthorp (1531. Prieur (1289. p. corpo ho. Para onde vai e permanece a consciência durante o estado de inconsciência relativa. Por fim. corpo-mente. Sedes. corpo primário (para o homem). organismo denso. santuário. corpo descartável. corpo mundano. corpo animal. todos interpenetrando-se numa relativa interdependência. p. p. cela. — expressão mais limitada e imperfeita do espírito. corpo três-em-um. é ainda rotulado ou comparado a: caixa. máquina vivente. corpo normal. sente os efeitos da fadiga. — freqüentemente. sobretudo. 37). p.magneto humanp. compressor do eu. degeneração e desintegração. eu físico. Bentov (119. Aonde se esconde o cordão de prata durante a coincidência dos corpos conscienciais no estado da vigília física ordinária? 84. Quando o psicossoma afasta-se do soma. mini-uni. 438). 91). Cada partícula do psicossoma parece estar ligada à sua análoga física. invólucro físico. a substância física ou estrutura material de cada homem. corpo externo. corpo carnal. mecanismo bioelétrico. igual ao que sucede com os planos físico e extrafísicos da vida universal. ou seja. conforme inúmeros fatores ambientais: campo elétrico. mulher e criança. concha terrestre. 76). a perna sedia a paraperna. Freqüências. organismo psicofísico.

conforme assimilada pelos cinco sentidos orgânicos básicos. manifestando-se o eu através de outros veículos ainda mais evoluídos do que o soma. as complexas sensações cenestésicas proporcionam à consciência encarnada a percepção interna e. até que esse mesmo corpo seja desativado pela projeção final. ao sexo. Este é um dos fatores inibitórios básicos da projeção consciente e a razão porque tal fenômeno ainda não alcançou unanimidade entre os componentes da espécie humana. Intimamente. atentos quanto à conservação da saúde física e mental e aos meios de satisfazer a condição de se estar bem. se não bebemos. ou morte biológica. ou re-síntese elaborada. morremos de inanição. o corpo humano passa por constante revezamento no processo contínuo de destruiçâo-reconstrução. influência cósmica. raios cósmicos. se não cortamos os cabelos. a consciência encarnada torna-se incapaz de acreditar na sua verdadeira natureza ou reconhecer a sua constituição multiveicular. morremos de sede. a razão. para quem quiser. ou destacado dele. desavisada. Por estar. Como resultado dessa magna idéia fixa de todo encarnado. à higiene. morremos por asfixia. abastecendo-o e servindo-o de manhã à noite. rústicas e intensas. buscando atender à respiração. intelectuais em geral — torna-se incompreensível. se não tomamos banho. a primeira morada física. o corpo humano. Reposição. Imagem. durante a fase de crescimento biológico e além dela. ou até mesmo pensar profundamente sobre isto. Daí que. Isso se expressa através dos esportes em todas as suas modalidades. etc. é apenas um aspecto do nosso ser total. derivada de suas fontes de alimentação: o ar da respiração. Não há plástica nem estrutura humana estáticas. Por ser denso e tangível. nascidas desse mesmo corpo. erroneamente. a memória. muscular. a comida. o ano inteiro. luz. gravidade. constitui. Sensações. filósofos.. Cenestesia. do bem-estar mental permanente e da integração social. etc. fixamos permanentemente a nossa imagem — foco sempre presente de nossas preocupações na vida consciente vígil —. Isso significa que cada consciência encarnada se reencama. Entretanto. Como encarnados. tão escravizada à percepção da realidade física. inclusive a dor e o orgasmo. ao mesmo tempo. nervoso e linfático. como algo à parte. Inibição. que nos dá muito trabalho e exige de nós muitas despesas. Admite-se. A existência das imagens cenestésicas é comprovada pela Psicopatologia. inevitável. sobrevêm o desastre: se não respiramos um ar mais ou menos oxigenado. pressão. visando a obtenção da plástica estética. o mais grosseiro de todos os veículos de manifestação da consciência. que a cada cento e cinqüenta e oito dias o processo de renovação celular geral do corpo humano se completa em cada um dos seus sistemas fundamentais: estrutural. a pensar. etc. Nós existimos. que contém mais de sessenta por cento de água em seu peso. ao apetite. o corpo humano permite sensações animais. registram sem parar. assim. e todas as demais funções da consciência. constitua a soma total e única do nosso ser. que conduzem a consciência encarnada. Tudo isso. se não comemos. Confusões. Zelo. independentemente do corpo humano. e umidade. contemplando-nos no espelho. o corpo humano. a projeção consciente vem demonstrar. habituada a identificar-se com os seus trajes externos. a sede física da consciência. Vivemos na matéria densa cuidando zelosamente do corpo humano. e que nós somos tão-somente meras máquinas bioquímicas. Culto. transformamo-nos em um monte de lixo. — a concentração intensa e permanente sobre o corpo humano. estrutura especial para o restringimento maior do eu. Veículos. — é sempre muito mais fácil crer que ele. inclusive a ginástica coreografada. que só existe esse corpo e nenhum outro veículo nat sua complexa organização vital. Estímulos. Para a maioria das pessoas adultas — inclusive pensadores. podem existir numa forma pura. Concentração.. ionização. no mínimo. circulatório. e as sensações proprioceptivas. à sede. Hoje floresce o culto apaixonado ao corpo humano. temperatura. O cuidado básico com o corpo humano é. duas vezes por ano e que uma encarnação de cinqüenta anos de idade. da autoconfiança perdida. tempo. compulsório. no seu corpo unificado. controlado pelo cérebro. Compulsividade. praticamente. A consciência encarnada. as percepções avançadas. Contudo. criamos uma juba. agasalhando-o. a imaginação. na verdade. Em toda a sua vida útil. confunde: o corpo humano com o seu . se não aparamos as unhas. sendo as células substituídas ou repostas por matéria fresca. a ginástica das vovós. hoje. dos seus componentes materiais. a ginástica narcísica. não podemos utilizar satisfatoriamente as mãos e os pés. o sentimento de existência do seu corpo humano. difícil. e da ginástica em todos os seus tipos. Se o deixarmos entregue a si mesmo. mais de cem breves encarnações encadeadas ininterruptamente. e quase impossível aceitar o fato de a consciência existir fora do corpo humano. os sentimentos (emoções profundamente racionalizadas). o juízo crítico. desde que nascemos na face da Terra. somos constantemente bombardeados por todo tipo de estímulos sensoriais que os órgãos de percepção do corpo humano. Isso não precisa de prova. e a bebida comum Reencarnações. literalmente.campo magnético. que o intelecto. a encarnação toda. ou seja.

junto ao corpo inerte e de cérebro vazio. sede. Segundo a Psicologia. ou em estado de sono aparente (V. Por exemplo. devido a efeitos de campo. desde o momento do encontro das duas porções de matéria energizada. Suspensão. o corpo humano de um adulto seria menor que a ponta de um alfinete. provavelmente. 416). O psicossoma deve ser constituído de partículas de natureza diferente das físicas densas. vale acrescentar que existem pesquisadores e espiritualistas que põem em dúvida a “existência objetiva” das coisas. É interessante ressaltar que a metade esquerda do corpo humano apresenta os pontos de inserção de dois chacras essenciais isolados. os processos de retro-bio-alimentação e. humanos. Partículas. a condição de autoconsciência do próprio corpo humano recebe o nome de somatopsique. uma condição da outra. o psicossoma parece ocupar um espaço mais geral. elétron. — pode ser controlado pela nossa consciência encarnada. inconsciente. Basta tão-somente ocorrer qualquer aumento do restringimento físico. Similitudes. e a embaixo. 181). Durante o período da projeção completa em que a consciência permaneçe fora. no estado da vigília física ordinária. fica inerte.os invólucros transitórios com a personalidade eterna. supõe-se. a descoincidência dos dois veículos de manifestação da consciência. tronco/membros. passivo. à semelhança da mímica. haveria uma interação excessivamente forte entre elas impossibilitando assim a própria projeção. desalojada do lugar que ocupa através do psicossoma. por algum tempo. os cientistas da Física Moderna afirmam que a matéria não é tão sólida como parece nem do modo que a gente sente. ambos são em grande parte “vazios” de qualquer “matéria sólida”. e quanto à relação do corpo humano com o psicossoma quando este. Ponderações. o espermatozóide e o óvulo feminino. quanto à ligação da consciência na condição do restringimento físico imposto pelo corpo humano durante toda a encarnação. pesa apenas um milésimo do peso daquele. os seus veículos de manifestação com o ego. ou temporariamente desocupado. — uma estrutura energética. No entanto. quadridimensional. Segundo hipóteses aventadas. ou os ruídos dos gases internos produzidos pelos intestinos. Mímica. Lembra igualmente a condição do feto sem vida. anestesia (V. em certas oportunidades. Através da ligação essencial do cordão de prata. e outras. A evidência referida deve ser ponderada pelo leitor que alimenta dúvidas: quanto à condição crítica do espírito reencarnante no corpo humano que se esboça. Nesse estado em que as funções de relação ficam temporariamente suspensas. pois se as suas partículas fossem da mesma natureza das partículas físicas densas (molécula. natimorto. na localização correspondente no duplo etérico e no psicossoma: o cardíaco e o esplênico. a do cadáver. os movimentos extrafísicos são pobremente reproduzidos. Somente a divisão da cabeça apresenta as inserções de três chacras. frente/atrás. pode ouvir com clareza. por reflexos corporais perceptíveis. Espaços. O corpo humano sem a consciência lembra o cadáver. Inanimado. Todo o material do nosso corpo humano. Objetividade. As inserções de todos os chacras essenciais estão no tronco. Em outras palavras: o corpo humano incluindo o cérebro. através do sistema nervoso autônomo. cap. é em grande parte formado de água e. uma privação sensorial maior.tiva e orgânica mantém um mínimo de processos vitais. desde que seja suficientemente observador. os efeitos extraordinários da mobilização da energia consciencial. o corpo inanimado.vestuário. O corpo humano também pode ser estudado através de cinco divisões: direita/esquerda. 412). a vida vegeta. fome (V. porque 99. até o sons dos borborigmos. 452).). cap. na realidade. inflexível. Redução. as inserções de três chacras. e a do iogue enterrado vivo. A propósito. dura e sólida para nós. de maneira inequívoca. achando que tudo isso não passa de uma grande “construção mental”. cap. — para a consciência encarnada se projetar para o exterior do corpo humano.99% do corpo humano são constitui'dos de espaço vazio. embora a vida latente permita distinguir. ou seja. ou seja. etc. cabeça/corpo. Durante a fase da exteriorização da consciência pelo psicossoma e. às vezes não estando esta muito lúcida. numa espécie de vida latente. A situação do corpo humano inanimado durante a projeção prolongada faz lembrar. projetada junto ao corpo humano. Divisões. espremida para fora. o auxiliar em terra do projetor. A divisão em cima apresenta as inserções de quatro chacras. principalmente. cap. se todos os espaços entre as partículas atômicas que compõem a matéria fossem eliminados por compressão. — dor (V. estando projetado na esfera extrafísica. pulso apenas perceptível. consciente. não raro. Tal situação assemelha-se ao avião cujo comandante ligou o piloto automático e saiu temporariamente da cabina de comando para ir ao banheiro da aeronave. aninhado no útero. voluntariamente. imediatamente após a concepção biológica. Isso ocorre 7 . átomo. em cima/embaixo. circulação. A matéria parece muito real. respiração. mas ainda sobre a Gosta Terrestre. Somatopsique. Energia. e a fisiologia natural do organismo. Haja vista os efeitos das técnicas de ioga. como se estivesse sendo expulsa. não existindo inserções de sedes chacrais nos membros. por hipótese.

a consciência se sente projetada com inteira lucidez e possibilidade de se translocar extrafisicamente fora da esfera de energia que circunda o corpo humano. dentaduras. à irresistível ordem de voltar. p. A pineal é inervada exclusivamente pelo sistema nervoso autônomo. no entanto. contra a própria vontade. ambos de Alexandria. Perkins (1236. bem protegida junto ao centro do cérebro humano . isto é. p. 37). Greenhouse (636. Walker (1782. 185). p. 217). PINEAL Definição. de coloração rósea-acinzentada. glândula pineal. demonstram ostensiva rebeldia contra a volta à matéria densa. Frazer (549. 57). Esta providência só pode ser tomada através da interiorização total ou. sede da alma (René Descartes). brincos. a teoria do conhecimento mais defendida. p. p. 26). indicando que o atual tempo já se impõe propício. profunda e generalizada ausência de reflexos na condição de inatividade dos sentidos humanos.. 48). . 14). terceiro olho. p. diretamente para o corpo físico. pelo menos. seja mover mão. então. ou revirar-se no leito. pesa não mais do que 100 mg e apresenta cerca de 8 mm de comprimento e 5 mm de largura no homem Situa-se no mesencéfalo. 19). Prieur (1289. entre-o organismo humano e os objetos que o revestem. chegam até a pensar: — “Por que não deixar o corpo morrer?”. sensação de completa indiferença à forma humana. conquanto todo o cérebro seja duplo. Battersby (92. etc. p. parcial. — forçado pelos fatos. 44).não demonstram qualquer desejo de retornar. não faz parte — encerrada entre os dois hemisférios cerebrais. ou entram em contato direto com o mesmo. p. daqui para a frente. no alto da coluna vertebral. p. pelo médico grego Herófilus e o anatomista. a pineal humana foi melhor descrita pela primeira vez. Eis porque o conteúdo deste livro transcende. ainda não caracterizado e definido plenamente. 34). no entanto. expressa de várias maneiras: exteriorizam contrariedade profunda em voltar. Wang (1794. despreocupar-se totalmente quanto ao corpo humano. da consciência através do psicossoma. contemplar o corpo físico como se fosse o de um estranho. olhar para o corpo físico sem emoção. Gookall (326. olho de Shiva. Erasistratus. também grego. Paim (1182. p. Segundo a Anatomia. 135). As observações aqui reunidas não permitem ser adaptadas aos conceitos que. 16). 132). obedecem. seja: vestimentas de todo tipo. Martin (1002. Aviso ao leitor que. anéis. Nomenclatura. regem a Biologia e a Medicina ortodoxas. ou cônico. p. Órgão diminuto. nesta seção dedicada à análise dos veículos de manifestação da consciência. no momento. a consciência encarnada. Anatomia. Todo objeto físico apresenta sua duplicata extrafísica. 121). têm o desejo insistente de ficar por lá para sempre. p. Reflexos. Quando. 156). a pineal não tem duplicata. epífise. p. sendo que devido a isso. piniforme. peças plásticas. Vieira (1757. p. Greene (635. corpo pineal. p. 197). Trajes. É também chamada de terceiro olho porque na sua formação ela começa como um olho. Cirton (252. Schatz (1514. na espessura da tela coróide. p. ver o corpo físico de maneira impessoal. p. os limites da constituição e da fisiologia humanas deixam de ser aqueles fixados pelos anatomistas e fisiologistas ortodoxos.p. Epistemologia. Rogo (1444. Besant (129. 8). no ano 300 a. com formato semelhante ao da semente do pinheiro. observar o corpo humano de modo desapaixonado. p. pé. As células pineais recebem o nome de pinealócitos. exibem aguda decepção com o retorno à vida humana. _______________________ Bibliografia: Alverga (18. existe uma espécie de liame energético. conarium. óculos. próteses em geral. sobre os tubérculos quadrigêmeos anteriores e atrás do terceiro ventrículo. Pineal (Latim: pinus. C. p.independentemente e além dos movimentos fisiológicos habituais ao sono natural. p. lentes de contato. pinha cônica): glândula endócrina situada de forma extremamente. 86. O órgão sempre intrigou os anatomistas porque. 181). não se interessar em absoluto pelo próprio corpo humano. a pineal é um corpúsculo oval. sentem a volta como provação dolorosa. Heindel (705. Indiferença. 98). Dychtwald (444. — as fronteiras da Ciência habitualmente aceita. que atribuíram ao órgão a função de válvula da memória. do tamanho de uma ervilha. exigindo uma revolução epistemológica ou uma gnoseologia calcada em novos fundamentos. Muitas consciências encarnadas quando projetadas no plano extrafísico exibem indisfarçável relutância de retornar ao corpo humano. Histórico. Quando projetada no plano extrafísico. Russell (1482.do qual. Sinonímia: antena sensitiva. em certas condições. 3). p. Ao que tudo indica. 39). A pineal recebeu este nome por ter o formato de um cone de pinheiro. olho pineal. todos os embustes da vaidade. porque este apresenta. ela torna-se incapaz de passar os seus movimentos. pode apresentar marcada indiferença por seu próprio corpo humano expressa de muitos modos: a forma humana sem qualquer significação para si. Kardec (824. 26). Meek (1030. Relutância.

também olhando para cima. ou projeção final induzida (V. é segregada apenas durante a escuridão noturna. porque o praticante coloca os olhos voltados para cima.tencializador psicofisiológico. o terceiro olho ou epífise.4. inibe as contrações uterinas. Eis catorze efeitos da melatonina sobre importantes fatores sexuais: adia o início da puberdade. a melatonina. atos que também liberam da pineal a substância chamada vasotocina. Outros estudos comparativos de necrópsias demonstraram o dobro do tamanho da epífise nos cérebros dos indus em confronto com a média dos cérebros dos europeus. em certos casos. A pineal apresenta grande semelhança de forma e estrutura com certa peça do aparelho receptor de telegrafia sem fio. estruturalmente similar à substância serotonina. quando o indivíduo é exposto a uma luz brilhante. Discute-se muito a respeito. em três oportunidades: quando quer atingir o estado hipnagógico. A glândula pineal segrega um hormônio próprio. aumenta a serotonina da pituitária. ritmos sazonais ou mudanças circadianas. Sono. ___________________________ 9 .3. curiosas: 86. Estudos comparativos meticulosos de necrópsias evidenciaram volume maior da epífise nos cadáveres de paranormais. diminui a progesterona ovariana. recomenda-se apanhar uma quantidade suficiente de luz solar. relacionados com o estado da cegueira humana. Curiosidades. Acredita-se que o corpo pineal seja a única fonte de melatonina no corpo humano. A melatonina. Em outras palavras: a luz inibe a produção de melatonina pela glândula pineal. este assunto constitui mera especulação do ponto de vista científico. como enriquece nossos sonhos com vivacidade maior. Suspei. é usado como estímulo.1. certa pressão intracraniana no momento final da decolagem consciente através do psicossoma. 86. quando entra em estado sonambúlico comum. que inibe a química da maturação sexual e pàrece reagir à escuridão. Além disso.ta-se que a pineal emita e capte ondas biomagnéticas. ou catalisador alucinógeno. ou aproximadamente a intensidade da luz solar indireta em um dia claro de primavera. às vezes. cap. diminui o peso das gônadas. O próprio cordão de prata está exigindo que encontremos respostas novas e mais convincentes. aumenta a prolactina do soro. relativas ao ritmo cosmoclimático e ao ciclo dia-noite. Chacras. a melatonina {5-methoxi N-acetil triptamina). 191). Nas pesquisas da glândula pineal merecem ser lembradas ainda cinco observações relevantes ou. acreditam os pesquisadores que a pineal humana ainda funciona como “olho” sensível à luz. po. cap. Cordão. Fisiologia.2. em que há ponderável alteração nas horas motivada pelos fusos horários (vôos este-oeste e vôos oeste-este). 109). Suspeita-se que há distúrbios parapsicopatológicos decorrentes de anormalidades ou alterações da pineal.Melatonina. O lux é a quantidade de luz recebida a um metro de distância de uma vela-padrão. cap.Paranormais. há uma série de substâncias químicas cerebrais dentro da glândula. após longos vôos transmeridianos. Efeitos. O ácido isolisérgico (LSD) (V. A consciência é atraída para o ponto médio entre as sobrancelhas. 420). 72). o órgão pineal era visto tão-somente como relíquia evolutiva. Ãcido. de 2. produzindo o aumento dos ciclos MOR (V. razão pela qual o projetor sente. espécie de apêndice engastado no centro das nossas cabeças. ou o estado alfa (V. cap. Àqueles que sofrem desses problemas. Por enquanto. cap. suprime a ovulação espontânea ou induzida. diminui o hormônio luteinizante do soro. em razão da complexidade das funções corticais ainda não esclarecidas. Outros pesquisadores da Medicina afirmam que a glândula pineal influi na regulação do biorritmo fisiológico do indivíduo. que ainda contém pequenas partículas que se parecem com o tecido arenoso da glândula. mas ainda se acha sem comprovação. ou remanescente anacrônico do desenvolvimento evolucionário. diminui a síntese da testosterona. diminui os fatores liberadores da gonadotropina hipotalâmica. Aparelho. Indus. aumenta a síntese da progesterona. que se relaciona diretamente com a glândula pineal. a condição das ondas alfa. responsável por reacertar nossos relógios internos quando atravessamos fusos horários. ainda se voltam para cima os olhos do cadáver. Além disso. aumenta o metabolismo da testosterona no fígado. pois os olhos do sonâmbulo se voltam para cima. Estudiosos da Parapsicologia admitem que a pineal constitui o fulcro da conexão energética final do cordão de prata no corpo humano. diminui o hormônio estimulante dos folículos do sor-o. o mais potente fator indutivo de sono. 440). ou quando o praticante promove certo tipo de autodesencarnação.5. 86. abrindo. diminui o hormônio luteinizante da pituitária. Biorritmo. normalmente. 86. Até algumas décadas atrás. Parapsicopatologia. 86. a relação da glândula pineal com os dois chacras essenciais da área encefálica: o coronário e o frontal (V. Os cientistas provaram o erro dessa crença descobrindo que a glândula pineal pára de segregar o seu hormônio. A melatonina não só atua sobre o nosso sono. sendo. as portas das percepções conscienciais extrafísicas. de alguma forma. pelo menos. não possuindo nem desempenhando qualquer função biológica. Com as novas evidências científicas. Ponto.500 lux.

pequeno círculo. condição dos corpos concêntricos. Battersby (92. oval. estado uno. seja do duplo etérico com o psicossoma e o corpo . Algumas consciências. Brennan (200. p. Planeta (1249. 84). não é o mesmo de pessoa para pessoa. p. p. ou do psicossoma de ser desencarnado. 72). 142). ou consciência. p. 19). 168). estado da consciência em que os veículos de manifestação se apresentam integralmente coincidentes. 480). e a ligação deste com o corpo"humano. Brunton (217. O corpo mental. desde que cada qual esteja num plano pluridimensional próprio e específico de existência ou manifestação. psicossoma. Vigília. Steiger (1601. 135). p. Será sempre melhor à consciência encarnada projetada somente procurar fazer. Walker (1781. 41). corpo mental. 93). Haynes (698. Day (376. p. Características. seja do seu corpo humano. Reis (1384. aura humana. e o corpo humano. duplo etérico. podem ocorrer coincidências ou acoplamentos puramente extrafísicos. Rizzini (1410. — e sair ou entrar no estado da coincidência. está sediado no paracérebro. p. Heindel (704. Vieira (1762. estado do multiorganismo. Fox (544. Drury (414. ocupando o mesmo espaço. O corpo humano. ou de outrem. p. ou dos veículos de manifestação da consciência encarnada: corpo humano. p. Gooch (617. paraanamnese. 101). Sinonímia: anamnese extrafísica. Coincidência dos veículos de manifestação da consciência encarnada: condição de coexistência harmoniosa. 200). p. centro de energia. p. justaposição. Shay (1546. Santos (1505. nevo. p. A consciência encarnada projetada pode focalizar sua atenção sobre inúmeras características dos veículos de manifestação da consciência durante o exame extrafísico: duplo etérico.cia. p. Há dois tipos de exame extrafísico: o auto-exame extrafísico e o hetero-exame extrafísico. p. para manter a coincidência mais ou menos permanente e intensa. p. 142). ou veículos de manifestação da consciência. condição do corpo unificado. na cabeça extrafísica do psicossoma até mesmo quando ocorre a projeção da consciência através deste veículo. 151). Wilson (1858. EXAME EXTRAFÍSICO Definição. 46). Mental. junção dos corpos. Extrafísicas. Quanto à pro. Maturidade. p. p. 152). ou o corpo unificado. Twitchell (1714. o psicossoma. p.ção entre o ego.jetora consciencial em particular: exame do feto. 88. interpenetração. Sem dúvida. p. 209). p. Càrrington (245. psicossoma. é o estado da coincidência de todos os veículos de manifestação da consciência. 93). Os corpos podem estar coincidentes. sozinha. ou o cordão de prata: Sinonímia: alinhamento dos veículos da consciência (expressão obviamente incorreta). o dupjo etérico. Roberts (1420. p. Leadbeater (897. 202). Motoyama (1098. na verdade. O corpo humano e a consciência no estado da vigília física ordinária formam o corpo mais coincidente de todos. 83). 121). 161). o corpo mental. 229). cicatriz e suas relações extrafísicas. Puryear (1341. com a consciência no estado da vigília física ordinária. p. ou a ligação entre o corpo mental e o psicossoma. Watson (1800. 144). interdependência e inter-rela. 26). etc. Exame extrafísico: conjunto de informações obtidas através da análise executada pela consciência encarnada projetada. o exame extrafísico de outra individualidade depois que já procedeu ao exame extrafísico do seu próprio psicossoma. 190). 80). ponto de consciência. etc. e interagirem entre si. vem demonstrar que dois ou mais corpos podem ocupar o mesmo lugar ou espaço. 144). 33). Powell (1278. Blavatsky (154. Shirley (1554. inserções do cordão de prata. na condição de coincidência. quando estão concêntricos. 140). p. p. transparente. 106). 202). Contudo. p. COINCIDÊNCIA DOS VEÍCULOS DE MANIFESTAÇAO Definição. 44). Greenhouse (636. p. p. 84). incluindo ainda neste complexo de estruturas. Pastorino (1206. p. anamnésia extrafísica. e corpo mental. ou seja. p. Variações. umbigo. p. p. _______________________ Bibliografia: Monroe (1065. nuvem colorida. o percentual da coincidência dos corpos. veículo sempre mais coincidente do que os demais. sólida. Corpos. consciência aparentemente sem corpo. ao mesmo tempo. p. Também podem se apresentar fora da coincidência. 113). A vigília física ordinária. Muldoon (1105. p.Bibliografia: ADGMT (03. Xavier (1879. vivem mais trancadas no corpo humano do que outras e ignoramos os fatores reais que interferem. auto-análise parafísica. de maneira tão poderosa. Lee (908. 87. informe. p. A experiência do auto-exame extrafísico da consciência projetada contribui substancialmente para a aquisição de sua maturidade consciencial (V. p. foco mental. forma pessoal: completa ou incompleta. p. alinhãmento. — ou na condição da descoincidên. 92). o cordão de ouro. do seu psicossoma projetado. 145). Tipos. Vieira (1762. cap. coalescência dos veículos conscienciais. 61). cordão de prata. humanóide.

da paracabeça do psicossoma. Prieur (1289. Esta constitui a ocorrência própria da projeção completa da consciência através do psicossoma. disjunção dos corpos. Em geral aceita-se o fato de que os gênios estão em ligeira descoincidência dos seus veículos de manifestação da consciência durante os seus momentos criativos. 89. p. A descoincidência dos veículos de manifestação da eonsciência encarnada apresenta três tipos básicos: a minidescoincidência. A descoincidência mínima. Walker (1786. ou ainda do corpo mental se exteriorizando a partir do paracérebro. Vieira (1762. 89. que sobrevêm com a ruptura definitiva do cordão de prata. Final. sono comum. Sono.1. ocorre mais freqüentemente: na clarividência viajora. _______________________ Bibliografia: Ebon (453. ingestão de álcool. sonhar e perceber que está sonhando. sentir o estôm’ago na boca. o duplo etérico. p. o que demonstra que as descoincidências podem ser naturais ou patológicas.mentos. Mediunidade. p. ou minidescoincidência. 340). compõe a projeção final.ça — incluindo obviamente o paracérebro — do paratronco e dos paramembros do psicossoma. dos veículos de manifestação da consciência encarnada do médium ectoplasta: o corpo humano. A maxidescoincidência inclui a saída simultânea da paracabe. paramãos) ou ao para. semelhante a linha de coser ou cabelo.mental. Vieira (1762. Eis alguns sinais ou sensações psicofísicas da descoincidência dos veículos de manifestação da consciência encarnada: acordar subitamente no corpo físico depois de um pesadelo.3. parabraços. biológica. desconecção dos veículos consciências.tronco do psicossoma. etc. a exteriorização do ectoplasma tem início com a condição de descoincidência. indica a descoincidência como o fator desencadeante essencial. 89. 123). ou minidescoincidência. 14). Neste aspecto deve-se analisar o fenômeno da descoincidência vígil (V. como por exemplo. p. do cordão de prata distendido ao máximo. Xenofrenia. ocorrida depois da maxidescoincidência de uma grande projeção da consciência através do psicossoma. Minidescoincidência. ver estrelas. Ectoplasma. ou provocada e consciente. ocorrendo logo após a influência de fatores diversos: depressão. O estado da minidescoincidência pode evoluir para uma descoincidência completa dos veículos de manifestação consciencial ou para uma interiorização parcial. saindo da coexistência justa com a cabeça humana. e em quase todos os outros estados alterados da consciência e fenômenos parapsíquicos. DESCOINCIDÊNCIA DOS VEÍCULOS DE MANIFESTAÇÃO Definição. saída da coincidência. doença física. Tal fato fala alto a favor da importância da atuação preponderante dos chacras coronário e frontal sobre os demais chacras. etc. já predispõem a manifestação da maioria dos gêneros de mediunidade. nos sustos ou estados psicológicos corriqueiros. 108). desalinhamento dos corpos. desencaixe dos corpos. Parece que. devido a um sonho extracorpóreo ou sonho descoincidente. longas ou duráveis. Largo percentual dos estados alterados de consciência. e a descoincidência final. no sono natural. à distância do corpo humano. a maxidescoincidência. A simples minidescoincidência. emoção intensa. em regra. Psicopatias. estresse mental agudo. Sinonímia: desacoplamento dos veículos de manifestação. ou apenas do psicossoma com o corpo mental. 89. 62). Etérico. 11 . estado hipnótico. Uma descoincidência freqüente é a exteriorização parcial do duplo etérico. 221). sensação de caminhar nas nuvens ou no vazio. sempre definitiva. situado na paracabeça do psicossoma. 14). Gênios. desencarnação. Estes três tipos de descoincidência podem ocorrer de modo consciente ou inconsciente para a individualidade. Stanké (1595. Sinais. 56). Consciência. ainda que parcial. 122).Muldoon (1102. seja espontânea e inconsciente. Descoincidência dos veículos de manifestação da consciência: ato de saída de qualquer veículo de manifestação da condição de coincidência ou da junção dos corpos conscienciais. Muldoon (1105.Maxidescoincidência. parapés.2. da coexistência justa com o corpo humano. As coincidências extrafísicas são aquelas peculiares às consciências desencarnadas e às consciências encarnadas projetadas temporariamente fora do corpo humano. p. p. A descoincidência integral dos veículos de manifestação consciencial. tem o objetivo de recuperar a energia cósmica do psicossoma e sanar temporariamente o estado de intoxicação celular do organismo humano. Certas psicopatias apresentam descoincidências crônicas. Walker (1786. p. ou a xenofrenia. p. e o psicossoma. 107). cap. _________________ Bibliografia: Monroe (1065. nos semidesprendi. ficando este vitalizado unicamente pelo fio fino. Tipos. descoincidência natural. p. ou a primeira morte. drogas. isto é. mais comum quanto aos membros extrafísicos (parapernas. p. Supõe-se que o sono. certos tipos de esquizofrenia. 112).

109). p. 53). 51). p. 38). Xavier (1881. 22). p. corpo prânico. p. diferenças no encarnado e no recém-desencamado. Hodson (729. Vieira (1762. corpo Bardo (tibetanos). p. ponte corpo-humano-psicossoma. 97). para a manifestação da consciência. que formam uma trama no interior e na superfície do duplo etérico. incapaz de atuar por si ou de modo inteligente. p. Castaneda (258. É ainda totalmente desconhecido pela Medicina convencional. 106). e contextura sutil e delicada nos seres humanos espiritualmente mais evoluídos. Nadis. p. cópia vital humana. pranamaya. e os milhares de nadis. corpo unificador. chineses. 145). energético. etc. p. A parte exteriorizada. O duplo etérico ultrapassa as linhas plásticas externas do corpo humano mais ou menos em um centímetro (V. 0 duplo etérico não possui órgãos sensoriais e é o veículo que sai com facilidade da coincidência dos corpos da consciência. corpo efêmero.p. Simulacros. 141). casca luminosa. utilizado atualmente na prática para explicar os mecanismos de funcionamento da Homeopatia.p. cap. Besant (129. a aura humana (V. egípcios. p. véu etéreo. na condição de veículo energético. p. 98). duplo vital. Formações. rosacrucianos. Dentre as características do duplo etérico destacam-se: forma humanóide geralmente maior do que a do corpo humano. sendo. p.p. lastro do psicossoma. Andreas (36. ou pequenos canais de circulação energética. Holroyd (736. apresentando contextura densa nos seres humanos primitivos. _____________________ Bibliografia: Crookall (338. no entanto. 201). Prieur (1289. Champlin (272. do Do-in ou digitopressura. etc. p.kosha. 99). p. p. cap. 113). 165). veículo semifísico. 73). Atualidade. primeiro corpo de energia. grande fantasma. 187). Duplo etérico: invólucro vibratório. 71). p. Na para-anatomia do duplo etérico devem ser considerados os chacras (V. 100). Sinonímia: aerossoma I. coloração às vezes preta e branca. ne'voa ou nuvens de fumaça. Cavendish (266. 91. 39). Foi conhecido como componente da individualidade (humana-espiritual) pelos antigos iniciados assírios. 37). Fig. permanece sempre invisível à vista do homem comum. 24). corpo de vitalidade. 86). vaporoso e provisório que coexiste estruturalmente e circunvolve o corpo humano. p. 83). Babajiananda (65. reboque energético. 95). veículo energético.p. corpo biocósmico. porque ele não porta o cérebró físico ou o seu correspondente extrafísico. Carton (252. ao cordão de prata. possuindo relação direta com os meridianos da Acupuntura e do Do-in (digitopressura). iogues. o paracérebro.90.como veículo separado. corpo diáfano. Battersby (92. p. neblina violácea. natureza híbrida ou estrutura física-extrafísica. Andréa (33. p. p. visível. cal deus. 25). Guéret (659. Kilner (843. nem se presta ao recolhimento de informação. O duplo etérico. O duplo etérico não atua. o duplo etérico constitui ponto de estudo de ocultistas. umbra. 355). . Walker (1781. Rampa (1367. corpo leptomérico. parece mais ligado ao centro de força umbilical ou área do plexo solar. corpo etérico. 118). da Acupuntura. e que transmitem a energia às células do corpo humano. p. p. DUPLO ETÉRICO Definições. teosofistas. figura energética do corpo humano. agente energético intermediário entre o psicossoma e o corpo humano. p. Crookall (343. corpo aitérico. quase sempre humanóide. Leadbeater (897. p. djan. 91). Steiger (1601. estreitamente ligado à exteriorização de energias. p. armadura energética. Antiguidade. corpo vital (rosacrucianos). Facilidade. Ellison (478. do projetor. Em nossos dias. Maes (983. Guéret (659. quando sozinho. O duplo etérico pode ser visto acompanhado por formações de vapor. individual. 58). sendo que as suas projeções. Características. essênios e indus. reflexo do corpo físico. 141). veículo do prana. ________________________ Bibliografia: Aliança (13. Maes (983. corpo energético. doppelganger (Alemanha). veículo de vitalidade. corpo bioplásmico. véu do corpo humano. etc. são simples simulacros da forma. Perkins (1236. p. do duplo etérico constitui a aura humana. p. corpo ódico. contracorpo. corpo lepto-hüico. 63). Wang (1794. luminoso. e aos centros de força ou chacras. Powell (1280. 151). PARA-ANATOMIA DO DUPLO ETÉRICO Contextura. 60). corpo de vitalidade. luminosidade.

na sua qualidade de intermediário energético que permite a continuação da vida humana. ocorrem quase sempre quando a consciência se projeta através do psicossoma impregnado de uma porção elevada das substâncias semifísicas do duplo etérico. repetitivo e condicionado. ou corpo acompanhante. será que o duplo etérico teria alguma ligação semelhante? Tudo indica que o duplo etérico já é. Renovação.92. Imitação. a autoscopia externa. o estado vibracional. do corpo humano? Lastro. Percentual. na qualidade de intermediário energético entre o corpo humano e o psicossoma. 67). chamadas por alguns de braços. uma projeção energética. Não atua como veículo separado para a manifestação da consciência por que não ê um instrumento direto da consciência ou verdadeiro veículo da inteligência. celulares. não pode se projetar totalmente para fora do corpo humano. alavancas e prolongamentos ectoplásmicos. os fenômenos paranormais com efeitos físicos. substituindo-as por outras. as manifestações mediúnicas nas quais age como catalisador das energias. porque um volume mínimo dessas forças permanece sempre. Fortune 13 . 53). p. pseudópodes. Há total interdependência e estreita solidariedade entre o duplo etérico e o corpo humano. Quando parte do duplo etérico se projeta sozinha. que se manifesta em determinadas circunstâncias. O duplo etérico apresenta relações com: o corpo humano. Aqui. no entanto. sendo que o cordão de prata constitui apenas um dos componentes do duplo etérico. Essa imitação é executada de modo inconsciente. em certos casos. Só se pode projetar tais veículos quando a consciência vai junto. a aura humana. a primeira morte. Não se sabe ainda por que isso acontece. Semiconsciência. a concha protetora da pessoa encarnada. ____________________ Bibliografia: Andreas (36. os centros de força. Relações. o psicossoma tem o cordão de prata. Porções. deixandoo também projetado. Soma. No mesmo fenômeno da autoscopia externa. Absorve energia e a distribui pelo corpo humano. sadias. o duplo etérico exteriorizado pode executar as ações que a consciência no estado da vigília física ordinária pensa enquanto executa outras ações diferentes. a kundalini ou fogo serpentino. O duplo etérico reage a todos os pensamentos e emoções do indivíduo. influencia as funções e controla o metabolismo do corpo humano. o psicossoma. derivam apenas de elementos compostos do duplo etérico. por si mesmo. o duplo etérico exteriorizado imita exatamente os gestos e posturas que a consciência faz no estado da vigília física ordinária. Por isso. Não se pode projetar o psicossoma sozinho sem o corpo mental e sem a consciência. recuperando as perdas materiais do corpo humano que se renova inteiramente a cada cento e cinqüenta e oito dias (V. O duplo etérico atua como lastro do psicossoma. vitalizando a forma densa. p. e por elementos íntimos. A hipnose em geral trabalha muito sobre o duplo etérico da consciência. vale perguntar: — As porções exteriorizadas do psicossoma. òu fora da coincidência. compondo o que se chama de “psicossoma lastreado”. Divisão. deve-se entender que toda manifestação ou projeção do duplo etérico representa tão-somente a exteriorização de certo percentual de suas energias e possibilidades. etc. em todas as circunstâncias existenciais do ser encarnado. às vezes. cap. manifesta-se através das energias do corpo prânico ou duplo etérico. Os sonhos lúcidos. O princípio vital organizador. as projeções múltiplas. uma ligação entre o corpo humano e o psicossoma. a sede da consciência (ou seja. Na autoscopia externa. o cordão de prata. Não é instrumento de lucidez da consciência. 118). Os fatos demonstram que o duplo etérico. ou as projeções semiconscientes.morte. sem consciência). atua na nutrição e reparação das células gastas ou enfermas. Cordão. O indivíduo observador pode raciocinar e se questionar: Se o corpo humano tem o cordão umbilical. pois se isso ocorresse acarretaria a morte biológica. Orbitante. ela nada mais representa do que um corpo orbitante. adensando e “materializando” a estrutura deste veículo de manifestação quando o mesmo se projeta. A consciência pode. prana ou energia cósmica. biológicos. a visão panorâmica dos recém-desencamados e nos fenômenos da quase. carregando a consciência. a exteriorização de energias. o duplo etérico exerce papel preponderante na projeção final de gestante e em certas fotografias transcendentais. e sair apenas através do corpo mental. sem ter consigo o psicossoma e o corpo mental. 85). PARAFISIOLOGIA DO DUPLO ETÉRICO Características. do psicossoma. varetas psíquicas. que se origina da consciência no psicossoma. Constituindo o principal responsável pela elaboração do ectoplasma. Crookall (343. Consciência. que causam o misterioso movimento de objetos físicos nas sessões de ectoplasmias. O duplo etérico é o veículo de vitalidade. a segunda morte. projetar parte do duplo etérico sem seguir junto e pode ainda se projetar através do psicossoma. e o corpo mental tem o cordão de ouro. As alterações de um acarretam alterações no outro veículo. Butler (227. p. Isso demonstra que as pessoas que apresentam facilidade em dividir a sua atenção são predispostas naturalmente à autoscopia extema. Parece que o duplo etérico apresenta algum instinto mecânico.

embora sempre presa a nós. Maes (983. e ao corpo humano. está vestindo sobre o corpo humano e as próprias roupas comuns.4. A condição de soltura do duplo etérico provoca.3.to. Esta característica de roupa folgada do duplo etérico parece influir no mecanismo das auto transfigurações do psicossoma (V. em circunstâncias excepcionais. são extrafísicos e não físicos. no decurso das projeções conscientes em série. ou pelos médiuns em geral. 152). Sinonímia: projeção do duplo etérico. o corpo humano não fica mais alto. 93. em que o projetor projetado. em relação ao corpo emocional. o despertamento da kundalini ou das energias do chacra radical. mantendo sempre contínuo equilíbrio psicológico. treze efeitos bem definidos: 93. Roupa. parece roupa larguíssima e leve que o projetor. sem irritações ou idéias negativas. as projeções conscientes em série.tencial. Causas. 93. um banho fluídico desencadeado pela vontade através do centro coronário. a chuveirada hidromagnética.1. Coronário. Um dos processos de manutenção prolongada da soltura parafisiológica do duplo etérico é provocar de quando em quando. Soltura do duplo etérico: condição de liberdade relativa de atuação do corpo energético. 93. porém pode permanecer por horas. de qualquer gênero. A autoconfirmação indiscutível da projeção consciente recém-fmda. de duas em duas horas. neste caso particular. em certos dias. Fatores que predispõem o surgimento da condição de soltura do duplo etérico e que podem ser considerados como as suas causas essenciais: o estado vibracional. por exemplo. na condição de soltura. a condição da mediunidade desenvolvida de qualquer gênero. A predisposição para o surgimento de arrepios agradáveis e manifestações neurovegetativas positivas por todo o corpo humano. 93. ou a descompensação energética. A sensação frustrante da perda inútil de energia consciencial através da exteriorização energética por todo o conjunto soma-duplo-etérico-psicossoma. mesmo durante o estado da vigília física ordinária. Desintoxicação. por dias e . 93. Guéret (659.12. Vieira (1762. bem como para o surgimento das projeções conscientes em série. 93. 61). projeção-prosseguimen. e para os médiuns em derredor. fenômeno ligado à parafisiologia normal dos veículos de manifestação da consciência e. torna-se freqüente a ocorrência da soltura benigna ou a condição de liberação maior do duplo etérico. p. A instalação plena das condições da aura projetiva. além de outros. A predisposição do projetor consciente para outra projeção. p. 93. ou como se alguma coisa se soltasse de dentro de nós e continuasse nos acompanhando. 93. visualizáveis às vezes pelos circunstantes à volta do mesmo projetor. Por esta razão ocorre mais comumente depois de uma projeção assistencial. ou psicossoma. cap. a manutenção da aura de saúde em boas condições. porque os efeitos dessa condição veicular. e médiuns videntes. Evidentemente. a experiência da consciência cósmica. a refrigerada aeromagnética. 93. mas os corpos coincidentes estão mesmo mais altos. a anestesia cirúrgica geral. A captação pelo projetor. 73).6. etc. a existência da concha protetora. 93.7. projeção prânica.(540. 281). por exemplo. como o auxiliar em terra. durante um dia todo e. através das sensações de vibrações por todo o corpo humano. o duplo etérico sai fácil do estado de coincidência dos corpos conscienciais. de que o corpo humano do mesmo projetor está de estatura mais elevada. nesta condição. O duplo etérico. p. p.2. Benigna. doou tambe'm energia para enfermos desencarnados ou encarnados.11. ou projetora. Qualquer médium desenvolvido. além de ter absorvido energia ou prana no plano extrafísico. como se fosse à moda godê. No período pós-projetivo. no período pós-projetivo imediato. um pouco mais auto-observador. 93.5. cujos excessos de folga ondulam ou flutuam em tomo de si. flutuando ao nosso redor. O desencadeamento do banho fluídico comum com freqüência maior de atuação.8. é a condição na qual o ser encarnado não consegue fazer circular a energia consciencial dentro de si mesmo. A instalação do estado vibracional espontâneo com ou sem projeção consciencial. pode perceber e detectar essa condição e hipótese da soltura do duplo etérico.9. A plena condição de soltura do duplo etérico só é alcançada quando já ocorreu a desintoxicação vibratória completa dos veículos de manifestação da consciência do projetor. parentes. A intoxicação vibratória do organismo. 52). Efeitos. da presença de seres desencarnados sem enxergá-los diretamente. O mais comum é esta condição de soltura do duplo etérico perdurar por minutos apenas. A falsa impressão para o próprio projetor. Sensação. 93. a projeção mental. a projeção assis. ou duplo etérico. SOLTURA DO DUPLO ETÉRICO Definição.10. A facilitação da percepção da autoluminosidade do projetor consciente ou de luzes em tomo de si. A facilitação do aviso prévio de projeção consciencial iminente entre duas projeções conscientes consecutivas. A sensação é bem característica mesmo de soltura.

eletroaura. radar psíquico.luminosidade). A soltura patológica do duplo etérico facilita o surgimento da alienação do projetor com relação aos compromissos para com a vida humana e está relacionada intimamente com inúmeras síndromes e psicopatias encontradiças nos casos dos enfermos tratados nos hospitais psiquiátricos. luz humana. bioaura. nimbo pessoal. não dispõe. devem ser destacados três aspectos da aura: transparece em todas as coisas e não apenas em algumas. 61). do 15 . A aura humana. vestimenta exterior do psicossoma. Ebon (453. repercussões psicofisiológicas. Desassociação. 40). glória humana. em constante movimento de raios e turbilhões (V. halo psíquico. ou seja. 95). 114). no duplo etérico. Fig. AURA HUMANA Definição. Várias ocorrências devem ser arroladas no âmbito da parapatologia do duplo etérico: soltura patológica. p. p. geralmente não percebido pela criatura comum no estado da vigília física ordinária. cartão de visita extrafísico. mulheres. despertamento prematuro da kundalini. Quanto às suas características. e até os seres desencarnados (auto. com algumas características magnéticas. sopro de ar): campo de natureza desconhecida. em certas oportunidades. plantas. A aura no ser humano funciona como sistema de alerta extrafísico. A desassociação do duplo etérico.semanas seguidos. 35). homens. Aura (Latim: aura. aura magnética. círculo de radiância. atravessado por muitas correntes de luz. defensa mental. A condição de soltura do duplo etérico caracteriza o tipo mais comum do fenômeno da descoincidéncia vígil para a consciência encarnada. esse reatamento repentino dos liames do duplo etérico deve gerar muitas ocorrências de recesso projetivo (V. naquela situação. fetos. conseqüências da amputação de membros.tifica — não se submete à hipocrisia humana porque reflete sempre a imagem exata. desatado do corpo humano. obviamente. Sinonímia: arco-íris humano. ________________ Bibliografia: Fortune (540.diumdesencamado em relação à cabeça extrafísica do seu psicossoma (paracabeça) e ao paracé. aura física. Aspectos. 17). auréola vital. 93. pode acabar de uma hora para outra. Ocorre também. A soltura do duplo etérico permite à consciência encarnada alcançar a condição do doador universal permanente de energia consciencial. cap. no plano extrafísico. Julgo que certos casos de autoscopia externa devem ser incluídos nessas considerações. para tanto basta observar a atuação das práticas da Acupuntura. reatando energeticamente a condição anterior de coincidência ordinária. do corpo humano. em geral assemelha-se a um ornamento ou invólucro ornamental onde a coisa. esfera de sensação. pode estar dependente de um estado mental no qual a consciência encarnada não consegue controlar os seus processos mentais. do duplo etérico e do psicossoma. nua e crua. do Do-in ou da digitopressura. desprendimento mórbido. cap.13. pois o desencarnado. p. Evidentemente. ficha médica extrafísica. p. Mental. Rampa (1361. fotosfera psíquica. objeto. Powell (1278. etc. 94. inclusive o caso clássico de Emília Sagée. atmosfera humana. dependendo da utilização e da possível convivência inteligente entre o projetor consciente e esse estado psicofísico. Imagem. Doenças. parapatologia dos chacras. severa. parapsicoses post-mortem. crianças. de aparência luminosa para sensitivos. p. Descoincidéncia. Função. Soltura. Guéret (659. minerais e objetos físicos. Reatamento. sistema de alerta extrafísico.rebro. A forma comum da aura humana é um grande ovóide vibrante. animais. p. a soltura do corpo mental do espírito-mé. que normalmente permite a projeção deste veículo. ou radar psíquico. nebulosa humana. ausência da capacidade de retenção da energia consciencial. Bibliografia: Crookall (338. sendo uma das causas evidentes do mesmo. através de processos ainda desconhecidos. Os fatos evidenciam que a condição de plena soltura do duplo etérico. oval místico. 95. 368). cujas cores provavelmente estão ligadas á energia do campo e às atividades e pensamentos do que esteja sendo envolvido. ou ser aparece engastado como num estojo. Maes (983. psicosfera luminosa. ovo áurico. comumente invisível — assim como o perfume da flor que a iden. Diversas doenças humanas têm sua origem nas alterações energéticas entre o psicossoma e o corpo humano. p. do duplo etérico nem do corpo humano (V. entidades extrafísicas e entidades projetadas. modifica-se radicalmente a cada movimento do objeto que a contém. 60) ______________________. 141). 141). PARAPATOLOGIA DO DUPLO ETÉRICO Características. como seres vivos.

objetos de arte fora de série. médiuns. banhos de mar. absorção ou neutralização. a aura epiléptica. maculada ou pura. 122). através da aura. Teoremas. banhos vibratórios. A aura energética humana constitui campo magnético vibratório mais intimamente ligado ao corpo humano e. auréola ou oval místico. O volume. determina a coloração da aura humana.indivíduo. Muitos estudiosos tentam sufocar a realidade da aura humana. Supõe-se que o duplo etérico seja. as auras psicofisio. desencarnados. parapsiqui. independente disso. tipo especial de alimentação. ausência de vícios antifisiológicos. atuam incessantemente.carnação próxima da pessoa. imagens de templos. tamanho. sensitivos. bocejos mediúnicos. tem aura que alcança três vezes esta medida ou mais. por isso. agradável de ser vista. corizas efêmeras. e emissoras ou doadoras de energia. halo. 307). ou seja. e a aura psíquica. especialmente os psicopatas.autopasses de descarga. etc. As auras humanas interagem umas com as outras. tanto do ponto de vista positivo quanto negativo. A aura em torno da cabeça.quilhada ou pujante. ou do sentimento. No entanto. objetos de estimação. após passar pela segunda morte (V. somente em parte. glória.tos. O estado de saúde e a idade da criatura influem nas condições da aura que se renova muitas vezes no decurso da encarnação humana. para quem tenha olhos de ver. em certos casos. . os seguintes recursos psicofísiológicos espontâneos. moléculas de odor. lacrimejamentos bilaterais inesperados. inclusive os acoplamentos áuricos (V. a aura se contrai ou se dilata. A qualidade do pensamento. também chamada nimbo. quando densamente escura. contorno e densidade da aura apresentam-se extremamente variáveis. etc. em toda a parte. como receptoras ou esponjas psíquicas. Secundárias. prática de esportes sadios. substância. vitalidade e volume. O seu campo eletromagnético. variados sinais individuais de mediunidade. Conforme as circunstâncias e as emoções. ou repul. _________________ . cap. Existem auras secundárias ou efluentes. A intensidade do pensamento. livros místicos. ambos constituindo condições estritamente patológicas. pavor e alucinação. pujante. bem como pela chamada película áurica que a circunvolve. A pessoa espiritualizada. efeitos caloríficos. ou desvencilhar-se do duplo etérico. domínio de informação. Quando começa a sair do estado da coincidência dos veículos de manifestação da consciência. criando atração. efeito corona. A aura confusa é própria dos enfermos. Existem. a aura motora. Avisos. Volume. densidade. etc. cap. o psicossoma às vezes é confundido pelos clarividentes como sendo a aura humana. Interação. chuveirada hidromagnética. Manutenção. determina o volume da aura humana.sões entre as pessoas. meditação dirigida. Psicossoma. 204). 261). não deve ser confundida com seis outras auras a saber: a aura especificamente projetiva (V. . composto por miríades de linhas de força. objetos de uso pessoal usâdos. multicor ou unicolor. Densidade. porque o desencarnado. Película. formato.espreguiçamen. hígida. além de outros. invisibilidade. Apresentam aura própria maior do que as dos outros objetos. emite ondas. As criaturas humanas. medo. ou técnicas antipoluidoras extrafísicas de desintoxicação e defesa vibratória. aos médiuns videntes. Natureza. contrações musculares involuntárias localizadas. que parece surgir nas kirliangrafias. Saúde. através de várias suposições tais como: aura eletrônica.camente desenvolvida. positiva. luminosidade.sinal que precede a crise epiléptica. Sem dúvida o recurso mais eficaz de todos estes aqui relacionados é a instalação voluntária do estado vibracional. geralmente aponta ao vidente a aproximação da desen. cap.lógicas tais como: a aura sensível. facilmente identificável pela consciência do projetor projetado: certos objetos pessoais ou de culto. sutilidade. enferma ou sadia.bem como os halos neuropáticos. o responsável pela aura humana. representando o seu real cartão de visita. do mesmo jeito. mais comuns em torno da cabeça e das mãos das pessoas. A pessoa comum emite uma aura de cerca de dez centímetros. retraída ou envolvente. intensifica ou esmaece o brilho. estátuas e monumentos notáveis em geral. para a manutenção da limpidez da aura de saúde do projetor ou do médium de qualquer gênero e categoria: absorção de energias ambientais. encar. estado vibracional. refrigerada aeromagnética. prece gratulatória. pigarros fugazes. projetores conscientes. a aura humana permanece ostensiva e evidente. perturbada ou calma. esta denotando angústia. positiva. antipática ou charmosa. iniciados. Kirliangrafias. por animais. A natureza da aura assemelha-se à da luz. lápides de cemitérios. higiene física e mental. Gassificação. Para se identificar e classificar a atmosfera áurica humana há de se observar que ela pode ser: apagada ou brilhante. ou ficha médica extrafísica. Objetos. ao mesmo tempo corpuscular e vibratória. arrepios fluídicos. A natureza da aura humana se caracteriza por: coloração. cap. mentalização positiva da auto-imagem áurica: passeios em matas e jardins. A aura de saúde é a aura sadia. e até mesmo. estreita ou larga. envoltório odorífero. efeitos químicos. ainda apresenta certa aura. a aura extrafísico ou a condição de autoluminosidade extrafísica (V. ou do sentimento. defeitos fotográficos. visto ou lido por videntes.

130). fio da consciência. p. p. 116). 59). p. Rogo (1444. 183). Cordão de prata: laço semimaterial que mantém o psicossoma ligado ao corpo humano. p. Krippner (864. ligação intercorporal corpo humano-psicossoma. p. cordão da vida. p. p. intermediário vital. p. 71). Edmunds (461. 33). 99). liame semifísico. 12. 620). p. linha da vida. p. 15). 75). p. cordão de conexão. Greenhouse (636. faixa de luz. 62). Canington (245. Vieira (1762. Bpddington (158. p. corda aka (Huna). 163). p. Black (137. 57). p. p. 58). 1). cordão umbilical etéreo. Rampa (1361. 301). por estudiosos do cordão de prata: “Antes que se quebre a cadeia de prata. Prado (1284. cordão perispi. 109). Heindel (705. corda da vida. cordão prateado. 31. p. elo espiritual. Watson (1800. p. Chiistie-Murray (282. . Rampa (1361. p. p. Butler (227. cordão vital magnético. p. Prieur (1289. 180). 175). p.”. 153). p. Andreas (36. p. Giovetti (593. 238). p. p. p. p. 46). Boswell (174. liame elétrico. p. 234). p. VIII). laço fluídico. 151). 116). 77). cauda fosforescente. p. corda magnética. Ranieri (1373. fita delgada. Guirao (663. 608). ccrda psíquica. p. À semelhança da pineal e do ectoplasma. cordel de prata. Vishnudevananda (1776. p. mangueira luminosa. p. p. 148). p. p. 250). Goldberg (606. admitem que a corda. fio de luz tremeluzente. 38). 55). Parabiofísico. 75). fraca luz prateada. p. Cavendish (266. 24). Ring (1406. 144). Fariar (496. 43). cordão impalpável. cordão de matéria etérea. apêndice prateado. 318). David-Neel (368. p. Montandon (1070. Bardon (80. Smith (1573. Unha sombria. p. 231). Bord (170. Shay (1546. p. Hapgood (678. Toben (1688. p. 60). p. p. Ashish (60. corrente vital. âncora do psicossoma. 197). p. rolo de luz. p. Gibier (587. p. p. e se despedace o copo de ouro. 233).Bibliografia: Andreas (36. D’arbó (365. p. delgada junção de teia de aranha. . Delanne (381. Fodor (528. p. p. p. p. corda fina de luz. Ebon (453. p. 321). Cardillo (242. p. fio frágil luminoso. Shirley (1553. Denning (391. p. 361). versículo 6. Mittl (1061. Perkins (1236. 163). Wolman (1863. carcereiro.fandro físico. p. 277).rítico. p. raio de luz. linha de força vital. 253). p. p. p. raio sombrio. p. vareta flexível. 17). Bozzano (193. cordão de segurança. 75). cordão delgado e sedoso. fio de aranha. p. Hodson (729. membro-extra do corpo humano. fita de luz. cordão fino e luminoso. Leadbeater (900. laço semimaterial. cordão magnético. cordão fluídico. Martin (1002. 50). linha etérea. cabo astral. fio etéreo.Blunsdon (157. Meek (1028. p. Maes (983. cordão cintilante. cordão etérico. sutratma. p. 333. filamento de teia de aranha. Bulford (220. p. fio astral. cordão nebuloso. 33). p. barbante impalpável. e não ao liame entre o corpo físico e o corpo extrafísico. 35). cordão vivo. Greenhouse (636. 12:6. 129). 164). ou cadeia. Montandon (1071. Powell (1278. 96. corrente de energia irradiante. Sinonímia: amarração do psicossoma. p. Depascale (392.Yram (1897. 221). p. 93). força elástica. 159). 100). raio lunar. 114). no entanto. p. cabo do esca. 32). p. laço conectivo intermediário. 115). Black (137. Eclesiastes. p. variação do cordão umbilical. tubo de energia. 1383. 42). Coquet (301. fio de teia de aranha. p. Wilson (1858. p. Erny (483. tira de pijama. Frost (560. barbante de luz. 40). p. Gauld (576. fita brilhante. p. 224). da Bíblia (Velho Testamento). Benavides (109. p. Kilner (843. 65). Regush (1382. extensão temporária. embora de algum modo enraizado na intimidade das células físicas. atingindo a Parabiologia. 118. Drury (414. Walker (1781. p. 66). 83). fina corda de luz. ____________________ Bibliografia: Andrade (27. 48). cordão astral. tira de luz fosforescente. 24). p. cordão psíquico. p. p. O Livro do Eclesiastes. 77). 61). Riland (1403. Sherman (1551. p. 10). p. ou medula espinhal. 17). é lembrado em seu Cap. p. p. p. p. Edmonds (460. 122. p. 13). teia de aranha luminosa. p. Walker (1781. 7). 84). p. Parrish-Harra (1202. p. p. 46). cordão elástico. p. cordinha luminosa. 60). 172). p. p. traço de luz prateada. 114). fio sedoso. 147). p. haste de luar. Pastorino (1206. p. canal de animação. Greene (635.Crouzet (344. 6). apêndice estranhe. 84). p. RPA (1481. 69). 245). ou seja. laço vital. cordão de chama. Richards (1393. 30). MacLaine (980. Hampton (676. Bennett (117. Boswell (174. linha fluídica. Meek (1030. 148). CORDÃO DE PRATA Definição. 53). p. 174). cordão vinculatório. 137). Sabom (1486. conexão prateada. Carrington (245. 25). 11). Zingaropoli (1901. 27). 29). Monroe (1065. ou as áreas próprias da Biologia Física. 129). 33). 332. Alguns pesquisadores. p. p. Vieira (1762. Eclesiastes. p. Holroyd (736. p. p. p. Holzer (745. fio anímico. refere-se à corda espinhal. Smith (1577. cordão diáfano. Sculthorp (1531. comunicação energética. p. 285). Steiger (1601. 56). Denis (389. p. linha de luz. 194). 35). p. p. filete de prata. 3). Blackmore (139. p. Eliade (476. 36). p. transcende em suas manifestações energéticas os limites da matéria densa. cordão umbilical fluídico. 73). Crookall (320. 46). 171). para confirmar a existência desse apêndice energético. 60). cordão de luz. 123). 85). Mutanola (1108. p. cordão esbranquiçado. p. p. Baumann (93. o cordão de prata é um elemento parabiofísico. Gerhardi (584. o Pregador. 17 . Norvell (1139. p. Ramacháraca (1348. no caso. Muldoon (1105. 45). 44). barbante enfumaçado. Laubscher (890. 94). 151). Kardec (825. Prieur (1289. filamento luminoso. pescoço comprido. Moss (1096. Blasco (151. p. luz prateada. grilheta oculta. 47). 42). cordão vaporoso. magneto extrafísico. p. Lenz (914. canal multiplexo extrafísico.

Dentre as características da para-anatomia do côrdão de prata destacam-se: as ramificações ou os vários minicordões ou fios finos e elásticos cintilantes junto ao corpo humano (V. etc. a pulsação. atarefados dentro da sala de cirurgia. Observações. A consciência projetada pode sentir a presença atuante do cordão de prata sem vê-lo. o peso. o projetor detecta o cordão de prata de outro encarnado. o cirurgião. se amedronta com receio de que qualquer uma destas pessoas venha a romper o seu cordão de prata visível. a luminosidade. forças desconhecidas. além de ser o pivô da morte biológica ou do corpo humano. Grande número deles porém. o cordão de prata. e a extensibilidade. o brilho. difícil. Outros chegam a afirmar a inexistência do cordão de prata porque nunca o viram. Nesta ocasião. a coloração prateada e a fosforescência. por inexperiência. projetada de modo forçado. espontaneamente. a textura. e examinar. Sensações. Poucos projetores conscienciais chegam a ver com nitidez. a consciência. praticamente a maioria dos experimentadores veteranos. o formato. os assistentes cirúrgicos. O ato de ver o cordão de prata não constitui questão vital ou de importância maior. raríssima. A identificação das características do cordão de prata pode ser feita através de três observações distintas: na primeira. de modo convincente. rara. enfermo ou acidentado.97. erroneamente. sente a sua presença. na terceira. o raio de alcance mais vigoroso. ou extremamente ostensivo somente para ela mesma. tais sensações a outras causas e fatores ignorados. o volume. por exemplo. atuação e força. 97). Alguns. Características. os diâmetros variáveis. Quase-morte. na função de salvar o seu corpo humano. inclusive a obsessores inexistentes. o calor e a nudez de tecido humano cru. presencia. o felizardo projetor obtém a observação simultânea dos cordões de prata de mais de um encarnado. Convém frisar que em muitas experiências da quase-morte (V. se movimentando de um lado para outro. a sensibilidade tátil e a sensibilidade térmica. os duetos. PARA-ANATOMIA DO CORDÃO DE PRATA Pivô. a raiz principal quando o cordão de prata se distancia do corpo humano. o anestesista e as enfermeiras. conectado entre ela e o seu corpo inerme sobre a mesa cirúrgica. 32 e 34). O cordão de prata constitui o pivô do fenômeno da projeção da consciência encarnada através do psicossoma. a densidade. Desenvolvimento. o projetor consegue examinar o próprio cordão de prata. Fig. O projetor principiante não deve se preocupar se jamais consegue ver o cordão prateado. a consciência inexperiente quanto ao assunto. . etc. atribuem. a espessura. caps. pois isso não representa nenhum obstáculo ao pleno desenvolvimento das suas projeções conscientes. na segunda.

que é o lado mais potente. — analogamente ao sistema de vasos do corpo humano. por exemplo. e a extremidade menor. raiz fina. uma perna (paraperna). o cordão de prata ramifica-se e provém de todas as estruturas intracelulares do organismo. é ainda mais material do que o psicossoma e que. um braço (parabraço). Reunião. não parecendo terminar na pele do indivíduo. no entanto. exteriorizado junto ao corpo humano. a fim de que o mesmo não ande a esmo. sendo mais forte ou mais débil conforme a idade física e o desenvolvimento extrafísico da consciência encarnada. conclui-se logicamente que a sede do cordão de prata no corpo humano é intracelular. tem a espessura de um fio de linha (para coser). Espessura. Cor. em certas injunções extrafísicas. um dedo (paradedo).Único. que apresenta muita força quando fisicamente próximo ao corpo humano e a perde pouco a pouco quanto mais distante esteja fisicamente dele. conquanto seja este constituído de inúmeros liames que se juntam formando um liame principal. digital. se considerarmos o psicossoma integral pesando setenta gramas. o cordão de ouro. Classificação. mais denso ou biológico. da anatomia do cordão de prata. e nas projeções parciais relativas à área vegetativa do corpo humano. três ou mais cordões e. A coloração do cordão de prata varia de pessoa para pessoa. talvez provenientes de campos de força. sua intrigante ligação com o psicossoma. Supõe-se. etc. Cobre. desde a cabeça até os pés. constituindo-se sua estrutura de um conglomerado de corpúsculos luminosos de energia de natureza mais próxima do psicossoma do que da matéria densa. fosforescente. natureza ou. acima de cem gramas de peso. — são de origem puramente física. podendo sair da região frontal ou região nucal. dentro da esfera extrafísica de energia. do corpo mental. Esta ocorrência fala a favor. seja da cabeça (paracabeça). O ser encarnado dispõe apenas do cordão de prata como órgão único. analogamente ao corpo humano. Escala. talvez mantendo relação com a epífise (pineal) e uma série de ramificações intracelulares pelo organismo todo.sado do que o psicossoma. dorsal. substância desconhecida para nós. sem dúvida. um pé (parapé). vigoroso. 112). e terceiro. Numa projeção consciente não se sabe quando o cordão de prata desaparece completamente. ficando apenas o cordão de ouro (V. ou minicordões de áreas específicas. do padrão da materialidade da estrutura. Numa distância de cinco a quinze centímetros. com local de inserção variado. pesa mais do que aquele. e a atuação global do duplo etérico. de fato. a uma distância maior. elemento híbrido ou médium energético. Pode-se classificar o cordão de prata de acordo com suas conexões no corpo humano: cordão de prata encefálico. Embora tendo a sede principal encefálica (pineal e medula oblongada). ou seja. o cordão de prata. O cordão de prata participa da natureza material do corpo humano e da natureza extrafísica do psicossoma. parece ser mais denso e maispe. Peso. cap. parece evidente: tais ligações podem ser inseridas numa escala crescente de desmaterialização (ou imaterialidade) assim: primeiro. Natureza. de que o psicossoma é um corpo semimaterial e de que o cordão de prata. umbilical. por hipótese. o cordão de prata tem o diâmetro de cinco centímetros. Há quem denomine de cordão de cobre o mesmo cordão de prata quando este se apresenta mais denso. tudo isso existindo além do psicossoma. mas dando a impressão de entrar pelo corpo humano a dentro. Analogias. com local de inserção e sede no psicossoma. evidenciada pelos fatos. O cordão de prata de amarração é aquele que retém o psicossoma na base física. Sede. O fator espaço parece atuar intensamente sobre as ramificações do cordão de prata. Nessas conexões devem ser consideradas: a extremidade maior. Os projetores conscientes modernos têm feito comparações ou analogias do cordão . sendo ordinariamente na região da cabeça. Partindo da suposição. sendo pois um composto de componentes das estruturas do corpo humano e do psicossoma. quando pode terminar uma projeção consciencial através do psicossoma e começar uma projeção consciencial através do corpo mental isolado. ainda mais. O cordão de prata. Ramificações. estabelecendo aí ligações profundas com os centros vitais de todos os órgãos. o cordão de cobre. dentro do quarto de dormir. etc. nesta analogia. às vezes. às vezes visto como sendo dois. A tensão da ligação intercorporal e o seu diâmetro são maiores a uma distância mais reduzida do corpo humano. daí o seu nome popular. mais de dez metros. Conexões. e com sede física no interior da cabeça podendo ser a medula oblongada ou a epífise. podai. uma substância assemelhada ou mais sutil do que o ectoplasma. Além disso. segundo. Materialidade. organizadores. manual. Uma ilação. ou seja. e cujo centro irradiador se encontra na região encefálica. suas ramificações. embora predomine a cor branca brilhante. Se o cordão de prata é de origem intracelular. mais rarefeita. podendo ser chamada raiz cônica. tem diferenças peculiares de pessoa para pessoa. O cordão de prata. que a conexão do cordão de prata no corpo humano se dê pela medula oblongada e o encéfalo. o que se chama cordão de prata na verdade pode ser interpretado como a reunião de cordões de prata regionais. Diferenças.

automatismos inconscientes. A recaptura significa a interiorização . acesso à volitação desimpedida. 24). sem se mostrar. Os fatos parecem demonstrar. Rampa (1367. cobra. Este ato é realizável. seja na base física ou a certa distância. até à projeção final. agente do livre arbítrio extrafísico. Neste caso. Outras funções do cordão de prata: responsável pelas diferenças de formas entre o desencarnado e o projetor encarnado projetado. a conexão básica do cordão de prata no psicossoma desempenha papel primordial na parafisiologia deste apêndice. primeira morte ou desencarnação. atuação na transição da morte biológica. o que obviamente não pode acontecer com relação à área do córtex cerebral. ou num só desempenho. para a consciência. supõem que o psicossoma somente deixa o corpo humano através do plexo solar.de prata com: barbante. 343. a única saída existente para a consciência deixar o organismo celular e que raros projetores veteranos chegam a perceber de modo inquestionável. torna-se muito difícil tentar ver o cordão de prata sair do corpo humano. cap. biológica. Recaptura. Saída. O cordão de prata sai do corpo humano pelo plexo solar. invisibilidade. relaciona-se com a clarividência viajora. corrente. É a grilheta oculta da consciência encarnada prisioneira. principalmente. A absorção do cordão de prata pelo corpo humano. ou cabeça do corpo humano. etc. flexibilidade. Muitos projetores. A recaptura do cordão de prata pelo corpo humano tem a ação exercida pelo corpo humano inteiro. fita. p. Anatomia. da área do centro de força umbilical. e desaparecem com a segunda morte. Resquícios do cordão de prata seguem presos ao psicossoma. p. que a observação é verdadeira apenas em parte. _____________________ Bibliografia: Bardon (80. por isso muitos projetores novatos presenciam a ocorrência. À vista disso. o mesmo não se dá quanto à saída da cabeça do psicossoma pelo crânio. impulsos vitais bidirecionais. Exame. 318). fios finos e demais detalhes. vitalidade. ao longo de todo o cordão. o crânio. responsável pela variação do percentual energético e suas conseqüências. durante o processo da decolagem consciente do próprio psicossoma. seus liames. 87. sensibilidade. ou mais apropriadamente. provoca a condição do desconforto admonitório (V. sede da consciência ou do ego. escada. na desativação do duplo etérico. quando o corpo humano é desativado. cap. embora com dificuldade até mesmo para a visão extrafísica do projetor. Absorção. ao mesmo tempo. 60). Funções. Vieira (1762. relação com os centros de força. tira. p. da cabeça extrafísica (paracabeça) do psicossoma. Contudo. 47). Greene (635.. constitui a rédea do encarnado. relação com o duplo etérico.visibilidade. sede do cérebro e. às vezes relampagueante. tenuidade. A visualização da saída do cordão de prata da área do plexo solar é facilitada pela própria anatomia. ponto crítico na potência de retenção do psicossoma. ou seja. 83). A saída parcial do psicossoma deixando a área abdominal. mas também é. A técnica para o exame do cordão de prata está no ato de retornar ao corpo humano lentamente. A concepção biológica do corpo humano desencadeia a criação do cordão de prata. em tese inexistente no psicossoma da entidade que reencarna. p. 98. e sentir as ocorrências do transe. exteriorização. PARAFISIOLOGIA DO CORDÃO DE PRATA Características. atuação nos mecanismos de exteriorização de energias. mas principalmente pela cabeça física do projetor. fio. alto da cabeça. A começar pelo fato de que. p. 33). torna-se impossível a visão do centro do crânio ou do sincipúcio. Abdominal. Crookall (325. ou seja. patrocinador dos desaparecimentos repentinos nas ocorrências de defesas extrafísicas. p.material através do duplo etérico. e até pela para-anatomia dos veículos de manifestação. é visualizada extrafisicamente com facilidade pela consciência ainda presa na cabeça física. por este estar mais distante. densidade. exceto nas reencarnações do tipo menos evoluído (V. 10). retratilidade e extensibilidade indefinidas. sede do corpo mental. raio de luz. retenção e liberação do psicossoma. regulador da densidade do psicossoma através da graduação do lastro de substância energética semi. Recolhimento. O cordão de prata integral só existe desde o momento da concepção física. na ocasião portando a consciência. executor das repercussões físicas e extrafísicas. Bord (170. Concepção. ocasião em que se pode observar o aumento da espessura dessa ligação energética. luz. neon. 436). Os olhos físicos vêem sem problema o umbigo. aquela a que o projetor encarnado está psicologicamente condicionado. 53). tubo elástico. pela visão física. p. ao mesmo tempo. etc. Entre as características da paraflsiologia do cordão de prata merecem ser ressaltadas: ligação corpo-humano-psicossoma. atuação na projeção consciente. Greenhouse (636. no duplo etérico. pela conexão essencial. Duração. e até com o cordão umbilical. p. 99). no entanto. às vezes com a dispensa da interiorização. O cordão de prata passa a maior parte do tempo da sua vida útil recolhido ou escondido na intimidade das células. ou o homem-animal. Baumann (93. em especial os novatos ou ainda sem desembaraço extrafísico. p.

quanto mais se aproxima o período da desencarnação ou da morte biológica. O segundo tipo. que acomete o psicossoma. quanto mais distante. quando permanece flutuando sobre o corpo humano deitado sobre o leito. As sensações físicas do corpo humano. Quanto mais próximo do corpo humano. não há a exteriorização inteira do cordão. a partir do centro do crânio. já na extensão de manutenção do psicossoma pelo cordão de prata. controla os processos vegetativos vitais do corpo físico inanimado. como apêndice do corpo humano. denso. só a parcial. conforme o esgotamento vital do ser encarnado. parece estar intimamente ligado ao estado de desequilíbrio físico. Em certas ocasiões pode-se observar as pulsações vitais evidentes da corrente . Sem o entorpecimento físico. e outros. residindo aí a explicação para o fenômeno da exteriorização do duplo etérico. turbulências e oscilações. basta projetar-se e examinar o seu cordão de prata. Se observar que o mesmo está vigoroso. pois somente com a sua ruptura é que ocorre a primeira morte ou a desativação do organismo denso. Sensações. A potência projetiva é a capacidade de distensão do cordão de prata do projetor. geralmente laterais. do centro do cérebro físico. em certas circunstâncias. perdendo algum percentual de energia ou força de atuação com o enfraquecimento gradativo ou a perda de certo percentual de células físicas. além do raio de quatro metros. à distância do corpo humano. ou em ambas as direções ou sentidos entre o psicossoma e o corpo humano. logo após a decolagem. Isso porque a tendência é o cordão de prata apresentar-se fraco. longe do corpo material. O cordão de prata sai também sozinho. A condutibilidade. circulatórios. pleno de energia junto à paranuca do psicossoma.do cordão de prata e do psicossoma. Há projetores que só se projetam junto ao corpo humano. com o cordão de prata rarefeito e praticamente invisível. Potência. Eis o melhor e mais lógico teste de sobrevida existente até hoje: se o projetor consciente deseja saber racionalmente se ainda vai viver muito tempo no corpo humano. sendo o pivô da morte. Ligação. com o cordão de prata mais espesso. Etérico. mantendo um raio de alcance médio. evidentemente mantendo-se a conexão física em ambos os casos. Pivô. ou a visão do projetor projetado. O cordão de prata apresenta infinita capacidade de extensão. 0 cordão é que veicula a sensação da perda da respiração na decolagem consciente e a retomada da respiração na interiorização do psicossoma e age. sejam respiratórios. Pulsações. própria do cordão de prata. rígido. permanece com este mesmo depois da primeira morte ou a desativação do corpo humano. permitindo a saída parcial ou total e a interiorização parcial ou total do psicossoma. menos extrafísico. debilitado. sem o psicossoma e sem a consciência. fato comum antes da decolagem do psicossoma. Propriedades. denso. Entorpecimènto. sufocam as sensações causadas pelo cordão de prata. ou mais corretamente. até que sobrevenha a segunda morte que é a desativação do duplo etérico. ou o tempo que ainda lhe falta para desencarnar no momento justo. No entanto. Funções. Isso ocorre porque o cordão de prata fica apenas semiprojetado. veiculando a energia do corpo humano para o psicossoma. em certas condições. no quarto de dormir. Crescimento. mais fraca se torna essa atuação. revezando-se de maneira rápida entre o corpo humano e o psicossoma. o cordão de prata cresce acompanhando o crescimento do corpo humano. Condutibilidade. semjamais se projetarem a milhares de quilômetros de distância. O cordão de prata & muito confundido com túnel e passagem nas ocasiões em que sai e volta a entrar no corpo humano. e menos potente em suas atuações. forte. Respiração. dentro da esfera extrafísica de energia. e envelhece também acompanhando a senescência natural do organismo. junto ao corpo humano. nas proximidades do corpo humano. Entre as funções do cordão de prata precisam ser destacadas a condução bidire. Isso se deve somente à sua inibição extrafísica ou a uma insuficiente potência projetiva? Sobrevida. Como ligação semimaterial. Psicossoma: O processo de exteriorização do cordão de prata. mais vigorosa é a atuação do cordão de prata. tendo a criança um cordão de prata menor que o adulto. durante a projeção consciente é mais intensa nas proximidades do corpo denso do que à distância geográfica de centenas de quilômetros do mesmo. ou seja. funcionando como ligação intercorporal energética com o psicossoma. durante a projeção consciente. O duplo etérico básico pode permanecer no corpo humano sem a intervenção do cordão de prata projetado. O sinal inicial da libertação dos liames do cordão de prata é o entorpecimento físico.cional de energias. vibrações. inteirarse da extensão aproximada da sua sobrevida. Daí se conclui que há pelo menos dois tipos bem demarcados de condutibilidade do cordão de prata: o primeiro tipo. O cordão de praia. no ato de adquirir a claridade da iluminação extrafísica. de maior poder de atuação. em tomo de quatro metros junto ao corpo humano. pode concluir com segurança que tem todas as chances para viver ainda bastante tempo no plano físico. havendo maior circulação de energia instável e ziguezagueante. menos físico.

o que não é prático. p. 332). Hipóteses. aparelho híbrido intermundos para a transmissão da onda mental de um plano para outro? Será possível a construção do coronatron. fato melhor entrevisto nos desprendimentos parciais. Na primeira passagem fiquei meio consciente dentro do corpo humano apenas para acertar a minha boca aberta. a manifestação de um automatismo de origem subconsciente em suas funções. sem surgir qualquer conseqüência para aquele apêndice. Aliás. colocando um travesseiro sustentando o meu queixo. dentro do raio de quatro metros. Rampa (1361. com intervalos maiores de oito metros entre os corpos humanos. enquanto que o corpo humano torna-se mais e mais sem vida aparente.1Dentro. num período de duas horas. através do psicossoma. em certos casos. às vezes três ou mais voltas sucessivas. o duplo etérico e o cordão de prata. além disso o cordão de prata não deixa aparência umbilical no umbigo do psicossoma. Automatismo. Daí nascem as “repercussões dos casais” (V. inclusive com a intensificação do taquipsiquismo ou elaboração rápida de pensamentos. Por exemplo. O mesmo ocorre com o duplo etérico. o psicossoma foi ficando. consciente ou inconscientemente. Na ocasião das saídas executadas pelo rolamento do psicossoma ocorrem naturalmente torções rápidas e violentas do cordão de prata em torno do psicossoma. O mesmo acontece nas grandes decolagens em espiral do psicossoma. Este é um ponto ainda obscuro do mediunismo (V. O cordão de prata apresenta poder de atuação mínimo na esfera biológica quando . cap. quando o cordão sai primeiro para fora do corpo humano. 140). Este efeito da contigüidade (EC) é a razão porque o melhor seria produzir as projeções conscienciais concomitantes com várias pessoas. como se fosse a ponta de lança do processo. CrookaU (325. com a finalidade de intensificar suas captações e exteriorizações de energia? ___________________ Bibliografia: Baumann (93. 147).energética do cordão de prata. juízo crítico. na mesma base física. quando desencadeados de repente. ao mesmo tempo. O cordão de prata às vezes parece ser ou funcionar ao modo de semente ou raiz do psicossoma. Junto a vários corpos humanos vivos. ou ideoducto. Daí pode-se pensar que deve haver. artificial. Isso causa efeitos ou impressões desagradáveis da contigüidade pela exteriorização da sensibilidade. O projetor projetado pode: disfarçar a presença ostensiva do cordão de prata em certos distritos extrafísicos. etc. p. o psicossoma. Nas duas primeiras passagens voltei até o corpo humano. 372) que deixo aqui como hipótese de trabalho importante. cap. aproximei-me da forma física sem proceder a interiorização. os cordões de prata interagem entre uma e outra individualidade que esteja projetada. ESFERAS DE AÇÃO DO CORDÃO DE PRATA Ação. de um plano extrafísico para outro plano extrafísico mais ou menos evoluído. O cordão de prata atua decisivamente em toda passagem da consciência projetada. aumentando cada vez mais. Em todo o período percebi perfeitamente estar utilizando de modo direto um veículo de manifestação. sofrer a influência da gravidade terrestre. repercussões inesperadas e indesejáveis. quando são mais evidentes. deduções. p. através dos contatos e movimentos conjuntos. O cordão de prata exerce as suas atividades em três campos de ação bem definidos: 99. comparações extrafísicas-físicas. outro aparelho híbrido intimamente ligado ao centro coronário do ser encarnado. Mediunidade. 43). Certa vez experimentei a passagem de cinco planos consecutivos. Curiosidades. sem blecaute. Exemplo. p. embora sentisse o aviso admonitório do cordão de prata. Torções. A cada passagem de um plano para outro. em torno das cabeças físicas. Vieira (1762. 99. Raiz. eletroeletrônico. 90). Na segunda. no sentido físico-extrafísico. Nas demais não precisei retornar. em certas manifestações parecem ser uma só e mesma coisa. transmitindo a sua mensagem através e pelo cordão de prata. através de cinco projeções de consciência contínua consecutivas. Certos processos de tração e distensão do cordão de prata parecem automáticos e. desenvolvem-se inapelavelmente até o fim. Em certos casos de transmissão mediúnica parece que a entidade comuni. em certas circunstâncias. quando mais densos e potentes. Eis algumas hipóteses a serem pesquisadas: — Qual a relação existente entre o cordão de prata e a autoscopia? Será possível a construção de um cordão de prata mental. Contigüidade. a cada pulsação o psicossoma torna-se mais vivo e denso.cante se apodera direta e temporariamente do cordão de prata do médium encarnado projetado. perceptivelmente para mim. As pulsações de vitalidade tornam-se mais fáceis de serem detectadas pelo projetor projetado durante as projeções conscientes com o duplo composto. mais rarefeito e sutil acompanhado pela ampliação de minha lucidez de consciência. Passagens. Lucidez. ou de vários psicossomas.

e o aumento do comprimento. onde repousa o seu corpo denso inanimado. O poder de retração do cordão de prata sobre a consciência encarnada projetada para fora do corpo humano. e não apenas de breves segundos. não existe obsessor algum. Ocorrências. É preciso combater o medo infantil e analisar de perto o cordão de prata. em certos casos. 100. 236). 100. passividade. é qualificado de admonitório. O cordão de prata exerce o maior domínio. Efeitos. como se fosse delgada linha luminosa. 99. 100. Psicopatias. percebendo a consciência o fenômeno da dicotomia energética quando se define que uma parte permanece no corpo humano e outra segue com o psicossoma projetado. Vácuo. PARAPATOLOGIA DO CORDÃO DE PRATA Características. 100. imediatamente à decolagem. diâmetro. que existem influências ponderáveis das alterações do cordão de prata sobre os distúrbios ou as síndromes que afetam a personalidade encarnada. libertando-se da área de intensa atividade dentro da esfera extrafísica de energia (V. Obsessor. o fenômeno da redução do cordão de prata. esse desconforto admonitório configura o obsessor de muitas consciências encarnadas que se vêem impedidas extrafisicamente de deixar o próprio quarto de dormir. ________________ Bibliografia: Vieira (1762. cap.4 A possibilidade de ocorrer uma projeção da consciência prolongada. quando atua à distância do corpo humano. quase pleno. p. No caso. pois uma das suas conexões básicas se implanta justamente no corpo humano. sofrendo imenso pavor. formada em torno do leito. 176). O desconforto passageiro e característico. Admonitório. físico. e em seu atributo de retratilidade. o que é mais freqüente. p.3 Distante. 101. durante o período da consciência projetada. 100. ou mais tarde. No ato da redução do volume do cordão de prata ocorrem a diminuição da largura. provocado pelo chamamento insistente do cordão de prata para que a consciência projetada pelo psicossoma retorne ao corpo humano. Durante o ato de redução do volume do cordão de prata ficam definidas seis características básicas da projeção: 100. Duração. de muitos minutos ou horas de duração. obviamente. atividade. ou na esfera extrafísica de energia. etc. extensibili. 99. O cordão de prata tem sido o terrível obsessor de muita gente medrosa e alheia à realidade extrafísica.2 Fora. mantém o psicossoma projetado. Não existe ainda nenhum indício comprobatório. Isso acontece porque desconhecem a força de retenção do cordão de prata que os mantêm junto ao corpo humano. Devido à ignorância da existência e do funcionamento do cordão de prata. Daí porque toma-se importante analisar. Na maioria desses casos. no plano extrafísico ou astral. dentro de um raio de quatro metros. celular. _________________ Bibliografia: Rogo (1444. ele ter fluído no sentido ou não do psicossoma. devagar ou por etapas. Dentre as características que compõem a parapatologia do cordão de prata destacam-se: conseqüências da decolagem imperfeita. através do psicossoma. 100. na sua parafísiologia. potência. mas suspeita-se com lógica e racionalidade.2 A possibilidade de o psicossoma se projetar com ou sem o duplo etérico.6 A possibilidade dos recursos mnemônicos da consciência projetada. .multifracionado e passivo na intimidade do corpo humano.5 O percentual da magnitude da lucidez extrafísica da consciência. Não se pode descartar o percentual físico da natureza semimaterial do cordão de prata. O cordão de prata. que o projetor tem a sensação de ser aspirado vigorosamente como se existisse permanente área de vácuo.1 O percentual da densidade do psicossoma que se projeta. além dos referidos quatro metros. REDUÇÃO DO CORDÃO DE PRATA Matéria. é tão potente. conseqüências da interiorização imperfeita.dade. sobre a vontade subconsciente e o psicossoma quando sai do corpo humano. muitos homens e mulheres. 137). conseqüências das repercussões físicas e extrafísicas. O fenômeno da redução do volume do cordão de prata pode ocorrer: instantaneamente. p. dependendo de no momento antes da redução. Vieira (1762. particularmente no que respeita às psicopatias avançadas. e desmaterialidade. 85). materialidade.3 A possibilidade de a consciência produzir uma projeção distante do corpo humano. o têm tomado por obsessor todo-poderoso que os agarram pelas costas quando se projetam do corpo humano.

Em geral a ruptura do cordão de prata desencadeia a decomposição do corpo humano. ambos tendem a assumir a forma humana (antropomórfica) do corpo físico. Rampa (1361. e expulsando a consciência projetada pelo psicossoma com violência. No entanto. se faz patente. molde. e a ruptura intencional executada por outrem. o cordão de prata do encarnado enfermo funciona como se fossem cordões de marionetes para os desencarnados obsessores. psicoplasma. por exemplo. numa descoincidéncia traumática súbita. com a aparência do cordão umbilical. o homicídio extrafísico. Não existe. seja do médium ectoplasta ou do projetor consciente. por fora\ plasma. Contudo. ________________ Bibliografia: Baumann (93. p. menos denso. 102. ou seja. sem dúvida. físico. Tanto o ectoplasma quanto o cordão de prata condicionam suas manifestações a fatores psicológicos derivados da vontade e da emotividade — neste caso. um elemento é diferente do outro. o corpo humano.4. em razão do poder de retratilidade desse apêndice e do seu “recolhi. seja pelo seu subconsciente ou por inteligências desencarnadas. Os mecanismos dessas ocorrências permanecem inteiramente desconhecidos. Instabilidade. e o psicossoma. na verdade. uma condição de equilíbrio instável da forma física humana com a outra forma humanóide. denso. seguindo a ação dos campos vitais das células do organismo humano ou do modelo organizador biológico preexistente. A ruptura intencional do cordão de prata pelo próprio encarnado. ou através de impulsos vitais bidirecionais. substância): substância protoplásmica misteriosa. de que já tenha ocorrido a ruptura do cordão de prata durante uma projeção consciente. ou suicídio extrafísico. Aproximações. Registro. parece que não tem início neste veículo. Diversos autores de obras projeciológicas comparam o ectoplasma ao cordão de prata. a rigor. 102. ambos evidenciam a existência de uma interação constante entre os dois corpos ou veículos da consciência. primeira matéria. Talvez o mais correto seja considerar o ectoplasma como derivação condensada do cordão de prata. 102. causando receio. e sim no cordão de prata. Vontade.2. No caso. ao final da análise verificar-se-á que as diferenças são indiscutivelmente mais pronunciadas do que as semelhanças. através de cuja manipulação. os fatos evidenciam que pode ocorrer a ruptura do cordão de prata sem que tenha início a decomposição. esclarecer este assunto. conforme será evidenciado no próximo capítulo. o projetor desprotegido. no entanto. ECTOPLASMA E CORDÃO DE PRATA Definição. são teoricamente possíveis. O processo da primeira morte. incluindo a materialização ou ectoplasmia que pode ser manifestação parcial ou completa. 115). no futuro. p. que flui para fora do corpo humano do médium ectoplasta. ideoplasma. Interação. paquiplasma. Ao se manifestarem. extrafísico. Qcorrem em ambos os fenômenos. tèleplasma. éter vitalizado. racionalmente existe.mentofracionamento-distribuição” por todo o corpo humano realizado em décimos de segundo.3. a desativação do corpo humano. a forma do psicossoma. Marionetes. Ruptura. a influência do psicossoma.5. Ectoplasma (Grego: ektós. Contudo. Cobertura. choque e vibração. Não existe nenhum registro na História Humana. O ectoplasma atua também tal e qual. inclusive com a duplicação minuciosa do rosto. Em certos casos de parapatologia. Tal recurso. ou na literatura projeciológica. na deslocação da pressão do ar devido à explosão próxima de bomba de grande poder de impacto. 64). Decomposição. constitui processo de segurança bem superior à própria parafisiologia do cordão de prata. ocorrem fenômenos de ordem superfísica.Acidente. Todos os seres encarnados dispõem de assessoramento intangível e constante cobertura assistencial extrafísica para se projetarem consciente ou inconscientemente. p. 102. 45). Crookall (333. Forma. mas impraticáveis. Eis. onímoda. a possibilidade disso ocorrer sem que nenhum ser encarnado tome conhecimento do fato. É possível a ruptura acidental do cordão de prata em certas circunstâncias mortais como. A parapatologia do cordão de prata poderá. Ao se manifestarem. em si. O cordão de prata parece ser indestrutível até a hora da desencarnação. dez características do ectoplasma que se aproximam bastante das manifestações do cordão de prata: 102. Sinonímia: atmosplasma. O cordão de prata apresenta-se ligado ao corpo humano de todo ser encarnado — inclusive do projetor consciente e do médium ectoplasta — ao modo de um canal de alimentação. hylê. Canal. ou corpo emocional. 102.1. a ectoplasmia e a projeção da consciência através do psicossoma. . para começar a análise técnica.

2. que ambos os elementos. 103. Atuação. 67). 31). Zaniah (1899. do nariz. 59). no máximo. p. Saídas. O cordão de prata. Martin (1003. Docilidade.1. 114). no corpo humano. Doyle (411. O cordão de prata. p. e dos ouvidos. 113). Meek (1028. em sua essência. de algum modo. segundo suas propriedades gerais. 22). de origem extrafísica. PARALELOS ENTRE ECTOPLASMA E CORDÃO DE PRATA Diferenciais.6. 261). 102. O ectoplasma é mais dócil à vontade ou ao comando psicodinâmico do médium ectoplasta e até se submete à vontade de pessoas estranhas.-raazs material do que imaterial. RPA (1481. Gaynor (577. 102. de modo definitivo. e de existência controvertida. Ward (1797. p. Coloração. Fortune (540. Swedenborg (1639. 103. 103. D’arbó (365. diferem um do outro e não devem ser confundidos. 119). 290). 84). p. Ambos. p. p. Granja (621. eis vinte caracteres diferenciais marcantes entre o ectoplasma e o cordão de prata evidenciando. 103. por exemplo. inclusive em certas manifestações das ectoplasmias. p. p.10. menos vital. Randall (1369.4. p. 124. Vieira (1762. seja fio ou fios energéticos extrafísicos. O ectoplasma. além do duplo etérico e do corpo humano. p. ou teia de aranha — interpretado como sendo um excesso de energia materializada. O cordão de prata freqüentemente. A exteriorização do cordão de prata não apresenta qualquer relação com a temperatura ambiental humana. Digest (401. p.8. O ectoplasma parece depender mais do cordão de prata do que este daquele. Perímetro. Stelter (1613. Freixedo (554. como padrão de manifestação. principalmente do interior da boca. 170). 353). p. Biodegradável. O cordão de prata mantém relação de dependência evidente com o psicossoma. Walker (1782. 41). p. A elasticidade do ectoplasma alcança. Shepard (1548. O cordão de prata sai especialmente do interior da cabeça física sem qualquer relação com os orifícios naturais no todo do organismo humano ou mesmo com os orifícios naturais da cabeça humana em particular. 64). demonstram clara inclinação para retornarem e serem reabsorvidos pelo corpo humano do ser encarnado de onde emanam. 103.7. O ectoplasma e o cordão de prata exibem evidente predisposição para o aparecimento dos fenômenos de repercussão física. O ectoplasma pode apresentar várias colorações. O cordão de prata atua. pelos fenômenos. 337). 215). p. p. 103. Greenhouse (636. 103. 103. p. segundo os registros da Ufologia. 48). p. Consciência. Chapiin (273. p. do ectoplasma depende da estrutura do corpo humano. Essência. recebeu este nome por se apresentar exatamente como o oposto da cor preta. 83). 84). Ambos facilitam o surgimento de uma espécie de estado de consciência dupla efêmera no ser responsável. p. 215). se não quase sempre. Cordões. mesmo quando exteriorizado com grande potência. 103. p. p. Crookall (343. p. Ambos mantêm suas atividades mais intensas dentro de um perímetro definido. 103. p. A atuação. 49). A exteriorização do ectoplasma não ocorre em todos os fenômenos de projeção da consciência atrave's do psicossoma. em geral nem chega a ser visto pela maioria dos seres encarnados vígeis. a cor preta. p. 59). Olhar. 102. abaixa a temperatura do ambiente humano imediato. A atuação. 275).6. cordão ou cordões. Montandon (1068. 1785. O ectoplasma mostra-se sensível ao olhar direto dos seres encarnados que estejam no estado da vigília física ordinária. 165). biodegradável.8. vale indagar quanto à relação que possa existir entre o enigmático ectoplasma e outro enigmático material. Frazer (549. 81). Dependência. 148).5.9. 103. 47). do cordão de prata atinge sempre a estrutura do psicossoma. Depascale (392.Riland (1403. A extensibilidade do cordão de prata parece ser praticamente infinita. O ectoplasma flui dos orifícios naturais do corpo humano. Retomo.102. Cavendish (266. p. O ectoplasma ao ser exteriorizado. A título de especulação. 228). p. obviamente. é mais ima. Elasticidade. algumas dezenas de metros de extensão. Morei (1086. mais vital. p.7. em todos os fenômenos que envolvem o psicossoma. chamado cabelo de anjo — geléia do diabo. Temperatura. p. 95). p. p. 102. se apresentam freqüentemente em forma de fio ou fios. o ectoplasma e o cordão de prata. O cordão prateado. inclusive evidenciando a interiorização abrupta ou o recolhimento repentino. p. p. 172). 63). Ashby (59. 129). Day (376. incluindo. altamente aperfeiçoado.9. 111). Veículo. O ectoplasma parece ser dependente do duplo etérico e do corpo humano. 53). Por serem ambos elementos altamente suscetíveis.terial do que material. Gómez (613.10. a partir e em tomo do corpo humano do projetor ou do corpo humano do médium ectoplasta. p. Repercussão. constitui substância exteriorizada. Apesar das dez aproximações referidas no capítulo anterior. p. 87). Scott (1529.3. Paula (1208. Bibliografia: ADGMT (03. p. Andrade (27. encarnado. Fodor (528. p. contraria a vontade da consciência projetada e parece que não atende mesmo à vontade .

glóbulos de gordura. Contudo. 104. Vieira (1762. transitória — foram encontrados leucócitos. o cordão de prata e o ectoplasma. 15). animais e objetos. líquido. O cordão de prata decididamente não apresenta tais características. O ectoplasma apresenta combinações paraquímicas com minerais extemos ao corpo humano. Composição. Sachs (1489. ou apêndice próprio para acoplamentos e desacoplamentos. 103. untuoso e viscoso.p. inclusive orgânicos. Psicossoma (Grego: psyckhé. O ectoplasma parece que corporifica veículos (ou suas aparências) e desenvolve manifestações do seu dono (médium ectoplasta) e de outrem.15. Embora haja similitude quanto ao retomo ou recolhimento rápido ao corpo humano entre o ectoplasma e o cordão de prata — já referida no capítulo anterior —. 103. O ectoplasma já foi seccionado em seus segmentos exteriorizados. e até tecidos dos trajes do me'dium ectoplasta. 103. Holzer (743. 4 — Psicossoma (campo). grudento. 192). células epiteliais. 103. 3 — Cordão de prata (duplo etérico. ___________ Bibliografia: Andrade (27. Enfim.tóides. isso não constitui ocorrência idêntica. às vezes até com restos tera. Em outras palavras: o ectoplasma é o agente parapsicofísico da efêmera ectoplasmia. Por exemplo. O ectoplasma pode ser comparado à membrana intema do ovo e às estranhas formações chamadas cistos dermóides. 103. dentes. 172). da composição estrutural do ectoplasma — uma substância líquida. primeiro vem o ectoplasma. gordura. glândulas. O cordão de prata não pode ser comparado a esses elementos. O cordão de prata é uma estrutura aparentemente muito mais simples e.12. Scott (1529. e características de matéria albuminói. energético). constituem manifestações. numa escala crescente de desmaterialização: 1 — Corpo humano (sólido-líqui. na maioria das ocorrências projetivas. 2 — Ectoplasma (gasoso). O cordão de prata não apresenta nenhum odor. 103. passa por diversos estados: floculoso. O cordão de prata parece muito mais firme e conservador em seus atributos. de parede análoga em estrutura à pele humana. 103. sólido. O cordão de prata não.14. mais poderosa em suas manifestações. quando rompido. Nas análises laboratoriais. sem essa versatilidade multímoda. racionalmente. Ruptura. Corporificação. Odor. Os fenômenos evidenciam que a energia consciencial. p.11. etc. numa escala crescente de imaterialidade. materializando pessoas. É sábido que o cordão de prata. PSICOSSOMA Definição. 111). Crouzet (344. o cordão de prata. plasmático. às vezes. O cordão de prata não apresenta tais combinações paraquímicas. 63). contendo matérias organizadas. Partículas. 103. leitoso. o cordão de prata é o agente interveicular da consciência que reencarna. Parece que o cordão de prata somente consegue corporificar o veículo e desenvolver manifestações do seu próprio dono. muco. úmido. p. difuso. O ectoplasma por ser: frio. seco. o cordão de prata é uma ligação interveicular. Dessemelhanças. depois. p. jamais parece líquido. ou outros. plantas. gasoso. comum. 381). acarreta a morte do corpo humano do projetor encarnado. Desmaterialização.17.de. O ectoplasma exala odor característico que faz lembrar o ozônio. alma. repulsivo ao toque físico. semi-sólida e sólida. Solidez. O cordão de prata. no entanto. Independência. pêlos. indubitavelmente diferentes: a energia consciencial é uma mobilização de força pura.do). Combinações. em muitos casos. 103. gelatinoso.13. apresenta-se. Cistos. destacando-se porções para análise laboratorial. Iluminação. microscópicas. não parece depender de ectoplasma para se manifestar.16. p. Repulsividade. Com todas essas evidências parece que o ectoplasma se manifesta sem a atuação direta do cordão de prata. advindas da consciência encarnada.18..19.ou ao comando psicodinâmico de consciências estranhas. as estruturas desses elementos diferentes podem ser alinhadas. em média sete décadas. no máximo algumas horas. Isso evidencia que. Crookall (325. 103. corpo): veículo da consciência que atua . o ectoplasma tem a propriedade de retornar ao seu doador com partículas estranhas aderidas à sua estrutura. e o ectoplasma é a energia consciencial composta com elementos diferenciados. p. embora apresentando certas semelhança^ superficiais.20. etc. soma. e duro. O ectoplasma mostra-se uma substância ultra-sensível à luz branca. isso ainda não explica muito.. sem ocorrer maiores traumas ao médium ectoplasta. no entanto. 55). O extremamente versátil ectoplasma pode se apresentar em estado líquido. A interiorização da consciência projetada através do psicossoma pode acarretar repercussão física no corpo humano. p.

147). corpo fantasma. 196). p. Andréa (33. corpo interno. corpo desencarnado. thunos. eidolon (tradicionalismo grego). metaorganismo (Lazarus de Paczolay Helenbach: 1827-1887). 68). Besant (129. duplo invisível. Muldoon (1105. duplo vivo. 15. p. Kardec (825. corpo paralelo. Vieira (1765. corpo humanóide.se (Bergh). Granja (621. isithunzi (Zulus da África do Sul). 185). corpo sonhador. Yogananda (1894. kha (Egito). Importância. duplo fluídico. andadura (Baicari. organismo sutil (Leibnitz). lastro do corpo mental. duplo sutil. Carton (252.not). p. pequeno fantasma. Miranda (1050. perispírito (Allan Kardec). Swarth. p. linga sharira. p. Castaneda (258. corpo aka. p. p. Emy (483. 151). Perkins (1236. 28). 76). envoltório da alma. invólucro fluídico (Alfred Erny). corpo espiritual (Paulo de Tarso). eu astral. 153). C. Pensamento (1224. 35) . organismo fluídico. 1). segundo ser. A extensa relação de denominações para designar o psicossoma demonstra a importância de suas funções entre os veículos de manifestação da consciência encarnada. poucos apresentam a autoconsciência quanto à existência desse veículo por que não conseguem controlá-lo corretamente e nem funcionam nele. 219). veículo leve. somode (Somod). Todd (1689. forma desdobrada. p. África). corpo oculto coincidente. p. corpo da ressurreição. corpo intangível. configuração astral. 31). 448). A maioria dos homens e mulheres tem autoconsciência quanto ao corpo humano. corpo projetado. corpo sidéreo. Martin (1002. corpo-réplica. duplo do médium. corpo aparicio. deuterossoma. 55). corpo dos desejos (Tibetanos).mayakosha (Vedanta). corpo pré-físico.) Moss (1096. duplo astral. 266). p. modelo morfogenético. a fundo. 52). doppelgánger (Alemanha). coisa misteriosa (Cué. América do Sul). corpo pneumático. corpo kino-aka (Huna). p. corpo psíquico. duplo fantasma. mano.no plano extrafísico crosta-a-crosta e no plano extrafísico distante da crosta planetária. mediador plástico (Ralph Cudworth: 1617. Prieur (1289.nal. Austrália).1688). taça de cristal. corpo fantástico interior (Johann C.1854). p. p. 19). mbisimo (Azande.. utai (Japão). corpo incorruptível (Gross). Holms (735. corpo quadridimensional. 32). segundo eu. 52). corpo celestial. fora do corpo humano. envoltório fluido-perispirítico. Steiner (1610. duplo viajante. Bret (202. Michael (1041. duplo magnético. purba (Cuna. Jorge (811. corpo emo cional. oqueumata. p. Frost (560. e o desenvolvimento consciencial de todos. 104). veículo da emoção. corpo fluídico (Leibnitz). Smith (1574. Delanne (381. Barreto (83. Andreas (36. p. sexta consciência (budismo). corpo superfísico. Matson (1013. 101). larva (romanos). corpo extra. corpo secundário (para o homem). corpo-energia. p. duplicata aparicional. suckshuma upadhi (Raja Ioga). Depascale (392. Butler (228. corpo astro-mental. corpo invisível. 20). corpo beta. p. p. 5). 114). Greenhouse (636. corpo ígneo. duplo. corpo não-físico. p. astrossoma. p. corpo flutuante. corpo glorioso (cristãos primitivos). corpo falena. paracorpo. hóspede-oculto (Maurice Maeterlinck. Ashish (60. Crookall (320. corpo aromai (Fourrier). kama-rupa (budismo esotérico). somurgo. Carrington (245. corpo da alma. segundo corpo (Parapsicologia). nesta etapa evolutiva no planeta Terra. Schutel (1525. vestidura fluídica. corpo tênue. Powell (1278. melhor será para a compreensão. Montandon (1068. corpo emotivo. Steiger (1601. p. p. duplo humano. p. intermediário plástico. Sinonímia: aerossoma II. p. corpo dois-em-um. p. corpo anímico. veículo quase material. p. p. Embora todo homem e toda mulher possua e use um psicossoma. veículo perispirítico. 15:44. 101). Rampa (1361. p. duplo espiritual. psicoforma (Teilhard de Chardin: 1881-1955). evestrum (Paracelso: 1490-1541). gêmeo-extrafísico. corpo gêmeo. corpo vital (rosacrucianos). oquema. corpo luciforme. Nobel de literatura em 1911: 1861-1949). corpo brilhante. corpo ultrafísico. América do Sul). corpo abmaterial. p. 52). Frie. corpo tanático. 75). com plena lucidez e desenvoltura. equivalente extrafísico. corpo parafísico. quanto mais se puder conscientizar as pessoas quanto à existência do psicossoma. corpo-paracérebro. Seabra (1534. 279). carne sutil da alma (Pitágoras). nefossoma. ngancha (Aranda. p. 18). duplo aparicional. sósia extrafísico. p. Por isso. porém não tem esta mesma autoconsciência quanto ao psicossoma. p. corpo borboleta. p. 24). ot-jumulo (An.52). carro sutil da alma (Platão). corpo radiante. corpomais-fmo (Friedrich Wilhelm Joseph von Schelling: 1775. 38). 19). p. 44). Walker (1781. Autoconsciência. corpo aéreo. p. p. Crowe (345.astroeidê (neoplatônicos da Escola de Alexandria). corpo imponderável. corpo sobressalente. p. segundo corpo de energia. 55). corpo-bolha. nomogêne. p. sósia etéreo. corpo interior. fetch (antigos bretões). p. p. corpo duplo. 28). corpo perispirítico. aristogênese (Osborn). corpo rarefeito. veículo acomodador. ____________________ Bibliografia: Aliança (O. corpo sutil (Aristóteles). corpo suplementar.damanese. 343). corpo das emoções. astroeide. p. 121). 55). corpo fantasmático. nephesch (cabalistas). 13). 166). p. estudá-lo e pesquisá-lo. 50). metassoma (Bret).). 63). Ásia Oriental). wraith. I Corintios. duplicata biomagnética (Hernani Guimarães Andrade). p. neurara. aura nêurica (Dodee). p. gêmeo astral. ectossoma. 38). e ao mesmo tempo o desconhecimento de sua natureza e suas funções.derick Zöllner: 18341882). Wang (1794. ímago (tradicionalismo latino). p. o bem-estar. enormon (Hipócrates: 460-356 a. rouach (cabala hebraica). Shay (1546. Monroe (1065. corpo luminoso. corpo-espelho. 47). corpo astral. Hodson 729. thankhi (China). corpo semimaterial. corpo de reserva. p. veículo continente. baodhas (Zend Avesta). 144).

volume. Dentre as características da parapsicoflsiologia do psicossoma da consciência encarnada destacam-se: torna as sensações humanas possíveis.2 Emanações. O psicossoma. veículo tão objetivo para a consciência projetada.IA DO PSICOSSOMA Características. apresenta maleabilidade. 128). p. no leito de morte.1 Duplos. peso me'dio de setenta gramas. a sede do psicossoma se estende por todo o corpo humano. 105. o psicossoma não apresenta forma fixa. No estado da coincidência dos veículos da consciência.105. pesquisadores diversos têm apontado indícios experimentais em persistentes tentativas de evidenciar a realidade do psicossoma.4 Marcas. pode se apresentar de duas maneiras: simples ou composto. Fotos supostamente autênticas do psicossoma materializado de ser encarnado projetado junto ao seu corpo humano (fotos dos duplos). PARAPSICOFISIOLOG. Tais evidências experimentais. 105. Boswell (174. Morfologicamente. p. densidade. ________________ Bibliografia: Blackmore (139. O psicossoma recebe<a influência de fatores materiais tais como a gravitação terres- . p. cap. 105. a ação do cordão de prata. etc. 22). PARA-ANATOMIA DO PSICOSSOMA Características. a elasticidade e a irradiação da luz do psicossoma. Apresentações. natureza. ou autotransfigurações parapsicofisiológicas. Composição. como não raro se dá com as nuvens. luminosidade. Evidências. Cogita-se bastante de que na composição da estrutura semifísica do psicossoma devam entrar pelo menos três componentes de algum modo familiares ao homem: partículas elementares. atua como veículo de consciência e ação. o psicossoma da consciência humana projetada. 279). 42). a irradiação de força do psicossoma. constitui o unifqrme sutil básico do projetor astral. 23). A rigor.3 Moldagens. 145). 105. não é rígido. o fenômeno do mimetismo extrafísico. 138). campos eletromagnéticos e gravitacionais. Moldagens em parafina de pés e mãos de personalidades através de médiuns ectoplastas. surge aos olhos dos observadores encarnados sensitivos mais substancial do que transparente. no entanto. as relações do psicossoma com o duplo etérico através do cordão de prata e o ballonnement. Comparação. Tal comparação indica bem a realidade da densidade do psicossoma. Nos dois últimos séculos. coloração. Fig. e mesmo o do desencarnado. a sensibilidade do psicossoma ao pensamento. Efeitos físicos provocados diretamente pela consciência projetada. a relação do psicossoma com os sons intracranianos.p. diferenças do psicossoma na consciência encarnada e na consciência desencarnada. neste caso quando em combinação com parte das energias do duplo etérico. estrutura. o crescimento. o que significa que devem ser repetidas ou insistentemente procuradas ainda por algum tempo (V. Marcas de impressões de partes do psicossoma sobre superfícies enegrecidas com fumaça. centros de forças. Martin (1002. e coloridas. serve de ponte entre a mente livre e o cérebro denso humano. nem está condensado num tipo particular (V. 105). a tangibilização do psicossoma. e fótons (luz). 97). Carrington (245. Vieira (1762. aura. componente percentual de matéria rarefeita. p. Sede. vêm carecendo de aceitação universal. p. permitindo a consecução das formas-pensamentos e dos trajes extrafísicos. Rogo (1444. Delanne (381. composição. especialmente através destes recursos: 105. Nos planos extrafísicos evoluídos. inclusive do corpo humano. o psicossoma na função de corpo dos desejos ou o corpo emocional. 33). o psicossoma. as razões pelas quais os sentidos do olfato e do paladar aparecem menos nas percepções da consciência projetada através do psicossoma no plano extrafísico. contudo ao mesmo tempo parece diáfano. contudo.5 Efeitos.p. a relação do psicossoma com a genética e o crescimento do corpo humano. Fotos de emanações nebulosas. a atuação do psicossoma na projeção consciente e inconsciente. 106. em certas circunstâncias tanto quanto o corpo humano o é no plano físico. inserção do cordão de prata. Dentre as características da para-anatomia do psicossoma destacam-se: formato. Frost (560. densas. massa. Fatores. a aparição do projetor encarnado aos seres encarnados. as funções básicas em geral do psicossoma. o psicossoma como instrumento sensível à influência magnética. essencialmente. a plasticidade predisponente à mediunidade extrafísica.p. Repetição. Greenhouse (636. p. constitui uma forma-pensamento. 129).

ou enferma. Estabilidade. Fórmula. por sua vez. e a tensão superficial na passagem através de estruturas materiais espessas (autopermeabilidade extrafísica) em certas ocasiões. despojado do cordão de prata. ferimento ou acidente. fluidez ou rarefação do psicossoma. o psicossoma delimita. a rigor. o corpo humano. a condensação ou rarefação do psicossoma pode se dar igualmente com a interiorização ou sem a interiorização da consciência encarnada projetada. não é possível a dor real. Efeitos. por estar próximo ao duplo etérico e o corpo humano. Emoções. Maleabilidade. O cordão de prata exerce a função reguladora da densidade do psicossoma da consciência encarnada que varia de projeção para projeção. Na intermediação complexa do psicossoma da consciência encarnada entre a máquina — no caso. humana. Intermediário. através do grau da densidade vibratória do psicossoma de cada uma. a sua densidade maior permite que o projetor humano projetado seja visualizado por maior número de desencarnados.teriorização do psicossoma no corpo humano. como acontece com o corpo humano. Ocorre a diminuição permanente da densidade semifísica do psicossoma. seja encarnada ou desencarnada. ou humano. 276). seja estando a consciência em local fisicamente próximo à base física ou à distância dela. o duplo etérico. Pelo psicossoma. é o responsável pelas manifestações das emoções (animalidade) da consciência (V.doras. O psicossoma da consciência encarnada é o corpo intermediário entre a máquina. e a mesma consciência sediada no corpo mental. em certos casos. 0 psicossoma da consciência encarnada mantém relações funcionais com o corpo humano. cap. o corpo humano — e a consciência sediada no corpo mental. Sobrevivência. Por isso. Condensação. O pensamento. O ser encarnado é a consciência ainda com o psicossoma integral. os seres desencarnados. seja de modo consciente ou inconsciente. Somente o psicossoma permite que a consciência encarnada ou desencarnada sinta os efeitos da atuação das correntes de força e das tormentas hidromagnéticas extrafísicas. com o apoio do duplo etérico. Por sua vez. através do psicossoma. por si mesmo. de parte do duplo etérico (ou de todo o duplo etérico). ou então apenas através do cordão de prata. 123). de modo constante. regula a condensação. na proporção direta do aumento da evolução da consciência. e dos parapsicopatas enequéticos extrafísicos. definitivamente. Essa variação temporária da densidade do psicossoma age como extraordinário recurso de defesa consciencial extafísica porque a consciência pode mudar-se de um meio ambiente extrafísico para o outro. dos obsessores em geral. e do corpo humano. através do cordão de prata. gera uma repulsão automática por parte de outras consciências encarnadas projetadas enfermas ou desencarnadas assedia. e luminosidade astrais e estas permitem a distinção entre: os seres encarnados. fazem a seleção espontânea e perfeita das consciências desencarnadas e encarnadas projetadas. A condição do psicossoma é ímpar como veículo de manifestação da consciência encarnada porque porta consigo as conexões simultâneas de duas ligações intercorporais: as conexões do cordão de prata e as conexões do cordão de ouro. Densidade. o raio de ação extrafísica do livre-arbítrio consciencial. esta mesma densidade. Quando sobrevêm os simulacros de tais ocorrências isso se deve à influência dos condicionamentos parapsico. e permite a absorção da matéria sutil do e no meio ambiente extrafísico.lógicos da consciência encarnada inexperiente. Escala. O psicossoma só desaparece. transparência. seja projetada ou mesmo desencarnada. O psicossoma constitui o condensador de energia cósmica da consciência. a densidade da matéria. mantendo a estabilidade aparente da forma viva. Na rarefação do psicossoma da consciência encarnada acontece a devolução de energias ao corpo humano visando à diminuição do lastro. O psicossoma sobrevive e prossegue integralmente funcional após a primeira e a segunda mortes. Seleção. Se o cordão de prata é o regulador da densidade do psicossoma. e os seres encarnados projetados. paradoxalmente através do movimento constante. Relações. A consciência encarnada. Também apresenta influência sobre placas fotográficas (telecinesia). translucidez. realiza a coesão das miríades de células que compõem o corpo animal. O psicossoma estabelece a escala de opacidade. a lesão. Rarefação. Impar.tre. Tudo isso na dependência direta da vontade da consciência encarnada projetada. o psicossoma. Os campos energéticos. O ser desencarnado é a consciência com o psicossoma livre. A maleabilidade do psicossoma permite as translocações múltiplas sucessivas da consciência por distritos e ambientes extrafísicos de densidades diferentes. Assim como o corpo mental é o responsável direto pelo afluxo dos sentimentos (espiritualidade) da consciência. ou os atos de descarte do corpo humano e do duplo etérico. estabelece a sua órbita vibratória. e influência sobre instrumentos físicos sensíveis. o cordão de prata e o corpo mental. gradualmente. cap. atua poderosamente sobre a densidade do psicossoma da consciência encarnada ou desencarnada. A rarefação pode ocorrer com a in. Isso deixa a consciência encarnada projetada sem o duplo etérico e sem necessidade de se interiorizar. O campo magnético do psicossoma da consciência desperta. sutileza. na terceira morte (V. e sempre renovado . que compõem os distritos extrafísicos propriamente astrais. consciente.

Físico. desenho automático. Há fatos repetidos que evidenciam que a consciência encarnada. cap. marcas. Vieira (1762. 16). notadamente nos fenômenos. assim como o cordão de prata é o apêndice próprio do corpo humano. ou corpos de delito humanos não vigoram para o psicossoma que não deixa vincos. A consciência encarnada projetada pelo psicossoma pode funcionar. entre outros. quando projetada para fora do corpo humano. O psicossoma. dalto.. Exteriorização. 196). Parte do psicossoma pode sair e se libertar por qualquer área do corpo humano. p. A parapsicofisiologia do psicossoma amplia as manifestações quando diz respeito à consciência desencarnada. O peso básico médio do psicossoma da consciência encarnada projetada parece ser um milésimo do peso do seu corpo humano. xenoglossia. escrita intuitiva. predições. daí ser considerado o corpo dos desejos. ou o corpo emocional. vestígios.radiestesia. do que coincidente ou constrangida dentro do corpo humano.nismo. transfigura-se segundo a vontade da consciência enquanto existe. Sinais. miopia. cegueira. no espaço se chama substância. A existência do psicossoma de encarnados e desencarnados vem explicar os fenômenos psi mais variados: raps. pode gerar consideravelmente muito mais energia. é descartado. p. Pesos. O psicossoma alcança a forma humanóide do encarnado adulto. nem exala odor individual no ambiente humano. influem muito no peso do psicossoma da consciência encarnada projetada e. Existem várias condições ou estados conscienciais em que o psicossoma sai da condição de coincidência com os outros veículos de manifestação e permanece preso apenas pelo cordão de prata: sono. aparições. Leis. também parapsicofisiológicos. daí gerando. zumbido.da motricidade. falsa chegada. No entanto. ou resíduos por onde passa na crosta planetária. dos átomos. 16). — ou seja. pela testa. projeção consciente. da paraprojeção consciente (V. não deixa impressões digitais sobre os objetos. p. vários fatos desses podem ocorrer em razão da densidade do psicossoma conforme a ação da vontade e a criação das formas-pensamentos. Greenhouse (636. telecinesia projetiva. Entre os minidistúrbios da parapsicopatologia do psicossoma da consciência encarnada destacam-se: conseqüências extrafísicas de membro amputado. Força. O corpo humano. Paraprojeção. clarividência. atuando ao modo de equipamento ou carga. — quando a consciência alcança a condição de espírito puro. seja pelo cocuruto ou sincipúcio. ___________________________ Bibliografia: Delanne (381. O cordão de ouro é o apêndice próprio do psicossoma. igual à criança que aprende a se equilibrar fisicamente e a dar os primeiros passos humanos em no. As ocorrências da parapsicopatologia do psicossoma podem ser classificadas em dois tipos: os minidistúrbios e os maxidistúrbios. etc. porém a consciência encarnada somente sai com o psicossoma pela cabeça. no estado da vigília física ordinária. no tempo se chama memória. no plano físico. de modo definido. a rigor. carregando a consciência. poltergeist. 57). no plano extrafísico. — influi no peso do psicossoma projetado. cresce. Leadbeater (899. ou pelos lados parietais e temporais do crânio. 23). o psicossoma. obviamente. vozes interiores quando não-patológicas. Aprendizado.em si.e renovador. Fenômenos. Moss (1097. raps projetivos. os seguintes fenômenos: bilocação física. no mínimo. Duração. O psicossoma. A densidade. Powell (1278. 107. A consciência encarnada tem de aprender a dirigir o psicossoma projetado. telepatia. 85). — com a instalação da constipação intestinal e a conseqüente intoxicação orgânica. hipnose. Minidistúrbios. não projeta sombra sob o Sol. Os fatos fazem crer que o psicossoma da consciência encarnada contém todas as leis organogênicas segundo as quais o corpo humano se forma. . este veículo pode apresentar diferentes pesos numa só experiência projetiva consciente. exteriorização. adensando e “materializando” a estrutura deste veículo de manifestação quando o mesmo se projeta. poltergeist projetivo. sinais. e desaparece. ideoplastia. 59). pela região nucal. p.Va encarnação. compondo o que se chama de “corpo mental lastreado”. p. Lastro. etc. etc. ataques extrafísicos (psicossoma de desencarnados). Estados. não sendo uma entidade de formas fixas. Por isso. por isso. As provas. p. Tal estabilidade da forma humana viva. Não se sabe ainda se o acúmulo excessivo de matéria gasta do bolo intestinal. PARAPSICOPATOLOGIA DO PSICOSSOMA Distúrbios. parapirogenia projetiva. apresenta mais força ou. em certos casos. não imprime qualquer pegada sobre o chão terrestre. não precisa crescer. O psicossoma atua como lastro do corpo mental. o cordão de prata e o próprio duplo etérico como um todo. pode variar em sua composição de momento a momento. anestesia.

ou seja. Felizmente. quando o próprio criminoso afirma que “estava fora de si” no instante do ato delituoso. onirofobia. certos casos de pequeno mal epiléptico. expulsando com violência o psicossoma do corpo humano. da pilhagem. criando síndromes obscuras diversas. criando desde o abnegado assistente social até o obsessor encarnado. ______________________ Bibliografia: Fortune (540. oligofrenia extrafísica ou a deficiência do desenvolvimento dos atributos conscienciais da consciência desencarnada. na gira da Umbanda. Realidades. — a sua consciência encarnada esteve mesmo fora de si. chacinas e genocídios carregados de tragédias. p. quanto para as criações doentias. com a autoconsciência disso ou não. 107. o incubo e o súcubo que não conhecem moral. vem servindo. dos gênios do mal. O psicossoma é o agente modelador do soma. 107. como laboratório consciencial permanente tanto para as criações sadias. nos meandros ainda obscuros da parapsicopatologia própria do psicossoma ou o “corpo da alma humana”. anfotonias e outros distúrbios. principalmente o crosta-a-crosta. através dos milênios da História Humana. vigentes nos campos da Psicopatologia e da Criminologia humanas convencionais. com objetivo mediúnico. ocorrem as descoincidências parciais do psicossoma devido a causas físicas espontâneas. murcho ou com rachaduras parecendo casca de árvore. onde perpetrou. e trata das perturbações ou lesões orgânicas produzidas por influências psíquicas. auto-obsessão extrafísica.3 Sensação de se estar com o “estômago na boca” durante a subida ou a descida de elevador potente e veloz.6 A provocação da descoincidência. relacionados e tomados em conjunto. Psicossomática. Vieira (1762. o estado do psicossoma como se fosse atrofiado. coma extrafísico. fronteiras. 48). ou corpo humano. está na verdade começando a adentrar. multi-reencarnatórias. E sobre tudo isso atuam as companhias. porque os semelhantes se atraem.tropia (zootropia) extrafísica.5 Sensação devido à freada abrupta de veículo. escrúpulos.Descoincidências. Fora. aos enfermos e desvalidos. na verdade. Maxidistúrbios. atuando submisso às leis da genética e respeitando o campo biogravitacional em que este respira e se desenvolve. localiza e identifica entre as duas esferas básicas da vida consciencial. 107. 107. 107. com o acúmulo das experiências fora do corpo humano. etc. Por isso. medo. Tal fato traz como conseqüências tanto a plasmagem sublimada da assistência social. não se tem mais dúvidas quanto às possibilidades de realização positiva e negativa da consciência encarnada que se liberta temporariamente do veículo denso. ou educação social. E isso desde o ápice da sublimidade com os aspectos mais nobilitantes da personalidade humana. que a consciência encarnada escolhe no estado da vigília física ordinária ou fora do corpo humano. colopatias funcionais. embora superficialmente. sadias ou enfermas. quanto a caracterização do roubo. literalmente. o ato delituoso que agora confirma os seus propósitos anteriores e chancela os ensaios extrafísicos já executados. Conclusão: o plano extrafísico. desejos. emoções. Freqüentemente.8 A descoincidência devido a um espirro. libertadoras. e do assalto sexual. 107. Daí a . descoincidência patológica. as provas individuais irrecusáveis da projeção consciente levam a consciência encarnada a um grau supremo de veracidade quanto às realidades psicofísicas que distingue. Entre òs maxidistúrbios da parapsicopatologia do psicossoma destacam-se: mania sexual extrafísica. interagem e acabam. com choque e vibrações.7 A descoincidência devido a um grande susto. ao mesmo tempo. comandado antes de tudo pela consciência encarnada sempre sediada no corpo mental. Pensamento.1 Contusão craniana. etc. dos gênios do bem. conseqüências da deslocação da pressão do ar devido à explosão de bomba próxima. que aborda o corpo humano e o espírito. PARALELOS ENTRE SOMA E PSJCOSSOMA Modelador. entre os planos da vida. fraterna. Conseqüências. estagnadoras. ou seja. p. não raro.. numa espécie de interdependência simbiótica. Para a vontade — a usina de força — o pensamento atua como agente de manifestação na plasmagem de atos criadores e destrutivos. — quer dizer que muitas vezes antes. Quando a chamada Medicina Psicossomática. Ainda dentro dos minidistúrbios.2 Efeito físico de “ver estrelas”. 161). até o extremo inferior dos meandros sombrios das taras e psicoses mais abjetas. combatendo certos tipos de úlceras gastrintestinais. adredemente. a lican. as transfigurações patológicas. idéias fixas. 107. fora do corpo humano.4 Sensação de queda no vazio ao se pisar em degrau errado no ato de descer uma escada. e mesmo a materialização de grandes homicídios. energética. 107. 108.

em circuito fechado. Jekyll andMr. deixam o corpo físico ou. no caso. aí permanecendo à espera. Dormitório. ou vice-versa. A humanidade terrçstre ainda dorme o sono patético da inconsciência espessa. Os bilhões de consciências encarnadas que saem do corpo físico. no meio ambiente também novo. em coesão perfeita na condição de coincidência e na condição de descoincidência. por certo período. ao dormir. e no estado da coincidência dos corpos ou veículos de manifestação consciencial. Sonâmbulos. Hyde. atolado que está em suas próprias formas-pensamentos egoísticas. no plano físico. no decorrer da encarnação e até mesmo depois da desencarnação. opaco. experimentando verdadeiras minimortes efêmeras. retendo a consciência dentro do psicossoma. consegue sair de si mesmo. própria da infância extrafísica. no plano extrafísico e nada vêem porque o -ego. os seus próprios pensamentos bloqueados e paralisantes. por si mesmas. por seus próprios recursos.razão de um veículo ser a réplica do outro. biológica. e ficam temporariamente livres no corpo extrafísico. ou não têm sé conscientizado de que o psicossoma pode atuar em seu próprio plano extrafísico. ou planeta-dormitório. ou psicossoma. dos impulsos físicos deste mesmo corpo inanimado. porém com o qual ficaram profundamente habituados. extrafísico. A higiene física é o serviço de manutenção da máquina humana. sem perceber. no plano extrafísico crosta-a-crosta. quanto na fase pós-de. radicadas em todos os países. Derivam da conjuntura referida acima duas seríssimas conseqüências. ficam descoincidentes em seus veículos de manifestação. Solução. A solução para o problema será acabar com a capacidade ociosa do psicossoma. oportunidades evolutivas de inestimável valor. sob a influência da própria parafisiologia do psicossoma. bem mais evoluídos do que os do corpo físico. gravitando em si mesmo. Desencarnados. ignoram. as sucessivas gerações de seres encarnados têm mantido o psicossoma atuando somente como veículo de manifestação inibido (ou constrangido) entre os impulsos da própria consciência e as impressões recebidas através do corpo humano. Já o psicossoma constitui um objeto aéreo. em ponto morto. ou mais apropriadamente. Primeira: mais de quatro bilhões de criaturas de carne e ossos. no estado da vigília física ordinária. O psicossoma. às vezes por longos períodos. Do ponto de vista evolutivo. que perderam definitivamente. e que marcha. O mais melancólico de tudo isso é que entre tais sonâmbulos há pessoas de todos os níveis e condições existenciais e culturais. de modo geral. Energizante. seja a quatro centímetros ou a quatro metros de distância do próprio corpo físico. porque a consciência se afastou dele temporariamente. Quanto ao plano físico. inclusive estas: os gregos antigos evitavam mirar a própria imagem refletida na superfície da água. incluindo o cordão de prata. Ignorância. na Terra. não raro. Estes sonâmbulos extrafísicos entram. e que a consciência. atinge até um terço do período de vida terrestre. mesmo as gerações vivas da atualidade. mas vazio. de modo natural. O corpo humano. O psicossoma como duplicata do soma. procurando manter e prolongar sempre a vitalidade das estruturas existentes ou a saúde física e extrafísica. a vontade. ano após ano. inutilmente. afundadas em deplorável inércia. rarefeito. é o agente energizante intermediário da inter-relação entre o psicossoma e o soma. mental e espiritual. Oscar Fingall Wills Wilde (1854-1900) escreveu o curioso The Portrait ofDorian Gray. sonambulizados ou semiconscientes. noite após noite. pelo menos. Criações. a Terra pode ser considerada imensa creche. Durante os milhares e milhares de invernos e verões da História Humana. são mantidas. Não se concebe outra solução imediata além desta. ou seja. sem entrar em atividade extrafísica em seu novo intervalo reencarnatório. permitindo a ambos operarem juntos. a sombra do corpo humano lhes parecia o lado escuro do próprio eu. que volita. não se despertam para a outra realidade maior. nessa condição de hibernação desnecessária. nem por isso. denso. porque ficam esperando sentir as vibrações físicas do corpo de matéria densa desativado. vivendo indiferentes a tais desperdícios. a'cada noite. As consciências projetadas. Conseqüências. porque ruminam. após a concepção do organismo até a sua desativação através da primeira morte.sencarnatória. interações e outros elementos. Hibernação. A higiene mental (ou espiritual) é o serviço de manutenção da máquina extrafísica (psicossoma). infelizmente. do seu cérebro recheado de neurônios. a maioria sem nem sequer cogitar da questão. Inibição. cuja extensão. O duplo etérico. expressa o psicossoma no plano físico. A conclusão óbvia dessa lamentável situação é que a humanidade terrestre está dormindo em excesso. Os encarnados. luminoso. A segunda conseqüência se refere aos recém-desencarnados na Terra que permanecem inconscientes. tanto na coincidência dos veículos de manifestação da consciência. desperdiçando. Tem o leitor alguma outra saída para oferecer? . tem inspirado curiosos costumes e criações através dos tempos. a maioria dos componentes da humanidade atual. o corpo humano constitui um objeto terrestre. expressa o corpo humano no plano extrafísico. pode agir diretamente sobre ele. sai parafisiologicamente do corpo físico mas. espalhadas por todos os continentes. Condições. Robert Louis Balfour Stevenson (1850-1894) concebeu o célebre Dr.

p. Tondriau (1690. p. dispensando os veículos intermediários de manifestação. Disciplina.p. p. 204). os centros cardíaco. pode saber com certeza. Pastorino (1206. p. pondo-o a atuar livremente para. 70). p. 158). Digest (401. para uns. Para o despertamento extrafísico inicial da humanidade só existe um recurso eficaz: a projeção consciente pelo psicossoma. Formatos. p. lótus. p. 197). evidentemente. Gaynor (577. vórtices de energia. aos vórtices que a água forma quando sai pelo ralo da pia e. Scott (1529. Leadbeater (897. 71). Rogo (1444. centros de energia. _________________________ Bibliografia: Frost (560. Aquele que deseja fazer progressos com os seus poderes parapsíquicos latentes. p. p. CHAKRAS Definição. p. Yogananda (1894. p. laríngeo. rodas. p. 130). p. extrafísicos. p. em qualquer parte.vórtices energéticos. discos energéticos. Cavendish (266. exige-se apenas disciplina mental para se obter ilimitadas aplicações positivas na vida diária. 169). 196). Martin (1003. Wang (1794. White (1831. p. 109. Drury (414. quem quiser. veículo de energia. Recurso. ou rosas. não são idênticos a essas áreas. centros bioenergéti. p. 28). dos rituais abstrusos e dos misticismos baratos ficou para trás. 19). 157). Babajiananda (65. Maes (983. p. em primeiro lugar. Ajaya (08. às semi-esferas côncavas de radar. 35). p. p. 80). 138). p. Karagulla ( 814. Walker (1786. p. Hope (756. atuando como pontos de conexão pelos quais a força flui de um veículo consciencial para outro. 248). É fundamental que haja o despertamento da utilização dos extraordinários recursos que o psicossoma pode fornecer. 33). agora. canais energéticos. 44).cos. centros de força. A época do medo desarrazoado. p. fazendo a junção deste com o psicossoma. Saher (1493. 213). em seguida. 34). o próprio projetor mal-intencionado. 110. 70). contudo não têm resolvido esse antigo problema até o momento. Meurois-Givaudin (1039. conquanto localizados em áreas específicas ou órgãos do corpo humano. fulcros de força. 32). Todo encarnado. p. 263).Despertamento. 350). portas vitais. Advertência. nós energéticos. 21). Os resultados doentios disso atingirão. 238). Mitchell (1058. p. 187). 151). que apresenta dezenas de utilidades e que pode ser produzida por qualquer um. Por fim. p. Desenvolvimento. 148). transdutores vitais. será sempre bom lembrar a todos a advertência que constitui uma das leis básicas da Projeciologia: jamais tente projetar a consciência com alguma intenção negativa. Motoyama (1098. PoweU (1280. das superstições. esplénico e umbilical do homem-animal. p. Pensamento (1224. Meek (1028. Princípios elevados de ética são indispensáveis aos experimentos conscienciais. Chacras: núcleos ou campos limitadores de energia que constituem basicamente o duplo etérico. Raja-Aari (1345. Quando bem desenvolvidos lembram a figura das hélices do avião. Sinonímia: aceleradores extrafísicos de freqüência.Coxhead (312. E isso não é pedir demais. 277). David-Nell (368. Muldoon (1105. khorlos. Gomes (612. de maneira desimpedida. intensidades de energia. p. p. aura humana e potenciais internos a serem desenvolvidos. p. sem disciplina. 39). 27). p. formatos. frontal e coronário do homem-espiritual. p. as consciências agirem diretamente também pelo corpo mental. 146). p. Wedeck (1807. PARA-ANATOMIA DOS CHACRAS Características. centros bioquímicos. Vieira (1765. colorações. Xavier (1879. p. porque. 78). Pela projeção consciente. com o diâmetro de cerca de vinte centímetros. não tem tempo a perder. 688). Gueret (659. 119). 5). das crendices. 208). Day (376. de qualidade superior. Prieur (1289. reverberâncias. Blavatsky (153. centros vitais. padmas. Os centros de força se assemelham. cones de energia. p. Zaniah (1899. para outros. p. 40). ninguém consegue a melhoria do desempenho pessoal de qualquer natureza. Vieira (1762. sadios. p. Coquet (301. 65. _______________ Bibliografia: ADGMT (03. p. 64). p. nesta era de emancipação extrafísica. Moss (1096. 55). em grande rotação. dentro do corpo humano. p. 133). 53). 188). As escolas de estudos teóricos transcendentes. p. que dispõe de luz própria. . 30). p. sob quaisquer condições. macro. etc. círculos de energia. Walker (1781. Dentre as características da para-anatomia dos chacras maiores destacam-se: os centros radical. 123). Gooch (617. núcleos energéticos. p. p. as práticas parapsíquicas mais avançadas e todos os esforços para o autoconhecimento da criatura ajudam bastante. Martin (1002. p. centros sensoriais. órgãos chácricos. p. 217). p.

O sexto chacra — frontal. É também chamado archeu-diretor. 110). a evidência da existência dos chacras. porque se encontra além da mente. torácico. Este chacra inicia a sua atuação recebendo as energias telúricas das pemas.Diâmetro. esplénico. sendo agente influente na emotividade da criatura humana. Calcula-se que existam cerca de oitenta e oito mil chacras em cada individualidade composta. com exceção do coronário esplendente. cap. Evidencia relação estreita com a clarividência em todas as suas formas e manifestações. permite a expansão da consciência. por ser a contrapartida extrafísica do simpático. e outros mais. entre o sacro e os órgãos genitais. Fig. glabelar. O segundo chacra — umbilical. compõe a auréola luminosa ou a parte superior da aura humana.1 Radical. expande-se acima do-topo do crânio. evidentemente. No homem comum cada chacra maior aparece com o diâmetro de dois ou três centímetros e de fraca luminosidade. mais percebe e emprega com inteligência as funções dos chacras. seleciona e distribui as energias vitalizadoras pelos órgãos do corpo humano. Apresenta-se em geral com a cor esverdeada. em seu corpo humano.anahata — de cor amarelada. 110.7 Coronário. e radical (V. Despertamento. pineal. no estado da vigília física ordinária. no estado da vigília física ordinária. especialmente no chacra frontal. permanece quase que exclusivamente subjetiva. 110. Voltado para cima. 110. associado aos quatro ossos do cóccix. Tem relação com o plèxo solar. e a touca cheia de nódulos das gravuras orientais. 110. à semelhança do que acontece com o fenômeno da projeção consciencial lúcida. O primeiro chacra — raiz. constitui a sede da kundalini. associado à quinta vértebra lombar. Os centros sutis de força. manipura — está situado ligeiramente acima do umbigo. de cor avermelhada. libera o corpo mental do paracérebro do psicossoma. ou a energia consciencial (V. fogo serpentino. e o sexto com o sétimo. coração-moral-das-entranhas. swadhistana — situa-se sobre a área do baço. voltado para baixo. a kundalini. vijnanas da Iogacara. Fig. é porque já despertou plenamente.há muito tempo. De formato estelar ou triangular. O despertamento do chacra coronário se dá em decorrência do trabalho de despertamento energético gradual feito nos outros chacras menos importantes. cervical. 246) bruta. Evidência. na área da fontanela anterior ou bregma. o chacra frontal vibrar. vishuda — situa-se perto da área de encontro entre a coluna espinhal e a medula oblongada. obedecem a certa gradação vibratória dos vórtices energéticos da criatura humana derivada da sua consciência. por mais estudos de Anatomia e de Fisiologia acadêmicas que tenha chegado a fazer em faculdades oficiais. no homem e. atua especialmente na comunicação da consciência. as pulsações e movimentos bem físicos. terceiro olho. poder ígneo.5 Laríngeo. individual. ou foco-da-alma. prática. As formas e características luminosas vão se ampliando com o aperfeiçoamento extraffsico da consciência encarnada. intervalos keni-kou dos taoístas. Quem sente amiúde. porque ele atua como chave bipolar alimentadora dos outros chacras. vitaliza o coração e os pulmões. Este autor. além de serem quadros mentais dos nós chacrais ou fulcros energéticos que se manifestam no plano-corpo-extrafísico para o plano-corpo-humano. ocorrência comum aos médiuns desenvolvidos de todos os gêneros de mediunidade. ao modo de uma coroa. na área do períneo. cérebro abdominal. o chacra frontal é um centro de poder diretivo. não conseguiu explicar através de pesquisas nos territórios da Ciência Biológica. radical. na mulher. Quanto mais evoluída a consciência. sendo também chamado o lótus das mil pétalas. O quarto chacra — cardíaco. têm sido vistos por diferentes ângulos conforme diversas tradições metafísicas: energias do Tantra. por . hierarquias dos NeoConfucianos. ou latejar. transcende a condição da consciência humana embutida na caixa craniana. séries de transmutação dos Alquimistas. Sete. e os demais chacras. ou da Medicina. O quinto chacra — laríngeo. farol da testa — situa-se entre as sobrancelhas projetando-se do centro da testa para fora (V.6 Frontal. mas apenas trinta são considerados suficientemente importantes para receber um nome. frontal. O Budismo Tibetano reconhece apenas cinco chacras principais. Sendo o intermediário entre as manifestações orgânicas da área vegetativa e as manifestações mentais. centro fundamental. 110. pulsar. umbilical. Por isso. Na verdade. 110. comparado com uma flor de quatro pétalas. Todas estas manifestações. o derradeiro bastião do raciocínio e da análise no microcosmo da personalidade humana. O terceiro chacra — esplénico. Por intermédio do chacra básico todos os demais são ativados. kosas da Vedanta.3 Esplénico. sahasrara — mais importante. 110. sincipúcio.2 Umbilical. combinando o primeiro com o segundo. 110. O sétimo chacra — coronário. olho mental. o coronário não é propriamente um chacra como os demais. “olho de Cristo”. ou seja. por onde surge a revelação.4 Cardíaco. de um modo ou de outro. Nós. laríngeo. muladhara — está sediado para fora. Até o presente momento. cardíaco. terceira visão. ajna. sefirot da Cabala. A análise clássica aqui aborda os sete chacras maiores: coronário.06). A sua vivificação natural capacita a consciência encarnada a se projetar conscientemente para fora do corpo humano através do psicossoma.

ou começar a estudar mais acuradamente a Acupuntura. por exemplo. A intensificação. É interessante observar os diversos empregos da área do chacra frontal . ano após ano. Powell (1280. o plexo faríngeo (chacra laríngeo). ao mesmo tempo. Características. os plexos pulmonar e cardíaco (chacra cardíaco). O cha. ainda através da pressão de um dedo. por alguns projetores conscientes. circulação. separam e distribuem as energias imanentes existentes no Universo Físico-Extrafísico. e o orgasmo cósmico. Guéret (659. ou pelo corpo humano todo. Este fato individual. Assunto dos mais importantes neste particular é o das obscuras inter-relações entre os centros de força. conseqüências do despertamento do centro coronário. em conjunto com o duplo etérico que une o corpo humano ao psicossoma através do cordão de prata. Plexos. sendo até chamado por eles. Nesta área orgânica — a testa — não existem órgãos nem condições anatomofisiológicas para justificar tais sensações ou manifestações ostensivas referidas. p. Neste sentido costuma-se relacionar cada chacra com certas glândulas anatomicamente próximas de suas sedes. e as relações dos chacras com o corpo humano. 94). Veículo. PARAFISIOLOGIA DOS CHACRAS Transformadores.netizadores (como eram chamados) desde o Século XIX. promovendo o estado vibracional e a expansão da consciência. ou área glabelar. 111. 65). o centro radical e a kundalini. _______________ Bibliografia: Bardon (80. palpável. o duplo etérico. p. basta apenas exercitar a mobilização das energias conscienciais ou bioenergias (V. ou seja. o centro frontal com os tragos. cap. 315). através do psicossoma. especialmente a relação do centro coronário com a epífise.e os três orgasmos da mulher . os plexos pélvico e coccígeo (chacra radical). o centro coronário com a medula oblongada. Cerebelo. bem como com os plexos nervosos. nem perdas de tempo. cap. A reativação do chacra coronário proporciona à consciência encarnada a autoconsciência extrafísica. na testa. 71). Dentre as características da parafisiologia dos chacras destacam-se: a função suposta de cada centro de força. próprio do samádi maior. mês após mês. às vezes involuntários. inclusive no estado de plena vigília física ordinária. utilizada por hipnólogos. o centro coronário e o cérebro vazio. desde os esforços iniciais do homem-animal até à sublimação do homem-espiritual. ou mag. o frontal e o laríngeo. p. o corriqueiro “sinal da cruz” que tenta estimular. nesta ordem.cra frontal predispõe a reativação do chacra coronário e das manifestações energéticas no centro do encéfalo. 347). através da pressão digital. cap. Supõe-se que a kundalini. clitoriano e anal. argumentos. com o objetivo de se projetarem com lucidez para fora do corpo humano (V.vaginal. além do sexo. através do corpo mental. Sobre esta hipótese nada existe ainda especificamente comprovado do ponto de vista . o centro coronário e o samádi. e em rituais e práticas místicas como. em experiências hipnóticas anteriores. Os chacras captam. só pode ser atribuído a outro veículo de manifestação da consciência. O chacra radical tem relação direta com a libido. p. e o psicossoma. de modo geral. os dois orgasmos do homem peniano e anal . e em condições surpreendentes de intensidade. 43). 32). como aceleradores da freqüência vibratória do corpo humano. Walker (1782. o centro coronário com os nódulos dos pavilhões auriculares direito e esquerdo (tragos). Este fato está aí para ser sentido ou experimentado por quem o desejar. inesperados. Frontal. 252). White (1831. a abertura de três chacras: o cardíaco. o plexo solar (chacra umbilical). as sensações físicas e extrafísicas do centro frontal. à luz clara do Sol. correspondente ao chacra frontal. Leadbeater (897. Inter-relações. etc. pineal. Coronário. inclusive: o plexo carotídeo (chacra frontal). seja ativada pelas funções do cerebelo humano. ou a energia do chacra radical. neste caso. as repercussões físicas regionais e os centros de força.exemplo.omo por exemplo estes quatro: através de massagens. p. e canalização das energias do chacra radical. Os chacras têm relação estreita com a condição de saúde e de doença da criatura humana. Dychtwald (444. empregada por outros projetores conscientes a fim de rememorarem a projeção consciencial re. Os chacras atuam. ou de toda sensação terra-a-terra e emoção crosta-a-crosta. etc. os seus meridianos. os seus pontos. Relações. p. transformando-as em energias conscienciais. no estado da vigília física ordinária.cém-finda (V. a projeção consciente durante o período do sono natural. com as pálpebras descerradas. explicações abstrusas científicas ou cientifícistas. Não adiantam sofismas. Aceleradores. facultam o orgasmo antropomórfico. etc. 121). o plexo esplénico (chacra esplénico). de “ponto da memória sonambúlica”. passando pelos outros centros de força. 183). plenamente conscientes. sentido depois de repetido dia após dia. p. no sentido de fazerem a pessoa hipnotizada reproduzir as informações dadas. as variadas cores de cada chacra conforme o seu desempenho.

p. semelhante a um controle remoto saindo do paracérebro do psicossoma e prendendo. p. corroborando as constatações obtidas através das atuais exoprojeções conscientes em muitos lugares. ou íntegro. Assim. PARA-ANATOMIA DO CORDÃO DE OURO Observações. A ligação do cordão de ouro à paracabeça. p. 60).salvo-conduto extrafísico mental. pois do contrário haveria um desmantelamento da sua estrutura extrafísica (ou semifísica). ao paracérebro. infere-se daí que o cordão de ouro. ou mais apropriadamente. Cordão de ouro: suposto elemento energético que mantém o corpo mental ligado à paracabeça. através de estruturas de pensamentos fixos. e sim qual conexão energética. 240). Miranda (1050. _____________________ Bibliografia: Vieira (1762. 113. insere-se no psicossoma. cordão quintessenciado. é aqui empregado objetivando a compreensão melhor da matéria nova. p. Vieira (1762. Se hoje a ciência da nossa civilização terrestre não conseguiu chegar até estes assuntos. e ainda extremamente obscura dentro do quadro atual de nossos conhecimentos e pesquisas. Powell (1279. embora não pareça correto quando aplicado ao laço que mantém o corpo mental. prudentemente. Interplanos. Características. consolando-se com o fato de que um dia ela chegará lá. rédea do desencarnado nâo-evoluído. O leitor atento não deve repudiar. Nenhum campo permanece no espaço simplesmente por permanecer. o corpo mental. O cordão de ouro não parece funcionar qual um cordão.científico. em miríades de planetas habitados. para fisiologia. aprioristicamente. Todo campo precisa de um agente mantenedor. no caso. etc. Sinonímia: controle remoto extrafísico. Supõe-se que o corpo mental deve ter a funçffo inconsciente de manter a existência de campo próprio. cordão dourado. tanto encarnada quanto desencarnada. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O CORDÃO DE OURO Definição. magneticamente. O cordão de ouro é o elemento de ligação direta. A paracabeça constitui a parte mais importante do psicossoma. 112. os temas e suposições transcendentes deste e dos próximos capítulos desta seção. quintessenciada. 213). considerados excessivamente surrealistas. da consciência. ou mais apropriadamente. Racionalmente. alicerce do psicossoma. . Suposição. por analogia. 137). mantém este mesmo psicossoma inteiro. A natureza do cordão de ouro — seja da consciência encarnada ou da consciência desencarnada — é energética ou. a consciência encarnada que se projeta através do corpo mental isolado sai diretamente do paracérebro do psicossoma e não do corpo humano. preso ao paracérebro do psicossoma. condução energética ambivalente. porque não existe outra expressão mais adequada. Isso constituiria o cordão de ouro? Paracabeça. Natureza. supõe-se que existam duas conexões energéticas para o cordão de ouro: uma na cabeça extrafísica (paracérebro) do psicossoma e outra diretamente no corpo mental. por diferentes projetores humanos. envio e recepção. Baseando-se no fato de que a consciência desencarnada se projeta através do corpo mental diretamente do psicossoma. p. ao paracérebro do psicossoma. Conexões. ligação intercorporal psicossoma-corpo mental. tenha-os.. Inserção. ação sem forma-tempo-espaço. 146). Consolo. Dentre as características do cordão de ouro destacam-se: suposição homológica. a conta apenas de meras hipóteses especulativas. Energia. ou ligação de controle remoto existente entre o psicossoma e o corpo mental. A Exobiologia virá a sustentar muitas das afirmações da Projeciologia. para-anatomia. 218). interplanos. veiculo informe da consciência. assim como a ciência de outras muitas civilizações já chegaram. __________________ Bibliografia: Gomes (611. situado entre o plano extrafísico propriamente dito e o plano mental puro. O termo para-anatomia. A evidência do cordão de ouro sugere que a consciência não pode dispensar a energia nem mesmo para entrar no (ou sair do) plano mental. Exobiologia. Gooch (617. espalhados pelo universo físico. original. chave para o plano mental. p.

cap. quando a consciência alcança a condição de espírito puro e sobreexiste permanentemente em corpo mental numa situação ainda incompreensível às atuais racionalizações da humanidade. 218). Do mesmo modo que a palavra para-anatomia. Supõe-se que o cordão de ouro seja um elemenftypróprio. tendo uma das inserções diretamente no corpo humano. bem definidos. que o cordão de ouro. porque desaparece com aquele quando a consciência alcança a condição de espírito puro. Supõe-se que o cordão de ouro seja apenas um elemento energético sob o comando remoto do corpo mental. e só desaparece com a desativação do psicossoma. sem dúvida. mais dependente do psicossoma do que do corpo humano. p. o termo parafisiologia não parece correto quando aplicado ao laço que mantém o corpo mental.4 Dependência.Sede. 114. 218). Supõe-se . numa condição duplamente extrafísica. O cordão de ouro é o elemento de ligação (salvo-conduto) pelo qual a consciência. peso e processos de atuação até motrizes e táteis. Objetivando apenas clarear o estudo aprofundado da consciência. 115. sucessivos e alternados das encarnações e desencarnações. Durante todo o longo estágio evolutivo da consciência encarnada ou desencarnada dentro do paracérebro do psicossoma. ou canal energético bidirecional. na ambivalência de forças. difícil de ser avaliada. e porque não existe outro mais adequado. ou melhor. porque deixando o plano físico. O cordão de prata é uma ligação própria. Contudo. 115. Se na prática este confronto é inexeqüível. mais dependente do corpo mental do que do psicossoma. no ciclo das reencarnações.1 Raízes.2 Inserções. original. O cordão de prata apresenta forma. resiste aos choques biológicos. aqui está sendo empregado para melhor entendimento. 115. porque desaparece com aquele em duas. O cordão de prata é mais material. e atinge o plano mental puro. como hipótese de trabalho. 115. sai do plano extrafísico propriamente dito e entra no plano mental e vice-versa. Supõe-se. através dos milênios e milênios das experiências evolutivas da consciência. no entanto. passa pelo plano extrafísico propriamente dito.etapas. PARALELOS ENTRE O CORDÃO DE PRATA E O CORDÃO DE OUR Diferenciais. um veículo informe da consciência. Salvo-conduto. 123). de um plano para outro. seria o fato homológico natural. preso ao paracérebro do psicossoma. teoricamente a análise especulativa traz esclarecimentos valiosos e originais para a compreensão dos veículos de manifestação da consciência. paracérebro) até o corpo mental. 115. p. encarnada ou desencarnada. Supõe-se que o cordão de ouro tenha uma das inserções diretaménte no corpo mental. Resistência. Isso evidencia que o cordão de ouro funciona ao contrário do que acontece com o cordão de prata. em qualquer oportunidade física ou extrafísica. ____________________ Bibliografia: Vieira (1762. desde a cabeça extrafísica do psicossoma (paracabeça. O cordão de prata abrange em suas raízes toda a forma humana do homem. estável. Supõe-se que o cordão de ouro faça a ligação apenas da consciência. dos pés à cabeça. por ocasião da terceira morte (V. PARAFISIOLOGIA DO CORDÃO DE OURO Observações. na primeira e na segunda mortes. como hipótese. cujo comando maior. à primeira vista. por se tratar de assunto novo. parece sediar-se no cérebro humano. 115. Coesão. porque cada ligação dessas atua num plano de vida diverso. ______________ Bibliografia: Vieira ((1762. apêndice do corpo humano. tem a sua sede no corpo mental e nffo no psicossoma como. o cordão de ouro seria o elemento de ligação responsável no sentido de que a coesão psicossoma-corpo mental permaneça hígida. volume.5 Apêndices.3 Natureza. que o comando remoto. Supõe-se. O cordão de prata constitui. torna-se válido estabelecer onze paralelos inéditos ou deduções homológicas entre as ligações intercorporais dos seus veículos de manifestação.

luído ainda. manifesta-se além do cone de luz. Sede. contínua ou esporádica. os graus de consciência e o corpo mental. 115. omnividência. Características. corpo psíquico. quase sempre vive dois terços desse tempo sob o predomínio do psicossoma e apenas depois dos cinqüenta anos de idade. O cordão de prata aumenta e diminui ou se contrai e se estende. Sinonímia: bainha mental. de fato.ciência relativa. Dentre as características do corpo mental destacam-se: o corpo mental como criação informe. ou porque ainda não se despertaram para as realidades da vida plena dà consciência lúcida. o intercâmbio de vitalidade com o psicossoma através do cordão de ouro. ou bola de energia nas cores branca. depois que já superou os impulsos animais e todo o emocionalismo nas decisões. crescendo de algum modo com este. Na coincidência dos corpos da consciência encarnada. 115.que o cordão de ouro constitua. corpo parapsíquico. até a consciência alcançar a condição de espírito puro quando. constitui a carapaça do corpo mental. que se amplia com a evolução. centro móvel de energia.soma. 115. Por aí se observa que o corpo humano e o duplo etérico. para a consciência no psicossoma. a existência do corpo mental acima dos órgãos dos sentidos humanos. as diferenças do corpo mental para o encarnado e para o desencarnado. terceiro elemento. o corpo mental é imperceptível aos olhos humanos porque transcende a forma e o espaço como os vemos e sentimos na vigília física ordinária. são organizações que.11 Guardiães. 115. as formas de neblina ovalada. corpo do intelecto. no terço final da existência humana. o duplo etérico.7 Inferioridade. vijna. por atingirem a segurada infância. a . corpo dos sentimentos. a autoconsciência cósmica. sediado no corpo unificado. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O CORPO MENTAL Definição. Supõe-se que o cordão de ouro permaneça único durante toda a evolução do ego. corpo informe. então. foco de luz viva. bola mental. ou continuarem os eternos jovens. ou seja.9 Esfera. Já o cordão de ouro é o guardião do plano mental quando a consciência está seja no estado da vigília física ordinária ou no plano extrafísico propriamente dito. portanto. A consciência. iguais aos duplos etéricos. corpo da sabedoria. Supõe-se que o cordão de ouro siga com o corpo mental. Corpo mental: veículo de manifestação da consciência encarnada quando esta consciência atua isoladamente. O cordão de prata é o elemento de ligação inferior. embora não tendo forma definida como interpretamos no plano físico. no paracérebro do psicossoma. corpo intelectual. Distância. 115. Cinqüenta.com alguma predominância do corpo mental. Despertador. no plano mental. na sua maioria. crescendo com o psicossoma apenas numa vida humana. 116. não só porque permanecem distantes. nem chegam a viver no corpo humano. incluindo aí a gravitação e o tempo. O psicossoma. também não cresce mais. dourada ou azul. a sede do corpo mental está na cabeça extrafísica do psicossoma (paracérebro) e não na cabeça do corpo humano (cérebro). Para a consciência encarnada. quando a mesma está no estado da vigília física ordinária. sem o corpo humano. é que tem chance de começar a viver sob o predomínio dos atributos do corpo mental sobre si. O cordão de prata é renovável. omniaudiência. apêndice do psicossoma. o cordão de prata é o guardião do plano extrafísico. a consciência numa condição livre do impulso sexual.6 Sensações. corpo de sonho. O cordão de prata veicula sensações. sétima consciência (budismo). e depois de atingida a forma adulta. massa de energia viva. corpo racional. veículo conteúdo. representa o veículo da etapa essencial do espírito puro. corpo mnemónico. terceira atenção. o mais flexível veículo independente da consciência. bola de luz. consciência puntiforme. Isso não parece ocorrer com o cordão de ouro. Supõe-se que o cordão de ouro seja o elemento de ligação inferior do corpo mental. do psicossoma. ou corpo das emoções. O cordão de prata recebe influência considerável da esfera extrafísica de energia. bola de energia.mayakosha. noemas. 115. Supõe-se que o cordão de ouro veicule os pensamentos da consciência no corpo mental. na sua encarnação de até setenta e cinco anos de idade. globo luminoso.10 Crescimento. a manifestação de um corpo sem mios nem pés. desaparece ou é descartado junto com o psicossoma. As consciências. ou não-evo. as percepções gerais de onis. cefalossoma. sustentados pelo psicossoma. ao mesmo tempo que permitem as manifestações da consciência. a memória integral contínua. e a forma humanóide do psicossoma.8 Pluralidade. etc. surgindo e desaparecendo miríades de cordões de prata para cada consciência. substituído a cada nova encarnação. em primeiro lugar.

p. do cordão de prata. Rampa (1361. A dilatação do período de vida útil da humanidade virá. 159). dos hábitos excessivamente consolidados. condição psicopatológica bem diversa. consegue refletir. 119). são contrários à vida mental. 143). Depois dos quarenta anos de idade física.timental (emoção racionalizada) da consciência manifestando-se através do corpo mental. _________________ Bibliografia: Andréa (33. 218). biológica. usando o corpo mental livre no meio — comum a todos. um veículo informe. p. 165). Swedenborg (1639. da consciência individualizada manifestando-se através do psicossoma? Haveria outros processos e encarnações apropriadas para o desenvolvimento intelectual-sen. Perkins (1236. p. p. Puryear (1341. Lefebure (909. Soltura. e atuam como obstáculos à produção da projeção consciencial através do corpo mental. de fato. p. sobrevêm a noção exata da inexistência. de qualquer tipo de corpo ou veículo de manifestação consciencial. p. terão maior tempo e melhor oportunidade de pensar e agir. Isso objetiva a alcançar as paragens mais longínquas. e das fermentações das atrações terrestres. Controle. Xavier (1882. cap. do misoneísmo. ou situadas nos confins dos universos físico e extrafísico crosta-a-crosta. Greenhouse (636. 70). torna-se mais difícil a produção da projeção consciente em razão da estratificação do corpo humano. na faixa etária dos sessenta em diante. 60). 225). p. Saraydarian (1507. Castaneda (258. com todo o vigor. p. Rogo (1444. Esta ocorrência não deve ser confundida com a cenestesiopatia ou seja. da neofobia. condicionada à maturidade biológica do corpo humano da criatura terrestre.ofuscam sob a neblina de espessa ilusão. as galáxias e os planetas estão colocados imensamente distantes uns dos outros. mais ou menos. dirigido para assuntos avançados. Richard Maurice Bucke). 3). a perda de consciência do próprio corpo humano no estado da vigília física ordinária. Bucke (218. p. 142). 110). inserida entre as perturbações cenestésicas. desenvolve o corpo mental da consciência. p. O hábito da meditação elevada. Besant (129. Guéret (659. Sculthorp (1531. Leadbeater (902. influi e condiciona a idade mental. 147). e do estudo sereno. do apriorismo. p. 19). a consciência toma-se mais predisposta à produção da projeção consciente através do corpo mental porque demonstra maior propensão de ter se livrado dos arroubos exacerbados das emoções. entre outras razões. 294). No entanto. andropausa. 32). Maturidades. 285). Contudo é aqui usado para melhor compreensão da matéria. após os períodos da menopausa. 16).p. PARAPSICOFISIOLOGIA DO CORPO MENTAL Termo. 117. 263). Eis duas questões para pesquisa relativas ao tema: — Será que a encarnação na Terra. Donahue (407. Por isso. p. Cenestesiopatia. Ashish (60. da arteriosclerose atuante. a idade extrafísica. alguns lustros mais tarde. racional. 81). Muldoon (1105. 177). Os emocionalismos excessivos. p. permitir maior atuação do corpo mental sobre as consciências porque o homem e a mulher. ocorre somente para o desenvolvimento especializado. da consciência humana encarnada. Segundo os amparadores. p. nem do corpo humano (V. o único despertador eficiente da consciência para a evolução da consciência. aposentadorias. da concentração mental. Powell (1279. 344). psicológica que. 80). porque não existe outra . 53). animais. da rabujice. 95). 60). encargos profissionais. Denning (391.p. Hipóteses. encargos familiares. Rastreamento. depois que a mesma se liberta definitivamente do psicossoma? Desenvolvimento. p. Prieur (1289. para estimular as consciências a superarem os laços da matéria pelo rastreamento cósmico. p. parece só acontecer depois dos trinta oü quarenta anos de idade física (V. Leaf (905. p. p. plena. por sua vez. Em certas projeções conscienciais através do corpo mental isolado. A projeção com expansão até à consciência cósmica. p. por muitos milênios. etc. em plena maturidade. Idade. fora dos seus veículos de manifestação mais densos. não-mundanos. A maturidade da consciência na vida terrestre ainda permanecerá. p. p. 149). cada vez mais. p. O termo parapsicofisiologia não parece correto quando aplicado ao corpo mental. Toben (1688. Wang (1794. de modo útil. 76). p. Bozzano (192. p. quando o mesmo não dispõe na oportunidade do duplo etérico. o corpo mental constitui. 73). através da projeção consciente. No plano extrafísico ocorre a soltura do corpo mental do espírito-médium desencarnado em relação ao paracérebro do psicossoma. Hodson (729. da rotina existencial arraigada. p. dedicando-se às tarefas libertadoras sem visar objetivos apenas humanos ou interesses de sobrevivência física. e o irrompimento. p. e em outros planetas evolutivamente semelhantes. animal-emocional. detendo melhor controle íntimo de suas manifestações. constante e sucessivo. Miranda (1048. na oportunidade. real. encarnados e desencarnados — o qual chamamos plano mental. Vieira (1762. 197). p. Em outras palavras: a idade física. 12). Cósmica.

Potencialização. os efeitos motores. tempo cronológico. consciências encarnadas. transmissor de imagens. ou sua energia. pura. a projeção consciente mental. de algum modo. deduz-se que a sede do corpo mental está na cabeça extrafísica. A projeção consciente através do corpo mental. segundo as atuais pesquisas. p. ao atuarmos no plano mental. no corpo humano: espaço. Hipóteses. quase eufórico e em melhores condições de coordenar os pensamentos. permite à consciência funcionar como médium no plano mental em certas circunstâncias. duplo desprendimento. despertamento físico. embora sendo a matriz do cérebro humano. decolagem direta invariável do psicossoma coincidente ou projetado. 117).dor de tudo. Embora sem forma definida. com o corpo mental? _____________________ Bibliografia: Powell (1279. pelo menos temporariamente. cap. Walker (1781. mantém a estrutura. peso. Características. 133). o corpo mental é o responsável pelo afluxo dos sentimentos elevados da consciência (V. Mostra-se ainda invulnerável à atuação das correntes de força e tormentas hidromagnéticas extrafísicas. também chamado mente universal. Recontato. Um dia. e a projeção desobsessiva. projetor de formas-pensamentos. permite a projeção com o corpo humano deixado em movimento.expressão mais adequada. Dentre as características da parapsicofisiologia do corpo mental destacam-se: onipresente mente cósmica. no paracérebro do psicossoma. Assim como o psicossoma é o responsável direto pelas manifestações das emoções da consciência. a consciência se apresenta de modo indissociável com o corpo mental. com a evolução da consciência (V. do próprio desencarnado. . fazendo fluir livremente o curso das idéias. o corpo mental faculta à consciência encarnada perceber esta seqüência de ocorrências na operação de recontato com as criações materiais no ato da interiorização na cabeça extrafísica (paracérebro) do psicossoma coincidente e. mental. p. utilizar a memória. volume do corpo humano. com e sem a projeção simultânea do psicossoma. Indissociabilidade. respiração. Partindo do fato de que o corpo mental da consciência desencarnada deixa o psicossoma incapacitado temporariamente durante a paraprojeção consciente. então. formas. e permite a saída e expansão livre do corpo mental. 71). p. porque a ligação intercorporal do cordão de ouro está mais radicada ao psicossoma com quem desaparece quando a consciência alcança a condição evolutiva de espírito puro. Em certas circunstâncias. o ataque extrafísico comum à consciência encarnada projetada. compressão mental acentuada. ninguém sabe ainda. Tudo isso faz pensar que o corpo mental. equivale a um período de relaxe intelectual ou à tomada de uma série de eficazes elementos nutritivos para os hemisférios cerebrais da consciência encarnada. psicometrizador do universo. do psicossoma. se reconhece. Quando. Fig. gravitação. O corpo mental não permite. 276). e qual a natureza pela qual a consciência se manifestará então. 14). seja qual for sua manifestação. noção de onisciência e onipresença. magnifica. essa indissociabilidade se extinguirá. Mente. o corpo mental cresce constantemente. aonde fica sediada o tempo todo. patrocinador da projeção mental e da consciência aparentemente sem corpo. etc. como. O corpo mental afrouxa as tensões dos circuitos intelectivos. irradiador de ondas energéticas mentais. e ele. Invulnerabilidade. Relaxe. Daí inferimos também que o paracérebro do psicossoma. Cérebros. quando isolado: a atuação direta sobre a matéria. pensamentos e sentimentos. ou seja. O corpo mental é o veículo de manifestação da consciência próprio do plano mental. permite a consciência puntiforme de presença no espaço. Crescimento. tem a propriedade de alteração das formas. Como regra geral. batimentos cardíacos. é bem diferente deste porque: não dispõe de matéria tão densa em sua estrutura. desprendimento simples. quando o projetor projetado olha para si mesmo e nada vê. ou aonde quer que vá em suas projeções conscienciais. Neste nível em que evoluímos atualmente neste planeta. a liberação da mente integral da personalidade potencializa o desempenho das faculdades psíquicas do projetor consciente encarnado no dia imediato. talvez de campo. Eis duas hipóteses de pesquisas projeciológícas: — Que relação terá o chacra frontal com o cordão de ouro? Que relação terá o chacra coronário. portanto. ação do cordão de ouro. porém com possibilidades de variações estruturais ignoradas ainda por nós. Sentimentos. trabalhar intelectualmente com a imaginação e o julgamento crítico. ou melhor. bem como o paracérebro do psicossoma são construídos de dois hemisférios — assim como o é o cérebro humano —. extrafísica. Steiger (1601. O corpo mental não tem nenhum apêndice próprio.

no início das coordenadas espaciais e temporais. para examinar como se acham os demais eventos em relação ao evento O. nos dias atuais. Invariância. ESPAÇO-TÉMPO RELATIVISTlCO Definição.01 Tempo. Tomando-se um evento qualquer. designado por evento O. quero lembrar que. Haja vista que a própria ciência está cada vez mais e mais preocupada com coisas intangíveis e invisíveis na vida prática do dia-a-dia. z. tem-se que o movimento retilíneo e uniforme de uma partícula que passa pela origem O. ou seja. mas ocorrem numa entidade mais complexa. z. y.continuum espaço-tempo. O intervalo entre dois pventos seria então dado por: Si2= [c2 (t2—ti)2 -(x2-xi)2 -(y2-yi)2 — (z2—Zi)2]1/2 onde os índices 1 e 2 se referem a cada um dos eventos.para facilitar a visualização (na realidade. o que aproximam tais cogitações ou as colocam. contínuo espaço-tempo. do contrário são do gênero espaço (spacelike). velocidade máxima de propagação das interações da nossa matéria conhecida. 118. Espaço-tempo: unificação pela relatividade dos conceitos de espaço e de tempo no contínuo espaço-tempo. Intervalo.118. é uma reta que passa por O e cuja tangente do ângulo de inclinação com o eixo t fornece a velocidade da partícula. Esta invariância é a expressão da constância da velocidade da luz em qualquer referencial. x. diz-se que os intervalos são do gênero tempo (timelike). e cuja noção mais ampliada será exposta a seguir. tem-se graficamente as divisões espaçotempo plano.01 uma só coordenada “x” e o tempo “t”. Quando a velocidade de dois eventos se dá com velocidade menor do que a da luz no vácuo. ou talvez seja mais adequado escrever nauseado. que coincide com a velocidade da luz no vácuo (c). In tangibilidade. sob muitos aspectos e abordagens. O intervalo “s” entre os eventos é o mesmo em todos os referenciais inerciais (que não se encontram sob a ação de forças externas). não há nada de impraticável ou de anticientífico com respeito às coisas intangíveis. em algum referencial. . e com o tempo t como coordenada independente do espaço. e t perpendiculares um ao outro. com a intangibilidade e o “surrealismo” da natureza de alguns capítulos desta seção. tais como campos e ondas. ou se desenvolvem no tempo.se somente dentro do domínio A OB e COD. Sinonímia: cone de luz. em harmonia com as leis da Física. Representando na Fig. além das três já existentes x. na Física Clássica. o que em nosso espaço tridimensional seria impossível). teriam de ser desenhados os quatro eixos. seria uma quarta coordenada complementar. onde o espaço perdeu seu caráter isolado e o tempo deixou de ser independente do referencial. sendo que os fenômenos físicos não mais passam apenas no espaço. Luz. quadridimensional que é o espaço-tempo. Para se ampliar a noção de espaço-tempo é necessário definir uma grandeza chamada intervalo em que o produto. em contraposição ao intervalo ordinário no espaço tridimensional r= [(x2-X!)2 +( y2-yi)2 +(z2-z!)2 ] 1/2 . é uma invariante em relação à transformação de um referencial para qualquer outro.' Figura 118. y. Ao leitor preocupado. Todas as linhas que representam movimentos de partículas podem encontrar. e o intervalo de tempo entre dois eventos (t2 —tx).

Os conceitos de simultaneidade. p. se desprovido de corpo material denso. também chamada monoideísmo póstumo. são do gênero tempo ou temporais. para t > O. referenciais onde ele ocorre antes de O. fora do corpo humano.3 O corpo mental retorna (interiorização) ao paracérebro do psicossoma coincidente com o corpo humano.5 O psicossoma (paracérebro) se projeta e segue. A propósito. todos os eventos ocorrem depois de O. e para qualquer evento desse domínio existem referenciais. 116). de antes e de depois são relativos. Toda a matéria e fenômenos físicos conhecidos e comprovados. a uma velocidade maior do que a da luz. p. em todos os referenciais. Hipóteses. constitui um dos distúrbios que acometem o corpo mental das consciências recém-desencarnadas mais fáceis de serem detectados pelo projetor encarnado projetado com lucidez. e o absorve numa operação de interiorização inversa.4 O corpo mental retorna (interiorização) ao paracérebro do psicossoma descoincidente com o corpo humano. Wolman (1863. 118. ficando o corpo mental independente dela. neste caso. Desencarnação. muitas vezes manifestando-se através das entidades desencarnadas nas esferas extrafísicas próprias para a atuação livre do psicossoma e não no plano mental puro. do pensamento de Bernhard Riemann (1826-1866).Os intervalos entre qualquer evento deste domínio e o evento O. estão dentro destas regiões. 162). A velocidade de um objeto material. ou desconsciência post-mortem. onde ele ocorre depois do evento O. há de se consultar obras especializadas. e um referencial onde ele ocorre simultaneamente com O. passado. Espaço. PARAPSICOPATOLOGIA DO CORPO MENTAL Parapsicopatologia. condição esta muito conhecida pelos cultores das sessões mediúnicas de desobsessão. Parapsicose. ainda hoje. Verifica-se que no domínio de intervalos do gênero espaço. também chamadas “cone de luz”. 749). coexistindo neste espaço sem métrica. de onde se conclui que em qualquer referencial esses eventos ocorrem em pontos diferentes do espaço. ou ir-se para o futuro. da sede consciencial em projeções conscienciais. Talbot (1642. Pouco ou nada se conhece a respeito dos intervalos do gênero espaço na Física. em um mesmo instante de tempo. ou viajar. no caso do objeto se transformar em energia fotônica. Nas regiões AOC e BOD. p. ou permanecer no presente. tem que ser menor do que a velocidade da luz e no máximo igual. cap.1 O corpo mental deixa (projeção) o paracérebro do psicossoma quando este ainda está coincidente com o corpo humano. Tipos. A parapatologia do corpo mental. segundo o já observável. ainda muito obscura. Desconsciência. Observados de dois referenciais diferentes comparáveis. pode-se estar em vários pontos (ou todos) do espaço. Experiências de projeção com o corpo mental por exemplo (V. 118. 3). que aventa a existência do espaço ser independente da métrica (medidas de distância e ângulos). tanto o espaço quanto o tempo fluem de maneira particular e diferentemente. 118. 119. até o corpo mental livre. Assim como também. ______________________ Bibliografia: Bentov (119. região COD. há cinco operações de saída e retorno da consciência encarnada. O desenho representativo é uma visão do referencial próprio em que se está. 118. ou são futuros em relação a O. Toben (1688. Neste domínio. 198). p. A parapsicose post-mortem acomete em geral a todos aqueles que desencarnam despreparados para assumir a vida extrafísica. a maioria esmagadora . A perda temporária da autoconsciência. não raro representa mera continuação da psicose senil. Este domínio é também chamado de futuro absoluto em relação ao evento O. incluindo todas as interações conhecidas.2 O corpo mental deixa (projeção) o paracérebro do psicossoma quando este permanece descoincidente com o corpo humano. parece ser extensa e abrange verdadeira parapsicopatologia específica e complexa. Próprio. e quê. A parapsicose mais simples manifesta-se quando a consciência recém-desencarnada não percebe que passou pelo transe da morte biológica e perdeu o corpo humano que usava até há pouco. Para outros esclarecimentos. o intervalo entre qualquer evento e o evento O é o gênero espaço ou espaciais. levam-nos a sugerir ou colocar de maneira hipotética que os fenômenos observados neste estado podem estar no âmbito de intervalos do tipo espaciais. Vieira (1762. quando portando o corpo mental isolado: 118. 63). A desconsciência é uma das parapsicoses post-mortem típicas mais freqüentes. os quais constituem. sendo a métrica espacial resultante da existência da matéria e das forças entre a matéria. p. Os eventos do domínio AOB são chamados passado absoluto em relação ao evento O.

Tal distúrbio persiste mesmo depois da experiência da sua segunda morte (V. Oligofrenias. pois considera o fato de ainda viver conscientemente como prova absoluta de que não desencarnou. etc. 119.se sobremaneira importante ao projetor encarnado se inteirar desse fato em relação às projeções assistenciais (V. não atina com as transformações de seu meio ambiente. a consciência desencarnada não se dá conta: de onde realmente está.brais. irracional. no paracérebro) do psicossoma.1 Obnubilação. As oligofrenias. com lentidão. representando num ambiente do plano extrafísico crosta-a-crosta um personagem dentro de extenso elenco de longa dramatização formada por enfermos desconscientes. cap. encarnada ou desencarnada. as condições mais livres que pode usufruir. como efeitos.físicos. 122). Animal. que se refletem no psicossoma. as alterações parapsicopatoiógicas. a época e o ambiente em que vive. mas se reflete completamente e se manifesta em especial pelo psicossoma. Psicossoma. Ela experimenta a vivência extrafísica semelhante à restrita consciência animal que. por temporadas. cap. podem se apresentar também enequéticas. ou seja.da humanidade terrestre. também representando com eles. inconscientemente. ou a cabeça do corpô humano. ou laboratórios prolongados se estendem por semanas e meses. os seus novos relacionamentos possíveis. apesar da crença mais arraigada que possa alimentar na imortalidade da alma. em certas circunstâncias. do desencarnado. e para se desenvolverem não exigem que seja observada a escala cronológica humana. autoconscientes. que convivem com esses doentes. ou desvio mórbido do . há muito ultrapassada por suas experiências reencarnatórias. parecendo que são gerados por emoções incontidas entre choques biológicos do renascimento e da desencarnação. mesmo quando se trata de um encarnado projetado. razão porque não se avistava comigo desde o ano anterior. em razão da fome de energia consciencial em que vivem. como personalidade individual. a deficiência do desenvolvimento mental. a ausência de concentração mental. Quanto aos encarnados. e segundo ela. neste caso. Nessa condição de desconsciência. ou seja. a amparadora não podia atender a nenhuma outra tarefa na Crosta Terrestre. Personagem. Dentre os tipos de estados da consciência encarnada projetada com alterações. o quanto podem e aonde podem. intercalando entidades-assistentes-extra. preparando-os para a vida extrafísica ou outra reencarnação próxima ou imediata. Daí porque tendem. gerándo condicionamentos parapsicológicos ou extrafísicos. temporárias. uma fase animal. não apresenta real autoconsciência. Duração. quais encarnações prévias. peças e dramas didático-terapêuticos. não demonstra os indícios básicos da correta orientação psicológica. temporariamente. ou do descarte definitivo do duplo etérico. os hemisférios paracere. Terapêutica. ao apresentar-me extrafisicamente aos participantes caracterizados da sua peça viva. A obnubilação extrafísica da consciência projetada. esgotamento temporário da energia consciencial. e por mais fanático que seja em suas crenças religiosas. de si mesma. a nova esfera de vida que desfruta. as conseqüências daí advindas. ou o cordão de ouro. deficiências mentais da consciência desencarnada. ou seja. Enequéticas. Em tais circunstâncias. As entidades extrafísicas parapsicóticas. Torna. etc. viscosidade. parapsicopatoiógicas. Causas. transfigurada. não sabe quem é. 324). da consciência projetada são geradas pelas perturbações da atividade parapsicofisiológica que se desenvolve entre os hemisférios cerebrais. frenastenias ou olipsiquias extrafísicas são distúrbios ou síndromes característicos da patologia do corpo mental. a falta de coordenação do juízo crítico. intoxicações de origem energética. e detalhismo em suas manifestações. engajada completamente nessas condições há meses. A desconsciência leva a consciência humana recém-desencarnada a reviver. ou a paracabeça do psicossoma. Sintomatologia. segundo informou. destâcam-se dois: a obnubilação e a euforia. O parapsicótico em geral de forma alguma quer saber que está morto. isto é. mais gorda. não se situa corretamente no espaço extrafísico e no tempo cronológico. O distúrbio consciencial da desconsciência. doenças físicas com repercussões extrafísicas. curtas e simuladas. Dentre as causas das alterações parapsicopatoiógicas da consciência encarnada projetada destacam-se: condicionamentos psicológicos impostos pelas repressões doestado do restringimento físico do corpo humano. vivências. o corpo emocional. tais dramas. acompanhando-o. resultando daí. é do corpo mental. etc. Encontrei antiga amparadora. com a finalidade precípua de recuperá-los. na maioria dos casos. Alterações. Um dos processos de recuperação e cura da desconsciência e a instalação do despertamento consciencial maior no plano extrafísico está na montagem viva de representações teatrais com vários grupos de doentes (parapsicodrama). ou ambientes extrafísicos. Se contarmos pelo tempo cronológico humano. e o corpo mental situado nesta paracabeça (ou. etc. mais especificamente. Tipos. São verdadeiras mini-encarnações mentais. alterações da interdependência entre as áreas corticais e o cordão de prata. envergando vestes exóticas. a se juntarem implacavelmente ao visitante. pelo cálculo cronológico terrestre.

Vieira (1762. crendices. o conhecido estado patológico em que o crânio não se desenvolve juntamente com o cérebro humano. a euforia extrafísica. à semelhança de várias ocorrências naturais conhecidas: o réptil (cobra) trocando a pele. a condição da consciência que se projeta pelo corpo mental expandido e não consegue passar para o paracére. Cada morte representa ainda: um choque parabiológico. projeção inconsciente. As alterações profundas nas manifestações dos sentimentos da consciência estão inseridas no âmbito de influência do corpo mental. 181). Chu (284. geralmente indolor e para melhor.curso normal dos processos parapsíquicos. 153). desvio extemporâneo da atenção extrafísica. 80). trauma extrafísico. Nascimento. a árvore renovando as folhas.2 Euforia. a ave mudando as penas. _________________ Bibliografia: ADGMT (03. p. incoerência nas observações dos eventos extrafísicos. Ciookall (339. ________________ Bibliografia. 119. p. surgimento de alvos mentais inesperados ou inconvenientes. essencialmente. Apesar de tudo isso. sonolência extrafísica mais ou menos acentuada. interiorização imposta abrupta. 120. máquina. chega a comunicar: uma sensação de perda irreparável de oportunidade de aprendizagem fora do corpo humano. Hampton (676. cap. p. Sinonímia: decesso. Tal estado pode conduzir a consciência a ridículos estados de contemplação inconseqüente e profundos sentimentos de beatitude que. Tipos. Mudança. veículo. Segundo. alteração do curso do pensamento. Isso acarreta terríveis dores de cabeça e o retardamento mental. 276). instalação de projeções semiconscientes ou de outro estado alterado da consciência impondo-se lamentavelmente sobre a projeção consciente. 59). cessação da projeção consciente. 212). indiferença ou apatia ante as experiências extrafísicas. com lentidão de compreensão. como exemplo. nada acrescentam de positivo à consciência projetada. ou seja. dentro dos costumes humanos. pensamentos racionalmente vinculados às emoções (V. permanecem ainda. A éuforia extrafísica. constitui realmente uma espécie de nascimento da consciência em outra forma mais evoluída de existência. certo grau de desorientação extrafísica. o inseto (cigarra) substituindo a exúvia. e o fruto desfazendo-se de sua casca. são experiências mais agradáveis do que desagradáveis. com dois problemas similares de retardamentos decorrentes da sua condição de restringimento físico. perturbação da fixação e da evocação. além de outros. através da desativação e o despojamento de um dos seus veículos de manifestação. desativação de veículo consciencial. MORTE Definição. condicionamentos. perda da oportunidade didática das experiências projetivas. Morte: desativação e descarte indolor de um dos veículos de manifestação da consciência eterna. superstições e emocionalismos. ao fim. Isso gera o retardamento consciencial. As mortes. p. ainda não se sabe quando são simples efeitos das emoções (psicossoma) ou quando são mesmo sentimentos. um período definido de transição evolutiva. e neste caso. cap. . definitiva. no entanto. ou princípio espiritual. Efeitos. Primeiro. Dentre os efeitos das alterações parapsicopatológicas da consciência encarnada projetada destacam-se: auto-obsessões diversas. pela diminuição do grau de lucidez extrafísica. depois. Swedenborg (1639. A morte representa a mudança de nível da consciência. intensamente envolvidas por excessivos tabus. a noção de desperdício do tempo extrafísico. de determinado instrumento. p. Ao contrário. Retardamentos. caracteriza-se. as mortes. perda da liberdade extrafísica. podendo até mesmo apresentar ossos fundidos que nâo deixam espaço para o cérebro crescer. estado do projetor errante. uma radical mudança. quase sempre uma crise positiva de crescimento. rememoração pós-projetiva fragmentária. Choque. em seus três gêneros de manifestação. idéias preconcebidas. ou corpo através do qual a consciência atuava. A consciência encarnada pode deparar. ou completamente anulada. dificuldade de percepção e da elaboração das impressões extrafísicas. p. tanatose. ou descarte de veículo consciencial. Cada morte. Sentimentos. fenômeno do personismo voluntário ou involuntário (V. 61). a segunda e a terceira. descarte de envoltório consciencial. etc. Ocorrem três tipos de morte: a primeira. é negativa na maioria das ocorrências projetivas. paradoxalmente. Cada morte constitui a paralisação e conseqüente desintegração.bro (do psicossoma) e o cérebro humano os registros das experiências vivenciadas.e a frustração do esbanjamento da energia consciencial.

para a unidade do corpo humano e que. transplante de corpo humano inteiro. desprendimento final do perispírito. . por outra que estava desencarnada. corpo mental. o psicossoma e o corpo mental como seus veículos de manifestação. e a desencarnação. no paracérebro do psicossoma. simultaneamente com a ressurreição pelo empréstimo do cadáver. e as mistificações de toda natureza. que inclui a síncope e a asfixia. desencarnação. Canibalização. p. obedece à lei da conservação da energia: a energia não é criada nem destruída. com os mitos. o desencarnado impuro é aquele que passou apenas pela desencarnação do corpo humano. p. ou fluido vital. da consciência. desmobilização do corpo humano. passamento. ou ser entrante (walk-in). Locatários. Realmente seria mais correto afirmar que a encarnação ou renascimento humano. trespasse.morte física. Na hipótese do revezamento. mas transformada. Powell (1278. p. última projeção semifísica. e a morte agônica ou lenta. Alegam os defensores da hipótese da reencarnação de adulto que existem quatro vantagens essenciais para a sua ocorrência: aproveitamento do corpo de uma pessoa adulta. 109). Segundo se pode observar nos fenômenos da Projeciologia — nas projeções do adeus. última projeção semifísica ou morte biológica. a remoção de peças utilizáveis de um equipamento. ou morte biológica. Hein del (705. morte biológica. desativação do corpo humano. desocupação do corpo humano. transmigração na maturidade. sem acontecer no caso a desativação do corpo humano em processo de substituição de comando. consciência. até à maturidade. descarte do corpo humano. Sob certo aspecto o revezamento encarnatório seria uma espécie de canibalização. a fim de usá-las em outro. Revezamento. A projeção consciente. conservação de lembranças mais vívidas daquilo que está arquivado (aspecto extremamente difícil de se entender). morte natural. Na hipótese da reencarnação de adulto. do início da concepção biológica. projeção final. de outra. permite essa conquista vital ainda no decorrer da vida humana. última projeção humana. implantando. PRIMEIRA MORTE Definição. com a ruptura do cordão de prata. começa a desagregar-se pouco a pouco. os misticismos. p. desprendimento último. Um dos assuntos mais complexos e controvertidos da Tanatologia é a ousada hipótese da troca da consciência encarnada num corpo humano. reencarnação sem infância. morte corporal completa. Transferência. 77). desativado. realmente morre e se decompõe. morte somática. Tipos. os tabus. para a intimidade do corpo humano. há a experiência da primeira morte para uma consciência. fim da vida humana animal. psicossoma e. na consciência liberta. e que se reveza na utilização do veículo de manifestação da consciência. Há dois tipos básicos da primeira morte: a morte súbita. constitui a exumação do ego para fora do corpo humano. A rigor. ou a teoria dos seres entrantes. obviamente. conduzido pelo corpo mental. troca de matéria. ou matéria usada. 107). Vantagens. primeiro locatário. Do ponto de vista do veículo de manifestação. ou seja. reencarnação de adulto. 62). desse momento em diante. A transição da primeira morte — ou a desativação do corpo humano — não oferece qualquer meio de fuga à consciência e liquida definitivamente. na idade adulta. na sua projeção final. libertação do corpo humano. passando pelo psicossoma e o duplo etérico. segundo locatário. a morte física não constitui uma cessação de energia. não é mais possível a transferência da energia consciencial.se o caos orgânico e a aniquilação das células. morte cerebral. Impuro. Emenda. relativa ao corpo humano. lise. sendo que este último. decolagem final do psicossoma. 121. que confundem a mente humana quando empenhada na apreensão das realidades extrafísicas. desativação do corpo físico. é de fato o sepultamento do ego. Wang (1794. ficando a consciência recém-desencarnada com o duplo etérico.17). ocorre porque. já na idade adulta. Perkins (1236. ou seja. p. doador do corpo humano. Conquista. e o renascimento. Liberação. Ego. durante o crescimento físico. Sinonímia: autólise (suicídio). desdobramento definitivo. Vieiia (1762. ou mini. que prossegue com outro comando consciencial. soltura do espírito prisioneiro. 155). do corpo mental. A morte do corpo humano e o seu aproveitamento na condição de cadáver. ou mesmo a continuação do corpo vivo de outrem. A primeira morte. no plano físico. duplo etérico. morte física. porém representa mais uma liberação de energia. por exemplo —. ou substituição de consciência. que ainda o mantém. morte do corpo humano. Lei. parte do duplo etérico. ocorre a inexplicável ruptura do cordão de prata que se emenda com o outro do desencarnado. monotanatose. o cemitério é a última base física da consciência humana. Cemitério. Primeira morte: desativação e descarte do corpo humano com a ruptura do cordão de prata.

a consciência da jovem. O pequeno acidente somente veio a público. Uma das evidências subjetivas. o ato da cremação dos cadáveres merece ser minuciosamente analisado. Sob estes aspectos.) Outras questões: — Que circunstâncias extrafísicas são essas? Será que a consciência da jovem sentiu a dor provocada pelo arranhão? Pode ser que sim. em décadas recentes. 94). nove anos depois. Clarividência. Casos. 453. e até mesmo nesta orgulhosa Idade da Ciência e da Tecnologia. Ainda hoje. se evitar a tristeza e a lástima dos imensos desperdícios de lágrimas. sem dúvida. Maturidade. 74. Há relatos de permuta de direção consciencial no Oriente. tempo. a angústia e aparapsicose post-mortem. por vergonha. daí a existência dos períodos obscuros de sua vida pregressa. ou seja. David Paladin vive nos Estados Unidos da América. e economias gastos com cadáveres. desfigurado pelo arranhão. ou a “dupla personalidade”. Crenças orientais aceitam que a reencarnação de adulto pode-se dar pela tomada de posse por um espírito que acabou de deixar o seu corpo humano.mos. energia. inclusive. Logo depois da primeira morte. Hipóteses. em todos os países. no Ocidente. em segredo. pelo seu precedente ocupante. e a ocorrência da reciclagem encarnatória (V. Se a consciência recémdesencarnada está ainda evolutivamente mais dominada pelas emoções animais. foram os de Cyril Henry Hoskin — Cari Kuan Suo. 14). Isto evidenciou que até àhora de vestir o cadáver. talvez já tendo passado pela ruptura do cordão de prata. vêm gerando os umbrais extrafísicos reais. é a hipótese mais racional para explicar tais fenômenos na maioria dos casos referidos. feito acidentalmente por sua mãe enquanto vestia o corpo para o sepultamento. e a evitação das tentações e percalços próprios da inexperiência durante a fase da juventude. 321). cap. Tais condições antagônicas. inclusive com a decolagem final do psicossoma do moribundo. Por outro lado. de um outro corpo humano que foi abandonado. a consciência ainda sente as impressões do corpo humano através dos resquícios energéticos do duplo etérico? (Parece que sim em certas injunções ou circunstâncias extrafísicas. um dia. preocupações. Além disso.eliminação do tempo perdido com a infância. do seu cadáver no ato da ruptura do cordão de prata. 400). da transição da primeira morte é a clarividência daqueles médiuns que vêem os seres encarnados desencarnarem. Ainda existem inúmeros prismas obscuros sobre o fenômeno da morte do corpo humano. entre a vida interna e o mundo externo. Existem muitas evidências apresentadas por médiuns clarividentes que vêem o psicossoma do indivíduo junto ao cadáver. Possessão. caracterizada por psiquiatras. neste fenômeno particular. Um caso típico de aparição é o do rosto arranhado da jovem recém-falecida. Tais casos relativos à hipótese da reencarnação de adulto. ou Tuesday Lobsang Rampa. p. numa aparição. e os conceitos de infernos e geenas criados pelas cosmologias de religiões diversas. ao modo das estigmatizações humanas? Esta hipótese parece menos provável? Será que o cordão de prata já estava mesmo rompido no instante da arranhadura? Ou a jovem foi na verdade enterrada viva? Emocionalismo. através dos séculos. através do irmao da falecida. percipiente que viu o rosto da sua irmã. de imediato. 45). e que cobriu o arranhão vermelho com maquilagem. até o momento. fica sem bases e palco para as manifestações de seus emocionalis. daí sobrevindo. em 1949 (Rampa. como conseqüências. pesam ainda muito mais os indícios circunstanciais propiciados por aparições post-mortem. ou corpo emocional). Os casos mais conhecidos e controvertidos. menores mas nem por isso desprezíveis. Desperdícios. p. ainda sentia as impressões do corpo humano e de algum modo ainda se encontrava sediada dentro dele. O perpassar das primaveras e verões da vida humana. exatamente na ocasião do seu batismo. no mesmo instante. psicanalistas e psicólogos por “dissociação da personalidade” ou “personalidade secundária”. segundo os pesquisadores não devem ser confundidos com o fenómeno da possessão (V. Posse. ou sentimentos nãopositivos da vida humana. e comunicações de entidades extrafísicas atormentadas pelas sensações de estarem ainda sentindo o corpo humano em decomposição. cap. a tendência da consciência recém-desencarnada é voltar sua atenção para o íntimo. e David Paladin (1926-1944) Wassily Kandinsky (1866-1944). de que Jesus de Nazaré reencarnou na idade adulta. o Sr. É importante assinalar que a consciência do recém-desencarnado nem sempre se desliga. havendo um fim produtivo que justifique a ocorrência. o pai da pintura abstrata (Banerjee. em todos os continentes. anterior à vida pública de apenas três anos. No entanto. Arranhão. tendo por isso sofrido a repercussão extrafísica do arranhão no psicossoma com o qual apareceu ao irmão (Ebon. e não no mundo externo. A primeira morte deve ser muito mais estudada a fim de. Isso levanta diversas hipóteses que podem contribuir para nossas pesquisas: —Mesmo com a ruptura do cordão de prata. não se pode descartar estas outras perguntas: — Será que a consciência da jovem viu o arranhão no seu corpo a caminho da decomposição e o plasmou ou o insculpiu por autotransfiguração no para-rosto do seu psicossoma. ou dos seres entrantes. 1353. para esclarecer casos particulares. a passagem pela primeira morte. p. Desligamento. a possessão. quando a mesma vem sendo . e viver antes de tudo nos sentimentos e no paracérebro (do psicossoma. ou a vida interna. mantendo o fato. Existe a hipótese.

fim das reencarnações. 60). Holms (735. 123). 268).3. p. 91). p. 267). 65). Crookall (339. 174). Liberdade. p. p. Flammarion (524. fim da erraticidade. Fodor (528. p. traz como conseqüências naturais as evidências da maturidade extra. p. 123. Na desativação do duplo etérico. 221). p. p. Gauld (576. Currie (354. p. Sinonímia: desativação do psicossoma. 26). p. 121. à vista. 22). 316). p. descarte do duplo etérico. Powell (1278. por estas oito características inconfundíveis. p. 152). 77). apesar de seus cuidados.física da consciência (V. p. 71). Levine (921. p. p. 121. 715). A idéia do retorno bem-vindo à sua verdadeira origem ou procedência espiritual. A saudade (ou para-saudade) intensa e gratificante pelos espaços livres do mundo e dos ambientes extrafísicos. A segunda morte constitui a depuração de todas as emanações ectoplásmicas do ser (consciência) que deixou a matéria densa e que se desintegram.. Heindel (705. segundo a média dos recémdesencamados. Greene (635. prisioneiro. mas responsáveis. havendo ocorrido o desgaste parcial ou total do lastro de sua energia vital. ficando a consciência desencarnada no corpo mental e no psicossoma que apresenta a sua própria aura. agora descobertas e identificadas. dois ou três dias após a desativação do corpo humano. Sinonímia: bitanatose. Blavatsky (153. p. os resquícios do cordão de prata variam conforme o recém-desencamado tenha completado ou não o período reencarnatório. 18). Wang (1794. 110). A alegria de observar o próprio corpo humano decaindo espontânea e naturalmente.Kardec (824. que transformar-se-á no morto-vivo ou ressuscitado. 319).157). 121. p. Wedeck (1807. p. ou enxuto. Hodson (729. A concepção exata da condição de espírito vivo-morto. incluindo a reti rada dos resquícios do cordão de prata e da aura relativa ao duplo etérico. A terceira morte assinala o fim da migração do ego. 121. 101). Pole (1270. 109). 121. p. pelo retorno aparentemente tardio quando ocorre a espera prolongada própria da pessoa em idade humana avançada. 444). p. 131). tritanatose.5. Bozzano (193. Depuração. p. 158). 107). descarte do psicossoma. cap. 202). Noyes Jr.4. Vieira (1762. Crookall (339. por um mundo melhor do que o plano terrestre. p. p. Oséias. p. preestabelecido por orientação cármica.1. Desilusões. morte do terceiro dia. 167). 38). moksha. 164). p. 408).2. na qual se manifesta permanentemente só pelo corpo mental. p. o desencarnado puro. As ânsias permanentes. Ansiedade. p. 26). 121. p. p. 262). ______________________ Bibliograila: Banerjee (74. 127). O irrompimento no íntimo da consciência encarnada de nostalgias transcendentes. 15). morte extrafísica. Xavier (1883. Osis (1159. Huxley (771. O crescimento das desilusões próprias da imaturidade humana. Concepção.6. 1). separação do duplo composto. é aquele que já se desvencilhou dos resquícios do cordão de prata pela desativação do duplo etérico.espiritualmente produtiva. 121.8. 5). 82). para o inevitável descarte. 135). morte extrafísica. nascimento do espírito puro. 80). Fim. p. 123. Zaniah (1899. 50). p. p. a extinção do ciclo do vem e vai dos . Lastro. Autoconscientização. Do ponto de vista do veículo de manifestação. p. criação do cascão astral. Chinmoy (280. por si. Alegria.p. Retomo. p. Walker (1782. o que lhe faz mudar as prioridades na existência. 121. 125). p. desativação do duplo etérico. Shirley (1553. p. definitivo. 82). SEGUNDA MORTE Definição. p. Brittain (206. Bozzano (192. Nostalgias. Terceira morte: morte extrafísica ou desativação e descarte do psicossoma com a ruptura do cordão de ouro e a entrada da consciência na condição de espírito puro. p. Emy (483. Underwood (1721. p. Stanke (1595. Segunda morte: desativação e descarte do duplo etérico. 80). Greenhouse (636. Oldfield (1148. TERCEIRA MORTE Definição. expressas além de outras. Puro. p. 39). A autoconscientização maior da prisão ou do restringimento físico próprio do corpo humano. dispensa do psicossoma. p. Greenhouse (636. (1142.7. 152). Morel (1086. 156). p. profundas. Beard (99.6:1-2. p. Gaynor (577. Blavatsky (153. Baumann (93. 122). 155).Zaniah (1899. p. libertação consciencial. Paula (1208. Taylor (1666. p. ________________ Bibliografia: Aliança (13. p. Lee (908. Holzer (748.

Primeiro renascimento: a concepção biológica. 439). revelando em seus atos todos os potenciais que traz consigo.cientes. 124. ou seja. A terceira morte é o coroamento da evolução da consciência no fim do sétimo estágio da escala do estado da consciência contínua (V. ou das reencarnações pessoais. com a idéia desafiadora da existência da causa primária. naturalmente. à consciência encarnada implantar. ao que parece.1. pelo menos na forma como os conhecemos. ou que apresenta a maior defasagem ambiental para o ego. 121). o são. Auxiliar. é de um por mil quando a consciência encarnada se projeta através do psicossoma (tendo em vista o peso deste veículo). é o descarte que mais se aproxima. O contrário parece que seria uma ocorrência involutiva ou antinatural. Esta fase da maturidade física é precedida pela consolidação efetiva da consciência em nova encarnação que em geral ocorre por volta do sétimo ano de idade física. Walker (1786. Como se pode deduzir das asserções dos capítulos precedentes. cap. cap. em seu todo. radical. p. 214). 90). Eis uma hipótese: assim como existem três mortes. definitivamente. Vieira (1762. Maturidade. em separado ou no conjunto. cap. mais ainda. Concepção. Talvez mais perturbadora ainda seja esta idéia do plano mental onde a consciência manifesta-se sem apêndices. do fenómeno da projeção consciente humana. e muito mais difícil compreender o término dessa mesma erratividade. 443). da consciência ou do espírito. representa sempre ocorrência que deve ser enquadrada como autêntico processo evolutivo da consciência eterna e do desenvolvimento dos próprios veículos de manifestação humana das consciências. A sua reativação é impraticável. ante a consciência imortal. Biológica. Os corpos ou veículos de manifestação da consciência quando desativados. em razão de causas naturais. durante as projeções assistenciais. gêmeos). através dos milênios. ou co-opção. desativáveis. muito embora exista a controvertida hipótese do revezamento consciencial. como conseqüência. Parto. em suas manifestações e efeitos. A morte biológica. de algum modo. o hábito natural de se projetar com lucidez para fora do corpo humano. ou o ato do nascimento propriamente dito. Segundo renascimento: a délivrance. Contudo. Relações. permite que a entidade comece a atuar de modo livre. e de um pelo “infinito“ quando a consciência se projeta somente através do corpo mental isolado. as três mortes constituem apenas rompimentos. sob certo aspecto patrocinaria na prática. Defasagem. pois em geral acontece o oposto: o ser encarnado menos fixado fisicamente pode alcançar mais depressa a maturidade e.2. Das três mortes. 124. para nós. Reativação. As pessoas sempre se preocupam. inteiramente desconhecida.3. Mental. É menos difícil entender a condição de erraticidade da consciência desencarnada. Daí porque vem sendo tão difícil. individualmente. a maturidade .nascimentos e mortes. O que acontece aí? Parece que ninguém ainda sabe responder satisfatoriamente a esta pergunta.fisiológica maior da consciência reencarnada (V. Também essa maturidade física não depende da condição de fixação psico. por si mesma. cada reencarnação se constitui de três renascimentos distintos: a concepção. o parto. AS TRÊS MORTES Rupturas. no plano físico. p. Cada uma das três mortes. e a maturidade humana. ou o descompasso entre os ambientes conscienciais ou condições veiculares. Escala. a maturidade física não tem relação direta-com a condição da maioridade dos códigos humanos (vinte e um anos de idade). o descarte do corpo humano — desencarnação ou morte biológica — é o mais desconcertante. ou dos três descartes veiculares da consciência. ou reencarnação direta na fase adulta que. extrafisicamente. da consciência reencarnante com outra consciência (gestante) ou outras (espíritos de outro feto ou outros fetos. é que a consciência consegue se manifestar na plenitude de si própria. E por mais estranho que pareça. em si mesma. depois dos períodos da infância e da juventude. hoje. p. objetivo inevitável de todos os seres sen. 124. Renascimentos. Este é o período da cooperação. 96). A primeira e a segunda mortes dos outros são ocorrências para as quais os projetores conscientes encarnados são chamados a colaborar. 124. Isso toma a consciência encarnada projetada autêntica auxiliar da morte biológica. A defasagem. 22). iniciando assim nova etapa da evolução eterna e. cap.descartáveis e decomponíveis. ____________________ Bibliografia: Rampa (1361. Ao projetor consciente vale meditar profundamente sobre este assunto. essa reativação com o ingresso na vida humana de outra consciência (V. Terceiro renascimento: só na maturidade física. de modo algum implica a ideia de completa extinção ou aniquilamento do eu. união inicial do psicossoma com o corpo humano ou o ato da criação do cordão de prata que dá início à atuação do corpo energético ou duplo etérico (V. ou a condição de domicílio da consciência no corpo mental no plano mental. rupturas ou separações de veículos de manifestação.

A projeção final faz-se acompanhar. Na projeção de consciência contínua. constituem o espólio imediato do projetor humano deixado por ocasião da sua projeção final. e a projeção comum: 125. não raro até integral. A consciência encarnada projetada pelo psicossoma e o desencarnado. do corpo humano. do corpo humano. A projeção final apresenta. p. em especial o psicossoma deixando o corpo humano para sempre. por exemplo. Descoincidência. ou indivíduo supravivo manifestando-se normalmente pelo mesmo veículo. a consciência promove. Natureza. assim como existem a morte natural e a morte forçada ocorrem a projeção natural e a projeção forçada. na maioria dos casos. de energia consciencial. 32). sem a assistência tangível ou visível de ampara. 125. e os possíveis objetos pessoais que restaram junto ao corpo. para onde retoma daí a pouco. Cordão. cap. p. há a vigília ininterrupta. pelo sono reparador. quando a consciência só pode se encarnar em outro corpo humano. p. Mortes. durante todo o processo. Neste caso. 29). fato que define a desativação do corpo humano. p. definitiva. 28).5. segundo consta em ambientes extrafísicos. p. as roupas que o vestem.4. Na projeção consciente comum ocorre apenas o desalojamento do cordão de prata deixando temporariamente a sua sede orgânica. as vampirizações conscienciais.extrafísica. 157). O próprio corpo humano. Drury (414. final. ____________________ Bibliografia: Bennett (117. 125. sadia. a parapsicose post-mortem. na maioria das vezes. os desencarnados especialistas no atendimento dos processos desencarnatórios. A desencarnação é um processo físico-extrafísico de decomposição (evaporação ou gaseificação). temporária. PARALELOS ENTRE PROJEÇÃO EVENTUAL E FINAL Morte. Apesar dos tropeços evolutivos. Shay (1546.semorte (V. Na projeção final tem lugar a ruptura definitiva do cordão de prata. sem o surgimento de sono. 125.3. possível à consciência encarnada a partir de uma autodesencarnação chacral (V. Xavier (1883. A projeção final recebe invariável assistência extrafísica de entidades.6. PARALELOS ENTRE O PSICOSSOMA DO ENCARNADO E O DO DESENCARNADO Diferenciais. A projeção final constitui a morte física.1. Imolação. Assistência. Espólio. Dupla. de modo constante. p. Yogananda (1894. 125. Tendo por base a natureza da vida humana. uma doação positiva. Processos. cap. — ainda de natureza humana. física.ciencial comum transcorre. — a consciências enfermas. por atacado. Vieira (1762. A encarnação é um processo extrafísico-fisico de condensação. Na projeção torna-se incomum o surgimento da visão panorâmica que às vezes acontece durante certos fenômenos da qua. em novo renascimento físico. os desperdícios nas aplicações energéticas. Em matéria de assistência crosta-a-crosta tal imolação energética deve constituir a realização máxima. 149). Eis agora seis caracteres diferenciais básicos entre a projeção final. já existem consciências encarnadas neste planeta Terra capazes de promover a primeira e a segunda mortes ao mesmo tempo (dupla morte). ou desativação do corpo humano. A projeção eventual comum representa apenas a morte psíquica. espírito decesso. sonho ou pesadelo de qualquer natureza. etc. A projeção cons. Sono. da atual existência humana da consciência. Visão. Na projeção final acontece a descoincidência definitiva dos veículos de manifestação. Na projeção comum ocorre a descoincidência apenas temporária destes veículos.dores. 126. 125. Este ato de para-higiene consciencial exclui: o choque biológico da desencarnação. A morte biológica constitui a última causa para uma projeção involuntária. Steiger (1601. com a ruptura do cordão de prata. 209). p. a visão panorâmica retrospectiva. 125. já tendo este . 245). 39).2. 440). Diferenciais. de uma vez. 107). _________________________ Bibliografia: Bozzano (184. p.

Etérico.9.passado pela segunda morte. enxuto. 126. Cordão. mas também pela existência do duplo etérico carregado.2. a começar pelas possibilidades de manifestação do psicossoma do encarnado que são amortecidas ou restringidas enormemente no que diz respeito às sensações. Percepções. no atendimento a enfermos encarnados e. interregnos por interferências de outro alvo mental escolhido. 126-12. Isso significa.4. A análise do período extrafísico da projeção consciente dá a entender ao projetor experiente que. durante as projeções assistenciais do projetor experiente. quase sempre bem visíveis ou perceptíveis. o que ajuda sobremaneira na identificação das entidades encontradas pelo projetor consciente. por mais livre que consiga estar no plano extrafísico.1. que a plenitude da vida consciencial é anulada. da vida extrafísica do desencarnado quando livre e sadio. etc. inclusive as irradiações densas da aura humana. Os desencarnados apresentam com freqüência maior as alterações patológicas do psicossoma.13. com o restringimento físico imposto pela encarnação. que lhe dá maior translucidez ou mesmo opacidade completa. 126. apresentam uma série de caracteres diferenciais se confrontados. devido não só à densidade. estará sempre muito mais preso do que o desencarnado sadio que já passou pela segunda morte (V. Autoluminosidade. e também em razão da dificuldade que defronta em manter a consciência serena e com manifestações naturais. O desencarnado desfruta de maior facilidade para transfigurar o próprio psicossoma sozinho.11. 126. porque o projetor projetado não perde a inserção do cordão de prata no psicossoma. na base de 99. ou com volume aparente maior do que o psicossoma mais magro do desencarnado. quando a consciência encarnada passa da sensação de setenta quilos para a leveza de setenta gramas.6. Isto é similar ao que ocorre com o peso entre o corpo humano e o psicossoma. 0 projetor encarnado que sofre mais os condicionamentos do tempo cronológico. 126. Volume. Este fato favorece o projetor veterano. através da projeção pelo psicossoma.8.999%. na vida encarnada. geralmente na ordem de um para mil. Este fato perturba a escolha do projetor encarnado quanto aos seus alvos mentais. evidencia à consciência livre do projetor que é necessário aproveitar a chance da liberdade extrafísica o mais possível. 126. Transfigurações. Alterações. através do cordão de prata em atividade. contra o projetor encarnado. por exemplo. ou seja. brilhante e transparente do que o psicossoma do encarnado projetado. 126. Peso. A energia física. mas nem sempre isso é verdade. 122). Restringimento. manifestando-se pelo mesmo veículo. 126. e só raramente tem o período livre da projeção com plena consciência.7. ou sem os distúrbios próprios da parapsicopatologia post-mortem. resultará sempre na constatação de uma diferença negativa nas manifestações. 126. O confronto entre o breve período extrafísico da projeção do encarnado e o demorado intervalo reencarnatório do desencarnado (intermissão). O psicossoma do projetor apresenta-se sempre mais gordo.14. o que não ocorre com facilidade com o psicossoma do encarnado projetado. quando já passou pela segunda morte. Pelos dados expostos conclui-se que qualquer confronto entre as possibilidades das faculdades e percepções do projetor encarnado. o que não ocorre com o desencarnado sadio. 126.10. inchado. Tal fato dá vantagem ao desencarnado enfermo nas confrontações com o projetor projetado fora do corpo humano. 126. O psicossoma do projetor projetado. inclusive quanto à autoluminosidade. a consciência sofre um restringimento ou constrição consciencial de mil para um. A diferença fundamental quanto ao psicossoma do encarnado (criatura tridimensional) comparado ao do desencarnado (criatura quadridimensional) está na ligação com o corpo humano — o cordão de prata — que se atrela a ele inevitavelmente e que. será sempre mais denso e pesado do que o psicossoma do desencarnado livre manifestando-se por este veículo. desativado o duplo etérico. 126. mesmo sem o duplo etérico e até na posição de baixa condensação. O psicossoma do desencarnado sói ser mais luminoso. 126.5. Energia. no estado da coincidência deste. Tempo. 126. projeção-penetra. e o desencarnado. o amparador. ou do corpo humano. racionalmente. ocorrendo indecisões no seu comportamento extrafísico: escolhas simultâneas de destinos. A encarnação ou vida humana mostra-se sempre uma caricatura ou imitação bem piorada. Desempenhos. ou uma redução de um milésimo. Período. Isso faz com que para ele pareça que os eventos se sucedam com velocidade maior. até mesmo desencarnados portadores de parapsicoses post-mortem. ou livre do duplo etérico e dos percentuais de matéria física densa. O psicossoma do encarnado projetado pode apresentar as energias do duplo ete'rico.3. ainda. que é utilizada com a orientação e ajuda deste. afora resquícios das energias semifísicas. A superexcitabilidade do projetor projetado ao desejar aproveitar ao . busca aproveitar mais intensamente a sua oportunidade. projetado pelo psicossoma. ocorrência freqüente durante as projeções conscientes. um arremedo. do que o projetor projetado. sobre ou interpenetrante com o psicossoma. que o psicossoma do encarnado carrega consigo ao se projetar. chega a ser tão diferente da qualidade ou natureza da energia do psicossoma do desencarnado evoluído. Encarnação. cap. isso devido à densidade maior deste.

. Na verdade. devido à desproporção de forças a favor do desencarnado. o projetor recebe sempre a cooperação do amparador. mas pode afetar o projetor projetado. O psicossoma renova sempre a sua coincidência com novos corpos humanos durante as reencarnações sucessivas. e na escolha de destino e desempenhos em geral fora do corpo humano.Autoconsciência. e nas tarefas desobsessivas em períodos da projeção. durante a evolução do ego.Desprendimentos. sem o que seria impraticável para ele qualquer embate extrafísico. atuando num nível extrafísico motriz ou mesmo tátil.O corpo mental. gravitária.5. O corpo mental faculta o entendimento de um ponto de vista mental ou visual transcendente máximo. Já as manifestações conscienciais do corpo mental isolado se dão pelo componente universal da informidade ou da omnidireção.4. Plano. nele. O psicossoma apresenta. inclusive os trajes extrafísicos. de modo ostensivo. PARALELOS ENTRE PSICOSSOMA E CORPO MENTAL Formato. O sutil cordão de ouro. O corpo mental apresenta-se informe ou incorpóreo. Gravitação.6. compridos. O psicossoma faculta graus de consciência acima do estado da vigília física ordinária. de algum modo. porém não permite a manifesta. 127. até atingir a forma humana adulta. o desencarnado sadio.3. numa comparação rústica. não se subordina ao comprimento ou à direção longitudinal (V. A força gravitacional do planeta Terra somente exerce relativa influência sobre as consciências perturbadas por seus reflexos psicológicos ou quando se manifestam com o psicossoma excessivamente condensado. Decolagem.. na extremidade encefálica ou superior. durante os ataques extrafísicos dos desencarnados enfermos. Fig. Forma. em certas circunstâncias. ereta (inclusive çom os membros superiores e inferiores estendidos. o termo corpo não é nem apropriado para denominá-lo como veículo e. vertical. a telecinesia. n£o vale a pena deixar o seu confortável bairro residencial no plano extrafísico melhor. o que não ocorre com o desencarnado lúcido quanto à sua existência extrafísica mais permanente.fonds do plano crosta-a-crosta. sempre. Junto à crosta terreste não se encontram tantas entidades sadi^. puros ou astrais. O psicossoma somente transita nos distritos extrafísicos crosta-a-crosta. como se poderia supor. para se perder nos meandros escuros do b< . Fatores diferenciais permitem à consciência distinguir o veículo de manifestação por onde se projeta na oportunidade e as disparidades entre as projeções conscientes através do psicossoma (sempre portando o corpo mental no paracérebro) e através do corpo mental isolado. etc.16. O corpo mental se projeta do psicossoma (paracérebro) estando este coincidente com o corpo humano ou mesmo descoincidente. Ao desencarnado saudável. atuando em um nível direto e puro de consciência para consciência. Diferenciais. 127). Vêem-se apenas. ocorrendo neste caso um duplo desprendimento. São eles: 127. sempre o prejudica no uso pleno de suas possibilidades de manifestação. desde que disponha de relativa lucidez consciencial. Crescimento.sional.çío motriz ou tátil.7.8.15. não constitui elemento intercorpo. Crosta. a consciência se sente invisível até para si mesma. e particularmente a função de retratilidade deste. O corpo mental permite a condição da consciência cósmica ou a expansão máxima da consciência. Quanto ao formato. 126.1. em determinadas áreas localizadas. vista e sentida pela consciência. 127. daí porque o homem (e a mulher) é uma criatura de forma comprida. e permite a manifestação direta com o plano humano. à distância do corpo humano. 126. 127. Coincidências. mesmo enfermo. 127. portanto. Tal fato não atinge. as manifestações conscienciais do corpo humano (ou corpo unificado) se dão pelo componente de direção longitudinal do psicossoma. Os fatos referidos falam a favor de que nas confrontações. 127. quadridimen.17. O corpo mental cresce. . Confrontações. O psicossoma se projeta apenas do corpo humano num desprendimento simples ou único. que liga o psicossoma ao corpo mental. físico. nativos. A decolagem pelo corpo mental somente ocorre dentro da área cortical ou apenas no âmbito da caixa craniana. ou longitudinais). 127. bom número de desencarnados enfermos carentes de energias físicas que satisfaçam às suas sensações ainda materiai humanas. 126. 127. devido às transfigurações e autotransfigurações.2. a atuação do cordão de prata.ral visualizável à semelhança do cordão de prata.máximo as suas miniférias extrafísicas. da sua evolução. quando não cresce mais. agravitário. e que tem a sua sede. O psicossoma tem alguma forma humanóide ou outra qualquer. O corpo mental permanece sempre na mesma coincidência com o psicossoma. A decolagem pelo psicossoma pode ser percebida pela consciência por todo o corpo humano. 127. além de vários outros aspectos definidos. Ligação. O psicossoma vai inserindo a sua forma humanóide.

no plano extrafísico. Este veículo. O corpo mental não faculta o emocionalismo grosseiro.14. 127. Comunicação. quando se manifesta pelo corpo mental. O psicossoma além de apresentar uma ligação própria do corpo humano. embora sendo levíssimo. jamais agem sobre o corpo mental. O corpo mental não permite à consciência perceber qualquer sensação de peso em si. corpo emocional ou dos desejos . O psicossoma permite o ataque extrafísico de outras entidades ao projetor projetado e a realização da projeção desobsessiva! O corpo mental não permite o ataque extrafísico e nem a projeção desobsessiva nos moldes em que é feita. comum em sua vigília física ordinária. ou num plano mental. é mais participante do que observadora dos acontecimentos extrafísicos. Apêndices. tem o cordão de ouro que é uma ligação própria. O psicossoma permite à consciência a articulação extrafísica da fala ou o diálogo transmental mecanicóide. O psicossoma — veículo da emoção. A consciência. A consciência. o cordão de prata.10.11. porque a abordagem extrafísica ocorre no plano mental. são mais avançadas quando a consciência atua pelo corpo mental.127. O psicossoma dá à consciência certa sensação de peso. 127. 127. A consciência projetada pelo psicossoma pode sentir sobre si a atuação das forças gravitárias e telúricas. quando atua pelo psicossoma. . Peso.12. 127. incluindo o desempenho da mediunidade. Mediunidade. com o corpo mental.exacerba o emocionalismo próprio do projetor. na plenitude de suas possibilidades de observação.15. e só participa dos fatos. sua. 127. Emocionalismo. 127. por sua vez. 127. As percepções parapsicológicas. em certos ambientes extrafísicos crosta-a-crosta que. nos moldes semelhantes aos utilizados no plano humano.16. o corpo mental. Participação. não tem ligação intercorporal própria no âmbito de nosso conhecimento. Gravitação. Influências. é observadora. O psicossoma faculta a possibilidade de o projetor projetado funcionar como médium. mentalmente. O corpo mental só faculta a telepatia extrafísica pura e nenhum outro processo de comunicação.9.13. um milésimo em relação ao peso do corpo humano.

concórdia. na projeção mental da consciência encarnada. O corpo mental.19.quico. por sua vez. tem o horizonte espiritual mais amplo. 127. indiferença. discórdia. por sua vez.menciais e psicoses. O seu pensamento se manifesta mais em concordância com a realidade objetiva do plano de vida consciencial aonde esteja na oportunidade. 127. A consciência que ainda vive mais com o psicossoma é susceptível de ser dominada facilmente pelas emoções sejam: avareza. nascida do equilíbrio e do discernimento.17. desespero. 128. Segundo suposições lógicas. e mais distante da maturidade real do corpo mental. orgulho.2. já descobriu o valor e a necessidade da maturidade consciencial. estando. 331) bem definidas. está menos presa e mais propensa à projeção pelo corpo mental. 128. e. o encarnado projetado pelo corpo mental apresenta pelo menos seis características diferenciais básicas com o corpo mental do desencarnado: 128. se expressa por conceitos e não por símbolos. 73). A consciência que se esforça por viver mais com o corpo mental troca as sensações citadas por sentimentos positivos elevados. tristeza. e' diferente em relação ao do desencarnado que já passou pela segunda morte. temura. Psicossoma. temporariamente mais preso. vergonha. cobiça. Correntes. é mais segura do que carente. senso de humanidade.01. derivadas dos fatos extrafísicos. 296).127. 127. 49). do homem animal para o homem espiritual. cólera. Mental. dependendo do seu interregno entre a primeira e a segunda mortes. etc. pois. Qualquer sentimento muito forte carrega o corpo humano por inteiro. harmonia. Segunda. p. uma vida mental mais rica e pensamentos mais produtivos.Tormentas. Walker (1782. Vieira (1762. amizade desinteressada. p. no plane mental. Este já passou pela desativação do corpo humano. entendimento. medo. tem pouca condição de deixar o psicossoma imerso em perturbação post-mortem ou no sono reparador. O corpo mental pode detectar a ocorrência de algum distúrbio com o corpo humano. O psicossoma predispõe as ocorrências de repercussões físicas e extrafísicas (V. deficiências mentais. O psicossoma é visualizado por maior número de consciências em três planos: físico denso ou humano (aparição do projetor a encarnado e bilocação física). sendo mais carente do que segura. é diferente do corpo mental do desencarnado quanto à projeção consciente. compaixão. Tal pessoa se apóia em maior número de muletas psicofisiológicas. O corpo mental. é obviamente bem diverso do corpo mental livre do desencarnado que já experimentou as três mortes e alcançou a situação de espírito puro. fraternidade.3. O seu pensamento ainda se manifesta em franca discordância com a realidade objetiva do plano de vida consciencial aonde quer que esteja. desarmonia. Emoções. Repercussões. na projeção mental do encarnado que ainda não passou por nenhuma das três mortes. em nível puramente parapsí. amor puro. primeiramente. ódio. ou emoções racionalizadas: alegria.18. cap. O corpo mental. A consciência que usa predominantemente o corpo mental sobre o psicossoma evidência a tendência de dispensar as muletas psicofisiológicas. egoísmo.20. energjza a mente e altera a coloração da aura e do psicossoma. 128. estados de. serenidade. extrafísico crosta-acrosta e extrafísico nativo propriamente dito. hostilidade. na projeção mental do encarnado que ainda não passou por nenhuma das três mortes. PARALELOS ENTRE O CORPO MENTAL DO ENCARNADO E O DO DESENCARNADO Diferenciais. O seu horizonte espiritual é mais limitado. Primeira. além de apelar para o emocionalismo tem a tendência de se expressar mais por símbolos ao invés de conceitos. que sai do estado da coincidência da vigília física ordinária e ainda não passou por nenhuma das três mortes. mágoa. Há uma passagem. frustração. principalmente quanto à menor facilidade de exteriorização. O corpo mental não é visualizado pelas entidades destes três planos e sua presença é percebida de modo diverso. paixão. A consciência desencarnada que teve desativados o corpo humano e o duplo etérico. etc. violência. porém não permite que a consciência padeça traumas extrafísicos à distância deste mesmo corpo humano. não atuam no plano mental onde se manifesta o corpo mental. ciúme. ________________________ Bibliografia: Greene (635. Visualização. Terceira. A consciência projetada pelo psicossoma pode sentir sobre si certos efeitos de tormentas hidromagnéticas extrafísicas que. ocorrendo também o empobrecimento do seu pensamento. não atuam no plano mental onde se manifesta o corpo mental. p. A consciência que usa predominantemente o psicossoma sobre o corpo mental. baseia-se na racionalidade e não no emocionalismo. A consciência projetada pelo psicossoma pode ser arrebatada pelas correntes de forças extrafísicas que. por isso está mais próxima dos ilogismos. estando por isso livre da prisão aos 53 .

com maior vigor e viço. Isso significa também que todo mal humano. mais se dá conta. Quanto mais adaptada à condição do restringimento físico. da violência. Quanto mais adaptada. típicos. 54 .no próximo verão. a condição do restringimento físico em si.passa-se o tempo e. da condição do restringimento físico e mais esforços faz para desvencilhar-se dela. O animal selvagem. na manutenção da própria vida física. na luta constante pela sobrevivência. o corpo mental. não sabe como empregar na extensão de todos os seus recursos. instintivo. e da própria influência dominadora do corpo emocional. em qualquer parte do Universo físico. e pelas emoções. por mais drástico em seus reflexos coletivos aparentes. a sua força é débil porque o seu pensamento é impotente. Restringimento. as possibilidades de atuação da consciência encarnada. Alivio. É fácil concluir que qualquer ato de violência. Animal. experimenta apenas o restringimento único: dentro do psicossoma.fato que desconhece — os quais. O corpo mentaTdo desencarnado. poda e corta a roseira em todas as suas partes. instintivo. desde a concepção biológica até o período da idade adulta. através de sentimentos cósmicos. a qualquer hora. Decolagens. A propósito. próprias do psicossoma — não dispõem de recursos mentais e nem podem alcançar extensos resui. ou com as emoções racionalizadas. na defesa do seu corpo humano. consciente. O jardineiro vai ao jardim. o restringimento físico imposto à consciência. tem sempre repercussões delimitadas e já previsíveis por outras cofisciências. Estas consciências já se libertaram da condição do restringimento físico. delimita. o psicossoma. parecendo até que está matando-a. Inadaptação. ao ambiente humano. embora disponha de hemisférios cerebrais de maiores possibilidades conscienciais . violento. menos mal pode a consciência encarnada infligir aos demais. dos recursos funcionais dos hemisférios cerebrais. pode ser melhor compreendido. mas próprio. Cada consciência encarnada utiliza um percentual maior ou menor. Com isso ela amplia os seus poderes conscienciais e a órbita de sua influência intermundos. de algum modo. sempre. para eliminar fisicamente outro animal. diretamente pelo corpo mental. e nem sabe como expandir suas forças de atuação consciencial. conscientemente. com o corpo mental desfrutando de facilidade bem maior do que a consciência encarnada que tem sempre o seu psicossoma preso ao corpo humano. O ato violento é um dos sinais mais característicos. através de uma metáfora. Metáfora. obviamente. próprios do corpo animal. elevadíssimos. ficando apenas com o psicossoma. 128. A consciência desencarnada decola do seu psicossoma livre. inconscientemente.tados em suas ações porque se acham tolhidos e circunscritos. 128. e as bases do duplo etérico. e quase sempre ansioso. da adaptação consciencial à condição do restringimento físico. através da lei da reencamação. No entanto. permanece todo dia. a roseira reaparece. ao mesmo tempo: o ego. ainda não está muito distante dessa condição não-evoluída do animal selvagem. pela própria condição do restringimento físico da consciência. das emoções animais.4. e por si. desafiadora. desnecessário. Por outro lado. Contudo. livres do restringimento consciencial. menos a consciência encarnada sente a condição do restringimento físico da encarnação. Ela se acha plenamente ajustada — de modo autóctone — ao seu ambiente ou habitat. a consciência no corpo mental se alivia do corpo humano e do duplo etérico. deixando de resto tão-somente o coto do tronco da roseira mutilada. 128. comum. embora sendo lamentável fruto da ignorância. à frente. O mal elaborado por ela se restringe unicamente aos limites da superfície física do mundo ilusório da matéria. como impulsão evolutiva consciencial. porque não tem como. No ato da desencarnação (segunda morte). Violência.5. florescendo de modo exuberante.veículos evolutivamente inferiores. O corpo mental do encarnado padece de duplo restringimento: dentro do psicossoma e dentro do corpo humano. se possível com as próprias garras e os próprios dentes. Portanto.naturalmente. A consciência humana que deseja infligir o mal aos seus semelhantes. no controle maior de tudo o que está ocorrendo por aí. No ato da encarnação (renascimento) incorporam-se ao corpo humano. naturalmente. ou seja. Ambos — dominados pelos Listintos. Vive assim numa inadaptação instigante.6. é sempre circunscrito e relativo. instaladas em infinitos anos-luz de distância evolutiva. pronto. individualíssimo. lutando. para atuarem com plena maturidade consciencial. Adaptação. quanto mais evoluída a consciência encarnada. o que constitui uma função da reencarnação.

V.ABORDAGENS FILOSÓFICAS 1 .

cap. mundo ideal ou do puro espírito. 129. ou seja. cap.V . segundo a concepção de Platão. cap. cap. que será abordado à frente. seria o veículo de manifestações da quintessência do ego. e a relação do homem com o homem. A Filosofia e a Ideologia podem apenas atuar como eminêncas pardas da Ciência Projeciologia.Reconceituação. Auto-revelação. 134). a maneira correta de organizar e viver a própria vida. Sinonímia: conjunto de conhecimentos específicos. Universalismo. Conceituações. O projecionismo não é uma religião. conduzem o indivíduo a conceituações filosóficas bem definidas. o emocionalismo animal. Constitui ponto pacífico entre os maiores pesquisadores o fato de que não existe Ciência sem Filosofia. Princípios. Além destas. nafologia (V. na seção dedicada à bibliografia geral (V. reencarnacionismo (V. 133). derivada dos experimentos com as projeções conscienciais lúcidas. é o universalismo. O corpo mental. além de muitas outras: 129. A Projeciologia infunde a tendência progressista de a consciência encarnada viver mais dominada por princípios pessoais emancipadores do que pelo interesse humano. o efeito de abordar de novo. campo de conhecimento e pesquisa anúnico-mediúnica derivado de um estado alterado da consciência. 129. materialismo (V. Filosofia: sistema organizado de conhecimento que procura explicar o universo. Neste livro há análises diretas das projeções conscientes perante doutrinas e linhas filosóficas diversas: ioga (V. o plano mental seria o hiperurânio. todas as questões da problemática tradicional do homem. o misticismo em geral que só existe em função da inexperiência ou da imaturidade extrafísica. nem religiosidade.5. universal. as forças naturais que operam dentro dele. nem panacéia universal. sem dúvida. a consciência começa então a obter o conhecimento essencial ou informes precisos^a respeito da vida e do universo. Quintessência.2. em relação a toda sua existência. sem partido. O projecionismo é uma subdisciplina científica adstrita à Parapsicologia. a fé de qualquer tipo ou natureza.ciais lúcidas quando registram. encontram-se indicações bibliográficas sobre obras que abordam os temas 2 . através do corpo mental. 436). cap. mas aberta. ou à reciclagem essencial da existência humana. com renovado espírito crítico e renascida presença de espírito. segundo os conceitos de Aristóteles. por exemplo. a finalidade da existência. A Projeciologia. referido neste livro com freqüência.paradores mitológicos). e até o uso do próprio psicossoma. nem crença. a religiosidade fanática. PROJECIOLOGIA E FILOSOFIA Definição.1. levando-o à redefinições gerais. Doutrinas. sabedoria. Daí a razão de ser desta seção neste livro. Projecionismo. nem racionalismo cristão. diretamente no plano mental. e universalismo (V. como auto-revelação — no caso. 424).3. As projeções conscien. ou projetora. A verdadeira doutrina filosófica bem definida e caracterizada. a relação do homem com o mundo.Hiperurânio. cap. desejo pessoal ou regras tradicionais ultrapassadas. por si mesma. Neste ponto. 129. organizam e transmitem às criaturas humanas novas concepções da realidade cósmica. 474).4. com reflexos multidisciplinares. Por sua vez. científica — permitirá à consciência eliminar: a necessidade de novas revelações e crenças religiosas. 434). conjunto de doutrinas. os intermediários humanos e extrafísicos (médiuns e am. Metempiria. e não cdnstitui uma filosofia comprometida ou fechada. Os experimentos extrafísicos seriam metempíricos por se situarem além da empiria. 129. nem fé raciocinada.Abordagens Filosóficas 129. ou numa condição cujo conhecimento não pode ser alcançado mediante a experiência sensível normal. A projeção consciencial lúcida provoca o repensamento por parte do projetor.

intelectual. 162). a possibilidade da outra. conforme se manifesta no encarnado. 757). porque é inerente à criança. induzida pela vontade. Explicação. em três . PROJETABILIDADE Definição. explica porque certas pessoas se apresentam mais inclinadas do que outras a experimentar a projeção da consciência com lucidez para fora do corpo denso. através do corpo mental. Por isso. Cristianismo. a vida humana atribulada. e Zen-Budismo. p. Natureza. Hunç. produzi-las com racionalidade e cultivá-las sem esmorecimentos. como atributo humano propriamente dito. ou se manifestar mais intensamente. será predispor-se a provocar voluntariamente as projeções conscientes. naturalmente. artístico. através do corpo mental. neste caso quanto áo ser desencarnado. A projetabilidade humana. O desenvolvimento da projetabilidade humana se faz através da melhoria do desempenho da criatura dedicada a exercícios e treinamentos adequados visando à produção das projeções conscientes em série. através do psicossoma. Classificação. a ausência de motivação para se projetar conscientemente. p. potencial projetivo. Bloqueadores. 183). Castanedismo. à mulher e às consciências desencarnadas. qualidade projetiva. Esoterismo. ou extrafísica. não constitui dom hereditário nem privilégio exclusivo de ninguém em particular. faculdade projetiva. mas versando especificamente sobre assuntos complementares tais como: Antroposofia. e independe do desenvolvimento moral do projetor e da sua própria autoconsciência plena quanto à essa condição anímica. 130. Teosofia. em si. etc. p. Sinonímia: apetite projetivo. a genuína qualidade com que a consciência encarnada se projeta para fora do corpo humano. talento projetivo. Os bloqueadores mais comuns ao desenvolvimento da projetabilidade são: o medo. Aguardando passivamente. ou mau. ao homem. apenas. etc. potência projetiva. A projetabilidade humana constitui gênero característico essencial de animismo. competência projetiva. p. Animismo. Ética. 288). assim como um gênero de mediunidade é característico do mediunismo. Fisichella (520. a indisciplina mental. Platão (1271. conforme as qualidades e os desempenhos da consciência encarnada. Somente pelo ato de se projetar conscientemente. uma atitude excluirá. Um. Tal fato significa que a projetabilidade média não é segurança contra a moralidade baixa. ou se projeta para fora do corpo humano e do psicossoma ao mesmo tempo. Desenvolvimento. essa condição não apresenta nenhuma conotação patológica. Mental. atingir o plano mental puro sem demonstrar realmente intangibilidade ética conforme a moral cósmica. como pessoa. a conduta mais inteligente no caso. 14). poder astral. ou se projeta tão-somente para fora do psicossoma. Swedenborguismo. 13).Wang (1794. a capacidade fundamental do projetor se projetar. se alguém deseja evoluir em suas faculdades psicofísicas. Dedicação. não só espontaneamente como também pela projeção intencional.quico. A projetabilidade pode ocorrer. à semelhança de qualquer melhoria de desempenho físico. Direito. toma-se impraticável à consciência. Rosacrucianismo. Magismo. dom de projeção astral. mediúnico. _________________ Bibliografia: Alexandrian (11. gabarito projetivo. pode ser classificada em dois tipos: humana. Emprego.Wheatiey (1825. parafisiológica. própria do desencarnado. se radica no complexo corpo físico-duplo etérico-psicossoma-corpo mental-ego. Espiritismo. capacidade projetiva. por isso. A projetabilidade. De outro modo. p. 5). Cabalismo. Catolicismo. A projetabilidade para ser desenvolvida exige dedicação por parte da consciência. A projetabilidade. em alto nível (o que só acontece na dependência da moral cósmica) vêm a ser naturalmente responsáveis e não a empregam para infligir mal aos outros. Manifestações.da Projeciologia. desempenho projetivo.bandismo. em ambos os casos quanto ao ser encarnado. Projetabilidade: faculdade anímica ou condição consciencial pela qual a consciência se projeta para fora do corpo humano. 487). Xamanismo. p. Hagiografia. manifestando-se pelo corpo mental. O emprego da projetabilidade pode ser bom. Todos os seres encarnados e desencarnados possuem alguns rudimentos da projetabilidade. que pode ser uma aptidão até involuntária. toma-se por si mesma. a auto-sugestão negativa do tipo “eu nunca vou conseguir projetar-me”. que aconteçam as ocorrências projetivas espontâneas. p. poder metapsí. irresistivelmente. a falta de estudo sobre as projeções conscientes. Apesar de tudo. sendo essencialmente fisiológica. Rogo (1444. o projetor acaba entrando em períodos naturais de recesso projetivo. e as pessoas que a desenvolvem. Junguismo. a criatura não se toma respeitável. p. ética. Plutarco (1264. A projetabilidade. ou mais apropriadamente. Wolman (1863. assim como a mediunidade. Por exemplo. a má intenção do indivíduo.

No entanto. qual agente invisível multinacional. ou telúricas por concepções universalistas ou cósmicas. que permanecia latente. esta seção apresenta as inevitáveis abordagens filosóficas existentes sem contudo entrar nas competições político-ideológicas desta época de desenvolvimento da humanidade. moral extrafísica.2. p. Vieira (1762. Rogo (1444. Efeitos. lei dos avatares. da existência humana. moral projetiva. Todavia. religiosidade. p. Muitas vezes acontece justamente o contrário. especiais. p. também inevitavelmente. Os poderes parapsíquicos podem ser aperfeiçoados por qualquer um que se dedique a esse mister.1. Nem as sensibilidades anúnico-mediúnicas. imparcial. padrão de comportamento extrafísico.diferentes circunstâncias existenciais humanas: 130. p. O indivíduo dotado de faculdades anímicas ou sensibilidades mediúnicas desenvolvidas não é. Por isso. Os fenômenos da Projeciologia. uma pessoa com elevado padrão espiritual ou com caráter moral. predisponentes. ou seja. inevitavelmente. 69). não é anjo nem demônio. por sua vez. ateísmo. nada tem a ver com a maturidade emocional. intangibilidade ética. como já foi afirmado anteriormente. pois. sob leis originadas pelo próprio gênio. 131.3. Cósmica. necessariamente. MORAL CÓSMICA Definição. a própria evolução espiritual faz com que a consciência altamente desenvolvida seja. Butler (227. a certeza da vida extrafísica e o senso de consciência do ritmo da vida interplanos proporcionam suas próprias leis. determinadas condições parapsíquicas. objetivo. para-ética. A universalidade dos princípios da moral cósmica estabelece as normas do código de conduta do projetor consciente que. 1). 130. A serenidade. felizmente. Guéret (659. Na produção das projeções conscientes voluntárias ou derivadas da deliberação direta da consciência do projetor encarnado autoconsciente quanto aos fenômenos projetivos. o que constitui ainda raridade entre os homens e as mulheres. 177). No entanto. pois tal atitude seria contrária ao legítimo comportamento científico. desencadeado por fatores diversos tais como: emersão da consciência encarnada à autocons. a conscientização das conseqüências 4 . Agente. Fatos. Sinonímia: impecabilidade extrafísica. Rigonatti (1402. de causas ainda desconhecidas. Norvell (1139. A genialidade está. nem com a maturidade consciencial global. sem barreiras nem fronteiras. Moral cósmica: conjunto de normas universais. nada têm a ver com crença. A vista disso. p. 150). extrafísicas. Por outro lado. A capacidade intelectual. por se constituir de uma consciência com liberdade ilimitada. em se poder agir moial e criativamente. filosofia. do concurso de valores éticos indispensáveis — ou com atitudes e ações aéticas — não há desenvolvimento nas projeções conscientes em geral. 163). além dos princípios da moral social. numa coexistência perfeita com a moral cósmica. ou mesmo completamente ignorantes da própria existência da pessoa dele. nem melhoria da qualidade das percepções conscienciais durante os experimentos extrafísicos. Dentre os efeitos advindos da moral cósmica destacam-se: a expansão do senso de humanidade. de maneira sigilosa e anônima. 130. Os fatos vêm demonstrando que.p. éticas. convenções. ínsitas. despreparadas. dos eufemismos. 162). a dilatação do conceito de privacidade. p. No irrompimento das projeções conscientes involuntárias ou fora do controle direto da consciência encarnada. saúde-doença. a rigor. Bibliografia: Armond (53. animista e médium atuantes. que afetam o ser humano. Evolução. constituem expressões de avançado desenvolvimento em qualquer outra direção. a substituição das ideologias bairristas. mas detém potência para o bem e para o mal. paroquiais. 14). em si mesmas. enquanto projetor consciente. na verdade. detrás dos bastidores. a do intelecto.cientização do fenômeno projetivo em razão de treinamentos desenvolvidos em encarnações anteriores. São fatos derivados da parafisiologia do homem. religião. a projeção consciente comum pode ocorrer com homens e mulheres independentemente de seus níveis éticos. a evolução e o desenvolvimento produtivo das experiências fora do corpo humano soméiite acontecem. etc. universal) sta. Desenvolvimento. No despertamento súbito e exuberante da potência projetiva. quem já conseguiu alcançar o estado da consciência cósmica não precisa mais das regras de moralidade como esta é entendida no cotidiano terrestre. às vezes diretamente nas consciências incautas. O projetor consciente pode atuar em todos os setores da vida terrestre. materialismo ou espiritualismo. leis e rótulos humanos. desprevenidas. fora dos preceitos da moral cósmica. o engajamento maior com a projeção consciente acaba tendo conteúdo social e político. casos dependentes do equilíbrio psicofísico. por exemplo.

ou que procuram acertar. 131. da afetividade extrafísica. Só a moral cósmica permite à consciência encarnada viver em paz intermundos porque apresenta sutilezas somente percebidas através da óptica extrafísica. Toma-se impraticável ocorrer um desentrosamento entre a vida humana do projetor e as suas experiências extrafísicas intercorrentes e concomitantes. elemento ou ser. como uma deficienciolândia. que busca viver de acordo com a moral cósmica. Inameaçável. essas forças negativas não conseguem bloquear-lhe as decisões e nem tolher-lhe os passos humanos ou os seus passos além da matéria densa. neste caso. Dentre estes estão os grandes obsediados e os obsessores francos.1. Esforços. variam enormemente para cada indivíduo. As consciências encarnadas e desencarnadas na Terra estão em evolução. União. cara-a-cara. Para-hipocrisia. prosaicos. o fato era plenamente natural. 131. as companhias extrafísicas obtidas. ou mais apropriadamente. uma evolução íntima que vai do restringimento físico do corpo humano simplesmente. o infinito. amplia os horizontes conceptuais. para a plenitude da cosmificação da consciência. _______________ . Nenhuma conquista evolutiva da consciência nasce de improviso. mas procura unir um esforço ao outro. que buscam ter sempre boa intenção.nista. os ambientes extrafísicos alcançados nas projeções. do bem e do mal. no entanto. para-hipocrisia. uma personalidade feminina que vivera tempos atrás e que — ela o sabia perfeitamente — tinha sido ela mesma numa de suas encarnações anteriores. o ato repetido configurava vaidade franca. etc. Venham de onde vierem do plano físico ou dos planos extrafísicos. A Projeciologia promove. ou mais corretamente. sem preconceitos. inclusive às pessoas que não possuem nenhum conhecimento sobre o que seja a vida espiritual.imediatas dos erros. o entendimento. Consciências. maniqueísta. a consciência encarnada se engrandece. sempre positivos. a eternidade da vida. social. esporádica. justificável. cultores da personalidade evocada. ou da ética humana. do dia-a-dia. e se integra.suspeitados. uma interdependendo e interagindo com a outra. a identificação de pecadilhos mentais in. transcende as limitações da base física. conscientes. Nessa trajetória. a qualidade das percepções individuais da consciência quando livre. ou mais apropriadamente: junta o desenvolvimento das faculdades anúnico-mediúnicas pessoais ao próprio crescimento espiritual. ou universalismo dos objetivos do ego. conforme a divisão moral. dá-lhe imunidade em suas defesas e torna-o inameaçável por quaisquer forças negativas. completa hipocrisia. Existe uma interdependência absoluta entre uma condição e outra. Contudo. animais. Reflexos. nem substitui uma abordagem pela outra. Perante os homens. em um nível no qual não conseguem dominar o plano mental ou consciencial. com o universo. mais egoístas. Eis um exemplo. ainda que completamente anônimo. Dentre estas consciências estão aquelas que costumam produzir as projeções com lucidez. imersos em desequilíbrios e que ainda teimam em ressaltar os aspectos piores da vida terrestre. Perante as entidades extrafísicas. o aumento do interesse pela assistência fraterna universalista anônima. e dos seus diminutos problemas. e até louvável. apresentando a média menos egoísta de ações ou atitudes. por pensamentos. as consciências podem ser divididas em duas categorias gerais: as mais doentes e as menos doentes. a motivação pelas causas políticas com espírito universal. Cosmificação. constitui o resultado da sedimentação dos seus esforços individuais multi-reencamatórios. Certa senhora tinha o hábito de exaltar até às alturas e evocar solenemente. Essa autopromoção multi-reencamatória continuou por algum tempo até que entidades obsessoras a interpelaram a respeito. a perda de interesse pela ortodoxia segregacio. o entendimento da permissividade sexual extrafísica absoluta que existe nos planos crosta-a-crosta. aperfeiçoando-se através da assistência aos demais. porém o projetor consciente avançado. enfatizam os ângulos melhores da existência humana vista como estágio temporário. e desfrutando de relativo equilíbrio.2. numa de suas saídas conscientes no plano extrafísico. do quarto de dormir. através dos séculos. a eliminação natural da necessidade da religião e da religiosidade como existem entendidas e praticadas na atualidade terrestre. podendo tal vida terrestre ser vista. toma-se comum. O projetor consciente avançado não dá mais ênfase nem à teoria nem à prática particularmente. conscientemente. As consciências mais doentes são as dos indivíduos chamados maus. os malmtencionados. ainda se encontram não evoluídas. natural e espontaneamente. em suas orações públicas. a rigor. Sair temporariamente para fora do corpo humano é desempenho acessível a qualquer um. As consciências menos doentes são as dos indivíduos chamados bons. A incorruptibilidade ética da vida humana reflete a moral cósmica no plano extrafísico. desfrutando de algum discernimento extrafísico e. são as únicas que realmente conseguem se desenvolver em suas projeções conscienciais em razão do acatamento à moral cósmica. ou do bairrismo ou chauvinismo planetário. por esta óptica. O projetor consciente de experiência amena. e repetições incansáveis de experiências. A intangibilidade ética do projetor consciente. Por isso. e ignorantes quanto à identificação reencarnatória. e a natureza e o nível dos eventos experimentados fora da matéria densa. Mais. Menos. a compreensão das conseqüências extrafísicas da sexualidade humana.

com a finalidade de suplantar futuros e supostos inimigos. sempre que puder. para o projetor consciencial. se necessário. que em circunstâncias críticas. os reflexos condicionados negativos e as idéias preconcebidas. Saber reconhecer as criaturas. Fato: na confrontação extrafísica a consciência é chamada a provar a sua têmpera. Muldoon (1105. ao máximo.1. naturalmente. Bem. baseados nos fatos. 132. Procurar ser útil quando projetado extrafisicamente e até invadir.6. Yram (1897. Coerência. positiva. Pensamentos. contracódigo extrafí. hoje.9. grato e solidário. 21).Mente. ou contracódigo do projetor projetado — aqui analisado como teoria visando a pesquisa — em seu benefício e no desenvolvimento de suas projeções conscienciais. Fato: a consciência que só deseja ver. Humphreys (766. 315). aquilo que concebe. Colocar o bem comum acima dos interesses sectários de agremiações.Bibliografia: Castaneda (258. do recém-desencarnado que esteja passando pelo sono reparador. por mínimos que sejam.sico.Intenção.p. 132. a fim de alcançar a autoconsciência extrafísica. Inabordáveis. ortodoxo e segregacionista. Conscientizar-se da importância vital dos atos mentais no mundo extrafísico. p. Fato: entre as testemunhas invisíveis há entidades enfermas perturbadoras que jamais se calam sobre o que vêem e geralmente elas vêem praticamente tudo. Fato: as consciências encarnadas. em favor de seres encarnados doentes terminais. jamais por má intenção. càp. Acatar a moral cósmica como indispensável à evolução extrafísica. p. Conviver com a autocrítica para agir dignamente. 132. itens práticos. No Código de Ética Extrafísica. em primeiro lugar. Fato: pela projeção consciente pode-se 6 . é assistida pelo seu benfeitor extrafísico pessoal. Manter coerência entre os atos da vigília física ordinária e as ações extrafísicas no período projetivo.5. 184). Interceder de maneira racional. Vieira (1762. 132. quando projetado dificulta com os seus condicionamentos parapsicológicos. sem respostas. cap.3. Ao se projetar. 132. Cultivar os conhecimentos pessoais e as amizades sem distinção nos planos físico e extrafísico. toma-se eventualmente amparador do projetor. p. Fato: as evocações inconscientes (V. em favor de seres encarnados e desencarnados. se consideradas apenas do ponto de vista humano. Privacidade. Fatos: a cooperação extrafísica em questões para fins bélicos e táticas de espionagem. Fatos: as práticas assistenciais extrafísicas corretas. Moral. CÓDIGO DE ÉTICA EXTRAFÍSICA Definição. 140). acaba vendo tão-somente as suas formaspensamentos e não sairá de si mesma. a assistência extrafísica a ser feita na área física do templo e às pessoas profitentes de outra religião (o condicionamento psicológico se transforma em condicionamento parapsicológico). há de constar. Fatos: as situações difíceis do encarnado que esteja dirigindo veículo em alta velocidade. daquele que tenha o indicador no gatilho de uma arma de fogo. Fato: postula a lei de causa e efeito que nenhuma intenção da consciência permanece escondida sem conseqüências. Só se permitir errar por ignorância. grupos e nações. 132. por exemplo. Fato: o encarnado religioso. 132. 90). e este.7. evitar. sistema de princípios projetivos. Respeitar os direitos dos outros. vivem alheias às realidades extrafísicas e têm medo confesso ou disfarçado de se projetarem para fora do corpo humano. 132. Intercessões.10. p. extrafisicamente. acarreta resultados negativos.4.8. Fatos: o projetor ajuda à criatura encarnada. choques de retorno tipo ação e reação. Sinonímia: coleção de leis extrafísicas. conjunto de regras projetivas. 311). na vigília física ordinária. a qual. 132.11. Direitos. Preconceitos. ou efeitos bumerangue. acontecem com muito maior freqüência do que se imagina. devem permanecer inabordáveis (V. Fatos: as consciências não se extinguem e os destinos se cruzam fora do corpo humano. etc. o seu desempenho e possibilidades. inesperadas e indesejáveis. a privacidade de seres encarnados e desencarnados.13. semelhantes a estes dezesseis aqui relacionados em ordem alfabética: 132. no mínimo.12. 132. 305) ao seu contato direto quando projetado no plano extrafísico. Código de Ética Extrafísica: estudo metódico e sistemático de regras e preceitos úteis relativos às experiências da consciência humana projetada com lucidez para fora do corpo humano. Autocrítica. 132. 132. 132. Predispor a mente aberta à recepção dos eventos extrafísicos. Amizades. na maioria.2. Itens. agridem frontalmente o código de ética humana relativo à eutanásia.

p. o grau de permissividade. não produziram pessoalmente a projeção consciente — que visam a objetivos secundários de dominação política. perde o controle da projeção consciente.14. da gestação.transmitir passes energéticos benéficos. anonimamente. Os fatos demonstram. de modo prematuro e frustrante. se constitui num dos menores fragmentos de detrito cósmico do universo. 157). faz simples projeção consciente Denúncia. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O MATERIALISMO Definição. para não falar de outros corpos ou objetos imateriais. objetivo. Projeção. filosofia materialista. 184). no entanto. no entanto. sendo. não tentar descobrir segredos que outros desejam manter ocultos. Ter no universalismo a ideologia própria dos planos extrafísicos evoluídos. O egoísmo e o materialismo são bons exemplos disso. Não existem grandes projetores materialistas. ou o materialista. este livro denuncia e contesta francamente o modo de pensar e agir das pessoas mais modernas e cultas do mundo contemporâneo. fisicalismo. por que a primeira . sendo prático. Impraticabilidade. e outras. impraticáveis ali ocorrências da natureza da ejaculação. a sua experiência fora do corpo humano. Vieira (1762. Nenhuma entidade extrafísica tem cidadania. 132. não procurar constatar a infidelidade de cônjuge ou outra qualquer pessoa. Fatos: as efusões emocionais sadias. Fatos: todos os homens e mulheres têm sangue vermelho. Evitações. gritante. ou sistema que entende que tudo é matéria e que não há substância imaterial. Em resumo. pode retornar intempestivamente ao corpo denso e encerrar. temendo assim passar por tolo se. Universalismo. Manter serenidade. qualquer tentativa de evitar ou mascarar a realidade dos fatos extrafísicos relativamente ao psicossoma e ao cordão de prata. nem uma filosofia materialista é mais científica do que uma espiritual. na verdade. nesta sociedade humana atual. racionalizando as emoções até transformá-las em sentimentos elevados. Entender as funções do sexo na vida terrestre e suas conseqüências extrafísicas positivas e negativas. Isso constitui um raciocínio completamente obtuso. àquele que. O psicossoma não descende de nenhuma raça. Um simples fato real vale mais do que todos os jogos de palavras concebíveis. da fecundação. a realidade de um fato subjetivo é de natureza igual à de um fato material. credo materialista. para não dizer irracional ou pueril. sem ser excessivamente perturbado enquanto estiver agindo sob pressão ou nas emergências fora do corpo humano. Materialismo: tendência. nem se obriga a seguir qualquer credo. Tolices. industrial-comercial. A escola da Terra. a completa impraticabilidade dessa tentativa infeliz. diga-se de passagem. de modo aprio. Fato: a consciência encarnada projetada. Surgem esforços sofistas e isolados de personalidades — que. obstinados em não considerar seriamente as crescentes manifestações do chamado “paranormal”. não se distingue pela cor da pele. filosofia tecnológica pura. Falando filosoficamente. quando dominada por fortes emoções. os que se dizem e vivem materialisticamente. no plano extrafísico. Por isso. e a evolução íntima da consciência. toma-se sujeita a traumas extrafísicos. pelo menos três procedimentos negativos devem ser evitados pelo projetor consciente que deseja evoluir segundo os princípios da moral cósmica: não fazer espionagem bélica ou industrial. evita edificar as suas esperanças daultravida sobre algo que pode demonstrar ser apenas um sonho. Sexualidade. filosofia fisicalista. com o controle de si próprio. Justificação. Serenidade. equilíbrio e autodomínio permanentes contra o emocionalismo em todas as conjunturas extrafísicas. Sinonímia: ateísmo. 133. ele nem ficaria sabendo. o autoconhecimento. A projeção consciente evidencia ao interessado que a morte do corpo humano não coloca um ponto final na personalidade. Evidências. diminui as percepções extrafísicas. e os clichês dos costumes humanos.15.rístico. mesmo. Há tendências filosóficas e princípios existenciais que atrasam a vida. na intimidade do seu quarto de dormir. 132. _______________ Bibliografia: Steiger (1602.no espaço acima do seu leito. até o momento apenas individualmente. Torna-se ilógica. a um encarnado que jamais permitiria tal assistência fraterna no estado da vigília física ordinária. no sentido de incluir esta mesma projeção consciente. ao morrer o seu corpo humano. Um fato subjetivo pode ser tão real quanto um fato material. p. O agnóstico. 132.16. atitude. A filosofia demonstra que não existe maior justificação para uma filosofia materialista do que para uma espiritualista. Tendências. pois se isso acontecesse ou se nada houvesse. não houvesse mais nada. no âmbito dos fenômenos ligados ao materialismo. ultrapassam as formas. As idéias materialistas são pueris e contraditórias sob muitos ângulos.

C. Além de tudo isso. ou seja. os atributos conscienciais. e abre a sua porta para o planeta com nova óptica. planetárias. partículas essas que às vezes se comportam mais como ondas do que como partículas. numa escala bem definida por três estágios conscienciais. dos campos organizadores eletromagnéticos.gindo-se às meias verdades das manifestações apenas no campo da Parapsicologia. A matéria e a energia não podem ser criadas e nem destruídas. materialistas ou não. racionais. Restrin. os pensamentos. ou caseiras. 8 . mais fácil será o reconhecimento do seu trabalho e maiores as dotações orçamentárias disponíveis que surgirão para suas pesquisas científicas. a consciência espiritualista em geral promove a sua abertura. ou seja. apenas tecnológica. Aqui.condição exclui a segunda. open mind. Matéria. somos compostos de matéria que parece muito sólida às nossas percepções sensoriais. ninguém sabe. 133. Aviso. Com bases no exposto até aqui. aposentando a operação theta e descartando em definitivo a ansiedade quanto à aceitação do fato da sobrevivência da consciência após a morte biológica do corpo humano. do espaço e do tempo. do Cristianismo. a personalidade tabu. Com as projeções conscientes no plano extrafísico propriamente dito. 133. A Ciência Moderna aceita. telúrica. na área da Biologia. completamente egocêntrico. dois átomos jamais tocam um no outro. Isso é análogo à idéia de um míssil deflagrado para o espaço e que viajasse por bilhões de quilômetros sem nem mesmo passar perto de qualquer outro objeto ou corpo celeste.3. evidencia que o homem. o homem-animal sai da toca. Com as projeções conscientes através do corpo mental. nem resulta de uma causalidade cega. bairristas. Seria preferível chamar as partículas atômicas de “algo’. do que os próprios átomos. mais isolado se sentirá o pesquisador sob todos os pontos de vista. que a matéria é energia concentrada. Com as projeções conscientes crosta-a-crosta. Crostais. da energia. nem deriva de genes erráticos. encarnada ou que ainda se utiliza diretamente do psicossoma. das células. ou eletrodinâmicos. constitui princípio abstrato. Campos. Quanto mais avançar na frente extrafísica rumo às verdades mais amplas. e noutras que servem de bases para as experiências parapsíquicas. lógicos. ou a condição da mente neutra.). Tal energia não é tangível. pois apresentam diâmetros tão extraordinariamente microscópicos — se é que se pode chamar de diâmetros — capazes de atravessar muitos anos-luz de distância sem nem mesmo colidirem umas com as outras dentro do espaço intratômico. o ateísmo. aqueles que negam a existência da consciência atuando fora do corpo humano perderão seu tempo se prosseguirem na leitura deste livro. no plano mental. não se constitui de simples química. 133. deixa o quarto de dormir. e mesmo o âmbito de nossa galáxia. Jesus de Nazaré (4 a. sobre a matéria? Conversões. a filosofia fisicalista. crescentes. nem é a conseqüência de um agrupamento de proteínas. descobre a lei da reencarnação e caminha até os limites das concepções geocêntricas. Realidade. A descoberta.1. ainda hoje. o mito máximo. muitos cientistas e filósofos. bem demarcados: as concepções crostais. etc. julgada por muitos a mais evoluída dos registros da História Humana. evolutivos. Descontínuos. as concepções bairristas e as concepções universalistas. ate' mesmo dentro do espa ço acima do seu próprio leito humano. ou a “realidade”. planetárias. e que às vezes a energia pode ser convertida em matéria. sendo o espaço entre dois átomos adjacentes imensamente maior. o pesquisador e suas pesquisas serão tanto mais aceitos pelo público em geral quanto maiores concessões fizerem em favor do ultramaterialismo que campeia na maioria das áreas de atividade humana. Mas se isto é assim sólido. Daí se conclui que tanto o mundo material quanto os ambientes extrafísicos são originários da mesma fonte. o homem espiritual sai da segregacionista universidade terrestre e estende o seu campus para o Universo. Até quando este círculo vicioso vai continuar. Aqui. E = MC2. Ultramaterialismo. o que chamamos por “sólido”? Não é a solidez um ponto de vista pessoal-. Na substância considerada mais dura. mesmo fisicamente. Bairristas.-29 d. Infelizmente. Universalistas. ou ainda a “existência” da matéria. mas apenas alteradas em suas formas.C. Energia. em que se tem ainda por modelo e exemplo máximo uma criatura que foi também humana. e torna-se naturalmente espiritualista. A Projeciologia faculta à consciência encarnada descortinar e ampliar os'horizontes das suas concepções filosóficas. “a massa de um corpo é uma medida do seu conteúdo de energia”. no âmbito da Parapsicologia. Todas as coisas materiais. A física nuclear demonstrou que os átomos — unidades de construção de todas as coisas materiais — compõem-se de um espaço cheio de campos e partículas em movimento. a consciência ultrapassa as acanhadas concepções humanas. a consciência encarnada aniquila as paupérrimas concepções materialistas. chegam a questionar a “objetividade”. incluindo nós mesmos. nem os sentimentos humanos elevados expressam tão-somente química e nada mais. hoje. de fato.2. Também sabemos que a fissão atômica mostrou que a matéria pode ser convertida ém ondas de energia de acordo com a famosa equação de Albert Einstein. de alguma forma de energia que se desdobra numas partes que compõem o Universo físico.’. Solidez.

p. uma instituição correcional. Já~ aquele que entende e pratica o universalismo procura viver o sentimento do amor cósmico ou da fraternidade universal. uma lixeira planetária. starâmo. cap. Jesus de Nazaré (4 a. Mohandas Karanchand Gandhi (1869-1948). que consta basicamente de um analisador espectral. 33). 156). a primeira comunicação inteligente interplanetária. em cada época. de duzentos a quatrocentos bilhões de astros. estatutos do universo. incluem cada qual. próprio da encarnação terrestre. 306). antes de ser a deficienciolândia. inúmeros outros desencarnados e encarnados. Terra. a consciência enfrenta o seu maior desafio: a auto-evolução consciente em conjunto com a evolução geral de todas as inumeráveis consciências do Universo. no seu tempo e a seu modo. teologia desenraizada. p. Há seres conscientes nas altas temperaturas dos sóis. obras perfeitas. uma escola consciencial. Uma vez separado dos seus semelhantes. inevitavelmente a filosofia dominante da espécie humana. por outro lado. pois. muitos clarividentes e reveladores já demonstraram aspectos da verdade plena que pode ser alcançada. à luz dos dados evidenciados pelas pesquisas astronômicas atuais. estelarismo. Targ (1651. espíritos completamente puros. Na vida humana. p. há vida extraterrestre e muitos tipos de seres inteligentes. 56). Com a consciência cósmica.). p. Pushkin (1342. 219). separa o homem dos outros homens. usa-se. seus próximos. outras galáxias (além da Via Láctea) como Andrômeda. Sem entrar no mérito de cada um. nem se reencarna dentro das atuais concepções vigentes de reencarnação. C. de extra. O planeta Terra. Andrew Jackson Davis (1826-1910). Gautama Buda (563-483 a. e não mais entra em luta com os seus semelhantes. cosmopolitismo. com amplíssima faixa de freqüência. Zoroastro (Século VIII a. e Eurípedes Barsanulfo (1880-1918). LaoTsé (604-531 a. seus semelhantes. 134. Por outro lado.). C. Aguardemos. representa. Vieira (1762. Moisés (Século XIII a. ecumenismo. 127). uma viagem espacial à estrela mais próxima da Terra duraria cerca de quarenta mil anos. por exemplo. ecletismo. Leonardo Da Vinci (1452-1519). Universalismo: conjunto de idéias derivadas da universalidade das leis básicas da natureza e do Universo e que tornar-se-á. que não mais enverga o psicossoma. À margem dessas personagens históricas. Iniciados. têm atuado ao modo de inocentes úteis dos planos extrafísicos evoluídos desempenhando. Müller (1107. o ser começa a cogitar do como e do porquê de entender a realidade do espírito puro. que pode surgir a qualquer momento. manual cosmológico. e vive permanentemente no estado da consciência contínua (V. avançando para o infinito com idéias universalistas da vida terrestre. C. p. cosmismo. das ciências e das artes. o papel secundário mas importante no conjunto. Há astros semimateriais. Grande percentual da realidade está radicalmente inacessível . e contracolaboradores. além de um milhão de canais. O universo é mais complexo do que podemos imaginar. Os satélites e as antenas parabólicas são as pontas de lança do universalismo inevitável da cultura. além de muitos outros. p. p. através do tempo. Francisco de Assis (Giovanni Francesco Bernardone: 1181-1226). Inocentes úteis.). C. Maomé (570-632).-29 d. não existem na Terra consciências perfeitas. Meek (1028. Frazer (549. Dante Alighieri (1265-1321).coadjuvantes na posição de críticos. 300). ou aqueles com quem convive até mesmo dentro do âmbito da sua crença. por exemplo. O envolvimento em uma crença religiosa. diretamente através da experiência da projeção consciente. empregado para perscrutar os céus em busca dos sinais de vida em planetas distantes. Russell (1482. vale informar que: o Universo físico . correndo por fora ou aparentemente de encontro às suas tarefas específicas. 438). Verdade. existe um sistema de intercomunicação em nossa galáxia — a Via Láctea — do qual ainda não fazemos parte. Emanuel Swedenborg (1688-1772). adversários. C. em percentual maior. Sinonímia: conciliação universal. _________________ Bibliografia: Flammarion (524. supõe-se que milhares de civilizações existem e se comunicam entre si. Edgar Cayce (1877-1945). A propósito. oficial. esse homem luta com os outros homens. foram tipos de personalidades iniciadas ou adeptos extrafísicos procedentes de planos extrafísicos mais evoluídos. e até além do contínuo espaço-forma-tempo. p. Luta. sobretudo no plano mental. que mantém o corpo humano restrito. ou seja. da evolução natural da consciência. e buscando manter sua segurança pessoal.). 32). atualmente. 42). sobretudo. Aqui. p.a Via Láctea. um aparelho para análise de sinais de rádio. física. UNIVERSALISMO Definição. Kardec (824. Existem macrosseres e microsseres em condições além da nossa compreensão atual.).C. Astronomia. Complexidade.que demonstra profunda inteligibilidade ou presciência — provavelmente tem cem bilhões de galáxias. nem revelações perfeitas. pode-se afirmar que seres encarnados. qualquer que seja ela.

A tabela periódica dos elementos está apenas começando para o homem terrestre. bairristas.ao nosso presente conhecimento. 134. o nacionalismo exacerbado.9. 134.15. A exaltação dos princípios da não-violência e do pacifismo sobre a Terra e no espaço cósmico. idéias e bandeiras universalistas. Uma nação totalitária.13. a crença. A implantação do ecumenismo possível das religiões. defendendo a disseminação da vida inteligente por todo o universo alcançável. O resguardo das minorias de seres em extinção. O descortínio individual da convivenciologia universalista através da extinção de tudo que possa separar as consciências. 134. O planejamento das formas familiares conforme as regiões terrestres e os costumes humanos. Embora pareça à primeira vista utópico defender estas idéias em relação à vida humana atual com numerosos e poderosos interesses e forças em oposição. pois a mesma será. 134. o “Paralelo 38” que divide as duas Coréias. de profunda significação e valor para a melhoria do padrão da existência e da qualidade da vida humana. O combate à fome e à escassez de alimentos no mundo. 134. A formação de organismos paranacionais antitóxicos.12. A assistência social cosmopolita criteriosa. A proteção ao consumidor em todas as frentes do consumismo. 134.1. para uso imediato. e da Biologia conhecidos hoje. das nações.2. educação. A defesa sincera dos direitos humanos em geral. 134.8. 134. telúricas. a fim de se alcançar a abordagem unificada de todos os tipos de crenças e todos os ramos das ciências. visando ao congraçamento prático dos indivíduos. indígenas e espécies animais. A instalação dos governos multinacionais em áreas determinadas e âmbitos condicionados. O projetor veterano acaba por compartilhar dessas metas prioritárias. bem-estar.5. A busca infatigável do Estado da Consciência Contínua (V.14. O conceito de solidez também é relativo. longevidade aos bilhões de habitantes deste planeta.17.11. econômicas e práticas. Plataforma. Contrários. Além dos antolhos provincianos existem metas prioritárias do homem. do egoísmo instintivo. e que é plenamente exeqüível para as mentes que almejam se libertar das limitações geocêntricas. ortodoxas. aceitando-as como efeitos cumulativos. 134. salvaguardando-nos de tragédias. daquilo que experimenta. A consagração internacional. 438). lazer. isolado. 134. 134. racial. A libertação da consciência encarnada de sua prisão às formas humanas com vistas à maturidade extrafísica. 134. Transcendência. qualquer tipo de ditadura. O caminho para a criação do Estado Mundial.4. sociais. Com fundamento nas idéias expostas. 134. presencia ou participa em sua dupla vida. A extinção das ditaduras ostensivas ou disfarçadas na direção de povos e minorias. cap. Governo Mundial Centralizado. dentro de consenso universal. A projeção consciente faculta uma compreensão maior do universo como Unidade Viva. 134. Ocorrem muitas transmutações nas células além dos processos da Física. indiscutivelmente. A visão geral universalista conduz a consciência desperta ao descarte do eu tridimensional. de conotações filosóficas. substituindo-o pelo enfoque 10 . da Química. unilateral. 134. a pouco e pouco. políticas. ou um governo paternalista. evitando-se o consumismo desmedido. segregacionistas. a meta das gerações futuras. são frontalmente contrários à política universalista estes aspectos práticos: as fronteiras humanas nevrálgicas. não ajudam a consciência a desenvolver'a sua individualidade. ou intergaláticas. sem discriminar grupo social. 134.16. decorrentes da moral cósmica. O emprego de todos os recursos corretos na tarefa de libertar a sociedade humana do vício de fumar. bem como das abordagens científicas multidisciplinares. A minimização dos ruídos de todas as máquinas. caseiras do planeta.6.20. 134. A preservação e recuperação da natureza e da ecologia em geral. garantindo saúde.3. A popularização da projeção consciente substituindo.lista. naturais ou fisiológicos. a “Cortina de Ferro”. pelo conhecimento.18. ou do ponto de vista particular.19. e calamidades por falhas de sensores automáticos e computadores. passo a enumerar uma plataforma de comportamento que reflete as diretrizes que vigoram nos empreendimentos assistenciais advindos dos ambientes extrafísicos evoluídos. com a procura do desarmamento gradual. Exeqüibilidade.10. tendo em vista o conscienciês. ou um sistema mundial composto de unidades densamente correlatas. dos idiomas vivos mais fluentes. ou etário. o idioma universa. no desenrolar dos eventos extrafísicos. 134. causas. acidentes. o “Muro de Berlim”. 134. racionalista: 134. etc.7.

depois que este entra em decomposição. em sua maior parte. as manifestações do nosso comportamento humano. adeptos da juventude animal do corpo humano e dos emocionalismos primários do psicossoma. conduz a consciência encarnada ao sonambulismo extrafísico. A projeção consciente constitui eficiente processo maturativo da consciência.. Orgasmolatria. e agir como jovem. Eis porque recomenda-se a projeção consciente como prática e funcional para se alcançar o despertamento dos sonâmbulos. filosofias.crosta. eliminando as divergências egoísticas básicas entre os seres humanos e as criaturas em geral. na prática. 165). no tabu das rugas. Em resumo: o conceito de universalismo permite à consciência desperta abordar e considerar todos os aspectos da existência humana simultaneamente. na fuga à calvície. e as personalidades irão tratar. tange a consciência encarnada à vida sob princípios hedonísticos. 17). expressando-se em condições de personalidades definidas tais como: fetos extra-físicos. A regra vigente assenta-se no medo de envelhecer. e. as próprias religiões. Os resultados da orgasmolatria e da gerontofobia já se fazem sentir ha' séculos e são facilmente encontrados nos dois planos da vida: a consciência dos componentes da humanidade terrestre. Maturidade. Por isso. ou o ego. Nós não somos apenas o organismo celular: fígado. As crenças arcaicas. ou seres imaturos perante a realidade permanente. Yogananda (1894. cérebro. 29). no repúdio aos cabelos brancos. ampliando as suas perspectivas para visões mais abrangentes e panorâmicas dos seres e das coisas. 184). Mais que isto. pensar. cósmico. Saraydarian (1507. por exemplo: as religiões em conjunto (ecumenismo). 135. Feliz ou infelizmente. coração. somos a coordenação intrínseca de vários veículos de manifestação. MATURIDADE EXTRAFÍSICA Definição. embora respeitando seus limites e seus respectivos domínios distintos. p. 138). p. indústrias. Logicamente se as consciências teimam em manter o status quo da própria infância espiritual. crosta-a. as ciências em conjunto (multidisciplinaridade). mas prosseguir até a descoberta da maturidade extrafísica. Despertamento. Tal fato qualquer projetor consciente constata facilmente através das projeções amenas. A maturidade extrafísica permite à consciência encarnada compreender os seus me. ao culto exacerbado do corpo humano e da juventude movendo interesses. ________________ Bibliografia: Alverga (18. Gerontofobia. O atual momento evolutivo humano. o corpo mental. além da mocidade terrestre. Maturidade extrafísica: estado evolutivo em que o princípio espiritual adquire madureza a caminho do pleno desenvolvimento. somos animais. daí nasce também. considerados na condição de seres humanos. sendo o mais ostensivo e grosseiro o corpo humano e havendo até um mais sutil. ainda são baseadas nos instintos. como irão atingir a maturidade extra-humana.madureza espiritual. alicerçadas na emoção (psicossoma).no culto permanente à plástica do corpo humano. receando até a alcançar a maturidade humana. p. comunidades e propagandas em sua função. p. a noção abrangente da harmonia da vida se ampliará. o corpo emocional. prosaicas. psíquica. a fim de se atingir. física. p. Nós. Kardec (824. o que significa permanecer imaturo extrafisicamente. profilaxia projetiva. 193). até certo ponto. as políticas em conjunto (coalizão). compreensível. quadridimensional. no rumo da maturidade extrafísica coletiva ou universal. à busca desenfreada de prazeres. neste Século XX. ou os sentimentos elevados (emoções racionalizadas) através do corpo mental. Processo. Vieira (1762. em maioria (90%). 238). simultaneamente (cosmismo). ciências. e políticas também em conjunto. pele bonita. gradualmente. Sinonímia: formação espiritual. Todo. Fetos. à orgasmolatria e. por fim.taorganismos. de acordo com os princípios da fraternidade pura. p. saturadas de tabus. inocência da sabedoria. ordinária. a ânsia de se permanecer sempre jovem. ou seja. na gerontofobia generalizada. p. vive sonambulizada quando no corpo humano e. por toda a parte. embriões espirituais. comércio. p. aporta no plano extrafísico crosta-a-crosta perturbada por parapsicoses postmortem diversas. Contudo. a exploração da juventude. terrestre. Gooch (617. A maturidade extrafísica leva a consciência encarnada ainda a considerar a sua . Gildea (591. madureza extrafísica. abrangente. 43). Powell (1279. maturidade espiritual. a todo custo e esforço. como efeito colateral. parapsíquica? Exploração. no rumo da lucidez da imortalidade compreendida e aceita. 220). plástica perfeita. e a desesperada necessidade comum de o indivíduo parecer. conseqüentemente. extrafísica.transcendente. maturação extrafísica. que abriga a consciência. serenismo. Rampa (1351. Ambientes. etc. na eterna juventude. qualquer que seja a sua idade cronológica. ou mais apropriadamente. O que é. não a maturidade humana apenas. as filosofias em conjunto (ecletismo). O culto à juventude. p. ainda campeiam.

relação ambiental. Os veículos de manifestação da consciência dependem dos seus ambientes. Nós não nos relacionamos apenas com o plano humano, mas também nos relacionamos, controlando e sendo controlados sempre, de modo constante: com e pelo plano extrafísico crosta-a-crostas duplicata do humano; com e pelo plano extrafísico propriamente dito, extremamente diverso do plano humano; e com e pelo plano mental puro, com a ausência do psicossoma, e que, decididamente não apresenta semelhanças com o plano humano (V. cap. 235). Auto-apoio. A maturidade faz a consciência transferir o apoio ambiental, instintivo, emocional da vida humana para o auto-apoio racional, parapsíquico, extrafísico. Condições. Existem duas condições bem diferentes, definidas: a imaturidade extrafísica e a maturidade extrafísica. Enquanto a consciência humana permanece na infância humana — no infantilismo — deslumbrada com o mundo físico; ou na maturidade unicamente humana, mental, deslumbrada com o cultivo de sua biografia terrestre; ou na infância espiritual, deslumbrada com a superfície das realidades além da matéria densa; ainda não deixou a condição de imaturidade extrafísica e nem chegou mesmo a descobrir a existência e a utilidade da condição de maturidade extrafísica. Premissas. A maturidade espiritual chega a você: depois que o seu ego ultrapassa, naturalmente, sem sentir falta, sem reclamar, as condições psicofísicas propícias ao choro de alegria, ou a necessidade de alimentar carências multifaces; depois que você renuncia em silêncio, com espontaneidade, sem mágoa nem rupturas, aos mais legítimos e justos direitos pessoais, perante a arena material deste planeta; depois que você desiste do combate às injustiças gritantes quando este combate não vem a favorecer outras criaturas além de você. Tenho assim procurado interpretar a condição da maturidade espiritual, atitude fácil de entender. Difícil é viver ou chegar a conviver, sem esforço, de conformidade com todos os detalhes intrínsecos subjacentes a estas premissas e prioridades que compõem uma condição de oblatividade não-patológica. Lei. A pessoa que amadurece psicológica e espiritualmente mais cedo tem maior possibilidade de utilizar melhor o estágio da reencarnação. Sem a maturidade extrafísica vivida, torna-se quase inevitável a lastimável repetição dos erros infantis de abordagens, — sejam filosóficos, religiosos, místicos, poéticos, idealísticos, bem intencionados, etc., — de outras encarnações passadas. Eis porque as consciências encarnadas demonstram tanta dificuldade para agir com racionalidade, discernimento, e bom senso, sem misticismos e sem dependências a rituais, perante as realidades extrafísicas. O contingente dos repetidores de equívocos reencarnatórios compõe a maioria da humanidade sonambulizada. Sinais. A condição da maturidade extrafísica individual evidencia dez sinais inconfundíveis. 135.1. Autoconvivência. A consciência sente-se feliz de conviver consigo mesma, como personalidade, dispensando a necessidade de autocríticas maiores e rígidas. 135.2. Autodeterminação. O ser encarnado corta a dependência aos outros, às coisas, e a todas as muletas psicofisiológicas, embora tendo, mais que nunca, a noção exata da interdependência existente entre todos os seres. 135.3. Autoconfiança. A consciência adquire autoconfiança, aniquilando a paranóia do acanhamento no rumo da segurança e da franqueza. 135.4. Auto desenvolvimento. A pessoa não fica esperando um auxílio sonhado de outros seres, do destino, ou das circunstâncias, mas busca realizar o melhor, sozinha, desenvolvendo os próprios potenciais com discernimento quanto às prioridades e atuando com crescente capacidade decisória. 135.5. Autolibertação. O indivíduo dispensa o culto às personalidades em geral e se liberta da totipotência da opinião pública. 135.6. Auto-realização. A consciência assume uma posição centrada em fundamentos sólidos que procura a auto-realização, o que enriquece sua existência humana com produtividade crescente. 135.7. Autodisciplina. A pessoa mantém-se equilibrada, toma-se disciplinada, participativa, cooptante e autêntica em todas as manifestações, através da autovigilância. 135.8. Auto-suficiência. A criatura não pede mais para si em suas intercessões e rogativas, mas tão-somente para os outros. 135.9. Auto-exame. O ego não alimenta mágoas em seu mundo íntimo, nem espera gratidão, reconhecimento, ou entendimento perfeito dos outros quanto ao que faz, por isso não mais se decepciona na condição de membro consciente da minoria da minoria, sem complexos nem recalques, na busca da pura fraternidade. 135.10. Autoconscientização. A consciência encarnada ou desencarnada atinge a plena autoconscientização do corpo mental e do plano mental e procura viver, onde estiver, de acordo predominantemente com a serenidade, o equilíbrio e o discernimento da consciência quando isolada no corpo mental, executando a racionalização das emoções ou colocando em plano secundário as manifestações efêmeras do emocionalismo animal, natural, do psicossoma, pouco a pouco desgastando e atrofiando este veículo até o ponto de fazê-lo desaparecer, quando não terá mais razão de ser, Qcasião em que alcança o estado do espírito puro.

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_______________ Bibliografia: Miranda (1050, p. 148), Vieira (1762, p. 220).

136. ERA CONSCIENCIAL Definição. Era consciencial: aquela na qual a média das consciências humanas encontrar-se-á suficientemente alterada para melhor, através dos impactos, redefinições, revoluções, e evoluções criadas pela projeção consciente generalizada. Sinonímia: contracivilização física-extrafísica; cosmocracia; era projecional; era projetiva; vida sem amparadores. Ordem. As experiências das projeções conscientes humanas continuadas vão estabelecendo pouco a pouco uma ordem distinta, oculta, para se viver, que se toma perceptível através das comparações intermundos, análises multifaces e julgamentos autocríticos da consciência encarnada em trânsito freqüente entre vários planos existenciais, e que acabam refletindo no sistema de vida da criatura humana. Extrafísico. Além dos períodos, ou ondas de mudanças; além das pesquisas que sociólogos, antropólogos, psicólogos, pensadores, e futurologistas empreendem a fim de tecer considerações, extrapolar raciocínios e grafar projeções, estabelecendo as fases evolutivas das sociedades e dos conglomerados humanos; desde a primeira onda, ou revolução agrícola, à segunda onda, ou revolução industrial, até a chamada terceira onda da história atual, idade da informação, eletrônica, aldeia global, tecnetrônica; e mesmo além das futuras ondas que virão, cada vez mais rápidas e efêmeras, nas décadas imediatamente à frente; há de se enfatizar o encaminhamento racional da consciência humana para um estágio mais avançado, acima dessas conquistas físicas, passageiras, para um nível extrafísico, duradouro, em relação à consciência multi-reencarnatória. Individual. A lógica nos impõe um padrão vivo e claramente discemível do qual se conclui que a conquista generalizada dessa era consciencial — aqui analisada como teoria para pesquisa — ainda demorará muito para ser implantada na atmosfera terrestre. Contudo, a vivência individual dessa era consciencial já pode ser buscada, perseguida, e usufruída hoje, desde já, individualmente, ou em pequenos agrupamentos, por quem o desejar e se motivar suficientemente para isso. Prioridade. A projeção consciente, em descerrando o mundo extrafísico que coexiste com este mundo humano, minimiza os percalços da vida cotidiana do indivíduo, barateia extremamente os valores das conquistas sociológicas por mais avançados que sejam, entronizando no íntimo da criatura uma certeza maior e de melhores conseqüências, que toma-se naturalmente prioritária para a consciência desperta. Multiveiculares. Com as projeções conscientes repetidas e avançadas, a consciência começa a estabelecer representações e planejamentos multi-seculares, multi-reencarnatórios, multiveiculares, ou seja, com muitos veículos de manifestação ou corpos humanos, expandindo suas aspirações além dos limites terrestres, num nível cósmico, universal, atemporal, ou mais apropriadamente, além dos calendários, efemérides, conquistas, descobertas, e inventos humanos, em um nível inal- cançável ainda por qualquer brilhante projeto possível da Sociologia ou da futurologia conhecidas. Amparadores. Por enquanto ainda vivemos na Terra sob a proteção dos amparadores para a consecução de qualquer empreendimento extrafísico de vulto. A era consciencial será o período de vida que dispensará naturalmente os recursos e as intervenções dos amparadores. A consciência, então, atuará por si mesma, com auto-suficiência dentro e fora do corpo humano, diretamente, dispensando todas as muletas parapsicofísicas. Reencamação. Tudo indica que quando a era consciencial se instala em um planeta demarca o início do fim da inquisitiva determinação de rigidez, própria da reencarnação, para as consciências que o habitam. ____________ Bibliografia: Vieira (1762, p. 219).

137.

TAREFAS ASSISTENCIAIS HUMANAS

Tarefas. Seguindo as diretrizes do universalismo, existem duas tarefas assistenciais humanas de emancipação espiritual, libertárias, diferentes uma da outra e bem definidas: a tarefa da consolação e a tarefa do esclarecimento. Ambas são dignas, úteis e indispensáveis na escala evolutiva da consciência.

Apresentam princípios rígidos mas se completam porque buscam expressar o amor fraterno, praticar bondade, ser útil à humanidade, ou cumprir a própria razão de ser da existência humana. Encruzilhada. Quando a consciência encarnada decide evoluir racionalmente, a marcha natural da existência, mais cedo ou mais tarde, a conduz a uma encruzilhada, ou crise de crescimento, na encarnação. Nessa hora as duas tarefas não mais admitem meio termo. Perante ambas, cada ser encarnado autoconsciente vê-se obrigado a fazer a escolha das diretrizes essenciais para a plataforma do próprio trabalho assistencial, listadas, aqui, em dezesseis paralelos lógicos para serem analisados e criticados de preferência pela pessoa acima dos vinte e um ariós de idade física, que já consegue pensar na qualidade de espírito eterno, embora vivendo ainda na condição de ser humano. 137.1. Políticas. A tarefa simples da consolação participa da situação da maioria, contemporiza, diz mais sim do que não, faz me'dia com os outros, e abençoa sempre levando o lenitivo a quem ainda precisa pedir para si. A tarefa complexa do esclarecimento participa da minoria da oposição, analisa realisticamente, diz mais não do que sim, esclarece os fatos, aponta os enganos, ensinando a cada um a só pedir para os outros, não mais para si, no rumo da completa auto-suficiência consciencial. 137.2. Linguagens. Quem consola põe panos quentes e, com postura piegas, escuda-se na misericórdia, entreabre a mente dos outros usando parábolas infantis, imagens, circunlóquios, eufemismos e adjetivos, ainda bem perto da hipocrisia. Quem esclarece exalta a autocrítica e, com atitudes definidas, escuda-se na justiça, escancara a mente dos outros usando a franqueza construtiva numa linguagem concisa, direta e realista, já bem distante da hipocrisia. 137.3. Desempenhos. O serviço da consolação, de entendimento fácil, de execução agradável e de desempenho simpático, apresenta resultados humanos compensadores, imediatos e visíveis. O serviço do esclarecimento, de entendimento difícil, de execução menos agradável, e de desempenho nem sempre simpático; somente apresenta resultados extrafísicos a longo prazo, além da vida humana. 137.4. Técnicas. A consolação apóia-se na submissão e na passividade dos indivíduos, funciona com a mediunidade mais intensa do que o animismo, fala somente ao nível dos dirigidos, atinge a maioria do povão, ainda se submete à opinião pública, dando especial atenção à quantidade (volume) dos seus serviços. O esclarecimento apóia-se no desempenho ativo e na reação das pessoas, funciona com o animismo mais intenso do que a mediunidade, fala ao nível dos dirigidos e dos dirigentes, aborda a minoria dos amadurecidos e age com inteira independência perante a opinião pública, dando mais atenção à qualidade dos seus serviços. 137.5. Planos. A tarefa da consolação, ainda imatura, cresce em pleno coração, sob a inspiração direta do plano astral, através do psicossoma (ou corpo das emoções), utilizando os desejos ou a capacidade de sentir das personalidades. A tarefa do esclarecimento, a caminho da maturidade extrafísica, cresce em plena consciência, sob a inspiração direta do plano mental, através do corpo mental (ou corpo dos sentimentos), utilizando as idéias ou a capacidade de pensar (raciocinar) das personalidades. Este tópico constitui a essência de minha teoria sobre as obras assistenciais. 137.6. Objetivos. Ao agir, a consolação dedica-se mais à forma, ao continente, ou à aparência dos seres, das coisas, e dos fatos; centraliza o seu desempenho na Terra-Lar e na emergência do prontosocorro espiritual; e empregando a prática do empirismo na terapêutica de emergência, representa o paliativo que “retira, de modo rápido, apenas os mosquitos atraídos pela sujeira”. Ao agir, o esclarecimento aplica-se mais ao fundo, ao conteúdo, ou à essência dos seres, das coisas, e dos fatos; centraliza o seu desempenho na Terra-Escola e na campanha de profilaxia espiritual; e praticando a teoria da ciência na vacinação única, atua como preventivo, “removendo pouco a pouco a sujeira e os mosquitos para sempre.” 137.7. Recursos. A consolação usa a intuição, precisa do clima do misticismo da revelação para exaltar o emocionalismo, a sua base de persuasão, deixando muita gente ainda dormindo no sonambulismo, porque a sua verdade, parcial e escrava, está presa ao movimento religioso, à roda- viva política, ao rótulo humano. O esclarecimento usa a racionalidade, precisa do equilíbrio da Ciência para exaltar o discernimento, a sua base de persuasão, tentando despertar a todos os dormidores, porque a sua verdade, imparcial e livre, atém-se tão-somente aos fatos nus e crus, aos fenômenos universais, à espiritualidade, à filosofia, e à realidade extrafísica pura. 137.8. Idade. A tarefa da consolação dedica-se à infância e à adolescência espirituais, e apelando para a força da emotividade ainda faz concessões aos meios para atingir os seus fins, usando subterfúgios dispensáveis e cometendo os pecadilhos próprios das demagogias religiosas. A tarefa do esclarecimento dedica-se à maturidade espiritual, apelando para a serenidade do raciocínio, preocupa-se com os meios para atingir os seus fins, desejando atingir a autenticidade plena. 137.9. Consciências. A tarefa maternal da consolação age promovendo as benesses da reencamação, recorrendo, antes de tudo, às consciências desencarnadas, que se reencarnam, para então cogitar do homem na sua condição de consciência. A tarefa paternal do esclarecimento se esforça a fim de que todos se libertem do ciclo das reencarnações, apoiando-se primeiro no homem, consciência já encarnada,

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para só então recorrer às consciências desencarnadas. 137.10. Reencamação. A repressora tarefa da consolação, por ser ainda moralista, busca implantar as virtudes da santidade e do salvacionismo, fala com austeridade, apresenta-se exigente, respeita o puritanismo e o convencionalismo, acena com a possibilidade ilusória da reforma íntima imediata e de uma encarnação apenas para se alcançar a libertação, utilizando todas as muletas psicológicas que encontra. A desrepressora tarefa do esclarecimento, por ser moralizante, nada exige, fala sempre em muitas encarnações sucessivas, inevitáveis, no rumo da libertação do espírito, em bom humor e lazer, repudia as convenções, eliminando todas as dependências e muletas psicológicas que pode. 137.11 Renovações. A repetitiva tarefa da consolação repisa fórmulas antigas, fala ainda em tom sacramental, acomoda-se, às vezes, na retaguarda, “pondo remendos em pano usado”,e conserva as massas humanas ainda dentro de uma dependência inconsciente. A renovadora tarefa do esclarecimento aplica novas fórmulas, ousa enfrentar o front da luta evolutiva, “trocando o pano usado por um novo”, e conduz as criaturas a uma interdependência consciente, responsáveis por si mesmas, 137.12. Veículos. A tarefa da consolação procura localizar o centro da consciência no psicossoma — o corpo emocional — agindo sobre o homem animal, por exemplo, através do show entusíasmante do orador, criando ouvintes que lhe prodigalizam aplausos, e que, constrangidos e inibidos, não expõem suas idéias com medo de não agradar. A tarefa do esclarecimento procura localizar o centro da consciência no corpo mental, — o veículo do equilíbrio e da maturidade, — agindo sobre o homem espiritual, por exemplo, através do somatório de idéias dos debates promovidos pelo professor; criando estudantes desinibidos que assumem a própria personalidade e questionam criticamente a tudo e a todos. 137.13. Cronologia. A primeira fase da consolação vai do passado até o presente, manifestando-se no continuo espaço-tempo, no restringimento físico da consciência encarnada, assentada na intransigência da ortodoxia e no purismo autodefensivo que conduz à segregação do bairrismo local, paroquial, nacional, e planetário. A segunda fase do esclarecimento, vai do presente até o futuro, fazendo a consciência libertar-se da forma, do espaço, e do tempo cronológico, até chegar ao universalismo da fraternidade pura, sem elitismo nem torre de marfim. 137.14. Abordagens. A tarefa da consolação dedica-se à dimensão estritamente religiosa, por exemplo, ao Evangelho, à cristolatria, atrave's do culto ao mito de Jesus Cristo, o guru-mor, fazendo o povo sentir mais e pensar menos e, jogando com as palavras, o conduz ao lirismo da poesia do romantismo cego e às exaltações da religião, pois precisa da fé. A tarefa do esclarecimento dedica-se essencialmente aos parâmetros da lógica, do bom senso e aos fundamentos da Ciência, por exemplo, a Parapsicologia, fazendo cada qual pensar por si a fim de domar os instintos e sensações animais e, jogando com as idéias, o conduz ao discernimento e à experimentação da ciência pura, substituindo a crença pelo conhecimento. 137.15. Religiões. A tarefa da consolação ainda faz o culto idolátrico às personalidades, mantém gurus e coisas intocáveis como tabus, preocupa-se com o proselitismo e a concorrência de outras religiões e filosofias. A tarefa do esclarecimento não mais faz cultos aos personalismos, dispensa os gurus, põe a catequese sistemática em plano secundário, e busca o congraçamento com o lado melhor das demais religiões e filosofias existentes. 137.16. Exemplos. As seitas e as igrejas em geral só têm recursos para executar a primeira tarefa, a consolação, pois estão presas à vida humana, ao poder temporal e ao dogma, nada podendo esclarecer com profundidade se não aplicam o animismo e a mediunidade. As verdades extrafísi- cas, consideradas do ponto de vista universalista, têm força para esclarecer e, ultrapassando a tarefa da consolação, que pode ser desempenhada por outros, não precisam repeti-la criando impérios sempre temporais, por terem atingido a tarefa do auto-conhecimento, através do animismo da projeção consciente, da mediunidade pura, e da desobsessão extrafísica em que a consciência encarnada vai, pesquisa e conclui por si, diretamente, sem intermediários nem influências externas, sobre a vida e os planos existenciais. Méritos. O encarnado, homem ou mulher, que consegue realizar a tarefa do esclarecimento, hoje, na Terra, deve se considerar um felizardo. É indispensável ter muitos méritos para desenvolvê-la na atual atmosfera humana. Em geral, a consciência encarnada primeiro, através da tarefa da consolação, constrói os alicerces energéticos pessoais de defesa, de onde, então, procura erguer, depois, a tarefa do esclarecimento. Realismo. Não descarte o leitor este capítulo julgando-o excessivamente idealista. Este assunto, além de ser muito racional e prático, pode ajudá-lo a se manter com as plantas dos pés sobre o chão do mundo. Nas experiências da quase-morte (V. cap. 32), quando o “ser de luz” aparece para a consciência humana, projetada, no momento crítico em que a mesma deve decidir se permanece de vez, por lá, no plano extrafísico, ou se ainda retorna ao corpo humano para continuar com pequena moratória encarnatória, como regra geral, ele pergunta, realisticamente: — “O que você tem feito a favor dos outros na sua vida na Terra?”

138.

AUTOCRÍTICA DO PROJETOR OU PROJETORA

Definição. Autocrítica: crítica feita por alguém a si mesmo ou a seus próprios atos e manifestações. Sinonímia: auto-análise; auto-avaliação; autoconfrontação; autodetecção de mentiras; “desconfiômetro”; juízo autocrítico; julgamento autoconfrontativo. Objetividade. A experiência projetiva não é assunto fácil para se expor num relato minucioso. Antes de tudo, nossos desejos e paixões, conscientes e inconscientes, imiscuem-se muito depressa na observação, seleção e classificação dos eventos extrafísicos vivenciados ou presenciados. Se não mantivermos permanente atitude de imparcialidade e objetividade científica, vemos apenas o que queremos ver, fechando os olhos ao que não queremos perceber. Preconceitos. O projetor há de observar e interpretar os eventos extrafísicos sem levar em conta os seus próprios interesses e desejos. Tanto quanto possível, precisa libertar-se de todos os preconceitos científicos, religiosos e de classe. Elaboração. O experimentador projetivo não precisa e nem deve apelar para uma remodelação do seu sonho comum, destinada a apresentá-lo sob a forma de história relativamente coerente e compreensível, a fim de passá-lo por projeção consciente, assim como é produzida a elaboração secundária pelo paciente psicanalítico. Neste caso, a pessoa tira ao sonho a sua aparência de absurdo e de incoerência, tapa-lhe os buracos, efetua a remodelação parcial ou total dos seus elementos realizando uma escolha entre eles e fazendo-lhe acréscimos. Conspiração. Também nenhum projetor consciente precisa apelar — como inúmeros grupos de natureza filosófica, política, religiosa, ou social o fazem — para a teoria do silêncio, como se existisse uma conspiração, urdida por autoridade, govemo, grupos opositores, indivíduos poderosos, ou pela força do poder econômico, para assegurar o fato de que os seus pontos de vista sobre a Projeciologia não são ouvidos, e a vitória triunfal, final, definitiva, das suas idéias, apreendidas através e nas experiências das projeções conscientes, vem sendo adiada. Diabo. Não se pode esquecer como exemplo que, à semelhança da teoria da conspiração, os religiosos profissionais inventaram o diabo, há alguns séculos, para explicar as falhas humanas do Cristianismo na qualidade de movimento mundial. Exagero. Outra tendência enfermiça da natureza humana é o exagero ou a precipitação na análise de um fato quando alguém parte da idéia errônea de que “se isso não é verdade, deveria ser”, evitando considerar outras abordagens e ignorando toda evidência contrária à sua própria posição — antecipadamente estabelecida — quanto ao assunto. O exagero às vezes faz a pessoa apelar, quando numa encruzilhada intelectual, ou num dilema interpretativo, para a mudança da história, ou mesmo para a aplicação à força de uma teoria no assunto analisado, através de numerosos apertões, empurrões, puxões e torções, a fim de que a narrativa se enquadre melhor ou dê a impressão de se encaixar perfeitamente aos fatos sob análise. Auto-suficiéncia. A projeção consciente constitui fato autêntico por si mesma, dispensa achegas psicológicas de toda espécie, e não precisa de quaisquer tipos de apelos para se firmar como fenômeno autêntico perante quem quer que seja. O fato natural da projeção consciente é auto-suficiente, fala por si, e a si, e por si mesmo, se defende. Análise. Depois dessas considerações, vale enfatizar que em qualquer experimento científico parapsicológico, notadamente no que diz respeito às experiências individuais com as projeções conscientes, o praticante deve proceder a rigoroso exame autocrítico depois do despertamen- to físico. Neste exame minucioso precisa analisar se as vivências extrafísicas não foram alucinação, coincidência, devaneio, engano, exagero, hipnagogia, hipnopompia, memória distorcida, pesadelo, sonho, ou a possível combinação destas e outras explicações. Projeciocrítica. A existência desta projeciocrítica, ou auto-análise psicológica rigorosa, enumerada aqui em dez itens para quem deseja evoluir com as projeções e alcançar maior maturidade extrafísica, destaca-se, antes de quaisquer outras considerações práticas, a fim de frisar a sua importância e, acima de tudo, ajudar ao aspirante à projeção consciente marcante: 138.1. Projeção. Somente proceda ao confronto das próprias experiências com os dados deste livro quando plenamente convencido de que vivenciou projeção consciente e não outro estado alterado de consciência, nem muito menos reminiscências de filmes, programas de televisão, romances, leituras, entusiasmos, ou vaidades pueris. 138.2. Incoerências. Pesquise as causas e correlações de todos os anacronismos, incongruências, incoerências, inconseqüências & inconsistências das percepções extrafísicas durante os experimentos projetivos. 138.3. Distorções. Não sonegue intormações sob algum pretexto, não escreva seus relatos sob

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pressão, nem distorça deliberadamente a versão dos acontecimentos buscando evitar dificuldades na aceitação de seus experimentos projetivos. 138.4. Exclusões. Seja autêntico, sempre fiel aos fatos, afastando toda propensão de salientar certas abordagens com exclusão dê outras ao analisar as projeções conscientes. 138.5. Franqueza. Use da franqueza em abordagens sensatas e racionais no registro de suas vivências extrafísicas. 138.6. Imaginação. Elimine os acréscimos forjados pela imaginação, ou da imagística, nas mínimas interpretações das ocorrências parapsíquicas. 138.7.Preconceitos. Afaste os preconceitos possíveis, os tabus da civilização, e os dogmas de todo gênero ao estudar as experiências projetivas. 138.8. Dúvida. Abstenha-se de forçar a transformação da dúvida em certeza no enfoque natural dos fenômenos projetivos. 138.9.Destemor. Desreprima-se e se exponha sem reservas, realisticamente, sem medo de complicações, mal-entendidos, ou ameaças no que diz respeito às suas projeções conscientes. 138.10. Confissão. Confesse ignorância sempre que necessário ante quaisquer assuntos sob análise. Autocensura. Por outro lado, você, na qualidade de praticante interessado, deve se conscientizar de que esta autocrítica não pôde ser confundida nem interpretada, exageradamente, até ao ponto de uma autocensura castradora ou esterilizadora, que indique tendenciosidade incorporada em suas abordagens, expressando opiniões censuradas por mitos, influências espúrias, coação subconsciente na análise dos fatos, ou desvios das formas do procedimento científico. Projeciolatria. Sou, pessoalmente, contra todos os cultos estagnadores ou excessivos, por isso sou contra a projeciolatria. O projetor que deseja evoluir não pode abdicar da sua razão, do seu discernimento, do seu bom senso, do seu permanente estado de autocrítica, da sua franqueza, a começar para consigo mesmo, reconhecendo o papel exato da projeção consciente no desenvolvimento do homem, contudo sem exageros. Hipóteses. A propósito, nos planos e ambientes extrafísicos nada vi através das projeções conscientes que viesse comprovar estas quatro teorias: 138. § 01. Metempsicose. Metempsicose ou a doutrina de uma consciência humana reen- carnarse num corpo de animal inferior. 138. § 02. Gêmeas. Almas gêmeas ou a suposição de duas consciências extremamente afins que evoluíssem interdependendo uma da outra. 138. § 03. Fusão. Fusão consciencial (melding) ou a hipótese de duas ou três consciências se fundirem formando uma outra mais evoluída. 138. § 04. Elementais. Seres chamados elementais ou a criação, à parte, com a evolução paralela de princípios espirituais diferentes da personalidade que culmina por constituir a consciência humana. _______________ Bibliografia: Garrett (571, p. 50), Gooch (617, p. 45), Rigonatti (1402, p. 163), Rogo (1444, p. 16), Vieira (1762, p. 62).

VI- VIGÍLIA FÍSICA ANTERIOR

VI - Vigília Física Antenor

139. ANÁLISE CRONOLÓGICA DA PROJEÇÃO CONSCIENTE Definição. Análise cronológica: exame detalhado de cada elemento constituinte ou parte decomponível de um fenômeno, tendo em vista conhecer sua natureza, proporções, funções, limites, relações, conseqüências, etc., quanto à cronologia natural das ocorrências fenomênicas. Sinonímia: análise cronográfica; estudo através do tempo cronológico. Análise. Na análise de toda projeção consciente, induzida por qualquer processo ou metodologia, importa considerar o conjunto de fatores inerentes à natureza transcendente, anímica e parapsicológica dos fenômenos, que se modificam a cada experiência do projetor e de um projetor para outro. Enumeração. No estudo minucioso, o leitor interessado pode estabelecer o confronto identificando as semelhanças e as diferenças da projeção em exame com as especificações alinhadas, a seguir, numa enumeração exemplificativa a começar desta seção. Padrões. Aqui foi incluída, cronologicamente, extensa carga diversificada de padrões típicos das vivências mais comuns, antes, durante e após as atividades da consciência fora do corpo humano, com as eventualidades altamente prováveis, os fenômenos intercorrentes e múltiplos procedimentos técnicos, nos mínimos aspectos, derivações e conseqüências, o mais corretamente possível dentro da ordem cronológica das ocorrências que se desenvolvem numa projeção comum. Repetições. O objetivo de clarear ao máximo os detalhes importantes, assentando as bases da avaliação da qualidade dos experimentos, gerou repetições inevitáveis devido às interações dos fenômenos e aos enfoques congêneres. Evidências. Nos assuntos expostos, todos com intrigantes prismas mais ou menos originais que exigem maior exploração, os itens terminam com o providencial et cetera. Tal recurso atesta a ignorância atual quanto aos reflexos e à extensão dos experimentos, que somente serão esclarecidos, confirmados ou invalidados, pelo critério científico da convergência de evidências, através da universalidade das observações reproduzíveis dos praticantes da projeção consciente e dos pesquisadores dos fenômenos parapsicológicos, num futuro próximo. Aviso. Chamo a atenção do leitor para o fato de que nenhuma das características aqui apontadas relacionando detalhes projetivos pode ser tomada como geral, pois varia de pessoa para pessoa, e pode até mesmo ocorrer de maneira contrária ao que se afirma. Contudo tais características são próprias das dificuldades mais corriqueiras da maioria dos projetores conscientes e se acham relacionadas aos fatos psicológicos mais comuns da existência humana. 229

140. FASES DA PROJEÇÃO CONSCIENTE Ciclo. O ciclo projetivo se compõe de cinco fases principais, distintas, ou cinco diferentes etapas que a consciência encarnada tem de cumprir no plano físico e no plano extrafísico para produzir a experiência da projeção consciente. Cronologia. As cinco fases projetivas podem ser discriminadas em ordem cronológica: 140.1. Estado da vigília física anterior (preparo da partida consciencial). 140.2. Exteriorização da consciência (decolagem). 140.3. Período extrafísico da consciência (vivência extrafísica, volitação, etc.). 140.4. Interiorização da consciência no corpo humano (reentrada consciencial). 140.5. Estado da vigília física posterior (decorrências da chegada consciencial). Vigília. O estado da vigília física ordinária, tanto o anterior quanto o posterior à produção da experiência da projeção consciente, torna-se importante porque freqüentemente ocorrem: antes, os fenômenos ou influências preambulares ou pré-projetivas, e depois sobrevêm as conseqüências imediatas do experimento, logo após a ocorrência, ou as diversas manifestações pós-projetivas. Destaque. A partir deste capítulo, cada uma das cinco fases da experiência da projeção consciente será destacada em várias partes, a fim de serem anatomizadas, o mais possível, as ocorrências projetivas da consciência humana. _____________________

Bibliografia: Vieira (1762, p. 53). . 141. PORTAS PARA A PROJEÇÃO CONSCIENTE Dimensões. Todas as portas para as dimensões exteriores da consciência encarnada são estados predisponentes para a produção da projeção consciente. Tipos. Existem vários tipos de portas para a projeção consciente humana: psicológicas; parapsicológicas; vigília física ordinária; estados xenofrênicos diversos; devaneio; sonolência; sono natural; sonho comum; pesadelo; estado vibracional; estado hipnagógico (ondas alfa); sonambulismo extrafísico; sono extracorpóreo; catalepsia física, catalepsia extrafísica; transe mediúnico; autos- copia; etc. Ambivalência. Essas portas projetivas são ambivalentes, pois podem ser de entrada e também de saída para a projeção consciente. Assim, a consciência do projetor sai, por exemplo, do estado de sono natural e toma a voltar para ele logo em seguida. Alternância. A alternância comum dos estados da consciência, com referência mais ao sono natural, ao sonho e ao pesadelo, ocorre menos freqüentemente com a vigília física, o devaneio, e o estado hipnagógico. Traumas. Vários traumas físicos podem provocar a projeção consciente: anestesia odontológica; choque; choque elétrico; cirurgia;, doença grave; drogas, estado de coma; impacto de aceleração ou desaceleração súbita de veículo; projeção parcial prévia; traumatismo encefálico; etc. Repetições. Qualquer projetor encarnado pode experimentar todos os estados conscienciais aqui referidos para iniciar a projeção consciente, embora apresentando um ou dois que se repetem mais amiúde conforme o processo empregado para se projetar. __________

Bibliografia: Shay (1546, p. 32).

142. DATA DO EXPERIMENTO PROJETIVO Ocorrências. Quanto à data do experimento do projetor podem ser observadas várias ocorrências: consulta ao calendário; dia do mês; dia da semana melhor para o projetor; mês; ano; feriado; dia atípico ou com ruptura do ritmo psicofisiológjco do corpo humano; fase da Lua; outros referenciais; registros; etc. Comprovações. Os pormenores da data, à primeira vista desnecessários, são no entanto fatores relevantes nas comprovações posteriores, intencionais ou inesperadas, das ocorrências da projeção, principalmente nas projeções precognitivas; além disso servem como elementos valiosos nos estudos

comparativos entre as projeções seriadas, influências do meio ambiente humano, etc. Projetora. Será sempre importante a mulher observar os seus períodos menstruais em relação às projeções, verificando se há algum aspecto importante entre um fato e outro. Certas mulheres, ao se aproximar o período menstrual, sentem mais necessidade de descanso. Astrais. Há quem preconize não fazer experimentos com as projeções em certas fases astrais da Lua, especialmente no quarto minguante. No entanto, considero tais precauções como secundárias, simples crendices ou preconceitos inofensivos. _______________ Bibliografia: Butler (227, p. 74), Monroe (1065, p. 235), Vieira (1762, p. 210).

143. CONDIÇÕES METEOROLOGICAS ANTES DA PROJEÇÃO CONSCIENTE Características. Dentre as características das condições meteorológicas que apresentam relação com a projeção consciente destacam-se: tempo bom; tempo chuvoso, tempestade; vendaval; descargas e raios; ribombos de trovões; ruídos;umidade; frio; calor; etc. Cósmicos. Os chamados fatores cósmicos, meteorológicos, influências climáticas e as variações das estações do ano, na verdade, não devem exercer nenhuma atuação sobre a experiência da projeção consciente que depende, antes de tudo, da vontade decidida, motivação psicológica e desempenho do praticante que pode superar todas as condições inconvenientes ou aparentemente adversas ao experimento. Principiante. Será sempre fácil escrever isso, mas na prática a teoria não é tão simples assim em razão dos fatores psicológicos, condicionamentos de todo tipo, específicos a cada pessoa, idéias preconcebidas e arraigadas, superstições, etc., que estratificam as complexidades que compõem a personalidade humana. Daí porque será sempre melhor ao principiante escolher um dia favorável, ideal ou típico de bom tempo para começar os exercícios projetivos. ____________________ Bibliografia: Butler (227, p. 74), Vieira (1762, p. 165).

144. BASE FÍSICA DO PROJETOR Definição. Base física: local seleeten^do e seguro onde fica repousando o corpo humano da consciência encarnada quando estale projeta. Sinonímia: astralporto; baseí de apoio; base humana; base projetiva; campo de pouso; domicílio do corpo humano; duplódromo; estação volitatória; estacionamento do corpo humano; garagem do corpo humano; pião para as projeções sucessivas; quarto de dormir; retiro privativo. Interna. A rigor, a primeira base física, interna, da consciência encarnada é o próprio corpo humano (V. cap. 85). A esfera extrafísica de energia (V. cap. 236) faz da base física do projetor a sua pilha de energia consciencial (V. cap. 246), que tanto pode estar carregada ou descarregada na ocasião da sua projeção consciente. Tipos. Existem variados tipos de base física para o projetor: a interna, o corpo humano; e as externas: quarto de dormir; sala de visitas; salão; escritório; local emparedado; laboratório; apartamento; casa; instituição; templo; igreja; monastério; céu aberto; quintal; varanda; veículo parado; veículo em movimento; regular; eventual; flutuante; etc. Melhor. A melhor e mais comum das bases físicas é um quarto silencioso onde o projetor possa manter a porta trancada e as janelas cerradas. A cor azul da decoração do quarto ou cômodo tem efeito positivo, ou sedativo, para o sono e a projeção consciente. Localização. Na localização da base física devem ser lembrados certos aspectos, ou condições ambientais, e equipamentos para dormir que funcionam às vezes por simples razões físicas e outras vezes por motivos puramente psicológicos; endereço completo para as anotações; altitude; isolamento; tudo o que alerta a mente física prejudica a projeção consciente; portas e janelas fechadas ou abertas. Repouso. Pelo menos teoricamente, dorme-se sobre qualquer coisa: cama, poltrona, sofá, estrado, gramado, tapete, etc. Há quem repouse deitado em superfícies muito rijas como chão, piso, ou assoalho, o que, segundo os especialistas, causa noites pouco repousantes. Outros dormem com a cabeceira do leito ligeiramente erguida; outros ainda passam a noite em redes. Os astronautas dormem

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bem flutuando em gravidade zero. O interior da cabine de uma cosmonave em órbita pode ser considerado como base física privilegiada para as projeções conscientes humanas. Leito. A cama de solteiro evita movimentos espontâneos e toques inconscientes do cônjuge, comuns quando ambos dormem na cama de casal. Se o ato de dormir com o cônjuge causa incômodo, deve-se tentar camas gêmeas ou quartos separados. Isso poderá parecer pouco romântico, mas é até melhor para o bom relacionamento conjugal em certos casos. Por princípio, a sua cama deve ser pelo menos quinze centímetros mais comprida do que você. King-size. Todo impedimento à liberdade do corpo humano representa impedimento ao sono. Quem preferir, e dispuser de espaço, pode se valer da cama de tamanho extra, ou cama king-size, suficientemente ampla, com 2,20 m de comprimento por 1,60 de largura, por exemplo. Esta cama permite a cada cônjuge usar cobertas separadas sobre o mesmo colchão, dormindo cada qual acompanhado e, no entanto, separado um do outro. Beliche. A distância entre 0 solo, ou o piso, e o corpo humanp do projetor ao se projetar não importa e nem interfere seriamente na produção de suas projeções conscientes. Haja vista que existem muitos projetores conscientes veteranos que exteriorizam a consciência deixando o corpo físico deitado num andar superior de beliche, ou seja, na segunda e até na terceira cama estreita, superposta, de fixação especial, de um conjunto de camas, dentro de casa, ou mesmo em compartimento de camarote de navio. Colchão. O colchão não deve ser de molas porque estas — além de fazerem ruídos que se ouvem quando se está na posição de bruços — tomam-se magnetizadas e há quem ache que isso interfere no experimento em certos casos. O colchão deve ser suficientemente largo a fim de permitir movimentos livres. O colchão sem molas, além de ser mais relaxante, não faz ruídos, anula as perturbações recíprocas durante o sono, e dá a sensação de estar flutuando no ar permitindo assim um sono mais tranqüilo. O colchão sem fibras animais tem sido mais recomendado por alguns projetores, porque o animal que forneceu tais fibras morreu aterrorizado. Há pessoas sensíveis a essas energias negativas. Além doS'Coldiões usuais, há quem durma em: acolchoados cheios de bossas, descaídos, duros como tijolos; camas de água; colchões infláveis; etc. Lençóis. Os lençóis, na base física, devem estar limpos, frios, e macios. Os de algodão são os mais aconselháveis, pois sua textura natural gera menos eletricidade estática, favorecendo o sono natural. Travesseiros. Os travesseiros apresentam vários graus de dureza e maciez, finos ou espessos, de material sintético, fibra de multifilamento contínuo’ou espuma para os que sofrem de alergias. Precisam ser apenas o bastante grossos para manter a cabeça na mesma posição horizontal dos ombros e da coluna vertebral. Verifica-se isso ficando de pé, de lado, e com o ombro encostado numa parede. O espaço entre a cabeça e a parede corresponde à espessura do traveseiro, quanto à média dos dormidores. Laboratório. Em experimentos de laboratório, o sensitivo, colocado em decúbito dorsal, usa um travesseiro de espuma de borracha em forma de U, a fim de imobilizá-lo e limitar-lhe a percepção auditiva. Saco. Há quem produza a projeção consciente deixando imobilizado o seu corpo humano dentro de um saco de viagens, desses grandes, com zíper, usados para acampar, estendido direta- mente no chão limpo, ao ar livre, sem nada por cima. O saco de viagens — espécie de casulo temporário do corpo humano do adulto — é a base física, externa, portátil, a mais simplificada possível para o projetor consciente. Cordas. Há alpinistas que já se projetaram conscientemente, de modo espontâneo, estando imobilizado o seu corpo humano, amarrado por duas cordas, em saliências de rochas elevadas. Móveis. Além da cama, outros móveis podem ocupar o quarto-laboratório do projetor consciente: cadeira, poltrona, armário embutido, mesa de cabeceira, etc. Instrumentos. Diversos instrumentos funcionam como opções, e chegam a ser usados no local da base física: relógio digital silencioso com mostrador que permita consulta na penumbra; cronômetro; termômetro, higrómetro, e barômetro dependurados em parede; lanterna de fácil manejo; condicionador de ar direto ou indireto; gravador portátil; tomada de luz próxima; monitores e polígrafos diversos, eletroencefalógrafo e outros instrumentos de medições fisiológicas (V. cap. 456), se for o caso. Deve-se evitar fios elétricos, telefone, rádio, televisor, estéreo, vídeo-cassete, e outros aparelhos eletroeletrônicos desnecessários diretamente à projeção conscienciai, ligados no quarto de dormir. Interferências. Se for o caso, pode-se usar máscara de dormir e tapa-ouvidos confortáveis ao se deitar, mas os mesmos podem interferir nos estados físico e psicológico do praticante das projeções conscientes, ou seja, resolvem um problema porém criam outro. Recursos. Além dos instrumentos relacionados, existem outros recursos a serem utilizados na base física: lápis ou esferográfica, papel em tranco, calendário; livro de leitura selecionada e pacificadora da mente para quem não seja portador de insônia. Deve-se usar o mínimo de cobertura sobre o corpo humano a fim de evitar o peso inconveniente que acarreta impressões negativas no psicossoma e até pesadelos inoportunos. Familiares. O auxiliar em terra e a presença de familiares e suas doenças têm relação com as

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a consciência não deve sentir qualquer temor infundado pelo risco de ficar presa no local. conseqüentemente. pois a permeabilidade do psicossoma (V. etc. ônibus.1. ela pode retomar com lucidez à base física terrestre passando até por dez etapas de visualização. predispõe a consciência às projeções conscienciais lúcidas através do psicossoma — o corpo emocional — nos ambientes do plano extrafísico crosta-a-crosta. e o desentrosamento com o meio ambiente bloqueia a sua rememoração. Veículos. o despertamento físico abrupto. o estado de catalepsia breve. a condição de escuridão. fora da rotina. ou melhor. a cabeça voltada para o Norte e os pés para o Sul. até o momento não existe justificativa científica para esta teoria da onda magnética norte. por exemplo. Clima. 153). Neste caso. Quando projetada pelo corpo mental. etc. inicial. 426). supõe-se. quarto de dormir. 324) a partir dali. a base física varia bastante podendo ser a mesa de cirurgia. primeira projeção semifísica. ao se despertar fisicamente. cap. Quando a consciência está projetada através do psicossoma no Espaço Exterior — exoprojeção consciente —. 144. Teoria. O cemitério é a última base física. a maca da ambulância. a consciência. telúricas. costumam ser freqüentemente de curta duração e em geral desinteressantes (V. incenso. especialmente se o projetor projetado voltar. a fim de situar. exterior. do ponto de vista mental. na sua projeção inicial. os sons intracranianos. cap. (V. a consciência pode queimar. inclina a consciência às projeções lúcidas através do corpo mental. na sua projeção final. 262) lhe dá ampla liberdade de ação extrafísica. Cabeça. ou pela natureza. Mental. ou morte biológica. a consciência projetada pode receber as impressões das seguintes ocorrências: a condição de escuridão. permanecendo simpáticos aos experimentos. o campo de batalha. cap. o passeio da rua. Incenso. o leito do hospital. de emoções racionalizadas. Extremas. Nas projeções forçadas. em uso logo após a concepção humana. Extremos. As cavernas e grutas cavadas pelo homem. intelectual (“racionogênica”). ocorrendo. definitiva. A base física de atmosfera espiritual. pode ocasionar o bloqueio mnemónico. O clima íntimo da base física influi e define o emprego ou a utilização do veículo de manifestação da consciência e. o asfalto nu da estrada.2. elevada. o repouso do sono e a sua influência sobre as projeções conscientes (V.se em harmonia com o campo magnético da Terra. Isso é devido a um deslocamento parapsicológico da consciência em face da nova locação do corpo humano. 176). temporária. a saída do projetor da cidade para outro local em praia. No extremo microcósmico da cabeça física. extrafisicamente. a visão das estrelas. O mesmo acontece quando o projetor se projeta estando escutando rádio ou vendo televisão.projeções conscienciais. A mudança esporádica da base física. retornando do Espaço Exterior diretamente aos hemisférios cerebrais. numa escala decrescente de redução geográfica: Terra. Há quem se preocupe. cores. etc. Existe uma regra segura: diz-me qual sua base física e lhe direi quais são suas projeções conscienciais. Urge evitar a criação de preocupações nos familires ou interferências no curso normal de suas existências com as ocorrências dos experimentos da projeção consciente — por exemplo. o que. exterior.. cabeça humana. No extremo macrocósmico do Espaço Exterior.sul. ou seja. cap. ao ato do desperta. continente. trem. ou anti-sépticos fortes na intimidade 233 . Por aí se observa que a base física. a cadeira do dentista. o tipo médio das experiências de projeções conscienciais lúcidas do projetor humano. Forçadas. os dois hemisférios cerebrais. à sua base primitiva e habitual para fazer assistência extrafísica (V. Cubículo. avião. na estrutura pétrea das montanhas constituem excelentes bases físicas externas para a consciência encarnada que procura produzir as projeções conscienciais lúcidas (V. intuições. o projetor. cap. Psicossoma. na sua expressão mais simples. Bloqueio. 144. da consciência encarnada. dentro da nova base física. no plano mental. do corpo fetal da consciência reencarnada. é justamente a cabeça humana. nessa ocasião. pode viver as seguintes experiências: o blecaute consciencial. Regra. 0 útero é a primeira base física. Deve ser evitado o emprego de perfume. luzes. o catre do presídio. última projeção semifísica. ajudaria a induzir o sono. país.mento físico. Cavernas. residência. As experiências nas quais a consciência se projeta para fora do corpo humano deixado numa base física móvel. uma projeção prolongada e díspar num destes novos lugares. Contudo. ou mais apropriadamente. carro. 383). etc. até mesmo pequeno cubículo fechado. emocionais ou passionais (“emocionogênica”). montanha ou campo. corpo humano. de modo radical. tenta se colocar. as etapas intermediárias de visualização. A base física de características muito humanas. bairro. incapacitado num quarto estranho. um veículo por exemplo. ou planos. Seja qual for a base física. ao se interiorizar. cidade. na hora de dormir. em acomodar o corpo humano segundo o eixo magnético norte-sul. entidades desencarnadas ou consciências encarnadas projetadas. a massa líquida da água do mar ou do rio. alguém querer entrar no quarto durante o experimento projetivo — pois os mesmos somente podem colaborar quando estão capacitados a compreender o que se passa com o projetor. cap. área regional.

Powell (1278. 145. câmara projetiva. Personalidades. p. etc. que aí estagiam ausentes do ambiente e indiferentes aos seres humanos. Swedenborg (1635. emprego de ar condicionado indireto e silencioso. p. 105). p. sempre exercerem razoável percentual de influência psicofísica sobre o corpo humano e a consciência do projetor. p. Pode-se usar anteparos com um material adequado de absorção sonora. posto proietivo. aviso escrito na parte externa para não ocorrer perturbação no local. também deve apresentar enfraquecimento mecânico significativo no que se refere a vibrações exteriores (antivibrátil). Hipóteses. podem interferir ou mascarar. Sinonímia: base-física-laboratório. 253) é o processo mantenedor ideal do equilíbrio e da homogeneidade energética da oficina extrafísica. por nenhuma razão. 9). os enfermos. apenas como hipótese. com ocupações temporárias ou obrigações mais duradouras. sala muda projetiva. 267). Crookall (331. laboratório da projeção consciente.po. Esta peça construída ou forrada de modo a proporcionar isolamento acústico considerável em relação aos ruídos externos. Vieira (1752. À vista do fato de as condições ambientais do plano físico. já engajado numa equipe assistencial física-extrafísica. cap. p. pode ser transformada em oficina de trabalho extrafísico pelos ampara. pelo menos. de registros fisiológicos e medidas de toda a natureza. mesmo a contragosto. Muldoon (1105. utilização de móveis internos funcionais. 111). Condições. p. em certos casos. com pintura sem brilho a fim de reduzir ao mínimo os reflexos de luz. p. inclusive sentam nas cadeiras disponíveis. desejam dialogar com o projetor projetado. a seus familiares. observatório astral. durante os experimentos. inconscientes. aplicação de ozônio. _____________________ Bibliografia: Brunton (217. Oficina. uso de instrumentos. veterano. Frost (560. 199). Eis algumas hipóteses de trabalho pertinentes: — A anulação da força gravitacio. p. cap. Greenhouse (636. câmara surda projetiva. também? E o uso da gaiola Faraday? Quais seriam as relações que se poderiam criar entre o projetarium e a esfera extrafísica de energia? (V. 149). conforme o projetor consciencial. observam o que os seres humanos fazem. operoso.da base física. observatório extrafísico. p. Razões.cial lúcida completa. etc.nal ou a instalação do estado de imponderabilidade no ambiente interno do projetarium poderia ajudar a produção das projeções conscienciais lúcidas? E a instalação de um campo de força especial. forro e revestimento antiacústico ou à prova de som (câmara surda). as problemáticas percepções olfativas extrafísicas da consciência projetada através do psicossoma.dores que lhe sejam afins. quatro metros de raio a partir da cabeça humana do projetor em repouso na posição de decúbito dorsal. sala anexa auxiliar isolada. Dentre as condições para a instalação do projetarium podem ser destacadas: cômodo pintado em azul. porém sob as vistas zelosas dos amparadores. 52). os convalescentes extrafísicos que interagem com os ambientes físico e extrafísico. 211). projetorium. 234 . ou altamente isolada acusticamente. 154). ou contínuo espaço-tem. inclusive obsessores. 4). câmara insonora projetiva. que superintendem a oficina. uma base física especial onde se reuniriam todas as condições físicas propícias ou ideais à projeção conscien. p. Nessa oficina podem ser encontrados quatro tipos básicos de personalidades extrafísicas: os sonâmbulos desencarnados (às vezes também seres encarnados projetados). p. e aos seus serviços assistenciais. sala projetiva à prova de som. A base física do projetor militante. p. 182). não desconfortáveis. St. atraídos pelo processo de isca extrafísica. p. local de retiro extrafísico. que podem ou não imiscuir-se na atmosfera humana. PROJETAR IUM Definição. Clair (1593. e os amparadores de todos os feitios e naturezas. escutam as conversações públicas. pois além de não contribuírem para a produção da projeção consciente de imediato. 83). câmara anecóica projetiva. A tarefa diária dos passes para o escuro (V. sempre cumprindo tarefas definidas no rodízio de estágios curtos ou prolongados. câmara interdimensional. 236). o ideal será conceber. _______________ Bibliografia: Puharich (1338. Vibrações. 42). Mittl (1061. Castaneda (258. Projetarium: base física cientificamente preparada para facilitar o desenvolvimento das projeções conscientes. O espaço interno do projetarium deve ter extensão além do perímetro de ação mais intensa do cordão de prata ou. Monroe (1065..

etc. Uma vez que o termostato do corpo humano e a sensibilidade ao frio variam. Sinonímia: excesso da temperatura ambiental. a sua interiorização e o despertamento físico abrupto. O projetor consciencial só deve deixar entrar no seu quarto de dormir de onde se projeta. sem perder o sentido da direção ao acordar. fica inquieta e o sono apresenta-se mais leve. janelão ou vidraças. A penumbra no aposento da base física pode ser mantida com um pano escuro instalado como cortina na janela. Extremos. deve mantê-lo num baixo nível de iluminação. Em regra. central e silencioso. a melhor temperatura para se projetar é a que permanece em torno dos vinte graus Celsius já referidos. seja por frio intenso ou pelo calor excessivo. ______________ Bibliografia: Monroe (1065. a fim de diminuir os efeitos do ruído do aparelho sobre o indivíduo. ou senão. Pano. p. ou entre as cortinas comuns e as vidraças porventura aí existentes. impede o sono. embora não sendo empecilhos. ou seja. porém indireto. máquinas de quinas ou peças pontiagudas. com o uso de pequena lâmpada fraca. p. Com a temperatura interna. a pessoa não dorme direito. ou penumbra. uma réstea de luz. Pontos. TEMPERATURA AMBIENTAL Definição. segundo as recentes pesquisas sobre o sono e a insônia nos laboratórios especializados. Condicionador. desconforto e intranqüilidade. a posição real do corpo humano em relação aos objetos e móveis do aposento. hipertermia ambiental. Contudo. sendo estimulante. de imediato. Nestas experiências quase sempre são empregados pela consciência projetada os para-olhos do psicossoma. 17^ 147. Importância. instalado em outro aposento próximo. Ideal. a mudança súbita da temperatura ambiente para mais ou para menos pode provocar uma repercussão extrafísica com o retomo da consciência projetada. no quarto de dormir. O nível adequado de vinte graus Celsius (ou centígrados) de temperatura ambiental e a qualidade do ar respirado durante o sono apresentam extrema importância para os experimentos com a projeção consciente induzida pela vontade. o ato de esbarrar e tropeçar nos móveis existentes na base física. Todas as superfícies especulares polidas. e outros objetos perigosos devem ser tirados do quarto. ou de alguma fonte de luz discreta que entre no aposento. Inquietação. Depois disso surgem sonhos desagradáveis e pesadelos.soma com a consciência. Muldoon (1105. A luz. p. Relaxação. Penumbra. ou fatores 2ntiprojetivos. possíveis pequenos acidentes. deitar e sair do leito. Tanto a temperatura baixa quanto a temperatura alta trazem inquietação mental. atrapalhara mais do que ajudam nos experimentos de indução das projeções conscienciais lúcidas para a maioria dos projetores humanos. acima de 23°9 Celsius (ou centígrados). 211). sendo sempre preferível sentir um pouco de frio do que um pouco de calor. impedindo que o corpo humano fique inativo e libere o psicos. O mecanismo dos globos oculares físicos do corpo humano não é praticamente utilizado no desenvolvimento das projeções conscienciais. no caso de as lâmpadas do ambiente estarem apagadas. Vieira (1762. local. um ar mais frio que o do exterior estimula o sono. quando possível. que vai além das possibilidades de aclimatação por parte do organismo humano. a luz natural ou a iluminação artificial. Na semi-escuridão. não há temperatura ideal que sirva para "todas as pessoas. Tudo isso visa a evitar: um confuso despertamento físico. bem como a obscuridade completa. 204). Nos climas quentes recomenda-se o uso do condicionador de ar.146. 235 . a necessidade de se caminhar às apalpadelas. LUZ AMBIENTAL Para-olhos. A semi-obscuridade permite ao projetor manter pontos visuais de referência. os dois níveis extremos. Mudança. Distermia ambiental: excesso de temperatura ambiental. discernindo. está a condição ideal de iluminação do local aonde fica repousando o corpo humano incapacitado do projetor na base física. prejudicando a relaxação muscular.hipotermia ambiental. intensificando a circulação sangüínea e a freqüência cardíaca. Durante o período em que a consciência se acha projetada. um aparelho de ar condicionado. No verão.

estalar de fogo em lareira. ventos uivantes e demais acidentes da natureza. trepidações de assoalho na base física. conseqüentemente. As mulheres são mais suscetíveis do que os homens de se despertarem em razão de ruídos. sirenas de carros de bombeiros. especialmente quando desregulado. Sensibilidade. sobre a consciência — pode ser caracterizada pelas perturbações ou alterações que produz.a idade física e o local onde esteja.2. Acima de sessenta decibéis — aproximadamente o barulho de um caminhão passando na rua — a maioria das pessoas desperta ou pelo menos sofre uma perturbação do sono natural. Dentre os ruídos interruptores externos destacam-se: explosão de balão de ar. O nível de cento e vinte decibéis marca o limiar normal da dor. trem de ferro. pequenos cilindros ou cones de material plástico.149). Recursos atualmente usados para se fazer a proteção acústica de ambientes e que 236 . em mas e estradas muitos movimentadas. uma atmosfera tóxica para o ouvido. Volume. latido forte de cão. buzina disparada de veículo. ascensão e descida de elevador. Decibéis. quedas de objetos. cento e sete decibéis: máquina potente de cortar grama em serviço. de acordo com o sexo. e da sensibilidade da pessoa em relação ao próprio ruído.ras na rua. Tapa-ouvidos._______________ Bibliografia: Butler (228. tampões. 148. etc. a pressão arterial aumentará e o suprimento de sangue para o coração báixará. ou a forte explosão sônica (estampido sônico ou estrondo sônico) ocasionada pelas variações de pressão que originam as ondas de uma aeronave que se desloca na ou acima da velocidade do som. os músculos do abdome e do tórax se contraem e os batimentos cardíacos se aceleram. As bolas de cera. da rua. serras funcionando e batimentos em construções. batidas de portas’. noventa decibéis: carro esporte em movimento. Muldoon (1105. interruptores. Se o som for repentino. p. em edifícios de apartamentos de paredes finas. Estímulos. A unidade de intensidade de ruído é o decibel (dB). telefones e interfones. dispositivos sonoros com volumes abertos. Internos. ou mesmo bolas anti-ruídos. Externos. Escala. o início de possíveis traumatismos acústicos e a surdez traumática. Tanto um quanto o outro conseguem bloquear apenas cerca de vinte decibéis. O ruído. Eis alguns níveis de decibéis para determinados sons que podem despertar você do sono ou interromper sua projeção consciencial lúcida através de traumas extrafísicos: setenta decibéis: trânsito em rua relativamente quieta da cidade. As localizações do corpo humano do projetor que não favorecem a produção da projeção consciente são: junto ao boom sônico dos aviões a jato nas vizinhanças de aeroporto. aparelho de ar condicionado desregulado. indesejáveis. ou som indesejável. Interruptores. cento e cinqüenta decibéis: decolagem de avião a jato. canto de araponga ou ferreiro nas imediações. grandes chumaços descartáveis de algodão. Isso ocorre com qualquer pessoa que dorme. limpeza de latas de lixo na rua. p. são difíceis de serem colocadas e saem facilmente. hall de recepção. as pupilas se dilatam. A sensibilidade ao som varia de pessoa para pessoa. cadeiras arrastadas pelo vizinho de cima. Vieira (1762. A nocividade de um ruído — ou a ação agressiva que um ruído exerce sobre o organismo e também. Qualquer som acima de setenta decibéis começa a estimular sinais do sistema nervoso pará o resto do corpo humano. namoros noturnos de gatos. de sua intensidade. de sua duração. amassadas a mão. Proteção. e também conforme o estágio do sono em que ela se encontre. Eis uma série de ruídos ambientais. etc. período de conserto noturno com britadei.197). azeite ou vaselina. pelos seus efeitos sobre o ser humano. 0 volume da perturbação causada pelo ruído depende da familiaridade com o som. próximo às feiras urbanas. Localização. escada vizinha. p. festa na vizinhança. é o grande adversário ambiental do sono e também da experiência da projeção consciencial lúcida para a maioria dos projetores. passos. estalos de molas do colchão. por isso deve-se observar e controlar o nível de ruído ambiental da base física do projetor consciencial. ininterrupto e sem significado. Dentre os ruídos interruptores internos destacam-se: campainhas de portas. trovões. estampido sônico de avião. RUÍDO AMBIENTAL Adversário. etc.98) 148. secos ou embebidos em água. tempestades. Há quem resolva o problema dos ruídos na hora de dormir usando tapa-ouvidos. específicos. polícia e ambulância. passagem de veículos èm cima de placas metálicas. arrulos de pombos nos postigos de janelas. marteletes ou barulhos das válvulas de aparelhos sanitários. janelas barulhentas. Quando a intensidade aumenta. reformas de imóveis nas vizinhanças. ruídos de fora. pêndulos e tique-taques de relógios ruidosos.1. oitenta e um decibéis: aspirador de pó funcionando. próximos ao corpo humano inanimado do projetor projetado que podem prejudicar o desenvolvimento da produção da projeção consciente: 148.

a sua pa. 55). assistindo à decolagem. _____________ Bibliografia: Crookall (331. pode inadvertidamente bloquear também as inspirações e sugestões do amparador que tenta ajudá-lo na produção da projeção consciente. A fim de reduzir os impactos sonoros no quarto de dormir. fechando-se em si mesma. A figura do auxiliar em terra constitui cópia do mesmo personagem existente nos campos de pouso de aeronaves. pesquisador. mediunidade. por um lado. como efeito do ruído ambiental. Bloqueios. assessor da projeção. p. vigilante encarnado. dentro de você próprio. a consciência tenta destravá-lo. médium. eles acabam se projetando juntos. instalação do condicionador de ar. instalação de cortinas espessas que. amigo. igualmente. Proteção. neste caso particular. p. Assim como o ruído físico pode. sobrevêm. Se você tenta bloquear ou encobrir mentalmente os ruídos negativos. a sua consciência. Por exemplo. etc.sica. Ao invés de ocorrer. cap. 3'2). dirigente de reunião de pesquisa. Despertador. melhor será o seu desempenho nas projeçoes conscientes. pois por onde entra o ar entram as ondas sonoras. por outro lado. forração antiacústica das paredes com uma camada de dois centímetros e meio de espessura de cortiça. o que absorve de cinqüenta a setenta por cento do som que se infiltra pelas paredes. Frost (560. por serem porosas. instantânea. e até mesmo espontaneamente. quanto mais se esforçar para tornar seus experimentos fisiológicos. Auxiliar em terra: guardião encarnado do corpo humano incapacitado e vazio da consciência do projetor. espíritas. etc. ocultistas. Sinonímia: anjo-de-guarda encarnado. tapetes de parede decorativos pendurados na área barulhenta. cortinas duplas. cap. em colaborador extrafísico também do projetor. havendo mesmo técnica utilizada justamente por essa característica (V. que se mistura aos barulhos do ambiente e favorece o sono com a criação de reflexos condicionados positivos. A tendência natural dos fatos transformam o auxiliar em terra. Vieira (1762. Contudo. predisposta e pronta para entrar em diferentes planos conscienciais conforme as injunções do momento (V. recomendo ligar o aparelho de ar condicionado. sem querer. Certas organizações parapsíquicas. Dentre os vários tipos de auxiliar em terra destacam-se: esposo. racionais e protegidos. como faz todos os dias. projetada. mediúnicas. hipnólogo. O cônjuge constitui o auxiliar ideal ao projetor ou projetora.ramão — para sua imensa surpresa — passa através da trava e do instrumento tilintante. situado um pouco distante. 53). Colaborador. No estado de semilucidez em que se acha ao ouvir o som estridente do despertador. Tipos. AUXILIAR EM TERRA Definição. finalizando a projeção consciente até com repercussão física. tal fato já foi registrado várias vezes com a pessoa de sono profundo e pesado que usa relógio-despertador para acordá-la. _______________ 237 . ao invés de ir para fora através da projeção. 210). na base física situada em áreas de alta poluição sonora. Os ruídos físicos têm efeitos diversos sobre o ato da projeção consciente humana. ou corrente humana mediúnica. dispensando. usando para isso os recursos disponíveis e adaptáveis ao seu ambiente. pouco a pouco. guardião humano.. pode também. p. e ao invés disso. esposa. Por aí se conclui que a consciência humana freqüentemente se encontra numa condição ambígua. 149.ajudam no isolamento do quarto do projetor: janelas duplas. ou seja. 186). espontânea. Causa. Condicionador. agem como esponjas sonoras absorvendo os sons. o despertamento físico da consciência. cujo automático provoque o ruído branco. certos fatores como técnica. na intimidade dos seus veículos de manifestação coincidentes. vedação das frestas das janelas do aposento. pode acabar se interiorizando ainda mais. reúnem vários auxiliares em terra formando um círculo de vigilância e irradiação. O projetor pode se projetar com ou sem o auxílio de outrem. para resguardar e defender contra qualquer dano o corpo humano inanimado junto deles. interromper abruptamente uma experiência extrafí. durante a sua projeção consciente. gerar uma projeção consciente. assistente em terra. médico. ou de baixa freqüência. vazio da consciência do projetor que se ausenta temporariamente em serviço assistencial extrafísico intensivo. familiar. rebaixamento do teto com placas acústicas suspensas. e à aterrissagem dos aparelhos aos serviços ocasionais de vôo. o que reduz o nível de ruído em cerca de dez decibéis. Círculo. com uma segunda camada de veludo ou tecido de fibras sintéticas. Neste caso. ou seja. o seu despertamento extrafísico. e do chamado anjo-de-guarda extrafísico.

p. ou para combater a insônia. Zonzeira. motivado. melancia. ESTADO PSICOLÓGICO ANTES DÀ PROJEÇÃO CONSCIENTE Tipos. Estados. chá. numa escala crescente. que vai da condição de alerta total da sua consciência vígil até às imediações do sono natural: 151.3. Evitações. biorritmos e parabiorritmos. 151. gestação. Evitações. 46). repouso. assim. 154). ESTADO FISIOLÓGICO ANTES DA PROJEÇÃO CONSCIENTE Ocorrências. Você se apresenta um tanto zonzo.4. 18). freqüência cardíaca. a projetora. Antes de se deitar para se projetar. ________________ 238 . dieta alimentar. ferimento. com o ânimo contrário à projeção. mas a temperatura da água deve ficar entre trinta e’dois e trinta e cinco graus Celsius para favorecer o sono. enxugue-se suavemente com uma toalha fofa. Não se esfregue. Você sente-se ativo. As pré-condições psicológicas anteriores à projeção consciente podem ser mais variáveis podendo você. a respiração livre. Projetora. Vieira (1762.5. Há quem aprecie tomar um banho morno antes de se deitar para relaxar. saúde normal.1. etc. Dentre as pré-condições do corpo humano que influem no estado fisiológico antes da projeção consciente destacam-se: idade física. natação. imediatamente" antes dos experimentos e que devem ser evitados: assistir a filmes pesados. Banho. cerejas — a fim de não ter de se levantar e ir ao banheiro causando. torna-se conveniente criar o'hábito simples de assoar a fundo o nariz. em particular.mais diuréticos — por exemplo.2. favorecem a produção da projeção consciente. vinho branco. doença crônica. e outros mais fáceis de serem identificados e evitados. Lentidão. prática de esportes: corrida. como praticante da projeção. povs a fricção é estimulante e negativa para predispor o sono. Inúmeros fatores que predispõem a pessoa para dormir normalmente.7. cerveja. não há inconveniente de se apagar as luzes aí existentes. Relaxação. 150. Após o banho. a sua consciência está desperta. desafiante. certo da projeção iminente.etc. Você se apresenta. 151. Nariz. constipação intestinal. 151. p. refrigerantes. com certa lentidão. p. dificuldade para conciliar o sono e se predispor para a produção da projeção consciencial. Sonolência. doença eventual. ____________________ Bibliografia: Frost (560. p. estar: sereno. entrar em contato com pessoas de quem discorde.6. Você se encontra na condição de quase adormecido. afastado do assunto. pode apresentar antes da experiência da projeção consciencial: meftarca. expectante. Para começar. sonolência. Se o banheiro for suficientemente espaçoso. ignorante sobre o assunto. Fortune (540. 151. melão. A sua condição consciencial é bem característica de sonolência e desligamento psicológico. uso de medicamentos. o praticante deve evitar ingerir bebidas e alimentos. desobstruindo as fossas nasais e desimpedindo. Dormir. aspargo. avisado da projeção. é preferível que o praticante esteja descansado e tenha dormido o bastante para atender à fisiologia do seu organismo antes de tentar produzir a projeção consciencial lúcida. porém não com força total. parar a leitura de livro absorvente num trecho com suspense. convalescença. Atividade. temeroso. violentos. 151. em transe. então. Além do exposto. repleção gástrica.Bibliografia: Butler (227. Nível. Pode-se ficar imerso na água por uns vinte minutos. Toalha. cansaço mental. incapaz de se manter acordado. jejum. manter pensamentos de preocupação e aborrecimentos. Vieiia (1762. 71). 130). hipomnésia.etc. Há sete estados psicológicos que classificam o período abrangente. cansaço físico. fechar os olhos e boiar. peso corporal. 151. ou espetáculos excitantes.indiferente.menopausa. além da zonzeira. instável. Ainda antes de se deitar para produzir a projeção consciente. Na condição de relaxação. 151. Incapacidade. menstruação. que venha a criar o desejo de prosseguir no enredo. água mineral. A sua consciência funciona em alto nível. Agem como fatores psicológicos negativos às projeções conscientes. contudo não totalmente alerta. p.

p. sonolência. ou em movimento. pronto para mergulhar nos primeiros estágios do sono. posição recostada. Na verdade a projeção consciente humana. mas relaxado. andando. naturalmente irão também predominar no seu período extrafísico. correndo.posição voluntária. tocando piano.70) 153. ou da descoincidência dos veículos de manifestação da consciência. trem. moto. posição forçada. 152. avião (atépilotando). submetendo a sua consciência a traumas inevitáveis. À medida que sente a sua aproximação. ___________________ Bibliografia: Castaneda (258. a mesma conseguirá uma projeção espiritualmente evoluída. explicariam os estados do sono natural e da hipnose. já no estado da vigília física ordinária. Para dormir. Dos experimentos criteriosos com as projeções conscientes. escrevendo. se o equilíbrio emocional e plena serenidade prosseguem com a consciência sem hiato. ou seja. Sinonímia: consciência diurna.ção. A. Emocionalismo. tem raízes. contra o estômago ou uma face. 46). devem ser observados os seguintes dados: ordem do sono: primeiro. Aposição de bruços. ou último sono.. Quase toda pessoa tem uma posição predileta para dormir que faz parte do ritual do sono.239). que se assume quando se está desperto. posição sentada. sendo. na maneira como nos dispomos na cama durante a noite. POSIÇÃO FÍSICA ANTES DA PROJEÇÃO CONSCIENTE Importância. Posições físicas móveis. p.Bibliografia: Frost (560. estado de alerta. e produzirá apenas mera projeção vegetativa ou animalizada. a pessoa a cavalo. que será mantida na maior parte do sono profundo. segundo. ou da coincidência dos veículos de manifestação da consciência. Ao contrário. ônibus. Existe também certa coreografia. diminuindo a pureza das suas percepções. sono sem perda da vigília física. Ebon (453. Móveis. O estado da vigília física ordinária pode ser chamado também de estado da experiência intracorpórea. A. bicicleta.20). O praticante da projeção deve evitar deitar-se na beira do colchão para não criar pressão e problema de circulação em braço ou perna estirados. R. costuma dificultar não só a decolagem. barco. posição de bruços.31). dançando. ou sistema reticular ascendente. primeira atenção. vigilância física. Se as emoções já predominam sobre o raciocínio do praticante. R. dentro do período anterior à perda da vigília física ordinária. A projeção consciente é a única atividade séria que a consciência encarnada executa deixando o corpo humano para trás de si. lancha. de um plano de vida para outro. posição lateral à direita. Dentre os efeitos das posições físicas antes da projeção devem ser observados: posição confortável. a pessoa dentro de veículo seja automóvel (até dirigindo). Darbó (365. R. Posições físicas imóveis. ou prenúncios. ou à esquerda. sono imprevisto. datilografando. O bloqueio ou inibição dos impulsos que passam pelo S. VIGÍLIA FÍSICA ORDINÁRIA Definição. Contraposição. vigília ordinária. 27). p. Coreografia. o período vígil ordinário da consciência humana. inanimado temporariamente. Dados. posição desconfortável. p. é mantido pelos impulsos que passam pelo S. S. desde o bulbo raquidiano até as áreas do córtex cerebral. em geral as pessoas têm duas posições: a posição alfa. antes da projeção consciente: decúbito dorsal. Vigília física: estado desperto ou consciente da criatura encarnada mantido pelo centro de vigilância da mente. ou seja. Tipos. a pessoa passa para a posição ômega.etc. p. lucidez normal. insônia superada. antes da projeção consciente a pessoa falando. experiência intracorpórea. Efeitos. em contraposição à projeçãõ consciente humana. adquire enorme importância. na condição psicofisiológica que predomina sobre a consciência antes de se projetar para fora do corpo humano. direção da cabeça. mas às vezes até mesmo a interioriza. O estado de atividade do córtex cerebral. de alta qualidade. a menos recomendável aos principiantes da projeção consciente. ou em repouso. experiência extracorpórea. 239 .etc. antes da projeção. razão pela qual a posição em que este fica repousando. carro de corridas. A. Vieira (1762. Vieira (1762. Evitações. p. Imóveis. nadando. por isso. ramo de fibras nervosas que ascendem através do mesencéfalo. etc. terceiro. posição ereta ou de pé. Prenúncios.

Um ambiente aconchegante é melhor para dormir do que um aposento amplo. Aconchego. posição supina. Schiff (1515. porque predispõe com naturalidade a consciência a deixar o corpo humano. colocando a cabeça em nível mais elevado do que o corpo. Hipóteses de trabalho que ainda precisam ser testadas convenientemente: — Ouso de um travesseiro alto. na quase-totalidade das projeções conscienciais comuns e mesmo na descoincidência do sono natural.Cruz. 154. postura projetiva. e afeta também. Mittl (1061. horizontal. Explica-se a atuação positiva da posição . p. é mais difícil para a pessoa se projetar conscientemente também devido à hipóxia cortical? _______________ Bibliografia: Huson (768. 180). antes de se pôr de pé. a corrente nervosa do corpo humano. 154) DECÚBITO DORSAL Definição. também por predispor a hipóxia cortical. advindo do povo. ficar estirados ao lado do corpo humano. num ambiente uterino. De maneira semelhante ao que acontece com a pessoa anestesiada. Alinhamento. assinala que o alinhamento do corpo humano na direção norte-sul — com a cabeça voltada para o Norte e os pés para o Sul — tem alguma relação positiva com as correntes telúricas ou magnéticas. na grama. postura terrestre. Explicação. quanto sob o aspecto físico propriamente dito. Fisicamente. ligeiramente. 211).). extrafisicamente. Extraflsicamente. p. 240 . posição reclinada. Durante a anestesia geral (V. no leito. ou ereto. Essa condição favorável de decúbito dorsal pode ser explicada de dois modos: tanto sob o aspecto extrafísico. longitudinalmente. etc. facilitaria a projeção consciente? A posição de bruços. Os braços devem. 8). p. sem tocar em qualquer parte deste. de preferência. Hipóxia. Fig. 210). Vale assinalar que a influência da rotação terrestre e do seu campo magnético é suficientemente considerável para poder desviar a agulha imantada de uma bússola. p. esta posição de costas — seja estirado o corpo humano num leito ou na mesa cirúrgica — favorece fisicamente a produção do fenómeno da projeção consciente porque predispõe a falta de oxigênio nos hemisférios cerebrais (hipóxia cor. para a consciência se projetar com lucidez. ficando a pessoa de bruços. posição supina. p. As pessoas em geral dormem em melhores condições num ambiente fechado onde cada qual pode se achar na situaçffo do feto no seio materno. Uma das posições mais confortáveis é a suástica. ao deixar o corpo humano. onde o corpo imita a cruz gamada ou quebrada. cap. o outro dobrado e colocado sob o corpo.2. o empirismo. a cada noite. ajudaria a produção da projeção consciente por predispor a hipóxia cortical? A posição sentada. que permanece em decúbito dorsal. Vieira (1762. 154. Embora não provado cientificamente. Braços. e a consciência do projetor projetado adquirir maior autoconscientização extrafísica.de decúbito dorsal. ou seja. 416).tical). Cada qual deve deixar o corpo humano instalar-se na posição em que o sinta naturalmente confortável. por anestesia geral. e ajuda a obtenção de um sono tranqüilo. Monroe (1065. 109). com um dos braços sobre a cabeça. 154. Figura 154 Ideal.1. A posição do projetor deitado de costas no leito (ou no piso. de quem está deitado de costas (V. ou decúbito dorsal — embora sendo a mais difícil de ser conservada pela maioria dos praticantes da projeção consciente — é a ideal e fisiologicamente a melhor. as pemas flexionadas como se a pessoa estivesse correndo. Decúbito dorsal: posição física. flutuando entre cinco a cinqüenta centímetros de distância (média) sobre o mesmo corpo humano. permanece em decúbito dorsal. sobre a produção da projeção consciente pelo fato de que o psicossoma. Sinonímia: posição favorita dos projetores. isso ocorre depois de o anestésico já ter aumentado a relaxação psicofisiológjca.

Projetora. Vale ressaltar. semelhança: do fenômeno da perspiração inconsciente do corpo humano. 176). imediatamente após uma projeção consciente. cap. já no plano extrafísico. 98). Não se pode esquecer que a hipóxia cortical amena ou inofensiva. total. p. constitui até eficiente técnica projetiva (V. contra o queixo. sobre o leito. Manutenção. CONDIÇÕES DO CORPO HUMANO ANTES DA PRÒJt^lO . p. surge independentemente da posição física do órgão sexual (V. a fim de manter a boca fechada. que a manutenção da posição de costas. com a troca de roupas ou envolvido em cordas — como acontece entre certas tribos indígenas. físicos e psicológicos que defrontará. A posição do projetor em decúbito dorsal no leito permite a projeção espontânea da consciência através do psicossoma. da evaporação imperceptível da umidade da árvore. Impuras. Será sempre conveniente observar as pré-condições do corpo humano antes do experimento da projeção consciencial lúcida. ainda mais. ou artificiais prolongadas. p. etc. A essas pessoas torna-se recomendável colocar um travesseiro. da exalação sutil do perfume da flor. se for necessário. e o corpo humano em relaxação muscular. 121). Nas projeções conscienciais impuras. projetoras. 156. cap. etc. à. têm a tendência de abrir a boca naturalmente. porque evita predispor a ereção peniana inoportuna que interfere negativamente no processo projetivo. afastando todos os fatores que venham a perturbar o desenvolvimento natural das ocorrências. quando se colocam na posição de decúbito dorsal para se projetar com lucidez. 84). mais duro e leve. jovens. sem preguiça nem febricitação. por relaxarem profundamente o corpo humano. juntar as pernas e os pés a fim de evitar conotações mentais. originadas através de processos patológicos. fisiológica. favorece o projetor. a quem se recomenda. ao interessado em produzir projeções conscientes de alta qualidade. o projetor também se submete a uma condição de dependência a fios e ligações diretas com monitores e dispositivos diversos. inoportunas e indesejáveis sobre o ato sexual (V. CONSCIENTE Toque. sendo este fato um dos tropeços iniciais para as experimentações científicas que têm sempre de ser superados. de comprido. produzida momentos antes. sem que tais movimentos cheguem a provocar o retorno súbito da consciência projetada através do psicossoma com repercussões extrafísicas. 8).' Certas pessoas. 258). vale a pena fazer todo o esforço possível. 17). provocar uma tonsilite. Denning (391. manifestando-se por outro veículo consciência! que não o corpo humano. Fatores. ou geradas pela impulso da vontade. Laboratoriais. por exemplo —. despertar-se fisicamente em razão de repercussões extrafísicas. O processo se desenvolve de maneira insuspeitada pela consciência que se descobre. atua apenas em alguns casos porque a ereção. as roupas folgadas. homem. acidentes e fenômenos da quase-morte. Hábito.diminuído a freqüência respiratória. dispersivas. Garfield (569. ao se predispor para a prática da projeção consciente. Similitudes. Mittl (1061. para adquirir o bom hábito projetivo de sempre dormir de costas. Vieira (1762. cap. A posição em decúbito dorsal com as pernas abertas não favorece particularmente a certas mulheres. Greenhouse (636. 410). qualquer circunstância ou ocorrência em que haja toque no corpo humano deixado temporariamente incapacitado podetrazer a consciência de volta à forma somática. lutando consigo mesmo para atingir tal objetivo. tais como: as roupas do corpo humano do projetor. A posição em decúbito dorsal com as pernas abertas. Tal posição corporal. etc. evitando-se. sem o perceber. 43). facilita a produção das projeções conscientes espontâneas. numa só noite de experimentações projetivas voluntárias. 155. p. apesar dos percalços iniciais.