P. 1
Ement as Disciplina s

Ement as Disciplina s

|Views: 106|Likes:

More info:

Published by: Webert Guiduci de Melo on Feb 12, 2013
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/09/2013

pdf

text

original

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS – POR DEPARTAMENTO DE ORIGEM.

DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA
1. ANT 7101 – INTRODUÇÃO À ANTROPOLOGIA (108 horas/aulas) EMENTA: A constituição da Antropologia como disciplina e seu campo de estudo. A crítica ao etnocentrismo e o relativismo cultural. Os modelos dualistas: natureza e cultura; indivíduo e sociedade. Questões de método: trabalho de campo e observação participante. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BAMBERGER, Joan. "O Mito do Matriarcado: Porque os Homens Dominam a Sociedade Primitiva?" in M. Rosaldo & L. Lamphere. Mulher, Cultura e Sociedade (orgs). Rio: Paz e Terra, 1979 . CLASTRES, Pierre. "O Arco e o Cesto" in A Sociedade Contra o Estado. Rio: Francisco Alves, 1982. DA MATTA, Roberto. 1983. "O Biológico e o Social" In Relativizando: Uma Introdução à Antropologia. Social. Petrópolis: Vozes.

2. 3. 4.

DA MATTA, Roberto. "Panema" in Ensaios de Antropologia Estrutural. Petrópolis: Vozes, 1977 . DA MATTA, Roberto.1983. “Trabalho de campo” In Relativizando: Uma Introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes. 5. DA MATTA, Roberto. 1986. "Você tem cultura?" In Explorações. Rio de Janeiro: Rocco. 6. EVANS-PRITCHARD, E.E. "A Noção de Bruxaria como Explicação dos Infortúnios" in Textos de Aula, n1 3, Ed. UnB. (também em Bruxaria, Oráculos e Magia. Rio: Zahar Editor) 7. EVANS-PRITCHARD, E. E. 1978. “Introdução” In Os Nuer. São Paulo: Perspectiva. 8. GEERTZ, Clifford. "Um Jogo Absorvente: Notas sobre a Briga de Galos Balinesa" in A Interpretação das Culturas. Rio: Zahar, 1978. 9. GEERTZ, Clifford. 1966. A transição para a humanidade” In Tax, S. et alli. Panorama da Antropologia. Rio de Janeiro, Lisboa: Fundo de Cultura. (pg. 31-43) 10. GEERTZ, Clifford. 1978. O impacto do conceito de cultura sobre o conceito de homem” In A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar. 11. HERZ, Robert. A Preeminência da Mão Direita. Religião e Sociedade, no. 1 12. INGOLD, Tim. Humanidade e Animalidade. Revista Brasileira de Ciências So ciais. 13. LAPLANTINE, François. APRENDER ANTROPOLOGIA. São Paulo: Brasiliense, 1988 . 14. LARAIA, Roque. CULTURA: Um Conceito Antropológico. Rio: Jorge Zahar Ed., 1986. 15. LEACH, Edmund. "Nascimento Virgem". in EDMUND LEACH. São Paulo: Ática, 1983. (Grandes Cientistas Sociais, vol 38) 16. LÉVI-STRAUSS, Claude. “Las Tres Fuentes de la Reflexión Etnológica” in Jose Llobera (org). La Antropologia como Ciencia. Barcelona: Anagrana 17. MALINOWSKI, Branislaw. 1984. Argonautas do Pacífico ocidental. São Paulo: Abril Cultural. 18. MINER, Horace. 1973. "Ritos Corporais entre os Nacirema" In ROMNEY, A. K. e DE VORE P. L. (ed.) Introductory Anthropology. Winthrop Publishers. Cambridge. (trad. Selma Erlich) 19. OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. 1998. “O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escutar” In O trabalho do antropólogo. São Paulo-Brasilia: Unesp-Paralelo. 20. SAHLINS, Marshall. “La Pensée Burgeoise” in A Cultura na Prática. Rio: Ed. UFRJ 21. SEEGER, Anthony. "Pesquisa de Campo: Uma Criança no Mundo". in Os Índios e Nós. Rio: Ed. Campus, 1980. 22. VELHO, Gilberto. 1994. “Observando o familiar” In Individualismo e Cultura: notas para uma antropologia da sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar.

2. ANT 7201 - TEORIA ANTROPOLÓGICA I (108 horas/aulas)

EMENTA: O evolucionismo social. O culturalismo norte-americano. A antropologia social britânica. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. BENEDICT, Ruth. Padrões de Cultura. [1934]. Lisboa, Livros do Brasil. S/d. (“Prefacio”; “Introdução”; I parte, capítulos 1, 2 e 3) BOAS, Franz. Stocking, George W. (org.) A formação da antropologia americana: 1883-1911. Rio de Janeiro, Contraponto/Editora da UFRJ, 2004. (“Os objetivos da etnologia”[1889]. “ Sobre sons alternantes”. [1889]. “Trabalho de campo para a Associação Britânica, 1888-1897”. [1898]. ) BOAS, Franz. As limitações do método comparativo em Antropologia. (Apostila) BOAS, Franz. Prefacio; Introducción; La mentalidad del hombre primitivo e el progresso de la cultura. Questiones fundamentales de Antropologia cultural. Buenos Aires. Lautaro, l943. ENGELS, F. A origem da família, da propriedade privada e do estado. [1884]. (Prefácio à 1a e à 4a edição; Capítulos I e IX) EVANS-PRITCHARD, E. E. Os Nuer. [1940]. São Paulo, Perspectiva, 1978. (Introdução e Capítulo III) FRAZER, James G. O Ramo de Ouro. [1922]. São Paulo, Circulo do Livro, 1978. (Introdução de Mary Douglas; Prefácio à edição de 1911; Parte 1: Capítulos: 1, 2, 3, 4,, 5, 6) KROEBER, Alfred. Sistemas classificatórios de parentesco. LARAIA, R. Organização Social. Rio de Janeiro, Zahar. 1969 LOWIE, Robert. Organização Social. PIERSON, D. Organização Social. São Paulo. Martins Editora. 1946. MALINOWSKI, Bronislaw. Argonautas no Pacifico Ocidental. [1922]. São Paulo, Abril Cultural, Coleção Os pensadores, 1976. MALINOWSKI, B. Malinowski. Antropologia. Coleção Grandes Cientistas Sociais. São Paulo. Ática. 1986. ((Malinowski Vida e Obra; Prefácio de Frazer; Prólogo; Introdução; Cap. I, II e II MEAD, Margaret. Sexo e temperamento. [1934]. São Paulo, Perspectiva, 1979. (“Prefácio à edição de 1950”; “Prefácio à edição de 1963”; “Agradecimentos”; “Introdução”; “As implicações desses resultados”; “Conclusão”). MORGAN, Lewis Henry. A sociedade primitiva. [1871]. Lisboa, Presença-Martins Fontes, 1980 (Prefácio; Capítulos 1, 2 e 3) RADCLIFFE-BROWN, A. R. Estrutura e função na sociedade primitiva. [1935-1940]. Lisboa, Edições 70, s/d. (Introdução; Capítulos IX e X). RADCLIFFE-BROWN. Antropologia. São Paulo, Ática, Coleção Grandes cientistas sociais, 1978. (O método Comparativo em Antropologia Social) (orig. 1951) RIVERS, W.H.R. O método genealógico na pesquisa antropológica (1910). História e Etnologia (1920); A unidade da Antropologia (1922). OLIVEIRA, Roberto C (org.). A Antropologia de Rivers. Campinas, Editora da Unicamp, 1991. TYLOR, Edward B. La ciencia de la cultura. Kahn, J.S. El conceito de cultura, textos fundamentales. Barcelona, Anagrama, 1975.

3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12.

13. 14. 15. 16.

17.

3. ANT 7301– TEORIA ANTROPOLÓGICA II (72 horas/aulas) EMENTA: A escola sociológica francesa e o estruturalismo francês. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. DELACAMPAGNE, Christian & TRAIMOND, Bernard. 1997. “A Polêmica Sartre/LéviStrauss. Revisitada. Nas Raízes das Ciências Sociais de Hoje”. Les Temps Modernes, 596, novembro/dezembro. GOLDMAN, Marcio. “Lévi-Strauss e os sentidos da História”. Revista de Antropologia, 1999, vol.42, no. 1-2, p.223-238 MOISES, Beatriz Perrone. “Claude Lévi-Strauss, aos 90”. Revista de Antropologia, 1999,vol.42, no.1-2, p.09-25. SIGAUD, Lygia. “As Vicissitudes do „Ensaio Sobre o Dom‟”*. Mana. 5 (2):89-124, 1999 SPERBER, Dan. 1992. “Claude Lévi-Strauss” in O Saber dos Antropólogos. Lisboa: Edições 70 VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “Entrevista: Lévi-Strauss Nos 90: A Antropologia de Cabeça Para Baixo”. Mana. 4 (2):119-126, 1998 LÉVI-STRAUSS, Claude. “Voltas Ao Passado”. Mana 4(2):107-117, 1998

9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34.

LÉVI-STRAUSS, C. “Campo da Antropologia” in Antropologia Estrutural Dois. Rio: Tempo Brasileiro, 1976. (p. 11-40) LÉVI-STRAUSS, C. “Jean Jacques Rousseau Fundador das Ciências do Homem”. Idem. (p. 4151) LÉVI-STRAUSS, C. “Los três fuentes de la reflexión etnológica” In J.Llobera. L‟antropologia como ciencia. Barcelona: Editorial Anagrana. LÉVI-STRAUSS, C. “Como surge um etnógrafo” In Tristes Trópicos. Lisboa: Edições 70. 1976 (p. 45-54) LÉVI-STRAUSS, C. “A crise moderna da antropologia” In Revista de Antropologia, 1962, (p.21-26) LÉVI-STRAUSS, C. “O futuro da etnologia” In Minhas Palavras. São Paulo: Brasiliense, 1984 (p. 19-35) LÉVI-STRAUSS, C. “Análise estrutural em lingüística e antropologia”. Idem. (p.45-70) LÉVI-STRAUSS, C. “A Noção de Estrutura em Etnologia”. Idem. (p. 313-360) LÉVI-STRAUSS, C. “Posfácio ao capitulo XV”. Idem. (p.361-383) LÉVI-STRAUSS, C. “Introdução: história e etnologia” In Antropologia Estrutural. Rio: Tempo Brasileiro, 1976 (p. 13 - 44) LÉVI-STRAUSS, C. “Estrutura e dialética”. Idem. (267-276) LÉVI-STRAUSS, C. “Raça e história”. Antropologia Estrutural Dois. Rio: Tempo Brasileiro, 1976. (p. 328-366) LÉVI-STRAUSS, C. “Universalização e Particularização”in O Pensamento selvagem. Rio: CEN, 1976, (p. 189-221) LÉVI-STRAUSS, C. “O Indivíduo como Espécie”. Idem. (p. 222-249) LÉVI-STRAUSS, C. “O tempo redescoberto”. Idem. (p. 250-279) LÉVI-STRAUSS, C. “História e Dialética”. IDEM. (P. 280-306) LÉVI-STRAUSS, C. "Histoire et Ethnologie", Annales E.S.C., 38 (6), 1983, (p. 1217-31) LÉVI-STRAUSS, C. “O totemismo hoje” in Lévi-Strauss. São Paulo: Abril Cultural. (Col. Os Pensadores). (p.89-181) LÉVI-STRAUSS, C. “A ciência do concreto”. Pensamento Selvagem. (p. 19-55) LÉVI-STRAUSS, C. “A lógica das classificações totêmicas”. Idem. (p. 56-97) LÉVI-STRAUSS, C. “Os sistemas de transformações”. Idem. (p. 98-133) LÉVI-STRAUSS, C. “Totem e casta”. Idem. (p. 134-160) LÉVI-STRAUSS, C. “Categorias, elementos, espécies e números”. Idem. (p. 161-188) LÉVI-STRAUSS, C. Mitológicas I: O cru e o cozido. São Paulo: Cosac & Naif. 2004. LÉVI-STRAUSS, C. A via das máscaras. Lisboa: Editorial Presença. 1981. LÉVI-STRAUSS, C. A oleira ciumenta. São Paulo: Brasiliense. 1986.

4. ANT 7401 - TEORIA ANTROPOLÓGICA III (108 horas/aulas) EMENTA: Teorias antropológicas contemporâneas. As diferentes teorias da cultura. O movimento cognitivista. As críticas pós-coloniais e as novas expressões da antropologia. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. ERIBON, Didier & Claude Lévi-Strauss: De perto e de longe. Ed. Nova Fronteira. (pp.129-154) GEERTZ, Clifford. Anti Anti-Relativismo. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 8 (3): 5-19 (1988). 3. GOLDMAN, Marcio. Antropologia Contemporânea, Sociedades Complexas e Outras Questões. Anuário Antropológico/1993, pp. 113-153 (1995). 4. GOLDMAN, Márcio. Alguma Antropologia. Rio: Relume/Dumará/NuAP, 1999 5. HANNERZ, Ulf. Fluxos, Fronteiras, Híbridos: Palavras-Chave da Antropologia Transnacional, in MANA 3(1): 7-39 (1997). 6. LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos: Ensaios de Antropologia Simétrica. Rio, Editora 34, 1994, pp. 7-52. 7. LEACH, Edmund. “Cabelo Mágico”, “Nascimento Virgem” e “Categorias Verbais e Insultos Animais” In LEACH. São Paulo, Ática. 8. LYOTARD, Jean-François. O Pós-Moderno. Rio, José Olympio Editora, 1986, pp. 3-34. 9. PEIRANO, Mariza. “Onde está a Antropologia?”. MANA 3(2):67-102, 1997. 10. SAHLINS, M. Culpado, mas por Outros Motivos...(homepage do Instituto Socioambiental)

Etnodesenvolvimento: Uma Dimensão Ignorada no Pensamento Desenvolvimentista. STAVENHAGEN. 1997 e MANA 3(2): 103-150. E. O simbolismo em geral. Zahar (capítulos escolhidos) SPERBER. 15. 14. Dan. Ed. Cultrix São Paulo. 13. Rodolfo. Alba. 16. 1998. “O „Pessimismo Sentimental‟ e a Experiência Etnográfica: por que a 12. Relativismo Cultural na Cidade? In Anuário Antropológico/90. 11-44 (1985). pp. VIVEIROS DE CASTRO. Marshal. 1997. “O Nativo Relativo”. “Novas Formas Econômicas: um relato das Terras Altas da PapuaNova Guiné” in MANA 4(1): 109-139. 2002 ZALUAR. SAHLINS. cultura não é um „objeto‟ em via de extinção” (PARTES I e II) in MANA 3(1): 43-73. . in Anuário Antropológico/84. Cultura e Razão Prática. STRATHERN. pp. Marilyn. Marshal. 137-155 (1993). Rio de Janeiro. In MANA 8(1): 113-148. SAHLINS. 17.11.

subjetividade X objetividade) e seus desdobramentos contemporâneos. 10. A representação do eu na vida cotidiana. E. Pierre (1990). SP. Porto Alegre. SORJ. 2001. . Ana Maria de E. 14. 16. CUPANI. Introdução. Capítulo: As características das instituições totais. GIDDENS. W. MILLS. CHARON. Modernização reflexiva. As etapas do pensamento sociológico. Joel M. Bernardo (2000) A Nova Sociedade Brasileira. A crítica do positivismo e o futuro da filosofia.. CHAUÍ. (2001) Sociologia. TOURAINE. Introdução ao pensamento sociológico. A. (1978). As etapas do pensamento sociológico. Para compreender a ciência. 11. ANDERY. São Paulo: Editora Cortez. 8. 1981 7. Cap. 8. Scott. ANTUNES. Zygmunt (1999). BAUMAN. 2. 2002. 4. Ed. Moderna. BERGER. BOURDIEU. O social e o político na pósmodernidade. A codificação. SPO 7203 . e Luckman (1969). CASTRO. Introdução e capítulos 1. 5. 6. o materialismo histórico e dialético de Karl Marx e seus desdobramentos contemporâneos. Raymond.2.DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA E CIÊNCIA POLÍTICA ÁREA DE SOCIOLOGIA 1. e Lasch. A imaginação sociológica. n. SP. 15. O malestar da Pós-Modernidade. Boitempo. A constituição da sociedade. SP Martins Fontes.5-25. 10. Petrópolis: Editora Vozes. São Paulo: Editora Perspectiva. São Paulo: Editora Brasiliense. Manicômios. O que é ideologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora. 1997. Ricardo. 03 a 27. Introdução ao debate e dilemas teóricos centrais da Sociologia a partir da contribuição das principais matrizes clássicas (estrutura X ação. Marilena. A. ALEXANDER. tradição X modernidade. 1985 9. 7. Os sentidos do trabalho. Pp 101-117. São Paulo: Ed. GOFFMAN. Alain (1995). Educ. COUTINHO. Erving (1975). 1981. in Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo: Editora Saraiva. Zygmunt (1998). Pierre (1989). BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. DIAS. 1987 5. Boaventura de Sousa (1999): Pela mão de Alice. 3. 13. SP. Martins Fontes. ARON. 61-110.4. 2. Beck. Anthony (1989). “O novo movimento teórico”. Alain (1999). Sociologia: introdução à uma ciência da sociedade. Educação e sociologia. 2. p. UFSC. Carlos N.TEORIA SOCIOLÓGICA I (108 horas/aula) EMENTA: Pensamento Social Clássico: a sociologia positivista de Emile Durkheim. Introdução e capitulos 1. 4. Pp 13-108. 3 e 7. pp 287 – 363. Fpolis.1999. 11. Política. 3 e 9. Maria A. Brasiliense. As regras do método sociológico. Eving (1974). Rio de Janeiro: Editora Zahar. Petrópolis: Editora Vozes. DURKHEIM. Coisas ditas. Jeffry (1987). SANTOS. O poder simbólico. tradição e estética na ordem social moderna. ARON. Petrópolis: Editora Vozes. Prisões e Conventos. 2. 4 ed. . Cap. SP: Martins Fontes. GOFFMAN. Cristina. E. Modernidade e Ambivalência. COULON. São Paulo: Editora da Unesp 12. São Paulo: Ed.Pp. 2 e 7. 378 a 401. BOURDIEU. SPO 7103 . Rio de Janeiro: Editora Zahar. 5 ed. vol. U. A construção social da realidade. p. Etnometodologia. GIDDENS. Raymond. Edmundo Fernando.INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA (108 horas/aula) EMENTA: Perspectiva histórica do desenvolvimento da sociologia como ciência. A imaginação sociológica como experiência crítica da sociedade. consenso X conflito. Gramsci . SP. COSTA. 6. Poderemos viver juntos? Iguais e diferentes. Martins Fontes. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Rio de Janeiro: Editora Difel. P. Pontos de referência e Das regras às estratégias 9. 3. DURKHEIM. BAUMAN. Caps: Espaço social e poder simbólico. 9. p. Melhoramentos. L&PM.

Estamento e Partido. As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchhausen. As Idéias de Durkheim. Paz e Terra. Lisboa. 2. Ática. SILVA. RJ. Marx. SINGER. Sociologia. p. 22. Método dialético e teoria política. 16. 1981. Ideologias e ciências sociais. Leo. pp 9 – 20 KOWARICK.89-102 MARX. SP: Martins Fontes. 1999. (org). SP. G. BU/UFSC: 330. 1978. p. WEBER. Michael. Há várias edições. 1985 LARANGEIRA. Octavio (org) Karl Marx: sociologia. 1990 GIDDENS. Anthony.TEORIA SOCIOLÓGICA II (72 horas/aula) EMENTA: Pensamento social clássico: a sociologia compreensiva de Max Weber. p. 26. Capitalismo e marginalidade na América latina. GERTH e C. p. Dialética e cultura. Michael. II a origem do capitalismo. 33. XIII (várias edições. p. In: FROMM. O suicídio. Marx e F. p. e ENGELS. PA: Villa Martha. A acumulação primitiva. 31. RJ. 1976. SP. P.A (org) Durkheim. A maquinaria e a indústria moderna. RJ. Lucio. BU/UFSC: 301. Brasiliense. 1999. 19. KOSIK. Lucien. 211-228.VII. 3. SP.12. p. RJ. Ellen M. Paul. 21.W.) Ensaios de Sociologia. Cortez. 2000. Elementos para uma análise marxista. MARX. FROMM. 25. Ática. Ed. 3. 20. Classe. da UNB. K. Livros Técnicos e Científicos. A ideologia alemã. 23. o neo-funcionalismo de Robert Merton. Engels: A história dos homens”) MÉSZÁROS. Márcio B. Cultrix.367-390. ciência e revolução. J.A (org) Durkheim.) MARX. LÖWY. RJ. RODRIGUES. p. SP: Martins Fontes. BU/UFSC: 261 W375e) _________. ENGELS. 1981 NAVES. Da divisão do trabalho social. Forense.p. Karel. 1989 p182-214 (“K. FORACCHI. 18. 2004. 134-141 MARX.37SP. Pp 19-29 LOWY. op. Carlos B.2004. 38. MARX. (Ref. 1979 KONDER. K. vol I (Coleção “Os Economistas”) p. Brasília: Ed.M e MARTINS. 40. O que é sociologia. 7 . Cap. Sociologia e sociedade: leituras de introdução à sociologia. J. In: FROMM. DURKHEIM. S. 31-61. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. In: RODRIGUES. SP. DURKHEIM. 39. Compra e venda da força de trabalho.187-188. Michael.S. 1979 HUBERMAN. Dialética do concreto. MARX. 09-25. MILLS. 43. Ed. SP. (Ref. 1991 MARX/ENGELS. In: FERNANDES. Paz e terra. 1979. volume I. 27. 4. K. In: COHN.cit. K. Classes e movimentos sociais na América Latina: questões para debate. 3. SP. Manifesto comunista. Suicídio. 41. O que é dialética. SP. Leandro. 13. Chapecó. cap. K. Várias ed. 36. 1990. In O Capital livro primeiro.3-19. Brasiliense. DURKHEIM. RJ.Paulo: Atica. F. (orgs. Hucitec. RJ.199WEBER W375e) . In: FERNANDES. Economia e Sociedade. K. Livros Técnicos e Científicos. K. 1978. Weber. Rio de Janeiro: Zahar. p 422 – 430 MARX. cit. 14. Zahar. Trabalho alienado (1º Manuscrito) In: FROMM. 2000. Prefácio a “Uma contribuição à crítica da economia política”. 1986 IANNI. In O Capital MARX. 2000 MARTINS. p. A ideologia do Estado autoritário no Brasil. História da riqueza do homem. RJ. O materialismo histórico de Marx. o estrutural-funcionalismo de Talcott Parsons e seus desdobramentos contemporâneos. (orgs). E. K. Engels: história. Presença. (Ref.12 GOLDMANN. p. Capitalismo e moderna teoria social.101 W375e) _________. István. 2000 WOOD. 17. BU/UFSC: 316. 35. J. Ática. 32. 2000.2WEBER W375m) _________. da obra “O capital”. Os três tipos de dominação legítima. Anthony. E. p. 29. Argos. (Ref.1980. RJ. Paz e terra. RJ. 34. In: H. 44. 1978 LÖWY. 1979 p 19-28 GIDDENS. p. 37. 17 a 33. 15. Conceito Marxista do Homem. 42. Erich. 30. F. M. Marx. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. 24.H. Zahar. Busca Vida. Ática. Curso de introdução à economia política. 1971. Erich. op. SPO 7303 .13-39. Ricardo.46. Unicamp/Moderna. 28. Cap. 75 a 123. F. 128-141.12. 108-122. O capital. Marx: A teoria da alienação. paz e terra. Posfácio à 2ª ed. p. Manifesto do partido comunista. F. Sociologia. E. Sonia.

1971. 1985. (Ref. 40-48. Etnometodologia. Mimeo.): Teoria social hoje. 9. Tradução de Gisela Stock de Souza e Hélio de Souza. BU/UFSC: Não disponível) JOAS. 1995.G. BU/UFSC: Não disponível) VILA NOVA. p. BU/UFSC: 316 C355i) ROCHER. Adalto & PELLEGRINI.199WEBER M174i) MEAD. 2002. BU/UFSC: 301. p. Tradução de Gisela Stock de Souza e Hélio de Souza. Teorias da Interacção. (orgs.199WEBER W375e) GOFFMAN. Tradução de Gisela Stock de Souza e Hélio de Souza. 1983.ufsc. A sociedade concebida como uma interação simbólica. Sociologia Geral. H. (Ref. São Paulo: Hucitec/EdUSP. 24. (Ref. Um Toque de Clássicos. Disponível no site: http://cfh. W.19 B619t) .III. p. 1966. BU/UFSC: 316. 1995. BU/UFSC: 301. A Sociologia de Max Weber. 22. (Ref. K. 1999. 16. A Etnometodologia e a Análise da Conversação e da Fala. 29-122. S.6 C268h) CASTRO. III: Chicago e a Sociologia nos Estados Unidos (1883-1935). São Paulo: Hucitec/EdUSP.19 B619t) COULON. (Ref. p. F. (Ref. 30. BU/UFSC: 397 C855e) FREUND. Sociologia Clássica. BU/UFSC: 301. 26-32. BU/UFSC: 301. (Ref. 29.br/~adalto/etnometodologia. Alain. Jonathan (org. Pierre & CHAZEL. Estrutura de Classe e Estratificação Social. São Paulo: Hucitec/EdUSP. BU/UFSC: Não disponível) CARVALHO FERREIRA. Introdução ao Pensamento Sociológico. São Paulo: Hucitec/EdUSP. 1977. Anthony/TURNER. Tânia et. 26. 11. BU/UFSC: Não disponível) ARON. 3. O. Edenilse. In: Giddens. Rio de Janeiro: F. Alves. BU/UFSC: 316. Teoria Sociológica. 25. 101-116. Belo Horizonte: Ed.19 B619t) CICOUREL. François. 1970. BU/UFSC: 301. Etnometodologia.ufsc. Anthony e Turner.125-127. 1970. A escola de Chicago. C. e MILLS. 3. Rio de Janeiro: Ed. 13. (Ref. BU/UFSC: Não disponível) MERTON. Lisboa: Vega. 289-311.127-150.2WEBER W375m) GERTH. François. 157-163. p. de e DIAS. Introdução: o homem e sua obra. R. Campinas: Papirus. Rio de Janeiro: Forense. São Paulo: Martins Fontes/UNB. Cap.H. 10.). (Ref. 14. p. 1977. BU/UFSC: 316. (Ref. 12. In: BIRNBAUM. In: BIRNBAUM. Rio de Janeiro: Eldorado. BU/UFSC: 316.S467s) QUINTANEIRO. IANNI. Homem e Sociedade. Pierre & CHAZEL. O jogo livre (folguedo). p. 1992.5. E. BU/UFSC: Não disponível) COULON. In: BERTELLE A. Maria Teresa F. Cap. BU/UFSC: Não disponível) GUESSER. Talcott Parsons e a Sociologia Americana. São Paulo: Cultrix. Teoria Sociológica. 15. Alguns princípios de estratificação. A. G.2 A769e) BLUMER. 1998. 18. HERITAGE. 1999. 8. Tradução de Gisela Stock de Souza e Hélio de Souza. Petrópolis: Vozes. In: BIRNBAUM. et alli.) Ensaios de Sociologia. 1970. São Paulo: Editora da UNESP. Rio de Janeiro: Zahar. Petrópolis: Vozes. John C.454. 1976. 127-174.br/~adalto/etnometodologia/ MAC RAE. 1987. Interacionismo simbólico. vol. 1977. 1995. F. (Ref. (Ref. Florianópolis. Aaron. Teoria social hoje. Guy.cfh. (Ref. Alain. 7. Cap. François. p. (Ref. In: BIRNBAUM. (Ref. J. François. 1992.19 B619t) HAGUETTE. Também disponível no site: http://www. p. Erving.242. José Maria et alli . 461-540. (Ref. p. W. A apresentação de si mesmo na vida cotidiana. 57-78. Itajaí: Ed. George H. 20. (Ref. Pierre & CHAZEL. 19. (Ref. 2003. (Ref. (Ref. 36-40. 60-62. p. 6.137-166. Lisboa: McGraw-Hill. A Etnometodologia. A interação social. Jonathan (orgs. e MOORE. Interacionismo Simbólico. Sebastião. R. Etnometodologia. 21. 1977. 1977. 27.). UFMG. In: CARDOSO. (orgs. K. BU/UFSC: 316 H147m) ______ . BU/UFSC: 301. 197. 28. In: Metodologias Qualitativas na Sociologia.Paulo: Mestre Jou. Teoria Sociológica. Pierre & CHAZEL. Petrópolis: Vozes. 23. Sociologia: teoria e estrutura. BU/UFSC: 316 Q7t) ROCHER. UNIVALI. p. BU/UFSC: 316 M575s) PARSONS. Hans. p. H.M. T. 127-174. (Ref. In: Metodologias Qualitativas na Sociologia. 1995. São Paulo: Editora da UNESP.R. p. 17. o jogo regulamentado e o “outro-generalizado”. Lisboa: Presença. As Etapas do Pensamento Sociológico. SELL. (Ref. p. R. Herbert. alli. Teoria Sociológica. Donald Pierson e a Escola de Chicago na Sociologia Brasileira: entre humanistas e messiânicos. Carlos Eduardo. (Ref. Zahar. 23p. In: Sociologia. BU/UFSC: Não disponível) DAVIS. As idéias de Weber. São Paulo: Editora Nacional. In: GIDDENS.

. p.) Pierre Bourdieu. Elizabeth. São Paulo: Abril Cultural. 9. In: História da Sexualidade I. 07-36. Pela mão de Alice. 88-97. História da Violência nas Prisões. Origens do totalitarismo. Rio de Janeiro. YOUNG-BRUEHL. A procura de uma sociologia da prática.. 1978. Imperialismo. MARTINS. Herbert. 221-243 e 244-263). 2000. A grande recusa hoje. LAFER. Bárbara. In: _____. In: _____. p. Isabel (org. In: ____. Por amor ao mundo. 1979.) Herbert Marcuse. Petrópolis/Rio de Janeiro. In: ORTIZ. 235-280. Prefácio. Op. 55-86. 1998. 1998.. BU/UFSC: 082 W375e) 4.pdf 32. O discurso filosófico da modernidade. São Paulo. Sociologia e Consciência Social no Brasil.) e FERNANDES. São Paulo. In: Vigiar e Punir. José de Souza. Ágnes. 1995. 122-155. Vozes. Entrevista. Foucault. O histórico da Escola de Frankfurt. ed. o pós-modernismo de Michel Foucault. 7a. Método. Da USP. In: ______. In: LOUREIRO. Op. MARTINS. 43-63. . São Paulo. 10. In: _____. 1983. Introdução: vida e obra. Hannah Arendt: vida e obra. A condição de sociólogo. 13. a contribuição da sociologia brasileira à teoria da globalização: Otávio Ianni. 125-152. Hannah. BOURDIEU. Graal. 33-53. Graal. 1985. Pierre Bourdieu. Paz e Terra. Microfísica do Poder. A vontade de saber. p. Michel. 3a. p. Renato (org. Florestan.TEORIA SOCIOLÓGICA III (108 horas/aula) EMENTA: Pensamento Social Contemporâneo: a praxeologia de Pierre Bourdieu. 1990. In: A teoria crítica ontem e hoje. 3a. O anti-semitismo como uma ofensa ao bom senso. cit. p. 23-30. Cia. Um novo cartógrafo (Vigiar e Punir). (org. São Paulo. Latour e outros. A sociabilidade do homem simples. Brasiliense. In: _____. 12. Boaventura de Souza . São Paulo. 17. 3.) e FERNANDES. (Ref. Boaventura de Souza Santos. A estrutura da vida cotidiana. José de Souza. p. In: _____. 167-177. In: _____.) Weber. HELLER. 03-41. Celso. ERIBON. p.. HABERMAS. MELLA. ed. p. p. Petrópolis. São Paulo. Rio de Janeiro. 15.cl/mella. 21. Michel. p. 1998.reduc. In: _____. Hucitec. José de Souza. Cotidiano e história na modernidade anômala. Textos Selecionados. Giles. p. 17-41. 57-70. Florestan Fernandes: ciência e política. O senso comum e a vida cotidiana. O campo científico. São Paulo. Relume-Dumará. 5. In: Idem. Vozes. 17-54. Os recursos para o bom adestramento. 18. O social e o político na pós-modernidade. 8. Renato. 233-249 ARENDT. 6. uma só vocação. p. p. 2. MARCUSE. São Paulo. p. SANTOS. Totalitarismo. M. Hucitec. das Letras. cit. Renato (org. 1980 (Col. p. cit. FERNANDES. In: LOUREIRO. El Interaccionismo Simbólico. 11. FOUCAULT. SPO 7403 . FOUCAULT. Cortez. 11-25. hegelianos de direita e Nietzsche. das Letras. São Paulo. 16. Disponível no site: http://www. Rio de Janeiro. 4. 1988. Homens em tempos sombrios. Cia. O cotidiano e a história. p. cidadania e emancipação. Anti-semitismo. TRAGTEMBERG. Das Letras. Florestan. ORTIZ. In: _____. Herbert Marcuse. ed. p. Jurgen. O cotidiano e a história. Hannah. Michel Foucault. In: ORTIZ. MARTINS. Agnes. p. 1990. 7. Op. Cia. Subjetividade. 14. Didier. Os Pensadores). 20. 57-80. 11-21. 1977. Três perspectivas: hegelianos de esquerda. In: ARENDT. p. Ática. (Série Grandes Cientistas Sociais). p. DELEUZE. In: Naturaleza y Orientaciones TeóricoMetodológicas de la Investigación Cualitativa. 19. 1999. São Paulo. 9-30. A grande recusa hoje. 1990. Orlando. HELLER. Sobre os preconceitos.). Florestan (coord.). Brasiliense. Ed. 1998.31. Herbert Marcuse (Entrevista) Marcuse – Vida e Obra. Florestan (coord. 55-64. Genealogia e Poder. Herbert Marcuse fala aos estudantes. São Paulo. As hesitações do moderno e as contradições da modernidade no Brasil. Isabel (org. 1988. Pierre. a Escola de Frankfurt. Michel.. p. 1995. Lisboa. Publicações Dom Quixote. FOUCAULT. BIBLIOGRAFIA MINIMA 1. In: _____ Hannah Arendt. FREITAG.

Octavio. Ed. Alfa-Omega. IANNI. Sociologia e Sociedade no Brasil. São Paulo. p. 87-92 e p. In: _____. Sociologia e sociedade no Brasil. 1975. . 93-96. IANNI.22. 23. “A mentalidade do homem simples” e “O homem simples na grande cidade” In: _____. 17-56. p. Octávio. A produção sociológica brasileira. Idem.

SãoPaulo. Estado. 2003. 6. University of London.1988. Rubem. 2001. Governo e Sociedade. 4. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade. 1995. Hemus. HAMILTON. SARTORI. Edmund. Política e teoria política na antiguidade grecoromana. Sobre política e jardinagem. Abril Cultural. Cidadania. O Contrato Social:Ontem e Hoje. Legitimidade. OZAÍ. Rousseau). MACPHERSON. Morus). (1993). Qual é o objetivo da Política? ALVES. SP. KRISCHKE. Igualdade. HOBBES. Rio: EdUERJ. 7. (há várias edições). Liberdade. 2. Folha de S. LOCKE. Povo. “Mensagem às Escolas de Governo”. “O PT no poder. 8. Jay. BURKE. História do Pensamento Político. É possível um governo de esquerda?O PT no governo. Guanabara. São Paulo. in: Filosofia e Política 2. Estado e Teoria Política. Brasília: Editora UNB. 12. Boaventura de Sousa. Abril Cultural. ________. Montesquieu. Ática. Dominação. A Teoria Política do Individualismo Possessivo de Hobbes a Locke. Conceitos fundamentais da Ciência política: Poder. Giovanni. Fábio Konder. Campinas: Papirus. 5. vertentes do contratualismo (Hobbes. O Leviatã. UNB. José Luís O vôo da coruja: uma leitura não liberal da crise do Estado desenvolvimentista. São Paulo. Em defesa da política. É possível uma esquerda no poder?”. 10. 1987. 1. John. Brasília: Ed. Estado. (Col. Rio de Janeiro. ed. SPO 7202 .) (1992). Hamilton). Milton. UnB. CHEVALLIER. MADISON. 9. Rio de Janeiro. (1995). As diferentes dimensões do objeto da Ciência política. MAQUIAVEL. 6. PhD Thesis. Tocqueville). Birkbeck College. O Estado moderno e a transformação da política clássica. Para uma teoria geral da política. Maquiavel e o Estado moderno. O Príncipe.Paulo: Cortez. Os Pensadores). Reflexões sobre a Revolução em França. A Política. Governo. 3. 1992. FIORI. 8. Thomas Hobbes. 19/05/2000. SANTOS. Nova Fronteira. 11. ________. Rio de Janeiro. L&PM. et al. James. São Paulo.São Paulo. CARNOY. Mimeo. Segundo Tratado sobre o Governo Civil. Antonio. In Democratic life after the transition: In Search of Governability in Brazil. As Grandes Obras Políticas de Maquiavel a Nossos Dias. dez. Os “federalistas” e a revolução americana (Madison. São Paulo: Editora SENAC. Campus. São Paulo. Thomas (1974). Conservadorismo e liberalismo (Burke. entre o contexto do Renascimento e o contexto das revoluções francesa e americana. 10. Paulo (org. GARCIA. Paz e Terra.ÁREA DE CIÊNCIA POLITICA 1. BOBBIO.B. School of Politics and Sociology. BOBBIO. Cortez Editora. Rio: Paz e Terra. BOBBIO. Marx e Engels (História) (Coleção Grandes Cientistas Sociais). John (1978). Os Artigos Federalistas. Brasília.Paulo. (Col. C. 2. Nicolau (1977). Marco Aurélio. Benjamin. . Abril Cultural.TEORIA POLÍTICA I (108 horas/aula) EMENTA: Estudo das principais contribuições clássicas da teoria política moderna. Locke. 2. Ed. SPO 7102 . BIBLIOGRAFIA MÍNIMA COMPARATO. (1978). ed. Dicionário de Ciência Política. (1979). 1995. M. Porto Alegre. FONTANA. Remy J. 11. 13. Norberto. Norberto. FERNANDES. Norberto (1991). Agir. CONSTANT. Rio de Janeiro. Os Pensadores). . 2 tomos. Carta sobre a Tolerância (Col. Rio de Janeiro.INTRODUÇÃO À CIÊNCIA POLÍTICA (108 horas/aula) EMENTA: História do surgimento do conceito de política. Jean-Jacques (1982). 4. S. (1982). BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 3. (1985) "Da Liberdade dos Antigos Comparada à dos Modernos". Os Pensadores). Alexander & JAY. O republicanismo moderno (Harrington. 5. 7. 9.1999. Florestan (1983).

1986. CHEVALIER. Editora Ática S. Francisco L. R. Sobre a Liberdade. O Antigo Regime e a Revolução. François e outros. PROTA. Publicações Europa-América.14. 1980. Karl. 4.) (1992). História das idéias políticas. Rumo à estação Finlândia. Petrópolis. 15. Mosca. 3. Jean. Martins Fontes. Do Contrato Social.. (org. Vozes.S. 21. (Col. Proudhon. Democracia na América. Zahar Editores. Leonardo e RODRIGUEZ. 17. Stuart Mill). Liberalismo e utilitarismo (Bentham. QUIRINO. 4. O Manifesto Comunista. ________. 20.) (1998). Downs. (1993). ________. São Paulo. Campus. Pensamento Político. 26. SPO 7302 . 8. 23. in Revista Lua Nova. TOUCHARD. Brasília. Pluralismo (Shumpeter. 2. (diversas edições). Clássicos do Pensamento Político. 1978. Adam. Maria T.. ________. ROUSSEAU. Mikhail. 18. Zahar Editores. Edusp. Fourier). RJ. James Mill. 1970. (Col. Ed. São Paulo. Expressão e Cultura. "A Social-Democracia como fenômeno histórico". Considerações sobre o Governo Representativo. Editora Parma.TEORIA POLÍTICA III (108 horas/aula) EMENTA: Estudo das principais correntes de pensamento e autores da teoria política contemporânea desde o pós-segunda guerra mundial. 9. Etienne de La. 16. Maquiavel. 7. Elitismo (Weber. VOUGA. São Paulo.) Classes e Movimentos Sociais na América Latina. SP. Francisco e MOURA. MARX. Reconstruindo o marxismo. Gerson. SP. Os clássicos da política. As Grandes Obras da Política em seu Contexto Histórico. O Manifesto Comunista de Marx e Engels. Lindblon). CEDEC/Marco Zero. Célia G. 41-81. 1986. Edmund. Rio de Janeiro. Outubro 1988. MARX. Comentários sobre a Primeira Década de Tito Lívio. TOCQUEVILLE. pag. Socialismo utópico (Saint-Simon. 13. T. Dahl. MARX. (1988). Vol. 24. 22. Neomarxismo . 11. 10. Cláudio e BRANDÃO. Abril Cultural. O Espírito das Leis. Brasília. Harold. WEFFORT. UnB. SP. PAIM. CROSSMAN. História das Idéias Políticas. Tomo II. Jean-Jacques. História do pensamento político. 1989. LARANJEIRA. Biografia do Estado Moderno. QUIRINO. SKINNER. 1990. Editora Hucitec. Alexis. Charles de S. ed. SPO 7402 . Vozes. 12. l979. Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. 5. F. companhia das Letras. "O manifesto comunista" in LASKI. 27. (1973).Antônio. BAKUNIN. Gildo M. Brasiliense. FALCON. Engels. ( ?? ). São Paulo. Anarquismo (Stirner. 1985. Erick Olin e outros. Ricardo. São Paulo. Karl e ENGELS. SP. Abril Cultural. (1979). SP. MONTESQUIEU. (1999). RJ. Os Pensadores). H. in: Coleção Os Pensadores. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. CHATELET. Bakunin). O Socialismo Libertário. Rio de Janeiro.ªQueiroz.TEORIA POLÍTICA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo das principais correntes de pensamento e dos autores clássicos do pensamento político moderno. Sonia (org. Lênin Gramsci). Discurso da Servidão voluntária. 1982. nº 15. 19. ________ . Jean-Jacques (1973). WRIGHT. 2. (1982). UnB. São Paulo. e SOUZA. BOETIE. PRZEWORSKI. O Dezoito Brumário de Luís Bonaparte. Pareto. 6. Owen. Michels). ed. Friedrich. (1969). (1981). (org. Os Pensadores). Livraria Editora Ciências Humanas. Célia G. São Paulo. 1981. 25. Zahar Editores. SP. A Formação do mundo contemporâneo. Brasiliense.A. 3. Lisboa. O Pensamento Político Clássico. Quentin. Rio de Janeiro. 1993. WILSON. RJ. Karl & ENGELS. UnB. situado entre as primeiras décadas do século XIX e as primeiras décadas do século XX. Marxismo (Marx. São Paulo. John Stuart (1991). Editora Nacional. S. Abril Cultural. Brasília. MILL.

BOTTOMORE. Norberto et alli. Teoria geral da política: a filosofia política e as lições dos clássicos. 1978. Jonathan. Teorias da democracia. International Labor and Working Class History. The Foucault Reader. Paulo: Cia. sociologia e teoria social. New Jersey: Princeton University Press.. 11. Hayek. 2 ed. REES. As classes sociais no capitalismo de hoje. Quentin. O Conceito de Sociedade Civil. Neoinstitucionalismo (Skocpol. Tom (ed). Porto: Portucalense. Rio: Zahar. POULANTZAS. Norberto e BOVERO. . Rio: Jorge Zahar ed. Neo-republicanismo (Arendt.(Poulantzas. SKOCPOL. Nicos. BOBBIO. Pauline Marie (1992). 13. Rio de Janeiro: Graal. Vision and Method in Historical Sociology. (1988). London: Bookmarks. RABINBACH. Tilly. Skinner. 12. ROSENAU. Riker). São Paulo: Ed. Poder político e classes sociais. S. Fall. Teoria. O Poder em Cena. BOBBIO. BOBBIO. Habermas. Przeworski. North. N. Georges. das Letras. 16. 1999. Brasília: UnB. Evans. Anson (1994). POULANTZAS. Rio de Janeiro: Campus. Post-Modernism and the Social Sciences. New York: Pantheon Books. UNESP. Anthony e TURNER. Theda (ed. 17. 1986. Neoliberalismo (Mises. 3. GIDDENS. 1982.) (1984). Dicionário de Política. Hall. Social Hoje. 6. 1971. 2 vols. RABINOW. SKINNER.) (1984). Essays on History Materialism. Offe. 1982. S. Nicos. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 4.) (1998). Friedman). Sociedade e Estado na Filosofia Política Moderna. 2000. 46. A. 5. 10. 8. 1986. 7. “Intellectual Crisis or Paradigm Shift?”. Brasília: UnB. Paulo: Brasiliense. 9. BALANDIER. 1998. Estado e Democracia: ensaios teóricos. 14. Pettit). GIDDENS. Paulo: Unesp. 2003. Cambridge: Cambridge University Press. 15. Paul (ed. Elster). Norberto. SAES. 1998. BOBBIO. S. Michelangelo.. John (ed. Campinas: IFCH/UNICAMP. Décio. As fundações do pensamento político moderno. Política. 2. Dicionário do Pensamento Marxista.

2942 (Cap.UNB. Ed. Problemas epistemológicos centrais para a prática da Ciência Social (relação ciência-ideologia. Lógica das Ciências Sociais. 1987 (1981).13-34. 7. Duas Culturas. A Estrutura das Revoluções Científicas.1998. . 1993 (2ª impressão. KROPF. A profissão de sociólogo. 1 – A Etnografia das Ciências). La “libertad” em Jean-Paul Sartre. 9-34 (Cap. São Paulo. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. p. SANTOS. 1999 (1987). Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. Ed. Ed. KUHN. Zahar. A Vida de Laboratório. Loic J. Relume-Dumará. p. MOREIRA. Simone e FERREIRA.). p. 21-34. Campinas-SP: Papirus. GEERTZ. In: PENA-VEJA.EPISTEMIOLOGIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS (108 horas/aula) EMENTA: Conceito de epistemologia. Thomas. O Pensar Complexo. Introdução à Filosofia e à Ética das Ciências. ARAÚJO. Da UFPR. POPPER. Thomas. São Paulo. 3. CHALMERS. etc. MORIN.45-59. Petrópolis: Vozes. 1990. WACQUANT. A F. IV (3). ALVES. 1978. reducionismo. ciência-natural. Edgar. GADOTTI.589-597. (Cap.. Brasiliense. sociedade e política. 1996. Anthony. 10/67. FOUREZ. Alberto. 2001. A Produção de Fatos Científicos. Um discurso sobre a ciência. In: OUTHWAITE. Ciência. Parte da tese de doutorado: La dimensión educativa de la Extensión Rural em el constexto da agroecologia: las relaciones entre saberes tradiconal e moderno. Curitiba: Ed. GIDDENS. Inês L.UNESP. Espanha: Universidade de Córdoba. Perspectiva. Ciências e Saúde. Vozes. BENAKOUCHE. SP: Brasiliense. p.1997-fev. SANTOS. CSO 7304 . p. 1 – A Rota para a Ciência Normal) 13. p. 2000. Isaac. Moacir. 20. D. 2 – Reflexões Epistemológicas. Luiz Otávio. “Positivismo”. (orgs. Elimar P. p. p. 14. S. 6. A Era do Conhecimento: Matrix ou agora? Brasília/Porto Alegre. (Cap. 9. O que é Ciência Social? In: GIDDENS. Anthony. EPSTEIN. 97-113 17. conceito de lei e teoria. Rio de Janeiro/Brasília.Concepção dialética da educação: um estudo introdutório. p. p. Rio de Janeiro. Boaventura de S. Em Defesa da Sociologia. IN: OLIVA. relação ciência social. Thomas Kuhn: a cientificidade entendida como a vigência de um paradigma. Epistemologia: a cientificidade em questão. Rubem. A prática da ciência: uma etnografia no laboratório. 1995. conceito de objetividade. 2001. individualismo e holismo metodológicos. BERGER. 1998. nov. Rio de Janeiro. 1978. 15. In: BAUMGARTEN. Por uma Reforma do Pensamento. 18. Introdução à Filosofia da Ciência. Fundamento de teoria do conhecimento. Peter e LUCKMANN. p. Rio de Janeiro. p. RJ: Zahar. Estrutura lógica dos enunciados científicos. Porto: Edições Afrontamento. Afrontamento. Garamond. São Paulo. W. 1998 (15ª ed. Nova luz sobre a Antropologia. KUNH. São Paulo: Cortez. 1 – A Lógica das Ciências Sociais). Gérard. Vol.). UNB/ Ed.37-61. da UFRGS. ou Redes? Dilemas da Análise Social da Técnica. 12. Um Discurso sobre as Ciências. Tamara. (eds. 21. LATOUR. 19. Edgar Morin e a crise da modernidade. Karl. Janine. Petrópolis. 1997) 10. A Construção das Ciências. CIÊNCIA POLÍTICA E SOCIOLOGIA.). História. UNESP. 11. Tempo Brasileiro/Ed. SP: Perspectiva. T. Maíra. e BOTTOMORE. 9/44. Bruno e WOOLGAR. Alfredo e NASCIMENTO. 103/130. construção de modelos multifatoriais. 1999. 27/68 8. 1995..592-596. 1. tecnologia. Boaventura de Sousa. Análise crítica das principais linhas de reflexão epistemológica em Ciências Sociais. 1997. BOURDIEU. O que é ciência. Dicionário do Pensamento Social do Século XX. Steve. Três Culturas.DISCIPLINAS COMPARTILHADAS: ANTROPOLOGIA. afinal? São Paulo. 1987 (12 ª edição) 16. A dialética: concepção e método . Thomas S. 5. O método científico: a observação). 1990. 2001. A estrutura das revoluções científicas. Porto. CHAMBOREDON e PASSERON. Clifford. A Construção Social da Realidade. p. 4.) 2. O legado de Thomas Kuhn: o texto certo na hora certa.

FEDLMAN-BIANCO.2. BECKER. RJ: F.146-156. Martins Fontes. A construção do objeto. 8. Aventura Antropológica: Teoria e Pesquisa. SP: EDU.). 9/29 CARDOSO. El antropologo como autor. Tipos de pesquisa. HERMAN e SCHOUTHEETE. GEERTZ. 13. Cit. Cap.1994. Problemas gerais de planejamento. 1992. A aventura antropológica: teoria e pesquisa. Editora Ática. 1988. Maria Cecília de Souza (org). 7. (org. T.1987. MEDINA. 11 HAGUETTE. Dinâmica de pesquisa em ciências sociais. entrevistas. Método em pesquisa social. SP: HUCITEC. M. SELLTIZ et al. H. 1993. 1977. 1987. 1993. 11. p. Clifford. Humberto. Petrópolis. 1986. A História de Vida na Ciência Antropológica. 61/105.C. 1986. M. IN: MINAYO (org. ECO. 4. A imaginação sociológica. 1992. Cap. 95/105 MINAYO. EPU. 8. p.cap 2 a 5. Observação participante. S. 1973. 9. Lisboa: Gradiva. 37/88 BRUYNE. Petrópolis. São Paulo. 7. 11. Vozes. P. O trabalho de campo. p. 2. 17/46 MINAYO. Global. P. São Paulo. Alves. BECKER. p. U. Metodologias qualitativas na sociologia. Ignez.MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA II (108 horas/aulas) EMENTA: As relações entre teoria e dados: uso de roteiros. 6. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 5. Relativizando. São Paulo. Aula Inaugural no Collège de France. 1975. Pesquisa Social: teoria. 136/152 DESLANDES. Rocco. 12. CSO 7506 . O “ser” e o “deveria ser” no conceito da pequena produção. genealogias.). São Paulo.II. SP: Perspectiva. LANGNESS. Como se faz uma tese. 10. Métodos de pesquisa em Ciências Sociais. Paidós. SP – RJ: HUCITEC-ABRASCO. M. método e criatividade? RJ: Vozes. p. 131/143.) 1986. Miriam. Estrutura da explicação e da predição em Ciência Social. 2. CARDOSO. P. Métodos quantitativos em Sociologia. 6. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Bela. 1971. Rio de Janeiro. (org. 31/68 GOOD & HATT. 31/50. 1990. GOLDENBERG. Ruth (org). Cremilda de A. L. p. 3. Anais do XXVIII Congresso da SOBER. A experiência etnográfica. 12. Terceira etapa. 4. Interpretação e superinterpretação. Cap. Ed.C. 1987. RJ: Vozes. Cap. 1999 . e CAMPENHOUDT. São Paulo Perspectiva. São Paulo. ECO. 10. M. Metodologias qualitativas na sociologia. p. historia de vida. execução e avaliação do processo da pesquisa. Antropologia das Sociedades Contemporâneas – Métodos. Entrevista – Diálogo Possível. 14. Barcelona. Roberto. Lições de Aula. R. 6.J: Zahar. SP: Nacional. 345-374. 13. RJ: Vozes Segunda parte. C. Hucitec. 1. I. Cap. 1989. 81/104 3. Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 1987p. DAMATTA. RJ: Paz e Terrap. 1999 HAGUETTE. Teresa Maria Frota. R. L. 1977. 5. 1994. Manual de investigação em ciências sociais. 7/34 QUIVY. 1973. Como se faz uma tese. A construção do projeto de pesquisa. Processos de coleta. Pesquisa Social. 1992. Discussão preliminar sobre o projeto de pesquisa para o trabalho de conclusão de curso. Record. A arte de pesquisar. P. Ática. Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. p. 9.MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA I (108 horas/aulas) EMENTA: As diversas concepções sobre o método nas Ciências Sociais. Vol. Cap. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 89/106 PAULILO. Howard. Op. BOURDIEU. análise e interpretação de dados. MINAYO. p. Uma introdução à Antropologia Social. R. Vozes. 77/107 BOUDON. ECO. R. I. 3. 1989. Paz e Terra. Brasília: SOBER. L. CSO 7606 . Humberto. WRIGHT MILLS. Pierre. 1993.

In: FERNANDES. Michael. 11-93. In: Tempo Social. Gilberto. 12 n. 8. pp. 11-37. a revolução Brasileira (a evolução política do Brasil e a Revolução Burguesa). In: IANNI.2. Uma antropologia no Plural.2. Silvia L op. Florestan Fernandes e a Formação da Sociologia Brasileira. In: Dialética da Colonização. JARDIM. O Positivismo no Brasil. A Sociologia no Brasil. Rio de Janeiro: Vozes. subdesenvolvimento e dependência. CSO 7504 . 18. Ciencias Sociales: saberes coloniales y eurocéntricos. Sílvio (org. 1979:315 17. F. 200-366. Florestan. A Revolução Burguesa no Brasil. ZALUAR. Pesquisa qualitativa em saúde: uma introdução ao tema. “Memória. O. Editora da UNB.). .). 2. F.. Maria de Nazareth. FERNANDES.21. Concepções e Formação do Estado Brasileiro. esquecimento e silêncio”. Alba (org) Desvendando Máscaras Sociais. Tomo Editorial. In: FERNANDES. São Paulo: Hucitec. Florestan.225-265. pp. IN: La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciencias sociales. LANDER. Daniela e AGRA HASSEN. Octávio. São Paulo: Cia das Letras. Desenvolvimento Histórico-social da Sociologia no Brasil. O. pp. 266-281. Florestan. pp.). pp. O. Alfredo. Rio de Janeiro: ZAHAR Editores. as Ciências Sociais e as apresentações do Brasil. BOSI. 2. Silvia L. 1977. Porto Alegre. LIEDKE FILHO. Edgardo. A sociologia no Brasil: história. 25 anos depois: O negro na era atual. FERNANDES. IANNI. IN: Sociologia na América Latina. teorias e desafios. SANTOS. São Paulo: Brasiliense. 1997. A Concretização da Revolução Burguesa. pp.2). BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Circuito fechado. Porto Alegre: Editora da UFRGS. 2005. UNESCO. História da Sociologia Brasileira: o ensino de sociologia. São Paulo: Anita Garibaldi. 1989. São Paulo: Ática. Florestan Fernandes: Sociologia. São Paulo:Ática. A sociedade escravista no Brasil. Perspectivas latinoamericanas. O. 1995. 4. In: COSTA. Sílvio. Notícias da Sociologia Brasileira. Estudos Históricos. vol. 1982. F. PEIRANO. 10.3. Paulo E. F. Florestan Fernandes: Sociologia. Positivismo e República. 15. Rio de Janeiro. MAGNANI. A Sociologia no Brasil.). F. O. Sociologia crítica: o negro na sociedade de classes. O Movimento Anarquista em São Paulo (1906-1917). 1992.1). A Análise Libertária da Realidade Brasileira. 6. 13. Coleções caros Amigos. 11-31. Enno D. Silvia L. 3. 2000. In: Novos Estudos Cebrap n. Arqueologia do Estado Providência. In: MAGNANI. FERNANDES. 1986. pp. In: IANNI. Vol. 15-24 (cap. Buenos Aires: CLACSO. 55-74. 4. Individualismo e Cultura: notas para uma antropologia da sociedade contemporânea. Mariza G. Zahar. S. 19. 1986. 7-21. FERNANDES. 16. 1988. In: FERNANDES. Rebeldes Brasileiros: homens e mulheres que desafiam o Poder. 1982. Brasília . pp. cit. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. 1980. 12. 139-182. suas fases e os ensaístas. 17. 3 ed. São Paulo: Ática. (org. KNAUDT. COSTA. (org. F. O. FERNANDES. Três Experiências Contemporâneas. 11-40. VELHO. 7. 1999. ARANTES.. 16. Livraria Francisco Alves. Sociologia da Sociologia.376-436. Nivaldo dos. Rio de Janeiro: Vozes. realismo literário e sociologia. FERNANDES. In: IANNI. IANNI. 5. In: IANNI. 273-307. 1981. São Paulo. IN: FERNANDES. ALAS. (org. F. 14. FERNANDES. pp. (cap. n. Ciência e Sociedade na Evolução do Brasil. 1977. pp. Revolução Burguesa e Capitalismo Dependente. nov 2000. 2005. 7-45.14. Tendências do pensamento brasileiro. 9. PEIRANO. jul. A favor da Etnografia. pp. 1995. POLLAK. Rio de Janeiro.PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO (108 horas/aula) EMENTA: Contribuições Teóricas das Ciências Sociais no Brasil. p. Mariza G. pp. s/d. VICTORIA. S. pp. São Paulo: Ática. 1977. pp. 11. Florestan. 25-49. Sociedade Escravista. v. 185-194. pp. IANNI. Ceres. MAGNANI. Florestan Fernandes: Sociologia.77-86. 15. 1986. pp. S.

Florestan Fernandes. A dialética da globalização. A história da mundialização. pp. In: Política e Sociedade. 43.141.1. 69-120.VIII). IN: FERNANDES. Amélia. Rio de Janeiro: ZAHAR Editores. pp. F. 47. 44. VII). Paulo (org. Elide Rugai. IANNI. CSO 7707 . pp. In: IANNI. Revista de Ciências Humanas. pp. In: CRESPO. F. 41. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. In: FERNANDES. 1995.). Sociedade de classes e subdesenvolvimento. Maria I. 1997. A vocação de mestre. 2004. BASTOS. Raças e classes sociais no Brasil. IANNI. Para além do princípio do mercado. SALLUM JR. n. Capitalismo. Raça e Classe. FERNANDES. FALEIROS. Pensamento Social Brasileiro. O. pp. pp. 20. Violência e Terrorismo. SILVA. 125-146 (cap. 26. 38. Raças e classes sociais no Brasil 27. Antonio.IV e V). FERNANDES. 32. 48. O. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.. (orgs. In: FERNANDES. pp. Curitiba: UFPR. F. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.18.). 5-8. Em Busca do Socialismo:últimos escritos e outros textos. 31. IANNI. 1992. MICELLI. Antonio. MARTINS. Enigmas da Modernidade-Mundo.pp. IANNI. 99. F. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Poder e contra-poder na América Latina. 139-144.cit. 39. 225-248 (cap. Capitalismo dependente e imperialismo. Regina. São Paulo: Xamã. F. 1998. pp. 45. 1998. O. História das Ciências Sociais no Brasil. F. 21-23. Maria I. 1996. 2001. Teorias da Globalização. História do Brasil. IN: FERNANDES. In: FERNANDES. 53-68 (cap. F. pp. IANNI. 2002. FERNANDES. 1995. Capitalismo. IANNI. 347-367. O. 97-149. São Paulo: Xamã. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. IN: Revista Latino-americana de Estudos do Trabalho. pp. FERNANDES. O. pp. São Paulo: UNESP. José de Souza. COHN. (org. CANDIDO. São Paulo: Boitempo. (cap. pp. 1995. 19. pp. Violência e Terrorismo. 29-70. CANDIDO. Florestan Fernandes: sociologia crítica e militante. São Paulo: Hucitec. F. 23. MARTINEZ.cit. Florestan ou Sentido das Coisas.Vanilda (org. 37. FERNANDES. 159-164. In: FERNANDES. Neo-socialismo.1). (orgs. (orgs. pp. 29. 46. IANNI. 1995. PAIVA.1).). 2004. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Notas sobre o surgimento da Sociologia Política em São Paulo. O estudo sociológico do subdesenvolvimento econômico. O. F.SEMINÁRIO DE PESQUISA I (72 horas/aula) . IANNI. 79-99. 3-18 (cap. 28. 24. 22. As ciências sociais e a modernidade-mundo: uma ruptura histórica e epistemológica. F.10. São Paulo: Expressão Popular. 13-36 (cap. A ditadura militar e os papéis políticos dos intelectuais na América Latina.III).). 17-20. In: IANNI. F. Em Busca do Socialismo:últimos escritos e outros textos. São Paulo: Edusp. O. In: CRESPO. Florestan: Sociologia e Consciência Social no Brasil. In: IANNI. Regina. 2004. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 42. 135-162 (cap. O. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. O. O. A Sociedade Global. FERNANDES. Sociologia e socialismo. A Sociedade Global. As contradições da modernização. São Paulo: Sumaré. pp. Em Busca do Socialismo:últimos escritos e outros textos. 2004. Francisco. 1972. 34. 21. 73-86. 1995. Em Busca do Socialismo:últimos escritos e outros textos. IANNI. Cidade Futura. FERNANDES. 2000. 1992. pp. O. F. IN: FERNANDES. In: IANNI. O. 1972. São Paulo: Perseu Abramo. Circuito fechado. 1996. Tentativa de perfil. 1981. 21-103. Octávio Inanni: a questão rcial e questão nacional. IANNI. Apontamentos sobre a Teoria do Autoritarismo. 1996. O. O. Brasílio. op.145-157. São Paulo: Xamã. pp. Raças e classes sociais no Brasil. A Ideologia do Estado Autoritário no Brasil. Sociologia e Socialismo. Sergio (org. In: IANNI.. pp. São Paulo: Hucitec. 2001. Humanismo e compromisso: ensaios sobre Octávio Ianni. 1979. Chapecó: Argos. Maria I. O. ano 4. 36. op. Globalização. O. F. FAUSTO. F. F. São Paulo:Editora Cortez. nº 6.). In: FERNANDES. FALEIROS. v.IX). Reflexões sobre as “revoluções interrompidas” (uma rotação de perspectivas).. pp.). F. 1977. FERNANDES. pp. 25. Florianópolis: UFSC.). São Paulo: Xamã.2005 5. In: CRESPO. 40. Ricardo. Regina. 1998. São Paulo: Edusp. OLIVEIRA. Existe uma teoria do autoritarismo?. 30. FALEIROS. As formas do poder global. IANNI. Boris. 2003.1 n. 35. guerra e revolução.. 33.

sob a supervisão docente.TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – TCC I 10. 8. Encontros coletivos.TRABALHO DE CONCLUSÃO II – TCC II 12. CSO 7505 . sob a supervisão docente. CSO 7708 . para discussão metodológica dos projetos de trabalho de final de curso dos alunos do bacharelado. 7. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA A bibliografia tratada nesta disciplina dependerá do projeto no qual o aluno irá se inserir no Núcleo de Pesquisa/Estudos escolhido. CSO 7205 . 6. CSO 7809 .ESTÁGIO CURRICULAR PROFISSIONALIZANTE II – ECP II . CSO 7807 . BIBLIOGRAFIA MÍNIMA A bibliografia tratada nesta disciplina dependerá do projeto no qual o aluno irá se inserir no Núcleo de Pesquisa/Estudos escolhido. Encontros coletivos.EMENTA: Início do processo de elaboração do trabalho de conclusão de curso.PRÁTICA DE PESQUISA I EMENTA: Conhecimento sobre os projetos de pesquisa desenvolvidos pelos professores do curso nos núcleos de pesquisa e estudo dos dois principais departamentos do curso. visto tratar-se disciplina destinada à discussão dos projetos de TCC dos alunos formandos. para discussão metodológica dos projetos de trabalho de final de curso dos alunos do bacharelado. CSO 7709 – ESTÁGIO CURRICULAR PROFISSIONALIZANTE – ECP I 11. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há.PRÁTICA DE PESQUISA II EMENTA: Conhecimento sobre os projetos de pesquisa desenvolvidos pelos professores do curso nos núcleos de pesquisa e estudo dos dois principais departamentos do curso. visto tratar-se disciplina destinada à discussão dos projetos de TCC dos alunos formandos. CSO 7808 . 9.SEMINÁRIO DE PESQUISA II (72 horas/aula) EMENTA: Início do processo de elaboração do trabalho de conclusão de curso.

Eric. . Gonçalves. Trad. 19. WEBER. MARX. Ética Protestante e o Espírito Capitalista. 1985. 18. Liberalismo e democracia. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo. Os excluídos da história: operários. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Friedrich.HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA (72 horas/aula) EMENTA: Estudo dos desdobramentos da Revolução Francesa no contexto da formação e fortalecimento da sociedade industrial moderna e suas abordagens teóricas e de ensino. BENJAMIM. BOBBIO. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.Estatística Alicada à Ciências Humanas. Raymond. J. 3ª ed. Trad. John Stuart. Trad. Denise Bottmann. 3. HOBSBAWM. Ellen Meiksins. Eric. Arno. 20. O dezoito brumário de Louis Bonaparte. . São Paulo: Brasiliense. 1991. 1977. Trad. Trad. Livro I. São Paulo. BERMAN. WALLERSTEIN. Estimação de parâmetros e testes de hipóteses. MILL. 1990. Reginaldo Santana. Modesto Florenzano. 14. Dinâmica da contra-revolução na Europa (1870-1956). 3. DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA 1. O capitalismo histórico. Trad. ARON. Trad. 4. São Paulo: Editora Morales. In: Obras escolhidas. Lisboa: Avante. São Paulo: Companhia das Letras. Siene Campos e Yolanda Toledo. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Estatística descritiva. Karl. mulheres e prisioneiros. Trad. Denise Bottmann. 2a edição. 1984. 17. Karl. A. Teste não paramétrico. As utopias românticas. LEVIN. 1984. 2001. P. São Paulo: Editora Harbra. 1984. José Moura e Eduardo Chitas. Edward P. São Paulo: Editora Harbra. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. 2. 1991. São Paulo: Ibrasa. Correlações. 16. São Paulo: Difel. 1993.ESTATISTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (72 horas/aula) EMENTA: Probabilidade. s/d. RUDE. A origem do capitalismo. Florianópolis: Editora da UFSC. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Da liberdade. 1982. 6. MARX. Rio de Janeiro: Paz e Terra.OUTROS DEPARTAMENTOS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA 1. Luciano Costa. 11. Sérgio Bath. 7. 8ª ed. São Paulo: Cia das Letras. 9. 13. A era dos Impérios 1875-1914. 1994. ENGELS. 9ª ed. SALIBA. Max. 1987. PERROT. STEVENSON. O capital. Do socialismo utópico ao socialismo científico. 4ª ed. A multidão na História: estudo dos movimentos populares na França e na Inglaterra 1730-1848. M. Trad. Norberto. HOBSBAWM. Trad. Trad. Eric A era do capital 1848-1875. 5. São Paulo: Martins Fontes. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2003. HOBSBAWM.Estatística Aplicada às Ciências Sociais. Elias Tomé. WOOD. A Formação da Classe Operária Inglesa. Lembranças de 1848: as jornadas revolucionárias em Paris. 15. 4ª ed. TOCQUEVILLE. Trad. 8. Rio de Janeiro: Campus. INE 7 XXXX . Michele. J. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Marco Aurélio Nogueira. 1989. Alexis. Waltensir Dutra. As etapas do pensamento sociológico. Rio de Janeiro: Paz e Terra.Estatística Aplicada à Administração. . Vera Ribeiro. Trad. José Carlos Barbosa e Hemerson Baptista. 1988. Trad. George. Maria Lopes Teixeira e Marcos Pimentel. . BARBETTA. São Paulo: Brasiliense. 2. MAYER. Trad. 1982. São Paulo: Abril Cultural. 3ª ed. Jacy Monteiro. 1995. Marshall. I. São Paulo: Brasiliense. A era das revoluções. HST 7XXX . THOMPSON. Walter. 1981. S. 12. 10. Rio de Janeiro: Zahar. Brasiliense.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.PRODUÇÂO TEXTUAL ACADEMICA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo e Produção de textos técnico-científicos relevantes para o desempenho das atividades acadêmicas tais como: resumo. Florianópolis. COLEÇÃO „OS PENSADORES”. Crescimento sem Emprego. Normas para apresentação de documentos científicos. 1996. CNM XXXX . 10. 15ª edição. artigo e seminário. Ed. Editora da UFPR. Livraria Almedina. Contexto. Educ. Comte e Carnap. (1991) Thinking things thought. A. Rio de Janeiro: Zahar COPI. São Paulo. E. Metodologia do trabalho cientifico.DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA 1. Edição. 5ª edição. 1997. Curitiba. V. Ed Abril.. ALBAN. OLIMPIO. Atlas. Questões relativas à definição e justificação do conhecimento. Marcus. São Paulo. Gêneros discursivos no ensino de línguas para fins acadêmicos. L. 3. A coerência textual. SEVERINO. 2. estruturalismo e dialética. POPPER. resenha. Hume. racionalismo e nominalismo. 5. Positivismo. LAKATOS. 1-10. KOCH. 8. (2000) Epistemologia da Aprendizagem. 6ª. Campinas. Mailce Borges Mota. B. Edição. C. (1974) A lógica da pesquisa científica..L.. D. Apresentação da Economia Política contemporânea e suas análises sobre o capitalismo contemporâneo. FIL 7XXX . 2000. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. 6ª. 4. al. Kant. A. Belo Horizonte: Itatiaia. ANDERY.A. 3. TOMITICH. 1993. 1989. MOTTA-ROTH. DEPARTAMENTO DE LINGUA E LITERATURA VERNÁCULAS 1. 7. Redação: o texto técnico/cinetifico e o texto literário. I.. São Paulo. ABREU. Florianópolis. 1996. Salvador: Casa da Qualidade. CANCELIER. EDUFSC. MARCONI. CHISHOLM. PADUA. (Org. 4. 6. RUSSELL. L. Curso de Redação. (1973) Introdução à Lógica. Coimbra: Ed.M. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 9. Mestre Jou.FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DA PESQUISA CIENTÍFICA (72 HORAS) EMENTA: Formas básicas de raciocínio: dedução e indução.P. São Paulo. SISTEMA DE BIBLIOTECAS. 1996. K. Prática Pedagógica.) Parâmetros de textualização.N. H.L. Volumes relativos a Descartes. Editora da UFSM.J. 1994. 2ª edição. 5. São Paulo. Leda Maria Braga (Org. In: FORTKAMP. Realismo e idealismo. Espaço e Tempo. Rio de Janeiro. GLYMOUR. (1976) Teoria do conhecimento. LLV 7XXX . Correntes epistemológicas e ontológicas clássicas: empirismo. Papirus. Para compreender a ciência: uma perspective histórica. TRAVAGLIA. 1997. Santa Maria. 2000. DUTRA. MEURER.A. J. et. MOTTA-ROTH. Rio de Janeiro. 7.) Aspectos da lingüística aplicada: estudos em homenagem ao professor Hilário Inácio Bohn. Cortez. Rio de Janeiro: Ed. N. L. 6. DEPARTAMENTO DE ECONOMIA 1. M DE A. D. DE. 1999 . v. Autores Associados.prática. (2001) Os problemas da filosofia. Metodologia do trabalho científico.M. L. BIBLIOGRAFIA MINIMA 1. Insular.ECONOMIA POLITICA (72 horas/aula) EMENTA: Introdução à Economia Política das escolas que estabeleceram os paradigmas da Ciência Econômica na interpretação das economias capitalistas.L.C.M. São Paulo. Cambridge: The MIT Press.A . I. 2. E. Metodologia da pesquisa:abordagem teórico . R. LP&A.S. M. FLORES.

Daniel R. (2005) (orgs). E. MONTEIRO. da.. Introdução à Economia. São Paulo: EDUC/Brasiliense. N. 7. B. (2001) . Lisboa: Instituto Piaget. A Era do Economista. E. Petrópolis/RJ: Vozes.Manual de Psicologia Social. 1978. Grupos. Novas veredas da Psicologia Social.Psicologia Social. (orgs. T. J. S. São Paulo. (1995) (Orgs. Martins. Relação indivíduo-sociedade. B.2. L. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. Somat. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Lisboa: Fundação Calouse Gulbenkian. EATWELL. B. Petrópolis. 3. Oskar. CERCLÉ. RJ: Editora Vozes. Rio de Janeiro: Paz e Terra. A. SAWAIA. 4. (Eds. 5. (1999) (Org.B. 3. DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA 1. Vértice. J. R. 2. Método histórico-social na Psicologia Social.. Objeto de estudo. Relações interpessoais. M.) Pós-Neoliberalismo II.). Ed. Petrópolis: Vozes.Psicologia Social. e SAWAIA. A.. LANE. B. Petrópolis: Vozes.)(2005). PSI XXX – PISCOLOGIA SOCIAL (72 horas/aulas) Ementa: Histórico. A. Moderna Economia Política. M. Métodos e técnicas de pesquisa. O Pensamento Econômico do Século XX. M.As raízes da Psicologia Social Moderna.. 2001 LANGE. J. 6. T. B. . Silva. (2002) . São Paulo. 6. FUSFELD. ABRANTES.. A.) As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. 4. (1998) . Petrópolis/RJ: Vozes. Cláudio. 5. R. JABLONSKY. Saraiva. & GENTILI. ASSMAR. S. P. A. Relações intergrupais. 1986 NAPOLEONI. FARR. 1979 SADER. VALA. 1999 ROBINSON. RODRIGUES. F.

Roberto. Roberto. in: Da Vida Nervosa na Classes Trabalhadoras Urbanas. GREENFIELD. A Leitura Brasileira. in: A Casa e a Rua: Espaço. in: O que faz o brasil. Rio: Jorge Zahar. 1982. BOSI. 1986. Maria Dulce. 11. 1985. Rio: Tempo Brasileiro. 1985. Rio: Zahar. 49-67 6. FRY. Roberto. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. “Treze pontos riscados em torno da Cultura Popular”. José J [1994] „O encontro de velhas e novas religiões: esboço de uma teoria dos estilos de espiritualidade‟. DAMATTA. São Paulo: Brasiliense. 1996. “Sobre o mal à brasileira e o mal-estar que nos acompanha”. Alfredo. J. de. 12. Petrópolis: Vozes/UFS-IFAN. Brasil?. “O espaço cultural dos nervos e nervosos”. DAMATTA. Cidadania. Rio: Rocco. Porto Alegre. São Paulo.DISCIPLINAS OPTATIVAS DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA 1. In: A Violência Brasileira. n. “Feijoada e soul food: notas sobre a manipulação de símbolos étnicos e nacionais”. 1981. 3. 8. in: Anuário Antropológico 92. O teatro no Brasil. pp. 2003.) Misticismo e Novas Religiões. mas não caótico”. Mulher e Morte no Brasil. O cinema Brasileiro. Mulher e Morte no Brasil. DAMATTA. Roberto. 9. in: A Casa e a Rua: Espaço. jul/2003. Malandros e Heróis: Para uma Sociologia do Dilema Brasileiro. Peter. “A "Origem do Samba" como Invenção do Brasil (por que as canções têm música?)”. Comunicação de Massa. . 10. Sidney M [1985] „Romarias: terapia e a ligação entre as curas e a imaginação‟. 13. CARVALHO. Conceitos de Cultura Brasileira. BIRMAN. O cinema novo. Roberto. 1992. “Plural. rua e outro mundo: o caso do Brasil”. Garotas de Programa: Prostituição em Copacabana e Identidade Social. do Autor). Luiz F. 1991. in: Para Inglês Ver: Identidade e Política na Cultura Brasileira. São Paulo: Brasiliense. Cidadania. Revista Brasileira de Ciências Sociais 31: 2. Roberto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. Rio: Guanabara. O teatro na atualidade. Rafael. A literatura Contemporânea. Petrópolis: Vozes. Primeiras Manifestações. DAMATTA. Primeiras Manifestações. 7. 1990. A & ZICMAN. 14. Atica. Patricia. 1994. “A ilusão das relações raciais”. 4. “Digressão: a fábula das três raças ou o problema do racismo à brasileira” In: Relativizando: uma Introdução à Antropologia Social.CULTURA BRASILEIRA (72 horas/aula) EMENTA: O Significado da Cultura Brasileira. DAMATTA. “Morte: A morte nas sociedades relacionais-reflexões a partir do caso brasileiro”. in: Debates do NER. “Espaço: casa. “As raízes da violência no Brasil: reflexões de um antropólogo social”. 15. 1988. A Literatura no período colonial. ANT 7001 . 5. Roberto. DAMATTA. in: MOREIRA. ano 4. R (orgs. BASTOS. O Significado conteúdo da Arte. DUARTE.4. GASPAR. In: Cultura Brasileira: Temas e Situações (Org. DAMATTA. São Paulo: Brasiliense. Carnavais.

24. ANT 7003 . 1992.Friedrik(ed. Amor. 2. Rio: Campus. (19). 1995. 15. ORTIZ. M C [1994] „Religião. Particularidades históricas e processos de diferenciação. cultura e política. in: Antropologia em Primeira Mão (Programa de Pós-graduação em Antropologia Social / UFSC). ritual e cura „. Sérvulo A. "Introdctio" to Ethnic Groups and Boundaries. 22. Ruben G. Theophilos. Poder e violência. in: Antropologia do Poder. 2002. Processos sócio-culturais de construção de identidade étnicas.RELAÇÕES DE GÊNERO (72 horas/aula) EMENTA: O conceito de gênero segundo diferentes escolas teóricas. RABELO. in: A parte e o todo: diversidade cultura no Brasil-Nação. José C. RODRIGUES. 2a. UFCe. A. Masculinidade. 19. “Sobre o óbvio. P C & MINAYO. (coord) Sociedade e Saúde Mental. Etnicidade e estrutura social. 3.P. Representações do masculino e do feminino. ed. Status e mobilidade. FONSECA. Mitos Coletivos e Narrativas Pessoais: Cura Ritual e Trabalho Terapêutico nas Culturas da Nova Era (Manuscrito). 1999.RELAÇÕES INTERÉTNICAS (72 horas/aula) EMENTA: Grupo étnico. 23. RIBEIRO. discriminação e conflito racial. Porto Alegre: L&PM. & STEIL. RIFIÓTIS. in: ALVES. filiação e reprodução. O Peso do Trabalho Leve. Identidades de gênero. Parentesco. 18. 21.) Globalização e Religião. Antagonismo. Cultura popular e identidade nacional. São Paulo: Brasiliense. “Em busca do tempo perdido: o movimento tradicionalista gaúcho». Hermano. C. A M (org. MALUF. 1978.) Fé. OLIVEN. VELHO. 20. SANCHIS. 25.in: CAVALCANTE. “Quando a morte é festa”. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. “O nacional e o regional na construção da identidade brasileira”. Feminismo e movimento gay. Sônia. Rio de Janeiro: Fiocruz. in: Ensaios Insólitos. Gilberto. 26.A. M C S (orgs) Saúde e Doença: Um Olhar Antropológico. In: ORO. 1979. Maria Ignez. Rio: Terra Nova. Fortaleza: Ed. 27. Ciencia Hoje 5(8). 1986. Rio: Zahar. conjugalidade e celibato. PAULILO. BARTH. família. 1991. Desejo e sexualidade. "O campo religioso contemporâneo no Brasil". 17. Análise crítica dos estudos clássicos na Antropologia sobre o lugar das relações de gênero em sociedades tribais e complexas. Darcy. Saúde e Poder. “Cavalo amarrado também pasta: honra e humor em um grupo popular brasileiro” In: Revista Brasileira de Ciências Sociais n. 1997. “Duas categorias de acusação na cultura brasileira contemporânea”. ANT 7002 . P. Sociedades pluriétnicas. in: FIGUEIRA. Petrópolis: Vozes. “Nos campos da violência: diferença e positividade”. . London:George Allen & Unwin. VIANNA. Renato. O Mistério do Samba. Claudia. 1985. (orgs.)(1970). 16.

E. pp. dos autores. O campo da etnologia sobre a região: esboço histórico e panorama atual. As Línguas Indígenas no Brasil. (1982).) “Introdução a uma História Indígena” in. Manuela. Ou edição do Boletim do Museu Nacional. RICARDO. Petrópolis. SEYFERTH.)(1977). CUNHA. São Paulo: Companhia das Letras. Etnografias recentes.ETNOLOGIA INDÍGENA (72 horas/aula) EMENTA: As sociedades indígenas das terras baixas da América do Sul com ênfase naquelas situadas no Brasil: localização. 1992. (1995).Nacionalismo e Identidade Étnica:a ideologia germanista e o grupo étnico teuto-brasileiro numa comunidade do Vale do Itajaí. Darcy. "Os Índios" e a Sociodiversidade Nativa Contemporânea no Brasil.Florianópolis: Fund. 291-311. London/Chicago:Tavistok/Aldine Puplishing. VIVEIROS DE CASTRO. CARNEIRO DA CUNHA.C. Grupioni. RIBEIRO. Os Índios e a Civilização. MEC/MARI/UNESCO. 4. João Pacheco (org. . Vozes. História dos Índios no Brasil. 53-86. da Silva e Luís Donisete B. da Matta. São Paulo: Companhia das Letras. antropologia biológica. 1979. São Paulo.G. Eduardo B. Rio de Janeiro: Ed. EPSTEIN. 3. Catarinense de Cultura. Antropologia no Brasil: mito.Brasília: Editora UnB. etnicidade. L' Identité. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. orgs. orgs. SANSONE. (1972).história. 2. Grupioni.R.(1990). 3. 1993.L. 1996. A.C. Marco Zero. 7. Brasília. da Silva e Luís Donisete B.) História dos Índios no Brasil. & Carneiro da Cunha. CARDOSO DE OLIVEIRA. Identidade. eds. Imigração e Cultura no Brasil. Ethos and Identily. B. arqueologia. ANT 7004 . Carlos Alberto. in Aracy L. R. pp. Povos Indígenas no Brasil: 1991-95. Arqueologia Amazônica in: Carneiro da Cunha. ROOSEVELT.) Sociedades Indígenas e Indigenismo no Brasil. 1992. Etnia e Estrutura Social: São Paulo:Pioneira.. in A Temática Indígena na Escola: Novos Subsídios Para Professores de Segundo Grau. “Introdução” in: Amazônia: Etnologia e História Indígena.2. Instituto Socioambiental. Manuela (org. história. Negritude sem etnicidade: o local e o global nas relações raciais e na produção cultural negra no Brasil. 1995. SEYFERTH. Carlos Alberto. Livio. 6.G. conjuntos linguístico-culturais e sínteses regionais. Anna C.A. 4. Raquel F. Paris: Quadrige/PUF. lingüística. 29-55. 1987. 2003. TEIXEIRA. 487-503. 8.. Manuela (org. 1979. Pp.(org. pp. da (1986). SEEGER. 9-15.São Paulo: Brasiliense/EDUSP. RICARDO. & Viveiros de Castro. pp. 5. A. “A Construção da Pessoa nas Sociedades Indígenas Brasileiras” in: Oliveira Filho. 7.(1978). SP: USP. Aracy L. LÉVI-STRAUSS. 8. 6. Salvador: Pallas.M. 4. 5.

2001. 1000-2000 d. 11-46. (org). 26. Inimigos fiéis: história. 19. 2002. 2001.9. R. Indagação Sobre os Kamayurá. Aparecida. FRANCHETTO. Bruna & Heckenberger. Rafael José de. 1992 (também eM A Inconstância da Alma Selvagem. Cosac & Naify. História e Cultura. 1998. São Paulo. Cosac & Naify. 1995. Pp. Rio: Jorge Zahar/Anpocs (Trechos) 25. 2004. p. Rev. Rio de Janeiro. SILVIO. ÍNDIOS E BRANCOS NO SUL DO BRASIL – A DRAMÁTICA EXPERIÊNCIA DOS XOKLENG. CLASTRES. RJ: Ed. Leituras de Etnologia Brasileira. "Arqueologia da violência: a guerra nas sociedades primitivas" in: Arqueologia da Violência. 1976. VIVEIROS DE CASTRO. 229-270. Tânia Stolze. Tese de Doutorado. 15. FRANCHETTO. RBCS. 359-376. Vol 35.) Introdução.. Rio de Janeiro. o Alto-Xingu e Outros Nomes e Coisas: Uma Etnologia da Sociedade Xinguara. Viveiros de Castro. Revista de Antropologia. 1972. O que Significa Tornar-se Outro? Xamanismo e Contato interétnico na Amazônia.09-67. (orgs. pp. Carlos. Araweté: Os Deuses Canibais.41. CLASTRES.) Os Povos do Alto Xingu. 207-234. Um Mundo Dividido: a estrutura social dos índios Apinayé. pp. Etnografia Juruna. Cia. PORTO ALEGRE: MOVIMENTO. RJ: Ed. E. E. Michael Estrutura. “A Sociedade Contra o Estado” e “Independência e Exogamia”. (trechos) 17. vol. 18. 73-116. CARNEIRO DA CUNHA. Pp. "Vingança e Temporalidade" in Anuário Antropológico/85 22. 12. PP. nº. in A Sociedade Contra o Estado. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 65-93. 14. . Os Kariris de Mirandela: Um Grupo Indígena Integrado. M. nº 44. HECKENBERGER. Salvador. guerra e xamanismo na Amazônia. Bruna & HECKENBERGER. MAYBURY-LEWIS. VILAÇA. M & E. D. 16. Rio de Janeiro. Aparecida.1. Pierre. Michael (orgs. São Paulo: EDUSP. 137-161. "O Mármore e a Murta: Sobre a Inconstância da Alma Selvagem". 11-53. Rio de Janeiro: UFRJ. LIMA. Fazendo corpos: reflexões sobre morte e canibalismo entre os Wari' à luz do perspectivismo. 10. in Anuário Antropológico/94: 227-269 (1995). Rio de Janeiro. Línguas e História no Alto Xingu. DA MATTA. outubro/2000. 13. "Nominadores e Genitores: um aspecto do dualismo krahô" in Egon Schaden. J. MELATTI. A Sociedade Xavante. pp. COELHO DOS SANTOS. Cultura e Sistema de Parentesco das Tribos do Alto-Xingu in: Índios e Brancos no Brasil: Encontro de Sociedades. VILAÇA. Bruna.C. Vol. PPGAS/Museu Nacional. Pierre. 2003. Cosac & Naify. In Os Povos do Alto Xingu. “A Alma e a Vida” in: A Parte do Cauim. 27. 15. São Paulo. Antropol. 11. 20. Petrópolis. pp. 2001. SP. Editora Nacional. MENEZES BASTOS. 21. História e Transformação: A Cultura Xinguana na Longa Durée. Francisco Alves. UFRJ. BANDEIRA. Universidade Federal da Bahia. História e Cultura. pp.322-333. UFRJ. 2001. Maria De L.” in: FRANCHETTO. História e Cultura. FAUSTO. 1987. pp. VIVEIROS DE CASTRO. Vozes. 1973. 23. GALVÃO.c. Eduardo.183-264) 24. In Os Povos do Alto Xingu.

Musicalidade e Ambientalismo na Redescoberta do Eldorado e do Caraíba: Uma Antropologia do Encontro Raoni-Sting. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. Identidade Étnica. Rio de Janeiro. Eduardo B. . HUCITEC/Anpocs. 33. Etnia e Estrutura Social. in Identidade. História e Cultura. 41. LANGDON. “Xamanismo: o poder do corpo” in: O Povo do Meio. Terence. EPU/EDUSP (trechos) 31. MENEZES BASTOS. Mana 4(1): 47-77 (1998). Uma análise do sistema funerário e da noção de pessoa entre os índios Krahó. Uma Etnologia dos "Índios Misturados"? Situação Colonial.12-53. & Carneiro da Cunha. TURNER. 21-52/113-119. AGOSTINHO. 36. dos autores. Os Mortos e os Outros. 44-66. LAGROU. Hucitec. Imagens Desafiantes: A Apropriação Kayapó do Vídeo. adaptação e consciência social entre os Kayapó in: Viveiros de Castro. 1992. Studio Nobel. pp. 1997 (trechos) 34. TURNER. pp. eds. 1997. Esther Jean. Eduardo B. pp. RJ: Ed. História e Política no Alto Xingu: Observações a partir dos Kamayurá e do Estudo da Festa da Jaguatirica (Jawari)” in: Franchetto. M. CARDOSO DE OLIVEIRA.28. 42. Cosmo e Gênero entre os Javaé da Ilha do Bananal. Renate. Patrícia de Mendonça. São Paulo. OLIVEIRA FILHO. Terence. São Paulo. Florianópolis. VIVEIROS DE CASTRO. Pioneira. UFRJ. IEIPARI: Sacrifício e Vida Social entre os Índios Arara. 2002. in Grafismo Indígena: Estudos de Antropologia Estética. SP: Papirus. 1-31. Elsje Maria. Departamento de Antropologia Social.. 38. Bruna & Heckenberger. Rafael J. Manuela. Tempo. De Cosmologia a História: resistência. TEIXEIRA-PINTO. Edufsc. Dissertação de Mestrado. 37. MENEZES BASTOS. Campinas. VIERTLER. Fernando de A Imagética da Comissão Rondon: Etnografias Fílmicas Estratégicas. In Revista de Antropologia 39(1): 145-189 (1996). 43. 2001. pp. 1991 35. Cosac & Naify. 36: 81-121 (1994). 1976. KWARIP: Mito e ritual no Alto Xingu. CARNEIRO DA CUNHA. Silvio. M. 39. org. São Paulo. 1-23. 2002. “Ritual. 1993.O que nos diz a arte Kaxinawa sobre a relação entre identidade e alteridade? in: MANA 8 (1): 29-61. in Revista de Antropologia. EDUSP/HUCITEC. 67-87. P. Michael (orgs. pp. COELHO DOS SANTOS. Roberto. João Pacheco de. 1978.) Os Povos do Alto Xingu. São Paulo. 40. TACCA. SP: USP. Territorialização e Fluxos Culturais. Amazônia: Etnologia e História Indígena. pp. Identificação e Manipulação. 1993. Lux Vidal. 2001. A Cultura Siona e a Experiência Alucinógena. São Paulo. Os Indios Xokleng: Memória Visual. Rafael José de. São Paulo: Ed. RODRIGUES. Brasília. 29. UnB. SP. 30. pp. A Refeição das Almas: uma interpretação etnológica do funeral dos índios Bororo. “Xamanismo e Sacrifício” in: A Inconstância da Alma Selvagem. 32. 457-472.

Ana Vera L. da Silva & Nunes. SP: USP.67-73. VIDAL.241249. org. Rio. Gênero e Transformação no Alto Rio Negro. CFH/UFSC. Série Antropologia e Educação. Tese de Doutorado em Antropologia Social. in Ilha 4(2): 133-174 (2002). A Festa da Jaguatirica: Primeiro e Sétimo Cantos -Introdução. 2002. O que Podemos Aprender Quando Eles Cantam? Gêneros Vocais do Brasil Central. Patrícia de Mendonça O surgimento das armas de fogo: alteridade e feminilidade entre os Javaé in: Revista Estudos Feministas. 2002. Aracy Lopes. Eduardo B. Macedo. 2005. SILVA. Série Antropologia e Educação. in Os Índios e Nós: Estudos Sobre Sociedades Tribais Brasileiras. Vanessa R. O Alto Juruá: Práticas e Conhecimentos das Populações. Série Antropologia e Educação. SEEGER. Nº7. pp. 45. e Aracy Lopes da Silva. 48. Ensaios Antropológicos. MARI.. 2002. Aracy Lopes. SILVA. 57. da Silva & Nunes. Mito e Ritual entre os Wauja do Alto Xingu. Humanidades. LASMAR. MONTARDO. A. Studio Nobel. 56. 1 e 2. Aracy Lopes Pequenos “xamãs”: crianças indígenas. Transcrições. Conclusão: Antropologia Estética: Enfoques Teóricos e Contribuições Metodológicas. 1980. 54. História e Educação: a questão indígena e a escola.). 83-104. Unesp/ISA/NUTI. Trechos a definir. pp. Manuela (orgs. . Desnaturalizando Gênero na Sociedade Mebengôkre in: Revista de Estudos Feministas. MARI. Maria Ignês Cruz Iamurikuma: Música. LEA. pp. São Paulo: FAPESP: Global. 1993. pp. corporalidade e escolarização in: Silva.44. 7. 2001. ALMEIDA. IFCS/UFRJ. Lux Vidal. Antropologia. São Paulo: FAPESP: Global. 1992. UFSC. n. n. Amazônia: Etnologia e História Indígena. MENEZES BASTOS. 7. Aracy Lopes & Ferreira. BALÉE. RODRIGUES.1999. & Carneiro da Cunha. 1999. De Volta ao Lago de Leite. William. Crianças Indígenas. Lux B. 9-30. São Paulo: Pletora. Mauro Barbosa & CARNEIRO DA CUNHA. 47. 385-393. pp. Artes. Rafael e Hermenegildo José de. São Paulo: Ed. 55.) Antropologia. in Grafismo Indígena: Estudos de Antropologia Estética. Mariana Kawall Leal (org. pp. Vol. IFCHS/UFRJ. PPGAS. Macedo. Vol. Para uma Antropologia da Comunicação do Alto Xingu. 1999. Deise Lucy “O fazer-se de um belo guerreiro – música e dança no jeroky guarani” in: Sexta-Feira. MARI. Ensaios Antropológicos. MELLO. Eduardo Um pouco da educação ambiental Xavante in: Silva. Traduções e Comentários. 279-293. (trechos) 51. Ângela (orgs. Cristiane. Manuela. 2005. MENEZES BASTOS. CFCH/UFSC. Campus. Ana Vera L. 52. 50. 197-240. Florianópolis: Editora da UFSC.). 1 e 2. Rafael A Musicológica Kamayurá. Biodiversidade e os Índios Amazônicos in: Viveiros de Castro.São Paulo: FAPESP: Global. 1999. 27-59. 53. Ângela (orgs. São Paulo: Companhia das Letras. 46. CARRARA. SP.) Enciclopédia da Floresta. Crianças Indígenas. 49.

(1 a 5) 16. AUGUSTINS. “Parentesco” In Enciclopédia Einaudi. 1971. Paris-La Haye. Une campagne voisine. LOWIE. . Comment se perpétuer? Devenir des lignées et destins des patrimoines dans les paysanneries européennes. 1989. Vol. Lisboa. GEORGES. A. RODNEY. A. Françoise. NEEDHAN. ANT 7005 . DUMONT. 10. 20. 20. (I e II partes) 6. Fundação 17. RADCLIFFE-BROWN. Paris: Éditions Seuil.. HÉRITIER. Introduction. Buenos Aires: Amorrortu editores S. CÂNDIDO. 9. 3. “Incesto” In Enciclopédia Einaudi. Robin. Os parceiros do Rio Bonito: estudo sobre o caipira paulista e a transformação dos seus meios de vida. AUGÉ. 1970. California. 1989. Fondo de Cultura Económica. Bernard.) Os domínios do parentesco. In Revista de estudos feministas. VERNIER. COULANGES. London. Lewis Henry Morgan and the invention of kinship. (capítulos 4. Raymond. As estruturas elementares de parentesco. FOX. 1977. “Introdução ao vocabulário do parentesco” In Augé. vol 8.R. HÉRITIER. Parentesco. São Paulo: Martins Fontes. TRAUTMANN.5. JOLAS. Antonio. 18. 1990. W. Françoise. 15. “O método genealógico na pesquisa antropológica” In Roberto CARDOSO DE OLIVEIRA (org. Etnografias brasileiras. Imprensa Nacional/Casa da Moeda. Vol. Fustel de. HERITIER. Louis. 1991 (1910). Robert H. RADCLIFFE-BROWN. Marc (org. 12. 2000.R. Donald (org). Imprensa Nacional/Casa da Moeda. 14.1982. Edições 70. São Paulo: Martins Fontes. pp 27-80. FIRTH. Lisboa: Perspectivas do Homem/Edições 70. 1989. 11. Sistemas Políticos Africanos de Parentesco e Casamento. Nantere: Société d‟ethnologie. 8. “Estructura y organización em uma comunidad pequeña” In Elementos de Antropologia Social. Estudos de Organização Social. Fundamentos teóricos sobre parentesco e organização social. 1991. LÉVI-STRAUSS. Tina e outros. University of California Press. Introduction à deux théories d‟anthropologie sociale. pp 11-74. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. Françoise. Thomas R. Parentesco. 1990. La genèse sociale des sentiments. Aînés e cadets dans l‟île grecque de Karpathos. Remarques sur l‟analyse de la parenté. Fpolis. 19. 1989. 13. Paris: Éditions de La Maison des Scieces de l‟Homme. 5. Campinas: Editora da Unicamp. C. 1981.”Organização Social” In PIERSON.ORGANIZAÇÃO SOCIAL E PARENTESCO (72 horas aula) EMENTA: O parentesco em diferentes sociedades tradicionais e modernas. Paris: Éditions de l‟EHESS. 2.H. “A família” In A cidade antiga. Berkeley and Los Angeles. São Paulo: Duas cidades. 4 ed. 2001 (1951) 7. Petrópolis: Vozes. La paranté en question. Mouton. Estrutura e função nas sociedades primitivas. Lisboa. RIVERS.A.) A antropologia de Rivers. 1987. A coxa de jupiter: reflexão sobre os novos modos de procriação. La Roja Lámpara del Incesto. Marc. México.

Charles. 1998 5. São Paulo: Perspectiva. 1998. São Paulo: 34 LTDA.20. A dicotomia rural-urbano. Cidade de muros. Comunidade. Cultura e sociedade no Brasil e em Portugal. 12. 7. Uma vila brasileira. Graça Índias e COSTA. Antonio. 1986. São Paulo: Companhia Editora Nacional. Michel. Crime. A casa & a rua. vol. mulher e morte no Brasil. In: Antropologia Urbana. ARANTES. 21. Ana Maria NIEMEYER e Emília Pietrafesa de Godoy (orgs. enclaves fortificados e espaço público (ver). Marc. Tradição e Transição. WAGLEY. segregação e cidadania em São Paulo. WILLEMS. CARDOSO. Espaço. Zigmunt. Jacques. São Paulo: Difusão Européia do livro. Mapeando zonas de turbulência). BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. (41-63). Organização social e espaço. Barcelona: Gedisa. Espacios del anonimato. 1984. Apropriações e intervenção no espaço público. CALDEIRA. CORDEIRO. “Do sertão à cidade: quantos territórios!”. Parte III. Zilá Mesquista e Carlos Rodrigues Brandão (Orgs). 10. Gilberto Velho (org. Rio de Janeiro: Guanabara.). 1987 (31-71). Acesso diferenciado dos modos de representação afro-brasileira no espaço público. A caminho da cidade. Los no lugares. “O migrante rural na cidade” (145-213). Histórico e Artístico Nacional. 1957. 1993 (95-155). Teresa Pires do Rio. DURHAM. Rio de Janeiro: DP& A. 1997 (306-317). 6. Stuart. 4.). DA MATTA.ANTROPOLOGIA URBANA (72 horas/aula) EMENTA: O fenômeno urbano. Brasiliana. 13. 6. HALL. Roberto. A pesquisa antropológica com populações urbanas: problemas e perspectivas. BRANDÃO. Rio de Janeiro: Zahar. Beatriz Fiori. Campinas: Unicamp. Bairros: contexto e interseção. ARANTES. Eunice R. BAUMAN. 2000. 11. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS. 2. . Transformações do espaço público. Ruth Cardoso (Org. 290. Antonio Firmino. 9. São Paulo:Editora da Universidade de São Paulo: Studio Nobel. 3. In: Revista de Patrimônio. ANT 7006 . 1999 (58-80). 2003. 1995. 2003. Territórios e territorialidade. cidadania.45). Campinas: Mercado de Letras. AUGÉ. Teoria e Pesquisa. Carlos Rodrigues. “Urbanização e migração” (19. A identidade cultural na Pós-modernidade. Otilia. (A guerra dos lugares. AGIER. O lugar da arquitetura depois dos modernos. D‟ADESKY. ª Paisagens Paulistanas. In: Além dos territórios. Ruth. Emílio. (155 -176). 1961. A aventura antropológica. Uma introdução a novos olhares e experiências. Uma antropologia da la sobremodernidad. Uma comunidade Amazônica (estudo do homem nos trópicos). N 25. In: Territórios do cotidiano. Rio de Janeiro: Paz e Terra.). A busca por segurança no mundo atual. 2004. Lugares e redes – as mediações da cultura urbana. 8. Segregação urbana. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.

Rio de Janeiro: Vozes. Organização econômica. Afrânio – “Trabalho familiar e campesinato”. Laemmert. DARNTON. Cultura popular e Lazer na cidade. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Notas para uma Antropologia da Sociedade Contemporânea. SP.In: O fenômeno Urbano. O cativeiro da Terra. Gilberto Velho (org. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. São Paulo: EDUSP. MAGNANI. VELHO. 1979 (11-26) 20.). MARTINS. Januárias e Raimundos: Notas de uma pesquisa sobre os migrantes Nordestinos na Cidade de São Paulo”. Gilberto. 1986. José Guilherme. .Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed. O grupo e seus limites (106-114). Antropologia das Sociedades Complexas. 19. Beatriz e GARCIA Jr. Corpos na cidade: sedução e sexualidade. HEILBORN. RIGAMONTE. 2001. Otávio Velho (org. Graal.In: In: Antropologia Urbana. Projeto e Metamorfose. Maria Isaura – “O sitiante brasileiro e o problema do campesinato”.). 1999. A rede de lazer (120-169). . 17. 4. Louis.). Vivendo entre muros: o sonho da aldeia. In: O Campesinato Brasileiro. MAGNANI. São Paulo: EDUSP. José Guilherme & TORRES. América Latina. Hucitec. 5. Rio de Janeiro: Zahar. Memória. “O urbanismo como modo de vida”. Textos de Antropologia Urbana. Lílian De Lucca (Orgs. K. SP. identidade e projeto (97-106). KAUTSKI. Cristina Patriota De. 18. 15. Rio de Janeiro. 21. Rio de Janeiro. 22. Na Metrópole. 2. ANT 7007 . 1984. In: Pesquisas urbanas.14. Na Metrópole. PEREIRA DE QUEIROZ. 7. Festa no pedaço. 6.Gilberto Velho e Karina Kuschnir (orgs. 1971. José de Souza. SIMMEL.). VELHO. 3. R. Agricultura e vida rural nos séculos XVII e XVIII. 1996 (12-54).). relações sociais e moralidade nas sociedades camponesas. Rosani Cristina. 14 (1-2). HEREDIA. Desafios do trabalho antropológico. 16. 1999 (98-109). Georg. Individualismo e Cultura. O Grande Massacre de Gatos.. WIRTH.SOCIEDADES CAMPONESAS (72 horas/aula) EMENTA: Conceitos básicos e tradições teóricas no estudo do campesinato. Edusc. Rio de janeiro:Zahar. 1996.). 1996 (230-252). “Severinos. 2003 (43-55). Marc. 1968. Gilberto. In: José Guilherme Magnani & Lílian Torres De Lucca (Orgs. Textos de Antropologia Urbana. Trajetória individual e campo de possibilidades (31-49). São Paulo: Brasiliense. BLOCH.A Questão Agrária. 1976. In: O fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar. Unidade e fragmentação em sociedades complexas (11-31). MOURA. A terra e seus homens.. Rio de Janeiro: Zahar. Maria Luiza. “A metrópole e a vida mental”. 1979 ( 90-114). Otávio Velho (org. 1999 (121-133). Cultura e sociedade no Brasil e em Portugal.

GAUTHIER. WILLIAMS. Klass. 2. qu'est-ce au juste que le documentaire?” Le documentaires un autre cinéma. 13.7.XLVIII. 1 . Edunb. As origens da nossa época. D. Walter. 1975 "A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução" in Os Pensadores n. RJ. J. Unicamp pp. V.147-154 6. 1999. 1981. & Carelli.Una tipología del campesinado latinoamericano. 54 anos sem tripé". 2000. SILVA. John. BENJAMIN. Parentes e compadres. SP. 8. Brasília. Roland. 10. AUMONT.ANTROPOLOGIA VISUAL (72 horas/aula) EMENTA: A imagem como objeto de estudo antropológico. 3. SP: Papirus p. BARTHES. BIBLOGRAFIA MÍNIMA 1. 10. 243-248 (leitura opcional) . 1995 Vídeo e diálogo cultural. "A montagem".17-40. WOORTMANN. José Grazziano da. 11. Estrutura agrária e produção de subsistência na agricultura brasileira. n° 2. 12. 11.1989. Giba. Lisboa. 65-74. "A montagem". 2002. Buenos Aires. ANT 7008 . As teorias e práticas de técnicas audiovisuais (fotografia. 2000. Edições 70. Progresso técnico e relações de trabalho na agricultura. A história da sub-disciplina e algumas de suas principais tendências. RJ. 9. 1981 "A câmara clara". Brasília.p. SILVA. Paris:Nathan p. COLLEYN. FRANCE. vídeo. SP: Papirus p. multimídia) na pesquisa antropológica. Ellen. Eric . I. Guy. 1994. O trabalho da terra. São Paulo: EPU-EdUSP Capítulo I e Capítulo II 9. 4. GALLOIS. A "antropologia compartilhada". BAUDRILLARD. Claudine (org).19-52. Ano 1. A grande transformação. Herdeiros. Jacques. Claudine. "Entrevista: Jean Rouch. Nueva Vision.p. In. "O filme como representação visual e sonora". 8. In: A estética do Filme.. "Antropologia Fílmica. 1995. 1995 “Finalement.Do Filme Etnográfico à Antropologia Fílmica. Raymond . Leite. SP. WOORTMANN. Editora Campus. 7. 1997. cinema.B. Uma gênese difícil mas promissora" In: France. 1993 Televisão/Revolução: o caso Romênia em André Parente (org) Imagem Máquina. Karl. editora 34. (org) Ética e Estética em Antropologia Florianópolis: PPGAS. 5. In: A estética do Filme. José Grazziano da. Ucitec... WOORTMANN. WOLF. Jacques. In: Horizontes Antropológicos. Jean-Paul. Campinas. 8.experiência do Projeto Vídeo nas Aldeias”. COLLIER JR. Hucitec. Unb. São Paulo: Companhia das Letras. 1977. Abril Cultural. O Campo e a Cidade na História e na Literatura. ASSIS BRASIL. POLANYI. 2002. 1973 Antropologia Visual: A Fotografia como Método de Pesquisa.53-88 AUMONT. São Paulo: Hucitec. Ellen. 1980. In:Cadernos de Antropologia e Imagem n.

C. 18. “Antropologia e Cinema” em Catálogo da Mostra Internacional do Filme Etnográfico. RIAL. Milton. p. 1995 “La vie telle qu‟elle est.Antropologia em Primeira Mão PPGAS/UFSC. In: Cadernos de Antropologia e Imagem n. Capitulo Linguagem Fotográfica p 15 a 54 16. C. 23-51 21.55-64. 1999 "Espaço de uma antropologia audiovisual" In: Eckert. 1 . 31-54. Moreira. Papirus.51 p87-97.1pp155-165. GURAN.. 17. 1996 A história paralela da Antropologia e da fotografia. 111-138. Peter. RJ.a cobertura do 11 de setembro na televisão global Antropologia em Primeira Mão PPGAS/UFSC. A. 62-69 29. Milton. São Paulo.p. P. O vídeo e sua linguagem. 2000 O comentário nos filmes etnográficos de Marcel Griaule. 25.(leitura opcional) 14. MontMór (org) Imagem em Foco: novas perspectivas em antropologia. “Fotografia e antropologia na França no século XIX”. GURAN. "Primeiros contatos. SP. Rio de Janeiro. LEITE. 1994 “Mas afinal. 1997 Pré-cinemas & Pós-Cinemas. Fapesp. PINNEY. 2. 28. D. 2001 Les archives de la Planete: imagens da coleção de Albert Kahn em Cadernos de Antropologia e Imagem.Alegre:editora da Universidade. Parte III. Paulo. RIAL. 26.13-54. Clarice.10. "Uma história do filme etnográfico".p. (leitura opcional) 13. existe realmente uma antropologia visual?” em 24. Cap 3. In: France.UERJ. 31. PIAULT. 2000 Guerra de Imagens . MACDOUGAL. In: Cadernos de Antropologia e Imagem. 1. 2001 Retratos de Família cap. Marc-Henri. Marc. Claudine (org) Do Filme Etnográfico à Antropologia Fílmica. 20. Linguagem fotográfica e informação. "A inovação no filme etnográfico (1955-1985). C. Karl. Cornélia e P.A Imagem através das palavras.P. MENEZES. v. 1 . MACHADO.p. Vol 8. Pos-cinemas: ensaios sobre a contemporaneidade Cap. 2000 Fotografar para descobrir/fotografar para contar em Cadernos de Antropologia e Imagem RJ. 19. NAI 27."Representificação: as relações (im)possíveis entre cinema documental e conhecimento" Revista Brasileira de Ciências Sociais n.101-120. 1998. JEHEL. 6 (1): pp. 15.p. p. KOSSOY.117-132 . O dialogo entre o cinema e o video. Pierre. n. PEIXOTO. NAI. 2003. primeiros olhares ". Rio de Janeiro. PIAULT. . 1 . JORDAN. Guy. 23. UERJ. 1995. GAUTHIER. Campinas: Unicamp p. Paris:Nathan pp. 123-137. 1995. 55-64. A cidade em Imagens.. 22. Boris. In: Cadernos de Antropologia e Imagem n. 30. 1994. LOIZOS. p. 1995 “Le tournage: un regard et une éthique” In: Le documentaires un autre cinéma. 11-28. 1995. In: Cadernos de Antropologia e Imagem n. Paris:Nathan Cap. GAUTHIER.12. In Cadernos de Antropologia e Imagem. Rio de Janeiro. Pierre. 1 . 2005 Imagens de estupro e sacrifício na guerra do Iraque. Guy. LOURDOU. n 2. Miriam L. HEIDER.UERJ.et telle qu'on la raconte” Le documentaires un autre cinéma. 2000 Realidades e Ficções na Trama Fotográfica SP Atelie Editorial.

João Pessoa. P. Identidade e estilo de vida. VAZQUES.1987 Aspectos da Fotografia brasileira no século dezenove.32. 1990. "Pour une psycho-sociologie de l'alimentation contemporaine"em Cahiers des Annales n. Ismail. NY/London. 5. 2. Annette (org) Kino-Eye – the writings of Dziga Vertov University of California Press. 38. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Distúrbios alimentares e identidade. 19-48. WINKIN.p. Roland. BARTHES. 1998 “O índio „pacificado‟: uma construção imagética da Comissão Rondon” em Cadernos de Antropologia e Imagem.-A. Routledge. ANT 7009 . London. XAVIER. ROUCH. 1965. Emigração e globalização alimentar.130. E. As diferentes escolas antropológicas e suas interpretações das práticas alimentares. 36. RJ. "L'habitus et l'espace des styles de vie".977/986. e GROSSI. Porto Alegre: PPGAS/UFRGS. Carole Food and Culture. I-VIII. R. M. Fernando. Duas Cidades. Campinas. gênero e etnia. 7. Papirus. p. "Cinema: revelação e engano". (leitura opcional) 39. 1997. Jean.87-110 . Alimentação e classe social. 4. VERTOV. Tabus e as prescrições alimentares. PPGAS/UFSC. 2001 (1964)Prefácio CAPLAN.(em portugês. 40.74/79." Indroduction"p.p. Pedro. Ou Primeria Mão. BRILLAT-SAVARIN.48. RIAL. "Titres et quartiers de noblesse culturelle" e"Le choix du nécessaire" em LaDistinction: Critique Sociale du Jugement. Julliard. In: O olhar. Unicamp p. Routledge. da teoria ao trabalho de campo. Imagens e Ciências Sociais. SP: Companhia das Letras. Carmen. 1988 A nova comunicação. UFPB. 1997. 6(1) 81-101. (1826) La Physiologie du goût. In: Horizontes Antropológicos Antropologia Visual. 1998 Contatos Fotográficos em Koury. Campinas. Mitologias). p.367-384.ANTROPOLOGIA DA ALIMENTAÇÃO (72 horas/aula) EMENTA: A comida como objeto antropológico. 37. p. BOURDIEU. p. 9. J. M.203/223. (em português: Psicologia do Gosto) 6. SAMAIN. Antônio Os parceiros do Rio Bonito SP.9/42 432/461. n.35-38. C. 2000 O comentário improvisado na imagem In: France. Health and Identity.125. “1995 „Ver‟ e „dizer‟ na tradição etnográfica: Bronislaw Malinowski e a fotografia”. 3. RIAL. BARTHES.Pp. Paris. BORDO. Y. Entrevista com Jean Rouch fevereiro 2003 (xerox) 34. Claudine (org) Do Filme Etnográfico à Antropologia Fílmica. 189-248. Dziga.226-250.psychopatology as the Crystallization of Culture" em COUNIHAN. 33.28. Museu de arte moderna do Rio de Janeiro. p. "Le bifteck et les frites" e "Le vin et le lait" em Mythologies p. TACCA. RJ. 1984 “ On the significance of nonacted Cinema” em Michelson. 35. Pat "Fast-food/spoiled identity: Iranian migrants in the British catering trade" em Food. CANDIDO. Susan "Anorexia Nervosa .

FLANDRIN. Gilberto. "Feijoada e Soul Food: Notas sobre a Manipulaçao de Simbolos Etnicos e Nacionais" em Para Ingles Ver .297/371. p.33/52. DELGADO.1979.89/112 e 165/173.p. CAPLAN. 1989p. 24. Clarendon. 1997. Routledge.. 1992. M. FISCHLER. Odile Jacob. "Pratos Típicos do Brasil?" in Sociétés n.53/85. p. EVANS-PRITCHARD."Le corps du mangeur" em L'Homnivore. N.147/164. 20. self et identity" em Information p. p. 1940. "Deciphering a Meal" em GERRTZ. 1983. Oxford. 1987. "Conversation avec une anorexique et une boulimique" em Autrement Nourritures n. ELIAS. 18.le souci de soi. Symbol nd Culture. p.57/74 15. "Gastro-nomie et gastro-anomie" em Communication n.108.8. DOUGLAS. CASCUDO. GAULIN.. Pat "'We never eat like this at home': Food on holiday" em Food. J. p.1 e 2. Health and Identity. H. CHÂTELET.107/118. "As utopias da abundância: a cocanha" em As utopias medievais SP. Rocco. 1997. FISCHLER. 1979.108."Les aventures de la doucer" em Autrement . 28. NY/London. 1994. 25. 22. Anna "The Psychoanalytic Study of Infantile Feeding Disturbances" em COUNIHAN.275/291.Identidade e Politica na Cultura Brasileira.31. RJ. jan/mars 1969. 13. FOUCAULT.42/48. C. Coralina" em ILHA . C "Les voies du changement" em L'Homnivore. 30. . DOURNES. C. dans Communications n.4 n.Y. J-L "Le goût et la necessité: sur l'usage des graisses dans les cuisines d'EuropeOccidentale" em Annales n. FREYRE. 1990. Steven "Choix des aliments et Évolution" em Communication n. "Modèle Structural et realité ethnographique . Brasiliense. FREUD. Carole Food and Culture.Gallimard. DOUGLAS. Matty "Comment la personne se construit en mangeant" em Communication n. 1982. 14. Luis da Camera Antologia da Alimentação no Brasil pp.2.125-129 e 143-151 10. Brasil.369/391. E. Odile Jacob. FISCHLER. 1992.revista de antropologia v. FRANCO. "La culture du soi"em Histoire de la sexualité 3 . 32. 12. N.p. ESTERIK "From Marco Polo to McDonald's: Thai Cuisine in Transition" * 19.1979. O processo civilizatório.156/164. C (org) Myth.23/49. 21. p. 1984. 31.151-171. The Nuer.) 16. p.6 p. Zahar. p.Nourritures n. M. FRY. 31.. 27. "Food. CHIVA. Peter.( "Les structures du culinaire". "La formation du goût" e "Tours et détours du changement" em L'Homnivore. Odile Jacob.à propos du triangle culinaire" em L'Homme IX. 1992. Paris. DA MATTA.32/39 26. London. N. p.61/81. 31. FISCHLER. C. Paris.31.31 189/210 23. M "As abominações do Levítico" em Pureza e Perigo p. 2002 (no prelo). Roberto "Sobre Comidas e Mulheres" em O que faz o brasil. 1971. 29. FISCHLER. 11. p. C.145/170. FISCHLER. Paris. Norton. Routledge. 1989 p. 17. "Cora. C.. 9. Rio.Civilização Brasileira. E.

Seuil. Anna "Food as a Cultural Construction" em COUNIHAN. Guerras e Bruxas RJ. C.74/84. 1978 p. London.4/6. 98/101. KIMMEL. 1985. C. "Etude comparé des sociétés africaines" xerox. 34. Nova York."Perros. M. 1985. LANGE. 51.p. "Ansia de carne" e "El cerdo abominable" em Bueno para comer? Madrid. Civ. Brasileira. Bronislaw Argonauts of the Western Pacific.9397. Paris. Dutton. Aliança Editorial. LANGE. GOODY. Anthony "The trajetory of the Self" em Modernity and Self-Identity London.Nourritures n. lieu de communication"in Sociétés n. HARRIS. "Hierarchical Cuisine or Standard Cooking" in Food & Foodways.195/221. Routledge.1994 University of Cambridge Press. Aliança Editorial. HÉRITIER. Jack "Industrial Food . Jeremy "`Kid's Stuff "em Consuming Culture. "The state of play " in Cooking. 44.24/55. 48. Aliança Editorial. HARRIS.pp.p.70/108. 46.p. MacCLANCY. Chapman. 47. MEIGS.108 1989 p.25p.32-43. (ou em português Vacas. GOODY. dingos y demás mascotas" em Bueno para comer? Madrid. J. 1997.. MAFFESOLI. "La table. Cuisine et classes sociales p. 1922 52. 17-17-53). 39.26 (Lévi-Strauss). Seuil. Alain "De l'histoire a l identité" em Échos n. 339/411).33.1975. 1991. MALINOWSKI. 1980. Chapman.a study in comparative sociology p. MacCLANCY. 43. 1992. London.19/29 (ou Mythologiques III . 27/72. Jeremy "Taboo or not Taboo"em Consuming Culture. artigo a aparecer na Revue Economique mai 1987. 1995. 40.M "Bueno para pensar ou bueno para comer?" in Bueno para comer? Madrid.pp. Bronislaw Coral gradens and their Magic.p. E. GIDDENS. gatos. 37. 38. F "Les manières de table" em Manger ou les jeux et les creux du Plat.towards the development of a World Cuisine" em COUNIHAN. "Le triangle culinaire" em L'Arc n. M. 2 vols. Carole Food and Culture. Gallimard.) 35. F "La signification du repas" in Manger ou les jeux et les creux du Plat. "Identité culturelle et cuisine internationale" em Autrement . Routledge. LEACH.p. Jack. 45. GRIGNON. 177/183. Indiana University Press. p. Bloomington. NY/London.1975.338-356. M. 10/39. 50. HARRIS. 36.p.77. LÉVI-STRAUSS. 1985. 1997. 53. Carole Food and Culture. GRIGNON. Porcos. 1992. Cuisine and Class. 41. C "Les Enquetes sur la consommation et la Sociologie des Gouts: le cas de l'alimentation".Há uma tradução em português disponível em fotocópia. F. 1965 [1935]. MALINOWSKI. 6.p.. Blackwell.1992. GOODY.( "L'état de la question" in Cuisine.11/16 42.17/48 e 71/118. 1965 p. "Aspects anthropologiques de la langue: injures et catégories d'animaux" em L'unité de l'homme et autres essais. NY/London.p. 49. .

tephen et alli Sociology of Food. 1984.4/14. RICHARDS.22/32 ("A mulher bela".11/36 56. 2002. 1995.2p. NAHOUM. S. 1976.1979. London. História das Mulheres. vol. Cultura e Razão Prática) 76. CS "Antropologia da Alimentação" em a ser publicado no Antropologia Em Primeira Mão. 66. MENNEL. RIAL. manières de lit. 58.48/53. and Widdowson. Marshal "La Pensée Bourgeoise" em Culture and Pratical Reason.121/139). Abraham "Le système de la cuisine dans l'art de manger" em Échos n. SAGE. 1995. 453/474. London. p. SAHLINS. Catherine "Les origines de la cuisine" em Communication n.166/204. 6. J-P Sociologias da Alimentaçao. Nutrição e Práticas de Intervenção na Ilha de Ituqui. SIMMEL. em Cadernos da Fundaçao Carlos Chagas. p. 68.7/12. p. MENNEL. Sidney Comida e Antropologia: Uma breve revisão em RBCS.68/80 61. n. Audrey I. 3. 1948 [1935].166-196 73.pensando a comida" em Antropologia Em Primeira Mão 2002.1992.1/18 e 28/34. p. 41. MENNEL.p 13-15 ou "The Sociology of the Meal" in Food&Foodways 345/350 . São Paulo: USP. 1. RICHARDS. CS "Rumores sobre fast-foods " em Antropologia Em Primeira Mão 71. Audrey. labour and diet in Northern Rodhesia. Audrey Land. Véronique. MINTZ. "A dietary study in North-Eastern Rhodesia" em Africa vol. RIAL. 72. POUILLON. American Anthropologist. 64. 55.SAGE. n.54. Oxford University Press 1951 [1939].77. CS "Brasil. MENNEL. 500 anos . Véronique "La belle femme" em Communication n. et alli Sociology of Food. S. 2002. 70. Sao Paulo.31. MENNEL. et alli Sociology of Food. 67. 63. v.O Dilema do Papa-Chibé: Consumo Alimentar. l variété s'accroît"em Français et Anglais a Table du moyen âge à nos jours p. Georg [1910] "Sociologie du Repas" em Echos n. et alli Sociology of Food. RICHARDS.1992. p. Hunger and work in a savage tribe. 69. Marshall "The segmentary lineage: an organization of predatory expansion". 57. London. Chicago University Press. London. baixo Amazonas. Glencoe.du moyen âge à nos jours p.416/452 60. "Os Charmes dos fast-foods e a Globalização cultural" em Antropologia Em Primeira Mão n. 65. p. Free Press. p.SAGE. p.1992.'Les dégoûts alimentaires" em Français et Anglais a Table . M. S.1992. 1972. 77. SAHLINS.(em português. 74. 7. S. RIAL. S "Les contrastes s'estompent. Londres.9/25. 63: 322-345. 1977. manières de langage" em NouvelleRevue de Psychanalyse (Destins du Canibalisme) n. Florianópolis.1995. S. PERLÈS.du moyen âge à nos jours p. "Introduction" em Français et Anglais a Table . S. 1961. v.SAGE.77. E.20/27. 59. Illinois. Pará in Revista de Antropologia. 62. RIAL. NAHOUM-GRAPPE. Jean "Manières de table. POULAIN. IX n. UFSC. MENNEL. 31. MENNEL. p. Murrieta. Rui S.p. Carmen. MOLES. "O que comem os franceses?". S.2004. 75.

1969.1995:17-39. Rocco. Conceitos de repetição e serialidade.3. 1981. La nouvelle communication Paris. DA MATTA. 1998. Rob and Wilmal Dissanayake (org) Global/Local Durham. ANT 7010 . O iluminismo como Mistificaçãode Massas”. Roberto “Futebol: ópio do povo x drama social” em Novos Estudos do Cebrap n. masoquismo. 80-91 79. 2.3). Jean "As razões da Bíblia" em FRANDRIN. 1986:49-64. In: Wilson. T. 1978. Esporte. SP: Cultrix. janvier/mars. 4. VERDIER. BIBLIOGRAFIA MINIMA 1. Papirus). VERDIER. Y. pp209-240. Ella & STAM. Marshall. “From Imperial family to the transnational Imaginary –media spectatorship”. Questões de Gênero e Co-Educação” em Pesquisa de Campo UFRJ. Brasília: UnB. MCLUHAN. London:Duke University Press. Teoria da Cultura de Massas RJ. Estação Liberdade.IX. 1977. 3. “A Indústria Cultural. SOLER. Etnografias de mídia e de audiência. n. Viagem pela hiper-realidade. pp. 4-56. “A Obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica” em Lima.2. 1969 p. 6. 4 pp. RJ: Nova Fronteira. DA MATTA. SHOAT. teorias de recepção e estudos culturais. WOORTMAN. (bib.78. Klaas "Hábitos e Ideologias Alimentares em Grupos Sociais de Baixa Renda. Seuil. Teorias da escola funcionalista. do esporte. Understanding Media. Robert . TUCHMAN. 80. Paz e Terra. Ética. dos jogos. ANT 7011 . 1964 (1969: Os meios de comunicação como extensão do homem. London: Routledge & Kegan Paul Ltd.ANTROPOLOGIA DA MÍDIA (72 horas/aula) EMENTA: Teorias da mídia impressa e eletrônica. october 1992 p. BENJAMIM. W. Central 659. Brasil? Rio. Luiz da Costa Teoria da Cultura de Massa. Cybercultura. ADORNO. Origens do esporte moderno e história do futebol brasileiro: classe e raça. FARIA JUNIOR. Roberto O que faz o brasil. cap. RJ. 2. Gaye and Harry Gene Levine "New York Jews and Chinese Food" em Journal of Contemporary Ethnography vol. . WINKIN. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 81.22 n. mídia e poder. identidade nacional e totemismo clubístico. ed. Yvonne "Pour une ethnologie culinaire"em L'Homme. Jean-Louis e Massimo Montanari História da Alimentação SP.ANTROPOLOGIA E ESPORTE (72 horas/aula) EMENTA: Teorias do corpo. Alfredo “Futebol. pulsão de morte. In: Lima.145-170 11. masculinidade. ECO. Relatório Final". Sublimação. 82. L. 1969. 10. Umberto.) 5. Apocalípticos e integrados: as diferentes escolas analíticas. Yves.4. 1989.382-407.Saga. 3. Série Antropologia 20. identificação. "Pour une ethnologie culinaire" in L'Homme IX. 1981 (em português: A Nova Comunicação: da teoria ao trabalho de campo Campinas. e HORKHEIMER. mídia e poder.

"Different Settings. 1998. 6.4. pp. Arjun. 1995.p. APPADURAI. n. texto apresentado no Encontro de Historia do Esporte. 2004 Españolas en París – estrategias de ahorro y consumo en las CHEAH. e tbm “O futebol brasileiro” em Argumento . Fluxos de imagens: mídia. 4. In Mike Featherstone (org. HANCHARD. 1993: 74-106. 9. 2.2. Culture and Society.Carmen "Japonês está para TV assim como mulato para cerveja: imagens da publicidade no Brasil" em Em Primeira Mão.273-330/346-347 6. Pedro. 1997 Routes.). 21-48. São Paulo.) Cosmopolitics. CASAS. 1993. Multiculturalismo. Cesar “História Social dos Negros no Futebol Brasileiro” em Pesquisa de Campo UFRJ. Feminino.GLOBALIZAÇÃO CULTURAL (72 horas/aula) EMENTA: Teorias da globalização cultural e sua relação com a Antropologia. ROSENFELD. James. "Theoretical Issues". Michel. 17-46. 12. Minneapolis. 1886 Tudo que é sólido desmancha no ar. Langhorne.8. Globalização e transnacionalismo. In Nations Unbound. G.). GIL. n. 8. 1-19. Postcolonial Predicaments and Deterritorialized Nation-States. 1990. Lazer e Educação Física. Harvard University Press. 225-265.PPGAS. 3.229/258. pp. CLIFFORD. 5. 7. 5. Pheng. . pp. pp. Laura Oso. Plural M. Teorias do consumo. ANT 7012 . Linda & Nina Glick Schiller. Los "no lugares" espacios del anonimato . Marshall. 295-310. 7. BASCH. imaginação e imaginário. 1974.Barcelona. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Londres: Sage Publications. Cristina Szanton Blanc. 2003 "Acts of Misrecognition: Transnational Black Politics. Cambridge (Mass.1995:71-90. (Capítulo V: Na Floresta dos Símbolos: algumas notas sobre o Modernismo em Nova York. Carmen "Rugbi e judo: esporte e masculinidade"em Masculino. "Modernité" em Enciclopédie Universalis vol. RIAL. A aventura da modernidade.1-17. Gedisa. “O Drama do “Futebol-Arte” O debate sobre a seleção dos anos 70” em RBCS n. Marc.424-426 BERMAN. Thinking and Feeling Beyond the Nation. AUGÉ.25 ano 9 GORDON Jr. "Disjuncture and Difference in the Global Cultural Economy". Macumba e Futebol SP. Perpectiva. De los lugares a los no lugaresp.Grossi e J. Global Culture. 1986. p. University of Minnesota Press. Transnational Projects.Today”. Teorias da Modernidade e da Pós-Modernidade. RIAL. Gordon & Breach. 1994 "Transnational Projects: A New Perspective". 8. xerox. Anatol Negro. Travel and Translation in the Late Twentieth Century. SIMÕES. . London: Sage v 20(4)pp 5-29.) 9.81-118 (em portugues Os não -lugares). Regina Evas ou Marias: o corpo da mulher na Antiguidade e Idade Média. (“Traveling Cultures”. In Pheng Cheah e Bruce Robbins (orgs. Antiimperialim and the ethnocentrism of Pierre Bourdieu e Loïc Wacquant Theory. BAUDRILLARD.12 pp. Same Outcome: Transnationalism as a Global Process". 20-41. cap. 1998 “The Cosmopolitical . J. Companhia das Letras. Fluxos de pessoas: Processos migratórios e novas identidades.

10. RIBEIRO. Boulder. folclórica. 3. Dissertação de Mestrado em Antropologia Cultural. Ms. Carlos. (Le myth du terrorisme universelpp41-69) Globalization and 13. HANNERZ. Ulf. 2002 Après l'empire. M. A música encantada Pankararu . 1985. Maximiliano Carneiro. 1991 Sociology of the Global System. London. Quão Musical é o Homem? Tradução inédita de G. “O „Pessimismo Sentimental‟ e a Experiência Etnográfica: Porque a cultura não é um „objeto‟ em via de extinção” Mana 3 (2): 103-150. 1999. (“Cosmopolitans and Locals in World Culture”. 1991 The Global City. AYTAI.58: 81-90. São Paulo. Princeton University Press. Marshall.pp 1-25 20. 115-135 e 171-186. Jean Michel. (“Beyond Peasant Studies: changing social fields of identity and theory” e “„Peasants‟and the New Politics of Representation” pp. BEAUDET. 17. Brasília: Edunb. Werlang do original de 1973. Dissertação de Mestrado em Musicologia. Os Sons do Rosário: Um Estudo Etnomusicológico do Congado Mineiro – Arturos e Jatobá. 13. LUCAS. pp. 1996.pp. 1985. indígenas. Estudos recentes no Brasil. 328-341). O mundo sonoro xavante. 1972. Universidade de São Paulo. 5. Marcel. 11. Paris: Gallimard. SAHLINS. 14. Colorado: Westview Press. Tokyo. Sopros da Amazônia: As Orquestras Tule dos Wayãpi. 2 volumes. 1996 "Mediations in the global ecumene" in Pálsson. Leslie.Culture. Poesia e Música. 12. Saskia. 16. Esboço histórico e panorama atual: musicologia comparada. Werlang do original de 1997. pp 41-57. Ms. 93-129). HANNERZ. 2. Reconceptualizing the Peasantry. erudita. Ulf. SKLAIR. Baltimore. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. TOD. Gustavo Lins. In Sociedad y Ciencias Sociales. Barcelona. G. MAUSS. Música popular. 1993 “The Withering away of the Nation?”in Ethos n. HANNERZ. Annual Review of Anthropology 24: 547-565. ANT 7013 . . KEARNEY. Recife: Universidade Federal de Pernambuco. Desidério. Routledge. hoje. "La Nación y el Internacionalismo". 102-111). Princeton. DAGHLIAN. 19. Emmanuel. Música como código sócio-cultural: principais tendências teórico-metodológicas.ETNOMUSICOLOGIA (72 horas/aula) EMENTA: A música como objeto de estudo antropológico. Ulf. CUNHA.) 15. 1999. M. BLACKING. Tradução inédita de G. 6. SASSEN. KEARNEY. ritos e festas na cultura dos índios Pankararu.toantes. (org) Beyond Boundaries Oxford:Berg. torés. “The Local and the Global: the Anthropology of Transnationalism”. antropologia da música. People and Places. Obras III (pp. 18. Glaura. New York. (“A Condição da Transnacionalidade”. 1997. 1995. São Paulo: Perspectiva. estudos musicais. 1996 Transnational Connections. The Johns Hopkins University Press. 03-34. Londres. org. John. etnomusicologia. pp. Universidade de São Paulo. 4. Anthropology in Global Perspective. 2000 Cultura e Política no Mundo Contemporâneo.

LUCAS. Maria Elizabeth e R. 2 a. 17. Maria Elizabeth. Tese de doutorado em Antropologia Social. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. Rafael José de. n. ano 5. Pesquisas Recentes em Estudos Musicais no Mercosul. MONTARDO. 2004. 15. MENEZES BASTOS. in "Anuário Antropológico" 1993. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. Ms. 2002. Rafael José de. 2005. 18. 9-73. Música y etnicidad: una introducción de la problemática. 9. in Revista Brasileira de Ciências Sociais 31: 156-177. VIANNA. Série "Estudos". 2004. A Musicológica Kamayurá: Para uma Antropologia da Comunicação no Alto-Xingu. Allan de Paula. Brasília: Funai (2ª. A "Origem do Samba" como Invenção do Brasil (Por que as Canções Têm Música?). Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. Música Yepamasa: Por uma Antropologia da Música no Alto Rio Negro. PÉREZ. org. Por Que Cantam os Suyá: Uma Antropologia Musical de um Povo Amazônico. 1995. ed. 14. n. 2001. 1999. Josep Martí. OLIVEIRA. 1996. MENEZES BASTOS. 8. Carlos. "Horizontes Antropológicos". Musicalidade e Ambientalismo na Redescoberta do Eldorado e do Caraiba: Uma Antropologia do Encontro Raoni-Sting. 4 (PPGM/UFRGS). Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. O Tronco da Roseira: Uma Antropologia da Viola Caipira. 1995. 19. 12. Mito e Ritual entre os Wauja do Alto Xingu. LUCAS. SILVA. Tradução inédita de G. MELLO. 10. Música e Pessoalidade: Por uma Antropologia da Música entre os Kulina do Alto Purús. tese de doutorado. 23. Rafael José de. org. Rio: Zahar. 11. Esboço de uma Teoria da Música: Para Além de uma Antropologia Sem Música e de uma Musicologia Sem Homem. 1978. Música e Sociedade. Deise de Oliveira. in "Revista de Antropologia" 39 (1): 145-189. ed: Florianópolis: Editora da UFSC. SEEGER. 1997. PIEDADE. Através do Mbaraka: Música e Xamanismo Guarani. 21. -------------------------------. Rafael José de. Maria Ignez Cruz. 13. SANDRONI. 1999.7. 2. Florianópolis: PPGAS/UFSC. n. J. Feitiço Decente: Transformações do Samba no Rio de Janeiro (1917-1933). MENEZES BASTOS. MENEZES BASTOS. in "Transcultural Music Review". 1996. O Mistério do Samba. Música e Mito entre os Wauja do Alto Xingu. São Paulo: Universidade de São Paulo. Universidade Federal de Santa Catarina. . pp. 1999). Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. O Canto do Kawoka: Música. 16. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. Werlang do original de 1987. 1996. 11. 2000. 22. Acácio Tadeu de C. Anthony. Iamurikumã: Música. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. 20. de Menezes Bastos. Cosmologia e Filosofia entre os Wauja do Alto Xingu. 1997. Tese de doutorado em Antropologia Social. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. Rio: Zahar. -------------------------------------------. Domingos Aparecido Bueno da. Hermano.

Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro: Rocco. Rio de Janeiro: Zahar.. A Obra Literária como Etnografia. G. 1981. Por Uma Semântica Profunda: Arte. 6. 15. A Indústria Cultural. 2003. TATIT. 267-291. 10. 2003. Artes populares. in "Ensaios de Antropologia Estrutural". Carmen. "Ilha" 5(2): 93-113. A Obra de Arte no Tempo de suas Técnicas de Reprodução. LÉVI-STRAUSS. "Antropologia em Primeira Mão" 54 (19 p). Mozart: Sociologia de Un Genio.. TACCA. org. Arte como código sócio-cultural: principais tendências teóricometodológicas. 1999. Rafael José de. Campinas: Papirus. Lisboa: Edições 70. Clifford. 2002. 1986. 2001. modernas e recentes sobre a arte. pp. 3. BENJAMIN. Poe e Lévi-Strauss no Campanário: ou. in "Ilha" 4(2): 133-174. 1998.ANTROPOLOGIA DA ARTE (72 horas/aula) EMENTA: A arte como objeto de estudo antropológico: etnoestética. Sobre o Surrealismo Etnográfico. Maria Ignez Cruz. Petrópolis: Vozes. Lisboa: Museu Nacional de Etnologia. in 12. 17. 132-178. 15-47. Lisboa: Edições 70. "Antropologia em Paimeira Mão" 8 (pp. 1973. "Les Batutas". ELIAS. Cultura e História no Pensamento de Franz Boas. etnomusicologia. N. A Definição da Arte. in "O Saber Local: Novos Ensaios em Antropologia Interpretativa". Petrópolis: Vozes. 11. pp. folclóricas e indígenas. 1996. K. pp. ECO. Cohn. 1969. 1991. Japonês Está Para TV Assim Como Mulato Para Cerveja: Imagens da Publicidade no Brasil. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. A Arte dos Sonhos: Uma Iconografia Ameríndia. Etnografias clássicas. 4. 2005. Estudos recentes no Brasil. pp. eruditas. 20. O Desdobramento da Representação nas Artes da Ásia e da América. 2002. de. in "Antropologia Estrutural" (I). G. 1995. 18. GEERTZ. Velho. Barcelona: Península. HANNA. Antropologia e Arte: Uma Relação de Amor e Ódio. Walter. in Sociologia da Arte. in "A Experiência Etnográfica: Antropologia e Literatura no Século XX". ALMEIDA. IV. Roberto. NETTO.14. A Arte como um Sistema Cultural. etnocoreologia e outros e sub-campos da área. pp. Luiz. Transcrição e Comentários. 1922: Uma Antropologia da Noite Parisiense. in "Mana" 4 (2): 7-34. SP: Edusp. LAGROU. org. A Festa da Jaguatirica: Primeiro e Sétimo Cantos – Introdução. Claude. MENEZES BASTOS. 2. DAMATTA. O Cancionista: Composição de Canções no Brasil. 1-16). Theodor W. Rafael e HERMENEGILDO José. 93-120. 9. 5.. Arte e Encontros Interétnicos: A Aldeia Wauja e o Planeta. RIAL. pp. Aristóteles Barcelos. A Imagética da Comissão Rondon: Etnografias Fílmicas Estratégicas. Elsje Maris. MELLO. in "Sociologia: Theodor W. Umberto. 1970. Rio de Janeiro: Edufrj. 19. Teoria Estética. CLIFFORD. Adorno". 16. Judith Lynne. 142-181. James. 1982. Desafio e Desejo. -----------------------. Arte e artisticidade. ANT 7014 . São Paulo: Ática. 13. 1998. 8. in "Revista Brasileira de Ciências Sociais" (no prelo). Dança. 7. MENEZES BASTOS. ADORNO. P. 1998. 14. . Sexo e Gênero: Signos de Dominação. 11-27. Fernando de. 92-99.

Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. . Grafismo Indígena: Estudos de Antropologia Estética.A. ANT 7016 . Onda negra. pp. 1988. A construção de identidades sociais. GOFFMAN. RJ. Museu nacional. RJ. Os libertos e sua volta à África. RAMALHO. 1976. 1982. H. Erving.. Mexico. 1983. in "Revista de Antropologia" 36: 81-121. Biografias e estrutura social. 2) 11. RJ. VIANNA. Los grupos étnicos y sus fronteras. A construção social da pessoa. Rio de Janeiro: Zahar. 6. Garotas de programa: Prostituição em Copacabana e Identidade Social. 22. 5. de. Territorialidade. Tese de mestrado. Outubro/1997. O mundo funk carioca. (Introducción) 3. TURNER. (Caps. Jorge Zahar. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 1985. In: Mana: Estudos de Antropologia Social. Fondo de Cultura econômica. VIVEIROS DE CASTRO. Brasiliense.Séc. 108 -154) GASPAR. 23. SP. 1977. AZEVEDO. ARRUTI. SP. T. FERNANDES. CUNHA. Eduardo e Ricardo B. (cap. de Araújo.ANTROPOLOGIA DAS MINORIAS (72 horas aula) EMENTA: Minorias como tema antropológico. 1987. 1993.21. 1 e 2) 2. Brasileiros em Lagos e Catolicismo em Lagos: o rebanho e seus pastores) 4. CARNEIRO. Preconceito racial no Brasil Colônia. José M. estrangeiros. Graal. O negócio do michê.. 9. 1992. O mundo do crime. Dulce M. M. Negros. PERLONGHER. (Caps. Brasiliense. 8. 10. (pgs. 15. Célia M. Fredrik. Imagens Desafiantes: A Apropriação Kaiapó do Vídeo. medo branco: o negro no imaginário das elites . Romeu e Julieta e a Origem do Estado. Indivíduo. "A emergência dos „remanescentes”: notas para o diálogo entre indígenas e quilombolas”. PPGAS-Museu Nacional-UFRJ. VIDAL. Zahar. Velho. BECKER. BARTH. José R. ANT 7015 . XIX. Brasiliense. 1983. Uma comunidade de Salvos: um estudo sobre Batistas na baixada fluminense.INDIVÍDUO E SOCIEDADE (72 horas/aula) EMENTA: Pessoa e coletividade. 7. Paz e Terra. Lux B. Uma teoria da açao coletiva. 1992. Jorge Zahar. G. Howard S. cultura e personalidade. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. São Paulo: Studio Nobel/Fapesp/Edusp. 1985. Tânia de S. grupo. Maria Luiza T. fronteiras simbólicas e etnicidade. Zahar Editores. in "Arte e Sociedade: Ensaios de Sociologia da Arte". A ordem pelo avesso. 1987. org. 130-169. Rio de Janeiro. 1977. SP. N. 16. Manuela C. identidade.: Introdução. RJ. org.

Marcel. São Paulo. A Construção Social da Realidade (trechos a selecionar) DUMONT. Gênese e plenitude da ideologia econômica. R. Homo Hierarchicus. Durkheim. LUCKMANN. RADCLIFFE-BROWN. Edusp. Sociologia. Marcel Mauss: Antropologia. MALINOWSKI. Zahar Editores. Homo Aequalis. 17. SP: Perspectiva. “Indivíduo e Identidade Pessoal” in Indivíduo e Poder. Zahar Editores. RICOEUR. “Algumas formas primitivas de classificação” (p. E. Bauru. DURKHEIM. P. MAUSS. P. Rio de Janeiro. MAUSS. 183-203). a noção do “eu”. 1982. 4.(p. M. 2000. Louis. São Paulo. 13. Religião e Sociedade. “Ensaios sobre as variações sazoneiras das sociedades esquimós”. 1992. 9. A grande transformação. 8. O sistema de Castas e suas Implicações. O individualismo. 2000. Cultura e Personalidade. Marcel. MAUSS. MAUSS. 5a. (com P. Marcel. “A preeminência da mão direita: um estudo sobre a polaridade religiosa”. “A polaridade religiosa e a divisão do macrocosmos”. Rocco. E. ” Sociologia e Antropologia.edição. 16. 5a. 7. "Ensaio sobre a Natureza e a Função do Sacrifício". “Taboo” e “Sanções Sociais” in Estrutura e Função nas Sociedades Primitivas 23. KARL. Ática. 22. B. II. “Métodos de observação”. Vol. “Representações Individuais e Representações Coletivas” in Sociologia e Filosofia. método sociológico”. Marcel. 1982.(p.edição. Marcel. “A alma. Uma perspectiva Antropológica da ideologia moderna.2. As origens da nossa época. E. BENEDICT. Dom Quixote. a pessoa” in Ensaios de Sociologia. 1988. Editora Campus. DUMONT. DUMONT. MAUSS. Fauconnet). 1979 (Grandes Cientistas Sociais). 3. 1974. São Paulo: Edusp. o nome. Louis. (p. “O Contrato Social de Freud” in Antropologia e Política: revoluções no bosque sagrado. Ensaios de Sociologia. Louis. Rio de Janeiro. Robert. GELLNER. EPU. R. “Sociologia”. MAUSS. Edusc. (p. São Paulo. Rio de Janeiro. e MAUSS. 14.R. MAUSS. 1982 21. “As Práticas do Amor e a Psicologia da Vida Erótica” in A Vida Sexual dos Selvagens. “Uma categoria do espírito humano: a noção de pessoa. 20. 1. “Observações preliminares”. BERGER. Ensaios de sociologia.edição. 5a.27-30) Manual de etnografia. 237-326) 18. Lisboa. M. 6. Ática. 11. Rio de Janeiro. 141-228) 19. LINTON. A. Zahar Editores. 1974. São Paulo. 2000. Marcel. Rio de Janeiro. 12. Padrões de Cultura. POLANYI. 5. Marcel “Oficio do etnógrafo. HERTZ. 1981. MAUSS.53-59) 15. & T. 1993. Sociologia e Antropologia. DURKHEIM. Ensaios de Sociologia. 10. .

24. Robert. Rio de Janeiro. Companhia das Letras. Max. História e Cultura.211-228). Rio de Janeiro.edição. Negros estrangeiros. Aletta. O beijo de Lamourette. 6. Max. “Índia: O brâmane e as castas”(p. 4. diacronia e sincronia. Difel. 1990. 30. Zahar. Lisboa. 1989.) 34. 3.. Temas. O processo civilizador: uma história dos costumes. Escritos sobre a história. Fondo de la Cultura. 5a. 1979. Zahar. 9. Robert. 1993. Zahar. 11. GINZBURG. O Grande Massacre de Gatos. A Nova História Cultural. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Lisboa. A democracia na América.ANTROPOLOGIA E HISTÓRIA (72 horas/aula) EMENTA: A fronteira entre a Antropologia e a História. Clifford. 3. 1990. 1994. 1982. ANT 7017 . Apologias a Tucídides. 1978. Ensaios de sociologia. pp 13-41 10. VERNANT.-P. Ensaios de sociologia. 18. 17. Natureza e Cultura. BIERSACK. Marshall. Teorias antropológicas sobre a relação do homem com o meio ambiente. A Interpretação das Culturas. Marc.449-470). Negara. 32.-P. São Paulo. J. “O Indivíduo na Cidade”in Indivíduo e Poder. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Marshall.edição. Manuela.. Um estado teatro no século XIX. São Paulo. 1990. CARNEIRO DA CUNHA. Rio. Mitos. WEBER. 8. Rio de Janeiro. 1988. Zahar. Alex De. “A psicologia social das religiões mundiais” (p. VERNANT. Companhia das Letras.309-346). BLOCH. WEBER. Max. 2006 27. Rio de Janeiro. DARNTON. C.Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. São Paulo. Fernand. emblemas e sinais. 1982. Zahar Editores. Carlo. Sociologia da religião. Ilhas de História. Perspectiva.CULTURA E MEIO AMBIENTE (72 horas/aula) EMENTA: O meio ambiente na reflexão antropológica. . El Antiguo Regimen y la Revolución. 1978. GEERTZ. Difel. WEBER. Zahar Editores. Companhia das Letras. Partido” (p. 5a. SP: Companhia das Letras ELIAS. Max. “A Psicologia Social das Religiões Mundiais” in Ensaios de Sociologia Zahar Editores. ed. Brasília: Universidade de Brasília. BRAUDEL. 31. 26. 28. SAHLINS. “Classe. A micro-história e outros ensaios. WEBER. Alex De. C. (p. J. Jorge Zahar. TOCQUEVILLE. TOCQUEVILLE. 29. 5a. SAHLINS. 1982. 25. Brasiliense. Norbert. Rio de Janeiro. 2. GEERTZ. 5. estamento.Edusp. DARNTON.edição. GINZBURG. ANT 70018 . 1980 GEERTZ. Carlo. Nova luz sobre a antropologia. 1979. debates e conceitos: estrutura e acontecimento. Zahar. “Aspectos da Pessoa na Religião Grega”in Mito e Pensamento entre os Gregos. Rio de Janeiro. SAHLINS. 7. Os reis taumaturgos. Marshall. 2001. Cultura e razão prática. São Paulo. São Paulo. 33.

Em Nome das Bases: política. 1997. Como pensam os nativos. 1998. Relações e poder e comportamento simbólico. M. 15. Candidatos e Candidaturas: enredos de campanhas eleitorais no Brasil. 1979. 1993. Rio de Janeiro: Record. Movimentos Coletivos no Brasil Urbano. Edusp. R. M. I. P. & CRESPO. GINZBURG. 2001. (caps. SCHWARCZ. I. (5) 4. J. Rio de Janeiro: Relume-Dumará/NuAP. LÉVI-STRAUSS. (org.L. O Poder Simbólico. SCHWARCZ. 1992. CEN. BEZERRA. História da vida privada no Brasil. “Cosmologias do capitalismo” In: Religião e Sociedade. (orgs. Zahar. Rio. BARREIRA. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. NOVAES. Processos de formação dos sistemas políticos. São Paulo. 6. Claude. favor e dependência pessoal.Tristes Trópicos. 5. Ilhas de Historia. 1 e 2) 14. R.) 1983. 1987. 1986. 1987. BOSCHI. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BOURDIEU. Companhia das Letras. 1998. M. São Paulo. 18. Companhia das Letras. (5) 11. Companhia das Letras. Brasiliense. BARREIRA. A Arte da Associação: política de base e democracia no Brasil. NOVAIS. SAHLINS. M. Carlo. Lilia. ANT 7019 . Companhia das Letras. 19. Quando Dizer é Fazer. Sobre a teoria da ação. São Paulo. Corrupção: um estudo sobre poder público e relações pessoais no Brasil. (5) . Rio de Janeiro: UERJ. 8. 3. "A Análise Estrutural em Linguística e em Antropologia" e "A Noção de Estrutura em Etnologia" in Antropologia Estrutural. S. 17. Claude. C.ANTROPOLOGIA DA POLÍTICA (72 horas/aula) EMENTA: As origens e fundamentos do poder político. São Paulo. Tempo Brasileiro. BIRMAN. P. Rio de Janeiro: Zahar. Rio. 1997. São Paulo. SAHLINS. O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela Inquisição. AUSTIN. Organização política em sociedades sem estado. São Paulo/Rio de Janeiro: Vértice/Iuperj. O espetáculo das raças. Fernando. Campinas: Papirus. Marshall. 1976. 1989. As formas da história. 1995. 1990. 21. Crimes por Encomenda: violência e pistolagem no cenário brasileiro. São Paulo. 2. BOURDIEU. M. & PALMEIRA. Lilia Moritz. 16. R. "O Tempo Redescoberto" e "História e Dialética" in O Pensamento Selvagem. 19.12. Capa Preta e Lurdinha: Tenório Cavalcanti e o povo da Baixada.O. SAHLINS. O mal à brasileira. P. Lisboa: DIFEL/Rio de Janeiro: Bertand Brasil. LÉVI-STRAUSS.) 1997. "Introdução: História e Etnologia". São Paulo: AnnaBlume.O. LÉVI-STRAUSS. n. BOSCHI. São Paulo. São Paulo. 1999. Claude. As barbas do imperador. 13. Razões Práticas. (orgs). 16. LEFORT. (5) 7. 20. 1990. BELOCH. 1998. Rio de Janeiro: Relume-Dumará-NuAp. Porto Alegre: Artes Médicas. BEZERRA. 1996. 10. 9. Claude . Companhia das Letras.

P. F. 16. GEERTZ. ALMEIDA. (5) 25. 2000. (5) 26. A Interpretação das Culturas. BURKE. P. C. DAMATTA. Alguma Antropologia. Família e Comunidade: um estudo sociológico de Itapetininga. Petrópolis: Vozes. 1999. M. 36. Antropologia.B. . Homo Hierarchicus. GEERTZ. São Paulo: Unicamp. DUMONT. São Paulo: Ática. 1990. Brasília: Editora da UnB.T. Coronelismo. M.C. CANDIDO. Educação Pela Noite e Outros Ensaios.) 1994. DAGNINO. 1996. 1978. O. 23. Malandros e Heróis. Enxada e Voto. 1987. Lisboa: Gulbenkian. PERISTIANI. O Município e o Regime Representativo no Brasil.H. (5) 22. DUMONT. C. F. Rio de Janeiro: Rio Fundo/Iuperj. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. NOGUEIRA. (org. (5) 24. (org. Uma perspectiva Antropológica a Ideologia Moderna.. A construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Contracapa. LEACH. O. LIMA JR. 1975. Petrópolis: Vozes. R. Roberto. Carnavais. 1962. V. 20. M. Clientelismo e política no Brasil do século XIX. 15. Rio de Janeiro: UFRJ. (5) 17. A Dívida Divina: troca e patronagem no Nordeste brasileiro. 13. Rio de Janeiro: INEP.G.O sistema de castas e suas implicações. Negara: o estado teatro do século XIX. Valores das Sociedades Mediterrâneas. L. M. & GOLDMAN. Rio de Janeiro: FGV. A. PUTNAM. J. Executivo e Legislativo na nova ordem constitucional. LANNA. Rio de Janeiro: Paz e Terra.D.). LEAL. 1982. 30. PALMEIRA. (5) 33. REIS. 1994. São Paulo: Brasiliense. Rio de Janeiro: Guanabara. M. (5) 27. & LIMONGI. Voto e Representação Política. (5) 29.R. E. 1997. 1980. A. 1997. E. Rio de Janeiro: Zahar Editores. 1992. Rio de Janeiro: FGV/Fapesp.) 1965. 1996. O Individualismo. Uma Antropologia no Plural. São Paulo: ANPOCS/Hucitec. 1999. 31. Comunidade e Democracia: a experiência da Itália moderna. (5) 14. 19. Sistema Eleitoral Brasileiro: teoria e prática. São Paulo: Edusp. FERNANDES. 32. (5) 35. (5) 28. P. KUSCHNIR. & FRY. A Fabricação do Rei. L. (org. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Rio de Janeiro: Bertrand. K. 21. GRAHAM. 1985. A Investigação Etnológica no Brasil. FIGUEIREDO. O Cotidiano da Política. Sistemas Políticos da Alta Birmânia. 18. E.) 1991. 1995. Voto e Máquina Política: patronagem e clientelismo no Rio de Janeiro. DINIZ. C.N. PEIRANO. 1992. (orgs. Honra e Vergonha. São Paulo: Edusp.12. Rio de Janeiro: Rocco. GOLDMAN. 1995. R. (5) 34. O Saber Local: novos ensaios em antropologia interpretativa. GEERTZ. 1997. E. Pluralismo no espaço social e pesquisa. Anos 90: política e sociedade no Brasil. M. 1998. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Rio de Janeiro: Relume-Dumará.

Rio de Janeiro: Ed. “Apêndice. 1982. Lisboa: Edições 70. ANT 7020 . Reprodução. São Paulo. 1987. Contexto. filhos e netos na família brasileira. sexualidade e parentesco. Rio de Janeiro. Relações de gênero. 2000. cit. 1983. P. S. (org). 75-100. fofoca e honra: etnografia de relações de gênero e violência em grupos populares. (5) 41. Simmel. “Repensando a família no Brasil (notas para o estudo das formas de organização familiar no Brasil)” In Colcha de retalhos. 10. Marc (org. Avós. Marc. desigualdade e diferença”. 2ª. Myriam Lins de. E. Indivíduo e Poder. 1998. Edições 70. G. Maria Angela. Papirus Editora. Mariza. Jorge Zahar Editor. Paz e Terra/ANPOCS. Porto Alegre. Graal. 2002. “Somando mães” In Caminhos da Adoção. 5. SCHWARTZMAN. “O que significa um filho?”. SIMMEL. sexo e família em camadas médias urbanas”. 13-38. Unesp. Claudia. 25-42. FONSECA. Teorias sobre parentesco e casamento. 38. FONSECA. S. Guanabara. São Paulo. 20. D‟INCAO. . 8. Casamento. “A invenção do amor: amor. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 1992. edição. 42. 1986. M. Ed. Cenas e Queixas. Família e ascensão social de negros em Porto Alegre. pp 99112. 2001. “O „moderno‟ e o „arcaico‟ na nova família brasileira: notas sobre a dimensão invisível da mudança social” In Uma nova família? O moderno e o arcaíco na família de classe média brasileira. Carla C. In: Razões práticas. AUGÉ. Parentalidade e conjugalidade. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1.FAMÍLIA E PARENTESCO EM SOCIEDADES COMPLEXAS (72 horas/aula) EMENTA: A perspectiva antropológica sobre a família. 3. UFRGS. pp 223-240. pp 11-74. (capítulos a escolher) 7. (1983). GREGORI. 1996. Sobre a teoria da ação. 9. Lisboa. FIGUEIRA. Dayse Macedo De. Pp. 1982. 6. Mariza. “Mulher e família burguesa” In História das Mulheres no Brasil. A Honra na Política. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. 12. DAUSTER. Ensaios de Sociologia. Museu Nacional. VEYNE. BOURDIEU. Claudia. São Paulo e o Estado Nacional. Uma nova família? O moderno e o arcaíco na família de classe média brasileira op. São Paulo. Rio de Janeiro. Morte em família: representações jurídicas de papéis sexuais. Centro e Periferia. (1992). “A outra família brasileira: antropologia. Maria Filomena. TEIXEIRA. (1987). São Paulo: DIFEL/Corpo e Alma do Brasil. WEBER. BARROS. 2. O espírito da família”.) Os domínios do parentesco. UFRJ. Cortez. (5) 40. pp 11-30.37. 11. “Introdução ao vocabulário do parentesco” In Augé. (1997). Brasiliense. família e sociedade. BARCELOS. São Paulo: Ática. pp 13-24. CÔRREA. Pierre. SHILS. Papéis sexuais. 1975. 4. “Aliados e rivais na família” In Família. et al. pp 53-88. Autoridade & afeto. São Paulo. Tânia. CORRÊA. 39. Lisboa: DIFEL.

“A família” In SHAPIRO. No. ANT 7021 . 17. pp 309-333. No. “Homem/Mulher”. “Masculino/feminino”. LÉVI-STRAUSS. 1988. Rio de Janeiro. François de. HÉRITIER. Editora Fundo de Cultura. Claude. 18. Claude. Mariza. 25. 20.cit. 16. “O princípio da reciprocidade” In As estruturas elementares de parentesco. Conceitos. Parentesco. pp 27-80. LÉVI-STRAUSS. pp 95-124. HÉRITIER. “O problema do incesto” In As estruturas elementares de parentesco. Cynthia Andersen. op. 17. Família e individualização. pp 50-63. “ O que é isso que chamamos de antropologia brasileira?” In Anuário Antropológico 85. Museu Nacional. Homem. Florianópolis. Brasiliense. Publicações Dom Quixote. LÉVI-STRAUSS. 22. cit. Roberto Cardoso. Fundação João XXIII. pp 140-146 e 81-94. questões e tendências da antropologia no Brasil. A família como espelho: um estudo sobre a moral dos pobres. 19. Edições Loyola. Petrópolis. HEILBORN. op. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. Vol. TARNOVSKI. François de. gênero e identidade sexual em contexto igualitário. cultura e sociedade. (1995). Vértice. Françoise.13. Maria L. (2000a). Rio de Janeiro. A família brasileira. (capítulos a escolher) 14. “Incesto” In Enciclopédia Einaudi. Françoise. 1983.). pp 11-26. O eu. Editora FGV. São Paulo: Cortez. SINGLY. 1992. 23. UFSC. SINGLY. 21. 1972. São Paulo. Flávio Luiz. (2003).. 2003. Vozes.cit. “A antropologia no Brasil: um roteiro”. Historia da Antropologia no Brasil (1930-1960). Eni de Mesquita. São Paulo. 1989. op. “endogamia e exogamia”. “Parentesco” In Enciclopédia Einaudi. ______________ “Traficantes do Excêntrico: os antropólogos no BRASIL dos anos 30 aos 60” In Revista brasileira de ciências sociais. cit. 1984.. PPGAS. Ana Clara (orgs. Françoise. 26. Dois é par: conjugalidade. HÉRITIER. Enciclopédia Einaudi. MELATTI. HÉRITIER.ANTROPOLOGIA BRASILEIRA (72 horas/aula) EMENTA: História da antropologia no Brasil. 06. 21. SAMARA. Françoise. 2002. Pais assumidos adoção e paternidade homossexual no Brasil contemporâneo. 20. A questão nacional. (2000b). “Casamento” e “Família” In Enciclopédia Einaudi. Imprensa Nacional/Casa da Moeda. Lisboa. o casal e a família. Família em processos contemporâneos: inovações culturais na sociedade brasileira. 3. Rio de Janeiro. . CORREA. RIBEIRO. In Boletim Informativo e bibliografico de Ciências Sociais – BIB. Julio César. 2. 24. Claude. UFRJ. “O universo das regras”. Ivete e RIBEIRO. pp 69-107. 1987. OLIVEIRA. HARRY (org). 1982 (1949). SARTI. 15. op. 4.

22. Antonio. Uma antropologia no Plural: três experiências contemporâneas. LÉVI-STRAUSS. 1983.GUSMÃO. 6. p. Emile (1978): “A educação. 12. Gilberto. “A implicação desses resultados” e “Conclusão” In Sexo e Temperamento. Ruth (1972): “A criança aprende” In O Crisântemo e a Espada. 11. BASTIDE. 4a edição. VELHO.213-235. 6. Clarice (2002): “A criança. 3. Perspectiva do Homem.FERNANDES.) Sociedade e Politica no Brasil pós-64. .SCHADEN.NUNES. . Rio de Janeiro: Fundação Nacional de Material Escolar. Egon (1945): Educação e magia nas cerimônias de iniciação” In Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. p. Margareth (1999): “Os Mundugumor habitantes do rio”. 8. 1980. vol III.ANTROPOLOGIA DA EDUCAÇÃO (72 horas/aula) EMENTA: Abordagens antropológicas sobre o processo de ensino e aprendizagem. Ângela (1999): A Sociedade das Crianças A’Uwe-Xavante. escola de cultura e personalidade. o aprendizado e a socialização na Antropologia” In Lopes da Silva. nº 43. 23.COHN. 213-247. transmissão de conhecimentos através da oralidade. DURKHEIM. B. São Paulo: Melhoramentos.BENEDICT. São Paulo. Jose Olimpio. nº 8.MEAD. 7.144-201 .8-25 . 1980. p. ANT 7022 .MEAD. Edições 70. análises sobre cultura e cognição. 1961. Claude. p. (orgs. educação escolar indígena. e ALMEIDA.165-302. Neusa (1997): “Antropologia e educação: origens de um diálogo” In Cadernos Cedes. Duas Cidades. p. São Paulo: Dominus e Edusp.19-162. 1995. São Paulo: Perspectiva. CANDIDO. São Paulo: Perspectiva. 8. RJ. Silva Macedo e Nunes (orgs): Crianças Indígenas.33-56.271-274. “Os Tchambuli habitantes do lago”. Relume Dumará. UNB. “Os processos sociais no Brasil pós-64: as Ciências Sociais” In SORJ. “São Paulo” In Tristes Trópicos. . . O´tavio. Lisboa:Ministério da Educação. Otávio. p. ensaios antropológicos. Editora Nacional. Os parceiros do Rio Bonito. 7. R. noções culturais de infância e desenvolvimento infantil. Brasília. ano XVIII. São Paulo: MARI/FAPESP/Global. 4a edição. .113-208. FERNANDES. 9. 4. VELHO. no. relações estabelecidas por meio da escola. ________________ A favor da etnografia. São Paulo: Perspectiva. capítulos 3 e 4. Brancos e negros em são Paulo. Florestan (1966): “Notas sobre a educação na sociedade Tupinambá” In Educação e Sociedade no Brasil. Margareth (1999): “Introdução” e “Os Arapesh das Montanhas” In Sexo e Temperamento. “Antropologia para sueco ver” In DADOS. sua natureza e função” In Educação e Sociologia. FREYRE. 5. 2. 1986. Casa Grande e Senzala. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. Lisboa. . Brasiliense. p. 10. Marisa. Rio de Janeiro. englobando: estudos sobre socialização. Florestan.5. São Paulo. 1959. . PERIRANO. p.. por uma Antropologia da Criança. São Paulo. 1971. 9.

racionalidade e relativismo no pensamento de Lévy-Bruhl.5): 247-294. 7. 1981. Expressões estéticas e midiáticas do corpo e do(s) sujeito(s) contemporâneos. pp. ANT 7023 . Estudos sobre embodiment. GOLDMAN. sociais e históricas e os seus cruzamentos em diferentes campos da antropologia. Márcio. p. Rio de Janeiro. MAUSS. 5. Lucien.527-568. philosophy. nº1. La personne et le mythe dans le monde mélanésien. Sociologia e Antropologia. 8. [tradução no xerox] LÉVY-BRUHL. Robert. MAUSS. 225-235.) The category of person: anthropology. p. .[versão em espanhol] primitive. 185-208. MAUSS. (documento) 13. Perspectiva.207-226. O individualismo moderno e seus desdobramentos quanto às concepções de corpo e Pessoa nas culturas urbanas contemporâneas. HERTZ.207-241. Sociologia e Antropologia. vol. A expressão obrigatória dos sentimentos [1921]. Gênero. Alcan. 1927. . Tomaremos como ponto de partida a reflexão antropológica clássica sobre as técnicas corporais e sobre a noção de Pessoa.10. Grypho. «As técnicas corporais» [1934]. Do kamo.WALKERDINE. São Paulo. Caps. Marcio. Cambridge Un.BRASIL. LUKES.209-233. 2. III: «Le vivant et le mort» e XI: «Structure de la Personne dans le monde Mélanesian». 11. 1985.39. EPE/EDUSP. Maurice. .20. "Uma categoria do pensamento antropológico: a noção de Pessoa" In Revista de Antropologia. EPU. Aracy (2001): “Uma „Antropologia da Educação‟ no Brasil? Reflexões a partir da escolarização indígena” In Lopes da Silva e Ferreira: Antropologia. Marcel. São Paulo. 71-96 e 248-271. Cambridge. Ed.PESSOA E CORPORALIDADE (72 horas/aula) EMENTA: Introdução a uma abordagem antropológica da Pessoa e da corporalidade. 1974. «Conclusion». pp. 1996. 10. M. in Sociologia e Antropologia.LOPES DA SILVA. São Paulo. 3. Marcel. 9. São Paulo: MARI/FAPESP/Global. Gallimard. Steven. Secretaria de Educação Fundamental (1998): Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos: Temas Transversais: Pluralidade Cultural e Orientação Sexual. Os estudos de etnologia ameríndia e a centralidade do idioma corporal. v. p. Paris. corporalidade e subjetividade.1. a noção do „Eu‟. 6. História e Educação. Brasília: MEC/SEF. 1974. São Paulo. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Press. La mentalité Capítulo I]. Paris.109. 1994. “La prééminence de la main droite” in Mélanges de sociologie religieuse et de folklore. 12. 282-303.29-43. 1974. II. Ensaios de Sociologia. Marcel. Valerie (1995): “O Raciocínio em Tempos Pós-Modernos” In Educação e Realidade.MACEDO.83. in MAUSS. Ana Vera (1995): “Estratégias Pedagógicas: a temática indígena e o trabalho em sala de aula” In Lopes da Silva & Grupioni: A temática indígena na escola.54-70. «Razão e diferença: afetividade. vol. In CARRITHERS. Tecnologia e novas visões sobre o corpo e a Pessoa. in MAUSS. [versão em português] MAUSS. EPU. pp. (Cap. pensados como construções simbólicas. USP. Marcel. . Uma categoria do espírito humano: a noção de Pessoa. [Introdução e 4. Marcel. [Versão em espanhol] GOLDMAN. Félix Alcan. LEENHARDT. «Efeito físico no indivíduo da idéia de morte sugerida pela coletividade» [1926]. pp. vol. II. nº 2. São Paulo. (texto para seminário) 23. 1971. in MAUSS. . et alii (eds. Brasília:MEC/MARI/UNESCO. history. experiência e performance. II: «La notion du corps». vol.

O individualismo. 1985. 12/1. A. 26. Norbert. GUIMARAES JR. SEEGER. As novas tecnologias reprodutivas: o estatuto do embrião e a noção de pessoa. SIMMEL.2-19. Ciênc. no. Rio de janeiro. vol. vol. in: Boletim do Museu Nacional. 1986. GOLDENBERG. 1997. Tania. 2000.2. II: «3. Cap VI: «1. "O dois e seu múltiplo: reflexões sobre o perspectivismo em uma cosmologia Tupi". Rio de Janeiro. II: “A cultura de si”. Mana 2. A civilização das formas : o corpo como valor. Oct. Antropologia das sociedades complexas. Louis. A metrópole e a vida mental. 1995. Tânia Stolze. [Partes] 18. in Religião e Sociedade. 21. Hubert. Experiência e Cultura. VIVEIROS DE CASTRO. Michel. Gallimard. 1979. 175-200. pp. Museu Nacional. Otavio G.1. pp. Graal. 1985a. pp.. [versão em português no xerox] 15. Cap. RABELO. “O Sujeito e o poder” in RABINOW. II). 20. 23. Zahar. Louis. (Também no Ditos e Escritos..123-154. VELHO.11. vol. 2004. Vol. Mana. 22. 11.8. Mirian (org. p. “Fundamentos contingentes: o feminismo e a questão do „pós-modernismo‟. Nota breve sobre a Pessoa». Rio.3.) O nú e o vestido : dez antropólogos revelam a cultura do corpo carioca. FOUCAULT. RJ. Quem precisa da identidade? In: TADEU DA SILVA. 16. ALEM. Eduardo. Gilberto (org. 19-40. 117-127. 21-47. Jorge Zahar Ed. FOUCAULT. De pés descalços no ciberespaço: tecnologia e cultura no cotidiano de um grupo social on-line. 2004. FOUCAULT. Michel. Márcio. Cap. Rocco./jun. «Introdução: 1. nº32. 24. «A construção ritual da pessoa: a possessão no Candomblé». Rio de Janeiro. Mozart. GOLDMAN. Cap. Arte e sociedade. Record. Stuart.. Forense Universitária. São Paulo. Cap. e VIVEIROS DE CASTRO. BUTLER. Ensaios de sociologia da arte. Gilberto. Sociologia de um gênio. ELIAS. Jorge Zahar Editor. DUMONT. Uma perspectiva antropológica da ideologia moderna. Introduction. Os deuses canibais». In : GOLDENBERG. Campus. In : LEIBNING. “Romeu e Julieta e a origem do Estado. Estudos de 31.b: Só os ossos esquecem». Michel. 12. 25. Paul & DREYFUS. RJ. 29. agosto/1985. Michel Foucault. Mário J. saúde coletiva. 13-35. Anette (org. 2001. Horizontes. AGIER. Paris. História da sexualidade. 2003. 22-32. Michel. ARAÚJO.1. Mirian & RAMOS. Paulo Cesar. Mana.7. 494-526. 173-183. 30. Antropologia Social. Tecnologias del Yo y otros textos afines.). Distúrbios identitários em tempos de globalização. Introdução. E. 27.. antropoógicos. Georg. jan. Corpo. Apr. . DUMONT. no. 11-42. 1966. 43-73. Judith. no. 19. DA MATTA. 14. III. Paidós. pp. Araweté. Eduardo. Rio Zahar.) Tecnologias do corpo : uma antropologia das medicinas no Brasil. Homo Hierarchicus: le système de castes et ses implications. 2002. 17. HALL. Barcelona. 1998. Do indivíduo-fora-do-mundo ao indivíduo-nomundo.) Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis. LIMA. Rio de Janeiro. Romaz (org. Ed. Trajetória individual e campo de possibilidades. «A construção da Pessoa nas sociedades indígenas brasileiras». A vontade de Saber. Marcelo Silva. no. Luiz Fernando Dias. 1990. 28.10. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. in Velho. Miriam & ALVES. 22-54. 7-33. os deuses canibais. R. Vozes.130-169. uma trajetória filosófica.21. maio 1979. 1994. Rio de Janeiro. Ed. 31-48. Pagu. DUARTE. 11-31. L. 75-94. Nau Editora. I: Gênese I. 13. Indivíduo e pessoa na experiência da saúde e da doença. vol. Projeto e metamorfose. in VELHO. 1995. II. Ricardo Benzaken de & VIVEIROS DE CASTRO. O fenômeno urbano.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Lilia M. MAGGIE. Lília Moritz. (orgs. SCHWARCZ. São Paulo. a invenção e a ideologia” In SCHWARCZ. A idéia de raça. 3. Raça como retórica: a construção da diferença. 113-145) 12. identidades e política na era da genômica” In Mana. São Paulo: Edusp. 14. Antonio Sergio Alfredo. 57-93) PPGAS/Museu Nacional. (pp. 10(1) (pp. ANT 7024 . Retrato em branco e negro: jornais escravos e cidadãos Em São Paulo no final do século XIX. MOUFFE. 6. “Preconceito de cor e racismo no Brasil” In Revista de Antropologia da USP. . (orgs). C. SEYFERTH. 1987 NOGUEIRA. 1981 BANTON. Rio de Janeiro: Fiocruz/CCBB. SCHWARTZ. SKIDMORE. Lisboa: Martins Fontes. Y. 1999. 2001. São Paulo: 2004. Estudos sobre os negros no Brasil. São Paulo T. “Raça e identidade: entre o espelho.. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 24. Nicolau. 15. REZENDE. Renato da Silva. (orgs). L. 13. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. A persistência da Raça: ensaios antropológicos sobre o Brasil e a África Austral.). Rio de Janeiro. A Queiroz. e outros. R. 2005. São Paulo: Perspectiva. Raça e diversidade. “A invenção da raça e o poder dos estereotipos”. (pp. 4. (orgs). PPGAS/Museu Nacional. Companhia das Letras. 266-275. SEVCENKO. SCHWARCZ. 1996. (pp. 7. Debate Feminista. Preto no branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro. Cidadania e feminismo. Estudos de Antropologia Social. 2. Maria Lúcia. Rio de Janeiro. QUEIROZ. Ricardo e MAIO. 47-75) 11. 61-95). São Paulo: Companhia das Letras. FRY. Idem.ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS EMENTA: Relações raciais e racismo no Brasil. ciência e sociedade. Lilia Moritz. Anuário Antropológico/ 93. O espetáculo das raças: cientistas. Chantal. Marcos Chor Qual “retrato do Brasil”? Raça. Márcio. 2001. “Tanto preto quanto branco. 17. Peter. Thomas E. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.32. “Segmentariedades e movimentos negros nas eleições em Ilhéus” In Mana. QUEIROZ. mas sobretudo pretos”. M. Oracy. C. Estudos de Antropologia Social. Michel. Renato da Silva. Giralda. B. GUIMARÃES. Raça e diversidade. Lilia Moritz. 9. SANTOS. Renato da Silva. MONTES. VENTURA SANTOS. MAIO. Tanto preto quanto branco: estudo de relações raciais. Raça e Ciência II. Raça.9-43) 16. Por uma política da identidade nômade. Relações interétnicas e Identidade étnica. São Paulo: Edusp.. QUEIROZ. instituições e questão racial no Brasil – 1870-1930. 8. 5. 297-305) Idem. DUNN. biologia. 7(2) (pp.C. (pp. GOLDMAN. 10.V. “As alegorias da experiência marítima e a construção do europocentrismo”. 2004.

10. ISER/Relume Dulmará. 12. 11. Mulheres invisíveis. A polícia na cidade do Rio de Janeiro: seus dilemas e paradoxos. ZALUAR. Editora UFRJ. A lei e a ordem. (1994). São Paulo. Theophilos. A sociedade contra o Estado. 7. RIFIOTIS. ANT 7026 . Roberto Kant de. o leitor-modelo e a denúnica da violência policial: o caso Favela Naval (Diadema)”. 4. Morte em família. RIFIOTIS. Rio de Janeiro. Violência e Política no Rio de Janeiro. Bárbara Musumeci. 6. Rio de Janeiro: Forense. Editora FGV. ANT 7025 . Cidadania e violência.25. (1999). CORRÊA. 14. E. à sua construção simbólica e ao domínio das relações interpessoais. Ralf. Alba (1999). Francisco Alves. GROSSI. Rio de Janeiro. Instituto Tancredo Neves/Fundação Friedrich Naumann. São Paulo: Graal. SOARES. CLASTRES. Theophilos. (org. SOARES. Violência conjugal e novas políticas de segurança. Mariza. Brasília. Antropologia (1970-1995).LEITURAS ETNOGRÁFICAS I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de trabalhos etnográficos sobre temas específicos na antropologia.VIOLÊNCIAS E CONFLITOS: A CONSTRUÇÃO DO PERIGO E DA SUJEIRA EMENTA: Trata-se de uma introdução ao campo dos estudos sobre os fenômenos chamados genericamente de “violência” com especial atenção aos seus fundamentos. Civilização Brasileira. 8. (1996). 3. (2001). GREGORI. Gilberto & ALVITO. Brasília. bem como os dilemas éticos e práticas de intervenção social. 9. “Violência e Crime”. Marcos. DAHRENDORF. RIFIOTIS. Miriam. “A Mídia. Rio de Janeiro. Theophilos. O que ler na Ciência Social brasileira. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. (1995) “Novas/ velhas violências contra a mulher no Brasil”. Luiz Eduardo et alli. 5. (1997). (1993). Les Médias et les Violences : points de repères sur la «réception». Rio de Janeiro/ São Paulo: Paz e Terra/ ANPOCS. (1988). MORAES. Pierre. São Paulo: Editora Ática. relações violentas e prática feminista. (1999).) (1983) Simmel: Sociologia. Bonn. Maria Filomena. 26. São destacadas os problemas teóricos e o estudo de situações empíricas. CAPES. (1987). LIMA. Revista São Paulo em Perspectiva 13(4):28-41. VELHO. “Nos campos da violência: Antropologia em Primeira Mão (19):1-18. Rio de Janeiro. Antropologia em Primeira Mão (51). Revista Estudos Feministas (4). . Cenas e queixas: um estudo sobre mulheres. 2. (1981). (1996). (Conferência no Centre Internatinal de Criminologie Comparée – Universidade de Montreal). Editora Sumaré. diferença e positividade”. 13.

34. ANT 7027 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.27. ANT 7030 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA III (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 30. 33. ANT 7033 . ANT 7028 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7032 . 31.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 28. . ANT 7034 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA IV (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7029 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7031 . 35. 32.LEITURAS ETNOGRÁFICAS II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de trabalhos etnográficos sobre temas específicos na antropologia. ANT 7036 . 29.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 36. ANT 7035 .

38.DEBATES ATUAIS EM ANTROPOLOGIA (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema de interesse atual na área da antropologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7037 . ANT 7038 . .37.

9. “Crimes e Criminosos em Belo Horizonte” (in) PINHEIRO. Ana Maria. pp. “Os loteamentos de periferia”: (in) VALLADARES. Espaço Urbano em Questão. 3. tendências e perspectivas da Sociologia Rural. pp. (Col. 1981. 10. Paulo S. 1973. 75-79 e 93-101. História. “Condominio do Diabo: as Classes Populares Urbanas Urbanas e a Lógica do Ferro e do Fumo” (in) PINHEIRO. PAIXÃO. Evolução histórica das diversas interpretações do fenômeno urbano. SINGER. CHUDACOFF. Dilemas e Alternativas. 11-28. Siglo Veintiuno. cit. Caps 16 (pp. Lucio. Paulo. ZALUAR. CHINELLI. pp. pp. SP. RJ. 1983. 7. Alba. Zahar. 1937. Trad.). 3. pp. IV. MOORE. Otávio G. Francisco. Capitalismo e marginalidade na América Latina. (8ª ed. 1989. Violência e Poder. BANAKOUCHE. LIMA. As relações entre urbanização e industrialização no Brasil. pp. (org. WIRTH. SPO 7040 . “A situação da classe operária na Inglaterra” (in) FERNANDO. da Universidade Federal do Para. 94-105. Extrato da obra de Robert Owen (in) CHOAY. pp. Brasiliense. 16. 12. A Economia Brasileira: crítica à Razão Dualista. (org.) O Fenômeno Urbano. 6. pp. 17.) pp. Iouis. 2.) Brasília:Ideologia e Realidade.) K. 69-91. 19. 4. RIBEIRO. A intervenção dos cidadãos e os movimentos sociais urbanos. Políticas Públicas para Àrea Urbanas. pp. Paul. SPO 7039 . 1989 (3ª ed. 13-44. O que é a questão da moradia. (Serádiscutido sobretudo o cap. 49-68. pp. de Carlos Alberto Nunes. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1.) Crime. Record. 17-28 e 38-44. TOFFIER. 5. Vozes/Cebrap. 1977. O Urbanismo. BH. 1979. “transformar o mundo e o espaço a partir das novas Tecnologias de Comunicação. ENGEIS. Françoise. F. Atica. Ed. Projeto Ed. Licia do P. SP. pp. 21-31. pp. A Evolução da Sociedade Urbana. CASTELIS. Belém.) pp. ENGEIS. Manuel. 1981. Helena B. Zahar. PIATÃO. “Hay una sociologia Urbana?” (in) Problemas de investigacion en sociologia urbana. pp. Thomas. 308-318. 2. “Em Busca da Casa Própria: autoconstrução na Periferia do Rio de Janeiro” (in) VALLADARES op. BICCA. BRASILEIRO. 43 66. 3). OLIVEIRA. pp. C. 251-277. KOWARICK. 1985. 101133. “O Urbanismo como modo de vida” (in) VELHO. Eli (org. tendência e . 8. A questão da habitação.. 97-122. 15. Ed. Alvin. Howard. Aldeia Global.Zahar. SP. Univ. Estrutura agrária catarinense: evolução histórica. extraido da Tese de Doutorado Du Télephone aux Nouvelles Technologi: implications sociales et spatiales des réseaux de télécommunications au Brésil. Cap. 1988. Petrópolis. 246265).. 14. Ed.. A República. Tamara. RJ. Paz e Terra. cit. op. Primeiros Passos). M. RJ. SP. A Utopia. Filippina. F. 18. 199-211) e 19 (pp. Brasiliense. RJ. Intervenção do Estado e o planejamento urbano. Utopias e realidades: uma antologia. “Texto mimeo. Perspectiva. de Queiroz e PECHMAN. Brasiliense. 1980.DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA E CIÊNCIA POLÍTICA ÁREA DE SOCIOLOGIA 1. 31-36. Cap. 74-79. I. 1983. Aldo (org. de Paris XII. Engels. R. “Brasilia: mitos e realidades” (in) PAVIANI.SOCIOLOGIA RURAL (72 horas/aula) EMENTA: Raízes teóricas. SP. 61-65. 13. A Estrutura agrária brasileira: formas de uso e relações de propriedades. A Terceira Onda. pp. 1972. 1967. “Políticas Sociais para Area Urbanas” (in) DINIZ. 1982. Marx F. Argentina.. Problemas urbanos: a questão da habitação e da violência nas cidades. SP. RJ. RJ. 1979. Athena Editora. (org) Habitação em Questão. 11. Zahar. 15ª ed. RJ. Antônio I. 91-112.SOCIOLOGIA URBANA (72 horas/aula) EMENTA: Problemas de conceituação e definição do objeto da Sociologia Urbana. “A guisa de introdução: urbanização e classes sociais” (in) Economia Política da Urbanização. Florestan (org.

W. Mundialização do capital e os mundos do trabalho. Cit. Tempo Brasileiro. 223/244 INCRA/FAO. R. RJ. A cooperação do meio rural.) Ecologia. cap. SP. Industrialização: processo de trabalho. tecnologia e automação. vol. SP. M. 1. In: O capital. DIEGUES. Brasiliense. 13. Trabalho: Categoria chave da sociologia? In: Revista trabalho e Sociedade. 2002 Agricultura familiar: desequilíbrio ambiental e riscos sociais no município de São Ludgero-SC. RJ. 2003. 1/62. IN: ALMEIDA e RIEDL (orgs. MARX. Processos e sentidos sociais do rural na contemporaneidade: indagações sobre algumas especificidades brasileiras. da S. ALMEIDA. A D. FROEHLICH. LAFARGUE. Adeus ao trabalho? SP. Vol. n. 31. 1. 1978. Recife: UFPe. 2. Liv. Cit. O mito moderno da natureza intocada. 17. Fpolis: Ed. 9. 2003. Os camponeses e a política. Op. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. SILVA. 2000. A fumicultura em Santa Catarina: discutindo a rentabilidade à luz das implicações sociais e econômicas. K. Mulher e cidadania. da UEL. SP. C. 8. OFFE. Civilização. 15/38. GONÇALVES NETO. 18. democracia participativa e desenvolvimento sustentável. de. 14. 6. Reforma agrária. 3. W. PAULILO. Blumenau: Ed.I. A cooperação. P. O 1999. Londrina: Ed. C. 1. 1980. Paz e Terra. O processo de trabalho e processo de produzir mais valia. Bauru. da UFSM. MARX. Brasília. ABRAMOVAY. SP: EDUSC. Mulher.. E. H. p. Antonio Carlos. Chapecó: Grifos. auto-suficiência alimentar e desenvolvimento. 1996. Metamorfoses da questão social. Mulher e atividade leiteira: a dupla face da exclusão. Trabalho assalariado nos diversos setores da produção.. 1995. POLI. XI. Terra à vista . da FURB.perspectivas. Turismo rural e agricultura familiar: explorando (criticamente) o cruzamento de abordagens e estratégias para o “desenvolvimento”. UNICAMP. 18. Estado e Agricultura no Brasil. Revista de Ciências Humanas.SOCIOLOGIA DO TRABALHO (72 horas/aula) EMENTA: Problemas de conceituação e definição do objetivo da sociologia do trabalho. O capítulo inédito. 1968. política agrícola e modernização econômica brasileira 1960-1980. Agricultura e espaço familiar em Santa Catarina. da UFSC. M. IN: PAULILO e SCHMIDT. IN: PAULILO e SCHIMIDT. J. Relações de produção. 1997. Lazer e Desenvolvimento. PAULILO. 1998. p. 9. tendências e perspectivas. ANTUNES. ALVES. SP –RJ-Campinas: HUCITEC. Op. ANPOCS. 2002. Serviço Social em Revista.M. Cit. CASTEL. família e desenvolvimento rural. 1992. 1968. O Brasil e a questão agrária. RODRIGUES. R. 1989. Ecologia. 1999. A construção social de uma nova agricultura. C. Os sentidos do trabalho. 4. IN: PRESVELOU. HOBSBAWM. M. 199/222. 16. I. 7. 2. LEFF. 13/23. Op. 74p.. RJ. Movimentos Sociais. n. 8. BLOS. Liv. O turismo rural na transição para um outro modelo de turismo rural. 6. ANTUNES. 1. MARX. Estudos Sociedade e Agricultura. SP: Hucitec. Vol. 10. 3. 3. Emprego e desemprego. 15. In: O capital. PRESVELOU. 1999. 5 e 8. 2003. 1999.I. O direito à pesquisa. . Kairós. Karl. 4. R. 1996. abril de 2002. O movimento do capital no campo: formas de desenvolvimento. 95-209. ANDRADE. 2. capital e cultura: racionalidade ambiental. PAULILO. Ciências Humanas. Boitempo. Civilização. e ao longe. R. RJ. 11. ALMEIDA E ALMEIDA. Novo retrato da agricultura familiar: o Brasil redescoberto. 2000. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Santa Maria: Ed. 4. FERREIRA. J. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2000. 2002. M. 12. 2000. V e VI. Trabalho material e imaterial. Pessoas extraordinárias. Karl. SPO 7041 . RJ: UFRRJ-CPDA. 1. Porto Alegre: UFRGS. 1999. 1996. 5.. SP: HUCITEC. DE GRANDI e SILVA. cap. Sindicato e movimentos sociais. Família. Maurício. 5. cap. de trabalho e de distribuição. 7. M. P. Fpolis: UFSC. p. P. A avaliação da paisagem para fins de desenvolvimento turístico.

(org) Gestão da qualidade. 49. A crise e os sindicatos. In: Revistas Estudos Afro Asiáticos Nº 24. L. 20. A. XXIII. Oprofessor decreta o fim da escola. Brasiliense. HARVEY. Florianópolis. K. LEITE. Mundos do Trabalho. J. 1991. 70 Ltda. Outubro de 1995. Organização do trabalho e ação sindical: da resistência à contratação. nº 17. RJ. 1992. 1995. de P. Porto Alegre. L. CAPISTRANO. Adeus ao Trabalho? In. perspectivas de amanhã. Cultrix. In: Ensaios de Ego-história. 7 e 17. Escrita. 2000. E. 16. 1989. HOBSBAWM. 1965. 1991. SP. LIPIETZ. 1. BRESCIANI. C. KEYNES. 40. 1968. cap. 1996. 41. D.10. 1993. Palotti. 50. O capital. Nº 22. E outros. SP. Paz e Terra. B. _____. Cadernos Codeplan. Brasiliense. O gênero da representação: movimento de mulheres e representação política no Brasil (1980-1990). Capital e trabalho. Líneas fundamentales de la crítica de la economia política. nº 2. FRIEDMANN. J. 28. 19. 1994. XII. RJ. Paz e Terra. A.Vozes. 33. Liv. SP.1991. 11. 13. Hucitec. R. 32. Revista Atenção. 1987. cap. E. Mercado de Trábalo em Santa Catarina. UFMS. A ilusão do desenvolvimento. SP. In:Revista Lua Nova. 1990. 48. R. italiana e japonesa ao paradigma fordista: elementos para uma discussão sobre o caso brasileiro. SP. HIRATA. H. SP. Paz e Terra. H. 37. Civilização. História e Cultura: repensando o social. 54. G. RJ. RJ. O ensino profissional na irradiação do industrialismo. A. Abril. 18. Makron.C. 21. KLEIN. G. CASTRO. ed. 22. RJ. BRAVERMAN. 27. 1983. 1975. SP. Adeus ao roletariado. RS. A condição pós moderna. 15. RJ. W. Vol. cap. RJ. Divisão do trabalho e manufatura. 1. 23. Histórias de profissões em Santa Catarina. Desigualdades raciais no mercado e nos locais de trabalho. 1987. Escrita. S. Escola Politécnica. 1991. Civilização. Novas tecnologia subjetividade operária. In. MARQUES. 31. Página Aberta. SP. Forense. Nº 20. Uma alternativa para o século 21. Vol. Ed. 1974. W. Liv. A era dos extremos. 1. Audácia. 35. SP. G. SP. 1 e 2. E. Brasília. Página Aberta. BRIDGES. RJ. Tratado de sociologia do trabalho. 1. O Leopardo. cap. 1991. RJ. 14. 53. GOMES. 39. cap. PEREIRA. SP. SP. 12. KURZ. _____. O colapso da modernização.Unicamp. S. Sociedade Industrial no Brasil.Teoria e debate. LOBO.D. RJ. e outros. _______. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais. Bienal. (Grundrisse). AUED. R. Florianópolis. 24. 1. Trabalho. junho de 199. A jornada de trabalho. 1986. 46.P. 25. 34. 1994.Vol. sindicalismo e reconversão industrial no Brasil nos anos 90. 1974. D. Florianópolis: Palotti. Lisboa. Petrópolis. BUENO. Abril. 1995. 1995. In. Introdução. 1993. A. SP. 52. Campinas. COMIN. 1987. Pessoas extraordinárias. G. Trabalhar menos para trabalharem todos. AUED. Vértice. tecnologia e participação. O capital. GORZ. cap. HESÌODO. 1968. Histórias de profissões em Santa Catarina. 30. P. Brasília: Unesp. 1. 1968. 42.L. Nº 1. 1999. Iluminuras. Um mundo sem empregos. _____. Trabalho e capital monopolista. Barcelona:Grijalbo. 1999. 1993. DENIS. R. N. A classe operária tem dois sexos. 1. HOBSBAWM. M. Tendências de hoje.M. Difel. K. ______. O ensino de ofícios nos primórdios da industrialização. A. do juro e do dinheiro. LAMPEDUSA. Guanabara. Automação Micro-Eletrônica e o Trabalho. 6. 17. J.Trabalho Coletivo e Trabalho Produtivo. . Vol. 43. Histórias geral do pensamento econômico. Tecnologia. MANTOUX. ARRIGUI. A. L. NAHELS. A rebeldia do trabalho. MARX. S. A revolução Industrial do Século XVIII. _____. 1999. MARX. 1974. A invenção do trabalhalismo. 45. Editora Prelo. B. São Paulo: Nobel. 51. 38. SP. Quem são os desempregados para a sociologia?In: Natureza. 29. e outros. 1991. BRESCIANI.M. Civilização. Loyla. Revista Intermeio. 2000. A. V. CUNHA. 1973. Projeto e Produção Editoriais. Rio Fundo Editora. Brasília: Unesp. 47. ANTUNES. SP. 26. SP. UFGRS. Liv. A lei geral de acumulação capitalista. 1993. 1977. O mundo sdo trabalho. AZNAR. Alternativas sueca. XIII. 44. H. SP. Lisboa: Horizontes. Os trabalhos e os dias.W. e Guimarães. In: Estudo Especial DIEESE. Teoria geral do emprego. CEDEC. LOPES.D. CUNHA. SP. Campo Grande. 36. 1968. O capital. 1996.

organização com sistema social. 9. M. WRIGHT. 1988. 1977. Brasiliense. PEREIRA. Burocracia e Ideologia. O Estado ea Burocratização dos Sindicatos no Brasil. na sociedade contemporânea. SP. Trabalho e Desenvolvimento no Brasil. 17. 1995. 1987. 70. RJ. SP. Petrópolis. 1988. Organizações e Instituições. Mackron Books. NEGT. 57.P. RJ. SELIGMANN. SP. A Formação da Classe Operária Inglesa. UNICAMP. Ed. Fernando C. Col. Jonas. DEUTCHER. O Espelho do Mundo : a história de um asilo: Paz e Terra. A Riqueza das Naçõe. 1981. Curitiba. Geral Ltada. E. PA. 1993. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. SP. C. 1953. 19. nº 08. MOTTA. participacionismo. 1974. SP. Cortez Editora. PEREIRA. 18. Erwing. Vozes. Difel. José Henrique. Artes e ofícios dos jesuítas no Brasil. Presença. Introdução à Organização Burocratica. Brasiliense. A Microfísica do Poder. GARCIA. Dominus. 68. Difusão Européia do Livro. Ed. SO. 65. Sindicalismo e Sociedade. SP.T. M. Michel. Paz e Terra. 24. Ática. Zahar. Crítica da Filosofia do Direito de hegel. Mercado Aberto. SP. SP. LASCH. CAMPUS. RUBIN. História e Movimento. 58. l968. 4. 63. GOFFMANN. Lisboa. 1980. Ltda. Zahar. O. SP. 1983. FOUCAULT. 1983. Nelson (org). nº 6. SP. Pornografia e Sexualidade no Brasil. 1985. L. Manicônios. O Mínimo Eu . 70. SIMÃO. Denise. FAE. I. e outro. Abril Cultural. Harry. M. 11. G. 1981. RESTRUTURAÇÃO TECNOLÓGICA NO COMÉRCIO EM SANTA CATARINA. LAPASSADADE. A burocracia brasileira. C. FARIA. 1994. Novos Estudos Cebrap. RIFKIN. Ed. R. 4. Partidos Políticos e Teorias das Organizações. Perpesctiva. SP.55. RODRIGUES. da teoria da administração à Psicologia das organizações e do comportamento burocrático: mediação ou dominação . e outros. de M.RJ. Carlos Eduardo Luis. 5. 25. 64. SPO 7042 . Zahar. Trabalho e Capital Monopolista . 22. Tamara. 1983. Prisões e Conventos. NETO. TRATENBERG. A. 67. MARTINS. RODRIGUES. Zahar. ALVES. dezembro de 1996. L. 7. ______. Os Excluídos. RJ. PAOLI. 1989. A. WINCKLET. Luciano. 56. organização como poder político. SP. As Culturas Populares no Capitalismo. Pereira. THOMPSON. MARTINS. O Espírito da Época. RJ. CUNHA. FLORIANÓPOLIS. Francisco Alves. MARX. 1980. Petrópolis. BRESSER. Brasiliense. Edmundo (org). Erick Classe. SP. 8. 15. A Fabricação da Loucura. SMITH. 1980. Elcisa H. FALEIROS. O que é Indústria Cultura. MOTTA. Brasiliense. Ed. Ed. Christophor. Saúde Mental e Cidadania da Saúde Mental no Brasil. Administração. Taylor. de Souza. SERAFIM LEITE. O que é Burocracia. BRAUERMANN. 6. O Colapso da Modernidade. SILVA. 20. Lisboa. Raízes da Burocracia. O Desenvolvimento Marcado. O autoritarismo nas Organizações. S. Primeira. SP. Teoria Marxista do Valor. AutomaçãoE Movimentos no Brasil. Cortez Morales. Sindicato e Estado. Paz e Terra.I. Pensando a Classe Operária: Os Trabalhadores Sujeitos ao imaginário acadêmico. 60. Maria Clementina. 12. Crise e Estado. E. SP. Fernando P. junho. 69. O Fim dos Empregos. RJ. 1965. 1986. NEDER.. co-gestão operária e auto-gestão social. Grupos. Brasiliense.SOCIOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES (72 horas/aula) EMENTA: Racionalização e história: do modo de produção assiático ao "capitalismo de organização". Fernando P. SP. Vozes CANGLIANI.T. SZASZ. 1985. Marx. J. SP. Editora Ática. . In: Ensaios de Ego-História. COELHO. 62. SP. 61. SP. Karl. Desgate Mental do Trabalho. Hucitec. COSTA. 10. Nº 36. 66. Instituto Goethe. Vicente de Paula. Sociologia da Burocracia. 26. Nestor Garcia. SP. Teixeira. M. 71. B. SP. M. SP. SP. Carlos Roberto. 1988. RJ. Dialética. Ed. Muito do Jardim Botânico. A Política Social do Estado Capitalista. L. PERROT. organização e Sociedade: a crise do capitalismo. Brotéria. 14. 2. 21. In.a Degradação do Trabalho no Século XX. 16. Cortez. 1987. 3.Sobrevivência psíquica em tempos difíceis. Ford. 1985. 23. 1988. TRATENBERG. In Revista Brasileira de História. 1996. 59. 13. Exploração do trabalho. Criar. Poder e Ideologia. 1988.

O que é Cultura Popular. Conformismo e Resistência. RJ. CARDOSO. Nali de Jesus de. Marx Engels: História. pp 54-66. pp. Pp. 60-97 (Caps. SP. RJ. 25-38. MANTEGA. 34. 1995. A teoria do desenvolvimento capitalista. 1974. Guido. RJ. VALADARES. 13. 18. In: PEREIRA. Brasiliense. Mandacaru. 12. CASTORIADES. 8ª ed. Livro I. pp. pp. MEIER. SP. O imperialismo. 1986. Walt. Florestan (Ed. 1970. 5. Lisboa: Presença. 1968. Antônio Augusto. 3248. ROSTOW. Afrânio Mendes. SMITH. 32. Nanci. MACHADO. 31. 9. "Solidariedade orgânica" e "Preponderância progressiva da solidariedade orgânica". 10. . Campinas. VENOSA. Luiz Augusto. 4. Urbanização e subdesenvolvimento. Cap. Cap..) Durkheim. Brasiliense. editora Paferies. 33. Zahar. Paz e Terra. In: Sociologia do desenvolvimento .). Zahar. Brasiliense. Sociologia. SP. Ática. DURKHEIM. Fernando Henrique.6 e 7) CATANI. SP. A economia política brasileira. O que é imperialismo. Dinâmica do desenvolvimento latino-americano. 11. RJ. "Solidariedade mecânica". Luis (Ed. 1 e 2). O governo pela autonomia. 8ª ed. Joseh. 83-105. Alcance e Limites das teorias da modernização. 4. Vilfredo. 174-189 (Cap. Cornélius. In: FERNANDES. Ática. 37. 17. A teoria do desenvolvimento econômico. 16. GIDDENS. 6.M. PREBISCH. SP. 73-96. Adam. Raul. 1983. Raymund. 19. André. pp. SP. Brasiliense. XXIII. O Capital. 37-70 (cap. 36. Marilena. Dependência e desenvolvimento na América Latina. LÊNIN. 1987. pp. Karl. 8. Desenvolvimento do sudesenvolvimento latinoamericano. FALETTO. 1968. (Ed. Lia Pinheiro. Sociologia do Desenvolvimento: conceito e teorias. 1976. 1978. SP. 11-31. PEREIRA. nº 36. Vozes. 1981. Socialismo e Barbárie. 1976. 2178 e 2227 até 2236. Robert. FGUILHERM. O que é contra a cultura. BALDWIN.). As etapas do pensamento sociológico. 5. 1984. A e BOURDET. fase final do capitalismo. Primeiros Passos. II. Festa no pedaço. Martins Fontes.SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO (72 horas/aula) EMENTA: As Ciências Sociais e a caracterização do desenvolvimento. pp. Lazer e Humanização. 3. "A lei geral da acumulação capitalista". Zahar. In Coleção Os Economistas. 1999. BASAGLIA.Ensaios sobre auto-gestão. 297-307. 14.. Desenvolvimento econômico.5. 15. Gerald. 1988. 7. PARETO. pp. SP.. Anthony. 28. José A. A Instituição Negada. Emile. 1:Análise clássica). CHAUÍ.27. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. A economia política brasileira. 1 a 3 pp. 20. SCHUMPETER. RJ. pp. NILASI. GUNDER-FRANK. Brasiliense. SZTOMPKA. pp. uma experiência radical. 30. 210236. SP. O Paraíso Via-Embratel. 249-262). C. 1983. MAGNANI. Uma investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações. 35. ARON. 185-206. 1995. RJ.3. Piotr A sociologia da mudança social. SP. O processo de acumulação de capital. Atuação das classes e grupos sociais e o papel do Estado no Brasil. O desenvolvimento brasileiro e a acumulação monopolista. SP. 1990. Tratado de Sociologia Geral. Participações e participações . A família de que se fala e a família de sofre MARCELLINO. ARANTES.C. pp. 1990. Enzo. SOUZA. MANTEGA. MARX. Auto-Gestão. SP. Desenvolvimento econômico. 1-13. 1990. UnB. Franco. Guido. Nova Cultura. Etapas do desenvolvimento econômico. 9-38 (Caps. 16-30. pp. Roberto (org). 1983. 29. pp. 10-58 (Lênin e a questão do Imperialismo). pp. Fundo de Cultura. Mestre Jou. Petrópolis. In: RODRIGUES. Atlas. Petrópolis: Vozes. Zahar. Zahar. Editora Graal. 6: Desenvolvimento na visão schumpeteriana). RJ. José Guilherme. pp. N. In: Capitalismo e moderna teoria social. 381-393. Cap. SPO 7043 . seção 7. 2. SP. 5ª Edição.

1996. 119-130. Planos globais. Liberalismo e desenvolvimento no Brasil dos anos 90. pp. p. 115 e b) "Estrutura da vida cotidiana". alimentação e energia no ecodesenvolvimento urbano. ARIES. "Introdução" In: _______ (org. Neoliberalismo e políticas. HELLER. In: ARBIX. Paz e Terra. 69-89. 1981. 17-50. In: O cotidiano e a história. Prática de planejamento social. Rio de Janeiro: EDUERJ. Edusp. SP. 1322. 50-68. Infância e Cidadania na América Latina. Planejamento Social no Brasil. Novos desafios para as ciências sociais. Globalização: o fato e o mito. p. Paulo Freire. pp. pp. Michele Catherin. 8. Hucitec. p. A condição política pós-moderna. Forense Universitária. HELLER. 5. 1997. 113-129. Desenvolvimento local e espaço público na Terceira Italia: questões para a Brasileira. Glauco et alii (Eds) Razões e ficções do desenvolvimento.) História Social da Infância no Brasil. p. Planejamento na concepção capitalista. tolerada e desejada. setoriais. 4. RJ: DP&A. A teoria do desenvolvimento e o caso italiano. Dissertação de Mestrado. Ferenc. pp. José Luis et alii (Eds). 7. Luís Inácio (org. Giuseppe et alii (Eds). 1998. Tempos e Estratégias do desenvolvimento. José Luis et alii (Eds). 22. "Caminhos do Voluntariado" In: Ser voluntário: algo mais do que ocupar o tempo. "A roda de expostos e a criança abandonada na História do Brasil 1726/1950" In: FREITAS. Empresários e empregos nos novos territórios produtivos O caso da Terceira Itália. pp. SP. 25. 26. 349-363. MENDEZ. MARCÍLIO. Phílippe: a)"As idades da vida" e b) "A descoberta da infância" In: História Social da Criança e da Família. Planejamento: conceito e limites. De dependência em dependência: consentída. b) SCHERER-WARREN. 1998. COCCO.) Cidadania sem Fronteiras. 19-37. RJ. TAVARES. MELIN. Ignacy. 51-76. Marcos Cezar de (org. 31-88. 1995. idem. Ágnes: a) "Valor e história". In: Espaços. BAGNASCO. Hannah. pp. p. Florianópolis: UFSC. 27. "Legislações infanto-juvenis na América Latina: modelos e tendências" In: ______ . Ágnes e FEHÉR.) História Social da Infância no Brasil. PPG em Sociologia Política. SPO 7045 . 1991. 2001. pp. Giuseppe et alii. Paul. Ilse. São Leopoldo. 28.21. 1995. SINGER. HENRIQUE. Ferenc. SALLUM Jr. 41-54. Ágnes e FEHÉR. Brasileira. regionais. 29-49 e p. SP. Ed. 12(33). HIRST.. Razões e ficções do desenvolvimento. 1986. Petrópolis. Livros Técnicos e Científicos. RI. Paul. "A ação cidadã no combate à pobreza" In: GAIGER. desenvolvimento e cidadania. 5 ed. 6. SACHS.). 1998. In: ARBIX. ideológicas e econômicas. Civ. Vozes. Glauco et alii (Eds). pp. UFSC. Edunesp. Arnaldo. 23. pp. SP. Unisinos. 101-120. 1989. op. ARENDT. Maria da Conceição. 45-98. Marcos Cesar de (org. Globalização: mito ou realidade? In: FIORI. 2002. Brasilio. EdUnsp. 13-32. Cortez Ed. 142-167. Luiz Eduardo. 17-41 2. 2001. Ágnes. LEITE. "As esferas pública e privada" In: A condição humana. p. Maria Luiza.. EDUERJ. Aspectos metodológicos do planejamento geral e do Planejamento Social. 6. 10. In: Estudos Avançados.. In: FIORI. "A situação moral na modernidade" In: HELLER.. cit. 9. p. SP. RJ. RJ. In: VIOLA. FIORI. Emilio Garcia. 3348. "Ética de cidadania e virtudes cívicas" In: A condição política pós-moderna. 1998. VIEIRA. SP. SP. cit. Ilse. Meio ambiente. 11-19. . 29. In: COCCO. questões sociais. p. Edusp. Eduardo et alii (Eds. Globalização: o fato e o Mito.) Formas de combate e resistência à pobreza. Meio ambiente. Hucitec/Instituto Ayrton Senna. 1998. Trabalho. p. p. São Paulo: Cortez. Minam Moreira "A infância no século XIX segundo memórias e livros de viagem" In: FREITAS. 24. SCHERER -WARREN. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Mitos globais e fatos regionais: a nova desordem Internacional.PLANEJAMENTO SOCIAL (72 horas/aula) EMENTA: Antecedentes históricos do planejamento. 1999. HELLER. op. In: Os moedeiros falsos. desenvolvimento e planejamento. José Luis. 311347. 3. 201-213. p. p. políticas. Vértice. 1997.

b) SCHERER-WARREN. 45-77.. "A situação moral na modernidade" In: HELLER. Alba. 45-77. Ferenc. Forense Universitária. 23. 31. ARRETCHE. "Caminhos do Voluntariado" In: Ser voluntário: algo mais do que ocupar o tempo. 31. Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Ciências Sociais. SP. 1998. UFSC. b) "O Movimento de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente" In: 29. Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Ciências Sociais. Brasiliense. PPG em Sociologia Política. de Souza. p. Infância e Cidadania na América Latina. 1997. HELLER. Hucitec/Instituto Ayrton Senna. São Leopoldo. 7. 1322. cit. p. 25. SCHILITING. 12. 19. n. p. Alba. RJ. Unisinos. MENDEZ.. 17.) Formas de combate e resistência à pobreza. 45-50 e p. "A ação cidadã no combate à pobreza" In: GAIGER. p. 1996.. Dissertação de Mestrado. SP. "Legislações infanto-juvenis na América Latina: modelos e tendências" In: ______ . cit. Paz e Terra. SP. Movimento de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente: mitos e possibilidades. p. 5. 44-66 31. ______ A participação popular na gestão das políticas para a infância e a adolescência em Santa Catarina . p. Mitos da descentralização. PPG em Sociologia Política. Maria Luiza. p. Marcos Cezar de (org. p. As organizações populares e o significado da pobreza. Hucitec. 1997. Marta T. Cortez Ed. ano 11. 1998. ano 11. 31-88. junho de 1996. Ferenc. RI. Marcos Cesar de (org. p. Ágnes e FEHÉR. 45-50 e p. Ágnes e FEHÉR. In: O cotidiano e a história. MORAES. 113-129. UFSC. op cit. 1997. Phílippe: a)"As idades da vida" e b) "A descoberta da infância" In: História Social da Criança e da Família. p. p. 5169. Brasileira. As organizações populares e o significado da pobreza. 50-68. 1985. 5. Civ. SCHERER -WARREN. idem. 1989.) Cidadania sem Fronteiras. 115 e b) "Estrutura da vida cotidiana". 1995. ARIES. Célio Vanderlei. SP. RJ. "As teorias sociais e os pobres: os pobres como objeto" In: _____ A máquina e a revolta. p. Minam Moreira "A infância no século XIX segundo memórias e livros de viagem" In: FREITAS. SCHLICHTING. MORAES. p. ______ A participação popular na gestão das políticas para a infância e a adolescência em Santa Catarina . "As esferas pública e privada" In: A condição humana. SPO 7046 . Luís Inácio (org. Sandra A. Sandra. Ed. PPG em Sociologia Política. ZALUAR. 1999. 27. 5 ed. 14. op. "Introdução" In: _______ (org.. HENRIQUE. Emilio Garcia. Sandra A. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Hannah. Ed. 21. UFSC. SP. Dissertação de Mestrado. 11-19. "As teorias sociais e os pobres: os pobres como objeto" In: _____ A máquina e a revolta. Célio Vanderlei. p. 26. SCHLICHTING. 9-32. 19-37. Ilse. 1981. Michele Catherin. Mais democracia e eficiência nas políticas públicas? . 22. ARENDT. "Ética de cidadania e virtudes cívicas" In: A condição política pós-moderna. 17-50. 20. "A roda de expostos e a criança abandonada na História do Brasil 1726/1950" In: FREITAS. Movimento de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente: mitos e possibilidades. LEITE. 51-76.DEMOGRAFIA (72 horas/aula) . p. p. A condição política pós-moderna. 5169. Brasiliense. 1985. 1997. p. Ed.11. Revista Brasileira de Ciências Sociais. junho de 1996. a) "O Estatuto da Criança e do Adolescente". op cit. de Souza. p. UFSC. 32. UFSC. 1997. SP. op. n. Mais democracia e eficiência nas políticas públicas? . 24. SCHILITING. Ágnes: a) "Valor e história". Ilse. 1991. p. Marta T.) História Social da Infância no Brasil. Livros Técnicos e Científicos. 30. ZALUAR. 69-89. Ágnes. 3348. 28. ARRETCHE. p. 29-49 e p. b) "O Movimento de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente" In: 13. Dissertação de Mestrado. 44-66 15. HELLER. 17-41 18. 9-32. a) "O Estatuto da Criança e do Adolescente". 16. Mitos da descentralização. HELLER. Sandra. MARCÍLIO.) História Social da Infância no Brasil.

14. 5. de. Indicadores de saude e doenças emergentes. H. Ed. Cultrix. Polígono. O nascimento da medicina social e O nascimento do hospital. II Volume. Da FBA. . de. F. Sociologia. p. Cidade Febril.CIÊNCIAS SOCIAIS E SAÚDE (72 horas/aula) EMENTA: A construção do saber médico e do estatuto do normal e do patológico. Cortiços e epidemias na corte imperial. 3ª Ed. Políticas e sistemas médicos. 4ª Ed. FOUCAULT. 1994. Fundo de Cultura. F. 3ª Ed. GASSET. D. 10. Livraria Pioneira. p. RJ. In: Fundamentos históricos da ecologia. 17. Pe.EMENTA: Teoria da Origem. p. PEREIRA. 13. In: Tese de doutorado/USP. Nac. Globo. Demografia Urbana. Leis Sociais e Demografia. 20-27. B. Ed. Ribeirão Preto:Holos. 77-94. In: Revista da USP:Dossiê genética e ética. Políticas de saúde. Publicações da UFBA. Demografia como ciência e abordagem social. Cia Ed. 1973. 1959. RJ. 3-24. 1955. Algumas definições clássicas de saúde. ZATZ. DOURADO. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 15. 10. 11. Representações sociais em saúde. Eli. São Paulo:Companhia das Letras. Henri. A importância do imprevisível. 11. FERREIRA. e EHRLICH. 2ª Ed. A Previsão de Crescimento das População Urbanas. M. População e acumulação do capital. S. 1999. ÁVILA. e O significado comum de saúde (saúde mental) In: Conversando sobre saúde. n. Introdução à Sociologia. 2003. Florianópolis:Bernúncia. Amaral. Public. Cia Ed. 99. Ed. intermediária e Geral. M. Os dilemas éticos do mapeamento genético. CHINOY. L. 1964. 19. Ed. 1969. F. Zahar Ed. SP. M. Um diálogo filosófico. Demografia Econômica..2 ed. D. a lesma e o homem. Forense. 2. 3. Sociedade e População. M. de. GRISOTTI. J. O Y. L.. In: Microfísica do poder. J. WELIS. C (org. T. Migrações na sua divisão: emigração. D.. Êxodo Rural no Brasil. D. GUSMÃO. SPO 7047 . RJ. Como a ciência constrói seus objetos e o processo de continuidade e descontinuidade na história da ciência. Introdução à Sociologia. Kingsley. 1954. Ecologia dos vetores. Ed. AVILA PIRES. _______________. 8. Natalidade. II Volume. 6. M. RJ. de. Samuel. 8. EHRLICH. GOLDBERG. 79-98. SP. 03.111. JACOB. p. In: Epidemiologia. Sexualidade. SP. Mortalidade Infantil. Nupcialidade e fertilidade. êxodo e desenvolvimento. SP. _______________. CHALHOUB. P. Introdução à Sociologia. Série Monog. p.Rio de Janeiro: Forense. Sociedade: uma introdução à Sociologia. População Recursos e Ambiente. 1980. COSTA. 1998. Esse obscuro objeto da epidemiologia. 2. 1973. 5ª Ed. 1996. B. Teoria e Método. 1982. Teorias Sociológicas. Tomo II. Costa. J. p. São Paulo:HUCITEC-ABRASCO.49-60. Rio de Janeiro:Graal. SP. 1976. M. Edições Melhoramentos. DELLATORRE.). SP. O Nascimento da Clínica 5ª. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1.13-31. B. 12. Fundamentos de Sociologia. 1972. 2ª edição. A Carneiro. Paul R. In: Tese de Doutorado. Nasc. A Rebelião das Massas. GRISOTTI. 1980. 2ª Ed. 18. J. In: Idem. HER. 1943. A H.69. sua fundamentação e composição demográfica. MENDRAS. 6. M. S. 4. 1972. FERNANDO. P. DAVIS. KOENIG. A Construção do Mundo. População e poder Político. David M. 1975. Livraria Agir Ed. 9. Composição da População Brasileira e Mundial. CAMARGO. Ed. A Urbanização e Migração Urbana. 20. CAMARGO. sob a ótica diferencial dos grandes e pequenos aglomerados. BOTTOMORE. Ecologia dos vetores. 2000. 1967. RJ. nº 21 RJ. P. Elementos de Sociologia. Uma breve visão histórico-crítica da produção do conhecimento médico. de G. 1970. FOUCAULT. O Homem e a Sociedade. Livro Ibero Americano. p. FONTOURA. José Konfino Ed. M. 1973. 9. Forense. 12. F. 5. Manual de Sociologia. In: Revista Katalysis. 1977. II Volume. IPEA/INPESa. Zahar. 7. P. 1958. Métodos e o Aborto. Princípios de Sociologia. Ed . p. Planejamento familiar: Igreja. Conquista. 8. 16. 7. G. 53. p. 15-59. RJ. Doenças infecciosas emergentes. 3. 1998. São Paulo: Companhia das Letras. 4. NORDENFELT. PA. Zahar. In: O rato. A Sociedade Humana. 1998. LEÃO. 86-133. 2003. 1975.

Mercados e interação humana nas ciências sociais. 91-107. C. ). HOCHMAN. 1994. In: PEIXOTO. pp. FARMER. 32. M.Mandando doença:feitiçaria. (Alves. Representações individuais e representações coletivas. Representações sociais em saúde: soma de percepções individuais ou propriedades emergentes. p. 18. N. 493-528. O campo econômico. In: Cadernos de saúde Pública. 1981.1987. 24. A eficácia simbólica. 23. In: Revista Ciência Hoje n. ritual e cura. Clifford. C.16. Jean. p. In: Cultura. São Paulo: HUCITEC-ANPOCS. P. DIMAGGIO. et al. In: A Interpretação das Culturas. In: Cadernos CERU. João. A Psiquiatria transcultural através das culturas. p. Um olhar antropológico. O impacto do conceito de cultura sobre o conceito de homem. Política&Sociedade. G (org. vol. pp. Oeiras: Celta. In: Cuidar. Aspectos culturais da acção e da organização econômica. Pierre. de S. 21. Ensaios históricos sobre saúde e doença na América Latina e Caribe. A construção social do mercado. C. saúde e doença. RJ:Forense Universitária. Rezas e curas de corpo e alma. abril de 2005. A Religião como sistema de cultural. GEERTZ. LOYOLA. Saúde e Doença. Ciência Hoje. _______________ A Doença como experiência: O papel da narrativa na construção sociocultural da doença. 17. p. _______________. . 1978. 22. Rio de Janeiro:Fiocruz. In: Cuidar. GEERTZ. 2003. POA:Artes Médicas. 2001. 17(4):851-862. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. RJ:FIOCRUZ.35-43. In: Saúde e doença. p. curar. M. 6. 2002.SOCIOLOGIA ECONÔMICA (72 h/aula) EMENTA: Análise sociológica dos fenômenos econômicos nos autores clássicos e contemporâneos: métodos e conceitos. RABELO.101-142. RJ:FIOCRUZ. 9. BOURDIEU. RJ:Zahar. 15. Estado e regulação da economia. 45-66. 15-58. Estigma e identidade social. J. M. Tempo Social. Clifford. 2. M.1970. In: Etnográfica: Revista do centro de Estudos de Antropologia Social. In: Anais do seminário Cultura. controlar. pp. Hochman. C. C. In: Cadernos de Saúde Pública. A Era do Saneamento. 30. 31. 25. 27. LANGDON. SPO 7048 . série 2. T. 35. 26. O corpo sígnico. Maria A. 1978. 14. RJ:Tempo Brasileiro. In: Antropologia Estrutural I. Rio de Janeiro. e ALVES. RABELO. Entre Deus e o diabo. p. G. 4 ed. p. 2004. 9 (3):316-325. RJ:Zahar. ). 1998. Saúde e Doença. Religião. ABRAMOVAY. G. RABELO. In: Saúde e doença: Um olhar antropológico. Rio de Janeiro. M. Rafael (Eds). L. GOFFMAN. Rio de Janeiro:FIOCRUZ. 247-262. SPINK. e Minayo. P. p. MARQUES. 1:368-376. 19. 167194. LÉVI-STRAUSS. 2005. DUARTE. Ensaios históricos sobre saúde e doença na América Latina e Caribe. 187204. orgs). 20. 16(2).13. p. Rio de Janeiro:Guanabra. A construção da AIDS-notícia. 2004. Hochman. 3. Rio de Janeiro:Fiocruz. p. p. Experiência da doença e narrativa. Cultura e os processos de saúde e doença. In: Sociologia e Filosofia. 2001. J. n. 1993.6. Religião e cura: Algumas reflexões sobre a experiência religiosa das classes populares urbanas. C. 101-112. política e mudança nos conceitos da Aids no Haiti rural. In: Estigma Notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. G (org. In: Saúde e doença: Um olhar antropológico. Londrina. 1988. A Nova Sociologia Econômica. 1994. 29. 535-565. F. 2. 16. 216-246. As bases da política de saúde pública no Brasil. Paul. 28. 2004. C. v. Doença dos nervos: um estudo de representação e visao de mundo de um grupo de trabalhadores. P.11-50. __________________. Tecendo self e emoção nas narrativas do Nervoso. Aspectos culturais do estresse. DURKHEIM. Ética e economia. 46-55. Pouca saúde e muita saúva. curar. In: Cultura. LIMA. In: A Interpretação das culturas. Ricardo. HELMAN. e HOCHMAN. 1994. E. POA:Artes Médicas. 35-64. E. Análise da emergência da ideologia liberal. São Paulo:Humanitas. FERREIRA. 1994. G. controlar.

vol. 1. 13. Fernanda. CARDOSO. pp. HOLTON. (resenha e Comentários). Florianópolis. as contribuições da Sociologia do Dinheiro. 7. LOPES Jr. UnB. WANDERLEY. pp106-107. 2006. Rafael (Eds). organização política e corporativa do empresariado do setor. pp. “Banks from a sociological perpective”. Oeiras: Celta. Civilização Brasileira. Brasiliense. pp. CARVALHO. Sociedade e Estado. Fundação Editora da UNESP. Avanços e desafios da Nova Sociologia Econômica: notas sobre os estudos sociológicos do mercado . 1998.CIÊNCIAS SOCIAIS E SISTEMA FINANCEIRO (72 h/aula) EMENTA: Desenvolver capacidades teóricas e metodológicas para analisar o sistema financeiro contemporâneo a partir da perspectiva sociopolítica. 1999. 6. 2003. finanças solidárias. GARCIA-PARPET. e STEARNS. 1991. Max Weber e a idéia de sociologia econômica. 39-62. SPO 7049 . Linda Brewster. 1992. and financial markets”. 1991 29º. 2 ed. Introdução – breve referencia aos clássicos. mimeo ( MIZRUCHI. redes financeiras. Richard. México. 9. Mercado como política: uma abordagem político-cultural das instituições de mercado. banking. 49-117. pp. As potencialidades analíticas da Nova Sociologia Econômica. A construção social de um mercado perfeito: o caso de Fontaines-en-Sologne. Florianópolis . (resenha e Comentários). 8. Rio de Janeiro: Record. Global. Robert J. A Nova Sociologia Econômica. 1999. Eliana A> Economia Brasileira ao alcance de todos. 7. Economia e Sociedade. pp. pp. “Banks from a sociological perspective”. In: PEIXOTO. Philippe.uma introdução. Fondo de Cultura Económica. (ou Economia y Sociedad. São Paulo: Atlas. 69-102. cap. Bauru. HIRSCHMAN. pp.4. 5. 17(1). Homo Aequalis: gênese e plenitude da ideologia econômica. pp 229-235 (“Dinheiro”) MARX. IX. 128-130. STEINER. Ary. Edições 70. MARQUES. 26-55.) CANO. 10. volume 5. 2002. Brasília. 10. Lisboa. Florianópolis. 3 ed. São Paulo. 695-700) MINELLA. 6. Carlos Eduardo. 9. UnB. sistema financeiro e movimentos sociais. pp. SP: EDUSC. parte quinta (capítulos selecionados) WEBER. Economia e sociedade. 9. trabalhadores bancários. Neil. 155-183. cooperativas de crédito. bancos públicos entre outras. MINELLA. pp 1877-193. GRANOVETTER. 4. pp. Richard 1989.) MINELLA. 2005. “Terceiro manuscrito” In: Manuscritos Econômico-Filosóficos. capital financeiro e grupos econômicos. Contemporaneidade e Educação. 1994 “Money. 1999. SWEDBERG. características e tendências do sistema financeiro brasileiro e internacional. Rio de Janeiro: UFRJ. 11. São Paulo. Albert O.5-44. 1981. K. 2001. Análise sócio-politica dos sistemas financeiros – texto 1. K. 6. Richard 1989. 15-38. Sociedade e Estado. 17(1). Editora da UnB. mimeo (SWEDBERG. mimeo. Louis.(SWEDBERG. 3. Beca. . Ary (resenha e Comentários) Análise sócio-política dos sistema financeiros. Estudos Sociedade e Agricultura. Edmilson. Marie-France. 1998. Análise do sistema financeiro a partir da contribuição teórica e metodológica dos autores clássicos e contemporâneos das Ciências Sociais. 20. Mark.) MARX. 2002. 2000. 1999. Acção econômica e estrutura social: o problema da incrustação. Lisboa: Instituto Piaget. Mark S. 12. João. Livro 3. As paixões e os interesses. DUMONT. 1964. A Sociologia Econômica. seção 1 parágrafo 1. Introdução à economia brasileira: uma abordagem crítica. 120-151 2. Análise sócio-política dos sistema financeiros. FLIGSTEIN. 2002. São Paulo. 1989. Temas abordados: instituições financeiras contemporâneas. Wilson. formas alternativas ( moeda social. 2003. Ary. cap. crédito e poder. e vol 2. Mercado Financeiro. O capital. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 5. 8. Fundamentos da Sociologia Compreensiva. Max.

cap. A participação social dos excluídos. 1976. A roda viva do mercado. 6. Redes financeiras – referências introdutórias.al. 1999. Brasília. MINELLA. David. Análise da sociabilidade juvenil relacionada com a transformação social na sua interface com a cultura. 13. II. p.) Abertura do sistema financeiro no Brasil nos anos 90. Condição Pós moderna.de (org. Isabel ( org) Herbert Marcuse. Introdução ao estudo de redes Corporativas. São Paulo: Pioneira. 1982. Richard.PRÁTICAS E INTERVENÇÕES SOCIOLÓGICAS (72 h/aula) EMENTA: A Sociologia como herdeira e geradora de práticas e intervenções. GONÇALVES. 7.10. ABRAMO. 12. MARGULIS. In:_________: La juventud es más que una palabra-Ensayos sobre cultura y juventud. MADEIRA. 14. 1965. 11. 2. 8. mimeo. EISENSTADT. International financial networks and isntitutions) 13. A estatística .) 12. KLEIN. maio 1999.como campo de investigação e intervenção das políticas públicas. São Paulo: Hucitec. Fundap: Fapesp. Sem logo. 1993. Brasília: CNPD. o trabalho social e os movimentos sociais. Sociologia da juventude I . Mario & Urresti. Social network analysis and intercorporate relations. Buenos Aires. O estudante na transformação da sociedade brasileira. 14. São Paulo. Retratos da Juventude Brasileira. A nova economia internacional. 2000. Florianópolis. BRITTO. 3. (SWEDBERG. SPO 7050 . agosto 1986. São Paulo: Vozes. 3 ed. 2002. Rio de Janeiro/São Paulo: Ed. 1998. São Paulo: Perspectiva. Marialice M. Campus. 9-13. De geração em geração. LOUREIRO.Análises de uma pesquisa nacional.A grande recusa hoje. São Paulo. FORACCHI. IPEA. Luiz Carlos. 11. 15-48. _______________. 1968. Florianópolis. 4. parte II. Tempo e Presença. São Paulo: Cia Editora Nacional.Record. 5.240. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1. 11. Marcelo La juventud es más que una palabra. Rio de Janeiro: Zahar. 7. Naomi. 1998. 2000. Rio de Janeiro. Luis Antonio. S. 1972. ano11. Estudo de casos. 2004. Cadernos de Pesquisa São Paulo. JOVENS ACONTECENDO NA TRILHA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS. Loyola. 1996. 58. Edit. Biblos. Helena & BRANCO. SPO 7051 . n. 1989. processos educativos e a formação política. FREITAS. 1999. Geração em transe-memórias do tempos do tropicalismo. p. MACIEL. GROPPO. MINELLA.a tirania das marcas em um planeta vendido. A juventude na sociedade moderna. Os jovens e as mudanças estruturais na década de 70: questionando pressupostos e sugerindo pistas.SOCIOLOGIA DA JUVENTUDE (72 h/aula) EMENTA: A Sociologia das Gerações como campo de estudos teóricos e de intervenções práticas. Reinaldo et. Maria ª P. 9. N. 10. Rio de Janeiro: Difel.13-30. III e IV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Pedro P. Juventude– ensaios sobre a sociologia e história das juventudes modernas. n. p. . Uma perspectiva brasileira. ________________. ARY(Resenha e Comentários). As abordagens teóricas e metodológica da Sociologia da Juventude. 12. (Resenha e Comentários). _______________. mimeo (SCOTT. Felícia R. John. maio 1999. 115-184. São Paulo: Instituto Cidadania / Perseu Abramo... pp. HARVEY. S. Ary.

Arthur José. SOUSA. História dos jovens I e II. ______________________Insurgências Juvenis e as novas narrativas contra o instituído. PPGSP. História. – Juventude e Contemporaneidade Revista Brasileira de Educação. Janice T. ontologia e revolução social. Rio de Janeiro: Objetiva. 24. Regina e VANNUCHI. 1978. Movimentos e Contestações. M. educação. Funções das gerações novas. 1-97. contestação e a política de pernas para o ar: O Movimento Passe Livre em Florianópolis.ANPED. 72-103. 2006.SOCIOLOGIA BRASILEIRA (72 h/aulas) EMENTA: A Sociologia Crítica de Florestan Fernandes e Otávio Ianni. In: FORACCHI. 19. Mimeo. 23. José Machado. sociológico ou cultural). O poder jovem. 17. Romantismo. Reinvenções da Utopia. A geração AI-5 – um ensaio sobre autoritarismo e alienação. SPO 7052 . Luiz Eduardo. estruturalismo. M. 1996. 15. POERNER. & PEREIRA. teoria da práxis e hegemonia. Karl.8. LEVI. PAIS. São Paulo: Biblioteca Universitária. 16. 18.C. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA . organizar metodologias de observação. CADERNOS DE PESQUISA. Dossiê Juventude. 1999.15. teoria e suas aplicações na solução de problemas sociais brasileiros. n. G. Ensaio de Opinião. p. Janice T. 25. São Paulo: Haecker. Educação e sociedade — Leituras de sociologia da educação. Ponte (org). v. Juventude e Sociedade. bem como suas abordagens sobre a associação entre pesquisa sociológica. Seminários. ATHAIDE. 21. SOARES. Lisboa: Imprensa Nacional. UFSC. Encaminhamento de relatório analítico aos promotores dos eventos BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: A ser definida pelo professor e tendo em vista as questões tratadas. 20. seminário interno de avaliação do evento. acompanhamento e análise do evento.Programa de Pós Graduação em Sociologia Política. 14. Cabeça de Porco. preparação dos alunos para participarem como observadores de eventos (ex. São Paulo: Civilização Brasileira. Ponte de. NOVAES. p. 1996. 1997. Paulo. Celso. J. 13. 1968.2. & SCHMIDT. 26.___________________ Juventude. 2005. Revista Política & Sociedade . 22. n. São Paulo: Cia das Letras.TEORIA SOCIAL MARXISTA (72 h/aulas) EMENTA: A esquerda hegeliana e a contribuição de Karl Marx e Friedrich Engels.Trabalho. Culturas Juvenis. SPO 7053 . 2003. Epistemologia dialética e teoria social. congressos de categorias ou temáticos que tenham conteúdo político. BILL MV. MARTINS. SPO 7054 . 5 e 6 . Produção de relatório. MANHEIMN. São Paulo: Instituto Cidadania/Perseu Abramo. 2002.LABORATÓRIO DE OBSERVAÇÃO SOCIAL (72 h/aula) EMENTA: Definição e seleção de uma agenda de eventos locais e regionais. Luciano. L.a militância política de jovens nos anos 90. 1979. Sousa. cultura e participação.

10. Ontologia do Ser Social – A Falsa e a Verdadeira Ontologia de Hegel. 2000. 2 ed. MARX.L. O Dezoito Brumário e Cartas a Kugelmann. 739-788. História e Consciência de Classe. 21. 17. in Social Research 45 (Winter 1978). DUAYER. 3. 11. István (2003). o Estado e os clássicos”. Moishe. p.. M. São Paulo: LECH. S. Marxismo impertinente: contribuição à historia das idéias marxistas. José (2004). Paulo: Martin Claret. 1977.. MARX. in: Teoria Geral da Política. Democracia contra Capitalismo. Norberto. 7. MARX. 16. in Wood.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA III (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia..1. Rio: Paz e Terra. ZEITLIN. Paulo: Boitempo. Revista de Economia Contemporânea v. 6.. 19. Karl. 19.. “Crítica da filosofia do direito de Hegel – introdução”. e MEDEIROS. 12. (Capítulo 1 do livro Time. (2003). Necessidade. S. 9.. 1974. PAULO NETTO. 2002. (2002). 2. 2. Manuscritos Econômico-Filosóficos. 35. 18. 13. S. Moishe. 8. Perspectiva. 5.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. 16. in: Temas de Ciências Humanas. Paulo: Boitempo. mimeo. 3 vols. BOBBIO. Cambridge University Press. MARX.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. “Sobre o caráter mercantil da sociedade capitalista: manifestação da lei da apropriação na circulação simples – 1”. G. Paulo: Cortez. Mimeo. Lukács. LUKÁCS. O século XXI: socialismo ou barbárie?. “Marx. (2001). n. M. S. Georg (1974). Paulo: Boitempo. Georg (1978).. 32 p.. Florianópolis: UFSC. SPO 7055 . Mimeo. 15. MARX. S. (1989). POSTONE. Ellen M. (1979b).7. “Miséria Brasileira e Macrofilantropia: Psicografando Marx”. Verdade e Discurso”. 17.) (1992). Grandes Cientistas Sociais). . Lisboa: Edições 70. PAULO NETTO. K. Ontologia do Ser Social: os Princípios Ontológicos Fundamentais de Marx. Paulo: Ática. LUKÁCS. 2. São Paulo: Ciências Humanas. 1973. p. 14.. (1979). Ideología y Teoría Sociológica. WOOD. Temas de Ciências Humanas. (Col. Manuscritos Econômico-Filosóficos. n. sd. S. K. DUAYER. José (org. SPO 7058 . J. Porto: Elfos. Rio de Janeiro: Campus. 2 ed. “Marx. São Paulo: Grijalbo. Tempo e Trabalho: uma reinterpretação da crítica marxiana do capitalismo. István (2002). G. Obras Escolhidas. 20. A Reinterpretation of Marx’s Critical Theory”.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA IV (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. S. MESZAROS. Para além do capital. 18. 129-154. SPO 7057 . Karl. K. Rio de Janeiro: UFRJ.. “As Bases Ontológicas do Pensamento e da Atividade do Homem”. POSTONE. 1993). SPO 7056 . 20 p. Paulo: Alfa-Omega. MESZAROS. LUKÁCS. LUKÁCS. in Grundrisse. 2 ed. 4. K. n. Irving. MARX. Buenos Aires: Amorrortu. São Paulo: LECH. Labor and Social Domination. Ellen M. Repensando a Critica de Marx ao Capitalismo.: “História ou Teleologia? Marx versus Weber”.

SPO 7059 . 23. SPO 7063 . SPO 7061 .TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. 27.20.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. SPO 7064 . 21.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. 25. SPO – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO . SPO 7060 . 26.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. 22. SPO 7062 . SPO 7065 – DEBATES ATUAIS EM SOCIOLOGIA (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema de interesse atual ou de demanda conjuntural. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: A ser definida conforme o tema a ser tratado. 24.

São Paulo. Michael e Antonio Negri. Joseph. 2002 BRZEZINSKI. Sociologia das Relações Internacionais. 19. SPO 7067 . Paz e Guerra entre as Nações. 2002 WALZER. 4. BULL.5-34). Paidós. Manuel. Buenos Asires. IBRI. Editora UnB.INSTITUIÇÕES E COMPORTAMENTO POLÍTICO NO BRASIL (72 horas/aula) EMENTA: Instituições políticas brasileiras: o sistema de governo presidencialista. 1997. Rocco. 1996 FUKUYAMA. 2003. Rio de Janeiro. vol. Objetiva. Rio de Janeiro. 1998. 5. Blackwell Publishers. Hipóteses para pensar a formação da nova ordem internacional. Rocco. O fim da historia e o último homem. Cultura política e comportamento eleitoral no Brasil. 2003 BOBBITT. 2001 ARON. 1. 1981 MORGENTHAU. COMISSÃO SOBRE GOVERNANÇA GLOBAL. Kenneth N. Robert. GILPIN. Hucitec. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Abranches. São Paulo. KEOHANE. End of Millenium (Information Age. Brasília. Cambridge. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Editora UnB. 17. A Economia Política das Relações Internacionais. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Along the Domestic-Foreign Frontier. Do Paraíso e do Poder. CASTELLS. Fundação Getulio Vargas. Brasília. 31. o sistema eleitoral. Fernando. n. Paz e Terra. Michael. 2001. 2002. Alegre. 1998 ALVES. Norberto. Abrucio. coalizão: os o dilema e a governadores . Brasília. “Presidencialismo de institucional brasileiro”. STIGLITZ. Novos atores e processos da política internacional das últimas décadas do século XX. 20. Cambridge University Press. Rio de Janeiro. HUNTINGTON. 1998. Partidos e sistema partidário. 2002. edição). Porto 3.RELAÇÕES INTERNACIONAIS NO SÉCULO XXI (72 horas/aula) EMENTA: Paradigmas clássicos das relações internacionais. A política entre as nações. 1996. & Joseph S. 21. Os barões da Federação: redemocratização brasileira. 2002 2. New York. Editora UNESP. 15. KAGAN. pp. 12. Record. Robert O. ALMEIDA. 1992. José Augusto Lindgren. Lisboa. Editora Paidós. (pp. Paulo Roberto de. 2003 ROSENAU. El gran tablero mundial. Relações Internacionais e Temas Sociais. BOBBIO. Rio de Janeiro. o federalismo. comportamento legislativo. Editora Campus. Philip. 11. 22. Sérgio. Editora Futura. O Choque de Civilizações. HARDT. 6. Relações Executivo/Legislativo. IBRI. 16. Guerras justas e injustas. 13. Os primeiros anos do século XXI. Vol. 8. A Sociedade Anárquica. Gradiva. 2. 14. Robert. A Guerra e a Paz na História Moderna. Paulo Roberto de. Editora da UFRGS. Teoria das Relações Internacionais. Raymond. 7. 2002. Francis. 3). Nossa Comunidade Global (O Relatório da Comissão sobre Governança Global). ALMEIDA. América Latina e Brasil no mundo contemporâneo (a política exterior brasileira). Editora UnB. 2003. Brasília. 1988. Paz e Guerra no século XX e no início do século XXI. São Paulo. James N. 2001 2. Hedley. Brasília. 9. Zbigniew. O problema da guerra e as vias da paz. Dados. Hans J. 10. 18. Nye. A Globalização e seus malefícios. Samuel P. Longman.ÁREA DE CIÊNCIA POLÍTICA 1. Power and Interdependence (3a. 2001 MERLE. Editora UnB. Império. 1998. Brasília. SPO 7066 . Relações Internacionais e Política Externa do Brasil. Marcel. WALTZ. Rio de Janeiro. Barcelona.

n. 9. Revista Brasileira de Ciências Sociais. 2000. Presidencialismo e Governabilidade nas Américas. 109-122). Maria Hermínia T. n. Yan. Rio de Janeiro/Florianópolis. EdipucRS. José A. E no início eram as bases: geografia do voto e comportamento legislativo no Brasil. FGV. ideologia e composição social. 24. Idesp/Sumaré. 1994. Porto Alegre/Rio de Janeiro. 1995. 37. Bib (Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais). e Rennó. 12. Sociedade e Política no Brasil. 26. FGV. 2004. Sistema Político Brasileiro:uma Introdução. Rio de Janeiro.). Partidos. 34. Antônio. A decisão de voto nas eleições presidenciais brasileiras.). Marcelo. José Álvaro. Anpocs. Nelson Rojas. Bolivar e Cardoso Fernando H. D. Flávio E. 29. 27. Edusp. 2004 (pp. Carlos Ranulfo. Argelina e Limongi. Santos. 21. 1994 Figueiredo. Difel.) Democracia: Teoria e prática. São Paulo. Carreirão. Paulo (orgs. São Paulo. Rio de janeiro. Paz e Terra. 33. Nicolau. n.Jairo. Mário (org. Rio de Janeiro. 2002. Barry. Executivo e Legislativo na nova ordem constitucional. 2004. Bolivar (org. Reforma Política e Cidadania. Sistemas partidários em novas democracias: o caso do Brasil. 2006. 14. 11. Rio de Janeiro. 1994. 51. Tavares. André. 19701979. Rio Fundo. Leonardo. Estado e partidos políticos no Brasil (1930 a 1964). Carvalho. Souza. cultura e comportamento político: uma análise da situação brasileira". 32. 1983 (2ª ed. 23. Lavareda. Ópera Nostra. 31. Esquerda e direita no eleitorado brasileiro. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Os entraves à democracia no Brasil. A democracia nas urnas: o processo partidário-eleitoral brasileiro. n. Rio de Janeiro: Fundação Konrad-Adenauer / Ed. Relume-Dumará. Singer. 1986. 8. 1973. Avritzer. 7. Baquero. in: Perissinoto. "O Novo Institucionalismo e os estudos legislativos: a literatura norteamericana recente". (pp. Mônica M. Limongi. Edusp. FGV. 5. São Paulo. 25. "Cultura política.23-40).). Unesp. São Paulo. Avelar. hipóteses e evidências". Belo Horizonte: Ed. atores sociais e democratização". Sistemas eleitorais nas democracias contemporâneas. Amorim Neto. Relume-Dumará. Regresso: máscaras institucionais do liberalismo oligárquico. Moisés. Leôncio M. A decisão de voto. Maria D'Alva.M. Soares.) Voto de desconfiança. São Paulo. 28. 1995 (pp. Sessenta e quatro: anatomia da crise. Santos.) Os partidos e as eleições no Brasil. Rio de Janeiro. "Democracia. Soares. Fábio W. Fabiano. São Paulo. democracia e governo no Brasil: idéias. “Partidos. Maria Victoria e Vannuchi. 2001. Sistemas eleitorais. 18. 1994. São Paulo: Fundação Konrad-Adenauer / Ed. O Poder Legislativo no Presidencialismo de Coalizão. 2003. Mainwaring. 1980. 17. Maria do Carmo C.54. 22. Fernando. Figueiredo. Almeida. 2003. Reis. 2003. Rio de Janeiro: Ed. UFMG.105-140). (org. 13. 10. 2003. Rio de Janeiro. eleições e democracia no Brasil pós-1985”. Belo Horizonte: Ed. 1999. UFMG. São Paulo. 1978. Bib (Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais). Porto Alegre. Rio de Janeiro. Castro. Mercado Aberto/FGV. Renato e Fuks. 1978 (2ª ed.). Lúcia e Cintra. Reforma Política: Lições da História Recente. 4. 2002. Lamounier. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo. Vértice. A decisão de voto no Brasil. Ed. 3-38). 1999. Fernando. 2006. Símbolo. Eleições e mudança política no Brasil. Scott.3. FGV/EDUFSC. (org. Kinzo. 20. Rio de Janeiro. Vozes. Antônio Octávio (orgs. Rio de Janeiro. (pp. FGV. Rodrigues. Gláucio. Alfa-Ômega. Wanderley G. Revan. Lamounier. 2001 (pp. Melo. Santos. FGV. Gláucio A. 1991. Marcus. Petrópolis.). Silveira. Wanderley G. 1991. Iuperj (Tese de doutorado). São Paulo. 2002. . 1998. Retirando as Cadeiras do Lugar: Migração Partidária na Câmara dos Deputados (1985-2002). 30.) Os partidos e o regime. "Federalismo. São Paulo. 28. Rio de Janeiro. Octavio. 19. 16. Determinantes do comportamento eleitoral: a centralidade da sofisticação política.13-34). Ames. 15. Benevides.G. Lucio (orgs. Os Brasileiros e a Democracia. Ática. 6.

Vitor Nunes Leal. Alberto Torres. História Geral da Civilização Brasileira. FGV. Autoritarismo e Conservadorismo na República Velha. 17. pp. Das Letras.POLÍTICA BRASILEIRA: TEORIA E HISTÓRIA (72 horas/aula) EMENTA: Esboço das principais linhas explicativas da evolução histórica brasileira concernentes ao processo político e à organização institucional. 2a. 1982. Azevedo Amaral.Paulo: Cia. .PENSAMENTO POLÍTICO BRASILEIRO (72 horas/aula) EMENTA: História do pensamento político no Brasil nos períodos imperial e republicano. “Visões da História -. Visconde de Uruguai. Alfredo Bosi. S. Rio: Sec. Fabiano. cap.29-120. cit. 10. cap. cap. seu desenvolvimento e seus problemas”. SPO 7068 .ed. pp.5. Raymundo Faoro. marxismo. Décadas de Espanto e uma Apologia Democrática. 6 “ A Federação brasileira. presente e perspectivas. V. 2a.). 3. 4. Rio: Nova Fronteira. V Õ elemento moral no conceito matwrialista de política e história”.. tais como: Tavares Bastos. Florestan Fernandes.194-245. Autores exemplares.5. Parte II As instituições políticas. 9. Do Império à República. op. VI. Caio Prado Júnior. Dialética da Colonização. pp. 1.Alegre: Ed. 1995. S. a organização política e a construção do Estado. 8. Rio/SP: Editora FGV.ed. Cap. 1978. Conciliação e Reforma no Brasil . nacionalismo etc. José Antônio Giusti Tavares e Raúl Enrique Rojo (organizadores). Política..com. “Patrimonialismo e feudalismo”.247-253 Wanderley Guilherme dos Santos. Sergio Buarque de Holanda. 7. 1984. 3.Paulo: Difel. (org. pp. Movimento. V. “A Práxis Liberal no Brasil”. Dialética e história. Santos. IV Sérgio Buarque Holanda. Instituições Políticas Comparadas dos Países do Mercosul. 6.155-162 idem. Parte I Sociedade e Estado no Brasil: formação. Alceu Amoroso Lima. 1998. Roberto Gomes. edição” pp. Oliveira Vianna.1. de Cultura. Rio de Janeiro. IX e XI José Carlos Ruy . L. Liberalismo. Ideologia e Cultura: bases para uma interpretação histórica do Brasil.br) (ver Oskar Negt. ibidem. sociedade de classes. “Prefácio da 2a. 2001. conservadorismo. 1974. Critica da Razão Tupiniquim . pp. Machado de Assis: A Pirâmide e o Trapézio. Cap. caps. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 1.Alegre: Ed. desenvolvimentismo. “Poder e Sociedade: o dissídio político brasileiro”. “A Escravidão entre dois liberalismos”. pp. Movimento. VII . Estado e modernização autoritária”. 9-16. 9-61. José Honório Rodrigues. III (A Fronda Pretoriana). pp. “Introdução”. no site: www. 4 “Regionalismo. autoritarismo. 1972.25.oficinainforma. Rui Barbosa. 229-244. 5. A formação social brasileira. pp.: I. Correntes do pensamento político brasileiro (liberalismo. 4.171-202 Raimundo Faoro. 2. Cap. Rio:Rocco. Cap.35. II. “A Política de Conciliação: História Cruenta e Incruenta”. P. SPO 7069 . P. José Antônio Giusti Tavares e Raúl Enrique Rojo (organizadores).da razão de Estado à emergência do povo” (1) in Princípios (tbém. Plínio Salgado.) O poder Legislativo nos Estados: diversidade e convergência.

Conceitos. 181. cultura e política”.2. 511-533.2128. Autoritarismo e Conservadorismo na República Velha”. 1982. 18. pp. 1 (A Expansão do Café e a Política Cafeeira). Etapa Republicana. Victor Nunes Leal.2 “O coronelismo e a política dos governadores”. 3a. cap. IV 12. pp. Escuta. Marxismo. Determinação. 1975. 19. Ensaios de Sociologia da História Lenta. pp. S. O Estado: O uso conservador da mediação do Estado. Coronelismo.1 L. José Antônio Giusti Tavares e Raúl Enrique Rojo. 1982. op. SPO 7070 . V “As Forças Armadas na Primeira República: O Poder Desestabilizador”. 19-51 22. Estudo de Caso. 343-374 26. “Os partidos políticos na República”. 1981. 24. História e teoria dos partidos políticos no Brasil. 21. mediação e contradições: produção .Paulo: Difel. Relações entre pesquisa social e análise política: ênfase sobre o eixo política e cultura. excertos pp. O Brasil Republicano. in Curso de Introdução ao Pensamento Político Brasileiro. Ed.47. 79-100.Paulo: Editora Hucitec. História Geral da Civilização Brasileira. Antônio Cândido. pp.48. marxismo cultural e estudos culturais: as relações entre política e cultura e a convergência entre agir humano. 22-58. S.Paulo: Difel. Enxada e Voto. 1 5. 23-52. cap. “Os partidos políticos no Império”. José de Souza Martins. Unidade V e VI. Memórias de um autodidata no Brasil. V.Paulo: Difel. Relações entre política e cultura na perspectiva do debate contemporâneo sobre as tensões entre história e realidade. Vicente Barreto e Antonio Paim. Manoel Maurício de Albuquerque. 2a. ser social e consciência social. op. pp. pp. III. O Brasil Republicano. Rio:Paz e Terra. “Minha Formação”. 1982. Rio:Zahar. 1992.167-169. Bolivar Lamounier. L. pp. ed. História Geral da Civilização Brasileira. Brasília:UNB.45. Os compromissos conservadores do liberalismo no Brasil. pp.1 L. pp.533-567. Rio: Achiamé. in Curso de Introdução ao Pensamento Político Brasileiro. “A Políticas dos Governadores e a dominância dos grandes Estados”. 16.25-60 25. 1999. “A Ditadura Republicana e a Solução Federalista”. 1979 15. Brasília:UNB. 1977. Cap. Afonso Arinos de Melo Franco. 163-166. O Brasil Republicano. pp. I “Clientelismo e corrupção no Brasil contemporâneo”. (A Formação de um Pensamento Autoritário na Primeira República). 1999. “Liberalismo. Pequena História da Formação Social Brasileira Rio: Graal. S. 77-117 14.53-82 23. V. 1980. pp. O Poder do Atraso. Ver I “ Teresina e seus amigos”. 53-73 20. 1982. ver. 2. Gizlene Neder. categorias e ressignificação. A Revolução Burguesa no Brasil. “Partidos Políticos e Eleições no Império e na República Velha”.cit. 3 “Cartorialismo e clientelismo”. José Antônio Giusti Tavares e Raúl Enrique Rojo. Cap.2 S. 31.11. José Murilo Carvalho.32. Florestan Fernandes. Boris Fausto. Cap. S.cit. pp. cap. pp.Paulo: AlfaOmega. Primeira Parte. S. Teresina Etc. Aquiles Côrtes Guimarães.Paulo.POLÍTICA E CULTURA (72 horas/aula) EMENTA: Tópicos de investigação e questões de método. 13.2 S. História Geral da Civilização Brasileira. Maurício Tragtenberg. “Memória.ed.234 17. 1975. cap.Paulo: Alfa-Ômega.46.

cultural; produção simbólica; horizonte político-ideológico; hegemonia, ideologia e base material. Teoria Crítica. Linguagem, mídia, e semiologia. Estudos de caso. BIBLIOGRAFIA MINIMA 1. MORAES, Maria Célia e MÜLLER, Ricardo G.. Tempos em que a 'razão deve ranger os dentes': E. P. Thompson, História e Sociologia. Mimeo (XI Congresso Brasileiro de Sociologia, SBS, Unicamp, setembro de 2003); MÜLLER, Ricardo G.. “Realismo e Utopia: E. P. Thompson e o exterminismo”, in Esboços, n. 12, Florianópolis, Programa de Pós-graduação em História/UFSC, 2004, p. 97-106. Thompson E. P.: “Prefácio”, in A Formação da Classe Operária Inglesa, 2ª ed, Rio, Paz e Terra, p. 9-14, Thompson E. P.: A miséria da teoria, ou um planetário de erros. Rio de Janeiro: Zahar, 1981, p. 47-62 (Cap. 7: “A lógica histórica”). Bourdieu, Pierre. “O Campo Econômico”, in Revista Política e Sociedade, Dossiê: Estado, mercado e regulação, Florianópolis: UFSC/PPGSP/Cidade Futura, n. 6, abril de 2005, p. 15-57; Bourdieu, Pierre. “Sobre o Poder Simbólico”. In: O Poder Simbólico, 6. ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003, p. 7-16; Wood, Ellen M.: “Prefácio à edição brasileira”, p. 7-10; “Introdução”, p. 13-24; “A separação entre o „econômico‟ e o „político‟ no capitalismo”, p. 27-49, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002. Wood, Ellen M., “Sociedade civil e as políticas de identidade”, p. 205-226, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002. Wood, Ellen M., “Capitalismo e emancipação humana: raça, gênero e democracia”, p. 227-242, e “Conclusão”, p. 243-250, in id..

2. 3. 4. 5. 6. 7.

8. 9.

10. Schwarz, Roberto. “Prefácio com perguntas”, p. 11-23, in Oliveira, Francisco, Crítica à razão dualista e o ornitorrinco. S. Paulo: Boitempo, 2003. 11. Oliveira, Francisco, “O Ornitorrinco”, p. 121-150, in Oliveira, Francisco, Crítica à razão dualista e o ornitorrinco. S. Paulo: Boitempo, 2003. 12. Arantes, Paulo Eduardo. “A fratura brasileira do mundo”, in Zero à Esquerda. S. Paulo: Conrad, 2004, p. 25-78. 13. Arantes, Paulo Eduardo. “Esquerda e direita no espelho das ONGs”, in Zero à Esquerda. S. Paulo: Conrad, 2004, p. 165-190. 14. Ahmad, Aijaz. “Cultura, nacionalismo e o papel dos intelectuais”, in Linhagens do Presente. S. Paulo: Boitempo. 2002, p. 219-248. 15. Ahmad, Aijaz. “Teoria dos Três Mundos: fim de um debate”, in Linhagens do Presente. S. Paulo: Boitempo. 2002, p. 167-196. 16. Arantes, Paulo Eduardo. “Apagão”, in Zero à Esquerda. S. Paulo: Conrad, 2004, p. 13-24. 17. Arantes, Paulo Eduardo. “O pensamento único e o marxista distraído”, in Zero à Esquerda. S. Paulo: Conrad, 2004, p. 115-132. 18. Arantes, Paulo Eduardo. “Nem tudo que e sólido desmancha no ar”, in Zero à Esquerda. S. Paulo: Conrad, 2004, p. 133-138. 19. Meszáros, Istvan. O Século XXI: Socialismo ou Barbárie. S. Paulo: Boitempo, 2003. 20. Kurz, Robert. Antologia de textos. Nitrerói:UFF, 2005, mimeo. 21. Sader, Emir. “Apresentação: Da miséria da política à miséria da teoria e ao seu resgate”, in A Vingança da História. S. Paulo: Boitempo. 2003, p. 13-20. 22. Sader, Emir. “A esquerda brasileira e seus enigmas: que estratégia para qual esquerda?”, in A Vingança da História. S. Paulo: Boitempo. 2003, p. 161-176.

23. Sader, Emir. “Lula: o pós-neoliberalismo chegou?”, in A Vingança da História. S. Paulo: Boitempo. 2003, p. 177-188. 24. Sader, Emir. “Os desafios do Brasil de Lula”, in A Vingança da História. S. Paulo: Boitempo. 2003, p. 189-196. 25. Sader, Emir (org.) (1997). Vozes do Século: Entrevistas da New Left Review. Rio de Janeiro: Paz e Terra. (“Mídia, Margens e Modernidade”, entrevista de Raymond Williams e Edward Said, p. 271-290). 26. Schwarz, Roberto. “As Idéias fora do Lugar”, in Ao Vencedor as Batatas!. 3 ed., S.Paulo: Duas Cidades, 1988, p. 13-28. 27. Schwarz, Roberto. Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis. S. Paulo: Duas Cidades, 1990. 28. Wood, Ellen M.: “Repensar a base e a superestrutura”, p. 51-73, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002. 29. Wood, Ellen M.: “Classe como processo e como relação”, p. 73-98, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002. 30. Wood, Ellen M.: “História ou Teleologia? Marx versus Weber”, p. 129-154, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002.

6. SPO 7071 - ABORDAGENS E PROBLEMAS CONTEMPORÂNEOS NA CIÊNCIA POLÍTICA (72 horas/aula) EMENTA: Behaviorismo e pluralismo na Ciência política. A teoria da escolha racional e os problemas da ação coletiva e da escolha pública. O marxismo analítico. Realismo e realismo crítico. O neoinstitucionalismo em suas diferentes vertentes. Introdução à teoria dos jogos aplicada à Ciência política. BIBLIOGRAFIA MINIMA 1. 2. 3. 4. ARCHER, Margaret S. Cultura y Teoria Social. Buenos Aires: Nueva Visión, 1997. BHASKAR, Roy (2001). Sociedades. Mimeo. BHASKAR, R. (2005). Uma Teoria Realista da Ciência. Mimeo. BHASKAR, Roy. “Realismo crítico, relações sociais e argumentos para o socialismo”, mimeo. (1°. capítulo de Bhaskar, Roy, Reclaiming Reality: a Critical Introduction to Contemporary Philosophy, London & New York: Verso, 1993, p. 1-10). DUAYER, Mario. “Economia depois do relativismo: crítica ontológica ou ceticismo instrumental?”, Niterói, UFF/Faculdade de Economia, 2003, mimeo, 14 p.. MEDEIROS, João Leonardo. “A economia diante do horror econômico: sete teses sobre o mundo social (e sobre o conhecimento deste mundo)”, Rio de Janeiro: UFRJ/Instituto de Economia, Tese de Doutorado, 287 p., mimeo., 2004. AVRITZER, L. Racionalidade, mercado e normatividade. Uma crítica dos pressupostos da teoria da escolha racional. Novos estudos CEBRAP. n. 44, mar. 1996. P. 165-178. AVRITZER, L. A moralidade da democracia. São Paulo: Perspectiva, 1995. BOBBIO, N. Liberalismo e democracia. São Paulo: Brasiliense, 1998.

5. 6.

7. 8. 9.

10. CARDOSO, S. (org.). Retorno ao Republicanismo, Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2004. 11. EISEMBERG, J. A democracia depois do liberalismo. Rio de Janeiro: Relumé Dumará: 2003. 12. HARDY, H. & HAUSHEER, R. Estudos sobre a humanidade. Uma antologia de ensaios. São Paulo: Cia das Letras, 2002. 13. ELSTER, J. Racionalidade e normas sociais. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, n.12, vol.5, fev. 1990, p. 53-69. 14. ELSTER, J. As possibilidades de política racional. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, 14, n. 39, fevereiro de 1999, p. 13-40.

15. PETTIT, P. Republicanismo. Una teoria sobre la libertad y el gobierno. Barcelona: Paidos, 1999. 16. POCOCK, J. Linguagens do Ideário Político, São Paulo, Edusp, 2003 17. REIS, F. W. Política e racionalidade. Teoria e método numa teoria crítica da política. Belo Horizonte: UFMG, 2000. 18. RAWLS, J. Justiça como equidade: uma concepção política, não metafísica. Lua Nova, v. 25, 1992. 19. RAWLS, J. O liberalismo político. Lisboa: Editorial Presença, 1996. 20. VITA, Á. A justiça igualitária e seus críticos. São Paulo: Ed. UNESP, 2000.

7. SPO 7072 - TEORIA E MÉTODO NA HISTÓRIA DAS IDÉIAS POLÍTICAS (72 horas/aula) EMENTA: Alternativas metodológicas para o estudo da história do pensamento político. Procedimentos interpretativos na formulação, análise e crítica da teoria política. Modelos analíticos para o estudo do papel das idéias nas instituições e processos políticos. Ideologia e ação política.

8. SPO 7073 - ESTADO E POLÍTICAS PÚBLICAS (72 horas/aula) EMENTA: O conceito de Estado. Estado e sociedade no capitalismo contemporâneo. Democracia, descentralização e reforma do Estado. Estado e instituições. Estado e proteção social num mundo globalizado. Welfare State: emergência e declínio. Razões do Estado-providência e condições morais do Estado-prisonal. Políticas públicas, neo-institucionalismo e escolha racional. Novos bens públicos e as agências regulatórias. Federalismo e poder local. Políticas Públicas e Sociedade Civil. Movimentos sociais e esferas públicas de gestão.

9. SPO 7074 - ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS (72 horas/aula) EMENTA: Política Públicas e Welfare State: o estado da arte do debate. Dimensões da racionalidade econômica, política e social no âmbito das políticas públicas. Modelos de gestão pública: planejamento público. Gestão participativa. Análise e formulação de políticas públicas: políticas setoriais, políticas temáticas, políticas emergentes e georeferenciadas. Análise e avaliação de políticas públicas: aspectos metodológicos e critérios políticos e sociológicos. Avaliação de políticas públicas: métodos quantitativos. Gastos públicos e indicadores sociais.

10. SPO 7075 - ECOLOGIA POLITICA EMENTA: Da ecologia à critica radical da sociedade industrial. Desequilíbrio social. Conservacionismo e ecologismo. Movimentos ecológicos e questionamentos da cultura política materialista. Ecologismo e Ecosocialismo. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA:

1. 2. 3. 4. 5.

MORIN (2000, caps. 1 a 5). GADOTTI (2000, cap. 1) KERN (1995: Prólogo e caps. 1 a 3). MEADOWS ET AL. (1978) e DUPUY (1980) SADER (2000) e BOFF (1996, cap. 1)

6. SPO 7084 . SPO 7076 – ESTADOS.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. 19. SPO 7082 . 11. VON BERTALANFFY (1975). Funções de acumulação e legitimação do Estado. SPO 7080 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. 18. SPO 7077 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. Os mecanismos de representação. 13. GALLOPÍN (1986. pp. PARTIDOS POLITICOS E MOVIMENTOS SOCIAIS EMENTA: A passagem do estadoliberalao estado estado intervencionista. 15.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA III (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. SPO 7079 . 14. 17.126-151) 7. SPO 7083 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. Movimentos sociais e movimentos populares. Partidos e sistemas partidários. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 12.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA IV (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. SPO 7078 . SPO 7081 . 16. VILLAVERDE (1997).

21.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política.20. .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. SPO 7085 . SPO 7086 .

. CIÊNCIA POLÍTICA E SOCIOLOGIA. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há. 3. Disciplina exclusiva para alunos que realizam intercâmbio em outras instituições. CSO 7431 – PROGRAMA DE INTERCÂMBIO I (00 horas/aula) EMENTA: Disciplina destinada aos alunos em programas de intercambio em outras instituições. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há.ATIVIDADE EXTRA-CLASSE (72 horas/aula) 2. CSO 7421 .DISCIPLINAS OPTATIVAS COMPARTILHADAS: ANTROPOLOGIA. Disciplina exclusiva para alunos que realizam intercâmbio em outras instituições. CSO 7432 – PROGRAMA DE INTERCÂMBIO II (00 horas/aula) EMENTA: Disciplina destinada aos alunos em programas de intercâmbio em outras instituições. 1.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->