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1 - Evolução do modelo atomico

1 - Evolução do modelo atomico

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QUIMICA GERAL

EVOLUÇÃO

dos

MODELOS ATÔMICOS

O Átomo

Os gregos antigos foram os primeiros a postular que a matéria é constituída de elementos indivisíveis.

Os gregos perguntavam-se o que poderia acontecer se eles
dividissem a matéria em peças cada vez menores.

Haveria um ponto no qual teriam que parar porque os pedaços não teriam mais as mesmas propriedades que o conjunto.

Os filósofos gregos fizeram uma suposição correta da existência do átomo.

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

Leucipo/Demócrito (450 a. C.)

A matéria era composta por partículas indivisíveis - Átomos

Tito Lucrécio Caro (60 a. C.)

Escreveu a obra De Rerum Natura (Sobre a natureza das coisas)
o mundo teve o conhecimento exato das idéias de Demócrito.

Robert Boyle (1627 - 1691)

Defendeu as idéias de Demócrito em seu livro Sceptical chemist.

COTRIBUIÇÕES:

Lei dos Gases Indicador colorido para ácidos O enxofre
Efeito do vácuo no PE Acetona Isolamento do H Provou que o ar é uma mistura Estabeleceu o Conceito de Elemento Químico com base Experimental

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

Lavoisier, Proust, Dalton e Richter (Século XVIII)

Leis Ponderais

Modelo da Bola de Bilhar: “O átomo é uma partícula maciça e

Indivisível” Dalton (1808)

1º Modelo Científico.

-Toda matéria é composta por partículas fundamentais – átomos -Os átomos são permanentes e indivisíveis. -Os elementos são caracterizados por seus átomos.

Thomson (1897)

O ÁTOMO É DIVISÍVEL.

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

Thomson (1897) 

O ÁTOMO É DIVISÍVEL.

Como chegou a essa conclusão?
Robert Boyle (1627 - 1691)
Lavoisier, Proust, Dalton e Richter (Século XVIII)

Dalton (1808)

Tito Lucrécio Caro (60 a. C.)

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS
1800 – Volta construiu a 1o pilha elétrica

1834 – Faraday com base em resultados experimentais, mostra que uma transformação química podia ser causada pela passagem de eletricidade através de soluções aquosas de compostos químicos. Estas experiências demonstraram que a matéria possuía uma natureza elétrica.
1874 – Stoney admite que a eletricidade está associada a átomos em quantidades discretas. 1891 – Stoney dá o nome de “elétron” à unidade de carga negativa.

O elétron seria o “átomo de eletricidade”.

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS
Raios Catódicos

Essa experiência mostra que alguma coisa sai do Cátodo, por isso, chamada de Raio Catódico.
Para produzir descargas elétricas em alto vácuo, utilizam-se tubos especiais denominados ampolas de Crookes, com as quais se consegue reduzir a pressão interna até 10-9 atm (vácuo praticamente perfeito).

Ao incidir sobre a tela fluorescente (ZnS), o feixe estreitado pelo
uso de um colimador incidirá na tela em forma de ponto luminescente. Portanto, Crookes e os outros já estavam assistindo TV, sem saberem disso.

Na época em que Crookes, Lenard e Roentgen “brincavam” com esses tubos em seus laboratórios, ninguém sabia o que eram os raios catódicos. Só alguns anos mais tarde o inglês J. J. Thomson, fazendo modificações dentro de um plano sistemático, mostrou que eram feixes de partículas ao modificar esses tubos introduzindo ao longo da passagem do feixe um anteparo.

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

Thomson (1897) 

O ÁTOMO É DIVISÍVEL.

Como chegou a essa conclusão?
Robert Boyle (1627 - 1691)
Lavoisier, Proust, Dalton e Richter (Século XVIII)

Tito Lucrécio Caro (60 a. C.)

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS
Observações sobre os raios catódicos no tubo de Crookes Willian Crookes – físico Britânico • São perpendiculares à superfície do cátodo. Thomson (1897)

• A direção não depende da posição do ânodo na ampola.
• Propagam-se em linha reta. • São corpusculares, pois movimentam o molinete.

Momento do Elétron - O experimento da roda de pás

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS
Thomson (1897)

Observações no tubo de Crookes

• São desviados por um campo eletro magnético  POSSUEM CARGA. • Pelo sentido do desvio, Thompson concluiu que se tratavam de “partículas” negativas  “ELÉTRONS DE STONEY”

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

J.J. Thomson (1856-1940) e o Tubo de raios catódicos por volta de 1897, o ano em que foi anunciado a descoberta do eletron.
A presença desses raios era melhor evidenciada ao se revestir a parte frontal do tubo com um material fluorescente

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

Thomson (1897)
•Pela medida do desvio dos raios catódicos sob a ação de um campo magnético, Thomson determinou o valor da relação e/m entre a carga do elétron (e) e sua massa (m) e encontrou o valor: 1,76 x 108 C/g.
•Ele verificou que o valor de e/m era o mesmo, qualquer que fosse a natureza do cátodo e do gás residual da ampola. As partículas que emergem do cátodo tem as mesmas propriedades, independente do material e do gás usado na ampola. Logo, conclui-se que elas estejam presentes em toda matéria.

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS
O átomo de Thomson A partir de 1890, ficou evidente

para a maioria dos cientistas que os
átomos consistem em uma parte carregada positivamente e alguns elétrons. Em carregadas 1898, eram J. J. Thomson em

sugeriu que todas essas espécies
encontradas

uma esfera.
Ele apontou que isso levaria a uma fácil remoção de elétrons.

Experiência de Millikan
Considere o seguinte experimento: 1. Gotas de óleo são borrifadas sobre uma chapa carregada positivamente contendo um pequeno orifício. À medida que as gotas de óleo passam através do orifício, elas são carregadas negativamente.

2.

3.

A gravidade força as gotas para baixo. O campo elétrico aplicado força as gotas para cima.
Quando uma gota está perfeitamente equilibrada, seu peso é igual à força de atração eletrostática entre a gota e a chapa positiva.

4.

O experimento de Milikan (1908)
Raios catódicos e elétrons

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

O experimento de Milikan (1908)
++++++++++++++++++++++++++++++++

Moléculas do ar Raios X

Gotículas de óleo

---------------------------------------------

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

O experimento de Milikan (1908)
++++++++++++++++++++++++++++++++

Moléculas do ar Raios X

Gotículas de óleo

---------------------------------------------

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

O experimento de Milikan (1908)
++++++++++++++++++++++++++++++++
e-

Raios X

- - --- - Peso

Gotículas de óleo

Molécula do ar

---------------------------------------------

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

O experimento de Milikan (1908)
++++++++++++++++++++++++++++++++

Fm
- - --- - Gotícula suspensa e sempre carregada com múltiplos de -1,6x10-19 Coulombs, que corresponde à carga do e–.

Peso

---------------------------------------------

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

O experimento de Milikan (1908)
Thomson havia determinado o valor da relação e/m = 1,76 x 108 C/g. Milikan então determinou que e = -1,6x10-19 C. Com isso, m = 9,1x10-28 g.

EVOLUÇÃO DOS MODELOS ATÔMICOS

A descoberta do próton
Pergunta: Átomos possuem apenas elétrons? Goldstein (1886) fez uma modificação no tubo de Crookes. O cátodo perfurado foi montado no meio do tubo Crookes.

+

Observações: Um fluxo incandescente saia da fenda em direção oposta ao ânodo. Esse fluxo foi chamado de raio canal.

TUBOS DE RAIOS CANAIS
Uma vez constatado que a natureza elétrica dos tubos de raios catódicos era negativa, havia que ser resolvido à questão concernente ao princípio da conservação da neutralidade elétrica. Assim, deveria haver uma quantidade de eletricidade positiva dentro do tubo de raios catódicos e que fluiria no sentido oposto.

Assim, o gás residual que existia dentro do tubo deveria ser a fonte dessa carga oposta (positiva). Para dar vazão a esse contra fluxo, seriam suficientes pequenas perfurações no catodo e os feixes de cargas opostas atravessariam.

OBSERVAÇÕES E CONCLUSÕES:
•os raios canais são constituídos de partículas com carga positiva (íons positivos) e, por isso, foram chamados raios positivos.  Isso foi verificado pelo desvio do feixe com a aproximação de um campo eletro magnético.

OBSERVAÇÕES E CONCLUSÕES:

•a massa das partículas constituintes dos raios canais varia com o gás residual e é aproximadamente igual à massa das moléculas do gás residual.  O choque dos elétrons com as moléculas do gás gerava cátions dos elementos que constituiam o gás. Ex. Se o gás fosse o Hidrogênio, havia a formação de H+.

OBSERVAÇÕES E CONCLUSÕES: • Quando o gás residual é o hidrogênio, os raios positivos obtidos são os de menor massa. É interessante lembrar que o H possui apenas um próton e um nêutron. Essa observação será importante posteriormente. • A massa das partículas constituintes dos raios positivos obtidos com o hidrogênio como gás residual é 1836 vezes maior que a massa do elétron, e a carga dessas partículas é igual à do elétron, com sinal contrário.  Uma vez conhecida a massa do elétron (9,1x10-28 g) têm-se a massa do próton (1,67x10-24 g)

•Baseado nesses resultados experimentais, Rutherford admitiu que as menores partículas com carga elétrica positiva eram as constituintes dos raios positivos, quando o gás residual era o hidrogênio, e propôs o nome de próton para a unidade de carga elétrica positiva.

•A carga de um próton seria totalmente neutralizada pela carga de um elétron. Por outro lado, a massa de um próton seria 1836 vezes maior que a de um elétron.

A descoberta do nêutron
Em 1920, o próprio Rutherford previu a existência, no núcleo, de partículas sem carga elétrica e com massa igual à do próton, e deu-lhes o nome de nêutrons. Somente em 1932, Chadwick conseguiu obter essas partículas através de experiências e, por isso, ele é considerado o descobridor dos nêutrons. Foram atribuídos os seguintes valores para as cargas e massas relativas dos prótons, elétrons e nêutrons: Carga elétrica (Natureza Partículas / Valor relativo) Próton Nêutron Elétron Positiva / + 1 Não existe / 0 Negativa / - 1 Massa relativa 1 1 1 /1836

A descoberta dos raios X (1895)
Os raios X foram descobertos por acaso, em 1895, por Röentgen. Fazendo descargas em gases altamente rarefeitos em uma ampola de Crookes totalmente envolvida por papel negro, Röentgen notou que uma placa fluorescente colocada nas proximidades da ampola adquiria luminescência.
A luminescência não podia ser causada pelos raios catódicos (elétrons), porque eles não atravessam as paredes da ampola de Crookes. Ela era causada por radiações invisíveis que atravessavam a ampola, o papel negro e incidiam na placa fluorescente. A experiência mostrava que essas radiações não tinham carga elétrica, porque não eram desviadas pelo campo elétrico e magnético.

Röentgen não soube interpretar a natureza dessas radiações e por isso denominou-as raios X.

A descoberta da radioatividade (1896)
Becquerel notou que um sal de urânio mantido no escuro e envolvido por papel negro impressionava chapas fotográficas.

Isso evidenciava que o sal de urânio emitia radiações invisíveis, que atravessavam o papel negro: eram, portanto, radiações do tipo dos raios X.
A essa propriedade Becquerel deu o nome de radioatividade do sal de urânio. Em 1898, o casal Curie começou suas pesquisas no campo da radioatividade e descobriu dois novos elementos químicos, também radioativos: o polônio e o rádio.

A descoberta da radioatividade (1896)
Em 1900, Becquerel mostrou que os raios  eram idênticos aos corpúsculos dos raios catódicos, portanto eram elétrons.

Nesse mesmo ano, Villard, na França, descobriu um terceiro tipo de radiação emitida pelas substâncias radioativas, muito semelhante ao raio X, à qual deu o nome de raio . Em 1909, Rutherford provou que a partícula  era um cátion de hélio com carga +2 (He2+), cuja massa era aproximadamente 4 x 1836 vezes maior que a do elétron.

A descoberta dos raios  , e  (1897 a 1900)
Um ano após a descoberta da radioatividade, Rutherford verificou que as radiações emitidas pelo urânio eram de dois tipos, com diferentes poderes de penetração. As menos penetrantes foram chamadas raios  e as mais penetrantes, raios . Rutherford verificou também que essas radiações podiam ser separadas sob a ação do campo elétrico. Pelo sentido do desvio, verificou que os raios  são positivos e os raios  são negativos.

Radioatividade
Um alto desvio no sentido da chapa

positiva corresponde à radiação carregada
negativamente e tem pequena massa. Esta se chama radiação  . (elétrons). Nenhum desvio corresponde a uma radiação neutra. Essa se chama radiação

. Consistindo de ondas de luz altamente
penetrantes e semelhantes aos raios X.

Um pequeno desvio no sentido da chapa
carregada negativamente corresponde à radiação carregada positivamente e de

massa alta. Essa se chama radiação .
Partículas alfa são formadas de íons He2+.

O átomo de Rutherford
Em 1911, Rutherford executou o seguinte experimento:

Uma fonte de partículas  foi colocada na entrada de um detector
circular. As partículas  foram lançadas através de um pedaço de chapa de

ouro.
A maioria das partículas  passaram diretamente através da chapa, sem desviar.

Algumas partículas  foram desviadas com ângulos grandes.
Se o modelo do átomo de Thomson estivesse correto, o resultado de Rutherford seria impossível.

O átomo de Rutherford-Marsden-Geiger

O átomo de Rutherford, Geiger e Marsden (1911)
Explicações: Para fazer com que a maioria das partículas  passe através de um pedaço de chapa sem sofrer desvio, a maior parte do átomo deve consistir de carga negativa difusa de massa baixa: o elétron Para explicar o pequeno número de desvios grandes das partículas , o centro ou núcleo do átomo deve ser constituído de uma carga positiva densa.

Obs.:
Esta idéia havia sido proposta pelo físico H. Nagaoka em 1904.

Rutherford realizou cálculos detalhados que constatavam suas observações experimentais.

O átomo de Rutherford
Modelo de Thomson

O átomo de Rutherford
Modelo de Thomson

Rutherford modificou o modelo de Thomson da seguinte

maneira:
 O átomo é esférico mas a carga positiva deve estar localizada no centro, com uma carga negativa difusa em torno dele.

O átomo de Rutherford (1911):
•O átomo consiste de entidades positivas,

negativas e neutras (prótons, elétrons e
nêutrons).

•Os prótons e nêutrons estão localizados no núcleo do átomo, que é
pequeno. •A maior parte da massa do átomo se deve ao núcleo. •Pode haver um número variável de nêutrons para o mesmo número de prótons. Os isótopos têm mesmo número de prótons, mas números

diferentes de nêutrons.
•Os elétrons estão localizados fora do núcleo.

•Grande parte do volume do átomo se deve aos elétrons.

EXERCÍCIOS
1) Faça uma comparação entre os modelos de Dalton, Thomson e
Rutherford e indique que falhas foram tornando tais modelos incosistentes, ou seja, o que eles não conseguiam explicar que

resultou em declínio. 2) Um certo átomo tem raio 0,15 nm. Se seu núcleo tem um raio
de 1,5x10-6 nm, compare a densidade do núcleo com a do átomo inteiro.

(O volume da esfera é 4/3r3; 1 nm = 10-9 m)

REPRESENTAÇÃO DO ÁTOMO MODERNO
O átomo é composto por : PRÓTONS + NÊUTRONS + ELÉTRONS A forma de representar um átomo é a seguinte:

A

X Z

Z = número atômico ou número de prótons Z = p = eA= p + n

REPRESENTAÇÃO DO ÁTOMO
Exemplo:
10

B 5
5 10 5

12

C 6
6 12 6

14

N 7
7 14 7

16

O 8
8 16 8

19

F 9
9 19 10

Z = p = e–

A n

n=A–Z

ISÓTOPOS
Os átomos de um mesmo elemento quimico podem apresentar diferentes números de nêutrons e, com isso, diferentes números de massa. 1 1
16 8
234

H O U

2 1
17 8 235 92

H O U

3 1
18 8 236 92

H O U

92

ISÓTOPOS
As porcentagens dos isótopos é determinada em um espectrômetro de massa. Nesse equipamento, os átomos são bombardeados para formar cátions e acelerados até uma placa. Ao passar pelo campo magnético, os cátions são desviados de acordo com sua massa. Quanto maior a massa, maior a inércia e menor o desvio.

Ex.: Resultado Típico de um Espectrômetro de Massa

Observe o gráfico retirado de um espectrômetro de massa. a) Quantos isótopos o gráfico representa? b) Qual a abundância isotópica de cada isótopo? c) Qual a massa atômica desse elemento? d) Qual poderia ser o elemento da tabela periódica que melhor simboliza o elemento do gráfico?

Ex.: Resultado Típico de um Espectrômetro de Massa

A

X Z

a) Quantos isótopos o gráfico representa?
10X; 10X 11X; 12X 12X

b) Qual a abundância isotópica de cada isótopo?

– 35%;

11X

– 10%;

– 55%

c) Qual a massa atômica desse elemento?

MA = 35%(10) + 10%(11) + 55%(12) = 11,2 u
d) Qual poderia ser o elemento da tabela periódica que melhor simboliza o elemento do gráfico?

Boro(?)

ISÓTOPOS
As proporções dos elementos químicos são determinadas pelo espectrômetro de massa.
Vejamos o seguinte exemplo: Na natureza o cobre aparece nas seguintes proporções:

63

Cu

65

Cu

69,09% (62,93 u)

30,91% (64,95 u)

ISÓTOPOS
A massa atômica (MA) é determinada pela média ponderada dos números de massa (A) da seguinte maneira:

MA = 69,09%x(62,93u) + 30,91%x(64,95u) = 63,55 u EXERCÍCIO 3
Calcule a massa atômica do Neônio sabendo que ele aparece na natureza nas seguintes proporções:

20 Ne

21 Ne

22 Ne

90,92%

0,257%

8,82%

EXERCÍCIO 4
Calcule a massa atômica do Enxofre sabendo que ele aparece na natureza nas seguintes proporções:

32 S

33 S

34 S

36 S

4,21% 0,02% 95,02% 0,75% (31,972 u) (32,972 u) (33,968 u) (35,967 u)

EXERCÍCIO 5
Rutherford propôs em seu modelo que o átomo teria uma estrutura planetária. Então surgiu o seguinte dilema – O que aconteceria se o elétron estivesse: 1 – parado 2 – em movimento

EXERCÍCIO 6 Sobre o experimento de Rutherford faça um desenho
esquemático indicando o que ele esperava com o experimento e o que foi obtido. Com base no experimento descreva como ele descreveu o átomo.

EXERCÍCIO 7 Indique o número de prótons, nêutrons e elétrons do O, O2-, K, K+, Ba, Ba2+, Al, Al3+.
EXERCÍCIO 8 A massa de um próton é 1,007 u. Com base nessa informação, calcule a massa em gramas de um mol de prótons e de um próton apenas.

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