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Assírio & AlvimII

Rua Passos Manuel, 67-B


editores e livreiros 1150-258 Lisboa

Título: HABITATS NATURAIS E SEMINATURAIS DE PORTUGAL CONTINENTAL


Autor: Vários
Fotografias: Vários
Colecção: Deméter
Ano de edição: 2009 / Tema, classificação: Paisagem; Ambiente
Formato e acabamento: 17 x 24 cm, edição brochada
N.º de páginas: 256

Apresentação:
O território continental português, apesar de pouco extenso, caracteriza-se por uma marcada diversi-
dade de paisagens, mais ou menos humanizadas, nas quais se podem individualizar múltiplos tipos de habi-
tats. Entende-se por habitat o local ou fracção do meio adequado para a vida de um dado animal, de uma de-
terminada planta ou, ainda, de uma qualquer população ou comunidade biológica.
Esta diversidade é o resultado, por um lado, da ocorrência, em épocas geológicas passadas, de variações
climáticas com abrangências parciais do território, de cujos efeitos são ainda perceptíveis vestígios, e por ou-
tro lado, em termos contemporâneos, é derivada da existência de uma acentuada variabilidade geológica,
edáfica, climática, hidrológica, geomorfológica e biológica, modelada ainda por uma ancestral e intensa ac-
ção humana, exercida sobre o meio biofísico.
A caracterização de um dado habitat assenta num conjunto de propriedades intrínsecas, em número tão
reduzido quanto possível, mas suficientes para o individualizar dos restantes tipos. Estas propriedades ou ca-
racterísticas podem ser de índole edáfica, geomorfológica e biológica, podendo ser atribuídas isoladamente
ou de uma forma combinada entre si.
Dado que os seres biológicos e em particular as plantas dependem estreitamente das características edafo-
climáticas do meio para se poderem instalar e manter, integrando assim um conjunto alargado de factores, as
comunidades vegetais podem, por si só, constituir um modo de caracterizar um determinado habitat, visto que
a sua presença representa um óptimo indicador indirecto dos factores físicos que as condicionam.
Na enumeração que se apresenta, que não pretende ser exaustiva, utilizam-se sempre que possível, as as-
sociações e as comunidades vegetais como definidoras dos diferentes tipos de habitats, os quais são agrupa-
dos de acordo com as suas afinidades ecológicas, estruturais e funcionais. P.V.P.: 26 € / ISBN: 978-972-37-1380-0
Assírio & AlvimII
Rua Passos Manuel, 67-B
editores e livreiros 1150-258 Lisboa

Título: POEMAS
Autor: Herman Melville
Tradução do Inglês: Mário Avelar
Colecção: Documenta Poetica
Ano de edição: 2009 / Tema, classificação: Poesia
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada
N.º de páginas: 112

Apresentação:
«A selecção de poemas de Herman Melville foi elaborada a partir de três livros seus: Battle-Pieces and Aspects of the War,
de 1866, John Marr and Other Sailors, de 1888, e Timoleon, Etc., de 1891. Excluí desta selecção Clarel — A Poem and a Pil-
grimage in the Holy Land, de 1876, devido à extensão dos poemas que compõem as diferentes secções. Idêntica opção foi se-
guida relativamente à escolha dos poemas dos livros aqui antologiados, cuja extensão, em particular a dos monólogos dramá-
ticos, tornaria inviável uma perspectiva prismática da sua poesia. A opção pelos poemas mais curtos é, aliás, corroborada pelos
estudiosos de Melville que neles reconhecem os instantes mais relevantes da sua obra. Entre estes poemas tentei seleccionar
aqueles que melhor transmitem a sua sensibilidade estética e as suas recorrências tópicas. A edição escolhida em língua inglesa
foi The Poems of Herman Melville (The Kent State University Press, 2000), organizada por Douglas Robillard.»
Mário Avelar

Herman Melville nasce a 1 de Agosto de 1819, em Nova Iorque. Após o colapso do negócio de importação da famí-
lia, em 1830, e a morte do seu pai, passados dois anos, Melville interrompe os estudos. Em 1837, quando se torna professor
de instrução primária perto de Pittsfield, Massachusetts, já havia trabalhado num banco, na quinta de um tio e no negócio
do irmão.
Embarcará, dois anos mais tarde, como marinheiro na Marinha Mercante, numa viagem que o levará até
Liverpool. Em 1840, regressado aos EUA, vagabundeia por vários empregos, para embarcar, no ano seguinte, no ba-
leeiro Acushnet, numa viagem que durará quatro anos. Em Outubro de 1844 desembarca em Boston, após múltiplas
peripécias no mar e em terras distantes. Junta-se à família, começando a escrever as suas «aventuras».
Os seus dois primeiros livros, Typee (1846) e Omoo (1847) transformam-no num autor célebre e, apesar de Mardi
(1849) ser um insucesso, é bem sucedido com Redburn, publicado no mesmo ano. A White-Jacket (1850) sucede-se Moby
Dick (1851) e Pierre; or the Ambiguities (1852), novos fracassos editoriais.
Em 1866, com Battle-Pieces and Aspects of the War, Melville inicia uma longa série de poesia, abandonando virtual-
mente a prosa. Nesse mesmo ano, consegue trabalho na alfândega de Nova Iorque. Nos anos seguintes escreve Clarel: A Poem
and Pilgrimage in the Holy Land (1876), John Marr and Other Sailors (1888) e Timolean and Other Poems (1891). Nos finais
de Setembro de 1891, morre, esquecido, em Nova Iorque. P.V.P.: 11 € / ISBN: 978-972-37-1357-2
Assírio & AlvimII
Rua Passos Manuel, 67-B
editores e livreiros 1150-258 Lisboa

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Título: RUBA ‘IYAT
Autor: Umar-i Khayya-m
Tradução do Persa: Halima Naimova
Introdução: Maria Aliete Galhoz
Colecção: Documenta Poetica
Ano de edição: 2009 / Tema, classificação: Poesia
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada
N.º de páginas: 80

Apresentação:
«Pela primeira vez se apresenta em Portugal uma antologia de «ruba’i»s (quartetos) do poeta astró-
nomo e matemático persa Umar-i Khayyām (1048-1132, d.C.) traduzidos a partir do texto original im-
presso Ruba’yati Umari Kayyam, edições Adib [Tājikistān], 2000.
A antologia é bilingue, contém os textos em persa e a respectiva tradução em português. Trata-se de
uma selecção de 51 quartetos da responsabilidade total de Halima Naimova, além da escolha dos quar-
tetos (de uma colecção), é sua a tradução em português — que domina com «sedimentos» de lógica for-
mal linguística de raiz não românica —, e, sobretudo, é também seu o belo desenho caligráfico da có-
pia em persa. Igualmente se lhe deve o material para reprodução iconográfica.
[…]
É consensual que o “corpus” de “ruba’is” de Umar-i Khayyām, fixado o seu título no plural colectivo
“Rubā‘iyat” (“Quadras”), pertence ao património cultural da humanidade. A sua fortuna editorial é
imensa e “quasi” universal pelas inúmeras línguas em que está traduzido, havendo, até, uma colectânea
de tradução na língua artificial esperanto.»

À beira-rio, junto da criatura bela como a lua, rosa e o vinho,


Deliciar-me-ei enquanto estiver vivo.
Bebia vinho, bebo-o e beberei,
Até ao último minuto do meu destino. P.V.P.: 10 € / ISBN: 978-972-37-1316-9
Assírio & AlvimII
Rua Passos Manuel, 67-B
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Título: O AMOR CHEGOU COM AS CHUVAS


Autor: Mirabai
Apresentação e Versões: Jorge Sousa Braga
Colecção: Documenta Poetica
Ano de edição: 2009 / Tema, classificação: Poesia
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada
N.º de páginas: 64

Apresentação:
«Padavali significa uma série de padas. Pada na sua forma madura é uma canção espiritual breve, rimada e com-
posta em ritmos simples, de forma a poder ser cantada, segundo determinada melodia (raga). O nome do autor é in-
corporado na última linha, como uma espécie de assinatura.
Os pada de Mirabai são uma criação puramente oral e espontânea. Como não tinha discípulos para recolhê-los,
os seus pada sobreviveram na boca dos cantores itinerantes que os aprenderam, cantaram e eventualmente alteraram.
A edição mais conhecida dos pada de Mirabai (a edição de Acharia Chaturvedi) contém 202 canções e foi submetida
a incorporações e rejeições ao longo do tempo, à luz de novas descobertas.
Nas versões aqui apresentadas foram usadas as traduções para inglês de A.J. Alston (The devotional poems of Mi-
rabai ). De forma a não inundar o texto de referências, apresenta-se em anexo apenas aquelas mais importantes.»
Jorge Sousa Braga
O amor tingiu a minha pele
da cor daquele que
levanta montanhas Mesmo
disfarçada reconheceu-me
Ao contemplar a sua beleza
entreguei-me Amigas
deixem aquelas cujo amor
está ausente escrever
cartas Mira entregou-se ao
seu Amado Dia e noite
é só por Ele que espera P.V.P.: 8€ / ISBN: 978-972-37-1394-7
Assírio & AlvimII
Rua Passos Manuel, 67-B
editores e livreiros 1150-258 Lisboa

Título: CARTOONS DO ANO 2008


Autores: António / Cid / Cristina / Gonçalves / Maia
Introdução: Raul Solnado
Comentários: José António Lima
Colecção: BD / Cartoons/ Ilustração
Ano de edição: 2009 / Tema, classificação: Cartoons
Formato e acabamento: 24 x 28 cm, edição encadernada
N.º de páginas: 120

Apresentação:
«Ser cartoonista ou humorista por profissão, já começa por ser engraçado. Mal acordam, sen-
tam-se a uma secretária, pegam numa caneta e num papel, ou ligam o computador, e zás! Come-
çam a fazer graças. Os humoristas, colocam palavras de pernas para o ar, desfocam as ideias, põem
um adjectivo em contramão, trocam as voltas aos adjectivos e baralham as vogais. Os cartoonis-
tas, desdimensionam os narizes, entortam as linhas rectas ou endireitam as curvas, desenham bo-
carras nos lábios, fazem das orelhas abanos. São implacáveis. Os humoristas são talvez mais come-
didos, são queridinhos.
Mas, qualquer deles é sempre assaltado pela dúvida: eles próprios também se divertem com
o que escrevem, ou desenham, ou acham que são profissionalmente uns chatos?
Mas se pensam que se divertem, pelas razões do seu próprio sentido de humor, está bem.
Mas, e se o riso do leitor não confere com o seu? Esse é que é o problema.
Este é a angústia, o sufoco, o desassossego de todos os humoristas.»
Raul Solnado

P.V.P.: 25 € / ISBN: 978-972-37-1399-2


Assírio & AlvimII
Rua Passos Manuel, 67-B
editores e livreiros 1150-258 Lisboa

Título: OBRAS GRÁFICAS


Autor: Hermenegildo Sábat
Colecção: BD / Cartoons/ Ilustração
Ano de edição: 2009 / Tema, classificação: Cartoons
Formato e acabamento: 24 x 28 cm, edição encadernada
N.º de páginas: 112

Apresentação:
Hermenegildo Sábat (Montevideo, 1933) é uma das personalidades mais interessantes da cultura do
Cono Sur. Residente na cidade de Buenos Aires desde 1966 e cidadão argentino desde 1980, há mais de 25
anos que os seus comentários jornalísticos, sob a forma de caricatura, são publicados no jornal matutino
Clarín, tendo-se tornado, sobretudo em períodos em que a liberdade de expressão esteve seriamente limitada,
numa das vozes mais prestigiadas.
Artista plástico e docente, publicou 30 livros sobre as suas paixões: a pintura, a música, a literatura, a
actualidade argentina e internacional. Dois dos seus livros foram editados no Rio de Janeiro; outros dois em
Madrid e outro ainda em Portugal.
O seu percurso foi distinguido com vários prémios importantes, entre os quais o Personalidad Emérita
de la Cultura Argentina (Secretaría de Cultura de la Nación, 1997), o María Moors Cabot Award
(Jornalismo, Columbia University, New York, 1988), o Premio Nacional Pedro Figari de Pintura
(Montevideo, 1997) e, em 2005, recebeu o Premio Homenaje de la Fundación Nuevo Periodismo
Iberoamericano, dirigida por Gabriel García Márquez.
Realizou numerosas exposições de desenho, pintura e fotografia na Argentina e no estrangeiro, sendo as
mais notáveis as suas retrospectivas no Museo Nacional de Bellas Artes (Buenos Aires, 1997), no Museo
Nacional de Artes Visuales (Montevideo, 1998), no Museu de Arte de São Paulo (1984) e no Museu de Arte
Moderna do Rio de Janeiro (1997).
Os seus trabalhos foram publicados em vários dos principais meios jornalísticos e gráficos do mundo:
The New York Times, L’Express, American Heritage, Punch, O Globo, Graphis (Suíça), Novum (Alemanha), etc.
Durante seis anos publicou e foi editor da Revista de Artes Visuales Sección Aurea, vencedora de vários pré-
mios de design, entre os quais o do Art Director´s Club de New York.
Desde 1997 é Cidadão Ilustre de Buenos Aires. Em 2003 foi nomeado Dr. Honoris Causa pela
Universidad de Montevideo. Em 2008 foi integrado na Academia Nacional de Periodismo de Argentina. P.V.P.: 25 € / ISBN: 978-972-37-1397-8