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MODELO DE RÉPLICA

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MODELO

:

RÉPLICA

SUSCITADA

EM

PREJUDICIAL

DE

LITISPENDENCIA EXMO. Dr. JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DA -------- RIO DE JANEIRO/RJ. Processo n.:

FULANO DE TAL, já qualificado nos autos da Ação de -----------------, etc., através de seus procuradores e em atendimento ao r. despacho do i. magistrado às fls. ____, vem expor e, a seguir, requerer: A ação impetrada na _____ Vara Cível e a ação que tramita nessa ____ Vara Cível são inteiramente diferentes. De fato, conquanto nessas ações as partes sejam iguais, todavia são distintas a causa de pedir e o pedido. Na ação que tramita na ____ Vara Cível, o autor questiona a legitimidade da cobrança pela ré da comissão de corretagem, argüindo não ter contratado o serviço, sendo esta a causa de pedir naquela ação. Em outras palavras o autor argüiu ser indevida a cobrança pela ré da comissão de corretagem e, com base nessa causa de pedir, deduziu claramente o pedido de repetição de indébito, como consta da inicial de cópia anexa. Tudo fundamentado no art. 42, § único da Lei 8078/90. Já na presente ação a causa de pedir é o direito do autor à rescisão do contrato ____________, gerado pelo inadimplemento das rés de suas obrigações contratuais. Conseqüentemente, aqui, o pedido de devolução da comissão de corretagem se sustenta no princípio segundo o qual o acessório segue o principal e em dispositivos legais, verbis: art. 92, CC. Principal é o bem que existe sobre si, abstrata ou concretamente; acessório, aquele cuja existência supõe a do principal. art. 184, CC. Respeitada a intenção das partes, a invalidade parcial de um negócio jurídico não o prejudicará na parte válida, se esta for separável; a invalidade da obrigação principal implica a das obrigações acessórias, mas a destas não induz a da principal.

Deduz-se. 27 do CDC. vem o autor requerer ao i. 27 do CDC. uma vez que se tratando de lide consumerista prevalece o prazo prescricional do art. Portanto. se tratam de ações com causas de pedir e pedidos inteiramente diferentes. Rio de Janeiro. Face ao exposto. eventualmente. que em eventual julgamento de procedência do pedido principal restaria inexistente o fato gerador que poderia justificar a cobrança da comissão de corretagem e. magistrado o julgamento da improcedência do pedido prejudicial das rés. N. são ações distintas. a manutenção dessa comissão nas mãos das rés caracterizaria também o enriquecimento ilícito das mesmas. . o direito do autor à devolução da comissão de corretagem está subordinado à eventual julgamento da procedência do pedido de rescisão do contrato com a devolução das quantias pagas.Termos P.Tudo isso combinado com o art. o julgamento da procedência do pedido principal. Além disso. adicionalmente. claramente um pagamento acessório no contrato de compra e venda em questão. por ser lei especial. 24 de fevereiro de 2013.Deferimento. Em resumo. em tese. dando prosseguimento ao feito. eventual trânsito em julgado da ação do X Juizado Especial não tem o condão de atingir o pedido de ressarcimento da comissão de corretagem na presente ação. Logo. entende o autor que tal decisão também poderia conduzir. por isso. Confirmando-se. à devolução da comissão de corretagem.

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