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Manole

TABELASDE FISIOPATOTOGIA

AlcroçõesdoDesenvolvimentoCelulor

 

51

AlcroçõesdoMetobolismo

71

AlteroçõesdosTecidosedosMembronos

...

89

AlteroçõesdoSistemoTegumentor ...

105

AleroçõesdoSistemo

EsqueléticoeArticulor

135

Alteroçõesdo SistemoMusculor

 

.l 59

AlteroçõesdoTecidoNervosoedoEncéfolo

 

185

Afteroçõesdo MeduloEspinol e dosNervos Periíbricos

 

.209

AlteroçõesdosOrgõosdosSentidos

 

233

AlieroçõesdosGlôndulos

Endócrinos

258

AlteroçõesdoSongue

 

279

AfteroçõesdoCoroçõo

 

299

Afteroçõesdos Vosos Songüíneos

e do Circuloçõo

 

.329

AfteroçõesdoSisbmo

Linfotico

340

Alteroçõesdo Sistemolmune

 

.358

Alteroçõesdo SistemoRespirotório

.383

Afteroçõesdo SistemoDigestório

.414

Al|eroçõesdoSistemoUrinório

 

433

AfteroçõesResultcntes

de Desequilíbriosde Fluidoe Eletrólitos

 

.447

AfteroçõesdoSistemoCzenitol

 

470

Afteroçõesdo Desenvolvimento

Humono

 

.494

 

QUADROS - ENGIUANTOVOCE ENVETHECE

 

Copfiub

3

Célulos

51

Copitulo 4

MetobolismoCelulor

 

71

Cçltulo

5

TecidoseMembronos

89

Cçitub

6

TegumentoComum e TemperoturoCorpóreo

.104

CoÉtub

7

SistemoEsqueléticoeArticulor

....

,

..

135

Cçitub

8

SislemoMusculor

]59

CoÉtub

9

SistemoNervoso: Tecido Nervoso e Encéfolo

 

.184

CopítulolO

SistemoNervoso: Medulo Espinol e NervosPerifêricos 209

Cçnub I I

Orgõosdos Sentidos

 

.233

Cçltub 12

GlôndulosEndócrinqs

258

CoÉrtl|o13

Songue

.279

CoÉtub | 4

Coroçõo

.299

CoÉtub | 5

VososSongüíneoseCirculoçõo

 

328

CoÉtubtó

SistemoLinhtico

 

.339

Codtub | 7

Sistemolmune

357

co$tub | 8

SislemoRespirofório

 

382

Codtub 19

SisfemoDigestório

 

.414

Cçítulo 20

SistemoUrinório

 

433

CoÉtrio2t

EquilíbrioHídrico, Eletrolítico

e Ácido-Bósico

 

.446

dqr\/r 22

SistemoGenitol

.470

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Lll'grtlto

Barbara Herlihy' PhD' RN

Docente da Escolade Enfermagem da University of the IncarnateWord SanAntonio, Têxas

Nancy K. Maebius,PhD' RN

Professárado The Health Institute of SanAntonio SanAntonio, Têxas

Ilustraçõesde Caitlin H. Duclrwall Duckwall Productions Baltimore,Marvland

Manole

Tínlo dn original:

The Human Body in Health and lllness, l" edição, de Herlihy e Maebius

Copyright @ 2000 by VlB. Saunders Company, Philadelphia, pennsylvania

Coordtnador daTíadução e Reaisor Científco:

EdsonAparecido

Libeni

Professor Liwe-Docente em Ánatomia - Instituto de Ciências Biomédicas -

Universidade de São paulo

Tiadutores:

Cíntia Bovi Binotti DorivalTêrra Manini &lson Aparecido Liberti Márcia SanaeMizuno Míriam Celeste Sanaiote Brandão Rainer Guilherme Haetinger Sflvia de Campos Boldrini

Capisa:

Mauricio

Girar d (Mazz Design)

Foto da Capa:

Tonystone

Todos os direitos reseryados.

Nenhuma parte deste livro poderá ser reproduzida, por qualquer processo, sem a permissão expressados editores. É proibida a reprodu@o por xerox.

Este livro foi catalogado na CIP.

ISBN 85-204-1297-l

la ediÉo brasileira - 2002

Direitos em língua portuguesa adqúridos pela:

Editora Manole Ltda.

 

Avenida Ceci, 67 2 - Tamboré. 06460-120 - Barueri - SP - Brasil

Fone: (0 1 __

I

) 4196-6000 - Fax: (0 __

I

www.manole.com.br

info@manole.com.br

Impresso no Brasil Printed in Brazil

 

I ) 4t96-6007

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t

À minha família:

meu esposo, Jeremiú

meusfilhos, Joseph e Kellie

minha irmã, Jean

minha

amigapeluda, Pretzyl

BH

À minha família:

meu pai, Robert C. Kingsland

meu esposo, Jed

meusfilhos, Stephen,Maria, Elizabeth,Tom, Brian, Andrew

meusnetos, Allison e Sarú

NKM

Ao

Professoir

Sim! Mais um livro de Anatomia e

Fisiologia ...

Mas este é diferente - muiro, múto

diferente. Por uma razÁo: ele é interessante e algumas vezes divenido . Anatomia e Fisiolngia do Corpo Humano Saudáuel e Enfermo conta a história do corpo humano, com todas as

suas partes e como elas trabalham em conjunto. E uma história que nós temos contado várias vezesem nossasaulas. E também uma história que vai melhorando a cadanarrati-

va, porque o corpo humano continua a revelar os seusmistérios e o modo como foi mara- villiosamente criado. É nosso desejo que você aprecie contaÍ esta história tanto quanto

nós. Este livro foi feito com amor; ele é o fruto de umavida dedicada ao ensino daAnato-

mia e da Fisiologia, amando

cada minuto dela.

Anatomia

e Fisiologia

do Corpo Humano Sauüuel

e Enferrno é um texto básico

de

Anatomia e Fisiologia destinado ao estudante que se pÍeparapaÍa ser um profissional

de

saúde. E escrito para estudantes com um preparo mínimo em ciências, sem a necessidade

de um conhecimento prévio de Biologia, Química ou Física, proporcionando, assim, to- do um embasamento científico necessárioao entendimento da Anatomia e da Fisiologia. Os princípios fundamentais da Química são apresentados em dois capítulos e estabèle-

cem as basespara o entendimento da função celular, do equilíbrio hídrico e eletrolítico, e da digestáo. Noções básicasde Microbiologia estão incluídas no Apêndice A.

O conteúdo daAnatomia

e da Fisiologia é apresentado em uma ordem tradicional,

do simples para o complexo. O texto se inicia com a descrição de uma simples célula e

evolui pelos vários sistemasorgânicos. Existem dois temas muito irnportantes que percor-

rem o texto. O primeiro

éarelaçáo entre aestrutura e afun$o-

o estudante deve enren-

der que um órgão é anatomicamente projetado para executar uma determinada tarefa fi- siológica. O segundo tema principal é a homeostase - o papel que cada sistema orgânico desempenha para a manutenção davida, e o que acontece quando essedelicado equilíbrio é alterado.

Pontos Fortes do Livro

Acreditamos que o texto apresentamuitos pontos fortes:

' A Anatomia e a Fisiologia são explicadasclaramente e de maneira simples. Uma bela série de ilustrações, complementada com caricaturas, auxilia o tex- to. De fato, a história do corpo humano é contada tanto pela arte como pelas palavras. Uma promessa: você ficará satisfeito com a reação de seusestudan- tes a esseespetáculo! Este texto realmente integra a Fisiopatologia; ela não é meramente incluída em quadros ou no final do texto. A Fisiopatologia integrada é utilizada prin- cipalmente para reforçar a Anatomia e a Fisiologia normais. O texto descreve, por exemplo, a função da medula ósseana produção de células sangüíneas.A Fisiopatologia integrada descreveos efeitos da depressãoda medula ósseare- lacionada a anemia, infecção e hemorragia. A Fisiopatologia da depressáoda medula ósseaamplia a função da medula ósseae auxilia o estudantè a prepa- rar a transiçáo para as aplicaçóesclínicas. ' Além da Fisiopatologia, outros tópicos sáo amplamente integrados ao texto. Estesincluem os procedimentos comllns de diagnóstico, como contagem de células do sangue,punçáo lombar, análisede urina e eletrocardiograma.Os agentesfarmacológicos estão também incluídos e, como a Fisiopatologia, são

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I

-

Ao Professor

utilizados para reforçar a Anatomia e a Fisiologia. Como exemplo temos a discussãosobre a junção neuromuscular acrescidade uma descrição dos efei- tos dos agentesde bloqueio neuromuscular. Em virtude dos esforçospara se fazer as correlaçóesclínicas, o presente texto estabeleceas basespara os cursos de ciências da saúde mais avançados, incluindo a Farmacologia e a Enferma- gem médica, cirurgica e obstétrica. A terminologia médica é introduzida, definida e utilizada ao longo do texto. Têrmos clínicos comuns como vasodilataçáo,hipertensão e diagnóstico são definidos e reutilizados de forma a permitir que o estudante adquira gradual- mente um vocabulário médico considerável.O Aoêndice B é uma lista resu- mida de eoônimos e termos médicos. O texto irrcorpora diversasparticularidades divertidas da história da Medicina. Embora o corpo humano sejaperfeitamente previsível e lógico, nós - sereshu- manos - pensamos, fazemos e dizemos algumas coisas estranhas.As histórias das catacumbasproporcionam algumas boas risadase muito respeito.

Desfoques

()

ble*vos

Os objetivosidentificam a finalidadedo capítulo.

.

.

. Pcrlavr^crs-cl4crve

Essestermos estão totalmente explicados no capítuloe definidosno glossário.

Muitas dessasvinhetas se referem a situaçõesclínicas; outfas relatam eventos históricos interessantes-

Identifica as principais alteraçóesfisiológicas que ocorrem com o envelheci- mento.

Resu,rt o

Ao final de cada capítulo há um resumo que

serve como uma excelente revi-

sãoe auxilia o estudantea extrair o conteúdo do caoítulo.

Essasquestóes de "respostas curtas" revisamos pontos principais do capítulo e convidamo estudantea integraros conceitosprincipais.

Ao Professor e vii

*RESUflltltDO!

Sãoparágrafos que aparecemregularmente nos capítulose auxiliam o estu-

dantea integraros conceitosprincipais.

Essastabelas descrevem as alteraçõesrelacionadas a sistemasespecíficos do

corpohumano.

Apêndices.Os trêsapêndices fornecem informações suplementares de Mi-

crobiologia,terminologia médica e valoreslaboratoriais.

O ApêndiceA inclui a Microbiologiabásica. São definidos termos

principaiscomo patógeno,infecção nosocomial (hospitalar),infecção opor-

tunístita e flora normal. Uma lista de palavras-chaveé resumida em uma ta-

bela.Os tipos, ascaracterísticas e as identificações laboratoriais de microor-

ganismosèomo bactérias,vírus, riquétsiase fungossão detalhadamente

descritos.Os patógenose asdoenças por elescausadas estão incluídos em

uma extensatãbela. O conteúdodesse apêndice fornece as informaçóes bá-

"

sicasnecessárias para tópicos como a assepsiae asterapias farmacológicas e

antimicrobianas.

O ApêndiceB inclui uma introduçãoà terminologiamédica e uma

relaçáode èpônimos. Uma tabelade prefixos, sufixose raízesdas palavras

forneceuma ampla informação,para um iniciante de curso,sobre a termi-

nologia médica.

O 'ApêndiceC é uma seçáosobre valores laboratóriais, onde estãolis-

tadosos valoresdos testescomuns dos componentesdo sanguecomo a he-

moglobina,contagens diferenciais dos glóbulos brancos e de eletrólitosdo

sangue.Inclui também uma tabelade valoreslaboratoriais utilizados na

análisede urina de rotina.

Glossário.O extensoglossário inclui uma brevedefiniçáo de todasas pala-

vras-chavee de diversosoutros termosdo texto.

,. ,, - &* ffi#?#ffieruYã

Estelivro iró conduzi-lo por um coniunÌode estruiurosdo Anotomioe do Fisiolooiodo serhumqno.

desdeo moissimples oté o moiscoÀplexo. Você tombém iró oprendero que o.oït"."

quondoo s.ei

humonoodoece em rozõode olteroçóesdessos estruturos. Poro'tornor esse oprendizodo'ogrodóvel e

divertido,destocqmos os seguintescorocterísticos especiois:

'As polovros-chqve obremco-

do copítulo.Elos estõo em negrito no fexto e esÌõo definidos no Glossório.

()b1.n

u.,'

  • t. Definir as duas divisõ€s do sistema neÍvoso.

    • 2. Descrever as três funções gerais do

sistemâ nervoso.

  • 3. Comparara estruturae as Íunçoesdo sislemanervoso.

Os Obierivos deestudo no iníciode

|

|

codo copítulopropõem os metosque

,,

.

você deve fer em menteenquonto lê o

texto.

O que se enlendepor codgulosongüíneo no cérebro?

Ernbora o cérebro seja bem protegido, uma lesão na cabeçapode causar hemorragia. Boxeadores,por exemplo, são constantemente golpeados na cabeça. Como a cabcça .( mn\c h'u.LJm(nr(.,,(,"'r unygplqç4 clq, v;'e. sangüíneose conseqüente henorragia.

:

l

e As coixosVocê sobio?,

Íre-

qüentemenfeilustrodos, desper-

tomseu inleresse com inusitodos

conhecimenlosrelocionodos o

Anotomioe Físiologio.

e Coricqturos coloridostornom mois próximosde vocêo Anqtomioe o Fi- siologio,com humor, clorezo e discer- nimento.

, Ilustrqções originqis e colo- ridqs ouxiliom-noo compreen- der os conceitos,o estruturoe o funçõodq Anotomioe dq Fisiolo- gio.

  • l. O número de neurônioscomeça a diminuir por voÌta dos 30 anosde idade. Contudo,o número perdido é somente uma pequenaporcentagem do número

,s Enquonto Você Envelhece

conlémdescrições

sobre como o

Anotomioe o Fisiologiohumonos

sõoofetodos pelo processo de

envelhecimento.

,fitaxa;*eàâre

:ntêitÕrÕ:rrrr,i,::r'i:":'i.'

Neurctoxi.idode

 

A inge$ôo

crôni€o e excessivo de ólcool couso donos irevêrsívêls oo s siemo nervoso

 

induzido

pelo

O

resuliodo é umõ derêrioÍoçõo

mêniõ,

perdo da memórÌo, perdo do copocidode

ól.ool

poro se conc€ntoÍ,

itrilobilidode

e movimentos descoordenodos.

A síndrome de

Wernicke Korsokoff ê um iioo dê encêÍoloootio

relocionodo

oo ólcoo

.

Doenço

É umo doenço degenerotivo do encéÍo o que ocorre gerolmenle em pessoos idosos

iesÍ'',tno

 

Alzheimer

 

Esso doenço é coroclerizodo pelo perdo progressivo do memório e preiuizo do

 

Íuiçôo lnlêlectuol. Evldêncios sugefem ohofio encefóllco, especio menie dos obos

s AlÍeroções

do

...

sõotobelos de fisiopotologio

A funçõo do sistemqnervoso é conduzir informoçõo oo sìstemonervoso centrol, interpretóìoe copqcìtor

quedescrevem

os olteroçõesrelocionodos

o sis-

o corpo o responderò inÍormoçõo.

temosorgônicos específicos

do corpohumono.

l. Sistemo

Nervoso:

Visõo

Gerol

A.

Divisões

do Sisfemo

Nervoso

Í.RESU|iÃINDO!

O SNC,especialmente o en-

céfalo, executa brilhantemente as funções de condução. Ele coordena eficientemente os di- versossistemas orgânicos do corpo. com

e'Os porógrofos *RESUMINDO! oo longo

de codocopítulo ouxiliom o olunoo exomi-

nor e revisorropidomenie os conceitos-

chove.

Glose úrío

Adrenalina

Ver epinefrina.

Fibra adrenérgica Uma fibra que secreta

norepinefrinano terminal do axônio;fibras pós-ganglionaresdo sistemanervoso simpá- tico são fibras adrenérgicas.

Hormônio

adrenocorticotróflco

(^ifCTH)

Um hormônio secretadopelo lobo anterior da glânduìahipófise; estimula o córtex da adrenala secretaresteróides, especialmen- te o cortisol.

^âpêndices

*Microbiologio Bósico

*ïerminologio Médicoe Epônimos

*Volores Loborotoriois

ì . O sislemonervoso centrol (SNC) inclui

o encéfoloe o meduloesoinol.

  • c O Resumo no finolde codocopítulo ser- ve comoumo ferramento de estudo.Utili- ze-o poro reverseus conhecimentos

e se

prepororporo qs provos.

  • l. Como o sistemanervoso central é diferentedo sistemanervoso periférico?

2. Qual é a diferençaentre neuróglia e neurônio? Citeas funçõesdos astrócitose dascélulas do eDêndima.

. As questõesde Revise Seus Conhecimen-

los seencontrom

no finol de codocopítulo.

Agrodecimertúos

Escrever,ilustrar, editar, publicar e comercializarum novo livro de Anatomia e Fi-

siologiaenvolveu os esforçoscombinados de diversaspessoas competentes. Nossos agra-

decimentosao pessoalda \(8.

Saunders,especialmente

para:

.

Robin Levin Richman, Editora Sêniorde Desenvolvimento,pelo seuex-

traordinárioesforço na coordenação.Não existempalavras que possamex-

.

.

.

.

'

o

pressarnossa gratidão por suasimpatia, paciência, persistência,

sinceridade e

bom humor;

Terri \íood, Editora de Livrosde Enfermagem,pelo seugrande esforço em

acompanhareste livro até a conclusão;

Debrâ Osnowitz, Editora de Desenvolvimento,por suaedição e estímulo;

Caitlin Duckwall,da DuckwallProductionr, pèl"r marauiÍhosasilustrações.

'Suas caricaturas,criadas com o auxíliode seuesposo, Rob, deramum impor-

tante toque final de arte;

Annette Ferran,Editora de Reprodução;

Jonel Sofian,Designery

PeteFaber, Gerente de ProduçãoSênior.

Além desses,gostaríamos de agradecera Ilze Rader,ex-Editora Sênior de Livros de

Enfermagem,que deslanchoueste projeto, e MarieThomas, Assistente Editorial Sênior,

que forneceuum apoio extraordinário.

Nós gostaríamosde agradeceraos diversos revisores que colaboraramcom suasva-

liosassugestóes: Cynthia Amerson, MS, BSN, RN, NortheastTexas Commu,niry Col-

lege,Mt. Pleasant,Texas; Mary Snipes Armstead, MA, BSN, RN, New Horizons Re-

gional Education Center, Hampton, Virginia; L. Adrienne Bowlus, MSN, RN, Apollo

CareerCenter, Lima, Ohio; Reiúa Cabaniss,MSN, RN,

Bevill StateCommunity Col-

lege,Sumiton, Alabama;Cynthia

D. Casey,BSN, RN, Hinds Community College,

Jackson, Mississippi;Anne M. Comiskey,BSN, RN, NassauBOCES,'l7estbury, New

York; Justine Ann Coppinger, MS, CGC, Conselheirade Genética,Divisão de Genética

Reprodutiva,The University of Utú, Salt Lake City, Utah; Monica G. DeCarlo, MSN,

RN,C, Indiana County Area Vocational-TechnicalSchool, Indiana, Pennsylvania; Julia

C. Dent, MEd, EdS, BSN, RN, CoastalGeorgia Community College,Brunswick,

Georgia; Kathleen Dolin, BSN, RN, Monroe County Area Vocational-Technical

School,Bartonsville, Pennsylvania; Delores L. Garner, MS, BSN, RN, Hinds Commu-

niry College, Jackson, Mississippi;Lois Harrion, MS, RN, Simi ValleyAdult School,Si-

  • mi Valley,California; M. Rita Hejtmanek, MS, RN, TulsaTechnologyCenter, Tülsa,

Oklahoma;Phyllis S. Howard, BSN, RN, KentuckyTechnicalInstitute, Ashland Cam-

pus,Ashland, Kentucky; Donna Leach Kane, BS,

RN, LouisianaTechnical College,

South LouisianaCampus, Houma, Louisiana; Janice M. Kilgallon, MSN, RN'C, Passa-

ic Counry TechnicalInstitute, \Vayne,New Jersey; Patricia Laing-Arie, RN, Meridian

TêchnologyCenter, Stillwater, Oklahoma; Valerie I. Blickos Leek, MS, RN,C, Cum-

berlandCounryTechnical Education Center, Bridgeton, NewJersey; Carolyn Morrison

MaÉee, PHN, BSN, RN, Citrus College,Glendora, California; Marion Elizabeth

Monúan, MAEd, RN, Jefferson County Vocation-TechnicalSchool, Reynoldsville,

Pennsylvania;SallyJ. O'Neil, MSEd, BS, RN, \LF. Kaynor RegionalVocation-Gchni-

cal School,\íaterbury Connecticut;Donna N. Roddy, MSN, RN, ChattanoogaState

TechnicalCommunity College,Chattanooga, Tennessee; Ruth A. Speakman,MEd,

BSN, RN, Apollo Schoolof P"racticalNursiri , Lima, Ohio; Kaúleen G. Stilling, MS,

 

xii

\

\

r

Agrodecimentos

RN'C

Johnston Schoolof PracticalNursing, Baltimore,Maryland; DonnaWelty Stoner,

BSN, RN, Amarillo College,Amarillo, Texas;Barbara G"yl" Talik, MEd, BSN, RN,

NorthwestTechnicalInstitute, Springdale,Arkansas; Kiska H. Varela, MSN, RN, ANB

TexasCareers, San Antonio, Texas;e Loretta Lucillelüíhite, MSN, RN, IvYGchnical

StateCollege, Greencastle, Indiana.

BarbaraHedihy agradecea seusestudantes e amigosda University of the Incarnare

\íord. Durante três anoseles perguntaram sempre a mesmacoisa, "Você terminou o seu

livro?" Sim! E muito obrigada.Agradeço aJerry Herlihy pela digitaçãodas tabelas e por

agüentaras mesas cheias de papéise assalas lotadas de livros. Obrigadaa meusfilhos

e Kellie e à minha irmã,

Jean,

Jõey

que, como meusamigos, iniciava toda conyersatelefônica

com "Ele estápronto?" Obrigadaà Dra. SusanHall pela leitura dasprovas e pelo encora-

jamento. Obrigadaa todos os meusamigos que sesentavam ao redor da piscinaem Har-

mony Hills e me diziam: "Depressa, paraque nóspossamos nos divertirl" Obrigadaaos

meuscompanheiros de raqueteno ginásiode Incarnate\7ord pelashoras de exercíciose

diversão ...Não

possodizer o suficientesobre exercício e saúdemental. Em último, porém

de não menor importância,muito obrigadaà minha pequenaamiga peluda, Pretzyl, pelas

centenasde horasque esterresentada perto do computadorenquanto eu digitava.

Barbara Herlihy

Nancy Maebiusagradece a seusamigos, estudantes e colegasdo The Health Insti-

tute of SanAntonio. Os estudantesde Enfermagem,com quem eu aprendimuito, me

proporcionarammuita inspiraçãoe numerosasidéias que foram incluídasno texro;os

amigose colegasque contribuíram com o seuestímulo: Bev Halter, Kiska Varela,Lea

Ann Loftis, Donna Albee,Beryl Pixley,Collette Moreno, Michael Pleuger,Mary Ellen

Prosciae PeggyRichardson.

NancvK. Maebius

Sumúrio

Resumido

t

TNTRODUçAO

AOESTUDO

DO CORPO

HUMANO 2

  • 2 0uírtttcABAstcA t 8

g

cÉruns 34

  • 4 METABOLISMOCELUIAR 54

  • 5 TECIDOSEMEMBRANAS 74

  • 6 TEGUMENTOCOMUM E TEMPERATUR,A

CORPOREA 92

z

srsrEMArsourÉrco E ARTtcutAR

t og

  • 8 SISTEMAMUSCUIAR I38

  • 9 SISTEMANERVOSO:

TECIDO

NERVOSO

T TNCÉTRTO 162

TO SISTEMANERVOSO: MEDULA ESPINAL ENERVOS PTruTÉRICOS I88

'

'

ORGAOSDOS SENTIDOS 212

lz oúNourAs ENDocRTNAS236

  • 13 SANGUE 262

le conaçÃo 2s2

rs vAsossnNoüÍNros EcrRcunçÃo 302

ró srsTEMAuNrÁrco 332

T7 SISTEMAIMUNE 342

  • 18 SISTEMARESPIRATORIO

3óO

  • 19 srsTEMAolcrsrónro 3gó

  • 20 S]STEMAURINARIO 418

z l

eourrígRroHÍonrco,

ELETRorhco

EAcrDo-BASrco 436

  • 22 SISTEMAGENITAL 450

  • 23 DESENVOLVIMENTO

HUMANO E HEREDITARIEDADE

474

orossÁno A97

npÊNorcr

l,

,apÉNolcr

s

,apËruprcr

c

MrcRoBroLoGrA

BAsrcA 5r 9

TERMrNoLoorR

ruÉorcl r rpôNnaos s27

vALoREs

rABoRAToRrArs

53r

Sumúrio

l)etalhado

dfidffimtu

,Wh

*:#gn

#õ

tNTRoDuçÃolo

CORPO HUMANO

EsruDoDo

2

ANATOMIAE FISIOLOGIA:

O QUE SÃO 4

os NÍvrsor onclNrzlÇÃo

DOCORPOHUMANO 4

onoÃosE srsTEM,As

onoÂNrcos 5

Definições:Órgõos Tornondo-seSistemos

Orgônicos 5

Mois Definições:Principois Sistemos

Orgônicos 7

HOMEOSTASE:

"PERMANECER

IGUAL" 7

TERMOSINITÔUICOS:

FALANDOSOBRE O CORPO

HUMANO

IO

PosiçõoAnqtômico

PosiçõesRelotivos

10

'l 0

Plqnose Secçõesdo CorpoHumono I 1

TermosRegionois I I

CAVIDADESDO CORPO 14

CovidodeDorsol 14

.Covidode

Ventrol 14

*14fffiã'

Tronsferêncio

deEnergio: O Popeldo Adenosinq

Trifosfoto30

MTSTURAS,

SOLUçÕES

ESUSPENSÕES

3l

.-@

ffiüúffi ^!---- - -

'ruffififfi"

esdilú$.gfFl

ilt

Âq

I

q4

UMACÉLUÁTÍPICA36

MembronoCelulor 37

O Interiordq Célulq 37

No Superfíciedo MembronoCelulor 41

MOVIMENTOATRAVÉS

DA MEMBRANACELUIÁR Á1

Meconismosde Tronsporte Possivo 43

Meconismosde Tronsporte Ativo 47

DIVISÃOCELULAR 48

lntérfose 49

Prófose,Metófose, Anófose e Telófqse49

DTFERENCTAçÃOCrtUUqn

50

oRGAN|ZAçÃO,ALTERAçÃO

EMORTE 50

;*'ffi#rü #""
;*'ffi#rü
#""

*ff#ffi;

METABOUSMOCETUTAR 54

*

.tì

L:r

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GIUIMICABASICA

| 8

METABOLISMO:ANABOLISMO

-ï'-'"'tt'"

E CATABOLISMO 56

MATÉRIA,

ELEMENToS

EÁToMoS 20

 

CARBOIDRATOS5Z

 

Motério

20

Monossocorídeos57

Elementos20

 

Dissocorideos58

Ábrot

20

Polissocorídeos58

LGAçÕES OUíM|CAS 22

 

Utilizoçõodo Glicose 58

 

Ligoçõeslônicqs 22

LigoçõesCovolentes 23

A Produçõode Glicose 59

LrPrDtos

.

(GoRDURAS)

ó0

Pontesde Hidrogênio 24

.

loNS 24

Cótions,Ânions e Eletrólitos 24

Formoçõode Íons 24

Utilizoçõodos Lipídios ó0

Metobolismodos Lipídios ó1

PROTEINAS 62

Aminoócidos 62

lonizoçõo 25

Utilizoçõodos Proteínos 62

MOLÉCULASE COMPOSTOS 25

TNFORMAçÃOGENFilCA E SíNTESEDE PROTEíNAS ó4

Moléculos 25

Hereditoriedode64

Compostos 25

DNA: O Proietodo Vido

64

AlgunsCompostos e Moléculqslmportontes 26

REAçOESQUTMTCAS 27

ACIDOSE BASES 27

Ácidos 27

Boses 28

Neutrolizoçõode Acidose Boses 28

Medido:A Escolode pH

ENERGIA 29

28

Formosde Energio 30

Conversõode Energio 30

"&

r'crDosE MEMBRANA' 74

TECIDOEPITELIAL

76

EpitélioSimples 78

EpitélioEstrqtificodo 78

EpitélioGlondulqr 79

TECIDOCONJUNTIVO 80

TecidoConiuntivo

Frouxo 80

xvi

.

SumórioDetolhodo

TecidoConiuntivo

Fibroso Denso 82

TecidoConiuntivo

Reticulor 83

Cortilogem83

Osso 84

Songue 84

TECIDONERVOSO 84

TEC|DOMUSCUIÁR 84

MúsculoEstriodo Esquelético 84

MúsculoLiso 84

MúsculoEstriqdo Cordíoco 8ó

REPAROTECIDUAL 8ó

MEMBRANAS87

Clossificoçõodos Membronqs 87

MembrqnosEpiteliois 87

"'

ia.

-.-

t

O

TEcUMENTocoMutì4 E

TEMPERATURACORPOREA 92

ESTRUTURAS

DA PELE 94

Comodosdo Pele 94

Cordo Pele 96

ESTRUTURAS

ACESSORIAS

DA PELE97

Pêlos 97

Unhos 99

Glôndulos100

FUNÇÕESDA PELElOO

Reguloçõodo Temperoturo

Corpóreo 101

Quondoo Peleé Queimodq 102

UmLembrete

Sobre os Cuidodos com o Pele 104

SISTEMAESQUELETICO

EARTICULAR I08

DrsPosrçÃoEFUNçÕES

DOS OSSOS 110

O SistemoEsquelético:

O Que EleFoz

110

Ossosde DiversosTomqnhos e Formos 110

TECIDOOSSEO E FORMAçÃOOSSEA 11O

OssoCompocto e OssoEsPonioso 1l0

OssoLongo 112

Ossificoçõo I 13

CrescimenbÓsseo 114

DMSÕESDO SISTEMAESAUELÉÏCO 117

EsqueletoAxiol

117

125

EsqueletoApendiculor

ARTICUIAÇOESI30

Articuloçõeslmóveis130

ArticuloçõesSemimóveis

'l 30

ArticuloçõesMóveis 130

DoresArticulores 133

Tiposde MovimenÌosArticulores 'l 33

ffi

slsrEMAMUscuLAR ta8

TIPOSE FUNçÕESDOS MÚSCULOS 140

MúsculoEstriodo Esquelético 140

MúsculoLiso 141

ESTRUTURADO MUSCULOCOMO UM TODO

141

ESTRUTURAE FUNçÃO DEUMA FIBRAMUSCUIAR

lsoLADA

141

COMOOSMÚSCULOS

SECONTRAEM I43

Controçõoe Reloxomento:

O Popeldo Cólcio

edoATP 143

MúsculosEsqueléticos

e Nervos

143

RESPOSTASDO MUSCULOCOMO UM TODO

146

RespostoPorciol Versus Tudo-Ou-Nod o

146

Controçõo,Somoçõo e Tetonio 147

TônusMusculor 148

Fontede Energioporo o ControçõoMusculqr 148

Descrevendoo Movimento Musculor 148

Usodos Músculos Acimo e Aboixo do Normql 148

CLASSTFICANDOOS tvtÚSCUtOSESAUELÉÏCOS 149

Tomonho 149

Formo

149

Locolizoçõo 1Á9

Númerode Origens

Origeme Inserçõo

Direçõodos Fibros 149

149

,|50

AçõoMusculor 151

MUSCULOSDA CABEÇAAOS PÉS 154

Músculosdo Cobeço

Músculosdo Pescoço

154

,|55

Músculosdo Tronco 155

Músculosdo

Ombro e

do Broço l5ó

 

Músculosque Movimentom o

Antebroço 157

Músculosque Movimentom o Mõo e os Dedos

Músculosque Movimentom o

Coxo,

o Pernoe o Pé 157

157

S|STEMANERVO$O: TECIDO

NERVOSOE ENCEFALO 162

O SISTEMANERVOSO: ESTRUTURA

E FUNçAO

Divisõesdo SistemoNervoso

164

Funçõesdo SistemoNervoso

164

CÉLULASAUE COMPÕEM

O SISTEMANERVOSO 164

Neuróglio 164

Neurônio 166

164

SubstôncioBronco e SubstôncioCinzento I ó8

o NEURONIOCONDUZINDO INFORMAçÃO

1ó8

lmpulsoNervoso: O Que é lsso? I ó8

lmpulsoNervoso: O Que O Origino?

169

lmpulsoNervoso: O Que Deïermino

o SuoPropogoçõo 171

ENcÉFALO:ESTFiUTÚRA

E FUNçÃO

Cérebro 174

Diencéfolo 179

174

TroncoEnceÍolico 179

Cerebelo 180

Estruturosque Atrovessomos Divisõesdo Cérebro

180

Protegendoo SistemoNervoso Centrol 181

Anotomioe Fisiologiodo CorpoHumono Soudóvel e EnÍermo .

xvi:

SISTEMANERVOSO: MEDUTA ESPINAI

E NERVOSPERIFÉRrcOS | 88

O QUEE A MEDULAESPINAL? I90

CinzoInternomente,

Bronco Externomente 190

NervosEspinois Conectodos ò MeduloEspinol 193

AS FUNÇOESDA MEDUIÁESPINAL I93

O

Que Sõoos Reflexos 194

O Arco Reflexo 195

SISTEMANERVOSO PERIFÉRICO 197

O Que é Um Nervo? 197

Clossificondoo SistemoNervoso Periférico ,l98

OUTROSHORMÔNOS 257

Hormônios

Associodos

o

Sistemos

Oroônicos

Específicos257

Prostoglondinos257

HormônioEstimulonte

do Melonino 257

ffisANe* 262

O QUEO SANGUEFAZ 264

coMPosrçÃoDo SANGUE 264

Origemdos Célulos Songüíneos 265

Depressõodo Medulo Osseo

2ó5

  • I 1.,oRcÃos Dos sENnDos 2rz

RECEPTORES

E

SENSIBILIDADE 214

Célulosque DetectomEstímulos 214

O Que é Sensoçõo 214

Experimentondoumo Sensoçõo

214

OS SENTIDOSGERAIS 216

Dor

216

Totoe Pressõo 217

Temperoturo 218

Propriocepçõo 218

OS SENTIDOSESPECIAIS 218

Sentidodo Olfoto:O Noriz 219

Sentidodo Gustoçõo:A Línguo 219

HemogromoCompleto (Contogem Completodo

Songue) 272

HEMOSTASIA:PREVENçÃO DE

PERDASANGÜíNEA 272

Esposmodo VosoSongüíneo 273

Formoçõodo ïompõode Ploquetos 273

CooguloçõoSongüíneo274

TIPOSSANGUINEOS 276

Antígenose TiposSongüíneos 276

Anticorpose TiposSongüíneos 276

InteroçõoAntigeno-onticorpo276

Compotibílidodee Incompoiibilidodedos Tipos

Songúineos 276

Sistemode ClossificocõoRh 278

Sentidodo Visõo:O Olho 220

Sentidodo Audicõo:A Orelho 228

Sentidodo Equilíbrio:A Orelho

232

rt'\r

,Ë.if

&*w ^üll'r

':ã€F'

coRAcÃo ,'82

::.::: _..

t â

. Z

GIANDUIAS ENDOCR.INAS

ESTRUTURADO CORAçÃO

284

Tomonhoe Locolizoçõo 284

  • 236 Comodosdo Coroçõoe de Revestimento 28Á

GúNDUIASE HoRMÔNIos 238

HORMÔNIOS238

Clossificoçõodos Hormônios 238

Alvos 238

ReceptoresHormonois 238

Controledo SecreçõoHormonol 241

A HIPOFISE242

A Hipófisee o Hipotólomo 242

Adenohipófise 243

Neurohipófise 247

GIANDUIATIREOIDE247

FolículoTireoideono248

UmoBombo Duplo e DuosCirculoções 286

As CômorosCordíocos e os GrondesVosos 286

As Volvosdo Coroçõo

288

Os SonsCordíocos 290

FluxoSongüíneo Atrovés do Coroçõo 291

SuprimentoSongüíneo poro o Miocórdio 291

FUNçOESDO CORAçAO

293

ComplexoEstimulonte do Coroçõo 293

O Cosodo MorcopossoVioionte 294

Eletrocordiogromo295

CicloCordíqco 296

DébitoCordíoco 296

O Que Fozemos HormôniosTireoideonos 249

GúNDUIAS PARATIREoIDES25o

GúNDUIAsSUPRA-RENAIs

251

Medulqdo Supro-renol 251

^ Córiexdo Supro-renol 252

PANCREAS 254

Insulino 254

^ Glucogon 256

GONADAS 256

Ovórios 256

Testículos 256

T|MO 257

GIANDUIA PINEAL 257

.-#=lF'+h

t

4 1q,**
4
1q,**

, VASOSSANGÜÍNEOS

E C|RCUIAçÃO

3O2

ESTRUTURADO SISTEMACIRCULATORIO 304

Ciclos,Circuitos e Circuloções 304

Vios Principoise CominhosSecundórios:

Nomeondoos VososSongüíneos 305

Poredesdos VososSongüíneos 30ó

VososSongüíneos: O Que Fozem? 30ó

PrincipoisArtérios do CirculoçõoSistêmico 307

PrincipoisVeios do CirculoçõoSistêmico 310

l

CirculoçõesEspecíois 3l I

-

xviii

t

Sumório DeÌolhodo

FUNçÕES

DOSISTEMA

CIRCULATORIO

31ó

PressõoSongÜíneo 31ó

OlrniUuitaoão

FluxoSongÜíneo 322

Pulso 323

TrocoCoPilor 324

Estômogo 393

IntesÌino Delgodo 397

lnÌestino Grosso 398

L -. ^

onóÀós ÁNEXos

Do

slsTEMA

DlGEsToRlo

401

Fiqodo 401

Váículo Bilior

404

srsïEí|rA LlNrÀnco 332

o - ssftmnLlNFATlCO 334

-l-info:OQueéedeOndeVem

33^

\losos

fU."''t"""

LinÍonodos 338

Tonsilos 338

Timo

339

Boço 339

-"€E-c+

*-lF;

Linlóticos 335

a" LinfoAÌrovés dos Vosos Linfóticos

ORGÃOS LINFATICOS 33ó

slsïEmA u,tuNE 342

  • nËryHF- cüËirrrcnçÃo oo slsTEMA

lmunidodelnesPecíÍico 344

IMUNE344

Pôncreos

Ouondo

4OA

os Órgõos Anexos do Sistemo Digestorio

NõoFuncionom-Direiïo 4O4

DIGESTÃO E ABSORçÃO

406

õorboidrotos e Enzimos queQuebrom

os Corboidrotos

40ó

Proieínos e

ilil;

e Enzimos Que

Quebrqm

 

DlGEsToRlo

408

BAslcos 409

CqrboidroÌos 409

Proteínos AO9

Gorduros(LiPídios) 4Og

Vitominqs

4O9

Minerois 410

Soúde e Dieto Bolonceodo 411

Energio CorPóreo

Á11

Enzimos Que Quebrom os Proteínos 407

4o7

os Lipídios

uNr-rïóôo slsTEMA

Nuìnlçno, coNcElTos

lmunidodeEsPecífico 3A7

TIPOSDE IMUNIDADE 353

lmunidode Genêtico 353

lmunidodeAdquirido

ffi

':=#FË stsÏEtúAuRlNARlo

qffitr

-

418

  • 354 nrús,nrouinçÃo erxcnrÇÃo 420

Locolizoçõo

do

Esïruturo

dosRins 420

Rim 421

iuori."nto SongÜíneo Poroo Rim 422

Funçõesdos Rins 422

HoRMoNAL

coNinórr

DEAGUA

OUTRAS RESPOSTAS

'

IMUNES 355

Reoções Alérgicos 355

Doenço AuÌo-imune 35ó

Reieiçõo de Órgõos 357

srsïËiilAnEsplRAïÕR|o 3ó0

rsïilÜrunR:

oRcÃos DoslsrEMA

E ELETROLITOS 425

Aldosterono

425

HormônioAntidiuréÌico 426

Foïor Atriol Notriurâico

426

RESPIRATORIO 362

Nqriz e Covidode Nosol

Foringe 362

Loringe 3ó5

362

 

HormônioPqrotireóideo 426

coMPOSlçÃo DAURINA Á27

OUANDO OSRINS FALHAM 427

üÃs oo

slsTEMA

uRlNÂRlo:

 

Troquéio 367

Âruoru Brônquico :

Brônquios'

Bronquíolos e Alvéolos 3ó8

Pulmões 3ó8

Pleuro 3ó9

430

ESTRUTURAEFUNçÃo

Ureteres y'30

BexigoUrinório 430

Micçõo 432

Uretro 432

372

FUNÇÃORESPIRATORIA

'

-

 

Á

t e, EtoPos do

ResPiroçõo

372 ^--

Volumee Copocidode dosPulmões 3/ /

Controle do ResPiroçõo 379

Vorioções e Anormolidodes Comuns

nosResPiroções 381

HiDRlco, EtEÏRotiÏlco

EOUILiBRIQ

ÉÂcroo-sAslco 43ó

DrsTRlBulçÃo

DOSFLUIDOS

DOCORPO 438

,.o

Comportimenïos

è;;;'i;à.

de Fluidos 438.

dosFluidos CorPorois 438

 

srsïEl,lADlctsïÓruÔ 38ô

EOUIL|BRIO

H|DRICO 439

VMO

GERAL DO SISTEMA

DIGESTORIO 388

Cqmodqs do TroÌoDigestório 388

-

p"rltánio(Membronqs Peritoneois) 390

Boco 390

Foringe 392

-

Inqestõode

Eireçao

Aguo

deAguo

439

440

EOUIL|BRIO

ELETROLiTICO

440

Referênciq

ionsMois

RóPido 440

lmPorÌonles 4A1

4Á2

EOUILIBRIOACIDO-BASICO

Esôfogo 392

AnoÌomioe Fisiologiodo CorpoHumono Soudóvel e EnÍermo r

xix

ReferêncioRópido 442

DeOnde Vem o Acido (H*) 442

Comoo OrgonismoRegulo o pH

442

DesequilibriosAcido-Bósicos 444

  • d u,rrrÍüÂoEN*Ar e'o

SISTEMAGENITALMASCULINO

452

Testículos 452

Vios Condutorosde Gometos 455

GlôndulosAnexos 455

Sêmen 456

GenitoisExternos 456

ReoçõoSexuol Mosculino: Ereçõo, Emissõo,

Eioculoçõoe Orgosmo 456

HormôniosSexuois Mosculinos 456

SISTEMAGENITAL FEMININO 458

Ovórios 458

TrotoGenitol 460

Orgõos GenitoisExternos 4ó2

ReoçõoSexuol Feminino 463

ControleHormonol dos CiclosReprodutivos 463

DoisCiclos Reprodutivos 4ó3

_

METODOSDE CONTROLE DE NATALIDADE 467

Métodosde Controledq Notolidode

ComBorreiros 467

ControceptivosHormonois 4ó8

MétodosCirúrgicos de Conirolede Notqlidode

469

DispositivosIntro-uterinos 468

MétodosComporiomentois de Controle

de Notolidode

RU-48ó

468

468

Escolhosdo ControÍede Notolidode

468

ComoOcorre o Fertilizoçõo 476

DESENVOLVIMENTO

PRÉ-NATAL476

PeríodoEmbrionório Iniciol 477

PeríodoEmbrionório 478

PeríodoFetol 482

ALTERAÇÕESHORMONAIS DUMNTE

A GRAVIDEZ 485

GonodotrofinoCoriônicoHumono 485

Estrógenoe Progesterono 485

ALTERAçOESNO CORPODA MULHER

DURANTEA GRAVIDEZ 485

O NASCIMENTO 486

Trobolhode Porto

486

MAMAS E TACTAçÃO 488

Estruturodq Momq:As GlôndulosMomórios 4gB

Hormôniosdo L,octoçõo 488

ALTERAçÕESPOS-NATAIS E ESTÂGOS

DEDESENVOLVIMENTO 488

Aiusteslmediotos 488

DesenvolvimentoDuronte o Vido 4gO

HEREDITARIEDADE490

DNA, Genese Cromossomos 49O

É Menino,É Menino: Como o Sexodo

Crionçoé Determinodo 493

DoençosCongênitos e Hereditórios 494

GrossÁRro {lç7

ArÊNDrcEÀl ffit€ROFtsrSG|À

BASICA

5Iç

ÁPÊNDrcGBrïER*uNoLGiA rçÊorce r

ËpoHrütos 527

UESENVOLYIfrTËHTO

HUftTÂNO

E HËNTDMAHEDITDË474

FERTTL|ZAçAO476

QuondoOcorre o Fertilizoçõo476

OndeOcorre o Fertilizoçõo47ó

APÊHDrcE€; VALORüS

IÁBORATORIAIS

537

inprcr nrffilsslvo sgs

Anatomiae Fisiologia do Corpo Humano Saudávele Enfermo

lNrRoDUçÃO

AO ESTUDODO CORPOHU ANO

O

bjetivos

  • l. Definir os termos r4zatomia e Fisiologia.

  • 2. Listar os níveis de organizaçáodo corpo humano.

  • 3. Descreveros onzeprincipais sistemas orgânicos.

  • 4. Explicar o termo homeostase.

  • 5. Definir o termo posiçãoanatômica.

  • 6. Explicar os termos comuns utilizados para descreveras posiçóes relativasdo corpo humano.

  • 7. Descreveros três principais planos de secçãodo corpo humano.

  • 8. Listar os termos anatômicospara as regióesdo corpo humano.

  • 9. Descreveras principais cavidadesdo corpo humano.

  • 4 r

COPíIUIOI / INTRODUçÃO

AO ESTUDODO CORPO HUMANO

.o.rrirr.r. vivendo por aproximadamente 75 anos'

Muitos de nós temoì curiósidade em relação ao nosso

corpo - como ele ftrnciona, por que ele não funciona'

o q.r.

lf"-"t

not deixa doentes.Ao estudaro corpo humano'

vezesvocê se sentirá como no.deselho abail

xo-: "O queé

xo:

"O

que é tssoi I'or que

isso?Por que eu

eu

Preclso-olï"t

disso?Como ele

",

funcionà? Por que .u não tenho um?" A medida que

lrá.e .t

..

td"

Anàtomia e Fisiologia, você aprenderá as

respostaspara essasquestóes.

Por que este túmulo estó sendo violodo e

por ciue o lodrõo meleu'se em umo

ironãe complicoçõo?

A dissecaçãodo

corpo humano duranteo período

medieval náo era

permitida nem pela igreja e nem pelo

Estado.Assim, a única maneiraque os antigosanatomis-

tas tinham de conseguircorpos humanos Para dissecar era roubando túmulos. Os cientistasmedievais contratâ-

vam p€ssoaspara essatarefa. A punição pâra quem era

p.eoioub"rrdo

os túmulos enrâpidae\evera- Esserapaz

ìeã ,étiot problemas seele for Pego' e pareceque será'

ANATOMIA E FIS-IOLOGIA:

O QUE SAO

Anatomia

é o ramo da ciência que estuda a estru-

tura (ou morfologia) do corpo humano' Assim' a

Anatomia descrevéa forma do coração, qual é o seu

t"-"nho,

onde

a sua constituição, como está organizado e

se situa. A palavra a'ndtumiavem do grego e sig-

nifica dissecar. Â ciência anatômica originou-se

das

observaçóes feitas pelos cientistas enquanto disseca-

vam o corpo numano.

Iisiologia

é o ramo da ciência que clescrevecomo

o .ãroo

hrï-"rro funciona, ou as suasfunções' A fi-

siolofia descreve,por exemplo.' como o coraçãoatua

comõ bomba e por que o bombeamento do sanguee

essencialp"r"

sir é a prrt.

da vida' A Fisiopatolo-

"'-"tt.ttençáo-

d" ciência que

descreveas conseqüências

ão f.ttt.ion"mento inadequado de partes do corpo

humano -

como .ss"s paites funcionam q.uando a

Dessoaestá doente. Ela descreve,por exemplo' o que

à.orrr ...

durante um ataque cardiaco, quando o cora-

cão funciona precariamente ou não tunctona'

Por aue o ãstudo da Anatomia e Fisiologia faz pat'

  • t. do ,.r', currículo profissional? Você precisa saber es-

sasmatérias. Se voiê não adquirir um bom conheci-

mento da Anatomia e Fisiologia normais, você não

poderá entender as doenças e os distúrbios aPresnta-

ão, po, seuspacientes e nem compreender as bases

d", àiu.rr",

fãrmas de tratamento, como as terapias

com drogas ou os Procedimentos cirúrgicos' Você

quer

fornecer aosseus pacientes os melhores,cuidados

possíveis,portanto uo.è d.,r. ter um profundo conhe-

èimento do corpo humano'

A Anatomia e a Fisiologia estáointimamente rela-

cionadas. Quando você eliamina a anatomia de uma

parte do corpo, Pergunta

iura rel"ciona-t. à tú"

a si mesmo como sua estru-

funçáo. Por exemplo, a estrutu-

ra da mão está relacionada à função de segurar um

obieto (Fie. 1-l). O coraçáobombeia o sanguee a

."úd"

lott[",

ele s. p.niure

forre e flexível do macaco permite que

em uma árvore.Em todos os animais' a

estrutura e a função caminham juntas'

os NivElsDE ORGANIZAçÃo

DO CORPOHUMANO

O corpo humano está organizado desdeo muito

simples "ié co-pl."o
simples "ié
co-pl."o

o .o-plexo;

do átomo microscópico ao

organismo humano. Note essaprogressão

Anotomioe Fisiologiodo CorpoHumono Soudóvel e Enfermo r 5

Por que

este fqmoso loborotório de

qnqlomiq foi construido sobre um

pequeno rio no ltôlio?

Como a dissecaçãode corposhumanos era ilegal na Idade Média, os laboratóriosde anatomia eram rotinei- rament€invadidos pela polícia. Nessasinvasões, os cor- pos parcialmentedissecados eram colocados,através de

uma abertura no assoalhodo laboratório, em uma barca-

ça que ficava no rio. Então, o dora) flutuavam para longe.

corpo (e a prova incrimina-

na Figura 1-2. Átomos formam moléculasque, por

suavez, constituem

moléculasmaiores. Finalmente as

moléculas maiores

estáo organizadas em células, a

unidade básicada vida. Grupos especializadosde cé-

lulas formam os tecidos que então se arranjam em

órgãos como o coração, o estômago e o rim. Cadaór-

gáo possui uma função como a digestão,a excreçãoe

a reprodução. Grupos de órgãos formam os sistemas

ofgânicos. Todos essessistemas se unem para formar

o corpo ou organismo humano. Assim, do simples

ao complexo, o corpo humano estáconstituído desde

o minúsculo átomo até o serhumano.

ónoÃosE srsrEmAs

oRcÂNrcos

Definições;Órgõor Torntrndo-se

Sistemos0rgônicos

Um órgão é um grupo de tecidos arranjados para

executar uma determinada função, como por exemplo

os tecidos do coração, que se organizam de tal maneira

que ele possadesempenhar a sua função de bomba do

sistema circulatório. Um sistema orgânico é um gru-

po de órgáos que se auxiliam mutuamente para de-

FIGURA

l-l

r Estruturaefuncão: aestruturaeafuncão estão

intimamente relacionadas,

ó

r

COPiIUIO1 /

INTRODUçÃO

AO ESTUDODO CORPOHUMANO

p (u*^*

\--)

\N

r\,V

W

.{ tpÌ\) Ï,'Q/
.{ tpÌ\)
Ï,'Q/

Moléculas

FIGURA

f -2

. Níveis de organizaçáo: do simplesao complexo,do átomo ao orgânlsmo humano'

Anotomioe Fisiologiodo CorpoHumono Soudóvel e Enfermo r 7

sempenhar uma função específica.Assim como o co-

raçáoé um órgão que bombeia o sangue, os vasossan-

güíneos são órgáos que recebem o sangue do coração, .

distribuem-no atravésdo corpo e o rrazem de volta ao

coração. Ambos, o coração e os vasos sangüíneos, são

necessáriospara o desempenhoda função do sistema

orgânico do qual fazem parte. Essesistema orgânico, o

sistema circulatório, leva oxigênio e outros nutrientes

para as células do organismJ(você irá aprender sobre

o sistemacirculatório no Capítulo i5).

portante na defesado organismo contra microorga-

nismos patogênicos e outras substânciasestranhas.

O sistema respiratório

é formado pelos pulmóes e

por outras estruturas que conduzem o ar dos pul-

mões e para eles.No interior dos pulmóes, os gases

respiratórios (oxigênio e dióxido

de carbono) aúaves-

sam uma delgada membrana. O oxigênio penetra no

sanguedos pulmões e é levado para as diversasestru-

turas do corpo. O dióxido de carbono passado san-

gue para os pulmóes e é eliminado para o extenor.

O sistema digestório consiste de órgãos destinados

a ingerir (comer) os alimentos, rransformá-los em

Mnis

Definições: PrincipEis Sisfemas

()rgânicos

Onze sistemasorgânicos principais constiruem o

corpo humano, cada um desempenhando uma função

específica.Observe a Figura 1-3 e identifique a locali-

zaçáoe a distribuição dos órgãos de cada sistema.

. O sistema tegumentaÍ ou tegumento comum, é

formado de pele e estruturas anexascomo os pêlos e

as unhas. O sistemategumentar executafunções im-

portantes: ele forma o revestimento do corpo, auxilia

na regulaçãoda temperatura corpórea e contém algu-

mas estruturas relacionadasà sensibilidadeeeral.

. O sistema esquelético e articular

for-"ã

estruru-

ra básicado corpo humano e é constituído de ossos

e articulações.O sistemaesquelético protege e for-

.

nece sustentaçãoaos órgãos.

O sistema muscular é composto por três tipos de

músculos. Os músculos estriadosesqueléticoJ se in-

serem nos ossose são os responsáveispelos movi-