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Soluções Amanco

Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico

Mexichem no Brasil
A Mexichem Brasil é a subsidiária brasileira do Grupo Mexichem, com atuação nos setores de tubos e conexões e de geotêxteis nãotecido. O Grupo Mexichem é detentor das marcas comerciais Amanco, Plastubos, Bidim e Doutores da Construção. Em 2007, a Mexichem ingressou no maior mercado de tubos e conexões da América Latina ao adquirir o Grupo Amanco. Neste mesmo ano, o grupo também adquiriu a Plastubos, também fabricante de tubos e conexões no Brasil, ampliando sua atuação neste setor. Em 2008, a Mexichem comprou a Bidim, líder no mercado nacional de geotêxteis nãotecido. A criação da Mexichem Brasil faz parte da estratégia corporativa global da Mexichem de integração vertical de sua cadeia produtiva, com o objetivo de responder às necessidades da indústria tanto no relacionamento com clientes corporativos como com o consumidor final, por meio de suas marcas comerciais. A empresa, que possui cerca de 2500 colaboradores, é composta por nove unidades fabris localizadas em diferentes regiões brasileiras, Joinville (SC), Sumaré (SP), Suape (PE), Uberaba (MG), Ribeirão das Neves (MG), Anápolis (GO), Maceió (AL), São José dos Campos (SP) e com sede administrativa em São Paulo. O nome Amanco será mantido como marca comercial de todos os seus produtos, mantendo suas próprias estratégias de mercado e oferecendo a seus clientes e consumidores um excelente nível de qualidade e atendimento.

Mexichem no Mundo
A Mexichem é uma empresa líder na indústria química e petroquímica latino americana, com mais de cinquenta anos de trajetória na região e trinta na Bolsa de Valores do México. Sua produção é comercializada em todo o mundo com vendas que superam os US$ 3 bilhões. Os produtos da Mexichem têm impacto decisivo na qualidade de vida das pessoas e respondem à crescente demanda em setores de aplicação tão dinâmicos como construção civil e infraestrutura urbana, geração e fornecimento de energia, além de transportes, comunicações, saúde, entre muitos outros. Considerada uma das cinco produtoras mais eficientes do mundo no seu setor, a Mexichem tem como prioridade o desenvolvimento e a utilização de tecnologias de vanguarda que garantam a competitividade internacional dos seus produtos e serviços. Com exportações para mais de 50 países, a Mexichem possui certificação internacional ISO 14001 em todas as suas fábricas, além de programas permanentes que buscam sempre os melhores índices de eco-eficiência. Visão Ser respeitada e admirada mundialmente como companhia líder no setor químico, focada na produção de resultados, na contribuição ao progresso e na melhoria de vida das pessoas.

Missão Transformar químicos em produtos, serviços e soluções inovadoras para os diversos setores industriais, por meio da excelência operacional e do enfoque nas necessidades do mercado, a fim de gerar valor contínuo para nossos clientes, colaboradores, sócios, acionistas e comunidade, contribuindo com a melhoria na qualidade de vida das pessoas. Cadeias Produtivas A Missão da Mexichem é criar valor às suas matérias primas básicas, sal e fluorita, por meio de cadeias produtivas eficientes, capazes de gerar resultados de negócio superiores e que atuem dentro de um marco de responsabilidade empresarial. Com isso, apóia o âmbito social e ambiental, bem como o cumprimento das normas e responsabilidades que os regulamentam.

Através de diferentes processos de transformação se conquista, nesta cadeia, dar valor agregado ao sal.

Da fluorita extraída das minas é produzido o ácido fluorídrico, principal matéria prima de todos os gases refrigerantes e dos fluoropolímetros, como o teflon.

Graças a seus tubos e conexões, a Mexichem esta presente em toda a América Latina, levando desenvolvimento e bem-estar a milhões de pessoas.

Presença Geográfica As fábricas produtoras da Mexichem estão localizadas em pontos estratégicos, onde a atividade industrial é importante, tornando-se centros de negócios. A proximidade dos portos marítimos, das fronteiras internacionais e os fáceis acessos terrestres, permitem que a Mexichem seja uma companhia estratégica e de referência global.

Canadá Japão Estados Unidos

Inglaterra

Taiwan

México

Honduras Nicarágua Costa Rica Guatemala Venezuela El Salvador Panamá Colômbia Equador Peru

Brasil

Chile

Argentina

Mexichem Presente em 19 países

a empresa esta constantemente desenvolvendo ações no sentido da sustentabilidade. Sustentabilidade Para a Mexichem Brasil sustentabilidade é uma gestão empresarial. sustentada pelo Triplo Resultado: social. A sustentabilidade integra a estratégia de negócios e está inserida no dia-a-dia da empresa. As operações da empresa são consideradas pelos órgãos ambientais e pelo IBAMA como de baixo impacto ambiental. o programa de reuso de água industrial permitiu à empresa reduzir significativamente seu consumo na produção de tubos. REUSO DE ÁGUA nos processos de fabricação e coleta seletiva de resíduos: iniciativa em todas as unidades da empresa. oferecer benefícios para a sociedade e primar pela preservação e sustentabilidade do meio ambiente. forma e capacita milhares de profissionais por ano na área hidráulica.PARCERIA AMANCO – SENAI Umas das maiores iniciativas da Amanco no campo social. Nos últimos nove anos. Portanto. . ambiental e econômico. Toda e qualquer ação ou produto desenvolvido pela Mexichem Brasil deve apresentar vantagens econômicas.

uma revista latino americana bilíngue (português e espanhol) especializada no tema água. Como empresa privada. AQUA VITAE Revista especializada na questão da água com um enfoque latino americano. Neste contexto. meios de comunicação e setores financeiros. com seus tubos e conexões. a Mexichem Brasil sabe da importância de ações multisetoriais de compromisso coletivo e individual no debate da problemática da água. bem como na busca por soluções para os grandes desafios que enfrentados em matéria de água e saneamento. organizações internacionais.Conduzimos Água. analisar propostas e fomentar o diálogo intersetorial em torno deste importante recurso natural. governamental. publica a Aqua Vitae. e entende que o tema hídrico é de absoluta relevância para o mercado e para o presente e futuro da sociedade. tais como: setor empresarial. por meio da sua marca comercial Amanco. Te c n o l o g i a | I n o v a ç ã o | Q u a l i d a d e | L i d e r a n ç a ino va çã o em tubo s e co n e xõ e s . acadêmico. Levamos Vida A Mexichem Brasil. organizações sociais. é uma das principais empresas que atuam na condução da água no Brasil. A publicação é dirigida a setores estratégicos envolvidos numa visão integral do tema água. Esta publicação tem uma periodicidade quadrimestral e busca ser uma tribuna para expor soluções. agrícola.

As imagens contidas nesta apostila de apoio são meramente ilustrativas. . Consulte sempre a disponibilidade do produto junto à Equipe Comercial Amanco.

131 | pág.Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico Índice 01 02 03 04 05 06 FATORES SOCIAIS MATEMÁTICA BÁSICA HIDRÁULICA BÁSICA INSTALAÇÕES PREDIAIS NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO INFRAESTRUTURA | pág. 09 | pág. 35 | pág. 143 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 23 | pág. 55 | pág.

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Qualidade 2 .Relações humanas 7 .Ética e cidadania 6 .Produtividade e desperdício na construção civil 10 10 10 11 16 17 18 19 20 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .Gestão de recursos humanos na construção civil 8 .Educação ambiental 3 .Segurança e saúde no trabalho 5 .Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico 01 9 Fatores Sociais 1 .Empreendedorismo 9 .Riscos ambientais 4 .

As normas ISO constituem um padrão internacional para a gestão de qualidade. Estas normas são estabelecidas como base para a realização ou avaliação da gestão da qualidade nas empresas. químicos ou biológicos que. Proposta de construção de sociedades sustentáveis. intensidade ou tempo de exposição. Valor Como valor. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . projeto do produto ou serviço. Riscos ambientais Riscos ambientais são aqueles causados por agentes físicos. • • • Sistemas de Gestão da Qualidade Sistemas de Garantia da Qualidade Sistemas de Avaliação da Conformidade e suas técnicas correlatas "A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional. Educação ambiental Educação ambiental é um ramo da educação cujo objetivo é a disseminação do conhecimento sobre o meio ambiente. com custos maiores ou que assim o sejam percebidos. Regularidade Uniformidade. qualidade significa o melhor que se pode fazer.795 que.2 . Especificações Qualidade planejada. • 10 • • • 1.3. produtos ou serviços idênticos. em todos os níveis e modalidades do processo educativo. 3.1. ou seja. em caráter formal e não-formal". NBR 8160: Sistemas prediais de esgoto sanitário .( Artigo 2° da Lei N° 9. Normas ISO 14001: tratam do sistema de gestão ambiental de uma organização e o gerenciamento do desempenho ambiental. a fim de contribuir para a sua preservação e a utilização sustentável dos seus recursos. já que valor é um conceito relativo. que depende do cliente e seu poder aquisitivo. Adequação ao uso Qualidade de projeto e ausência de deficiências: projeto excelente e produto/serviço de acordo com o projeto. Normas OHSAS 18001(Occupational Health and Safety Assessment Series): estabelecem requisitos relacionados à gestão da saúde e segurança Ocupacional. devendo estar presente. com junta soldável – Requisitos.01 1. São definidas pelo Comitê Brasileiro da Qualidade . direciona para a: • • Proteção e uso sustentável de recursos naturais. Os produtos da linha predial Amanco são fabricados de acordo com as seguintes normas: • • • • • NBR 5648: Sistemas prediais de água fria – Tubos e conexões de PVC 6. definição de como o produto ou serviço deve ser. entre eles: • • • Satisfação Quando as características do produto vão ao encontro das necessidades dos clientes. presentes nos ambientes de trabalho. NBR 5626: Instalação predial de água fria. qualidade significa ter mais atributos. usar materiais ou serviços raros. concentração. NBR 7198: Projeto e execução de instalações prediais de água quente. numa perspectiva bem abrangente. Conformidade Produto ou serviço de acordo com as especificações do projeto. proporcionando satisfação em relação ao produto.ABNT/CB-25. são capazes de causar danos à saúde do trabalhador em função de sua natureza. da Associação Brasileira de Normas Técnicas. PN 750 kPa. NBR 5688: Sistemas prediais de água pluvial. 1. o padrão mais elevado de desempenho em qualquer campo de atuação. 2. Qualidade FATORES SOCIAIS A Qualidade pode ser definida sob vários aspectos.795).Projeto e execução. Normas de qualidade da ABNT São os documentos que formalizam o nível de consenso a respeito dos processos referentes à qualidade. de todos os setores e atividades econômicas. Normas “ISO” de qualidade A “ISO” (International Organization for Standardization) é uma organização não-governamental que coordena a elaboração e a divulgação de normas técnicas internacionais. esgoto sanitário e ventilação . Elas são aplicáveis a qualquer organização.Tubos e conexões de PVC. Excelência Do ponto de vista da excelência. que têm como objetivo produzir e disseminar as normas de: A educação ambiental no Brasil segue os preceitos da Lei N° 9. • • • Normas ISO 9001: tratam do sistema de gestão da qualidade de uma empresa. tipo DN – Requisitos. sendo um dos requisitos básicos à implementação bem sucedida de um processo de qualidade total. de forma articulada.

2. Essas medidas têm colaborado para a redução do número de acidentes e doenças do trabalho oficialmente divulgados. Conceitos Não se sabe ao certo quando o homem começou a se preocupar com os acidentes e doenças relacionadas com o trabalho. em sua publicação Aumento da Produtividade nas Indústrias Manufaturarias. quer por trabalhadores. afirma que nos últimos anos dedicou-se uma atenção crescente ao elemento humano como causa dos acidentes e comprovou-se que esse fator é mais complexo e mais importante que qualquer outro. 4. determinando limites de idade mínima e jornada de trabalho. tem-se conhecido a gravidade da situação de Segurança do Trabalho no Brasil. Com o objetivo de melhorar as condições de saúde e trabalho no Brasil. através da antecipação. faziam-se referências a existência de moléstias entre mineiros e metalúrgicos. vapores que podem ser absorvidos por via respiratória ou através da pele. a partir da década de 30 várias leis sociais foram criadas. parasitas.. surgem o Mapa de Riscos Ambientais. do bem-estar do trabalhador ainda não foi amplamente reconhecida. na qual o sentimento de solidariedade humana nem sempre consegue sobrepor-se a insensatez. o espírito de empresa e o espírito perfeccionista ainda não fazem parte de muitas organizações industriais. temperaturas extremas. torna difícil precisar o índice dessa redução. bacilos. sem nenhuma motivação por parte da gerência e com o total desinteresse dos empregados. portanto. em meio as suas atribuições. ocorrida na Inglaterra no final do séc. com ruídos altíssimos e em máquinas sem proteção. Agentes biológicos: bactérias. surgiu na Inglaterra em 1833. pois uma quantidade muito grande de trabalhadores não é registrada e. Mulheres.1. o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais). uma série de medidas foram tomadas pra tentar reverter a situação. agressividade e insolência. normalmente heterogênea. A produção. fungos. Desde a divulgação das primeiras estatísticas de acidentes do trabalho pelo então Instituto Nacional de Previdência Social – INPS. pressões anormais. a complexidade das questões relativas ao registro de acidentes e doenças profissionais. Fatores que podem causar riscos ambientais são: FATORES SOCIAIS • • • Agentes físicos: ruído. por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. radiações. visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores.C. carece de um programa de segurança. Mas foi com a Revolução Industrial. Há inúmeras empresas que não instalam programas de segurança do trabalho. ocasionando maior progresso da indústria. V a. Uma coletividade. passa a ser realizada em fábricas mal ventiladas. com grandes perdas humanas e econômicas. XVIII e com o aparecimento das máquinas de tecelagem movidas a vapor que a ocorrência de acidentes aumentou. seus acidentes e doenças não são comunicados ao INSS e a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego. Infelizmente. protozoários e vírus. 9 – NR-9 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. fumos. homens e principalmente crianças foram as grandes vítimas. gases. o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional). criadores de ambientes intoleráveis nos locais de trabalho e de clima propício a acidentes. Segurança do trabalho i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . que antes era artesanal e doméstica. Lei das Fábricas. Diante da persistência de elevados índices de acidentes de trabalho. quer por empregadores. que geram irritação. do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais . tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. névoas.PPRA. Diante dos dados. vibrações. 11 4. não havendo verdadeira compreensão de que a prevenção de acidentes e o bem-estar social dos trabalhadores concorrem para uma maior produtividade por parte dos mesmos. dentre elas. O resultado disso são os choques e as incompreensões. No Brasil. reconhecimento. estão se limitando a atender ao requisito legal. onde a industrialização tomou impulso a partir da 2ª Guerra Mundial. Já no séc. ressalta-se a obrigatoriedade de formação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. consequentemente. avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho. a situação dos trabalhadores não foi diferente: nossas condições de trabalho mataram e mutilaram mais pessoas que a maioria dos países industrializados do mundo. neblinas. A importância da prevenção dos acidentes do trabalho e. a vaidade e a ambição. Agentes químicos: poeiras. Segurança e saúde no trabalho 4.01 A Norma Regulamentadora Nº. para que possa humanizá-la e torná-la tão compreensiva quanto eficiente. A Organização Internacional do Trabalho (OIT). A primeira legislação no campo da proteção ao trabalhador. Porém.

Segundo o § 1º. provocando lesão corporal ou pertubação funcional que cause a morte. O encargo das empresas (ou das entidades) varia em função dos riscos. V . assim entendida a inerente ou peculiar a determinado ramo de atividade e constante de relação organizada pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS). Trabalhador avulso: a partir do dia seguinte ao do acidente.4%). mas passa a trabalhar com dificuldade. II . . inclusive companheiro de trabalho. Valor: o acidentado receberá pelo resto de sua vida 40% do valor da aposentadoria por invalidez acidentária. até o segurado ficar curado. 2º Acidente do trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa. a inerente a grupo etário e a que não acarreta incapacidade para o trabalho. inundação ou incêndio. inclusive de terceiro. Valor mensal: igual ao salário de contribuição do segurado no dia do acidente. no exercício de sua atividade.3. para os fins do disposto no parágrafo. d) no percurso da residência para o trabalho ou deste para aquela”. ou redução. na sua falta. qualquer que seja o número de dependentes. ou redução da capacidade para o trabalho.a doença proveniente de contaminação acidental de pessoal de área médica. 3º Não será considerada agravante ou complicação de acidente i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . também serão considerados acidentes do trabalho “o acidente sofrido pelo empregado ainda que fora do local e horário de trabalho: a) na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa. vigente no dia do acidente. Valor: 20% do salário de contribuição vigente no dia do acidente. Conceito perfeccionista Acidente de trabalho é uma ocorrência não programada. a da entrada do pedido de benefício do INSS. permanente ou temporária. b) Pecúlio por morte acidentária Aos dependentes do segurado que falecer em decorrência do acidente do trabalho. ou perda.Equipara-se ao acidente do trabalho. a partir de quando serão devidas as prestações cabíveis. a doença degenerativa. Valor mensal: igual à aposentadoria por invalidez. b) ofensa física intencional. no local do trabalho ou durante este.5%). que interrompe ou interfere no processo normal de uma atividade. de acordo com o parágrafo 1o. Benefícios previdenciais (Acidentários) Segurados que têm direito: • • • • o trabalhador regido pela CLT. que são classificados em leves (0. O aposentado por invalidez receberá também um pecúlio. e) desabamento. ou a perda.a doença profissional ou do trabalho. c) em viagem a serviço da empresa. 12 De acordo com o item II. em consequência de: a) ato de sabotagem ou de terrorismo praticado por terceiro. Prevenção de acidente do trabalho Conceito legal (Lei 6367/76) FATORES SOCIAIS do trabalho lesão que. o trabalhador temporário. 2o: I . que é uma importância equivalente a 15 salários-referência. Valor: importância equivalente a 30 salários-referência.2%) e graves (2. § 1º item II. para os fins desta lei. Valor mensal: 92% do salário de contribuição do segurado. o acidente sofrido pelo empregado no local e no horário do trabalho. ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas. c) Auxílio-doença acidentária A partir do 16° dia de constatação do acidente.01 4. ou quando apresenta perda anatômica como seqüela. d) ato de pessoa privada do uso da razão. de negligência ou de imperícia de terceiro inclusive companheiro de trabalho. o empregado será considerado a serviço da empresa”. f) Pensão Aos dependentes do segurado que faltar em decorrência do acidente. g) Custeio É atendido pelas contribuições previdenciárias a cargo do segurado. e) Auxílio suplementar Quando o acidentado se recupera. seja qual for o meio de locomoção utilizado. § 3º Em casos excepcionais. do § 2º. a data da comunicação deste à empresa ou. da capacidade para o trabalho. médios (1. § 5º Considera-se como dia do acidente. Art. f ) outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior. resultante de outro acidente. haja contribuído diretamente para a morte. constatando que doença não incluída na relação prevista no item I do § 1º resultou de condições especiais em que o trabalho é executado e com ele se relaciona diretamente. item V. percentuais estes que incidem sobre o total da folha de pagamento. d) Auxílio-acidente Quando o acidentado não tem mais condição de trabalhar no mesmo serviço e precisa mudar de função. Os benefícios concedidos são: a) Aposentadoria por invalidez acidentária Quando o acidentado está definitivamente incapacitado para o trabalho. por motivo de disputa relacionada com o trabalho. ligado ao trabalho. o Ministério da Previdência e Assistência Social deverá considerá-la como acidente do trabalho. b) na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito. Art. inclusive veículo de propriedade do empregado. da empresa e da União. o presidiário que exerce trabalho remunerado. c) ato de imprudência. Este valor é aumentado em 25% se o acidentado necessitar da assistência permanente de outra pessoa. ocasionando perdas de tempo útil e/ou lesões nos trabalhadores e/ou danos materiais. art.o acidente que. embora não tenha sido a causa única. “Nos períodos destinados a refeição ou descanso. se associe ou se superponha às consequências do anterior. o trabalhador avulso. § 4º Não poderão ser consideradas. no caso de doença profissional ou do trabalho. inesperada ou não. Equiparam-se ao acidente do trabalho.

deve-se levar em conta que. falta de sinalização. FATORES SOCIAIS b) Fatores circunstanciais (fatores que influenciam o desempenho do indivíduo no momento): • • • • • • • Problemas familiares Abalos emocionais Discussão com colegas Alcoolismo Grandes preocupações Doença Estado de fadiga etc c) Desconhecimento dos riscos da função e/ou da forma como evitá-los.4. é possível analisar os fatores relacionados com a ocorrência de atos inseguros e controlá-los. pisos fracos e irregulares. aqueles que decorrem da execução das tarefas de forma contrária as normas de segurança. Na verdade. às vezes. colocam em risco a integridade física e/ou mental do trabalhador. presentes no ambiente de trabalho. alguns fatores que podem levar os trabalhadores a praticarem atos inseguros: e) Fatores que fazem parte das características de personalidade do trabalhador e que se manifestam por comportamentos impróprios: • • • • • • O desleixado O machão O exibicionista calado O exibicionista falador O desatento O brincalhão Condições inseguras São aquelas que. Tais condições manifestam-se como falhas técnicas. falta de proteção em partes móveis e pontos de agarramento.01 4. Na maquinaria – localização imprópria das máquinas. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . causado por: • • • Seleção ineficaz Falhas de treinamento Falta de treinamento d) Desajustamento (relacionado com certas condições específicas do trabalho): • • • • • Problemas com a chefia Problemas com os colegas Política salarial imprópria Política promocional imprópria Clima de insegurança etc 13 Atos inseguros são definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano. No entanto. máquinas apresentando defeitos. equipamento de proteção com defeito. isto é. Na proteção do trabalhador – proteção insuficiente ou totalmente ausente. Como se vestir no local de trabalho É sabido que as partes móveis das máquinas formam pontos de agarramento que representam constante fonte de perigo para o operador. Essas causas são apontadas como responsáveis pela maioria dos acidentes. para orientação. os acidentes são provocados pela presença de condições inseguras e atos inseguros ao mesmo tempo. excesso de ruído e trepidações. podendo apresentar-se: a) Inadaptação entre homem e função por fatores constitucionais como: • • • • • • • • • • • • • Sexo Idade Tempo de reação aos estímulos Coordenação motora Estabilidade x instabilidade emocional Extroversão / introversão Agressividade Impulsividade Problemas neurológicos Nível de inteligência Grau de atenção Percepção Coordenação visual / motora • • • Na construção e instalações em que se localiza a empresa – áreas insuficientes. lesão corporal ou doença produzida pelo trabalho ou em consequência dele. É falsa a ideia de que não se pode predizer nem controlar o comportamento humano. Acidentes do trabalho É toda perturbação funcional. devido a possibilidade do mesmo acidentar-se. roupas e calçados impróprios. Seguem-se. falta de ordem e de limpeza. instalações elétricas impróprias ou com defeitos.

os tipos usados pelo trabalhador são desaconselháveis e ninguém está livre do perigo de que algo pesado caia sobre os pés ou que algo perfure ou ultrapasse a sola dos sapatos. • • Critérios Devem possuir certificação. mãos ou dedos.5. seja pelo não uso dos equipamentos de segurança por parte do trabalhador. geralmente. braços. Usar a camisa abotoada e dentro da calça. onde se fizerem necessário. seja pelos riscos profissionais relativos a execução deste ou pela falta de prevenção da segurança do trabalho. fechados e baixos. Usar calças de boca estreita com as barras firmemente costuradas e sem vira. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Segurança e saúde no trabalho São questões relativas à: • • • Acidente no trabalho Prevenção Saúde e higiene Lesão corporal É todo ferimento e/ou contusão causado por qualquer acidente no ambiente de trabalho. Não usar quaisquer enfeites no pescoço. como: • • • • • • • • Usar toca ou gorro para prender os cabelos compridos.01 São exemplos de pontos de agarramento: FATORES SOCIAIS • • • • • • • • • • • • • • 14 • • • • Cilindros Polias Correias Correntes Partes sobressalentes Engrenagens Partes que poderão ser agarradas: Cabelos compridos e soltos Roupas soltas Camisa desabotoada Camisa de mangas compridas Calças de boca larga Enfeites Colares Cordões Brincos Relógios Pulseiras Anéis Doença do trabalho É toda perturbação de saúde adquirida no ambiente de trabalho em virtude das condições em que se realiza o trabalho. Usar sapatos de segurança com biqueira e palmilha de aço. mas algumas providências podem ser tomadas de imediato para minimizar os riscos de acidentes. sem serem apertadas ou largas demais. seja pelas condições propícias ao acontecimento de acidentes. Todos os sapatos citados precisam ser observados. estudados e tratados para se conseguir resultados duradouros ou definitivos. Usar o equipamento de proteção individual (EPI) certo para cada atividade. Usar roupas ajustadas no corpo. 4. A prevenção é feita com campanhas de segurança • Cartazes • Filmes • Palestras • Divulgação dos acidentes • Caixa de sugestões • Comunicação • Treinamento No caso de equipamentos deve-se ter cuidado com: Manutenção • Limpar e guardar tudo que for usado! O calçado inadequado é também um grande problema no ambiente de trabalho porque. Usar mangas compridas com os punhos abotoados ou então usar mangas curtas. Usar calçados de sola de couro.

01 Saúde e higiene Sua saúde afeta o seu trabalho! FATORES SOCIAIS c) Na hora das refeições a) Higiene pessoal • • • • • • Tome banho todos os dias após o trabalho Escovar os dentes após as refeições Manter limpos e penteados os cabelos (aparência) Conservar as unhas limpas e cortadas Manter a barba feita Manter roupas limpas • • • Lavar as mãos antes das refeições Usar talheres e copo individual Jogar resto de comida no lixo 15 d) No banheiro b) Cuidados com o seu corpo • • • • Dobrar os joelhos quando levantar pesos Consulta médica se estiver com problemas de saúde Fazer uso do preservativo sempre Consultar periodicamente dentista • • • • Jogar papel higiênico no lixo Dar descarga no sanitário Lavar as mãos após usar o banheiro Zelar pela manutenção da limpeza i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

01
e) No alojamento

FATORES SOCIAIS

b) Ética Conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade. A palavra ética origina-se do grego "ethos" que apresenta dois significados: • Morada do homem, no sentido de abrigo protetor > estilo de vida > ação no espaço do mundo > costume. • Comportamento resultante da repetição dos mesmos atos > o ato do indivíduo > manifestação do costume > hábito. c) Costume Modo de pensar e agir característico de pessoa, grupo social, povo ou nação. d) Hábito Maneira usual de ser, fazer, sentir, comportar-se individual ou coletivamente, que leva a um conhecimento ou prática.

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Guardar roupas e equipamento em local adequado Não guardar nada molhado no armário Não perturbar o descanso do colega Não fumar no alojamento, além de causar danos a saúde pode causar incêndio Não fazer refeições no vestiário

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Tanto o costume quanto o hábito são construídos. e) Cidadão É indivíduo que, como membro de um Estado, usufrui de direitos civis e políticos garantidos pelo mesmo Estado e desempenha os deveres que, nesta condição, lhe são atribuídos. Em resumo, é a pessoa que goza de direitos constitucionais e respeita as liberdades democráticas. f) Cidadania É um processo que se efetiva através do conhecimento e conquista dos direitos humanos, por meio daquilo que se constrói. “Ninguém nasce cidadão, mas torna-se cidadão pela educação. Porque a educação atualiza a inclinação potencial e natural dos homens à vida comunitária ou social.” Luis Carlos Ludovikus Moreira de Carvalho

f) Convivendo com os colegas

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Respeite o seu colega de trabalho Não faça algazarra Não faça uso de álcool, drogas ou qualquer tipo de entorpecentes Não traga nenhum tipo de arma para o trabalho Evite brincadeiras que distraiam ou irritem o colega durante o horário de trabalho

Segurança e saúde não são necessárias somente no seu trabalho, mas na sua vida.

5.1. Identidade
Conjunto de características e circunstâncias que distinguem uma pessoa ou grupo, dando a estes uma forma única. Pode ser: Individual A construção da identidade individual é um processo que acontece durante toda, ou grande parte, da vida dos indivíduos, no meio familiar e social e que estabelece o conjunto de valores e crenças que definirão a sua pessoa. Coletiva A construção da Identidade coletiva é um processo social de constituição de um conjunto de valores e ações a partir das relações interativas em espaço geográfico, entre indivíduos e/ou grupos que organizam sua vida em torno de atividades semelhantes, tendo como base um conjunto de valores compartilhados. A identidade coletiva regula e é regulada: 1) Pelos sentimentos de pertencimento; 2) Pela definição de práticas sociais grupais (cultura política); 3) Pelo partilhamento de valores, crenças e interesses; 4) Pelo estabelecimento de redes sociais; e 5) Pelas relações intra e entre grupos.

5. Ética e cidadania
a) Autoestima Autoestima inclui a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo positiva ou negativa em algum grau (Sedikides & Gregg, 2003).

i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s

01
6. Relações humanas
Vivemos, convivemos e trabalhamos com pessoas. Basta estar em contato com alguém para que algum tipo de sentimento seja despertado (simpatia, antipatia, inveja, atração...). As pessoas reagem às pessoas com que têm contato. Quando se conhece uma pessoa, formamos uma opinião inicial sobre ela, conhecida como primeira impressão. Os fatores envolvidos na formação das primeiras impressões são: Impacto que cada um causa no outro

FATORES SOCIAIS

Relacionamento difícil e tenso

6.1. Relações interpessoais
São as ações e relações entre os membros de um grupo ou entre grupos de uma sociedade, ocorridas através das interações.

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Os fatores que influenciam as relações interpessoais são:

Espontaneidade Distanciamento sem conflito

i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s

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Dificuldade de fazer e receber críticas

FATORES SOCIAIS

7. Gestão de recursos humanos na construção civil
Gestão de recursos humanos é a atividade que tem por finalidade recrutar, selecionar e qualificar os recursos humanos com o objetivo de alcançar um desempenho que possa combinar as necessidades individuais das pessoas com as da organização.

7.1. Recursos humanos
São as pessoas com seus talentos, habilidades, conhecimentos e capacidades, que estão envolvidas nos processos organizacionais. “A eficiência das pessoas, das atividades e a eficácia das organizações são resultados da adoção de metodologias e procedimentos direcionados à gestão das pessoas”. Idalberto Chiavenato Os fatores relacionados são: Dificuldade de lidar com conflitos

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• Recrutamento, seleção e admissão • Desenvolvimento de pessoal • Treinamento, aperfeiçoamento e qualificação • Análise e descrição do trabalho e de cargos • Competências e habilidades • Planos de remuneração • Salários, benefícios e gratificações • Trabalho em equipe • Liderança e formação de líderes • Comunicação e informação • Segurança, saúde e higiene no trabalho • Gestão pela qualidade total em RH
Para a gestão de pessoas, existem 5 processos básicos que devem ser considerados:
Processo
Provisão

Objetivo
Quem irá trabalhar na organização O que as pessoas farão na organização Como manter as pessoas trabalhando na organização Como preparar e desenvolver as pessoas Como saber o que são e o que fazem as pessoas

Atividades envolvidas
• Pesquisa de mercado de RH • Recrutamento de pessoas • Seleção de pessoas • Integração de pessoas • Desenho de cargos • Descrição e análise de cargos • Avaliação de desempenho • Remuneração e compensação • Benefícios e serviços sociais • Higiene e Segurança do Trabalho • Relações sindicais (trabalhistas) • Treinamento • Desenvolvimento organizacional • Banco de dados / sistemas de informação • Auditoria de RH

Dificuldade de rever nossas primeiras impressões

Aplicação

Manutenção

Desenvolvimento

Monitoração

7.2. Funções da mão de obra de produção

Saber lidar com as relações interpessoais é fundamental para o bom desenvolvimento de um profissional no local de trabalho.

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Execução dos serviços Distribuição de pessoal e suprimentos Definir e solicitar os suprimentos do dia a dia Trabalhos de medição Definição do layout do canteiro de obras Garantir o cumprimento das especificações, prazos, custos e qualidade Aplicação dos procedimentos de segurança Medicina do Trabalho

i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s

Processo visionário: Desenvolver uma visão e aprender a identificar oportunidades. “Empreendedorismo é aprendizado pessoal que. busca a descoberta vocacional. aprender com a experiência. Apontador Técnicos FATORES SOCIAIS • • • • • • • Ter ousadia Persistente Visionário Ter iniciativa Coragem Humildade Ter paixão pelo que faz b) Técnicas • Saber escrever • Saber ouvir as pessoas • Captar informações • Ser organizado • Saber liderar e trabalhar em equipe 8. com visão limitada • Tem dificuldade para identificar oportunidades • É dependente no sentido de que necessita de alguém para se tornar produtivo • Sem criatividade • • O termo Empreendedorismo designa os estudos relativos ao empreendedor.3." Robert Menezes • • • • • • • c) Gerenciais Marketing Administração Finanças Operacional Produção Tomada de decisão Planejamento e controle 19 Caminhos do empreendedor Autoconhecimento: Espaço de si estreito (Teoria X) versus Espaço de si amplo (Teoria Y). parceiros ou empresas para alcançar objetivos de tal forma que todos saiam ganhando. Plano de negócio: Metas mensuráveis. Capacidade de negociar e apresentar uma ideia: Cooperação entre pessoas. produção e organização. No Brasil. Aumento da criatividade: Dominar os processos internos para gerar inovação e criatividade.01 7. seu perfil. Avaliação das condições para iniciar um plano: Reunir e avaliar todas as condições para elaborar um plano. O termo Empreendedor é utilizado para designar principalmente as atividades de quem se dedica à geração de riquezas. Empreendedorismo A palavra empreendedorismo foi utilizada pelo economista Joseph Schumpeter em 1950 para definir uma pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações. seja na transformação de conhecimentos em produtos ou serviços. o empreendedorismo começou a ganhar força nos anos de 1990. Organograma funcional de uma obra Engenheiro Supervisor Engenheiro Residente Estagiários Mestre de Obras Encarregados O ciais de produção Auxiliares Almoxarife. A síndrome do empregado designa um empregado e não um empreendedor quando ele: • É desajustado e infeliz. com ética e cidadania As habilidades requeridas de um empreendedor são: • • • a) Pessoais Ser disciplinado Assumir riscos Ser inovador i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . seu universo de atuação. ou na inovação em áreas como marketing. na geração do próprio conhecimento. Rede de relações: Estabelecer relações que possam servir de suporte ao desenvolvimento e aprimoramento da ideia do negócio e sua sustentação. Perfil do empreendedor: Comparação das características do empreendedor e da pessoa. revisão de metas. seu sistema de atividades. suas origens. indicadores de evolução. flexibilidade no plano. durante a abertura da economia nacional. impulsionado pela motivação. compromisso coletivo. criatividade e iniciativa. a percepção de oportunidades e a construção de um projeto de vida ideal. que surtiria os seguintes efeitos: • A entrada de produtos importados > controle dos preços > crescimento econômico • Problemas para alguns setores > perda de competitividade com os importados • Modernização das empresas para poder competir e voltar a crescer Razões do empreendedorismo • • • • • • • Autorrealização Estimular o desenvolvimento pessoal e local Apoiar a pequena empresa Ampliar a base tecnológica Criar empregos Acompanhar a velocidade das mudanças e novas tendências internacionais Adaptar-se ao novo mercado.

Ela mede a capacidade que o trabalhador tem de aumentar o valor do conjunto de materiais e serviços que compõem um determinado produto. aumentar o número de empregados. equipamentos etc.10 hh/m2 * hh = horas homem Tempo não produtivo Tempo consumido para elaborar produtos ou serviços que não atendem as necessidades dos clientes. via de regra. (Japan Productivity Center for Social – Economics Development ).1 Tempo X Produtividade Tempo produtivo Tempo consumido para elaborar produtos ou serviços que atendem as necessidades dos clientes. O aumento da produtividade é consequência da utilização otimizada e integrada dos diversos fatores que contribuem na formação. efetivos e duradouros. Produtividade e desperdício na construção civil Produtividade é a relação entre os recursos utilizados e os resultados alcançados. um dos melhores indicadores para a medição dos seus níveis de eficiência e eficácia. Tempo ocioso Tempo consumido pela não elaboração de produtos ou serviços. Podem-se destacar os seguintes fatores que afetam a produtividade: • Capacitação e treinamento da mão de obra • Metodologia de trabalho utilizada • Layout do canteiro de obras • Práticas gerenciais de controle • Processos de produção • Utilização de insumos • Estrutura organizacional da empresa O grau de produtividade de um agente econômico (pessoa. mas ocorre o consumo de recursos disponibilizados. “Produtividade é minimizar cientificamente o uso de recursos materiais.Dinamarca . não é autossuficiente. máquinas. para reduzir custos de produção. exige supervisão e espera que alguém lhe forneça o caminho Domina somente parte do processo. a dinâmica dos mercados.22 hh/m2 • A influência dos processos .01 • • • • • • • • • • 20 FATORES SOCIAIS Sem habilidade para transformar conhecimento em riqueza. 9.Processo artesanal primitivo. descuida de outros conhecimentos que não sejam voltados à tecnologia do produto ou a sua especialidade Tem dificuldade de auto aprendizagem. lutar por aumentos reais de salários e pela melhoria do padrão de vida.Processo industrializado . especializar-se e melhorar somente no que já existe Mais faz do que aprende Não se preocupa em formar sua rede de relações. mão de obra. Trabalho produtivo Ser produtivo não é trabalhar duramente. não o trata como uma aprendizagem Não se preocupa em transformar as necessidades dos clientes em produtos/serviços Não sabe ler o ambiente externo: ameaças Não é pró-ativo 9. . mas sim trabalhar com sabedoria. a evolução do setor Não se preocupa com o que não existe ou não é feito: tenta entender. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . empregando seus talentos e competências àquilo que traz resultados impactantes. não busca conhecer o negócio como um todo: a cadeia produtiva. expandir mercados.80 hh/m2 . A produtividade no Brasil é menor que um quinto da produtividade dos países industrializados: • Apresenta baixos índices de produtividade em relação a outros países . movimentação e comercialização de um produto. do trabalho e dos consumidores”. estabelece baixo nível de comunicações Tem medo do erro.Brasil . empresa. país) é. no interesse comum do capital.45 hh/m2..

Segundo sua natureza. acidentes Desperdícios e perdas Com o desperdício: • Os custos aumentam • Os ganhos diminuem • A qualidade é reduzida • O esforço é dobrado i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . sua natureza e sua origem.2. Desperdício O desperdício não pode ser visto apenas como o material refugado no canteiro. • Mudanças de tecnologia com base em análises de custo/benefício. levando ao grande desgaste físico. Para tanto é necessário planejar. como fabricação de materiais. vandalismo. Qualquer utilização de recursos além do necessário à produção de determinado produto é caracterizada como desperdício classificado conforme seu controle. • Estabelecimento de melhoria contínua de processos. • Identificação de pontos fracos e defeitos. Desperdício na construção civil Perdas As perdas são consideradas inevitáveis (perdas naturais) e evitáveis. Mas para isto é necessário: • Planejamento: depois de planejada. riscos de acidente e desperdício de material. podem acontecer por: • Superprodução • Substituição • Espera • Transporte • No processamento em si • Nos estoques • Nos movimentos • Elaboração de produtos defeituosos • E outros fatores. como roubo. • Ação preventiva. clara e segura. O retrabalho leva ao desperdício. pois ele geralmente envolve: • Consumo de tempo • Consumo de material • Desgaste físico e mental • Desgaste profissional • Descrédito da marca • Redução do lucro Racionalização do tempo Realizar suas tarefas da melhor maneira possível sem perder tempo. • Disponibilização de informações de forma instantânea. Retrabalho O retrabalho é a ação implementada sobre um produto não conforme de modo que ele atenda aos requisitos especificados. FATORES SOCIAIS Conforme a origem. projetos. as perdas podem ocorrer no próprio processo produtivo. a execução fica muito mais fácil. Para a melhoria da produtividade é necessário evitar o retrabalho. como nos que o antecedem. implementar e controlar a execução dos serviços. O retrabalho consiste em fazer os reparos necessários detectados durante processos de inspeção de produtos que não atendam aos padrões previamente estabelecidos e pela mão de obra adicional gasta no reparo e nas reinspeções. o que se consegue otimizando as ações. • Ter um processo de decisão ágil. Em todos os casos a qualificação do trabalhador está presente. mas sim como toda e qualquer perda durante o processo. preparação dos recursos humanos.01 Intensificação do trabalho Executar o trabalho o mais rápido possível. planejamento e suprimentos. 21 9.

01 FATORES SOCIAIS Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 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Contabilidade básica 2 .Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico 02 23 Matemática Básica 1 .Metrologia 3 .Geometria 24 25 27 30 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .Unidades geométricas 4 .

00 0. bens ou direitos) dos sócios ou acionistas na empresa. patrimonial e financeira da empresa. no momento de sua ocorrência.00 Passivo Elegível a Longo Prazo Patrimônio Líquido Total do Ativo 0. d) Analisar Os demonstrativos podem ser analisados com a finalidade de apuração dos resultados obtidos pela empresa. a situação econômica. imposto de renda a pagar. nos seus aspectos patrimoniais e financeiros. num determinado período. ou bens de terceiros que se encontram em nossa posse. Ativo Circulante Clientes Estoques Permanente Total do Ativo 0. Reservas de capital.02 1.00 0. através de suas técnicas.3. pelo seu valor de compra ou aquisição. coincidente com o ano civil.00 0. as quantias a serem recebidas de terceiros e alertando para eventuais problemas. de acordo com o que dispuser o estatuto da empresa ou o contrato social. f) Obrigações Dívidas ou compromissos de qualquer espécie ou natureza assumidos perante terceiros. d) Patrimônio líquido Valor que os proprietários têm aplicado. Reservas de lucros.00 0. com as despesas que a geraram. c) Custo como base de valor . Exercício social É o espaço de tempo no qual as pessoas jurídicas apuram seus resultados. c) Demonstrar Com base nos registros realizados. analisar e acompanhar as modificações do patrimônio em virtude da atividade econômica ou social que a empresa exerce no contexto econômico. como duplicatas a pagar. 1. Funções da contabilidade As principais funções da contabilidade são: registrar. salários a pagar. títulos a pagar. como depreciação acumulada e provisões para ajuste ao valor de mercado. Reservas de reavaliação. As finalidades fundamentais da contabilidade referem-se à orientação da administração das empresas no exercício de suas funções. 1. 1. prevendo os pagamentos a serem realizados. c) Capital social O valor previsto em contrato ou estatuto.Este princípio diz que a contabilidade deve ser feita numa única moeda e que todos os itens devem ser avaliados por essa moeda. A contabilidade é o controle e o planejamento de toda e qualquer entidade sócio econômica.00 0. Balanço patrimonial É um documento contábil que resume as atividades da empresa.00 0. manter um controle permanente do patrimônio da empresa". direitos e valores a receber de uma entidade. Princípios básicos a) Princípio da competência .2. demonstrar.4. que forma a participação (em dinheiro. contas a pagar. sendo atualmente obrigatório o seu levantamento anual. organizar. e Lucros/Prejuízos acumulados. no mesmo período. Contas do ativo têm saldos devedores. e) Acompanhar A execução dos planos econômicos da empresa. com exceção das contas retificadoras. b) Princípio da realização da receita e confrontação da despesa As receitas realizadas no período devem ser confrontadas.As despesas e receitas devem ser contabilizadas como tais.00 a) Ativo Todos os bens. empréstimos bancários. a) Registrar Todos os fatos que ocorrem e podem ser representados em valor monetário. e) Direitos Valores a serem recebidos de terceiros por vendas a prazo ou valores de nossa propriedade que se encontram em posse de terceiros. b) Organizar Um sistema de controle adequado à empresa. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .00 0. expor periodicamente por meio de demonstrativos.00 0.1. independentemente de seu pagamento ou recebimento. b) Passivo Obrigações que deverão ser pagas no decorrer do exercício seguinte. Balanço Patrimonial Empresa: xoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxox Ano Exercício 24 1. divide-se em: Capital social. d) Princípio do denominador comum monetário . Contas do patrimônio líquido têm saldos credores.As aquisições de ativos deverão ser contabilizadas pelo seu valor histórico. Ele pode coincidir ou não com o ano-calendário. Contabilidade básica MATEMÁTICA BÁSICA "A contabilidade é uma ciência que permite.

000. d) Lucros acumulados Resultado positivo acumulado da entidade. c) Prejuízos acumulados Conta que registra as perdas acumuladas da entidade.000. das unidades e dos padrões envolvidos na quantificação de grandezas físicas.00 10.00 70.00 Contas a Pagar Imposto de Renda a Pagar Participações a Pagar Dividendos a Pagar 38.000.000.000. na forma de bens ou direitos que sempre provocam um aumento da situação líquida. já absorvidas pelas demais reservas ou lucros acumulados. custos e despesas apuradas segundo o regime de competência.000.00 5.00 10.02 1.00 32. principais ou acessórias.00 Patrimônio Líquido 25 100.000. enquanto não distribuídos ou capitalizados. direta ou indiretamente. Demonstração do resultado do exercício (DRE) MATEMÁTICA BÁSICA Balanço Patrimonial Empresa : xoxoxoxoxoxoxoxoxox Ano Exercício Ativo Circulante Disponível Caixa Aplicação Clientes Clientes Estoques Estoque Produto Acabado Permanente Máquinas Prédios e Instalações (-) Depreciação Acumulada Total do Ativo Passivo 40.00 15. Vendido . As despesas podem diminuir o ativo e/ou aumentar o passivo exigível.000.000. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .000.000.000. diante do confronto das receitas.00 Capital Social Lucros Acumulados no Ano Estoque Matéria Prima A 2.000.00 45.00 30.00 40.00 12.000.000. que constituem objeto da pessoa jurídica Portanto. Metrologia A definição formal de metrologia.000.00 8.00 2.00 10.00 5.000.00 2.00 Fornecedores 15.000.CPV (=)Lucro Bruto (-)Despesas OperacionaiS De Vendas Administrativas Financeiras Líquidas (=)Lucro Operacional (+/-)Resultado não Operacional (=) Lucro Líquido antes do IR (-) Provisão para o IR (=)Lucro Líquido após o IR (-) Participação dos Empregados (=) Lucro Líquido do Período Valor 100.00 8.00 25.000.00 4.00 10.000.000. metrologia é a ciência da medição.000.000.000.00 27.00 Destina-se a evidenciar a formação de resultado líquido do exercício. dos erros e sua propagação.00 10.000. 2.000.000. gerar receitas.00 20. b) Despesas Gastos incorridos para.00 60.00 35. mas tecnicamente.00 5.000.000. é: • Metron = medida • Logos = ciência 1.000.5.000.000.000. mas sempre provocam diminuições na situação líquida.00 Total do Passivo 100.00 Exigível a Longo Prazo 30.000.00 43.00 Empréstimo Curto Prazo 3.000. Demonstração de Resultado do Exercício Empresa : xoxoxoxoxoxoxoxoxox Ano Exercício Conta Receita de Vendas (-)Custo Prod.000.00 Empréstimo Longo Prazo 30.00 2.000.00 30. podem ser considerados como reservas de lucros. palavra de origem grega.000.000. Resultado operacional (lucro ou prejuízo operacional): Aquele que representa o resultado das atividades. Trata dos conceitos básicos.000.00 a) Receitas Entradas de elementos para o ativo da empresa.00 Circulante 20. legalmente ficam em destaque. dos métodos.00 3.00 28.6.000.

pesquisas e metodologias científicas que têm por base padrões de medição nacionais e internacionais para o alcance de altos níveis de qualidade metrológica. Áreas da metrologia A metrologia está dividida em três grandes áreas: MATEMÁTICA BÁSICA Metrologia também diz respeito ao conhecimento dos pesos e medidas e dos sistemas de unidades de todos os povos. circunferência. comprimento de onda Os símbolos das grandezas são dados na norma ISO 31.02 2. o desenvolvimento. 26 2. definida e adotada por convenção. energia • Espessura. em ordem crescente ou decrescente. para um dado sistema de grandezas. segurança e meio ambiente. calor. corpo ou substância que pode ser qualitativamente distinguido e quantitativamente determinado. Grandezas Atributo de um fenômeno. c) Metrologia legal Relacionada a sistemas de medição usados nas áreas de saúde. Exemplos: a) Sistema Internacional de Unidades SI. • Podem ser agrupadas em conjuntos de categorias de grandezas: • Trabalho. uma em relação à outra. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . antigos e modernos. o símbolo de uma unidade de medida (sinal convencional) designa esta unidade de medida. A instrumentação preocupa-se com o estudo. a aplicação e a operação dos instrumentos. Unidades de medida têm nomes e símbolos aceitos por convenção.1.2. definido de acordo com regras específicas. Unidades de medida Grandeza específica. a) Metrologia científica Utiliza instrumentos laboratoriais. Medição Conjunto de operações que tem por objetivo determinar um valor de uma grandeza. Instrumentação Instrumentação é o conjunto de técnicas e instrumentos usados para observar. b) Sistema de Unidades CGS. O Sistema de Unidades de medida é um conjunto das unidades de base e unidades derivadas. medir e registrar fenômenos físicos. com a qual outras grandezas de mesma natureza são comparadas para expressar suas magnitudes em relação àquela grandeza. Exemplos: a) m é o símbolo do metro b) A é o símbolo do ampère. são denominadas grandezas de mesma natureza. O termo “grandeza” pode referir-se a: a) Grandezas em um sentido geral: • Comprimento • Tempo • Temperatura b) Grandezas específicas: • Comprimento de uma barra • Resistência elétrica de um fio • Concentração de etanol em uma amostra de vinho c) Grandeza de mesma natureza: • Podem ser classificadas. Medida É o valor correspondente ao valor momentâneo da grandeza a medir no instante da leitura. assim. A leitura é obtida pela aplicação dos parâmetros do sistema de medição à leitura e é expressa por um número acompanhado da unidade da grandeza a medir. b) Metrologia industrial Sistemas de medição que controlam processos produtivos industriais e são responsáveis pela garantia da qualidade dos produtos acabados.

essas unidades eram baseadas nas medidas do corpo do rei. e desde então pode ser reproduzido em laboratório. que visa uniformizar e facilitar as medições. aproximadamente. que eram referências universais.1. nas proximidades de Paris. O Antigo Testamento da Bíblia é um dos registros mais antigos da história da humanidade. 27 Nos séculos XV e XVI. Na França. o palmo. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Metro As unidades de medição primitivas estavam baseadas em partes do corpo humano. Havia também outra exigência para essa unidade: ela deveria ter seus submúltiplos estabelecidos segundo o sistema decimal. os padrões mais usados na Inglaterra para medir comprimentos eram a polegada. medidas em côvados. no Gênesis. ocorreu um avanço importante na questão de medidas. 3. A Toesa. Protótipo Internacional do Metro de 1889 (1ª CGPM) a 1960. e é equivalente a três palmos. Há cerca de 4. aproximadamente. Unidades geométricas 3. foi padronizada em uma barra de ferro com dois pinos nas extremidades e. como padrão de medida de comprimento. a jarda. 182. em seguida. Em geral. então. o pé. Uma toesa é equivalente a seis pés. constituindo um padrão de medida. Foi assim que surgiram medidas padrão como a polegada. os egípcios usavam. Inicia-se um movimento no sentido de estabelecer uma unidade natural que pudesse ser encontrada na natureza e. desde 1983 o metro é obtido por meio de um equipamento que utiliza um laser estabilizado. O sistema decimal já havia sido inventado na Índia. quando a definição da unidade metro foi alterada. o cúbito variava de uma pessoa para outra.9 cm. que a nova unidade deveria ser igual à décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre. a jarda e a milha. a braça e o passo. O côvado era uma medida-padrão da região onde morava Noé. o cúbito: distância do cotovelo à ponta do dedo médio. no século XVII. que era então utilizada como unidade de medida linear. ser facilmente copiada. lê-se que o Criador mandou Noé construir uma arca com dimensões muito específicas. ocasionando as maiores confusões nos resultados nas medidas. Como as pessoas têm tamanhos diferentes. 66 cm.000 anos.02 Sistema internacional de unidades (SI) MATEMÁTICA BÁSICA É um conjunto de definições utilizado em quase todo o mundo moderno. quatro séculos antes de Cristo. pois ficava fácil chegar-se a uma medida que podia ser verificada por qualquer pessoa. E lá. Estabelecia-se. chumbada na parede externa do Grand Chatelet. assim. o pé.

alumínio ou fibra. • Estabeleceu-se. Metro articulado O metro articulado é um instrumento de medição linear. No Brasil.Duração de 9. Volume tem unidades de tamanho cúbicas como.192. o sistema métrico foi implantado pela Lei Imperial nº 1157.M.Velocidade de um móvel que. m³. 3. Plural do nome: segundos Símbolo: s Grandeza: tempo (um determinado período considerado em relação aos acontecimentos nele ocorridos). um prazo de dez anos para que padrões antigos fossem inteiramente substituídos. Plural do nome: metros por segundo Símbolo: m/s Grandeza: velocidade (a relação entre espaço percorrido e tempo de percurso.02 MATEMÁTICA BÁSICA Metro quadrado Definição . Plural do nome: metros quadrados Símbolo: m² Grandeza: área (medida da superfície de uma figura geométrica).631. na temperatura de zero grau Celsius e sob uma pressão atmosférica de 760 mmHg e apoiado sobre seus pontos de mínima flexão. Plural do nome: metros cúbicos Símbolo: m³ Grandeza: volume (a quantidade de espaço ocupada por um corpo. Plural do nome: metros Símbolo: m Grandeza: comprimento (a extensão de um objeto considerado na sua maior dimensão). em movimento uniforme percorre a distância de 1 metro em 1 segundo.770 períodos da radiação correspondente à transição entre os dois níveis hiperfinos do estado fundamental do átomo de césio 133. escoa o volume de 1 metro cúbico do fluído em 1 segundo. Metro cúbico Definição . de 26 de junho de 1862. de maneira permanente durante seu uso. Metro por segundo Definição . • No século XIX. • Metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . fabricado em madeira. Metro cúbico por segundo Definição . Segundo Definição . Instrumentos de medição Dispositivos destinados a reproduzir ou fornecer.I. no movimento uniforme).Volume de um cubo cuja aresta tem 1 metro de comprimento. 28 Sendo assim o metro é a distância entre os eixos de dois traços principais marcados na superfície neutra do padrão internacional depositado no B. um ou mais valores conhecidos de uma dada grandeza. durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo.P. por exemplo. in³). Plural do nome: Metros cúbicos por segundo Símbolo: m³/s Grandeza: vazão (o volume de um fluido que escoa através da seção transversal de um conduto por unidade de tempo). cm³.2. vários países já haviam adotado o sistema métrico. (Bureau Internacional dês Poids et Mésures).Vazão de um fluído que. que contém graduação conforme o sistema métrico universal. então. em regime permanente através de uma superfície determinada.Área de um quadrado cujo lado tem 1 metro de comprimento.

ou em polegada e frações. no sistema métrico e/ ou no sistema inglês. Paquímetro com bico móvel: empregado para medir peças cônicas ou peças com rebaixos de diâmetros diferentes. conforme o sistema inglês.02 Régua metálica MATEMÁTICA BÁSICA A régua apresenta-se normalmente em forma de lâmina de aço-carbono ou de aço inoxidável. • • • • • Paquímetro universal com relógio: o relógio acoplado ao cursor facilita a leitura. de profundidade e de ressaltos. Paquímetro digital: utilizado para leitura rápida. externas e de profundidade de uma peça. como peças de máquinas. 29 Paquímetro O paquímetro é um instrumento usado para medir as dimensões lineares internas. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . agilizando a medição. Consiste em uma régua graduada. que possibilita a realização de medições de centésimos e milésimos de mm. O micrômetro mede com exatidão a espessura de revestimentos na construção civil e tem grande uso na indústria mecânica. conforme o sistema métrico. e ideal para controle estatístico. ao longo de seu comprimento. com encosto fixo. externas. graduada em uma ou em ambas as faces. medindo toda a espécie de objetos. rasgos. Paquímetro de profundidade: serve para medir a profundidade de furos não vazados. Nessa lâmina estão gravadas as medidas em centímetro (cm) e milímetro (mm). com traços transversais. Micrômetro É um instrumento de medição linear. fibra ou tecido. Paquímetro duplo: serve para medir dentes de engrenagens. Trena Instrumento de medição constituído por uma fita de aço. rebaixos. livre de erro de paralaxe. sobre a qual desliza um cursor. Tipos de micrômetros • Profundidade • Arco profundo • Com disco nas hastes • Para medição de roscas • Interno • Paquímetro universal: é utilizado em medições internas.

2º passo . b = 8m e h = 6m P = 2 x (8 + 6) P = 28m d = 100 d = 10m D = 100 D = 10m P = 8 + 6 + 100 P = 8 + 6 + 10 P = 24 m A=8x6 Área = 48 m² i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .00m² Cálculo do Perímetro Perímetro = 2 x (b + h) Se. Quadrado 30 4. b = 8m e h = 6 m Cálculo da Hipotenusa d = b² + h² d = 8² + 6² d = 64 + 36 Calculo do Perímetro P=b+h+d P = b + h + b² + h² P = 8 + 6 + 8² + 6² P = 8 + 6 + 64 +36 A = 8×6/2 A = 24.07m A = 5² A=5x5 P = 25 m² Retângulo Triângulo Cálculo da Área Área= b x h/2 Se.leitura dos milímetros inteiros na escala da bainha. também na escala da bainha.leitura dos centésimos de milímetro na escala do tambor. 3º passo . L = 5m P=4x5 A = 20m D = 50 D = 7.02 MATEMÁTICA BÁSICA Leitura no micrômetro 1º passo . Geometria É a matemática que estuda as formas. b = 8m e h = 6m Cálculo da Diagonal D = b² + h² D = 8² x 6² D = 64 + 36 Calculo da Área Área = b x h Se.leitura dos meios milímetros. planas e espaciais. com as suas propriedades. Cálculo do Perímetro Perímetro = 4 x L Se. L = 5m Cálculo da Diagonal D = 2 x L² D = 2 x 5² D = 2 x 25 Calculo da Área Área = L x L ou L² Se.

1415 x 2 x 2 Área = 3.26m² Cálculo da Área da Base Área = π x r2 Sendo π = 3. b = 3m e c = 4m V=2x3x4 V = 24m3 Cálculo da Aresta Quantidade = 12 Comprimento = (4 x a) + (4 x b) + (4 x c) Ca = (4 x 2) + (4x3) + (4 x 4) Ca = 8 + 12 + 16 Ca = 36m Cálculo do Perímetro Perímetro da circunferência = 2 x π x r P = 2 x 3. D = 4m.56m² i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . r = 2m e h = 4m Área = 2 x 3. D = 4m.1415 x 22 Área = 3.1415 Se.1415 x 4 Área = 12. b = 3m e c = 4m A = 2 x [(2 x 3) + (2 x 4) + (3 x 4)] A = 2 x [(6 + 8 + 12)] A = 52m² Cálculo do Volume V=axbxc Se a = 2m. então r = 2m D = 12. então r = 2m Área = 3. D = 4m.1415 x 2 Sendo: π = 3.1415 x 2 x 2 Área = 3. a = 2m A = 6 x (2²) A=6x4 A = 24m² Cálculo do Volume D = a3 Se a = 2m V = 23 V = 8m3 Cálculo da Aresta Quantidade = 12 Comprimento = 12 x a Ca = 12 x 2 Ca = 24m Cálculo da Área Lateral Área = 2 x π x r x h Se.02 Círculo MATEMÁTICA BÁSICA Paralelepípedo Cálculo da Área Área = π x r² Sendo: π = 3.56m 31 Cubo Cilindro Cálculo da Área da Superfície A = 6 x a² Se.1415 x 2 x 4 A = 50.56m² Cálculo da Área da Superfície A = 2 [(a x b) + (a x c) + (b x c)] Se a = 2m. então r = 2m Área = 3.1415 Se.1415 Se.1415 x 4 A = 12.1415 x 2² Área = 3.

1415 R = 4m r = 3m h = 6m A = π x (R + r) x h2 + (R .1415 x 6 x 7 A = 131.r)2 Cálculo do Volume π = 3.02 MATEMÁTICA BÁSICA Cálculo do Volume (pelo raio menor) π = 3.99 x 6. então r = 2m Área = 2 x 3.1415 R = 4m r = 3m L = 6m A = π x L x (R + r) A = 3.36m3 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .1415 x 22 x 4 V = 50.94m3 A = 2 x π x h x (R + r) A = 2 x 3.9) V = 3.89m2 Tronco de cone 32 Cálculo da Área Total Área = 2 x π x r x (h + r) Sendo π = 3. D = 4m.1415 e h = 4m Se.32) V = 3.40m² Cálculo do Volume V = π x r2 x h V = 3.1415 x 6)/3] x [42 + 32 + (4 x 3)] A = (18.1415 x 6 x (42 .1415 x 6 x (4 + 3) A = 2 x 3.r2) Cálculo da Área Lateral π = 3.3)2 A = 3.1415 R = 4m r = 3m h = 6m V = π x h x (R2 .1415 x 6 x 7 A = 131.1415 R = 4m r = 3m h = 6m V = 3.1415 x 6 x 7 V = 263.94m2 Cálculo da Área Lateral (pela altura) π = 3.082 V = 133.74m2 V = [(3.26m3 Cilindro oco Cálculo da Área Lateral (comprimento do lado) π = 3.1415 x 7 x 36 + 1 A = 21.1415 x 6 x (4 + 3) A = 3.1415 R = 4m r = 3m L = 6m V = [(π x L)/3] x [R2 + r2 + (R x r)] A = 3.84/3) x (16 + 9 + 12) A = 6.1415 x (4 + 3) x 62 + (4 .1415 x 2 x (4+2) A = 75.28 x 37 A = 232.1415 x 6 x (16 .

02 MATEMÁTICA BÁSICA Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 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______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 33 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

02 MATEMÁTICA BÁSICA Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 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_____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 34 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

Conceitos utilizados em instalações hidráulicas prediais 4 . 3˚ PAV. 1˚ PAV.Equipamentos economizadores de água 3 . 2˚ PAV.Leitura e interpretação de projetos hidráulicos 6 . TÉRREO Condutor horizontal Grelha em rampa de estacionamento Sistema de recalque para águas pluviais 35 Hidráulica Básica Grelha de cobertura Ralo de balcão Sacada 1 Sacada 2 4 9 5 Destino Final 6 6 7 3 8 1 .Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico 03 COBERTURA 4˚ PAV.Tipos de instalação 5 . Ralo da área externa PAV.Normas técnicas 36 38 38 44 44 53 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .Uso racional de água 2 .

mover máquinas. lagos e reservatórios de onde a humanidade retira o que consome só correspondem a 0. em tese. onde vivem apenas 5 % dos habitantes do país. Cada brasileiro possui. 10% da utilização da água vai para o abastecimento público. Em todo mundo. perdem-se até 40% dos 10. 6 % da água doce disponível no planeta. GO e MG convivem com oferta anual inferior a 2 milhões de litros por habitante. preparar alimentos. Daí a necessidade de preservação dos recursos hídricos.34% A água é utilizada para a irrigação de plantações e a criação de animais de um modo geral.1.4 milhões de litros distribuídos anualmente pelo país. irrigação de parques e jardins. entre outros. • • • • • 11. da habitação e das roupas.2. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . fabricar bebidas e alimentos. onde vivemos. A disponibilidade de água ficou três vezes menor. Pelas contas do Ministério do Planejamento. • • • Cerca de 30% da água tratada é perdida em vazamentos pelas ruas. além de irrigar hortas e criar animais.36% 2. 53% dos recursos hídricos da América do Sul. O consumo per capita no país dobrou em 20 anos. E por ter tanta água. 1. mas aproximadamente 2. resfriar peças. Várias cidades de SP. RJ. 1. o desperdício também é grande. A Terra possui 1. A grande São Paulo desperdiça 10 m³ de água por segundo. prevenção de incêndios.4 milhões de quilômetros cúbicos de água. PE. avenidas e praças públicas. cuidar da higiene pessoal. Os rios. Nós dependemos dela para viver.5% deste total é doce.36% desse percentual. recreação. a) Uso doméstico A água é utilizada para beber. 80% concentram-se na Amazônia. 23% para a indústria e 67% para a agricultura. Água no Brasil O Brasil tem a maior reserva hidrológica do planeta: • • • b) Uso público A água é utilizada para a limpeza de ruas. BA.3% Água 75% Terra 25% d) Uso rural 36 Disponível Geleiras para consumo e águas humano subterrâneas 0. Água é fonte da vida.03 1. Disponibilidade de água e seus usos Oceanos 97. o que fazemos. 34 milhões de litros ao ano. Não importa quem somos. Ela deve ser de primeira qualidade e preencher os requisitos de potabilidade. Os 20% restantes abastecem 95% dos brasileiros. Conforme as estimativas da ONU é possível se levar uma vida confortável com 2 milhões de litros ao ano. Uso racional da água HIDRÁULICA BÁSICA c) Uso industrial A água é utilizada para gerar energia.

de maneira controlada. a partir de uma descarga de efluentes. podendo ser de forma direta ou indireta. • • • Comportamentais: torneira da pia aberta.4. que ajuda na redução do consumo. pressupõe-se a existência de um sistema de tratamento de efluentes que atenda aos padrões de qualidade requeridos pelo uso objetivado. Sociais: concentração da população nas cidades. Reuso indireto planejado Quando os efluentes. é reutilizada para o mesmo ou outro fim. antes de sua descarga em um sistema geral de tratamento ou outro local de disposição. Gerenciamento de consumo da água É a atividade de estudo. crescimento da população maior que a capacidade de fornecimento. Neste caso. instalações. medição e manutenções especificos Exploração. decorrente de ações planejadas ou não. conscientização Campanhas. 37 Um bom exemplo para a racionalização de água é a individualização da água em edifícios. Detectar vazamentos. consumo Reduzir consumo 1. reuso.03 E os principais fatores de influência no desperdício de água são: HIDRÁULICA BÁSICA Reuso indireto não planejado Acontece quando a água. uma vez que os mananciais existentes vêm sofrendo maiores pressões em razão de fatores como o crescimento demográfico e o desenvolvimento das atividades humanas. Essa reutilização pode ser direta ou indireta. Usando a água racionalmente O uso racional da água é definido como as práticas. que prevê medidas como: a) Técnica • • • • • • Projetos. tomar banhos intermináveis ou lavar calçadas com jatos de água. no atendimento de algum uso benéfico. depois de tratados. tratamento Racionalizar exploração e consumo Reciclagem de água É o reuso interno da água em um determinado processo. para ser utilizados a jusante. é descarregada no meio ambiente e novamente utilizada a jusante. baixa implementação de programa de uso. Políticos e legais: legislação pouco abrangente. equipamentos. reciclagem. O uso racional e responsável da água é fundamental para o futuro da humanidade. 1. são descarregados de forma planejada em corpos de águas superficiais ou subterrâneos. Além disso. b) Comportamental Educação. de maneira não intencional e não controlada. utilizada em alguma atividade humana. as técnicas e as tecnologias que aperfeiçoam a eficiência no uso da água e reduzem o seu consumo. onde cada morador paga somente a água que consome. tratada ou não. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Minimizar o desperdício de água no condomínio.3. • • • Proporcionar justiça social. planejamento e implementação de programas de uso racional da água. ensino. em sua forma diluída. Reuso da água O reaproveitamento ou reuso da água é o processo pelo qual a água. atendendo as mesmas necessidades. tem outros objetivos como: Reuso planejado ou reuso intencional Quando o reuso da água é resultado de uma ação humana consciente. analisando a regularidade de consumos.

temos que realizar um esforço. Comparando alguns produtos hidráulicos prediais convencionais com produtos economizadores de água. ginásios e estádios. indústrias. colégios e faculdades.03 HIDRÁULICA BÁSICA 2. esses produtos são utilizados em locais públicos e áreas comuns de prédios comerciais e residenciais. quanto menor for a área onde ela se distribuiu. Para uma intensidade de força. P=F A F Área a) Pressão hidrostática A pressão hidrostática estuda as forças exercidas pelo líquido contido em reservatórios. proporcionando melhores condições de saúde para toda a comunidade. Por isso entender a noção de força é necessário para compreender como a água atua nos sistemas prediais. Área A área é a quantidade de espaço existente em uma superfície. para que possamos empurrar um carro. E o peso da água quando é acumulada em reservatórios e tanques. Quando aplicado à Hidráulica. terminais rodoviários. 3. cozinhas industriais. A utilização destes equipamentos proporciona uma economia que varia de 32% a 72%. shoppings.c. EconomizadoSobrado Apart.75 l 2l Registro 0. Essa relação é conhecida como pressão (P). 3.0 l 7. 3. gerando uma pressão. São importantes também porque quando utilizamos menos água. ferroviários e metrô./Indústria res de Água Chuveiro 5 75 l 100 l 70 l 10 150 l 120 l 140 l Torneira de 1 10 l 20 l 8l Lavatório 5 50 l 100 l 40 l Misturador de 1 60 l 100 l 30 l Cozinha 5 120 l 200 l 60 l Torneira de 5 60 l 100 l 40 l jardim/tanque 10 120 l 200 l 80 l Mictório c/ 0. clínicas. Eles têm como principal característica. sendo que 1 kgf = 9.5 l 4l Em geral.c. maior será a pressão por ela exercida. como é o caso da água. Força A força (F) pode ser entendida como um esforço exercido sobre um objeto. ambulatórios. Equipamentos economizadores de água São equipamentos dotados de dispositivos que têm por finalidade reduzir o consumo de água no sistema hidráulico predial. A este esforço aplicado denomina-se Força. Por exemplo.25 2. (1) F (2) F A unidade de medida da força é o quilograma-força (kgf ) ou Newton (N). é preciso muito mais força para empurrar um carro (1) do que uma moto (2). A instalação de produtos que gastam menos água e mantém o nível de conforto de seus usuários contribui para preservação dos recursos naturais. Pressão A Pressão (P) é a quantidade de Força (F) que foi aplicada em uma determinada área (A).5 l 3. restaurantes. Existem várias unidades de medida de área. como qualquer outro objeto.1. entre outros. O peso que a água exerce força as paredes e o fundo do recipiente no qual ela está contida. percebemos a redução no consumo de água. ou mesmo quando é transportada em tubos e canais. as forças exercidas pelos líquidos estão associadas à área (A) onde os líquidos estão contidos.2. um temporizador de saída de água ou até mesmo acionamento de diferentes quantidades de água para a limpeza dos aparelhos sanitários. hotéis.50 5. A água. a área por onde a água passa está ligada a quantidade de água que percorre um determinado tubo ou com a quantidade de água que fica reservada em uma caixa. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . sendo as mais utilizadas o metro quadrado (m²). Conceitos utilizados em instalações hidráulicas prediais 3. como academias.) a 10 m. aeroportos. tem peso.a.3. Ela pode ser grande ou pequena dependendo do “tamanho” do esforço que temos que fazer como no exemplo.a.80 N. A força é um conceito de grande importância quando se fala de Hidráulica. Em hidráulica. Casa/ 10 a 40 m. reduzimos a quantidade de esgotos gerados. causa uma força contra as paredes dos mesmos. Tabela comparativa de consumo de água Produto 38 Tempo Baixa Pressão 2 Alta Pressão Dispositivos (Min. centímetro quadrado (cm²) e quilômetro quadrado (km²).

Essa é chamada de Teoria dos Vasos Comunicantes A unidade de medida pode ser : Unidade kgf/cm m. e expressa em metros (m).a. Outra propriedade importante. maior será a altura de água no copo. Colocando água em um vaso com comunicação entre as partes de diversas formas verificamos que a altura da água será a mesma em todas. a pressão é a mesma em todas as direções. maior será a força aplicada e maior será a pressão. b) Pressão dinâmica A água tem comportamentos diferentes quando está em repouso e quando está em movimento.i. ou seja. Essa altura é denominada altura manométrica. ou suas derivadas. nem as dimensões.2 100 0.c. 2 Valor 1 10 14. um copo de água em cima de uma balança provoca um peso e também uma força. e maior será a pressão. Como você faria? Basta substituir a torneira por um manômetro e fazer a leitura. maior é a distância do fundo à superfície. HIDRÁULICA BÁSICA Como medir? A pressão hidrostática é medida com o manômetro.03 Por exemplo. esse aumento se transmite a todos os seus pontos e também às paredes do recipiente que o contém. em qualquer ponto no interior de um líquido em repouso. portanto 10 metros de distância desse ponto até o nível máximo de água na caixa d’água. E mais.1 0. a altura de água no tubo é conhecida como coluna d’água.98 Leganda Quilograma-força por centímetro quadrado Metros de coluna d´água Libras por polegada quadrada Quilo Pascal Mega Pascal Pressão barométrica 39 ALTURA 1 ALTURA 2 kPa MPa bar Na prática vamos pensar que é preciso fazer um trabalho em um edifício de 10 andares e para isso é necessário medir a pressão na torneira do lavatório. conhecida como pressão dinâmica.s. Por isso a pressão só depende da profundidade do reservatório e não importa o formato. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . por exemplo. o manômetro marcou 1 kgf/cm² = 10 mca. F F h H Mais água no copo Mais peso e maior a altura de água no mesmo copo Mais pressão Percebemos nesse exemplo que quanto maior a altura da água no copo. que é a pressão hidrostática. Quando trabalhamos com tubulações. Cada vez que for colocada mais água. lb/pol2 p. Já estudamos a pressão da água em repouso. é que quando aumentamos a pressão sobre a superfície de um líquido. você saberia dizer qual a altura desse ponto até a caixa d’água? Sim. Agora vamos conhecer a pressão da água em movimento.

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HIDRÁULICA BÁSICA

Em duas partes diferentes de um tubo vamos colocar 2 tubos pequenos abertos com o fundo no mesmo nível e que servem como medidores de pressão. Quando a água está em repouso observa-se que nos 2 tubos ela sobe até a mesma altura, pois a diferença de pressão entre dois pontos de um líquido em repouso depende somente da diferença de altura entre eles (situação a). Porém se o líquido estiver em movimento observa-se que quanto maior a bitola do tubo que transporta a água, maior é a pressão. Como o aumento da bitola corresponde a uma redução na velocidade, conclui-se que a pressão será maior onde a velocidade for menor (situação b).

Qual dos dois reservatórios tem maior pressão?

(a)

(b)

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Isso nos ensina que a pressão dinâmica é maior quanto menor for a velocidade da água e que quando reduzimos a bitola de um tubo em uma rede de água fria, existe uma perda de pressão, conhecida como perda de carga. O conceito de perda de carga é muito importante e será estudado mais a frente.

Nenhum dos dois! A pressão é a mesma, pois ambos tem a mesma altura manométrica! c) Pressão de serviço Pressão de serviço é a pressão máxima que pode existir na rede para que um tubo, conexão, válvula, registro ou outros dispositivos sejam utilizados em condições normais. A pressão insuficiente, abaixo da mínima, ocasiona o mau funcionamento dos aparelhos; por exemplo, a válvula de descarga não terá a vazão necessária para funcionar e o chuveiro não propiciará o conforto esperado, pois não apresentará a vazão mínima. No caso de pressão acima da permitida, a tubulação e suas conexões estarão em risco, além dos aparelhos, por exemplo, os aquecedores, que apresentam pressão máxima de serviço. A NBR 5626 fornece uma tabela de pressões dinâmicas e estáticas nos pontos de utilização, a seguir apresentada, com esses limites.
Tabela – pressões dinâmicas e estáticas nos pontos de utilização Pressão dinâmica Peças de utilização estática Aquecedor de alta pressão Aquecedor de baixa pressão Bebedouro Chuveiro de DN 20 mm Chuveiro de DN 25 mm Torneira Torneira de boia para descarga de DN 20 mm Torneira de boia para descarga de DN 25 mm Torneira de boia para reservatórios Válvula de descarga de alta pressão Válvula de descarga de baixa pressão Min (m.c.a.) 0,5 0,5 2 2 1 0,5 1,5 0,5 0,5 (B) 1,2 Max (m.c.a.) 40 40 40 40 40 40 40 40 40 (B) Pressão estática Min (m.c.a.) 1 1 (C) 2 Max (m.c.a.) 40 5 40 (C)

Norma Brasileira Segundo a NBR 5626:

• •

A pressão estática em qualquer ponto de utilização da rede predial de distribuição deve ser inferior a 400kPa (40m.c.a.). A pressão dinâmica em qualquer ponto de utilização da rede predial de distribuição deve ser superior a 5kPa (0,5m.c.a.).

Notas: A: 1m.c.a. = 10kPa B: O fabricante deve especificar a faixa de pressão dinâmica que garanta vazão mínima de 1,7 l/s e máxima de 2,4 l/s nas válvulas de descarga de sua fabricação. C: O fabricante deve definir esses valores para a válvula de descarga de sua produção, respeitando as normas específicas.

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Tipos de projetos em relação à pressão
Existem basicamente dois grupos de projetos em relação a pressão de água e de situações distintas: construções térreas e os edifícios com vários pavimentos. Vejamos cada um deles separadamente. a) Construções térreas As construções térreas ou sobrados e até mesmo pequenos edifícios apresentam situações em que há necessidade de verificar a pressão máxima, pois a simples observação da tabela de pressões nos pontos de utilização indica valores máximos iguais a 40m.c.a., totalmente fora da faixa de trabalho deste grupo. Portanto, só resta ser verificada a pressão mínima (p min > 0,5 m.c.a.). Os pontos críticos de pressão mínima do sistema (situações mais desfavoráveis) ocorrendo sempre no pavimento mais elevado, mais próximo do reservatório, e nas peças que necessitam mais pressão (válvula de descarga), ou no ponto mais desfavorável geometricamente, o chuveiro, visto ser o ponto mais alto do sub-ramal, portanto, o ponto mais próximo do reservatório. Cada cômodo com instalação hidráulica deve ser analisado em cada caso individualmente, para se verificar a situação mais desfavorável, em cada caso, e a pressão mínima do sistema para essa situação e assim as demais peças, em situação geométrica mais favorável, estarão atendidas. A altura do reservatório poderá ser previamente fixada (por razões arquitetônicas, por exemplo, reservatório localizado sob a cobertura) ou definida pelo projeto hidráulico. b) Edifícios com vários pavimentos Além dos pontos de pressão mínima, idênticos aos das residências, há os pontos onde ocorrerá pressão máxima em edifícios altos, exatamente o pavimento mais baixo, razão pela qual se deve limitar o cálculo a cerca de treze pavimentos (considerando o pé direito de 3m), o que daria prédios com altura de 39m; além desse valor, pode-se instalar reservatórios intermediários ou válvulas redutoras de pressão, de modo a solucionar a questão; portanto, feito isso resta apenas a verificação da pressão mínima. A altura do reservatório poderá ser previamente fixada (por razões arquitetônicas, por exemplo, sobre o apartamento da cobertura) ou definida pelo projeto hidráulico, o que raramente ocorre. Pelo que já foi exposto, a questão restringe-se primeiro à verificação da pressão mínima. Para esta, há duas soluções básicas: • Altura do reservatório a ser definida: efetua-se o cálculo, determinado a altura mínima necessária; • Altura predeterminada do reservatório: efetua-se o cálculo, com base na situação geométrica existente, determinando os diâmetros mínimos necessários para obter a pressão mínima. c) Caso particular de edifícios altos Em edifícios de grande altura devem ser tomadas precauções especiais para limitação da pressão e da velocidade da água em função de: ruído, sobrepressões provenientes de golpe de aríete, manutenção e limite de pressão nas tubulações e nos aparelhos de consumo, limitada pela NBR 5626 em 40m.c.a. Portanto, não se pode ter mais de treze pavimentos convencionais (pé-direito de 3m x 13 = 39m), abastecidos diretamente pelo reservatório superior, sem a necessária proteção da instalação. Nos esquemas a seguir estão soluções alternativas para esse caso, com a utilização de válvulas redutoras de pressão ou de reservatórios intermediários.

HIDRÁULICA BÁSICA

3.4. Velocidade de escoamento
A velocidade (v) é a medida da rapidez com que um corpo muda sua posição em um determinado tempo. As unidades de medida mais conhecidas para expressar a velocidade são o metro por segundo (m/s) e quilômetro por hora (km/h). A relação entre essas unidades de medida é 1 m/s = 3,6 km/h. Quando falamos na velocidade de líquidos em tubulações, muitas variáveis devem ser consideradas como:

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• • • • • •

Quanto maior o diâmetro, menor a velocidade. Aumento e redução de diâmetro na rede causam variação na velocidade. A rugosidade provoca redução da velocidade. Quanto maior a velocidade, maior da perda de carga. Corrosão ou formação de crosta e entupimentos reduz a velocidade. Quanto maior a velocidade, menor a pressão no tubo, independente da inclinação. Quanto mais inclinado o tubo estiver, maior a velocidade do líquido.

3.5. Vazão
Define-se por vazão, o volume de líquido que se escoa através de determinada seção transversal de uma tubulação em um determinado tempo. Isto significa que a vazão é a rapidez com a qual um volume escoa. As unidades adotadas são geralmente o m³/s, m³/h, l/h ou o l/s.

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HIDRÁULICA BÁSICA

Como exemplo da relação entre velocidade e vazão, para enchermos um balde de 20 litros em um minuto, teremos uma vazão de 20 l/min. Para sabermos o consumo de um banho por exemplo, nesta vazão, se o banho for de 10 minutos, gastaremos então 200 litros de água (20 l/ min X 10 min).

a) Válvula fechada: apenas a pressão nominal atua dentro da coluna.

20 litros 1 minuto Q = 20 L/min

Q = 20 L/min

10 minutos Consumo = 200 L

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3.6. Golpe de aríete
Se um líquido, ao passar por uma calha, tiver seu caminho bruscamente interrompido, seu nível subirá rapidamente, passando a escorrer pelos lados. Se essa situação ocorrer em um tubo “fechado”, o líquido obstruído não tem por onde sair e provocará um aumento da pressão contra as paredes do tubo, caracterizando o golpe de aríete. Outras situações podem causar o golpe de aríete são:

b) Válvula aberta: a água desce, aumentando sua velocidade dentro do tubo. A pressão hidrostática contra as paredes reduz ao máximo.

• • •

A água ao descer com velocidade elevada é bruscamente interrompida pelo fechamento de alguma válvula ou registro. Variação da pressão da rede hidráulica na rede de água da concessionária. Equipamentos hidráulicos como máquinas de lavar roupas, registros de esfera, válvulas de descarga e bombas em edifícios são muito antigos.

c) Fechamento rápido da válvula: interrupção brusca da água, que causa violento impacto na válvula e equipamentos. E também vibrações e fortes pressões que tendem a dilatar o tubo.

Portanto, o golpe de aríete é o aumento instantâneo de pressão da água dentro da tubulação, causado por uma perturbação, voluntária ou não. É possível relacionar esse fenômeno com os principais conceitos em hidráulica, e o golpe de aríete será maior quando:

• • •

O equipamento hidráulico for fechado rapidamente. Tiver aumento da pressão. A velocidade de escoamento aumentar.

Nas instalações prediais, o golpe de aríete tem como principal consequência danos nos equipamentos hidráulicos, como fadiga das conexões, rompimentos por microfuro, tensionamento, ruptura de tubulações, problemas em bombas, registros e válvulas. Veja como o fenômeno ocorre passo a passo:

Para saber se existe golpe de aríete, verifique barulhos ao acionar as válvulas de descarga ou ligar o chuveiro. A maneira de descobrir é utilizar um manômetro, sabendo que a pressão estática máxima permitida nas instalações prediais é 4 kgf/cm² (40 m.c.a.), se for encontrado valor maior para a pressão no local medido, é provável que o golpe de aríete esteja ocorrendo.

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• • •

HIDRÁULICA BÁSICA

Quando for detectado que existe excesso de pressão e confirmado o golpe: Regule as válvulas de descarga a cada 6 meses, evitando o fechamento brusco. Troque as válvulas de fechamento rápido da edificação, pois em geral a válvula que causou o rompimento não foi a do apartamento que apresentou o vazamento, mas a de outro andar. Instale válvula redutora de pressão no ramal, no hidrômetro ou na bomba, regulando a pressão de saída.

Dessa maneira além da altura da coluna d’água, a perda de carga também influencia na pressão que estará disponível no equipamento hidráulico. As principais causas da perda de carga são:

• • • •

3.7. Conduto livre e sob pressão
a) Conduto livre - é aquele no qual o líquido dentro da tubulação está sujeito apenas à pressão atmosférica. Neste caso, o líquido que escoa não preenche toda a seção do tubo.

Traçados de tubulações: quanto maior o comprimento da rede, maior será a perda de carga. Número de conexões: quanto mais conexões, maior será a perda de carga. Rugosidade: quanto mais rugosas forem as paredes internas dos tubos, maior será a perda de carga. Quanto menor forem os diâmetros dos tubos, maior será a perda de carga.

ar água
Um conduto livre pode ser um canal, um rio ou uma tubulação sem pressão, como o escoamento de esgotos sanitários e águas pluviais. b) Conduto sob pressão ou forçado - são os tubos e conexões que trabalham sob pressão positiva ou negativa. Neste caso, o líquido preenche toda a seção do tubo e faz pressão contra sua parede interna. O fator determinante neste caso é a perda de energia (ou perda de carga). Todos os sistemas de tubulações prediais de água fria, água quente, de incêndio e gás são considerados condutos sob pressão. Assim, para que seu cliente tenha maior pressão nos pontos de água:

43

3.8. Perda de carga
Vamos imaginar que a água que escoa por um tubo seja composta por muitas bolinhas. Durante seu movimento, as bolinhas adquirem uma velocidade, ficam agitadas e turbulentas, causando choques entre si e contra as paredes do tubo, causando o que conhecemos como atrito. O atrito e a turbulência fazem com que exista uma resistência ao movimento da água e assim ocorre a perda de energia. Essa perda de energia se traduz em perda de pressão e é denominada perda de carga.

• • • • •

Diminua o traçado das tubulações. Faça um caminho o mais reto possível. Utilize tubos de PVC, que são menos rugosos. Prefira curvas soldáveis ao invés de joelhos. Evite redução excessiva de diâmetro.

A perda de carga pode ser:

Localizada: as perdas pontuais, ocorridas nas conexões e registros e pela elevação da turbulência nestes locais;

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HIDRÁULICA BÁSICA

Distribuída: perda de carga ao longo da tubulação por atrito da água com a tubulação e com suas próprias partículas.

c) Tubulações embutidas:

• • •

Ficam independentes da alvenaria. Devem permitir movimentação. Deixam uma abertura na alvenaria maior que a do diâmetro do tubo.

Paredes internas mais lisas = Menor atrito = Menor perda de carga; Paredes internas rugosas = Maior atrito = Maior perda de carga.

4. Tipos de instalação
a) Tubulações suspensas ou aéreas:

• •
44

Fixar com abraçadeiras ou suportes. Mais utilizadas para instalações de água fria e esgoto.

5. Leitura e interpretação de projetos hidráulicos
L
Diâmetro Soldável 20 mm 25 mm 32 mm 40 mm 50 mm 60 mm 75 mm 85 mm 110 mm Diâmetro Roscável (máx.) 1/2" 3/4" 1" 1 1/4" 1 1/2" 2" 2 1/2" 3" 4"

L
Espaçamento 0,80 metro 0,90 metro 1,10 metros 1,30 metros 1,50 metros 1,60 metros 1,90 metros 2,10 metros 2,50 metros

Um projeto é o conjunto de desenhos que demonstram as representações gráficas constituídas de linhas e símbolos que traduzem tecnicamente aquilo que se pretende construir. • Nos projetos aparecem os desenhos, as medidas e outras informações, como os detalhes construtivos; • Os projetos são elaborados seguindo normas técnicas, regulamentadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); • Normalmente para a execução de uma edificação são elaborados os projetos de arquitetura, de fundação, de estruturas, de instalações hidro-sanitárias, elétricas e telefônicas.

b) Tubulações enterradas:

• •

Assentadas em: terreno resistente ou sobre base apropriada, sem detritos nem materiais pontiagudos Mais utilizadas para instalações de esgoto.

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5.1. Escala

HIDRÁULICA BÁSICA

São dimensões ou distâncias marcadas nas plantas ou projetos, equivalentes às distâncias reais. Para compreender os projetos, é necessário saber como funcionam as escalas. Por exemplo: se possuímos uma escala 1:50, significa que o desenho será 50 vezes menor que a realidade, ou seja, 1 cm medido no desenho, corresponde a 50 cm reais. Outros exemplos são:

Traço interrompido: Representa um elemento de desenho “invisível”, ou seja, que esteja além do plano de corte.

Traço ponto: Usado para indicar eixos de simetria ou linhas indicativas de planos de corte.

• •

Escala 1:100 significa que 1 cm no desenho representa 1 metro na realidade Escala 1:20 significa que 5 cm no desenho representa 1 metro na realidade

5.3. Folha de projeto (Prancha)
As normas em vigor, editadas pela ABNT, adotam a seqüência “A” de folhas, partindo da folha A0, com área de aproximadamente 1,0 m².

As escalas são utilizadas para reduzir as medidas permitindo que o projeto possa ser representado em um papel de tamanho menor. As réguas convencionais são na escala 1:1, então para desenhar um projeto em uma escala 1:1 seria necessário um papel de tamanho real ao que se deseja construir, o que seria inviável.

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Escalímetro
É o instrumento que possui réguas com diferentes escalas, utilizado para medir e fazer desenhos em escalas ampliadas ou reduzidas. Para se determinar distâncias não contidas no projeto, utilizamos o escalímetro, onde são encontradas geralmente as seguintes escalas: 1:20, 1:25, 1:50, 1:75, 1:100 e 1:125.

1m

Configuração da folha de projeto

1m

5.2. Traço
Os traços de um desenho normatizado devem ser regulares, legíveis (visíveis) e devem possuir contraste uns com os outros. Esses traços possuem espessuras para cada tipo de utilização, além de seus tipos básicos que podem ser:

5.4. Projeto hidráulico
É composto de: memorial descritivo e justificativo, memorial de cálculo, especificações de materiais e equipamentos, desenhos, relação de materiais e equipamentos, orçamentos, enfim, todos os detalhes necessários ao perfeito entendimento do projeto.

Traço contínuo: São as linhas comuns, utilizadas na grande maioria do desenho e também podem possuir espessuras diferentes para cada representação.

Etapas do Projeto
a) Memorial Descritivo: deve apresentar de forma clara e resumida a descrição geral do projeto, as normas utilizadas durante a execução do mesmo, indicar particularidades e prioridades de trechos para execução, também relacionar as descrições dos desenhos.

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Exemplo de planta baixa: Legenda BS CH CV LAV RG RP RS CS Bacia Sanitária Chuveiro Coluna de Ventilação Lavatório Registro de Gaveta Registro de Pressão Ralo Sifonado Caixa Sifonada a) Plantas de água fria e quente As plantas de água fria e quente são representadas por 2 tipos básicos de planta: • Vista em elevação: É uma vista da parede onde está localizada a tu- 46 bulação hidráulica. R. Exemplo de corte: • Plantas Isométricas: É a planta em perspectiva. muitas vezes a escolha do material é por conta do instalador hidráulico que deverá sempre utilizar marcas de qualidade. não deixando nenhuma dúvida quanto ao material a ser adquirido e utilizado. entre outros elementos. utiliza-se a mudança de traço. c) Especificações de Materiais e Equipamentos: deve apresentar todas as características dos serviços. cozinhas e lavanderias. é possível fazer o levantamento da lista de material. os pontos de saída d’água. utilizando o traço interrompido como água quente e traço contínuo para água fria. d) Desenhos: devem seguir as normas brasileiras para desenho técnico. R. nos cômodos como banheiros.03 HIDRÁULICA BÁSICA b) Memorial de Cálculo: deve apresentar os critérios e normas adotadas no cálculo dos elementos do projeto.P. B. que possuem legendas para sua identificação: i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .S. que mostra toda a tubulação. CH. Elementos do desenho As plantas hidráulicas são as representações das tubulações e aparelhos sanitários. No caso de pequenas construções. LAV. Nota: Para que se diferencie a linha de água quente da linha de água fria. conexões existentes no projeto. para sua segurança. materiais e equipamentos. As plantas baixas e cortes baseiam-se nas plantas do projeto arquitetônico e as perspectivas isométricas e detalhes são próprias do projeto hidráulico.G. As prescrições específicas para cada projeto são obtidas junto ao item dimensionamento. Também tem escala 1:20 ou 1:25. Escala 1:20 ou 1:25. Com essas informações.

LAV B. C.S. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .V. onde podemos observar os detalhes das tubulações.03 HIDRÁULICA BÁSICA 47 b) Plantas de esgoto sanitário A apresentação de uma planta de esgoto é feita geralmente em escala 1:20 ou 1:25. CH.S. C.

Sacada 1˚ PAV. 48 Ralo da área externa Caixa de areia PAV. Sacada 2˚ PAV. TÉRREO Destino Final Condutor horizontal Grelha em rampa de estacionamento Sistema de recalque para águas pluviais 1 2 4 9 5 6 6 7 3 8 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .03 HIDRÁULICA BÁSICA c) Planta de águas pluviais COBERTURA Grelha de cobertura Ralo de balcão 4˚ PAV. 3˚ PAV.

é possível fazer uma representação ampla das colunas de água até os pontos de consumo. Este corte serve para verificar as alturas e os pontos de entrada em cada andar do prédio. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 49 b) Edificações No caso de edifícios com vários andares apresenta-se um corte para demonstração das prumadas que são representadas por linhas e sem escala.03 Representação de residências e edificações HIDRÁULICA BÁSICA a) Residências Para residências ou construções térreas.

5.00m a 2.10m a 1.50 a 1.90m 1. devemos acatar as medidas do mesmo.03 HIDRÁULICA BÁSICA Alimentação e distribuição de reservatório domiciliar Altura dos pontos de água e de esgoto • • • TQ (tanque) • AF (água fria): 110 cm • ESG (esgoto): 58 cm VCR (vaso sanitário) • AF (água fria): 33.35m 60cm a 65cm 15cm a 20cm 1.15m a 1.00 a 1.: Se houver projeto.20m 1. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Altura da instalação Altura dos pontos de utilização dos principais aparelhos e peças a partir do piso acabado.10m a 1. Chuveiro Registro de chuveiro Ponto de água para lavatório Ponto de água para bidê Ponto de água para tanque Ponto de água para pia Ponto de água para filtro Registro para filtro Válvula de descarga Bacia sanitária Ducha higiênica 2.20m 1.10m 35cm 30 a 60cm • AF (água fria): 210 cm MLR (máquina lavar roupa) • AF (água fria): 90 cm • ESG (esgoto): 90 cm • Obs.20m 1.10m a 1.20m 1.5 cm DM (ducha higiênica) • AF (água fria): 50 cm 50 • • Esquema da tubulação de esgoto de uma edificação LV (lavatório banheiro) • AF (água fria): 60 cm • ESG (esgoto): 58 cm PIA (cozinha e tanque) • AF (água fria): 60 cm • ESG (esgoto): 58 cm 5.

Pontos de alimentação Os quadros a seguir indicam as alturas e as distâncias de pontas de água e esgoto em instalações hidráulicas. 40 Bacia sanitária com caixa acoplada com B.S. HIDRÁULICA BÁSICA Distância da parede ao centro do ponto do esgoto no piso Nome Abreviação Medida (cm) Bidê com parede do fundo Bi. Pi. Nome Lavatório Máquina de lavar louça Máquina de lavar roupa Pia de cozinha Tanque Medida (cm) 55 70 80 a 90 50 38 5./B. Pi. Mll. 20 Lavatório com coluna com parede do fundo Lav.S. Tq. Tj.A. Mlr. Fi Fi. Cd.7. Tl V. Altura do piso acabado ao ponto de água Nome Banheira Bidê Caixa de descarga convencional Chuveiro Ducha higiênica Filtro convencional Filtro Europa ou similar Lavatório Máquina de lavar louça Pia de cozinha Registro da banheira Registro de chuveiro Registro para filtro para talha Registro geral Tanque Torneira de jardim Torneira de lavagem Válvula de descarga (fluxo automático) Vaso/Bacia sanitária Bacia sanitária com caixa acoplada do centro da bacia sanitária Bacia sanitária com caixa acoplada do centro do piso Tq. D. Bi.S. Observação: Ponto à esquerda Abreviação Ban.03 Veja a seguir o esquema de um lavatório com a representação das redes de água fria.F. Mll.6. 31 parede do fundo Distância da parede Abreviação Lav. 30 Bacia sanitária com parede lateral B. água quente e esgoto.Hig. Ch. V. Água 51 5.S. 18 Bacia sanitária com parede do fundo B. Símbolos e abreviaturas para projetos O quadro a seguir indica os principais símbolos que são encontrados em projetos de instalações da água e de esgoto.S. Conhecer estes símbolos é importante para interpretar corretamente um projeto. Lav. Medida (cm) 30 15 220 210 40 220 120 60 Grande 70 Pequena 110 110 70 130 130 180 10 50 40 110 33 15 25 Símbolo Nome Abreviação Tubulação de água fria Tubulação de água quente Tubulação para incêndio Curvas 90° e 45° Joelhos 90° e 45° Tê 90° Junção 45° Cruzeta Redução Torneira de boia União Luva Tê com saída para cima Tê com saída para baixo Joelho ou curva voltado para baixo Joelho ou curva voltado para cima Junção com o derivante para cima Junção com o derivante para baixo Registro de pressão Registro de gaveta Registro de gaveta com canopla Torneira de pressão Válvula de descarga Válvula de retenção horizontal Válvula de retenção vertical Válvula de pé Hidrante Hidrômetro Bomba de recalque AF AQ CI C J T Y CRZ RD TB U L TSC TSB JCB JCC JC JB RP RG RGC TP VD VRH VRV VP HD H BR i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

Ralo Poço de visita Caixa retentora especial R PV CRE CI S CS CGS F CPs 52 Caixa de inspeção Sifão Caixa sifonada Caixa retentora de gordura (dupla) Fossa Caixa de passagem Colunas Tubo que sobe Tubo que desce Tubo de queda Detalhe de montagem da tubulação de esgoto Esses detalhes fazem parte de um projeto hidrossanitário. bem como facilitar o entendimento do projeto para execução. Esse desenho tem como objetivo facilitar o levantamento de material para orçamento e compra. procurando representar como a obra deve ser construída. Detalhes de projeto Abreviação Tubulação primária Tubulação de ventilação Tubulação secundária Tubo ventilador Tubo operculado Plug Válvula de retenção Ralo sifonado ou caixa sifonada com grelhas TP TV TS TV TO P VR RS Perspectiva da tubulação hidráulica O projeto de instalações de água fria é composto por um detalhe de projeto chamado de “perspectiva” ou “isométrica”. altura e comprimento.8. com os respectivos diâmetros.03 Esgoto Símbolo Nome HIDRÁULICA BÁSICA 5. A planta isométrica indica o percurso das tubulações. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

9) Tubo de PVC DN 100 mm. 6) Registro de pressão cromado com canopla φ ¾ “. 2) Torneira diâmetro (φ) ½ “. 6. 3) Joelho de redução 90º soldável com bucha de latão φ 25x½“.03 Detalhe de instalação da pia 1) Cuba. 11) Tubo de ligação flexível φ ½ “x 20cm. 8) Tê de PVC soldável φ variável. 4) Tubo de PVC soldável 20mm x 20cm. 3) Tubo de PVC rígido soldável marrom φ 20 mm. 6) Válvula para pia φ 1“x 2”. 7) Adaptador de PVC soldável curto com bolsa e rosca para registro φ 25x ¾ “. A principal norma técnica é a NBR 5626 (Instalações prediais de água fria). 10) Tubo de PVC DN 100 mm com ponta superior rente ao piso acabado. Normas técnicas As instalações hidráulicas devem ser projetadas e executadas de acordo com as normas técnicas. 53 Detalhe de instalação do chuveiro 1) Chuveiro elétrico automático. São elas: Padrão de cores das tubulações Vermelho Verde Amarelo Laranja Marrom Branco Cinza claro Cinza escuro Lilás Azul Preto Prediais Incêndio Água fria Gás Água quente Águas pluviais Ar comprimido Eletricidade Esgoto Industriais Incêndio Água fria Gases não liquefeitos Ácido Vapor Vácuo Eletricidade Álcalis Ar comprimido Inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 2) Assento sanitário. 4) Tubo de PVC φ 25 mm. 6) Tê em PVC soldável φ variável. 5) Luva de PVC soldável com rosca φ 25x ¾ “. 2) Braço para chuveiro elétrico com canopla φ ½ “x 40 cm. 7) Sifão para pia φ 1” x 1½ “. 8) Cotovelo 90º PVC com anel de borracha DN 50mm. A NBR 5626 indica as cores que devem ser utilizadas nas tubulações. 4) Tubo de ligação flexível φ ½ “x 30cm. 5) Joelho de PVC 90º soldável com bucha de latão φ 20 x ½“. 5) Tê em PVC soldável φ variável. 10) Tubo de PVC DN 50mm. os regulamentos e leis vigentes. HIDRÁULICA BÁSICA Detalhe de instalação do bacia com caixa acoplada 1) Bacia sanitária com caixa acoplada. 9) Luva simples DN 50mm. 11) Ligação para saída da bacia sanitária (vedação). 8) Curva de raio curto PVC DN 100 mm. 7) Projeção de dois parafusos de fixação de tocos de madeira com bucha plástica. 3) Luva de PVC com bucha de latão φ 25x ½ “.

03 HIDRÁULICA BÁSICA Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 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_____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 54 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

Registros e válvulas 7 .Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico 04 55 Instalações Prediais 1 .Aparelhos sanitários 6 .Plásticos 2 .Sistema predial de água fria 4 .Poço artesiano e semi-artesiano 56 57 58 68 74 76 80 8 .Reservatórios 5 .Sistema predial de águas pluviais 11 .Sistema predial de água quente 9 .Sistema predial de esgoto sanitário 10 .Considerações importantes sobre tubos e conexões 12 .Detectando vazamentos 80 92 111 123 128 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .Sistemas hidráulicos prediais 3 .

melhorando sua resistência ao intemperismo. o que facilita seu manuseio e aplicação Resistência à ação de fungos. já que as cadeias macromoleculares estão unidas entre si por ligações químicas (reticulação). Os plásticos são classificados em: • 56 Termoplásticos: aqueles materiais capazes de serem moldados várias vezes devido à sua capacidade de se tornarem fluidos sob ação da temperatura e depois retornarem às características anteriores. formará um monômero chamado MVC. • PVC (Policloreto de Vinila) O PVC é um plástico muito versátil e leve. artigos cirúrgicos. Alimentos. substituindo. Aprovado por órgãos como ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e FDA (Food and Drug Administration) entre outros. no laboratório do cientista alemão Justus Von Liebig. na presença do álcool.4 g/cm³). Exemplos: PVC. cateteres. que significa “próprio para ser moldado ou modelado”. tubos para transfusão e hemodiálises. baquelite (bolas de bilhar) e resinas epóxi (cola. vento e maresia) Durabilidade: sua vida útil em construções é superior a 50 anos Não propagação de chamas: é autoextinguível Versatilidade 100% reciclável e reciclado Fabricação com baixo consumo de energia Atóxico Torre de Destilação de Petróleo: Este é o princípio da obtenção de um dos componentes que mais tarde se tornará a resina PVC. A construção civil e arquitetura são responsáveis pelo consumo de mais de 60% do mercado brasileiro de PVC. o sal de cozinha) e 43% de eteno (derivado do petróleo). matéria-prima base da produção do PVC. PP. tornou-se parte do vocabulário de consumidores e encanadores. Carbonato de cálcio: carga que adicionada à resina de PVC traz alguns benefícios como. bactérias.04 1. Exemplos: resinas de poliéster (piscinas). Tanto os egípcios quanto os romanos usaram materiais resinosos. Plásticos INSTALAÇÕES PREDIAIS • • • • A palavra “plástico” deriva do grego plastikos. recentemente descoberta. Campos de Aplicação Nas últimas décadas.). poliestireno (isopor) e nylon. O processo de obtenção do cloro é por eletrólise. a partir dos anos 1960. quando há um decréscimo de temperatura. Depois de prontos não há como remodelá-los. E não foi por acaso. Ele é constituído de 57% de seu peso em cloro (derivado do cloreto de sódio. plástico é o “termo geral dado a materiais macromoleculares que podem ser moldados por ação de calor e/ou pressão". o percentual se mantém similar. Cloro + Eteno = MVC MVC = monômero de cloreto de vinila. massa epóxi). Um dos plásticos mais antigos efetivamente criado foi descoberto por Alexander Parkes.. em 1862. o PVC compõe a maioria das instalações de água fria no Brasil e reina absoluto quando o assunto é esgoto. Elemento mais comum entre as famílias de tubos e conexões. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . em Birmingham. chuva. onde é utilizado como embalagem. o PVC é utilizado em setores sensíveis como: • • Área médica (bolsas de sangue e soro. características que facilitam o seu manuseio e aplicação. impedindo que a umidade e as bactérias os estraguem. na Inglaterra. Leveza (1. No produto acabado ele apresenta resistência ao intemperismo. elétrico e acústico Resistência a choques Impermeabilidade a gases e líquidos Resistência às intempéries (sol. por exemplo. os velhos tubos de ferro. foi sintetizado pela primeira vez em 1835. O PVC é constituído de: • • • • Resina de PVC. Estabilizante: serve para dar resistência ao PVC durante o processamento evitando a sua degradação. No mundo. Termorrígidos: materiais maleáveis apenas no momento da fabricação do objeto. também conhecido como eteno. os componentes vão se separando na torre de acordo com seu ponto de ebulição. O PVC é um material que se diferencia por não ser feito 100% de petróleo. aumento da estabilidade dimensional e aumento da dureza. insetos e roedores Resistência à maioria dos reagentes químicos Bom isolamento térmico. luvas etc. De acordo com o Dicionário de Polímeros (Andrade et al. Pigmento: função estética e de proteção à radiação UV. 2001). Um dos gases de topo é o etileno. PE. A medida em que o petróleo é aquecido. Numa tentativa de imitar marfim ele misturou a nitro-celulose. o policloreto de vinila. como seladores e cimento. acondicionando os alimentos com segurança. O eteno em conjunto com um outro componente chamado cloro. mais conhecido como PVC. Dentre as suas principais características destacam-se: Origem do PVC • • • • • • • • • • • • • • • O cloreto de vinila. com cânfora.

04 Tabuleiros Gases de topo INSTALAÇÕES PREDIAIS 2. transformando atráves de uma reação química o Monômero em Polímero. carbonato etc. Os sistemas prediais hidrossanitários se dividem em: Gasolina Querosene Os compostos condensados com um determinado ponto de ebulição se depositam em cada um dos tabuleiros Gasóleo • • • • Abastecimento de água fria Abastecimento de água quente Coleta de esgoto Escoamento pluvial Óleo para aquecimento Petróleo em Bruto Aquecido Óleos pesados Resíduos 2. de esgoto e pluviais com as instalações hidráulicas prediais 57 Produção do PVC Água + Sal Eletrólise Soda Cáustica MONÔMERO DE CLORETO DE VINILA Cloro Resina de PVC Refinação Mistura PVC + Aditivos Composto de PVC Etileno Áreas de utilização de água e geração de esgoto Mas até aqui obtivemos o monômero de cloreto de vinila. Interdependência entre sistemas de abastecimento de água.) Armazenagem de Compostos Abastecimento das Extrusoras e Injetoras i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . adicionarmos no MVC um ativador. Para obtermos o policloreto de vinila necessitamos de um processo chamado polimerização.. Sistemas hidráulicos prediais As instalações hidráulicas prediais têm como finalidade fazer a distribuição da água e a coleta do esgoto..1. Entrada de MatériaPrima Armazenagem de Matéria-Prima Mistura das Matérias-Primas (Resina. que consiste em dentro de um reator com temperatura e pressão. garantindo o consumo de água para todos e a retirada e encaminhamento dos esgotos para os locais adequados e determinados.

Para esse tipo de instalação existe a Norma NBR 5626. sem bombeamento A água da rede pública é levada diretamente para um reservatório e a alimentação da edificação será descendente (de cima para baixo). Esse sistema tem como objetivo: • Contínuo fornecimento de água aos usuários e em quantidade suficiente. • Limitar as pressões. Sistema predial de água fria É o conjunto de tubulações. Sistema de distribuição indireto. reservatórios e dispositivos destinados ao abastecimento de água de boa qualidade. do reservatório até os pontos de consumo. no sentido descendente. grande variação de pressão ao longo do dia. Sistema de distribuição indireto. Esse sistema é utilizado quando a pressão da rede é suficiente. b) Ambiente interno: instalação e distribuição da água dentro da edificação. indireta e mista: i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . com bombeamento A água da rede pública é armazenada em um reservatório inferior e bombeada para outro mais alto. É utilizado quando a pressão é insuficiente para levar a água até o último pavimento do edifício e há descontinuidade de fornecimento de água. Evitar ruídos. maior consumo. • • Toda instalação predial dentro da edificação. é necessário o uso de bombas de recalque. em quantidade e temperatura controláveis pelo usuário. Sua distribuição de água pode ser direta. • • O sistema predial de água fria é dividido em 2 partes: a) Ambiente externo: entrada e fornecimento de água pela rede pública. • Minimizar ao máximo os problemas decorrentes da interrupção do funcionamento do sistema público. Garantir o fornecimento contínuo de água. ou seja. que é o caso mais usual em edifícios. o reservatório abastece os pontos de consumo. Desvantagens: maior custo de instalação. Promover economia de água e energia. limitação de vazão. Desvantagens: falta de água no caso de interrupção. • Limitar as velocidades a valores adequados para evitar vazamentos ou ruídos indesejáveis. denominado reservatório superior. equipamentos. Vantagens: fornecimento contínuo de água. • • • • Preservar a potabilidade da água. permite a instalação de válvula de descarga. 58 • • 3. torneiras e peças da instalação predial é feita diretamente através da rede pública.04 Ponto de utilização da água INSTALAÇÕES PREDIAIS Sistema de distribuição direto A alimentação dos aparelhos. A água é distribuída a partir do reservatório superior. • Armazenar ao máximo a um custo mais baixo possível. ou seja. para a sua adequada utilização. que recomenda: Vantagens: menor custo de instalação. • Executado pela concessionária pública com a colocação do kit cavalete e hidrômetro (medidor de consumo). mas sem continuidade.

• Vantagens: água de melhor qualidade devido ao abastecimento direto em torneiras para filtro. facilidade de execução e instalação das canalizações e localização do reservatório inferior. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . A escolha por um sistema hidropneumático para distribuição de água depende de inúmeros fatores.1. pelo reservatório superior. Sistema de distribuição misto Neste processo parte da instalação é alimentada diretamente pela rede de distribuição pública e parte indiretamente. Desvantagem: maior custo de instalação. menores pressões. ramais e sub-ramais. pia e cozinha e bebedouros.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS • Vantagens: fornecimento de água contínuo. permite a instalação de válvula de descarga. • Desvantagens: possibilidade de contaminação da água reservada. maior custo de instalação. Componentes a) Rede predial de distribuição Conjunto de tubulações constituído de barriletes. a partir de um reservatório de aço onde a água fica pressurizada. permite a instalação de válvula de descarga. destacando-se os aspectos arquitetônicos e estruturais. golpe de aríete desprezível. pequena variação de pressão nos aparelhos. colunas de distribuição. • Sistema de distribuição indireto hidropneumático Este processo dispensa o reservatório superior e a distribuição é ascendente. destinado a levar água aos pontos de utilização. menor consumo de água. o fornecimento de água é mantido contínuo no caso de interrupções no sistema de abastecimento ou de distribuição. ou de alguns destes elementos. 59 3.

i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 60 d) Conjunto elevatório Conjunto de tubulações. equipamentos e dispositivos destinados a elevar a água para o reservatório de distribuição. Ramal predial ou ramal externo é o trecho que liga a rede pública de abastecimento ao cavalete da edificação (conjunto de tubos. destinado a reservar água e a funcionar como poço de sucção da instalação elevatória. O alimentador predial é o trecho que compreende o final do cavalete até a torneira de boia no reservatório que pode ser superior ou inferior.04 b) Ramal predial e de alimentação INSTALAÇÕES PREDIAIS c) Reservatório inferior Reservatório intercalado entre o alimentador predial e a instalação elevatória. e) Reservatório superior Reservatório ligado ao alimentador predial ou a tubulação de recalque. destinado a alimentar a rede predial de distribuição de água. conexões e registro para a instalação do hidrômetro). Para isto o proprietário deverá enviar um requerimento ao órgão. Esta ligação é executada pela própria concessionária da região da obra.

garantindo-se a continuidade da ventilação. barrilete e reservatório independentes. • Haver uma para cada coluna que serve a aparelho possível de provocar retrossifonagem. devem dispor de proteção conforme o sistema de distribuição indireta por gravidade. posicionado a montante do primeiro ramal. caso essas tubulações abasteçam aparelhos passíveis de retrossifonagem (pressão negativa ou refluxo. Compreende as tubulações que partem do barrilete alimentando os ramais. é o normalmente adotado. h) Ramal Tubulação derivada da coluna de distribuição e destinada a alimentar os sub-ramais. desde o ramal de alimentação dos pontos de utilização. c) Podem ser instalados em colunas. • Ter sua extremidade livre acima do nível máximo admissível do reservatório superior. Segundo a NBR 5626. 61 g) Coluna de distribuição Tubulação derivada do barrilete e destinada a alimentar ramais. executada de acordo com as características: • Ter diâmetro igual ou superior ao da coluna. barrilete e reservatórios comuns a outros aparelhos ou peças. b) Podem ser instalados em coluna. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . o item C. desde que seu sub-ramal esteja protegido por dispositivo quebrador do vácuo. O ponto de ligação da tubulação da ventilação com a coluna de distribuição será sempre localizado a jusante do registro da coluna. de onde deriva. barrilete e reservatórios comuns a outros aparelhos ou peças. desde que a coluna seja dotada de tubulação. São tubulações verticais.04 f) Barrilete INSTALAÇÕES PREDIAIS Para os aparelhos passíveis de retrossifonagem: a) Podem ser instalados em coluna. i) Sub-ramal Tubulação que liga o ramal à peça de utilização ou à ligação do aparelho sanitário. • Ser ligada à coluna a jusante (refluxo) do registro de passagem existente. sendo o de mais fácil e econômica execução. os aparelhos passíveis de provocar retrossifonagem só podem ser instalados com seu sub-ramal devidamente protegido. Cada coluna deverá conter um registro de fechamento. nas condições previstas na sua instalação. previstos com finalidade exclusiva de abastecê-los. Conjunto de tubulações que se origina no reservatório e do qual se derivam as colunas de distribuição. como as válvulas de descarga). No caso do sistema de distribuição direta ou da indireta hidropneumática. Considerando que qualquer uma das alternativas satisfaz à Norma.

na cor marrom. Tubos e conexões 3.: não exagere na quantidade de adesivo plástico. para melhorar a aderência do Adesivo Plástico Amanco. Obs. nos diâmetros de 20.a união do sistema é feita através da solda com adesivo plástico.1. 25.04 3. eliminando as impurezas que podem impedir a ação do adesivo plástico. 75. 60.a. 32. cobrindo apenas um terço da mesma. Linha soldável INSTALAÇÕES PREDIAIS O sistema é composto por tubos de PVC.c.5 kgf/cm² = 75 m. Passo 4: Aplique uma camada fina e uniforme de Adesivo Plástico Amanco na parte interna da bolsa. 40.) à temperatura de 20°C. embutidas em paredes ou aparentes em locais cobertos. e uma camada igual (um terço) na parte externa do tubo. Passo 3: Limpe as superfícies lixadas com Solução Limpadora Amanco. 62 Junta soldável Materiais utilizados • Tubos soldáveis • Conexões para tubos soldáveis • Solução limpadora • Adesivo plástico • Estopa • Lixa d'água Execução de junta soldável Passo 1: Corte o tubo no esquadro e chanfre a ponta. com comprimentos comerciais de 3 e 6 metros.1. Passo 2: Lixe a extremidade do tubo e o interior da conexão até tirar o brilho. Os tubos estão dimensionados para pressão de serviço de 750 kPa (= 7. Junta soldável . 85 e 110 mm. 50.1. É aplicado em instalações prediais de água fria permanentes. O excesso ou a falta de adesivo é prejudicial! i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

Observe: • • • Maior resistência na soldagem: Tempo de pega mais lento. e lixe as pontas e as bolsas da luva. sem torcer. quando o rompimento for pequeno. se compararmos a resistência dos dois produtos medidos no mesmo instante após a aplicação. Além disso. Passo 2: Retire um segmento do tubo danificado no tamanho um pouco menor do que a luva. forçando o encaixe até o fundo da bolsa. porém atingindo uma resistência maior do que os adesivos comuns. sendo o ideal para tubos de grandes diâmetros. Passo 5: Passe o Adesivo Plástico Amanco nas pontas dos tubos e na luva. Passo 1: Remova o revestimento da parede. Adesivo plástico extra forte O Adesivo Plástico Extra Forte da Amanco apresenta muitas vantagens e benefícios. Passo 4: Limpe as partes lixadas com a Solução Limpadora Amanco. 63 Lembre-se: • • É importante retirar o excesso de Adesivo Plástico após a soldagem. pois isso pode acarretar em problemas futuros. Rastreabilidade: cor avermelhada permite visualizar a aplicação do produto. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Passo 3: Após o corte. Manutenção com luvas simples Permite consertar os tubos no próprio local do vazamento.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 5: Junte as duas peças. retire as rebarbas das pontas do tubo utilizando uma rasqueta ou lixa d’água. deve-se aguardar uma hora para liberar o fluxo de água e 12 horas para submeter a tubulação à pressão. Tempo de pega mais lento: Facilita correções no ato da instalação.

6 D 20 25 25 d 1/2 1/2 3/4 64 b) Conexões Joelho de redução 90º soldável Tê soldável com bucha de latão na bolsa central Bitola 25 x 20 A 29.1 Bitola 20 x 1/2" 25 x 1/2" 25 x 3/4" A 55 60 66 B 27 27.2 66 83 93.1 2.7 2.4 3.2 4.3 28.5 119 D 20 25 32 40 50 60 75 85 110 Bitola 25 x 20 32 x 25 A 38 44 D1 25 32 D2 20 25 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .04 Produtos Amanco a) Tubo soldável INSTALAÇÕES PREDIAIS Tê soldável com rosca na bolsa central Bitola 20 25 32 40 50 60 75 85 110 B 32 32 32 40 50 60 70 76 91 D 20 25 32 40 50 60 75 85 110 L (m) 3e6 3e6 3e6 3e6 3e6 3e6 3e6 3e6 3e6 e 1.5 32.5 30 33 D 20 25 25 d 1/2 1/2 3/4 20 x 1/2" 25 x 1/2" 25 x 3/4" Joelho 90º soldável Luva de redução soldável Bitola 20 25 32 40 50 60 75 85 110 A 27.3 4.0 3.5 1.7 6.5 40 47 58.5 B 29 D 25 d 20 Bitola A 57 60 66 B 28.

Os tubos estão dimensionados para pressão de serviço de 750 kPa (= 7.a união do sistema é feita por rosca utilizando a fita veda-rosca.6 83.7 49.9 116. O sistema é aplicado em instalações prediais de água fria. Junta roscável .2 68.0 57.1/2” 3” 4” i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .6 D 32 40 40 50 50 50 60 60 60 60 75 85 110 110 d 20 20 25 20 25 32 25 32 40 50 50 60 60 75 65 Adaptador soldável curto com bolsa e rosca para registro Junta roscável Materiais utilizados • Tubos roscáveis • Conexões para tubos roscáveis • Fita veda rosca • Tarraxa • Morsa Execução da junta roscável Passo 1: A extremidade do tubo deve estar isenta de rebarbas e o corte deve estar no esquadro.1/2” 2” 2.3 68.7 54 59.5 kgf/cm² = 75 m.04 Bucha de redução soldável longa INSTALAÇÕES PREDIAIS 3. mas possuem paredes com espessuras maiores que a linha soldável para compensar uma parte da espessura da parede que é perdida ao efetuar a abertura de rosca.9 58.9 44.1 117. Bitola 20 x 1/2" 25 x 3/4" 32 x 1" 40 x 1.1/2" 85 x 3" 110 x 4" A 34 37.6 82.1.3 59. 1 1/4”.8 D 20 25 32 40 50 60 75 85 110 d 1/2” 3/4" 1” 1. com comprimento comercial de 6 metros.8 68. Linha roscável O sistema é composto por tubos de PVC.1/4" 50 x 1. 1 1/2” e 2” (referencial).) à temperatura de 20°C. 3/4”.c.9 91.5 71.4 48. Bitola 32 x 20 40 x 20 40 x 25 50 x 20 50 x 25 50 x 32 60 x 25 60 x 32 60 x 40 60 x 50 75 x 50 85 x 60 110 x 60 110 x 75 A 41. na cor branca.6 110. 1”.3 91. nos diâmetros de 1/2”.1/2" 60 x 2” 75 x 2.a.2.1/4” 1. instalações provisórias ou em locais que necessitem ser desmontados com frequência.0 67.

no sentido horário.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 2: Em seguida. deve-se prender o tubo na morsa. Execução de instalações com rosca Passo 5: O desenvolvimento da rosca deverá ser executado dando-se uma volta para frente e retornando-se um quarto de volta. não é a força do aperto que faz a vedação. 66 Passo 8: Fique atento para que cada volta ultrapasse a outra em 0. Passo 9: Instale a conexão realizando aperto manual. Passo 6: Repita até que a ponta do tubo fique rente ao cossinete. num total de voltas suficiente para vedar totalmente à junta. mas sim o material certo bem aplicado. Passo 1: Verifique se o padrão de rosca das peças a serem unidas é compatível. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Na execução da junta roscável. Passo 7: Limpe bem e aplique a Fita Veda Rosca no sentido da rosca. A bolsa desenvolvida no tubo deve ter o mesmo comprimento da bolsa onde for interligada. fazendo pressão com uma das mãos e girando a ferramenta no sentido horário. Passo 3: Monte a tarraxa observando a colocação correta do cossinete. ou seja. Se eventualmente houver uma rosca esquerda.5 cm. sem deformá-lo. deve-se passar a fita veda rosca no sentido anti-horário. Passo 4 : Colocar a tarraxa no tubo.

1 23.6 2.1/4" 1. preserva a tubulação.30 0. pois não é a força do aperto que faz a vedação.2 14. O importante é ter o material certo bem aplicado.40 2.8 3.1 19.suporta temperaturas de -90°C até 230°C Disponíveis nas dimensões: 12 mm x 10m 12 mm x 25m 18 mm x 10m 18 mm x 25m 18 mm x 50m Passo 3: Corte e pressione a fita sobre a rosca para que fique firme.00 4.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 2: Aplique a Fita Veda Rosca Amanco no sentido horário. A forma de rosquear é simples.7 4.1/2" 2" B 13. porém muito importante.0 4. Produtos Amanco a) Fita veda rosca • • Material: PTFE (Politetrafluoretileno). Cuidado para não deixar sobras de fita na extremidade. pois pode dificultar o fluxo normal de água. Quando bem feita.6 L (m) 6 6 6 6 6 6 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .00 8. b) Tubo roscável Atenção! Não utilize grifo para fazer o aperto. evita vazamentos e não causa danos à rosca. Bitola 1/2" 3/4" 1" 1. Bitola (pol) Consumo de Fita Veda Rosca Largura (mm) Comprimento (m) ½ ¾ 1 1¼ 1½ 2 2½ 3 4 12 12 18 18 18 18 18 18 18 0.00 67 Passo 4: Rosqueie.00 5. ou simplesmente TEFLON .4 e 2.50 0.1/2" 2" Dr 1/2" 3/4" 1" 1.90 1.1/4" 1.4 3.40 0.8 19. sobre a rosca da ponta a ser unida.5 16.

Em função do volume necessário. A NBR 5626 determina que a reserva total não pode ser inferior ao consumo diário (garantindo-se um mínimo de abastecimento) e recomenda que não deve ser maior que o triplo do consumo diário.1/4" 2" x 1" 2" x 1. necessita de reservatórios para sua garantia da sua regularidade.5 38.0 30.1/2" x 1. Essa reserva inferior se justifica também pelos critérios técnicos e econômicos (área ocupada. Além disso.5 59. Essa reserva visa atender às interrupções do abastecimento público.0 58. adotam-se várias unidades. A NBR 5626 estipula que os equipamentos e os reservatórios devem ser adequadamente localizados tendo em vista suas características funcionais.1/4" 1.1/4" 1. tendo em vista o volume de água necessário.0 33.5 33.6 51.1/2" 2" 68 Nípel roscável O abastecimento pelo sistema indireto.1/2" x 1/2" 1. seja por manutenção na rede.0 B 7 8 9 10 D 1/2" 3/4" 1" 1. é necessário apenas o reservatório superior.1/4" x 3/4" 1. peso adicional na estrutura). Nas residências sem bombeamento. que é o sistema mais comum.1/2" A 24.1/2" 1.1/2" 1. os reservatórios precisam ser instalados em locais com estrutura suficientemente dimensionada para suporte. deve ser preferencialmente localizada no reservatório inferior. e deve garantir a potabilidade da água no seu período de armazenamento médio e obedecer a eventuais disposições legais quanto ao volume máximo armazenável.1/2" 2" A 31. com ou sem bombeamento. a partir de 3000 litros.1/4" 1. pois os reservatórios.5 46 51 51.5 33. são focos potenciais de problemas de potabilidade da água.5 9 9 10 10 10 10 10 10 11 D 3/4" 1" 1" 1.5 33.1/4" 1" 1.5 B 8.1/4" 1.1/2" 2" 2" d 1/2" 1/2" 3/4" 3/4" 1" 1/2" 1" 1.1/2" x 1" 1.5 38.1/2" i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .1/2" A 39.1/4" x 1" 1.8 30. devendo ser cuidadosamente projetados. a saber: • Espaço • Iluminação • Ventilação • Proteção sanitária • Operação e manutenção Estas características são vitais para garantir a qualidade do sistema. seja por falta de energia elétrica. Bitola 1/2" 3/4" 1" 1. a reservação inferior é imprescindível.5 33. no caso de reservatórios pré-fabricados e nos de grande porte.5 33. Somente em casos muito especiais será necessária uma reserva de maior volume. Reservatórios Bitola 1/2" 3/4" 1" 1.0 40.1/2" Bucha de Redução Roscável Bitola 3/4" x 1/2" 1" x 1/2" 1" x 3/4" 1.5 D 1/2" 3/4" 1" 1. Caso isso ocorra. eles devem ser divididos em câmeras comunicantes entre si. Em edifícios altos. pela sua natureza.04 c) Conexões Luva simples roscável INSTALAÇÕES PREDIAIS 4.

metal.1. O extravasor deve escoar livremente. no reservatório superior. até o nível da válvula de pé. Quando se tem recalque. preferencialmente. que poderiam Caso todas as colunas se ligassem diretamente ao reservatório. Componentes dos reservatórios O reservatório tem elementos complementares para seu funcionamento e limpeza. Nos reservatórios inferiores. ele deve ter condições de atender às demandas variáveis de distribuição. tubulações e serviços). i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Considerando que o reservatório superior atua como regulador de distribuição. com registro de fechamento.2. em local visível. A diferença entre ambos é pequena. o que ocorre várias vezes ao longo do dia. Localizados em ambos os reservatórios. visando evitar a estagnação da água. de modo a indicar rapidamente a existência de falha no abastecimento. ocorreria uma série de problemas. o dispositivo de controle de nível. a retirada da água poderá ser efetuada. não necessitando de intervenção humana. bem como. 69 4. elevada em relação ao fundo do reservatório. sendo utilizados para pequenas e médias reservas. como para total esvaziamento em caso de manutenção. Dessa maneira. c) Tomada de água (saída) A tubulação de saída deve. em cotas convenientes. A NBR 10137 (Torneira de boia para reservatório predial) define torneira de boia como: “Registro comandado por boia. no caso de reservatórios de grande comprimento. adotam-se automáticos de boia. a) Extravasor ou ladrão O extravasor (comumente denominado ladrão) é uma tubulação destinada a escoar os eventuais excessos de água do reservatório. Este sistema deve permitir o acionamento manual. Para eliminar esses inconvenientes. com comprometimento da impermeabilização. pela bomba de sucção. ser localizada na parede oposta à da alimentação. é necessária uma distância mínima entre a cota do extravasor e a cota da torneira de boia. Seria também antieconômico (excesso de registros. Eles são o extravasor. para instalação na alimentação do reservatório predial. contaminar a água da rede pública com a água eventualmente poluída de reservatórios particulares. podem ser concreto armado. a tomada de água e a tubulação de limpeza. 4. evitando seu transbordamento. o mesmo deve ser limpo e desinfetado antes que qualquer pessoa faça uso de sua água. flanges instaladas e filtro em poliéster) É de fundamental importância que ao instalar um reservatório para água (caixa d’água). sendo alimentado diretamente pelo alimentador predial ou pela instalação elevatória. Tubulação de limpeza. Ele também deve situar-se em cota apropriada. destinado a interromper a entrada da água quando atingir o nível operacional máximo previsto do reservatório”. Tipos de reservatório Podemos observar dois tipos de reservatórios: a) Reservatórios moldados in loco: são os reservatórios executados na própria obra. que são dispositivos de comando automático. Recomenda-se que a limpeza e desinfecção do reservatório devem ser feitas a cada 6 meses. cada coluna se ligaria a apenas uma seção do reservatório e não às duas. com certa declividade. fazem com que contatos elétricos sejam acionados. que pode ter dois tipos: o concentrado (unificado ou central) e o ramificado. em princípio. b) Dispositivo de controle de nível Todo reservatório necessita de um dispositivo controlador da entrada de água e manutenção do nível operacional desejado. polietileno ou fibra de vidro. É o dispositivo usualmente utilizado quando o abastecimento não tem recalque. Ele evidencia falha na torneira de boia ou dispositivo de interrupção do abastecimento. além de prevenir contra eventuais contaminações do ramal de alimentação do reservatório. desligando-se ao atingir o nível máximo do reservatório. de modo a prevenir eventuais refluxos (retrossifonagens ou pressões negativas). é obrigatória não só para esta finalidade periódica. como o excesso de perfurações no reservatório. com a devida manobra dos registros. d) Barrilete O conjunto de tubulações de saída do reservatório superior que alimentam as colunas de distribuição denomine-se barrilete ou colar de distribuição. posicionada num dos cantos. adota-se o barrilete. A tampa da caixa d’água deve sempre estar fechada para evitar a entrada de elementos estranhos ou pequenos animais. b) Reservatórios industrializados: são construídos basicamente de fibrocimento. caso não haja possibilidade de escoamento por gravidade. Este dispositivo pode ser a torneira de boia ou o automático de boia. alvenaria etc. Atualmente temos no mercado inúmeros tipos de reservatórios e fabricados nos mais diversos materiais entre eles são: • Aço inoxidável • Fibrocimento • PVC • Ferro • Alvenaria • Fibra de vidro • Polietileno com até 04 camadas (que inclui boia. o sistema funciona por si próprio. acionados pelo próprio nível da água. sendo o tipo ramificado o mais econômico e possibilitando uma quantidade menor de tubulações junto ao reservatório. por conseguinte. ligando o motor da borda tão logo a água atinja o nível mínimo determinado. Deve-se atentar para a necessidade de desconexão da rede predial na alimentação do reservatório.

1 1. e agentes antioxidantes (AO).000 12.000 1ª camada (Cinza): proteção exterior que evita a passagem de luz. e agentes antioxidantes (AO).000 1.132.7 12. Aditivada também com antioxidante (AO) e proteção anti UV.4 21. impede a entrada de raízes e infiltrações.4 140 18.5 6.0 235 210.6 140 22. facilitando a segurança e o controle do sistema.167.5 513. Por ser impermeável. Nos reservatórios elevados.000 10. Medidas aproximadas Capacidade (L) 310 500 750 Altura (cm) 70 70 75 90 110 175 230 215 255 305 360 Diâmetro (cm) 90 120 140 140 160 150 200 235 235 235 235 Peso (Kg) 10.750 2.7 1.190. 4. Características dos Reservatórios Amanco Caixa D´Água Dupla Camada 1ª camada (Bege): proteção exterior que evita a passagem de luz.500 6.9 190.113.1 50. embora de maiores dimensões. possibilitando a criação de um local fechado.25 200 99.000 Cisternas Capacidade (L) 310 500 750 1.750 2. O posicionamento dos registros permite total flexibilidade de utilização dos reservatórios.000 12. e não imediatamente abaixo do tanque.210.2 160 32.6 Peso caixa c/ água (kg) 320.099. com aditivos para resistência ao raio ultravioleta (UV). evitando o desenvolvimento de musgos.151.9 10.310. 2ª camada (Preta): proteção total contra os raios solares. Este reservatório permite armazenagem de líquidos de maior densidade.9 8.9 235 167.500 6.7 310.239.550.000 15.1 767.0 12.2 1.8 Caixa D´Água Tripla Camada O armazenamento da água potável como apoio à rede pública garante a qualidade da água. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .000 8.7 239.5 113.025.0 235 271. Também pode ser utilizada como armazenagem das águas das chuvas para limpeza de pátios e para uso em regas diversas. o barrilete deve ter os registros na base.271.3 120 14. 2ª camada (Branca): conserva melhor a temperatura da água e proporciona visibilidade na limpeza. 3ª camada (Branca): conserva melhor a temperatura da água e proporciona visibilidade na limpeza. É fácil de instalar e tem maior facilidade de limpeza pelo seu interior na cor branca e sua superfície lisa. externos à edificação (castelos de água).020. com prévia autorização do departamento técnico da Amanco. ao passo que o tipo ramificado espaça um pouco mais a colocação dos registros.3 16. Atenção: para armazenamento de outros líquidos é preciso solicitar autorização por escrito do Departamento Técnico da Amanco através do atendimento Amanco: 0800 701 8770.000 Altura (cm) 70 70 75 90 110 175 230 215 255 305 360 Peso caixa c/ água (kg) 318. próximos ao piso.3 516.15 37.2 771. com aditivos para resistência ao raio ultravioleta (UV). por economia e facilidade de operação.000 10. Aditivada também com antioxidante (AO) e proteção anti UV.782.6 70 1. além da água.0 15. Medidas aproximadas Diâmetro Peso (cm) (Kg) 90 9.787.25 6.1 25.9 235 132.1 2.2 1.7 15.9 151. colônias de bactérias e outros microorganismos.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS O tipo concentrado permite que os registros de operação se localizem numa área restrita.000 1.6 150 44.3.000 8.6 2.8 15.544. Pode ser instalada somente enterrada protegida da luz solar.4 10.9 8.

1/2” e 3/4” 9. O assentamento deve ser feito somente sobre superfície plana e nivelada.1/2” e 3/4” 3. inicie a fixação das flanges. Material utilizado 1. Adesivo plástico para PVC Amanco 8. Tubos de PVC Amanco (mesmas bitolas dos flanges) 4. sendo: um para a entrada d’água. Instalação INSTALAÇÕES PREDIAIS As caixas d’água Amanco foram projetadas para uso externo. um para a saída d’água e um terceiro para o extravasor (ladrão). i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Fita veda rosca 7. Filtro para caixa d’água (item opcional para instalação próximo ao cavalete de entrada) 11. utilize serra copo compatível com o diâmetro das flanges. Para isso. Flanges 1. Kit torneira de boia 10. abrigadas ou expostas ao sol. A instalação da Cisterna está apresentada na parte de Sistemas de Águas Pluviais Passo 1: Retire a tampa para começar a instalação da caixa d’água.04 4.4. Passo 4: Em seguida. Furadeira 2. Chave de grifo 6. Lixa 5. Solução limpadora Passo 2: Inicie a furação da caixa nos pontos indicados. Serra copo 1. Conheça todos os procedimentos para fazer uma instalação rápida e segura de caixa d’água de polietileno. 71 Passo a passo Passo 3: Certifique-se que a caixa d’água tenha no mínimo 3 furos.

limpe toda a caixa d’água com um pano úmido. por exemplo. Passo 9: Em seguida. faça o mesmo com a ponta dos tubos que serão ligados à caixa d’água. Não se esqueça de usar fita veda rosca Amanco para instalar a torneira de boia. Se necessário utilize uma chave de grifo para ajustá-las. fixe a torneira separada da boia. Atenção! Faça isso com cuidado. para garantir a retirada de partículas e outros resíduos. Para tanto. Passo 6: Depois. Mas antes use solução limpadora para melhor aderência do adesivo para PVC. Passo 8: Passe o adesivo plástico para PVC nas flanges e nos tubos que serão conectados. Para facilitar a execução.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 5: Aperte manualmente as flanges pelo lado interno da caixa. com silicone. Passo 13: Após ser fechada com a tampa. a caixa d’água estará pronta para ser conectada à rede hidráulica e utilizada. em especial o lado interno. Passo 10: Do lado interno da caixa d’água instale a torneira de boia junto à flange de entrada de água. de forma a garantir a junção perfeita das peças sem danificá-las. conecte os tubos nas flanges. O uso de flanges com vedação de borracha dispensa vedação adicional. 72 Passo 11: Na sequência fixe a boia roscável na base. Passo 12: Antes de concluir. lixe as flanges. inicie a instalação da tubulação utilizando tubos de bitolas equivalentes às das flanges. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Passo 7: Em seguida.

A caixa deverá ter uma distância de no mínimo 45cm em relação a qualquer outro ponto fixo que possa ser considerado um obstáculo permanente. resistindo à ação de intempéries como chuva e raios solares. As caixas devem ser instaladas sempre sobre base plana (100% lisa) de forma que todo o fundo da caixa esteja apoiado. tubulação instalada na parte inferior central das caixas d’água. com consequente acúmulo de água na base do reservatório. grades ou perfis metálicos. a água desperdiçada não cairá sobre a laje e não provocará danos à pintura. As caixas d’água Amanco devem obrigatoriamente ser instaladas sobre base plana (lisa). ressecamentos e outros danos. Atenção: As massas de ar quente e úmido. retirando-se pedras. Local de instalação INSTALAÇÕES PREDIAIS As caixas d’água Amanco não necessitam ser instaladas em lugares cobertos. impurezas e insetos. c) Circulação ao redor da caixa d’água Caso o telhado esteja colocado acima da caixa. nunca instale o filtro próximo à caixa. a) Em lajes Para instalações em lajes. o que garante maior resistência do plástico a rompimentos. impedindo a entrada de poeira. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . forros. Uso incorreto. ferro e quaisquer outros objetos que possam vir a danificar o fundo do reservatório. além de não apresentar formação de musgos e outras incrustações em suas paredes. Sobre base plana Para todas as capacidades volumétricas de caixas. principalmente quando esta estiver sob telhados. O local deverá ser limpo.5. feita com material que não sofra deformação com o tempo e seja resistente para suportar o peso da caixa cheia. forro etc. causando danos à pintura. seja qual for a capacidade volumétrica delas. Deve-se instalar as caixas d’água Amanco em ambientes ventilados. Ao instalar um sistema de filtros para limpeza da água. elas podem ser instaladas também fora do telhado. Instalar os filtros sempre fora da residência/construção. etc. sem contato com superfícies pontiagudas. seja este de alvenaria. ou qualquer outro material. provocam condensação da umidade existente no ar (paredes do reservatório suando). pedaços de madeira. Não devem ser enterradas. 73 Atenção: Em nenhuma hipótese instale as caixas d’água Amanco sobre vigas. as caixas d’água Amanco têm vedação rápida e segura. madeira.04 4. a distância entre a boca da caixa e o telhado deve ser suficiente para que uma pessoa de estatura mediana possa entrar pela abertura da caixa sem sofrer danos. o ideal é efetuar 2 pequenas aberturas em paredes opostas para circulação e renovação do ar aprisionado sob o telhado. O polietileno utilizado em sua fabricação é aditivado com protetores ultravioleta e agentes antioxidantes. caso contrário pode ocorrer a condensação da água e a parede externa da caixa apresentar micro gotículas (como um copo de água fria). estrados. o local deve estar nivelado. b) Sob o telhado Sempre que a instalação ocorrer sob telhados. de forma a permitir que a pessoa circunde toda a caixa. A instalação sobre perfis de madeira deve estar nivelada e sem espaçamento. rígida e nivelada. em contato com as paredes do reservatório. de preferência próximo ao cavalete (hidrômetro) de entrada. isento de qualquer irregularidade e com área superior à base da caixa. Devido à alta proteção contra os raios solares e tampa rosca. Assim. pois em caso de rompimento.

tais proteções só devem ser removidas. Podem ser de vários tipos para diferentes exigências a que devem satisfazer. Assim sendo. grés porcelanato e gusa esmaltada. P = população que ocupará a edificação. A extravasão de água deve estar localizada em local que chame a atenção do responsável de forma altamente visual. O posicionamento das tubulações. O consumo diário (Cd) pode ser calculado pela seguinte fórmula: 74 Atenção: Não cimentar ou fixar a união entre as caixas. e para reservatórios superiores 40% de CR. Quando as caixas estiverem em desnível. O posicionamento do automático de boia. tendo em vista economizar água e evitar o desperdício. recomenda-se a seguinte distribuição: para reservatórios inferiores. 6. Aparelhos sanitários Os aparelhos sanitários são classificados de acordo com o uso ao qual são destinados. de modo que a tubulação de esgoto não cruze o reservatório de água potável. Adotamos: 2 pessoas/quarto. mictórios. bidês. 60% CR. Então. bacias sanitárias. com 2 apartamentos por pavimento. não enterrar e sempre instalar extravasor (ladrão) para retirada do excesso de água em caso de falha da torneira de boia. É possível enumerá-los quanto ao tipo em: pias de cozinha. q = consumo por pessoa (adotar 200 litros). seja pela vida da pequena comunidade familiar. após a louça instalada. sugerimos que. assim como as furações realizadas com brocas. seja ao ar livre. Os pontos estão ilustrados na figura abaixo.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Caixas instaladas em conjunto (vasos comunicantes) As caixas d’água fabricadas em materiais plásticos estão sujeitas a uma deformação do anel inferior devido à pressão exercida pelo peso da água. A colocação do extravasor em parede oposta à tubulação de alimentação. 3. As colunas são fornecidas com proteção (papel colante) nas partes salientes. porcelana vitrificada. O apoio da caixa do reservatório sobre elemento resistente. 2. A capacidade calculada refere-se a um dia de consumo. Recomendamos apenas serra copo como ferramenta de perfuração. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Para qualquer situação de instalação. 4. Cálculo de volume para uma residência Alguns estudos mostram que. banheiras. 4. Exemplo: Calcular a capacidade dos reservatórios de um edifício residencial de 2 pavimentos. no mínimo. cheias e sem a tampa. por dia. Usar as caixas d’água somente com a tampa instalada para evitar deformações no produto. 5. recomenda-se adotar o consumo de dois dias. Os materiais com os quais são feitos os aparelhos sanitários acima citados são: porcelana comum. a quantidade de água armazenada será: Cr = 2 * Cd Para casos comuns de reservatórios domiciliares. uma pessoa no Brasil gasta de 50 litros a 200 litros de água. dificultando a colocação da tampa. P = (2*2) = 4 pessoas/apto * 2 aptos P = 8 pessoas Cd = 8*200 l/dia = 1600 l/dia Cr = 2 * 1600 = 3200 l/dia por pavimento 2 pavimentos = 6400 l/dia Flanges de descarga As caixas d’água Amanco apresentam locais específicos para perfuração das entradas de tubulações. 5. Instalar extravasores (ladrão) em todas as caixas. ao instalar duas ou mais caixas em conjunto utilize-se o esquema a seguir: Verifique 1.6. para evitar danos. lavabos. seja pela mais extensa comunidade social. Para calcular o consumo diário de água dentro de uma edificação. A colocação de telas de cobre no extravasor e na ventilação. sendo que cada apartamento possui 2 quartos. As furações feitas fora dos 6 pontos especificados não recomendadas. poderão sofrer deformações e ligeira ovalização. devemos verificar a taxa de ocupação de acordo com o tipo de uso do edifício. Cd = P * q Onde: Cd = consumo diário (litros/dia). Entretanto. serras tico-tico e outras ferramentas que não sejam serras copo. sob telhados ou atuando como cisterna.

São dotados de um sifão (fecho hídrico) em seu interior. Os materiais mais usados para essas pias são: massa de cascalho. a ligação deverá ser feita com materiais e guarnições capazes de absorver as dilatações.04 a) Pia de cozinha INSTALAÇÕES PREDIAIS c) Banheira É um aparelho sanitário que serve para a limpeza pessoal. também alguns lavatórios são munidos de “ladrão” para a descarga automática da água se ela encher acima de um determinado nível. ou múltiplos para estabelecimentos públicos. As ligações devem ser feitas numa posição tal que possa permitir uma desmontagem fácil e a substituição dos aparelhos. As banheiras são construídas com os mesmos materiais citados anteriormente. talheres etc. Os materiais de que são fabricados são os do tipo cerâmico. O sistema de descarga e de “ladrão” das banheiras é o mesmo dos lavatórios e das pias. de aço inoxidável porcelana ou mármore.70m x 0. No que se refere à sua forma e ao seu acabamento classificamos em: • Banheiras retangulares com pés de sustentação • Banheiras retangulares com revestimento • Banheiras retangulares com avental • Banheiras com assento Quanto às dimensões.00m x 0. evita-se o emprego de juntas de ferro. como fezes e urina. Os lavatórios podem ser de tipo comum para residências. o qual impede a passagem dos gases contidos no esgoto primário. Uma alternativa é o uso de caixas acopladas. algumas são munidas de um dispositivo denominado “ladrão”. 1. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Podem ser do tipo para usar suspensos. mármore. fixados na parede ou com suportes metálicos ou apoiados no piso por meio de coluna.80m. É um aparelho sanitário que serve para lavagem de pratos. louças. Como algumas pias. são normalmente fabricadas nas medidas de 1. Todos os tipos de lavatórios devem ser montados de modo que a borda superior apresente uma altura mínima do piso de 80 cm e máxima de 83 cm. b) Lavatórios Entende-se por lavatórios um aparelho sanitário que serve para a limpeza pessoal.70m. O revestimento executa-se geralmente com cerâmica. As bacias sanitárias podem ser equipadas com válvulas automáticas de fluxo que permitem o acionamento da descarga. O mármore é aplicado nas pias de luxo. gusa esmaltada e aço inoxidável. Para evitar que as pias se encham além do determinado limite. para o meio ambiente. uns centímetros abaixo da borda e com comunicação com a descarga de fundo. com possibilidade de imersão total ou parcial do corpo. d) Bacia sanitária São aparelhos que servem para a coleta de descarga de materiais residuais.70m e 1. As pias são construídas nas mais variadas dimensões e podem distinguir-se principalmente em pias com uma ou duas peças. 75 As banheiras com revestimento são montadas apoiando-se sobre o pavimento executando a ligação e procedendo em seguida ao revestimento dos lados da banheira que ficam descobertos. São construídos. O aço inoxidável está sendo usado nas pias de cozinha do tipo conhecido por americano. Nos aparelhos cujas torneiras são fixadas na cerâmica. instalado no alto sobre a parede.80m x 0. geralmente.

o que facilita o uso. a qual tem finalidade de escoar as águas servidas. 76 g) Misturadores Os aparelhos misturadores são um pouco mais complexos. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Válvula de descarga. É alimentado por água fria e quente. nas instalações hidráulicas domiciliares. em chuveiros. A água de lavagem entra por uma espécie de esguichador colocado na parte alta. O misturador é um conjunto de peças ligadas entre si. Registros e válvulas Os controladores de fluxo (registros. Atualmente. é pouco instalado. São dispositivos destinados a estabelecer. O de gaveta serve para bloquear um ramal ou uma coluna. Alguns engates. isto é. só devem funcionar completamente abertas ou completamente fechadas. O engate de PVC é flexível. Há tipos dotados de uma ducha. O registro de pressão serve para regular a vazão de água e são utilizados. Podem ser de chumbo. não permitindo o controle do fluxo. por exemplo. válvulas e torneiras) são partes que permitem o controle e o uso das peças sanitárias. Tipos a) Bloqueio O funcionamento do misturador é idêntico ao registro de pressão comum. caixa de descarga e lavatório) aos ramais de alimentação. plástico ou cobre e ter vários comprimentos. Os registros mais comuns são o de gaveta e o de pressão. Tipos: Registro de gaveta. cujo jato de água funciona de baixo para cima. com a vantagem de regular a temperatura da água. tendo duas porcas de ligação com um niple acoplado em uma delas. além de serem niquelados (cobre) ou revestidos com fibra de poliéster (PVC). escolha e instalação. 6. devido à existência de dois registros. Registro de esfera. Os materiais de que são construídos são do tipo cerâmico ou de aço inoxidável. É dotado de válvula de descarga no fundo.04 e) Bidê INSTALAÇÕES PREDIAIS h) Engates ou rabichos São tubos flexíveis ou rígidos utilizados para conectar peças sanitárias (bidês. Os registros bloqueiam e regulam o fluxo de água em uma tubulação. possuem canoplas para dar um melhor acabamento. cujo escoamento é regulado por registros. São acessórios muito importantes nos sistemas de condução e por isso devem merecer o maior cuidado na sua especificação. Existem no comércio em vários tamanhos. controlar e interromper o fluxo em uma tubulação. São válvulas que se destinam a estabelecer ou interromper o fluxo. Ele deve sempre ser aberto completamente ou fechado completamente. Destina-se a higiene íntima do ser humano. que regula a entrada de água quente e fria nas peças sanitárias e outras. f) Mictórios São aparelhos sanitários destinados à coleta de urina. Os engates de PVC só devem ser utilizados para água fria. sendo os mais comuns 300 e 400 milímetros. Podem ser classificados dois tipos de mictórios: o vertical e o suspenso. pela redução do tamanho das casas e apartamentos. sendo mais usados em locais públicos. sendo a mistura feita pelo misturador. ou furos nas bordas.

Tipos: Registro de pressão. São destinadas especificamente para controlar o fluxo. 25 m(3/4”). Tipos: Válvulas de retenção. Não apertar em demasia (este cuidado evita danificar o registro). 50 m(1 1/2”) e 60 m(2”). O registro de gaveta é instalado como registro geral de água. deve-se observar o sentido do fluxo da água. • Na instalação do registro de gaveta. No momento da instalação do registro de gaveta. 6. assim como seu fechamento. d) Controle de Pressão São dispositivos destinados a trabalhar no controle e regulação das pressões que as tubulações estão expostas. misturadores. • Deve ser usado totalmente aberto ou totalmente fechado. destinada a regular a vazão de água. O sistema permite que o registro trabalhe totalmente aberto ou semi-aberto restringindo e regulando a vazão de água de acordo com a necessidade. O registro deve ficar completamente aberto para evitar danos em seus aparelhos. Disponível nas bitolas: 20 mm(1/2”). No momento da instalação do registro de pressão.2. 32 m(1”). instalada em sub-ramal ou em ponto de utilização. lavatórios e duchas higiênicas. evitando assim mais gastos com peças (prolongador para hastes e canopla) ou danificando o acabamento (cortar ou amassar a canopla). c) Fluxo em um só sentido São dispositivos que trabalham o fluxo hidráulico em um único sentido.04 b) Regulagem INSTALAÇÕES PREDIAIS 6. para melhor acomodação das peças. 77 As torneiras permitem a saída e o direcionamento do fluxo de água para ser utilizado de maneira correta e econômica. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Tipos: Válvulas redutoras e reguladoras de pressão. manter a gaveta sempre fechada. Ao usar tubo de ferro galvanizado. banheiras. Válvulas de pé. Válvulas de quebra vácuo (ventosas). 6. Registros de gaveta Válvula de fecho para instalação hidráulica predial. tomar o cuidado para que o registro possa receber seu acabamento após a parede acabada (azulejo ou outro tipo de acabamento). 40 m(1 1/4”). Estando aberta a sede do registro (localizada no corpo) pode deformar quando rosqueado em demasia no tubo. deve-se fazer um número reduzido de fio de rosca (não superior ao do registro). Válvula globo. Registros de pressão Válvula de pequeno porte. a rosca interna deve ser sempre a entrada da água. Registro de esfera em PVC O Registro de Pressão é instalado para controlar a vazão de água em chuveiros. Na hora de embutir o registro na parede. pela movimentação de um vedante (borracha) contra uma sede. podendo trabalhar em qualquer posição de fechamento.1. destinada a interrupção eventual da passagem de água para reparo na rede ou ramal. a cunha deve estar na posição fechada. torneiras.3.

garagens coletivas. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . o que pode prejudicar seu desempenho. Após a utilização é só retirar a chave para impedir o uso indevido por pessoas não autorizadas. • A manobra de abertura e fechamento deverá ser gradual para evitar golpes na tubulação. gases. áreas comuns de condomínios. aplicar a Fita Veda Rosca Amanco na extremidade do tubo. Observar também o sentido do fluxo de água orientado no corpo do produto. escolas e todos os lugares com grande circulação de pessoas. aplicar o Adesivo Plástico Amanco por igual na extremidade da bolsa do registro e na ponta do tubo. Instalação Passo 1: Determinar o alinhamento da tubulação e retirar a porca e a bolsa destacável. Garantia total da produção: produto testado (pressão e estanqueidade) em 100% da linha de produção. vapor e água em alta temperatura (260°). Registro globo com cone Resgistro com Teflon b) Registro de acionamento restrito Acionado com uma chave destacável que fica com o usuário. Atenção • Não é recomendado o uso com líquidos agressivos ou em temperaturas acima de 60°C. Seta de direcionamento do fluxo de água que auxilia a instalação no sentido correto. podendo o registro ficar próximo à parede em qualquer situação de instalação. Outros registros a) Registro globo Registro de regulagem para aplicações industriais. parques. praças. Passo 4: Colocar a porca do registro na outra ponta do tubo. Passo 3: No caso de registros roscáveis. não deixe que o adesivo plástico entre em contato com as vedações. utilize suportes colocados nas extremidades. Cor diferente da tubulação: facilita a localização do produto dentro do sistema. banheiros públicos. • Para fixar o registro. Pressão de trabalho: 16 kgf/cm². • O ajuste do torque deve ser feito através da porca com o registro na posição fechada. 78 6. Aplicação: estádios de futebol. Dupla vedação da haste: dupla garantia contra vazamentos na mesma. indústrias. Passo 2: Para os registros soldáveis.4. clubes. para condução de óleos. • • • • • • Possibilidade de inversão da posição do volante. • Para os registros soldáveis. • Os líquidos conduzidos não devem conter partículas sólidas que provoquem abrasão ou desgaste.04 Vantagens INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 5: Soldar ou rosquear a ponta destacável.

Retentor Pistão Nipel Corpo em bronze resistente à corrosão.5. Sede postiça anti-corrosiva. Sistema de vedação em borracha nitrílica garantindo perfeito funcionamento em alta e baixa pressão.Kit Haste Flux .CPD 6136 2 .6.CPD 1583 6. 3 . para maior durabilidade Cartucho único de reparo Sistema auto-limpante. que pode ser instalado em até paredes de 12 tijolo. Válvula de esfera INSTALAÇÕES PREDIAIS Cartucho de reparo Utilizado na substituição de reparos danificados.7. Mola inoxidável Válvula de Retenção Vertical Registro integrado para regulagem de vazão e manutenção.Pistão Flux . Válvula de descarga Controla o fluxo hidráulico para escoamento dos dejetos captados pelo bacia sanitária. Volante do registro para regulagem manual de vazão e manutenção. Válvula de retenção São utilizadas para evitar o refluxo de água em tubulações. evitando a necessidade de quebra de parede.Kit Registro Flux . Interrompem o fluxo do fluído com baixa perda de carga e tem prático mecanismo de 1/4 de volta.CPD 6138 4 . 1 . Parafuso de regulagem de tecla de acionamento.04 6.CPD 6134 79 Chave de Regulagem 6. que dispensa lubrificação e evita regulagens.Castelo Completo . Válvula de Retenção Universal Valvula de Retenção Horizontal i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

com a utilização de resistências. O aquecimento de água. reservatórios e dispositivos destinados ao abastecimento de água quente de boa qualidade. é preciso ter a outorga de direito de uso. conhecido também como sistema instantâneo. em quantidade suficiente e temperatura controlável. Para sua utilização. Poço artesiano e semi-artesiano Também utilizado para o abastecimento predial de água na edificação. Após o processo de outorga. pressões e velocidades compatíveis com o perfeito funcionamento dos aparelhos sanitários e das tubulações. ou seja. elétrica e o solar. com segurança. Podem ser divididos em sistema central. ele necessita de uma bomba para recalcar a água. 8. O uso racional e otimizado de energia. Ambiente Hospitais e laboratórios Lavanderias Cozinhas Uso pessoal e banhos Temperatura indicada 100º C ou mais 75º C a 85º C 60º C a 70º C 35º C a 50ºC i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Sistemas de aquecimento de água mais utilizados são o de gás. inicialmente é preciso definir o sistema de aquecimento durante o projeto arquitetônico da edificação. autorização junto ao órgão responsável. No caso do poço semi-artesiano. ou individual. porém estas tem um alto custo inicial. Válvulas de sucção ou de pé (com retenção) Válvulas de retenção de Pé são indicadas para uso no início de tubulações de sucção de bombas impedindo a entrada de corpos sólidos no interior da bomba e a necessidade de escova freqüente. devendo haver plena garantia da impossibilidade prática de a água ser contaminada com refluxo de esgoto sanitário ou demais águas servidas.8. em quantidade e temperatura controláveis pelo usuário. para a sua adequada utilização.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS 6. conhecido também como sistema de acumulação. • Preservem a potabilidade da água no interior da tubulação. proporcionando o nível de conforto adequado aos usuários. tem sido um dos grandes vilões no gasto da energia elétrica. equipamentos. de acordo com os níveis de conforto dos usuários. A temperatura mínima com que a água quente deverá ser fornecida depende do uso a que se destina. foi e está sendo fonte de grandes estudos em diversas áreas. Sistema predial de água quente O uso adequado da energia tem sido um dos fatores de maior importância para a evolução do homem. é necessário apresentar mensalmente análises de água junto à Prefeitura. Para ter água quente nos chuveiros e torneiras. seja ela mecânica ou elétrica. Sendo assim outras soluções para o aquecimento da água está sendo criado. Nos pontos de consumo poderá ser feita uma dosagem com água fria para obter temperaturas menores. 80 7. Corte do poço semi-artesiano COMANDO LAJE CIMENTAÇÃO SOLO FILTRO RECALQUE ROCHAS BOMBA SUBMERSA As instalações prediais de água quente devem ser projetadas e executadas de modo que: • Garantam o fornecimento de água de forma contínua. • Racionalizem o consumo de energia através do dimensionamento correto e escolha do sistema de aquecimento adequado. Conceito O sistema predial de água quente é o conjunto de tubulações.

Eles são classificados por tipo de funcionamento e são basicamente 2 modelos: a) Aquecedor de passagem: não armazena a água quente.2. para aparelhos do mesmo ambiente. 81 b) Sistema central privado Neste sistema se produz água quente para todos os aparelhos de uma unidade residencial (casa ou apartamento). Aquecedores Os aquecedores são equipamentos utilizados para aumentar a temperatura da água que será fornecida no ponto de consumo. • • • • • • • Alimentação Geradoras de água quente Barriletes Sistema de distribuição Pontos de utilização Sistema de retorno Bombas de recirculação 8. Aquecedor instantâneo elétrico: utiliza uma resistência elétrica dentro de um pequeno reservatório de água. para facilitar a manutenção e o abastecimento de combustível. apenas aquece quando ela passa. aquecendo-a instantaneamente. que transfere todo este calor para esta água. Componentes INSTALAÇÕES PREDIAIS c) Sistema central coletivo Neste sistema. 8. São aparelhos localizados no próprio banheiro ou na área de serviço. Tipos de aquecimento a) Sistema individual Nesta modalidade se produz água quente para um único aparelho ou no máximo. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .3. Podem ter como fonte de energia a eletricidade ou ser a gás. O aparelho de aquecimento é normalmente situado no térreo ou subsolo.04 8.1. se produz água quente para todos os aparelhos ou unidades da edificação.

que possuem serpentinas onde são aquecidos pela transferência do calor externo gerado pelo sol. ficando armazenada por determinado tempo. Podem ter como fonte de energia a eletricidade. que é um produto que foi projetado de acordo com a norma Européia ISO 15874. que aquece a água. Linha Amanco PPR O Amanco PPR é a abreviação do nome Polipropileno Copolímero Random tipo 3. para ser aquecida pelo calor da chama do queimador a gás. A água circula entre o reservatório térmico e os coletores solares. 8.4. Aquecedor solar: O sistema de aquecimento solar é composto por dois elementos básicos.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS b) Aquecedor de acumulação: armazena a água quente em reservatórios conhecidos como “boilers”. superando as especificações exigidas pela NBR 7198 referente a Projeto e execução de instalações prediais de água quente. onde armazena a água aquecida. Nesse sistema é necessário um reservatório de água fria para alimentar este sistema. e o reservatório térmico (boiler). Atenção! Todos os aquecedor com alimentação pela energia a gás natural ou elétrico devem ser instalados em local com ventilação e chaminé e sua manutenção é recomendada no mínimo uma vez por ano. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . o coletor solar. • • Aquecedor de acumulação a gás: a água fria entra no reservatório. ser a gás ou pela energia solar. CAIXA D’ÁGUA respiro (suspiro) BOILER (reservatório térmico) alimentação de água fria retorno de água quente dos coletores 82 COLETORES SOLARES alimentação dos coletores solares consumo • Aquecedor de acumulação elétrico: água fria é armazenada em um reservatório e aquecida através do calor gerado pela resistência existente no interior do aquecedor.

nas classes PN 20 e PN 25 para atender às instalações prediais de água quente. possibilitando a execução de qualquer projeto hidráulico. 50. nos diâmetros 32. 75. 63. suportando picos de 95ºC a 60 m. Complementando o portfólio. a Amanco disponibiliza o PPR PN 12 para instalações prediais de água fria.c. 32.c. devido a eventual desregulagem do aparelho de aquecimento.c. 90 e 110 mm. dispensando. que sejam feitas curvas longas ou desvios. proporcionando durabilidade e uma instalação livre de corrosão. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . a 60 m. O Amanco PPR permite raios de curvatura de até 8 vezes o diâmetro do tubo. cervejarias.a. 50. tornando-o também aplicável em instalações industriais. o Amanco PPR tem alta resistência a ataques químicos de substâncias ácidas ou básicas. mesmo com eventual desregulagem do aparelho de aquecimento: Características técnicas • • • • Tubo PPR PN25 Tubo Identificado pela Linha Vermelha • PPR PN25: 80°C a 60 m. reduzindo a perda de carga contínua no interior das tubulações. As linhas PN 20 e PN 25 são identificadas pelas marcações amarela e vermelha.a. Baixa perda de carga O Amanco PPR possui a superfície interna lisa. 63. assim. suportando picos de 95ºC a 40 m. As características do sistema permitem realizar instalações hidráulicas nas mais variadas formas.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Os tubos Amanco PPR estão disponíveis nos diâmetros de 20. Tubo PPR PN12 Exclusivo para água fria Tubo Identificado pela Linha Azul PPR PN12 . o Amanco PPR proporciona uma instalação sem incrustações e sem redução do diâmetro da tubulação ao longo do tempo. permitindo.a.c. 75.a. respectivamente. Maior flexibilidade O Amanco PPR tem boa flexibilidade. 90 e 110 mm.a. 40. • • • Tubo PPR PN20 Tubo Identificado pela Linha Amarela Suporta maiores temperaturas O Amanco PPR permite operar à temperatura de serviço de 80°C. como ferro. cloro ou flúor contidos na água. Excelente resistência química O Amanco PPR possui elevada resistência a fluidos agressivos. o uso de qualquer tipo de isolante térmico. o Amanco PPR não transmite calor para a face externa da tubulação e permite a manutenção da temperatura da água por mais tempo.c. 40. vinícolas. Não requer isolante térmico Com baixa condutividade térmica. PN 20 E PN 25 Diâmetro (mm) 20 25 32 40 50 63 75 90 110 Raio Mínimo de Curvatura (mm) 160 200 256 320 400 500 600 720 760 83 PPR PN20: 80°C a 40 m.c. Exemplo: Laticínios. suportando temperaturas ocasionais de 95°C. está isento de toxidades. Livre de corrosão Produzido em material de última geração. 25. podendo ser usado para condução de vários tipos de fluidos para o consumo humano. (PN25) ou 40 m.apenas para uso em instalações de água fria: até 100 m. para temperaturas médias de 27ºC.a. por ser um termoplástico.a. Sem incrustações Por ter paredes internas extremamente lisas e excelente resistência aos ataques químicos. (PN20). Veja as temperaturas de serviço em que o tubo Amanco PPR pode operar. de acordo com a tabela: Valores para PN 12. em diâmetros menores.c. Isento de toxidade O Amanco PPR.

O teste hidráulico de pressão e estanqueidade para o tubo Amanco PPR deve ser realizado a uma pressão de prova de 1. O teste de pressão deve ser medido através de um manômetro aferido. Paredes Largas: A canaleta poderá ser mais profunda. absorvendo os ruídos ocasionados pelo deslocamento da água na tubulação e pelo fenômeno do Golpe de Aríete. então os tubos devem ser distanciados em uma vez o seu diâmetro. o que possibilita o distanciamento da tubulação de água fria pelo menos do mesmo diâmetro da tubulação de água quente. o Amanco PPR proporciona maior ganho de produtividade nas montagens. Passo 2: Corte os tubos com tesoura especial para tubos. Para isto. No caso de utilização de canaletas individuais. 2. evitando possíveis rebarbas na tubulação. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . deve-se aumentar a altura da canaleta que possibilite este distanciamento. obtendo maior eficiência com total estanqueidade. O manômetro acusará a pressão estática normal da tubulação pressurizada. passando a formar uma tubulação contínua para a segurança total do sistema. isto significa que ambos os materiais se fundem molecularmente a 260°C.5 vezes a pressão de trabalho para tubulações até 100 m de distância. luvas de proteção contra agentes térmicos e botas. Em poucos segundos se faz fusão entre tubo e conexão. Aplicação em projetos 1. Os terminais fabricados em bronze niquelado fundido ao Polipropileno Copolímero Random garantem total estanqueidade e durabilidade das uniões entre torneiras. • Garantia total das juntas 84 Não há união entre tubos e conexões. Paredes estreitas: deve-se aumentar a altura da canaleta. 4. fazendo com que as duas tubulações fiquem mais próximas. Ao instalar o sistema de água quente devemos ter em mente a utilização de todo o equipamento de segurança: utilizar óculos de proteção. com isto o espaçamento preenchido com massa de cimento pode ocorrer neste espaço. • Maior produtividade Pela rapidez e simplicidade na instalação. recomendamos subdividir em setores menores. manter a tubulação afastada da parede da canaleta em pelo menos uma vez o diâmetro da tubulação. 3. registros e válvulas do sistema. esse teste deve ser realizado somente 1 hora após a última termofusão.04 • INSTALAÇÕES PREDIAIS Maior isolamento acústico O Amanco PPR tem um alto grau de isolamento acústico. Instalação Passo 1: Apoie o termofusor na bancada e limpe os bocais com um pano embebido em álcool. A junta realizada por termofusão oferece ao instalador maior agilidade e segurança nas instalações. Paredes Estreitas: A canaleta poderá ser estreita. As instalações embutidas podem ser de dois tipos: Paredes largas: para embutir e imobilizar a tubulação em paredes utiliza-se uma cobertura de massa de cimento de espessura igual ou superior ao diâmetro do tubo. O teste hidráulico é realizado com auxílio de um manômetro instalado próximo ao ponto a ser testado. em relação aos produtos convencionais. mas termofusão. Nas instalações prediais com Amanco PPR. Para trechos maiores. para iniciar a termofusão.

i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . para certificar-se que a ponta do tubo não ultrapasse o final da bolsa da conexão. 85 Passo 5: Introduza simultaneamente o tubo e a conexão em seus respectivos lados do bocal já conectado ao termofusor.Marcação (marcação da profundidade da bolsa nos tubos a serem termofusionados). quando decorrido o tempo mínimo de aquecimento. 2 . 3 . Tabela para intervalo de tempo de aquecimento PN 12. Passo 6: Após retirar o tubo e a conexão do termofusor. A ponta do tubo deverá ser introduzida até o anel formado pelo aquecimento do termofusor. existe a possibilidade de alinhar a conexão em até 15 graus. conforme tabela a seguir: Atenção! Lembre–se que para uma instalação correta não podemos esquecer 3 regras básicas. Passo 7: Após a termofusão da conexão com o tubo. A conexão deve cobrir toda a face macho do bocal e o tubo não deve ultrapassar a marcação feita anteriormente. respeitar o tempo correspondente para cada diâmetro).04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 3: Limpe a ponta dos tubos e a bolsa das conexões que receberão a termofusão. introduza a ponta do tubo imediatamente na bolsa da conexão.Limpeza (limpe as extremidades do tubo e a bolsa da conexão antes de realizar a termofusão). num intervalo de 3 segundos iniciais.Tempo de aquecimento (ao introduzir tubo e conexão no bocal. conhecidas como LMT: 1 . PN 20 e PN 25 Diâmetro (mm) 20 25 32 40 50 63 75 90 110 Tempo de Aquecimento (segundos) 5 7 8 12 18 24 30 40 50 Intervalo para Acoplamento (segundos) 4 4 6 6 6 8 8 8 10 Tempo de Resfriamento (minutos) 2 2 4 4 4 6 6 6 8 Passo 4: Marque na extremidade do tubo a profundidade da bolsa da conexão. (não gire) Passo 6: Retire o tubo e a conexão do termofusor.

Para isso. para fazer a execução de uma linha de água quente com Tubos Amanco PPR. utiliza-se também a tesoura para cortar os tubos e bocais metálicos para manutenções específicas. Reparo com tarugo – para furos de. no máximo. 86 Além da termofusora. 3. Passo 4: Segurando o bocal para reparos já alocado no furo. introduza o tarugo para reparos no lado fêmea do bocal para reparos. que podem prejudicar a termofusão. Reparos em tubulações Existem 3 tipos de reparos a serem executados no Amanco PPR: 1. Passo 2: Acople o bocal para reparos na termofusora e aguarde até atingir a temperatura de trabalho (260°C). Passo 3: Introduza a ponta macho do bocal para reparos no furo do tubo. 2. Passo 1: O tarugo para reparos deve estar seco e livre de gorduras. Reparo com luvas simples F/F-PPR – para furos maiores que 11 m ou em ambas as faces da tubulação.04 Equipamentos de instalação INSTALAÇÕES PREDIAIS A união dos Tubos Amanco PPR é feita por termofusão. Reparo com tarugo i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . que é um processo que utiliza uma termofusora para união molecular a uma temperatura de 260°C. As partes a serem termofusionadas devem estar sempre limpas e a termofusora na temperatura adequada. limpe o tarugo e o bocal para reparos com álcool gel. 11 mm (equivalente ao diâmetro do tarugo). Reparos com luva eletrofusão – utilizado para grandes diâmetros (processo mais caro).

Passo 6: Aguarde 2 minutos para o esfriamento e corte a ponta restante do tarugo. Passo 5: Insira imediatamente o bocal fêmea da termofusora na outra ponta do tubo que está na parede. em seguida. simultaneamente.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 5: Aguarde 5 segundos e. 87 Reparo com luva simples F/F . Aguarde o tempo necessário. una as partes. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . e introduza a luva no tubo aquecido. retirando a termofusora em seguida. Introduza. pressionando o tubo para a entrada na posição original da canaleta na parede. retire o bocal para reparos do tubo e do tarugo. Passo 2: Limpe a superfície externa a fusionar com álcool gel. insira imediatamente a ponta do tubo na bolsa da luva.PPR Passo 1: Corte perpendicularmente a parte do tubo danificado. Passo 3: Puxe o tubo para fora da canaleta da parede. Passo 6: Por fim. Passo 4: Após a fusão da luva em uma das pontas do tubo. conforme a tabela de aquecimento. o tubo no bocal fêmea da termofusora e a luva no bocal macho. Com o tarugo e o furo aquecidos. coloque o bocal macho na outra bolsa da Luva e mantenha o dobro do tempo recomendado na tabela de aquecimento. mantendo o tempo recomendado na tabela de aquecimento.

É necessário impedir que isso aconteça. • Contato com corpos cortantes: O contato eventual com corpos cortantes provoca entalhes na superfície que podem causar rupturas. • Manipulação do tubo: O Amanco PPR têm excelente flexibilidade e ductibilidade. Marque. sobre as extremidades dos tubos. mas não é recomendado que seja exposto a fenômenos que sofram excessivas solicitações externas. Passo 3: Introduza as pontas dos tubos nas bolsas da luva até as marcações realizadas anteriormente. • 88 Conexões com inserto metálico: Ao utilizar este tipo de conexão. como golpes. marteladas e ações similares durante a instalação e o armazenamento. Passo 2: Limpe a parte interna da luva eletrofusão. Passo 4: Conecte os terminais da eletrofusora aos terminais da luva eletrofusão. INSTALAÇÕES PREDIAIS Cuidados especiais • Raios ultravioletas: Os tubos e conexões devem ser protegidos da ação direta dos raios ultravioletas. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . a medida da bolsa da luva. Durante a eletrofusão e a etapa de resfriamento. Aguarde 2 horas após a última termofusão antes de pressurizar a rede.04 Reparo com luva eletrofusão Passo 1: Corte o tubo perpendicularmente. proteja os tubos externos de entrada e saída das placas de aquecimento com material isolante. como fita de alumínio. evite trações e movimentos durante um intervalo de 5 minutos. Uma solução eficiente é proteger a tubulação com material isolante. devem-se evitar torções elevadas na realização de uniões. seja durante o armazenamento ou a instalação. Em instalações com aquecedores solares.

c. disponível nos diâmetros 15. Recomendamos. Pressão de Serviço: • 24. 89 Instalação Passo 1: Corte o tubo no esquadro com tesoura apropriada ou arco de serra e remova as rebarbas com o auxílio de uma lâmina (a superfície não deve ser lixada). econômica e de fácil instalação para água quente e fria.5. • • Atóxico e livre de corrosão e incrustação. • Coeficiente de Dilatação Térmica Linear Média: 6. • Instalação realizada por juntas soldáveis à frio com o Adesivo Amanco Ultratemp CPVC. • • Manipulação formação de gelo: O Amanco PPR é resistente às baixas temperaturas e formação de gelo em seu interior.04 partes unidas a torções. normalmente aplicados em sistemas de refrigeração. 8. Limpe as conexões e os tubos com uma flanela para remover a poeira. para estes casos. • Temperatura máxima de trabalho 80°C. INSTALAÇÕES PREDIAIS • Tanto durante quanto após a termofusão. O Amanco Ultratemp CPVC é fabricado em Policloreto de Vinila Clorado. é comum o fenômeno de condensação. deve-se evitar submeter as A linha foi desenvolvida atendendo às normas brasileiras: • NBR 15884 . Importante: A linha Ultratemp Amanco não é indicada para condução de vapor. Linha Amanco Ultratemp CPVC A linha Amanco Ultratemp CPVC é uma solução segura. e Amanco Veda Rosca para juntas com roscas metálicas. • 9. indicado para aplicação em obras horizontais e verticais. Baixa perda de calor.Sistemas de tubulações plásticas para instalações prediais de água quente e fria em Policloreto de Vinila Clorado (CPVC).a.0 kgf/cm² ou 90 m.0 kgf/cm² ou 240 m. conduzindo água à 20°C. conduzindo água à 70°C.a. Um sistema de tubos e conexões para instalações hidráulicas. • Dispensa o uso de equipamentos específicos e mão de obra especializada. NBR 7198 – Projeto e execução de instalações prediais de água • quente. Passo 2: Aplique uma camada fina e uniforme do Adesivo Amanco Ultratemp CPVC com o auxílio do pincel aplicador na parte interna da bolsa da conexão e na ponta do tubo. Vantagens: • Rapidez e facilidade de instalação. Condensação: Para fluidos em baixas temperaturas.c. 22 e 28 mm. Os tubos tem comprimento comercial de 3 metros.12x10-5/°C. cobrir a tubulação com isolante térmico. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

alvenaria convencional e estrutural).Polietileno reticulado (PE-X)” e tem vida útil de 50 anos.8MPa e S5 0. O sistema Amanco PEX está em conformidade com a NBR 15939 “Sistemas de tubulações plásticas para instalações prediais de água quente e fria . O Amanco PEX monocamada atende instalações hidráulicas prediais de água quente e fria. Redução no número de conexões. É compatível a vários métodos construtivos (drywall.6MPa. O sistema utiliza bobinas de tubos em polietileno reticulado e conexões metálicas do tipo anel deslizante (slide fit). Linha Amanco PEX 90 A Amanco utiliza tecnologia moderna e trás ao mercado brasileiro mais um sistema comumente utilizado na Europa. Facilidade de instalação. Alta resistência química e à corrosão. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Instalação que permite fácil manutenção e redução de entulho já que não necessita de quebra de parede. Coeficiente de dilatação linear: 1.6 0. O Amanco PEX garante facilidade e rapidez na instalação hidráulica. é de 10 vezes o diâmetro externo (DE) sem o curvador de alumínio (mola) e de 5 vezes o DE com uso de curvador de alumínio.6 0. não é necessário utilizar curvador para o Amanco PEX desde que os raios mínimos sejam respeitados para que não haja colapso do tubo. Bobinas de 50 m (para 25 e 32 mm) e 100 m (para 16 e 20 mm).4 x 10-4 mm/(m°C) Rugosidade: 0.6 Diâmetro Nominal (mm) 16 20 25 32 • • • • • Temperatura de serviço: Conforme a NBR 15939. atendida na norma pela pressão nominal. 25 e 32 mm.007 mm Condutividade térmica: 0. Pressão . Conexões com roscas NBR NM ISO 7-1. Características técnicas • • • • Tubos nas bitolas de DN 16. Benefícios • • • • • • • • • • Tubulação maleável. A pressão de trabalho Tipo Tubo PEX S4 DN 16x100 Tubo PEX S5 DN 20x100 Tubo PEX S5 DN 25x50 Tubo PEX S5 DN 32x50 Fonte: NBR 15939 Classe de Aplicação Classe 2 Classe 2 Classe 2 Classe 2 Pressão Nominal (Mpa) 0. Exclusivo para distribuição de água quente. Baixa perda de calor. Diminuição do desperdício durante instalação. 8. Remova o excesso com pano ou estopa e deixe secar. se comparado a sistemas convencionais de instalações hidráulicas (PPR. dê ¼ de volta e pressione por aproximadamente 30 segundos. O tubo PEX é fabricado em polietileno reticulado tipo B com silano (PE-Xb) e as conexões metálicas (em latão) são do tipo anel deslizante e atendem as normas brasileiras. S4 . CPVC e PVC). a temperatura de serviço para uma vida útil de 50 anos é de 70° C.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 3: Encaixe as duas peças. Aguarde 12 horas para submeter o sistema ao teste de pressão. 20.35 W/m * °C Curvas: Devido à maleabilidade do tubo. é maleável e resiste à temperatura e ataque químico. Utilização de bitolas menores.A classe de pressão de projeto varia conforme a série do tubo. A recomendação do raio mínimo de curvatura.8 0. não interferindo na junta nos primeiros 15 minutos. A temperatura de pico é 95°C. pois permite manuseio rápido e instalações ponto a ponto.0.6. Leveza que facilita o transporte das bobinas assim como estocagem.

Devido ao melhor benefício da utilização do módulo distribuidor. Recomenda-se deixar espaço de aproximadamente 2 mm entre o final do tubo e a conexão. Fazer a bolsa gradualmente na extremidade do tubo com o alicate alargador.04 Instalação INSTALAÇÕES PREDIAIS O sistema Amanco PEX pode ser instalado tanto através do método de distribuição pelo módulo distribuidor quanto pelo convencional. Funciona no sistema de Amanco PEX como uma caixa de disjuntores para o sistema elétrico. evitando a deformação pontual do tubo. 91 Passo 4: Pressione até que o anel encoste na conexão. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . que utiliza derivações. Passo 3: Deslizar o anel sobre a bolsa com o auxilio da ferramenta de montagem. O uso do módulo distribuidor reduz o número de conexões requeridas no sistema hidráulico e também facilita a manutenção. somente esse método será detalhado. Passo 2: Introduzir a conexão na bolsa do tubo. O módulo distribuidor ou manifold faz a interface com outros sistemas. serve de terminal para o sistema PEX e realiza a passagem e distribuição da tubulação hidráulica. Equipamentos utilizados na Instalação Tesoura cortadora de tubos. Passo a passo Passo 1: Inserir o anel na ponta do tubo.

conduzir e afastar da edificação todos os despejos provenientes do uso dos aparelhos sanitários. • • • • • Evitar a contaminação da água potável. Importante! Norma ABNT NBR 8160 diz que esse sistema deve: • • • Utilizar fita veda rosca quando existir conexão metálica roscável entre diferentes sistemas utilizados. Impedir que gases do interior do sistema de esgotos atinjam as áreas de utilização. Tem a função de coletar. Sistema predial de esgoto sanitário É o conjunto de tubulações. Alicate alargador de tubos 92 Interface com outros sistemas hidráulicos Toda ligação é feita através de conexões roscáveis ligadas ao módulo distribuidor. Em conexões móveis utilizar somente o anel de vedação. 9. Permitir o rápido escoamento dos esgotos. reservatórios e dispositivos destinados a coletar e afastar da edificação os despejos provenientes do uso da água.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Ferramenta de montagem e desmontagem para união por anel deslizante. Os tubos e conexões Amanco PEX não devem permanecer expostos à raios ultravioletas (luz solar) e intempéries no transporte e armazenamento. É dividido em 3 partes: instalação primária. conduzindo-os para a rede pública de coleta de esgotos ou para um sistema local. instalação secundária e ventilação. equipamentos. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . localizado dentro dos shafts para passagem das prumadas. Não misturar o sistema de esgoto com o de águas pluviais. não é indicado o uso de veda rosca. encaminhado-os para um destino adequado. Permitir fácil acesso para inspeções.

mictórios. Esgoto secundário Recebe os esgotos dos aparelhos sanitários e encaminha para um desconector. tanques e bidês. como sifões ou caixas sifonadas. bacia. RAMAL DE DESCARGA 93 • • • Não deve ter contato direto com os gases do esgoto. Sempre utiliza DN 40. Atenção! A bacia sanitária é um aparelho sanitário e não tem ramal de descarga. • É ligada direto ao esgoto primário. • Cozinha e áreas de serviço – Utiliza tubos e conexões de PVC DN 50. • Em banheiros – utiliza tubos e conexões de PVC DN 40. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Componentes a) Aparelhos sanitários: fornecem água e fazem a coleta dos esgotos gerados.). Ex: pias. Toda a instalação fica dentro do ambiente utilizado (banheiro. • Não é ligada ao esgoto secundário. diâmetro ideal para evitar entupimento.04 Coluna de Ventilação Primária Ramais de Descarga INSTALAÇÕES PREDIAIS Ramais de Esgoto Coluna de Ventilação Secundária Tubo de Queda b) Ramal de descarga: Recebe os esgotos dos aparelhos sanitários e leva até o desconector. Caixa de Inspeção Coletor Público Coletor Subcoletor Água de Lavagem Caixa c/ Grelha Caixa Sifonada Recalque 9.1. cozinha etc. banheiras. Ficam localizados dentro das áreas molhadas da residência.

• Não use fita veda rosca. Passo 5: Acople na saída de esgoto e faça o aperto manual. • • Acopla a mangueira da máquina de lavar ao tubo de esgoto na parede Evita o retorno de insetos e mau cheiro. d) Desconector Impede a passagem do esgoto para o ambiente fechado. Ex: Caixas sifonadas. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . ralos sifonados e sifões. • Retire o plugue para fazer a ligação.04 c) Acessórios para facilitar o despejo Adaptador para Máquina de Lavar INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 4: Verifique se o anel de vedação está bem posicionado. através da atuação do fecho hídrico. 94 Instalação Passo 1: Lixar a bolsa interna do tubo e a parte externa da peça. Passo 6: Ajuste a canopla Passo 2: Limpe com solução limpadora e aplique adesivo plástico. Passo 3: Solde a peça na parede.

H H Sifão em “S” Sifão Universal Sifão em “Copo” i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Passo 2: Coloque a junta de vedação no periscópio do sifão de copo universal ou tubo extensível universal. • Os sifões sanfonados solucionam problemas de alinhamento entre a pia e a tubulação de esgoto na parede. Retorno dos gases Tubo de entrada de água 5 cm Fecho hídrico Água após o uso • • 95 Devem ser protegidos contra possíveis pressões que ocorrem no interior da tubulação com um sistema de ventilação. Sifão • • • • Existem vários tipos: Sanfonados universais Duplos Em “copo” Em “s” Passo 3: O sifão de copo universal ou tubo extensível universal possibilita três alternativas de instalação. posicionar o adaptador roscável universal para a bitola 1” (7/8”). conforme a situação: a) Se a válvula for de 1” (7/8”). Bacia sanitária: água do fundo da bacia. Ex: Pias da cozinha: sifão. Essa camada de água deve ter no mínimo 5 cm. Instalação Passo 1: Verifique qual a bitola da válvula.é uma camada de água que bloqueia a passagem dos gases e de insetos. Todos os aparelhos sanitários devem ter um desconector instalado próximo a eles.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Fecho hídrico .

1/4”. • Ralos sifonados: Possuem sifonagem. sem a utilização de adesivo plástico. Passo 4: Coloque a junta de vedação no adaptador roscável universal. O tubo extensível universal saída do esgoto permite que sua curvatura tome o formato de um sifão. Passo 5: Encaixe o adaptador roscável universal na válvula e rosqueie. sacadas e box. c) Caso a válvula seja de 1. posicionar o adaptador roscável universal para a bitola 1. fazendo o aperto pelo periscópio do sifão. grelha Entrada de água Passo 6: Ajuste a porca de entrada do sifão de copo universal. Podem ter formato cilíndrico. 96 Passo 9: Ajuste a porca de saída do sifão de copo.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS b) Se a válvula for de 1. Recebem água de pisos. Passo 7: Verifique qual é o diâmetro do tubo extensível universal na saída do esgoto. O terminal DN38/40/48/50 deve ser colocado na saída do esgoto apenas por encaixe. não é necessária a utilização do adaptador roscável universal. terraços. cônico ou quadrado.1/2” (pia americana). caso a válvula seja de 1 ou 1.1/4. Fecho hídrico Água após uso Retorno dos gases i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Passo 8: O sifão de copo universal é compatível em todas as conexões de esgoto DN40 e DN50 ou diretamente nos tubos de esgoto DN40 e DN50 sem a bolsa (DN38 e DN48).1/4”. Ralos • Ralos secos: não têm fecho hídrico.

faça a junta elástica. Requer sistema de ventilação.evita a saída de espuma. iniciando a parte do esgoto secundário. Caixas sifonadas Recebem os esgotos do ramal de descarga e levam para o ramal de esgoto. insetos e mau cheiro pela grelha das caixas ou ralos sifonados.04 Ralo Sifonado Quadrado Ralo Sifonado Redondo INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 5: Instale o porta-grelha com a colocação de espaçadores. • Suspensa .: térreo de edificações. Passo 4: Na tubulação de saída. Ex.deve-se fazer um berço de areia ou concreto fraco para apoiá-la.deve-se utilizar abraçadeiras para a fixação. Passo 2: Nivele a caixa com o contrapiso. Ralo Sifonado Quadrado Ralo Sifonado Cilíndrico Passo 6: Faça o acabamento do piso. Passo 3: Na tubulação de entrada. Complementos da caixa sifonada a) Antiespuma . i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 97 Condições de instalação • Instalação Passo 1: Faça o alinhamento das tubulações de entrada e saída. Caixa enterrada . Boa solução para casos em que não tem ventilação no banheiro. através de caixa de areia ou concreto magro. faça a solda com adesivo plástico.

Caso especial . Recebe várias contribuições. RAMAL DE ESGOTO 98 • • Sempre instalado na horizontal com certa declividade. Pavimentos térreos: ligação através de caixas de inspeção. INSTALAÇÕES PREDIAIS Componentes a) Ramal de esgoto .o ramal de esgoto da bacia sanitária deve ser maior ou igual a DN 100.04 b) Prolongamento – segmento de tubo que prolonga o tamanho das caixas sifonadas. evitando que o vazamento atinja o andar inferior. c) Anti-infiltração . Pavimentos superiores: ligação direta no tubo de queda. b) Tubo de queda .tubulação vertical em edificações de 2 ou mais pavimentos. Isolada pelo fecho hídrico.Recebe o esgoto do desconector e leva até o tubo de queda. Esgoto primário Recebe os esgotos da parte secundária e leva até a rede pública ou fossa séptica.2. TUBO DE QUEDA • • • Contém gases do esgoto . Bitola maior ou igual à DN 50. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Instalado em: • • 9.recolhe a água de infiltrações e leva para a caixa sifonada. de gordura e de inspeção.

tubulação horizontal que recebe o esgoto dos ramais de esgoto ou tubos de queda. Bitola mínima DN 100. Instalar caixas de inspeção entre subcoletores. ou até 0.tem a função de evitar o retorno do esgoto da rede pública para a residência. Utilizar conexões reforçadas (série R). Evitar desvios para evitar perda de carga. INSTALAÇÕES PREDIAIS d) Coletor . Com bacia sanitária.5% dependendo do comprimento do subcoletor. SUB-C OLET DECLI ORESÊ1% VIDA DE e) Válvula de retenção . assim como a entrada de insetos e roedores para dentro da residência através do esgoto. • • • Diâmetro mínimo DN 100. • Só libera o fluxo por um lado.sem bacia sanitária DN 75.04 • Recebe o esgoto dos ramais de esgoto e da bacia sanitária. sifonada predial primário Coletor público Válvula de retenção 99 c) Subcoletor . mínimo DN 100 para evitar efeito funil. • • • • Comprimento máximo 15 m.tubulação final que liga a última caixa de inspeção e o coletor público ou fossa séptica. Declividade máxima 5%. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Tubo de ventilação • • Caixa de inspeção Bitola mínima . Declividade 1%. Nos pés da coluna pode ocorrer forte impacto pela queda de resíduos. Curva Curta com Bolsas para pé de Coluna Esgoto secundário Esgoto primário Coletor Esgoto Cx.

04 Instalação INSTALAÇÕES PREDIAIS f) Caixas . Cuidados na Instalação: • Profundidade máxima 1 m. Quando instalar? • Na mudança de diâmetro. direção ou declividade. • Instalar em locais de fácil acesso e boa ventilação. Evita entupimentos. Passo 2: Aplique pasta lubrificante. Tampa de inspeção Anel de vedação Porta tampa Prolongador Entrada de esgoto Passo 3: Verifique o sentido do fluxo para fazer a instalação corretamente. Caixas de Inspeção: utilizada para verificar as condições da rede de esgoto em inspeção. • Tampa de inspeção Passo 4: Acople os tubos e recue 5 cm de cada lado. • Se o comprimento de coletores ou subcoletores for maior do que 12 m. Anel de vedação Porta tampa Prolongador DN 300 Entrada de esgoto Saída para o esgoto Corpo da caixa de gordura Sifão removível i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . facilitando a limpeza e desobstrução das tubulações.são dois tipos: caixa de inspeção e caixa de gordura.quadrada. • Concreto. graxas e óleos. 100 Tipos • Plástico . • Receber os esgotos de vários subcoletores. Entrada de esgoto Entrada de esgoto Saída para o esgoto Caixas de Gordura: retém gorduras. Grande volume. Passo 1: Chanfre a ponta dos tubos e coloque os anéis. • Alvenaria de tijolos. retangular ou circular. • Evitar locais de tráfego de veículos.

04 Tampa das caixas: deve ficar em local visível. Instalação Passo 1: Coloque a caixa na vala e verifique o alinhamento. Ventilação Impede que gases passem para o ambiente utilizado e levando-os para o ar livre. INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 4: Solde os tubos de entrada. Passo 3: Verifique o prolongamento para nivelar no piso e solde. no nível do terreno.3. Passo 7: Aterre com terra e areia e faça o acabamento do piso. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 101 Passo 6: Proteja o porta tampa com plástico e coloque espaçadores. Passo 2: Retire e faça um berço de areia ou concreto magro. 9. Obrigatória em qualquer instalação de esgoto primário (ABNT NBR 8160). A edificação pode ter somente ventilação primária ou conjunto de ventilação primária e secundária. • Mantém o bom funcionamento dos fechos hídricos • Bitola mínima DN 75. Passo 5: Faça a junta elástica nos tubos de saída.

Ramal de esgoto 100 mm 50mm Tê 50 mm Reservatório destinado a armazenar as águas servidas (utilizadas) pelo sistema de abastecimento. • Aclive mínimo 1%: impede a entrada de esgoto no tubo.tubulação vertical com a parte superior aberta ou ligada a um barrilete.04 Ventilação primária INSTALAÇÕES PREDIAIS É o prolongamento do tubo de queda acima da cobertura do prédio. • Edificações DN 75. como ramais de ventilação e colunas de ventilação. Subcoletor Ventilação secundária É formada por tubulações independentes do sistema predial de esgoto. • Extremidade do tubo deve ser aberta ao ar livre.C. Fabricado em PVC com DN 50. 50mm Ramal de ventilação Junção 75 X 50 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .S 102 Ramal de esgoto Ramal de descarga Terminal de ventilação para esgoto: tem a função de barrilete. a) Tubo ventilador primário • Alinhamento reto e vertical.4. Diâmetros mínimos: • Casas DN 50. protegendo o tubo de ventilação. Coluna de ventilação Ramal de ventilação Caixa sifonada 9. Barrilete de ventilação Tubo ou coluna de ventilação Barrilete de ventilação Tubo ou coluna de ventilação Barrilete de ventilação Tubo ou coluna de ventilação Mínimo 30 cm Mínimo 2 m Coluna de Ventilação Mínimo 30 cm Tubo de Queda Telhados Laje Terraço Ramal de Ventilação Desconector . • Proteger com barrilete ou colocar um terminal de ventilação. Poço de águas servidas a) Ramal de Ventilação – liga o desconector e o ramal da bacia sanitária na coluna de ventilação. Tubo ventilador Primário b) Coluna de Ventilação .

04 9. Tubo de PVC Esgoto Pasta Lubrificante Curva 90º Curta Luva Simples i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Intercambiável com série normal. com classe de temperatura (picos) CT 45°C.6 1. DN 50. Com uma lixa d’água. tirar o brilho das superfícies a serem soldadas (ponta do tubo e bolsa da conexão).3 2. com classe de temperatura (picos) CT 75°C. empregados em sistemas prediais de água pluvial. bem como garagens e subsolos. esgoto sanitário e ventilação.2 4.8 1.5. • • • • • • • PVC reforçado.7 1.5 3. DN 40 até 150 . Junta soldável O sistema é aplicado em instalações prediais de esgoto. Caixa de inspeção INSTALAÇÕES PREDIAIS Esgoto Série Reforçada Tubos e conexões com espessuras de paredes maiores que a série normal. DN 40 junta soldável. 3 e 6 metros. possuem Bolsa de Dupla Atuação.6 103 9.2 1.bolsa dupla atuação.6 3. escoamento por gravidade não submetido à pressão e na ventilação do sistema.8 2. 75. com escoamento pela ação da gravidade (sem pressão). Temperatura até 45°C. Temperatura até 75°C.5 Série Reforçada SR (mm) 1. Escoamento livre. Tubos e Conexões Esgoto Série Normal Tubos e conexões indicados para aplicação em sistemas prediais de esgoto sanitário e ventilação. Tipos de juntas Os tubos e conexões de Esgoto Série Normal e Reforçada. Luva Simples Dispositivo visitável quando em pequena profundidade e que permite inspeção e introdução de equipamentos de limpeza. Cor cinza. 100 e 150 .3 2.bolsa dupla atuação. com escoamento pela ação da gravidade (sem pressão).0 2. que permite a união através de 2 processos: • • Junta soldável Junta elástica • • • • • • Cor branca. Tubo de PVC Esgoto Comparativo de espessuras Diâmetro Nominal (DN) 40 50 75 100 150 Série Normal SN (mm) 1. com o objetivo de melhorar a aderência (soldagem). Passo 1: Cortar o tubo no esquadro e chanfrar a ponta.6. 3 e 6 metros.8 2. Escoamento livre.6 Linha Silentium (mm) 2.

e uma camada igual (um terço) na parte externa do tubo. Aguardar uma hora para liberar o fluxo. sem torcer. Passo 4: Juntar as duas peças. eliminando as impurezas que podem impedir a ação do adesivo.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 2: Limpar as superfícies lixadas com Solução Limpadora Amanco. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . forçando o encaixe até o fundo da bolsa. especialmente a virola de encaixe do Anel de Vedação. Passo 2: Marque na ponta do tubo a profundidade da bolsa. 104 Passo 3: Aplicar com pincel uma camada fina e uniforme de Adesivo Plástico Amanco na parte interna da bolsa. Esta ação também prepara o PVC para a soldagem. cobrindo apenas um terço da mesma. Junta elástica Passo 1: Limpe com uma estopa a ponta e a bolsa a serem unidas. Passo 5: Remover o excesso de Adesivo Plástico Amanco e deixar secar.

Depois. A pasta lubrificante é uma mistura de óleo vegetal. • i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Linha Amanco Silentium® Passo 4: Aplique uma camada de Pasta Lubrificante Amanco na ponta do tubo e na parte visível do anel de vedação. Nas edificações. para permitir eventuais dilatações na junta. gerando ondas que fazem vibrar a parede do tubo e que transmitem sua deformação ao ar. provocando o chamado Efeito Tambor. • As bolsas de dupla atuação só existem em tubulações de esgoto a partir de DN 50 (esgoto primário).0 cm. forçando o encaixe até o fundo da bolsa. Que as tubulações de esgoto possuem juntas de dupla atuação. recue o tubo aproximadamente 1. podem ser executadas tanto com Anel de Vedação (Junta Elástica) ou com Adesivo Plástico (Junta Rígida).04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 3: Em seguida. com um sistema de qualidade e performance comprovado. encaixe corretamente o anel de vedação na virola da bolsa do tubo.. agente saponificante e emulsionantes. vaselinas ou outros materiais gordurosas para lubrificar o anel de vedação. Via estrutural (direta): o som gerado pelos impactos do fluído contra as paredes internas. os ruídos podem se transmitir basicamente de duas formas: • Via aérea (indireta): consequência do movimento e vibração que o líquido provoca ao passar no interior da tubulação. se propagam pela tubulação até atingirem a estrutura da edificação. Lembre-se. Os sons podem se propagar tanto pelo ar quanto por materiais sólidos e líquidos. sendo o produto adequado que garante vida útil do anel e bom desempenho da junta elástica. O sistema Amanco Silentium® é a primeira solução ao alcance para reduzir o problema de ruídos nas instalações de esgoto das edificações. A bitola DN 40 (esgoto secundário) só pode ser executada com junta soldada... Mas atenção.. especialmente de tubulações verticais. acrescentando um valor agregado indispensável: o conforto do silêncio! Passo 5: Introduza a ponta do tubo. 105 Importante Não utilize graxas. ou seja.

6 3.3 2. Comparação da espessura de parede para tubos DN 100: • Amanco Silentium® PVC: 3. A função do PVC mineralizado nos tubos e conexões é isolar o ruído causado pelo transporte do fluído através da tubulação (via indireta.3 2.8 1. Devido ao acréscimo na espessura de parede e à elevada densidade da matéria prima utilizada nas tubulações.5 mm • Esgoto Série Normal (SN): 1.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Transmissão de ruído de esgoto na edificação Campos de aplicação A linha Amanco Silentium® é perfeita para a redução de ruídos em: • Edifícios residenciais e comerciais • Hospitais • Hotéis • Bibliotecas • Laboratórios 106 • O sistema Amanco Silentium® é o resultado de um processo de última geração.5 3.8 2. os tubos Amanco Silentium® têm espessuras superiores aos da Série Reforçada. que resulta na aplicação do PVC mineralizado.6 Amanco Silentium ® 2. conferindo propriedades de isolamento acústico superiores aos sistemas convencionais. alcançamos níveis consideráveis de redução de ruídos. • • • Tubos Amanco Silentium® • • Cor laranja Super-reforçados. elevando a densidade e alcançando níveis consideráveis de redução de ruídos.6 • i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .2 mm • Esgoto Série Reforçada (SR): 2.0 2.2 4.8 mm Fornecidos com a junta elástica bilabial integrada (JEBI). Além do PVC mineralizado. Comparativo Espessuras de parede (em mm) DN 40 50 75 100 150 SR 1.

têm a importante função de evitar a propagação de ruído ao longo da tubulação. Formato das aletas garante a dupla vedação entre a superfície do tubo e o alojamento da conexão. garantindo total estanqueidade i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Além da vedação do sistema. que é garantida pelo lábio posterior Lábio Anterior Facilita a introdução e proporciona estanquidade i Amortecedor Acústico para Caixa Sifonada • • • • • • Lábio Posterior Assegura a dupla vedação Fabricado em borracha com dureza especial Aplicado entre o corpo da caixa sifonada e o prolongador Reduz a transmissão do ruído estrutural Amortece as vibrações geradas pelo fluxo de fluídos dentro do sistema de esgoto – garante a redução acústica entre pavimentos Fornecido em conjunto com duas abraçadeiras metálicas É de fácil e rápida instalação. a Aletas b c d Alma em Polipropileno Lábio Posterior 107 e f g h • A JEBI é formada por dois lábios (dupla vedação). onde o lábio anterior facilita a introdução e já realiza a estanqueidade. é resistente aos ataques químicos e raios ultravioletas. Tem no seu interior uma alma em polipropileno.04 Junta elástica bilabial integrada (JEBI) INSTALAÇÕES PREDIAIS Caixa Sifonada Amanco Silentium® (a) (b) (c) (d) (e) (f ) (g) (h) (i) (j) Grelha Antiespuma Defletor antiespuma Porta grelha Tubo prolongador Antiinfiltração Amortecedor acústico Corpo da caixa sifonada Sifão removível Defletor acústico j Lábio Anterior • • • • • Não soltam da canaleta por queda ou impacto do tubo ou da conexão no chão. Fabricadas em borracha especial EPDM. que impede o deslocamento da mesma.

Maior resistência mecânica devido ao aumento de espessura de parede em relação aos tubos da Série Reforçada (SR) Resistência ao impacto muito superior aos tubos da Série Normal (SN) e da Série Reforçada (SR) Facilidade de encaixe e rapidez na execução da junta 108 Dupla segurança em relação a estanqueidade Abraçadeiras Amanco Silentium® • • O sistema Amanco Silentium® possui abraçadeiras especiais nos diâmetros de DN 40 até DN 150. pois seus diâmetros externos são idênticos e esta disponiveis nas bitolas comerciais do DN 40 a DN150. desinfetantes e produtos de limpeza em geral Compatibilidade com outros sistemas • O Amanco Silentium® é totalmente compatível com os sistemas Amanco Série Normal (SN) e Série Reforçada (SR). É de fácil e rápida instalação. Garante redução acústica entre pavimentos. Benefícios da Linha Amanco Silentium® • O Amanco Silentium® possui alta durabilidade.04 • • • • • • INSTALAÇÕES PREDIAIS Amortecedor Acústico para Bacia Sanitária Fabricado em borracha com dureza especial Aplicado entre a conexão (ex. garantindo total estanqueidade. que servem para sustentar as tubulações verticais e horizontais do sistema. Seu formato reduz significativamente o ruído causado pelas vibrações das tubulações. Tecnologia em PVC Mineralizado auto extinguível Alta resistência a detergentes. resistindo tanto a esforços térmicos quanto aos mecânicos. Fornecido em conjunto com duas Abraçadeiras Metálicas. Joelho 90°) e o prolongador da caixa sifonada Reduz a transmissão do ruído estrutural. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

permitindo controle do volume de água pelo usuário. Amanco Eco Caixa INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 4: Ligação de água: ligar o terminal do engate flexível (B) na rosca localizada na parte superior da caixa (C). Inovadora: design moderno com embalagem diferenciada. A Amanco oferece diversos comprimentos de engates flexíveis. realiza limpeza da bacia sanitária com ótimo desempenho: 6. Não tensionar. Controle total da descarga através da corda de acionamento. Ecológica: produto com preocupação ambiental por utilizar menos água quando comparada ao modelo de 9 litros. O tubo de descida deve ficar sempre na posição vertical e a caixa de descarga não deve ficar apoiada sobre o tubo de descida. Os terminais do engate não necessitam de fita veda rosca. Recomendamos apenas utilização de tubos de descida com 1.04 9. Cores: Branco. Passo 2: Ponto de fixação: a caixa de descarga deve ser nivelada e parafusada à parede pelos suportes (A) situados na parte superior traseira da caixa de descarga. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .0 litros. interrompe-se a descarga. Com repositor do Fecho Hídrico ajustável. ou seja.7. Características e atributos • • • • • • • • • Adequada à NBR 15491: caixa de descarga para limpeza de bacias sanitárias .60 metros DN (40) (I).0kgf/cm2 segundo NBR 5626: Instalação predial de água fria). acione o dispositivo repositor do fecho hídrico através do botão (F). Regulagem do nível da água: Este produto vem regulado de fábrica e não necessita de ajustes na torneira de boia. Engate Flexível: A ligação da caixa de descarga ao ponto hidráulico é feita através do engate flexível. Instalação Passo 1: A altura de instalação deve ser de 2 metros medidos a partir do piso acabado até o ponto de fixação da caixa de descarga Você poderá utilizar os tubos de descida Amanco nas versões: de embutir com curva ou na versão externo. Ao soltá-la. Cinza Prata e Areia. Eficiente: produto compacto. Caramelo.Requisitos e métodos de ensaio. todos na bitola de 12". Rosqueie o nípel (D) no ponto de espera da água na parede utilizando fita veda rosca Amanco e em seguida rosqueie o outro terminal (B) do engate flexível. não esticar o engate para não comprometer o funcionamento adequado da çaixa de Descarga. Atenção: O limite de pressão no ponto de utilização da instalação hidráulica predial deve ser de 400 kPa (4. Dispositivo de bloqueio de odores: Para repor a água no fundo do bacia sanitária após a descarga e impedir a passagem do mau cheiro. Não há necessidade de inverter o posicionamento da torneira de boia. Passo 3: Encaixar tubo de descida (J) na saída da caixa de descarga empurrando-o até ficar firme. utilize o espude Amanco com bolsa de ligação para acabamento. Para ligar o tubo à bacia sanitária. Economia de água: por ter capacidade volumétrica de 6 litros economiza aproximadamente 33% do volume de água quando comparada aos modelos de caixas de descarga de 9 litros. Melhor aproveitamento do espaço interno 109 Acionamento da descarga: A descarga ocorre enquanto a corda de acionamento (E) está puxada.

o cursor (F) deverá ser ajustado gradativamente na direção da posição (+) até completar a distância (G) de 5 cm. Verificar encaixe do Tubo de descida. evitando contaminação pelo lançamento dos esgotos diretamente no solo. Verificar se o modelo da baica sanitária é de 9 litros. faça o seguinte teste após a instalação da Eco Caixa: deslize o cursor (F) totalmente até a posição (-). Fossa Séptica A fossa séptica é um tratamento de esgotos complementar para residências e edificações. 4 metros Sumidouro O sumidouro é um poço sem laje no fundo. Auxilia no combate de doenças. Recomendamos utilização de bacias sanitárias de 6 litros. se a distância entre a superfície da água e a borda superior da saída da bacia sanitária (distância G) tem. 9. então. As fabricadas no local podem ter formado retangular ou circular e as pré-moldadas plásticas sempre cilíndricas. Caixa de inspeção Fossa séptica 110 A saída de bacia sanitária deve sempre estar bloqueada com água para impedir o retorno de mau cheiro proveniente da tubulação de esgoto. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Caso a bacia sanitária seja de 9 litros. Caso esteja mal instalado poderá permitir entrada de ar. rios e lagos. é lançado no terreno através do sumidouro. Altura de instalação inferior à recomendada . Recomendamos utilização O produto não funciona de bacias sanitárias de 6 litros. Verificar se o tubo de descida está forçando a Eco Caixa. Seu uso é essencial na melhoria das condições de higiene da população nos locais onde não existem redes públicas de coleta de esgotos. finalizando o tratamento. Em caso de mau funcionamento verifique: Problema Verificação Verificar se a bacia sanitária utilizado é de 6 litros para que a Eco Caixa funcione perfeitamente. desde que sua capacidade (volume) seja compatível com a quantidade de pessoas que a utilizam. áreas de serviço.0 metros do piso acabado aos pontos de fixação da Eco Caixa na parede. Eles podem ser construídos de tijolo maciço. 5500 e 10000 litros. poderá haver maior consumo de água. blocos de concreto ou com anéis pré-moldados de concreto. Importante: Quando o dispositivo de bloqueio de odor (F) estiver ajustado na posição (+) sem necessidade. Caso a distância (G) seja menor que 5 cm. As fossas sépticas podem ser fabricadas no local da obra ou pré-moldadas. acione a descarga e aguarde 4 minutos. 3000. tornando o fundo da caixa de descarga abaulado para dentro. Verificar se há de forma satisfatória tensionamento do engate plástico. o Vazamento de água den.2. no mínimo 5 cm. dando a impressão de vazamento. Elas têm a função de separar e transformar a matéria sólida contida nos esgotos em um líquido não contaminante. Tampa da caixa de descarga: Não remova a tampa da caixa de descarga sob nenhuma hipótese. também conhecido como fecho hídrico. Esse líquido que sobra após o consumo do material orgânico. vem pronta para instalar e é completamente equipada com sistema integrado de fossa e filtro retentor de sólidos. ralos e cozinhas. Vazão da descarga insuficiente Verificar se o repositor do fecho Hídrico (F) está em funcionamento. que permite a infiltração no solo do líquido que sai da fossa séptica. pois o mecanismo de funcionamento está ligado a ela. em uma só peça. deverá existir uma caixa de gordura antes do envio para a fossa séptica.tempo para o fechamento total da caixa de tro da bacia descarga pode ser mais demorado. o desempenho da Eco Caixa poderá ser comprometido. Obs: No caso dos esgotos da cozinha. Nesta condição não necessita de repositor de água acionado e o dispositivo deve permanecer desativado com o cursor (F) na posição (-). o que prejudica o seu funcionamento. Ela deve ficar enterrada e ser utilizada exclusivamente para a recepção de esgoto doméstico. Se isso ocorrer o mecanismo interno pode estar forçado. Esse sistema pode receber os esgotos de uma ou mais edificações. pois em algumas regiões de pressão de rede muito baixas.8. ou o tempo de enchimento da caixa de descarga. desativando o dispositivo. Verifique. de ambientes como banheiros. Verificar se o ajuste adequado para repositor do fecho hídrico está conforme teste descrito neste catálogo Vazamento entre rosca da tampa da Eco Caixa e terminal do engate flexível Reapertar o engate flexível ou trocá-lo. comprometendo o funcionamento da Eco Caixa. É fornecida nos volumes de 1800. Para verificar a necessidade de reposição deste volume de água. Amanco Fossa Séptica A Amanco possui a Amanco Fossa Séptica fabricada em polietileno para ser utilizada em instalações prediais. Em seguida.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Algumas bacias sanitárias já realizam reposição de água automaticamente.

É importante que ela seja instalada sempre no nível mais baixo do terreno e abaixo do ponto de captação de água para consumo humano ou animal. Em geral utilizam-se sumidouros com 1.000 120 180 230 255 160 160 200 235 Manta Drenante Tubo 100mm perfurado para captação de água O dimensionamento do sumidouro (diâmetro e profundidade) depende da quantidade de líquido lançado e do tipo de solo no local. com o cuidado para não haver erosão. lagos. O dimensionamento é feito em função de um consumo médio de água por pessoa/dia. Recomendações A Amanco Fossa Séptica deve ser instalada enterrada e seguindo no mínimo as seguintes distâncias: • 2. córregos. e na superfície do líquido se forma uma camada de espuma insolúvel e leve. Como resultado ocorre à destruição de organismos que causam doenças. e nem muito longe.800 3. as águas pluviais chegam até um córrego ou rio. Esse líquido é enviado ao sumidouro para infiltração no solo. para evitar mau cheiro. que evita a circulação do ar. pelo sistema público.0 m de diâmetro e 3. que são mais caras e exigem fossas mais profundas. As fossas sépticas não devem ficar muito perto das residências. que não haja excessiva umidade no edifício. impermeabilização das fundações.0 metros de rios. de acordo com o número de pessoas e o tipo de edificação (residencial ou comercial): Nº de Pessoas Residencial Comercial Depois de coletadas. Para solucionar este problema de umidade devemos ter telhados e sistemas de cobertura adequados.0 metros de construções • 5. Durante a ação desses microrganismos. parte da matéria sólida é transformada em gases ou em substâncias que se dissolvem no líquido contido na fossa.0 ou 2. nos pisos. 111 Dimensionamento O volume da fossa séptica depende do número de pessoas na residência ou edificação. garantindo. As instalações pluviais têm como principal função recolher e conduzir para um local determinado as águas provenientes da chuva que atingem a edificação. usando para isso leito de pedras no local de impacto. poços. A Amanco Fossa Séptica foi projetada para que a limpeza ocorra apenas uma vez por ano. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Disposição na sarjeta da rua por tubulação enterrada sob o passeio. etc.500 10. as águas pluviais podem ter os seguintes destinos: 1. evitando alagamento. desde que esteja atendendo a quantidade de pessoas determinada no dimensionamento.04 Funcionamento INSTALAÇÕES PREDIAIS Os esgotos entram na fossa séptica e sofrem a ação de bactérias que atuam na ausência de oxigênio.0 metros de árvores • 20. A captação dessas águas tem por finalidade permitir um melhor escoamento. devido ao caimento da tubulação. boa ventilação nas dependências. A Amanco Fossa Séptica possui uma relação simples para a escolha do volume.000 5. 10. piscinas e águas de qualquer natureza. que serve como filtro para continuação do tratamento. Sistema predial de águas pluviais As águas pluviais são aquelas que se originam a partir das chuvas. Disposição no terreno. Capacidade (L) Diâmetro (cm) Altura (cm) Grama Camada de Terra Camada de Areia 5 10 20 45 7 14 30 60 1. Ao longo do processo o lodo acumula no fundo da fossa. desta forma.0 m de profundidade. erosão do solo e outros problemas. Camada de Brita 2. Uma solução inadequada pode gerar a umidade ou mesmo a entrada de água no ambiente. Essas distâncias são definidas para evitar contaminações no caso de um eventual vazamento. entretanto sua capacidade não deve ser menor que 1000 litros. para evitar tubulações muito longas. nas paredes.

Armazenada em cisterna (reservatório inferior) de acumulação de água. Reservatório Superior Tipos de telhado • • SISTEMA DE ÁGUA FRIA Beiral: é o prolongamento do telhado além das paredes externas. Platibanda: é uma pequena murada utilizada para esconder o telhado das construções. Boa parte dos problemas se resolveria ligando a água pluvial do telhado da casa 1 diretamente até o ponto E.1. que joga na rampa inclinada onde existe um ralo B e tubulação enterrada. Sendo assim o correto seria transportar a água do telhado A até a rua. Caso o telhado B não tenha sido calculado para isso. Componentes 112 a) Elementos Prediais • Áreas de Captação • Calhas • Condutores • Caixas e reservatórios b) Elementos Públicos • Sarjetas • Bueiros • Tubulação de drenagem Beiral Platibanda Casos especiais • Chuva Chuva Água para frente ou para trás: a chuva que cai na casa 1 é recolhida em calha no ponto A. pode ter algum problema estrutural. chamada de Área de Contribuição: a) Telhados . que a leva a um ralo em C e D (casa 2). trazendo conforto. Telhados são estruturas frágeis e não devem receber vazões concentradas (carga de impacto). projetado para proteger as portas. varandas e esquadrias da chuva e insolação direta.protegem o espaço interno do edifício das intempéries. Calhas Condutores Verticais e Horizontais 1 Água 2 Águas Cisterna Bombeamento Filtro 10. Bocal de descida (condutor vertical) • Jogando água do telhado em telhado: as águas coletadas pelo telhado A caem em calhas e são jogadas sobre o telhado B. Telhado A Telhado B i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . para uso posterior.04 SISTEMA DE ÁGUAS PLUVIAIS INSTALAÇÕES PREDIAIS 3. Calha beiral Calha platibanda Desagua na guia Condutores verticais Condutor horizontal Áreas de captação Feita através da cobertura da edificação. por um condutor. eliminando dessa forma o ponto B. onde finalmente ganha a sarjeta da rua.

O problema tende a se agravar e a casa não terá mais um sistema de calha condutor. 6. agrava-se ainda mais o dano à armadura. com a área máxima de contribuição (Ac). Um mínimo de dois por marquises. O diâmetro mínimo do buzinote deve ser de 50mm. que esgotam as águas que nele chegam. verdadeiras armadilhas. Buzinotes. até a sarjeta. gerando um peso que talvez a estrutura não suporte e ocorra ruína. A solução correta seria transportá-la por tubo.) 277 178 204 180 146 156 142 132 Área máxima de contribuição p calha (AC) m2 141 180 157 178 219 205 225 242 • Água levada para local indevido: as duas calhas no início levavam a água para o coletor central. Impermeabilização da sua face superior. As marquises de concreto armado podem tornar-se. Número adequado de buzinotes. em algumas estruturas de coberturas e marquises. I = 5% PVC Ø 100mm (Buzinote) I = 1% 113 Belo Horizonte Goiânia Curitiba Manaus Porto Alegre Fortaleza Rio de Janeiro São Paulo (at) Área de contribuição do telhado: é a área da cobertura onde a água da chuva escoa na calha. que é a parte mais distante do ponto de coleta junto ao condutor. a água começou então a carregar o trecho mais deformável da calha. e sim dois pontos de despejo da água. 4. Limpeza da marquise e manutenção periódica dos buzinotes. assim. 5. calculada conforme fórmula abaixo: at = (a+h/2)xb Pingadeira Falhas nestes sistemas podem acumular água. Nem sempre a armadura negativa das marquises fica. Nesses casos. conforme condição: At < Ac i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 2. levando freqüentemente ao colapso da marquise. na posição alta desejada. facilitando a oxidação da armadura negativa do concreto armado. por deficiências construtivas. Em marquises. a solução para escoar águas pluviais é totalmente diferente do visto até aqui. Deve-se comparar a área de contribuição do telhado (At). A armadura oxidada gera trincas que aumentam a penetração da água. respeitando-se a intensidade pluviométrica de cada região conforme tabela abaixo: Região Intensidade pluviométrica (l/min. Uma solução para o afastamento de águas de chuva das marquises é dotá-las de um sistema composto por: 1. as calhas cederam nas extremidades. Buzinote Laje Rua Cuidados especiais Capacidade de escoamento Área máxima de contribuição (ac): é a área máxima de cobertura que drena uma quantidade de chuva suportável pela calha. acentuando a perda de capacidade estrutural da peça. Marquises e terraços Nos terraços. Usam-se buzinotes a cada cinco metros de perímetro da cobertura. que são tubos de pequena extensão e pequeno diâmetro. Ralos recolhendo a água que cai sobre a cobertura. a deficiente disposição de águas pluviais pode provocar o acúmulo de água.04 • INSTALAÇÕES PREDIAIS Água despejada em transeunte: este é um caso muito comum. 2. no qual a água do buzinote cai em cima do transeunte. nas extremidades opostas ao ponto do condutor. Com o tempo. 3. pois uma deficiente drenagem as derrubará por umidade. usa-se para escoar as águas das chuvas: 1. É calculada de acordo com a NBR 10844: Instalações prediais de águas pluviais.

Suporte Dobrado 13 . bem como a capacidade de vazão da calha.Vedação 07 11 01 15 Área de contribuição do telhado (AT): A área de contribuição do seu telhado deve ser calculada da seguinte forma: AT = (a+h/2) x b Para telhados com inclinação de até 20 graus.Perfil 02 . Devem ter declividade mínima de 0.Suporte Metálico 14 .Esquadro Interno 10 . a declividade afasta as águas do ponto de coleta.se a utilização de mais um bocal de descida. Região Índice Pluviométrico (mm/h)* Área máxima de Telhado por Condutor (AMT) m2 CAL/B 100 Belo Horizonte Goiânia Curitiba Manaus Porto Alegre Fortaleza Rio de Janeiro São Paulo Aracaju Belém Florianópolis João Pessoa Maceió Natal Salvador São Luis * Dados de pluviosidade para período de retorno de 5 anos. podendo-se assim dobrar a área de contribuição do telhado (At).Joelho 90º 06 .04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Para obter uma melhor eficiência no escoamento. O número de condutores (Nc) recomendado para sua instalação é calculado pela fórmula abaixo: Nc = AT (m²) / AMT (m²) O resultado desta conta deve ser sempre arredondado para cima. 03 05 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Se você souber o índice pluviométrico (IP) da sua região você pode calcular a área máxima por condutor do seu telhado (AMT) usando a seguinte fórmula: AMT (m²) = 10800 / Índice Pluviométrico (mm/h). foram obtidos baseados em telhados com inclinação de 20°. 01 14 06 01 16 01 04 06 03 10 02 Calhas As calhas recebem as águas do telhado. chapa galvanizada.Suporte em PVC 12 .5% 01 . a velocidade de enchimento da calha também irá mudar.Cabeceira Esquerda 08 .Acoplamento 15 .Bocal 16 .Emenda 05 . conduzindo-as imediatamente aos condutores verticais.se que o bocal de descida seja localizado no centro da cobertura.Condutor Vertical 03 . recomenda. recomenda.Abraçadeira 04 .Esquadro Externo 11 .5%. Se a área de contribuição do telhado (At) formais que o dobro da área de contribuição máxima (Ac). a área máxima por condutor (AMT) que a calha pode esgotar nas principais regiões é dada pela tabela acima. Lembramos que havendo variação na angulação do telhado. respeitando sempre a área de contribuição máxima (Ac). esse é um item que os maus construtores alegam ser difícil de atender e na prática constroem as calhas horizontais e.Joelho 60º 07 .Cabeceira Direita 09 . extraídos da norma NBR 10844 de Dez/1989 Formato da seção Regular U V Circular Semicircular Tipos CAL/BOC 277 178 204 180 146 156 142 132 141 180 157 178 219 205 225 242 Calha de beiral Instalada no beiral do telhado Calha de platibanda Instalada no vão entre a parede e o telhado Calha água furtada Instalada no encontro das águas do telhado 114 Amanco Calhas Pluviais • • • • • • Calhas pré-fabricadas em PVC Instalação em Telhados com beiral Não sofre oxidação Barra 3 m Vazão de 533 L/min Declividade mínima 0. Importante • Os cálculos apresentados. ou seja. às vezes com declividade invertida. Podem ser Fabricadas em PVC. alumínio ou cobre.

i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .04 Instalação INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 1: A Calha Pluvial pode ser instalada diretamente na testeira de madeira. utilize as peças Esquadro Interno ou Esquadro Externo. onde há mudança de direção do escoamento de água. Passo 5: Inicie a colocação da calha: fixe a borda interna (reta) da calha no suporte. usando sempre a Vedação para Calha Pluvial Amanco.5% (5 mm a cada metro). ponto mais baixo. Passo 4: Os bocais de descida deverão ser instalados sempre no ponto mais baixo e fixados entre suportes. respeitando o limite da área de contribuição máxima. sendo que a telha deve avançar pelo menos 5 cm para o interior da calha. como no passo 5. Passo 8: Nos cantos de telhados. escolha o ponto mais alto da instalação a 30 cm da extremidade do beiral. Fixe os esquadros entre os suportes. sendo que o espaçamento máximo entre eles deverá ser de 60 cm. 115 Passo 7: Para trechos de calhas menores que 3 m. Amarre a linha no suporte e estique até o último suporte do trecho. Passo 3: A linha servirá como base para colocação dos suportes intermediários. marque com um lápis e corte o perfil com serra metálica. Passo 2: Para fixação do suporte. girando-a em seguida para baixo até encaixar a borda externa (redonda). determinados previamente. com inclinação mínima de 0. Passo 6: As conexões devem ser fixadas na própria calha.

no caso dos edifícios com esse pavimento. sempre que possível.5 m. Passo 10: Quando o bocal de descida for instalado no final do trecho. a calha deve ser instalada com o auxílio da haste zincada.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 9: No final de trechos de calha. 116 Passo 11: A montagem do condutor pode ser feita diretamente. Os condutores verticais devem ser projetados. utilize sempre mais um trecho de calha com suporte e cabeceira. Utilização dos perfis metálicos a) No caso de beiral com caibro recuado ou cortado fora do prumo. utilize as cabeceiras para calha pluvial Amanco. Tenha certeza de estar localizando a saída de água dos condutores em pontos que irão permitir a drenagem da água. como na figura a seguir. Nunca agarre-se à calha quando estiver subindo no telhado da casa. devem ser usadas curvas de 90° de raio longo ou curvas de 45° e previstas peças de inspeção. Dobre a presilha. Nunca tenha pressa. por meio de abraçadeiras. Passo 12: Os condutores deverão ser soldados nas conexões com Adesivo Plástico Amanco. encaixando o joelho 60º no bocal de descida. ou levar aos condutores horizontais até as redes coletoras. é importante que se coloque uma tela no local das calhas. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Nesse caso. No final do condutor. pode ocorrer o entupimento dos condutores. As abraçadeiras devem ser fixadas com parafusos. Sempre trabalhe seguro. que poderão estar situadas no terreno ou presas ao teto do subsolo (pilotis). utilize um joelho 90º. prendendo a calha. em uma só prumada. evitando a introdução de folhas e pequenos galhos dentro das tubulações e permitir fácil limpeza e manutenção. verifique se possui todas as ferramentas necessárias à instalação. b) O suporte dobrado tem a mesma função da haste. despejando-as livremente na superfície do terreno. ou com a utilização do acoplamento e de um segmento de condutor. Quando houver necessidade de desvio. Condutores Condutores verticais São tubulações verticais que têm por objetivo recolher as águas coletadas pelas calhas e transportá-las até a parte inferior das edificações. podendo ser ajustado de acordo com a inclinação do telhado. de forma adequada. mudando apenas o sistema de fixação. Quando a edificação estiver localizada em áreas arborizadas. respeitando o espaçamento máximo de 1. Dicas para Instalação • • • • Antes de indicar a montagem.

Leveza e resistência. Não se deve ingerí-la. com a finalidade de reter produtos sólidos. como a lavagem de utensílios. Caixa de águas pluviais É um dispositivo aplicado em instalações para águas pluviais. limpeza em geral e jardins. Além disso. com valor mínimo de 0. A qualidade destas águas é suspeita. desenvolvidos para garantir o uso racional da água. permitindo a limpeza periódica do sistema. Uma das linhas mais completas do mercado.04 Condutores horizontais INSTALAÇÕES PREDIAIS Amanco Cisterna Aplicação Reservatórios adequados para armazenamento de água potável (rede pública). junções ou colagens. roscáveis ou soldáveis • Filtros e velas (para instalação próximo ao cavalete de entrada) • Eletronível automático (fio de 1. Pode ser instalada com Tampa ou Grelha. facilidade na limpeza e conservação da temperatura da água. 2 adaptadores auto ajustáveis de 3/4”. • Tampa rosca para completa vedação contra a entrada de insetos e poeira garantindo proteção à água depositada. mas pode ser aceitável como água para uso menos nobre. Ausência de emendas. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 1 adaptador auto ajustável de 1. Indicados para captação de água de chuva ou poços para uso em sanitários. pois trazem poluição do ar e sujeira dos telhados. A ligação entre os condutores verticais e horizontais deve ser feita com curva de raio longo. a Amanco Cisterna apresenta também: • Parede interna lisa e branca para visibilidade. evitando o desperdício.1/2” e 1 filtro d’água Características • • • • • Fabricadas em polietileno de alta densidade Parede interna lisa Impermeável Conserva a temperatura da água Usada exclusivamente enterrada A Amanco Cisterna é fabricada na cor azul (externa) e branca (interna) e destina-se única e exclusivamente para o armazenamento de água. Os condutores horizontais devem ser projetados. O polietileno é um material absolutamente atóxico devidamente aprovado para contato com alimentos pelo Instituto Adolfo Lutz. caso necessite coletar também do próprio local da instalação. Indicados para captação de água de chuva ou poços para uso em sanitários. Em regiões não dotadas de rede de água ou de obtenção difícil de água. Linha completa de acessórios que complementam o sistema de armazenamento de água. é comum o uso de cisternas (reservatório inferior) coletando a água que cai em telhados.5%. com declividade uniforme.5m) • Torneiras de bóia com balão plástico ou de latão • Fita veda rosca • Solução limpadora • Bombas d’água elétricas periféricas • kit instalação: composto por torneira de bóia com balão plástico de 3/4”. Grelha 117 Tampa Anel de vedação Porta tampa Porta grelha Prolongador Corpo da caixa • • • • Cisternas São reservatórios adequados para armazenamento de água potável ou águas pluviais. limpeza em geral e em jardins. São eles: • Adaptadores auto ajustáveis. Têm a finalidade de recolher as águas pluviais dos condutores verticais ou da superfície do terreno e conduzi-las até os locais permitidos pelos dispositivos legais. Ministério da Saúde e FDA USA (Food & Drug Administration).

6 63. 4. 118 Montagem Conheça todos os procedimentos para fazer uma instalação rápida e segura de uma cisterna. possibilitando a proliferação de algas e bactérias. assim como as furações realizadas com brocas.1/2” e 3/4” Tubos de PVC Amanco (mesmas bitolas dos flanges) Lixa Chave de grifo Fita veda-rosca Adesivo plástico para PVC Amanco Flanges 1. 1 3 2 6 7 Adaptador Auto-ajustável (Flanges) A Amanco Cisterna apresenta locais específicos para perfuração das entradas de tubulações. 5 4 11 9 10 9 9 8 8 8 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 2.6 198. 5.6 Atenção: Para armazenamento de outros líquidos.000 Altura 120 180 230 255 Diâmetro (cm) 160 160 200 235 Peso (kg) 46. Em hipótese alguma instale a cisterna sob a ação de intempéries. 9.04 Importante! INSTALAÇÕES PREDIAIS Material utilizado 1.6 114. serras tico-tico e outras ferramentas que não sejam serras-copo. Características Técnicas Medidas Aproximadas Capacidade 2.300 6.100 3. 3. 8. pois a ação dos raios solares atravessará a parede da cisterna proporcionando entrada de luz. Furadeira Serra-copo 1. Solução limpadora A Amanco Cisterna é fabricada para ser enterrada exclusivamente. 10. 7.1/2” e 3/4” Kit torneira de bóia Filtro para caixa d’água (item opcional para instalação próximo ao cavalete de entrada) 11.000 10. solicitar autorização por escrito do Departamento Técnico da Amanco através do atendimento amanco: 0800 701 8770. 6. Não é recomendável fazer as furações feitas fora dos 6 pontos especificados.

04 Passo a passo INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 1: Retire a tampa para começar a instalação da cisterna. Se necessário utilize uma chave de grifo para ajustálas. sendo: um para a entrada d’água. inicie a fixação das flanges. Mas antes use solução limpadora para melhor aderência do adesivo para PVC. O assentamento deve ser feito somente sobre superfície plana e nivelada. Passo 2: Inicie a furação da caixa nos pontos indicados pelo fabricante. conecte os tubos nas flanges. 119 Passo 4: Em seguida. Passo 3: Certifique-se que a cisterna tenha no mínimo 3 furos. por exemplo. utilize serra copo compatível com o diâmetro das flanges. Atenção! Faça isso com cuidado. de forma a garantir a junção perfeita das peças sem danificá-las. Para facilitar a execução. Passo 8: Passe o adesivo plástico para PVC nas flanges e nos tubos que serão conectados. Passo 6: Depois. Passo 7: Em seguida. Passo 9: Em seguida. inicie a instalação da tubulação utilizando tubos de bitolas equivalentes as das flanges. um para a saída d’água e um terceiro para o extravasor (ladrão). lixe as flanges. O uso de flanges com vedação de borracha dispensa vedação adicional. Para isso. Passo 5: Aperte manualmente as flanges pelo lado interno da caixa. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . faça o mesmo com a ponta dos tubos que serão ligados à cisterna. com silicone.

120 Passo 12: Antes de concluir.5 metro do fundo da cisterna em períodos de cheia (estação chuvosa. limpe toda a cisterna com um pano úmido. fixe a torneira separada da boia. utilize um equipamento que permita bater sobre o torrão de terra desfazendo-o. a fim de evitar pressões excessivas do lençol sobre o fundo da cisterna que poderão causar danos irreversíveis à cisterna. ex: um copo) até cerca da metade da altura desse recipiente. em especial o lado interno. O material retirado deste buraco deve ser reduzido a terra fina. Meça a altura que esta terra alcançou (altura inicial = Hi) e anote. Passo 4: De posse desse resultado. • Depois que estiver bem seca. Hi = altura inicial de terra. aplique a fórmula abaixo: % exp = (Hi . Passo 2: Existem 03 (três) tipos de solos possíveis de instalação: • de alta resistência. bem como a localização do lençol freático. ou seja. para garantir a retirada de partículas e outros resíduos. meça a altura de terra novamente (h final . Passo 3: Para verificação do solo onde o produto será instalado. Não se esqueça de usar fita veda rosca Amanco para instalar a torneira de boia.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 10: Do lado interno da cisterna. Para tanto. adicione água até que a terra existente no copo fique totalmente coberta. Em seguida.Hf ) e anote. Passo 13: Após ser fechada com a tampa. • Deixe descansar por mais de uma hora.Hf ) x 100 Hi Onde: %exp = porcentagem de expansão da terra. verifique na Tabela A qual o passo seguinte para a instalação de acordo com a situação do solo onde a cisterna será enterrada. recomendamos fazer o teste abaixo: • Faça um buraco de cerca de 1 metro de profundidade. • Espalhe esta terra fina (livre de torrões) por uma superfície e deixe-a exposta ao sol. Instalação Passo 1: Antes de instalar sua Amanco Cisterna recomendamos que seja feita a verificação do solo onde será instalada. a cisterna estará pronta para ser conectada à rede hidráulica e utilizada. pegue uma quantidade suficiente desta terra e coloque-a em um recipiente de vidro cilíndrico (p. deve-se eliminar a presença de torrões de terra. a fim de eliminar sua umidade. • Após o descanso. • de média resistência. • de baixa resistência. Para tanto. Passo 11: Na sequência fixe a boia roscável na base. instale a torneira de boia junto à flange de entrada de água. 2 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Hf = altura final de terra. ou maré cheia quando em regiões praianas). que deve estar a uma profundidade mínima de 1. • De posse dos dados inicial e final das alturas de terra. fig.

e na parte superior 70 cm maior que o diâmetro da cisterna. centralizando-a no contra piso fabricado. e na parte superior 200 cm maior que o diâmetro da cisterna. evitando-se impactos na cisterna que poderiam danificá-la. a fim de não danificar o fundo da cisterna. e na parte superior 100 cm maior que o diâmetro da cisterna. O contra piso deve ser liso. Esta operação deve ser feita com cuidado.04 Tabela A % expansão Menor que 10 10 a 25 26 a 50 51 a 100 Maior que 100 Potencial de expansão Nenhum Baixíssimo Baixo Médio Alto Passo seguinte Passo 4a Passo 4 b Passo 4c Passo 4d Passo 4e INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 4d: Fazer uma escavação com as bordas inclinadas com uma profundidade de 30 cm maior que a altura da cisterna e com um diâmetro na parte inferior da escavação 30 cm maior que o diâmetro da cisterna. Em seguida vá para o passo 5.5 metros procure a ajuda de um profissional habilitado para calcular o contra-piso a ser construído. 15 cm de cada lado. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .5 metros do lençol freático em períodos de cheia. não deve conter pedras ou quaisquer outros objetos sobre sua superfície. 50 cm de cada lado. deixando secar. Em seguida vá para o passo 5. 75 cm de cada lado. Passo 8: Encher a cisterna de água até o ponto em que haja transbordo de líquido pela tubulação de saída de líquidos (ladrão). com o diâmetro especificado nas figuras acima. sejam estes pontiagudos ou redondos. O fundo da escavação onde será depositada a Amanco Cisterna deverá estar a uma distância mínima de 1. Em seguida vá para o passo 5. coloque a cisterna no buraco. e na parte superior 150 cm maior que o diâmetro da Amanco Cisterna. Atenção: os passos seguintes servem de referência e deverão ser calculados e feitos por um profissional habilitado. Caso a distância seja menor do que 1. nivele o fundo do mesmo e faça um contra piso liso e nivelado de 10 cm de altura de concreto armado com uma malha de ferro. Passo 4b: Fazer uma escavação com as bordas inclinadas com uma profundidade de 30 cm maior que a altura da cisterna e com um diâmetro na parte inferior da escavação 30 cm maior que o diâmetro da cisterna. 100 cm de cada lado. 35 cm de cada lado. Faça as furações necessárias de entrada. nos locais identificados por um ponto em baixo relevo. utilizando-se sistemas de roldanas ou guinchos. Passo 4a: Fazer uma escavação com as bordas inclinadas com uma profundidade de 30 cm maior que a altura da cisterna e com um diâmetro na parte inferior da escavação 30 cm maior que o diâmetro da cisterna. Passo 4b: Fazer uma escavação com as bordas inclinadas com uma profundidade de 30 cm maior que a altura da Amanco Cisterna e com um diâmetro na parte inferior da escavação 30 cm maior que o diâmetro da Amanco Cisterna. 15 cm de cada lado. Em seguida vá para o passo 5. 15 cm de cada lado. saída e extravasor (ladrão) utilizando uma serra copo. 121 Passo 5: Após abertura do buraco para enterrar sua Amanco Cisterna. 15 cm de cada lado. Passo 6: Após o contra piso estar devidamente seco. Passo 7: Com a cisterna instalada no buraco instale os tubos de entrada e saída de líquidos (ladrão e tubulação de sucção por bomba).

Passo 10: Deixe secar por no mínimo 72 horas. Recomendamos um pano ou esponja e água para a remoção do limo. Passo 11: Instale as tubulações de entrada e saída (ladrão e tubo de sucção). pano Para efetuar a ligação deste eletronível. da bomba e do eletronível da cisterna superior sugerimos a contratação de um eletricista. Passo 13: Fechar o buraco de armazenagem da cisterna utilizando uma laje. Esta laje deverá ser dimensionada por um profissional habilitado. impedindo a entrada de poeira. É de suma importância que seja construída uma área que permita acesso à boca de inspeção da cisterna. Limpeza Devido à alta proteção contra os raios solares e tampa-rosca. Esse procedimento deverá ser repetido de seis em seis meses. Passo 12: Faça uma furação de 9 mm em uma das bordas superiores da cisterna (borda retangular de reforço) utilizando uma furadeira para passar o fio do eletronível controlador de nível da cisterna. fazer uma mistura contendo 80% de terra e 20% de cimento. a fim de não danificar as paredes da cisterna. Esquema de funcionamento 122 Não execute esta operação se a cisterna não estiver cheia de água. a Amanco Cisterna tem vedação rápida e segura. para eliminação de impurezas provenientes da água. pois as dimensões dependem do tráfego que haverá sobre ela. As furações devem ser feitas com serra-copo. borracha para revestimento dos apoios da escada i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . formado pela alcalinidade da água. além de não apresentar formação de musgos e outras incrustações em suas paredes. impurezas e insetos.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 9: Com a terra extraída da escavação sem elementos rochosos. Adicione água até obter uma massa homogênea e despeje esta massa em volta da cisterna até o ponto onde termina a parte cilíndrica da cisterna e inicia-se a parte cônica.

Para isso você irá precisar de 1 corda grande e resistente. metais etc. 2 pedaços de madeira que tenham o mesmo diâmetro da cisterna e uma roldana. quer partindo dos pontos determinados no próprio local onde será executada a instalação.5 cm i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . • As dimensões apresentadas nos projetos indica a distancia entre os eixos dos componentes do sistema(tubos.5 a = 97.).04 Içamento INSTALAÇÕES PREDIAIS O içamento das cisternas maiores de 10. Exemplo: Se: M = 100 cm D = 25 mm = 2. quer partindo do projeto.2.5 cm Então: a = 100 . usa-se a medida de “eixo a eixo”. 11. conexões. • Partindo deste princípio. no caso de determinar o comprimento dos tubos a partir dos pontos no local de execução. tomada de “eixo a eixo” das conexões.1. sobre base plana sem empilhamentos.000 litros deve ser realizado da maneira que descreve o esquema a seguir. (M) é a medida “de eixo a eixo” das conexões representadas. Corte de tubos Há diferentes maneiras de encontrar a medida do comprimento do tubo. Referencial de medida “De eixo a eixo” significa de centro a centro da instalação ou das conexões. (a) é o medida do comprimento do tubo a ser cortado e compreende a distância entre os limites da bolsa da conexão. Considerações importantes sobre tubos e conexões 11. 123 a) Conexões com diâmetros iguais Fórmula de cálculo a=M–D Sendo: a = Medida do comprimento do tubo M = Medida de “Eixo a Eixo” entre as conexões D = Diâmetro da conexão Transporte A Amanco Cisterna deve ser transportada na posição vertical.

Entretanto.3. Patologias a) Rompimento por tensionamento na instalação Conexões em geral O rompimento por tensionamento na instalação ocorre devido ao deslocamento do tubo em relação ao seu correto posicionamento angular com as conexões Este tipo de rompimento por tensionamento ocorre sempre no sentido transversal do fluxo e fora da linha de emenda do material (“fio de cabelo”) O rompimento poderá ocorrer pelo deslocamento (tensionamento) da tubulação no sentido de abertura do ângulo da conexão.(1. poderá haver rompimento no sentido da tubulação fechando o ângulo da conexão./2) + 5.6 + 2. Equivalência de diâmetros Diâmetro Nominal de Referência Água Quente CPVC Água Fria Roscável Água Fria Soldável Água Quente PPR Água Quente PEX Esgoto SN.9 cm 11.[(3.1 A = 95.2. Rompimento pelo deslocamento (tensionamento) da tubulação no sentido de abertura do ângulo da conexão.0/2)] A = 100 . - mm 20 25 32 40 50 60 75 85 90 110 mm - pol.5) A = 100 .0 cm Então: A = 100 . 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 4 - pol. 124 Exemplo: Se: M = 100 cm D1 = 32 mm = 3. SR e Silentium® Conexão roscável pol. mas com menos freqüência. 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 4 - mm 16 20 25 32 - mm 15 22 28 - DN 40 50 75 100 150 O rompimento de uma conexão roscável pode-se dar por várias formas de tensionamento: DN 15 DN 20 DN 22 DN 25 DN 28 DN 32 DN 40 DN 50 DN 60 DN 63 DN 75 DN 85 DN 90 DN 100 DN 110 DN 150 • • • • Compressão (achatamento) Desbitolamento de rosca Incompatibilidade de rosca Instalação tensionada Perfil da luva roscável mostra o batente deformado pelo acoplamento da rosca macho acima do limite de fio de rosca fêmea.2.04 b) Conexões com diâmetros diferentes Fórmula de cálculo a = M – [(D1/2) + (D2/2)] Sendo: a = Medida do comprimento do tubo M = Medida de “Eixo a Eixo” entre as conexões D1 = Diâmetro conexão 1 D2 = Diâmetro conexão 2 INSTALAÇÕES PREDIAIS 11.2 cm D2 = 50 mm = 5.4. Conexão em corte 1 1/2 2 3 4 6 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

aplica-se com chave (geralmente grifo) um torque a mais na sobre-porca. criando o tensionamento Geralmente. Tensionamento na vedação Deformação do anel de borracha: detalhe que pode justificar um possível tensionamento. com batente sem deformação. consequentemente. esta situação é confirmada pela constatação de fortes marcas de chave na sobre-porca O rompimento não ocorre de imediato. se as distâncias das flanges não estiverem bem dimensionadas. a fadiga ocorre em conseqüência da extrema situação de tensionamento pela força de tração causada no momento de instalação da União. Conexão em corte O nível de tensionamento neste caso é proporcional à distância entre as flanges e ao nível de rigidez da instalação Outro detalhe importante é quando a União está próxima a uma derivação ou a algum equipamento As peças a seguir estavam instaladas nesta situação. Duas possíveis situações que podem gerar a força de tração são representadas a seguir: O trecho do tubo acoplado é curto e isto aumenta ainda mais a rigidez da instalação e. o aperto da sobre-porca não será apenas para o encosto das flanges. ficando afastadas uma da outra. o tensionamento pela distância dos flanges. Neste caso (rompimento da sobre-porca). Rosca macho foi acoplada além do limite útil de fios de rosca (“encavalamento” de peças). Na foto nota-se que um dos lados do anel encontra-se amassado. causando o tensionamento i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . mas também de tração para aproximá-las.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Perfil da rosca mostra o aspecto normal. mas o tensionamento provocado no produto causa o rompimento do mesmo pela fadiga do material Distância entre as duas faces das flanges roscável e lisa: No momento da execução da junta soldável/roscável da União. Forte aperto da sobre-porca: Mesmo já estando encostadas as faces das flanges. Conexão em corte 125 União roscável e união soldável Na união soldável ou na união roscável encontramos situações que causam o rompimento por fadiga do material.

o composto perde as propriedades de rigidez O mesmo problema poderá ocorrer se o produto de PVC estiver em contato prolongado com a Solução Limpadora. uma marca que caracteriza uma batida na conexão. quando do excesso. busca-se na superfície externa a presença de sinais que identifiquem o impacto. d) Rompimento por excesso de adesivo plástico Bucha de Redução Tubo Soldável O rompimento de um tubo próximo à bolsa soldável de uma conexão.04 b) Rompimento por desbitolamento INSTALAÇÕES PREDIAIS Quando ocorre o rompimento de uma conexão na região da bolsa. com o tubo apresentando característica de emborrachado (redução da rigidez). coincidindo justamente com a região de rompimento. ou seja. nem sempre é possível a identificação da marca externa. é típico do acúmulo de adesivo plástico no interior da conexão ou do próprio tubo Os solventes da formulação do Adesivo têm a característica de ataque à camada externa do PVC À medida que ocorre a volatilização do solvente. se o rompimento for na bolsa de uma conexão onde uma bucha de redução estiver acoplada totalmente. Geralmente. não será possível a identificação de onde está a não-conformidade. se faz necessário um corte na peça para visualizar o aspecto interno da trinca. ocorre a fusão das partes em contato. Porém. tubo ou de uma bucha de redução Quando ocorre o rompimento com estas características é comum a solicitação da análise dimensional da mesma Se o tubo estiver acoplado diretamente na bolsa da conexão é possível a análise dimensional ao menos do diâmetro externo do tubo Porém. Conexão (Tê Soldável) 126 Na extremidade de uma bolsa. se no diâmetro externo da bucha ou no diâmetro interno da conexão onde ela está acoplada. Aspecto externo de tubo que sofre com o excesso de adesivo em seu interior. longitudinal ao fluxo e fora da linha de emenda do material temos quase sempre como causador o tensionamento provocado pelo desbitolamento de uma das peças: bolsa da conexão. Assim. c) Rompimento por impacto Rompimentos causados por forte impacto externo apresentam linhas de rompimento características em forma de estrela. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

Acúmulo de adesivo plástico no interior da conexão. aplicado no produto quando do rosqueamento com a chave. 127 f) Curvas feitas por aquecimento e) Rompimento por excesso de aperto No lado externo da bolsa. INSTALAÇÕES PREDIAIS Cor branca na região do rompimento. característica de material dúctil* Acúmulo de adesivo na região do rompimento.04 Acúmulo de adesivo plástico no interior da tubulação. decorrente do excesso aplicado na soldagem: diminuição das características físicas do produto. ocorrendo o rompimento somente quando a deformação ultrapassa o limite elástico do PVC. observam-se fortes marcas de ferramenta usada para dar o aperto da rosca: excesso de esforço mecânico que compromete a resistência da peça. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Rosca deformada: excesso de esforço mecânico. * Material Dúctil: absorve a deformação provocada pelo esforço mecânico.

9. Prefira sempre carregar tubos amarrados. guarde-as sempre em local coberto. 12. pois o sol pode danificar os produtos. Passo 3: Feche bem todas as torneiras. 2. pois isso pode causar avarias nas pontas e bolsas. Transporte e armazenamento Antes mesmo de começar a instalação. Passo 2: Deixe todos os registros internos da residência abertos (normalmente esses registros são instalados nas paredes de banheiros. sempre retos.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS g) Curvas “forçadas” pelo aquecimento 3. vale a mesma regra. Os tubos devem ser organizados de forma alinhada no caminhão. *informações Sabesp – como detectar vazamentos Hidrômetro Passo 1: Confira o relógio de água (hidrômetro). Vamos conhecer alguns testes* que podem ser muito úteis para detectar vazamentos. não jogue os tubos no chão. Quanto às conexões. 7. portanto. Em caso de armazenamento por mais de 6 meses deve-se proteger os tubos de PVC da estocagem descoberta. Não se esqueça de sempre verificar o prazo de validade na embalagem antes de utilizar. na cozinha). em alguns casos. No momento de descarregar. desligue os aparelhos que usam água e não utilize os sanitários. devem ser transportados e guardados de forma segura. 11. apoiando a primeira fileira numa estrutura de madeira plana e não deixando a pilha exceder 1. 12. para não serem deformados. Os adesivos e a solução limpadora são elementos inflamáveis e. 4. não jogue e tome cuidado para não danificá-las. 11. empilhe-os com cuidado e de forma nivelada sobre uma superfície plana. Muitas vezes só percebemos um vazamento muito tempo depois que ele começou. 8. protegidos do sol e da chuva e em temperatura ambiente. quando um grande prejuízo já foi criado. É por isso que a manutenção preventiva é tão importante. 6. áreas de serviço e. Vamos apresentar algumas dicas de como fazer o transporte e a armazenagem do seu produto: 1. Deixe os tubos sempre bem nivelados. 5. Nunca arraste tubos pelo chão.4. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . 10. Detectando vazamentos Os vazamentos são a principal causa dos reparos nas instalações e podem causar muitos transtornos a seus clientes. deixando-os em situação de balanço.5m de altura. para garantir o perfeito funcionamento das instalações que vai fazer. 128 Evite jogar os tubos de qualquer jeito. O contato com as peças metálicas e salientes também deve ser evitado. Passo 4: Anote o valor inicial do hidrômetro. o profissional deve se preocupar com o transporte e a estocagem dos produtos que vai utilizar. Para armazenar. organize-os com cuidado para evitar deformações. Guardar os tubos com pontas e bolsas alternadas.

verifique se o número mudou ou o ponteiro se movimentou. é sinal que existe vazamento no tubo alimentado diretamente pela rede. 129 Tubos alimentados diretamente pela rede pública Passo 4: Se abaixou. Passo 3: Caso haja sucção da água do copo pela torneira. há vazamento nas paredes do reservatório ou nas tubulações de alimentação da caixa d’água ou na tubulação de limpeza.04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Passo 5: Depois de uma hora. Abra uma torneira alimentada diretamente pela rede pública e espere a água parar de sair. ele está livre de vazamentos. Passo 2: Feche o registro de saída do reservatório e a torneira da boia. Passo 2: Coloque imediatamente um copo cheio de água na boca da torneira. Passo 3: Se houver movimentação. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . após uma hora. ou borra de café) no fundo do vaso sanitário. Tubos alimentados pela caixa d’água Passo 1: Feche todas as torneiras da casa alimentadas pela caixa d’água e não utilize os sanitários. há algum vazamento na casa. verifique se ele baixou. é sinal de vazamento na válvula ou na caixa de descarga. Passo 1: Feche os registros. Passo 2: Se ela ficar depositada no fundo na bacia. Passo 3: Marque no reservatório o nível da água e. Bacia Sanitária Passo 1: Jogue cinzas (de cigarro. Passo 6: Se isso aconteceu.

04 INSTALAÇÕES PREDIAIS Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 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Dimensionamento do sistema de água fria 2 .A.Dimensionamento do sistema de águas pluviais 4 .Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico 05 131 Noções de Dimensionamento L 3 L 2 L N. D 1 .Orçamento .Dimensionamento do sistema de esgoto 3 .materiais e quantitativos 132 134 137 140 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

Dimensionamento do sistema de água fria A instalação hidráulica de água fria deve ser dimensionada para que o uso de um aparelho ou peça sanitária seja satisfatório e não prejudique o funcionamento de outras partes da instalação. os pesos e uma relação entre as somas dos pesos e os diâmetros correspondentes. onde encontramos os diâmetros mínimos. Sendo assim.1/2” 60mm 2” Soma dos Pesos Milímetro Polegada Exemplo: Vamos determinar os diâmetros das tubulações da instalação.5 3.5 a 18 18 a 44 20mm 25mm ½” ¾” 32mm 1” 40mm 1.0 40. Estas tabelas foram adaptadas para facilitar o dimensionamento prático de instalações hidráulicas de pequeno porte. considera-se que todas as peças de utilização alimentadas pelo ramal funcionem simultaneamente em locais onde há horários rigorosos para utilização da água. Soma dos pesos das peças de utilização a) Determinar. Iniciamos os cálculos. utilizaremos o sistema máximo provável. chuveiros. Para efeito de nosso estudo.5 0. b) Verificar na tabela 2. cada peça terá um diâmetro mínimo e será atribuído a ela um “peso”. água quente. para cada trecho da instalação. válvulas) necessita para um perfeito funcionamento estão relacionadas com um número chamado de peso das peças de utilização.1/4” 44 a 100 100 a 450 50mm 1. Através da NRB 5626 da ABNT.7 1.1 1. como por exemplo: indústrias. Método do sistema máximo provável e máximo possível Sistema máximo provável Admite-se que nem todas as peças são usadas ao mesmo tempo. Tabela 2 0 a 1. ramais e sub-ramais. que representa a influência da mesma no funcionamento da instalação. estabelecimentos de ensino. partindo do reservatório. 1° .1 1. colunas. para o valor encontrado.0 2. Como dimensionar? As quantidades de água (vazões) que cada peça de utilização (torneiras. a soma dos pesos das peças de utilização.5 1.3 1. mas existe a possibilidade de algumas peças funcionarem ao mesmo tempo. sabemos que a vazão que escoa é a soma de todas as vazões das peças utilizadas na instalação.Trecho AB (barrilete) Neste trecho. Sistema máximo possível 132 Neste sistema.1 a 3. o diâmetro mínimo necessário será aquele correspondente a soma total dos pesos das peças da instalação. Este é o método mais utilizado pelos projetistas.1 0. Neste sistema. qual o diâmetro de tubo correspondente. ou seja: Uma das maneiras utilizadas para determinar os diâmetros dos barriletes. seja de água fria.0 0. esgoto ou águas pluviais.8 0.0 0. Tabela 1 Pontos de utilização para: Bebedouro Bica de banheira Bidê (ducha higiênica) Caixa de descarga para bacia ou mictório não aspirante Chuveiro Máquina de lavar prato ou roupa Torneira ou misturador (água fria) ou lavatório Torneira ou misturador (água fria) de pia de cozinha Torneira de pia de despejo ou tanque de lavar roupa Válvula de descarga para bacia sanitária Válvula de descarga para mictório auto-aspirante Válvula de descarga ou registro para mictório não aspirante Peso 0. quartéis etc. devemos seguir o passo a passo: i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Esses pesos têm relação direta com os diâmetros mínimos necessários ao funcionamento das peças. 1.05 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO O principal objetivo do dimensionamento é determinar as bitolas dos tubos que serão utilizados na instalação.1.3 0. obtemos as tabelas.

o diâmetro da coluna será de 40 mm (soldável) ou 1. 133 2) Determine o diâmetro mínimo dos sub-ramais dos aparelhos sanitários que o banheiro contém: Diâmetro Mínimo dos Sub-ramais DN (mm) Aquecedor de alta pressão Banheira Bidê Caixa de descarga Chuveiro Lavatório Pia de cozinha Tanque de lavar roupas Válvula de descarga 20 20 20 20 20 20 20 25 40 Ref. Método do número de equivalência O dimensionamento de um sistema de água fria é realizado para determinar as bitolas dos tubos que serão utilizados na rede. Exemplo: qual o diâmetro dos tubos que serão utilizados em um banheiro com: • 1 bidê.5 169. Pia de Cozinha e Tanque .1/4” (roscável). como já calculado para o barrilete. podemos perceber que a vazão que escoa na coluna é a mesma que a do barrilete. os diâmetros mínimos para esses sub-ramais deverão ser de 20 mm ou ½”.1/4” (roscável).8.1 (esse é o maior peso para que tenhamos o diâmetro de 20 mm ou ½”).05 Descrição 1 válvula de descarga 1 bidê (ducha higiênica) 1 torneira de lavatório 1 chuveiro 1 torneira pia/cozinha 1 torneira tanque lavar Soma total pesos NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO Peso 40 0. • 1 chuveiro. (pol. Assim de acordo com a tabela 2. temos o valor de 2. lavatório.O peso para válvula é de 40.1/4”. para a linha roscável. não ultrapassa ao valor de 1. o diâmetro será o de 40 mm (soldável) ou 1. Localizamos na tabela 2 o diâmetro correspondente.O peso de cada uma dessas peças.0 65. consulte a tabela de equivalência abaixo: Nº de Equivalência 1. individualmente.4 37. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .8 encontra-se entre os pesos 18 e 44. chuveiro. o diâmetro necessário deverá ser o de 25 mm (soldável) ou ¾” (roscável). 3) Com os valores dos diâmetros mínimos já determinados.0 Ø 1/2” 3/4” 1” 1 1/4” 1 1/2” 2” 2 1/2” 3” 4” Resolução 1) Consulte a Tabela de Diâmetro Mínimo dos Sub-Ramais: • 1 bidê.Trecho BC (coluna) Observando o desenho da instalação.9 6. • 1 chuveiro. Chuveiro. 3° .0 42.0 2. Nesse caso.5 0.Sub-Ramais Válvula de Descarga .2. (pol. Bidê. • 1 lavatório.1 0.5 110.9 17.Trecho CD (ramal de alimentação do bidê. este valor de 42. • 1 lavatório.0. Assim.2 10.8 Diâmetro Mínimo dos Sub-ramais Aparelho Sanitário Aquecedor de alta pressão Aquecedor de baixa pressão Banheira Bebedouro Bidê Caixa de descarga/Caixa acoplada Chuveiro Filtro de pressão Lavatório Máquina de lavar pratos ou roupas Mictório autoaspirante Mictório não-aspirante Pia de cozinha Tanque de lavar roupas Válvula de descarga DN (mm) 20 25 20 20 20 20 20 20 20 25 32 20 20 25 40 Ref. pia de cozinha e tanque) Somando os pesos das peças que são alimentadas por esse ramal.7 1.5 0. correspondendo ao diâmetro de 40 mm para a linha soldável ou de 1. 4° . Lavatório. 2° .) 1/2 3/4 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 3/4 1 1/2 1/2 3/4 1 1/4 Na tabela 2. Logo.) 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 1/2 3/4 1 1/4 1.

em porcentagem (%).0 65.5 169.3%. de gás. Nas calhas semicirculares.9 6.0 65.2 10. Noção de declividade Entende-se por declividade a inclinação existente numa instalação ou numa superfície. Somar as equivalências Nº de Equivalência 1m 1m 1m 134 Ø Bidê Chuveiro Lavatório 1/2” 1/2” 1/2” + 1.5 110. Ø 1/2” 3/4” 1” 1 1/4” 1 1/2” 2” 2 1/2” 3” 4” Nº de Equivalência 3. porém não deve ser muito maior. Dizemos que uma tubulação ou uma superfície está com 2% (dois por cento) de declividade.9 17. com o objetivo de facilitar o escoamento dos fluídos (líquido e gás). para a condução das águas pluviais dos telhados aos condutores.0 2. a declividade (inclinação) é geralmente de 0. o dimensionamento é simples. pois haveria o risco de a água escoar-se e os detritos sólidos ficarem obstruindo o tubo.0 3. quando num comprimento de 1m (100 centímetros) há um desnível de 2 cm. a inclinação (ou declividade) é no mínimo de 2%.4 37.05 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO 4) Some os números equivalentes dos aparelhos sanitários que estão no banheiro: Nº de Equivalência 1.0 1. geralmente.0 2. em função do material e da declividade mínima fixada. 2.0 Nas instalações de esgoto em geral.9 6. Dimensionamento do sistema de esgoto O sistema de esgoto funciona por gravidade.5 110.2 10. sem ser carregados.9 17.4 37.0 5) Escolher o primeiro número equivalente maior que o valor encontrado na soma: Nº de Equivalência 1. de águas pluviais.0 1. por tabelas.0 Neste banheiro. isto é.0 Ø 1/2” 3/4” 1” 1 1/4” 1 1/2” 2” 2 1/2” 3” 4” Aplica-se. serão utilizados sub-ramais de 1”. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .5 169. que faz com que seus extremos estejam fora de nível. nas tubulações de esgoto. Assim. existe pressão atmosférica ao longo de todas as tubulações características esta mantida pela ventilação do sistema. em construção civil. Não há necessidade de verificação da pressão. É dada.

Dimensionamento do Tubo de Queda Nº máximo de UHC DN min do Tubo Até 3 pavimentos 4 10 30 240 960 2. e determinar o diâmetro nominal mínimo da tubulação. e determinar o diâmetro nominal mínimo da tubulação. Tabela C . Qual o DN do ramal de esgoto? 1. ? • Subcoletor 1 recebe os tubos de queda do banheiro 1 e 2 • Subcoletor 2 recebe tubo de queda da cozinha i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .05 2. verifica-se que o diâmetro mínimo que pode ser utilizado é DN 75.600 5.varia de acordo com o diâmetro do tubo: • 2% para tubulações com DN ≤ 75.200 3. Resposta: utilizaremos DN 100 para este ramal. 1 lavatório.900 3.600 8. Exemplo 2: uma edificação tem 5 andares e o banheiro de cada residência contribui com 10 UHC.5 1 2 4 1 DN min do Ramal de Descarga 100 40 40 40 40 40 40 135 DNmin = Diâmetro Nominal Mínimo Devem ser consideradas as recomendações dos fabricantes para cada aparelho sanitário FONTE: ABNT NBR 8160 Ramal de esgoto Determinado pela soma das UHC de todos os aparelhos que contribuem neste ramal. 1 chuveiro e 1 bidê. Some as UHC dos aparelhos sanitários (Ver tabela A) Tabela A . Tubo de queda Dimensionado pela soma das UHC de todos os ambientes que contribuem nele. comparar com a Tabela C. Esse número é determinado pela Norma ABNT NBR 8160. Em seguida. Como o ramal da Bacia Sanitária já é DN 100. • O diâmetro mínimo permitido é DN 40. Dados Iniciais • N° de áreas de coletas (quantidade de banheiros. • Declividade mínima dos tubos na instalação .1. para selecionar o diâmetro na Tabela D. chuveiro. porque neste tubo também está ligada a bacia sanitária DN 100. mas será usado DN 100. Tabela A . A UHC é a contribuição de esgoto que cada aparelho sanitário tem.Dimensionamento do Ramal de Descarga Aparelho Sanitário Bacia Sanitária Bidê Chuveiro de Residência Lavatório de Residência Soma Total Nº UHC de contribuição 6 1 2 1 10 DN min do Ramal de Esgoto 100 40 40 40 40 50 75 100 150 200 250 300 Resposta: verifica-se que o tubo de queda terá diâmetro mínimo DN 75. comparar com a Tabela B. Exemplo 1: o banheiro de uma residência tem 1 bacia sanitária. Em seguida. Ramal de descarga Pela Tabela B. • Tipos de aparelhos sanitários (bacia sanitária.Dimensionamento do Ramal de Descarga Aparelho Sanitário Bacia Sanitária Banheira de Residência Bebedouro Bidê Chuveiro de Residência Chuveiro Coletivo Lavatório de Residência Nº UHC 6 2 0. Qual o DN do Tubo de Queda desse banheiro? UHC = n° andares x contribuição de cada banheiro UHC = 5 x 10 = 50 Consulte a Tabela C. lavatórios).800 6. todo o ramal de esgoto será DN 100. cozinhas e outras áreas molhadas). no item 4 ou mais pavimentos. • 1% para tubulações com DN ≥ 100. pois a tubulação de esgoto não pode reduzir de diâmetro. Componentes NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO 2. Compare a quantidade de UHC com a tabela B Soma Total Tabela B .400 • Bitola dada diretamente pela Tabela da NBR 8160.Dimensionamento do Ramal de Esgoto Nº máximo de UHC 3 6 20 160 DN min do Tubo 40 50 75 100 De acordo com a Tabela B = DN 75 10 O dimensionamento de um sistema predial de esgotos é realizado através das UNIDADES HUNTER DE CONTRIBUIÇÃO (UHC). Exemplo 3: uma edificação de 5 andares tem 2 subcoletores. Subcoletor e coletor predial Considera o número máximo de UHC e a declividade de instalação dos tubos.000 4 ou mais pavimentos 8 24 70 500 1.

Qual o diâmetro da Coluna de Ventilação? Resposta: de acordo com a tabela F. Tabela F .000 2. 100 100 100 100 150 150 150 150 200 200 200 200 250 250 250 250 300 300 300 300 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .900 4.600 2. consultando Tabela D.300 13.600 8.05 TQ Banheiro 1 TQ Banheiro 2 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO TQ Cozinha Tabela E . consultando Tabela D.600 7.500 5. até 17 UHC. Tabela D .000 20. UHC Coletor Predial = UHC Subcoletor 1 + UHC Subcoletor 2 = 100 + 15 = 150 Como declividade é 2%. Resposta: os dois subcoletores e o coletor predial terão diâmetro mínimo DN 100.600 10.700 12. Qual o DN do Ramal de Ventilação? Resposta: de acordo com a Tabela E. consulte a Tabela F e obtenha o diâmetro da coluna de ventilação.000 7.000 1. • Comprimento da coluna. Exemplo 4: O banheiro de uma residência tem contribuição de 10 UHC. o tubo de ventilação tem diâmetro mínimo DN 75. Ramal de ventilação O dimensionamento é imediato a partir da soma das UHC dos aparelhos sanitários contribuintes.900 7.0% 250 1.900 1. o Subcoletor 1 tem DN 100. incluindo a bacia sanitária.000 2. o ramal de ventilação tem diâmetro mínimo DN 50.200 6.920 3.000 2.000 UHC Subcoletor 2 = UHC Cozinha = 15 Como declividade é 2%. consulte a Tabela E para obter o diâmetro mínimo do ramal de ventilação.200 11.0% 180 700 1. o Coletor Predial tem DN 100.000 7. para locais com bacia sanitária. Com esses dados.800 3.5% 216 840 1.000 26.Dimensionamento do Ramal de Ventilação Sem Bacia Sanitária Subcoletor 2 Coletor Predial Com Bacia Sanitária Nº máximo de UHC Até 17 18 a 60 DN min do Ramal de Ventilação 50 75 - Nº máximo de UHC Até 12 13 a 18 19 a 36 DN min do Ramal de Ventilação 40 50 75 Subcoletor 1 Barrilete e coluna de ventilação Determine o diâmetro dos subcoletores e do coletor predial. • Número de UHC.400 5.Dimensionamento do Subcoletor e Coletor Predial DN min do Tubo 100 150 200 250 300 400 Nº máximo de UHC 0.000 15. o Subcoletor 2 tem DN 100.300 4.300 1.400 2. Exemplo 5: o tubo de queda de uma edificação de 70 m tem bitola 75 mm e UHC igual a 50. Depois.100 2.500 3.600 4.5% 1. consultando Tabela D. Dados: UHC TQ cada banheiro = 50 UHC TQ da cozinha = 15 Declividade = 2% Para dimensionar é preciso saber: • Diâmetro nominal do tubo de queda ou ramais de esgoto.000 DN mín do Tubo de Ventilação 40 50 75 100 150 200 250 300 Comprimento Permitido (m) 46 30 23 15 13 10 8 8 61 46 46 33 29 26 11 8 7 6 317 247 207 189 76 61 52 46 10 8 7 6 299 229 195 177 40 31 26 23 10 7 6 5 305 238 201 183 73 57 49 43 24 18 16 14 9 7 6 5 286 219 186 171 94 73 60 55 37 29 24 22 225 192 174 116 90 76 70 287 219 186 152 136 UHC Subcoletor 1 = UHC Banheiro 1 + UHC Banheiro 2 UHC Subcoletor 1 = 50 + 50 = 100 Como declividade é 2%.Dimensionamento do Barrilete e Coluna de Ventilação DN do Tubo de Queda ou Ramal de Esgoto 40 40 50 50 75 75 75 75 N° máx de UHC 8 10 12 20 10 21 53 102 43 140 320 530 500 1.

deve-se utilizar a tabela Chuvas Intensa no Brasil. Para isso. Dados meteorológicos da região Os dados meteorológicos são importantes para conhecermos as características das chuvas que atingem a região. Esses períodos são pré-fixados na ABNT NBR 10844. Dimensionamento do sistema de águas pluviais Para fazer o dimensionamento de um sistema de águas pluviais é preciso conhecer as características meteorológicas da região e os tipos de áreas de contribuição que receberão as águas da chuva. etc) que possam contribuir para o acúmulo de água da chuva. determina-se a Vazão de água que será coletada.1. Para áreas de cobertura menores do que 100 m² adota-se I = 150 mm/h. em L/min Intensidade pluviométrica em mm/h para período de retorno de 5 anos 5 anos 122 157 227 190 204 120 156 178 140 122 180 120 146 167 167 122 126 132 240 156 Após calcular a área de contribuição e conhecendo os dados meteorológicos da região. para depois determinar os demais componentes do sistema. Componentes a) Área de contribuição A área de contribuição corresponde à área da cobertura do local (AC) e também a área das paredes ao redor da cobertura (A1. basta calcular as áreas da edificação que recebem as águas das chuvas. com telhado de uma água: i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . São apresentadas abaixo as equações das áreas mais comuns: 137 Período de Retorno (T) 1 ano 116 138 132 144 132 114 120 120 115 102 138 113 118 130 122 108 120 122 154 102 b) Vazão 25 anos 126 185 230 230 228 144 180 192 163 174 198 143 167 184 227 145 152 262 210 Vazão da chuva sobre a área. De forma mais simples representa de quantos em quantos anos ocorrem chuvas semelhantes. com o mesmo volume de água no mesmo tempo. utiliza-se a equação: Área de contribuição em m2 Q=IXA 60 Exemplo 1: Calcule a vazão para um sistema predial de águas pluviais de uma residência em São Paulo. sendo assim classificados: • T = 1 ano para áreas pavimentadas • T = 5 anos para coberturas e telhados • T = 25 anos para coberturas e áreas sem empoçamentos nem extravasamentos b) Intensidade da chuva ou intensidade pluviométrica (I) É a altura (mm) de água da chuva que cai em área de 1m² durante uma hora. a) Período de retorno (T) É o intervalo de tempo médio para que ocorra uma chuva ou enchente de mesma duração e intensidade igual ou maior. A ABNT NBR 10844 é a Norma Brasileira que determina os critérios para esse dimensionamento. apresentada abaixo: Intensidade de Chuva (I) Chuva com Duração de 5 Minutos Local Aracaju/SE Belém/PA Belo Horizonte/MG Cuiabá/MT Curitiba/PR Florianópolis/SC Fortaleza/CE Goiânia/GO João Pessoa/PB Maceió/AL Manaus/AM Natal/RN Porto Alegre/RS Porto Velho/RO Rio de Janeiro/RJ Salvador/BA São Luís/MA São Paulo/SP (Congonhas) Teresina/PI Vitória/ES Fonte: ABNT NBR 10844 3.05 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO 3. Caso a área seja maior que 100 m². Para calcular a área de contribuição. A2.

15 0.634 D i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Fibrocimento.0 m2 Nota Se o telhado for de duas águas. Quando existirem 2 telhados para uma mesma calha (água furtada).0 + 1.05 1) Calcule a área do telhado NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO Nota A declividade deve ser de no mínimo 0.20 0. Alumínio.0 x 10. escolha a declividade (ex: 2%) e verifique onde a Qc calculada acima (110 L/min) se encaixa e determine o diâmetro. conforme tabela abaixo.2 1.50 0. Aço Galvanizado. Vazão da Calha Semicircular (L/min) Diâmetro Interno (mm) 100 125 150 200 Declividades para Calhas de Plástico. multiplique o valor encontrado por 2.5 para que a água escoe com maior rapidez para o ponto de coleta.1 Curva entre 2e4m da saída da calha 1.5% 130 236 384 829 1% 183 339 541 1.0 + 2. Para traçados retos: É necessário comparar a vazão (Qc) da área de contribuição (telhado. os comprimentos dos dois deverão ser somados. lajes e etc) com a vazão máxima da calha. Para determinar o diâmetro da calha. podendo ser semicircular ou retangular.0 Ac = 50.30 0. A área de contribuição de uma água do telhado (superfície plana inclinada) é dada por: Ac = a + h x b 2 Ac = (4. Qcalculada = C x Qc Coeficientes (C) para a Vazão de Projeto Tipo de Curva Canto reto Curva a menos de 2 m da saída da calha 1. some os comprimentos dos telhados (b) e observe a tabela a seguir: 3) Calcule a vazão I Ac Qc = 132 x 50 = 6600 = 110 L/min 60 60 c) Calhas Vazão de contribuição (Qc) L 3 L 2 L A capacidade das calhas de um sistema de águas pluviais é dimensionada de acordo com a sua forma.60 0. Para determinar a largura da calha (L).011) N. Largura Aproximada de Calhas Retangulares Comprimento (b) do Telhado (m) Até 5 6 a 10 11 a 15 16 a 20 21 a 25 26 a 30 Largura (L) da Calha (m) 0. Para traçados com curvas: A capacidade da calha é reduzida e a vazão de contribuição (Qc) deverá ser multiplicada por um fator de correção (C). Aço Inox.05 2) Encontre a intensidade de chuva na região a) Consulte a tabela de chuvas intensas no Brasil e encontre “I”.0 2 Ac = 5.0) x 10.40 0.A. Calha semicircular A vazão da calha semicircular varia de acordo com o diâmetro e a declividade.167 2% (mm) 256 466 757 1. b) Período de retorno para coberturas e telhados T = 5 anos São Paulo =132 mm/h Intensidade de Chuva (I) Chuva com Duração de 5 minutos Local São Paulo / SP Congonhas Fonte: ABNT NBR 10844 Período de Retorno (T) 1 ano 122 5 anos 132 25 anos - 138 Canto arredondado Fonte: ABNT NBR 10844 Calha retangular O dimensionamento é determinado em função do comprimento do telhado.1 1. Cobre e Latão (n = 0.0) x 10.0 = (4.

Depois determine o número de condutores pela equação abaixo: D= Número de condutores (Nc . Número de condutores verticais (Nc) O número de condutores verticais (Nc) da edificação depende da área de telhado máxima At (determinada pela tabela) e da área de contribuição Ac (já calculada no início do dimensionamento). utilizando a equação abaixo: Distância entre os condutores (m) O dimensionamento é feito para determinar o número necessário de condutores. já que para uma chuva de 150 mm/h o tubo DN 100 suporta uma área de até 90 m2.18 Área do Telhado (m2) Chuva 150 mm/h 14 42 90 167 275 600 Chuva 120 mm/h 17 53 114 212 348 760 Exemplo 5: Considerando um telhado com Ac = 50 m2 em São Paulo e sabendo que a intensidade da chuva é de 150 mm/h.78 7.1) 10 (2 . o condutor vertical terá diâmetro mínimo DN 100.53 25. diâmetro e material do tubo. quantos condutores verticais devem ser instalados para um sistema predial de águas pluviais? Consultando a tabela acima: • Bocal retangular → At = 98 Nc = 98 = 1. que depende da área de contribuição (Ac).00 11. Em seguida encontre a vazão Qc que o condutor deverá suportar. e) Condutor horizontal A NBR 10844 fornece uma tabela com a capacidade de vazão dos condutores horizontais em função da declividade. Para consultar essa tabela.57 1. Primeiro consulte a tabela de área de telhado máxima (At) apropriada por tipo de calha e localize a cidade do projeto.20 m (20 cm) de largura. e determine o diâmetro. Diâmetro dos Condutores Verticais Vazão (L/min) 0. com área de contribuição Ac = 50 m².05 d) Condutores verticais NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO Exemplo 2: Para um telhado com comprimento de 8 metros.76 3.1) b Largura do telhado (m) Exemplo 4: Em uma residência com largura de telhado = 10 m e dois condutores verticais (Nc = 2). Exemplo 3: Para uma residência localizada em São Paulo. Distância entre condutores verticais A distância entre os condutores é determinada de acordo com a largura do telhado (b) e o número de condutores (Nc) já calculado.1) D = 10 = 10 metros 1 139 Área de Telhado Máxima Aproximada por Tipo de Calha (At em m2) Local Aracaju/SE Belém/PA Belo Horizonte/MG Cuiabá/MT Curitiba/PR Florianópolis/SC Fortaleza/CE Goiânia/GO João Pessoa/PB Maceió/AL Manaus/AM Natal/RN Porto Alegre/RS Porto Velho/RO Rio de Janeiro/RJ Salvador/BA São Luís/MA São Paulo/SP (Congonhas) Teresina/PI Vitória/ES Bocal Retangular 138 107 74 88 82 140 108 94 120 138 93 140 115 101 97 138 133 98 70 108 Bocal Circular 176 134 95 113 105 179 137 120 153 176 119 179 147 128 123 179 170 125 89 137 Diâmetro (mm) 50 75 100 125 150 200 Diâmetro A NBR 10844 estabelece uma tabela para determinar o diâmetro do condutor vertical. a distância entre eles e o diâmetro. observe na tabela acima que deve ser utilizada uma calha retangular com 0. qual deve ser à distância (D) entre eles? Nc = Área de contribuição máxima Área de contribuição calculada = At Ac D= b = (Nc . qual será o diâmetro do condutor vertical? Consultado a tabela. da vazão (Qc) e da intensidade de chuva (I).96 → usar mínimo 2 condutores 50 • Bocal circular → At = 125 Nc = 125 = 2.5 → usar mínimo 3 condutores 50 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . primeiro verifique qual o material do condutor horizontal e defina a declividade da instalação.

• Em seguida. tem-se que o diâmetro mínimo esse condutor será 75.820 1% 45 133 287 521 847 1.650 6.5% 32 95 204 370 602 1.800 0.930 2% 59 172 372 674 1.013 Cerâmica áspera ou concreto áspero 0.190 2.110 Exemplo 6: considerando que um telhado com Qc = 110 L/min terá um condutor horizontal em PVC instalado com declividade de 2%.100 2.540 2.660 7. Listagem e cotação de materiais.190 2.690 3. Diâmetro Interno (mm) 50 75 100 125 150 200 250 300 n = 0.190 2.300 2.950 6. as identificações dos serviços e suas dimensões e/ou quantidades.600 9. • O primeiro passo será a análise dos desenhos.230 1% 38 113 243 441 717 1.650 6.590 4% 90 267 575 1.011 PVC.420 4% 76 226 486 882 1. Planilha de orçamento Cliente : Obra : Item 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Observações: Total Local Material Quant Un Valor Total Orçamento O orçamento é o cálculo do custo dos materiais.690 3.030 4.5% 29 87 187 339 552 1. qual será o diâmetro dele? 140 Consultando a vazão 110 L/min na tabela para tubos de PVC com 2%.310 5. Fechamento do orçamento.013 Cerâmica áspera ou concreto áspero 0.300 2.500 n = 0.620 10.550 3. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .820 3.870 n = 0.800 • • • • Levantamento quantitativo.570 4.590 4% 90 267 575 1.150 3.280 6.040 5.350 3. Elaboração de orçamentos A execução de um orçamento geralmente é composta pelas seguintes etapas: • Análise preliminar dos documentos. cobre.350 3. De posse dos projetos.010 2.180 3. ou seja.670 3.380 2% 64 188 405 735 1.800 4.380 2% 64 188 405 735 1.430 3.820 3. Lançamento em sistema (planilha física ou digital). deve-se iniciar o trabalho de levantamento quantitativo.960 4% 83 245 527 956 1.05 Diâmetro Interno (mm) 50 75 100 125 150 200 250 300 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO Vazão de Condutores Horizontais Seção Circular (L/min) n = 0. • Identificação dos itens e discriminação orçamentária preliminar dos serviços. uma estimativa dos valores de todos os recursos necessários para a execução desta atividade. alumínio e fibrocimento 0.570 4. equipamentos e serviços que envolvem uma atividade. Exemplos de planilhas Planilha de levantamento Cliente : Obra : Item 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Observações: Material Local Quant Un Incid.040 1.990 3. Total 4. Orçamento – materiais e quantitativo Levantamento de quantitativo de materiais Conjunto de operações com finalidade de determinar a quantidade de materiais que serão consumidos na execução de um determinado serviço.350 6.310 5.550 2% 54 159 343 622 1. memorial descritivo e especificações técnicas.820 1% 45 133 287 521 847 1.040 1. memoriais descritivos e especificações técnicas.5% 32 95 204 370 602 1.100 1.620 10.360 4.5% 27 80 173 313 509 1.012 Ferro fundido e oncreto liso 1% 41 122 264 478 777 1.070 9.660 7.

05 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 141 _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ 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05 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 142 _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 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Coletores de esgoto 8 .Distribuição 6 .Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico 06 143 Infraestrutura 1 .Reservação 5 .Sistemas de infraestrutura 3 .Infraestrutura 2 .Instalação de tubos de infraestrutura 144 144 145 150 151 155 158 162 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .Adução 4 .Ligação de água 7 .

507 municípios. Uberlândia (MG). apenas 52. ferrovias. Niterói (RJ). ainda é defasado. RJ.4 bilhões não recebem nenhum tratamento. Infraestrutura INFRAESTRUTURA Conjunto de atividades e estruturas da economia de um país que servem de base para o desenvolvimento de outras atividades.4 Água Esgoto 1989 Lixo 2000 Fonte: IBGE . Nova Iguaçu (RJ) e Duque de Caxias (RJ).1%) e Sul (22.4% dos domicílios são atendidos.2%. Esse sistema compreende desde a captação de água até o retorno de esgoto no corpo receptor. O gráfico fornece uma visão generalizada do saneamento básico. mostrando nesse contexto.6 97. Mogi das Cruzes (SP) e Piracicaba (SP). Santo André (SP).1%) e do Sudeste (7. permitindo verificar a evolução da cobertura dos serviços de abastecimento de água por rede geral. rios.0% e 20. verificou-se nos últimos dias. Porto Velho (RO). seguidos da região nordeste (14.1%). Sistemas de infraestrutura • O sistema de saneamento é parte essencial para a infraestrutura e saneamento básico da população. aeroportos. por algum tipo de esgotamento sanitário. a região do país com a maior proporção de municípios com esgoto coletado e tratado. a tragédia que aconteceu no morro do bumba em Niterói. afirma-se que o processo de crescimento e expansão das cidades brasileiras tem ocorrido sem um planejamento ade-quado. o país não avançará na questão do saneamento básico sem o engajamento das prefeituras. O Norte é a região com a maior proporção de municípios sem coleta (92. Maringá (PR). 2. o perfil dos países subdesenvolvidos no papel do Saneamento Básico. rodoviárias. o índice melhorou em 14% e o perfil de tratamento de esgoto avançou apenas 5%. usinas hidrelétricas. onde as casas foram construídas indevidamente em um antigo aterro sanitário. do Nordeste (57. do Sul (61. Outro contraste mostra que algumas cidades estão abaixo da média no que diz respeito ao Saneamento Básico. como Belém (PA). Débora Spitzcovsky . sistemas de telecomunicações.1%). frisa-se que em algumas cidades do Brasil. O atendimento chega ao seu nível mais baixo na região Norte.4 bilhões de litros de esgoto por dia. dentre elas. A Infraestrutura é fundamental para o desenvolvimento econômico de um país. em ordem de classificação. a falta de saneamento básico. Jundiaí (SP). Como exemplo deste mal planejamento e principalmente a ocupação irregular. Os municípios que têm apenas serviço de coleta superam a proporção daqueles que coletam e tratam o esgoto (32. as empresas não conseguem desenvolver adequadamente seus negócios. em 2000.5% dos domicílios são atendidos por rede geral de esgoto. o reaproveitamento do sistema de esgoto no Brasil. contaminando solo. O quadro da situação brasileira referente às condições de saneamento básico pode ser traçado a partir dos dados divulgados pela Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2000. Apesar dos números revelarem que o Brasil melhorou o alcance da prestação dos serviços de coleta e de tratamento de esgoto. Todas elas apresentam falta de investimento ou queda progressiva dos recursos destinados aos serviços de coleta e de tratamento de esgoto municipal. A análise dos dados revela a precariedade das condições ambientais das cidades brasileiras.8% dos municípios brasileiros não têm coleta de esgoto. 47.06 1.1%).2 99. Rodovias. a situação do esgotamento sanitário dos municípios ainda tem um longo caminho a percorrer para atingir uma condição satisfatória.PNSB 1989 e 2000 144 “A população brasileira produz. somente um terço deles apresenta uma condição adequada de esgotamento sanitário. Dessa forma. As cidades brasileiras com concentração populacional superior a 300 mil habitantes (população absoluta) apresentam os maiores problemas relacionados à falta de saneamento básico.2 97. etc.7%).9 47. ou seja. sistemas de transmissão de energia.Planeta Sustentável • • • • • • • Algumas pesquisas revelam que muitos municípios do Sudeste Brasileiro. em relação aos países desenvolvidos. Municípios com serviços de saneamento Brasil . Desse total. No Brasil. onde apenas 2. 33.3 52. O restante é despejado sem nenhum cuidado no meio ambiente. Santos (SP). apenas 36% do esgoto gerado nas cidades do país é tratado. rede de distribuição de água e tratamento de esgoto. • Entre os serviços de saneamento básico. mananciais e praias do país inteiro. portos. realizada pelo IBGE. No Sudeste. seguido do Centro-Oeste (82. os produtos podem encarecer no mercado interno (prejudicando os consumidores) e também no mercado externo (dificultando as exportações em função da concorrência internacional). Sem ela. São eles: Franca (SP). Centro-Oeste (28.9%). o esgotamento sanitário é o que tem menor presença nos municípios brasileiros. tratam adequadamente as redes de esgoto.2% eram servidos.1989/2000 % 95. Nesta lógica. Quando um país apresenta uma Infraestrutura pouco desenvolvida.5%). No entanto. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Cariacica (ES). sem contar nos danos diretos que esse tipo de prática causa à saúde da população”. Dos 5. 5. Assim. Sorocaba (SP). de esgotamento sanitário e de coleta de lixo. o que provoca consequências drásticas no meio ambiente urbano dos municípios. em média. respectivamente). 8.

). Evitando ou procurando contornar acidentes geográficos ou obstáculos naturais mais críticos e de difícil travessia (rios.06 2. cumes de morros. Rede de esgoto A rede de esgoto tem as etapas: • Coleta de esgotos • Tratamento de esgotos • Lançamento nos rios através de emissários 2. bacias sanitárias e todos os usos da água que fazemos em nossas casas. grotas ou grandes depressões. Aproximando de estradas que facilitem sua implantação e manutenção futura. carregada através de pias ralos. Aço. sem derivações para canalização de ruas e ramais prediais. PVC-O a) Plásticos: PVC-M e PVC-O Amanco Ductilfort Amanco Biax b) Ferro Fundido Dúctil 3. • Não alimentam distribuidores de rua ou ramais prediais. (ETA) Quanto a energia para a movimentação da água. o sistema urbano de água passa pelas seguintes etapas: captação. • Adutoras são canalizações dos sistemas de abastecimento usadas para conduzir água antes de chegarem à rede distribuidora. adução. como a topografia. ela passa a conter matéria orgânica em processo de decomposição. Desde o rio até a torneira de nossa casa. manancial. Distribuição de água O fornecimento de água potável tem as etapas: • Adução • Reservação • Distribuição • Ligação Predial INFRAESTRUTURA Classificação das adutoras • • Quanto à natureza da água transportada. Todos esses fatores têm importância na determinação final de seu custo de construção. Traçado mais direto. assim o esgoto transforma-se em água novamente e essa água é devolvida ao rio em condições semelhantes àquela em que foi captada. tanques de lavar roupas. 145 Materiais utilizados em adutoras • • Antes de ser utilizada. levam-se em consideração vários fatores. as características do solo e as facilidades de acesso. PRFV. lago... aquedutos ou tubos sujeitos à presão atmosférica.2. Depois do uso. PVC-O PN16 Ferro Fundido RPVC. tratamento.) adutoras de água tratada. O uso correto da água de nossos rios Traçado das adutoras • • • • Para o traçado das adutoras. PE. a água transforma-se em esgoto. operação e manutenção. • • • • • • adutoras de água bruta. chuveiros. (do rio. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . PN10 Ferro fundido.1. lagoa. ou seja.3. a água deve passar por algum tipo de tratamento que garanta sua qualidade para uso e consumo. reservação. adutoras por gravidade em condutos forçados (tubos sujeitos a pressão superior à atmosférica) adutoras em conduto livre (canais. distribuição. ou vice-versa) 2. medição e consumo. A seguir o esgoto vai para rede coletora de esgoto e depois para uma estação de tratamento de esgoto. muito pouco usados atualmente) adutoras por recalque adutoras mistas (com trecho por recalque e outro por gravidade. etc. Adução Adução é a tubulação para condução da água do ponto de captação até a ETA e da ETA até os reservatórios de distribuição. PVC-M.

Produtos Amanco Linha Amanco Ductilfort • • • Tecnologia utilizada internacional. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .ponta e bolsa. se necessário. Perfil do Anel Atuação do anel de vedação O 1° lábio é auxiliar. 146 3. Rápida subtituição de anel. Cor azul. d) Fibra de Vidro: PRFV Anel de vedação Anel de borracha já alojado na bolsa quando ocorre o fornecimento dos tubos. O 2° lábio faz vedação. devido á pressão sobre a parede da ponta do tubo.0m de comprimento . PN 10. Atributos • • • • • • Atendimento completo à Norma para tubos de PVC – ABNT NBR 7665 Barra com 6. Evita perda da bolsa. oferecendo estanqueidade ao sistema. manuseio e montagem. eliminando resíduos que passam interferir na vedação do 2° lábio. Compatível com tubos e conexões de ferro fundido (PN10). onde deve permanecer durante o transporte.1. Bitolas: DN 100 a 300. Aplicação • Execução de sistemas de adução de água potável e/ou bruta com Pressão de Serviço de 1. A concavidade da junta permite a atuação da pressão hidrostática interna (PHI). tendo função de limpar a ponta do tubo introduzindo.0 MPa (PN10) à temperatura de 25°C.06 c) Aço INFRAESTRUTURA • Luva de correr em PVC e demais conexões em ferro fundido.

Os dois lábios do anel devem ser direcionados para dentro do tubo Ductilfort. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . INFRAESTRUTURA Passo 5: Acomode a região dobrada na canaleta do tubo. Passo 4: Introduza primeiramente a região não dobrada do anel na canaleta do tubo Ductilfort. Execução da junta elástica Passo 2: Faça uma pequena dobra no anel com os dedos. Passo 1: Limpar a ponta e a bolsa que serão encaixadas com estopa comum. 147 Passo 3: Observe a posição de acoplamento. que permitem controlar o encaixe perfeito da ponta na bolsa. Passo 2: Fazer um calço no tubo para evitar entrada de sujeira na execução da junta. pressionando gradativamente até obter um perfeito alojamento deste anel na bolsa. se está perfeitamente limpo e se não está torcido.06 Encaixe do anel de vedação Passo 1: Aplique a pasta lubrificante na canaleta do tubo Ductilfort. deixando-o no formato de um C. Passo 4: Verificar se o anel está encaixando corretamente na bolsa. Passo 3: Observar as marcações na ponta do tubo Amanco Ductilfort.

06 INFRAESTRUTURA Passo 5: Aplicar pasta lubrificante no anel e na ponta do tubo que será encaixado. Orientação em linha 148 • • Qualidade constante.6 MPa (16 Kgf/cm) a 45°C. Manipulação da Estrutura. Atributos Atendimento completo à Norma ABNT NBR 15750. e depois recue de acordo com a marcação. Intercambiáveis com as redes de ferro fundido. Após a execução da junta. Pressão de serviços: 1. Orientação molecular • • Melhoria de Propriedades. em acordo com a ABNT NBR 7675. Cor ocre para transporte de esgoto pressurizado.75m. Informações técnicas DEFOFO Diâmetro Externo do Ferro Fundido (FOFO). alinhe a tubulação. Linha Amanco Biax Aplicação • • • • • • • • • Sistemas enterrados de adução e distribuição de água. Não usar óleos. Conexões em ferro fundido dúctil. Cor branca para transporte de água. graxas e outros produtos inadequados. Tubos Ponta . Otimização da expansão. • • Tubo pré-forma de parede espessa puxado em um mandril aquecido. Mandril resfriado congela a orientação. Comprimento total variável de acordo com a bitola (tamanho da bolsa). eles podem danificar o anel. Passo 6: Posicione a ponta e a bolsa e realize o encaixe empurrando manualmente ou com o auxilio de alavanca. Sistemas pressurizados de esgoto e bombeamento. Comprimento útil fixo 5.Bolsa. Bitolas: DN 100 a 300. Moléculas orientadas são mais resistente. • • • • i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .

o tubo de PVC-O requer menos energia para o transporte e manuseio. dando total estanqueidade ao sistema. b) Quando o tubo é totalmente introduzido. para a perfeita atuação da pressão hidrostática. a) Lábio auxiliar .06 Tubo orientado INFRAESTRUTURA Atuação do anel de vedação • • A posição correta do anel nos Tubos Amanco Biax assegura total estanqueidade ao sistema. 149 Tenacidade é a habilidade do material em resistir a propagação rápida da fissura. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . os lábios do anel se encontram e. Resistência á propagação lenta da fissura. PVC-O Classe 45 PVC-U Classe 25 PVC para sistemas de tubulações sustentáveis • • A produção dos tubos de PVC-O consome menos da metade da energia do que a produção de tubos de aço e ferro dúctil. pressionados. Os lábios da junta devem ser direcionados para o inferior do tubo. Pré-forma • Sensibilidade ao entalhe O anel de vedação possui duas funções na execução da junta elástica. fecham a seção. eliminando resíduos que possam interferir na vedação.utilizado para limpar a ponta do tubo que está sendo introduzida. Devido ao baixo peso.

isto é: i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Classificação a) De acordo com a localização no sistema de abastecimento. C3 = capacidade necessária ao atendimento eventual de demandas para combate a incêndios. considera-se duas situações: • A cidade conta com sistema de abastecimento adequado e bom sistema de medição do consumo de água. por constituir fonte distinta de alimentação durante a demanda máxima. • reservatórios de alvenaria. • reservatórios plásticos.diária x 24 Esta relação é uma característica da cidade (clima. Permite uma melhoria na distribuição de pressões sobre a rede. • a) Determinação da capacidade C1 Para determinação desta capacidade. Obs. hábito. quando da demanda destinada ao combate de incêndio. a capacidade do reservatório projetado (futuro) será: C1 = a Qmáx. Reservação INFRAESTRUTURA 4. • Na cidade que não se dispõe de dados para determinação da capacidade do reservatório.diária. Garantir a qualidade da água. • reservatórios elevados. é igual a soma do maior saldo acumulado com o maior déficit acumulado. • reservatórios de aço. A capacidade do reservatório atual (Ca). permitindo o seu dimensionamento na eficiência máxima. quando alimentado diretamente pela adutora de recalque. Esse sistema permite a melhoria das condições de pressão da água na rede de distribuição. quando localizado à jusante dos condutos de recalque.: Se a cidade não tem dados para determinação da constante (a). • reservatórios de madeira. Garante uma altura manométrica constante para as bombas. • reservatórios de montante –anterior ao sistema. o volume armazenado será igual ou maior que 1/3 do volume distribuído no dia de consumo máximo e igual ou maior que o produto da vazão média do dia de consumo máximo (bombeado) pelo tempo em que a adução permanecerá inoperante nesse dia de consumo máximo.Oferece maior segurança ao abastecimento. Capacidade do reservatório A capacidade de um reservatório é dada pela equação: Ct = C1 + C2 + C3. máxima diária. por ocasião de paralisação na produção (demanda de emergência). na estação de tratamento ou mesmo em certos trechos do sistema de distribuição. • reservatórios enterrados.2 é um coeficiente de segurança estabelecido por norma (admensional). onde C1 = capacidade para promover a compensação entre a variação de vazões do consumo ao longo das horas do dia e a vazão constante. pode-se usar dados de cidade semelhante. com o objetivo de: • • Atender às variações de consumo (reserva de equilíbrio – C1) Atender às demandas de emergência (reserva de emergência – C2) Evita interrupções no fornecimento de água. c) De acordo com o material de construção. • reservatórios semi-enterrados. ou seja: C1 = 1/ 3 (P qm k1 ) x 24 A adução sendo descontínua e se fazendo em um só período que coincide com o período do dia em que o consumo é máximo. Diagrama de massas para determinar a capacidade atual necessária. procede-se da seguinte forma: A adução sendo contínua durante as 24 horas do dia. a é uma constante admensional. que chega ao reservatório (reserva de equilíbrio).2 Onde 1.futura x 24 x 1. necessário para fazer a compensação da variação horária de consumo. para compensar a variação do consumo. a capacidade C1 será igual ou maior que 1/ 3 do volume distribuído no dia de máximo consumo. Q é a vazão máxima diária de projeto (m3/ h). condições sócio econômicas) e se considera constante. e neste caso a capacidade C1 deve ser calculada através do traçado da curva de variação diária do consumo ou do diagrama de massas correspondente. Portanto. • reservatórios de concreto armado.06 4. • reservatórios de fibra de vidro. • reservatórios apoiados.1.m ) é: a = Ca/ Qmáx. • • • 150 • Dar combate ao fogo (reserva de incêndio – C3) . C2 = capacidade necessária para manter a continuidade do abastecimento. e: Possibilitam melhor distribuição da água aos consumidores e melhores pressões nos hidrantes (principalmente quando localizados junto às áreas de máximo consumo). no caso de acidentes no sistema da adução. • reservatórios de jusante ou de sobras – posterior ao sistema. b) De acordo com a localização no terreno. A relação entre a capacidade atual Ca (m3) e o volume do dia de máximo consumo (volume bombeado . É um sistema que permite o armazenamento da água que será distribuída para a população.

sendo constante a capacidade total. 151 5. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . c) Recalque com a vazão média do dia de maior consumo: Nesta caso. se for de seção horizontal circular. esteja previsto um volume correspondente ao consumo da cidade durante o período de tempo correspondente à interrupção. Obs. O reservatório enterrado seria o receptor da água tratada e o poço de sucção do sistema de recalque. ou os pontos de consumo público. 4. onde Q = vazão máxima horária tm = período de tempo de interrupção do fornecimento de água.: a capacidade de cada um dos dois reservatórios poderia ser determinada pelo estudo do custo de diversas soluções. no caso de reparo ou limpeza. Em um reservatório enterrado quanto menor a altura.: tm geralmente definido pelo órgão contratante. Por possuírem uma parede comum. uma das câmaras pode permanecer funcionando. Deve-se considerar que à medida que cresce a capacidade do reservatório elevado decresce a do reservatório enterrado. T = tempo em que a bomba permanece inoperante. O custo da construção poderá aumentar quando se adotam reservatórios elevados em que se pretende tirar partido estético da obra realizando um empreendimento que contribua para embelezar a cidade. • • • • • 4. tipo de estrutura adotada. INFRAESTRUTURA b) Determinação da capacidade C2 Para que não ocorra a interrupção do fornecimento de água pelo reservatório.06 C1 = 1/ 3 x (P x qm x k1 ) x 24 ou C1 = Q x T onde Q = vazão de adução (Qmáx. a forma e a capacidade do reservatório é possível estudar dimensões que o torne de mínimo custo. O custo total aumenta com o crescer da capacidade do reservatório elevado. t = duração do incêndio. se for previsto um reservatório com duas câmaras independentes. considerando o tempo médio (tm) de duração de interrupções de maior frequência.: Outra maneira de determinar C3 é consultar o corpo de bombeiros local definindo valores de acordo com normas e necessidades. com a instalação de uma só câmara na primeira etapa. o reservatório elevado teria uma capacidade pequena. diminuindo o custo do sistema de recalque. no cálculo da sua capacidade. Distribuição Entende-se por rede de distribuição as tubulações destinadas a conduzir a água até os pontos de tomada das instalações prediais. etc. Apenas o suficiente para manter um nível de água que permitisse pressões adequadas na rede. Obs. a capacidade C2 é determinada pela expressão: C2 = Q x tm. sempre de forma contínua e segura. É a estrutura do sistema mais integrada á realidade urbana e a que requer mais recursos para instalação. Dimensões econômicas • • • c) Determinação da capacidade C3 O consumo de água para combate a incêndio pode ser calculado pela expressão: C3 = Q x t. Um reservatório enterrado para o qual foram fixados a capacidade e altura terá o menor comprimento das paredes em planta . O custo total incluindo reservatório e sistema de recalque é variável. A solução ótima é a que corresponde à solução de menor custo. Reservatórios enterrados e elevados a) Capacidade Quando há necessidade de um reservatório elevado para garantir pressões adequadas na rede de distribuição pode-se dividir o volume de água entre ele e um reservatório enterrado. onde Q = vazão necessária para combate ao incêndio. Um reservatório elevado será mais econômico se sua seção horizontal for circular. nos intervalos de tempo em que ele não recebe água devido a acidentes em outros órgãos. Todo o volume de água para o consumo da cidade estaria no reservatório enterrado. A divisão é vantajosa. As redes são consideradas pelo sentido de escoamento da água nas tubulações secundárias (ramificadas ou malhadas). particularmente para reservatórios de concreto armado. Além disso.3. maior a área de terreno necessária. é necessário que. os reservatórios com câmaras contíguas terão (em planta) o menor comprimento de paredes. A vazão de recalque diminui quando aumenta a capacidade do reservatório elevado.2. o reservatório elevado deveria ter a capacidade necessária para atender à cidade. consegue-se reduzir o investimento inicial das obras. b) Recalque com capacidade suficiente para atender à vazão do dia e hora de maior consumo da rede de distribuição: Neste caso. É comum fixar capacidades para o reservatório elevado entre 10 a 20% da capacidade total necessária para a cidade. Obs. forma do reservatório. Os reservatórios geralmente são projetados com duas câmaras (compartimentos).diária). Um conjunto motor-bomba recalcará água do reservatório enterrado para o reservatório elevado. O custo dos reservatórios pode depender de: tipo de solo no local. Podem distribuir exclusivamente potável (rede única) ou também água de reuso imprópria para beber (rede dupla). bem como possuir duas tubulações nas ruas largas ou tráfego intenso. As torres com forma cilíndrica têm dimensões econômicas quando a relação entre a altura do reservatório propriamente dita e o seu diâmetro estiverem na relação 1:2. A dificuldade de construção poderá aumentar quando se tem reservatórios de maior altura. Em geral. Fixado o tipo. Podem situar-se em níveis diferentes nas cidades acidentadas. inclusive a parede divisória.

cuja população de projeto é superior a 5000 habitantes. ligam-se em uma extremidade a um conduto principal e têm os seus diâmetros diminuindo para a outra extremidade. proximidade das áreas e de edifícios que devem ser protegidos contra incêndio. a partir de um conduto principal central.06 Traçado das tubulações nas cidades INFRAESTRUTURA Lançamento de rede • Condutos principais .Sistemas para adução e distribuição de água tubos e conexões de PVC 6.a rede de distribuição poderá ser subdividida em tantas zonas de pressão quanto for necessário para atender as condições de pressão impostas pela Norma (NB .a. • • • • • • O traçado dos condutores principais deve levar em consideração • • • • • 152 ruas sem pavimentação. Para cidades médias e grandes é importante o lançamento da rede geral. responsáveis pela alimentação dos condutos secundários. pressão de trabalho) e de um estudo econômico. com uma disposição ramificada. Igual a 75mm para núcleos urbanos cuja população de projeto é igual ou inferior a 5000 habitantes. A localização do(s) reservatório(s) se faz em função deste parâmetro.75 MPa (Classe 15).0 MPa (Classe 20). e a pressão dinâmica mínima será de 15 m.em que os condutos secundários são traçados. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . pela área por ele ocupada. Norma ABNT NBR 5647 . proximidade de grandes consumidores. É um tipo de rede que geralmente apresenta uma eficiência superior aos dois anteriores. ruas de menor intensidade de trânsito. • • Topografia . com locação dos lotes e áreas de expansão. planta baixa com levantamento plani-altimétrico (curvas de nível de metro em metro). Pressão estática máxima permitida em tubulações distribuidoras será de 50 m. centro de consumo. A área servida por um conduto desse tipo é restrita e está nas suas vizinhanças. A escala indicada é 1: 2000.594/77). examinando a topografia. onde se define também a área abastecível. público e residencial).em que os condutos secundários formam circuitos fechados nas zonas principais a serem abastecidas: resulta a rede de distribuição tipicamente malhada.em que os condutos secundários são sensivelmente paralelos.utiliza-se para traçado da rede.é aquele que deverá ser atendido independentemente de aspectos econômicos que se relacionam com o seu atendimento. as áreas de igual vazão específica.60 MPa (Classe 12). • Rede em anel (malhada) . industrial. são os que estão intimamente em contato com os prédios a abastecer e cuja alimentação depende diretamente deles.é aquele que ocupando uma parte de uma área específica. Área específica . Igual a 100mm quando as demais zonas de núcleos urbanos. significativamente maior que o produto da vazão específica da área. Consumidor singular .também chamados tronco ou mestres.de menor diâmetro. Condutos secundários . as zonas de pressão. ruas com pavimentação menos onerosa.aquela cujas características de ocupação a torna distinta das áreas vizinhas em termos de concentração demográfica e de categoria dos consumidores presentes (comercial. • • Materiais usualmente utilizados • PVC e Ferro Fundido escolha feita de acordo com as exigências de projeto (vazão. Consumidor especial . Igual a 150mm quando abastecendo zonas comerciais ou zonas residenciais com densidade igual ou superior a 150 hab/km2. Zonas de pressão .a. são as tubulações de maior diâmetro. em escala conveniente (pode ser 1: 5000).3 com junta elástica e com diâmetro nominais até DN 100.c.c. Parte 2 Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1. • • • • Parte 1 Requisitos Gerais. apresenta um consumo específico. o abastecimento de extensas áreas da cidade. Tipos principais de redes • Rede em “espinha de peixe” . Diâmetro das tubulações O diâmetro mínimo das tubulações principais das redes calculadas como malhada. Parte 3 Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0. portanto. É um sistema típico de cidades que apresentam desenvolvimento linear pronunciado. A eles interessa. • • Rede em “grelha” . Parte 4 Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0.

Compatível com tubos e conexões de ferro fundido por meio de adaptador para PN 10.c. tendo função de limpar a ponta do tubo introduzindo. Classes de Pressão 20. eliminando resíduos que possam interferir na vedação do 2°lábio.a. Solução completa com variedade de conexões. A concavidade da junta permite a atuação da pressão hidrostática interna (PHI).c. O 1° lábio é auxiliar.75 MPa = 7. Atuação do anel de vedação • Introduzindo o tubo na bolsa. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Evita a perda da bolsa. Tecnologia utilizada internacionalmente. Atributos • • • • • • • • Atendimento completo à Norma ABNT NBR 5647.) Classe 20 (1. Resistência à corrosão.60 MPa = 0.15 e 12. Rápida substituição do anel. Pressão da rede a 20°C 153 • • • Classe 12 (0. Barra com 6m de comprimento ponta e bolsa.) Aplicação • • Execução de sistemas enterrados de adução e distribuição de água bruta e/ou potável à temperatura de 20°C.a. Produtos Amanco Linha Amanco PBAFORT INFRAESTRUTURA Anel de vedação • • • • Anel de borracha já alojado na bolsa quando ocorre o fornecimento dos tubos.c.) Classe 15 (0. Cor Marrom.a. • Tubo totalmente introduzido. Bitolas: DN 50. O 2° lábio faz vedação.5Kgf/cm2 = 75 m. onde deve permanecer durante o transporte.60Kgf/cm2 = 60 m. se necessário.06 5.1. oferecendo estanqueidade ao sistema.75 E 100. manuseio e montagem. devido à pressão sobre a parede da ponta do tubo. Execução de redes centrais de condomínios e irrigação.00 MPa = 10Kgf/cm2 = 100 m.

Não use óleos ou graxas com lubrificante. Passo 3: Observe a posição de acoplamento. pois podem danificar o anel de borracha. Passo 2: Realize um calço nos tubos para evitar a entrada de corpos estranhos nas bolsas e nas pontas durante a execução da junta. Passo 4: Aplique Amanco Pasta Lubrificante apenas na parte visível do anel de borracha e na ponta do tubo. a fim de facilitar o deslizamento de encaixe. limpe a ponta do tubo a ser encaixado e a bolsa do tubo de encaixe. Execução da junta elástica Passo 1: Utilizando estopa comum limpa. 154 Passo 2: Faça uma pequena dobra no anel com os dedos. pressionando gradativamente até obter um perfeito alojamento do anel na bolsa. Passo 3: Verifique se o anel está encaixando corretamente na bolsa. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Passo 4: Introduza primeiramente a região não dobrada do anel na canaleta do tubo PBAfort. Os dois lábios do anel dever ser direcionados para dentro do tubo PBAfort. deixando-o no formato de um C. se está perfeitamente limpo e se não está torcido.06 Encaixe do anel de vedação INFRAESTRUTURA Passo 1: Aplique a pasta lubrificante na canaleta do tubo PBAfort. Passo 5: Introduza a ponta do tubo até o fundo da bolsa e depois a recue em aproximadamente 1 cm para permitir pequenos movimentos da tubulação devido a dilatação dos tubos e racalques do terreno. Passo 5: Aplique a região dobrada na canaleta do tubo PBAfort e na parte externa do anel.

Passo 3: Prepare a ponta dos tubos que irão receber a luva de correr realizando um chanfro. Ligação de água Trecho compreendido entre o calor de tomadas da rede de distribuição de água e a entrada do kit cavalete ou UMC (Unidade de medição e controle). • Não necessita de ancoragem. PVC Roscável. Classe de Pressão: PN 1. • Porca de Aperto União de Pressão Garra Trava Anel de Vedação Corpo da União Passo 5: Corte um segmento do tubo PBAfort com o mesmo comprimento (D) do espaço entre os tubos instalados. Limpe e aplique a Pasta Lubrificante. Tipos de união a) Mecânica • • União de Pressão. DN 75 e DN 100. PE 80. se existir. • Trava automática. 155 6.1. Corpo do Adaptador Adaptador de Compressão Anel de Vedação Garra Trava Porca de Aperto i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . PVC Soldável. Cor marrom. Passo 4: Verifique o comprimento (D) da parte da tubulação que deverá ser instalada e retire a parte da tubulação danificada. Materiais usualmente utilizados Manutenção Passo 1: Encaixe o anel de vedação o´ring na canaleta da conexão. Rua Caixa para registro de calçada Cavalete Ramal predial Rede pública de água Pressão de rede • • • • 1.0 Mpa. Benefícios de Solução: • Fácil instalação e manutenção. Adaptador de Compressão.0 MPa. Não requer máquina para instalação. Matéria prima: PVC. Registro Muro Hidrômetro Abrigo do cavalete • • • • • • • Atendimento completo à Norma ABNT NBR 5647. adequendo-se naturamente às condições do terreno. aplique pasta lubrificante e posicione-o para encaixe. Bitolas: DN 50.06 Conexões Amanco PBAFORT INFRAESTRUTURA 6. Passo 6: Faça a conexão e reabilite a rede de distribuição. Passo 2: Aplique a pasta lubricante na parte aparente do anel o´ring. Bolsa JE Vedação com Anel O´ring.

Desenho técnico DN Cor D(mm) d(mm) e(mm) A(mm) Preto 15. Cor preta (NBR 8417). 156 6. o modelo padrão da ligação predial a ser adotado. DN 20 e 32mm.2 Produtos Amanco Linha Amanco Ramalfort c) Soldável termofusão O princípio desta junta é elevar a temperatura das peças. formando uma única peça por meio da interação molecular. para efeito de especificação e estimativa de custos incluindo o micromedidor (hidrômetro).0 50 i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Hidrantes.4 20 2. Tubos em PE 80.3 50 100 20 Azul 15. Indicada para tubos PE com DE <160mm. compreendidos entre o sistema de distribuição e o kit cavalete/UMC. Grande segurança. Bobinas de 50 e 100 m. Cor azul (NTS 048). Kit Cavalete: deverá ser definido em comum acordo com o órgão contratante do projeto.06 b) Soldável.0 50 100 32 Azul 26 32 3. • • • Válvulas (registros) de manobra e de descarga.3 50 100 Preto 26 32 3. Atributos • • • • • • • Atendimento completo à ABNT NBR 8417 E NTS 048 (SABESP).0 MPa a 30°C. PN 1. Execução automática com código de barras. Aplicação • Execução de sistema de ramais de água. fundindo as partes em contato de maneira a promover a sua união.eletrofusão INFRAESTRUTURA d) Acessórios de rede • • • • Fácil instalação. A região soldada deve ser protegida contra interpéries.4 20 2.

Utilize a terra isenta de pedras e materiais pontiagudos. Não é recomendado o uso direto de empilhadeiras.06 Benefícios da solução INFRAESTRUTURA c) Ligação no kit cavalete Batente do corpo • • • • • • Melhor desempenho hidráulico: os tubos Ramalfort apresentam excelente desempenho hidráulico devido às suas partes internas lisas. Evite o estragulamento. Batente no final da bolsa d) Reaterro Instalação a) Vala • • • • • Abra a vala no local da rede de abastecimento onde será conectado o ramal. Elevada resistência química. Repavimentação em até 72 horas.50m. Após conectado. Empilhamento máximo de 10 bobinas por pilha. faça um teste de estanqueidade para dectar possíveis vazamentos. tomando cuidado com as tubulações já assentadas. cada camada de solo. Condição a evitar: f) Armazenamento • • • Área de Apoio. depois de compactada. o que reduz a perda de carga distribuida. Use a flexibilidade natural do produto para assentar. Escolha do local. • Não arrastar os tubos pelo solo. nivelada e sem pedras ou objetos pontiagudos. Pilhas. Carregamento e descarregamento manual.25m devem ser escoradas.30m. deve ter e< 15cm. Amarração com cordas não metálicas. • Não colocar materiais ou ferramentas sobre o tubo. Longa durabilidade. Horizontal. Amarre as bobinas com corda. Faça uma descarga da água de rede para limpar o tubo antes de conectar no Kit Cavalete. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Recomendações importantes: • Não curvar e andar sobre os tubos. Redução do nivel da perda de água no sistema. Profundidade • Vias pavimentadas no mínimo 0. Grande flexibilidade: o tubo Amanco Ramalfort se adapta a qualquer topografia e absorve as tensões provocadas por esforços externos. Largura • Máxima de 0. Comprimento • De acordo com a distância entre a Rede de Água e o Kit Cavalete. • • Fornecimento em bobinas. Compactação cuidadosa para não afetar a tubulação. • Vias com mais de 1. Para compactação manual. • Não entrar em contato com extremidades pontiagudas. 157 e) Transporte • • b) Assentamento • • • • • Use base de areia. Instalação rápida e fácil. pois podem danificar os tubos. • Vias não pavimentada no mínimo 0. • Não balançar e manusear bruscamente. livres de ação direta da exposição contínua ao sol. Sombreados.70m. Facilidade no transporte e na operação por serem tubos leves e flexíveis. Dimensões: variam em função da situação da rede existente.

06
7. Coletores de esgoto

INFRAESTRUTURA

Vala

A água é utilizada de diversas maneiras no dia a dia, para tomar banho, lavar louça, na descarga da bacia sanitária. Depois de eliminada, ela passa a ser chamada de esgoto. A origem do esgoto pode ser, além de doméstica, pluvial (água das chuvas) e industrial (água utilizada nos processos industriais). Se não receber tratamento adequado, o esgoto pode causar enormes prejuízos à saúde pública por meio de transmissão de doenças. Ele pode ainda poluir rios e fontes, afetando os recursos hídricos e a vida vegetal e animal Através da rede coletora pública, o esgoto sai das residências e chega à estação de tratamento, denominada ETE. O sistema é longo, pois o esgoto é recolhido por ramais prediais e levado para bem longe, o que exige a realização de grandes obras subterrâneas ao longo das ruas.

Tubos

Tipos esgoto
a) Doméstico – constitui de efluentes gerados em uma residência, em hábitos higiênicos e atividades fisiológicas, além de efluentes gerados em outros ambientes, cujas características físico-químicas sejam aquelas peculiares ao esgoto residencial. b) Não Doméstico – constitui de despejo líquido resultante de atividades produtivas ou de processo de indústria, de comércio ou de prestação de serviço, com características físico-químicas distintas do esgoto doméstico. c) Infiltração – parcela devida às águas do subsolo que penetram nas tubulações, através das juntas e órgãos acessórios. O esgoto coletado nas redes escoa por gravidade, utilizando no máximo 75% da sessão da tubulação. Assim, é necessário que as tubulações sejam implantadas com declividades adequadas para garantir o escoamento por gravidade e o arraste dos sólidos contidos nos esgotos. Os coletores secundários conduzem os esgotos para os coletores tronco.

158

Os coletores de esgotos são tubulações destinadas a proporcionar coleta, transporte e o afastamento dos esgotos das cidades.

100% de água potável fornecida para consumo

Cerca de 80% retorna para o sistema de infraestrutura como esgoto

ETE
As estações de tratamento de esgotos (ETE) ocorrerão quando os corpos receptores das vazões esgotáveis não possuírem capacidade de absorção da carga orgânica total. A capacidade das ETE será dimensionada de modo que o efluente contenha em seu meio uma carga orgânica suportável pelo corpo receptor, ou seja, que não lhe cause alterações danosas ao seu equilíbrio com o ambiente natural.

Sem coleta de esgoto, teremos: Poluição do solo. Contaminação das águas supeficiais e subterrâneas . Escoamento a céu aberto Focos perigosos de disseminação de doenças. Condições do Sistema. O esgoto escoa por gravidade. Os tubos são ocupados em no máxmo 75% de sua sessão. As redes coletoras correm para as partes mais baixas de uma sub-bacia.

Rede coletora de esgotos

Linha

3 1
Coletor Primário

2
Coletor Tronco

Interceptor

4
Emissário

i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s

06
Problemas nas redes coletoras

INFRAESTRUTURA

7.1. Produtos Amanco Linha Amanco Colefort Atributos

• •

Resíduos sólidos - Os resíduos sólidos lançados indevidamente nas redes de esgoto, provocam inúmeros problemas operacionais, pois entopem a tubulação e impedem a passagem do esgoto. Águas de chuva - As águas de chuva interligadas indevidamente nas redes de esgoto provocam um aumento muito grande da vazão nas tubulações. Como tais tubulações não foram dimensionadas para conduzirem esta vazão aumentada, ocorrem problemas de refluxos, extravasamentos e até rompimento de redes.

Materiais usualmente utilizados
1. Tubos Cerâmicos.

• • • • • • • • • • •

Atendimento à ABNT NBR 7362-1 e à NBR 7362-2. Parede maciça na cor ocre. Bitolas: DN 100 a 400 (exceto DN 350). Barra com 6m de comprimento - ponta bolsa. Rigidez: de 2500 Pa até DN 200; 3200 Pa de DN250 a 400. Linha completa de conexões em PVC. Condução de fluido à temperatura de até 40°C.

Aplicação
Execução de redes coletoras de esgoto e águas pluviais. Execução de interceptores de esgoto sanitáro. Instalações prediais/condominiais de esgoto e águas pluviais. Condução de despejos industriais não agressivos ao PVC.

159

2. Tubos em Polietileno.

3. Tubos em PVC.

Parede Maciça

Parede Núcleo Celular

Dupla Parede

Normas ABNT NBR 7362 - Sistemas enterrados para condução de esgoto

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Parte 1 Requisitos para tubos de PVC com junta elástica. Parte 2 Requisitos para tubos de parede maciça - parede lisa (Amanco Colefort DN 100 a DN 400). Parte 3 Requisitos para tubos dupla parede - parede corrugada (Amanco Novafort® DN 150 a DN 400). Parte 4 Requisitos para tubos de parede núcleo celular - parede lisa celular (Amanco Celfort DN 150 a DN 400).

Linha Amanco Celfort

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Atendimento à ABNT NBR 7362-1 e à NBR 7362-4. Parede núcleo celular na cor ocre. Bitolas: DN 150 a 400. Barra com 6m de comprimento - ponta e bolsa. Rigidez: de 2500 Pa até DN 200; 3200 Pa de DN250 a 400. Condução de fluido à temperatura de até 40°C.

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Formação da parede celular

INFRAESTRUTURA

Encaixe do anel de vedação
Camada interna e externa Passo 1: Aplique a pasta lubrificante na parte externa do anel de vedação.

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As duas são produzidas em composto especial de PVC. Promove adesão ideal entre a camada interna, intermediária e externa. Função de estruturação do tubo. Superfícies lisas, impermeaveis, com grande resistência química e ao impacto.

Passo 2: Com a alma plástica voltada para baixo, ovalize suavemente o anel e introduza-o dentro do tubo na posição horizontal.

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Camada intermediária

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Produzida em PVC com adição de agentes expansores. Forma uma parede contínua após aderir às camadas interna e externa do tubo.

Anel de vedação para linhas Colefort e Celfort
Anel de borracha já alojado na bolsa quando ocorre o fornecimento dos tubos. O anel deve permanecer na bolsa durante o transporte, manuseio e montagem.

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Tecnologia utilizada internacionalmente. Rápida substituição do anel, se necessário. Evita a perda da bolsa.

Passo 3: Incline gradativamente o anel, posicionando-o dentro da canaleta da bolsa do tubo.

Cor do Anel = Tipo de Borracha

Borracha (EPDM)

Alma em polipropileno

Atuação do Anel
Bolsa do tubo Bolsa do tubo

Passo 4: Oriente um dos lados do anel a alojar-se completamente dentro da canaleta e puxe o outro lado, escorregando-o pela parte superior do tubo.

Ponta do tubo

Alma plástica Aletas (abas) de vedação Ponta do tubo

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Barra com 6m de comprimento . alta resistência à ruptura. abrasão e água. • As canaletas devem ficar isentas de material sólido (areia. barro.06 Passo 5: Acomode o anel na canaleta do tubo.ponta e bolsa. Excelente desempenho hidráulico • A parede interna lisa permite o escoamento do esgoto sem perda significativa da área de vazão. Condução de fluido à temperatura de até 40°C. • Não há necessidade de utilizar pasta lubrificante. Linha completa de conexões flex em PVC. Dupla parede na cor ocre (corrugado). INFRAESTRUTURA Estanqueidade garantida • • Vedação: Somente junta elástica externa. Classe de rigidez: 5000 Pa todas as bitolas. Linha Amanco Novafort® Atributos Intercambialidade com tubos de parede lisa • • • • • • • • • Para fazer a conexão do Tubo Amanco Novafort® com tubos de parede lisa. Anel externo. limpe o anel de vedação e a ponta do tubo. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Bitolas: DN 150 a 400. 161 Parede Interna Lisa Parede Externa Corrugada Encaixe do anel externo Passo 1: Com uma estopa comum. evitando formação de barreiras físicas e possível obstrução da rede. óleos). devem ser utilizadas as conexões Novafort®. Passo 2: Acomode uma parte do anel na segunda canaleta da PONTA do tubo. baixa deformação permanente. Elevada classe de rigidez • Ideal para locais com maior tráfego e/ou maior carga sobre o solo. resistente a óleos. Anel fabricado em borracha NBR (nitrílica). Atendimento à ABNT NBR 7362-1 e à NBR 7362-3. com excelentes propriedades físicas.

apenas é necessário observar qual tipo do anel de vedação deve ser utilizado. de acordo com a Norma adequada: • Linha água NBR 9822 • • • • • • • Tubo Ductilfort. Eles podem danificar o anel.: Não use óleos. • Para utilizar as Conexões Amanco Novafort® com tubos lisos. • Para utilizar as Conexões Amanco Novafort® com tubos corrugados. • A transição entre os diferentes tipos de tubos coletores podem ocorrer sem problemas. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . e outros produtos inadequados. Passo 3: Faça um calço no tubo para evitar entrada de sujeira na execução da junta. Linha esgoto NBR 7362 Tubo Colefort. Intercambialidade Com as Conexões Amanco Novafort® é possível realizar a montagem entre tubos corrugados e tubos lisos. Passo 4: Aplique pasta lubrificante no anel. Passo 5: Posicione a ponta e a bolsa e realize o encaixe empurrando manualmete ou com o auxílio de alavanca. Passo 6: Após a execução da junta. alinhe a tubulação. promo-vendo a vedação do sistema. retire o anel da conexão e monte o anel externo na PONTA do tubo corrugado. segurando um lado com a ponta dos dedos e esticando em volta do tubo. Tubo Biax. 162 Passo 2: Verifique se o anel de vedação não está torcido. mantenha o anel montado na canaleta da BOLSA da conexão. Obs. transporte e instalação. graxas. 8. garantindo um sistema sem vazamento.06 INFRAESTRUTURA Passo 3: Realize a montagem de forma que o anel fique bem encaixado. Execução da junta elástica Passo 1: Limpe a bolsa que serão encaixadas com estopa comum. Tubo Novafort®. Instalação de Tubos de Infraestrutura A linha de Infraestrutura Amanco em PVC será dividida em duas partes para as orientações de armazenamento. Tubo Celfort. Tubo PBAfort.

sem condições mecânicas. mín 80cm para H >1. Vala Abertura O entulho resultante da quebra do pavimento ou base de revestimento do solo deve ser afastado da borda da vala para evitar o uso desse material no envolvimento e reaterramento da tubulação. Preencher imperfeições com material adequado. compactado.: Cuidados especiais devem ser tomadas para evitar a entrada de água na vala aberta. eliminando riscos de danificar ou ocorrer desabamento do envolvimento. execução de bolsas ou furos.2. Obs. 8. • As dimensões da vala variam em função da situação existente: Executar fundação com cascalho. • • • Largura (b) uniforme: De acordo com a distancia entre as ligações: • • mín 60cm para H <1. INFRAESTRUTURA Escavações em: a) Rocha decomposta.06 8. que fique nas mesmas condições do fundo da vala normal. Comprimento: De acordo com a distância entre as ligações. deixando sempre uma bolsa para acoplar o próximo tubo.5m. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . Não é permitido aquecer os tubos com finalidade de obter curvas. camada de brita ou concreto estanqueado e fazer um berço de areia 15 cm (no mínimo). Profundidade: mínima 60cm. Obs. Assentamento Assentar preferencialmete a ponta de um tubo na bolsa de outro. não existe limites de profundidade para assento dos tubos PVC.5m.: Desde que observadas as boas práticas de instalação de tubos flexíveis e compactação do solo. 163 b) Argila saturada ou Iodo. Deve-se evitar a permanência prolongada dos tubos ao longo da vala aberta. • Executar berço de areia 15 cm ( no mínimo) abaixo no nível inferior dos tubos. pedras soltas e rocha viva. Fundo • • O fudo da vala deve ser uniforme e regular.1.

A tubulação deve ficar continuamente apoiada no fundo da vala. impedindo seu arraste no chão e príncipalmente choques de suas extremidades com corpos rígidos. A compactação é necessária e executada nas laterais. Não despejar o solo de reaterro nesta etapa. com até 0. para permitir limpeza. Ancoragem É feita para manter a tubulação livre de esforços ou deformações • • • • • • Em todos os pontos com conexões. • As juntas elásticas devem ser mantidas retas em aproximadamente 0. 164 Quando um trecho for executado em curva ou onde for prevista a mudança de declividade: • Utilizar flexibilidade natural do tubos. caixas de inspeção.5m de cada extremidades (ponta e bolsa). Realizar no sentido do peso próprio da peça e dos possíveis esforços longitudinais ou transversais. O reaterro superior é feito com material selecionado. 8. mudança de diâmetro e da direção.Compreendidos entre o fundo da vala e a geratriz superior do tubo. operação e manutenção da rede. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .15m de espessura. evitando deformações nos tubos. Cada camada deve ter de 0. devem-se ancorar toda a tubulação. 8.4. Reaterro Existem três zonas distintas para reaterro: (a) Reaterro Lateral . • • • • Utilizar material selecionado isento de pedras e objetos pontiagudos. A altura depende do diâmetro externo do tubo. Deve ser executado berço compactado em camadas de até 0.10m nas laterais do tubo. (b) Reaterro Superior sobre a tubulação.06 • INFRAESTRUTURA Colocar os tubos na vala por no mínimo dois homens.10 a 0.3. • Intercalar TILs (Terminal de Inspeção e Limpeza) tipo passagem. isento de pedras e entulhos. • Em declividades acima de 20% e em planos inclinados.30m de altura. sendo que a parte em contato com a tubulação não deverá ser compactada. TILs. evitando Deslocamento da Rede Coletora.

Jogar os tubos sobre os solo. Existir tráfego pesado. i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s .06 (c) Reaterro Final até o nível do terreno.6. Obs: Não é recomendado o envolvimento de tubos direto com concreto. Balançar e manusear bruscamente. Caminhões 165 8. • • Embutir os tubos dentro de outros tubos com DN superiores e envolvê-los com material selecionado. como cordas de lona. pois podem sofrer rupturas ou trincas. A vala for muito profunda. Sobrepor as bolsas. danificando os tubos. os DN maiores devem ser colocados primeiro na carroceria do caminhão. INFRAESTRUTURA O que fazer? • O restante do material de reaterro da vala deve ser lançado em camadas sucessivas. Colocar materiais ou ferramentas sobre o tubo. Recomenda-se amarrar os tubos com elementos não metálicos. sem pregos ou parafusos salientes. para que não se produza cortes ou fissuras. Quando se transportam tubos de DN diversos no mesmo caminhão. Arrastar os tubos sobre o solo.0 metro. Reaterros especiais Cuidados especiais são necessários se: • • • • • • • O recobrimento da tubulação for inferior a 1. Curvar os tubos. Devem ter a carroceria lisa. Evitar • • • • • • • • 1. Transporte O transporte deve ser executado de maneira que nenhum dano ou deformação ocorra no produto durante o transporte.0 m Contato com extremidades pontiagudas. Execução de laje em concreto armado. sendo compactado de tal maneira a ficar no mesmo estado do terreno das laterais da vala. Andar sobre os tubos.5. Os tubos devem ser acomodados tendo bolsas e pontas alternadas. envolvendo o tubo com material selecionado. 8.

deve prever local sombreado.5m de altura. Fazer apoio lateral. com mínima declividade.7. escorando verticalmente com no máximo 1. Manter espaço para ventilação. Limpo. por longos períodos.06 8. sem pedras nem objetos pontiagudos. Condições incorretas i no va ç ã o e m t ubo s e c o ne xõ e s . livre de ação direta ou exposição contínua ao sol. Local • • • • Horizontal. 166 Pilhas • • • O comprimento das pilhas deve apoiar os tubos por completo.8m. Armazenamento INFRAESTRUTURA Condições corretas O armazenamento no canteiro da obra ou almoxarifado. evitando possíveis deformações e descolorações provocadas pelo aquecimento excessivo. Empilhamento máximo de 1. Alternar bolsas e pontas.

06 INFRAESTRUTURA Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 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06 INFRAESTRUTURA Anotações ______________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 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