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SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA E PROTEÇÃO DA SAÚDE LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA PROF GONÇALO MONIZ

Manutenção, calibração de equipamentos e Gerenciamento de resíduos

CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA PROF GONÇALO MONIZ Manutenção, calibração de equipamentos e Gerenciamento de resíduos

Macroestrutura

Macroestrutura

ORGANOGRAMA ORGANOGRAMA

ORGANOGRAMA ORGANOGRAMA Assessoria Técnica Contas Médicas Assessoria Administrativa COPEL Secretaria NuST CLAVISA
Assessoria Técnica
Assessoria Técnica
Contas Médicas
Contas Médicas

Assessoria Administrativa

COPEL

Secretaria
Secretaria

NuST

CLAVISA
CLAVISA
INSUMOS ESTRATÉGICOS
INSUMOS
ESTRATÉGICOS
COACOM
COACOM
CLAVEP
CLAVEP

Coord. de

Atendimento

CSO
CSO

Almoxarifado

Compras

Financeiro

Setor de

Pessoal

Manutenção e

Transportes

CPD

Coord. de Atendimento CSO Almoxarifado Compras Financeiro Setor de Pessoal Manutenção e Transportes CPD
DIRETORIA DIRETORIA Assessoria Administrativa Contas Médicas COPEL Secretaria Vigilância Laboratorial CLAVEP
DIRETORIA DIRETORIA
Assessoria
Administrativa
Contas Médicas
COPEL
Secretaria
Vigilância
Laboratorial
CLAVEP
CLAVISA
COREPLAN
CQUALI
CSO
Coord. de
Insumos
Almoxarifado
Atendimento
Estratégicos
Compras
Planejamento
e Distribuição
de Insumos
Financeiro
NusT
Setor Pessoal
Manutenção e
Transportes
CPD

Evolução do SGQ

Evolução do SGQ

EVOLUÇÃO HISTÓRICA

EVOLUÇÃO HISTÓRICA ◊ ◊ ◊ ◊ 2000 – Realizado diagnóstico de avaliação de risco, definidos

2000 – Realizado diagnóstico de avaliação de risco,

definidos indicadores de qualidade e biossegurança;

Planejamento Estratégico;

 

Acompanhamento e Avaliação de Desempenho;

 

Definição de organograma – Coordenação da Qualidade;

 

Elaboração do Regimento interno;

 

Curso de Biossegurança (98%);

 

2001

Elaboração

e

implantação

do

Plano

de

Gerenciamento de Resíduos;

2002 – Elaboração dos POP gerenciais;

EVOLUÇÃO HISTÓRICA

EVOLUÇÃO HISTÓRICA ◊ ◊ ◊ ◊ 2003 a 2004 – a partir dos incentivos do PROLACEN

2003 a 2004 a partir dos incentivos do PROLACEN foram realizadas adequações das instalações físicas;

Elaboração e implantação dos documentos da qualidade;

– Curso de Interpretação das Normas da Qualidade (95%);

Formação do grupo de auditores internos da qualidade;

2005 Portaria 2606/05 institui o FINLACEN;

2007 – Portaria FINLACEN VISA.

Gestão de

Equipamentos

Gestão de Equipamentos

EquipamentosEquipamentos ManutenManutenççãoão

Equipamentos – – Manuten Manuten ç ç ão ão 1. Implantação da Norma de Inspeção, Manutenção

1. Implantação da Norma de Inspeção, Manutenção e Calibração de Equipamentos – registros;

2. Elaboração dos POP;

3. Treinamento dos funcionários;

4. Inventário dos equipamentos críticos;

5. Contratação de empresas para manutenção preventiva e corretiva;

6. Plano de manutenção preventiva;

7. Histórico dos equipamentos

Equipamentos

Equipamentos POP Objetivo Equipe responsável Descrição Manutenção Verificação e/ou calibração

POP

Objetivo Equipe responsável Descrição Manutenção Verificação e/ou calibração Detalhamento do manuseio

Equipamentos

Equipamentos Histórico do equipamento Registros de todos os procedimentos relativos ao equipamento (limpeza,

Histórico do equipamento

Registros de todos os procedimentos relativos ao equipamento (limpeza, defeitos, reparos, manutenção, verificação e/ou calibração), incluindo datas;

Registros de manutenção preventiva e corre.tiva;

Registros de calibrações e/ou verificações

Atenção: arquivar TODOS os registros no laboratório!

Secretaria da Saúde
Secretaria da Saúde

SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA E PROTEÇÃO DA SAÚDE LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA PROF GONÇALO MONIZ

Manutenção, calibração de equipamentos e Gerenciamento de resíduos

CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA PROF GONÇALO MONIZ Manutenção, calibração de equipamentos e Gerenciamento de resíduos
Secretaria da Saúde
Secretaria da Saúde

Macroestrutura

Secretaria da Saúde Macroestrutura

ORGANOGRAMA ORGANOGRAMA

DIRETORIA DIRETORIA

Assessoria Técnica
Assessoria Técnica
Contas Médicas
Contas Médicas

Assessoria Administrativa

COPEL

NuST

Secretaria
Secretaria
CLAVISA
CLAVISA
INSUMOS ESTRATÉGICOS
INSUMOS
ESTRATÉGICOS

COACOM

CLAVEP
CLAVEP

Coord. de

Atendimento

CSO
CSO

Almoxarifado

Compras

Financeiro

Setor de

Pessoal

Manutenção e

Transportes

CPD

Coord. de Atendimento CSO Almoxarifado Compras Financeiro Setor de Pessoal Manutenção e Transportes CPD
DIRETORIA DIRETORIA Assessoria Administrativa Contas Médicas COPEL Secretaria Vigilância Laboratorial CLAVEP
DIRETORIA DIRETORIA
Assessoria
Administrativa
Contas Médicas
COPEL
Secretaria
Vigilância
Laboratorial
CLAVEP
CLAVISA
COREPLAN
CQUALI
CSO
Coord. de
Insumos
Almoxarifado
Atendimento
Estratégicos
Compras
Planejamento
e Distribuição
de Insumos
Financeiro
NusT
Setor Pessoal
Manutenção e
Transportes
CPD
Secretaria da Saúde
Secretaria da Saúde

Evolução do SGQ

Secretaria da Saúde Evolução do SGQ

EVOLUÇÃO HISTÓRICA

EVOLUÇÃO HISTÓRICA ◊ ◊ ◊ ◊ 2000 – Realizado diagnóstico de avaliação de risco, definidos

2000 – Realizado diagnóstico de avaliação de risco,

definidos indicadores de qualidade e biossegurança;

Planejamento Estratégico;

 

Acompanhamento e Avaliação de Desempenho;

 

Definição de organograma – Coordenação da Qualidade;

 

Elaboração do Regimento interno;

 

Curso de Biossegurança (98%);

 

2001

Elaboração

e

implantação

do

Plano

de

Gerenciamento de Resíduos;

2002 – Elaboração dos POP gerenciais;

EVOLUÇÃO HISTÓRICA

EVOLUÇÃO HISTÓRICA ◊ ◊ ◊ ◊ 2003 a 2004 – a partir dos incentivos do PROLACEN

2003 a 2004 a partir dos incentivos do PROLACEN foram realizadas adequações das instalações físicas;

Elaboração e implantação dos documentos da qualidade;

– Curso de Interpretação das Normas da Qualidade (95%);

Formação do grupo de auditores internos da qualidade;

2005 Portaria 2606/05 institui o FINLACEN;

2007 – Portaria FINLACEN VISA.

Secretaria da Saúde
Secretaria da Saúde

Gestão de

Equipamentos

Secretaria da Saúde Gestão de Equipamentos

EquipamentosEquipamentos ManutenManutenççãoão

Equipamentos – – Manuten Manuten ç ç ão ão 1. Implantação da Norma de Inspeção, Manutenção

1. Implantação da Norma de Inspeção, Manutenção e Calibração de Equipamentos – registros;

2. Elaboração dos POP;

3. Treinamento dos funcionários;

4. Inventário dos equipamentos críticos;

5. Contratação de empresas para manutenção preventiva e corretiva;

6. Plano de manutenção preventiva;

7. Histórico dos equipamentos

Equipamentos

Equipamentos POP Objetivo Equipe responsável Descrição Manutenção Verificação e/ou calibração

POP

Objetivo Equipe responsável Descrição Manutenção Verificação e/ou calibração Detalhamento do manuseio

Equipamentos

Equipamentos Histórico do equipamento Registros de todos os procedimentos relativos ao equipamento (limpeza,

Histórico do equipamento

Registros de todos os procedimentos relativos ao equipamento (limpeza, defeitos, reparos, manutenção, verificação e/ou calibração), incluindo datas;

Registros de manutenção preventiva e corre.tiva;

Registros de calibrações e/ou verificações

Atenção: arquivar TODOS os registros no laboratório!

CalibraCalibraççãoão

Calibra Calibra ç ç ão ão 1. Implantação da Norma de Inspeção, Manutenção e Calibração de

1. Implantação da Norma de Inspeção, Manutenção e Calibração de Equipamentos – registros;

2. Elaboração dos POP;

3. Treinamento dos funcionários;

4. Inventário;

5. Contratação de empresas para calibração;

6. Plano de calibração;

Secretaria da Saúde
Secretaria da Saúde

Gestão de

Resíduos

Secretaria da Saúde Gestão de Resíduos

Introdução

Introdução O LACEN é um ambiente onde se manipulam grande variedade de agentes potencialmente perigosos, que,

O LACEN é um ambiente onde se manipulam grande variedade de agentes potencialmente perigosos, que, isolados ou em combinação, são capazes de comprometer a saúde pública e o meio ambiente.

OBJETIVOS

OBJETIVOS • Ordenar os resíduos de serviços de saúde – Resolução ANVISA e CONAMA e Modelo

Ordenar os resíduos de serviços de saúde – Resolução ANVISA e CONAMA e Modelo Tecnológico de Salvador;

Minimizar a geração de resíduos na fonte;

Reduzir o volume e toxicidade

na geração dos

resíduos;

Adequar a segregação na origem;

Controlar e reduzir riscos de acidentes de trabalho.

Promover a Educação Ambiental e Sanitária.

Etapas da implantação • Elaboração do PGRSS; • Avaliação e aprovação do PGRSS pela Alta

Etapas da implantação

Elaboração do PGRSS;

Avaliação e aprovação do PGRSS pela Alta Direção;

Divulgação do PGRSS aos Colaboradores;

Execução do PGRSS;

Acompanhamento das ações;

Como estávamos em 2001

Como estávamos em 2001
Como estávamos em 2001
Como estávamos em 2001
Como estávamos em 2001 ACONDICIONAMENTO

Como estávamos em 2001

ACONDICIONAMENTO

Como estávamos em 2001 ACONDICIONAMENTO
Como estávamos em 2001 ACONDICIONAMENTO

Como estávamos em 2001

Como estávamos em 2001 Abrigo final

Abrigo final

Como estávamos em 2001 Abrigo final
Como estávamos em 2001 Abrigo final

Como estamos hoje

ARMAZENAMENTO

INTERMEDIÁRIO

Como estamos hoje ARMAZENAMENTO INTERMEDIÁRIO
Como estamos hoje ARMAZENAMENTO INTERMEDIÁRIO
Como estamos hoje

Como estamos hoje

Como estamos hoje
Como estamos hoje
Central de Descontaminação

Central de Descontaminação

Central de Descontaminação

COLETA E TRANSPORTE INTERNO – Fluxo Resíduo Infectante – Descontaminação

INTERNO – Fluxo Resíduo Infectante – Descontaminação SALADEDESCONTAMINAÇÃO EDESINFECÇÃO CARNERÁRIO CANIL
SALADEDESCONTAMINAÇÃO EDESINFECÇÃO CARNERÁRIO CANIL BIOLOGIA MÉDICA ALMOXARIFADO APOIO TÉCNICO PLANO DE
SALADEDESCONTAMINAÇÃO
EDESINFECÇÃO
CARNERÁRIO
CANIL
BIOLOGIA
MÉDICA
ALMOXARIFADO
APOIO TÉCNICO
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE
LABORATÓRIO CENTRAL PROF. GONÇALO MONIZ - LACEN - BAHIA
APOIO
ADMINISTRATIVO
FLUXO DE TRANSPORTE INTERNO DE RESÍDUOS INFECTANTES (DESCONTAMINAÇÃO)
CENTRAL DE
UTILIDADES
ADMINISTRAÇÃO
BROMATOLOGIA
COLHEITA
GANSÁRIO
BIOTÉRIO
DEPÓSITO DE LIXO
Como estamos hoje • ◊ Setor de Gestão de resíduos; • ◊ Procedimentos padronizados; •

Como estamos hoje

Setor de Gestão de resíduos;

Procedimentos padronizados;

Treinamento de Pessoal;

Central de descontaminação;

Segurança Ocupacional;

Núcleo Saúde do Trabalhador;

Análise da água;

Plano de controle e pragas;

Plano de Contingência;

Pesagem dos resíduos;

Responsabilidade social.

controle e pragas; • ◊ Plano de Contingência; • ◊ Pesagem dos resíduos; • ◊ Responsabilidade

Como estamos hoje

Como estamos hoje
Como estamos hoje
Como estamos hoje
Quantitativo de resíduos produzidos pelo LACEN/Ba (Kg) 35.000,00 30.000,00 25.000,00 20.000,00 15.000,00 10.000,00

Quantitativo de resíduos produzidos pelo LACEN/Ba (Kg)

35.000,00

30.000,00

25.000,00

20.000,00

15.000,00

10.000,00

5.000,00

0,00

A1 A2 E D A1+D 2006 2007 2008
A1
A2
E
D
A1+D
2006
2007
2008

SUSTENTABILIDADE COLETA SELETIVA

SUSTENTABILIDADE COLETA SELETIVA Quantitativo de resíduos recicláveis produzidos pelo LACEN/Ba (Kg) 3000 2500 2000 1500

Quantitativo de resíduos recicláveis produzidos pelo LACEN/Ba (Kg)

3000

2500

2000

1500

1000

500

0

2006 2007 2008
2006
2007
2008

PapelPlástico Vidro

PlásticoPapel Vidro

VidroPapel Plástico

OO LACEN/BA LACEN/BA Agradece!!!Agradece!!!
OO LACEN/BA LACEN/BA
Agradece!!!Agradece!!!
AXÉ !
AXÉ !