SUMÁRIO
CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 1.1 1.2 1.3 1.4 OBJETIVO RETROSPECTO SOBRE OS ESTUDOS LEGAIS E PROJETOS DE PCHs ASPECTOS INSTITUCIONAIS E LEGAIS ATUALIZAÇÃO PERIÓDICA DAS DIRETRIZES

CAPÍTULO 2 - TIPOS DE PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS 2.1 DEFINIÇÃO DE PCH 2.2 CENTRAIS QUANTO À CAPACIDADE DE REGULARIZAÇÃO 2.2.1 PCH a fio d’água 2.2.2 PCH de acumulação, com regularização diária do reservatório 2.2.3 PCH de acumulação, com regularização mensal do reservatório 2.3 CENTRAIS QUANTO AO SISTEMA DE ADUÇÃO 2.4 CENTRAIS QUANTO À POTÊNCIA INSTALADA E QUANTO À QUEDA DE PROJETO

CAPÍTULO 3 - FLUXOGRAMAS DE ATIVIDADES PARA ESTUDOS E PROJETOS FLUXOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DE UMA PCH

CAPÍTULO 4 - AVALIAÇÃO EXPEDITA DA VIABILIDADE DA USINA NO LOCAL 4.1 4.2 4.3 4.4 ADEQUABILIDADE DO LOCAL COLETA E ANÁLISE DE DADOS RECONHECIMENTO DO LOCAL AVALIAÇÃO PRELIMINAR DA VIABILIDADE DO LOCAL SELECIONADO 4.4.1 Verificação do potencial do local 4.4.2 Arranjo preliminar 4.4.3 Impactos ambientais 4.4.4 Atratividade do empreendimento

CAPÍTULO 5 - LEVANTAMENTOS DE CAMPO 5.1 TOPOGRÁFICOS 5.2 GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 5.2.1 Investigação das fundações 5.2.1.1 Investigações preliminares 5.2.1.2 Execução de sondagens 5.2.2 Materiais de construção 5.2.2.1 Qualidade dos materias 5.2.2.2 Determinação dos volumes 5.3 HIDROLÓGICOS 5.3.1 Serviços de hidrometria 5.3.2 Serviços de sedimentologia 5.4 AMBIENTAIS

CAPÍTULO 6 - ESTUDOS BÁSICOS 6.1 TOPOGRÁFICOS 6.2 GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 6.3 HIDROLÓGICOS 6.3.1 Caracterização fisiográfica da bacia 6.3.2 Curva-chave 6.3.3 Séries de vazões médias mensais

6.4 6.5 6.6 6.7

6.3.4 Curvas de duração/permanência 6.3.5 Estudos de vazões extremas 6.3.5.1 Aproveitamento Dispõe de Série de Vazões Médias Diárias 6.3.5.2 Aproveitamento Não Dispõe de série de Vazões Médias Diárias 6.3.6 Risco 6.3.7 Vazões mínimas 6.3.8 Avaliação sedimentológica AMBIENTAIS ARRANJO E TIPO DAS ESTRUTURAS ALTERNATIVAS CUSTOS ESTUDOS ECONÔMICOS-ENERGÉTICOS 6.7.1 Considerações iniciais 6.7.2 Dimensionamento energético e econômico sob a ótica isolada 6.7.3 Dimensionamento dos parâmetros físico-operativos do projeto

CAPÍTULO 7 - PROJETO DAS OBRAS CIVIS E DOS EQUIPAMENTOS 7.1 OBRAS CIVIS 7.1.1 Barragem 7.1.1.1 Barragem de Terra 7.1.1.2 Barragem de Enrocamento 7.1.1.3 barragem de Concreto 7.1.2 Vertedouro 7.1.3 Tomada d’água 7.1.4 Canal de adução 7.1.5 Tubulação de adução em baixa pressão 7.1.6 Câmara de carga 7.1.7 Chaminé de equilíbrio 7.1.7.1 Verificação da necessidade de instalação da Chaminé de Equilíbrio 7.7.1.2 Dimensionamento de uma Chaminé de Equilíbrio do tipo simples e de seção constante 7.1.8 Conduto forçado 7.1.9 Túnel de adução 7.1.9.1 Arranjos com túnel de adução 7.1.9.2 Critérios gerais para o projeto do túnel 7.1.9.3 Critérios para o dimensionamento hidráulico do túnel 7.1.9.4 Premissas para o dimensionamento do revestimento 7.1.9.5 Métodos construtivos 7.1.10 Casa de força 7.1.11 Canal de fuga 7.1.12 Instrumentação 7.2 DETERMINAÇÃO FINAL DA QUEDA LÍQUIDA E DA POTÊNCIA INSTALADA 7.2.1 Estimativa das perdas de carga 7.2.2 Determinação da potência instalada 7.3 EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS 7.3.1 Turbinas hidráulicas 7.3.1.1 Seleção do tipo de turbina 7.3.1.2 Turbina Pelton 7.3.1.3 Turbina Francis com caixa espiral 7.3.1.4 Turbina Francis caixa aberta 7.3.1.5 Turbina Francis dupla 7.3.1.6 Turbina Tubular "S" 7.3.1.7 Turbina Bulbo com multiplicador 7.3.1.8 Outros tipos de turbinas 7.3.1.9 Volante de inércia 7.3.1.10 Sistema de regulação 7.3.2 Equipamentos hidromecânicos 7.3.2.1 Comportas 7.3.2.2 Grades 7.3.2.3 Válvula de segurança 7.3.3 Equipamentos de levantamento 7.3.3.1 Ponte rolante e talha

7.3.4 Geradores 7.3.4.1 Determinação da potência nominal 7.3.4.2 Sietema de resfriamento 7.3.4.3 Proteção contra sobretensões 7.3.4.4 Estimativa de peso 7.3.4.5 Tensão de geração 7.3.4.6 Classe de isolamento 7.3.4.7 Valores de impedância 7.3.4.8 Aterramento do neutro 7.3.4.9 Geradores de indução 7.3.4.10 Sistemas de excitação 7.3.5 Transformadores elevadores 7.3.6 Sistema de proteção 7.3.7 Sistema de supervisão e controle 7.3.8 Sistemas auxiliares elétricos 7.3.8.1 Serviços auxiliares - corrente alternada 7.3.8.2 Serviços auxiliares - corrente contínua 7.3.9 Subestação 7.3.10 Interligação gerador-transformador 7.3.11 Aterramento 7.3.12 Linha de transmissão 7.3.13 Sistema de telecomunicações 7.4 PLANEJAMENTO DA CONSTRUÇÃO E MONTAGEM 7.4.1 Desvio do rio e seqüência construtiva 7.4.2 Canteiro e acampamento 7.4.3 Esquemas de montagem 7.4.4 Estradas de acesso 7.5 OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO 7.5.1 Operação das usinas hidrelétricas 7.5.2 Manutenção das usinas hidrelétricas 7.6 CUSTOS 7.6.1 Metodologia 7.6.2 Custos das obras civis 7.6.2.1 Composição de preços unitários para execução de obras civis 7.6.2.2 Cálculo de custos nos itens diversos 7.6.3 Custos dos equipamentos eletromecânicos

CAPÍTULO 8 - ESTUDOS AMBIENTAIS 8.1 - INTRODUÇÃO 8.2 - ESTUDOS PRELIMINARES 8.2.1 - Levantamentos 8.2.2 - Análise 8.2.3 - RAP – Relatório ambiental preliminar 8.3 - ESTUDOS SIMPLIFICADOS 8.3.1 - Estudos básicos 8.3.1.1 - Geral 8.3.1.2 - Definição das áreas de influência 8.3.1.3 - Caracterização do empreendimento 8.3.1.4 - Diagnóstico ambiental 8.3.1.5 - Inserção do empreendimento, identificação e avaliação dos impactos 8.3.2 - Programas ambientais detalhados 8.4 - ESTUDOS COMPLETOS 8.4.1 - EIA – Estudos de impacto ambiental 8.4.1.1 - Geral 8.4.1.2 - Avaliação dos impactos ambientais 8.4.2 - RIMA – Relatório de impactos sobre o meio ambiente 8.4.3 - PBA – Projeto básico ambiental 8.5 - CUSTOS AMBIENTAIS 8.6 - LEGISLAÇÃO AMBIENTAL 8.6.1 - Principais documentos legais 8.6.2 - O processo de licenciamento ambiental

8.6.2.1 8.6.2.2 8.6.2.3 8.6.2.4

-

Geral Licença Prévia - LP Licença de Instalação - LI Licença de Operação - LO

CAPÍTULO 9 - ANÁLISE FINANCEIRA DO EMPREENDIMENTO

CAPÍTULO 10 - RELATÓTIO FINAL DO PROJETO 10.1 - ITEMIZAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL 10.2 - DESENHOS - CONTEÚDO 10.3 - ESCALAS RECOMENDADAS

ANEXO 1 - PROGRAMAS E EXEMPLOS DE HIDROLOGIA 1 - INTRODUÇÃO 2 - CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE OS PROGRAMAS QMÁXIMAS, REGIONALIZAÇÃO E HUT 3 - O PROGRAMA QMÁXIMAS 4 - O PROGRAMA REGIONALIZAÇÃO 5 - O PROGRAMA HUT 6 - PROGRAMA GRAFCHAV 6.1 - Introdução 6.1.1 - O que é a curva chave 6.1.2 - O que o sistema oferece 6.1.3 - Equipamento necessário 6.1.4 - Equipe de desenvolvimento 6.2 - Operações básicas 6.2.1 - Instalação do sistema 6.2.2 - Executando o GRAFCHAV 6.2.3 - O módulo editor de dados para criar arquivos 6.2.4 - O módulo gráficos para analisar medições de descarga líquida 6.2.5 - O módulo curva chave 6.3 - Operações complementares 6.3.1 - A curva chave em mais de um estágio e diferentes períodos de validade 6.3.2 - O ajuste manual 6.3.3 - Extrapolação da relação cota-vazão 6.3.4 - Digita parâmetros - para desenhar a curva chave 6.4 - Restrições de uso 6.4.1 - Maplicabilidade do módulo curva chave 6.4.2 - Tamanho do arquivo de entrada 7 - VAZÕES MÍNIMAS - PLANILHA DE CÁLCULO q7, 10 7.1 - Apresentação 7.2 - Descrição do modelo 7.3 - Utilização 7.4 - Discussão dos resultados

ANEXO 2 – EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTOS DIVERSOS CANAL LATERAL COM SOLEIRA VERTEDOURA AO FINAL CHAMINÉ DE EQUILÍBRIO CONDUTO FORÇADO PERDA DE CARGA, QUEDA LÍQUIDA E POTÊNCIA INSTALADA

ANEXO 3 - COMPOSIÇÃO DE CUSTOS E PLANILHAS DE ORÇAMENTO RELAÇÃO DE PREÇOS UNITÁRIOS COMPOSIÇÃO DE CUSTOS

PLANILHA PARA ESTIMATIVA DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS PLANILHA DE ORÇAMENTO (OPE) MODELO DE ORÇAMENRO COMPACTO PARA SE'S E LT'S

ANEXO 4 - LEGISLAÇÃO PERTINENTE

ANEXO 5 - INTERFACE GRÁFICA PARA O MODELO DE SIMULAÇÃO ENERGÉTICA INTERBASE Introdução Reqiuisitos de hardware e software Tela principal Iniciando o Sistema INTERBASE Menu principal Arquivo Dados gerais Parâmetros para o MSUI Dados das usinas Menu principal Arquivo Registros Edição da série de vazões Ir para Pesquisa Ajuda APÊNDICE Descrição dos dados utilizados Informações gerais Parâmetros de simulação Dados da usina Características físicas Características energéticas Polinômios Dados de turbinas Evaporações Série de vazões Dados de simulação MSUI : Modelo de simulação a usinas individualizadas Objetivos Representação do sistema Operação do sistema Utilização Resultados

ANEXO 6 - FICHA TÉCNICA

ANEXO 7 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANEXO 8 - PARTICIPANTES DOS ESTUDOS

APRESENTAÇÃO

O “Manual de Pequenas Centrais Hidrelétricas” foi editado pela primeira vez em fevereiro de 1982. Nesses dezessete anos ocorreram diversos progressos na tecnologia de projeto, notadamente aqueles relacionados com o advento da microinformática e de implantação de aproveitamentos hidrelétricos. Além disso, ocorreu, também, profunda alteração no modelo institucional do Setor Elétrico, com ênfase na crescente participação do capital privado para o seu desenvolvimento. A Lei no 9.648, de 27/05/98, dá diretrizes básicas para os referidos empreendimentos, mais especificadamente para centrais de até 30 MW de potência instalada, para autoprodutor e produtor independente. Em complementação, a Resolução no 395 da ANEEL, de 04/12/98, estabelece regras quanto à outorgação de concessão a tais usinas, considerando que os empreendimentos mantenham as características de Pequena Central Hidrelétrica, conforme definido na Resolução no 394, também de 04/12/98.

Atualmente, existe a necessidade de um tratamento mais abrangente e profundo da questão ambiental, em consonância com a Política Nacional de Meio Ambiente e com os princípios e diretrizes contidos nos documentos setoriais a partir de 1986. A Lei Nº 9.433, de 08/01/97, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos, representa um novo marco institucional no País e estabelece novos tipos de organização para a gestão compartilhada do uso da água.

Esses fatos corroboraram a presente revisão que produziu este documento, agora intitulado “Diretrizes para Estudos e Projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas”, consolidando as principais alterações e evoluções ocorridas nesse período. A leitura deste documento, associada à dinâmica do desenvolvimento tecnológico e ambiental, que ocorre de maneira contínua, deverá concorrer para o encaminhamento de novas sugestões.

O princípio básico adotado para a elaboração do presente trabalho foi o de abordar todas as atividades que devem ser desenvolvidas para a viabilização dos projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas, desde sua fase de identificação até sua completa implantação, incluindo, com os detalhes necessários, os aspectos metodológicos envolvidos.

Ao editar o presente documento, a ELETROBRÁS acredita estar disponibilizando, aos futuros investidores e aos atuais empreendedores, que atuam na área de Pequenas Centrais Hidrelétricas, valioso instrumento orientador, atualizado pelo resultado de pesquisas na área de engenharia, metodologias e critérios para levantamentos e estudos ambientais, técnicas modernas de projeto e construção de PCHs, bem como a legislação e temas institucionais hoje vigentes no Setor Elétrico brasileiro.

que acompanharam e participaram dos trabalhos. FIRMINO FERREIRA SAMPAIO NETO Presidente ELETROBRÁS XISTO VIEIRA FILHO Diretor de Engenharia ELETROBRAS . da ELETROBRÁS e da COPPETEC.Finalmente. bem como aos mesmos. aos técnicos da ANEEL. cumpre consignar aqui os agradecimentos às empresas que cederam seus técnicos. cujo esforço e dedicação em muito contribuíram para a concretização da presente edição das “Diretrizes para Estudos e Projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas”.

FURNAS. nas atividades do GT. dos equipamentos e de operação e manutenção dessas centrais.INTRODUÇÃO OBJETIVO Este documento tem por objetivo consolidar as “Diretrizes para Estudos e Projetos Básicos de Pequenas Centrais Hidrelétricas . listada no Capítulo 8 e no Anexo 4 destas Diretrizes. a COPPETEC. ELETRONORTE. como se verá ao longo deste documento. os quais terão facilidade de entendimento e aplicação dos conceitos e metodologias aqui apresentados. Os trabalhos desenvolvidos. projetos e construção dessas centrais. hidrometristas. com a colaboração de técnicos da ANEEL. Projetos e Construção de PCH. CERJ. com experiência no assunto. Admite-se que os possíveis interessados em implantar PCH poderão consultar estas Diretrizes para terem uma idéia do empreendimento que pretendam realizar. o mercado de energia e as regulamentações de comercialização do seu produto.PCH”. visando: • sistematizar os conhecimentos sobre os Estudos. de fev/1998 a fev/1999. Estas "Diretrizes" fazem referência. como uma força tarefa. ao Manual de Inventário (Partição da Queda) e às Instruções para Estudos de Viabilidade da ELETROBRÁS / ANEEL. que contou. CEMIG. • reduzir os custos dos estudos. desenvolvam e implantem esses empreendimentos. sempre que necessário. e sim como um esforço de obtenção de tecnologia que conduza a um custo baixo. além da equipe técnica de outras áreas e do CEPEL. ELETROSUL. • o roteiro de atividades necessárias e obrigatórias para os estudos e projetos de PCH (Capítulo 3). anualmente atualizado. COPEL. tais como topógrafos. . no âmbito do Contrato ECV 939-97 e constituiu um Grupo de Trabalho para o devido acompanhamento e orientação. compatível com a realidade e as necessidades do país. DME – Poços de Caldas. CHESF. de qualquer porte. A atuação destes profissionais é importante para garantir a perfeita orientação de outros profissionais envolvidos. Os tipos de PCH considerados neste documento são apresentados no Capítulo 2. prática e objetiva que se procurou adotar não deve ser entendida como estímulo ao excesso de simplificação. Prevê-se que os principais usuários destas Diretrizes sejam engenheiros e técnicos de nível superior. de projetos. a ELETROBRÁS contratou. foram coordenados pela Área de Normalização e Engenharia Econômica de Novos Negócios. O empreendedor interessado em estudar e implantar uma PCH deverá conhecer: • a legislação sobre o assunto. CEMAT. muito menos ao seu uso por leigos. da Diretoria de Planejamento da ELETROBRÁS. • o Plano Decenal de Expansão do Setor Elétrico. projetistas e desenhistas que irão participar dos estudos Alerta-se para o fato de que a forma simples. Para a realização dos trabalhos. CERPCH e da SRH-MMA.CAPÍTULO 1 . mas dele não deverão fazer uso sem a assistência de engenheiro com experiência comprovada no desenvolvimento de estudos e projetos de obras dessa natureza. a fim de possibilitar que equipes reduzidas de técnicos de nível superior. das obras civis. IME. empreiteiros e fabricantes/fornecedores de equipamentos. • consolidar a experiência e a tecnologia nacional sobre os estudos.

. O endereço é http://www. deverão ser considerados os seguintes aspectos importantes. também. em detalhes. que o empreendedor tenha ciência da necessidade de proceder a consultas aos Planos Diretores de Recursos Hídricos estaduais e municipais. recapacitação e/ou ampliação de PCH existentes. ou ainda quando as características físicas do empreendimento extrapolarem as das PCH. a gama dos Estudos de Inventário existentes. no que diz respeito à Legislação. através da página da ANEEL. Recomenda-se. evidentemente. a análise técnico-econômica e ambiental da viabilidade do negócio. etc. . pode e deve ser usado para estudos de reativação. Caso o resultado seja positivo.br/).. existem Estudos de Inventário já realizados ou em realização pela ELETROBRÁS-ANEEL e também por companhias privadas. para o bom entendimento destas Diretrizes: . que pode ser feito de forma simplificada em bacias cuja vocação hidrenergética seja para aproveitamentos com até 50 MW de potência instalada(RES-393/ANEEL) Para se conhecer.gov. ou uma complexidade acima da prevista nestas Diretrizes.gov. A consulta à bibliografia relacionada no Anexo 7 esclarecerá as dúvidas suscitadas. para tal. sempre que existentes. onde são estabelecidos os critérios de uso da água. bem como são devidamente explicadas suas grandezas e coeficientes.não se deve querer adaptar a elas a tecnologia usual das grandes usinas hidrelétricas. recomenda-se. Em bacias não inventariadas não se deverá inserir uma PCH sem antes realizar-se um Estudo de Inventário Hidrelétrico. projetos e construção de novas PCH.todas as fórmulas necessárias são fornecidas. em Andamento e Aprovados. . os quais devem ser rigorosamente analisados. Um roteiro para a elaboração inicial dessa análise é apresentado no Capítulo 4.br/ Para os Estudos de Inventário Autorizados. . prontos ou em elaboração. os estudos e projetos devem ser desenvolvidos segundo as diretrizes apresentadas nos demais Capítulos (5 ao 9). Devem ser consultados. O Relatório Final deve ser elaborado segundo a itemização apresentada no Capítulo 10. Resoluções.Tipos de Pequenas Centrais Hidrelétricas. Uma PCH não é uma usina grande em escala reduzida. “Ações Governamentais Relacionadas aos Empreendimentos de Geração” de energia elétrica.eletrobras. Outras limitações são ressaltadas ao longo do texto. repete-se.evitaram-se as justificativas dos critérios e fórmulas utilizadas. Quando determinado item de projeto assumir porte significativo. No entanto. A ELETROBRÁS mantém um "site" na Internet onde se pode encontrar e/ou solicitar todas as informações. o qual é atualizado periodicamente.este documento foi previsto para estudos. para grande parte das bacias brasileiras. ainda. que os usuários se mantenham atualizados quanto às Portarias. recomenda-se consultar o site da ANEEL (http://www. ao interessado. relacionada ao final destas Diretrizes. o responsável pelos estudos deverá se valer da bibliografia especializada. Estas Diretrizes se aplicam aos tipos de PCH listados no Capítulo 2 .que incluem. Em qualquer caso. definidas no Capítulo 2. . Observa-se que.aneel.foram adotadas as normas da ABNT.ELETROBRÁS (Grupo de Trabalho de Informações Básicas para o Planejamento da Expansão da Geração) e o SIPOT – Sistema de Informação do Potencial Hidrelétrico Brasileiro. será necessário consultar especialistas no assunto. É bastante importante. consultar o Relatório Anual do GTIB . os órgãos gestores estaduais ou nacional (Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente) ou os próprios Comitês de Bacias Hidrográficas que já estiverem implantados. Além disso.

A Companhia Federal de Fundição publicou. de pequeno porte. com a privatização das empresas do Setor Elétrico e. . objetivo. a construção/instalação. 1941.. com até 1. Finalmente. O Manual de 1982 cita as informações relacionadas a seguir. na década de 40. existem registrados cerca de 286 aproveitamentos com potência menor que 10 MW...PNCE. do Ministério da Ciência e Tecnologia. a operação e a manutenção dessas centrais de forma segura e acessível. Essa tendência decorre das mudanças institucionais que vêm ocorrendo no país. para geração de eletricidade e outros usos. Estrela (RS). para usinas com capacidade de até 200 kW. ocorreu com a JOMECA Ltda. . . definições. de maneira a atender a resolução do III Encontro para o Desenvolvimento das Energias Solar. O CERPCH tem o objetivo de promover o uso dos pequenos potenciais hidráulicos. já registrava a existência de 888 PCHS e 1.Indústria e Comércio . Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica. Eólica.A. projetos e construção dessas centrais.O Boletim no 2 do DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral. com eficiência. Um dos objetivos destas "Diretrizes" é o de consolidar a experiência e a tecnologia nacional mais atualizada sobre os estudos. o Programa Nacional de Pequenas Centrais Elétricas . de fabricação própria e de outras indústrias. Institucionais e Linhas de Ação do Programa. Centrais Elétricas Brasileiras S. seleção e prioridade dos projetos. criado sob os auspícios do Fórum Permanente de Energias Renováveis. em convênio com o DNAEE.000 kW de potência. até 1981 já tinha fabricado mais de mil pequenas turbinas. habilitação de empresas. com o objetivo de viabilizar a implantação de usinas de geração elétrica. prioridades e diretrizes). intitulado “Utilização de Energia Elétrica no Brasil”.Agência Nacional de Energia Elétrica. hoje ANEEL . funcionando desde a década de 20. escopo. Joaçaba (SC).HISA. Informações mais detalhadas poderão ser . sobretudo. condições financeiras e de liberação de recursos. podem ser obtidos junto à ELETROBRÁS.. Biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas. que iniciou suas atividades em 1925. como fonte de energia. o projeto.Da mesma forma.128 pequenas unidades geradoras. Essa tecnologia existe no país há um século. bem como os Aspectos Legais. A. . e foi desenvolvida através da implantação de um grande número de PCHS.A Hidráulica Industrial S.A WIRZ Ltda. em 1996. cabe fazer referência ao CERPCH – Centro Nacional de Referência em Pequenos Aproveitamentos Hidroenergétricos. Detalhes do PNCE (conceitos. fornecida pela empresa Herm Stoltz & Cia. . Hoje. relação custo/benefício otimizada e com tecnologia que permita o estudo. aproximadamente. o interesse de investidores privados por este tipo de empreendimento é grande. de forma a suprir carências de energia em todo o território nacional. Atualmente.Sistema de Informação do Potencial Hidrelétrico Brasileiro. no SIPOT/ELETROBRÁS . uma relação de 727 pequenas turbinas hidráulicas. publicou em 1982 a primeira versão do Manual de Pequenas Centrais Hidrelétricas do qual estas Diretrizes constituem uma revisão e atualização. . de São Paulo.RETROSPECTO SOBRE OS ESTUDOS E PROJETOS DE PCH A ELETROBRÁS. com as mudanças na legislação no que diz respeito à produção e comercialização de energia. O Programa possui uma Política Operacional para Financiamento de Projetos que define questões tais como a origem e destinação dos recursos. A Diretoria Executiva da ELETROBRÁS instituiu. tem fornecido pequenas turbinas desde 1950.

5% do valor dos dispêndios com os Estudos de Inventário Hidrelétrico (Resolução 393/1998). 21. inciso VIII). sendo fixados os seguintes valores de caução: . No caso de impedimento de acesso aos locais dos levantamentos de campo. inciso XII.br. e independem da destinação da energia a ser gerada pelo potencial (autoprodução. com a Constituição.obtidas na Secretaria Executiva do CERPCH que funciona na EFEI – Escola Federal de Engenharia Industrial (Itajubá – MG. etc.cerpch. 20. o interessado poderá obter. O Relatório Final do Projeto Básico deve ser submetido à aprovação da ANEEL para obtenção da autorização/concessão para exploração do aproveitamento hidrelétrico.263. De acordo. desde o registro até a “aprovação do estudo” pela ANEEL e abrangem uma faixa ampla da legislação vigente. tendo como linhas mestras a “Constituição da República Federativa do Brasil”. não dependem do tipo de pessoa jurídica (empresa estatal. produção independente e serviço público). e-mail : mailto:cerpch@cpd.) que vai realizar o empreendimento hidrelétrico. de interesse à realização do Projeto Básico deverão ser considerados.987 de 13de fevereiro de 1995. de acordo com a Lei 9427 de 26/12/96. o Projeto Básico representa a condição para a obtenção da autorização/concessão para exploração do aproveitamento hidrelétrico. alínea b).efei. . autorização específica da ANEEL para elaboração destes serviços. Os procedimentos recomendados nestas Diretrizes têm caráter geral. internet: http://www. que contempla usinas hidrelétricas com potência instalada entre 1 MW e 30 MW e com reservatório igual ou inferior a 3 km2 (Resolução ANEEL 394/98). prevê o requerimento justificado do interessado. Estas Diretrizes foram elaboradas considerando o ambiente institucional vigente no início do ano de 1999. compete à União explorar diretamente ou mediante autorização. art. de 10 de julho de 1934.2% do valor dos dispêndios com os Estudos de Viabilidade (Resolução 395/1998). o “Código de Águas” – Decreto no24.efei. ASPECTOS INSTITUCIONAIS E LEGAIS Os aspectos institucionais e legais. Do ponto de vista legal e dentro do escopo destas Diretrizes. art. ainda. O artigo 30 do Decreto 2003.427 de 26 de dezembro de 1996 que instituiu à ANEEL e a legislação complementar. O Projeto Básico deve ser elaborado de acordo com as Normas da ANEEL e atender como escopo mínimo aos procedimentos indicados nestas “Diretrizes”. a declaração de utilidade pública para fins de desapropriação ou instituição de servidão administrativa de terreno e benfeitorias. o interessado deve encaminhar à ANEEL os documentos necessários ao registro dos estudos em conformidade com a Resolução ANEEL no 395 de 04 de dezembro de 1998. de 1998. de modo a possibilitar a realização de obras e serviços de implantação do aproveitamento hidráulico. privada. . o aproveitamento energético dos cursos d’água. Lei 8. Para o desenvolvimento do Projeto Básico desse aproveitamento. em articulação com os Estados onde se situam os potenciais hidroenergéticos (Capítulo II. concessão ou permissão. os potenciais de energia hidráulica constituem bens da União (Capítulo II. Lei 9.br/). de 10/09/96. De acordo com a Constituição Federal.

Presidente Vargas. A partir de sua utilização.br .br fernando@cbf.lahc.ATUALIZAÇÃO PERIÓDICA DAS DIRETRIZES A ELETROBRÁS pretende realizar uma atualização periódica destas Diretrizes. Durante o primeiro ano de divulgação destas Diretrizes. o apoio a usuários pode ser solicitado também aos endereços: rui@pec.ufrj.RJ.coppe. 409 – 12º andar – Centro – CEP:20071-003.ufrj. no desenvolvimento de projetos de PCH.com. situada na Av.br ou campelo@esquadro. Rio de Janeiro . devendo as mesmas serem encaminhadas à Diretoria de Engenharia da ELETROBRÁS. importantes críticas e sugestões de complementação deste documento serão extremamente benvindas.

0 MW e 5. em vários casos. vertedouro. etc. identificaram diversos sítios potencialmente atrativos. estabelece que os aproveitamentos com características de PCH são aqueles que têm potência entre 1 e 30 MW e área inundada até 3.0 MW. A Resolução da ANEEL 394. etc. . . de 27/05/98. até esse limite de potência. diques.a capacidade do conjunto turbina-gerador estivesse compreendida entre 1. . tomada d’água. Sempre que necessário. será feita referência aos critérios de dimensionamento especificados nas “Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos”. .não fossem necessárias obras em túneis (conduto adutor.TIPOS DE PCHs DEFINIÇÃO DE PCH Na primeira edição do Manual (ELETROBRÁS. desde que os empreendimentos mantenham as características de Pequena Central Hidrelétrica.a potência instalada total estivesse compreendida entre 1.648. que alguns dos inventários realizados por companhias de energia de porte.0 MW e 10 MW. referidas no Capítulo 1. 1982). torna-se importante atualizar esses critérios. média e alta queda. A Lei no 9. da ELETROBRÁS/ANEEL. cujos arranjos de obras prevêem barragens com mais de 10 m de altura e circuito adutor em túneis. editado em abril/1997. a propósito. Não havia limite para a queda do empreendimento. . desvio de rio. de 04/12/98. sendo as PCH classificadas em de baixa. bem como alguns aspectos sobre os processos de construção de obras civis para usinas com potência instalada compreendida nessa faixa. autoriza a dispensa de licitações para empreendimentos hidrelétricos de até 30 MW de potência instalada.a altura máxima das estruturas de barramento do rio (barragens. ou ainda a outros trabalhos específicos constantes da vasta bibliografia existente. Nestas Diretrizes são incluídos os critérios e métodos para dimensionamento. para a cheia centenária. uma Usina Hidrelétrica era considerada como uma PCH quando: .). Em função das mudanças institucionais e da legislação por que passa atualmente o país. conduto forçado.CAPÍTULO 2 . Todas as limitações anteriores foram eliminadas.a vazão de dimensionamento da tomada d’água fosse igual ou inferior a 20 m3/s. e da experiência acumulada nos últimos 17 anos. ao longo dos anos de 1996 a 1998. ou às Diretrizes para Elaboração de Projeto Básico de Usinas Hidrelétricas. hoje privatizadas. Cabe registrar.) não ultrapassasse 10 m.0 km2. A concessão será outorgada mediante autorização. para Autoprodutor e Produtor Independente.

extravasando o excesso de água. quanto à capacidade de regularização do reservatório. O aproveitamento energético local será parcial e o vertedouro funcionará na quase totalidade do tempo.dispensa estudos de regularização de vazões. . despreza-se o volume do reservatório criado pela barragem. Para essas. não é necessário que a tomada d’água seja projetada para atender a depleções do NA. − de Acumulação. as seguintes simplificações: . com Regularização Diária do Reservatório. − de Acumulação. são: − a Fio d’Água. e . . Esse tipo de PCH apresenta. com Regularização Mensal do Reservatório. PCH A FIO D’ÁGUA Esse tipo de PCH é empregado quando as vazões de estiagem do rio são iguais ou maiores que a descarga necessária à potência a ser instalada para atender à demanda máxima prevista.CENTRAIS QUANTO À CAPACIDADE DE REGULARIZAÇÃO Os tipos de PCH. quando a adução primária é projetada através de canal aberto.do mesmo modo.facilita os estudos e a concepção da tomada d’água. .dispensa estudos de sazonalidade da carga elétrica do consumidor. No projeto: . Nesse caso. O sistema de adução deverá ser projetado para conduzir a descarga necessária para fornecer a potência que atenda à demanda máxima. dentre outras. Não fazem parte do escopo destas Diretrizes as centrais hidrelétricas de acumulação com regularização superior à mensal.não havendo flutuações significativas do NA do reservatório. a profundidade do mesmo deverá ser a menor possível. o usuário deverá consultar a bibliografia referida nestas Diretrizes.

COM REGULARIZAÇÃO DIÁRIA DO RESERVATÓRIO Esse tipo de PCH é empregado quando as vazões de estiagem do rio são inferiores à necessária para fornecer a potência para suprir a demanda máxima do mercado consumidor e ocorrem com risco superior ao adotado no projeto. pressupõe-se uma regularização mensal das vazões médias diárias.as barragens serão. . Nesse caso. . o qual entra no cálculo dessa altura.como as áreas inundadas são pequenas.pois não haverá a necessidade de atender às depleções. . o reservatório fornecerá o adicional necessário de vazão regularizada. Os estudos de regularização mensal são apresentados no item “DIMENSIONAMENTO DOS PARÂMETROS FÍSICO-OPERATIVOS DO PROJETO” . pois têm a função apenas de desviar a água para o circuito de adução. os valores despendidos com indenizações serão reduzidos. analisando as vazões de estiagem médias mensais. baixas. COM REGULARIZAÇÃO MENSAL DO RESERVATÓRIO Quando o projeto de uma PCH considera dados de vazões médias mensais no seu dimensionamento energético. a sua altura será mínima. é desprezível. PCH DE ACUMULAÇÃO. pois o valor da depleção do reservatório. normalmente. Os estudos de regularização diária e a metodologia para escolha da descarga de projeto são apresentados no item DIMENSIONAMENTO DOS PARÂMETROS FÍSICO-OPERATIVOS DO PROJETO.pelo mesmo motivo. PCH DE ACUMULAÇÃO. no caso de haver necessidade de instalação de chaminé de equilíbrio. promovida pelo reservatório.

a opção por tubulação única. em princípio. bem como de estudo econômico comparativo. . A necessidade ou não de chaminé de equilíbrio será discutida mais adiante nestas Diretrizes (item “CHAMINÉ DE EQUILÍBRIO”).CENTRAIS QUANTO AO SISTEMA DE ADUÇÃO Quanto ao sistema de adução. A escolha de um ou outro tipo dependerá das condições topográficas e geológicas que apresente o local do aproveitamento. . quando a inclinação da encosta e as condições de fundação forem favoráveis à construção de um canal.adução em baixa pressão por meio de tubulação / alta pressão em conduto forçado. este tipo. Para sistema de adução longo. deve ser estudada.adução em baixa pressão com escoamento livre em canal / alta pressão em conduto forçado. são considerados dois tipos de PCH: . Para sistema de adução curto. deverá ser a solução mais econômica. para os trechos de baixa e alta pressão.

considerando-se os dois parâmetros conjuntamente.1.P (kW) P < 100 100 < P < 1. a casa de força fica. todavia. Para as centrais com alta e média queda. canal ou conduto de baixa pressão com extensão longa.000 QUEDA DE PROJETO . uma vez que um ou outro isoladamente não permite uma classificação adequada. como mostrado na Tabela 2. normalmente. a concepção do circuito hidráulico de adução envolve.000 < P < 30.000 1. Para as centrais de baixa queda.CENTRAIS QUANTO À POTÊNCIA INSTALADA E QUANTO À QUEDA DE PROJETO As PCH podem ser ainda classificadas quanto à potência instalada e quanto à queda de projeto. sendo a adução feita através de uma tomada d’água incorporada ao barramento. onde existe um desnível natural elevado. junto da barragem. CLASSIFICAÇÃO DAS PCH QUANTO À POTÊNCIA E QUANTO À QUEDA DE PROJETO CLASSIFICAÇÃO DAS CENTRAIS MICRO MINI PEQUENAS POTÊNCIA . adiante.Hd (m) BAIXA Hd < 15 Hd < 20 Hd < 25 MÉDIA 15 < Hd < 50 20 < Hd < 100 25 < Hd < 130 ALTA Hd > 50 Hd > 100 Hd > 130 . a casa de força fica situada. afastada da estrutura do barramento. Conseqüentemente. rotineiramente. normalmente.

O Fluxograma de Implantação de uma PCH. cabendo. descreve as etapas percorridas durante a implantação de uma PCH e as devidas interações. Antes de iniciarem-se as atividades de estudos e projetos de uma PCH. recomenda-se o desenvolvimento de tais estudos que. Licença de Instalação (LI). apresenta a seqüência de estudos para o projeto. ao final da construção. constituindo o arcabouço legal de todo o projeto. ao interessado. referente aos Estudos Ambientais. tendo como conseqüência natural a obtenção. em bacias hidrográficas com vocação hidroenergética para aproveitamentos de. há que se considerar a necessidade de um tratamento adequado da questão ambiental. Mais importante. entretanto. desde que existam condições específicas que imponham a segmentação natural da bacia. deve ser a preocupação do empreendedor com as ações da usina sobre o meio ambiente e vice-versa. de Licenças Ambientais para as várias etapas do empreendimento: Licença Prévia (LP). As atividades previstas são típicas para estudos e projetos dessa natureza. ambiental e comercial. principalmente no tocante aos estudos de engenharia. Os dois fluxogramas apresentados ao final deste capítulo ilustram as etapas e atividades necessárias à consecução de um empreendimento como uma PCH. é necessário verificar se a avaliação do potencial hidrelétrico pretendido está em conformidade com o que preconiza a legislação em termos de otimização de aproveitamento de bem público. por parte do investidor.CAPÍTULO 3 . ambientais e providências institucionais.FLUXOGRAMAS DE ATIVIDADES PARA ESTUDOS E PROJETOS A exploração de um determinado potencial hidrelétrico é uma atividade sujeita a uma série de regulamentações de ordem institucional. nestes casos. segundo o artigo 4 da Resolução 393 da ANEEL. independentemente do porte do aproveitamento. evitar que o proprietário tenha surpresas desagradáveis futuras que resultem em problemas e custos não programados previamente. conforme sugerido ao longo destas Diretrizes. O Fluxograma de Atividades para Estudos e Projeto Básico de PCH. Caso o potencial do local não tenha sido definido em função de Estudos de Inventário Hidrelétrico. poderão ser realizados de forma simplificada. atividades multidisciplinares permeiam-se entre si. Uma adequada definição das medidas de ordem ambiental a serem tomadas poderá promover a correta inserção do empreendimento na região e. em benefício não apenas do meio ambiente. mas também do próprio empreendedor. em especial. além da outorga para utilização da água com a finalidade específica de geração de energia elétrica. Evidentemente. e Licença de Operação (LO). Esse assunto está apresentado de forma detalhada no Capítulo 8. no máximo. do que o próprio licenciamento. o empreendedor deverá ter conhecimento amplo do mercado de energia e das regulamentações de comercialização do seu produto (ANEXO 4). Durante o processo de implantação do empreendimento. . 50 MW. a obrigação de submeter à ANEEL um relatório de reconhecimento fundamentando tecnicamente tal simplificação. Sob o aspecto ambiental (ver “ESTUDOS AMBIENTAIS ”) e de gerenciamento de recursos hídricos.

serão realizados os Estudos de Planejamento da Construção e Montagem. utilizando-se as fórmulas tradicionais para cálculos das perdas de carga ao longo do circuito hidráulico de adução. como descrito no Capítulo 4. Alguns ajustes no arranjo geral da alternativa escolhida serão necessários. o Arranjo Final do Projeto da PCH será caracterizado. A partir da definição do Arranjo Final do Projeto. será realizada a Avaliação Final do Empreendimento para confirmar a atratividade do investimento. desenvolvem-se as demais atividades mostradas no Fluxograma. Os procedimentos de cálculo mais trabalhosos são apresentados na forma de planilhas eletrônicas. a Planilha Padrão de Orçamento. deverá ser realizado. em seguida. Todas essas etapas de estudos são apresentadas detalhadamente nos Capítulos 4 a 8. o que possibilitará a determinação da queda líquida com maior precisão. os Estudos de Manutenção e Operação. serão elaborados os estudos energéticos definitivos e determinada a potência a ser instalada na PCH. considerando-se o custo total do empreendimento. incluindo-se. Finalmente. a seguir. Nessa fase. Selecionado o arranjo do aproveitamento. os Estudos Ambientais definitivos. e limitam os estudos de alternativas de arranjo. relativa aos estudos de alternativas de arranjo e tipo das estruturas do aproveitamento. a metodologia a ser utilizada. de acordo com as normas do Setor Elétrico. Os programas e exemplos de Hidrologia. Com base na potência a ser realmente instalada. as dimensões do circuito de adução e da casa de força deverão ser revisadas em função das dimensões definitivas dos equipamentos eletromecânicos principais. Cabe destacar que os aspectos topográficos do sítio condicionam. passa-se para a fase de projeto das obras civis e dos equipamentos eletromecânicos. e a energia firme a ser gerada anualmente. o dimensionamento final dos equipamentos eletromecânicos principais. para cada uma delas. Dessa forma. conhecida a série de vazões médias mensais e a queda disponível. as .A viabilidade econômica da usina no local selecionado deve ser analisada de forma expedita. Confirmada a atratividade do local. Os levantamentos e estudos básicos deverão fornecer todos os subsídios necessários para a etapa seguinte de trabalhos. será realizado o dimensionamento final das estruturas. A partir desse instante. ou programas específicos para microcomputador. será elaborada a estimativa final dos Custos do Empreendimento. os quais incluirão os custos de operação e manutenção. de fácil utilização por todos os possíveis usuários destas Diretrizes. de forma significativa. Além desses. Por exemplo. Todas as estruturas deverão ser pré-dimensionadas com base nos diversos parâmetros determinados ou estimados anteriormente. como descrito no Capítulo 9 deste documento.

Composições de Custos e a Legislação aplicada a esse tipo de empreendimento. . são apresentadas em anexos destas Diretrizes.

.

.

obrigatoriamente. . aliada à altura da barragem. que minimizem as distâncias de transporte até o local das obras.os aspectos ambientais do sítio devem ser avaliados de maneira simplificada. . Esse estudo.AVALIAÇÃO EXPEDITA DA VIABILIDADE DA USINA NO LOCAL SELECIONADO ADEQUABILIDADE DO LOCAL Como citado no ítem “TIPOS DE PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS”. cuja realidade físico-ambiental indica o aproveitamento do seu potencial hidrelétrico através de PCH. tendo em vista seus custos ou mesmo o mercado e o correspondente interesse deempreendedores. Muitas vezes. ou na região. os estudos de inventário não consideram locais com pequenos potenciais. deixando de levantar sítios atraentes para PCH. nestes casos normalmente baixa. a pesquisa para seleção do melhor local para a implantação de uma PCH deve ser feita considerando-se os Estudos de Inventário (partição de queda) de toda a bacia hidrográfica em foco.de preferência. existem grandes potenciais aproveitáveis com previsão de implantação em um horizonte distante.além disso. deve existir no local uma queda natural acentuada que.no local devem existir. O trecho de análise pode ser a cabeceira de uma bacia ou segmento da bacia. . deverão existir no local. de preferência. ombreiras e boas condições de fundação.CAPÍTULO 4 . jazidas naturais de materiais de construção em quantidade e com qualidade adequada. Um local adequado para a implantação de uma PCH deve atender aos seguintes requisitos: . deforma a permitir a caracterização dos possíveis impactos do empreendimento sobre a região. . proporcionará a queda bruta aproveitável. segundo a metodologia preconizada no Manual de Inventário da ANEEL/ELETROBRÁS. naturalmente. antes de qualquer Estudo de Viabilidade/Projeto Básico. porém. Nestes casos. deve ser realizado. Em outras situações. convém a realização de um inventário hidrelétrico simplificado para levantar os melhores sítios aproveitáveis. de acordo com a orientação do Setor Elétrico.

.mapas diversos da região. A ANEEL (http://www. . Os Planos Diretores de Recursos Hídricos (PDRH) das bacias hidrográficas deverão ser consultados. da ELETROBRÁS (http://www. Para as bacias já inventariadas. Até o segundo semestre de 1998. tais como a ANEEL. os Produtores Independentes de energia e as Concessionárias de energia elétrica que estejam desenvolvendo ou tenham projetos implantados na região. caso disponíveis. . com vistas à inserção do empreendimento em sintonia com os estudos de partição de queda já feitos. . os estudos subseqüentes.fotografias aéreas e mapas cartográficos. .br/) gerencia um imprescindível sistema de informação hidrológica – SIH. conhecer o perfil do rio a ser estudado e identificar . Além desses. Devem ser procurados. visando-se a elaboração do estudo de inventário simplificado. etc. a Concessionária de Energia. já existiam cerca de 40 (quarenta) PDRH prontos ou em elaboração. também.dados hidrométricos observados pelas instituições oficiais.dados ambientais sobre a região. restituições aerofotogramétricas e dados topográficos. o Serviço Geográfico do Exército. deverão ser coletados dados. órgãos dos governos estaduais e municipais. . Tais dados podem ser obtidos pela Internet.aneel.gov. etc. tais como: . a ELETROBRÁS.imagens de satélites. O Sistema de Informação do Potencial Hidrelétrico Brasileiro – SIPOT. sobremaneira. Os dados coletados devem ser organizados com vistas a: . inclusive os rodo-ferroviários. . . a consulta aos estudos existentes é imprescindível.dados geológicos e geotécnicos. com dados hidrometeorológicos básicos das principais bacias hidrográficas brasileiras. Para as bacias não inventariadas. devem ser consultados os Autoprodutores.com base no mapa da bacia hidrográfica. .sistema energético da região.estudos hidrológicos porventura já realizados na bacia.eletrobras.COLETA E ANÁLISE DE DADOS Todas as informações existentes sobre a bacia na qual será inserida a PCH e sobre o local devem ser pesquisadas em instituições oficiais. a CPRM.gov.br/) possui dados físicos operativos das principais usinas hidrelétricas do Sistema Interligado. o que facilita.perfis do rio. regionais e locais. o IBGE.

analisar-se a qualidade de água. . RECONHECIMENTO DO LOCAL Após a identificação dos locais. é extremamente importante observar o aspecto do melhor aproveitamento possível do potencial energético do curso d’água.verificação dos locais de lançamento de esgotos domésticos e industriais . mesmo os de pequenas dimensões.identificar as condições geomorfológicas da bacia ao longo do curso principal e de seus afluentes. . em absoluta sintonia com o planejamento do Setor Elétrico.. tais como impactos sobre as zonas urbanas e rurais. deverá proceder-se ao reconhecimento.verificar todos os estudos elaboradospreliminarmente.avaliar as condições topográficas. incluindo os de interferências/impactos locais e regionais. . projetos de irrigação ou áreas irrigadas. Cabe repetir que. em especial sobre as máquinas. facilmente observáveis nas imagens de satélite.avaliação preliminar de possibilidades de assoreamento próximo do remanso do reservatório e na desembocadura de algum afluente. rodovias e ferrovias. áreas de preservação permanente. .análise da consistência dos dados hidrometeorológicos. etc. para verificação das conseqüências sobre o empreendimento.conhecerem-se os aspectos geológicos e geotécnicos locais. . hidrológicas. incluindo inspeção dos postos pluviométricos e fluviométricos existentes. reservas indígenas.identificação das principais limitações existentes à formação de reservatórios. e as condições geológicas e geotécnicas. .confirmar e/ou alterar a posição dos locais definidos em escritório. por via terrestre. . nesta fase de estudos. . linhas de transmissão de energia e de telecomunicações. com vistas a: . na região. .a localização de possíveis quedas naturais e/ou dos locais de barramento.

utilizando-se as seguintes fórmulas: EFe = μ ⋅ 9. Inicialmente. adotado.55. nesta fase adotadas igual a 3% para casas de força ao “pé” da barragem e 5% para aduções em túnel/canal. durante a vida útil da usina). considerando-se Q e H liq constantes durante o funcionamento da usina (1 MW médio = 8760 MWh por ano. μ = rendimento do conjunto turbina-gerador. deverá ser avaliada a atratividade energético-econômica do local selecionado. tem-se: Pot = EFe Fc .0083 ⋅ Q ⋅ H liq (MW médio) onde: EFe = energia firme estimada em MW médios. deverá ser estimada a energia firme ( EFe ) e a potência a ser instalada no aproveitamento ( Pot ). ou. Fc o fator de capacidade. para esta fase. Hlíq= queda líquida (m).AVALIAÇÃO PELIMINAR DA VIABILIDADE DO LOCAL SELECIONADO VERIFICAÇÃO DO POTENCIAL DO LOCAL Antes do prosseguimento do detalhamento dos estudos em nível de Projeto Básico. sugerindo-se o valor final de 0. A vazão Q para o local deverá ser estimada a partir de dados de postos hidrométricos da bacia/região. conforme metodologia apresentada no Capítulo 6. a vazão média ( Q ) ao longo do _ período crítico do sistema interligado (m3/s).81 ⋅ Q ⋅ H liq 1000 ⋅ Δt . Δt = intervalo de tempo igual a 1 s. Como EFe = Fc ⋅ Pot . ou EFe = 0. A queda líquida ( H liq ) será igual à queda bruta menos as perdas hidráulicas.85. ou Q95% . onde: Pot é a potência instalada (MW). ainda. . Q = vazão mínima medida no local. igual 0.

ARRANJO PRELIMINAR A partir dos parâmetros estimados (potência instalada e vazão de dimensionamento do vertedouro) e com base nos aspectos topográficos (restituição aerofotogramétrica) e geológico-geotécnicos do local. a questão da manutenção de vazão sanitária mínima para jusante nos casos de aproveitamentos de derivação. por exemplo. deverá ser elaborado um arranjo simplificado doaproveitamento. . deverão ser avaliados de forma simplificada.Em seguida. Todos os principais impactos deverão ser orçados e incluídos na estimativa de custos do empreendimento. Esse parâmetro poderá ser estimado em função de informações de bacias com características hidrológicas semelhantes da região e. ainda. para efeito da estimativa de quantidades e de custos do empreendimento (Ci). como. em função da área inundada e de outros problemas a montante e a jusante do barramento. IMPACTOS AMBIENTAIS Os principais impactos ambientais. com base na experiência em projetos dessa natureza. incluindo as interferências. deverá ser estimada a vazão de projeto do vertedouro a partir da vazão específica da bacia (l/s/km2) – Regionalização de Vazões (Capítulo 6).

O benefício econômico da PCH. não é necessário que seja avaliado o benefício econômico gerado pela PCH. experiências anteriores. deverá ser feito um estudo econômico. é representado pelo custo de implantação e respectivas despesas de O&M da outra alternativa de atendimento com a qual a PCH está sendo comparada. Neste estágio. Na falta de dados mais precisos. estimado a partir de composição de custos. as despesas de O&M podem ser aproximadas da seguinte forma: O & M = custo anual de operação e manutenção da usina (US$/ano). Graficamente o fluxo de caixa pode ser representado da seguinte forma: . o custo associado à implantação da PCH é composto pelo investimento inicial e as despesas de O&M durante a vida útil da usina. etc. No caso da PCH. de 50 anos. Usualmente o setor elétrico tem utilizado uma taxa de desconto de 12% a. O fluxo de caixa descontado deve fornecer um valor presente líquido(VPL) positivo. a ser considerado neste fluxo de caixa. e um tempo de vida útil. para usinas hidrelétricas. comparando-se a implantação da PCH com outras alternativas de atendimeto ao mercado. neste caso. No fluxo de caixa. sugere-se a utilização de um percentual da ordem de 5% do custo total do investimento.ATRATIVIDADE DO EMPREENDIMENTO De posse dos custos aproximados de implantação da obra. durante o mesmo período de análise. indicando que o valor presente da implantação da PCH é menor que o da alternativa de comparação. pois a comparação se dá especificadamente entre o custo de implantação da PCH e o custo de atendimento pela outra alternativa(custo evitado). que não seja ela.a. deverá ser a taxa de oportunidade para investimentos de infra-estrutura. sem juros durante a construção A taxa de desconto a ser utilizada.

Ci alternativa O&M alternativa n Tempo O&M PCH 0 Ci PCH VP alternativa 0 Tempo VP VPL = VPalternativa − VPPCH .

. listados a seguir. . Os tipos de estruturas do arranjo do aproveitamento dependerão. como descrito no item “LEVANTAMENTOS DE CAMPO HIDROLÓGICOS”. não cabendo a sua explanação nestas Diretrizes. . das condições geológicas e geotécnicas do sítio.locais prováveis para lançamento de bota-fora. Essa tecnologia é particularmente atrativa quando os marcos do IBGE estão longe do sítio. a qual tem sido muito usada para locação das Referências de Nível (RNs) no sítio da PCH.planialtimétricos das áreas de implantação das estruturas previstas. e é.investigar as condições das fundações e ombreiras na região das estruturas componentes do aproveitamento. os quais devem ser realizados de acordo com a Norma NBR 13133. alternativamente. As investigações geológicas e geotécnicas necessárias devem ser planejadas por técnicos com comprovada experiência em estudos dessa natureza. jazidas de areia e cascalho mais próximas do sítio do empreendimento. GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS Os levantamentos e estudos geológicos e geotécnicos têm os seguintes objetivos: . sem prejuízo para a precisão. a tecnologia de rastreamento de satélite GPS. quase sempre. . serão necessários levantamentos topográficos de precisão. instalação de canteiro e alojamento de operários. ou por profissionais autônomos qualificados. e .levantamento das propriedades atingidas para efeito de subdivisão e averbação legal. Esses levantamentos deverão ser executados por empresas especializadas. em substituição ao transporte de cotas para o local a partir de marcos topográficos do IBGE na região. .planialtimétricos das áreas de empréstimo de solo. o tipo de arranjo e o porte do aproveitamento condicionarão a extensão do programa de investigação. Além desses. como será detalhado no ítem “PROJETO DAS OBRAS CIVIS E DOS EQUIPAMENTOS”. além dos aspectos topográficos.determinação da queda natural no local. uma vez que demanda menos tempo.cadastro jurídico das propriedades atingidas. bem como dos materiais de construção disponíveis no local.LEVANTAMENTOS DE CAMPO TOPOGRÁFICOS Para o projeto de uma PCH. jazidas de areia e cascalho e pedreiras.pesquisar e caracterizar as áreas de empréstimo de solo. A determinação da queda natural poderá ser feita utilizando-se. As características do sítio. . . daABNT: . mais econômica. bem como das encostas na vizinhança da obra.nivelamento da linha d’água do reservatório. deverá ser levantado o fundo do rio na região de implantação das estruturas (topo-batimetria).CAPÍTULO 5 .

Estudos iniciais são realizados em escritório e incluem consultas bibliográficas de estudos anteriores. Locais que sofreram desmatamentos intensos. o que não é desejável. EXECUÇÃO DE SONDAGENS A prática em estudos e projetos de aproveitamentos hidrelétricos tem mostrado que a execução de um programa mesmo que mínimo de sondagens. diretas ou indiretas (sísmica). ou da ABGE . de acordo com as Normas da ABNT. a Percussão e Rotativas. deve ser sempre realizada por empresas especializadas. bem como a amostragem. Os maciços rochosos muito fraturados. podem sofrer. para investigação das fundações. por ser pouco consolidado. tem baixa resistência e alta permeabilidade. Nesses casos. deve-se sempre procurar locais com boas condições para a fundação e para as ombreiras das estruturas. Nesses locais. devido ao assoreamento. serão definidas em função do diagnóstico das . o tratamento da fundação deve prever a execução de cortinas de injeções de calda de cimento de impermeabilização. O programa de investigações e sua extensão. o que pode comprometer sua vida útil.INVESTIGAÇÃO DAS FUNDAÇÕES INVESTIGAÇÕES PRELIMINARES Na escolha do eixo da barragem. deverão ser pesquisadas através de investigações específicas (sondagens a trado e poços). Esses terrenos são inadequados como suporte para fundações ou como fonte de material de construção. porque não oferecem boas condições de suporte. análises de fotografias aéreas (fotointerpretação) e visam o planejamento dos trabalhos de campo. A execução das sondagens. na época de chuvas intensas e/ou prolongadas. processo erosivo do terreno natural. servem como fundação para as estruturas. quantidade e os tipos de furos . Poços ou Trincheiras. Locais onde ocorreram deslizamentos recentes devem ser evitados. Todas as ocorrências de turfa ou argila orgânica (escura) devem ser perfeitamente identificadas e delimitadas através de sondagens. Após esses estudos. pode ficar sujeito à deposição de grandes volumes de material sólido. cuja capacidade quase sempre é pequena.a Trado. é sempre necessária. Fundações permeáveis. onde a vegetação é muito rala ou inexistente. O maciço.Associação Brasileira de Geologia de Engenharia (consultar ANEXO 5) não cabendo repeti-las nestas Diretrizes. onde ocorrem bancos de areia e cascalho ou rochas com fraturas na direção do fluxo do rio. o reservatório. em pouco tempo. porém sãos. associados a encostas íngremes. realiza-se uma visita de reconhecimento de campo para realização do mapeamento geológico-geotécnico de superfície.

. será necessária a execução. Nos locais onde ocorrerem escavações de porte será necessário realizar ensaios especiais de laboratório. Esses ensaios deverão ser executados de acordo com as Normas da ABGE. Para determinação da resistência e permeabilidade dos materiais do subsolo. para utilização nos concretos e filtros.solos. o perfil do subsolo. as quais são de fácil execução. a partir do início da Sondagem Rotativa. com a qualidade requerida e na quantidade necessária: .areia. Mesmo procedimento será necessário para a caracterização dos solos de fundação de barragens de terra homogêneas com alturas elevadas. Deverão ser pesquisadas as seguintes ocorrências de materiais. toda obra deve ser construída com os materiais disponíveis no local. de ensaios específicos para cada horizonte. com o objetivo de estudar a geologia estrutural. para a caracterização da litologia. ao longo do furo de sondagem. a partir do início da Sondagem a Percussão. Para o trecho em solo. . a cada metro perfurado. dispensam o uso de explosivo e são mais baratas. para utilização em concretos. Para o trecho em rocha. para utilização nas obras de terra.condições geológicas do sítio.rocha. permeabilidade e deformabilidade.Sondagem Elétrica Vertical (SEV).VLF (Very Low Frequency). deverão ser realizados ensaios de resistência . . Cabe destacar que as informações obtidas deverão ser suficientes para caracterizar. principalmente na fase de verificação da viabilidade do local selecionado.SPT (Standard Penetration Test) e ensaios de infiltração. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Em princípio. . em ambas as margens. para a determinação dos parâmetros de resistência e de deformabilidade.cascalho (seixo rolado). Além dos tipos de sondagem acima especificados. . e . Sondagens Indiretas Elétricas. o que significa dizer que o projeto deverá ser adaptado aos mesmos. transições e agregados graúdos (brita) para os concretos.Seções à base de Caminhamento Elétrico para definição do topo rochoso. deverão ser realizados ensaios de perda d’água sob pressão (EPA). em amostras indeformadas. Tem-se especificado: . para utilização em enrocamentos. em termos de resistência. em detalhes. atualmente tem-se realizado.

Nas áreas de empréstimo. Os enrocamentos deverão ter as mesmas características dos cascalhos e britas. deverão passar por processos de lavagem e peneiramento antes de seu uso nas obras de barramento. através da realização de. relacionada ao final destas Diretrizes. Da mesma forma. para determinação dos parâmetros de resistência. areias e cascalhos. deverá ter dureza suficiente para resistir ao impacto de golpes de martelo e não se desagregar quando exposto a ciclos diários de molhagem e secagem ao tempo. sua composição mineralógica determinada. dependendo de seu tipo. A realização de ensaios especiais. Normalmente. como por exemplo matérias orgânicas e materiais finos (argila e silte). Solos muito úmidos ou saturados não são suscetíveis de serem compactados para a obtenção de densidades e resistências normalmente especificadas. os materiais de baixa a média plasticidade são os mais indicados. No que diz respeito à trabalhabilidade dos materiais finos. visando constatar sua adequabilidade para uso nos filtros e transições das barragens de terra e terra-enrocamento e como agregado para concreto. os materiais granulares. .NBR 6490 : Reconhecimento e Amostragem para Fins de Caracterização de Ocorrência de Rochas. Os mesmos. confere ao solo mais ou menos plasticidade. Esse ensaio tem por objetivo avaliar a possibilidade da ocorrência de minerais que possam reagir com os álcalis do cimento. registra-se que a mesma varia em função do teor de argila existente no material.QUALIDADE DOS MATERIAIS Com relação à qualidade. fica condicionada à ocorrência de solos especiais detectados nos ensaios de caracterização. deverão ser classificados através de análise táctil-visual e ensaios de caracterização. o que não é desejável. antes. brita ou cascalho. Na bibliografia referente ao assunto. pelo menos. Cabe registrar que o material rochoso para utilização nos concretos deverá ter. o volume útil a ser usado nas obras de terra deverá ser obtido do horizonte acima do lençol freático. deformação e permeabilidade. .NBR 7250: Identificação e Descrição de Amostras de Solos Obtidas em Sondagens de Simples Reconhecimento dos Solos. uma lâmina petrográfica. Esses materiais deverão se apresentar totalmente limpos e livres de impurezas. Esse assunto deverá ser avaliado por especialistas em Tecnologia de Concreto e Geologia. O agregado graúdo. encontram-se gráficos e tabelas que permitem selecionar o material de melhor trabalhabilidade. A presença desse mineral. os materiais deverão ser classificados observando-se o exposto nas seguintes Normas da ABNT: . quando contaminados. Os materiais terrosos para a construção de PCH deverão ser classificados através de uma análise táctil-visual e ensaios de caracterização.

na ausência de jazidas de materiais arenosos. deverão ser investigadas fontes potenciais . deverão ser considerados os seguintes aspectos: . sem impacto. além da espessura. para exploração deverá ser ampla o suficiente para a entrada de máquinas e equipamentos para exploração do material. No caso das áreas de empréstimo de solo. deverão ser definidas as características dos materiais encontrados.DETERMINAÇÃO DOS VOLUMES O volume de material é estimado multiplicando-se a área da fonte de material pela profundidade média explorável estimada ou determinada por sondagens expeditas. Caso essas escavações não atendam às necessidades da obra.cobertura da camada de estéril sobre o maciço rochoso. A profundidade média das fontes de material é estimada realizando-se uma malha de furos exploratórios ao longo da área demarcada. . e do volume necessário. pode ser usada. que consiste na cravação por uma pessoa. emboque da escavação. areia artificial. executam-se poços de inspeção (PIs) ou sondagens a trado (STs).ocorrência de água. . A profundidade do topo rochoso deverá ser estimada através de sondagens geofísicas.sanidade da rocha. que dificulta e encarece os custos de exploração. de uma haste metálica lisa. A pesquisa de material pétreo ficará sempre condicionada à qualidade e quantidade do excedente de rocha das escavações obrigatórias. No caso de jazidas de areia. O espaçamento dos furos varia entre 20 e 100 m. . As profundidades atingidas em cada ponto devem ser anotadas.ferro de construção de 1/2 polegada.pedreiras. Para cada horizonte. Cabe registrar que o custo do metro cúbico de exploração de uma jazida de areia na obra deve ser comparado àquele de alguma jazida em exploração comercial na região. executa-se uma malha de sondagens a varejão. isto é. por exemplo . em função das dimensões e topografia da área. solo ou rocha muito alterada.a frente de ataque. obtida como subproduto da britagem do material rochoso. Nessas investigações. Cabe ainda registrar que. alternativamente. .

Essa curvachave servirá para a calibragem do referido canal e a definição dos níveis de estanqueidade da casa de força. de modo a que se possa.o trecho do rio onde se localizará a estação deverá ser reto e.o acesso ao local de implantação da estação deverá ser permanente. os seguintes critérios: . tendo a jusante uma queda ou corredeira. A Resolução 396 da ANEEL (04/12/98) estabelece as condições para implantação. É um posto de observação permanente do regime fluvial do rio. . o escoamento deverá ser laminar (tranqüilo) sem turbulências ou redemoinhos. de descarga sólida. . A estação fluviométrica é constituída. em síntese. à medida em que forem coletados dados de leituras de régua e de medições de vazão. durante o período chuvoso. seção de medição de vazão e referências de nivelamento. prosseguindo pelas margens até os pontos extremos da seção (PI/PF). e levantadas a partir do PI as distâncias horizontais às margens e aos pontos de medição de vazão na calha do rio. É de suma importância que seja instalada uma estação a jusante do futuro canal de fuga. Entretanto. na seção de medição de vazão. a fim de que não haja interrupção na operação da mesma. quando necessário. Deve-se instruir o observador da régua para sempre entrar . • Seção de Medição de Vazão/Topobatimetria É a seção transversal. manutenção e operação destas estações. é reconstituído o alinhamento da seção transversal. julgados seguros contra enchentes. demarcada por estacas. • Instalação da Estação Fluviométrica no Canal de Fuga A escolha do local para instalação da estação ou posto fluviométrico deverá seguir. a cada campanha. A seção transversal topobatimétrica deverá ser levantada com detalhes. subsidiar o dimensionamento das estruturas de dissipação de energia dos vertedouros e auxiliar na geração da série de vazões médias diárias. pelo menos.HIDROLÓGICOS SERVIÇOS DE HIDROMETRIA O estudo da vazão de um curso d'água exige a instalação de uma "Estação Fluviométrica". normal ao curso d'água. abrangendo pelo menos um ciclo hidrológico. se possível. estabelecer a curva-chave do rio no local da casa de força. de: dispositivos para obtenção da cota fluviométrica. • Medição da Vazão A freqüência das medições de vazão e de declividade da linha d'água deverá ser de uma vez por semana. da cota de afogamento do rotor das turbinas e. onde serão feitas regularmente observações de altura do nível d'água e realizadas as medições de descarga líquida e. onde são efetuadas as medições de descarga líquida.é recomendável que as margens sejam estáveis e suficientemente altas para impedir que. o rio transborde. com extensão definida por um ponto de início (PI) e um de fim (PF). Através desses pontos de referência. em alguns casos. e quinzenal durante o período seco. nas cheias.

A freqüência de leituras das réguas deverá ser diária.em contato com o responsável pela estação. tais como papel para gráficos. caberá ao observador comunicar imediatamente o ocorrido ao responsável pela estação. Em rios pequenos. • Operação A estação deverá ter um observador que. O hidrometrista.0 m. Na medição a vau. admitindo-se até 2(dois) lances sucessivos por régua de leitura. Detalhes dos procedimentos para realização da medição podem ser encontrados nas “Normas e Recomendações Hidrológicas . • Cota Fluviométrica A régua de leitura deverá estar localizada na seção de medição ou próxima desta. As RR. apesar de semi-automáticos. A altitude do "zero" da escala será determinada na instalação por transporte topográfico de pontos de altitude conhecida. 1970. deverão ser implantadas duas Referências de Nível. suficientemente sólida e estável. irá medir a velocidade do escoamento em verticais ao longo da seção transversal. o observador deverá marcar com uma pequena estaca a altura atingida. A cota fluviométrica também pode ser obtida através de registradores contínuos. a demarcação das verticais pode ser feita sobre ela própria. fixada a uma estrutura de apoio simples. preferencialmente. Em rios maiores. não dispensam a presença de um operador na realização de tarefas de manutenção e troca de materiais. publicação do Ministério das Minas e Energia . de 14 de junho de 1967. para providências de restauração.NN.NN. etc. Esses equipamentos. no caso dele verificar a ocorrência de cheias extremas. penas. para verificação da posição dos lances da régua. denominados linígrafos.Anexos I. • Referências de Nivelamento Na estação fluviométrica. RR. . tinta. com o molinete suspenso em um cabo de aço. em posição vertical. a medição é feita em embarcações. com comprimento (lances) de 1. utiliza-se um cabo de aço graduado ou uma trena esticada de margem a margem para demarcar a seção de medidas. em profundidades inferiores a 1. O "zero" da régua deverá ficar abaixo do nível mínimo a que possam chegar as águas. desgarrar ou precisar de reparos. com escala centimétrica estampada. às 07:00 e às 17:00 horas. Esse observador será treinado para efetuar as leituras de régua e lhe será fornecida uma caderneta de campo. a fim de se evitarem leituras negativas. Neste caso ou ainda se a régua tombar.DNAEE. é morador da região.0 m. munido dos equipamentos. Já nas passarelas. deverão ser. Elas localizar-se-ão próximo à régua. Em caso de uma enchente ultrapassar o lance de régua. na margem do rio. preferencialmente. As normas foram estabelecidas pelo Decreto no 60852. O equipamento de campo necessário para a realização deste trabalho consiste em: molinete. de modo geral..Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica . as medições podem ser realizadas a vau. a fim de facilitar os nivelamentos periódicos. contador de rotações. ou a partir de passarelas com micromolinetes fixados em uma régua graduada. cronômetro e haste graduada para medir a profundidade. Recomenda-se o uso de régua em alumínio anodizado. II e III”.

Deverão também ser instalados marcos. junto às entidades operadoras de postos sedimentométricos. no mínimo. cuja distância entre o marco e a seção de medição deverá ser a maior entre as seguintes alternativas: . Eletrobrás/IPH -1992”. SERVIÇOS DE SEDIMENTOMETRIA COLETA DE DADOS EXISTENTES Recomenda-se a coleta e análise dos dados existentes. com segurança. Essa publicação apresenta as taxas de concentração média anual e a produção específica média de sedimentos nas principais estações existentes até aquela data e se referem somente à descarga em suspensão. medir o desnível com a precisão do aparelho topográfico utilizado. .constituídas de parafusos. .duas vezes a largura da seção transversal do rio. caso ocorra uma cheia excepcional. chumbadas em blocos de concreto. Todas as RNs deverão ser amarradas ao sistema planialtimétrico do projeto. objetivando a determinação da declividade da linha d'água no trecho. e principalmente consulta à publicação “Diagnóstico das Condições Sedimentológicas dos Principais Rios Brasileiros. estas poderão ser aproveitadas para fixação das RRNN.distância suficiente para que se possa. contanto que sejam suficientemente elevadas para não serem atingidas pelas águas.50 metros. . vergalhões ou calotas de bronze. Havendo no local afloramentos de rochas ou então estruturas artificiais. para montante e para jusante da estação.

hidrológicas e sedimentológicas) devem ser repassadas para a equipe de meio ambiente. Cumpre registrar que as informações coletadas pela equipe de engenharia (geológicas. a região deverá ser inspecionada para identificação de atividades de exploração de areia e argila. até o local do barramento. Além disto. bem como o cálculo das descargas sólidas. Deverá ser prevista a coleta de água para análise da concentração de sedimentos em suspensão e de amostragem do material do leito. no mesmo período e na mesma freqüência.MEDIÇÕES SEDIMENTOMÉTRICAS Durante a realização das campanhas hidrométricas. . descritas no ítem “SERVIÇOS DE HIDROMETRIA”. da análise laboratorial destes parâmetros. objetivando a utilização adequada e coerente dessas informações por todos os setores envolvidos no projeto. sugere-se que. a fim de se possibilitar a caracterização do transporte de sedimentos da bacia. sejam realizadas campanhas sedimentométricas. do material do leito. A metodologia de coleta das amostras de água. pelo menos durante um ciclo hidrológico. deve seguir o preconizado em bibliografia especializada listada em “REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS" AMBIENTAIS Os levantamentos de campo necessários para os Estudos Ambientais são apresentados detalhadamente no ítem “ESTUDOS AMBIENTAIS”.

o tratamento da fundação deve prever a execução de cortinas de injeção de calda de cimento. em função de sua alta permeabilidade.a caracterização completa dos materiais naturais de construção disponíveis nas jazidas mais próximas do sítio do empreendimento. GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS Os estudos geológicos e geotécnicos compreenderão: . 1:1000. como descrito no ítem PROJETOS DAS OBRAS CIVIS E DOS EQUIPAMENTOS. Quanto à suficiência deverá ser levantado o balanço de materiais para verificar se o volume útil de cada tipo de fonte é no mínimo 50% maior que o volume necessário para as obras. . . como também citado anteriormente. Fundações permeáveis. destaca-se que os materiais deverão ser caracterizados observando-se o disposto nas Normas da ABNT pertinentes. Com relação à qualidade. levantados como especificado no Capítulo 5. servem como fundação para as estruturas.como. orgânica. Os maciços rochosos muito fraturados.locação do reservatório.CAPÍTULO 6 .a determinação da queda bruta disponível no local. como descrito no Capítulo anterior. Os estudos de balanceamento de materiais são incluídos no item PLANEJAMENTO DA CONSTRUÇÃO E MONTAGEM. compreenderão: . o que significa dizer que o projeto deverá ser adaptado aos mesmos. Os materiais (solos. cascalho e rocha) deverão existir em quantidade e com a qualidade requerida. Em princípio. Como citado anteriormente. em princípio.locação das estruturas. devem ser analisadas com muito cuidado.o levantamento da curva cota x área e da curva cota x volume do reservatório.a elaboração da base cartográfica em escala adequada ao desenvolvimento do projeto.a definição dos projetos de escavação e tratamento das fundações. . . não servem como fundação. .locação dos furos de sondagem. com alturas superiores a 10 m. .o levantamento do perfil do rio no trecho de interesse.ESTUDOS BÁSICOS ESTUDOS TOPOGRÁFICOS Os estudos topográficos. na escolha do eixo da barragem. se for necessário. Nesses casos. deve-se sempre procurar locais com boas condições para a fundação e para as ombreiras das estruturas. onde ocorrem bancos de areia ou cascalho. por exemplo.para barragens de terra ou enrocamento. areias. As áreas com turfa ou argila escura. . a partir dos dados do local. por serem muito pouco resistentes e muito compressíveis. . deverão ser realizados estudos de estabilidade. sãos. . toda obra deve ser executada com os materiais disponíveis no local.

tempo de concentração. perímetro. cobertura vegetal. As principais características fisiográficas são descritas a seguir.0. declividade do rio. comumente. medido ao longo do curso d'água principal. . • Forma da Bacia Para a caracterização da forma de uma bacia são utilizados índices que buscam associála com formas geométricas conhecidas. ocupação e relevo. em km2. Kf. em plantas de localização. e expressa. forma. • Área de Drenagem A área de drenagem de uma bacia é a projeção em um plano horizontal da superfície contida entre seus divisores topográficos. é a relação entre a área da bacia hidrográfica e o quadrado de seu comprimento axial. O índice ou coeficiente de compacidade. conceito de caráter um tanto subjetivo e que também depende da experiência do profissional em hidrologia. Desde que outros fatores não interfiram. em km. • Perímetro É o comprimento linear do contorno do limite da bacia. Kc. auxiliam na interpretação dos resultados dos estudos hidrológicos e permitem estabelecer relações e comparações com outras bacias conhecidas. em km2 ou ha. próxima do divisor de águas da bacia. densidade de drenagem. quanto mais próximo da unidade for o índice de compacidade maior será a potencialidade de ocorrência de picos elevados de enchentes. ou seja: K c = 0. O índice de conformação ou fator de forma. desde a foz até a cabeceira mais distante. área de drenagem da bacia. uso. onde: P A perímetro da bacia. no regime fluvial e sedimentológico do curso d’água principal.28 P A . É obtida através de planimetria clássica ou processos computacionais. tais como área. A comparação dessas características e relações é um importante subsídio para a definição de “regiões hidrologicamente homogêneas”. O índice de compacidade é uma medida do grau de irregularidade da bacia. é a relação entre o perímetro da bacia e a circunferência de um círculo de área igual à da bacia. já que para uma bacia circular ideal ele é igual a 1.HIDROLÓGICOS CARACTERIZAÇÃO FISIOGRÁFICA DA BACIA Vários aspectos fisiográficos da bacia. Esses aspectos têm influência direta no comportamento hidrometeorológico da bacia em estudo e. conseqüentemente. expresso geralmente em km.

é menor que em bacias largas e curtas. . o deflúvio atingirá rapidamente o curso d'água principal e haverá. tal que a densidade de drenagem seja superior a 3. se numa bacia houver um número grande de tributários. ou seja. Quanto maior a declividade. no caso de ser insuficiente. S= H L . Numa bacia estreita e longa. maior será a velocidade de escoamento e mais pronunciados e estreitos serão os hidrogramas das enchentes. Desta forma. Quando este índice for da ordem de 0. em m/km. da maior ou menor velocidade com que a água deixa a bacia hidrográfica. onde: L A comprimento axial da bacia. onde: LT A comprimento total dos cursos d'água da bacia. • Densidade de Drenagem A densidade de drenagem. em km. obtida dividindo-se o desnível entre a nascente e a foz pela extensão total do curso d'água principal. • Declividade do Rio A velocidade de escoamento de um rio depende da declividade dos canais fluviais. Dd.Então: Kf = A L2 . onde: declividade média. Desde que outros fatores não interfiram. em km. O índice de conformação relaciona a forma da bacia com um retângulo. reduzindo a eficiência de drenagem. ao mesmo tempo. picos de enchentes altos e deflúvios de estiagem baixos. Foi considerada para este Manual a declividade média. área de drenagem da bacia. a possibilidade de ocorrência de chuvas intensas cobrindo.5 km/km2. para bacias de mesmo tamanho. Dd = LT A . Diz-se que essas bacias são bem drenadas. Este índice não considera a capacidade de vazão dos cursos d’água que. em km2. será menos sujeita a enchentes aquela que possuir menor fator de forma. toda sua extensão. S H diferença entre cotas do ponto mais afastado e o considerado. é a relação entre o comprimento total dos cursos d'água de uma bacia e a sua área total.5 km/km2. a drenagem é considerada pobre. Este índice fornece uma indicação da eficiência da drenagem. ou comprimento total do curso d’água principal. em km2. em m. pode vir a provocar um efeito de represamento. área de drenagem da bacia. provavelmente.

comprimento total do curso d’água principal. Tempo de Concentração O tempo de concentração mede o tempo necessário para que toda a bacia contribua para o escoamento superficial numa seção considerada. comprimento axial da bacia. 385 . ou comprimento total do curso d’água principal. onde: tempo de concentração. leva para atingir essa seção. ou. em km. Para o cálculo do tempo de concentração da bacia envoltória ao empreendimento. em horas.95 ⋅ ⎜ ⎜H ⎝ tc H L ⎞ ⎟ ⎟ ⎠ 0 . em m. em m. ou seja. é o tempo em que a gota que se precipita no ponto mais distante da seção transversal considerada de uma bacia. diferença entre cotas do ponto mais afastado e o considerado. .L • comprimento axial da bacia. recomenda-se a adoção da fórmula do Soil Conservation Service: ⎛ L3 t c = 0.

As medições devem ser plotadas em papel di-log.(h − ho ) . A determinação de ho é feita graficamente por tentativas sucessivas até se obter o melhor alinhamento possível. elaborada a partir dos resultados das medições hidrométricas e apoiada na análise dos parâmetros do escoamento. ajusta-se uma curva que deve ser monotonamente crescente. nula. a curva-chave deve ser extrapolada no seu ramo superior. determinadas para o local. Método logarítmico: método simples. Se o conjunto de pontos de medição apresentar uma curvatura. onde o trecho a extrapolar se ajusta a partir da equação da reta: log Q = log(a) + b ⋅ log(h − ho ) No caso de se constatar graficamente um alinhamento dos pontos. Para tanto. a curva-chave é uma representação gráfica desta relação. em m. onde o raio hidráulico pode ser considerado igual à profundidade média do escoamento. aplicável em rios com seção transversal muito regular e com um único controle. quando ocorrem as cheias. em m. Ela poderá ainda apresentar pontos de inflexão no caso de ocorrer uma mudança de controle ou uma mudança súbita na seção transversal. leitura de régua correspondente à vazão Qo. Aos pares de valores leitura e vazão. o valor de ho é positivo. em m3/s. A equação que melhor expressa esta relação é do tipo: Q = a. em caso contrário ele será negativo. procura-se determinar o valor de ho que retifica a curva. sem singularidades e com concavidade voltada para cima. o valor de ho é nulo. geralmente. a e b constantes. onde: b Q vazão líquida. h ho leitura de régua correspondente à vazão Q. Como esta é a faixa de interesse para o dimensionamento das obras hidráulicas. Dispõe-se. Se a convexidade da curva for orientada para as vazões. Os métodos de extrapolação mais simplificados são descritos a seguir. O método apresenta a . Desta forma. é necessário o conhecimento do comportamento dos parâmetros geométricos e hidráulicos nesses intervalos de cotas.CURVA-CHAVE A relação que existe entre a descarga medida e a leitura simultânea de régua é uma função que envolve características geométricas e hidráulicas da seção de medições e do trecho do curso d’água considerado. Método de Stevens: a aplicação é adequada em rios largos. de poucas medições em leituras altas. • Extrapolação da curva-chave A relação leitura x descarga deve ser definida em todo o intervalo de variação das leituras de régua. O termo extrapolar significa complementar o traçado da função Q(h) para os intervalos de leituras observadas em que as descargas não foram medidas.

C I Nos limites da aplicação da fórmula de Chézy. fator de declividade.Análise e Traçado .1989”. “Hidrologia Curva-Chave . Essa reta. Este programa foi desenvolvido pelo Laboratório de Hidrologia da COPPE/UFRJ num convênio com a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais . pode ser prolongada até o valor do fator geométrico correspondente à cota máxima observada. no ítem “PROGRAMAS E EXEMPLOS DE HIDROLOGIA”. também disponível em meio magnético. apresenta-se o manual do programa GRAFCHAV. como referência de consulta (ver “REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS”). A Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM gentilmente cedeu uma versão preliminar do programa. traçada a partir das medições disponíveis. Além disto. ( ) Sugere-se a publicação do Ministério das Minas e Energia MME/DNAEE. os dois termos da equação variam muito pouco.fórmula de Chézy separada nos fatores geométrico e de declividade: Q = C ⋅ A⋅ R ⋅ I Q A R Q A R =C I . .CPRM. onde: fator geométrico. A função Q = f A R pode então ser representada por uma reta que passa pela origem. podendo ser considerados constantes.

pode-se gerar uma série de níveis d’água diários. de forma a permitir a correlação desses níveis com os níveis d’água de postos existentes no mesmo curso d’água. usinas especializadas em operar em ponta. medições de descargas. onde: . A equação de correlação é definida por: Q1 = A1 A2 Q1 Q2 A1 ⋅ Q2 A2 . vazão do local do aproveitamento. As séries históricas deverão possuir pelo menos 25 anos de registro. sugere-se a adoção das séries de vazões médias mensais disponíveis no Sistema de Informação do Potencial Hidrelétrico Brasileiro . para dúvidas. sugere-se que. compreendendo. a verificação. etc. limitada à diferença entre áreas de 3 a 4 vezes.aneel. A correlação entre níveis d’água são equações do tipo: NA1 = a ⋅ NA2 + b . área de drenagem do posto existente.eletrobras. um ciclo hidrológico. Caso a diferença entre áreas seja superior a 4 vezes. Em algumas situações. Nesta situação. se possível. vazões de restrição para operação. o período crítico do Sistema Interligado Brasileiro.br/).SÉRIES DE VAZÕES MÉDIAS MENSAIS Deverá ser estabelecida para o local do aproveitamento uma série de vazões médias mensais derivada de uma série histórica de um posto localizado no mesmo curso d’água ou na mesma bacia. como. Recomenda-se. para possíveis correlações e extensão dos históricos. pelo menos. iniciada na fase de Avaliação Expedita. da existência de séries de descargas consistidas. a série de vazões será gerada aplicando-se a curva-chave do local em estudo. A partir da correlação definida. ou seja. fichas de inspeção das estações fluviométricas. em m3/s. Se a distância entre as réguas for muito grande. junto à ANEEL (http://www.gov. também. que possui série de dados a partir de 1931.gov. a defasagem no tempo. poderá ser necessária a geração de uma série histórica de vazões médias diárias. recomenda-se a elaboração de um estudo de regionalização. alerta-se para o fato de que melhores correlações poderão ser obtidas considerando-se os tempos de concentração de cada uma das seções. vazão do posto existente. em km2. por exemplo: reservatórios com pequena regularização em nível diário. em km2. sejam efetuadas leituras de réguas durante. revisão e aprofundamento dos estudos de consistência e homogeneização dos dados fluviométricos. Caso as séries existentes tenham registros inferiores ao mínimo desejado. conforme descrito no final do item "ESTUDOS DE VAZÕES EXTREMAS".br). além dos dados básicos como séries de cotas limnimétricas. onde: área de drenagem do local do aproveitamento. a partir do posto hidrométrico implantado no local. em m3/s. por correlação direta entre áreas de drenagem.SIPOT da ELETROBRÁS (www.

em m.NA1 NA2 aeb nível d’água no local de interesse. . constantes da reta. em m. nível d’água no posto existente.

CURVAS DE DURAÇÃO/PERMANÊNCIA

A curva de permanência relaciona a vazão ou nível d’água de um rio com a sua probabilidade de ocorrerem valores iguais ou superiores. Ela pode ser estabelecida com base em valores diários, semanais ou mensais para todo o período da série histórica disponível, ou ainda, se necessário, para cada mês do ano. Essas curvas permitirão a identificação de valores característicos de níveis ou vazões associados a diferentes probabilidades de permanência no tempo, importantes para estudos de enchimento de reservatórios, operação da usina e, em alguns casos, para o estudo do desvio do rio e estudos energéticos, dentre outros. O procedimento para determinação da curva de permanência deverá ser o empírico, que preconiza o estabelecimento de intervalos de classe de vazões ou níveis d’água. Esses intervalos podem ser definidos de acordo com a magnitude das vazões ou níveis d’água, procurando ter uma quantidade razoável de valores que caiam em cada intervalo. Para o cálculo da amplitude, sugere-se a seguinte equação:
d= Qmax − Qmin (Nc − 1) , onde:

d Qmax

amplitude de cada intervalo, em m3/s; vazão máxima da série, em m3/s;

Qmin vazão mínima da série, em m3/s; Nc número de intervalos de classe, calculado por:

Nc = 1 + 3,3 ⋅ ln(n )
n ln número de dados da amostra; logaritmo natural. Definida a amplitude, a freqüência, f i , de cada classe é obtida contando o número de vazões da série que caem no intervalo. Acumulando os valores de f i no sentido da maior vazão para a menor, obtêm-se os valores d i de permanência. A probabilidade, Pi, em porcentagem, de uma vazão Q ser igual ou maior que Qi é:

Pi =

di ⋅ 100 , onde: Nv
é o número total de valores, ou,

Nv

∑f

i

.

Do resultado deste procedimento é elaborada uma curva relacionando a vazão, em m3/s, com o tempo, em %, conforme pode se observar na Figura 1.

DESCARGAS DIÁRIAS MÉDIAS (m3/s)

Qmédia Q50

CURVA DE FREQUÊNCIA ACUMULADA OU CURVA DE PERMANÊNCIA

Q95

25

50 TEMPO (%)

75

95

100

Figura 1 - Curva de Permanência de Vazões no Tempo Desta curva podem ser obtidos os valores de permanência de vazões no tempo. Dentre estes, destacam-se as seguintes vazões características: Q(5%), Q(50%), Q(90%) e Q(95%). • Regionalização da curva de permanência

No caso da impossibilidade da geração de série de vazões para o local do aproveitamento, sejam diárias ou mensais, sugere-se a regionalização dos valores característicos de porcentagem do tempo, a partir de postos situados no mesmo curso d’água ou em bacias circunvizinhas hidrologicamente homogêneas, conforme metodologia descrita ao final do item "ESTUDOS DE VAZÕES EXTREMAS".

ESTUDOS DE VAZÕES EXTREMAS

Os estudos de vazões extremas devem ser realizados conforme a disponibilidade de dados na bacia e na região do aproveitamento. Desta forma, existirão duas possibilidades de ocorrência: o local dispõe de uma série de vazões médias diárias ou o local não dispõe de dados diários. Na eventualidade do aproveitamento se situar no segundo caso, os eventos extremos poderão ser gerados a partir de: regionalização através de valores extremos calculados para bacias circunvizinhas ou utilização de hidrograma sintético do Soil Conservation Service. Aproveitamento Dispõe de Série de Vazões Médias Diárias A análise de freqüência de cheias tem como objetivo estabelecer a relação entre os valores de vazões máximas e os tempos de retorno ou de recorrência a elas associados. Esta análise baseia-se no exame probabilístico dos máximos registros fluviométricos anuais. Desta forma, a cada ano está associado um máximo anual resultando num conjunto { y1, y2, ..., yn }, que pode ser interpretado como sendo uma amostra de variável aleatória Y, máxima vazão anual.
1 Assim, o problema será o de determinar o valor de xT tal que P[Y > xT] = T , onde xT é a vazão correspondente a um período de retorno em anos (T). Para tanto, é necessário ajustar uma distribuição de probabilidades à amostra {y1, y2, ..., yn}, o que permitirá a definição de xT, para qualquer T.

• Seleção da Distribuição de Probabilidades Para a definição das cheias de projeto, serão utilizadas duas distribuições: exponencial de dois parâmetros (estimada pelo método dos momentos), sempre que a assimetria da amostra for superior a 1,5, e Gumbel (extremos do tipo I), para assimetrias amostrais inferiores a 1,5. • Estimação dos Quantis Seja X uma variável aleatória da qual se tem n observações. Define-se:
x= 1 n ⋅ ∑ xi n i =1

n 2⎤ ⎡ 1 s=⎢ ⋅ ∑ xi − x ⎥ ⎣ n − 1 i =1 ⎦

(

)

0,5

⎛ n ⎜ ∑ ( x i − x) 3 n ⋅ ⎜ i =1 3 g= (n − 1) ⋅ (n − 2 ) ⎜ s ⎜ ⎝

⎞ ⎟ ⎟ ⎟ ⎟ ⎠

como estimadores da média, desvio-padrão e assimetria, respectivamente. O quantil de projeto xT, para as duas distribuições, associado ao período de retorno T, e 1 P (Y ≤ xT ) = 1 − P(Y > xT ) = 1 − portanto com a probabilidade (p) de não ser excedido de T é calculado através das seguintes equações: exponencial de dois parâmetros:
⎛1⎞ xT = x o − β ⋅ ln⋅ ⎜ ⎟ ⎝ T ⎠ , onde:

xo = x − s
β=s

x o e β são os parâmetros da distribuição. Gumbel:

⎛ ⎛ 1 ⎞⎞⎞ ⎛ xT = μ − α ⋅ ⎜ ln⋅ ⎜ − ln⋅ ⎜1 − ⎟ ⎟ ⎟ ⎟ ⎜ ⎜ ⎝ T ⎠ ⎠ ⎟ , onde: ⎠ ⎝ ⎝
α = 0,78 ⋅ s

μ = x − 0,577 ⋅ α

α e μ são os parâmetros da distribuição.
• Roteiro de Cálculo

De posse da série de vazões médias diárias, seleciona-se o maior valor ocorrido anualmente. Da série estabelecida de máximos anuais calcula-se a média, o desvio-padrão e assimetria. Da análise do valor da assimetria escolhe-se a distribuição, Gumbel ou Exponencial, e definem-se as vazões de projeto. O Anexo 1 apresenta o manual do programa QMáximas, acompanhado de um exemplo numérico, desenvolvido em ambiente Windows e também disponível em meio magnético. Aproveitamento Não Dispõe de Série de Vazões Médias Diárias

Regionalização dos Valores Extremos Em virtude da escassez de dados no local/bacia de interesse, por vezes, opta-se por

adotar uma curva regional que abranja os valores extremos, ou outros de interesse, tais como vazões médias, Q(95%), Q(50%), etc., calculados em bacias circunvizinhas ou em postos situados na mesma bacia, e transferir, a partir dessa curva, os valores de vazões extremas ou de interesse para o local em estudo. A partir de valores estimados de vazões para locais onde existam dados, determinam-se as curvas de regressão dessas variáveis, relacionadas com as respectivas áreas de drenagem. As curvas encontradas são definidas por expressão do tipo:

q t = a ⋅ ( A) , onde:
b

aeb qt

coeficientes; vazão específica, em l/s.km2;

t A

vazão para o tempo de recorrência (T) ou de interesse, tais como vazões médias, Q (95%), Q(50%), etc.;

área de drenagem de cada local/posto, em km2. A análise da qualidade do ajuste da correlação calculada se dará pela avaliação do coeficiente de determinação, r2. Este coeficiente indica o grau de ajuste entre a variável dependente, vazão, com a independente, área de drenagem. Quanto mais próximo for o valor de r2 da unidade, melhor será o grau de ajustamento dos pontos à curva definida. Para consulta, sugere-se a publicação da ELETROBRÁS - “Metodologia para Regionalização de Vazões - 1985”. No ítem “PROGRAMAS E EXEMPLOS DE HIDROLOGIA” apresenta-se o programa REGIONALIZAÇÃO, desenvolvido em ambiente Windows e também disponível em meio magnético, com exemplo de aplicação prática. • Hidrograma Sintético Triangular

Caso o aproveitamento esteja inserido em uma bacia que não dispõe de dados ou que os mesmos sejam escassos e exista dificuldade em se conseguirem dados de bacias circunvizinhas, os eventos extremos podem ser calculados a partir da aplicação de um hidrograma sintético. Hidrograma é o gráfico que relaciona a vazão com o tempo, ou seja, a partir de um volume de água precipitado (chuva) pode-se conhecer o volume de água escoado superficialmente (vazão) no tempo. O Soil Conservation Service, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, apresentou uma formulação que define um hidrograma sintético, de forma triangular, com inclinação tal que a área do hidrograma corresponda ao deflúvio (volume escoado superficialmente) da bacia. A Figura 1, a seguir, apresenta a forma do hidrograma unitário triangular (HUT), bem como os parâmetros que o caracterizam.

tc tp ta tb qp D A

tempo de concentração da bacia, em horas; tempo de retardamento da bacia ou tempo decorrido entre o centro de gravidade da chuva até o pico do HUT, em horas; tempo de ascensão do HUT, em horas; tempo de base ou duração do HUT, em horas; vazão máxima ou pico do HUT, em m3/s.mm; duração da chuva unitária, em horas; área da bacia, em km2.

Como na maioria dos casos a chuva é definida em um local ou posto, deve-se distribuí-la uniformemente por toda a bacia. Para o seu cálculo, sugere-se a adoção das equações de chuvas intensas definidas pelo Engo Otto Pfafstetter em seu livro “Chuvas Intensas no Brasil”. A transformação da chuva pontual em distribuída é possível através da aplicação da seguinte expressão: P = Po . (1-W. log _A_ ) Ao onde: P Po A Ao W chuva distribuída, em mm; chuva pontual, em mm; área da bacia em estudo, em km2; área da bacia, em km2, para a qual se tem P = Po; fator de correlação.

De modo geral, Ao = 25 km2 e W, segundo Taborga, para o Brasil é igual a 0,10. Efetuando-se as devidas substituições, a equação pode ser assim reescrita:

A⎞ ⎛ P = Po ⋅ ⎜1 − 0,10 ⋅ log ⎟ 25 ⎠ ⎝

Definida a chuva distribuída, é necessária a caracterização da capacidade de infiltração do solo, da cobertura vegetal e do tipo de ocupação da bacia onde se insere o aproveitamento em estudo. Este parâmetro é definido por:
⎞ ⎛ 1000 S = 25,4 ⋅ ⎜ − 10 ⎟ ⎠ , onde: ⎝ CN

S CN

retenção potencial do solo, em mm; complexo solo-vegetação, ou “curve number”, função do tipo de ocupação da bacia, cujos valores são tabelados.

Para a construção do hidrograma, falta definir a precipitação efetiva, que representa a parcela da chuva que gera o escoamento superficial. A precipitação efetiva, Pe, é função da chuva distribuída e do valor de S e é definida pela seguinte equação:

(P − 0,2 ⋅ S )2 Pe =
P + 0,8 ⋅ S
Pe = 0,0

para P > 0,2.S para P < 0,2.S

⎯⎯⎯⎯⎯→

No Anexo 1 apresenta-se o programa HUT, desenvolvido em ambiente Windows e também disponível em meio magnético, com exemplo de aplicação prática.

RISCO

Uma vez definidas as vazões de cheias associadas a diversos tempos de recorrência (T), deverão ser avaliados os riscos a serem adotados nos projetos das obras de desvio e do vertedouro da PCH. Os riscos podem ser calculados por:
1⎞ ⎛ r = 1 − ⎜1 − ⎟ ⎝ T ⎠ , onde:
n

r T

probabilidade ou risco de ocorrência, pelo menos uma vez, da cheia adotada; tempo de recorrência, em anos; tempo de duração da obra, em anos.

n

As Tabelas 1 e 2, a seguir, apresentam os valores recomendados a serem adotados para tempos de recorrência e riscos. Tabela 1 – Desvio do Rio durante a Construção

Tempo de Recorrência (T – anos) 10 20 25 50

Duração da Obra ( n – anos) 1 2 1 2

Risco (r - %) 10 10 4 4

Caso

Geral Geral Perigo de danos sérios a jusante Perigo de danos sérios a jusante

Tabela 2 – Projeto das Estruturas EXTRAVASORAS Tempo de recorrência (T – anos) 500 1.000 10.000 Vida Útil da Usina ( n – anos) 50 50 50 Risco (r - %) 9,5 4,9 0,5 Caso

Geral Perigo de sérios danos materiais a jusante Perigo de danos humanos a jusante.

Em geral, recomenda-se a adoção do tempo de recorrência de 500 anos para o caso de estruturas galgáveis, ou seja, de concreto. Para outras situações, como por exemplo barragem de terra, admite-se um tempo de recorrência maior, ou seja, de 1.000 anos, no mínimo.

VAZÕES MÍNIMAS
A vazão mínima a jusante deve ser definida a partir de estudos ambientais, principalmente nas PCHS que adotem arranjos do tipo derivação, ou seja, com desvios das vazões naturais através de canal, túnel ou conduto para uma Casa de Força a jusante do local do barramento, reduzindo substancialmente o afluxo de água no trecho de rio compreendido entre essas duas estruturas. Como balizamento, poderá ser adotado o menor valor entre 50% da vazão de 95% de permanência no tempo e 80% da vazão de abastecimento, Q7,10, que representa a menor média em sete dias consecutivos com recorrência de 10 anos. Seu valor definitivo deverá ser definido com os órgãos ambientais envolvidos, a partir de critérios estabelecidos caso a caso.

No ítem “PROGRAMAS E EXEMPLOS DE HIDROLOGIA” apresenta-se o programa para cálculo das vazões mínimas Q7,10 desenvolvido em ambiente Windows e disponível em meio magnético. Este programa foi desenvolvido pela Divisão de Hidrologia da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais - CPRM, que gentilmente cedeu uma primeira versão do programa. Além disto, recomenda-se como bibliografia a publicação “Quantificação de Vazão em Pequenas Bacias com Carência de Dados Fluviométricos” de Geraldo Lopes da Silveira, tese de doutorado, IPH/UFRS, 1997.

constantes. normalmente medidos no país. como areia. permanecendo no lago o sedimento grosso. o que também pode ser feito em planilha EXCEL. devido à desaceleração da corrente líquida ocasionada pela presença do reservatório. de maior granulometria. os reservatórios têm. dando início a um processo de assoreamento. • Análise dos dados sedimentométricos Os dados coletados e os resultados das medições de descarga sólida realizadas no local do aproveitamento deverão ser objeto de uma criteriosa análise. Assim. no caso da inexistência de dados. Desta forma. se referem à descarga em suspensão. A construção de um barramento sempre altera o equilíbrio hidráulico-sedimentológico de um curso d’água. A equação que melhor representa este ajuste é do tipo: Q ST = a ⋅ Q n .AVALIAÇÃO SEDIMENTOLÓGICA Em PCH. pequena capacidade de regularização. em t/dia. pouco volume e. sempre que possível. O valor médio anual. os aspectos sedimentológicos se revestem de grande importância. pode-se estimar a descarga sólida de fundo como sendo de 10 a 20% do valor da descarga sólida total. sendo uma para a faixa de estiagem e outra para períodos de cheias. Q ST . uma vez que a maior parte da descarga em suspensão sai pelas estruturas extravasoras e/ou circuito hidráulico de geração. é necessária a determinação da descarga de fundo ou do material do leito para ser somada à descarga em suspensão e obter-se a descarga sólida total. conseqüentemente. onde: Q ST aen Q descarga sólida total. Essa equação permitirá obter uma série de valores de descarga sólida a partir da série de vazões líquidas obtidas no estudo hidrológico. Deverá se buscar. não sendo suficientemente adequados para a avaliação do assoreamento de pequenos reservatórios. o ajuste de duas curvas. vazão líquida. em t/dia. de modo geral. uma vez que este processo se inicia nas suas bordas reduzindo o já pequeno volume d’água existente. Numa avaliação preliminar. a fim de que seja possível a caracterização do comportamento hidráulico e sedimentológico do curso d’água. em m3/s. Os diversos valores da descarga sólida total deverão ser plotados em papel di-log. corresponde ao . É de primordial importância a consideração da descarga sólida do leito nos pequenos reservatórios. Os dados sedimentométricos.

em m3/ano. onde: S DST volume de sedimentos. no caso de pequenos reservatórios. indicada no final deste item. O volume de assoreamento em um ano pode ser calculado pela seguinte expressão: S= D ST ⋅ E r γ ap . em t/ano.avaliação da sobrelevação do nível d’água provocada pela deposição de sedimentos. O deflúvio sólido anual. Esta análise deverá permitir a estimativa do aporte anual de sólidos. Na bibliografia consultada existem duas versões da curva. . Para pequeno reservatório utiliza-se a curva de Churchill. . Figura 1. delta. e.valor a ser adotado para avaliação do assoreamento. viabilidade e projeto básico da Eletrobrás.vida útil do reservatório. • Estudo de vida útil do reservatório A partir da caracterização do transporte sólido. . que fornece a eficiência de saída de sedimento do reservatório. em t/ano. deverão ser previstos estudos de: . deflúvio sólido médio. é obtido multiplicando-se Q ST pelo número de dias do ano. será necessário verificar o tempo de assoreamento até a soleira da tomada d’água. Para cursos d’água com significativa produção de sedimentos ou. ao local em estudo.controle da produção de sedimentos pela bacia de drenagem ao local do aproveitamento. quando comparados com o volume total do reservatório. peso específico aparente. deverão ser desenvolvidos estudos para avaliação da deposição de sedimentos no reservatório e da sua vida útil. o que necessita cuidados. Quando esta estimativa indicar valores excessivos. em t/m3. no local de transição do regime fluvial para de reservatório. bem como a evolução do depósito no volume útil. Er γ ap A eficiência de retenção pode ser obtida da curva de Brune para reservatórios de médio e grande portes. estando disponível nos manuais de inventário. A presente curva foi obtida de Morris/Fan (1997). através da distribuição de sedimentos. quando houver. adimensional. ou seja: D ST = QST ⋅ 365 Outras formas de cálculo devem ser verificadas na bibliografia especializada disponível. DST . eficiência de retenção.

Figura 1 . em m.5 t/m3. Por diferença de 100% obtêm-se a eficiência de retenção que deve ser expressa em fração.reservatório Q 2 L . tem-se a % de sedimento que sai do reservatório. para depósitos argiloso-siltosos a arenosos. vazão média afluente. As curvas apresentadas por ICOLD (1989) e Annandale (1987) têm dados de entrada diferentes. pela seguinte expressão: IS = Período. em m3/s. IS.Retenção de sedimentos no reservatório de acordo com Churchill (Vanoni. onde: IS VT Q índice de sedimentação.de.no. em m3.retenção V2 = T Velocidade. L Entrando na curva de Churchill com o valor numérico acima.média.1 a 1. bem como as coordenadas. 1977) . A curva apresentada na Figura 1 utiliza-se pelo cálculo do Índice de Sedimentação.Strand (1974) e Vanoni (1977). volume total do reservatório. O peso específico aparente do sedimento depositado pode ser calculado de acordo com a orientação da bibliografia no ítem “REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS” ou arbitrado entre 1. comprimento do reservatório.

no extremo montante do reservatório. conforme os riscos de inundação para montante que se pretenda avaliar. em m3/ano. Poderá ser também necessária a previsão de custos de operação adicionais para dragagem de material depositado junto à tomada d’água. Desta forma. tais como desarenador e/ou outros dispositivos. referência “Design of Small Dams” Bureau of Reclamation. a formação do reservatório exige um estudo adequado do controle de sedimentos. Esse controle abrange desde o planejamento do plantio de vegetação ciliar para proteção das margens do reservatório e contenção do transporte lateral de sedimentos pelas enxurradas. principalmente em épocas chuvosas. mesmo com o assoreamento do reservatório preservar-se-á a tomada d’água. Caso se disponha de dados sedimentométricos de cinco anos ou mais. . operando-se adequadamente o descarregador. em anos. ou vida útil do reservatório. até projetos especiais de obras de engenharia. volume total do reservatório. ou seja. • Sobrelevação do nível d’água por formação de delta Para o cálculo da sobrelevação do nível d’água. caso se espere um aumento do transporte de sedimentos com o tempo. utiliza-se a seguinte expressão: T= VT S . Para o cálculo do tempo de assoreamento. 1994). para diversos tempos de recorrência. deverão ser seguidos os procedimentos clássicos para determinação da linha de remanso. • Controle de sedimentos Normalmente. volume total de sedimentos. deve-se procurar ver a taxa de aumento de transporte de sedimentos no curso d’água através de curvas de massa (consultar Carvalho. As pequenas barragens devem dispor de descarregador de fundo posicionado próximo à tomada d’água. visando a proteção dos equipamentos contra abrasão. em m3.O valor de DST deverá ser multiplicado por dois. onde: T VT tempo de assoreamento. S É recomendável que a vida útil do reservatório seja pelo menos igual à vida útil do empreendimento. O controle do aumento do delta. Previsão para programas de controle de erosão na bacia contribuinte é também desejável. Caso o valor seja inferior deverão ser adotadas medidas preventivas de controle de sedimentos ou alterações no arranjo geral do barramento. deverá ser feito através de dragagens. se os solos da bacia estiverem sujeitos à agricultura ou a outras ações antrópicas.

provocando abrasão.Estudos Preliminares. .Introdução. AMBIENTAIS Os estudos ambientais são detalhadamente apresentados no ítem “ESTUDOS AMBIENTAIS” destas Diretrizes e abrangem. sedimentologia.Levantamentos e Estudos.Custos Ambientais. .Se a usina tiver túnel ou canal de adução até a casa de força é necessário ter um desarenador adequadamente posicionado para eliminação das areias que poderiam obstruir parcialmente o canal ou afetar as turbinas. conforme Resolução CONAMA 237/97. . . . devem ser repassados à equipe de meio ambiente para utilização nos estudos. hidrologia. máquinas e estruturas.Legislação Aplicável incluindo o Processo de Licenciamento. em nível de relatórios simplificados ou em nível de EIA (Estudo de Impacto Ambiental). basicamente: . com levantamentos e análises a partir das quais se pode decidir pela continuação ou não do projeto. Os dados sobre a geologia. caracterizando os tipos de estudos que devem ser realizados. de Newton de Oliveira Carvalho. Sugere-se para consulta o livro “Hidrossedimentologia Prática . a critério do órgão ambiental licenciador.1994”. bem como sobre o arranjo geral das obras.

geológicos e geotécnicos do sítio. aquelas nas quais a estrutura da tomada d’água. • Locais sem Queda Natural Localizada Nesses locais. Especial atenção deve ser dedicada aos seguintes pontos: • a área de inundação. como. O trecho de baixa pressão. convencional. posicionada longe do barramento. em função de aspectos geomorfológicos da bacia (rio com meandros) . onde o desnível é criado pela própria barragem. os quais são descritos a seguir. quase sempre. em princípio. basicamente. O trecho de alta pressão é constituído por conduto(s) forçado(s). • Locais com Queda Natural Localizada Nesses locais. locais e regionais. podem ser também estudadas. em função do desnível. Os impactos ambientais (ver “ESTUDOS AMBIENTAIS”) devem ser mínimos. em qualquer alternativa. da mesma forma. sendo um de baixa pressão e outro de alta pressão. em uma das ombreiras. em função dos aspectos topográficos e geológico-geotécnicos locais. do tipo e comprimento da adução. pelos aspectos topográficos. devem ser criteriosamente avaliados. deverá. destaca-se que as características ambientais do local são também importantes na definição do arranjo geral do aproveitamento. a montante da queda. uma câmara de carga e/ou chaminé de equilíbrio. • a vazão residual (ou sanitária) mínima a ser liberada para jusante. basicamente. deve . incorporada ao barramento e à casa de força. é composto por dois trechos. Em função desses aspectos. Outras alternativas de arranjo geral que pareçam atrativas. O circuito hidráulico de adução. Entre esses dois trechos prevê-se. os condutos forçados e a casa de força ficam longe do barramento. o arranjo. Além desses. tem-se. A adução é feita através de uma estrutura de tomada d’água. normalmente. • os impactos relativos à fauna e à flora. é constituído por canal ou conduto. num ponto qualquer do reservatório.ARRANJO E TIPO DAS ESTRUTURAS ALTERNATIVAS O arranjo das estruturas. por exemplo. normalmente. em qualquer aproveitamento hidrelétrico. dois tipos de arranjo. é condicionado. para não inviabilizar o empreendimento. um arranjo compacto com as estruturas alinhadas e com a casa de força localizada no pé da barragem. ser menor que 3 km2 (Resolução 395 da ANEEL de 04/12/98) .o que não é raro. contendo vertedouro e tomada d’água. A jusante do(s) conduto(s) forçado (s) posicionam-se a casa de força e o canal de fuga. contempla um barramento. A casa de força fica. tem-se.

varia em função dos aspectos topográficos. Este aspecto é particularmente importante no caso dos aproveitamentos de derivação. são suficientes para a completa definição do arranjo geral final do aproveitamento. condutos forçados ou túnel. ainda. Sempre que possível. geológicos e geotécnicos. pode-se utilizar uma barragem com seção mista ou de enrocamento. demonstra que duas ou três alternativas. Por exemplo. normalmente com seção homogênea. e os acessos à obra definitivos/existentes. . • Tipo de Barragem O tipo de barragem. normalmente. de terra. seja das escavações obrigatórias ou de pedreiras. áreas de bota-fora. Em planícies amplas. das características dos equipamentos eletromecânicos. em função do balanceamento de materiais disponibilidade de rocha. também em função dos aspectos topográficos. Se o capeamento é pouco espesso. as barragens são de terra. abrigada (“indoor”) ou desabrigada (“outdoor”). • Tipo de Vertedouro/Dissipação de Energia O vertedouro é. canal ou tubulação de baixa pressão. a localização da subestação. nos quais os arranjos prevêem a casa de força a jusante do barramento. deve-se definir o tipo das estruturas componentes. com relevo suavemente ondulado. um perfil tipo “Creager”. sobre o perfil e sobre o maciço rochoso do fundo do rio. Nos locais onde o capeamento de solo é espesso. geológicos e geotécnicos do local. em função da disponibilidade de materiais de construção e das condições de fundação em cada local. em “V”. para cada arranjo alternativo. • Tipo de Circuito de Adução: tomada d’água. será definido em função das particularidades de cada sítio e de cada arranjo e.ser cuidadosamente avaliada. sem controle de comportas. nos vales muito encaixados. em função da legislação e das características de cada aproveitamento. da mesma forma. incorporado ao barramento. enrocamento ou de concreto. em cada caso. no máximo. mistas ou de enrocamento. A dissipação da energia do escoamento vertente é feita. O circuito de adução típico das PCHS varia. a solução em canal é a mais econômica. se for o caso. com a qualidade requerida pelo Setor Elétrico. do canteiro de obras e acampamento. como detalhado mais adiante no item VERTEDOURO. • Outras Estruturas Deverão ser definidos ainda. devem ser utilizadas barragens de concreto. sempre externa. a jusante da estrutura. A necessidade de chaminé será apresentada em detalhes no item “CHAMINÉ DE EQUILÍBRIO” • Tipo de Casa de Força O tipo de casa de força. são utilizadas barragens de terra. das áreas de empréstimo. A experiência na elaboração de estudos dessa natureza. normalmente. Após a definição das alternativas de arranjo geral.

com base nos quantitativos levantados. as estruturas deverão ser apenas pré-dimensionadas para efeito da realização dos estudos de alternativas. estão apresentados. em função da realidade local e das particularidades de cada aproveitamento.Nessa fase. . O dimensionamento mais preciso deverá ser realizado após a seleção da alternativa final a ser detalhada (PROJETOS DAS OBRAS CIVIS E DOS EQUIPAMENTOS). Os estudos de alternativas deverão ser registrados em desenhos simplificados. As estimativas de custos serão elaboradas. apresentado em “ORÇAMENTO PADRÃO ELETROBRÁS-OPE”destas Diretrizes na forma de planilha eletrônica e disponibilizadas na versão em CD-ROM. suficientes para a plena compreensão dos estudos e para o levantamento de quantidades. contendo plantas e cortes típicos. Cabe registrar que os custos unitários dos principais serviços das obras civis deverão ser levantados ou compostos. de acordo com os critérios definidos no item "CUSTOS". Todas as planilhas deverão ser elaboradas de acordo com o modelo do Orçamento Padrão da ELETROBRÁS (OPE). em detalhes. no item “CUSTOS”. CUSTOS A metodologia e os critérios para as estimativas de custos. através de consultas aos fabricantes. Os custos dos equipamentos deverão ser pesquisados no mercado. plantas de situação e de interferências. de acordo com osprocedimentos recomendados do Setor Elétrico.

em períodos hidrologicamente desfavoráveis estas usinas não teriam a possibilidade de usufruir do benefício da interligação elétrica com o Sistema . contemplando. como as PCHs. Em contrapartida. Neste caso. o dimensionamento energético e o arranjo físico.ONS estão sujeitas às suas regras de operação. a fim de fornecer subsídios à tomada de decisão de possíveis investidores para o aprofundamento dos estudos em uma determinada sub-bacia. Estas usinas. uma Energia Assegurada durante todo o seu período de concessão. Usinas de potência menor ou igual a 30 MW. o despacho dessas usinas é centralizado . poderão ser dimensionadas . não estão sujeitas às regras de operação do ONS . Será definida a melhor alternativa de localização do eixo da barragem. a menos que o empreendedor faça um acordo operativo com o Distribuidor/Comercializador local. o ONS garante. a operação otimizada do Sistema Interligado garante. de 04/12/98. se desenvolvem Estudos de Inventário Hidrelétrico da bacia hidrográfica. Desta forma. são consideradas Usinas Não Integradas. Portanto. porém Interligadas. inclusive. ou seja. energia essa definida por ocasião do Edital de Licitação da outorga da Concessão. não fica assegurada ao empreendedor nenhuma geração complementar à efetivamente gerada no empreendimento. segundo a Resolução ANEEL no 393. pois existem diversidades hidrológicas entre as diversas bacias hidrográficas que compõem o Sistema Interligado. quando são avaliadas sua factibilidade e atratividade para os possíveis investidores deste tipo de empreendimento. a critério do Operador Nacional do Sistema .ESTUDOS ECONÔMICO-ENERGÉTICOS CONSIDERAÇÕES INICIAIS Os estudos de dimensionamento econômico-energético de uma PCH são desenvolvidos durante a fase de Projeto Básico. uma avaliação expedita de sua viabilidade. os Estudos de Inventário poderão ser feitos de forma simplificada. de acordo com a legislação vigente. para garantir o atendimento a um mercado que. cujo objetivo principal é o de avaliar o potencial energético dela e a sua economicidade. o dimensionamento ótimo do aproveitamento deve ter por base os benefícios incrementais de energia firme de correntes da sua entrada em operação. ou seja. estas Diretrizes abordarão o dimensionamento econômico-energético da PCH. Em outras palavras. Quando a PCH for um empreendimento que operará de forma interligada.a operação otimizada. poderá ser superior à geração efetiva da usina. Para trechos de rio ou sub-bacias que apresentem apenas possibilidades de aproveitamento de seus potenciais hidrenergéticos através de PCHS. Usinas Não integradas. Este tipo de empreendimento pode ser dividido em dois grupos: o que operará integrado ao Sistema Interligado brasileiro e o que atenderá a um mercado isolado. portanto. teoricamente um maior aproveitamento do potencial hidrelétrico local. ao empreendedor do projeto. a metodologia definida na publicação “Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos” ELETROBRÁS / DNAEE . indicado em estudos anteriores de inventário ou nos estudos apresentados à ANEEL quando do pedido de registro dos estudos para projeto básico da PCH. sendo esses benefícios de enrgia firme calculados para o período crítico do Sistema Interligado. para o dimensionamento e a avaliação da viabilidade técnico-econômica. sugere-se que seja seguida. Em contrapartida. As usinas integradas. mesmo que estejam eletricamente conectadas ao Sistema Interligado.operação otimizada. Em fase antecedente a essa. nestas situações hidrológicas desfavoráveis.abril de 1997. objetivando a otimização do aproveitamento energético (comprovação da viabilidade técnico-econômica e ambiental do empreendimento).

No sistema brasileiro. a energia comercializável com garantia de atendimento a um determinado mercado) poderá ser aquela garantida por 95% do tempo em simulação da operação da usina com o histórico de vazões definido para o local. seria contratado no mercado SPOT a preços a serm cenarizados nos estudos econômico-energéticos. valorização desses benefícios e comparação com alternativas equivalentes disponíveis.neste caso. a energia firme comercializável poderá ser a média da energia produzida pela PCH em simulação com todo o histórico das vazões existentes. B) Para Bacia Isolada com Complementação Térmica . operando em conjunto. porém isolados do Sistema Interligado brasileiro.é definida pela sua contribuição para a energia firme do Sistema. o que lhe garantiria o suprimento adicional ao efetivamente gerado em situações hidrologicamente desfavoráveis no local do empreendimento ou. admitir que a diferença entre a energia firme da usina.Define-se como Bacia Isolada a bacia hidrográfica onde se insere a PCH para atender a um mercado isolado.Define-se como sendo Bacia Isolada com Complementação Térmica o mesmo caso anterior. C) Sistemas Isolados . C) Para Sistemas Isolados . é o valor médio de energia que a usina é capaz de gerar ao longo do período crítico do Sistema. são três os benefícios energéticos considerados em um aproveitamento hidrelétrico. . de alguma forma.como se fossem usinas elétricamente isoladas . de outra forma.Define-se como Sistema Isolado um sistema composto por usinas hidrelétricas e termelétricas. calculada como se fosse uma Usina Integrada. A obtenção dos benefícios energéticos é realizada através da simulação da operação da usina.a energia firme (ou melhor. também para atendimento ao mercado local isolado. em sendo a energia da PCH totalmente utilizada para deslocamento da energia térmica já existente. Como está se tratando de Sistemas Isolados. O dimensionamento econômico-energético de uma PCH passa pela identificação e quantificação dos benefícios energéticos. muitas vezes o período crítico a que se refere esta definição deverá ser o da própria bacia. • Energia Firme A) Para Bacias Isoladas . usinastermelétricas. com o histórico de vazões definido para o local do aproveitamento. DIMENSIONAMENTO ENERGÉTICO E ECONÔMICO SOB A ÓTICA ISOLADA As PCHs que operarão de forma isolada do Sistema Elétrico Interligado brasileiro podem ser subdivididas em três grupos: A) Bacia Isolada . a menos que o empreendedor consiga negociar um acordo operativo com o Distribuidor/Comercializador local para. ou seja. e o efetivamente gerado. ao qual ela está inserida. se beneficiar da operação otimizada.ótimo isolado. de forma individualizada. B) Bacia Isolada com Complementação Térmica . Para aquelas que operarão de forma isolada sugere-se a metodologia descrita no item "DIMENSIONAMENTO ENERGÉTICO E ECONÔMICO SOB A ÓTICA ISOLADA". porém existindo.

• Parâmetros econômicos A partir da avaliação dos benefícios energéticos. disponível nos anos de hidrologia favorável. os benefícios advindos do projeto serão valorizados pelo custo da geração térmica substituída ou pelo custo da interligação desse Sistema ao Sistema Interligado brasileiro. incluindo estudos.CRES (US$/MWh). representam os parâmetros de valorização econômica dos benefícios energéticos avaliados ao longo da vida útil do projeto em análise. Assim sendo. estar-se-ia garantindo o atendimento ao mercado com risco de falhade 5%. Vida Útil do Aproveitamento (anos).representa a capacidade máxima de geração de potência do aproveitamento. os parâmetros econômicos necessários. utiliza-se o conceito de vida útil econômica (50 anos para as usinas hidrelétricas). • Energia Secundária .nos casos de Bacias Isoladas e Sistemas Isolados representa o excesso de geração de energia. é necessário convertê-los em valores econômicos. Taxa de desconto (%). Normalmente. para que se possa aplicar a metodologia de análise do custo/benefício incremental. ou seja. Para os Sistemas Isolados. • Capacidade de Ponta Garantida .CRP (US$/MW/ano). utiliza-se a capacidade de ponta garantida em 95% do tempo para a simulação da usina com o histórico de vazões disponível. no âmbito do planejamento da expansão do Setor Elétrico e nos estudos de dimensionamento sob o ponto de vista do ótimo. construção e operação. os custos de referência representam os custos marginais de substituição dos benefícios advindos com a implementação de uma nova fonte de geração. que é de 35 anos renováveis. que é superior ao período mínimo de concessão proposto pela Lei 9074/95 para as concessões outorgadas por licitação pública. Custo de Referência da Energia Secundária . permitindo a operação em complementação do parque termelétrico do sistema local. • Vida útil do aproveitamento Na análise econômica dos aproveitamentos. • • • • • No enfoque atual de dimensionamento. .CRE (US$/MWh). são: Custo de Referência da Energia .Nessa situação. se for o caso. o ganho de energia secundária pode ser valorizado através do custo médio de geração térmica (US$/MWh) ou através do custo de geração de cada fonte térmica cuja variação de geração esperada possa seridentificada nos resultados das simulações com e sem o projeto em pauta. no decorrer das análises. em relação à energia firme/comercializável. Custo de Referência da Ponta . o mercado atendido estaria sendo abastecido pela Energia(Comercializável) produzida pela PCH com garantia de atendimento de 95%. No caso de Sistemas Hidrotérmicos com Bacias Isoladas. com conseqüente redução dos gastos com combustível nas termelétricas. ou seja.

como as hidrelétricas. é a realização de análises de sensibilidade das alternativas para variações no valor da taxa de desconto. direcionando a política de expansão do sistema de um extremo ao outro. Em situações reais. no entanto. ao se compararem custos e benefícios decorrentes de variações incrementais em determinados parâmetros. projetos de longa maturação. o mais adequado. ao contrário. . o valor de referência tradicional que vinha sendo utilizado era de 10% ao ano. cuja maturação é mais rápida. aferindo-se as soluções face às possíveis alterações conjunturais que possam pressionar bastante o custo de oportunidade para captação de recursos. A influência da taxa de desconto é tão importante que pode condicionar totalmente o processo decisório. ou seja. A taxa atualmente adotada é de 12% ao ano. No caso do Setor Elétrico brasileiro.• Taxa de desconto Pode-se demonstrar que a taxa de desconto deverá coincidir com o custo de oportunidade do capital na situação de um mercado de capitais em equilíbrio. acabam por beneficiar projetos termelétricos. as condições de concorrência perfeita não existem e a determinação da taxa de desconto a ser utilizada no Setor tem se constituído em matéria bastante controvertida. tendem a ser penalizados com taxas altas que. em função do valor adotado. No que tange ao dimensionamento ótimo.

uma vez realizada a obra. . o principal problema consiste na otimização. sua definição deve garantir o melhor uso dos recursos naturais da bacia dentro de uma perspectiva de médio e longo prazos. Desta maneira. da depleção máxima ou volume útil do reservatório. sob o ponto de vista técnico e econômico. o problema consiste no refinamento da escolha da altura final do nível d'água máximo normal do reservatório. embora compatível com a economicidade a curto prazo. do dimensionamento da queda de projeto da turbina. A partir de um esquema geral predefinido. A elaboração destes estudos exige o conhecimento de informações. dentre as quais pode-se citar: .curva da cota do canal de fuga x descarga (curva-chave). . levando em consideração as restrições ambientais e de custos. conseqüentemente. Embora estes problemas estejam interrelacionados.custos anuais de operação e manutenção da usina. • Determinação do nível d'água máximo normal de operação do reservatório . médio do conjunto turbina-gerador. supondo que os demais já tenham sido resolvidos. . . incluindo os programas ambientais mitigadores e/ou compensatórios.estimativa do custo total da obra. já que.Namáx. da potência instalada e. o NA máximo normal de operação de um aproveitamento hidrelétrico deverá crescer até que os benefícios energéticos . caso a caso. dos principais parâmetros de dimensionamento energético. eles são tratados separadamente devido à grande complexidade do problema global. é possível tratar-se adequadamente cada um dos problemas mencionados. face às interfaces do empreendimento com o meio ambiente . Tendo em vista que já se tem uma primeira estimativa das características da usina. incluindo os programas de controle ambiental.perda .curva cota x área x volume do reservatório.rendimento . Sob o ponto de vista puramente econômico-energético. de turbina.DIMENSIONAMENTO DOS PARÂMETROS FÍSICO-OPERATIVOS DO PROJETO No projeto de uma PCH. o nível de regularização do rio.tipo de carga no circuito hidráulico de geração. Esta decisão afeta a capacidade total de armazenamento e. para cada alternativa a ser estudada.série histórica de vazões no local do aproveitamento. portanto. em especial na definição dos níveis de operação e da depleção máxima do reservatório. Os aspectos ambientais deverão ser cuidadosamente analisados. não pode ser mais alterado. . Está ligada a um aspecto físico do projeto.

isto é. Geralmente. devidamente convertidos em valores econômicos. se o tempo de enchimento do volume morto (aquele abaixo do NA mínimo normal) for muito grande. A redução da queda diminui os ganhos de energia proporcionados pelo aumento de vazão regularizada e ainda conduz a uma perda de potência máxima da usina. isto devido ao valor da água no reservatório e a uma variação sempre negativa na potência garantida para a usina. sejam superados pelos custos correspondentes. Pode-se dizer que o aumento da depleção conduz a uma variação de energia firme. sua queda líquida. A máxima depleção operativa de um reservatório deve corresponder ao limite econômico de depleção. . a potência unitária. obviamente não deve ser considerada. quando proporcionar uma variação da energia firme negativa.número de unidades a serem instaladas e. portanto. Determinação da depleção máxima ou volume útil do reservatório • Com a definição da capacidade máxima do reservatório. ou se verifique algum impedimento de ordem técnica ou ambiental. máxima e mínima. o uso do maior volume de um reservatório reduz seu nível médio e. conseqüentemente. pelo acréscimo de volume útil ao volume escoado pelo rio. Ao volume d'água acumulado entre esses níveis mínimo e máximo chama-se volume útil do reservatório e o volume abaixo do nível mínimo normal chama-se volume morto. .potência a instalar na usina. ou ainda. com o aumento da depleção máxima permitida e do volume útil. maior será a energia firme do sistema. Quando proporcionar uma variação de energia firme positiva.máxima depleção operativa do reservatório. mantidos constantes os demais fatores. portanto. só deve ser considerada enquanto o valor econômico dos benefícios energéticos incrementais suplantar os custos incrementais correspondentes. Esse aumento de energia firme pode resultar de dois efeitos: aumento da vazão média no período crítico. Deve-se então escolher a depleção máxima a ser utilizada. .incrementais. para cada Namáx estudado: . implica possível necessidade de reforço nas estruturas de adução e.quedas de referência. de projeto. às vezes positiva e às vezes negativa. Este estudo é feito para os casos de PCH com regularização. A redução do NA mínimo normal. tem-se por conseqüência o nível d'água máximo normal. e a redução dos vertimentos. Estes estudos englobam a análise e determinação dos seguintes parâmetros. a um limite de utilização de seu volume quando operado dentro do Sistema Interligado. Entretanto. o que vai caracterizar o nível mínimo normal desse reservatório. quanto maior for a depleção de qualquer reservatório. pela capacidade maior de reter picos de cheias que possam ocorrer no período crítico. enquanto for verdadeira a seguinte . - tipo de turbina. ou seja.

através de uma análise incremental na faixa de variação determinada. para potências menores. variação incremental de potência garantida. geradores.CRES > DC onde: DEG DPG DES variação incremental de energia garantida / firme. enquanto for verdadeira a expressão abaixo: . CRE + DPG. isto é. escolhendo-se o NA máximo normal que maximize os benefícios. equipamentos auxiliares eletro-mecânicos. Por exemplo. em uma dada época. devido à redução do NA mínimo normal (MW ano). devido à redução do NA mínimo normal (US$/ano). devido à redução do NA mínimo normal (MW ano). deve-se aumentar a motorização de uma usina enquanto o valor econômico dos benefícios energéticos incrementais suplantar os custos incrementais correspondentes. variação incremental de energia secundária. pode-se adotar como valor inicial aquele definido nos estudos de inventário hidrelétrico da bacia ou na avaliação do potencial hidrelétrico do local em estudo. DEG. através do turbinamento de vazões que. uma potência instalada que não seja restritiva para a operação do aproveitamento. DES. esses são comparados economicamente. deve-se adotar. aumentam os benefícios energéticos. onde se procura maximizar os benefícios para esse sistema. Definidos os NAs mínimos normais para cada NA máximo normal e quantificados os benefícios correspondentes. conforme definidos anteriormente.CRP + 8760. decorrentes da motorização em pauta. Para o dimensionamento dos NAs máximo normal e mínimo normal. resulta de uma análise econômica. Incorre-se também em um aumento de custos. seriam vertidas. ponta garantida e energia secundária. Os custos de referência são aqueles previstos para a época de entrada em operação da usina. Desta forma. devido à redução do NA mínimo normal (MW).expressão: 8760. • Definição da potência instalada A definição do nível de motorização de uma PCH a ser inserida no Sistema. turbinas. variação incremental dos custos do aproveitamento. CRES DC custo de referência de energia secundária (US$/MWh). CRE custo de referência de dimensionamento de energia (US$/MWh). CRP custo de referência de dimensionamento de ponta (US$/MW/ano). nas simulações da operação da usina. circuito hidráulico de adução. Ao se elevar o valor da potência instalada de um aproveitamento hidrelétrico. relacionados com o aumento do bloco da casa de força (área de montagem. transformadores e transmissão).

pois. a eficiência se torna importante. de projeto. a alta eficiência da turbina não é fundamental. Para o projeto das turbinas de uma usina hidrelétrica.. de um modo geral. nessa situação. com abertura total do distribuidor. em períodos hidrológicos desfavoráveis. Nota-se que. ou seja. em 95% do tempo. • Dimensionamento das quedas da turbina Uma vez determinado o NA máximo normal e o deplecionamento ótimo do reservatório. Entretanto. uma diferença. Este critério considera que. a água deve ser valorizada ao máximo. correspondem agora a incrementos de potência instalada. flexibilidade não existente nos outros parâmetros. do nível do reservatório e do nível do canal de fuga. entretanto. Essa queda varia com a operação da usina. fornece a potência máxima do gerador. como anteriormente definidos. Href. ΔEG. o dimensionamento da potência instalada é igual ao dos outros parâmetros já apresentados. a turbina deve ser capaz de fornecer a potência nominal do gerador (Figura 1). a turbina limita a potência máxima da usina e para quedas acima a potência fica limitada pelo gerador. são realizadas simulações da operação da usina. Através dela. A Figura 2 ilustra esta situação. Durante o período de vazões altas. pois. Entende-se por queda de referência. em simulação para todo o histórico de vazões. A queda de referência é dimensionada para a permanência de 95% do tempo na curva de distribuição de quedas da usina. pode-se deixar provisão para instalação futura de unidades geradoras adicionais. ΔES. se faz o chamado "Casamento Turbina-Gerador". QUEDA (m) Href. 95% TEMPO (%) Figura 1 . quatro parâmetros básicos são determinados: queda de referência. conceitualmente. quando existe água em abundância no sistema. e ΔC passa a ser a variação incremental dos custos do aproveitamento devido ao aumento de potência instalada. máxima e mínima. para quedas abaixo dela. .Permanência de Queda no Tempo A queda de referência é também chamada de queda líquida nominal. visando obter os valores característicos de quedas que são usados no dimensionamento das turbinas. CRE + ΔPG. em US$/ano. a queda líquida para a qual a turbina.CRP + 8760. pois. A queda líquida disponível em uma usina hidrelétrica depende dos níveis d'água a montante e a jusante da usina.8760.CRES > ΔC onde ΔEG. ΔPG e ΔES. Há.

A queda de projeto é dimensionada como a queda maisfreqüente. obtida dasimulação da operação desta para o histórico de vazões naturais conhecido(Figura 3).α+1=6/5 Figura 2 . a moda da distribuição de quedas da usina. PELTON: α=1/2.Q/Qn= (H/Hn)α H Hn H P/P n= (H/H n) α+1 Hn Turbina Limitando a Potência H Gerador Limitando a Potência FRANCIS. α+1=3/2 KAPLAN: α=1/5. .Casamento Turbina-Gerador Por queda de projeto entende-se ser aquela para a qual o rendimento daturbina é máximo. ou seja.

engenharia. No entanto. sem vertimento. conseqüentemente.Distribuição de Quedas de uma Usina As quedas de referência e de projeto devem ser determinadas considerando o sistema de referência de médio prazo . As quedas máximas e mínimas operativas devem ser determinadas tanto para a época de entrada em operação da usina como para o horizonte de médio prazo. valendo sempre a pior condição. o número de unidades. admitindo todas as unidades operando a plena carga. • limites físicos do arranjo. com todas as unidades operando com abertura total do distribuidor e subtraídas as perdas hidráulicas do circuito de geração). • flexibilidade operativa. • custos de construção (função das dimensões das unidades e da Casa de Força). para debater pontos relativos a: • reserva de geração. Por queda mínima operativa entende-se a menor queda entre a obtida pela diferença entre o nível mínimo de montante e o nível do canal de fuga (sem vertimento.PROBABILIDADES (QUEDAS) . recomenda-se que seja reunida uma equipe multidisciplinar de planejamento. . A queda máxima operativa é aquela obtida pela diferença entre o nível máximo normal de operação do reservatório e o nível do canal de fuga com uma unidade operando a plena carga. subtraídas as perdas hidráulicas do circuito de geração. • Determinação do tipo de turbina e do número de unidades geradoras Para determinação do tipo de turbina ver item “TURBINAS HIDRÁULICAS” É difícil estabelecer um procedimento geral que permita determinar a potência unitária dos grupos geradores e.% CURVA DE FREQUÊNCIA DE QUEDAS QUEDA DE PROJETO QUEDA (m) Figura 3 . elétrica e civil.planejamento de 15 anos. com o objetivo de se determinar uma potência unitária que atenda aos interesses das áreas envolvidas. e a obtida pela diferença entre o nível máximo do reservatório e o nível do canal de fuga para a cheia de projeto do vertedouro menos as perdas hidráulicas do circuito de geração. • proporção entre a capacidade unitária e as dimensões do sistema elétrico.

e • outros. deve-se alertar para o fato de que rios com forte sazonalidade hidrológica podem conduzir a uma perda de geração da energia firme importante. porém. de forma a se compatibilizar esta capacidade de engolimento com as vazões de estiagem do curso d’água em estudo.• principalmente a sua capacidade de engolimento mínimo. . deverá ser avaliado o engolimento mínimo (abaixo do qual a máquina deve ser desligada) de cada uma das unidades. É comum o projetista/empreendedor de PCH ficar tentado à opção do menor número de unidades e muito freqüentemente a duas. Dependendo de cada tipo de turbina a ser utilizada na PCH. Este critério visa aproveitar as vazões baixas do rio para geração de energia. tendo em vista que esse é o período em que a energia é mais valorizada.

CAPÍTULO 7 . preferencialmente. convencional ou compactado a rolo (CCR). com a elevação do nível d’água do rio. possibilitar a alimentação da tomada d’água. A prática atual em projetos de aproveitamentos hidrelétricos tem adotado.de concreto.de terra. . em seção homogênea em solo. em seção tipo gravidade. . visando. No caso de locais de baixa queda.PROJETO DAS OBRAS CIVIS E DOS EQUIPAMENTOS OBRAS CIVIS BARRAGEM A barragem é a estrutura que tem a função de represar a água. a barragem tem também a função de criar o desnível necessário à produção da energia desejada.de enrocamento. os seguintes tipos de barragem: . .

as do canal de adução. se houver.o eixo deve ser posicionado no local mais estreito do rio. facilita as condições de contorno do escoamento de aproximação. além dos aspectos anteriormente citados. devem ser observadas as recomendações contidas no ítem “Estudos Geológicos e Geotécnicos”. períodos chuvosos e secos. . nos vales pouco encaixados. nas ombreiras. deve ser obrigatoriamente analisado o balanceamento de materiais. Adequabilidade do Local Um local considerado adequado para implantação de uma barragem de terra. visando-se minimizar escorregamentos. de acordo com as recomendações para Preparo e Tratamento das Fundações apresentadas. o que é desejável. neste capítulo. a baixa produtividade dos trabalhos de compactação afeta os prazos e custos do empreendimento. mais adiante. Essa estrutura. A correta utilização das condições topográficas na definição do posicionamento do vertedouro é importante. Seções Típicas Como citado anteriormente. .as margens do reservatório devem ser estáveis. No projeto. . o tipo de barragem é escolhido em função das características topográficas e geológico-geotécnicas do sítio. quando situada fora do corpo da barragem. Destaca-se que. e das fundações das estruturas de concreto. são aspectos que devem ser bem caracterizados. a disponibilidade de materiais naturais de construção e o processo construtivo a ser utilizado. visando-se reduzir o volume da barragem.BARRAGEM DE TERRA Considerações Sobre o Tipo Como descrito anteriormente no ítem “Arranjos e Tipo das Estruturas”. como. como. e onde existam áreas de empréstimo de materiais argilosos/arenosos suficientes para a construção do maciço compactado. esse tipo de barragem é apropriado para locais onde a topografia se apresente suavemente ondulada. Em regiões com alto índice de pluviosidade. visando facilitar o transporte de materiais.as fundações devem ter resistência e estanqueidade suficientes. ainda. deverá possuir as seguintes características: . no que diz respeito à utilização dos materiais terrosos provenientes das escavações exigidas para a execução da obra. a intensidade das chuvas. . como a Amazônica. etc. considerando-se. por exemplo. O regime hidrológico da região. Correntes com alta velocidade junto ao talude da barragem no contato com o vertedouro devem ser evitadas.áreas de empréstimo e pedreiras localizadas em cotas superiores às da barragem. por exemplo. no projeto.

uma vez que. encontrados em diversos livros de Mecânica dos Solos. • Inclinação dos Taludes A inclinação dos taludes da barragem é caracterizada pelo coeficiente de inclinação “m”. e do vento que sopra sobre a superfície da água.0 m. a seção da barragem deve ser mista (terraenrocamento). o qual corresponde ao nível que ocorrerá por ocasião da passagem da descarga de projeto pelo vertedouro (ver “VERTEDOURO”). da ELETROBRÁS /DNAEE). os valores da borda livre constam da tabela 1. Para barragens com alturas maiores que 10 m podem ser utilizados os mesmos coeficientes (inclinações). denominada “borda livre”. porém a estabilidade dos taludes deverá ser verificada para os casos correntes de carregamento (“Final de Construção”. • Cota da Crista A cota da crista da barragem é fixada considerando-se uma folga.April 1970 .0 m. e dependendo de cada caso. a borda livre deve ser estimada utilizando-se os critérios do USBR (Saville / Bertram).Engineering and Design Manual EM 1110-2-1902” . cujos detalhes típicos são apresentados nas Figura 1 deste ítem e Figura 1 do ítem “BARRAGEM DE ENROCAMENTO” . Se a barragem for utilizada como estrada. a largura mínima será de 6. “Operação Normal” e “Esvaziamento Rápido”). • Largura da Base da Barragem (b) . Para barragem com altura menor que 10 m. que indica quantas vezes a projeção horizontal é maior que a projeção vertical. Esse coeficiente depende do tipo de barragem. Ainda em função da altura da barragem. medida perpendicularmente ao eixo da barragem. A borda livre é função da profundidade da água junto à barragem.Stability of Earth and Rockfill Dams (Instruções para Estudos de Viabilidade. a metodologia consagrada de cálculo. por exemplo. Dimensões Básicas • Largura da Crista (a) Para todas os tipos de barragem de terra.Em função desses aspectos. do material empregado. A tabela 2 apresenta os valores usuais para os casos nos quais o material de fundação não condiciona a estabilidade do talude (as fundações são mais resistentes que os maciços compactados das barragens). tem-se utilizado barragens com seções homogêneas em solo e de enrocamento. como especificado no ítem “Estradas de Acesso”. da altura da barragem e do material da fundação. certamente. significará economia para o empreendimento. utilizando-se. acima da elevação do NA máximo normal de operação do reservatório. Para barragem com altura maior que 10 m. Caso o balanceamento de materiais mostre que existe volume de rocha excedente. esses cálculos poderão ser realizados de forma simplificada. da extensão (L) da superfície do reservatório (“fetch”). utilizando-se os tradicionais Ábacos de Estabilidade de Talude de Morgestern e Price. do “US Corps of Engineers . a largura mínima da crista deverá ser de 3.

40 .00 < P ≤ 10.ALTURA DA BORDA LIVRE (m).25 3. m1 = inclinação do talude de montante. PARA BARRAGENS COM ALTURA ≤ 10 m (*) Profundidade da Água Junto à Barragem (m) P ≤ 6.INCLINAÇÃO DOS TALUDES (*) Material do Corpo da Barragem SOLOS ARGILOSOS Talude Montante (m1) Jusante (m2) SOLOS ARENOSOS Montante (m1) Jusante (m2) AREIAS E CASCALHOS Montante (m1) Jusante (m2) PEDRAS DE (Barragens de enrocamento) MÃO Montante (m1) Jusante (m2) Altura da Barragem .00 0.50 1. m2 = inclinação do talude de jusante.05 1.00 1.50 1.00 1.A largura da base (b) é calculada em função da geometria da barragem.H (m) (**) H ≤ 5.00 1.00 2.00 1.00 2.25 2. utilizando-se a fórmula: b = a + (m1 + m2) H.00 1.15 1.30 5.L (km) 0.05 3.00 2.00 1.00 6.75 2.00 1.15 4.25 5.75 2.00 1.00 2. como citado anteriormente.25 3.25 1.35 1.00 1.00 < H ≤ 10.35 (*) Para barragem com altura > 10 m a borda livre deve ser estimada utilizando-se os critérios do USBR (Saville / Bertram).50 1. H = altura da barragem (m).25 1. (**) Na cota do NA máximo TABELA 2 .00 1.00 1.00 Extensão do Espelho d’Água do Reservatório (**) .00 2. onde: a = largura da crista da barragem (m). Tabela 1 .00 2.75 2.20 1.

00 m1H a m2H 0.As recomendações deste item são decorrentes do tipo de fundação.00 BARRAGEM HOMOGÊNEA (H>10m) Figura 1-b Detalhes Construtivos Principais • Preparo da Fundação e das Ombreiras .65 (H).GEOLÓGICOS E GEOTÉNICOS". 2 borda livre NA máx. no mínimo.3hm2 5. . 3 det.00 m1H a m2H 0. a pavimento flexível m2 1 H m1 h 1 aterro compactado proteção com grama filtro vertical aterro compactado dreno de pé tapete drenante det.3hm2 5. 3 5.00 BARRAGEM HOMOGÊNEA (H[10m) Figura 1-a borda livre NA máx.3h proteção com grama det. a pavimento flexível m2 1 H m1 h 1 aterro compactado 0. 1 5. desde que a estabilidade da barragem seja verificada. como descrito no item "ESTUDOS BÁSICOS . Para as barragens de enrocamento convencionais (como apresentado mais adiante) os taludes devem ter. det. (**) Para barragens com altura > 10 m podem ser usadas as mesmas inclinações dos taludes para as barragens de terra.(*) Valores usuais considerando-se que o material de fundação não condiciona a estabilidade do talude (casos nos quais as fundações são mais resistentes que os maciços compactados das barragens). uma inclinação de 1(V) : 1. como citado anteriormente.

deverá ser prevista uma trincheira de vedação. O material removido deverá ser transportado para área de “bota-fora”. a seguir. mais uma faixa de 5. o destocamento e a remoção de terra vegetal até a profundidade que for necessária. o terreno deverá ser regularizado e compactado com trator de esteira.5 1 h b B=b+3h filtro de areia até o pé do talude de jusante nota: b>=3m DETALHE 1 . .Após a regularização do terreno. fora do canteiro de obras e do futuro reservatório. lançamento da pasta de cimento nível de lançamento da brita (final) 1. -.0 m para montante e para jusante.Após a limpeza. deverá ser limpa. e registrar a altura que o nível d’água alcança no interior do tubo.TRINCHEIRA EM FUNDAÇÃO MUITO PERMEÁVEL Figura 3 .preencher o tubo com brita até pelo menos 1.5 1 material mais impermeável 1. A compactação deverá consistir de 10 (dez) passadas do trator de esteiras por toda a área da fundação.00 NA estabilizado camadas compactadas da barragem tubo de concreto ou cerâmica (manilha) abertura do olho d`água infiltração fundação TRATAMENTO DE OLHO D`ÁGUA NA FUNDAÇÃO Figura 2 . eventuais surgências de água na fundação (olho d’água) deverão ser convenientemente tratadas.A área sob a barragem. deverá ser lançada pasta de cimento sobre a brita até cobrir o seu nível. cujos detalhes e dimensões são mostrados na Figura 3 a seguir. como descrito a seguir: -. -. incluindo as ombreiras.quando o aterro. incluindo o desmatamento.Se a fundação for mais permeável que o aterro da barragem. em torno do tubo. constatado nos ensaios realizados durante a execução das sondagens. com diâmetro superior ao olho d’água.0 m acima do nível d’água estabilizado. O detalhe dessa instalação é apresentado na Figura 2. . ou do núcleo central no caso de seção mista.. atingir o nível da brita.instalar tubos de concreto ou cerâmica na posição vertical sobre a surgência. aterro compactado 1.

. Evidentemente. rocha proveniente das escavações obrigatórias ou cascalho. Se o NA de jusante ultrapassar essa altura. cujas dimensões mínimas são mostradas no detalhe apresentado na 4. o diâmetro de cada material deverá ser menor que a espessura da camada. As faixas compactadas paralelas deverão ter uma superposição mínima de 20% da largura da faixa. m1 1 transição (brita) areia aterro compactado 0. através do plantio de grama. A proteção deverá ser executada com materiais granulares.Nos locais onde não for possível o acesso desses equipamentos. em camadas de 20 cm de espessura. Acima dessa altura. rebocado por trator de esteiras. com trator de esteira equipado com lâmina ou motoniveladora. sempre que possível.A compactação deverá ser realizada através de 6 (seis) passadas de rolo compactador de 4 toneladas. o talude deverá ser protegido. • Proteção dos Taludes das Barragens O talude de montante das barragens de terra homogêneas deverá ser protegido contra a ação de ondas e contra a variação do nível d’água do reservatório (se houver). Espalhamento e Compactação . Essa proteção deverá ser executada acompanhando o alteamento do aterro.40 0. escavação obrigatória ou da central de britagem).20 pedra de mão (enrocamento) 0. .PROTEÇÃO DO TALUDE DE MONTANTE Figura 4 O talude de jusante deverá ser protegido contra a flutuação do nível d’água de jusante (se houver) e contra a ação de chuvas. sendo h a profundidade de água do reservatório. se disponível na região.• Lançamento. a compactação deverá ser realizada utilizando-se placas vibratórias (sapos mecânicos) ou manualmente. por apiloamento.O material da barragem deverá ser lançado com caminhão basculante e espalhado. . a qual poderá variar de acordo com o material disponível (proveniente de pedreira. a seguir. a proteção deverá ser executada até a elevação correspondente. A proteção deverá ser igual a do talude de montante até uma altura mínima de h/3.20 nota: dimensões em metro DETALHE 2 . medida normalmente ao talude. Os detalhes dessa proteção são mostrados na Figura 5.

. o talude de montante deverá ser protegido com uma camada de solo-cimento.20 nota: dimensões em metro DETALHE 3 . a seguir. Areia Grossa/Fina Solo Arenoso Solo Argiloso 6 a 9 % em peso 7 a 9 % em peso 10 a 12 % em peso O método de execução deverá acompanhar o alteamento do aterro da barragem.40 0. Durante a elevação do aterro.grama transição (brita) areia filtro de areia pedra de mão (enrocamento) 0. O talude de jusante deverá ser protegido como especificado anteriormente. para melhorar a trabalhabilidade.3h mínimo 0. obedecendo à dosagem especificada na Tabela 3. no mínimo. deverão ser tomados cuidados com a umidade adequada para a cura das camadas executadas anteriormente. a seguir.0 m de espessura. Poderá ser adicionada água à mistura.PROTEÇÃO DO TALUDE DE JUSANTE Figura 5 Caso não existam materiais granulares em abundância na região. A mistura de cimento com o solo deverá ser realizada em betoneiras ou no próprio local. com 1. apresenta os detalhes da proteção e do alteamento de solo-cimento. se necessário. O trabalho deverá estar finalizado até 60 minutos após o lançamento. A Figura 6. a camada de solo-cimento deverá ser compactada com. Tabela 3 DOSAGEM DO SOLO-CIMENTO MATERIAL DO ATERRO TEOR DE CIMENTO Cascalho. 4 passadas do equipamento de compactação. Após o lançamento.20 0. medido normal ao talude.

20 linha de escavação do talude para junção das camadas nota: dimensões em metro 1.00 SEQUÊNCIA DE ALTEAMENTO Figura 6 .00 m1 1 aterro compactado talude da barragem camadas de proteção de solo-cimento camadas compactadas da barragem 0.camada de solo-cimento 1.

possibilidade de utilização direta do material. visando facilitar o transporte de materiais. Adequabilidade do Local Um local considerado adequado para a implantação de uma barragem de enrocamento deverá possuir as seguintes características: . sejam os mesmos provenientes da escavação das fundações das outras estruturas ou das pedreiras.facilidade de construção e de acessos.as fundações e as ombreiras devem ser resistentes e estanques. A inexistência de áreas de empréstimo de solos argilosos torna antieconômica a adoção de barragem de terra nesses locais. onde existam condições adequadas de fundações e pedreiras facilmente exploráveis a custo competitivo e/ou excesso de escavações obrigatórias em rocha. Normalmente é necessário desmontar 100 m3 de rocha para cada 130 m3 lançado no corpo da barragem. visando-se reduzir o volume da barragem. Seções Típicas 1Barragens de Enrocamento Convencional A seção típica recomendada para as barragens de enrocamento convencional é apresentada na Figura 1 a seguir. . .disponibilidade de material rochoso em quantidade suficiente.BARRAGEM DE ENROCAMENTO Considerações Sobre o Tipo Esse tipo de barragem. . nas quais o capeamento de solo muitas vezes não existe ou é pouco espesso. com espaldares de rocha e núcleo impermeável.a largura do vale. na cota da crista da barragem. . deve ser a mais estreita no trecho aproveitável do rio. é apropriado para os vales medianamente encaixados em regiões rochosas. . As pedreiras devem estar localizadas preferencialmente em cotas superiores às da área de construção da barragem.

50 transição (brita) 0. Para os dois tipos. 4 NA máx. 0.5H m1H a 0.5 núcleo 1 impermeável 1 0. apenas.0 m.00 det.5 enrocamento m2 1 0. diferindo. As seções são semelhantes. .5 1 m2 1 enrocamento (pedra de mão) areia 0. Os detalhes típicos são mostrados nas Figuras 3 e 4. A execução da proteção deverá ser realizada concomitantemente ao alteamento da zona impermeável.a a .75h mínimo nota: dimensões em metro DETALHE 4 . m1 H 1 h enrocamento 0. no processo executivo.5H m2H BARRAGEM DE ENROCAMENTO CONVENCIONAL Figura 1 O talude a jusante do núcleo impermeável da barragem de enrocamento convencional deverá ser protegido como indicado na Figura 2.PROTEÇÃO INTERNA DO CORPO DA BARRAGEM DE ENROCAMENTO Figura 2 2- Barragens de Enrocamento Vertedouras As seções típicas recomendadas para as barragens de enrocamento vertedouras são dos tipos I e II.2.50 0.75h trincheira (eventual) 0. visando evitar a fuga do material impermeável através dos vazios dos materiais granulares do espaldar de jusante. o tirante d’água máximo sobre a crista da barragem deve ser inferior a 1.

crista da barragem vedação central última camada.0 m tirante d`água sobre a crista crista da barragem (máx.3.Alturas < 3. proveniente da pedreira. A parte central deve ser construída com material menos permeável. lançam-se dois cordões de rocha (pioneiros) inicialmente. Tipo I . = 1. menos permeável. não selecionado.0 m tirante d`água sobre a crista (máx.0 m. Se a barragem for utilizada como estrada.0 m. brita. lança-se inicialmente um cordão parte central. selecionadas e arrumadas NA variável trincheira (eventual) cordão central área de limpeza Figura 4 d) Dimensões Básicas • Largura da Crista (a) A largura da crista mínima deverá ser de 3. = 1. com pedra selecionada e embricada trincheira (eventual) área de limpeza cordões pioneiros de pedras lançadas Figura 3 Tipo II . • Cota da Crista . Na barragem Tipo II. O dimensionamento da estabilidade das pedras é apresentado no item 2 .00m) NA máx. a largura mínima será de 6. visando cortar o fluxo e possibilitar o enchimento do reservatório. areia e pó de pedra/solo.00m) brita (próximo dos taludes do cordão) pedras maiores. A crista e o talude de jusante devem ser protegidos com pedras de diâmetro suficiente para suportar a velocidade do fluxo. Esse material é constituído por mistura de pedra.0 m < Alturas ≤ 8. como especificado no ítem “Estradas de Acesso”.Na barragem Tipo I.Vertedouro.

• Largura da Base e Dimensões dos Cordões Pioneiros A largura da base e as dimensões dos cordões pioneiros. O talude de jusante deve possuir uma inclinação mínima igual a 1:8 (vertical : horizontal).O preparo das fundações da barragem e de uma faixa de 5. deverão ter uma espessura mínima igual a 2D. • Espessura das Camadas Externas As camadas superficiais da crista e dos taludes.A cota da crista da barragem deve ser igual à elevação do NA normal do reservatório. deverá ser escavada uma trincheira na fundação.Caso o material da fundação seja mais permeável que o material vedante da parte central da barragem. como exposto anteriormente para a barragem de terra. .9 e 10 para os tipos I e II. As . a inclinação do talude de montante. principalmente o de jusante. • Inclinação dos Taludes A inclinação dos taludes da barragem de enrocamento convencional está indicada na Tabela 2. consiste na limpeza. pelo menos. Detalhes Construtivos Principais • Preparo da Fundação e das Ombreiras . incluindo o desmatamento.Após a limpeza. a montante e a jusante.Nas margens ou ombreiras. deverão ser removidos o solo coluvionar e o material solto. • Lançamento. . tanto para o tipo I como para o tipo II.O corpo dos prismas deve ter mais 50% de pedras com tamanho superior a 20 cm. No caso da barragem ser construída a seco. pode alcançar 1:3 (vertical : horizontal). o terreno deverá ser regularizado e a área da base da barragem deverá ser compactada com um trator de esteiras rebocando um rolo compactador de 4 t. . é calculada com base na geometria da barragem. No caso da barragem do tipo II ser construída em água corrente. a inclinação do talude de montante deve ser igual a 1:2 (vertical : horizontal). O material removido deverá ser transportado para locais de bota-fora pré-determinados.0 m. fora do canteiro de obras e do futuro reservatório. indicadas nas Figuras 7. Deverão ser dadas 10 passadas por toda a área da fundação e no trecho das ombreiras com inclinação acessível ao trator. sendo D o diâmetro mínimo da pedra calculado segundo a metodologia apresentada no item VERTEDOURO. Espalhamento e Compactação . incluindo a camada de vedação. como indicado anteriormente para a barragem de terra (Figura 3). o destocamento e a remoção de terra vegetal até uma profundidade de 20 cm na área dos cordões e 50 cm na área central.1.

em camadas de 10 a 15 cm de espessura.Na barragem do Tipo II. ou seja. exceto as camadas finais dos taludes e da crista. sobretudo no de jusante.brita. ou caminhões carregados. a compactação será feita manualmente (apiloamento). 2 passadas em cada faixa no sentido paralelo ao eixo da barragem.O material do corpo da barragem. sem seleção. A compactação dessa camada de reforço deverá ser feita por duas passadas de trator de esteira rebocando um rolo compactador com 10 t. durante o espalhamento. O material da parte central deve ser proveniente de pedreiras. contendo a fração de materiais mais finos de brita. .O cuidado na colocação deve aumentar do centro do aterro para a parte externa. ao longo do talude/crista. areia e pó de pedra/solo.pedras maiores. visando reduzir os vazios entre as pedras. As partículas menores devem ser deixadas no centro da seção.Na barragem de enrocamento convencional e na barragem de enrocamento vertedoura do Tipo I. . no mínimo. . através de trator de esteiras rebocando um rolo compactador com 10 t. a parte central deverá ser constituída de pedras com dimensões não superiores a 20 cm. misturadas com a fração do material . com diâmetro mínimo definido no item 2 . deve ser lançado com caminhões basculante e espalhado com trator de esteiras ou moto-niveladora. ou com placas vibratórias (sapos). Após a colocação. . ou mais. areia e pó de pedra/solo. O material deverá ser lançado em camadas de 30 cm e a compactação poderá ser manual. No caso de trincheira. • Reforço da Crista e dos Taludes da Barragem As últimas camadas da crista e dos taludes deverão ser colocadas de forma cuidadosa. do material mais fino e menos permeável. devem ser colocadas nos taludes. ou de caminhão carregado. com. deverão ser dadas 6 passadas.Vertedouro. os vazios deverão ser preenchidos com pedras menores. . a compactação da parte externa deverá ser feita em camadas de 60 cm. Na parte central.

na maioria dos casos. .BARRAGEM DE CONCRETO Considerações Sobre o Tipo A barragem de concreto considerada nestas Diretrizes é a do tipo muro-gravidade. no trecho não vertente. à pressão da água do reservatório e à subpressão das águas que se infiltram pelas fundações. encaixados. Registra-se que.a largura do vale na crista da barragem deve ser a mais estreita do trecho aproveitável do rio. deverá ser construída uma mureta de proteção contra ondas. O trecho do vertedouro deverá ser rebaixado em altura correspondente à da lâmina d ‘água máxima vertente. em função dos cálculos de estabilidade (ver item Dimensões Básicas mais adiante). Esse tipo de barragem é recomendado para vales estreitos. . Adequabilidade do Local Um local considerado adequado para o projeto de uma barragem de concreto deverá possuir as seguintes características: . entre os quais deverão ser previstas juntas verticais de dilatação vedadas contra vazamentos. .disponibilidade de pedreiras para obtenção da brita e jazidas de areia facilmente exploráveis nas proximidades do local. .as fundações e a s ombreiras devem ser resistentes. caso exista. visando-se reduzir o volume da barragem. . A camada aluvionar na região das fundações. O maciço rochoso deve ser pouco fraturado (1 a 3 fraturas/metro). Seção Típica A seção típica recomendada para a barragem de concreto é apresentada na figura 1 a seguir. em concreto ou em alvenaria de tijolos maciços. visando não onerar o custo da obra com o serviço de remoção da mesma. adota-se uma seção com paramento de montante vertical. em maciço rochoso pouco fraturado e com boas condições de fundação. A seção da barragem pode incorporar o vertedouro quando as condições topográficas do local dificultarem a concepção de vertedouro lateral. Na crista da barragem. não deverá ser muito espessa (£ 2.facilidade de construção e de acessos.facilidade de conseguir cimento em quantidade suficiente na região. A barragem deverá ser construída em blocos. com seu peso próprio.0 m). capaz de resistir.

Freeboard Allowances for Waves in Inland Reservoirs. deve-se estimar a borda-livre utilizando-se os critérios do USBR .00 0.0 m acima da elevação do NA normal do reservatório. escava-se uma bacia (tanque) de dissipação a jusante. L. como indicado na Figura 2. Para barragens com altura maior que 10 m. 88. Para barragem com altura maior que 10 m. Quando o maciço é fraturado e pouco resistente.70H nota: dimensões em metro B BARRAGEM DE CONCRETO Figura 1 O paramento de jusante da barragem.10 H Hv 1 0. May.SAVILLE T. McCLENDON E.00 lâmina vertente NA normal 0. quando este é são. Dimensões Básicas • Cota da Crista da Barragem Para barragem com altura menor que 10 m. O restante da energia é dissipado a jusante por sobre o maciço rochoso.30 mureta eventual NA máx.70 1 superfície do terreno natural b1 b2 b1=0. a estabilidade da estrutura deverá ser verificada de acordo com os critérios apresentados na publicação United States Department of Interior. A mureta de proteção contra ondas deverá ter uma altura mínima de 30 cm e largura de 20 cm.50 1. Engineering Monograph no 19. para amortecer o impacto da escoamento vertente. Journal of Hydraulic Engineering . normalmente. 1970. resistente e não fraturado.. Design Criteria for Concrete Arch and Gravity Dams. deve-se protegê-lo com laje de concreto.10H b2=0.ASCE. a cota mínima da crista deverá estar 1. 1962. Vol. atualmente.1. . • Dimensões da Barragem Para barragens com altura menor a 10 m. W. mas fraturado. é construído com degraus para dissipar parte da energia do escoamento vertente. as dimensões da base são calculadas com base na geometria. Quando o maciço é resistente. no trecho vertente. No 2. 0. e COCHRAN A. Bureau of Reclamation – USBR. Denver.

Deverão ser drenados os olhos d’água porventura encontrados na área da fundação. se apresente bem rugosa e plana. . para bota-fora.0 m. deverá ser executada uma cortina de injeção de impermeabilização típica. uma vez que trata-se. . consiste na limpeza.O preparo das fundações sob a barragem e de uma faixa de 5. após concluída a escavação.Os trabalhos de escavação só deverão ser dados por concluídos depois que o local estiver limpo e desimpedido de fragmentos de rocha. . de forma semelhante à apresentada no item “Barragem de Terra”. Se necessário executar furos secundários.Se o maciço for fraturado. normalmente. com furos primários a cada 3 m. lama ou detritos de qualquer natureza. que possa suportar o peso da barragem sem deformações. o espaço deverá ser preenchido com concreto. incluindo o desmatamento e o destocamento. em toda a área.Para reduzir a subpressão deverá ser executada uma cortina de drenagem típica. através de cunhagem.• Distâncias entre as Juntas As juntas entre os blocos da barragem devem estar espaçadas entre si de no máximo 15 m. todo e qualquer material terroso ou rocha decomposta. pouco fraturada. Deverá ser removido. .Todas as irregularidades da superfície rochosa que formem taludes negativos ou balanços deverão ser eliminadas.A escavação em rocha será de preferência “a frio”. procurando-se evitar o uso de explosivos. até ser atingida.00 VISTA DE JUSANTE (DISTÂNCIA ENTRE JUNTAS) Figura 2 Detalhes Construtivos Principais • Preparo da Fundação e das Ombreiras . A limpeza deverá ser executada utilizando-se jato de água/ar. a rocha apropriada para fundação.A escavação deverá ser conduzida de tal forma que a superfície da rocha. • Escavação da Fundação . . de pequenos volumes. . Entende-se por rocha apropriada a que apresente boas condições de impermeabilidade. a montante e a jusante. crista da barragem crista do trecho vertedouro superfície da rocha juntas 15. para evitar fissuras no corpo da estrutura. • Tratamento da Fundação .

óleos. em pilhas de no máximo 10 sacos. Da central o concreto deverá ser transportado diretamente para o local de aplicação. . durante um período nunca superior a 90 dias. . de pedreira ou de cascalheira do leito do rio. quando houver necessidade de juntas de construção. para todas as fases do processo (seleção e aceitação dos materiais componentes.em f u n ç ã o d a r e a l i d a d e d o l o c a l e d a s necessidades da obra.• Concretagem das Estruturas Para efeito destas Diretrizes. visando protegê-lo contra deterioração. . .o cimento deverá ser armazenado na obra de modo adequado.o concreto deverá ser dosado na central de acordo com as especificações anteriormente referidas. devem ser observadas as instruções especificadas para tratamento das mesmas na ocasião da retomada da concretagem. a perda de água de amassamento ou a variação da trabalhabilidade da mistura. . o agregado miúdo (areia) deverá ser proveniente de bancos situados no próprio leito do rio. fabricação. os controles a serem obedecidos. ter partículas sólidas e duráveis. registra-se que: . em princípio. livres de impurezas orgânicas de qualquer natureza e de materiais pulverulentos. caso isso seja atrativo economicamente.a colocação deverá ser. A data de chegada de cada lote na obra deverá ser rigorosamente controlada. . contínua. Esse documento incluirá.a água destinada à preparação do concreto deverá ser limpa e não deverá conter sais. os agregados poderão ser adquiridos de empresas comerciais da região. por qualquer motivo. A título apenas de informação. A contaminação por materiais estranhos e misturas com modificação da granulometria deve ser evitada. .os agregados deverão ser estocados em pilhas com sistema de drenagem eficiente. álcalis e substâncias orgânicas. ácidos. em função da resistência a ser obtida. . lançamento e cura dos concretos).os agregados miúdos (areia) e graúdos (brita e/ou cascalho) deverão ser de boa qualidade. . considera-se que o concreto será produzido na central do canteiro de obras.o lançamento do concreto só deverá ser realizado sobre superfícies previamente preparadas e liberadas. procurando-se evitar a segregação dos agregados.o agregado graúdo (brita) deverá ser proveniente.a resistência do concreto deverá ser especificada em função do dimensionamento estrutural. preferencialmente. em galpões fechados e convenientemente ventilados. . Essa central deverá ter capacidade compatível com o volume de concreto previsto e o prazo para execução. transporte. O procedimento industrial de fabricação do concreto deverá atender a uma Especificação Técnica (ET) preparada por especialistas no assunto (engenheiro estrutural e tecnologista de concreto).

essa superfície. será caracterizada uma junta de concretagem.os lançamentos serão sucessivos..para unir concreto fresco com outro já endurecido.0 m de largura. . essas juntas de dilatação deverão ser vedadas. . colocada na mesma concretagem. até perfazer 1.a superfície concretada não poderá ser exposta à ação de água de cura antes que tenha endurecido o suficiente.cada bloco da barragem será concretado. . a superfície da parte já endurecida deverá ser raspada para retirar a argamassa superficial. . este deverá penetrar na parte superior da camada subjacente.5 m de altura. .as juntas verticais entre os blocos serão do tipo “junta seca” e deverão ser construídas de modo a permitir absoluta liberdade entre os blocos. para que não seja danificada pelo umedecimento. . A localização das juntas de concretagem deverá ser planejada antecipadamente e a concretagem será contínua de junta a junta. .todo concreto deverá ser lançado de uma altura inferior a 2. bem como todos os materiais soltos ou estranhos. deverá ser molhada e conservada assim até a concretagem. em princípio. por faixas de 2. lavada e limpa com escovas de aço. e em camadas de 40 cm de espessura. para minimizar as perdas de água.quando a concretagem for suspensa por período de tempo superior àquele em que se iniciou a pega. a fim de evitarem-se juntas horizontais.no caso do emprego de vibrador de imersão. as superfícies deverão ser deixadas rugosas a fim de se obter sempre uma boa ligação com a camada seguinte. paralelas ao eixo. retirando-se toda a nata de cimento. . o material solto e eventuais corpos estranhos. . cada camada deverá ser concretada e compactada antes que a camada anterior tenha iniciado a pega.as camadas que forem concluídas num dia de trabalho ou que tiverem sido concretadas pouco antes de se interromperem temporariamente as operações.todo concreto deverá ser adensado por vibração. . serão limpas logo que a superfície tiver endurecido o suficiente. de acordo com o detalhe apresentado na figura a seguir.0 m para evitar a segregação de seus componentes.

a água para cura deverá ser potável.50 material de vedação pré-fabricado junta 0.as superfícies de concreto destinadas a ficarem aparentes e que não estiverem em contato com fôrmas durante a concretagem deverão ser alisadas enquanto o concreto ainda estiver fresco. 14 dias após.15 nota: dimensões em metro Figura 3 . pelo menos.fluxo junta de concreto 0.a superfície do concreto será protegida adequadamente da ação direta do sol e da chuva. . e deverá ser mantida úmida desde o lançamento até.a desforma só poderá ser iniciada depois de 14 dias. . . de águas em movimento e de agentes mecânicos.

Fixar a velocidade máxima admissível no canal ( Vmax ). . as quais condicionam a definição do arranjo geral das obras e da vazão de projeto do vertedouro. . com base na Equação da Continuidade.0 m.por um canal lateral. dependendo do porte da obra. nos projetos de PCH podem ser definidos três tipos básicos de solução para o extravasamento do excesso de água afluente ao local do aproveitamento: .0 m. . A seqüência de cálculo a ser utilizada no dimensionamento é descrita a seguir: . também. como apresentado a seguir. inicialmente.Determinar a largura necessária do canal ( b ). para escoamento com o tirante de 1. ao longo de toda a extensão da crista ou parte dela. que garanta a estabilidade do canal. . com soleira vertedoura a jusante. a lâmina d’água máxima ( hmax ) no canal igual a 1. a partir.Fixar. a partir da vazão de projeto. com base nas características geotécnicas do material do terreno. . deve-se considerar as características geológico-geotécnicas do local onde o mesmo será implantado. .Definir a inclinação dos taludes ( m ). da velocidade máxima admissível e da lâmina d’água fixada. em cota elevada em relação ao leito natural do rio.VERTEDOURO Escolha do Tipo de Vertedouro De forma geral. .através da combinação dos tipos acima citados.por sobre o próprio corpo da barragem. com seção trapezoidal. das características geotécnicas do material do terreno.Fixar como cota do fundo do canal extravasor a elevação do NA máximo normal de operação do reservatório. A melhor solução dependerá das condições topográficas e geológico-geotécnicas de cada local. Vazão de Projeto do Vertedouro O vertedouro deverá ser dimensionado para descarregar a vazão de projeto ( Qmax ) determinada segundo a metodologia apresentada anteriormente no item “Estudos Hidrológicos” Dimensionamento do Vertedouro • Vertedouro em Canal Para o vertedouro em canal.

⇒ Dissipação de Energia a Jusante do Canal Confirmada a viabilidade da adoção de canal lateral para extravasar a vazão de projeto. comprovadamente a favor da segurança.Verificar o extravasamento por sobre a barragem. . deve-se cogitar soluções alternativas como as descritas a seguir. Nesse caso. deverão ser avaliados os tamanhos dos blocos do maciço. cujo detalhe é apresentado nas figuras 1 e 2 em “TOMADA D’ÁGUA”. cujo dimensionamento é apresentado a seguir. para um maciço com 5 fraturas por metro. Se nessa região for identificada a presença de maciço rochoso fraturado.Verificar a hipótese de usar uma largura menor. O embricamento dos mesmos significa resistência adicional à erosão de difícil avaliação. Para tanto. deve-se revestir o canal com material compatível com a velocidade máxima esperada. Caso a largura do canal seja excessiva. A altura da soleira pode ser calculada pela expressão a seguir. 1 m h máx. será suficiente verificar se o mesmo conseguirá dissipar a energia do escoamento. Caso a região seja composta por solo deverá ser projetada uma proteção com material rochoso. Por exemplo. ou se as condições geológico-geotécnicas não sejam favoráveis à execução do canal com tal largura.mh máx. Esses blocos serão estáveis ou não em função da velocidade do escoamento (ver Tabela 2).Verificar a viabilidade da execução do canal com a largura necessária calculada. os quais variam em função do fraturamento. . o que possibilitará diminuir a largura do canal. . . como a velocidade será maior.Verificar a possibilidade de aumentar o tirante d’água máximo fixado. admitir-se que os blocos têm aresta de 20 cm. NA normal do reservatório b Figura 1 2 Q max = V max A = V max (bhmax + mhmax ) b= 2 Qmax − V max mhmax Vmax hmax . NA máx. porém. deve-se avaliar os aspectos de dissipação de energia na região de restituição das águas ao leito do rio.

81 m2/s. Vmax = Qmax Qmax hsol b ou hc ⋅ b . g = aceleração da gravidade = 9. O tirante crítico sobre a soleira (hc ) . para materiais coesivos e granulares. O tirante (carga) de água sobre a soleira ( hsol ) deverá ser calculado a partir da expressão a seguir. A altura mínima da soleira é adotada igual a 0. em m. Os blocos de rocha para construção da soleira devem ser estáveis quando submetidos à velocidade máxima do escoamento ( Vmax ) por sobre a soleira. deve também ser calculado para comparação com hsol. 3/ Q max = Cbh sol 2 . onde hmax = tirante da água no canal. em (m3/s/m). pode ser obtido da Tabela 2 apresentada mais adiante. em função da velocidades do escoamento. através da expressão: q 2 hc = 3 g . O comprimento da soleira ( Lsol ) é adotado igual a 2.p = hmax − hsol . em (m/s). em (m). a partir da expressão anterior. em (m3/s). adotando o maior valor de velocidade. que deve ser estimada da seguinte forma.5 m. em (m).5 hsol (ver figura 2 em “BARRAGEM DE ENROCAMENTO”). O diâmetro dos blocos. que corresponde ao mínimo da energia específica. onde: Q max q= b = igual descarga específica . Para o dimensionamento da escada de dissipação de energia recomenda-se que o .7 Os demais parâmetros foram definidos anteriormente.7b ⎠ 2/3 . Desta forma. onde C = coeficiente de vazão = 1. pode-se determinar: hsol ⎛Q ⎞ = ⎜ max ⎟ ⎝ 1.

A escada deve ter a mesma largura do canal extravasor. O canal extravasor deve ser construído sempre com baixa declividade. p canal 1. soleira afogada canal extravasor A escada de pedra A barragem PLANTA Figura 2 NA res.5 1 1 1.comprimento de cada degrau seja no mínimo igual ao dobro da altura do mesmo. h sol.5 L Lsol. por exemplo. deve ser incluída uma soleira e uma escada dissipadora. A entrada do canal deve ser afastada da barragem de uma distância da ordem de 1. protegendo o talude da margem contra erosão. hc h pedra NA rio CORTE A-A . Essa proteção deve acompanhar a topografia do terreno natural. devendo se desenvolver desde o final do canal até a calha do rio.5 vezes a largura do canal. As condições de contorno de cada caso podem determinar variações no projeto. h máx. ter-se que dividir o canal em dois ou mais planos. Nesse caso. Os blocos de rocha podem ser substituídos por gabiões. como. ao final de cada plano. conforme mostrado na Figura 3.

7b ⎠ 2/3 . ⇒ Soleira de Enrocamento O roteiro de cálculo é o mesmo apresentado anteriormente. a partir da expressão anterior. pode-se determinar: hsol ⎛Q ⎞ = ⎜ max ⎟ ⎝ 2.0. é da ordem de 2. caso haja rocha disponível no local. A escolha entre um tipo e outro dependerá da comparação de custos entre ambas. com um trecho rebaixado para verter a descarga de projeto. h 1 8 BARRAGEM VERTEDOURA DE ENROCAMENTO Figura 4 . ⇒ Barragem Vertedoura de Concreto O roteiro de cálculo é o mesmo apresentado anteriormente. Secundariamente. em (m). em (m). Desta forma. 3/ Qmax = Cbhsol2 . 0b ⎠ 2/ 3 . hsol ⎛Q ⎞ = ⎜ max ⎟ ⎝ 1. à exceção do coeficiente de vazão que. em (m3/s).0. pode-se utilizar uma soleira (barragem) de enrocamento com talude de jusante bem suave (1 V:8 H). b = largura da crista da soleira. Os demais parâmetros foram definidos anteriormente.Figura 3 • Barragem Vertedoura O tipo de solução usada rotineiramente é uma barragem de concreto. em (m). neste caso. onde C = coeficiente de vazão = 2.

00 a 40.00 100.80 0.25 0.90 a 4.70 2.80 1.65 a 0.20 0.00 75.00 40.00 a 2.00 a 75.75 1.00 15.00 25.00 1.70 2.00 VELOCIDADE (m/s) 0.00 1.50 a 3.005 a 0.55 a 0.65 0.00 a 15.00 a 150.1 (V): m (H) 0 a 0.1(V): m(H) NATUREZA DOS TALUDES Rocha dura e concreto Rocha fissurada Argila dura Aluviões compactos Cascalho grosso Enrocamento Terra INCLINAÇÃO .50 3.50 2.40 a 2.30 a 0.15 a 0.80 a 1.50 .05 a 0.80 a 2.40 2.05 0.20 a 1.00 a 25.00 5.INCLINAÇÃO DOS TALUDES .40 1.00 a 10.55 0.00 Tabela 2 .00 a 200.50 a 3.00 a 1.Métodos Construtivos Os métodos construtivos são os mesmos já especificados anteriormente para barragens de concreto e de enrocamento.40 a 1.25 a 1.MATERIAIS GRANULARES (NÃO COESIVOS) MATERIAL Lodo Areia fina Areia média Areia grossa Pedrisco fino Pedrisco médio Pedrisco grosso Cascalho fino Cascalho médio Cascalho grosso Pedra fina Pedra média Pedra grossa Pedra grande (bloco) DIÂMETRO (mm) 0.30 0.ESTABILIDADE DE CANAIS I .20 a 0.20 1.25 0.50 a 5. Tabela 1 ESTABILIDADE DE CANAIS .70 1.00 a 100.90 3.70 a 3.00 1.00 a 300.00 10.50 0.00 200.00 150.

3 < IV < 0.10 2.95 1.00 1.35 Pouco Compactad o 0.10 2.MATERIAIS COESIVOS Grau de Compactação Muito Pouco Compactad o 1.80 Pouco Sinuoso 0.3 1.90 0.6 1.20 Tabela 4 FATORES CORRETIVOS DOS VALORES DA VELOCIDADE MÁXIMA ADMISSÍVEL PARA CANAIS COM CURVA Grau Sinuosidade de Retilíneo 0.0 0.30 0.90 Mod.6 < IV < 1.00 1.65 ÍNDICE DE VAZIOS (IV) Argila arenosa(% de areia < 50%) Solos argilosos 0.20 3.2 0.90 0.95 Muito Sinuoso 1.80 1.00 m Tirante médio (m) Fator corretivo 0.00 1.45 0.2 < IV < 0.50 1.50 1.80 Compactad o Muito Compactad o 0.II .00 1.2 < IV < 2.50 0.30 1.20 Tabela 3 FATORES CORRETIVOS DOS VALORES DA VELOCIDADE MÁXIMA ADMISSÍVEL PARA CANAIS COM LÂMINA D’ÁGUA DIFERENTE DE 1.75 0. Sinuoso 0.80 0.00 Fator corretivo .

Além disso. são maiores. se depositam na parte convexa. na maior parte. obstruindo a frente da tomada d'água.Locais inconvenientes. no caso da tomada d’água de superfície. à estrutura de tomada d’água. A prática em projetos dessa natureza revela que têm sido adotados arranjos contendo. D .um canal de aproximação/adução do escoamento. pois os sedimentos transportados pelo escoamento. em geral. Nos trechos em curva. junto à margem do reservatório. os seguintes elementos: . os sedimentos transportados por arraste não serão captados. esquematicamente. sempre que possível.TOMADA D’ÁGUA Escolha do Tipo de Tomada d’Água Nestas Diretrizes são consideradas as tomadas d’água de superfície e submersa. A figura a seguir mostra. . Figura 1 Os arranjos típicos para disposição das estruturas componentes da tomada d’água serão variados.Áreas sujeitas à deposição de materiais transportados pela corrente. ESTRUTURA DE CAPTAÇÃO LOCALIZAÇÃO C A B D A C D D B fluxo A . B . a tomada d’água deve ser posicionada do lado côncavo. como na parte côncava as profundidades. em função dos aspectos topográficos e geológico-geotécnicos de cada local. geralmente.Locais recomendáveis. pois durante a época de águas altas a região recebe o impacto de materiais. em superfície livre. C . pois o material transportado pela corrente deposita-se na parte convexa. os locais recomendáveis para implantação da estrutura de captação. ao longo de trechos retos.Locais inconvenientes. que podem afetar as estruturas da tomada d'água. Arranjos Típicos A estrutura de tomada d’água deve ser localizada.

.nos arranjos nos quais a casa de força situa-se afastada da tomada d’água.se no local do aproveitamento os estudos sedimentológicos realizados revelarem que o rio transporta sedimentos. correspondente ao limite . A prática em projetos desses dispositivos tem revelado que os desarenadores asseguram a decantação apenas do material com diâmetro maior que 0. De acordo com o Sistema Unificado de Classificação de Solos. As figuras apresentadas mais adiante ilustram os tipos de arranjos mais usados para as estruturas de captação. no canal de adução.0 m/s).5 mm.1 e 5.velocidade máxima na grade da ordem de 1. com granulometria compreendida entre 0.0 mm. uma câmara destinada à decantação do material em suspensão e/ou um desarenador. deverá ser previsto no canal de adução. apenas para se ter uma idéia do porte deste elemento da estrutura. . é uma câmara posicionada a montante da estrutura da tomada d’água (ver figuras mais adiante). . apesar de estar-se tratando de PCH. da ordem de 2 m. destinada à decantação da totalidade ou parte do material sólido grosso. da ordem de 20 m2. transportado pelo escoamento. tem-se uma estrutura de porte significativo (10 m de largura x 10 m de altura). ter-se-á uma área útil de escoamento. como mostrado nas figuras mais adiante. .0 m/s. incluindo a grade para proteção contra corpos flutuantes e as comportas para controle do escoamento. por onde o escoamento é conduzido à(s) turbina(s).0 mm e os pedregulhos têm granulometria maior que 5. a adução é feita desde a captação até as turbinas em conduto(s) forçado(s). tem-se uma estrutura com uma largura estimada de 10 m. A título de exercício. com base numa vazão de 20 m3/s (máxima de projeto do Manual anterior) e considerando-se a velocidade máxima anteriormente definida (1.a estrutura de tomada d’água propriamente dita. Portanto.1 mm e 10 mm. a jusante da estrutura posiciona-se geralmente o canal de adução em superfície livre. considerando-se uma altura de barragem de 10 m. a jusante da câmara de carga situa(m)-se o(s) conduto(s) forçado(s). ou tubulação de adução de baixa pressão. Dimensionamento • Desarenador O desarenador.vazão máxima de projeto. as areias têm granulometria compreendida entre 0.nos arranjos nos quais a casa de força situa-se ao pé da barragem. na tomada d’água. Parâmetros de Projeto da Tomada d’Água A estrutura de tomada d’água será dimensionada considerando-se: . como citado anteriormente. a montante da estrutura de tomada d’água. Considerando-se um tirante de água. como mostrado mais adiante.. até a estrutura da câmara de carga.

A limpeza total do desarenador deverá ser feita manualmente.0 5. grades com barras chatas ou redondas. com o objetivo de possibilitar a limpeza do material sedimentado.0 9.6<Q<10.1 1. normalmente prevêse um orifício lateral.5 8.0 16.inferior da faixa granulométrica da areia média.5 18.5 13.0 17.5 7. A limpeza da grade pode ser feita manualmente. devem ser observados os seguintes aspectos: . visa impedir a entrada de corpos flutuantes que possam danificar os equipamentos. de 75o a 80o. ou mecanicamente através de máquina limpa-grade. A prática tem demonstrado que a abertura brusca dessa comporta possibilita o expurgo apenas do material do desarenador depositado junto à comporta. no paramento de montante da tomada d’água.5 0.0 • Grade A grade.0 11.5 5. com uma comporta de fundo.5 15.0 7.7<Q<3. figura 1 do ítem CANAL DE ADUÇÃO e figuras 1 e 2 do ítem TUBULAÇÃO DE ADUÇÃO EM BAIXA PRESSÃO. como padrão. Para se obter a melhor eficiência do desarenador. Quando o paramento de montante é inclinado.9 1. pode-se adotar.0 3.0 DIMENSÕES (m) MÍNIMAS RECOM.0 8. a montante da tomada d’água.5 4.1<Q<6. com o auxílio de “ancinho”. a grade obedece à mesma inclinação. argila/silte). as quais são ilustradas nas figura 6.0 BC 2.5 6.0 12.0 0.5 11.0 3. sendo transportados para jusante.1<Q<13. Na região mais baixa do desarenador.0 8.1<Q<0. espaçadas de 8 a 12 cm.0 9.6 1. Para as PCH.0 4. Na tabela a seguir apresentam-se as dimensões mínimas e recomendadas para os desarenadores.7 LC 4.0 6. formando uma cunha com ângulo igual ao ângulo de repouso do material submerso. Tabela 1 DIMENSÕES DO DESARENADOR VAZÃO (m3/s) 0.0 3. durante o período de manutenção programada. • Tomada d’Água No projeto da tomada d’água propriamente dita.0 6.1<Q<20. HC (m) LC 5.0 7.5 1. não decantam. Os materiais em suspensão. a velocidade do escoamento de aproximação à tomada d’água deve ser inferior a 1.0 4.6<Q<17.0 3.5 7.0 21.6 0.0 m/s.8<Q<1.0 6.0 5.3 1. com diâmetros inferiores (areia fina.7 0.0 10. normalmente.7 0.0 BC 3.

0 m abaixo da cota da soleira. L. Métodos Construtivos Os métodos construtivos são os mesmos já especificados anteriormente para barragens de concreto. Como critério. largura x altura. no caso de tomada submersa.a cota da laje de fundo do canal de aproximação deve estar 1. deve-se adotar uma submergência mínima igual a 1. respectivamente. utilizando-se a equação da continuidade. As figuras 5 a 7. Se possível. como descrito anteriormente. serão definidas.a definição do eixo da estrutura depende dos mesmos aspectos que condicionam a definição do arranjo geral. em função da vazão a ser aduzida. V = velocidade do escoamento (m/s) na região da comporta. April.26 a seguir ilustram os parâmetros acima descritos.5 . o eixo deve fazer um ângulo de 50o a 70o com o eixo da barragem.7245 ou 0. WP&DC. a submergência da aresta superior da boca de entrada da tomada d’água deve ser verificada utilizando-se a fórmula de Gordon J.5434 (para unidades métricas).1. (“Vortices at Intakes”. consequentemente. para escoamento de aproximação assimétrico e simétrico. d = altura do conduto de adução (m). com uma distribuição satisfatória de pressões.para evitar a formação de vórtices junto a estrutura. visando-se acomodar o escoamento de forma estável e sem descolamento (separação) do fluxo da estrutura de concreto e. onde C = 0. 1970): S = CVd 0. em cada caso. . em relação ao NA mínimo operativo.. . As dimensões da passagem hidráulica.0 m. A geometria da aresta superior da tomada d’água deve ter forma hidráulica que obedeça a equação definida na Figura 2 a seguir. .

4 RANHURA 2 TIPOS 3 4 RANHURAS DA COMPORTA 2.C 0.2 TIPO 2 1.0.2 0.5 PROFUNDIDADE .3.2 0.4 TIPO 3 COEFICIENTE DE QUEDA DE PRESSÃO . onde: Hd = queda de pressão do reservatório.4 1.5 2.0 1.5 NARIZ ES D O S PIL X2 D2 1.4 0. ft.4 0.0 1.0 1. C = coeficiente de queda de pressão ENTRADA DA TOMADA D’ÁGUA COM TETO CURVO COEFICIENTES DE QUEDA DE PRESSÃO EFEITOS DA INCLINAÇÃO DO PARAMENTO DE MONTANTE .6 0.5 D 0 -1.D PROX .) ARES (A 2.0 Figura 2 V2 2g Hd = C .6 0.0 ⎛ 2D ⎞ ⎟ ⎜ ⎜ 3 ⎟ ⎠ ⎝ 2 PT + Y2 =1 0.5 0 L/D 0.6 1 3.0 TIPOS 2.8 L/D 1.0 -0.2 1.0 TIPO 3 4 2 L PC X Y 1.8 TIPO 1 TIPO 4 1.0 0.5 1.5 -1.

= carga cinética na seção retangular da comporta V2 2g ARRANJO TÍPICO DE TOMADA D’ÁGUA ESTRUTURA DE CAPTAÇÃO COM TOMADA D'ÁGUA B tomada d'água propriamente dita grade Z canal de adução Q A comporta de controle E 8 a 10% LC comporta de limpeza Z pranchões de madeira para emergência e manutenção B BC W 8 a 10% X comporta de limpeza (1.00 E LC 1.00 x 0.60 1.00 SEÇÃO A-A .60) camada de retenção de material sólido pré-desarenador A barragem PLANTA rio comporta de controle grade pranchões borda livre f comporta de limpeza barragem Z Q a E 8 a 10% Z Q 0.

30 NA na barragem NOTAS: 1) a = 75oa 80o . 3) Desarenador .8 M H Oc O piso da soleira da grade B Bc SEÇÃO B-B FIGURA 3 ARRANJO TÍPICO DE TOMADA D`ÁGUA tomada d'água propriamente dita Lg grade pranchões para emergência e manutenção comportas de controle Eta B canal de adução T A Bc A Lta BC câmara de retenção de material sólido (pré-desarenador) B Eh B rio barragem comporta de limpeza PLANTA .8 4) Para dimensionamento .L borda livre f >= 0.1.30m (borda livre).1.ver tabela 7.ver tabela 7. 2) f >= 0.ver tabela 7.8 5) Câmara de retenção .1.

ver tabela 7.1. Uv Ev CORTE A-A CORTE B-B NOTAS: 1) a = 75oa 80o . 2) f>= 0. HC 8 a 10% Ev Uv B Bc Eh Uh VISTA FRONTAL Figura 4 ARRANJO TÍPICO DE TOMADA D’ÁGUA .1. NA Hg a HC grade LC O Oc NAmin. f Lta NA Oc O NA min.40m (borda livre) 3) Pré-desarenador .Eta Eta NA máx.8 NA máx. NA NA min. NA máx.8 4) Dimensionamentos .ver tabela 7.

1.30 NA máx.8 T T borda livre f>=0.06 e (L-0.1. M H OC cota da soleira da grade O E B BC CORTE II-II Figura 5 . borda livre f>=0.25 x 0.8 4) Para dimensionamentos .30 NA tubulação forçada cota da soleira da grade H NA min.00m.00 LC II PLANTA NA máx. 3) Desarenador .40) de comprimento grade T comporta de controle I L 8 a 10% T I 2.00 LC E 4.II canal de aproximação desarenador pranchões de 0. S a 8 a 10% 10 fundo do canal de aproximação 2. o 2) a = 75o a 80 .ver tabela 7.00 ranhura para colocação de pranchões durante a manutenção CORTE I-I L NOTAS: 1) S = 1.00 a 5.ver tabela 7.

1. M O Oc H cota do piso da soleira da tomada HC E B B Bc Bc CORTE B-B Figura 6 .00m.ver tabela 7.8 2) Dimensionamentos . NA NA min.40 ranhura para os pranchões de manutenção NA máx.8 3) S = 1. NOTAS: 1) Desarenador .00 8 a 10% E grade a E LC CORTE A-A borda livre NA máx.1.ver tabela 7.ARRANJO TÍPICO DE TOMADA D’ÁGUA B pranchões de madeira para emergência e manutenção 1 tubulação forçada 2 tubulações forçadas A canal de aproximação 3.00 desarenador LC 8 a 10% A comporta de grade limpeza comportas de controle alternativa saída do escoamento de limpeza B PLANTA borda livre f>=0. S tubulação forçada H fundo do canal de aproximação 1.

. . em solo.Subtraindo-se hmax da elevação do NA mínimo do reservatório determina-se a cota do fundo do canal.2-c e repetida a seguir. das características geotécnicas do material do terreno.1. . com base nas características geotécnicas do material do terreno.Fixar a velocidade máxima admissível no canal ( Vmax ). . da velocidade máxima admissível e da lâmina d’água fixada. deve-se cogitar de solução alternativa como as descritas a seguir. com ou sem revestimento.Fixar. A seqüência de cálculo a ser utilizada no dimensionamento preliminar das dimensões do canal é a mesma apresentada anteriormente na Seção 7. inicialmente. para escoamento com o tirante de 1. como apresentado a seguir. essa velocidade deve ser compatível com a velocidade do escoamento a jusante da tomada d’água. tendo em vista os equipamentos de escavação normalmente utilizados pelos empreiteiros. em rocha. .Definir a inclinação dos taludes ( m ). Poderão ser adotados canais trapezoidais. que garanta a estabilidade do canal. com base na Equação da Continuidade.Verificar a viabilidade da execução do canal com a largura necessária calculada.0 m. . a partir. ou se as condições geológico-geotécnicas não forem favoráveis à execução do canal com tal largura.CANAL DE ADUÇÃO Seção Típica A escolha da seção típica mais adequada para o canal vai depender das condições topográficas e geológico-geotécnicas da ombreira em cada local onde o canal será implantado. Dimensionamento O dimensionamento do canal deverá ser realizado em sintonia com os parâmetros fixados anteriormente para o projeto da tomada d’água.Estimar a largura necessária do canal ( b ). a lâmina d’água máxima ( hmax ) no canal igual a 1. a partir da vazão de projeto. 2 Q max = V max A = V max (bhmax + mhmax ) b= 2 Qmax − V max mhmax Vmax hmax Registra-se que para canais retangulares m = 0 .0 m. ou retangulares. . também. Caso a largura do canal seja excessiva.

A tabela 1 apresenta alguns valores característicos.011 0. como a velocidade será maior.015 0. A declividade do canal deve ser mínima e constante. .4 m a cada 1. Nesse caso. Tabela 1 COEFICIENTES DE RUGOSIDADE Natureza das Paredes Cimento liso Argamassa de cimento Pedras e tijolos rejuntados Tijolos rugosos Alvenaria ordinária Canais com pedregulhos finos Canais com pedras e vegetação Canais em mau estado de conservação n 0.000 m de canal (declividade = 0. deve-se revestir o canal com material compatível com a velocidade máxima esperada. Q= AS 1 / 2 R 2 / 3 (m3/s).Verificar a hipótese de usar uma largura menor.. O valor da rugosidade varia em função do material do revestimento. R = raio hidráulico (m).013 0. n = coeficiente de rugosidade do canal.0004). como descrito a seguir. Recomenda-se adotar um caimento de 0.020 0.010 0.017 0. onde n S = declividade do canal.030 0.035 . NA 1 m h m 1 b Figura 1 A capacidade de vazão do canal deverá ser verificada utilizando-se a fórmula de Manning.Verificar a possibilidade de aumentar o tirante d’água máximo fixado o que possibilitará diminuir a largura do canal.

. Visando a otimização do balanceamento de materiais da obra. de acordo com a experiência em obras dessa natureza.Aspectos Construtivos A escavação do canal deverá ser realizada de acordo com os procedimentos usuais para obras dessa natureza. deverá ser elaborada uma Especificação Técnica para a execução do revestimento. a superfície escavada deverá ser compactada. Para os canais revestidos. deve-se considerar que o material proveniente da escavação do canal deverá ser utilizado na construção das obras de terra do aproveitamento. A compactação deverá ser realizada com a utilização de equipamento apropriado. principalmente se o volume for expressivo. recomenda-se um mínimo de 6 passadas de rolo compactador. Para os canais sem revestimento. em solos argilosos impermeáveis. Em princípio.

204 Tabela 1 . comprimento do conduto (m).TUBULAÇÃO DE ADUÇÃO EM BAIXA PRESSÃO Caso a alternativa de construção de um canal de adução em superfície livre não seja viável. O dimensionamento é feito utilizando-se a fórmula de Scobey.34 Concreto armado 0.VALORES DE k a TUBULAÇÃO ka Aço novo. coeficiente que varia com o tipo de tubulação (ver quadro a seguir). diâmetro interno do conduto (cm). Dimensionamento do Diâmetro O diâmetro mínimo da tubulação de adução em baixa pressão pode ser adotado como o que produz uma perda de carga por atrito igual a 1% da queda bruta. 2732 A πD D2 Substituindo-se os valores de J e V na fórmula de Scobey tem-se: D = 341. como descrito a seguir.32 sem costura Cimento-amianto 0.278Q 0. onde: J= Hb Hb 100 Lcf perda de carga unitária (m/km). 388 ⎛ L ⎞ ⎜ ka ⎟ ⎝ Hb ⎠ 0 .9 Di1. com juntas soldadas ou 0. deve-se utilizar uma tubulação em baixa pressão como meio de ligação entre a tomada d’água e a entrada do conduto forçado.1 .38 . queda bruta (m). J = 410 K a V 1. Lcf Ka V Di velocidade do escoamento (m/s). A velocidade do escoamento será calculada utilizando-se a Equação da Continuidade: V = 4Q Q Q = 2 = 1.

0 mm. onde: e = espessura da parede (mm).Costura com solda por resist.Costura com solda por fusão elétrica . Tabela 2 . Pi = pressão hidrostática máxima interna (kgf/cm2).00 .sem radiografia e alívio de tensões . elétrica (*) kf 1.80 0. essa fórmula passa a ser: e= Pi D + es 2σ f k f . σ f = tensão admissível de resistência à tração do material (kgf/cm2).0 0. cujos valores são apresentados no quadro a seguir.Espessura da Tubulação de Adução • Sob Pressão Interna A fórmula genérica para a determinação da espessura da tubulação metálica é a seguinte: e= Pi D 2σ f . onde: e s = sobre-espessura p/ corrosão = 1.com radiografia ou com alívio de tensões .80 1. Para o caso específico de tubulações em aço.com radiografia e alívio de tensões Padronizada de fabricação normal . D = diâmetro interno (mm).00 0.90 1.VALORES DE k f TUBULAÇÃO Sem costura Com costura . k f = eficiência das soldas.

(*) Relativa ao aço ABNT EB 255 CG 30 (ASTM-A283. segundo o Bureau of Reclamation. com as seguintes características: σ e = tensão de escoamento 2. tendo em vista que qualquer defeito de laminação ou efeitos de corrosão afetam o valor da espessura percentualmente.870 a 4. Esse reflexo é maior nas chapas mais finas e é mais difícil a elaboração de uma boa solda nessas chapas.220 ≅ 1. por exemplo.400 kgf/cm2. ν = fator de contração transversal. ou total (vácuo). e = espessura da chapa do conduto.570 kgf/cm2. σ r = tensão de ruptura 3. Grau C). 3 E = módulo de elasticidade do aço (kgf/cm2). é determinada pela fórmula a seguir. Além disso.110 kgf/cm2. 2E ⎛ e ⎞ Pc = ⎜ ⎟ 1 − ν 2 ⎝ D ⎠ . .35 mm (1/4”) 400 • Sob Pressão Externa Em certos casos. ou de colapso (kgf/cm2). D = diâmetro interno do conduto. do nível do gradiente dinâmico que ultrapasse a cota inferior do piso da tubulação. A pressão externa correspondente. o conduto pode ser submetido a pressão externa uniforme sobre todo o seu perímetro. de colapso.33 σ r med = 0. Recomenda-se. por segurança. poderá causar uma deformação (afundamento) na chapa e o colapso da parede da tubulação. pode ser calculada pela fórmula a seguir. quando é esvaziado sem os cuidados necessários ou quando não funciona a aeração. ( Pc ). A tensão admissível de resistência à tração para essa classe de aço será: 0. e min = D + 500 ≥ 6. Essa espessura.33 x 4. de montagem e de transporte. onde: Pc = pressão externa. a adoção da espessura mínima é recomendada por motivos construtivos. A ocorrência de uma depressão parcial. adotar para a tubulação de baixa pressão a espessura mínima de parede dos condutos forçados.

. com as dimensões relacionadas a seguir. o reforço da tubulação com anéis.47 Q Pc . a instalação de ventosas. a mesma poderá ser embutida no concreto do paramento de jusante da tomada d’água. 3 . em concreto (ver figura). com Q em cm3/s. etc. a rigidez da chapa é suficiente para sustentar o vácuo interno. manter o equilíbrio das pressões externa e interna e evitar o colapso da tubulação. A adoção desse tubo de aeração é mais econômica que as outras soluções. o diâmetro da tubulação de aeração será dado pela fórmula: d = 8. Tubo de Aeração A jusante da comporta da tomada d’água. o aumento da espessura de toda a tubulação. Considerando-se as características do aço.49 kgf/cm2. por exemplo.com “e” e “D” nas mesmas dimensões. .6% do diâmetro interno do conduto.94 Q Caso seja adotada uma tubulação de aeração. ao invés de um poço.Para pressão de colapso Pc ≥ 0.Para pressão de colapso Pc ≤ 0. Blocos de Apoio (Selas) • Tubulação de Aço As tubulações de aço devem ser apoiadas sobre blocos. há a necessidade de instalação de um tubo (poço) de aeração visando. como.500⎜ ⎟ ⎝ D⎠ . tem-se: ⎛ e⎞ Pc = 882. com a entrada de ar. ou selas. o diâmetro da tubulação de aeração (cm) será dado pela fórmula: d = 7. Se a espessura da chapa é maior que 0.49 kgf/cm2.

5 kgf/cm2.2 D = altura normal da sela (m). 0 D 5 7 .25D 0. 0. Essas dimensões são válidas para qualquer tipo de terreno com taxa admissível de compressão maior que 1.2 0.7 D = comprimento da sela (m).5D papelão grafitado A C I PERFIL 120 B CORTE I-I Figura 1 L ≤ 6 D ≤ 5m = espaçamento máximo entre selas.6 D = largura normal da sela (m). 0 a i e r m e b D 5 2 . 0 D 5 .I L D 0. normalmente encontrada nos solos tipo: areia grossa compacta e argila dura dificilmente amoldável com a pressão dos dedos.6D 1.75D 0.5D D 5D 25 . • Tubulação de Concreto ou Cimento-Amianto As tubulações de concreto poderão ser assentadas diretamente sobre o terreno. 1 Figura 2 . C = 1. como mostrado na figura a seguir. convenientemente fixados a uma base de concreto. D0 D 5 . B = 1. A = 1.25D D 0. 0 d a c o s D 6 .25D 0. Alternativamente podem ser usados “anéis estruturais de aço”.5D areia bem socada 0.

rotineiramente. Deve-se prever. Para alturas de queda até 10 m. devem ser observados os seguintes aspectos: . sempre que possível. deve-se evitar. .promover a transição entre o escoamento a superfície livre. para quedas elevadas.visando-se manter o escoamento tranqüilo. como estimativa preliminar.as “zonas mortas” e zonas de turbulência devem ser evitadas e/ou minimizadas.CÂMARA DE CARGA A câmara de carga é a estrutura. Esse período de tempo é o considerado necessário para que a inércia da massa d’água no interior do canal entre em regime de escoamento normal. mudanças bruscas de direção na transição canal de adução/câmara de carga e câmara de carga/tomada d’água. até que se estabeleça. na câmara de carga. Para alturas compreendidas entre 10 e 25 m. uma descarga de fundo por onde o material depositado deverá ser expurgado. por exemplo.fornecer água ao conduto forçado quando ocorre uma abertura brusca desse mesmo dispositivo. Para alturas de queda maiores que 25 m. . evidentemente. durante 60 segundos. posicionada entre o canal de adução e a tomada d’água propriamente dita. Como a operação desse dispositivo não promove uma limpeza total. o regime permanente de escoamento. haverá a necessidade de prever-se.aliviar o golpe de aríete que se processa no conduto forçado quando ocorre o fechamento brusco do dispositivo de controle de vazões turbinadas. destinada a: . em conjunto. as características da turbina definidas pelo fabricante. um sangradouro lateral visando-se evitar que as variações bruscas da descarga no conduto forçado produzam flutuações no nível d’água que se propaguem para montante. Os aspectos relacionados ao desarenador foram apresentados anteriormente no item TOMADA D’ÁGUA. um alargamento na transição entre o canal de adução e a tomada d’água propriamente dita. deverá ser elaborado por engenheiros hidráulicos e mecânicos. Destaca-se que o dimensionamento final da câmara de carga. no canal de adução. pelo canal de adução. Dessa forma. e . seu volume deve ser adequadamente dimensionado. deverá ter um volume de água suficiente para atender ao funcionamento pleno de uma turbina. com vazão de projeto. durante a(s) parada(s) programada(s) para . ou por outro processo mecânico. Nessa estrutura prevê-se. recomenda-se que os sedimentos que não forem atraídos pela descarga de fundo deverão ser removidos manualmente. levando em consideração. no canal de adução. a câmara de carga. como mostrado na Figura 1. a câmara de carga não precisa ter volume significativo. No projeto da câmara de carga. e o escoamento sob pressão no conduto forçado. como tem demonstrado a prática. maiores que 25 m. aproximadamente.

4 0 flu tu a ç ã o d e n íve l e sp e ra d a h > = 0 . dq c LTa B vl C O R T E A -A P LA N TA cf cf Figura 7.manutenção(s) da(s) turbina(s) ou do(s) conduto(s).1. Bvl e Eca deverão ser adotados em função da flutuação de nível esperada = Δh.6 0 h N A n o rm a l A lm L LTa Bvl E A f dq d f.27 LTa dq Vl df c cf Eca Lvl Bvl Largura máxima da câmara alargada Descarga pelo vertedouro lateral Vertedouro lateral Descarga de fundo Comportas Tubulação forçada Extensão da câmara alargada Comprimento da crista do vertedouro lateral de soleira fixa Largura do vertedouro lateral de soleira fixa NOTA: Os valores de Lvl.1.8 1.6 2 Eca 30 21 15 0.2 1.12 FLUTUAÇÃO DE NÍVEL Δh (m) DIMENSÕES EM METRO Lvl 20 14 10 Bvl 1.6 0. conforme tabela abaixo: Tabela 7.0 . canal de adução Q v e rte d o u ro la te ra l E ca c â m a ra a la rg a d a Vl dq Lvl b o rd a liv re f> = 0 .

Para t h > 6. velocidade do escoamento no conduto forçado (m/s). normalmente posicionado no final da tubulação de adução de baixa pressão e a montante do conduto forçado. e . que se propagam pelo conduto forçado. Quando necessário. até que se estabeleça o regime contínuo. Para t h < 3. th = th v cf g v cf Lcf gH b . onde tempo de aceleração do escoamento no conduto forçado (s). . é obrigatória a instalação da chaminé. não há necessidade de instalação da chaminé.CHAMINÉ DE EQUILÍBRIO A chaminé de equilíbrio é um reservatório de eixo vertical. Assim.armazenar água para fornecer ao conduto forçado o fluxo inicial provocado pela nova abertura da turbina. onde comprimento do conduto forçado (m). Verificação da Necessidade de Instalação da Chaminé de Equilíbrio A indicação inicial para que não haja necessidade da instalação de uma chaminé de equilíbrio é obtida a partir da relação a seguir.0 s. A verificação dessa necessidade deverá ser feita pelo critério da constante de aceleração do escoamento no conduto forçado. para reduzir o comprimento do conduto forçado e diminuir os efeitos do golpe de aríete. decorrente do fechamento rápido da turbina.amortecer as variações de pressão.81 m/s2. com as seguintes finalidades: . Lcf Hb Lcf Hb ≤5 .0 s. aceleração da gravidade = 9. queda bruta (m). golpe de aríete. a chaminé de equilíbrio deve ser instalada o mais próximo possível da casa de força. se Lcf > 5Hb . Entre 3 e 6 é desejável mas não obrigatória. tem-se uma indicação inicial de que a instalação de uma chaminé de equilíbrio poderá ser necessária. como apresentado a seguir.

81 m/s2. entre a tomada d’água e a chaminé (m). queda mínima (m). igualmente. • Desprezando-se as perdas no sistema adutor Pode-se calcular a elevação ( Ye ) do nível d’água estático máximo e a depleção ( Yd ) do nível d’água estático mínimo pela fórmula. como apresentado a seguir. da seguinte forma. essa estrutura deve ter uma seção transversal com área interna mínima. onde área interna mínima da seção transversal da chaminé de equilíbrio (m2). Ac = Ac v Lta Ata v2 x 2 g ( H min − hta )hta . essa solução deve ser analisada criteriosamente. ou na caixa espiral da turbina. calculada pela fórmula de Thoma. comprimento da tubulação adutora (m). conforme item Golpe de Aríete. em caso de fechamento rápido do distribuidor. pode evitar a necessidade da chaminé. A instalação de uma válvula de alívio na entrada.Destaca-se que a constante de aceleração do escoamento no conduto forçado guarda uma relação com a constante de aceleração do grupo turbina-gerador. perda de carga no sistema adutor. considerando a segurança que deve haver na abertura da mesma. No entanto. área interna da seção transversal da tubulação adutora (m2). aceleração da gravidade = 9. g Lta Ata H min hta A altura da chaminé de equilíbrio ( H c ) é determinada em função da oscilação do nível d’água no seu interior. e da sobrevelocidade máxima admissível em caso de rejeição de carga (ver ítens “TURBINAS HIDRÁULICAS” e “GERADORES”). Ye = Yd = • Ata Lta gAc Considerando-se as perdas no sistema adutor . que deve satisfazer. Dimensionamento de uma Chaminé de Equilíbrio do Tipo Simples e de Seção Constante Para garantir a estabilidade das oscilações do nível d’água no interior da chaminé de equilíbrio. os critérios de sobrepressão máxima admissível. velocidade do escoamento na tubulação adutora (m/s).

ou da tabela 2. procede-se de maneira análoga. em folhas a seguir. com a ' perda de carga por atrito na tubulação ( ha ) calculada para paredes ásperas: k a = 0. Para a primeira verificação. onde: ze = 1 − 2 1 k + k2 3 9 k= hta hta Ye = perda de carga relativa. entre a tomada d’água e a chaminé (m). entre a tomada d’água e a chaminé (m). procede-se como descrito a seguir: Calcula-se YD = z d Yd O valor do coeficiente z d é obtido do gráfico 2. entrando-se com o parâmetro: k' = ' hta ' ' hta hta = Yd Ye . entrando-se com o parâmetro k ' . ' ' Calcula-se YD = z d Yd ' O valor do coeficiente z d é obtido da figura 2.M. Calame e Gaden. Para a segunda verificação. perda de carga no sistema adutor. com a perda de carga por atrito na tubulação ( ha ) calculada para paredes lisas: k a = 0. A altura da chaminé de equilíbrio ( H c ) será determinada então por meio da seguinte expressão: . onde: perda de carga no sistema adutor.YE = z e Ye . em folhas a seguir. baseados nos gráficos de M.Cálculo de YD Para o cálculo da depleção YD . decorrente do fechamento total (100%) da turbina.32 (Scobey) ou k a = 100 (Strickler). dos autores referidos. 2) Depleção decorrente da abertura parcial de 50% a 100% da turbina. ou da tabela 3. é necessário verificar qual dos dois casos é o mais desfavorável entre as seguintes situações: 1) Depleção consecutiva à elevação máxima. .40 (Scobey) ou k a = 80 (Strickler).

YE YR = 0 YD ' HC y = 1 . depleção máxima do NA do reservatório. por segurança. onde yE e yD YR ≅ 1.0 0 D D LC H L1 NA B) Central com pequena regularização diária (depleção Yr) .0 0 E N A m áx.acréscimo na altura da elevação e da depleção.' H c = YE + y E + ( YD ou YD ) + y D + YR . CHAMINÉ DE EQUILÍBRIO A) Central a fio d’água Dc y = 1 .0 m .

DC yE = 1 . n o rm a l Y N A m in .0 0 D v D Figura 1 . 0 0 YE N A m á x . R H C YD o u YD' y = 1 .

1 0.CURVA Zd = f(k’) Zd 1.00 0.75 0.4 0.25 0.8 0.2 0.9 1.0 k’ Figura 2 Tabela 2 DEPLEÇÃO CONSECUTIVA À ELEVAÇÃO MÁXIMA DECORRENTE DO FECHAMENTO TOTAL DA TURBINA – 100% DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE z d EM FUNÇÃO DE k’ .7 0.3 0.5 0.6 0.50 0.0 0.

578 0.481 0.328 0.08 0.346 0.291 - Os valores de zd constantes na tabela são negativos.837 0.398 0.06 0.298 - 0.305 - 0.422 0.427 0.331 0.611 0.10 0.00 0.374 0.881 0.70 0.334 0.357 0.337 0.555 0.322 0.05 0.343 0.469 0.360 0.487 0.303 - 0.289 0.506 0.371 0.20 0.823 0.982 0.353 0.723 0.964 0.866 0.794 0.734 0. .390 0.513 0.692 0.386 0.90 1.300 - 0.663 0.464 0.00 1.532 0.712 0.453 0.30 0.500 0.526 0.673 0.382 0.437 0.755 0.895 0.594 0.403 0.645 0.547 0.744 0.50 0.325 0.417 0.60 0.637 0.442 0.340 0.603 0.408 0.519 0.910 0.562 0.628 0.03 0.702 0.586 0.09 0.40 0.412 0.313 0.80 0.04 0.619 0.394 0.364 0.k’ 0.432 0.350 0.02 0.378 0.293 - 0.458 0.766 0.01 0.296 - 0.000 0.683 0.07 0.928 0.780 0.852 0.00 NOTA: 0.570 0.316 0.809 0.539 0.319 0.447 0.494 0.367 0.475 0.946 0.310 - 0.308 - 0.654 0.

08 0.605 0. .548 0.944 - 0.854 0.653 0.60 0.Tabela 3 DEPLEÇÃO DECORRENTE DE UMA ABERTURA PARCIAL DE 50% A 100% DA TURBINA DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE z1d EM FUNÇÃO DE k’ k’ 0.556 0.631 0.684 0.973 - 0.552 0.536 0.878 0.03 0.860 0.589 0.729 0.649 0.716 0.618 0.842 0.000 0.866 0.04 0.891 0.610 0.786 0.739 0.07 0.952 - 0.614 0.529 0.959 - 0.780 0.986 - 0.791 0.797 0.05 0.698 0.70 0.980 - 0.917 0.10 0.725 0.689 0.564 0.966 - 0.897 0.560 0.577 0.80 0.993 - NOTA: Os valores de z1d constantes na tabela são negativos.734 0.540 0.50 0.00 0.808 0.770 0.662 0.01 0.500 0.622 0.848 0.593 0.830 0.00 0.581 0.836 0.532 0.744 0.937 - 0.720 0.504 0.930 1.702 0.569 0.644 0.680 0.711 0.759 0.754 0.636 0.09 0.749 0.522 0.671 0.06 0.90 1.514 0.885 0.507 0.775 0.904 0.693 0.640 0.923 0.00 0.30 0.707 0.666 0.764 0.511 0.02 0.802 0.627 0.20 0.544 0.525 0.585 0.910 0.819 0.573 0.675 0.597 0.518 0.872 0.601 0.658 0.814 0.40 0.825 0.

adota-se. o diâmetro econômico é o diâmetro limite para o qual um aumento de sua dimensão. Portanto. listada na tabela a seguir.2 H b . onde: De Q diâmetro econômico (cm). Determinação do Diâmetro Econômico Teoricamente. Entende-se por benefício o valor presente da energia a ser produzida ao longo da vida útil da PCH e por custo o investimento total necessário à implantação da PCH.77 Ht Após o cálculo do diâmetro econômico. H t = H b + hs = carga hidráulica total sobre o conduto (m). tem-se H t = 1. igual à soma da queda bruta ( H b ) com a sobrepressão devida ao golpe de aríete ( hs ). é atendida. o conduto forçado que possui o mesmo diâmetro ao longo de todo o comprimento.CONDUTO FORÇADO Nestas Diretrizes considera-se. promove aumento do benefício energético sem que isso compense o acréscimo de custo associado. apenas. Dadas as dificuldades de obter-se uma fórmula que considere exatamente os parâmetros acima mencionados.0 .2 H b . o diâmetro calculado pela fórmula de Bondshu como o econômico. deve-se verificar se a velocidade máxima admissível para cada tipo de tubulação. De = 127 7 Q3 H b . nestas Diretrizes. Portanto. pode-se admitir que hs = 0. descarga de projeto (m3/s). o diâmetro econômico é aquele para o qual a relação custo-benefício é máxima. que significaria redução das perdas hidráulicas e. maior potência instalada. Tabela 1 MATERIAL Aço Concreto Vmáx admissível (m/s) 5. tem-se: Q3 De = 123. Substituindose na fórmula anterior. Para as PCH. consequentemente.0 3.

1 .• Verificação da Velocidade A velocidade é estimada pela equação da continuidade: V= Q πDe2 A= 4 . apresenta-se. Essas variações são estimadas pelo Método de Allievi. diâmetro interno do conduto (cm).38 No item “DETERMINAÇÃO FINAL DA QUEDA LÍQUIDA E DA POTÊNCIA INSTALADA”. estima-se a perda de carga devido ao atrito. o cálculo das perdas de carga para diversos casos. conforme o engolimento da turbina diminua ou aumente repentinamente. coeficiente que varia com o tipo de tubulação (ver Tabela 2).9 Di1.Método de Allievi A pressão normal estática ao longo do conduto forçado sofre variações decorrentes do golpe de aríete quando há mudanças súbitas de vazão.Golpe de Aríete .32 0.2732 De2 • Verificação da Perda de Carga Conhecidos De e V . Tabela 2 VALORES DE k a CONDUTO ka Di Aço (*) Cimento-amianto Concreto armado (*) Novo. resultantes de fechamentos ou aberturas rápidas. comprimento do conduto (m). em detalhes.34 0. J = 410 K a V 1. positivas (sobrepressões) ou negativas (depressões). 0. A . condicionam a espessura da chapa do conduto. utilizando-se a fórmula de Scobey. do dispositivo de fechamento da turbina. onde: J Lcf ka perda de carga unitária (m/km). como descrito a seguir. como apresentado . Variação de Pressão no Conduto Forçado . Portanto. parciais ou totais. com juntas soldadas ou sem costura. onde V = Q 4Q 2 πDe = 1. desprezando-se as demais. Essas variações.

para condutos curtos: L ≤ 3Hb . velocidade do escoamento (m/s). cujo limite máximo é igual a 0.81 m/s2. onde: hs = sobrepressão ou depressão (m). t = 10 s. em função dos parâmetros ρ e θ . onde: constante da linha. para condutos longos: L > 3Hb .0 s. H b = queda bruta (m). comprimento do conduto (m). no de intervalos 2 L / v p contidos em t .35 H b . Na falta de informações do fabricante da turbina. Z 2 = parâmetro obtido dos gráficos de Allievi. para condutos com uniformidade de espessura de parede e de diâmetro interno.a seguir. vp = 9900 48. aceleração da gravidade = 9. ρ= ρ v pV 2 gHb eθ = v pt 2 Lcf . A velocidade da onda de pressão é calculada pela fórmula a seguir. para sobrepressão e depressão. . queda bruta (m).3 + K Di e . pode-se adotar: θ vp V g Hb t L t = 6. hs = ( Z 2 − 1) H b . os quais são calculados utilizando-se as fórmulas a seguir. tempo de fechamento do dispositivo de fechamento da turbina (s). celeridade da onda de pressão (m/s). onde Di diâmetro interno do conduto (mm).

00 K Os gráficos a seguir apresentam as curvas de variação de Z 2 x ρ / θ para sobrepressão e para depressão (Figuras 1 e 2).50 1. conforme Tabela 3 Tabela 3 VALORES DE K CONDUTO Aço Ferro fundido Chumbo Madeira Concreto K 0.00 5. coeficiente que depende do material do conduto. CURVA Z 2 x ρ / θ PARA SOBREPRESSÃO .00 5.00 10.e espessura do conduto (mm).

40 0.10 0.40 1.00 1.20 0.00 0.30 0.20 1.90 Z 1.50 2 Figura 1 CURVA Z 2 x ρ / θ PARA DEPRESSÃO .10 1.ρ/θ 0.30 1.

8 0.9 2 Figura 2 Espessura do Conduto Forçado A metodologia para determinação da espessura da parede do mesma apresentada em “ESPESSURA DA TUBULAÇÃO DE ”TUBULAÇÃO DE ADUÇÃO EM BAIXA PRESSÃO”.150 0.050 0.7 0. no conduto forçado.250 0. ou seja. para conduto pressão total interna máxima. Pt = Pi + hs . deve ser calculada de aríete.100 Z 0. A considerando o golpe . somando-se à pressão hidrostática a sobrepressão.ρ/θ 0. onde: conduto forçado é a ADUÇÃO” no ítem de baixa pressão.200 0.6 0.

Pt Pi hs pressão total interna máxima (kgf/cm2).2 D . onde o conduto se apoia simplesmente. sendo permitido o seu deslizamento sobre o mesmo.0 m A B C espaçamento entre selas. como definido anteriormente.6 D . convenientemente fixados a uma base de concreto. para as condições físicas do sistema de apoio enumeradas a seguir: L ≤ 6 D ≤ 5. tabelado em função do diâmetro e do ângulo de inclinação ( θ1 ) do conduto. podem ser usados “anéis estruturais de aço”.bloco de apoio ou sela. A Tabela 4 apresenta o valor da largura da base “C” dos blocos de apoio. que tem a função de absorver os esforços que se desenvolvem no conduto. altura do bloco = 1. . sobrepressão (kgf/cm2).20Hb . Blocos de Apoio e de Ancoragem Dois tipos de blocos de concreto são usados para suportar o conduto forçado: . pressão hidrostática máxima interna devido à queda bruta (kgf/cm2). • Bloco de Apoio ou Selas A figura a seguir mostra um corte esquemático de um trecho do conduto. cujo limite máximo é igual a 0. . com dois blocos de apoio. Alternativamente. que atende as condições de estabilidade especificadas mais adiante.bloco de ancoragem. largura da base = 1. comprimento da base do bloco. em trechos retos longos e em pontos de mudança de direção.

65 1.00 30o 0. foram considerados os maiores valores dos esforços principais.65 1.30 1.00 2 (*) Para σ c adm = 1.D 0.00 1.00 15o 0.60 2.80 1.5C 0. desprezando-se os demais.00 45o 0.Esforços Atuantes A carga unitária distribuída ( q ) atuante ao longo do comprimento do conduto é igual a: q = q t + q a .5 kgf / cm (tensão admissível à compressão).35 0.5C 0. .00 1.40 0.45 0.5D L 0. peso unitário da água (tf/m).5C 1 0.60 0.5C A C D 1 0.00 1.Força Normal.65 1. devido à carga unitária ( q ) .60 2.5D A 120 B O1 CORTE 1-1 Figura 3 Tabela 4 BLOCOS DE APOIO (*) COMPRIMENTO DA BASE “C” (m) D (m) 0. apresentado a seguir.20 0.40 1.30 1. .20 1.60 2.00 1.60 2.35 0. onde: qt qa peso próprio unitário do conduto (tf/m). No dimensionamento simplificado.20 INCLINAÇÃO DO CONDUTO .00 1.30 1.65 1.θ1 0o 0.

B.Força tangencial. . essa força transmitida ao apoio corresponde à máxima força de atrito: Ft = f a Fn (tf). . para blocos apoiados em rocha.Fn = qL cosθ1 (tf) . onde: fa coeficiente de atrito entre o conduto e o bloco de apoio.0 RV . mal lubrificado. considerando-se as condições de estabilidade relacionadas a seguir. onde: R H resultante dos esforços atuantes na direção horizontal.Esforço Transmitido à Fundação . adotado igual a 0. correspondente a uma areia grossa compacta ou a uma argila dura de difícil moldagem com os dedos. B e L. onde: γc peso específico do concreto = 2. ou taxa de trabalho.Comprimento da Base do Bloco “C” Conhecidos os valores de A.Coeficientes de Segurança RH > 2. . resta a determinação de “C”. RV resultante dos esforços atuantes na direção vertical.25 correspondente ao atrito entre conduto e um aparelho de apoio metálico na cabeça do bloco.A resultante dos esforços deve passar pelo terço central do bloco. devido às diferenças de temperatura Como o conduto é simplesmente apoiado. RH > 2.40 tf/m3. . . Os valores de “C” constantes da tabela apresentada anteriormente. para blocos apoiados em solo. C.γ c . satisfazem a uma taxa de compressão admissível da fundação ( σ c adm ) de 1.Peso Próprio do bloco de apoio Gc = A.50 kgf/cm2.5 RV . em função de D e de θ1 .

5D O1 D ponto de inflexão A 0. . dois outros deverão ser considerados: . σ c adm tensão admissível à compressão (kgf/cm2). Na parte superior da sela. área da base do bloco = BxC (cm2). A Figura 4 mostra um detalhe típico.∑ FV < σ c adm Ab . deverá ser lançada uma camada de brita de 15 cm de espessura. onde: ∑ FV Ab somatório das forças verticais (kgf/cm2).5C 0.5D junta de dilatação C O2 0. NOTA: Considerado o efeito da excentricidade. a qual deverá ser compactada antes do lançamento do concreto. de acordo com as especificações.5D CORTE LONGITUDINAL Figura 4 . 0.5C L 0. Após a escavação do terreno. • Bloco de Ancoragem O bloco de ancoragem é utilizado em longos trechos retos do conduto e em locais de mudança de direção. deverá ser instalado aparelho para apoio do conduto.Esforços Atuantes Além dos esforços considerados para o caso do bloco de apoio.Aspectos Construtivos O concreto dos blocos de apoio deverá ser fabricado atendendo as mesmas especificações do concreto para Barragens de Concreto.

θ1 . deve ser considerado: . Uma camada de brita de 15 cm de espessura. onde: pressão total da água (m) no conduto. devido à velocidade do escoamento. . igual à carga hidráulica ( H ) entre o reservatório e o local do bloco mais a sobrepressão devida a eventual golpe de aríete.5 kgf / cm2 .Aspectos Construtivos O concreto dos blocos de ancoragem deverá também ser fabricado atendendo às mesmas especificações do concreto para Barragens de Concreto.para fundações em rocha: rocha alterada. altura do bloco (m).Dimensões do Bloco de Ancoragem O espaçamento entre os blocos. para fundações em terra e rocha. A ≥ 2.espaçamento máximo entre blocos = 30 m. com σc adm = 10 kgf / cm2 . Recomenda-se adotar Pt = 1. ângulo interno da curva do conduto. devido à pressão interna da água nas curvas da tubulação FR = Pt πD 2 2 Pt sen ϕ 2 (tf). . a altura e a largura da base são fixados: L ≤ 30 m espaçamento máximo (m).0 D Os valores do comprimento “C” da base do bloco. θ2 e Pt . . não foi considerada por causa da sua pequena magnitude quando comparada às demais forças.35H .Força Tangencial. respectivamente.0 D ou 4. resistente a desmonte por picareta.0 D B = 3. . com σc adm = 1.Força Radial.para fundações em solo: areia grossa compacta ou a uma argila dura de difícil moldagem com os dedos. que atendam às mesmas condições de estabilidade definidas anteriormente para os blocos de apoio. como apresentado anteriormente. No dimensionamento. largura da base (m). são apresentados em Tabelas adiante. ϕ A influência da força centrífuga na curva. devido à carga unitária distribuída ( q ) Ft = qL sen θ1 (tf) . em função de D. que deverá ser compactada antes do ..

00 0.65 1. Comprimento da base do bloco de apoio C = tabelado.60 2. 0.35 0.45 0. Largura da base do bloco de apoio B = 1.COMPRIMENTO DA BASE DOS BLOCOS DE APOIO – C DIÂMETRO (m) 0.00 1.65 1.40 1. pelo menos.5D ESTRIBO 03/4" C/20 A>= 2D B=3. a escavação da fundação do bloco escalonada (em dentes) aumentará sua resistência ao deslizamento.65 1.00 1.20 NOTA: θ1 = INCLINAÇÃO 15 o DO 35 o CONDUTO 45 o 0. em m. Registra-se que. espaçados a cada 20 cm e engastados na base.20 0.00 1. a tubulação deverá ser solidarizada ao mesmo através de estribos de aço.5D D 0.20 1.00 0 o 0. No caso de blocos que envolvam totalmente o conduto forçado.00 1.40 0. Deverá ser obrigatoriamente instalada uma junta de dilatação no conduto forçado a jusante dos blocos.lançamento do concreto.00 Altura do bloco de apoio A = 1.35 0.00 0.60 2. .80 1. de 3/4”. em m.30 1.30 1.2 D.0D ou 4.60 2. A distância da geratriz superior do conduto e o topo do bloco deve ser sempre igual a D / 2 (m).60 0.60 2. onde possível.6 D.65 1. deverá também ser lançada após a escavação do terreno. pelo seu lado superior.0D Figura 5 Tabela 5 .30 1.00 1.

30 3.30 2.40 4.60 θ1=0o 2.10 45o 4.60 θ2 15o 3.30 4.80 3.10 =45o 30o 3.70 2.10 4.00 4.40 3. Largura da base do bloco B = 3D.10 45o 3.00 5.30 2.40 5.10 θ2 15o 4.90 5.20 2.20 2.80 3.80 4.50 4.70 2.30 3.80 2.60 3.00 4.60 θ2 15o 3.00 4.40 4.00 4.30 2.30 3.10 3.40 4.50 4.60 45o 3.60 3.90 5.80 3.30 3.90 4.10 θ2 15o 3.90 5.80 3.30 3.80 3.80 3.60 45o 2.30 4.40 4.10 3.60 45o 4.60 4.40 4.10 θ1=0o 2.60 4.30 5.00 4.50 4.70 2.30 3.60 θ2 15o 4.50 4.40 4.2 θ1=0o 1.00 4.40 4.2 θ1=0o 1.80 3.90 4.8 1.10 3.tabelado.40 3.30 4.30 2.80 1.40 3.10 =15o 30o 4.90 4.80 2.40 4.10 =45o 30o 4.80 4.8 1.40 4.40 4.0 1.30 3.50 4.60 4.20 3.30 3.30 2.40 4.10 4.30 2.60 θ2 15o 2. conforme a solução geométrica para o bloco.80 4.30 2.10 4.10 θ2 15o 3.2 H=20m 0.30 5.30 3.10 3.00 3.80 3.50 4.00 4.80 3.60 4.10 4.30 3.30 3.60 45o 4.80 3.40 3.80 2.50 4.60 θ1=0o 3.60 3.4 0.50 4.30 3.10 5.60 4.00 5.20 2.40 3.80 4.00 3.60 θ2 15o 3.80 3.00 3.2 θ1=0o 1.8 1.80 3.6 0.10 θ1=0o 2.80 2.60 3.10 3.80 3.10 =45o 30o 4.90 3.00 4.80 1.80 4.4 0.30 3.80 3.80 3.60 3.20 2.60 θ2 15o 3.6 0.30 4.10 =15o 30o 3.80 3.10 θ1=0o 2.30 2.50 5.50 4.60 θ1=0o 1.80 3.60 45o 3.10 θ1=0o 3.10 45o 3.10 =30o 30o 3.30 2.90 3.60 =30o 30o 3.20 2.40 4.80 3.30 3.00 4.10 45o 3.30 4.40 3.20 2.10 3.80 3.00 5.80 2.40 4.10 D (m) 0.30 2.80 3.90 4.60 θ1=0o 2.50 4.40 3.80 3.60 θ2 15o 3.80 3.30 2.10 = 0o 30o 3.30 3.00 3.BLOCOS DE ANCORAGEM – COMPRIMENTO DA BASE Tipo de Terreno: Terra D (m) 0.30 3.70 2.80 3.60 θ2 15o 2.20 2.10 3.90 3.60 θ2 15o 3.70 2.30 3.00 3.80 3.30 3.80 3.80 3.10 5.50 4.10 4.40 3.70 2.2 NOTA: θ1=0o 1.20 3.40 4.60 4.20 3.40 3.4 0.10 D (m) 0.30 4.90 4.30 3.20 2.30 2.10 45o 3.2 H=5m 0.60 3.80 2.40 3.50 4.00 4.80 3.2 H=15m 0.80 3.40 4.50 3.40 3.50 4.30 3.6 0.80 3.30 4.70 2.40 4.80 3.30 3.10 4.40 3.50 5.40 3.10 3.30 2.4 0.80 3.60 =30o 30o 3.2 θ1=0o 1.10 3.60 θ2 15o 3.30 4.00 4.30 2.80 3.30 3.00 3.40 4.30 3.40 4.Tabela 6 .00 4.50 4.50 4.2 H=25m 0.00 4.10 5.30 2.80 3.10 3.00 4.30 2.60 4.80 3.30 3.00 4.10 45o 5.10 45o 2.60 θ2 15o 3.30 2.30 3.00 4.30 3.70 2.90 3.10 =15o 30o 3.60 =45o 30o 3.40 4.80 3.80 4.00 3.0 1.30 2.90 4.60 3.40 3. .80 1.40 3.80 4.90 4.00 5.4 0.40 4.60 4.00 3.30 2.80 3.10 45o 3.20 2.30 2.40 4.40 3.00 4.00 4.40 4.30 3.10 θ1=0o 2.10 3.80 3.10 =15o 30o 3.30 2. onde deve ser B = 4 D.40 3.80 3.10 3.40 5.80 3.80 4.30 3.60 45o 2.20 3.50 4.70 2.40 4.70 2.50 5.80 4.30 3.50 5.10 5.40 4.10 3.10 θ1=0o 1.40 3.90 4.90 6.50 4.80 2.90 5.70 2.30 3.6 0.60 =45o 30o 3.10 3.10 = 0o 30o 4.10 D (m) 0.00 4.20 3.10 θ1=0o 3.80 3.40 3.00 5.30 2.00 4.80 3.6 0.80 3.30 3.80 3.0 1.60 θ2 15o 2.30 3.10 =15o 30o 3.80 3.00 4.40 3.30 2. exceto na região assinalada.90 3.60 4.40 4.60 θ2 15o 2.40 3.30 4.80 2.00 3.70 2.80 3.80 3.10 θ2 15o 3.30 3.30 2.20 2.60 3.70 3.00 3.10 = 0o 30o 4.40 5.80 2.80 3.90 3.10 4.60 4.90 4.8 1.10 3.00 4.30 4.10 =30o 30o 3.80 2.40 3.80 2.30 3.60 4.30 3.40 4.60 θ2 15o 2.80 3.20 3.90 4.90 4.50 4.10 θ1=0o 2.0 1.90 3.00 3.60 3.80 3.50 4.30 3.00 4.10 θ2 15o 4.10 Altura do bloco A ≥ 2 D.80 1.00 4.50 4.50 4.80 4.40 3.00 5.40 4.10 3.60 45o 4.60 3.80 3.10 45o 3.00 3.30 3.2 H=10m 0.10 45o 2.10 =30o 30o 3.60 θ2 15o 3.00 4.0 1.60 45o 2.10 θ1=0o 2.60 45o 3.30 2.00 4.70 2.90 4.60 θ1=0o 4.00 4.80 1.00 4.10 3.00 4.00 3.50 4.30 3.40 4.00 4.10 45o 2.70 2.90 4.8 1. Comprimento da base do bloco C .50 5.30 3.00 4.60 θ1=0o 2.80 3.00 4.80 3.30 3.10 = 0o 30o 3.30 3.30 3.80 3.90 4.10 = 0o 30o 4.10 D (m) 0.80 3.20 2.40 3.

10 = 0o 30o 2.10 =30o 30o 2.70 3.30 2.20 2.00 3.30 2.80 3.30 2.60 =45o 30o 2.70 3.30 3.70 3.60 1.50 5.30 3.80 3.40 4.50 5.00 4.40 4.70 3.90 4.00 4.90 4.70 2.00 3.30 2.70 2.90 4.50 4.90 3.20 3.4 0. exceto na região assinalada.40 4.30 3.10 45o 1.80 4.50 5.60 θ2 15o 2.00 4.50 4.2 H=15m 0.50 4.10 3.60 =30o 30o 2.00 4.50 4. Comprimento da base do bloco C .00 4.60 3.40 4.00 5.30 3.6 0.60 1.00 4.70 3.00 4.60 2.2 H=25m 0.30 2.30 2.40 3.30 3.40 5.00 3.40 5.30 2.30 2.30 3.70 2.80 3.50 4.40 4.50 4.40 4.30 3.10 3.70 3.70 2.8 1.60 1.70 2.00 4.80 2.10 1.20 2.00 4.40 4.40 5.90 3.60 θ2 15o 1.20 2.10 θ2 15o 3.40 4.80 2.30 2.80 4.30 3.0 1.10 = 0o 30o 2.90 3.00 3.80 2.10 NOTA: Altura do bloco A ≥ 2 D.00 4.60 45 o θ1=0 o θ2 15o 1.10 3.30 3.80 3.60 θ2 15o 3.60 θ2 15o 1.00 3.40 4.80 3.20 2.40 4.90 4.60 45o 2.00 4.20 2.30 3.30 3.00 4.40 3.30 2.20 3.30 2.80 3.00 θ1=0 o θ2 15o 1.10 =45o 30o 2.80 4.00 θ1=0o 3.4 0.30 3.90 3.80 3.80 3.70 3.50 4.10 =45o 30o 2.80 2.50 3.70 3.40 4.30 2.6 0.20 3.80 4.30 2.20 2.30 3.70 3.00 1.60 45o 1.70 2.30 2.60 1.80 2.20 3.60 =30o 30o 2.80 3.00 4.80 3.40 4.60 θ2 15o 2.40 4.10 3.20 2.20 2.80 2.00 4.80 2.40 5.10 45 o θ1=0 o θ2 15o 2.90 4.30 3.20 3.80 2.60 2.80 3.2 θ1=0 o θ2 15o 2.60 3.90 4.70 3.30 2.40 3.40 3.40 3.80 2.2 θ1=0o 1.10 = 0o 30o 3.70 2.10 45o 3.80 3.6 0.80 2.30 3.50 5.40 3.10 θ1=0o 1.00 3.30 2.30 2.20 3.Tabela 7 .10 θ1=0o 1.30 3.20 2.10 =15o 30o 2.90 4.30 2.30 3.70 3.90 3.8 1.80 2.40 4.80 2.60 θ2 15o 2.50 5.80 4.00 4.30 3.30 3.80 3.40 3.60 1.10 45o 1.20 2.4 0.30 2.20 2.10 θ1=0o 1. conforme a solução geométrica para o bloco.30 2.70 3.80 2.90 3.60 1.40 3.80 3.30 3.50 4.20 3.40 3.00 4. Largura da base do bloco B = 3D.60 2.00 3.10 =15o 30o 2.50 4.10 =15o 30o 2.80 2.00 4.30 2.80 2.40 3.10 45o 1.40 3.80 3.40 3.30 2.40 3.30 2.70 3.30 3.60 1.00 4.20 2.30 2.40 4.tabelado.70 3.40 3.10 = 0o 30o 3.80 3.90 3.80 3.2 θ1=0 o θ2 15o 2.60 3.30 2.30 2.0 1.20 2.60 2.90 4.90 4.40 4.50 4.70 2.10 θ1=0o 1.60 45o 1.40 4.40 3.50 4.10 2.10 D (m) 0.20 2.60 θ2 15o 1.40 3.10 45o 1.00 4.2 H=20m 0.50 4.4 0.20 2.30 3.30 2.00 4.80 3.80 3.80 3.60 1.30 3.50 5.10 θ1=0o 2.10 D (m) 0.70 2.20 3.50 4.80 4.30 3.70 3.00 4.90 3.30 3.30 2.40 3.10 45o 2.10 1.90 4.60 θ1=0o 1.00 4.10 = 0o 30o 2.90 4.40 4.80 3.00 3.40 3.2 3.0 1.30 3.80 2.10 θ1=0 o θ2 15o 2.0 1.30 3.50 5.30 3.2 θ1=0o 1.50 4.40 4.80 2.70 3.30 2.80 3.20 3.00 3.10 45o 2.50 4.60 45o 2.00 4.70 2.20 2.30 2.60 1.70 3.30 3.30 3.20 2.00 3.80 2.60 θ2 15o 2.80 2.00 45 o θ1=0 o θ2 15o 2.30 2.00 4.40 4.30 3.40 3.80 3.40 4.40 3.60 θ1=0o 2.80 2.30 3.20 2.10 =30o 30o 2.00 4.50 4.30 2.40 4.80 3.50 4.30 3.10 45o 1.10 D (m) 0.90 4.00 4.10 θ1=0o 2.10 θ2 15o 2.00 4.30 3.50 4.00 5.80 3.90 4.80 3.50 4.20 3. onde deve ser B = 4 D.6 0.8 1.00 4.10 4.30 4.30 2.60 θ2 15o 2.BLOCOS DE ANCORAGEM – COMPRIMENTO DA BASE Tipo de Terreno: Rocha D (m) 0.90 4.00 4.80 3.80 3.80 3.80 2.30 3.10 =30o 30o 2.60 45o 2.50 4.0 1.30 3.90 4.90 4.80 2.10 D (m) 0.10 45o 3.00 5.70 2.00 3.70 2.50 4.8 1.2 H=10m 0.40 3.70 2.80 3.40 3.30 3.70 3.60 45o 1.20 2.30 3.00 3.10 =15o 30o 2.00 4.80 3.60 θ1=0 o θ2 15o 2.70 2.80 3.70 3.30 3.80 3.80 3.10 =45o 30o 2.90 4.6 0.60 =45o 30o 2.80 3.90 4.30 2.40 4.00 3.80 3.80 2.4 0.70 2.00 4.10 =15o 30o 2.70 3.00 5.30 2.60 45o 2.30 2.90 4.2 θ1=0o 1.30 2.80 2.30 3.20 2.40 3.10 3.00 4.40 3.90 4.80 2.90 4.10 45o 1.20 2.00 4.70 2.70 3.30 2.30 2.80 3.30 2.40 4.30 2.30 2.30 2.8 1. .30 2.2 H=5m 0.80 2.50 4.10 θ2 15o 2.20 3.

onde. O túnel de adução deve ser projetado para resistir à pressão máxima interna decorrente das condições operacionais extremas da usina. medida no plano da seção longitudinal (na direção do eixo do túnel) e na seção transversal (na direção perpendicular ao eixo do túnel). com pequena declividade e a chaminé de equilíbrio e o túnel de alta pressão ou conduto forçado a céu aberto até a casa de força. Essa opção. a seguir). a seção de escavação do túnel. será considerada nos seguintes casos: • quando a topografia for desfavorável à adução em canal ou conduto de baixa pressão. O mais comum nestes casos é ter o túnel de baixa pressão. por interesses construtivos. L menor distância (cobertura). deve ser considerada como em arco-retângulo. como exposto anteriormente no ítem ARRANJO E TIPO DAS ESTRUTURAS. No trecho onde se requer a sua blindagem o diâmetro final interno será circular. de baixa permeabilidade e sem suspeita de ocorrência de materiais erodíveis ou solúveis. • quando houver solução econômica para a implantação de uma chaminé de equilíbrio (se esse dispositivo se mostrar necessário). a ligação mais curta entre a tomada d’água e a casa de força e deve atender ao critério de cobertura mínima de rocha preconizado por Bergh-Christensen e Dannevig (1971). cujos conceitos são os seguintes: L> KH γ r cos β . de preferência. Em alguns casos não se caracterizam os trechos de baixa e de alta pressão. normalmente. .TÚNEL DE ADUÇÃO Arranjos com Túnel de Adução Quando a casa de força da PCH não é incorporada ao barramento. O traçado do túnel deve representar. poderá ser cogitada a adução das vazões através de túnel. • quando a rocha no trecho a ser atravessado pelo túnel se mostrar de boa qualidade. com o ângulo de mergulho do túnel sendo ditado pela busca de cobertura de rocha mais favorável (ver Figura 1. até a superfície estimada do topo rochoso. em qualquer direção. de cada seção/estaca (m). • quando houver suficiente cobertura de rocha ao longo da diretriz prevista para o túnel. a partir do túnel. Critérios Gerais para o Projeto do Túnel Normalmente. a princípio.

verificada na seção longitudinal e na seção transversal. coeficiente de sobrelevação para a pressão.H K carga estática máxima de pressão d'água na seção em estudo (m). adotado 1. massa específica da rocha (t/m3). a seguir.3 . menor inclinação média da superfície do terreno natural. Esses parâmetros são ilustrados nas Figuras 2 e 3. γr β ARRANJO DE TÚNEL COM TRECHOS EM BAIXA E EM ALTA PRESSÃO ARRANJO DE TÚNEL COM INCLINAÇÃO EM DIREÇÃO À CASA DE FORÇA ARRANJO DE TÚNEL EM BAIXA PRESSÃO ACOPLADO A CONDUTO FORÇADO A CÉU ABERTO Figura 1 .

A análise deverá ser precedida de. Quando a geometria do arranjo exigir. O ângulo de mergulho deverá ser adequado à necessidade de recobrimento de rocha. abaixo da linha piezométrica no caso mais desfavorável. a fim de estimar. com critério. a camada de solo superficial e a posição da superfície do topo rochoso em cada seção. necessariamente. NA MESMA SEÇÃO. além de informar sobre as características da rocha e sua adequabilidade para comportar o túnel. EM UMA SEÇÃO. Na definição do traçado do túnel deverá ser levado em conta que o prazo de construção depende da produção diária.L> KH γ r cos β β N H L N' ESTACA N VERIFICAÇÃO DO CRITÉRIO DE COBERTURA. utilizando-se túneis/janelas intermediárias. o túnel deve ser traçado de modo que o ponto mais alto fique sempre. com segurança. os trechos de grande declividade devem ser concentrados em pequenas extensões. pelo menos. Se o traçado for muito longo. Em perfil. em cada frente de execução. não se recomendando declividades inferiores a 1%. tendo em conta aspectos construtivos ligados à drenagem das águas de infiltração. a declividade máxima deve se limitar a 12%. QUANTO ÀS CONDIÇÕES DO PERFIL LONGITUDINAL β H L SEÇÃO NN' ESTACA N VERIFICAÇÃO DO CRITÉRIO DE COBERTURA. tendo em conta requererem métodos construtivos diferenciados. com particular atenção nos talvegues a serem atravessados. talvez se mostre necessário prever frentes de ataque adicionais. quando o nível d’água alcança o mínimo minimorum no reservatório e na chaminé de equilíbrio (se existir). De forma geral. isto é. com a participação de um geólogo. QUANTO ÀS CONDIÇÕES DO PERFIL TRANSVERSAL Figura 2 A análise do traçado deve ser efetuada a cada estaca da diretriz do túnel (espaçamento de 20 m) e contar. . um caminhamento sobre a diretriz projetada para o túnel e um mapeamento geológico de superfície.

onde hf f perda de carga no túnel (m).58 n n2 D 0. onde: coeficiente de Manning. aceleração da gravidade (m/s2). por imposições geológico/construtivas. pode ser estimado pela expressão a seguir. f = 124.333 . do diâmetro do túnel e da velocidade do escoamento. eventualmente. nos trechos onde a cobertura de rocha é insuficiente e. L D V g b) Coeficiente de Perda de Carga O coeficiente de perda de carga f é uma função da rugosidade da parede. Simplificadamente. comprimento do túnel (m). velocidade média do escoamento no túnel (m/s). que varia em função da rugosidade das paredes do túnel. nos trechos em que o critério de cobertura mínima de rocha é atendido. diâmetro de referência (base ou altura da seção arco-retângulo) (m).Considerando a qualidade do maciço. O revestimento deve ser necessário. em trechos localizados. apenas. a princípio não será previsto revestimento do túnel. coeficiente de Darcy-Weisbach. O comprimento necessário do trecho blindado. em outros trechos localizados será determinado pelo atendimento à condição da fórmula de Bergh-Christensen e Dannevig. A seguir são sugeridos valores para o coeficiente de Manning a ser adotado de acordo com o tipo de revestimento. na chegada à casa de força e. Critérios para o Dimensionamento Hidráulico do Túnel a) Dados e Parâmetros para o Dimensionamento Os dados e parâmetros para o dimensionamento hidráulico do túnel são os relacionados pela formulação de Darcy-Weisbach L V2 hf = f D 2 g . .

A perda de carga no túnel de adução.50 m. • • para projetos com pequenas vazões para geração. já que o dimensionamento ótimo será ditado pela adequada análise da perda de carga no túnel (energia de geração renunciada). Dois aspectos devem ser lembrados: • • a seção mais econômica. que deve se mostrar percentualmente baixa. devendo ser compreendida como uma quantidade renunciada de energia. o projeto deve considerar inicialmente o túnel não revestido.010 c) Rotina para Dimensionamento A perda de carga a ser assumida para o projeto do túnel é uma questão econômica. A extensão e diâmetro do túnel podem se mostrar determinantes nessa análise. sugere-se a seção arco-retângulo com altura e largura iguais a 2. de forma econômica. os possíveis benefícios relacionados com redução nos prazos de obras. deve variar entre 2% e 5% da queda bruta disponível para geração. A estimativa da perda é feita estabelecendo-se hipóteses para o diâmetro e rugosidade das paredes do túnel. diâmetros de túnel e revestimentos. A determinação de uma situação de economicidade ótima para projeto envolve uma análise com várias hipóteses de diretrizes alternativas.COEFICIENTE DE MANNING REVESTIMENTO Sem revestimento Concreto Aço n 0.013 0. sob o aspecto do aproveitamento hidrelétrico. de forma geral. A consideração posterior de análise marginal de benefício/custo pode ser efetuada para verificação da hipótese do revestimento do túnel. Para efeito deste Manual. Se as condições de cobertura mínima de rocha são atendidas. . por seus trechos característicos. nunca será a ditada pela velocidade máxima admissível. a qual deve levar em conta. por método convencional. inclusive. confrontando-se as alternativas de diâmetros de projeto com custos e prazos necessários para execução de revestimento. a seção do túnel será ditada pelas menores dimensões que permitem a realização de escavação subterrânea de rocha.025 0. total ou parcial (em trechos).

e • • o revestimento deve atender. Nesse processo. sem revestimento. entretanto. condições das fraturas e intrusões). mais longo. ou seja. a qual deve ser avaliada. juntas de alívio. alteração. no caso. de 1. por geólogo com experiência. enquanto o túnel percorre o maciço com cobertura suficiente. Na chegada à casa de força. em concreto ou blindado. cada avanço de escavação do maciço rochoso deverá ser acompanhado por um geólogo no campo. em trechos do maciço de qualidade inferior à prevista. normalmente. para efeito do presente Manual. de acordo com o critério adotado por projeto. O revestimento. avaliação dos seus parâmetros geológico/geotécnicos (graus de fraturamento. curto.3. em cada ponto. coerência e condutividade hidráulica). tratamento e contenções. além de suas feições estruturais (falhas. normalmente. a) Condições para Cálculo Normalmente. e • • um trecho. deve ter o mesmo critério de dimensionamento de uma tubulação forçada a céu aberto. sempre devem ser previstas surpresas. calculada pela diferença entre o nível d'água de montante e a cota de piso do túnel. for insuficiente. b) Cálculo de Túnel em Operação A situação de carregamento com o túnel em operação é facilmente visualizada e não cria dúvidas quanto à sua aplicação. integralmente. que o classificará em diversas classes. esse revestimento é uma blindagem em aço. O dimensionamento da espessura do revestimento deve considerar duas situações: • • o revestimento deve atender. no desemboque. a céu aberto. em conduto forçado. deverão ser função dessa classificação. de Bergh-Christensen e Dannevig. ou em túnel revestido. normalmente. adicionalmente. O primeiro dimensionamento deve considerar a hipótese que o revestimento é responsável . Os tipos de escoramento. à carga máxima de pressão interna. como já exposto. de esmagamento do revestimento. quando a cobertura de rocha. tratamentos e contenção específicas. o túnel de adução apresenta dois trechos distintos: • • um trecho. de acordo com o tipo de rocha.Premissas para o Dimensionamento do Revestimento A necessidade de revestimento/escoramento será condicionada por considerações econômicas e pela qualidade do maciço rochoso a ser atravessado. onde serão necessários aplicar métodos de escoramento. Na escavação do túnel. em cada trecho. sobrelevada do coeficiente de sobrepressão considerado. quando as pressões externas do lençol freático natural ou do lençol artificial criado pelo funcionamento do túnel atuam no sentido contrário. à condição reinante na operação de esvaziamento do túnel.

Por ocasião do ensecamento do túnel. como especificado a seguir. mas observa-se que o maciço é francamente drenante. imediatamente antes do início do esvaziamento. Em contrapartida. Quando do esvaziamento do túnel. na direção do trecho blindado e da encosta onde desemboca o túnel. além de se recomendar que o dimensionamento do revestimento considere valores envoltórios para a pressão máxima de cálculo. subtraída da pressão atmosférica dentro do túnel. dessa forma. Se o túnel atravessar lençóis d'água naturais dentro do maciço. recomendáveis e devem ter sua aplicação avaliada: • • limitar e reduzir a pressão externa através da drenagem das águas do lençol no entorno do trecho blindado. o próprio túnel funciona como dreno. c) Cálculo de Túnel Esvaziado Já para esse caso. o comportamento do trecho sem revestimento. normalmente. Três medidas de projeto são. No trecho revestido. a condição básica para dimensionamento é que o maciço rochoso sempre apresenta fissuras que podem se conectar com o lençol freático natural. originado da acumulação de água de chuvas e/ou o lençol artificial. proveniente do trecho do túnel sem revestimento. através da formação de um lençol artificial. podendo entretanto se verificar eventuais e limitados desprendimentos de blocos das paredes. em seu trecho sem revestimento. cujo valor máximo correspondente à carga hidráulica reinante no lençol. Se lençóis naturais não são atravessados. esforços de esmagamento podem ser exercidos com o esvaziamento do túnel e algumas medidas de projeto devem ser previstas. • • reduzir o possível afluxo de água de saturação. criam-se condições para a ocorrência de pressões de esmagamento sobre o revestimento. sem considerar que parte da carga possa ser absorvida pela rocha. criado pela infiltração de água proveniente do próprio túnel. contudo. tal situação fica evidente no acompanhamento do avanço da escavação e medidas para a continuidade da execução e convenientes drenagens deverão ser tomadas. • • verificar o dimensionamento da espessura da blindagem para a condição de túnel esvaziado e a pressão externa máxima prevista nessa situação. A primeira medida corresponde à instalação de um sistema de drenos envolvendo a blindagem.por suportar todo o esforço. não traz preocupações. A segunda medida pode ser implementada através de injeções radiais no trecho de transição entre o trecho do túnel sem revestimento e a blindagem. quando do esvaziamento. . o mesmo poderá ficar saturado.

A discussão. Por outro lado. e em outros casos. Caso esta pressão seja superior à pressão mínima de 30 mca. já em estreito contato com empresas construtoras.50. das injeções radiais. premissas e recomendações aqui apresentadas são válidas para o projeto inicial do túnel. não deve ser considerado como redutor na determinação da pressão máxima de esmagamento do revestimento. Por esse motivo. reavaliadas. analisado seu conjunto de obras. já na etapa de julgamento de suas ofertas. ou seja de 20 mca. do avanço das escavações. assim como. ou seja. quanto à terceira medida. escavação a fogo. deverá então ser utilizada como pressão para o cálculo da blindagem. de 30 mca ou 3 kg/cm2 No trecho de desemboque do túnel deve ser verificada a pressão máxima. A possibilidade e a economicidade da execução utilizando-se outros métodos. propostas podem ser ofertadas para implantação do túnel com diâmetros alternativos. o custo unitário de escavação decorrente é bastante influenciado pelo volume e cronograma de escavação prevista pelo empreiteiro no seu programa global de obras. em função de equipamentos já adquiridos pelo empreiteiro. o efeito da drenagem da água de percolação. dispondo dessas informações ulteriores sobre o maciço onde se desenvolve o túnel. portanto. correspondente à diferença entre a cota da superfície do terreno natural e a do piso do túnel. Essa recomendação se deve ao fato que esse tipo de equipamento é encomendado com diâmetro de escavação especificado e seu custo de aquisição é elevado. adequadamente. A pressão mínima a que o revestimento deverá resistir será. é a definição de uma pressão de cálculo de esmagamento da blindagem. Nessa ocasião. Os critérios. Métodos Construtivos Para efeito deste Manual. No âmbito das recomendações desse Manual. como o TBM ("tunnel boring machine") e outras técnicas é uma questão a ser tratada por ocasião do projeto executivo. não se mostrando possível prever as várias possíveis hipóteses antecipadamente. normalmente recomendada de 2 kg/cm2. Em determinadas situações. Por esses motivos. considera-se que o assunto deve ser analisado em conjunto com os empreiteiros. considerou-se apenas o método de execução convencional. os critérios. atuante sobre a blindagem. majorada de um coeficiente de segurança de 1. . Ao longo da execução das escavações torna-se indispensável o acompanhamento. recomendadas nos dois primeiros itens. O revestimento deve resistir a uma pressão mínima de esmagamento correspondente à pressão de injeção do processo de ligação entre o maciço e a blindagem. pode ser de grande interesse a aquisição do equipamento pelo empreiteiro. premissas e recomendações aqui constantes poderão ser. especificar pelo projeto um método construtivo alternativo como o TBM pode levar a uma séria limitação nas ofertas de preços por parte dos empreiteiros. por geólogo.

Esses equipamentos são selecionados e dimensionados como apresentado no item EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS. Além disso. Em qualquer caso. como. elas poderão ser fornecidas pré-montadas. nas dependências da casa de força. nos locais onde o desnível é criado pela barragem. Da mesma forma. tipo e dimensões das máquinas. .CASA DE FORÇA Escolha do Tipo de Casa de Força Foi considerada. deverão ser dimensionadas as dependências da casa de força destinadas aos equipamentos elétricos e mecânicos auxiliares. A qualidade da curva-chave é de extrema importância para a fixação dessas elevações. a cota de fundação da casa de força. A estabilidade da estrutura deverá ser verificada para os casos correntes de carregamento. áreas destinadas aos equipamentos elétricos e mecânicos auxiliares definidos em cada projeto. a casa de força é acoplada a tomada d’água e. depende da quantidade e dimensões básicas da turbina e do gerador. Em seguida. deve estar a salvo de inundação. que depende da posição do tubo de sucção da turbina. portanto. como em todo projeto dessa natureza. ainda. Dimensionamento A definição das principais dimensões da casa de força. deverá ser analisada a necessidade de se prever uma sala para o centro de operação da PCH. Deverão ser previstas. Deve-se lembrar que. Cabe registrar que uma casa de força subterrânea não é uma escolha comum para pequenas centrais. cujas dimensões básicas deverão ser fornecidas pelo fornecedor dos equipamentos principais. definem-se as cotas e a disposição das galerias de drenagem. por exemplo. Esse piso (cota). Com base na potência. Arranjos Típicos O arranjo típico da casa de força é. As principais elevações da casa de força são definidas em função dos níveis d’água notáveis de jusante e da submergência da turbina. deve-se prever uma ponte rolante para os trabalhos de montagem e desmontagem em manutenções programadas. apenas. a cota do piso dos transformadores. Registra-se que no caso de máquinas de pequeno porte. Deverá ser definida. condicionado pelo tipo da turbina e do gerador. incorporada ao barramento. quantidade. deverá ser analisada a necessidade de área específica para montagem dos equipamentos. em cada caso. evidentemente. a casa de força do tipo “exterior e abrigada”.

a largura no fim do canal de fuga deverá ter dimensão suficiente para não introduzir qualquer controle sobre o escoamento. Na confluência com o rio. entre a casa de força e o rio. a jusante do tubo de sucção. O escoamento ao longo do canal. deverá ser consultada bibliografia específica relacionada ao final destas Diretrizes. não é bem conhecida. a largura é comumente variável ao longo de seu comprimento. CANAL DE FUGA O canal de fuga. a jusante do tubo desucção. como no canal de adução. para garantir a manutenção do nível d’água mínimo necessário ao perfeito funcionamento das turbinas. A declividade do canal será. é o canal através do qual a vazão turbinada é restituída ao rio. O comprimento será. visando-se reduzir as possibilidades de erosões pelo escoamento (queda de blocos de rocha). por exemplo. deve-se adotar rampas ascendentes suaves. seu dimensionamento hidráulico deverá ser realizado procurando-se reduzir sua escavação. no caso das casas de força subterrâneas. A largura inicial deverá ser igual à largura da casa de força. dos aspectos topográficos do local e das rampas admissíveis para os equipamentos de transporte e da disposição das obras a jusante. deverá ser sempre laminar. com velocidade baixa (V < 2 m/s). em função da diferença de elevação entre o fundo do tubo de sucção e do rio. Para os casos nos quais sejam necessários túneis de fuga. à exceção das turbinas Pelton que funcionam desafogadas. no entanto. . considerar o apoio da estrutura de saída da linha de transmissão. de acordo com a geometria do tubode sucção. Métodos Construtivos Os métodos construtivos são os mesmos já especificados anteriormente para barragens de concreto. Para os casos nos quais a curva-chave. especialmente nas proximidades do tubo de sucção. em função da distância entre a casa de força e o rio. em alguns casos. poderá ser necessário introduzir-se uma soleira afogadora. O dimensionamento da parede de jusante da casa de força deverá. variável. em função das particularidades de cada caso. variável. Quando esse canal é escavado em rocha. Para os casos onde o maciço rochoso é fraturado. deverão ser tomados cuidados especiais no que diz respeito ao tratamento das paredes laterais e do fundo. provocar aumento das perdas de carga. sem.Os acessos externos deverão ser definidos em função da cota do piso principal da área de montagem. para a descarga máxima turbinada. O dimensionamento de sua geometria será sempre condicionado pelo tipo e dimensões da casa de força e pela distância entre a casa de força e o rio. a jusante da casa de força. No início do canal. Os transformadores podem ser instalados dentro ou fora da casa de força. também. como 1 (V) : 6 (H) ou 1 (V) : 10 (H). também. Para os canais com superfície livre.

deverá ser previsto um sistema de instrumentação. condições térmicas ambientais e fator tempo (“aging of dams”). Fase de Operação Verificar se o desempenho geral das estruturas e de suas fundações é satisfatório ao longo do tempo. quando estas tiverem altura maior que 15 m. Possibilitar revisões do projeto durante o período construtivo. Registra-se que. deverá atender aos objetivos apresentados a seguir. e de suas fundações durante a construção. Possibilitar uma avaliação do desempenho estrutural das obras de barramento. tem se constituído em prática rotineira a instalação de sismógrafos nas vizinhanças dos grandes reservatórios. Fase de Construção Alertar sobre a ocorrência de eventuais anomalias no comportamento da barragem. Essa instrumentação. visando verificar a adequação dos critérios de projeto. . etc. Fornecer informações sobre os parâmetros específicos dos materiais da barragem. de enchimento do reservatório e de operação. visando verificar: Escorregamento de encostas nas margens. através de comparações entre grandezas medidas “in situ” e aquelas consideradas no projeto. Fugas d’água do reservatório. Caracterizar o comportamento das estruturas em função da carga hidráulica. Fase de Enchimento do Reservatório Alertar sobre a ocorrência de eventuais anomalias que possam colocar em risco a segurança das estruturas de barramento. após alguns anos de operação. conforme previsto no projeto (deslocamentos. para as fases de construção. vazões de drenagem. Além da instrumentação das estruturas de barramento poderá ser de interesse monitorar a área do reservatório. Assoreamento junto às estruturas. apesar da sismicidade no Brasil ter baixa intensidade. ou de condições que as possam favorecer. com vistas à auscultação do comportamento dessas estruturas. como especificado nas Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos da ELETROBRÁS. ou a critério da projetista para outros casos em que se julgar necessário.). tensões internas. de outras estruturas. ou de outras estruturas.INSTRUMENTAÇÃO Para as estruturas civis principais. subpressão.

.visando detectar possíveis sismos induzidos. instalação. pode-se dispensar esse tipo de instrumento. Para o planejamento da instrumentação dos diversos tipos de estruturas e para avaliação dos diversos custos envolvidos (instrumento. No caso das PCHS. operação e análise). com reservatórios pequenos (igual ou inferior a 3 km2). recomenda-se consultar o documentos “Auscultação e Instrumentação de Barragens no Brasil” – Volume I do 2o Simpósio sobre Instrumentação de Barragens – CBGB/1996.

coeficiente de perda de carga. Em seguida. ESTIMATIVA DAS PERDAS DE CARGA As perdas de carga são estimadas por uma equação do tipo a seguir especificado. onde: hca V g perda de carga no canal de adução (m).01 e 0. a qual é o produto de uma constante. velocidade do escoamento. pela energia cinética do escoamento. Perda na Aproximação a) A perda de carga no canal de aproximação pode ser estimada através da fórmula apresentada a seguir. aceleração da gravidade (m/s2). pode-se estimar o valor total das perdas de carga e. coeficiente de forma do canal de aproximação. V2 hca = kca 2 g . .1. que varia entre 0. onde: h V g k perda de carga em algum ponto do circuito hidráulico de adução (m). k ca b) Perda na Grade da Tomada d’Água A perda de carga na grade da tomada d’água pode ser estimada utilizando-se a fórmula de Kirschmer. velocidade do escoamento (m/s). h=k V2 2 g . conseqüentemente.DETERMINAÇÃO FINAL DA QUEDA LÍQUIDA E DA POTÊNCIA INSTALADA Após o conhecimento definitivo das dimensões físicas das estruturas que compõem o circuito de adução. como deta-lhado a seguir (m/s). determinar o valor final da queda líquida. deve ser recalculado o valor da potência a ser instalada na PCH. que varia para cada caso como se verá a seguir. aceleração da gravidade (m/s2). calculada para cada caso particular.

coeficiente calculado utilizando-se a fórmula de Ganguillet e Kutter. como exposto mais adiante. V2 S= 2 C Rh . onde: hg e1 e2 perda na grade (m). velocidade média (m/s). onde: S V C declividade da linha de energia = perda de carga unitária (m/km). espessura ou diâmetro das barras. Essa perda pode ser calculada utilizando-se a fórmula de Chézy. raio hidráulico (m). o usuário deve consultar o Hydraulic Design Criteria . como exposto a seguir. Tabela 1 θ1 Vg kg TIPO DAS BARRAS Retangulares Circulares e1 / b (*) ≥5 ≥5 kg 2.Corps of Engineers .⎛e ⎞ hg = k g ⎜ 1 ⎟ ⎝ e2 ⎠ 4/ 3 sen θ1 V g2 2 g . espaçamento entre as barras. No quadro a seguir apresentam-se os valores mais comuns. velocidade junto à grade (m/s).Carta 010-7. sem curvas acentuadas (em cotovelo). deve ser computada somente a perda de carga devido ao atrito ( ha ). coeficiente de perda de carga cujo valor depende das dimensões da grade. c) Perda em Canais Para os canais de seção uniforme com escoamento em superfície livre.42 1. que é igual à relação entre a área molhada e o perímetro molhado Rh . inclinação da grade.79 (*) b = largura das barras Para maiores detalhes sobre perda de carga na grade.

030 0. 0.011 0.do canal.020 0. ou Open Channel Hydraulics . Para canais de seção e declividade uniformes. coeficiente variável em função da forma da boca do conduto. onde: L comprimento do canal (km). o valor numérico da perda de carga unitária devido ao atrito é praticamente igual à declividade do fundo do canal.035 Para maiores detalhes sugere-se que o usuário consulte o Hydraulic Design Criteria Corps of Engineers .4).017 0. em reduções cônicas e em bifurcações.013 0. Tabela 2 Natureza das Paredes Cimento liso Argamassa de cimento Pedras e tijolos rejuntados Tijolos rugosos Alvenaria ordinária Canais com pedregulhos finos Canais com pedras e vegetação Canais em mau estado conservação n 0.Ven Te Chow.015 0. ha = LxS .010 0. como ilustrado na Figura ke .00155 1 + S n C= 0. onde: velocidade média imediatamente a jusante da entrada (m/s). d) Perda em Conduto sob Pressão A perda de carga em conduto sob pressão consiste no somatório das seguintes perdas: na entrada do conduto.00155 ⎞ n ⎛ 1+ ⎜ 23 + ⎟ S ⎠ .Carta 631. onde: Rh ⎝ 23 + n coeficiente de rugosidade do canal apresentado a seguir (ver item 5. • Perda na Entrada do Conduto ( he ) A perda de carga na entrada do conduto é estimada através da seguinte fórmula: he = ke V V2 2 g . devido ao atrito.1. em curvas.

38 . desprezando-se as demais.34 0.9 J = 410 Ka 1.1 Di .04 b) d) aresta viva Ke=0. onde: J Lcf Ka Di perda de carga unitária (m/km). Tabela 2 VALORES DE k a CONDUTO Aço (*) Cimento-amianto Concreto armado ka 0.23 Figura 1 • Perda por atrito ( he ) A perda de carga devido ao atrito.78 boca em campânula Ke=0.50 aresta ligeiramente arredondada Ke=0. PERDA DE CARGA NA ENTRADA DA TUBULAÇÃO TIPOS DE BOCA c) a) saliente interno Ke=0. a seguir.32 0. diâmetro interno do conduto (cm). é calculada utilizando-se a fórmula de Scobey: V 1.1. comprimento do conduto (m) coeficiente que varia com o tipo de tubulação (ver quadro a seguir).

(*) Novo. coeficiente que varia com o valor do ângulo de deflexão da curva. a jusante da redução (m/s). isto é.09 0. onde: V velocidade média no conduto (m/s).010. o ângulo de mudança de direção entre as partes retas de montante e de jusante de curva. com juntas soldadas ou sem costura. kr . Tabela 3 ÂNGULO DE DEFLEXÃO < 10o 10o a 15o 15o a 30o 30o a 45o > 45o kc 0 0. V2 hr = kr 2 g . diâmetro do conduto (m). • Perda nas Curvas ( hc ) A perda de carga nas curvas é calculada utilizando-se a expressão a seguir.005 a 0. Esses valores são válidos para curvas nas quais: R ≥2 . V2 hc = kc 2 g . onde: D kc R D raio da curva (m). coeficiente de perda de carga nas reduções cônicas. como apresentado no quadro a seguir.06 0.03 0. que varia de 0.13 • Perda nas Reduções Cônicas ( hr ) A perda de carga nas reduções cônicas é calculada utilizando-se a expressão a seguir. onde: V velocidade média no conduto.

a montante da bifurcação (m/s). prevendo-se a instalação da outra no futuro. V kb coeficiente de perda de carga nas bifurcações.20 . e a área da seção de escoamento dos braços de “saída”. bem como da deflexão de cada um dos braços em relação ao alinhamento do tronco principal. Quando o escoamento se dá pelos dois condutos. o valor de kb é muito menor do que quando apenas um está funcionando. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS . determinando-se o valor final da potência instalada.• Perda nas bifurcações ( ) hb A perda de carga nas bifurcações é calculada utilizando-se a expressão a seguir. V 2 .escoamento para duas unidades. DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA INSTALADA Com os valores definitivos das perdas de carga. kb = 0. As . que depende da relação entre a área da seção de escoamento do conduto de “entrada”. recomenda-se adotar: kb = 1. Ae . a jusante da bifurcação. Isto ocorre quando uma das unidades geradoras está parada ou quando apenas uma delas foi instalada. onde: hb = k b 2g velocidade média no conduto.25 . os estudos hidroenergéticos descritos em “ESTUDOS ECONÔMICO-ENERGÉTICOS” serão refeitos. Para deflexão de 30o ou ângulo de 60o entre os braços e relação 1 < Ae / As < 2 .escoamento para uma unidade.

deve-se analisar. a velocidade de rotação é a mesma para turbina e gerador e. em caso de problemas durante o funcionamento. A escolha da velocidade de rotação da turbina depende da potência nominal. sendo assim. deve-se procurar a velocidade síncrona mais próxima da calculada (conforme fórmulas típicas para cada tipo de turbina). dando-se grande importância à sua robustez e confiabilidade. As características referentes a cada turbina serão tratadas juntamente com o tipo específico da turbina.VELOCIDADE DE ROTAÇÃO No DE PÓLOS 4 6 8 10 12 14 16 18 20 24 28 30 32 36 ROTAÇÃO (rpm) 1. são as constantes da Tabela 1. São considerados três tipos de geradores : assíncrono. porém a influência do tipo de gerador na escolha da velocidade de rotação da unidade é enfocado de um modo abrangente para os diversos tipos de turbinas. a capacidade de imediato atendimento. Tabela 1 . além dos parâmetros técnicos e do seu preço.f / p onde : n = velocidade de rotação síncrona em rpm f = freqüência da rede em Hertz p = no de pólos do gerador As velocidades de rotação comumente utilizadas na frequência de 60 Hz. por parte do fabricante. síncrono com multiplicador de velocidade e síncrono sem multiplicador. do tipo de turbina e do tipo de gerador. Para o gerador assíncrono ou para o síncrono sem multiplicador.200 900 720 600 514. da altura de queda.800 1.TURBINAS HIDRÁULICAS As turbinas hidráulicas utilizadas nas PCH devem ser escolhidas de modo a se obter facilidade de operação e de manutenção.1 240 225 200 . pois a tendência é de que a usina seja operada no modo não assistido. e a disponibilidade para fornecimento de peças sobressalentes. Na escolha da turbina. Essa velocidade de rotação pode ser calculada pela relação n = 120.3 450 400 360 300 257.

Se a unidade possui multiplicador de velocidade. que aumentará seu valor. normalmente. A potência (kW) estimada na saída pode ser obtida da mesma figura. a velocidade de rotação calculada para a turbina deve ser mantida. Seleção do Tipo de Turbina A queda líquida (m) e a vazão de projeto por turbina (m3/s) são os parâmetros utilizados para a escolha preliminar do tipo de turbina. será feita pelo multiplicador de velocidade. 1200 rpm ou 900 rpm. A correção para a velocidade síncrona. ESCOLHA DO TIPO DE TURBINA Figura 1 . bastando interpolar os valores das linhas oblíquas. conforme gráfico da Figura 1. mesmo que não seja uma velocidade síncrona. para 1800 rpm. a ser utilizada pelo gerador.

queda líquida (m). na fórmula a seguir. A potência indicada no gráfico da Figura 1 corresponde à saída do gerador e supõe um rendimento constante para o conjunto turbina-gerador de 85%. potência nominal da turbina (kW). onde: PG Q potência na saída do gerador (kW). H liq ηT ηG Turbina Pelton • Aplicação .5 n s = 1.25 H liq . rendimento do gerador. após consulta a diversos fabricantes especializados.81QH liq η T η G . rendimento da turbina. vazão garantida ou nominal (m3/s). utiliza o conceito de velocidade específica calculada através da queda e da vazão nominal pela fórmula: N qr = N qr n nQr0. queda líquida (m). onde: velocidade específica da turbina. 75 . Em alguns casos. velocidade de rotação da turbina (rpm). devendo a escolha final ser feita. altura de queda nominal (m). vazão da turbina (m3/s). fator importante para o seu dimensionamento futuro. PG = 9. onde: ns n velocidade específica da turbina. pela fórmula : nPn0. Qr Hr O gráfico constante deste Manual orienta o Usuário para uma solução viável.A partir desses dados. velocidade de rotação da turbina (rpm). nesse caso. as condições e parâmetros apresentados permitem que seja selecionado mais de um tipo de turbina. é possível determinar a velocidade específica da turbina. Pn H liq A Norma NBR 12591 – Dimensões Principais de Turbinas para PCH.5 H r0.

Rotor . que deve garantir o bom funcionamento e a durabilidade da máquina. funcionando suavemente e praticamente sem cavitação até 20% da carga nominal. no âmbito destas Diretrizes. evitando o efeito indesejável de frenagem. o arranjo poderá ser feito com três (menos utilizado) ou quatro jatos e o eixo na disposição vertical. Além disso.Na faixa das PCH. atende a quedas de 100 m a 500 m e potências de 500 a 12. • Dimensionamento Básico As dimensões finais da turbina deverão ser determinadas pelo Fabricante. Em turbinas com vários injetores. de modo que suas conchas fiquem distantes do espelho d’água. atuando em alguns dos injetores.O rotor. integralmente fundida. tem por característica a transformação da energia potencial de queda em energia cinética no jato injetor. esse último necessário em casos de rede isolada. deve-se considerar a utilização de controle duplo e conjugado da vazão. é escolhido o arranjo com eixo horizontal. por meio de agulha e de defletor. para em seguida ser convertida em energia mecânica no rotor da turbina. peça de fundamental importância. é aconselhável utilizar um defletor de água. • Descrição A turbina Pelton. A elevação do ponto mais baixo do rotor deve ser aproximadamente um metro acima do nível de água máximo de jusante. Em casos excepcionais a queda pode ir até 1000 m. e mesmo abaixo desse valor quando utilizado um maior número de jatos. Possui ótimas características de desempenho sob cargas parciais. com um ou dois jatos. conseqüentemente. é aconselhável fazer uma comparação entre os custos do conjunto turbina-gerador para as diversas opções. Controle da Vazão – O controle da vazão turbinada e. A Pelton se caracteriza por um rotor com pás ou conchas na periferia e por uma tubulação de adução alimentando um ou mais injetores. é possível parcelar a potência fornecida com a utilização de defletores de jato. colocado à frente de cada jato. a turbina Pelton. que poderá ser do tipo aberto/fechado ou do tipo de regulação contínua. da potência desenvolvida. As fórmulas apresentadas a seguir para o dimensionamento são simplificadas e permitem a determinação das características principais da turbina para consulta aos Fabricantes. Em geral. pode ser construído a partir de uma peça única em aço inoxidável.500 kW. de acordo com sua experiência. é feito por meio de uma agulha móvel disposta no interior de cada injetor e acionada por mecanismo hidráulico. classificada como turbina de ação. com as conchas dispostas em sua periferia e posteriormente usinada. ou seja. Figura 2 . Com a tendência moderna de automação das usinas. Para maiores vazões. Assim. e/ou para conseguir velocidades de rotação maiores. Tomar como referência a Figura 2.

a turbina Francis atende a quedas de 15 a 250 m e potências de 500 a 15000 kW possuindo ótimas características de desempenho sob cargas parciais de .76 ( Hliq 0. o que normalmente corresponde a um gerador mais barato.75 Z 00. Exceção é feita para os casos de utilização de gerador assíncrono ou com multiplicador de velocidade. No âmbito destas Diretrizes.5 D1 = 12 d 0 n = ( 37. pode ser utilizada a Norma NBR 12591 – Dimensões Principais de Turbinas para Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH).5 D = 3 d 0 Z 0 0.d 0 = 0.5 ) / Q Hliq Q Z0 Qj Q ij d0 D D1 n queda líquida (m) vazão da turbina (m3/s) número de injetores descarga por injetor descarga unitária por injetor diâmetro do jato d’água (m) diâmetro do tubo de adução (m) diâmetro de incidência do jato sobre o rotor (m) rotação adequada para a turbina (rpm) As fórmulas acima indicam que a utilização de dois injetores na turbina Pelton ( Z o = 2 ) conduz a uma velocidade de rotação mais alta.3 Hliq 0. pois a mesma deve estar normalmente sincronizada em relação à freqüência da rede.5 ) / D1 ou n = 5. Para obtenção de dimensões preliminares básicas destinadas à implantação das obras civis. Turbina Francis com Caixa Espiral • Aplicação A faixa de aplicação da turbina Francis é bem mais abrangente.54 Q ij 0. É importante considerar que a velocidade de rotação calculada pela fórmula acima não é a definitiva.

Em compensação. tem por característica a transformação da energia potencial de queda em energia mecânica no rotor da turbina. dispensando o esvaziamento do tubo de sucção.até 70% da carga nominal. Para a faixa de potência e vazão considerada neste Manual. KH liq75 P 0. um anel rígido suporta as pás fixas do pré-distribuidor. onde coeficiente adimensional entre 1300 e 1900. o valor encontrado deve ser corrigido para a velocidade síncrona mais próxima. o que facilita a instalação e a manutenção do gerador correspondente. segundo a fórmula : n= K P 0. para PCH utilizar o valor 1600. devendo ser consultado o Fabricante. classificada como turbina de reação. caso necessário. Na periferia interna da caixa espiral. é aconselhada a disposição com eixo horizontal. Não é aconselhável o funcionamento da turbina abaixo de 50% da vazão nominal. que poderá propor soluções específicas para o caso. funcionando ainda adequadamente entre 70 e 50 % da carga. A variação da potência fornecida pela turbina é obtida com a abertura ou fechamento das palhetas diretrizes situadas na periferia interna do pré-distribuidor em um conjunto chamado distribuidor. embora com perda progressiva do rendimento. em caso de intervenção e reparo simples. Se o gerador escolhido for do tipo síncrono e não houver multiplicador de velocidade. Modernamente.5 . Velocidade de Rotação – A velocidade de rotação é preliminarmente escolhida em função da queda e da potência da turbina. Recomenda-se a escolha de uma velocidade de rotação que permita a disposição do rotor da turbina acima do nível de água de jusante. onde a qualidade e a garantia de menor manutenção compensam o custo maior. Essa implantação visa facilitar os trabalhos de inspeção e manutenção. potência da turbina (kW). exige um posicionamento da linha de centro . Rotor – O rotor da turbina Francis é normalmente feito em uma única peça fundida e usinada. conforme descrito anteriormente. Possui uma caixa espiral em aço ligada em seu lado montante a um conduto forçado. • Descrição A turbina Francis com Caixa Espiral. é vantajoso prever o rotor em aço inoxidável fundido. A velocidade de rotação mais alta conduz a turbinas de dimensões menores e geradores mais baratos.

de acordo com sua experiência. As medidas estão referidas ao diâmetro máximo do aro de saída do rotor D2a . No desenvolvimento do projeto. velocidade de rotação (rpm). • Dimensionamento Básico As dimensões finais da turbina deverão ser determinadas pelo Fabricante. o valor da velocidade específica deve ser diminuído. que deve garantir o bom funcionamento e a durabilidade da máquina. é possível determinar as dimensões principais em função do diâmetro nominal de saída do rotor da turbina ( D3 ). . queda líquida (m).0 m acima do nível máximo de jusante. Para facilidade de inspeção e manutenção das turbinas Francis de pequeno porte. Como alternativa.da turbina em elevação mais baixa com conseqüente aumento de escavação e de infraestrutura da casa de força.0 a 2. a elevação do rotor deve ficar cerca de 1. o que permitirá a abertura do recinto do rotor sem necessidade de esvaziamento do tubo de sucção. velocidade específica da turbina. e de modo a permitir a previsão de espaço necessário à instalação dos equipamentos .5 ) / n kU = 0. citada anteriormente. até que a pressão a jusante do rotor seja suficiente para garantir condições apropriadas de operação. pode ser utilizada a Norma NBR 12591 – Dimensões Principais de Turbinas para Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH). Para isso. Para obtenção de dimensões preliminares básicas destinadas à implantação das obras civis. As dimensões básicas apresentadas na Figura 9 da Norma NBR 12591. de acordo com a fórmula a seguir. D3 = ( 84. podem ser utilizadas a título de orientação. dentro dos limites admissíveis de cavitação da turbina. A Norma NBR 12591 indica o cálculo da altura de sucção em função da velocidade específica e da altura de queda. deve ser estudada a solução mais econômica.5 kU H 0. coeficiente de velocidade.27 ( 1 + n S /100 ) D3 kU H n nS onde diâmetro de saída da turbina (m). Altura de Sucção – A altura de sucção deve ser calculada para determinar a elevação de assentamento da turbina.

A ausência de conduto forçado e de caixa espiral simplificam a concepção e diminuem o custo do equipamento. então. deve ser utilizada com reservas. como no caso de eixo horizontal. duas soluções são viáveis: o distribuidor da turbina apoiado na laje inferior ou. dispensando a existência de conduto e caixa espiral. O arranjo pode ser com eixo vertical ou horizontal. em virtude do baixo rendimento alcançado. . No entanto. Modernamente. as empresas com tecnologia mais apurada preferem a escolha de turbinas do tipo “S”. um diâmetro um pouco maior. É aconselhável utilizar um coeficiente K entre 1300 e 1100.Turbina Francis Caixa Aberta Aplicação . torna-se necessário prever uma tampa estanque entre a câmara da turbina e o recinto onde se localiza o gerador. eventualmente. sendo o controle da vazão é feito por meio de um distribuidor semelhante ao utilizado na turbina Francis Espiral. com valor menor. o distribuidor e. conseqüentemente. o tubo de sucção situados dentro de uma câmara em comunicação direta com a tomada d’água. Descrição A turbina Francis Caixa Aberta tem o rotor. • Dimensionamento Básico As dimensões do rotor da turbina são aproximadamente iguais aos valores obtidos com as fórmulas para turbina Francis Espiral e também podem ser obtidas na Norma NBR 12591. de modo a obter uma altura de sucção positiva. apoiado na laje superior. O fato de ser utilizado o fator K descrito acima. como será descrito neste Manual. A câmara é normalmente construída em concreto e o tubo de sucção em chapas de aço em forma de cone. Com o eixo vertical. A desvantagem é que haverá tendência a trabalhar com velocidade de rotação baixa. implica se obter uma velocidade de rotação também menor e.A turbina Francis Caixa Aberta é viável para baixas quedas até 10 m e potências de 500 a 1800 kW. Nesse segundo caso. Altura de Sucção – A altura de sucção deve ser calculada para determinar a elevação de assentamento da turbina. • Velocidade de Rotação A mesma metodologia aplicada para a escolha da velocidade de rotação para turbina Francis Espiral pode ser usada para a turbina Francis Caixa Aberta. como será mostrado posteriormente.

Deve ser feita uma comparação econômica entre o custo maior da dupla regulação e seu benefício de ganho de produção de energia elétrica. mesmo a cargas parciais.5 m3/s. desde que utilizado o rotor Kaplan de pás reguláveis. dentro dos limites admissíveis de cavitação da turbina. Possui ótimas características de operação. dividindo a vazão afluente em duas partes. assim chamada por ter o tubo de sucção em forma de “S”. duas cintas e dois conjuntos de pás. o eixo se estende até um único gerador que poderá ter uma velocidade síncrona maior. uma peça com uma única coroa. Conseqüentemente. Caso o distribuidor seja fixo. o distribuidor também for regulável. possui um eixo que se prolonga através da . Para isso. o que conduz a uma velocidade de rotação maior. a montante. Nesse caso. já que a turbina é calculada considerando a metade da vazão para cada banda do rotor. A Norma NBR 12591 indica o cálculo da altura de sucção em função da velocidade específica e da altura de queda. menos freqüentemente. Ligado ao rotor Kaplan. A utilização de rotor de pás fixas só é considerada se a variação de carga for pequena (entre 100% e 80% da carga nominal). considerando a flexibilidade de operação nesse caso. são necessários dois tubos de sucção separados. adicionalmente. a laje de piso da câmara aberta. deve ficar acima do nível máximo de jusante. a faixa de operação irá de 100% até 20% da carga nominal.Em turbinas Francis Caixa Aberta. Se. • Descrição A turbina Tubular “S”. Turbina Francis Dupla Podem ser consideradas como variantes das turbinas Francis anteriormente descritas. pode ser colocada na posição de eixo horizontal ou na posição inclinada. permitindo a inspeção e a manutenção desse recinto sem necessidade de esvaziamento do tubo de sucção. o valor da velocidade específica deve ser diminuído até que a pressão a jusante do rotor seja suficiente para garantir condições apropriadas de operação. A Francis Dupla tem por característica o rotor duplo. caracterizando uma turbina de dupla regulação. o limite inferior de operação se limita a 40% da carga nominal. ou seja. mantida a mesma velocidade específica. Turbina Tubular “S” • Aplicação A turbina Tubular “S” atende a quedas de 4 a 25 m e potências de 500 a 5000 kW para vazões de até 22.

. usualmente. que permitem a determinação de características principais da turbina para facilitar o arranjo civil.blindagem metálica. A Norma NBR 12591 – Dimensões Principais de Turbinas para PCH indica as dimensões necessárias. Nesse caso. A disposição do conjunto de geração leva ao arranjo de uma casa de força com vão grande. permitindo que o gerador e eventual multiplicador de velocidade se situem fora da passagem hidráulica. As dimensões básicas resultantes são apenas orientadoras. Altura de Sucção – A altura de sucção deve ser calculada para determinar a elevação de assentamento da turbina. de acordo com sua experiência. Nesse caso. para permitir a inspeção e manutenção da turbina. a linha de centro do rotor esteja abaixo do nível de água de jusante. Velocidade de Rotação – A mesma metodologia aplicada para a escolha da velocidade de rotação para turbina Francis Espiral pode ser usada para a turbina “S”. As medidas estão referidas ao diâmetro da câmara do rotor D1 . por meio de cálculos simplificados. de modo a permitir a previsão de espaço necessário à instalação dos equipamentos. Turbina Bulbo com Multiplicador • Aplicação A turbina Bulbo com Multiplicador atende a quedas de 4 a 12 m e potência até 1700 kW. a inclusão da comporta ensecadeira de jusante é necessária. o coeficiente K será usado com valor em torno de 2100. é uma razão para diminuição do rendimento da unidade. A extensão do eixo de ligação entre rotor e gerador. A Norma NBR 12591 indica o cálculo da altura de sucção em função da velocidade específica e da altura de queda. normalmente mais a jusante. a utilização de velocidades específicas altas faz com que. • Dimensionamento Básico As dimensões finais da turbina deverão ser determinadas pelo Fabricante. com influência direta no peso e preço da ponte rolante. colocado diretamente no fluxo de água. que deve garantir o bom funcionamento e a durabilidade da máquina. Em turbinas tubulares Kaplan.

facilitando e encurtando o tempo para a montagem de campo. Construção – A turbina é normalmente fornecida totalmente pré-montada. trabalhando satisfatoriamente sob cargas parciais de até 10% a 20% da carga nominal. Apenas não é necessário procurar a velocidade síncrona do gerador. A limitação na potência está mais ligada ao multiplicador de velocidade do que à turbina. • Descrição O arranjo para o conjunto turbina-gerador permite projetar uma casa de força compacta. É própria para operação com grandes variações de vazão. A turbina é. e o multiplicador possui o mancal de escora para suportar o empuxo axial. tendo o gerador acoplado ao eixo de saída. inclinado de 15o com a horizontal. do tipo Kaplan com pás móveis. Velocidade de Rotação – Metodologia semelhante à aplicada para a escolha da velocidade de rotação para turbina Francis Espiral pode ser usada para a turbina Bulbo com Multiplicador. O rotor tem o eixo na posição horizontal ou. A utilização de turbina com pás fixas (tipo hélice) elimina a flexibilidade de operação com vazões abaixo de 80% da vazão nominal. • Dimensionamento Básico As dimensões finais da turbina deverão ser determinadas pelo Fabricante. de acordo com sua experiência. que pode ser calculado segundo a norma NBR 12591. D1 = ( 84. uma vez que o multiplicador elevará a rotação para 1200 ou 900 rpm. de preferência. ou alternativamente pela expressão abaixo. É aconselhável utilizar um coeficiente K entre 1900 e 1800. o multiplicador pode ser desmontado independente da turbina.5 kU H 0. no máximo. Caso seja necessário. normalmente em posição vertical. O rotor possui três ou quatro pás em aço inoxidável.É usada como alternativa à turbina tubular “S”.5 ) / n . O multiplicador se situa a montante do rotor. incluindo um multiplicador de velocidade com engrenagens cônicas. que deve garantir o bom funcionamento e a durabilidade da máquina. As medidas estão referidas ao diâmetro externo das pás do rotor D1 . permitindo que o gerador fique com o eixo a 90o do eixo da turbina.

Turbina de fluxo transversal ou Michell-Banki – Informações e pré-dimensionamento podem ser obtidos na Norma NBR 12591.Informações e pré-dimensionamento podem ser obtidas na Norma NBR 12591. Ainda está protegida por patente de um único fabricante estrangeiro e as dificuldades encontradas no seu desenvolvimento ainda não permitiram o seu uso intensivo. e devem ser referidas ao desenhos das Figuras 21 e 22 da Norma NBR 12591. da ordem de 50 a 60%. sendo aqui citados para conhecimento do usuário. O rendimento obtido é baixo. coeficiente de velocidade. Para a faixa de potência utilizada e adicionalmente limitada pela vazão considerada máxima para PCH. podendo ser utilizada a metodologia indicada na Norma NBR 12591. utilizados em PCH. velocidade de rotação em rpm. O Manual de Inventário da Eletrobrás trata da utilização desses tipos de turbinas. Turbinas Francis e Kaplan de eixo vertical . que é especializada no assunto. Esse tipo de turbina é produzido por fabricante nacional de pequeno porte em potência inferior à faixa abrangida por este Manual. queda líquida (m). Altura de Sucção – A altura de sucção deve ser calculada para determinar a elevação de assentamento da turbina. Exceção é feita à empresa Ossberger. usualmente. As dimensões básicas apresentadas são apenas orientadoras. Turbina Straflo – Essa turbina de fluxo axial possui o gerador disposto em sua periferia. Outros Tipos de Turbinas Alguns tipos de turbinas não têm sido. . Os fabricantes tradicionais de turbinas nacionais e internacionais não se dedicam ao fornecimento da turbina Banki. instalada no sul da Alemanha. dificilmente será escolhida a turbina Francis ou Kaplan de eixo vertical.85 + ( n S / 600 ) D1 kU H n nS onde: diâmetro externo das pás do rotor (m).kU = 0. de modo a permitir a previsão de espaço necessário à instalação dos equipamentos. velocidade específica da turbina.

Porém. em aumento da sobrepressão ou conduto de adução e em diminuição da sobrevelocidade transitória. ligados diretamente ao eixo do gerador e denominados volantes de inércia. Quatro grandezas tem um inter-relacionamento na variação brusca de carga e em suas conseqüências. pois implica em dimensionar a chapa do conduto com espessura maior. o aumento do efeito de inércia girante produzirá o efeito desejado sem interferir com a sobrepressão no conduto. São elas: efeito de inércia das massas girantes. permanecendo no monitoramento desse valor e certificando que a unidade está sincronizada coma rede. Para uma determinada unidade geradora. Esses limites variam para cada caso. sobrevelocidade transitória da unidade e sobrepressão no conduto de adução. Sistema de Regulação O sistema de regulação em unidades de PCH tem por objetivo inicial permitir a tomada de velocidade até a rotação nominal de projeto e posterior sincronização da unidade com a rede elétrica. pode ser necessário diminuir a sobrevelocidade transitória. e o regulador passa a ter a função de controlar a potência ativa fornecida pela máquina. O custo do volante de inércia pode ser estimado como 0. o volante de inércia servirá para manter a sobrevelocidade da unidade e a sobrepressão no conduto a montante do distribuidor da turbina. A seguir. assim. Nesse caso. ou seja gerando um custo maior. o aumento da velocidade de fechamento do distribuidor implica. São. então.1% (um décimo por cento) do custo do gerador para cada 1% (um por cento) de aumento no efeito de inércia das partes girantes. Em caso de rejeição de carga total ou parcial. O aumento da sobrepressão é indesejável. em caso de rede interligada ao sistema. dentro das condições de regulação estabelecidas. e é normalmente menor do que o custo adicional para aumento de espessura de chapa do conduto de adução.Volante de Inércia Nas unidades geradoras de pequena capacidade pode ocorrer que o efeito de inércia (GD2) das massas girantes seja insuficiente para garantir uma regulação estável. e nesse caso. . necessário o acréscimo de material. previstos discos de aço ou de ferro fundido. velocidade de fechamento do distribuidor. o regulador não terá capacidade para controlar as variações bruscas de carga na unidade geradora. dentro de limites preestabelecidos no projeto da usina. que resulte em aumento do efeito de inércia (GD2). simultaneamente. a unidade geradora acompanha a freqüência da rede. Torna-se. no caso de se optar por aceitar o aumento de sobrepressão anteriormente citado. já que o tempo de fechamento do distribuidor é mantido constante. Em caso de ligação com rede elétrica de grande porte. mas podem ser tomados como primeira referência os valores limites de 30% de sobrepressão e 50% para sobrevelocidade da unidade. o regulador comanda a tomada de carga até o valor estipulado pelo operador.

A Norma NBR 12289 – Seleção de comportas hidráulicas para pequenas centrais hidrelétricas (PCH) indica diretrizes para a seleção de comportas e fornece. como canal de adução. para trabalho de regulação de até 32. acumulador de pressão.m. permanecem normalmente abertas. possibilita a chegada de óleo sob pressão até o servomotor hidráulico ligado ao distribuidor ou ao injetor (tipo Pelton) da turbina. em forma de tabelas. isto é. O regulador de velocidade é formado por duas partes distintas: a parte eletro eletrônica e a parte hidráulica ou atuador. e este fornecerá catálogo e indicará o regulador de velocidade apropriado para o caso. por estarem situadas próximas ao fundo do reservatório. e é medido em N. . constituído de bomba. a eliminação de areia ou qualquer outro material decantado no fundo do reservatório. são comportas de pequenas dimensões. tubulação de baixa pressão e passagens hidráulicas da Casa de Força. de acordo com sua função. filtro.000 N. As comportas de desarenação ou limpeza têm a função de permitir. os fabricantes possuem reguladores de velocidade padronizados de diversos tamanhos. fora de operação. é chamado trabalho de regulação da turbina. da posição fechada até a abertura máxima. O atuador. O distribuidor ou o injetor regula a vazão de água passando pelo rotor.O regulador de velocidade pode ser eletro-hidráulico ou digital.m. Atualmente. podendo operar normalmente fechadas ou normalmente abertas. Em geral. As comportas que auxiliam a inspeção e a manutenção das estruturas civis. sendo a ligação entre as partes feita pela válvula proporcional. controlando desse modo a variação de potência fornecida pela turbina. por ocasião de sua abertura. porém sujeitas a pressões consideráveis. válvulas distribuidoras e acessórios. sob queda máxima. um dimensionamento preliminar da estrutura das mesmas. O trabalho necessário para mover o distribuidor da turbina. O Comprador deve preencher formulário próprio fornecido pelo Fabricante. EQUIPAMENTOS HIDROMECÂNICOS COMPORTAS As comportas hidráulicas são previstas com o objetivo de bloquear uma passagem hidráulica.

são previstas para suportar colunas d’água de até 10 metros sobre a soleira. em alguns casos. A vedação. com o objetivo de impedir a passagem de detritos carreados peloescoamento. também. Normalmente. durante o projeto.Necessitam ser protegidas por adequada pintura. por meio de haste de aço com rosca ligada à comporta e movimentada por pinhão ligado a um volante. GRADES De acordo com o arranjo do projeto civil da tomada d’água. se possível. porém o custo está relacionado à dificuldade crescente em se obter madeira de boa qualidade. Acionamento Para pequenas comportas.sendo o conjunto fixado na travessa superior de armação. a rapidez na manutenção implica diminuição do tempo ocioso ou improdutivo da usina. desde que a instalação completa esteja dentro das disponibilidades orçamentárias. o acionamento poderá ser feito manualmente. deve ser feita uma comparação entre o investimento inicial necessário e os benefícios obtidos na eletrificação do acionamento das comportas. porém de uso limitado. baixo custo e de grande durabilidade. não tendo influência direta na produção da usina. padronizadas por algunsfornecedores. As comportas de ferro fundido são comportas pesadas. a fim de evitar o apodrecimento prematuro. A grade deve ser. que possam danificar partes da turbina. Guias e vedação As comportas são guiadas em seu movimento de subida e descida por perfis metálicos. No entanto. É. de preferência.Material As comportas podem ser construídas utilizando o ferro fundido. a madeira. possível a utilização de talha movida a corrente ou mesmo talha elétrica. É importante considerar o fato de que as comportas são elementos acessórios. o que garante um baixo índice de vazamento. . deve ser feita com perfis adequados de borracha sintética sobre quadro de aço inoxidável. As comportas de aço são de construção leve. o aço e. chumbados ao concreto nas extremidades laterais. deverão ser previstos um ou mais painéis de grade. As madeiras empregadas na fabricação das comportas devem possuir boa resistência ao tempo e à umidade. do tipo móvel colocada entre duas guias embutidas nas paredes laterais da tomada d’água. Assim. As comportas de madeira são de construção simples. principalmente na linha d’água onde a agressividade da corrosão é maior.

Essa limpeza pode ser feita manualmente com auxílio de ancinho. após a rejeição de carga. pode-se efetuar a abertura da Válvula por meio de volante. onde se acumulam detritos de toda a espécie. então. como orientadoras para a decisão do valor do espaçamento entre barras verticais da grade. e principalmente folhas e plantas aquáticas. poderá controlar o fechamento de cada uma delas. após a abertura de uma válvula solenóide. quando. em caso de manutenção. VÁLVULA DE SEGURANÇA Dependendo do arranjo das passagens hidráulicas. Além disso. a Válvula de Segurança. Nesse caso. b) existência de uma tubulação de adução muito longa. interrompendo o fluxo de água e protegendo a unidade. As Válvulas Borboleta são de fácil instalação e manutenção e proporcionam boa estanqueidade. são abertas por meio de cilindro hidráulico com pressão do próprio regulador de velocidade. individual para cada turbina.A Norma NBR 12271 – Seleção de Grade para Pequenas Centrais Hidrelétricas indica diretrizes para o dimensionamento preliminar das grades. preconizado pela Norma. O fechamento. ou mecanicamente através de máquina limpa-grades. para quedas médias. em caso de falha do mecanismo de controle da turbina. Para pequenos diâmetros e pressões não elevadas. Podem ser encontradas no mercado nacional em tamanhos padronizados até diâmetros de 2. liberando o óleo da parte inferior do cilindro hidráulico. o valor de 30 mm. aproximadamente. pois precisará também de ação manual. o fechamento de emergência fica prejudicado. é necessário quando a turbina for de pequena dimensão. sem interferência com as demais. Em geral. evitando que uma grande massa d’água passe pela turbina. por razões de segurança. Nos demais casos. é efetuado por contrapeso ligado diretamente ao eixo do disco da Válvula. Esférica ou Borboleta. logo a montante da entrada da caixa espiral da turbina. quando então. A Válvula de Segurança é conveniente principalmente em casos de: a) existência de uma única tubulação de adução.0 m. poderá ser necessária a instalação de Válvula de Segurança. nesse caso havendo comporta ensecadeira de jusante. A Válvula de Segurança assume as funções da comporta de emergência da tomada d’água. Relativamente ao vão livre entre barras verticais. a Válvula de Segurança cortará o fluxo próximo da turbina. Deve haver previsão para limpeza periódica da grade. . devem ser consideradas as dimensões finais das passagens hidráulicas da turbina. o fechamento da Válvula permite o esvaziamento da caixa espiral e do tubo de sucção. dividindo-se em duas ou mais para alimentação de diversas turbinas. do tipo Gaveta.

correndo em monovia suportada por estrutura de concreto ou até mesmo apoiada na parede da Casa de Força. porém a um custo mais elevado. parando a unidade em época de estiagem. também. Entretanto. em casos de reparos. Sua importância está na facilidade e rapidez que proporcionam um trabalho emergencial de conserto de unidades. o gerador chega à usina completamente montado. O principal equipamento de levantamento é a ponte rolante da Casa de Força. devendo a ponte rolante ser capaz de transportá-lo. possibilitando uma programação prévia da sua utilização. as comportas em PCH não atuam como elementos de fechamento de emergência. quando o tempo de retirada da máquina do serviço deve ser o menor possível. dependendo da capacidade e da disponibilidade de energia elétrica do usuário. Utilizam-se. A movimentação da talha ou da ponte rolante pode ser manual por meio de correntes. montado sobre caminhão. Para certas unidades horizontais. tendo em vista a baixa freqüência de utilização e a simplicidade do equipamento. permitindo um trabalho mais confortável. já que. servirá para a manutenção da turbina.EQUIPAMENTOS DE LEVANTAMENTO Ponte Rolante e Talha Nas usinas hidrelétricas. de um modo geral. que. em monovia formada por perfil metálico do tipo “I”. Essas informações devem ser obtidas diretamente do fabricante do gerador. normalmente o rotor do gerador. além de auxiliar na montagem das unidades. os equipamentos de içamento são elementos destinados à montagem e à desmontagem das unidades. Deve-se fazer uma programação para atender à manutenção rotineira. A capacidade da ponte rolante deve ser suficiente para permitir a movimentação da peça mais pesada. talhas de levantamento deslocando-se por meio de um trole. A movimentação das comportas pode ser feita com talhas manuais ou elétricas. do gerador e dos equipamentos colocados dentro da Casa de Força. . os equipamentos de levantamento poderão ser equipados com motores elétricos. Em certos casos. é possível contar com equipamento de levantamento móvel.

Quando o acionamento direto do gerador resultar antieconômico. . através da fórmula a seguir. A rotação nominal do gerador fica definida quando se estabelece a velocidade nominal síncrona da turbina.90 a 0. Neste caso. no caso de sistemas isolados.97% para geradores até 10 MVA. O rendimento do gerador deve ser obtido junto ao fabricante do equipamento. Na falta de informações.80.GERADORES Determinação da Potência Nominal A potência do gerador é determinada após o cálculo da potência disponível no eixo da turbina. ⎛ η ⎞ PG = PT ⎜ G ⎟ ⎝ cos φ ⎠ onde: PG = potência do gerador (kVA). um fator de potência nominal de 0.96% para geradores até 1 MVA. adota-se o acionamento indireto do gerador através de um multiplicador de velocidade. O fator de potência deve ser definido em função das necessidades do sistema elétrico ao qual o gerador será ligado. . conforme codificação estabelecida pela norma ABNT NBR 5110. Não é economicamente vantajoso. utilizar geradores com fator de potência nominal abaixo de 0. usualmente utilizam-se geradores de 4. PT = potência no eixo da turbina (kW). cos φ = fator de potência do gerador. são os . para a freqüência de 60 Hz. Sistema de Resfriamento Os sistemas de resfriamento mais comumente adotados para os geradores na faixa de potência das PCH.95 é adequado.98% para geradores até 30 MVA. podem ser utilizados os seguintes valores: . Para o caso de geradores que operem interligados ao sistema elétrico. 6 ou 8 pólos. η G = rendimento do gerador.

.5 m/seg. Nos locais próximos a indústrias. o ar aspirado contém pó e pequenos insetos que se depositam nos canais de ventilação e nos enrolamentos do gerador. • IC 21 . grau de proteção IP44. ligados o mais próximo possível aos terminais do gerador. Nos sistemas IC 01 e IC 21. e proporcionando uma vida útil maior. Deve-se tomar cuidado com a qualidade da água disponível. grau de proteção IP23 e o ar ambiente da Casa de Força circula pelo gerador através de aberturas de ventilação. resultando numa operação termicamente mais estável do gerador. • IC W87 A81 – O gerador é do tipo autoventilado. O sistema de resfriamento é totalmente fechado. que produzem alto índice de poluição. Para estimativa da ventilação da Casa de Força pode-se considerar que a vazão de ar requerida para o gerador é de. A função do conjunto é limitar a amplitude da onda de impulso e diminuir a inclinação da frente de onda que atinge os enrolamentos do gerador. Neste caso.3 a 2. grau de proteção IP23 e o ar ambiente da Casa de Força é admitido através de aberturas de ventilação e expelido para fora da Casa de Força por um duto de exaustão. deve-se proceder a uma análise da água do rio para se detectar a existência de elementos químicos que possam atacar o material das serpentinas. o que implica necessidade de limpeza periódica.seguintes: • IC 01 . ou tubos. além do fato que a variação de temperatura da água é menor e mais lenta do que a do ar. Em qualquer caso. não está sujeito a entrada de animais e depósitos de poeira. Proteção contra Sobretensões Os geradores devem ser protegidos contra sobretensões originadas por descargas atmosféricas e surtos de manobras. diminuindo a eficiência da ventilação. o ar fresco circula internamente através do gerador e o ar quente é forçado através de serpentinas.O gerador é do tipo autoventilado. tubos ou placas onde é resfriado e retorna ao gerador. Com geradores dotados de trocadores de calor ar – água. 2. com o ar circulando através de um trocador de calor ar– água montado diretamente no gerador. aproximadamente.8 m3 por minuto para cada kW de perda do gerador. para uma velocidade do ar de 2. ou impurezas que tendem a formar depósitos internos. como o sistema é totalmente fechado. O equipamento de proteção contra surtos para máquinas rotativas consiste de uma combinação de capacitores especiais e pára–raios tipo estação.O gerador é do tipo autoventilado. Os dutos de exaustão devem ser providos de tela ou venezianas basculantes para impedir a entrada de pequenos animais. no caso da usina estar situada a jusante de cidades ou indústrias localizadas às margens do rio. devem ser utilizados filtros nas entradas de ar.

⎛ P ⎞ R = K ⎜ 0G5 ⎟ ⎝n . Estimativa do Peso Geradores horizontais na faixa de potência das PCHS. na maioria dos casos. definindo a capacidade da ponte rolante. sendo E peso do estator (t). o que facilita a sua instalação na obra. Para os geradores verticais. onde os pesos são obtidos a partir da relação kVA/rpm. onde WT peso total (t). ⎠ 0 . onde: R = peso de rotor (t). Para uma estimativa preliminar do peso de geradores com potência nominal acima de 5 MVA e velocidade nominal acima de 200 rpm. de maneira que deve-se procurar limitar a tensão de impulso ao valor de pico da tensão de ensaio à freqüência industrial estabelecida pela Norma ABNT NBR 5117. No arranjo da Casa de Força. 74 . PG = potência do gerador (MVA). o rotor costuma ser a peça mais pesada a ser movimentada na casa de força. deve ser previsto espaço suficiente para remoção do rotor no caso de reparo do gerador.3( R + E ) . igual à resistência à freqüência industrial. aproximadamente. são completamente montados e ensaiados na fábrica. K = 40 para gerador de eixo horizontal e 50 para gerador de eixo vertical. n = rotação nominal (rpm).Devido às características de isolamento do gerador. Para geradores de eixo horizontal com potência nominal abaixo de 5 MVA pode ser utilizado o gráfico da Figura 1.65R . podem ser adotadas as fórmulas a seguir indicadas. E = 0. WT = 1. a sua resistência a impulso é. .

Peso de Geradores de Eixo Horizontal até 5 MVA 35000 30000 25000 Peso ( kg ) 20000 15000 10000 5000 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 kVA / rpm 9 10 11 12 13 14 15 16 Figura 1 .

variam com a tensão. dando-se liberdade aos fabricantes de apresentarem proposta para o valor que julgarem mais adequado ao seu fornecimento. mas também os custos da interligação gerador–transformador e dos equipamentos ligados à tensão de geração. Os custos de um gerador. o valor especificado da tensão seja orientado. A escolha da tensão de geração deve considerar não só os custos do gerador. um transformador por gerador. Tabela 2 Tensão primária 220/380 ou 480 V 2300 V Potência do Transformador Até 2 MVA Até 5 MVA . deve-se adotar o esquema unitário. a determinação da tensão de geração é geralmente baseada em fatores econômicos. sugere-se que a tensão seja a maior possível (até 480 V). apresenta-se também uma tabela sugerindo valores que resultam numa solução econômica para o transformador bem como de sua tensão primária considerando o caso de dois geradores ligados ao sistema através de um transformador. Recomenda-se também que a distância entre o gerador e o transformador elevador não ultrapasse 50 m. visto que o custo dos geradores varia pouco com a tensão e o custo dos painéis e da instalação elétrica é tanto menor quanto menor for a corrente nominal do gerador.Tensão de Geração Quando o gerador está ligado ao sistema de transmissão através de um transformador. Como a potência do transformador pode influenciar na tensão do gerador. Recomenda-se que. apresenta-se uma tabela que serve como orientação para seleção da tensão de geração que resulta numa solução economicamente atraente. ou seja. Tabela 1 Tensão do Gerador 220/380 ou 480 V 2300 V 4160 V 6900 V 13800 V Potência do Gerador Até 2 MVA Até 3 MVA Até 5 MVA Até 15 MVA Acima de 10 MVA Para aplicação de geradores em baixa tensão. Convém observar que a solução de adotar um transformador para cada dois geradores deve ser analisada também sob o aspecto econômico. considerando a perda de geração no caso de defeito no transformador. Caso a potência do transformador seja ultrapassada. a menos que hajam razões especiais para se adotar uma determinada tensão. A seguir. para uma determinada potência nominal e velocidade. o que evidentemente deve resultar num custo total final mais reduzido.

que deverão ser compatíveis com as características do sistema de excitação. é indispensável que sejam fornecidos os seguintes dados: . • Aterramento de baixa resistência com resistor no neutro. recomenda-se especificar que os enrolamentos do estator e do rotor possuam isolamento classe F. porém. Aterramento do Neutro Os geradores devem ser adequados para ligação em estrela. . a um valor suficiente para . de modo a atender às especificações de desempenho da unidade geradora nas condições de regime permanente e transitório. requerendo um estudo de estabilidade para definição dos parâmetros do gerador. ou de 30oC para água de resfriamento. Valores de Impedância Exceto nos casos em que a potência da PCH seja grande em relação ao sistema elétrico ao qual será interligada.os referentes às condições de operação das unidades geradoras (número de horas de operação anual para diferentes valores de potência). o resistor é dimensionado para limitar a corrente que circula no neutro do gerador.dos estudos hidroenergéticos. sem transformadores. não devendo ultrapassar a elevação de temperatura da classe B. operando em regime contínuo nas condições nominais com temperatura de referência do ar ambiente de até 40oC.4160 V 6900 V 13800 V Até 10 MVA Até 15 MVA Até 30 MVA Para que os proponentes apresentem preço para um projeto otimizado e adequado às necessidades do cliente. O aterramento do neutro do gerador está diretamente relacionado com a proteção do gerador contra os efeitos nocivos das faltas para terra. Com o intuito de prolongar a vida útil do equipamento. fornecidos com terminais acessíveis para ligação do ponto neutro à terra. em virtude das suas caraterísticas técnicas e econômicas. Classe de Isolamento Tornou-se prática comum. Os métodos mais comuns para o aterramento do neutro dos geradores são os relacionados a seguir. nos casos em que o gerador opere continuamente fornecendo a potência máxima. referentes ao valor do custo da energia e a taxa de juros que foi utilizada na avaliação econômica. recomenda-se que sejam adotados os valores naturais de impedância dos geradores propostos pelos fabricantes. a utilização de materiais com isolamento classe F. ste método é mais adequado para o caso em que os geradores estão ligados diretamente ao sistema. no caso de uma falta para terra no sistema.

ste método é utilizado tanto para geradores ligados diretamente ao sistema quanto para sistemas unitários. G 59 GN Figura 3 • Aterramento com transformador de distribuição.ensibilizar os relés de terra do sistema. vide Figura 2 G 51 GN Figura 2 • Aterramento de alta resistência com resistor no neutro. O resistor é dimensionado para limitar a corrente de falta fase–terra para valores da ordem de 5 a 25A. . O neutro do gerador é ligado à terra através de um resistor com um transformador de potencial em paralelo.

quando acionada acima de sua velocidade síncrona. obrigando os geradores síncronos da usina a operar com menor rendimento. Geradores de Indução Uma máquina de indução.5 e 5% acima da velocidade síncrona. da ordem de 300%.o desligamento de um gerador de indução sob carga acarreta velocidades de disparo elevadas. passa a operar como gerador. equipamento de sincronização.a impossibilidade de controle da tensão. O neutro do gerador é ligado à terra através de um transformador monofásico de distribuição com um resistor no secundário. A principal vantagem do gerador de indução reside no menor custo de aquisição. As suas desvantagens são: . . A uma velocidade entre 1. limitando a corrente de falta fase–terra nos terminais do gerador para valores da ordem de 5 a 25A. regulador de tensão.a utilização de capacitores para fornecimento de reativo aumenta os custos e diminui a simplicidade da instalação. O gerador de indução não possui excitação própria. o gerador de indução está fornecendo sua potência nominal. . regulador de velocidade. que deverá ser fornecida pelo sistema ao qual será ligado ou através de capacitores.o consumo de reativo da rede diminui o fator de potência da usina. . requerendo um sistema de controle e proteção relativamente simples. instalação e manutenção. o que o torna inadequado para ser utilizado num sistema isolado.G 59 GN Figura 4 Este método é muito utilizado nos sistemas de geração unitários. pela inexistência da excitatriz. . aproximadamente.

consiste em um pequeno gerador síncrono com o enrolamento de campo montado no estator e a armadura montada no eixo do gerador principal. A corrente de armadura é retificada por diodos montados no eixo da máquina e alimenta diretamente o campo do gerador principal. G EXC Figura 5 O sistema de excitação estática consiste em um transformador de excitação normalmente ligado aos terminais do próprio gerador. e o de excitação estática. a aplicação de geradores de indução fica limitada a máquinas com potência até 1 MW. e torna-se particularmente atraente sob o aspecto econômico para geradores com rotação nominal acima de 200 rpm. sem escovas. . O sistema de excitação sem escovas. A corrente retificada alimenta o enrolamento de campo do gerador principal através de escovas e anéis coletores. cujo secundário alimenta um conversor tiristorizado que retifica a corrente alternada.Devido a estes aspectos e às restrições operacionais do sistema. Sistemas de Excitação Os sistemas de excitação mais comuns atualmente são: o de excitação rotativa. Este sistema é comumente adotado para pequenos geradores. ou “brushless”. onde não haja necessidade de recuperação rápida da tensão para grandes variações de carga (alta resposta inicial).

para os casos em que o magnetismo residual da máquina não é suficiente para o auto escorvamento. o sistema de excitação deve ser capaz de manter a tensão de excitação em 20% do valor de teto. A definição dos parâmetros do sistema de excitação deve ser feita considerando as condições sob as quais o mesmo irá operar. quando o tamanho requerido para a bateria tornar-se exageradamente grande e houver disponível uma fonte externa de alimentação em corrente alternada. Para efeito de estimativa da capacidade requerida da bateria para excitação inicial. pode– se adotar como máximo um valor de corrente igual a 60% da corrente nominal de excitação em vazio durante um tempo de 10 segundos.5% do valor ajustado em toda a faixa de operação. Como regra geral. quando a tensão . torna-se necessária a utilização de uma fonte externa para a excitação inicial. as especificações mínimas de desempenho relacionadas a seguir devem ser atendidas. a) Em Regime Permanente O sistema de excitação deve ser capaz de manter a tensão nos terminais do gerador dentro de ± 0. para esta finalidade. b) Em Regime Transitório Para um curto circuito no lado de alta tensão do transformador. desde vazio a plena carga. Para as máquinas de menor porte. utiliza-se uma fonte retificada incorporada no equipamento de excitação. para as máquinas maiores. Para operação em sistema interligado deverá ser analisada a estabilidade da máquina perante o sistema nos regimes permanente e transitório.G Figura 6 Durante a partida da máquina. utiliza-se. com variação de freqüência de ± 5%. O sistema de excitação deve possibilitar o ajuste da tensão para valores compreendidos entre ± 10% da tensão nominal. o sistema auxiliar de corrente contínua da usina e.

TRANSFORMADORES ELEVADORES O transformador elevador deverá ter potência nominal igual ou superior à potência máxima do gerador. de modo a utilizar um comprimento mínimo de cabos de interligação. método de resfriamento. Norma aplicável: NBR 5356. Devem ser especificadas as seguintes características principais: • • • • • • • • • • • • potência nominal. freqüência nominal. Recomenda-se procurar especificar um valor de potência padronizado. acessórios desejados. designação da ligação dos enrolamentos. Recomenda-se que. tensão suportável nominal de impulso atmosférico para os enrolamentos primário e secundário. o que possibilita obter uma redução nos custos de aquisição e instalação dos cabos e menores perdas. os geradores não deverão perder o sincronismo quando da abertura de uma delas. Nos casos em que a PCH estiver interligada ao sistema elétrico através de duas linhas.terminal do gerador for 20% do valor nominal. Recomenda-se a instalação dos transformadores elevadores o mais próximo possível da casa de força. Para efeitos de uma estimativa preliminar de instalação dos transformadores. condições especiais. os mesmos sejam especificados para os valores superiores de tensão suportável nominal de impulso atmosférico constantes da Norma ABNT NBR 5356. devido à importância do transformador elevador para a usina. menor custo de aquisição e mais facilidade de eventual reposição. Para potências nominais acima de 5 MVA. . tensão nominal do enrolamento secundário. podem ser usados os dados de dimensões e pesos indicados nas Figuras 1 e 2 e Tabelas a seguir. tensão nominal do enrolamento primário. deslocamento angular. o que possibilita um prazo de entrega mais rápido. correspondentes a transformadores trifásicos de dois fabricantes distintos. a utilização de transformadores com sistema de ventilação forçada começa a se tornar uma alternativa atraente. impedância de curto-circuito.

Transformador Trifásico (Dimensões Preliminares – ver Tabela 1) 4 5 6 2 1 3 f a 50 7 g 8 H b h 9 10 11 N 1 o ACESSÓRIOS Bucha Bucha Ganchos para suspensão do Válvula de segurança Indicador de nível de óleo com Válvula de separação Dispositivo de manobra do Radiadores removíveis Secador de ar com silica-gel Placa de identificação e diagramas Termômetro para temperatura do Caixa com terminais para Sapata para macaco Rodas orientáveis Válvula para filtro prensa superior Terminal para terra (2) Tampa de inspeção Válvula para drenagem com 12 13 2 Bitola mxm 14 18 16 3 4 5 contato 6 transformador 15 17 l H1 H2 H3 7 8 9 L comutador sem carga 19 10 11 20 X0 X1 X2 X3 l óleo com contatos 12 13 14 equipamento de proteção 21 C1 C C2 15 16 17 18 amostra 19 20 adaptador para filtro prensa e retirada de Conservador de óleo Tampa de inspeção para o n 5 e o entrada de óleo 21 Relé de gás com contatos de alarme e desligamento (Vista frontal e de topo do transformador trifásico) Figura 1 .

5 3150 2250 2400 1800 600 1125 1525 1625 1200 2250 1800 4100 3130 870 1150 5150 1600 2050 1800 4470 Cotas em mm Pesos em kg Dimensões p / transp. Altura (mm).5 3700 3800 2800 3000 3050 3350 2200 2500 850 850 1400 1500 1700 1700 2000 2100 1435 1435 2450 2750 2200 2500 4700 5300 6950 8800 2110 2800 2090 2600 11150 14200 1600 1600 2400 2500 2200 2500 9170 11550 BUCHAS H1 . Comprim (mm).X1 .H3 X0 . Comprim (mm). Óleo Total Largura (mm).X2 . Altura (mm). Óleo Total Largura (mm). kV 34.75 2600 2900 3400 2150 2450 2750 2550 2600 2850 1900 1950 2100 650 650 750 1075 1225 1375 1300 1450 1700 1300 1450 1700 1200 1200 1200 2350 2500 2250 1900 1950 2100 4300 4500 4400 3370 3950 5750 930 1130 1740 1100 1270 1660 5400 6350 9150 1600 1600 1600 1950 2000 2200 1850 1950 2100 4270 5030 7550 LIGAÇÃO Δ YN 5 7.5 3.X3 MVA C L H h f l C1 C2 m a b g Parte Ativa Tanque c/ aces.8 2 2. kV 25 ± 2 x 2.5 3700 3800 2800 3000 3050 3350 2200 2500 850 850 1400 1500 1700 1700 2000 2100 1435 1435 2450 2750 2200 2500 4700 5300 6980 8880 2170 2870 2350 2850 11500 14600 1600 1600 2400 2500 2200 2500 9930 12420 .5 ± 2 x 2.75 3000 3000 3400 2250 2550 2750 2500 2600 2850 1900 1950 2100 600 650 750 1125 1275 1375 1500 1550 1700 1500 1450 1700 1200 1200 1200 2250 2350 2250 1900 1950 2100 4200 4350 4400 3560 4050 5780 1010 1270 1830 1280 1480 1890 5850 6800 9500 1600 1600 1600 2050 2050 2200 1900 1950 2100 5040 5840 8230 LIGAÇÃO Δ YN 5 7.X1 . Peso c/ óleo (Kg) HZ 60 1. Peso c/ óleo (Kg) HZ 60 1.H3 X0 .5 2800 2150 2250 1700 550 1075 1250 1550 1200 2250 1700 4000 2810 750 940 4500 1600 1900 1700 3550 Cotas em mm Pesos em kg Dimensões p / transp.5 3.8 2 2.X3 MVA C L H h f l C1 C2 m a b g Parte Ativa Tanque c/ aces.5% 13.X2 .H2 .5% 13.H2 .Tabela 1 BUCHAS H1 .

Altura (mm).X1 .8 YN 5 7. Peso c/ óleo (Kg) kV Ligação 69 ± 2 x 2. kV 88 ± 2 x 2.5 10 4800 4800 3300 3300 3950 4050 2770 2870 1180 1180 1650 1650 2500 2500 2300 2300 3180 3280 2770 2870 6000 6200 10050 12150 4150 5150 5000 5900 19200 23200 1700 1800 3200 3300 2500 2600 16200 19700 15 5450 3900 4400 3220 1180 1950 2600 2850 3730 3220 7000 15750 5750 7200 28700 1850 3450 2950 24500 LIGAÇÃO Δ YN 20 5500 4000 4500 3320 1180 2000 2600 2900 3830 3320 7200 18600 6800 8100 33500 1900 3500 3050 31000 .75 3650 3000 3450 2300 1150 1500 2000 1650 1435 3050 2300 5400 5900 2330 2770 11000 1600 2550 2300 9500 BUCHAS H1 .H3 X0 . Dimensões Comprim (mm). Peso c/ óleo (Kg) HZ 60 2 4700 3300 3550 2400 1150 1650 2400 2300 2950 2400 5400 7600 3400 4300 15300 1700 3100 2400 13300 Cotas em mm Pesos em kg Dimensões p / transp.X2 .H2 .H2 .5 10 15 20 3800 4350 4300 5100 5100 3200 3300 3500 3800 3800 3550 3650 3950 4250 4450 2400 2500 2800 3100 3300 1150 1150 1150 1150 1150 1600 1650 1750 1900 1900 2000 2000 2000 2400 2400 1800 2350 2300 2700 2700 1435 1435 1435 1435 1435 3150 3500 3850 3850 4050 2400 2500 2800 3100 3300 5600 6050 6700 7000 7400 7120 9400 11750 14000 18100 2880 3600 4450 5800 6100 3400 4100 5200 5700 6800 13400 17100 21400 25500 31000 1600 1600 1600 1600 1600 2650 2900 2950 3200 3200 2400 2500 2800 3100 3300 11580 14600 18400 21300 26000 2 3100 2900 3300 2150 1150 1450 1900 1200 1200 2700 2150 4900 4130 1320 2100 7550 1600 2400 2150 6550 2.Tabela 1 (continuação) BUCHAS H1 . Óleo Total Largura (mm).X2 .X3 MVA C L H Cotas h f em l C1 mm C2 m a b g Parte Ativa Pesos Tanque c/ aces.X1 . em kg Óleo Total Largura (mm). Comprim (mm).5 3200 2900 3350 2200 1150 1450 1900 1300 1200 2750 2200 5000 4400 1760 2340 8500 1600 2550 2200 7340 Hz 60 3.5% Δ 13.H3 X0 . . Altura (mm). p / transp.X3 MVA C L H h F l C1 C2 a b g Parte Ativa Tanque c/ aces.5% 13.8 7.

X1 .X3 MVA C L H h f l C1 C2 a b g Parte Ativa Tanque c/ aces. .5% 13.Tabela 1 (continuação) BUCHAS H1 . .H3 X0 .X2 . Altura (mm). Peso c/ óleo (Kg) kV 138 ± 2 x 2. Óleo Total Largura mm.H2 . Comprim (mm).5 10 15 6000 6200 6400 3600 3800 4000 5100 5150 5300 3120 3170 3320 1980 1980 1980 1800 1900 2000 3400 3550 3600 2600 2650 2800 3400 3650 3850 3100 3150 3300 6500 6850 7200 10500 14400 18500 6500 6900 7600 7500 9200 10900 24500 30500 37000 1800 1900 1900 3800 3900 4100 3150 3200 3350 20000 26000 33000 LIGAÇÃO Δ YN 20 6600 4100 5500 3520 1980 2050 3600 3000 4050 3500 7600 22100 8300 11800 42200 1950 4100 3350 37500 HZ 60 5 5850 3500 4900 2920 1980 1750 3400 2450 3250 2900 6200 9600 4800 6900 21300 1800 3700 2950 18500 Cotas em mm Pesos em kg Dimensões p / transp.8 7.

300 11.900 3.700 2.500 2.100 4.000 2.150 Óleo ( I ) (I) 25.300 2.900 3.Dimensões preliminares na tabela 7.000 15.550 3.800 2.5 ± 2x2.100 3.500 14.800 2.000 10.600 2.000 10.500 5.900 4.3.700 3.400 3.500 13.800 2.300 11.500 10.400 5.000 21.300 6.10 Tabela 2 TENSÃO kVA 138 ± 2x2.000 3.000 3.500 20.350 3.000 25.Z Y X (Vista frontal.700 14.500 2.000 3.200 3.500 5.600 6.000 6.000 7.000 6.400 3.000 3.250 8.300 2.500 4.000 17.000 7.750 2.150 2.350 3.500 5. lateral e de topo de transformador .3.500 5.200 7.000 2.000 17.100 3.500 22.000 11.800 3.500 14.800 2.900 3.8 34.600 27.500 1.000 7.600 2.700 2.500 3.5% 13.600 4.700 4.000 21.000 3.600 5.200 7.300 5.300 16.500 2.650 2.400 4.500 69 ± 2x2.8 13.500 4.300 3.800 2.500 4.100 5.8 ± 2x2.400 5.000 18.5% POTÊNCIA kVA 30.900 2.000 3.000 58.100 3.150 4.800 4.600 3.300 3.16 .000 20.000 7.000 52.700 3.300 2.000 5.100 3.600 3.500 13.650 2.000 41.500 5.500 3.750 2.500 Peso tot.900 2.200 4.900 3.500 1.300 5.000 10.200 6.5% 4.400 9.500 3.500 5.8 X 5.5% 13.800 4.000 DIMENSÕES EM MM Y Z 5.000 16. ( kg) 62.600 6.500 4.200 4.600 3.600 3.300 2.300 5.400 6.5) Figura 7.750 2.300 3. .150 2.600 4.500 11.800 4.600 2.100 4.800 3.500 1.600 2.000 36.500 13.000 34.400 9.000 48.750 2.500 3.500 1.000 15.100 22.000 23.000 42.800 5.700 5.600 5.200 3.500 5.

Um fator importante a ser analisado na definição do grau de proteção desejado é a forma como a usina será operada. em particular os relacionados com aquecimento de mancais devem atuar sobre um relé eletromecânico de bloqueio.SISTEMA DE PROTEÇÃO A escolha de um sistema de proteção para os equipamentos elétricos constituintes de uma PCH envolve aspectos operacionais. Nesses casos. não permitindo que a máquina seja reposta em operação antes de ter sido inspecionada. . A atuação da proteção anti-incêndio através do relé diferencial do gerador ou de falta para terra no estator deve ser avaliada levando em conta o inconveniente de uma descarga de CO2 no caso de uma operação indevida dos referidos relés. através de seus contatos de saída. No caso de usinas automáticas ou semi-automáticas a inexistência de operadores torna necessário prover desligamento para a maioria das condições anormais de operação que impliquem em risco para a integridade da máquina. Recomendações para proteção de unidades geradoras são geralmente encontradas em publicações editadas por fabricantes de relés. Este relé deve efetuar a parada total da máquina após a retirada automática de carga da unidade de modo a evitar a ocorrência de sobrevelocidade após abertura do disjuntor com maior sobrecarga para os mancais. quase que exclusivamente. Este relé deve efetuar a parada total da máquina com abertura imediata dos disjuntores geral e de campo. os defeitos de origem elétrica devem atuar sobre um relé auxiliar eletromecânico de bloqueio. econômicos. permitindo que o operador decida se conserva a máquina em operação ou não. se assistida por operadores ou automaticamente. como no caso de sobrecarga. devem-se especificar os transformadores de corrente para assegurar ± 1% a 1In e ± 10% a 20In. função 86E. O sistema de proteção deve constituir um sistema independente do sistema de controle digital e as proteções devem atuar diretamente. Para máquinas com sistema de proteção anti-incêndio por meio de CO2 os detectores de fumaça ou termovelocimétricos devem atuar simultaneamente nos relés de bloqueio 86E e de descarga de CO2. exceto para os casos de medição para faturamento. Os relés digitais incorporam funções de medição que. Os defeitos de origem mecânica. que devem ser analisados caso a caso. mesmo que a longo prazo. encontram-se disponíveis. Nas usinas assistidas por operadores. função 86M. Estas recomendações podem ser utilizadas como um ponto de partida para a definição do esquema de proteção desejado. de modo a garantir a parada da máquina sem necessidade do sistema de controle digital. relés de proteção com tecnologia digital. podem dispensar a utilização de um sistema dedicado apenas à medição. de modo a atender aos requisitos de medição e proteção simultaneamente. conforme a Norma IEC 185. De um modo geral. algumas condições anormais de operação podem apenas acionar um alarme. de segurança física e pessoal. eventualmente. Atualmente. sobre os disjuntores ou dispositivos de parada.

Estas correntes induzem correntes de freqüência dupla no rotor do gerador que causam sobreaquecimento e em casos mais severos danos à estrutura do rotor. adota-se como solução a utilização de um relé multifunção básico. mais baratos. a maior parcela de carga imposta aos transformadores de corrente é representada pelos cabos de interligação entre os transformadores de corrente e o relé. • Proteção contra perda de excitação (40) Quando ocorre a perda de excitação. principalmente quando ocorre falha nas proteções de outros equipamentos. possibilitando a implementação de comandos externos e intertravamentos para subestações simples. Como o consumo desses relés é extremamente pequeno. A proteção para perda de excitação pode ser desejável nestes casos. Alguns relés digitais permitem o controle de abertura e fechamento de disjuntor. complementado por relés individuais para funções adicionais. A seguir estão relacionadas as principais funções disponíveis nos relés de proteção digital para geradores: • Proteção diferencial (87G) Faltas internas no gerador geralmente se desenvolvem como uma falta à terra numa das fases do enrolamento e podem ocasionalmente envolver mais de uma fase. girando abaixo da velocidade síncrona e absorvendo reativos do sistema. como as que ocorrem nas PCH. interfaces de entrada e saída com outros equipamentos. A utilização destes relés somente é possível quando os terminais de neutro de cada uma das fases forem acessíveis para a instalação dos transformadores de corrente. para máquinas de pequeno e grande porte.Os relés digitais possibilitam a utilização de transformadores de corrente com secundário de 5A ou 1A. • Proteção contra carga desequilibrada (46) A ocorrência de faltas assimétricas externas à máquina. A proteção para esta condição pode ser realizada por meio de relés de sobrecorrente de seqüência negativa. Os relés para perda de excitação costumam utilizar unidades de impedância (tipo off-set mho). Sendo a carga imposta pelos cabos diretamente proporcional ao quadrado da corrente. a máquina passa a operar como um gerador de indução. assim como personalização através de alteração na lógica de programação. • Proteção contra motorização (32) . pode causar a circulação de correntes de seqüência negativa no estator da máquina. fica evidente que a utilização de transformadores de corrente com secundário para 1A conduz a transformadores de corrente com menor potência. Esta situação pode causar colapso da tensão e tornar instável o sistema ao qual está conectada. Para máquinas de médio porte. Para a proteção de geradores existem disponíveis relés multifunção. direcional ou subtensão. A proteção mais efetiva para falta entre fases é realizada pelos relés diferenciais.

A proteção sob estas condições é dada para o primeiro caso por um relé de sobretensão temporizado com ajuste acima de 105% da tensão nominal e para o segundo caso por um relé de sobretensão instantâneo com ajuste acima da máxima sobretensão limitada pelo regulador de tensão. Se a proteção primária é feita por relés de distância a proteção de retaguarda deve ser feita por relés de distância (21). por exemplo. apresentam configurações mínimas recomendáveis para usinas não assistidas. da carga perdida e da dinâmica do regulador de velocidade. • Proteção de retaguarda para faltas externas (21) ou (51V) Proteção de retaguarda para falhas externas opera de forma seletiva no caso de não operação do relé de proteção primária.tentativa de funcionar como motor pode ocorrer. Se a proteção primária é feita por relés de sobrecorrente a proteção de retaguarda deve ser feita por relés de sobrecorrente com restrição de tensão (51V). Para aterramento de alta resistência com resistor no neutro ou aterramento de alta impedância com transformador de distribuição a proteção é feita por relé de sobretensão (59GN). Nestas ocasiões. Para aterramento de baixa resistência com resistor no neutro a proteção é feita por relé de sobrecorrente (51GN). Sobretensões também podem ocorrer durante uma rejeição de carga devido a uma falha do regulador de tensão. quando há bloqueio da tomada d’água do gerador. As Figuras 1. e 3. 2. o baixo fluxo de água na turbina pode ocasionar cavitação e conseqüentes danos. • Proteção contra sobretensão (59) m gerador de pequena potência em relação ao sistema ao qual está interligado pode ficar sujeito às sobretensões oriundas do sistema devido à incapacidade do regulador de tensão em modificar a tensão do sistema. A proteção contra sobrevelocidade é dada por relés de velocidade normalmente associados ao regulador de velocidade e por uma chave centrífuga incorporada ao eixo do gerador. A aceleração depende da inércia do gerador. . • Proteção contra sobrevelocidade (12) Os geradores estão sujeitos a aceleração na ocorrência de rejeição de carga. A proteção de retaguarda deve possuir princípio de operação semelhante ao do relé primário. • Proteção contra falta para terra no estator (51GN) ou (59GN) proteção contra faltas para terra no estator está diretamente relacionada com o método de aterramento do neutro adotado. A utilização de proteção contra motorização é dada por meio de relé de reversão de potência e recomendável no caso de usinas não atendidas. • Proteção contra sobrecarga (49) A proteção contra sobrecarga pode ser realizada por meio de relés que estimam o comportamento térmico do gerador pela medição da corrente de carga (imagem térmica) ou por meio de detectores resistivos de temperatura embutidos nos pontos críticos do gerador.

TP A V W Hz TP 32 49 51 GN 51 V TEX TC G EXC TC TC RA SISTEMA DE PROTEÇÃO .CONFIGURAÇÕES MÍNIMAS RECOMENDÁVEIS PARA USINAS NÃO ASSISTIDAS GERADOR ATÉ 2 MVA Figura 1 .

CONFIGURAÇÕES MÍNIMAS RECOMENDÁVEIS PARA USINAS NÃO ASSISTIDAS GERADOR ATÉ 10 MVA Figura 2 .TC TC 51 51 N TP A V W Hz TP 32 51V 40 59 GN 46 81 49 87 TC TEX G EXC TC TP RA SISTEMA DE PROTEÇÃO .

TC TC e TP A 21 46 50 BF 24 V 27 W 32 Hz TP 38 40 81 87 TC TC 87T TEX 50 BFN 59 GN 60 G e v TC TC SISTEMA DE PROTEÇÃO .CONFIGURAÇÕES MÍNIMAS RECOMENDÁVEIS PARA USINAS NÃO ASSISTIDAS GERADOR ACIMA DE 10 MVA Figura 3 .

a saber: • Subsistema de controle da barragem ou reservatório. É possível a otimização da geração por meio da medida do nível do reservatório na câmara de carga. os investimentos recomendados no processo de automação ou semi-automação são balizados pelos custos operacionais destas instalações (basicamente mão de obra) e pelo custo da energia comercializada. Se a máquina é desligada do sistema. chaveando pontos de operação predefinidos das máquinas. No atual contexto tecnológico e econômico. porém com custos reduzidos. as máquinas são desligadas automaticamente. Se o nível do reservatório atingir o mínimo operacional. Na semi-automação. por meio de operadores ou a automação ou semi-automação da usina. para soluções técnicas adequadas. as iniciativas nesta área apontam. São geralmente definidos dois procedimentos para a parada das unidades geradoras: parada de emergência. Assim. é necessária a presença do operador para a reposição da máquina no sistema. • Subsistema de controle da casa de força e subestação Esta divisão é importante. quase sempre. Após a sincronização. a tomada de carga prefixada pode ser realizada automaticamente pelo sistema de controle. já que o controle do reservatório envolve questões de segurança operativa da usina e de pessoas e propriedades a jusante. A automação ou semi-automação de uma PCH normalmente envolve dois subsistemas. a semi-automação ou automação das instalações das usinas apresenta as seguintes vantagens: • Redução dos custos operacionais • Ganhos de qualidade sobre o processo • Melhor utilização do pessoal • Maior agilidade operativa • Melhor utilização dos recursos disponíveis • Melhor produtividade No caso específico das pequenas centrais hidroelétricas. ativada por condições que coloquem em risco a integridade da máquina e a parada automática que é ativada por condições operacionais que . geralmente as transições de estado até a sincronização da máquina na rede são realizadas pelo operador da usina.SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE A definição do sistema de supervisão e controle de uma PCH é essencialmente uma decisão econômica. Basicamente devem ser analisadas e comparadas duas possibilidades: a operação convencional.

os sistemas de automação com utilização das modernas tecnologias de comando digital encontravam aplicação apenas para as usinas de grande porte. cujo objetivo é manter o nível do reservatório na faixa normal ou de equilíbrio. Normalmente. A parada automática permite a retirada de operação da unidade geradora de forma suave. afluente e turbinada além de programar a geração das máquinas e o vertimento pelas comportas da barragem. As vantagens dos sistemas digitais começam a ficar mais evidentes quando são levados em consideração a sua baixa taxa de defeitos e o tempo necessário para reparo. independente da presença de operadores. de forma a atender às restrições impostas pelos equipamentos (geração mínima por máquina) ou pela legislação (vazão sanitária). é possível a realização da otimização da geração considerando as vazões afluentes. devido à utilização de rotinas de autocontrole e diagnóstico. as vazões vertida. Alguns aspectos que possibilitam uma solução tecnicamente adequada com custo reduzido são listados a seguir. Na automação. Além disto. com os automatismos com lógica convencional a relés. A comparação econômica entre um sistema convencional e um sistema digital não deve ser feita apenas considerando-se os custos de aquisição inicial do equipamento. Esta realidade se reflete no fato dos grandes fabricantes estarem lançando sistemas de controle digital com características compatíveis com o porte das pequenas centrais a preço competitivo. Até recentemente. . compatível com o porte do empreendimento. Em situações em que o nível do reservatório atinja limites de atenção. ou possuir um mínimo essencial de supervisão remota e controle local. facilitando a substituição de componentes defeituosos. Geralmente o sistema de controle do reservatório realiza a supervisão do nível do reservatório. o sistema de controle do reservatório pode acionar as comportas no sentido de reverter a cota para a faixa de operação normal. controlando o mesmo através do aumento ou diminuição da geração das máquinas. em sistemas totalmente automáticos. evitando golpes de aríete causados pelo fechamento brusco dos equipamentos hidráulicos. sensivelmente menor. Esta otimização pode ser feita pelo sistema de controle do reservatório. A rápida evolução na área dos microprocessadores tornou disponíveis equipamentos de baixo custo com desempenho adequado para automação de pequenas centrais. A solução para o automatismo de uma PCH deve ser orientada no sentido da simplicidade. atendendo apenas às questões de segurança. o controle do reservatório é simplificado (realizado por sensor de nível). envolvendo soluções complexas e equipamentos de custo relativamente elevado. tanto a parada quanto a partida e sincronização das máquinas são realizadas automaticamente pelo sistema de controle. • Utilização de relés de proteção multifunção com recursos de medição para os geradores. A usina desassistida pode ser totalmente supervisionada e controlada remotamente. inicialmente reduzindo a carga da máquina. alerta ou emergência. • Utilização de relés de proteção multifunção com recursos de medição e intertravamento para a subestação.permitam a parada sem rejeição de carga.

• Comando local das unidades geradoras dispensando a necessidade de uma Sala de Comando e Estação de Trabalho. . • Interface Homem-Máquina com tela de cristal líquido e acionamento por toque na tela ou teclado funcional de membrana. • Parametrização local para os relés de proteção. Utilização de sincronização manual com verificação de sincronismo para o caso de PCH sem telecomando. • Utilização de Unidades de Aquisição e Controle com lógica de automatismo efetuada através de Controladores Lógicos Programáveis.

Carregadores de bateria. . . .Bombas de circulação de óleo dos mancais. sendo as mais comuns: .Corrente Alternada As cargas normalmente alimentadas pelo Sistema de Serviços Auxiliares da Usina podem ser divididas em três categorias: a) Auxiliares da unidade essenciais para a partida. .Ar comprimido de serviço.Sistema de óleo de regulação.Sistema de ventilação forçada do transformador elevador.Drenagem do poço da turbina.Motores de acionamento de chaves secionadoras.Ar comprimido de regulação.Bomba de água de resfriamento. .Motores de carregamento de mola ou compressores para disjuntores. .Sistema de frenagem. mas que são essenciais para a operação da usina. . .Sistema de excitação. operação e parada do grupo turbina– gerador. .SISTEMAS AUXILIARES ELÉTRICOS Serviços Auxiliares . sendo os mais comuns: .Bombas de drenagem da Casa de Força. . . . não diretamente associados com as unidades geradoras.Bomba de injeção de óleo nos mancais (para as máquinas verticais de maior porte).Regulador de velocidade. .Comportas de vertedouro. Estas cargas variam conforme o tipo de usina e equipamento fornecido. . b) Auxiliares gerais.Comporta de emergência ou válvula borboleta. . .

.Aquecimento de painéis. de modo a evitar erros operacionais. A tensão de alimentação dos auxiliares em corrente alternada deve ser compatível com o tamanho da usina e a potência das cargas a serem alimentadas. devendo cada caso ser analisado separadamente.Pórtico rolante ou monovia. de fácil aquisição no mercado.Os quadros de serviços auxiliares devem ser fornecidos com disjuntores providos de disparadores de operação seletiva.Deve haver possibilidade de alimentação através de qualquer um dos geradores da usina e através de uma fonte externa.Ponte rolante. . sem necessidade de encomenda especial no caso de reposição. .Para os sistemas mecânicos que requeiram duplicação de equipamento. necessária à operação da usina sob os aspectos de continuidade de serviço e segurança pessoal e das instalações. . .Deve ser considerada a utilização de um sistema de transferência automática de fonte de alimentação. . não existe uma solução típica. a usina opera isolada do sistema e necessita de alimentação em corrente alternada para a partida de uma unidade. Deve ser considerada também a utilização de motores com tensão nominal padronizada. deve haver uma duplicação de alimentação. . . de modo a que o defeito em um circuito não interfira com a operação dos demais. sendo os mais comuns: . . Para a definição da configuração do sistema de auxiliares em corrente alternada. compatível com o grau de confiabilidade do sistema. de fácil operação.Oficina Eletromecânica. certos princípios que devem ser seguidos para que se obtenha uma solução adequada. . . . ou por questões de segurança. Nos casos em que não se dispõe de uma fonte externa. c) Auxiliares não essenciais à operação da usina. .Equipamento de comunicação.Sistema de ventilação da Casa de Força. É recomendada a utilização dos seguintes valores de tensão de alimentação: .Máquina limpa-grade. deve ser prevista a instalação de um grupo gerador de emergência.Recomenda-se que o sistema possua uma configuração radial. entretanto.Sistema de esgotamento.Iluminação e tomadas. Existem.

Se os transformadores para serviços auxiliares forem instalados dentro da casa de força. não ultrapassar os valores de queda de tensão admissível para continuidade de operação dos motores durante uma transferência automática e atender às condições de ponta de carga sem redução da vida útil. para usinas maiores que requeiram transformador para serviços auxiliares com potência nominal ≥ 500 kVA. A tensão nominal de 125 V tem demonstrado ser a mais adequada para este tipo de aplicação. O tipo de bateria mais utilizado em virtude de suas características e desempenho é o tipo chumbo – ácido com placas positivas tubulares. Embora a utilização de um sistema isolado de terra permita a continuidade de operação para defeitos para terra envolvendo apenas um dos pólos. devem ser utilizados transformadores de boa procedência. O dimensionamento deve ser feito seguindo a metodologia proposta na Norma ANSI/IEEE Std 485. a probabilidade de ocorrência de um curto circuito sempre está presente.. no mercado. com isolamento sólido. para as usinas menores. Os transformadores para serviços auxiliares devem ser dimensionados para atender ao ciclo de carga mais desfavorável. Serviços Auxiliares . combinado com a seleção criteriosa de equipamentos de boa qualidade e a simplicidade inerente aos sistemas de controle das pequenas centrais. deve ser elaborado um ciclo de descarga que atenda às condições mais desfavoráveis de operação durante uma falta de alimentação de corrente alternada para o retificador.Corrente Contínua O elevado grau de continuidade dos sistemas de corrente contínua não aterrados. Quando se julgar necessário uma maior confiabilidade deve-se adotar um sistema com duas baterias e dois retificadores. praticamente todos os equipamentos que requerem alimentação em corrente contínua estão disponíveis para alimentação nesta tensão. deverão ser do tipo seco. não possuem características adequadas que possibilitem ajustes para uma operação seletiva da proteção entre disjuntores. nas diversas condições de operação. deve ser adotado o método de conversão do ciclo de carga real para o ciclo de carga equivalente. o que possibilita a utilização de apenas um nível de tensão de corrente contínua na usina. A operação seletiva dos dispositivos de proteção é fundamental para a operação do sistema de corrente contínua. Devido a este fato. sistema trifásico a quatro fios com neutro solidamente aterrado. recomenda-se que os circuitos de corrente contínua sejam protegidos por fusíveis do tipo Diazed ou NH. . Atualmente. se for possível.380/220 Vca 60 Hz. é de execução difícil. Para o dimensionamento. sistema trifásico a quatro fios com neutro solidamente aterrado. Neste caso. Os disjuntores para aplicação em corrente contínua disponíveis atualmente. Para o dimensionamento adequado da bateria. estabelecido pela Norma NBR 5416.220/127 Vca 60 Hz. conduzem a um sistema de corrente contínua constituído por uma única bateria operando em paralelo com uma unidade retificadora. . pois seu reparo.

bem como as normas que devem ser seguidas no seu projeto e fabricação. considerando as futuras expansões previstas.Meio isolante e para interrupção do arco . Quando a usina opera interligada a um sistema elétrico. Quando a usina opera em sistema isolado. a utilização de relés de sobrecorrente com características de tempo inverso associados a relés de sobrecorrente instantâneos é uma solução economicamente interessante.Para uso interior ou ao tempo . deve ser utilizado um sistema de proteção compatível com o sistema existente no ponto de interligação. Os equipamentos componentes da subestação devem ser dimensionados para operar sob as condições mais adversas a que estiverem expostos. Quando a subestação estiver interligada a um sistema elétrico existente. com as características mínimas que devem ser especificadas. conforme definido pela Norma ABNT NBR 6979.Número de pólos . Para a proteção das linhas são utilizados basicamente dois tipos de sistema de proteção: proteção por relés de sobrecorrente e proteção de relés de distância. As subestações para instalação ao tempo podem ser do tipo Conjunto de Manobra e Controle Blindado ou convencional.Tensão suportável nominal de impulso atmosférico . Recomenda-se que as subestações para instalação abrigada na casa de força sejam do tipo Conjunto de Manobra e Controle Blindado.SUBESTAÇÃO As subestações para pequenas centrais hidrelétricas podem ser instaladas dentro da casa de força ou ao tempo. estão relacionados os principais equipamentos que compõem uma subestação. que proporciona melhores condições de segurança pessoal contra riscos de acidentes e maior rapidez na fase de instalação do equipamento na usina. A seguir.Tipo de acionamento . sempre que possível. os equipamentos deverão ser adequados para os níveis de curto circuito no sistema. • Disjuntores .Tensão nominal . Deve-se dar preferência à subestação do tipo Conjunto de Manobra e Controle Blindado.

Norma aplicável: NBR 6935 • Pára-raios .Porcentagem da componente de corrente contínua .Duração da corrente suportável de curta duração .Tensão nominal .Tensão nominal dos dispositivos de comando .Duração nominal da corrente de curto–circuito desejada (quando diferente do valor normalizado) .Tipo construtivo ( se houver preferência ) .Norma aplicável: NBR 7118 • Secionadores ..Tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 min .Corrente nominal .Corrente de interrupção simétrica nominal .Tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 min .Tensão nominal .Freqüência nominal .Para uso interior ou ao tempo .Freqüência nominal .Valor de crista nominal da corrente suportável .Seqüência nominal de operações .Número de pólos .Tipo de acionamento .Tensão suportável nominal de impulso atmosférico .Corrente suportável nominal de curta duração .Corrente nominal .Tensão máxima de operação contínua .

Classe de exatidão .Norma aplicável: NBR 6856 • Transformador de Corrente .(5.Capacidade de sobretensão temporária para 1 s e 10 s (só para ZnO) .Número de núcleos para medição e proteção .Tensão suportável nominal de impulso atmosférico .Corrente nominal de descarga .Valor de crista nominal da corrente suportável .Capacidade de alívio de pressão .Corrente nominal primária e relação nominal . 10 e 20 kA) valor de pico .Tipo de isolamento (seco ou óleo) .Freqüência nominal .Carga nominal .Tensão nominal primária e relação nominal . IEC 99-4 (ZnO) • Transformador de Potencial Indutivo .Tipo construtivo (SiC ou ZnO) .Corrente suportável nominal de curta duração .Tipo de aterramento do sistema .Tipo de isolamento (seco ou óleo) ..Para uso interior ou ao tempo .Tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 min .Tensão máxima de descarga por surto atmosférico com onda de corrente de 8/20 ms.Tensão máxima de operação .Norma aplicável: NBR 5287 (SiC).Capacidade de absorção de energia .Fator térmico nominal .

Carga simultânea para TP de dois ou mais secundários .Carga nominal ..Tensão máxima de operação .Classe de exatidão .Freqüência nominal .Tensão suportável nominal de impulso atmosférico . .Tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 min .Norma aplicável: NBR 6855.Grupo de ligação ou fator de sobretensão nominal e tipo de aterramento do sistema .Para uso interior ou ao tempo .Potência térmica nominal .

Após o dimensionamento do cabo pelos critérios de corrente nominal. com características isolantes superiores. deve ser feita uma avaliação econômica. A solução com cabos é sempre mais atraente sob o ponto de vista econômico. as soluções adotadas para usina não costumam constar nos catálogos de fabricantes. Devem ser rigorosamente seguidos os valores de curvatura admissível e tensão máxima de puxamento dos cabos recomendados pelo fabricante. A capacidade de condução de corrente do cabo deve ser adequada para conduzir a corrente correspondente ao valor de potência nominal máxima do gerador. Quando forem necessários mais de quatro cabos em paralelo. Nas instalações em suportes metálicos para cabos (bandejas) com várias camadas verticais. Devem ser utilizados cabos isolados de cobre. mais adequadas ao tipo de instalação.9 da NBR 11301. no máximo. de fases segregadas ou não segregadas. Quando o dimensionamento conduzir à utilização de seções nominais elevadas. mas envolve certos cuidados nas fases de seleção. pode ser feita por meio de barramento ou cabos isolados. Quando mais de um tipo de instalação é adotado ao longo do percurso do cabo. quatro cabos em paralelo. considerando o custo de aquisição dos cabos e as perdas capitalizadas ao longo da vida útil do cabo e levando em conta as condições de operação das unidades geradoras. A seção nominal do cabo deve ser escolhida utilizando-se as tabelas e fatores de correção dos fabricantes. o valor do custo da energia e a taxa de juros adotada. Devem ser usados. a seção nominal do cabo deve ser definida pela condição mais desfavorável. Para o caso de cabos instalados em canaletas. queda de tensão e curto – circuito. recomendando-se neste caso a utilização das isolações termofixas do tipo polietileno reticulado ou borracha etileno-propileno. Nestes casos. A solução com barramento deve ser orientada na utilização de barramento padronizado. os cabos de força de média tensão devem ser instalados no nível superior. . A tensão de isolamento do cabo deve ser especificada seguindo-se as recomendações da Norma ABNT NBR 6251. recomenda-se a utilização de cabos em paralelo. normalmente instalado fora da Casa de Força. Os cabos de força de média tensão devem ser instalados em condutos separados dos cabos de força e controle de baixa tensão. deve-se adotar a metodologia proposta no item 10.INTERLIGAÇÃO GERADOR – TRANSFORMADOR A interligação entre o gerador e o transformador. deve-se optar pela utilização de um barramento. pré-fabricado do tipo blindado. dimensionamento e projeto de instalação dos cabos. conforme a importância da usina. continuamente.

proporcionar um caminho de escoamento para terra adequado aos dispositivos de proteção contra descargas atmosféricas. de modo a permitir uma rápida e consistente operação das proteções.impedância dos condutores e cabos pára-raios e resistência de pé-de-torre das linhas de transmissão de alta tensão. atendendo aos seguintes requisitos: .manter os potenciais de toque e de passo dentro de valores toleráveis.ATERRAMENTO Deve ser previsto um sistema de aterramento de todas as instalações da usina e respectiva subestação para a segurança do pessoal e dos equipamentos. Para o dimensionamento adequado do sistema de aterramento. . os seguintes dados básicos deverão ser levantados no início do projeto: . .assegurar um trajeto de baixa resistência às correntes de curto-circuito à terra. .corrente máxima de defeito à terra na barra de alta-tensão da usina e/ou da subestação da usina. . O sistema de aterramento deve ser concebido seguindo-se as recomendações das Normas ANSI / IEEE Std 80 e ANSI / IEEE Std 665.assegurar um retorno para terra para os geradores e transformadores ligados em estrela com neutro aterrado. . considerando-se a expansão futura do sistema. .resistividade do solo e da água do rio no local do empreendimento.

O dimensionamento otimizado da linha e o seu projeto mecânico devem ficar a cargo de consultor especializado no assunto. apresenta-se um modelo de orçamento compacto para subestação e linha de transmissão. sejam utilizados cabos pára–raios. Recomenda-se que. a seção nominal dos condutores pode ser determinada utilizando os parâmetros elétricos da linha para a configuração escolhida. . com base nos valores de potência a transmitir e comprimento da linha. como custo da conexão. o orçamento da subestação associada a usina e da linha de transmissão deverá ser feito e incluído no orçamento total do empreendimento. com a finalidade de controlar os potenciais de terra na subestação. No ítem “MODELO DE ORÇAMENTO COMPACTO PARA SE E LT”. seja pelo baixo nível de tensão. devem ser definidas a tensão de transmissão e a seção nominal dos condutores. do tipo CAA.LINHA DE TRANSMISSÃO A interligação da usina com o consumidor ou com um sistema elétrico existente é feita através da linha de transmissão. até alguns poucos quilômetros da subestação. mesmo que seja desnecessária a utilização de cabo pára–raios na linha de transmissão. A tensão de transmissão deverá ser definida através de um estudo de alternativas para interligação entre a usina e o ponto de interligação com o sistema que resulte na solução economicamente mais interessante. Caso se aplique. seja pelo baixo nível isoceráunico. Para a linha de transmissão. Para efeito dos estudos preliminares.

O Sistema de Ondas Portadoras sobre as Linhas de Alta Tensão (OPLAT) tem sido muito utilizado para as finalidades de comunicação por voz. telecomando e transmissão de dados. torna-se necessária. pode ser uma alternativa interessante. contra a elevação de potencial de terra sob as condições de curto–circuito e descargas atmosféricas que ocorrem na linha de transmissão. sua utilização. proteção de linha. requer proteção especial para o equipamento e para as pessoas. a utilização de rádio na faixa das freqüências de VHF. . assim como a utilização de um sistema de proteção de linha com o mesmo princípio do adotado para a outra extremidade. constituída por condutores metálicos. UHF ou microondas. devido às condições locais.SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES A definição do sistema de telecomunicações deve ser feita considerando-se as necessidades em função do modo de operação da usina. Em alguns casos. na área de uma central hidrelétrica. A utilização de uma linha telefônica. Para esta alternativa. para alarme remoto através de discagem automática. pode ser usada uma linha telefônica privada ou alugada uma linha da Companhia Telefônica local. A utilização de uma central telefônica digital atende às necessidades de comunicação por voz e funções limitadas de transmissão de dados. Quando a usina for interligada a um sistema elétrico que já utilize este sistema para proteção de linha na tensão da linha de interligação. telecomandada ou apenas telesupervisionada. devendo ser analisada a sua viabilidade. se assistida ou desassistida.

executam-se partes das estruturas do vertedouro. o rio poderá ser desviado por galerias de concreto. do vertedouro e da barragem. ou por tubulações. alguns aspectos principais.PLANEJAMENTO DA CONSTRUÇÃO E MONTAGEM O estudos de planejamento da construção e montagem. após a construção da ensecadeira. com o rio escoando pelas adufas/galerias sob o vertedouro ou sob a barragem. a) Esquemas de Desvio Os esquemas de desvio do rio variam em função dos aspectos topográficos. • Sítios em Vales Encaixados No caso dos vales encaixados. da casa de força e da barragem. na primeira fase. com o rio escoando em sua calha natural ou em canal escavado em uma das margens. gerais. Na segunda fase. os estudos devem serelaborados detalhadamente. Normalmente. basicamente. construídas em uma das margens. na margem oposta. visando estabelecer o Cronograma de Implantação do empreendimento. deverão ser realizados de forma detalhada para o arranjo final do projeto. • Sítios em Vales Abertos Na primeira fase. na primeira fase. b) Estudos Básicos b.1 Estudos Topográficos Os estudos topográficos abrangem. do projeto de desvio do rio. Esses estudos deverão considerar: DESVIO DO RIO E SEQÜÊNCIA CONSTRUTIVA Apresentam-se a seguir. a diferença básica é que. de forma resumida. conclui-se a execução da casa de força. incluindo os estudos de logística de implantação da obra. o desvio é realizado em duas fases. por exemplo. . após a construção das ensecadeiras de montante e jusante. hidrológicos e geológico-geotécnicos do sítio da PCH. Concluída a execução das estruturas de barramento. os aspectos relacionadosanteriormente. o rio é desviado por túneis escavados em uma das margens. Para cada caso. • Sítios em Vales Medianamente Encaixados No caso dos vales medianamente encaixados. dos muros. fecham-se as adufas/galerias e inicia-se a operação de enchimento do reservatório.

deverão ser estimados pela fórmula a seguir: r = 1 – (1. As áreas de empréstimo (jazidas) de solos e de pedreiras deverão ser caracterizadas com precisão. o tempo de recorrência será considerado igual a 10 anos. T tempo de recorrência (anos). blocos de rocha de dimensões consideráveis para execução do fechamento do rio em todas as fases de desvio e para proteção das ensecadeiras.a determinação das condições das fundações. em função do tempo de recorrência da cheia de projeto do desvio. no tempo T.1 )n . esse valor poderá. Quanto menor o risco (>10 anos). Poderão ser necessários. da cheia de projeto adotada. por exemplo. b. . da localização e do tempo de duração de cada obra. Os riscos inerentes para cada fase de desvio do rio.3 Estudos Geológico-Geotécnicos Os estudos geológico-geotécnicos básicos abrangem: . Cabe observar que a fixação dos riscos a serem assumidos durante as fases de desvio afetará diretamente os volumes das ensecadeiras. ser alterado em função das características de cada aproveitamento. se julgado necessário. Para PCH. em quantidade e com as características necessárias para a execução das ensecadeiras. Esses riscos deverão ser avaliados criteriosamente visando-se otimizar o dimensionamento dos equipamentos de construção. A possibilidade de obtenção desses blocos poderá ser condicionada pelos aspectos geológicos do maciço rochoso no local. o que condicionará o dimensionamento da frota de equipamentos necessária para a execução das mesmas. pelo menos uma vez. Durante os estudos. e a determinação da descarga de projeto do desvio e dos riscos a serem assumidos em cada fasede desvio. A determinação da descarga de desvio deverá ser feita segundo a metodologia descrita no item ‘’ESTUDOS BÁSICOS – HIDROLÓGICOS”. onde: T r probabilidade ou risco de ocorrência. e n tempo de duração da fase de desvio (anos). seja com equipamentos convencionais de terraplanagem ou por dragagem.a verificação da disponibilidade de materiais naturais de construção e da necessidade demateriais processados. como.2 Estudos Hidrológicos Os estudos hidrológicos abrangem a caracterização dos períodos úmidos e secos. a identificação da existência de materiais aluvionares que precisam ser removidos para assentar as ensecadeiras. maiores serão os volumes das ensecadeiras. por exemplo.b. .

tais como cimento. bem como produtos e equipamentos a serem trazidos para a obra e lá manuseados.b.Estudos de balanceamento dos diversos materiais. . c) Dimensionamento das Obras de Desvio O dimensionamento das obras necessárias ao desvio do rio. . galerias e túneis deverá ser realizado segundo as metodologias apresentadas no ítem “OBRAS CIVIS”. Além disso. que podem variar em função da frota de equipamentos de cada empreiteiro. .Determinação da produtividade de execução dos principais serviços das obras civis notempo. canais. o planejamento do canteiro de obras (civil e eletromecânico. a facilidade de telecomunicações e a produção local de materiais e de alimentos. e do acampamento). o fornecimento de energia elétrica à obra.4 Planejamento da Construção A elaboração do Cronograma de Implantação do empreendimento envolve atividades típicas de planejamento da construção descritas a seguir. esses estudos deverão incluir: o dimensionamento da mão-de-obra de diversas categorias a ser utilizada na construção. ou seja.Estudos de logística de implantação da obra da PCH que abrangem a identificação das procedências e o fluxo de todos os materiais de construção necessários. utilizados ou processados. os esquemas de acesso à obra. aço e madeira. os períodos secos e chuvosos. . origem e destino. considerando o regime hidrológico da bacia.

pátio de tubulação. . a qual deverá abrigar as instalações industriais.refeitório. . . de acordo com as exigências ambientais.estacionamentos. O planejamento da área do canteiro é de responsabilidade do empreiteiro civil. o canteiro de obras deverá prever as seguintes instalações: . Toda e qualquer intervenção no local deverá ser planejada. escritórios. . . desde os locais de jazidas e estocagem até os locais de aplicação. . deverá ser prevista uma área destinada ao canteiro. De um modo geral.pátio de armação. . No entanto. . e demais instalações necessárias para apoio aos diversos trabalhos. tentando-se minimizar a degradação da natureza.central de britagem e de concreto. pátios diversos.áreas para pilhas de estoque de agregados. O projeto de instalação do canteiro deverá prever a urbanização integral da área. depósitos. oficinas.escritórios diversos e depósitos. .subestação de energia do canteiro. .depósito de cimento. A localização dos diversos equipamentos deve ser tal que reduza os deslocamentos dentro do canteiro. preferencialmente. apresentam-se a seguir algumas recomendações. em cota mais elevada que o futuro nível d’água do reservatório. Após a conclusão da obra. deverá situarse em terreno plano.almoxarifados específicos. A área deverá estar situada o mais próximo da obra e.CANTEIRO E ACAMPAMENTO Canteiro No local de implantação da obra. .posto de saúde/enfermaria.reservatório de água industrial. toda a área deverá ser recuperada. . . .reservatório de água potável.pátio de carpintaria. as quais deverão ser observadas na estimativa da área necessária.

execução de aterros compactados e montagens dos equipamentos principais. visando-se evitar nuvens de poeira causadas pelo tráfego prejudiciais a uma boa visibilidade. devendo ser conduzido para sumidouros ou fossas sépticas. O acesso à área deverá ser controlado e só deverá ser permitido às pessoas envolvidas diretamente com a obra. Toda a área deverá ser drenada convenientemente. O refeitório deverá ser o mesmo do canteiro.oficina mecânica. Todos os locais deverão ter. visando-se manter a trafegabilidade durante todo o ano. As estradas de serviço deverão ser encascalhadas. . . também..instalação de ar comprimido. escavação e tratamento das fundações. O dimensionamento do pessoal a ser mobilizado para a obra.pátio de pré-moldados (eventual). ou revestidas com brita. deverá ser elaborado com base nos histogramas de produção e nos índices de produtividade de execução dos principais serviços: limpeza. O efluente não poderá ser lançado diretamente no rio. No acampamento deverão ser previstos os seguintes equipamentos: dormitórios (containers). . a qual deverá apresentar condições de abrigar o pessoal envolvido na obra que não se conseguir alojar aproveitando a infra-estrutura local. Acampamento Deverá ser prevista. próxima a obra. obrigatoriamente. instalações sanitárias completas e áreas de lazer.pátios de estocagem e de pré-montagem. produção industrial de concretos diversos. O canteiro deverá ter uma sinalização simples que facilite a localização e o trânsito e evite acidentes. instalações hidráulico-sanitárias. Todos os aspectos ambientais e legais associados deverão ser considerados na seleção do local para o acampamento e em sua utilização. Deve-se prever a rega das mesmas. uma área para o acampamento. .

pode ser significativa. em função do porte do empreendimento. a área de montagem interna poderá ser substituída por outra menor. evidentemente. não cabe tentar estabelecer. pré-montados ou montados. A utilização de talhas elétricas deverá. qualquer critério específico sobre os esquemas de montagem desses equipamentos. Em outros casos. externa e temporária. visando-se reduzir o peso unitário dos mesmos e permitir a adoção das talhas.ESQUEMAS DE MONTAGEM Os esquemas de montagem dos equipamentos eletromecânicos principais das PCHS (turbina e gerador). Nos projetos das PCHS. Portanto. Equipamentos de pequeno porte vêm da fábrica. Finalmente. . deve-se pesquisar. os esquemas de montagem dos equipamentos. também. nestas Diretrizes. Por outro lado. Apresentam-se a seguir. ser considerada. Se a PCH estiver localizada próximo a alguma localidade onde existam esses equipamentos móveis para alugar. ao invés de pórticos fixos. Esses aspectos. deve-se registrar que a peça mais pesada condicionará o projeto da ponte rolante da casa de força. poderão significar economia que. os guindastes móveis sobre rodas. apenas. visando subsidiar o dimensionamento da área destinada à montagem no interior da usina. algumas considerações gerais sobre esses esquemas que deverão ser analisados caso a caso. na montagem e desmontagem das peças mais pesadas. essa possibilidade deverá ser analisada técnica e economicamente. principalmente através de consultas aos fabricantes. serão variáveis em função do tipo e porte desses equipamentos e das particularidades de cada fabricante. normalmente. possibilitará a redução do tamanho da área de montagem no interior da usina ou mesmo eliminá-la. cabe registrar que deverá ser ainda considerada a alternativa de aumentar o número de elementos das comportas ensecadeiras. ao invés de equipamentos fixos (ponte rolante). Na elaboração dos estudos e projetos. deverá ser analisada a viabilidade de utilizarem-se. Esse detalhe. muitas vezes. para movimentação das comportas ensecadeiras da tomada d’água e do tubo de sucção. uma vez que poderão significar economia para os empreendimentos das PCHS.

deverão atender às maiores dimensões e pesos dos equipamentos. largura e rampas. pelo menos. ainda. mesmo que em nível de estrada de serviço. biótico e antrópico da região. devem. considerando as malhas rodoviária e ferroviária. que deverão ser transportados para a obra. apenas. em função do porte da PCH. deve-se ter uma avaliação precisa das condições de acesso ao local da PCH. Providências no sentido de minimizar. com vista à elaboração dos projetos de melhoria e de reforços. normalmente. ao local da obra da PCH. . é considerada. a existência de acessos aéreo e fluvial. incluindo o reforço de suas obras de arte. Nos estudos finais. é um aspecto importante. incluindo projeto e custos. É importante lembrar. ou do DER Departamento Estadual de Estradas de Rodagem de cada Estado. Os pontos críticos. compensar ou até mesmo. As características geométricas dos acessos. ser convenientemente drenados e protegidos com cascalho.Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Esses acessos secundários devem ser levantados em detalhes. o acesso ao local é identificado a partir das rotas de transporte nacional e regional. identificados ao longo do traçado. que deve ser obrigatoriamente considerado em todas as fases do projeto de qualquer empreendimento dessa natureza . deve-se ressaltar que deverão ser levantados e equacionados adequadamente os problemas de interferências desses acessos com os meios físico. fornecidos pelos fabricantes. a melhoria de acessos secundários existentes. A estrada de acesso poderá ser executada independentemente da obra principal. incluindo a capacidade das obras de arte das rotas. que a estrada de acesso. Finalmente. eliminar os impactos negativos deverão ser tomadas em tempo hábil. Considera-se. nos estudos de planejamento da construção. deve ter condições de tráfego durante o ano todo. a necessidade de construção de acesso muito longo. se possível. não cabendo transcrevêlos nestas Diretrizes. Os critérios de projeto e detalhes típicos desses acessos rodoviários são encontrados nos álbuns de projetos do DNER . Cabe registrar que. incluindo o período chuvoso. adicionalmente.dos estudos de inventário à licitação do projeto executivo. A prática em projetos dessa natureza tem mostrado que.ESTRADAS DE ACESSO O acesso ao local da obra. com vistas à licitação/contratação desse serviço. como citado anteriormente. poderá implicar em ônus significativo para o orçamento global do empreendimento. Na fase de estudos preliminares. evidentemente.

quando em grande quantidade. registra-se que os reservatórios em regiões onde o uso do solo é inadequado ou com pontos de poluição industrial.OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO OPERAÇÃO DAS USINAS HIDRELÉTRICAS Conceitualmente. o usuário deverá se valer de consultoria especializada. ainda de forma lenta e tímida. pequeno. normalmente. largamente utilizada em outros países. poderão trazer problemas para o funcionamento da usina e prejudicar à qualidade da água. a fio d’água. vem sendo incorporada gradativamente. no Brasil. que normalmente é considerado o único responsável. totalmente automatizadas e operadas remotamente. e. de uma maneira geral. No que diz respeito às obras civis da usina. Essa tecnologia. deve ser feito o acompanhamento ambiental das condições do reservatório. mineração ou de agricultura com utilização intensiva de agrotóxicos. deve-se destacar a necessidade de que sejam respeitadas as regras de operação do vertedouro. com vistas às garantias. às regras operativas constantes dos manuais elaborados especificamente para esse fim. com vistas a garantir o funcionamento adequado e o desempenho satisfatório das diversas estruturas e equipamentos existentes. No que diz respeito aos equipamentos. no caso específico de uma PCH. a operação de qualquer usina hidrelétrica deve ser realizada obedecendo-se. uma vez que o reservatório é. ainda não foi completamente implantada a tecnologia de usinas “desassistidas”. O monitoramento ambiental é fundamental para resguardar o empreendedor. constantes dos manuais fornecidos pelos fabricantes. Além disso. portanto. devem ser observadas as regras de operação e de manutenção. porém. Cabe registrar que. rigorosamente. na grande maioria das vezes. não possui comportas. No que diz respeito aos aspectos ambientais. em pontos pré-selecionados e com periodicidade definida. se o mesmo possuir comportas. poderão sofrer processo de eutrofização. com vistas a renovação da Licença de Operação (LO) a cada 5 a 10 anos. com reflexos indesejáveis para os usuários da água do rio (população ribeirinha). conforme definido no Projeto Básico Ambiental – PBA (ver ítem “ESTUDOS AMBIENTAIS”). Cabe registrar que. Quando for o caso. O monitoramento deve começar no início da obra e continuar durante a operação da usina. com o conseqüente desenvolvimento de plantas aquáticas (água pé). . o vertedouro. Essas plantas.

recalques e solapamentos. . . além do desempenho. em função da idade da usina e de critérios e normas específicos.Sistema de drenagem. a seguir. . segundo “checklists” padronizados.Estado geral da grade . periodicamente.Trincas.limpeza e reparos. . • Barragem de Terra e Enrocamento . • Canal Adutor . • Tomada d’Água . . remoção de plantas aquáticas (água pé). . • Reservatório .Estado geral do reservatório e encostas.Instrumentação. erosão. para cada obra e equipamento da usina. Os serviços de inspeção e manutenção são realizados. . se existir.Sistema de drenagem. que variam em função da cultura de cada proprietário. com vistas a garantir.limpeza e reparos. se existir.MANUTENÇÃO DAS USINAS HIDRELÉTRICAS A manutenção programada das obras e equipamentos de qualquer usina hidrelétrica é fundamental. a segurança do empreendimento. alguns tópicos que são incluídos rotineiramente nos “Check lists” de inspeção e manutenção das principais obras civis.Instrumentação.Vegetação indesejável.Estado geral do concreto (trincas e erosão).Surgimento de água a jusante. . Apresentam-se.Surgimento de água a jusante.Estado geral da estrutura do canal. verificação do processo de assoreamento. . . A periodicidade varia. verificação da qualidade da água do reservatório e de jusante. • Barragem de Concreto e Vertedouro .Estado geral do concreto (trincas e erosão).

Sistema de drenagem (poço) . se existir. • Conduto Forçado ..reparos.Estado geral das comportas . .Estado geral do pórtico/talha . apoios e flanges das juntas de dilatação .Instalações.Estado geral do leito e das canaletas de drenagem . . .limpeza.Estado geral do conduto.limpeza e reparos. .lubrificação.reparos/pintura.Verificação da instrumentação. • Subestação .Estado geral da grade . • Casa de Força . . .Estado geral da área da plataforma e do sistema de drenagem (trincas e erosão).reparos/limpeza. .Estado geral do concreto (trincas e erosão).

composições básicas. como as apresentadas nos Manuais de Inventário Hidrelétrico e de Viabilidade. obras de porte bem menor que das UHES convencionais. do ponto de vista econômico. inicialmente. mão-de-obra. A metodologia aqui recomendada para elaboração de estimativa de custos visa oferecer informações que conduzam à obtenção de resultados cuja precisão permita a tomada de decisão segura quanto à viabilidade ou não do empreendimento. etc. dará o suporte técnico necessário ou auxílio ao usuário para possibilitar melhor utilização do programa SISORH. para a elaboração da estimativa de custos do empreendimento.eletrobras. tabelas diversas de totalização. Quantidade de Serviços e Obras: todas as quantidades deverão ser obtidas através do levantamento direto dos desenhos de projeto. Para utilização do programa SISORH. a utilização do programa SISORH3 – SISTEMA PARA ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO DE OBRAS CIVIS DE USINAS HIDRELÉTRICAS – Versão 3. Por serem as obras para implantação de PCHS. nos levam à elaboração de um arranjo de aproveitamento hidrelétrico considerado como o mais adequado tanto tecnologicamente quanto do ponto de vista econômico. combinando com Banco de Preços de insumos diversos (materiais. a planilha de estimativa de custos estará organizada de acordo com o Plano de Contas Padrão ELETROBRÁS para usinas hidrelétricas. imprimir todo o Manual do Usuário e praticar acompanhando. Possibilita a introdução de qualquer tipo de particularidade específica de cada empreendimento e ainda poderá servir de ferramenta para otimizar o planejamento de implantação do empreendimento. a seguir. A ELETROBRÁS. de fácil utilização e cuja facilidade na troca de Data Base de Referência de Orçamento conduz a valores de orçamentos bastante confiáveis. é recomendada. recomenda-se. Esse programa tem a vantagem de: ser bastante flexível. o programa processa o Banco de Dados com todas as informações técnicas de construção do empreendimento. por carta ou através da home page da Empresa (http://www. para facilitar o entendimento: . histogramas. Esse programa está disponível na edição em CD-ROM destas Diretrizes. obtidos na implantação de grandes obras. não é recomendada a utilização de curvas de custos. Manual do Usuário e Banco de Preços para algumas Datas de Referência. Em linhas gerais. na medida do possível.0 de Julho de 1997.gov. como processo principal. Alem disso. principalmente.METODOLOGIA Os estudos e os critérios de projetos recomendados nos itens anteriores. com gravação de todo o Programa Base.br). de modo a se enquadrar na linguagem usualmente utilizada pelo Setor Elétrico. Esse fluxo de dados no SISORH está apresentado de maneira esquemática no Manual de Usuário e reproduzido. A solicitação de versões mais atualizadas e/ou banco de preços para outras datas de referência deverá ser feita à DFAG –Diretoria de Engenharia da ELETROBRÁS. equipamentos de construção) obtendo-se como resultado Orçamentos. o Capítulo 8 onde é mostrado “passo a passo” os principais procedimentos de operação. Para avaliação do Custo Total do empreendimento.

pelo programa SISORH. para qualquer data. O orçamento do empreendimento estará automaticamente revisado em função da alteração do cronograma de construção e estará atualizado para qualquer data de referência. Uma vez processadas.Dados dos Projetos Resultados Orçamentos por Estruturas Orçamento Padrão Eletrobrás Estruturas Orçamentárias Custo dos Serviços Tecnologias de Construção Processamento Custo das Composições Básicas Descrições dos Insumos Custo dos Insumos Preços Histogramas Tabelas de Totalização Observe-se que os 4 primeiros quadros do lado esquerdo constituem o Banco de Dados do empreendimento.). será quase que instantâneo. Com isso. Esse Banco de Preços poderá ser trocado para outro com outra Data de Referência. após a emissão do relatório. numa revisão ou alteração da data do início de construção. O quadro 5 da esquerda é o Banco de Preços para uma determinada data de Referência de Custos. pois o programa SISORH realiza esta tarefa de maneira automática. necessários na apresentação de Relatórios de Estudos e Projetos de PCH. Nota: O programa SISORH só compõe os custos unitários ou totais dos itens principais de OBRAS CIVIS. bastando combinar com novo Banco de Preços. tipos de serviços. . Para esses itens deverão ser completados os cálculos com aplicação das respectivas metodologias e ou critérios citados em seus respectivos itens (“CÁLCULO DE CUSTOS NOS ÍTENS DIVERSOS” e “CUSTO DOS EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS”) ou fixados na Planilha OPE (PLN-OPE. traços previstos nos diversos tipos de concreto. método construtivo. O trabalho de enquadramento dos diversos custos de serviços nos itens de Conta do OPE/ELETROBRAS não é necessário. desde que o Banco de Dados do empreendimento esteja adequadamente gravado pelo programa SISORH ou importado para o programa. tipos de estruturas. todas as Tabelas de Orçamentos e Quadros Resumos de Custos. Uma vez gravado o Banco de Dados do empreendimento. de custos indiretos e de juros durante a construção. distâncias de transporte. esse programa poderá ser utilizado como ferramenta auxiliar para otimização do planejamento de construção através da análise dos diversos histogramas e tabelas de totalizações.XLS) apresentada no ítem “PLANILHAS DE ORÇAMENTO PADRÃO ELETROBRÁS-OPE”. volumes. onde ficam gravadas todas as informações técnicas relativas à construção (Informações descritivas. de maneira muito simples e rápida. prazo. etc. de equipamentos eletromecânicos. poderão ser impressos. o trabalho de orçar. Não efetua nenhum cálculo de custos dos itens relativos as contas de meio ambiente.

Válvulas.O programa SISORH contém o cadastro completo de todo Plano de Contas .materiais. tais como diferenças de ICMS.. os custos relativos a impostos a serem pagos pelo proprietário. No custo de aquisição. montadoras. uma segunda metodologia alternativa. eventualmente. deverão ser adicionados os custos relativos a transporte da fábrica até a obra e de montagem. Comportas. Está disponível também. etc.OPE para Usinas Hidrelétricas. características do projeto e da época (mercado . Secretaria de Obras Públicas. etc. etc. Inserindo Quantidade Prevista e Preço Unitário ou Custo Total de uma determinada conta. Com isso. Deverão ser consultadas também as informações recentes de banco de dados de projetistas. o programa totaliza os custos de maneira a possibilitar impressão de relatório com Orçamento Completo da Usina. os valores relativos a IPI não incluídos pelo fabricante ou fornecedor. No custo do equipamento. A composição de preços unitários de obras civis apresentada em forma de planilha eletrônica (RELAÇÃO DE PREÇOS UNITÁRIOS) permite a atualização. a estimativa de custos ficará devidamente atualizada sem a utilização de índices econômicos diversos que não conduzem a resultados sempre satisfatórios. Geradores.0. inclusive com adoção de processo adequado quando se tratar de utilização de equipamento de construção próprio ou alugado de terceiros com ou sem subsídio. Para tanto. principalmente. 4) aplicação de preços unitários de insumos extraídos do Banco de Preços do SISORH 3.): os custos deverão ser definidos. os preços unitários deverão ser preferencialmente obtidos a partir de pesquisas específicas para o empreendimento. neste manual. tais como: • Obras Civis: 1) consulta a empresas Empreiteiras habilitadas para execução de obras hidráulicas. Preços Unitários de Serviços: todos os preços a serem adotados para estimavas de custos deverão retratar as condições locais. já que não são parâmetros para obras e serviços e/ou obras específicas de UHE. . Ponte Rolante. mão-de-obra) do estudo do empreendimento. a partir de valores obtidos através de consulta a fabricantes ou fornecedores. ISS sobre a mão-de-obra de montagem e. órgãos ou empresas de saneamento. deverão ser verificados. além da parcela de aquisição. 3) consulta e/ou pesquisa de preços em órgãos do tipo Prefeitura. Equipamentos Permanentes (Turbinas. empreiteiras. para qualquer data e melhor adequação dos preços para o empreendimento em estudo. DER. preferencialmente. 2) composição de preços unitários. porém menos precisa e com recursos restritos a procedimentos de elaboração de orçamentos convencionais com utilização de Planilha eletrônica Excel versão 5 ou superior.

xls. J = taxa de Juros ao ano e h = número de horas trabalhadas (previstas) por ano. c) Mobilização e Desmobilização de equipamentos e pessoal: na composição apresentada está citado. São apresentados a seguir os itens a serem verificados ou ajustados para elaboração de composição de preços adequada para avaliação do empreendimento. número de horas extras por semana e acréscimo sobre salário hora normal para pagamento de horas extras (caso exista “Acordo Coletivo do tipo Sindical ou não”. e3 Manutenção . o valor associado à hoas extras poderá ser maior do que os 50% apresentados na planilha).CUSTO DAS OBRAS CIVIS COMPOSIÇÃO DE PREÇOS UNITÁRIOS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVIS No caso da adoção da metodologia SISORH. disponibilidade de materiais e mão-de-obra na região. COFINS. está sendo fornecida em forma de arquivo. dependendo do tipo de equipamento e dos serviços a executar. d) Custo da Mão-de-Obra: deverão ser pesquisados e alterados os valores constantes na coluna “Salário médio por Hora em R$” para nova data e de maneira a espelhar as condições locais ou específicas do empreendimento em estudo. PIS e Contribuição Social em vigor e demais percentuais incluídos na composição. valor médio de 5%. preços de materiais de construção.calculados como (C x J)/h.). que deverá ser analisado e reavaliado para melhor atendimento da necessidade de cada caso (localização do empreendimento. etc.calculada como sendo o resultado da divisão do custo de aquisição pela vida útil estimada em horas. recargas. impostos). deverão estar incluídas as seguintes parcelas de custos: e1 Depreciação . etc. como processo alternativo. provável distância de deslocamento de equipamentos de construção. etc. gravado em planilha EXCEL. sendo C = custo de aquisição. batizado com o nome de CMPSICAO. cuja finalidade é a obtenção de custo unitário. A planilha apresentada no ítem “RELAÇÃO DE PREÇOS UNITÁRIOS”. .estimada como sendo proporcional ao valor atribuído para depreciação. e) Aluguel Horário de Equipamentos de Construção: em todos os custos horários. a título de exemplo. de aluguéis horários de equipamentos de construção e características específicas da obra (distância de transporte.). todas as considerações a seguir apresentadas são desnecessárias. e2 Juros . pois o detalhamento do programa base já é muito maior e mais rigoroso nas considerações.. previsão de turnos de trabalhos . levando em consideração: legislação em vigor (encargos sociais. b) BDI (benefícios e despesas indiretas do empreiteiro): deverão ser verificadas as taxas de incidência de ISS. Varia de 50% a 200% da depreciação. da mão-de-obra.horas/semana. a) Cálculo de Encargos Sociais: Número de horas normais de trabalho por semana. atualizado e adequado para o empreendimento em estudo.

incluindo todos os custos de transporte até a obra. f) Materiais de Construção: Todos os custos a serem considerados deverão ser referentes a “posto obra”. .) e mão-de-obra do operador.valor calculado a partir do conhecimento do custo de aquisição do equipamento. pneus. etc. . A planilha de Composição está programada para sempre dar preferência aos valores constantes nessa coluna. etc. Os custos horários.aluguel horário R$/h levantados em publicações técnicas. Na planilha de Composição está apresentada também a relação entre aluguel/horário e o custo de aquisição para possibilitar um cálculo rápido do custo horário quando se tem somente o preço de aquisição do equipamento. A coluna “Cotação pesquisada na Região R$/un” deverá ser preenchida com valores coletados exclusivamente para aplicação nas obras em estudo.Outros Custos: na ausência de outras informações. mangueiras. etc. Na planilha de Composição. iluminação. pavimentação da crista.Terrenos. revistas de construções. o valor correspondente a 2% do custo de construção da estrutura. obtidos através de consultas a fabricantes e/ou fornecedores. A planilha de Composição está programada para adoção do custo horário. citados na composição. % de custo de Manutenção. drenagem. como provisão de recursos para obras e serviços de acabamentos. Despesas Legais e de Aquisição: adotar 15% da soma dos valores de aquisição de terras e benfeitorias. em relação a custo de depreciação. foram extraídos da revista “Informador das Construções .edição 1. obedecendo à seguinte hierarquia de preferência: .10 . correias. Esse procedimento é recomendado para estruturas do tipo Barragem e/ou Dique de terra ou de enrocamento.12 . previsão de horas trabalhadas por ano dos principais tipos de equipamentos de construção. . utilizada nas composições de preços unitários para execução de obras civis. Vertedouro e Tomada d’Água. graxas. CÁLCULO DE CUSTOS NOS ITENS DIVERSOS Conta . Boletim Mensal de Custos da EMOP/RJ. publicado pela EMOP/RJ”. Tabelas DER. Barragem de Concreto. etc.. Conta .cotação levantada para o empreendimento em estudo. A coluna Preço Unitário em R$/un “pesquisas diversas” é de valores levantados de publicações dos tipos Revista de Construção Civil. está apresentada a tabela contendo vida útil. óleos.. adotar. Relocações e Outras Ações Sócio-Ambientais Todos os valores a serem considerados nesta conta deverão ser extraídos dos trabalhos desenvolvidos nos assuntos relativos a Meio Ambiente.e4 Operação .364 de 31 de Janeiro de 1998” e “Boletim Mensal de Custos de Janeiro de 1998. ou seja.deverão estar incluídos todos os materiais de consumo (combustíveis.

. caso já exista esta estimativa.37 17. considerar os percentuais indicados no modelo de OPE.22. Eventuais: no fechamento de grandes contas do OPE. é recomendada a adoção de Custo de Aquisição mais 30%.5% 10% Conta . são os seguintes: 17. Não tendo outras informações.10 e .14 .15. Na ausência de outras informações. como 6% da soma dos custos de Turbinas e Geradores.00.22. edição (1997). 2a. da conta .40.17 Custos Indiretos: nos estudos preliminares e/ou não tendo outras informações.12 .36 17.13 .22. poderá ser adotado um valor diferente do recomendado neste Manual.39 17. foram consideradas as seguintes parcelas: Impostos e Taxas 15%. No caso de haver informações que permitam alterar as taxas de Eventuais. com cronograma de desembolso de 40% no primeiro ano e 60% no segundo ano de construção (prazo de construção de 2 anos).Contas .14. da conta .41 Construção do Canteiro e Acampamento Operação e Manutenção do Cant/Acamp. tanto de obras permanentes da conta .a.54 17. Impostos e Taxas. poderão ser estimados com base nas Tabelas constantes do Manual de Inventário da Eletrobrás.10. Para tanto. Equipamentos: no custo total de cada equipamento deverá estar incluído o custo de Aquisição (FOB).38 17.23.31.40.18 Juros Durante a Construção: adotar a taxa de 10% a. adotar o valor correspondente a 9. consultar Quadro B04 do Manual de Inventário.21. . ou considerar o custo financeiro do empréstimo durante a construção. deverá ser estimado como 18% da soma dos custos de Turbinas e Geradores e o custo de Equipamentos Diversos. Contas .40. incluir o valor correspondente à aplicação da taxa de 10% sobre todos os custos considerados em cada conta.a.15. . Transporte e Seguro 5% e Montagem.21. . O custo de Equipamentos Elétricos Acessórios.16 e de Relocações da conta . Supervisão e Teste 10%.XLS. Conta . Os custos ambientais são apresentados no ítem “ESTUDOS AMBIENTAIS”. que corresponde à aplicação da taxa de 10% a. Em obras com prazo de construção acima de 2 anos.22. Transporte até a obra e Seguro e custo de Montagem e Teste.16 Custo de Estradas e Pontes: os custos de construção de estradas e pontes. Engenharia Básica Serviços Especiais de Engenharia Estudos e Projetos Ambientais Administração do Proprietário 5% 3% 5% 1% 0. que deverão ser calculados incidindo sobre o CUSTO DIRETO TOTAL. Esses percentuais que estão gravados no arquivo PLNOPE$.2% da soma dos Custos Diretos e Indiretos.00.

em US$ equivalentes. o custo de aquisição poderá ser estimado com a aplicação da expressão: CTT = 24. em US$ equivalentes.23. Montagem/Supervisão e Teste.00.500 x (kW)0.20.13. Todas as fórmulas ou gráficos apresentados a seguir.18. em rotações por minuto.000 O custo de aquisição do regulador de velocidade poderá ser estimado como: CRG = 7.18. 12.Na conta . o custo de aquisição poderá ser estimado com a aplicação da expressão: CTF = 20.000x(kW/rpm) + 120.15. em US$ equivalentes.3 . c) Pórtico Rolante (contas .15. em US$ equivalentes. No caso da Turbina prevista ser do tipo Francis. 12.23. sendo: CPR = Custo de aquisição de 1 ponte rolante. totalizando 30% do custo de aquisição.23.13. kVA = Potência de 1 gerador em kVA rpm = Rotação síncrona do Gerador ou da Turbina.13.28 deverá ser considerado a soma dos custos de turbina e de regulador.00.00.CUSTOS DOS EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Em todas as contas de custos de equipamentos deverão incluir os valores provenientes das recomendações citadas no ítem “METODOLOGIA” ou seja acrescentar sobre o custo de aquisição (Custo FOB) as parcelas referentes a Impostos + Taxas.000 Para outros tipos de Turbinas. Transporte e Seguro.23.20.20) O custo de aquisição poderá ser estimado com a aplicação da expressão: CPR = 6. a) Turbinas . CTT = custo de aquisição de 1 turbina do tipo que não seja Francis.13.000.28. CRG = Custo de aquisição de 1 regulador de velocidade.29.000x(kW/rpm) + 100.200x(kVA/rpm) + 6. em rotações por minuto. em kW.20. apresentam o Custo de Aquisição (incluído apenas os impostos de origem ou aqueles pagos pelo Fabricante) e expressos em US$ equivalentes na Data Base de Janeiro de 1998. kW = Potência de 1 turbina. rpm = rotação síncrona da Turbina. sendo: CTF = custo de aquisição de 1 turbina do tipo Francis . b) Ponte Rolante da Casa de Força (conta .23. .

CARGA = carga de içamento prevista. e) Comporta Ensecadeira . sendo: CCV = Custo de aquisição de 1 comporta tipo vagão. até a soleira da comporta.19.23. em US$ equivalentes. até a soleira da comporta.00.00. em metros Hc = Altura da comporta.23. sendo: CPORT = Custo de aquisição de 1 pórtico rolante.23.1GPF). R = Lc x Lc x Hc x Ha Lc = Largura da Comporta (vão).12.12.20) O custo de aquisição poderá ser estimado com a aplicação da expressão: CPORT = 8x(CARGA).13. em US$ equivalentes.12. em metros Ha = Pressão Máxima prevista.24. em kg. em metros Hc = Altura da comporta.18.23. em US$ equivalentes. sendo: CCE = Custo total de aquisição de comportas tipo ensecadeira (stoplogs) e guias + peças fixas.000. Exemplo: Tubo de sucção c/ número total de vãos = 4 (usina c/ 2 máquinas) .19.17. R = Lc x Lc x Hc x Ha Lc = Largura da Comporta (vão).28.23.13. .30. 13. d) Comporta Vagão (conta .13.19.20. em metros.16. ou seja número de Guias e Peças Fixas dos vãos sem comportas.12. em metros Ha = Pressão Máxima prevista.23. (contas . em metros. .23.17. N = número de comportas previstas GPF= número total de vãos menos número de comportas previstas.30. O custo de aquisição poderá ser estimado com a aplicação da expressão: CCE = (24xR + 12.17.30.17) (stoplogs).16) O custo de aquisição poderá ser estimado com a aplicação da expressão: CCV = 40xR + 20.000) x (N + 0.12.

• unidades de pequena potência. comprimento total previsto. O custo total de aquisição poderá ser estimado como sendo 18% do custo total da conta .doc) onde o custo é dado em função do DN (diâmetro nominal) e pressão de projeto em mca (metro coluna d'água).Equipamentos Elétricos Acessórios. o custo de aquisição poderá ser feito com a aplicação do gráfico B21 do Manual de Inventário (arq.00.Turbinas e Geradores.00. em metros quadrados.30.N = número de comportas a adquirir = 2 (fecha-mento de 1 unidade) Portanto GPF = 4 .23.00785 t/m2 para cada mm de espessura.2 = 2.29) O custo de aquisição de 1 gerador deverá ser estimado a partir do cálculo do peso próprio.12. I) Demais Equipamentos Conta 14. em US$ equivalentes.23.00/kg ou US$17.00/kg ou US$13. O custo total de aquisição poderá ser estimado como sendo 6% do custo total da conta .16 .23. • unidades com potência superior a 2 MVA.00/kg ou US$28.19. Conta . A = área total das grades.5.00.34.31 . poderá ser estimado com a aplicação da expressão: CGD = 1. R$25.500/tonelada de conduto metálico.32/kg. R$15. Conta 15.12. • unidades com potência superior a 2 MVA. GrfB021. eixo horizontal.12. diâmetro e peso de 0.23 Conduto Forçado (Revestimento Metálico) . f) Grades (da Tomada d'Água) conta . até 2 MVA.19.00. R$20.19.21 O custo de aquisição da grade.13. o custo de aquisição deverá ser estimado com aplicação dos gráficos B29 e B30 do Manual de Inventário (arquivos grfB29. referidos a janeiro de 1998.23 . sendo: CGD = custo total de aquisição das grades.34.23.Comporta Segmento .23.86/kg.doc e grfB30. eixo vertical.Turbinas e Geradores.caso haja previsão de utilização desse tipo de equipamento. g) Válvulas (tipo borboleta e esférica) conta . e figura 1 do ítem “VELOCIDADE DE ROTAÇÃO”. cuja metodologia está apresentada no item “ESTIMATIVA DO PESO” .13 .considerar como custo de aquisição o valor de US$2. eixo horizontal.39/kg.00.Equipamentos Diversos.500 x A.18. h) Gerador (conta .13 .23.doc) .24 Caso haja previsão de utilização de válvulas dos tipos borboleta e/ou esférica.13. A quantidade deverá ser calculada com base na espessura da chapa definida no item 7. Para o custo de aquisição em $/kg deverá ser adotado os valores a seguir citados.1. Conta .28.12.

diâmetro nominal da válvula do tipo borboleta KB DN Fonte: Manual de Inventário Hidrelétrico. versão 2.c.2 x DB2+ 9. que poderão auxiliar nos trabalhos de elaboração da estimativa de custos de Usinas Hidrelétricas. pontes e túneis.2 x DB .85) para válvulas com DB ≤ 2. VÁLVULA BORBOLETA Custo unitário 400 DN=2000 6000 5500 350 DN=1800 5000 DN=8000 300 DN=1600 4500 4000 DN=7000 250 3500 DN=1400 200 DN=1200 3000 DN=6000 2500 2000 1500 DN=5000 150 DN=1000 100 DN=750 DN=4000 1000 DN=3000 DN=2500 50 500 0 0 50 100 150 200 Pressão de Projeto (mca) 250 300 0 0 50 100 150 200 250 300 Pressão de Projeto (mca) Custo=H 0.0.pressão nominal de projeto = altura estática + sobrepressão (m.95 H . 1997.0 m KB = 1000 x (10. ELETROBRÁS.0 m Notas: Valores monetários em US$ de dez.6 x DB .1.J) Apresentados a seguir os seguintes gráficos constantes do Manual de Inventário. . K) Toda a metodologia de cálculo de Custos de Equipamentos poderá ser simplificada com a utilização da planilha gravada em EXCEL e incluído no CD-ROM como PCHEQPT.35 x KB KB = 1000 x (9. para válvulas.a) DB . de Novembro de 1997. Necessitando de mais informações. comportas segmento e obras de estradas.6 x DB2+ 8.97) para válvulas com DB > 2. listadas em REFERÊNCIAS BIBLIOGRÄFICAS.1. é recomendada consulta a outras publicações técnicas.XLS.

4 x DE +12.95 .VÁLVULA ESFÉRICA Custo unitário 5500 5000 DN=4000 4500 Custo = H 0.40 x KE DN=3500 KE = 1000 x (24.37) 4000 DN=3000 3500 DN=2500 3000 2500 DN=2000 2000 1500 DN=1500 1000 DN=1000 500 0 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 Pressão de Projeto (mca) Notas: Valores monetários em US$ de dez.4 x DE 2+ 4.

COMPORTA SEGMENTO DE SUPERFÍCIE DO VERTEDOURO Custo unitário(com acionamento) 1400 1200 1000 800 600 400 200 0 0 20 40 60 80 2 100 120 140 160 180 Bcp xHcpxHx/1000 Notas: Valores monetários em US$ de dez. em mca DE .Hmáx=1. Hc .500mca.0mca H . .a) Fonte: Manual de Inventário Hidrelétrico.Carga hidráulica . em m.Largura da comporta (vão livre). 1997. em m. ELETROBRÁS. ELETROBRÁS.95 Limites de aplicação: 2.Hmín=200.c.pressão nominal de projeto (altura estática+sobrepressão). e H .diâmetro nominal da válvula do tipo esférica KE Fonte: Manual de Inventário Hidrelétrico.Limites de aplicação:DEmáx =4.0m.0 ≤ (Lc2xHcxH/1000) ≤ 180. 1997.Altura da comporta.altura desde o nível de água até a soleira da comporta (m.0 Lc .

Custo por m3 1. 1997.000 100 10 1 10 100 2 1.000 SEÇÃO DE ESCAVAÇÃO. em m Notas: Valores monetários em US$ de dez 95 Fonte: Manual de Inventário Hidrelétrico.ESCAVAÇÃO SUBTERRÂNEA EM ROCHA . ELETROBRÁS. .

000 324.080.00 1.000 NÃO PAVIMENTADA PAVIMENTADA 420.00 6.00 13.000 100.00 7. AO SUL DO RIO AMAZONAS 882.00 NORTE.00 NORTE.000 540.00 840.00 7.00 6.000 306.00 800.00 6.000 60.000 252.00 11.000 270.000 112.00 980.000 490.000 NORTE.000 NÃO PAVIMENTADA PAVIMENTADA 300.00 Notas: Valores monetários em US$ de dez 95 Fonte: Manual de Inventário Hidrelétrico.Custos unitários (US$/m2) CLASSIFICAÇÃO CONFORME TIPO DE FUNDAÇÃO SUL SUDESTE CENTRO-OESTE NORDESTE FUNDAÇÃO TIPO DIRETA FUNDAÇÃO TIPO ESTACAS FUNDAÇÃO TIPO TUBULÃO A CÉU ABERTO FUNDAÇÃO TIPO TUBULÃO A AR COMPRIMIDO 500.00 PAVIMENTADA 630.00 1.000 234. 1997.000 Notas: Valores monetários em US$ de dez95 Fonte: Manual de Inventário Hidrelétrico.120. AO SUL DO RIO AMAZONAS 700.000 150.000 350. ELETROBRÁS.000 130. 1997.000 210.000 238.000 180.000 170.000 360.000 NORTE.00 6.00 700.000 182. AO NORTE DO RIO AMAZONAS NÃO PAVIMENTADA 540.000 180.00 1.260.000 420.000 80.000 630.00 7. PONTES RODOVIÁRIAS .440.134.00 600. .000 280.000 144. ELETROBRÁS.000 140.Custos unitários (US$/km) CLASSIFICAÇÃO DNER ARTÉRIA ARTÉRIA ARTÉRIA COLETORA COLETORA LOCAL PRINCIPAL PRIMÁRIA SECUNDÁRIA PRIMÁRIA SECUNDÁRIA CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS SUL SUDESTE CENTRO-OESTE NORDESTE PISTA ( m ) PLATAFORMA ( m ) 14.00 24.000 108.000 1.000 200.ESTRADAS DE RODAGEM . AO NORTE DO RIO AMAZONAS 900.00 1.000 84.00 8.000 300.

mais especialmente. a legislação ambiental evoluiu. para “usinas de geração de eletricidade. esse licenciamento ocorrerá de forma mais rápida e tranqüila do que nos casos em que a preocupação básica for apenas o atendimento às exigências e condicionantes dos órgãos ambientais para obtenção do documento de licenciamento. pela Resolução CONAMA 237/97. Para as usinas hidrelétricas. podendo “ser estabelecidos procedimentos simplificados para as atividades e empreendimentos de pequeno potencial de impacto ambiental. de que o empreendimento é ou não “potencialmente causador de significativa degradação ao meio ambiente”. A execução dessas medidas e programas também pode se refletir em uma garantia ao investidor de que ele não terá surpresas no futuro que venham a onerar o seu orçamento. conhecida como “Lei dos Crimes Ambientais” ou “Lei da Natureza”. em condições prefixadas em lei.12. acima de 10 MW” (inciso XI do Artigo 2o). a Resolução CONAMA no 01/86.” A análise da legislação ambiental em vigor. o limite de 10 MW para a isenção de apresentação de EIA/RIMA. em 1998/99. conforme já explicado no Capítulo 2 deste documento. com a previsão e também a implantação das indispensáveis medidas e dos programas de mitigação.CAPÍTULO 8 .97. sofreu mudanças em 19. em seus Artigos 2º. não há mais. A esse respeito. 3o e 12o. a ser feita pelo órgão ambiental. de uma paralisação temporária ou até definitiva de seu . a consideração. evitando a atuação de organismos. em 1982. diversas evoluções ocorreram. Dessa forma. antes limitada em 10 MW.86. portanto. em forma de EIA – Estudos de Impacto Ambiental e RIMA – Relatório de Impacto Ambiental.. Ao mesmo tempo. deixa a critério do órgão ambiental licenciador a decisão quanto aos casos em que serão necessários estudos detalhados ou simplificados. compensação e controle. com os impactos do empreendimento sobre o meio ambiente e deste sobre a PCH e seu reservatório associado corretamente enfocados. que. que exigia a elaboração de estudos detalhados. tendo por resultado as necessárias soluções. Um estudo ambiental bem realizado. da ELETROBRÁS. que poderão vir a embargar uma obra. envolvendo aspectos técnicos. incluindo a Resolução CONAMA 237/97 e a recém-editada Lei 9605/98. Se os aspectos ambientais forem devidamente equacionados. A principal delas é quanto ao aumento da potência instalada. com o estabelecimento de regras e normas mais adaptadas à realidade brasileira. é apresentada adiante. e a elaboração destas “Diretrizes”. A própria conceituação do que é uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH) sofreu mudanças recentes. neste capítulo. ambientais. cabe ressaltar que o licenciamento deve ser considerado como uma conseqüência do bom e adequado tratamento da questão ambiental. econômicos e. de 23. mas. muitas das vezes.01. é muito importante e indispensável.ESTUDOS AMBIENTAIS INTRODUÇÃO No intervalo de tempo transcorrido entre a edição do Manual de Pequenas Centrais Hidrelétricas. com necessidade.. nos estudos e projetos de engenharia. sim. de forma associada com o processo de licenciamento. inclusive não governamentais. e agora estendida à 30 MW.

de 19. caso por caso. por exemplo. no item 8. ou seu similar simplificado. procurou-se dividir estas “Diretrizes”. como devem ser os primeiros e decisivos passos do empreendedor e de quem estiver realizando os estudos ambientais. Se ela. em benefício do meio ambiente e do próprio empreendimento. do que foi acertado nos documentos anteriores. passa-se a uma segunda etapa. a partir de cuja aprovação se obterá a Licença de Instalação (LI) que autoriza o início das obras. na qual se procede à adequada integração sociedade-empreendedor. por não ter ele se preocupado previamente com questões como essa no projeto. A Licença de Operação (LO). conforme descrito em ESTUDOS PRELIMINARES. Obviamente. do CONAMA. deixa a critério do órgão ambiental licenciador a exigência quanto à profundidade dos estudos. conforme o caso. do assoreamento total de seu reservatório após poucos anos de vida. o PBA – Projeto Básico Ambiental pode ser exigido em um ou outro tipo. duas atividades são quase sempre exigidas: a de recuperação das áreas degradadas pelas obras e a de comunicação social. um documento complementar. em princípio. durante os estudos.6. em diversos Estados. até mesmo. sobre a necessidade de elaboração de um EIA/RIMA ou de um documento similar mais simplificado. que culmina com um documento que. Por isso. Para que se atinja uma dessas fases. por causa. Esse documento deve ser encaminhado ao órgão ambiental. Independente dos meros aspectos e necessidades de licenciamento. Numa etapa posterior. qualquer desses documentos deverá convergir para a liberação da Licença Prévia (LP). pelo menos. a fim de que imprevistos ou desconhecimento dos vários fatores envolvidos no projeto não venham a promover mudanças fora de época e com reflexos em aumentos de custos não esperados pelo empreendedor. passa a ser o resultado do cumprimento. a Resolução CONAMA 237/97.12. é conhecido como RAP – Relatório de Avaliação Preliminar ou Relatório Ambiental Preliminar. de Estudos Preliminares. com os órgãos ambientais e a sociedade em geral. o empreendedor deve ser conscientizado da importância de consolidar essas atividades em programas. com levantamentos e análises que permitam indicar a viabilidade ambiental ou não da PCH. em dois tipos de PCH: as que exigirão estudos simplificados e as que demandarão os convencionais e detalhados EIA/RIMA. não for considerada inviável. Desta forma. O passo seguinte deverá ser a elaboração de um novo documento. o PBA (Projeto Básico Ambiental). O primeiro passo. um PCA geralmente mais simplificado (Plano de Controle Ambiental) ou. poderá ser determinada a apresentação de um PBA detalhado. conforme fluxograma apresentado na Figura 1.97. para que este decida. .empreendimento. é a realização de uma avaliação prévia do empreendimento. a integração entre as equipes de engenharia e meio ambiente deverá ser constantemente perseguida por ambas as partes. Como se verá mais adiante. em relação aos estudos que deram origem à Licença Prévia (LP). este documento orienta. como estabelece a Resolução 237/97. Como se verá na parte de legislação ambiental. A experiência nacional indica que. durante a construção e nos testes pré-operacionais. na parte ambiental. de acordo com a legislação vigente. que representa a confirmação quanto à viabilidade ambiental da PCH. a critério do órgão ambiental.

o proprietário deverá. resultando essa postura em benefícios técnicos. promover a gestão ambiental do empreendimento.Posteriormente. de acordo com cada problema constatado. . com o acompanhamento e controle sistemático das ações deste sobre o meio ambiente e vice-versa. econômicos e ambientais para todas as partes envolvidas. por ele ou pelas autoridades competentes. de forma que as necessárias providências sejam sempre tomadas em tempo hábil. durante a vida útil da usina.

além de ecossistemas importantes. por exemplo. abrangendo um arranjo preliminar das obras. industriais. etc. com a definição das áreas rurais. a partir dos levantamentos e análises previstos. como. De forma associada com os estudos de engenharia. de expansão. • inundação de áreas de preservação ambiental legalmente constituídas. o grau de conservação dos ecossistemas (observações visuais e informações de moradores). Posteriormente. residenciais.ESTUDOS PRELIMINARES Esta fase é de grande importância. . os projetos de PCH devem evitar. ANÁLISE A análise preliminar a ser realizada terá por objetivo a identificação dos aspectos que poderão dificultar ou até mesmo inviabilizar a implantação e operação do empreendimento. se poderá avaliar a viabilidade ambiental do empreendimento e decidir sobre a continuação dos estudos. deverão ser levantados todos os dados e informações sobre as características técnicas então disponíveis sobre o empreendimento. visando a análise de problemas associados à qualidade da água e ao assoreamento. deverá ser feito um reconhecimento de campo. Deverão ser localizadas as indústrias e cidades que no rio jogam seus despejos. deverão ser também levantados dados sobre hidrologia. a infra-estrutura existente e o zoneamento regional. também só possível com autorização do Congresso Nacional. pois. face à provável inviabilização ambiental ou ao possível acréscimo nos custos de implantação do empreendimento. • inundação de áreas de quilombos e necessidade de possível relocação. a prefixação do Nível d’Água Máximo Normal de Operação e a conseqüente área de inundação relativa ao reservatório a ser criado. como a Mata Atlântica e o Pantanal Matogrossense. geologia. climatologia. bem como o uso do solo na região. Dentre esses aspectos. LEVANTAMENTOS Inicialmente. além de mapas com a delimitação do reservatório. como a população e as benfeitorias a serem diretamente afetadas. os seguintes: • inundação de Terras Indígenas. Parques Nacionais e outras Unidades de Conservação da Flora e da Fauna. já de posse de plantas preliminares com locação das obras de barramento e das obras de adução. Esses aspectos abrangem impactos do empreendimento sobre o meio ambiente e vice-versa. só viável após ampla e demorada discussão do assunto e edição de permissão do Congresso Nacional. Nesse trabalho. recursos minerais e usos múltiplos atuais e previstos (se existirem) dos recursos hídricos disponíveis. urbanas. deverão ser feitas anotações de aspectos importantes da região.

necessitarão de relocação. • onde houver sensíveis prejuízos para outros usos considerados mais importantes. como corredeiras onde haja intensa e histórica prática esportiva. inundação de locais tipo cemitérios. uma avaliação preliminar dos impactos e das medidas mitigadoras. como a de canoagem. Arqueológico e Paisagístico. .• inundação de áreas onde haja aglomerações urbanas ou comunidades rurais que. por exemplo. • • • áreas de exploração de minerais estratégicos. ou cachoeiras e trechos de rios onde haja muitas atividades turísticas ou de lazer na região. deverá ser elaborado um documento com um estudo preliminar (RAP). identificadas como patrimônio espeleológico. considerados sagrados pela população local. na qual são informadas as características técnicas do empreendimento. esse documento acompanha o requerimento de Licença Prévia (LP) da usina e se consubstancia em: • ficha própria do órgão ambiental licenciador. O documento inicial exigível tem escopo variável. como abastecimento d’água e irrigação. ou • Relatório Ambiental Preliminar (RAP) ou similar. por isso. como as que ficam a montante de mananciais para futuro abastecimento d’água. • reservatórios onde o zoneamento regional ou municipal prevê áreas de expansão urbana ou de conservação ambiental. um pré-diagnóstico ambiental. Em geral. a partir do qual o órgão ambiental definirá a necessidade e o nível de elaboração dos estudos ambientais. • eliminação de patrimônios naturais. • áreas tombadas por órgãos de defesa do Patrimônio Histórico. em função do órgão que o irá analisar. Após a constatação de que o empreendimento é ambientalmente viável. inundação de áreas cársticas. Cultural.

onde há o problema da exigência legal de uma vazão remanescente mínima. com os principais aspectos físicos. Um RAP mal feito ou muito incompleto pode provocar uma demora na análise e a exigência de estudos aprofundados que. em área já bastante degradada ou não. decisão essa do órgão ambiental. objetivo e claro for o RAP. Quanto mais completo. poderiam ser desnecessários. será função da consideração de todos esses fatores. com grandes ou pequenas dimensões do reservatório. conforme as características particulares de cada empreendimento. etc. Em cada uma dessas situações. Identificação Preliminar dos Impactos. Diagnóstico Ambiental Preliminar. nos estudos a serem realizados. Caracterização do Empreendimento. Prováveis Medidas Mitigadoras e Programas Ambientais. com os dados disponíveis sobre a usina e o reservatório associado.RAP – RELATÓRIO AMBIENTAL PRELIMINAR A partir de uma análise preliminar das características do projeto e das especificidades ambientais da área de sua implantação. com problemas associados à presença de peixes de piracema e às correspondentes rotas migratórias. Normalmente. maior a possibilidade de uma decisão mais rápida e mais acertada do órgão ambiental para o prosseguimento dos estudos. demandam maior esforço de avaliação de impactos ambientais as usinas cujos projetos contemplam desvios por canais ou túneis que afetem o fluxo normal a jusante do barramento. O grau de aprofundamento dos estudos. envolvendo usinas cuja implantação e operação provocam ou não efeitos ambientais significativos. . em diversos casos. duas situações básicas deverão ser consideradas. deverão ser feitas as avaliações preliminares de impactos e medidas mitigadoras/compensatórias. bióticos e antrópicos da região já levantados. O RAP deverá ser basicamente composto por: • • • • • Justificativas do Empreendimento.

ter continuidade na fase de operação. Tendo em vista tais preceitos. construção e operação. inserindo. para que o avanço de um. Esses estudos ambientais deverão fornecer subsídios tanto para a concepção geral do aproveitamento. o diagnóstico ambiental da região onde este será inserido. o documento a ser produzido deverá ser reconhecido como uma importante ferramenta de gestão ambiental do empreendimento. Em outras palavras. podendo. portanto. muitas vezes. editadas em abril de 1997. as quais deverão levar em consideração a realidade ambiental em que o aproveitamento proposto se enquadra. a proposição de medidas mitigadoras e/ou compensatórias dos impactos negativos ou de maximização dos benefícios relativos aos impactos positivos e os programas ambientais. mais detalhadamente. para os casos em que o órgão ambiental. de antemão. às vezes sem utilidade prática. compreendem a realização de uma série de atividades específicas. de acordo com as etapas comentadas a seguir. . a identificação e análise dos impactos ambientais nas fases de projeto. considerar que o empreendimento não causará sérios danos ambientais.ESTUDOS SIMPLIFICADOS ESTUDOS BÁSICOS . Reconhece-se também que a significância dos impactos sobre o meio ambiente local e deste sobre o empreendimento determinará o nível de detalhamento dos estudos ambientais. aqui de forma resumida e. deverão ser incorporadas e aprofundadas quando do detalhamento dos Programas e implementadas na fase de construção. Cabe ressaltar que as recomendações aqui apresentadas estão coerentes com as que foram fixadas no documento “Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos”. É fundamental. os estudos deverão preocupar-se em desenvolver análises coerentes com as reais interferências do empreendimento. como para a harmonização ambiental do empreendimento na região de sua implantação. Fazem parte do conjunto de procedimentos que constituem os estudos: a caracterização do empreendimento. no item “ESTUDOS COMPLETOS”. conforme já comentado. sem a consulta ao outro. e não análises meramente genéricas. não provoque imprevistos futuros que obriguem o empreendedor a executar alterações indesejáveis e onerosas.GERAL Os estudos ambientais simplificados. As diretrizes nele apresentadas. importantes conceitos no projeto de engenharia. Algumas dessas instruções são transcritas neste capítulo. e não somente como uma peça no processo de licenciamento ambiental. que haja uma inter-relação constante entre o projeto de engenharia e os estudos ambientais. do DNAEE/ELETROBRÁS. muitas vezes.

Por sua vez. possíveis interferências ambientais no trecho do rio a jusante do empreendimento. etc. acomodação da mão-de-obra. a Área de Influência (AI) e a Área Diretamente Afetada (ADA). a contratação de mão-de-obra local ou regional. desta forma. Levando em consideração essas variáveis. áreas de empréstimo e de bota-fora. acessos. Normalmente. alternativas de localização de barramentos. ou alterado. possíveis interferências com comunidades e suas atividades no entorno do barramento e do reservatório. inclusive nas vias de comunicação. se caracteriza como o cenário potencial de processos naturais ou sócio-econômicos e que. compreende o conjunto ou parte de municípios que terão suas terras afetadas. a ADA abrange a região de intervenção direta. principalmente no que se refere à delimitação da faixa de preservação permanente ao longo do reservatório.DEFINIÇÃO DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA Entendem-se como Áreas de Influência os diferentes espaços geográficos nos quais serão sentidos os impactos diretos e indiretos do empreendimento nas fases de implantação e de operação. canteiros. podendo ser mantido no caso de exigência de estudos completos. a utilização de serviços em cidades próximas sobrecarregando a infra-estrutura da região. características específicas da região. normalmente. Na delimitação das diferentes áreas de estudo. a Área de Influência abrange a região onde. o incremento das atividades comerciais. A sua delimitação é peça-chave nos estudos. Essa Área. uma vez que somente a partir de seu reconhecimento é que será possível orientar as diferentes análises temáticas. são sentidos os impactos do empreendimento. bem como a área da bacia hidrográfica que. etc. independentemente do recorte municipal. Os órgãos estaduais. alojamentos da mão-de-obra. dentre outras. recomenda-se levar em consideração. indiretamente. em particular. Considera-se como Área Diretamente Afetada aquela cuja abrangência dos impactos incide diretamente sobre os recursos naturais e antrópicos locais. deverão ser. acessos. definidas duas áreas de estudo. bacia hidrográfica. podem interferir ou sofrer interferências do aproveitamento. legislação ambiental pertinente. como a criação de expectativas. bem como a intensidade dos impactos a serem provocados pelo empreendimento. a critério do órgão ambiental licenciador. canteiro de obras. o aumento do tráfego.). reservatório. . Esse tratamento é simplificado. adotam essas ou outras nomenclaturas (Subseção 8. Diversos exemplos podem ser citados. bota-fora e áreas de empréstimo). de alguma forma. necessária à implantação do empreendimento e o seu entorno (barramento e casa de força. incluindo esta última o seu entorno. as seguintes variáveis: características e abrangência do projeto (área do reservatório.4).

Como conteúdo básico. onde se deverá indicar que o projeto não contraria as leis locais de uso do solo. e características básicas do empreendimento. uma vez que nela se verificarão os principais impactos. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO A caraterização do empreendimento deverá ser feita tendo como base os documentos de engenharia produzidos. . sendo necessária. nem interfere com planos governamentais. especialmente municipais. os seguintes itens deverão estar relacionados: • • • • identificação do empreendedor. apresentadas de uma forma consolidada e de fácil leitura. aspectos do processo construtivo. de desenvolvimento. Este tópico deverá conter informações técnicas sobre o projeto. a realização de investigações mais aprofundadas. cronograma das obras e dimensionamento da mão-de-obra necessária para todas as fases e custos. localização e acessos. na ADA. A delimitação das Áreas deverá ser apresentada em mapas com escalas adequadas. tais como dados técnicos de projeto.Os levantamentos e análises temáticas deverão ser diferenciados para cada uma das duas Áreas. justificativas para a implantação do empreendimento.

identificando possíveis ações nas bacias e sub-bacias que possam interferir no empreendimento. máximas e mínimas absolutas). umidade relativa. a relevância dos fatores ambientais e os critérios exigidos pelo órgão ambiental. Meio Físico . Esses dados poderão ser obtidos a partir dos estudos de engenharia. Cabe destacar que o diagnóstico deverá refletir o trabalho interdisciplinar da equipe técnica. na identificação das principais interferências que o empreendimento deverá provocar sobre os diferentes recursos naturais e sócio-econômicos da Área Diretamente Afetada e vice-versa. Avaliação dos recursos hídricos. É importante também que se identifiquem os conflitos existentes ou potenciais nos diferentes usos da água (abastecimento. incluindo ou excluindo atividades conforme as situações encontradas. os estudos deverão. com relação a: precipitação (médias anuais e mensais). fotos aéreas. concentrar-se no levantamento de dados secundários. Além disso. o outro.Diagnóstico Climatologia e Hidrologia • Caracterização do clima. lazer. evapotranspiração e balanço hídrico. analisando as interações dos diversos componentes físicos. utilizando bases em escalas compatíveis com os níveis dos estudos e com o material cartográfico disponível (mapas. o diagnóstico se inicia pelos levantamentos ambientais. referente à Área Diretamente Afetada e ao seu entorno. devendo ser realizado em dois níveis de abordagem: um referente à Área de Influência e. principalmente. ele deverá permitir a identificação de zonas de fragilidade ambiental. assim como ações do aproveitamento sobre o meio ambiente existente. Levantamento de Dados Os levantamentos deverão se concentrar. o máximo que possível. No caso da Área de Influência. Levando-se em consideração as Áreas de Influência. • .). biológicos e antrópicos. bem como de áreas degradadas e que podem influir na vida útil do empreendimento. a localização prevista. irrigação. na maioria dos casos. As informações deverão ser.DIAGNÓSTICO AMBIENTAL O desenvolvimento do Diagnóstico Ambiental deverá considerar a natureza e o porte do aproveitamento. espacializadas. Por outro lado. o Diagnóstico Ambiental deverá ter abrangência e profundidade suficientes para permitir uma consistente avaliação de impactos e definir corretas estratégias de gestão ambiental nas fases de projeto. As diretrizes a seguir apresentadas para cada tema deverão ser adaptadas a diferentes arranjos de projeto. construção e operação do empreendimento. etc. bem como as características básicas do projeto. imagens de satélites. de caráter específico. temperatura (médias mensais.

a vida útil do empreendimento. Deverão ser cruzadas. aumentando. Pedologia. para verificação da tendência existente quanto ao assoreamento. incluindo as tipologias identificadas (expressas em percentual). Recursos Hídricos. para detecção de problemas de ferro na água. comparando-a com a situação da cobertura vegetal da Área de Influência. tanto para a AI quanto para a ADA. Geomorfologia. uma vez que. Uso do Solo e Aptidão Agrícola • Avaliação dos indicadores geológicos e geomorfológicos que permitam a obtenção de informações sobre a estabilidade dos terrenos. visando o fornecimento de subsídios para possíveis programas de controle e/ou melhoria desse uso na bacia.).. em nível de ADA.2. etc. principalmente as localizadas na Área Diretamente Afetada (ADA). verificando a existência de espécies raras. Elaboração de Mapas de Uso e Ocupação do Solo.Diagnóstico O diagnóstico do meio biológico deverá ter como ponto central a caracterização e o mapeamento das possíveis interferências do empreendimento sobre as comunidades florística e faunística locais. mapa da cobertura vegetal atual da ADA. deverão ser identificadas as fontes poluidoras. bem como reconhecida a sua qualidade em relação às atividades que se desenvolvem na bacia (índice de qualidade da água). • . que afetem as máquinas. aptidão agrícola e uso atual. fossas. se já há bancos de areia ou ilhas em formação. das espécies características da fauna terrestre local. será possível obter um cenário futuro das condições de qualidade da água do reservatório a ser criado. • Caracterização da drenagem atingida quanto ao transporte de sedimentos. a partir de dados secundários e indiretos (entrevistas). desta forma. Com relação à água. deverão ser identificados os principais habitats e sua fauna associada. as informações da qualidade da água com as características geológicas da região. os seguintes aspectos deverão ser considerados: • • • descrição das fitofisionomias naturais em seus vários estágios de desenvolvimento. etc. Para tanto. identificação. etc). pocilgas. também. • • Meio Biológico . conforme exemplo ilustrativo apresentado na Figura 8. pH alto. ao cruzar essas informações com dados do empreendimento (tempo de residência) e a carga orgânica a ser inundada (biomassa vegetal. presença de aqüíferos e a interferência sobre recursos minerais. Nessa análise. Recursos Minerais. Avaliação e mapeamento das unidades pedológicas sob a ótica de sua suscetibilidade à erosão. endêmicas e/ou ameaçadas de extinção. natural ou provocado por ações antrópicas a montante. é importante que se consolidem as diversas incompatibilidades entre o uso potencial e atual dos solos da bacia hidrográfica. • Geologia.belezas cênicas. O reconhecimento desse parâmetro é de fundamental importância. suscetibilidade a sismos.

durante o período de obras. comércio. identificando possíveis conflitos com o aproveitamento ou mesmo reconhecendo eventuais participações do empreendedor a partir de programas de compensação. condições físico-químicas da água. arqueológicos e turísticos. A participação da população e o reconhecimento de seus representantes são fatores básicos para a viabilização do aproveitamento.). alojamentos em vilas ou cidades. reconhecimento do nível de aceitabilidade do projeto na região. considerando suas expectativas com relação ao empreendimento. Para tanto. etc. através de processo interativo com os diversos atores sociais envolvidos. de critérios gerais para um eventual remanejamento de algumas famílias. e dos legítimos interlocutores com que o empreendedor negociará. análise das Unidades de Conservação existentes na região. dentre outros. • • • • • • Esta fase deverá permitir o conhecimento e interação suficientes para a formulação de critérios de remanejamento e negociação nas etapas futuras de planejamento. etc. situação jurídica. levantamento e análise de problemas associados a interferências com atividades minerárias.• para a fauna aquática. deverão ser considerados aspectos como as relações das pessoas a serem diretamente atingidas com a terra em que vivem. fundiária. a partir daí. caracterização dos planos e programas governamentais para a região (objetivos. • Meio Antrópico – Diagnóstico Prevê-se a realização dos seguintes estudos: • reconhecimento do perfil da população da Área Diretamente Afetada. a partir da aplicação de um questionário específico. em especial para atender às necessidades. etc.. . pela aplicação de um questionário. históricos. etc.). caracterização da infra-estrutura regional. associação com mata ciliar. identificação dos formadores de opinião na área de estudos e das organizações sociais existentes e. acessos. deverão ser identificados aspectos básicos da estrutura das comunidades e deverá ser feito o reconhecimento das exigências ambientais das espécies inventariadas (migração reprodutiva. formulação. destacando o seu estado de manutenção. de hospitais. e da situação fundiária das propriedades a serem afetadas. dimensões. instituições e recursos envolvidos. cronograma de implantação. identificação das lideranças. patrimônios culturais.

no primeiro caso. em função de uma vazão reduzida por causa do desvio de águas para adução à casa de força afastada. os impactos deverão ser espacializados. deverão ser elaboradas as previsões e avaliadas as respectivas grandezas dos impactos. A partir daí. o enchimento do reservatório. a desativação do canteiro de obras e a operação da usina. um túnel ou uma tubulação .INSERÇÃO DO EMPREENDIMENTO. ou seja. A identificação deverá abranger. conforme exemplo mostrado na Figura 2. Uma usina com casa de força afastada da barragem tem impactos distintos de uma outra que é compacta. IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS A identificação e a análise de impactos se iniciam a partir do resultado do cruzamento dos elementos de projeto com o Diagnóstico Ambiental realizado. A integração das características do empreendimento com as características locais e regionais onde se pretende inserí-lo é fundamental para a adequada identificação e análise dos impactos. É muito importante. distintamente. . a construção. a análise do que pode ocorrer no rio a jusante. as diversas fases de implantação do empreendimento. formando um “Mapa de Interferências”. por exemplo. por meio de um canal. o planejamento. Quando possível.

Campos Hidrófilos e Higrófilos de Várzea) Cerrado Degradado Lavoura Área Urbana Ced L FIGURA 1 .7898000 Ced 7897000 o dã do l Su C 9 34 ha pa 7896000 Costa R M S- ica PARAÍSO 7895000 M 7894000 S31 6 Ino cê n cia 49 MS-3 7893000 uã ap CANTEIRO DE OBRAS Ca m 7892000 7891000 288000 289000 290000 291000 Curso d'água Estrada Pavimentada Estrada não Pavimentada Caminho 551 Fes Co Mc P Floresta Estacional Semidecidual Cerradão Mata Ciliar Degradada Pastagem Reservatório Benfeitoria Lavoura + Floresta Estacional L+Fed Decidual (Mata Seca) CBU Complexo de Biótopos Úmidos (Mata Ciliar.

deverão ser contemplados tanto os impactos negativos como . Campos Hidrófilos e Higrófilos de Várzea) Lavoura Benfeitoria Área Urbana L Ponte Caminho FIGURA 2 A partir daí.7898000 7897000 do l Su C pa ha o dã 7896000 Costa R M S- 9 34 ica PARAÍSO 7895000 M S- 31 6 7894000 Ino 49 MS-3 cê n cia 7893000 Ca ap m uã CANAL DE ADUÇÃO CANTEIRO DE OBRAS SUBESTAÇÃO 7892000 CASA DE FORÇA 7891000 288000 289000 290000 291000 Curso d'água Estrada Pavimentada Estrada não Pavimentada Caminho 551 Fes Co Mc P Floresta Estacional Semidecidual Cerradão Mata Ciliar Degradada Corredeiras Cachoeira 1 a 19 Pastagem Limite das propriedades Reservatório Benfeitoria Lavoura + Floresta Estacional L+Fed Decidual (Mata Seca) CBU Complexo de Biótopos Úmidos (Mata Ciliar. na avaliação.

Os impactos deverão ser estudados tendo por base resultados analíticos confiáveis e respaldados em métodos claros e bem definidos. Além disso. Horizonte temporal (imediato ou durante a construção. para cada etapa de implantação do empreendimento. a partir dos aspectos a seguir relacionados. Importância (pequena. adiante (Figura 1). Magnitude (pequena. o efeito esperado com relação a cada um dos impactos. • • • • • • • • Natureza ( direto ou indireto). apresenta-se uma Matriz de Identificação e Avaliação de Impactos no item “EIA – ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL”. média e grande). média e longa). deverá ser identificado. Reversibilidade ( reversíveis e irreversíveis). considerando a AI). Duração (curta. evitando-se expressões vagas. permanente e cíclico). Periodicidade (ocasional. média e grande ). A título de ilustração. que deverá ser explicitada. Abrangência (local. . médio prazo ou quando do enchimento do reservatório e longo prazo ou durante a operação). deverá estar associada a um prognóstico. associada à ADA. A avaliação dos impactos. e regional. Sempre que possível. traçando possíveis cenários durante todo o tempo de ocorrência desses impactos. por sua vez. de acordo com a metodologia adotada. deverão ser apresentados dados numéricos.os positivos.

. conforme cada região e cada Programa. etc. dentre outros objetivos. Por outro lado. acessos. Em seu conteúdo. devendo ser incorporadas as recomendações que eventualmente forem inseridas em seus pareceres. áreas de empréstimos.PROGRAMAS AMBIENTAIS DETALHADOS Cronologicamente. Os Programas Preliminares propostos nos Estudos da fase anterior. Em outras palavras. garantir que se utilizem as técnicas mais eficientes de proteção e recuperação ambiental. Desta forma. . permitirá. detalhados. alojamentos.entidades envolvidas. Para o seu desenvolvimento. pedreiras.custos. cronograma de implantação das obras e mapa de intervenções (canteiro de obras. e não a de mera recuperação. até o nível de Projeto.cronograma físico–financeiro de implantação. este documento deverá ser elaborado após as devidas análises dos estudos da fase anterior pelos órgãos ambientais competentes. de forma genérica e concisa. públicas ou não. o novo documento deverá ser elaborado dentro de uma eficiente estrutura operacional.justificativas. . para cada Programa. equipamentos eletromecânicos. de outro. deverá ter clareza quanto às instituições. servindo como instrumento de acompanhamento e gerenciamento tanto pelo empreendedor como pelo órgão ambiental. de um lado. a seguinte estrutura básica deverá ser apresentada: . (em especial o empreendedor privado. em particular. de empréstimos e de bota-foras. a aprovação futura da Licença de Instalação (LI) que permitirá o início das obras. desvio do rio. permitindo a sua implementação praticamente imediata. mas sim harmonizada a que foi degradada com a paisagem local. articular de forma eficiente os agentes multiplicadores de opiniões e. quando da emissão da Licença Prévia (LP). Alguns dos Programas normalmente previstos são explicitados a seguir. . A sua execução deverá levar em conta a visão de reabilitação de áreas. tais como obras civis. dentre outras. tais como áreas de canteiro. e visando.objetivos principais. bota-foras. não deverá ser reconstituída a condição original existente. . informações detalhadas do projeto de engenharia já deverão estar consolidadas. deverão ser. nesta etapa. . • Programa de Recuperação de Áreas Degradadas Este Programa deverá ter por foco a recuperação das áreas que sofreram impactos diretos da obra.).procedimentos para implantação. que obrigatoriamente deverão participar).

desenvolvendo um processo de informação/diálogo permanente entre os diferentes atores sociais atuantes na região. outros Programas poderão ser necessários. para tal. o que possibilitará minimizar custos e. • Programa de Comunicação Social Deverá ter. por exemplo. A Resolução CONAMA 02/96 determina o dispêndio não inferior a 0. • Programa de Gerenciamento e Controle dos Impactos Ambientais A partir de uma estrutura de Gestão Ambiental. melhorar as condições locais existentes. como meta principal. o de implantação de Unidade de Conservação de domínio público e uso indireto. Dependendo da decisão do órgão ambiental licenciador. devendo.5% do custo total do empreendimento nos casos considerados de “relevante impacto ambiental”. até mesmo. a legislação estabelece que as margens dos reservatórios das hidrelétricas devam ser protegidas. a promoção da inserção do empreendimento junto à sociedade local.O ideal é que a recuperação vá ocorrendo na medida em que vá havendo a exploração. como. ser implantado um Programa de Recomposição Ciliar. se o órgão ambiental assim o exigir. ESTUDOS COMPLETOS EIA .ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL . Além desses Programas. este Programa objetivará o acompanhamento dos impactos previstos durante a implantação e operação do empreendimento e a correta aplicação das medidas mitigadoras e/ou compensatórias previstas.

como agente modificador. onde são apresentadas as principais orientações para os estudos de engenharia e ambientais de usinas hidrelétricas. à vizinhança com áreas ambientalmente sensíveis. estabelecer programas que visem prevenir. o conhecimento e o grau de transformação que a região sofrerá com a introdução das obras propostas. a importante atividade de Avaliação dos Impactos Ambientais (AIA).GERAL A legislação. editou e distribuiu. à redução da vazão liberada para jusante. mitigar e/ou compensar os impactos negativos e reforçar os positivos. através de métodos e técnicas de identificação/avaliação de impactos. uma decisão subjetiva de cada analista e é fruto de sua própria experiência.ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL . Normalmente. permitir. dentre outros aspectos. resumidas no Quadro 8. esses impactos potenciais estão associados à existência de populações próximas.4-1. caracterizar a qualidade ambiental atual e futura da Área de Influência. conforme já citado. provocados pelo empreendimento. o EIA deverá atender. a inserção regional das obras propostas. ANEEL). estes últimos em forma de EIA/RIMA. promovendo. esses órgãos deverão exigir a edição e discussão pública de um EIA/RIMA. É usual proceder-se a uma aplicação . • • • Para o alcance desses objetivos. à concepção técnica do aproveitamento envolvendo túneis. pelo menos. às exigências do citado documento da ELETROBRÁS e também as do IBAMA. adaptado do roteiro básico desse órgão. cuja seleção é. em 1997. Quando houver a previsão de ocorrência de impactos de grande magnitude. para as instituições públicas e privadas nacionais. O EIA tem os seguintes objetivos principais: • • • avaliar a viabilidade ambiental do empreendimento e fornecer subsídios para o seu licenciamento (LP) junto ao órgão ambiental competente. A ELETROBRÁS. na medida do possível. por exemplo. em conjunto com o antigo DNAEE (hoje. normalmente. um documento com as “Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos”.ESTUDOS COMPLETOS EIA . Para uma delas. os quais podem sofrer pequenas adaptações e incluir complementações com base nas rotineiras exigências dos órgãos ambientais. complementar e ordenar uma base de dados temáticos sobre a região onde se inserem as obras propostas. há diversos métodos. definir os programas de acompanhamento/monitoramento que deverão ser iniciados e/ou continuados durante e/ou após a implantação do empreendimento. deixa a critério de cada órgão ambiental a decisão quanto à necessidade ou não de estudos detalhados.

. Área de Influência Indireta (AII): aquela onde incidem os impactos indiretos. apresenta-se. Cabe destacar que têm sido admitidas outras nomenclaturas para as Áreas de Influência (AI) e Área Diretamente Afetada (ADA). também poderão ser necessários outros desenhos. Arranjo Geral das Obras (projeto). até o momento. são as seguintes ilustrações. podendo extrapolar os divisores da bacia hidrográfica e os limites municipais. econômicas e culturais. além do texto básico. Geologia e Geomorfologia (AI e ADA).. É fundamental. Solos e Aptidão Agrícola das Terras (AI e ADA). devem ser associadas as medidas a serem tomadas e definidos os correspondentes programas ambientais. A título de ilustração. Neste caso. de vez que. a AI corresponderia à AII e a ADA à AID. em função do que estiver sendo adotado por cada órgão ambiental licencidador. isoladamente. A cada linha representativa de um impacto. são as definições apresentadas nas “Instruções . considerando a região. muito utilizada no Brasil. não são considerados completos. o projeto e as Áreas de Influência (AI) e Diretamente Afetada (ADA): Localização e Acessos (região). em função das características específicas de cada empreendimento em estudo. sob a forma de interferência nas suas interrelações ecológicas. . em geral. Áreas de Influência – Delimitação (região). adiante. Uso e Ocupação dos Solos (AI e ADA) e Principais Interferências (AI e ADA). portanto. eles. Os principais produtos do EIA.conjunta de mais de um método. neste caso de “Estudos Completos”. decorrentes e associados aos impactos diretos. aplicada em um caso de uma usina de 21 MW de potência instalada e que inunda uma área de 105 ha onde há 19 propriedades. um exemplo de uma “matriz de interação”. Suscetibilidade à Erosão (AI). e que podem ser utilizadas.” • Fazendo uma analogia. em nível federal. podendo se estender além dos limites da área a ser definida como polígono de utilidade pública. As mais usuais. sociais e econômicas. estadual ou municipal. quadros e figuras inseridos no seu texto. que a equipe responsável pela elaboração dos estudos tenha conhecimento das ferramentas disponíveis e capacidade de discernimento quanto à melhor combinação em cada caso. se necessários.” citadas da ELETROBRAS: • “Área de Influência Direta (AID): aquela cuja abrangência dos impactos incide diretamente sobre os recursos ambientais e a rede de relações sociais.

onde cada componente-síntese é associado a critérios e elementos da avaliação. com a inclusão dos elementos que forem considerados importantes e a eliminação dos que forem julgados inexistentes ou desprezíveis. Normalmente. Os Quadros 1 a 10. Modos de Vida. Organização Territorial. nesse caso. conforme cada caso. bem como os necessários programas ambientais. são apresentados outros Quadros. que podem. As medidas mitigadoras compensatórias e de controle. que têm por base o atual Manual de Inventário Hidrelétrico da ELETROBRAS. o meio ambiente pode ser representado por “componentes-síntese”. Base Econômica. serão uma resultante dessa análise. por concorrer para a inviabilização da PCH e. o de “População e Reserva Indígena”. não ter havido prosseguimento nos estudos. mostram os elementos de caracterização de cada componente-síntese. abrangendo: Ecossistemas Aquáticos. Ecossistemas Terrestres.AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS Para a identificação e a avaliação dos impactos ambientais de forma detalhada. admite-se um sexto componente-síntese. A análise de todos esses Quadros permitirá a elaboração de uma precisa matriz de interação. aqui não considerado. em cada caso. ser incluídos ou não na análise. como descrito no início destas “Diretrizes”. . Logo em seguida.

telefone e fax dos representantes legais e pessoas de contato. Referência ELETROBRÁS (**) - Caracterização empreendimento - Métodos e técnicas utilizados para a realização dos estudos ambientais - Delimitação das áreas Delimitação da Área Diretamente Afetada.6 . Nome.6 2. sob a forma de interferências nas suas diversas interrelações ecológicas. Detalhamento do método e técnicas escolhidos para a condução do estudo ambiental. sociais e econômicos utilizados para sua delimitação. endereço completo. CPF. do Caracterização e análise do projeto.4. incluindo a não implantação do projeto. anteriores ao empreendimento. registros legais. Definição das alternativas tecnológicas e de localização possíveis. telefone. sociais e econômicas. bem como dos passos metodológicos que levem ao diagnóstico. ao prognóstico. em escalas compatíveis com as características e complexidades das Áreas de Influência e Diretamente Afetada relativas aos efeitos ambientais. Espacialização análise e apresentação resultados da Elaboração de base cartográfica referenciada da geograficamente. de influência do baseando-se na abrangência dos recursos empreendimento naturais atingidos pelo empreendimento.EIA . Apresentação dos critérios ecológicos. 1. sob o ponto de vista tecnológico e de localização. ou seja. Apresentação dos critérios ecológicos. sociais e econômicos que determinaram a sua delimitação. fax. à identificação de recursos tecnológicos e financeiros para mitigar os impactos negativos. às medidas de controle e monitoramento dos impactos.ROTEIRO BÁSICO (IBAMA – adaptado) (*) ATIVIDADES Identificação empreendedor IBAMA do Nome ou razão social.QUADRO 1 . para os registros dos dos resultados dos estudos. das áreas que sofrerão impactos indiretos decorrentes e associados. Delimitação das Áreas de Influência do empreendimento.

na hipótese de não realização do empreendimento) Prognóstico dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas Identificação dos efeitos ambientais potenciais (positivos e negativos) do projeto e das possibilidades tecnológicas e econômicas de prevenção. 1997. 2. Procedimentos e Ferramentas. Análise e seleção de medidas eficientes.” Brasília.1. 1995. com base nos seus efeitos potenciais e nas suas possibilidades de prevenção. através da integração dos resultados da análise dos meios físico e biológico com os do meio antrópico.3 3. devem constar: uma classificação do grau de sensibilidade e vulnerabilidade do meio natural e a caracterização da qualidade ambiental futura. Controle ambiental do Avaliação do impacto ambiental da alternativa empreendimento selecionada do projeto.6 5. incluindo o de Acompanhamento e Monitoramento dos Impactos (positivos e negativos).4. mitigação e reparação dos impactos negativos.5 3. Comparação entre o projeto e cada uma de suas alternativas.3 1.10 2. Elaboração de Programas Ambientais.Diagnóstico ambiental Descrição e análise do meio natural e sóciodas Áreas de econômico e de suas interações. com indicação dos fatores e parâmetros a serem considerados. escolha da alternativa mais favorável. antes da Influência e implementação do empreendimento. Rio de Janeiro.3 5. controle.3 5. controle.4 1. mitigação e compensação dos seus efeitos negativos. além de medidas compensatórias. (**) Referência ELETROBRÁS – indicação do item correspondente no documento “Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos”.4 3.7 4. eficazes e efetivas de mitigação ou de anulação dos impactos negativos e de potencialização dos impactos positivos.20 (*) IBAMA – “Avaliação de Impacto Ambiental – Agentes Sociais.6. Diretamente Afetada (Dentre os produtos dessa análise. .

Figura 1 – Matriz Paraíso .

• Ecossistema de relevante interesse ecológico. • Ecologia da paisagem (forma média dos remanescentes florestais. ecossistemas sob proteção legal. − sistema com algum grau de comprometimento de suas características ecológicas. − sistema com alto comprometimento de suas características ecológicas pela intensidade das atividades poluidoras.Elementos de Caracterização ComponenteElementos de Caracterização Síntese Ecossistema • Vegetação marginal (mata ciliar.Elementos de Caracterização ComponenteSíntese Ecossistema Terrestre Elementos de Caracterização • Cobertura vegetal e uso do solo na bacia. • Ocorrência e distribuição faunística na bacia. − identificação e espacialização das principais rotas migratórias. cachoeiras. QUADRO 3 – Ecossistema Terrestre . reprodutivas e tróficas. retificações. agropecuária. . ecossistemas importantes na manutenção de fluxos populacionais.QUADRO 2 – Ecossistema Aquático . etc. desmatamento).ex..). • Aspectos Biológicos : − biologia e ecologia das espécies ictíicas mais representativas. isolamento entre os mosaicos e classificação fito-fisionômica entre os mosaicos). − identificação e espacialização da produtividade pesqueira. sem a presença de poluição. − identificação das principais espécies. répteis). refletindo a interferência de fontes poluidoras. Aquático • Qualidade da água: − sistema de comprometimento quanto às suas características ecológicas. ecossistemas ameaçados. ecossistemas mantenedores de espécies ameaçadas de extinção. mata de várzea). sobretudo as espécies migradoras e as espécies associadas a ambientes de elevada energia hidrodinâmica. − ocorrência de outras espécies da fauna (p. • Fatores de pressão sobre os ecossistemas (extrativismo. mamíferos aquáticos. ecótonos. • Fisiografia fluvial : − hierarquia fluvial/densidade de drenagem − diversidade física do canal fluvial (meandros.

saúde. pedológicos. • Sistema de Produção: − − − − organização da população rural. . situação de conflito. serviços oferecidos (educação. áreas de várzea. florestais e pesqueiros). • Condições de Vida: qualidade de vida (indicadores básicos). formas de associação.Modos de Vida – Elementos de Caracterização ComponenteSíntese Modos de Vida Elementos de Caracterização • Dinâmica Demográfica: − − − − − − quantitativo populacional. transporte e lazer). organização da população urbana. hídricos. distribuição rural/urbano). • Organização Social: − − − − − − processo histórico de ocupação. condições ambientais do sítio (dinâmica das cheias. aptidão agrícola. saneamento. espacial da população (situação de domicílio taxa de crescimento. compartimentação do relevo). comunicação. áreas de erosão. crenças. patrimônio histórico/cultural). fluxos migratórios. valores. identidade sócio-cultural (hábitos. energia. representações. organização espaço-temporal. recursos naturais disponíveis (minerais.QUADRO 4 .

grau de urbanização. por uso. consumo e serviços. localização e raio de atendimento das principais instituições públicas municipais.Elementos de Caracterização Componente Organização Territorial Elementos de Caracterização • Dinâmica Demográfica: − − − − − − − − − − − − − − − − − − − evolução das populações urbana e rural. localização. relações origem-destino e articulação intermodal. • Ocupação do Território: processo histórico de ocupação. • Circulação e Comunicação: localização e características dos núcleos urbanos: diversidade e hierarquia funcional. condicionantes ambientais do território. características e importância relativa dos sistemas rodo. hidro e ferroviário. programas de desenvolvimento existentes e planejados. principais usos da água e estimativa do contigente de usuários. por município. estrutura e distribuição espacial das populações urbana e rural. superfície territorial municipal e relação com a superfície total. localização. estaduais e federais. capacidade e raio de atendimento dos equipamentos de produção. que apontem indução ou restrição à ocupação. características. relações urbano-rurais e padrões de assentamento resultantes. importância relativa à população total.Organização Territorial .QUADRO 5 . • Organização Político-Administrativa: localização das sedes municipais e distritais. colégio eleitoral e representação nas instâncias parlamentares municipais. distribuição espacial das categorias de uso do solo e respectivas intensidades de uso. estaduais e federais. . função do recurso hídrico na organização do território. por município.

ex. população economicamente ativa (PEA). valor bruto e de transformação. relações históricas dos principais ramos e setores. genético e turístico. extrativista.QUADRO 6 . • Recursos e Potencialidades da Bacia Hidrográfica: − características e respectiva localização espacial. . − condicionantes ambientais das atividades (indução/restrição) e fatores de pressão sobre os recursos naturais. − investimentos e programas de desenvolvimento existentes e planejados.Base Econômica . − setor terciário: n. PEA. − espécies de valor econômico. PO. − usos potenciais e efetivos dos recursos hídricos. grau de mecanização). e localização espacial dos principais ramos produtivos e estabelecimentos. n. PEA. tipo de produto. − mercados atendidos e importância econômica e social das atividades econômicas.º de estabelecimentos.º de estabelecimentos. arrecadação de ICMS e ISS.Elementos de Caracterização Componente Elementos De Caracterização Base Econômica • Atividades Econômicas (caracterização geral e setorial): − características. medicinal e alimentar. − atividades econômicas relacionadas aos recursos hídricos. biológico. − atividades econômicas vinculadas à manutenção da qualidade de vida das populações residentes (p. madeireiro. − potencial energético. valor da produção e superfície ocupada. − recursos minerais.º de estabelecimentos. − formas de apropriação dos recursos (intensivo/extensivo. − estrutura produtiva. pessoal ocupado (PO). • Finanças: − arrecadação de tributos municipais. − setor secundário: n. − participação em receitas tributárias da União e do Estado. − infra-estrutura existente e planejada. PO. − áreas de potencial agrícola.: setor de alimentação e setores responsáveis por absorção da mão-de-obra). − setor primário: estrutura fundiária. capacidade de geração de renda e emprego. receita total.

Hierarquia fluvial . .Perda de lagoas marginais . .Tempo de residência .Relevância biológica na área afetada Indicador de Impacto: comprometiment o das características determinantes na manutenção da diversidade biológica.Ecossistemas Terrestres: Critérios e Elementos de Avaliação ComponenteSíntese Ecossistema Terrestre Critérios de Avaliação Elementos de Avaliação .Volume de fitomassa afetada .Alteração da vegetação marginal .Características morfométricas trecho de rio afetado Indicador de Impacto: grau de comprometiment o das características determinadas na manutenção da diversidade biológica.Perda de ambiente de elevada energia hidrodinâmica .Comprometimento ecossistemas e de espécies de . de espécies migratórias.Rotas migratórias afetadas .Profundidade média .Perda de vegetação marginal .Ecossistemas Aquáticos: Critérios e Elementos de Avaliação Critérios de Avaliação ComponenteSíntese Ecossistema Aquático . répteis) QUADRO 8 .Perda de cobertura vegetal .Tipologia dos solos afetados .Ocorrência de outras espécies da fauna passíveis de impacto (mamíferos aquáticos.Quadro 7 .Comprometimento dos ambientes mantenedores da biodiversidade.Qualidade da reservatório água do futuro do Elementos de Avaliação . endêmicas ou exclusivas (e de outros grupos da fauna vertebrada) .Diversidade .

Comprometimento da identidade sócio-cultural e de sua expressão espaço-temporal .Alteração no quadro epidemiológico .Comprometimento da sociedade historicamente construída .QUADRO 9 .Queda no padrão de consumo .Comprometimento das .Mudanças nas condições capitalização/descapitalização de Indicador de Impacto: grau de interferência sobre as formas de reprodução da vida social .Alteração nos aspectos que estratégias de sobrevivência conformam as condições de vida .Alteração na rede de relações das quais os grupos sociais urbanos dependem para garantir sua sobrevivência .Modos de Vida: Critérios e Elementos de Avaliação Componentesíntese Modos de Vida Critérios de avaliação Elementos de avaliação .Vínculos de comprometidos socialização .Bens de consumo coletivo atingidos .Alteração no sistema de produção de cada Modo de Vida .Ruptura dos vínculos de dependência entre rural e urbano .Modificação nos qualidade de vida indicadores de .Alteração ambientais nos condicionantes .

.estimativa do contingente de eleitores remanejados. . político-administrativa dos municípios . estaduais e federais atingidas.Vila residencial: localização.alternativas aos fluxos de circulação e comunicação interrompidos.equipamentos de produção. Reversibilidade das interferências circulação e comunicação: na . Indicador de Impacto: grau de desarticulação da circulação e comunicação .Estimativa da remanejada população para a os ser . população prevista.estimativa da população atingida por perda de infra-estrutura viária.Interferência nos padrões de .perda de território: (superfície e participação no território total do município).extensão e funções da infra-estrutura circulação e comunicação viária atingida. contingente de . associação à obra. . relação com a população local Acessibilidade: . .articulações intermodais atingidas.QUADRO 10 .alternativas às relações funcionais interrompidas.Disponibilidade de áreas reassentamentos previstos .Número.Comprometimento da organização .Comprometimento dos fluxos de . . .papel das sedes municipais e instituições públicas municipais. localização e características assentamento e mobilidade da dos núcleos atingidos parcial e população totalmente . participação no eleitorado municipal.perda no representantes. consumo e serviços atingidos.Organização Territorial: Critérios e Elementos de Avaliação ComponenteSíntese Organização Territorial Critérios de Avaliação Elementos de Avaliação .

Mercado afetado . por setor da dos produção atingidas .QUADRO 11 .Comprometimento das finanças .Número Base estabelecimentos atingidos econômicas Econômica .Expressão econômica e social das atividades .Base Econômica: Critérios e Elementos de Avaliação ComponenteCritérios de Avaliação Elementos de Avaliação Síntese e características .Comprometimento das atividades .Usos existentes e potenciais dos municipais recursos hídricos atingidos/inviabilizados e respectiva população afetada . potencial turístico e dotadas de potencial biológico genético) .Comprometimento potencialidades com para usos da água .Ocorrência de condições de suporte para reprodução das atividades . áreas de aptidão agrícola.Atividades econômicas vinculadas ao rio .Diferencial da arrecadação tributária e das transferências de receitas .Características e ordem de grandeza das dos recursos de potencialidades da destaque bacia hidrográfica suprimidos (jazidas minerais.Quantitativo e valor afetada.Expressão econômica e social das potencialidade atingidas . extrativismo.Emprego e renda suprimidos Indicador de Impacto: grau de interferência nas atividades econômicas .

especificando para cada um deles. a serem adaptadas ou alteradas em função de cada caso: . mencionando aqueles que não puderam ser evitados. VII – O programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos. VI – A descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos negativos. e o grau de alteração esperado. as fontes de energia. os empregos diretos e indiretos a serem gerados. que determina o seu conteúdo mínimo: “I – Os objetivos e justificativas do projeto. às medidas necessárias e aos programas ambientais correspondentes. segundo a própria Resolução 01/86 do CONAMA. Recomenda-se a elaboração do RIMA com as seguintes Seções. sua relação e compatibilidade com as políticas setoriais. IV – A descrição dos prováveis impactos ambientais da implantação e operação da atividade. bem como todas as conseqüências ambientais de sua implementação”. O RIMA deve ser apresentado de forma objetiva e adequada à sua compreensão. aos impactos provocados. V – A caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência. III – A síntese dos resultados dos estudos de diagnóstico ambiental da área de influência do projeto. planos e programas governamentais. nas fases de construção e operação. os prováveis efluentes. quadros. a área de influência. bem como com a hipótese de sua não realização. as matérias primas. cartas. comparando as diferentes situações da adoção do projeto e suas alternativas. gráficos e demais técnicas de comunicação visual. emissões. de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto. quantificação e interpretação. considerando o projeto.RIMA – RELATÓRIO DE IMPACTOS SOBRE O MEIO AMBIENTE O RIMA é um documento elaborado a partir do EIA. Parágrafo único. ilustradas por mapas. os processos e técnicas operacionais. VIII – Recomendação quanto à alternativa mais favorável (conclusões e comentários de ordem geral). a mão-de-obra. resíduos e perda de energia. II – A descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais. O EIA compreende o detalhamento técnico-científico associado aos meios físico. os horizontes de tempo de incidência dos impactos e indicando os métodos. podendo ser considerado um resumo deste último. mas que apresenta uma abrangência menor. As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível. suas alternativas. técnicas e critérios adotados para sua identificação. O RIMA reflete as conclusões do EIA. à inserção do empreendimento em uma região. biótico e antrópico.

A Região do Empreendimento • • • Aspectos Físicos Aspectos Bióticos Aspectos Sócio-Econômicos 4.1. Apresentação 2. Equipe Técnica Básica . Os Impactos e as Medidas Recomendadas para Resolvê-los • • Os Impactos Negativos. Os Programas Ambientais 6. sua Mitigação e/ou Compensação Os Impactos Positivos e sua Maximização 5. Conclusões 7. O Empreendimento • • • • • O Que É? O Porquê de Sua Construção Dados Básicos O Empreendedor A Empresa Responsável pelos Estudos 3.

. para que o órgão ambiental forneça a Licença de Instalação (LI).09. separadamente. Nesse instrumento legal. De acordo com o caso. que trata do licenciamento ambiental de obras consideradas de grande porte.87. como. de 16. O Projeto Básico Ambiental (PBA) é um conjunto de Programas a serem implantados. Cada Programa deverá ter a mesma abrangência de atividades dos similares citados no item “PROGRAMAS AMBIENTAIS DETALHADOS”. outros Programas poderão ser exigidos pelos órgãos ambientais. os seguintes Programas. por exemplo: • • • • • • • Conservação da Fauna e da Flora. a de início das obras.PBA – PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Há uma Resolução específica do CONAMA. visando viabilizar as recomendações emitidas no EIA e no RIMA e atender às exigências e condicionantes fixadas pelo órgão ambiental licenciador. em especial as de geração de energia elétrica. mas. Educação Ambiental. no mínimo. Em geral. Em anexo a essa Resolução. o nível de detalhamento e de precisão deverá ser incrementado. Gerenciamento e Controle dos Impactos Ambientais. Saúde da Mão-de-Obra. a de no 06/87. usinas termelétricas e linhas de transmissão. devem ser detalhados. Comunicação Social. Relocação e Assentamento de Pequenos Produtores Rurais. Reorganização da Infra-Estrutura. ou seja. Salvamento do Patrimônio Arqueológico. uma vez que os custos ambientais serão maiores e deverão ser bem orçados e aplicados. de: • • • Recuperação de Áreas Degradadas. há um quadro que apresenta os documentos necessários ao licenciamento para usinas hidrelétricas. Monitoramento da Qualidade da Água e Controle da Ictiofauna. é determinada a exigência de elaboração e aprovação do Projeto Básico Ambiental.

estes não podem ter o mesmo tratamento de valoração que os demais. total ou parcial. de mitigação (das ações para redução das conseqüências dos impactos ambientais provocados). de uma precisão maior na estimativa dos custos ambientais.CUSTOS AMBIENTAIS A estimativa dos custos ambientais é claramente explicada no documento “Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos”. de monitoramento (das ações de acompanhamento e avaliação dos impactos e programas ambientais). que se referem muitas vezes a impactos não quantificáveis ou não mensuráveis. a sua apropriação em rubricas orçamentárias próprias e a adoção de critérios uniformes entre as empresas do setor elétrico visam reduzir a incerteza na avaliação do custo global dos empreendimentos e verificar a sua viabilidade econômica. a seguir. entretanto. as orientações não mudam. havendo necessidade. Desse documento. A identificação dos custos ambientais. da ELETROBRÁS. de vez que. o grau de precisão das estimativas de custos ambientais deverá acompanhar a mesma precisão requerida para os demais componentes do aproveitamento. A estimativa de custos ambientais deverá considerar os seguintes aspectos: • na etapa de Viabilidade. Pelas dificuldades intrínsecas da natureza dos custos de degradação. e os institucionais (da elaboração dos estudos ambientais para as diferentes etapas do empreendimento. ou seja: • • • • • os custos de controle (incorridos para evitar a ocorrência. “O procedimento de orçamentação dos custos ambientais está voltado para aqueles custos que serão efetivamente internalizados no custo total do empreendimento. Quanto à parte ambiental. são transcritos e/ou adaptados alguns trechos. Apesar de esse documento se referir a “estudos de viabilidade”. geralmente. no caso de PCH. entre a Viabilidade e o Projeto Básico ou entre o EIA e o PBA. dos impactos ambientais de um empreendimento). de compensação (das ações que compensam os impactos ambientais provocados por um empreendimento nas situações em que a reparação é impossível). da obtenção das licenças ambientais e de realização de audiências públicas). suas diretrizes são válidas aqui. da elaboração dos estudos requeridos pelos órgãos ambientais. com a não exigência dos estudos de viabilidade. os estudos de inventário hidrelétrico da bacia hidrográfica têm por seqüência imediata a elaboração do Projeto Básico de Engenharia. não sendo portanto aqui considerados. .

seus principais itens de custo a serem orçados e sua correlação com as rubricas do OPE (Orçamento Padrão do Setor Elétrico). na etapa de Viabilidade. Portanto. Esses parâmetros servirão para aferir os custos alocados na composição atual ou. tomando-se como referência empreendimentos similares implantados na mesma região. Projeto Executivo. em seus principais itens de custo. Para a estimativa dos custos ambientais. a estrutura básica das contas do OPE/94. e o roteiro de orçamentação dos programas ambientais. todos os itens de custos ambientais estimados nesta etapa devem ser considerados como investimento. deverão ser considerados os estudos e ações a serem desenvolvidos na etapa de Projeto Básico. que inclui a listagem dos programas ambientais característicos de empreendimentos hidrelétricos. a descrição das contas e instruções para sua aplicação. Nesse documento. minimizar ou compensar os impactos ambientais advindos da implantação do aproveitamento. . A definição da moeda a ser utilizada. Decretos. Construção e Operação. o produto da estimativa de custos ambientais da etapa de Viabilidade compreende os resultados individualizados de cada programa ambiental identificado. são apresentados: a tabela de identificação de impactos e programas ambientais. poderão ser utilizados outros parâmetros – desde que justificados e apresentados na memória de cálculo – a partir de dados recentes. e a apresentação destas estimativas apropriadas de acordo com as rubricas estabelecidas no OPE. para fornecer um referencial. em especial o Roteiro para Orçamentação dos Programas Ambientais e o Orçamento Padrão ELETROBRÁS (OPE). levantamentos e a implantação das ações necessárias para evitar. os índices de reajuste e demais critérios de orçamentação deverão ser estabelecidos em acordo com o orçamento relativo às obras civis e equipamentos.• os instrumentos disponíveis no setor elétrico referentes à orçamentação. Para tanto. a estimativa de custos dos programas ambientais deverá ser realizada considerando os estudos. na falta destes. se constituem nas referências básicas para elaboração das estimativas de custos relativas à etapa de Viabilidade. A elaboração da estimativa de custos ambientais deverá ser feita tendo como base o “Referencial para Orçamentação dos Programas Ambientais” aprovado pela Diretoria Executiva da ELETROBRÁS (Resolução no 201/95). Resoluções e Portarias associadas a empreendimentos hidrelétricos estão relacionadas no Quadro 1. • Assim.” LEGISLAÇÃO AMBIENTAL PRINCIPAIS DOCUMENTOS LEGAIS As principais Leis.

Nessa lista. Dessa forma. em caso de liberação inadequada de atividades danosas ao meio ambiente. em março de 1999. . de 19. Flora. Compensação Financeira. Outra importante Lei listada é a que trata da Política Nacional de Recursos Hídricos. a Secretaria Federal e. caso já esteja formado. também pode também ser útil a consulta a outro importante documento da ELETROBRÁS: os “Instrumentos Legais de Interesse de Empreendimentos Elétricos”. são apresentadas as mais importantes determinações legais ou com força de lei na área de meio ambiente e que se aplicam também ao caso de usinas hidrelétricas. até a recente e importante Resolução CONAMA 237/97. o documento “Legislação Ambiental de Interesse do Setor Elétrico”.98. A Lei da Natureza ou Lei dos Crimes Ambientais. para tal. no 9605. instituídas há cerca de meio século atrás. em geral. até mesmo.htm. da forma mais completa possível.ordená-las cronologicamente. Proteção do Meio Ambiente. podem concorrer para períodos mais longos de análises e decisões por essas instituições.12. publicou.02. Sua aplicação está sendo gradativamente regulamentada. com o objetivo de esclarecer dúvidas e orientar o usuário destas “Diretrizes”. qualquer projeto de usina hidrelétrica.01.97. devendo. como o Código de Águas e o Código Florestal. o Comitê da Bacia em foco. que vier a ser elaborado. Além deste documento. A partir dessa Lei. Cabe ressaltar que a responsabilização. a de no 9433. o qual é uma importante fonte de referência e que pode ser encontrado no sitehttp://www. em cada conjunto formado.gov.br/atuação/comase. Procurou-se organizá-las em função de seus objetivos e. com as devidas penalidades.eletrobrás. de 08. Licenciamento Ambiental. tanto do empreendedor quanto dos funcionários do órgão ambiental licenciador. Fauna e Unidades de Conservação. ser consultada a Secretaria Estadual correspondente. Os detalhes sobre este último assunto estão tratados no tópico 8. também é listada nesse Quadro. são consideradas desde a tradicional lei brasileira.97. que estabelece novas diretrizes para os processos de licenciamento ambiental.Nesse Quadro. editado em março de 1999. Lembramos ainda que o Grupo de Trabalho de Legislação Ambiental do Comitê Coordenador das Atividades de Meio Ambiente do Setor Elétrico – COMASE. deverá considerar os já existentes ou em elaboração nos Planos Diretores de Recursos Hídricos das bacias.6. foram estabelecidos os seguintes grupos: • • • • • • Direitos e Deveres Individuais e Coletivos. de 12. Recursos Hídricos. retardando a emissão das necessárias Licenças. como é conhecida.2. que representa uma das mais importantes medidas no disciplinamento da múltipla utilização das águas das bacias hidrográficas brasileiras.

08.938 31. o licenciamento pelo órgão competente.535/78 15.02.88 Constituição Federal 05. impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.60 Lei nº 4.771/65 e Lei nº 6.78 Unidades de Resolução CONAMA Estabelece Conservação 04/85 Ecológicas. fica determinado que qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise anular ato lesivo ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.6-1 – LEGISLAÇÃO AMBIENTAL APLICÁVEL TEMA REFERÊNCIAS LEGAIS Constituição Federal DESCRIÇÃO DATA Direitos e Deveres Individuais e Coletivos Proteção do Meio Ambiente No Capítulo I.824 23.88 Proteção do Meio Ambiente Lei nº 6.81 Proteção do Meio Ambiente Lei nº 9. Torna obrigatória a destoca e conseqüente limpeza das bacias hidráulicas dos açudes. represas e lagos artificiais.605 12. a exploração e a supressão da vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica.93 .02.09.10.98 Proteção do Meio Ambiente Proteção do Meio Ambiente Flora. e dá outras providências.” Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. Artigo 225. a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras e o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras ou utilizadoras dos recursos ambientais (atualizado pela Lei nº 7. ainda. constitui o Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA e institui o Cadastro de Defesa Ambiental.85 Dispõe sobre o corte. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente.06.274 06.QUADRO 8. 10. Flora e Unidades de Conservação Decreto nº 750 definições e conceitos sobre Reservas 18. como instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente.804/89). Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente.11.90 Lei nº 3. seus fins e mecanismos de formulação e aplicação. Institui o Novo Código Florestal e promove alterações nas leis anteriores. Artigo 5º.10. e dá outras providências. O Capítulo VI.09. A Lei estabelece.06. Fauna e Unidades de Conservação Decreto nº 99. e dá outras providências. bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida.65 18. 05. determina que: “Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado.

Artigo 20... a isenção de compensação financeira de que trata a Lei 7. 08..000 a 30.89 Compensação Financeira Constituição Federal 05.001 13. No mesmo artigo. para produção independente ou autoprodução. ou compensação financeira por essa exploração. Estende. 4o .0 km2”.91 Compensação Financeira Lei nº 9.05. Resolução 394 da ANEEL Define como PCH as usinas com 1. Altera. de 28 de dezembro de 1989. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica.648 autorização: potência de 1. O Capítulo II. Estabelece. aos Estados.”.12.000 a 30.Unidades de Conservação Lei nº 8. Distrito Federal e Municípios. para os Estados. parcialmente. “mantidas as características de PCH”.01. alterada Institui a ANEEL. 26.643 10.990.10. cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. O parágrafo único considera como área do reservatório a “delimitada pela cota d’água associada à vazão de cheia com tempo de recorrência de 100 anos”. ao Distrito Federal e aos Municípios.” Define os percentuais da distribuição da compensação financeira de que trata a Lei nº 7.990 28.12. e dá outras providências. participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural. no Art.990. e dá outras providências.88 Compensação Financeira Lei nº 8. bem como a órgãos da administração direta da União.01. e dá outras providências.98 04. “é assegurada. rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio.96 e 27.90 Compensação Financeira Decreto nº 1. Regulamenta o pagamento da compensação financeira instituída pela Lei nº 7.04.34 Lei nº 9. o Código das Águas.752 11. 18.433 Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos.990. Institui o Código das Águas. Estabelece os casos que dependem de pela Lei 9. compensação financeira pelo resultado da exploração de petróleo ou gás natural.97 Compensação Financeira Lei nº 7. determina como bens da União: “os lagos. nos termos da lei.001 Reparação dos danos ambientais causados pela destruição de florestas e outros ecossistemas por empreendimentos de relevante impacto ambiental. os casos de isenção. de recursos hídricos para fins de energia elétrica. Inciso XI.07.000 kW de potência instalada e “área total do reservatório igual ou inferior a 3.000 kW.98 Compensação Financeira .12.03. Parágrafo 1º. de recursos minerais e dá outras providências.5% do custo global como compensação.. Institui.427. de 28 de dezembro de 1989. incluindo PCH (até 10 MW)... Inciso III.96 Recursos Hídricos Recursos Hídricos Decreto-Lei 24. para esses casos. Fixação de 0.

01.Licenciamento Ambiental Decreto nº 99. de forma a efetivar a utilização do sistema de licenciamento como instrumento de gestão ambiental. Resolução CONAMA Regulamenta a Audiência Pública.86 Licenciamento Ambiental Licenciamento Ambiental Licenciamento Ambiental 16.87 03. Resolução CONAMA Regulamenta o licenciamento ambiental para exploração. consideradas efetivas ou potencialmente poluidoras ou capazes de causar degradação ambiental e que será exigido EIA e respectivo RIMA para fins do licenciamento. Resolução CONAMA Estabelece os modelos de publicação de pedidos de nº 6/86 licenciamento.06. Editora CEJUP.87 16. 690 páginas. nº 9/87 Resolução CONAMA Estabelece critérios e procedimentos básicos para a nº 1/88 implementação do Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental. • PINTO.09. IBAMA. Brasília. sua renovação e respectiva concessão da licença. e estabelece que dependerão de licenciamento do órgão ambiental competente as atividades que utilizam recursos ambientais. em qualquer de suas modalidades.12.86 Licenciamento Ambiental 24. 1997.274 Regulamenta as Leis nº 6. Brasília.12. Waldir de Deus Legislação Federal de Meio Ambiente Três volumes. nº 6/87 geração e distribuição de energia elétrica. em geral.88 Licenciamento Ambiental 19.90 Licenciamento Ambiental Resolução CONAMA Dispõe sobre critérios básicos e diretrizes gerais para uso e nº 1/86 implementação de avaliação de impacto ambiental (EIA/RIMA). 06. consolidou praticamente toda a legislação ambiental federal existente até outubro de 1997: • PINTO. 1996. Waldir de Deus Suplemento à Legislação Federal de Meio Ambiente Um volume.01. de 27 de abril de 1981 e a Lei nº 6. 2081 páginas. de 31 de agosto de 1981. acompanham os documentos legais federais citados no Quadro. Resolução CONAMA Revisão dos procedimentos e critérios utilizados no nº 237/97 licenciamento ambiental.938.938/81. O IBAMA. previsto na Lei nº 6. 23.03.97 NOTAS: 1 2 Os Estados e Municípios têm legislação própria que. em publicação recente. .902.

O licenciamento ambiental envolve órgãos federais e/ou estaduais e/ou municipais e é disciplinado por diversos dispositivos legais. sob qualquer forma. dos quais um dos mais recentes e o mais completo em vigor é a Resolução nº 237/97. 1º .O PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERAL A Constituição Federal em vigor estabelece que o Poder Público e a sociedade têm o dever de defender e preservar o meio ambiente “para as presentes e futuras gerações”. ampliação e a operação de empreendimento e atividades utilizadoras de recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que. A implantação de usinas hidrelétricas se enquadra como um dos casos onde existe a necessidade de estudos ambientais antes das obras. pessoa física ou jurídica. restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor. operação e ampliação de uma atividade ou empreendimento. considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso. sob qualquer forma. Os principais artigos de interesse dessa Resolução.Licenciamento Ambiental: procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização. possam causar degradação ambiental. do CONAMA. • Definições “Art. plano de recuperação de área degradada e análise preliminar de risco. instalação. para localizar. a serem amplamente divulgados e discutidos. possam causar degradação ambiental. tais como: relatório ambiental. o território de dois ou mais Estados. de forma simplificada ou detalhada. diagnóstico ambiental. IV – Impacto Ambiental Regional: é todo e qualquer impacto ambiental que afete diretamente (área de influência direta do projeto).12.Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I . instalação.” . ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que. quando houver a possibilidade de instalação de empreendimento ou a execução de atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. qualquer que seja a potência instalada. são apresentados a seguir.97. plano e projeto de controle ambiental. instalar. relatório ambiental preliminar. aplicáveis aos estudos de usinas hidrelétricas. Uma das formas de concretização dessa ação é a exigência que deve ser comandada pelo Poder Público de estudos prévios de impactos ambientais. conforme vier a exigir o órgão ambiental licenciador. apresentados como subsídio para a análise da licença requerida. no todo ou em parte. plano de manejo. de 19. II – Licença Ambiental: ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente estabelece as condições. III – Estudos Ambientais: são todos e quaisquer estudos relativos aos aspectos ambientais relacionados à localização.

“Art. 8º - O Poder Público, no exercício de sua competência de controle, expedirá as seguintes licenças: I – Licença Prévia (LP) – concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade, aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação; II – Licença de Instalação (LI) – autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes da qual constituem motivo determinante; III – Licença de Operação (LO) – autoriza a operação da atividade ou empreendimento, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores, com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para a operação. Parágrafo único – As licenças poderão ser expedidas isolada ou sucessivamente, de acordo com a natureza, características e fase do empreendimento ou atividade.” • Competências

“Art. 4º - Compete ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, órgão executor do SISNAMA, o licenciamento ambiental, a que se refere o artigo 10 da Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, de empreendimentos e atividades com significativo impacto ambiental de âmbito nacional ou regional, a saber: I – localizadas ou desenvolvidas conjuntamente no Brasil e em país limítrofe; no mar territorial; na plataforma continental; na zona econômica exclusiva; em terras indígenas ou em unidades de conservação do domínio da União; II – localizadas ou desenvolvidas em dois ou mais Estados; III – cujos impactos ambientais diretos ultrapassem os limites territoriais do País ou de um ou mais Estados; IV – destinados a pesquisar, lavrar, produzir, beneficiar, transportar, armazenar e dispor material radioativo, em qualquer estágio, ou que utilizem energia nuclear em qualquer de suas formas e aplicações, mediante parecer da Comissão Nacional de Energia Nuclear CNEN; V – bases ou empreendimentos militares, quando couber, observada a legislação específica. § 1º - O IBAMA fará o licenciamento de que trata este artigo após considerar o exame técnico procedido pelos órgãos ambientais dos Estados e Municípios em que se localizar a atividade ou empreendimento, bem como, quando couber, o parecer dos demais órgãos competentes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios envolvidos no procedimento de licenciamento. § 2º - O IBAMA, ressalvada sua competência supletiva, poderá delegar aos Estados o

licenciamento de atividade com significativo impacto ambiental de âmbito regional, uniformizando, quando possível, as exigências.” “Art. 5º - Compete ao órgão ambiental estadual ou do Distrito Federal o licenciamento ambiental dos empreendimentos e atividades: I – localizados ou desenvolvidos em mais de um Município ou em unidades de conservação de domínio estadual ou do Distrito Federal; II – localizados ou desenvolvidos nas florestas e demais formas de vegetação natural de preservação permanente relacionadas no artigo 2º da Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, e em todas as que assim forem consideradas por normas federais, estaduais ou municipais; III – cujos impactos ambientais diretos ultrapassem os limites territoriais de um ou mais Municípios; IV – delegados pela União aos Estados ou ao Distrito Federal, por instrumento legal ou convênio. Parágrafo único – O órgão ambiental estadual ou do Distrito Federal fará o licenciamento de que trata este artigo após considerar o exame técnico procedido pelos órgãos ambientais dos Municípios em que se localizar a atividade ou empreendimento, bem como, quando couber, o parecer dos demais órgãos competentes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, envolvidos no procedimento de licenciamento.” “Art. 6º - Compete ao órgão ambiental municipal, ouvidos os órgãos competentes da União, dos Estados e do Distrito Federal, quando couber, o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades de impacto ambiental local e daquelas que lhe forem delegadas pelo Estado por instrumento legal ou convênio.” “Art. 7º - Os empreendimentos e atividades serão licenciados em um único nível de competência, conforme estabelecido nos artigos anteriores.” NOTA: Como as PCH, na maioria dos casos, não atingem mais de um Estado ou países vizinhos, os órgãos licenciadores deverão ser os estaduais. • Procedimentos

“Art. 10 - O procedimento de licenciamento ambiental obedecerá às seguintes etapas: I – Definição pelo órgão ambiental competente, com a participação do empreendedor, dos documentos, projetos e estudos ambientais, necessários ao início do processo de licenciamento correspondente à licença a ser requerida; II – Requerimento da licença ambiental pelo empreendedor, acompanhado dos documentos, projetos e estudos ambientais pertinentes, dando-se a devida publicidade;
III – Análise, pelo órgão ambiental competente, integrante do SISNAMA, dos documentos, projetos e estudos ambientais apresentados e a realização de vistorias técnicas, quando necessárias;

IV – Solicitação de esclarecimentos e complementações pelo órgão ambiental

competente, integrante do SISNAMA, uma única vez, em decorrência da análise dos documentos, projetos e estudos ambientais apresentados, quando couber, podendo haver a reiteração da mesma solicitação caso os esclarecimentos e complementações não tenham sido satisfatórios; V – Audiência pública, quando couber, de acordo com a regulamentação pertinente; VI – Solicitação de esclarecimentos e complementações pelo órgão ambiental competente, decorrentes de audiências públicas, quando couber, podendo haver reiteração da solicitação quando os esclarecimentos e complementações não tenham sido satisfatórios; VII – Emissão de parecer técnico conclusivo e, quando couber, parecer jurídico; VIII – Deferimento ou indeferimento do pedido de licença, dando-se a devida publicidade. § 1º - No procedimento de licenciamento ambiental deverá constar, obrigatoriamente, a certidão da Prefeitura Municipal, declarando que o local e o tipo de empreendimento ou atividade estão em conformidade com a legislação aplicável ao uso e ocupação do solo, e, quando for o caso, a autorização para supressão de vegetação e a outorga para o uso da água, emitidas pelos órgãos competentes. § 2º - No caso de empreendimentos e atividades sujeitos ao estudo de impacto ambiental – EIA, se verificada a necessidade de nova complementação em decorrência de esclarecimentos já prestados, conforme incisos IV e VI, o órgão ambiental competente, mediante decisão motivada e com a participação do empreendedor, poderá formular novo pedido de complementação.” • Nível dos Estudos

“Art.2º - A localização, construção, instalação, ampliação, modificação e operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras, bem como os empreendimentos capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental, dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental competente, sem prejuízo de outras licenças legalmente exigíveis. § 1º - Estão sujeitos ao licenciamento ambiental os empreendimentos e as atividades relacionadas no Anexo l, parte integrante desta Resolução. § 2º - Caberá ao órgão ambiental competente definir os critérios de exigibilidade, o detalhamento e a complementação do Anexo l, levando em consideração as especificidades, os riscos ambientais, o porte e outras características do empreendimento ou atividade. “Art.3º - A licença ambiental para empreendimento e atividades consideradas efetiva ou potencialmente causadoras de significativa degradação do meio dependerá de prévio estudo de impacto ambiental e respectivo relatório de impacto sobre o meio ambiente (EIA/RIMA), ao qual dar-se-á publicidade, garantida a realização de audiências públicas, quando couber, de acordo com a regulamentação. Parágrafo único. O órgão ambiental competente, verificando que a atividade ou empreendimento não é potencialmente causador de significativa degradação do meio ambiente, definirá os estudos ambientais pertinentes ao respectivo processo de

licenciamento.” “Art. 12 - O órgão ambiental definirá, se necessário, procedimentos específicos para as licenças ambientais, observadas a natureza, características e peculiaridades da atividade ou empreendimento e, ainda, a compatibilização do processo de licenciamento com as etapas de planejamento, implantação e operação. § 1º - Poderão ser estabelecidos procedimentos simplificados para as atividades e empreendimentos de pequeno potencial de impacto ambiental, que deverão ser aprovados pelos respectivos Conselhos de Meio Ambiente. § 2º - Poderá ser admitido um único processo de licenciamento ambiental para pequenos empreendimentos e atividades similares e vizinhos ou para aqueles integrantes de planos de desenvolvimento aprovados, previamente, pelo órgão governamental competente, desde que definida a responsabilidade legal pelo conjunto de empreendimentos ou atividades. § 3º - Deverão ser estabelecidos critérios para agilizar e simplificar os procedimentos de licenciamento ambiental das atividades e empreendimentos que implementem planos e programas voluntários de gestão ambiental, visando a melhoria contínua e o aprimoramento do desempenho ambiental.” Os demais artigos dessa Resolução discorrem sobre licenças ambientais específicas para outros empreendimentos (Art. 9º), sobre os profissionais habilitados para a execução e a análise dos estudos (Arts. 11 e 20), sobre os custos de análise dos órgãos ambientais, a serem ressarcidos pelo empreendedor (Art. 13), sobre os prazos de análise (Arts. 14, 15 e 16), sobre o arquivamento e reinício do processo (Art. 17), sobre os prazos de validade das licenças concedidas (Art. 18), sobre as modificações nas exigências e nessas licenças (Art. 19). Pelo que foi determinado, portanto, por essa nova Resolução do CONAMA, em seu Art. 10, o órgão ambiental competente definirá, em conjunto com o empreendedor, quais os “documentos, projetos e estudos ambientais necessários ao início do processo de licenciamento...”, bem como o nível dos estudos, de vez que, pelo parágrafo 1º do Art. 12, “poderão ser estabelecidos procedimentos simplificados para as atividades e empreendimentos de pequeno potencial de impacto ambiental...” Além disso, conforme adaptado do documento “Avaliação de Impacto Ambiental – Agentes Sociais, Procedimentos e Ferramentas” (IBAMA, 1995), cabe registrar, com mais detalhes, a seqüência de edição usual das licenças juntamente com uma lista de documentos a elas relacionados. De forma ilustrativa, apresenta-se também um fluxograma com um Roteiro Geral do processo de licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas.

LICENÇA PRÉVIA – LP

Entendimentos com o órgão ambiental licenciador sobre o nível dos estudos a realizar, com recebimento dos Termos de Referência do que deve ser feito. O encaminhamento de um RAP - Relatório Ambiental Preliminar pode, dependendo do caso e do órgão avaliador, conduzir à dispensa de EIA/RIMA, nos casos julgados desnecessários pelos órgãos ambientais. Normalmente, nesses casos, são exigidos estudos simplificados, como mostrado no item 8.3. Requerimento Padrão da LP devidamente preenchido pelo empreendedor, anexando, conforme a atividade, os seguintes documentos: • Estudo de Impacto Ambiental – EIA e Relatório de Impacto Ambiental – RIMA, ou Estudos simplificados, quando, a critério do órgão ambiental, houver dispensa de EIA/RIMA; Certidões das Prefeituras Municipais, com o “nada a opor”, conforme Art. 10, Parágrafo 1o , da Resolução CONAMA 237/97, já citada; Outros documentos, a critério do órgão ambiental, como, por exemplo: Contrato Social registrado para sociedades por quotas de responsabilidade limitada; Atas de Eleição da última Diretoria para sociedades anônimas, etc.

• •

Cópia da publicação do requerimento da LP no Diário Oficial da União – DOU ou Diário Oficial Estadual – DOE e, se exigido no Estado, em jornal local de grande circulação, pelo empreendedor, de acordo com os modelos aprovados pela Resolução CONAMA 006/86. Recolhimento, pelo empreendedor, de taxa fixada pelo órgão de meio ambiente para emissão da LP e análise do Projeto. Relatório Técnico de Vistoria ao local do empreendimento, elaborado pelo órgão ambiental, para “checagem” das informações contidas no EIA/RIMA ou nos Estudos Ambientais simplificados (apenas quando a Vistoria Técnica for julgada necessária). Responsável: órgão ambiental. Ata da Audiência Pública e documentos anexados quando da sua realização. Responsável: órgão ambiental. Parecer Técnico do órgão de meio ambiente sobre o pedido de LP. Contém condicionantes para a concessão da LI (etapa subseqüente do licenciamento) e prazos de validade para a LP. Concessão da Licença Prévia (segundo Modelo Padrão), pelo órgão ambiental.

• •

• •

LICENÇA DE INSTALAÇÃO – LI

Requerimento Padrão da LI devidamente preenchido pelo empreendedor, anexando, conforme a atividade: • • Projeto Básico Ambiental – PBA (detalhado) ou Programas Ambientais simplificados, contendo os projetos de minimização de impacto ambiental avaliados na fase da LP; outros documentos exigidos em lei, como outorga para o uso da água, Autorização para Desmatamentos, etc.

Cópia da publicação da concessão da LP no Diário Oficial da União - DOU ou no Diário Oficial Estadual – DOE e, se exigido no Estado, em jornal local de grande circulação, pelo empreendedor, de acordo com os modelos de publicação aprovados através da Resolução CONAMA 006/86. Cópia da publicação do requerimento da LI no Diário Oficial da União - DOU ou no Diário Oficial Estadual – DOE e, se exigido no Estado, em jornal local de grande circulação, pelo empreendedor, de acordo com os modelos aprovados através da Resolução CONAMA 006/86. Recolhimento, pelo empreendedor, da taxa fixada pelo órgão de meio ambiente para a emissão da LI. Parecer Técnico do órgão de meio ambiente para concessão da LI. Contém condicionantes para concessão da LO (etapa subseqüente do licenciamento) e prazos de validade para a LI.

• •

Concessão da Licença de Instalação (segundo Modelo Padrão), pelo órgão ambiental.

LICENÇA DE OPERAÇÃO – LO

Requerimento Padrão de LO devidamente preenchido pelo empreendedor, anexando: cópias das publicações do requerimento de LO e da concessão da LI no Diário Oficial da União - DOU ou no Diário Oficial Estadual – DOE e, se exigido no Estado, em jornal local de grande circulação, pelo empreendedor, de acordo com os modelos de publicação aprovados através da Resolução CONAMA 006/86. Recolhimento, pelo empreendedor, da taxa fixada pelo órgão de meio ambiente para emissão da LO. Relatório de Vistoria confirmando se os sistemas de controle ambiental especificados na LI foram efetivamente instalados. Responsável: órgão ambiental. Parecer Técnico do órgão de meio ambiente sobre o pedido de LO. Contém condicionantes para a operação do empreendimento e prazo de validade da LO.

• • •

Concessão da Licença de Operação (segundo Modelo Padrão), pelo órgão ambiental. Essa LO tem validade, conforme decisão a ser registrada no correspondente documento e de acordo com o Art. 17 da Resolução CONAMA 237/97, por cerca de quatro a dez anos. Após esse período, haverá necessidade de renová-la, ocasião em que o órgão ambiental verificará se foram cumpridos os compromissos assumidos pelo empreendedor, incluindo o adequado monitoramento ambiental. A preocupação com o meio ambiente deve, portanto, ir além da fase de construção, ou seja, deve ser uma constante na vida útil do empreendimento, havendo assim benefícios diversos, até mesmo para a própria PCH.

CAPÍTULO 9 - ANÁLISE FINANCEIRA DO EMPREENDIMENTO

Como visto ao longo destas Diretrizes, a implantação de uma usina hidrelétrica, no caso uma PCH, importa em custos que, evidentemente, devem gerar benefícios econômicos e ambientais que compensem os investimentos a serem realizados. Os benefícios econômicos significam recompensar financeiramente os investimentos realizados, garantindo ao investidor o retorno do capital aplicado. Ressalta-se que, do ponto de vista de política macroeconômica, no Brasil, a implantação de uma usina hidrelétrica, que utiliza um recurso renovável e abundante como combustível, no caso a água, substitui, com algumas vantagens, incluindo os aspectos ambientais, a implantação de usinas que utilizam outros combustíveis (óleo, carvão, gás, etc.). Os benefícios ambientais significam as melhorias no padrão de vida da população que usufruirá da energia a ser produzida, principalmente nos casos em que a PCH for implantada em região pouco desenvolvida. Os reflexos sobre todos os setores da economia regional são imediatos, incluindo também os associados às condições de saúde da população. As melhorias, em alguns casos, são quantificáveis através de previsões, como, por exemplo, o aumento da produção agrícola e industrial e, ainda, na oferta de empregos locais, diretos e indiretos. Em outros casos, a quantificação das melhorias é difícil, como, por exemplo, as relacionadas com a saúde, lazer e bem estar da população, advindas da iluminação pública e doméstica, bem como as possibilidades de recreação em torno do reservatório. No ítem ESTUDOS AMBIENTAIS estão abordados, detalhadamente, os aspectos relacionados aos impactos e benefícios ambientais. A análise financeira do empreendimento deverá ser feita considerando o resultado dos Estudos Finais realizados, incluindo todos os custos para implantação da PCH. Com base em todos os custos estimados, monta-se o diagrama de fluxo de caixa do empreendimento (DFC), considerando-se as receitas e despesas. A avaliação da economicidade de um empreendimento desta natureza pode ser efetuada com diversos graus de profundidade e de diferentes maneiras. Todos os métodos devem permitir a avaliação da viabilidade financeira do empreendimento, no período ou horizonte determinado (prazo de autorização, vida útil do empreendimento ou outro período escolhido), considerando-se as entradas e saídas de capital (fluxo de caixa) no referido período. A análise financeirea, do ponto de vista do investidor ("equity"), deverá ainda levar em conta, não só a remuneração requerida do seu capital (capital próprio), mas a do capital de terceiros (empréstimo, ou outras formas de participação de terceiros). Dentre os métodos de análise financeira, são muito utilizados o método do fluxo de caixa descontado (valor presente líquido – VPL), o método da taxa interna de retorno do investimento (TIR), o método das mínimas receitas requeridas, além de outros que possibilitem a determinação da viabilidade ou não do empreendimento.

.. ANEEL(*) TFSEE . incluindo as remunerações do capital próprio e de terceiros.C. utilizando um dos métodos mencionados ou outro semelhante. . n . A tarifa de equilíbrio do empreendimento será.C (-) Contribuição Social (-) Investimentos Fixos (-) Amortização (+) Valor Residual do Empreendimento (=) Fluxo de Caixa do Empreendimento Valor Presente Líquido (VPL) Taxa de Desconto = i% (*) Na data de publicação deste documento. aquela que representa o valor mínimo. Para determinar o diagrama de fluxo de caixa do empreendimento.. Renda (=) Resultado Operacional Líquido (+) Depreciação (+) Subsídio da C. PIS .. RGR(Uso de Bem Público-UBP) . do ponto de vista do "equity". pode-se utilizar a planilha de demonstração de resultados adiante: ITENS 0 (+) Receita da Venda de Energia (-) Operação e Manutenção (-) Depreciação (-) Despesa Financeira (Juros) (-) Impostos e Taxas . deve-se prestar atenção para não incluir o tributo duas vezes no fluxo de caixa. ANOS 1 . Neste caso.RGR. Compensação Financeira . a taxa de fiscalização da ANEEL. devida por concessionários.. Outros (-) Encargos de Transmissão(Pedágio) (-) Seguros (=) Resultado Operacional Bruto (-) Provisões para I.Na análise a ser feita sugere-se determinar a tarifa de equilíbrio do empreendimento.. equilibra todos os custos envolvidos. é abatida da parcela referente à sua cota da Reserva Global de Reversão . Fiscaliz. durante o período ou horizonte determinado. COFINS . pelo qual a energia vendida.

utiliza-se usualmente o prazo de validade da autorização concedida pela ANEEL. na moeda escolhida. • • • • • . sendo que.Horizonte de Planejamento (n) . permitido por lei. Como estimativa. Outros .0% da receita anual de venda de energia oriunda do mesmo. COFINS . na falta de outros métodos. quando aplicável. se for o caso. considerar 2.Refere-se a pagamento devido aos Estados. PIS – Ver legislação pertinente. O custo de operação e manutenção deverá ser baseado em: composição de custos. etc. observado o limite de 3. Neste cálculo a energia utilizada deverá ser a efetivamente contratada (energia garantida). experiências anteriores. Subsídio da Conta de Consumo de Combustível (CCC) . Como estimativa . Receita de Venda de Energia (RE) – Representa a receita anual com a venda de energia a uma tarifa TE.5% do investimento anual do concessionário.Representa os custos de operação e manutenção da usina e de todo o pessoal administrativo durante o período de análise. prioritariamente. Compensação Financeira . para este fim.Ver legislação pertinente. Custos Anuais de Operação e Manutenção (O&M) . Despesa Financeira – Representa o custo do financiamento (juros). considerar 0. durante o período de amortização estipulado. valorada à tarifa estabelecida pela ANEEL. Depreciação – Representa o valor anual de depreciação da usina.5% do valor da receita anual de venda de energia auferida pelo empreendimento. para o empréstimo tomado. ser considerado como valor reembolsado e deste modo isento de pagamento de imposto de renda . Considerar o aproveitamento isoladamente. no empreendimento. ao Distrito Federal e aos Municípios pelo uso dos recursos hídricos. Este valor poderá ser estimado. grau de automação.incluir outras despesas. bem como os juros durante a construção. na moeda escolhida. Taxa de Fiscalização da ANEEL (TFSEE) – O valor é estabelecido anualmente pela ANEEL .Representa o horizonte de planejamento ou o prazo para a recuperação do capital em anos.Deverá. Segundo a legislação em vigor estão isentas de pagamento as centrais hidrelétricas consideradas PCHs. Ver legislação pertinente. são: • Cotas Anuais da Reserva Global de Reversão (RGR) – O valor é estabelecido anualmente pela ANEEL. sugere-se utilizar como estimativa o valor de 5% do custo total do investimento inicial. considerando-se 6% do montante de energia gerada. tributos ou taxas não indicadas e que devam ser consideradas. Impostos e Taxas (I & T) – Os impostos e taxas anuais incidentes neste tipo de empreendimento e que deverão ser considerados.

.Capital Asset Pricing Model). que leva a um VPL igual a zero.Ver legislação pertinente. ou seja. que com a taxa de desconto i %. onde: Vu valor residual para o horizonte (n anos). normalmente adotado no Setor Elétrico Brasileiro como sendo igual a 50 anos. para a recuperação do investimento ( anos). horizonte de planejamento ( anos). Devem ser incluído os gastos com o sistema de transmissão de energia associado (Linhas de Transmissão e Subestações necessárias à entrega da energia gerada aos compradores). Taxa de desconto. então.i (%)= O recomendável é utilizar como taxa de desconto o custo médio de oportunidade do capital ( CAPM . ao custo do uso da rede de transmissão de energia elétrica. Para a estimativa do valor residual da usina.(VRn) – Representa o valor residual da usina no final do horizonte de planejamento ou recuperação do capital. Contribuição Social . Ci custo total do empreendimento. Alternativamente pode-se utilizar a taxa de atratividade requerida pelo investidor. resulte numa receita anual RE. no horizonte de planejamento de n anos. Amortização – Representa a parcela do financiamento correspondente as amortizações do valor de empréstimo assumido (capital de terceiros). Valor Residual .Representa o montante de capital próprio investido na implantação do empreendimento. quando aplicável. na moeda escolhida. Após a determinação do fluxo de caixa a resolução do problema passa a ser.Encargos de Transmissão – Refere-se. O investidor deverá considerar este parâmetro quando desejar recuperar o seu investimento em tempo inferior ao prazo legal de depreciação instituído pela ANEEL (50 anos – Resolução 44 de 17/03/1999). no ano zero( capital próprio + capital de terceiros). capaz de equilibrar os custos anuais envolvidos na implantação e operação da usina. no final do horizonte de planejamento. Vu n vida útil da usina. Imposto sobre a Renda (IR) – Representa a provisão para pagamento do Imposto sobre a Renda. encontrar uma tarifa de equilíbrio TE . Seguros – Refere-se ao custo dos seguros contratados pelo empreendedor. Investimento Fixo (If). sugere-se a seguinte sistemática: VRn = Ci ⋅ VRn Vu − n .

1 .3 .Estudos Energéticos 4.Pré-Dimensionamento das Obras Civis e dos Equipamentos 5.Hidráulicos 4. Registra-se que.1 .Características Principais 3 .2 .INTRODUÇÃO 2. para textos e desenhos. em função das particularidades de cada aproveitamento.Objetivo 2.6 .7 .ESTUDOS DE ALTERNATIVAS 5. ITEMIZAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL 1 .4 .CAPÍTULO 10 .8 . a itemização sugerida é a mesma apresentada nas Diretrizes para Elaboração de Projeto Básico de Usinas Hidrelétricas da Eletrobrás/ANEEL.Integração da Usina ao Sistema de Transmissão 4.Arranjos para o Eixo Selecionado 5.Estudos Anteriores 2.3 .Geológicos.2 . Com as adaptações que se fizerem necessárias.SUMÁRIO DAS PRINCIPAIS CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES 4 . visando facilitar a análise por parte da ANEEL. deverá ser elaborado o Relatório Final do Projeto Básico da PCH.4 .1 .5 . que é o Agente Regulador do setor.Custos 5 . visando a padronização desse tipo de relatório pelo Setor Elétrico. que sintetizará de forma conclusiva os trabalhos realizados.4 .RELATÓRIO FINAL DO PROJETO BÁSICO No enceramento dos estudos.LEVANTAMENTOS COMPLEMENTARES E ESTUDOS BÁSICOS 4. o Relatório Final deverá conter os ítens apresentados a seguir.APRESENTAÇÃO 2 .3 .Estudos de Eixos 5. Geotécnicos e de Materiais de Construção 4.Aerofotogramétricos e Topobatimétricos 4.Histórico 2.Seleção da Alternativa .2 .Ambientais 4.Hidrometeorológicos 4.

6 .DETALHAMENTO DO PROJETO 6.5 .Casa de Força e Canal de Fuga 6.ESTUDOS AMBIENTAIS 8 .8 .3 . .sugere-se ao usuário destas Diretrizes. uma consulta às Diretrizes para Elaboração de Projeto Básico de Usinas Hidrelétricas da Eletrobrás/ANEEL.Mapa do reservatório e de localização das estações hidrometeorológicas no local e na região do empreendimento utilizadas nos estudos. .Localização geral do empreendimento. os títulos seguintes (autoexplicativos). .2 . No item “ESCALAS” são indicadas as escalas usuais para elaboração dos desenhos.Arranjo Geral do Projeto 6.1 . 1 . . Para maiores detalhes. os quais deverão cobrir: . em princípio.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA DESENHOS – CONTEÚDO Os desenhos deverão ser suficientes para a plena compreensão do Projeto Básico e deverão cobrir.Base cartográfica (topo-batimétrica) e geodésica da área do empreendimento. mostrando as características hidrológicas e climatológicas da região.Subestação e Linha de Transmissão 6.Desvio do Rio 6.Equipamentos e Sistemas Eletromecânicos 6.7 .Tomada d’Água e Circuito Hidráulico de Adução 6.ORÇAMENTO PADRÃO ELETROBRÁS 11 .Vertedouro 6.9 .6 . .Situação regional do empreendimento.INFRA-ESTRUTURA E LOGÍSTICA 9 .GERAIS Incluem-se nesse grupo os desenhos de caracterização geral do empreendimento.FICHA TÉCNICA 2 .Barragens (Diques) 6.Obras Acessórias (se houver) 7 .4 .PLANEJAMENTO DA CONSTRUÇÃO E CRONOGRAMA FÍSICO 10 .Desenhos ilustrativos típicos.

. de geração e de restituição do escoamento ao rio.OBRAS CIVIS PRINCIPAIS Incluem-se nesse grupo os desenhos típicos das diversas estruturas componentes do empreendimento. . pedreiras e bota-fora.EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Incluem-se nesse grupo os desenhos típicos dos equipamentos eletromecânicos principais do empreendimento (turbinas.Plantas de cada uma das estruturas.Arranjo geral de cada uma das estruturas.SUBESTAÇÃO E LINHA DE TRANSMISSÃO Incluem-se nesse grupo os desenhos típicos das obras civis da subestação da usina. Além desses. dentre outros. . 4 .Desenhos ilustrativos típicos. mostrando as características geológicas e geotécnicas regionais e locais. enfocando os aspectos de utilização territorial. necessários à plena compreensão do projeto e ao levantamento de quantidades. em plantas. seções e detalhes. mostrando.Cortes e detalhes típicos das estruturas das obras civis. . com os volumes e características dos materiais necessários para execução das ensecadeiras. apenas.Cortes típicos de cada uma das estruturas e detalhes sempre que necessário. áreas de empréstimos.). incluem-se. além das obras. 2 . o desenho simplificado de seu traçado (ou diretriz) básico até o ponto de interligação com o sistema elétrico da região. também. . .OBRAS DE DESVIO Incluem-se nesse grupo os desenhos das fases/seqüências construtivas do empreendimento. em níveis variados. os equipamentos hidromecânicos e respectivos sistemas de acionamento/movimentação (comportas corta-fluxo e ensecadeiras. as áreas destinadas ao canteiro. de extravasão.Implantação local das obras principais. Incluem-se ainda nesse grupo os diversos diagramas unifilares e fluxogramas dos sistemas auxiliares eletromecânicos.. Para a linha de transmissão prevê-se.Arranjo geral do aproveitamento.Implantação geométrica das estruturas de barramento. cortes. jazidas. 3 . etc. acampamento. . peças fixas. 5 . onde necessário. geradores e transformadores). de adução. pórticos. talhas. bem como de seus equipamentos. .

000 a 1:1.000. .000 a 1:10. TIPO DE DESENHO Gerais (Regionais) Implantação (Locais) Arranjo Geral Estruturas Estruturas Aproveitamento Detalhes Geral das do ESCALA 1:100.ESCALAS RECOMENDADAS As escalas recomendadas para cada tipo de desenho são apresentadas no quadro a seguir.000 1:2.000 1:200 a 1:2.000 1:100 a 1:500 1:10 a 1:50 Registra-se que as escalas para os desenhos gerais (regionais) e de implantação geral (locais) poderão variar em função do porte do empreendimento.

a tela principal de cada programa será disponibilizada para trabalho. localizado no mesmo diretório escolhido para a instalação. serão abordadas as características individuais de cada um deles.A. Inicialmente.txt. Informações de última hora e sobre o processo de instalação estão localizadas no arquivo leiame. através das “Diretrizes para os projetos de PCH”. Essa tela é automaticamente fechada e. primeiro surge a tela de apresentação dos mesmos. para que mais tarde. bastando apenas conhecimentos básicos na plataforma citada anteriormente. para que seja possível a recuperação dos dados. presente em todos os últimos discos de instalação (na versão 1. o programa de instalação colocará esses ícones no Menu Iniciar. sendo necessária uma nova instalação do programa para restaurar o Banco de Dados. serão feitas a seguir.PROGRAMAS E EXEMPLOS DE HIDROLOGIA MANUAL DO USUÁRIO DOS PROGRAMAS QMÁXIMAS. INTRODUÇÃO Os programas Qmáximas. etc. e disponibilizados à ELETROBRÁS S. mesmo sem experiência anterior nos cálculos hidrológicos que os mesmos efetuam. a impressão é direcionada para a impressora padrão.10. Sempre que uma letra estiver sublinhada em um objeto (botões. mas a troca só será efetuada se feita antes da ativação do botão “Imprimir”. especificada no Painel de Controle. Nos itens 3. Quando os programas se iniciam. a troca deve ser efetuada através do Painel de Controle. sem qualquer prejuízo para os programas. os demais gravam as informações digitadas em um banco de dados. 2. O aplicativo pode permanecer aberto. no menu Ajuda Sobre. Com exceção do programa HUT. São programas desenvolvidos para ambiente Windows 95/98. podem ser acessadas. a qualquer momento. Se houver a necessidade de efetuar a impressão numa impressora que não a impressora padrão. também foi cedida pela CPRM.ANEXO 1 . não seja necessário digitar novamente todos os dados. porém. A qualquer momento. 4 e 5.CPRM. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE OS PROGRAMAS QMÁXIMAS. pode-se.). A planilha Vazões Mínimas Planilha de Cálculo q7. Mais tarde. Quando se clica no botão “Imprimir”. então.0 os mesmos estão rotulados com o número 3/3). Como em grande parte dos aplicativos para a plataforma Windows 95/98. ao se repetir uma consulta. Regionalização e HUT foram desenvolvidos pela COPPETEC. inclusive os meios de contato para eventuais suportes. nos programas Qmáximas e HUT. digitar a combinação Alt+<letra sublinhada> que o efeito será o mesmo que um clique simples do mouse. . os mesmos podem ser movidos. para uma outra pasta. que se efetue qualquer edição nos mesmos que não as realizadas automaticamente pelos aplicativos. Se isso for realmente necessário. REGIONALIZAÇÃO E HUT 1. aplicáveis a esses três programas . Esses arquivos possuem o formato do Banco de Dados MS Acess. os programas são iniciados por um clique simples do mouse em seus ícones. em convênio com a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais . REGIONALIZAÇÃO E HUT Algumas considerações. nos três programas. de interface bastante amigável e que podem ser operados por qualquer pessoa. pode-se sair dos programas clicando o botão “Sair”. menus.mdb” deve ser copiado em outro diretório. o arquivo com a extensão “. O programa GRAFCHAV foi desenvolvido pelo Laboratório de Hidrologia da COPPE/UFRJ. caso surja algum problema. alternativamente. não sendo recomendável. Algumas informações que não constam deste texto. A Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM gentilmente cedeu uma versão preliminar do programa para estas Diretrizes. Testes efetuados por usuários indicaram que há um grande risco do arquivo ser inutilizado.

apresentadas a seguir. Posto: Próximo Costa Rica Código DNAEE: 63001000 Ano 1970 1971 1972 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979 1980 1981 1982 Vazão (m3/s) 98 81 112 125 145 87 96 69 212 78 67 110 92 Ano 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 Vazão (m3/s) 142 65 172 64 81 136 128 98 83 82 71 73 83 Após a inicialização do programa Qmáximas. Na eventualidade do aproveitamento se situar no segundo caso. para que os resultados da consulta sejam disponibilizados. 3. Desta forma. os eventos extremos poderão ser gerados a partir de: regionalização através de valores extremos calculados para bacias circunvizinhas ou utilização de hidrograma sintético triangular do Soil Conservation Service. todos os dados de entrada serão preenchidos automaticamente. O programa Qmáximas é destinado ao primeiro caso. bastando o usuário clicar no botão “Calcular”. existirão duas possibilidades de ocorrência: o local dispõe de uma série de vazões médias diárias ou o local não dispõe de dados diários. Informações mais detalhadas serão encontradas nos capítulos destinados a cada um dos programas. através do mouse ou através das setas do teclado. Nas tabelas onde há entrada de dados. localizado no rio Sucuriú. cuja área de drenagem no local é de 1. a navegação é feita. nas caixas de texto destinadas para tal. foram selecionadas as maiores vazões médias diárias em cada ano para o posto. novamente. Caso essa consulta já tenha sido feita anteriormente. O PROGRAMA QMÁXIMAS Os estudos de vazões extremas devem ser realizados conforme a disponibilidade de dados na bacia e na região do aproveitamento. Exemplo: Deseja-se determinar as vazões de cheia do posto Próximo Costa Rica. e teclar <enter>. deve-se digitar o número ou o código do posto. Estado do Mato Grosso do Sul. A partir da série disponível. Sua utilização será demonstrada através do exemplo a seguir apresentado.095 km2 . quais sejam: . conforme for mais conveniente.A navegação nos programas é feita através do mouse ou da tecla <Tab>. o período de observação se estende de 01/70 a 12/95.

portanto. a mensagem “Posto não encontrado. Dependendo do local de onde se tenha teclado <enter>. Se a consulta não tiver sido efetuada anteriormente. será utilizada a distribuição Exponencial de dois parâmetros. clique em “Não” e efetue a pesquisa novamente. ele optar por deixar a ‘Input Box’ em branco.” ou “Digite o nome do posto”. dependendo do parâmetro que tenha sido inserido anteriormente.5. que a ordem seja seguida.000 e 10. 20. Se o <enter> tiver sido dado na ‘caixa de texto’ destinada ao nome do posto. Após o botão “Sim” ter sido clicado. Se. caso a assimetria seja menor ou igual a 1. O usuário pode ou não seguir o recomendado. a consulta mais tarde só poderá ser efetuada pelo nome ou pelo posto. Incluir?” surgirá. entretanto. • Cabe ressaltar que a distribuição utilizada será a de Gumbel. 500. nas caixas de textos destinadas para tal. 1. distribuição.• vazão em m³/s para os tempos de recorrência (TR) de 5.000 anos. média. uma ‘Input Box’ aparecerá. clique em “Sim” para incluir esse novo posto. em caso contrário. 10. caso o método utilizado seja o de “Gumbel” ou Xo e β. É recomendável. a ordem será a segunda. Se o evento tiver ocorrido na ‘caixa de texto’ destinada ao código. juntamente com a probabilidade (p) das mesmas na tabela “Resultados”. 50. Caso contrário. ela conterá uma das seguintes ordens: “Digite o código do posto. Se o nome e/ou código do posto no qual deseja-se efetuar as consultas estiverem corretos. a primeira ordem aparecerá. 100. desvio padrão e α e μ. assimetria. . caso o método utilizado seja “Exponencial de dois parâmetros”.

Caso deseje deixar o aplicativo. A troca é simples e qualquer usuário com alguma familiaridade com o Windows 95/98 poderá fazê-la prontamente. Os dados são apresentados a seguir.590 6. Depois do clique em “Calcular”. Clique na célula da tabela a qual deseja-se entrar com os dados ou vá até ela usando as setas ←. com 25 anos de recorrência. Posto Próximo Costa Rica Porto de Pedras Alto Sucuriú Estrada Iguatemi Rio Sucuriú Sucuriú Sucuriú Iguatemi Área de Drenagem Vazão de 25 anos (km2) (m3/s) 1. localizado no rio Verde e com área de drenagem de 5. Obs. Caso queira fazer uma nova pesquisa. Exemplo: Sabe-se que o aproveitamento Reg1. clique em “Calcular” e o resultado da consulta será mostrado.096 6. basta se dirigir à última linha da “Tabela de Vazões” e prosseguir com a digitação normalmente. basta digitar o código ou o nome do posto com o qual será feita a nova pesquisa. O usuário agora deve decidir se fará uma nova pesquisa ou se deseja deixar o aplicativo.1 .↓ e →. Caso deseje-se imprimir em outra impressora que não a padrão. A partir daqui. não dispõe de dados. que anteriormente haviam sido mostrados na tela. basta clicar em “Sair”. Novamente a partir de um exemplo. a impressão será direcionada para a Impressora Padrão do sistema. Nessa tabela. será disponibilizado. O PROGRAMA REGIONALIZAÇÃO O programa regionalização deve ser utilizado para se estimar em vazões extremas ou outras de interesse. deve-se utilizar os dados de bacias circunvizinhas daquela cuja vazão deseja-se estimar. O usuário deve estar atento para o fato de que os valores são corrigidos no Banco de Dados em tempo real. serão impressos. Porém nos postos situados no rio Sucuriú. A fim de definir a vazão de desvio da obra.↑. Os dados.: caso haja a necessidade de se inserirem novos dados em um posto já cadastrado. existem dados de vazões extremas. quando o local de interesse não dispuser de séries de vazões. deve-se entrar com o ano e com as vazões máximas médias diárias observadas no respectivo ano. basta clicar neste botão que. o foco do programa será direcionado para a “Tabela de Vazões”. basta ir à célula que contenha o valor desejado para a alteração. Isso significa que. o botão “Imprimir” que. e no rio Iguatemi. 4. afluente ao rio Verde.3 613. é feita através do mouse ou das setas do teclado..3 265.095 2. Não há limite para o número de dados inseridos.200 km2. os mesmos só poderão ser restaurados com a nova digitação dos valores antigos. conforme dito anteriormente. decidiu-se optar por um estudo de regionalização desses postos.7 552. a utilização do programa Regionalização será demonstrada. a troca deve ser efetuada através do Painel de Controles. todos os recursos do programa já foram utilizados. A navegação dentro dessa tabela. Para tanto. conforme dito no item 2. tais como vazões médias. etc.Uma vez que se tenha clicado em “Ok” ou “Cancelar”. até então se encontrava desativado. bacia vizinha. Se o usuário desejar imprimir o resultado da pesquisa. Caso o usuário queira modificar algum valor. uma vez alterados os valores. Q50%. Quando todos os dados desejados forem inseridos. Q95%.832 173. Os procedimentos serão análogos aos descritos anteriormente.

Os dados serão inseridos na planilha “Dados” e o gráfico na planilha “Regionalização”. que até então encontrava-se desabilitado.Ao iniciar-se o programa Regionalização. Para tanto. ou uma própria. . novamente. juntamente com r² será mostrada. que o usuário disponha e deseje inserir para a execução dos cálculos. o usuário poderá manipular o Banco de Dados do programa. Se isso não ocorrer. O gráfico terá a forma de dispersão e a equação do mesmo. deve-se ter a equação de chuvas para o local. mostrados no quadro anterior. retirada do “Estudos de Chuvas Intensas no Brasil – Otto Pfafstetter” a partir dos postos pluviométricos existentes nos vários Estados brasileiros. então. a navegação na mesma é exatamente análoga. Quando a digitação dos dados tiver sido completa. Se essa consulta já tiver sido efetuada anteriormente. Pode-se usar tanto o mouse quanto as setas do teclado. mas não será capaz de obter o gráfico da regionalização. o usuário deve clicar no botão “Exibir Gráfico” para dar prosseguimento ao programa. Neste programa. a equação pode ser tanto uma automática. Se a consulta ainda não tiver sido efetuada. Afora o fato de possuir mais coluna do que a tabela do programa Qmáximas. deve-se preencher a caixa de texto “Nome da Regionalização”. na “Tabela de Regionalização”. os dados de entrada serão preenchidos automaticamente e o usuário deverá clicar. O PROGRAMA HUT O programa HUT deve ser utilizado quando. sobre o botão “Exibir Gráfico”. para que o aplicativo Microsoft Excel® seja automaticamente aberto. O programa Microsoft Excel® deverá estar instalado na máquina em que se deseja executar o aplicativo Regionalização. 5. não se dispõe de dados diários sobre o local em estudo. inserindo ou modificando consultas. o usuário deve inserir os dados.

deve-se continuar inserindo os dados de entrada nos locais apropriados: área. Esse procedimento não tem efeitos para cálculo. . conforme o desejo do usuário. O usuário deve inserir o nome do rio cuja bacia está se estudando. servindo apenas para identificar a consulta no ato da impressão. o Estado no qual o posto está localizado será automaticamente preenchido. deve-se escolher um CN. Terminada esta etapa. A seguir. o que não impede que o mesmo seja alterado. Quando a escolha tiver sido efetuada. o que pode ser feito tanto com a escolha de um terreno. desnível. deve-se informar qual o posto do qual a equação será retirada.Quando se executa o aplicativo HUT. o valor do CN será automaticamente mostrado. na caixa de listagem destinada para tal. deve-se decidir qual das duas opções acima será utilizada. Isto é feito a partir da caixa de listagem “Posto:” ou “Código:”. quanto na ‘caixa de texto’ “CN:”. duração da chuva unitária e tempo de recorrência. Se a opção de “Equação Automática” estiver marcada (Default). Se o usuário escolher um terreno. comprimento do talvegue.

A seguir. assim como sua localização. que até então encontrava-se desabilitado. Uma nova tela será exibida. basta clicar sobre o botão “Imprimir”. esse botão só será disponibilizado ao usuário quando os cálculos tiverem sido executados com êxito. ele poderá ser modificado livremente. e a consulta será impressa na impressora padrão. “O programa QMáximas”. Se a impressão tiver que ser efetuada em outra impressora. Assim como o botão “Imprimir”. Para tanto. Para imprimir a consulta. leia o tópico a este respeito no item 3. o usuário deverá clicar sobre o botão “Exportar”. basta um clique em “Calcular” para que sejam mostrados o tempo de concentração e as vazões para diversos intervalos de tempo. deverão ser escolhidos o nome do arquivo de destino. Nela. conforme queira o usuário. Entretanto. o nome do arquivo será o mesmo do rio em que se está realizando a consulta. Por default. . A consulta também pode ser exportada para um arquivo texto.

também denominado calibragem da estação. ou muito baixas. separando-os visualmente. Cota x Área e Cota x Velocidade. Será possível então definir uma relação cota x vazão para cada tendência identificada. de onde empiricamente se obtém pares de pontos para montar uma tabela. e MANNING. admitindo-se que a curva-chave possa ser uma parábola de 2º ou 3º graus. À medida que os pontos (medições) são colocados no gráfico e se identificam períodos com tendências distintas de comportamento. STEVENS.6. e a seção for regular e estável durante o período considerado. . fundamentando-a na equação de Manning para o escoamento uniforme e admitindo-se a regularidade da seção transversal. nestes casos. para a faixa validada pelas medições de descarga líquida. houver controle definido. que ocorrem em situações extremas. Esse processo de ajuste nem sempre é fácil. Este não deve se afastar muito de 5/3. justamente as faixas de grande interesse para a maioria dos estudos hidrológicos. que torne mínimo. Após a definição das equações da curva. Esta simplificação será válida quando: a variação da linha d'água. pelo método dos Mínimos Quadrados. constroem-se os gráficos Cota x Vazão.INTRODUÇÃO 6. os casos mais simples são aqueles em que se pode considerar unívoca e permanente a relação cota x vazão. sofrendo modificações ao longo do tempo.O QUE É A CURVA CHAVE A medição da vazão de um curso d'água é um processo relativamente complexo que envolve equipamentos e técnicos especializados. cota e vazão. Na definição da curva-chave. for desprezível se comparada à precisão do método de medição de vazão. ou através da utilização de equações matemáticas. Não sendo economicamente viável a realização de medições de vazões de forma contínua. Geralmente se dispõem de poucas medições para cotas altas. pode ser feito através da representação gráfica. A evolução no tempo pode ser avaliada analisando-se as medições. apresentando. atribuem-se cores diferentes aos respectivos conjuntos de pontos. que deverá ser o mais próximo possível da unidade. muitas vezes torna-se necessária a sua extrapolação. que seria o expoente da profundidade média (h). A extrapolação para cotas altas pode ser feita por três métodos consagrados: LOGARÍTMICO.1. de cheias ou estiagem. os menores desvios relativos às vazões medidas. 1 . Para que a equação tenha significado físico. Com esta finalidade. Pode-se. com todas ou parte das medições de uma estação. A relação entre estas variáveis. de modo a permitir ao hidrólogo o conhecimento pleno do regime fluvial dos rios. O ajuste da curva-chave. Expoentes próximos de 2 ou 3 seriam aceitáveis. log (h-h0). definir uma equação matemática que represente as medições existentes. é importante porém observar o valor resultante para o expoente m. m e h0 faz-se a anamorfose logarítmica da equação para a reta: log Q = log k + m log( h − h 0 ) A definição dos parâmetros se obtém ajustando-se a reta aos pares (log Q. para as vazões por ela calculada. na equação de Manning (fazendo-se: área = base média x altura e altura = raio hidráulico). uma equação potencial do tipo: Q = k ∗ ( h − h0) m Para definir os parâmetros k. Nesta etapa também se identificam eventuais erros cometidos no campo ou no processamento dos dados das medições. o somatório dos quadrados dos desvios da variável dependente (log Q). procurando-se definir uma relação entre o nível d'água e a vazão. estas medições são feitas de forma esporádica. Isto é obtido ajustando-se. dado que a relação entre as duas variáveis não é perfeitamente unívoca. os pares cota x vazão. A minimização dos desvios se verifica através do coeficiente de correlação r. muitas vezes possibilitando sua correção. para a nuvem de pontos.1 . PROGRAMA GRAFCHAV 6. da enchente para a vazante. de tal forma que a partir da medida da cota linimétrica se obtenha a vazão correspondente. é denominada pelos hidrólogos de curvachave. em relação à reta estabelecida.

se utiliza do levantamento da seção transversal do curso d'água na seção de réguas Em um mesmo gráfico são traçadas as relações h x A R1/2 e A R1/2 x Q (quase uma reta). sem variação entre cheia e depleção. • Método de STEVENS O método é indicado para rios largos em escoamento praticamente uniforme com perfil da linha d'água estável.declividade . É um método gráfico que se fundamenta na fórmula de Chezy para o escoamento uniforme: Q = C.R Para o cálculo do fator geométrico em cotas altas. se obtém A R 1/2. consiste em plotar as medições.I ) onde 12 A.• Método LOGARÍTMICO Aplicável a cursos d'água com seção aproximadamente trapezoidal (sem descontinuidade no intervalo de cotas de extrapolação).coeficiente de rugosidade de Manning A .R 2 3 . E ainda para os casos de estações com medições de vazão em cotas suficientemente elevadas.(R.vazão n . prolongadas até a cota de extrapolação. • Método de MANNING Fundamenta-se na fórmula de Manning para o escoamento uniforme: Q= 1 A.é o fator geométrico.I 1 2 n onde: Q .área da seção transversal R . O método não utiliza os parâmetros hidráulicos da seção transversal. Inicia-se com h0=0. para que a direção do trecho superior da curva (uma reta na escala logarítmica) esteja bem definida. Definido o valor de h0. admite que a curva a ser extrapolada seja unívoca e se ajuste. Se a convexidade da curva for orientada para as vazões. que pode ser considerado constante para os níveis mais elevados. não ocorrendo o alinhamento deve-se procurar o valor de h0 que retifique o conjunto superior do pontos.h0). segundo a equação potencial Q = k ∗ ( h − h0) m . = constante.R 1 2 . caso contrário deverá ser negativo. C.raio hidráulico I . A. a partir do gráfico. e . h0 deverá ser positivo. Com o valor de h (cota de extrapolação). Com este valor em AR1/2 x Q obtém-se a vazão correspondente. O procedimento usual. representando uma reta que passa pela origem. para verificar se a equação se aplica. pelo menos em sua parte superior. em papel bilogarítmico e constatar se os pontos se alinham segundo um ou mais seguimentos de reta. Só é aplicável quando há disponibilidade suficiente de medições corretamente alinhadas. usando-se para as cotas o valor (h .I 1 2 Q = C .o fator de declividade.I 1 2 12 A. faz-se novo ajuste que resultará em novos valores para os outros dois parâmetros k e m.

conhecidos como métodos de: STEVENS. perímetro molhado e raio hidráulico. A desvantagem principal do método é que nem sempre a função K=f(h) estará bem definida graficamente pelas medições realizadas. é otimizado pelo módulo GRAFICOS (ver instruções 2.4). O trabalho dispendioso de plotar.5). Plotando-se h x K. A etapa de definição da relação cota x vazão. as medições e desvios em vazão (diferença entre os valores medidos e definidos pela curva).1. limite para os níveis mais altos (verificado no gráfico). os gráficos da curva-chave e da seção transversal e um relatório.O QUE O SISTEMA OFERECE O Sistema GRAFCHAV foi criado visando a proporcionar ao usuário uma ferramenta ágil e eficaz. os pares ordenados cota x vazão. É oferecida também a opção de gravar o relatório em disco. A interface desenvolvida pelo Laboratório de Hidrologia . . numa sequência própria do procedimento de análise de consistência de medições e definição da curva-chave. Com o valor de K.visa a uma interação completa com o usuário. Para a extrapolação da curva estão automatizados os procedimentos originalmente gráficos e manuais. Os gráficos são apresentados na tela e podem ser impressos em papel. em papel milimetrado. relativos às medições de descarga líquida. a área e o raio hidráulico da seção transversal. para analisar medições de vazão líquida. ajustar a relação cota x vazão. representada por uma equação potencial da forma: Q = k ∗ ( h − h0) m .Considerando para cotas altas a tendência: 1 12 I = cte = K n Então efetuando-se as devidas substituições Q = K ⋅ A⋅ R 2 / 3 ou v = K ⋅R2/3 A partir do levantamento da seção transversal do curso d'água na seção de réguas. que poderá conter as equações. Através da velocidade (v) e do raio hidráulico (R) calculados para as diversas cotas. e em seguida extrapolá-la por três métodos consagrados. a partir destas. utilizando-se do método dos Mínimos Quadrados. 6. é desempenhada pelo módulo CURVA-CHAVE (ver instruções 2. podem-se calcular: área. obtém-se uma curva com tendência vertical e assintótica para um determinado valor de K. cota x área e cota x velocidade.COPPE/UFRJ . e. determinam-se os valores de K para o trecho conhecido da curva.3). É possível obter. No módulo Editor de dados podem ser criados os arquivos de entrada cujos conteúdos devem ser os resumos de medições de descarga e levantamento de seção transversal (ver instruções 2. calculam-se os valores correspondentes de Q.2 . MANNING e LOGARÍTMICO. em papel. conhecida como curva-chave. É composto de três módulos: [ CURVA-CHAVE ] [ GRÁFICOS ] [ EDITOR DE DADOS ] As funções oferecidas pelos dois primeiros são aquelas usualmente desempenhadas manualmente pelo hidrólogo.

Coordenação de Programas de Engenharia . 6. em micros PC de configuração mínima: 450 kb de memória livre.1. A:\> instala No ambiente WINDOWS usar o gerenciador de arquivos para executar o comando instala.Departamento de Hidrologia: Engª Lígia Maria Nascimento de Araujo e Engº Flávio Machado Moreira. placa VGA.OPERAÇÕES BÁSICAS 6. Serão copiados os arquivos: egavga.EXECUTANDO O GRAFCHAV Do diretório adotado para instalação do Sistema execute: :\>GRAFCHAV A tela inicial será exibida com as opções: [ CURVA-CHAVE ] [ GRÁFICOS ] [ Editor de dados ] [Sobre. Para aceitar a sugestão pressione [ENTER]. Na tela de instalação é dada a possibilidade de escolha de um diretório destino para instalação do programa. Fernanda Bogado de Azevedo e Rafael Kelman . sendo recomendável o 386DX ou superior e mouse para o acesso às diversas opções. sob o sistema operacional MS-DOS.como coordenadores: Engª Fernanda Rocha Thomaz e Engª Luciene Pimentel .Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais . Para substituição da sugestão C:\GRAFCHAV use a tecla [backspace] para apagá-la e digite o nome desejado.chr trip..Universidade Federal do Rio de Janeiro Participaram do projeto: .participaram do projeto com a utilização intensiva do sistema em suas versões iniciais.4 .como programadores: Renato da Silva Ferreira.EQUIPAMENTO NECESSÁRIO Os programas trabalham em modo local e ambiente de rede.6..bgi litt.3 .2.2 .chr grafchav.2. Foram atestadas as suas vantagens sobre os métodos tradicionais e feitas sugestões que se incorporaram à versão definitiva.0 ou mais recente. 6.da rotina de cálculo dos parâmetros da seção transversal: Engº Rodolpho Barbosa Moreira Na fase de testes dos programas.da UFRJ .] .2 .1. Envolveram-se mais diretamente com o projeto. A tela indicará o percentual dos arquivos copiados e o status da instalação.EQUIPE DE DESENVOLVIMENTO O sistema foi inteiramente desenvolvido no Laboratório de Hidrologia da COPPE .INSTALAÇÕ DO SISTEMA No ambiente DOS executar da unidade do disquete o comando instala.1 .exe Para finalizar a instalação acione (ao centro da tela) Arquivos copiados ! OK 6. engenheiros hidrólogos da CPRM .exe.exe. os técnicos do DEHID . versão 2.

3 . é opcional e exclusivo para rodar o módulo CURVACHAVE.COP ou .Arquivos de Resumos de Medições Com [Resumos de medições] será perguntado Cria novo arquivo ? sim não A) Respondendo sim uma janela solicitará Nome do arquivo (sem extensão) deve ser informado o diretório destino (caminho completo) e dado o nome do arquivo sem extensão.2.COP é do tipo texto com o formato próprio do sistema GRAFCHAV e poderá ser editado em qualquer editor para MS-DOS. Nº da medição: é o número de ordem da medição dado pela entidade operadora da estação Cota (cm): .RSM é do tipo binário e só pode ser criado e alterado dentro do sistema MSDHD do DNAEE. É um arquivo do tipo texto que pode ser editado em qualquer editor para MS-DOS. sem digitar a data. O de extensão .2. por exemplo) e as demais informações que constam dos resumos de medições de descarga de uma estação data da medição: (dd/mm/aa ) pressionando [ENTER].RSM. 6. 6. [Editor de dados] abre a janela com as opções: [Resumos de medições] [Seção Transversal] [Divisão por datas] [Junção de arquivos] [Menu Principal] (retorna à tela inicial) • . o próprio programa acrescentará ". Para sair do GRAFCHAV para o sistema operacional do computador escolha [Sai do programa] e em seguida confirme respondendo sim ou não a [Deseja sair do programa?] no canto superior esquerdo da tela. O arquivo de extensão . O arquivo com os resumos de medições de descarga. será atribuída 01/01/01. é também o arquivo de entrada do módulo GRAFICOS. A opção [Sobre. O arquivo de seção transversal..5.O MÓDULO EDITOR DE DADOS PARA CRIAR ARQUIVOS O módulo CURVA-CHAVE admite dois arquivos de entrada que se complementam: o de resumos de medições de descarga e outro de levantamento da seção transversal. de extensão .DNAEE.[Sai do programa] Para os três primeiros módulos veja instruções 6. Com [ESC] retorna-se ao menu principal. além de informar o número máximo de medições que poderão ser analisadas de uma só vez (total de 400) e a data da última revisão do programa. A janela de edição se abre informando o nome escolhido para o arquivo e solicitando: Código da estação: (código da estação do SIH . de extensão .4 e 6.3.COP". respectivamente.2.2.. sendo necessário apenas quando se deseja extrapolar a curva pelos métodos de STEVENS ou de MANNING.SEC.] apresenta os créditos do trabalho de elaboração e aprimoramento do sistema.

Selecionado o arquivo tem-se a janela de edição indicando o nome do arquivo. B) Respondendo não a janela de seleção de arquivo será aberta (ver 2. por exemplo) e as demais informações que constam dos levantamentos de seção transversal Nº do ponto: é automaticamente e em sequência atribuído pelo programa Distância (m): Cota (cm): Nos dois campos para correção deve ser usada [backspace] e para confirmação [ENTER]. • Arquivos de Seções Transversais Com [Seção Transversal] a janela de edição solicitará Nome do arquivo (sem extensão) deve ser informado o diretório destino e dado o nome do arquivo sem extensão.DNAEE. Aperte [Esc] para acesso ao menu de edição que possibilitará: Incluir Avançar Voltar Editar Excluir (uma medição por vez) ou para finalizar Fim Confirmando gravação de arquivo sim ou não retornará ao menu principal.0. Quando se está criando o arquivo para uso somente com o módulo CURVA-CHAVE. pode ser útil não digitar os valores de velocidade e área.5. Código da estação: (código da estação do SIH . automaticamente será atribuído o valor 0. Aperte [Esc] para finalizar . Aperte [Esc] para acesso aos dados das medições e ao menu de edição que possibilitará: Incluir Avançar Voltar Editar Excluir (uma medição por vez) ou para finalizar Fim Confirmando gravação de arquivo sim ou não retornará ao menu principal.SEC". pois o próprio programa acrescentará ".Vazão (m3/s): Velocidade (m/s): Área (m²): Em todos os campos para correção deve ser usada [backspace] e para confirmação [ENTER]. para os dois campos. pressionando-se somente [ENTER]. Assim.1 para seleção de arquivo).

Oferece a opção de separar visualmente períodos com tendências distintas de comportamento. . Na falta do mouse podem-se usar as setas para movimentação. através do programa CONVPERF do próprio MSDHD.2.RSM. com dois cliques do mouse sobre os dois pontos (. É possível alternar para qualquer diretório.SEC A edição do arquivo pode ser feita utilizando-se um editor para MS-DOS. porém exige a edição do arquivo convertido deixando-o com o seguinte conteúdo: código distância cota ex: 40025000 0. podemse obter os arquivos de extensão ".) no lado direito superior da janela. Para efetivar o comando pressione [Enter]. O arquivo será criado no diretório grafchav (corrente). com extensão . em um mesmo campo. Na tela inicial selecione [ GRÁFICOS ] e em seguida [continua]. todos com a extensão .O MÓDULO GRAFICOS PARA ANALISAR MEDIÇÕES DE DESCARGA LÍQUIDA O GRAFICOS possibilita a análise das medições de descarga líquida através da construção dos gráficos Cota x Vazão. • Selecionar Arquivo de Medições ]e[ ] para ativar o comando Com [Selecionar arquivo]. ou CANCELA para retornar à tela anterior ([ESC] no uso sem mouse). [ENTER] para efetivar as opções e [ESC] para abandoná-las. Caso o arquivo original do MSDHD contenha mais de um levantamento.0 700 1. Cota x Área e Cota x Velocidade. Aciona-se: OK para efetivar a seleção ([ENTER] no uso sem mouse). surgirá a janela exibindo os arquivos disponíveis no diretório corrente. a tecla [Tab] para passar de um campo a outro. Este procedimento evita a digitação dos dados da seção transversal. O formato é selecionado na parte inferior esquerda da janela aberta.5 550 . os pares distância (m) x cota (cm). com todas as medições de uma estação (até o máximo de 400 medições). . Na primeira linha constará apenas o código da estação e nas demais. dispondo-se dos arquivos de perfil transversal do MSDHD. Deve-se ter o cuidado de ao final do arquivo não deixar qualquer linha em branco e de salvá-lo com a extensão . será necessário separá-los em arquivos distintos.Confirmando gravação de arquivo sim ou não retornará ao menu principal. No menu principal à direita do vídeo têmse então: [Selecionar arquivo] [Dividir arquivo] [Sair] (retorna à tela inicial do GRAFCHAV ) É possível o acesso às funções sem uso do mouse através das teclas [ desejado. Alternativamente.SEC. . No arquivo convertido do MSDHD os pares já se encontram neste formato.COP ou . Seleciona-se o arquivo desejado com apenas um clique sobre o nome do mesmo (ou [ENTER] no uso sem mouse).PRF". convertendo-os para texto. percorrendo-se toda a "árvore" de diretórios. com os dois valores separados por um espaço em branco. através da atribuição de cores aos respectivos conjuntos de pontos (medições).4 .SEC". um em cada linha. 6. de extensão ". tal qual se faz no papel.

COP). Selecionado o arquivo solicitam-se: Nº de períodos (o limite máximo de períodos é 99) 1ª data: dd/mm/aa 2ª data: dd/mm/aa (serão solicitadas as datas limites para cada período) Arquivo de saída: poderá conter todo o caminho de subdiretórios mas não deverá ter extensão. se acionada. • Operação Efetivada a seleção de arquivo surgirão os gráficos das três funções: 1. A nova cor permanecerá ativa até que uma outra seja selecionada do mesmo modo. fará os gráficos retornarem à escala decimal. área e velocidade) são informados no quadro à direita e à meia altura da tela. de extensão . Para percorrer as medições. Surge então a opção [Escala decimal] que. uma a uma. Cota x Velocidade Ao lado de cada gráfico há o botão [X]. de extensão . Os arquivos serão criados em formato texto próprio do sistema e com extensão .1). .COP (mesmo que o arquivo original tenha o formato MSDHD). Ao ser acionada surge a janela para seleção do arquivo a ser dividido. que ao ser acionado ampliará o respectivo gráfico para ocupar toda a tela disponível. ou no formato texto próprio do sistema. Não poderá ser usado para dividir arquivo com mais de 400 medições. Com [Mudar Cor do Ponto] será alterada a cor da medição apontada pelo cursor e das que forem apontadas em seguida. Com a seleção do arquivo foram habilitadas as opções: [Impressão] [Colorir pontos] [Mudar cor do ponto] [Escala logarítmica] Com [Escala logarítmica] os gráficos se apresentarão em escala bilogarítmica. o programa não aceitará a divisão. Cota x Vazão 2. O cursor de tela se acende sobre a medição em cor diferente dos demais pontos (azul é o padrão). Para retornar à exibição dos três gráficos acione [Geral]. que poderá estar no formato do MSDHD.4. opção então habilitada no menu principal. vazão. em sua ordem crescente de números (cronológica) utilize a tecla [ ].RSM. Caso as datas limites não englobem um conjunto de medições (mais de uma em cada um). cota. data. que será dada automaticamente no padrão do sistema (.• Dividir Arquivo A opção é interessante quando já se conhecem os períodos de mudanças da curva-chave. para criar arquivos menores. Cota x Área 3. Os dados da medição apontada (número. ou para sua ordem inversa [ ].COP (ver 2.

O MÓDULO CURVA-CHAVE Para sua adequada utilização é necessário estabelecer uma sequência de procedimentos. anotando-se estas observações. percorrendo-se toda a árvore de diretórios.Com [Colorir pontos] deve-se primeiramente [Selecionar cor] diferente da cor vigente.1. Ao se executar CURVA-CHAVE. É possível alternar para qualquer diretório. com as opções: Selecionar arquivo Digitar parâmetros Sair do programa (retorna à tela inicial) • Seleção dos Arquivos de Entrada [Seleciona arquivo] Só deverá ser escolhida com os arquivos de entrada já disponíveis.COP) veja instruções 2. em [Editor de dados] (veja instruções 2. Para seleção do arquivo de resumos de medições (*.indicada na parte inferior esquerda).) no lado direito superior da janela. Em seguida à seleção do arquivo de resumos de medições. mantém-se a janela para a escolha do arquivo de seção transversal (*. com dois cliques do mouse sobre os dois pontos (. Recomenda-se a utilização prévia do módulo GRAFICOS para conhecimento das datas de eventuais mudanças de tendência das medições e identificação das medições incorretas. que guardará a última cor selecionada com [Mudar Cor]. surgirá a tela do "Menu Principal". a tecla [Tab] para passar de um campo a outro.4. • Impressão Com [Impressão] é possível optar por cada um dos três gráficos por página: [cota x vazão] [cota x velocidade] [cota x área] ou pelos três na mesma página com [Geral] Há opções de impressora matricial laser (com [ESC] retorna-se ao menu) Se a impressora escolhida não estiver conectada. Será necessário informar o intervalo de seleção em cada caso: 1º valor (mínimo) 2º valor (máximo) Com [descolorir] todas as medições retornarão brancas. 6.RSM ou *. o programa apresentará erro. Seleciona-se o arquivo desejado com apenas um clique sobre o nome do mesmo. As opções [Mudar Cor do Ponto] e [Colorir pontos] oferecem muita flexibilidade para se executar o trabalho de identificação de tendências das medições e os períodos em que ocorreram as mudanças.3). [ENTER] para efetivar as opções e [ESC] para abandoná-las.SEC . . ao se [voltar ao menu]. a menos do ponto corrente (cursor). Na falta do mouse podem-se usar as setas para movimentação.5 . e então escolher o grupo de medições que serão coloridas por [período] ou faixas de valores de: [cotas]. em um mesmo campo. ou o azul padrão. Em caso contrário será necessário primeiro criá-los.2. (ou [ENTER] no uso sem mouse). [vazões] ou número de [medições]. .

têm-se os dados da medição sobre a qual o cursor (ponto em vermelho) se encontra. • Definição da Curva-Chave Selecionados os arquivos de resumos de medição e o de seção transversal (opcional). uma a uma. Do lado direito. Procura por: cota (Entre com a 1ª cota e a 2ª . São indicados na tela os dados referentes à medição apontada: no. à esquerda da tela surgirão os gráficos da seção transversal (ao alto. se for o caso) e dos pares cota x vazão (embaixo ou ocupando toda a altura). Medição oferece as opções.o cursor irá para a medição de cota igual ou imediatamente superior ao valor informado para a 1ª cota). ou CANCELA para retornar à tela anterior ([ESC] no uso sem mouse). na seqüência direta ou inversa de sua numeração.Aciona-se: OK para efetivar a seleção ([ENTER] no uso sem mouse). A extrapolação poderá ser feita em etapa posterior à definição da curva para a faixa de cotas correspondentes às medições.SEC). quando já houver curva ajustada. vazão e. o desvio em relação à curva. A seleção do arquivo (*.Sair A) . cota. que contém apenas um levantamento da seção transversal. . Exclusão de pontos Curva-Chave Extrapolação Impressão Ajuste Manual No de trechos:1 Escalas Gráficas Divisão por períodos Medição ESC . Na parte inferior da tela tem-se o menu com as principais funções do programa.Movimentação do cursor de tela para apontar a medição desejada. data. à meia altura. Medição A setas permitem percorrer as medições. só é necessária quando o objetivo é extrapolar a curva-chave pelos métodos de STEVENS ou de MANNING.

para que não influam na definição da equação.Exclusão de pontos Exclusão de pontos Esta opção é usada para se excluir do conjunto as medições consideradas incorretas.no formato (01/02/84). Exclusão de medição Ponto atual Período Cotas Vazão Medição Volta ao Menu Ponto atual Serve para excluir medições. Exclusão de pontos por datas. uma por vez. em seguida o cursor se posicionará sobre a medição de número imediatamente superior. Exclusão de pontos por vazão (intervalo) 1ª vazão: 2ª vazão: . Exclusão de pontos por cotas (intervalo) 1ª cota: 2ª cota: Vazão (Serão excluídas as medições do intervalo de vazões definido por seus limites inferior e superior em m3/s). Pode-se repetir a operação quantas vezes se queira. Será feita a exclusão da medição que estiver sob o cursor de tela. (intervalo) 1ª data: 2ª data: Cotas (Serão excluídas as medições do intervalo de cotas definido por seus limites inferior e superior .medição (digite o número da medição e em seguida [ENTER] para confirmar ou [ESC] para cancelar e retornar) B) .em cm). Período (Serão excluídas as medições do período definido por suas datas de início e final .

com apenas um período.1. .Número de trechos (estágios de cotas) da curva-chave No de trechos: 1 (padrão) deve ser mantido 1 no caso mais simples ou em uma primeira aproximação. pode-se retornar ao "Menu principal" e recomeçar todo o procedimento desde a seleção de arquivo. No caso mais simples.1.2. C) . Exclusão de pontos por medição (intervalo) 1ª medição: 2ª medição: Para reconsiderar as medições excluídas.Medição (Serão excluídas as medições de números compreendidos no intervalo definido pelos limites inferior e superior).Curva-chave Para defini-la aciona-se Curva-Chave podendo-se escolher: Ajuste por: cotas datas Volta ao Menu [ENTER] confirma [ESC] cancela A opção datas é detalhada em 3. Para mais de um trecho veja instruções 3. escolhe-se ajuste por cotas. Com No de trechos: 1 será solicitado Digite o valor inicial de aproximação de h (em centímetros) _ [ENTER] confirma [ESC] cancela 0 Menor cota: é informado o valor em cm da medição mais baixa para escolha adequada do valor de h0 Cota de Fundo: (quando há arquivo de seção transversal) Caso seja informado um valor superior ao da menor cota surgirá a mensagem Cota inválida!! Clicando-se ok será possível informar um novo valor Em seguida será definida uma equação matemática do tipo: Q = k ∗ ( h − h0) m com seus parâmetros apresentados do lado direito superior da tela. D) .

Atributos do Gráfico A opção Escalas Gráficas oferece as funções: Alteração de escala gráfica Escala: LOG (ou DEC) Grid: OFF Fundo: prt Voltar ao menu Voltar ao menu faz retornar à tela anterior.3).O valor de r (coeficiente de correlação) informa sobre a qualidade do ajuste da equação.Curva Parâmetros .Seção quando houver. quanto mais próximo de 1. clique ok na pequena janela ao centro da tela. menores são os desvios entre os valores medidos de vazão e os calculados pela equação. o programa apresentará erro. As outras funções apresentam apenas dois estados: ON e OFF. Surge então uma janela com Ponto obrigatório ?sim não Deve ser respondido não para curva com uma só tendência (ver 3. decimal) e LOG (logarítmica) para Escala.Seção Gráfico . . A alternância para o estado oposto se faz com um clique do mouse ou [ENTER] sobre a função. Para ver desenhada a curva na tela. • As "Escalas Gráficas" . DEC (linear. medições e curva Em disco (relatório) é solicitado o nome do arquivo de saída (caminho completo nome e extensão) OK para confirmar e CANCELA para retornar à tela anterior Há opção de impressora Epson Laser (com [ESC] volta-se ao menu) Escolha orientação do papel : Retrato Paisagem Confirma impressão do gráfico? sim não Prepare a impressora OK Se a impressora escolhida não estiver conectada. Grid (ON) • linhas verticais e horizontais originadas na graduação dos eixos Impressão . prt (preto) e azul para o Fundo do gráfico.Relatório e Gráficos Pode-se optar pela impressão de: Medições Extrapolação Medições excluídas Parâmetros . para Grid.1.

Em seguida se escolhe Curva-Chave e será solicitado Entre com um valor para o início do 2º trecho da curva (se No de trechos: 2 ou 3) Padrão: 209 (para substituir o valor sugerido use [backspace] apagando-o. 2 ou 3 Período nº 1 1ª data: dd/mm/aa (mais cedo) 2ª data: dd/mm/aa (mais tarde) O mesmo procedimento deverá ocorrer para o Período nº2 e Período nº 3. Com Ajuste por: datas Entre com o número de períodos ___ deverá ser 1. Não é possível ajustar simultaneamente a curva com mais de um trecho de cotas e mais de um período para um mesmo arquivo. quando houver.3).Em Um Mesmo Arquivo As medições poderão se apresentar grupadas segundo tendências distintas. servindo apenas como exemplos. para forçar o encontro das curvas (ver instruções 3.1. • Divisão Por Períodos .3.D para ajuste da curva. será possível definir equações distintas para até três períodos dentro de um mesmo arquivo de medições. Havendo a identificação das datas de início e final destes períodos. • O "Ponto Obrigatório" .A CURVA CHAVE EM MAIS DE UM ESTÁGIO E DIFERENTES PERÍODOS DE VALIDADE Na maioria das aplicações as medições apresentarão tendências distintas para diversos períodos ou ainda mudanças ao longo da faixa de variação de níveis d'água.2.OPERAÇÕES COMPLEMENTARES 6.1 . para que a curva como um todo seja contínua. passará a 2. para diversos períodos.6. correspondem respectivamente a 1/3 e 2/3 da amplitude de cotas. Assim para divisão por datas deverá ser mantido Número de trechos: 1. Os trechos deverão concordar em seus extremos.5. com mais outro passará a 3. É então solicitado um valor para H0 e deverá se repetir a seqüência apresentada em 2. em seguida digite o valor desejado e tecle [ENTER]) e ainda Entre com um valor para o início do 3º trecho da curva (se No de trechos: 3) Padrão: 709 (mesmo procedimento de substituição) Os valores. O “ponto obrigatório” poderá ser usado. • Divisão Por Estágios De Cotas É possível estabelecer até três equações distintas para três trechos da curva. É então solicitado um valor para H0 e deverá se repetir a seqüência de 2. definidos pela cota a partir da qual se deseja a mudança.2.D para ajuste da curva. nesse caso. com mais outro retornará a 1.5.3 . Deve-se primeiramente alterar No de trechos: 1 com um clique do mouse sobre a opção. sugeridos como padrão para início do 2º e 3º trechos.

Equivale a criar um ponto confirmado por N (="número de repetições") medições realizadas. Este ponto de encontro pode ser identificado procurando-se o pico de cheia. especificando-se os valores de cota e vazão. A cota associada a este pico deverá ser o ponto de encontro.É um artifício usado para forçar a curva a passar por um ponto determinado. A cada tentativa somente será considerado o último ponto informado. imediatamente anterior à data de mudança de tendência das medições. para que as diversas tendências se encontrem em cotas mais altas. um novo ajuste será feito considerando-se o ponto digitado. Acima daquela cota (onde a cheia não alcançou) as características da seção permaneceram como antes e portanto o trecho da curva-chave se manteve. correspondendo cada uma a um período. Sua utilidade torna-se mais significativa quando se têm diversas equações para a curva-chave. As repetições funcionam como peso no Método dos Mínimos Quadrados. . no extremo superior. As opções para seleção do ponto obrigatório continuam na tela para sucessivos ajustes se necessários. Com Retraçar a curva. Isto significa considerar que a calha do rio (seção) se alterou daquela cota (nível d'água atingido pela cheia) para baixo. Ponto obrigatório Resposta usual no caso de uma só tendência das medições: não Resposta usual no caso de mais de uma tendência das medições: sim Passagem por ponto obrigatório Digita Ponto No de repetições Retraçar curva Voltar ao Menu Digita Ponto digitar valores para cota:(cm) vazão:(m3/s) confirmando-os sim não em seguida deve-se escolher No de repetições para 1 o trecho No de repetições 1 o trecho Pontos no trecho:158 (informado para orientação) Pode-se escolher No de repetições para todos os trechos.

para cotas altas. dentro do próprio programa CURVA-CHAVE na opção Divisão por datas que é idêntico a Dividir arquivo do módulo GRÁFICOS(ver instruções 2.2 . para adequar os valores dos parâmetros da equação e os desvios resultantes. • Fixando os Três Parâmetros h0. Os métodos STEVENS. 6.SEC correspondente à estação (ver 2. observando a sensibilidade da curva ao valor de h0. ou ainda para se avaliar uma curva já definida frente a novas medições realizadas.Resultando Vários Arquivos de Medições A limitação de três períodos de datas com apenas um trecho de cotas pode ser contornada separando o arquivo em quantos forem necessários. perímetro molhado e raio hidráulico. É necessário efetivar um ajuste automático prévio. k e m. alterando-se um por vez. STEVENS. O parâmetro k deverá transladar lateralmente a curva.1). Com EXTRAPOLAÇÃO surgem as opções Logarítmico Volta ao Menu quando não há arquivo de seção transversal selecionado ou Logarítmico Stevens Manning Volta ao Menu quando há arquivo de seção transversal selecionado • O Método LOGARÍTMICO . É possível obter o ajuste ideal por tentativas.5. É possível obter o ajuste ideal por tentativas. observando a sensibilidade da curva ao valor de cada parâmetro isoladamente.4. isto é.3.2). e MANNING. por três métodos: LOGARÍTMICO. m influirá mais sensivelmente sobre a sua curvatura e h0 mais sobre a sua inclinação.3 .O AJUSTE MANUAL Atenderá aos casos em que o ajuste automático não resultou satisfatório. que encontrará seus valores ótimos. e MANNING se utilizam do levantamento da seção transversal do curso d'água na seção de réguas. A alternativa pode ser valiosa nos casos em que há muitas mudanças de tendências das medições e poucas medições para caracterizar cada período. k e m O programa desenhará a curva e calculará os desvios relativos às medições. • Fixando o h0 O valor informado será fixado e o cálculo dos demais parâmetros será automático pelo método dos mínimos quadrados. Deve-se partir para a extrapolação com as equações já definidas para a faixa de cotas das medições. 6.3. para cálculo de seus parâmetros hidráulicos: área. ou o programa informará: Não há curva traçada !! Há duas possibilidades de ajuste manual: fixando o h0 ou fixando os três parâmetros h0.EXTRAPOLAÇÃO DA RELAÇÃO COTA-VAZÃO O CURVA-CHAVE permite a extrapolação. Para qualquer dos dois deverá ter sido previamente selecionado o arquivo de seção *.• Divisão Por Datas .

calculadas através da equação definida para o trecho superior da curva-chave. pode-se. mudar para escala logarítmica e assim avaliar o trecho superior da curva ajustada pelo programa. através da opção "Escalas gráficas". Obtido um novo ajuste deve-se solicitar Extrapolação e em seguida Logaritmico para se ter o trecho extrapolado. na tentativa de se obter a linearidade do trecho em escala logarítmica. Caso o trecho se apresente com curvatura.PARA DESENHAR A CURVA-CHAVE A opção permite que se desenhem curvas previamente definidas.DIGITA PARÂMETROS .O método não utiliza os parâmetros hidráulicos da seção transversal e portanto dispensa a seleção do arquivo de seção transversal. 6. É solicitada a cota máxima para extrapolação. quanto à sua linearização. É solicitado então informar o valor de K para as cotas altas. k e m). Para verificação da aplicabilidade da equação. A tabela apresenta as vazões para dez pontos de cotas intermediárias. • O Método de STEVENS É solicitada a cota máxima para extrapolação com a cota da medição mais alta exibida na tela. para dez pontos intermediários entre a cota máxima de medição e a cota de extrapolação. no gráfico cota x vazão e ainda o gráfico de seção transversal (opcional) . fazendo a comunicação entre elas e fornecendo os valores de vazão.R 2 3 . a partir da tendência exibida.4 . que é do tipo Q = k ∗ ( h − h0) m . Pressionando-se uma tecla qualquer. entre a da medição mais alta e a de extrapolação fornecida pelo usuário.I 1 2 (ver 1. através da informação de seus três parâmetros (h0. as curvas h x AR 1/2 e A1/2 x Q para os pontos medidos. ____ digitar o valor (em cm) e [ENTER] É exibida na tela a tabela de vazões extrapoladas. n 1 1/2 O programa determina os valores de K ( I = cte = K ). sendo exibida na tela a cota da medição mais alta. O programa constrói. e plota os pontos h x K. exibindoos na tela. para o trecho conhecido da curva . será necessário utilizar o Ajuste manual fixando-se um novo valor para h0. O procedimento poderá ser repetido. A curva-chave é desenhada com o trecho extrapolado exibido em cor diferente da adotada em sua parte inferior.1). O valor a ser informado poderá ser o da cota máxima observada nas leituras de régua do período em análise.1). Em seguida o programa calcula Q para dez valores de cotas entre a medição mais alta e a cota de extrapolação.3. sem exibir. ____ digitar o valor (em cm) e [ENTER] É baseado na fórmula de Manning 1 A.a partir da n Q= velocidade (v) e do raio hidráulico (R) calculados para as diversas cotas. ____ digitar o valor (em cm) e [ENTER] O método é originalmente gráfico e se baseia na fórmula de Chezy (ver 1. obtendo-se novos valores para os parâmetros k e m. • O Método de MANNING É solicitada a cota máxima para extrapolação com a cota da medição mais alta exibida na tela. a curva-chave é redesenhada com o trecho extrapolado exibido em cor diferente da adotada em sua parte inferior. A curva-chave é redesenhada com o trecho extrapolado exibido em cor diferente da adotada em sua parte inferior. e portanto do método.

RESTRIÇÕES DE USO 6. Partindo-se do arquivo .COP FEVEREIRO/1999 7. Ultrapassando-se este limite.4. O Menu apresentará desabilitadas as opções Curva-Chave.2 . especialmente quanto à inserção automatizada dos dados de entrada (interface de comunicação com o Microssistema de Dados Hidrometeorológicos – MSDHD (ANEEL.RSM será necessário convertê-lo no sistema MSDHD e depois editá-lo em editor para MS-DOS.10 7. 6. 1998) e aos ajustes de distribuições e intervalos de confiança. dividindo-o.DEHID.4.Nº de trechos ____ (até 3 estágios de cotas ou períodos de datas).2 – DESCRIÇÃO DO MODELO A planilha eletrônica. colocando-o em formato adequado (próprio do Sistema GRAFCHAVE).PLANILHA DE CÁLCULO q7. e a seção for regular e estável durante o período considerado. uma vez que se fundamenta na equação de Manning para o escoamento uniforme e admite a regularidade da seção transversal. VAZÕES MÍNIMAS . no formato MS Excel 97. 7. 4 .1 – APRESENTAÇÃO Este trabalho foi realizado pelo engenheiro Afonso Kalil da Divisão de Hidrologia Aplicada do Departamento de Hidrologia . Será válida quando: a variação da linha d'água. Nº de trechos: e Divisão por datas. Maior cota : (cm) Menor cota : (cm) H0 : (cm) K: m: Se desejar incluir seção transversal a janela de seleção será aberta para a escolha do arquivo (*. 6.1 APLICABILIDADE DO MÓDULO CURVA-CHAVE A metodologia utilizada no CURVA-CHAVE é aplicável aos casos em que se considera unívoca e permanente a relação cota-vazão. da enchente para a vazante. Para superar esta restrição será necessário editar o arquivo e dividí-lo em outros de até 400 medições. O modelo de planilha eletrônica desenvolvido para cálculo de vazões mínimas está sendo refinado. for desprezível se comparada à precisão do método de medição de vazão.SEC). e salvando-o com extensão . contém 4 folhas de tabelas e 1 folha de gráfico. o programa não apresentará resultados válidos.TAMANHO DO ARQUIVO DE ENTRADA O GRAFCHAV pode aceitar no máximo um conjunto de 400 medições por arquivo. discriminadas a seguir: . houver controle definido. visando à uma versão mais completa e robusta.

respectivamente média e desvio padrão amostrais. sendo default a formulação de Cunnanne (Cunnanne.. a média e o desvio padrão (Kite. Calcular as médias móveis de sete dias na coluna C e os seus mínimos anuais na coluna D. com 52 anos no histórico. O ajuste na folha Gumbel faz-se pelas variáveis x e s . Gumbel . 1979 e Lanna. 1988 e Lanna.calcula o ajuste dos mínimos pela distribuição de Gumbel. por Gumbel e Weibull e o resumo dos ajustes para diversos períodos de retorno (TR). 5. 1997). Importar a série de vazões para as colunas A e B de Plan1. A formulação de posições de locação adotada foi a de Cunnanne. Nas colunas E. 1997). 3. 1. Na folha DMQ e Resumo.calcula o ajuste dos mínimos pela distribuição de Weibull. capturados automaticamente das respectivas folhas. Haan. 1997). também. sendo as colunas D e E para este ajuste mais refinado. convertidas do formato *.0 . F e G são listados os valores da coluna D de maneira mais prática para o trabalho. 1997). 2. assumindo-se pequenas amostras como o caso geral. nas colunas H. 7.4 – DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Um exemplo é demonstrado. 1977. um quadro com o cálculo de desvios médios quadráticos (DMQ) e coeficientes de correlação (CORR) entre a amostra e os ajustes. 3. A planilha permite que sejam descartados pares de valores (TR. utiliza-se. adaptada para trabalhar com mínimos. I e J. Weibull . A planilha permite que sejam descartados pares de valores (TR. I e J de Plan1 (Kite.gráfico do ajuste de q7 = q7 (TR). obtidos das colunas H. Além do coeficiente de assimetria amostral. DMQ e Resumo . rio Paraíba do Sul. 4.dsc (MSDHD) para o formato *. q7) conforme a habilidade e sensibilidade estatística e hidrológica do operador (Lanna.10 ajustado por Gumbel e Weibull foi calculado em 71. média e mínimo). O ajuste na folha Weibull precisa do cálculo do coeficiente de assimetria amostral. ajustados para posições de locação de acordo com o critério desejado pelo operador (via ferramenta de cenários). 4. I e J classificam-se estes valores.realiza os cálculos dos q7 anuais (mínimos das médias móveis de sete dias). q7) conforme a habilidade e sensibilidade estatística e hidrológica do operador (Lanna. 1997).vdd (ASCII duas colunas.apresenta um resumo de estatísticas extremas da série histórica de vazões (máximo. listando-os e classificando-os para que seja possível o cálculo de suas posições de locação.v. a primeira é a data e a segunda a vazão média diária).4 e 70. Q7-min . Introdução) e também são listados os melhores ajustes conseguidos para Gumbel e Weibull. Haan. 1979 e Lanna. Chow et al. 1978. mas 49 aptos para análise (sem lacunas maiores que 13 dias).3 – UTILIZAÇÃO A base de dados necessária para o trabalho consiste nas séries históricas de vazões diárias. O q7. mas cada ajuste substitui o anterior. 7. Plan1 . 5. 1977. estação Queluz. Nas colunas H. 2. os DMQs e CORRs são calculados (q. código 58235000. A folha gráfica serve como apoio aos procedimentos de ajustes.1..

sendo a de Weibull mais próxima dos dados. há um distanciamento considerável das distribuições. seja Gumbel ou Weibull.10 . entretanto. verificou-se uma proximidade muito grande entre os dois ajustes para o q7.m3/s. desvio padrão e assimetria) permitem esta adaptação à configuração curvilínea da amostra. razoavelmente próximos. Os três parâmetros da distribuição Weibull (média. o ajuste por Weibull se mostrou mais adequado em todas as estações. . Contudo. Observa-se. no espectro de períodos de retorno entre 2 e 1000 anos. que para longos períodos de retorno. Para 33 estações analisadas na bacia do rio Paraíba do Sul. que se mostra fundamental no trecho inferior da curva (longos períodos de recorrência).

admite-se v máx = 1.1 = 1.7 x1 b = 16.75 x12 Pela Tabela 7.6 tem-se o valor de 1.1.75 x1. Experimenta-se então um hmáx = 1. Como alternativa pode-se verificar as condições de funcionamento do canal com largura de 10 m e tirante máximo de 1 m. admitindo-se que a largura máxima seja 10 m. considerando-se Daí: hmáx = 1 m. • Proteção do canal de restituição das águas vertidas ao rio.7 m/s b= Q máx − mhmáx v máx hmáx b= 30 − 0.79m / s 1x10 + 0.5 m.6 = 10m 1.1. • Definição da geometria do canal. v' máx = Q máx hmáx b'+ mh 2 máx = 30 = 2. em função dos aspectos topográficos locais. . Da Tabela 7. estudar-se-ia o aumento da lâmina prevista para o canal.1 para a correção da velocidade admissível no canal (tendo em conta o tirante de 1.5. por exemplo.1.5 m atende às condições de estabilidade do material de fundo. o canal seria estável se fosse revestido com pedras de 10 a 15 cm. dados: Q máx = 30m 3 / s material do local: solo muito compactado.ANEXO 2 .7 x1.75 Da Tabela 7.5.5 m).4.9 m é adequada para o canal sem revestimento. Assim.87 x1. Assim: v máx = 1.1. seja excessiva e.87m / s . Daí: b= 30 − 0. Da Tabela 7.5 Observa-se assim que o canal com 10 m de largura e tirante de 1. pode-se fixar m = 0.9m 1. a largura de fundo Supondo-se que a largura calculada. com grande quantidade de argila.5 = 9.75 x1 = 16.EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTOS DIVERSOS CANAL LATERAL COM SOLEIRA VERTEDOURA AO FINAL I ) Dimensionar um canal extravasor lateral com soleira vertedoura ao final.

50 + 1. partindo-se de hmáx = 1. ter-se-ia que recalcular o canal extravasor.50 − 1.46m Altura da soleira: p = hmáx − hsol = 1.46 = 3.46 = 0.96 m. nesse caso. Note-se que. verifica-se que o material adequado para construção da soleira é cascalho grosso com diâmetro de 40 a 75 mm.5 m.Supondo-se que se adote a solução do canal extravasor: Altura d’água sobre a soleira: b = 10 m.1.46 = 1.65m Velocidade de escoamento sobre a soleira: v sol = Q máx 30 = = 2. .5. dimensiona-se a soleira afogadora ao final h sol ⎛Q ⎞ = ⎜ máx ⎟ ⎝ 1.5 x1.46 x10 Pela Tabela 7.05 m e o canal terá o tirante máximo igual a: hmáx = p + hsol = 0.7b ⎠ 2/3 ⎛ 30 ⎞ =⎜ ⎟ ⎝ 1. hmáx = 1.05m / s h sol b 1.7 x10 ⎠ 2/3 = 1.04m Adota-se o valor mínimo p = 0.5hsol = 2.96m Extensão da soleira: L sol = 2.

97 s > 3s (6s ) gH 9.86 cm A = 0.9479 Verificação da necessidade da chaminé de equilíbrio: L 540 = = 21.52 mm) Espessura da parede Comprimento total Altura de queda bruta Descarga de projeto L = 540 m H = 25 m ver Exemplo VI Q = 3.165 x540 = = 6.0 = = 3.0 m3/s ver Exemplo VI Cálculo da velocidade da água no interior da tubulação: Diâmetro interno Área interna D = 109.044 m (ver Exemplo VI) Perda de carga na entrada da tubulação adutora .6 > 5 H 25 th = e vL 3.CHAMINÉ DE EQUILÍBRIO II ) Verificar a necessidade da instalação de uma chaminé de equilíbrio em um aproveitamento hidrelétrico com as seguintes características: Tomada d’água: igual à descrita no Exemplo VI Tubulação forçada: Diâmetro nominal Dn = 44” (111. Perda de carga inicial na tomada d’água hi = 0.9479 m2 v= Q 3.012 m (ver Exemplo VI) Perda de carga nas grades da tomada d’água h g = 0.165m / s A 0.76 cm) e = 3/8” (9. Dimensionamento da chaminé de equilíbrio: Supõe-se a instalação dessa chaminé de equilíbrio no ponto da tubulação distante 500 m da tomada d’água e a 40 m da casa de máquinas. • Determinação das perdas de carga no sistema adutor a montante da chaminé de equilíbrio.81x 25 o que mostra haver necessidade da instalação de uma chaminé de equilíbrio.

o NA do reservatório não varia e: H m = H = 25.012 + 0.861.5 = 4.40 x Perda total de carga no sistema adutor Com tubulação de paredes lisas: ht = hi + h g + he + ha = 0.5 km ha = JLc = 410 K a ha = 410 x0.332m 109.he = k e 3.020 + 4.00m πDc2 π4.9 x0.1651.044 + 0.5 = 3.1651.408 Dc = 2.0m Ac = Lc At 3.165 2 500 x0.1 3. por motivo econômico ou para tornar a sua construção mais fácil.81 (25 − 3.408)3.40 3.020 + 3.9 x0.332 = 4.165 2 v2 = 0.9479 v2 x = x = 3.241 m • Determinação da área mínima interna da seção transversal Supondo o aproveitamento “a fio d’água”.32 x v 1.165 = 4. majorando-se o diâmetro interno seja: Dc Dc = 4.1 Para paredes ásperas: K a = 0.9 Lc D 1. a altura da chaminé de equilíbrio será: H c = 19.32 Lc = 500 m = 0.81 Perda de carga por atrito na tubulação adutora a montante da chaminé de equilíbrio Para paredes lisas: K a = 0.62m Com a finalidade de reduzir a altura da chaminé de equilíbrio.044 + 0.1 h' a = J ' Lc = 410 x0.012 + 0.241 m Com tubulação de paredes ásperas: ht' = hi + h g + he + ha = 0.165m 109.00 2 Ac = = = 12. pode-se aumentar a área da seção transversal da mesma.04 = 0.288m 2 2 g ( H m − ht )ht 2 x9.5664m 2 4 4 .861.046m resultado Para esse diâmetro.020m 2g 2 x9.

14 ou na Figura 7. para um fechamento de 100%.21 Ye 2 1 z e = 1 − k + k 2 = 0.1.1.408 = = 0.21 = 2.241 = = 0.21 = 4. Entrando-se com k '= 0.21 = 4.• Determinação da oscilação da água no interior da chaminé de equilíbrio Elevação máxima da água.95m que identifica a depleção ' YD com abertura parcial de 50% a 100% como mais favorável que a depleção YD logo após a elevação com fechamento 100%.95 + 1.683 na Tabela 7.32.14m Depleção consecutiva da água após a elevação máxima para um fechamento de 100%.683 6.0 + 4. considerando as perdas de carga: Ye = Yd = v k= At Lc 0.1. • Cálculo da altura da chaminé de equilíbrio ' H c = YE + y E + YD + y D + YR H c = 4. considerando as perdas de carga: k'= ht' 4. encontra-se ' z d = 0.683 na Tabela 7.549 6.21m gAc 9.81x12.386 YD = z d Yd = 0.386 x6.21 Yd k ' = 0.5664 ht 3.13 ou na Figura 7.797 ' ' YD = z d Yd = 0.797 x6.33.165 = 6.9479 x500 = 3.667 x6.667 3 9 Ye = z eYe = 0. encontra-se Entrando-se com z d = 0.40m Depleção decorrente da abertura parcial de 50% a 100% do dispositivo de fechamento.0 + 0 = 11.09m .1.14 + 1.

7mm v = 4.92 2 A = área interna da seção transversal da tubulação A velocidade de 1.5 m/s) e.501.0m L = 40.1.77 = 92cm H 8 • Verificação da velocidade A velocidade da água no interior será: v= Q 4 x1 = = 1.1416 x0.29m D 1. sabendo-se que o tempo de fechamento para a turbina é de 6 segundos.50m / s . tem-se: De = 123. hg H = 25.9 1. Dados colhidos do Exemplo VI: Queda bruta do aproveitamento Comprimento da tubulação forçada Diâmetro interno da tubulação forçada Velocidade da água no interior da tubulação forçada Deduzidas as perdas ' hi' .1 que eqüivale a uma perda de carga percentual de 4% da queda bruta.0m D = 901. a queda bruta em relação ao NA da câmara de carga da tubulação forçada será: .32 x0.50 m/s é menor que a máxima admissível (Tabela 7. onde A 3. IV )Verificar a espessura de parede da tubulação forçada apresentada no Exemplo VI.15km • Cálculo do diâmetro econômico Aplicando-se a fórmula de Bondschu simplificada. portanto.9 L = 410 x0. tem-se: ha = 410 K a v 1.1 921.CONDUTO FORÇADO III ) Determinar o diâmetro econômico de uma tubulação de aço que opera dentro das seguintes condições: Descarga máxima Queda bruta Comprimento Q = 1m 3 / s H = 8m L = 150m = 0.77 Q3 13 = 123.15 = 0. • Verificação da perda de carga Pela fórmula de Scobey.70m / s e ' ha relativas ao canal de adução. aceitável.15 .

500⎜ ⎟ = 0. ⎛e⎞ p c = 882.1.7 + 508 = = 3.044 − 0.041tf / m 2 = 2.7mm de coluna d’água σ f = 1400kgf / cm 2 k f = 0.7 + 1. encontra-se Z2.3082kgf / cm 2 ⎝D⎠ O diâmetro da tubulação de aeração será de: 3 d = 7.422m − hs = 22.47 Q pc = 7.1.4 com parâmetro equação de hs (item 7.8.00 = 2.13mm 2 x1400 x0.00mm e= 2.638m Cálculo da espessura de parede da tubulação forçada e= pi D + es 2σ f k f onde: pi = H 1 + hs = 24.1.619 x6 Entrando-se no gráfico da Fig.8 D + 508 901.H 1 = 25. . De acordo com a metodologia apresentada no item 7. 7.804 x901.47 1 0.3082 = 10cm .52mm 400 400 e e Espessura mínima: emin = Pelos valores encontrados para emin .0 − 0.81x 24.3.422 = 28.619m Cálculo da sobrepressão e depressão para t = 6s : ρ vL 4. Substituindo-se Z2 na θ + hs = 13.9% de de H 1 = +3. conclui-se que a espessura mínima permissível de 6.619 + 3.325 = 24.b) encontra-se: Sobrepressão: Depressão: ρ = 0.130 θ gH 1t 9.8 e1 = 1.5 deve ser calculado o diâmetro da tubulação de aeração para prevenção do colapso.70 x 40 = = = 0.804kgf / cm 2 D = 901.35 mm (1/4”) foi adotada corretamente para a espessura de parede da tubulação forçada no Exemplo VII.9% H 1 = −5. Adota-se tubo de 10 cm de diâmetro ou 4”.041m pi = 28.012 − 0.130 .

4 m3/s.00m h = 2.025 (caixa do canal em terra) Q = 14. entre a câmara de carga e a casa de máquinas.4km b = 3. sabendo-se que a unidade turbogeradora é alimentada por um sistema adutor constituído de um canal entre a barragem e a câmara de carga e de uma tubulação forçada em aço alimentando uma única unidade geradora. 0 . temos conhecidos os seguintes elementos básicos: L = 400m = 0.0 m de altura x 2.175m P 10. inclinação das paredes de 1 vertical e 1.00m 2 P = 3 + 2 x 2 1 + 1.72 x0.0 m de largura.288m VI)Determinar a potência a ser instalada em um aproveitamento hidrelétrico com 25 m queda bruta e uma descarga de projeto de 3 m3/s. inclinadas de 85 em relação ao piso da tomada d’água.72m / km A perda de carga será: ha = JL = 0.20m / s A 12 v e Com os parâmetros se Rh e n .00 m de largura no fundo.5 x 2) = 12.21m A 12 = = 1.5 horizontal e onde a água flui com uma profundidade de 2. tem-se: v= Q 14.5 2 = 10. cobrindo uma área bruta de 1. apresentando as seguintes dimensões: Tomada d’água do canal Grade constituída com barras de ferro redondas.5 Área da seção molhada: Perímetro molhado: Raio hidráulico: A = 2(3 + 1.00 m e uma descarga de 14. com seção transversal trapezoidal.40m 3 / s m = 1. e utilizando-se as fórmulas de Chézy e Ganguillet e Kutter determina- J = 0.21 Rh = Calculando-se a velocidade da água no canal.PERDA DE CARGA. Solução: De acordo com o enunciado do problema. tendo 3. 3/8” diâmetro.40 = = 1.00m n = 0. espaçadas de 30 mm. escavado em terra.4 = 0. QUEDA LÍQUIDA E POTÊNCIA INSTALADA V ) Qual a perda de carga por atrito em um canal com 400 m de comprimento.

635 m) e 40 m de comprimento. espessura de parede 1/4” (0.0m 3 / s A = 1x 2 = 2.53mm (3/8”) 4 3 Descarga Área bruta da grade Inclinação da grade Velocidade da água a montante da grade Espessuras das barras (diâmetro) . inclinadas de 900 em relação ao piso da tomada d’água. espaçadas de 35 mm. Boca da tubulação forçada em forma de campânula Tubulação forçada Construída em chapa de aço soldada.Canal Em concreto.0 m de largura. Tomada d’água da tubulação forçada. cobrindo uma área bruta de 2. na câmara de carga Grade construída com barras de ferro com arestas vivas.0 = = 1.10 Perda de carga na grade ⎛e h = Kg ⎜ 1 ⎜e ⎝ 2 ' g ⎞ v2 ⎟ sen θ1 ⎟ 2g ⎠ Q = 3.0m 2 θ1 = 85 0 vg = Q 3. de seção retangular 10 mm x 60 mm. 500 m de comprimento e com curvas suaves.44 cm externo). Cálculo das perdas de carga no sistema adutor Perda de carga na tomada d’água do canal • Perda de carga inicial hi' = k i v2 2g k i = 0.81 Perda de carga • hi' = 0.5 2 = 0.5m / s Ag 2.0 = = 1.0 m de altura x 1. com acabamento de argamassa de cimento na proporção 1:3.0 e1 = 9.0 1.0 m de altura x 2.5m / s A 2.5 m de largura. diâmetro nominal 36” (91. seção retangular uniforme.0m 2 v= Q 3.0m 3 / s A = 1x 2 = 2. com área útil de 1.0115m 2 x9.10 Descarga Área de escoamento Velocidade da água Q = 3.

o que comprova que a declividade adotada é adequada.316 0.0 + 2 x1.81 = 19.00065 ⎠ 0.2.0 = 4.0m 3 / s Área da seção molhada: Perímetro molhado: Raio hidráulico: A = 1.5m P 4.79⎜ = 0.502m .0 x 2. tem-se: v= Q 3.011 ⎛ 0.79 ver Tabela 7.0 = 2.0m b = 2.325m Verificação: Aplicando a fórmula de Ganguillet e Kutter.65 x0.Espaçamento entre barras e2 = 30mm K g = 1.011 C= = 83.65 m/km tem-se: Adotando-se uma declividade ha = JL = 0.62 ⎝ 30 ⎠ ' g 4 Perda de carga no canal • Perda de carga por atrito Dados: L = 500m = 0.0 J = 0.0 = = 1.011 (revestimento com argamassa de cimento 1:3) Q = 3.0m A 2.1.00155 ⎞ 1+ ⎜ 23 + ⎟ 0. temos: 0.316 0.53 ⎞ 3 h = 1. Perda de carga na tomada d’água da tubulação forçada .00155 1 + 0.5 x0.5 ⎝ 23 + Levando o valor C à fórmula de Chezy: v = 83. sen θ1 = sen 85 0 = 0.996 2 g = 2 x9.996 19.5km h = 1.0 = = 0.62 Perda de carga 1.50m / s A 2.0m n = 0.00m 2 P = 2.0 Rh = Calculando-se a velocidade da água no canal.00065 0.044m ⎟ 0.00065 = 1.5 = 0.5 2 ⎛ 9.

81 = 19.04 Diâmetro interno da tubulação D = 91.0 2 ⎛ 10 ⎞ 3 ' hg' = 2.5 = 3.42⎜ ⎟ 1.0 = = 1.0 x1.0m 3 / s Ag = 2.0 x1.5 = 3.62 Perda de carga 1.0 e1 = 10mm e2 = 35mm 4 Área bruta da grade Velocidade da água a montante da grade Espessuras das barras (diâmetro) Espaçamento entre barras K g = 2.17cm .0m / s Ag 3.0m / s A 3.10 Perda de carga na grade ⎛e ' hg' = K g ⎜ 1 ⎜e ⎝ 2 Descarga ⎞3 v2 ⎟ sen θ1 ⎟ 2g ⎠ Q = 3.em forma de campânula K e = 0.2.44 − 2 x0.005m 2 x9.0 2 = 0.0 1.ver Figura 7.• Perda de carga inicial hi'' = k i v2 2g Descarga Área de escoamento Velocidade da água Q = 3.0m 3 / s . sen θ1 = sen 90 0 = 1.81 Perda de carga • hi'' = 0.0m 2 vg = Q 3.62 ⎝ 35 ⎠ 4 • Perda de carga na entrada da tubulação forçada v2 he = K e 2g Descarga Q = 3.0m 2 v= Q 3.000 2 g = 2 x9.635 = 90.1 .2.1.0 = = 1.0m 3 / s A = 2.023m 19.42 ver Tabela 7.0 = 0.

70m / s D = 90.32 18.156 = 23.tubulação nova em chapas de aço soldadas .44 A perda de carga será: ' ha' = JL = 17.comprimento da tubulação L = 40m = 0.0m 3 / s .005 + 0.0 = = 4.1 J = 410 x0.045 + 0.701.32 .81 • Perda de carga por atrito Dados: K a = 0.156m A queda líquida será: H L = H − ht = 25 − 1.702 = 1.923 = 17.156m queda bruta.9 90.044 + 0.32 4.040km v = 4.045m 2 x9. Cálculo da queda líquida sabendo-se que: que representa 4.012 + 0.6386m 2 4 4 v= Q 3.023 + 0.70m / s A 0.70 2 = 0.553m / km 141.1416 x0.325 + 0.553x0.17cm (já calculado) (já calculado) Pela fórmula de Scobey: J = 410 x0.844m Cálculo da potência instalada sabendo-se que: Q = 3.9017 2 = = 0.Área interna da seção transversal A= πD 2 3.6386 Velocidade da água no interior da tubulação A perda de carga na entrada da tubulação será: he = 0.040 = 0.8% da H = 25m Queda bruta Perda total de carga no sistema adutor ht = 1.04 4.171.702m Perda total de carga no sistema adutor ' ' ' ' ht = hi' + hg + ha + hi'' + hg' + he + ha' ht = 0.

5D D A 0.5C 45° face de parede perpendicular ao talude face de parede vertical 2.60 m H = 25.5C 0.85 P = 9.0 m 0.5D junta de dilatação B = 1.40 CORTE PERFIL H = Altura de água sobre o bloco D = Diâmetro da tubulação C = Comprimento da base do bloco (tabelado) B = Largura da base do bloco = 3D (no caso) A = Valor que deve ser no mínimo igual a 2D Nota: No caso o bloco foi enterrado a fim de garantir A = 2D .81rt rg QH L .844m rt rg = 0.60 0. portanto a potência instalada será de 597 kW. VII) CASO: Terra D = 0.H L = 23.80 C = 4.

destocamento e remoção de árvores D > 0. de 0.87 4.00 km 1.72 m3 m3 m m m m 3 3 3 3 2. 2.12 R$ / 1US$ US$ / unid.06 2.44 3. de 0.ANEXO 2 Taxa Câmbio = 1.49 2.00 km m m m m m 3 3 3 3 3 R$ / unid.30 km 0. 0.91 2.30 km 0.00 km 1.56 3. 50m Escavação.00 km Escavação. orgânico (raízes.50 km 1. destocamento e limpeza de terrenos com árvores D < 0.94 2. carga e transporte de Terra com Motoescavotransportador tipo CAT 621 ou similar Preço Total em m (corte) para dist.30 km 0. trator e Caminhão Basculante comum Preço Total em m3 (corte) para dist.37 18.18 . R$ / unid.30 2.50 km 2.50 km 1. carga e transporte de Terra com Pá Carregadeira.38 US$ / unid.21 3.15m Desmatamento.91 4. 2 0. de 3 m un.49 3.66 3.93 Desmatamento.50 km 2.COMPOSIÇÃO DE CUSTOS E PLANILHAS DE ORÇAMENTO RELAÇÃO DE PREÇOS UNITÁRIOS RELAÇÃO DE PREÇOS UNITÁRIOS DE OBRAS CIVÍS Custos Referidos a: JANEIRO/98 Fonte: Composição de Custos .58 2.79 2.15m Remoção de Camada de Solo com mat.02 2.ANEXO 3 .33 5.80 1.41 20.52 Recarga de Terra no Estoque ou Botafora com Pá Carregadeira de pneus e transporte com Caminhão Basculante comum Preço Total em m3 (veículo) p/ dist.) até dist.71 1.08 3. 0. etc.49 1.87 3.98 3.60 4.50 km m3 m 3 1.

00 km Escavação de Rocha a céu aberto (perfuração/desmonte/carga no veículo.37 10.02m2/m3 (escav.43 9. R$ / unid.48 18.91 US$ / unid.00 km Escavação de Rocha em Pedreira (perfuração/desmonte/carga no veículo.62 13.geometria definida). canais.50 km 1.99 13.76 12.67 11.57 2.95 11. de 0.58 14.00 km 1.86 12.30 km 0.50 km 2. transportador e transporte em Caminhão Basculante tipo "Fora de Estrada" Preço Total em m3 (corte) para dist.23 12.52 m3 m m m m 3 3 3 3 9.50 km 2.92 11.50 km 2. Rocha .10 20.00 km m3 m m 3 3 2.17 14. etc.00 km 1.1. transportador) e transporte em Caminhão Basculante tipo "Fora de Estrada" inclusive prefissuramento 0.89 13.55 10.64 2.89 11.56 10.99 2.96 3.30 km 0.00 km 1. Preço Total em m3 (corte) para dist.92 12. transportador e transporte em Caminhão Basculante tipo "Fora de Estrada" Preço Total em m3 (corte) para dist.78 10. rocha (geometria definida) Escavação de Rocha a Céu Aberto (para fundações.50 km 1.50 km 1.35 m3 m m m m m 3 3 3 3 2 10.64 11.81 12. m3 m m m m 3 3 3 3 10.00 km 1.13 12.30 km 0.51 12.26 12.20 13.55 15. de 0.) Escavação de Rocha a céu aberto (perfuração/desmonte/carga no veículo.62 13.85 .29 2.50 km 2.13 15. de 0.00 km Pré Fissuramento para escav.

60 0. 2.58 R$ / unid.10 1.91 4.00 km 1.50 km 1.50 km 1.30 km 2. de 0.30 km 0.60 0.00 km Material de Emprestimo (Terra) --------> ATERRO LANÇADO Escavação + Carga + Transporte + Lançamento e Espalhamento de Terra 0.41 .85 3.60 Preço/ m de Aterro 3 Preço/ m de Aterro 3 0.98 1.37 4.99 3. ENSECADEIRA.28 Preço/ m de Aterro 3 1.35 Vol.60 0.79 0.00 km 1. ETC.50 km 2.10 1.60 R$ / unid.94 3. ATERRO LANÇADO ( Solo.01 4.43 3. em m 3 Espalhamento 0.82 2.02 2.60 0.60 0.10 1.20 3.38 4. sem compactação) Distância Preço/unid. 0.60 Preço/ m de Aterro 3 2.50 km 2.91 2. 2.44 1. Preço/ m de Aterro 3 2.38 Espalhamento 0.10 3 Espalhamento 0.60 0.52 2.13 SERVIÇO EM TERRA E ROCHA para BARRAGEM.10 1.83 3.53 US$ / unid. em m 1.90 5.10 1.10 1.50 km 2.30 km 0.66 3.42 3.57 2.10 1.82 2.18 2.62 2.00 km 3.49 5.Recarga de Rocha em Depósito ou Botafora no veículo transportador e transporte em Caminhão Basculante tipo "Fora de Estrada" Preço Total em m3 (veiculo) para dist.27 3.46 3.87 4.60 Preço/ m de Aterro 3 Vol.85 4.05 3.10 1.43 4.84 4.60 0.50 km 3.00 km 4. Material direto da Escavação Obrigatória (Terra) -----> ATERRO LANÇADO Lançamento e Espalhamento de Terra Material de Depósito ou Botafora (Terra)------->ATERRO LANÇADO Recarga + Transporte + Lançamento e Espalhamento de Terra 0.00 km m3 m m m m 3 3 3 3 US$ / unid.10 3.67 3.96 3.60 0.

Preço/ m de Aterro 3 1.21 Material de Emprestimo (Terra .20 1.57 2.30 km 0.49 4.94 3.50 km 2. 0.20 Compactação 1.83 4.10 3 3 2.19 1.26 Preço/ m de Espalhamento Enrocamento 3 Preço/ m de Enrocamento 3 0.20 1.20 1.92 5.00 km 1.51 6.91 4.23 3.20 1. em m3 Material direto da Escavação Obrigatória (Terra) -------> ATERRO COMPACTADO Lançamento e Espalhamento e Compactação Material de Depósito ou Botafora (Terra) --------> ATERRO COMPACTADO Recarga + Transporte + Compactação de Terra 0.39 7. Preço/ m de Enrocamento 3 Preço/ m de Espalhamento Enrocamento 3 2.20 Compactação 1.86 0.77 US$ / unid.06 US$ / unid.19 1.50 km 2.60 4. sem compactação) Distância Preço/unid.86 0. Vol.27 4.20 0.80 4.02 2.19 1.35 3.19 1.50 km Vol.00 km 1.10 1. Preço/ m de Aterro 3 2.86 R$ / unid.96 3.20 1.19 1.19 Preço/ m de Aterro 3 Preço/ m de Aterro 3 1.38 .50 km 1.28 4.30 km 0.86 3.18 2. em m3 1.19 1.06 1.00 km ENROCAMENTO ( Rocha.65 3.30 km 0.23 4. em m Material direto da Escavação Obrigatória (Rocha) --------> ENROCAMENTO LANÇADO Lançamento e Espalhamento de Rocha Material de Depósito ou Botafora (Rocha) --------> ENROCAMENTO LANÇADO Recarga + Transporte + Lançamento e Espalhamento de Rocha 0.10 4.20 1.87 3.50 km 1.19 1.66 3.20 1.81 4.61 3.ATERRO COMPACTADO ( Solo compactado) Distância Preço/unid.33 5. em m 1.39 3.19 R$ / unid.58 2. Vol.64 5.19 Preço/ m de Aterro 3 Preço/ m de Aterro 3 3.19 1.14 4.19 Compactação 1.20 1.com Motoscraper) --------> ATERRO COMPACTADO Escavação/Carga + Transporte + Compactação 0.74 5.70 6.00 km Vol.

33 .84 4. Preço/ m de 3 2.20 3.92 1. em m3 1.80 0.95 1.21 9.00 km 11.10 1.62 8.50 km 10.84 4.83 9.37 7.53 9.26 8.13 US$ / unid.22 8.70 0.50 km 10.00 km Material de Pedreira (Rocha) --------> ENROCAMENTO LANÇADO 3.10 0.49 5.94 3.10 1.57 1.95 1.51 Escavação + Carga + Transporte + Lançamento e Espalhamento de Rocha 0.86 0.70 0.89 2.09 5.26 5.68 10.50 km 1.80 0.26 8.88 10.30 km 10.10 1.49 1.13 Compactação Enrocamento Enrocamento 4.86 0.70 0. Preço/ m de 3 Preço/ m de Enrocamento 3 1.30 km 0.86 0.13 1.26 6.49 5.26 8.03 1.00 km 13.26 1.1.50 km 12.17 Preço/ m de 3 Preço/ m de 3 Escavação + Carga + Transporte + Lançamento e Compactação de Rocha 0.30 km 10.91 1.27 5.18 5.26 4.95 10.85 ENROCAMENTO COMPACTADO ( Rocha compactada) Preço/ m de Espalhamento Enrocamento 3 Preço/ m de Enrocamento 3 0.00 km Material de Pedreira (Rocha) -------> ENROCAMENTO COMPACTADO Vol.10 1.86 0.56 Distância Preço/unid.00 km 11.50 km 2.80 Compactação Enrocamento Enrocamento 9.56 0.26 9.54 5.20 1.50 km 2.02 4.54 6.10 Preço/ m de 3 Compactação Enrocamento 1.72 1.86 0.80 0.26 4.80 1.70 0. Vol.78 1.90 6.92 1. em m3 Material direto da Escavação Obrigatória (Rocha) --------> ENROCAMENTO COMPACTADO Lançamento e Compactação de Rocha Material de Depósito ou Botafora (Rocha) ------> ENROCAMENTO COMPACTADO Recarga + Transporte + Lançamento e Compactação de Rocha 0.64 11.43 8.89 0.10 1.86 4.80 6.81 5.70 0.86 7.10 1.26 4.26 10.50 km 12.00 km 1.26 R$ / unid.56 0.00 km 1.50 1.86 0.

12 6.5mm vertical 1.3.78 59.61 4.6mm vertical 1.05 3.75 Diâmetro = AX 47.3.3.15 11.24 Perfuração em Rocha c/ Wagon Drill e Martelete (basalto) Wagon Drill Diâm.35 13.43 5.11 Código Catálogo Ref.2.15 26.01 4.76 Diâmetro = BX 59.2.3.22 22. 12.58 3.40 22.85 13.32 25.84 44.85 7.63 R$ / unid.2.43 57.3.26 m3 m m m 3 3 3 11. = até 1 1/2" 1.46 30.02 53. EMOP Perfuração c/ sonda a percussão em Solo (incl.32 41.77 Diâmetro = NX 75.49 m m m m .95 8.3. 48.38 27.31 R$ / unid.70 13.25 Martelete Diâm.22 Diâmetro = 6" 1.84 64.91 m m m m m m 23.88 14.76 39. 53.19 66.27 Perfuração em Rocha c/ sonda Rotativa c/ coroa de Vidia (incl. = 2 1/2" 1.21 Diâmetro = 4 1/2" 1.33 89. Mobiliz.85 0.13 18.78 Diâmetro = H 100 mm vertical 19. Mob/Desmobil 20%) 1.41 15.23 Diâmetro = 10" 1.68 Serviços Diversos para Limpeza e Tratamento de Fundações Limpeza de superficie de Solo para fundação de Barragem de Terra ou Enrocamento Limpeza de superficie de Rocha para fundação de Barragem de Terra Limpeza de superficie de Rocha para fundação de Estruturas de Concreto m m m 2 2 2 0.2.77 59.44 80.19 30./Desmobiliz = 15%) Diâmetro = 3" 1.31 15.07 36.33 47.51 49.65 66.92 US$ / unid.97 14.02 11.2.62 14.73 Remoção de Ensecadeira Plantio de Grama em Placas m3 m2 4.80 1.00 km Transição Lançada Transição Compactada Filtro Horizontal Filtro Vertical 13.85 US$ / unid. 0.3mm vertical 1.

98 2.50 7.707.93 439.67 303.76 24. etc.50.5 km)= .98 2.000 1.05 104.0 km 1.000 1.707.80 170.11.69 m 3 ton ton m 2 Armadura 100 kg/m Forma de Madeira 5 m /m Diversos: Juntas.100 5.75 3.69 126.40 18. escoramentos.78 4.91 31.58 R$ / unid.000 1.23 392.82 5.23.79 1.78 4. 1.22 30.97 140.75 3.5 km 1.000 1. etc.84 7.0 km 3.46 saco 50 kg m 3 3 21.25 R$ / unid.000 0.000 58. escoramentos.1+11. 58.100.15 20.000 1.4mm 15x15 Concreto Forma de Madeira Armadura CA .82 5. 58.00 1.97 m kg Concreto Armado para estruturas isoladas (preparo em Betoneira) Preparo de Concreto em Betoneira Cimento 300 kg/m 3 3 2 3 US$ / unid.44 Preço Unitário Concreto em $ /m3 (transporte d= 0.58 1.23 93.00 1.98 126.300 0.77 271.30 7.000 1. Preço Unitário Concreto Armado em R$ /m3 = Concreto SEM CIMENTO para estrutura "TIPO GRAVIDADE" (Massa) Preparo de Concreto na Central Dosador Transporte de Concreto Transporte de Concreto Transporte de Concreto Transporte de Concreto Transporte de Concreto Lançamento Cimento 200 kg/m 3 2 3 3 m m m m m m m 3 3 3 3 3 3 3 0.Injeção de Calda de Cimento Injeção de Argamassa de Cimento/Areia Concreto Projetado (seção de projeto) Tela de Aço tipo "TELCON" 3.72 151.22 0. 1.61 157.91 31.48 US$ / unid.2 m /m Diversos: Juntas.23 116.0 km ton ton m 2 Armadura 10 kg/m Forma de Madeira 0.000 58.5 km 2.05 1. ( 5% ) 6.84 7.10 11.200 30.98 37.

= 1..78 4.15 98.000 1.75 3.0 km 1.000 1.5 km)= Preço Unitário Concreto em $ /m (transporte d= 2.000 1.75 3.0 km)= Preço Unitário Concreto em $ /m (transporte d= 1.73 0.36 141.68 109.5 km 2.Preço exclusive fornecimento de cimento Vol.98 2.5 km 1.000 1.61 107.78 4.39 140.98 2.23 139.82 5.Preço inclusive fornecimento de cimento Preço Unitário Estrut.000m m 3 3 3 3 3 33.94 Obra em Concreto Ciclópico (pequenas obras. ( 5% ) 30.91 56.5 km)= Preço Unitário Concreto em $ /m (transporte d= 1.23 156. 38.5 km)= Preço Unitário Concreto em $ /m (transporte d= 2. Concreto Ciclópico em $ /m (Pedreira dist.26 125.53 106.84 7.86 (Estrutural) 1.09 105.29 144.com "rachão" ou pedra de mão de PEDREIRA) Concreto Ciclópico ..84 7.91 125.000 58.0 m /m Diversos: Juntas.82 5.22 95.0 km 3.0 km)= Estrutura em Concreto COMPACTADO A ROLO (CCR) Concreto sem Cimento .000 30.23 US$ / unid.02 Preço Unitário Concreto em $ /m3 (transporte d= 0.84 111.33 142.54 R$ / unid.Preço Unitário Concreto em $ /m3 (transporte d= 1.91 56.0 km)= 3 111.0 km)= Preço Unitário Concreto em $ /m (transporte d= 3.37 161.0 km)= Preço Unitário Concreto em $ /m (transporte d= 1.22 1.0 km)= Preço Unitário Concreto em $ /m (transporte d= 3.000 1. > 50. etc.707.34 .12 157.000 1.73 126.00 1. escoramentos. 3 m m m m m m m 3 3 3 3 3 3 3 58.21 158.0 km ton ton m 2 Armadura 100 kg/m Forma de Madeira 1.5 km)= Preço Unitário Estrut.0 km)= Concreto SEM CIMENTO para estrutura "FORTEMENTE ARMADA" Preparo de Concreto na Central Dosador Transporte de Concreto Transporte de Concreto Transporte de Concreto Transporte de Concreto Transporte de Concreto Lançamento de Concreto Cimento 300 kg/m 3 3 2 3 3 3 3 94.30 159. Concreto Ciclópico em $ /m3 (Pedreira dist.= 0.19 96.

54 125. un.CASA DE FORÇA Cobertura com Telha de Barro .97 306.80 m Bueiro Tubular Simples de Concreto diâmetro = 1.11 323.06 113.89 206.20 31.64 m ponto de luz un.27 125. .56 440.34 28.25 92.25 4. 10.63 33.91 37.31 R$ / unid.34 32.92 US$ / unid.60 m Boca de Bueiro para BTSC diâmetro = 0.31 71. 11.75 INSTALAÇÕES E ACABAMENTOS .86 27. Concreto Ciclópico em $ /m3 (Pedreira dist.62 82.39 153.0 km)= 3 112.294.810.40 m Canaleta (meia cana) ou calha circular de concreto simples prémoldado d = 0.77 787.60 m Bueiro Tubular Simples de Concreto diâmetro = 0.80 m m m m m un.60 m Canaleta (meia cana) ou calha circular de concreto simples prémoldado d = 0. m m m 3 m2 m m 2 2 2 35.tipo francesa Cobertura com Telha de Chapa de Cimento Amianto Ondulado 8 mm Cobertura com Telha de Chapa de Cimento Amianto Trapezoidal tipo "Canalete 90" Parede de Alvenaria e = 20 cm (revestido e pintado) Instalação Eletrica. Concreto Ciclópico em $ /m (Pedreira dist.Preço Unitário Estrut.87 702.= 2.5 km)= Preço Unitário Estrut.85 361.09 112.93 48.00 m Boca de Bueiro para BTSC diâmetro = 0.39 493.84 4.00 m Canaleta (meia cana) ou calha circular de concreto simples prémoldado d = 0. un.83 126.80 m Boca de Bueiro para BTSC diâmetro = 1.17 136.95 63.40 53.72 39.19 273. tipo predial Banheiro completo (wc de 5 m2) SERVIÇOS E OBRAS DIVERSAS Escavação Manual de Vala em terra Bueiro Tubular Simples de Concreto diâmetro = 0.31 230.= 1.

00 horas/semana = <---variável 4. 1.3333 horas/dia (44/6) 2.33 80.40 1.40 Incidência % 19.333) Horas não trabalhadas no ano Dias Domingo Feriados Enfermidade Acidente de Trabalho Ausência Legal Férias Licença Paternidade Licença Maternidade 52 11 5 4 2 26 5 120 h/dia 7.06% 0.15% 1.00% 50.50% 1.67 734.942.67 horas totais do ano (365 x 7.20% 2.3333 7.67 0.xls Composição de Encargos Sociais GRUPO I (Horas Normais jornada de 44h/semana) Obrigações de Lei que incidem diretamente sobre a Folha de Pagamento.33 14.33% 52.67 190. 20.26 Cálculo dos Percentuais do GRUPO I I horas não Tra Domingo Feriados Enfermidade Acidente de Trabalho Ausência Legal Férias (com abono de 33%) Licença Paternidade Licença Maternidade 13o Salário Total do Grupo I I 7.51% 0.40 220 horas trab.67 36.942.3333 7. = 97% e Trab. Total Anual Total Não Trab.80% INSS INCRA Salário Educação SENAI SESI Seguro Acidente de Trabalho FGTS Total do Grupo I GRUPO I I Direito de recepção de salários dos dias em que não há prestação de serviços e portanto sofrem incidência do Grupo I Parâmetros Básicos 44.40 1.40 1.33 80.40 1.80% 3.676.3333 Fecundidade % dos Trab's.53 0.00% 3.00% 8.00% 0.3333 7.3333 Número de Feriados = <---Variável 7.40 1.40 3.00% 50.3333 7. em idade fértil % Masc e % Fem.40 1.63% 4.26 Trab.67 190. Total de Horas/Ano efetivamente Trabalhadas 2.03% 0.942.67 29.942.942.76% 13.33 14.53 0.67 36.3333 30 381.942.Masc.00% Total de Horas de Afastamento = Trab.02% 11.35 semanas/mes (365/12/7) 7. Total de Horas 381.942.40 1.00% 3.30% 1.40 734.3333 7. = 3% e 50% dos trab's em idade Fértil (18 a 59 anos).67 0.Efetivo 1.89% 1.COMPOSIÇÕES DE CUSTOS cmpscao.942.942.00% 97.67 29.00% 36.676.942.Femin.3333 7.40 1.37% .

terá direito a uma indenização adicional equivalente equivalente a um salário mensal (30 dias).91% 161. Estimando que 14% dos empregados se desligam da Empresa dentro de 30 dias que antecede a data base. com menos de 1 ano de serviço e recebem aviso indenizado.40 INDENIZAÇÃO ADICIONAL .GRUPO I I I Pagos diretamente ao empregado.15% 19.19% 1.37% 4.43% .Lei 6. temos: Total = 14% x 7. porém não recebem incidência do GRUPO I AVISO PRÉVIO 95% dos empregados recebem aviso prévio (5% se aposentam ou pedem demissão) 80% são SEMANALISTAS.333x365/12)x95% x 6meses x (12/6)) x 40%/1.80% Acréscimo sobre o Salário hora diurna (b) Incidência (a) x (b) Obs.27% 17.942. acréscimo de 50% sobre Horas Normais ) (a) 50.40% 52. no período de 30 dias que antecede a data base de sua correção salarial.22% 2.333 x 20% x 95%)/1.00% TOTAL GERAL = para cálculo de custo de Horas Extras.37% 25.40 Total do GRUPO I I I GRUPO I V São encargos que recebem a reincidência dos ENCARGOS SOCIAIS GRUPO I x GRUPO I I = 36.00% 133.333 x 30/1942. seja ele optante ou não do FGTS. 20% são MENSALISTAS. 50% se não tiver "Acordo Sindical" alterando essa % para mais. com média de permanência na Empresa de mais de 1 ano de serviço.333 x 80% x 95%)/1. a partir da Tabela de Horas Normais 18.40) x (12/6) ((30 x 7.40) x (12/12) Subtotal = INDENIZAÇÃO POR DISPENSA SEM JUSTA CAUSA (40% sobre os depósitos FGTS) Total = (8%x(7.37% = 19.708.942.14% TOTAL GERAL = GRUPO I + GRUPO I I + GRUPO I I I + GRUPO IV ADOTADO Composição de Encargos Sociais (Horas Extras. Não há acréscimo sobre os Grupos 2 e 3 da hora normal Total do Grupo I I Total do GRUPO I I I Total do GRUPO I V (total do Grupo I x Grupo II) TOTAL GERAL = GRUPO I + GRUPO I I + GRUPO I I I + GRUPO IV TOTAL GERAL = Soma de Encargos Sociais + Acréscimo de Salário sobre Hora Normal) 161.00% Total do Grupo I 36. SEMANALISTA MENSALISTA ((30 x 7.58% 134.14% 28.80% x 52. o empregado dispensado sem justa causa. com média de permanência de 6 meses.708 De acordo com artigo 9 da Lei 6.62% 150.62% 242.942.59% 25.

00% 1.50% 3.95% 35.24% (44 x 134% + 12 x 242. % PARA MANUTENÇÃO E HORAS TRABALHADAS POR ANO DISCRIMINAÇÃO DE EQUIPAMENTOS Vida Útil em horas Horas Trab.etc.00% <<--.Adotado Taxa de Manutenção em % da Depreciação 100% 80% 80% Trator de Esteira Trator sobre Pneus (inclusive tipo agrícola) Motoniveladora 10.43%)/56 horas = ADOTADO para composiçã (Benefícios e Despesas Indiretas do empreiteiro) Administração Central Rateio de despesas de Diretoria.15% 34. contrôle tecnológico. Imprevistos ou Contingências Subtotal Impostos ISS 5% sobre o Custo da Mão de Obra 5% x 30% = Cofins. topografia.ADOTADO JORNADA DE TRABALHO ADMITIDO PARA EXECUÇÃO DE OBRAS (implantação de PCH) Adotando Trabalho Semanal de 44 horas normais e 2h Extras/dia. comunicações despesas de locomoção.00% Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TABELA : VIDA ÚTIL .000 2.000 2. Administrativo e de Suprimentos Administração Local Despesas com corpo técnico. no total 56 horas.000 2.65% 5.00% 5.000 10.00% Benefício ou Lucro Bruto do Empreiteiro Riscos.00% 28. Estrutura de Apôio Técnico.43% 44 12 157. Pis e Contribuição Social Subtotal TOTAL DE BDI = {(1+28%)/(1-5. contabilidade. despesas com energia.000 10. veículos. temos Total de Horas Normais /Semana = Total de Horas Extras /Semana Encargos Sociais + Acréscimo de Salário = Para Jornada de trabalho de 56h/semana Composição da taxa de BDI = 242. 3. Contabilidade Geral.00% 10. por ano 5. almoxarifados.000 .24% 157. consultorias. materiais de consumo do escritório. comandos de produção.15%)} -1 = ADOTADO 10.

000 100% 100% 100% 80% 80% 90% 50% 80% 100% 100% 80% 50% 60% 50% 50% 90% 50% 50% 50% Custos Referidos a: JANEIRO/98 Taxa de Cambio Adotado: 1.000 14. Rocha Roc 601 Perfuratriz tipo RH 658 Máquina de Solda Grupo Gerador (motor Diesel) 10.05 1.000 10.000 2.000 1.000 10.000 6.000 1.000 8.45 1.44 1.500 2.73 3.Pá Carregadeira de Pneus Pá Carregadeira de Esteiras Motoescavotransportador (Motoscraper) Escavadeira Compressor Rolo Compactador tipo Autopropulsor Rolo Pé de Carneiro Rebocável Caminhão com Carroceria Fixa Caminhão Basculante Transportador Basculante tipo "Fora de Estrada" Caminhão Tanque.000 2.000 14.41 1.99 1.000 1. Pipa ou Irrigadeira Grade de Disco Guindaste Bomba de Concreto Compactador Placa Vibratória Carreta para perf.05 1.000 10.000 2.750 1.000 2.000 6.000 12.70 4.000 2.750 2.48 7. Sociais e Horas Extras.76 2.000 10.000 6.55 3.000 10.000 6.70 3.em R$ 2.12 R$ / 1US$ MÃO DE OBRA Ajudante Armador Encanador (ou Bombeiro) Encanador Meio Oficial (ou Bombeiro Meio Oficial) Carpinteiro de Esquadrias Carpinteiro de Formas para Concreto Compressorista Eletricista Encarregado de Serviços Salário Médio por Hora em R$ (previsto) 0.000 1.000 2.33 .250 2.63 2.74 2.70 3.000 2.46 1.500 1.000 10.000 2.000 12.000 5.000 7.85 Custo por hora inclusive Enc.670 1.750 1.000 12.

88 32.0403% 0.80 ALUGUEL HORÁRIO DE EQUIPAMENTOS DE CONSTRUÇÃO (Fonte: Revista "Informador das Construções" no 1364 de 31/Jan/98) e EMOP / RJ Custo de Aquisição R$ 572.000 148. 415 HP Bas.0250% 0.90 26.23 140.0557% 0.97 25.72 55.3 m3 Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP Caminhão Carroceria Madeira Scania T-113H 320 HP Caminhão MB L1620/51 184 HP com "Brooks" Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP Caminhão Basculante F12000 174" 172 HP 12 ton.97 25.0293% 0.955 340.620 253.83 1.458 641.17 2.51 1.93 72.54 45.E. Tipo Cat 769 cap.4 1.93 72.52 25.0291% 0.Tipo Randon RK425 cap.40 104.23 140.0307% 0.52 25.78 13.0400% 0.90 26.88 32.06m3 Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 938 114 HP 1.E.000 481.38 71.854 0.84 48.14 4.471 280.67 94.55 120.595kg Motoescavotransportador tipo Cat 621 335 HP 15.09 4.54 45.54 45.3 auxiliar R$/h 159.63 2.1 auxiliar R$/h calc.500 79.38 71.31 184. 5 ton.881 150.0279% 0.40 1.0701% 0.2 30 1.105 126 HP Grade de Disco tipo GA 28-24 da marca TATÚ Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 950 170 HP 3.0364% 0.520 237.87 72.67 94.98 79.544 5.12 45.00 1.600 71.0485% 72.00 1.93 72.19 103.=25ton.4 104. F.0286% 0.12 45.0316% 0.67 94.53m3 Carregadeira c/ Retroescadeira tipo CASE 580-L 75 HP Trator Compacto c/Pá Carreagadeira 753 BOBCAT 40H Motoniveladora tipo Cat 120 140 HP 12.08 18.500 32.19 Custo Horário "ADOTADO" R$/h Discriminação calc.68 32.73 36.939 45.9 26. meia lança 45HP K-110A Central de concreto Usina tipo Dosadora Pavimak P40 40m3/h ou similar Usina tipo Dosadora Pavimak P80 80m3/h ou similar Central tipo "Misturadora de Concreto" (para CCR) Betoneira 580 litros com motor eletrico 159.=32ton.0314% 0.55 120.41 0.62 1.000 143.87 .01 62.E.0451% 0.45 67.20 30.98 79.Feitor Marteleteiro Pedreiro Pintor Servente Soldador Vibradorista 1.47 55.22 3.2.500 227.20 30.0288% 0.700 149.247 64.64 1.0406% 0.38 71.31 184.78 13.19 38.0222% 0.0630% 0.867 95. Caminhão Basculante tipo "Fora de Estrada" =Bas. Scania 296 HP Caminhão Pipa 10.125 Relação Cotação Aluguel Horário Aluguel/Aquilevantada p/o R$/h sição em % Projeto R$/h 0.857 81.73 38.97 25.042 82.40 104.47 55.0302% 0.08 18.0369% 0.68 32.26 1.31 184.12 45.450 190.01 62.5m3 Pá Carregadeira de Esteira tipo CAT953 130 HP 1.73 Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP Trator de Esteira tipo Cat D 5B 105 HP Trator Agrícola de Pneus tipo CBT . Basc.0296% 0.55 120.469 3.72m3 Pá Carregadeira de Esteira tipo CAT 973 190 HP 2.500 155.500 50.72 55.87 72.72 55.68 32.88 32.98 79.0406% 0.927 227.23 140.96 36.0273% 0.40 1.0312% 0.0361% 0.52 25.08 18. F.F.0423% 0.84 48.24 3.0305% 159.45 67.84 48.78 13.45 67.964 36.000 litros MB 1218/51 136 HP Esvavadeira Fiat Allis SH-200 (nacional) 104 HP Guindaste tipo S628 20 ton da Bantam 140 HP Guindaste sobre Pneus.2 auxiliar R$/h calc.0351% 0.000 litros MB 1620/51 184 HP Caminhão Pipa 6.500 442.01 62.88 3.47 55.

57 2.0832% 0.gas.88 5. Preço unitário "ADOTADO" em R$/unid.5m3 MB 2318/42 192 HP Caminhão Betoneira cap.0426% 0.60 11.843 89. SP255 T.15 6.0143% 0.0312% 0.TERRA 130HP 10.37 2.000 88.00 126.Betoneira 320 litros com motor a gasolina Vibrador 48x480mm com mangote 5 m.12 400.09 1.00 7.00 8.09 1.78 0.28 5.44 1.92 2.00 126.00 126.00 9.87 26.60 11.35 41.0439% 0.00 7. CA15P Dynapac 76.7m3 MB 2318/42 192 HP Compressor XA .0305% 0.7613 Roc601 Perfuratriz sobre Carreta c/ Esteira Perfuratriz RH658 24kg Rompedor tipo Tex-11 Rolo Pé Carn.00 9.28 0.0660% 0.05 13.00 9.76 1.37 2.3.0424% 0.00 0.80 36.0473% 0.76 1.97 40.510 6.09 1.39 38. Dynapac CA-15 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO (Fonte: Revista "Informador das Construções" n s 1363 e 1364 de 15 e 31/Jan/98) e EMOP / RJ o DISCRIMINAÇÃO Unidade Preço unitário em R$/unid.87 m t kg kg Pinho.741 86.06 19.50 12.12 200.120 132.28 44.12 200.62 1.62 1.9 0.12 400.175Pd 335 pcm Compressor XA .0552% 0.0312% 1.28 44.22 31.000 3.07 0.07 0.25 1.480 38.29 33.15 6. PC/2PE 2 tambores Ferflex Rolo Pé Carneiro Reboc.97 40.0312% 0.0375% 0.29 33.57 2.06 19.78 0. Chapa Compensado Resinado 18mm Prego Comum 18x30 Madeira Serrada Bruta (madeira de lei) Telha de Barro tipo Francesa Telha de Chapa Ondulada Cimento Amianto 8mm a kg unid.92 2.43 30. PC-35 c/1 tambor Ferflex Compactador Placa Vibrat.00 9.705 36.783 992 2.0429% 0.28 44.44 1.80 36.00 9.97 40.422 28.05 13.00 8.15 6.39 38.88 5.57 16.43 30.87 26.420Pd 764 pcm 80HP (Pd = Perkins Diesel) 94HP 119HP 180HP 1.00 0.116 119. 2 cv Vibrador 48x480mm com mangote 5 m.TERRA 165HP Rolo Liso autoprop.0444% 0.125Pd 250 pcm Compressor XA .57 16.autoprop.57 16.6 11.29 33.000 85. SP-84 T. Pinus.90Pd 170 pcm Compressor XA .elet.0363% 0.28 5.22 31.90 0.39 38.87 3.05 13.8 36.5mm Arame Recozido no 18 Madeira Serrada Bruta 3 .00 300.06 19.57 2.25 1.00 0. etc.07 0.28 0.87 3.00 7. JANEIRO/98 Gelatina 60% (explosivo) Espoleta Elétrica Espoleta Simples Estopim Grama em Placas Pedra Britada Areia Cimento Portland Ferro Redondo CA .12 200.0344% 0.5cv Conjunto de Projeção de Concreto ESTE CP-6 Caminhão Betoneira cap.85m Rolo Pé Carneiro autoprop. mot.00 8.00 300.22 31.90 0.35 41.37 2.Claridon CS-30 45x66 9HP Compactador Vibratório autopropelido CG11 Rolo Vibratório 7 t .25 1. m m2 m 3 3 3. mot.28 5.8731 26.5HP 1.560 12. m 3 2 m kg m3 mil m2 .35 41.0373% 0.92 2.0142% 0.170 8.0443% 0.223 43.836 85. "pesquisas diversas" Cotação pesquisada na Região R$/unid.650 0.00 9.1066% 0.78 0.12 400.62 1.28 0. CA25P Dynapac 125HP Rolo Pé Carneiro autoprop.083 15.000kg Rolo Pé Carneiro Reboc.00 300.44 1.508 99.330 120.88 5.43333 30. unid.

59 2.44 16.82 0.66 51.14 38.13 79.37 0.9 26.10 3.00 0.17 8.67 11.36 20.44 16.98 0.12 1.27 1.55 4.55 4.08 0.13 1.59 2.85 18.13 79.08 0.2cm Dobradiça 3x 3 Fechadura Completa .85 18.46 26.98 0.67 11.10 Folha Porta de Madeira 0.46 2.36 20.34 1.75kg/m) Tubo de Aço Galvanizado 1 1/2" (4.73 6.5 mm2) Caixa Chapa Ferro Esmaltada 4x4 Interruptor Comum (1 alavanca) Placa de Baquerite 2x4 Tomada de Embutir Caixa Estampada 4 x2 Globo Esférico de Vidro 4x8" Vaso Sanitário Louça Branca Parafuso p/ Fixação de Vaso Sanitário Válvula Descarga "Primor" Lisa Tubo de Ligação para Vaso Sanitário Bolsa de Borracha p/ Ligação de Vaso Sanitário Lavatório de Louça BRanca s/ coluna Fixador de Lavatório sem coluna Sifão Metal Cromado p/Lavatorio Torneira para Lavatório Chuveiro Simples s/braço Articul.53 0.1 un un un cj m m m kg kg m m m m m m .53 0.00m Calha de Concreto Simples (meio-tubo) d = 0.74 597.12 1.90 26.76 0.82 0.52 16.90 5.81 18.30 0.46 2.00 0.95 1.13 1.34 1.85 6. Cromado Registro de Pressão 3/4" Azulejo Branco 1a.55 4.37 0.52 16.30 0. 110mm Lampada incandescente de 100W Bloco de Concreto 40x20x20 Líquido Selador "Liquibase" Tinta PVA .80 42.9 5.59 2.95 1.Latex Lixa d'Água Plafonier de Alumínio 4" Eletroduto 3/4 PVC pesado Fio Pirastic 14 AWG (1.21 10.55 1.19 12.21 10.13 0.10 17.17 0.10 16.46 26.19 12.17 0.22 2.17 0.75 11.13 0.74 597.22 2.69 6.52 31.55 1. mil galão galão folha un m m un un un un un un un un un un un un un un un un un m2 m kg 2 16.90 5.73 6.80m Tubo de Concreto Simples d = 1.67 11.27 1.36 20.85 6.Telha de Cimento Amianto Trapezoidal "Canalete 90" Parafuso 5/16" para Chapa.52 31.10 17.74 597.46 26.80 42.82 0.90 26.20kg/m) Tubo de Concreto Simples d = 0.12 1.76 0.13 0.34 1.17 8.17 8.00 40.14 38.10 16.53 0.69 6.60m Calha de Concreto Simples (meio-tubo) d = 0.13 1.cromado simples Tubo PVC rígido soldável 100mm Tubo PVC rígido soldável 75mm Tubo PVC rígido soldável 50mm Tubo de Aço Galvanizado 3/4" (1.95 1.66 51.44 16.85 18.81 18.81 18.8 42.69 6. 15 x 15 Piso Ceramico Vermelho 12 x 24 Cimento Branco Aduela e Guarnição p/Porta de 0.00 40.08 0.22 2.30 0.19 12.70 x 2.76 0.75 11.85 6.27 1.37 0.13 79.00 40.80m m2 un.52 31.75 11. un.14 38.66 51.21 10.55 1.46 2.00 0.1 17.52 16.73 6.70 x 2.60m Tubo de Concreto Simples d = 0.40m Calha de Concreto Simples (meio-tubo) d = 0.98 0.

destocamento e Limpeza de terrenos com árvores de diametro até 0.00% 5.DIVERSOS TOTAL.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .00% 0.30 0.15m com trator tipo D8 ou similar (empurrado até 50m) Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP hora 0. destocamento e Remoção de árvores de diâmetro acima de 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS 0.45 0.01 TOTAL . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro quadrado = 35.01 0.11 0.01 0.15m com trator tipo D8 ou similar (empurrado até 50m) Unidade para Medição dos trabalhos executados: por árvore .01 0.DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Desmatamento.33 2.27 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Servente .27 0.001667 0.001667 159.41 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Desmatamento.02 TOTAL .EQUIPAMENTOS hora hora 0.006667 7.14 0.

EQUIPAMENTOS 1.33 TOTAL MÃO DE OBRA .083333 0. com trator tipo D8 ou similar (camada de 0. etc. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /árvore= 35.EQUIPAMENTOS Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP hora 0.EQUIPAMENTOS hora hora 0.71 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Remoção de Material estéril e/ou com mat.45 1.32 TOTAL . orgânico (terra c/raízes.45 13.00% 5.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .73 15.29 0.DIVERSOS TOTAL.00% 0.008333 159.333333 7.14 13.29 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Servente .34 5.73 0. empurrado até 50m) Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico EQUIPAMENTOS Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP hora 0.33 2.083333 159.MÃO DE OBRA MATERIAIS 1.37 20.) para limpeza da área de emprestimo.71 TOTAL .33 .30m. tocos.61 0.

003846 0.003846 0.07 1.02 TOTAL .008333 7.EQUIPAMENTOS hora hora 0.000833 0.00% 0.50 1.MÃO DE OBRA MATERIAIS 0.55 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Servente .MÃO DE OBRA MATERIAIS 0.03 TOTAL .71 0.03 TOTAL .55 0.33 2.14 1.03 0.14 0.06m3 Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP 130 m3/h Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP 8m3v/viagem 3min+3min hora hora hora 0.07 0.97 0. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (corte) EQUIPAMENTOS Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 950 170 HP 3.007692 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .01 0.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Escavação e Carga mecânica em Caminhão Basculante.84 159.61 0. de terra com utilização de Trator tipo D8 e Pá carregadeira tipo Cat 950 inclusive tempo de espera e de carga do veículo tramsportador.45 36.015385 7.DIVERSOS TOTAL.43 0.Encarregado de Serviços Servente hora hora 0.06 .93 35.015000 71.33 2. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico = 5.

TOTAL .03 .65 2.09 1.EQUIPAMENTOS 0.55 TOTAL MÃO DE OBRA .MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .00% 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) 5.55 TOTAL .00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Transporte de Terra com Caminhão Basculante comum Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico veículo x quilômetro EQUIPAMENTOS Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP 8m3v/viagem 20 km/h hora 0.00% 0.09 0.97 0.DIVERSOS TOTAL.MÃO DE OBRA MATERIAIS TOTAL . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (corte) = 5.51 35.015000 36.86 0.

TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico(v)xkm =

0,03 0,58 0,20 0,78

35,00%

DISCRIMINAÇÃO

Especificação da Unidade de Consumo

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

SERVIÇO:

Custos Referidos a: Escavação e carga de terra com utilização de Motoescavotransportador tipo CAT 621

Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (corte)

EQUIPAMENTOS Motoescavotransportador tipo Cat 621 335 HP 15,3 m3 Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP Motoniveladora tipo Cat 120 140 HP 12.595kg

minutos, incl. espera

5,00

hora hora hora

0,005991 0,002996 0,002996

140,88 159,45 55,23

0,84 0,48 0,17

TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Servente

- EQUIPAMENTOS
trabalhadores

1,49 hora hora 0,000999 0,003994 7,33 2,14 0,01 0,01

1 4

TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS

0,02

TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (corte) = 5,00% 0,08 0,08 1,59 0,55 2,14

35,00%

DISCRIMINAÇÃO

Especificação da Unidade de Consumo

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

Custos Referidos a: SERVIÇO: Transporte de terra com utilização de Motoescavotransportador tipo CAT 621

Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (corte)xquilometro

EQUIPAMENTOS Motoescavotransportador tipo Cat 621 335 HP 15,3 m3 Motoniveladora tipo Cat 120 140 HP 12.595kg

veloc. =

km/h

20,00

hora hora

0,007190 0,000359

140,88 55,23

1,01 0,02

TOTAL MÃO DE OBRA

- EQUIPAMENTOS

1,03

TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS

TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (corte)xkm 35,00% 5,00% 0,05 0,05 1,08 0,38 1,46

DISCRIMINAÇÃO

Especificação da Unidade de Consumo

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

SERVIÇO:

Custos Referidos a: Carga mecânica de terra em DEPÓSITO ou BOTAFORA em Caminhão Basculante com utilização de Pá carregadeira tipo Cat 950, inclusive tempo de espera e de carga no veículo transportador. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (veículo)

EQUIPAMENTOS Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 950 170 HP 3,06m3 Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP

Produção/hora

100

hora hora

0,010000 0,012500

71,84 36,97

0,72 0,46

8m3v/viagem 3min+3min

TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Servente

- EQUIPAMENTOS hora hora 0,005000 0,020000 7,33 2,14

1,18 0,04 0,04

TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS

0,08

TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (veículo) =
Especificação da Unidade de Consumo

5,00%

0,06 0,06 1,32

35,00%

0,46 1,79

DISCRIMINAÇÃO

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$

SERVIÇO:

Custos Referidos a: JANEIRO/98 Escavação de Rocha Céu Aberto, incluindo Perfuração, Desmonte, Carga no veículo transportador e tempo de espera e de carga do veículo transportador. (Escavação obrigatória para fundação de estruturas diversas - geometria definida) Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (corte)

EQUIPAMENTOS

Roc601 Perfuratriz sobre Carreta c/ Esteira
Perfuratriz RH658 24kg Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP Pá Carregadeira de Esteira tipo CAT 973 190 HP 2,5m3 Bas.F.E.Tipo Randon RK425 cap.=25ton. Scania 296 HP Compressor XA - 420Pd 764 pcm 180HP TOTAL MÃO DE OBRA - EQUIPAMENTOS

hora hora hora hora hora hora

0,014286
0,028571 0,004000 0,012500 0,009233 0,014286

44,37
2,92 159,45 120,93 79,68 31,28

0,63 0,08 0,64 1,51 0,74 0,45 4,05

Encarregado de Serviços

Feitor
Cabo de Fogo Marteleteiro Ajudante Servente TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS Gelatina 60% (explosivo) Espoleta Elétrica Espoleta Simples Estopim Diversos: Fios, Bits, Brocas, etc. TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS

hora hora hora hora hora hora

0,003571

7,33

0,014286
0,014286 0,085714 0,085714 0,042857

4,22 4,22
3,24 2,55 2,14

0,03 0,06 0,06 0,28 0,22 0,09 0,74

kg unid. unid. m gl

0,350 0,112 0,224 1,100

3,28 5,07 0,28 0,57

1,15 0,57 0,06 0,63 0,72 3,13

5,00%

0,40 0,40 8,32 2,91 11,23

TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (corte) =

35,00%

DISCRIMINAÇÃO

Especificação da Unidade de Consumo

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

Custos Referidos a: SERVIÇO: Transporte de Rocha com utilização de Caminhão Basculante "Fora d e Estrada" tipo Randon RK425 (cap. = 25t)
Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (veíc.)xquilometro

EQUIPAMENTOS Bas.F.E.Tipo Randon RK425 cap.=25ton. Scania 296 HP Motoniveladora tipo Cat 120 140 HP 12.595kg

veloc. =

km/h

20,00

hora hora

0,011080 0,000554

79,68 55,23

0,88 0,03

TOTAL MÃO DE OBRA

- EQUIPAMENTOS

0,91

TOTAL - MÃO DE OBRA

MATERIAIS

TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (veíc.)xkm =
Especificação da Unidade de Consumo

5,00%

0,05 0,05 0,96 0,33 1,29

35,00%

DISCRIMINAÇÃO

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

Custos Referidos a: SERVIÇO: Prefissuramento, incluindo Perfuração, Desmonte para obtenção de superfícies uniformes de taludes de rocha em escavações obrigatórias (geometria definida).
Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado

EQUIPAMENTOS

Roc601 Perfuratriz sobre Carreta c/ Esteira
Compressor XA - 420Pd 764 pcm 180HP

hora hora

0,166667
0,083333

44,37
31,28

7,40 2,61

TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Marteleteiro Cabo de Fogo Ajudante

- EQUIPAMENTOS hora hora hora hora 0,010000 0,083333 0,027778 0,083333 7,33 3,24

10,01 0,07 0,27 0,12 0,21

4,22
2,55

TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS Gelatina 60% (explosivo) Espoleta Elétrica

0,67

kg unid.

0,800 0,100

3,28 5,07

2,62 0,51

Diversos: Fios, Bits, Brocas, etc. TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS

gl

0,94 4,07

Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro quadrado =

5,00%

0,74 0,74 15,49 5,42 20,91
JANEIRO/98

35,00%

DISCRIMINAÇÃO

Especificação da Unidade de Consumo

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

Custos Referidos a: SERVIÇO: Escavação de Rocha em Pedreira, incluindo Perfuração, Desmonte, Carga no veículo transportador e tempo de espera e de carga do veículo transportador.

Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (corte)

EQUIPAMENTOS

Roc601 Perfuratriz sobre Carreta c/ Esteira
Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP Pá Carregadeira de Esteira tipo CAT 973 190 HP 2,5m3 Bas.F.E.Tipo Randon RK425 cap.=25ton. Scania 296 HP Compressor XA - 420Pd 764 pcm 180HP TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços - EQUIPAMENTOS

hora hora hora hora hora

0,011905
0,004000 0,010000 0,009233 0,005952

44,37
159,45 120,93 79,68 31,28

0,53 0,64 1,21 0,74 0,19 3,31

Feitor
Cabo de Fogo Marteleteiro Ajudante Servente TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS Gelatina 60% (explosivo) Espoleta Elétrica Espoleta Simples Estopim Diversos: Fios, Bits, Brocas, etc. TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS

hora hora hora hora hora hora

0,001786

7,33

0,011905
0,011905 0,071429 0,071429 0,035714

4,22 4,22
3,24 2,55 2,14

0,01 0,05 0,05 0,23 0,18 0,08 0,60

kg unid. unid. m gl

0,350 0,112 0,224 1,100

3,28 5,07 0,28 0,57

1,15 0,57 0,06 0,63 0,72 3,13

5,00%

0,35 0,35 7,40

TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (corte) = 35,00%

2,59 9,98

DISCRIMINAÇÃO

Especificação da Unidade de Consumo

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

SERVIÇO:

Custos Referidos a: Recarga de Rocha em DEPÓSITO ou BOTAFORA para Caminhão Basculante com utilização de Pá carregadeira tipo Cat 973, inclusive tempo de espera e de carga no veículo transportador. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (veículo)
Produção/hora

EQUIPAMENTOS Pá Carregadeira de Esteira tipo CAT 973 190 HP 2,5m3 Bas.F.E.Tipo Randon RK425 cap.=25ton. Scania 296 HP

100

hora hora

0,010000 0,006410

120,93 79,68

1,21 0,51

TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Servente

- EQUIPAMENTOS hora hora 0,005000 0,020000 7,33 2,14

1,72 0,04 0,04

TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS

0,08

TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (veículo) = 35,00% 5,00% 0,09 0,09 1,89 0,66 2,55

DISCRIMINAÇÃO

Especificação da Unidade de Consumo

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

SERVIÇO:

Custos Referidos a: Solo Lançado, incluindo os serviços de Descarga ou Lançamento e Espalhamento nas frentes de trabalho (barragem, ensecadeira, botafora, etc.).
Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção de projeto)

EQUIPAMENTOS Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP

(tempo descarga = 1min) 30 caminhões/hora

hora hora

0,002292 0,004583

36,97 67,12

0,08 0,31

TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Ajudante

- EQUIPAMENTOS

0,39

hora hora

0,001667 0,006667

7,33 2,55

0,01 0,02

TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS

0,03

TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção de projeto) =
Especificação da Unidade de Consumo

5,00%

0,02 0,02 0,44

35,00%

0,15 0,60

DISCRIMINAÇÃO

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

SERVIÇO:

Custos Referidos a: Solo Compactado, incluindo os serviços de Descarga ou Lançamento, Espalhamento , homogeneização e compactação nas estruturas - barragem, ensecadeira, etc.
Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção de projeto)

EQUIPAMENTOS Motoescavotransportador tipo Cat 621 335 HP 15,3 m3 Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP

descarga = 1min.

hora hora

0,001307 0,004000

Trator Agrícola de Pneus tipo CBT - 2.105 126 HP
Grade de Disco tipo GA 28-24 da marca TATÚ Caminhão Pipa 10.000 litros MB 1620/51 184 HP Rolo Pé Carn.autoprop. CA15P Dynapac 76,5HP 1,85m Rolo Pé Carneiro autoprop. CA25P Dynapac 125HP TOTAL MÃO DE OBRA - EQUIPAMENTOS

0,004000
0,004000

0,002000
0,004000 0,001333

140,88 67,12 18,40 1,38 32,90 30,97 40,35

0,18 0,27 0,07 0,01 0,07 0,12 0,05 0,77

Encarregado de Serviços

Feitor
Ajudante TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS

hora hora hora

0,001000 0,002000 0,020000

7,33

4,22
2,55

0,01 0,01 0,05 0,07

TOTAL - MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL - DIVERSOS TOTAL, exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção de projeto) = 5,00% 0,04 0,04 0,88 0,31 1,19

35,00%

DISCRIMINAÇÃO

Especificação da Unidade de Consumo

Quantidade Prevista

Custo Unitário R$/unidade

Custo Total R$ JANEIRO/98

SERVIÇO:

Custos Referidos a: Enrocamento Lançado Descarga ou Lançamento e Espalhamento em Ensecadeira, Barragem, Área de de Estoque ou Botafora. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção de projeto)

EQUIPAMENTOS Bas.F.E.Tipo Randon RK425 cap.=25ton. Scania 296 HP Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP

Descarga=1,5min 30 caminhões/hora

hora hora

0,001980 0,002640

79,68 159,45

0,16 0,42

TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Ajudante

- EQUIPAMENTOS

0,58

hora hora

0,001667 0,006667

7,33 2,55

0,01 0,02

TOTAL - MÃO DE OBRA MATERIAIS

0,03

46 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) 5.06 Feitor Ajudante 4.F.E.03 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .Tipo Randon RK425 cap.00% 0. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção de projeto) EQUIPAMENTOS Bas.68 159.022000 7.01 0.00% 0.18 0.81 0.55 TOTAL .002200 0.=25ton.12 0.001100 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS 0. Scania 296 HP Trator de Esteira tipo Cat D 8R 300 HP Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP Rolo Pé Carneiro Reboc.EQUIPAMENTOS hora hora hora 0.22 0.33 0. PC-35 c/1 tambor Ferflex Descarga=1.04 . Espalhamento e Compactação em Ensecadeira. etc.002640 0. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção de projeto) = Especificação da Unidade de Consumo 5.86 35.002880 0.01 0.002640 79.88 0.03 0.002160 0.DIVERSOS TOTAL.64 0.22 2.08 TOTAL .17 0.00% DISCRIMINAÇÃO Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 SERVIÇO: Custos Referidos a: Enrocamento Compactado Descarga ou Lançamento.45 67.5min 30 caminhões/hora hora hora hora hora 0. Barragem.00 Reboc. Pé de Carneiro TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços .TOTAL .

31 35. incluindo Fornecimento de Material e os serviços de Descarga ou Lançamento e Espalhamento (Ensecadeira.26 35.88 hora hora 0.05 0.40 TOTAL . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção de projeto) = 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .05 8.00% 8. etc.DIVERSOS TOTAL.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 SERVIÇO: Custos Referidos a: Transição Lançado.00 0.33 1. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção de projeto) = 5.DIVERSOS TOTAL.45 13.025000 7.006250 0.TOTAL .EQUIPAMENTOS 0.00% .06 TOTAL .47 9.11 8. Barragem.04 0.) Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção de projeto) EQUIPAMENTOS Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP (Descarga considerado Fornecimento) 10 caminhões/hora hora 0.88 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Ajudante .12 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Pedra Britada m3 1.94 0.47 0.40 0. proteção de taludes.55 0.33 2.013125 67.86 3.

55 0.11 15.97 1. etc.60 TOTAL .EQUIPAMENTOS 1.00% 5.01 0.56 0.05 0.85 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Filtro Horizontal.00% 9.autoprop.20 8.00 0.025000 7. Espalhamento e Compactação (barragem.85m hora hora 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Pedra Britada m3 1.60 0. CA15P Dynapac 76.015000 0.47 hora hora 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .11 9.006250 0. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção de projeto) = 35. incluindo fornecimeno de material e os serviços de Descarga ou Lançamento.33 2.46 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Ajudante .DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 SERVIÇO: Custos Referidos a: Transição Compactada.56 11. Ensecadeira. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção de projeto) . incluindo Fornecimento de Material e os serviços de Descarga ou Lançamento.DIVERSOS TOTAL.5HP 1. Barragem. Espalhamento e Compactação (Ensecadeira.74 4.015000 67. etc.06 TOTAL .12 30.).) Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção de projeto) EQUIPAMENTOS Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP (Descarga considerado Fornecimento) Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP 10 caminhões/hora Rolo Pé Carn.

000 litros MB 1620/51 184 HP Compactador Placa Vibrat.no fornecimento) 50m /hora 3 Carregadeira c/ Retroescadeira tipo CASE 580-L 75 HP Caminhão Pipa 10.007500 0.000 litros MB 1620/51 184 HP Rolo Pé Carneiro autoprop. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção de projeto) EQUIPAMENTOS Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP (descarga =incl.60 0.33 0.48 13.41 DISCRIMINAÇÃO Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Filtro Vertical.015000 0. Espalhamento e Compactação (barragem.22 .).47 0.13 0.002500 0.50 0.90 40.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia 2.40 5.12 32.40 TOTAL .52 0.22 2. incluindo fornecimeno de material e os serviços de Descarga ou Lançamento. etc.08 0.040000 25.04 0.00% 0.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora 0.03 0.DIVERSOS TOTAL.EQUIPAMENTOS Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP Caminhão Pipa 10.007500 0.93 35.00% 3.55 Servente TOTAL .08 0.20 7.35 0.00 8.03 0.003750 0.47 9.30 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços .MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .037500 7. CA25P Dynapac 125HP (descarga =fornecimento) 20 caminhões/hora hora hora hora 0.90 5.14 m3 1.Claridon CS-30 45x66 9HP hora hora hora 0.88 0. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção de projeto) = Especificação da Unidade de Consumo 8.004000 0.78 32.020000 0.007500 67.18 Feitor Ajudante 4.

000 62.66 4.08 15.05 0.58 0.56 11. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção de projeto) = 5.74 0.025000 7.55 Servente TOTAL .08 0.100000 7.14 m3 1.33 0.14 0.040000 0.020000 1.006250 0.05 TOTAL .00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Remoção de Ensecadeira de Terra e Rocha Inclue custos de Escavação e Carga. lançamento e espalhamento de materiais no botafora.44 0.33 2.EQUIPAMENTOS hora hora 0.10 .020000 0.35 0.012500 0.80 TOTAL .21 0.97 0.200 1.43 Feitor Ajudante 4.56 0.73 35. transporte até botafora.40 7.42 0.22 2.04 0.12 36.10 0.005000 0.500 hora hora hora m3v m 3 0.80 0. = km 0.73 .MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .DIVERSOS TOTAL.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia 2.00% 9.00 9.78 0.MÃO DE OBRA 0.87 0.TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços . Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção) EQUIPAMENTOS Esvavadeira Fiat Allis SH-200 (nacional) 104 HP Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP Transporte em Caminhão Basculante Lançamento e Espalhamento no botafora TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Servente 80 m3/h 8m3v/viagem 5min+3min Dist.40 67.006250 0.44 2.

000 litros MB 1218/51 136 HP Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora hora 0. pregos.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .MATERIAIS DIVERSOS 2.58 2.002500 26.EQUIPAMENTOS hora hora hora 0.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Plantio de Grama em Placas Inclue os custos de Fornecimento.DIVERSOS TOTAL.47 0.MATERIAIS TOTAL .010000 0.00% 0.050000 10% 2.07 0.31 .14 0.97 1.15 0.22 2.00 0.14 2.01 32. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção) 5. estacas.14 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Grama em Placas Sarrafos de Madeira. etc m2 vb 1.08 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Servente 1 2 20 .33 4.04 4.08 0.21 TOTAL . Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Caminhão Pipa 6. preparo de taludes.200000 7.002500 0.10 0.43 TOTAL . aplicação e irrigação.07 0.020000 0.01 35.

19 1.35 0.22 TOTAL .001600 0.04 0.33 4.DIVERSOS TOTAL.002700 0.DIVERSOS TOTAL.005000 0.22 2.03 0.95 .06m3 Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP Trator Agrícola de Pneus tipo CBT .70 0.03 0.05 0.14 0. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 950 170 HP 3.25 0.030000 0.06 TOTAL .00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Limpeza de superfície de solo para fundação de Barragem de Terra ou de Enrocamento Inclui limpeza. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro quadrado = 35.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora hora 0. regularizacão e compactação. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro quadrado = 5.38 32.2.105 126 HP Grade de Disco tipo GA 28-24 da marca TATÚ Caminhão Pipa 10.004800 0.97 18.002700 0.00% 0.55 2.04 0. CA25P Dynapac 125HP TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Ajudante .84 36.45 Servente hora hora hora hora 0.90 40.18 0.04 0.00% 5.001000 71.07 0.010000 0.15 3.15 0.08 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS 0.40 1.002000 0.11 0.030000 7.00% 0.Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .31 35.12 4.000 litros MB 1620/51 184 HP Rolo Pé Carneiro autoprop.

07 0. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 950 170 HP 3.22 3.63 0.420Pd 764 pcm 180HP Equipamentos Diversos: Bombas/Espingardas/marteletes ou rompedores/etc.006700 0. Mangueiras.DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Limpeza de superfície de rocha para fundação de Barragem de Terra Inclui limpeza.00% 0.62 TOTAL.28 0. .89 5.19 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .000000 7.96 31. pregos.08 0. m 3 0.24 8.025 126. regularizacão.13 2.025000 0.39 2.48 0.06m3 Caminhão MB L1620/51 184 HP com "Brooks" Compressor XA . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro quadrado = 35.74 Servente ton. etc.00 7. carga e transporte de material misturado para botafora.14 2.00 0.30 0.84 38. carga e transporte de material de limpeza para botafora.88 2.97 0.050000 1. regularizacão c/ eliminação de taludes negativos e aplicação de argamassas.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora TOTAL .00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Limpeza de superfície de rocha para fundação de Estruturas de Concreto Inclui limpeza.55 2.050000 0.DIVERSOS gl 0.18 Diversos: Tábuas.005 0.78 0.025000 71.21 0. TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro Ajudante .010000 0.45 0.30 6.050000 0.22 2.MÃO DE OBRA MATERIAIS Cimento Portland Areia 0.14 hora hora hora 0.33 4. TOTAL .

95 8.18 0.21 1.51 49.00 7.88 3.00% Limpeza de superficie de Solo para fundação de Barragem de Terra ou Enrocamento Limpeza de superficie de Rocha para fundação de Barragem de Terra Limpeza de superficie de Rocha para fundação de Estruturas de Concreto Perfuração c/ sonda a percussão em Solo (incl.26 0.78 0.00 1.100000 0.42 0. inclusive BDI em R$ /metro quadrado = 5.21 5.19 66.025 126.020000 0.24 m m m m 19.3.23 1.40 22.13 0.33 4.025000 0. TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro Marteleteiro Ajudante . m m 3 3 hora hora hora hora 0.200000 0.87 3. etc.52 0.55 2.00% 0.65 0.420Pd 764 pcm 180HP Rompedor tipo Tex-11 Equipamentos Diversos: Bombas/Espingardas/etc.18 0.3.51 3.075000 71.43 0.200000 1.83 Servente 0.06m3 Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP Compressor XA .68 ton. exclusive BDI Custo em R$/un.14 0.DIVERSOS TOTAL. Mangueiras.22 1.92 0.62 14.48 0.16 1.22 3.025 0. Pregos.3.200000 0.19 30./Desmobiliz = 15%) Diâmetro = 3" Diâmetro = 4 1/2" Diâmetro = 6" Diâmetro = 10" m2 m2 m2 1.006700 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Cimento Portland Areia Pedra Britada Diversos: Tábuas. TOTAL .EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora hora TOTAL .20 0.52 10.28 2. Mobiliz.24 2.80 gl 35.15 0.72 0.84 36.47 2.81 14.32 41.97 31.025000 0.46 30.00 8.3.Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 950 170 HP 3.78 0.32 . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário TABELA : Serviços relativos a ítens de LIMPEZA E TRATAMENTO DE FUNDAÇÕES DISCRIMINAÇÃO Código EMOP/RJ Unidade Custo em R$/un.500000 7.68 26.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .010 0.

40 kg DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 SERVIÇO: Custos Referidos a: Concreto Projetado Inclue custos de Preparo de Concreto em Betoneira.53 .78 59.Perfuração em Rocha c/ Wagon Drill e Martelete (basalto) Wagon Drill Diâm.61 8.38 TOTAL .23 116.61 4.10 11.33 47.76 Diâmetro = BX 59.100.94 1.22 3.97 7.MÃO DE OBRA MATERIAIS Concreto Preparado em Betoneira m3 1.55 21.33 89.6mm vertical 1.80 2.61 157.78 Diâmetro = H 100 mm vertical Injeção de Calda de Cimento Injeção de Argamassa de Cimento/Areia Tela de Aço tipo "TELCON" 3. = até 1 1/2" 1.47 3.5000 2.88 2.69 107.3mm vertical 1.30 7.5000 71.27 m m 18. Projeção Ajudante .49 18.2.84 64.77 Diâmetro = NX 75.5000 0.3.46 53.13 1.5000 0.80 19. = 2 1/2" Martelete Diâm.2500 0.22 32.175Pd 335 pcm 119HP Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora hora hora 0.33 4.91 25.3.10 12. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico (seção) EQUIPAMENTOS Conjunto de Projeção de Concreto ESTE CP-6 Compressor XA .12 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro Operador Máq.67 1.5000 0.2.40 5.0000 7.4mm 15x15 m m m m saco 50 kg m 3 39.84 44.79 1.11.2500 6.25 1.63 Perfuração em Rocha c/ sonda Rotativa c/ coroa de Vidia (incl.2.23. Lançamento e perda por reflexão de 50%.2.11 1. Mob/Desmobil 20%) 1.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora 0.5mm vertical 1.75 Diâmetro = AX 47.65 66.50.83 2.76 24.40 9.5000 0.12 6.1+11.

0500 1.0100 0.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora TOTAL .34 3. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Guindaste sobre Pneus.58 . etc. 5 ton.64 0.70 Materiais Diversos: Andaimes.1500 0.Cimento Portland t 0.00 3.300 200.55 2.42 180.45 0.63 2.08 3.00 9.32 2.00% 16.70 303. aranhas. mangueiras. de Carpintaria .14 1. meia lança 45HP K-110A Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP Guindaste tipo S628 20 ton da Bantam 140 HP Equipamentos Diversos: Maq.87 78.400 0.65 Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Forma de Madeira para Concreto Armado Inclui custos de Preparação. parafusos.MATERIAIS DIVERSOS 10.5000 7.71 10.010 0.33 4.22 3.07 11.00% 10. TOTAL .19 32. etc.72 Servente 0. Chapa Compensado Resinado 18mm Prego Comum 18x30 Diversos: Óleo Desmoldante.61 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Madeira Serrada Bruta 3a. fios.serra circular.47 104.10 0. TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Carpinteiro de Formas para Concreto Ajudante .0100 0.57 1.4000 1.4500 126.4000 0. plaina.09 1.71 224.21 5.34 0.60 6.03 0. Carga e Transporte até o local de aplicação.58 35.54 0.12 2. etc.0250 45. tupia. Desmontagem após a cura do concreto e escoramentos.00 56.MATERIAIS DIVERSOS m3 m kg gl 2 hora hora hora 0. Montagem.DIVERSOS TOTAL. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro cúbico (seção) 5. TOTAL .

Preparação.22 3.00 10.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 SERVIÇO: Custos Referidos a: Armadura (ferro redondo CA-50) Inclui custos de Fornecimento.44 222.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .22 60.2000 45.050.DIVERSOS TOTAL. Carga e Transporte até o local de aplicação.91 7.17 2.54 9.61 1.5mm Arame Recozido no 18 hora kg kg 5.00 60.40 Servente Diversos: Soldas.00 137.55 2. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /tonelada = 35.33 4.00 41.29 43.DIVERSOS gl 33.39 7.59 651.00 40.65 8.70 102.62 1.50 12. etc.00 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Ferro Redondo CA .14 hora hora hora 0.00 42. Dobramento.00% 442.49 20.80 453.00% 60.707.84 30. acompanhamento de concretagem e perdas. TOTAL . TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Armador Soldador Ajudante .47 104.12 7. de solda. emendas.67 707.00 20.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora hora TOTAL . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /metro quadrado = 5.07 1.2000 0. de pateo de armação. Unidade para Medição dos trabalhos executados: tonelada EQUIPAMENTOS Guindaste sobre Pneus.70 4.00 1.07 22.00 20.2000 0.23 35.04 6.00% 1.61 TOTAL.07 5. 5 ton. Montagem.Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .22 .264.00 22.19 32.00 2.22 1.73 36. Corte. etc. meia lança 45HP K-110A Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP Guindaste tipo S628 20 ton da Bantam 140 HP Equipamentos Diversos: Maq.

.02 0.98 TOTAL.50 5.DIVERSOS hora 5. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário 3 35.00 37.85 126.41 3.14 1.2000 0.DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ SERVIÇO: Custos Referidos a: JANEIRO/98 Preparo de Concreto com Betoneira Inclui custos de Fornecimento de Agregados.0200 1. etc.30 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Cimento Portland Areia Pedra Britada Diversos: energia elétrica.92 54.84 1.09 96.00 7.00 8.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL . Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico EQUIPAMENTOS Betoneira 580 litros com motor eletrico Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora hora (auxílio/apoio) 0.cimento)= DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 SERVIÇO: Custos Referidos a: Preparo de Concreto com Central de Concreto Inclui custos de Fornecimento de Agregados.00 7.41 71.65 0.37 0.07 gl 5.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora 0.80 4.78 58.05 0.75 13. Preparação de concreto em Central de Concreto e perdas de agregados. fios.20 0.70 Servente TOTAL .65 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Ajudante .69 25.87 32.37 0.55 6.00% em R$ /m3 = Preço Unitário em R$ /m (sem fornec.28 10.80 4.55 2. Preparação de concreto em Betoneira de 580 litros com motor elétrico e perdas de agregados. mangueiras.47 0.22 2.33 4. TOTAL . cabos.00% 3. água.19 ton m m 3 3 0.

11 27.6830 7.0400 0. etc.0330 0.0110 0. ar comprimido.0110 72.cimento)= Especificação da Unidade de Consumo DISCRIMINAÇÃO Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Transporte de Concreto em Caminhão Betoneira Inclui tempo de Carga.96 20.60 0.71 Encanador (ou Bombeiro) Ajudante Servente TOTAL .00 4.26 1.000 3. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico EQUIPAMENTOS Tempo de Carga e Descarga Velocidade Média 10 min/viagem Dist.0110 0.04 0.65 0.0330 0.67 48.07 1.0800 0.0200 0.70 13. cabos. mangueiras.22 4.05 0.48 3.500 2.03 27.5000 0.55 2.1200 10 km/hora .11 TOTAL.40 1.76 2.96 0. água. transporte propriamente dito e tempo de descarga.08 7. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário 3 35.72m3 Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora hora hora (auxílio/apoio) 0.0333 0.1000 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .33 4.DIVERSOS hora ton m3 m 3 0.08 0.0500 0.0600 0.00% 0.85 7.14 4. fios.00 8.47 2.36 0. em km = h/m3(carg+desc) = 0.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora hora 0.000 1.36 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Eletricista .Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico EQUIPAMENTOS Usina tipo Dosadora Pavimak P40 40m3/h ou similar Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 938 114 HP 1.80 1.000 h/m3(transporte) = 0.05 gl 5.55 32.MÃO DE OBRA MATERIAIS Cimento Portland Areia Pedra Britada Diversos: energia elétrica.0110 0. TOTAL .21 0.500 1.55 6.00% em R$ /m3 = Preço Unitário em R$ /m (sem fornec.

94 2. (jatos.000 35.39 36.0000 5. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico EQUIPAMENTOS Guindaste tipo S628 20 ton da Bantam 140 HP Vibrador 48x480mm com mangote 5 m. em km = Dist.2000 0.55 6.000 3.14 hora hora 0.2000 0.33 4.5m3 Caminhão Betoneira cap.84 7.0933 0.000 3.70 3.500 2.63 3. em km = Dist.42 12.000 1.74 0.500 1.3.39 36.5m3 Caminhão Betoneira cap.67 3.23 0.1133 0. lançamento.5000 1.0300 0.500 2. em km = Caminhão Betoneira cap.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora hora hora hora TOTAL .MÃO DE OBRA hora 0.5cv Equipamentos Diversos para corte.04 2.500 1. em km = 0.00% 0. em km = Dist.40 4.1400 7.000 3.0733 0.000 1. bombas.500 2. em km = Dist.Dist. mot.39 36. adensamento e cura do concreto.22 3.55 2.40 2. etc.39 1.13 0.000 2. cura.000 hora hora hora hora hora 0.82 Vibradorista Ajudante Servente .73 0.86 Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m3 (inclusive BDI)= Dist.500 1. exclusive BDI Dist.75 3. etc.0500 0.5m3 MB 2318/42 MB 2318/42 MB 2318/42 MB 2318/42 MB 2318/42 192 HP 192 HP 192 HP 192 HP 192 HP 0.1533 36. em km = 5.80 3.57 4.5000 104. em km = Dist.16 6. em km = Dist.80 2.0533 0. espingardas.39 36.5m3 Caminhão Betoneira cap.15 5.0100 0.97 0.) 20% TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Carpinteiro de Formas para Concreto Armador Pedreiro .00% 2.82 5.91 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Lançamento de Concreto em estrutura tipo "GRAVIDADE" (Concreto Massa) Inclue custos de preparo de juntas.2000 0.33 5.000 1.07 0.58 DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL.78 4.88 2. em km = Dist.12 5.5m3 Caminhão Betoneira cap.0000 3.78 1.gas. em km = Dist.54 1.58 1.

DIVERSOS gl 2.56 5.69 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Lançamento de Concreto em estruturas dos tipos Pilares.11 1. adensamento e cura do concreto.3000 0.0000 5. cabos. espingardas.24 5.70 21.37 0.54 1.3000 0.) 20% TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Carpinteiro de Formas para Concreto Armador Pedreiro . bombas.56 2.00% 1.12 23.88 2. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 3 35. Lajes.63 3.21 1. etc. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico EQUIPAMENTOS Guindaste tipo S628 20 ton da Bantam 140 HP Vibrador 48x480mm com mangote 5 m.14 hora hora 0.0500 0. mot.09 1.92 2.40 4.8000 7. fios.3000 0.40 .0000 8. água.80 2.1000 0. água.MATERIAIS Diversos: energia elétrica. mangueiras. TOTAL . cura.70 3.64 0.22 31. etc.gas. etc. mangueiras. etc. ar comprimido. (jatos.5cv Equipamentos Diversos para corte.15 10.10 10.00% 8.55 2.MATERIAIS DIVERSOS gl 4.27 13.45 0. ( Concreto Estutural ou Fortemente Armado) Inclue custos de preparo de juntas.22 3.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL . ar comprimido.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora hora hora hora TOTAL . etc. lançamento.3.MÃO DE OBRA MATERIAIS hora 0. TOTAL .8000 2.33 4.47 TOTAL.16 2.98 Vibradorista Ajudante Servente Diversos: energia elétrica.12 1. fios.0500 0. Vigas.8000 104. cabos.

34 1.02 TOTAL.MÃO DE OBRA MATERIAIS Cimento Portland Areia Pedra Britada Diversos: energia elétrica.71 56. fios.90 7.2000 0.0110 0. cabos.34 28.02 38.cimento)= . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 3 5.Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL . etc.84 0.0330 0.0660 0.87 26.59 0.00 8.31 gl 5.0330 0.88 3.33 4.00% 2.6000 0.2000 0.21 0.73 1. etc.28 5.00% em R$ /m3 = Preço Unitário em R$ /m (sem fornec.00 2. mangueiras.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora hora hora 0.8800 7.70 0.16 9.78 1. Dynapac CA-15 Diversos: (compressor.20 1.90 7.: Composição para Volumes maiores que 50.6000 1.2000 0.DIVERSOS TOTAL.00 48.26 7. lançamento. TOTAL .0800 0.21 13. ar comprimido.) TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .22 3.75 0.0660 3% 30.76 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário 3 35.55 36.14 0. madeira.63 2.00 42.78 0.99 1.60 0.76 Carpinteiro de Formas para Concreto Ajudante Servente TOTAL .41 2.000 m3. Preparação de concreto em Central Misturadora.86 38. adensamento com Rolo Compactador e cura.55 2.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ SERVIÇO: Custos Referidos a: JANEIRO/98 Concreto Compactado a Rolo (CCR) Inclui custos de Fornecimento de Agregados.0330 0.73 35.00 4.77 0.53 1.DIVERSOS hora hora hora hora hora hora hora ton m3 m 3 0.97 67. água. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico Obs.72m3 Caminhão Basculante MB L1718/48 184 HP Trator de Esteira tipo Cat D 6RXL 155 HP Compactador Vibratório autopropelido CG11 Rolo Vibratório 7 t . bombas. rompedor.00% 1.02 14. EQUIPAMENTOS Central tipo "Misturadora de Concreto" (para CCR) Pá Carregadeira de Pneus tipo CAT 938 114 HP 1.12 11.

84 1.DIVERSOS gl 0. TOTAL .0000 7.37 0.2000 0. etc.77 Diversos: Carrinhos de aterro.74 10.7500 6.56 TOTAL.EQUIPAMENTOS hora hora hora hora 0.0500 0. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 3 35. tábuas.37 7.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .00% 0.68 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS hora 2.68 5.22 2.33 4.37 0.55 2.28 4.28 Servente TOTAL . Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico EQUIPAMENTOS TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Ajudante .5000 2.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Estrutura em Concreto ciclópico com 30% de pedra (obras isoladas) .14 0.82 2.DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Colocação de "Rachão" para Concreto ciclópico Preço exclusive fornecimento de pedra de mão ou "rachão".

000 1.0500 7.300 126. Concreto Ciclópico em R$ /m (Pedreira dist.0 km)= Preço Unitário Estrut.97 0. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 0.= 1.700 1.64 2. Concreto Ciclópico em R$ /m (Pedreira dist.98 30.30 2.00 10. Concreto Ciclópico em R$ /m (Pedreira dist.700 0.54 125.210 0.56 17.23 1.50 2.54 22.22 31.89 58.5 km)= Preço Unitário Estrut.0 km)= 3 3 3 125.18 3.56 10.33 0.210 0.Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico Fornecimento de Cimento Fornecimento de Pedra extraído de Pedreira Fornecimento de Pedra extraído de Pedreira Fornecimento de Pedra extraído de Pedreira Fornecimento de Pedra extraído de Pedreira Preparo de Concreto em Betoneira Forma de Madeira Armadura Lançamento de Concreto Colocação de Pedra no Concreto dist = km dist = km dist = km dist = km 0.000 0.47 0.140 0.500 1.95 11.26 125.97 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços .92 12.= 0.29 30.69 10.71 41.5 km)= Preço Unitário Estrut.500 2.75 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Cobertura com Telha de Barro tipo Francesa Inclue custos de madeiramento e telhado propriamente dito.000 ton m3 m m m 3 3 3 0.34 125.EQUIPAMENTOS hora 0.= 1.37 .0300 32.210 0.17 m3 m ton m3 m 3 2 Preço Unitário Estrut.23 8.= 2.707.210 0.005 0.22 2. Concreto Ciclópico em R$ /m3 (Pedreira dist.

EQUIPAMENTOS hora hora hora 0.56 10.DIVERSOS hora 3.33 3.73 2.0000 1.55 2.025 0. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 0.58 4.65 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Carpinteiro de Esquadrias Ajudante .5000 1.14 TOTAL .0200 32.00% 1.0000 1.73 1.0000 7.12 300.73 3.0000 0.73 m3 kg mil gl 0. etc.11 3.55 2.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .47 0.88 2.00 0.016 400.Carpinteiro de Esquadrias Pedreiro Ajudante Servente hora hora hora hora 1. calhas.41 29.41 1.91 TOTAL.0150 1. TOTAL . exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m2 = 35.35 39.55 .520 0.45 5.0000 3.80 1.73 2. argamassas.14 3.00 1.MÃO DE OBRA MATERIAIS Madeira Serrada Bruta (madeira de lei) Prego Comum 18x30 Telha de Barro tipo Francesa Diversos: cumieira.55 0.65 0.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Cobertura com Chapa de Cimento Amianto Ondulada 8mm Inclue custos de madeiramento e telhado propriamente dito.00 10.94 2.5500 10.07 16.

0200 32.34 TOTAL.4000 0. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m2 = 35.01 0.84 0.100 2.22 18.65 0.33 3.55 0.002 0.00 0.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .73 2.87 0.47 0.12 9.49 1.22 11.MÃO DE OBRA MATERIAIS Madeira Serrada Bruta (madeira de lei) Prego Comum 18x30 Telha de Cimento Amianto Trapezoidal "Canalete 90" Parafuso 5/16" para Chapa.65 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Carpinteiro de Esquadrias Ajudante .00% 1.200 2.80 0.60 0.000 400.58 m3 kg m2 un 0.07 1.00 1.64 19.0150 0.39 6. pingadeiras.00 1.8100 2.000 400.32 27.0100 0.MATERIAIS hora 0.68 37.60 19.37 0. 110mm Diversos: cumieira.02 TOTAL .30 5.66 9.TOTAL .DIVERSOS hora m3 kg m2 un gl 2. 110mm Diversos: TOTAL .015 0. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 0.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Cobertura com Chapa de Cimento Amianto Trapezoidal tipo "Canalete 90" Inclue custos de madeiramento e telhado propriamente dito. etc.4000 7. calhas.12 16.63 .200 1.MÃO DE OBRA MATERIAIS Madeira Serrada Bruta (madeira de lei) Prego Comum 18x30 Telha de Chapa Ondulada Cimento Amianto 8mm Parafuso 5/16" para Chapa.30 6.30 0. TOTAL .32 1.EQUIPAMENTOS hora hora hora 0.200 1.

MÃO DE OBRA MATERIAIS Cimento Portland Areia Bloco de Concreto 40x20x20 Líquido Selador "Liquibase" Tinta PVA .51 0.14 1. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 2 .MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .2000 0.47 6.00% 1.87 35.96 53.00% 13.00 7. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 2 5.EQUIPAMENTOS 0. preparo das superficies interna e externa e Pintura PVA / Latex Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro quadrado hora EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP Diversos: TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .00 8.82 0.28 4.39 0.34 5. Chapisco.38 2.22 3.34 7.14 0.062 0.33 4.88 3.DIVERSOS gl 5% 0. pregos.150 0.Latex Lixa d'Água hora ton m mil galão galão 3 folha 0. etc.28 17.4800 0.52 0.55 2.120 126.83 TOTAL.49 hora hora hora hora hora hora 0.2000 32.40 35.00% 1.0700 0.89 5.013 0.43 7.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Parede de Alvenaria de Bloco de Concreto (e = 20 cm) Inclui custos de fornecimento de todos os materiais e execução de Alvenaria de Bloco de Concreto de 40x20x20.5000 1.17 Pintor Ajudante Servente TOTAL . TOTAL .00 597.90 39.14 1.DIVERSOS TOTAL.36 1.52 16.DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .011 0.67 11.49 6.2100 1.5000 2. Revestimento Interno e Externo com argamassa de cimento e areia.90 1.500 Diversos: madeira para andaimes e proteções diversas.40 32.14 24.77 1.63 2.0000 5.82 4.68 14.

34 1. etc.96 32. instalação elétrica. ferramentas.25 3.00 0.33 4.30 5. fios.08 0.55 2.18 2.74 0.1000 32. assentamento de pisos e .00 1. interruptor.3000 1.17 8.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 SERVIÇO: Custos Referidos a: Construção de Banheiro.MÃO DE OBRA hora ton m m m un un un un un un un un gl 3 0. completo (wc). tipo predial.002 0.000 24. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /ponto de luz = 35.0000 8.5000 18. instalação hidráulica. fita isolante.000 1.25 Eletricista Ajudante hora hora hora hora hora hora TOTAL .00% 4.47 93.11 Servente MATERIAIS Cimento Portland Areia Eletroduto 3/4 PVC pesado Fio Pirastic 14 AWG (1.000 1.000 7.22 3.000 1.14 1. folha de serra.47 4.2000 0.98 0. etc.000 2.47 1. Unidade para Medição dos trabalhos executados: Ponto de Luz EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .12 3.EQUIPAMENTOS hora 0.0000 6.84 TOTAL.27 3. Inclui custos de fornecimento de todos os materiais e execução de alvenaria.000 10% 5.0000 2. lustre tipo globo com lampada incandescente.DIVERSOS 126.10 23.000 1. disjuntores.12 1.MATERIAIS DIVERSOS : Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .000 1.34 0. colocação de aparelhos sanitários.00 0.35 63.47 3.84 15.12 1.17 8.5 mm2) Caixa Chapa Ferro Esmaltada 4x4 Interruptor Comum (1 alavanca) Placa de Baquerite 2x4 Tomada de Embutir Caixa Estampada 4 x2 Globo Esférico de Vidro 4x8" Plafonier de Alumínio 4" Lampada incandescente de 100W Diversos: Quadros. TOTAL .88 126.04 2.88 35.88 4.53 0.48 2. Inclui custos de fornecimento de todos os materiais e instalação de Eletrodutos.08 0.000 1. esquadrias.006 4.00 7.74 2.00 1.DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Instalação Elétrica.59 2.0000 0.25 0.13 1.00 0. tomada.98 0.

46 2.47 324.76 0.14 14.0000 190.44 6.70 x 2.0000 22.00 7. de forro.55 4.36 120.95 42.55 2.000 10% .000 1.000 1.15 11. papeleira. pinturas.0000 103.34 2.000 1.000 7.84 135. saboneteira.22 2. ferramentas.46 26.0000 32.196.52 40.76 2.22 3.21 10. folha serra.000 1.97 47.17 16. EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro Encanador (ou Bombeiro) Encanador Meio Oficial (ou Bombeiro Meio Oficial) .32 278.63 127.000 0.20kg/m) Vaso Sanitário Louça Branca Parafuso p/ Fixação de Vaso Sanitário Válvula Descarga "Primor" Lisa Tubo de Ligação para Vaso Sanitário Bolsa de Borracha p/ Ligação de Vaso Sanitário Lavatório de Louça BRanca s/ coluna Fixador de Lavatório sem coluna Sifão Metal Cromado p/Lavatorio Torneira para Lavatório Chuveiro Simples s/braço Articul.81 18.000 1.44 3.000 1.08 16. etc.10 3.55 1.10 0.0000 8.2cm Aduela e Guarnição p/Porta de 0.000 1.70 324.90 5.00 0.87 126.36 20.000 1.000 27.85 18.14 38.71 45. hora hora hora hora hora hora hora hora hora 2.88 3.44 85.10 Dobradiça 3x 3 Fechadura Completa .46 26.10 29. (tamanho base: 5 m2) Não está incluido os custos de Concreto de estrutura de piso.19 343.81 18. cabide.75kg/m) Tubo de Aço Galvanizado 1 1/2" (4.94 m2 ton m kg m2 m un un un un m m m kg kg un un un un un un un un un un un gl 2 3 30.000 87.0000 13.19 12.200 1.EQUIPAMENTOS hora 10.76 0.22 2. de pilares e vigas.68 40.13 1.95 42.73 2.75 11.000 3.500 84.0000 8.0000 32. zarcão.cromado simples Tubo PVC rígido soldável 100mm Tubo PVC rígido soldável 75mm Tubo PVC rígido soldável 50mm Tubo de Aço Galvanizado 3/4" (1.12 1.40 27.73 6.70 Carpinteiro de Esquadrias Ajudante Servente TOTAL .85 18.000 1.90 5.84 20.63 10.36 20.000 39.22 14.66 8.090 0.13 1.55 4. Cromado Registro de Pressão 3/4" Diversos: ralos.33 4.000 7.MÃO DE OBRA MATERIAIS Parede de Bloco de Concreto (e = 20cm) Cimento Portland Areia Cimento Branco Azulejo Branco 1a. etc.000 1. 15 x 15 Piso Ceramico Vermelho 12 x 24 Folha Porta de Madeira 0.82 584.0000 7.200 7.81 5.300 2.000 1.85 1.14 38.70 3.25 58.44 1.000 1.70 x 2.000 1. Unidade para Medição dos trabalhos executados: 1 Banheiro completo.0000 2.azulejos.85 103.

563.MATERIAIS gl 5% 51.EQUIPAMENTOS hora hora hora 0.96 Diversos: Janelas.32 0.31 (Preço exclusive piso.73 1.247. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro cúbico EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 0. pilares e vigas de concreto armado) Especificação da Unidade de Consumo DISCRIMINAÇÃO Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Escavação Manual de Vala em Solo Inclue custos de escavação e colocação de material ao lado da vala.88 DIVERSOS : Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .90 2.33 4.DIVERSOS 5.Instalação Elétrica (ponto de luz) pt 1. TOTAL .9000 7.5000 7.68 169.22 2.00% 3.96 93. forro.35 .483.0100 32.19 1.12 4. etc.1000 0.14 0.000 93.3000 2.810. Vidros.35 Servente TOTAL .27 5.32 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor .47 0.68 TOTAL. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ / 1 Banheiro Completo = 35.MÃO DE OBRA MATERIAIS hora 2.00% 169. pintura forro.

33 4.3000 0.36 5.7000 0.47 14.40 8.37 5.8400 0. TOTAL .87 38. etc. TOTAL . ferramentas.020 7.60m hora m3 m 8.40 0.72 15.Diversos: madeiras.29 Diversos: madeiras.44 TOTAL.00% 0.00% 2.EQUIPAMENTOS m3 hora hora hora hora 1.66 37.95 2. ferramentas.20 2.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL . Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 1. exclusive BDI .22 3.41 113.00 31.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia (berço) Tubo de Concreto Simples d = 0.39 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 SERVIÇO: Custos Referidos a: Bueiro Tubular simples de Concreto Prémoldado d = 0.41 5. berço de areia e reaterro compactado Não está incluído os custos de obras de 2 bocas ( uma em cada extremidade).7000 7.600 1.DIVERSOS gl 1. etc.56 TOTAL.37 0.14 32. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m3 = 35.47 TOTAL MÃO DE OBRA Escavação Manual de Vala Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .88 2.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .60m Inclue custos de escavação e fornecimento e colocação de Tubo.0000 32.28 Servente TOTAL .1400 8.44 7.47 32.18 2.DIVERSOS gl 0.6800 0.20 32.00% 5.33 4.95 11.

exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 35.85 TOTAL.0000 1. berço de areia e reaterro compactado Não está incluído os custos de obras de 2 bocas ( uma em cada extremidade).14 171.71 TOTAL MÃO DE OBRA Escavação Manual de Vala Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .DIVERSOS gl 2.85 230.8800 53.00% 8.14 8.4000 1.4000 0.43 Servente TOTAL .44 7.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia (berço) Tubo de Concreto Simples d = 0.020 7.88 2.75 153.33 4.00 59.88 22.13 5.800 1. ferramentas.4800 8.44 5.00% 39.EQUIPAMENTOS m3 hora hora hora hora 2.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .25 2. etc.69 60.60 52.93 4.00 51.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ .47 48.Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 35.22 3.80m Inclue custos de escavação e fornecimento e colocação de Tubo. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 1.5000 32.14 48.80m hora 12.0000 10.22 3. TOTAL .71 20.15 Diversos: madeiras.71 m3 m 0.31 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Bueiro Tubular simples de Concreto Prémoldado d = 0.

09 92.24 .MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .50 32.13 93.3500 8.DIVERSOS gl 4.0500 1.020 7.77 268.97 TOTAL.13 6.EQUIPAMENTOS m3 hora hora hora hora 3. berço de areia e concretagem de pisos e muros laterais.00 79.33 5.88 2.14 81.5000 1. ferramentas.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia (berço) Tubo de Concreto Simples d = 1. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro JANEIRO/98 EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 2.44 7.18 29.00 81.60m Inclue custos de escavação .77 12.47 16.37 5.22 3.00m hora m3 m 20.5000 16.5000 0.18 TOTAL MÃO DE OBRA Escavação Manual de Vala Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .00% 12.00m Inclue custos de escavação e fornecimento e colocação de Tubo.5000 32.33 4.28 Diversos: madeiras. etc.SERVIÇO: Custos Referidos a: Bueiro Tubular simples de Concreto Prémoldado d = 1. Unidade para Medição dos trabalhos executados: unidade EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 0.69 81.7000 1.99 Servente TOTAL . berço de areia e reaterro compactado Não está incluído os custos de obras de 2 bocas ( uma em cada extremidade).00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Boca de Bueiro Tubular simples de Concreto d = 0.81 7.54 5.47 81.84 361. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 35.000 1.82 34. TOTAL .

14 2.48 TOTAL .88 2.1000 6.88 2.00 71.14 1.15 28.3000 1.33 4.000 7.6000 3.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia (berço) Cimento Portland Concreto Preparado em Betoneira Forma de Madeira Diversos: madeiras.450 0. berço de areia e concretagem de pisos e muros laterais.39 27.80m Inclue custos de escavação .22 20.98 71.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Boca de Bueiro Tubular simples de Concreto d = 0.6500 0.EQUIPAMENTOS 25.20 6.24 Servente hora hora hora hora 0.39 TOTAL.15 13.81 10.81 226.43 306.22 3.69 67.18 1.98 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .47 4. Unidade para Medição dos trabalhos executados: unidade EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 0. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /unidade = 35. etc.4500 7.22 .1500 9.22 3.98 Servente hora hora hora hora 0.95 79.80 32.69 22.53 3.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .00 126.3000 7.47 25.43 8. TOTAL .0500 2.00% 10.38 5.EQUIPAMENTOS 16.DIVERSOS hora m3 t m3 m gl 2 9.75 12.33 4.38 172. ferramentas.230 1.2000 1.000 3.

TOTAL .88 2.600 7.97 5.47 48.22 3.60 186.000 7.6000 7.96 TOTAL .39 .42 111. etc.86 16.77 TOTAL.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia (berço) Cimento Portland Concreto Preparado em Betoneira Forma de Madeira Diversos: madeiras.00 126.00m Inclue custos de escavação .93 8.90 46.05 m3 t m3 1.69 7.96 2.DIVERSOS hora m3 t m3 m gl 2 14.3000 55.30 26.1000 4.14 2.600 2.76 128.EQUIPAMENTOS 48. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /unidade = 35.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Boca de Bueiro Tubular simples de Concreto d = 1.70 75.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL . berço de areia e concretagem de pisos e muros laterais.4000 2. ferramentas.100 0.42 17.62 115. Unidade para Medição dos trabalhos executados: unidade EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 1.2000 12.71 Servente hora hora hora hora 0.01 493.700 0.71 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia (berço) Cimento Portland Concreto Preparado em Betoneira hora 19.07 280.00% 17.00 71.5000 0.39 41.00 126.69 22.TOTAL .39 4.50 32.33 4.370 1.610 5.42 365.00 71.

DIVERSOS hora m3 t m gl 1.EQUIPAMENTOS 9.Forma de Madeira Diversos: madeiras.9600 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia Cimento Portland Calha de Concreto Simples (meio-tubo) d = 0.33 2.75 451.10 23. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /unidade = 35.14 2.77 27.88 2.22 3.1200 0.10 5.47 9.58 5.33 4. ferramentas.13 6.00% 1. fornecimento e colocação de Meio Tubo.000 22.01 0.20 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Calha (Meio Tubo) circular de Concreto simples Prémoldado d = 0.00 126.57 TOTAL .74 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .22 0. etc.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL . etc.19 TOTAL.3000 32.DIVERSOS m2 gl 8.40m Inclue custos de escavação. exclusive BDI .09 787.65 5.39 179.77 583.40m Diversos: madeiras.00% 204.0400 0.001 1. TOTAL .11 TOTAL.00 6. TOTAL .020 7.2000 7.29 6.74 Servente hora hora hora hora 0.002 0.51 2.6000 1. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 0. ferramentas.14 0.70 0.00% 27.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .29 0.10 1.

fornecimento e colocação de Meio Tubo.020 7.1200 0.14 0.90 0. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP hora 0.47 16.47 71.60m Inclue custos de escavação.88 1.74 19.31 DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ JANEIRO/98 Custos Referidos a: SERVIÇO: Calha (Meio Tubo) circular de Concreto simples Prémoldado d = 0.5000 32.00% DISCRIMINAÇÃO Especificação da Unidade de Consumo Quantidade Prevista Custo Unitário R$/unidade Custo Total R$ .25 TOTAL.88 2.66 7.60m Diversos: madeiras.02 0.00% 8.00 126.26 0. etc.52 4.12 31.27 5. ferramentas.00% 2.51 52.76 m3 t m gl 0.MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia Cimento Portland Calha de Concreto Simples (meio-tubo) d = 0. exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 35.6000 7.24 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .DIVERSOS hora 5.33 4.25 18.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .2000 3.78 18.002 1.51 2.70 TOTAL .Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 35.003 0.3600 1.22 3.24 Servente hora hora hora hora 0. TOTAL .00 17.2800 14.EQUIPAMENTOS 16.

exclusive BDI Taxa de BDI Preço Unitário em R$ /m = 35.47 25.006 0.1000 0.89 TOTAL .73 5.6500 0.EQUIPAMENTOS 23. Unidade para Medição dos trabalhos executados: metro EQUIPAMENTOS Caminhão Carroceria Madeira MB L1620/51 184 HP Carregadeira c/ Retroescadeira tipo CASE 580-L 75 HP hora hora 0.020 7.003 1.5000 2.00% 3.73 1.88 2.MATERIAIS DIVERSOS Recursos para Mobilização e Desmobilização (Pessoal + Equipamentos) TOTAL .18 TOTAL MÃO DE OBRA Encarregado de Serviços Feitor Pedreiro .MÃO DE OBRA MATERIAIS Areia Cimento Portland Calha de Concreto Simples (meio-tubo) d = 0.7500 7.02 92.DIVERSOS hora m3 t m gl 4.10 13.33 4.00 26.80m JANEIRO/98 Inclue custos de escavação. ferramentas.Custos Referidos a: SERVIÇO: Calha (Meio Tubo) circular de Concreto simples Prémoldado d = 0.22 3.5500 32.27 68. etc. TOTAL .3000 0.71 0.92 Servente hora hora hora hora 0.69 27.14 0.3000 1.27 3.74 14.62 24.78 9.00% .64 TOTAL.04 0.38 26.80m Diversos: madeiras.62 0. fornecimento e colocação de Meio Tubo.82 5.00 126.27 5.

Síncrona= Quantidade = = Potencia Outros tipos de Turbinas + Regulador de Velocidade = kW Custo Aquisição+ Impostos rpm un Custo Aquisição de Reg.Síncrona= Peso Rotor = Quantidade = rpm ton. Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Turbina (F) US$ US$ US$ US$ US$ Rot.= 5. Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Turbina US$ US$ US$ US$ US$ Rot.Sinc.62% un Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Gerador (V) US$ US$ US$ US$ = Geradores .Vel.Síncrona= Peso Rotor = Quantidade = rpm ton.00% Potencia Turbinas Tipo Francis+Regulador de Velocidade = kW Custo Aquisição+ Impostos rpm un Custo Aquisição de Reg.eixo Horizontal (Pot > 5MVA e Rot. > 200rpm) Potencia = MVA Custo Aquisição+ Impostos Rot.=46.+teste 10.Sinc. > 200rpm) Potencia = MVA Custo Aquisição+ Impostos Rot.Síncrona= Quantidade = = Geradores .Vel.00% Mont.=46.00% Transp.62% un Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Gerador (H) US$ US$ US$ US$ = Potencia Ponte Rolante da Casa de Força kVA 1 Gerador= rpm Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Ponte Rol.PLANILHA PARA ESTIMATIVA DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS Essa planilha está disponível no diretório OPE nesse CD-ROM PLANILHA PARA ESTIMATIVA DE CUSTOS DE EQUIPAMENTOS Percentuais adotados para çalculo de custo total de equipamento Impostos = 15.Síncrona= = L = Vão Comporta Ensecadeira (stoplogs) (Equipamento p/ Fechamento do Desvio) = m Custo Aquisição+ Impostos mca até a soleira US$ US$ US$ US$ US$ US$ H = Altura = P = pressão = Quantidade stoplogs = Qtde de Guias Extras Transporte e Seguro Montagem e Teste cj completo Custo Total de 1 stoplogs = cj só de guias Custo Total de ??Guias Extras = Custo Total de Ensecadeiras + ?? Guias Extras = m Pórtico Rolante da Tomada d'Agua . US$ US$ US$ US$ Rot.eixo Vertical (Pot > 5MVA e Rot.+Seg.

Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Port. US$ US$ US$ US$ = L = Vão Comporta Vagão (Tomada d'Água) = m m mca até a soleira Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 comporta US$ US$ US$ US$ H = Altura = P = pressão = Quantidade = un = L = Vão Comporta Ensecadeira (stoplogs) (Tomada d'Água) = m Custo Aquisição+ Impostos mca até a soleira US$ US$ US$ US$ US$ US$ H = Altura = P = pressão = Quantidade stoplogs = Qtde de Guias Extras Transporte e Seguro Montagem e Teste cj completo Custo Total de 1 stoplogs = cj só de guias Custo Total de ??Guias Extras = Custo Total de Ensecadeiras + ?? Guias Extras = m Área Total Grade da Tomada d'Água = m2 Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de GRADE US$ US$ US$ US$ = Peso Total Conduto Forçado = ton.= Quantidade = = . Válvula Borboleta (Gráfico B29 do Manual de Inventário/edição Nov/97) = m Custo Aquisição+ Impostos mca un Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Válv. Rol. Custo Aquisição+ Impostos Capac.Içamento ton. Rol.Borb. Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de CONDUTO US$ US$ US$ US$ = L = Vão = Comporta Ensecadeira (stoplogs) p/ Fechamento do Tubo de Sucção m Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste mca até a soleira cj completo Custo Total de 1 stoplogs = cj só de guias Custo Total de ??Guias Extras = Custo Total de Ensecadeiras + ?? Guias Extras = m US$ US$ US$ US$ US$ US$ H = Altura = P = pressão = Quantidade stoplogs = Qtde de Guias Extras Pórtico Rolante (Movimentação de Stoplogs do Tubo de Sucção ton.Içamento Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Port. US$ US$ US$ US$ = Diâmetro US$ US$ US$ US$ Pressão Proj.Capac.

Auxil.Inventário L = Vão = m Custo Aquisição+ Impostos H = Altura = P = pressão = Quantidade = m mca até a soleira US$ US$ US$ US$ Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 stoplogs = L = Vão = Comporta Ensecadeira (stoplogs) p/ Vertedouro de Superfície m Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste mca até a soleira cj completo Custo Total de 1 stoplogs = cj só de guias Custo Total de ??Guias Extras = Custo Total de Ensecadeiras + ?? Guias Extras = m US$ US$ US$ US$ US$ US$ H = Altura = P = pressão = Quantidade stoplogs = Qtde de Guias Extras Capac. Elétricos+cabos. etc.Içamento Guindaste Pórtico (Movimentação de Stoplogs do Vertedouro) ton.00% Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total Equipamentos Diversos (Sist. Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Port. Equipamentos Elétricos Acessórios (Sist.. Auxiliares . US$ US$ US$ US$ Pressão Proj.B21 . Rol..= Quantidade = = Comporta tipo Segmento (vertedouro de superfície) Graf.Diâmetro Válvula Esférica = Pressão mínima = 200 mca (Grafico B30 Inventário) m Custo Aquisição+ Impostos mca un Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total de 1 Válv.. Esf.00% Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total US$ US$ US$ US$ = US$ US$ US$ US$ US$ US$ US$ US$ CUSTO TOTAL DE TODOS OS EQUIPAMENTOS PERMANENTES Custo Aquisição+ Impostos Transporte e Seguro Montagem e Teste Custo Total = = = US$ US$ US$ US$ .mecanicos) 6.) 18.

12 R $ = 1 US$ Prog.XLS Data: 28-nov-07 Cálculo: Mister ZZ Verificação: MssMMsx ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO Página 1 PRELIMINAR .yy MW X Casa de Força com Máquinas FRANCIS.xx MW y.normal do Reservatório = ???.OPE para PCH Exemplo Exemplo Serviços Elétricos Ltda.00 m Energia Firme Potência Instalada = = x. eixo Horizontal Máquinas KAPLAN Preços de JANEIRO/1998 Taxa de Câmbio = 1.: PLN-OPE$. Rio Bacia Região Município Estado Imbirá Alça Sul do Rio Peixe Grande Sudeste Garajarak do Sul I I Espírito Santo ESTIMATIVA DE CUSTO Aproveitamento: AHE FICTÍCIO (PCH) Alternativa: NA max.PLANILHA PADRÃO . Estudos de Viabilidade / Básico LOCALIZAÇÃO Projetista: PROJ-PCH Ltda .

51 .10.42 .11.15.15.10.44 .10.19 .52 .10.10.10.10.10.10.11.11.10.45.10.10 .15.46.10.10.20 .15.21 .46.10.46 .11.10.10.45.18 .13 .11.45 .10.15. Acampamento.17 .46.10.11.17 .10.15.10.49 .10.14 .20.10.10. RELOCAÇÕES E OUTRAS AÇÕES SÓCIO-AMBIENTAIS AQUISIÇÃO DE TERRENOS E BENFEITORIAS PROPRIEDADES RURAIS gl Reservatório ha Canteiro.43 .18 .10.11.10.45.11.10 .20.45 .11.44 .10.10.10.CONTA .11 .12 .45.11.10.41 .10.11.46.11.10.45.10.15.16 .42 .15.46.10.15.50 .10.46.10. .15.11.10.15.10.11 .41 .OPE para PCH Custo Unitário DISCRIMINAÇÃO un Qtdade R$ TERRENOS.10.42 .11.11.10.45.20.10.15 .10.43 .10.17 PLANILHA PADRÃO .11.10.10.10.11.48 .47 .11 .10.40 .40 .15.10.10.10.17 .20.11.15.10.10.20.10.15.11.10.11.15 .11. Jazidas e Áreas Afins ha Unidades de Conservação e Áreas de Preservação Permanente ha Reassentamento Rural ha Comunidades Indígenas e outros grupos étnicos ha Cidades e Vilas gl Infra-Estrutura Econômica e Social Isolada gl Outros custos gl DESPESAS LEGAIS E DE AQUISIÇÃO gl 15% OUTROS CUSTOS gl RELOCAÇÕES ESTRADAS DE RODAGEM km ESTRADAS DE FERRO km PONTES m SISTEMA DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO gl SISTEMA DE COMUNICAÇÃO gl RELOCAÇÕES DE POPULAÇÃO gl Reassentamento Rural gl Comunidades Indígenas e outros grupos étnicos gl Cidades e Vilas gl Infra-Estrutura Econômica e Social Isolada gl Outros custos gl OUTRAS RELOCAÇÕES gl OUTROS CUSTOS gl OUTRAS AÇÕES SÓCIO-AMBIENTAIS COMUNICAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL gl MEIO FÍSICO-BIÓTICO gl Limpeza do Reservatório ha Unidades de Conservação e Áreas de Preservação Permanente ha Conservação da Flora gl Qualidade da Água gl Recuperação de Áreas Degradadas gl Outros custos gl MEIO SÓCIO-ECONÔMICO-CULTURAL gl Comunidades Indígenas e outros grupos étnicos gl Saúde e Saneamento Básico gl Estrutura Habitacional e Educacional gl Salvamento do Patrimônio Cultural gl Apoio aos Municípios gl Outros custos gl Custo Total R$ Custo Unitário US$ Custo Total US$ ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO Página 2 PRELIMINAR .44 .13 .10.15.

CONTA .10.15.47 .10.15.47.53 .10.15.47.55 .10.15.47.17 .10.15.48 .10.15.13 .10.27 .11. .11.12 .11.13 .11.13.00.12 .11.13.00.12.10 .11.13.00.12.11 .11.13.00.13 .11.13.00.14 .11.13.00.14.13 .11.13.00.14.14 .11.13.00.14.15 .11.13.00.15 .11.13.00.15.10 .11.13.00.15.11 .11.13.00.15.12 .11.27 .12. .12.16 .12.16.22 .12.16.22.19 .12.16.22.21 .12.16.22.22 .12.16.24. .12.16.24.12 .12.16.24.12.10 .12.16.24.12.11 .12.16.24.13 .12.16.24.14 .12.16.24.14.13 .12.16.24.14.14 .12.16.24.14.15 .12.16.24.23. .12.16.24.23.17 .12.16.24.17

DISCRIMINAÇÃO LICENCIAMENTO E GESTÃO INSTITUCIONAL Licenciamento Gestão Institucional Outros custos USOS MÚLTIPLOS OUTROS CUSTOS EVENTUAIS DA CONTA .10

PLANILHA PADRÃO - OPE para PCH Custo Unitário un Qtdade R$ gl gl gl gl gl gl gl 10%

Custo Total R$

Custo Unitário US$

Custo Total US$

ESTRUTURAS E OUTRAS BENFEITORIAS BENFEITORIAS NA ÁREA DA USINA CASA DE FORÇA Escavação Comum Em Rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Instalações e acabamentos Alvenaria (paredes) Cobertura Esquadrias/Instal.Eletricas e Hidraulicas/Banheiros EVENTUAIS DA CONTA .11 BARRAGENS E ADUTORAS DESVIO DO RIO ENSECADEIRAS Ensecadeira de rocha e terra Remoção de ensecadeiras Esgotamento e outros custos CANAL OU GALERIA / ADUFA DE DESVIO Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Equipamento de fechamento Stoplogs Outros custos

MW gl m³ m³ gl m³ t m³ t gl m2 m2 gl gl

y,yy

10%

gl m³ gl gl gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl gl gl

15%

ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO

Página 3

PRELIMINAR

CONTA .12.17 .12.17.25 .12.17.25.12 .12.17.25.12.10 .12.17.25.12.11 .12.17.25.13 .12.17.25.24 .12.17.25.25 .12.17.25.26 .12.17.25.29 .12.17.25.32 .12.17.25.32.18 .12.17.25.32.19 .12.17.25.17 .12.17.26 .12.17.26.12 .12.17.26.12.10 .12.17.26.12.11 .12.17.26.13 .12.17.26.14. .12.17.26.14.13 .12.17.26.14.14a .12.17.26.14.14b .12.17.26.14.15 .12.17.26.17 .12.17.27 .12.17.27.12 .12.17.27.12.10 .12.17.27.12.11 .12.17.27.13 .12.17.27.14 .12.17.27.14.13 .12.17.27.14.14a .12.17.27.14.14b .12.17.27.14.15 .12.17.27.17 .12.18 .12.18.28 .12.18.28.12 .12.18.28.12.10 .12.18.28.12.11 .12.18.28.13

DISCRIMINAÇÃO

PLANILHA PADRÃO - OPE para PCH Custo Unitário un Qtdade R$ gl m³ m³ m³ gl m³ m³ m³ m³ gl m³ m2 gl gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ m³ t gl gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ m³ t gl gl m³ m³ m³ gl

Custo Total R$

Custo Unitário US$

Custo Total US$

BARRAGENS E DIQUES BARRAGENS E DIQUES DE TERRA E ENROCAMENTO Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Aterro compactado Enrocamento Núcleo de argila Transições / Filtros Proteção de taludes Talude de montante (Enrocamento) Talude de jusante (grama) Outros custos BARRAGENS DE CONCRETO Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento (convencional) Concreto sem Cimento (CCR) Armadura Outros custos TRANSIÇÕES E MUROS DE CONCRETO Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento (convencional) Concreto sem Cimento (CCR) Armadura Outros custos VERTEDOUROS VERTEDOUROS DE SUPERFÍCIE Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação

2%

2%

2%

ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO

Página 4

PRELIMINAR

CONTA .12.18.28.14. .12.18.28.14.13 .12.18.28.14.14a .12.18.28.14.14b .12.18.28.14.15 .12.18.28.23 .12.18.28.23.16 .12.18.28.23.17 .12.18.28.23.20 .12.18.28.17 .12.18.29 .12.18.29.12 .12.18.29.12.10 .12.18.29.12.11 .12.18.29.13 .12.18.29.14 .12.18.29.14.13 .12.18.29.14.14 .12.18.29.14.15 .12.18.29.23 .12.18.29.23.16 .12.18.29.23.17 .12.18.29.23.20 .12.18.29.17 .12.19 .12.19.30 .12.19.30.12 .12.19.30.12.10 .12.19.30.12.11 .12.19.30.13 .12.19.30.14 .12.19.30.14.13 .12.19.30.14.14 .12.19.30.14.15 .12.19.30.23 .12.19.30.23.16 .12.19.30.23.17 .12.19.30.23.20 .12.19.30.23.21 .12.19.30.17

DISCRIMINAÇÃO Concreto Cimento Concreto sem Cimento (convencional) Concreto sem Cimento (CCR) Armadura Equipamentos Comportas e guinchos Stoplogs Guindaste Outros custos VERTEDOUROS DE FUNDO E OUTROS Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Equipamentos Comportas e guinchos Stoplogs Guindaste Outros custos TOMADA D'ÁGUA E ADUTORAS TOMADA D'ÁGUA Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Equipamentos Comportas e guinchos Stoplogs Guindaste Grades e Limpa-grades Outros custos

PLANILHA PADRÃO - OPE para PCH Custo Unitário un Qtdade R$ m³ t m³ m³ t gl gl gl gl gl 2% gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl gl gl gl gl 2% gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl gl gl gl gl gl

Custo Total R$

Custo Unitário US$

Custo Total US$

2%

ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO

Página 5

PRELIMINAR

CONTA

DISCRIMINAÇÃO

PLANILHA PADRÃO - OPE para PCH Custo Unitário un Qtdade R$ gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl gl

Custo Total R$

Custo Unitário US$

Custo Total US$

.12.19.31 .12.19.31.12 .12.19.31.12.10 .12.19.31.12.11 .12.19.31.13 .12.19.31.14 .12.19.31.14.13 .12.19.31.14.14 .12.19.31.14.15 .12.19.31.17 .12.19.32 .12.19.32.12 .12.19.32.12.10 .12.19.32.12.11 .12.19.32.13 .12.19.32.14 .12.19.32.14.13 .12.19.32.14.14 .12.19.32.14.15 .12.19.32.17 .12.19.33 .12.19.33.12 .12.19.33.12.10 .12.19.33.12.11 .12.19.33.13 .12.19.33.14 .12.19.33.14.13 .12.19.33.14.14 .12.19.33.14.15 .12.19.33.17 .12.19.34. .12.19.34.12 .12.19.34.12.10 .12.19.34.12.11 .12.19.34.13 .12.19.34.14 .12.19.34.14.13 .12.19.34.14.14 .12.19.34.14.15 .12.19.34.23 .12.19.34.23.23

CANAL DE ADUÇÃO Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Outros custos CONDUTO ADUTOR Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Outros custos CHAMINÉS DE EQUILÍBRIO Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Outros custos CONDUTO FORÇADO Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Equipamento Revestimento metálico (Blindagem

m; D = x, j 0 m)

ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO

Página 6

PRELIMINAR

PLANILHA PADRÃO - OPE para PCH Custo Unitário CONTA DISCRIMINAÇÃO un Qtdade R$ .12.19.34.23.24 .12.19.34.17 .12.19.35 .12.19.35.12 .12.19.35.12.10 .12.19.35.12.11 .12.19.35.13 .12.19.35.14 .12.19.35.14.13 .12.19.35.14.14 .12.19.35.14.15 .12.19.35.17 .12.20.37 .12.20.37.12 .12.20.37.12.10 .12.20.37.12.11 .12.20.37.13 .12.20.37.14 .12.20.37.14.13 .12.20.37.14.14 .12.20.37.14.15 .12.20.37.17 .12.27.98 .12.27.99 .13. .13.13.00.23.28 .13.13.00.23.17 .13.13.00.23.20 .13.13.00.23.29 .13.27 .14. .14.00.00.23.30 .14.27 .15. .15.13.00.23.20 .15.00.00.23.31 .15.27 Equipamento (Válvula Tipo:_________; D = y, x0 m) Outros custos CANAL DE FUGA Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Outros custos OUTRAS CONSTRUÇÕES ESPECIAIS (Escada de Peixe) Escavação Comum Em rocha a céu aberto Limpeza e tratamento de fundação Concreto Cimento Concreto sem Cimento Armadura Outros custos EVENTUAIS DA CONTA .12 obras civis EVENTUAIS DA CONTA .12 equipamentos TURBINAS E GERADORES Turbinas _______kW/un. ______rpm Stoplogs Guindaste Geradores _______kVA/un. ______rpm EVENTUAIS DA CONTA .13 EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ACESSÓRIOS Equipamento Elétrico Acessório EVENTUAIS DA CONTA .14 DIVERSOS EQUIPAMENTOS DA USINA Ponte rolante Equipamentos diversos EVENTUAIS DA CONTA .15 gl gl gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl m³ m³ m³ gl m³ t m³ t gl gl gl R$ US$ US$ Custo Total Custo Unitário Custo Total

10% 10%

gl gl gl gl gl 10%

gl gl

10%

gl gl gl Página 7 10% Custo Unitário Custo Total Custo Unitário Custo Total PRELIMINAR

ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO

CONTA .16. .16.00.14 .16.00.16 .16.27

DISCRIMINAÇÃO ESTRADAS DE RODAGEM, DE FERRO E PONTES ESTRADAS DE RODAGEM ESTRADA DE FERRO PONTES EVENTUAIS DA CONTA .16 CUSTO DIRETO TOTAL = (CDT) Custo direto total em R$ Custo direto total em US$ equivalentes

PLANILHA PADRÃO - OPE para PCH un Qtdade R$ km km m gl 10% R$ US$ US$

.17. .17.21 .17.21.38 .17.21.39 .17.22 .17.22.40 .17.22.40.36 .17.22.40.37 .17.22.40.54 .17.22.41 .17.27

CUSTOS INDIRETOS CANTEIRO E ACAMPAMENTO CONSTRUÇÕES DO CANTEIRO E ACAMPAMENTO MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO DO CANTEIRO E ACAMPAMENTO ENGENHARIA E ADMINISTRAÇÃO DO PROPRIETÁRIO ENGENHARIA Engenharia Básica Serviços Especiais de Engenharia Estudos e Projetos Ambientais ADMINISTRAÇÃO DO PROPRIETÁRIO EVENTUAIS DA CONTA .17 CUSTO TOTAL (Exclusive Juros Durante a Construção)

gl gl gl gl gl gl gl gl gl gl

5,00% 3,00%

5,00% 1,00% 0,50% 10,00% 10%

.18.

JUROS DURANTE A CONSTRUÇÃO (construção em 2 anos) 10% a.a

9,20%

CUSTO TOTAL (Inclusive Juros Durante a Construção) = (CT) Potência instalada Custo em US$/kW Instalado

gl kW US$/kW

Custo Unitário CONTA
ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO

Custo Total

Custo Unitário

Custo Total

DISCRIMINAÇÃO

un Qtdade Página 8

PRELIMINAR

PLANILHA PADRÃO - OPE para PCH R$ R E S U M O R$ US$ US$

Aproveitamento: AHE FICTÍCIO
Potência Instalada Energia Firme

(PCH)
y,yy x,xx MW MWmédio

Custo Total do Empreendimento

x1000US$ (Ref. JANEIRO/98) , Exclusive LT e Subestação

Vida Útil 50 anos, Taxa de Retorno de 10% a.a Custo - Geração (Energia Firme)

e

O & M = Critério ELETROBRÁS US$/MWh
(EXCLUSIVE LT, Subestação, ROYALTIES, PEDÁGIO e IMPOSTOS)

INVESTIMENTOS EM SUBESTAÇÃO E LINHA DE TRANSMISSÃO Custo Unitário CONTA DISCRIMINAÇÃO un Qtdade R$ Subestação de ........................................................ un R$ US$ US$ Custo Total Custo Unitário Custo Total

Linha de Transmissão de

kV

km

Investimento Total (Subestação + Linha de Transmissão)

gl

Preços de JANEIRO/1998 Custo Total em US$ Custo Total em R $

INVESTIMENTO TOTAL em Usina, Subestação e Linha de Transmissão

ANEXO 5 PLANILHA DE ORÇAMENTO

Página 9

PRELIMINAR

MODELO DE ORÇAMENTO COMPACTO PARA SUBESTAÇÕES
Item 1 2 TERRENOS E SERVIDÕES OBRAS CIVIS (Inclui Benfeitorias Gerais no Pátio, Urbanização e Acabamento, Fundações e Bases, Edifícios da Subestação, Estruturas, etc..) EQUIPAMENTOS - AQUISIÇÃO Equipamentos Principais Demais Equipamentos MONTAGEM ELETROMECÂNICA TRANSPORTE E SEGUROS MEIO AMBIENTE CUSTOS DIRETOS (Somatório dos itens anteriores) CUSTOS INDIRETOS (Corresponde aos custos do Canteiro e Acampamento, Engenharia e Administração) EVENTUAIS CUSTO TOTAL Descrição Und. gl gl

3 3.1 a 3.7 3.8 a 3.22 4 5 6 7 8

und und e/ou gl gl gl gl

9 10

MODELO DE ORÇAMENTO COMPACTO PARA LINHAS DE TRANSMISSÃO
Item 1 2/3/7 TERRENOS E SERVIDÕES OBRAS CIVIS (Inclui a Limpeza de Faixa de Servidão, as Fundações e as Estradas de Acesso) ESTRUTURAS (Metálicas ou outras - Especificar) CONDUTORES AÉREOS E ACESSÓRIOS Isoladores e Ferragens Cabo Condutor Cabos Pára-Raios Fio Contrapeso Acessórios MONTAGEM ELETROMECÂNICA TRANSPORTE E SEGUROS MEIO AMBIENTE CUSTOS DIRETOS (Somatório dos itens anteriores) CUSTOS INDIRETOS (Corresponde aos custos de Canteiro, Engenharia e Administração) EVENTUAIS CUSTO TOTAL und t t t gl gl gl gl Descrição Und. gl gl

4/5

t e/ou und

6 6.1 6.2 6.3 6.4 6.5/6.6 7 8 9 10 11 12 13

ANEXO 4 - LEGISLAÇÃO PERTINENTE
O conjunto de leis considerado de grande importância, no panorama do Setor Elétrico de hoje, está relacionado a seguir. A legislação de meio ambiente é apresentada no Capítulo 8. • Decreto-Lei no 1.872, de 21.05.81 Dispõe sobre a aquisição, pelo concessionários, de energia elétrica excedente gerada por Autoprodutores. • Decreto-Lei no 915, de 06.09.93 Este Decreto autoriza a formação de consórcios para geração de energia elétrica para Autoprodução. • Decreto no 1.348, de 28.12.94 Este Decreto regula a participação de concessionários de serviço público de energia elétrica em aproveitamento hidrelétrico de outro concessionário (arrendamento). • Lei no 8.987, de 13.02.95 Dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos, liberando o mercado de energia elétrica do monopólio estatal. • Lei no 9.074, de 07.07.95 Estabelece normas para outorga e prorrogações das concessões e permissões de Serviços Públicos. Em seu capítulo II trata especificamente dos serviços de energia elétrica. • Decreto no 1.717, de 24.11.95 Estabelece procedimentos para prorrogações das concessões dos serviços públicos de energia elétrica de que trata a Lei 9.074 de 07.07.95. • Decreto no 2.003, de 10.09.96 Regulamenta a produção de energia elétrica por Produtor Independente e por Autoprodutor. • Lei no 9.427, de 26.12.96 Institui a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, disciplina o regime de concessões de serviços públicos de energia elétrica. • Medida Provisória 1.549, de 12.08.97 Aprova Estrutura Regimental e Quadro de cargos em comissão e função de confiança da

06. de 13.95).074.433.01.12.95.93.96. de 04. limitado a 35 anos. • ANEEL Resolução no 395.97 Institui a Política Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos e dá outras providências. de 21. de 08. contado da data de assinatura do contrato. Lei no 1. • ANEEL Resolução no 394.648.872.04.98 Estabelece os critérios para o enquadramento de empreendimentos hidrelétricos na condição de pequenas centrais hidrelétricas.02.02. de 07. de 04. de 26.987.95 e 9. • Lei no 9. • os concessionários de serviço público de energia elétrica ficam autorizados a efetuar investimentos em aproveitamento hidrelétrico objeto de concessão a outro concessionário.12.12.81). podendo ser .98 Altera dispositivos das Leis nos 3. de 06.05.12.09.98 Estabelece os procedimentos gerais para registro e aprovação de estudos de viabilidade e projeto básico de empreendimentos de geração hidrelétrica. de 04. a serem dados em arrendamento ao titular da concessão (Decreto no 1.ANEEL. assim como da autorização para exploração de centrais hidrelétricas até 30 MW e dá outras providências A legislação citada permite destacar os seguintes pontos principais: • os concessionários de serviço público de eletricidade ficam autorizados a adquirir energia excedente de Autoprodutores gerada com a utilização de fontes energéticas que não empreguem combustível derivado de petróleo (Dec. • Lei no 9.348.98 Estabelece os procedimentos gerais para registro e aprovação dos estudos de inventário hidrelétrico de bacias hidrográficas.94).61. de 21. • ANEEL Resolução no 393.07. 9. 8. Altera oficialmente o Código de Águas. de 13.12. de 28. 8. de 25. de 27. à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho.666. por sua conta e risco e por prazo determinado (Lei no 8.05. e entre esses e os Autoprodutores de energia elétrica para exploração de aproveitamentos hidrelétricos (Decreto no 915. é assegurada a formação de consórcios entre os concessionários de Serviço Público. a concessão de serviço público será concedida mediante licitação.93).987. na modalidade de concorrência.427. • • • as concessões de geração de energia elétrica terão prazo necessário a amortização dos investimentos.890-A.

f) qualquer consumidor que demonstre ao Poder Concedente não ter o concessionário local lhe assegurado o fornecimento no prazo de até 180 dias. a pessoa jurídica ou empresas reunidas em consórcio que recebam concessão ou autorização para produzir energia elétrica destinada ao comércio de toda ou parte da energia produzida. b) novos consumidores com carga igual ou superior a 3 MW atendidos em qualquer tensão.96). de 10. de 07. por sua conta e risco (Decreto no 2.07.003. • define-se Produtor Independente de Energia Elétrica. c) consumidores já existentes.prorrogado no máximo por igual período (Lei no 9. de 10. de 10.074. d) consumidores de energia elétrica integrantes de complexo industrial ou comercial.003.09. respeitados os prazos dos contratos vigentes. • o Decreto no 2. e) conjunto de consumidores de energia elétrica. contado da respectiva solicitação. nas condições previamente ajustadas com o concessionário local de distribuição.09. a pessoa física ou jurídica ou empresas reunidas em consórcio que recebam concessão ou autorização para produzir energia elétrica destinada ao seu uso exclusivo (Decreto no 2. define-se Autoprodutor de Energia Elétrica. • As PCHs de potência superior a 1MW e inferior a 30MW. aos quais forneça vapor ou outro insumo oriundo de processo de cogeração.003. conforme a seguinte tabela: ANO Tensão Potência ↓ 1995 = ou maior 69 KV = ou maior 2000 = ou maior 69 KV = ou maior 2003 ↓ ↓ 10 MW 3 MW decresce de acordo com as regras do Poder Concedente. independentemente de tensão ou carga.09.95). destinadas a Produção Independente ou Autoprodução poderão comercializar energia elétrica com consumidores .96). • • o Produtor Independente e o Autoprodutor terão assegurados o livre acesso aos sistemas de transmissão e de distribuição de concessionários e permissionários de serviço público de energia elétrica.96). mediante o ressarcimento do custo de transporte envolvido (Decreto no 2.003 ainda estabelece que a comercialização da energia produzida por Produtor Independente poderá ser feita com: a) concessionários ou permissionários de Serviço Público de Energia Elétrica.

com área inundada menor ou igual a 3 km2 .cuja carga seja maior ou igual a 500kW (Lei no 9.468 e as Resoluções ANEEL 393. quando promoverem a substituição da geração termelétrica que utiliza derivados de petróleo. poderão ser realizados de forma simplificada.468.concessão por licitação. adotados como referência para as características do aproveitamento. acima de 30 MW . permissão ou autorização de exploração. aos Estados e Municípios. pelo uso dos recursos hídricos. As novas PCHs estão também isentas do pagamento da compensação financeira. . 50 MW. dentre outras.só registro. parágrafo 5º) • Estas mesmas PCHs contam ainda com redução mínima de 50%.até 1 MW: . 394 e 395 definem. No caso de sistemas isolados elas contam ainda com a possibilidade de uso dos recursos da CCC. o interessado deverá apresentar. em função da natureza do empreendimento e da faixa de potência conforme resumido a seguir: • ♦ SERVIÇO PÚBLICO Hidrelétrica . Os Estudos de Inventário em bacias hidrográficas com vocação hidrenergética para aproveitamentos de. além do relatório de reconhecimento do sítio onde se localiza o potencial. A Lei 9. de 1 MW até 30 MW.autorização. Art. restrições e/ou facilidades em termos de condições determinadas para concessão. no máximo. • Os empreendedores de aproveitamentos hidrelétricos deverão se articular junto aos órgão de recursos hídricos para regularizar sua situação quanto ao uso da água para geração hidrelétrica. ♦ AUTOPRODUTOR E PRODUTOR INDEPENDENTE Hidrelétrica .concessão por licitação. ainda. acima de 1 MW .até 1 MW: . Deverá ser apresentado à ANEEL relatório de reconhecimento da bacia ou sub-bacia. desde que existam condições específicas que indiquem potencial de aproveitamentos até aquele limite ou imponham a segmentação natural da bacia em sub-bacias cujos aproveitamentos estejam dentro do citado limite de 50 MW. para as tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e distribuição. • Para o registro de realização de estudos para o Projeto Básico de uma PCH.só registro. informação dos Estudos de Inventário Hidrelétrico realizados. 26. justificando a simplificação adotada para os Estudos de Inventário.

tem como objetivo principal facilitar a execução do Modelo de Simulação a Usinas Individualizadas (MSUI). [1] Para a utilização do modelo MSUI é recomendável a utilização de um computador com processador de 166 Mhz ou superior. [2] Para a instalação do software é necessário cerca de 30 Mb livres. tarefa trabalhosa e sujeita a inúmeros erros de digitação. No processo de instalação.Interface Gráfica e Gerenciamento da Base de Dados de PequenasCentrais Elétricas .sys será criado ou modificado. • Controles e bibliotecas do Visual Basic 5.ANEXO 5 . A INTERBASE foi construída de tal forma que o usuário não necessite consultar o manual de formatação dos arquivos de entrada do MSUI. Os aplicativos dividem-se basicamente no gerenciamento da base de dados.0[3]. Para usar efetivamente este produto. é necessário reiniciar o computador.INTERFACE GRÁFICA PARA O MODELO DE SIMULAÇÃO ENERGÉTICA INTRODUÇÃO A INTERBASE . • Windows 95 ou superior. [3] Os controles e bibliotecas do Visual Basic serão instalados automaticamente pelo programa de instalação. bem como disponibilizar um eficazgerenciador de dados de usinas hidrelétricas. inclusive o programa executável MSUI. • Terminologias adotadas no setor elétrico. Neste manual estão descritos os procedimentos necessários para a inicialização do sistema INTERBASE. • Mínimo 15 Mb disponíveis[2]. o usuário deve estar familiarizado com: • Computador pessoal do tipo PC. . O programa de instalação grava todos os arquivos necessários ao bom funcionamento do sistema. • Conhecimento básico dos objetivos da modelagem do MSUI. o arquivo config. REQUISITOS DE HARDWARE E SOFTWARE Para o perfeito funcionamento do sistema são necessários os seguintes requisitos: Requisitos de hardware: • Computador do tipo PC com processador Pentium (ou compatível) 100 Mhz ou superior[1]. sendo acrescentadas as seguintes declarações: files=90 buffers=50 Para que as declarações acima tenham efeito no sistema. Requisitos de software: • Sistema operacional Windows 95 ou superior. e na formatação dos arquivos de entrada do modelo MSUI. ensinando a manipular os seus registros. • 32 MB de memória RAM.

. mostrando sua janela principal. do menu Iniciar (fig.INICIANDO O SISTEMA INTERBASE Para iniciar o sistema. clique sobre o item Interbase. no grupo Interbase. 1 A partir desse momento o programa será executado. 1). como pode ser visto no item “MENU PRINCIPAL”. Fig.

1 .MENU PRINCIPAL Ao iniciar o sistema. no menu principal encontram-se as seguintes opções: Fig.

Nunca abra o arquivo com a base de dados diretamente pelo MS-Access. Quando tentar abrir um arquivo válido e receber uma mensagem do tipo “Arquivo corrompido”.0 e ser compatível com os dados requeridos pelo programa. Caso o arquivo não siga os padrões preestabelecidos o sistema apresentará uma mensagem de erro (ver fig. Fig. queda de energia elétrica. é preciso repará-lo para que volte a funcionar corretamente. Esta ação pode causar danos irreparáveis. será distribuído uma base de dados com alguns registros representativos para a execução de caso exemplo com o modelo MSUI. Esse item do menu estará desabilitado se houver alguma base de dados aberta. Mantenha sempre uma cópia de segurança atualizada de seus dados para evitar problemas futuros. 3 • Reparar Banco de Dados – Como algumas vezes o arquivo do banco de dados é danificado acidentalmente como. MSUI • . Sair – Finaliza a execução do programa. 2 • Abrir Banco de Dados – Abre o arquivo com o banco de dados. 2) Fig.Arquivo Todas as informações sobre as usinas gerenciadas pelo sistema são armazenadas em arquivos de banco de dados Access. por exemplo. O arquivo deve estar no formato do MS-Access 2. Nesse menu são dadas três opções para o usuário escolher (ver fig. execute este item do menu para tentar resolver o problema. 3). Juntamente com o sistema.

deve-se gerar os arquivos para a execução do modelo MSUI. Serão apresentados três tipos de relatórios gerados pelo modelo. Ao final da execução. bem como o gerenciamento da base de dados. será apresentada uma janela confirmando a criação dos arquivos de entrada do modelo MSUI (veja figura abaixo). de usinas e vazões. Executar Modelo – Executa o modelo MSUI. Depois que todos os dados necessários à simulação forem preenchidos corretamente. o arquivo correspondente será criado automaticamente. . Para maiores informações sobre o MSUI veja o apêndice. O programa de instalação grava o programa executável MSUI. 4 • • • Dados Gerais – Abre a janela com os dados gerais para edição e formatação de arquivo de entrada para o modelo MSUI (ver tópico: Parâmetros para o MSUI). Fig. 5 • • • • • • Dados Gerais – Gera o arquivo com os parâmetros da simulação. Acesse o menu MSUI.Neste menu o usuário encontra todas as facilidades para a execução do modelo. Dados das Usinas – Abre o formulário com os dados das usinas contendo as opções para o gerenciamento da base de dados (ver tópico: Dados das Usinas). Todos os Arquivos – Gera os arquivos com dados gerais. depois Formatar Arquivos e por fim uma das quatro opções apresentadas como na figura 8. Fig. Sempre que os parâmetros de simulação forem modificados. Resultados – Exibe os relatórios com os resultados da simulação. Dados das Usinas – Gera o arquivo com os dados das usinas. caso não ocorra erros durante a formatação. Vazões – Gera o arquivo com os dados das Séries de Vazões. Formatar Arquivos – Contém as opções necessárias para gerar os arquivos de entrada do modelo MSUI no formato adequado.

Reslus3. versão para PCH. Fig. Reslus4.sai. Reslus5. os arquivos de saída disponíveis para consulta dos resultados da simulação são os seguintes: • Energias. • Msui. complementado com o Manual de Metodologia do MSUI. O seu conteúdo é bastante semelhante a este manual. configuração a ser estudada. • • • 7 .sai. energias firmes e médias por usina e acumulada na cascata. bem como os resultados gerais da simulação. Sobre – Exibe uma janela com informações gerais sobre o programa (Fig. 7). Ajuda Neste menu estão disponíveis todas as informações necessárias para a utilização do sistema INTERBASE e do modelo MSUI.Após a execução do MSUI.sai – Os dados destes arquivos dependem das opções escolhidas no formulário Dados Gerais. Fig. • Reslus1.sai – possui os relatórios de entrada.sai. 6 • Índice da Ajuda – Exibe o conteúdo da ajuda do programa. ou seja: carga crítica (energia firme do sistema). Reslus2.sai. Contém informações sobre a utilização do sistema bem como a descrição dos campos utilizados na base de dados. Manual do MSUI – Exibe o manual do MSUI no MS-Word.sai – relatório específico possuindo as energias firme por usina da configuração. Manual do Sistema – Exibe este manual no MS-Word (Este manual foi desenvolvido para ser visualizado nas versões 97 ou superiores do MS-Word).

DADOS GERAIS PARÂMETROS PARA O MSUI Os dados são apresentados em duas telas distintas: informações gerais e parâmetros de simulação. é executado o formatador para gerar os novos parâmetros da simulação. 1 Fig. 2 A descrição dos campos está disponível no apêndice . Fig. Ver figuras 1 e 2. Sempre que os dados da simulação forem atualizados.

Fig. série de vazões. dados de simulação (ver fig. MENU PRINCIPAL Arquivo Neste menu o usuário encontra todas as facilidades para o gerenciamento da base de dados de usina hidrelétrica e impressão de relatórios. 1 A descrição dos campos está disponível no apêndice.DADOS DAS USINAS Nesta janela se encontram os meios para o gerenciamento das informações referentes às usinas. Os dados são apresentados em quatro telas distintas: dados gerais e físicos.2 . dados energéticos e evaporações. Fig. 1).

Escolhidas as opões desejadas. A impressão das séries de vazões é opcional. Será aberta uma janela com diversas opções de impressão (ver figura abaixo). se não desejar imprimir nenhum registro clique no botão Fechar. 3 • Configurar Impressora – especificações do usuário. • Imprimir – Gera um relatório sobre os registros da base de dados. O relatório pode ser enviado para a impressora. Serão impressos todos os seus dados. Fig. incluindo a série de vazões. CSV (texto separado por vírgula). todo o banco de dados ou os registros retornados pela pesquisa. clique no botão Imprimir. Código. • Relatório – Permite a escolha dos registros a serem impressos. RTF (Rich Text Format). caso haja uma ativa. utilize esse comando para se certificar que o dado sendo exibido é a versão mais atual. Estado e Rio.0). caso deseje configurar a impressora clique no botão Configurar Impressora. gerado apenas para visualização em tela ou salvo em um dos seguintes formatos de arquivo: XLS (MS-Excel 5. . TXT (texto separado por marcas de tabulação) e HTML (HiperText MarkedUp Language). A impressão do relatório pode ser realizada de duas maneiras. Configura a impressora de acordo com as • Ordenação – Muda a ordem com que os registros da base de dados são exibidos na tela. • Registro Atual – Imprime apenas os dados da usina exibida no momento. Essa é a maneira mais rápida e prática de obtenção de um relatório. DOC (MS-Word). Os possíveis campos de ordenação são: Nome. 3). A ordenação default é por Código. além do formato de visualização (ver fig. Se duas ou mais pessoas estiverem utilizando a mesma base de dados ao mesmo tempo.• Atualizar Base de Dados – Verifica se a base de dados sofreu alguma alteração durante a execução do programa. O usuário pode escolher por imprimir apenas o registro sendo visualizado.

acesse o item Salvar Alterações. em seguida. dando o novo código (ver item abaixo) e. do menu Registros. depois Inserir Registro e por fim o item Baseado no Atual. Feito isso. Caso deseje cancelar as modificações realizadas. crie um novo registro a partir deste. do menu Registros. 4 • Editar Registro – Edita o registro atualmente sendo exibido. Para confirmar a alteração. será inserido um registro totalmen necessário entrar com todos os dados referentes à nova usina. Com um registro que deseja replicar previamente selecionado. o item Novo. a nova usina será incluída na base de dados com os mesmos valores do registro atual. Há duas formas de adicionar um novo registro à base de dados. . Não é possível alterar o valor do código da usina. • Baseado no Atual –Os dados do registro inserido são copiados de um outro.• Sair – Fecha a janela dos Dados das Usinas retornando à janela principal. pois esta ação. Responda com cuidado. incluindo a série de vazões. já existente. Fig. não poderá ser desfeita. um novo código. acesse o item Cancelar Alterações. Várias ações não poderão ser realizadas durante a edição. Ao clicar no botão Criar Registro. Acesse o menu R por fim.4). Registros Neste menu o usuário encontra todas as facilidades para a manutenção dos registros na base de dados (Fig. Após iniciar a edição dos dados percorra as quatros diferentes telas de dados da USINA e efetue as modificações necessárias. caso isso seja necessário. Inserir Registro – Insere um novo registro na base de dados. Estes comandos não estarão disponíveis se os dados estiverem sendo editados • • • Novo – O registro inserido é totalmente novo. apagando o registro indesejado. uma vez realizada. Feito isso digite na janela que se abrirá (ver figura 5). Os dados de simulação não serão gravados. Em ambos os casos será exibido um pedido de confirmação. acesse o menu Registros.

não poderá ser desfeita. ou utilizando as opções demonstradas a seguir: • Copiando série de outro aproveitamento da base de dados – Selecione o aproveitamento na base de dados com a série pretendida. Responda com cuidado pois esta ação. não poderá ser desfeita. retorne para o registro onde deseja copiar a série. pois esta ação. execute o aplicativo onde a série está arquivada. Para a realização desse procedimento o usuário deve obedecer o formato apresentado no MS-Excel como na figura abaixo. para a base de dados do sistema Interbase. acione o botão “Copiar”. não poderá ser desfeita. Disponível somente se os dados estiverem sendo modificados. Edição da Série de Vazões A edição de cada campo da série de vazões pode ser realizada como descrito anteriormente no item Editar Registro. cujos valores já estejam gravadas em outro aplicativo. • • • . Responda com cuidado pois esta ação.Fig. uma vez realizada. depois Apagar Registro. Feito isso será exibido um pedido de confirmação. Responda com cuidado. Cancelar Alterações – Cancela as alterações realizadas na edição do registro ou cancela a sua inserção. Com um registro previamente selecionado. Disponível somente se os dados estiverem sendo modificados. 5 • Apagar Registro – Apaga o registro atualmente sendo exibido. Salvar Alterações – Salva as alterações decorrentes de edição ou inserção de um novo registro. retorne para o sistema Interbase na tela “Série de Vazões” e clique no botão “Colar”. Não disponível se os dados estiverem sendo editados. acione o botão “Copiar” do aplicativo. em seguida acione o botão “Colar”. uma vez realizada. Selecione o aproveitamento desejado. uma vez realizada. Copiando série de outro aplicativo – Este procedimento foi elaborado para facilitar a importação de séries de vazões. acesse o menu Registros.

entre com o novo período nos campos “Ano Inicial” e “Ano Final” e acione o botão “Alterar Período” para efetuar a modificação. • Excluir Série – Proceda como no item “Alterar Período da Série de Vazões” e em seguida acione o botão “Excluir Série”. Ir Para Fig.• Alterar Período da Série de Vazões – Para modificar o período da série de um aproveitamento. Feito isso. 6 . será apresentada uma janela como na figura a abaixo. selecione o registro no modo “Edição” na tela “Série de Vazões” e acione o botão “Período”.

pode-se. conforme a ordenação especificada no item Ordenação do menu Arquivo. Pode-se escolher visualizar o registro a ser localizado. Pode-se caminhar pela base de dados. Código de Jusante. 8 • Localizar – Abre uma janela. que permite a localização de registros específicos. indo do primeiro ao último registro. Registro Anterior – Exibe o registro anterior da base de dados. em que o valor digitado esteja no início ou em qualquer parte do campo. Fig. Rio. através da opção Registro Número. Fig. como visto na figura 9. Nome. Registro Número – Exibe o registro especificado (ver figura 7). • • • • • Primeiro Registro – Exibe o primeiro registro da base de dados. acessá-lo diretamente (ver figura 7). fazer uma procura parcial. Caso seja sabido o número do registro. . Para os campos Código. Estado e Estágio. pode-se também. Código de Jusante e Rio. Nome.O menu Ir Para contém cinco opções de navegação. Último Registro – Exibe o último registro da base de dados. 7 Pesquisa Neste menu encontram-se facilidades para localização de registro específicos na base de dados segundo critérios fornecidos pelo usuário. A procura poderá ser feita por um dos seguintes campos: Código. Próximo Registro – Exibe o próximo registro da base de dados. Os comandos deste menu não estarão disponíveis se os dados estiverem sendo editados.

desfazendo pesquisa anteriormente realizada. 10 • Desligar Pesquisa – Faz com que todos os registros da base de dados sejam exibidos novamente. Fig. 10) que permite fazer uma pesquisa sobre todos os campos dos registros. 9 • • Localizar Próximo – Localiza o próximo registro seguindo a localização anterior. Pesquisar – Abre uma janela (ver fig. o item Localizar Próximo do menu Pesquisa aparecerá habilitado e. poderá ser utilizado para repetir a procura anterior. Somente serão exibidos os registros que satisfaçam os critérios escolhidos. Fig. portanto.Realizada a procura. .

Sobre – Exibe uma janela com informações gerais sobre o programa (Fig. Contém informações sobre a utilização do sistema bem como a descrição dos campos utilizados na base de dados. 11 • Índice da Ajuda – Exibe o conteúdo da ajuda do programa. versão para PCH. complementado com o Manual de Metodologia do MSUI. 12 1[1] Este manual foi desenvolvido para ser visualizado nas versões 97 ou superiores do MS-Word. Manual do MSUI – Exibe o manual do MSUI no MS-Word. 1[1] Este manual foi desenvolvido para ser visualizado nas versões 97 ou superiores do MS-Word. . • • • Fig. O seu conteúdo é bastante semelhante a este manual. 12). Manual do Sistema – Exibe este manual no MS-Word1[1].Ajuda Fig.

Máximo de 5 relatórios. em cada sub-bacia hidrográfica.APÊNDICE . Data de convergência da carga crítica. de Código da usina situada imediatamente a jusante. Período correspondente do sistema.usina que apresenta como estudo aprovado mais recente o estudo de inventário hidrelétrico da bacia hidrográfica na qual está situado. Parâmetros de Simulação Campo Usinas a serem Simuladas Relatórios a serem Gerados Descrição Máximo de 50 usinas.DESCRIÇÃO DOS DADOS UTILIZADOS Informações Gerais Campo Título Sub-Sistema Ano Inicial da Simulação Data de Convergência da carga crítica Período Crítico do Sistema Descrição Título que será impresso nos relatórios do MSUI. correspondente à localização do eixo da barragem da usina Estado (ou fronteira entre Estados) onde está localizado o eixo da USINA. Latitude em graus. minutos e segundos. • • Viabilidade (VI) . Nome oficial da usina. Ano inicial da simulação. minutos e segundos. com ordenação crescente no sentido montante-jusante. correspondente à localização do eixo da barragem da usina. Os dois primeiros dígitos são obrigatoriamente de identificação da sub-bacia. Nome do rio onde se localiza a usina. Nível de desenvolvimento da usina: • • Inventário (IN). Sub-sistema a ser simulado. Dados da Usina Campo Código Nome Código Jusante Rio Latitude Longitude UF Estágio Descrição Número associado a cada usina. Longitude em graus. de acordo com a classificação da ANEEL.usina que apresenta como estudo .

• • • • aprovado mais recente o estudo de viabilidade técnicoeconômico. Expresso em hm³. Volume no Nível d'Água Máximo Normal Volume no Nível d'Água Mínimo Normal Volume na Soleira do Vertedor Área no Nível d'Água Máximo Normal Área no Nível d'Água Mínimo Normal . Expressa em metros. Cota de projeto da soleira do vertedor. • Construção (CO) . Desativado (DE). Área de contribuição da bacia hidrográfica no local da usina. É o volume que não pode ser vertido em qualquer situação.usina que teve suas obras iniciadas e ainda não opera a primeira unidade geradora.1 da vazão média no período crítico ou o NA máximo normal do reservatório imediatamente a jusante. Volume do reservatório no nível d'água mínimo.usina que apresenta como estudo aprovado mais recente o projeto básico. Perdas de carga hidráulica verificadas nos circuitos de adução. definido no projeto. • Projeto Básico (PB) . se este nível for mais elevado. Corresponde ao nível d'água máximo do reservatório definido no projeto. para uma vazão igual a 1. referência principal para os documentos de licitação das obras. Características Físicas Campo Queda Bruta Máxima Perdas Hidráulicas Área de Drenagem Nível d'Água Máximo Normal Nível d'Água Mínimo Normal Cota da Soleira do Vertedor NA Normal de Jusante Descrição Diferença entre os níveis d'água máximo normal e normal de jusante. Expressa em metros. Expresso em hm³. Expresso em metros. Área do espelho d'água do reservatório referente ao nível d'água máximo normal. Expressa em km². Área do espelho d'água do reservatório referente ao nível d'água mínimo normal.usina em que todas as unidades • geradoras foram desativadas. Corresponde ao nível d'água natural no canal de fuga.usina que dispõe de pelo menos 1 unidade geradora em operação. desde a tomada d'água até a entrada da turbina. Volume do reservatório no nível d'água máximo normal. Expressa em metros. Volume do reservatório correspondente ao nível d'água na cota da soleira do vertedor. Expressa em km². Corresponde ao nível d'água mínimo do reservatório. • Operação (OP) . independente do valor da potência instalada e da finalidade da geração (serviço público ou autoprodução). Expresso em hm³. Expresso em metros. Expressa em km².

Rendimento médio do conjunto turbina-gerador. Coeficientes do polinômio Volume x Cota . Expresso em porcentagem. obtidos a partir dos pontos Cota x Área do reservatório. Francis.5 valores (A0. Obtido pelo somatório do número de unidades. Polinômios Campo Coeficientes do Polinômio Cota x Área Coeficientes do Polinômio Volume x Cota Coeficientes do Polinômio Vazão x NA de Jusante Descrição Coeficientes do polinômio Cota x Área . A3 e A4). Evaporações Campo Evaporação média Descrição 13 valores representando a evaporação média mensal e anual. A2. Tipo de turbina da usina.5 valores (A0. A2. que pode ser: Kaplan. com engolimento máximo da turbina. Número total de unidades geradoras da usina. A1.5 valores (A0.Características Energéticas Campo Potência Queda Referência Rendimento Descrição Soma das potências das unidades geradoras da usina. Dados de Turbinas Campo Número de Unidades de Base Número Total de Unidades Tipo de Turbina Descrição Número de unidades geradoras necessárias para garantir a energia firme da usina. obtidos a partir dos pontos Volume x Cota do reservatório. de Queda líquida sob a qual é atingida a potência efetiva do gerador. A3 e A4). A3 e A4). Expressa em MW. obtidos a partir dos pontos de Vazão X Cota do Canal de Fuga. Pelton. Coeficientes do polinômio Vazão x Nível de Jusante . A1. A2. . A1. Expressa em metros.

operativas etc. nordeste. de Vazão .Série de Vazões Campo Série de Vazões para Utilização nos Modelos Descrição É a série de vazões afluentes ao local da usina em condições naturais. Vazão mínima que deve ser garantida a jusante da usina. Expressa em m³/s. Os valores possíveis são: sul. ambientais. Código do Posto Código do posto de vazão utilizado pelo modelo MSUI. sudeste. Média das vazões que compõem a série de Série de Vazões para Utilização nos Modelos. por restrições de navegação. Expressa em m³/s. Expressa em m³/s. Sistema ao qual pertence a usina. norte. Vazão Mínima Defluente Vazão Média de Longo Termo (MLT) Dados de Simulação Campo Código Nome Sistema Descrição Código da usina utilizado pelo modelo MSUI. Nome da usina utilizado pelo modelo MSUI.

pois o operador desse sistema não necessita de nenhuma regra de operação: deve apenas atender ao requisito da carga. avaliação dos balanços de empresas decorrentes da operação integrada do sistema. O Modelo de Simulação a Usinas Individualizadas (MSUI) é desse tipo. limitado à capacidade das máquinas ou à carga. . porém. os modelos de simulação tornam-se uma importante e imprescindível ferramenta para o planejamento da expansão e operação de tais sistemas. OBJETIVOS O modelo foi projetado para simular a operação de um sistema constituído de usinas hidráulicas sob diversas condições de carga e hidraulicidade. o operador tentará turbinar toda água nelas disponível. mantendo o excesso ou complementando o requisito com a usina de reservatório. avaliação do comportamento de um sistema em expansão face a projeções de mercado e séries hidrológicas dadas. o que pode ser expresso por duas diretrizes: minimizar os gastos com combustível. simula a operação detalhada do sistema hidrelétrico operando cada reservatório e cada usina segundo suas características particulares.MSUI : MODELO DE SIMULAÇÃO A USINAS INDIVIDUALIZADAS Face à complexidade de cálculo de soluções ótimas para operação de sistema de geração de energia elétrica. cada uma com resultados um pouco diferentes. Existindo usinas a fio d'água. avaliação do comportamento de uma usina individualizada através de seus parâmetros característicos. evitando qualquer desperdício e distribuindo a reserva de água de forma a otimizar a produção de energia e a utilização dessa reserva. isto é. O objetivo da operação de um sistema constituído de usinas hidroelétricas é atender ao mercado ao menor custo possível. Estes modelos tentam representar com o máximo rigor as características das usinas hidráulicas. existe um sistema de reservatórios e de usinas em cascata e em paralelo. retratando o comportamento do sistema no caso de ocorrência de uma repetição das vazões naturais registradas no passado. a situação muda por completo. o reservatório se esvaziará. uma vez que este é o componente básico do custo variável de operação. maximizar a eficiência das usinas hidroelétricas. se a energia natural for menor que a carga. A operação de um hipotético sistema isolado com apenas um reservatório é simples. subordinadas a um conjunto de parâmetros definidores de prioridades. se for maior. Quando. pois existem infinitas maneiras de armazenar ou de desestocar a água dos reservatórios. o estoque aumentará até o volume máximo. Assim. Seus principais objetivos englobam: convergência da carga máxima garantida de uma determinada configuração de usinas e cálculo do respectivo período crítico.

dados das turbinas e geradores. fator de carga máximo para operação continua.REPRESENTAÇÃO DO SISTEMA PERFIL DE UMA USINA HIDRELÉTRICA Fig. curva de área do reservatório em função da cota. valorizando deste modo. as afluências futuras e aumentando a expectativa de geração hidráulica. dados de evaporação. OPERAÇÃO DO SISTEMA A operação do sistema é simulada mês a mês tendo por objetivo atender aos requisitos mensais e condicionada pelas vazões naturais dos postos correspondentes às usinas hidráulicas. O programa tenta atender à carga mensal. Tenta ainda. perda hidráulicas média nas tubulações. redistribuir a reserva hidráulicas disponível de modo a recuperar o nível dos reservatórios de alta prioridade de enchimento. minimizando o vertimento e procurando manter o volume dos reservatórios entre as curvas de controle superiores e inferiores. nível de montante e área no caso de usinas a fio d'água. rendimento médio do conjunto turbina e gerador. . as usinas hidrelétricas são representadas pelos seguintes dados de entrada: curva de cota do reservatório em função do volume. 1 No MSUI. curva do nível de jusante em função da vazão defluente.

configuração a ser estudada.A operação dos reservatórios é controlada pelas seguintes variáveis: prioridade de enchimento e esvaziamento. do Menu Principal da INTERBASE. vazões mínimas defluentes. • RELUSn.SAI ( n=1. energias firmes e médias por usina e acumulada na cascata.SAI – possui os relatórios de entrada. os arquivos de saída disponíveis para consulta dos resultados da simulação são os seguintes: • • • • MSUI. coeficientes informados para manter esvaziamento proporcional abaixo das curvas de controle inferiores durante períodos muito secos. Versão PCH.2. . capacidades máximas de turbinamento das usinas. ou seja: carga crítica(energia firme do sistema). UTILIZAÇÃO A versão disponibilizada para os estudos energéticos de Pequenas Centrais Hidrelétricas possui alguns parâmetros pré-definidos: • • • • Limite máximo de unidades hidrelétricas – 50 usinas. O esvaziamento‚ feito pela ordem de prioridade até as curvas de controle superiores e depois‚ até as inferiores (ou faixas por faixas). Convergência da energia firme com período crítico calculado pelo programa.3. pode ser consultado na opção Ajuda/Manual. • ENERGIAS. RESULTADOS Após a execução do MSUI.4.SAI – relatório específico possuindo as energias firmes por usina.5) – relatório detalhado da operação de cada usina. O Manual de Metodologia do MSUI. bem como os resultados gerais da simulação. curvas de controle superiores e inferiores dos reservatórios (ou através de faixas paralelas). O enchimento‚ feito pela ordem de prioridade de enchimento até as curvas de controle inferiores e depois até as superiores (ou faixa por faixa). cujo pedido foi efetuado no gerenciador.

m . m .. NOME: ………………………. ……… 3.. mm VAZÃO MÍN.………………… ETAPA: .. DE MONTANTE MÍN..A.. ha ESC. km2 VAZÃO GARANTIDA (95%):…………………… m3/s ÁREA DE DRENAGEM DO BARRAM.. m3/s VAZÃO MLT (PER...: ……….. OUT ……… NOV …….. DEZ ……. NORMAL : NO N. 1.. …….. LOCALIZAÇÃO RIO: SUB-BACIA: BACIA: LAT. m NO N.: …………… COD... NORMAL : MÁX.....A..... MÍN.….. m3 TIPO : ……….... km2 RIO: ……………………… AD: ………………... dias ………... : ………… dias ……. RESERVATÓRIO N..…... ha TEMPO DE FORMAÇÃO DO RESERV..:………………………………m3/s VAZÕES MÉDIAS MENSAIS (m3/ s) – PERÍODO : JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL …….A. DE JUSANTE MÍNIMO : MÁX. VERT.A. AGO …….……… m VIDA ÚTIL DO RESERVATÓRIO : ……….FICHA TÉCNICA PEQUENA CENTRAL HIDRELÉTRICA :.: …………… COD...ANEXO 6 ... (TR:10. DADOS HIDROMETEOROLÓGICOS POSTOS FLUVIOMÉTRICOS DE REFERÊNCIA COD.. ……. km2 PREC.: ……… 106 m3 Fio d’água ……… 106 m3 OUTRAS INFORMAÇÕES . MÁXIMORUM : NO N.A. m ABAIXO DA SOLEIRA DO VERT..:……….…………… km2 RIO: ……………………… AD:………………. EXCEPCIONAL : ÁREAS INUNDADAS NO N.... …… …… ……. MÉDIA MENSAL: ……………….... SET ……. SET ……..………………………………………………………………………… EMPRESA:…………………………………………………………………………………………..PERÍODO : JAN FEV MAR ABR ……… MAI ……… JUN ……. m ………….. EM ROCHA A CÉU ABERTO :…………… m3 CONCRETO CONVENCIONAL: …………. MAXIMORUM : N.. …….: …………… NOME: ………………………. NORMAL : MÁX..... NORMAL : MÁX.. NORMAL : 4.……….. FORÇA: 2.. VAZÃO PROJ. m3/s …….... DIAS DE CHUVA (MÉDIA MENSAL) ..... JUL ……......……… m VAZÃO REGULARIZADA Fio d’água PROFUNDIDADE MÉDIA : …………. ……. DESVIO VOLUMES ………. DEZ ……..:’ DIST.DA FOZ: MUNICÍPIO NA ÁREA DA BAR. ……………..: LONG.A. MÉDIA ANUAL (…………):……………. ha TEMPO DE RESIDÊNCIA : ………. DATA:………….. m3/s GALERIAS NÚMERO DE UNIDADES : SEÇÃO : COMPRIMENTO : …………….. m3 ENSECADEIRA : ……. RIO: ……………………… AD:…..000ANOS) :….. OUT ……… NOV ……. AGO ……... m ……….. anos . m PROFUNDIDADE MÁXIMA : …………. Km MUNICÍPIO NA ÁREA DA C.....……….. m3/s VAZÃO PROJ DESVIO (TR: 10 ANOS) :…... m ÚTIL : ………... VAZÃO DE DESVIO (TR: 10 ANOS) :. MÁXIMO NORMAL : ……….. NOME: ………………………....

EM ROCHA SUBTERRÂNEA : …………..... m ESCAVAÇÃO EM ROCHA : COTA DA CRISTA : ..... m3 CONCRETO : ……….. % .. MVA RENDIMENTO MÁXIMO : ……… rpm FATOR DE POTÊNCIA : ……. m ESC. CASA DE FORÇA TIPO : Nº DE UNIDADES GERADORAS : LARG. .….. m3 CONCRETO : …….. m ESCAVAÇÃO COMUM : ……..... EM ROCHA SUBTERRÂNEA : ......... m /s ESTRUTURA DE DISSIP. m3 ALTURA MÁXIMA : …...m CONCRETO (CONVENCIONAL /CCR): …......5.. EM ROCHA A CÉU ABERTO :……………....... m NÚMERO DE UNIDADES : …………………… COMPRIMENTO MÉDIO : ………………….) :….. CONCRETO (CONVENCIONAL/CCR) : ……. DA ÁREA DE MONTAGEM : COMPRIMENTO TOTAL : 9.. m3/s ………….... m3 …….. DE ENERGIA : …….. EM ROCHA A CÉU ABERTO : …………… m3 ESC... VERTEDOURO TIPO : CAPACIDADE : COTA DA SOLEIRA : COMPRIMENTO TOTAL : 7. TURBINAS TIPO : POTÊNCIA UNIT.....….. m2 .…… ……… MW …….. EM ROCHA SUBTERRÂNEA :…………… m3 CONCRETO: .... NOMINAL : ROTAÇÃO SÍNCRONA : TENSÃO NOMINAL : …….. BARRAGEM TIPO DE ESTRUTURA: .. m3 8. …………… m …………… m ………….………… m3 CONCRETO : …………… m TOMADA D’ÁGUA TIPO: ………………………… COMPRIMENTO TOTAL : ………………………… m NÚMERO DE VÃOS : ………………………… ESCAVAÇÃO COMUM : ……………………... m ……………....…… m DIÂMETRO(EM CONCRETO) :…………………. 3 …………………….. SISTEMA ADUTOR TÚNEL DE ADUÇÃO COMPRIMENTO : ……………...... m3 CONDUTO OU TÚNEL FORÇADO DIÂMETRO (EM AÇO) : ……………. ……………. m ESC... kV ………………% ………….. m ESCAVAÇÃO COMUM : …………… m3 ESC... m DIÂMETRO(EM ROCHA) : .…………………..... …………………… m …………………… m . DO BLOCO : LARG. NOMINAL : ROTAÇÃO SÍNCRONA : QUEDA DE PROJETO : 10.... TOTAL DA CRISTA (COM VERTED...... m3 ESC.. GERADORES POTÊNCIA UNIT.. m DIÂMETRO (arco retângulo): …………. ……………...……… m3 COMPORTAS TIPO : ACIONAMENTO : LARGURA : ALTURA : …………….......... rpm ………m VAZÃO UNITÁRIA NOMINAL : RENDIMENTO MÁXIMO : ………….….… m 6. ……………..………….. m3 COMP.

(…. m CUSTO ÍNDICE: …. MW C...E.. OBSERVAÇÕES . EM ROCHA SUBTERRÂNEA : ………..………….. m CONCRETO CONVENCIONAL : …………… m2 2 ESCAV. m ENERGIA FIRME : …. ………. anos): …………. ……….... m2 16.. CUSTO TOTAL S/ JDC : ……….G. CUSTOS ( x 103 US$) MEIO AMBIENTE : OBRAS CIVIS : EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS : OUTROS CUSTOS : CUSTO DIRETO TOTAL : CUSTOS INDIRETOS : 13... JUROS DURANTE A CONSTRUÇÃO : ……… CUSTO TOTAL C/ JDC : ……… CUSTO OPERAÇÃO & MANUTENÇÃO :…….. ………. m CONCRETO COMPACTADO A ROLO : ………... ………. ESTUDOS ENERGÉTICOS QUEDA BRUTA MÁXIMA : QUEDA NOMINAL : POTÊNCIA DA USINA : 14.. km EXTENSÃO:……………….. EM ROCHA CÉU ABERTO : ……….. m2 ENSECADEIRAS : …………….11. GERAÇÃO COMERCIAL 1ª UNID. .. CRONOGRAMA ..... RELOCAÇÃO DE PONTES : QUANTIDADE :..: PRAZO TOTAL DE EXECUÇÃO: ……… meses ……… meses QUANTIDADE DE NÚCLEOS URBANOS ATINGIDOS: INTERFERÊNCIA COM ÁREAS LEGALMENTE PROTEGIDAS : INTERFERÊNCIA COM ÁREAS INDÍGENAS : RELOCAÇÃO DE ESTRADAS: DENOMINAÇÃO :.. PRINCIPAIS IMPACTOS AMBIENTAIS : EXTENSÃO: ……………………..GWh/ano ………… US$/kW ……….% aa. IMPACTOS SÓCIO-AMBIENTAIS PROPRIEDADES ATINGIDAS : RURAL: RESIDÊNCIAS ATINGIDAS : RURAL : …..…… km 15.) :…… meses 12. /ano DATA DE REFERÊNCIA (MÊS/ANO) : ………/…. m2 2 ESCAV..……….PRINCIPAIS FASES INÍCIO DAS OBRAS ATÉ O DESVIO : …… meses DESVIO ATÉ O FECHAMENTO : …… meses FECHAM... US$/MWh ……….. …. TAXA DE CÂMBIO (R$/US$) : …………... VOLUMES TOTAIS ESCAVAÇÃO COMUM : ………... ATÉ GERAÇÃO ( 1ª UNID.

Hydraulic Structures. Estabilidade de Taludes. Mir Publishers. P. McGraw Hill. Design of Small Dams. Diretrizes para Elaboração de Projeto Básico de Usinas Hidrelétricas. São Paulo. CESP – Companhia Energética de São Paulo. 13.ENGEVIX. 1978. 1982. 1990. 1962. Critérios de Projeto.P E JUSTIN J. 1951. GULLIVER JOHN S.Centrais Elétricas Brasileiras S. United States Department of Interior. Diretrizes para Execução de Sondagens. -----. Moscow. New York. Critérios de Projeto. São Paulo. 1996. BERTRAM G. • GEOLOGIA E GEOTECNIA ABGE – Associação Brasileira de Geologia de Engenharia. Bureau of Reclamation – USBR. CEMIG – Companhia Energética de Minas Gerais. ELETROBRÁS . Inc. Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos. V. São Paulo. Universidade de São Paulo. Slope Protection for Earth Dams. 1972. G. 26.A.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • GERAL ARNDT ROGER E. DEERE D. New Delhi. Rio de Janeiro. . Geologia de Engenharia. 4o Congresso Internacional de Grandes Barragens – Q. -----. 1997.. T. Manual de Inventário de Usinas Hidrelétricas. SCHREIBER. D. Sétima Conferência Panamericana de Mecânica dos Solos. 1997. Inc. M. R. 100 Barragens Brasileiras.ANEXO 7 . Rio de Janeiro. CREAGER W. E. Hydropower Engineering Handbook. -----. Denver... Usinas Hidrelétricas . John Wiley & Sons. 1999. São Paulo. 1983. -----. 1998.. A. 1963. Unique Geotechnical Problems at Some Hydroelectrics Projects. CRUZ P. Hydroelectric Handbook. GRISHIN M./ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica. Rio de Janeiro.

F. A. John Wiley & Sons.HOEK E. et al. V. New York. K. 1963. W. 2a edição. Inc. M. Earth and Earth-Rock Dams. John Wiley & Sons. Inc. 1977. TEIXEIRA A. GIZIENSKI S. Universidade de São Paulo. R. Denver. Water Power & Dam Construction. Journal of Hydrology.Third Print. 1978. C. -----. The Netherlands. New York. São Paulo. B. CHOW. Normas e Recomendações Hidrológicas . Universidade de São Paulo. II e III... 1962. BALKENA A. São Paulo. Hidrossedimentologia Prática. WOODWARD R. 1980. Contribuições ao Projeto de Proteções de Talude de Barragens de Terra com Solo Cimento. F. 1969. E CLEVENGER W. Suport of Underground Escavations in Hard Rock. 1988. TAYLOR. J. M. McGraw Hill do Brasil. (37):205222.. H. D. Dissertação de Mestrado. New York. . TERZAGHI K. Soil Mechanics. Engineering and Design Manual – EM 1110-2-1902. Handbook of Applied Hydrology. John Wiley & Sons. VARGAS. • HIDROLOGIA CARVALHO N. Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica . 42. WHITMAN R. Amsterdam. K. T. Slope Protection on Earth and Rockfill Dams. W.. United States Department of Interior. V. O. 1959.. CUNNANE. United States Corps of Engineers. F. -----. Bureau of Reclamation – USBR. Elsevier. New York. 1970. 1994.. A. Applied Hydrology. C.. Fundamentals of Soil Mechanics. Earth Manual.. 1973. 13. São Paulo. Soil Testing for Engineers. 1967. 11o Congresso Internacional de Grandes Barragens – Q. Publishers. Inc. Unbiased Plotting Positions – A Review. Soil Mechanics in Engineering Practice. New York.. 1971. Mecânica dos Solos. TAYLOR. 1974. V. PECK R. 1970. Illinois. Co. 1987. Singapore. E. Madrid. -----. Introdução à Mecânica dos Solos. L. April. Stability or Earth and Rockfill Dams. Inc. Rotterdam. BASWDEN W. The Stability of Gabion Weirs. McGraw Hill Book. John Wiley & Sons. Netherlands . 1998 LAMBE T. STEPHENSON D. McGraw Hill Series in Water Resources and Enviromental Engineering. KAISER P. SHERARD J.Anexos I. 1951. Fundações e Obras de Terra. April. MELLO V.DNAEE. B. TOLEDO P.

ICOLD – International Commission on Large Dams. 1948. JACCON G. ELETROBRÁS. In: Hidrologia Ciência e Aplicação. Edgard Blucher Ltda. G. Curva-Chave: Análise e Traçado. 1979.. RIBEIRO A. 1989. S. MME . Paris. BALLOFET A. New York. T. KOHLER E PAULHUS. Statistical Methods in Hydrology. LENCASTRE A.Diagnóstico das Condições Sedimentológicas dos Principais Rios Brasileiros. Hydraulic Design Criteria. Buenos Aires. Lisboa. Lições de Hidrologia. 1989. J. Vol. 1961. Coleção ABRH de Recursos Hídricos.-----. L. C. Hidrologia de Superfície. McGraw Hill Book. Metodologia para Regionalização de Vazões. Ames. p. SILVEIRA. 1985. Iowa. USA. 1985. TORRICO J. USA. Handbook or Applied Hydraulics. -----.. Hydology for Engineers.1984. KITE. Vicksburg. W. PINTO N. The Iowa State University Press. LANNA A. River Control During Dam Construction. • HIDRÁULICA ÁVILA G. HAAN. 1959.. PFAFSTETTER O.1975. Universidade Nova de Lisboa.. São Paulo. E MEOLI G. R. A. New York. 4. Porto Alegre. 943. Bulletin 48. IPHUFRGS. EDUSP. McGraw Hill. 1952.Ministério das Minas e Energia. M. E. Brasília. L. Frequency and Risk Analysis in Hydrology. 1962. T. Universidade do Porto. Transcon. 1973. TATIT H. E. Porto. FRANCO F. 1983. Análise de Consistência de Dados Fluviométricos. Water Resources Publications. 1977. México. 1987. Análise e Traçado. Brasília. A. E MARTINS A. . -----. LINSLEY. L. C. Co. Hidráulica. S. Hidrologia – Águas Superfíciais. Elementos de Estatística e Probabilidade. L. Fort Collins. 1982. Rio de Janeiro. CORPS OF ENGINEERS – Waterways Experiment Station... 1993. DCRH – Sistemática para Análise de Consistência de Dados Fluviométricos. Co. Colorado. Hidráulica General. K. TUCCI. Tucci. GOTELLI L. DAVIS. Chuvas Intensas no Brasil. Organizado por Carlos E. 1977. A.Agosto. . M. Curva-Chave. CUDDO. Práticas Hidrológicas. M.

ALBUQUERQUE J. Open Channel Hydrtaulics. A.. 1985. -----. Bureau of Reclamation – USBR. Niterói. 1998. Oficina de Textos. Denver. VEN T. C. 1981.Seleção de Comportas Hidráulicas para Pequenas Centrais Hidrelétricas. Inc. Manual de Hidráulica Geral. John Wiley & Sons. 1970.LENCASTRE. May. PEREIRA M.. Hidráulica e Máquinas Hidráulicas. e COCHRAN A. 19….Centrais Elétricas Brasileiras S. The Use of Roller Compacted Concrete. Freeboard Allowances for Waves in Inland Reservoirs. 1990. Introdução ao Planejamento da Expansão e Operação de Sistemas de Produção de Energia Elétrica. 1959. Mir Publishers. Journal of Hydraulic Engineering . 1961. ABNT NBR 12289 . Vol. SAVILLE T. PASHKOV N. • ENGENHARIA ESTRUTURAL ANDRIOLO. 1971. M.. DOLQACHEV F. Bureau of Reclamation – USBR. United States Department of Interior. A. WRIGHT D./ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica..ASCE. NETO T. 1962. Bureau of Reclamation – USBR. R. NBR 10684 – Símbolos Dimensionais e Parâmetros Característicos de Turbinas . No 2. 88. E. • ENGENHARIA MECÂNICA ABNT NBR 9969 – Turbinas Hidráulicas para Pequenas Centrais Hidrelétricas – Classificação. L. -----. V. McGraw Hill Book. McCLENDON E. ROUSE. Lisboa. A. Rio de Janeiro. United States Department of Interior. R. The Hydraulic Design of Unlined and Lined-Invert Rock Tunnel. Co. São Paulo. FORTUNATO L. Eletrobrás. Denver. • HIDRENERGIA ELETROBRÁS . Hydraulic Design of Stilling Basin and Energy Dissipators.Determinação de Parâmetros Básicos de Turbinas Hidráulicas para Pequenas Centrais Hidrelétricas. United States Department of Interior. Moscow. Universidade Federal Fluminense – EDUFF – Editora Universitária.. NBR 10280 . F. Design Criteria for Concrete Arch and Gravity Dams. F. CIRIA Report 29. H. C. 1997.. Engineering Hydraulics.A. A. New York. Engineering Monograph no 19. M. Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos. A. 1950. Freeboard Criteria and Guidelines for Computing Freeboard Allowances for Storage Dams. N.. W. Denver. New York.

NBR 12591 . NBR 5389 . A. São Paulo. Designing Gates for Small Hydro Schemes. -----.Máquina Síncrona – Ensaios. .1985.Hidráulicas – Simbologia. NBR 5356 .Transformador de Potência – Especificação.Instalações Elétricas de Baixa Tensão. -----. NBR 5110 .11. Water Power and Dam Construction. Water Power and Dam Construction. Editora Edgard Blücher Ltda.6 a 15 kV ) (em elaboração). -----. -----.Dimensões Principais de Turbinas para Pequenas Centrais Hidrelétricas. H. -----. -----. -----. Dimensionamento de Componentes. NBR 5052 . July 1980.L.Transformador De Potência – Método de Ensaio.Execução de Instalações Elétricas de Alta Tensão ( de 0. Estimating Powerhouse Crane Capacity. Mayo. Apr. Tube Turbine Keeps Costs Down. • ENGENHARIA ELÉTRICA ABNT. -----. Water Power and Dam Construction Vol. NBR 5117 . Abr 1995. -----. Gordon J. Centrais Hidrelétricas. NBR 12271 – Seleção de Grade para Pequenas Centrais Hidrelétricas. NBR 5410 . NBR 5380 . A utilização das Turbinas Kaplan Tipo “S” em Aproveitamentos de Baixa Queda. Nov. et alii.30 No.W. IEC 1116 – Electromechanical Equipment Guide for Small Hydroelectric Installations.1978.Máquinas Elétricas Girantes – Classificação dos Métodos de Resfriamento. 1a Jornada Técnica MEP. Nasseh. NBR 5414 . Souza Z. -----. NBR 5416 .Pára-Raios de Resistor não Linear a Carboneto de Silício para Circuitos de Potência de Corrente Alternada. -----. NBR 11212 – Recomendações para Elaboração de Especificações Técnicas de Pequenas Turbinas Hidráulicas para Pequenas Centrais Hidrelétricas.Máquinas Síncronas – Especificação. NBR 5287 . Leyland B.Técnicas de Ensaios de Alta Tensão. 1992. O. -----.Aplicação de Cargas em Transformadores de Potência.

Sistemas de Pintura para Equipamentos e Instalações de Usinas Hidroelétricas e Termoelétricas.Transformadores de Potência Secos. -----.Conjuntos de Manobra e Controle de Baixa Tensão Montados em Fábrica – CMF.Guia de Aplicação de Relés para a Proteção de Transformadores. NBR 6808 . C37. -----. IEEE .-----. ANSI/IEEE Std 80-1986 IEEE .Símbolos Gráficos de Equipamentos de Manobra e Controle e de Dispositivos de Proteção. -----.Disjuntores de Alta Tensão – Especificação. NBR 12523 . -----. NBR 6855 . -----. -----. NBR 6146 . NBR 7098 . NBR 6856 .Recomended Practice for Sizing Large Lead Storage Batteries for Generating Stations and Substations.Secionador. -----. -----. Std 485-1983.Secionadores – Características Técnicas e Dimensionais. -----. Chaves de Terra e Aterramento Rápido. Specification and Analysis of Systems . -----. IEEE . -----.Guide for Generating Station Grounding. -----.Invólucros de Equipamentos Elétricos – Proteção.Guide for Safety in AC Substation Grounding. NBR 6251 . NBR 7118 . -----.Coordenação de Isolamento – Procedimento.Guia de Aplicação de Coordenação de Isolamento.Transformador de Potencial Indutivo. NBR 8186 . NBR 11389 . NBR 6939 .Desempenho dos Contatos dos Relés Elétricos. -----. STd 665-1987 IEEE . -----.Transformador de Corrente.1-1987. NBR 7565 . NBR 10295 . NBR 8755 . NBR 6935 .Sistemas de Revestimentos Protetores para Painéis Elétricos.Standard Definition. NBR 7571 .Máquinas Elétricas Girantes – Limites de Ruído. NBR 8926 . -----. ANSI. NBR 6979 . -----. -----. NBR 8153 .Construção dos Cabos de Potência com Isolação Sólida Extrudada para Tensões de 1 a 35 kV.Guia de Aplicação de Transformadores de Potência. -----. -----. -----.Conjuntos de Manobra e Controle de Alta Tensão em Invólucro Metálico – Especificação.

. Santa Maria. Santa Maria. Santa Maria. Itajubá. e outros. 1983. Relés Numéricos: Aplicações em Sistemas de Distribuição e Industriais.A. Data Aquisition and Automatic Control. 1978. Schneider Electric Brasil S. -----. Revista Siemens Junho 1989. S. Instalações Elétricas. BOSSI A. Schneider Electric Brasil S. 1977. BASILESCO J. C37. e outro. 121. Sistemas de Excitação Siemens: Confiabilidade e Versatilidade no Controle da Tensão de Geradores Síncronos. ELGERD O. CLARK H. Análise de Circuitos de Sistemas de Potência. Eletricidade Moderna. Introdução à Proteção dos Sistemas Elétricos. R.101-1985. 1983. Agosto 1992.Guide for AC Generator Protection.Used for Supervisory Control. São Paulo. O Empreiteiro. D’AJUZ A. Universidade Federal Fluminense. Revista Eletricidade Moderna. Editora McGraw Hill do Brasil. 1983. Baterias para Centrais e Subestações. Livros Técnicos e Científicos.EFEI. Edições UFSM. Escola Federal de Engenharia Industrial . 1987. Std C37. K. Subestação Digitalizada: Uma Experiência de Projeto no Brasil. Proteção de Sistemas Elétricos de Potência.102-1987. São Paulo. Unidades Digitais Multifunção Tipo Sepam 2000. Edições UFSM. CAMINHA A. São Paulo. Edições UFSM. E. Sistema de Supervisão Controle e Proteção de Subestações e Instalações Industriais. Transitórios Elétricos e Coordenação de Isolamento – Aplicação em Sistemas de Potência de Alta Tensão. E. Report on Methods for Earthing of Generator Step-up Transformer and Generator Winding Neutrals as Practiced Throughout the World..O. BUFARAH H. e outro. Revista Electra No. IEEE . Operação Econômica e Planejamento. CARPI Jr.. . Rio de Janeiro. BARTHOLD L. P.. e outros. D. Niterói. Hemus Editora. Rio de Janeiro. Furnas. e outros.A. P. Maio 1997.. IEEE . AYELLO F. C. Fevereiro 1994.. Grandes Sistemas Elétricos: Métodos Matriciais.. BROWN H. São Paulo. Agosto de 1972. I. CARDOSO J. Introdução à Teoria de Sistemas de Energia Elétrica. -----.. B’RELLS W. Janeiro 1998.Guide for Generator Ground Protection. -----.. e outro. -----. F.

FITZGERALD A. Std 492-1974 IEEE. Std 421-1972 IEEE. São Paulo. Edições UFSM. Máquinas Elétricas. -----.. e outros. Livros Técnicos e Científicos. São Paulo. A. Transmissão de Energia Elétrica : Linhas Aéreas. Eletricidade Moderna. São Paulo. -----. Revista Eletricidade Moderna. 2 Volumes. e outro. Std 1020-1988 IEEE. Neutral Grounding of Transmission Systems. -----. D. E. E. FRIMM A. IEEE. JORDÃO R. Projetos Mecânicos das Linhas Aéreas de Transmissão. Rio de Janeiro. Editora Edgard Blücher. -----. Vol. LABEGALINI P. Santa Maria. Editora Globo. Dezembro 1997. 1980. JARDINI J. Teoria das Linhas de Transmissão. 1977. 1983. Siemens Power Journal. GOMES F. Porto Alegre. Máquinas Elétricas e Transformadores. Livros Técnicos e Científicos. Editora McGraw Hill do Brasil. PAS-104. No. Santa Maria..E. Edições UFSM. S. Std 422-1977 IEEE. 1979. L. Sistemas Digitais para Automação da Geração. Guide for the Design and Installation of Cable Systems in Power Generating Stations. Abril 1991. New York. HEDMAN D.. Guide for Control of Small Hydroelectric Power Plants.E. Automação com Proteção e Controle Coordenados. 9 Setembro 1985. 1996. Fevereiro 1994. Standard Criteria and Definitions for Excitation Systems for Synchronous Machines. KOSOW I. Guide for Operation and Maintenance of Hydro Generators. e outros. 1992. C. W. Rio de Janeiro. e outro. G. Digital Technology for Versatility in Electrical Unit Protection. 1965. Rendimento e Potência do Motor de Indução Atuando como Gerador. HEDMAN D. IEEE Std 143-1954. FUCHS R. 1983. The Protection of Transmission Systems Against Lightning. Dover Publications. J. HARDER J. Coordenação de Isolamento. Application Guide for Ground Fault Neutralizers. Máquinas Síncronas. Editora da Universidade de São Paulo. Metal Oxide Arrester Ratings for Rotating Machine Protection. R. 1979. LEWIS W. São Paulo. HERRMANN H. Transmissão e Distribuição da Energia Elétrica. IEEE Transaction on Power Apparatus and Systems.. . Grounding of Synchronous Generators Systems.

O Novo Sistema de Supervisão e Controle da Cesp. D. E. da Universidade de São Paulo. SWAHN L. São Paulo. Manual de Inventário Hidrelétrico de Bacias Hidrográficas. Abril 1991. Dinâmica e Controle da Geração. Cost Effective Small Hydro Control. 1983. M. Santa Maria. 1980. Eletricidade Moderna. 2 volumes. 1983. 1973. Recife.. Polígono. Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos. 1986. Poste de Madeira Tratada: Desempenho. P./ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica. May/June 1977. e outros. 1997. Control Voltages for Power Switchgear.A. 1983. 1992. IEEE Transactions on Power Apparatus and Systems. Hydropower Control Using Computers. Ed. PAS-96. -----. Agosto. . MEDEIROS Filho S.MACIEL C. -----. Dinâmica das Máquinas Elétricas. Outubro 1996. Ed. STEVENSON W. Rio de Janeiro. MELLO F. Setembro/Outubro. São Paulo. Plano Diretor de Meio Ambiente do Setor Elétrico: 1991/1993. Edições UFSM. 1986. -----. VALDEVINO C. 2a edição. Dimensionamento Econômico de Condutores.P. McGraw-Hill. Rio de Janeiro.. Nov/1997. Medição de Energia Elétrica. Santa Maria. Water Power and Dam Construction. Manual de Equipamentos Elétricos. • MEIO AMBIENTE ELETROBRÁS . Vol. SÁNCHEZ L. 1993. Sistemas Elétricos de Potência. SMITH F. Water Power and Dam Construction. Livros Técnicos e Científicos. Revista Eletricidade Moderna. Características e Vantagens. J.Centrais Elétricas Brasileiras S. 3. J. Edições UFSM. Universitária. e outros. WEEDY B. 1997. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. MORENO H. Manual de Estudos e Efeitos Ambientais do Setor Elétrico. Janeiro 1989. 1991. Rio de Janeiro. 2 Volumes. Edições UFSM. no. Universidade Federal de Pernambuco. Rio de Janeiro. -----. Métodos Probabilísticos para Projeto e Planejamento de Sistemas Elétricos. J. MAMEDE Filho J. Revista Eletricidade Moderna. Rio de Janeiro. RIGLEE R. Santa Maria.

Avaliação de Impacto Ambiental: Agentes Sociais. • ENGENHARIA DE CUSTOS ELETROBRÁS . -----. 690 páginas. Brasília. Rio de Janeiro. ANEEL .081 páginas. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL – IBAMA. Brasília. ELETROBRÁS/COMASE – Comitê Coordenador das Atividades do Meio Ambiente do Setor Elétrico. 3 volumes.Agência Nacional de Energia Elétrica. MME/ELETROBRÁS/COMASE.Suplemento à Legislação Federal de Meio Ambiente. 12a.Sistema de Preços Unitários. Dezembro de 1994.Workshop . LEME MACHADO. Catálogo de Referência . Boletim Mensal de Preços. São Paulo. Rio de Janeiro. 1976.Direito Ambiental Brasileiro. Janeiro de 1998 (atualização mensal). D. -----. Referência de Custos LT’s e SE’s de AT e EAT. Descrições e Instruções para Aplicação das Contas do Orçamento Padrão Eletrobrás de Usinas Hidrelétricas. 1997.Centrais Elétricas Brasileiras S. Editora CEJUP. . Rio de Janeiro. IAP – Paraná. -----. 1997. -----. Abril de 1997. Nov/1997. EMOP . SISORH – Sistema para elaboração de Orçamento de obras civis de Usinas Hidrelétricas.A. 1995. Referencial para Orçamentação dos Programas Sócio-Ambientais. Edição. Rio de Janeiro. PINTO. Rio de Janeiro. A. Malheiros Editores. Rio de Janeiro. Curitiba. Março de 1997. 1997. MAIA – Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. IBAMA. Manual de Inventário Hidrelétrico de Bacias Hidrográficas. 3100 – Origem e Síntese dos Principais Métodos de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) –Autora: Iara Verocai Dias Moreira. . MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Rio de Janeiro. 7ª Edição. (Banco de Preços FGV atualizado mensalmente).Empresa de Obras Públicas do Estado de Rio de Janeiro.Rio de Janeiro. 2. 1 volume. 2a edição. 1994. Rio de Janeiro. 1992. -----. . Rio de Janeiro. Vol. I Usinas Hidrelétricas.Legislação Federal de Meio Ambiente. Volumes I e II.ELETROBRÁS/CEPEL – A Dimensão Ambiental nos Estudos de Inventário Hidrelétrico das Bacias Hidrográficas. Outubro de 1994. W. Instruções para Estudos de Viabilidade de Aproveitamentos Hidrelétricos. P. -----. . Referencial para Orçamentação de Programas SócioAmbientais. Procedimentos e Ferramentas. 1998. Brasília.

R.Tabelas de Composição de Preço para Orçamento. 1996. W.Revista Mensal – CONSTRUÇÃO/Rio de Janeiro. – Análise de Projetos de Investimento. Revista Marketing Management. – Matemática Financeira Objetiva... São Paulo. E.. E. Editora da FGV. . 1997 -----.CONSTRUÇÃO/Norte e Nordeste. John Wiley & Sons. Equipamentos. Empresa de Obras Públicas do Estado de Rio de Janeiro. 1996. E.. A. 1999. . Rio de Janeiro. 7 – Thermal Design and Optimization. 1996 (Impresso ou em disquete). TRULS HOSTEDAHL . M. -----. 7-9. 1996. Sandvika. -----. 1997. Inc. WORTH. M.Economic and Financial Evaluation .Revista Semanal . New York. – Aprovação de Projetos – Os Critérios Chaves. – Avaliando a Taxa de Retorno. P. INFORMADOR DAS CONSTRUÇÕES. . New York. BEJEN. Inc.CONSTRUÇÃO/São Paulo. 10a. • ENGENHARIA ECONÔMICA GRENT. John Wiley & Sons. Artes Gráficas. London Business School.. ZENTGRAF.. H. – Principles of Engineering Economy. Sistema de Custos Unitários.Norconsult A. ATTIE. 12-14. – Risk Measurement Service. GELEAREN. 1994. Edição.. -----. R. P. 1989. São Paulo. P. L. São Paulo. Serviços e Mão de Obra. São Paulo. Catálogo de Materiais. S. 1a. Rio de Janeiro.Revista Mensal . I. – Economic Analysis. 1990. MOREN. TSETSENOMIS. G. V.-----. Revista Marketing Management. PAUL. Catálogo de Composição de Serviços. Edição.. SOTO. TCPO . Edição. Construções de Belo Horizonte. DIMSON. Cap. FERKS. Norway.Hidropower Development and Management . . 4a. A. -----. S. P. Publicação Quinzenal Informador das EDITORA PINI.

Para efetuar a revisão. em fevereiro de 1998. CHESF. A coordenação institucional. CERPCH e SRH-MMA. CEMAT. ANEEL. COPEL. Capacitação da Indústria e Apoio ao Desenvolvimento de Novos Negócios Joaliza Paulon Coordenadora do Grupo de Trabalho O Grupo de Trabalho foi formado com representantes das seguintes entidades: ELETROBRÁS.pela ANEEL Wilson Fernandes de Paula . FURNAS. como força tarefa. ELETRONORTE. para a Revisão do Manual de Pequenas Centrais Hidrelétricas. no âmbito do Contrato ECV939-97. Normalização. CEMIG. foi constituído. CERJ.Poços de Caldas. ELETROSUL. um Grupo de Trabalho. S. IME. composto por técnicos da ELETROBRÁS e de empresas do Setor Elétrico Brasileiro.ANEXO 8 . Os trabalhos foram desenvolvidos pelos seguintes técnicos: . durante o período de desenvolvimento dos trabalhos. a ELETROBRÁS contratou. esteve sob a responsabilidade de: Benedito Carraro Diretor de Planejamento e Engenharia Ricardo Chagas de Oliveira Gerente da Área de Normalização e Engenharia Econômica de Novos Negócios Péricles de Amorim Figueiredo Coordenador do Programa de Qualidade.PARTICIPANTES DOS ESTUDOS Para a elaboração das Diretrizes para Estudos e Projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas. Resende Rafael Mora de Mello Rogério Neves Mundim Sérgio Pimenta . a COPPETEC. segundo as diretrizes do Grupo de Trabalho.pela ELETROBRÁS Joaliza Paulon João de Moraes Martins Neto Luiz Menandro de Vasconcelos Maria Cristina Cals de Oliveira Míriam Regina Nutti Paulo Fernando V. DME .

pela CHESF Aurélio Alves de Vasconcelos Belmirando Koury Costa Eduardo Manuel de Mota Silveira José Ronaldo de Melo Jucá Manoel Pereira de Andrade Filho .pelo DME (Poços de Caldas) Manoel Machado de Morais pela ELETRONORTE José Adalberto Calainho .pela COPEL Emílio Hoffman Gomes Júnior Jorge Andriguetto Júnior .pela CERJ Celso Voto Akil .pela CEMAT Míriam de Lourdes Gomes da Silva .pela ELETROSUL João José Cascaes Dias Luiz Fernando Waschelke .por FURNAS Hélio Goulart Júnior Pedro Fernandes Motta .pela CEMIG Fanny Tereza Lusardo de Almeida Lobo Leite Helena Marta Penido Scotti .

pela SRH-MMA Maria Manuela Martins Moreira . Sandoval Carneiro Antônio Ferreira da Hora Fernando C.Coordenador Prof.pela COPPETEC/CONSULTORES EXTERNOS ENGENHARIA CIVIL Geraldo Magela Pereira Mônica de Aquino G.pela COPPETEC Prof. Cavalcanti de Albuquerque .Coordenador da Equipe Externa . Rui Carlos Vieira da Silva .pelo IME/CERPCH José Carlos César Amorim . Massera da Hora Paulo Roberto Guimarães Benegas ENGENHARIA ELETROMECÂNICA Paulo Peter Baumotte Pedro Ivo da Fonseca ENGENHARIA DE CUSTOS Tsuneo Sato INFORMÁTICA Max Moura Wolosker Gleison dos Santos Souza MEIO AMBIENTE Edson Nomiyama Ivan Soares Telles de Souza Paulo Mário Correia de Araújo Raul Odemar Pitthan ..

Consultor Independente Leslie Afonso Terry .ELETROBRÁS Rui Menezes de Moraes .ELETROBRÁS Marcio Gomes Catharino .ELETROBRÁS Moacyr Pereira dos Santos .ELETROBRÁS Newton de Oliveira Carvalho . além dos técnicos já citados: Andre Jules Balança .CEPEL .CEPEL Mario Jorge Daher .ENGEVIX José Renato Kling Cotim .DIGITAÇÃO Lais Helena Cortes Costa Foram recebidas contribuições das seguintes pessoas.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful