INSTRUTOR

MARCO ANTONIO CESAR

OBJETIVO DO TREINAMENTO DE TRABALHO EM ALTURA

35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

onde haja risco de queda.00 m (dois metros) do nível inferior.1.DEFINIÇÃO TRABALHO EM ALTURA: 35. .2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2.

d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura.AR e.Cabe ao empregador: a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma.PT. . b) assegurar a realização da Análise de Risco . a emissão da Permissão de Trabalho . quando aplicável. c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura.2.1 . pelo estudo.RESPONSABILIDADES 35.

1 -Cabe ao empregador: e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas. h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.2. .RESPONSABILIDADES 35. g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma. f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle.

cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade.1 -Cabe ao empregador: i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura.2. . j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão.RESPONSABILIDADES 35. k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.

2 -Cabe ao empregado: a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura. inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador. .expedidos pelo empregador.2. b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma.RESPONSABILIDADES 35.

2.2 -Cabe ao empregado: c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa.RESPONSABILIDADES 35. comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico. d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho. . que diligenciará as medidas cabíveis. sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas.

. incluir: a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura. com carga horária mínima de oito horas.35. teórico e prático. cujo conteúdo programático deve.3. no mínimo.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento.3 – CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO 35. c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle. b) Análise de Risco e condições impeditivas.

Incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros. . inspeção.3 – CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção.35. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura. f) Condutas em situações de emergência. conservação e limitação de uso.

. condições ou operações de trabalho. c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias.3– REALIZAÇÃO DE TREINAMENTO Deverá o treinamento periódico ser bienal ou sempre que ocorrer quaisquer das condições abaixo: a) mudança nos procedimentos.3 . d) mudança de empresa.35. b) evento que indique a necessidade de novo treinamento.

inspeção. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura.35.3 – CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção. Incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros. . conservação e limitação de uso. f) Condutas em situações de emergência.

inspeção. . f) Condutas em situações de emergência.3 – CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura.35. Incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros. conservação e limitação de uso.

conservação e limitação de uso. f) Condutas em situações de emergência. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura. inspeção.3 – CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção. Incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.35. .

. inspeção. Incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.35. f) Condutas em situações de emergência.3 – CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura. conservação e limitação de uso.

f) Condutas em situações de emergência. conservação e limitação de uso.35.3 – CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção. . inspeção. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura. Incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

500 kg (15KN).8% maior que o tamanho do vão.DISPOSIÇÃO GERAL d) Ponto de ancoragem: Todo ponto de ancoragem deverá ser testado para resistência superior a 1. não se considerando comprimento destinado à amarração os cabos com diâmetro mínimo de 5/16’’ (8mm). f) É proibido o “enforcamento” de talabartes. e) Os cabos de aço para ancoragem deverão ter comprimento de até 3. .

DISPOSIÇÃO GERAL d) Ponto de ancoragem: Todo ponto de ancoragem deverá ser testado para resistência superior a 1.500 kg (15KN).8% maior que o tamanho do vão. não se considerando comprimento destinado à amarração os cabos com diâmetro mínimo de 5/16’’ (8mm). e) Os cabos de aço para ancoragem deverão ter comprimento de até 3. f) É proibido o “enforcamento” de talabartes. .

f) É proibido o “enforcamento” de talabartes. .DISPOSIÇÃO GERAL d) Ponto de ancoragem: Todo ponto de ancoragem deverá ser testado para resistência superior a 1. e) Os cabos de aço para ancoragem deverão ter comprimento de até 3. não se considerando comprimento destinado à amarração os cabos com diâmetro mínimo de 5/16’’ (8mm).500 kg (15KN).8% maior que o tamanho do vão.

500 kg (15KN). f) É proibido o “enforcamento” de talabartes. .8% maior que o tamanho do vão. e) Os cabos de aço para ancoragem deverão ter comprimento de até 3. não se considerando comprimento destinado à amarração os cabos com diâmetro mínimo de 5/16’’ (8mm).DISPOSIÇÃO GERAL d) Ponto de ancoragem: Todo ponto de ancoragem deverá ser testado para resistência superior a 1.

8% maior que o tamanho do vão.500 kg (15KN).DISPOSIÇÃO GERAL d) Ponto de ancoragem: Todo ponto de ancoragem deverá ser testado para resistência superior a 1. f) É proibido o “enforcamento” de talabartes. não se considerando comprimento destinado à amarração os cabos com diâmetro mínimo de 5/16’’ (8mm). e) Os cabos de aço para ancoragem deverão ter comprimento de até 3. .

. e) Os cabos de aço para ancoragem deverão ter comprimento de até 3.DISPOSIÇÃO GERAL d) Ponto de ancoragem: Todo ponto de ancoragem deverá ser testado para resistência superior a 1. não se considerando comprimento destinado à amarração os cabos com diâmetro mínimo de 5/16’’ (8mm).8% maior que o tamanho do vão. f) É proibido o “enforcamento” de talabartes.500 kg (15KN).

.POR QUE OCORREM OS ACIDENTES NOS TRABALHOS EM ALTURA? Excesso de confiança.  Descumprimento e/ou desconhecimento do Padrão  de Execução.  Não uso ou uso incorreto de EPI.

DESVIOS .

DESVIOS .

DESVIOS .

DESVIOS .

CONSEQUÊNCIA .

DEFINIÇÃO TRABALHO EM ALTURA: 35. onde haja risco de queda.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2.00 m (dois metros) do nível inferior. .1.

acima da cabeça e nunca abaixo da cintura. c) Todo ponto de ancoragem definitivo será marcado em amarelo. b) Para o primeiro acesso e início de montagem de ancoragem. preferencialmente. . contendo a capacidade de resistência e o número máximo de pessoas ancoradas por ponto. o cinto de segurança é de uso obrigatório e deverá estar conectado.DISPOSIÇÃO GERAL a) Em trabalho com altura a partir de 2 metros. deve sempre ser utilizado o “Kit de ancoragem”.

8% maior que o tamanho do vão. f) É proibido o “enforcamento” de talabartes. . e) Os cabos de aço para ancoragem deverão ter comprimento de até 3.500 kg (15KN).DISPOSIÇÃO GERAL d) Ponto de ancoragem: Todo ponto de ancoragem deverá ser testado para resistência superior a 1. não se considerando comprimento destinado à amarração os cabos com diâmetro mínimo de 5/16’’ (8mm).

h) Em casos de necessidades de uso de talabartes de comprimento superior a 1.5m. .DISPOSIÇÃO GERAL g) O cinto de segurança deve possuir talabarte duplo.5m. considerando zona de queda desimpedida e piso de referência. sem emendas e comprimento de 1. que deverá ser precedida de APR. i) O uso do absorvedor de energia ou dispositivo retrátil deverá ser utilizado onde exista a possibilidade de queda livre igual ou superior a 6 metros.

para utilização de travaquedas. o) Todo acesso vertical superior a 4. . resgate).DISPOSIÇÃO GERAL n) A APR nível II determinará a necessidade do acompanhamento de outras pessoas para o trabalho em altura com objetivo de contingência (socorro. p) O uso de trava-quedas deverá sofrer avaliação da compatibilidade do sistema de travamento (trava-quedas versus cabo/corda) e teste de funcionamento.5m deverá ser provido de cabo de vida em aço inox com espessura de 8 mm.

para certificar sua integridade.DISPOSIÇÃO GERAL q) Devem ser previstas em APR nível II precauções especiais quando da realização de qualquer trabalho em altura próximo às redes elétricas. os serviços deverão ser paralisados. s) Equipamentos e dispositivos que sofrerem tensões devido à queda do trabalhador. . com velocidade superior a 29 Km/h ou 16 nós. devem ser submetidos à rigorosa inspeção por profissional qualificado. r) Quando em situações de vento na área. t) Não é permitido o uso de caçambas e cestos suspensos em guindastes para movimentações de pessoas.

no decorrer do treinamento. .PROFISSIONAL HABILITADO É o profissional que recebeu o treinamento operacional para “Trabalhos em Altura” e que. Este trabalha sob responsabilidade de um profissional competente e/ou qualificado. o profissional estará habilitado para executar as tarefas em questão e receberá identificação específica. Após participar do treinamento para trabalho em altura e aprovado na avaliação teórica e médica. demonstrou conhecimento e habilidade para executar as tarefas de forma segura.

 O profissional qualificado é também habilitado e competente.  .IMPORTANTE: O profissional competente é também habilitado.

tubos metálicos. cabos de aço. Ex.: olhais.PONTOS DE ANCORAGEM São dispositivos fixos e testados onde são conectados os elementos de ancoragem ou elementos de conexão. . vigas.

EXEMPLOS  Trabalhos em cima dos moinhos  Cabo de aço conectado em 2 pontos de ancoragem (2 olhais) .

.DINAMÔMETRO  Todos os pontos de ancoragem temporários não poderão ser reutilizados sem que o teste seja novamente realizado por profissional qualificado ou competente. este deve ser testado com dinamômetro (aparelho para testar a capacidade de força/resistência).  Nos casos em que se justifique uma avaliação da capacidade de carga e impacto da ancoragem. e sua montagem deve ser precedida de cálculo de carga.

A ancoragem deve ser suficientemente resistente para suportar o impacto causado pelo peso do(s) colaborador(s). tubos metálicos e outros. cabos de aço. Tubos metálicos são sempre considerados pontos de ancoragem temporários.PONTOS DE ANCORAGEM TEMPORÁRIOS É uma estrutura fixa e sólida na qual o dispositivo de segurança é acoplado. podendo ser vigas. . olhais.

sem que o teste seja revisado por pessoa competente.PONTOS DE ANCORAGEM TEMPORÁRIOS Todo ponto de ancoragem temporário não poderá ser utilizado novamente (em nova atividade operacional). .

Os Equipamentos Móveis devem dispor de válvulas de retenção do sistema hidráulico e estar devidamente isolados conforme norma de isolamento de energia cinética (antiga autopropelidos) NBR-NM267. . Pontes Rolantes e Talhas. poderão ser utilizados como ponto de ancoragem temporários desde que sua capacidade de carga esteja dentro da tabela de restrição de impacto em pontos de ancoragem. tipo MUNCK. devem ter energia elétrica e potencial isolados. Pontes Rolantes e Talhas. Guindaste.PONTOS DE ANCORAGEM TEMPORÁRIOS   Equipamentos móveis.

ELEMENTOS DE ANCORAGEM São dispositivos instalados nos “Pontos de Ancoragem” para permitir a adequada colocação dos elementos de conexão. Slings Gancho de Ancoragem . ganchos de ancoragem. Ex: Fitas de nylon (slings).

ELEMENTOS DE CONEXÃO São dispositivos utilizados para a conexão em pontos de ancoragem e nos elementos de ancoragem. trava-quedas retráteis. . trava-quedas. cordas. absorvedores de energia. Ex: Talabartes. mosquetões. cintos pára-quedistas e abdominais.

 Não utilizar cordas desgastadas ou com nós. desgastes naturais.  Não utilizar para outras finalidades equipamentos amassados.  Guardar os elementos em local apropriado. costuras soltando. antes da atividade. partes metálicas/mecânicas danificadas. .  Não reutilizar absorvedores de energia danificados (descartar). livre de umidade / agentes químicos.  Nunca “enforcar” o talabarte.ELEMENTOS DE CONEXÃO  Avaliar sempre.

ALGUNS DEFEITOS APRESENTADOS NOS EQUIPAMENTOS DE TRABALHO EM ALTURA A inspeção nos elementos de conexão deve ser feita observando todos os pontos de desgaste do equipamento. .

utilizando os dispositivos de segurança.TRABALHO COM DESLOCAMENTO CONTROLADO Trabalho realizado acima de 2 metros. .

TRABALHO POSICIONADO Esta situação de trabalho é típica de eletricistas e montadores. Nesse caso. deve-se usar o cinto páraquedista com a cinta para trabalho posicionado acoplado. .

ANDAIMES .

ANDAIMES PADRÃO .

PLACAS A SEREM FIXADAS NOS ANDAIMES ANTES E APÓS CONCLUÍDA A MONTAGEM .

mantendo-os em recipiente próprio ou amarrados. . c) Selecionar e inspecionar os equipamentos /ferramentas a serem utilizados.ESTRUTURAS METÁLICAS ANTES DA ESCALADA a) Selecionar o ponto de ancoragem apropriado. b) Visualizar a trajetória do movimento pendular para identificar áreas de contato físico.

. e) Instalar. situado no ponto mais alto de alcance do bastão. efetuando o teste de ancoragem.ESTRUTURAS METÁLICAS ANTES DA ESCALADA d) Realizar avaliação clínica do trabalhador. o gancho de ancoragem com a corda de segurança. com auxílio de um bastão universal. em ponto de ancoragem.

.  A abertura da base da escada portátil deverá ser de ¼ do tamanho do seu comprimento.  É proibido colocar escada de mão nas proximidades de portas e áreas de circulação sem sinalização e medidas de segurança adequadas.ESCADAS PORTÁTEIS  As escadas de mão deverão ter no máximo 7 metros de extensão e somente poderão ser utilizadas após avaliação em APR nível II.

ESCADAS PORTÁTEIS  Escada confeccionada com montante em cabo de aço somente poderá ser utilizada para trabalho em espaço confinado.75m  . É proibida a utilização dos degraus no último metro do final da escada quando não for possível a ancoragem acima ou igual à linha da cintura do trabalhador. 1.

instaladas e mantidas para suportar as cargas máximas previstas em qualquer configuração que possa ser usada. aprovadas.PLATAFORMA  Só poderão ser utilizadas as plataformas que foram projetadas. .

PLATAFORMA  É proibida a utilização de qualquer dispositivo para obter altura adicional em uma plataforma. .

deve ser equipada com um meio de abaixamento de emergência claramente definido.PLATAFORMA ELEVATÓRIA  O conjunto elevatório deve ser equipado e mantido de forma que não permita uma descida livre ou queda desconfortável no caso de falha do conjunto. . ou um PADRÃO de resgate adequado.  A plataforma somente deverá ser operada por pessoa habilitada.  Qualquer unidade equipada com um conjunto elevatório propulsionado. que seja acessível ao nível do solo.

PLATAFORMA ELEVATÓRIA  Caminhão dotado de guincho hidráulico (tipo munck). somente poderá ser operado com a obtenção de certificação de transporte de pessoas. com cesto acoplado na extremidade da lança e sem comando junto ao cesto. Cesto elevatório Plataforma elevatória .

PLATAFORMA ELEVATÓRIA .

.PLATAFORMA EM BALANÇO  As plataformas em balanço devem ter sistema de fixação e estrutura da edificação capaz de suportar 3 (três) vezes os esforços solicitantes.  A estrutura da plataforma deve ser convenientemente contraventada e ancorada. de tal forma a eliminar qualquer oscilação.

Devem. Isto é possível através de procedimentos operacionais e de dispositivos ou equipamentos específicos para tal fim. Deve ser garantida a estabilidade das plataformas suspensas durante todo o período de sua utilização. ser acompanhados por profissional qualificado ou competente. deverá ser precedida de APR nível II. também.   . Para as situações de uso de cadeiras em balanço. seguindo as orientações da NR-18.PLATAFORMA EM BALANÇO  Os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio dos andaimes suspensos deverão ser precedidos de projeto elaborado.

   . É proibido o uso de cabos de fibras naturais ou artificiais para sustentação dos andaimes suspensos. e este último deve ser ligado a um cabo–guia fixado em estrutura independente da estrutura de fixação e sustentação do andaime suspenso. antes de iniciados os trabalhos. ligado à trava-quedas de segurança. Os dispositivos de suspensão devem ser diariamente verificados pelos usuários e pelo responsável pela obra.ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO  O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. A sustentação dos andaimes suspensos somente poderá ser apoiada ou fixada em elemento estrutural.

ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO  Os cabos de aço utilizados nos guinchos tipo catraca dos andaimes suspensos devem ter comprimento tal que, para a posição mais baixa do estrado, restem pelo menos 06 (seis) voltas sobre cada tambor e passar livremente na roldana, devendo, o respectivo sulco, ser mantido em bom estado de limpeza e conservação. É proibido acrescentar trechos em balanço ao estrado de andaimes suspensos. É proibida a interligação de andaimes suspensos para a circulação de pessoas ou execução de tarefas. Sobre os andaimes suspensos não é permitido depositar material que não seja para uso imediato.

  

ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO  É proibida a utilização de andaimes suspensos para transporte de pessoas ou materiais que não estejam vinculados aos serviços em execução. Os guinchos de elevação para acionamento manual devem observar os seguintes requisitos: ter dispositivo que impeça o retrocesso do tambor para catraca; ser acionado por meio de alavancas, manivelas ou, automaticamente, na subida e na descida do andaime; possuir segunda trava de segurança para catraca; e ser dotado da capa de proteção da catraca. A largura mínima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos será de 0,65 metros.

ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO  A largura máxima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos, quando utilizado um guincho em cada armação, será de 0,90 metros. A plataforma de trabalho deve resistir em qualquer ponto, a um carga pontual mínima de 200 Kgf (duzentos quilogramas-força). Os estrados dos andaimes suspensos mecânicos podem ter comprimento máximo de 8 metros.

 

ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO  Quando utilizado apenas um guincho de sustentação por armação é obrigatório o uso de um cabo de segurança adicional de aço. . ligado ao dispositivo de bloqueio mecânico automático. observando-se a sobrecarga indicada pelo fabricante do equipamento. Exemplo: balancins empregados em trabalhos de costado de tanques.

a utilização de escadas portáteis e outros meios improvisados. sobre o piso da plataforma. que atendam aos seguintes requisitos:  Possuir tela metálica vazada de abertura com intervalo de 20 a 40 mm do travessão superior até o rodapé.  (soldada / aparafusada)  É proibida. . para se atingir lugares mais altos.PLATAFORMAS FIXAS Devem dispor de sistema guarda corpo e rodapé. fixada adequadamente.

através das escadas incorporadas às suas estruturas e com dispositivos de segurança para deslocamento vertical (trava-quedas).PLATAFORMAS FIXAS  Os acessos superiores a 4. devem ser feitos de maneira segura.5 (quatro e meio) metros das plataformas. Trava-quedas para cabos de aço Trava-quedas para cordas .

.  Antes de iniciar qualquer atividade nestas áreas o dispositivo deve ser verificado quanto o seu perfeito funcionamento e integridade.  Sempre que possível. DESCARREGAMENTO E ENLONAMENTO  Todas as áreas de carregamento devem estar providas de dispositivos contra quedas. estas áreas deverão possuir acesso a travaquedas e antes do início de qualquer atividade.ATIVIDADE DE CARREGAMENTO. o mesmo deverá ser acoplado ao cinto do trabalhador.

TRABALHO SOBRE TELHADOS .

TRABALHO SOBRE TELHADOS  Para trabalhos em telhados. Nota : Os cabos-guia deverão ser fixados conforme a condição de trabalho. Atendendo dispositivo da NR-18. devem ser usados dispositivos que permitam a movimentação segura dos trabalhadores.  . sendo obrigatória a instalação de cabo guia de aço para fixação do cinto de segurança tipo pára-quedista.  Os cabos-guia devem ter suas extremidades fixadas à estrutura definitiva da edificação por meio de suporte de aço inoxidável ou outro material de resistência e durabilidade equivalentes. de forma a atender a Zona de Queda Desimpedida.

Qualquer deslocamento ou trabalho sobre telhado deverá ser precedido de estudo de análise de risco (APR). de forma a evitar que os trabalhadores no piso inferior sejam atingidos por eventual queda de materiais e equipamentos.   . bem como concentrar cargas no mesmo ponto. É proibido trabalhar sobre telhado com ocorrência de chuvas. ventos ou qualquer situação que propicie condições de risco.TRABALHO SOBRE TELHADOS  Nos locais onde se desenvolvem esta atividade deve existir sinalização e isolamento.

tipo plataforma elevatória. .  Todo trabalho de iluminação e rede elétrica deve ser precedido de APR.ILUMINAÇÃO E REDE ELÉTRICA  Todo trabalho de iluminação e rede elétrica deve. preferencialmente. ser realizado com a utilização de dispositivo de acesso mecânico.

 Todo trabalho deve ser executado com dois pontos de ancoragem independentes.ACESSO POR CORDA  Toda movimentação por corda deverá ser realizada mediante a utilização de sistema de freio auto-blocante (Ex. .: stop. ID. sendo um para a corda de trabalho e outro de segurança. etc.).

Corte e solda. Inspeção.  Trabalhos passíveis de realização através de uso por corda: Pintura Industrial. englobando aspectos de segurança com exigências mínimas a serem atendidas em SMS. descrevendo a responsabilidade de cada empregado dentro de seu nível de qualificação. de acordo com a atividade a ser desenvolvida na equipe de trabalho. . Montagem Industrial.ACESSO POR CORDA  O executante deverá apresentar procedimento operacional formal. Limpeza e lavagens. Isolamento térmico.

 Todo e qualquer serviço realizado através de acesso por corda deverá ser precedido de APR.ACESSO POR CORDA  A execução de trabalhos e atividades não mencionados acima deverá ser objeto de análise pelo SMS e áreas envolvidas. respectivamente.  Para execução dos trabalhos deverá ser identificada pela SMS e Fiscalização a evidência da certificação de IRATA e qualificação para atividade. .

devem ser realizados por trabalhador qualificado.  É proibido o transporte de pessoas por equipamentos de guindaste.MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS E PESSOAS  A montagem e desmontagem de torres de elevadores e equipamentos tipo gruas. .

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