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Estudos e Considerações, Progressão II-V-I Maior

Estudos e Considerações, Progressão II-V-I Maior

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Escalas sobre a Progressão II - V - I Maior

A cadência II-V-I pode ser considerada o maior clichê harmônico desde às origens do Jazz. É uma progressão tão utilizada que chegam a existir muitas composições que são sequencias inteiras de cadências II-V-I sobrepostas. Esta cadência também é muito utilizada para se construir harmonias para improvisos. Trataremos agora da progressão na tonalidade maior. Analisemos o campo harmônico maior abaixo:

Imaj7

IIm7

V7

No caso temos um II grau menor com sétima (Dm7), um V grau dominante maior com sétima menor (G7) e um I grau maior com sétima maior (Cmaj7 ou C7M). São estes três graus que formam a progressão II-V-I. Ou seja, para preparar um acorde maior com esta progressão você deve utilizar o IIm e V7 deste acorde.

1) Cmaj7 | Fmaj7 | D7 | C#7 | Cmaj7 2) Cmaj7 | Fmaj7 Em7 A7 | D7 | C#7 | Cmaj7

Estudo Horizontal
Em uma tonalidade maior a improvisação ou criação melódica sobre a cadência II-V-I tende a ser mais simples do que na mesma progressão na tonalidade menor. Para começar, pode-se improvisar utilizando a escala maior da tonalidade (Dó Maior no exemplo abaixo). Note que fazendo isso é como se estivéssemos utilizando um Ré dórico sobre o acorde de Dm (IIm) e um Sol mixolídio sobre a dominante G7 (V7), porém isso nada mais é do que a escala maior de Dó.

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Abaixo temos exemplos usando uma abordagem horizontal na tonalidade de C (deve-se tocar em outras tonalidades o mesmo exercício). Para começarmos utilizaremos a escala no movimento decrescente, e note que em cada mudança de acorde caímos em uma nota do próprio acorde (Pode haver o acréscimo de cromatismos em alguns exemplos para que isso aconteça).

Estudo Vertical

Podemos ainda explorar o improviso vertical, que seria improvisar pensando em blocos, pensando em arpejos dos acordes. Nesses exemplos abaixo coloquei umas tensões extras e alterações no acorde de Dominante.

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