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Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto n. 6.080, de 28.09.2012 (Atualizado até o Decreto 7.266 de 04.02.2013)
Dispositivos legais Correlatos:
Diploma Legal Matéria

Lei Complementar n.º 123/2006

SIMPLES NACIONAL Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte SIMPLES NACIONAL Convênio de Cooperação técnica celebrada entre a União e o Estado do Paraná, objetivando o intercâmbio de informações econômico fiscais e a prestação de mútua assistência na fiscalização dos tributos que administram. Diferimento e crédito presumido em operações com aves, gado bovino, bubalino e suíno e pescado, e redução na base de cálculo nas operações que especifica. (ADI 2548 / PR - PARANÁ) Crédito presumido em operações com aço e produtos de informática, redução na base de cálculo nas operações que especifica e isenção nas operações com software. (ADI 2548 / PR - PARANÁ) Crédito presumido na saída de produtos resultantes da industrialização do leite e redução na base de cálculo em operações interestaduais com os produtos que especifica. Concede aos frigoríficos de abate de gado bovino e outros, opção pelo crédito de importância equivalente à aplicação de alíquota de ICMS de 12% e adota outras providências sob o tributo. Isenta do ICMS produtos da cesta
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Legislação Federal Convênio SEFA-SRF

Lei n. 13.212/2001

Lei n. 13.214/2001

Lei n. 13.332/2001

Lei n. 14.747/2005

Lei n. 14.978/2005

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básica, conforme especifica.

Lei n. 14.895/2005

Dispõe sobre tratamento tributário em relação ao ICMS aos estabelecimentos industriais de produtos eletroeletrônicos, de telecomunicação e de informática, em favor de empresas localizadas em Foz do Iguaçu. Dispõe sobre benefício de suspensão do pagamento do ICMS devido nas operações que especifica a estabelecimento industrial paranaense nas importações por aeroportos e portos de Paranaguá e Antonina. Concede redução de base de cálculo do ICMS nas operações que especifica. Dispõe que o tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas Redução na base de cálculo nas operações com produtos da cesta básica. Crédito presumido na saída dos produtos que especifica (informática) promovida por estabelecimento industrial (art. 3º). Dispõe sobre a vedação ao aproveitamento do crédito, relativamente à parcela do ICMS dispensada mediante benefício concedido sem amparo em convênio celebrado no âmbito do CONFAZ, bem como limita o crédito do ICMS na entrada de mercadoria por estabelecimento que se beneficie com incentivos fiscais nele indicados. Veda o pagamento de ICMS e IPVA mediante compensação com precatórios. Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas microempresas e empresas de pequeno
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Lei n. 14.985/2006

Lei n. 15.182/2006

Lei n. 15.562/2007

Decreto n. 3.869/2001

Decreto n. 5.375/2002

Decreto n. 2.183/2003

Decreto n. 418/2007

Decreto n. 1.190/2007

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porte - Simples Nacional, relativamente ao ICMS Decreto n. 2.131/2008 Dispõe sobre a vedação da utilização de crédito relativo a operação com mercadoria ou bem entrados no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita quando o imposto devido à unidade federada de origem tenha sido reduzido, no todo ou em parte, pela utilização dos benefícios concedidos sem amparo em convênio celebrado no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ Trata da Resolução do Senado Federal n. 13, de 25 de abril de 2012. Estabelece alíquotas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior.

Decreto n. 6.890/2012

Resolução Senado Federal n. 13/2012

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DECRETO Nº 6.080 de 28.09.2012
Publicado no Diário Oficial Nº 8808 de 28 / 09 / 2012
O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição Estadual e tendo em vista o disposto na Lei nº 11.580, de 14 de novembro de 1996, no parágrafo único do art. 9º da Lei Complementar nº 107, de 11 de janeiro de 2005 e no art. 212 do Código Tributário Nacional, DECRETA: Art. 1º Fica aprovado o Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, anexo ao presente. Art. 2º As remissões ao Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 1.980 de 21 de dezembro de 2007, constantes em normas de procedimento fiscal ou administrativo e em regimes especiais, vigentes em 30.09.2012, entendem-se reportadas no que couber, aos dispositivos que tratam das correspondentes matérias no Regulamento do ICMS anexo ao presente. Art. 3º Fica revogado o Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n. 1.980, de 21 de dezembro de 2007. Art. 4º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º.10.2012. Curitiba, 28 de setembro de 2012, 191º da Independência e 124º da República.

CARLOS ALBERTO RICHA, SEBASTIANI, Governador do Estado LUIZ CARLOS HAULY, Secretário de Estado da Fazenda

LUIZ

EDUARDO

Chefe da Casa Civil

REGULAMENTO DO IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS À CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SOBRE PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE INTERESTADUAL E INTERMUNICIPAL E DE COMUNICAÇÃO - RICMS DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
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Art. 1º O imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação - ICMS, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior, de que trata a Lei n. 11.580, de 14 de novembro de 1996, será regido pelas disposições contidas neste Regulamento.

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES BÁSICAS
CAPÍTULO I DA INCIDÊNCIA

Art. 2º O imposto incide sobre (art. 2º da Lei n. 11.580/1996):
I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; III - prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza; IV - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios; V - o fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços, de competência tributária dos Municípios, quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. VI - a entrada no estabelecimento de contribuinte, de mercadoria ou bem oriundos de outras unidades da Federação, destinados ao uso ou consumo ou ao ativo permanente. § 1º O imposto incide também: I - sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade; II - sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior; III - sobre a entrada, no território paranaense, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à industrialização ou à comercialização pelo destinatário adquirente aqui localizado, decorrentes de operações interestaduais, cabendo o imposto a este Estado. § 2º A caracterização do fato gerador independe da natureza jurídica da operação 5

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ou prestação que o constitua.

CAPÍTULO II DAS IMUNIDADES, NÃO-INCIDÊNCIAS E BENEFÍCIOS FISCAIS

Art. 3º 11.580/1996):

O imposto não incide sobre (art. 4º da Lei n.

I - operações com: a) livros, jornais e periódicos e o papel destinado a sua impressão; b) livros, jornais e periódicos em meio eletrônico ou mídia digital; II - operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos primários e produtos industrializados semielaborados, ou serviços; III - operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados à industrialização ou à comercialização; IV - operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial; V - operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços, de competência tributária dos Municípios, ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar; VI - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie; VII - operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor; VIII - operações de arrendamento mercantil, não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário; IX - operações de qualquer natureza decorrentes da transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras; X - saídas de produção do estabelecimento gráfico de impressos personalizados que não participem de etapa posterior de circulação promovida pelo destinatário; XI - saídas de peças, veículos, ferramentas, equipamentos e de outros bens, não pertencentes à linha normal de comercialização do contribuinte, quando utilizados como instrumentos de sua própria atividade ou trabalho; XII - serviços prestados pelo rádio e pela televisão, ainda que iniciados no exterior, exceto o Serviço Especial de Televisão por Assinatura; XIII - saídas de bens do ativo permanente. XIV - transferência de ativo permanente e de material de uso ou consumo entre estabelecimentos do mesmo titular, inclusive quanto ao diferencial de alíquotas de que trata o inciso XIV do art. 5º. 6

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Parágrafo único. Equipara-se às operações de que trata o inciso II do "caput" a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior, destinada a: I - empresa comercial estabelecimento da mesma empresa; exportadora, inclusive "tradings" ou outro

II - armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro.

Art. 4º Os convênios concessivos de benefícios fiscais serão celebrados na forma prevista em lei complementar a que se refere a alínea "g" do inciso XII do § 2º do art. 155 da Constituição Federal (art. 3º da Lei n. 11.580/1996).
Parágrafo único. As operações e as prestações beneficiadas com isenção, redução na base de cálculo e crédito presumido estão elencadas, respectivamente, nos Anexos I, II e III deste Regulamento.

CAPÍTULO III DO FATO GERADOR

Art. 5º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento (art. 5º da Lei n. 11.580/1996):
I - da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte, ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular; II - do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento; III - da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado, na unidade federada do transmitente; IV - da transmissão de propriedade de mercadoria, ou de título que a represente, quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente; V - do início da prestação intermunicipal, de qualquer natureza; de serviços de transporte interestadual e

VI - do ato final do transporte iniciado no exterior; VII - das prestações onerosas de serviços de comunicação, feitas por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza; VIII - do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios; b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto de competência estadual, como definido na lei complementar aplicável; IX - do desembaraço aduaneiro de mercadoria ou bem importados do exterior;

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X - do recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado no exterior; XI - da aquisição em licitação pública de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados; XII - da entrada no território do Estado de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, oriundos de outra unidade federada, quando não destinados à industrialização ou comercialização; XIII - da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra unidade federada e não esteja vinculada a operação ou prestação subsequente, alcançada pela incidência do imposto; XIV - da entrada no estabelecimento de contribuinte, de mercadoria ou bem oriundos de outra unidade da Federação, destinados ao uso ou consumo ou ao ativo permanente. § 1º Quando a operação ou prestação for realizada mediante o pagamento de ficha, cartão ou assemelhados, considera-se ocorrido o fato gerador no fornecimento desses instrumentos ao adquirente ou usuário. § 2º Na hipótese do inciso IX do "caput", após o desembaraço aduaneiro, a entrega, pelo depositário, de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço, que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro, ressalvada a hipótese do § 7º do art. 75. § 3º Para efeito de exigência do imposto por substituição tributária, inclui-se, também, como fato gerador do imposto, a entrada de mercadoria ou bem no estabelecimento do adquirente ou em outro por ele indicado. § 4º Poderá ser exigido o pagamento antecipado do imposto, observado o disposto no art. 13, nos casos de venda ambulante quando da entrada de mercadoria no Estado para revenda sem destinatário certo. § 5º Considerar-se-á ocorrida constatado (art. 51 da Lei n. 11.580/1996): operação ou prestação tributável quando

I - o suprimento de caixa sem comprovação da origem do numerário, quer esteja escriturado ou não; II - a existência de título de crédito quitado ou despesas pagas e não escriturados, bem como bens do ativo permanente não contabilizados; III - diferença entre o valor apurado em levantamento fiscal que tomou por base índice técnico de produção e o valor registrado na escrita fiscal; IV - a falta de registro de documento fiscal referente à entrada de mercadoria; V - a existência de contas no passivo exigível que apareçam oneradas por valores documentalmente inexistentes; VI - a existência de valores que se encontrem registrados em sistema de processamento de dados, equipamento emissor de cupom fiscal ou outro equipamento similar, utilizados sem prévia autorização ou de forma irregular, que serão apurados mediante a leitura dos dados neles constantes; VII - a falta de registro de notas fiscais de bens adquiridos para consumo ou para ativo fixo; VIII - a superavaliação do estoque inventariado. 8

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§ 6º Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador neste momento, devendo a autoridade responsável, salvo disposição em contrário, exigir a comprovação do pagamento do imposto.

CAPÍTULO IV DOS ELEMENTOS QUANTIFICADORES
SEÇÃO I DA BASE DE CÁLCULO
Art. 6º A base de cálculo do imposto é (art. 6º da Lei n. 11.580/1996):
I - nas saídas de mercadorias previstas nos incisos I, III e IV do art. 5º, o valor da operação; II - na hipótese do inciso II, do art. 5º, o valor da operação, compreendendo mercadoria e serviço; III - na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, o preço do serviço; IV - no fornecimento de que trata o inciso VIII do art. 5º: a) o valor da operação, na hipótese da alínea "a"; b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada, na hipótese da alínea "b"; V - na hipótese do inciso IX do art. 5º, a soma das seguintes parcelas: a) valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação, observado o disposto no art. 7º; b) imposto de importação; c) imposto sobre produtos industrializados; d) imposto sobre operações de câmbio; e) quaisquer outros impostos, taxas, contribuições e despesas aduaneiras; VI - na hipótese do inciso X do art. 5º, o valor da prestação do serviço, acrescido, se for o caso, de todos os encargos relacionados com a sua utilização; VII - na hipótese do inciso XI do art. 5º, o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente; VIII - na hipótese do inciso XII do art. 5º, o valor da operação de que decorrer a entrada;

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IX - na hipótese dos incisos XIII e XIV do art. 5º, o valor da operação ou prestação sobre a qual foi cobrado o imposto na unidade federada de origem, e o imposto a recolher será correspondente à diferença entre as alíquotas interna e interestadual. § 1º Integra a base de cálculo do imposto, inclusive na importação do exterior de mercadoria ou bem: I - o montante do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle; II - o valor correspondente a: a) seguros, juros e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem como descontos concedidos sob condição, assim entendidos os que estiverem subordinados a eventos futuros e incertos; b) frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. § 2º Não integra a base de cálculo do imposto o montante: I - do imposto sobre produtos industrializados, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, configurar fato gerador de ambos os impostos; II - correspondente aos juros, multa e atualização monetária recebidos pelo contribuinte, a título de mora, por inadimplência de seu cliente, desde que calculados sobre o valor de saída da mercadoria ou serviço, e auferidos após a ocorrência do fato gerador do tributo; III - do acréscimo financeiro cobrado nas vendas a prazo promovidas por estabelecimentos varejistas, para consumidor final, desde que: a) haja a indicação no documento fiscal relativo à operação, dentre outros elementos, do preço a vista da mercadoria, do valor total da operação, do valor da entrada, se for o caso, do valor dos acréscimos financeiros excluídos da tributação e do valor e da data do vencimento de cada prestação; b) o valor excluído não exceda o resultado da aplicação de taxa, que represente as praticadas pelo mercado financeiro, fixada mensalmente pela Secretaria de Estado da Fazenda, sobre o valor do preço a vista; IV - correspondente ao pedágio, na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas. § 3º No caso do inciso IX: I - quando a mercadoria entrar no estabelecimento para fins de industrialização ou comercialização, e posteriormente for destinada para consumo ou integrada ao ativo permanente do adquirente, acrescentar-se-á, à base de cálculo, o valor do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, cobrado na operação de que decorreu a entrada, quando esta ocorrer de outro estabelecimento industrial ou a ele equiparado; II - para fins do cálculo do diferencial de alíquotas: a) considerar-se-á como valor da operação aquele consignado no campo "Valor Total da Nota" do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO" do documento fiscal que acobertou a entrada de mercadoria destinada ao uso, consumo ou ativo permanente; b) sobre o valor de que trata a alínea "a" aplicar-se-á a diferença aritmética simples entre as alíquotas interna e interestadual, independentemente do valor do imposto 10

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cobrado na origem. § 4º Na saída de mercadoria para estabelecimento localizado em outra unidade federada, pertencente ao mesmo titular, a base de cálculo do imposto é: I - o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria; II - o custo da mercadoria produzida, assim entendida a soma do custo da matéria-prima, material secundário, mão-de-obra e acondicionamento; III - tratando-se de mercadorias não industrializadas, o preço corrente no mercado atacadista do estabelecimento remetente. § 5º Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes, caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da prestação, a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. § 6º Nas vendas para entrega futura o valor contratado será atualizado a partir da data de vencimento da obrigação até a da efetiva saída da mercadoria, de acordo com a variação do Fator de Conversão e Atualização do ICMS - FCA, de que trata o § 1º do art. 82. § 7º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior: I - ao contribuinte que nas operações internas debitar e pagar o imposto em Guia de Recolhimento do Estado do Paraná - GR-PR, por ocasião do faturamento; II - quando a efetiva saída da mercadoria e o vencimento da obrigação comercial ocorrerem no mesmo mês. § 8º Para os efeitos da alínea "e" do inciso V deste artigo, entende-se por despesas aduaneiras aquelas efetivamente pagas à repartição alfandegária até o momento do desembaraço da mercadoria ou bem. § 9º Para fins do disposto no inciso III do §2º deste artigo: I - a parcela do acréscimo financeiro que exceder ao valor resultante da aplicação da taxa fixada, nos termos da alínea "b" do inciso III do §2º, não será excluída da base de cálculo do imposto, sendo tributada normalmente; II - os acréscimos financeiros a serem excluídos serão determinados em função do prazo médio de pagamento, que será definido em número de dias, considerados em intervalos não inferiores a quinze; III - sempre que o prazo médio diferir de intervalos de quinze dias, o resultado deverá ser arredondado para o limite mais próximo, e quando recair no ponto médio, deverá ser considerado o intervalo imediatamente posterior; IV - o valor da parcela a vista, se houver, será incluído no cálculo do prazo médio de pagamento; V - a condição a que se refere o alínea "a" do inciso III do §2º poderá ser satisfeita de forma diversa, desde que previamente autorizada pela Secretaria de Estado da Fazenda, nos termos dos artigos 96 a 104; VI - a base de cálculo do imposto, após deduzidos os acréscimos financeiros, não poderá ser inferior: a) ao preço máximo ou único de venda a varejo fixado pelo fabricante ou por autoridade competente; b) ao valor da venda a vista da mercadoria na operação mais recente;

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c) ao valor da aquisição mais recente, acrescido do percentual de margem de lucro bruto operacional, apurado no exercício anterior, na hipótese de inaplicabilidade das alíneas "a" e "b" deste inciso; VII - não se aplica em operação para a qual a legislação determina base de cálculo reduzida, e não exime o contribuinte de outras obrigações relativas às vendas a prestação fixadas em legislação específica. § 10. Para os fins do disposto no inciso III deste artigo, em relação às prestações de serviços de comunicação, o preço do serviço compreende, também, os valores cobrados a título de acesso, adesão, ativação, habilitação, disponibilidade, assinatura e utilização dos serviços, bem assim aqueles relativos a serviços suplementares e facilidades adicionais que otimizem ou agilizem o processo de comunicação, independentemente da denominação que lhes seja dada (Convênio ICMS 69/1998).

Art. 7º O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação, ou a que seria utilizada para tanto, sem qualquer acréscimo ou devolução posterior, se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço (art. 7º da Lei n. 11.580/1996).
Parágrafo único. O valor fixado pela autoridade aduaneira para fins de base de cálculo do imposto de importação, nos termos da lei aplicável, substituirá o preço declarado.

Art. 8º Na falta dos valores a que se referem os incisos I e VIII do art. 6º , a base de cálculo do imposto é (art. 8º da Lei n. 11.580/1996):
I - o preço corrente da mercadoria, ou de sua similar, no mercado atacadista do local da operação ou, na sua falta, no mercado atacadista regional, caso o remetente seja produtor, extrator ou gerador, inclusive de energia; II - o preço FOB estabelecimento industrial a vista, caso o remetente seja industrial; III - o preço FOB estabelecimento comercial a vista, na venda a outros comerciantes ou industriais, caso o remetente seja comerciante. § 1º Para aplicação dos incisos II e III do "caput" deste artigo, adotar-se-á sucessivamente: I - o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente; II - caso o remetente não tenha efetuado venda de mercadoria, o preço corrente da mercadoria ou de sua similar no mercado atacadista do local da operação ou, na falta deste, no mercado atacadista regional. § 2º Na hipótese do inciso III do "caput" deste artigo, se o estabelecimento remetente não efetuar vendas a outros comerciantes ou industriais ou, em qualquer caso, se não houver mercadoria similar, a base de cálculo será equivalente a setenta e cinco por cento do preço de venda corrente no varejo.

Art. 9º Nas prestações sem preço determinado, a base de cálculo do imposto é o valor corrente do serviço no local da prestação (art. 9º da Lei n.
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11.580/1996). Art. 10. Quando o valor do frete, cobrado por estabelecimento pertencente ao mesmo titular da mercadoria ou por outro estabelecimento de empresa que com aquele mantenha relação de interdependência, exceder os níveis normais de preços em vigor, no mercado local, para serviço semelhante, constantes de tabelas elaboradas pelos órgãos competentes, o valor excedente será havido como parte do preço da mercadoria (art. 10 da Lei n. 11.580/1996).
Parágrafo único. Para os fins deste artigo, considerar-se-ão interdependentes duas empresas quando: I - uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges ou filhos menores, for titular de mais de cinquenta por cento do capital da outra; II - uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com funções de gerência, ainda que exercidas sob outra denominação; III - uma delas locar ou transferir a outra, a qualquer título, veículo destinado ao transporte de mercadorias.

Art. 11. A base de cálculo, para fins de substituição tributária, será (art. 11 da Lei n. 11.580/1996):
I - em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes, o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído; II - em relação às operações ou prestações subsequentes, obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário; b) o montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço; c) a margem de valor agregado, inclusive lucro, relativa às operações ou prestações subsequentes. § 1º Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor, único ou máximo, seja fixado por órgão público competente, a base de cálculo do imposto, para fins de substituição tributária, é o referido preço fixado. § 2º Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, a base de cálculo será este preço, na forma estabelecida em acordo, protocolo ou convênio. § 3º A margem a que se refere a alínea "c" do inciso II do "caput" deste artigo será estabelecida com base nos seguintes critérios: I - levantamentos, ainda que por amostragem, dos preços usualmente praticados pelo substituído final no mercado considerado; II - informações e outros elementos, quando necessários, obtidos junto a entidades representativas dos respectivos setores;

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III - adoção da média ponderada dos preços coletados. § 4º O imposto a ser pago por substituição tributária, na hipótese do inciso II do "caput" deste artigo, corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista no art. 14 sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. § 5º Em substituição ao disposto no inciso II do "caput" deste artigo, a base de cálculo em relação às operações ou prestações subsequentes poderá ser o preço a consumidor final usualmente praticado no mercado considerado, relativamente ao serviço, à mercadoria ou sua similar, em condições de livre concorrência, adotando-se para sua apuração as regras estabelecidas no § 3º.

Art. 12. Poderá a Fazenda Pública (art. 12 da Lei n. 11.580/1996):
I - mediante ato normativo, manter atualizada, para efeitos de observância pelo contribuinte, como base de cálculo, na falta do valor da prestação de serviços ou da operação de que decorrer a saída de mercadoria, tabela de preços correntes no mercado de serviços e atacadista das diversas regiões fiscais; II - em ação fiscal, estimar ou arbitrar a base de cálculo: a) sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados pelo contribuinte, ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado; b) sempre que não ocorrer a exibição ao fisco dos elementos necessários à comprovação do valor da operação ou da prestação, inclusive nos casos de perda ou extravio dos livros e documentos fiscais; c) quando houver fundamentada suspeita de que os documentos fiscais ou contábeis não refletem o valor da operação ou da prestação; d) quando ocorrer transporte ou armazenamento de mercadoria sem os documentos fiscais exigíveis; III - estimar ou arbitrar base de cálculo em lançamento de ofício, abrangendo: a) estabelecimentos varejistas; b) vendedores ambulantes sem conexão com estabelecimento fixo ou pessoas e entidades que atuem temporariamente no comércio. Parágrafo único. Havendo discordância em relação ao valor estimado ou arbitrado, nos termos do inciso II do "caput", caberá avaliação contraditória administrativa, observado o disposto no art. 675, ou judicial.

Art. 13. Na hipótese do pagamento antecipado a que se refere o § 4º do art. 5º, a base de cálculo é o valor da mercadoria ou da prestação, acrescido de percentual de margem de lucro fixado para os casos de substituição tributária, ou na falta deste o de trinta por cento (art. 13 da Lei n. 11.580/1996).

SEÇÃO II DA ALÍQUOTA
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Art. 14. As alíquotas internas são, conforme o caso e de acordo com a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), assim distribuídas (art. 14 da Lei n. 11.580/1996, com redação dada pela Lei n. 16.016/2008):
I - alíquota de sete por cento nas operações com alimentos, quando destinados à merenda escolar, nas vendas a órgãos da administração federal, estadual ou municipal; II - alíquota de doze por cento nas prestações de serviço de transporte intermunicipal e nas operações com os seguintes bens e mercadorias: a) canetas esferográficas, canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas, canetas tinteiro (canetas de tinta permanente) e outras canetas, cargas com ponta, para canetas esferográficas, lápis, minas para lápis ou lapiseiras, lousas e quadros para escrever ou desenhar, cores para pintura artística, atividades educativas e recreação ou de desenho, colas e adesivos, borrachas de apagar (9608.1000 a 9608.9990, 9609.1000 a 9609.9000, 9610.0000, 3213.1000 a 3213.9000, 3506.1000 a 3506.9900, 4016.9200); b) animais vivos; c) hortifrutigranjeiros e agropecuários, em estado bicho-da-seda; sêmens, embriões, ovos férteis, girinos e alevinos; natural; casulos do

d) água de coco; água mineral (2201); alimentos; sucos de frutas (2009); e) rações, farinhas, farelos, tortas e resíduos destinados à alimentação animal ou utilizados na sua fabricação; f) refeições industriais (2106.9090) e demais refeições quando destinadas a vendas diretas a corporações, empresas e outras entidades, para consumo de seus funcionários, empregados ou dirigentes, bem como no fornecimento de alimentação de que trata o inciso I do art. 2º, exceto no fornecimento ou na saída de bebidas; g) fármacos, medicamentos, drogas, soros e vacinas, inclusive veterinários; cápsulas vazias para medicamentos; h) de higiene pessoal e limpeza: 1. xampus (3305.1000); 2. dentifrícios (3306.1000); 3. desodorantes corporais e antiperspirantes (3307.20); 4. papel higiênico (4818.1000); 5. absorventes e tampões higiênicos, fraldas para bebês e geriátricas e artigos higiênicos semelhantes (4818.40); 6. escovas de dentes (9603.2100); 7. protetor solar (3304); i) calçados, tecidos, artefatos de tecidos, artigos de cama, mesa e banho, e artigos de vestuário, inclusive roupas íntimas e de banho, camisolas e pijamas, gravatas, meias, luvas, lenços, xales, echarpes, cachecóis, mantilhas e véus; j) sacolas ecológicas; k) de uso doméstico:

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1. artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de plástico, madeira, porcelana, cerâmica e vidro (3924.1000, 4419.0000, 6911.10, 6912.0000 e 7013.1000 a 7013.4900); talheres (8211.1000, 8211.9100, 8211.9210 e 8215); panelas; 2. fogões de cozinha de até quatro bocas; 3. refrigeradores e freezers de até 300 litros com apenas uma porta; 4. máquinas de lavar roupa (8450.1) até seis kg; 5. máquinas de costura para fins doméstico (8452.1000) e ferros elétricos de passar (8516.4000); 6. chuveiros e duchas; 7. aparelhos receptores de televisão de até 29 polegadas; l) assentos (9401); móveis (9403); suportes elásticos para camas (9404.10) e colchões (9404.2); m) destinados à construção civil: 1. areia, argila, saibro, pedra bruta, brita graduada e pedra marroada; 2. tijolo, telha, tubo e manilha, de argila ou barro; 3. telhas e lajes planas pré-fabricadas, painéis de lajes, pré-lajes e pré-moldados, de cimento, de concreto, ou de pedra artificial, mesmo armadas; 4. cal (2522); calcário (2521.00.00); e gesso (2520.20); 5. blocos e tijolos (6810.1100); 6. ladrilhos e placas de cerâmica (6907 e 6908); 7. pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, sanitários e caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para uso sanitário, de porcelana ou cerâmica (6910.1000 e 6910.9000); n) madeiras e suas obras: 1. lenha (4401.1000); 2. madeira em bruto (4403 e 4404); 3. painéis de fibras ou de partículas e painéis semelhantes, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos (4410 e 4411); 4. molduras de madeira (4414); caixotes, caixas, engradados, barricas e embalagens semelhantes, carretéis para cabos, paletes simples, paletes-caixas e outros estrados para carga e taipais de paletes (4415); barris, cubas, balsas, dornas, selhas e outras obras de tanoeiro e respectivas partes de madeira, incluídas as aduelas (4416); ferramentas, armações e cabos, de ferramentas, de escovas e de vassouras; formas, alargadeiras e esticadores, para calçados (4417); obras de marcenaria ou de carpintaria para construções, incluídos os painéis celulares, os painéis para soalhos e as fasquias para telhados ("shingles" e "shakes") (4418); o) plásticos e suas obras: 1. blocos de espuma (3909.5029); 2. perfis de polímeros de cloreto de vinila (3916.2000); 16

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3. tubos e seus acessórios (3917); 4. outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plásticos não alveolares (3920); 5. artigos de transporte ou de embalagem; rolhas, tampas, cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes (3923); p) combustíveis: 1. combustíveis de aviação (Lei 16.370 de 29.12.2009); 2. óleo diesel (2710.1921); 3. mistura óleo diesel/biodiesel (2710.1921); 4. gás liquefeito de petróleo (2711.1910); 5. gás natural (2711.1100 e 2711.2100); 6. gás de refinaria (2711.2990); 7. biodiesel (3824.9029); q) máquinas, implementos, tratores e micro tratores, agropecuários e agrícolas (8201, 8424.81, 8432, 8436, 8437, 8701, 8433.2090, 8433.5100, 8433.5990) e outras partes (8433.9090); r) máquinas e aparelhos industriais, exceto peças e partes (8417 a 8422, 8424, 8434 a 8435, 8438 a 8449, 8451, 8453 a 8465, 8468, 8474 a 8480 e 8515); s) empilhadeiras (8427.1019, 8427.2010 e 8427.2090); trator de esteira (8429.1190); rolo compactador (8429.4000); motoniveladoras (8429.2090); carregadeiras (8429.519); escavadeira hidráulica (8429.5290) e retroescavadeiras (8429.5900); t) elevadores e monta-cargas (8428.10); escadas e tapetes rolantes (8428.40); partes de elevadores (8431.31); eixos, exceto de transmissão e suas partes (8708.5) e outros reboques e semirreboques, para transporte de mercadorias (8716.3); u) veículos automotores novos e peças para veículos automotores, inclusive para veículos, máquinas e equipamentos agrícolas e rodoviários, quando a operação seja realizada sob o regime da sujeição passiva por substituição tributária, com retenção do imposto relativo às operações subsequentes, sem prejuízo do disposto na alínea “v”; v) independentemente de sujeição passiva por substituição tributária, os veículos classificados na NBM/SH, com o sistema de classificação adotado até 31 de dezembro de 1996: 8701.20.0200, 8701.20.9900, 8702.10.0100, 8702.10.0200, 8702.10.9900, 8704.21.0100, 8704.22.0100, 8704.23.0100, 8704.31.0100, 8704.32.0100, 8704.32.9900, 8706.00.0100 e 8706.00.0200; w) da indústria de automação e eletrônica: 1. máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão da posição 8442; 2. máquinas de calcular programáveis pelo usuário e dotadas de aplicações especializadas; caixa registradora eletrônica (8470.501); partes e acessórios reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinados a máquinas e aparelhos da subposição 8470.2, do item 8470.501, da posição 8471, dos subitens 8472.9010, 8472.9030 e 8472.9090, e dos itens 8472.902 e 8472.905 desde que tais máquinas e aparelhos estejam relacionados nesta alínea (8473); partes e acessórios das máquinas da posição 8471 (8473.30); outros (8473.3019); 17

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3. motores de passo (8501.101); transformadores elétricos, conversores elétricos estáticos (retificadores, por exemplo), bobinas de reatância e de alta indução (8504); 4. discos, fitas, dispositivos de armazenamento não volátil de dados à base de semicondutores, "cartões inteligentes" ("smart cards") e outros suportes para gravação de som ou para gravações semelhantes, mesmo gravados, incluídos as matrizes e moldes galvânicos para fabricação de discos (8523); 5. aparelhos transmissores (emissores) com aparelho receptor incorporado baseados em técnica digital (8525); receptores pessoais de radiomensagens – “pager” (8527.901); 6. aparelhos digitais de sinalização acústica ou visual, exceto os aparelhos residenciais (8531); 7. condensadores elétricos próprios para montagem em superfície - SMD (8532.2110, 8532.2310, 8532.2410, 8532.2510, 8532.2910 e 8532.3010); resistências elétricas próprias para montagem em superfície - SMD (8533); circuitos impressos multicamadas e circuitos impressos flexíveis multicamadas, próprios para as máquinas, aparelhos, equipamentos e dispositivos constantes neste item (8534.0000); interruptor, seccionador, comutador e codificador digitais (8536.50); conectores para circuito impresso (8536.9040); comando numérico computadorizado (8537.101); controlador programável (8537.1020); controlador de demanda de energia elétrica (8537.1030); 8. diodos, transistores e dispositivos semelhantes semicondutores; dispositivos fotossensíveis semicondutores, incluídas as células fotovoltaicas, mesmo montadas em módulos ou painéis; diodos emissores de luz; cristais piezelétricos montados (8541); circuitos integrados e microconjuntos, eletrônicos (8542); máquinas e aparelhos elétricos com funções próprias, não especificados nem compreendidos em outras posições (8543); 9. fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados para usos elétricos (incluídos os envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo com peças de conexão; cabos de fibras óticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão (8544); cabos de fibras óticas (8544.70); fibras óticas (9001.101); feixes e cabos de fibras óticas (9001.1020); dispositivos de cristais líquidos - LCD (9013.8010); 10. instrumentos e aparelhos digitais para medicina, cirurgia, odontologia e veterinária (9018); aparelhos digitais de mecanoterapia, de ozonoterapia, de oxigenoterapia, de aerossolterapia, aparelhos digitais respiratórios de reanimação e outros aparelhos digitais de terapia respiratória (9019); x) implantes dentários em geral, de qualquer material, inclusive os de titânio, de todas as formas, diâmetros e alturas, próprios para serem fixados nos ossos da mandíbula, maxilar ou zigomático, suas partes, acessórios e complementos (8108); III - alíquota de vinte e cinco por cento (25%) nas operações com: a) armas e munições, suas partes e acessórios (NCM Capítulo 93); b) balões e dirigíveis; planadores, asas voadoras e outros veículos aéreos, não concebidos para propulsão com motor (8801.0000); c) embarcações de esporte e de recreio (8903); d) energia elétrica destinada à eletrificação rural; e) peleteria e suas obras e peleteria artificial (NCM Capítulo 43); f) perfumes e cosméticos (3303, 3304, 3305, exceto 3305.1000, e 3307, exceto 18

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3307.20); IV - alíquota de vinte e oito por cento (28%) nas operações com: a) gasolina, exceto para aviação; b) álcool anidro para fins combustíveis; V - alíquota de vinte e nove por cento (29%) nas prestações de serviço de comunicação e nas operações com: a) energia elétrica, exceto a destinada à eletrificação rural; b) fumo e sucedâneos, manufaturados (2402.1000 a 2403.9990); c) bebidas alcoólicas (2203, 2204, 2205, 2206 e 2208); VI - alíquota de dezoito por cento (18%) nas operações com os demais bens e mercadorias. § 1º Entre outras hipóteses as alíquotas internas são aplicadas quando: I - o remetente ou o prestador e o destinatário da mercadoria, bem ou serviço estiverem situados neste Estado; II - da entrada de mercadoria ou bens importados do exterior; III - das prestações de serviço de transporte, ainda que contratado no exterior, e o de comunicação transmitida ou emitida no estrangeiro e recebida neste Estado; IV - o destinatário da mercadoria ou do serviço for consumidor final localizado em outra unidade federada, desde que não contribuinte do imposto. § 2º A aplicação da alíquota prevista na alínea "u" do inciso II do "caput", independerá da sujeição ao regime da substituição tributária nas seguintes situações: I - no recebimento do veículo importado do exterior, por contribuinte do imposto, para o fim de comercialização, integração no ativo imobilizado ou uso próprio do importador; II - na operação realizada pelo fabricante ou importador, que destine o veículo diretamente a consumidor ou usuário final, ou quando destinado ao ativo imobilizado do adquirente. § 3º Para efeito do disposto na parte final da inciso II do § 2º, é eventual e posterior alienação do veículo ou sua transferência para outro estabelecimento adquirente, ocorra após o transcurso de, no mínimo, doze meses entrada, circunstância que deverá constar no documento fiscal emitido referente será informada ao fisco de destino do veículo. condição que Estado, pelo da respectiva à aquisição e

§ 4º O não cumprimento da condição, tratada no § 3º, ensejará a cobrança, do estabelecimento adquirente, do imposto devido, decorrente da diferença entre a aplicação da alíquota prevista no inciso VI do "caput", e aquela tratada no inciso a alínea “u” do inciso II do "caput", com os acréscimos legais cabíveis, desde a data de entrada do veículo no seu estabelecimento. § 5º O disposto nos §§ 3º e 4º aplica-se a veículos automotores de passageiros (8703) e veículos comerciais leves com capacidade de carga de até 5 toneladas (8704), e não se aplica no caso de sinistro por perda total do veículo a ser comprovado de acordo com a legislação própria ou segundo os princípios de contabilidade geralmente aceitos. § 6º A alíquota prevista no inciso II do "caput", não se aplica nas saídas promovidas por estabelecimentos beneficiados pelas Leis n. 14.895/2005 e n. 15.634/2007. 19

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§ 7º Consideram-se, também, peças para veículos automotores, para efeitos do disposto na alínea “u” do inciso II do "caput", partes, componentes, acessórios e demais produtos relacionados no art. 97 do anexo X.

Art. 15. As alíquotas para operações e prestações interestaduais são (art. 15 da Lei n. 11.580/1996):
I - 12% para as operações e prestações interestaduais que destinem bens, mercadorias e serviços a contribuintes estabelecidos nos Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, ressalvado o disposto no inciso III deste artigo; II - 7% para as operações e prestações interestaduais que destinem bens, mercadorias e serviços a contribuintes estabelecidos no Distrito Federal e nos demais Estados não relacionados no inciso anterior, ressalvado o disposto no inciso seguinte; III - 4% nas prestações de serviço de transporte aéreo interestadual de passageiro, carga e mala postal. Parágrafo único. Na saída de mercadoria para empresa de construção civil inscrita no cadastro de contribuintes do ICMS da unidade federada de destino aplica-se a respectiva alíquota interestadual (inciso II do art. 1º da Lei n. 16.016/2008).

CAPÍTULO V DA SUJEIÇÃO PASSIVA
SEÇÃO I DO CONTRIBUINTE
Art. 16. Contribuinte do imposto é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior (art. 16 da Lei n. 11.580/1996).
Parágrafo único. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: I - importe do exterior mercadoria ou bem, qualquer que seja a sua finalidade; II - seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior; III - adquira em licitação mercadoria ou bem apreendidos ou abandonados; IV - adquira petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, ou energia elétrica, oriundos de outra unidade federada, quando não destinados à industrialização ou à comercialização.

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Art. 17. Considera-se contribuinte autônomo cada estabelecimento do mesmo contribuinte (art. 17 da Lei n. 11.580/1996).
§ 1º Equipara-se a estabelecimento autônomo, o veículo ou qualquer outro meio de transporte utilizado no comércio ambulante, na captura de pescado ou na prestação de serviços. § 2º Para os efeitos deste Regulamento, depósito fechado do contribuinte é o local destinado exclusivamente ao armazenamento de suas mercadorias no qual não se realizam vendas.

SEÇÃO II DO RESPONSÁVEL OU SUBSTITUTO
Art. 18. São responsáveis pelo pagamento do imposto (art. 18 da Lei n. 11.580/1996):
I - o transportador, em relação à mercadoria: a) que despachar, redespachar ou transportar sem a documentação fiscal regulamentar ou com documentação fiscal inidônea; b) transportada de outra unidade federada para entrega sem destinatário certo ou para venda ambulante neste Estado; c) que entregar a destinatário diverso do indicado na documentação fiscal; d) transportada que for negociada com interrupção de trânsito no território paranaense; II - o armazém geral e o depositário a qualquer título: a) pela saída real ou simbólica de mercadoria depositada neste Estado por contribuinte de outra unidade federada; b) pela manutenção em depósito de mercadoria com documentação fiscal irregular ou inidônea; c) pela documentação fiscal; manutenção em depósito de mercadoria desacompanhada de

III - o alienante de mercadoria, pela operação subsequente, quando não comprovada a condição de contribuinte do adquirente; IV - o contribuinte ou depositário a qualquer título, na qualidade de substituto tributário, em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações, sejam antecedentes, concomitantes ou subsequentes - inclusive quanto ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte do imposto, localizado neste Estado - na forma prevista neste Regulamento, em relação: a) aos seguintes produtos classificados nas abaixo citadas seções da NBM/SH: 1. animais vivos e produtos do reino animal (Seção I); 2. produtos do reino vegetal (Seção II);

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Aprovado pelo Decreto n. 6.080 de 29.09.2012, atualizado até o Decreto n.

3. gorduras e óleos animais ou vegetais, produtos da sua dissociação, gorduras alimentares elaboradas e ceras de origem animal ou vegetal (Seção III); 4. produtos das indústrias alimentares, bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres, fumo (tabaco) e seus sucedâneos manufaturados (Seção IV); 5. produtos minerais (Seção V); 6. produtos das indústrias químicas ou das indústrias conexas (Seção VI); 7. plásticos e suas obras e borracha e suas obras (Seção VII); 8. peles, couros, peleteria (peles com pelo) e obras destas matérias, artigos de correeiro ou de seleiro, artigos de viagem, bolsas e artefatos semelhantes e obras de tripa (Seção VIII); 9. madeira, carvão vegetal e obras de madeira, cortiça e suas obras e obras de espartaria ou de cestaria (Seção IX); 10. pastas de madeira ou de outras matérias fibrosas celulósicas, papel ou cartão de reciclar (desperdícios e aparas) e papel e suas obras (Seção X); 11. matérias têxteis e suas obras (Seção XI); 12. obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes, produtos cerâmicos e vidro e suas obras (Seção XIII); 13. pérolas naturais ou cultivadas, pedras preciosas ou semipreciosas e semelhantes, metais preciosos, metais folheados ou chapeados de metais preciosos, e suas obras, bijuterias e moedas (Seção XIV); 14. metais comuns e suas obras (Seção XV); 15. máquinas e aparelhos, material elétrico, e suas partes, aparelhos de gravação ou de reprodução de som, aparelhos de gravação ou de reprodução de imagens e de som em televisão, e suas partes e acessórios (Seção XVI); 16. material de transporte (Seção XVII); 17. instrumentos e aparelhos de ótica, fotografia ou cinematografia, medida, controle ou de precisão, instrumentos e aparelhos médico-cirúrgicos, aparelhos de relojoaria, instrumentos musicais, suas partes e acessórios (Seção XVIII); 18. armas e munições, suas partes e acessórios (Seção XIX); 19. mercadorias e produtos diversos (Seção XX); b) aos serviços de transporte e de comunicação; V - o contribuinte, em relação à mercadoria cuja fase de diferimento ou suspensão tenha sido encerrada; VI - o contribuinte que promover saída isenta ou não tributada de mercadoria que receber em operação de saída abrangida pelo diferimento ou suspensão, em relação ao ICMS suspenso ou diferido concernente à aquisição ou recebimento, sem direito a crédito; VII - qualquer pessoa, em relação à mercadoria que detiver para comercialização, industrialização ou simples entrega, desacompanhada de documentação fiscal ou acompanhada de documento fiscal inidôneo; VIII - o leiloeiro, síndico, comissário ou liquidante, em relação às operações de conta alheia; 22

III . nas operações internas e interestaduais com energia elétrica destinadas ao Estado do Paraná.a suspensão da aplicação do regime de substituição tributária.080 de 29.266. II . na condição de contribuinte ou de substituto tributário. na hipótese do inciso IV do "caput" deste artigo. cujo transporte deverá ser acompanhado de via do documento de arrecadação. sendo seu cálculo efetuado sobre o preço praticado na operação final.09.Coordenação da Receita do Estado. 20 da Lei n. eleito substituto tributário. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável. § 4º A CRE . pode determinar: I .da entrada ou recebimento da mercadoria. ou deixar de ser.2013. em relação às operações subsequentes realizadas neste Estado. desde a produção ou importação até a última operação. o imposto incidente na operação será devido a este Estado e será pago pelo remetente. § 1º A adoção do regime de substituição tributária em relação às operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelas unidades federadas interessadas. § 5º O responsável sub-roga-se nos direitos e obrigações do contribuinte. fica também atribuída: I . inclusive lubrificantes. quanto ao síndico e o comissário.o contratante de serviço ou terceiro que participe de prestação de serviços de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicação. 11.ao contribuinte que realizar operação interestadual destinada ao Estado do Paraná com petróleo.às empresas geradoras ou distribuidoras de energia elétrica e ao agente comercializador. a suspensão da aplicação do regime de substituição tributária ou o pagamento do imposto na saída da mercadoria do estabelecimento remetente. atualizado até o Decreto n.RICMS 7. § 6º Respondem pelo crédito tributário todos os estabelecimentos do mesmo titular. 23 .em relação a contribuinte substituto que descumprir as obrigações estabelecidas na legislação.2012. estendendo-se a sua responsabilidade à punibilidade por infração tributária. entende-se por diferimento a substituição tributária em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações antecedentes. 134 do Código Tributário Nacional. em substituição ao remetente. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. ressalvada. quando este não for. quando (art. Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. de 04. Aprovado pelo Decreto n.a atribuição da responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto ao destinatário da mercadoria.580/1996): I . II . pelo pagamento do imposto.02. § 2º A responsabilidade a que se refere o inciso IV do "caput". que tenham como destinatário adquirente consumidor final localizado no Estado do Paraná. nas circunstâncias previstas nos artigos 131 a 138 do Código Tributário Nacional. IX . o disposto no parágrafo único do art. Art. 19.a pessoa natural ou jurídica de direito privado. 6. § 7º Para os efeitos deste Regulamento. do bem ou do serviço. § 3º Nas operações interestaduais com as mercadorias de que trata o parágrafo anterior. X .

21. 11. III . tenha sido feita de forma irregular ou tenha sido apresentada fora do prazo regulamentar pelo contribuinte substituído. 6. atualizado até o Decreto n. representante. CAPÍTULO VI DO LOCAL DA OPERAÇÃO E DA PRESTAÇÃO Art. exportação ou reintrodução de mercadoria ou bem no mercado interno. mandatário ou gestor de negócios com atuação vinculada a tais operações.o contribuinte substituído. 20. São solidariamente responsáveis em relação ao imposto (art.09. assim como o despachante aduaneiro. quando: a) o imposto não tenha sido retido.266. salvo determinação em contrário da legislação.02. Aprovado pelo Decreto n.ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. O local da operação ou da prestação. II . c) reintrodução de mercadoria. sem a documentação fiscal exigível: a) saída de mercadoria para o exterior. de 22 de agosto de 2007). 21 da Lei n. A responsabilidade prevista neste artigo é extensiva ao imposto devido por prestação de serviços vinculados a circulação de mercadoria ou bem. b) saída de mercadoria estrangeira depositada no entreposto com destino ao mercado interno. b) tenha ocorrido infração à legislação tributária para a qual o contribuinte substituído tenha concorrido.2013. pelo substituto tributário.RICMS 7. SEÇÃO III DA RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA Art. III .o entreposto aduaneiro ou industrial que promovam. é (art.a pessoa que promova importação. Parágrafo único.080 de 29. de 04. d) receber mercadoria desacompanhada do comprovante de recolhimento do imposto.610. IV . nas situações em que o pagamento é exigido por ocasião da ocorrência do fato gerador (Lei n.2012.580/1996): I . 15. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável. no todo ou em parte. ainda que isenta ou não tributada. c) a informação ou declaração de que dependa o cumprimento de obrigação decorrente de substituição tributária não tenha sido prestada.o despachante que tenha promovido o despacho ou redespacho de mercadorias sem a documentação fiscal exigível. II .da saída subsequente por ele promovida. 22 da 24 .

em relação às operações realizadas em sua plataforma continental.09. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados. e) aquele onde seja realizada a licitação. Lei n. atualizado até o Decreto n. 6. o desembarque do produto da captura de peixes. de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado.266.2013.02. nos demais casos. assim entendido o da geração. repetição. nos demais casos. 5º. inclusive lubrificantes e combustíveis dele derivados. c) o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. de 04. b) o do estabelecimento destinatário do serviço. 5º. inclusive consumidor final. ampliação e recepção. o do § 1º O disposto na alínea "c" do inciso I não se aplica às mercadorias recebidas em regime de depósito de contribuinte de unidade federada que não a do depositário. na hipótese do inciso XIII do art.RICMS 7. no caso de importação do exterior. b) o do estabelecimento destinatário do serviço.tratando-se de bem ou mercadoria: a) o do estabelecimento onde se encontre. quando prestado por meio de satélite. crustáceos e moluscos. na hipótese do inciso XIII do art. b) onde se encontre. Aprovado pelo Decreto n. g) o território deste Estado em relação às operações com ouro aqui extraído. f) onde estiver localizado no território paranaense o adquirente. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação fiscal inidônea. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial ou na operação em que perdeu tal condição. transmissão. no momento da ocorrência do fato gerador. mar territorial ou zona econômica exclusiva.080 de 29. II . III . h) onde ocorrer.2012.tratando-se de serviços estabelecimento ou domicílio do destinatário. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação fiscal inidônea.580/1996): I . ou o título que a represente. i) o território deste Estado.tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação: a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. emissão. IV . retransmissão. c) o do estabelecimento que transfira a propriedade.tratando-se de prestação de serviço de transporte: a) onde se encontre o veículo transportador. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. prestados ou iniciados no exterior. c) onde tenha início a prestação. no território paranaense. d) onde seja cobrado o serviço. desde que não destinados à industrialização ou à comercialização. d) o do estabelecimento onde ocorrer a entrada física ou o do domicílio do adquirente quando não estabelecido. 25 . 11.

de 04. § 7º Quando o fato gerador realizar-se em decorrência do pagamento de ficha. CAPÍTULO VII DO REGIME DE COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO SEÇÃO I DAS MODALIDADES Art.RICMS 7. bem como onde se encontrem armazenadas mercadorias. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores por este Estado ou por outra unidade federada. § 5º Quando a mercadoria for remetida para armazém geral ou para depósito fechado do próprio contribuinte. 22. próprio ou de terceiro. tratando-se de serviços não medidos. para um determinado período estabelecido na legislação. Aprovado pelo Decreto n. encontrada a mercadoria ou constatada a prestação. na hipótese do inciso I do "caput" deste artigo. 26 .09.02. salvo se para retornar ao estabelecimento remetente. 75. § 3º Para os efeitos deste Regulamento. III . o local da operação ou da prestação será o do estabelecimento que fornecer esses instrumentos ao adquirente ou usuário. quando definido como ativo financeiro ou instrumento cambial. edificado ou não. § 8º Na hipótese do inciso III.2012. deve ter sua origem identificada.080 de 29. II . estabelecimento é o local. onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam suas atividades em caráter temporário ou permanente.por período. em operação interna. 11. apurado por um dos seguintes critérios (art. o ouro. o imposto devido será recolhido em partes iguais para as unidades federadas onde estiverem localizados o prestador e o tomador.266.580/1996): I . mediante declaração expressa no documento fiscal correspondente.por estimativa. cartão ou assemelhados. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. a posterior saída considerar-se-á ocorrida no estabelecimento do depositante. § 6º O disposto na alínea "a" do inciso II deste artigo não se aplica quando o valor da prestação estiver incluído no valor da carga transportada. § 2º Para os efeitos da alínea "g" do inciso I. O imposto é não-cumulativo.2013. observado o contido nos incisos VII e XV do art. § 4º Na impossibilidade de determinação do estabelecimento. considera-se como tal o local em que tenha sido efetuada a operação ou prestação. 6. que envolvam localidades situadas em diferentes unidades federadas e cujo preço seja cobrado por períodos definidos.por mercadoria ou serviço à vista de cada operação ou prestação. privado ou público. § 1º O mês será o período considerado para efeito de apuração e lançamento do ICMS. 23 da Lei n. atualizado até o Decreto n.

§ 9º Na hipótese do inciso II do parágrafo anterior. observar-se-á o seguinte: I . efetivamente utilizados na prestação de serviço iniciado neste Estado. lubrificantes. totalizando-as segundo a sua natureza. que pagará a diferença apurada. bem como de mercadorias destinadas ao ativo permanente. sendo que o imposto poderá ser lançado no campo "Outros Créditos" da GIA/ICMS.o imposto será pago em parcelas periódicas. § 6º O contribuinte adotará por parâmetro para apropriação do crédito a proporção do valor das prestações iniciadas no território paranaense em relação ao total da receita decorrente dos serviços de transporte interestadual e intermunicipal executados pela empresa. caso contrário. § 7º Na aplicação do disposto no § 4º deverão ser observadas as regras contidas no art. II . 6.na contratação de transportador autônomo para complementação do serviço em meio de transporte diverso do original. pneus. § 3º A forma de compensação do imposto. o transportador contratante fará a apropriação do crédito relativo ao frete lançado no conhecimento de transporte emitido pelo transportador contratado. inclusive de limpeza. os prestadores de serviço de transporte interestadual e intermunicipal poderão apropriar-se do crédito do imposto de serviços da mesma natureza. § 2º Na hipótese do inciso III do "caput" deste artigo. observado o disposto nas notas 1 a 4 do item 48 do Anexo III: I . assegurado ao contribuinte o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. 233. aditivos. Aprovado pelo Decreto n. nos casos de pagamento desvinculado da conta-gráfica é a estabelecida neste Regulamento. II . fluidos.09.02. 23. III . atualizado até o Decreto n.o estabelecimento que apurar o imposto por estimativa não fica dispensado do cumprimento de obrigações acessórias. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. que permanecerá à disposição da fiscalização. IV .080 de 29. óleos. nas seguintes situações.no transporte por redespacho. 187. observado o disposto no § 3º do art. por veículo automotor.2013. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes.no transporte intermodal.CAD/ICMS. na coluna "Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto". o transportador que emitir o conhecimento de transporte pelo preço total do serviço fará a apropriação dos créditos relativos aos fretes de cada modalidade de prestação.RICMS 7. § 8º Independentemente do sistema de tributação adotado. ficando permitida a escrituração das notas fiscais de aquisição num único lançamento no livro Registro de Entradas ao final de cada mês. que não optar pelo crédito presumido previsto nos itens 48 e 49 do Anexo III. § 5º Para a apropriação do crédito o contribuinte deverá elaborar demonstrativo.2012. com base nos documentos emitidos na forma do 27 . II .ao final do período. conforme dispõem as alíneas "a" e "c" do inciso I do art.na subcontratação. de 04. poderá apropriar-se do crédito do imposto das operações tributadas de aquisição de combustíveis. peças de reposição e outros produtos de manutenção da frota. câmaras de ar e demais materiais rodantes. § 4º O estabelecimento prestador de serviço de transporte interestadual ou intermunicipal inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado . nos termos do art. se positiva. 72. quando se tratar da hipótese do inciso III do parágrafo anterior. da efetiva utilização dos produtos arrolados no parágrafo anterior em serviço tributado iniciado no território paranaense.266.

lubrificantes. cuja natureza da operação será "Recuperação de Crédito". o mesmo poderá ser calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o valor de aquisição da mercadoria. por requerimento do interessado. em não se conhecendo o valor do imposto. ou for acondicionada em embalagem para revenda ou utilizada no processo industrial.09. § 12. 235. proporcionalmente a esta parcela.580/1996). câmaras de ar e demais materiais rodantes.o imposto poderá ser lançado no campo "Outros Créditos" da GIA/ICMS. que será instruído com provas inequívocas da aquisição e da utilização da mercadoria na consecução da atividade fim do estabelecimento. 11. redução da base de cálculo. sendo que. crédito presumido ou outro incentivo ou benefício fiscal em desacordo com o disposto na alínea "g" do inciso XII do § 2º do art. atualizado até o Decreto n. em não se conhecendo o valor do imposto.266. mediante nota fiscal para este fim emitida. que deverá ser lançada no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS.332. de 04.02. o mesmo poderá ser calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o valor de aquisição da mercadoria. sem prejuízo do crédito presumido de que trata o “caput” do art. do crédito do imposto oriundo das aquisições de embalagens destinadas à comercialização desses produtos. ainda que destacado em documento fiscal o montante do imposto que corresponder a vantagem econômica decorrente da concessão de qualquer subsídio. poderá apropriar-se. o valor do crédito corresponderá ao montante resultante da aplicação da alíquota interna sobre o valor que serviu de base de cálculo para a retenção. sendo que. § 10. § 15.080 de 29. o qual corresponderá ao valor resultante da aplicação da alíquota interna sobre o valor que serviu de base de cálculo para a retenção. bem como quando a acondicionar em embalagem para revenda ou a utilizar no processo industrial.quando a mercadoria adquirida não for destinada à comercialização. de 26 de 28 . c) o crédito a ser apropriado será proporcional ao percentual de participação das operações de saídas tributadas sobre o total das operações de saídas efetuadas no mesmo período (art. o contribuinte deverá efetuar demonstrativo mensal. que permanecerá à disposição da fiscalização. em que o destinatário substituído seja contribuinte e não destine a mercadoria à comercialização. peças de reposição e outros produtos de manutenção da frota. O contribuinte que efetue transporte de carga própria poderá apropriar-se do crédito do imposto das operações tributadas de aquisição de combustíveis. Na hipótese do § 13: I . inclusive de limpeza. salvo mediante autorização da repartição fiscal. óleos. em relação às operações concomitantes ou subsequentes. caso tenha direito ao crédito do imposto. poderá o crédito ser apropriado. ou for acondicionada em embalagem para revenda ou utilizada no processo industrial. ou o que tenha encomendado a industrialização. II . inc. § 14. por veículo automotor. 24/1975). deverá observar o seguinte: I . que efetuar operações interestaduais com produtos resultantes da industrialização do leite. 8º da Lei Complementar n. aditivos. § 13.quando apenas parte da mercadoria não for destinada à comercialização. 27.RICMS 7. 155 da Constituição Federal (art. na proporção dessas saídas. O estabelecimento industrial. III. O crédito não poderá ser apropriado com base em Nota Fiscal de Venda a Consumidor. da efetiva utilização dos produtos arrolados em transporte relacionado com a atividade fim do estabelecimento.para apropriação do crédito.2013. 2° da Lei n.2012. § 11. 13. fluidos. pneus. II . ressalvado o disposto no inciso II deste parágrafo. da Lei n. Não se considera cobrado. Nas operações com mercadoria sujeitas ao regime da substituição tributária. 6. inciso II do art. Aprovado pelo Decreto n.

22. 11. o creditamento de que trata este parágrafo em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento. "pro rata" dia.para aplicação do disposto nos incisos I e II deste parágrafo.2013.em cada período de apuração do imposto. conforme o contido na Tabela I do Anexo V deste Regulamento (Ajuste SINIEF 08/1997). § 2º O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento. VI . ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. V . caso em que o crédito será apropriado à razão definida no inciso IX deste parágrafo e a apropriação da primeira fração ficará postergada para o mês de efetivo início das atividades.CIAP. está condicionado à idoneidade da documentação e. caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês. para fins deste inciso. é assegurado ao contribuinte o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria.RICMS 7. de 04. não será admitido. a partir da data da ocorrência. no estabelecimento. atualizado até o Decreto n.na hipótese de transferência de bens do ativo permanente a estabelecimento do mesmo contribuinte.02.080 de 29. novembro de 2001. Aprovado pelo Decreto n.2012. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente. o montante do crédito a ser apropriado será o obtido multiplicando-se o valor total do respectivo crédito pelo fator igual a um quarenta e oito avos da relação entre o valor das operações de saídas e prestações tributadas e o total das operações de saídas e prestações do período.a apropriação será feita à razão de um quarenta e oito avos por mês. perecimento. serão objeto de outro lançamento no formulário Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente . reconhecido ao estabelecimento que tenha recebido as mercadorias ou para o qual tenham sido prestados os serviços. real ou simbólica. se for o caso. para efeito de compensação com débito do imposto. o saldo remanescente do crédito será cancelado. III .266.para efeito da compensação prevista neste artigo e no art. IV . Art. em relação aos créditos decorrentes de entradas de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente. extravio ou deterioração do bem do ativo permanente. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua entrada no estabelecimento. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período.ao final do quadragésimo oitavo mês contado da data da entrada do bem no estabelecimento.na hipótese de saída. 24 da Lei n. Para a compensação a que se refere o artigo anterior. não será admitido o creditamento de que trata o inciso I deste parágrafo. e para a aplicação do disposto nos incisos I a V deste parágrafo. § 1º O direito de crédito. as saídas e prestações com destino ao exterior. excetuada a hipótese do estabelecimento encontrar-se ainda em fase de implantação. o destinatário sub-roga-se nos direitos e obrigações 29 . 6.o quociente de um quarenta e oito avos será proporcionalmente aumentado ou diminuído.580/1996). 23. § 3º Para efeito do disposto no "caput". à escrituração nos prazos e condições estabelecidos na legislação. deverá ser observado: I . II . além do lançamento no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. VII .09. VIII . equiparando-se às tributadas.

2013. II . dão ao estabelecimento que as praticar direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou não tributadas sempre que a saída isenta ou não tributada seja relativa a produtos agropecuários. III . para fins do disposto no § 3º. § 8º O recebimento de serviços de comunicação pelo estabelecimento somente dará direito a crédito a partir de 1º de janeiro de 2020. conforme for a origem do crédito. § 4º Operações tributadas.consumida no processo de industrialização. de 04. II . em substituição ao fator de um quarenta e oito avos de que trata o inciso III deste parágrafo.no livro Registro de Entradas.02. secagem e beneficiamento de matéria-prima (inciso III do art. relativos ao crédito fiscal respectivo. III .080 de 29. nos termos deste Regulamento. o crédito poderá ser lançado extemporaneamente: I .para efeitos da determinação do fator de proporcionalidade de que trata o inciso III deste parágrafo. § 5º Sem prejuízo do estabelecido no § 2º. II . 6. aplicar-se-á o fator obtido pela razão entre a unidade e o número estabelecido pela diferença entre quarenta e oito e a quantidade de meses transcorridos entre a entrada do bem no estabelecimento e o efetivo início de suas atividades. 70. exceto quando (Lei Complementar n.016/2008). não devem ser considerados os valores das saídas que não apresentem caráter definitivo.até cinco dias da entrada respectivamente. assim compreendidas as que contenham previsão de retorno real ou simbólico. IX. 138/2010): I .sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior.09.266. posteriores às saídas de que tratam os incisos II e III do art. o cancelamento do crédito. Aprovado pelo Decreto n. será escriturado (Ajuste SINIEF 08/1997): I . entrepostagem. atualizado até o Decreto n. a correspondente nota fiscal. mencionando-se no campo "Observações" as causas determinantes do lançamento extemporâneo. atendidas as notas da respectiva Tabela. de 29 de dezembro de 2010) I . na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. 1º da Lei n.for objeto de operação de saída de energia elétrica.até cinco dias da data em que ocorrer deterioração. inclusive no depósito.na hipótese de aquisição de bens destinados ao ativo permanente de estabelecimento ainda em fase de implantação.seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. II . exceto quando (Lei Complementar n. § 9º As mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento somente 30 .pela fiscalização.no último dia do período de apuração. armazenagem.tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza.2012. o valor do crédito a ser apropriado. perecimento ou extravio do bem ou em que se completar o quadriênio.RICMS 7. 138. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. nos casos de reconstituição de escrita. § 7º A entrada de energia elétrica no estabelecimento somente dará direito a crédito a partir de 1º de janeiro de 2020. § 6º O CIAP. 16. ou saída do bem do estabelecimento. X . em valor proporcional ao que faltar para completar o prazo de quatro anos. ou no livro Registro de Apuração do ICMS.

123/2006). quando de aquisições interestaduais.a microempresa ou empresa de pequeno porte considerar. II . 10 do Anexo VIII no documento fiscal.2013.02. 123/2006. § 10. § 15.09. Para os fins do disposto no § 6º. Não se aplica o disposto nos §§ 13 e 14 quando: I .2012. desde que destinadas à comercialização ou industrialização.a microempresa ou empresa de pequeno porte não informar o percentual de que trata o art. da Lei Complementar n. no caso de aquisição de microempresa ou empresa de pequeno porte estabelecida no Paraná. 6. 123/2006 para a faixa de receita bruta a que a microempresa ou a empresa de pequeno porte estiver sujeita no mês anterior ao da operação. 10 do Anexo VIII (art.o menor percentual previsto nos Anexos I ou II da Lei Complementar n.os percentuais previstos nos Anexos I ou II da Lei Complementar n. e respectiva redução quando concedida pela unidade federada nos termos do § 20 do art. na hipótese de a operação ocorrer no mês de início de atividade da microempresa ou empresa de pequeno porte optante do Simples Nacional. no mês da operação. por opção. que a base de cálculo sobre a qual serão determinados os valores devidos no Simples Nacional será representada pela receita recebida no mês (regime de caixa).a operação for imune ao ICMS. 18 da referida Lei. IV . V .RICMS 7. 3º do Anexo VIII deste Regulamento. de 04. ao contribuinte será permitido. O crédito.manter os dados em meio magnético. e as disposições do art. 138/2010). II . O crédito apropriado na forma dos §§ 13 e 14 deverá ser lançado no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. deverá observar. 23. 18 da referida Lei.a microempresa ou empresa de pequeno porte estiver sujeita. Os contribuintes não optantes do Simples Nacional terão direito a crédito correspondente ao ICMS incidente sobre as suas aquisições de mercadorias de microempresa ou empresa de pequeno porte optante do Simples Nacional. Aprovado pelo Decreto n. Entende-se por consumo no processo de industrialização ou produção rural a total destruição da mercadoria. III . o ICMS efetivamente devido pelos optantes do Simples Nacional em relação a essas aquisições. II . § 1º. como limite. atualizado até o Decreto n. observado. b) prevista na legislação de outro Estado ou do Distrito Federal. 31 . na hipótese do § 13. como limite: I . relativamente à escrituração do CIAP: I . à isenção: a) prevista no art. a que não seja utilizada na comercialização e a que não seja empregada para integração no produto ou para consumo no respectivo processo de industrialização ou na produção rural. § 14. § 13.a microempresa ou empresa de pequeno porte estiver sujeita à tributação do ICMS no Simples Nacional por valores fixos mensais. § 16. § 11. darão direito a crédito quando nele entradas a partir de 1º de janeiro de 2020 (Lei Complementar n. entende-se como mercadoria destinada ao uso ou consumo do estabelecimento. Para efeitos do disposto no § 9º. § 12. e respectiva redução quando concedida pela unidade federada nos termos do § 20 do art.utilizar o sistema eletrônico de processamento de dados.080 de 29. desde que autorizado pelo fisco.266.

III .entradas e prestações. devem estar em cada período considerado.2013.deve ser comunicada à repartição fiscal do seu domicílio tributário na forma e mediante a apresentação dos documentos estabelecidos em norma de procedimento.RICMS 7. § 5º Quando a apropriação do crédito do imposto estiver condicionada ao recolhimento de forma desvinculada da conta-gráfica este será apropriado pelo valor nominal do "quantum" incidente na operação. do confronto débito e crédito (art. 11. II . III . compreendidas as importâncias relativas a: I . resultará da diferença positiva. sem prejuízo de eventuais sanções.09.pode deixar de ser exercida a partir do primeiro dia do mês subsequente ao da comunicação à repartição fiscal do seu domicílio tributário. § 2º No total do débito.saídas e prestações. nos termos da legislação. compreendidas as importâncias relativas a: I . II .2% (três inteiros e dois décimos por cento) sobre a receita bruta auferida.02. § 3º No total do crédito. da opção pelo retorno ao regime 32 . 25 da Lei n.outros débitos.implica na sua fruição a partir do primeiro dia do mês subsequente ao da comunicação mencionada no inciso anterior. de forma indevida ou a maior. em cada período considerado.580/1996). o contribuinte não optante do Simples Nacional e destinatário da operação estornará o crédito respectivo. III . § 1º A opção pelo regime diferenciado previsto no "caput": I . 6. IV -eventual saldo credor do período anterior. II . Art. no período considerado. 24. Aprovado pelo Decreto n. Na hipótese de utilização de crédito a que se referem os §§ 13 e 14.266.estornos de créditos. atualizado até o Decreto n. 25 da lei n. § 17. devem estar Art.outros créditos.2012.080 de 29. de 04.580/1996). § 4º Nas situações em que o sistema de registro de saídas não identificar as mercadorias. 25. § 1º O saldo credor é transferível para o período ou períodos seguintes. a forma de apuração obedecerá ao critério estabelecido pela Fazenda Pública. O montante do ICMS a recolher. 11. por estabelecimento. em substituição ao regime normal de apuração do ICMS estabelecido no artigo anterior. calcular o imposto devido mensalmente mediante aplicação do percentual de 3. desde que utilize equipamento Emissor de Cupom Fiscal . O contribuinte do ramo de fornecimento de alimentação de que trata o inciso I do artigo 2º deste Regulamento poderá.estornos de débitos.ECF (§ 9º do art.

33 . excluídos os valores correspondentes a: I . a recuperação do crédito em relação à entrada de bens do ativo permanente deverá observar. apropriar-se de doze por cento do valor dessas mercadorias. na impossibilidade ou dificuldade de determinação do valor real. 23. § 5° Na hipótese do inciso I do § 1°. II . III . § 6° Para os fins do disposto no parágrafo anterior. é vedado efetuar qualquer outra exclusão para fins de aferição da receita bruta.transferências em operações internas.saídas de mercadorias com isenção. fica assegurado o direito de recuperação do crédito em relação às entradas de mercadorias anteriormente tributadas.02. ressalvadas as sujeitas ao regime de substituição tributária.09. § 3º Ressalvado o disposto no parágrafo anterior. assim como a apropriação e transferência de créditos relativos ao ICMS. retornando ao regime normal de apuração no mês seguinte ao da ocorrência da irregularidade.266.080 de 29. III . podendo o contribuinte. de 04.na entrada decorrente da importação de bens e de mercadorias e da arrematação em leilão.nas hipóteses de recolhimento no momento da ocorrência do fato gerador.nas aquisições de mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária em que não tenha ocorrido a retenção do ICMS e o remetente não tenha sido ou tenha deixado de ser eleito substituto tributário. existentes em estoque. imunidade e sujeitas à substituição tributária. § 2º Para efeito do disposto no "caput" deste artigo.prestações de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios. no que couber. o contido no § 3º do art. atualizado até o Decreto n. § 7° A opção pelo regime diferenciado de que trata este artigo veda a utilização ou destinação de qualquer valor a título de incentivo fiscal. IV . Tratando-se de contribuinte que promova.RICMS 7. § 4º Independentemente da opção pelo regime diferenciado tratado neste artigo. § 9º Aplicam-se aos estabelecimentos enquadrados no regime diferenciado de que trata este artigo as demais normas relativas ao ICMS. o regime especial de tributação de que trata este artigo somente se aplica sobre a totalidade das operações ou prestações se o fornecimento de alimentação constituir atividade preponderante.2012. além do fornecimento de alimentação. II . será excluído deste regime diferenciado. § 8° O contribuinte que não atender aos requisitos mencionados neste artigo.2013. Aprovado pelo Decreto n.devoluções de mercadorias adquiridas. normal de tributação. cujas saídas devam ocorrer com débito do imposto. 6. IV . outra espécie de operação ou prestação sujeita ao ICMS. § 10.descontos incondicionais concedidos. 75: I . o recolhimento do imposto devido nas hipóteses adiante arroladas deve ser realizado observando-se a carga tributária de cada produto e os prazos previstos no art.nas hipóteses de responsabilidade previstas na legislação do ICMS. ou ocultar ao fisco operações ou prestações relacionadas com suas atividades. V . considera-se receita bruta auferida o valor total das saídas de mercadorias e das prestações de serviços promovidas.

na operação de arrendamento mercantil. acompanhada.quando as mercadorias anteriormente oneradas pelo tributo forem objeto de: a) devolução por consumidor final. que será conservada nos termos do parágrafo único do art.do valor do imposto indevidamente pago ou debitado até o limite de cem UPF/PR no momento da ocorrência do evento. produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2013. destacado na nota fiscal emitida para documentar a entrada de bens ou mercadorias. V .ao estabelecimento arrendatário do bem. 123. do Decreto 6. 27. d) para apropriação do crédito de que trata este inciso deverá ser observado. IV . 11. b) retorno por não terem sido negociadas no comércio ambulante. sem prejuízo de outras exigências da legislação. deverá constar a identificação do estabelecimento arrendatário.na hipótese do inciso anterior. O ICMS relativo ao período considerado será demonstrado mensalmente em livros e documentos fiscais próprios. aprovados em convênios (art. 90. III .quando o pagamento do tributo estadual. por meio da qual promoverá a aquisição do respectivo bem. celebrado na forma de lei complementar.080 de 29.09. 26.1º. pelo art. § 1º O pagamento do ICMS por cálculo do sujeito passivo extingue o crédito sob condição resolutória da homologação. poderá ser facultada a opção pelo abatimento de uma percentagem fixa em substituição ao imposto efetivamente cobrado nas operações anteriores. além das demais normas estabelecidas neste Regulamento. 26 da Lei n. § 2º Mediante convênio. atualizado até o Decreto n. mediante débito nos livros fiscais próprios. da autorização de que trata o § 3º do art. 27. c) o imposto creditado deverá ser integralmente estornado.2012.12. o arrendatário efetuar a restituição do bem. Art. por qualquer motivo. relativamente ao imposto pago quando da aquisição do referido bem pela empresa arrendadora.art. no mesmo período de apuração em que.580/1996).RICMS 7. b) na nota fiscal de aquisição do bem por parte da empresa arrendadora. mediante lançamento no quadro "Crédito do Imposto . 6.2012. de 04. II . for efetuado de forma desvinculada da conta-gráfica. do Livro Registro de Apuração do ICMS.2013. 25 .02. ou por não ter ocorrido a tradição real.Outros créditos". 34 . desde que o retorno ocorra até sessenta dias contados da data do fato gerador. com anotação do fato motivador do erro e a expressão "Recuperação de ICMS . à comprovação da efetividade da operação ou prestação. Aprovado pelo Decreto n. o disposto no § 3º do art.912 de 28. 23. observando-se que (Convênio ICMS 04/1997): a) para a fruição desse benefício. Art. do RICMS". § 3º O aproveitamento de crédito do ICMS fica condicionado. a empresa arrendadora deverá possuir inscrição no CAD/ICMS. Acrescentado o § 10 ao art. atualizado monetariamente. quando for o caso. V.266. Fica ainda garantido o direito ao crédito: I . alteração 56ª . sempre que solicitado pelo fisco. quando o substituto tenha recolhido o imposto no momento da entrada do produto.

Para os fins do disposto nesta Subseção. os estabelecimentos centralizados deverão adotar os seguintes procedimentos: I .escriturar a nota fiscal emitida na forma do inciso anterior. 29. As empresas poderão efetuar a apuração e o recolhimento centralizado do imposto relativo às operações ou prestações realizadas pelos estabelecimentos que optarem pela centralização. em operação interestadual destinada a contribuinte.266. da Lei n. de empresa que possua apuração centralizada do imposto.2012. identificando os estabelecimentos centralizador e centralizados. no livro Registro de Apuração do ICMS.080 de 29. SUBSEÇÃO I DA APURAÇÃO CENTRALIZADA DO IMPOSTO Art. A empresa que queira optar pelo sistema tratado nesta Subseção deverá comunicar à repartição fiscal do seu domicílio tributário. II . II . Apurado o saldo em conta-gráfica. no mesmo mês de referência da apuração do imposto. ressalvada a expressa opção do contribuinte pela não centralização. Art. no quadro "Outros 35 . § 1º Para os efeitos do disposto na alínea "a" do inciso I.2013.os novos estabelecimentos inscritos no CAD/ICMS.02. § 1º O regime de que trata esta Subseção não se aplica à inscrição auxiliar no CAD/ICMS do estabelecimento que atue na condição de substituto tributário. 30.emitir Nota Fiscal. de 04. § 3º O valor o ser creditado a que se refere o inciso V obedecerá ao disposto nos §§ 2º e 3º do art. 28. § 2º O disposto no inciso V não se aplica ao contribuinte substituído que promover operação com mercadoria cujo ICMS foi retido. seja ele credor ou devedor. modelo 1 ou 1-A.a apuração centralizada deverá iniciar-se no mês subsequente ao da comunicação. serão automaticamente considerados como centralizados. 11. § 5º.RICMS 7. 25. não se considera devolução o retorno de mercadoria para conserto. § 3º Os estabelecimentos que possuam prazo de recolhimento do ICMS diferenciado em virtude de projetos de incentivo à industrialização só poderão participar do regime de centralização na condição de estabelecimento centralizado. a título de transferência de saldo de imposto.580/1996). 6. atualizado até o Decreto n.09. Aprovado pelo Decreto n. Art. 92. Parágrafo único. observar-se-á o seguinte: I . num único estabelecimento denominado centralizador (art. § 2º A indicação do estabelecimento centralizador ficará a critério da empresa. na forma e mediante a apresentação dos documentos estabelecidos em norma de procedimento.

Normal. se o saldo transferido for devedor.valor do saldo transferido. IV . Art. ou no quadro "Outros Créditos". até o quinto dia subsequente ao da apuração do imposto. cláusula terceira). estadual e no CNPJ. utilizando. 6. do estabelecimento centralizador.RICMS 7.Normal. II . Art.2013. no livro Registro de Apuração do ICMS. exclusivamente.. utilizando os campos de códigos 55 para os saldos devedores e 65 para os saldos credores.02. III .09. ou 65.RUDFTO a indicação do estabelecimento centralizador..natureza da operação: "Transferência de Saldo". no mínimo. os campos de códigos 55 para lançamento do saldo transferido. que desejarem retornar ao sistema normal de apuração ou excluir alguns de seus estabelecimentos deste regime.nome. e conterá. devendo ser anotada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . ou no quadro "Outros Débitos".. II . devidamente preenchida.apresentar no prazo previsto neste Regulamento a Guia de Informação e Apuração do ICMS .escriturar as notas fiscais emitidas na forma do artigo anterior. quando devedor.. referente à apuração do imposto do mês de . Créditos". III .GIA/ICMS . Aprovado pelo Decreto n.GIA/ICMS . A nota fiscal referida no inciso I do "caput" deverá ser emitida na ordem cronológica sequencial constante dos blocos. 32.. endereço e números de inscrição. 28.2012.. Parágrafo único. passando a valer a nova situação a partir do mês subsequente ao da comunicação. No que se refere a empresas prestadoras de serviço de transporte de passageiros. se o saldo recebido em transferência for devedor. atualizado até o Decreto n. se o saldo transferido for credor.."Transferência do saldo (devedor ou credor) da conta-gráfica. V . quando credor.080 de 29... é obrigatória a centralização da escrituração de que trata o art. 33..data da transferência do saldo.. de 04. deverão comunicar o fato à repartição fiscal do seu domicílio tributário. Art.. As empresas optantes pela apuração centralizada do imposto na forma desta Subseção. 31. no quadro "Outros Débitos".266. na forma e mediante a apresentação dos documentos estabelecidos em norma de procedimento.declarar os valores escriturados na forma acima. O estabelecimento seguintes procedimentos: centralizador deverá adotar os I .. na Guia de Informação e Apuração do ICMS . além do atendimento das demais disposições deste Capítulo (Convênio ICMS 84/2001.". se o saldo recebido em transferência for credor. 36 .. as seguintes indicações: I ...

parasiticidas. desde que o transporte seja realizado por veículo da própria indústria. poderão abater do ICMS a recolher o imposto cobrado na operação de aquisição de insumos e de mercadorias.2012. estimuladores e inibidores de crescimento.02. utilizada no transporte de sua produção. II . no momento da saída de produtos agropecuários. § 2º Também será admitido. concentrados.266. fluidos. câmaras de ar e demais materiais rodantes. embriões. Os produtores rurais. o disposto no art. corretivos de solo. fertilizantes. formicidas. O estabelecimento centralizador poderá emitir nota fiscal para pagamento de imposto desvinculado da conta-gráfica. ainda que devido por outro estabelecimento da mesma empresa. 23. O produtor poderá transferir o crédito das aquisições de que trata o artigo anterior ao contribuinte inscrito no CAD/ICMS nas hipóteses em que este seja o responsável pelo pagamento do imposto. 37 . 36. inclusive trator. na forma desta Subseção. Aprovado pelo Decreto n. girinos e alevinos. pneus. na forma estabelecida em norma de procedimento fiscal. ovos férteis. no deslocamento de matéria-prima de origem vegetal diretamente do produtor para a indústria.RICMS 7. IV . herbicidas. 23.2013. peças de reposição e outros produtos de manutenção da frota própria. ao estabelecimento agroindustrial. o crédito de que trata o inciso VI do parágrafo anterior. espalhantes. no que couber. inseticidas. vacinas. VII . no que couber. sarnicidas. utilizados na atividade agropecuária. máquinas e equipamentos. Art. Art. desinfetantes. 22. câmaras de ar e demais materiais rodantes. de sua propriedade.09. aplicando-se. SUBSEÇÃO II DO CRÉDITO NO SETOR AGROPECUÁRIO Art.sementes. fungicidas. soros e medicamentos de uso veterinário.energia elétrica. adubos. óleos.sêmens. o disposto no § 3º do art. ainda que destinadas ao ativo permanente. 34.ração. comprovadamente utilizados na atividade agropecuária. óleos.combustíveis. e na prestação de serviços destinados à produção. no que couber. lubrificantes. § 1º Para os efeitos deste artigo consideram-se insumos e serviços: I . III . na qualidade de substituto tributário. o disposto no § 3º do art. nematicidas. combustíveis e serviço de transporte. V .lubrificantes. aditivos. ou nas operações abrangidas por diferimento ou suspensão observado. aditivos.080 de 29. aditivos. observado. atualizado até o Decreto n. pneus. suplementos e demais alimentos para animais. 35. 6. VI . de 04. fluidos. dessecantes e desfolhantes. sais minerais e mineralizados. peças de reposição e outros produtos de manutenção de tratores.acaricidas. germicidas.

14. atualizado até o Decreto n. de 04. O valor do crédito transferido na forma deste artigo será lançado no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS do destinatário. A ARE.a 1ª via da Nota Fiscal.RICMS 7. conferir os valores constantes da FACC.analisar os documentos apresentados. prevista no art. § 3º No que se refere à nota fiscal referida no inciso II.a 1ª via dos documentos fiscais de aquisição de insumos ou serviços. numerando suas vias com aposição de ECC. nas quais deverão ser apostas. conforme previsto em norma de procedimento. as cooperativas de produtores e as empresas que operem no sistema de produção integrada poderão exercer o controle dos 38 . observar-se-á o que segue: I . Art. a 1ª e 2ª vias da ECC. § 2º O produtor rural.consignar nos documentos a expressão "Crédito Utilizado na ECC n. de posse dos documentos referidos nos incisos I a IV do artigo anterior.266. do seu domicílio tributário: I .02. o produtor deverá apresentar na ARE . cuja natureza da operação seja "transferência de crédito". III . II . .a nota fiscal. sobre o valor da operação ou prestação. firmando no verso declaração que indique os fins a que os mesmos se destinam ou se destinaram. 36. 6. IV . deverão ser apresentadas a 1ª e 3ª vias da Nota Fiscal do Produtor. emitida para documentar a entrada da mercadoria adquirida do produtor. deverão ser apresentadas a 1ª e 4ª vias da Nota Fiscal. Em substituição ao sistema de transferência de crédito previsto nos artigos anteriores. deverá: I . II . devidamente preenchidas. 37. II . respectivamente.2013. desde que substituída por cópia reprográfica e que nos originais constem os dados relativos à transferência do crédito.09. conforme especificado em norma de procedimento.apor as vias da ECC.2012.080 de 29. III .em se tratando de produtor rural inscrito no Cadastro de Produtores Rurais CAD/PRO. Aprovado pelo Decreto n. § 1º A 1ª via dos documentos referidos nos incisos I e III deste artigo poderá ser restituída ao produtor. Art. 39. O valor do crédito transferido não poderá ser superior ao resultante da aplicação da alíquota interna. modelo 1 ou 1-A. Para os efeitos do art. poderá optar para que uma delas efetue o controle. que deverá ser registrada no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS.a Ficha de Autorização e Controle de Créditos . anotando-se o número da ECC.Agência da Receita Estadual. anexando-os à FACC.FACC. Parágrafo único.. 38.". modelo 1 ou 1-A. que possuir propriedades em área subordinada a mais de uma ARE de uma mesma Regional. Art. devidamente preenchida.. Parágrafo único.em se tratando de produtor inscrito no CAD/ICMS.

no que couber. o disposto no § 3º do art. 23 e o contido na Tabela I do Anexo V deste Regulamento. 123. apresentar requerimento para obterem autorização junto à ARE do seu domicílio tributário. II . III . cunicultura. observado o limite previsto no parágrafo único do art.2013. 6. atualizado até o Decreto n. créditos de seus cooperados ou integrados.proceder o registro dos documentos na FCCIA. devendo o formulário ficar à disposição do fisco pelo prazo previsto no parágrafo único do art. devendo. para tanto. § 2º A requerimento do interessado. de 04. o produtor deverá apresentar todos os documentos pertinentes às saídas de sua produção. § 2º Para efetuar a transferência de crédito decorrente da aquisição de mercadoria destinada ao ativo permanente o produtor deverá observar. que poderá ser emitida por sistema de processamento de dados com numeração única. b) o número de ordem. 39 . Art.Coordenação da Receita do Estado poderá autorizar outros contribuintes a operarem o regime especial previsto neste artigo.02. c) a identificação do emitente. f) o controle dos créditos transferidos. § 1º Os contribuintes referidos neste artigo poderão adotar o controle centralizado dos créditos. 40. II . aquicultura.RICMS 7. § 1º Para os efeitos do inciso I deste artigo. e) a origem e o destino dos créditos fiscais. anotando-se o seu número e o dispositivo deste Regulamento. presentes a conveniência administrativa e a segurança do controle fiscal.emitir nota fiscal de transferência de crédito. contendo: a) a denominação "Ficha de Controle de Crédito de Insumos Agropecuários". Esta Subseção rege-se ainda pelas seguintes disposições gerais: I .09.266.2012. observando-se a proporção estabelecida em contrato. com base em declaração conjunta. § 3º O contribuinte autorizado na forma deste artigo deverá: I . o Diretor da CRE .080 de 29.o regime previsto nos artigos anteriores: a) é extensivo ao arrendatário e ao parceiro rural.confeccionar a Ficha de Controle de Crédito de Insumos Agropecuários FCCIA. na coluna "Outros Créditos". inclusive das operações sem débito. d) a identificação do produtor. 36. b) aplica-se também às atividades de apicultura. Aprovado pelo Decreto n. indicando o número da FCCIA a que corresponder. avicultura.à anulação e à manutenção de créditos aplica-se o disposto nos artigos 71 e 72. ranicultura e sericicultura. § 4º A nota fiscal referida no inciso III do parágrafo anterior será lançada na coluna transferência de crédito da FCCIA do produtor e no livro Registro de Apuração do ICMS. anexando-os a esta.

41.080 de 29.estabelecimento de empresa interdependente. o crédito acumulado em conta-gráfica oriundo de ICMS cobrado nas operações e prestações anteriores. III . III.outro estabelecimento da mesma empresa.operação com o papel destinado à impressão de livros. por estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art.estabelecimento destinatário. 42.02.2012. 41. para qualquer estabelecimento de contribuinte deste Estado. desde que previamente habilitado. IV . Quando o crédito for acumulado em virtude de operação e prestação destinada ao exterior. a que se refere a Lei Complementar n. 6. Quando o crédito for acumulado em virtude das operações previstas nos incisos II. 120. Art. jornais e periódicos. IV . 48. Art. a transferência deste poderá ser efetuada para: I . 3º.RICMS 7.havendo saldo remanescente. coligada ou controlada.para qualquer contribuinte habilitado no SISCRED. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento. a transferência deste poderá.09. por esta ou por outra unidade federada. de 04. 48. de que tratam o inciso II e o parágrafo único do art. V . ser efetuada: I . até o limite do valor do imposto diferido ou suspenso na operação. III . 40 . II . hipótese de que trata o inciso I do artigo anterior. que o utilize na liquidação de débitos inscritos em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício. que decorra de saída de bem de capital de fabricante estabelecido neste Estado. 105. SUBSEÇÃO III DA HABILITAÇÃO E DA TRANSFERÊNCIA DE CRÉDITOS ACUMULADOS Art. Aprovado pelo Decreto n. II .operação de saída abrangida pelo diferimento do pagamento do imposto.para estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art.2013. atualizado até o Decreto n. II .operação de saída beneficiada por redução na base de cálculo do imposto.para outro estabelecimento da mesma empresa. IV e V do art. V . Será passível de transferência. não compensado em decorrência de: I . após efetuada a transferência de que trata o inciso anterior.operação e prestação destinada ao exterior.operação de saída com a suspensão do imposto na hipótese prevista no inciso II do art.266. 43. de 29 de dezembro de 2005. III .para destinatário com inscrição baixada no CAD/ICMS.

no regime normal de apuração do imposto.02.SISCRED.080 de 29. o seu credenciamento no SISCRED. requerer a habilitação ou receber créditos. II .para qualquer contribuinte habilitado no SISCRED.266. atendendo aos dispositivos do Capítulo XX do Título III.09. preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores. respectivamente. Art. exceto veículos leves produzidos em outras unidades federadas.destinatário com inscrição baixada no CAD/ICMS. a título de pagamento de: a) bens. III . considera-se empresa interdependente. Fica instituído o Sistema de Controle da Transferência e Utilização de Créditos Acumulados .RICMS 7. § 1º O contribuinte deverá solicitar. VII . 44. previamente.emitir nota fiscal. que o utilize na liquidação de débitos inscritos em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício. II .para estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art. por estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art.uma das empresas participe com 10% ou mais do capital da outra. e com os dados cadastrais atualizados no CAD/ICMS. sendo facultado ao destinatário do crédito a utilização do sistema apenas para escrituração de livros fiscais. o contribuinte deverá: I . b) mercadorias e serviços de comunicação e de transporte intermunicipal e interestadual de cargas. para o credenciamento de contribuinte interessado em transferir ou receber em transferência os créditos acumulados de que trata esta Subseção. Aprovado pelo Decreto n. 48. 6. diretamente ou por meio de outras controladas. 48. em relação a todos os estabelecimentos. coligada ou controlada.uma das empresas. sem prejuízo do disposto nos incisos III do art. § 2° O disposto no inciso IV do "caput" não se aplica às operações de venda à ordem ou para entrega futura. por si.estar cadastrado como ativo. sem controlá-la. seja titular de direitos de sócio que lhe assegurem. mediante requerimento próprio interposto na ARE de seu domicílio tributário. VI . 42 e V do art. III . autorizada ao contabilista responsável nos termos do § 5º do 41 .a empresa controladora.estabelecimento de fornecedor. atualizado até o Decreto n. § 1º Para os fins do disposto neste artigo. para obter credencial como transferente. V . quando: I .não estar na condição de estabelecimento centralizado. 43.2012. IV . de 04. no caso da empresa ter optado pelo regime de apuração centralizada do imposto. de modo permanente. seja titular de mais de 50% do capital da outra. escriturar livros e gerar arquivos por processamento de dados. § 2º Para obter o credenciamento. para a habilitação dos créditos passíveis de transferência e para o controle das transferências e da utilização dos créditos acumulados.2013. seus sócios ou acionistas e respectivo cônjuge e filhos menores.

para fins de disponibilização e controle dos créditos habilitados. por inscrição no CAD/ICMS. II . com endereço eletrônico atualizado para recebimento de correspondência. atualizado até o Decreto n. para efeitos de transferência. habilitação e transferência de créditos acumulados.o estabelecimento credenciado como transferente de crédito tornar-se estabelecimento centralizado no CAD/ICMS. podendo os créditos já habilitados ou em processo de análise ser transferidos ao centralizador. 6.PRODEPAR.080 de 29. III .de contribuintes baixados. Bom Emprego e de Desenvolvimento Tecnológico e Social do Paraná . de 04. § 11 Para a efetivação do disposto no § 10. deverá considerar os dados dos estabelecimentos sob este regime para a apuração do crédito acumulado. observado o previsto em norma de procedimento fiscal. § 10 Na hipótese do parágrafo anterior. § 4º O contribuinte credenciado que pretenda habilitar créditos acumulados. transferidos ou recebidos em transferência. II . § 9º A empresa que efetue apuração centralizada do imposto. art.cancelamento da inscrição no CAD/ICMS de qualquer estabelecimento da empresa.emitir nota fiscal no valor total do crédito a ser habilitado. referido no inciso anterior. desde que ainda remanesça saldo sem utilização. a débito na conta-gráfica. bem como os de utilização ou apropriação em conta-gráfica de créditos acumulados recebidos em transferência será do Diretor da CRE. caso em que lhe será facultada a recuperação dos créditos transferidos ao centralizador. (NPF 001/2009) II . III . § 6º Será suspensa a credencial de que trata este artigo no caso de: I .ICMS. que poderá delegá-la. § 5º Será criada conta-corrente no SISCRED. mediante requerimento.lançar o valor.internet.RICMS 7.09. o contribuinte poderá optar por descentralizar o estabelecimento promotor das operações de que decorre a acumulação do crédito.não possuir pendências quanto ao cumprimento de obrigações acessórias. no mês da emissão da nota fiscal.266. V . § 7º Deverá ser cancelada a credencial: I . § 3º Fica vedada a concessão de credencial para inscrição especial de substituto tributário e para inscrição auxiliar de estabelecimento autorizado a parcelar ICMS incremental nos Programas Paraná Competitivo .requerer a habilitação dos créditos acumulados. na condição de centralizadora.ter sócio.2013.2012. § 8º A competência para deferir os pedidos de credenciamento.a pedido do credenciado. no SISCRED.02.inobservância de quaisquer procedimentos previstos na legislação que regula a utilização do crédito acumulado ou utilização de expediente fraudulento. sem créditos habilitados em conta-corrente ou com pedidos de habilitação pendentes. de conformidade com o disposto em norma de procedimento fiscal. diretor ou administrador cadastrado como usuário da AR. Aprovado pelo Decreto n. o estabelecimento centralizador deverá emitir nota fiscal relativamente ao estorno do crédito recebido do centralizado após o 42 . 443. IV . deverá: I .

o valor que resultar da multiplicação do seu saldo devedor próprio.o destinatário do crédito acumulado recebido em transferência de outra empresa deverá observar.080 de 29. no campo "estorno de crédito" da GIA/ICMS.o valor passível de habilitação não poderá ser superior ao saldo credor da GIA/ICMS do último mês do período de acúmulo. de 04. III .02. § 12. devendo o valor ser lançado pelo estabelecimento centralizado no campo "estorno de débito" da GIA/ICMS. e pelo centralizador.RICMS 7. II .para fins de apuração do valor do crédito acumulado passível de transferência serão deduzidos os valores dos créditos tributários inscritos em dívida ativa. A habilitação de créditos acumulados por contribuintes credenciados que tenham encerrado suas atividades fica condicionado à: I . II .2012. período considerado no último pedido de habilitação de créditos. 45. e deverá subsistir até a data do débito da nota fiscal de que trata o inciso II do §4º do art. exceto os que sejam objeto de garantia administrativa ou judicial comprovada pelo interessado. atualizado até o Decreto n. conforme Norma de Procedimento Fiscal específica. Para a transferência e a utilização de crédito acumulado dever-se-á observar o que segue: I .efetivação de auditoria para fins de baixa no CAD/ICMS. 6. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação. Aprovado pelo Decreto n.comprovação de não extinção da pessoa jurídica. 44.09. como limite máximo de apropriação mensal em conta-gráfica.2013.266. (NPF 001/2009) Art. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela a seguir: 43 .

44 .2013.O destinatário de crédito. 46.000.00 até R$ 80.00 até R$ 5.000.00 Acima de R$ 20.266.sobrevindo desfazimento da operação. 43: a) o destinatário do crédito deverá estorná-lo na sua conta-gráfica.001. no mês em que ocorrer a devolução.000.00 Acima de R$ 5.00 até R$ 1.00 até R$ 50. deverá observar. transferência e utilização de créditos acumulados de que trata esta Subseção deverão ser observados os procedimentos estabelecidos em norma de procedimento fiscal. Art.080 de 29. Art.000. habilitação. b) o estabelecimento que havia transferido o crédito lançará a nota fiscal de que trata a alínea anterior a crédito na sua conta-gráfica. inscrito no CAD/ICMS há doze meses ou menos.resultado da subtração entre a soma dos Campos 51 a 58 e a soma dos campos 62 a 68 da GIA do mesmo mês do ano anterior) PERCENTUAL Até R$ 20.000.001. V .000. vinte por cento do saldo devedor próprio da GIA/ICMS do mês anterior.00% 20.000.00% 30. Para o credenciamento dos contribuintes.000. de que tratam os incisos I e IV do art.00% 10.00 Acima de R$ 50. O uso da faculdade prevista nesta Subseção não implicará reconhecimento da legitimidade do crédito acumulado.000. Norma de Procedimento Fiscal poderá estabelecer outros procedimentos para estorno de créditos no SISCRED.001. nem homologação dos lançamentos efetuados pelo contribuinte. de 04.000.RICMS 7.001.00 até R$ 400.00% 5. como limite máximo de apropriação mensal em conta-gráfica.000.00% 3. mediante emissão de nota fiscal e comunicar à ARE do seu domicílio tributário.00 Acima de R$ 1. Aprovado pelo Decreto n.000.00% IV . Parágrafo único. atualizado até o Decreto n.00 Acima de R$ 400.000.00 Acima de R$ 80. 47. SALDO DEVEDOR PRÓPRIO DO MESMO MÊS DO ANO ANTERIOR AO DA APROPRIAÇÃO (diferença positiva entre os débitos e créditos .00 100% 50.000.001.09.2012. 6.000.02.

49. SUBSEÇÃO III -A DA TRANSFERÊNCIA E UTILIZAÇÃO DE CRÉDITO PARA PROJETO DE INVESTIMENTO Art. modernização ou reativação de empreendimento.a utilização do crédito acumulado. as aquisições ou desembolsos financeiros efetuados a partir de 1º de janeiro de 2009. § 1º O disposto neste artigo fica condicionado a que: I . 48. nos termos do art. 50. § 3º Poderão se computados. Aprovado pelo Decreto n. habilitados no SISCRED. § 2º Considera-se também como investimento. implantação. com fundamento em parecer da CRE.02.000.o contrato ou o estatuto social consolidado do contribuinte. que opinará sobre o enquadramento do projeto às hipóteses previstas no “caput” do art. de 04. vinculada ao investidor. II . para efeitos deste artigo.2013. para fins de determinação do valor do projeto. Art.RICMS 7. aprovado pela Secretaria de Estado da Fazenda no limite do valor do projeto.000.o projeto de investimento. II . 51. da Secretaria de Estado da Fazenda.09. O investidor com crédito acumulado na “Conta Investimento” poderá. e o cronograma de utilização. contendo: I . aquele realizado para inovação e aperfeiçoamento de processo ou de produto.o montante total do investimento a ser efetuado seja igual ou superior a R$ 3. Art. IV .00 (três milhões de reais). III . atualizado até o Decreto n. caberá ao Secretário de Estado da Fazenda.CAEC. Art. decidir sobre o pedido. determinando o valor máximo do crédito acumulado a ser transferido à “Conta Investimento” do SISCRED. Parágrafo único.as datas prováveis de seu início e conclusão.2012. poderão transferir créditos acumulados de ICMS. 41. Para fins de utilização do crédito acumulado do ICMS.080 de 29. o contribuinte deverá protocolizar pedido na Secretaria de Estado da Fazenda. observado o limite mensal estabelecido no despacho decisório: 45 .266. As empresas com estabelecimentos industriais que realizem investimentos em ampliação. a outros contribuintes credenciados. 6. Estando enquadrado o projeto. obedeça ao cronograma físico-financeiro de execução do projeto. 48. O pedido será avaliado pela Coordenação de Assuntos Econômicos .o cronograma de execução.

2012. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação. atualizado até o Decreto n. o valor que resultar da multiplicação do seu saldo devedor próprio.RICMS 7. I .09.utilizá-lo para liquidação de débitos de que trata a Subseção IV deste Capítulo. em conta-gráfica. 6.apropriá-lo em conta-gráfica ou transferi-lo para outro estabelecimento da mesma empresa.2013. observando como limite máximo de apropriação mensal.02. Aprovado pelo Decreto n. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela a seguir: 46 . II . de 04.080 de 29.266.

00% 25. se for o caso) para pronunciamento destes. Art.001.000. Art.RICMS 7.000. 55 da Lei n. O investidor poderá solicitar a revisão do cronograma de execução se. Art.00% 12. O destinatário de crédito. SALDO DEVEDOR PRÓPRIO DO MESMO MÊS DO ANO ANTERIOR AO DA APROPRIAÇÃO (diferença positiva entre os débitos e créditos . 52. Aprovado pelo Decreto n.2013.000. observando como limite máximo de apropriação mensal o valor que resultar da multiplicação do seu saldo devedor próprio. inscrito no CAD/ICMS há doze meses ou menos.apropriação em conta-gráfica. no caso de eventual irregularidade. como limite máximo de apropriação mensal em conta-gráfica.00 50. vinte por cento do saldo devedor próprio da GIA/ICMS do mês anterior. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação. II .00 1.00 A 50.000.liquidação de débitos de que trata a Subseção IV deste Capítulo.000.00% 6. O recebedor do crédito de que trata o inciso III do art.2012. 51.00% PERCENTUAL III .000.00 ACIMA DE 100.00% 50.00 A 5.000. transferente e destinatário dos créditos estarão sujeitos às penalidades previstas no art. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela de que trata o inciso II do art.00 5. comunicando aos interessados (transferente e destinatário. que deverão observar como limite máximo de apropriação mensal.00 100.001. 11.00% 8.001.09.080 de 29. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela de que trata o inciso II deste artigo. Parágrafo único. deverá observar.00 50.00 A 100. 51 poderá utilizar os créditos recebidos do investidor para: I .00 A 200.000. em conta-gráfica.266. o valor que resultar da multiplicação de seu saldo devedor próprio.000. § 1º Na hipótese de exclusão por irregularidades.02.000. 6.001.000.000.00% 80. 47 .000.000.00 A 1.resultado da subtração entre a soma dos Campos 51 a 58 e a soma dos campos 62 a 68 da GIA do mesmo mês do ano anterior) INTERVALO ATÉ 50. de 04. encaminhando o processo ao Secretário de Estado da Fazenda para decidir sobre a manutenção desta forma de transferência. 54. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação.00 200. suspender a transferência e a utilização de crédito acumulado. atualizado até o Decreto n.580/1996. por qualquer motivo. 53. ficar impossibilitado de cumpri-lo.transferi-los a outros contribuintes credenciados no SISCRED. Caberá a CRE verificar o cumprimento do cronograma estabelecido e.001.000.

poderão ser retomadas a transferência e a utilização do crédito. 6. recebido em transferência de outro contribuinte credenciado. 51. o crédito recebido poderá ser utilizado para o pagamento do imposto apurado na inscrição principal após o lançamento do ICMS incremental no campo 65 (quadro 10) da GIA/ICMS. Aprovado pelo Decreto n. atualizado até o Decreto n.não se aplica à empresas a que se refere a Lei n.080 de 29. 13. por despacho do Secretário de Estado da Fazenda. 51.ICMS. § 2º Sanadas as irregularidades. de 04.aplica-se até o momento que o valor do crédito apropriado em GIA/ICMS atingir o valor do investimento permanente realizado. II .2012. 56. observado o disposto no inciso II e no parágrafo único do art. A critério do Governador do Estado poderão ser autorizadas a apropriação. a transferência e a utilização dos créditos habilitados no SISCRED em valores superiores aos limites estabelecidos nessa Subseção e na Subseção III da Seção I do Capítulo VII do Título I deste Regulamento.266.RICMS 7. Art.09. de 26 de dezembro de 2002. para liquidar débito próprio apurado na conta-gráfica da inscrição principal.02. § 1º O disposto no “caput”: I . Art. O estabelecimento com autorização vigente para parcelar ICMS incremental no Programa Paraná Competitivo . § 3º Opcionalmente ao disposto no § 2º. 55.971. no Programa Bom Emprego e no Programa de Desenvolvimento Tecnológico e Social do Paraná PRODEPAR poderá utilizar crédito acumulado habilitado no SISCRED. § 2º Poderá o contribuinte de que trata o “caput” utilizar o crédito recebido em transferência para o pagamento do imposto apurado na inscrição principal antes de lançar o ICMS incremental no campo 65 (quadro 10) da GIA/ICMS. 48 .2013. observados os limites mensais de que tratam o inciso II e o parágrafo único do art.

Art.580/1996). 62. nos termos desta Subseção. SUBSEÇÃO IV DA LIQUIDAÇÃO DE DÉBITOS COM CRÉDITOS ACUMULADOS Art. § 1º Em nenhuma hipótese os créditos habilitados no SISCRED poderão ser utilizados para compensação com imposto devido em razão do regime de substituição tributária subsequente. Aprovado pelo Decreto n. implica confissão irretratável do débito. próprio ou recebido em transferência. a penalidade pecuniária e os juros. habilitado pelo SISCRED. para efeito desta Subseção. nas hipóteses de que trata o art.2012. o pedido de liquidação do crédito tributário. Tratando-se de crédito tributário inscrito em dívida ativa.2013. de 04. Relativamente ao disposto no art. expressa renúncia a qualquer defesa ou recurso.devido em razão da aquisição em licitação pública de mercadorias apreendidas e abandonadas. O contribuinte que possuir crédito acumulado. atualizado até o Decreto n. Art. 57. 11. III .080 de 29. O contribuinte que possuir crédito acumulado próprio.RICMS 7. 60. 61. II . 59.09. Considera-se débito do ICMS. Art. Os procedimentos 49 administrativos tendentes a . 57. nas hipóteses de que trata o art. a correção monetária. na esfera administrativa ou judicial.266. 58. poderá utilizá-lo para liquidação integral de débito de ICMS devido no desembaraço aduaneiro de mercadorias importadas do exterior por portos e aeroportos paranaenses (§ 8º do art.devido em operações de saídas cujo pagamento deva ser efetuado de forma desvinculada da conta-gráfica. bem como a desistência dos já interpostos.02. 41. Art.inscrito em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício. Art. habilitado pelo SISCRED. 25 da Lei n. 6. 41. § 2º Os contribuintes que não possuírem credencial no SISCRED para receber créditos e que estejam com inscrição baixada no CAD-ICMS poderão utilizar créditos habilitados no SISCRED para liquidar débito inscrito em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício. ajuizado para cobrança executiva. o pedido de liquidação deverá ser instruído com o comprovante do pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios. poderá utilizá-lo para liquidação integral de débito de ICMS: I . o imposto.

do número do documento e da expressão "Transporte de crédito para ECC". com lançamento do crédito do imposto. em estado natural. Parágrafo único. atualizado até o Decreto n. na saída de estabelecimento industrial.milho em grão.o CTRC . o contribuinte inscrito no CAD/ICMS. VI e VII. O disposto neste artigo não se aplica aos produtos indicados nos incisos V. após a escrituração das notas fiscais. em coco ou em grão. salgado ou salmourado. VI .02. deverá apresentar requerimento. 63.RICMS 7. Aprovado pelo Decreto n. operacionalizar a utilização do crédito acumulado para liquidação de débito. Fica sujeita à prévia autorização pelo fisco a utilização dos créditos fiscais do ICMS decorrentes de entradas em operações interestaduais das mercadorias abaixo. que poderá ser delegada. IV . SUBSEÇÃO V DA AUTORIZAÇÃO PRÉVIA PARA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO Art. III .a 1ª via da nota fiscal relativa à aquisição ou recebimento da mercadoria. Art. anexando os seguintes documentos: I .266. de que trata esta Subseção. quando houver o transporte destes créditos para ECC: I . na saída de estabelecimento industrial. para a decisão sobre os casos omissos relacionados ao previsto nesta Subseção.trigo. com a indicação do valor correspondente.couro verde.soja em grão e farelo de soja.2012. mercadoria 50 . com a indicação do número do livro Registro de Entradas e da folha de lançamento.café cru. VII . II . III . resfriada ou congelada. Fica atribuída ao Secretário de Estado da Fazenda a competência. 64. 6.2013. II . na ARE de seu domicílio tributário.a nota fiscal emitida para o transporte de crédito. serão estabelecidos em norma de procedimento fiscal da CRE. Para fins da autorização de que trata o artigo anterior. 65.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas ou guia de pagamento do imposto incidente sobre o frete relativo à mercadoria adquirida.080 de 29. de 04.09. V .gado bovino.carne. V .declaração do requerente quanto à forma de pagamento da adquirida. IV . Art. de bovino. devidamente lançada no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS.a guia de pagamento do imposto no Estado de origem.

A rotina para verificação. o contribuinte.. do RICMS" e no campo "Número do Documento".em sendo inscrito no CAD/ICMS: a) emitir Nota Fiscal.2012. b) lançar a nota fiscal a que se refere a alínea anterior no campo "Observações" do livro Registro de Saídas e o valor do crédito no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. salvo disposição em contrário. III . Art. aos contribuintes não inscritos no CAD/ICMS. Art. a repartição fiscal deverá reter a 3ª via da nota fiscal. b) lançar na GR-PR o valor do crédito presumido no campo "Informações Complementares". SEÇÃO II DO CRÉDITO PRESUMIDO Art. de 04. deverá: I .09. 69. fazendo constar no campo "Natureza da Operação" a expressão "Crédito Presumido" e. Por ocasião do procedimento previsto no inciso II. Art. item . 66. a qual valerá como certificado de crédito para utilização em ECC. atualizado até o Decreto n. II . Parágrafo único. Aprovado pelo Decreto n. Parágrafo único. assim como a apresentação do documento previsto no inciso IV.. Para a apropriação do crédito presumido. 65. acrescido da expressão "Crédito Presumido . encaminhando-a à Inspetoria Regional de Fiscalização a que estiver subordinada. a data e o valor dos documentos relativos às operações que geraram direito ao crédito presumido. 67. devidamente informado.2013. no quadro "Dados do Produto".266. em relação aos créditos a serem utilizados em ECC. modelo 1 ou 1-A.. O chefe da ARE deverá. II . autorização e glosa do crédito fiscal de que trata esta Subseção será fixada em norma de procedimento.RICMS 7.Anexo III. o número. 68.encaminhar o processo.em sendo produtor inscrito no CAD/PRO: a) emitir Nota Fiscal de Produtor contendo as mesmas informações indicadas na alínea "a" do inciso I. no caso de exportação de mercadoria pelo Porto de Paranaguá. Não será obrigatória a apresentação do documento previsto no inciso II quando o recolhimento do imposto tiver sido efetuado em conta-gráfica. Os procedimentos previstos nesta Subseção aplicam-se.. devidamente instruído: I . de que trata o Anexo III. ao Delegado Regional da Receita a que estiver subordinado. ao receber o pedido de autorização prévia para utilização de crédito.visar a nota fiscal referida no inciso V do art. no que couber.02.080 de 29. 6.entregar ao requerente relação autenticada dos documentos originais recebidos. o número da nota fiscal emitida para este fim. 51 .

observando-se (art. débitos fiscais decorrentes de auto de infração. IV . extraviado.RICMS 7. quando a saída ou a prestação subsequente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. VI .decorrentes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. V . 28 da Lei n. que esteja sendo regularmente cumprido.observar as seguintes condições: a) esteja em situação regular perante o fisco. regularmente. exceto as destinadas ao exterior. III .2012. Aprovado pelo Decreto n.580/1996): I . desaparecido ou que não seja a primeira via. mercadorias.580/1996): 52 .na hipótese de o documento fiscal correspondente indicar estabelecimento destinatário diverso do recebedor da mercadoria ou usuário do serviço.09. c) na hipótese de não atender ao disposto na alínea "b": 1.em relação a documento fiscal rasurado. a juízo da Procuradoria Geral do Estado. perdido. débitos fiscais inscritos na dívida ativa deste Estado. presumem-se alheios à atividade do § 2º Quando o ICMS destacado em documento fiscal for maior do que o exigível na forma da lei. 11. 25 ou pela dedução a que se refere o § 2º do art. 2. É vedado. III .266. por qualquer de seus estabelecimentos: 1. em relação ao qual não caiba mais defesa ou recurso na esfera administrativa. ou que se refiram a bens. 11. atualizado até o Decreto n. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto.02. ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. suas informações econômico-fiscais. b) não possua. de 04. § 1º Salvo prova em contrário. não pagos no prazo previsto na legislação. 26. § 3º O crédito lançado irregularmente fica sujeito a glosa em processo administrativo fiscal.para comercialização ou prestação de serviço. SEÇÃO III DA VEDAÇÃO DO CRÉDITO Art. 6. se inscritos na dívida ativa. d) apresente. 2. ressalvada a comprovação da efetividade da operação ou prestação por outros meios previstos na legislação.para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural. os débitos estejam garantidos. II .quando o contribuinte tenha optado pela apuração do imposto na forma do art. 27 da Lei n. os débitos declarados ou apurados pelo fisco sejam objeto de pedido de parcelamento deferido.2013.080 de 29. exceto se tratar-se de saída para o exterior. estabelecimento os veículos de transporte pessoal. salvo determinação em contrário da legislação. o crédito relativo a mercadoria ou bem entrados no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita (art. o aproveitamento como crédito terá por limite o valor correto. 70.

da Lei n. § 1º Devem ser também estornados os créditos utilizados em desacordo com a legislação. vigente na data do estorno. § 2º O não creditamento ou o estorno a que se referem os incisos II e III do art. deteriorar-se ou extraviar-se.aos itens dos Anexos I e II deste Regulamento. inclusive lubrificantes 53 . § 3º O crédito a estornar.em relação aos créditos fiscais escriturados e ainda não aproveitados pelo contribuinte. III . III e V do "caput" deste artigo. deverá ser lavrado auto de infração com a exigência do ICMS. material secundário e de acondicionamento empregados na mercadoria produzida ou será calculado mediante a aplicação da alíquota interna. a outros Estados. a título de glosa.for integrado ou consumido em processo de industrialização. de 04.580/1996 e o estorno do crédito lançado em desacordo com a referida Lei.2012. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou bem ou da utilização do serviço.vier a perecer. SEÇÃO IV DO ESTORNO DO CRÉDITO Art. será lavrado auto de infração propondo a aplicação da penalidade prevista na alínea “h” do inciso XV do § 1º do art.for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. 29 da Lei n. III . propondo-se. IV . 11. com a mesma mercadoria. V . 72. o percentual de redução. é o valor correspondente ao custo da matéria-prima. petróleo.080 de 29.2013. 11. a aplicação da penalidade específica.vier a ser utilizado em fim alheio à atividade do estabelecimento. atualizado até o Decreto n. II . 70 e os incisos I.580/1996): I . II . 29. I .09. hipótese em que o estorno será proporcional à redução. observado.for objeto de operação ou prestação subsequente com redução de base de cálculo. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. § 2º.RICMS 7.a operações que destinem. II . II. quando não conhecido o valor exato. SEÇÃO V DA MANUTENÇÃO DO CRÉDITO Art.580/1996). 6. ainda. 71. Não se exigirá a anulação do crédito em relação: I . O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria ou bem entrados no estabelecimento (art.em relação aos créditos fiscais escriturados e utilizados indevidamente pelo contribuinte. sujeitas ao imposto. 11. em que haja expressa previsão de manutenção do crédito. nas hipóteses indicadas neste artigo. Aprovado pelo Decreto n.266.02. não impedem a utilização dos mesmos créditos em operações posteriores. no caso do inciso V. 55 da Lei n.a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior (art. sobre o preço de aquisição mais recente para cada tipo de mercadoria.

11. pelo Corpo de Bombeiros ou por órgão da Defesa Civil. deterioradas ou destruídas. ainda que atribuído pelo contribuinte a uma só dessas rubricas. o pagamento de parte do valor total.2012. e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. de 04.2013. Aprovado pelo Decreto n. 675.à entrada das mercadorias existentes em estoque em estabelecimento de contribuinte. 173 do Código Tributário Nacional): I . furtadas. podendo. ser liquidados: I .09. enxurrada ou catástrofe climática (Convênio ICMS 39/2011). ainda. 6. CAPÍTULO VIII DA EXTINÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I DAS MODALIDADES DE EXTINÇÃO Art. mediante autorização do Governador do Estado. que tenham sido extraviadas. § 1º O disposto no inciso I aplica-se às saídas de produtos industrializados de origem nacional destinados ao consumo ou uso de embarcações ou aeronaves de bandeira estrangeira. em decorrência de enchente. § 2º A liquidação dar-se-á nas condições e garantias a serem estipuladas em cada caso. ressalvado o disposto no inciso XV do art. § 3º O pagamento será realizado exclusivamente nos agentes arrecadadores autorizados: § 4º Quando o valor do crédito tributário for constituído de imposto e acréscimos. de bens livres de quaisquer ônus. com créditos líquidos. § 5º O direito de a Fazenda Pública Estadual constituir o crédito tributário extingue-se após cinco anos contados (art. § 2º Nas hipóteses deste artigo fica também dispensado o pagamento do imposto diferido ou suspenso relativo às operações ou prestações anteriormente abrangidas por diferimento ou suspensão. atualizado até o Decreto n. certos e vencidos do sujeito passivo contra a Fazenda Estadual.02.por dação em pagamento. perdidas. 35 da Lei n.RICMS 7. aportadas no país (Convênio ICM 12/1975 e Convênios ICMS 37/1990 e 124/1993). § 3º A comprovação da ocorrência descrita no inciso IV dependerá da edição de decreto declarando estado de calamidade pública ou de emergência e deverá ser feita mediante laudo pericial fornecido pela Polícia Civil. § 1º Os créditos tributários poderão. nas condições e sob as garantias a serem capituladas em cada caso por ato do Poder Executivo (art.580/1996). II . IV . será imputado proporcionalmente a todas elas.do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter 54 . roubadas. 73.080 de 29. ser extinto pelas demais modalidades previstas no Código Tributário Nacional. O crédito tributário extingue-se pelo pagamento.266.por compensação.

por ocasião da ocorrência do fato gerador.GR-PR. b) em GR-PR ou GNRE. exceto pipoca. II . II . 11. § 6º O direito a que se refere o parágrafo anterior extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto. atualizado até o Decreto n. § 3º Os prazos referidos neste Regulamento só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal no local onde deva ser realizado o pagamento ou praticado o ato. em Guia de Recolhimento do Estado do Paraná .fora do território paranaense: a) em Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais .da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado. em espiga ou em palha. e nas operações ou prestações realizadas pelos demais contribuintes não inscritos no CAD/ICMS. DA FORMA E DOS PRAZOS DE PAGAMENTO Art. O ICMS deverá ser pago nas seguintes formas e prazos (art. 75. em coco ou em grão. excluindo-se na sua contagem o dia do início e incluindo-se o de vencimento. nos casos de substituição tributária em relação a operações ou prestações subsequentes.2012.580/1996). Art. 11. inclusive palha.266. b) arroz. § 2º Os prazos serão contínuos. Aprovado pelo Decreto n. 74.por ocasião da ocorrência do fato gerador. nas operações com os seguintes produtos. a Fazenda Pública poderá exigir o pagamento do crédito tributário correspondente (art.2013. ressalvadas as hipóteses de diferimento. c) café cru. por vício formal. substituição tributária e das operações realizadas mediante leilão.GNRE. nos demais casos.dentro do território paranaense. contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tributário pela notificação. nas operações realizadas por extratores ou produtores rurais inscritos no CAD/PRO. em quantidade superior a seiscentos quilogramas diários por destinatário. 36 da Lei n. § 4º O pagamento será realizado exclusivamente nos agentes arrecadadores autorizados: I . farinha de mandioca e milho em grão.080 de 29.02. e nas operações realizadas pela Companhia Nacional de Abastecimento . Por ocasião da ocorrência do fato gerador. de suspensão ou do regime especial de que trata a Seção III do Capítulo VIII do Título I. 36 da Lei n. salvo determinação expressa. II . § 1º O pagamento do imposto poderá ser antecipado. nos casos de importação. 6. 55 . o lançamento anteriormente efetuado.CONAB/PGPM: a) algodão em pluma ou em caroço. sido efetuado. ao sujeito passivo.09. de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento.RICMS 7.580/1996): I . SEÇÃO II DO LOCAL. de 04.

h) gado bovino.02.2013. e com despacho aduaneiro no território paranaense. atualizado até o Decreto n. e com processamento do despacho aduaneiro fora do território paranaense. m) leite cru. e) carvão vegetal em quantidade superior a duzentos quilogramas diários por destinatário. com a indicação do número e da data da nota fiscal emitida para documentar a entrada. com a indicação do número e da data da nota fiscal emitida para documentar a entrada. resfriado ou congelado. ainda. quando se tratar de aquisição de insumos. no mês da ocorrência do fato gerador. 2. j) sucatas de metal. peças e partes. no momento do desembaraço. de 04. no estabelecimento. observando-se. caso esta ocorra antes do desembaraço. lenhas e toretes.até o dia dez do mês subsequente ao de apuração. produto gorduroso não comestível de origem animal. k) toras. mediante lançamento do valor correspondente à razão de um quarenta e oito avos por mês do imposto devido no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS.2012. de bovinos. 6. f) couro verde. chifre e casco (Convênio ICMS 89/1999). miúdos e outros comestíveis. nas operações interestaduais. nos termos dos artigos 28 a 34. lascas.266. que os utilize na produção de mercadorias que industrialize.09. componentes. salgado ou salmourado. osso. no momento do desembaraço ou da liberação do produto pela autoridade responsável. d) quando se tratar de petróleo. c) quando realizada por contribuinte. g) fumo em folha. Aprovado pelo Decreto n. quando se tratar de contribuinte autorizado à apuração centralizada. 3. devendo a primeira fração ser debitada no mês em que ocorrer o fato gerador. real ou simbólica. enquadrados no regime normal de pagamento. hipótese em que o imposto deverá ser recolhido no prazo previsto no inciso XXII deste artigo. ovinos. no momento do desembaraço. b) quando realizada por contribuinte não inscrito no CAD/ICMS. nos demais casos. 56 . inclusive sebo. bubalino e suíno. em estado natural. l) trigo e triticale. e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. i) soja em grão. sendo bem destinado a integrar o ativo imobilizado do estabelecimento industrial e do prestador de serviço de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação.na importação de mercadoria ou bem destinado ao ativo fixo ou para uso ou consumo: a) quando realizada por contribuinte inscrito no CAD/ICMS e com despacho aduaneiro no território paranaense: 1. bem como lingotes e tarugos de metais não ferrosos. d) carne verde. no momento do desembaraço (Convênio ICM 10/1981 e Convênio ICMS 85/2009). inscrito ou não no CAD/ICMS. exceto nas operações internas. por estabelecimento industrial. suínos e caprinos. III .RICMS 7. mediante lançamento do valor no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. IV .080 de 29. enquadrado no regime normal de pagamento. inclusive lubrificantes. o disposto nos §§ 9º e 10. bubalinos.

quando se tratar de contribuinte enquadrado nos códigos CNAE . na prestação de serviço de comunicação. a parcela restante do imposto apurado.RFB. nas operações com mercadorias destinadas a revendedores para venda porta-a-porta (Convênios ICMS 45/1999 e 6/2006). 11. exceto táxi aéreo e congêneres: a) até o dia dez do mês subsequente ao da prestação. 29 do Anexo X.nas operações realizadas pela Companhia Nacional de Abastecimento CONAB/PGPM (Convênio ICMS 49/1995): a) até o dia vinte do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador (Convênio ICMS 37/1996). inclusive por substituição tributária (Ajuste SINIEF 19/1989).no último dia útil de cada mês. na hipótese do art. 6110-8/02. até o dia quinze do mês subsequente ao das saídas. até o dia dez do mês subsequente ao das saídas. concedido nos termos dos artigos 86 a 89. pelo prestador de serviço de transporte ferroviário. 6. V . quando se tratar de contribuinte estabelecido no território paranaense.pelo prestador de serviço de transporte aéreo. b) até o dia quinze do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador. 6120-5/99 ou 6130-2/00. VI . quando tratar-se de contribuinte estabelecido no território paranaense. de 04. 2.RICMS 7. e) quando ao abrigo do Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária da Secretaria da Receita Federal do Brasil .09. exceto em relação ao disposto na alínea seguinte.na prestação de serviço de comunicação: a) até o quinto dia do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador. em relação a operações subsequentes: a) por ocasião da entrada das mercadorias no território paranaense. deverá ser recolhido o montante correspondente a 80% do valor do imposto total pago no mês anterior. IX . b) até o último dia do mês subsequente. a parcela não inferior a setenta por cento do valor devido no mês anterior. quando se tratar de refinaria de petróleo e suas bases estabelecidas no território paranaense. b) até o último dia útil do mês subsequente ao da prestação.266.6110-8/01.2012. em relação aos estoques existentes no último dia de cada mês. na hipótese do § 5º do art. 6120-5/01. atualizado até o Decreto n. X .2013. VIII . 57 .na substituição tributária. VII . com cobrança de tributos federais.versão 2. quando se tratar de crédito tributário objeto de parcelamento. 6120-5/02. a título de antecipação. c) nos prazos previstos no inciso XXII. até o dia cinco do mês subsequente. d) nas operações com combustíveis: 1. 6110-8/99.080 de 29. do Anexo X. Aprovado pelo Decreto n. na hipótese do § 2º do art. b) até o dia dez do mês subsequente ao das entradas. exceto no que se refere às hipóteses de que tratam os itens 2 e 4. 536 (Convênios ICMS 107/1998 e 70/2005). no momento do desembaraço (Convênio ICMS 58/1999). sendo que.02.até o dia vinte do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador.0 .

nas operações com colchoaria (Protocolos ICMS 190/2009 e 99/2011).RICMS 7.0100 da NBM/SH (Convênio ICMS 37/1994. no momento da saída do estabelecimento. exceto no que se refere ao item 4. até o dia dez do mês subsequente ao das saídas. na hipótese do § 1º do art. nas operações com produtos farmacêuticos (Convênios ICMS 76/1994 e 19/1908).080 de 29. 7. 12. nas operações com cosméticos. nas operações com rações tipo “pet” para animais domésticos (Protocolos ICMS 26/2004 e 91/2007). 5. 9. atualizado até o Decreto n. (Convênio ICMS 83/2000). componentes e acessórios. nas operações com pilhas e baterias elétricas (Protocolos ICMS 18/1985 e 131/2008). para veículos automotores e outros fins (Protocolo ICMS 41/2008). na importação de combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo. 5. nas operações com filme fotográfico e cinematográfico.266. 4.09.2012. a cada operação. classificados na posição 2402 e no código 2403. vernizes e outras mercadorias da indústria química (Convênio ICMS 74/1994). artigos de perfumaria. nas operações com tintas. nas operações com pneumáticos. 15. gelo. e) até o dia nove do mês subsequente ao da entrada das mercadorias no território paranaense. f) até o dia nove do mês subsequente ao das saídas: 1. aparelhos de barbear descartáveis e isqueiros (Protocolos ICMS 16/1985 e 129/2008). inclusive chope (Protocolos ICMS 11/1991 e 86/2007). "slide". 11.02. 3. cláusula quinta). em relação às operações com álcool etílico hidratado combustível. câmaras de ar e protetores de borracha (Protocolo ICMS 32/1993). refrigerante e cerveja. 8. 14. nas operações com lâminas de barbear. no momento do desembaraço ou da liberação do produto pela autoridade responsável. 6. Aprovado pelo Decreto n. 3. disco fonográfico e fita virgem ou gravada (Protocolos ICMS 19/1985 e 38/1998).2013. nas operações com lâmpadas elétricas (Protocolos ICMS 17/1985 e 130/2008). 6.10. nas operações com cigarro e outros produtos derivados de fumo. caso esta ocorra antes do desembaraço. de 04. de sorvetes de qualquer espécie e de preparados para fabricação de sorvetes em máquina (Protocolo ICMS 20/2005). 58 . 76 do Anexo X. de higiene pessoal e de toucador (Protocolo ICMS 92/2007). 10. quando se tratar de contribuinte estabelecido em outros Estados (cláusula décima primeira do Convênio ICMS 3/1999). nas operações com água mineral ou potável. devendo uma via do documento de arrecadação acompanhar o transporte da mercadoria. nas operações com veículos (Convênios ICMS 132/1992 e 88/1994). 2. 13. 4. nas operações com peças.

02.2013. nas operações com produtos eletrônicos.2013.03. relativamente às notas fiscais emitidas durante o período compreendido entre os dias 1º e 10 de cada mês.790 de 19.12. 20. 59 . acabamento.12. aditivos. até o dia dez do mês subsequente ao das prestações de serviço de comunicação referentes à recepção de som e imagem por meio de satélite.2012. 21. 561. relativamente às notas fiscais emitidas durante o período compreendido entre os dias 11 e 20 de cada mês. alteração 17ª .03.910 de 28. eletroeletrônicos e eletrodomésticos (Protocolos ICMS 192/2009 e 16/2011). 568 (Convênio ICMS 10/1998). de 04. hipótese em que o demonstrativo do débito e do crédito e as informações relativas à operação será efetuado no campo "Informações Complementares" da guia. nas operações com bebidas quentes (Protocolo ICMS 103/2012).2012.em GNRE. h) até o dia quinze do mês subsequente ao das saídas nas operações com cimento (Protocolo ICMS 48/1991).2013. motores e veículos. 17. nas operações com máquinas e aparelhos mecânicos. Acrescentada a nota 21 à alínea "f" do inciso X do art. produzindo efeitos a partir de 1º. 75 .080 de 29. desengraxantes. produzindo efeitos a partir de 1º. produzindo efeitos a partir de 1º. nas operações com aparelhos celulares e cartões inteligentes (“Smart Cards” e “Sim Card”) .09.RICMS 7. pelo art. quando se tratar de contribuinte não inscrito no CAD/ICMS.266.1º.03.(Convênio ICMS 135/2006). g) até o dia dez do mês subsequente ao das saídas nas operações com lubrificantes.em relação ao disposto no inciso I do art. graxas e óleos de têmpera. eletromecânicos e automáticos (Protocolo ICMS 195/2009). 75 . na hipótese do art. relativamente às notas fiscais emitidas durante o período compreendido entre os dias 21 e o último do mês anterior.na venda ambulante: a) por ocasião da saída.2012.1º. 18. XIII . do Decreto 6. máquinas.875 de 28. fluidos. alteração 31ª . alteração 36ª . 75 . pelo art. 16. atualizado até o Decreto n. anticorrosivos.2013. 69/2011 e 71/2011). XII . XI . b) no agente arrecadador autorizado. Acrescentada a nota 19 à alínea "f" do inciso X do art. b) até o dia 25. c) até o dia 5. nas operações com materiais de construção. ainda que não derivados de petróleo. do Decreto 6. Acrescentada a nota 20 à alínea "f" do inciso X do art. elétricos. 19.12. bricolagem ou adorno (Protocolos ICMS 196/2009. Aprovado pelo Decreto n.1º. e aguarrás mineral classificada no código NBM/SH 2710. nas operações com materiais elétricos (Protocolos ICMS 198/2009 e 84/2011). 6. hipótese em que o demonstrativo do débito e do crédito e as informações relativas à operação serão efetuados no campo "Informações Complementares" da guia. nos prazos a seguir indicados (Convênio ICMS 132/1995): a) até o dia 15. antes da entrada da mercadoria no território paranaense. protetivos e para transformadores.2012. todos para uso em aparelhos. pelo art. equipamentos.00.92 (Convênio ICMS 3/1999). do Decreto 6.

c) até o dia 13 .02.09.2013. 47 do Anexo X. 602 (Convênio ICMS 79/2003). 560.finais 1 e 2.dentro do prazo de quinze dias contados da data da ocorrência do fato. 510.até o dia dez do mês subsequente ao das prestações de serviço de comunicação de acesso à Internet. na hipótese do inciso III ou na data da descaracterização. II . que (Convênio ICMS 59/1995): I . disciplinadas no Capítulo XLIV do Título III (Convênio ICMS 08/2005). nas operações realizadas pelos leiloeiros. e) até o dia 15 . nos termos do art. nas operações promovidas por produtor agropecuário com destino à Companhia Nacional de Abastecimento. XVII . estadual e no CNPJ. XXI . de acordo com o algarismo final da numeração sequencial estadual do número de inscrição no CAD/ICMS. no montante de 50% do valor do serviço prestado (Convênio ICMS 47/2000). 540 e seguintes (Convênio ICMS 77/2005). em relação às operações transacionadas no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . nas hipóteses dos incisos I e II do art.266. 109 do Anexo X.080 de 29. até o dia 10 do mês subsequente ao das prestações de serviços de telecomunicações não medidos.até o dia vinte do mês subsequente ao da aquisição. nas hipóteses dos incisos I e II do art. 6. ambos do mesmo artigo (Convênio ICMS 85/2009) XV . 501. no mês seguinte ao de apuração. 374 (Convênio ICMS 15/2007).até o dia dez do mês subsequente ao das operações. XX . 60 . b) até o dia 12 .nos demais casos de pagamento.2012. XIV . no caso da alínea "b" do inciso II do art.até o quinto dia do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador.poderá ser emitida por processamento de dados. atualizado até o Decreto n. Aprovado pelo Decreto n.finais 5 e 6. e na data em que for efetuada a operação. ao município e ao Código de Endereçamento Postal CEP.até o dia cinco do mês subsequente ao das prestações. em GNRE. XXIII .será individualizada para cada destinatário paranaense. ficando dispensada a indicação dos dados relativos às inscrições. na hipótese de que trata o art. de 04.em GNRE.CCEE . observados os seguintes prazos: a) até o dia 11 . na hipótese de estorno de crédito de que trata os §§ 10 e 11 do art. XXII . na data em que for efetuada a reintrodução. d) até o dia 14 . em GR-PR. na hipótese do inciso III do mesmo artigo. na hipótese de que trata o art.finais 9 e 0.finais 3 e 4. na hipótese de o prestador de serviço estar localizado em outra unidade federada e o tomador do serviço localizado neste Estado.por ocasião da ocorrência do fato gerador. XVIII .dentro do prazo de quinze dias.finais 7 e 8. com cobrança por períodos definidos. nas operações relacionadas com o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar CONAB/PAA. inclusive quando o desembaraço aduaneiro seja efetuado neste Estado. quando da entrada da energia elétrica. § 1º Na hipótese do art. XIX . contados da data da ocorrência do fato. na hipótese do inciso IV. XVI .RICMS 7.

conforme modelo constante do Anexo Único do Convênio ICMS 85. por ocasião da liberação. deverá efetuar o recolhimento do imposto devido ao Estado do Paraná. diferimento ou outro motivo. sendo essa condição indispensável. quando for o caso. e da Etiqueta de Controle de Crédito . 76. cláusula sétima. 61 .266.no campo "Outras Informações" conterá. terão a seguinte destinação: a) 1ª via: importador. após serem visadas. §§ 2º e 3º. isenção. sempre que o sujeito passivo por substituição operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas (Convênio ICMS 78/1996).a GLME será preenchida pelo contribuinte em três vias.FACC.080 de 29.2012. § 5º O diferencial de alíquotas devido por contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá ser pago.GLME. § 3º É permitido o uso de crédito fiscal para abatimento total ou parcial do imposto a ser recolhido antes de iniciada a remessa. II . § 4º Na hipótese de renúncia ao diferimento devem ser observadas as condições previstas no art. para a liberação de bem ou mercadoria importados. observadas. entre outras indicações. em virtude de imunidade.02. nas operações mencionadas no inciso II por meio da Ficha de Autorização e Controle de Crédito . as condições previstas neste Regulamento. 6. e Convênio ICMS 95/2001).deverá ser utilizada Guia específica para cada convênio ou protocolo. mantida em poder do importador nos termos do parágrafo único do art. II . do "caput". atualizado até o Decreto n. devendo acompanhar o bem ou mercadoria no seu transporte. a não exigência do pagamento do imposto.RICMS 7. § 7º Quando o contribuinte. quando: I . mediante o lançamento do valor devido.2013. § 6º Nas hipóteses do inciso X: I . II . c) 3ª via: fisco paranaense. a razão social e o número de inscrição no CNPJ da empresa de "courier" (Convênio ICMS 106/1995). § 2º Na hipótese da alínea "h" do inciso II. 121. será comprovada mediante apresentação da Guia para Liberação de Mercadoria Estrangeira sem Comprovação do Recolhimento do ICMS .09. o produtor remetente ficará desobrigado de efetuar o recolhimento na operação interna. observando-se o seguinte (Convênios ICMS 132/1998 e 85/2009): I . b) 2ª via: fisco federal ou recinto alfandegado. 123. em qualquer caso. sendo que uma via deste documento deverá acompanhar o transporte da mercadoria (Convênio ICMS 81/1993. a cada operação. III . não incidência. Aprovado pelo Decreto n. o número da nota fiscal a que se refere o respectivo recolhimento.ECC.o pagamento do imposto for realizado pelo destinatário adquirente no momento da saída do estabelecimento do produtor. integral ou parcial. que. por ocasião da saída da mercadoria do estabelecimento.caso o sujeito passivo por substituição não se encontre regularmente inscrito no CAD/ICMS. no campo "Informações Complementares". de 04. no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS.houver emissão de nota fiscal para documentar a entrada pelo adquirente possuidor do Regime Especial de Recolhimento do Imposto a que se refere o art. com domicílio tributário neste Estado. promover entrada decorrente de importação de bem ou mercadoria.o fisco paranaense aporá o “visto” no campo próprio da GLME. devendo ser emitida uma guia distinta para cada um dos destinatários constando. de 25 de setembro de 2009. retida por ocasião do desembaraço aduaneiro ou entrega do bem ou mercadoria.

antes de decorrido o prazo de quarenta e oito meses contados da data de sua entrada no estabelecimento. VIII .080 de 29.fica dispensada a exigência da GLME na importação de bens de caráter cultural. deverá ser apresentado ao fisco sempre que exigido. de que trata este artigo.em qualquer hipótese de recolhimento ou exoneração do ICMS. e a Etiqueta de Controle de Crédito . no mês em que ocorrer o fato.266.02. devidamente corrigido.09. atualizado até o Decreto n. Para efeitos da apuração do débito de que trata o item 1 da alínea "a" do inciso IV. quando cabíveis.TR. conforme disposto em legislação federal específica. relativamente às parcelas restantes. ou por documento que venha a substituí-lo. o adquirente ou o responsável solidário ao pagamento do imposto. obedecerão aos modelos e forma de preenchimento estabelecidos em norma de procedimento. de 04. hipótese em que o transporte desses bens far-se-á com cópia da Declaração Simplificada de Importação . de que trata o item 1 da alínea "a" do inciso IV. sujeitando-se o importador. após o “visto” do fisco na GLME. § 8º As guias de recolhimento. Até 31. quando cabível.RFB. 6. acobertado pelo Certificado de Desembaraço de Trânsito Aduaneiro. nas quais deverá ser consignada a expressão "Crédito utilizado nos termos do Convênio ICMS 62 .fica dispensada a exigência da GLME na entrada de mercadoria ou bem despachados sob o regime aduaneiro especial de trânsito aduaneiro. extravio ou deterioração do bem do ativo imobilizado. III . IX .RFB. amparado ou não pela suspensão dos tributos federais.o visto na GLME não tem efeito homologatório. a Ficha de Autorização e Controle de Crédito FACC. Na hipótese de saída. o contribuinte deverá efetuar o recolhimento do ICMS devido na importação.RICMS 7. ou ato normativo que venha a substituí-la.a entrega da mercadoria ou bem importado pelo recinto alfandegado fica condicionada ao atendimento do disposto nos artigos 54 e 55 da Instrução Normativa RFB n.ECC. na data da ocorrência do fato gerador. Aprovado pelo Decreto n. instruída com seu respectivo Termo de Responsabilidade .7. de 8 de setembro de 2008. 680/2006. O disposto no item 2 da alínea "a" do inciso IV não se aplica à importação de produto utilizado na produção de combustível. 874/2008. IV . V . hipótese em que o transporte de mercadorias. VII . § 11.2013.2008. e reconvertido em moeda corrente no mês do lançamento a débito. definido nos termos da legislação federal pertinente. das penalidades e dos acréscimos legais. será recolhido por ocasião do despacho aduaneiro de nacionalização da mercadoria ou bem importados ou nas hipóteses de extinção do regime aduaneiro especial previstas na legislação federal. § 12. ou da Declaração de Bagagem Acompanhada DBA. da Secretaria da Receita Federal do Brasil . § 9º. VI . da Secretaria da Receita Federal do Brasil . de que trata a Instrução Normativa RFB n. efetuará o registro da entrega da mercadoria no campo “8” da GLME. ou por outro dispositivo normativo que venha a regulamentar essas operações. hipótese em que o ICMS. § 10. perecimento. que será aposta na primeira e na segunda via da nota fiscal emitida. ainda que por processo de mistura.o depositário do recinto alfandegado do local onde ocorrer o desembaraço aduaneiro.2012. quando devido.DSI.a GLME também será exigida na hipótese de admissão em regime aduaneiro especial. uma das vias do comprovante de recolhimento ou da GLME deverá acompanhar a mercadoria ou bem em seu trânsito. o valor do imposto será convertido em Fator de Conversão e Atualização Monetária FCA. a compensação entre os créditos fiscais apropriados na FACC e o imposto devido relativamente às operações dispostas na alínea "j" do inciso II deverá ser demonstrada na ECC.

osso. ovinos. IV .266.internas. resfriado ou congelado. salgado ou salmourado. lenhas e toretes. 82/2006: R$. c) milho em grão. o prazo de recolhimento do imposto relativo às operações indicadas no art. Parágrafo único. fica dispensada a emissão da GR-PR. 148/2007 e 53/2008). 77. d) soja em grão.080 de 29. b) farinha de mandioca.interestaduais.. gado bovino ou bubalino destinados ao abate. 75. com os seguintes produtos. Aprovado pelo Decreto n. por destinatário: a) arroz. O disposto no inciso II não se aplica às empresas enquadradas no Simples Nacional. No caso de quitação total do imposto devido relativamente as operações interestaduais com a utilização de créditos fiscais. de bovinos. Art.02.internas ou interestaduais. § 14. toras. com os seguintes produtos. Na concessão do regime especial de que trata o "caput".. que será substituída pela ECC afixada na primeira via da nota fiscal que documentar a operação (Convênio ICMS 82/2006). com algodão em pluma. Poderá ser requerido regime especial que estabeleça prazo e forma de apuração e recolhimento do imposto diversos do regime de pagamento de que trata o inciso II do art. couro verde.RICMS 7. suínos e caprinos. em estado natural. bem como lingotes e tarugos de metais não ferrosos.. § 13. de 04. bubalinos..2013. 6. em quantidade superior a seiscentos quilos diários. atualizado até o Decreto n. 77 não poderá ser superior àquele previsto no inciso XXII do art. c) gado bovino. Poderão ser abrangidas pelo Regime Recolhimento do Imposto de que trata esta Seção as operações: Especial de I .09. b) carne verde. Art. bubalino e suíno. chifre e casco. Os procedimentos necessários para a obtenção do regime 63 . f) trigo e triticale. em espiga ou em palha. 76. 75.2012. em qualquer quantidade: a) algodão em pluma ou em caroço. lascas. sebo e outros produtos gordurosos não comestíveis de origem animal. II . III .com sucatas de metal. SEÇÃO III DO REGIME ESPECIAL DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO Art. 78. e) toras. miúdos e outros comestíveis. lascas. lenhas e toretes." (Convênio ICMS 82/2006 .

existência de débito inscrito em dívida ativa. 449 deste Regulamento. 9º da Lei n.. III .2013. .GIA/ICMS Normal.. o cancelamento e a reativação do Regime Especial de Recolhimento do Imposto. acarretará o cancelamento do regime especial deferido nos termos desta Seção: Iinadimplência do pagamento na forma e nos prazos devidos.2012. 80.existência de débito declarado e não pago. 6... por ocasião da saída da mercadoria. 81. de 04. fica o contribuinte dispensado do pagamento. entende-se como irregularidade: I .esteja em situação regular perante a Fazenda Pública..declaração falsa quanto à origem ou destino das mercadorias. VII . Sem prejuízo das demais implicações legais. VI . Art. atualizado até o Decreto n.parcelamento em atraso. ou a posse ou o uso de documento fiscal paralelo ou falso.RICMS 7. documentando-se a operação com a nota fiscal apropriada. a seguinte expressão "Regime Especial de Recolhimento n. atendidas as exigências contidas nesta Seção e em norma de procedimento.omissão na entrega da Guia de Informação e Apuração do ICMS . § 1º Para os efeitos deste artigo. III .descumprimento de obrigações acessórias previstas neste Regulamento. II .080 de 29. A competência para decidir sobre a concessão. Aprovado pelo Decreto n.830. ou dos arquivos magnéticos de que trata o art. § 2º Deferido o regime especial. 449 deste Regulamento. ou dos arquivos magnéticos de que trata o art. 441. especial de que trata esta Seção serão definidos em norma de procedimento fiscal. nos termos do art. III .". § 1º Poderá ser restabelecido o regime especial na hipótese de o contribuinte ter regularizado as pendências e omissões e pago ou garantido .266.02.09. V . II .GIA/ICMS Normal. 6. Art.irregularidade no transporte das mercadorias. em GR-PR. que poderá delegá-la. Poderá pleitear o regime especial o contribuinte que: I . que conterá. é do Diretor da CRE .por depósito ou penhora.Coordenação da Receita do Estado. 79.constatação de emissão de documento fiscal com valores divergentes nas respectivas vias... o crédito 64 . IV . Art. mesmo que antes do ajuizamento da ação de execução.tenha estabelecimento cadastrado como contribuinte do ICMS com atividade há mais de doze meses.omissão na entrega da Guia de Informação e Apuração do ICMS . de 22 de setembro de 1980.uso irregular do regime. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". II .. salvo se objeto de parcelamento ou garantido nos termos do art.seja usuário de sistema de processamento de dados. IV .

§ 2º Nos casos de verificação fiscal. é permitida a aplicação "pro rata" do índice.RICMS 7. Para os casos em que se exigir atualização monetária. correspondente ao somatório da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia . § 2º A concessão. 15. § 2º Adotada a atualização monetária. SEÇÃO IV DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA DOS CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS Art. sujeitam a autoridade competente ao cadastramento da situação do contribuinte.580/1996. inciso V do art. inclusive o decorrente de multas.266. o cancelamento ou a reativação de regime especial. ou de outro índice que preserve adequadamente o valor real do tributo (art. ao mês ou fração.quando não for possível precisar a data da ocorrência da infração.FCA. a insuficiência será atualizada a partir da data do pagamento. na forma estabelecida em norma de procedimento.SELIC. 15. exceto quando garantido pelo depósito do seu montante integral.09. atualizado até o Decreto n.02.os valores originais correspondentes a sua base de cálculo deverão ser atualizados a partir da ocorrência da infração até a data da lavratura do auto. § 3º Para determinação do valor da multa a ser exigida em auto de infração: I . Aprovado pelo Decreto n. quando não for possível precisar a data da ocorrência do fato gerador. observando-se o disposto no § 4º do art.610/2007). § 1º A Coordenação da Receita do Estado divulgará. os fatores de conversão e atualização.580/1996. 38 da Lei n. 82. será acrescido de juros de mora. § 4º Quando o pagamento da atualização monetária ou dos juros for a menor. na forma da lei (art. 6. esta será calculada até a data da celebração do respectivo termo de acordo. 1º da Lei n. § 5º Nos casos de parcelamento. 37 da Lei n. utilizar-se-á a variação do Fator de Conversão e Atualização Monetária . de 04. em que seja necessária a atualização monetária do crédito tributário. para o cálculo da atualização monetária. inciso IV do art. adotar-se-á a média aritmética das taxas do período verificado. a média aritmética dos índices do período verificado. tributário exigido. § 1º Será de um por cento ao mês ou fração o percentual de juros de mora relativo ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado. periodicamente. SEÇÃO V DOS JUROS DE MORA Art. para títulos federais. 1º da Lei n. 73. II .2012.080 de 29. 11.610/2007). adotar-se-á. 83.2013. O crédito tributário não integralmente pago no vencimento. 11. 65 .

§ 5º Quando houver ICMS a recolher no ato da denúncia espontânea. 85. a exclusão da responsabilidade fica condicionada ao efetivo pagamento do tributo acrescido dos juros de mora devidos (inciso VI do art. até o 15º dia subsequente ao da ciência do auto de infração. no campo "Informações Complementares" da GR-PR. 674 será reduzida. e. comunicar a infração tributária.2013. a partir daí. 40 da Lei n. 674. 11. atualizado até o Decreto n. 6. o número do protocolo da repartição fazendária e a respectiva data. terão excluída a imposição de penalidade (art. observado o disposto no § 1º.610/07). o sujeito passivo deverá consignar.Normal fora do prazo. Os que procurarem espontaneamente a repartição fazendária para denunciar a infração.080 de 29.33% (trinta e três décimos por cento) do valor do imposto declarado. descrevendo a natureza do fato. nos casos de denúncia espontânea de infração formal relativa à entrega da GIA/ICMS .em 75% (setenta e cinco por cento) quando pagas. juntamente com as demais quantias exigidas.RUDFTO para fins de lavratura de termo fiscal pela ARE .RICMS 7. 39 da Lei n. SEÇÃO VI DA DENÚNCIA ESPONTÂNEA Art. 11. Aprovado pelo Decreto n. a taxa a que se refere o "caput". As demais multas previstas no § 1º do art.580/1996).Agência da Receita Estadual do seu domicílio tributário. SEÇÃO VII DA REDUÇÃO DAS MULTAS Art. ou quando 66 . § 3º O sujeito passivo deverá. por dia de atraso (art. para formalizar a denúncia espontânea.09. § 1º Ocorre a denúncia espontânea quando não tenha sido iniciado formalmente. § 2º Quando a infração relacionar-se com a parcela do crédito tributário concernente ao imposto. para 0. e apresentar o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . os juros de mora serão calculados até o mês da celebração do respectivo termo de acordo. serão reduzidas: I . qualquer procedimento administrativo ou outra medida de fiscalização.2012. no comunicado de que trata o parágrafo anterior deverá estar consignado o número da nota fiscal emitida para fins do estorno. propostas em auto de infração. 15.580/1996). A multa prevista no inciso I do § 1º do art. de 04.266. Parágrafo único. nova contagem até o mês do efetivo pagamento de cada parcela. § 4° Os juros previstos neste artigo serão contados a partir do mês em que expirar o prazo de pagamento. 84. § 4º Quando a denúncia espontânea se referir a crédito fiscal escriturado indevidamente e ainda não utilizado.02. § 5º No caso de parcelamento. do 1º ao 30º dia seguinte ao em que tenha expirado o prazo do pagamento. § 6º Fica dispensada a comunicação referida no § 3º. § 3º A Coordenação da Receita do Estado divulgará. mensalmente. em relação a infração. 1º da Lei n.

§ 5º O crédito tributário originário de auto de infração. III . II . ou quando estas.266. 11.2012.RICMS 7. se for o caso.09. a juros vincendos correspondentes ao somatório da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia .2013. até a data do efetivo pagamento. Art.crédito tributário inscrito em dívida ativa.imposto declarado em GIA/ICMS ou em GIA-ST. conforme o disposto nesta Seção (art. quitada a multa. § 4º O pedido de parcelamento implica reconhecimento incondicional da infração e do crédito tributário. § 2º O crédito tributário parcelável será calculado até a data do parcelamento.080 de 29. III . será protocolizado na ARE e instruído com cópia da última alteração do documento constitutivo da empresa ou requerimento de empresário. 85. 87. cuja decisão de primeira instância tenha sido parcialmente favorável ao sujeito passivo. desde que conjuntamente com o valor integral da correspondente multa.a partir da segunda parcela. após decorrido o prazo para pagamento com redução da multa a que se refere o art.crédito tributário originário de auto de infração. Aprovado pelo Decreto n. do 67 . O pedido de parcelamento. sem prejuízo do disposto no inciso anterior. estas. do 16º ao 30º dia subsequente ao da ciência do auto de infração. de 04. subscrito pelo seu representante legal. 86. os juros vincendos exigidos serão correspondentes ao somatório da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia . sejam objeto de parcelamento.SELIC mensal. § 3º O crédito parcelado estará sujeito: I .SELIC mensal. quitada a multa. § 6º É vedado incluir em um mesmo pedido de parcelamento créditos tributários de modalidades diferentes. até a data do vencimento. somente poderá ser parcelado após decisão final e irreformável na esfera administrativa. e. de que trata o inciso II do § 1º.02. juntamente com as demais quantias exigidas. II .em 50% (cinquenta por cento) quando pagas. § 7º O imposto declarado em GIA/ICMS ou em GIA-ST poderá ser parcelado sem a observância do prazo de que trata o inciso I do § 1º. onde o contribuinte se identificará devidamente. iguais e sucessivas. 41 da Lei n. sejam objeto de parcelamento. Os créditos tributários vencidos poderão ser pagos em até 60 parcelas mensais. tendo a concessão resultante caráter decisório.ocorrendo o pagamento antecipado das parcelas.a juros de um por cento ao mês ou fração sobre o valor da parcela paga em atraso.580/1996). 6. SEÇÃO VIII DO PARCELAMENTO Art. atualizado até o Decreto n. § 1º Será admitido o parcelamento de: I . II . aplicado sobre os valores do imposto e multa constantes na parcela.

e a repartição fiscal: I . § 1º O parcelamento também será rescindido pela falta de pagamento de quaisquer das duas últimas parcelas ou de saldo residual. § 6º Tratando-se de contribuinte não inscrito.na hipótese de imposto declarado em GIA/ICMS ou em GIA-ST. observado o valor mínimo de quatro UPF/PR para cada uma delas. de 04. Acarretará rescisão do parcelamento após a falta de pagamento de três parcelas ou de valor equivalente. Aprovado pelo Decreto n. sendo o caso.TAP. deverá ser notificado. § 1º O valor a parcelar não poderá ser inferior a dez Unidades Padrão Fiscal do Estado do Paraná . instrumento de mandato. sem prejuízo dos demais requisitos previstos nos parágrafos anteriores. II . 154 do Código Tributário Nacional.09. § 3º Tratando-se de crédito tributário inscrito em dívida ativa. que poderá delegá-la. devendo no ato do parcelamento a autoridade administrativa fixar o número de parcelas. acompanhado de declaração da dívida para os efeitos do art. para os efeitos do parágrafo anterior. atualizado até o Decreto n. § 2º A assinatura do Termo de Acordo de Parcelamento .080 de 29.02. após sessenta dias da inadimplência. § 2º Rescindido o parcelamento. aplicando-se o disposto no § 3º. e da prova de oferecimento de suficientes bens em garantia ou fiança para liquidação do débito.em se tratando de crédito tributário inscrito em dívida ativa. o saldo do crédito tributário será inscrito em 68 .internet de acordo com o estabelecido em norma de procedimento fiscal. § 3º Ocorrendo o indeferimento do pedido de parcelamento. inclusive pessoa física. ser instruído com o comprovante do pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios. a repartição fiscal deverá anexá-lo ao parcelamento. o pedido de parcelamento deverá.266. dará prosseguimento ou iniciará a sua cobrança executiva. o contribuinte Art. bem como o número de parcelas em que pretende pagá-lo. A decisão sobre o pedido de parcelamento é de competência do Diretor da CRE. inscreverá o crédito em dívida ativa. suspendendo-se a execução até a quitação do parcelamento. o pedido será formulado mediante requerimento contendo a sua identificação e a inscrição no CPF ou. § 4º Em se tratando de fiança. e o pagamento da parcela inicial deverão ser realizadas na data da concessão do parcelamento. ainda.2012.UPF/PR.2013. § 2º Quando o parcelamento se referir a crédito tributário decorrente de auto de infração. § 1º O contribuinte informará no pedido a origem do crédito tributário.no caso de auto de infração. fica excluído o benefício de ordem. no CNPJ. § 4º O não pagamento da primeira parcela no prazo determinado caracteriza renúncia ao parcelamento. Art. 89. § 5º O pedido de parcelamento poderá ser requerido na AR.RICMS 7. emitirá o Termo de Encerramento. ajuizado para cobrança executiva. vigentes no mês do pedido. 88. 6. III .

correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar (art. a diferença da multa não paga será também inscrita em dívida ativa. com vistas à Coordenação da Administração Financeira do Estado. atualizado até o Decreto n. Art. SEÇÃO IX DA RESTITUIÇÃO Art. atualizados a partir da data do pagamento indevido até a data do despacho concessório 69 . nos livros e documentos fiscais. após a inscrição do saldo em dívida ativa. § 3º O contribuinte ou responsável. § 1º É competente para autorizar a restituição do imposto o Diretor da CRE. Parágrafo único. do valor objeto do pedido. § 6º Decorridos seis meses contados do mês da protocolização do pedido de restituição.580/1996). que poderá delegá-la.080 de 29. mencionando o número do protocolo correspondente. § 5º Os processos que envolvam restituição em espécie. parágrafo único. 11. 31 da Lei n.266. sem que seja o contribuinte cientificado da decisão ou sem que seja efetivamente recebida a importância a ser devolvida. em sua escrita fiscal.2012. o valor equivalente a duas parcelas. 11. § 3º Tratando-se de parcelamento com o benefício previsto no art. desde que o contribuinte ou responsável produza prova de que o respectivo valor não tenha sido recebido de terceiros (art. 30 da Lei n. para processamento da devolução. para início ou prosseguimento da cobrança executiva. 92.09. § 2º O terceiro que faça prova de haver suportado o encargo financeiro do ICMS sub-roga-se no direito à devolução de imposto em relação ao contribuinte ou responsável.RICMS 7. Aprovado pelo Decreto n. 90. § 4º A restituição poderá ser processada mediante autorização de crédito do respectivo valor em conta-gráfica. serão encaminhados à CRE. 91. 95.580/1996). Art. observado o disposto no § 2º do art. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias. poderá pleitear a restituição do tributo. o contribuinte substituído poderá se creditar.02. expressamente autorizado pelo terceiro. § 4º Poderão ser reparcelados os créditos tributários objeto de rescisão de parcelamento. de 04. É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. por ocasião da assinatura do novo TAP.2013. 6. após o despacho concessório. a quem o encargo relativo ao ICMS tenha sido transferido. caso em que será mencionado. no mínimo. o número do respectivo protocolo. poderá o interessado escriturar como crédito o respectivo valor. 91. As quantias indevidamente recolhidas ou debitadas ao Estado serão restituídas. A restituição total ou parcial do ICMS dá lugar à devolução de penalidade tributária. desde que seja recolhido. 85. ressalvado o disposto no parágrafo único do art. juros de mora e correção monetária pagos. dívida ativa ou substituída a certidão.

b) atestar a exatidão das alegações do requerente.266. o endereço e o telefone do requerente.2013. se for o caso. 11. até a data do lançamento no livro fiscal. O pedido de que trata este artigo deverá conter a identificação. para fins de cálculo da atualização monetária.elementos que demonstrem circunstanciadamente o pagamento indevido.autorização firmada por terceiro. atualizado até o Decreto n. junto ao agente arrecadador. será recuperado pelo seu valor nominal e processado mediante crédito em conta-gráfica. Aprovado pelo Decreto n. de 04.instrumento de mandato. 27. 94.RICMS 7. o valor a ser creditado referente ao imposto efetivamente recolhido. vedada a utilização da diferença relativa à correção monetária existente entre as datas da apropriação do crédito e do despacho concessório. O ICMS indevidamente pago ou debitado. ressalvado o disposto no inciso V do art. II . termo no livro RUDFTO. quanto à veracidade da autenticação. § 3º O imposto debitado indevidamente. Parágrafo único. c) verificar a contabilização da guia de recolhimento. 32 da Lei n. para fins de cálculo da atualização monetária. quando a repartição não possuir terminal de consulta ou o recolhimento não estiver cadastrado no sistema. do qual não resulte pagamento efetivo. § 1º A restituição não abrange as multas de natureza formal não prejudicadas pela causa assecuratória da restituição.080 de 29. no período do lançamento ou em períodos posteriores. 93. na hipótese do § 3º do art. e) lavrar. § 2º O valor pago será convertido em FCA da data do recolhimento indevido e reconvertido na data da autorização do crédito. Art. ou.a ARE deverá: a) verificar se o pedido encontra-se devidamente instruído. (art. quando se tratar de devolução em espécie. será objeto de pedido de restituição a ser protocolizado na ARE do domicílio tributário do contribuinte ou responsável. 91 o contribuinte atualizará. d) transformar o valor do pedido em FCA. tendo o despacho concessório efeito meramente homologatório. nos termos do § 2º. no qual constará o valor objeto do pedido e o número e data do protocolo. f) encaminhar o pedido à Delegacia Regional da Receita a que estiver subordinada. subscrito por pessoa legalmente habilitada e instruído com os seguintes documentos: I .2012. além do número da conta-corrente e respectiva agência bancária. Art. 70 . sendo o caso.09. III .02. 90.580/1996). encaminhar o processo à Inspetoria Geral de Arrecadação para averiguar. § 4º Nas hipóteses do § 6º do art. Recebido o pedido de restituição: I . prestando a devida informação no processo. 90 e do parágrafo único do art. anexando extrato obtido junto ao sistema de processamento de dados. 6.

de 04. 97. Aprovado pelo Decreto n. o respectivo termo no livro RUDFTO. § 1º Se a restituição for autorizada. 95. Em casos peculiares e objetivando facilitar o cumprimento das obrigações principal e acessória poder-se-á adotar regime especial (art. CAPÍTULO IX DOS REGIMES ESPECIAIS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. havendo dúvida quanto à matéria de direito. 91. 90 e parágrafo único do art. para conclusão e despacho do Diretor da CRE. nos casos em que os pedidos sejam relativos às operações com combustíveis derivados de petróleo. atualizado até o Decreto n.580/1996). 43 da Lei n. § 3º O estorno realizado no período e na forma do parágrafo anterior não estará sujeito a penalidade e demais acréscimos. Parágrafo único.09. para conclusão e despacho do Diretor da CRE. Art. nos demais casos. 11. lançando-a no campo próprio do livro Registro de Apuração do ICMS. qualquer tratamento diferenciado da regra geral de extinção do crédito tributário.266.2012. mediante crédito em conta-gráfica. lavrando-se. Os regimes especiais serão concedidos (art. b) encaminhará o processo à Inspetoria Geral de Fiscalização. deverá o contribuinte ou responsável. Caracteriza regime especial.02. também atualizados a partir da data e na proporção em que foram efetivamente utilizados. 42 da Lei 11. quando for o caso. Parágrafo único.2013. cuja natureza da operação será "Estorno de Crédito". Da conclusão do pedido de restituição será cientificado o requerente pela ARE. no mês em que receber a notificação do despacho. Art. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. o contribuinte deverá lançar o valor no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS.a Inspetoria Regional de Tributação emitirá parecer conclusivo e: a) preparará o despacho nos processos de competência do Delegado Regional. anexando-se cópia deste ao processo. 96. nas hipóteses do § 6º do art. mediante emissão de nota fiscal. § 2º Caso o pedido de restituição seja indeferido. quando for o caso.580/1996): 71 . com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis.RICMS 7. Antes da decisão de que tratam as alíneas "a" e "b" do inciso II. proceder ao estorno dos créditos lançados e. o processo poderá ser encaminhado à Inspetoria Geral de Tributação para emissão de parecer.080 de 29. 6. para os efeitos deste artigo. de escrituração ou de emissão de documentos fiscais. c) encaminhará o processo à Inspetoria Geral de Tributação. II .

instrumento de mandato. propor.identificação completa da empresa e dos estabelecimentos nos quais se pretenda utilizar o regime. a reformulação ou revogação dos regimes especiais acordados (art.Coordenação da Receita do Estado a concessão dos regimes especiais. 98. Aprovado pelo Decreto n.declaração da inexistência de débitos de seus estabelecimentos com a Fazenda Pública. instruído com os seguintes elementos: I . ser denunciado isoladamente ou por ambas as partes. 6.266.descrição das causas que dificultam o cumprimento de obrigação regulamentar específica.02. § 3º Fica proibida qualquer concessão de regime especial fora das hipóteses indicadas neste artigo.09.2012.indicação dos mecanismos de controle fiscal propostos para o procedimento especial pretendido. V . 99. § 4º O regime especial é revogável.2013. SEÇÃO II DO PEDIDO Art. O pedido de regime especial será formulado pelo estabelecimento matriz e apresentado na repartição fiscal a que estiver subordinado. 44 da Lei n. atualizado até o Decreto n. desde que favorável a sua concessão.e-mail e telefone do responsável pelo pedido. à autoridade competente. 72 . VII .RFB. Art. VI . I . o pedido deverá ser formulado por estabelecimento situado no território paranaense.080 de 29. a qualquer tempo. nos casos de acordo. Incumbe às autoridades fiscais. juntando cópia dos modelos dos documentos.mediante celebração de acordo. se for o caso. § 5º O acordo celebrado na forma do inciso I deste artigo será numerado em ordem sequencial e publicado no Diário Oficial Executivo do Departamento de Imprensa Oficial do Estado do Paraná .580/1996). § 2º Quando o regime especial compreender contribuinte do imposto sobre produtos industrializados.com base neste Regulamento quando a situação peculiar abranger vários contribuintes ou responsáveis. § 1º Compete ao Diretor da CRE .indicação dos dispositivos da legislação tributária que regulam a matéria objeto do pedido. à Secretaria da Receita Federal do Brasil . § 1º Na hipótese do estabelecimento matriz situar-se em outro Estado. IV . o pedido será encaminhado. III . se for o caso. podendo. 11. atendendo às conveniências da administração fazendária. de 04.RICMS 7.DIOE. II . II .

por meio da Inspetoria Regional de Fiscalização.a Delegacia Regional da Receita do domicílio tributário do requerente deverá: a) verificar se o contribuinte possui débitos pendentes. SEÇÃO III DO EXAME.pedido de prorrogação de regime especial. deverá elaborar parecer sobre a viabilidade legal do pedido.a Inspetoria Geral de Fiscalização deverá: a) analisar o processo. d) encaminhar o processo à Inspetoria Geral de Fiscalização. bem como propor medidas de controle fiscal. quanto ao aspecto legal. c) controlar os Termos de Acordos firmados. na apreciação do pedido. a conformidade com os requisitos básicos de garantia e segurança na preservação dos interesses da administração fazendária. se for o caso. atualizado até o Decreto n. sempre que solicitado. nos casos de: I . Aprovado pelo Decreto n. 6. b) elaborar parecer definitivo sobre o pedido. consubstanciado em parecer da repartição fiscal. se for o caso. § 4º A averbação consistirá em despacho exarado pela autoridade competente.pedido de extensão de regime especial a estabelecimento não abrangido pela concessão original. condicionado à averbação. simplicidade e adequação.a Inspetoria Geral de Tributação. cujo pedido deverá identificar o beneficiário e o ato concessivo. § 3º A utilização do regime especial por estabelecimento não abrangido pela concessão fica condicionada a averbação. § 5º Os pedidos de alteração de regime especial seguirão os mesmos trâmites previstos para o pedido original.pedido de anuência deste Estado a regime especial concedido por outra unidade federada.2012. DO ENCAMINHAMENTO E DO CONTROLE Art. III .02. III . II . 73 . deverá o beneficiário anexar também cópia do ato concessivo.09. por meio da Inspetoria Regional de Tributação. § 1º Observar-se-á. quanto a segurança fiscal oferecida pelo sistema pretendido. Recebido o pedido de regime especial: I .080 de 29.RICMS 7. em face da natureza das operações realizadas pelos estabelecimentos requerentes. § 2º Quando se tratar de pedido de anuência de regime especial concedido em outro Estado. § 2º Ficam dispensados os pareceres de que trata o inciso I do "caput".2013. e o respectivo Termo de Acordo. c) elaborar parecer conclusivo e circunstanciado.266. b) elaborar parecer conclusivo e circunstanciado. 100. II . bem como aos princípios de maior racionalidade. quanto a segurança oferecida pelo sistema pretendido. de 04.

6. Há suspensão do pagamento do imposto (art.09. Não poderá haver renúncia parcial ao termo de regime especial. deverá conter. 104. de 04. Aprovado pelo Decreto n.080 de 29. no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . 102. 103. Parágrafo único.266.02.a especificação dos modelos e sistemas aprovados.2013. Os regimes especiais serão concedidos por prazo determinado. 101. O instrumento concessivo. previstas na legislação e terá eficácia a partir da data da publicação do ato no Diário Oficial Executivo. ou determinar sua revogação ou sua alteração. no mínimo. Art.a identificação completa da empresa e dos estabelecimentos abrangidos pelo regime. II . 105. no mínimo. § 1º O pedido de prorrogação do regime especial deverá ser protocolizado pelo interessado até noventa dias antes do termo final de sua vigência. em virtude da natureza das operações realizadas pelo estabelecimento requerente. atualizado até o Decreto n. CAPÍTULO X DA SUSPENSÃO DO IMPOSTO Art. em se tratando de Termo de Acordo. principal e acessórias. Art. O beneficiário poderá renunciar ao regime especial. no prazo de trinta dias contados da ciência do despacho. Art. sem efeito suspensivo. IV . DO INDEFERIMENTO E DA EXTINÇÃO Art. o número do Termo de Acordo e a descrição sucinta do regime concedido. 19 da Lei 74 . mediante comunicado à autoridade fiscal concedente. III . § 1º A concessão de regime especial não dispensa o cumprimento das demais obrigações.RUDFTO.2012. caberá pedido de reconsideração. Do ato que indeferir o regime especial ou sua averbação. § 2º O contribuinte deverá lavrar termo. bem como do representante ou titular que firmará o Termo de Acordo.o prazo de vigência. as seguintes indicações: I . § 2º Considerar-se-á prorrogado o regime especial no caso em que o interessado observar o disposto no § 1º e a autoridade competente não decidir o pedido até o termo final de vigência.RICMS 7. mencionando.existência de parecer técnico expedido pela Inspetoria Geral de Fiscalização. que não poderá exceder a cinco anos. SEÇÃO IV DA CONCESSÃO.

16.266. SP. município de Itapecerica da Serra.751/0002-05 (Protocolos ICMS 28/1996 e 29/1997)..Armazéns Gerais Frigoríficos.052. inscrita no CAD/ICMS sob o n. aparelhos e instrumentos de utilidade hospitalar.RICMS 7. em demonstração.nas operações internas. estadual n. A.860.112 e no CNPJ n.003.116 e no CNPJ n. 58.. Cacique de Café Solúvel. Aprovado pelo Decreto n. estadual n.09. ou à Localfrio S/A . inscrita no CAD/ICMS sob o n. n. estadual n.157/0004-85. V . s/n. inscrições. 49. nos termos dos artigos 522 a 527.nas remessas para industrialização ou para conserto. modelos e estampas. bem como de moldes. ao TECOM. Bandeirantes. 61. Armazéns Gerais Frigoríficos. n. estadual n. inscrições.. município de Mairinque.118 e no CNPJ n. com destino a outro estabelecimento inscrito como contribuinte. município de Santos. real ou simbólico. para estabelecimento neste Estado. da própria cooperativa.nas remessas de extrato ou óleo de café para depósito em armazéns frigoríficos localizados no Estado de São Paulo promovidas pelas empresas (Protocolos ICMS 05/1991 e 37/1991): a) Cia.. instrumentos mecânicos e utilidades domésticas. Iguaçu de Café Solúvel. III nas operações com arroz. Vereador Alfredo Neves. . de 04. km 293.363. município de Guarujá. cláusula terceira). estabelecida na Av. com máquinas. 612.117 e no CNPJ n. inscrições. município de Santos. II . SP.046. 6. estabelecida na Av. aparelhos. Régis Bittencourt. 4. com destino à Cefri Armazenagem Frigorificada e Agroindústria Ltda.2012.300. ou a depósito fechado do próprio contribuinte. situada neste Estado. 432. VII . 335.080 de 29.A.278.131. A. n. padrões. 633. com destino à Refrio . estabelecida na Av. 11. matrizes.02. nos termos dos artigos 344 a 346. 295.822. ao estabelecimento remetente.na remessa de mercadoria em operações internas com destino a armazém geral. nos termos dos artigos 334 a 341. por ordem do remetente. máquinas operatrizes e de construção de estradas.Armazéns Gerais Frigoríficos Ltda.Armazéns Gerais Frigoríficos. promovidas pelo produtor com destino a estabelecimento industrial ou seu depósito localizado no Estado. 370.nas saídas de bens integrados ao ativo imobilizado.5.nas saídas de fumo em folha e de seus resíduos. n. VI . SP.024. para serem utilizados na elaboração de produtos encomendados pelo remetente e desde que devam retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 180 dias.2013. contados da data da saída (Convênio ICMS 19/1991. de produção paranaense. SP.115 e no CNPJ n. 57. Vicente de Carvalho. SP.124.689.015. IV .295/0002-01. X .nas saídas de mercadorias remetidas pelo estabelecimento de cooperativa de produtores. implementos agrícolas. VIII .468/0002-10.260. b) Cia.nas saídas de mercadorias remetidas pelo estabelecimento do produtor para estabelecimento de cooperativa de que faça parte. 633. estadual n. à Arfrio S.317. à Avante S. Bairro Alemão.339.nas operações realizadas por intermédio de Bolsas de Cereais e Mercadorias conveniadas com a Central de Registros S. IX .580/1996): I . 53400815-54. desde que as mercadorias sejam objeto de emissão de Certificados de Mercadorias com Emissão Garantida/CM-G e se encontrem em armazém situado no território paranaense credenciado por instituição bancária garantidora de tal certificado. 75 . gabaritos. chapelonas. estabelecida na Rod. estabelecida na Av. assim como no retorno. Alberto Cocozza. inscrições. do Acesso Rod. inscrições. atualizado até o Decreto n. 60102504-37.955/0003-69 (Protocolo ICMS 28/1996). de cooperativa central ou de federação de cooperativas de que a cooperativa remetente faça parte.

entidade mundial que regula o esporte de futebol de associação. e) Parceiros Comerciais da FIFA domiciliados no exterior .12. XI . 5.UEFA). desde que sejam destinados ao uso exclusivo na organização e realização da Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014. e suas subsidiárias.09. importação de bens e equipamentos duráveis cujo valor aduaneiro unitário seja superior a cinco mil reais.nas saídas internas de chassis de ônibus com destino a estabelecimento encarroçador.583 de 23.874 de 26.º 6.02. cujo capital social total pertence à FIFA.Conmebol). com o objetivo de distribuição no Brasil e no exterior para os detentores de direitos de mídia. 76 . União das Associações Europeias de Futebol Européennes de Football .266.pessoa jurídica licenciada ou nomeada. 3º do Decreto n. alteração 1ª . XIII .FIFA . de 04.Oceania Football Confederation).até 31. Aprovado pelo Decreto n.11. XIV . bem como os seus subcontratados.12. Confederação de Futebol da Oceania (OFC . Confederação Sul-Americana de Futebol (Confederación Sudamericana de Fútbol . c) as seguintes Confederações FIFA: 1. na importação de bens e equipamentos duráveis cujo valor seja superior a R$ 5. partes. com base em qualquer relação contratual. máquinas e equipamentos. condicionado a que.pessoa jurídica de direito privado.2013. situada neste Estado. Central American and Caribbean Association Football . pelas pessoas a seguir relacionadas. 105 dada pelo art.2012.2015. oficialmente afiliadas à FIFA.2012. pelas pessoas a seguir relacionadas. de acordo com os artigos 342 e 343.00 (cinco mil reais). para produzir o sinal e o conteúdo audiovisual básicos ou complementares dos Eventos. Central e Caribe (Confederation of North. Redação original: "XIV .1º. b) Subsidiária FIFA no Brasil .10. em relação às Competições. f) Emissora Fonte da FIFA .2012 ). ainda que por intermédio de pessoa física ou jurídica (Convênio ICMS 142/2011 e 74/2012): Nova redação do "caput" do inciso XIV do art.000. (ver art.080 de 29.2015. o veículo seja adquirido por ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL DIRETA e suas FUNDAÇÕES e AUTARQUIAS. ainda que por intermédio de pessoa física ou jurídica (Convênio ICMS 142/2011):" a) Fédération Internationale de Football Association . 6. produzindo efeitos a partir de 1º. não domiciliadas no Brasil.Confédération Africaine de Football). desde que sejam ao uso ou consumo exclusivo na organização e realização da Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014. componentes e acessórios para instalação e montagem de aparelhos. atualizado até o Decreto n.as associações nacionais de futebol de origem estrangeira.associação suíça de direito privado.RICMS 7. do Decreto 6. XII . (Union des Associations d) Associações estrangeiras membros da FIFA .nas saídas de açúcar e álcool promovidas por estabelecimento de produtor pessoa jurídica à cooperativa de que faça parte. 2.nas remessas de peças. para atividades relacionadas às Competições.2012. 3. Confederação Asiática de Futebol (AFC . Confederação de Futebol da América do Norte. participantes ou não das Competições.pessoa jurídica licenciada ou nomeada.Asian Football Confederation). com base em relação contratual.12. 4. domiciliada no Brasil.até 31. Confederação Africana de Futebol (CAF .Concacaf). 6. na operação subsequente.

até 31. 17 da Lei n." § 1º O imposto devido pelas saídas mencionadas nos incisos I e II do "caput". caso não ocorra a exportação. nas saídas internas e interestaduais de bens duráveis destinados à FIFA. desde que promovidas por pessoa jurídica indicada pela FIFA ou por Subsidiária FIFA no Brasil. 6.2015. do Decreto 6. desde que realizado no prazo de noventa dias. contratadas para representar qualquer uma das pessoas citadas acima.RICMS 7. atualizado até o Decreto n. nas saídas internas e interestaduais de mercadorias destinadas à FIFA. § 3º Na hipótese do inciso VI. contados da data da saída. g) Prestadores de Serviço da FIFA domiciliados no exterior . admitidos em regulamento. Aprovado pelo Decreto n. à Subsidiária FIFA no Brasil ou à Emissora Fonte da FIFA para uso ou consumo na organização e realização da Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014. (ver art. 105 dada pelo art. desde que promovidas diretamente por estabelecimento industrial ou fabricante (Convênio ICMS 142/2011).12. 3.10. 3º do Decreto n. como coordenadores da FIFA na gestão de acomodações. de programação de operadores de turismo e dos estoques de ingressos. com base em relação contratual. Nova redação do inciso XV do art. devendo o mesmo ser pago de forma incorporada ao débito da operação. 77 .2013. nas saídas internas e interestaduais de bens duráveis destinados à FIFA. XV .11. habilitada nos termos do § 2º do art. outros prestadores licenciados ou nomeados pela FIFA para a prestação de serviços ou fornecimento de bens.874 de 26.2015. e publicada em Ato Cotepe (Convênio ICMS 142/2011). Nova redação do inciso XVI do art.2015.2012). (ver art. de 04. será recolhido quando da saída subsequente.10. 2. à Subsidiária FIFA no Brasil ou à Emissora Fonte da FIFA para uso ou consumo na organização e realização da Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014. h) pessoas físicas ou jurídicas.11. de 20 de dezembro de 2010. § 2º Na hipótese do inciso IV do "caput".2012.583 de 23. o imposto fica suspenso até a posterior saída daqueles estabelecimentos das mesmas mercadorias ou dos produtos resultantes de sua industrialização.2012. como fornecedores da FIFA de serviços de hospitalidade e de soluções de tecnologia da informação. de 20 de dezembro de 2010 (Convênio ICMS 142/2011 e 74/2012).2012). esteja esta sujeita ou não ao pagamento do imposto.09. de serviços de transporte. no mesmo prazo. 105 dada pelo art. com os respectivos acréscimos.12. os contribuintes paranaenses deverão recolher o imposto das operações interestaduais.até 31. Redação original: "XV . do Decreto 6. alteração 1ª . habilitada nos termos do § 2º do art.2015. o retorno real ou ficto dar-se-á também ao abrigo da suspensão.1º." XVI .12.1º.350.12. 3º do Decreto n.pessoas jurídicas domiciliadas no exterior licenciadas ou nomeadas. alteração 1ª . à Subsidiária FIFA no Brasil ou à Emissora Fonte da FIFA para uso na organização e realização da Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014. 12.350.12.12. Redação original: "XVI .266. produzindo efeitos a partir de 1º.2012.º 6. 12.2012.583 de 23. 17 da Lei Federal n.080 de 29.874 de 26.até 31. desde que promovidas por pessoa jurídica indicada pela FIFA ou por Subsidiária FIFA no Brasil. desde que promovidas diretamente por estabelecimento industrial ou fabricante (Convênio ICMS 142/2011 e 74/2012).até 31. nas saídas internas e interestaduais de mercadorias destinadas à FIFA. para prestar serviços relacionados à organização e produção dos Eventos: 1. produzindo efeitos a partir de 1º.02. à Subsidiária FIFA no Brasil ou à Emissora Fonte da FIFA para uso ou consumo na organização e realização da Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014.º 6.2012. do "caput".

recolher o imposto suspenso na etapa anterior. Os benefícios previstos no inciso XV do "caput".02. cumpre ao promotor da operação ou prestação.RICMS 7. e. os dados identificadores desse documento. da Guia de Recolhimento do Imposto. 72.encerrada a fase de suspensão o imposto será recolhido na forma e no prazo previsto na legislação pelo transmitente. ainda que no verso. § 8º Mediante regime especial poderá ser autorizada a suspensão do pagamento do imposto em outras hipóteses. IV . § 12. A suspensão do pagamento do imposto de que trata o inciso XIV do "caput". observar-se-á: I . ressalvado o disposto no § 2º do art.ocorrendo sucessivas operações com a mesma mercadoria. deterioração. 14 da Lei n. inclusive mediante o fornecimento de bens ou prestação de serviços.A. § 7º Relativamente ao inciso X do "caput". ou se submeta ao regime de isenção ou não-incidência. os documentos fiscais não conterão destaque do ICMS e serão lançados nos livros fiscais sem débito e sem crédito do imposto nas colunas "Valor Contábil" e "Outras". sendo o caso.o imposto fica suspenso até que ocorra a saída física das mercadorias do estabelecimento onde se encontrem. § 11. A suspensão do pagamento do imposto de que trata o inciso XVI do "caput". devendo o contribuinte. ou pelo armazém se aquele localizar-se em outro Estado.após a última transmissão o adquirente terá até dez dias para retirar o produto do armazém ou regularizar o depósito em seu próprio nome. furto ou roubo de mercadoria com imposto suspenso na fase anterior. nos termos do § 1º do art. o documento denominado "Aviso de Negociação" emitido pela Central de Registros S.a liberação da mercadoria depositada somente poderá ser efetuada pelo armazém à vista do documento denominado "Ordem de Entrega" emitido pela Central de Registros S. atualizado até o Decreto n.350/2010 e será convertida em isenção desde que comprovada a conversão em isenção do IPI. considerar-se-á encerrada a fase da suspensão. nos termos da legislação federal específica. § 5º Caso a mercadoria ou o serviço amparado com suspensão não seja objeto de nova operação tributável. hipótese em que prevalecerá a norma pertinente. salvo se houver disposição específica de diferimento ou nova suspensão para a operação.2012.350/2010. A suspensão do pagamento do imposto de que trata o inciso XV do "caput". 12. § 10. V . § 9º. fica condicionada a que a operação seja beneficiada com a suspensão da incidência do IPI disposta no art. 5º da Lei n.09.266. realizar o pagamento do imposto suspenso. Aprovado pelo Decreto n. § 6º Nas operações abrangidas pela suspensão. 12. e nos casos de qualquer outra forma de pagamento. por ocasião da ocorrência do fato. 12. anotando-se no documento que acobertou a entrada da mercadoria. de 04. ficando os estabelecimentos adquirente e armazenador dispensados da emissão da nota fiscal simbólica exigidas pela legislação. fica condicionada a que a operação seja beneficiada pela suspensão da Contribuição ao 78 . será documento hábil para acobertamento do depósito. e será convertida em isenção desde que comprovada a conversão em isenção dos tributos federais sujeitos ao Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. emitindo para tanto os documentos previstos na legislação. II . 6. e no § 10 aplicam-se também na hipótese de doação ou dação em pagamento. conforme disposto no art. 14 da n.080 de 29.350/2010. III .. as regras estabelecidas neste Capítulo.2013. A. § 4º No perecimento. fica condicionada a que a importação seja realizada sob amparo do Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária. observadas. subsidiariamente.

IV .10.350/2010. VI .2013. CAPÍTULO XI DO DIFERIMENTO DO IMPOSTO SEÇÃO I DE MERCADORIAS EM GERAL Art. 105 pelo art.11.2012).1º. nos termos do § 1º do art. 15 da Lei n.2012. valor unitário e total e respectivo código NCM. de 20 de dezembro de 2010 (Convênio ICMS 74/2012).2012. (ver art. com os devidos acréscimos legais calculados a partir da data da aquisição. § 15. V . do Decreto 6. atualizado até o Decreto n. o imposto não pago em decorrência da suspensão de que trata o inciso XVI do "caput". as Subsidiárias FIFA no Brasil e a Emissora Fonte da FIFA obrigadas solidariamente a recolher.data de saída. Acrescentado o §15 ao art.º 6.descrição. 3º do Decreto n. 3º do Decreto n.10. § 16.12. a movimentação dos bens e das mercadorias deverá ser acompanhada de um documento de controle e movimentação. endereço completo e o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . § 14. do "caput".2012). 12. III . XV e XVI. se não utilizarem ou consumirem o bem na finalidade prevista. A inobservância ou o descumprimento de qualquer das condições estabelecidas na legislação.numeração sequencial do documento.874 de 26. com destino aos entes neles citados.583 de 23.350/2010. relativamente aos incisos XIV. que contenha as seguintes indicações: I . Ficam a FIFA. disposta no art. na condição de responsáveis.local de entrega.02.12. Nas saídas posteriores às operações descritas nos incisos XV e XVI.874 de 26. entende-se por organização e realização da Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014 todos os eventos relacionados no inciso VI do artigo 2º da Lei Federal n. 6. e será convertida em isenção desde que comprovada a conversão em isenção da Contribuição ao PIS/PASEP e da COFINS. do Decreto 6.11. § 13. implicará exigência integral do ICMS devido.583 de 23. alteração 1ª . produzindo efeitos a partir de 1º. 12.1º. produzindo efeitos a partir de 1º.número da nota fiscal original.2012.2012.a seguinte expressão: “Uso autorizado pelo Convênio ICMS 142/2011”. de 04. 106. com os acréscimos legais calculados a partir da data da aquisição.080 de 29. alteração 1ª . O pagamento do imposto em relação às mercadorias arroladas no art. 107.CNPJ.nome. 12. 15 da Lei n. II . dos remetentes e dos destinatários. (ver art. PIS/PASEP e da COFINS. Para os fins deste artigo.266.º 6.09. VII . quantidade. 105 pelo art.2012.RICMS 7. Aprovado pelo Decreto n.350. Acrescentado o §16 ao art. fica diferido para o momento em que ocorrer uma das 79 .

para depósito a qualquer título. exceto em relação ao item 79 e ao inciso III do § 1º do art. § 3º Para fins do disposto no inciso VI.2013. 18. 25. § 2º O disposto no inciso VI do "caput". em operações internas. não inscritos no CAD/PRO ou no CAD/ICMS. VI . 13. hotéis.produtores rurais. pessoas físicas ou jurídicas. 6.saída para estabelecimento de empresa enquadrada no Simples Nacional. observando-se: I .saída para outro Estado ou para o exterior. IV . § 4º Mediante autorização do Secretário de Estado da Fazenda poderá ser aplicado o diferimento do pagamento do imposto em relação a outros produtos. III . o funcionamento. atualizado até o Decreto n.estabelecimentos que empreguem as mercadorias no fornecimento de refeições aos seus empregados. ou a aperfeiçoe para o consumo. assim como no retorno ao estabelecimento remetente. seguintes operações (artigos 18 e 20 da Lei n. poderão renunciar ao benefício. II . exceto em relação aos itens 2. observadas. Aprovado pelo Decreto n.RICMS 7. não se aplica nas remessas.saída para estabelecimento de produtor agropecuário.o documento mencionado no inciso anterior deverá ser registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências .080 de 29. associações e hospitais.empresas prestadoras de serviços.saída para consumidor final. 35. por operação ou por período. 28.2012.saída para vendedor ambulante. 70 e 72 do art. da proporcionalidade do benefício renunciado e do período ou da operação a que se refere.02. em operações internas. autorizados. para os estabelecimentos ali 80 . comunicado por escrito desta opção. modernização ou reativação industrial. III . não vinculado a estabelecimento fixo. 11. 68. IV . de produto resultante da industrialização de mercadorias cuja entrada tenha ocorrido sob a égide do diferimento. em relação a todos ou a alguns fornecedores selecionados. considera-se industrialização qualquer operação que modifique a natureza.o estabelecimento renunciante deverá enviar a seu fornecedor. V . de 04.restaurantes. o acabamento. § 5º Os estabelecimentos enquadrados em programas de incentivos fiscais para implantação. 107. a apresentação ou a finalidade da mercadoria.266. de obras hidráulicas e semelhantes. as que destinem mercadorias para: I . do "caput".580/1996): I . consideram-se ainda como saídas para consumidor final. ampliação.saída promovida pelo estabelecimento industrializador. no todo ou em parte.RUDFTO e arquivado pelo estabelecimento renunciante e pelo seu fornecedor.o emitente da nota fiscal deverá debitar o valor correspondente à renúncia do diferimento § 6º A renúncia de que trata o parágrafo anterior. § 1º Para efeitos de encerramento da fase do diferimento previsto no inciso I. 107. clubes. as regras estabelecidas neste Capítulo. pensões e estabelecimentos similares. a adquirir mercadorias com o diferimento do pagamento do imposto.empresas de construção civil. subsidiariamente.09. 52. II . II . mediante regime especial. V . III .

pepino. abóbora. bertalha. centeio. 12. "ex" 01.RICMS 7. na proporção de 33. 6. com destino a estabelecimento varejista de combustíveis. rúcula. alcachofra. vagem e demais folhas usadas na alimentação humana. couve-flor. cardo. erva-doce. espargo. cebolinha. gobo.266. 14. babaçu. 13. caninha e cachaça classificadas no código NBM/SH 2208. erva-de-santa-maria.2013. 11. alecrim. coentro. em cacho ou grão. azedim. macaxeira. tomate. araruta.2012. álcool etílico hidratado combustível. losna. salsa.2.1. cominho. jiló. batata. inhame. cará. hortelã. 6. funcho. nabo e nabiça. 2. almeirão. devidamente registrados nas associações de criadores. rabanete. 10. Art. palmito.33% (trinta e três inteiros e trinta e três centésimos por cento) do valor da operação. 107. destinadas à industrialização. também se estende às operações internas beneficiadas com o diferimento parcial do pagamento do imposto estabelecido no art. 81 . 4.02. aneto.. usina produtora com destino a estabelecimentos de empresa comercializadora de etanol ou de distribuidora de combustíveis. abobrinha.40. de 04. mandioca. berinjela. cambuquira. são abrangidas pelo diferimento as seguintes mercadorias: 1.00. nas saídas promovidas por: 4. repolho. escarola. referidos. acondicionadas em recipientes de capacidade superior ao limite máximo permitido para venda a varejo. aipo. beterraba. gengibre.3. arruda. de produção paranaense.09. agrião. cogumelo. 4. aveia em grão. 4. inclusive quando destinados para a queima em caldeiras ou fornos. catalonha. atualizado até o Decreto n. pimentão. em casca. observado o disposto no § 5º. moranga.080 de 29. canola. ruibarbo. alfavaca. camomila. alfafa. 108 deste Regulamento. 5. raiz forte. amendoim em casca ou descascado (em grão). batata-doce. espinafre. taioba. Aprovado pelo Decreto n. repolho-chinês. Sem prejuízo das disposições específicas previstas neste Regulamento. maxixe. observado o disposto no § 5º. alfazema. briquetes e peletes. brotos de vegetais. castanhas nacionais. salsão. erva-cidreira. como tal definidas e autorizadas pelo órgão federal competente. distribuidora de combustíveis. 9. nas operações realizadas no recinto de exposições ou feiras. pimenta. empresa comercializadora de etanol com destino a estabelecimentos de distribuidora de combustíveis. cacateira. mostarda. cavalos de raça. manjericão. segurelha. anis. com destino a estabelecimento industrial que as utilize como insumos na fabricação de bebidas. cebola. de origem vegetal. 7. acelga. cana-de-açúcar. 3. brócolis. chicória. chuchu. quiabo. endívia. cenoura. tomilho. milho verde. 8. couve. como tal definida e autorizada pelo órgão federal competente. incluídos os animais procedentes de outros Estados e adquiridos por produtor paranaense. algodão em caroço e seus derivados (caroço de algodão e linter). alface. como tal definidas e autorizadas pelo órgão federal competente. manjerona. tampala. ervilha. aipim.

ovino e caprino. 25. na saída promovida por estabelecimento industrial fabricante. frutas frescas nacionais ou provenientes de países membros da ALADI destinadas à industrialização. destinada a consumo no setor agropecuário.080 de 29. feijão. exceto maçã e pera. partes e peças.12.RICMS 7. folhas de eucalipto. 17.2013. gado bovino.266.02.00 da NCM. colofônia (breu) e terebintina nas saídas destinadas a estabelecimento industrial. para utilização no respectivo processo industrial.4. 26. chapas e bobinas revestidas com estanho ou cromo. 28. frescos. embalagens para acondicionar e transportar ovos de aves. 19. 26. equinos de trabalho. 32. amido de milho. cogumelo acondicionado em embalagem não hermeticamente fechada. no fornecimento da usina geradora para estabelecimentos redistribuidores. Aprovado pelo Decreto n. 113. colza. 82 . na transferência da usina geradora para o estabelecimento consumidor. couro cru salgado e couro cru salmourado de equino. 34. couro cru. gergelim em vagem ou batido. 31. 38. 21. conforme o inciso VIII do art. 15. grão-de-bico.09. 36. de 04.1. 24. chá em folha.50. 18. atualizado até o Decreto n. componentes. 6. classificadas na posição 7210. 23. 16. 27. destinada às cooperativas rurais redistribuidoras desta mercadoria. bubalino. bubalinos e suínos. ovino. 30. caprino e aves vivas. 26.00 e 7210. 35. crustáceos e moluscos em estado natural. energia elétrica: 26. equinos para abate. exclusive de bovinos. 37. 22. erva-mate bruta e cancheada. cevada em grão ou germinada.2. de equipamentos de telecomunicação e de informática.3. resfriados ou congelados. folhas de "stévia". na importação do exterior promovida por estabelecimento fabricante. 20. couros tipos "wet blue" e "pickel". coelho. 33. 26. nas operações entre produtores paranaenses. 29.2012. girassol em semente. suíno.

56.2012. osso. "B" e "C". 59. materiais renováveis. associação ou 51. exclusive de bovinos. matéria-prima. embalado pelo próprio produtor rural. chifre. milho em grão ou moído. 44. 39. inclusive nas operações que os destinem a secagem de cereais. caprinos. 62. na importação do exterior. 46. equipamentos e implementos agrícolas e de peças e acessórios para veículos automotores. em espiga ou em palha.00. pinhão.266. leite pasteurizado. produção de vapor ou a estabelecimento industrial que a utilize como fonte energética. matérias-primas. petróleo. 47. na importação do exterior por estabelecimentos fabricantes de máquinas.080 de 29. 6. guandu em vagem ou batido. peles secas ou congeladas. 45. 55.RICMS 7. produto intermediário ou secundário. exceto óleo de xisto. 48. linhaça. 49. lenha. querosene de aviação. 61. ou reconstituído. por refinarias de petróleo ou suas bases.09. patas e caudas secas de coelho. na importação do exterior. ainda que não resíduos resultantes da fabricação de outros produtos. 57. inclusive cooperativa de que faça parte. 41. lâminas de madeira. juta. matérias-primas. destinados a estabelecimentos industriais que operem preponderantemente na fabricação de produtos destinados à exportação.00. de 04. 52.2013. ovos destinados à industrialização. com 2% de gordura. Aprovado pelo Decreto n. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. petróleo bruto. 50. classificado no código NBM/SH 2607. 83 . casco e sebo e outros produtos gordurosos não comestíveis de origem animal. nó de pinho. recicláveis ou recondicionáveis. produtos minerais de uso na indústria. cavaco e serragem provenientes da industrialização de madeiras. 60. materiais intermediários. mamona em baga. 42. inclusive nas saídas destinadas à alimentação de aves. 53. 54. para utilização no respectivo processo industrial. leite fresco. materiais intermediários e insumos. 43. peixes destinados à industrialização. bubalinos e suínos. ovinos. tipos "A". bovinos e bubalinos em estabelecimento de produtor localizado no Paraná. secundários e embalagens. minério concentrado de chumbo. 58. exceto ouro. suínos. atualizado até o Decreto n. 40. mel.02. óleo combustível.

73. vísceras e mucosas não comestíveis de origem animal. em estado natural.10 e 8408. exceto o de mesa ou de cozinha classificado no código NBM/SH 2501. classificados nas posições 8408. 71. lascas e toretes. 83. de produto primário ou não. em operações internas . matérias-primas de origem vegetal e animal. nas transferências em operações internas. 81. cal viva (NCM 2522. soja em grão. motores.por empréstimo. inclusive nas saídas destinadas à elaboração de ração em estabelecimento de produtor localizado no Paraná. 66.00. raízes e folhas de canela-sassafrás e óleos de sassafrás. cal apagada (NCM 2522. 86. nas operações de importação do exterior. 70.080 de 29.90. observado o contido no § 4º. 78.39.11. 6. atualizado até o Decreto n. 75. 65. embalagens para envase de alimentos.RASF. soja em grão. em espiga. produção de vapor ou ao estabelecimento industrial que o utilize como fonte energética. rami descorticado ou amaciado. insulina análoga . de 04.NCM 3004. sebos fundido e extraído por meio de solventes.90 da NCM.NCM 3004. coque verde de petróleo.20. 82. inclusive nas operações destinadas à secagem de cereais. resíduo asfáltico .90.90. gás natural destinado a usina elétrica. 77.tanto na operação de remessa ao exportador. 79. antidiabético oral novonorm . sorgo. NCM 2713. quanto na devolução por este. 64. que os utilize como matéria-prima. tungue em semente. 63. resultantes do abate ou desbaste de árvores.2013. § 1º Fica igualmente diferido o pagamento do imposto nas operações a seguir 84 .5000). inclusive derivados. resíduos. 68. resinas de árvores.29.2200) e carbonato de cálcio (NCM 2836. matéria-prima. trigo e triticale. nas saídas do estabelecimento industrial com destino a outro estabelecimento industrial. no suprimento para o embarque marítimo .NCM 3004.20.266.00. produto intermediário ou secundário. 74. quando destinados a indústria para utilização no respectivo processo industrial. 67. 72.2012. toras.RICMS 7. 84. insulina . farelo ou torta de soja e de outros produtos a granel. em cacho ou em grão. 8408.31.69. sal.09.00. 69. 76. soro de leite. 85. Aprovado pelo Decreto n. fécula e amido de mandioca.02. 80. tremoço.90. para fabricação de biodiesel.1000).

266. § 5º Na hipótese do inciso II do art. de 04. III . para o momento em que ocorrer a subsequente saída do estabelecimento importador. de 29 de junho de 2001. observando-se o seguinte critério: I . 80% de sua receita bruta.214.080 de 29. opcionalmente ao crédito presumido de que trata o art.nas saídas internas das mercadorias referidas no inciso I.o disposto no inciso III do "caput". atualizado até o Decreto n. 29 do anexo X não se aplica a regra do diferimento do pagamento do imposto em relação à mercadoria arrolada no item 4. referente à parcela do valor agregado. no mínimo. nas saídas interestaduais. IV . destinada a outro estabelecimento da mesma empresa. 6. 106. não se aplica nas saídas promovidas por estabelecimento industrializador.a receita bruta será auferida no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano civil anterior. de 29 de junho de 2001. de que trata o inciso VI do art. na saída promovida pelo estabelecimento que tiver recebido a mercadoria com tal tratamento. para o momento em que ocorrer a subsequente saída desse estabelecimento. e o § 1º do art.2012. como tal definido e autorizado por órgão federal competente. 13. também. de produto resultante da industrialização de mercadorias cuja entrada tenha ocorrido sob a égide do diferimento. Aprovado pelo Decreto n. subsidiariamente. importados do exterior por estabelecimento industrial do setor de informática e automação. dispensado o recolhimento do imposto relativo às operações anteriores. no retorno da mercadoria ou bem recebido para industrialização. § 2º O diferimento previsto nos incisos I e II do parágrafo anterior aplica-se. 334. § 6º Sem prejuízo das hipóteses previstas no art. bem como sua utilização na prestação de assistência técnica. mencionadas: I . os estabelecimentos industriais devem demonstrar que realizam saídas de produção própria para o exterior em percentual que represente. 617.nas operações internas. 3º da Lei n. 13.02. § 8º Para os fins de determinação da preponderância de que trata o item 49. promovida pelo estabelecimento do contribuinte autor da encomenda. ficando. para o momento em que ocorrer a saída ou a transmissão de propriedade do produto resultante da industrialização. V . § 7º O diferimento do pagamento do imposto previsto no item 49 não se aplica às aquisições de energia elétrica e de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. § 4º O diferimento do pagamento do imposto em relação às mercadorias arroladas no item 76 não se aplica na importação com despacho aduaneiro fora do território paranaense. as demais normas relativas ao diferimento previstas neste Regulamento. neste Estado. II . e às prestações de serviço de comunicação.RICMS 7. 106. da mesma ou de outra mercadoria resultante de sua industrialização. § 3º Aos §§ 1º e 2º aplicam-se.09. ressalvada a hipótese prevista no inciso seguinte. ou proporcionalmente ao número de meses de efetiva atividade no exercício 85 .2013. nas condições estabelecidas no art. e o § 1º do art.no recebimento de insumos da indústria de informática e automação importados do exterior a serem utilizados na produção de bens de informática e automação de que tratam o inciso VI do "caput". 3º da Lei n. com a finalidade de fabricação de produtos a que se referem o inciso VI do "caput".no recebimento de produtos de informática e automação para revenda. para o momento em que ocorrer a saída da mesma mercadoria desse estabelecimento ou de outra resultante de sua industrialização. a fase de diferimento do pagamento do imposto em relação às mercadorias arroladas nos itens 54 e 62 encerra-se quando da saída do estabelecimento distribuidor de combustível. com destino a estabelecimento industrial.214.

quando: (Art. O diferimento previsto no item 81 é opcional e se aplica exclusivamente nas operações internas entre o estabelecimento fabricante da embalagem e o industrial usuário da mesma.art. no mínimo.DIFERIDO. ainda que tal conduta venha a ser verificada posteriormente.2013. do RICMS". seis meses. III .02. civil anterior. 6.2009) a) o início das operações ocorrer após o mês de janeiro. item 79 do art. § 16. § 15. 107 do RICMS”. o ICMS nas operações internas com máquinas e equipamentos adquiridos de fabricantes paranaenses e destinados à integração no ativo permanente de contribuinte inscrito no CAD/ICMS.266. de 04. e a opção pelo benefício deverá estar expressa na nota fiscal emitida para documentar a operação. No diferimento de que trata o § 11 será observado o seguinte: I . § 17. com a indicação do número e da data da nota fiscal emitida para documentar a operação. § 9º. à opção do fornecedor. § 13. movimentação de materiais. geração de energia.2012. na data da entrada do bem no estabelecimento e reconvertido em moeda corrente no mês do lançamento a débito. Fica diferido o ICMS relativo ao diferencial de alíquotas nas operações de 86 . equipamentos e tratores empregados nos setores da construção. II . § 14.o imposto será pago em conta-gráfica pelo estabelecimento adquirente mediante lançamento do valor correspondente à razão de um quarenta e oito avos por mês do imposto devido no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS.RICMS 7. Aprovado pelo Decreto n. 5. O diferimento previsto no item 83 é opcional e se aplica exclusivamente nas operações internas realizadas entre os estabelecimentos fabricantes do motor com destino a indústrias montadoras de máquinas. § 11. O diferimento previsto no item 79 é de aplicação facultativa. no campo "Informações Complementares". b) o encerramento das atividades ocorrer antes do mês de dezembro. será consignada a seguinte expressão: "ICMS diferido . A limpeza. § 12. § 11.para efeitos da apuração do débito o valor do imposto será convertido em FCA.12.no documento fiscal emitido para acobertar a operação. O diferimento previsto no item 84 somente se aplica nas operações internas entre o estabelecimento distribuidor e a usina elétrica que utiliza o gás natural na produção de energia elétrica.a receita não será calculada enquanto o estabelecimento exportador não estiver em atividade por. marinha e industrial. caberá a responsabilidade pelo recolhimento do imposto que deixou de ser pago na operação de aquisição. o beneficiamento e o empacotamento de feijão em estado natural não se constitui em situação de encerramento da fase de diferimento. O diferimento previsto no item 82 se aplica apenas quando o destinatário da operação seja estabelecimento fabricante de biodiesel. devendo a primeira fração ser debitada no mês em que ocorrer a entrada do bem no estabelecimento. c) suas atividades forem suspensas por um ou mais meses do ano civil.993 de 24. § 18.080 de 29. II .09. Fica diferido. atualizado até o Decreto n. da seguinte forma: “ICMS . agricultura. 4º do Decreto n. § 10. hipótese em que não poderá usufruir do diferimento de que trata o item 49. Ao estabelecimento exportador que não atender o critério da preponderância e fruir do diferimento do pagamento do imposto de que trata o item 49. 107.

não se aplica na existência de tratamento tributário específico mais favorável para a operação. seguido do correspondente dispositivo do Regulamento do ICMS. no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. por contribuinte. IV . 3305 e 3307 da NCM. de que trata a alínea "c" do inciso V do art. no campo específico. nas saídas de ureia classificada no código NCM 3102. Aprovado pelo Decreto n.sujeitas ao regime de substituição tributária. no campo "Valor do ICMS". § 3º O disposto neste artigo. mediante lançamento do valor correspondente à razão de um quarenta e oito avos por mês do imposto devido. no documento fiscal emitido para acobertar as operações deverá ser indicada a base de cálculo do imposto.02.09. § 19 A opção pelo diferimento previsto no inciso V do § 1º deverá estar expressa na nota fiscal emitida para documentar a operação. e o resultado obtido após a exclusão do valor do imposto diferido. devendo a primeira fração ser debitada no mês em que ocorrer a entrada do bem no estabelecimento. SEÇÃO II DO DIFERIMENTO PARCIAL Art.com petróleo e combustíveis. a informação de que o imposto foi parcialmente diferido e o seu valor.que destinem mercadorias a empresas de construção civil. exceto em relação àquelas de que tratam os itens 1. diferido o pagamento do imposto nas saídas internas entre contribuintes e nas operações de importação. na hipótese da alíquota ser 18%. no campo "Informações Complementares". II . 87 . de que trata a alínea "f" do inciso III do art. Fica.2013.58. 14. 3304.52% do valor do imposto.62% do valor do imposto.para efeitos da apuração do débito.o imposto diferido será pago em conta-gráfica pelo estabelecimento adquirente. na proporção de: I . de 04. 14. na mesma operação. salvo disposição em contrário: I . aquisição de máquinas e equipamentos destinados à integração no ativo permanente de estabelecimento fabricante de biodiesel. 2205. 108.10.2012. e 7 da alínea “h” do inciso II do mesmo artigo.266.não é cumulativo. atualizado até o Decreto n. § 2º Para os fins do disposto neste artigo. 2206 e 2208 da NCM. nas saídas de mercadorias classificadas nas posições 3303. também. 3.RICMS 7. II .33. de mercadorias. observado o seguinte: I . com outros benefícios fiscais. III . 6. nas saídas de mercadorias classificadas nas posições 2204. II .11% do valor do imposto.61. o valor do imposto será convertido em FCA na data da entrada do bem no estabelecimento e reconvertido em moeda corrente no mês do lançamento a débito. com a indicação do número e da data da nota fiscal emitida para documentar a operação. § 1º O disposto neste artigo não se aplica às operações: I . II .080 de 29. III .33% do valor do imposto.10.

CONCENTRADOS E SUPLEMENTOS Art. SEÇÃO IV NO SETOR AGROPECUÁRIO SUBSEÇÃO I INSUMOS DE RAÇÃO. Aprovado pelo Decreto n. 110. de 04. somente se aplica nas operações Art.RICMS 7. § 2º Considera-se encerrada a fase de diferimento: I . É diferido o pagamento do imposto nas seguintes prestações de serviço de transporte. atualizado até o Decreto n. na hipótese do inciso II do "caput". Encerra-se a fase de diferimento em relação às mercadorias de que trata o artigo anterior: I . 6º.02.2012.nas saídas internas para consumidor final.09. II . § 4º No caso da importação.266.na operação subsequente não mais abrangida por diferimento ou suspensão. § 1º O disposto neste artigo não se aplica às saídas para outra unidade federada ou para o exterior. industrialização ou beneficiamento. b) entre estabelecimentos de produtores agropecuários. para o valor da operação de que trata o § 2º deverá ser observado o disposto no inciso V do "caput" e no §1º. 6. realizadas entre estabelecimentos industriais. contribuinte ou não do imposto. RAÇÃO. II .de insumos agropecuários: a) destinados diretamente a estabelecimento de produtor agropecuário. ambos do art.080 de 29. incorporado ao débito da operação.na entrada do estabelecimento adquirente das mercadorias indicadas no inciso I do "caput".nas saídas para outro Estado. b) entre estabelecimentos de produtores agropecuários. É diferido o pagamento do imposto nas operações com as 88 . SEÇÃO III NAS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS Art. desde que o prestador do serviço tenha optado pelo crédito presumido de que trata o item 48 do Anexo III: I .2013. 111. 109. incorporado ao débito da operação subsequente. § 5º O disposto no inciso IV do "caput". II .de produtos primários: a) diretamente do estabelecimento de produtor agropecuário até o primeiro local de comercialização.

de glúten de milho.triguilho. farelos de arroz. glúten de milho. de babaçu. de 04. adicionada a um ou mais alimentos em proporções adequadas e devidamente especificadas pelo seu fabricante. polpa de frutas cítricas. 111: I .milho em espiga ou em grão. atualizado até o Decreto n.na saída para outro Estado ou para o exterior. IX .02.milho degerminado. VI .soja.a mistura de ingredientes que.na saída de produtos resultantes da sua utilização. constitua uma ração animal. de casca e de semente de uva. de milho. concentrado e suplemento. de sangue e de víscera. aplicado às saídas de produtos destinados à pecuária. de girassol.farelos e tortas de algodão. aminoácidos ou minerais. de osso. exceto àquelas destinadas a animais domésticos Art. VII . de linhaça. feno e crisálida. permitida a inclusão de aditivos.qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção. trigo e triticale.ração animal.o ingrediente ou a mistura de ingredientes capaz de suprir a ração ou concentrado em vitaminas. de mamona.concentrado . II . estende-se às demais saídas para a alimentação animal. V . de carne. de amendoim. caprinos. b) estabelecimentos fabricantes de ração balanceada de uso na pecuária e na avicultura.2013. de germe de milho. II . II . entende-se por: I ração animal . § 1º Para os efeitos deste artigo.resíduos industriais e demais ingredientes proteicos resultantes da peneiração. mesmo que moído. ovinos.09.calcário calcítico. III . VIII . 112. 89 .2012.266. desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destina.farinhas de peixe.suplemento . destinado a: a) alimentação de aves. de pena. § 2º O diferimento de que trata este artigo. de soja e de trigo. Encerra-se a fase de diferimento em relação às mercadorias arroladas no art. X . de canola. salvo se houver disposição específica de diferimento ou suspensão do imposto para essa operação.080 de 29. bovinos e coelhos. hipótese em que observar-se-á a regra pertinente. óleos de aves e de peixes. III . Aprovado pelo Decreto n.fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. inclusive farinha. de cacau. seguintes mercadorias: I .RICMS 7. 6. na saída de estabelecimento industrial. palha de trigo. moagem ou de outros tratamentos de grãos de cereais ou de leguminosas ou da extração de óleos ou gorduras vegetais. de ostra. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal. suínos. de uso na pecuária e na avicultura. IV .

e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura ou outros órgãos ou entidades da Administração Federal. VI .calcário e gesso. estimuladores e inibidores de crescimento. Aprovado pelo Decreto n. produzidos para uso na agricultura e na pecuária.90.19. bicho-da-seda e casulo de sirgo. XIII . aditivos. VII . sulfato de amônio.2012.00 e 8701. inseticidas. inclusive da espécie inoculante biológico.embriões.51.20. II . fosfato de amônio. atendidas as disposições da Lei n. de 5 de agosto de 2003. sêmen congelado ou resfriado. e suas partes classificadas no código NCM 8433.ovo. formicidas.711. nas operações realizadas com produtor.2013. como corretivo ou recuperador do solo.153. aparelhos e implementos agrícolas. classificados nos códigos NCM 8424. ureia e cloreto de potássio.enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal.02. rocha fosfática.90. XI .tratores. de uso na agricultura e na pecuária. exceto as ornamentais. desfolhantes. e fertilizantes. raticidas.energia elétrica para consumo na exploração da atividade econômica no setor rural agropecuário. 90 . nematicidas. inclusive biológicos. 8433. fungicidas.080 de 29. 8433.mudas de plantas. IV . soros e medicamentos.RICMS 7.90. nitrato de amônio ou de suas soluções. X . polpa cítrica e esterco animal. ácido sulfúrico. VIII .acaricidas. III . 10. amônia.batata-semente. desde que produzidas sob o controle de entidades certificadoras ou fiscalizadoras. XII .90.4.sementes certificadas ou fiscalizadas destinadas à semeadura. nitrocálcio. pessoas físicas ou jurídicas. atualizado até o Decreto n. DAP (diamônio fosfato). vacinas. bem como as importadas. É diferido o pagamento do ICMS nas operações com as seguintes mercadorias: I . classificadas no código NCM 3507. produzidos no território paranaense e destinados ao uso exclusivo na produção agropecuária. SUBSEÇÃO II OUTROS INSUMOS AGROPECUÁRIOS Art. não inscritos no CAD/PRO ou no CAD/ICMS. alevinos e pintos de um dia.90. ovos férteis.81.adubos simples ou compostos. 6. 5. IX . V . nitrato de amônio e cálcio. regulamentada pelo Decreto n.90. de 04. enxofre. espalhantes.DL metionina e seus análogos. fosfato natural bruto.09.ácido nítrico.90. germicidas. 113. parasiticidas. ácido fosfórico. desinfetantes.266.na saída para produtores rurais. III . girinos. destinados ao uso na agricultura e na pecuária. cooperativa de produtores ou órgão estadual ou vinculado ao Estado que promovam o fomento e desenvolvimento agropecuário. herbicidas. de 23 de julho de 2004. 8433. que mantiverem convênio com o Ministério da Agricultura. dessecantes. MAP (mono amônio fosfato).59.

12. de 04. viseira.a unidade de consumo de energia elétrica deverá ser estabelecimento do produtor inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS . alteração 67ª . 8433. c) quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem. Art.5990 e 8701. se pessoa jurídica. salvo se houver disposição específica de diferimento ou suspensão do imposto para essa operação.a unidade de consumo de energia elétrica deverá ser o estabelecimento do produtor inscrito no Cadastro de Produtores Rurais . hipótese em que observar-se-á a regra pertinente. do Decreto 6. avicultura. II . pessoas físicas ou jurídicas. a título de retorno. não inscritos no CAD/PRO ou no CAD/ICMS. real ou simbólico. 140.8119. e suas partes classificadas no código NCM 8433. Nova redação do inciso XIII do art. pelos estabelecimentos referidos no inciso anterior. 114.equipamento de proteção individual (EPI) destinado à proteção do aplicador de agrotóxicos. § 1º O diferimento de que trata o inciso I do "caput": I . e às saídas.2012 até 25. (ver art.09. 113: I ." XIV . 8433.12. b) estabelecimento de cooperativa ou de produtor agropecuário.CAD/ICMS.9000. 2º do Decreto 6.na saída para produtores rurais.12. nos termos do art.02.2012. II . entre si. boné árabe independente ou acoplado à camisa. na atividade econômica classificada em um dos códigos agrupados na Seção A "Agropecuária e Pesca" da tabela CNAE-Fiscal.10. produzidos no território paranaense e destinados ao uso exclusivo na produção agropecuária.2012. fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. cunicultura. camisa.873 de 26.2012) Redação anterior em vigor no período de 1º.estende-se às saídas promovidas. classificados nos códigos NCM 8424. d) outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde tenha sido processada a industrialização. se pessoa física. III . ranicultura e sericicultura. SEÇÃO V 91 . da mercadoria remetida para fins de armazenagem.tratores.na saída para outro Estado ou para o exterior.RICMS 7. 125. estende-se às remessas com destino à apicultura. atualizado até o Decreto n.266. composto de calça.2090.9090. II .080 de 29.873 de 26. § 3º Para efeitos do inciso VIII do "caput": I . § 2º O diferimento previsto neste artigo. aparelhos e implementos agrícolas.2013. 6.na saída de produtos resultantes da sua utilização. outorgado às saídas de produtos destinados à pecuária.2012: " XIII . Aprovado pelo Decreto n.aplica-se exclusivamente nas operações com: a) estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos.1º. Encerra-se a fase de diferimento em relação aos produtos arrolados no art. 113 dada pelo Art. aquicultura. nos termos do art.CAD/PRO. luvas e avental.

após o recebimento de mercadoria com o imposto diferido.as regras deste Capítulo. Art. III . aplicar-se-ão: I . ressalvadas as hipóteses previstas nos artigos 117 e 118. 6.266. Nas operações abrangidas pelo diferimento. automaticamente.09.2012. ressalvado o disposto no § 2º do art. Na hipótese deste artigo o imposto corresponderá ao valor que deixou de ser pago no preço de aquisição da mercadoria em decorrência do diferimento. 119. perecimento. nas colunas "Valor Contábil" e "Outras". decorrente de acontecimentos fortuitos. incorporado ao débito da operação. furto ou roubo. de 04. 118. 115. ou se submetam ao regime de isenção ou não-incidência. Aprovado pelo Decreto n.as regras da suspensão do pagamento do imposto. Art. 116.RICMS 7. 120. também.080 de 29.2013. 105. Caso a mercadoria ou serviço amparados pelo diferimento não sejam objeto de nova operação ou prestação tributável. Art.02. quando o produto resultante da industrialização estiver. tais como deterioração. atualizado até o Decreto n. 117. 72. Parágrafo único. Na operação interna de remessa de produtos sujeitos ao diferimento para industrialização em outro estabelecimento e posterior retorno à origem. o diferimento do pagamento do imposto fica condicionado à prova da efetividade da operação ou da prestação. ocorrer a perda desta. se for o caso. realizada entre contribuintes do ICMS. cumpre ao promotor da operação ou prestação. inclusive em relação ao serviço. Art. quando o produto resultante da industrialização não estiver amparado pelo diferimento.na constatação do transporte das mercadorias desacompanhadas da documentação fiscal regulamentar. amparado pelo diferimento. os documentos fiscais não conterão destaque do ICMS e serão lançados nos livros fiscais sem débito e sem crédito do imposto. II . recolher o imposto diferido nas etapas anteriores. O imposto diferido será pago na forma e no prazo estabelecidos nos artigos 74 e 75 e. a fase de diferimento: I . 116. Considerar-se-á encerrada. previstas no inciso VII do "caput" do art. DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AO DIFERIMENTO Art.quando. Na compra e venda de mercadorias. 92 .na ausência da prova exigida no art. Art. II .

Constitui obrigação acessória qualquer situação que. a qual será escriturada no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS.266. § 5º A utilização. 6. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento. destinado ao registro de operação financeira com cartão de crédito ou equivalente. III .580/1996). § 3º Os elementos necessários à informação e apuração do tributo serão declarados na forma e prazo estabelecidos neste Regulamento. por ocasião das saídas desses mesmos produtos. poderá ser repassado. se o desembaraço aduaneiro ocorrer fora do território paranaense. 45 da Lei n.o ICMS será destacado na nota fiscal de saída da mercadoria. pelo destinatário. 11. 107.2012.o aproveitamento do crédito relativo ao imposto destacado na nota fiscal a que se refere o inciso I é condicionado à posse. conforme disposto na legislação pertinente.2013.080 de 29. a critério do contribuinte. 122. para estabelecimento exclusivamente varejista. Art. § 4º Sem prévia autorização do fisco. O crédito fiscal existente em conta-gráfica. TÍTULO II DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS ACESSÓRIAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.02. II . por empresa não obrigada ao uso de ECF. de 04. impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal (art. § 2º Constituem instrumentos auxiliares de fiscalização os documentos. Na importação. da 1ª via da ECC aposta na 1ª via da nota fiscal. somente será permitida se constar no 93 . de equipamento. Aprovado pelo Decreto n. deverá ser observado o disposto no § 7º do art. caso em que o exercício dessa opção importará renúncia automática ao diferimento. guias e documentos fiscais. relativo às aquisições. 121. eletrônico ou não. Parágrafo único. de acordo com o estabelecido neste Regulamento. das mercadorias relacionadas no art. 75 (Convênio ICMS 132/1998). em operações interestaduais. atendidos os seguintes requisitos: I . salvo a permanência destes em escritório especializado de contabilidade mediante comunicação à repartição fiscal de seu domicílio tributário.09. os livros e demais elementos de contabilidade em geral dos contribuintes ou responsáveis do ICMS. inscrito no CAD/ICMS.o crédito fiscal será transportado da conta-gráfica para a ECC. na forma da legislação tributária do ICMS. atualizado até o Decreto n. modelo 1 ou 1-A.RICMS 7. mediante a emissão de Nota Fiscal. § 1º O registro das operações de cada estabelecimento será feito em livros. que terá por natureza da operação "Transporte de Crédito para ECC".

46 da Lei n. para Nota Fiscal. contribuintes ou não. b) BP. de 04.2012. para Nota Fiscal de Venda a Consumidor.09. 11. 195 do Código Tributário Nacional). na forma da legislação. estabelecidas neste Regulamento (art. 6. em substituição ao previsto nos incisos I e II do § 5º. A norma que regulamentar benefício fiscal poderá prever a obrigatoriedade da apresentação de documentos comprobatórios do direito ao benefício ou necessários para o seu acompanhamento e controle.266. 125. estão obrigadas ao cumprimento das obrigações tributárias acessórias. estabelecer condições para fruição (art.080 de 29. Art. 123.a expressão "EXIJA O DOCUMENTO FISCAL DE NÚMERO INDICADO NESTE COMPROVANTE". tipograficamente ou no momento da emissão do comprovante. do número sequencial do equipamento no estabelecimento. impressa. ou ainda.02. desde que conste. da Lei n. c) NF. § 6º Fica autorizada.CAD/ICMS. Deverão inscrever-se no Cadastro de Contribuintes do ICMS . se for o caso. devendo o tipo do documento fiscal emitido ser indicado por: a) CF. antes do início de suas atividades. As pessoas físicas ou jurídicas. CAPÍTULO II DO CADASTRO DE CONTRIBUINTES SEÇÃO I DA INSCRIÇÃO Art.RICMS 7. d) NC.o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação. a emissão e a impressão de comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em conta-corrente por equipamento POS ("Point of Sale") ou qualquer outro equipamento não integrado ao ECF. para Bilhete de Passagem. 48. atualizado até o Decreto n. Aprovado pelo Decreto n. Os livros e documentos fiscais deverão ser conservados até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações ou prestações a que se refiram (art. anverso do respectivo comprovante (Convênio ECF 01/1998): I . seguido. para Cupom Fiscal. 33 da Lei 94 . 124.2013. aqueles que pretendam realizar operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (art. Art. em caixa alta.580/1996). impresso no comprovante de pagamento emitido.580/1996). o número de inscrição no CNPJ do estabelecimento usuário onde se encontre instalado o equipamento (Convênio ECF 1/2011). § 5º. 11. responsáveis. II . Parágrafo único.

de que trata o art. nos termos dos artigos 260 e 261. os locais em que serão emitidos os documentos. para formação do índice de participação dos municípios na arrecadação do imposto. o qual constará. da inscrição no CAD/ICMS. § 1º Para os efeitos deste artigo. temporariamente. nos casos de empresas prestadoras de serviços de transporte. por opção do contribuinte. 251. respectivamente. § 6º As empresas que optarem pela centralização prevista no §5º deverão: I . § 5º A inscrição no CAD/ICMS poderá ser centralizada num estabelecimento. 11.RICMS 7. no campo "Observações" ou no verso da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . atualizado até o Decreto n. de fornecedoras de energia elétrica. o disposto nos Capítulos XI e XXVI do Título III. obrigatoriamente. A inscrição no CAD/ICMS poderá ser centralizada em um único 95 .CONAB/PGPM. Para fins do disposto no § 7º do art. § 10. salvo para estabelecimentos que ofereçam condições de perfeita identificação e individualização dos estoques.manter os registros e informações fiscais relativos a todos os locais envolvidos à disposição do fisco estadual. de 04. será concedida inscrição distinta no CAD/ICMS à CONAB (Convênio ICMS 11/1998). § 2º O número de inscrição a que se refere o § 1º será composto de dez algarismos. § 12.2013.080 de 29. para o mesmo ramo de atividade. Os responsáveis pelo pagamento do imposto na qualidade de substituto tributário. § 11. em todos os documentos fiscais e de arrecadação.02. ficam obrigados a possuir inscrição especial no CAD/ICMS.manter controle das operações ou prestações realizadas em cada município. V . cabendo a cada um deles um número de inscrição. Aprovado pelo Decreto n.manter controle de distribuição dos documentos citados no inciso anterior para os diversos locais de emissão. de instituições financeiras e da Companhia Nacional de Abastecimento . será considerado autônomo cada estabelecimento de um mesmo contribuinte. 6.AIDF.2012. III . § 3º Quando o contribuinte não estiver estabelecido dentro do território paranaense. deverão observar. § 8º Poderão obter inscrição no CAD/ICMS as empresas de transporte que prestem serviços no território paranaense e não tenham estabelecimento fixo neste Estado e os estabelecimentos gráficos localizados em outras unidades federadas que prestem serviços a contribuintes paranaenses. para fins de elaboração de demonstrativo do valor agregado. o Resumo de Movimento Diário.09. II . sendo que os oito primeiros corresponderão à numeração sequencial estadual. IV . 536. iniciará por "099" a numeração sequencial estadual de que trata o parágrafo segundo.em se tratando de prestação de serviços de transporte. e os dois últimos aos dígitos verificadores numéricos.indicar. § 9º Não poderá ser concedida mais de uma inscrição no mesmo local. § 7º As empresas de construção civil e CONAB/PGPM. emitir. § 4º Ficam dispensados.580/1996). os transportadores autônomos. iniciando por "9". localizados neste ou em outro Estado.266.

podendo ser delegada. 6.poderá ser exigida a comprovação da capacidade financeira da pessoa jurídica ou de seus sócios. § 1º Para a concessão de inscrição: I . A inscrição no CAD/ICMS deve ser requerida na forma e mediante apresentação dos documentos e cumprimento de requisitos estabelecidos em norma de procedimento fiscal.RICMS 7. 123.manter controle de todas as operações ou prestações realizadas no município. § 4º. As alterações que ocorrerem nos dados cadastrais do contribuinte devem ser comunicadas à repartição fiscal. § 2º A inscrição para a atividade econômica de importação ou distribuição.sócios e outros estabelecimentos da empresa não podem estar em situação fiscal irregular perante o CAD/ICMS. poderão ser exigidos documentos adicionais aos estabelecidos em norma de procedimento fiscal. de 04. 96 .Coordenação da Receita do Estado. 14. por opção do contribuinte que se dedique às atividades de reflorestamento e extração de madeira. observado o disposto em norma de procedimento. sem que a exigibilidade esteja suspensa. a compatibilidade do capital social. a adequação da estrutura física do estabelecimento com a atividade pretendida.080 de 29. e os registros e informações fiscais referentes a todos os locais envolvidos.02. SEÇÃO II DA ALTERAÇÃO CADASTRAL Art. exceto se comprovada a quitação dos débitos que deram causa à condenação. de que trata o art. As empresas que optarem pela centralização prevista no § 12 deverão: I . 128. III . II . em valor superior ao seu capital social (Lei n. para fins de elaboração de demonstrativo de valor agregado visando à formação do índice de participação dos Municípios. controle de distribuição. estabelecimento. entre os estabelecimentos centralizados. devidamente integralizado.AIDF. com o ramo de atividade.266. § 13. relativamente a todos os estabelecimentos sediados no mesmo município. dos documentos citados no inciso I. III . II . Aprovado pelo Decreto n. 33. ou participe de empresa que possua débitos inscritos em dívida ativa. a apresentação de qualquer outro documento ou a prestação de quaisquer outras informações julgadas necessárias à apreciação do pedido. de combustíveis automotivos não será concedida se verificado que qualquer um dos integrantes ou responsáveis legais da empresa tenha sido condenado por crime contra a ordem tributária. pelo prazo previsto no parágrafo único do art. nos termos estabelecidos em norma de procedimento. Art. inclusive transportador-revendedor-retalhista.09. todos os estabelecimentos centralizados que poderão emitir os documentos fiscais autorizados. 251. 126.a critério do Diretor da CRE . na data da ocorrência do fato.manter à disposição do fisco.701/2005).2012.indicar no campo "Observações" ou no verso da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . Art. A competência decisória dos pedidos de inscrição cadastral é do Diretor da CRE. 127. atualizado até o Decreto n.2013. (art. em casos excepcionais.

Aprovado pelo Decreto n. 130.580/1996). 34. § 2º. de 04. mediante a entrega dos documentos estabelecidos em norma de procedimento fiscal.4. 129. § 2º O prazo máximo para a paralisação temporária será de 180 dias.1994). § 1º Concluído o levantamento fiscal.for comprovada a inexistência de débitos inscritos em dívida ativa em nome do contribuinte. da Lei n. A mudança de endereço do estabelecimento. 6. 130.09. à repartição fiscal a que ficar subordinado.580/1996). para fins de levantamento de eventuais débitos para com a Fazenda Pública (art. § 3º Na hipótese deste artigo poderá a Fazenda Estadual exigir garantias dos créditos pendentes (art. na data da ocorrência do fato.2013. 33. antes do início das atividades no novo endereço. à repartição fiscal do domicílio tributário do estabelecimento. serão os livros e documentos fiscais devolvidos ao contribuinte. II . na data da ocorrência do fato. 11. 131. O contribuinte que paralisar temporariamente suas atividades deverá comunicar à repartição fiscal do seu domicílio tributário. 149.580/1996). § 1º A comunicação de que trata o "caput" poderá ser efetuada pela Junta Comercial do Estado do Paraná (Convênio entre a SEFA e a SEJU/JUCEPAR. § 2º. SEÇÃO III DA PARALISAÇÃO TEMPORÁRIA E DO REINÍCIO DE ATIVIDADE Art. deverá ser comunicada pelo contribuinte. § 2º Quando se tratar de alteração cadastral decorrente de mudança de sócio ou responsável de empresa cancelada de ofício. Observado o prazo máximo de paralisação temporária constante do § 2º do art.080 de 29. ainda que por meio de carimbo. o reinício das atividades será comunicado.2012.RICMS 7. da Lei n. 11. SEÇÃO IV DA BAIXA DA INSCRIÇÃO NO CAD/ICMS 97 .02. da Lei n. o procedimento só será efetivado se: I . Art. Art. § 3º Na hipótese deste artigo poderá a Fazenda Estadual exigir garantias dos créditos pendentes (art. observado o contido no § 5º do art. Ocorrida a hipótese prevista no "caput" os documentos fiscais anteriormente autorizados pelo fisco poderão ser utilizados pelo contribuinte desde que contenham as alterações dos dados cadastrais. relativamente a fatos geradores anteriores ao cancelamento.580/1996).o registro desta alteração no órgão competente for anterior ao cancelamento mencionado.266. da Lei n. de 25. 11. atualizado até o Decreto n. 34. 11. § 4º. Parágrafo único. mediante termo de responsabilidade pela guarda destes. no território paranaense.

VI . no prazo de trinta dias. à Secretaria da Receita Federal do Brasil . Art. 11. IV . mediante ato do Diretor da Coordenação da Receita do Estado. e ficar comprovada.266.o contribuinte enquadrado no Simples Nacional deixar de apresentar anualmente. 132. a cessação da atividade no endereço indicado (art. da Lei n. SEÇÃO V DO CANCELAMENTO E DA REATIVAÇÃO DA INSCRIÇÃO NO CAD/ICMS Art. a cessação da atividade no endereço indicado.080 de 29. 11. § 5º. declaração única e simplificada de informações socioeconômicas e fiscais. Art.o contribuinte deixar de apresentar a documentação exigida para concessão de inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS. quando (art. por meio de procedimento fiscal.RICMS 7. 133. 132 e em NORma de procedimento. Parágrafo único. V .2013.for desarquivado pela Junta Comercial do Estado do Paraná . de 10 de janeiro de 2002).580/1996): I . 1.o contribuinte deixar de apresentar o documento de informação e apuração. por meio de procedimento fiscal. de 04. VII . da Lei n. 10.RFB. 134. 55. observado o previsto em norma de procedimento fiscal. 11. b) a prestação de informações ou a utilização de documentos falsos para a sua obtenção. 6. e ficar comprovada. Aprovado pelo Decreto n.580/1996).09.houver falta de pluralidade de sócios. III . quando se tratar de sociedade limitada por quotas de capital (inciso IV do art. bem como outros equivalentes instituídos pela Secretaria de Estado da Fazenda.for anulada ou baixada a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPJ. § 7º. A inscrição no CAD/ICMS poderá ser excluída. observado o disposto no parágrafo único do art.o contribuinte não comunicar o reinício de suas atividades ou não solicitar a 98 .ficar comprovada: a) a prática de operação ou prestação não autorizada pelo órgão regulador da atividade do contribuinte.JUCEPAR o ato contratual da constituição da empresa.02.033 da Lei n.2012. VIII .580/1996). mediante a entrega dos documentos estabelecidos em norma de procedimento fiscal (art. 33. na hipótese de ter sido cancelada de ofício há mais de dez anos. A baixa da inscrição no CAD/ICMS não implicará quitação de quaisquer créditos tributários ou exoneração de responsabilidade de natureza fiscal. atualizado até o Decreto n. A inscrição no CAD/ICMS poderá ser cancelada de ofício.406. O contribuinte que cessar definitivamente suas atividades deverá requerer a baixa da sua inscrição no CAD/ICMS. 34 da Lei n. II .

em desconformidade com as especificações estabelecidas pelo órgão regulador competente (Lei n. 14. entende-se como lacre todo o sistema de segurança que garanta a inviolabilidade dos dados registrados no totalizador de volume das bombas medidoras.080 de 29.cancelamento da inscrição no CAD/ICMS dos demais estabelecimentos da empresa. sem exigibilidade suspensa. baixa da sua inscrição no CAD/ICMS. § 2º Para os efeitos do inciso III do §1º. 6. ainda. consideram-se.701/2005).701/2005): I . transportar. álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes.09. O cancelamento da inscrição não implicará quitação de quaisquer créditos tributários ou exoneração de responsabilidade de natureza fiscal. será cancelada a inscrição do estabelecimento que adquirir.a existência de débitos inscritos em dívida ativa.RICMS 7. de que trata o art. O cancelamento da inscrição no CAD/ICMS. II . o cancelamento da inscrição no CAD/ICMS: I . em comum ou separadamente. distribuir. 130. Art. no prazo previsto no § 2º do art. § 2º As restrições previstas neste artigo prevalecerão pelo prazo de cinco anos 99 estabelecimento .2013. Gás Natural e Biocombustíveis . II . Parágrafo único. Sem prejuízo das disposições do art. Art.266.02. representantes legais da empresa o preposto ou mandatário. 136. § 1º Acarretará. atualizado até o Decreto n. sem autorização da CRE. e implicará (Lei n. 14. b) proibição de concessão da inscrição no CAD/ICMS para nova empresa. § 1º Para efeitos deste artigo e do § 2º do art. e os sócios pessoas físicas ou jurídicas.ANP.o cancelamento ou a suspensão do registro ou da autorização para o exercício da atividade do estabelecimento pela Agência Nacional do Petróleo. também. III . § 3º A desconformidade de que trata o "caput" deverá ser comprovada por meio de laudo elaborado pela ANP ou por entidade por ela credenciada ou com ela conveniada. no mesmo ramo de atividade.2012. 135 inabilita o estabelecimento à prática de operações relativas à circulação de mercadorias e de prestação de serviços de transporte e de comunicação. Aprovado pelo Decreto n.a certificação de rompimento do lacre fixado em bombas de combustível ou a ocorrência de fraude no totalizador de volumes da bomba de combustível. 126. 134. em valor superior ao capital social. ainda que como administradores. de 04.a apreensão de notas fiscais que estejam sendo utilizadas em local diverso do estabelecimento. estocar ou revender derivados de petróleo. IV . ainda que temporariamente ou a qualquer título. 135.quanto aos integrantes ou representantes legais do penalizado: a) impedimento de exercerem o mesmo ramo de atividade. gás natural e suas frações recuperáveis.

138.paralisação temporária da atividade. Deverão inscrever-se no Cadastro de Produtores Rurais CAD/PRO. no Diário Oficial Executivo. declarando à terceiros não produzirem efeitos fiscais os documentos que eventualmente venham a ser emitidos em nome dos estabelecimentos nele arrolados. as pessoas físicas que se dediquem à atividade agropecuária e que pretendam realizar operações relativas à circulação de mercadorias. A CRE providenciará a publicação de edital.CICAD Art. Aprovado pelo Decreto n. II .cancelamento de ofício da inscrição no CAD/ICMS. atualizado até o Decreto n. III .CICAD. antes do início de suas atividades. por órgãos ou Auditores Fiscais da CRE. novo edital deverá ser publicado. nas situações do "caput" do art. exceto nos casos: I .266.2012. SEÇÃO VI DO COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO CADASTRAL . 100 . documento de identificação fiscal do contribuinte. O Comprovante de Inscrição Cadastral . observará o disposto em norma de procedimento. Parágrafo único. contados da data do cancelamento. SEÇÃO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE O CADASTRO Art.080 de 29.em que o processamento do cancelamento tenha ocorrido a mais de três anos contados da data do protocolado. 6. 139. Art. 137.baixa a pedido da inscrição no CAD/ICMS. 134. desde que o contribuinte tenha regularizado a sua situação.RICMS 7.a que se referem a alínea "b" do inciso II ou o inciso IV do "caput" do art. 135. ocorrendo o reinício das atividades. de 04.09. II .02. devendo ser apresentado. A inscrição no CAD/ICMS poderá ser reativada.2013. declarando cessados os efeitos do edital anterior. nos casos de: I . 140. sempre que solicitado. SEÇÃO VIII DO CADASTRO DE PRODUTORES RURAIS SUBSEÇÃO I DA INSCRIÇÃO Art. Na hipótese do inciso III do "caput".

III . § 4º Os contribuintes inscritos no CAD/PRO poderão centralizar os cadastros de suas propriedades rurais.080 de 29. que se enquadrem nas seguintes condições: I . § 1º Será considerada autônoma. suas áreas de produção agropecuária. O produtor rural que cessar definitivamente suas atividades deverá requerer a sua exclusão do CAD/PRO. de 16 de junho de 2009. Art.RICMS 7. aos dígitos verificadores numéricos. cada propriedade de um mesmo produtor. 10. mediante a prestação de contas.2013. de 2 de junho de 2003 e n. recebendo. numa única inscrição denominada centralizadora.pessoas jurídicas sem fins lucrativos. no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos de que tratam as Leis Federais n.947. cada uma delas. A inscrição no CAD/PRO deve ser requerida mediante apresentação dos documentos e do cumprimento dos requisitos estabelecidos em norma de procedimento fiscal. reconhecidas de utilidade pública.266. sendo que os oito primeiros corresponderão à numeração sequencial estadual. § 3º Poderão inscrever-se no CAD/PRO as pessoas jurídicas que se dediquem à atividade agropecuária e que pretendam realizar operações relativas à circulação de mercadorias. 142. 141. SUBSEÇÃO III DA EXCLUSÃO DO CAD/PRO Art. Aprovado pelo Decreto n. situadas em um mesmo município. atualizado até o Decreto n. um número distinto de inscrição no CAD/PRO.associações de pequenos produtores rurais familiares constituídas para praticar operações de comercialização de produtos agropecuários exclusivamente com a CONAB. 6.2012. iniciando por "95". universidades. nos termos estabelecidos em norma de procedimento fiscal. estaduais e municipais. nos termos estabelecidos em norma de 101 .pessoas jurídicas de direito público. de 04. II . o qual constará. faculdades e instituições de ensino. § 5º O disposto no § 4º não se aplica às propriedades rurais em que o titular e os associados à produção não sejam as mesmas pessoas. obrigatoriamente. § 2º O número de inscrição a que se refere o § 1º será composto de dez algarismos. As alterações nos dados cadastrais do produtor rural devem ser comunicadas na data da ocorrência do fato. SUBSEÇÃO II DA ALTERAÇÃO CADASTRAL Art. nas suas áreas de produção agropecuária experimentais. e os dois últimos. órgãos e autarquias federais.02. no prazo de trinta dias. 11. conforme definido em NPF – Norma de Procedimento Fiscal. para os efeitos desta Seção. em todos os documentos fiscais e de arrecadação.09. 143.696.

2012. SUBSEÇÃO IV DO CANCELAMENTO DA INSCRIÇÃO NO CAD/PRO Art. declarando a terceiros não produzirem efeitos fiscais os documentos que eventualmente venham a ser emitidos pelos produtores rurais nele arrolados: 102 . A CRE providenciará a publicação de edital. 146.comprovada a prestação de informações ou a utilização de documentos falsos para a obtenção da inscrição. Parágrafo único. documento de identificação fiscal. no Diário Oficial do Estado.266. nos casos previstos nos incisos II e III do "caput" . nos termos estabelecidos em norma de procedimento fiscal. § 1º A inscrição no CAD/PRO poderá ser reativada desde que o produtor rural tenha regularizado a sua situação.constatada a cessação das atividades. O documento de que trata o "caput" observará o disposto em norma de procedimento fiscal.RICMS 7.o produtor rural deixar de prestar contas.09. II . 145.2013.CICAD/PRO. será emitido quando da inscrição do produtor rural no CAD/PRO. § 2º A competência para reativação da inscrição cancelada será: I .02. 6. A inscrição no CAD/PRO poderá ser cancelada de ofício quando: I . procedimento fiscal. Aprovado pelo Decreto n.CICAD/PRO Art. O Comprovante de Inscrição Cadastral .do Auditor Fiscal. SUBSEÇÃO V DO COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO .080 de 29.da prefeitura municipal. III . 144. II . Parágrafo único. devendo ser apresentado sempre que solicitado por órgãos ou Auditores Fiscais da CRE. no caso previsto no inciso I do "caput". atualizado até o Decreto n. SUBSEÇÃO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE O CAD/PRO Art. A exclusão do CAD/PRO não implicará quitação de quaisquer créditos tributários ou exoneração de responsabilidades de natureza fiscal. de 04.

do CAD/PRO. II . atualizado até o Decreto n.0. 6º do Convênio SINIEF s/n. modelo 4. III . I . (art. modelo 10. de 04. CAPÍTULO IV DOS DOCUMENTOS FISCAIS SEÇÃO I DOS DOCUMENTOS EM GERAL Art.Conhecimento Aéreo. modelo 9. II .RICMS 7.080 de 29. CAPÍTULO III DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS Art. 45 da Lei n. modelo 6.09.com inscrição no CAD/PRO cancelada. 1º do Convênio SINIEF 06/1989. deverá ser publicado edital que declare cessados os efeitos do anterior. a pedido. VIII . modelo 2. Na determinação da atividade principal do estabelecimento deverá ser observada a preponderância das operações ou prestações relativas ao ICMS.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. V . 148. O contribuinte emitirá ou utilizará.Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. VI . modelo 8.2012. se for o caso. 103 .Nota Fiscal de Venda a Consumidor. VII . Aprovado pelo Decreto n.Nota Fiscal.1970. IX .12. conforme as operações ou prestações que realizar. 11. devendo constar também a atividade secundária. 147.excluídos. Parágrafo único.CONCLA (Ajuste SINIEF 2/1999). 6. aprovada e divulgada pela Comissão Nacional de Classificação . os seguintes documentos fiscais (art.Nota Fiscal de Produtor. e art.Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. ocorrendo a reativação das atividades.266. Na hipótese do inciso I do "caput". modelo 1 ou 1-A.versão 2. modelo 7. de 15. IV .Nota Fiscal de Serviço de Transporte.2013. A atividade econômica do estabelecimento será identificada por meio de código atribuído em conformidade com a relação de códigos da CNAE . modelo 11. Ajustes SINIEF 03/1978 e 03/1994): I .580/1996). Parágrafo único.02.

§ 4º É vedada a utilização simultânea dos modelo 1 ou 1-A do documento fiscal de que trata o inciso I do "caput". XI . salvo quando adotadas séries distintas.Manifesto de Carga. XIV . XIX . modelo 13. § 2º A Nota Fiscal de Venda a Consumidor. modelo 1-A. poderão ser substituídas por: I . XXIII . nos termos do inciso I do art. XVII . XII .Despacho de Transporte. cumpridos os requisitos dos artigos 158 e 397.CT-e. modelo 15. Aprovado pelo Decreto n. 6.Autorização de Carregamento e Transporte.NFAe . modelo 26 (Ajuste SINIEF 06/2003). 227 (Ajuste SINIEF 09/1997). XXII .RICMS 7.2013. XXI .Bilhete de Passagem Aquaviário.Conhecimento de Transporte Eletrônico . ramos de atividade ou categorias específicas estarão obrigados a este procedimento.Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas. modelo 27 (Ajuste SINIEF 07/2006).Bilhete de Passagem Rodoviário. modelo 24 (Ajustes SINIEF 02/1989 e 01/1993). § 3º A Nota Fiscal de Produtor e a nota fiscal emitida para documentar a operação de entrada de mercadoria. XV .DANFE (Ajuste SINIEF 07/2005). poderá ser substituída pela Nota Fiscal Ordem de Serviço ou pelo Cupom Fiscal. § 5º A Norma de Procedimento Fiscal que tratar da emissão da Nota Fiscal Avulsa. modelo 14.NFAe. XVI . XXVI .NFAe: 104 . por processamento de dados .Resumo de Movimento Diário.02.Nota Fiscal Eletrônica . modelo 18. X . II . modelo 16.na forma disciplinada em Norma de Procedimento Fiscal. modelo 22.09.Nota Fiscal Simplificada de Entrega em Cooperativa. XXV . § 1º Nas operações para as quais não haja documento próprio. XIII . modelo 55 (Ajuste SINIEF 07/2005).Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa.Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem.NF-e. de 04.080 de 29.Documento Auxiliar da NF-e . observado o disposto nos artigos 167 a 172. por processamento de dados . a repartição fiscal poderá emitir Nota Fiscal Avulsa. XVIII .Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.2012. modelo 25.DACTE (Ajuste SINIEF 9/2007).Bilhete de Passagem Ferroviário. modelo 21. modelo 57 (Ajuste SINIEF 9/2007).Nota Fiscal de Serviço de Comunicação.266. § 6º A Nota Fiscal Avulsa emitida por processamento de dados . determinará quais contribuintes.Ordem de Coleta de Cargas. modelo 20. modelo 17. modelo 1-A. atualizado até o Decreto n. XXIV .Documento Auxiliar do CT-e . XX .

cafés e estabelecimentos similares.09. no tamanho de 29.conterá.RICMS 7. nos termos da legislação. antes do início dessa. quando for o caso. 18.2013."hash code". bebidas e outras mercadorias. impressa no campo "Dados Adicionais . 20 e 21.000. que não poderá exceder ao terceiro dia contado da data de sua emissão. de 04. SEÇÃO II DA NOTA FISCAL Art. I . deste tenha saído sem o pagamento do imposto. § 9º As regras relativas ao uso dos documentos fiscais de que tratam os incisos XXIII a XXVI do "caput" estão dispostas no Anexo IX deste Regulamento. artigos 7º.br".2012. tendo transitado pelo estabelecimento transmitente.001 a 999. 105 .Reservado ao Fisco" e obtida com a aplicação do algoritmo MD5 . II . no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". a série. para fins de sua identificação e autenticação.antes da tradição real ou simbólica da mercadoria: a) no caso de transmissão de propriedade ou de título que a represente. por qualquer infração detectada.1970. o qual responderá. a nota fiscal deverá conter. mesmo que a terceiro.02. ou utilizada. § 8º As informações consignadas nas NFAe são de inteira responsabilidade do emitente. emitirá nota fiscal (Convênio SINIEF.na realização de estorno de crédito ou de débito do imposto. o não pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida.080 de 29.gov. Aprovado pelo Decreto n. a data da saída.na perda ou perecimento de mercadoria que implique encerramento da fase de diferimento ou suspensão. 6.999 quando atingido esse limite. em decorrência de locação ou de remessa para armazém geral ou depósito fechado. 149.terá numeração sequencial única de 000.999.conterá chave única de codificação digital . não será considerado documento fiscal idôneo a NFAe que tiver sido emitida.no momento do fornecimento de alimentação. excetuado o produtor rural inscrito no CAD/PRO.sempre que promover a saída de bem ou mercadoria.12.266.fazenda. obrigatoriamente. reiniciada II . IV . que possibilite. bares. O contribuinte. e a data da nota fiscal emitida anteriormente. quando acobertar saída de mercadorias. V . atualizado até o Decreto n. em restaurantes. com dolo. III . de 15. IV . § 1º No caso de ulterior transmissão de propriedade da mercadoria de que trata a alínea "b" do inciso III. exceto papel jornal. para lançamento do imposto das etapas anteriores. V . o número. § 7º Ainda que formalmente regular.será emitida em papel comum.7 cm de largura e 21 cm de altura (padrão A4). Ajuste SINIEF 4/1987): I . III ."Message Digest" 5. b) no caso de ulterior transmissão de propriedade de mercadoria que.conterá impressa a seguinte expressão: "AUTENTICIDADE PODE SER CONFIRMADA NO PORTAL www. de domínio público. fraude ou simulação. quando esta não transitar pelo estabelecimento do transmitente.

§ 5º Na hipótese do art. com o destaque do imposto.1º. desde que o adquirente adote e deixe à disposição do fisco demonstrativo de pesagem de cana. são consideradas hipóteses de mercadorias recebidas com o fim específico de exportação para o exterior: I . § 8º O documento fiscal de que trata o § 7º poderá ser emitido no primeiro dia útil subsequente à entrega do produto.2013. a cada saída. sem entrar no estabelecimento do importador ou arrematante.RICMS 7. 149 . § 10. relativamente ao total da cana-de-açúcar fornecida no dia. 3º.877 de 26.2012. § 7º O contribuinte que optar pela regra disposta no § 6º deverá emitir única nota fiscal por destinatário. § 4º A nota fiscal emitida para documentar transporte de mercadoria será distinta para cada veículo transportador. alteração 20ª .266.mercadoria recebida de outro estabelecimento da mesma empresa. § 2º No caso de mercadoria de procedência estrangeira que. § 3º No caso de mercadoria cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez. 6. sem prejuízo dos demais controles exigidos por outros órgãos.1º. devendo nela constar que a remessa será feita em peças ou partes.será emitida nota fiscal para o todo. a série.outras situações em que fique caracterizada a finalidade de exportação” Acrescentado o §10 ao art. II . 106 . deverá ser emitida Nota Fiscal para o estorno e devolução ao remetente do crédito fiscal. desde que o imposto deva incidir sobre o todo: I . deverá o importador ou arrematante emitir nota fiscal. mencionando-se o número. pelo Art.080 de 29. seja por este remetida a terceiros. por estabelecimento cuja atividade se equipara às previstas no parágrafo único do art. sem indicação correspondente a cada peça ou parte. com o fim específico de exportação para o exterior. exportada no mesmo estado em que foi recebida. sem destaque do imposto. alteração 20ª .877 de 26. do Decreto 6. do Decreto 6. o transporte dos bens e mercadorias deverá ser acobertado por nota fiscal. no qual constará como natureza da operação a expressão "Saída em Decorrência de Mudança de Endereço". Aprovado pelo Decreto n.12. Acrescentado o §9º ao art. e a data da nota fiscal a que se refere o inciso I. IV . por se tratar de operação ao abrigo da não incidência. atualizado até o Decreto n. sendo lançada no campo "Observações" do livro Registro de Saídas. 129.” § 9º Na entrada de mercadoria recebida em operação interna ou interestadual. com a declaração de que a mercadoria sairá diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço. quando for o caso. de 04. Para fins do § 9º.02. II .09. § 6º Fica dispensada a emissão de nota fiscal nas operações internas com cana-de-açúcar.2012. III .12. 149 .mercadoria adquirida e destinada por conta e ordem diretamente a armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. sem destaque do imposto. à vista de demonstrativo de pesagem do produto que deverá ser fornecido pelo adquirente. pelo Art.2012.a cada remessa corresponderá nova nota fiscal. acompanhada de nota fiscal com destaque indevido do imposto. por carga e fornecedor.quando a mercadoria for exportada no mesmo estado em que foi recebida.

107 . j) o Código Fiscal de Operações e Prestações . de industrialização ou outra). d) o município. A nota fiscal conterá. observada a disposição gráfica dos modelo 1 ou 1-A. devolução. acompanhada do número correspondente. se adotada nos termos do inciso I do art. Aprovado pelo Decreto n. b) o endereço. m) o número de inscrição no CAD/ICMS. n) a denominação "Nota Fiscal".RICMS 7.2012. de 04. consignação. 6. u) a hora da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento.no quadro "Destinatário/Remetente": a) o nome ou razão social. p) o número de ordem da nota fiscal e. i) a natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada.2013. a expressão "Série". Ajustes SINIEF 07/1971 e 03/1994): I . c) o endereço. de 15. as seguintes disposições (Convênio SINIEF s/n. imediatamente abaixo. 150. se de entrada ou de saída. r) a indicação da data limite para emissão (Ajuste SINIEF 02/1987).1970.CFOP. na condição de substituto tributário. o) a indicação da operação. importação. h) o número de inscrição no CNPJ. g) o Código de Endereçamento Postal.12. f) o telefone e fax.266. q) o número e a destinação da via.080 de 29.02. atualizado até o Decreto n. Art. c) o bairro ou distrito.no quadro "Emitente": a) o nome ou razão social. 227 (Ajuste SINIEF 09/1997). d) o bairro ou distrito. nos quadros e campos próprios. e) a unidade da Federação. II . l) o número de inscrição auxiliar no CAD/ICMS. compra. tal como: venda. transferência. t) a data da efetiva saída ou entrada da mercadoria no estabelecimento. remessa (para fins de demonstração. s) a data de emissão. b) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF.09.

tipo. III . quando for o caso.no quadro "Cálculo do Imposto": a) a base de cálculo total do ICMS. g) o valor do seguro. i) o número de inscrição estadual. quando for o caso.09. e) a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos. d) o valor do ICMS retido por substituição tributária. e) o valor total dos produtos. espécie. i) o valor total do IPI.NCM. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação.RICMS 7. VI .02. j) a alíquota do IPI. quando for o caso. compreendendo: nome. f) o valor do frete. j) o valor total da nota. nos termos da legislação federal. se adotado pelo emitente. b) a descrição dos produtos. modelo. Aprovado pelo Decreto n. marca. g) o valor unitário dos produtos. as indicações previstas na legislação pertinente. l) o valor do IPI.2013. c) o código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul . g) o telefone e fax. IV .080 de 29. e) o Código de Endereçamento Postal. V . quando for o caso. c) a base de cálculo aplicada para a determinação do valor do ICMS retido por substituição tributária.266.no quadro "Fatura". h) a unidade da Federação. 6. h) o valor de outras despesas acessórias. quando for o caso. i) a alíquota do ICMS. f) a quantidade dos produtos.Código de Situação Tributária. série. d) o CST . e nas operações de comércio exterior (Ajuste SINIEF 11/2009).2012. b) o valor do ICMS incidente na operação. f) o município.no quadro "Transportador/Volumes Transportados": 108 . nas operações realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado. h) o valor total dos produtos. atualizado até o Decreto n. de 04.no quadro "Dados do Produtos": a) o código adotado pelo estabelecimento para identificação do produto.

266. e) o número de inscrição do transportador no CNPJ ou no CPF. c) a identificação e assinatura do recebedor dos produtos. do impressor da nota. a) o nome ou razão social do transportador e a expressão "Autônomo".2013. e) o número de ordem da nota fiscal. etc. emissor da nota fiscal. e o número da Autorização para a Impressão de Documentos Fiscais .no rodapé ou na lateral direita da nota fiscal: o nome. quando for o caso. atualizado até o Decreto n. c) a placa do veículo. b) a data do recebimento dos produtos. VIII . c) o número de controle do formulário. IX . a data e a quantidade da impressão. local de entrega. g) o município do transportador.. m) a marca dos volumes transportados. quando for o caso. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série. o endereço e os números de inscrição. de 04.no comprovante de entrega dos produtos.no quadro "Dados Adicionais": a) no campo "Informações Complementares" .RICMS 7. b) a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente ou do destinatário. Aprovado pelo Decreto n. vendedor. tais como: número do pedido.outros dados de interesse do emitente. na forma de canhoto destacável: a) a declaração de recebimento dos produtos. propaganda. no caso de nota fiscal emitida por processamento de dados. ou outro elemento identificativo. i) o número de inscrição estadual do transportador. d) a expressão "Nota Fiscal". j) a quantidade de volumes transportados. d) a unidade da Federação de registro do veículo. h) a unidade da Federação do domicílio do transportador.080 de 29. p) o peso líquido dos volumes transportados. que deverá integrar apenas a 1ª via da nota fiscal. 109 . o) o peso bruto dos volumes transportados.02. se for o caso. b) no campo "Reservado ao Fisco" . nos demais casos. l) a espécie dos volumes transportados. VII .2012. 6. quando diverso do endereço do destinatário nas hipóteses previstas na legislação. n) a numeração dos volumes transportados. estadual e no CNPJ. no caso de transporte rodoviário.09. f) o endereço do transportador.indicações estabelecidas neste Regulamento e outras no interesse do fisco.AIDF.

todos do "caput" (Ajuste SINIEF 02/1995).0 cm ou 28. III .das alíneas "a" a "h". em qualquer sentido (Ajuste SINIEF 02/1995). "p". deverá conter. "p".2 cm. "Inscrição Estadual Do Substituto Tributário". feita a inclusão dos elementos necessários no quadro "Fatura". "h". atualizado até o Decreto n. que passará a constituir parte inseparável da nota fiscal. II .0 cm. em corpo "5".os campos "CNPJ". "a" a "d".os quadros terão largura mínima de 20.0 cm x 3. do quadro "Destinatário/Remetente".0 x 21. respectivamente. do número e da data daquela. "s" e "t" do inciso I. § 7º Nas vendas a prazo. quando esta for emitida em separado. A indicação da alínea "a" do inciso IV: 110 .0 x 28. "q" e "r" do inciso I do "caput". Aprovado pelo Decreto n.2012. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". "j" do inciso V. "h" e "m". de 04. deverá ser observado o disposto no art. a nota fiscal. desde que obedecidos os requisitos abaixo: I .a nota fiscal deverá conter as indicações do número e da data do romaneio e. II . quantidade.02. valor e datas de vencimento das prestações.das alíneas "d" e "e" do inciso IX do "caput". impressas ou mediante carimbo. observado o seguinte: I . passa a ser Nota Fiscal Fatura. "a". § 5º Nas operações de exportação. do quadro "Emitente". § 8º Serão dispensadas as indicações do inciso IV do "caput". exceto os quadros: a) "Destinatário/Remetente". não condensado. no mínimo. indicações sobre a operação. só serão prestadas quando o emitente da nota fiscal for o substituto tributário. terão largura mínima de 4. e suas vias não poderão ser impressas em papel jornal. e os campos "CNPJ/CPF" e "inscrição estadual". § 3º Quando a nota fiscal for emitida por processamento de dados. "q". devendo ser impressas.o campo "Reservado ao Fisco" terá tamanho mínimo de 8. do quadro "Destinatário/Remetente". 6. no mínimo.266. será preenchido com a cidade e o país de destino. "m". se estas constarem de romaneio.4 cm. preço final. além dos requisitos exigidos neste artigo. "c" a "h" do inciso VI. e do inciso VIII. ambas do "caput". quando não houver emissão de Nota Fiscal Fatura ou de fatura ou. não condensado. § 9º. § 1º A nota fiscal será de tamanho não inferior a 21. § 4º As indicações a que se referem a alínea "l" do inciso I do "caput" e as alíneas "c" e "d" do inciso V do "caput". em corpo "8". devendo ser impressas as indicações das alíneas "a". o campo destinado ao município. "m". 464. ainda. "h" e "i" do inciso II. III . § 2º Serão impressas tipograficamente as indicações: I .09. II .0 cm para os modelo 1 ou 1-A. "f". que terá largura mínima de 17.080 de 29.do inciso VIII do "caput".3 cm. caso em que a denominação prevista nas alíneas "n" do inciso I e "d" do inciso IX. no modelo 1-A. b) "Dados Adicionais". este. no mínimo.2013.o romaneio deverá conter. "n".RICMS 7. § 6º A nota fiscal poderá servir como fatura. "Inscrição Estadual". tal como: preço a vista. as indicações das alíneas "a" a "e".

Na nota fiscal emitida relativamente à saída de mercadorias em retorno ou em devolução deverão ser indicados. devendo a placa dos demais veículos tracionados. após a descrição do produto (Ajuste SINIEF 02/1995). Os dados relativos ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza serão inseridos. § 12. sem prejuízo do disposto no § 2º (Ajuste SINIEF 04/1995). Caso o transportador seja o próprio remetente ou o destinatário. deve ser feita no verso das mesmas. de que trata o inciso IX do "caput". O contribuinte que utilizar a mesma nota fiscal para documentar operações interestaduais tributadas e não tributadas. para atendimento ao disposto no § 16 (Ajuste SINIEF 02/1995). excepcionalmente. § 20.02.266. impressas tipograficamente no verso da nota fiscal. poderá ser suprimida. No caso de emissão por processamento de dados. em qualquer sentido. a data da emissão e o valor da operação do documento original. § 14. observado o disposto no inciso IV do §2º do art. 218. separadamente. quando do trânsito da mercadoria. desde que não prejudique a sua clareza. § 18. 6. O fisco poderá dispensar. § 21. Aprovado pelo Decreto n.2013. comprovante de entrega da mercadoria. entre os quadros "Dados do Produto" e "Cálculo do Imposto". 111 .03 e 30. na nota fiscal. poderá ser utilizado. atualizado até o Decreto n. de 04." § 15. Nas operações sujeitas a mais de uma alíquota ou situação tributária. quando houver. conforme legislação municipal. É permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente. hipótese em que a coluna "Código Produto". É permitida a inclusão de operações enquadradas em diferentes códigos fiscais numa mesma nota fiscal. ainda. hipótese em que estes serão indicados no campo "CFOP" no quadro "Emitente". quando se tratar de reboque ou semirreboque deste tipo de veículo. § 19. § 16. dispensadas as indicações das alíneas "b" e "e" a "i" do inciso VI do "caput". com a dimensão mínima de 10 x 15 cm. esta circunstância será indicada no campo "Nome/Razão Social". ser indicada no campo "Informações Complementares. com a expressão "Remetente" ou "Destinatário". a critério do contribuinte. § 11.RICMS 7. § 13. hipótese em que sempre será reservado espaço.poderá ser dispensada. e no quadro "Dados do Produto". no quadro "Dados do Produto". A aposição de carimbos nas notas fiscais. deverá ser indicada a placa do veículo tracionado. salvo quando forem carbonadas. mediante indicação na AIDF (Ajuste SINIEF 04/1995). no campo "Informações Complementares". no máximo. cujas mercadorias estejam sujeitas ao regime de substituição tributária. a nota fiscal poderá ter tamanho inferior ao estatuído no § 1º. No campo "Placa do Veículo" do quadro "Transportador/Volumes Transportados". na linha correspondente a cada item.080 de 29. § 22. quando for o caso.deverá ser efetuada com os dígitos correspondentes ao código de barras. Caso o campo "Informações Complementares" não seja suficiente para conter as indicações exigidas. II .04.2012. se o contribuinte utilizar o referido código para o seu controle interno.09. § 17. o número. do quadro "Transportador/Volumes Transportados". deverá indicar o valor do imposto retido relativo a tais operações. o quadro "Dados do Produto". a inserção do canhoto destacável. os dados do quadro "Dados do Produto" deverão ser subtotalizados por alíquota e por situação tributária. Em se tratando dos produtos classificados nas posições NCM 30. 17 caracteres por polegada. § 10. I . desde que as indicações a serem impressas quando da sua emissão sejam grafadas em. no campo "Informações Complementares" (Ajuste SINIEF 02/1996).

deverá ser indicado o número do lote de fabricação a que a unidade pertencer. homeopáticos ou amostras grátis. § 26.1970. relativamente à saída. § 29.080 de 29. Não é permitida a emissão. conforme disposto no art. acompanhará as mercadorias para fins de controle do fisco da unidade federada de destino. para ser entregue.a 2ª via ficará em poder do emitente para fins de controle do fisco. Art. de 04.03. a contar da data do vencimento do prazo de validade.02. modelo 1 ou 1-A. Ajuste SINIEF 03/1994): I .2012. para estabelecimento atacadista ou varejista. a seguinte expressão no campo 'Reservado ao Fisco' do quadro 'Dados Adicionais': "Contribuinte obrigado a emitir Nota Fiscal Eletrônica . § 27. na descrição prevista na alínea "b" do inciso IV.RUDFTO.ser inutilizadas mediante corte transversal.a 1ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte. A nota fiscal emitida por fabricante. de 15. 123. § 23. b) nas operações interestaduais.266. 151. que se encontrarem com prazo de validade vencido.NF-e em substituição às Notas Fiscais. A data limite a ser considerada para fins do disposto na alínea "r" do inciso I do "caput" será de dezoito meses. Documento válido somente para as exceções previstas na legislação". a partir da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . por processo informatizado. a nota fiscal será emitida. ao destinatário. Nas operações não alcançadas pelo disposto na alínea “c” do inciso IV do "caput" será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da NCM Nomenclatura Comum do Mercosul (Ajuste SINIEF 11/2009). devendo a discriminação ser feita em função dos diferentes lotes de fabricação e respectivas quantidades e valores (Ajuste SINIEF 07/2002). II . 45 do Convênio SINIEF s/n.RICMS 7. III . 112 . 6. Aprovado pelo Decreto n. § 28. II . será impressa na Nota Fiscal.CONAB. a indicação do valor correspondente ao preço constante da tabela sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e.12. deverão: I . exceto se relativa às operações com produtos veterinários. no quadro de que trata o inciso IV do "caput" deste artigo. pelo estabelecimento gráfico. § 24. atualizado até o Decreto n. preservando-se o número da nota fiscal e cabeçalho. 30. 30.04 e 30. dos produtos classificados nos códigos 30. importador ou distribuidor. pelo transportador. Quando o contribuinte for obrigado ao uso de NF-e.a 3ª via: a) nas operações internas. na falta deste.02. As notas fiscais em branco. no mínimo.09. lavrando-se termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . de documentos fiscais confeccionados em talonários. § 25. modelo 1 ou 1-A.ser conservadas pelo período definido no parágrafo único do art. o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial (Ajustes SINIEF 12/2003 e 07/2004). em quatro vias. O disposto na alínea "r" do inciso I não se aplica a estabelecimento de cooperativa e à Companhia Nacional de Abastecimento .AIDF. ficará em poder do emitente à disposição do fisco.06. deverá conter.60 da NCM. que terão a seguinte destinação (art.2013. 265. Na saída de mercadoria.

Aprovado pelo Decreto n. realizado este. pela 1ª via da nota fiscal recebida pelo destinatário. no Estado de Rondônia.080 de 29. poderá ser utilizada cópia reprográfica da 1ª via. que terão a seguinte destinação (art.no caso de a legislação exigir via adicional. 6. exceto a rodoviária. em cinco vias.a falta da 4ª via poderá ser suprida pela 3ª via nas operações internas e por cópia reprográfica da 1ª via nas operações interestaduais ou de exportação. acompanhará a mercadoria para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. servindo esta como autorização de embarque.efetue o registro do documento no livro Registro de Entradas.possa comprovar a saída da mercadoria para embarque por intermédio de romaneio ou qualquer outro documento de controle interno. e Cruzeiro do Sul e Brasiléia. a repartição fiscal reterá a 3ª via da nota fiscal e visará a 1ª via.em se tratando de operações internas: a) destinando-se a mercadoria à praça diversa da do emitente da nota fiscal e sendo o transporte feito por qualquer via. II .a 4ª via deverá acompanhar a mercadoria e poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito. § 2º Em relação ao disposto neste artigo. II . no Estado do Amazonas. a nota fiscal será emitida. Na saída de produto industrializado de origem nacional com destino aos municípios de Manaus. 49 do Convênio SINIEF s/n. § 1º O documento fiscal de que trata este artigo poderá ser confeccionado em três vias. a 4ª via deverá ser entregue. Convênio ICM 65/1988. de 15. Bonfim e Boa Vista. no Estado do Amapá. juntamente com o conhecimento do despacho. no mínimo. 152.266. até o décimo dia do mês subsequente ao da emissão. ainda que: I .2013. com extensão ao município de Epitaciolândia. 113 . a 1ª via acompanhará a mercadoria até o local do despacho. no Estado do Amazonas. Tabatinga. no Estado de Roraima. II . deverá ser observado. que a levará ao exterior. sendo que: I .RICMS 7. atualizado até o Decreto n.1970. § 5º Admitir-se-á o armazenamento de mercadorias em terminal de carga geral com a própria nota fiscal da operação. na repartição fiscal do domicílio tributário do emitente. beneficiada com isenção ou redução na base de cálculo. exceto quando esta objetive acobertar o trânsito da mercadoria. qualquer que seja.12.2012. será remetida ao destinatário pelo emitente.09. c) nas saídas para o exterior. de 04. § 4º Considera-se local de embarque aquele onde a mercadoria é colocada no meio de transporte. aquaviária ou ferroviária.em se tratando de operações interestaduais. até o local de destino. § 3º Na hipótese da alínea "c" do inciso III do "caput" se a mercadoria for embarcada neste Estado.02. Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo. Guajaramirim. e às Zonas de Livre Comércio de Macapá e Santana. Art. a mercadoria retirada do armazém ou da estação da empresa transportadora será acompanhada. IV . b) na hipótese do item anterior. desde que o estabelecimento armazenador: I . com transporte de mercadorias por via aérea. no Estado do Acre.

valor e data de emissão da nota fiscal. Ajustes SINIEF 22/1989 e 02/1994): I .nome e número de inscrição no CNPJ do destinatário.2013. os seguintes dados (Convênio ICMS 17/2003): I . 123 (Ajuste SINIEF 07/1997). relacionado com o internamento das mercadorias. sendo que não constituirá prova de ingresso da mercadoria a aposição de qualquer carimbo. § 1º Os documentos relativos ao transporte não poderão ser emitidos englobadamente de forma a compreender mercadorias de distintos remetentes e deverão ser conservados. Aprovado pelo Decreto n. § 5º A SUFRAMA comunicará o ingresso da mercadoria ao fisco paranaense mediante remessa de arquivo magnético até o sexagésimo dia de sua ocorrência. tal como quebras de lacre apostos pela fiscalização ou deslonamentos não autorizados.for constatada a evidência de manipulação fraudulenta do conteúdo transportado.SUFRAMA. II . assim como o documento expedido pela SUFRAMA.02. II .o número de inscrição do estabelecimento destinatário na SUFRAMA.número. III . via internet. pelo prazo constante no parágrafo único do art.a 5ª via acompanhará a mercadoria até o local de destino. com uma via do conhecimento de transporte. à unidade da Superintendência da Zona Franca de Manaus .266. estadual e no CNPJ. do remetente. sendo que a SUFRAMA disponibilizará. § 6º Não serão reportadas no arquivo magnético referido no parágrafo anterior as operações em que: I . § 4º A vistoria da mercadoria será realizada com a apresentação da 1ª. Convênios ICMS 01/1990 e 25/2008. III . IV .09.080 de 29.forem constatadas diferenças de itens de mercadoria e de quantidades em 114 . autenticação. 6. de 04. V . IV .RICMS 7.a 4ª via acompanhará a mercadoria e poderá ser retida pelo fisco paranaense. que conterá. visto ou selo de controle pela SUFRAMA ou SEFAZ/AM. por meio de declaração tal constatação (Convênio ICMS 40/2000).local e data da vistoria. nas vias dos documentos apresentados para vistoria (Convênio ICMS 40/2000). § 3º O ingresso da mercadoria nas áreas incentivadas far-se-á mediante a realização de sua vistoria física pela SUFRAMA e pela SEFAZ/AM. para exibição ao fisco.nome e números de inscrição. devendo ser entregue. atualizado até o Decreto n. além das indicações exigidas pela legislação: I .a 1ª via acompanhará a mercadoria e será entregue ao destinatário. no mínimo. II . de forma simultânea ou separadamente. II -o código de identificação da repartição fiscal a que estiver subordinado o seu estabelecimento.2012. § 2º O contribuinte remetente mencionará na nota fiscal.a 3ª via acompanhará a mercadoria e destinar-se-á a fins de controle da Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas. 3ª e 5ª vias da nota fiscal e do Conhecimento de Transporte.a 2ª via ficará em poder do emitente.

02.quando a nota fiscal não tiver sido apresentada à SEFAZ/AM para fins de desembaraço.RICMS 7. não se incluindo entre estas as hipóteses previstas no § 6º (Convênio ICMS 40/2000). do § 6º o chassi de veículos destinados a transporte de passageiros e de carga no qual tiver sido realizado o acoplamento de carroçarias e implementos rodoviários.a mercadoria tiver sido objeto de transformação industrial. assim como a inadequação das instalações do estabelecimento à atividade declarada. § 9º A formalização do internamento consiste na análise.a nota fiscal tiver sido emitida para fins de simples faturamento. § 11. da qual tenha resultado produto novo. § 7º Nas hipóteses do parágrafo anterior.da comprovação da resolução das pendências previstas no § 11.nas hipóteses do § 6º. atualizado até o Decreto n. a SUFRAMA ou a SEFAZ/AM elaborarão relatório circunstanciado do fato. por meio dos quais foram acobertadas as remessas de mercadorias para as áreas incentivadas (Convênio ICMS 40/2000). Não será formalizado o internamento de mercadoria: I . nos termos da legislação tributária daquela unidade federada. III . § 10. § 13.Taxa de Serviços Administrativos relativa a serviços já prestados ou. II . de 04. desde que o destinatário não esteja em situação irregular. sem que o destinatário tenha sanado as pendências que impeçam a conclusão do processo de internamento junto à SUFRAMA. quando existirem pendências de qualquer natureza. a Certidão de Internamento só será emitida mediante a apresentação de declaração do remetente demonstrando a efetiva concessão do abatimento. Aprovado pelo Decreto n. II . dos acréscimos legais. o internamento de mercadoria não vistoriada à época de seu ingresso nas áreas incentivadas. Decorridos 120 (cento e vinte) dias. III . a qualquer tempo. conforme previsto no inciso III. a SEFAZ/AM iniciará procedimento fiscal mediante notificação exigindo. ainda. IV . que impeçam a formalização do internamento. por ocasião da vistoria nos termos do § 5º.080 de 29. por ordem e conta do estabelecimento destinatário. adquiridos de estabelecimento diverso do remetente da mercadoria neles acondicionada. V .2012. § 12.da comprovação do recolhimento do imposto devido ao Estado do Amazonas e. quando não efetuado o pagamento da TSA . Tratando-se da irregularidade referida no inciso II. devidamente informado nos termos do § 5º.for constatada a inexistência de atividade ou simulação desta no local indicado como endereço do estabelecimento destinatário. do § 115 . VI . de cujo conteúdo será dado ciência ao fisco paranaense. se for o caso. VII .09. 6. do parágrafo anterior. a apresentação (Convênio ICMS 17/2003): I .2013. § 8º Excetua-se da vedação referida no inciso IV.266. A SUFRAMA e a SEFAZ/AM poderão formalizar.a mercadoria tiver sido destruída ou se deteriorado durante o transporte. alternativamente.a nota fiscal tiver sido emitida para acobertar embalagem ou vasilhame. relação ao que estiver indicado na nota fiscal. contados do ingresso da mercadoria. no prazo de trinta dias. conferência e atendimento dos requisitos legais referentes aos documentos fiscais retidos.quando a inscrição do destinatário perante a SUFRAMA contiver alguma irregularidade formal. de remessa simbólica ou em razão de complemento de preço.

2012. § 15. Apresentado o documento referido no inciso II.declaração do remetente. Aprovado pelo Decreto n.na hipótese de ser comprovada a falsidade da declaração referida no inciso III. § 21. do § 20. para fins de fruição dos incentivos fiscais. II . do § 16. Apresentado o documento referido no inciso I do parágrafo anterior. sendo que na hipótese de vir a ser constatada sua contrafação. A Vistoria Técnica também poderá ser realizada "ex officio" ou por solicitação do fisco paranaense.de parecer exarado pela SUFRAMA e SEFAZ/AM em Pedido de Vistoria Técnica. se for o caso. a SUFRAMA e a SEFAZ/AM emitirão parecer conjunto conclusivo e devidamente fundamentado sobre o Pedido de Vistoria Técnica no prazo de trinta dias contados do recebimento. será iniciado procedimento fiscal contra o remetente mediante notificação exigindo.cópia da nota fiscal e do Conhecimento de Transporte. por: I . será de imediato 116 . Decorridos no mínimo 120 (cento e vinte) dias da remessa da mercadoria. a apresentação (Convênio ICMS 17/2003): I .266.2013. assegurando que até a data do ingresso do pedido não foi notificado da cobrança do imposto relativo à operação. que declararão a nulidade do parecer anteriormente exarado. 11. Não será realizada a Vistoria Técnica se o imposto relativo à operação já tiver sido reclamado do remetente pelo fisco paranaense mediante lançamento de ofício. devidamente visada pela repartição fiscal. prestará informações relativas ao internamento da mercadoria e à autenticidade do documento. no prazo de sessenta dias. dos acréscimos legais.da comprovação do recolhimento do imposto e. no prazo de trinta dias de seu recebimento. § 22. cópia do parecer será remetida ao fisco paranaense. no mínimo.da Certidão de Internamento referida no § 12.09. alternativamente. juntamente com todos os elementos que instruíram o pedido. § 19.caso seja favorável à parte interessada. atualizado até o Decreto n. § 18.cópia do registro da operação no livro Registro de Entradas do destinatário. § 16. sem que tenha sido recebida pelo fisco paranaense informação quanto ao ingresso daquela nas áreas incentivadas. II . § 20. II . procedimento que será denominado "Vistoria Técnica" para os efeitos deste artigo (Convênio ICMS 40/2000). § 17. O Pedido de Vistoria Técnica poderá ser formulado a qualquer tempo tanto pelo remetente como pelo destinatário da mercadoria. sempre que surgirem indícios de irregularidades no processo de internamento da mercadoria. deverá ser instruído. Para que o pedido seja liminarmente admitido. o fisco cuidará de remetê-lo à SUFRAMA que. sendo que: I . A Vistoria Técnica também poderá ser realizada "ex-officio" ou por solicitação do fisco paranaense.02. Após o exame da documentação. de 04. sempre que surgirem indícios de irregularidades na constatação do ingresso da mercadoria (Convênio ICMS 40/2000). o fisco paranaense comunicará o fato à SUFRAMA e à SEFAZ/AM. 6. § 14. III . III .RICMS 7. no momento do ingresso da mercadoria ou da formalização do seu internamento. o fisco adotará as providências preconizadas pela legislação.080 de 29.

080 de 29. informando. os dados pertinentes aos documentos fiscais de mercadoria nacional incentivada deverão ser informados à SUFRAMA.RICMS 7. Na hipótese de a mercadoria vir a ser reintroduzida no mercado interno antes de decorrido o prazo de cinco anos de sua remessa.2013. contados da data da emissão da nota fiscal. o crédito tributário será constituído mediante lançamento de ofício. Na hipótese do contribuinte utilizar Nota Fiscal Fatura e de ser obrigatório o uso de livro copiador. 154. a disponibilização via internet.09. revisão. § 26.SEFAZ/AM. atualizado até o Decreto n. fazendo juntada da cópia do parecer enviada pela SUFRAMA nos termos do inciso I do § 18. os dados dos respectivos remetentes. § 31. remetida para fins de comercialização ou industrialização. 153. serão tidas por referidas as Secretarias de Fazenda dos Estados onde estiverem localizadas as Áreas de Livre Comércio. § 27. os dados pertinentes aos documentos fiscais relativos às mercadorias nacionais remetidas ao destino previsto no "caput". Para os efeitos deste artigo. Para usufruir dos benefícios fiscais previstos neste artigo. § 28. conforme disposto no art. e a inclusão em arquivo magnético. 6. § 24. § 29.02. o fisco arquivará o protocolo. § 32. 117 .266. bem como a que tiver saído das áreas incentivadas para fins de empréstimo ou locação. limpeza ou recondicionamento. Aprovado pelo Decreto n. a 2ª via será substituída pela folha do referido livro (Ajuste SINIEF 3/1994. arquivado o protocolo. por meio de arquivos magnéticos. prevista no § 5º. nas menções à Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas . de 04. houver sido incorporada ao ativo fixo do estabelecimento destinatário ou utilizada para uso ou consumo deste. Art. restauração. 45 do Convênio SINIEF s/n de 15/12/70). Esgotado o prazo previsto no § 20 sem que tenha sido atendida a notificação. exigindo-se imposto e multa por consignação em documento fiscal de declaração falsa quanto ao estabelecimento de destino das mercadorias. inclusive. Previamente ao seu ingresso na Zona Franca de Manaus. também. em meio magnético ou pela internet. Se a nota fiscal for emitida por processamento de dados. § 25. o estabelecimento que tiver dado causa ao desinternamento recolherá o imposto.2012. § 3º do art. Inexistindo na nota fiscal a demonstração detalhada do abatimento a que se refere a alínea "a" do item 180 do Anexo I. Apresentado o parecer referido no inciso III. em favor do Estado do Paraná. os contribuintes deverão informar à Secretaria da Fazenda deste Estado. desde que o retorno ocorra em prazo nunca superior a 180 (cento e oitenta) dias. § 30. por desinternada a mercadoria que. com atualização monetária. do § 20. Não configura hipótese de desinternamento a saída da mercadoria para fins de conserto. conforme padrão conferido em "software" específico disponibilizado pelo órgão (Convênio ICMS 17/2003). Art. Será tida. A SEFAZ/AM manterá à disposição do fisco paranaense as vias dos documentos fiscais e registros magnéticos relativos às entradas e às saídas de mercadorias das áreas incentivadas. prevista no § 3º. 449. somente ocorrerão após sanada a irregularidade (Convênio ICMS 40/2000). § 23. pelo transportador da mercadoria.

SUBSEÇÃO I DA NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR Art. deverá constar. Na venda a vista. omitir-se-á.Continua". o valor dispensado será informado nos campos “Desconto” e “Valor do ICMS” de cada item. II .em cada formulário. 155. a expressão "Folha XX/NN". observará o seguinte (Ajuste SINIEF 10/2012): I .tratando-se de Nota Fiscal Eletrônica .): I . o número total de folhas utilizadas (NN). que também deverá conter. no referido campo "Informações Complementares". observado o seguinte (Convênios ICMS 54/1996 e 96/1997): I . II . Aprovado pelo Decreto n. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais".2013. Acrescentado o Art.RICMS 7. ainda. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. 154-A. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos. em que a mercadoria for retirada ou consumida no próprio estabelecimento pelo comprador. salvo o disposto no inciso III. III . O estabelecimento que promover operação com benefício fiscal. no tocante ao número de vias e sua destinação (Ajuste SINIEF 3/1994. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a sequência da folha no conjunto total utilizado.02. pelo art. de 15.261 de 04. Art.quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. 154-A. alteração 68ª . o contribuinte deverá observar as disposições contidas nos artigos 451 e 452.1970. logo após a respectiva descrição. o valor da desoneração do ICMS deverá ser informado em relação a cada mercadoria constante no documento fiscal.09. modelo 2.2013. a consumidor. hipótese em que o valor total da desoneração deverá ser informado no campo “Informações Complementares”. de 04. V . a expressão "Folha XX/NN . que condicione a fruição ao abatimento do valor do ICMS dispensado. Parágrafo único. preenchendo-se.266. 118 .a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor".nos formulários que antecedem o último.080 de 29. 6. atualizado até o Decreto n. Convênio ICMS 110/1994). exceto o último. do Decreto 7. poderá ser emitida a Nota Fiscal de Venda a Consumidor.1º.NF-e.fica limitada a 990 a quantidade de itens de mercadorias por nota fiscal (Convênio ICMS 31/1999). Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário. o campo “Motivo da Desoneração do ICMS” do item com os códigos próprios especificados no Manual de Orientação do Contribuinte ou Nota Técnica da Nota NF-e.02. IV .os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto" e "Transportador/Volumes Transportados" somente deverão ser preenchidos no último formulário.12.2012. que conterá as seguintes indicações (artigos 50 e 52 do Convênio SINIEF s/n.tratando-se de documento fiscal diverso do referido no inciso I.

atualizado até o Decreto n. marca. será facultada. VII . no mínimo. contendo os requisitos previstos no art.o número de ordem. ao final do dia. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. nos termos da legislação do IPI. 156. especialmente: a) como natureza da operação "Venda a Consumidor". a série e subsérie. § 5º Relativamente à dispensa de que trata o § 4º.2012.os valores unitário e total da mercadoria e o valor total da operação. observada a legislação federal pertinente. VI . § 2º A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será de tamanho não inferior a 7.080 de 29. uma para cada tipo de produto vendido. Art. b) como destinatário "Resumo de Vendas Diárias". estadual e no CNPJ. destinando-se a 1ª via ao comprador e a 2ª. modelo. que ficará em poder do emitente. c) a discriminação do produto e a quantidade total vendida no dia. na operação de valor inferior a dez reais. d) a classificação fiscal do produto prevista na legislação do IPI. § 3º A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será emitida. 155. para fins de resumo de vendas. Aprovado pelo Decreto n.5 cm. no fim do dia. o número de ordem da primeira e da última nota impressas. de subsérie distinta.02.RICMS 7. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. II . II.o nome.266. Nas vendas a consumidor efetuadas por seção de venda a varejo. que contenha os requisitos previstos e. a série e subsérie e o número da via. o contribuinte deverá: I . 119 . deverá ser emitida uma única nota fiscal. para exibição ao fisco. § 1º As indicações dos incisos I.emitir. IV . de 04. estadual e no CNPJ. III .a discriminação da mercadoria. do estabelecimento emitente. em relação a cada operação. nota fiscal de subsérie distinta. que tenha optado pela emissão de uma única nota fiscal. 6. em duas vias. quantidade. bem como o número da AIDF. espécie. do impressor da nota. § 4º A emissão da Nota Fiscal de Venda a Consumidor por contribuinte enquadrado no Simples Nacional que não utilize equipamento ECF . o endereço e os números de inscrição. desde que não exigida pelo consumidor. II . V . ao final do dia.emitir.Emissor de Cupom Fiscal. anexa à seção fabril de estabelecimento industrial. e) o valor total do produto e o valor total da nota.o nome.09. a data e a quantidade da impressão.4 x 10.2013.a data da emissão. IV e VII do "caput" serão impressas tipograficamente. f) a alíquota e o valor do ICMS e do IPI. tipo. que consignará o valor total correspondente às operações não documentadas. o endereço e os números de inscrição.

elevadores ou de qualquer objeto e de recondicionamento de motores. VII .a discriminação e os valores unitário e total da mercadoria aplicada. 6.a denominação "Nota Fiscal Ordem de Serviço". pelos estabelecimentos prestadores de serviços de lubrificação. o endereço e os números de inscrição.o nome.02. deverão observar o disposto no Capítulo XIX do Título III.2013. do emitente. IV . § 1º O estabelecimento que proceder nos termos deste artigo fica dispensado de inscrição no CAD/ICMS específica para o setor de varejo. veículos. V .RICMS 7. VI . § 3º Os estabelecimentos industriais deverão comunicar à ARE . 157. SUBSEÇÃO II DOS DOCUMENTOS FISCAIS EMITIDOS POR ECF Art. o número de ordem da primeira e da última nota impressas. assim como da escrituração distinta de livros. Os documentos fiscais emitidos por ECF. o endereço e os números de inscrição. a data e a quantidade da impressão. a qual conterá.o nome. estadual e no CNPJ. estadual e no CNPJ. de 04.2012.Agência da Receita Estadual de seu domicílio tributário a adoção do regime previsto neste artigo. III .o número de ordem. manutenção e conservação de máquinas. atualizado até o Decreto n.a discriminação e o valor do serviço prestado. de conserto. limpeza e revisão de máquinas. no mínimo. restauração.09. a serem entregues ao adquirente da mercadoria ou usuário do serviço. do impressor da nota. II . e o número da AIDF.a data da emissão. 120 . a série e subsérie. ocasião em que será lavrado termo no livro RUDFTO. anotando-se na coluna "Observações" da mesma linha os números de ordem e a série e subsérie das Notas Fiscais de Venda a Consumidor correspondentes. as seguintes indicações: I . aparelhos e equipamentos. motores. veículos. É facultado o uso de Nota Fiscal Ordem de Serviço. SUBSEÇÃO III DA NOTA FISCAL ORDEM DE SERVIÇO Art. § 2º A nota fiscal emitida de acordo com o inciso II do "caput" será lançada normalmente no livro Registro de Saídas.266. 158. g) os números das Notas Fiscais de Venda a Consumidor a que se refere o inciso I do "caput".080 de 29. Aprovado pelo Decreto n.

fixa ao bloco.1ª via . em linhas separadas. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público. c) em retorno de exposições ou feiras. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. Aprovado pelo Decreto n.02.09. § 4º A Nota Fiscal Ordem de Serviço será emitida.12. atualizado até o Decreto n. § 3º A Nota Fiscal Ordem de Serviço conterá. em três vias. III . o número e data da requisição e nesta o número. emitirá nota fiscal (Convênio SINIEF. se estas constarem de requisição de material empregado. § 2º Serão dispensadas as indicações constantes do inciso V do "caput".3ª via .2012. II . II . que terão a seguinte destinação: I . 159. SUBSEÇÃO IV DA EMISSÃO DE NOTA FISCAL NA ENTRADA DE BENS OU DE MERCADORIAS Art. d) em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. 160.2ª via .permanecerá à disposição do fisco. aos quais tenham sido enviados para industrialização. lançar-se-á o valor acumulado dos serviços prestados e dos produtos não sujeitos ao ICMS. bens ou mercadorias: que entrarem em seu estabelecimento. A Nota Fiscal Ordem de Serviço será escriturada no livro Registro de Saídas da seguinte forma: I . a série e subsérie e a data daquele. real ou a) novos ou usados. 16/1989 e 3/1994): I . do "caput" serão impressas tipograficamente. 6. que constituirá parte integrante das vias do documento fiscal. o valor acumulado das mercadorias sujeitas ao ICMS e dos serviços gravados pelo imposto sobre serviços. hipótese em que se mencionará neste. de 15. Art.na coluna "Valor Contábil" será lançado o valor total da nota. artigos 54 a 56. Ajustes SINIEF 5/71. § 1º As indicações dos incisos I. no mínimo. II.RICMS 7. de 04.266.no momento em simbolicamente. O contribuinte. b) em retorno. excetuado o produtor rural inscrito no CAD/PRO. lançar-se-á o valor das mercadorias tributadas pelo ICMS.na coluna "Isentas ou Não Tributadas". remetidos a qualquer título por produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais.1970.080 de 29.2013. 121 .na coluna "Base de Cálculo". III . IV e VII. inclusive por meio de veículos.cliente.

Aprovado pelo Decreto n. se for o caso. III . as seguintes indicações: I .o transporte será acobertado apenas pelo documento de desembaraço.nos casos da alínea "e" do inciso I do "caput". quando os bens ou mercadorias forem transportadas de uma só vez.no momento da aquisição da propriedade. 163. ainda. observar-se-á. as indicações do número. quando não houver nota fiscal de origem da mercadoria.RICMS 7.o valor das operações realizadas fora do estabelecimento. não exclui a obrigatoriedade da emissão da Nota Fiscal de Produtor. em outra unidade da Federação.os números e as séries. III .080 de 29.na hipótese de remessa parcelada: a) a primeira parcela será transportada com o documento de desembaraço e nota fiscal relativa à totalidade dos bens ou das mercadorias.o valor das operações realizadas fora do estabelecimento. § 2° O campo "Hora da Saída" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de bens ou de mercadorias.2012.na entrada de couro verde. o documento previsto neste artigo será emitido antes de iniciada a remessa. ressalvado o disposto no inciso I do §1º do art. das notas fiscais emitidas por ocasião das entregas de mercadorias. atualizado até o Decreto n. § 1º Para acompanhar o trânsito das mercadorias. quando a Nota Fiscal de Produtor for emitida nos termos do § 11 do art. a nota fiscal conterá. f) em outras hipóteses previstas neste Regulamento.02. da série. II . na qual constará a expressão "Primeira Remessa". do mesmo ou de outro município. II .09. 6. o seguinte: I . remetidos por particulares ou por produtores agropecuários. 122 .2013. identificando o número dessa. § 5º A emissão da nota fiscal. de 04. da data da emissão e do valor da operação do documento original. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". ainda. a qualquer título. § 6º Relativamente aos bens ou mercadorias importados a que se refere a alínea "e" do inciso I do "caput". no campo "Informações Complementares". quando os bens ou as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente. hipótese em que deverá conter. bem como os arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. § 3° A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de bens ou de mercadorias não entregues ao destinatário. nas seguintes hipóteses: I . até o local do estabelecimento destinatário-emitente.266. III . II . § 4° Na hipótese da alínea "d" do inciso I do "caput".nos retornos a que se referem as alíneas "b" e "c" do inciso I do "caput". II . g) remetidos por produtor rural inscrito no CAD/PRO. e) importados diretamente do exterior.quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar os bens ou as mercadorias. na hipótese do inciso I do § 1º. 164.

em relação às mercadorias ou bens importados diretamente do exterior. registrando o fato no livro RUDFTO. b) a 2ª via ficará em poder do emitente. Aprovado pelo Decreto n. de que trata o § 8º. Art. exceto no caso de emissão por processamento de dados (art. 160.em quatro vias. para exibição ao fisco. b) cada remessa posterior será acompanhada pelo documento de desembaraço e por nota fiscal referente à parcela remetida.em quatro vias. por CAD/PRO. no mínimo (art. na qual se mencionará o número e a data da nota fiscal a que se refere o item anterior. caso o destinatário seja usuário de Nota Fiscal Eletrônica . c) a nota fiscal conterá. o transporte de bens ou de mercadorias far-se-á somente com a nota fiscal. o contribuinte deverá reservar bloco ou faixa de numeração sequencial de jogos soltos ou formulários contínuos. § 8º Para os efeitos do documento previsto na alínea "e" do inciso I do caput deste artigo. Na emissão de nota fiscal na entrada de bens ou de mercadorias. 161. ainda. 54 do Convênio SINIEF s/n. deverá tal fato e a expressão "Remessa Única".2012. deverão possuir domicílio no Estado do Paraná.09. Ajuste SINIEF 03/1994).266. sendo que na hipótese do inciso I do parágrafo anterior. "e". § 9º O preposto e o despachante aduaneiro. de 15. Parágrafo único.NF-e poderá emitir único documento.12. O arquivamento da 2ª via dos documentos emitidos deverá ser efetuado separadamente das relativas às saídas. Art. além das demais exigências. "d". o local onde se encontrarão os documentos deslocados e os seus números. com desembaraço aduaneiro em território paranaense. bem como a qualificação do preposto ou do despachante aduaneiro e seu domicílio. 57 do Convênio SINIEF s/n. 6. 160. a identificação da repartição onde se processou o desembaraço. 162. constar no campo "Informações Complementares". A nota fiscal para documentar a entrada de bens ou de mercadorias será emitida. Ajustes SINIEF 16/1989 e 03/1994): I . c) a 4ª via ficará em poder do emitente e à disposição do fisco. II . nas hipóteses das alíneas "c". devendo ser anotada esta situação.1970. e "f" do inciso I do "caput" do art. na coluna "Observações" do livro RUDFTO. de 15.RICMS 7.02. atualizado até o Decreto n. § 7º Havendo dispensa de emissão do documento de desembaraço pelo órgão federal competente.2013.080 de 29. que terão a seguinte destinação: 123 . bem como o número e a data do documento de desembaraço. § 10. nas hipóteses das alíneas "a" e "b" do inciso I do "caput" e no inciso I do §1º do art. é permitido ao estabelecimento importador manter os talonários destes documentos em poder de preposto ou de despachante aduaneiro. de 04.12. Na hipótese da alínea “g” do inciso I do "caput". foi recolhido. relativamente a todas as entradas ocorridas no dia.1970. na forma estabelecida em NORma de procedimento. se devido. bem como a declaração de que o ICMS. por produto e por CFOP. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª e 3ª vias serão entregues ou enviadas ao remetente até quinze dias da data do recebimento de bens ou de mercadorias.

nas demais hipóteses previstas neste Regulamento. e por cópia reprográfica da 1ª via nas operações interestaduais ou de importação. nos termos do inciso VI do "caput" do art.09. c) a 3ª via acompanhará os bens ou as mercadorias e ficará em poder do emitente pelo prazo de um ano.nas operações internas com cana-de-açúcar. juntamente com a 2ª via da Nota Fiscal de Produtor. V . § 2º O documento fiscal de que trata este artigo poderá ser confeccionado em três vias. II .nas operações de devolução impositiva de embalagens vazias de agrotóxicos 124 . sendo que na hipótese do inciso II do "caput". SUBSEÇÃO V DA NOTA FISCAL DE PRODUTOR Art.a 4ª via permanecerá em poder do emitente.12.na transmissão de propriedade de mercadoria.2012. II . III . quando emitida a Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa. podendo ser retida pelo fisco.1970. quando o remetente dos bens ou mercadorias for produtor agropecuário inscrito no CAD/PRO: I .no transporte manual e carroçável de produtos da agricultura e da criação e seus derivados. d) a 4ª via acompanhará os bens ou mercadorias. caso não tenha sido retida pelo fisco. III . desde que o adquirente adote e deixe à disposição do fisco demonstrativo de pesagem de cana. no prazo de quinze dias do recebimento de bens ou de mercadorias. à ARE do seu domicílio tributário ou ao Órgão Conveniado. IV .266. à disposição do fisco. sem prejuízo de demais controles exigidos por outros órgãos. § 1º Para os efeitos do inciso I do "caput". Aprovado pelo Decreto n. atualizado até o Decreto n.080 de 29.sempre que promover a saída de bem ou mercadoria. por carga e fornecedor. a) a 1ª via ficará em poder do emitente.na entrega em operação interna de leite de produção paranaense pelo cooperado à cooperativa ou por produtor ao estabelecimento comercial ou industrial. 6. II . art. de 15. pelo adquirente. VI . b) a 2ª via ficará em poder do emitente. quando for o caso.RICMS 7. para exibição ao fisco.2013. 163.o adquirente enviará a 1ª via da nota fiscal ao remetente.a 3ª via da nota fiscal será encaminhada. § 1º Fica dispensada a emissão de Nota Fiscal de Produtor: I . de 04. III . a falta da 4ª via poderá ser suprida pela 3ª via nas operações internas. no mesmo prazo do inciso anterior. 58): I . excluída a condução de rebanho.na transmissão de propriedade de mercadoria destinada à CONAB/PGPM. O produtor rural inscrito no CAD/PRO emitirá Nota Fiscal de Produtor (Convênio SINIEF s/n. 537.na entrega em operação interna da produção dos cooperados às suas cooperativas.02.

e) a unidade da Federação.080 de 29. se for o caso. remessa (para fins de demonstração.266. quando do reajuste do preço da mercadoria remetida por produtor rural inscrito no CAD/PRO sob a cláusula de “preço a fixar”. 6. desde que esse emita NF-e para documentar a operação de aquisição. estiver obrigado a coletar. o estabelecimento adquirente deverá informar. VII . devolução.2013. transferência. § 3º O contribuinte que efetuar a coleta. l) a denominação "Nota Fiscal de Produtor".no momento da transmissão de propriedade de mercadoria depositada em estabelecimento de terceiros quando efetuada para o próprio depositário. e Ajuste SINIEF 09/1997): I . importação. poderá emitir uma única nota fiscal semanal relativa às embalagens recebidas. desde que faça constar no campo “NF-ref” o número da nota fiscal original a que se refere. aos respectivos fabricantes ou recicladores. de que trata o item 54 do Anexo I. retorno de exposição ou feira. b) a denominação da propriedade. Aprovado pelo Decreto n.CFOP. de industrialização ou outra).12.no quadro "Emitente": a) o nome do produtor. d) o município. Art. desde que destinadas a contribuinte que. atualizado até o Decreto n. § 5º Sem prejuízo do disposto no art. e o Código Fiscal de Operações e Prestações . 125 . observado o disposto no § 3º. e respectivas tampas.09. o bairro ou distrito. em substituição à Nota Fiscal de Produtor complementar que deveria ser emitida. poderá ser emitida NF-e para complementação de preço de mais de uma Nota Fiscal de Produtor. 216. devendo manter à disposição do fisco os controles exigidos pelas autoridades sanitárias. i) a natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada.2012. nos termos do inciso VI do § 1º. fica o destinatário da mercadoria autorizado a emitir NF-e para documentar a entrada. desde que no campo “NF-ref” conste os dados de todas as notas fiscais a que a se refere a NF-e complementar. nos termos da legislação pertinente. g) o Código de Endereçamento Postal. A Nota Fiscal de Produtor conterá as seguintes indicações (art. j) o número da inscrição do produtor rural no CAD/PRO. 58 do Convênio SINIEF s/n. h) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF.02. § 2º A Nota Fiscal de Produtor emitida para documentar o transporte de mercadoria será distinta para cada veículo transportador. f) o telefone e fax.RICMS 7. realizadas sem ônus.NF-ref” da NF-e. o número da nota fiscal emitida anteriormente para documentar as remessas para depósito. constando. consignação.1970. para disposição final ambientalmente adequada. c) o endereço. § 6º Na hipótese do § 5º. § 4º Ocorrendo a hipótese prevista no inciso VII do § 1º. de 04. diretamente ou por meio de terceiros. de 15. armazenar e remeter essas embalagens. no campo “Nota Fiscal Referenciada . tal como: venda. 164.

c) o endereço. b) a base de cálculo do ICMS. c) a quantidade dos produtos. f) a alíquota do ICMS.2013. modelo. e) a unidade da Federação.266. g) o valor do seguro. conforme determinado em norma de procedimento fiscal. e) o valor total dos produtos. Aprovado pelo Decreto n. se for o caso. d) o valor unitário dos produtos. 6. o) a data limite para emissão da Nota Fiscal de Produtor. II . atualizado até o Decreto n. m) o número da Nota Fiscal de Produtor. constando. IV .09. tipo. p) a data de emissão. f) o valor do frete. d) o município. V .no quadro "Cálculo do Imposto": a) o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento. de 04.no quadro "Transportador/Volumes Transportados": 126 . r) a hora da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento. c) o valor do ICMS incidente na operação. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação.02.no quadro "Dados do Produto": a) a descrição dos produtos. e) o valor total da nota. q) a data da efetiva saída ou entrada da mercadoria no estabelecimento. compreendendo: nome. espécie. f) o número de inscrição estadual. o bairro ou distrito e o Código de Endereçamento Postal. h) o valor de outras despesas acessórias. b) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF. d) o valor total dos produtos. marca. b) a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos. série.080 de 29. n) o número da via e sua destinação.2012.RICMS 7. quando for o caso. III .no quadro "Destinatário": a) o nome ou razão social.

com a indicação do nome. b) pela prefeitura municipal. e suas vias não poderão ser impressas em papel jornal. que deverá integrar apenas a 1ª via da Nota Fiscal de Produtor.266.2012. atualizado até o Decreto n. de 04. etc. no caso de transporte rodoviário. o número de controle do formulário no caso de nota fiscal emitida por processamento de dados. h) a unidade da Federação do domicílio do transportador. e. no campo "Informações Complementares". com nome e CNPJ. c) a placa do veículo.02. g) o município do transportador. 127 . ou outro elemento identificativo. o) o peso bruto dos volumes transportados. outras informações ou dados de interesse do emitente. o número de ordem da primeira e da última nota autorizada. local de entrega.080 de 29. e) o número de inscrição do transportador no CNPJ ou no CPF. b) nome ou razão social e número da inscrição estadual do produtor emitente. tal como: número do pedido. § 1º A Nota Fiscal de Produtor será de tamanho não inferior a 21 x 20.3 cm. p) o peso líquido dos volumes transportados.RICMS 7. d) a unidade da Federação de registro do veículo. 6. em qualquer sentido.no comprovante de entrega dos produtos. a) o nome ou a razão/denominação social do transportador. na forma de canhoto destacável. quando impressa: a) por estabelecimento gráfico. VII . VI . do endereço e dos números do CAD/ICMS e do CNPJ. b) a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente ou do destinatário. j) a quantidade de volumes transportados. l) a espécie dos volumes transportados. vendedor. VIII .no quadro "Dados Adicionais". a data e a quantidade de notas fiscais autorizadas. d) data do recebimento da mercadoria. i) o número de inscrição estadual do transportador. e. nos demais casos. propaganda. m) a marca dos volumes transportados. c) nome. f) o endereço do transportador. a identificação do estabelecimento impressor. a indicação desta. quando for o caso. n) a numeração dos volumes transportados.no rodapé ou na lateral da Nota Fiscal de Produtor: o número da AIDF. número do documento de identificação e assinatura do recebedor. e) a expressão "Nota Fiscal de Produtor" e o seu número. deverá conter: a) declaração de recebimento dos produtos.2013.09. Aprovado pelo Decreto n. quando diverso do endereço do destinatário nas hipóteses previstas na legislação.

em qualquer sentido. excepcionalmente. § 4º Nas operações sujeitas a mais de uma alíquota. não condensado. no mínimo. durante o trânsito da mercadoria. todos do "caput". indicando-se no documento essa circunstância. "p" e "q" do inciso I. "b" e "e" do inciso VIII do "caput". II . dispensadas as indicações das alíneas "b" e "e" a "i" do inciso V do "caput". § 2º Serão impressas nas Notas Fiscais de Produtor. § 5º Caso o transportador seja o próprio remetente ou o destinatário. § 7º A aposição de carimbos na Nota Fiscal de Produtor. de 04. desde que obedecidos os requisitos abaixo: I .266.080 de 29. passa a ser "Nota Fiscal Fatura de Produtor". poderá ser utilizado. hipótese em que sempre será reservado espaço. § 8º Caso o campo "Informações Complementares" não seja suficiente para conter todas as indicações. § 3º A Nota Fiscal de Produtor poderá servir como fatura. atualizado até o Decreto n. "m". da numeração sequencial e da data daquela. devendo as indicações ser impressas. "j" e "l" ser impressas. que passará a constituir parte inseparável da Nota Fiscal de Produtor. os dados do quadro "Dados do Produto" deverão ser subtotalizados por alíquota. para atendimento ao disposto no § 7º. "j".2012. "n". § 9º É facultada: I . "h". do número de ordem. caso em que a denominação prevista na alínea "l" do inciso I do "caput" e na alínea "e" do inciso VIII do "caput". as indicações das alíneas "a" a "e".RICMS 7. este. do inciso II.das alíneas "a" a "h" e "j" a "o" do inciso I do "caput". da alínea "e" do inciso IV. quando se tratar de reboque ou semirreboque deste tipo de veículo. 128 . Aprovado pelo Decreto n. II . essa circunstância será indicada no campo "Nome/Razão Social".02.o romaneio deverá conter. as seguintes indicações: I . III . quando houver. não condensado.09. das alíneas "a" a "h" do inciso V e do inciso VII.a impressão de pautas no quadro "Dados do Produto" de modo a facilitar o seu preenchimento manuscrito.a indicação de outras informações complementares de interesse do produtor. § 11 Os dados referidos nas alíneas "d" e "e" do inciso III do "caput" e "b" a "e" do inciso IV do "caput" poderão ser dispensados quando as mercadorias estiverem sujeitas à posterior fixação de preço.2013. devendo as indicações das alíneas "a" a "h". ser indicada no campo "Informações Complementares". deve ser feita no verso da mesma. em corpo "5". o quadro "Dados do Produto". § 10 Serão dispensadas as indicações do inciso III do "caput" se estas constarem de romaneio. pela prefeitura municipal ou pelo estabelecimento gráfico.a Nota Fiscal de Produtor deverá conter as indicações do número e da data do romaneio e.do inciso VII do "caput". do quadro "Transportador/Volumes Transportados". no mínimo.das alíneas "a". com a expressão "Remetente" ou "Destinatário". 6. § 6º No campo "Placa do Veículo" do quadro "Transportador/Volumes Transportados". desde que não prejudique a sua clareza. II . impressas tipograficamente no verso da Nota Fiscal de Produtor. devendo a placa dos demais veículos tracionados. em corpo "8". com a dimensão mínima de 10 x 15 cm. feita a inclusão dos elementos necessários no campo "Informações Complementares". deverá ser indicada a placa do veículo tracionado. no mínimo. salvo quando as vias forem carbonadas.

d) a 4ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte para entrega à fiscalização volante. de 15. ao destinatário. Para a utilização da Nota Fiscal de Produtor. em quatro vias. para exibição ao fisco e apresentação à prefeitura municipal. 166. II .12.09. atualizado até o Decreto n.266.080 de 29. pelo transportador. após a prestação de contas.2013. para exibição ao fisco e apresentação à prefeitura municipal. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via acompanhará a mercadoria até o local de embarque.nas operações internas. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. § 1º O produtor agropecuário poderá utilizar cópia reprográfica da 1ª via da Nota Fiscal de Produtor. exceto quando esta deva acobertar o trânsito da mercadoria. ao destinatário. em quatro vias. A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias (art. b) a 2ª via ficará em poder do emitente. c) a 3ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte até o destinatário. de 04. sendo devolvida ao produtor rural para arquivo. em quatro vias. d) a 4ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte para entrega à fiscalização volante.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. que servirá como autorização de embarque. Art. 6. c) a 3ª via acompanhará a mercadoria para fins de controle do fisco na unidade federada de destino. o produtor rural inscrito no CAD/PRO deverá requerer a AIDF na forma estabelecida em norma de procedimento fiscal. d) a 4ª via deverá acompanhar a mercadoria e poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito. 165. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. após a prestação de contas. III . Aprovado pelo Decreto n.02. c) a 3ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte até o destinatário. Art. em que o embarque se processe neste Estado. após a prestação de contas. b) a 2ª via ficará em poder do emitente. no caso de a legislação exigir via adicional.nas operações de saída para o exterior. b) a 2ª via ficará em poder do emitente. quando solicitada. 129 . para exibição ao fisco e apresentação à prefeitura municipal.1970 e Ajuste SINIEF 09/1997): I . sendo devolvida ao produtor rural para arquivo. quando solicitada. 60 do Convênio SINIEF s/n.2012. pelo transportador.RICMS 7. sendo devolvida ao produtor rural para arquivo.

mediante comunicação de cada distribuição à ARE a que estiver jurisdicionado o cooperado. à ARE ou ao órgão conveniado do município do cooperado. com numeração sequencial tipograficamente impressa. identificação e cargo da autoridade fiscal. na forma desta Subseção. § 2º Caberá às cooperativas fornecer as orientações para o uso e preenchimento da nota fiscal tratada neste artigo. Art. A Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa poderá ser usada na remessa em operações internas de mercadoria de produção dos cooperados as suas cooperativas.09. que terão a seguinte destinação: I . estadual e no CNPJ.5ª via .266.4ª via . § 2º Considera-se local de embarque aquele onde a mercadoria é colocada no meio de transporte.cooperado. para exibição ao fisco. ocasião em que deverá ser apresentada a relação dos estabelecimentos que irão operar com o documento fiscal.2012. 6.ficará em poder do emitente. por cooperativa.prefeitura municipal do domicílio do remetente. os talonários recebidos na forma deste artigo. Art.estabelecimento destinatário.2ª via . aos cooperados devidamente inscritos no Livro de Matrícula da Cooperativa. de 04. localizados no Estado. por sua vez. Aprovado pelo Decreto n. 169. que a levará ao exterior.02. 170. 167. Para utilização da Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa deverá ser solicitada a AIDF. 130 .3ª via . até o dia quinze do mês subsequente ao da emissão. mediante comunicação de cada suprimento à Delegacia Regional da Receita a que estiver jurisdicionada. § 1º Os estabelecimentos das cooperativas distribuirão. SUBSEÇÃO VI DA NOTA FISCAL DE ENTREGA EM COOPERATIVA Art. contendo o endereço e os números de inscrição. 168.2013. Art. V . qualquer que seja. assinatura. IV . tal fato deverá ser mencionado no corpo das demais vias com a data. § 1º As 2ª e 3ª vias da Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa serão entregues. § 3º Na hipótese de retenção da 3ª ou 4ª via da Nota Fiscal de Produtor pela fiscalização volante. atualizado até o Decreto n. A Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa será impressa.080 de 29. no mínimo. III . II . destes.1ª via .ARE ou Órgão Conveniado do município do remetente.RICMS 7. em cinco vias. Os talonários de Notas Fiscais de Entrega em Cooperativa serão distribuídos pela cooperativa aos seus diversos estabelecimentos.

Aprovado pelo Decreto n. após o recebimento da mercadoria. e estes. até o dia quinze do mês subsequente ao da emissão. § 2º O campo "Identificação do Produtor" será preenchido a carimbo ou datilograficamente pela cooperativa por ocasião da entrega de blocos aos cooperados. § 1º A 1ª.ficará em poder do emitente.2012. para exibição ao fisco.ARE ou órgão conveniado do município do remetente. A Nota Fiscal Simplificada de Entrega em Cooperativa será emitida em cinco vias. atualizado até o Decreto n. e conterá as seguintes indicações (artigos 5º.cooperado. 6. A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será emitida pela empresa distribuidora de energia elétrica. à disposição do fisco.4ª via . registrando o fato no livro RUDFTO. 172. preenchidos pelo produtor. Parágrafo único. de 04. IV .2ª via . deverão manter. Art. V .080 de 29. § 4º A 2ª e 3ª vias da Nota Fiscal Simplificada de Entrega em Cooperativa serão entregues. Art. § 3º A Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa devolvida pelo cooperado.5ª via . sempre que promover a saída da mercadoria. utilização e devolução dos talonários de Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa.RICMS 7. 2ª. em todas as vias.estabelecimento destinatário. É facultado às cooperativas a utilização da Nota Fiscal Simplificada de Entrega em Cooperativa. à ARE ou ao órgão conveniado do município do cooperado. Quantidade.3ª via . sem utilização. II .Quantidade e Unidade de medida do produto" e "Transportador". com os campos "Entrada .Classificação. em relação a cada cooperado. que terão a seguinte destinação: I . III . "Recibo de Entrega" e "Assinatura". em relação aos seus diversos estabelecimentos. Unidade de Medida. Aplicam-se ao documento fiscal simplificado as normas dos artigos 168 e 170. pela destinatária.09. 3ª e 4ª vias acompanharão a mercadoria até o destino. SUBSEÇÃO VII DA NOTA FISCAL/CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA Art. com os campos "Data de Saída". § 2º A cooperativa.1ª via . Valor Unitário e o Valor Total". 3ª e 4ª vias serão devolvidas ao remetente. o controle da distribuição. 6º e 7º do Convênio SINIEF 06/1989): 131 . será inutilizada pela Cooperativa mediante a aposição do termo "Inutilizada".prefeitura municipal do domicílio do remetente. § 3º A 2ª. devidamente preenchidos. 171.2013. em substituição a Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa. "Saída .02. transversalmente. 173.266.

Para a impressão da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica não se exigirá a AIDF (art. próxima ao valor total da operação em campo de mensagem de área mínima 12 cm2 identificado com a expressão "Reservado ao Fisco".09.a denominação "Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica". estadual e no CNPJ.a data da leitura e da emissão ou apresentação.o valor total da operação. XII .a base de cálculo do imposto.XXXX.XXXX. a chave de codificação digital prevista no art.2013.RICMS 7. na Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica.266. § 3º A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será emitida. IX . III . atualizado até o Decreto n. SEÇÃO III DOS DOCUMENTOS RELATIVOS A PRESTAÇÕES DE SERVIÇO DE 132 .a 2ª via ficará em poder do emitente. V .o nome.080 de 29. X . as quantidades e valores relativos à demanda contratada e à demanda medida.XXXX.o valor de consumo/demanda. § 4º A chave de codificação digital prevista no inciso XIII do "caput" deverá ser impressa no sentido horizontal. que terão a seguinte destinação: I .o número de ordem.a alíquota e o valor do imposto. Art.02.o nome. o endereço e os números de inscrição.XXXX.XXXX". § 5º No caso do fornecimento de energia elétrica mediante contrato de demanda. em duas vias. do "caput" serão impressas tipograficamente quando não emitidas por processamento de dados.os acréscimos cobrados a qualquer título. 8º do Convênio SINIEF 06/1989 e Ajuste SINIEF 10/2004).XXXX. o endereço e os números de inscrição. do emitente. deverão ser discriminados. XI . do destinatário. § 2º A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será de tamanho não inferior a 9 x 15 cm.a discriminação da mercadoria.XXXX. II . se for o caso. § 1º As indicações dos incisos I . VII . 6. com a formatação "XXXX. de 04.quando emitida nos termos da Seção VIII do Capítulo XX do Título III deste Regulamento.2012. XIII .a 1ª via será entregue ao destinatário. 174. para exibição ao fisco. II e XII. para atendimento ao inciso VII do "caput" deste artigo. I . Aprovado pelo Decreto n. de forma clara e legível. VI . estadual e no CNPJ. 455. no mínimo. a série e a subsérie. IV . II . VIII .o número da conta.

RICMS 7. a autorização do DER ou DNER.pelo transportador que executar serviços de transporte intermunicipal. 176. IV . II . A Nota Fiscal de Serviço de Transporte conterá. II . poderá ser postergada a emissão de Nota Fiscal de Serviço de Transporte. por veículo. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico (Ajuste SINIEF 09/1999).a natureza da prestação do serviço. 242. no final do período de apuração do imposto.pelo transportador de valores para englobar em relação a cada tomador de serviço as prestações realizadas. Ajuste SINIEF 15/1989): I . Ajuste SINIEF 14/1989): I . Ajustes SINIEF 01/1989 e 14/1989). antes do início da prestação do serviço. hipótese em que a 1ª via será arquivada no estabelecimento do emitente.02. as seguintes indicações (art. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas. Aprovado pelo Decreto n. quando for o caso. de 04. Art.a data da emissão. atualizado até o Decreto n.pelo transportador ferroviário para englobar em relação a cada tomador de serviço as prestações executadas no período de apuração do imposto. 10 do Convênio SINIEF 06/1989. § 1º A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida em relação a cada veículo e a cada viagem contratada.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte". 177. 6. TRANSPORTE SUBSEÇÃO I DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE Art. desde que dentro do período de apuração do imposto. por agência de viagem ou por transportador. 175. IV .266. serviço de transporte interestadual ou intermunicipal.pelo transportador de passageiro para englobar. anexando-se. sempre que executar.2013. até o final do período de apuração do imposto. no mínimo. Art. de pessoas (art. III . § 2º Nos casos de excursões com contratos individuais. quando se tratar de transporte rodoviário. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. 11 do Convênio SINIEF 06/1989. em veículo próprio ou afretado. III . nas condições do art. 133 .09. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. a série e subsérie e o número da via. será facultada a emissão de uma única Nota Fiscal de Serviço de Transporte. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será também emitida (art. 10 do Ajuste SINIEF 06/1989.o número de ordem.2012.080 de 29. § 3º No transporte de pessoas com características de transporte metropolitano mediante contrato.

nas prestações interestaduais. II. c) a 3ª via deverá acompanhar o transporte e poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito. de 04.o nome. 176. VIII .a base de cálculo do imposto. b) a 2ª via acompanhará o transporte para controle da fiscalização. o endereço.as indicações do inciso VI na hipótese do inciso III do "caput" do art. estadual e no CNPJ. VII .as indicações dos incisos VII e VIII nas hipóteses do do "caput" do art.2013.o valor do serviço prestado. bem como outros valores cobrados a qualquer título. do "caput".080 de 29. d) a 4ª via ficará em poder do emitente.o percurso. b) a 2ª via acompanhará o transporte para fins de controle no Estado de destino. 176. 178. em três vias. para exibição ao fisco. do emitente. no mínimo. Ajuste SINIEF 14/1989): I . e os números de inscrição. VI .o nome.a discriminação do serviço prestado de modo que permita sua perfeita identificação. o endereço e os números de inscrição.nas prestações internas.a alíquota e o valor do imposto. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida (artigos 13 e 14 do Convênio SINIEF 06/1989. XIV . X . em quatro vias. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. XI . § 2º Não constarão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte: I .266.02. atualizado até o Decreto n. V e XIV.o valor total da prestação. II . 6. estadual e no CNPJ. estadual e no CNPJ ou CPF. do impressor da nota. e os números de inscrição. do usuário. § 3º A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será de tamanho não inferior a 14. no mínimo. IX . bem como o número da AIDF.8 x 21 cm. 134 . XIII . XII .09. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. V . c) a 3ª via ficará em poder do emitente.o nome. § 1º As indicações dos incisos I. o endereço.a identificação do veículo transportador.2012. o número de ordem da primeira e da última nota impressas. Art. a série e subsérie. Aprovado pelo Decreto n. II .RICMS 7. a data e a quantidade de impressão. para exibição ao fisco. serão impressas tipograficamente.

o valor total da prestação.o nome. e permanecerá em poder do emitente nos casos dos incisos II do "caput". o endereço e os números de inscrição. antes do início da prestação do serviço. VI . inclusive os relativos à pedágio.a base de cálculo do imposto.a natureza da prestação do serviço.2012. 176.02. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. do remetente e do destinatário. ser distribuído proporcionalmente nos Conhecimentos de Transporte Rodoviário de Cargas correspondentes. V . 179. podendo.09.o local e a data da emissão. XV . IX . XII . no caso de carga fracionada. e III do "caput". IV . o endereço e os números de inscrição. para exibição ao fisco. metros cúbicos ou litros. em duas vias. que terão a seguinte destinação: I . as seguintes indicações (artigos 16.a quantidade e espécie dos volumes ou das peças. a série e subsérie e o número da via. em relação ao transporte ferroviário de cargas. III . XI . e conterá.080 de 29. XIV . 6. de 04.a condição do frete: pago ou a pagar. X . XVI . do emitente. bem como a quantidade em quilogramas.o nome.o número da nota fiscal. pelo transportador rodoviário de carga que executar serviço de transporte rodoviário intermunicipal ou interestadual.a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário nos casos dos incisos I e II do "caput". atualizado até o Decreto n. estadual e no CNPJ.266.a denominação "Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas".a 2ª via ficará em poder do emitente.RICMS 7. o valor e a natureza da carga. Parágrafo único. XIII .os valores de composição do frete. até o montante pago a esse título. no mínimo. II .as informações relativas ao redespacho e ao consignatário.o local de coleta da carga e o de sua entrega. Ajustes SINIEF 01/1989 e 08/1989): I . SUBSEÇÃO II DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS E DA AUTORIZAÇÃO DE CARREGAMENTO E TRANSPORTE Art. estadual e no CNPJ ou CPF.o número de ordem. Aprovado pelo Decreto n.a alíquota e o valor do imposto.a identificação do veículo transportador: placa. VII .2013. no transporte ferroviário de passageiros. local e Estado. VIII . O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas CTRC será emitido. Nas hipóteses do art. se for o caso. 17 e 18 do Convênio SINIEF 06/1989. no mínimo. II . 135 .

Conhecimento de Transporte Rodoviário de 136 . bem como o número da AIDF. o endereço e os números de inscrição. no mínimo.080 de 29. as seguintes indicações (Ajustes SINIEF 02/1989.266. estadual e no CNPJ. o valor da mercadoria e a natureza da carga. II. atualizado até o Decreto n.a assinatura do emitente e do destinatário.RICMS 7.o nome. o endereço e os números de inscrição.o número de ordem.na Autorização de Carregamento e Transporte deverá ser anotado o número. VII . a data e a quantidade de impressão. 179 deste regulamento. estadual e no CNPJ ou CPF. e X do parágrafo 3º serão impressas § 5º A Autorização de Carregamento e Transporte será de tamanho não inferior a Art. II.o nome.o local e a data da emissão. incisos I. do "caput". de 04. que conterá. poderão emitir a Autorização de Carregamento e Transporte.02.para fins de apuração e recolhimento do imposto tomar-se-á em conta a data da emissão da Autorização de Carregamento e Transporte. III . a data e a quantidade de impressão. estadual e no CNPJ. 15 x 21 cm. § 4º As indicações dos tipograficamente. § 1º As indicações dos incisos I. ainda: I . XVII . estadual e no CNPJ. IV. § 2º O CTRC . o endereço e os números de inscrição.o nome.2012. do impressor do documento. II . a série e subsérie e o número da via.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. Aprovado pelo Decreto n. IV .2013. § 3º Na impossibilidade da emissão do CTRC antes do início da prestação. II . assim como a indicação de que a sua emissão ocorreu na forma do § 3º do art. do emitente. o endereço e os números de inscrição. distância ou valor do frete. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. X . o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. do remetente e do destinatário.o local de coleta da carga e o de sua entrega. § 6º Relativamente ao documento previsto no § 3º observar-se-á. O CTRC . a série e subsérie. VIII . cujo prazo não poderá exceder a dez dias. bem como o número da AIDF.o nome. a série e subsérie. 13/1989 e cláusula primeira do Ajuste SINIEF 01/1993): I .o número da nota fiscal.09. IX .o estabelecimento deverá emitir o CTRC no momento do retorno da 1ª via da Autorização de Carregamento e Transporte. VI .a indicação relativa ao consignatário. III .a denominação "Autorização de Carregamento e Transporte". do impressor do documento. 6. serão impressas tipograficamente. a data e a série do respectivo Conhecimento de Transporte. V e XVII.9 x 21 cm. os transportadores de cargas a granel de combustíveis líquidos ou gasosos e de produtos químicos ou petroquímicos. 180. V . que por ocasião da contratação do serviço não conheçam os dados relativos ao peso.

II . III . § 2º Na prestação de serviço de transporte de mercadoria abrangida por benefício fiscal. no mínimo. d) a 4ª via ficará em poder do emitente. Aprovado pelo Decreto n. no mínimo. 6. esta poderá ser substituída por cópia da 1ª via do documento. esta poderá ser suprida por cópia da 1ª via do documento. em seis vias.a 6ª via ficará em poder do emitente. que substituirá o Conhecimento de Transporte para os efeitos do art. no mínimo.2012. devendo ser arquivada juntamente com a via fixa deste.a 4ª via será entregue ao remetente.266. com destino à Zona Franca de Manaus ou outras áreas de livre comércio: I . Cargas será emitido (artigos 19 e 20 do Convênio SINIEF 06/1989. em quatro vias. as seguintes indicações (artigos 22.2013. IV .havendo necessidade de utilização de via adicional do CTRC. b) a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. § 1º Tratando-se da Autorização de Carregamento e Transporte esta será emitida.RICMS 7.a 2ª via acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do Estado de origem.080 de 29. pelo transportador aquaviário de carga que executar serviço de transporte intermunicipal ou interestadual.02. 181.a 5ª via acompanhará o transporte e destinar-se-á ao controle do fisco do Estado de destino. e conterá. para controle do fisco de destino. II -havendo necessidade de utilização de via adicional da Autorização de Carregamento e Transporte.09. Ajuste SINIEF 14/1989): I . obedecida a destinação do inciso anterior. devendo a 5ª via acompanhar o transporte. de 04. O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido. c) a 3ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. V . para exibição ao fisco. antes do início da prestação do serviço. SUBSEÇÃO III DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS Art.a 3ª via será entregue ao destinatário. em cinco vias. II . podendo servir de comprovante de entrega. VI . que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.a 1ª via acompanhará o transporte e retornará ao emitente para subsidiar a emissão do CTRC. Ajustes SINIEF 04/1989 e 08/1989): 137 . para exibição ao fisco.nas prestações interestaduais. que terão a seguinte destinação: I . 152.nas prestações internas. 23 e 24 do Convênio SINIEF 06/1989. no mínimo. atualizado até o Decreto n.

o nome. 182.o número de ordem. XII . o código. de transbordo. Aprovado pelo Decreto n. I . a série e subsérie e o número da via. e os números de inscrição. II .o porto de embarque. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos.o local e a data do embarque.266.nas prestações internas.080 de 29. Ajuste SINIEF 14/1989): I . estadual e no emitente. XVII . VIII . III . O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido (artigos 25 e 26 do Convênio SINIEF 06/1989. e os números de inscrição. atualizado até o Decreto n. se for o caso. o endereço. V .o número da viagem. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. VI .o nome.a alíquota e o valor do imposto.2012.a condição do frete: pago ou a pagar.02. XV . XIII . o volume e a unidade de medida em quilogramas. de 04. estadual e no CNPJ.os valores dos componentes do frete. XVIII .a denominação "Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas". em quatro vias. de desembarque e. metros cúbicos ou litros. XIX . podendo servir de comprovante de entrega.o nome. IX . do Art.a base de cálculo do imposto. II. a quantidade. o endereço. o endereço e os números de inscrição. IV .o nome. § 2º O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será de tamanho não inferior a 21 x 30 cm. VII .a natureza da prestação do serviço. a marca e o número. 6.o local e a data da emissão. estadual e no CNPJ ou CPF. XVI .o número da nota fiscal. o valor e a identificação da carga transportada: a discriminação.RICMS 7. do "caput" serão impressas tipograficamente. XI . do embarcador e do destinatário.a assinatura do armador ou agente. do impressor do documento. b) a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. bem como o número da AIDF. e os números de inscrição. CNPJ. do consignatário.o valor total da prestação. 138 . XIV . V e XIX.09. a data e a quantidade de impressão. o endereço. no mínimo.2013. X .a identificação da embarcação. estadual e no CNPJ ou CPF. § 1º As indicações dos incisos I. a espécie. a série e subsérie.

Aprovado pelo Decreto n. estadual e no CNPJ ou CPF. V .a denominação "Conhecimento Aéreo".o valor total da prestação.o local de origem da carga e o de destino. XII .o número de ordem.02. em cinco vias. SUBSEÇÃO IV DO CONHECIMENTO AÉREO Art.a base de cálculo do imposto. IX . pelo transportador aéreo de carga que executar serviço de transporte intermunicipal ou interestadual. do impressor do documento. 183.o nome. VI . e conterá. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. havendo necessidade de utilização de via adicional do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. XIV .o nome. o endereço.266.os valores dos componentes do frete. no mínimo. 139 . o endereço. c) a 3ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. IV . bem como o número da AIDF. II . devendo a 5ª via acompanhar o transporte. O Conhecimento Aéreo será emitido.2013. e os números de inscrição. Na prestação de serviço de transporte de mercadoria abrangida por benefício fiscal. o endereço e os números de inscrição.nas prestações interestaduais.a quantidade e a espécie de volumes ou das peças. metros cúbicos ou litros. bem como a quantidade em quilogramas. para exibição ao fisco. 31 e 32 do Convênio SINIEF 06/1989. 6. a série e subsérie. obedecida a destinação do inciso anterior. no mínimo.a condição do frete: pago ou a pagar. d) a 4ª via ficará em poder do emitente.o número da nota fiscal. a série e subsérie e o número da via. para controle do fisco de destino. XI .RICMS 7. a data e a quantidade de impressão. estadual e no CNPJ. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. VII . antes do início da prestação do serviço. XV . do emitente. II .o local e a data da emissão. XIII .2012. com destino à Zona Franca de Manaus ou outras áreas de livre comércio.a natureza da prestação do serviço.o nome. e os números de inscrição. Ajustes SINIEF 08/1989 e 14/1989): I . Parágrafo único.080 de 29. atualizado até o Decreto n. do remetente e do destinatário. X . III . as seguintes indicações (artigos 30.a alíquota e o valor do imposto.09. de 04. estadual e no CNPJ. o valor e a natureza da carga. VIII .

6. c) a 3ª via ficará em poder do emitente. esta poderá ser substituída por cópia da 1ª via do documento. V . Art.o nome. do remetente e do destinatário. Aprovado pelo Decreto n. 185. havendo necessidade de utilização de via adicional do Conhecimento Aéreo. § 1º As indicações dos incisos I.2012. Ajuste SINIEF 14/1989): I . com destino à Zona Franca de Manaus ou outras áreas de livre comércio. devendo a 4ª via acompanhar o transporte.o nome. II . estadual e no CNPJ ou CPF.o número de ordem. atualizado até o Decreto n. V e XV. do . 140 o local e a data da emissão. 184.09. para exibição ao fisco. o endereço e os números de inscrição. III .080 de 29. no mínimo. Na prestação de serviço de transporte de mercadoria abrangida por benefício fiscal.8 x 21 cm. O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas será emitido. SUBSEÇÃO V DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS Art. em quatro vias. VII . do "caput" serão impressas tipograficamente. podendo servir de comprovante de entrega. pelo transportador ferroviário de carga que executar o serviço de transporte intermunicipal ou interestadual. no mínimo. em três vias.a denominação "Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas". o endereço e os números de inscrição.nas prestações internas. II .a condição do carregamento e a identificação do vagão.2013. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. VIII .a natureza da prestação do serviço.nas prestações interestaduais.o local de origem da carga e o de destino.266. 38 e 39 do Convênio SINIEF 06/1989. obedecida a destinação do inciso anterior. antes do início da prestação do serviço. b) a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. § 2º O Conhecimento Aéreo será de tamanho não inferior a 14. O Conhecimento Aéreo será emitido (artigos 33 e 34 do Convênio SINIEF 06/1989. e conterá. a série e subsérie e o número da via. para controle do fisco de destino. de 04. as seguintes indicações (artigos 37. estadual e no CNPJ. cláusula segunda do Convênio ICMS 125/1989): I .02. no mínimo. Parágrafo único. II. VI . IV emitente.RICMS 7.

6.266. IX .a quantidade e a espécie de volumes ou das peças. em meio de transporte diverso do original. devendo a 4ª e a 5ª vias acompanharem o transporte. § 2º O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas será de tamanho não inferior a 19 x 28 cm. XIII .2012. 186. para controle do fisco de origem e destino. a série e subsérie.02. II .09.2013.a condição do frete: pago ou a pagar. metros cúbicos ou litros. 60 do Convênio 141 . XI . respectivamente. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. bem como a quantidade em quilogramas.a via de encaminhamento. atualizado até o Decreto n. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.a base de cálculo do imposto. o endereço e os números de inscrição. V e XVII. X . de 04. II. poderá ser emitido o Despacho de Transporte. podendo servir de comprovante de entrega.a alíquota e o valor do imposto.o número da nota fiscal. XVI . bem como o número da AIDF. pela empresa transportadora inscrita neste Estado que contratar transportador autônomo para concluir a execução de serviço de transporte de carga. 187. Art. o valor e a natureza da carga. cláusula segunda do Convênio ICMS 125/1989): I . b) a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. no mínimo.080 de 29. Aprovado pelo Decreto n. § 1º As indicações dos incisos I.os valores dos componentes do frete.RICMS 7.nas prestações internas. cujo preço tiver sido cobrado até o destino da carga (art.nas prestações interestaduais. estadual e no CNPJ. XVII .o valor total da prestação. XIV . c) a 3ª via ficará em poder do emitente. do impressor do documento. em cinco vias. O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas será emitido (artigos 40 e 41 do Convênio SINIEF 06/1989. a data e a quantidade de impressão. no mínimo. SUBSEÇÃO VI DO DESPACHO DE TRANSPORTE Art. Em substituição ao conhecimento de transporte. XV . XII . para exibição ao fisco. em três vias.o nome. obedecida a destinação do inciso anterior. do "caput" serão impressas tipograficamente.

XIV . SINIEF 06/1989. bem como a quantidade em quilogramas. O Despacho de Transporte conterá. Aprovado pelo Decreto n. do emitente. e os números de inscrição. metros cúbicos ou litros. o número da carteira de habilitação.a identificação do transportador autônomo: o nome. o valor e a natureza da carga. Art. X . V . Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso daquele da execução do serviço. do INSS reembolsado.a denominação "Despacho de Transporte".as informações relativas ao conhecimento original e à quantidade de cargas desmembradas. Ajustes SINIEF 01/1989 e 14/1989). no mínimo.a 3ª via ficará em poder do emitente.o número da nota fiscal. o endereço e os números de inscrição.RICMS 7.2013. a série e subsérie. para exibição ao fisco. VII . VI . XI . IV . estadual e no CNPJ. após o transporte. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. 6. será enviada à empresa contratante para efeitos de apropriação do crédito do imposto relativo à prestação complementar. III .o local de origem da carga e o de destino. VIII . IV e XIV. IX . a série e subsérie e o número da via. atualizado até o Decreto n.o local e a data da emissão.09.o cálculo do frete pago ao transportador autônomo: o valor do frete. do impressor do documento. antes do início da prestação do serviço.266. o endereço e os números de inscrição. 188.02. o endereço completo. O Despacho de Transporte será emitido. estadual e no CNPJ. de 04.o nome. XII . a data e a quantidade de impressão.o nome e o endereço do remetente e do destinatário. As indicações dos incisos I. do "caput" serão impressas tipograficamente. a 1ª via do documento. 189. no mínimo. bem como o número da AIDF. Parágrafo único.2012. do IR-Fonte e o valor líquido pago. Art.o número de ordem. em três vias.a 1ª e a 2ª vias serão entregues ao transportador autônomo. XIII . II . SUBSEÇÃO VII 142 .o nome. II . Parágrafo único. as seguintes indicações: I .a assinatura do transportador e do emitente.o valor do ICMS devido pela prestação complementar. no CPF e no INSS. que terão a seguinte destinação (Ajuste SINIEF 07/1989): I . II.a placa do veículo e o respectivo Estado e o número do certificado de propriedade.080 de 29.

o nome. 190. a data e a quantidade de impressão. bem como o número da AIDF. em três vias.o número de ordem. III . que terão a seguinte destinação (Ajuste SINIEF 01/1989): I . IX . do emitente. por ocasião da coleta da carga. 191.8 x 21 cm.266. IV . devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de transporte. o endereço e os números de inscrição.o número e a data do documento fiscal que estiver acompanhando a carga. § 2º A Ordem de Coleta de Cargas será de tamanho não inferior a 14. § 1º Recebida a carga no estabelecimento transportador. as seguintes indicações (art.o nome. § 2º O número da Ordem de Coleta de Cargas será indicado no conhecimento de transporte correspondente.a quantidade de volumes coletados. III . no mínimo.a 3ª via ficará em poder do emitente.a 2ª via será entregue ao remetente. estadual e no CNPJ. II. II .a denominação "Ordem de Coleta de Cargas". IV e IX.080 de 29. desde o endereço do remetente até o seu estabelecimento.09. II . § 1º As indicações dos incisos I.a 1ª via acompanhará a carga coletada entre o endereço do remetente e do transportador. A Ordem de Coleta de Cargas será emitida pelo transportador que executar serviço de coleta de carga.2012. o endereço e os números de inscrição. a série e subsérie e o número da via.2013.o nome e o endereço do remetente. a série e subsérie.a assinatura do recebedor. DA ORDEM DE COLETA DE CARGAS Art.o local e a data da emissão. para acobertar o transporte em território paranaense. SUBSEÇÃO VIII 143 . 6. 71 do Convênio SINIEF 06/1989. no mínimo. Art. estadual e no CNPJ. cláusula segunda do Ajuste SINIEF 01/1989): I . para exibição ao fisco. será emitido o conhecimento relativo ao transporte do endereço do remetente até o local de destino.RICMS 7. VI . e conterá. de 04. atualizado até o Decreto n. VIII . A Ordem de Coleta de Cargas será emitida. V . do impressor do documento. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. VII . Aprovado pelo Decreto n.02. do "caput" serão impressas tipograficamente.

ambas do "caput" do art.266. o número de ordem do primeiro e do último documento impresso e o número da AIDF. Aprovado pelo Decreto n.a denominação "Manifesto de Carga". § 2º Para os efeitos deste artigo. 193.o local e a data da emissão.2013. II . 6.as vias destinadas ao fisco a que alude a alínea "c" do inciso I e o inciso II. local e unidade da Federação. antes do início da prestação do serviço.a 1ª via acompanhará o transporte e servirá para uso do transportador.a 3ª via ficará em poder do emitente. no mínimo. VIII . em três vias. IX . III .o número de ordem. O Manifesto de Carga poderá ser emitido pelo transportador. V . entende-se por carga fracionada a que corresponda a mais de um conhecimento de transporte. DO MANIFESTO DE CARGA Art. o endereço e os números de inscrição. do emitente. 179. XI . a data e a quantidade de impressão.09. II . para controle do fisco paranaense.os números das notas fiscais. Art. estadual e no CNPJ. 192. IV . O Manifesto de Carga será emitido. relativamente aos correspondentes conhecimentos de transporte: I . III .a identificação do veículo transportador prevista no inciso X do "caput" art.o nome do remetente e do destinatário. VI .a 2ª via acompanhará o transporte. do impressor do documento. no mínimo. 234. 180. atualizado até o Decreto n. o endereço e os números de inscrição. II .02. X . e conterá.os números de ordem. no caso de transporte de carga fracionada.RICMS 7.o valor da mercadoria.080 de 29. em relação a cada veículo. 144 .a indicação prevista no inciso I do art.o nome. § 1º Emitido o Manifesto de Carga serão dispensadas. as seguintes indicações (art. 14/1989 e 15/1989): I . Ajustes SINIEF 07/1989.a identificação do veículo transportador: placa. estadual e no CNPJ. para exibição ao fisco.2012.a identificação do condutor do veículo. VII . 17 do SINIEF 06/1989. de 04. que terão a seguinte destinação: I . III . as séries e subséries dos conhecimentos de transporte.o nome.

09.2 x 7.o percurso. § 2º O Bilhete de Passagem Rodoviário será de tamanho não inferior a 5. Art. VII .a 1ª via será entregue ao passageiro.09. a série e subsérie e o número da via.606 de 1º.o nome.a 2ª via ficará em poder do emitente. SUBSEÇÃO IX DO BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO Art. 242. 195. o endereço e os números de inscrição. IX . que terão a seguinte destinação (art.4 cm. para exibição ao fisco (Ajuste SINIEF 145 . em duas vias. 44 e 45 do Convênio SINIEF 06/1989): I .2011) I .o valor total da prestação. II. atualizado até o Decreto n. bem como os acréscimos cobrados a qualquer título.RICMS 7. V . no mínimo. o endereço e os números de inscrição. do emitente. e conterá.2012. de 04.o nome.o valor do serviço prestado. pelo transportador que executar serviço de transporte rodoviário intermunicipal ou interestadual de passageiros.2013. a série e subsérie.o número de ordem. 194. 46 do Convênio SINIEF 06/1989. IX e X. ainda que por meio de código. O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. além do documento previsto neste artigo. Ajuste SINIEF 01/1989): (Art. IV. será emitido.a denominação "Bilhete de Passagem Rodoviário". o conhecimento de transporte previsto no art. § 1º As indicações dos incisos I. que deverá conservá-la durante a viagem (Ajuste SINIEF 1/2011). VIII . bem como o número da AIDF.080 de 29. O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido.266.º 2. VI . estadual e no CNPJ. antes do início da prestação do serviço. 3º do Decreto n. a data e a quantidade de impressão. 179 ou o documento de excesso de bagagem de que trata o art. 6.a data da emissão. IV . bem como a data e a hora do embarque.02. Aprovado pelo Decreto n. estadual e no CNPJ. X . do "caput" serão impressas tipograficamente. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. no mínimo. II .o local da emissão. as seguintes indicações (artigos 43. II . § 3º Havendo excesso de bagagem. do impressor do documento.a observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". III .

e os números de inscrição.09. será emitido. o endereço e os números de inscrição. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. Art. estadual e no CNPJ. estadual e no CNPJ. e conterá. a data e a quantidade de impressão. IX . em duas vias. de 04. IV. Ajuste SINIEF 04/1989): I .a observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". § 2º O Bilhete de Passagem Aquaviário será de tamanho não inferior a 5.2 x 7. do impressor do documento. IX e X. as seguintes indicações (artigos 47. 196. bem como a data e a hora do embarque.o número de ordem. II .o percurso. ainda que por meio de código. além do documento previsto neste artigo. do "caput" serão impressas tipograficamente.2013. 242.02. II. no mínimo. do emitente.a denominação "Bilhete de Passagem Aquaviário".080 de 29. o endereço.o nome. bem como o número da AIDF. atualizado até o Decreto n. pelo transportador que executar serviço de transporte aquaviário intermunicipal ou interestadual de passageiros. 1/2011).a data da emissão.266. 50 do Convênio SINIEF 06/1989. VI . 146 . VII . VIII . 181 ou o documento de excesso de bagagem de que trata o art. IV . Ajustes SINIEF 01/1989 e 04/1989): I . a série e subsérie. no mínimo. SUBSEÇÃO X DO BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO Art.RICMS 7. V .2012. X . Aprovado pelo Decreto n. 6. que deverá conservá-la em seu poder durante a viagem.o local da emissão.a 2ª via será entregue ao passageiro. bem como os acréscimos cobrados a qualquer título. antes do início da prestação do serviço.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. § 1º As indicações dos incisos I. o conhecimento de transporte previsto no art. 197. III . 48 e 49 do Convênio SINIEF 06/1989. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. que terão a seguinte destinação (art. II . § 3º Havendo excesso de bagagem. a série e subsérie e o número da via.4 cm.o valor do serviço prestado.o valor total da prestação.o nome.

e conterá. que terão a seguinte destinação (art. o endereço e os números de inscrição. Ajustes SINIEF 01/1989 e 14/1989): I . 183 ou o documento de excesso de bagagem de que trata o art. II . a data e a hora do embarque e os locais de destino e. XI . § 3º Havendo excesso de bagagem.RICMS 7. a data e a quantidade de impressão. IV . 54 do Convênio SINIEF 06/1989. VIII . IV.5 cm.a denominação "Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem".o valor total da prestação. no mínimo. O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido. o endereço e os números de inscrição.os valores das taxas e de outros acréscimos. Art. atualizado até o Decreto n.266. do "caput" serão impressas tipograficamente. em duas vias. V .o valor da tarifa.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. estadual e no CNPJ.o nome do passageiro. o de retorno. a série e subsérie.02. Aprovado pelo Decreto n.o número de ordem. 198. II. bem como o número da AIDF. 147 . SUBSEÇÃO XI DO BILHETE DE PASSAGEM E NOTA DE BAGAGEM Art.a identificação do voo e da classe. do emitente.a data e o local da emissão. além do documento previsto neste artigo.2012. § 2º O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será de tamanho não inferior a 8 x 18. o conhecimento de transporte previsto no art. a série e subsérie e o número da via. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. quando houver. Ajustes SINIEF 01/1989 e 14/1989): I . as seguintes indicações (artigos 51. VI . de 04. O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido.080 de 29. do impressor do documento. III .2013. no mínimo. XI e XII.o nome. XII . pelo transportador que executar serviço de transporte aeroviário intermunicipal ou interestadual de passageiros. 242. será emitido. antes do início da prestação do serviço. 6. § 1º As indicações dos incisos I. estadual e no CNPJ.a observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". X . IX .09.o local. 52 e 53 do Convênio SINIEF 06/1989. 199.o nome. VII .

desde que atendidas as demais obrigações tributárias.a data da emissão. de 04. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. Art. IV . 201. O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido. VI . As empresas deverão remeter à Inspetoria Geral de Fiscalização da CRE . pelo transportador que executar serviço de transporte ferroviário intermunicipal ou interestadual de passageiros. VII . VIII . estabelecidas neste Estado. estadual e no CNPJ. ainda que por meio de código.a denominação "Bilhete de Passagem Ferroviário". arquivo magnético contendo o registro fiscal das prestações efetuadas no trimestre anterior.o nome.o número de ordem. 200.02. estadual e no CNPJ. III . a data e a quantidade de impressão. Parágrafo único.2013. antes do início da prestação do serviço.o percurso.Coordenação da Receita do Estado. contidas neste Regulamento (Ajustes SINIEF 05/2001. de acordo com o leiaute de que trata o Anexo IV do Ajuste SINIEF 05/2001. o endereço e os números de inscrição. do impressor do documento.o local da emissão. que deverá conservá-la em seu poder durante a viagem. 13/2003 e 04/2004). V .09. as seguintes indicações (artigos 55.a observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". até o dia quinze do primeiro mês de cada trimestre civil.2012. em substituição ao Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem de que trata esta Subseção. quando houver mais de um destino ou retorno documentados pelo mesmo bilhete. II . IX . 56 e 57 do Convênio SINIEF 06/1989. SUBSEÇÃO XII DO BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO Art. As empresas aéreas nacionais.080 de 29. Poderão ser acrescidas vias adicionais. e conterá.o nome. no mínimo.266.o valor do serviço prestado. principal e acessórias. bem como a data e a hora do embarque. poderão. a série e subsérie e o número da via. bem como o número da AIDF. 148 . bem como os acréscimos cobrados a qualquer título. do emitente.o valor total da prestação. II .RICMS 7. o endereço e os números de inscrição. emitir documentos na forma disposta no Ajuste SINIEF 05/2001. atualizado até o Decreto n.a 2ª via será entregue ao passageiro. cláusula primeira do Convênio ICMS 125/1989): I . 07/2003. Aprovado pelo Decreto n. a série e subsérie. Parágrafo único. 6. X .

4 cm.080 de 29. emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. 205. O documento de que trata o artigo anterior conterá. que terão a seguinte destinação (art. III . 9. 203. atualizado até o Decreto n. IX e X. 185 ou o documento de excesso de bagagem de que trata o art. 149 .02. 204. segundo o CFOP e com base em controle diário de receita auferida. em veículo próprio.a 2ª via será entregue ao passageiro.266. a série e subsérie e o número da via. interestadual e internacional de cargas. será emitido. IV .CTMC Art. que executar serviço de transporte intermunicipal. Art. de 19 de fevereiro de 1998. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro.2013. de 04.a denominação: "Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas". II. modelo 26. afretado ou por intermédio de terceiros sob sua responsabilidade.o local e a data da emissão. § 3º Havendo excesso de bagagem. no mínimo. do "caput" serão impressas tipograficamente.Operador de Transporte Multimodal. 6. Ajuste SINIEF 06/2003). O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido. V .RICMS 7.o número de ordem.2 x 7. Aprovado pelo Decreto n. desde que. (Lei Federal n. ao final do período de apuração. Em substituição ao Bilhete de Passagem Ferroviário.2012. SUBSEÇÃO XIII DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE MULTIMODAL DE CARGAS .611. o conhecimento de transporte previsto no art. Convênio ICMS 125/1989): I . 57 do Convênio SINIEF 06/1989. utilizando duas ou mais modalidades de transporte. em duas vias. Art. as seguintes indicações: I .09. o CFOP e o CST. II . por estação (cláusula primeira do Convênio ICMS 125/1989). que deverá conservá-la em seu poder durante a viagem.a natureza da prestação do serviço. § 1º As indicações dos incisos I. Art. II . § 2º O Bilhete de Passagem Ferroviário será de tamanho não inferior a 5. além do documento previsto neste artigo. desde a origem até o destino. IV.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. 202. O Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas CTMC. 242. no mínimo. será utilizado pelo OTM .espaço para código de barras.

o endereço e os números de inscrição.a alíquota aplicável. peso em quilograma. XXII .a identificação dos modais e dos transportadores: o local de início. XVI .no campo "Informações Complementares": outros dados de interesse do emitente. 6. XIII .080 de 29. estadual e no CNPJ.a identificação do consignatário: o nome.a data. estadual e no CNPJ ou CPF. do reboque ou semirreboque e a placa dos demais veículos ou da embarcação. XI . VI e XXVII. o número da nota fiscal e o valor da mercadoria.a data.dos locais de início e término da prestação multimodal.a identificação do redespacho: o nome. XVIII . do "caput" deste artigo deverão ser impressas.2013. XVII .a composição do frete de modo que permita a sua perfeita identificação. III. XXI . metro cúbico ou litro. o endereço e os números de inscrição.a base de cálculo do ICMS. o endereço e os números de inscrição. a identificação e a assinatura do OTM.no campo "Reservado ao Fisco": Regulamento e outras de interesse do fisco.2012. Aprovado pelo Decreto n. XX . XIV .a identificação do remetente: o nome. o endereço e os números de inscrição. quantidade. § 1º As indicações dos incisos I. estadual e no CNPJ ou CPF. quando houver.o nome.o valor não tributado. XXVII . o endereço e os números de inscrição. o número de ordem do primeiro e do último documento impresso e as respectivas série e subsérie e o número da autorização para impressão dos documentos fiscais. IX . VI . município e UF. o endereço e os números de inscrição. estadual e no CNPJ ou CPF. de término e da empresa responsável por cada modal. XV .02. estadual e no CNPJ ou CPF. estadual e no CNPJ.o valor do ICMS. de 04. XXIII . VIII . VII . X . XXVI .a identificação do emitente: o nome.266. a identificação e a assinatura do expedidor. 150 . indicações estabelecidas neste XXIV .o valor total da prestação.a identificação do veículo transportador: deverá ser indicada a placa do veículo tracionado.09. XIX .a condição do frete: se por conta do remetente ou do destinatário. espécie ou acondicionamento. do impressor do documento.RICMS 7. XXV .a data. a data e a quantidade de impressão. atualizado até o Decreto n. XII .a mercadoria transportada: natureza da carga. a identificação e a assinatura do destinatário.a identificação do destinatário: o nome.

O CTMC será emitido (artigos 42 a 42-F do Convênio SINIEF 06/1989. em quatro vias. obedecida a destinação do inciso I. 207. a ser entregue ao tomador do serviço no momento do embarque da mercadoria.2013. Parágrafo único. § 2º Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. c) a 3ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. de 04.o terceiro que receber a carga: a) emitirá conhecimento de transporte. utilizar serviço de terceiros. ambos do "caput" do art. Quando o OTM. com destino à Zona Franca de Manaus. b) a 2ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. Art. b) anexará a 4ª via do conhecimento de transporte emitido na forma da alínea 151 . desde que seja emitido o Manifesto de Carga. § 3º No transporte de carga fracionada ou na unitização da mercadoria.7 cm. devendo a 5ª via acompanhar o transporte. serão dispensadas as indicações do inciso XXI do "caput".2012. d) a 4ª via acompanhará o transporte até o destino. em cinco vias. A prestação do serviço deverá ser acompanhada pelo CTMC e pelos conhecimentos de transporte correspondentes a cada modal. a qual poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.080 de 29. Art. havendo necessidade de utilização de via adicional do CTMC. II . 192. conforme o caso.09.nas prestações internas.nas prestações interestaduais. no mínimo. § 1º Poderá ser acrescentada via adicional. § 3º Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do CTMC. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I .02. O CTMC será emitido antes do início da prestação do serviço. Ajuste SINIEF 06/2003): I . a partir da 4ª ou 5ª via. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. modelo 25. atualizado até o Decreto n. em qualquer sentido. Art. de que trata o art. 207. 208. sem prejuízo da emissão do conhecimento de transporte correspondente a cada modal. 6. informando de que se trata de serviço multimodal e a razão social e os números de inscrição estadual e no CNPJ do OTM. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar. bem como as vias dos conhecimentos mencionadas na alínea "c" do inciso I e no inciso II. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. § 2º O CTMC será de tamanho não inferior a 21. para controle do fisco de destino. Aprovado pelo Decreto n.0 x 29. podendo servir de comprovante de entrega. 206. no mínimo.266.RICMS 7.

6. de modo que permita sua perfeita identificação. a série e subsérie e a data do conhecimento referido na alínea "a" do inciso I . IX . XI .o valor do serviço prestado. contados da data do recebimento da carga. modelo 27. X .a natureza da prestação do serviço.a identificação do emitente: o nome.a identificação do tomador do serviço: o nome. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte. c) entregará ou remeterá a 1ª via do conhecimento de transporte emitido na forma da alínea "a" deste inciso ao OTM no prazo de cinco dias. VI . deverá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. modelo 7 (Ajuste SINIEF 07/2006). quando for o caso. III . acrescido do respectivo código fiscal de operação.a alíquota aplicável. de 04.02. 209. SUBSEÇÃO XIV DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO Art. o nome do transportador. XII . atualizado até o Decreto n. II .o valor do ICMS. as seguintes indicações: I . 209 conterá. no mínimo. Aprovado pelo Decreto n. Art.080 de 29. os números da inscrição estadual e no CNPJ. XIII . as quais acompanharão a carga até o seu destino. VII .2013. o endereço. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos para efeito de comprovação de crédito do ICMS.o número de ordem. VIII .2012. 152 . o endereço. 210. V .266. o número.RICMS 7.09.a origem e o destino.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário". a série e subsérie e o número da via.o valor total dos serviços prestados. IV . bem como os acréscimos a qualquer título.o OTM de cargas: a) anotará na via do conhecimento que ficará em seu poder. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. II . O documento referido no art. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.a discriminação do serviço prestado.a data da emissão.a base de cálculo do ICMS. à 4ª via do conhecimento emitido pelo OTM. anterior.

79 e 80 do Convênio SINIEF 06/1989): I .a discriminação do serviço prestado. que terão a seguinte destinação: I .2013. VIII . do "caput" serão impressas tipograficamente.o nome.RICMS 7.a data da emissão. bem como outros valores cobrados a qualquer título.080 de 29. em duas vias. IV .o nome.1ª via. de 04.2012. do impressor da nota fiscal. atualizado até o Decreto n. 212. as seguintes indicações (artigos 74. VII . Aprovado pelo Decreto n. II .a natureza da prestação do serviço. XIV . III . Art. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida. e conterá. 211.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Comunicação".o valor do serviço prestado. II. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será emitida pelo estabelecimento que realizar a prestação de serviço de comunicação. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210 mm em qualquer sentido. estadual e no CNPJ.09. e o número da AIDF.02. 75. a data e quantidade de impressão. 153 . § 1º.2ª via. o endereço e os números de inscrição. XIV e XV. 6.266. VI . o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ. o endereço e os números de inscrição. V. As indicações dos incisos I. que ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. II . estadual e no CNPJ ou CPF. V . que será entregue ao tomador do serviço. a série e subsérie e o número da via. § 2º. do emitente. o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie.o número de ordem. no mínimo. SEÇÃO IV DOS DOCUMENTOS FISCAIS RELATIVOS A PRESTAÇÕES DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO SUBSEÇÃO I DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO Art.o nome. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. XV .a data limite para utilização. do tomador do serviço. no mínimo. de modo que permita a sua perfeita identificação.

no mínimo. XI .02.o nome.XXXX. II.09. com a formatação "XXXX. para exibição ao fisco. atualizado até o Decreto n. estes poderão ser englobados num único documento. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. § 4º Na impossibilidade de emissão de documento fiscal para cada um dos serviços prestados. 213. do "caput" serão impressas tipograficamente. XIII . de 04.a base de cálculo do imposto. em duas vias. em três vias. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos.XXXX. § 1º As indicações dos incisos I. 6. estadual e no CNPJ.080 de 29. b) a 2ª via ficará em poder do emitente.a data ou o período da prestação do serviço. V e XIII.o valor total da prestação.XXXX. caso em que a denominação passará a ser "Nota Fiscal Fatura de Serviço de Comunicação". XII . SUBSEÇÃO II DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES 154 . bem como o número da AIDF. b) a 2ª via destinar-se-á ao controle do fisco do Estado do tomador do serviço.nas prestações internas.2012.XXXX.XXXX. II .XXXX. XIV . IX . § 2º A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será de tamanho não inferior a 14.RICMS 7. c) a 3ª via ficará em poder do emitente.quando emitida nos termos da Seção VIII do Capítulo XX do Título III deste Regulamento. a data e a quantidade de impressão.XXXX". o endereço e os números de inscrição. abrangendo período nunca superior ao fixado para a apuração do imposto.nas prestações interestaduais.8 x 21 cm. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. § 3º A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação poderá servir como fatura. de forma clara e legível. a chave de codificação digital prevista no art. a série e subsérie. incluídos os elementos necessários. do impressor do documento. próxima ao valor total da operação em campo de mensagem de área mínima 12 cm2 identificado com a expressão "Reservado ao Fisco". no mínimo. X . para exibição ao fisco. 455. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será emitida (artigos 76 e 77 do Convênio SINIEF 06/1989): I .a alíquota e o valor do imposto. § 5º A chave de codificação digital prevista no inciso XIV do "caput" deverá ser impressa no sentido horizontal. Aprovado pelo Decreto n. Art.2013.266.

a discriminação do serviço prestado. § 5º Para a impressão da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações não se exigirá a emissão da AIDF . VIII . II e IV. facultada a indicação de mais de um número nos casos 155 . 84 e 85 do Convênio SINIEF 06/1989. § 4º A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será emitida por serviço prestado ou. IX . III . 6. e os números de inscrição.080 de 29.a inscrição estadual. quando este for medido periodicamente. 455. 82. § 1º As indicações dos incisos I.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações".a base da cálculo do imposto. a série e subsérie e o número da via. XI . conterá: I . § 2º A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será de tamanho não inferior a 15 x 9 cm. além das informações exigidas pelo poder concedente.2013.o nome ou a denominação social. desde que não ultrapasse a doze meses (Convênio ICMS 87/1995). Aprovado pelo Decreto n. as seguintes indicações (artigos 81.o nome. do emitente. sendo que. incluídos os elementos necessários. Ajuste SINIEF 10/2004): I . X .02.Autorização de Impressão de Documentos Fiscais.a data ou o período da prestação do serviço. e conterá. II . atualizado até o Decreto n. IV .quando emitida nos termos da Seção VIII do Capítulo XX do Título III deste Regulamento. 214.o valor do serviço prestado. no mínimo. § 6º Em substituição à nota fiscal de que trata este artigo. XII . Convênio ICMS 58/1989. em razão do pequeno valor da prestação do serviço.2012.a alíquota e o valor do imposto. caso em que a denominação passará a ser "Nota Fiscal Fatura de Serviços de Telecomunicações". estadual e no CNPJ.o número de ordem. o endereço. V . o endereço e o CNPJ.o valor total da prestação. II . § 3º A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações poderá servir como fatura.a classe do usuário do serviço: residencial ou não residencial.RICMS 7. de modo que permita sua perfeita identificação. VII . bem como outros valores cobrados a qualquer título. poderá ser emitida englobando mais de um período de medição.o nome e o endereço do tomador do serviço. do "caput" serão impressas tipograficamente. de 04.09. a chave de codificação digital prevista no art.266. nesta hipótese. Art. A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será emitida pelo estabelecimento que prestar serviço de telecomunicação. VI . no final do período de medição. a empresa não enquadrada no regime de que trata o Capítulo XIII do Título III poderá emitir conta individual para o tomador do serviço que.

XXXX. VI . artigos 4º e 89 do Convênio SINIEF 06/1989. para exibição ao fisco. Aprovado pelo Decreto n. 156 .09.1970. SEÇÃO V DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AOS DOCUMENTOS FISCAIS Art.nas demais hipóteses previstas neste Regulamento. em que a operadora prestar serviço em áreas de diferentes unidades da Federação. A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será emitida. Art.nos acréscimos relativos a estadia e outros não previstos na data da emissão do documento originário. 83 do Convênio SINIEF 06/1989): I .na regularização em virtude de diferença de preço em operação ou prestação ou na quantidade de mercadoria.RICMS 7. 6. § 8º A chave de codificação digital prevista no inciso XII. do valor do imposto incluído no preço do serviço e a respectiva alíquota. é adotado como documento de controle relacionado com o ICMS devido pelas operadoras. Os documentos fiscais serão também emitidos nos seguintes casos (art.02.XXXX". com a formatação "XXXX. Ajuste SINIEF 01/1989): I .XXXX. II . 123. em duas vias. 215.XXXX. observado o disposto no parágrafo único do art. integrantes do valor da prestação. 216. do "caput" deverá ser impressa no sentido horizontal. VII . em campo próprio. 21 do Convênio SINIEF s/n.em caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário pelas repartições do fisco federal para aplicação em seus produtos.no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito ou de qualquer outra circunstância que implique aumento no valor original da operação ou da prestação. quando efetuada no período de apuração do imposto em que tenha sido emitido o documento fiscal original. IV .DETRAF .12.2013. de 15.XXXX. 11 do Anexo IX. quando a regularização ocorrer no período de apuração do imposto em que tenha sido emitido o documento fiscal original.266. atualizado até o Decreto n. no mínimo. IV .para regularizar a emissão indevida de documento fiscal eletrônico em que o emitente perdeu o prazo de cancelamento a que se refere o art. que terão a seguinte destinação (art. para exibição ao fisco (Convênio ICMS 30/1999). V . III . de forma clara e legível. quando a regularização ocorrer no período de apuração do imposto em que tenha sido emitido o documento fiscal eletrônico a ser regularizado. próxima ao valor total da operação em campo de mensagem de área mínima 12 cm2 identificado com a expressão "Reservado ao Fisco".XXXX.2012.a data da emissão.XXXX.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. § 7º O Documento de Declaração de Tráfego e de Prestação de Serviços .a 2ª via ficará em poder do emitente.instituído pelo Ministério das Comunicações. II .o destaque.080 de 29. de 04. que deverão conservá-los.para lançamento do imposto não pago na época própria em virtude de erro de cálculo ou outro. III .

II .o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem o pagamento do imposto.02. serão recolhidas por ocasião de sua emissão. III e VII do "caput". desde que o erro não esteja relacionado com (Ajuste SINIEF 01/2007): I .266.1970. que não lhes prejudiquem a clareza. na hipótese do inciso IV do "caput". de 04. alíquota. § 3º A emissão do documento fiscal. dispensada a necessidade de visto fiscal pela repartição de origem. a carta de correção emitida para regularização deverá. a carbono ou em papel carbonado ou autocopiativo. se for o caso. 89 do Convênio SINIEF 06/1989. atualizado até o Decreto n. Os documentos fiscais não poderão conter emenda ou rasura e serão emitidos por decalque.a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de documento fiscal e sem o pagamento do imposto. II .o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais. Art. § 1º Relativamente aos documentos fiscais é permitido: I . § 2º Nas hipóteses dos incisos II. 157 . o documento fiscal também será emitido. III . 6. Fica permitida a utilização de carta de correção. sem prejuízo do disposto no § 2º do art.080 de 29. 218. se for o caso. 7º do Convênio SINIEF s/n. quantidade de mercadoria e o valor da operação ou da prestação. diferença de preço. o documento fiscal será emitido dentro de três dias da data em que se efetivou o reajustamento. devendo os seus dizeres e indicações estarem bem legíveis em todas as vias (art. II . para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal. tomador. devendo ser indicado na via fixa. remetente ou do destinatário (Ajuste SINIEF 02/2008). com os acréscimos legais.2012. sendo que as diferenças.a correção de dados cadastrais que implique mudança do emitente. ainda. podendo ser preenchidos à máquina ou manuscrito a tinta ou. Art.a data de emissão ou de saída.2013.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. 70. Aprovado pelo Decreto n. § 1º Na hipótese do inciso I do "caput". e art. Parágrafo único. bem como o destaque da diferença do imposto. observando-se que: I . por sistema de processamento de dados ou por equipamento emissor de cupom fiscal. se a regularização não se efetuar dentro dos prazos mencionados. 217. e Ajustes SINIEF 16/1989 e 03/1994).RICMS 7.12. deverá ser efetuada antes de qualquer procedimento do fisco. o número e a data do documento originário. se devido. desde que atendidas as normas da legislação específica.o acréscimo de indicações de interesse do emitente. obrigatoriamente.09. de 15. o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento. Quando o imposto destacado no documento fiscal for maior que o devido. § 4º No documento fiscal complementar deverá constar o motivo determinante da emissão e. ser visada pela repartição fiscal de origem.

de 15. Art. II .à utilização de retícula e fundos decorativos ou personalizantes. exceto quanto: I . rosa. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o objetivo. atualizado até o Decreto n. b) de pauta gráfica quando os documentos forem manuscritos.não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Regulamento. em tintas próprias para fundos. de 04. desde que haja separação de. II . IV . III . hipótese em que nada será anotado neste campo.à alteração no tamanho dos quadros e campos.a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. III . VI . fazendo prova apenas em favor do fisco.080 de 29. 0. respeitados o tamanho mínimo.à inclusão de propaganda na margem esquerda dos modelo 1 ou 1-A. esteja preenchido de forma ilegível ou 158 . exceto o campo "Valor Total do IPI".2012.1970 e art.à deslocação do comprovante de entrega. endereço telegráfico.contenha declarações inexatas. § 2º O disposto nos incisos II e IV do §1º não se aplica aos documentos fiscais modelo 1 ou 1-A. dentre outras hipóteses (art. na forma de canhoto destacável para a lateral direita ou para a extremidade superior do impresso (Ajuste SINIEF 02/1995). do quadro "Cálculo do Imposto". c) 30% para cores creme.12. IV .a supressão dos campos referentes ao controle do imposto sobre produtos industrializados. IV . 7º do Convênio SINIEF s/n.à inclusão.omitir indicações. azul. V . no quadro "Emitente" (Ajuste SINIEF 02/1995).à inclusão do nome de fantasia.à inclusão no quadro "Dados do Produto": a) de colunas destinadas à indicação de descontos concedidos e outras informações correlatas. estipulado neste Regulamento. no mínimo. 219.2013.5 cm do quadro do modelo (Ajuste SINIEF 02/1995). § 3º Norma de procedimento fiscal poderá determinar que contribuinte enquadrado em atividade econômica que especificar deva emitir os documentos fiscais utilizando o sistema eletrônico de processamento de dados (Ajuste SINIEF 10/2001). número de telex e o da caixa postal. e a sua disposição gráfica. de indicações expressas em código de barras. verde e cinza. que complementem as indicações previstas para o referido quadro.09.266. Aprovado pelo Decreto n. 6. VII . b) 20% para as cores claras.02.não seja o legalmente exigido para a respectiva operação ou prestação. o documento fiscal que. desde que não excedentes aos seguintes valores da escala "europa" (Ajuste SINIEF 02/1995): a) 10% para as cores escuras. Será considerado não regulamentar para todos os efeitos fiscais. na parte inferior da nota fiscal.RICMS 7. 89 do Convênio SINIEF 06/1989): I . III .

Art.080 de 29. ou por equipamento cujo sistema de retaguarda não tenha sido submetido a processo de credenciamento pelo fisco. desde que no próprio documento. indicando-se a data e o código do agente arrecadador.apresente divergência entre a chave de codificação digital nele impressa e aquela apurada pela aplicação do algoritmo MD5 . 148 ou a do parágrafo único do art. 221. conste a correspondente decodificação.266. atualizado até o Decreto n. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. em ordem crescente de 1 a 999. Ajuste SINIEF 03/1994). observados os requisitos estabelecidos neste Regulamento para os correspondentes documentos (art. apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. vedada a intercalação de vias adicionais (art. 222. 6. 224. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. indicando-se o respectivo dispositivo legal (art. de 15. se for o caso. de 15.2013. VIII . As diversas vias dos documentos fiscais não se substituirão em suas respectivas funções e a sua disposição obedecerá ordem sequencial que as diferencie. em substituição aos blocos.02. A discriminação do serviço no documento fiscal poderá ser feita por meio de códigos. Quando a operação ou a prestação estiver beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. Art. e cinquenta. Aprovado pelo Decreto n. 223. equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamento similar não autorizado pelo fisco. Tratando-se de operação ou prestação em que seja exigido o recolhimento do imposto por ocasião da ocorrência do fato gerador.não contenha impressa a chave de codificação digital de que trata o inciso III do § 6º do art. Na hipótese de redução na base de cálculo. V .1970. de 159 . 455. da respectiva guia. não-incidência. Art.12. aplicar-se-á também o disposto neste artigo. 10 do Convênio SINIEF s/n.seja emitido por sistema de processamento de dados. no máximo. por espécie. Parágrafo único. no mínimo. e art. 220. 9º do Convênio SINIEF s/n. ainda que no verso. 89 do Convênio SINIEF 06/1989. art.1970.12. 89 do Convênio SINIEF 06/1989). VII .RICMS 7. de 04. podendo. Art. conforme disposto em norma de procedimento fiscal. devendo ainda constar no documento fiscal o valor sobre o qual tiver sido calculado o imposto."Message Digest" 5. VI .09. Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. 8º do Convênio SINIEF s/n.999 e enfeixados em blocos uniformes de vinte. diferimento ou suspensão do recolhimento do imposto.esteja sendo utilizado em nome de estabelecimento cuja inscrição estadual tenha sido cancelada.2012. Art. essa circunstância deverá ser mencionada no documento fiscal.

filial. as vias dos documentos fiscais destinados à exibição ao fisco deverão ser encadernadas em grupos de até quinhentos. Os documentos fiscais previstos nos incisos II. f) Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. 225. nos termos do inciso I do "caput" do art. observados os requisitos estabelecidos para os documentos correspondentes. g) Despacho de Transporte. obedecida sua ordem numérica sequencial.adoção de séries distintas. modelo 10.1970. 15. com a mesma série e subsérie. Ajustes SINIEF 02/1988 e 09/1997): I . § 3º Cada estabelecimento. Na hipótese deste artigo. Aprovado pelo Decreto n. § 4º Em relação às operações ou prestações imunes de tributação. estadual e federal. modelo 21. agência.1970.Série "B" . e art.2012. de 04. c) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. A emissão de documentos fiscais em formulários contínuos ou jogos soltos será feita por sistema de processamento de dados. Parágrafo único.RICMS 7. do "caput" do art. 6. vedada a utilização de blocos ou conjunto de formulários sem que estejam simultaneamente em uso ou já tenham sido usados os de numeração inferior.02. exceto nos casos de inscrição centralizada. 89 do Convênio SINIEF 06/1989.2013.12. depósito ou qualquer outro terá talonário próprio. modelo 20.999. sendo o caso. II . Art. § 5° A numeração da Nota Fiscal. sucursal.no fornecimento de energia elétrica e na prestação de serviços a destinatários ou usuários localizados neste Estado ou no exterior e na prestação com início e término no território paranaense: a) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. será reiniciada sempre que houver (Ajuste SINIEF 04/1995): I . 226. 148. Ajustes SINIEF 02/1988 e 03/1994). a emissão dos documentos poderá ser dispensada mediante prévia autorização do fisco. Convênio SINIEF 06/1989. h) Ordem de Coleta de Cargas. § 2º A emissão dos documentos fiscais será feita pela ordem de numeração. modelo 1 ou 1-A. d) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.troca do modelo 1 para o 1-A e vice-versa. a numeração deverá ser reiniciada e. de 15. b) Nota Fiscal de Serviço de Transporte. 227.266. seja matriz. modelo 7. modelo 17. modelo 8. i) Nota Fiscal de Serviço de Comunicação. 160 . Art. atualizado até o Decreto n.09.12. § 1º Atingido o número 999. modelo 6. 148. serão confeccionados e utilizados com a observância das seguintes séries (Convênio SINIEF s/n. modelo 9. modelo 11.080 de 29. IV a XVIII e XX a XXII. mencionada no inciso I do "caput" do art. e) Conhecimento Aéreo.

modelo 18. em ordem crescente. § 1º Adotados os documentos referidos nos incisos I ou II do § 3º do art. 148. c) Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem.266. e Ajuste SINIEF 09/1997): I . vedada a utilização de subsérie.na Nota Fiscal. de 04. III . Aprovado pelo Decreto n.documentos fiscais sem distinção por série ou subsérie. § 2º É permitido o uso de: I .Série "F" . II . modelo 22. modelo 1 ou 1-A: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante com a Nota Fiscal Fatura a que se refere o § 6º do art.Série "D" . modelo 27. b) sem prejuízo do disposto na alínea anterior. englobando operações ou prestações para as quais sejam exigidas subséries especiais. devendo constar a designação "Única".documentos arrolados no inciso anterior . observar-se-á o seguinte (art. modelo 15. será obrigatória a separação ou indicação. de 15. a partir de 1. 148. Em relação à utilização de séries nos documentos a que aludem os incisos I e II do art.RICMS 7. d) Bilhete de Passagem Ferroviário. modelo 26. m) Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas. n) Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.série "B" e "C" conforme o caso. modelo 2: 161 . quando houver interesse por parte do contribuinte. IV . nos termos do § 4° do art. modelo 14. a seriação deverá ser "Única".na operação ou prestação em que o destinatário ou usuário for consumidor: a) Bilhete de Passagem Rodoviário. atualizado até o Decreto n. II .09.080 de 29. b) Bilhete de Passagem Aquaviário. l) Autorização de Carregamento e Transporte. ainda que por meio de códigos. sem distinção por subsérie. 227. após a letra indicativa da série (Convênio SINIEF 06/1989 e Ajuste SINIEF 01/1995).Série "C" . Art. englobando as operações ou prestações a que se refere a seriação indicada neste artigo. j) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. 148.na Nota Fiscal de Venda a Consumidor.1970. modelo 16.12. 6. § 3º No exercício da faculdade a que alude o parágrafo anterior. 11 do Convênio SINIEF s/n. devendo constar a designação "Série Única".2012.2013. da operação ou prestação em relação às quais são exigidas subséries distintas (Convênio SINIEF 06/1989 e Ajuste SINIEF 01/1995). poderão ser utilizadas séries distintas. modelo 13.na prestação de serviços a destinatários ou usuários localizados em outros Estados.02. 150 ou de uso simultâneo de Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.Resumo de Movimento Diário. II . c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. modelo 24.

bem como executar prestação de serviços de transporte sem a documentação fiscal correspondente.2012. e Convênio SINIEF 06/1989. de 15. 44 do Convênio SINIEF s/n.12.1970. de 15. b) poderá conter subséries designadas por algarismos arábicos. a partir de 1. Aprovado pelo Decreto n. § 1º Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais. 89 do Convênio SINIEF 06/1989). impresso após a letra indicativa da série. quando houver dispensa da emissão da nota fiscal de mercadoria. arquivando-se todos as vias do documento cancelado.12. de 15. Art. No caso de documento copiado far-se-ão os assentamentos no livro copiador. e art.09. O fisco poderá restringir o número de séries e subséries.02. a) será adotada a série "D".266. Parágrafo único. 12 do Convênio SINIEF s/n. 228. de 04. Art. em ordem crescente. d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. Art. conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias. Fica dispensada a emissão do documento fiscal a cada prestação de serviço de transporte.2013. art. 230. Parágrafo único. atualizado até o Decreto n. contendo todos os requisitos legais (artigos 14 e 15 do Convênio SINIEF s/n. a cada operação. c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. 229. aqueles a quem se destinarem as mercadorias e serviços são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emiti-los. 231.12. § 2º Fora dos casos previstos na legislação é vedada a emissão de documento fiscal que não corresponda a uma efetiva saída ou entrada de mercadoria ou uma efetiva prestação de serviço (art. Fica dispensada a emissão do documento fiscal de 162 . com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência.RICMS 7.1970. se for o caso. 89). hipótese em que o documento fiscal será emitido até o final do período de apuração do imposto.1970). 6.080 de 29. Quando o documento fiscal for cancelado. ao número e data do novo documento emitido (art. SUBSEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS AOS DOCUMENTOS FISCAIS RELATIVOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE Art.

nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações". por ocasião do início da prestação (cláusulas terceira e quarta do Convênio ICMS 25/1990). IV . ainda que no verso: I . para todas as prestações realizadas.instrua o pedido com a cópia do contrato de prestação do serviço. Aprovado pelo Decreto n. deixando à disposição do fisco o comprovante de pagamento.possua. não 163 . e o local de início e fim da prestação do serviço.escriturará o conhecimento emitido na forma do inciso anterior no livro Registro de Saídas. § 3º O transportador estabelecido neste Estado e inscrito no CAD/ICMS. Ajuste SINIEF 01/1989): § 1º A dispensa de que trata este artigo será concedida. II . II . se houver. § 1º O documento de arrecadação servirá para acobertar o serviço. não inscrita no CAD/ICMS. as seguintes informações. 79. nos demais casos. e. assim como o contratante. a diferença será recolhida na forma e prazo definidos nos artigos 74 e 75. mediante requerimento do transportador inscrito no CAD/ICMS ao Delegado Regional da Receita de seu domicílio tributário. o preço e a natureza dos serviços prestados. a cada prestação. a base de cálculo do imposto e a alíquota aplicável. que prestar serviço de transporte iniciado em outra unidade da Federação com recolhimento do imposto e dispensa de emissão do documento fiscal de prestação de serviço de transporte. 6. III . de 04. as condições de pagamento.o preço do serviço. § 2º Na hipótese do "caput" deste artigo. II . dentre outras. sendo o caso. anotando. nos casos em que não se exija o documento fiscal. A emissão do documento de transporte poderá ser dispensada. atualizado até o Decreto n.o nome do transportador e da empresa transportadora contratante do serviço.o número e a série.emitirá o conhecimento correspondente ao serviço no final da prestação. desde que: I . na hipótese de serviço. com destaque do imposto. se ao final da prestação resultar pagamento a menor do imposto. se for o caso. prestação de serviço de transporte. que o imposto foi pago à unidade federada de início da prestação. autorização para emissão de documentos fiscais por processamento de dados. quando previamente autorizado pelo fisco (art. no caso de transporte rodoviário. observado o disposto no § 1º do art.RICMS 7. procederá da seguinte forma (cláusula quarta do Convênio ICMS 25/1990): I . ou a identificação do bem.a placa do veículo e a unidade da Federação. vinculado a contrato que envolva repetidas prestações. 232. III . contendo o prazo de vigência. Art.080 de 29.2013. iniciado em território paranaense. nos termos do Capítulo XX do Título III deste Regulamento. para crédito do imposto.02.2012. ou outro elemento identificativo. e deverá conter.09. quando o transportador autônomo ou a empresa transportadora de outra unidade da Federação. efetuar o pagamento do imposto. 69 do Convênio SINIEF 06/1989. § 2º A emissão de um único documento.266. do documento fiscal que acobertar a carga.não possua irregularidade fiscal. nesta.

VI . § 4º O contribuinte deverá lavrar termo. à 2ª via do conhecimento de transporte que tiver acobertado a prestação do serviço até o seu estabelecimento.2013. não podendo este prazo ultrapassar o período de apuração do imposto.080 de 29. 233. ainda que por meio de carimbo. Ajuste SINIEF 14/1989): I . emitido na forma da alínea anterior. mencionando. deverá constar a informação referente à dispensa da emissão do documento de transporte. § 5º O transportador deverá apresentar o "Termo de Autorização". bem como o número e a data do "Termo de Autorização". IV . individualmente. bem como o número.o nome do transportador. V .o nome do contratante.o transportador contratante do redespacho: a) fará constar na via fixa do conhecimento.o trajeto das viagens. § 6º No documento fiscal que acobertar a mercadoria.RICMS 7. previsto no item 19 da Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. II . o número do Despacho Concessório e a descrição sucinta do regime concedido. 6. as quais deverão ser incluídas. no mínimo.09. de 04. não superior a um ano. dentro de cinco dias.2012. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte.266. III . b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador contratado ao qual tiver remetido a carga. em se tratando de transporte de pessoas. bem como os dados relativos ao redespacho. 234. Aprovado pelo Decreto n. sempre que a fiscalização exigir. será expedido "Termo de Autorização" que conterá: I . ao transportador contratante do redespacho. as quais acompanharão a carga até o destino. quando for o caso. mesmo que por cópia autenticada. o nome e o endereço do transportador contratado.as épocas em que deverão ser emitidos os documentos fiscais relativos ao transporte. na forma da alínea "a" deste inciso. 59 do Convênio SINIEF 06/1989. lançando o frete e.o prazo de validade. no livro RUDFTO. o imposto correspondente ao serviço a executar. Art. § 3º Deferido o pedido. dispensa a informação da totalidade das notas fiscais referentes às mercadorias transportadas. se for o caso. contados da data do recebimento da carga.02. Art. para comprovação do crédito do imposto. a série e subsérie e a data da emissão do conhecimento referido na alínea "a" do inciso anterior. atualizado até o Decreto n. Tratando-se de subcontratação de serviço de transporte. no "Registro tipo 71".o número. II . referente a carga redespachada. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho deverão ser adotados os seguintes procedimentos (art.o transportador contratado que receber a carga para redespacho: a) emitirá o conhecimento de transporte. a prestação será acobertada pelo conhecimento de transporte emitido pelo 164 . c) entregará ou remeterá a 1ª via do conhecimento de transporte emitido. se for o caso.

do Manifesto de Carga. Redação anterior em vigor no período de 1º.2012.. transportador contratante. por qualquer motivo não entregue ao destinatário.2013.. Art.. de 04. incluídos os dados do veículo transportador e a indicação da modalidade do serviço.... Aprovado pelo Decreto n.. atualizado até o Decreto n..... III ...... alteração 34ª .. Art. impressos de documentos fiscais. observado o seguinte (Convênio ICMS 90/1989): I ... 237. 15/1989 e 03/2002): I ... a crédito o valor constante do documento emitido.no início de cada modalidade de transporte será emitido o conhecimento correspondente ao serviço a ser executado. deverá constar informação de que se trata de serviço de subcontratação.2012 até 25... em seu poder ou de prepostos.. 235...872 de 26..... 6. desde que conste o motivo no verso deste documento (art.12.. se for o caso.. para efeito de emissão de documento fiscal. II .. inicial e final..... O retorno da carga.. 238. poderá ser acobertado pelo conhecimento de transporte original. placa n.09... ficando dispensada a sua apresentação no transporte.080 de 29. Ajuste SINIEF 1/1989).. proprietário do veículo marca . II ....no conhecimento de transporte emitido pelo subcontratado. no campo “Observações”..... observado o seguinte (art. Art......no campo "Observações" desse documento fiscal ou. O contribuinte indicará no livro RUDFTO o local onde se encontram os impressos de documentos fiscais.".para fins de apuração do imposto.02..o conhecimento de transporte poderá ser acrescido dos elementos necessários à caracterização do serviço. Convênios ICMS 125/1989 e Ajustes SINIEF 14/1989 .. o transbordo de 165 ... 234 dada pelo Art.. 17 do Convênio SINIEF 06/1989....2012.. Parágrafo único.... Não caracteriza.. devendo o imposto ser recolhido à unidade da Federação onde se iniciar a prestação. início de nova prestação de serviço de transporte. deverá constar a expressão: "Transporte subcontratado com ... 236.. 72 do Convênio SINIEF 06/1989. do Decreto 6.1º.... quando da realização de cada modalidade da prestação...RICMS 7. Nova redação do inciso II do art..12. No transporte intermodal o conhecimento de transporte será emitido pelo preço total do serviço.. UF ..266. O prestador de serviço de transporte fica autorizado a manter...... . a sua espécie e os números de ordem...2012: "II ... bem como acerca da razão social e dos números de inscrição no CAD/ICMS e CNPJ do transportador contratante. fora de seu estabelecimento...fica dispensada a emissão de conhecimento de transporte pelo transportador subcontratado." Art.10. será lançado a débito o valor constante do conhecimento intermodal e..

filial. Aprovado pelo Decreto n. havendo excesso de bagagem. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros. atualizado até o Decreto n.RICMS 7.emitir bilhete de passagem por processamento de dados ou equipamento emissor de cupom fiscal.efetuar a cobrança da passagem por meio de contadores (catracas ou similar) com dispositivo de irreversibilidade. do emitente. a forma de registro das prestações no livro fiscal próprio e os locais em que serão utilizados (agência. Ajuste SINIEF 14/1989): I . realizado pela empresa transportadora. em todas as vias. desde que os nomes das localidades e paradas autorizadas sejam impressos. 239. em substituição ao conhecimento de transporte de carga própria. considera-se veículo próprio. II . poderá ser emitido documento de excesso de bagagem. ainda que por estabelecimento situado em outro Estado. Art. mediante pedido contendo os dados identificadores do equipamento. dos dados relativos à viagem. II . No transporte de passageiros. III . posto ou veículo). Para os efeitos de prestação de serviço de transporte. § 2º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior às escalas e conexões no transporte aéreo.09.2012. que conterá. 66 do Convênio SINIEF 06/1989): I . Art. podendo ser emitido por marcação. Art. 6. de 04. no transporte de linha com preço único. cargas. no mínimo.utilizar bilhete de passagem.080 de 29.2013. cuja venda de bilhete ocorrer em outra unidade da Federação. desde que o procedimento tenha sido autorizado pela Delegacia Regional da Receita de seu domicílio tributário. picotamento ou assinalação. as seguintes indicações (art.266. obedecendo à sequência das secções permitidas pelos órgãos concedentes. o endereço e os números de inscrição. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma (artigos 10 e 16 do Convênio SINIEF 06/1989. contendo impressas todas as indicações exigidas. mediante perfuração. No transporte de passageiros. estadual e no CNPJ. § 1º Considera-se local de início da prestação de serviço de transporte de passageiros aquele em que se inicia o trecho da viagem indicado no bilhete de passagem. 241.o número de ordem e o número da via. 166 . 240.02. 242. Art. 67 do Convênio SINIEF 06/1989. Os estabelecimentos que prestem serviços de transporte de passageiros poderão (art. Ajuste SINIEF 01/1989). desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram (Convênio SINIEF 06/1989.o nome. além do registrado em nome da pessoa. Ajuste SINIEF 14/1989). observadas as regras específicas deste Regulamento. o imposto será devido ao Estado onde se iniciar o serviço (cláusula quinta do Convênio ICMS 25/1990).

em duas vias. de 04. III . O prestador de serviço de transporte de passageiros deverá.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.2013. 68 do Convênio SINIEF 06/1989. Art. considera-se (Convênio SINIEF 06/1989. além dos demais requisitos. poderá ser estornado o débito do imposto. Art. observar. do impressor do documento. no final do período de apuração.080 de 29. V . atualizado até o Decreto n. serão mencionados os números de ordem destes. § 2º Para a impressão do documento de que trata este artigo. antes do início da prestação do serviço. § 1º As indicações dos incisos I. Aprovado pelo Decreto n. Ajuste SINIEF 2/2008): I .RICMS 7. para fins de dedução do imposto.o nome. Para efeito deste Regulamento. II . II e V serão impressas tipograficamente. desde que (art. o endereço e a assinatura do seu adquirente. no mínimo.09. III . Art. o disposto no Capítulo XIX do Título III. na qual. II . Art. não se exigirá a AIDF.a 2ª via ficará em poder do emitente. em relação à prestação de serviço de transporte. também.266.02. estadual e no CNPJ. 6. 245. 246.o local e a data da emissão. que terão a seguinte destinação (art. 167 . O documento de excesso de bagagem será emitido.o preço do serviço. a pessoa que promove a saída inicial da carga. 45 do Convênio SINIEF 06/1989. b) a identificação e a assinatura do responsável pela agência ou posto de venda.seja elaborado demonstrativo dos bilhetes cancelados.2012. c) a justificativa da ocorrência. 243. IV .tenha sido devolvido ao adquirente do bilhete o valor da prestação. no que couber. § 3º No final do período de apuração será emitida Nota Fiscal de Serviço de Transporte englobando o total das prestações objeto dos documentos de excesso de bagagem.conste no bilhete de passagem: a) a identificação. a data e a quantidade de impressão e o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. Ajuste SINIEF 14/1989): I . para exibição ao fisco. escriturado no livro fiscal próprio. 244. Na hipótese de cancelamento de bilhete de passagem.remetente. Ajuste SINIEF 15/1989): I . o endereço e os números de inscrição.

b) após receber o documento referido na alínea "a". pelo valor total do serviço. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . b) após receber o documento referido na alínea "a". § 2º Não se aplica o disposto neste artigo nas hipóteses de erro passível de correção mediante carta de correção ou emissão de documento fiscal complementar. III . 168 . a pessoa a quem a carga é destinada.09. Aprovado pelo Decreto n. conforme indicado na nota fiscal. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. de 04..RICMS 7. em virtude de (especificar o motivo do erro)". c) o prestador de serviço de transporte deverá emitir outro Conhecimento de Transporte. o prestador de serviço de transporte deverá emitir outro Conhecimento de Transporte.na hipótese de o tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio.. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". os valores anulados e o motivo da anulação. a pessoa que contratualmente é a responsável pelo pagamento do serviço de transporte. o prestador de serviço de transporte que emite o documento fiscal relativo à prestação do serviço de transporte. § 1º O prestador de serviço de transporte e o tomador deverão estornar eventual débito ou crédito relativo ao documento fiscal emitido com erro. citando o original emitido com erro. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . deverá ser observado (Ajuste SINIEF 02/2008): I . § 3º Redespacho é o contrato entre transportadores. sem destaque do imposto. e data . o destinatário ou um terceiro interveniente. § 1º O remetente e o destinatário serão consignados no documento fiscal relativo à prestação do serviço de transporte. II . em virtude de erro devidamente comprovado. quando exigida.2013. bem como o motivo do erro.. sem destaque do imposto. devendo a primeira via do documento ser enviada ao prestador de serviço de transporte. pelo valor total do serviço. 247.. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte".080 de 29. § 2º A subcontratação de serviço de transporte será firmada na origem da prestação do serviço. 6.destinatário. citando o original emitido com erro. e desde que não descaracterize a prestação.2012.emitente.02. o prestador de serviço de transporte deverá emitir Conhecimento de Transporte. podendo ser o remetente.. IV . em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto.na hipótese de o tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas.. em virtude de (especificar o motivo do erro)". por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. II .tomador do serviço.266.. informando o número do documento fiscal emitido com erro. Art. atualizado até o Decreto n.. e data .

Impressor Autônomo (FS-IA). § 2º A critério do fisco. g) indicação de que a operação está sujeita ao regime de substituição tributária. 248. O impressor autônomo deverá obedecer aos seguintes procedimentos (Convênio ICMS 97/2009): I . 248 fica condicionada à utilização do Formulário de Segurança . o Pedido para Aquisição de Formulário de Segurança (PAFS) poderá ser considerado como AIDF. 250. 248. vedado o uso de papel jornal. ficando o seu emissor sujeito à cassação do regime especial concedido. sendo designado impressor autônomo de documentos fiscais (Convênio ICMS 58/1995 e 97/2009). emitindo as demais vias em papel comum.AIDF. II . a qual habilitará o contribuinte a realizar a impressão e emissão simultânea de que trata o art.RICMS 7. b) número do documento fiscal. c) inscrição no CNPJ dos estabelecimentos emitente e destinatário. em ordem sequencial consecutiva de numeração. d) unidade da Federação dos estabelecimentos emitente e destinatário.2012. definido no Capítulo II do Anexo IX (Convênio ICMS 97/2009). e) data da operação ou prestação. sem prejuízo das demais sanções cabíveis.080 de 29. Art. os seguintes dados em todas as vias do documento fiscal. Aprovado pelo Decreto n. Art. f) valor da operação ou prestação e do ICMS. § 1º A concessão da autorização de aquisição prevista no Capítulo II do Anexo IX deverá preceder a correspondente Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . SEÇÃO VI 169 . 6.09.emitir a 1ª e a 2ª via dos documentos fiscais de que trata esta Subseção utilizando o FS-IA.imprimir. 249. SUBSEÇÃO II DA IMPRESSÃO E EMISSÃO SIMULTÂNEA DE DOCUMENTOS FISCAIS Art. utilizando código de barras. § 1º Para fazer uso da faculdade prevista neste artigo autônomo de documentos fiscais deverá solicitar regime especial junto à CRE.02. A impressão de que trata o art.266. conforme leiaute constante na Tabela II do Anexo VI: a) tipo do registro. atualizado até o Decreto n.2013. o impressor § 2º Será considerada sem validade a impressão e emissão simultânea de documento fiscal que não seja realizada de acordo com esta Subseção. Fica autorizado o contribuinte a realizar simultaneamente a impressão e emissão de documentos fiscais. de 04.

do estabelecimento gráfico.estabelecimento usuário. § 2º As indicações constantes dos incisos I. quando for o caso.09. II e III do parágrafo anterior serão impressas tipograficamente e a do inciso VIII constará apenas na 3ª via. pelo estabelecimento gráfico e do funcionário que autorizou a impressão. Aprovado pelo Decreto n.02. a série e subsérie. além do carimbo da repartição. só poderão ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do fisco estadual. de 04. III . que após a concessão da autorização. da nota fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico. os números inicial e final dos documentos a serem impressos. terão o seguinte destino: I . que conterá. pelo usuário dos documentos. os números. em jogos soltos.RICMS 7. VIII .repartição fiscal. DA AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art.3ª via . por meio de AIDF. 170 . VII .estabelecimento gráfico. § 1º A autorização será concedida por solicitação do estabelecimento gráfico à ARE do seu domicílio tributário.a espécie do documento fiscal. VI . no mínimo. § 5º Os contribuintes que mandarem confeccionar seus documentos fiscais fora do seu domicílio tributário ou do Estado solicitarão essa autorização. as seguintes indicações: I .a data da entrega dos documentos impressos. II -2ª via . que confeccionarem documentos fiscais para contribuintes localizados em outras unidades da Federação. devidamente preenchidas. de AIDF. § 4º O formulário será preenchido.2012.a denominação "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais".o número de ordem.as assinaturas do responsável pelo estabelecimento encomendante. atualizado até o Decreto n.o nome. II . ressalvados os casos de dispensa previstos neste Regulamento (artigos 16 e 17 do Convênio SINIEF s/n. § 3º Cada estabelecimento gráfico deverá possuir talonário próprio. inclusive os aprovados em regime especial. do usuário dos documentos fiscais a serem impressos. estadual e no CNPJ. § 6º Os estabelecimentos gráficos.266.a identidade pessoal do responsável pelo estabelecimento que fizer o pedido. bem como a identidade e a assinatura da pessoa à quem tenha sido feita a entrega. de 15. V . diretamente à ARE de sua localidade. apresentando as três vias do pedido.2013.1ª via . 251. III . e art. emitirão uma via suplementar da AIDF para entrega. Os documentos fiscais. o endereço e os números de inscrição. 89 do Convênio SINIEF 06/1989. estadual e no CNPJ. o endereço e os números de inscrição.o nome. em três vias. 6. quando for o caso. IV . a série e subsérie. Ajuste SINIEF 04/1986). no mínimo.080 de 29.1970. à repartição fiscal a que estiver subordinado.12. a quantidade e o tipo.

CAPÍTULO V DOS LIVROS FISCAIS SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 87 do Convênio SINIEF 06/1989. § 11. salvo disposição em contrário.deverão constar. b ) as unidades federadas envolvidas.080 de 29. modelo 1 ou 1-A. 252.2012. de 15. 6. as indicações previstas no § 1º. em cada um dos estabelecimentos.pr. § 10.no caso de o estabelecimento gráfico não estar estabelecido neste Estado: a) o programa de computador utilizado para emissão da AIDF deverá possibilitar a impressão do referido documento. Os contribuintes e as pessoas obrigadas a inscrição no CAD/ICMS deverão manter. dentre outras hipóteses a serem estabelecidas. § 9º O disposto neste artigo aplica-se. poderá ser restringida em quantidade ou não concedida. III . conforme o disposto em norma de procedimento.a quantidade solicitada não seja compatível com o porte do estabelecimento. de conformidade com as operações e prestações que realizarem (artigos 63 e 66 do Convênio SINIEF s/n. observado o seguinte (Ajuste SINIEF 10/1997): I .br. poderão estabelecer procedimentos diversos para a concessão de autorização.o contribuinte seja sistematicamente inadimplente no cumprimento de suas obrigações tributárias.o contribuinte tenha demonstrado negligência no uso e guarda dos documentos fiscais anteriormente autorizados. atualizado até o Decreto n. só poderá ser concedida mediante apresentação da autorização do fisco da localidade em que se situar o estabelecimento encomendante. ser efetuada via Internet no endereço http://www. Aprovado pelo Decreto n. e art. em meio magnético.266. II .RICMS 7. mediante protocolo. conforme o disposto em norma de procedimento fiscal.12.09. II . 171 . exceção feita às assinaturas a que se referem aos incisos VII e VIII. A solicitação de autorização para impressão de documentos fiscais poderá. § 8º A autorização para impressão de documentos fiscais. de contribuintes localizados em outros Estados. opcionalmente. também. quando a impressão dos documentos fiscais for realizada em tipografia do próprio usuário. pela CRE.02. quando: I . Ajuste SINIEF 01/1992): I . modelo 1. os seguintes livros fiscais.2013.fazenda. de 04. no mínimo.Registro de Entradas.gov.AIDF. segundo critérios fiscais. § 7º A autorização para impressão de Notas Fiscais.1970. Poderá ser exigida a emissão e apresentação da Autorização para Impressão de Documentos Fiscais .

modelo 2-A.2012. modelo 2. modelo 7. § 1º Os livros Registro de Entradas. exceto o de aviação. Os livros fiscais serão impressos e terão suas folhas 172 . modelo 2-A. desde que não lhes prejudiquem a clareza. § 5º Os livros Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. IX . X . podendo. V . § 4º O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais será utilizado pelos estabelecimentos que confeccionarem impressos de documentos fiscais para terceiros ou para uso próprio. modelo 9.ANP e observará o modelo fixado por este órgão (Ajuste SINIEF 01/1992). § 8º O Livro de Movimentação de Combustíveis de que trata o inciso X será o instituído pela Agência Nacional do Petróleo. atualizado até o Decreto n. 6.Registro de Saídas.080 de 29. pelo Transportador Revendedor Retalhista . Gás Natural e Biocombustíveis . e óleos combustíveis (Ajuste SINIEF 04/2001). Aprovado pelo Decreto n. 253.TRRNI.Registro de Apuração do ICMS.Movimentação de Combustíveis. § 2º O livros Registros de Entradas. VI . § 3º O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. de que trata o inciso XI. o contribuinte poderá acrescentar outras indicações de seu interesse.Registro de Controle da Produção e do Estoque. ser exigido de estabelecimento de contribuintes de outros setores. para registro diário dos estoques e das movimentações de compra e venda de óleo diesel.Movimentação de Produtos (Ajuste SINIEF 04/2001). será utilizado pelos estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e pelos atacadistas. modelo 6.LMP. serão utilizados pelos contribuintes sujeitos apenas à legislação do ICMS. modelo 5. III . modelo 3.Registro de Inventário. serão utilizados pelos contribuintes sujeitos. VII . às legislações do IPI e do ICMS. § 6º Relativamente aos livros fiscais de que trata este artigo. Registro de Inventário e Registro de Apuração do ICMS serão utilizados por todos os estabelecimentos sujeitos à inscrição no CAD/ICMS. modelo 1. II . simultaneamente. modelo 1-A. nos termos da legislação e modelo editados pelo Órgão Federal competente. e Registro de Saídas. modelo 1-A. e Transportador Revendedor Retalhista na Navegação Interior .Registro de Entradas. de 04.Registro de Impressão de Documentos Fiscais.2013.266. e Registro de Saídas.02.Registro de Saídas. § 7º Os contribuintes que optarem por inscrição centralizada deverão manter no estabelecimento centralizador os livros de que trata o presente artigo. § 9º O Livro de Movimentação de Produtos . modelo 2. com as adaptações necessárias. IV . querosene.09. ressalvado o disposto em regimes especiais. será utilizado.RICMS 7. a critério do fisco.TRR. Art. XI . VIII .

67 do Convênio SINIEF s/n. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de cinco dias.2012. Aprovado pelo Decreto n. b) os lançamentos efetuados em folhas ou fichas deverão ser copiados. em volumes de até quinhentas folhas. nos livros fiscais.2013.1970. art.266. da Lei n. de 15. 255. numeradas tipograficamente em ordem crescente. quando solicitado. de 04. em ordem cronológica. c) fica dispensada a copiagem quando o contribuinte houver providenciado a prévia autenticação fiscal das folhas ou das fichas.Agência da Receita Estadual a que estiver jurisdicionado. Art.02. § 2º Será permitida a escrituração por processo mecanizado. f) o requerimento para uso do processo mecanizado deverá ser acompanhado dos modelos das folhas ou das fichas que substituirão os livros fiscais. de forma a impedir sua substituição (art.1970).12. 254.12. de 15. com clareza. 65 do Convênio SINIEF s/n.09. costuradas e encadernadas.080 de 29.1970). 45. 6.12. d) as folhas ou as fichas deverão conter as indicações básicas previstas neste Capítulo. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento. caso em que os documentos serão enfeixados. atualizado até o Decreto n. bem como da descrição do sistema mecanizado escolhido.580/1996). Será permitida a escrituração de livros fiscais por sistema de processamento de dados. Art. salvo disposição em contrário. após a sua utilização. Art. Os lançamentos. 173 . previamente autenticado na ARE . 64 do Convênio SINIEF s/n. observadas as disposições contidas nos artigos 441 a 475. de 15. 256. e) será indispensável que o contribuinte mantenha livro especial para registro e explicitação dos códigos de emitentes-fornecedores e dos códigos de mercadorias. em copiador especial previamente autenticado pelo fisco. observando-se que: a) deverão ser utilizados formulários constituídos de folhas ou fichas numeradas tipograficamente e em ordem sequencial. sendo facultado o uso de códigos para identificação de emitentes-fornecedores (para utilização nas folhas ou fichas de registro de entradas) e de mercadorias (para uso nas folhas ou fichas de registro de controle da produção e do estoque e de inventário). ressalvados lançamentos nos livros a que forem atribuídos prazos especiais (art.RICMS 7. § 1º Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao fisco. mediante prévia autorização da Delegacia Regional da Receita do respectivo domicílio tributário. 11. § 1º Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão totalizados e encerrados no último dia de cada mês. serão feitos a tinta. § 5º. salvo a permanência destes em escritório de contabilidade mediante comunicação à repartição fiscal do domicílio tributário do contribuinte (art. Sem prévia autorização do fisco.

174 . e) Codificação: 1. Art. O livro Registro de Entradas. e art. o número de ordem e a data da emissão do documento fiscal correspondente à operação ou prestação. destina-se à escrituração da entrada de mercadoria no estabelecimento. no prazo de trinta dias da data da ocorrência. 69 do Convênio SINIEF s/n. para o seu nome. a qualquer título. transformação ou aquisição.12.RICMS 7. c) Procedência: abreviatura da unidade da Federação da localidade do emitente. § 1º Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. SEÇÃO II DO LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS Art. 87. ficando o novo estabelecimento responsável pela sua guarda.080 de 29. mediante termo. § 1º do Convênio SINIEF 06/1989. Modelo 1 ou 1-A. § 2º Os lançamentos serão feitos. de 04. b) Documento Fiscal: a espécie. bem como o nome do emitente ou do remetente quando se tratar de nota fiscal para documentar a entrada de bens ou de mercadorias. documento por documento. em ordem cronológica das entradas efetivas de mercadorias no estabelecimento ou de sua aquisição ou desembaraço aduaneiro. a data da utilização do serviço.1970.02.1970). atualizado até o Decreto n. operação a operação ou prestação a prestação.12. quando for o caso. Poderá ser autorizada a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. § 2º Os agentes do fisco arrecadarão. § 3º Os lançamentos serão feitos. d) Valor Contábil: o valor total constante do documento fiscal. dos serviços tomados. segundo o CFOP e Código de Situação Tributária. 258. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. no ato da devolução. 70 do Convênio SINIEF s/n. Aprovado pelo Decreto n. de 15.266. todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes adotando-se. 257. as providências fiscais cabíveis. de 15. Parágrafo único. por intermédio da repartição competente do fisco estadual. ou ainda. ou de serviço por este tomado (art. conservação e exibição ao fisco (art. Ajustes SINIEF 01/1980 e 16/1989). nas seguintes colunas: a) Data da Entrada: a data da entrada efetiva da mercadoria e bens no estabelecimento ou a data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. ou ainda.2012.09. incorporação. 6. desdobrados em tantas linhas quantas forem as naturezas das operações e prestações.2013. quando estabelecido fora do território paranaense. os livros fiscais em uso. na hipótese do parágrafo anterior. a série e subsérie. Nos casos de fusão. Contábil: o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no plano de contas contábil.

Fiscal: o Código Fiscal de Operações e Prestações previsto no art. ou quando se tratar de entrada de mercadoria ou de serviço tomado cuja saída ou prestação tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do imposto ou atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo seu pagamento. 6. § 2º Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tenha sido beneficiada com isenção. a qualquer título. 2. "Outras" e na coluna "Observações".RICMS 7. § 5º Os documentos fiscais relativos a serviços de comunicação tomados poderão ser totalizados segundo a natureza da prestação. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. f) ICMS . de 15.Valores Fiscais . Imposto Creditado: o valor do imposto creditado. h) Observações: informações diversas. SEÇÃO III DO LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS Art. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço (Ajuste SINIEF 06/1995).1970. também. atualizado até o Decreto n. Aprovado pelo Decreto n.09. deduzida a parcela do IPI. de 04.Valores Fiscais . Isenta ou Não Tributada: o valor da operação ou prestação.2013. Base de Cálculo: o valor sobre o qual incide o ICMS. O livro Registro de Saídas. § 7º Ao final do período de apuração.266.12. 71 do Convênio SINIEF s/n. hipótese em que o lançamento será totalizado segundo a alíquota estabelecida para as prestações internas. o valor do imposto pago por substituição tributária. e art. 3. Alíquota: a alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item anterior. § 4º Relativamente às colunas destinadas ao IPI será observada a legislação federal pertinente. destina-se à escrituração da saída de mercadoria do estabelecimento.2012. modelo 2 ou 2-A.Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto: 1.080 de 29. imunidade ou não-incidência. 268.Operações ou Prestações com Crédito do Imposto: 1.02. segundo a data de 175 . "Base de Cálculo". quando for o caso. se consignada no documento fiscal. 259. deduzida a parcela do IPI. ou do serviço prestado (art. exceto pelo usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "Valor Contábil". quando se tratar de entrada de mercadoria ou de serviço tomado que não confira crédito do imposto ao estabelecimento destinatário ou ao tomador do serviço. § 1º Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedades de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento. 2. Outras: o valor da operação ou prestação. 2. g) ICMS . se consignada no documento fiscal. às prestações interestaduais de serviços sujeitos ao diferencial de alíquotas. § 6º O disposto no parágrafo anterior aplica-se. para efeito de lançamento global no último dia do período de apuração. 87 do Convênio SINIEF 06/1989). bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo.

Contábil: o mesmo código que o contribuinte eventualmente utilizar no plano de contas contábil.Operações ou Prestações sem Débito do Imposto: 1.RICMS 7. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "Valor Contábil".Operações ou Prestações com Débito do Imposto: 1. c) Codificação: 1.080 de 29. Outras: o valor da operação ou prestação.266. deduzida a parcela do IPI. se consignada no documento fiscal.02. desdobrados em tantas linhas quantas forem as naturezas das operações e prestações. Aprovado pelo Decreto n. quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tenha sido beneficiada com isenção. § 6º O disposto na alínea "d" do § 3º deverá ser observado. sendo permitido o registro conjunto dos documentos de numeração seguida da mesma série e subsérie. imunidade ou não-incidência. 267. "Base de Cálculo" e na coluna "Observações".Valores Fiscais . 268. e) ICMS . se consignada no documento fiscal.2012. hipótese em que o contribuinte realizará. segundo o Código Fiscal e Código de Situação Tributária.2013. Base de Cálculo: o valor sobre o qual incide o ICMS. os números de ordem inicial e final e a data da emissão dos documentos fiscais. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. também. 3. Isenta ou Não Tributada: o valor da operação ou prestação. cujas prestações tenham se iniciado em outra unidade da Federação. quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do imposto ou atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo seu pagamento. § 5º O transportador estabelecido e inscrito no Estado. 2. a série e subsérie. quando for o caso. que o imposto foi pago no Estado do início da prestação. 2. escriturará o conhecimento emitido nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações". 6. 2. f) Observações: informações diversas.09. § 4º Relativamente às colunas destinadas ao IPI será observada a legislação federal pertinente. de 04. separando as destinadas a não contribuintes (Ajuste SINIEF 06/1995). deduzida a parcela do IPI. pelos totais diários.Valores Fiscais . o lançamento previsto no § 2º do art. Imposto Debitado: o valor do imposto debitado. emissão dos documentos fiscais. Alíquota: a alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item anterior. indicando nesta. 176 . atualizado até o Decreto n. § 3º Os lançamentos serão feitos nas seguintes colunas: a) Documento Fiscal: a espécie. d) ICMS . o valor do imposto cobrado por substituição tributária.). Fiscal: o Código Fiscal de Operações e Prestações previsto no art. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. quando for o caso. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. ainda que o imposto destacado no documento fiscal tenha sido recolhido por ocasião da ocorrência do fato gerador. b) Valor Contábil: o valor total constante dos documentos fiscais. anexando os comprovantes de pagamento ao conhecimento correspondente (cláusula quarta do Convênio ICMS 25/1990. § 7º Ao final do período de apuração.

266.os valores das prestações isentas. IV .2012. Ajuste SINIEF 15/1989): I . o endereço e os números de inscrição. cláusula primeira do Convênio ICMS 125/1989. II . O Resumo de Movimento Diário.a base de cálculo.o número de ordem.o valor contábil.o campo "Observações". 177 . relativos à primeira e à última viagem. contados da data do encerramento do período de apuração a que se referir. III . Aprovado pelo Decreto n. V . 260. o Resumo de Movimento Diário. estadual e no CNPJ. § 3º Se o controle da quantidade de passageiros for efetuado por meio de catraca ou outro equipamento. na sede da empresa. e conterá. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos pelas agências.RICMS 7.o nome. a alíquota e o imposto debitado. do estabelecimento centralizador. no prazo de dez dias. a indicação prevista no inciso VI. SUBSEÇÃO ÚNICA DO RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Art. II. no mínimo.09. atualizado até o Decreto n. de 04. não tributadas ou não sujeitas ao pagamento do imposto. XII . a série e subsérie.02. as seguintes indicações (artigos 61 e 62 do Convênio SINIEF 06/1989. o endereço e os números de inscrição. 6.a data da emissão. do impressor do documento.080 de 29. bem como pela quantidade de vezes que tiver sido atingida a capacidade máxima de acumulação. bem como o número da AIDF. IV e XII serão impressas tipograficamente. série e subsérie e os números inicial e final dos documentos emitidos. em relação a cada estabelecimento.o nome. será substituída pelos números indicados no equipamento.os totais das colunas VIII e IX. do emitente. VII .a espécie. desde que escriturado no livro Registro de Saídas. X . XI .o nome. § 1º As indicações dos incisos I. será emitido. § 4º As empresas de transporte de passageiros poderão emitir. § 2º O Resumo de Movimento Diário será de tamanho não inferior a 21 x 29. o endereço e os números de inscrição. IX . a série e subsérie e o número da via. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. VI .a denominação "Resumo de Movimento Diário". a data e a quantidade de impressão.5 cm. estadual e no CNPJ. por unidade da Federação. documento auxiliar de escrituração do livro Registro de Saídas. postos ou veículos. estadual e no CNPJ. por contribuinte prestador de serviço de transporte intermunicipal ou interestadual que possuir inscrição centralizada. quando for o caso.2013. VIII .

e mantida à disposição do fisco. de 15. f) colunas sob o título "Entradas": 1. subposição e item e a alíquota previstos na legislação do imposto sobre produtos industrializados. no mínimo. b) quadro "Unidade": a especificação da unidade. que terão a seguinte destinação (art. terá numeração e seriação controladas pela empresa transportadora e deverá ser conservado observado o disposto no parágrafo único do art.2012. § 1º Os lançamentos serão feitos operação a operação.no próprio estabelecimento": a quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. em duas vias.09. marca. da seguinte forma: a) quadro "Produto": a identificação da mercadoria.1970). Art. § 5º O demonstrativo de vendas de bilhetes a que se refere o parágrafo anterior será emitido em cada estabelecimento ou ponto de venda. c) quadro "Classificação Fiscal": a indicação da posição. 262. litro ou dúzia. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. 72 do Convênio SINIEF s/n. poderá ser mantido em arquivo magnético. d) colunas sob o título "Documento": a espécie e a série e subsérie do respectivo documento fiscal ou documento de uso interno do estabelecimento. § 2º Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprias.a 2ª via ficará em poder do emitente. tipo e modelo de mercadoria.266. metro. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. II . no prazo de três dias contados da data da emissão. 178 . pelo emitente ao estabelecimento centralizador. 6. Parágrafo único. O Resumo de Movimento Diário. SEÇÃO IV DO LIVRO REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Art.12.a 1ª via será enviada. O Resumo de Movimento Diário será emitido. para exibição ao fisco. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. correspondente a cada operação. como definida no parágrafo anterior.080 de 29.RICMS 7. e) colunas sob o título "Lançamento": o número e a folha do livro Registro de Entradas ou do livro Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado.2013. de 04. para efeitos de exibição ao fisco. correspondentes às entradas e às saídas. tal como quilograma. 123. atualizado até o Decreto n.02. para escrituração no livro Registro de Saídas. coluna "Produção . quando for o caso. de acordo com a legislação do imposto sobre produtos industrializados. 261. Aprovado pelo Decreto n. bem como às quantidades referentes aos estoques de mercadorias (art. à produção. 63 do Convênio SINIEF 06/1989): I .

§ 3º Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. § 6º O livro referido neste artigo poderá. caso contrário. o valor total atribuído à mercadoria. produto intermediário e material de embalagem. coluna "Produção . quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente ou. quando a entrada da mercadoria originar crédito desse tributo ou. a qualquer título. inclusive a recebida de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiro para industrialização e posterior retorno.999.em outro estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. de produto industrializado em estabelecimento de terceiro. coluna "Valor": a base de cálculo do imposto sobre produtos industrializados. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. as quais deverão ser: a) impressas com os mesmos elementos do livro substituído. 3. atualizado até o Decreto n. coluna "IPI": o valor do imposto. consignando-se o fato. a quantidade saída.no próprio estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiro. 179 . coluna "Diversas": a quantidade de mercadoria não classificada nas alíneas anteriores. a critério do fisco. 4. coluna "Produção . a qualquer título. § 5º O disposto na alínea "c" do § 2º não se aplica a estabelecimento comercial não equiparado ao industrial. com mercadoria anteriormente remetida para esse fim. em caso de saída com isenção. para industrialização no próprio estabelecimento ou. 2. 5. i) coluna "Observações": informações diversas. b) numeradas tipograficamente. não compreendida nas alíneas anteriores.266. 3. ser substituído por fichas.RICMS 7. 4. na coluna "Observações". quando de direito. coluna "Produção . § 4º Não será escriturada neste livro a entrada de mercadoria a ser integrada no ativo fixo ou destinada a uso do estabelecimento. em se tratando de produto acabado. de 04. 2.09.2013. g) colunas sob o título "Saídas": 1. h) coluna "Estoque": a quantidade em estoque. será dispensada a indicação dos valores relativos às operações indicadas no item 1 da alínea "f" e na primeira parte do item 1 da alínea "g". Aprovado pelo Decreto n. produto intermediário e material de embalagem. imunidade ou não-incidência. 6. em se tratando de produto acabado. coluna "Valor": a base de cálculo do imposto sobre produtos industrializados ou o valor total atribuído à mercadoria.2012. 5. quando devido. nesta última hipótese. coluna "IPI": valor do imposto creditado.em outro estabelecimento": a quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiro. em ordem crescente de 1 a 999.080 de 29. a qualquer título. coluna "Diversas": a quantidade de mercadoria saída.02. a quantidade saída. após cada lançamento de entrada ou de saída. de produto industrializado no próprio estabelecimento.

por escrito. observada a ordem numérica crescente. no final dos lançamentos do dia.lançamento do saldo na coluna "Estoque" uma só vez. atualizado até o Decreto n. III .266. em se tratando de matéria-prima. § 7º Na hipótese do parágrafo anterior. b) no modelo.2012.02.nos casos previstos nos incisos I e II. quanto em valor. 263.RFB a que estiver vinculado o estabelecimento optante. tanto em termos físicos. que possuir controles quantitativos de mercadoria que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. sob o título "Saídas". que será transportado para o mês seguinte. apurando-se o saldo das quantidades em estoque. será registrada a utilização de cada ficha.lançamento de totais diários na coluna "Produção . de 04. c) prévia e individualmente autenticadas pelo fisco. tanto na entrada. das colunas "Valor". sob o título "Entradas". sob o título "Saídas". dispensada a escrituração das colunas sob os títulos "Documento" e "Lançamento". para industrialização no próprio estabelecimento. § 8º A escrituração do livro ou das fichas não poderá atrasar-se por mais de quinze dias.lançamento de totais estabelecimento". anexando-se os modelos dos formulários adotados. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque poderá ser escriturado com as seguintes simplificações (Ajustes SINIEF 2/1972 e 3/1981): I . na qual. poderão ser acrescentadas as colunas "Valor" e "IPI".09. na medida em que tiverem por finalidade a obtenção de dados para a declaração de informações do IPI.2013. 6. observando que: a) a opção será comunicada.no próprio estabelecimento". e da coluna "IPI". quanto na saída de mercadoria. c) os controles substitutivos serão exibidos ao fisco sempre que solicitados. produto intermediário ou material de embalagem. § 2º O estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação do IPI ou o atacadista.080 de 29. § 1º O estabelecimento atacadista não equiparado ao industrial fica dispensado da escrituração do quadro "Classificação Fiscal". Art. V . d) é dispensada a prévia autenticação dos formulários adotados em substituição ao livro. com exceção da coluna "Data". desde que se enquadrem no mesmo código da tabela do IPI.agrupamento numa só folha de mercadorias com pequena expressão na composição do produto final. sob os títulos "Entradas" e "Saídas". IV .RICMS 7. Aprovado pelo Decreto n. ao órgão da Secretaria da Receita Federal do Brasil . 180 . bem como das colunas "Valor". diários na coluna "Produção no próprio II . § 9º No último dia de cada mês deverão ser somadas as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". poderá optar pela utilização desses controles em substituição ao livro de que cuida este artigo. na remessa do almoxarifado ao setor de fabricação. sob os títulos "Entradas" e "Saídas". deverá ainda ser previamente visada pelo fisco ficha índice.

SEÇÃO VI DO LIVRO REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS 181 . tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". em ordem cronológica das saídas dos impressos de documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração. Numeração: os números de ordem dos documentos fiscais confeccionados. Data: a data da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. quando exigida. Nome: o nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. d) Entrega: 1.12. atualizado até o Decreto n. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais destina-se à escrituração da confecção de impressos de documentos fiscais para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor (art. b) Comprador: 1.02.09. talonário. 74 do Convênio SINIEF s/n. 2. 264.2012. SEÇÃO V DO LIVRO REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art. Endereço: o local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado.Número: o número da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais. folhas soltas ou formulários contínuos. Número de Inscrição: os números de inscrição. de 15.1970). Notas Fiscais: a série e subsérie e o número da nota fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. e) será mantida. c) Impressos: 1. 2. sempre atualizada. Tipo: o tipo do documento fiscal confeccionado. e) Observações: informações diversas. no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. Aprovado pelo Decreto n. 3. 6. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial.2013. 3. § 1º Os lançamentos serão feitos operação a operação. 2. ficha-índice ou o equivalente. Série e Subsérie: a série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado.RICMS 7. Espécie: a espécie do documento fiscal confeccionado. tal como bloco. § 2º Os lançamentos serão feitos nas seguintes colunas: a) Autorização de Impressão . de 04.080 de 29. 4. estadual e no CNPJ.266.

Numeração: os números de ordem dos documentos fiscais confeccionados.RICMS 7. Inscrição: os números de inscrição. extravio. do estabelecimento 1. supressão da série ou subsérie. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências destina-se à escrituração da entrada de impressos de documentos fiscais confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário. SEÇÃO VII 182 .12. 2. de 15. e o número da nota fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados.080 de 29. g) Fornecedor: 1. Aprovado pelo Decreto n. perda ou inutilização de impressos de documentos fiscais. bem como à lavratura de termos de ocorrências (art.02. folhas soltas ou formulários contínuos. § 3º Do total de folhas do livro de que trata este artigo. inclusive referências a: 1. c) Tipo: o tipo do documento fiscal confeccionado. b) Série e Subsérie: a série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. no mínimo. h) Recebimento: Endereço: o local do estabelecimento impressor. 2. de 04. cinquenta por cento. Art. 2.09. § 1º Os lançamentos serão feitos operação a operação. do documento fiscal. 3. i) Observações: informações diversas. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. d) Finalidade da Utilização. serão destinadas à lavratura de termos de ocorrências. § 2º Os lançamentos serão feitos nos seguintes quadros e colunas: a) Espécie: a espécie do documento fiscal confeccionado. Nome: o nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. 265. as quais devidamente numeradas. quando exigida. em ordem cronológica de aquisição ou confecção própria.2012. deverão ser impressas no final do livro. talonário. tal como bloco.266. 6. série e subsérie. 3. Nota Fiscal: a série e subsérie. f) Impressos . atualizado até o Decreto n. entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados.2013. impressor. estadual e no CNPJ. quando for o caso. 75 do Convênio SINIEF s/n.1970). Data: a data do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. e) Autorização de Impressão: o número da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais. quando for o caso. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações".

RICMS 7. 76 do Convênio SINIEF s/n. o valor será o de seu custo. de acordo com a legislação do IPI. as matérias-primas. Aprovado pelo Decreto n. DO LIVRO REGISTRO DE INVENTÁRIO Art. O livro Registro de Inventário destina-se a arrolar. deverá ser feito segundo a ordenação da tabela prevista na legislação do IPI. b) Discriminação: a especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. Parcial: o valor correspondente ao resultado da multiplicação da quantidade pelo valor unitário. 3. quando este for inferior ao preço de custo. tipo e modelo. d) Unidade: a especificação da unidade. o total geral do estoque existente. os produtos intermediários.080 de 29. Total: o valor correspondente ao somatório dos valores parciais constantes do mesmo código do produto referido na alínea "a". os produtos intermediários.09. deverá ser consignado o valor total de cada grupo mencionado no "caput" e no § 1º e. os materiais de embalagem. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. 183 . de terceiros. 2. e) Valor: 1. prevalecendo o critério de valoração pelo preço corrente. § 1º No livro referido neste artigo serão também arrolados. em poder do estabelecimento.266. tal como espécie. os materiais de embalagem. as matérias-primas. no caso de matérias-primas ou produtos em fabricação. § 4º Após o arrolamento. § 3º Os lançamentos serão feitos nas seguintes colunas: a) Classificação Fiscal: a indicação do código do produto previsto na legislação do IPI. as matérias-primas. § 2º O arrolamento.12. em cada grupo. existentes no estabelecimento à época do balanço (art. em poder de terceiros. 6. 266. b) as mercadorias. Unitário: o valor de cada unidade de mercadoria pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa.2013. § 5º O disposto no § 2º e nas alíneas "a" e "d" do § 3º não se aplica ao estabelecimento comercial não equiparado ao industrial.1970). ainda. de 15. metro. marca. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. litro ou dúzia. as mercadorias. de 04. f) Observações: informações diversas.02. tal como quilograma. separadamente: a) as mercadorias. § 6º Se a empresa não mantiver escrita contábil.2012. atualizado até o Decreto n. c) Quantidade: a quantidade em estoque à data do balanço. o inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. os produtos intermediários.

as operações ou 184 . os débitos e os créditos fiscais. 259. § 3º Em substituição à escrituração da parte relativa aos valores contábeis e fiscais. de 15. mensalmente.CST. contados da data do encerramento do balanço referido no "caput" ou do último dia do ano civil. respectivamente.1970. 268. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações . agrupando-as segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações e o Código de Situação Tributária. atualizado até o Decreto n. respectivamente. os totais dos valores contábeis e fiscais relativos ao imposto. Aprovado pelo Decreto n.12. Ajustes SINIEF 11/1989 e 07/2001).1970. o contribuinte mencionará este fato no livro de que trata este artigo.2013. deste Regulamento (art. na hipótese do parágrafo anterior. o contribuinte procederá a anulação. As operações ou prestações realizadas pelo contribuinte serão codificadas.CFOP e o Código de Situação Tributária . das operações de entradas e de saídas e das prestações. § 8º Inexistindo estoque. nos livros Registro de Entradas e Registro de Saídas.09. de 15. que constituirá desdobramento do código fiscal.CFOP e o Código da Situação Tributária . tendo sido efetuada a escrituração do documento fiscal na forma prevista no § 6º do art. § 1º As operações e as prestações relativas ao mesmo código serão aglutinadas em grupos homogêneos para efeito de lançamento nos livros fiscais e em outras hipóteses previstas na legislação.RICMS 7. dentre outras. § 2º Fica facultado ao contribuinte acrescentar dígito precedido de ponto. constantes nas Tabelas I e II do Anexo IV.12. Ajuste SINIEF 03/1994). § 1º No livro a que se refere este artigo serão registrados. § 2º Na hipótese de recolhimento do imposto por ocasião da ocorrência do fato gerador.CST. o contribuinte poderá elaborar resumo mensal das operações ou prestações. SEÇÃO VIII DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Art.02. mediante o lançamento do valor total do imposto devido constante da guia de recolhimento no campo "Outros Créditos" do livro de que trata este artigo.266.2012. CAPÍTULO VI DO CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES E DO CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA Art.080 de 29. mencionando-se o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento. 6. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração e de recolhimento do imposto. § 7º A escrituração deverá ser efetivada dentro de sessenta dias. de 04. 5º do Convênio SINIEF s/n. (artigos 5º e 78 do Convênio SINIEF s/n. também. 267. O livro Registro de Apuração do ICMS destina-se a registrar. mediante utilização do Código Fiscal de Operações e Prestações . para identificar.

45. art.02. 80 do Convênio SINIEF s/n de 15. 11.09. 2. bem como das aquisições de produtos primários. em relação a cada estabelecimento. para fins de declaração do imposto apurado.080 de 29. com diferimento.2012. 6. b) Guia de Informação e Apuração do ICMS . as informações das operações ou prestações realizadas.GIA/ICMS Art. b) em decorrência de erro na apropriação das informações pelo processamento de dados ou em virtude de erro na identificação do contribuinte. mensalmente.2013. ocorrer saldo credor. de 04. quando ocorrer retificação das informações declaradas anteriormente em GIA/ICMS . 270.RICMS 7. 275.580/1996). a decodificação dos dígitos utilizados. da Lei n. 269. Art. § 1º As informações serão prestadas mediante a apresentação de: a) Guia de Informação e Apuração do ICMS . § 4º Ficam dispensados da apresentação da GIA/ICMS: a) os estabelecimentos gráficos localizados em outras unidades federadas que prestem serviços a contribuintes paranaenses.266. isentas. Aprovado pelo Decreto n. O contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá apresentar. prestações tributadas.12.Retificação.GIA/ICMS . § 4º. excetuada a hipótese de inscrição centralizada. O contribuinte estabelecido neste Estado deverá entregar 185 . pelo prazo de guarda dos demais documentos fiscais.Normal. não houver movimento. § 2º As guias referidas no parágrafo anterior deverão ser apresentadas na forma disposta em norma de procedimento. no que diz respeito ao contribuinte possuidor de inscrição especial no CAD/ICMS (art. desde que permaneça em arquivo. e Ajuste SINIEF 09/1998. b) os contribuintes que se dediquem exclusivamente ao reflorestamento e extrativismo de madeira em áreas rurais. ressalvado o disposto no art.1970. atualizado até o Decreto n.Normal. com o respectivo período de vigência. suspensão ou substituição tributária. § 3º Não caberá retificação da declaração: a) quando houver recolhimento em denúncia espontânea de imposto não declarado.GIA/ICMS . 3. ocorrer saldo devedor. imunes. CAPÍTULO VII DA DECLARAÇÃO DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES SEÇÃO I DA GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS . quando: 1.

IV .até o dia 11 . que deverá entregar a GIA/ICMS até o dia dez do mês subsequente ao das operações ou prestações.RECEITA/PR. gelo. nos seguintes prazos: I .09. cuja declaração deverá ser apresentada até o dia nove do mês subsequente ao das operações.com finais 9 e 0.até o dia 12 . inclusive chope. forma de preenchimento e prazos de apresentação da DFC serão estabelecidos em norma de procedimento. e) o estabelecimento centralizador da CONAB/PGPM.finais 7 e 8. b) o contribuinte substituto tributário relativamente às operações com água mineral ou potável. cuja declaração será apresentada até o dia vinte do mês subsequente ao da prestação (Ajuste SINIEF 19/1989). refrigerante. 6. a Declaração Fisco Contábil .02. Parágrafo único. bem como para a obtenção de informações econômico-fiscais (Lei Complementar Federal 63/1990.finais 5 e 6. Aprovado pelo Decreto n. para fins de apuração do índice de participação dos Municípios na arrecadação do ICMS.Normal. SEÇÃO II DA DECLARAÇÃO FISCO CONTÁBIL Art. os seguintes casos: a) o contribuinte autorizado à apuração centralizada do imposto de que trata o "caput" do art.2012. 11. exceto táxi aéreo e congêneres. de forma unificada. cuja declaração será apresentada até o último dia útil do mês subsequente ao da prestação. § 1º Excetuam-se dos prazos fixados neste artigo. sorvete e acessórios ou componentes.até o dia 13 .Retificação deverão ser transmitidas. § 2º A GIA/ICMS e a GIA/ICMS .até o dia 15 . anualmente. de acordo com o algarismo final da numeração sequencial estadual do número de inscrição no CAD/ICMS. III .2013.266. relativamente a cada estabelecimento.580/1996).080 de 29. artigos 45 e 46 da Lei n. SEÇÃO III DO INFORMATIVO ANUAL SOBRE A PRODUÇÃO MINERAL 186 . O contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá apresentar.DFC.RICMS 7. por intermédio do portal de serviços da Receita Estadual . atualizado até o Decreto n. ressalvada a hipótese de inscrição centralizada. na forma disposta em norma de procedimento. V . 271. c) o prestador de serviço de transporte ferroviário. II .finais 1 e 2. no mês subsequente ao das operações ou prestações. cuja declaração será apresentada até o dia 25 do mês subsequente ao das operações (Convênio ICMS 49/1995). O modelo. a GIA/ICMS .até o dia 14 . cerveja. de 04. d) o prestador de serviço de transporte aéreo.finais 3 e 4. 28.

deverá 187 . A Secretaria de Estado da Fazenda remeterá à Secretaria Executiva da COTEPE/ICMS.12. relativamente à inscrição especial no CAD/ICMS. atualizado até o Decreto n. § 2º A GI/ICMS deverá ser apresentada por meio de aplicativo em disquete disponibilizado pela Secretaria de Estado da Fazenda. V . Art.2012.580/1996). juntamente com a Declaração Fisco Contábil de que trata o artigo anterior. destinada à apuração da balança comercial interestadual que conterá as seguintes indicações (art. O extrator de substâncias minerais deverá apresentar. cujo modelo e forma de preenchimento serão estabelecidos em norma de procedimento (art. 6. a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais GI/ICMS.período de referência. por unidade federada.GIA-ST Art.266.02. de 15. O contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá apresentar. IV . 81 do Convênio SINIEF s/n.inscrição estadual. Art.informações relacionadas com as entradas e saídas de mercadorias.denominação: Guia de Informações das Operações e Prestações Interestaduais . até 30 de setembro do exercício subsequente (art. resumo das informações indicadas no artigo anterior.identificação do contribuinte. de 04. anualmente. 45 e 46 da Lei n. aquisições e prestações de serviços. o Informativo Anual sobre a Produção de Substâncias Minerais no Paraná . SEÇÃO V DA GUIA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA . na forma e prazo previstos em norma de procedimento (Ajuste SINIEF 03/1996). Ajuste SINIEF 01/1996): I .1970.12.GI/ICMS. 274. O contribuinte substituto tributário estabelecido em outra unidade federada. 82 do Convênio SINIEF s/n.RICMS 7.1970).IAPSM. 11. de 15. 275. § 1º A GI/ICMS compreenderá as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. anualmente.080 de 29. Aprovado pelo Decreto n. SEÇÃO IV DA GUIA DE INFORMAÇÃO DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS Art. 273. III .09. 272. II .2013.

as informações a que se refere o § 1º serão prestadas em arquivo digital com assinatura digital do contribuinte ou seu representante legal. de 04. em arquivo digital. IV . inclusive chope.Livro Registro de Saídas. 188 .2013. que deverá apresentar a GIA-ST até o dia nove do mês subsequente ao das operações.EFD (Art.ICP-Brasil.EFD compõe-se da totalidade das informações.080 de 29. 2º. gelo. Aprovado pelo Decreto n.Livro Registro de Apuração do IPI.266. VI . do Decreto n.2009) Art.º 4. observado o disposto em norma de procedimento (Ajuste SINIEF 04/1993.RICMS 7.RFB. Na hipótese de ocorrer retificação das informações declaradas anteriormente em GIA-ST o contribuinte deverá apresentar GIA-ST Retificação (Ajuste SINIEF 04/1993). bem como no registro de apuração do ICMS referente às operações e prestações praticadas pelo contribuinte (Convênio ICMS 143/2006 e Ajuste SINIEF 2/2009). Art. atualizado até o Decreto n. § 3º O contribuinte deverá utilizar a EFD para efetuar a escrituração do (Ajustes SINIEF 2/2009 e 5/2010): I . necessárias à apuração dos impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. § 1º A Escrituração Fiscal Digital . CAPÍTULO VIII DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . a integridade e a validade jurídica da EFD.02. sorvete e acessórios ou componentes. refrigerantes. II .CIAP. 276. em meio digital.Livro Registro de Entradas.955 de 24.Livro Registro de Inventário. certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira .Livro Registro de Apuração do ICMS. O prazo fixado no "caput" não se aplica ao contribuinte substituto tributário que realizar operações com água mineral ou potável. Parágrafo único. apresentar a declaração do imposto apurado.2012. V .EFD. 09/1998 e 08/1999). bem como outras de interesse das administrações tributárias das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil . 277. Fica instituída a Escrituração Fiscal Digital . III . até o dia 10 do mês subsequente ao das operações ou prestações realizadas. cerveja. que se constitui em um conjunto de escrituração de documentos fiscais e de outras informações de interesse da Secretaria de Estado da Fazenda. 6.6.documento Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente . § 2º Para garantir a autenticidade.09.

produtos intermediários. § 4º As tabelas de ajustes do lançamento e apuração referidas no Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital . em posse ou pertencentes ao estabelecimento do contribuinte declarante. atualizado até o Decreto n.RICMS 7. O arquivo da EFD deverá ser enviado até o dia 25 (vinte e cinco) do mês subsequente ao do encerramento do mês da apuração. 6. agência.266. § 3º As informações deverão ser prestadas sob o enfoque do declarante. 280. conforme disposto em norma de procedimento. Aprovado pelo Decreto n. matérias-primas. indicando-se o respectivo dispositivo legal. 277 em discordância com o disposto neste Capítulo (Ajuste SINIEF 5/2010). na apuração. produtos manufaturados e produtos em fabricação. diferimento ou suspensão do recolhimento. O arquivo digital da EFD será gerado pelo contribuinte. seja filial. 282. b) as relativas à quantidade. depósito. O contribuinte que possuir mais de um estabelecimento.080 de 29. mediante requerimento dirigido à Secretaria de Estado da Fazenda. descrição e valores de mercadorias. de forma irretratável. ou fora do estabelecimento e em poder de terceiros. deverá prestar as informações relativas à EFD em arquivo digital individualizado por estabelecimento. Art. não-incidência. no pagamento ou na cobrança de tributos de competência dos entes conveniados ou outras de interesse das administrações tributárias. 281.09. incluindo a descrição dos itens de mercadorias. imunidade. Art. 279. também deverá ser informada no arquivo digital. considera-se totalidade das informações: a) as relativas às entradas e saídas de mercadorias. 278. 189 . Fica vedada ao contribuinte obrigado à EFD a escrituração dos livros e do documento mencionados no § 3º do art. ainda que a apuração dos impostos ou a escrituração contábil seja efetuada de forma centralizada. salvo disposição contrária deste Regulamento. Os contribuintes não obrigados à EFD poderão optar pela sua utilização. Art.2012.EFD. materiais de embalagem. Parágrafo único. c) qualquer informação que repercuta no inventário físico e contábil. e conterá a totalidade das informações econômico-fiscais e contábeis correspondentes ao período compreendido entre o primeiro e o último dia do mês. serão definidas em NORma de procedimento. Art. de acordo com as especificações do leiaute definido em Ato COTEPE. sucursal. Art. fábrica ou outro qualquer. § 2º Qualquer situação de exceção na tributação do ICMS ou do IPI. bem como aos serviços prestados e tomados. § 1º Para efeito do disposto no “caput”. instituído pelo Ato COTEPE de que trata o “caput” deste artigo.2013. tais como isenção. produtos e serviços.02. de 04. Os contribuintes obrigados ao uso da EFD serão divulgados em norma de procedimento.

2013. O arquivo digital da EFD gerado pelo contribuinte deverá ser submetido à validação de consistência de leiaute efetuada pelo software denominado Programa de Validação e Assinatura da Escrituração Fiscal Digital PVA-EFD que será disponibilizado na internet nos sítios das administrações tributárias das unidades federadas e da RFB. Art. II . por meio do PVA-EFD. § 4º Ficam vedadas a geração e a entrega do arquivo digital da EFD em meio ou forma diversa da prevista neste artigo.09. O arquivo digital da EFD será enviado na forma prevista no § 1º do art. Aprovado pelo Decreto n. comunicação ao respectivo declarante quanto à ocorrência de um dos seguintes eventos: a) falha ou recusa na recepção. 284. § 1º Efetuadas as verificações previstas no “caput”. V . 283. será automaticamente expedida pela administração tributária.2012. e sua recepção será precedida no mínimo das seguintes verificações: I . 123. 6. § 1º O PVA-EFD também deverá ser utilizado para a assinatura digital e para o envio do arquivo por meio da internet. integridade e validade jurídica. pelo prazo de que trata o parágrafo único do art. b) a consistência aritmética e lógica das informações prestadas. O contribuinte deverá armazenar o arquivo digital da EFD previsto neste Capítulo.SPED. nos termos do parágrafo único do art. § 2º Considera-se validação de consistência de leiaute do arquivo: a) a consonância da estrutura lógica do arquivo gerado pelo contribuinte com as orientações e especificações técnicas do leiaute do arquivo digital da EFD definidas em Ato COTEPE.da versão do PVA-EFD e tabelas utilizadas. bem como os documentos que deram origem às informações nele constantes. observando os requisitos de segurança. 284. de 04. 285.266. autenticidade e validade da assinatura digital. hipótese em que será emitido recibo de entrega.080 de 29.da existência de arquivo já recepcionado para o mesmo período de referência.da integridade do arquivo. § 3º O procedimento de validação e assinatura deverá ser efetuado antes do envio do arquivo ao ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital .dos dados cadastrais do declarante. Art. III . hipótese em que a causa será informada. atualizado até o Decreto n. IV .da autoria. 190 . autenticidade.RICMS 7.02. Art. 288. b) regular recepção do arquivo.

§ 2º Consideram-se escriturados os livros de que trata o § 3º do art.261 de 04. nos casos em que houver prova inequívoca da ocorrência de erro de fato no preenchimento da escrituração. 287. nos casos em que importe alteração desse débito.10.02. Nova redação do Art. dada pelo art." Art. Art. de 04. 286.1º. § 5º O disposto no inciso II do “caput” não caracteriza dilação do prazo de entrega da EFD. § 3º A recepção do arquivo digital da EFD não implicará reconhecimento da veracidade e da legitimidade das informações prestadas.2013.transmitida em desacordo com o disposto neste artigo. do Decreto 7. 286.080 de 29.até o último dia do terceiro mês subsequente ao encerramento do mês da apuração.após o prazo de que trata o inciso II.266. 286.2012 até 03. o contribuinte deverá entregar o arquivo digital da EFD 191 . 277 no momento em que for emitido o recibo de entrega. § 1º A geração e o envio do arquivo digital para retificação da EFD deverão observar o disposto nos artigos 282 a 285. § 1º A geração e o envio do arquivo digital para retificação da EFD deverão observar o disposto nos artigos 282 a 285.2013. § 6º Não produzirá efeitos a retificação de EFD: I . nem homologação da apuração do imposto efetuada pelo contribuinte. § 2º Não será permitido o envio de arquivo digital complementar.2012. O contribuinte poderá retificar a EFD mediante envio de outro arquivo para substituição integral do arquivo digital da EFD regularmente recebido pelo fisco (Ajuste SINIEF 11/2012): I . Aprovado pelo Decreto n.RICMS 7.até a data fixada para envio da EFD.02. alteração 69ª . § 3º O disposto nos incisos II e III do “caput” não se aplica quando a apresentação do arquivo de retificação for decorrente de notificação do fisco. III . O contribuinte poderá retificar a EFD mediante envio de outro arquivo para substituição integral do arquivo digital da EFD regularmente recebido pela administração tributária. com indicação da finalidade do arquivo. III . Para fins do cumprimento das obrigações a que se referem este Capítulo.09. 6.de período de apuração que tenha sido submetido ou esteja sob ação fiscal. com indicação da finalidade do arquivo. com observância do disposto nos §§ 5º e 6º. quando evidenciada a impossibilidade ou a inconveniência de saneá-lo por meio de lançamentos corretivos.02. II . mediante autorização do fisco. Redação original em vigor no período de 1º. independentemente de autorização do fisco.cujo débito constante da EFD objeto da retificação tenha sido enviado para inscrição em Dívida Ativa. § 4º A autorização para a retificação da EFD não implicará reconhecimento da veracidade e legitimidade das informações prestadas nem a homologação da apuração do imposto efetuada pelo contribuinte. atualizado até o Decreto n.2013: "Art. § 2º Não será permitido o envio de arquivo digital complementar. independentemente de autorização do fisco. II .

II . III .colher. a data da expedição e o termo final do certificado de garantia. o número. 285. no que couber. as disposições relativas ao uso de processamento de dados para escrituração de livros fiscais. com destaque do imposto.2013. § 1º Para efeito do disposto neste artigo. 288. salvo a entrega com finalidade de retificação de que trata o art.consignar na nota fiscal mencionada no inciso I. a qual terá por natureza da operação "Devolução de mercadoria em garantia". com imediata retransmissão à Secretaria de Estado da Fazenda. instituído pelo Decreto n. considera-se como garantia a obrigação 192 . e administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil . esta entendida a substituição por uma ou mais da mesma espécie ou de espécie diversa em decorrência de garantia.080 de 29. a assinatura da pessoa que promover a devolução. do Governo Federal. 6.02. O contribuinte obrigado à EFD deverá observar. Observado o disposto no art. ou em documento apartado. Na hipótese de devolução de mercadoria ou troca. 6.emitir nota fiscal para documentar a entrada. A recepção e a validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do SPED. indicando a espécie e o número do respectivo documento de identidade. Parágrafo único.022. de 04. 286. será gerado recibo de entrega com número de identificação somente após o aceite do arquivo transmitido. Aprovado pelo Decreto n. 289. nos termos das Seções I a V do Capítulo XX do Título III deste Regulamento.RICMS 7.09. Art. atualizado até o Decreto n.RFB. a data e o valor do documento fiscal original. 290. bem como o número. de 22 de janeiro de 2007. TÍTULO III DOS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS CAPÍTULO I DA DEVOLUÇÃO E DO RETORNO DE MERCADORIA SEÇÃO I DA DEVOLUÇÃO OU TROCA DE MERCADORIA EM VIRTUDE DE GARANTIA Art.2012. de cada período apenas uma vez. realizada por pessoa física ou por pessoa não obrigada a emitir documento fiscal. Art. nesta nota fiscal.266. a série. o estabelecimento recebedor deverá: I .

§ 2º O prazo de garantia é aquele fixado no certificado da garantia. 6.266. com permissão do fabricante. na coluna "ICMS . modelo 1 ou 1-A.concessionário de veículo autopropulsado ou oficina autorizada que. de 04. contado da data de sua expedição ao consumidor. ou o previsto em lei.RICMS 7. quando devido. promova a substituição de peça em virtude de garantia.fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova a ser aplicada em substituição. § 3º O documento fiscal mencionado no "caput" deverá ser lançado no livro Registro de Entradas. promova a substituição de peça em virtude de garantia.Valores Fiscais . devendo o estabelecimento recebedor emitir nota fiscal para documentar sua entrada. 193 . II . O disposto nesta Seção aplica-se nas operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia realizadas por (Convênios ICMS 129/2006 e 34/2007): I .2012. tendo ou não efetuado a venda do veículo autopropulsado. com permissão do fabricante. sem destaque do imposto. dispensada a exigência prevista no inciso III. 293. III . atualizado até o Decreto n.estabelecimento ou oficina credenciada ou autorizada que. se estas apresentarem defeito. Na saída da mercadoria em substituição à devolvida. de substituir a mercadoria. § 1º Para efeito do disposto neste artigo.080 de 29. com destaque do imposto. o documento de que trata o inciso I deverá ser emitido sem destaque do imposto. o estabelecimento deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o adquirente original da mercadoria.2013. Art. § 5º O produtor rural emitirá Nota Fiscal de Produtor para acompanhar o transporte da mercadoria. que terá como natureza da operação "Devolução ou troca de mercadoria em garantia". Na hipótese de remessa ao fabricante da mercadoria devolvida. § 2º O prazo de garantia é aquele fixado no respectivo certificado.Operações ou Prestações com Crédito do Imposto". de substituir a mercadoria. Art. Aprovado pelo Decreto n. ou o previsto em lei. com destaque do imposto.02. por ocasião de sua devolução ou troca. suas partes e peças.09. 292. SEÇÃO II DA SUBSTITUIÇÃO DE PARTES E PEÇAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Art. contado da data de sua expedição ao consumidor. legal ou a assumida pelo remetente ou fabricante. considera-se garantia a obrigação legal ou a assumida pelo remetente ou fabricante. hipótese em que deverá estornar o crédito pela aquisição original. o estabelecimento remetente deverá emitir Nota Fiscal. se for o caso. 291. § 4º Quando o estabelecimento recebedor tratar-se de empresa enquadrada no Simples Nacional.

3. de 04. sendo o caso. além dos demais requisitos.02. Na saída da parte ou peça nova em substituição à defeituosa. SEÇÃO III DA DEVOLUÇÃO POR PARTICULAR. sem cláusula de garantia. SEM CLÁUSULA DE GARANTIA Art. Art. b) a remessa ao fabricante. as seguintes indicações: a) a discriminação da peça defeituosa. conste: 1. o estabelecimento poderá creditar-se do imposto debitado por ocasião da saída da mercadoria. para o fabricante. que conterá. b) o valor atribuído à peça defeituosa.2012. que será equivalente a dez por cento do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento. e.09. desde que: a) na Ordem de Serviço ou na Nota Fiscal Ordem de Serviço.2013. 296. Art. o número. englobando todas as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. quando devido. a data e o valor do documento fiscal original de aquisição.RICMS 7. desde que: 194 . pela concessionária ou pela oficina credenciada ou autorizada. com destaque do imposto. observado o disposto no item 123 do Anexo I. os números. 2. o valor atribuído à peça defeituosa referido na alínea "b" do § 3º do art. por particular. 294. § 4º A nota fiscal de que trata o § 3º poderá ser emitida no último dia do período de apuração. os números dos chassis dos veículos autopropulsados e outros elementos indicativos. ou pela oficina credenciada ou autorizada. o estabelecimento concessionário ou a oficina credenciada ou a autorizada deverá emitir nota fiscal. Na devolução de mercadoria. o proprietário da mercadoria ou do veículo. deverá emitir nota fiscal indicando. Aprovado pelo Decreto n. atualizado até o Decreto n. d) o número. 295. as datas de expedição dos certificados de garantia e os termos finais de suas validades. 6. além dos demais requisitos. § 3º Na entrada da peça a ser substituída.266. 293. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça. o estabelecimento concessionário. como destinatário. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. ou oficina credenciada ou autorizada. das peças defeituosas substituídas. a discriminação das peças defeituosas substituídas. sendo neste caso dispensadas as indicações mencionadas nas suas alíneas. a série. sem destaque do imposto. será documentada por nota fiscal que deverá conter. seja efetuada após o encerramento do período de apuração.080 de 29. A remessa da parte ou peça defeituosa promovida pelo estabelecimento concessionário. c) o número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal Ordem de Serviço. se for o caso.

deverá: I . c) lançar o documento referido na alínea "a". a assinatura da pessoa que promover a devolução. na nota fiscal emitida para documentar a entrada.2013.080 de 29. 195 . o valor da operação e o motivo da devolução. modelo 1 ou 1-A. lançando-a no livro Registro de Entradas. SEÇÃO IV DA DEVOLUÇÃO POR CONTRIBUINTE INSCRITO Art.Valores Fiscais . com o destaque do imposto. b) o estabelecimento recebedor da mercadoria poderá recuperar o imposto anteriormente debitado. § 1º É assegurado ao estabelecimento que receber a mercadoria em devolução. mediante "estorno de débito".Valores Fiscais . 298.manter arquivada a 1ª via da nota fiscal emitida por ocasião da saída. II . em substituição à Nota Fiscal.Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto". O estabelecimento recebedor deverá: a) emitir nota fiscal para documentar a entrada. consignando os respectivos valores nas colunas "ICMS . que deverá conter a indicação prevista no parágrafo único. 148.2012. 6. atualizado até o Decreto n. consignando os respectivos valores na coluna "ICMS . § 2º Quando se tratar de devolução efetivada por empresa enquadrada no Simples Nacional: a) estas empresas poderão.emitir nota fiscal para documentar a entrada com menção dos dados identificativos do documento fiscal original.Operações ou Prestações com Crédito do Imposto". I . a série. se devido. em retorno.02.09. modelo 1 ou 1-A. contados da data da saída da mercadoria. ou em documento apartado. efetuar a devolução por meio da Nota Fiscal Avulsa emitida por processamento de dados NFAe.266. indicando a espécie e o número do respectivo documento de identidade. mencionando-se o número e a data do documento fiscal originário. Parágrafo único.Valores Fiscais . de 04. II .RICMS 7.o retorno se verifique dentro do prazo de sessenta dias. o crédito do imposto destacado na nota fiscal. mencionando o número. se for o caso. 297. SEÇÃO V DO RETORNO DA MERCADORIA NÃO ENTREGUE Art.Operações ou Prestações com Crédito do Imposto" ou "ICMS . O estabelecimento que devolver mercadoria emitirá Nota Fiscal.haja prova inequívoca da devolução. no livro Registro de Entradas. Aprovado pelo Decreto n. mercadoria por qualquer motivo não entregue ao destinatário. a data e o valor do documento fiscal original. conforme o caso. O estabelecimento que receber. b) colher. nos termos da Norma de Procedimento Fiscal de que trata o § 5º do art.

total ou mercadoria ou bem. PARTES E COMPONENTES Art. O disposto nesta Seção aplica-se exclusivamente às empresas nacionais da indústria aeronáutica. inexistindo disposição em contrário. às da rede de comercialização. ao emitir nota fiscal de saída.constar como destinatário o próprio remetente.exibir ao fisco. peças e componentes de uso aeronáutico destinados à aplicação. em serviços de assistência técnica.2012.266. Na operação de devolução. fora do estabelecimento. Parágrafo único. do motivo de não ter sido entregue a mercadoria. cuja 1ª via deverá conter a indicação.2013. deverá: I . quando exigido. III . no verso.RICMS 7. de aplicar-se-á. mencionadas em ato do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa e listadas em Ato COTEPE de que trata o item 1 do Anexo II (Convênio ICMS 23/2009). a mesma base de cálculo alíquota constante do documento que acobertar a operação recebimento da mercadoria ou bem (Convênio ICMS 54/2000).02. nacionais ou estrangeiras. de partes. inclusive os contábeis. de 04. manutenção e reparo de aeronaves. PARTES E COMPONENTES DE USO AERONÁUTICO SEÇÃO I DAS ENTRADAS E SAÍDAS DE PEÇAS. e às importadoras de material aeronáutico.080 de 29. Aprovado pelo Decreto n. Nas saídas internas ou interestaduais promovidas por fabricante ou oficina autorizada. comprobatórios de que a importância eventualmente debitada ao destinatário não tenha sido recebida.09. IV . o remetente. atualizado até o Decreto n. inclusive as oficinas reparadoras ou de conserto de aeronaves. 299.consignar no campo “Informações Complementares” o endereço onde se 196 . parcial. Art. O transporte da mercadoria em retorno será acompanhado pela própria nota fiscal emitida pelo remetente. efetuada pelo destinatário ou pelo transportador. 301. SEÇÃO VI DA DISPOSIÇÃO FINAL Art. II . e a mesma anterior de CAPÍTULO II DAS OPERAÇÕES COM PEÇAS. inclusive recebido em transferência.mencionar a ocorrência na via que ficou em poder do emitente ou em documento equivalente. 6. 300. todos os elementos.

266. no prazo de dez dias após a data do encerramento do Boletim de Serviço. furto ou extravio. em nome do remetente da aeronave. a que se refere o “caput”.em que a mercadoria vier a perecer. § 1º Na saída da mercadoria do estoque para aplicação na aeronave: I . com o destaque do imposto. a série e a data da nota fiscal emitida para documentar a entrada pelo fabricante ou oficina autorizada. retornará ao estabelecimento do fabricante ou oficina autorizada.09. Na hipótese de a aeronave encontrar-se no estabelecimento do fabricante ou de oficina autorizada. esses deverão emitir nota fiscal para fins de entrada da peça defeituosa substituída. § 4º A nota fiscal a que se refere o § 3° deverá ser emitida fazendo constar no campo “Informações Complementares” o número. 303.constar no campo “Informações Complementares” a expressão “Nota fiscal emitida nos termos do Convênio ICMS 23/2009”. deverá o remetente emitir nota fiscal em seu próprio nome. Art. ficando suspenso o lançamento do ICMS até o momento: I . e a expressão “Saída de peça defeituosa nos termos do Convênio ICMS 23/2009”. se devido. III . deverá ser emitida nota fiscal para fins de entrada fazendo constar no campo “Informações Complementares” o número. esse fica obrigado a emitir nota fiscal de remessa simbólica relativamente aos materiais retirados da aeronave. no prazo de dez dias após a data do encerramento do Boletim de Serviço. Aprovado pelo Decreto n. § 2º Por ocasião da entrada do material ou do bem defeituoso no estabelecimento do fabricante ou oficina autorizada. 302. a série e a data da emissão da nota fiscal prevista no § 2º.080 de 29. acompanhado do Boletim de Serviço elaborado pelo executante do serviço juntamente com a 1ª via da nota fiscal emitida por ocasião da saída prevista no “caput”. com o destaque do imposto. Na saída de partes. se devido. § 1º Na hipótese de o remetente da aeronave ser contribuinte do ICMS.RICMS 7. Art. III .2013. II . deteriorar-se ou for objeto de roubo. destinada ao fabricante ou oficina autorizada previstos no “caput”. esse fica obrigado a emitir nota fiscal de remessa simbólica relativamente aos materiais retirados da aeronave. a série e a data da emissão da nota fiscal a que se refere o § 1° com a expressão “Retorno de peça defeituosa substituída nos termos do Convênio ICMS 23/2009”. encontra a aeronave para a entrega da mercadoria.da entrada em devolução ao estabelecimento do depositante.o depositante emitirá nota fiscal contendo. § 1º O material ou o bem defeituoso. sem destaque do imposto. § 3º Na hipótese de aeronave de contribuinte do ICMS. atualizado até o Decreto n. além dos demais requisitos: 197 .2012.02.da saída para aplicação na aeronave do depositário do estoque. peças e componentes aeronáuticos para estoque próprio em poder de terceiros. de 04. § 2º A nota fiscal de que trata o § 1° deverá mencionar o número. 6. retirado da aeronave.

II . Aprovado pelo Decreto n. promovam substituição de peça em virtude de garantia. que. a) como natureza da operação: “Saída de mercadoria do estoque próprio em poder de terceiros”. § 3º Os respectivos locais de estoque próprio em poder de terceiros serão listados em Ato COTEPE. 305. 304.02. § 2º O prazo de garantia é aquele fixado no respectivo certificado. conserto ou manutenção deverá emitir nota fiscal.09. homologados pelo Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa. § 1º O disposto nesta Seção somente se aplica: a) à empresa nacional da indústria aeronáutica que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. III . além dos 198 . § 4º O estabelecimento depositante das partes. sem destaque do imposto. se devido. § 2º Somente poderão ser depositários do estoque próprio em poder de terceiros: I .oficinas autorizadas reparadoras ou de conserto de aeronaves. ou em contrato. se for o caso. observar-se-ão as disposições desta Seção (Convênio ICMS 26/2009).órgãos da administração pública direta ou indireta. realizadas por empresa nacional da indústria aeronáutica.266. b) o destaque do valor do ICMS. atualizado até o Decreto n. 6.080 de 29. por estabelecimento de rede de comercialização de produtos aeronáuticos ou por oficinas reparadoras ou de conserto e manutenção de aeronaves.RICMS 7. com permissão do fabricante. peças e componentes SEÇÃO II DAS OPERAÇÕES COM PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Art. aeronáuticos deverá manter o controle permanente de cada estoque. contado da data de sua expedição ao consumidor.ANAC.empresas aéreas registradas na Agência Nacional de Aviação Civil . Art. Até 31.2012. II . b) ao estabelecimento de rede de comercialização de produtos aeronáuticos ou à oficina reparadora ou de conserto e manutenção de aeronaves.2013.2013. de 04.12. em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia. Na entrada da peça defeituosa a ser substituída. municipal. o estabelecimento que efetuar o reparo. ou o previsto em lei. homologados pelo Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa e constantes na publicação do Ato COTEPE de que trata o item 1 do Anexo II. estadual e federal.a empresa aérea depositária do estoque registrará a nota fiscal no livro Registro de Entradas. que conterá.

§ 2º O estabelecimento remetente deve emitir nota fiscal para documentar a entrada simbólica do veículo. desde que.09. A nota fiscal de que trata o art. que será equivalente a oitenta por cento do preço de venda da peça nova praticado pelo fabricante. Os veículos autopropulsados faturados pelo fabricante de veículos e suas filiais. 308.2013.2012. considera-se estabelecimento remetente o estabelecimento do fabricante de veículos ou suas filiais. Na saída da peça nova em substituição à defeituosa.o número. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. CAPÍTULO III DAS OPERAÇÕES DE RETORNO SIMBÓLICO DE VEÍCULOS AUTOPROPULSADOS Art. podem ser objeto de novo faturamento.o número. ou a identificação do contrato.02.o número de série da aeronave. 6. ou a identificação do contrato. 305 poderá ser emitida no último dia do período de apuração. as seguintes indicações: I . demais requisitos.a discriminação da peça defeituosa substituída.o número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal Ordem de Serviço. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade.080 de 29. Ficam isentas do ICMS as remessas descritas no item 4 do Anexo I deste Regulamento. o remetente deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário ou o arrendatário da aeronave. sem que retornem fisicamente ao estabelecimento remetente (Ajuste SINIEF 11/2011). Aprovado pelo Decreto n. que devam retornar ao estabelecimento remetente em razão de alteração de destinatário. Art. II . § 1º Para efeitos deste Capítulo.RICMS 7. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período. com menção aos dados identificadores do documento fiscal 199 . Parágrafo único. 307. Art. 309. sem destaque do imposto.a discriminação da peça defeituosa. III . II .266. por valor igual ou superior ao faturado no documento fiscal originário. na Ordem de Serviço ou na nota fiscal. conste: I . Art. III . atualizado até o Decreto n. IV . de 04. 306.o valor atribuído à peça defeituosa. 305. A adoção na nota fiscal nos termos deste artigo dispensa as indicações referidas nos incisos I e IV do art.

Na saída de mercadoria em retorno ao estabelecimento depositante. no ato da saída da mercadoria. no respectivo documento fiscal. registrando no livro Registro de Entradas.09.12.Retorno de mercadoria depositada". bem como constar a seguinte expressão: “Nota Fiscal de novo faturamento. Ajuste SINIEF 04/1978): I . CAPÍTULO IV DAS OPERAÇÕES COM DEPÓSITO FECHADO Art.o destaque do imposto. Na saída de mercadoria armazenada em depósito fechado. 22 do Convênio SINIEF s/n. Art.o valor da operação. com destino a outro estabelecimento.o valor da mercadoria. deste. Art.12. o depósito fechado. II .a natureza da operação "Outras saídas . de 04. estadual e no CNPJ. III .1970): I .080 de 29.02. o disposto neste Capítulo se aplica somente no caso de o novo destinatário retirar o veículo em concessionária da mesma unidade federada daquela envolvida na operação anterior. ainda que da mesma empresa. 24 do Convênio SINIEF s/n. com destino a depósito fechado do próprio contribuinte será emitida nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. 23 do Convênio SINIEF s/n.2013.1970): I . Aprovado pelo Decreto n. 312.RICMS 7. deverá ser referenciado o documento fiscal da operação originária. Na saída de mercadoria.266. remetida por depósito fechado. § 1º Na hipótese deste artigo. sem destaque do valor do 200 . § 4º Na hipótese da Seção XVI do Anexo X.a natureza da operação "Outras saídas . especialmente (art. atualizado até o Decreto n. emitida nos termos do Ajuste SINIEF 11/2011”.a indicação de que a mercadoria será retirada do depósito fechado. 311.1970. este emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. 310. § 3º Quando ocorrer o novo faturamento do veículo. de 15. em operações internas. se devido. emitirá nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. II . objeto de retorno simbólico.a natureza da operação.2012. de 15. II . especialmente (art.12. original. de 15.o valor da mercadoria. o estabelecimento depositante emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. 6.Remessa para depósito fechado". IV . especialmente (art.

à vista da via adicional de cada nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. do depósito fechado. mencionando. na forma do art. § 2º O estabelecimento depositante deverá: a) registrar a nota fiscal no livro Registro de Entradas. especialmente: a) o valor da mercadoria. contendo resumo diário das saídas mencionadas neste artigo. 310. dentro de dez dias. Na saída de mercadoria para entrega a depósito fechado.RICMS 7.02.o local da entrega. no seu transporte. contados da saída efetiva da mercadoria do depósito fechado. na nota fiscal referida na alínea anterior. o endereço e os números de inscrição. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado. o endereço e os números de inscrição.1970): I . b) emitir nota fiscal relativa à saída simbólica. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no depósito fechado. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no depósito fechado. contendo os requisitos exigidos e. destinadas a acompanhar a mercadoria. e a data da emissão da nota fiscal a que se refere o parágrafo anterior. § 5º Na hipótese do § 1º poderá ser emitida nota fiscal de retorno simbólico. o estabelecimento depositante.266. imposto. ambos localizados neste Estado e pertencentes à mesma empresa.080 de 29. de 15. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. no verso das vias da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. § 1º O depósito fechado deverá: a) registrar a nota fiscal que acompanhou a mercadoria no livro Registro de Entradas. que permanecerá arquivada no depósito fechado. o estabelecimento destinatário será considerado depositante. 201 . dentro de dez dias. se for o caso. § 2º O depósito fechado indicará.12.09. Aprovado pelo Decreto n. ainda. Art. b) mencionar a data da entrada efetiva da mercadoria. do estabelecimento a que se destinar a mercadoria. por conta e ordem do estabelecimento destinatário. a data da sua efetiva saída. o número. e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. remetendo-a ao estabelecimento depositante. a série.como destinatário. c) o número e a série. da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. b) a natureza da operação "Outras saídas . 6. dispensada a obrigação prevista na alínea "d" do parágrafo mencionado. § 4º A mercadoria será acompanhada.2012. estadual e no CNPJ. II . se for o caso. d) o nome.Retorno simbólico de mercadoria depositada". atualizado até o Decreto n. o número e a data do documento fiscal emitido pelo remetente. indicando (art. estadual e no CNPJ. devendo o remetente emitir nota fiscal contendo os requisitos exigidos.2013. 313. 25 do Convênio SINIEF s/n. de 04. § 3º A nota fiscal a que alude o § 1º será enviada ao estabelecimento depositante. dentro de dez dias.

este emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. localizado no mesmo Estado do estabelecimento remetente.o valor da operação. § 1º Na hipótese deste artigo. IV . c) remeter a nota fiscal aludida na alínea anterior ao depósito fechado. ainda que da mesma empresa. Na saída da mercadoria referida no artigo anterior.12. deste.a natureza da operação "Outras saídas . quando cabível.266. contados da respectiva emissão. II . 28 do Convênio SINIEF s/n. de 15.1970): I . este emitirá Nota Fiscal de Produtor. II . o armazém geral emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. § 4º Todo e qualquer crédito do imposto. 6.o valor da mercadoria. o depositante emitirá nota fiscal em nome do destinatário. Art. dentro de cinco dias. especialmente (art. se for o caso. Aprovado pelo Decreto n.o valor da mercadoria. contendo os requisitos exigidos e. Art.RICMS 7. atualizado até o Decreto n.1970): I .1970): I . de 04. especialmente (art. 27 do Convênio SINIEF s/n.12. 202 . Na saída de mercadoria depositada em armazém geral. 315.a natureza da operação "Outras saídas . no ato da saída da mercadoria. o armazém geral. se o depositante for produtor. se devido. Na saída de mercadoria para depósito em armazém geral.12. de 15.2013. de 15.09. relativamente ao lançamento previsto na alínea "a" do § 1º. e a data da nota fiscal referida na alínea "b" do parágrafo anterior.02. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. II .a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral.Retorno de mercadoria depositada". § 3º O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do livro Registro de Entradas. com destino a outro estabelecimento. especialmente (art. 316. estadual e no CNPJ.080 de 29. Parágrafo único. situado no mesmo Estado do estabelecimento depositante. 26 do Convênio SINIEF s/n. CAPÍTULO V DAS OPERAÇÕES COM ARMAZÉM GERAL Art.Remessa para depósito". Na hipótese deste artigo. a série. em retorno ao estabelecimento depositante. o número.2012. será conferido ao estabelecimento depositante. 314. III .o destaque do imposto.a natureza da operação.

o endereço e os números de inscrição. a série. contendo os requisitos exigidos e.RICMS 7. na forma do "caput" deste artigo. bem como o nome e o endereço do produtor. contados da saída efetiva da mercadoria do armazém geral. d) o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso III. Na hipótese do artigo anterior. especialmente: a) o valor da mercadoria.080 de 29.1970): I . e a data da emissão da nota fiscal a que se refere o parágrafo anterior.02. conforme o caso: a) da data da guia de recolhimento e da identificação do respectivo órgão arrecadador.12. 203 . mencionando-se o endereço e os números de inscrição. § 1º O armazém geral. b) a natureza da operação: “Outras saídas .remessa simbólica por conta e ordem de terceiros” (Ajuste SINIEF 14/2009). atualizado até o Decreto n. o número. § 3º A nota fiscal a que alude o § 1º será enviada ao estabelecimento depositante.266. especialmente: a) o valor da operação. IV . se o depositante for produtor. c) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo.a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral. II . quando couber ao produtor recolher o imposto. b) de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. c) o número. estadual e no CNPJ. d) o nome.Retorno simbólico de mercadoria Art. a natureza da operação "Outras saídas .a natureza da operação. no seu transporte. 6. no verso das vias da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. deste. Aprovado pelo Decreto n. da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. destinadas a acompanhar a mercadoria. contendo os requisitos exigidos e. § 2º O armazém geral indicará. § 4º A mercadoria será acompanhada. 317. estadual e no CNPJ. do estabelecimento a que se destinar a mercadoria. a série. de 15. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. 29 do Convênio SINIEF s/n. em nome do estabelecimento destinatário. dentro de dez dias. e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. contendo os requisitos exigidos e. na forma do "caput" deste artigo. este emitirá Nota Fiscal de Produtor.2012. se for o caso. de 04.a indicação. sem destaque do valor do imposto.o valor da operação. III . emitirá nota fiscal em nome do estabelecimento destinatário. especialmente (art. se for o caso. b) depositada". no ato da saída da mercadoria. emitirá nota fiscal em nome do estabelecimento depositante.09. que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor.2013. a data da sua efetiva saída.

estadual e no CNPJ. no seu transporte. situado em Estado diverso daquele do estabelecimento depositante.12. Na saída de mercadoria depositada em armazém geral. b) nota fiscal em nome do estabelecimento depositante.080 de 29. que corresponderá àquele atribuído por ocasião da sua entrada no armazém geral. III .a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral. bem como o nome. a natureza da operação "Outras saídas . o endereço e os números de inscrição. 4. o armazém geral. com a declaração "O recolhimento do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". 30 do Convênio SINIEF s/n. deste.2012. sendo o caso. § 1º Na nota fiscal emitida pelo depositante. o destaque do imposto. se for o caso. de 15. contendo os requisitos exigidos e. b) o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso III. estadual e no CNPJ. o valor da operação. no ato da saída da mercadoria.2013. com destino a outro estabelecimento. emitirá nota fiscal para documentar a entrada contendo os requisitos exigidos e.1970): I . na forma deste artigo.RICMS 7. a série. II . 318. e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. emitirá: a) nota fiscal em nome do estabelecimento destinatário. o valor da mercadoria.Remessa por conta e ordem de terceiros". que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. § 3º O estabelecimento destinatário. especialmente: a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. ainda que da mesma empresa. § 2º Na hipótese deste artigo.o valor da operação. o depositante emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. pelo estabelecimento depositante. a natureza da operação "Outras saídas . Art. se devido. na forma do "caput" deste artigo. 2. 2. estadual e no CNPJ. 6. 3.02. deste. ao receber a mercadoria. sem destaque do valor do imposto. da Nota Fiscal de Produtor referida no "caput" deste artigo e da nota fiscal mencionada no parágrafo anterior. não será efetuado o destaque do imposto. c) o número. de 04. bem como o nome. atualizado até o Decreto n. contendo os requisitos exigidos e. § 2º A mercadoria será acompanhada. especialmente: 1. e a data da nota fiscal emitida na forma do § 1º pelo armazém geral. a série. mencionando-se o endereço e os números de inscrição.a natureza da operação. especialmente: 1. deste. o número.266. especialmente (art.09. Aprovado pelo Decreto n.Retorno simbólico de mercadoria 204 . o endereço e os números de inscrição.

a série. quando admitido. § 4º A nota fiscal a que se refere a alínea "b" do § 2º será enviada ao estabelecimento depositante. da Nota Fiscal de Produtor referida no "caput" deste artigo e da nota fiscal mencionada no parágrafo anterior. bem como o nome e o endereço do produtor. 31 do Convênio SINIEF s/n. no livro Registro de Entradas. ao receber a mercadoria. § 5º O estabelecimento destinatário. III . estadual e no CNPJ.12. a série. especialmente: 205 . acrescentando. pelo estabelecimento depositante.266. § 1º O armazém geral. deste. mencionando-se o endereço e os números de inscrição.2013. se devido. na forma do "caput" deste artigo. bem como o nome. Na hipótese do artigo anterior. e a data da emissão da nota fiscal referida na alínea "a". sendo o caso. 319. das notas fiscais referidas no "caput" deste artigo e na alínea "a" do parágrafo anterior. emitirá nota fiscal para documentar a entrada contendo os requisitos exigidos e. o número. contendo os requisitos exigidos e. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor.02. sendo o caso. se o depositante for produtor. e o número. o endereço e os números de inscrição. com a declaração "O pagamento do ICMS é de responsabilidade do armazém geral".2012. registrará. também. se devido. a série e subsérie e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. e a data da nota fiscal a que alude a alínea "a" do § 2º. § 2º A mercadoria será acompanhada. Art. dentro de dez dias.1970): I . este emitirá Nota Fiscal de Produtor.09. II . do armazém geral. § 3º A mercadoria será acompanhada. 3. no seu transporte. nas colunas próprias. c) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. atualizado até o Decreto n. na coluna "Observações". o crédito do imposto pago pelo armazém geral. 4.Remessa por conta e ordem de terceiros".080 de 29.RICMS 7. contados da saída efetiva da mercadoria do armazém geral. § 3º O estabelecimento destinatário. IV . lançando. ao receber a mercadoria. bem como o nome. b) a natureza da operação "Outras saídas . o número. o nome.o valor da operação. especialmente: a) o valor da operação. no seu transporte. em nome do estabelecimento destinatário. estadual e no CNPJ. depositada". será recolhido pelo armazém geral. estadual e no CNPJ. d) o destaque do imposto. a nota fiscal a que se refere o "caput" deste artigo. de 15. de 04. estadual e no CNPJ. no ato da saída da mercadoria. emitirá nota fiscal em nome do estabelecimento destinatário. Aprovado pelo Decreto n. do estabelecimento destinatário. deste. 6. contendo os requisitos exigidos e.a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral. o endereço e os números de inscrição.a natureza da operação. o endereço e os números de inscrição. especialmente (art.a declaração de que o imposto.

na forma do art. se devido.2013. 314. bem como o nome.2012. o endereço e os números de inscrição. do armazém geral.266. dentro de dez dias. de 15.080 de 29. b) mencionar a data da entrada efetiva da mercadoria na nota fiscal referida na alínea anterior. o armazém geral registrará. estadual e no CNPJ. sendo o caso. o endereço e os números de inscrição. remetendo-a ao estabelecimento depositante. o estabelecimento depositante. atualizado até o Decreto n. Aprovado pelo Decreto n. c) o valor do imposto.a natureza da operação. contados da data da sua emissão. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral. quando cabível. dentro de dez dias. o número. em seu livro Registro de Entradas. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral. V . fazendo constar o número e a data do documento fiscal emitido pelo remetente. II . a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. § 5º Quando o estabelecimento depositante for usuário de Nota Fiscal Eletrônica NF-e. b) emitir nota fiscal relativa à saída simbólica.o valor da operação. Art. Na saída de mercadoria para entrega em armazém geral localizado no mesmo Estado do estabelecimento destinatário. e a data da emissão da nota fiscal referida na alínea "b" do parágrafo anterior.o destaque do valor do imposto. IV . c) remeter a nota fiscal aludida na alínea anterior ao armazém geral. devendo o remetente emitir nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. em substituição àquela prevista na alínea 206 .o local da entrega. § 3º O armazém geral deverá acrescentar na coluna "Observações" do livro Registro de Entradas. § 1º O armazém geral deverá: a) registrar a nota fiscal que acompanhou a mercadoria no livro Registro de Entradas.1970): I . 320. III .como destinatário. 32 do Convênio SINIEF s/n. destacado na nota fiscal emitida na forma do § 1º. § 2º O estabelecimento depositante deverá: a) registrar a nota fiscal no livro Registro de Entradas.02. a série e subsérie e a data da nota fiscal emitida na forma do § 1º pelo armazém geral.RICMS 7. este será considerado depositante. b) o número. se devido. dentro de cinco dias. relativamente ao lançamento previsto na alínea "a" do § 1º. a série. a nota fiscal de saída simbólica emitida nos termos da alínea “b” do § 2º. especialmente (art. § 4º Todo e qualquer crédito do imposto.12. será conferido ao estabelecimento depositante. de 04. 6. deste.09. estadual e no CNPJ.

6. este deverá emitir Nota Fiscal de Produtor.a natureza da operação. 321. o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso V. § 2º O estabelecimento depositante deverá: a) emitir nota fiscal para documentar a entrada.09.266. dentro de cinco dias. a série.080 de 29. § 1º O armazém geral deverá: a) registrar a Nota Fiscal de Produtor que acompanhou a mercadoria. o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo.12. e a data da nota fiscal referida na alínea "b" do parágrafo anterior. § 4º Todo e qualquer crédito do imposto. contendo os requisitos exigidos e. do armazém geral. a indicação de ter sido a mercadoria entregue no armazém mencionando-se o endereço e os números de inscrição. fazendo constar os números e as datas da Nota Fiscal de Produtor e da nota fiscal emitida para documentar a entrada. especialmente: 1. o estabelecimento depositante. IV .o local da entrega. sendo o caso. será conferido ao estabelecimento depositante.1970): I . no livro Registro de Entradas. Aprovado pelo Decreto n. c) remeter a nota fiscal aludida na alínea anterior ao armazém geral. na Nota Fiscal de Produtor referida na alínea anterior. deste. o endereço e os números de inscrição. b) mencionar a data da entrada efetiva da mercadoria. conforme o caso: a) da data da guia de recolhimento e a identificação do respectivo órgão arrecadador. geral. b) de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. 3. Art. relativamente ao lançamento previsto na alínea "a" do § 1º. b) emitir nota fiscal relativa à saída simbólica. “a” do § 1º.o valor da operação.02. estadual e no CNPJ. quando cabível. de 15. 33 do Convênio SINIEF s/n. § 3º O armazém geral deverá acrescentar na coluna "Observações" do livro Registro de Entradas.a indicação. 207 . especialmente (art. de 04. Na hipótese do artigo anterior. 314.RICMS 7.como destinatário. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral.2013. contendo os requisitos exigidos e. se o remetente for produtor. quando couber ao produtor recolher o imposto. o número. III . estadual e no CNPJ. dentro de dez dias. remetendo-a ao estabelecimento depositante. na forma do art. contados da data da sua emissão. atualizado até o Decreto n.2012. 2. V . II .

especialmente: a) como destinatário.1970): I . estadual e no CNPJ. b) o valor da operação. a série. Aprovado pelo Decreto n.02. Art.2013.emitir nota fiscal para o armazém geral. contendo os requisitos exigidos e. bem como o nome.RICMS 7. Na saída de mercadoria para entrega em armazém geral. se devido. de 15. deste. especialmente: a) o valor da operação. de 15. relativa à saída simbólica. estadual e no CNPJ.12. estadual e no CNPJ.12. 323. a fim de acompanhar o transporte da mercadoria. sendo o caso e a data da emissão da nota fiscal a que alude o inciso II. localizado em Estado diverso daquele do estabelecimento destinatário. indicando na coluna "Observações" o número.09. se devido.Remessa para depósito por conta e ordem de terceiros". sendo o caso. do estabelecimento remetente. o endereço e os números de inscrição.2012. e a data da nota fiscal emitida na forma do inciso I. de 04. do estabelecimento destinatário e depositante. 322.Remessa para depósito. deverá emitir nota fiscal para este. b) a natureza da operação "Outras saídas . o endereço e os números de inscrição. d) a indicação de ter sido a mercadoria entregue diretamente no armazém geral. sendo o caso. dentro de dez dias. contendo os requisitos exigidos e. sem destaque do imposto. atualizado até o Decreto n. d) o número. 6. se o remetente for produtor. bem como o nome. mencionando-se o número.emitir nota fiscal. dentro de cinco dias. § 3º O armazém geral registrará a nota fiscal referida no § 1º no livro Registro de Entradas. e) o destaque do valor do imposto.1970): 208 . c) o destaque do valor do imposto. pelo estabelecimento remetente. II . c) a natureza da operação. Art. o endereço e os números de inscrição. contados da data da sua emissão. 35 do Convênio SINIEF s/n. b) a natureza da operação "Outras saídas . este será considerado depositante. 34 do Convênio SINIEF s/n. este deverá (art. estadual e no CNPJ. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral. a série. d) o local da entrega. o estabelecimento depositante. § 1º O estabelecimento destinatário e depositante. especialmente: a) o valor da operação. devendo o remetente (art. o endereço e os números de inscrição. c) o nome. do armazém geral. contendo os requisitos exigidos e. Na hipótese do artigo anterior.080 de 29.266. a série. § 2º A nota fiscal referida no parágrafo anterior deverá ser remetida ao armazém geral. e a data da emissão da nota fiscal referida no inciso anterior.

especialmente: 1. contendo os requisitos exigidos e. a fim de acompanhar o transporte da mercadoria. do código do agente arrecadador e da data da guia de recolhimento. d) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor referida no inciso anterior. 2.Remessa para depósito". atualizado até o Decreto n. o valor da operação. 3. 3. 2. especialmente: a) o valor da operação. o destaque do valor do imposto.02. e) a indicação.emitir Nota Fiscal de Produtor para o armazém geral. 2. de 04.Remessa para depósito por conta e ordem de terceiros". e) a indicação. especialmente: 1. conforme o caso: 1. do estabelecimento destinatário e depositante. b) a natureza da operação "Outras saídas . estadual e no CNPJ. se devido. § 1º O estabelecimento destinatário e depositante deverá: a) emitir nota fiscal para documentar a entrada contendo os requisitos exigidos e. a) como destinatário. a natureza da operação "Outras saídas .2012. b) emitir nota fiscal para o armazém geral. o estabelecimento depositante. 209 . estadual e do CNPJ. Aprovado pelo Decreto n. a indicação de ter sido a mercadoria entregue diretamente no armazém geral. o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do inciso I. 4. conforme o caso: 1. a indicação de ter sido a mercadoria entregue diretamente no armazém geral. b) o valor da operação. quando couber ao produtor recolher o imposto. do código do agente arrecadador e da data da guia de recolhimento. o endereço e os números de inscrição.09. o endereço e os números de inscrição.2013. de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. 2. estadual e no CNPJ. dentro de dez dias. II . I especialmente: - emitir Nota Fiscal de Produtor contendo os requisitos exigidos e. do armazém geral.266. c) a natureza da operação. 6. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no referido armazém. contendo os requisitos exigidos e. deste. relativa à saída simbólica. d) o local da entrega. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "e" do inciso I. de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. c) o nome.RICMS 7.080 de 29. quando couber ao produtor recolher o imposto.

§ 2º O armazém geral registrará a nota fiscal referida na alínea "b" do parágrafo anterior no livro Registro de Entradas. se devido.09. e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente na forma do "caput" deste artigo.2013. situado no mesmo Estado do estabelecimento depositante e transmitente. d) o nome. atualizado até o Decreto n. § 4º No prazo referido no parágrafo anterior. quando esta permanecer no armazém geral. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. sem destaque do valor do imposto. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. 324. de 04.a natureza da operação.RICMS 7.o destaque do valor do imposto. que corresponderá àquele atribuído por ocasião da sua entrada no armazém geral. 36 do Convênio SINIEF s/n.o valor da operação. c) o número. o endereço e os números de inscrição. II . contendo os requisitos exigidos e. dentro de dez dias. dentro de dez dias. que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente na forma do "caput" deste artigo. especialmente: a) o valor da mercadoria. indicando na coluna "Observações". especialmente (art. de 15. contados da data da sua emissão. dentro de cinco dias. c) remeter a nota fiscal aludida na alínea anterior ao armazém geral.080 de 29. o armazém geral emitirá nota fiscal para o estabelecimento depositante e transmitente. bem como o nome e o endereço do produtor. deste. a série.2012. § 1º Na hipótese deste artigo. sem destaque do valor do imposto. bem como o nome e o endereço do produtor remetente. contendo os requisitos exigidos e. este emitirá nota fiscal para o estabelecimento adquirente.a indicação de que a mercadoria encontra-se depositada no armazém geral. o estabelecimento adquirente emitirá nota fiscal para o armazém geral. b) a natureza da operação "Outras saídas .Retorno simbólico de mercadoria depositada".Remessa simbólica de mercadoria depositada". especialmente: a) o valor da mercadoria. III . 6. IV . contados da data da sua emissão. estadual e no CNPJ. § 3º O estabelecimento adquirente deverá registrar a nota fiscal referida no "caput" deste artigo. § 2º A nota fiscal a que alude o parágrafo anterior será enviada ao estabelecimento depositante e transmitente. 210 . Aprovado pelo Decreto n.266.02. contendo os requisitos exigidos e. mencionando-se o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do inciso I. estadual e no CNPJ. o número e a data da Nota Fiscal de Produtor a que alude o inciso II.1970): I . b) a natureza da operação "Outras saídas . contados da data da sua emissão. Art. No caso de transmissão de propriedade de mercadoria.12. do estabelecimento adquirente. no livro Registro de Entradas. sendo o caso.

quando couber ao produtor recolher o imposto. o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. c) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. atualizado até o Decreto n. III . Aprovado pelo Decreto n.o valor da operação.1970): I .266. contados da data do seu recebimento.a natureza da operação. ao armazém geral. deste.12. b) a natureza da operação "Outras saídas . mencionando-se o endereço e os números de inscrição.080 de 29. que corresponderá ao da Nota Fiscal de Produtor. bem como o nome. se o depositante e transmitente for produtor. IV . especialmente: 1. será efetuado o destaque do valor do imposto. § 1º Na hipótese deste artigo. o endereço e os números de inscrição. contados da data da sua emissão. de 04. sem destaque do valor do imposto. o armazém geral emitirá nota fiscal para o estabelecimento adquirente. deste. d) o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso III. contendo os requisitos exigidos e. Art.02. contendo os requisitos exigidos e. contendo os requisitos exigidos e.09. pelo estabelecimento depositante e transmitente.a indicação de que a mercadoria encontra-se depositada em armazém geral. 2. a indicação de que a mercadoria encontra-se depositada em armazém geral. 37 do Convênio SINIEF s/n. e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo.RICMS 7. 3. § 5º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado fora do território paranaense. se devido. § 6º A nota fiscal a que alude o § 4º será enviada. especialmente (art. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. a série. bem como o nome e o endereço do produtor. § 2º O estabelecimento adquirente deverá: a) emitir nota fiscal para documentar a entrada.Remessa por conta e ordem de terceiros". b) de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. dentro de cinco dias. estadual e no CNPJ. 6.2012. de 15. este deverá emitir Nota Fiscal de Produtor para o estabelecimento adquirente. estadual e no CNPJ. na nota fiscal a que se refere o parágrafo anterior. 211 . sendo o caso. o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso III. dentro de cinco dias. Na hipótese do artigo anterior. conforme o caso: a) da data da guia de recolhimento e a identificação do respectivo órgão arrecadador. c) o número. 325. II .a indicação. emitida na forma do "caput" deste artigo.2013. especialmente: a) o valor da operação.

o endereço e os números de inscrição. sendo o caso. a natureza da operação "Outras saídas .2012. b) nota fiscal para o estabelecimento adquirente. especialmente: 1. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. 6. deste. § 4º A nota fiscal a que alude a alínea "b" do § 2º será enviada. 326. b) emitir. do estabelecimento adquirente. contendo os requisitos exigidos e. Art.a natureza da operação.09. 4. § 3º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado fora do território paranaense. contados da data da sua emissão.1970): I . contados da data do seu recebimento.02. Aprovado pelo Decreto n. o nome. ao armazém geral. o valor da mercadoria. dentro de cinco dias. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. No caso de transmissão de propriedade de mercadoria. o valor da operação.o valor da operação. o armazém geral emitirá: a) nota fiscal para o estabelecimento depositante e transmitente. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. de 15. de 04. na mesma data nota fiscal emitida para documentar a entrada. na forma do "caput" deste artigo. contendo os requisitos exigidos e. 212 . estadual e no CNPJ. a série. especialmente (art. III . nota fiscal para o armazém geral.a indicação de que a mercadoria encontra-se depositada em armazém geral. 2. os números e as datas da Nota Fiscal de Produtor e da nota fiscal emitida para documentar a entrada. deste.12. 2. que corresponderá àquele atribuído por ocasião da sua entrada no armazém geral. sem destaque do valor do imposto.Remessa simbólica de mercadorias depositadas". quando esta permanecer em armazém geral situado em Estado diverso daquele do estabelecimento depositante e transmitente. na forma do "caput" deste artigo. estadual e no CNPJ. II .RICMS 7. na nota fiscal a que se refere a alínea "b" do parágrafo anterior.2013.080 de 29. 3. e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente. sem destaque do valor do imposto. o número. este emitirá nota fiscal para o estabelecimento adquirente. estadual e no CNPJ. sem destaque do valor do imposto. 3. se devido. dentro de cinco dias.266. que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente. será efetuado o destaque do valor do imposto. bem como o nome e o endereço do produtor.Retorno simbólico de mercadoria depositada". o valor da operação. especialmente: 1. § 1º Na hipótese deste artigo. a natureza da operação "Outras saídas . 38 do Convênio SINIEF s/n. especialmente: 1. contendo os requisitos exigidos e. atualizado até o Decreto n. que corresponderá ao da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. contendo os requisitos exigidos e.

a série. e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. para simples faturamento. contados da data do seu recebimento. 2. Aprovado pelo Decreto n. e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. atualizado até o Decreto n. o endereço e os números de inscrição. se devido.1970). estadual e no CNPJ. acrescentando na coluna "Observações" o número. § 4º No prazo referido no parágrafo anterior. § 6º A nota fiscal a que alude o § 4º será enviada. estadual e no CNPJ. do estabelecimento depositante e transmitente. ao estabelecimento depositante e transmitente. contendo os requisitos exigidos e.080 de 29. § 5º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado fora do território paranaense. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. pelo estabelecimento depositante e transmitente. contados da data da sua emissão. c) o número. o número. contados da data da sua emissão. dentro de cinco dias.2012. dentro de cinco dias. se o depositante e transmitente for produtor. e a data da emissão da nota fiscal referida no "caput" deste artigo. bem como o nome. § 3º A nota fiscal a que alude a alínea "b" do § 1º será enviada. 213 . CAPÍTULO VI DAS OPERAÇÕES DE VENDA À ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Art. Na venda à ordem ou para entrega futura. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. o endereço e os números de inscrição. dentro de cinco dias. o endereço e os números de inscrição.Remessa simbólica de mercadoria depositada". Art. ao armazém geral. deste. 39 do Convênio SINIEF s/n.02. 328. sendo o caso.RICMS 7. sendo o caso. b) a natureza da operação "Outras saídas . contados da data do seu recebimento. que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente. dentro de cinco dias.12. § 2º A nota fiscal a que alude a alínea "a" do parágrafo anterior será enviada dentro de cinco dias. de 04. estadual e no CNPJ. 325 (art. na nota fiscal a que se refere o parágrafo anterior será efetuado o destaque do valor do imposto.266. o estabelecimento adquirente emitirá nota fiscal para o armazém geral. 3. deste. 4. especialmente: a) o valor da operação. Na hipótese do artigo anterior. vedado o destaque do ICMS (art. de 15. bem como o nome. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. ao estabelecimento adquirente. dentro de cinco dias. o destaque do valor do imposto. contados da data da sua emissão. 6. pelo estabelecimento depositante e transmitente. 327.Transmissão de propriedade de mercadoria por conta e ordem de terceiros". sem destaque do valor do imposto. contados da data do seu recebimento. na forma do "caput" deste artigo. poderá ser emitida nota fiscal. se devido. a natureza da operação "Outras saídas .09. a série. bem como o nome. a série.2013. sendo o caso. aplicar-se-á o disposto no art.

Nas saídas internas ou interestaduais de mercadoria para realização de operações fora do estabelecimento.Venda à ordem". e a data da emissão da nota fiscal de que trata a alínea anterior. de 15. em conexão com estabelecimento fixo. na qual. na qual.080 de 29. do seu emitente. de 15. sendo o caso. o número. inclusive por meio de veículo. sem destaque do imposto. indicando-se. quando devido. sem destinatário certo. em nome do adquirente original. 329. a série. o número. por ocasião da entrega global ou parcial da mercadoria a terceiros. além dos requisitos exigidos. com destaque do ICMS. 41 do Convênio SINIEF s/n. com destaque do valor do imposto. em nome do destinatário. com destaque valor do imposto. § 2º No caso de venda para entrega futura.09. o endereço e os números de inscrição. além dos requisitos exigidos. do estabelecimento que irá promover a remessa da mercadoria. 2. estadual e no CNPJ. bem como o nome.2013.RICMS 7. atualizado até o Decreto n. como natureza operação "Remessa . conterá (art. o nome. § 4º No caso de venda à ordem. de 04. o ICMS será debitado por ocasião da efetiva saída da mercadoria. calculado com a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o valor total da mercadoria. para acompanhar o transporte da mercadoria. 6. deverá ser emitida nota fiscal: a) pelo adquirente original. Ajustes SINIEF 01/1987 e 01/1991).o destaque do imposto.Entrega Futura". Aprovado pelo Decreto n.266. em nome do destinatário. ou do da da § 3º Na hipótese do parágrafo anterior. a data e o valor da operação nota fiscal relativa ao simples faturamento. b) pelo vendedor remetente: 1.12.02. 214 . quando devido. o endereço e os números de inscrição. como natureza da operação. consignando-se. por ocasião da efetiva saída global parcial da mercadoria. a qual. § 1º Na hipótese deste artigo. como natureza da operação.1970): I . o vendedor emitirá nota fiscal em nome do adquirente. o contribuinte emitirá nota fiscal para acompanhar a mercadoria no seu transporte.2012. "Remessa por conta e ordem de terceiros". além dos requisitos exigidos. bem como o número. além dos requisitos exigidos. além dos requisitos exigidos. estadual e no CNPJ. quando devido. constarão. sendo o caso. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES SOBRE VENDA AMBULANTE SEÇÃO I OPERAÇÕES REALIZADAS POR CONTRIBUINTE INSCRITO NO CAD/ICMS Art. e a data da emissão da nota fiscal prevista no item anterior. "Remessa simbólica . o imposto deverá ser calculado com a observância do disposto no § 6º do art. 6º. constarão.12.1970. a série. 40 do Convênio SINIEF s/n.

proporcionalmente às operações interestaduais realizadas. sendo o caso. A nota fiscal referida neste artigo deverá ser escriturada na coluna "Observações" do livro Registro de Saídas. 150. II . de 04. observando-se quanto ao prazo de recolhimento o disposto no inciso XXII do art. mediante emissão de nota fiscal complementar. por ocasião do retorno do veículo. 215 . o contribuinte.080 de 29. 160 (art. sendo o caso. Aprovado pelo Decreto n. III .09. fornecerá a este documento comprobatório de sua condição. que conterá: a) o valor total das operações realizadas em outro Estado. 331.a natureza da operação "Venda Ambulante".1970).a natureza da operação "Remessa para venda ambulante . indicando-se o número e a série.Nota Geral". Art. que além dos requisitos exigidos. com a aplicação da respectiva alíquota vigente sobre o valor das operações efetuadas em seu território. II . mediante nota fiscal para esse fim emitida. Parágrafo único. por intermédio de preposto. atualizado até o Decreto n. § 3º O contribuinte que operar de conformidade com este artigo. § 2º O crédito de que trata o parágrafo anterior deverá ocorrer no mês em que retornar o veículo mediante a emissão de nota fiscal para documentar a entrada.2013.a indicação dos números e das respectivas séries.12.o número. calculado à alíquota aplicável às operações interestaduais realizadas entre contribuintes. de 15. No retorno de mercadoria remetida para venda fora do estabelecimento. 54 do Convênio SINIEF s/n.02. 330. ressalvadas as hipóteses previstas no inciso II do mesmo artigo. b) o número e a série. 259. poderá creditar-se desta parcela. deverá ser emitida nota fiscal.RICMS 7. o contribuinte deverá efetuar a complementação do imposto. se a alíquota interna for inferior à interestadual. a série. c) o montante do imposto devido a outro Estado. e a data da emissão da nota fiscal geral. § 1º A nota fiscal geral será registrada no livro Registro de Saídas de acordo com as regras estabelecidas no § 3º do art. das notas fiscais emitidas por ocasião da venda efetiva da mercadoria. IV .o número e a data do romaneio de que trata o § 8º do art. será emitida nota fiscal para documentar a entrada de acordo com a alínea "d" do inciso I do art. conterá: I . 329. quando for o caso. desde que possa comprovar o pagamento do imposto no Estado de destino. sendo o caso. 75. § 1º Relativamente às operações realizadas fora do território paranaense. cujo valor não excederá à diferença entre o destacado na nota fiscal geral.2012. § 2º Na hipótese de venda da mercadoria por preço superior ao que serviu de base de cálculo para pagamento do imposto. das notas fiscais a serem emitidas por ocasião da entrega da mercadoria.266. e o devido a este Estado. § 4º Para os efeitos do inciso I. Fiscal Art. Por ocasião da venda da mercadoria. sobre a diferença será também debitado o imposto. observado o disposto no § 4º do art. 6. sendo o caso.

sem qualquer dedução e sem prejuízo da penalidade cabível. presume-se destinada à entrega neste Estado. inclusive por meio de veículo.2012. § 4º. Na entrega a ser realizada em território paranaense de mercadoria proveniente de outro Estado. 6. 216 . e) o valor do imposto a creditar. sem comprobatória de seu destino. o disposto na alínea "b" do inciso XI do art. SEÇÃO III OPERAÇÕES REALIZADAS POR CONTRIBUINTE NÃO INSCRITO OU SEM CONEXÃO COM ESTABELECIMENTO FIXO Art. f) o número da respectiva guia de recolhimento relativa ao imposto pago em outro Estado. até a importância resultante da aplicação da alíquota vigente para as operações interestaduais realizadas entre contribuintes. o imposto será calculado. acrescido do percentual de margem de lucro fixado neste Regulamento para os casos de substituição tributária em relação a operações subsequentes ou de trinta por cento. 333.080 de 29. sem destinatário certo. que corresponderá a diferença entre as alíneas "c" e "d". 332. atualizado até o Decreto n. sobre o valor da mercadoria indicado no documento fiscal (art.02. mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o valor da mercadoria transportada. quanto ao prazo de recolhimento.580/1996). dentro do território paranaense. o imposto será exigido pelo seu valor total. nas demais hipóteses. 5º. Quando o contribuinte sem conexão com estabelecimento fixo ou não inscrito no CAD/ICMS promover a saída de mercadoria para venda no comércio ambulante. documentação § 2º Se a mercadoria não estiver acompanhada de documentação fiscal. com aplicação da alíquota interestadual sobre o valor das operações realizadas fora do território paranaense. § 1º A mercadoria proveniente de outro Estado.RICMS 7. cujo documento ficará arquivado para exibição ao fisco.266. e recolhido antes da entrada da mercadoria no território paranaense. em conexão com estabelecimento fixo. 11. deverá recolher antecipadamente o imposto calculado sobre o preço de aquisição ou o valor da mercadoria. deduzido o valor do imposto cobrado na origem. d) o montante do imposto devido a este Estado. § 4º O recolhimento do imposto de que trata este artigo deverá observar. na praça do remetente. de 04. da Lei n. na hipótese de entrega da mercadoria por preço superior ao que serviu de base de cálculo para pagamento do imposto. Aprovado pelo Decreto n. § 3º Deverá ser recolhido no agente arrecadador autorizado do local da operação. 75. SEÇÃO II OPERAÇÕES REALIZADAS POR CONTRIBUINTE DE OUTRO ESTADO Art.2013.09. o imposto calculado sobre a diferença.

c) nas saídas. no agente arrecadador autorizado do local da operação. e) no retorno de álcool etílico combustível anidro ou hidratado. de sucatas e de produto primário de origem animal. em que o objeto seja gado bovino. a qual deverá permanecer à disposição do fisco. de acordo com o previsto neste artigo. É suspenso o pagamento do imposto nas operações internas ou interestaduais. o imposto calculado sobre a diferença. que adquirir mercadoria. mediante despacho do Delegado Regional da Receita a ser proferido em petição justificada do interessado. admitida excepcionalmente uma segunda prorrogação. nos termos do inciso II do art. no estabelecimento do adquirente. quanto ao prazo de recolhimento. salvo se a remessa e o retorno real ou simbólico se fizerem nos termos de protocolo celebrado entre o Estado do Paraná e outros Estados interessados. do § 1º do art. ovino e caprino ou aves. d) na saída de produto primário para fins de beneficiamento. de bem ou mercadoria remetida para conserto ou industrialização. 334. 115. 217 . 75. desde que a aquisição corresponda ao total da mercadoria discriminada na guia de recolhimento. deverá emitir nota fiscal para documentar a entrada. § 2º O contribuinte inscrito no CAD/ICMS.080 de 29.09. contados da data da sua emissão. § 3º A guia de recolhimento a que se refere o "caput" deste artigo servirá para acobertar a circulação da mercadoria e terá validade de até oito dias. vegetal ou mineral.2012. § 3º O prazo de 180 dias poderá ser prorrogado por igual período. bubalino. por motivo justificado. suíno. por ocasião da venda a terceiros.02. b) quando a operação interna de retorno real ou simbólico da mercadoria objeto da industrialização estiver ainda sujeita às normas relativas ao diferimento. 6. no prazo de até 180 dias. na saída e no retorno. promovida por estabelecimento de contribuinte. § 1º O disposto no "caput" não se aplica: a) às saídas. contados da data da saída (Convênio AE 15/1974. § 4º O recolhimento do imposto de que trata este artigo deverá observar. podendo. de 04. 107. Aprovado pelo Decreto n. em operações internas. for superior ao que serviu de base de cálculo para o pagamento do imposto. § 2º Em relação ao valor agregado na industrialização.266. o disposto na alínea "a" do inciso XI do art. este prazo ser prorrogado pela repartição fiscal. sob a condição de retorno real ou simbólico ao estabelecimento remetente. deverá ser recolhido. § 1º Se o valor ou preço auferido. CAPÍTULO VIII DA REMESSA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO OU CONSERTO Art. aplica-se o diferimento previsto no inciso III.RICMS 7. em operações interestaduais. Convênios ICM 01/1975 e 35/1982 e Convênios ICMS 34/1990 e 151/1994). no todo ou em parte. atualizado até o Decreto n.2013. ficando assegurado o direito ao crédito do imposto pago pelo vendedor ambulante.

previsto no art. § 2º A nota fiscal emitida nas hipóteses dos incisos I. em conta-gráfica. III . § 1º O descumprimento do disposto no inciso I e na alínea "b" do inciso II sujeitará o contribuinte ao pagamento dos acréscimos legais. com suspensão do pagamento do imposto.080 de 29. contados da data da remessa. desprezando-se. nas seguintes situações: I .na hipótese do inciso II do artigo anterior: a) tratando-se de operação tributada. situado no território paranaense. sem expressa manutenção do crédito. Aprovado pelo Decreto n. III . e III. do produto industrializado recebido. no mês da ocorrência. o contribuinte autor da encomenda. de estabelecimento industrializador localizado neste Estado. para efeitos de cálculos da correção monetária. o valor do imposto suspenso que deixou de ser pago na remessa para industrialização. na forma disposta no § 3º do art. 336. em qualquer caso. de 04. devendo pagar a parcela do imposto suspenso de forma incorporada ao débito da operação.09.aplicação no ativo fixo ou utilização do produto para uso ou consumo pelo encomendante. o contribuinte autor da encomenda. "b". é responsável pelo pagamento do imposto suspenso: I .na hipótese do inciso I do artigo anterior. b) em relação ao produto utilizado para uso ou consumo. com suspensão do pagamento do imposto.02. Na saída da mercadoria em operações internas em 218 . o prazo de 180 dias.266.2013. 334. II . Encerrada a fase de suspensão. II. no mês da sua emissão. devendo debitar em conta-gráfica. de Nota Fiscal. mediante lançamento. 6. Art. inclusive de denúncia espontânea.não atendimento da condição de retorno. deverá ser lançada no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. em retorno de industrialização realizada sob sua encomenda por estabelecimento industrializador localizado no território deste Estado. modelo 1 ou 1-A.RICMS 7. 337. modelo 1 ou 1-A. imune ou com redução da base de cálculo. em conta-gráfica. em anterior operação.saída ou transmissão de propriedade promovida pelo estabelecimento de contribuinte. "b". para esse fim emitida. o remetente. mediante lançamento. no prazo de 180 dias. para esse fim emitida. o contribuinte que promover a respectiva saída.2012. o contribuinte que promover a saída correspondente. Considerar-se-á encerrada a fase de suspensão do pagamento do imposto. Art.na hipótese do inciso III do artigo anterior: a) em relação ao ativo fixo. 335. com o destaque do imposto devido e com a identificação do documento fiscal relativo ao retorno do produto industrializado. II . atualizado até o Decreto n. com o destaque do imposto devido e com a identificação do documento fiscal relativo à remessa. de Nota Fiscal. do produto industrializado recebido em operação anterior. b) tratando-se de operação isenta. 23. sem os acréscimos legais e sem direito ao crédito fiscal. Art. mediante emissão de nota fiscal.

1970. os quais. 6. 150. 42 do Convênio SINIEF s/n. em devolução. nesse caso. sem destaque do valor do imposto.12.080 de 29. Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadoria.2013. de 04. à vista da nota fiscal correspondente ao retorno simbólico. o crédito fiscal correspondente ao pagamento do imposto realizado pelo contribuinte remetente. Na saída de mercadoria para estabelecimento localizado em outro Estado. atualizado até o Decreto n.o estabelecimento fornecedor deverá: a) emitir nota fiscal em nome do estabelecimento adquirente. a série. a data e o valor da nota fiscal relativa à remessa. observado o disposto no inciso IV do art. admitindo-se a emissão de apenas uma nota fiscal desde que nos termos dos §§ 11 e 17 do art. b) efetuar na nota fiscal referida na alínea anterior o destaque do valor do imposto. ou sobre o valor agregado na industrialização. observado o disposto no inciso IV do art. quando devido. adquiridos de outro. para documentar o trânsito do estabelecimento que realizou a industrialização ao destinatário. estadual e no CNPJ do estabelecimento em que os produtos serão entregues. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. 338. 339. por ocasião dessa devolução. retorno ao estabelecimento que a tenha remetido para conserto. Na nota fiscal emitida para documentar a saída real ou simbólica da mercadoria em retorno ao estabelecimento encomendante do conserto ou da industrialização. Art. a qual. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. sendo o caso. o endereço e os números de inscrição. além da nota fiscal relativa aos serviços. será emitida nota fiscal referente às peças ou aos materiais eventualmente aplicados. Aprovado pelo Decreto n. diretamente do estabelecimento industrializador. para acompanhar o transporte da mercadoria ao estabelecimento industrializador. Parágrafo único. computar-se-á nas bases de cálculo referidas neste artigo o valor dado por ocasião do recebimento. § 1º Na saída da mercadoria para estabelecimento de terceiro. com débito do imposto. 340. será devido o imposto sobre o valor das peças ou materiais aplicados. observar-se-á (art. c) emitir nota fiscal.): I . sobre o valor das peças ou dos materiais aplicados no conserto.RICMS 7. se for o caso. de 15.09. § 2º No retorno da mercadoria remetida para conserto. que será aproveitado como crédito pelo adquirente. se devido. Art. conterá o nome. após o conserto ou industrialização no território paranaense. produto intermediário ou material de embalagem. admitido. o imposto será pago. onde. deverá ser anotado o número. Art. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. em consequência do decurso do aludido prazo. o encomendante localizado no Paraná deverá emitir nota fiscal.2012. com fornecimento de matéria-prima.266. além das exigências previstas. e a data da emissão da nota fiscal referida 219 . além das exigências previstas. 6º. Se a devolução ocorrer após o prazo de 180 dias contados da data da remessa. constará o número. 6º.02.

do nome. estadual e no CNPJ. sendo o caso. 341. na qual. 43): I . sendo o caso. de 04. de 15. e da data da nota fiscal. d) o destaque do valor do imposto. cada industrializador deverá (Convênio SINIEF s/n. e da data da nota fiscal.2013. pela qual for recebida a mercadoria. se a mercadoria transitar por mais de um estabelecimento industrializador.emitir nota fiscal em nome do estabelecimento adquirente. do fornecedor e o número. o endereço e os números de inscrição. contendo. da série. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. além das exigências previstas. sem destaque do imposto. autor da encomenda.09. b) a indicação do número. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 220 .2012. quando de direito. II . na alínea "a". na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. referente ao serviço e peças ou materiais por este eventualmente fornecidas. do seu emitente. b) a indicação do número. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização. sendo o caso. o nome. o valor das mercadorias empregadas e o total cobrado pelo industrializador do autor da encomenda. e o valor total cobrado do autor da encomenda.266. estadual e no CNPJ.emitir nota fiscal para acompanhar o transporte da mercadoria ao industrializador seguinte. Na hipótese do artigo anterior. e da data da nota fiscal referida no inciso anterior. pela qual for recebida a mercadoria. que será qualificado nessa nota fiscal.RICMS 7. o destaque do valor do imposto sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. do seu emitente. Art. estadual e no CNPJ. do endereço e dos números de inscrição. e a data da emissão da nota fiscal referida na alínea "c" do inciso anterior. Aprovado pelo Decreto n.12. CAPÍTULO IX DA REMESSA DE PEÇAS.1970. atualizado até o Decreto n. além das exigências previstas: a) a indicação do número. sendo o caso. art. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. c) o valor da mercadoria recebida para industrialização. autor da encomenda. o endereço e os números de inscrição. COMPONENTES E ACESSÓRIOS PARA INSTALAÇÃO E MONTAGEM DE APARELHOS. a série. da série. 6. constará o nome.080 de 29.o estabelecimento industrializador deverá: a) emitir nota fiscal. sendo o caso. estadual e no CNPJ. que será por este aproveitado como crédito. sendo o caso. do endereço e dos números de inscrição. quando de direito.02. contendo. que será por este aproveitado como crédito. autor da encomenda. do nome. destacando deste o valor da mercadoria empregada. II . PARTES. b) efetuar na nota fiscal referida na alínea anterior. além das exigências previstas: a) a indicação de que a remessa se destina à industrialização por conta e ordem do adquirente. da série. antes da entrega ao adquirente. do adquirente. autor da encomenda.

Ao término da instalação ou montagem o contribuinte deverá emitir nota fiscal. contados da data da saída. tais como. A nota fiscal referida neste artigo: a) deverá conter a indicação dos números.080 de 29. com destaque integral do imposto anteriormente dispensado.RICMS 7. destinada a empregado ou representante. ocorra no prazo de sessenta dias. componentes e acessórios destinados à instalação e montagem de aparelhos. Art. poderá o contribuinte requerer a sua prorrogação ao Delegado Regional da Receita. Parágrafo único. partes. 344. tratando-se de remessa de peças. Art. sendo o caso. Na hipótese do § 3º do art. comprovando.02. a necessidade da dilatação do prazo e do cronograma de instalação ou de montagem. com valor comercial. desde que o retorno real ou simbólico. § 1º Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas. da série.para demonstração. ao estabelecimento de origem. mesma cor. contados da data da primeira remessa. Aprovado pelo Decreto n. 6. a nota fiscal de que trata a alínea "a" não conterá o destaque do imposto. cuja instalação ou montagem comprovadamente deva perdurar por prazo superior ao previsto neste artigo. por meio de elementos técnicos. segundo indexador estabelecido no contrato. § 2º Na nota fiscal emitida na forma deste artigo deverá constar a expressão "Destaque do ICMS dispensado. 343. atualizado até o Decreto n. 149. acabamento e numeração diferente. ocorra no prazo de noventa dias. b) será lançada no quadro "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. calculado sobre o preço do produto atualizado monetariamente. de 04.de mostruário. desde que o retorno real ou simbólico. CAPÍTULO X DAS REMESSAS DE MERCADORIAS DESTINADAS A DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Art. destinada a terceiro. máquinas e equipamentos. contados da data da saída. 342. desde que a conclusão da instalação ou montagem ocorra no prazo de 120 dias.266.09. conforme art. É suspenso o pagamento do imposto nas operações internas de remessa e retorno de mercadoria (Ajuste SINIEF 8/2008): I .2012. 342 do RICMS". mesmo modelo. § 1º No caso de equipamentos especiais.2013. ao estabelecimento de origem. em quantidade necessária para se conhecer o produto. 221 . das datas de emissão e dos valores relativos às notas fiscais de remessa. tais como. § 2º Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. espessura. II .

RICMS 7. sem que ocorra o retorno da mercadoria ou a transmissão da propriedade. deverá ser emitida nota fiscal. ainda. indicando-se o número. No retorno de mercadoria de que trata este Capítulo. o contribuinte deverá: I .080 de 29. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem.Valores Fiscais . a observação: “Mercadoria remetida para demonstração” ou “Mercadoria enviada para compor mostruário de venda”.o valor do ICMS. o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá. II .02. quando devido. será calculado pela alíquota interna. quando devido. na coluna "ICMS . sendo o caso. § 4º Na hipótese de remessa de mostruário.como destinatário: o próprio remetente. § 1º O documento fiscal referido neste artigo servirá para acompanhar a mercadoria em seu retorno ao estabelecimento de origem. as seguintes indicações: I . o código 5. Art. § 8º O trânsito de mercadoria de que trata este Capítulo deverá ser efetuado com a correspondente nota fiscal.natureza da operação: “Remessa para Demonstração” ou “Remessa de Mostruário”. na hipótese de remessa de mercadoria a ser utilizada em treinamento sobre o uso da mesma.949. II . com destaque do valor do imposto anteriormente suspenso. no mês de sua emissão.949 ou 6. § 5º Decorridos os prazos de que trata o “caput”. observado o prazo previsto no inciso II do “caput”. mediante despacho do Delegado Regional da Receita a ser proferido em petição justificada do interessado. Aprovado pelo Decreto n. de 04.09.o valor do ICMS.emitir nota fiscal para documentar a entrada. III . aplica-se. que terá por natureza da operação "Encerramento da fase de suspensão".como natureza da operação: “Remessa para Treinamento”. desde que a mercadoria retorne nos prazos previstos no “caput”. 222 . 345. na remessa de mostruário. calçados. IV .lançar a nota fiscal emitida para documentar a entrada no livro Registro de Entradas. III . na remessa para demonstração.no campo “Informações Complementares”: os locais de treinamento.CFOP: o código 5. luvas. devendo na nota fiscal emitida constar: I .912. e a data da emissão da nota fiscal original.266. IV no campo “Informações Complementares”. além dos demais requisitos. meias.912 ou 6. quando devido. mencionando-se o número e a série. calculado pela alíquota interna. II . remetida a pessoa não obrigada a emissão de documento fiscal.Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto". § 3º Na saída de mercadoria destinada a demonstração ou mostruário. sendo o caso. o valor do ICMS. § 6º A nota fiscal referida no § 5º deverá ser lançada no quadro "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. a série. 6. a data da emissão e o valor do documento fiscal original. brincos. § 7º O disposto no § 3º.2013. atualizado até o Decreto n. prorrogáveis por igual período.2012.

logradouros públicos e outras obras de urbanismo. § 2º Tendo ocorrido o recolhimento de que trata o § 5º do art. em relação a cada estabelecimento. d) construção de sistemas de abastecimento de água e de saneamento. 6. demolição. Aprovado pelo Decreto n. § 2º O disposto neste artigo aplica-se. § 3º O disposto no inciso I não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria para demonstração se destine a contribuinte do ICMS. a circulação de mercadoria ou a prestação de serviço de transporte. de 04. 347. Na hipótese deste artigo. § 1º Entende-se por empresa de construção civil. Parágrafo único. incluindo os trabalhos concernentes às estruturas inferiores e superiores de estradas e obras de arte. para os efeitos deste artigo. CAPÍTULO XI DA CONSTRUÇÃO CIVIL Art.Valores Fiscais Operações ou Prestações com Crédito do Imposto". caso o destinatário da mercadoria em demonstração não esteja obrigado à emissão de documento fiscal.2013. tais como de alvenaria. Ocorrendo a transmissão da propriedade da mercadoria remetida para demonstração. hidrelétrica. a série. sem que tenha retornado ao estabelecimento de origem. o retorno simbólico será documentado por nota fiscal emitida para documentar a entrada. reforma ou reparação de prédios ou de outras edificações. marítimas ou fluviais. atualizado até o Decreto n. aos empreiteiros e . 223 também.09. de carpintaria. a nota fiscal emitida para documentar a entrada será lançada na coluna "ICMS . que promova. 346. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário. toda pessoa natural ou jurídica. de pavimentação em geral. f) execução de obras de montagem e construção de estruturas em geral. g) serviços auxiliares ou complementares necessários à execução das obras. para cumprimento das obrigações previstas neste Regulamento.080 de 29.02. Art.266.2012. tais como: a) construção.RICMS 7. sendo o caso e a data da emissão do documento fiscal emitido por ocasião da remessa para demonstração. o transmitente deverá emitir nota fiscal. de pintura. A empresa de construção civil deverá manter inscrição no CAD/ICMS. em nome do estabelecimento adquirente. b) construção e reparação de estradas de ferro ou rodagem. 344. com destaque do imposto. em seu nome ou de terceiros. de instalação de gás. de marcenaria. mencionando-se o número. na execução de obras de construção civil. c) construção e reparação de pontes. elétricas. e) execução de obras de terraplenagem. hidráulicas. se devido. de serralheria. viadutos.

dentre outras hipóteses: I .no fornecimento de casas e edificações pré-fabricadas e nos demais casos de execução. projetos. cálculos. 348. § 1º Na hipótese da mercadoria ser retirada diretamente do local da obra. II . desde que no documento fiscal constem o nome. Art. entre estes e a obra ou de uma para outra obra será feita mediante a emissão de nota fiscal. Parágrafo único. indicando-se. quando remetidos a terceiros. fiscalização. desde que conste no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . entre os estabelecimentos do mesmo titular. bem como a indicação expressa do local onde será entregue.2013. da empresa de construção.2012. de 04. bem como o local da obra a que se destinarem. Aprovado pelo Decreto n.na entrada de bens importados do exterior.09. o endereço e os números de inscrição. Não está sujeito à inscrição no CAD/ICMS: I . 350.RICMS 7. empreitada ou subempreitada de construção civil. Art. O disposto no inciso IV somente se aplica na hipótese em que o estabelecimento adquirente seja contribuinte do ICMS Art. a movimentação de mercadoria ou outro bem móvel. quando as mercadorias fornecidas forem produzidas pelo próprio prestador fora do local da prestação dos serviços. inclusive sobras e resíduos decorrentes da obra executada. O estabelecimento inscrito sempre que promover saída de mercadoria ou transmissão de sua propriedade fica obrigado à emissão de nota fiscal. além dos requisitos exigidos. ou de demolição.a empresa que se dedicar exclusivamente à prestação de serviços em obras de construção civil. 6. sendo o caso. II . § 4º O contribuinte poderá manter impressos de documentos fiscais no local da obra.266. para prestação de serviços técnicos. série. em operação interestadual. sem fornecimento de materiais.02. § 2º Tratando-se de operação não sujeita ao ICMS. empreitada ou subempreitada. Em relação à construção civil o ICMS será devido.na aquisição de mercadoria ou bem destinado ao uso ou consumo ou ao ativo permanente.a empresa que se dedicar às atividades profissionais relacionadas com a construção civil. responsáveis pela execução de obras no todo ou em parte. com as indicações dos locais de procedência e destino. mediante contrato de administração. 349. de obras hidráulicas e de outras semelhantes. estadual e no CNPJ. estudos. 224 . por administração. subempreiteiros. o endereço desta.080 de 29. inclusive serviços auxiliares ou complementares. tais como: elaboração de plantas. atualizado até o Decreto n. III . sondagens de solos e assemelhados.na saída de materiais.RUDFTO os seus números. § 3º A mercadoria adquirida de terceiros poderá ser remetida diretamente para a obra. IV . relativamente ao diferencial de alíquotas. tal fato será consignado no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais" da nota fiscal.

modelo 1 ou 1-A. centralizarão. devendo o mesmo ser arquivado em ordem cronológica e mantido à disposição do fisco no estabelecimento centralizador.2013. 6. nas colunas relativas a data e ao documento fiscal. 351. As empresas prestadoras de serviços de telecomunicação. 75 (Convênio ICMS 47/2000).2012. 350. em um único estabelecimento.02. será documentada por Nota Fiscal.RICMS 7. § 1º A circulação de bens do ativo e de material de uso e consumo. 28. CAPÍTULO XIII DAS EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES Art. conterá a indicação do local da saída do bem ou do material. Art.080 de 29. Aprovado pelo Decreto n. observado o disposto nos incisos VII e XV do art. se for o caso. Na hipótese do § 2º do art. entre os estabelecimentos de uma mesma instituição financeira. que. 30/1999 e 22/2008). Os livros serão escriturados nos prazos e condições previstos neste Regulamento. 225 . § 2º Os estabelecimentos das empresas referidas no "caput" que realizarem operações com mercadorias deverão inscrever-se no CAD/ICMS. envolvendo localidades situadas em diferentes unidades federadas e cujo preço seja cobrado por períodos definidos. § 2º Fica dispensada a escrituração nos livros fiscais do documento emitido na forma deste artigo. atualizado até o Decreto n.09. CAPÍTULO XII DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA Art. 352. de 04. para as unidades federadas envolvidas na prestação. além das exigências previstas. a inscrição no CAD/ICMS. A instituição financeira quando contribuinte do imposto poderá manter inscrição centralizada para cumprimento das obrigações previstas neste Regulamento (Ajuste SINIEF 23/1989). a escrita fiscal e o recolhimento do imposto correspondente às prestações efetuadas por todos os seus estabelecimentos existentes no território paranaense (Convênios ICMS 126/1998. em partes iguais. a nota fiscal emitida deverá ser escriturada nos respectivos livros fiscais. Parágrafo único. fazendo constar na coluna "Observações" a natureza da operação. relacionadas em Ato Cotepe. § 3º O estabelecimento centralizador deverá manter o controle de utilização dos documentos fiscais pelos demais estabelecimentos. sendo facultada a centralização da apuração e do recolhimento na forma do art.266. 353. o imposto devido será recolhido. § 1º Na prestação de serviços de telecomunicações não medidos.

nas modalidades relacionadas no §1º. não optantes pelo Simples Nacional.a indicação do endereço e CNPJ de sua sede.266. 354. g) Serviço de Distribuição de Sinais de Televisão e de Áudio por Assinatura Via Satélite .SMP. 355. sendo-lhes facultada (Convênio ICMS 113/2004): I . de livro Razão Auxiliar contendo os registros das contas de ativo permanente. exceto via satélite. § 1º Os estabelecimentos referidos no “caput” que realizarem prestação de serviço de comunicação de outra modalidade ou operações com mercadorias deverão obter inscrição estadual específica.DTH.2013. conforme nomenclatura definida pela Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL: a) Serviço Telefônico Fixo Comutado . § 3º A fruição do regime especial previsto neste Capítulo fica condicionada à elaboração e apresentação. de que trata o "caput". § 1º O disposto no "caput" aplica-se as seguintes modalidades de serviços de comunicação. atualizado até o Decreto n. poderão centralizar.a escrituração fiscal e a manutenção de livros e documentos no estabelecimento referido no inciso anterior.SME. § 4º As informações contidas no livro Razão Auxiliar a que se refere o parágrafo anterior deverão ser disponibilizadas. inclusive em meio eletrônico. 353.02. prestar serviço de televisão por assinatura via satélite (Convênio ICMS 22/2011). de 04. Aprovado pelo Decreto n.SCM. 6. em um único estabelecimento.SMC. de forma discriminada e segregada por unidade federada (Convênio ICMS 41/2006). quando solicitadas pelo fisco (Convênio ICMS 41/2006). b) Serviço Móvel Pessoal . isentas e não-tributadas. f) Serviço Móvel Global por Satélite .STFC.09.080 de 29. de todas as unidades da Federação onde atue. Art. Art. § 5º Será exigida inscrição estadual específica do estabelecimento responsável pela distribuição dos sinais televisivos quando a empresa de telecomunicações.RICMS 7. que não estejam relacionadas no Ato COTEPE/ICMS de que trata o art. a inscrição no CAD/ICMS. por parte da empresa prestadora de serviços de telecomunicação. para fins de inscrição. 226 . c) Serviço Móvel Celular . As empresas que realizem prestação de serviço de Televisão por Assinatura. e) Serviço Móvel Especializado . d) Serviço de Comunicação Multimídia . tributadas.2012. custos e receitas auferidas.SMGS. Os prestadores de serviços de comunicação. § 2º Ao optar pela inscrição centralizada de que trata o “caput” o contribuinte deverá utilizar série de nota fiscal distinta para cada município atendido. deverão obter inscrição no CAD/ICMS. a escrita fiscal e o recolhimento do imposto correspondente às prestações de serviço efetuadas por todos os seus estabelecimentos no território paranaense. II .

i) Serviço de Rede de Transporte de Telecomunicações . inclusive em meio eletrônico (Convênio ICMS 41/2006). abrangendo todas prestações de serviços realizadas por todos os seus estabelecimentos situados no território paranaense (Convênios ICMS 126/1998 e 115/2003). quando solicitado. o prestador de serviço de comunicação de que trata este artigo deverá indicar representante legal domiciliado em território paranaense. o qual será conservado. § 6º Na hipótese de extravio da 1ª via da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. § 2º. de 04. de forma centralizada. ou da Nota Fiscal de Serviço de Comunicação.001 a 999. 123.SLE.02.000. 353 autorizado a emitir Nota Fiscal de Serviço de Comunicação e Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações.2013. § 3º As informações constantes nos documentos fiscais referidos no "caput" deverão ser gravadas. Aprovado pelo Decreto n. reiniciada a numeração quando atingido este limite.SRTT. e as Notas Fiscais de Serviço de Comunicação. § 5º As Notas Fiscais de Serviço de Telecomunicações.266. Serão considerados.080 de 29.999. j) Serviço de Conexão à Internet . inclusive em papel.2012. por sistema eletrônico de processamento de dados. b) os dados relativos ao faturamento de todas as unidades federadas de atuação da empresa prestadora de serviço de telecomunicação sejam disponibilizados. desde que: a) sejam cumpridos todos os requisitos estabelecidos neste Capítulo.SCI.RICMS 7. Art. observado o disposto no parágrafo único do art.Não gera direito a crédito". h) Serviço Limitado Especializado . dispensada a exigência da calcografia (talho doce) no papel de segurança. 6. § 1º Na hipótese de emissão e impressão simultânea do documento fiscal. para a apuração do imposto referente às prestações e operações. a empresa deverá observar as disposições contidas na Subseção II da Seção V do Capítulo IV do Título II. nos termos dos artigos 96 a 104. caso em que será aposta a seguinte expressão: "Cópia da 1ª Via .999. em uma única via. em meio magnético óptico não regravável. fica autorizada a emissão de cópia da mesma. Fica o estabelecimento centralizador de que trata o art.09. 356. concomitantemente com a emissão da primeira via. No caso de opção pela indicação prevista no inciso I. Art. serão numeradas de 000. observado o disposto no Capítulo XX do Título III. para ser disponibilizado ao fisco. § 4º A empresa de telecomunicação que prestar serviços em mais de uma unidade federada fica autorizada a imprimir e emitir os documentos fiscais previstos neste artigo. § 2º Fica dispensada a exigência de formulário de segurança. desde que previamente autorizada pelo fisco. § 7º As empresas que atenderem às disposições da Seção VIII do Capítulo XX do 227 . 357. os documentos fiscais emitidos durante o período de apuração (Convênio ICMS 126/1998). respectivamente. atualizado até o Decreto n. de forma discriminada e segregada por unidade da Federação.

ao final do dia.STFC.09.SLE. contrato de cessão de meios de rede ou outro documento.266. Aprovado pelo Decreto n. da inclusão ou da exclusão da série ou da subsérie adotadas (Convênios ICMS 13/2009 e 6/2010).RICMS 7.SME e Serviço de Comunicação Multimídia .SMP. § 8º A empresa de telecomunicação. 2º e 3º deste artigo. de 04. uma via do documento interno emitido e todos os documentos que serviram de base para a sua emissão. de 23 de abril de 2008.manter impresso do documento interno de que trata o inciso anterior.080 de 29. de subsérie especial. em poder de preposto. contendo a natureza e o detalhamento dos serviços. § 2º O tratamento tributário previsto neste artigo comprovação do uso do serviço como meio de rede. da seguinte forma: fica condicionado à a) apresentação de demonstrativo de tráfego. os impressos dos documentos internos destinados a cada posto. pelo cessionário. documento interno que conterá. 228 . as séries e as subséries das notas fiscais adotadas para cada tipo de prestação de serviço. com destaque do ICMS devido (Convênio ICMS 22/2008). antes do início da utilização. poderá a empresa de telecomunicação (Convênio ICMS 126/1998): I . prestadoras de Serviço Telefônico Fixo Comutado .emitir.2013. 359.RUDFTO. II . o disposto neste artigo às empresas prestadoras de Serviço Limitado Especializado . o imposto incidente sobre a cessão dos meios de rede fica diferido para o momento da efetiva prestação de serviço de comunicação. abrangendo todos os documentos internos emitidos no mês.SMC ou Serviço Móvel Pessoal . no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . Art. observado o disposto no parágrafo único do art. ou a Nota Fiscal de Serviço de Comunicação. § 2º Deverá manter à disposição do fisco.2012. Na prestação de serviços de comunicação entre empresas de telecomunicação relacionadas no Ato COTEPE 10/2008.SCM. 123. § 1º Aplica-se. a série e subsérie e o número ou código de controle correspondente ao posto. 6. atualizado até o Decreto n. Em relação a cada Posto de Serviço. 214. além dos demais requisitos. desde que observado o disposto no § 2º deste artigo e no § 7º do art. sendo devido sobre o preço do serviço cobrado (Convênios ICMS 126/1998 e 117/2008). § 1º Adotando a sistemática prevista neste artigo.02. deverá a empresa de telecomunicação observar o que segue: a) indicar. endereços e características do local de instalação do meio. que tenham como tomadoras de serviço as empresas referidas no “caput”. b) no último dia de cada mês. Serviço Móvel Celular . Serviço Móvel Especializado . ao usuário final. também. o resumo diário dos serviços prestados. emitir a Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. Art. para os fins ali previstos. além das demais exigências previstas neste Regulamento. da alteração. 358. deverá informar à repartição fiscal a que estiver vinculada. Título III deste Regulamento ficam dispensadas do cumprimento das obrigações previstas nos §§ 1º. na hipótese do § 7º. § 3º Sujeitar-se-á o documento interno previsto neste artigo a todas as demais normas relativas a documentos fiscais.

nota fiscal para acobertar a operação. nas operações internas e interestaduais. 360. na coluna "Observações". b) Registro de Inventário. destinado a operações de interconexão com outras operadoras (Convênios ICMS 80/2001 e 22/2008). Aprovado pelo Decreto n. Art. relativamente à remessa de bem.as operadoras emitirão. § 5º Não se aplica o disposto no “caput” nas seguintes hipóteses (Convênio ICMS 128/2010): I . do número do contrato ou do relatório de tráfego ou de identificação específica do meio de rede que comprove a natureza dos serviços e sua finalidade. constando.2012. § 4º Para efeito do recolhimento previsto no § 3º.bem destinado a operações de interconexão com outras operadoras". no arquivo previsto no inciso II do art.02.080 de 29.prestação de serviço a usuário final que seja isenta. 23. Na saída do bem de que trata o artigo anterior (Convênio ICMS 80/2001): I .prestação a empresa de telecomunicação optante pelo Simples Nacional.Convênio ICMS 80/2001 . com a observação: "bem em poder de terceiro destinado a operações de interconexão".serviços prestados por empresa de telecomunicação optante pelo Simples Nacional. a seguinte observação: "Regime Especial . c) utilização de código específico para as prestações de que trata este artigo. integrado ao ativo permanente. na forma da alínea "a" do § 1º do art. contendo. 229 . não tributada ou realizada com redução da base de cálculo.09. o montante a ser tributado será obtido pela multiplicação do valor total da cessão dos meios de rede pelo fator obtido da razão entre o valor das prestações de que trata aquele parágrafo e o total das prestações do período (Convênio ICMS 128/2010).prestação a empresa de telecomunicação que não esteja devidamente inscrita no CAD/ICMS. 6. 361. nas hipóteses descritas a seguir (Convênio ICMS 128/2010): I . d) indicação. 266.266. atualizado até o Decreto n. além dos demais requisitos exigidos. observado o contido no art. nos termos do art. sendo que as notas fiscais serão lançadas no livro: a) Registro de Saídas. no corpo da nota fiscal. a indicação "Convênio ICMS 80/2001".RICMS 7. 353. b) declaração expressa do tomador do serviço confirmando o uso como meio de rede. III . Art. II . II .2013. 455. § 3º A empresa tomadora dos serviços fica obrigada ao recolhimento do imposto incidente sobre a cessão dos meios de rede. de 04.consumo próprio. Fica concedido regime especial de ICMS às empresas prestadoras de serviços de telecomunicação relacionadas em Ato Cotepe.

na forma estabelecida em norma de procedimento fiscal.as empresas envolvidas: a) requeiram.472. As empresas de telecomunicação poderão imprimir suas Notas Fiscais de Serviços de Telecomunicações. ou Serviço de Comunicação Multimídia .266. § 3° A omissão de entrega dos arquivos magnéticos na forma prevista no art. desde que (Convênios ICMS 6/2001 e 22/2008): I . II . conjunta e previamente.2012.ao menos uma das empresas envolvidas esteja relacionada em Ato Cotepe. 158 e seus parágrafos. Aprovado pelo Decreto n. as séries e as subséries das notas fiscais adotadas para esse tipo de prestação. b) Registro de Inventário. autorização para adoção da sistemática prevista neste artigo. c) informem. refiram-se ao mesmo usuário e ao mesmo período de apuração.as Notas Fiscais de Serviços de Telecomunicações. § 1º O documento impresso nos termos deste artigo será composto pelos documentos fiscais emitidos pelas empresas envolvidas. III . nos termos do inciso I. observado o disposto no art.a destinatária deverá escriturar o bem nos livros: a) Registro de Entradas.SCM (Convênio ICMS 22/2008). a emissão do documento caberá a essa empresa (Convênio ICMS 22/2008). de 16 de julho de 1997. de 04. constando.09. Art. quando apenas uma das empresas estiver relacionada em Ato Cotepe. por sistema eletrônico de processamento de dados. Art. com a observação: "bem de terceiro destinado a operações de interconexão".2013. na coluna "Observações". indicando para cada série e subsérie a empresa emitente e a empresa impressora do documento. III . ou Notas Fiscais de Serviços de Comunicação. na forma definida em NORma de procedimento. 6. § 2º Na hipótese do inciso II. de inclusão ou de exclusão de série ou de subsérie adotadas (Convênios ICMS 13/2009 e 6/2010). IV .as operadoras manterão à disposição do fisco os contratos que estabeleceram as condições para a interconexão das suas redes.a emissão dos correspondentes documentos fiscais seja feita individualmente pelas empresas prestadoras do serviço de telecomunicação envolvidas na impressão conjunta. na forma do art. 9. b) adotem série ou subsérie distinta para os documentos fiscais emitidos e impressos nos termos deste artigo. assim como qualquer tipo de alteração. II . 363.RICMS 7. O disposto nos artigos anteriores deste Capítulo não implica na dispensa do cumprimento das demais obrigações previstas neste Regulamento (Convênio ICMS 126/1998). atualizado até o Decreto n. conjuntamente com as de outras empresas de telecomunicação em um único documento de cobrança. 362. conjunta e previamente. podendo uma das partes ser prestadora de Serviço Móvel Especializado – SME. na forma da alínea "b" do § 1º do art. da Lei Federal n. a indicação "Convênio ICMS 80/2001". ou as Notas Fiscais de Serviços de Comunicação. 459 230 .02.080 de 29. 357 e demais disposições específicas. 266.

cartões ou assemelhados. deverão ser preenchidos com zeros. relativamente aos documentos por ela impressos.NFST.das empresas impressora e emitente dos documentos fiscais: a razão social. II . § 6º A obrigatoriedade da entrega do arquivo de que trata o § 5º persiste mesmo que não tenha sido realizada prestação no período. Aprovado pelo Decreto n.2012. 226. CAPÍTULO XIV DAS PRESTAÇÕES PRÉ-PAGAS DE SERVIÇOS DE TELEFONIA Art. cabendo o imposto à unidade federada onde o terminal estiver habilitado.NFST ou das Notas Fiscais de Serviços de Comunicações . Modelo 22 . por ocasião da sua disponibilização. os números inicial e final. § 1º Para os fins do disposto no inciso II. deverá apresentar. por ocasião de seu fornecimento a usuário ou a terceiro intermediário para fornecimento a usuário.RICMS 7. deverá emitir Nota Fiscal de Serviços de Telecomunicação. 231 . 6. § 2º Aplica-se o disposto no inciso I quando se tratar de cartão. o valor total: dos serviços. contendo. mesmo que por meios eletrônicos.NFSC. a inscrição estadual e o CNPJ. seu cargo. série e subsérie. 364. relativamente às modalidades pré-pagas de prestações de serviços de telefonia fixa. telefonia móvel celular e de telefonia com base em voz sobre Protocolo Internet . implicará no cancelamento da autorização para a impressão conjunta de que trata este artigo.080 de 29. ou seja. com destaque do imposto devido. a disponibilização dos créditos ocorre no momento de seu reconhecimento ou ativação pela empresa de telecomunicação. modelo. das outras e de outros valores que não compreendem a base de cálculo.para utilização exclusivamente em terminais de uso público em geral. por série de documento fiscal impresso.2013. conforme leiaute e manual de orientação descrito em Ato COTEPE. § 5º A empresa responsável pela impressão do documento fiscal nos termos deste artigo. que possibilite o seu consumo no terminal.02. calculado com base no valor tarifário vigente. no prazo previsto para a apresentação do arquivo magnético descrito na Seção VIII do Capítulo XX do Título III.nome do responsável pela apresentação das informações. telefone e seu “e-mail”. situação em que os totalizadores e os dados sobre os números inicial e final das Notas Fiscais de Serviços de Telecomunicações . no mínimo. III . de uso múltiplo.de créditos passíveis de utilização em terminal de uso particular. O prestador de serviços de telefonia. § 4° Para fins do disposto na alínea "b" do inciso IV.09. II .266. do ICMS. da base de cálculo. cabendo o imposto à unidade federada onde se der o fornecimento. as seguintes informações (Convênios ICMS 13/2009 e 6/2010): I . das isentas. que possa ser utilizado em terminais de uso público e particular (Convênio ICMS 12/2007). na hipótese da disponibilização (Convênio ICMS 55/2005): I .VoIP.dos documentos impressos: período de referência. poderá ser adotada série diversa daquela prevista no art. ficha ou assemelhado. de 04. disponibilizados por fichas. arquivo texto. atualizado até o Decreto n.

c) o identificador do cartão. do arquivo eletrônico e do relatório analítico financeiro. as seguintes informações: a) a modalidade da ativação. pelos usuários e pelo fisco. quando solicitado pelo usuário. Aprovado pelo Decreto n. 366 poderá ser dispensada. contendo. Art.o momento de ativação dos créditos no terminal. o PIN ou assemelhado. II . II . desde que atendidas. Art.080 de 29. A impressão da segunda via do documento fiscal. g) a identificação do canal de comercialização ou distribuição do cartão. entre outras indicações previstas neste Regulamento.Anexo VII.o identificador do cartão.02. de 04. o Personal Identification Number (PIN) ou assemelhado. atualizado até o Decreto n. 367. para acesso. vinculado ao crédito disponibilizado. o PIN ou assemelhado. no mínimo. as seguintes condições: I . Na emissão da NFST. f) o número da NFST emitida.fornecimento.266. 366. 364. da primeira via da NFST. cumulativamente. 365 constem no arquivo de que trata o inciso II do art.a modalidade de ativação. onde devem estar relacionadas as disponibilizações de créditos. sem quaisquer ônus. Art. h) a identificação da forma de pagamento do cartão.2012. mesmo que eletrônico: I .09. 232 . II . o PIN ou assemelhado.RICMS 7. b) o momento da ativação dos créditos. d) a identificação do terminal telefônico ou da estação móvel.disponibilização na internet das informações sobre o documento fiscal. cumulativamente.o documento fiscal seja emitido na forma disciplinada na Seção VIII do Capítulo XX do Título III deste Regulamento. inclusive eletrônico. III . poderá ser dispensada. A impressão da primeira via do documento fiscal emitido nos termos do art. III . será utilizado documento de série distinta e conterá. 365. as seguintes condições: I . conforme modelo de preenchimento constante do Manual de Orientação .2013. quando solicitado. vinculado ao crédito disponibilizado. desde que atendidas. e) o valor dos créditos.as informações previstas no art. 364. 457. as seguintes informações do cartão ou assemelhado.impressão e fornecimento. nos termos do inciso II do art. inclusive eletrônico. nos termos do inciso II do art. 6.

a terceiro ou a estabelecimento filial da própria empresa prestadora do serviço. habilitado neste Estado. em um único estabelecimento. e o código de identificação da instituição bancária. se for o caso. sem destaque do imposto. Art. Nas operações interestaduais com fichas. Modelo 1 ou 1-A.2012. a indicação 233 . localizados neste Estado. calculado com base no valor de aquisição mais recente do meio físico (Convênio ICMS 55/2005). se for o caso. A ativação de crédito para utilização em terminal de uso particular. Modelo 1 ou 1-A.2013. não dispensa a emissão do documento fiscal. decorrente de cartão ou assemelhado. sendo que em se tratando de instituição financeira. em que fará constar: I . 369. Art. com destaque do ICMS devido.RICMS 7. cartões ou assemelhados. CAPÍTULO XV DAS EMPRESAS DE ENERGIA ELÉTRICA Art. os dados do terceiro ou do estabelecimento filial. na entrega real ou simbólica. a escrita fiscal e o recolhimento do imposto. 6. adquirido de estabelecimentos de empresas de telecomunicação localizadas em outras unidades federadas.o ICMS será recolhido pela NFST a ser emitida no momento da ativação dos créditos nos termos do inciso II do art.no quadro "Destinatário". mesmo que por meio eletrônico. para acobertar a circulação dos cartões ou assemelhados até o referido estabelecimento. 11/2003.09.02. 364 do RICMS/PR". na hipótese de ativação eletrônica dos créditos. ao fisco. Art. i) a identificação do agente interveniente.no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". A empresa de telecomunicação deverá emitir Nota Fiscal.266. com o destaque do ICMS devido na prestação. 370. com quatro dígitos. quando solicitado. relacionada em Ato Cotepe. 371. poderá centralizar. atualizado até o Decreto n. na forma e no momento previsto neste Capítulo. IV . A empresa concessionária de serviço público de energia elétrica. a seguinte expressão "Simples Remessa para intermediação de cartões telefônicos . será emitida Nota Fiscal. deverá ser informado o número da agência bancária.080 de 29. o acesso às informações bancárias e financeiras relacionadas com o faturamento proveniente das ativações de créditos.permitir. II . realizadas entre estabelecimentos de empresas de telecomunicação. e 05/2008) § 1º O requerimento para inclusão no Ato Cotepe referido no “caput” conterá informação do estabelecimento centralizador da escrituração fiscal e. Aprovado pelo Decreto n. 368. de 04. correspondente às operações realizadas por todos os seus estabelecimentos existentes no território deste Estado (Ajustes SINIEF 28/1989 .

cópia do ato constitutivo da empresa e da última alteração.CCEE deverá observar (Convênio ICMS 15/2007): I . c) em se tratando de fornecimento a consumidor livre ou a autoprodutor.2012.cópia do Diário Oficial da União do ato de concessão de serviço público de energia elétrica. Sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias previstas na legislação. modelo 1 ou 1-A. acompanhado dos seguintes documentos: I . relativamente a cada contrato bilateral. Art. ao qual está integrado o montante do próprio imposto. indicando as respectivas áreas de abrangência. se for o caso.CCEE Art.266. de 04. compreendidas entre o primeiro e o último dia do mês. a base de cálculo da operação é o preço total contratado. observar-se-á.09. Aprovado pelo Decreto n. constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle. 2º A entrega da documentação incompleta acarretará o indeferimento do Art. § 3º A concessionária relacionada no Ato Cotepe referido no “caput” deverá comunicar à Secretaria Executiva do CONFAZ as alterações ocorridas nos seus dados cadastrais. para cada estabelecimento destinatário: a) emitir mensalmente nota fiscal.MCSD do Ambiente de Comercialização Regulado. O disposto nos artigos anteriores deste Capítulo não implica na dispensa do cumprimento das demais obrigações previstas neste Regulamento.2013. II .RICMS 7. 6. b) em caso de incidência do imposto. juntando os documentos comprobatórios dessas alterações. III .quando assumir a posição de fornecedor de energia elétrica deverá. ou na hipótese de dispensa da inscrição no CAD/ICMS. exceto nos termos de cessão gerados pelo Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits . 372. como nas demais hipóteses. 373.cópia da procuração. II . as datas de emissão das faturas. o agente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .080 de 29. em até sessenta dias após a data da ocorrência. o ICMS será devido à unidade federada onde ocorrer o consumo. § pedido. na definição do período.02.relativamente às liquidações no Mercado de Curto Prazo do MAE. do estabelecimento para o qual será solicitada inscrição única e deverá ser encaminhado à Secretaria Executiva do CONFAZ. CAPÍTULO XVI DAS OPERAÇÕES COM ENERGIA ELÉTRICA CUJA LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA OCORRA NO ÂMBITO DA CÂMARA DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA . atualizado até o Decreto n. requerer a emissão de Nota Fiscal Avulsa . o agente 234 .NFAe. Para efeito de apuração do ICMS sobre o fornecimento de energia elétrica. 374.

a alíquota interna da unidade federada de localização do consumo. ou de fornecedora relativa ao MCSD.02. 374. d) destacar o ICMS.MCSD". no caso de posição devedora no Mercado de Curto Prazo. b) os dados da liquidação na CCEE. à base de cálculo. seja da categoria de produção ou de consumo. emitirá nota fiscal. deverá requerer a emissão de Nota Fiscal Avulsa . ainda que não identificada no contrato. de acordo com a respectiva distribuição de cargas. c) aplicar.para determinação da posição credora ou devedora. no quadro "Dados Adicionais".RICMS 7. ou de empresa distribuidora suprida pelo MCSD. 375. 376. no campo "Informações Complementares". 235 . IV . 374: I .ao emitir a nota fiscal relativa à entrada. ao qual deverá ser integrado o montante do próprio imposto. b) pela entrada de energia elétrica. considerando a regra do inciso I do art. devendo ser considerada qualquer redistribuição promovida pelo adquirente. relativamente à liquidação no Mercado de Curto Prazo. segundo as medições verificadas para a apuração da base de cálculo. 6. em caso de posição credora no Mercado de Curto Prazo.266.o contribuinte.deverão ser arquivadas todas as vias das notas fiscais. no quadro "Destinatário/Remetente" e as inscrições no CNPJ e no CAD/ICMS do emitente. em relação às diferenças apuradas: a) pela saída de energia elétrica. de 04.deverão constar na nota fiscal: a) a expressão "Relativa à liquidação no Mercado de Curto Prazo" ou "Relativa à apuração e liquidação do Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits . prevista para os pontos de consumo de cada estabelecimento. bem como suas alterações. exceto o consumidor livre e o autoprodutor. Art. quando estiver enquadrado na hipótese da alínea "b". ou na hipótese de dispensa da inscrição no CAD/ICMS. modelo 1 ou 1-A. Na hipótese do inciso II do art. excluem-se as parcelas sobre as quais não incide o imposto e as que já tenham sido tributadas em liquidações anteriores.2012. atualizado até o Decreto n. Cada estabelecimento de consumidor livre ou de autoprodutor que se enquadrar no caso da alínea "b" do inciso II do art. III . b) em caso de haver mais de um ponto de consumo. deverá emitir a nota fiscal sem destaque de ICMS. observar o rateio proporcional do resultado da liquidação.09. § 2º O adquirente de energia elétrica objeto do contrato bilateral de que trata o inciso I deverá informar ao respectivo agente fornecedor a sua real distribuição de cargas por estabelecimento. como base de cálculo da operação.080 de 29. Aprovado pelo Decreto n. ou solicitar a sua emissão: a) fazer constar. é responsável pelo pagamento do imposto e deverá: I . o agente de que trata o inciso I deverá emitir as notas fiscais mencionadas na alínea "a" do mesmo inciso.2013. entre os estabelecimentos de sua titularidade. II . 375. Art. § 1º Em caso de contrato globalizado por submercado.NFAe. o valor da liquidação financeira contabilizada pela CCEE.

para liquidação no Mercado de Curto Prazo: a) o Preço de Liquidação das Diferenças . no prazo de dez dias contados da liquidação ou da solicitação. Art. em GR-PR. Parágrafo único. que deverá conter (Convênio ICMS 95/2005): 236 . o tipo de contrato. § 3º O relatório correspondente à apuração e liquidação no MCSD.02. Art. com base na nota fiscal emitida nos termos do inciso I.RICMS 7. requisitar à CCEE dados constantes em sistema de contabilização e liquidação. que conterá. Aprovado pelo Decreto n.Coordenação da Receita do Estado poderá. na forma e no montante admitidos. uma Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica . b) informações das empresas fornecedoras e supridas. II . § 1º O relatório fiscal relativo à liquidação no Mercado de Curto Prazo deverá ser enviado.080 de 29. 378. b) a identificação dos consumidores livres e dos autoprodutores. para cada submercado e patamar de carga. por meio eletrônico de dados para o fisco de cada unidade federada. c) a relação de todos os contratos bilaterais de compra e venda de energia registrados na CCEE. contendo no mínimo. 75.modelo 6. relativos aos agentes que especificar. 6. as seguintes informações: I . no prazo previsto no inciso XVII do art. entre empresas geradoras. O crédito do imposto. II .efetuar o pagamento do imposto. § 2º Respeitado o prazo mencionado no § 1º. em relação a cada período. atualizado até o Decreto n. para recebimento de energia comercializada por meio de contratos a serem liquidados no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia.2012. o resultado financeiro da liquidação no Mercado de Curto Prazo com as parcelas que o compuserem. e a energia contratada para cada unidade federada.266. d) as notas explicativas de interesse para a arrecadação e a fiscalização do ICMS. mensalmente. A CCEE elaborará relatório fiscal a cada liquidação no Mercado de Curto Prazo e para cada apuração e liquidação no MCSD. de 04. a localização de cada ponto de consumo e suas respectivas quantidades medidas. 377. a data da vigência. comercializadoras e distribuidoras: a) o valor da energia elétrica fornecida. a CRE . a empresa distribuidora de energia elétrica deverá emitir. podendo ser requisitado. comercializadoras e distribuidoras.2013. permanecerá à disposição da CRE. no mínimo. a razão social e o CNPJ do comprador e do vendedor. a qualquer tempo. com a indicação do número de sua inscrição no CNPJ. somente poderá ser efetuado no mês em que o imposto tiver sido recolhido. Sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias previstas na legislação do imposto. a cada consumidor livre ou autoprodutor que estiver conectado ao seu sistema de distribuição.PLD da CCEE. ainda que adquirida de terceiros.para apuração e liquidação do MCSD entre geradoras.09.

pelo uso dos sistemas de transmissão.como base de cálculo. o consumidor conectado à rede básica deverá: a) emitir Nota Fiscal.o destaque do ICMS. Art. b) elaborar relatório anexo à nota fiscal mencionada na alínea anterior.NFAe. § 1º Sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias. de 04. requerer a emissão de uma Nota Fiscal Avulsa . O agente transmissor de energia elétrica fica dispensado da emissão de nota fiscal. CAPÍTULO XVII DAS OPERAÇÕES DE TRANSMISSÃO E CONEXÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE DA REDE BÁSICA Art. 2. ao qual deve ser integrado o montante do próprio imposto. notas explicativas de interesse para a arrecadação e a fiscalização do ICMS. até o último dia útil do segundo mês subsequente ao das operações de conexão e uso do sistema de transmissão de energia elétrica. 3. desde que o Operador Nacional do Sistema elabore. o valor total pago a todas as empresas transmissoras pela conexão e uso dos respectivos sistemas de transmissão de energia elétrica.09. III . relativamente aos valores ou encargos (Convênio ICMS 59/2005): I . a alíquota aplicável às operações com energia elétrica. 2. Fica atribuída ao consumidor de energia elétrica conectado à rede básica a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido pela conexão e uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no seu estabelecimento (Convênios ICMS 117/2004 e 135/2005).RICMS 7. 3. ao qual deve ser integrado o montante do próprio imposto. II . a sua identificação com CNPJ e. § 2º O imposto devido pela conexão e uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no estabelecimento deverá ser recolhido na data da emissão da nota fiscal referida na alínea "a" do § 1º. até o último dia do mês subsequente ao das operações. 379.a alíquota interna aplicável. número de inscrição no CAD/ICMS.2013. 380. como base de cálculo. o valor total dos encargos de uso relativos ao respectivo sistema de distribuição. o destaque do ICMS.02. 6. Modelo 1 ou 1-A.2012.266. Aprovado pelo Decreto n. com as informações necessárias para a apuração do imposto devido por todos os consumidores livres.080 de 29. em que deverá constar: 1. se houver. ou na hipótese de dispensa da inscrição no CAD/ICMS. I . relatório contendo os valores devidos pelo uso dos sistemas de transmissão. na qual conste: 1. o valor pago a cada transmissora. atualizado até o Decreto n. 237 . e forneça ao fisco.

383. de 11. § 1º O faturamento mensal corresponderá ao estabelecido na metodologia prevista no Contrato de Compra e Venda de Energia .PROINFA Art. firmado com a Eletrobrás. 384.2002. cuja discriminação deverá constar na nota fiscal anual de que trata o § 2º do art. entre a energia contratada e a entregue. 383. CAPÍTULO XVIII DO PROGRAMA DE INCENTIVO ÀS FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA ELÉTRICA . até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente (Ajuste SINIEF 6/2009).02. A Eletrobrás deverá emitir nota fiscal de faturamento contra as empresas distribuidoras e transmissoras de energia elétrica. Os agentes integrantes do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .de conexão.266. ajustada às diretrizes e orientações da nova Política Energética Nacional pela Lei n. no último dia de cada mês.762. 381. esse será efetuado no ano seguinte. Art. contra a Eletrobrás. Modelo 1 ou 1-A. 382. quando solicitado pelo fisco. 379 (Convênio ICMS 135/2005). de 26. 10. O gerador inscrito no PROINFA emitirá Nota Fiscal.PROINFA. § 2º O estabelecimento gerador deverá emitir Nota Fiscal.09. 10. cumprir as obrigações previstas no art.CCVE. Art. Aprovado pelo Decreto n. e demais atos expedidos pelo órgão regulador.2013. nos termos do disposto no art. para mais ou para menos. Art.4. conforme metodologia de cálculo prevista no CCVE firmado com a Eletrobrás.2012. Art. que corresponderá à fração das quotas estabelecidas anualmente pela ANEEL 238 . modelo 1 ou 1-A. Para os efeitos deste Capítulo. para a emissão de documentos fiscais no âmbito desse Programa. atualizado até o Decreto n. correspondente à energia efetivamente entregue no ano anterior. relatório contendo os valores devidos pela conexão.RICMS 7. devendo. nos termos da Lei Federal n. 6. II . o autoprodutor equipara-se ao consumidor sempre que retirar energia elétrica da rede básica. deverão observar o disposto neste Capítulo (Ajuste SINIEF 3/2009).2003. 385. em relação a essa retirada. com as informações necessárias para apuração do imposto devido por todos os consumidores livres. de 04. 382 (Ajuste SINIEF 6/2009).080 de 29. relativamente ao faturamento da energia contratada no âmbito do PROINFA. Na hipótese de ajuste. desde que elabore até o último dia do mês subsequente ao das operações e forneça.438.11.

§ 1º O ECF compreende três tipos de equipamento: a) Emissor de Cupom Fiscal . b) Emissor de Cupom Fiscal .080 de 29. c) Emissor de Cupom Fiscal .ECF é o equipamento de automação comercial com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal. art. 389.ECF-PDV: ECF que reúne em um sistema único o equivalente a um ECF-IF e a um computador que lhe envia comandos.ECF-IF: ECF implementado na forma de impressora com finalidade específica. Art.2013. Art. O equipamento Emissor de Cupom Fiscal .ECF-MR: ECF com funcionamento independente de programa aplicativo externo. A Eletrobrás fica dispensada da emissão de nota fiscal mensal pela entrega de energia elétrica aos consumidores livres.2012. discriminando a quantidade de energia correspondente aos consumidores cativos e aos livres (Ajuste SINIEF 6/2009).266.Terminal Ponto de Venda . Aprovado pelo Decreto n.ECF SEÇÃO I DA UTILIZAÇÃO Art.02. § 3º O ECF somente poderá ser utilizado para fins fiscais após o seu registro na COTEPE/ICMS. que recebe comandos de computador externo. referente ao PROINFA. § 2º Poderá ser emitido. 388. 386. referentes a operações de circulação de mercadorias ou bens e a prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal (cláusula segunda do Convênio ICMS 85/2001). documento fiscal por ECF (Ajuste SINIEF 10/1999.RICMS 7. 50 do Convênio SINIEF s/n. em substituição à Nota Fiscal de Venda a Consumidor modelo 2. nos termos do Ajuste SINIEF 3/2009”. 390. de uso específico. 15 de dezembro de 1970).09. 6.modelos 13 a 16. Art. O estabelecimento que exerça a atividade de venda ou 239 . dotado de teclado e mostrador próprios.Impressora Fiscal . atualizado até o Decreto n. 387. conforme disposto em norma de procedimento fiscal (cláusula segunda do Convênio ICMS 16/2003). Nas notas fiscais mencionadas neste Capítulo deverá constar a seguinte expressão: “Operação no âmbito do PROINFA.Máquina Registradora . Art. de 04. CAPÍTULO XIX DO EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . O contribuinte que utilizar ECF deverá atender ao disposto neste Capítulo e observar o contido em norma de procedimento fiscal. e aos Bilhetes de Passagem .

até a substituição destes por ECF com essa capacidade.2013. atualizado até o Decreto n.080 de 29. o fornecimento de gás canalizado e a distribuição de água.000. Aprovado pelo Decreto n. 391. 4.09. de 04. cujo montante seja inferior a dez por cento do total das vendas realizadas pelo estabelecimento. no estabelecimento do contribuinte. § 2º O disposto no § 5º do art. realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com o fornecimento de energia.00 (trezentos e sessenta mil reais). 2. que emitam. somente a Nota Fiscal. que possua recurso que possibilite ao contribuinte usuário a não emissão do comprovante de que trata este artigo. modelo 55.NF-e. com veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial (Ajuste SINIEF 10/1999 e 12/2010).2012. d) ao contribuinte que promover venda de mercadoria ou bem ou a prestação de serviços a pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. modelos 13 a 16. Art. realizado por meio de transferência eletrônica de dados. 6. de . por contribuinte obrigado ao uso de ECF deverá ocorrer obrigatoriamente nesse equipamento (cláusula quarta do Convênio ECF 01/1998 e cláusula octogésima sétima do Convênio ICMS 85/2001). b) às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações (Convênio ECF 01/2000). § equipamento: a) do tipo "Point of Sale" . § 1º A obrigatoriedade prevista neste artigo não se aplica (Convênio ECF 06/1999): a) às operações: 1. para documentar todas as operações ou prestações que realizarem. 3.POS. também. revenda de mercadorias ou bens ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual está obrigado ao uso de ECF (Convênios ECF 01/1998 e 02/1998). 122 aplicar-se-á. promovidas por contribuintes com receita bruta anual inferior a R$ 360. modelo 1 ou 1-A.02. para acobertar as operações e prestações que realizem. ao usuário de equipamento ECF-MR sem capacidade de comunicação a computador e de emissão do respectivo comprovante. e) aos estabelecimentos que utilizam sistema eletrônico de processamento de dados para emissão de Nota Fiscal Eletrônica .266. ou os Bilhetes de Passagem.RICMS 7. ou qualquer outro. c) aos contribuintes usuários de sistema de processamento de dados. de que trata o Capítulo XX do Título III. realizadas fora do estabelecimento. A impressão de Comprovante de Crédito ou Débito referente ao pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito. b) para transmissão eletrônica de dados que possua circuito eletrônico para controle de mecanismo impressor ou capaz de capturar assinaturas digitalizadas que possibilite 240 1º Fica vedada a utilização.

080 de 29. no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . a eficácia: a) no caso de descumprimento da obrigação pela administradora de cartão de crédito ou de débito. desde que conste. 391. de comprovante de que trata o "caput".2012. apenas o número e a série do documento. Aprovado pelo Decreto n. Art. em função de cada operação ou prestação. atualizado até o Decreto n. uma única vez. os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. na forma e no prazo determinados em Norma de Procedimento Fiscal (Convênio ECF 1/2010 e Protocolos ECF 4/2001 e 2/2012). 241 . nas vias do documento fiscal emitido.RUDFTO. b) no caso de desinteresse do contribuinte.RICMS 7. por meio de arquivo eletrônico no formato e no leiaute definido no Protocolo ECF 4/2001. § 2º A operação de pagamento efetuado por meio de cartão de crédito ou de débito não poderá ser concretizada sem que a impressão do comprovante tenha sido realizada no ECF. este atribuído pelo estabelecimento. § 2º A opção do contribuinte: I . sem a correspondente emissão. com aquiescência do fisco. Em substituição ao disposto no art. previstas nesta Seção. modelo 1 ou 1-A. de 04. § 1º O disposto neste artigo fica condicionado à autorização para que a administradora de cartão de crédito ou de débito forneça ao fisco as informações relativas às transações de pagamento efetuado com o respectivo cartão. o armazenamento e a transmissão de cupons de venda ou comprovantes de pagamento. em formato digital.serão indicados na coluna "Observações". impresso no comprovante de pagamento emitido.09. assim como não vedam a emissão de Nota Fiscal. não eximem o usuário de emitir Nota Fiscal de Venda a Consumidor quando solicitada pelo adquirente da mercadoria. Art. A operação de venda acobertada por Nota Fiscal de Venda a Consumidor não emitida por ECF deve ser registrada no mesmo. após integração TEF/ECF. do livro Registro de Saídas. automaticamente. Art. 392. 394. pelo ECF. II . hipótese em que: I .deverá ser formalizada. § 3º As administradoras de cartão de crédito ou débito fornecerão as informações previstas no § 1º.perderá. após retorno de Aviso de Recebimento comprovando o recebimento por parte da Administradora.02. o número de inscrição no CNPJ do estabelecimento usuário onde se encontre instalado o equipamento (Convênio ECF 2/2009).serão anotados. As prerrogativas para uso de ECF.2013. em função da natureza da operação. 6. por meio de redes de comunicação de dados. 393. II . fica autorizada a emissão e a impressão de comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em conta-corrente por equipamento POS “Point of Sale” ou qualquer outro equipamento não integrado ao ECF.266.

V .hora de início de emissão. b) nome de fantasia. b) modelo e tipo de ECF (Convênio ICMS 113/2001).266.dados de identificação do contribuinte usuário. de 04.será o Cupom Fiscal anexado à via fixa do documento emitido. Os leiautes dos documentos de que trata o "caput". Art. II . 6. IV . d) número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. serão definidos em Ato COTEPE/ICMS (Convênio ICMS 85/2001. 242 . logomarca de identificação do contribuinte usuário. atualizado até o Decreto n. Parágrafo único. representado pelo símbolo "IM". III . exceto em cupom adicional. exceto a Nota Fiscal de Venda a Consumidor e Bilhete de Passagem.valor acumulado no Contador de Ordem de Operação. no caso de ECF com mecanismo impressor térmico (Convênio ICMS 60/2003). compostos das seguintes informações (Convênio ICMS 15/2003): a) marca do ECF. SEÇÃO II DOS DOCUMENTOS FISCAIS Art. g) opcionalmente. que constituem o rodapé do documento.2012. em negrito.02. negrito ou sublinhado. e no caso de ECF com mecanismo impressor térmico.080 de 29.09. em negrito. observadas as características e respectivo leiaute. e) número de inscrição no cadastro estadual. III . O ECF poderá. 395. sob controle do "software" básico. e no caso de ECF com mecanismo impressor térmico.data de início de emissão. Deverão ser impressas em todos os documentos emitidos pelo ECF as seguintes informações (cláusula trigésima primeira do Convênio ICMS 85/2001): I . emitir os documentos disciplinados neste Capítulo. Aprovado pelo Decreto n.RICMS 7. se for o caso. definidos para cada um deles (cláusula trigésima do Convênio ICMS 85/2001). representado pelo símbolo "CNPJ". 396. que constituem o cabeçalho do documento. opcional. cláusula septuagésima).dados de identificação do equipamento. c) número de fabricação do ECF. negrito ou sublinhado. composto pelas seguintes informações: a) razão social.2013. c) endereço. representado pelo símbolo "IE". f) número de inscrição no cadastro de contribuinte do município do domicílio fiscal do contribuinte usuário do equipamento.

f) hora final de emissão. c) se o cancelamento de item for parcial. d) versão do "software" básico utilizado. § 5º Quando impressos pelo ECF. j) opcionalmente. de desconto e de acréscimo de item observará as seguintes regras: a) se o cancelamento de item for pela sua totalidade e ocorrer imediatamente após o seu registro. se for o caso. tais como falta de energia elétrica. seguido do número do item. os dados das alíneas "d". ou. para o desconto: "desconto item". indicação da loja e do operador. "e" e "f" do inciso I e das alíneas "a" a "d" e "i" do inciso V deverão ser obtidos da Memória Fiscal. impresso de forma codificada. d) a operação de desconto ou de acréscimo será indicada por: 1. o percentual. ou. dispensada a descrição do item. § 3º É permitido o registro de item após a subtotalização das operações registradas no documento. apenas o número do item cancelado. será admitida a utilização da observação "cancelamento de item" seguida do valor cancelado.02.2012. e o valor. com 84 caracteres. em 243 .080 de 29.informações complementares de identificação do aplicativo externo do usuário. 2. VI . deverão ser indicados todos os dados referentes ao item cancelado com indicação da quantidade cancelada. 6.RICMS 7. e) data final de emissão. apenas o número do item cancelado e o seu valor total. b) se o cancelamento de item for pela sua totalidade e não ocorrer imediatamente após o seu registro. e os demais a partir dos dispositivos internos em que estejam armazenados.09. 397. § 2º A indicação de operação de cancelamento. Aprovado pelo Decreto n. § 1º O símbolo que indica a acumulação do valor no Totalizador Geral do ECF deverá estar impresso à direita e próximo ao valor registrado no documento. § 4º O valor do subtotal das operações registradas no documento somente poderá ser impresso se seguido de operação de desconto. e o valor. quebra ou furto do equipamento. Art. Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. o que ocasiona ao contribuinte a impossibilidade de emissão do documento fiscal pelo ECF. opcionalmente. seguido do número do item. a quantidade e o seu valor total.2013. g) número de ordem sequencial do ECF. dispensada a descrição do item.266. desde que não tenha havido registro de desconto ou acréscimo sobre o subtotal. atualizado até o Decreto n. somente nos documentos fiscais. o percentual. de 04. opcionalmente. para o acréscimo: "acréscimo item". h) valor acumulado no Totalizador Geral. i) Logotipo Fiscal (BR). deverão ser indicados todos os dados referentes ao item cancelado. impressas em até duas linhas (Convênio ICMS 15/2003). acréscimo ou totalização das operações. se for o caso.

a data da ocorrência e os números. no caso previsto neste artigo. Aprovado pelo Decreto n.a denominação "CUPOM FISCAL". dos documentos fiscais emitidos (Ajuste SINIEF 10/1999. se for o caso. com 30 caracteres. Para fins de apuração do imposto. b) o Contador de Ordem de Operação do último documento Conferência de Mesa emitido para o número da mesa indicado na alínea anterior. b) nome. inclusive o manual.2012. ou do Cadastro de Pessoa Física . modelo 1 ou 1-A.2013. SUBSEÇÃO I DO CUPOM FISCAL Art. 398. com uso da expressão "CONTA DIVIDIDA". b) código do produto ou do serviço. se for o caso. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. modelo 6. V .RICMS 7. os documentos emitidos deverão ser escriturados em linha específica. o motivo. por qualquer outro meio.CPF. cláusula décima primeira). inicial e final. e o Bilhete de Passagem. com três caracteres (Convênio ICMS 15/2003).266. diferente das utilizadas para a escrituração dos documentos fiscais emitidos por ECF (Ajuste SINIEF 10/1999).CNPJ. c) endereço.080 de 29. com 79 caracteres (Convênio ICMS 15/2003). c) a indicação.no caso de ECF que emita Registro de Venda: a) o número da mesa para a qual foram registrados os produtos ou os serviços.09. IV . modelos 13 a 16. de 04. de divisão de pagamento do valor total das operações ou prestações. Parágrafo único. substituição a este documento pode ser emitida. se for o caso. impressa em letras maiúsculas e em negrito.02. O Cupom Fiscal deverá conter (cláusula trigésima oitava do Convênio ICMS 85/2001): I .o Contador de Cupom Fiscal. f) o tempo decorrido entre o registro do primeiro item para a mesa e a emissão do correspondente Cupom Fiscal. impressa em letras maiúsculas. II . d) a indicação do número da conta dividida e do número total de divisões do documento a serem emitidas. 244 . III . atualizado até o Decreto n. Convênio ECF 01/1998 e Convênio ICMS 84/2001.campos destinados à identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao comprador das mercadorias ou tomador dos serviços: a) número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica .legenda contendo as seguintes informações: a) número do item registrado. 6. a Nota Fiscal. e) o valor a ser pago em cada documento da conta dividida. devendo ser anotado no livro RUDFTO.

impressas no máximo em oito linhas.RICMS 7.266. g) indicação do símbolo do totalizador parcial de situação tributária do produto ou do serviço. 6. 400. X . se for o caso. por meio do número de inscrição no cadastro de contribuintes do Ministério da Fazenda. § 2º O cupom fiscal emitido por ECF poderá ser utilizado na venda a prazo e para entrega de mercadoria em domicílio dentro do Estado. além de outras exigências previstas neste Regulamento. hipótese em que deverá ser informado o valor da parcela referente à divisão da conta. de 4 de outubro de 2001. que corresponde ao valor obtido da multiplicação dos valores indicados nas alíneas "d" e "f". Art. 50 do Convênio SINIEF. data e hora de saída. XI .080 de 29. desconto ou acréscimo. Quando do cancelamento de Cupom Fiscal durante sua emissão.2013. IX . atendido. de 15/12/70 e Ajuste SINIEF 10/1999): a) identificação do adquirente.meio de pagamento. Aprovado pelo Decreto n. ainda que resumida. § 1º O contribuinte enquadrado no Simples Nacional deverá utilizar a situação tributária "N" para cadastrar seus produtos tributados no ECF. precedida da expressão "TOTAL". c) ainda que em seu verso. se for o caso.2012. as indicações previstas no § 7º do art. VIII . se for o caso. no respectivo Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Art. c) descrição do produto ou do serviço. e) unidade de medida. 150. e a descrição das mercadorias objeto da operação. hipótese em que devem ser impressas.09. e. observadas as regras relativas às condições de pagamento previstas no "software" básico. de 04. VI . impressa em letras maiúsculas. se for o caso. deverá ser impressa em letras maiúsculas a expressão "CUPOM FISCAL CANCELADO" seguida dos dados de rodapé do documento (cláusula trigésima nona do Convênio ICMS 85/2001). atualizado até o Decreto n. pelo próprio equipamento. conforme disposto em norma de procedimento fiscal.informações suplementares.registro de operação de cancelamento. h) valor total do produto ou do serviço. o nome e o endereço do adquirente.totalização dos itens e das operações registradas. O "software" básico deverá permitir a emissão facultativa 245 . modelo 2. d) quantidade comercializada. o disposto na alínea "c" do § 2º do art. exceto no caso de conta dividida em ECF que emita Registro de Venda. tratando-se de venda a prazo.valor da subtotalização dos itens e das operações registradas. as seguintes informações (§§ 3º e 4º do art. 6º. f) valor unitário do produto ou do serviço.número e registro de item.02. b) código de que trata a cláusula octagésima oitava do Convênio ICMS 85/2001. VII . 399.

e no CNPJ. SUBSEÇÃO II DO CUPOM FISCAL PARA REGISTRO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE DE PASSAGEIRO Art.266.a denominação "CUPOM FISCAL". de passageiro. e na hipótese de que trata o § 2º.em relação ao Cupom Fiscal a ser cancelado: a) a identificação do comprador das mercadorias ou tomador dos serviços. e) data final de emissão. b) a denominação "CUPOM ADICIONAL". ferroviário e aquaviário. impressa em letras maiúsculas.2012. f) hora final de emissão. se for o caso. O Cupom Fiscal para Registro de Prestação de Serviço de Transporte de Passageiro deverá ser emitido na prestação de serviço de transporte rodoviário. No caso de Cupom Fiscal para cancelamento de Cupom Fiscal anterior. 6.09. II . e) o valor do desconto cancelado. Parágrafo único. IV . III . de 04. de um cupom adicional para o Cupom Fiscal emitido. se for o caso. 401.2013. municipal. b) o Contador de Cupom Fiscal. impressa em letras maiúsculas. Aprovado pelo Decreto n. se indicado. se for o caso.080 de 29. Art. c) o Contador de Ordem de Operação. d) o valor total da operação.02. (cláusula quadragésima do Convênio ICMS 85/2001 e Convênio ICMS 15/2003).a indicação da quantidade de Comprovante de Crédito ou Débito vinculados cancelados.a expressão "CANCELAMENTO".RICMS 7. o documento emitido deverá conter (cláusula quadragésima primeira do Convênio ICMS 85/2001): I . atualizado até o Decreto n. os números de 246 . 402. devendo conter (cláusula quadragésima segunda do Convênio ICMS 85/2001 e cláusula sétima do Convênio ICMS 84/2001): I .quando o prestador do serviço for diferente do emitente. que deverá ser impresso imediatamente após a impressão do Cupom Fiscal. impressa em letras maiúsculas. O cupom adicional deverá conter somente: a) os números de inscrição estadual. c) Contador de Cupom Fiscal e Contador de Ordem de Operação do Cupom Fiscal emitido: d) número de fabricação do ECF.

opção que deverá ser configurada em Modo de Intervenção Técnica (Convênio ICMS 15/2003). 247 informações suplementares. V . c) o endereço. com indicação da unidade federada. § 1º Fica dispensada a impressão pelo ECF das informações indicadas nas alíneas "a" a "c" do inciso I do art. impressa em letras maiúsculas. com 79 caracteres (Convênio ICMS 15/2003). VII . impressas no máximo em oito . impressa em letras maiúsculas.080 de 29. e no CNPJ. se for o caso. III . c) a origem. opcionalmente. 396 e a observação indicada no inciso X. com indicação da unidade federada. indicado pelo símbolo "RG".os seguintes dados referentes ao transporte: a) a categoria do transporte.RICMS 7. g) o número da poltrona e.o meio de pagamento. quando pré-impressas no verso de todas as vias da bobina de papel. municipal. IX .02. II . impressa em letras maiúsculas. VIII . j) outros valores lançados e sua denominação.a observação: "O PASSAGEIRO MANTERÁ EM SEU PODER ESTE CUPOM PARA FINS DE FISCALIZAÇÃO EM VIAGEM". conforme disposto em norma de procedimento fiscal. entendido como a localidade de destino da viagem.o Contador de Cupom Fiscal.2013. h) o valor do serviço prestado.campos destinados à identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao tomador dos serviços: a) o número da cédula de identidade. f) a hora de embarque. VI . de 04.266. entendida como a localidade de origem da viagem.2012. IV . atualizado até o Decreto n.09. e a indicação do órgão expedidor (Convênio ICMS 15/2003). impressa em letras maiúsculas.a denominação "CUPOM FISCAL". Aprovado pelo Decreto n.a expressão "BILHETE DE PASSAGEM". 6. indicado pela expressão "TARIFA". inscrição do prestador nos cadastros estadual. X . se for o caso. d) o destino.a denominação do tipo de transporte utilizado. a indicação da plataforma de embarque (Convênio ICMS 15/2003). precedida da expressão "TOTAL". XI linhas. b) o percurso. i) a indicação do símbolo do totalizador parcial de situação tributária da tarifa e de outros valores cobrados do tomador do serviço (Convênio ICMS 15/2003). com 30 caracteres. b) o nome. impressa em letras maiúsculas.a totalização do serviço. observadas as regras relativas a condições de pagamento contidas no software básico. e) a data de embarque.

403. produzindo efeitos a partir de 1º.909 de 28. municipal.2013. com base nas informações extraídas do registro R04 do arquivo gerado pela função estabelecida no item 9 do requisito VII do Anexo I do Ato COTEPE/ICMS 6/2008.a segunda via desse documento será gerada pelo PAF-ECF e impresso em Relatório Gerencial pelo ECF. uma vez emitido com a devida identificação do passageiro. poderá ser 248 .1º. pelo Art. 404. produzindo efeitos a partir de 1º. ainda que no verso do Cupom Fiscal.12. alteração 46ª . atualizado até o Decreto n.2012. e) data final de emissão. Acrescentado o §4º ao art.266.2012. § 4º O Cupom Fiscal. que deverá ser impresso imediatamente após a impressão do Cupom Fiscal (cláusula quadragésima terceira do Convênio ICMS 85/2001 e Convênio ICMS 15/2003).02.12. a nova data e hora de embarque e o número da poltrona a ser utilizada pelo passageiro (Convênio ICMS 84/2001. § 2º O Cupom Fiscal emitido poderá ser revalidado. cláusula décima segunda). obrigatoriamente.2012.080 de 29. No caso de cancelamento de Cupom Fiscal antes do início da prestação do serviço. exceto os cancelados no próprio ECF. III . II . § 3º Havendo a necessidade de emissão de uma segunda via do documento de que trata este artigo.12. IV . d) número de fabricação do ECF. deverá conter. do Decreto 6. Aprovado pelo Decreto n. do Decreto 6. (identificação do consumidor). O "software" básico deverá permitir a emissão facultativa de um cupom adicional para o Cupom Fiscal emitido. Parágrafo único. poderá ser substituído para efeito de embarque pelo documento “Cupom de Embarque” previsto na alínea “c” do item 1 do requisito XLII do Anexo I do Ato COTEPE/ICMS 6/2008. se for o caso. Art. serão observados os seguintes procedimentos (Convênios ICMS 88/2011 e 102/2012): I . impressa em letras maiúsculas. e no CNPJ. alteração 46ª . pelo contribuinte.12. utilizando como parâmetros de identificação do documento a data de emissão e o CPF do adquirente no documento original extraviado.o Cupom Fiscal original extraviado. pelo Art. 6. Art.2012.909 de 28.09.1º. Acrescentado o §3º ao art. que o original deste documento foi extraviado”. o arquivo eletrônico resultante dessa geração deverá ser mantido à disposição do fisco pelo prazo decadencial. de 04. em função de sua perda ou extravio pelo usuário do serviço de transporte. declaro. 402 . c) Contador de Cupom Fiscal e Contador de Ordem de Operação em relação ao Cupom Fiscal emitido. sob as penas da lei (art. 299 do Código Penal). b) a denominação "CUPOM ADICIONAL". 402 . O cupom adicional deverá conter somente: a) os números de inscrição do emitente nos cadastros estadual.a segunda via impressa deverá conter também declaração expressa e assinada pelo usuário do serviço de transporte com o seguinte teor: “Eu. os dados de identificação do usuário do serviço. devendo ser indicado. impresso pelo ECF.RICMS 7.2012.uma vez gerada a segunda via na forma do inciso II. f) hora final de emissão.

para fins de dedução do imposto. 51 do Convênio s/n.constem no Cupom Fiscal: a) a identificação.campos destinados a identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao comprador das mercadorias: a) o número do CNPJ ou do CPF. b) a identificação e a assinatura do responsável pela agência ou posto de venda. desde que (cláusula décima do Convênio ICMS 84/2001): I . quando emitida em ECF. modelo 2.º.manter o Cupom Fiscal cancelado anexo ao demonstrativo elaborado. Aprovado pelo Decreto n. IV . no final do mês.080 de 29. 6. V . as disposições contidas no Capítulo XX do Título III.2013. II . de 15 de dezembro de 1970.09. impressa em letras maiúsculas. se for o caso. § 3º Os formulários destinados a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor observarão as normas contidas na Subseção I da Seção II do Capítulo IV do Título II.a expressão "EMITIDO POR ECF".02. III . somente poderá ser impressa em ECF-IF com Memória de Fita-detalhe. 249 .2012. impressas no máximo em oito linhas.tenha sido devolvido o valor da prestação. 405. III .as informações suplementares.a indicação da situação tributária da mercadoria comercializada. SUBSEÇÃO III DA NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR Art.seja elaborado um demonstrativo dos Cupons Fiscais cancelados.RICMS 7.o Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. com 30 caracteres. de 04. II . com 80 caracteres. devendo conter (cláusula quadragésima quarta do Convênio ICMS 85/2001): I .266. atualizado até o Decreto n. ainda que indicados de forma manual. c) a justificativa da ocorrência. estornado o débito do imposto.as informações previstas no art. § 2º Deverão ser observadas ainda. IV . A Nota Fiscal de Venda a Consumidor. § 1º Não deverão ser impressos os dados de cabeçalho. c) o endereço. o endereço e a assinatura do passageiro. b) o nome. VI .

indicação da quantidade de Comprovante de Crédito ou Débito vinculados cancelados. Aprovado pelo Decreto n. 408. SUBSEÇÃO IV DO MAPA RESUMO DE VIAGEM Art.a expressão "EMITIDO POR ECF". Art. III . se for o caso. 6.266. cláusula primeira): I . deverá conter (Convênios ICMS 85/2001. 406.a denominação: "MAPA RESUMO DE VIAGEM". emitidos entre a 250 . II . V .relativas à Nota Fiscal de Venda a Consumidor a ser cancelada: a) a identificação do comprador das mercadorias. IV . se indicado. impressa em letras maiúsculas. II .o Contador de Mapa Resumo de Viagem. atualizado até o Decreto n.2013. cláusula quadragésima quinta). cláusula quadragésima sexta): I . 407. No caso de emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor para cancelamento de Nota Fiscal de Venda a Consumidor anterior. impressa em letras maiúsculas. IV . o documento deverá ser emitido em jogo de formulário em branco e deverá conter as seguintes informações (Convênio ICMS 85/2001.expressão "CANCELAMENTO".a indicação das quantidades dos seguintes documentos.denominação "NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR".o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. III . c) o Contador de Ordem de Operação. cláusula quadragésima sétima e Convênio ICMS 113/2001. se for o caso. impressa em letras maiúsculas.RICMS 7. de 04. de implementação opcional em ECF que emita Cupom Fiscal para registro de prestação de serviço de transporte de passageiro.080 de 29.09. d) o valor total da operação. O Mapa Resumo de Viagem. e) o valor do desconto cancelado. b) o Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Quando do cancelamento de Nota Fiscal de Venda a Consumidor durante sua emissão. deverá ser impressa em letras maiúsculas a expressão "NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR CANCELADA" seguida dos dados de rodapé do documento (Convênio ICMS 85/2001. Art.2012.02. impressa em letras maiúsculas.

a data inicial de emissão. a data e a hora de emissão. a indicação da situação tributária da prestação de serviço e seu valor. V . SUBSEÇÃO V DOS BILHETES DE PASSAGEM RODOVIÁRIO. o destino da viagem. atualizado até o Decreto n. a data e a hora de emissão. a expressão "CANCELAMENTO". c) Cupom Fiscal. o Contador de Redução Z. impressa junto ao Contador de Cupom Fiscal. 9. 5. d) para a Redução Z: 1. c) para o Comprovante Não-Fiscal: 1. origem e o destino final do percurso: a) Leitura X. 8. contendo: a) para o Cupom Fiscal: 1.080 de 29. d) Comprovante Não-Fiscal. 2. 2. o Contador de Mapa Resumo de Viagem.266. com indicação da unidade federada.RICMS 7.o Contador de Cupom Fiscal Cancelado. identificação de outros valores cobrados do usuário do serviço de transporte. no caso de Cupom Fiscal emitido para cancelamento de outro Cupom Fiscal. 2.2013. 3. o Contador de Cupom Fiscal.2012. AQUAVIÁRIO E 251 .09. 7. sua situação tributária e respectivo valor. 6. b) para a Leitura X. b) Redução Z.a indicação de todos os documentos emitidos entre a origem e o destino final do percurso. a data e a hora de emissão. com indicação da unidade federada. Aprovado pelo Decreto n. 4. de 04. relacionados em ordem cronológica de emissão. a data e a hora de emissão. 6. o valor total da prestação.02. 2. e) para o Mapa Resumo de Viagem: 1. e) Comprovante de Crédito ou Débito. VI . o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. a origem da viagem. a hora final de emissão.

194.as indicações previstas no art. 413.informações suplementares. 201.as indicações previstas no art. modelos 13. 14 e 16. Quando do cancelamento de Bilhete de Passagem durante sua emissão.a indicação da situação tributária do serviço prestado. IV . deverá ser impressa. Os Bilhetes de Passagem. no caso de Bilhete de Passagem Ferroviário. no caso de Bilhete de Passagem Rodoviário. quando emitidos em ECF.080 de 29. indicado pela símbolo "RG". modelos 13. Parágrafo único. A emissão de Bilhetes de Passagem em ECF deverá observar as disposições contidas no Capítulo XX do Título III (cláusula quinquagésima segunda do Convênio ICMS 85/2001). Art.RICMS 7. no caso de Bilhete de Passagem Aquaviário.2012. de 04. V . FERROVIÁRIO Art. devem conter (cláusula quinquagésima primeira do Convênio ICMS 85/2001): I .09. c) o endereço. 409. Art. 412. com 30 caracteres.o Contador de Bilhete de Passagem.as indicações previstas no art. se for o caso. Os formulários destinados à emissão de Bilhete de Passagem observarão as normas contidas na Seção III do Capítulo IV do Título II (cláusula quinquagésima terceira do Convênio ICMS 85/2001).02. 6. 411. Não deverão ser impressos os dados de cabeçalho. 196. III . Os Bilhetes de Passagem. atualizado até o Decreto n. II . Aprovado pelo Decreto n.2013. 14 e 16.campos destinados a identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao tomador dos serviços: a) o número da cédula de identidade. a expressão "BILHETE DE PASSAGEM CANCELADO" seguida dos dados de rodapé do documento (cláusula quinquagésima quarta do Convênio ICMS 85/2001). em letras maiúsculas. Art. impressa em letras maiúsculas. VII . Art. b) o nome.a expressão "EMITIDO POR ECF". VIII . impressas no máximo em oito linhas. VI . 410.266. 252 . com 80 caracteres. somente poderão ser impressos em ECF-IF com Memória de Fita-detalhe (cláusula quinquagésima do Convênio ICMS 85/2001).

se indicada. 253 . b) data e hora de gravação do incremento do Contador de Reinício de Operação.02. 415. c) o Contador de Ordem de Operação. III . deverá conter (cláusula trigésima segunda do Convênio ICMS 85/2001): I . se for o caso. no caso de ECF com Memória de Fita-detalhe. IV . o documento deverá ser emitido em jogo de formulário em branco e deverá conter as seguintes informações (cláusula quinquagésima quinta do Convênio ICMS 85/2001): I .RICMS 7. e) o valor do desconto cancelado.080 de 29.os seguintes dados referentes a cada incremento do Contador de Reinício de Operação: a) valor do Contador de Reinício de Operação. II . d) de Fita-detalhe.a denominação "LEITURA MEMÓRIA FISCAL".a denominação "BILHETE DE PASSAGEM".os valores acumulados nos contadores: a) Geral de Operação Não-Fiscal.a expressão "EMITIDO POR ECF".relativas ao Bilhete de Passagem a ser cancelado: a) a identificação do tomador dos serviços. b) de Redução Z. b) o Contador de Bilhete de Passagem.266. impressa em letras maiúsculas.09. 6. impressa em letras maiúsculas. impressa em letras maiúsculas. No caso de emissão de Bilhete de Passagem para cancelamento de Bilhete de Passagem anterior. impressa em letras maiúsculas.a denominação do tipo de transporte utilizado. SUBSEÇÃO VI DA LEITURA DA MEMÓRIA FISCAL Art.os números de série de cada Memória de Fita-detalhe iniciada no ECF. de 04.a indicação da quantidade de Comprovante de Crédito ou Débito vinculados cancelados.2012. 414. A Leitura da Memória Fiscal. se for o caso. V . VI .a expressão "CANCELAMENTO". III . atualizado até o Decreto n. II . d) o valor total da prestação.2013. IV . Aprovado pelo Decreto n. de implementação obrigatória. Art. c) de Reinício de Operação.

de 04. c) data e hora de gravação do Contador de Reinício de Operação de que trata a alínea anterior. atualizado até o Decreto n. documento 254 . b) número de inscrição no CNPJ. b) Contador de Reinício de Operação referente à intervenção técnica para gravação dos dados do contribuinte usuário. Aprovado pelo Decreto n.os seguintes dados referentes a cada impressão de Fita-detalhe. 6. b) Contador de Reinício de Operação.09. se for o caso.os seguintes dados referentes a cada prestador de serviço gravado na Memória Fiscal.RICMS 7. g) valor acumulado no Totalizador Geral. d) número de inscrição municipal. 3. a) número sequencial do contribuinte usuário. se for o caso.2013. f) data e hora de gravação dos dados das alíneas "b" a "d". 2. de Venda Bruta Diária.02. se for o caso. c) número de inscrição estadual. impressos em ordem decrescente para o Contador de Redução Z (Convênio ICMS 15/2003): a) Contador de Redução Z.os seguintes dados referentes a cada Redução Z gravada na Memória Fiscal. c) Contador de Ordem de Operação referente à Redução Z emitida.080 de 29. de desconto de ISS.266. no caso de ECF com Memória de Fita-detalhe: a) data e hora de impressão. VII .2012. V . d)os valores significativos acumulados nos seguintes totalizadores: 1. de desconto de ICMS. no caso de ECF que emita Bilhete de Passagem ou Cupom Fiscal para registro de prestação de serviço de transporte de passageiro: a) número sequencial do prestador do serviço. e) somatório dos valores gravados na Memória Fiscal a título de Venda Bruta Diária para o prestador do serviço. b) Contador de Ordem de Operação do primeiro e do último impresso. VI . c) o número de inscrição no CNPJ do usuário (Convênio ICMS 15/2003).os seguintes dados referentes a cada contribuinte usuário gravado na Memória Fiscal. VIII . d) número de inscrição no CNPJ. e) número de inscrição estadual. f) número de inscrição municipal.

os somatórios mensais e para o período total da leitura impressa. parciais de não-incidência de ICMS e de ISS.RICMS 7. com respectivas data e hora da primeira execução. f) parciais tributados pelo ICMS. IX . XII .as demais versões do "software" básico executadas no ECF.2013.266. 9. de cancelamento de ICMS.2012. somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de operações não-fiscais (Convênio ICMS 15/2003). poderão estar limitado ao máximo de trinta totalizadores para o período. com respectivas data e hora da primeira execução. parciais de substituição tributária de ICMS e de ISS.a indicação da capacidade remanescente para gravação de dados na Memória Fiscal referente à Redução Z. 255 . parciais tributados pelo ICMS. parciais de isento de ICMS e de ISS. seguido dos de maior carga tributária vinculada. j) parciais de não-incidência de ICMS e de ISS. b) de desconto de ICMS. 6. Os somatórios de que tratam as alíneas "f" e "g" do inciso IX. de 04. Parágrafo único.símbolos referentes a decodificação para o valor acumulado no Totalizador Geral do ECF. 4. 11. com respectiva data e hora de programação.a primeira versão do "software" básico executada no ECF. 8.INFORMAR AO CREDENCIADO" quando essa capacidade for inferior a sessenta.080 de 29. expressa em quantidade de reduções. se for o caso. i) parciais de isento de ICMS e de ISS. g) parciais tributados pelo ISS.02. devendo a seleção ocorrer primeiramente pelos de maior valor acumulado. 10. 7. e) data e hora de gravação dos dados da alínea anterior. atualizado até o Decreto n. d) de cancelamento de ICMS. XI .09. h) parciais de substituição tributária de ICMS e de ISS. parciais tributados pelo ISS. l) o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de operações não-fiscais (Convênio ICMS 15/2003). 6. X . Aprovado pelo Decreto n. e) de cancelamento de ISS. devendo ser impressa também a expressão "MEMÓRIA EM ESGOTAMENTO . dos valores gravados nos seguintes totalizadores: a) de Venda Bruta Diária. de cancelamento de ISS. c) de desconto de ISS. XIII . 5.

de 04. assim compreendida a impressão dos valores indicados no inciso IX do artigo anterior. A impressão da Leitura da Memória Fiscal deverá ser efetuada das seguintes formas (cláusula trigésima terceira do Convênio ICMS 85/2001): I . 417. Bilhete de Passagem ou Comprovante Não-Fiscal emitido após a última Redução Z. II . acumulados para o intervalo de datas indicado. assim compreendida a impressão de todos os dados previstos no artigo anterior. impressa em letras maiúsculas (Convênio ICMS 85/2001. Art. cláusula trigésima segunda).2012.a denominação "REDUÇÃO Z". II . SUBSEÇÃO VII DA REDUÇÃO Z Art. 416. devendo ser comandada por um dos seguintes critérios (Convênio ICMS 15/2003): a) leitura por intervalo de data. quando existentes: a) Geral de Operação Não-Fiscal. 6. devendo sua impressão ser comandada por um dos seguintes critérios: a) por intervalo de data. deverá conter (Convênio ICMS 85/2001. b) de Reinício de Operação.266. indicada pela expressão "SIMPLIFICADA". atualizado até o Decreto n. A Redução Z.RICMS 7.09. III . de implementação obrigatória. indicada pela expressão "MOVIMENTO DO DIA:".a data do respectivo movimento. 256 . b) por intervalo de Contador de Redução Z.02. impressa em letras maiúsculas. Nota Fiscal de Venda a Consumidor.leitura completa. compreendendo a Leitura da Memória Fiscal sem impressão dos dados previstos no inciso VIII do artigo anterior.leitura simplificada. assim entendida a data do primeiro Cupom Fiscal. assim compreendida a impressão dos valores indicados no inciso IX do artigo anterior. O "software" básico deverá possibilitar a emissão da Leitura da Memória Fiscal comandada por aplicativo e pelo dispositivo de "hardware" previsto em norma de procedimento fiscal. Aprovado pelo Decreto n. no caso de não ter havido emissão de nenhum daqueles documentos após a última Redução Z. ou a data de emissão da Redução Z. c) de Reduções Z.2013. cláusula trigésima quarta): I . Parágrafo único. acumulados para o intervalo de números de contador indicado. assim compreendida a impressão dos dados referentes a todas as Reduções Z gravadas para o intervalo de datas indicado. b) leitura por intervalo de Contador de Redução Z.o valor acumulado nos seguintes contadores.080 de 29. assim compreendida a impressão dos dados referentes a todas as Reduções Z gravadas para o intervalo de números de contador indicado.

V . d) de Comprovante de Crédito ou Débito.09. n) de Bilhete de Passagem Cancelado. e) de Operação Não-Fiscal Cancelada. h) parcial de acréscimo de ISS. com carga tributária vinculada. o) parciais de operações não-fiscais. m) parciais de isento.2013. e) parcial de desconto de ICMS. cancelamento de ISS. assim compreendido o valor acumulado no totalizador de Venda Bruta Diária deduzido dos valores: a) acumulados nos totalizadores parciais de: 1.02. 6. d) parcial de Cancelamento de ISS.RICMS 7. f) parcial de desconto de ISS. de 04. l) de Fita-detalhe.080 de 29. g) de Cupom Fiscal. i) de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. g) parcial de acréscimo de ICMS. cancelamento de ICMS. Aprovado pelo Decreto n. n) parciais de não-incidência. f) Geral de Relatório Gerencial.o valor da venda líquida. p) parciais de meios de pagamento e de troco. l) parciais de substituição tributária. IV . j) de Nota Fiscal de Venda a Consumidor Cancelada. 257 . se for o caso.2012. c) parcial de Cancelamento de ICMS. i) parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. m) de Bilhete de Passagem. atualizado até o Decreto n. 2. desconto de ICMS.o valor acumulado nos seguintes totalizadores: a) Totalizador Geral. h) de Cupom Fiscal Cancelado. com carga tributária vinculada. 3. j) parciais de prestações tributadas pelo ISS. b) de Venda Bruta Diária.266.

o somatório dos valores do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS. XI . g) indicação das mesas pendentes de emissão de Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. desconto de ISS. as informações impressas que permitam a recuperação de dados referentes a todos os documentos emitidos após a Redução Z 258 . XIV . XIII . IX . e) a quantidade pendente de cada produto comercializado ou serviço prestado no dia.2013. com carga tributária vinculada. XVI . XII . com a indicação do símbolo do respectivo totalizador parcial e da carga tributária vinculada. assim compreendida a quantidade total de cada produto comercializado ou serviço prestado que não foram registrados em Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. com carga tributária vinculada. seguida do respectivo Contador Específico de Operação Não-Fiscal. VII . se for o caso. 6. atualizado até o Decreto n. cancelamento de ISS. c) o símbolo do totalizador parcial de operação tributada pelo ICMS ou de prestação tributada pelo ISS. desconto e acréscimo registradas em Registro de Venda e Conferência de Mesa e que ainda não foram registradas em Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. com carga tributária vinculada.RICMS 7. f) os valores pendentes para os totalizadores de cancelamento de ICMS.080 de 29. assim compreendido o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS.o Tempo Emitindo Documento Fiscal. assim compreendido o valor total das respectivas operações de cancelamento. VI . b) total de ISS. para cada produto comercializado ou serviço prestado indicado na alínea anterior. assim compreendido o valor resultante da multiplicação do valor acumulado em cada totalizador parcial pelo percentual da respectiva carga tributária vinculada.02.266.a denominação de cada operação não-fiscal cadastrada na Memória de Trabalho.no caso de ECF que emita Registro de Venda: a) o código dos produtos comercializados ou serviços prestados.o Número de Comprovantes de Crédito ou Débito Não Emitidos. X . b) a descrição dos produtos ou serviços prestados. acréscimo de ICMS e acréscimo de ISS.2012. com carga tributária vinculada.o Tempo Operacional.o valor do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS e de prestações tributadas pelo ISS. XV . desconto de ICMS. 4.no caso de ECF com Memória de Fita-detalhe. de 04.09. VIII .o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS.o somatório dos valores do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. no dia. d) a quantidade total de cada produto comercializado ou serviço prestado no dia. Aprovado pelo Decreto n. desconto de ISS. referentes aos códigos indicados na alínea anterior.o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS.

§ 1º Os valores referentes aos acumuladores indicados na Leitura da Memória de Trabalho devem ser sinalizados pelo símbolo "*". devendo ser impressa também a expressão "MEMÓRIA EM ESGOTAMENTO . § 3º Na hipótese do inciso XIX.a expressão "SEM MOVIMENTO FISCAL".266. § 3º Na hipótese do parágrafo anterior. 6. § 2º No caso de ECF que possibilite registro de prestações de transporte de passageiro. c) a expressão "VIA:" seguida da sigla da unidade federada do respectivo prestador do serviço.a indicação da capacidade remanescente para gravação de dados na Memória Fiscal referente à Redução Z. 259 . atualizado até o Decreto n. impressa em negrito na linha imediatamente posterior à de impressão da data de que trata o inciso II. independentemente de comando externo. devendo ser possível sua emissão ainda que não haja valor acumulado no totalizador de Venda Bruta Diária (cláusula trigésima quinta do Convênio ICMS 85/2001).09. quando o serviço for prestado por empresa ou estabelecimento diverso do contribuinte usuário emitente do documento. § 1º A emissão da Redução Z está condicionada à gravação dos dados pertinentes no dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal antes de sua emissão. 415. deverá ser emitida. XIX . d) os números de inscrição no CNPJ. de inscrição municipal do prestador de serviço (Convênio ICMS 15/2003). após a emissão da Redução Z para o contribuinte usuário do equipamento. seguido da indicação do Contador Específico de Relatório Gerencial. expressa em quantidade de reduções. se for o caso.2013. Art.2012.080 de 29. a Redução Z emitida para cada prestador do serviço gravado na Memória Fiscal deverá conter: a) o mesmo valor para o Contador de Redução Z. XVII . b) os valores dos totalizadores de venda bruta diária. uma Redução Z para cada prestador do serviço gravado na Memória Fiscal. § 2º As informações constantes nas alíneas "a" a "f" do inciso XII ficam dispensados para ECF com Memória de Fita-detalhe (Convênio ICMS 15/2003). totalizadores parciais de descontos e totalizadores parciais de acréscimos. relacionados com o prestador do serviço (Convênio ICMS 15/2003).RICMS 7.INFORMAR AO CREDENCIADO" quando essa capacidade for inferior a sessenta. de inscrição estadual e. no caso de não haver valor significativo a ser impresso para o totalizador de Venda Bruta Diária para o respectivo dia de movimento.02. totalizadores parciais de isento. de substituição tributária e de não incidência. anterior e o número de série da Memória de Fita-detalhe em uso. de 04. A Redução Z deve representar os valores dos acumuladores armazenados na Memória de Trabalho no momento de sua emissão. Aprovado pelo Decreto n. 418. se for o caso. não havendo valor significativo a ser impresso. e. impresso logo após a identificação do acumulador. conforme inciso VI do art. totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS e ISS.a denominação de cada relatório gerencial cadastrado na Memória de Trabalho. deverá ser indicado o símbolo "*" em cada dígito da capacidade prevista para o respectivo totalizador. XVIII .

h) de Cupom Fiscal Cancelado.o valor acumulado nos seguintes contadores. de 04. c) de Reduções Z.09. SUBSEÇÃO VIII DA LEITURA X Art. 419. III .a denominação "LEITURA X". Aprovado pelo Decreto n.080 de 29.o valor acumulado nos seguintes totalizadores: a) Totalizador Geral. g) parcial de acréscimo de ICMS.266. quando existentes: a) Geral de Operação Não-Fiscal.2013. d) de Comprovante de Crédito ou Débito. n) de Bilhete de Passagem Cancelado. h) parcial de acréscimo de ISS. b) de Venda Bruta Diária. II . f) parcial de desconto de ISS.02. deverá conter (cláusula trigésima sexta do Convênio ICMS 85/2001): I . j) parciais de prestações tributadas pelo ISS. e) parcial de desconto de ICMS. com carga tributária vinculada. i) parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. c) parcial de Cancelamento de ICMS. j) de Nota Fiscal de Venda a Consumidor Cancelada. impressa em letras maiúsculas. de implementação obrigatória. 6. e) de Operação Não-Fiscal Cancelada.RICMS 7. g) de Cupom Fiscal. atualizado até o Decreto n. f) Geral de Relatório Gerencial.2012. l) de Fita-detalhe. d) parcial de Cancelamento de ISS. A Leitura X. m) de Bilhete de Passagem. se for o caso. b) de Reinício de Operação. com carga tributária vinculada. 260 . i) de Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

2012. X .02. 6. desconto de ISS.no caso de ECF que emita Registro de Venda: a) o código dos produtos comercializados ou serviços prestados no dia. c) o símbolo do totalizador parcial de operação tributada pelo ICMS ou de prestação tributada pelo ISS. de 04. IX . m) parciais de isento. assim compreendido o valor resultante da multiplicação do valor acumulado em cada totalizador parcial pelo percentual da respectiva carga tributária vinculada. VI .o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. seguida do respectivo Contador Específico de Operação Não-Fiscal.080 de 29. d) a quantidade total de cada produto comercializado ou serviço prestado no dia.o valor da venda líquida. b) total de ISS.2013. b) a descrição dos produtos ou serviços prestados. referentes aos códigos indicados na alínea anterior. IV .a denominação de cada operação não-fiscal cadastrada na Memória de Trabalho. e) a quantidade pendente de cada produto comercializado ou serviço prestado no dia. assim compreendida a quantidade total de cada produto comercializado ou serviço prestado 261 . l) parciais de substituição tributária. atualizado até o Decreto n.o somatório dos valores do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. com carga tributária vinculada. se for o caso. Aprovado pelo Decreto n. V . cancelamento de ISS. XI . com carga tributária vinculada.o somatório dos valores do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS.o valor do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS e de prestações tributadas pelo ISS. assim compreendido o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS. p) parciais de meios de pagamento e de troco. cancelamento de ICMS.RICMS 7. 2. VII .266.o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS. para cada produto comercializado ou serviço prestado indicado na alínea anterior. desconto de ICMS. 3. 4.09. com carga tributária vinculada. com carga tributária vinculada. VIII . o) parciais de operações não-fiscais. n) parciais de não-incidência. assim compreendido o valor acumulado no totalizador de Venda Bruta Diária deduzido dos valores: a) acumulados nos totalizadores parciais de: 1.

6. § 2º A impressão das informações previstas nas alíneas "a" a "d" do inciso XI deverá ser opcional em cada Leitura X. f) os valores pendentes para os totalizadores de cancelamento de ICMS. A Leitura X deve representar os valores dos acumuladores armazenados na Memória de Trabalho no momento de sua emissão (cláusula trigésima sétima do Convênio ICMS 85/2001.266.RICMS 7. desconto de ICMS. desconto de ISS. XIV . que não foram registrados em Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor.2013.a denominação "REGISTRO DE VENDA". Aprovado pelo Decreto n.). impresso logo após a identificação do acumulador. somente poderá existir em ECF com Memória de Fita-detalhe e deverá conter (cláusula quadragésima oitava do Convênio ICMS 85/2001): I . impressa em letras maiúsculas. Parágrafo único. XVI . de 04. 262 . XII . expressa em quantidade de reduções. Art. desconto e acréscimo registradas em Registro de Venda e Conferência de Mesa e que ainda não foram registradas em Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. II . 421. atualizado até o Decreto n. assim compreendido o valor total das respectivas operações de cancelamento. O "software" básico deverá possibilitar a emissão da Leitura X comandada por aplicativo e pelo dispositivo de "hardware" previsto em norma de procedimento. b) o código do produto ou do serviço. devendo ser impressa também a expressão "MEMÓRIA EM ESGOTAMENTO .02.o Número de Comprovantes de Crédito ou Débito Não Emitidos.INFORMAR AO CREDENCIADO" quando essa capacidade for inferior a sessenta. cancelamento de ISS. O Registro de Venda. § 1º Os valores referentes aos acumuladores indicados na Leitura da Memória de Trabalho devem ser sinalizados pelo símbolo "*". g) indicação das mesas pendentes de emissão de cupom fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor (Convênio ICMS 15/2003). acréscimo de ICMS e acréscimo de ISS.080 de 29.legenda contendo as seguintes informações: a) o número da mesa. SUBSEÇÃO IX DO REGISTRO DE VENDA Art. com indicação do símbolo do respectivo totalizador parcial e da carga tributária vinculada. seguido da indicação do Contador Específico de Relatório Gerencial. de implementação obrigatória em ECF que emita Conferência de Mesa. XIII .o Tempo Emitindo Documento Fiscal.a indicação da capacidade remanescente para gravação de dados na Memória Fiscal referente a Redução Z.09.2012.o Tempo Operacional. 420.a denominação de cada relatório gerencial cadastrado na Memória de Trabalho. XV .

Aprovado pelo Decreto n. somente poderá existir em ECF com Memória de Fita-detalhe. V . 6. de 04.080 de 29. O Conferência de Mesa. d) a unidade de medida. f) o valor unitário do produto ou do serviço. com indicação dos números das mesas de origem e de destino.2013.02. c) a quantidade comercializada.o registro de operação de cancelamento.o registro de item. com indicação do número da respectiva mesa. h) o valor total do produto ou do serviço. g) a indicação do símbolo do totalizador parcial de situação tributária do produto ou do serviço. impressa em letras maiúsculas. III . III . IV .266. § 1º A indicação da operação de cancelamento. e deverá conter (cláusula quadragésima nona do Convênio ICMS 85/2001): I . § 2º A opção de impressão do Registro de Venda deverá ser configurada em Modo de Intervenção Técnica.09. SUBSEÇÃO X DO CONFERÊNCIA DE MESA Art. f) a indicação do símbolo do totalizador parcial de situação tributária do produto ou do serviço. que corresponde ao valor obtido da 263 . 422.RICMS 7. e) o valor unitário do produto ou do serviço. II . se for o caso. g) o valor total do produto ou do serviço. que corresponde ao valor obtido da multiplicação dos valores indicados nas alíneas "d" e "f". c) a descrição do produto ou do serviço. de implementação obrigatória em ECF que emita Registro de Venda. d) a quantidade comercializada.legenda contendo as seguintes informações: a) o número do item e o código do produto ou do serviço.2012.o número da mesa. de desconto ou de acréscimo deve ser precedida da observação "marcado para". e) a unidade de medida. b) a descrição do produto ou do serviço.a indicação de transferência de produtos ou serviços entre mesas. com uso da observação "Transferência de Mesa: nnn para mmm". atualizado até o Decreto n.a denominação "CONFERÊNCIA DE MESA". de desconto ou de acréscimo.

§ 1º A indicação da operação de cancelamento. b) o nome.a totalização dos itens e das operações registradas.02. impressa em letras maiúsculas. de desconto ou de acréscimo deve ser precedida da observação "marcado para". VI . impressa em letras . c) o endereço. se for o caso. III . contendo todos os dados que compõem o registro de item.2012. Aprovado pelo Decreto n. 6.a observação "AGUARDE O CUPOM FISCAL".2013. se for o caso. IX . com 79 caracteres (Convênio ICMS 15/2003).o número e os itens referentes à mesa. § 2º A opção de novo registro de item no Conferência de Mesa deverá ser configurada em Modo de Intervenção Técnica.o valor da subtotalização dos itens e das operações ou prestações registradas. atualizado até o Decreto n.o Contador Específico de Operação Não-Fiscal da respectiva operação. de desconto ou de acréscimo. II . de acréscimo ou de cancelamento. VII . se for o caso. se for o caso. 423. registrados no Registro de Venda. IV . VI . V . precedido da expressão "TOTAL". de 04. com trinta caracteres. 264 a denominação "COMPROVANTE NÃO-FISCAL".os campos destinados à identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao consumidor ou tomador dos serviços: a) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF.o tempo decorrido entre o registro do primeiro item para a mesa e a emissão do Conferência de Mesa. impressa em letras maiúsculas antes da informação do inciso seguinte. SEÇÃO III DOS DEMAIS DOCUMENTOS SUBSEÇÃO I DO COMPROVANTE NÃO-FISCAL Art.a expressão "NÃO É DOCUMENTO FISCAL".266.09. impressa em letras maiúsculas. V .): I . VIII .o registro de operação de desconto. multiplicação dos valores indicados nas alíneas "c" e "e". X . IV maiúsculas.Contador Geral de Operação Não-Fiscal.o número e o novo registro de item.o registro de operação de cancelamento.080 de 29. O Comprovante Não-Fiscal deverá conter (cláusula sexagésima do Convênio ICMS 85/2001.RICMS 7.

deverá ser impressa em letras maiúsculas a expressão "COMPROVANTE NÃO-FISCAL CANCELADO" seguida dos dados de rodapé do documento (cláusula sexagésima primeira do Convênio ICMS 85/2001).o meio de pagamento. seguido do respectivo valor.o Contador de Ordem de Operação do documento que contenha o meio de pagamento a ser estornado. Parágrafo único. 424.a expressão "ESTORNO MEIO DE PAGAMENTO". impressa em letras maiúsculas. a denominação "COMPROVANTE NÃO-FISCAL". ou Bilhete de Passagem ou Comprovante Não-Fiscal emitido. precedida da expressão "TOTAL". se for o caso.informações suplementares.2013. III maiúsculas. Art.02.o Contador Geral de Operação Não-Fiscal.09. 6. de 04.a expressão "NÃO É DOCUMENTO FISCAL". Na hipótese de a operação não fiscal se referir à retirada ou suprimento de numerário. Quando do cancelamento de Comprovante Não-Fiscal durante sua emissão. VII .RICMS 7. atualizado até o Decreto n. XI . impressa em letras SUBSEÇÃO II DO COMPROVANTE NÃO-FISCAL CANCELAMENTO 265 . VI . impressas no máximo em oito linhas. observadas as regras sobre condição de pagamento que deverão estar contidas no "software" básico constantes em norma de procedimento fiscal. IX e XI (Convênio ICMS 15/2003).o valor da subtotalização dos itens e das operações ou prestações registradas. V . X . Aprovado pelo Decreto n.a denominação do meio de pagamento a ser estornado. impressa em letras maiúsculas antes da informação do inciso seguinte. IX .a totalização dos itens e das operações ou prestações registradas.080 de 29. o comprovante emitido não deve conter as indicações dos incisos II. II .266. seguido do respectivo valor. VII . se for o caso. Parágrafo único. 425. impressa em letras maiúsculas. O Comprovante Não-Fiscal previsto neste artigo somente poderá ser emitido para estorno do meio de pagamento registrado no último Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Art.2012. VIII . O Comprovante Não-Fiscal emitido para estorno de meio de pagamento deverá conter (cláusula sexagésima segunda do Convênio ICMS 85/2001): I .o valor da operação não-fiscal registrada. IV .a denominação do novo meio de pagamento.

III . II . VI . SUBSEÇÃO III COMPROVANTE DE CRÉDITO OU DÉBITO Art.o Contador de Comprovante de Crédito ou Débito. IX .a denominação "COMPROVANTE NÃO-FISCAL CANCELAMENTO". conforme cadastrado na Memória de Trabalho.2012. de implementação obrigatória. impressa em letras maiúsculas. O Comprovante Não-Fiscal Cancelamento deverá conter (cláusula sexagésima terceira do Convênio ICMS 85/2001): I . b) o nome.em relação ao Comprovante Não-Fiscal a ser cancelado: a) . VII .o valor total da operação ou prestação do documento vinculado.o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. se for o caso. IV . Aprovado pelo Decreto n. d) o valor do desconto cancelado.o número da via do documento. c) o valor total da operação ou prestações. O Comprovante de Crédito ou Débito. II . se for o caso. 426. impressa em letras maiúsculas. indicado 266 . 6. impressa em letras maiúsculas antes da informação do inciso seguinte.RICMS 7.02.a denominação "COMPROVANTE CRÉDITO OU DÉBITO".080 de 29.a denominação do meio de pagamento. VIII . com trinta caracteres.266.os campos destinados a identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao consumidor ou tomador dos serviços: a) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF.2013. V .a expressão "NÃO É DOCUMENTO FISCAL".o Contador de Ordem de Operação do documento vinculado. 427. de 04. Art. atualizado até o Decreto n. é o documento destinado à formalização de pagamento relativo à aquisição de mercadorias ou serviços por meio de cartão de crédito ou de débito em conta.o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. e deverá conter (cláusula quinquagésima sexta do Convênio ICMS 85/2001): I . b) o Contador de Ordem de Operação.a indicação da quantidade de Comprovante de Crédito ou Débito vinculados cancelados. III . c) o endereço. com 79 caracteres.09.

Art. XII . X . em relação a cada ECF. destinada ao fisco. de 04. No caso de intervenção técnica que implique necessidade de seccionamento da bobina da Fita-detalhe. impressa antes da denominação indicada no inciso anterior.o número de parcelas. por equipamento e mantida em ordem cronológica. 6. II . SUBSEÇÃO V DO RELATÓRIO GERENCIAL Art. deverá observar o disposto no parágrafo único do art. com relação a Fita-detalhe impressa a partir dos dados gravados naquele dispositivo. 430. Aprovado pelo Decreto n. O Relatório Gerencial deverá conter (cláusula sexagésima quarta do Convênio ICMS 85/2001): I . em um ECF específico (cláusula nonagésima segunda do Convênio ICMS 85/2001). Art. 428. atualizado até o Decreto n. A Fita-detalhe é a via impressa. representativa do conjunto de documentos emitidos num determinado período.o valor do meio de pagamento para o respectivo débito ou crédito. A bobina que contém a Fita-detalhe deve ser armazenada inteira.o Contador Geral de Relatório Gerencial. IV . 123 (cláusula nonagésima quarta do Convênio ICMS 85/2001).a denominação "RELATÓRIO GERENCIAL".09.266. a cada dez linhas a partir da primeira impressão e até a impressão 267 .a expressão "NÃO É DOCUMENTO FISCAL". 429. O contribuinte usuário de ECF com Memória de Fita-detalhe. XI .RICMS 7.o Contador Geral de Operação Não-Fiscal.o Contador Específico de Relatório Gerencial. III . impressa em letras maiúsculas.080 de 29.02. V . sem seccionamento.2013. SUBSEÇÃO IV DA FITA-DETALHE Art. 431. 123 (cláusula nonagésima terceira do Convênio ICMS 85/2001). observado o disposto no parágrafo único do art. Parágrafo único.o texto da administradora de cartão de crédito ou de débito em conta. no caso de pagamento parcelado. em ordem cronológica. deverão ser apostos nas extremidades do local seccionado o número do atestado de intervenção correspondente e a assinatura do técnico interventor.2012. como "Valor da compra".

indicado por "COOi". § 1º No caso da impressão da Leitura da Memória Fiscal na Fita-detalhe. deverá conter em todos os documentos impressos (cláusula sexagésima sexta do Convênio ICMS 85/2001): I .2012. admite-se a impressão apenas do valor do Contador de Ordem de Operação. SUBSEÇÃO VI DA FITA-DETALHE EM ECF COM MEMÓRIA DE FITA-DETALHE Art. atualizado até o Decreto n.o Contador de Ordem de Operação do primeiro documento impresso. indicado por "COOf". 6.02.a expressão "FITA-DETALHE".266. II .080 de 29. VI . Aprovado pelo Decreto n.o texto do relatório gerencial. em Mapa Resumo ECF. 432. do CAD/ICMS e da inscrição municipal (Convênio ICMS 15/2003).Leitura da Memória de Trabalho.a data e a hora de sua emissão. conforme cadastrada na Memória de Trabalho. conforme modelo constante em norma de procedimento fiscal. Art. Com base nas Reduções Z emitidas pelo ECF. IV . § 2º Os dados indicados neste artigo deverão ser impressos imediatamente após a impressão do CNPJ. SEÇÃO IV DA ESCRITURAÇÃO FISCAL SUBSEÇÃO I DO MAPA RESUMO ECF Art. as operações ou prestações deverão ser registradas. diariamente. 268 . na linha imediatamente anterior à de impressão dos dados de rodapé.o Contador de Ordem de Operação do último documento impresso. 433. de 04.RICMS 7. impressa em letras maiúsculas. da denominação e da data e hora de emissão (Convênio ICMS 15/2003). VII . A Fita-detalhe emitida a partir de dados armazenados na Memória de Fita-detalhe. VIII .a denominação do tipo de relatório emitido. da Leitura da Memória de Trabalho de que trata o inciso VII.2013. O tempo total de emissão do Relatório Gerencial será de no máximo dois minutos contados a partir do início de sua impressão.09. devendo encerrar-se automaticamente após decorrido esse tempo (cláusula sexagésima quinta do Convênio ICMS 85/2001). III . 434.

b) "Valor Contábil": importância acumulada no totalizador parcial de venda líquida diária. 123. que deverá conter (cláusula septuagésima sétima do Convênio ICMS 85/2001): I ."Responsável pelo estabelecimento": nome.02. 269 .001 a 999. juntar-se-á. função e assinatura. Não-Tributadas de ICMS e Substituição Tributária de ICMS.2013.080 de 29. § 2º Fica facultado o uso do Mapa Resumo ECF para estabelecimento que possua até três ECF e não utilize os procedimentos relativos às operações de cancelamento e desconto permitidos pelo "software" básico de acordo com o disposto em norma de procedimento fiscal. "Operações sem Débito do Imposto".266. em ordem sequencial. b) desde que não prejudiquem a clareza. o acréscimo de indicações de interesse do usuário. bem como os contidos no art. 423. d) a indicação de eventuais observações em seguida ao registro a que se referirem ou ao final do período diário.o nome. será permitido: a) a supressão das colunas não utilizáveis pelo estabelecimento. com as remissões adequadas. no último mapa do período de apuração. observado o prazo previsto no parágrafo único do art. II . III . "Série (ECF)": para registro do número de ordem sequencial do equipamento. V . § 3º Relativamente ao Mapa Resumo ECF. 2.a denominação "MAPA RESUMO ECF". subdividida em tantas colunas quantas forem necessárias para a indicação das cargas tributárias cadastradas e utilizadas no ECF. 2. 6. respectivamente.09.a data (dia. o endereço e os números de inscrição federal. subdividida em: 1. estadual e municipal. IV . de 000. em ordem cronológica. mês e ano). "Operações com Débito do Imposto": para indicação da base de cálculo por carga tributária. VII .a numeração. subdividida em "Isentas".999. a Leitura da Memória Fiscal referente ao mesmo período. juntamente com as respectivas Reduções Z. c) "Valores Fiscais".2012. subdividida em: 1. "Não-Tributadas" e "Outras".as colunas a seguir: a) "Documento Fiscal". do estabelecimento. também. "Número (CRZ)": para registro do número do Contador de Redução Z. se for o caso. de 04. para registro. atualizado até o Decreto n.linha "Totais do Dia": soma de cada uma das colunas previstas nas alíneas "b" e "c" do inciso anterior. sendo que.RICMS 7. reiniciada quando atingido este limite. VI . da soma dos totalizadores de Isentos de ICMS. § 1º O Mapa Resumo ECF deve ser conservado. c) o dimensionamento das colunas de acordo com as necessidades do estabelecimento. Aprovado pelo Decreto n. d) "Observações".

c) como números inicial e final do documento: os números do Contador de Ordem de Operação do primeiro e do último documento emitidos no dia.02.na coluna "Valor Contábil" o valor da venda líquida diária. Parágrafo único.266. O estabelecimento que for dispensado da emissão do Mapa Resumo ECF deve escriturar o livro Registro de Saídas. d) como data: aquela indicada no respectivo Mapa Resumo ECF. serão escriturados nas colunas próprias do livro Registro de Saídas. SUBSEÇÃO II DO REGISTRO DE SAÍDAS Art. § 4º Na impossibilidade de emissão de "Cupom de Leitura X". c) como números inicial e final do documento fiscal: o número do Mapa Resumo ECF emitido no dia.RICMS 7. a partir da coluna "Valor Contábil" do Mapa Resumo ECF. O livro Registro de Saídas deve ser escriturado da forma a seguir (cláusula septuagésima oitava do Convênio ICMS 85/2001. 435. b) como série e subsérie: a sigla "ECF". quando da intervenção técnica efetuada de acordo com o disposto em norma de procedimento fiscal. e) na coluna "Observações": outras informações. Aprovado pelo Decreto n.2013. II . "Alíquota" e "Imposto Debitado" de "Operações com Débito do Imposto" serão escrituradas as informações em tantas linhas quantas forem as cargas tributárias das operações e prestações e na coluna "Isentas ou Não Tributadas" de "Operações sem Débito do Imposto" serão escrituradas as informações em tantas linhas quantas forem as situações tributárias. 436.): I . de 04. desconto e ISS. que representa a diferença entre o valor indicado no totalizador de venda bruta diária e o somatório dos valores acumulados nos totalizadores de cancelamento.080 de 29. da seguinte forma (cláusula septuagésima nona do Convênio ICMS 85/2001): I . b) como série e subsérie: o Número de Ordem Sequencial do ECF atribuído pelo contribuinte usuário.09. 6. deverá o usuário lançar os valores apurados na soma da fita detalhe no campo "Observações" do Mapa Resumo ECF.na coluna "Documento Fiscal": a) como espécie: a sigla "CF". acrescendo os mesmos aos valores das respectivas situações tributárias do dia. II .na coluna sob o título "Documento Fiscal": a) como espécie: a sigla "CF". Art. atualizado até o Decreto n.os totais apurados na forma do inciso VI do artigo anterior. Nas colunas "Base de Cálculo".2012. III .nas colunas "Base de Cálculo". "Alíquota" e "Imposto Debitado" de "Operações com Débito do Imposto" serão escrituradas as informações em tantas linhas 270 .

na coluna "BASE DE CÁLCULO". que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via. no Resumo de Movimento Diário. 2.02. e. 6. II . na coluna "NÚMEROS". o valor acumulado no totalizador de Venda Líquida.2013. em duas vias. Art. 438. quantas forem as cargas tributárias das operações e prestações. Aprovado pelo Decreto n. IV .na coluna "Outras" de "Operações sem Débito do Imposto" serão escrituradas as informações relativas ao somatório dos valores acumulados nos totalizadores de substituição tributária.na coluna "Isentas ou Não Tributadas" de "Operações sem Débito do Imposto" serão escrituradas as informações relativas ao somatório dos valores acumulados nos respectivos totalizadores de isentos ou não-incidência. a base de cálculo do ISS. 437. 271 . os Bilhetes de Passagens emitidos por sistema eletrônico de processamento de dados (cláusula nona do Convênio ICMS 84/2001). no mínimo. o valor acumulado em cada totalizador parcial tributado pelo ICMS. número de fabricação do equipamento. 3. de 04. o valor do Contador de Redução Z. b) na coluna "VALOR CONTÁBIL". será feita da seguinte forma: a) no campo "DOCUMENTOS EMITIDOS": 1.nele serão escrituradas todas as Reduções Z emitidas pelos ECF autorizados para o estabelecimento.o documento será emitido diariamente. a expressão "ECF". em linhas distintas. devendo ser lançado um valor por linha. para exibição ao fisco. a via da Redução Z emitida no ECF utilizado para emitir cupom fiscal cujo início da prestação ocorra em outra unidade federada que não a do estabelecimento usuário.2012. para escrituração do livro Registro de Saídas. § 1º A escrituração.na coluna "Observações": o número do Contador de Redução Z e. b) a 2ª via. na coluna "TIPO". O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido pelo estabelecimento centralizador. V . se for o caso. sendo que: I . c) no campo "VALOR COM DÉBITO DO IMPOSTO": 1. na coluna "SÉRIE". quando for o caso. A empresa prestadora de serviço de transporte de passageiro que possuir mais de um estabelecimento deverá fazer sua escrituração centralizada com base no documento Resumo de Movimento Diário (cláusula oitava do Convênio ICMS 84/2001).080 de 29. bem como. modelo 2-A.266. SUBSEÇÃO III DO RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Art. atualizado até o Decreto n.09. VI .RICMS 7. da Redução Z.

o valor acumulado no totalizador de substituição tributária. na coluna "ISENTAS E NÃO TRIBUTADAS". atualizado até o Decreto n. CAPÍTULO XX DA EMISSÃO DE DOCUMENTOS E DA ESCRITURAÇÃO DE 272 . § 2º O contribuinte deverá: a) manter o controle da distribuição dos ECF e dos Bilhetes de Passagem para os diversos locais de emissão.2012. São responsáveis solidários. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou a prestações de serviços somente será admitida quando integrar o ECF.080 de 29. Parágrafo único. 2. os valores acumulados nos totalizadores de isentos e de não-tributados. devendo manter à disposição do fisco os documentos relativos a todos os locais envolvidos.2013. escriturados um em cada linha.o fabricante ou importador do ECF. 2. § 3º A via da Redução Z. Art. 3. na coluna "ICMS". no recinto de atendimento ao público. 439. 440. Aprovado pelo Decreto n. de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento (Convênio ECF 01/1998). sempre que contribuírem para o uso indevido de ECF (cláusula centésima segunda do Convênio ICMS 85/2001): I . emitida no ECF utilizado para emitir cupom fiscal cujo início da prestação ocorra em outra unidade federada que não a do estabelecimento usuário. o valor da carga tributária cadastrada para o respectivo totalizador parcial tributado pelo ICMS. o valor resultante da aplicação da alíquota sobre a base de cálculo. b) centralizar os registros e as informações fiscais. poderá ser apreendido pelo fisco e utilizado como prova de infração à legislação tributária. sem a autorização a que se refere o "caput" ou que não satisfaça os requisitos desta. A utilização. d) no campo "VALOR SEM DÉBITO": 1.o fabricante ou importador do ECF. em relação ao contribuinte usuário do equipamento. O equipamento em uso. a empresa credenciada a intervir em ECF e aquele que desenvolver ou fornecer o programa aplicativo.RICMS 7. na coluna "OUTROS". conservando-se cópia no estabelecimento. de 04. 6. SEÇÃO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. em relação a empresa para a qual tenha fornecido "Atestado de Responsabilidade e de Capacitação Técnica". deverá ser remetida ao respectivo prestador de serviço de transporte de passageiro no prazo máximo de um dia após sua emissão. na coluna "ALÍQUOTA". II .266.09.02.

o sistema de retaguarda de ECF e a totalidade dos seus respectivos dados e arquivos deverão ser armazenados e mantidos: a) na sede do estabelecimento autorizado para o uso desses sistemas.266. LIVROS FISCAIS POR SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE DADOS SEÇÃO I DA UTILIZAÇÃO Art.RICMS 7.Coordenação da Receita do Estado. § 5º Os sistemas informatizados para a emissão de documentos. de 04. a escrituração e a gestão fiscal deverão ser submetidos a processo de credenciamento pela CRE . A emissão e a escrituração por sistema de processamento de dados de documentos e livros fiscais far-se-ão de acordo com as disposições deste Capítulo (Convênio ICMS 57/1995). de acordo com o disposto em NORma de procedimento.2013. e) Livro Registro de Apuração do ICMS. o contribuinte que (Convênios ICMS 66/1998 e 104/2010): a) emitir documentos fiscais ou escriturar livros fiscais em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente. d) Livro Registro de Inventário. b) Livro Registro de Saídas. atualizado até o Decreto n. 441.MEI. 6. para os fins do disposto na alínea "a" do § 2º. § 3° A emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor por processamento de dados fica condicionada ao uso de equipamento de impressão que atenda aos requisitos previstos neste Regulamento relativos ao ECF.2012. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. c) Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. § 4º Entende-se por equipamento. c) não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. 273 .02. b) utilizar ECF que tenha condições de gerar arquivo magnético. no mínimo. em relação às obrigações previstas no art. § 6º O sistema de processamento de dados para preenchimento e escrituração de documentos e livros fiscais. a utilização de. exceto o Microempreendedor Individual . 448.09. os seguintes: a) Livro Registro de Entradas. § 1º No que se refere aos livros fiscais. f) livro Movimentação de Combustíveis (Convênio ICMS 55/1997). sendo permitida a replicação dos dados para local diverso. poderão ser escriturados pelo sistema de que trata este artigo.080 de 29. Aprovado pelo Decreto n. § 2° Fica obrigado às disposições deste Capítulo. por si ou quando conectado a outro computador. computador e impressora para preenchimento de documento fiscal ou escrituração de livros fiscais (Convênio ICMS 31/1999).

para a emissão de documento fiscal fora do estabelecimento. O contribuinte usuário de processamento de dados deverá fornecer ao fisco. d) movimentação de estoque discriminado por produto. No caso de descumprimento do disposto nos §§ 11 e 14 será aplicada a penalidade prevista na alínea "n" do inciso XIV do § 1º do art. § 8º Os contribuintes que atendam as disposições da Seção VIII do Capítulo XX do Título III deste Regulamento ficam dispensados das exigências previstas nos §§ 6º e 7º deste artigo. contendo. 443. o prestador será considerado responsável pela utilização dos programas aplicativos em conformidade com a legislação tributária vigente e pela observação e cumprimento das obrigações fiscais acessórias previstas neste Capítulo. 55 da Lei n. de que trata o § 7º. b) no estabelecimento do contabilista autorizado. quando notificado. no caso de autorização de uso de processamento de dados para escrituração fiscal concedida ao contabilista. Aprovado pelo Decreto n. § 10. arquivos eletrônicos em formato texto (padrão ASCII). para efeitos de atendimento à fiscalização. e) Mapa Resumo de ECF. 11.580. a impressão de relatórios e a extração da totalidade dos dados fiscais e contábeis dos sistemas de processamento de dados autorizados. c) registros dos pagamentos e recebimentos de títulos relativos aos documentos ficais recebidos ou emitidos. as seguintes informações: a) livros fiscais e contábeis emitidos. § 7º Em caso de uso de sistema integrado e interligado em tempo real. para o provimento do sistema de natureza fiscal. 123. o qual será dispensado nos casos de emissão de documento fiscal eletrônico. 237.RICMS 7.09. a partir de estabelecimento localizado no território paranaense.2013.266. no mínimo. leitura de memória fiscal e registros do sistema de retaguarda de ECF. sem prejuízo do pedido de uso determinado no art. § 14. 6. nos termos do art. no prazo de quinze dias. onde a armazenagem e a manutenção a que se refere o parágrafo anterior forem centralizadas remotamente em um único estabelecimento do contribuinte ou do prestador de serviços referido no art. A utilização de terminal portátil ou equipamento similar. A totalidade dos dados e dos arquivos dos sistemas de processamento de dados autorizados para emissão de documentos e livros fiscais e dos sistemas de interligação a equipamento ECF deverão ser conservados e mantidos pelo período disposto no parágrafo único do art. o contribuinte deverá disponibilizar ao fisco o acesso imediato aos sistemas de processamento de dados. como uma extensão do estabelecimento do contribuinte. § 12. § 15. § 13. poderá ser autorizada. de 14 de 274 . de 04.080 de 29.02. 444. não se aplica às hipóteses de que tratam o § 8º do art. O estabelecimento do prestador de serviços referido no parágrafo anterior será considerado.2012. por meio de chave de acesso que possibilite a realização de consultas em tela. 125 e o art. mediante regime especial. b) documentos fiscais de entrada e saída classificados conforme disposto no art. Na prestação de serviços de terceiros. atualizado até o Decreto n. § 9º A exigência da disponibilização do acesso imediato aos sistemas de processamento de dados. bem como para a centralização de servidor de dados e outros serviços essenciais para a sua disponibilização. § 11. 448. 444.

6. 442. III . nos termos deste Capítulo. SEÇÃO II DO PEDIDO DE USO Art. ou a substituição de sistema de natureza fiscal. o qual conterá as seguintes indicações (Convênio ICMS 75/2003): I . VI .02. § 3º A solicitação de alteração ou a cessação do uso do sistema de processamento de dados obedecerá ao disposto neste artigo.fazenda.266. II . § 5º O pedido de uso para escrituração fiscal por processamento de dados poderá ser requerido pelo contabilista responsável. 443. não exime o contribuinte de atender ao disposto no § 14 do art.2012. 275 . V . www.a identificação e a assinatura do responsável. VII . de 04. § 6º O pedido de cessação de uso de processamento de dados.as especificações técnicas do sistema de "backup".09.os ambientes operacionais da estação.gov.a identificação do usuário. novembro de 1996. A utilização do sistema de processamento de dados deverá ser requerida por meio do serviço disponibilizado no endereço eletrônico da Secretaria de Estado da Fazenda. o Pedido de Autorização de Uso de Sistema de Processamento de Dados e Termo de Responsabilidade emitido nos termos do "caput". por sistema a ser utilizado. atualizado até o Decreto n. 441.os documentos e os livros objetos do requerimento. o contribuinte deverá apresentar. § 2º Cumpridos os requisitos exigidos. e deve ser apresentada ao fisco com antecedência mínima de trinta dias da ocorrência.br. Aprovado pelo Decreto n.pr. IV . § 1º Para os fins previstos neste artigo. do servidor de banco de dados. exceto os enquadrados no Simples Nacional e os obrigados à EFD . deverão escriturar o livro Registro de Entradas.2013. do repositório e a respectiva localização dos equipamentos. Os contribuintes do ICMS.080 de 29. o livro Registro de Saídas e o livro Registro de Apuração do ICMS. na ARE .RICMS 7. por sistema de processamento de dados. Art. o fisco deverá conferir e confirmar o recebimento dos documentos no prazo de até trinta dias.a forma de acesso e os endereços do usuário na internet. na página da internet. do servidor de rede.Agência da Receita Estadual de sua circunscrição.Escrituração Fiscal Digital. conforme a finalidade de uso do contribuinte. § 4º O requerimento de que trata o § 1° deverá estar acompanhado dos documentos exigidos em NORma de procedimento.os dados do sistema. devendo ser elaborado um único pedido para todos os contribuintes por ele atendidos.

276 . sendo seus respectivos sistemas submetidos. SEÇÃO III DO CREDENCIAMENTO PARA FORNECIMENTO DE SISTEMAS INFORMATIZADOS DE NATUREZA FISCAL Art. a qualquer tempo. § 1º Será responsabilidade do fornecedor credenciado assegurar que os sistemas a que se refere o "caput" estejam plenamente de acordo com a legislação tributária vigente. completa e atualizada do sistema. 447. 444. § 7º O pedido de uso para EFD e para a emissão de documentos fiscais somente poderá ser efetuado pelos responsáveis pela empresa.RICMS 7. cancelar o credenciamento concedido quando. atualizado até o Decreto n. também. Art. o fornecedor de sistema de processamento de dados para emissão de documentos e escrituração fiscal e o fornecedor de sistema de retaguarda de ECF. quando solicitado.09. Aprovado pelo Decreto n. visando disciplinar o uso e garantir o cumprimento do disposto neste Regulamento. 6. respectivamente. Serão credenciados pela CRE.02. O usuário do sistema de processamento de dados deverá fornecer. no pedido de que trata o art. contendo descrição. 445 ou quando for constatada qualquer irregularidade no sistema submetido à análise no processo de credenciamento. listagem dos programas e as alterações ocorridas no período a que se refere o art. § 2º O fornecedor deverá manter cópia dos sistemas à disposição do fisco pelo prazo de que trata o parágrafo único do art. 446. documentação minuciosa. 445. O contribuinte que utilizar serviço de terceiros prestará.2012. as informações nele enumeradas.080 de 29. relativamente ao prestador. apresentando Termo de Responsabilidade específico que estabelecerá a responsabilidade do prestador pela conformidade dos programas aplicativos à legislação vigente e pela entrega das informações mencionadas no art. ou.2013. de acordo com o contido em norma de procedimento fiscal. quando lhe forem solicitadas. 123. 443. 447. Art. não forem atendidas as exigências a que se referem os §§ 1º e 2º do art. de 04. à análise do fisco.266. bem como prestar todas as informações técnicas relativas ao funcionamento do "software". 473. SEÇÃO IV DA DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Art. gabarito de registro (leiaute) dos arquivos. Poderá o fisco indeferir o pedido de credenciamento.

g) Nota Fiscal de Serviço de Comunicação.266.por totais de documento fiscal. c) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Aprovado pelo Decreto n. b) Nota Fiscal de Serviço de Transporte. IV .por total diário. III . modelo 57 (Convênio ICMS 42/2009). 448.por item contido no registro de inventário (Convênio ICMS 69/2002).09. modelo 55 (Convênio ICMS 12/2006). § 2º O registro fiscal por item de mercadoria de que tratam os incisos I. modelo 10. quando se tratar de documento emitido por ECF. e Nota Fiscal Eletrônica. 123.RICMS 7.080 de 29. IV e V fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal (Convênio ICMS 66/1998). i) Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.2012. observado o disposto no parágrafo único do art. e) Conhecimento Aéreo. as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. modelo 8. quando se tratar de Nota Fiscal. referente à totalidade das operações de entradas e de saídas e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração (Convênio ICMS 75/1996 e 39/2000): I . nos casos previstos neste Capítulo. por equipamento. h) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. modelo 21. O contribuinte de que trata o § 2º do art. j) Conhecimento de Transporte Eletrônico. § 3º O contribuinte deverá fornecer. nos demais casos (Convênio ICMS 69/2002). quando se tratar de (Convênio ICMS 69/2002): a) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. VI . modelo 11. modelo 9. atualizado até o Decreto n. modelo 27 (Ajuste SINIEF 07/2006). SEÇÃO V DAS CONDIÇÕES ESPECÍFICAS Art.02. d) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.por total mensal por item de mercadoria e serviços contidos nos cupons fiscais emitidos por ECF (Convênio ICMS 69/2002). ainda que não emitidos por sistema eletrônico de processamento de dados. modelo 6. 6. f) Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. 441 estará obrigado a manter. de 04. por espécie de documento fiscal. § 1º O disposto neste artigo também se aplica aos documentos fiscais nele mencionados. modelo 22. modelo 1 ou 1-A. modelo 7. V . arquivo 277 .por total diário.2013. II .por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal).

ao programa validador fornecido pelo fisco. 450. A Nota Fiscal. As indicações referentes ao transportador. for transmitido: a) com valores incompatíveis com aqueles informados em GIA/ICMS.br.3 do Manual de Orientação de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. no mínimo. magnético contendo as informações previstas neste artigo.09. fica dispensado da remessa deste às demais unidades federadas.http://www. com a seguinte destinação: I . após submetido ao programa validador fornecido pelo fisco. que será remetido juntamente com o relativo ao mês em que se verificar a ocorrência. o arquivo magnético que. 150. arquivo com registro fiscal das operações e prestações efetuadas no mês anterior (Convênio ICMS 69/2002). § 1º Quando a operação for informada em arquivo e não ocorrer a circulação física da mercadoria. § 6º É considerado irregular. previamente.2012. c) sem apresentar movimento. deverá conter as indicações do art. de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. § 3° O arquivo deverá ser submetido. § 5º O contribuinte paranaense que remeter ao fisco deste Estado arquivo contendo todas as operações e prestações realizadas no período. b) sem os registros obrigatórios para o estabelecimento.1.080 de 29. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação. vigente na data de entrega do arquivo (Convênio ICMS 39/2000). 449. que ficará disponível na página da internet . Aprovado pelo Decreto n. além das exigências previstas neste Regulamento. emitida por sistema de processamento de dados. Art. ao 278 . SEÇÃO VI DA NOTA FISCAL Art.pr.a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. às características dos volumes e à data da efetiva saída das mercadorias do estabelecimento emitente. 6. poderão ser feitas mediante a utilização de qualquer meio gráfico indelével.gov.2013. Parágrafo único. até o dia quinze de cada mês. pelo transportador. modelo 1 ou 1-A. atualizado até o Decreto n. dentre outras hipóteses. sendo que. § 4º Não deverão constar do arquivo os conhecimentos de transporte emitidos em função de redespacho ou subcontratação. O contribuinte de que trata este Capítulo deverá remeter às Secretarias de Fazenda. 451. Finanças ou Tributação das unidades federadas. de 04.266.02. quando constatada a realização de alguma operação no período. para verificação da sua consistência. em quatro vias. A nota fiscal referida no artigo anterior será emitida. far-se-á geração de arquivo com o código de finalidade "5" .item 9.RICMS 7. § 2º O arquivo remetido a cada unidade federada restringir-se-á às operações e prestações com contribuintes nela localizados. Art. o contribuinte paranaense deverá incluir no arquivo a ser remetido a este Estado todas as operações e prestações que realizar.fazenda.

Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. ficará em poder do emitente à disposição do fisco.a 3ª via: a) nas operações internas. exceto quando esta deva acobertar o trânsito de mercadoria.1970. de 21 de fevereiro de 1989 (Convênio ICMS 69/2002). Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. 453.RICMS 7. destinatário. obedecerão ao disposto nesta Seção (Convênio ICMS 115/2003): 279 .12. SEÇÃO VIII DOS DOCUMENTOS FISCAIS EMITIDOS EM VIA ÚNICA POR SISTEMA ELETRÔNICO DE PROCESSAMENTO DE DADOS POR CONTRIBUINTES PRESTADORES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO E FORNECEDORES DE ENERGIA ELÉTRICA Art. 452.a 4ª via deverá acompanhar a mercadoria e poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito. Aprovado pelo Decreto n. A cópia reprográfica da 1ª via da nota fiscal poderá também ser utilizada quando a legislação exigir via adicional. emitidos em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados.2013.09.2012. AQUAVIÁRIO E AÉREO Art. Ajuste SINIEF 03/1994). 6. manutenção e prestação das informações relativas aos documentos fiscais a seguir enumerados. III .080 de 29. de 15. 454. e por cópia reprográfica da 1ª via nas operações interestaduais. A emissão. escrituração. c) nas saídas para o exterior.266. Fica facultada ao contribuinte a emissão de nota fiscal em três vias. acompanhará as mercadorias para fins de controle do fisco na unidade federada de destino.02. Art. acompanhará a mercadoria para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. b) nas operações interestaduais. nas importações e nas exportações (Convênio SINIEF s/n. II . Parágrafo único. SEÇÃO VII DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO.. de 04. atualizado até o Decreto n.a 2ª via ficará em poder do emitente para fins de controle e exibição ao fisco. IV . fica dispensada a via adicional para controle do fisco de destino prevista no Convênio SINIEF 06/1989. hipótese em que a falta da 4ª via será suprida pela 3ª via nas operações internas.

2013. II . III .Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. e de Nota Fiscal de Serviços de Telecomunicações . informando o modelo. quando da emissão em via única. protocolizar na ARE de seu domicílio tributário os seguintes documentos: I . atualizado até o Decreto n. IV . Aprovado pelo Decreto n.999. reiniciada a numeração a cada novo período de apuração.ANATEL que autoriza a requerente a explorar o serviço de comunicação. deverão ser observadas as seguintes disposições: I . 455. devendo esses documentos fiscais abranger todas as prestações de serviço (Convênio ICMS 58/2011).pedido para emissão de documento em via única.não será permitida a emissão em outro formato de Nota Fiscal de Serviços de Comunicação . III .será realizado cálculo de chave digital gerada por programa de informática desenvolvido especificadamente para a autenticação de dados informatizados. § 1º Os documentos referidos nos incisos II e III do “caput” deste artigo somente poderão ser emitidos em via única pelas empresas optantes que exerçam as modalidades de serviço de comunicação relacionadas nas alíneas “a” a “i” do § 1º do art. 6. cuja impressão é dispensada. modelo 21. Para a emissão dos documentos fiscais enumerados no artigo anterior. Art.RICMS 7. II .qualquer outro documento fiscal relativo à prestação de serviço de comunicação ou ao fornecimento de energia elétrica. de 1 a 999. de 04. II .Nota Fiscal de Serviço de Comunicação.cópia do modelo do documento fiscal que se pretende emitir em via única. III .02. § 3º O pedido de que trata o § 2º será deferido após manifestação favorável da Inspetoria Geral de Fiscalização.2012. V . as informações constantes da primeira via do documento fiscal deverão ser gravadas até o quinto dia do mês subsequente do período de apuração em meio eletrônico não regravável.NFSC.NFST. além dos demais requisitos. b) número do documento fiscal. antes do início da emissão em novo formato.Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. Parágrafo único.gerada com base nos seguintes dados constantes do documento fiscal: a) CNPJ ou CPF do destinatário ou do tomador do serviço. modelo 22. 280 . nos termos deste artigo.cópia do ato de concessão ou autorização emitido pela Agência Nacional de Telecomunicações .080 de 29.999. modelo 6. 355.09.em substituição à segunda via do documento fiscal. IV . a série e o período inicial da emissão. A chave de codificação digital referida no inciso IV do "caput" deste artigo será: I .266. modelo 22.fica dispensada a obtenção de AIDF. modelo 21.os documentos fiscais deverão ser numerados em ordem crescente e consecutiva. § 2º O contribuinte que atender as condições estabelecidas neste artigo e que pretenda emitir os documentos fiscais em via única deverá. I .

A via do documento fiscal. das informações constantes nos documentos fiscais emitidos em via única será realizada por meio dos seguintes arquivos: I . conforme instruções contidas no Manual de Orientação de que trata a Tabela III do Anexo VI deste Regulamento.impressa na primeira via do documento fiscal."Mestre de Documento Fiscal" ."Identificação e Controle" .2012.2013.266. d) base de cálculo do ICMS. Aprovado pelo Decreto n.com informações básicas do documento fiscal. e) valor do ICMS. b) DVD-R .com detalhamento das mercadorias ou serviços prestados. 455.RICMS 7. 457.com capacidade de 650 MB ("megabytes").com capacidade de 4.obtida com a aplicação do algoritmo MD5 .09. 456.com a identificação do contribuinte. de que trata a Tabela 281 ."Message Digest" 5.vinculação do documento fiscal com as informações gravadas em meio eletrônico por meio das seguintes chaves de codificação digital: a) chave de codificação digital do documento fiscal definida no inciso IV do art. A integridade das informações do documento fiscal gravado em meio eletrônico será garantida por meio de: I . II . atualizado até o Decreto n. Art. § 1º Os arquivos referidos no "caput" deverão ser organizados e agrupados conforme os gabaritos e definições constantes no Manual de Orientação.gravação das informações do documento fiscal em uma das seguintes mídias (disco óptico não regravável): a) CD-R ."Digital Versatile Disc" . b) chave de codificação digital calculada com base em todas as informações do documento fiscal gravadas em meio eletrônico. Art. de domínio público. IV .com as informações cadastrais do destinatário do documento fiscal. para contribuintes com volume de emissão mensal de até um milhão de documentos fiscais. II .02.080 de 29. resumo das quantidades de registros e somatório dos valores constantes dos arquivos de que tratam os incisos I a III do "caput" deste artigo. III ."Dados Cadastrais do Destinatário do Documento Fiscal" . Parágrafo único.7 GB ("gigabytes"). para contribuintes com volume de emissão mensal superior a um milhão de documentos fiscais. III . representada pelo registro fiscal com os dados constantes do documento fiscal gravados em meio óptico não regravável e com chaves de codificação digital vinculadas. 6. A manutenção."Compact Disc Recordable" . c) valor total da nota. se equipara à via impressa do documento fiscal para todos os fins legais. II . de 04. em meio óptico."Item de Documento Fiscal" .

§ 3º Será gerado um conjunto de arquivos. se consignada no documento fiscal. bem como. para os contribuintes com volume mensal de emissão de até um milhão de documentos fiscais.Valores Fiscais" e "Operações ou Prestações com Débito do Imposto": a) na coluna "Base de Cálculo": a soma do valor sobre o qual incidir o imposto destacado nos documentos fiscais contidos no volume de arquivo "Mestre de Documento Fiscal". 6. II . deduzida a parcela de outros tributos federais ou municipais. IV . 454 deverão ser escriturados de forma resumida no livro Registro de Saídas.09. bem como do recibo de entrega do volume. registrando-se a soma dos valores contidos no arquivo "Mestre de Documento Fiscal". para os contribuintes com volume mensal de emissão superior a um milhão de documentos fiscais. § 2º Os arquivos serão gerados com a mesma periodicidade de apuração do ICMS do contribuinte. calculadas com base em todas as informações contidas em cada arquivo. 458. atualizado até o Decreto n. e que constarão do arquivo de controle e identificação. os números de ordem inicial e final. III do Anexo VI deste Regulamento. Os documentos fiscais referidos no art. e agrupados de acordo com o previsto no § 4º do art.080 de 29. Aprovado pelo Decreto n. o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. ocorrendo a hipótese. distinto para cada modelo e série de documento fiscal emitido em via única.nas colunas sob os títulos "ICMS . nas colunas próprias.02.cem mil documentos fiscais.266.na coluna "Valor Contábil": a soma do valor total dos documentos fiscais contidos no volume de arquivo "Mestre de Documento Fiscal". dos documentos fiscais. de 04. conforme segue: I . devendo ser mantidos na sede do estabelecimento emitente e conservados pelo prazo previsto no parágrafo único do art. e a data da emissão inicial e final. quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tiver sido beneficiada com isenção ou amparada por não-incidência. devendo conter a totalidade dos documentos fiscais do período de apuração. descritos no "caput".RICMS 7.nas colunas sob o título "Documento Fiscal": o modelo. § 4º O conjunto de arquivos será dividido em volumes sempre que a quantidade de documentos fiscais alcançar: I . III . se consignada no documento fiscal. b) na coluna "Imposto Debitado": a soma do valor do imposto destacado nos documentos fiscais contidos no volume de arquivo "Mestre de Documento Fiscal".2013.nas colunas sob os títulos "ICMS .um milhão de documentos fiscais. a série. b) na coluna "Outras": a soma dos outros valores relativos aos documentos fiscais contidos no volume do arquivo "Mestre de Documento Fiscal" deduzida a parcela de outros tributos federais ou municipais. quando se tratar de 282 . 123. 457. § 5º A integridade dos arquivos será garantida pela vinculação de chaves de codificação digital. II .Valores Fiscais" e "Operações ou Prestações sem Débito do Imposto": a) na coluna "Isenta ou Não Tributada": a soma do valor das operações ou prestações relativas aos documentos fiscais contidos no volume do arquivo "Mestre de Documento Fiscal". Art.2012.

Aprovado pelo Decreto n. disponíveis na internet no endereço www. hipótese na qual o contribuinte deverá acessar a internet no endereço www.ICP-Brasil.gov.pr.2013.pela comparação dos somatórios escriturados com os somatórios obtidos no volume do arquivo "Mestre de Documento Fiscal" onde estão contidos os documentos fiscais.gov. mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tiver sido efetivada sem lançamento do imposto. devendo o contribuinte transmitir os arquivos até que sejam validados. Art.fazenda. autenticidade 283 . A validação das informações escrituradas no livro Registro de Saídas será realizada: I . com registro fiscal das operações e prestações efetuadas no mês anterior. c) um resumo. a obrigação fiscal acessória de que trata o “caput” deste artigo será considerada não atendida. § 5º O cumprimento do disposto neste artigo não dispensa o atendimento do previsto no § 1º do art.v3. 459.02.br. § 6º O arquivo eletrônico validado pelo fisco presume a sua autoria. que reduzam o valor contábil da prestação ou da operação e não tenham nenhuma repercussão tributária.2012.fazenda. § 3º O comprovante de transmissão de arquivo emitido pelo aplicativo TED não terá caráter de comprovação de cumprimento da obrigação fiscal acessória de que trata o “caput” deste artigo.09. 6.080 de 29.266. de natureza meramente financeira. Parágrafo único. § 4º Caso os arquivos transmitidos não tenham sido recebidos corretamente ou não tenham sido validados. V . 457 será realizada: I . e que deverão ser assinados mediante certificação digital no padrão Infraestrutura de Chaves Públicas .mediante transmissão eletrônica de dados por meio dos programas ValidaNotaFiscal. atualizado até o Decreto n. por ter sido atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo seu pagamento. emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil. por unidade federada. II .pr. da validação e conferência da assinatura digital utilizada e da validação do conteúdo dos arquivos transmitidos por ocasião do momento da carga dos dados. até o dia quinze. GeraTEDeNF e TED.na coluna "Observações" (Convênio ICMS 133/2005): a) o nome do volume do arquivo "Mestre de Documento Fiscal" e a respectiva chave de codificação digital calculada com base em todas as informações dos documentos fiscais contidos no volume.br para consultar se os arquivos transmitidos foram devidamente recebidos e validados pelo fisco.mensalmente. 457.RICMS 7. II . b) um resumo com os somatórios dos valores negativos agrupados por espécie. § 2º O controle de integridade dos arquivos recebidos pelo fisco será realizado por meio da verificação da chave de codificação digital dos volumes dos arquivos transmitidos. A entrega dos arquivos mantidos em meio óptico nos termos do art.pela validação da chave de codificação digital vinculada ao volume de arquivo "Mestre de Documento Fiscal" onde estão contidos os documentos fiscais. de 04. em nome do contribuinte com a identificação de seu CNPJ (e-CNPJ). § 1º O certificado digital utilizado para a assinatura de que trata o inciso II do “caput” deverá ser do padrão X509. com o somatório dos valores de base de cálculo do ICMS e dos valores de ICMS retidos antecipadamente por substituição tributária.

previstos nos itens 20A e 20B do Manual de Orientação. devendo ser registrada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . Os formulários destinados à emissão dos documentos 284 . hipótese em que os dados do mesmo deverão ser incluídos no sistema eletrônico de processamento de dados (Convênio ICMS 31/1999). de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. e integridade. mediante lavratura de termo circunstanciado contendo as seguintes informações: I .09. nos termos desta Seção. § 7º A falta de envio dos arquivos ao fisco sujeitará o contribuinte às penalidades previstas na legislação. Art. em caráter excepcional. Aprovado pelo Decreto n.RUDFTO.os motivos da substituição ou retificação do arquivo óptico. 123. 6.2012. SEÇÃO X DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AOS FORMULÁRIOS DESTINADOS À EMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art.o nome do arquivo substituto e a sua chave de codificação digital vinculada. de 04. II . 464. 463. Parágrafo único. III .266. obedecida a ordem numérica sequencial (Convênio ICMS 31/1999).2013. SEÇÃO IX DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AOS DOCUMENTOS FISCAIS Art. No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos por processamento de dados. permitindo a sua utilização como meio de prova para todos os fins. que devam ficar em poder do estabelecimento emitente.o nome do arquivo substituído e a sua chave de codificação digital vinculada.02. As vias dos documentos fiscais. 462. poderá o documento ser preenchido de outra forma. para os documentos fiscais emitidos em via única. A criação de arquivos para substituição ou retificação de qualquer arquivo óptico já escriturado no livro Registro de Saídas obedecerá aos procedimentos descritos nesta Seção.080 de 29. modelo 6.data da ocorrência da substituição ou retificação. 461 Fica dispensada a geração dos registros tipo 76 e 77. Art. Art. Os arquivos substituídos deverão ser conservados pelo prazo do parágrafo único do art. 460. serão encadernadas em grupos de até quinhentas. IV . atualizado até o Decreto n.RICMS 7.

2013. será exercido nos estabelecimentos do § 2º O uso de formulário.2012. V . estadual e no CNPJ. 443. com numeração tipográfica única. em ordem numérica sequencial consecutiva. 462.RICMS 7.09. fiscais a que se refere o art. datilográfica.ter o número do documento fiscal impresso por sistema de processamento de dados. 441 deverão (Convênio ICMS 57/1995): I . desde que aprovado previamente pela repartição fiscal a que estiver vinculado. b) do número de inscrição no CNPJ.0 cm na margem superior (Ajuste SINIEF 02/1995). o endereço e os números de inscrição. se for o caso. será solicitada autorização única. SEÇÃO XI DA AUTORIZAÇÃO PARA CONFECÇÃO DE FORMULÁRIO DESTINADO À EMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art. com numeração tipográfica única. por estabelecimento. em ordem consecutiva de 000.001 a 999. 285 . e no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. VI . Art. a data e a quantidade da impressão. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. mecanizada ou similar. reiniciada a numeração quando atingido este limite. 465. III . do impressor do formulário.266. 123.quando inutilizados.ser numerados tipograficamente. 466 Na hipótese do artigo anterior. à empresa que possua mais de um estabelecimento neste Estado. por modelo. poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. o uso do formulário.080 de 29.999. § 1º O controle de utilização encomendante e dos usuários do formulário.na hipótese de uso de impressora matricial poderá ser deixado espaço em branco de até 5. A emissão de documentos fiscais em formulários contínuos ou jogos soltos deverá ser realizada exclusivamente por sistema de processamento de dados autorizado nos termos do art. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos e o número da AIDF. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos jogos. II . É permitido.conter o nome.02. 6. Parágrafo único. com AIDF específica para este tipo de documento. em ordem numérica sequencial. atualizado até o Decreto n. indicando-se nela a quantidade total de formulários a serem impressos e utilizados em comum e os dados cadastrais dos estabelecimentos usuários. IV . Aprovado pelo Decreto n.ser impressos tipograficamente. de 04. sendo vedada a sua emissão manuscrita. c) do número de inscrição estadual. salvo o disposto no art. independentemente da numeração tipográfica do formulário. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. observado o disposto no parágrafo único do art. facultada a impressão por sistema de processamento de dados da série e subsérie. antes de se transformarem em documentos fiscais.

§ 1º Relativamente às impressões subsequentes. o disposto no art. 251. d) a identificação do documento fiscal: modelo. contados da data da operação ou da prestação a que se referir. bem como os números correspondentes.080 de 29. em continuação. § 3º A captação e consistência dos dados referentes aos elementos contidos nos documentos fiscais. série. 467. oportunidade em que a repartição fiscal anotará nesta. SEÇÃO XIII DA ESCRITURAÇÃO FISCAL Art. Aprovado pelo Decreto n. § 2º Nas operações e prestações internas. a circunstância de que foi autorizada a impressão de documentos fiscais.266. subsérie e número de ordem. g) o Código da Situação Tributária da operação ou da prestação. § 4º Ficam os contribuintes autorizados a retirar do estabelecimento os documentos fiscais para o registro fiscal de que trata este artigo.09. 441. contados do encerramento do período de apuração. desde que retornem no prazo de dez dias úteis. b) a data de lançamento. e) o Código Fiscal de Operações e Prestações. exceto o livro Movimentação de Combustíveis. para o meio magnético. Os livros fiscais. f) os valores a serem consignados nos livros Registro de Entradas ou Registro de Saídas. a fim de compor o registro fiscal. que atenderá ao modelo instituído pela Agência Nacional do Petróleo. Gás Natural e 286 . indicados no § 1º do art. as informações poderão ser agrupadas pelo total mensal. de 04. relacionadas ao ativo imobilizado e material de uso e consumo. a respectiva autorização somente será concedida mediante a apresentação da anterior. 6. não poderão atrasar-se por mais de cinco dias úteis. § 2º Para a autorização de impressão dos formulários. SEÇÃO XII DO REGISTRO FISCAL Art.2012. do emitente. estadual e no CNPJ.RICMS 7.2013. obedecerão aos modelos constantes na Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. observar-se-á. § 1º O arquivo magnético de registros fiscais conterá as seguintes informações: a) tipo do registro. referentes aos elementos contidos nos documentos fiscais. do remetente e do destinatário.02. 468. segundo a natureza da operação ou da prestação. no que couber. Entende-se por registro fiscal as informações gravadas em meio magnético. c) a unidade da Federação e os números de inscrição. atualizado até o Decreto n.

o prazo de que trata o parágrafo anterior será contado a partir da data do balanço ou. Registro de Controle da Produção e do Estoque. mensal ou anualmente.02. tipo ou modelo de mercadoria. Biocombustíveis . Art. Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque poderão ser feitos de forma contínua. § 2º Os livros fiscais escriturados por sistema de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. em ordem numérica consecutiva de 1 a 999. a apuração dos estoques. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie. desde que. marca. englobadamente. se a empresa não mantiver escrita contábil. É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração. marca. elaborando-se Lista de Códigos de Emitentes. tipo ou modelo de mercadoria. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema de processamento de dados. § 2º Obedecida a independência de cada livro. desde que sejam separados por contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. 470.RICMS 7. Registro de Saídas. § 1º É permitida a utilização de formulários em branco.para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. em grupos de até quinhentas folhas (Convênios ICMS 57/1995 e 75/1996). 6. Registro de Inventário.ANP (Convênio ICMS 55/1997). Parágrafo único. quando atingido este limite. fica facultado encadernar (Convênio ICMS 74/1997): a) os formulários mensalmente e reiniciar a numeração. 471. § 1º Para os efeitos deste artigo. b) dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. que deverá ser mantida em 287 . § 5º Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados serão encadernados em até 120 dias. havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. em emissão única. atualizado até o Decreto n. Aprovado pelo Decreto n. É facultada a utilização de códigos: I .999. 469. § 4º Em relação aos livros Registro de Entradas. em cada um deles. reiniciada a numeração. tomar-se-á por base o menor. do último dia do ano civil. contados da data do último lançamento (Convênios ICMS 57/1995 e 31/1999).080 de 29. de 04.09. Art. § 6º No caso do livro Registro de Inventário. decorridos dez dias úteis.2013. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. em emissão específica de formulário autônomo. por exercício de apuração. § 3º Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão ser encadernados. Art. Registro de Apuração do ICMS e de Movimentação de Combustíveis.266. no máximo. os formulários serão numerados por sistema de processamento de dados. contados do encerramento do período de apuração.de emitentes .2012. O exercício da faculdade prevista neste artigo não excluirá a possibilidade de o fisco exigir. quinhentas folhas.

equipamentos e informações em meios magnéticos. § 1º Por acesso imediato entende-se.no prazo de dez dias.de mercadorias . sem prejuízo do acesso imediato às instalações. o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e extração de quaisquer dados. para verificação da sua consistência (Convênio ICMS 31/1999).080 de 29. senhas. 474. SEÇÃO XIV DA FISCALIZAÇÃO Art. § 2° O arquivo magnético deverá ser submetido.09. atualizado até o Decreto n. de 04. O usuário do sistema de que trata este Capítulo deverá observar. ao programa validador. contendo apenas os códigos nele utilizados. entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1º de janeiro e 31 de dezembro. por meio de emissão específica de formulário autônomo. todos os estabelecimentos usuários do sistema. impedir a utilização ou cassar autorização de uso do sistema de processamento de dados para emissão de documentos ou escrituração de livros fiscais (Convênio ICMS 57/1995). II . fornecido pelo fisco. os registros ainda não impressos. as instruções operacionais complementares contidas no Manual de Orientação constante das Tabelas I e III do Anexo VI deste Regulamento. 472. O fisco poderá impor restrições. Art. 473 Para os efeitos deste Capítulo.02.no prazo de cinco dias. CAPÍTULO XXI DOS REGIMES ESPECIAIS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE 288 . contados da data da exigência. ainda. manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco (Convênio ICMS 96/1997).para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. 475. com observações relativas às alterações. quando exigido: I . A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser encadernadas por exercício.2012. previamente. juntamente com cada livro fiscal.RICMS 7. elaborando-se Tabela de Códigos de Mercadorias. 6. O contribuinte fornecerá ao fisco.2013. se houver. inclusive. Aprovado pelo Decreto n. e respectivas datas de ocorrência (Convênio ICMS 31/1999). SEÇÃO XV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art.266. II . contados da data da exigência. os documentos e arquivo magnético de que trata este Capítulo. tais como. Parágrafo único. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. Art.

juntamente com a guia de recolhimento do imposto. 289 .adulto. onde recolherão o imposto e arquivarão uma via do Relatório de Emissão de Conhecimento Aéreo e do Demonstrativo de Apuração do ICMS.2012. IV . do emitente. Art. às empresas. 6.2013.o tipo do passageiro ("DAT" . 476.a data. estadual e no CNPJ. no momento da prestação do serviço. "S" . a qual poderá ser executada no estabelecimento que efetuar a contabilidade da concessionária. de 04. "K" econômica).09.080 de 29. deverão ser apresentados no prazo de cinco dias. as seguintes indicações: I . mesmo que não possuam estabelecimento fixo.266. II . A inscrição no CAD/ICMS poderá ser centralizada num estabelecimento. III .o número de ordem em relação a cada unidade da Federação. quando solicitados pelo fisco. VIII .o nome. atualizado até o Decreto n. que conterá. sendo que os documentos citados no parágrafo anterior ficarão arquivados na sede da empresa e. com escrituração própria.RICMS 7. § 1º As concessionárias de amplitude nacional manterão um estabelecimento. que não expressará valores e destinar-se-á ao registro dos bilhetes de passagem e das notas fiscais de serviço de transporte. nacionais e regionais.o número do voo. que optarem pelo crédito presumido previsto no item 49 do Anexo III (Ajustes SINIEF 10/1989 e 5/1990 e Convênio ICMS 120/1996) . Fica concedido regime especial de apuração do imposto. Art. se no território paranaense iniciarem a prestação do serviço. no mínimo.meia passagem. 477. TRANSPORTE SEÇÃO I DO REGIME ESPECIAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE AÉREO Art. Aprovado pelo Decreto n.colo). § 2º As concessionárias de amplitude regional deverão inscrever-se no CAD/ICMS. V . situado e inscrito neste Estado. o endereço e os números de inscrição.02.o código de classe ocupada ("F" . nos termos desta Seção. "CHD" .executiva.os números dos bilhetes e das notas fiscais.primeira. VII . As concessionárias emitirão. o Relatório de Embarque de Passageiros. o local e horário do embarque.a denominação "Relatório de Embarque de Passageiros". concessionárias de serviço público de transporte aéreo regular de passageiros e de cargas. 478. VI . "INF" .

266. 479. segundo o código fiscal de operações e prestações. a 1ª via ficará no estabelecimento inscrito no território paranaense e a 2ª via.5 cm. da base de cálculo. e seus totais. como suporte para sua elaboração. após o início da prestação do serviço. Art. sempre no período de apuração do imposto. o mês de apuração. 6.09. as seguintes indicações: I . pela modalidade Passe Aéreo Brasil ("Brazil air pass"). no prazo de até trinta dias. 290 . no mínimo.o destino. no Demonstrativo de Apuração do ICMS. número do voo. por linha: do dia da prestação do serviço. atualizado até o Decreto n. denominado Manifesto Estatístico de Peso e Balanceamento ("load sheet").2013. as concessionárias apresentarão à CRE . será arquivado na sede do estabelecimento que realizar a escrituração. § 3º O documento de que trata este artigo será emitido. da especificação e do preço do serviço. do número do voo. da alíquota e do valor do imposto devido. número do relatório e espécie de serviço). cuja tarifa é fixada pela Agência Nacional de Aviação Civil . II .RICMS 7.2012. IX . Rede Postal Noturna e Mala Postal). carga com Conhecimento Aéreo valorizado. no estabelecimento sede da escrituração. Art.946%. emitido antes da prestação do serviço. § 2º Poderá ser elaborado um Demonstrativo de Apuração do ICMS para cada espécie de serviço prestado (passageiro. atualmente definido em 44. o documento.Coordenação da Receita do Estado. domiciliados no exterior.ANAC.080 de 29.a discriminação. os bilhetes de passagem serão quantificados mediante o rateio de suas utilizações. cálculo demonstrativo estatístico do novo índice de pró-rateio. Aprovado pelo Decreto n. Nas prestações de serviço de transporte de passageiros estrangeiros. de tamanho não inferior a 28 x 21. no mínimo. desde que tenha. O Demonstrativo de Apuração do ICMS será emitido até o último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência dos fatos geradores e conterá. em duas vias. sempre que alterada a tarifa. 480. o nome. § 1º O Relatório de Embarque de Passageiros. em conjunto com os dados constantes do Relatório de Embarque de Passageiros (data.o nome e o número de inscrição estadual. do emitente. Parágrafo único.02. Ao final do período de apuração. que é proporcional ao preço da tarifa doméstica publicada em dólar americano. discriminadas ou totalizadas. serão escriturados. o cargo e a assinatura do titular ou do procurador responsável pela concessionária. a numeração inicial e final das páginas. por fato gerador. inclusive daquelas em que houver a incidência do diferencial de alíquotas. § 1º Deverá também ser elaborado o demonstrativo das entradas do período de apuração do imposto. o número de ordem. pelo número do voo. de 04.a apuração do imposto. que terão a seguinte destinação: a) em se tratando de concessionária de amplitude nacional. III . § 2º O Relatório de Embarque de Passageiros poderá ser emitido pelo estabelecimento que realizar a escrituração.

as duas vias ficarão no estabelecimento sede da escrituração.09. por seus totais. englobados por código fiscal de operação e prestação. b) em se tratando de concessionária de amplitude regional. as duas vias ficarão no estabelecimento sede da escrituração. loja ou posto emitente. II . a 1ª via ficará no estabelecimento inscrito no território paranaense e a 2ª via. Art. 481. 291 .o nome do transportador e a identificação. Aprovado pelo Decreto n. será mencionado o número dos Relatórios de Emissão de Conhecimento Aéreo.Mala Postal.o período de apuração.2012. em prazo não superior ao de apuração do imposto. 6. de 04.2013. § 3º Os Relatórios de Emissão de Conhecimento Aéreo.266. no Demonstrativo de Apuração do ICMS. 483.cargas aéreas com Conhecimento Aéreo valorizado. Os Conhecimentos Aéreos serão registrados por agência.a denominação "Relatório de Emissão de Conhecimento Aéreo". agência ou posto emitente. por agência. no mínimo. com base na documentação fornecida pela ECT. 482. 481 fica dispensada a emissão do Conhecimento Aéreo. IV . ainda que por meio de códigos. § 1º Os Relatórios de Emissão de Conhecimento Aéreo serão registrados. III . em duas vias. que conterá. § 1º No final do período de apuração. a data da emissão e o valor da prestação. inicial e final.ECT. posto ou loja autorizados. Art. III . II . poderão ser elaborados em folhas soltas. de que trata os incisos II e III do art. a cada prestação. da loja. b) em se tratando de concessionária de amplitude regional. englobando as prestações do período. V . As prestações de serviços de transporte de cargas aéreas serão classificadas em três modalidades: I .o registro dos Conhecimentos Aéreos emitidos: a numeração. Art.RICMS 7. § 2º No campo destinado às indicações relativas ao dia. em Relatório de Emissão de Conhecimento Aéreo. Nos serviços de transporte de carga prestados à Empresa de Correios e Telégrafos . no estabelecimento sede da escrituração. no mínimo. de tamanho não inferior a 25 x 21 cm. voo e espécie do serviço do Demonstrativo de Apuração do ICMS. um a um. as concessionárias emitirão um único Conhecimento Aéreo.080 de 29.02. atualizado até o Decreto n.a numeração sequencial atribuída pela concessionária.Rede Postal Noturna (RPN). as seguintes indicações: I . que terão a seguinte destinação: a) em se tratando de concessionária de amplitude nacional.

dispensam as concessionárias da escrituração dos livros fiscais. nos termos desta Seção. Art. e recolherá. Para o cumprimento das obrigações. as Ferrovias poderão manter inscrição única e centralizar.RUDFTO.080 de 29. § 2º Os documentos previstos nesta Seção serão registrados no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . na condição "frete a pagar no destino" ou "conta-corrente a pagar no destino". Art. com exceção do livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. na forma do parágrafo anterior. em função do estabelecimento usuário. Art. O Conhecimento Aéreo poderá ser impresso centralizadamente. principal e acessórias. 487.2013. Na prestação de serviço de transporte ferroviário com tráfego entre as Ferrovias.2012. a escrituração fiscal e a apuração do imposto. 485. as 292 .02. em um único estabelecimento. o ICMS devido à unidade federada de origem (Ajuste SINIEF 05/2006) . 6. SEÇÃO II DO REGIME ESPECIAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO Art. Para o cumprimento da obrigação prevista neste artigo. § 1º A Nota Fiscal de Serviço de Transporte que englobar documentos de excesso de bagagem poderá ser impressa centralizadamente. mediante autorização do fisco da localidade onde seja elaborada a escrituração contábil e terá numeração sequencial única para todo o país. de 04.RICMS 7. Art. Parágrafo único. pelos estabelecimentos remetente e destinatário. atualizado até o Decreto n. a empresa arrecadadora do valor do serviço emitirá a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. com a indicação da respectiva numeração. na prestação de serviço de transporte ferroviário. O preenchimento e a guarda dos documentos de que trata esta Seção. modelo 27. na qualidade de contribuinte substituto. 486. Aprovado pelo Decreto n. às concessionárias de serviço público de transporte ferroviário relacionadas em Ato COTEPE. Fica concedido regime especial de apuração e escrituração do ICMS. mediante autorização do fisco da localidade onde seja elaborada a escrituração contábil e terá numeração sequencial por unidade da Federação. 488.266. 484. § 2º O documento emitido. será registrado diretamente no Demonstrativo de Apuração do ICMS. aqui denominadas Ferrovias (Ajustes SINIEF 19/1989 e 11/2007).09.

c) 3ª via . independente do número de Ferrovias coparticipantes. de tamanho não inferior a 19 x 30 cm. Para acobertar o transporte intermunicipal ou interestadual de mercadoria. § 3º O Despacho de Cargas em Lotação e o Despacho de Cargas.ferrovia emitente. atualizado até o Decreto n. f) o nome e o endereço do remetente. no mínimo. podendo o remetente designar-se como consignatário. 6. sem destaque do ICMS. g) o nome e o endereço do destinatário.estação emitente.ferrovia coparticipante.tomador do serviço. b) 2ª via . desde a origem até o destino. § 1º O Despacho de Cargas em Lotação. c) 3ª via . caso em que considerar-se-á "ao portador".080 de 29.ferrovia de destino. e) a denominação da estação ou agência de procedência e do local de embarque. d) 4ª via .ferrovia de destino. c) o número de ordem. que servirá como documento auxiliar de fiscalização. 489. que terão a seguinte destinação: a) 1ª via . a Ferrovia por onde se iniciar o transporte emitirá um único Despacho de Cargas. § 2º O Despacho de Cargas. deverão conter. empresas deverão obter inscrição auxiliar no CAD/ICMS. da via de encaminhamento. quando este for efetuado fora do recinto daquela estação ou agência.2013. as seguintes indicações: a) a denominação do documento.RICMS 7.estação emitente. será emitido. 293 . em cinco vias. em quatro vias. h) a denominação da estação ou da agência de destino e do local de desembarque. b) o nome da ferrovia emitente. b) 2ª via . d) 4ª via .tomador do serviço. i) o nome do consignatário ou uma das expressões "à ordem" ou "ao portador". quer para tráfego mútuo.ferrovia emitente. de tamanho não inferior a 12 x 18 cm. quando for o caso. Aprovado pelo Decreto n. e) 5ª via . j) a indicação. quando necessária. modelo simplificado. que terão a seguinte destinação: a) 1ª via . modelo simplificado. será emitido. ou ficar em branco o espaço a este reservado. no mínimo. Art.2012. no mínimo.02.09. quer para tráfego próprio. d) as datas da emissão e do recebimento.266. de 04.

o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ. n) a espécie e o número de animais despachados. § 3º No serviço de transporte de carga prestado a não contribuinte do imposto. informações referentes aos Estados. a data e quantidade de impressão. § 1º Havendo. que coincidirá com a da nota fiscal. p) a declaração do provável valor do serviço. b) o número de ordem e a série. o número de ordem do primeiro e do último documento impresso. mais de um Despacho de Carga para o mesmo tomador do serviço. da nota fiscal a que se vincula. g) a procedência. o peso e a importância. no mesmo período de apuração. se pago na origem ou a pagar no destino. do emitente. 6. sendo o caso. em relação a todos os tomadores do serviço.2013. se for o caso. r) o nome. na nota fiscal emitida pela Ferrovia.080 de 29. que conterá. ou em conta-corrente. as Ferrovias poderão emitir uma única Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. só poderá englobar mais de um despacho. e os números de inscrição. § 2º A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. f) o número e a data do despacho. Art. de 04. l) a espécie e o peso bruto do volume. 488. o destino. c) a data da emissão.266. modelo 27. marca e acondicionamento. Aprovado pelo Decreto n. com base nos Despachos de Cargas (Ajuste SINIEF 05/2006).09.RICMS 7. modelo 27. atualizado até o Decreto n. do impressor do documento. nos termos do art. estadual e no CNPJ. q) a assinatura do agente responsável autorizado a emitir o despacho. será emitida pelas Ferrovias que procederem à cobrança do serviço prestado de transporte ferroviário intermunicipal e interestadual.2012. estes poderão ser englobados na Relação de Despachos. e) a razão social do tomador do serviço. englobando os Despachos de Cargas correspondentes ao período de apuração. a Ferrovia do início da prestação e a indicação de que o imposto será recolhido na qualidade de contribuinte substituto. e o número da autorização para impressão dos documentos fiscais (Ajuste SINIEF 04/2005). A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. além das exigências previstas. por tomador de serviço. § 4º No caso de tráfego mútuo. d) o nome. quando acompanhada da Relação de Despachos de Cargas prevista no § 1º. no mínimo. deverão constar. 490. m) a quantidade de volume. 294 . ao fim da prestação do serviço. o endereço. o) as condições do frete. h) o total dos valores. modelo 27. por despacho.02. as seguintes indicações: a) a denominação "Relação de Despachos".

de 24 de novembro de 1983. 492. 491.o valor do imposto a recolher.o nome. atualizado até o Decreto n. e informar as operações realizadas nos "Registros Tipo 70 e 71" previstos nos itens 18 e 19 da Tabela I do Anexo VI.a unidade da Federação e o município de origem do serviço.2012. estadual e no CNPJ. III . no mínimo. o Demonstrativo de Contribuinte Substituto do ICMS . SEÇÃO III DO REGIME ESPECIAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE DE VALORES Art. uma via para a Ferrovia do início da prestação do serviço.a alíquota. fica dispensado da apresentação da Relação de Despachos de que tratam os §§ 1º e 2º. IX . discriminadas ou totalizadas segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações .056. do contribuinte substituto. 7. o endereço e os números de inscrição. Art. IV .o valor do serviço.DSICMS.CFOP.RICMS 7.080 de 29. V . por estabelecimento centralizador. o endereço e os números de inscrição. 89.266. de 20 de junho de 1983 e no Decreto Federal n. emitida pelo contribuinte substituto. modelo 27.102.o mês de referência. modelo 27.o nome. que conterá. nas condições previstas na Lei n. englobando as prestações realizadas no período de apuração (Ajuste SINIEF 20/1989). VI . que ficará à disposição da fiscalização. juntamente com a cópia do documento de recolhimento do imposto. 6. dentro de quinze dias subsequentes ao mês da emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.o número. modelo 27. até o dia 25 do mês seguinte ao da emissão. As empresas que realizarem transporte de valores. relativo às prestações de serviço cujo recolhimento do imposto devido seja efetuado por outra Ferrovia. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. § 1º O demonstrativo será emitido pela Ferrovia que proceder a cobrança do valor do serviço. a Ferrovia deverá elaborar demonstrativo das demais entradas do período. § 5º O contribuinte que emitir.o número e a data do despacho. Aprovado pelo Decreto n. de 04. VIII . devendo remeter.02. por processamento de dados. As Ferrovias deverão elaborar.09. a data e a série e subsérie da Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. englobando mais de um Despacho de Cargas por tomador. poderão emitir uma única Nota Fiscal de Serviço de Transporte. inscritas no CAD/ICMS. VII . estadual e no CNPJ. 295 . § 2º Além do demonstrativo previsto neste artigo. II . do contribuinte substituído. as seguintes indicações: I .2013. que não a de origem do serviço.

2013.no campo "Informações Complementares": outros dados de interesse do emitente. Aprovado pelo Decreto n.placa. X .o nome do tomador do serviço. Art. moeda. no mínimo.RICMS 7. outros) e valor declarado de cada espécie.a denominação: "Guia de Transporte de Valores . II . 493. no mínimo.GTV.o nome. III . endereço e números de V . As empresas transportadoras de valores manterão em seu poder.266. a subsérie. III . IX . que conterá. Extrato de Faturamento correspondente a cada Nota Fiscal de Serviço de Transporte emitida. IX . que servirá como suporte de dados para a emissão do Extrato de Faturamento. nome. as seguintes indicações: I . cheques. VII . espécie do valor (numerário.o número de ordem. endereço e números de inscrição no CAD/ICMS e no CNPJ do impressor 296 . para exibição ao fisco. II .09. a qual deverá conter. 6.a identificação do remetente e do destinatário: nomes e endereços.a data da prestação do serviço. O transporte de valores deve ser acompanhado da Guia de Transporte de Valores . o número da via e o seu destino.o número da guia de transporte de valores. Art. do emitente. município e unidade federada de registro do veículo. atualizado até o Decreto n. estadual e no CNPJ. VII . a que se refere o inciso V do artigo anterior. VI .o local e a data de emissão. IV .o local de coleta e entrega de cada valor transportado. V . de 04.080 de 29. IV .GTV". no CNPJ ou no CPF.nome. o endereço e os números de inscrição.o valor transportado em cada prestação. as seguintes indicações (Ajuste SINIEF 04/2003): I . conforme modelo constante no Anexo Único do Ajuste SINIEF 20/1989.o número da Nota Fiscal de Serviço de Transporte à qual se refere. VIII . se for o caso. X . VIII . VI .a identificação do emitente: CAD/ICMS e no CNPJ. a série.a discriminação da carga: quantidade de volumes/malotes.o valor total transportado no período. 494.o local e a data da emissão. endereço e números de inscrição no nome.02.a identificação do tomador do serviço: inscrição no CAD/ICMS.o valor total cobrado pelos serviços.2012.

sendo que os dados disponíveis. indicados no livro RUDFTO.09. § 5º Para atender a roteiro de coletas a ser cumprido por veículo.266. antes do início do roteiro. que terão a seguinte destinação (Ajuste SINIEF 02/2004): a) a 1ª via ficará em poder do remetente dos valores. desde que não prejudiquem a clareza do documento. observado o disposto no art.080 de 29. cuja escrituração nos livros fiscais fica dispensada. c) a 3ª via juntamente com os valores. que deverão (Convênios ICMS 88/1990 e 106/1996): I . do documento. II . atualizado até o Decreto n. número de ordem do primeiro e do último documento impresso e respectivas série e subsérie e o número da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais. É concedido regime especial.manter inscrição no CAD/ICMS e identificar os Agentes dos Armadores junto ao fisco. b) a 2ª via ficará presa ao bloco para exibição ao fisco. II. no campo "Informações Complementares". ainda que diverso daquele utilizado para sua emissão (Ajuste SINIEF 14/2003).manter o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. § 1º A inscrição referida neste artigo processar-se-á. V . poderão ser indicados nos impressos por qualquer meio gráfico indelével.optar pelo crédito presumido previsto no item 48 do Anexo III.02.GTV. no local do estabelecimento do Agente. poderão ser mantidos no veículo e no estabelecimento do tomador do serviço.RICMS 7. dados de acordo com as peculiaridades de cada prestador de serviço. impressos da Guia de Transporte de Valores . data e quantidade de impressão.2012. 275. § 2º A GTV será de tamanho não inferior a 11x26 cm e a ela se aplicam as demais normas da legislação do ICMS referentes à impressão. no mínimo.declarar a numeração dos Conhecimentos de Transporte Aquaviário de Cargas que será utilizado no serviço de cabotagem no Estado. III . para emissão no local do início da remessa dos valores. § 3º Poderão ser acrescentados. uso e conservação de impressos e de documentos fiscais. às empresas de transporte aquaviário que não possuam sede ou filial no território paranaense. SEÇÃO IV DO REGIME ESPECIAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO Art. na GTV. será emitida antes da prestação do serviço. § 4º A GTV. consignando. 6. VI . IV e X serão impressas tipograficamente.manter arquivada uma via dos conhecimentos emitidos. 495. em três vias. modelo 6. § 1º As indicações dos incisos I. de 04. a numeração dos conhecimentos de transporte emitidos no período.2013. Aprovado pelo Decreto n. mediante a apresentação do Documento Único de Cadastro e dos comprovantes de 297 . acompanhará o transporte e será entregue ao destinatário. nos termos desta Seção.preencher a GIA-ST. IV .

6.02. do estabelecimento sede. exceto o disposto nos artigos 271 e 449. que será numerado tipograficamente e. § 3º Fica o produtor rural dispensado da obrigação prevista no § 1º.2013. entende-se como empresa comercial exportadora (“trading company”) a empresa comercial que realize operações mercantis de exportação. § 3º No caso de serviço prestado fora da sede.RICMS 7. de 04. inscrição do estabelecimento sede no CNPJ e no cadastro de contribuintes do Estado em que esteja localizado. CAPÍTULO XXII DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES DE EXPORTAÇÃO SEÇÃO I DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES REALIZADAS COM O FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO Art. Indústria e Comércio Exterior.09. no campo “Informações Complementares”. observado o disposto no Manual de Orientação do Sistema de Processamento de Dados contido na Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. O estabelecimento destinatário. além dos requisitos exigidos pela legislação. 3º. do Ministério do Desenvolvimento. inscrita no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior SECEX. Art. obrigatoriamente. atualizado até o Decreto n. o remetente encaminhará à repartição fiscal do seu domicílio tributário as informações contidas na nota fiscal. a expressão “remessa com o fim específico de exportação” (Convênio ICMS 113/1996 e 84/2009) § 1º Ao final de cada período de apuração. CNPJ e declaração do local onde tiver início a prestação do serviço. Nas saídas de mercadorias com o fim específico de exportação. ao emitir nota fiscal com 298 .266. deverá constar do conhecimento o nome e o endereço do Agente. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal contendo. 498. por porto e Agente paranaense do armador. promovidas por contribuintes localizados neste Estado. deverá.080 de 29. conter espaço para o número da inscrição estadual. para empresa comercial exportadora (“trading company”) ou outro estabelecimento da mesma empresa.2012. 497. A adoção da sistemática estabelecida nesta Seção dispensa o cumprimento das demais obrigações acessórias. Aprovado pelo Decreto n. Art. § 2º O Estado em que a empresa possuir sede autorizará a impressão do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. de que tratam o inciso II e o parágrafo único do art. será indicada a destinação dos impressos de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. § 4º No livro referido no inciso V. 496. em meio magnético. § 2º Para os fins deste artigo.

a classificação tarifária NCM.série. X . estadual e no CNPJ ou CPF. VIII . do remetente da mercadoria.data da emissão. Aprovado pelo Decreto n.números da Declaração de Exportação e do Registro de Exportação por Estado produtor/fabricante.nome.09. de 25 de setembro de 2009. 499. de 04. As unidades de medida das mercadorias constantes nas notas fiscais do destinatário deverão ser as mesmas das constantes nas notas fiscais de remessa com o fim específico de exportação dos remetentes. XI . o estabelecimento destinatário. as seguintes indicações (Convênios ICMS 107/2001 e 84/2009): I .080 de 29. a qual a mercadoria. fará constar. total ou parcialmente. VII . estadual e no CNPJ.a classificação tarifária NCM e a quantidade da mercadoria exportada por CNPJ/CPF do remetente. II . IV .número de ordem e número da via. será remetida para o exterior. a unidade de medida e o somatório das quantidades das mercadorias por NCM. VI . XIV .data e assinatura do emitente ou seu representante legal. em duas vias. de acordo com o modelo constante do Anexo Único do Convênio ICMS 84. contendo.país de destino da mercadoria.2012. III . relativas às notas fiscais emitidas pelo estabelecimento remetente. endereço e números de inscrição. Parágrafo único. II . nos campos relativos às informações complementares (Convênio ICMS 84/2009): I . no mínimo.série. endereço e números de inscrição. Relativamente às operações de que trata esta Seção.número do Conhecimento de Embarque e data do respectivo embarque.identificação individualizada do Estado produtor/fabricante no Registro de Exportação.identificação do transportador.266.denominação "Memorando-Exportação".nome. além das demais obrigações previstas neste Regulamento. 6. atualizado até o Decreto n.02. número e data da nota fiscal de remessa com o fim específico de exportação.o número. deverá emitir o documento denominado "Memorando-Exportação". Art. IX . V . III .2013.RICMS 7. do estabelecimento emitente. XII . número e data da nota fiscal de exportação. 299 . XIII . a série e a data de cada nota fiscal emitida pelo estabelecimento remetente.o CNPJ ou o CPF do remetente.

quando solicitado.em razão de perda. 123. 6. incêndio. observado o disposto no parágrafo único do art. Art. calamidade. ficando tais documentos no estabelecimento exportador para exibição ao fisco. que será acompanhada: a) da cópia do Conhecimento de Embarque. o estabelecimento exportador encaminhará ao estabelecimento remetente a 1ª via do “Memorando-Exportação”. IV . ou qualquer outra causa. 501. perecimento. inclusive multa. 75 (Convênio ICMS 84/2009): I . sinistro da mercadoria. deverá entregar as informações contidas nos registros Tipos 85 e 86. roubo.080 de 29. com todos os seus campos. localizado neste Estado. contado da data da saída da mercadoria do seu estabelecimento. 500. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido.266.2012. conforme Tabela I do Manual de Orientação descrito no Anexo VI. observado o disposto no inciso XIV do art.2013. § 2º A 2ª via do memorando de que trata este artigo será anexada à 1ª via da nota fiscal do remetente ou à sua cópia reprográfica. o estabelecimento exportador encaminhará ao fisco. rebeneficiamento ou industrialização. § 3º Até o último dia do mês subsequente ao do embarque da mercadoria para o exterior. o estabelecimento que promover a exportação emitirá o memorando. em qualquer dos seguintes casos em que não se efetivar a exportação. somente será considerada exportada a mercadoria cujo despacho de exportação esteja averbado. § 5º Para fins fiscais. 300 .02. inclusive o relativo à prestação de serviço de transporte quando for o caso. III .em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. § 1° Até o último dia do mês subsequente ao do embarque da mercadoria para o exterior. sujeitando-se aos acréscimos legais. Na saída para feira ou exposição no exterior. de 04. Art. o prazo de que trata o inciso I será de noventa dias. Aprovado pelo Decreto n. seja por § 1º Em relação a produtos primários e semielaborados. § 4º O estabelecimento destinatário exportador. atualizado até o Decreto n. Até o último dia do mês subsequente ao da contratação cambial. b) do comprovante de exportação. a cópia reprográfica da 1ª via da nota fiscal da efetiva exportação. II . o memorando previsto no artigo anterior será emitido somente após a efetiva contratação cambial. exceto quanto aos produtos classificados no código 2401 da NCM para os quais o prazo será de 180 (cento e oitenta) dias.em razão de descaracterização beneficiamento. bem como nas exportações em consignação.no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. conservando os comprovantes da venda.RICMS 7.09. Parágrafo único. c) do extrato completo do Registro de Exportação. da mercadoria remetida. d) da Declaração de Exportação. furto.

Declaração de Exportação (DE). f) no campo 24: “dados do produtor/fabricante” . uma única vez. Parágrafo único. que deverá ser o mesmo da nota fiscal de remessa.RICMS 7. § 4º A devolução da mercadoria de que trata o § 3º deve ser comprovada pelo extrato do contrato de câmbio cancelado.266. Aprovado pelo Decreto n. a unidade de medida e a quantidade da mercadoria exportada.2013. § 2º Os prazos estabelecidos no inciso I e no parágrafo anterior poderão ser prorrogados. a sigla da unidade federada do remetente da mercadoria (UF). nos prazos fixados neste artigo. 6.2012.a identificação da sigla da unidade federada do estabelecimento remetente. O armazém alfandegado e o entreposto aduaneiro. b) no campo 11: “descrição da mercadoria” . para fins de comprovação ao fisco. 301 . independentemente de alterações eletrônicas automáticas. que deverá ser a mesma existente na nota fiscal de remessa.S (sim). Art. II . § 3º O recolhimento do imposto não será exigido na devolução da mercadoria.N (não). O Registro de Exportação deverá ser individualizado para cada unidade federada do produtor/fabricante da mercadoria. 501. somente serão admitidas após anuência formal de um dos gestores do SISCOMEX. o comprovante de recolhimento do imposto. após a data da averbação do embarque. cumulativamente (Convênio ICMS 84/2009): I .02.o código da NCM da mercadoria.Registro de Exportação (RE). exigirão. por ocasião da operação de exportação.a descrição da mercadoria. para liberação das mercadorias. 503. com as respectivas telas “Consulta de RE Específico” do SISCOMEX. ao estabelecimento remetente. § 5º As alterações dos registros de exportação. g) no campo 25: “observação/exportador” . A comercial exportadora (“trading company”) ou outro estabelecimento da mesma empresa deverá registrar no SISCOMEX. c) no campo 13: “Estado produtor/fabricante” . d) no campo 22: “o exportador é o fabricante” . as seguintes informações. sempre que ocorrerem as hipóteses previstas no "caput" do art. Art. consignando as seguintes informações: a) no campo 10: “NCM” . de 04. e) no campo 23: “observação do exportador” .o CNPJ ou CPF do remetente da mercadoria com o fim específico de exportação. pela fatura comercial cancelada e pela comprovação do efetivo trânsito de retorno da mercadoria. o código da mercadoria (NCM).080 de 29.o CNPJ ou o CPF do remetente e o número da nota fiscal do remetente da mercadoria com o fim específico de exportação. se for o caso.09. mediante formalização em processo administrativo específico. mediante autorização em requerimento formulado pelo remetente à Delegacia Regional da Receita do seu domicílio tributário. por igual período. 502. atualizado até o Decreto n.

indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação". 509. Art.09.emitir nota fiscal de saída para o exterior. Art. 505. além dos requisitos previstos na legislação: 302 .RICMS 7. Art. 501. Aplicar-se-á o disposto no art. b) a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. Secretaria de Estado da Fazenda prestará assistência às outras unidades federadas para a fiscalização das operações de que trata este Capítulo. 507. Por ocasião estabelecimento remetente deverá: da exportação da mercadoria. podendo. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome. a nota fiscal de que trata o "caput" deverá conter: a) a indicação de não-incidência do imposto.2013.emitir nota fiscal relativa à entrada em seu próprio nome. 508. Por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação. designar funcionários para exercerem atividades de interesse do Estado do Paraná junto às repartições das outras. 501 às operações que destinem mercadorias a armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. 6. o I . § 1º Além dos demais requisitos exigidos.2012. 504. contendo. quando o estabelecimento exportador situar-se em outra unidade federada poderá o fisco instituir regime especial (Convênio ICMS 84/2009). Art. Art.02. Para efeito dos procedimentos disciplinados nesta Seção.080 de 29. de 04. 506. II . O estabelecimento remetente ficará exonerado do cumprimento da obrigação prevista no art. sem destaque do valor do imposto. indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação" (Convênio ICMS 83/2006). sem destaque do valor do imposto. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. se o pagamento do débito fiscal tiver sido efetuado pelo adquirente ao Estado do Paraná. SEÇÃO II DAS REMESSAS PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS Art. mediante acordo prévio. Aprovado pelo Decreto n. atualizado até o Decreto n.266.

102. III . II .2012.2013. além dos demais requisitos (Convênio ICMS 59/2007): I . Art. o estabelecimento exportador deverá. SEÇÃO III DAS REMESSAS DE MERCADORIA PARA EXPORTAÇÃO DIRETA. 511. Art. b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias. 510. situado no exterior. O prazo previsto no inciso I poderá ser prorrogado. os números das notas fiscais poderão ser indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal. na qual deverá constar. no campo "Informações Complementares". o número do Registro de Exportação do Siscomex. III .101 ou 7. por ocasião do transporte. Aprovado pelo Decreto n. o código 7.09. por igual período. sinistro. de 04. O estabelecimento remetente ficará sujeito ao recolhimento do imposto devido. Parágrafo único. 508.no campo "CFOP".no campo "Natureza da Operação". Na exportação direta em que o adquirente da mercadoria. c) os números das notas fiscais referidas no "caput" do art. conforme o caso. 6. observado o disposto no inciso XXI do art. no caso de não efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do inciso II deste artigo. atualizado até o Decreto n.em razão de perda. furto da mercadoria ou qualquer evento que dê causa a dano ou avaria. emitir nota fiscal de saída de remessa para exportação.266. a expressão "Operação de exportação direta".RICMS 7. determinar que esta seja destinada diretamente a outra empresa localizada em país diverso. inclusive multa. a) a indicação de não-incidência do imposto. POR CONTA E ORDEM DE TERCEIRO SITUADO NO EXTERIOR Art.no campo "Informações Complementares". mediante autorização em requerimento formulado pelo remetente ao Delegado Regional da Receita do seu domicílio tributário.080 de 29. por ocasião da exportação. com os acréscimos previstos na legislação. correspondentes às saídas para formação do lote.em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. perecimento. uma única vez. Parágrafo único. por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior. O estabelecimento exportador deverá. extravio. 512. II . 75: I . na qual deverá 303 .no prazo de noventa dias contados da data da primeira nota fiscal de remessa para formação de lote.02. em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente. emitir a nota fiscal que documentará a remessa para o exterior em nome do adquirente.

09. Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle II . também.a matéria-prima. Parágrafo único. o código 7.2013. de produto intermediário e de material de embalagem. com destino a contribuinte beneficiário do Regime Simplificado de Exportação para fabricação de mercadoria a ser exportada. de produto intermediário e de material de embalagem ao 304 . § 1º O regime a que se refere o "caput" se aplica a contribuinte habilitado em um dos seguintes regimes aduaneiros especiais administrados pela RFB. administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil . o produto intermediário e o material de embalagem adquiridos com suspensão ou diferimento do pagamento do imposto sejam integrados na fabricação de mercadoria a ser exportada pelo estabelecimento industrializador.no campo "CFOP".RECOF. que adquirir matéria-prima. fica diferido para o momento em que ocorrer a entrada no estabelecimento do contribuinte beneficiário. constar. 6.Regime Informatizado .2012.sejam regularmente cumpridos todos os procedimentos de controle estabelecidos pela Secretaria de Estado da Fazenda. III . III . Parágrafo único. O Regime Simplificado de Exportação poderá ser concedido a contribuinte devidamente credenciado perante a Secretaria de Estado da Fazenda e habilitado em regime aduaneiro especial. restrito às operações de industrialização.266. Art. 514. a expressão "Remessa por conta e ordem". SEÇÃO IV DO REGIME SIMPLIFICADO DE EXPORTAÇÃO Art. bem como o número.02. produto intermediário e material de embalagem para serem integrados no processo de fabricação de mercadoria destinada à exportação. a série e a data da nota fiscal de que trata o art. 511. que preveem a suspensão do pagamento de tributos federais: I .no campo "Informações Complementares".RFB.Regime Especial de Entreposto Aduaneiro na Importação e na Exportação. Aprovado pelo Decreto n. II . de 04. além dos demais requisitos: I . à saída interna a título de devolução de matéria-prima. 511.a Secretaria de Estado da Fazenda tenha livre e permanente acesso a sistema informatizado de controle exigido pela RFB.080 de 29. O lançamento do imposto incidente na saída interna de matéria-prima. § 2º O Regime Simplificado de Exportação está condicionado a que: I . o número do Registro de Exportação do Siscomex.949.no campo "Natureza da Operação". O diferimento se aplica. O transporte da mercadoria até a fronteira do território nacional deverá ser acompanhado por uma cópia reprográfica da nota fiscal de que trata o art. II . na modalidade de regime comum. atualizado até o Decreto n. 513.RICMS 7.

do produto intermediário e do material de embalagem no estado em que foram importados. deterioração. IV .desabilitação do contribuinte do regime aduaneiro especial administrado pela RFB. O imposto considerar-se-á devido na data da ocorrência das 305 .decurso do prazo previsto no regime aduaneiro especial administrado pela RFB. II . b) da matéria-prima. c) de resíduo ou subproduto do processo industrial. do produto intermediário e do material de embalagem no mesmo estado em que foram adquiridos.exportação: a) da mercadoria resultante do processo de fabricação no qual tenham sido integrados a matéria-prima. de produto intermediário e de material de embalagem empregados na fabricação de mercadoria destinada à exportação.09.266. no qual o contribuinte esteja habilitado. no mesmo estado em que foram adquiridos. Parágrafo único.perecimento. 516. remetente. do produto intermediário e do material de embalagem importados do exterior sejam realizados neste Estado.RICMS 7. Parágrafo único. do produto intermediário e do material de embalagem no mesmo estado em que foram importados ou adquiridos no mercado interno. Art. c) de resíduo ou subproduto do processo industrial.descredenciamento do contribuinte do Regime Simplificado de Exportação pela Secretaria de Estado da Fazenda. O lançamento do imposto deverá ser efetuado pelo estabelecimento quando ocorrerem as seguintes hipóteses: I . o produto intermediário e o material de embalagem adquiridos sob amparo do regime previsto nesta seção. 6. O lançamento do imposto incidente no desembaraço aduaneiro de matéria-prima. b) da matéria-prima. V . de 04. 515. Aprovado pelo Decreto n. atualizado até o Decreto n. furto ou extravio da matéria-prima.02. VI . quando a importação seja promovida por contribuinte beneficiário do Regime Simplificado de Exportação. III . o produto intermediário e o material de embalagem. o produto intermediário e o material de embalagem adquiridos sob amparo do regime previsto nesta seção.saída interna ou interestadual: a) da mercadoria resultante do processo de fabricação no qual tenham sido integrados a matéria-prima. caso o contribuinte beneficiário do regime não promova a saída da mercadoria fabricada ou da matéria-prima. fica suspenso por período idêntico ao previsto no regime aduaneiro especial administrado pela RFB. roubo.080 de 29. do produto intermediário e do material de embalagem adquiridos sob amparo do regime de que trata esta seção ou da mercadoria resultante do processo de fabricação no qual tenham sido integrados a matéria-prima. Art.2013.2012. A suspensão prevista neste artigo está condicionada a que o desembarque e o desembaraço da matéria-prima.

sobras e aparas.despachados para consumo no mercado interno. Parágrafo único.atenda às condições previstas no § 2º do art. O contribuinte descredenciado poderá voltar a ser beneficiário do regime. atualizado até o Decreto n. 518. acrescido de multa e demais acréscimos legais calculados desde a data do desembaraço aduaneiro. Art. a partir da data da ocorrência das hipóteses a seguir indicadas. A nota fiscal que documentar a entrada da mercadoria importada beneficiada com a suspensão do pagamento do imposto deverá ser emitida sem destaque do ICMS e conterá. III . Será descredenciado do Regime Simplificado de Exportação. além dos requisitos previstos na legislação. perdas inerentes ao processo. decorrido o prazo de um ano da data do ato de descredenciamento. Os resíduos ou subprodutos do processo industrial que se prestarem à utilização econômica. além dos requisitos previstos na legislação. II . Aprovado pelo Decreto n.exportados. Parágrafo único. Art. deverá ser emitida sem destaque do imposto e conter.266.deixar de cumprir a obrigação principal. 517. deverão ser: I . os seguintes dados no campo "Informações Complementares": 306 . nos termos de norma de procedimento fiscal. II .09. 6. inclusive refugos.tenha cumprido todas as obrigações principal e acessórias relativas às operações realizadas durante o período de descredenciamento. sob amparo do diferimento. III . conforme definição da RFB. a referência ao número do ato concessivo do regime e a expressão “Importação amparada pelo Regime Simplificado de Exportação”. IV .for desabilitado do regime aduaneiro especial administrado pela RFB ou deixar de atender às condições previstas no § 2º do art. o contribuinte que: I . desde que: I . de 04. 519.080 de 29. às expensas do beneficiário do regime e sob acompanhamento da fiscalização.02. 513. 520. a base de cálculo do imposto devido será determinada em laudo expedido por entidade ou técnico credenciado pela RFB. Art. 513. II .não efetuar a entrega de declarações e informações econômico-fiscais ou deixar de cumprir qualquer outro controle estabelecido pela Secretaria de Estado da Fazenda.destruídos. A nota fiscal relativa à saída de mercadoria destinada a contribuinte beneficiário do regime.2013.deixar de observar o disposto nesta seção e em norma de procedimento fiscal. Na hipótese do inciso II. hipóteses previstas nos incisos II a VI e deverá ser recolhido em GR-PR.RICMS 7. no campo “Informações Complementares”. Art.2012.

523. em decorrência de nova operação de circulação do produto. 521.2013. SEÇÃO II DA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO FISCAL Art.080 de 29.2012. 105. Art. em ECC. A fase de suspensão de que trata o art.580/1996): I . 6. I . II . de 04. 514 do RICMS". incorporando-se o valor do imposto ao débito desta.estabelecimento comercial ou industrial. o contribuinte deverá apresentar na ARE 307 .266. atualizado até o Decreto n.estabelecimento de cooperativa de consumo ou ainda de sociedade cooperativa da qual o produtor remetente não faça parte. é suspenso o pagamento do imposto nas saídas de arroz em operações internas promovidas pelo produtor rural inscrito no CAD/PRO para (art. 19 da Lei n.09.art. 522.RICMS 7. II .a expressão "Operação sujeita ao diferimento do ICMS com amparo no Regime Especial Simplificado de Exportação . 524. CAPÍTULO XXIII DAS OPERAÇÕES COM ARROZ SEÇÃO I DA SUSPENSÃO Art.estabelecimento de produtor inscrito no CAD/ICMS. A nota fiscal relativa à saída da mercadoria para o exterior deverá conter. Sem prejuízo do disposto nos incisos I e II do art. exceto os de empresa enquadrada no Simples Nacional. a expressão "Operação amparada pelo Regime Simplificado de Exportação" e o número do ato concessivo. Aprovado pelo Decreto n. Art. 11. III .o número do ato concessivo do regime de que é titular o destinatário da mercadoria. no campo "Informações Complementares".02. O crédito fiscal do imposto pago relativamente à operação interestadual que destine arroz a este Estado poderá ser utilizado como crédito anterior. § 1º Para utilização do crédito fiscal. 522 encerrar-se-á na operação subsequente.

. Agência da Receita Estadual: a) a 1ª via da nota fiscal que documentou a operação interestadual. no valor equivalente. No pagamento do imposto por ocasião da ocorrência do fato gerador em GR-PR. § 1º Para os fins previstos neste artigo.. § 2º A ARE que autorizar a utilização do crédito deverá reter e inutilizar o documento de origem do crédito..2013..". CAPÍTULO XXIV DAS OPERAÇÕES COM CAFÉ SEÇÃO I 308 . em decorrência de nova etapa de circulação. o valor constante como débito na ECC relativa à operação anterior. 527. serão admitidos para fins de compensação com o imposto devido em operações com arroz. Art. a ARE devolverá ao contribuinte apenas o documento referido na alínea "a" do parágrafo anterior.266. os créditos fiscais relativos a: I . .02. poderá ser utilizado como crédito fiscal no campo "Crédito" da ECC a ser expedida. em nova ECC. por meio de visto e carimbo com a expressão: "Crédito Fiscal Utilizado na ECC n.aquisição de energia elétrica. c) a nota fiscal de transporte de crédito de conta-gráfica. Nas hipóteses dos artigos 524 e 525.. II . em decorrência da utilização de crédito fiscal anterior. de 04. a primeira via da nota fiscal da operação que originou o crédito. além da expressão "Crédito Fiscal Utilizado na ECC n.080 de 29. em quatro vias.2012...operação tributada com arroz. mediante a entrega na ARE da terceira via da etiqueta.. quando desvinculado do sistema de débito em conta-gráfica.. atendidos os requisitos previstos nesta Seção quanto à utilização. atualizado até o Decreto n. 6.. O crédito será apropriado pelo valor pago na operação ou prestação anterior.. a FACC. Quando resultar saldo credor na ECC. devidamente preenchida. e a nota fiscal de transporte de crédito da conta-gráfica. . relativa a operação seguinte de circulação. Aprovado pelo Decreto n. 525. Art. respeitadas as hipóteses de creditamento previstas neste Regulamento. que será emitida no valor correspondente. Parágrafo único. b) a guia de pagamento do imposto em outro Estado. esse saldo poderá ser utilizado pelo mesmo contribuinte.. Art. com o visto e aposição do carimbo da repartição. § 2º Após a emissão da ECC. o contribuinte deverá apresentar na ARE.09. serviços de comunicação e transporte e outros insumos relacionados com a atividade do estabelecimento."..RICMS 7. 526.

desconto ou redução.RICMS 7. em coco ou em grão.2013. de Vitória.saída para outro Estado. 6. pelos portos de Santos. § 1º A conversão em moeda nacional do valor apurado com base neste artigo será efetuada mediante a utilização da taxa cambial.saída de café torrado ou moído. V . para compra do dólar dos Estados Unidos. Na operação interestadual com café em grão cru a base de cálculo do ICMS a ser adotada para as saídas que ocorrerem de segunda-feira a domingo de cada semana será o valor resultante da média ponderada das exportações efetuadas do primeiro ao último dia útil da segunda semana imediatamente anterior.09. do Rio de Janeiro. de café solúvel. de Varginha e de Paranaguá.080 de 29. Parágrafo único.saída para vendedor ambulante não vinculado a estabelecimento fixo.266. do segundo dia imediatamente anterior. é diferido até que ocorra uma das seguintes hipóteses.saída para estabelecimento de empresa enquadrada no Simples Nacional. IV . II .saída para consumidor final. de extrato e de outros produtos originários da industrialização do café. de café descafeinado. § 3º Os valores previstos neste artigo entendem-se exatos e líquidos.Coordenação da Receita do Estado divulgará em norma de procedimento os valores da base de cálculo de que trata o artigo anterior. ocasião em que se considera encerrada a fase do diferimento: I . de óleo. Aprovado pelo Decreto n. III . 529. 309 . de estabelecimento industrial que o tenha recebido como matéria-prima. 528. vedado qualquer acréscimo. VI . O pagamento do imposto devido nas operações relativas à circulação de café cru. a base de cálculo será o valor previsto neste artigo à proporção de três sacas de quarenta quilos de café em coco para uma saca de sessenta quilos de café em grão cru da melhor qualidade. SEÇÃO II DA BASE DE CÁLCULO Art.2012.saída para o exterior. 530.02. DO DIFERIMENTO Art. de 04. A CRE . atualizado até o Decreto n. Art. § 2º Em se tratando de café em coco. O diferimento previsto neste artigo aplica-se também às operações com palha de café. relativamente aos cafés arábica e conillon (Convênios ICMS 15/1990 e 78/1990). divulgada pelo Banco Central do Brasil no fechamento do câmbio livre.

RICMS 7. se assim dispuser a legislação do Estado de 310 . e de outros produtos originários da industrialização do café. o café cru. destinar-se diretamente a estabelecimento industrial localizado neste Estado. observado quando for o caso o disposto no art. em coco ou em grão. de 04. o remetente da mercadoria indicará no documento fiscal que o café destinar-se-á à industrialização. para depósito em seu nome. em relação à operação com café cru. de café descafeinado. de extrato. de outro Estado. Parágrafo único.266. a base de cálculo do ICMS será a prevista no inciso I do art. o crédito fiscal poderá ser escriturado em conta-gráfica. SEÇÃO IV DO APROVEITAMENTO DE CRÉDITO FISCAL Art. que utilize o produto em processo de industrialização. observado o disposto no art. a base de cálculo do imposto será o valor da operação. § 2º Relativamente à operação prevista neste artigo.080 de 29. 8º.2013. calculado sobre a base de cálculo prevista no artigo anterior. lançar-se-á o valor da operação na coluna "Valor Contábil" e na coluna "Outras" do quadro "ICMS . 41 e no parágrafo único do art. Art. 6. em coco ou em grão. 532. quando se tratar de operações promovidas por produtor com destino a cooperativas a que esteja filiado ou a armazém geral. se ao café for dado destino diverso do indicado neste artigo. no espaço reservado a observações. para pagamento do imposto neste Estado.2012. à vista da guia de recolhimento do imposto na origem. 531. 6º ou art. 64. será devida a complementação do ICMS. far-se-á em ECC. No recebimento de café cru. com crédito fiscal. Nas demais operações de saídas de café torrado ou moído.Valores Fiscais Operações ou Prestações Sem Crédito do Imposto". localizada neste ou em outro Estado. em coco ou em grão. Art. Quando em operações interestaduais. que o crédito é utilizável em ECC. do livro Registro de Entradas. de café solúvel. anotando-se. § 1º Nas operações interestaduais.02. SEÇÃO III DA ESCRITURAÇÃO FISCAL Art. Aprovado pelo Decreto n. 533. 534. sendo o caso. A utilização do crédito fiscal do imposto pago em outro Estado. § 1º A apresentação da guia de recolhimento poderá ser dispensada. atualizado até o Decreto n. de estabelecimento industrial fabricante. Na operação que destine café cru diretamente à indústria de torrefação e moagem e de café solúvel. 8º (Convênios ICMS 15/1990 e 75/1993). ressalvadas as hipóteses previstas no art. 533. de óleo.09.

09. serviços de comunicação e transporte e outros insumos relacionados com a atividade do estabelecimento. pelo importador. será pago uma única vez em um dos seguintes momentos. na falta deste.. permitida fotocópia autenticada por cartório. o preço do dia praticado no mercado atacadista da praça do remetente.266. que tenha controle genealógico oficial e idade superior a três anos.. a filiação e demais características do animal.RICMS 7. V . 311 . IV .02. o que ocorrer primeiro (Convênio ICMS 136/1993): I . O imposto devido na circulação de equino de qualquer raça. mediante a expressão "Crédito Fiscal Utilizado na ECC n. atendidos os requisitos previstos neste Capítulo quanto à utilização... devendo esta circunstância estar declarada na nota fiscal.. em coco ou em grão.. da qual constarão todos os elementos necessários à identificação do animal. b) aquisição de energia elétrica. abatendo-se do montante a recolher o valor que eventualmente tenha sido pago em operação anterior.. observado o limite posto no §3º. CAPÍTULO XXV DAS OPERAÇÕES COM GADO EQUINO Art. 535.no recebimento.no ato da arrematação em leilão do animal.na saída para outra unidade da Federação.. III . § 5º O crédito será apropriado pelo valor pago na operação ou prestação anterior. § 4º Serão admitidos para fins de compensação com o imposto devido em operações com café cru. de 04. § 4º O animal em seu transporte deverá estar sempre acompanhado da guia de recolhimento do imposto e do Certificado de Registro Definitivo ou Provisório..na saída para o exterior. § 3º A utilização do crédito do imposto pago em outro Estado terá por limite o valor resultante da aplicação da alíquota interestadual vigente sobre o valor aceito como base de cálculo na remessa para este Estado. a idade. § 3º O imposto será recolhido em GR-PR. além do número de registro no "Stud Book". § 1º A base de cálculo do imposto é o valor da operação ou. II . atualizado até o Decreto n..080 de 29. respeitadas as hipóteses de creditamento previstas neste Regulamento.. origem. § 2º A documentação relativa ao imposto pago no Estado de origem será inutilizada pela repartição que processar a ECC.2013. admitida a substituição do certificado pelo Cartão ou Passaporte de Identificação fornecido pelo "Stud Book" da raça que deverá conter o nome.no registro da primeira transferência da propriedade no "Stud Book" da raça. Aprovado pelo Decreto n.. na data da respectiva operação interestadual. os créditos fiscais relativos a: a) operação tributada com café cru.2012. § 2º Na hipótese do inciso II o imposto será arrecadado e pago pelo leiloeiro.. em coco ou em grão.". 6. de equino importado do exterior. .

no Certificado de Registro Definitivo ou Provisório ou no Cartão ou Passaporte de Identificação fornecido pelo "Stud Book". poderá ser substituída por termo lavrado pelo fisco da unidade federada em que ocorreu o recolhimento ou daquela em que o animal está registrado.080 de 29. a critério da repartição fiscal a que estiver vinculado o remetente. válida por seis meses. o recolhimento do imposto fica diferido para o 312 . Nas saídas internas promovidas por produtor agropecuário ou cooperativa de produtores com destino à Companhia Nacional de Abastecimento-CONAB. 536. para cobertura ou participação em provas ou treinamento. desde que emitida a nota fiscal respectiva e o retorno do animal ocorra dentro do prazo de sessenta dias. sexo e resenha gráfica do animal. Fica dispensada a emissão de nota fiscal na remessa e retorno de equino para concurso hípico. § 8º As operações interestaduais com o animal a que se refere o parágrafo anterior ficam sujeitas ao regime normal de pagamento do ICMS.02. § 5º O animal com mais de três anos de idade. desde que acompanhado do Passaporte de Identificação. nas operações vinculadas à Política de Garantia de Preços Mínimos . b) número de registro na Confederação Brasileira de Hipismo.2012. admitida fotocópia autenticada. 6. raça.2013. § 7º O equino de qualquer raça.RICMS 7.CONAB/PGPM. em que constem os dados relativos à guia de recolhimento (Convênio ICMS 80/2003). § 11.266. o mesmo ficará suspenso. fornecido pelo "Stud Book" da raça. § 10. a guia de recolhimento do imposto. desde que o certificado contenha todos os dados que permitam a plena identificação do animal. nas operações internas. desde que o certificado contenha todos os dados que permitam a plena identificação do animal. identidade. Aprovado pelo Decreto n. prorrogável uma única vez por igual período. se o imposto ainda não tiver sido recolhido. c) nome. fornecido pela Confederação Brasileira de Hipismo. contendo as seguintes indicações (Ajustes SINIEF 05/1987 e 05/1998): a) nome. referida no § 4º. data de nascimento. admitida fotocópia autenticada por cartório. acompanhado apenas do Certificado de Registro Definitivo ou Provisório. poderá circular acompanhado apenas do Certificado de Registro Definitivo ou Provisório. que tenha controle genealógico oficial e idade de até três anos poderá circular. Para fins de transporte do animal. fornecido pelo "Stud Book" da raça. § 6º Na saída do animal para outra unidade da Federação. pelagem.09. endereço e assinatura do proprietário. atualizado até o Decreto n. de 04. cujo imposto ainda não tenha sido pago por não ter ocorrido nenhum dos momentos previstos nos incisos deste artigo. CAPÍTULO XXVI DAS OPERAÇÕES REALIZADAS PELA CONAB/PGPM SEÇÃO I DO DIFERIMENTO Art. § 9º O proprietário ou possuidor do equino registrado que observar o disposto nesta Seção fica dispensado da emissão de nota fiscal para acompanhar o animal em trânsito.

que envolva desaparecimento ou deterioração de mercadorias depositadas. sendo que deverá constar na nota fiscal a informação de que se trata dessas operações.02. previstos em legislação específica. § 8º O disposto neste Capítulo estende-se também às operações de compra e venda de produtos agrícolas. vigente na data da ocorrência. o diferimento nas transferências internas de mercadorias entre estabelecimentos da CONAB/PGPM. o imposto será calculado sobre o preço mínimo fixado pelo Governo Federal. também. § 3º Encerra.080 de 29. § 6° Instaurado qualquer procedimento pela CONAB/PGPM. deverá o fato ser comunicado imediatamente ao fisco. por qualquer motivo. atualizado até o Decreto n. Fica concedido à CONAB regime especial para cumprimento das obrigações relacionadas com o ICMS.138. será lançado como crédito no livro fiscal próprio. II . 125 (Convênio ICMS 26/1996 e 11/1998). devendo este ser pago no prazo da alínea "b" do inciso V do art. também.os estabelecimentos abrangidos por este regime especial passam a ser denominados CONAB/PGPM. de 04.o regime especial aplica-se exclusivamente aos estabelecimentos da CONAB. promovidas pelo Governo Federal.EGF-COV. ficando os demais sujeitos ao regime normal estabelecido neste Regulamento. § 5º O valor do imposto efetivamente recolhido. referente ao estoque de que trata o § 2º. § 2º Até o último dia de cada mês deverá ser apurado o estoque de mercadorias cujo imposto tenha sido diferido e ainda não recolhido. assim entendidos seus núcleos.PGPM. prevista em legislação específica. SEÇÃO II DO REGIME ESPECIAL Art. 9.RICMS 7. § 1º Aplica-se. que realizarem operações vinculadas à Política de Garantia de Preços Mínimos . acrescido do valor eventualmente compensado com o saldo credor existente em conta-gráfica. resultantes de Empréstimos do Governo Federal com Opção de Venda .266. bem como a atos decorrentes da securitização prevista na Lei Federal n. por intermédio da CONAB. não dispensando o débito do imposto por ocasião da efetiva saída da mercadoria (Convênio ICMS 56/2006). observado o disposto no § 11 do art. a fase do diferimento a inexistência.2012. § 7º O disposto neste Capítulo aplica-se às operações de compra e venda de produtos agrícolas promovidas pelo Governo Federal e amparadas por contratos de opções denominados "Mercado de Opções do Estoque Estratégico". 537.2013. 6. § 4º Na hipótese dos §§ 2º e 3º. esteja essa tributada ou não (Convênio ICMS 49/1995). Aprovado pelo Decreto n. momento em que ocorrer a saída subsequente da mercadoria. nos seguintes termos (Convênio ICMS 49/1995): I . ou compensado com o saldo credor existente em conta-gráfica (Convênio ICMS 56/2006). e recolhido. 75 (Convênio ICMS 70/2005). de 29 de novembro de 1995. e ser utilizada a mesma inscrição estadual concedida para abranger as operações de que trata o parágrafo anterior (Convênios ICMS 63/1998 e 124/1998).09. 313 . superintendências regionais e agentes financeiros. de operação posterior. na forma e prazos previstos nos artigos 74 e 75.

por estabelecimento.RICMS 7.fisco da unidade federada de destino. os códigos fiscais da operação ou prestação. Aprovado pelo Decreto n.2012. as operações e prestações isentas e outras. devendo sua emissão ocorrer ainda que não tenha havido movimento de entradas ou saídas. III . e) a CONAB manterá.à CONAB/PGPM conceder-se-á inscrição no CAD/ICMS. o somatório das entradas e das saídas a título de valores contábeis.CONAB/contabilização (via fixa). d) os livros Registro de Controle de Produção e do Estoque e Registro de Inventário serão substituídos pelo DES. registrando em seu verso.destinatário. b) o estabelecimento centralizador escriturará os seus livros fiscais até o dia nove do mês subsequente ao da realização das operações. V . Registro de Entradas.DES. VII . de 04.09. VI . e) 5ª via . IV . b) 2ª via . c) 3ª via . com posição do último dia de cada mês (Convênio ICMS 56/2006). ou em separado.02. na Nota Fiscal de Produtor que acobertou a 314 . com base no Demonstrativo de Estoque DES ou. Registro de Saídas. os dados lançados no DES. o valor do ICMS.nos casos de mercadorias depositadas em armazém: a) será anotado pelo armazém.fisco da unidade federada do emitente. d) 4ª via .2013. em meio digital. com a seguinte destinação (Convênios ICMS 62/1998 e 70/2005): a) 1ª via . atualizado até o Decreto n. Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. emitido mensalmente. onde deverá ser realizada a escrituração dos livros fiscais e o recolhimento do imposto correspondente às operações que praticar nos diversos Municípios deste Estado. 4. segundo a natureza da operação. modelo 9. anexando a ele via dos documentos relativos às entradas e a 2ª via das notas fiscais correspondentes às saídas.266. remetendo-o ao estabelecimento centralizador (Convênios ICMS 92/2000 e 56/2006). a base de cálculo.o estabelecimento centralizador manterá demonstrativo atualizado da destinação dos impressos de notas fiscais. Registro de Apuração do ICMS. c) o estabelecimento centralizador adotará os seguintes livros fiscais: 1. por estabelecimento. centralizada em um único estabelecimento. 2. para todos os produtos movimentados no período. modelo 1-A. opcionalmente. modelo 2-A. para apresentação ao fisco quando solicitados. 3. observando o seguinte: a) os estabelecimentos da CONAB/PGPM preencherão mensalmente o documento denominado Demonstrativo de Estoques . modelo 6. em cinco vias. hipótese em que passará a integrar o demonstrativo. 6.armazém depositário. caso em que será aposta a expressão "sem movimento" (Convênio ICMS 56/2006). com base nas notas fiscais de entrada e de saída.080 de 29.fica dispensada a emissão de Nota Fiscal de Produtor nos casos de transmissão de propriedade da mercadoria à CONAB/PGPM.a CONAB/PGPM emitirá a nota fiscal com numeração sequencial única neste Estado.

538. autorizada a emitir documentos fiscais. de 04.. 324.. 3.080 de 29. 4.. alínea "b" do § 2º do art. Aprovado pelo Decreto n.. acrescido dos valores do frete... . 320. de . d) nos casos de remessa simbólica da mercadoria. Nas transferências interestaduais a base de cálculo é o preço mínimo da mercadoria fixado pelo Governo Federal vigente na data da ocorrência do fato gerador.fica a CONAB.2012. SEÇÃO III DO PROGRAMA FOME ZERO Art. poderá ser emitida manualmente nota fiscal de série distinta.. e) na operação de remoção de mercadorias.09. a expressão "mercadoria transferida para a CONAB/PGPM conforme Nota Fiscal n. relativamente às operações previstas neste Capítulo. entrada do produto. Art. 326. que será posteriormente inserida no sistema.. independentemente da formalização do pedido de que trata os artigos 443 e 444.266. a retenção da 5ª via da nota fiscal pelo armazém de destino implica dispensa da emissão da nota fiscal nas hipóteses previstas nos seguintes dispositivos deste Regulamento (Convênio ICMS 107/1998): 1. poderá ser emitida manualmente nota fiscal de série distinta. alínea "a" do § 1º do art...RICMS 7. do seguro e demais despesas acessórias. 2. 4. § 1º do art. produtores rurais. 324. 326.02. que será posteriormente inserida no sistema. bem como a efetuar a sua escrituração pelo sistema eletrônico de processamento de dados. 318. . assim entendida a transferência de estoques entre os armazéns cadastrados pela CONAB. sem que ocorra a mudança de titularidade.. para efeito de escrituração dos livros fiscais (Convênio ICMS 107/1998)./. devendo comunicar esta opção à repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento (Convênio ICMS 87/1996). 2. para efeito de escrituração fiscal (Convênio ICMS 94/2006). b) a 5ª via da nota fiscal será o documento hábil para efeitos de registro no armazém (Convênio ICMS 62/1998). 3. § 1º do art. VIII .. /. § 4º do art.. § 4º do art.. § 1º do art.". Nas operações internas 315 realizadas pela CONAB. 539.2013. atualizado até o Decreto n.. assim entendida a venda direta em pequenas quantidades a pequenos criadores. a retenção da 5ª via da nota fiscal pelo armazém dispensa a emissão de nota fiscal nas hipóteses previstas nos seguintes dispositivos (Convênio ICMS 62/1998): 1.nas operações denominadas vendas em balcão. IX . 322. c) nos casos de devolução simbólica de mercadoria. 6. beneficiadores e agroindústrias de pequeno porte. 316. alínea "b" do § 2º do art.

sendo concedida uma inscrição única. a identificação detalhada do documento fiscal de venda. observado o que segue: a) em substituição à discriminação das mercadorias. por sua conta e ordem. observado o que segue: a) sem prejuízo das demais exigências. no campo "Informações Complementares". assim entendidos seus Núcleos. que realizarem operações vinculadas ao Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar .080 de 29.que. deverão ser indicados o local de entrega da mercadoria e o fato de que ela está sendo efetuada nos termos do Ajuste SINIEF 10/2003.266. b) a entidade recebedora da mercadoria deverá guardar para exibição ao fisco uma via do documento fiscal por meio do qual foi entregue a mercadoria. de 04. 6. Fica concedido aos estabelecimentos da CONAB. Superintendências Regionais e Polos de Compras. exclusivamente relacionadas com o Programa Fome Zero. uma única nota fiscal. Parágrafo único. fica permitido (Ajuste SINIEF 10/2003): I . englobando todas as doações efetuadas.09. conterá a seguinte anotação.2013.02. 3.PAA. poderá a CONAB emitir. Os estabelecimentos abrangidos por esta Seção passam a ser denominados CONAB/PAA. relativamente à doação efetuada. SEÇÃO IV DAS OPERAÇÕES RELACIONADAS COM O PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR . no campo "Informações Complementares". por meio do qual foi entregue a mercadoria. nas aquisições de mercadoria efetuadas pela CONAB com a finalidade especifica de doação relacionada com o citado Programa. será remetida à entidade interveniente destinatária da mercadoria no prazo de três dias.2012. A CONAB/PAA deverá inscrever-se no CAD/ICMS. admitida cópia reprográfica. no campo "Informações Complementares": "Emissão nos termos do Ajuste SINIEF 10/2003". II . Parágrafo único. 540. remetendo as demais vias à CONAB. atualizado até o Decreto n. onde será centralizada a escrituração fiscal e o 316 . no citado documento. anotando. 541. serão indicados os dados identificativos dos documentos fiscais relativos às aquisições a que se refere o inciso I. no prazo de três dias. Art. nos termos desta Seção (Convênio ICMS 77/2005). deverá emitir a correspondente nota fiscal para envio à entidade interveniente no prazo de três dias. 2. b) a nota fiscal prevista neste parágrafo: 1. no último dia do mês. terá uma via destinada à exibição ao fisco guardada juntamente com cópia de todos os documentos fiscais nela discriminados. Em substituição à nota fiscal indicada no inciso II. regime especial para o cumprimento de suas obrigações tributárias. Aprovado pelo Decreto n. poderá o fornecedor efetuar a entrega diretamente às entidades intervenientes de que trata o item 82 do Anexo I. em relação a cada entidade destinatária.RICMS 7.PAA Art. com o documento fiscal relativo à venda efetuada.a CONAB.

recolhimento do imposto de todas as operações realizadas no Estado. nas seguintes hipóteses: a) § 1º do art.2ª via . d) alínea "a" do § 1º do art.09. § 1º Na remessa ou devolução simbólica de mercadoria depositada.1ª via . § 2º O transporte das mercadorias dos Polos de Compras até o armazém de depósito poderá ser realizado com a nota fiscal prevista no parágrafo anterior. 6. Art. 324.2013. hipótese em que será. IV . 316.RICMS 7. III . Art. II . Os armazéns depositários das mercadorias enviadas pela CONAB/PAA deverão utilizar a 5ª via da nota fiscal para efeito de registro.fisco da unidade federada de destino.5ª via . Fica dispensada a emissão de Nota Fiscal de Produtor nas saídas destinadas à negociação de mercadorias com a CONAB/PAA. no momento do recebimento destas. A CONAB/PAA emitirá a nota fiscal com numeração sequencial única neste Estado. independentemente da formalização do pedido de que tratam os artigos 443 e 444. pelo armazém. V . sem que ocorra a mudança de titularidade. § 3º Será admitido o prazo máximo de vinte dias entre a emissão da nota fiscal mencionada no § 1º e a saída da mercadoria adquirida pelo Pólo de Compras (Convênio ICMS 136/2006). 326.2012. nos Polos de Compras.CONAB/contabilização. Aprovado pelo Decreto n. § 2º Poderá ser emitida manualmente nota fiscal de série distinta. assim entendida a venda direta em pequenas quantidades a pequenos criadores. Parágrafo único.3ª via . em série distinta. para efeito de escrituração dos livros fiscais (Convênio ICMS 136/2006): a) na remoção de mercadorias. a CONAB/PAA emitirá uma nota fiscal. beneficiadores e 317 .destinatário/produtor rural. atualizado até o Decreto n. que poderá ser emitida manualmente. 318. § 1º Para documentar as entradas mencionadas no "caput". 544. de 04.266. b) alínea "b" do § 2º do art. produtores rurais. posteriormente. Art.4ª via . que terão a seguinte destinação: I . em cinco vias. A escrituração fiscal mencionada no "caput" deverá ser efetuada pelo sistema eletrônico de processamento de dados. c) § 1º do art. dispensa a emissão de nota fiscal. a retenção da 5ª via da nota fiscal. 542.080 de 29.armazém de depósito. 543. b) nas operações denominadas de venda em balcão. assim entendida a transferência de estoques entre os armazéns cadastrados pela CONAB/PAA. inserida no sistema.02. para efeito de escrituração dos livros fiscais.fisco da unidade federada do emitente. que será posteriormente inserida no sistema.

agroindústrias de pequeno porte.02. CAPÍTULO XXVII DAS OPERAÇÕES COM SUCATA SEÇÃO I DO DIFERIMENTO Art. de máquinas. por substituição tributária.a saída para o exterior.a saída do produto acabado de estabelecimento industrial. 546. O estabelecimento que adquirir em operações internas 318 . 545. caso em que o imposto deverá ser debitado em conta-gráfica. § 2º O estabelecimento que produzir os metais de que trata o § 1º. SEÇÃO II DA EMISSÃO DE NOTA FISCAL NA ENTRADA Art. por ocasião da efetiva saída da mercadoria. 7801. 547.a saída em operação interestadual. 7901 e 8001 da NBM/SH. 6. poderá solicitar regime especial para a não aplicação do disposto no inciso II nas operações interestaduais que realizar. que utilize as citadas mercadorias em processo de transformação industrial. § 3º O disposto neste artigo não se aplica às saídas de partes e de peças usadas. Aprovado pelo Decreto n. 7501. aparelhos e veículos. § 1º O disposto neste artigo aplica-se aos metais não ferrosos classificados na sub-posição 7403. tendo como base de cálculo o preço pago ao produtor rural. 75. 7402. de 04. atualizado até o Decreto n. localizado neste Estado. a partir do minério.a saída para consumidor final ou para estabelecimento de empresa enquadrada no Simples Nacional.RICMS 7. IV . 7601. recuperadas ou não. É diferido o pagamento do ICMS nas sucessivas saídas de sucatas de metais.1 e nas posições 7401.09. não dispensando eventual débito do imposto. Parágrafo único.2013. III . bem como de lingotes e tarugos de metais não ferrosos.266. O imposto devido relativamente às saídas internas promovidas por produtor agropecuário com destino à CONAB/PAA será recolhido pela CONAB.2012. hipótese em que o imposto deverá ser debitado em conta-gráfica. O montante recolhido nos termos do "caput" será lançado como crédito no livro fiscal próprio. Art. II . até que ocorra: I . hipótese em que o imposto deverá ser recolhido na forma e no prazo estabelecidos no inciso II do art.080 de 29. hipótese em que o imposto deverá ser debitado em conta-gráfica.

relativamente a cada aquisição. mercadorias arroladas no artigo anterior. de pessoas não inscritas no CAD/ICMS. à ARE de origem da mercadoria.080 de 29. CAPÍTULO XXVIII DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS RELACIONADAS COM FUMO EM FOLHA SEÇÃO I DAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS Art. ainda que por meio de carimbo.2012. por meio da Delegacia Regional da Receita. dispensando-se o destaque do imposto. deverá emitir nota fiscal. III . mensalmente. 548. 552. será documentada por Nota Fiscal de Produtor. hipótese em que na nota fiscal emitida poderão constar o peso e o valor estimado da mercadoria. e a ARE centralizadora. Na prestação interestadual de serviço de transporte. Na entrada de mercadoria com peso inferior a duzentos quilos poderá ser emitida uma única nota fiscal.2013. 319 . § 2º Na Nota Fiscal de Produtor de que trata este artigo. à vista da mercadoria. I .Agência da Receita Estadual). SEÇÃO II DO SERVIÇO DE TRANSPORTE Art.a repartição fiscal deverá reter a 3ª via da Nota Fiscal de Produtor. relativamente às operações de que trata o art.09. observado o disposto no art.02. para fins de controle e conferência. observado o disposto no art. Aprovado pelo Decreto n. o número do ato ou do despacho concessório referido no art. deverá ser consignado. englobando as aquisições do dia.266. 552. por ocasião da saída. 6.na Nota Fiscal de Produtor poderá constar o peso e o valor estimado da mercadoria. 548. de 04. atualizado até o Decreto n. quando a classificação e a pesagem devam ocorrer no estabelecimento destinatário. a responsabilidade pelo pagamento do imposto é atribuída ao estabelecimento destinatário. desde que o contribuinte mantenha controle individualizado das entradas. 549. II . § 1º O disposto neste artigo aplica-se também à empresa que mantenha estabelecimento neste Estado em relação às operações em que a mercadoria por ele não transitar. Parágrafo único.RICMS 7. A saída de fumo em folha em operação interestadual promovida por produtor rural inscrito no CAD/PRO.a Nota Fiscal de Produtor deverá ser visada pela repartição fiscal paranaense mais próxima (ARE . 552. encaminhando. dispensando-se o destaque do imposto.

RICMS 7.reter uma via do demonstrativo de que trata o § 1º do art.09. a conversão do saldo do imposto apurado em FCA. Parágrafo único. § 2º No demonstrativo de que trata o parágrafo anterior. arrendatário. separadamente. 552.266. Aprovado pelo Decreto n. parceiro. salvo se o contribuinte promover. III . 550 para fins de apuração do índice de participação dos Municípios no produto da arrecadação do imposto. indicando tratar-se de proprietário ou outro (meeiro. seguida do número deste artigo.2013. dentre outras exigências. SEÇÃO III DO PAGAMENTO DO IMPOSTO POR RESPONSABILIDADE Art. adotar as medidas fiscais cabíveis e comunicar a Inspetoria Geral de Fiscalização. II . 550. o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas poderá ser emitido após conhecidos o peso e o valor exato da prestação. atualizado até o Decreto n. A empresa destinatária deverá recolher o imposto relativo às operações e prestações interestaduais de que tratam os artigos 548 e 549. deverão ser apresentados na ARE a que se refere o inciso I do art. não podendo ultrapassar o período de apuração. etc. SEÇÃO IV 320 . aplicar-se-á. bem como cópia do arquivo eletrônico. o valor da operação e do imposto devido. a expressão "O ICMS será pago pelo destinatário". por meio de protocolo ou por correio eletrônico. b) os números das Notas Fiscais de Produtor e das notas fiscais emitidas para documentar as entradas. que será reconvertido em moeda corrente na data do recolhimento. nesta data. por município de origem da mercadoria. por responsabilidade. c) o peso e o somatório dos valores da mercadorias.2012. devendo constar.encaminhar cópia do demonstrativo de que trata o § 1º do art. 551. o estabelecido em pauta fiscal específica. d) a identificação do prestador de serviço de transporte (CNPJ ou CPF) e a UF de sua origem. cópia da guia de recolhimento e demonstrativo impresso e em meio eletrônico. deverão ser informados. § 1º Por ocasião do recolhimento do imposto. § 4º O prazo para recolhimento do imposto de que trata este artigo fica antecipado para o primeiro dia após o período de apuração. os valores das prestações realizadas por contribuintes inscritos no CAD/ICMS e por não inscritos.). para as ARE dos Municípios de origem das mercadorias.080 de 29. 550. § 3º Na falta do valor da operação. contendo: a) a identificação do produtor (CAD/PRO). 550 e dos documentos apresentados. como base de cálculo. até o dia doze do mês subsequente. de 04. Na hipótese deste artigo. A ARE deverá: I .na falta de pagamento do imposto no prazo e forma estabelecidos no art. 6. Art.02.

. atualizado até o Decreto n...02. § 2º Na hipótese deste artigo. creditando-se do valor do imposto. . II .09.a ARE em que será centralizada a apresentação dos documentos previstos no § 1º do art..RICMS 7. Na saída de mercadoria a título de consignação mercantil o consignante emitirá nota fiscal contendo. 550.Coordenação da Receita do Estado.NF n. de 04.. A eficácia da autorização concedida na forma deste artigo dependerá da anuência do fisco do Estado do interessado. 6. § 3º O disposto neste artigo não se aplica a mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em relação a operações subsequentes. O retorno ao regime fica condicionado à regularização da situação e a novo pedido. 554. além dos demais requisitos exigidos."./. o interessado deverá apresentar requerimento ao Diretor da CRE . O descumprimento das obrigações previstas neste Capítulo implicará cancelamento imediato do regime.o destaque do ICMS e do IPI.os estabelecimentos destinatários das mercadorias. Para adoção do regime previsto neste Capítulo. Art.. b) a base de cálculo: o valor do reajuste. quando devidos./. 552. quando devidos.a natureza da operação: Remessa em consignação. Parágrafo único. c) o destaque do ICMS e do IPI. o seguinte (Ajuste SINIEF 02/1993): I .2012. o consignante emitirá nota fiscal complementar contendo.. . Parágrafo único. II .. de .266. o seguinte: a) a natureza da operação: Reajuste de preço de mercadoria em consignação. Aprovado pelo Decreto n. 321 .2013. CAPÍTULO XXIX DAS OPERAÇÕES DE CONSIGNAÇÃO MERCANTIL Art... instruindo o pedido com a Certidão Negativa de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual e indicando: I . DA AUTORIZAÇÃO DO REGIME ESPECIAL Art.. quando permitido. além dos demais requisitos exigidos. o consignatário lançará a nota fiscal no livro Registro de Entradas.. § 1º Havendo reajuste do preço contratado por ocasião da remessa em consignação mercantil.080 de 29. d) a expressão "Reajuste de preço de mercadoria em consignação . 553.

NF n. a expressão “Devolução simbólica de mercadoria recebida em consignação”. Art. indicando nesta a expressão “Compra em consignação ....266. 556./. Parágrafo único. o consignatário emitirá nota fiscal contendo. além dos demais requisitos exigidos (Ajuste SINIEF 9/2008): 1.02. no livro Registro de Entradas.09../. conforme o caso) de mercadoria em consignação ./... como natureza da operação.o destaque do ICMS e a indicação do IPI nos valores debitados por ocasião da remessa em consignação.. b) emitir nota fiscal contendo. III .o consignante emitirá nota fiscal./../. como natureza da operação.. indicando nesta a expressão "Venda em consignação ./.. IV . neste incluído. o seguinte: a) a natureza da operação: Venda... 6... atualizado até o Decreto n..... . creditando-se do valor o imposto.". e. se for o caso. reajuste de preço . sem destaque do ICMS e do IPI. Art..2012... contendo.” (Ajuste SINIEF 9/2008).. além dos demais requisitos exigidos. . no campo Informações Complementares. no livro Registro de Saídas... . apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações". Aprovado pelo Decreto n. o valor relativo ao reajuste do preço. II . ...". de ...080 de 29.. além dos demais requisitos exigidos.NF n../. II .. de . .. 2.. quando for o caso...... de 04..o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal contendo.. c) a expressão "Simples faturamento de mercadoria em consignação . a expressão “Nota fiscal emitida em função de venda de mercadoria recebida em consignação pela NF n. .RICMS 7.../.. o seguinte: I ... Parágrafo único.. O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o inciso II.. sobre o qual foi pago o imposto...... Na venda da mercadoria remetida a título de consignação mercantil: I ... de .a expressão "Devolução (parcial ou total.. b) o valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente vendida../.../. O consignante lançará a nota fiscal.a base de cálculo: o valor da mercadoria efetivamente devolvida.a natureza da operação: Devolução de mercadoria recebida em consignação. c) registrar a nota fiscal de que trata o inciso II..". Na devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil.NF n. de . de .. 555. apenas nas colunas “Documento Fiscal” e “Observações”./..NF n. CAPÍTULO XXX DAS OPERAÇÕES REALIZADAS EM BOLSA DE MERCADORIAS 322 ....NF n.. no livro Registro de Entradas.2013. de ./. além dos demais requisitos exigidos.”.. a expressão "Venda de mercadoria recebida em consignação".

por produtor agropecuário. A. remeterá. em nome do sujeito passivo. c) a 3ª via ficará em poder do emitente. III . devendo nela constar.em substituição à Nota Fiscal de Produtor. dentre outros elementos. relativamente às operações previstas neste Capítulo. V . Aprovado pelo Decreto n. b) o número e a data da emissão da nota fiscal. o CEP e os números de inscrição estadual e no CNPJ dos estabelecimentos remetente e destinatário. A. o local onde será retirada a mercadoria e os dados identificativos do armazém depositário.02. listagem relativa às operações realizadas no mês anterior. II . o Banco do Brasil S.09.em relação à nota fiscal prevista no inciso anterior serão observadas as demais normas contidas neste Regulamento. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via acompanhará a mercadoria e será entregue ao destinatário pelo transportador. em cinco vias. A. para exibição ao fisco.. emitirá.266. d) a 4ª via será entregue ao produtor vendedor. de 04. 557. o valor pertinente será exigido do Banco do Brasil S. atualizado até o Decreto n. desde que autorizado pelo fisco. e) a 5ª via destinar-se-á ao armazém depositário. OU DE CEREAIS COM A INTERMEDIAÇÃO DO BANCO DO BRASIL Art.RICMS 7. data e número do respectivo documento de arrecadação. onde estava depositada a mercadoria. com a intermediação do Banco do Brasil S.2012. na forma e no prazo previstos nos artigos 74 e 75.2013. Nas vendas de mercadorias efetuadas em Bolsa de Mercadorias ou de Cereais. 6. 323 . VI .o recolhimento do ICMS devido na operação será efetuado pelo Banco do Brasil S. b) a 2ª via acompanhará a mercadoria e destinar-se-á ao controle do fisco de destino. e) o valor do ICMS relativo à operação. A. f) a identificação do banco e da agência em que foi efetuado o recolhimento. o endereço.. nota fiscal própria.até o dia quinze de cada mês o Banco do Brasil S.na falta ou insuficiência do recolhimento do imposto. d) o valor da operação. as informações poderão ser prestadas em meio magnético. A..080 de 29. à unidade federada. IV . c) a mercadoria e sua quantidade. na forma contida no Manual de Orientação de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento ou por remessa de uma via suplementar da respectiva nota fiscal (Convênio ICMS 77/1996).em substituição à listagem prevista no inciso anterior. na qualidade de responsável solidário. no mínimo. contendo: a) o nome. serão observadas as seguintes disposições (Convênio ICMS 46/1994): I .

o fabricante de chassi estabelecido neste Estado e a indústria de carroceria estabelecida neste e nos Estados de Goiás. desde que (Protocolos ICMS 19/1996. fica obrigado a manter inscrição no CAD/ICMS. 11/1997 e 42/2002. CAPÍTULO XXXI DAS OPERAÇÕES DE EXPORTAÇÃO DE CHASSI DE ÔNIBUS E DE CAMINHÃO. 125.080 de 29. 11/1997 e 42/2002): I .Coordenação da Receita do Estado. 6. por conta e ordem do importador.. 558. bem como a cumprir as demais disposições previstas neste Regulamento. estabelecido neste Estado. por conta e ordem do importador. desde que os estabelecimentos envolvidos na operação (Protocolo ICMS 2/2006): I . 560. diretamente à indústria de carroceria localizada nos territórios deste e dos Estados de Minas Gerais. fica o respectivo estabelecimento fabricante autorizado a remetê-lo. diretamente à indústria de carroceria localizada no território deste e dos Estados de Goiás.2013. Santa Catarina e São Paulo. onde serão fixadas as regras relativas a sua operacionalização.o Banco do Brasil S. do Rio Grande do Sul e de São Paulo.266. Na exportação de chassi de caminhão. para fins de montagem e acoplamento.RICMS 7. sem prejuízo do disposto no § 5º do art. Rio de Janeiro. em regime especial. fica o respectivo fabricante. do Rio de Janeiro. II . VII . mediante requerimento dirigido ao Diretor da CRE . onde serão fixadas as regras relativas a sua operacionalização (Protocolos ICMS 19/1996. Rio Grande do Sul. II . Art. A.atendam às exigências estabelecidas no Protocolo ICMS 19/1996. autorizado a remetê-lo. 559. em trânsito. Aprovado pelo Decreto n. em trânsito. do Rio de Janeiro.obtenham credenciamento. Os bens ou mercadorias contidos em encomendas aéreas 324 . mediante requerimento dirigido ao Diretor da CRE. em regime especial. para fins de montagem e acoplamento.atendam às exigências estabelecidas no Protocolo ICMS 2/2006. CAPÍTULO XXXII DOS BENS OU MERCADORIAS CONTIDOS EM ENCOMENDAS AÉREAS INTERNACIONAIS Art. COM TRÂNSITO PELA INDÚSTRIA DE CARROCERIA Art.2012. Na exportação de chassi de ônibus e micro-ônibus. do Rio Grande do Sul e de São Paulo obtenham credenciamento. de 04.09. atualizado até o Decreto n.02.

na forma dos Anexos III e IV do Convênio ICMS 59/1995. 561. internacionais transportados por empresas de "courier" ou a elas equiparadas serão acompanhados. c) o imposto seja recolhido no primeiro dia útil subsequente. com a intermediação do Banco do Brasil S. 6. 325 . em um único documento de arrecadação. serão observadas as seguintes disposições (Convênios ICMS 132/1995 e 64/1999): I . em que não seja possível o recolhimento do ICMS incidente sobre os bens ou mercadorias.nas importações de valor superior a US$ 50.2013. 75 (Convênio ICMS 64/1999). desde que: a) a empresa de "courier" assuma a responsabilidade solidária pelo pagamento. quando não devido o imposto. no prazo de 48 horas. devidamente inscrita no cadastro do ICMS.266. 75.o recolhimento do ICMS será efetuado na forma prevista no § 1º do art. relativamente às operações realizadas no mês anterior (Convênio ICMS 38/1996).o recolhimento do ICMS devido na operação será efetuado pelo Banco do Brasil S. atualizado até o Decreto n. Aprovado pelo Decreto n. Nas vendas de café cru em grão efetuadas em Bolsa de Mercadorias ou de Cereais pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. até sua entrega no domicílio do destinatário.080 de 29. hipótese em que o recolhimento do ICMS poderá ser efetuado até o dia nove de cada mês. Economia ou Finanças a que estiver vinculada a empresa de "courier".o regime especial a que alude a alínea "b" do inciso anterior será requerido à Secretaria da Fazenda.00 (cinquenta dólares dos Estados Unidos da América) ou o seu equivalente em outra moeda. o seu transporte poderá ser realizado com dispensa de acompanhamento do comprovante de pagamento do imposto.2012. que poderá ser providenciada pela empresa de "courier" (Convênio ICMS 132/1998). observadas as seguintes disposições (Convênio ICMS 59/1995): I . pelo Conhecimento de Transporte Aéreo Internacional (AWB). A. observado o disposto no § 7º do art.o transporte dos bens ou mercadorias só poderá ser iniciado após o recolhimento do ICMS incidente na operação. III . o transporte também será acompanhado da "Guia para Liberação de Mercadoria Estrangeira sem Comprovação do Recolhimento do ICMS". V . observando-se que passará a produzir efeitos imediatamente após a concessão e.. b) a referida dispensa seja concedida à empresa de "courier". EFETUADAS PELO GOVERNO FEDERAL Art.COTEPE/ICMS. na forma e no prazo previstos no inciso XII do art. 75. em nome do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. quando devido o ICMS. II . fatura comercial e.caso o início da prestação ocorra em final de semana ou feriado. CAPÍTULO XXXIII DAS OPERAÇÕES DE VENDAS DE CAFÉ EM GRÃO LEILOADO EM BOLSA. será remetida cópia do ato concessivo do regime especial à Comissão Técnica Permanente do ICMS .. por meio de regime especial.09. em favor da unidade federada do domicílio do destinatário. A. ressalvada a autorização em regime especial.02. IV . em todo o território nacional.RICMS 7. de 04. pelo comprovante do seu pagamento.

listagem emitida por sistema eletrônico de processamento de dados ou. e) 5ª via . c) 3ª via . que tenham participação nas operações previstas neste Capítulo. b) entregar a 2ª via da comunicação prevista na alínea anterior à Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná. quando a agência recebedora dos impressos da nota fiscal estiver localizada neste Estado. em substituição às vias previstas nas alíneas "d" e "e" do inciso anterior. por meio magnético.. fornecer.para ser entregue ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento (Convênio ICMS 64/1999). o local onde será retirada a mercadoria e os dados identificativos do armazém depositário.acompanhará a mercadoria e destinar-se-á ao controle do fisco na unidade da Federação do destinatário. Aprovado pelo Decreto n. 557. em quatro vias. VII . até o dia dez de cada mês. d) 4ª via . para efeito de controle..será emitida uma nota fiscal em relação à carga de cada veículo que transportar a mercadoria.na falta ou insuficiência do recolhimento do imposto. V . c) manter a 3ª via da comunicação na agência recebedora dos impressos e a 4ª via na agência central do Distrito Federal. a nota fiscal terá uma via adicional. se autorizado pelo destinatário da via.2012. na qualidade de agente financeiro credenciado. serão observadas as demais disposições neste Regulamento. IV .2013. VIII .266. com todos os dados da nota fiscal.na nota fiscal. será indicado no campo "G"..080 de 29. autorizado a emitir nota fiscal por sistema eletrônico de processamento de dados. A.. destinada a controle do armazém depositário. b) 2ª via . A. IX .A.para fins de controle do fisco paranaense. para efeito de controle. d) é vedada a retransferência dos formulários contínuos entre dependências que possuam inscrições diferentes.RICMS 7. 326 . devolvendo as 2ª. à repartição fiscal que concedeu a autorização para a sua confecção. para a distribuição dos formulários contínuos à agência que deles irá fazer uso. ao Banco do Brasil S. o valor pertinente será exigido do Banco do Brasil S.acompanhará a mercadoria e será entregue ao destinatário pelo transportador.A. VI . II . solicitar. em função de cada agência destinatária dos impressos. na forma estabelecida no Manual de Orientação de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento (Convênio ICMS 76/1996).poderá o Banco do Brasil S.02. atualizado até o Decreto n. conforme modelo previsto no inciso III do art. de 04.para ser exibida ao fisco. apenas à Secretaria da Fazenda do Distrito Federal. 6. que poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via.09. A.fica o Banco do Brasil S. a Agência Central deverá: a) efetuar comunicação.na hipótese de estar o café depositado em armazém de terceiro. sendo que.em relação à nota fiscal prevista no inciso III.poderá o Banco do Brasil S. III . no Distrito Federal. que terão a seguinte destinação: a) 1ª via . em numeração única a ser utilizada por todas as suas agências no País. a autorização para a confecção dos formulários contínuos para a emissão da nota fiscal a que alude o inciso III. devidamente visadas. por sua Agência Central. 3ª e 4ª vias. a qual reterá a 1ª via.

será concedida inscrição única ao Banco do Brasil S. Na nota fiscal emitida pelo Banco do Brasil S. às remessas de café cru em grão pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento a estabelecimento industrial de café solúvel abrangidas pelo Programa de Exportações de Café Solúvel (Convênio ICMS 04/2000).A. X .em substituição à listagem prevista no inciso anterior. c) mercadoria e sua quantidade.09.2013. e o Ministério da Agricultura e do Abastecimento de escriturar os livros fiscais relativamente às operações nele descritas (Convênio ICMS 64/1999). A. remeterá à Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná. A. as informações poderão ser prestadas em meio magnético.. Aprovado pelo Decreto n.RICMS 7. Art. CAPÍTULO XXXIV DAS OPERAÇÕES RELACIONADAS COM A DESTROCA DE BOTIJÕES VAZIOS DESTINADOS AO ACONDICIONAMENTO DE GLP.GLP. O Banco do Brasil S.até o dia quinze de cada mês. contendo: a) nome. Em relação às operações com botijões vazios destinados ao acondicionamento de gás liquefeito de petróleo . A observância do disposto neste Capítulo dispensa o Banco do Brasil S. o Banco do Brasil S. XII . fica sujeito à legislação tributária aplicável às obrigações instituídas neste Capítulo. CEP e números de inscrição estadual e no CNPJ dos estabelecimentos remetente e destinatário. 562. atualizado até o Decreto n. d) valor da operação. f) identificação do banco e da agência em que foi efetuado o recolhimento.2012. no que couber. XI . endereço. Aplica-se o disposto neste Capítulo. Art.080 de 29. 564.Convênio ICMS 04/2000". b) número e data de emissão da nota fiscal.266. 563. Art. realizadas com os 327 . será aposta a expressão "Remessa para Indústria de Café Solúvel .02. relativamente às dependências localizadas no Estado do Paraná. e) valor do ICMS relativo à operação. REALIZADAS COM OS CENTROS DE DESTROCA Art. 565. listagem relativa às operações realizadas no mês anterior.A. 6. na forma estabelecida no Manual de Orientação de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento (Convênio ICMS 76/1996). Parágrafo único. A. de 04. data e número do respectivo documento de arrecadação.

RICMS 7. em substituição. incisos II a V serão numerados § 3º Os formulários de CVM. nos termos do art.Consolidação Mensal da Movimentação de Vasilhames . atualizado até o Decreto n. de 31 de outubro de 1990. em duas vias. IV .SVM. devendo. como tais definidas pela legislação federal específica. § 2º As operações com os Centros de Destroca somente serão realizadas com as distribuidoras de GLP. lavrando-se os termos de abertura e de encerramento.02.Agência da Receita Estadual do domicílio tributário do Centro de Destroca. 568. do Ministério da Infraestrutura. 566. e levados à repartição fiscal a que estiver vinculado o Centro de Destroca para autenticação. e os seus revendedores credenciados.999. § 3º É vedada a operação de compra e venda de botijões por parte dos Centros de Destroca. Art. até cinco dias contados da data da sua emissão. no mínimo.AMV. III . de 04. V .CSM. CAPÍTULO XXXV DAS PRESTAÇÕES DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO POR MEIO DE SATÉLITE Art.MVM. emitir os formulários a seguir indicados: I .CVM. 6. em ordem crescente. serão anualmente encadernados. 843.080 de 29. Centros de Destroca.Consolidação Semanal da Movimentação de Vasilhames .2012. devendo a 1ª via ser enviada à distribuidora. com exceção do livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências .Controle Diário do Saldo de Vasilhames por Marca .Autorização para Movimentação de Vasilhames .09. Aprovado pelo Decreto n. de 1 a 999. § 4º O formulário de que trata o inciso V será emitido.2013. § 1º A impressão da AMV dependerá de prévia autorização da ARE . As operações de que trata este Capítulo sujeitam-se à observância das demais disposições previstas no Convênio ICMS 99/1996. Art.RUDFTO.266.Controle Mensal de Movimentação de Vasilhames por Marca . Nas prestações de serviço de comunicação referentes à 328 . § 2º Os formulários previstos nos tipograficamente. 8º da Portaria n. II . Os Centros de Destroca deverão inscrever-se no CAD/ICMS e ficam dispensados da emissão de documentos fiscais e da escrituração de livros fiscais. § 1º São Centros de Destroca os estabelecimentos que realizam exclusivamente serviços de destroca de botijões destinados ao acondicionamento de GLP. 567. serão observadas as normas previstas neste Capítulo (Convênio ICMS 99/1996).

§ 1º Serviço de televisão por assinatura via satélite é aquele em que os sinais televisivos são distribuídos ao assinante sem passarem por equipamento terrestre de recepção e distribuição.02. Na hipótese de o prestador do serviço de comunicação não ser optante pela redução na base de cálculo de que trata o item 32 do Anexo II deste Regulamento.Coordenação da Receita do Estado. relação contendo o nome e o endereço dos tomadores do serviço e valores das prestações realizadas e do correspondente imposto. mensalmente. 6. o recolhimento do imposto deverá ser feito proporcionalmente ao número de tomadores do serviço de cada unidade federada. 569. cujo preço do serviço seja cobrado por períodos definidos. sendo que qualquer benefício fiscal concedido no Estado da localização do prestador. § 3º Sobre a base de cálculo mencionada no "caput" aplica-se a alíquota prevista para a tributação do serviço. CAPÍTULO XXXVI DAS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TELEVISÃO POR ASSINATURA VIA SATÉLITE Art. recepção de som e imagem por meio de satélite. à Inspetoria Geral de Fiscalização da CRE . efetuada por prestador localizado em outra unidade federada. Art. 24. atualizado até o Decreto n. a base de cálculo do ICMS devido a cada Estado corresponde a cinquenta por cento do preço cobrado do assinante (Protocolos ICMS 25/2003 e Convênio ICMS 52/2005).2013. via satélite. 570. em substituição ao aproveitamento de quaisquer créditos. nos termos da Lei Complementar n.080 de 29. de 7 de janeiro 329 . em cada Estado. O prestador do serviço de que trata este Capítulo deverá enviar. § 2º O disposto no "caput" não prejudica a outorga de benefício fiscal concedido para esta prestação de serviço. Aprovado pelo Decreto n.2012. com destino a tomador localizado no Estado do Paraná. com base no saldo devedor apurado pelo prestador do serviço. Na prestação de serviços não medidos de televisão por assinatura. de 04. quando o tomador estiver localizado neste Estado e o prestador do serviço em outra unidade federada. § 4º O valor do crédito a ser compensado na prestação será rateado na mesma proporção da base de cálculo prevista no "caput".266. o prestador do serviço fornecedor dos equipamentos poderá creditar-se do valor do imposto destacado na nota fiscal de remessa para o respectivo usuário. 571. Quando ocorrer a devolução dos equipamentos de recepção de sinais via satélite por parte do usuário do serviço de que trata este Capítulo. Parágrafo único. 75 (Convênio ICMS 10/1998).09. o recolhimento do ICMS deverá ser efetuado na forma e prazo previstos no inciso XIII do art. Art.RICMS 7.

de 04. nos termos da Seção VIII do Capítulo XX do Título III deste Regulamento. "b" e "c" e no § 3º. 2. deverá escriturar no livro Registro de Saídas (Convênio ICMS 04/2006): a) os valores agrupados das Notas Fiscais de Serviço de Comunicação nos termos do art. o estabelecimento prestador deverá inscrever-se no CAD/ICMS. informar (Convênio ICMS 14/2011): 1. Na prestação de serviço de comunicação de que trata o art. na forma prevista na legislação. Mato Grosso do Sul. Aprovado pelo Decreto n.2012. de 1975. unidade da Federação. proceder ao estorno da parcela do crédito a ser compensado com o imposto devido ao Estado do Paraná. utilizando registro específico para prestação de informações de outras unidades federadas. Pernambuco. d) caso esteja obrigado à EFD . Art. Mato Grosso. § 2º Relativamente à escrituração fiscal. Roraima e ao Distrito Federal (Protocolo ICMS 19/2007).RICMS 7. 3. 573. contendo as seguintes informações: 1. 458. resumo com os valores totais por unidade federada do tomador do serviço. 572.notas de serviço de comunicação e de serviço de telecomunicação. utilizando os quadros "Débito do Imposto". Art. observado o disposto no art. não se aplicando o disposto nas alíneas "a". Rio Grande do Sul.080 de 29. registrando nas colunas adequadas os dados relativos à prestação. Ceará. b) escriturar a Nota Fiscal de Serviço de Comunicação no livro Registro de Saídas. 571. 6. em substituição ao disposto na alínea "b" do § 2º deste artigo. 2. b) discriminar.Escrituração Fiscal Digital. "Crédito do Imposto" e "Apuração dos Saldos". apropriando o crédito correspondente sob o título de "Outros Créditos". o prestador deverá: a) no livro Registro de Entradas. c) no livro Registro de Apuração do ICMS. 355 (Convênio ICMS 04/2006) § 1º A emissão dos documentos fiscais e a escrituração dos livros fiscais serão efetuadas no Estado onde estiver localizado o contribuinte. atualizado até o Decreto n. O prestador de serviços de que trata este Capítulo deverá 330 . quando esses forem apresentados à unidade federada de sua localização. § 5º O disposto neste Capítulo não se aplica aos prestadores localizados nos Estados do Amazonas. na folha seguinte.02. relativamente aos serviços não medidos de televisão por assinatura via satélite. os valores da base de cálculo e do imposto para a unidade federada de sua localização e para este Estado. quantidade de usuários.09.2013. e consignando na coluna "Observações" a sigla do Estado do Paraná. § 3º O prestador de serviço mencionado no artigo anterior que emita documento fiscal em via única.266. apurar o imposto devido em folha subsequente à da apuração referente ao Estado de sua localização. os registros de consolidação da prestação de serviços . Goiás. não produz qualquer efeito em relação ao imposto devido ao Estado do Paraná. bases de cálculo e montante do ICMS devido às unidades federadas de localização do prestador e do tomador.

b) enviar os arquivos eletrônicos extraídos. 575. § 1º Para o cálculo do imposto devido.Coordenação da Receita do Estado. Em substituição ao disposto no "caput" deste artigo. 6. adotar-se-á a proporcionalidade em relação à quantidade de assinantes de cada unidade federada. atualizado até o Decreto n.2012. mensalmente.080 de 29. cópia das folhas dos livros Registro de Entradas. Na hipótese das prestações de serviço de comunicação por meio de veiculação de mensagens de publicidade e propaganda na televisão por assinatura em rede nacional ou interestadual.2013.02. 3. Art. aos prestadores de serviço referidos neste Capítulo. § 1º. o prestador do serviço que emita documento fiscal em via única. uma relação. 457. para fins de rateio do imposto devido entre aquelas em cujo território ocorrer a prestação de serviço. Aprovado pelo Decreto n.266. ficando dispensado das obrigações dispostas nos itens 1 e 3 da alínea "b" do § 1º (Convênio ICMS 14/2011). § 2º O prestador de serviços de que trata este Capítulo.09. 568 e no art. 569. Aplicam-se. cópia do recibo de entrega do arquivo eletrônico apresentado na unidade federada de sua localização. acompanhados de: 1. para cada unidade federada de localização dos tomadores do serviço. § 2º O imposto devido relativamente às prestações de serviço ocorridas neste 331 . Registro de Saídas e Registro de Apuração do ICMS onde constem os registros a que se refere o § 2º do art. duas vias do comprovante de entrega gerado pelo programa extrator. CAPÍTULO XXXVII DAS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO POR MEIO DE VEICULAÇÃO DE MENSAGENS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA NA TELEVISÃO POR ASSINATURA Art. considerando-se a base de cálculo original da prestação de serviço (Convênio ICMS 9/2008). deverá apresentá-la. a base de cálculo e o ICMS devido. 2. as disposições previstas no "caput" do art. relativamente à inscrição no CAD/ICMS de que trata o "caput" do art. 572. quando obrigado à EFD. na forma da planilha constante no Anexo Único do Convênio ICMS 52/2005. à Inspetoria Geral de Fiscalização da CRE . nos termos da Seção VIII do Capítulo XX do Título III deste Regulamento. de 04. deverá (Convênio ICMS 04/2006): a) proceder a extração de arquivo eletrônico. 572. 574. até o vigésimo dia do mês subsequente ao da prestação. a partir dos arquivos eletrônicos mencionados no art. contendo o número de usuários e dados do faturamento.RICMS 7. enviar. sobre a base de cálculo original deve ser aplicado o percentual de redução previsto no item 26 do Anexo II. apresentados e validados pela unidade da Federação de sua localização.

02. quando o prestador do serviço estiver localizado em outra unidade federada. ainda que de terceira empresa.RICMS 7.080 de 29.2012. listagem ou arquivo magnético contendo: a) o número. 75. será recolhido pelo estabelecimento prestador do serviço de comunicação: a) na forma e no prazo previstos no inciso VII do art. de vários tamanhos.remeter à Inspetoria Geral de Fiscalização da Coordenação da Receita do Estado. até o dia 30 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador. de vários tamanhos. que será indicada em Ato Cotepe. II . 576. atualizado até o Decreto n. com ou sem palete base. armazenagem e transporte de mercadorias ou bens. quando o prestador do serviço estiver localizado neste Estado. calculado na forma do § 1º. por mais de um estabelecimento. b) contentor. 75. desmontável ou não. 577.09. 3. 2. o recipiente de madeira. plástico ou metal destinado a facilitar a movimentação. Aprovado pelo Decreto n. hortaliças. alimentício e outros. específica para o setor hortifrutigranjeiro. b) na forma e no prazo previstos no inciso XIII do art. O prestador do serviço de que trata este Capítulo deverá: I . específica para frutas. § 1º Para os fins deste artigo considera-se como: a) palete. excetuando-se. total ou parcialmente. Art. antes da sua remessa a estabelecimento da empresa proprietária (Convênios ICMS 4/1999 e 6/2008). Fica autorizado o trânsito de paletes e contentores de propriedade de empresa relacionada em Ato Cotepe. CAPÍTULO XXXVIII DAS OPERAÇÕES COM PALETES E CONTENTORES Art. os contentores utilizados no setor hortifrutigranjeiro. para os setores automotivo. quanto à exigência da cor. caixa plástica ou metálica. de produtos químicos. caixa plástica ou metálica. plástico ou metal destinado ao acondicionamento de mercadorias ou bens. o estrado de madeira. § 2º Os paletes e contentores deverão conter a marca distintiva da empresa a qual pertencem e ter a cor escolhida pela mesma. Estado.2013.discriminar no livro Registro de Apuração do ICMS o valor recolhido em favor de cada unidade federada. de 04. legumes e outros. desmontável ou não. para efeito de armazenagem e transporte. a data de emissão e a identificação completa dos destinatários das notas fiscais pertinentes. bem como o seu rateio às unidades federadas.266. que se apresenta nas formas a seguir: 1. 6. 332 . b) o valor da prestação e do ICMS total incidente. caixa "bin" de madeira.

fluvial ou lacustre. bem como do estoque existente em seus estabelecimentos e de terceiros (Convênio ICMS 04/1999). indicando-se nesta a expressão referida no inciso II do art. com petróleo e seus derivados. As notas fiscais emitidas para a movimentação dos paletes e contentores serão lançadas nos livros próprios de entrada e de saída de mercadorias.A.. § 3º O disposto neste artigo somente se aplica: a) às operações amparadas pela isenção concedida pelos itens 19 e 176 do Anexo I deste Regulamento. GÁS NATURAL. quando solicitado. A empresa proprietária fornecerá ao fisco.2013. nas operações de transferência e nas destinadas a comercialização.". A nota fiscal emitida para documentar a movimentação dos paletes e contentores deverá conter. II .02. Aprovado pelo Decreto n. com utilização. e outros produtos comercializáveis a granel. 580.080 de 29. biocombustíveis e seus derivados.Convênio ICMS 04/1999". POR MEIO DE NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM.266. 6. Art. CAPÍTULO XXXIX DO REGIME ESPECIAL PARA EMISSÃO DE NOTA FISCAL NAS OPERAÇÕES COM PETRÓLEO. atualizado até o Decreto n. em meio magnético. de 04. FLUVIAL OU LACUSTRE Art. tipo e do documento fiscal correspondente."PALETES/CONTENTORES DE PROPRIEDADE DA EMPRESA . A empresa PETRÓLEO BRASILEIRO S. 579. Parágrafo único. . Art. inclusive o seu retorno ao local de origem ou a outro estabelecimento da empresa proprietária. apenas. o demonstrativo de controle previsto neste artigo. A empresa proprietária manterá controle da movimentação dos paletes e contentores com indicação mínima da quantidade.PETROBRAS. das colunas "Documento Fiscal" e "Observações".. 581. E OUTROS PRODUTOS COMERCIALIZÁVEIS A GRANEL. inclusive naquelas sem destinatário certo. as expressões (Convênio ICMS 04/1999): I .RICMS 7. 578. 333 . BIOCOMBUSTÍVEIS. deverá observar as disposições deste Capítulo (Convênio ICMS 5/2009).2012. além dos requisitos exigidos. no transporte efetuado por meio de navegação de cabotagem. b) à movimentação relacionada com a locação dos paletes e contentores."Regime Especial . E SEUS DERIVADOS. Art. gás natural e seus derivados. 578 (Convênio ICMS 04/1999).09.

Caso haja retorno do produto. 582. Art. Art. Nas operações a que se refere o art. sem destaque do ICMS. 581. devendo constar no campo “Informações Complementares” o número da nota fiscal que acompanhou o transporte. perda ou deterioração deverá ser observado o disposto no art. contadas a partir da saída do navio.RICMS 7.266. 588. conforme modelo previsto no Anexo Único de que trata o Convênio ICMS 5/2009.2012. § 2º Na nota fiscal a que se refere o § 1º deverá constar o destaque do ICMS próprio e do retido por substituição tributária. devendo ser considerado para o período de apuração e recolhimento do ICMS o dia da efetiva saída. Os documentos emitidos com base neste Capítulo 334 . Aprovado pelo Decreto n. cujo destinatário será o próprio estabelecimento remetente. e o da efetiva chegada. deverá ser emitida nota fiscal para documentar a entrada. o estabelecimento remetente emitirá a nota fiscal definitiva. § 2º No campo “Informações Complementares” da nota fiscal emitida na forma do “caput” deverá constar o número do Manifesto de Carga a que se refere o § 1º. Art. Art. 587. 75. § 1º O transporte inicial do produto será acompanhado pelo documento “Manifesto de Carga”. Art. 582. a PETROBRAS emitirá nota fiscal correspondente ao carregamento efetuado. que será retida no estabelecimento de origem.2013. a via original desse documento deverá estar disponibilizada para os respectivos destinatários em até 48 (quarenta e oito) horas úteis após sua emissão. com série distinta da prevista no art. No caso de emissão do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) em contingência. para a unidade federada destinatária do produto. tendo como natureza da operação: “Outras Saídas”. 6. Os prazos para emissão de notas fiscais previstos neste Capítulo não afetam a data estabelecida na legislação para pagamento do imposto. de 04. Art. em até 48 (quarenta e oito) horas úteis após o descarregamento do produto. § 1º Após o término do descarregamento em cada porto de destino. 585. 583.02. Nas operações de transferências e nas destinadas a comercialização sem destinatário certo.09. 584.080 de 29. 586. atualizado até o Decreto n. Art. para os destinatários. a PETROBRAS terá o prazo de até 24 (vinte e quatro) horas. para emissão da nota fiscal correspondente ao carregamento. Em caso de sinistro. para a unidade federada remetente. se devidos.

CONVÊNIO ICMS 5/2009”. utilizando. 591. em caráter complementar. de até o valor equivalente a R$ 360. área superior a quatro módulos fiscais. por ano.realize processos de industrialização. Art.266. limites e condições deste Capítulo. quando a natureza sazonal da atividade o exigir. § 1º O produtor rural inscrito no CAD/PRO deverá emitir Nota Fiscal de Produtor para acobertar as saídas para a cooperativa de que faça parte ou as saídas para comercialização.utilize o trabalho familiar.esteja organizado em cooperativa agroindustrial da agricultura familiar especialmente criada para os fins deste Capítulo.resida ou esteja estabelecido na propriedade ou em aglomerado rural.080 de 29. percentual esse que pode ser reduzido a vinte por cento em relação às agroindústrias com atividade de panificação. no mínimo.02. CAPÍTULO XL DA FÁBRICA DO AGRICULTOR Art. posseiro.09.não detenha. bolos e massas alimentícias. assentado. ou atue como produtor rural familiar agroindustrial cadastrado na SEAB/EMATER. regendo-se pelos termos. 589. Art.explore a terra na condição de proprietário. pessoa física ou jurídica. III . bolachas.2012.tenha sessenta por cento da sua renda bruta anual proveniente da exploração agropecuária. cinquenta por cento de matéria-prima proveniente de sua própria produção agropecuária. VI . arrendatário ou parceiro. terá tratamento tributário diferenciado. A pequena unidade agroindustrial de pessoa física ou com personalidade jurídica. 6.000. II . V . podendo ter. IV . Aprovado pelo Decreto n. a qualquer título. inclusive de produção de biscoitos. relativamente ao ICMS. O disposto neste Capítulo não se aplica às operações que envolvam estabelecimentos localizados nos Estados do Amazonas e do Rio de Janeiro.00 (trezentos e sessenta mil reais). pesqueira ou extrativista. atualizado até o Decreto n. desde que o produtor: I . que realize operações. VII . conterão a expressão “REGIME ESPECIAL . de 04.2013. cujo quadro social ativo deverá ser constituído exclusivamente por agroindústrias familiares. até dois empregados permanentes e contar com auxílio de terceiros. denominado "Programa de Agroindústria Familiar Fábrica do Agricultor". quantificados na legislação específica em vigor. Para os fins do disposto neste Capítulo. considera-se "Fábrica do Agricultor" a atividade agroindustrial desenvolvida por produtor agropecuário. 335 . 590.RICMS 7. na área rural.

em relação ao produtor com personalidade jurídica somente se aplica a obrigação de cadastro na SEAB/EMATER. § 2º A cooperativa de que trata o inciso VI deverá obter inscrição no CAD/ICMS. 591. III .ocultação ao fisco de operações relacionadas com suas atividades. Art. sujeitam-se ao pagamento do imposto e às penalidades previstas na legislação.266. de que optam pelos termos deste Capítulo e de que atendem aos requisitos previstos no art. apresentando. § 4º Deverá constar. as declarações subscritas pelos produtores que dela façam parte. para apresentação ao fisco. Aprovado pelo Decreto n. observado o disposto nos artigos 126 e 127.09.RICMS 7. Parágrafo único. 6.080 de 29.desistência da opção de que trata o art. 592. Os produtores e a cooperativa enquadrados nos termos deste Capítulo. que deverá ser também formalizada pelo produtor por meio de declaração. atualizado até o Decreto n. ARMAZENAGEM E REMESSA DE PILHAS E BATERIAS USADAS 336 . 593. § 5º Para efeitos do disposto no inciso VI. A cooperativa deverá manter arquivadas.2012. II .2013. segundo critérios por ela fixados. deverá apresentar certificado expedido pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.inclusão com base em informações irreais. a expressão: "Fábrica do Agricultor . devidamente identificados com rótulo da cooperativa ou dos produtores. devendo constar no Cadastro de Contribuintes que está vinculado ao "Programa de Agroindústria Familiar Fábrica do Agricultor". Art. de que trata o inciso VI. O produtor será excluído das disposições deste Capítulo quando constatada a: I . § 6º O produtor com personalidade jurídica. 594.artigos 590 e 591 do RICMS". nas notas fiscais que acobertarem as operações. ainda. já inscrito ou que venha a se inscrever no CAD/ICMS. no caso de pessoa física. caso descumpram as normas estabelecidas. CAPÍTULO XLI DAS OPERAÇÕES DE COLETA. Art. certificado expedido pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. 592. e com selo que demonstre a participação no "Programa de Agroindústria Familiar Fábrica do Agricultor". de 04. § 3° Fica dispensado o imposto nas operações internas com os produtos resultantes do processo de que trata o inciso VII. segundo critérios por ela fixados.02. A obrigação da manutenção em arquivo referida no "caput" estende-se aos casos de desistência da opção. devendo constar no Cadastro de Contribuintes que tal cooperativa está vinculada ao "Programa de Agroindústria Familiar Fábrica do Agricultor".

02.o consignante emitirá nota fiscal contendo.RICMS 7. quando promovida por intermédio da Sociedade de Pesquisa de Vida Selvagem e Educação Ambiental . O envelope de que trata o "caput" conterá a expressão: "Procedimento Autorizado . Goiás. A SPVS deverá manter. Aprovado pelo Decreto n. 596. à disposição do fisco. atualizado até o Decreto n. 27/2003. Espírito Santo. consideradas como lixo tóxico e sem valor comercial. § 1º. participantes do programa. atuantes na condição de coletores de baterias usadas de telefone celular e a quantidade coletada e encaminhada aos destinatários.SPVS. pelo prazo de cinco anos. § 2º. Rio Grande do Norte. Paraíba. com porte pago. Maranhão. 597. de forma a demonstrar os contribuintes.e da Associação Brasileira de Normas Técnicas . Na saída de mercadoria a título de consignação industrial. CAPÍTULO XLII DA REMESSA DE MERCADORIAS EM CONSIGNAÇÃO INDUSTRIAL Art. exceto as sujeitas ao regime de substituição tributária. 25/2001. Santa Catarina. Para efeito deste Capítulo. em que o faturamento dar-se-á quando da utilização dessa mercadoria pelo destinatário. Fica dispensada a emissão de nota fiscal para documentar a coleta. o seguinte: a) natureza da operação: "Remessa em Consignação Industrial". de mercadoria com a finalidade de integração ou consumo em processo industrial. 17/2002. com preço fixado. 12/2004 e 21/2005).080 de 29.2013. além dos demais requisitos. deverá observar o disposto neste Capítulo (Protocolos ICMS 52/2000. fabricantes e importadores. com base em seu "Programa de Recolhimento de Baterias Usadas de Celular".ABNT NBR 7504 (Ajuste SINIEF 12/2004). 6. Rio de Janeiro. de 04. relação de controle e movimentação de materiais coletados. a remessa para armazenagem e a remessa de baterias usadas de telefone celular.Ajuste SINIEF 12/2004". Art.266. 12/2002. no que couber. Pernambuco. dos lojistas até os destinatários finais. fornecido pela SPVS. com destino a estabelecimentos industriais localizados neste Estado e nos Estados de Alagoas. que atenda os padrões da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos EBCT . a título de "consignação industrial".2012. entende-se por consignação industrial a operação na qual ocorra a remessa.09. São Paulo e Sergipe. 34/2001. Bahia. 337 . os demais dispositivos constantes na legislação: I . O estabelecimento que promover a saída de mercadorias. observados. 08/2001. sediada no município de Curitiba. 595. mediante a utilização de envelope encomenda-resposta. Minas Gerais. Ceará. Rio Grande do Sul. Art. Parágrafo único.

NF n. "Observações". Havendo reajuste de preço contratado após a remessa em consignação de que trata este Capítulo: I . o seguinte: a) natureza da operação: Venda. contendo."././.. no campo "Informações Complementares".. de 04. no livro Registro de Entradas apenas nas colunas "Documento Fiscal" e "Observações"... sem destaque do valor do ICMS. se for o caso) reajuste de preço . § 2º As notas fiscais previstas neste artigo poderão ser emitidas em momento 338 . de . além dos demais requisitos.NF n... creditando-se do valor do imposto./.NF n../. contendo.o consignatário deverá: a) emitir nota fiscal globalizada com os mesmos valores atribuídos por ocasião do recebimento das mercadorias efetivamente utilizadas ou consumidas no seu processo produtivo.. b) registrar a nota fiscal de que trata o inciso seguinte.2013./.. c) a informação... 599.o consignatário lançará a nota fiscal no livro Registro de Entradas..RICMS 7. II . a expressão "Simples Faturamento de Mercadoria em Consignação Industrial .......... d) a indicação da nota fiscal prevista no artigo anterior com a expressão "Reajuste de Preço de Mercadoria em Consignação .NF n...o consignatário lançará a nota fiscal no livro Registro de Entradas. . como natureza da operação. a expressão "Devolução Simbólica ..". indicando os seus dados na coluna "Observações" da linha onde foi lançada a nota fiscal prevista no artigo anterior. c) o destaque do ICMS. quando devido. "Venda em consignação ... Art.NF n..o consignante emitirá nota fiscal./."./. II . quando permitido.. além dos demais requisitos.o consignante emitirá nota fiscal complementar. Aprovado pelo Decreto n.. 598. englobando todas as remessas de mercadorias em consignação e que foram utilizadas durante o período de apuração.. Art./.. de ... apondo nesta a expressão. apenas nas colunas "Documento Fiscal".. de .266.. quando permitido.. atualizado até o Decreto n.2012. b) o destaque do ICMS.. § 1º O consignante lançará a nota fiscal a que se refere o inciso II.. de ./.080 de 29. . apondo nesta a expressão "Compra em Consignação . além dos demais requisitos.Mercadorias em Consignação Industrial". o valor relativo ao reajuste do preço. ... 6.. neste incluído. de ..". (e... quando devido.. II . contendo. No último dia de cada mês: I .. . creditando-se do valor do imposto. o seguinte: a) natureza da operação: Reajuste de Preço em Consignação Industrial. .02. b) base de cálculo: o valor do reajuste. b) valor da operação: o valor correspondente ao preço da mercadoria efetivamente vendida./... no livro Registro de Saídas. sem destaque do ICMS.. de que será emitida uma nota fiscal para efeito de faturamento.. c) no campo ""Informações Complementares". quando for o caso.09.

600. § 3º O valor do crédito a ser compensado na prestação será rateado na mesma proporção que a base de cálculo prevista no "caput". o seguinte: a) natureza da operação: "Devolução de Mercadoria em Consignação Industrial". d) no campo ""Informações Complementares"... aplica-se a alíquota prevista para a tributação do serviço. por ocasião da remessa em consignação. sobre o qual foi pago o imposto.080 de 29.09. até o dia 10 do mês subsequente ao da realização das operações. de 04. inclusive diariamente (Protocolo ICMS 14/2001)..RICMS 7. sendo que qualquer benefício fiscal concedido pela unidade federada da localização do prestador do serviço. Art.. anterior ao previsto no "caput". efetuada por prestador localizado em outra unidade federada..". contendo..NF n. 601. § 1º O disposto no "caput" não prejudica a outorga de benefício fiscal concedido para esta prestação de serviço em substituição ao aproveitamento de quaisquer créditos.2012. § 2º Sobre a base de cálculo mencionada no "caput". Aprovado pelo Decreto n.02. conforme o caso) de Mercadoria em Consignação . atualizado até o Decreto n.o consignatário emitirá nota fiscal. Art. além dos demais requisitos./.. cujo preço do serviço seja cobrado por períodos definidos. Na prestação de serviços não medidos de provimento de acesso à internet. nos termos da Lei 339 . atendendo as especificações técnicas descritas no Manual de Orientação de que trata a Tabela I do Anexo VI. com a identificação das mercadorias. b) valor: o valor da mercadoria efetivamente devolvida.o mesmo valor debitado... CAPÍTULO XLIII DAS PRESTAÇÕES DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO DE ACESSO À INTERNET Art. arquivo contendo as informações relativas às remessas efetuadas em consignação e às correspondentes devoluções. com destino a tomador localizado no Estado do Paraná. Na devolução de mercadoria remetida em consignação industrial: I . II . O consignante deverá entregar. de . 602. c) destaque do ICMS . em cada Estado.o consignante lançará a nota fiscal.. a base de cálculo do imposto devido a cada Estado corresponde a cinquenta por cento do preço cobrado do tomador (Convênio ICMS 53/2005). no livro Registro de Entradas. a expressão "Devolução (parcial ou total... creditando-se do valor do imposto.2013. 6./. à repartição fiscal a que estiver vinculado.266. ..

nas colunas adequadas. o prestador de serviço que emita documento fiscal em via única. Art. apropriando o crédito correspondente sob o título de "Outros Créditos".080 de 29. apurar o imposto devido em folha subsequente à da apuração referente ao Estado de sua localização. observado o disposto no art. § 2º Relativamente à escrituração fiscal.09. A prestadora de serviços de que trata este Capítulo deverá enviar. mensalmente. na coluna "Observações". nos termos da Seção VIII do Capítulo XX do Título III deste Regulamento. contendo as seguintes informações: 1. os dados relativos à prestação. na forma prevista na legislação. bases de cálculo e montante do ICMS devido às unidades federadas de localização do prestador e do tomador. na folha seguinte. § 4º O disposto neste Capítulo não se aplica aos prestadores localizados nos Estados de Goiás. a sigla do Estado do Paraná. consignando. o prestador deverá: a) no livro Registro de Entradas. b) escriturar a Nota Fiscal de Serviço de Comunicação no livro Registro de Saídas. deverá escriturar no livro Registro de Saídas (Convênio ICMS 05/2006): a) os valores agrupados das Notas Fiscais de Serviço de Comunicação nos termos do art. Mato Grosso do Sul. b) discriminar. atualizado até o Decreto n. Mato Grosso. 24. Em substituição ao disposto no "caput" deste artigo. "Crédito do Imposto" e "Apuração dos Saldos". não produz efeito em relação ao imposto devido ao Estado do Paraná. Complementar n. registrando. 604. 602 que emita documento fiscal em via única. até o vigésimo dia do mês subsequente ao da prestação. Aprovado pelo Decreto n. a base de cálculo e o ICMS devido. de 7 de janeiro de 1975. Parágrafo único. de 04. resumo com os valores totais por unidade federada do tomador do serviço. uma relação contendo o número de usuários e dados do faturamento. à Inspetoria Geral de Fiscalização da CRE Coordenação da Receita do Estado.2013. 6. em substituição ao disposto na alínea "b" do § 2º deste artigo. 2. Art. unidade da Federação.02. § 1º A emissão e escrituração dos documentos fiscais para todas as unidades federadas serão efetuadas de forma centralizada na unidade federada de localização do contribuinte.2012. proceder ao estorno da parcela do crédito a ser compensado com o imposto devido ao Estado do Paraná.266. Tocantins e no Distrito Federal (Convênio ICMS 29/2010). O prestador de serviço mencionado no artigo anterior deverá inscrever-se no CAD/ICMS. c) no livro Registro de Apuração do ICMS.RICMS 7. quantidade de usuários. 458. 3. O prestador de serviço mencionado no art. 355 (Convênio ICMS 05/2006). utilizando os quadros "Débito do Imposto". na forma da planilha constante no Anexo Único do Convênio ICMS 53/2005. nos termos da Seção VIII do Capítulo XX 340 . § 3º. 603.

de bens de pessoa jurídica de direito público.de bens de pessoa jurídica de direito privado não contribuinte do imposto. 341 . 606. 605. duas vias do comprovante de entrega gerado pelo programa extrator. 2. a partir dos arquivos eletrônicos mencionados no art. cópia das folhas dos livros Registro de Entradas.de energia elétrica. 21. 155 da Constituição Federal. Aprovado pelo Decreto n. domiciliado ou não em território paranaense. 3. de 04. 11. Registro de Saídas e Registro de Apuração do ICMS. exceto quando houver habitualidade ou volume que caracterize intuito comercial. para cada unidade federada de localização dos tomadores do serviço. inciso III. onde constem os registros a que se refere o § 2º do art. exceto produtor rural ou quando houver habitualidade ou volume que caracterize intuito comercial.2013. IV .266.09. Art. O disposto neste Capítulo não se aplica às operações de venda mediante leilão (Convênio ICMS 08/2005): I . 608.080 de 29. 457.RICMS 7. do Regulamento aprovado pelo Decreto Federal n. inciso VIII). deverá (Convênio ICMS 05/2006): a) proceder a extração de arquivo eletrônico. quando a mercadoria comercializada não pertencer a contribuinte inscrito no CAD/ICMS (Lei n.emitir a Nota de Venda em Leilão (art. apresentados e validados pela unidade da Federação de sua localização. art. CAPÍTULO XLIV DAS OPERAÇÕES REALIZADAS MEDIANTE LEILÃO Art. Art. 75. 18. acompanhados de: 1. 6.981/32 e Resolução Junta Comercial do Paraná 01/2006). 607. O recolhimento do imposto devido nas operações mencionadas neste Capítulo deverá ser efetuado na forma e prazo previstos no inciso XVI do art. Fica atribuída ao leiloeiro. Art. 572.02. V . III . II . b) enviar os arquivos eletrônicos extraídos. cópia do recibo de entrega do arquivo eletrônico apresentado na unidade federada de sua localização. 32. atualizado até o Decreto n.de bens de pessoas físicas. do Título III deste Regulamento. os leiloeiros devem: I .2012.realizado pela INTERNET. exceto na hipótese do § 3º do art. Para efeitos do disposto neste Capítulo. a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido relativamente às vendas promovidas em leilão.580/1996.

desde que acompanhada por autorização do comitente.2013. remessa para leilão”. mediante protocolo. b) Diário de Saída. § 1º Sem prejuízo dos demais requisitos previstos na legislação. se contribuinte inscrito no CAD/ICMS. III . mediante protocolo. para fins do disposto neste Capítulo. poderá ser substituída pela nota fiscal mencionada no inciso I do art. a Nota Fiscal Avulsa. c) Contas Correntes.266. atualizado até o Decreto n. a indicação “ICMS suspenso - § 2º Quando da operação de retorno da mercadoria ou do bem. para venda em leilão neste Estado.Nota Fiscal. Parágrafo único. as notas fiscais de que trata este artigo devem conter: a) no quadro “Emitente”. com antecedência de cinco dias úteis. II . conforme os modelos constantes nos Anexos do Convênio ICMS 08/2005. Art. como base de cálculo. 608. 609. sem que tenha ocorrido a arrematação. quando promovida por contribuinte inscrito no CAD/ICMS.manter e escriturar os seguintes livros da profissão. b) no campo “Informações Complementares”. endereço e telefone). e) Diário de Leilões.02. na ARE de seu domicílio tributário. também. na seguinte ordem: 342 . emitirá nota fiscal para documentar a entrada em seu estabelecimento. 609 deverá estar consignada. de que trata o inciso II deste artigo. a) o remetente.RICMS 7.080 de 29. IV . e o motivo relacionado com a ausência de arrematação § 3º Na remessa de veículos sinistrados ou apreendidos por instituições financeiras. a data e o local de realização do leilão. 6. A Nota de Venda em Leilão passa. campo “Natureza da Operação”.Agência da Receita Estadual de seu domicílio tributário. Aprovado pelo Decreto n.Nota Fiscal Avulsa. II . modelo 1 ou 1-A. b) nos demais casos. a ter efeitos fiscais. d) Protocolo. de 04.09. em até trinta dias da realização do leilão. 610. Nas notas fiscais mencionadas no art. à ARE . a operação de devolução será acobertada por qualquer documento que indique a origem e o destino. com os respectivos valores de arrematação.comunicar. os quais passam a ter efeitos fiscais: a) Diário de Entrada. identificando os arrematantes (nome. A remessa da mercadoria ou do bem para venda em leilão deverá ser acobertada por: I . nos demais casos.2012. Art.entregar. a indicação de que se trata de remessa para venda em leilão. relação dos bens arrematados. CPF.

emitidos pelo leiloeiro. nos demais casos. 343 .09. Art.080 de 29. Por ocasião da saída da mercadoria decorrente de arremate: I . sem o retorno à origem. o leiloeiro deverá: 1. 2. Parágrafo único.se a mercadoria não tiver sido anteriormente remetida ao leiloeiro: a) o contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá emitir Nota Fiscal. em GNRE. 612. II . se o leilão ocorrer em outra unidade federada.02. destacando o imposto quando devido e informando no quadro “Informações Complementares” tratar-se de mercadorias arrematadas em leilão. I . identificando o local de sua realização. modelo 1 ou 1A. 611. o direito ao crédito do imposto: I .destacado na nota fiscal emitida por contribuinte inscrito no CAD/ICMS.recolhido em GR-PR. III . 609. em favor do Estado do Paraná. c) após o prazo de noventa dias da emissão das notas fiscais previstas no art. desde que esta guia esteja acompanhada da Nota de Venda em Leilão e do respectivo Termo de Arrematação. atualizado até o Decreto n. emitir Nota de Venda em Leilão relativamente à venda da mercadoria arrematada. Art. no mercado atacadista regional.o equivalente a 75% (setenta e cinco por cento) do preço de venda corrente no varejo. § 1º A suspensão do pagamento do imposto de que trata este artigo encerra: a) na saída da mercadoria arrematada. é assegurado ao contribuinte que adquirir mercadoria em leilão. ou de sua similar. § 2º O disposto na alínea “c” do § 1º não se aplica nas situações em que não foi possível a realização do leilão em razão de restrições na alienação de veículos sinistrados ou apreendidos por instituições financeiras. b) com a perda.o preço corrente da mercadoria. se devido.266. se for o caso. 613.RICMS 7. recolher o imposto. II . ou de sua similar. 6. A base de cálculo de que trata este artigo não poderá ser inferior ao valor do lance mínimo estabelecido para o leilão. em nome do arrematante. de 04.2013. Fica suspenso o pagamento do imposto decorrente da saída interna ou interestadual de mercadoria destinada a leiloeiro para fins de leilão.2012. Respeitados os limites previstos na legislação. o roubo ou o extravio da mercadoria. no mercado atacadista do local da operação. bem como no seu posterior retorno. Art. ou em GR-PR. b) nas situações em que a mercadoria originária do Estado do Paraná não pertencer a contribuinte inscrito no CAD/ICMS.o preço corrente da mercadoria. Aprovado pelo Decreto n.

na hipótese de leilão judicial.matéria-prima.bens para integrar o seu ativo permanente. no período em que ocorrer a respectiva 344 . atualizado até o Decreto n.º 088/2009) Art.2013.080 de 29. § 1º Em relação às aquisições de que trata o inciso I. CAPÍTULO XLV DAS IMPORTAÇÕES PELOS PORTOS DE PARANAGUÁ E ANTONINA E AEROPORTOS PARANAENSES (Resolução SEFA n. na data da expedição da Carta de Arrematação ou de Adjudicação. § 1º Nos casos previstos na alínea “b” do inciso I e na alínea “b” do inciso II. b) quando a remessa da mercadoria. de 04. 14. sem destaque do imposto. material intermediário ou secundário. Aprovado pelo Decreto n. Parágrafo único. II . 614. como base de cálculo do ICMS. com destaque do imposto quando devido. Fica concedida ao estabelecimento industrial que realizar a importação de bem ou mercadoria por meio dos portos de Paranaguá e Antonina e de aeroportos paranaenses. exceto a comissão auferida pelo próprio leiloeiro. para documentar a entrada em seu estabelecimento. com desembaraço aduaneiro no Estado.RICMS 7. no que couber. o leiloeiro adotará os procedimentos previstos na alínea “b” do inciso I deste artigo. O disposto neste Capítulo aplica-se.2012. para ser utilizado em seu processo produtivo. 615. a saída da mercadoria deverá ser acobertada pela Nota de Venda em Leilão e pelo Termo de Arrematação emitidos pelo leiloeiro e pela guia de recolhimento do ICMS. modelo 1 ou 1A: 1. deverá estar consignado. originária do Estado do Paraná. a suspensão do pagamento do imposto devido nesta operação. II . previstas nos incisos I e II. O ICMS devido na arrematação de mercadorias realizada em leilão judicial deve ser pago pelo arrematante. o pagamento do imposto suspenso será efetuado por ocasião da saída dos produtos industrializados.266. informando no quadro “Informações Complementares” tratar-se de mercadoria arrematada em leilão. em GR-PR. Art.09. § 2º Nas notas fiscais modelo 1 ou 1-A e na Nota de Venda em Leilão. inclusive material de embalagem.se a mercadoria tiver sido anteriormente remetida ao leiloeiro: a) o contribuinte inscrito deverá emitir Nota Fiscal. quando da aquisição de (Lei n. nele incluídas as despesas acessórias cobradas do arrematante.985/06): I .02. em nome do arrematante da mercadoria. não tiver sido feita por contribuinte inscrito no CAD/ICMS. quando da operação de retorno simbólico da mercadoria ou do bem. 2. o valor da arrematação. podendo o estabelecimento industrial escriturar em conta gráfica. 6. identificando o local de sua realização e o número da nota fiscal de remessa.

dada pelo Art. ou. alteração 58ª .2013. § 3º O disposto neste artigo.1º. Nova redação do § 4º do art. por ocasião da entrada da mercadoria. do Decreto 6.2012: " § 1º Em relação às aquisições de que trata o inciso I.. § 4° Nos casos de aplicação cumulativa do diferimento parcial previsto no art.RICMS 7..2012. dada pelo Art. será considerado como incorporado ao valor do imposto devido pelas operações praticadas pela microempresa nos quarenta e oito meses subsequentes ao que ocorrer a entrada. bem como em operações isentas ou não tributadas. no caso de operações de saída beneficiadas com redução na base de cálculo.10.. um crédito correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do valor do imposto devido. e que resulte em carga tributária mínima de quatro por cento. 6. alteração 58ª .12.1º. até o limite máximo de oito por cento sobre o valor da base de cálculo da operação de importação. a anotação "ICMS suspenso de acordo com o Decreto n./. § 7º Não se exigirá o imposto suspenso relativamente à importação dos bens referidos no inciso II quando tratar-se de importação realizada por microempresa optante do Simples Nacional alcançada pela desoneração do imposto prevista na legislação própria." e o cálculo dos valores relativos ao crédito presumido e ao imposto suspenso. crédito presumido de nove por cento calculado sobre a base de cálculo da operação de importação.2013. relativamente à importação dos bens referidos no inciso II. Redação anterior em vigor no período de 1º.12.01. no período em que ocorrer a respectiva entrada. relativamente à importação dos bens referidos no inciso II.66% (sessenta e seis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento) do valor do imposto devido. em relação às mercadorias mencionadas no inciso I.266. até o limite máximo de nove por cento sobre o valor da base de cálculo da operação de importação.. acarretará o estorno total do crédito presumido escriturado." § 2º O pagamento do imposto suspenso.09. Redação anterior em vigor no período de 1º. produzindo efeitos a partir de 1º. Aprovado pelo Decreto n. crédito presumido de oito por cento calculado sobre a base de cálculo da operação de importação.891 de 28. 108.. Independentemente de previsão expressa de manutenção de crédito. o estabelecimento industrial poderá escriturar diretamente em conta gráfica.12. devendo ser observado o disposto no item 1 da alínea "a" do inciso IV do art. entrada. o estorno proporcional. atualizado até o Decreto n.891 de 28. o valor do imposto suspenso.01." § 5º O estabelecimento importador deverá consignar no campo "Informações Complementares" da nota fiscal emitida para documentar a operação. de 04. hipótese em que o débito relativo ao imposto suspenso de que trata o §1º ficará incorporado ao imposto recolhido por ocasião da saída da mercadoria industrializada. 345 . Nova redação do § 1º do art.2012.080 de 29. por ocasião da entrada da mercadoria. hipótese em que o débito relativo ao imposto suspenso de que trata o § 1º ficará incorporado ao imposto devido por ocasião da saída da mercadoria industrializada..2012 até 31. será efetivado nos quarenta e oito meses subsequentes ao que ocorrer a entrada. do Decreto 6. 615. o pagamento do imposto suspenso será efetuado por ocasião da saída dos produtos industrializados.2012: " § 4° Nos casos de aplicação cumulativa do diferimento parcial previsto no art.12.2012 até 31. 75. e que resulte em carga tributária mínima de três por cento. Art.10.2013.2012. 616. § 6º Quando se tratar de microempresa ou de empresa de pequeno porte optante do Simples Nacional. aplica-se no caso de industrialização em estabelecimento diverso do importador. a posterior saída das mercadorias em operações interestaduais sujeitas à alíquota de quatro por cento. podendo o estabelecimento industrial escriturar em conta-gráfica.02. produzindo efeitos a partir de 1º. 108. . o estabelecimento industrial deverá escriturar diretamente em conta-gráfica. um crédito correspondente a 66. 615 .

ou esteja sujeita ao diferimento.2012. na forma prevista no item 3 da alínea "a" do inciso IV do art. 6.2012 até 31. do Decreto 6. aos estabelecimentos industriais que importarem mercadorias para revenda. da Lei n. ou de mercadorias. atualizado até o Decreto n. Parágrafo único. 615 na hipótese em que a posterior saída da mercadoria industrializada seja beneficiada com a imunidade em razão de exportação para o exterior.891 de 28. o estorno proporcional. inciso I e 29.2012 até 31. com a isenção por saída para a Zona Franca de Manaus e Áreas de Livre Comércio. com a isenção por saída para a Zona Franca de Manaus e Áreas de Livre Comércio. 11. Nova redação do art.580/1996). sendo vedada a utilização de quaisquer outras formas de compensação ou liquidação. § 1º O imposto diferido de que trata este artigo considerar-se-á incorporado ao imposto devido por ocasião das saídas promovidas pelo contribuinte importador. inciso IV. 617. dada pelo Art.RICMS 7. e que resulte em carga tributária mínima de seis por cento.891 de 28. Aos estabelecimentos comerciais e não industriais contribuintes do imposto. ou. § 6° Nos casos de aplicação cumulativa com o diferimento parcial previsto no art. corresponderá à aplicação do percentual de seis por cento sobre o valor da base de cálculo da operação de importação. até o limite de seis por cento sobre o valor da base de cálculo da operação de importação. Salvo expressa disposição de manutenção de crédito. Redação anterior em vigor no período de 1º.2012: "Art. no caso de operações de saída com carga tributária reduzida. alteração 59ª . 615 na hipótese em que a posterior saída da mercadoria industrializada seja beneficiada com a imunidade em razão de exportação para o exterior.080 de 29. do Decreto 6.1º.12. Não será exigido o estorno dos créditos relativos às aquisições de que trata o art.10. Parágrafo único.2012: " Art.1º.266. sem que estas sejam submetidas a novo processo industrial.02." Art.01. ficando diferida a diferença entre esse valor e aquele apurado por meio da aplicação da alíquota própria para a respectiva operação. produzindo efeitos a partir de 1º. Revogado o art. dada pelo Art. § 5º O disposto neste artigo aplica-se. ou. por meio dos Portos de Paranaguá e de Antonina e de aeroportos paranaenses. produzindo efeitos a partir de 1º. Aprovado pelo Decreto n. 75. o estorno proporcional (artigos 27. inclusive. para fins do recolhimento do imposto. ou de mercadorias. § 1º O imposto devido deverá ser pago por ocasião do desembaraço aduaneiro. 617-A. de 04. ou esteja sujeita ao diferimento. realizadas por estabelecimentos comerciais e não industriais contribuintes do ICMS. o valor do imposto a ser recolhido." Art.2012.01. § 2º O crédito presumido de que trata este artigo será lançado e demonstrado em GR-PR.2013. a posterior saída das mercadorias em operações isentas ou não sujeitas à incidência do imposto acarretará o estorno total do crédito lançado. o recolhimento do imposto devido pelos estabelecimentos de que trata este artigo deverá corresponder à aplicação do percentual de seis por cento sobre a base de cálculo da operação de importação. por ocasião do desembaraço aduaneiro neste Estado. 617 . Redação anterior em vigor no período de 1º.12. no caso de operações de saída com carga tributária reduzida. 346 . 617. 616. Não será exigido o estorno dos créditos relativos às aquisições de que trata o art.10.12. demonstrativo detalhado dos cálculos referentes ao imposto devido.2013. que realizarem a importação de bens para integrar o ativo permanente. em moeda corrente. 616 . por meio dos Portos de Paranaguá e de Antonina e de aeroportos paranaenses. § 4º Salvo expressa disposição de manutenção de crédito.2013. 108.09. Nas importações de bens para integrar o ativo permanente. fica concedido crédito presumido correspondente a cinquenta por cento do valor do imposto devido. § 3º Deverá ser anotado no campo "Informações Complementares" da nota fiscal emitida para documentar esta operação. alteração 65ª .2012.12. a posterior saída das mercadorias em operações isentas ou não sujeitas à incidência do imposto acarretará o estorno total do crédito lançado.

RAICMS.cinquenta por cento do valor do imposto devido.2012.2013. a partir de 1º de janeiro de 2014.2012: "§ 1º O imposto suspenso deverá ser pago incorporado ao débito da saída subsequente. no período em que ocorrer a respectiva entrada. a informação de que o imposto foi parcialmente diferido e o seu valor. § 1º O imposto suspenso deverá ser pago incorporado ao débito da saída subsequente.25% (vinte e cinco por cento) do valor do imposto devido. podendo o estabelecimento importador escriturar em conta-gráfica. II . produzindo efeitos a partir de 1º.12. 618 . relativamente às operações de saída.01. até o limite máximo de seis por cento sobre o valor da base de cálculo da operação de importação. de 04. 619. até o limite máximo de nove por cento sobre o valor da operação de saída. aos estabelecimentos industriais que importarem mercadorias para revenda. alteração 61ª .12. 23. § 4º O disposto neste artigo se aplica. 347 . até 31 de dezembro de 2013. Sem prejuízo do disposto na alínea "e" do § 3º do art. e que resulte em carga tributária mínima de três por cento. 6. hipótese em que será observado o disposto no inciso V e no § 1º do art.1º.art. até o limite máximo de nove por cento sobre o valor da base de cálculo da operação de importação." § 2º Deverá ser anotado no campo "Informações Complementares" da nota fiscal emitida para documentar a operação de importação: “Imposto suspenso . II . § 3º O disposto neste artigo se aplica. Redação anterior em vigor no período de 1º.2013. Acrescentado o art. § 2º Para os fins do disposto neste artigo. 6º no campo específico. atualizado até o Decreto n.RICMS 7. III . Art.1º.01. Aprovado pelo Decreto n. seguido do correspondente dispositivo do Regulamento do ICMS.891 de 28.080 de 29. e que resulte em carga tributária mínima de seis por cento.09.2012. do Decreto 6. dada pelo Art. alteração 60ª .266.art. aos estabelecimentos industriais que importarem pneus para revenda.cinquenta por cento do valor do imposto devido.891 de 28. consignando a expressão "Crédito Presumido . 618. Fica concedida a suspensão do pagamento do imposto ao estabelecimento comercial que realizar a importação de pneus por meio dos Portos de Paranaguá e de Antonina e de aeroportos paranaenses. do Decreto 6. crédito correspondente a: I .12. 617-A pelo Art. e que resulte em carga tributária mínima de três por cento. no campo “Valor do ICMS”. sem que essas sejam submetidas a novo processo industrial. inclusive. 618 do RICMS”. Art. podendo o estabelecimento importador escriturar em conta gráfica. no campo “Informações Complementares”. inclusive. 618 do RICMS”. e o resultado obtido após a exclusão do valor do imposto diferido.2012. no documento fiscal emitido para acobertar a operação de importação deverá ser indicada a base de cálculo do imposto. até 31 de dezembro de 2013. e que resulte em carga tributária mínima de três por cento. crédito correspondente a: I . até o limite máximo de um por cento sobre o valor da operação de saída interestadual sujeita à alíquota de quatro por cento. produzindo efeitos a partir de 1º.02. sem que esses sejam submetidos a novo processo industrial.2013.75% (setenta e cinco por cento) do valor do imposto devido.75% (setenta e cinco por cento) do valor do imposto devido. § 3º O crédito presumido de que trata este artigo será lançado no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração de ICMS .2012 até 31.10. e que resulte em carga tributária mínima de seis por cento. até o limite máximo de seis por cento sobre o valor da operação de saída. a partir de 1º de janeiro de 2014. Nova redação do § 1º do art.

o contribuinte deverá efetuar o estorno proporcional do crédito presumido de que trata este Capítulo. Aprovado pelo Decreto n.nove por cento sobre a mesma base.seis por cento sobre a base de cálculo da operação de importação.1º. nas hipóteses do art. produzindo efeitos a partir de 1º.2012.09. § 2º Nos casos de aplicação cumulativa com o diferimento parcial previsto no art. aos produtos primários de origem animal. § 2º Nos casos de aplicação cumulativa com o diferimento parcial previsto no art. armas e munições.891 de 28. 620. 615 e no art. 620.quatro por cento sobre a base de cálculo da operação de importação. nas hipóteses do art. o pagamento do imposto relativo à operação de importação será efetuado em GR-PR no momento do desembaraço aduaneiro.às importações de petróleo e seus derivados. nas hipóteses do art. 617-A. No caso de estabelecimento enquadrado no Simples Nacional. 615. 615.RICMS 7. perecimento. 620 .266. o pagamento do imposto relativo à operação de importação será efetuado no momento do desembaraço aduaneiro. o imposto devido pelo estabelecimento enquadrado no Simples Nacional deverá corresponder à aplicação do percentual de: I .10. veículos automotores.três por cento sobre a base de cálculo da operação de importação. II farmacêuticos. 108.2013. Art. 617. II . Nova redação do art.12. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua entrada no estabelecimento. atualizado até o Decreto n. em qualquer das hipóteses previstas neste Capítulo. 617-A.02. II . do Decreto 6. 621. 615. dada pelo Art. 617. nas hipóteses do art. 617-A. II . O tratamento tributário de que trata este Capítulo não se aplica: I . II . " Art. nas hipóteses previstas no inciso I do art.2013.seis por cento sobre a base de cálculo da operação de importação. 615. 108. § 1º imposto a ser recolhido resultará da aplicação da alíquota prevista na legislação do ICMS sobre a base de cálculo da respectiva operação. em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio. nas hipóteses do art. de 04. cigarros.12.080 de 29. 6. nas hipóteses do art. No caso de estabelecimento enquadrado no Simples Nacional.oito por cento sobre a mesma base. combustíveis e lubrificantes de qualquer natureza. bebidas. na hipótese de saída. vegetal ou mineral. descontando-se do valor encontrado o resultado da aplicação do percentual de: I . Redação anterior em vigor no período de 1º.01.seis por cento sobre a mesma base. nas hipóteses do art. § 1º O imposto a ser recolhido resultará da aplicação da alíquota prevista na legislação do ICMS sobre a base de cálculo da respectiva operação. perfumes e cosméticos. e 348 .seis por cento sobre a mesma base. o imposto devido pelo estabelecimento enquadrado no Simples Nacional deverá corresponder à aplicação do percentual de: I . nas hipóteses do art. descontando-se do valor encontrado o resultado da aplicação do percentual de: I . alteração 62ª .2012: "Art.2012. extravio ou deterioração do bem do ativo permanente.2012 até 31.

perfis de ferro ou aços não ligados. NCM 5205 e 5206.fio máquina de ferro ou aços não ligados. e) vidro de segurança temperado e laminado.080 de 29. não emoldurado nem associado a outras matérias. X . pontes e elementos de pontes. 7214 .2012 até 04. 7207 . VIII .às importações realizadas por prestadores de serviço de transporte e de comunicação. VI . simplesmente forjadas.artigos para serviço de mesa ou de cozinha. estruturas para telhados. balaustradas). alteração 14ª . portas de correr. 111 e 113.00. f) espelho. relacionados no art. NCM 3605.2013. 13. observado o disposto na alínea "c" do parágrafo único. Aprovado pelo Decreto n. 621 dada pelo Art.às mercadorias alcançadas por diferimento concedido pelo regime especial de que trata o § 4º do art. de 26 de dezembro de 2002.produtos semimanufaturados de ferro ou aços não ligados.barras de ferro ou aços não ligados.às operações com: a) farinhas de trigo e pré-misturas para fabricação de pão. 97 do Anexo X. NCM 7009. 7308 .construções e suas partes (por exemplo.2012. exceto os artigos de pirotecnia da posição 3604. 7213 . laminadas. colunas. a quente.10. NCM 7006. g) fósforos.às importações dos seguintes produtos classificados na NCM: 6911. portas e janelas.266. perfis. 106. partes. de uso automobilístico.às mercadorias alcançadas pelo diferimento de que tratam os artigos 107. armações.10 . barras. NCM 7007. comportas. III . componentes. de uso automobilístico. IV . VII . 349 . do Decreto 6. Redação anterior em vigor no período de 1º. 6.11. Nova redação da alínea “h” do inciso VIII do art. exceto as construções pré-fabricadas da posição 9406. pilares.364 de 05. d) vidro trabalhado. pórticos. atualizado até o Decreto n. 97. 7216 . ferro ou aço. ferro ou aço. b) fio de algodão. V .às importações realizadas por empresas de construção civil.cumulativamente com outros benefícios fiscais.02.às operações de importação realizadas por contribuintes autorizados a receber o tratamento tributário de que trata a Lei n. acessórios e demais produtos. partes. próprios para construções. acessórios e demais produtos. incluídas as que tenham sido submetidas a torção após laminagem. componentes. alizares e soleiras. NCM 7005.09. tubos e semelhantes.00. de 04.971. h) peças.11. c) vidro float e refletivo. torres. chapas. estiradas ou extrudadas.1º." IX . de ferro fundido. e seus caixilhos. relacionados no art. de ferro fundido.2012.2012: "h) peças.RICMS 7.

de 8 de julho de 2011. Parágrafo único. 2836. do Decreto 6. b) à importação de vinho.00 . classificado na NCM 2204.00 .20 .90 .922.00.11.na importação dos produtos de informática e de automação listados no art. classificado na posição 2501.00 . 6.1º. do inciso XI do art. materiais intermediários e insumos.2012.13 . líquido. 2815. 3103. XI . 3102. 2827. c) às importações de matérias-primas.02.00 .hidróxido de sódio solução 50%.hidróxido de sódio em escamas.2012.dióxido de carbono.11.bicarbonato de sódio nutrição animal.00.00. realizadas por estabelecimentos fabricantes.fertilizante nitrogenado.99. 2836. 3824.10 .carbonato de cálcio.10.29. 3102.cloreto de amônio e mistura para curtume. 3613.misturas para corretor de PH de piscina.12.10. 2835. 1.fosfato monoamônico. 2811. sem agregados. A vedação de que trata este artigo não se aplica: a) às operações com cevada cervejeira classificada na posição 1003.10. 2836.20. pelo Art. 350 .39.10.11.21. 2814.fosfato bicalcico.90 . bicarbonato de sódio grau técnico e bicarbonato de sódio grau extintor. alteração 16ª .40.2012: "2836. para fins de utilização em processo de industrialização realizado neste Estado.19 da NCM.pirofosfato de sódio. 2814.mistura para composição e cargas de pó para extinção de incêndio.00 .266. NCM 2836.amônia anidra.20.hidróxido de amônio solução.00 .carbonato de sódio.79 .21. quando importados por estabelecimento industrial.carbonato de sódio.bicarbonato de amônio alimentício e bicarbonato de amônio técnico.às importações dos seguintes produtos classificados na NCM: 1901.09. e com sal a granel. 1º do Decreto n.2013.90.10 . 2º daquele Decreto.sulfato de amônio.20.cloreto de amônio . utilizados na produção de peças e acessórios para veículos automotores. 621.00 . 3105.20. atualizado até o Decreto n.90.20. Redação anterior em vigor no período de 1º.080 de 29.26.30. 2835.fermento químico e fosfato monocálcico. 2815. bicarbonato de sódio alimentício.misturas para bolos e para produtos de panificação." 2836.00 .00 . Excluído o produto carbonato de sódio.00 . que na operação subsequente estejam alcançados pelo benefício de que trata o art.00 . XII .RICMS 7.2012 até 28.91 da NCM. de 04.625 de 29.50. renovável e originário de processos fermentativos ou da queima de biomassa da cana de açúcar.00 . Aprovado pelo Decreto n.00 .

RICMS 7. 622-B. Parágrafo único.não possua. 617-A.12. débitos fiscais: a) inscritos na dívida ativa deste Estado. b) decorrentes de auto de infração. de 04.2012: "a) os débitos estejam garantidos. 2º do Decreto nº 6.2012) I .266. 6. alteração 15ª . dada pelo Art. II . O crédito presumido de que trata este Capítulo aplica-se cumulativamente com o diferimento parcial de que trata o art.2013. 622. de 29 de junho de 2001. já considerado o diferimento de que trata o art. Poderá. III .1º.11.364 de 05. Art.2012.01.891 de 28.12. alteração 63ª . ainda. 13.) em vigor no período de 05. produzindo efeitos a partir de 1º. a juízo da Procuradoria Geral do Estado.02. 622-B ao Capítulo XLV pelo Art.080 de 29. Acrescentado o art.11. por qualquer de seus estabelecimentos. 108.2012. d) aos produtos alcançados pelo diferimento de que trata o art. 5.2012.726. de 23 de agosto de 2012. alteração 64ª . O tratamento tributário de que trata este Capítulo fica condicionado a que o contribuinte (Lei n. ou.esteja em situação regular perante o fisco.2012 até 28.09. Art.891 de 28.01. observado o disposto em norma de procedimento. Nova redação da alínea “a” do inciso III do art.364 de 05. 351 . em relação ao qual não caiba mais defesa ou recurso na esfera administrativa. Redação original (Decreto 6.02.212. do Decreto 6.11.2012. observado o disposto no Decreto n. Aprovado pelo Decreto n. oitenta por cento do total de suas saídas ocorram em operações interestaduais sujeitas à alíquota de quatro por cento e que venham a gerar acúmulo de crédito em conta gráfica em decorrência dessas. produzindo efeitos a partir de 1º. não pagos no prazo previsto na legislação. atualizado até o Decreto n. do Decreto 6. ser concedido tratamento tributário diferenciado àqueles contribuintes que. Por meio de Regime Especial poderá ser concedido crédito presumido até o limite de 75% (setenta e cinco por cento) do imposto devido na operação de importação.2013. 622-A ao Capítulo XLV pelo Art. 6º da Lei n.apresente regularmente suas informações econômico-fiscais. do Decreto 6. 17. 622-A.1º.2013.na hipótese de não atender ao disposto no inciso II: a) os débitos estejam garantidos. IV . no mínimo.364 de 05. a juízo da Procuradoria Geral do Estado.1º. Art." b) os débitos declarados ou apurados pelo fisco sejam objeto de pedido de parcelamento deferido que esteja sendo regularmente cumprido.214/2012): (Ver art. 622-A.11. se inscritos na dívida ativa.2012. se inscritos na dívida ativa. Acrescentado o art.

modelo 1 ou 1-A.266. além dos demais requisitos previstos na legislação: a) a indicação do Ministério da Saúde como destinatário das mercadorias. 6. do estabelecimento informado pelo Ministério da Saúde.90 da NCM. do nome. atualizado até o Decreto n. em que a entrega deva ser efetuada diretamente em hospitais públicos. 623. modelo 1 ou 1-A. emitir Nota Fiscal. b) a observação. CAPÍTULO XLVI DOS PROCEDIMENTOS RELATIVOS À CIRCULAÇÃO DE MEDICAMENTOS ADQUIRIDOS PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE Art.no faturamento dos medicamentos. Aprovado pelo Decreto n. postos de saúde e Secretarias de Saúde. II . Na aquisição direta de medicamentos de laboratório farmacêutico pelo Ministério da Saúde. b) como natureza da operação “Remessa por conta e ordem de terceiros”. 624. com destaque do imposto. se devido. além dos demais requisitos previstos na legislação. de 04. sem destaque do imposto. destinados à exportação por um dos estabelecimentos mencionados (Protocolo ICMS 28/2008 e 89/2010). que contenha. para acompanhar o trânsito até o destinatário. 2. localizados nos Estados de Minas Gerais. exclusivamente para utilização na fabricação de ônibus ou de microônibus classificados.02.080 de 29. no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES”: 1. a indicação: a) como destinatário das mercadorias.na remessa das mercadorias.09.10. do número da nota de empenho. fundações públicas. o número da nota fiscal referida no inciso I. emitir Nota Fiscal. o remetente deverá (Ajuste SINIEF 10/2007): I . respectivamente. Santa Catarina e Rio de Janeiro.00 e 8702.2012. nos códigos 8702. do CNPJ e do endereço dos recebedores das mercadorias. 352 . c) no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES”.2013. CAPÍTULO XLVII DAS OPERAÇÕES QUE ANTECEDEM A EXPORTAÇÃO DE ÔNIBUS E MICRO-ÔNIBUS Art. que contenha. Fica suspenso o imposto incidente na remessa de carroçarias para estabelecimento encomendante ou de chassi para o estabelecimento encarroçador.90.RICMS 7.

2012. até o décimo dia do mês subsequente ao da efetiva exportação. 624 fica condicionada a que: I . V . contendo.o número. o CNPJ e a inscrição estadual. O prazo previsto no inciso IV poderá ser prorrogado uma única vez por igual período. Aprovado pelo Decreto n. Art. além dos demais requisitos exigidos. assim caracterizada pela data de sua averbação. antes do seu vencimento. o fabricante da carroçaria. 6. A empresa exportadora remeterá ao fisco deste Estado. na forma estabelecida no art.DDE.02. a pedido do exportador. § 2º Na hipótese de industrialização por conta e ordem do estabelecimento encomendante.080 de 29. § 1º Para efeitos deste Capítulo. Parágrafo único.266.o chassi ou a carroçaria adquirida seja efetivamente aplicada na fabricação de ônibus ou de micro-ônibus destinado à exportação. II .2013. 625. a data de emissão e o valor da nota fiscal correspondente à exportação do ônibus ou do micro-ônibus.o número da Declaração de Despacho de Exportação .a exportação do ônibus ou do micro-ônibus seja comprovada. Art.o ônibus ou o micro-ônibus seja exportado no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias. ao imposto relativo ao valor adicionado pelo estabelecimento industrializador.a sua identificação e a do outro estabelecimento envolvido.09. II . de 04. IV .o número. A suspensão de que trata o art. também.a fabricação de ônibus ou de micro-ônibus seja realizada: a) pelo estabelecimento encarroçador por conta e ordem do estabelecimento encomendante. a data de emissão e o valor da nota fiscal correspondente à industrialização do ônibus ou do micro-ônibus ou ao fornecimento do chassi.RICMS 7. IV . entende-se por: a) estabelecimento encomendante. a série. relação. assim como as de venda do chassi pelo estabelecimento encomendante. b) pelo estabelecimento encomendante por conta e ordem do estabelecimento encarroçador. contado a partir do dia seguinte à data da efetiva saída do chassi do estabelecimento encomendante com destino ao estabelecimento encarroçador. correspondente à 353 .o número do chassi do ônibus ou do micro-ônibus. contenham. ao fisco da unidade federada de sua localização. indicando a razão social. atualizado até o Decreto n.Protocolo ICMS 28/2008”. a expressão: “ICMS suspenso . V . III . o fabricante de chassi. b) estabelecimento encarroçador ou industrializador.as notas fiscais emitidas para acobertar as operações de remessa para industrialização e o respectivo retorno. no mínimo: I . 626. III . conforme o caso. a suspensão prevista no “caput” aplica-se. a série. em meio magnético. 626.

a série e a data de emissão da nota fiscal referida no inciso I e a expressão “Alteração do estabelecimento encarroçador Procedimento autorizado pelo Protocolo ICMS 28/2008”. inclusive no que se refere aos créditos do imposto. atualizado até o Decreto n. para acompanhar o trânsito do chassi até seu destino.quando promovida outra saída diversa da originalmente prevista.MG. em qualquer caso. além dos demais requisitos exigidos. 60. de 04. IV . exportação do ônibus ou do micro-ônibus. Aprovado pelo Decreto n. em nome do novo encarroçador. os dados cadastrais do novo estabelecimento encomendante.087. Art. 630.pelo transcurso do prazo previsto no inciso IV do art.080 de 29. estabelecida na Rua Ludovico Barbosa. 625. 629. A nota fiscal a ser emitida pela empresa Georadar Levantamentos Geofísicos S. em qualquer das seguintes situações: I . o número.09. 625.01-75. Havendo necessidade de alterar o estabelecimento encarroçador após a remessa do chassi pelo estabelecimento encomendante: I . sem débito do imposto. o número.279432. Parágrafo único. devendo indicar. III . II . são equiparadas à exportação.2012.A. 625 será contado a partir da data da emissão da nota fiscal referida no inciso I.em razão de perecimento ou desaparecimento do chassi. 624 tornar-se-á devido e deverá ser recolhido pelo estabelecimento que as promover. observado. com atualização monetária e acréscimos legais. 625. CAPÍTULO XLVIII DAS OPERAÇÕES REALIZADAS PELA EMPRESA GEORADAR LEVANTAMENTOS GEOFÍSICOS S/A Art. 627. de que trata este Capítulo.266. do ônibus ou do micro-ônibus. inscrita no CNPJ sob o nº 03. para 354 . Art. devendo indicar.02. 628. 448. Art. 625. Na hipótese deste artigo. além dos demais requisitos exigidos. II . O imposto correspondente às operações referidas no art. o prazo para a exportação previsto no art.o estabelecimento encomendante emitirá nova nota fiscal de remessa..pelo não atendimento das condições estabelecidas no art.282/0003-66. no campo “Informações Complementares”. os dados cadastrais do encarroçador anterior. Nova Lima . n. 6.RICMS 7. As operações de venda do chassi e da carroçaria.o encarroçador anterior emitirá nota fiscal em nome do novo encarroçador. a série e a data de emissão da nota fiscal que acompanhou o chassi ao encarroçador anterior. na forma estabelecida no inciso III do art. no campo “Informações Complementares”. e no Cadastro de Contribuintes do Estado de Minas Gerais sob o n. o prazo limite estabelecido no parágrafo único do art.2013.

art. se for o caso.080 de 29. acobertadas por cupom fiscal. o número da gravação ou etiquetagem indelével. compreendendo: nome. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. modelo.2012. de 04.como destinatária. conforme Protocolo ICMS 96/2007". tipo. relativas aos fornecimentos efetuados para um mesmo adquirente.2013. III .02.RICMS 7. espécie. 123. Aprovado pelo Decreto n. a descrição das máquinas e equipamentos. a nota fiscal a que se refere o “caput” deve estar acompanhada de cópia do contrato de prestação de serviços que deu origem à movimentação dos mesmos (Protocolo ICMS 64/2008 ). sempre que solicitada pelo adquirente da mercadoria. II . a placa do veículo ou a identificação do número de série do equipamento abastecido. englobando todas as saídas. por cupom fiscal. os Estados onde possui obras e o prazo de validade. Para acobertar o trânsito dos bens de que trata este artigo. b) emitir a nota fiscal individualizada. realizadas em período que não exceda ao de apuração do ICMS. 631. 6. série.no campo “Descrição dos Produtos”.09. § 3º O estabelecimento varejista de combustível deverá: a) manter a via do cupom fiscal anexada à via fixa da nota fiscal à disposição do fisco pelo prazo previsto no parágrafo único do art. como pertencentes ao patrimônio da empresa. c) além das demais informações previstas na legislação. atualizado até o Decreto n. acobertar o trânsito de bens de seu ativo imobilizado por este Estado. § 1º Nos cupons fiscais emitidos para acobertar as saídas das mercadorias deverá constar o número do CNPJ ou do CPF do destinatário.no campo "Informações Complementares". deverá trazer consignada a expressão “procedimento autorizado . Parágrafo único. 631 do RICMS”. mediante a aposição da expressão: “Validade da nota fiscal: 180 dias contados da data da saída. § 2º A nota fiscal emitida para os fins de que trata o “caput”: a) será individualizada por tipo de combustível e deverá conter o número dos cupons fiscais agrupados por placas de veículos e dos ECF que os emitiram. CAPÍTULO L 355 . para fins de resumo. marca. CAPÍTULO XLIX DA EMISSÃO DE NOTA FISCAL PARA FINS DE RESUMO POR ESTABELECIMENTO VAREJISTA DE COMBUSTÍVEL Art.266. b) deverá ter apenas o seu número e a sua série registrados na coluna “Observações” do livro Registro de Saídas. inclusive. a própria emitente da nota fiscal. deverá conter (Protocolo ICMS 96/2007): I . Modelo 1 ou 1-A. O estabelecimento varejista de combustível poderá emitir Nota Fiscal.

6.data e hora da emissão. poderá ser concedido às empresas do complexo naval paranaense e atividades correlatas.“Emitido nos termos do art.2013. os tratamentos tributários a seguir: 356 . devendo manter os comprovantes arquivados juntamente com esse documento.CNPJ ou CAD/ICMS do importador e placas do veículo. II . atualizado até o Decreto n. IV .quantidade e identificação da mercadoria. VI .” § 3º Poderão os estabelecimentos citados no “caput” emitir uma nota fiscal relativa ao conjunto das operações realizadas em cada dia. 632 do RICMS. DO DOCUMENTO PARA ACOBERTAR O TRÂNSITO DE FERTILIZANTES ENTRE A FAIXA PORTUÁRIA E OS ARMAZÉNS DE RETAGUARDA EM PARANAGUÁ E ANTONINA Art.2012.02. mensalmente. os armazéns e os depósitos fechados ficam autorizados a utilizar o “Comprovante de Pesagem . em seguida.RICMS 7. de 04.número único para cada entrega. de competência do Secretário de Estado da Fazenda.266.Saída” conterá as seguintes informações: I . 632.número da DI . para acobertar o trânsito de mercadoria entre a faixa portuária e os estabelecimentos ou armazéns de retaguarda localizados na área dos municípios de Paranaguá e Antonina.Agência da Receita Estadual de Paranaguá. III .09. Mediante regime especial. § 2º O “Comprovante de Pesagem . CAPÍTULO LI DO COMPLEXO NAVAL NO ESTADO DO PARANÁ E ATIVIDADES CORRELATAS Art. § 1º Entende-se por “armazém de retaguarda” o estabelecimento que recebe mercadoria importada diretamente do exterior pelos Portos de Paranaguá e Antonina para.APPA. V . O importador de fertilizantes. Aprovado pelo Decreto n.080 de 29. emitido pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina . no qual informará as entregas realizadas no mês imediatamente anterior.Declaração de Importação a ele associada. 633. estabelecidas na faixa litorânea deste território. correspondente a cada DI. § 4º A APPA encaminhará relatório à ARE .Saída”. promover sua saída ou sua industrialização.

contratados pelo beneficiário para a realização de obras de construção civil e prestação de serviço de implantação do complexo industrial referido neste artigo. I . por razões estruturais fortuitas ou por motivo de força maior. IV .crédito presumido do imposto de valor igual àquele devido nas saídas interestaduais de bens e mercadorias realizadas por estabelecimento beneficiário de regime especial. as unidades portuárias e aeroportuárias deste Estado. por estabelecimento beneficiário.02. na modalidade suspensão do pagamento.2013.isenção do ICMS nas saídas de bens e mercadorias em operações internas.Declaração de Trânsito Aduaneiro.isenção do ICMS na reintrodução no mercado interno de bens e mercadorias que tenham sido objeto de exportação. devendo o estabelecimento debitar-se mensalmente. VI .diferimento nas saídas internas de bens e mercadorias com destino ao estabelecimento beneficiário. à razão de um quarenta e oito avos do total do valor do imposto devido e creditar-se de igual fração. quando os referidos bens e mercadorias se destinarem a ser empregados nas obras e serviços contratados. de que trata este artigo. VIII . estiverem comprovadamente impossibilitadas de atender aos serviços marítimos ou aéreos exigidos. II . X . § 3º No caso do § 2º. quando os referidos bens e mercadorias se destinarem a ser empregados nas obras e serviços contratados.266. V . realizadas por estabelecimento alcançado pelo regime especial. seguida de exportação. ainda que ficta. de 04. atualizado até o Decreto n.suspensão do ICMS nas operações de importações de bens e mercadorias destinadas a pessoa jurídica ou consórcio. § 2º A condição prevista no § 1º se estende aos casos em que. inclusive àquelas realizadas sob o amparo do Regime Aduaneiro Especial de Drawback.isenção nas importações de mercadorias. determinando que o ingresso no território paranaense se dê com a utilização da DTA . III . na entrada de bens e mercadorias em estabelecimento beneficiário. 6.isenção do ICMS nas saídas internas de bens e mercadorias destinadas a pessoa jurídica ou consórcio. contratados pelo beneficiário para a realização de obras de construção civil e prestação de serviço de implantação do complexo industrial referido neste artigo. § 1º A fruição dos benefícios incidentes sobre a importação de bens ou mercadorias. o importador usuário do benefício deverá comprovar documentalmente que o porto ou o aeroporto deste Estado. ainda que ficta. observadas as disposições deste Regulamento relativas a eventual estorno do crédito. tais como embarcações.diferimento do diferencial de alíquotas devido a este Estado.diferimento do ICMS do diferencial de alíquotas devido a este Estado na entrada de bens e mercadorias em estabelecimento de pessoa jurídica ou consórcio. contratados pelo beneficiário para a realização de obras de construção civil e prestação de serviços de implantação do complexo industrial referido neste artigo. realizadas pelo estabelecimento beneficiário. originalmente previsto para o 357 . é condicionada a que o desembaraço aduaneiro ocorra neste Estado.suspensão do ICMS devido na operação de importação de máquinas e equipamentos destinados ao ativo permanente. plataformas.080 de 29. módulos e partes de plataformas.2012.RICMS 7. VII . Aprovado pelo Decreto n. ainda que fictas. IX . originalmente previstas para o desembarque.09. quando os referidos bens e mercadorias se destinarem a ser empregados nas obras e serviços contratados.

2. das seguintes condições: I . Art. contado a partir de sua concessão. no prazo de 24 meses contados a partir da data do início da operação dos estabelecimentos de que trata o inciso II. § 5º Os tratamentos tributários diferenciados previstos nos incisos I e IV do “caput” também se aplicam nas operações internas realizadas entre estabelecimentos beneficiários.09. junto ao complexo naval. salvo se descumpridas as cláusulas já previstas. em razão de novos investimentos ou da importância econômica adquirida pelo complexo para o Estado. estava impossibilitado de oferecer o serviço no momento de sua requisição. reparo naval e náutico. de 25 de outubro de 1966.2013. atualizado até o Decreto n. produção. quando de direito.esteja em situação irregular no CAD/ICMS. sobre a qual podem ser assentados objetos pesados. 633. náutica e petrolífera. III . II . que promovam a implantação de infraestrutura portuária. salvo se suspensa a exigibilidade na forma do art. pelo estabelecimento beneficiário. ainda que somente em relação às obrigações acessórias. bem como aquelas desenvolvidas por fabricantes de equipamentos e componentes destinados à industria naval. 5. na proporção devida. 634.possuir débitos inscritos ou não em dívida ativa. A manutenção do tratamento tributário diferenciado previsto neste Capítulo está condicionada à satisfação. ainda que de recreio. destinada à lavra. dentro de 24 meses contados a partir da data da outorga da licença ambiental de operação. 151 da Lei n.participe ou tenha sócio que participe de pessoa jurídica ou consórcio que 358 . flutuante ou submersível. 636. armazenamento e transporte de petróleo. § 6º Compreende-se como atividades naval e correlatas aquelas direcionadas ao desenvolvimento do setor da construção naval no Estado do Paraná. e ainda a construção de embarcação (estrutura flutuante destinada ao transporte de carga ou de pessoas) e de plataforma (superfície plana e horizontal.geração de um total de. dentro de seis meses contados a partir da data da outorga da licença ambiental de instalação. exploração e pesquisa de petróleo ou de gás).2012. construção de embarcações.000 (dois mil) empregos diretos neste Estado. 635. O tratamento tributário de que trata este Capítulo não se aplica ao contribuinte que: I . II . § 4º O imposto diferido nos termos deste artigo considerar-se-á devido na data da alienação ou da baixa do bem ou mercadoria do ativo fixo do estabelecimento. não inferior a dez anos. podendo ser prorrogado. Art. O tratamento tributário diferenciado previsto neste Capítulo vigorará pelo prazo previsto no regime especial. módulos e sistemas destinados à exploração. desembarque.início das obras de implantação de estaleiros ou estabelecimentos similares ou correlatos.RICMS 7. no mínimo.266.início da operação de estaleiros ou estabelecimentos similares ou correlatos componentes do complexo industrial referido no art. perfuração. de 04. III .02. Aprovado pelo Decreto n. neste Estado.172. gás natural e seus derivados. 6. a critério da autoridade concessora.080 de 29. Art. assegurado o seu creditamento para compensação. entre outras.

com débito do imposto. 633 deverá ser numerado em ordem sequencial. 359 . exceto quando houver previsão normativa. 637. tenha débito inscrito em dívida ativa neste Estado. na mesma operação. § 1º A averbação consistirá em despacho exarado pela autoridade competente. respectivamente. Fica estabelecido regime especial nas operações de venda de mercadorias realizadas dentro de aeronaves em voos domésticos. no campo de "Informações Complementares". 6. 44 da Lei n.080 de 29. § 3º Do indeferimento do pedido ou da cassação de regime especial caberá pedido de reconsideração. em seu próprio nome. 639. o local da decolagem e o do pouso da aeronave em cada trecho voado. CAPÍTULO LII DAS OPERAÇÕES DE VENDA DE MERCADORIAS REALIZADAS DENTRO DE AERONAVES EM VOOS DOMÉSTICOS Art. Na saída de mercadoria para realização de vendas a bordo das aeronaves. a identificação completa da aeronave ou do voo em que serão realizadas as vendas e a expressão: "Procedimento autorizado no Ajuste SINIEF 7/2011". Aprovado pelo Decreto n. de 04.580/1996). o estabelecimento remetente emitirá NF-e. considera-se origem e destino do voo. § 2º Incumbe às autoridades fiscais.DIOE. IV . Art. de inscrição estadual no município de origem e destino dos voos (Ajustes SINIEF 7/2011 e 15/2011). sem efeito suspensivo. atualizado até o Decreto n. condicionado à manutenção. atendendo às conveniências da administração fazendária. Art. pela empresa que realize as operações de venda a bordo. 638.2013. Parágrafo único.esteja irregular ou inadimplente com parcelamento de débitos fiscais. Art. 11. se for o caso. § 1º A NF-e emitida conterá. ou que venha a ter a inscrição cadastral cancelada ou suspensa. não são cumulativos com outros favores fiscais.266. O acordo celebrado na forma do art.09.2012. que lhe tenha sido deferido por este Estado. 640. Para os efeitos deste Capítulo. consubstanciado em parecer técnico quanto aos aspectos fiscais e legais. propor à autoridade competente a reformulação ou revogação dos regimes especiais acordados (art.02.RICMS 7. quando descumpridos os termos deste Capítulo. para acobertar o carregamento das aeronaves. Os benefícios previstos neste Capítulo. sendo que o contribuinte beneficiado providenciará a sua publicação no Diário Oficial Executivo do Departamento de Imprensa Oficial do Estado do Paraná .

080 de 29.demais dados de endereço: cidade da origem do voo. 645.2013.destinatário: "Consumidor final de mercadoria a bordo de aeronave". para gerar a NF-e e imprimir o DANFE Simplificado. as NF-e correspondentes às vendas de mercadorias realizadas a bordo das aeronaves.no encerramento de cada trecho voado. Será emitida. Art. Art.RICMS 7. 642. com débito do imposto. § 2º A NF-e de que trata o "caput" será o documento hábil para a EFD Escrituração Fiscal Digital. Nas vendas de mercadorias realizadas a bordo das aeronaves. para seu estabelecimento no local de destino do voo.09.CPF do destinatário: o CNPJ do emitente.no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas contadas do encerramento do trecho voado. 6. Art.endereço: o nome do emitente e o número do voo.02. no que couber. III . inclusive relatórios e listagens. atualizado até o Decreto n. IV . deverá ser indicado o Ajuste SINIEF 7/2011. pelo estabelecimento remetente: I . o previsto no Capítulo VII do Título III. § 1º Na hipótese prevista no inciso I do "caput" as notas fiscais referenciarão a nota fiscal de remessa e conterão a quantidade. 643. II . para efeito de emissão da nota fiscal. Quando se tratar de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária. 641. 644. a NF-e referida no inciso II do "caput" deverá ser emitida com as seguintes informações: I . para o fim de se transferir a posse e guarda das mercadorias. as empresas ficam autorizadas a utilizar equipamentos eletrônicos portáteis (PDA . a descrição e o valor dos produtos não vendidos.266. Em todos os documentos fiscais emitidos.2012. Aprovado pelo Decreto n. Art. observadas as disposições constantes no Capítulo VIII do Título II. de 04. será observado o disposto no Anexo X. II . § 3º A base de cálculo do ICMS será o preço final de venda da mercadoria e o imposto será devido à unidade federada de origem do voo. § 2º Caso o consumidor não forneça seus dados. 360 . devendo ser atendido. Art. a NF-e de entrada simbólica relativa às mercadorias não vendidas.Personal Digital Assistant) acoplados a uma impressora térmica. para a recuperação do imposto destacado no carregamento e a NF-e de transferência relativa às mercadorias não vendidas. A aplicação do regime especial de que trata este Capítulo não desonera o contribuinte do cumprimento das demais obrigações fiscais previstas na legislação. por parte do estabelecimento remetente.

II . CAPÍTULO LIII DO RECONHECIMENTO DA NÃO INCIDÊNCIA SOBRE AS OPERAÇÕES COM PAPEL DESTINADO À IMPRESSÃO DE LIVRO. SEÇÃO II DO CREDENCIAMENTO NO RECOPI NACIONAL Art. ainda que a operação tenha sido submetida ao RECOPI NACIONAL. da regularidade das operações realizadas e da responsabilidade pelos tributos devidos por pessoa jurídica que.fazenda. jornais ou periódicos (UP). JORNAL OU PERIÓDICO SEÇÃO I DAS CONDIÇÕES GERAIS Art. com indicação de todas as atividades desenvolvidas.br/RECOPINACIONAL. 645-B. 361 . § 1º Todos os estabelecimentos do contribuinte que realizarem operações com não incidência do imposto deverão ser cadastrados no Sistema RECOPI NACIONAL. O prévio reconhecimento da não incidência do imposto somente será conferido às operações realizadas por contribuintes credenciados no Sistema de Reconhecimento e Controle das Operações com Papel Imune Nacional . 645-D.sp. A não incidência do imposto sobre as operações com o papel destinado à impressão de livro.09. O ICMS incidirá sobre o papel não destinado à impressão de livro. nos termos deste Capítulo (Convênio ICMS 9/2012). 6.080 de 29.02. Parágrafo único. 645-C. de 04.2013.RECOPI NACIONAL.fabricante de papel (FP). Aprovado pelo Decreto n. O pedido de credenciamento dos contribuintes no Sistema RECOPI NACIONAL será feito mediante acesso ao endereço eletrônico https: //www. III .usuário: empresa jornalística ou editora que explore a indústria de livros.2012. der-lhe outra destinação.gov. caracterizando desvio de finalidade.RICMS 7. jornal ou periódico dependerá de prévio reconhecimento pelo fisco. atualizado até o Decreto n.266. Art. tendo adquirido papel beneficiado com a não incidência. 645-A.importador (IP). jornal ou periódico. utilizando-se a seguinte classificação: I . a qualquer tempo. Art. O prévio reconhecimento nos termos deste Capítulo será conferido sem prejuízo da verificação.

02. Deferido o pedido. na operação: I . Art. com a respectiva justificativa.armazém geral ou depósito fechado (AP). Compete ao Diretor da CRE apreciar o pedido de credenciamento de que trata o art. § 2º O fisco poderá exigir outros documentos para aferir a veracidade e a consistência das informações prestadas.cujo montante exceda as quantidades mensais de papel para as quais foi deferido o credenciamento pela autoridade competente. válido para todos os estabelecimentos indicados na decisão.gráfica: impressor de livro. será atribuído ao contribuinte um número de credenciamento no Sistema RECOPI NACIONAL.09.2013. SEÇÃO III DO REGISTRO DAS OPERAÇÕES Art. V . deferi-lo ou não. podendo. A concessão de número de registro de controle no Sistema RECOPI NACIONAL será conferida precariamente. jornal ou periódico. 6. podendo essa competência ser delegada. com tipo de papel não relacionado originalmente no pedido de Parágrafo único. Art. VI . Aprovado pelo Decreto n. que recebe papel de terceiros ou o adquire com não incidência do imposto (GP). para tais fins.distribuidor (DP).080 de 29. por contribuinte credenciado. VII . 645-G. 362 . 645-F. atualizado até o Decreto n. jornal ou periódico (CP). de 04.2012. A obtenção de número de registro de controle da operação no Sistema RECOPI NACIONAL é condição obrigatória para o prévio reconhecimento da não incidência do imposto sobre cada operação com papel destinado à impressão de livro.266.RICMS 7. com base nas informações prestadas pelo requerente e nas eventualmente apuradas pelo fisco. Art. A concessão de que trata este artigo: I . II credenciamento. a ser dirigido ao Diretor da CRE . § 3º O credenciamento de empresa cuja atividade não esteja indicada na classificação a que se refere o § 1º dependerá de requerimento de regime especial. IV . 645-D e. jornal ou periódico.convertedor: indústria que converte o formato de apresentação do papel destinado à impressão de livro. ainda. formulado no próprio Sistema RECOPI NACIONAL. determinar a execução de diligência ou procedimento fiscal. 645-E.Coordenação da Receita do Estado. 645-H.dependerá de prévio pedido de alteração das quantidades e tipos de papel originalmente declarados.

II .266. II . jornal ou periódico. para tais fins. o contribuinte deverá informar no Sistema RECOPI NACIONAL o número e a data de emissão do documento fiscal até o primeiro dia útil subsequente à data de sua obtenção.2012. nos termos previstos neste Capítulo.09. realizada nos termos deste Capítulo. somente poderão constar as mercadorias e correspondentes quantidades para as quais foi concedido o número de registro de controle da operação por meio do Sistema RECOPI NACIONAL. SEÇÃO IV DA EMISSÃO DO DOCUMENTO FISCAL Art.2013. podendo. determinar a execução de diligência ou procedimento fiscal. deverá confirmar o recebimento da mercadoria no Sistema RECOPI NACIONAL. devidamente credenciado. também deverá ser indicado o número da DI Declaração de Importação. III .RICMS 7. O destinatário. atualizado até o Decreto n.na hipótese de importação. SEÇÃO V DA TRANSMISSÃO DO REGISTRO DA OPERAÇÃO Art. No documento fiscal correspondente à operação com papel destinado à impressão de livro. SEÇÃO VI DA CONFIRMAÇÃO DA OPERAÇÃO PELO DESTINATÁRIO Art.a comprovação da operação pelo remetente perante a repartição fiscal do seu domicílio tributário.o registro no Sistema RECOPI NACIONAL pelo remetente das informações relativas ao lançamento em documento fiscal do imposto devido em relação à operação 363 . que poderá exigir outros documentos para aferir a veracidade e a consistência das informações prestadas.fi cará sujeita à convalidação pela autoridade fiscal competente que deferiu o credenciamento da empresa.080 de 29. de 04. § 1º O desbloqueio para novos registros somente se dará após: I . no prazo de quinze dias contados da data da operação para a qual foi obtido o número de registro de controle pelo remetente. 645-K. Relativamente à operação para a qual foi obtido número de registro de controle. sendo que: I . também deverá ser indicada a data da respectiva saída da mercadoria.a confirmação da operação pelo seu destinatário no Sistema RECOPI NACIONAL. sob pena de serem bloqueados novos registros de controle para ambos os contribuintes relacionados na referida operação. ainda. 6.02. 645-I. Aprovado pelo Decreto n.na saída interna ou interestadual. II . 645-J.

645-H ou deste artigo.aos resíduos. por tipo de papel. Aprovado pelo Decreto n.RICMS 7. § 4º Na hipótese de operação realizada com destinatário cuja atividade exclusiva seja de usuário (UP). as quantidades totais.ISSN.aos papéis anteriormente recebidos com incidência do imposto e que foram posteriormente utilizados na impressão de livro. em quilogramas. não se considera reconhecida a não incidência do imposto. de 04.livros. atualizado até o Decreto n. § 1º Quando do primeiro acesso para obtenção do número de registro de controle da operação ou para a confirmação de recebimento de mercadoria. mediante preenchimento de dados no módulo de controle de estoques do Sistema RECOPI NACIONAL.às eventuais conversões no formato de apresentação do papel. às perdas no processo de industrialização ou a outros eventos previstos no Sistema. nos termos do art. hipótese em que será informado o correspondente Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas . jornal ou periódico. mediante baixa no tipo de origem e inclusão no tipo resultante. § 3º Na hipótese de operação não confirmada. VI . pelo destinatário. SEÇÃO VII DA INFORMAÇÃO RELATIVA AOS ESTOQUES Art. V . relativas ao estoque existente no estabelecimento no dia imediatamente anterior. desde que o produto resultante tenha codificação distinta da original. se adotado.080 de 29. com a indicação da tiragem. O contribuinte credenciado deverá informar mensalmente. deverão ser informadas. II . em quilogramas.jornais ou periódicos. por tipo de papel. II .às utilizações na impressão de livro.ao saldo no final do período.266. 364 . o remetente poderá comprovar a operação perante a repartição fiscal do seu domicílio tributário. sendo o caso.09. mediante preenchimento dos campos próprios do módulo de controle de estoque.às operações com incidência do imposto devido.02. em relação aos: I . jornal ou periódico. identificados de acordo com o Número Internacional Padronizado ISBN. 6. relativamente a cada um dos estabelecimentos credenciados. 645-L. III . nos termos deste Regulamento.2012. § 2º As quantidades totais referidas no inciso III deverão ser registradas. bloqueada e. relativas: I .2013. até o dia quinze do mês subsequente. a confirmação de recebimento da mercadoria será dada pelo Sistema RECOPI NACIONAL de forma automática. ao seu recolhimento em GR-PR. com multa e demais acréscimos legais. § 2º A fi m de evitar a hipótese de bloqueio para novos registros. § 3º O estabelecimento com atividade exclusiva de fabricante de papel (FP) estará dispensado da prestação das informações previstas neste artigo. IV . as quantidades totais. mediante registro desta situação no sistema RECOPI NACIONAL.

911 de 28. Norma de procedimento disporá sobre : I . quanto ao cumprimento das obrigações principal ou acessórias.2012. e a partir de 1º de abril de 2013 em relação aos demais dispositivos.RICMS 7.12.as hipóteses do momento da obtenção do número de registro de controle.1º. Art. O fisco promoverá o descredenciamento contribuinte no Sistema RECOPI NACIONAL na hipótese de: do I . TÍTULO IV DO CONTROLE E DA ORIENTAÇÃO FISCAL CAPÍTULO I DO CONTROLE E DA FISCALIZAÇÃO 365 . no prazo de sessenta dias contados da data do bloqueio no Sistema RECOPI NACIONAL. de 04. especificamente para cada tipo de operação. atualizado até o Decreto n. SEÇÃO VIII DO DESCREDENCIAMENTO DE OFÍCIO Art.constatação de que qualquer dos estabelecimentos credenciados se encontra em situação irregular perante a Secretaria da Fazenda.constatação de que o contribuinte não adotou a providência necessária para regularização de obrigações pendentes. VI .080 de 29. decorrente de lançamento de ofício lavrado com a exigência do imposto em razão do desvio de finalidade do papel imune. produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2013. 2º do Decreto 6.a documentação necessária a ser apresentada no ato do credenciamento.2013.12.outros aspectos legais e/ou operacionais não previstos neste Capítulo. 645-N.266. V .02. III . específicas a cada tipo de operação realizada. III .2012. em relação aos artigos 645-D a 645-F. Aprovado pelo Decreto n. alteração 30ª . § 4º Identificada inobservância da obrigação prevista neste artigo. 645-M. 6. será automaticamente bloqueado o credenciamento da empresa no Sistema RECOPI NACIONAL. II . do Decreto 6. IV . até que seja cumprida a referida obrigação.existência de débito fiscal inscrito em dívida ativa. (Ver art.as hipóteses de confirmação da operação pelo destinatário da mercadoria. pelo art.09. Acrescentado o Capítulo LIII ao Título III .2012 ).os tipos de papéis que estarão abrangidos pelo Sistema RECOPI NACIONAL. II .as hipóteses de operação de prestação de informações relativas às operações de industrialização por conta de terceiro e/ou operações realizadas com armazém geral ou depósito fechado.911 de 28.

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Aprovado pelo Decreto n. 6.080 de 29.09.2012, atualizado até o Decreto n.

Art. 646. A fiscalização e orientação fiscal relativa ao ICMS compete à Secretaria de Estado da Fazenda (art. 47 da Lei n. 11.580/1996).
§ 1º Os auditores fiscais incumbidos de realizar tarefas de fiscalização devem identificar-se por meio de documento de identidade funcional expedido pela Secretaria da Fazenda. § 2º A autoridade fiscal poderá requisitar o auxílio de força policial quando vítima de embaraço ou desacato no exercício de suas funções ou quando seja necessária a efetivação de medidas acauteladoras de interesse do fisco, ainda que não se configure fato definido em lei como crime ou contravenção (art. 200 do Código Tributário Nacional). § 3º Nos pontos de fiscalização de mercadorias em trânsito da Secretaria de Estado da Fazenda é obrigatória a parada de: a) veículos de carga em qualquer caso; b) quaisquer outros veículos quando transportando bens ou mercadorias.

Art. 647. As pessoas físicas ou jurídicas contribuintes, responsáveis ou intermediários de negócios, sujeitos ao ICMS, não poderão escusar-se de exibir à fiscalização os livros e documentos de sua escrituração (art. 48 da Lei n. 11.580/1996).
§ 1º Ao auditor fiscal não poderá ser negado o direito de examinar estabelecimentos, depósitos e dependências, cofres, arquivos, inclusive magnéticos ou eletrônicos, veículos e demais meios de transporte, mercadorias, livros, documentos, correspondências e outros efeitos comerciais ou fiscais dos contribuintes e responsáveis definidos neste Regulamento. § 2º No caso de recusa, a fiscalização poderá lacrar os móveis ou depósitos, onde possivelmente estejam os documentos, livros e arquivos, inclusive magnéticos ou eletrônicos, lavrando termo desse procedimento, do qual deixará cópia ao recusante, solicitando, de imediato, à autoridade administrativa a que estiver subordinado, providências para que se faça a exibição judicial. § 3º Nos casos de perda ou extravio de livros e demais documentos fiscais, poderá a autoridade fiscal intimar o contribuinte a comprovar o montante das operações e prestações escrituradas ou que deveriam ter sido escrituradas nos referidos livros, para efeito de verificação do pagamento do tributo. § 4º Se o contribuinte se recusar a fazer a comprovação, ou não puder fazê-la, bem como nos casos em que a mesma seja considerada insuficiente, o montante das operações e prestações será arbitrado pela autoridade fiscal, pelos meios ao seu alcance, deduzindo-se, para efeito de apuração da diferença do imposto, os recolhimentos devidamente comprovados pelo contribuinte ou pelos registros da repartição fiscal. § 5º Sempre que forem extraviados, perdidos, furtados, roubados, ou por qualquer forma danificados ou destruídos, livros ou documentos fiscais relacionados direta ou indiretamente com o imposto, o contribuinte deverá: a) comunicar o fato por escrito à repartição fiscal a que estiver vinculado, juntando laudo pericial ou certidão da autoridade competente, discriminando as espécies e números de ordem dos livros ou documentos fiscais, se em branco, total ou parcialmente utilizados, os períodos a que se referiam, bem como o montante, mesmo aproximado, das operações ou prestações, cujo imposto ainda não tenha sido pago, se for o caso; 366

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b) providenciar a reconstituição da escrita fiscal, quando possível, em novos livros, bem como, se for o caso, a impressão de novos documentos fiscais, respeitada sempre a sequência da numeração, como se utilizados fossem os livros e documentos fiscais perdidos.

Art. 648. A Secretaria de Estado da Fazenda e seus auditores fiscais terão, dentro de sua área de competência e jurisdição, precedência sobre os demais setores da administração pública (art. 49 da Lei n. 11.580/1996). Art. 649. No levantamento fiscal poderão ser usados quaisquer meios indiciários, bem como aplicados coeficientes médios de lucro bruto, ou de valor acrescido e de preços unitários, considerados em cada atividade econômica, observadas a localização e a categoria do estabelecimento (art. 50 da Lei n. 11.580/1996). Art. 650. A autoridade fiscal, que proceder a quaisquer diligências de fiscalização, lavrará os termos necessários para que se documente o início do procedimento, que fixará prazo máximo para a conclusão (art. 196 do Código Tributário Nacional).
Parágrafo único. Será também lavrado termo fiscal quando o auditor fiscal retirar do estabelecimento do contribuinte livros, documentos fiscais e outros papéis relacionados com o imposto.

CAPÍTULO II DO CONTROLE NA CIRCULAÇÃO DE MERCADORIA

SEÇÃO I DO SISTEMA DE CONTROLE INTERESTADUAL DE MERCADORIAS EM TRÂNSITO - SCIMT
Art. 651. O Sistema de Controle Interestadual de Mercadorias em Trânsito - SCIMT, tem por finalidade controlar, mediante a emissão do Passe Fiscal Interestadual - PFI, a circulação de mercadorias pelas unidades de fiscalização de mercadorias em trânsito deste e dos demais Estados signatários do Protocolo ICMS 10/2003, nos termos de norma de procedimento.

SEÇÃO II OUTROS MECANISMOS DE CONTROLE
Art. 652. No interesse da fiscalização, a CRE - Coordenação da

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Receita do Estado poderá instituir outros mecanismos de controle fiscal de mercadoria, por meio de norma de procedimento.

CAPÍTULO III REGIME INDIVIDUAL DE CONTROLE E PAGAMENTO

Art. 653. O pagamento do ICMS será exigido, a cada operação ou prestação, do contribuinte inscrito no CAD/ICMS que sistematicamente deixar de cumprir as obrigações tributárias na forma e prazo previstos neste Regulamento (art. 52 da Lei n. 11.580/1996).
§ 1º Do enquadramento no regime de que trata este artigo, o contribuinte será cientificado e esclarecido dos motivos determinantes. § 2º Regularizada a situação perante a Fazenda Estadual, o regime será suspenso. § 3º O pagamento a que se refere este artigo será efetuado em GR-PR, no momento: a) do desembaraço aduaneiro, quando se tratar de importação; b) em que ocorrer a saída da mercadoria do estabelecimento; c) em que se iniciar o serviço. § 4º Os créditos relativos às operações ou prestações anteriores, lançados em conta-gráfica, poderão ser transportados para a ECC, mediante documento fiscal para este fim emitido, sem prejuízo do disposto no art. 64, quando for o caso. § 5º O enquadramento do contribuinte no sistema previsto neste artigo implicará cancelamento de qualquer outro tratamento diferenciado de que for beneficiário, especialmente dilação de prazo. § 6º É competência dos Delegados Regionais da Receita, no âmbito de suas respectivas circunscrições, a aplicação do regime, mediante ato que será publicado e divulgado às demais Delegacias Regionais e à Inspetoria Geral de Fiscalização. § 7º O adquirente de mercadoria ou o tomador de serviço de contribuinte enquadrado no regime de que trata este artigo poderá apropriar-se do crédito da operação ou da prestação, à vista da respectiva guia de recolhimento, além dos demais documentos fiscais previstos neste Regulamento.

CAPÍTULO IV DA CONSULTA
SEÇÃO I DO SETOR CONSULTIVO

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Aprovado pelo Decreto n. 6.080 de 29.09.2012, atualizado até o Decreto n.

Art. 654. A Secretaria de Estado da Fazenda manterá Setor Consultivo que terá por incumbência específica responder a todas as consultas relativas ao ICMS, formuladas por contribuintes ou seus órgãos de classe e repartições fazendárias, observadas as disposições dos artigos 655 e 656 (art. 53 da Lei n. 11.580/1996).
§ 1º As respostas serão divulgadas pela CRE - Coordenação da Receita do Estado, por meio de publicação periódica. § 2º As respostas às consultas servirão como orientação geral da Secretaria de Estado da Fazenda em casos similares. § 3º Não são passíveis de multas os contribuintes que praticarem atos baseados em respostas das consultas referidas neste artigo. § 4º As respostas às consultas não ilidem a parcela do crédito tributário relativo ao ICMS, constituído e exigível em decorrência das disposições deste Regulamento. § 5º Para os efeitos do § 1º equipara-se à publicação periódica a divulgação efetuada por meio da disponibilização da resposta à consulta no seguinte endereço da internet: http://www.pr.gov.br/sefa.

SEÇÃO II DA FORMULAÇÃO DAS CONSULTAS
Art. 655. A consulta será formulada por escrito, em duas vias, contendo, além da qualificação do consulente, os seguintes elementos:
I - ramo de atividade; II - endereço completo e local destinado ao recebimento de correspondência, com indicação do código de endereçamento postal (CEP); III - números de inscrição, estadual e no CNPJ ou CPF. § 1º O consulente deverá expor, minuciosa e objetivamente, o assunto, citando os dispositivos da legislação tributária em relação aos quais tenha dúvida, bem como as conclusões a que chegou e, se for o caso, o procedimento adotado ou que pretenda adotar. § 2º A consulta deverá ser instruída com documentos vinculados à situação de fato e de direito descrita pelo consulente, quando necessários à formulação da resposta. § 3º A consulta deverá ser assinada pelo interessado ou seu representante legal, juntando-se, neste caso, o respectivo instrumento de mandato ou documento da representação.

Art. 656. Não será conhecida e deixará de produzir efeitos a consulta:
a) sobre matéria objeto de procedimento fiscal, discussão judicial ou petição na esfera administrativa, ou ainda quando o consulente encontrar-se sob ação fiscal, devendo a negativa de tais circunstâncias ser expressamente declarada na petição; b) referente a fato com fundamento em hipótese ou norma tributária em tese; 369

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c) referente a fato definido pela lei como crime ou contravenção penal; d) sobre matéria que tiver sido objeto de decisão proferida em processo judicial ou administrativo fiscal em que haja vinculação do consulente; e) que importe repetição de consulta idêntica, anteriormente formulada pelo mesmo consulente, ressalvados os casos de renovação solicitada em consequência de alteração na legislação tributária; f) quando o fato estiver definido ou declarado em disposição literal de Lei, Decreto ou neste Regulamento; g) flagrantemente protelatória. h) que não atenda a forma prevista no art. 655. Parágrafo único. Não terá eficácia a resposta obtida em desacordo com o disposto neste artigo.

SEÇÃO III DO ENCAMINHAMENTO DA CONSULTA
Art. 657. O consulente deverá protocolizar a consulta na ARE Agência da Receita Estadual do seu domicílio tributário.
Parágrafo único. Os órgãos da administração pública direta encaminharão as consultas ao Setor Consultivo.

Art. 658. A repartição que receber a consulta verificará se a petição formulada obedece aos requisitos previstos neste Regulamento.
§ 1º A consulta terá prioridade no regime de encaminhamento de processos, devendo a ARE, no primeiro dia útil seguinte ao do recebimento, providenciar a remessa à Inspetoria Regional de Tributação, que, além de confirmar o atendimento ao disposto no "caput", emitirá parecer fundamentado, antes de encaminhá-la ao Setor Consultivo. § 2º As diligências requeridas pelo Setor Consultivo terão tratamento prioritário.

SEÇÃO IV DOS EFEITOS DA CONSULTA
Art. 659. A apresentação da consulta pelo contribuinte ou responsável produz os seguintes efeitos:
I - em relação ao fato objeto da consulta, o imposto, quando devido, poderá ser pago até quinze dias contados da data da ciência da resposta, sem prejuízo da atualização monetária; II - impede, até o término do prazo estabelecido no art. 664, o início de qualquer procedimento fiscal destinado à apuração de faltas relacionadas com a matéria consultada. § 1º O prazo de que trata o inciso I não se aplica: a) ao imposto devido sobre as demais operações ou prestações realizadas pelo 370

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consulente; b) ao imposto já destacado em documento fiscal; c) à consulta formulada após o prazo de pagamento do imposto devido; d) ao imposto já declarado em GIA/ICMS ou GIA-ST. § 2º É vedado à consulente o aproveitamento de crédito fiscal controvertido, antes do recebimento da resposta.

Art. 660. O consulente será cientificado da resposta pela repartição de origem, ocasião em que ser-lhe-á entregue uma via desta mediante recibo. Art. 661. O prazo para a emissão da resposta será de até noventa dias, contados da data do recebimento da consulta pelo Setor Consultivo.
Parágrafo único. As diligências requeridas pelos relatores suspendem o prazo previsto neste artigo.

Art. 662. As respostas poderão ser revogadas ou substituídas, mediante comunicação do Setor Consultivo ao consulente.
§ 1º Se a orientação dada pelo Setor Consultivo for alterada, em decorrência de lei ou de norma complementar da legislação tributária, ocorrerá a perda automática da validade da resposta, a partir da data da eficácia do instrumento que tenha causado a modificação. § 2º Decorrido o prazo a que se refere o art. 664 cessarão, em relação a resposta revogada ou substituída, os efeitos previstos no § 3º do art. 654.

Art. 663. Tratando-se de contribuinte inscrito no CAD/ICMS, a entrega da resposta ou a comunicação da revogação ou da substituição deverá ser anotada, pelo funcionário fiscal, no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências - RUDFTO, consignando-se o número da consulta e a data da entrega. Art. 664. A partir da data da ciência da resposta, da sua revogação ou substituição, o consulente terá, observado o disposto no § 1º do art. 659, e independente de qualquer interpelação ou notificação fiscal, o prazo de até quinze dias para adequar os procedimentos já realizados ao que tiver sido esclarecido.
§ 1º Caso o consulente não retire a resposta, o prazo a que se refere este artigo será contado a partir do primeiro dia útil do mês seguinte ao que a repartição de origem a tenha recebido. § 2º Decorrido o prazo a que se refere este artigo, havendo irregularidade e não tendo o consulente procedido de conformidade com os termos da resposta, ou comunicação de revogação ou substituição, proceder-se-á o lançamento de ofício.

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TÍTULO V DA DÍVIDA ATIVA
Art. 665. Constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito dessa natureza, regularmente inscrita depois de esgotado o prazo fixado para pagamento pela legislação ou por decisão em processo administrativo fiscal passada em julgado (art. 201 do Código Tributário Nacional).
Parágrafo único. A dívida ativa abrange atualização monetária, multa, juros de mora e demais encargos previstos em lei ou contrato (art. 2º, § 2º, da Lei n. 6.830/80).

Art. 666. A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída (art. 204 do Código Tributário Nacional).
§ 1º A presunção a que se refere este artigo é relativa e pode ser ilidida por prova inequívoca, a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite. § 2º A fluência de juros de mora não exclui, para os efeitos do artigo anterior, a liquidez do crédito (art. 201, parágrafo único, do Código Tributário Nacional).

Art. 667. A dívida ativa será apurada e inscrita pela Secretaria de Estado da Fazenda pela Inspetoria Geral de Arrecadação, mediante Termo de Inscrição.
§ 1º O Termo de Inscrição de Dívida Ativa deverá conter (art. 2º, § 5º, da Lei n. 6.830/80): a) o nome do devedor, dos corresponsáveis e, sempre que conhecido, o domicílio ou a residência de um e de outros; b) o valor originário da dívida, bem como o termo inicial e a forma de calcular os juros de mora e demais encargos previstos em lei ou contrato; c) a origem, a natureza e o fundamento legal ou contratual da dívida; d) a indicação, se for o caso, de estar a dívida sujeita à atualização monetária, bem como o respectivo fundamento legal e o termo inicial para o cálculo; e) a data e o número da inscrição no registro de dívida ativa; f) o número do processo administrativo ou do auto de infração, se neles estiver apurado o valor da dívida. § 2º O Termo de Inscrição será lavrado em função de: a) encerramento do rito especial de que trata o art. 677; b) termo de encerramento em decorrência de decisão final exarada em processo administrativo fiscal, de instrução contraditória, conforme o inciso XV do art. 675;

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c) rescisão de parcelamento de crédito tributário de que trata o art. 89; d) substituição de Termo de Inscrição e Certidão de Dívida Ativa. § 3º A data da inscrição em dívida ativa deverá corresponder: a) ao 31º dia contado da data do vencimento do imposto, no caso de encerramento do rito especial de que trata o art. 677; b) à data da emissão do Termo de Inscrição, nas demais hipóteses.

Art. 668. Da inscrição do débito em dívida ativa, na hipótese do art. 677, o contribuinte será notificado por meio de:
I - correspondência registrada - AR; II - edital publicado no Diário Oficial, quando não encontrado pela empresa de correios no endereço constante de seu cadastro junto à Secretaria de Estado da Fazenda.

Art. 669. A Certidão de Dívida Ativa conterá os mesmos elementos do Termo de Inscrição e será autenticada pelo Inspetor Geral de Arrecadação da CRE - Coordenação da Receita do Estado ou pelo funcionário por ele designado (art. 2º, § 6º, da Lei n. 6.830/80).
§ 1º O Termo de Inscrição e a Certidão de Dívida Ativa poderão ser preparados e numerados por processo manual, mecânico ou eletrônico. § 2º A Certidão de Dívida Ativa será emitida em uma via, que deverá acompanhar a petição inicial para cobrança executiva do crédito tributário. § 3º O encaminhamento das Certidões de Dívida Ativa, para propositura da respectiva ação executiva, far-se-á independentemente de nova intimação ou notificação do sujeito passivo, além da prevista no artigo anterior e no inciso XV do art. 675. § 4º Por autorização do Secretário de Estado da Fazenda, a Certidão de Dívida Ativa poderá ter a sua expedição suspensa pelo prazo de um ano ou até que o valor dos créditos tributários devidos pelo contribuinte atinjam o montante atualizado de trinta UPF/PR (art. 63, II, da Lei n. 11.580/1996).

Art. 670. O cancelamento da dívida ativa será autorizado pelo Inspetor Geral de Arrecadação, mediante registro que indicará o motivo, a data e o número do documento que o originou, nos casos de:
I - exclusão do crédito tributário; II - regularização de divergência de créditos tributários originados do rito especial. Parágrafo único. Aplica-se aos casos de extinção do crédito tributário o disposto neste artigo, sujeitando-se o cancelamento da dívida ativa, excetuada a hipótese de pagamento, à autorização prevista no "caput".

Art. 671. A prova da quitação do imposto ou da regularidade junto

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ao fisco estadual, quando exigível, será feita por meio de Certidão de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual, à vista de requerimento do interessado, que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa, domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido (art. 205 do Código Tributário Nacional).
§ 1º A certidão de que conste a existência de créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa, tem os mesmos efeitos previstos no "caput" (art. 206 do Código Tributário Nacional). § 2º As certidões de que trata este artigo serão expedidas conforme disposto em norma de procedimento, via: a) terminal de processamento de dados; b) internet, no endereço "http://www.fazenda.pr.gov.br" .

Art. 672. A certidão expedida com dolo ou fraude, que contenha erro contra a Fazenda Pública, responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir pelo crédito tributário e juros de mora acrescidos (art. 208 do Código Tributário Nacional).
Parágrafo único. O disposto no "caput" não exclui a responsabilidade criminal e funcional, que no caso couber.

TÍTULO VI DAS INFRAÇÕES, DAS PENALIDADES E DO PROCESSO
CAPÍTULO I DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES

Art. 673. Constitui infração, para os efeitos deste Regulamento, toda ação ou omissão que importe em inobservância pelo contribuinte, responsável ou intermediário de negócios, da legislação tributária relativa ao ICMS (art. 54 da Lei n. 11.580/1996).
§ 1º Respondem pela infração, conjunta ou isoladamente, todos os que de qualquer forma concorram para a sua prática ou dela se beneficiem. § 2º A responsabilidade por infrações à legislação tributária relativa ao ICMS independe da intenção do contribuinte, responsável ou intermediário de negócio e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato.

Art. 674. Os infratores à legislação do ICMS ficam sujeitos às seguintes penalidades (art. 55 da Lei n. 11.580/1996):
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I - multa; II - suspensão temporária ou perda definitiva de benefícios fiscais, na forma estabelecida neste Regulamento. § 1º Ficam sujeitos às seguintes multas os que cometerem as infrações descritas nos respectivos incisos: I - equivalente a 10% (dez por cento) do valor do imposto declarado e não recolhido, ao contribuinte que deixar de pagar, no prazo previsto na legislação tributária, o imposto a recolher por ele declarado na forma prevista no art. 269; II - equivalente a quarenta por cento do valor do imposto devido, ao sujeito passivo que, nos casos não previstos no inciso anterior, deixar de pagar o imposto, no todo ou em parte, na forma e nos prazos previstos na legislação tributária; III - equivalente a 60% (sessenta por cento) do valor do crédito do imposto: a) indevidamente utilizado, sem prejuízo do respectivo estorno, ao sujeito passivo que se beneficiar com a utilização do crédito do imposto, em desacordo com o disposto neste Regulamento; b) indevidamente transferido, ao sujeito passivo que transferir créditos em desacordo com o disposto na legislação; IV - equivalente a 5% (cinco por cento) do valor do bem, mercadoria ou serviço, ao sujeito passivo que: a) deixar de emitir ou de entregar documento fiscal em relação a bem, mercadoria ou serviço em operação ou prestação abrangidas por isenção, imunidade ou não-incidência do imposto; b) transportar, estocar ou manter em depósito, bem ou mercadoria abrangidos por isenção, imunidade ou não-incidência do imposto, desacompanhados da documentação fiscal regulamentar; c) executar prestação de serviço, abrangida por isenção, imunidade ou não-incidência do imposto, desacompanhada de documentação fiscal; V - equivalente a 7% (sete por cento) do valor do bem, mercadoria ou serviço, ao sujeito passivo que: a) deixar de emitir ou de entregar documento fiscal em relação a bem, mercadoria ou serviço em operação ou prestação beneficiadas com suspensão ou diferimento do pagamento do imposto; b) transportar, estocar ou manter em depósito bem ou mercadoria beneficiados com suspensão ou diferimento do pagamento do imposto, desacompanhados da documentação fiscal regulamentar; c) executar prestação de serviço, beneficiada com suspensão ou diferimento do pagamento do imposto, desacompanhada da documentação fiscal regulamentar; VI - equivalente a 30% (trinta por cento) do valor do bem, mercadoria ou serviço, ao sujeito passivo que: a) deixar de emitir ou entregar documento fiscal em relação a bem, mercadoria ou serviço em operação ou prestação tributada, inclusive sujeitas ao regime de substituição tributária concomitante ou subsequente; b) transportar, estocar ou manter em depósito bem ou mercadoria tributados, 375

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inclusive sujeitos ao regime de substituição tributária desacompanhados da documentação fiscal regulamentar;

concomitante

ou

subsequente,

c) executar prestação de serviço tributada, inclusive sujeita ao regime de substituição tributária concomitante ou subsequente, desacompanhadas de documentação fiscal regulamentar; VII - equivalente a 20% (vinte por cento) do valor da operação ou prestação indicada no documento fiscal, ao sujeito passivo que consignar em documento fiscal declaração falsa quanto ao estabelecimento de origem ou destino da mercadoria ou serviço em operação ou prestação abrangidas por isenção, imunidade ou não-incidência; VIII - equivalente a 40% (quarenta por cento) do valor da operação ou prestação indicada no documento fiscal, ao sujeito passivo que: a) consignar em documento fiscal declaração falsa quanto ao estabelecimento de origem ou destino das mercadorias ou serviços em operações ou prestações tributadas, inclusive sujeitas ao regime da substituição tributária, ou beneficiadas com suspensão do pagamento do imposto; b) emitir, sem autorização expressa da legislação tributária, documento fiscal que não corresponda a uma saída, transmissão de propriedade ou entrada de bem ou mercadoria no estabelecimento, ou a uma prestação de serviço; c) adulterar documento fiscal, emitir ou utilizar documento fiscal falso, bem como utilizar documento fiscal de estabelecimento que tenha encerrado suas atividades ou cuja inscrição no cadastro de contribuintes estadual tenha sido cancelada "ex officio"; IX - equivalente a 20% (vinte por cento) do valor correspondente à diferença entre o valor efetivo da operação e o consignado no documento fiscal, ao sujeito passivo que consignar em documento fiscal importância diversa do efetivo valor da operação ou prestação quando estas sejam abrangidas por isenção, imunidade ou não-incidência; X - equivalente a 40% (quarenta por cento) do valor correspondente à diferença entre o valor efetivo da operação e o consignado no documento fiscal, ao sujeito passivo que consignar em documento fiscal importância diversa do efetivo valor da operação ou prestação, quando estas sejam tributadas, inclusive sujeitas ao regime da substituição tributária, ou beneficiadas com suspensão do pagamento do imposto; XI - equivalente a 20% (vinte por cento) do valor correspondente à diferença entre os valores constantes nas respectivas vias do documento fiscal, ao sujeito passivo que emitir documento fiscal constando valores diferentes nas respectivas vias em relação a operações ou prestações abrangidas por isenção, imunidade ou não-incidência; XII - equivalente a 40% (quarenta por cento) do valor correspondente à diferença entre os valores constantes nas respectivas vias do documento fiscal, ao sujeito passivo que emitir documento fiscal constando valores diferentes nas respectivas vias em relação a operações ou prestações tributadas, inclusive sujeitas ao regime da substituição tributária, ou beneficiadas com suspensão do pagamento do imposto; XIII - de 1 (uma) UPF/PR por documento fiscal, ao sujeito passivo que: a) promover a impressão para si ou para terceiros de documento fiscal sem a competente autorização, ou fornecer, possuir ou guardar documento fiscal falso ou inidôneo ainda não utilizado; b) deixar de entregar à repartição fazendária, para inutilização, os documentos fiscais não utilizados; XIV - de 4 (quatro) UPF/PR, ao sujeito passivo que:

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a) iniciar suas atividades antes do deferimento do pedido de inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado; b) preencher documentos fiscais com omissões, incorreções, rasuras ou de forma ilegível; c) substituir as vias dos documentos fiscais em relação as suas respectivas destinações; d) deixar de entregar à repartição fiscal de seu domicílio tributário vias de documentos fiscais a ela destinados; e) retirar do estabelecimento, livros, documentos fiscais, máquina registradora, terminal ponto de venda, equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamentos similares, sem autorização da repartição fiscal de seu domicílio tributário; f) deixar de entregar ou remeter ao produtor, no prazo estabelecido na legislação, via a este destinada de documento fiscal; g) não comunicar à repartição fiscal de seu domicílio tributário as alterações cadastrais, o reinício ou a paralisação temporária de suas atividades, ou deixar de entregar os documentos fiscais não utilizados, para custódia, até o reinício de suas atividades; h) não escriturar, na forma estabelecida na legislação tributária, as operações ou prestações com isenção, imunidade ou não-incidência do imposto; i) não efetuar a escrituração dos livros fiscais nos prazos regulamentares; j) utilizar documento fiscal cujas características extrínsecas não observem fidelidade com os requisitos mínimos estabelecidos na legislação; l) retirar, do estabelecimento do usuário, máquina registradora, terminal ponto de venda, equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamentos similares, sem emissão do respectivo atestado de intervenção; m) deixar de efetuar o recadastramento, no prazo e forma estabelecidos na legislação, no Cadastro de Contribuintes do Estado; n) descumprir qualquer obrigação acessória determinada na legislação tributária, que não tenha infração prevista nas demais hipóteses deste artigo; XV - de 6 (seis) UPF/PR, ao sujeito passivo que: a) deixar de apresentar ou transmitir, na forma ou no prazo estabelecidos na legislação, os elementos necessários à informação e apuração do imposto; b) deixar de entregar ou informar à Secretaria de Estado da Fazenda ou repartição que esta indicar, na forma ou no prazo estabelecidos na legislação, os demonstrativos regulamentares; c) deixar de requerer a baixa da sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado no prazo fixado na legislação; d) por qualquer meio ou forma, dificultar, impedir ou retardar a ação fiscalizadora; e) deixar de apresentar à repartição fiscal, na forma da legislação, o documento referente à cessação de uso de máquina registradora, terminal ponto de venda, equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamentos similares, ou ainda deixar de fazer a sua escrituração no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências;

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f) utilizar máquina registradora, terminal ponto de venda, equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamento similar, em desacordo com a legislação tributária; g) emitir atestado de intervenção em máquina registradora, terminal ponto de venda, equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamento similar, em desacordo com a legislação aplicável ou que nele consignar informações inexatas; h) lançar crédito do imposto em desacordo com o disposto neste Regulamento, sem tê-lo ainda aproveitado, sem prejuízo do respectivo estorno; i) deixar de comunicar ao fisco a comercialização de equipamento emissor de cupom fiscal a usuário final estabelecido neste Estado; j) não escriturar, na forma estabelecida na legislação tributária, as operações ou prestações de saída com suspensão ou diferimento do imposto; XVI - de 12 (doze) UPF/PR, ao sujeito passivo que: a) não apresentar ou não manter em boa guarda, pelo período legal, na forma prevista na legislação, ou utilizar de forma indevida, livros e documentos fiscais; b) fornecer informações inverídicas ao se inscrever como contribuinte ou ao requerer alteração cadastral; c) não atender à notificação de estorno de crédito, conforme previsão da alínea "h" do inciso XV. XVII - de 24 (vinte e quatro) UPF/PR, ao sujeito passivo que: a) utilizar, sem a autorização, máquina registradora, terminal ponto de venda, equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamento similar, ou sistema de processamento de dados, que emita documento fiscal ou cupom que o substitua, ou, ainda, que os utilize em estabelecimento diverso daquele para o qual tenha sido autorizado; b) utilizar máquina registradora, terminal ponto de venda, equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamentos similares sem os lacres de segurança ou rompê-los, sem a observância da legislação; c) possuir, utilizar ou falsificar carimbo, impresso ou equipamento de uso exclusivo de repartição da Secretaria de Estado da Fazenda; XVIII - de 6 (seis) UPF/PR, por dia de atraso, até o máximo de 90 (noventa) UPF/PR, ao contribuinte que, devidamente notificado, não apresentar no prazo estabelecido, os arquivos, respectivos registros ou sistemas aplicativos em meios magnéticos; XIX - de dez UPF/PR, por período de apuração do imposto, ao contribuinte que apresentar os arquivos e respectivos registros em meios magnéticos, em desacordo com a legislação; XX - de vinte UPF/PR, por período de apuração do imposto, ao contribuinte que omitir ou prestar incorretamente as informações em meios magnéticos; XXI - equivalente a dez por cento do valor do bem, mercadoria ou serviço, ao sujeito passivo que, na condição de contribuinte substituído, deixar de emitir ou de entregar documento fiscal em relação a operações ou prestações que realizar sob o regime da substituição tributária. § 2º As multas, previstas neste artigo, serão aplicadas sobre os respectivos valores básicos atualizados monetariamente nos termos definidos neste Regulamento, a partir da ocorrência da infração até a data da lavratura do auto de infração.

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§ 3º O prazo para pagamento das multas previstas neste artigo será: I - o dia seguinte ao do vencimento do imposto, na hipótese do inciso I do § 1º, observadas as reduções concedidas pelo art. 85; II - 30 (trinta) dias contados da data da intimação do lançamento, nas demais hipóteses. § 4º O valor mínimo das multas aplicável em auto de infração é o equivalente a 4 (quatro) UPF/PR, em vigor na data da sua lavratura. § 5º No concurso de penalidades aplica-se a maior. § 6º As infrações e penalidades indicadas no § 1º, ressalvada a prevista no inciso I deste artigo, exigível nos termos do art. 677, serão lançadas em processo administrativo fiscal de instrução contraditória, na forma do art. 675. § 7º Não serão aplicadas as penalidades previstas nas alíneas "a" e "c" do inciso XV do § 1º, no caso de ser cancelada "ex officio" da inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS, do contribuinte que, respectivamente, deixar de apresentar o documento de informação e apuração e ficar comprovado, por meio de procedimento fiscal, a cessação de sua atividade no endereço cadastrado, ou que tenha encerrado suas atividades sem requerer a baixa da sua inscrição na forma do art. 133. § 8º Não será exigida, do sujeito passivo da obrigação tributária, multa relacionada com fato gerador ocorrido até a data da sentença declaratória da sua falência, sendo defeso, porém, a restituição ou a compensação de importâncias já recolhidas (Convênio ICMS 32/2000).

CAPÍTULO II DO LANÇAMENTO
SEÇÃO I DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL DE INSTRUÇÃO CONTRADITÓRIA
Art. 675. A apuração das infrações à legislação tributária e a aplicação das respectivas multas dar-se-ão por meio de processo administrativo fiscal, organizado em forma de autos forenses, tendo as folhas numeradas e rubricadas e as peças que o compõem dispostas na ordem em que forem juntadas, obedecendo, em primeira instância, o seguinte procedimento e disposições (art. 56 da Lei n. 11.580/1996):
I - FASE PRELIMINAR O procedimento fiscal poderá ser motivado: a) pela representação - lavrada por funcionário fiscal de repartição fazendária que, em serviço interno, verificar a existência de infração à legislação tributária, a qual conterá as características intrínsecas do auto de infração, excetuando-se a obrigatoriedade da intimação do sujeito passivo;

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b) pela denúncia, que poderá ser: 1. escrita - devendo conter a identificação do denunciante e a qualificação do denunciado, se conhecida, e relatar, inequivocamente, os fatos que constituem a infração; 2. verbal - devendo ser reduzida a termo, devidamente assinado pela parte denunciante, na repartição fazendária competente, contendo os elementos exigidos no item anterior; II - INÍCIO DO PROCEDIMENTO FISCAL O procedimento fiscal considera-se iniciado: a) por termo de início de fiscalização, cientificado o sujeito passivo, seu representante ou preposto; (NPF 103/2009) b) pelo ato de apreensão de quaisquer bens ou mercadorias, ou de retenção de documentos ou livros comerciais e fiscais; c) por qualquer outro ato escrito, praticado por servidor competente, no exercício de sua atividade funcional, desde que cientificado do ato o sujeito passivo, seu representante ou preposto; III - DEFESA PRÉVIA A defesa prévia consiste em ato do sujeito passivo da obrigação tributária, que antecede a lavratura de auto de infração, após intimação fiscal para sua apresentação, observado que: a) as razões de fato e de direito da defesa prévia far-se-ão acompanhar, desde logo, dos documentos necessários para contrapor a infração apontada e os dispositivos da legislação que embasam a intimação fiscal; b) o prazo para a apresentação é de dez dias contados da data da ciência da intimação; c) a falta de apresentação da defesa prévia caracteriza renúncia tácita a esse direito e não implica confissão quanto à matéria de fato nem impede o lançamento de ofício; d) o instituto da defesa prévia não se aplica no caso de infrações verificadas por ocasião do transporte de mercadorias ou de configuração instantânea; e) a defesa prévia não comporta rito contraditório; f) a defesa prévia deverá ser protocolizada, preferencialmente, na repartição fiscal do domicílio tributário do sujeito passivo, cabendo a essa unidade administrativa encaminhá-la ao Auditor Fiscal para manifestação acerca das razões apresentadas; g) o Auditor Fiscal elaborará informação contendo a descrição das irregularidades apontadas na notificação, o resumo das razões apresentadas pelo sujeito passivo e a fundamentação do acatamento integral ou parcial, ou do não acatamento, dessas razões, cientificando o sujeito passivo; h) a ciência da informação fiscal ao sujeito passivo deverá ocorrer, quando for o caso, concomitantemente à ciência do auto de infração; i) na hipótese de lavratura de auto de infração, a defesa prévia e todas as suas peças formalizadoras deverão ser a ele anexadas, ou, na sua ausência, apenas os documentos que compuseram a intimação e a informação fiscal dando conta desse fato; j) quando do procedimento da defesa prévia não resultar lavratura de auto de 380

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Aprovado pelo Decreto n. 6.080 de 29.09.2012, atualizado até o Decreto n.

infração será ele arquivado pelo prazo de seis anos, mediante despacho do Delegado Regional da Receita, que poderá delegar essa competência; Nova redação do inciso III do art. 675 dada pelo art.1º, alteração 29ª , do Decreto 7.124 de 28.01.2013. Redação original em vigor no período de 1º.10.2012 até 27.01.2013:
" III - DEFESA PRÉVIA A defesa prévia consiste em ato do sujeito passivo da obrigação tributária, que antecede a lavratura de auto de infração, após intimação fiscal para sua apresentação, observado que: a) as razões de fato e de direito da defesa prévia far-se-ão acompanhar, desde logo, dos documentos necessários para contrapor a infração apontada e os dispositivos da legislação que embasam a intimação fiscal; b) o prazo para a apresentação de defesa prévia é de dez dias contados da data da ciência da intimação; c) a não apresentação de defesa prévia caracteriza renúncia tácita a esse direito e sua falta não implica confissão, nem impede o lançamento de ofício; d) o instituto da defesa prévia não se aplica nas hipóteses de lançamentos de ofício decorrentes de infrações relativas ao transporte de mercadorias ou outras de configuração instantânea; e) a ausência de intimação para apresentação de defesa prévia, que implique prejuízo ao sujeito passivo, torna nulo o ato administrativo do lançamento; f) a defesa prévia deverá ser protocolizada, preferencialmente, na repartição fiscal do domicílio tributário do sujeito passivo, cabendo a essa unidade administrativa manifestar-se sobre as razões apresentadas, nos termos de NPF - Norma de Procedimento Fiscal; g) enquanto em análise, a defesa prévia precede as demais atividades de fiscalização e impede o prosseguimento da ação fiscal; h) a repartição fiscal, nos termos de NORma de procedimento, em resposta, elaborará informação contendo resumo dos fatos ocorridos, das razões apresentadas pelo sujeito passivo e das fundamentações fática e legal do acatamento integral ou parcial, ou do não acatamento da defesa prévia; i) o fisco dará ciência ao sujeito passivo da informação fiscal, que poderá, quando for o caso, ser efetuada concomitante à intimação da lavratura de auto de infração; j) na hipótese de lavratura de auto de infração, a defesa prévia e todas as suas peças formalizadoras, ou, na sua ausência, a informação fiscal dando conta desse fato, deverão compor a constituição do crédito tributário; k) quando do procedimento da defesa prévia não resultar lavratura de auto de infração será ele arquivado, pelo prazo de seis anos, na repartição fiscal do domicílio tributário do sujeito passivo, mediante despacho da autoridade administrativa competente, sobrevindo impedimento para autuação pelas mesmas razões de fato e de direito abordadas nessa defesa prévia, salvo nas hipóteses de: 1. comprovada falsidade; 2. erro; 3. falta funcional; 4. omissão; 5. existência de novas provas do cometimento da possível irregularidade fiscal ou tributária;"

IV - AUTO DE INFRAÇÃO A formalização da exigência de crédito tributário dar-se-á mediante a lavratura de auto de infração, por funcionário da CRE - Coordenação da Receita do Estado no exercício de função fiscalizadora, no momento em que for verificada infração à legislação tributária, observando-se que: a) o auto de infração não deverá conter rasuras, entrelinhas ou emendas e nele descrever-se-á, de forma precisa e clara, a infração averiguada, devendo ainda dele constar: 1. o local, a data e a hora da lavratura; 2. a qualificação do autuado; 3. o dispositivo infringido da lei e a penalidade aplicável nele estabelecida; 4. o valor do crédito tributário relativo ao ICMS, quando devido, demonstrado em relação a cada mês ou período; 5. a assinatura do sujeito passivo, seu representante ou preposto, sendo que a assinatura não importa em confissão, nem sua falta ou recusa em nulidade do auto de infração 381

RICMS 7.266, de 04.02.2013.

Aprovado pelo Decreto n. 6.080 de 29.09.2012, atualizado até o Decreto n.

ou em agravação da penalidade; 6. a determinação da exigência e a intimação para cumpri-la ou impugná-la no prazo de 30 (trinta) dias; 7. a assinatura do autuante e sua identificação funcional; b) as eventuais falhas do auto de infração não acarretam nulidade, desde que permitam determinar com segurança a infração e o sujeito passivo; c) a Secretaria de Estado da Fazenda manterá sistema de controle, registro e acompanhamento dos processos administrativos fiscais; V - APREENSÃO É admissível a apreensão de mercadorias e demais bens, livros, documentos e arquivos, inclusive magnéticos ou eletrônicos, como prova material da infração tributária, mediante termo de depósito, observando-se que: a) se houver prova ou fundada suspeita de que as mercadorias e demais bens se encontram em residência particular, ou em dependência de qualquer estabelecimento, a fiscalização adotará cautelas necessárias para evitar a remoção clandestina e determinará providências para busca e apreensão judiciária, se o morador ou detentor recusar-se a fazer a exibição dessas mercadorias e demais bens; b) as mercadorias ou demais bens apreendidos ficam sob a custódia do chefe da repartição fazendária por onde se iniciar o respectivo processo e poderão ser por este liberados mediante a satisfação, pelo autuado, das exigências determinantes da apreensão, ou, se não atendidas, após a identificação exata do infrator, da infração e das quantidades, espécies e valores das mercadorias ou demais bens; c) em relação à apreensão de livros, documentos fiscais e arquivos, inclusive magnéticos ou eletrônicos, ou sua correspondente lacração, será lavrado termo que constará do processo; VI - INTIMAÇÃO a) a intimação para que o autuado integre a instância administrativa, bem como da decisão de que trata o inciso XI, far-se-á: 1. pessoalmente, mediante entrega à pessoa do próprio sujeito passivo, seu representante ou preposto, de cópia do auto de infração e dos levantam